Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07543


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Full Text
AMO XXXII N. 225
Por 3 uiezcs adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
OIABTV PEA 24'DE SETEXBBO DE 1856.
Por auno adiantado 151000.
Porte flanco para o subscriptor.
ElVCARKEGADOS OA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
Varahiba, Sr. Gervazio T. da Natmdade; Natal, o 8r Joa"
quim t. Pereira Jnior; Araeaty. o Sr. A. da Lemoi Braca ;
0>ara. Ir. J. Joie de Oliveira ; Maranhao, o 8r. Joaquira Mar-
suea illjpaiaii Piauhj. o Sr. Domingoa Herrulano A. Pesio
taren.; Para, 081. Jualinianol. amos; Amaionai.oSr. Jero-
;sm da frtia.
PARTIDA DOS CORREIOS.
flliaaVa : lelo, o, alaa, ., n c m,.., hor ,, ,,,,_
U-imm-.u i..,uniM Paraklba : aai sead......iias-tVirea.
... "'-- l'-;i--. I1..1.11.. faraari, tlU.feo Ganukni : aa lerea-n
N. I...,rrv |.,..l.\|l,. >.,|1. |.,....._ ,
l*ra. Flore., lilla-llrll, lloa-Vl-la. Ouri.m, ,. I
cano, iiMijuca, Iwrialiia, Rio-FocaoM. Um Barr.
' i-iiinra. e Natal: uinM-feiraa.
i". Peaqaoira, faga-
: aaa qaanaa-felraa.
. Ag.a-1'r.-la,
(Tudoa 1
t (..nu'in ja fu hora, AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commarcio segundas e quintal.
Relacao : terfai-feirai < aabbadoa.
Fazenda: quarua a aabbadoa aa 10 horaa.
Juizodo eommercio: legunda ailOhoraia quntala* meio-dil.
Juizo da orpbaoi .- legundaa quinta aa 10 horaa.
Primeira arado eivel I tegunda taitaa ao meio-dia.
Sagunda rara da eiral: quartaa aabbadoa ao rnaio-dia.
EPIIEMERIDES DO HEZ DE SETEJIBRO vs DAMMAIV*
l'BKAll.lll lil IK..II..
t-rimeiraa 1 hora e 1S minino da larda.
Segunda a 1 hora a 43 minutoa da manhaa.
\P AMTli FPIfif Jtt L r.cioedatSrdeJ.U.!,eS "" i"" e ver"a,1orCi' DeM "r" nbriK^a a suspender o, seos trabalhos, sendo .1 Uso
**** *** riUlAll r.c.oeda,cop.aaqu9oacornpai.hararrjv*jo.quelan. levada por abusos que a polica nraticara ledenle,
.^.cez ; S. Tvrso m.
S Quintas. Justina m. : S. senador eClestrato.
? Silla9, Cll'f'-": S" *"">" >> S. Bardominianu.
f Sabbado. Su. Coac e Dami.lo irs. mm.: S. Fidencio.
S Domingo. S. Wcaceaiaa duque m. S. Salamo mm.
OOVEBNO DA PROVINCIA.
Exp a atenta d da ls da .etembro.
tMlicioAn Kun. marechal commandanle das
arma., para que expera suas ordens, alim ne que o
alteres Lenpollo Bordes alvao lichoa, pague oa
recebedura de rendas iiilemai a importancia dos
emolumtnlo.-que est a dever a secretaria de esla-
du ilo- iiegocioii da guerra pela passagem que oh-
leve do 5' halallin de infantera para o 9' da mes-
ma arma. Communicoa-se a lliesouraria de *Ta-
enda.
HiloAo Dr. chafe de polica,coiDmunieaniln ler
reroeUido a Ihesouraria provincial, para serem pa-
gas, etilando nos termo, legaes, as conla. da* des-
pe/as feilas enm o foniecimeuo do presos pobres
la cadeia de Serinhaetu c Kio l'ormoao, e rcconi-
neudamln de novo a e\pdn;.lo de suas orden* para
<|ue os encarcelados de Iae9 rorneciroeiilos em loda
a provincia nAo gasleut mais de ISO rea por da na
rana de cada preso.
DiloAo inspector da lliesoiirar de Cazenda, ile-
volvendo o requerimento t mais papis annezos a
informaco de S. S. sol 11. (i06, alim de qoe man-
de pasear ao padre Rapliael Anlouio Coelho e a
Jo.n de i'liveira liuimaraci. litulo de aloramenlo
' do Urreno de mariuha em que se ada edificada
a casa de qoe e os mesmos de posse na ra da
I lorei.lnn 11. 10 t-2e 1*.
DiloAo meaino, dizendo em resposla a dovida
que cvpiie o leneute encarregando da medirn do)
terrenos de marinlia aoiire a medir,m do terreno
alagado, que Fot concedido a Antonio Gonrnlvr*
Pareira Lima, que dve o referido lenle medir
nao sd o alagado de que se (rala, mas lambem n
terreno que comprehende o quintal e parle do re-
ferido obrado, visto ser elle de marinha, para que
I' --.! aer ludo incluido no Ululo |uc se liouver de
passar aosupradito Lima.
DitoAo inesmu, reinellendo por copia para sen
rouhecmen(o e eiecuro o aviso da jusliga de -2'$
de ag-otto ultimo, cm qoe se determina que d'om
em dianle os direilos que se cobrarem peUs paten-
tes doa ofliciaearla guarda nacional na Turma do arl.
57 da lei de l'J de setembro de 1851) devein ie*>cal-
ruladus pela nova tabella dos sidos do ejercilo.
DiloAo director do arsenal de guerra, para que
de coiiformdade com o disposlo uo aviso d.i repar-
lir.io da guarra do I' de selembro, mande foruacer
aos cornos em guarnc#o nesta proviocia os artigos
da fardamento meucionado as olas que remede
por copia snli 11. 1 a 7, e ao 10" balalhan de infan-
taria o instrumental indicado na de 11. 8.(Hli-
cioo-fs ao tuareciial command^nte das armas.
DitoAo mesmu, communicando ficar iuteirado
de haver a Africana livre de nome Joauna dado a
luz ao da ti do corren le, orna crianza da cor prela
e do sexo masculino, e recommendaodo-llie que a
manda bapllsar.Fizeram-se as necesaarias cuiu-
municaroes.
DitoAo director das obras publicas, lotorisando
a contratar com o arrematante da obra do acalde de
Bezerros a factura dos 'JO palmos de enroeliameulo
que se faz preciso para a seguranza no dique do
raimo acude, mediante a quantia de 900f, coDfur-
me Srac. prope.Communicou-se a Uiesooraria
provincial.
Dilo Ao mesmn, aulorisando-o a admillir como
examinando no concurso a que se lem de proceder
para preenehiraento das agaa de ajudanle de euge-
uheiroa da rep.nlir.io das obras publicas, oengeuhei-
ro civil Manuel de Barros Brrelo, e o ajudanle de
eiigeurteiros Pedro de .Vcantara doa GattuarAc* l'ci-
xolo. t- ^
DitoAo inspector iS arsenal de miWilia, Irans-
( iniliui in para seo coarfeciiiienlo, o aviso da reparli-
v&a da marinha do i. do correule, que approvou a
deliberaran que SflM. tnmnu de mandar emprei^ir
-2." lenle da armada reformado Mauoel Antonio
Vlegas Jnior, no ensiuo de geometra pralira os
menores operarios do mesmo arsenal, veiiccndo a
gralilicajau de 0^100 meusaes. Cumiuunicuu se a
Ihesouraria de fazenda.
Dito Ao capilflo do porlo, Iransmillimlo para
ter a conveniente pulilicidade, os exemplures dus
I rdducrocs de varios avisos aun minando o eslabele-
nineulo de pharoes e lu/.es livas em diversosipaizes,
e a aouullaro que havia na costa de Mosquito.
Dilo Ao director aeral da iu-lriirr,io publica,
designando o professnr de (ymoasio Anlonio Pedro
de Figueiredo, para aobslituir o que bavia sido no*
meado para examinador as provas de babihlaro
dosprofeasnres pblicos de iostrucclo primaria, visto
acbar-se este imposaibililado como Sr.ic. communica.
Hilo Ao lliesoureiro das loteras. Em re ao oflicio de' :do corrente em que Vmc. me consul-
ta se os theaoureiros de loteras podem e\por a Ven-
da bilbeles de doas loteras o raesrno lempo, aioda
que para diversas provincias, lenho a dizer-lbe que,
prealodo alies a llanca exigida pelo artigo 8 do re-
gulamenlo peral de snda abril de 1814,c fazendo os
iiecessirins aiiuuncios,podem vender bilbetesde duas
oa mais loteras, dentro 011 fora da provincia, a que
ellaa partaocem, se houver certeza de serem extra-
das nos das designados, e n,1r ser a procura de bi-
llieies iusuflicieiite para se conseguir cssa venda si-
multanea.
DiloAJoSo h'ernandes Viaira do Mello, joiz
lando Vmc. mni axponlaneamente se retirado da
masa parochial de Traeonhaem durante o arlo de
na inslallarao, obron ella regularmente cbamaodo
|ura*prasidi-la o juiz de paz immedialo em vetea.
Anda quando lioavessem molivoe para suspender os
Irabalhoa, mesa e s a ellacompele deliberar em
laes casos.
Coosla-me pnrem.qae Vrac. naof aobtrahira o li-
vro eio qoe se aclia escripia a acta da inslallarao
daqnella mesa, a recusa enlrega-lo ; mas lambem
pretenda proceder a orna nova eleicjlo, pondo de-
le modo cm asiladlo os espirilos c provocando lu-
las desagradaveis. Cumpre que Vmc. se'abslenha
do um tal procedimenlo, devendo ficar cerlo deque
o tornu responsavel pela perturbaban do socego pu-
blico.
Nesta dala recommeado a' enmura municipal, que
exija da Vmc. u. Iivro que existe em seo poder, e
riue no caso de recosa recorra aos meios judiciaes
para oble-lo, e poder ultimar a apuracao dos volos,
na cooformidade do arl. 105 da lei regolamenlar de
19 d'e agosto de 1816, apurarlo que alias pode ser
leila .em esse livro.
DiloAo joiz de paz JoAc Francisco Cavalcanli de
Vaseonc ellos e mais membros da mesa parochial de
aj l'racunha'em. Tenho presente o ollicio de 10 do
corrale, m que Vmcs. me communicam as ocur-
rencias qae ahi se deram por occasio de se proceder
j fieme das copias que o dcompanharam vejo.qiie len-
00-aa relirado mu voluntariamente retirado o juit
de paz mais votado, a .mesa parochial cliamou o im-
medialo em votos, e que sob a presidencia desle se
concluiram os trabalhos eleitoraps.
Em resposla lenho a dizer, que a mesa estando
ja installada, procedeu mu legalmeule : nem o uiz
de paz mais volado poda por seu alvitre suspen-
der o processo eleiloral, visto que s a meza
competa lomar deliberar/es desta orriein. A obsli-
nac/to desse juiz em nao querer presidir aos traba-
lhos e enlregar o livro da acta da inslallacao, que
lem em seu poder, nao invalida a eleirao, nem po-
de fazer suspender a apuracAo.
Acabo deoflieiara' cmara desse municipio para
obter pelos meios curiae< a entrega do livro, alim de
proceder a apurarlo dos votos, que alias pode ser
feila sem elle.
Dito Ao presidente da cmara municipal de f>'a-
zarelh.
Palacio do governo de l'crnambuco, 18 de selem-
bro de 1856.
Keceb o ollicio de 1:1 do crrenle, em que Vmc.
me communica que, leudo recebido por intermedio
do secretario da mesa parochial da freguezia de
Traeonhaem, o livro das actas das eleires de ve-
readores e juizes de paz a que se proceden no'dia 7,
observara que aquelle livro novo e preparado do
modo que a lei exige, canlinha a acia da ultima
parle do processn eleiloral relativamente entrega,
recebimeuto e apuracao da cdulas, fallando-lhe
paren a primeira acia da inslallarao da mesa ; en-
tretanto que do corpo da acia escripia ao menciona-
do livro consla que. aquelle em que se lancou a da
insta I lacil o, fura suhtraliidn pelo juiz de pal que,
leudo presidido ao acto da inslall ica"u da inesa.se
retirara depois, dando asjim lugar a que a mesa,
chamando o juiz de paz immedialo em Sos, con-
linuasse a funcciun.r sem inlerruprao, ulilisando-se
do uin novo livro, compelenlemete numerado e
rubricado por Vine, na qualijadede presidente da
cmara municipal, n ao qual pode ser eucorporado
o livro sublrahido. Em seguida Vine, me consulla :
l.. se independenloinente da Talla desle ullirao, po-
rtera a cmara mudicipal proceder a apuraran de vo-
tos para vereadores, visto que ja recebera' as acia-
dasdemais parocluas ; :>., se na hvpothese de ser
indispeosavel n p/imeiro livrn.de que meio se ser-
vira a mesina cmara para have-lo do juiz de
paz. quaudn elle espontneamente o alo remella.
Lili resposla lenho a declarar: 1.-, que a mesa
parochial obrou regularmente, visto que naquellas
circunstancias ala havia oulro meio de remediar a
falla occisionada pelo procedimenlo illegal e milito
reprebensivel do juiz de paz mais volado Joao Fer-
nandos \ lelra de Mello ; 2.-, que a falla do livro
de que e trata, nSo invalida o que esM Mo, com-
anlo que conste por notoriedad, publica, que a me-
sa chegou a ser inslallada, vislo como na aosencia
de quem voluntariamente a abandonou, ella eslava
no seu direilo chamando o immedialo em volos
..\ que deve a cmara municipal exigir dnquelle
juiz o livro que elle lem em seu poder, e, no ca-
so de recusa, recorrer aos meios judiciaes, nao li-
cando poiem a apurarlo dependente do recebimeo-
lo desse livro, em que ao est a acia da inslallajao,
pois que aa acias essenciaes para a execacao do art.
IOS da le de 1!) delagoslo de 18iG,se acham 110 livro
noao regularmente numerado e rubricado, de
\mc. esl.i de po.se.RemeUcu-se por copia a
mar municipal.
19
OllicioAo Eltn.a 1narerl1.il cominaiidanlcdas ar-
mas. Iransmitlindo por copia o avi.o da guerra de
-1 do agosto nlUtno, no qual ,. determiiia que va
corpos do cxercilo enviem aquella repartir,,, com
dispoe a circular de i de junho de 1851. "mo su as
relac,es das pracas i|ue por nao calaren nos meamos
corpos ua orrasiao de serem Mliafeitoa os. respecti-
vos pedidos de fardameiilo, deivaram de recebar as
peca.qoe Ules c.am devidas, mas lambem aa coalas
de Tardamenio manufacturado, cun dadaraete das
sobras existentes e das quantias raceMdu para pa-
gameuto das mencionadas pecas. _,
DiloAo Exm. con.-lliciru presidente da rela-
cao, inleiran lo-o de haver o joiz dos feilos da fa-
zenda, bacharel Alvaro Barbalho telina Cavalcanli,
reassumido no da 18 do crranle o ctercicio do seu
cargo.Igual coinmunicacao se faz a Ihesouraria de
faada.
DitoAo mesmo, communicando que o juiz mu-
nicipal do termo de Tacaral, bacharel Marcos Cor-
rija da Cmara tamarindo, participara haaver nodia
II de agoto ultimo passado o exercicio daquelle car-
go ao pnmeiro substituto Zacaras tiomes de Sa, por
ler sido removido dalli para os termos do Paito de
lanuragibe e Porto de Padres na provincia da Ala-
goas.1 ambem se commnnicou a' Ihesouraria da
fazenda.
DitoAo chefe de polica, declarando haver ex-
pedido ordem a' Ihesouraria provincial para pagar
estando nos termos legaes, a corra que S. S." remel-
leu da despeza eila com o sustento dos presos po-
bres da cade., do Cabo nos mezes de albo e aaosto
ltimos.
DiloAo direelor do arsenal deguerra, approvnn-
do a deliberacao que tomn de contratar com o mes-
Ire marcmeiro Maooel (ornes da Silva, mediante a
paga de 250 rs, o armario que se mandou construir
oaquelle arsenal para deposito das roopas da casa
te delencao.lez-se a respeilo o ecessario eipe-
levada por abusos que a polica pralicara tendentes
a coarelar a liberdade do voto.
Coro quanto doslermos vagos e genricos em que
lie concebido o ollicio qoe me dirigi a mesa, nao se
induza claramente quaes fussem esea abn>os e a sua
gravidade, nem possa eu drscobrirnm motivo lega-
e razoavel para que ella tomasse urna medida de lal
manha gravidade, nao devo toda
burgo. Lab Nan
EXCABRECADOS DA M ItM.IIIPl \0 Mis,,
Alagoai.o 8r. (laudino FalraoDiai : Bahiaa fr. D Uaiaia
Rio deJaneiro,o 8r. Joio Pareira Martina. ^
EM PERNAMBL'CO.
O propriaurio do 1)1 A Rio Manuel Figawiraa 4, Fatal, aa mm
livrana, praea da Independeocia u.ta 8.
_ nica cousa que
va deisar de azer 1 a uin-iieni escapuu fui que o imperador vem mullo
55 .- v,l,c-1ne. n.a qualidade de auloridade poli- queiroado em consequencia doa calores que su
olean melleo-se cm um calache, e lii.nn ,1a i- ,in l .-
semescoUa-dirisio-seasTll.eri:,s,anndoesPe;a" "- de Mu"ljul,a P*1 l "'"
va a imperalriz, e de la pan S. Cloud.
A carruaem imperial loinou o caminho dos bou-
levards, e as ra
trem 1
satisfazer a ana curiosidade. observando que lal vi-
que
ca-
cial, Ihe cumpre abster-ie nao s de qualquer inter-
WBJIe violenta em manejos eleitoraes, porem mes-
mo de proceder por modo que inspire serios receios
dse querer comprimir a liberdade de voto. Con-
ven) que Vmc. procore por indos os meios raanler
a tranquil lula le nessa freguezia, acalmar os espirilos
e inspirar-lhes a confianra que devem ler oas boas
iiiteoeoes dos depositarios da auloridade publica.
Lstas mesmas recommendaces Vmc. fara aos seus
subordinados.
Toado nesta data olliciado a mesa parochial para
que designe novo dia para proceder-se a eleic,ao,que
Tora sua;iensa, resla-me recommendar a Vmc. que
Ihe preste lodo o auxilio de que ella houver misler
para garantir o livre exercicio de suas funcc,es e 1
ordem nos trabalhos eleiloraes. Ncsle sentido tam-
bero seofliciou ao delegado d'aquelle termo.
DiloA mesa parochial de Tacaral.Em ollicio
de 9 do corrente Vmcs. me communicam haverem
suspendido os trabalhos da eleieao, sendo a isso leva-
dos pelas oceurrencias que menciooam.
Sao laes os motivos que Vmcs. allegam para jusli-
licar n seu procedimenlo, que nao posso deixar de
estrauhar que lioavessem por elle- tomado urna
medida de lamanha gravidade, qual a de suspender
urna eleirdo qoe a le qner que se Taca uo dia de-
signado, sempreqne nao houver algma cousa ex-
traordinaria e invencivel que a impera. Com quan-
to a mesa tenha o direito de requisiiar forra para
manler a regularidade dos trabalhos e fazer respeilar
as suas decisOes, n laclo de mo ter sido dada essa
Turca pela auloridade policial .nao podia ser um dos
molivos para que a mesa suspendesse o processo
eleiloral, a menos qoe se visse embarazada por actos
de violencia c coaccao.
Cumpre poisque Vmcs. na couforraidade do art.
60 da lei regulamentar de l!l da agoslu de 18(, do-
signera novo dia para a eleieao, e o faram anuun-
ciar por editaes.devendo esse dia ser o lomingo mais
prximo que fr possivel, com lanto que baja lempo
de chegar a lodos os pomos da freguezia a noticia
dessa convocarlo. Voo fazer as convenientes re-
commendaces as autoridades desse lugar, para que
abstendo-se de empregar qualquer meio ou tentativa
que teuha por fim comprimir a liberdade do vol
envidara os seus esforcos para manler a ordem pu-
blica, prestando a Vmis. o auxilio de que nece-siia-
rem para garantirein a ordem e regularidade no pro-
cesso eleiloral.Remetteu-se copia desta oflicio a
cmara municipal de Tacaral.
Dilo Ao uiz de paz presidente da mesa paro-
chial da freeuez.a do Brejo.Recebi o oflicio de lio-
|e, em que \ .s. me communica, que na occasiao
em que se proceda a eleir.io de juizes de paz e ve-
readores ua freguezia do Brejo.era lal a confusAo qoe
reinava, qoe nao se fez a chamada com regularida-
de, de maneira que. lendo-se recebido cdulas em
numero de cenlu e tantas, nao furam lomados a rol
os noroes dos volantes, e nem se pode saber a que
quarleiresperleuciamelles. Parece a Vmc. qoe
vista disto, he impoisivel proceder a segunda e ter-
ceira chamadas, e cooulla-me se deve dar por inu-
lihsadas as cdulas recebidas, fazendo nova cha-
mada.
Em resprola tenho a decl.irar-llic, que estando a
islallada a mesa quando foram inlerrompidos os
ihallios eleitoraes, a ella compele, na conformida-
""f1" <*,la 'i regnlamenlar de 1!) de aaoslo
e 18(6, marcar da para nova ele-ao, e inulilisar
.is re.iui.i- recebidas, se por ventura'enlendcr que ha
l*a confutan cimpossibilidade de verillear os nllc
voiaram ou deixaram de o fazer.- Kernetlcu-se c-
pia\desle ollicio a mesa parochial.
Circular A's cmaras municipaes da provincia,
transmillindo exemplares da lei n. s(2 de 19 de sa-
embre de 1855, c do decreto n. 1812 de 23 de aaos-
to ultimo, contendo instrocees para execncao da
mesma lei. alim de que faram pr em pratica as
suas disposisoes as freguezias desse municipio, ei-
pedindo para isso as convenientes ordens, nos termos
do artigo II da lei n. 387 de 19 de agosto de 18,6.
lortaria-Dmittindo, em vista do que ponderou
0 marechal commandanle das armas, a Joao de A-
Ihayde Cavalcanli Simes do lugar de pralicante da
botica do hospital regimenlal desta provincia, e Ho-
rneando para o referido lugar aManoel Joaquim das
1 revea Mariano. Fizeram-se as necessarias com-
munica cues.
vers.o
< processo de Mr. Jales Leconle terminoa nn da
orno vardade.ro I bo^:lprem:^.\a^dei.,,^ KtTffi
le posta, de surte que os curiosos nao poderam de vos dar a saner o resultad.. P
AP a Oll-j *ii,l.,..l ...a nl.cnr.,J. >. ... ..Ti. ... = u .
A -eiilenra rnnlirmou Indos os arligos do liliello
eilo contra elle, e he mais ama mancha
correspondente da iHdepeniencC llelge :
para a Allemanlia, vai representar duas vezes en
I ftTI'.
nln a caladura da imperador. A
r 11 .. u,
rauleasua viagem. Luiz Napoleao parle segunda prononciou o tribunal
Deve representar 110 Pliedro de Hacine, (raduzido
em italiano.
Na larde da he
dada de 1
mcnlo da omao liberal pela aonuencia dos part.oV
elle encontrara ora ob.l.eul, inveoc.vel aiZ.
',', d...P i"'"'." "" "e a """a* dMo^Uiari
que elevada pelas vagas revolucionaran -. i_
edehn.e a commusao municipal da c- proximado do (bruno que se .,tre,m ?Jl
Pell, .ior T r CrCCe "m ba1 marechal demisfo dos,cus cargo,, Zk^SSJSlJSSil
Pe h-.,er, para festeja, o sao litulo de duque. conlrern o governo era I os con,. '
florara convidados os ministros e os .Ros iigai-1 J^V 4^1V^
llon.emeolel,ruu.se em casa do mnrecl.u. Vail- ZS2 V^'^^^_m .ha
lUcT do an,',",' ""^"T'1 "t*"* "irerec.do lo- raidos .ilabardeire, el" qJ 7m CV'l'J"" "
om* res-a ru, Pouc j, aRrartllH,ZSttJZst SJS11JSSStSSSM*-1 elle'assim- SJW^^Td
ni. pa"s,e,,sl' ; com eirL'" "f0 "- eomo nos cnn!e. conde.nnou o relator da 'encope a pag r a li/-e u a mi?"?",n1arius- dmi""- q""lo antes.
airaos anteriores, especiadlos gralis. o que mais he Mr. Joles. ltalo de pardas damu >sfa somm de truc .0 nuliliea f ? ,ii'0 ,n0V "*"?""' de ^ A,im se """'''" aira. do. M
do gusto do povo de Pan. ; pec.acu.a. ao ar livro | 50 franco, e o, redac.orcs da A,*$ 'p,^ t ^'t^^^Z^^?T SelTaS1!!* J* .! ~ e^SfT '
paln-
coovenieocia de -e
i
lien
*li
por Theoph iLO Gautier.
VI
Ficaudo a ss com o corpo de Oclavio de Sevilla
habitado pela alma do conde Ola Labinski, o don-
lor Ballhazar Clierbouneau Irato.u de restituir a essa
forma inerte a vida ordinaria. Dei'ois dealguns ees-
Ios, Olaf de Saville teja-nos permi.'tido reunir estes
dous nomes para designar uma pcrso,iagem dupla )
sabio como um phanlasma dos limbo! do profundo
somoo, ou antes da cetalepsia, qae o conx'ervavaira-
movel e inleincado sobre o sof ; UvanU'u-sc por
um movimenlo automtico, que a onlade anda nao
diriga, e carabaleando com vertigem mal dls.vipada.
Os objeclns vacillavam em torno delle, as encar-
noces de Wishnu danta va m a o longo das patfdes,
o d.iutor Gberbonneen apparecia-lhe sob a (i-ura da
umsannjaiideElephanta, agitndoos bracos como
ponlai de atas de pastan, e volvendo anas "papillas
azues ei.n orbilas triguoiras, o semelhaule3 a aros de
nculo.. f,S espectacalos extraordinarios a qae assis-
lira antes 1. a eabir no aniquilamento mgnelico, rea-
siam-lhc soi.-re a reaao, e elle vnlljava a realidade
com muila le.ilida* : era como uui/dnrmidor repen-
tinamente disprrlado de um petAai-llo. qual loma
anida por espedios seus vesJ^rs, c,nalhadot sobre
movis com vagas f'irmasluirianas.e porollioseham-
mc|antetdeC>clope a/piaras de cubre des corti-
nas, aimnlesmcnle lrininadas pelo rellexo da lam-
parilla. _'
ouco ajp-acil evaporou-sc essa pbanlasmagoria ;
. !."& rcobron seu a.pec.'n natural ; Mr. Ballhazar
Cherhonneau n.lu fui mais o pendente da India, pn-
rniB simples doolor em medicina, que diriga ao seu
cliente um sorrlso de hondada trivial.
Vossa excellencia e-la di feilo das experien-
cias que tive a honra de fazer em zia elle em tom de humildade obteqoiosa, na qua|
() Vide Diario n. 221.
!)iIo~Ao inspector do arsenal de marinha, remet-
iendo por copia o aviso de i do correte, no qual o
b.xm. sr. ministril da marinha communicando ter-
se indefendo o requermeutn em que Jos I.opet
carneiro da Cunha pedia a numeacao de direelor do
pliaro da barra, aulorisa a presidencia mandar
admillir no servico do referido pharol um operario,
percebeodo urna diaria.
DiloAo mesmo, aulorisanoo-o, ero vista de sua
1010rmac.au, a mandar ahilar oa cnmpanhia deapren-
d.zes daquelle arsenal, o menor Manoel Marinho dos
Sanios, hlho de Felicia Perpetua de Lima.
DiloAo director dai obras publicas, autorisan-
do-o a mandar fazer por administrar,^ os reparos
de que necea-tile a ponte do Cacbanga, e cujo orca-
menlo foi acata data approvado e remeltido por co-
pia a ihesouraria provincial.-Ollicioa-ie oeste sen-
tido u referida Ihesouraria.
DitoAo juiz de direito da comarca do Rio Tor-
moto, communicando que, segundo constou de par-
icipacao da secretaria do ministerio da jostica da-
im v Crren.,! f0i indef"o o requerimenlo
ero que Francisco Alves Teixeiri pedia perdao d.
.X ?i anT ."" de Prisao simP'os < qe
linha sido coodamnado pelo jury daquelle termo.
rn"?,"^AVlbdelesad0 de Tacaral._A mesa pa-
rochial de lacarelu me coromunieou, que se vira
se imam podido distinguir laivos de irona ; atrve-
me a esperar que nao lamentara muilo o serao e
que voltar. convencido de que ludo o que seconta
*> magnetismo nao he fabala e charlatanismo, como
alurma a sciencia oflicial.
Olaf de Saville respondeo acenando cora a cabera
em forma de assentimento, e sahio da sala acompa-
nhado pelo doulor Cherbonneau, o qual fazia-lhe
profundas reverencias a cada porla.
A carruagem adianlou-ie rasando os degraos ea
alma do marido da condessa Labinski enlrou com o
corpo de Oclavio de Saville sem reparar que nao era
sua libre nem sua sege.
O cocheiro pergunluu para onde o senhor ia.
Para a casa, respondeu Olaf de Saville confu-
samente sorprezo de nao reconhecer a voz do caca-
dor de larda verde, o qual fazia-lhe ordinariamente
esta perganla coro um accenlo hngaro dos maisdis-
linclos. A carruigem em que te achava era forrada
de damasco azul escuro, o forro de seu coup era de
elim acolchoado de ouro, e elle estranhava essa dif-
ferenca, aceilarido-a ao mesmo lempo, assim como
azse era um sc-nho era que o objectos habiluaes
apreienlam-te tob aspectos diversos tem deixarero
lodavia de ser reconhecidns senlia-se tambem me-
nor que de costume; alera disto parecia-lhe ler vindo
de casaca a casa do doulor, e sera lembrar-10 de ter
.Tiodado de Irage via-se veslido de um palito qUe
OaaC*- pertencera ao sen guarda roupa ; seu espirito
cxperim.ilava uma angustia desconhecida, e seus
pensamenlos, ."lo manhaa 13o lucidos eoleiavam-sc
penivelmentc. Ji,ltribuindo_esse estado singular as
scenas extraordinarias doierao, nancuidou mais nis-
so, anoiou a Cabera ao anu'.'1'0, daearrugem, e aban-
donou-se a uma medilacjlo hi'elaeate, a uma vaga
somnolencia que nao era a vigilia .'.'un o somno.
A sbita embarrada do cu vallo, e a voz J cocheiro
^rilando : a porla .. o fizerara lomar a si elle
abaixon a vidrar.i, p,,z a cabeca de lora e vio a cia>
ndade do lampe.10 um.i rila descunhecida, uma casa
que nao era a sua.
Para onde me levas, bruto ? exclamou elle ; es-
tamos enlao nu bairrn dp Saiul llonor, palacio La-
binski ? '
- Perdoe-me, senhor, eo nao linha entendido,
rnurmiirou o rnchein. fazendo o eav.illo lomar essa
direcrao.
Durante o trajerto o conde transfimirado fez a si
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das arnaa de
Feraarabaco, na eidade do Recite, em 23 de
a etembro de 1856.
ORDEM DO DIA N. 338.
U marechal de campo, commandanle das arma,
GR cerlo, para os lins convenienle, qae o governo
de s.M. o Imperador houvo por bem delerminar,
por aviso do ministerio dos negocios da guerra d
M do correaje roez, que o reverendo capellao da re-
parlicao ecclesiaslica do exercito, padre Antonio de
Ie'ra u ,"'' ,qae serV8 nes,a Provincia, siga
para a da Baha, alim de ser all mpreg.ido : que
constoo de oflicio da presidencia, dalado de l.ontem
continuara a servir no dcimo balalhao de infama-
ra, aoqoal esliaddido, at que seofleresa occasiao
de ser transportado para o lugar de teu destino.
ti mesmo marechal de campo determina, que o
Sr. segando cirurgiao lenle do corpo de sade,
Dr Francisco 0.oncalvetde Moracs, conlinue addil
do ao quarto balalhao de artilharia a pe, que o cor.-
siflerara cm deslacamento 110 presidio de Fernando
conseguiulemenle Oca sera eOeito a ordem do da
des a commando sob o n. 336. na parte que mandou
desligar o sobredilo facultativo.
lose Joaquim Coelho.
illuiiiinace-, e fogu de artificio,:eis o que annonc
e programma. O inundo ullicial lambem licou puo-
co satisfeilo ; dislnlmir-se-liao poucas cruzes, pois
a ultima guerra absorveu (odas, e ale excedeu o nu-
mero disponivel das qoe havia para dar.
O Monileor aunuucinu que nao haver recepces
ofliciaes ; ale se jolga que u imperador nao vem a
Paris ; e he por e,la razan que o fugo de artificio,
que sempre se armava nn caes d'Orgay 011 na Ponte
da Concordia, prximo as Tulherias, ser esle aono
armado sobre o arco de Irinmpho d;i Estrella, de
maneira que possa ser vislo de S. Cloud.
Ale desla residencia imperial he que deve parlir
o signal para elle comecar a arder.
No da qoe se seguiu ao da sua chegada .1 I'aris,
rccebeuo imperador o piincipe Alberl da Baviera,
que vai a Madrid buscar .1 su.i noiva. a infanta A-
meha,
O principe embarca para llircelona em Marselha,
aonde o eslo esperando o marquez los Olauot c o
conde de Alamina.
O marquez de Turgol lambem he esperado em
Pars.
As carias, que aqu recebemos de llespanha, sao
conslanles em dizer que o marechal Espartero cabio
em profumio descrdito, o esta ja ahaudouado peloa
jornacs e pelos seus amigos:
Ate se diz que os joruaes, que tinbam o seu nome
ludaram de titulo.
Em Franca reina grande aclividade e vigilancia,
em consequencia da con.spirar.ao, em que vos fallei
na miiiha caria anterior.
O imperador logo depois da sua 1 hegada recebeu
eommuniracoes c relatnos dos prefeilns e procura-
dores geraes, sobre a orgauisacao c exleuso da. so-
ciedades secretas.
F'sles relatnos confirmara o grande desenvoWi-
mento, que ellas leem lido ha alsum lempo.
A dislribuicao dos premios do grande Concurso
foi feila no da 11 em Sorbonua.
Preiidio a etla solemnidade o marechal Vaillaql,
ministro da guerra, que linha a seu lado o marechal
Pelissier.
Este foi muilo applandido quando enlrou na
sala.
O ministro fez o elogio do hroe da Crimea, no
atceme que pronuneiou, o qo*l lerminou abracan-
do-se oa dous mareehaes.
Etta solemnidade nao apreientou ncnliura nutro
incidente nolavel.
Ilontein leve lugar sob a presidenci.. da impera-
lriz a distribuir...! dos premios do cnllegio de S. Di-
OM. aonde tilo educadas as filhas dos cavalleiros da
legiao de honra, que nao sao favorecidos pelos lieos
da fortuna.
Ka ininlia caria nnlerior disse-vos que a fracrau
Orleamsia. anti-futioniate, devia rcunir-sc em eu-
gresso cm consequencia do e-ude de I'aris ler rhc-
gado a sua maioridade.
Houve quem desmentisse esla noticia, bofe nn-
de.T.?nea"a '" """r*!1" Pr um despacho,' que
deeerlo dcveis ter recebido. H
Esle despacho mandado de llamburgo anuuncia a
d?.q drlens, acompanhada por seus filhos o
conde de Pars, e o duque do Ch.irlres c por m'.ilos
oulros personagens, que para all foram dc Franca
expresamente para assistirem a reunan.
Anda cram esperados oulrua personagens polili-,
Ksla manifestaran poltica he muilo censurada
d.inVr rei Lui KiliPPe*e por seus filhos o
duque de Nemours, principe de Joinville, duque de
Monlpensier, e duque d'Aumalle.
OSr. duque de Nemours escreveu nesle senlido
ao Sr. conde de Chambord.
Diz nm despacho chegadn hontem, que lodos os
5228?* r,umdos" I-mburgo linham sido
mandados para Oslende.
Anda nao sei a rizao desta mudanra, mas talvez
vo-ia possa indicar com certeza ua segunda m,n. a,
minlia carta.
bonua
l> marechal Vaillaul nesta necasao
bourg,
S.
le
frailen.. Ladran e falsario II19 liana chamado o cor-
respondente da ludfpeiidenre llelgt, apezar de ter
sido escolhidn pelo Sr. conde de Mourv para ser o
lusinriador da sua embaixada na Uussia.
Para escapar .1 influencia da sentence, que acaba
de o ferr, era vao o debate Mr. Jules Lecuute.
Elle fez imprimir e distribuir o discurso de Mr.
I.acband, seu advogado; an discurso iuutnu elle
.....as e KBleatj6e, destinadas a allenarein os 111-
cidenles da sua vida.
Pnrin as eeplieaeAea de Mr. Leeonle nao tem
toree bastale para prualeeerem contra as prove
apresenladas nu proces.o com loda a clareza e 1111-
parcialidade, elle fez diitribeir muitos mil exem-
plares.
Agora a guerra dos jornacs he mais viva e acir-
rada do que nuuc ; muilo mais por que se diz ser i camen'ln do Banco] niie
patrocinada pelo governo, an qual se Ihe na da' Moiiileur lie muilo salis
ver, como acamlene com o ..l'nivers.. e com as un-
irs fallas calholicas leglimislas e orleanislas, deaa-
rredilarem o. publicistas mis aos uniros, pardeado
por esla forma a sua influencia c auloridade sobre
o povo.
Mr. de Villemesaan. redactor do Fgaro, esla' em
polmica com o Telegrapho outru jornal peque-
o, o qual Ihe diz que no he verdadeiro o no
me que usa, c o aecusa de ter freqaenlado os lite-
Ott.
Mr. de Villemes-an ja respondeu a' primeira ac-
cusaro. poblirandn asna rertidao de baplismo, pe-
la qual se ve quo usa do appellido de sua mai, isto
porque o conselli.. de lamilia Ihe prohibi usar
oulro.
urso de Sor- pathias da coroa as
aaa-
potn.ne em qoe os r||ora
.0Ve.r"^,e.m 5C recordarem qoe um. lenhnr, t u,n.
- moslroa com reinha nada podem contra -------*
com n uii.ter das armas. Enlrelanto te eslao fazendo os ultimo, nrena.a
ainba \ ictoria he esperada boje em Che- ,ivo,i P*fa o casamento da infanta. prP"-
O principe Adalberto deve chegar
.u. 11.;vai inspeccionar a baha, porcm nao reira'
desembarca. I Esl, descmCando em V
A Bolea, que lioulem linha sollrdo baixa em *asem.
ennsequencia do boato que se espalhara de ter re-1 ro pr.^ramma para as ceremonia, nn I
beldado urna .r-volr,, em aples, na qu.l linha rnencao alg.im.i dos depul.do. o une co.hr-. '
aqu aexla
alencia des ladtga- da
..., na qual linha
sido acc amado Mural, subiu boje de uma maneira
sensivel.
El
/ CORRESPONDENCIAS PARTICULARES
DA NACAO.
PARS.
13 de agosto.
B poltica estamos fallos de ool,cas importan-
O irnperador regressou a Paris no dia 9 as 6 ho-
ras, 2 horas anles daquelle marcada pela falla offi-
eiai. lodavia todos os ministerios se achavam para
o receher na estacao do caminho de ferro de Siras-
Ihe ordenado que o esperaste Como achava-se na
carruagem do outrem ? Suppoz que um leve movi-
mento de febre perlurbava-lhe as perccproes.ou que
talvez o doulor Ihaumaturgo para tocar "roais viva-
mente sua credudade, Ihe fizara respirar durante
seu somno algum frasco de hascliirhe, ou qualquer
oulra droga hallucinadora, cojas illuses dissiparia
uma noile de repouso.
A carruagem chegoo ao palacio Labinski: o por-
leiro recusou abrir a porla, dizendo que nao havia
recepcao essa noite, que o senhor reeolhera-se desde
mais de uma hora, c a Maltn eslava em seu apo-
sento. r
Patife, eslat embriagado oa doudo ".' disse
Olaf de Saville rapellindo o colosao, o qual ergua-
se gigaotescamenle sobre o liroinar da porla meio
aberta, bem como urna das estatuas de brete que
nos cootos rabes defendem aos cavalleiros aadantes
a entrada dos castellos escantados.
Embriagado ou doudo esla Vmc, meu charo
senhor, respondeu o porteiro, o qual de vermelhn
que naturalmente ero se fez lvido de colera.
Mizeravel! exclamou Olaf de Saville, se eu
n.lo me respeitasse...
Cale-se, do contrario o quebrarei sobre o joelho
e lancarei seus pedacos sobre a calcada, replicou o
gigante abrindo urna mao maior do que a mao co-
lossal dc gesso exposla na fabrica de luvas da ra
Rirhelieu. Nao faca de valente comigo. meu rico
senhor, por ler bebido uma ou duas garrafasde cham-
pagne alcm da conla.
Laoco-te fura, bruto, malvado nem quero
que pastes a noile no palacio : foge, senao malar-te-
hci como oro co darauado. Nao me faras derramar
o vil -aiigue de um lacaio.
Eo conde dcsipnssado de seo corpo lancou-se com
ns uihos sci-ilillantes, escuma 1101 labios, e puuhos
aperlados para o ennrme porteiro, o qual -juntando
as duas maot de seu aggressor cm nina das suas, ahi
.,- couservou qua.i esroagadas pelo torno formado
de sen.' dedos curios, carnudos e nodosos como os
de um veruligo da media idade.
-- Eia, Iranqu'.'llise-se, dizia o gigante, o qual
nan tema mais nada d seu adversario, e d.iva-lhe
ahumas sofi'readas para impcr-lhe o respeilo. Nao
he imprudencia pnr-seem lal eilado, achando-.e ves-
lido eleganlemenle, e vir depois fazer perlnrbaces
nocturna, em casas respeilaveis '! Devem-se allen-
cerleza ua segunda parle da
Se ha desinleliigeocia entre os Orleanislas, nao
he de cerlo menor a que reina entre os leglimislas
poros, cujo orgao he a Cazeta da Franca e e os
Jusionislaa representados por Mr. Fallona, de Mon-
laieuiDert, e oulros por causa da Iransacrao ralali-
va a oandeira Incolor, que esles senhuret acensc-
maram ao enndede Chambord que adoplasse.
Esla desinlcllgencia lem dado lugar a nma graa-
t idSs ,Dlre S jr"ae'' Urs3' des,es dou^ar-
Na verdade anda nao houve poca al-uma co-
mo a uossa, em que reiuasse mais o espirito de di-
TI SilO.
.is'^i'niL*""6 rePul'eoos e os socialistas, di-
^TZZSS?e *-.**
. dIeS'd.lranda:ncr.?di,,eS a PrVa faUI de im"0""ia
nn?ni?,c jal.sv,rn? esffesa as milM sal'feilo, e Iri-
Se etreter d,,'SeS' que nao st ^"''^
lro?ioVny.eeS';iC0.nln0a "a Sua polemic* com o-
trosjornaei calmbeos.
Esia polmica, que nada lem de caridosa, he na
orina um verdadeiro escndalo.
Esle jornal publicou hontem ama nova adhe-
?JiinT."e0P0 d Cardea' (;0BS'e'' "cebW <5e
Este prelado, como o do Arras, e o hispo de Mea.
laubao. he ha mu.to lempo, uro dos intimo, da re-
darcaodoKl.aivers.il
Dos 85 bispot e arcebispos de Franca ha uns 16
?' 'e,,m 1UaOS '"""" as eircumslan'cas, sempre
lomam a defeza do I niveri. K
iJ!S.0U,r0S pref"em "dar silencio, em lugar de
levantaren, cruz contra croz.
Infelizmente be mais que certo ter tambem pe-
netrado a divisan entre o clero; raat raaioria dot
bispos francezes esta' muilo longe de parllhar a
admirarao do senhor cardea I de Reros, e dos
Einqiianlu a' segunda acensaran nlenlou quere-la
por dinamaeflo, con'ra Mr. Robn, direelor respon-
savel do Tflei/rapho.
Contra e.le se prova que sendo in.pcclor na gran-
de exposican.foi demittido, em consequencia de um
delicio grave, pelo principe Napoleao. o qual eomo
todos sahem he pes.ua minio indulgente.
Decadencia Decadencia Ilaixo imperio '.
-I -
O Momtcur He boje Iraz a nomcaca do novo
ministra de mslrucrao publica e dos cultos.
Me Mr. Itoul 111 1 ; procurador gcral no Iribu-
nai mperial de Pars, que foi elevado a esla digni-
dade.
Ningiiem lazia idea dc tal nnmeacilo. por sso
que Mr. Ronlan I nunca linha desempenhadn funr-
rnes polticas, e nunca linha sabido da magis-
Iralura de.de que deu entrada na carreira pu-
blica. '
O marechal Pelisiicr eata' nomcado duque de Ha-
lakofl.
Bata dennminaca 1 he mais justa dn que a de Se-
batlopol, cuja pre(a l..i lomada pelas l..rca. alliada
remudas; emquanloque a lomada deMalakolThe
reilo d armas exelntivanienle do exercito francez. e
alein dislu decidi da rnlrada em Sebastopol.
janla a falla nllicial, que lia de ser apreseatado
ao corpo legislativo um projeelo de le, cojo lim he
crear urna dolaci.i dc 101) mil francos de renda, pa-
ra se reunir ao titulo de duque cunforido ao mare-
chal Pelli.-sier.
O imperador quiz sem duvda, neta circums-
ancia, pr de accordo os teus actos cora as suas pa-
lavras. '
Com eileilo, oas Memoria/do prncipe Loiz Na-
poleao ha uma crtica severa eila conlra os ttulos
de nnbrcza, e n motivo principal cm que so apoia a
crilica do principe, he nao haver razao alguraa pa-
ra a exulcncia dos litulo., quando a elles nao anda
inherente uma propriedade territorial, ou um ren-
diraenlo qualquer.
A pensao aouual de 101 mil francos concedida ao
marechal Pellissier, he bstanle para supprir a falla
de propriedade territorial.
0 Moniletir tambem publica orna amnista para
certo numero de condemnados militares e civis ; nao
Jalla porem em condemnados polticos, nem em d-
belos de impreusa.
Um despacho de Londres, em que vos fallei ci-
ma, m mdou para Ostende os dons principes, filhos
7.9 (l'( >rtn:.u. ne -" 1.....
Os bnalus trsies que linham circulado a respeilo
..._a.P. ? n.'. *e Cu"lrmam. e soube-sa que o or-
amanhaa deve apparecer no
i n-ioi ni, mais do que o do
mez passado. i
Mr. Mire, promoveu um processo conlra o svndi-
co nos ageotei de cambio, que se oppoeaj a que at
acedes do jornal dn caminho de ferro sejaru cola-
das na Bolsa.
Mr. Mires lirma-se, em que. as suas arenes ja cor-
ralo anles da medida de prulnbicao.
Falla se na lus;-, da grande ceir! c d.i conecs-
saoda rrde dos Pervueos feila u M. l'creira.
desmenlido dadn por Mr. Pereira ao jornal de
-Mr. lro-1 e ao dc Mr, Mir., a proposito do pri-
meiro dividendo do einpre.limo he consequencia alsnma ; smenle oi pubicado nos
jornaes por ordem dc Mr. Pereira.
Moje 15 de agosto he o dia dos anuos do impe-
As reparliccs fecham ao meio da.
Nao he furl o poder darvos promenores desta so-
lemnidade, a qual tem a teu favor um lempo mas-
nilico ; moito mais porque a chova que cabio hon-
tem de larde refrescou muilo a ulhomosphera.
I "Monileuri. diz boje na sua paite na., oflicial
que nao lera lusar por causa do calor a annuiiriada
revista das tropas da linha e da guarda nacional.
He a primeira vez que se falla cm tal revitla.que
nao figure nn programma oflicial.
Cusa a explicar o artigo do vMoniteur visln que
0 imperador nunca custumuu passar rwisla no dia
dos seos anuos.
0 dia 1.5 de agoslo sempre foi dia de ferias para
lorin o mundo.
Deve-se pnrem dizer que a revista annuneiada cao-
viva grande prazer a guarda meinnal, que queria
ligurar. o qu esempre foi de grande sati.facao para
os hiirguezes de Pan.. '
1 m deerelo impanal dalado de Imnlem eleva,Mr
oe uoyer, procarador geral no irihunal
1 iris.adegnidade .le grande nllicial da
gi.io de hoora.
Alem desta iiom.aeao o (Moafteor Iraz nutras
concedida! a nnldaret, entre os quaes figuram mui-
lu- condeeoraees coueodidas a {gendarm.ina pelos
serviros feilos na calaslrophe das inundares c nos
qae caahrma
m
mperial de
ordem dc le-
o me conlenlarei de po-ln delicadamenlc na ra
deso'rdeus m"U>"'se Vmc' conl'"0 sual
Infames csclamou Olaf de Saville internel-
lando os lacaiot, deixais que seja insultado por esle
miseravel vosso amo, o oobre coudc Labinski !
A esle nome os servos deram uma estrondosa
gargalhada :
.fcT tV a,,!. ",a'ul.iul? ser o conde Labin-ki |
ah ah que bella dea !
L'm tuor fro molhou as foulesde Olaf de Saville
Lm pensamento agudo alravcsso-lhe o rerebr
como nma lamina de ac, e elle sentio gelar-se-lhe a
medalla dos ossos. Pozera-lbe Smarr. o joelho sobre
o peno, ou viva elle a vida real ? Feria sua razao
sossobrado no ocano sem tundo do magnetismo ou
seria elle o objecto de alguma machinacaodiabolica-'
.Vnhum de seus servos, lao submissos c tao pros-
trados em sua presenca, o reconhecia. Ter-lhe hiain
mudado o corpo assim como o trage e a carruagem ?
-- Pa qae Vme, (ique cerlo de que nao ho u
conde Labinski, disse um dos inslenles do bando
olhe para all, ei-lo descendo a escda attrahido pelo"
rumor de sua algazarra.
O captivo do porteiro vollnu se paraofnndndo na-
n. Vio *m nn ilol.ii.- j- _i___j_ .
--------- ----. w aiaaaji |' da sra. duqneza d Orleans, os quaes parliram liou-
lem acompanhados por Mr. Thiers.
Esta mudanca de lugar tem fcil explicarlo.
leve lugar urna correspondencia moilo activa
entre Coodres e Strasborg ; e por isio os principes
d tlrleans e o conde de Chambord escolheram oulro
ponto de reunan.
Deve tralar-se urda do manifest do conde de Pa-
rs, o qual se espera que appare^a no da 'I.
Os Orleanislas anli-fusiomslas, fallara muilo no
recebimcnto que leve Mr. Thiers, o grande homem
desles pequeos manejos polticos, dvranaslicos e
opposicionislas, por parte da Sra. do'queza d'Or-
leans.
Dizem elles, que a doqueza acompanhada por
seus hlhos fui acoropanhar al estacao do caminho
de ferro, o grande esladista, cujoi comedios a diri-
gein.
Qoaj ser o re-ullado de todas estas idas e vnrlas
de correios e dc I omens de etlado '.' He fcil preve-
lo. He todava melhor esperar o resultado entre-
gues a esle apparenle socego, qoe ditfruelaraos ;
ludo isto, porem, excita a curiosidade publica sem-
pre vida de noticias.
Emquanlo poltica externa ha graves dissiden-
cias ; principalmente no qoe respeila quesiao de
llespanha ; a polmica principal he enlre o Deba-
t e a Aitemlilea Sarional, orgaot priucipaes dos
iiileresses realislas. Em cooseqoencia destas diisi-
dencas Mr. de l.ac, direelor da /tssemblea Sacio-
nal foi ter com os principes d'Orleans para Ibes pe-
dir que marcassem uma linha de conduela aos sus
partidarios.
Mr. de Sccbach, mini-tro da Saxonia cm Paris,
parti para S. Pelersburgo. Mr. de Seebach deve
representar o lei da Saxonia na cunara., do im-
perador Alexandre II.
Madama Ristori terraooo as soas representares
em Inglaterra.
iz-se que a celebre trgica, anles dc partir
perimenlou um invenciael horror sopcrslicioso, el-
le que leria mettido o braco na bocea de um ca-
nhao prestes a disparar-se, recuou dianlo de si
mesmo.
Octavio Labinski chegou-so sua antga forma,
na qual lulava, indignava-se, e estremeca a alma
do conde, e disse-lhu em lom de polidez altiva e
Tria.
Senhor. deixe de comprometter-se com estes
servo.
acoutecimentot que liverara lugar em Th
Em oulro lempo fallei-vos not aconlecimenlos de
llionars, em que o Monileur falla hoje por inci-
dente, mas em que nao tocou cnlan.
Deveii estar lembrados que em contiqoencia dos
laes aconleciroeulos foi preciso mandar uma forra
para llionars, eidade do departamento do dous Oe'-
vres ; tratava-se de ama commissao cujo fim era
queimar as searas e pdr o deparlamento a foge e
sangue ; em quanto as searas chegou a pr-se ero
execuc.io o plano de Ihes lancar fogo, o que proda-
zio algumas desordens enlre os gendarmes, e os iu-
dividuos que elles deviam prender.
Oorcamcnlodo Banco figura boje no Moniteur
conlirma o qne cima vos disse sobre o melhoramen-
lo da situaran hnanceira.
A conla corrente do llietouro passa de 100 mi-
tnuct : tralon-se no conselho da diminuico do des-
cont e do augmento de juros sobre os valores in-
autlnaei. Ellas medidas ficaram adiadas al a pr-
xima reuniSo do conselho do Banco.
sao II horas a igreja de Notre Dame esla chdia
iiu aeputarues das grandes corporaees do Estadc e
datautoripedescivis e militares, que devem assittir
a mista e ao le Dean.
'"oda a linha dos Boolevards, principalmente os
do, arredores dos Ihealros, eslao coroadot com ban-
aeirai, assim como os monumentos publico e muitai
casas parliculares.
Agora mermo se eiblo coocluindo os preparativos
para os realejos na Esplanada dos invlidos e aa
barreira do 1 hrono.
curies" de qUe '"'' fmmm "*"*ke*
lambem nao foram convidado* os infantes n,,c
asTif ma^d S S" r^'""U' "fiSS .2"
as inranlas do desaire porque patsam.
Continua n sumario conlra o Sr. 1 nell k.i,.
asposodainfanliD.Jo.epha. em ennwq.e^,, da
partejue leve as oceurrencias de joll.o
larliem parece que a eommi.sao militar ordena-
ra que fosse.ii presot o, Sr,. Madoz. Sacaste. Calvo
A'senc.o Malheos. enmmandaolet de l.alalli.-- da
milicia nacional, em cuseqocncia de ler declarado
dado como te dizia. orden de netarem em arma,
osbalilliesda milicia nacional.
O luigadeiro D. Cazemiro Caedo, coronel de
arlilhana, que alguns das depois dos aeonlecim...-
los permaneceu octollo nesla corle, apresenlM-v
ao chamameiilo da auloridade e permanece preso
em sua casa, tujeituao processo qae te Ihe esta- for-
mando por suppor-tc que tomoa parle aeltti M
acoutecimentot de julho.
Nestes ltimos diat lem-se fallado moilo em M.
Irid da seulenc, dn supremo tribunal de gnerra
sobre orna canta alheia a qucles polilieat" ata.
na qual hgoravam varios milileres. e alga delle*
d. alia gradoacao. Pelo, informes qae se lem po-
dido ubler sobre etle particular, parece ler >V*.
eoinleiiinado a seis anuos de presidia nm da. all
mus capiiaes eenera-s dai ilbat tanos. p.r e.-
cessos comroellidns pn, ,||. ,, 0.,r;, .,.
caos do exercito durante a sua admini,lrac.o aa-
qucllas Hhat, no lempo do conde S. I niz
lleum processo de qoe se esle' tratando ha ma..
de um anuo, a inslancia de ora auditor de -erra
que te ne-ou a -inecinnar as arbitrariedades do ra-
pilao general, e foi enlao victima do tea detm-
lisrao.
Tambem aseura ler sido reclamado pela,
autoridades francezas. c delido em Peimal.ao ..
cnmmandanlc general qne se pronuncio. eV t^f^
U, e a que se huse.iva por delicio silicio a poli-
os Sis. Serrano e Pacheco i.hr.io drnlro em bre-
ves d,as ,.,,r. Pars e l.ondrea. com .. lim oe^,
cnearrcgarein daa soas respetivas legarnos.
ria "'e'al >e"t3' reeebea at sua. creden-
O general Marrlirsi, qne rommanda actaalrmiile
Ar.go""' Vi' m '""""t- eapilo general d.,
Prosegue com arlividade a organisacao das nu-
mu,' ,Pr,1,,"C*V l>,n,rn < du"s ""> -
c"lal'a,e.....es de que se hade compor estar, .-
bre a, arma., conslituind. a recra do ..ere,..
a0.*""* eonlinu. a occopar-sa da ,.*, das
sutisi.tencia,. em ennsequencia de estarem mm aa.
*t!iF*m de ludM generos de ,,ime,r -
fnrlof.'re,.C.SMr"nL',,lrepe,,,e POi de orna
roriclcmpest.de. mas hoje ao meio dia volt..., ,.-
\? h aen snl> I"' ,n,M -raienla.
Aenaa de chegar o irmao do duque de Valencia
issir romor que c,rc"" tt
P. S. Esquecia me dizer-vos que ha alean, dus
.m f3re ,0rl"", lomtrao tmpoH.aci, mT
cad,aenvro,i,"a0",erC,'eq,,e" Vi Kn'^
as
pr. i ni ii -
Madrid 20 de agosto da 1836.
-orhm ere-seque quinta reir se pnblicarao
decretos sobre a dissoluco das corles, e a
gacao da consliluicao de I8i.
Amanhai deve p0!,|iCar-se a lisia dos governadn-
res c.vis.e levanlar-se o eslado de sitio da maior par-
le das proviocias.
A' noile circulou o boato de ler rhegado a corleo
general Narvaez herdeiro pretomplivo do conde ce
Lacena com o encargo de substituir o coude de S
Liiizou a outru da mesma esrola.
Ma. ludo isto he prematuro, te bem que cada dia
vem traduzodo mais evideule o pensamento da cor-
le de retrogradar ale au governo derrocado pela re-
volucao de julho, e (alvez de transformar at inili-
tuieoei conslucionaes u'um rgido absolutismo.
a experiencia nao lem ensinado nada a coroa, se-
nao que com perseverancia hade conseguir seut fin
secretos, e nao parece tenao qoe at desordens pas-
sadas e a quasi perda do Ihrooo bao inspirada l io-
vem rainlia deas de vinganea.
Ja vai entrando na poltica do re Fernando e lu-
do indica qoe o reinado da segunda Itabel hade ser
um periodo de perpetuas latas, e incessautei con-
llieio o ihrooo e os partidos, cada um exaltado e sa-
crificado a leu turno.
Por oulru ladu ainda que foise realsavel o pensa-
--------" -...,... i --ii.>iii>ii.a.i--<:Mi _n-rt-> i c.i i,- ,, ,j \ (>, *, l'JVx.IFI-sf H ( 11' I I -
a01"0!-"'av8''er!un,il'<' quaes nao poda napea- ees ao vinho, e sem .Lvida he lamoso aquelle qoe
der. Como vollara sua carruagem sem elle, ludo-.o embriago, aisim lie por isso que nao o derribo.
leo, e vio em pe debaixo do alpcndre um hornera de
estatura elegante e esvella. roslo oval, olhos pretos.
e nariz aquilino, que nao era oulro senao elle mes-
mo, ou o seu espectro modelado pelo diabo com se-
mclhanca capaz dc fazer illuso.
O porlciro sollou as maos que linha presas. Os
servos collocararo.se rcspeilosamenle ao longo da
parede, lendo os olhos baixos, as maos cabidas, e fi-
caram immoveis como osicoglans approxmaco do
padischa ; faziam a esse phanlasme as honras que
recusavam ao verdadeiro ronde.
0 esposo de Pratcovia, embora fo-se hlrcpido
como om Slavo. sentio um terror indizivel a appro-
xmaco des.c Meiiechmc. o qual mail lerrivel que
odolheatro intrometlia-e na vida positiva, o tor-
nava seu irm.lo geraeo impossivel de ser recouhe-
eidu.
1 ma autiga legenda de familia vollou-lhe i me-
moria, e augmentuu-lltp ainla o terror. Todas as
vezes que um Labras,.i linha de morra-, era adver-
tido pela apparic.-o de nm phautasma absolutamen-
te semelhaule a elle. Enlre a nares do Nnrle ver
um ente igual a si, mesmo e,n aoaho, sempre passau
por presagio fatal, e o intrpido guerreiro do Cauca-
so ao aspecto dessa viso exterior de si mesmo, ex-
O conde Labinski recebe todos os que Ihe detejam
fallar de meio dia s duas horas. A senhora con-
dessa recebe ms quiutas-feras ai nessoas que tive
rem a honra dclhe ser apresenladas.
Pronunciadas estas palavras lentamente, o falso
conde retirou-se a passo tranquillo, e as portas da
escada fecharam-se sobre elle.
Olaf de Saville foi condolido carruagem des-
matado. Ouando recobrou os sentidos, achava-se
deitado sobre um Iciloquenao tinha a forma do seu
em uma alcova, onde nao se lembrava de ler jamis
entrado ; junto dclle eslava um servo estranho que
suslentava-lhe a cabeea, c fazia-o respirar um (ras-
co de elher.
Senle-se melhor .' perguoou Joao ao conde, o
qual luraava pelo amo.
Sim, respondeu Olaf de Saville ; era uma ira-
quea%assagcira.
Kan rclirar-me, ou devo ficar velando, se-
iiI..ir I
Nao, deixa-me s ; mas anles de le retirares,
accende as velas do espelho.
Nao reccia que lao viva clan la le o impera de
dormir '.'
Niio ; demais nao lenho ainda somno.
Nao me deitarei, e se vossa senhnria precisar
dc alguna cousa, acudir! un primeiro loque de
campaioba, disse JoUe interiormente au.lado pela
pallidez e drrumpusir.in das feitoes do cunde.
Ouando Joo rrlirnu-se depnis de accender as
bu-ias. o cunde correu au espelho, e nn crvslal pu-
ro, onde trema n reflexo das I117.es, vio una cabera
joven, branda e Irisl, de abmidaiiles cabellos ne-
gros, olhos azues, lace- paludas o barbas lozidas,
uma caber i que n..o era a sua, c que do fundo do
Soas roaos que apalpou, eram mais magras, mais
lorigas, e de veas mais grosias ; no dedo annulai
sobresalna um largo annel de oro com uma venlu-
nna, sobre a qual eslava gravado um brazaoum
escudo fachado de goles e de prata com om diade-
ma de baio. Esse annel nunca pertencera ao con-
de, o qual linha por brazao ama agu] prela de
azas meio aborta- com bico, ps e unhas de ouro,
precedeodu a ludo a coroa de perolas. Metteu a
mao nos bolsos, e acbou uma carleira pequea con-
tendo cartas de visita com esle nome : Oclavio de
Saville.
O riso dos lucaioi no palacio Labinski, a appari-
Clo de um ente inleiramenle seroclhaote a elle a
physionomia desconhecida, que tubtttuia seu refle-
xo 110 espelho, podiam ser em rigor illusoes de um
cerebro doenlc ; mas ese Irage diverso, esse an-
nel que tirara do dedo, eram provas materiaes e
palpavcs, lestcmoiihos impossiveis de recusar,
lima metamorphose completa se operara nelle serri
seu conheeiinenlo ; um feilceiro, talvez um demo-
nio, Ihe furlara soa forma, sua nobreza, seu nome
toda a sua pcrsonalidade, deiiaudo-lhe somenle a
alma sem meios de roauifestala.
As historias phanlasljcas de Pedro Schlemil e da
xoilc de s. Svlvestrc voltaram-lhc a memoria ; po-
rem as personagens de I.amolle Fouqu e dc llfl
mann s linham perdido, um sua sombra, o oulro
seu rellexo, e se a privarlo eilravaganle destas cou-
sas que todos possoem. infunda desconfiancas in-
quietadoras, ao menos ninguem negava qoe fossem
elles mesmos. *""
Sua posicao era muilo mais terrivel: nao podia
reclamar seu Ululo dc conde Labinski com a turma,
em que se achava cnc.ireerado. Passaria aos olhos
dc lodos por imi udeule impostor, ou ao menos por
Sua propria mullier o u.lu reeonheceria
Londres J( de agosto de ik5,.
tJOmZS* Vlr,ait ,ad0 **ba P" aattgas, ha
midas P "** ,M ""l0 per co-
lle assim qae 01 heroei da Crimea tem ia ianladn
cada um delles uma doza de vezeT J
Rualem leve lagar o jantar dado a 2,000 hroes
aa guarda, que chegaram reeentemenlo da Crimea
mai he provavel que moilot delles nao (enha, *.
,?,?a,0HPar'e n soldados primitivos da goarda. liearam debaixo dos
muros de Sebaslopol, e enlao he man provavel. ra-
mo acabamos de dizer, que muitos das militares ana
jantaram nos jardins de Surrev nao tao ot mesma
que cumbaleram em Alma, em Balaclava e em lo-
kermaa.
Como os convivas do banquete eram s sargentos
e soldados, convidou-te para presidir o tsrgtnlode
tingada F.Iuards.qoe lendo nao tmente participado
de lodos os trabalhos e riscos da campsoha.eomoTd-
quir.do d.sliaccao pela ana valenta, quizerim pre-
mia-Io, oITerecendo-lhe a palete de alferes. Mas o
bravo rapaz.que nao he rico para ser oflicial, acheo
que um rapaz dos seus quarenla e cinco annat, e
pobre nao podia figurar ao lado de um elferes, ena-
nillo de dezeteis annot, filho de um lord mai rico, o
com cuja eooconencia nos prazeres leria que gastar
em poucot das o toldo de um anno ; e por isso re-
cusou o posto, e o mesmo farao oulrot om qoanlo
nao leiiha desapparecido o tvsteraa de veualid.de da
orgaoitacao militar da Inglaterra.
Occupando-me ainda do presidente do bansiaale
(levo dizer-vos, qoe o sargeoto Edeards nao perde.t
todo recusando 11 dragouat do dieres, porque foi
normado proeisor de gymnaitica do principa de
Oallas, e este cargo valere' moilo mais para o sea
prsenle e seo futuro.
Em quanto as suas luncrOes ao banquete oteupoa
a cadeira da presidencia com urna gravidade o aa
dundo
debaixo dessa appareneia mentirosa. Coma prnvar
sua Identldade. Cerlamonle havia mil rircams-
lancias lolimai e mvstenosas desc.uihcridas de qual-
quer oulro, que lembradas a Prascovia Ihe l.uiaro
reconherer ,1 alma do marido dehaixn desse disfar-
ee ; mas que valeria essa convidan isolada, lendo
conlra si a unanimidade da opinieo publica i Ou-
lra angottia Sua tran'formarAo limilava-se i mu
.cEi^
ILEGIVEL
ripio eslorr.iu- e para crcr, que um mo grarejador
encaixilhava sua ma.eara na guarniro incrustada
de cubre e dc madrcperola do espelho. I'assou a
roau por delraz nao havia uiuguem.
va elle realmente .. corpo de outrem i Neme caso
que fora felo do eu ? I m forno de cal o coosu-
mira, ou se tornara a propriedade de um ladrio
ousado o eme que se Ihe assemelhava, e que fora
MUTILAO
vislo no palacio Labimki, podia ser um etpeelro,
uma sitao, roat tambem podia ter um ente phv.ien
VZ\T!.X">0 ,nessa,Pe". I" fora fortadi cota*
habihdade infernal por este medico de ligora da
Lma idahorrivel mordeo-lhe o cora rao como
denles de vbora : Mai aquelle falso*Labin.k.
mellido na mmba forma pela mo do demonio, aquel-
le vmpiro que habita agora o mea palacio, ao qual
meut serve-s obedecer contra mim, lalvez a estas ho-
ras ponha os pes no loriar da alcova em que nun-
ca entre senao commovido eomo na primeire noite,
elrascovia Ihe torria ternamente. e inclino com
rubor divioo sua lioda cabeca sobre o hombro t-
fame daquelle larva mentirosa, daquelle duende
maldito, daquelle horrendo filho da noile oda in-
ferno. Se cu corre.se ao palacio, te Ihe lancetea fo-
go para gritar no meio das chammat a Pratcovia :
Estit engaada, nao he leu querido Olaf ana
(ens tobre o roracao! Vas commelter innocente-
mente um rriine al.nniinavel, deque miuha alma
desesperada se lembrara ainda quando a tlernidade
liver caneado aa maot de voltar son arciairo -
Vagai iuflammadu. affloiam ao cerebro do conde,
o qual dava grilns dc raiva inarticulados, morda os
punhos, e andava ua alcova como ama lera. A lou-
cura ia sobmergr a obscura ronsciencia que Ihe
rettava elle correu a uma hacia de agua, e mer-
gulhou a cabera, a qoal sahio fume-ante desse na-
niao gelado.
Recobrando o sangue fro, ditse com sigo asan n
lempo da fcilicaria ja linha pas,ad... que to a ruur-
c -eparava a alma do corpo, que nata te buriata at-
n no meio de Paris um ronde pnlonez arredilado
aor mullos miiiies na ra-.i de Rolhtchild, ligad..
nm as rr.aiore. familia-, ddoso marido dc uma mu-
"ipr da moda, eooderoradn rom a ordem de S. An-
dru dc primeira clas-e. e que sem duvda ludo ha*
11.10 passava dc um gracejo de pcrsiroo goslo de Mr.
Ballhazar Cherbonneau, o qual se explicara mol
iialuralinejle comu ea etpanulhoa dos romancet da
Anna Hadclide.
Como esleva quebrado de Taruga, lan.-nu-se sobro
.. le,10 de Oclavio, e adormeceu com somoo profun-
do, *melhanle a moilo, o qual ainda durr.va, quaa
no joao ereodo qae o amo lava acordado, vee
|>r sobre a mesa as carias a ot joruaes.
'"o/if.KKi--.r-a.i
-




D-A.0 ti PESIUBSUCO Ql.ir.TA FU? 2 5 CE SLTiMBRO 1856
enlcvo laes, que nlo leriam ficado nial ti
zoavo.
A proposito du banquete nolou-*e que as ideas a-
rislncraiicas esln ta luM-iiTadas nest* pait, que i
huma publica feiU o exordio inglez eouto exclusi-
vamente aos regiment esrolhidos, sem que o ou-
tros fosseeB representados na fesla,iieni anda mesmo
por "imples delegado.
O Miirniui/ l'ost annuncia nllimainenle, que nina
- diflicultlades rom os Estados-Unidos acaba .le
receber urna -oluoao satisfactoria, e be le esperar
que se o governo britnico continuar a emprear n
Man boa volitarte aeste assumpto.clle se concluir'
ten) que baja guerra.
Por acora i podemos diter que o presidenle da
republica, uModo dos se direilus. perdoou aos In-
glezes comprotnetlidos no negocio do recrnlamenlo;
com ludo deste aclo de clemencia nao porte inferir-
se que mude desde ja a quesl.'io que se ventila en!i e
os dous gabinetes.
A dilllcoldade nao lem jmila recabido sobre a
ronriemnardo de laea agentes, declarados ou nao, I-
legaes pelo soverno inlet ; mas sobre a responsa-
bijidade que se quii faicr petar sobre o miniaba
plenipotenciario da (ra.i Brelauha. a sobre dous
dos seus cnsules.
Ura em quanto ao (ralamentoqoe solTreram estoo
funeciouarios nao liveram oblidu urna reparadlo por
parle do governu de Washington aquelle da Ijrila-
Brelanha ter um agrravo de que sedo ou larde pe-
dir.i ronla n sua rival.
A Inglaterra seonimoda-se em quanto nisso liver
inleresse, mal logo qoe se aprsenlo o ensejo para
seguir outra polilica nao o perder*.
Moje qoe o general Pierce, que nao lia a mais pe-
queua probabilidade de reeleico, procara adorar as
asperezas da sua polilica para com os Inglezes, mus
esles nao se esquecem que esta polilica recebeu os
applautos d'uma grande parte da imprensa dos Es-
lados-l/oidoi.
Em qnanlo ao mais em brete saliremos com cer-
teza quaes sao os sentimentos da maioria dos ameri-
canos, especialmente daqucllr que lem influencia
lias deires,visto que a lucia esto francamente aber-
la entre os dous principios contrarios.
Hoje be geralmenle admiltido que t dous can-
didatos podem aspirar a presidencia da republica.
Estes sao Mrs. Bucbanati e I rcmont. Aquelle
candidato republicano, tem-se declarado contra esta
polilica, que reina ha muilo lempo nos conselhos de
Washington ; contra a extenr.10 da e-ctawd.iu e con-
tra os flibuslciros que prevalecen) era certos estados
da i"niao.
Com o coronel Fremont para presidente, a paz nao
larri..rh a renascer entre a republica e as poteucias
europeas.
O nico perigo que subsistira seria o antagonismo
do Norte e do mcio dia da Unblo, mas como a sepa-
radlo entre estas duas parles he urna tousa l'alal que
nada pode embarazar, pouco importa que ebegue
um (muro mais cedo, ou um pouco mais tarde.
O resallado disto he haver nos Estados-Unidos
um cerlo numero de humen-, que se encarregaru de
decidir os negocios de paiz. Oslo temos um recen-
te eierhplo succedido ha pouco na California; on-
poucos de miseraveis tinbam-se apoderado do poder,
nproveitendo-se do destelo e da apathia dos cidadaos
honrados.
Erara elles qoem f.iziam a< eleiees; islo lie, fa
ziam eleger aquelle quemelhor Ihes pagava, e para
islo serviam-se nos escrutinios de urnas falsas. A
fraude sobre islo loroara-se urna acia ; as urnas des
liuadas a receber as sortes, erain as vezes verdldeiro
primor de trabalho manual ; linbam fundos dupli-
radns, com a ajada dos qnaes faziam toda a qualida-
de de sorprezas.
futras vezes cnnlenlavam-sc em tiraren) a urna
verdadeira, substi(uindo-a por outra falsa para esse
lim preparada,
Assim soccedeu em S. Francisco, aunde os cargos
eram vendidos por esles Irapallioc-, e por liso todas
as riiiiiTes publicas erara occapadas pelas passoai
meos competentes do paiz.
A imprudencia ha que perdeu estes honradas ri-
dad.ios ; nao contentes com oceuparein os cargos,
ainda queriam impedir aos oulros que sritassem :
.ili'm disto fizeram om assassiuato que esgulou a pa-
ciencia das pessoas de bem.
Nao pudendo cootar comas autoridades civis e ju-
diciaes para a repressao destes mines, coinmeltidos
lodos os das na cidade. reuniram-se em comit de
rslvacao publica, e encarroaran! se da direcrao dos
negocios pblicos.
I. Miieraram por fa/.er enforcar 9 assasinos, e de-
poi- eipulsaram do paiz uns violo traanles, amea-
i.ando-os com a forca, se se alrevessem a por os ps
no lerrilorio da California.
Ogoverno geraI debalde sequiz oppor a esla usor-
pao.io dos poderes, roas o que bavia elle fazer con-
tra 10,000 homens, nao lindo por si mais de OO ou
(>00. Vssim acahoo o reinado dos traanles, pur-
qae as pessoas de bem se resolvern) a dirigir el-
les mesmos as redeas do governo.
U que acabo de vos dizer da capital da California
pode cingrande parlo applicar-se aos oulros Estados
da tiniao.
So em lodos elles nao governam os traanlos, pelo
meos os empregos pblicos sao o apanagio dos in-
trigantes, os quaes nao recuam dianle de cousa al-
guma.
O mesmo sucrede com os eltilores ; quasi lodo
uegociain com o seu voto ; e al os cicladnos pacifi-
co! muilas vezes sao apartados da urna por mcio da
. violencia.
Po dia em que os dilTerenles Estados da L'niao se-
guircm o exeinplo da California, o que agora se cha-
ma povo, desapparecera para llenar o lugar aos ilif.
ferenles representantes do paiz. Enl'o de certo nfo
veremos o publico applaudir urna guerra em Ingla-
terra, e laucaren) constantemente desafos as Poten-
cias da Europa.
Os jornal- incle7.es publicaran) lid pouco urna car-
la de Canbaldi, denunciando que depois da tomada
de Koma, muitos fugitivos, que calor.im as maos
dos Aostriacos, foram por elles rutilados.
A nomeanto de M. de Huchanan, candidato de-
mcrata, pelo coutrario, be a contiuuacSu aggrava-
d.i da polilica do actaal presidente.
Este humem d'stado est dominado pilo mais pro-
nunciado odio pelo velho mundo. He da escola que
quer a America para os Americanos, e s (olera a ti-
tulo provisorio a residencia do imperador do terre-
no do novo mundo.
Ainda se excede mais, he apologista da famosa
conferencia de Oslende, enlre elle, M. Soal e M.
de Masson, o na qual esles tres Srs. discutiam os ne-
gocios do mando inteiro.
A bo.lilid ule de M. l'icrce nao era real, era lilha
de rircumslaiicias; julgava loruar-se popular,
desafiando a Inglaterra e as oulras potencias euro-
peas ; emqaaolo a M. de Huchanan, o sea odio he
serio e iuvelerado, e he para satisfazer os seos senti-
mentos pessoies qoe adopta esta polilica aggressiva,
a qoal M. Pierce adoptara por interesse da sua
reeleir;ao.
Repito, porlanto, a prxima eleicao do presidente
ha de acabar a questn das rclares entre os dous
plizes.
He ama desgrara que em circunstancia tan criti-
ca, appareca oatra queilo capaz de fazer surgir dif-
fienldades reaes ; quero fallar da America Central.
I'm jornal inglez eonhecido pelas sais atrevidas
asserijes, o Mornin Adrertisser, \i annauriou qae
a qucsiao eslava dilinilivamente arranjada ; duvido,
porm, muilo qoe succeda assim.
Em primeiro lugar porque nem sempre sao mn-
to exactas as ioformac,oea do Adtertisicr; em se-
gando lagar porque elle tem o bailo cosame de in-
venlar noticias. Logo qae qualquer faci Ihe parece
provavel ou verosmil, annuncia-o deicaradamenle.
De dez vezes acera ama ; emquanto aos porme-
nores reserva-os para depois, a delles tira muilo
boro partido as tabernas, das quaes he o jornal ex-
clusivo.
Foi o qae fez o AdtertUter, julgou provavel o fac-
i e afflrmou-o sem se fazer cargo das impossibilida-
des inherentes ao caso.
M. Pierce nao tem o mnimo inleresse em arran-
jar o negocio da America Central ; pelo contrario,
deve desejar que fique este embanco a seu suc-
cessor.
Alm disto nao tem um poder absoluto para fa-
zer semelhaute arranjo ; tudo o que podesse fazer,
ficar.ia sujeilo a approvaeao do coogresso ameri-
cano.
Jalgo, pois, qae he muilo prematura a noticia da-
da polo .Idrerlisser.
Fillei ha pooco do publico, qoe na America con-
corre s eleii.es. Agora devo explicar o mcu pen-
saraeuto.
Parece cerlo existir em toda a exleusao da I ui.io
urna certa clasie, que se eucarregou de velar pelos
escrutinios, qae all se fazem a cada instante, para
diflereoles nomeares publicas sujeilas a eleieilo.
I'eixo a vosso arbitrio diiscrdes se esta classe he
mais honrada, mis far-vos-hei notar qoe oscida-
d.ios pacificos se conservam allaslados destas intrigas,
se ibsteem de se apresentar ou como eleitores, ou
corno randiriitlix.
Enlre estes fugitivos figuravam o tribuno romano
CiceroMhio e seosdoes lilbos, um dos quaes ainda
uio tinha 13 nios.
Segando esta carta, Cicernachio, seus filhos e mais
duas pessoas foram fusiladas por um destacamento
austraco, commandado por um principe da familia
imperial.
A imprensa ingleza grita, e pirece-me qae com
razao, contra esta execu(3o, frita pelos soldados de
urna potencia, a qqal nada tinha com as desavenca
do Santo Padre, com os seus vassallos, principal-
mente alleodendo honrosa posicio da victima
principal, a qnal tinha dado ao Papa rnoilss prnvii
de dedicaco.
Agora acaba lu/. Blanc de publicar nos jornaes
nglezes extractos de rulas de Cayenna.as quaes de-
nunciara muilas crueldades exercidas com alguns de-
putados polticos transportados para aquella colonia-
At aqui os jornaes que aproveilaram a caria d.
<>aribaldi para gritaren) contra a Austria, tem guar-
dado rompido silencio sobre a conduela cruel do go-
verno francez com os depulados de Cayenna.
Sao destituidas de inleresse ai noticias do conti-
nente. Os polticos quasi todos estao a banhos. Ca-
da vez vai qanhaiido m.is crdito o boato sobre a
doenca de l.uiz aple ao.
Deves saber que. segundo esse boato, elle padece
de aliena, mental.
Nada tena de admiravel um adormecimenlo do ce-
renro em om Individuo, que lia tido urna vida como
o imperador.
Todava o boato carece de confirmacao ; apezar de
sedaren) circumslancias Capaza,de o conlirmarem;
esla ausencia de um mez em l'lombleres o 15 de
Roslo passado sem apreseniaeoes officiaes; parti-
da quasi precipitada para Biarnlz, aludo i,l0 nao se
pode dar orna cxplicacjo natural.
om I O que he reilo he igitarem-se es partidos preven-
I do aLiima evenlnalidatle.
a-, |)i/. se que a Kiassia noiuncia sua prctencao re-
lativa a Belc'ad, e que a nein.trcaeao mo apresen-
taria dilHeoldada alguioa.
Por oatro lado desmenle-se a milicia dldl ha dias
de Icrem ns Russoa lomado A napa, na cnia domar
Negro. Pelo ciinlrario, di/.-se que os Circassianos
qnerem i lodo o cusi disputar aus Kussos a posse
desla praca.
Rullelim commerrial.
Tem-se conservado firmes os fundos inglezes, ape-
zar do mao lempo, que lem influida muilo no mer-
cado dos ccreies.
Os negocios lem sido muilo Iracns, nesles ultima-
dlas, os consolidados ferharam boje a l.l e 1 olavo
a II, era dinheiro a vista, e 95 e I quarlo a :toila-
vns a prazo.
Todava o dinheiro abunda na prac,a, e fcilmente
se arranja a 3 e 3 (piarlos.
Em quanto a' blas e algndea nu ha mudanra ;
nos lecidosbe qoe lem havHn melboramcnlo.
Os ferros de Escocia estao firmes.
Os Irigns sabiram 30Por quarler em ennsequenria
das cuntimas chavas, lia porem esperancas de que
bane amauhaa, poique o mercado de bontem e o de
hoje nao esleve firme.
Sobre os vinbts e sobre as laranjas nao ha novi-
dade.
A \arilo.
Que erimcs i.io se perpetrara ueste aecalo? |)i-
tem que inligamenle analurcia -e liorroiisava de
cerlos delicio., ijue os nossoa pasaadoi i uinmetliam.
Qoem nos diz ,e a historia ; mas hoje somos iojs
quem venios esses lacios barbaros, que cusa crer na
cxisleucia delles.
Ao amaiibercr de anlcs de honlem, bem cedo,
foi encoulrado por enlre ninas travs velliaa,
estao junto ao uilan da primen casa da ra do Ca-
pibaribe, urna enanca rcccm-iiiiscida, ainda ligada
placenta. Os indicios denolavam que nessa imi-
te que precedeu manbaa, foi que essa infeliz li lia
do acenso tinlia nascido no inesnio lugar onde fura
felizmente deparada. A innocpiile he urna linda e
robusta menina, branca como a aeucena, e o que
mais horrorisa be, que junio a essa crianca eslava
um porco voraz enlieiiilu n fnssar cerlo gnero de
liquiilo, imlispeiisavel accessorio desse acl que pro-
duzio o adiado '. Ora baver nada mais brbaro,
Verdade e franqueza, poi. Pedimo-las agora, cmquanlo o ramo 'segundo eslava de posse de Ihro-
como sempre. Pedimo-Ua para o uosso partido como | no, e qoindo pareca muilo nalural que o lilho do
pedimos para os minislros.
i Sera pedir milito ?
U cholera tinha diminuido (aullo em Portugal,
sendo seus estragos nllimaineule pouco seusiveis, in-
felizmenle. porem, nao se da o mesino na descraca-
que da ilha de Madeira, que leudo sido victima da fome,
agora o esla sendo da pesie.
A epidemia lem-se desenvolvido all com lana
nlcnsidade, que por muitos anuos serao recordados
e sentidos os seus acuites.
Eis aqu com que termos se exprime a esle respej-
lo um correspondente da aclo.
Madeira 15 de agosto de IKjli. Senhorcs ce-
daclures..Nao be pnssivel descrever o estado lasli-
moso 1 que se acha redu/.ida a infeliz ilha da Ma-
deira !
Aosrtesapedados golpes do cholera nwrhus n-
BRIOR.
RIO DE JANEIKO.
SENADO.
SessAo em IS de jiilho.
/'residencia do Sr. Cacalcanli de Laceria.
A's 11 lloras da manila, estando prsenles 31 se-
ntares senadores, abre-se a sessa >, e approva-se a
acia da anterior.
O Sr. I. secretario 10 o seguale expeliente :
tmollino do I. secretario da cmara dos depu-
lados. aeompaiihando a propo'icao da mesan cma-
ra, que marca o numero e vencimcnlos dos empre-
gados da caixa da araortisecao.A imprimir, nao
estando.
Da rcquerimenlo do vigario collado di freguzia
da l.agiia-Dourada, na provincia de Minas-tieraes,
pedindo a roncessao de duas lolerias para a cnnclu-
sao das obras da nova matriz.A' cMlmifsaa de le-
gislarlo.
Nao Invendo mais expediente, o Sr. presidcnlc
declara que o senado vai Irtbalhar em Mate secre-
ta ; e relirando-se os spccladores, fechem-sc as
porlas interiores do edificio.
desnaturada abandooou sua lilha a disrricao dos
auimaes? llavera litoral rircum justificar um ptoccdimenlo de lao brutal selvageria'.*
Nao ha um eslahelecimenlo proprie a recebei esses
filhos da mizeria ou da deshonra".' Oh! Ouerjasoc-
cullar a vossa vergonna, (pierias ver-vns hvre de um
fardo qoe lornou-se pesado, depois que para lelo
rnneorrestes? Ouerias vingar-vos do pa desprezando
a filha'.' Ah Se ludo issn queras, nao haveriam
lanos meos. sem que poieanes em Mu eminente
perico a vida dessa innocente menina .' Mulher,
quem quer que s?ja', nunca foslo inai, as leras
mais bravias vus dao cooslanles hees de seu amor
maternal.
Esle fado nao he novo; ha lempos passados una
crianca, igualmente recein-nascida, foi encomiada
na pr.iia de Fura de Porlas, presles a ser levada pe-
las vacas, que aos poneos a iam conduzii. lo para o
mar. I. ma prela quilandeira, que por Micidade
por all passava, foi quem n salvou, leudo por parle
do ro-linho lodo f, rido, os olhos entupidos de arela,
e a pona do naiiz igualmente fondo; esta crianca
era hlo linda, que quem a criou chainuu-aHosa, e
com esle noine foi baplisada. Sobreviven alguna
niezcs anda, morreado de couvulsOes, pruvenienles
da denlii;ai; nlo era filha da e-cuma do mar, por-
que leve por pa um Jpiter gentil, e una perversa
Dionc; uito foi Venus, mas foi um lindo bol.lo de
rosa, que a descrnala m.lo da mnrle em poucos
mezes ilesfolliou.
Porque a lllma. cmara nao determina que, ou
ce-sem as currucas de andar a uuile, ou se quizercm
andar seja com Linternas como os carros? Succede
que Iam havidotieas abalroaincnlos a noile, entro
os carros e as canoras, poi(pie ainda que o carro-
ceiros as queiram desviar, a presteza do carro, e a
lenlilao do hoinao da lugar ; o que rilo acontecera
se o boleeiro vsse luz, poniue sallara desviar o car-
ro. As campanillas dos buil enrouqiiecem cun o
screiiOj Nao ha praca onde baja mais carrocas do
que no Uio de Janeiro, mas a noilc ui. i sequer nao
se vi> em parle alcuma.
Agoia os baies nao sobeni mais, em desforro
a poslur municip.!, encunlram-sc em ijualquer
canlo, e a loda Imra. Centenares delles liouveram
na 110110 do l.ivrainenlo, mas nao subirn); as-
sim foi bom.
Algumas casas ullimamcn'.e couslruidis e acia-
lmente em conslrurji'io, nprescnlam, ao nusso ver,
graves (lifeilos na organisaeao dos leclos.provenien-
les da demasiada alluia que Ibes dao da cornija ao
cume: esses defeilos, alem de acarretarcm maior
trabalho e maior quantidade de material, lornan as
edificacOei mais fracasem vista do maior peso e al-
tura dos hielos, do que serian) se fossorn elles cons-
truidos para o fin nico, que se pode ler em vistas
o esgoo das aguas pluviaes. Desta maneira seriam
o< celes rnais leves, meims dispendiosos, a obra
mais segura, c as lellias nAo ameacari.im dcscer.
Moltai calcadas lalcraes das ras sao lao imper-
feilas, qae o Irausiln lomase ale inrommodo, e islo
por cnicnderem os seus factores, (pie as aguas plu-
viaes s se podem e-co.r ibaixando muilo a parle
das calcadas que confina com a roa, licando a que
confina com as paredes das casas muilo alia '. Erro
nolavel da arle, e que esla ao alcance de todos os
que l leem era sea favor o senso comuium : inca
pollegada de declive para a ra as calcadas he in-
cltnac,ao sullicienle para o promplo escnamciitu das
aguas, prevenindo-se assim que os pas-eianlcs an-
den) como salla-marlinho.
Tratando deslas materias sentimos nada poder-
mos dizer a'cerca dos muitos allus e puderosos Srs.
foguetes, bombas e repiques dos sinos; por isso que
peranle esses scnhores, ruino habitantes de mu' es-
phera mais elevada do que a que habitamos, ja' os
altos poderes do estada se curvarao.
He indispensavel que a polica se nao esquera
A commi-sao de lazrnda.jpara pader emllir pa- dos lugares Campo-Novo e estrada de Joan de Bar-
recer sohre.a vclamacao da cmara municipal de i ros, em rojos lugares ,. na ra, que na do Hospi-
I orlo Alegre, na provincia do Itio brande d,. Sol. : rio para o primeiro dos ditos lugares, muilo sensi-
sobre a oceuparao que o arsenal de mariuha daqnella i vel se faz a Talla dos lampees.
cidade raz de um terreno son, sem que por isso per- _!, eapadodo julgon se habilitado para ser
ceba ella compensaran algun.a, enlretanlo que por ] caixeirn de botica, blazooando ier perito ofliciil de
parle da razenda se exige o pagamento do arreada- sapaleiro, e t-r sido caixeiro de bolequm : o ceilo
melo de um edificio do estado, em que se cha o i be que se ocha arrumado em urna botica, onde diz
ico, pedindo por isso a permuta das! qoe aprompla xarops da l.e-Roy, fazeudo orna
simples millarada, a qual os meninos orpliaus \o-
Idiilanamenle bebem.
Alguern lomou a peito que o bsCCO do Verde-
dadeire subslilua a praia da Ponte Yelha, onde
nao lom cano, ou lorna-lo um fecundo becco do Fer-
reiro.
Ueccbeniiu nolicias da Ville-Bellf, as quaes
nnuunciam que no dia 7 se lzeiem as eleiees para
soceeo, e se-
nem mais Urd do que o deiprezo cun que essa roai silico lem sucrumbido perto de tres mil pessoas i
CMARA DOS SRS. IjEPUTADOS.
sessao em ni di; .nuil ini: nti;t.
'residenciado Sr. tiscondede Haepeudy.
Abtrta a -es,,o i hora do cosime, lid* e appro-
vada a acia da antece lente, o Sr. sccicUrio deu con-
ta do seguinte expcdienle :
L'm olTIcio do Sr. serrelaio do senado, partici-
pando i cmara qoe o senado Idoplou, c vai dirigir
a sanecao imperial, a resolor,ao qoe augmeiila a sub-
veurao concedida i eonipanliia Peniambucana de
navegaro a vapor.Inteirads.
Oulro do mesmo senhor, Iransmillindo ,i c-
mara a proposicao do senado, que ipprova a pensiio
de 1:800? rs. concedida a visr.oudessa ilc Caravellas;
e participando que o senado a loptou, c vai dirigir
'saocclo imperial, a resoluro quedoclara que as
licem;as qne se cuncederem aos falseadores dos tur-
renos diainaiiliuos, nos term s la le de21 de sedeiii-
bro dp IM3, sao concedidos na | k lies |iigares"up
os mesmos falseadores pedirn), nao estando elles
concedidos ou arrendados enmpanhias, nos lerinos
dos artigo- I e ti da snpraciUda le..V' imprimir
quanto a prirneira parle, c iuleirada qnanlo a se-
gunda.
l'm requeiimento de .Manuel dos Arijos Victo-
rino do Aii.aral, arrendatario rio terreno nacional
o. 58 A, silo na laga de Rodrigo de Freitas, pe-
dindo s cmara qoe consinla na crerao do terreno
(|ue Ihe conceden pala a cnnslruccfiu de urna capella
destinada ao culto publico a' uesina igreja, e que o
alivie da prestaran proporcional ao arreudamento
deesa pedazo por elle cedido para essa pie ediOceeao.
A' commissao de fazenda.
PARECER.
I.-se e approva-se o tegainle parecer da com-
miss.i.i de fazenda :
no conselho de Funcbal.j
ir Tem sido urna mortandade espanlosa :e mui-
tos dos infelizes leem suecumbido falla de goc-
curros.
re pela erara du povo. nao quizesse renecar o prin
cipio sobre que o pai quera apolar o seu direlo.
Mas tmpora mutlUur rt nos titutamnr ia illie, e
por esla razio es prenle; collaleraes do defunlo du-
que d'Orlcans reronbeceram i|ue a polilica dus fac-
tos coiisuinmados he superior aos principios, e que
por isso se devp abstrahr da disposicao ordenada
no le- tart.enlo ; visto que a vontade da nario pro-
nonciou em favor da familia de Napolean, como pou-
co antes se pronunciara em favor do ramo segundo
dos Bourbons.
Nao hepossivel eoBlestar a juslira desla lgica; a
duqueza il'Orleans. porm, nao se quei aflaslar dos
principios eslabelcridos, nao obstante o fado con-
suinmado. sobre o qual se basea hoje o que a Franca
decidi. Por cousequenca a declararan de ler che-
gado a maior idade o conde de Paris.devera' ser con-
siderada smente como um limpies acto de familia,
sem o menor alcance europeo.
Em urna carta de Paris l-se linda o seguale a
este respeilo.
Conlinuim a oceopar-se com o man;feto do
As phsrmacias sao invadidas pelo povo, as | Sr. conde de Pars, que deve apparecer no dia'Ji,
qnaes se Irabalba nolle e da. iiiasneinsao todos soe- | ialo he, domingo prximo, mas p,is corridos,devido com especialidade a' falta de facul-
tativos.
a O horroroso da 31 de julho foi o de maior ter-
ror, que lem batido no Funchal; pois liouveram
perln de duzenlus catas fulminantes A conslerna-
que havera um grande desaponlamenln enlre os cr-
dulos qae conlam com esle mauifeslo, visto qae o
principe nao fari algum.
Mr. Thiers oppox-se romplelameute a ;toda a
esperie de manifcitacao. e desapprovou muilo a car-
eno apoderon-se dos aoinios dos moradores desla la ja escripia pelo cundo de Pars, cuja iniciativa
ci lade, ao vercm condolidos monlnro o cadveres alcumas nestoai julgam poder allribuir a Mr. Thiers.
dos infelizes morios do cholera .Mr. Thiers au disse nutra cousa oo congresso de
i( O grande cemileno da cidade achava- do de cadveres, a' falla de quem os euterrasse. acunleciineutos.
De quasi lodos os pontos da ilha se recebein no- As correspondencias do jornal o .\ord annunciam
liciasassiisladoras, o cholera faz all estragos espau-; igualmente um manifest do conde de Chambord,
l0S0Si'i 'om rc,P09la "" pretendido manifest de sea primo,
(i Uiegou linalmcnle o vapor que nos trooxe os que lem por lm inclinar os principes de rlenos a
facultativos e remedios, dos quaes haviam pharma- pronuiiciarem-se aberiamenlc pela fusao.
ciai quu muilo necessilavam para arranjar os med- | a Ser-me-hia acil ndicar-vos a origem deslas
Ca'"/"1'iS' n ii "oricspondencias; mas basla siimenlc dizer-vos, que
O r. 1 illa, un dos mdicos que vieran) no va- he completamente falso ludo o que se diz a esse res-
por, fui recelad > com grande prazer, nao s pela peilo
sobrcdilas propriedadea, precisa que se pecara la go-
verno as inronnaroes a lal respaila requis'ladas por
esla aogusla cmara em agosto do anuo passado.
(i Paro da cmara, em 17 de julho de (856.A.
1. Utnriouet.C. C. de Campos.F. de Paula
Sanios.
PRIMEIKA PAUTE DA ORDEM OO DA.
Nao lendo apparecide projeclos nem indicarnos.
enlra em lerreira discassao o projeclo n. i6 d'ele jtjius de paz e vereadores em pleno
anuo, que approva o subsidio concedido a Jos Ro-
drigues Ferreira para a navegaro a vapor entre esta
corle e a provincia de Santa Calharina coro escalas.
OSr. Figueira de Mello falla em primeiro locar
impugnando o tavor concedido ao emprezario, com-
parando esse favor com os que tem sido concedidos
a oulras emprezas de igual uatureza, e dahi cooclu-
indo a desconveniencia ou injuiti;a que provinha
do mesmo favor.
O Sr. Marlim Francisco responden ao orador,
deslruindo com argumentos as suas assercGes, e ti-
rando da compararao dos favores fetos a oulras
companhias, razoes em prol do projeclo em dscus-
sao, ele.
Encerrada a discussAo, he o projeclo approvado.
Entra em terceira discussao o projeclo n. i3 deste
anuo, vindo do senado, que dispensa as lei de amor-
tizaran em favor da Sania Casa da Misericordia da
cidade de Rezende, provincia do Rio de Janeiro.__
He adoptado sem discussao, e remellido a sancrao
imperial.
Entra finalmente em discussao a preferencia entre
projeclos ni. 75 de 1855 e 5t deste inno, sentan-
do de alguna imposlos geraes as loteras concedidas
pela assemblca provincial da Babia sociedade dos
Artfices da mesma provincia
Depois de um pequeo debate enlre os Srs. Anto-
nio Jos llcnriqies e (jomesSiqaeira.ficou a discus-
sao adiada pela hora.
SEGUNDA PARTE.
Continua a discussao do orcameiilo do ministerio
da marinha.
O Sr. IVanderley (ministro da marinha,) leudo a
palavra, orcupa todo o resto da sessao, e de urna vez
responde aos qoatro oradores que o precedern).
Com o nebre depolado pelo MaianhSo concorda,
quando dis chegaria para acudir s primeiras necessidades da vi-
da, c por isso, quando se discuti a le de fixacaode
forras, advogou orna emenda que tem de melhorar
um pouco as cundieres desaes empregados. Quanlo
porm ncerleza de sua sorte, he da natareza do
emprego, e nem a ndmissao dos piltos pede deixar
de ler urna medida provisoria. Ainda elles leem d-
ame de si urna carreira aberla depois de cinco annos
de ,eryito. no que podem entrar para oqaadroda
ollicialidade da armada, conforme seus servicos e as
preval qoe tiverem dado de mas habilitarles.
Fallando dos capilar, dos porlos, o oobre mini-tro
declara que he necessario que as capitanas dos por-
los se desliguen) dos cargos das inspectoras do arse-
nal de marinha.
O commercio de cabolagemdiz o orador, soflra
algans vexames (qaaolo matrcula de sai popu-
lacho, e ainda boje soffre ; porm menores, depois
que o governo toraou medidas, e expedio ordens para
que cessassem algons abusos que entorpecan) a mar-
cha desae commercio.
O orador traa da conveniencia da crearo das es-
colas de plotagem, e depois traa das diversas obras
da provincia do Maranhao que correm por conla de
seo ministerio, e inostra que o coverno lem lama
vonlade de dar um graude impulso aos melhorameo-
los de qu4 carece aquella importante provincia, que
acaba de consignar 80:001*5 para suasdespezas, quan-
tia muilo roiior do que* as decretadas nos anuos an-
teriores.
Fall timbera, da conslrucrao dos nosaol barcos, e
em oulros lopicos do discurso do Sr. I). Fran-
cisco.
Depoii de responder ao Sr. I.eilao da Conha acer-
ca dos negocios de toa provincia, e ao Sr. Mendonca,
diputado pelo Rio Grande, que exlranhou em seu
discurso ler o nobre ministro (alia do com alguma
friera nos melhoimenlos da narra do Rio Grande,
diz o nobre ministro que o orador foi injusto quan-
do proferio semelhaute proposieao, porqoanto nem o
governo lem-se esqoecido dos iuterassesdo Rio-Gran-
de, nem semelhante frieza se pode notar do seu re-
latorio.
Todo quanlu est na possibilidade do governo se-
r cuidadosamente empregado para abgeirar os sof-
frimenlos daqnella parle, do nosso territorio, cerlo
de que o governo nao se esquere de acodir a oolras
necessidades de que carece o Rio-Grande para me-
morar sua navegaran.
O orador conclue respondendo aus dilTerenles, t-
picos do discurso do Sr. /canas, lano no que diz
respeilo a parle material da armada, como ao seu
pesaos I.
A diicossao lcou adiada pela hora.
Eram mais de Ires horas quando o prcsidenle le-
vanluu a essao.
gando as prescnpres da lei. o dia S do crrenle
linuve l urna fesla de Noeta Senhora da Pcnha.pa-
droeirnjda frecuezia, com urna solemne procissao,
cm que se cnnlavam cinco andores. No dia 9, pela
valla das 10 horas da manhaa, celebrou-se om Te-
Deum, em a era o de cracas pelo desapparecimento 'que a di v i lem.
confianza que nelle depioilam os duenles. como pe-
las maneira- delicadas com que os allende.
(i Agora mesmo vou ver urna precissfto de peni-
tencia que sabe da Senhora do Monte para a S,
quasi urna legua de distancia.
Por oulras pai orina- teem-se feilo iguaes peni-
tencias e preces, para que a Providencia aliaste de
nos lao terrivcl lcelo.
Apezar do cholera ler feilo grande difTerenra ;
raro he odia em que nao suecurabem 30 pesso!
Na Pona do Pargo tem sido urna morlaudade
geral, e allribue-sc principalmente a talla de soc-
corros.
" Na frecuezia da Ponta do Sol, onde se diz que
nao ha raso algum de cholera, romperam as auto-
ridades daqnella localidade, lodo o trato com a cida-
de ; mas forra he confesiar que tem sido medidas
sanitarias burlesca!
Entrelanlo o Dr. Via > Mora, residente era Se-
vitlia, acaba de dirigir a quasi lodos os governos da
Europa unra memoria na qual propoe-se nao soroen-
lc a demonstrar a causa dessa lernvel epidemia, se-
nao lamban a evilar o seu desenvolvimenlo e al
cxlingui-la onde j exisla.
O Sr Vigil diz que responde aos governos pela
veraeidade de suas asierjoes com a sua lberdade, a
al se necessario fr, com a sua propria vida.
Na Hespanha piada de extraordinario havia ti-
do lugar depois dos ultimo* deploraveis aconlecimen-
Ins. O novo governo conlinuava em sai marcha bem
que se suppunha nao haver nelle anidade de pensa-
menlo.
Corra que ai corles constituales -mam breve-
mente dissnlvidas. oque a consliluic;ao de 18i5 seria
proclamada pelo governo, como lei lundamcnlal da
ninnarchia.
Segundo se na n F.pora.n depois da pablcatao
dos decreloa sobre a quesillo constitucional, dissolo-
cao da milicia nacional, eleires de municipalidades
e Hornearan de governadores civis, appareceriam as
medidas relativas ao ronselho de Estado, legislarlo
de imprensa e deputaeesprovinciaes, levantando-se
p-jMim n eslado de silio da maior parle das provin-
J)iz El Diario Espaol. que parece que cm
consequencia da partida para Franca de alguns
membrosda lisa pura democrtica das corles, se
formara naquolle paiz urna grande junta polilica,
presidida pelu Sr. Olozaga, para combinar a con-
duela que devem seguir os partidos vencidos nos
ltimos acontecimentos ; mas accrescenia o mesmo
jornal, que pouca influencia pode produzir no an-
da ment dos negocios.
Os incendios sao nnumeraveis cm lod a Anda-
I u/.ia.
Km Andujar foram queimadas 5 a 8 mil olivei-
ras. Alguns delles causaram valiosos prejui/.os.
O dcsarmamento da milicia nacional cm Ma-
drid verificou-se de nina maneira satisfactoria etran-
quilla.
Parece que o governo liespanliol t9m noticia de
que o ex-infanlo D. Joo se aclia occullo em Br-
deos. Tinham-se feilo varias buscas para o des-
cubrir.
Verficaram-se cora grande pompa os desposorios
da infanta D. Amalia com o prncipe Adalberto, de-
vendo ler lugar no dia -2'.) da agosto prximo pas-
sado um graude baile pira commemorar esie acto.
A Franca conloua tranquilla, bem qae se note
rnii-i.irr.ivol movimenlo .nos dilTerenles partidos
do cholera-morbus.
Hospital de caridade 21 de selembro07 do-
entes.
dem 22-69.
Al amaniata.
REPARTigAO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernambuco 23 de se-
lembro de 1850.
Illm. e Exm. Sr.Cumpre-me levar ao conheci-
menlo de V. Exe., que mandei honlem recolher a
casa de detengo o pardo Marcolino Eslevfio de
Lima, por ser aecusado de haver insultado e espan-
cado um corneta do balalhao n. 10 de infanlaria.
Das diflereutes parlicipaces hoje recebdas cousta
o seguate :
Foi pceso : pela delegacia do segundo dislricto
rtesle termo, o prelo Fabio, escravo ude Joaquira
Monteiro, por fgido.
E pela subdelegada da fieguezia de Sanio Anto-
nio, o prelo Hoque, por espaucar ama mulher.
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.O chefe de policia, Dr. PoWcarpo Copes
de Uo.
&fort* i)c ^tmambuto,
As subsrripcoes iberias cum o lim de roui|>rar
IIK) peras de arlilharia para armar as novas forli-
ficaees rte Alexandril, a sobem a una quaiia cou-
sideravel.
De Florenca fosean a em li de agosto escre-
vem o setoinle a oOpiniune.n de Taria.
A noliciada lobscricao iberia no Piemonle. para
ama dadiva nacional de 100 pe^as de erlilbarii '
destinadas aoarinameiilo de Alexandria prodetio
enlre mis una profunda impresso.e puzenius-mn
em campo com o fin de cotbet doualvos para esta
siibscrprao.
Estamos lrmemenlc decididos a nao deixar esca-
par as orcasulti que se apresentam de lestemunhar
a nossa dediaefilo oa principio nacional, susten-
tando com tuna firmeza pelo goverao sardo.
He por isso que foi acolhido com ppian-o geral.
o pensamenlode fazer contribuir a Toscaua a subs-
cnprao para as 100 peril de Alexaodria.
l'allavase al de urna pelicao ao grao-daque,
ped ndo-lbe que novamenle potesse em vigora
ron-ii tuira porm com o recejo das complic*res
qoe poderiam surgir, parece que ie renouciou (Mjr
emquanlo a pr este projeclo em execuco.
DeTurin, em 10 de agosto cscrevem oseguinte
Independencia Belga :
Alguns jornaes fallaran) ha pouco de urna tron
de notas diplomticas, que leve lugar enlre o gover-
persuadia a nnnha ,sCrava, para que abwla~e : i-
lii o r..nfos.ava r.l momento a me.rna escuva.
lar-se-ha poi. maior perversidado '.< Espero mi
Dos CMlar essi hi.ioni, que mus deve parecer
um ramate ou ames um nmtehn. du que um tac-
to desses, qoe ordinariamente >e dao.
t"..imla-mc que a Sr |). Mirii lem-se aesi.ln
ao juramento, como leslemunha de vista ; e qae li-
guen! lem-na aronselhido para que nao jare a ver
dade, dizen l-lhe que para laier-x um bem, he
lusin mentir-se. He ama moral nova, para oaun
al hoje descoohicida Em quinto pois nao appa-
recer esso juramento, nao dare mpnrlam i., al.nnia
ao que a respeilo se me lem dilo ; alcm de que de-
vo fazer oulro conceito des-a peawi.
Deem, Srs. redactores, publicidad* a e.|>. ,H,n.
cas liuhas, com o que muilo idiricn;,., |,c Vnn-,
venerador e cralo.
Padre Jalo llerrulino do Ueg...
Illm. e mallo reverendo Sr. padre Joo I terca-
lao.15 de cosi de 1858. Em respusli 4 ctlU
de vossa reverendiMima. qoe honlem me mandn
devo alhrni. -Ihe que he verdade ler-mc dito a nn-
nha comadre Sn. |). Marea, a mulhei do coronel
liburlino. que ocnirgiao Tenorio, qoe eslava Ira-
lando da escrava de V. Itvm., disssra a ella minha
comadre, que la dar d,.se a e.rrare.afim de a antear,
emhori se perdesse a enanca, e ella rae die, qaa
|disse a elle Tenorio qae nao
,-..-. ,nG i,,,, .r nao achava bom i
no sardo e o de Modena, acerca de tenlaliva BU- | que ha poucoi laeUates liaba ...hid. de janio drii.
P&GlIa AVULSA.
Ale que ponto do mal la le nao chegara o ente
liumaiio,quando lem perdido lod
Pelo vapor France, eolrado hootem de Marsellia
leudo tocado cm Lisboa, Madeira e S. Viceole.rece-
bemos peridicos francezes e portugueses, alcao;an-
do os primeiros a 22 do mez prximo passado e os se-
gundos a 2 do corrente.
Tendo sido acalmado cm Lisboa o movimenlo po-
pular occasionado pela caresta do pao, todo o reino
goza de paz e socego, continuando o novo ministerio
em sua marcha a dcspeilo da opposic;ao que j Ihe
vao fazendo.
O dBerenles partidos polilicos preparam-ss para
lomar parte activa as prximas eleicOe*.
A lu; ren-a e Le queta-se das autoridades,
porque, segundo as inlonnaoes que recebera das
provincias, invidam todos os seos cslorcos para ex-
cloir da urna o sea partida.
Eis aqui como ella termina ara artigo que sobro
esle nbjecto publicara :
Todos os dias nos chegam das provincias avisos
prevenindo-nosde exislirera ioslruc;es parliculares
em que se ordena a exrlusao do oosso parlido.
a lie isto urna tracao das autoridades, ou be ef-
fcctivameiitc una idea do guveruo ? Eis o que im-
porta definir e explicar.
O que he a tolerancia e a liherdadc havendoex-
clusoes ? Digam-oos.
llavera liberdade sem ser para lodos'.'
Querer o ministerio com essasevcluses, resta-
belecer o syslerna de faeejto, parrialisar o governo,
perpetuar os corrilhos.'
Nesle caso, onde vai a idea nacional, o peott-
menlo de concordia, a moraldade eqoilaliva
Ouer coutemporisar com a receuerai,ao 1
A regeneraso esla de um lado, o paiz do oulro.
A regenerarlo era o dolo, o pai: quer a verdade.
Ouem conlemporisar com a regeneradlo, indispoe-sc
com o paiz.
n Nao se pode seguir o apostolado, e a cenlilida-
de ; nao se pode servir a Dos e a lt.nl. Estas ter-
civer-acoes perdem (|oem as emprega.
n Pensramos qoe o rgimen da duplddade l-
nh.i acabalo. Se ha quem o continu, lera a nossa
oppngnacao, como a liveram os duplices da regene-
rado.
o Queremos saber a lei em que vivemos. Se he na
do oslracismo, nao poderemos reconhecer virtudes
euiistilucionaes nos homens, qae fizeram do poder
um instrumento de fac<;ao. Desmentir-nos-hiam os
faclos.
Nao somos dos que admiram n'uus o qne n'ou-
Iros coudemuarain.
i Tenes procedido leal e riesinteressadjmenle.
Procuramos dar forja a ministros que iiuiiot vimos,
rom quem niiiir.i traamos, a quem nada pedimos.
Nao aspirsemos sean aos rtireilus que esiao na lei
que sao de lodos, que sao para lodos. Juslira, c nao
favor era o qae deaejavamos.
(i Se da juslca e do direilo nos esbiilham ; se nos
colloram fura da lei, em nomo dos velhos odios ; se
entenriem a tolerancia como o Sr. Kodrigo ; se uSo
a veem na reciproca deferencia e mulua equidade,
que respeila as opini?s recoiihecendo-as indepen-
denles ; se a equivocan), semelhauca do ex-minis-
Iro do reino, com a corrupcao que compra as cons-
concias, eolio deploramos a ceguera que mo dcixa
comprehender as nobres aspira^es, o encolhimenlo
que parausa o mais valioso rasgo poltico, e a caneza
O imperador nao goza saode, ha um mez ponco
raaii ou meaos, qae se acha iacommodado, indo
tomar ares, ja em Plombiers, j em Biarritz. Ha
quem assegure que est suQ'rendo de alienaran men-
tal, e que em algumas occasioes falla-lhe completa-
mente i memoria, licando al incapaz de astignar
um simples decreto.
Eis aqui o que o correspondente da .NoriJo Ihe es-
creve de Paris a esle respeilo ; e tambem sobre a
fesla de 15 de agoslo, anniversario de Napolean |,
Eis algans pormenores sobre o eslado de saude de
l-'ii' Napole3o.de que lano si tem fallado, e que eo
suube de bus fonte.
O imperador lem passado ha algum lempo por
ama das crises mais serias qae tem experimentado,
em consequencia da grave doenri de que esta'amea-
jado.
Esta crise tradoz-se urnas vezes por om calado de
proslracao tal, que Ihe nao permute trabalho algum
de corpo ou de espirito ; e uestes momentos de cri-
se nem mesmo pode dar a sua asaignatura e lici de
todo desmemoriado.
Dalias vezes por om eslado de proslracao lal, qoe
Ihe provoca todo o genero de ippelites, e que deram
occasiao a episodios galantes e gastronmico?,que as-
sigmlaram a sua passagem por Plombiers e esta cir-
cumalaucia podera' apressar a sai volta a Saiul
Cloud.
Qaaolo ao primeiro effeito da molestia de que a-
cabo de fallar, devereis lerabrar-vos das notas do
Momteur sobre o isolamento em qoe o imperador
quena liear em Plombiers,e sobre a ausencia de re-
cepcoes olliciaes.
De reslo parece que algumas melhoras lem expe-
rimentado.
Em Plombiers leem-lbe procurado distraeces de
todo o genero, e aquellas de que elle mais tem gus-
tado, sao as lepresenlaoOcs do Ihealro do palacio
real.
Estes diverlimeulos lem continuado em Saint
Cloud.
Anles de passar a outros pormenores,lenho a dizer
vos alcudias palavras da fesla de 15 de agosto quu
foi celebrada em conformidade com o programma
oicial.
O imperador e a imperatriz chegaram de Saint
Cloud pelas K horas, e passearam na espironla dos
Inyallidos onde eslava o principal Ihealro da fesla.
SS. MM. furam jantar a Saint Cloud.
Nolou-se a falta do corpo diplomtico, qne n.lo to-
ra convidado para a ceremonia do Te-Deum.
-Nao lendo tido lugar ai receptes olTiciaei.jalgou-
sc desnecessariu incommudar os membros do corpo
diplum.iliro.qiie eslau pela maior parte em viagens
ou nas aguas.
lim despique o conde Walewiki,ministro dos nego-
cios eslrangeiros, reuni cm um grande jantar lodos
os membros prsenlos em Paris.
O fogo de artificio foi como a revista da guarda
nacional, urna mistificacao, em consequeucia da pe-
quena somiua que para islo foi desuada.
O fogueieiro, por motivo de economa compoz o
seu fugo de fugeles e do qoe se chama fogu do ar.
Alem dislo o fogo de artificio foi dlsposto sobre o
arco do Triumpho da Estrella, afim de ler visto de
SainI Cloud,de maneira que todo o povo que tinha
ido para o oulro lado, islo he, para a entrada dos
Campos El vates, na praca da Concordia e para os
jardins das Tulberias, nada viram se nao o fumo, o
que produzio um desconlentamenlo geral, porque
o fogo de artificio he ama cousa muito seria para o
povo parisiense, com que elle nao iraniice fcil-
mente.
A fesla, pois, de S. petelo nao deixara' eile an-
uo gratas reeordajes enlre o povo de Paris.
Nao houve mismo distribuirn de vveres aos po-
bres, nem mesmo os crimes por abuso de liberda-
de de imprensa furam amnistiados por S. Napo-
leao.
icnlimeiilu de le-
mor de Dos e de seus justos caslicus' ,\a0 |,a a_ parcial que esperdiea una dasjmais felizes npporlu-
ques aos seus desvarios: he arcessivel a lodos os
crimes, e ainda a aaaelle<, que o mais perverso pen-
samenlo ale podo recibir. A religiao para o espi-
rito he como a raalo para e peusjirienlo. O espiri-
te que nao he furlalecido pelos suaves preceitus da
religiao, he como o peaee ment que se perde no
iraineosuravel cairas da luucurt.
a esle paiz a prusperidade de qae
ni lade-, de dar
elle carece.
Quando vimos supplanlada a regeneraran, pre-
sumimos que nao havia ja lete dous partidos, o dos
Em urna caria de Francfort lc-se o seguate so-
bre as prelenres da familia Orleans :
Francfort 11 de agosto.
A duqueza d'Orleans parti de Sodem para l'iee-
rarek, donde deve dirigir-sc para Claremont a 21 de
agosto.
Sabis que ueste da ehega a sua maioridade o
conde de Paris, seu lilho.
A declarado de maioridade deve ser fela em fa-
milia na residencia da roinha Marta Amelia.
a As entreviste! do membros do partido orlea-
oiata em Soden, de que os jornaes lanto teem falla-
do, redurem-se a alcumaa visitas, qae cerlos perso-
nagens oolaveis fizeram a' duqueza d'Orleans em
Soden.
Mr. Thiers "qoe eslava com a familia em Soden
fez urna viaaem a Dresde e a Berlio, onde se demo-
rn alciins dias.
Deveis saber que exisle certa desharraonia enlre
a mili do conde de Paris, e o oulros membros do
ramo mata novo, par causa da quesiao da fusao.
A duqueza de Orleans quer seguir a nsca orna
sea marido, a qual se
I. m personagem, que chegou honlem de Fros-
dorlT, assecura que nada ha sobre elle objeclo por
parle do conde de Chambord.
- Pelo contrario esle principe recebeu ha pouco
lempo urna caria do duque de Nemours, manifes-
tando-Ule-os mais -inreio- protestos de dedicarlo da
parle de sna mai e de seus irmilos, e asseguranrto
que os seas sentimentos para com a pesioa du prin-
cipe sao os mesmos que sempre Ihe tem palen-
teado. i)
O marechal Pelissirr foi uUiuismenle nuineado
duque de Malakoff rom urna renda de ^n mil
francos. Corre que brevemente sena Humeado go-
vernadur geral da Alcona.
Fora Horneado ministro da instrncro publica Mr.
Roland, cidadao inicuamente desconbecido na po-
ltica do paiz.
Eis aqui o que acharaos escripto a seu respeilo em
urna carta de Paris :
um cerlo Knland para o lugar de ministro da ins-
tiucean publica. Esla nomeac,ao foi fcila cm oppo-
ifjle s tendencias de urna parle do clero.
(i O programma ajustado entre o chefe do Estado e
Mr. Koland consiste em fazer desappareccr os lti-
mos vestigios da lei de 1850, e em concentrar toda a
inslruccao publica nas maos do Eslado.
o Islo mnstra mailo|habilidadc por paite de um
governo, que ale agora nao lido melhor apoio doqae
o clero. ,
n Entretanto espera-se que Mr. Roland, qae tem
eiercido por muito lempo as funeces de ministro
publico, lera toda a energa necessaria para execulir
esle programma.
o De reslo os jornaesuniversi(ariose gallicanos fa-
zein-lhe o maior elogio.
o Eis-aqui, i "(lano, esla famosa lei de concilia-
rao combinada com lano esmero por Mr. Thiers,
de Fallnux, e os che fes da maioria do grande parli-
do da ordem.
F;m Inglaterra resolveu a rainha addiar aioda o
parlamento para o mez de novembro prximo fn-
luro. O paiz conserva-se tranquillo, nao obstante
escrevem de Londres ao Norte o seguinle :
ir Os carlistas de Inglaterra, depois de terem per-
manecido por larcos anuos em eslado de completa
macean, piiucipiam a acilar-se e a fazer demonstra-
(0*0 em Londres e em oulras parles em honra de Mr.
Johu Vrust, desterrado e ltimamente amnvsliado
pela rainha.
As tendencias polticas sao: o sufragio universal, o
voio do escrutinio secreto, os parlamentos annaaes e
o mndalo retribuido pelos membros da cmara dos
ciiminuiis. Os refugiados frincezcs eslabelecidos na
Inglaterra estao nas mais intimas relacues com os ci-
rtadaos carlistas, e Ihes tem promellido o seu con-
curso e suas demonstrarnos.
Li'i-sc no Jornal des Dcbats : *
Demos ha dous dias, a noticia de algumas con-
cesses que o rei de aples fizera nos lins do ju-
lho a instancias reiteradas das potencias (acciden-
taos* i
Hoje encontramos na (iazclta da Bolsa |
de Berln, urna correspondencia da Vienna, ij- e
pareco indicar que estas primeiras concessfies n o
salisfizerain as potencias occidontaes, visto que as
ne-'ciar.-s C'iininuaiii. c ipjc o cjabineU: de Vienna
se julga obri--adoa dar novos passos junto dr/ga-
binete de aples. Parece tambem que esla nova
represenlagao do gabinete austraco foi favoravel-
mente acolhida, e que o govarno napolitano est
disposto a fazer concessoes mais importantes e de
natureza tal, que satisazemas exigencias dos ga-
binetes occidentaes. Eis-aqui a correspondencia
de que se trata :
Vienna, 4 de agosto.
Hnniem leve lugar urna conferencia, que du-
rou rauitas horas, entre o conde Buol c o prineipc
Patrulla, embaixador de aples. Um pouco an-
tes, tivera o conde Buol urna conversaco assaz
longa com o barao de Bonrqueney.
O conde Buol novamenle expoz ao ombaxa-
dor das Duas Siciltas a gravidade da situacao, e
foi-lhc positivamente assegurado que se o governo
napolitano persislisse a na o fazor caso dos desejos
das potencias occidentaes, estas romperan) as re-
tacos diplomticas com o gabinete de aples, re-
servando-se depois a adoptar as medidas quejulgas-
sem convenientes.
U conde Buol accrescenlou qne a Austria,
depois de haver esgotado todos os meios para ob-
lor urna solu^ao, nao pedia deixar de oppr una
atlitudo passiva aos passos ulteriores das potencias
occidentaes. 0 conde Buol cliamou de novo a at-
len;o do principe Peinilla sobre os pericos a que a
conduela do governo napolitano cxpunha nao s
o reino das Duas Sicilia*, mas tambem toda oltalia;
perigos a que a Austria nao poda licar indiffe-
rente.
a O embaixador de aples pareceu compene-
irado da verdade das obiervacoes do conde Buol,
prometleu fazer todo o possvel para modilicar a
si inac. i, e den entender que o gabinete napoli-
tano comecava a hesitar acerca da sua polilica, e
que esperava transmiltir dentro em pouco conces-
soes. que satisfazem as principaes exigencias das
potencias occidentaes. Logo depois desta entrevis-
ta, foram expedidos para aples despachos do mi-
nistro dos negocios cstrangeuos e da chancellara
napolitana.*
A Oazelta a'Augslmurg publica a tegainle car-
la de uro dos seus correspondentes de Paris, com da-
ta de '2 d'agnslo.
O borle lirenier, ministro de Franca era Napo-
lei, intorroou honlem ao seu governo por um des-
pacho telegraphico, qae o rei de aples se decidi-
r alinal a adoptar algumas reformas na severa po-
lilica, que ale aqui havia seguido.
A *8 de julho, o rei Fcroando assignoo muilos
actos da clemencia a favor de pessoas culpadas em
delicio- polilicos, e o barAo Brenier manifesla a fir-
me certeza que lem dentro em pouco havera provas
ainda mais evidentes da mudanra da polilica inter-
na do rei, no sentido de moderar.ao.
(( O desarcordo, portanto, que exista enlre o go-
veruo das Duas Sicilias, e os das potencias ocdden-
laes tem lomado um carcter favoravel, e esle resul-
tado deve allribuir-se a inlervenQao do gabinete
austraco.
Sabe-soja que a re ola dos gabinetes de Londres e de Paris, conlinha
ama formal recosa, e alem riisso u rei tinha elle pro-
prio inserido nella alcumas passagens que deviam
ferir pesoalmente o imperador Napolean..
c O gabinete de Vienna couheceu este grande
erro do governo napolitano, e que poda Irazercom-
sigo graves consequeicias. O conde Buol apressou-
se a rccomoiendar ao ministro austraco em aples
que houvessc de fazer quanlo podesse, pan que o
governo napolitano reparasse o mal antes que o im-
perador Napoleao lornasse alguma medida enrgica.
a Os bons conselhos do gabinete de Vienna live-
ram pois um exilo feliz, c ha cinco dias a i*s de
julho, por meio dos actos de clemencia de qoe ja
fallimos, as relares de aples cum as potencias
occidentaes liram em melhor harmona.
He de esperar qoe eslas defiulelllgciicias sejam
applauada se a Auslria proseguir na mediacao.
Acerca dos oulros estados da Italia tudo o que te-
mos a dizer consta dos seguinles arligos :
De Turim. em 22 de agosto, escrevem o seguate,
ao Times:
a O Piemonle esta' armando-se e fazeodo pre-
parativos guerreiros como se estivesse era vespera
de urna nova collis3o.
As fortiflcarfiesde Alexandria e Caale progrl-
dam com rapidez. As Irupas foram empreadas na
ronslrucrao das obras.
zinista da noite de 25 para 2( de julho passado.
Creioque, effeclivamenie, leve lugar essa troca, i
qual, porem, esl bem lodge segundo os esclaroci-
mentos que lenho podido colher. de ler esse carc-
ter de gravidade que se quiz atlribuir-lhe. O go-
verno modenense, dirigindoao governo de S. M. j
rei da Sardenha, usou sem duvida alguma a in-
guagem que se coslumaempregar em qualquer com-
muiticacao de goirerno governo, c o gabinete sa"-
do nao foi por cerlo excedido pelo que toca a con-
veniencias e rorlozia.
De resto, a posicao do governo sardo, nesta oc-
casio como em militas oulras, eslava duramen c
definida.
Tendo feilo ludo o que poda para proteger ;s
fronleiras cahi mantera tranquillidadc, cumprira
o seu detar.
Nao pens que so possa com juslica exigir que o
Piemonle se eucarregue do fazer a policia dos outros
Estados ; isso nao Ihe compete. Foi por isso que
o governo piemonle/. se conientoit rom lembrar i
sua lin ha de conducta naquello negocio.
Esta posirao franca lie a consequencia da Ical-
dade com que esse governn procede nos seus actos.
Os oslados Romanos parceem enlrar n'uma nova
pliase industrial c commercial. Formam-se gran-
des companhias para explorar concessoes- que o
governo papal accorda depois de ler hesitado du-
rante lanos anuos.
At mesmo>a familia do papa nao esl isenia da
mana especulativa.
Ocavlleiro Maslai, sobrinho deS. S. funduu
un banco commercial em Singagna, sita paliia.
AdeaasK da parle da liussia em enlregar Kars a
Turquia, e sua occoparao da riha das Serpenles.po-
dnziram grande agitarao na Inslalcrra. que al
chegou a ordenar a sabida de nina esqnadra para o
mar Negro, entrelanlo ama entrevista que leve lugar
enlre o conde de Mornv, embaixador da Franca em
S. Pelersburgu e o principe tiorlschokfl, ministro
dos negocios eslrangeiros ru'so, bastou para qae tudo
fosse satisfactoriamente explicado.
Eis aqui como urna caria daqnella corle se ex-
prime a esle respeilo em dala de H do mez passado.
a Na entrevista qae o conde de |Moruy leve hon-
lem com o principe Oortsclisflnk,ministro dos nego-
rios eslrangeiros, deram-se explicarles acerca das
questes suscitadas pelas imprensas allemaa e in-
siera a respeilo da evacaario do lerrilorio toreo da
Alia Menor, e da oceupac,ao da ilha das Serpelos
pelos Russos. As explicaroes dadas fazem conside-
rar esle incidente Como estaudo completamente aca-
bado.
A proposito da ilha das Serpeles, asseveram-
me que n nosso gabinete nao leve a menor intencAo
de infringir o tralario de 110 de marco, reacendendo
o pinrel destinado a marcar n derrota para maioi
-ociiranc i dos naveganles. Elle mesme se absteve,
por em quanlo de emllir a suaopniao sobre o mo-
do de organisacilo d3 principados danubianos, qaer
no sentido da nublo, quer no de umi administrar.m
separada.
K O momento seria com elTeilo inlempeslivn para
a Kussia commelter urna, posto que pequea, iu-
fraccAo do tratado que de hoainenlo se presin a as-
lignar, e despertar com a sua ma feas desconlianca
e as susceptibilidades que teiu tolo o interesse em
fazer desappareccr.
a Mal se pode atinar com o motivo que levam os
jornaes inglezes a lanratem mAo da todas* as occi-
sioes para semear a discordia imtro a Kussia o os
governos occidentaes.
ci Eslou igualmente habilitado para desmentir
completamente a noticia de que a Kussia intenta
construir no colpho de Bothnia urna praca forle
destinada a substituir llomarsund.
oO general de Berg percorreu loda a Finlandia para
inspeceionar lodas as pravas fortes, do mesmo mo-
do que o general MourawielT no Cancaso, e o gene-
ral Slroft-oofl ua Crimea, os (fuaes quizeram ver
com os seus proprios olhos o theatro da guerra, e os
p-mlos abandonados pelos exercilos eslrangeiros. O
que se vai aqui fazer, he a roorgausarao do exercilo
e da esquadra do Bltico, bem como a coostrucedo
de vaios de guerra no Ocano Pacifico, o
Os Russos pedem a Franca qualrocentos mil fran-
cos pelos damnos causados ao palacio da embaiada
russa em Coustanliuopla, transformado em hospital.
A coroajao do czar lora transferida para o dia 7
de selembro.
Eis iqui oque sobre esle assumpto imblica o Jour-
nal de Debis :
(i He como lodos sahem, no dia 7 de selembro
prximo qaa lera lugar a enmaran do imperador
Alejandre em Moscow. Estamos agora ao fado da
lista qoasi completa dos Ilustres personagem qoe
devem representir as diflerenles cortei da Europa
naquclla ceremonia.Neila lilla l-guram 10 principes
que sao o principe Frederico Uuilh>- je de Pros-
sil, o principe F'rederico doi l'aizes--Baixos, o
principe Nicolao Aoguilo da Saecia, o principe
Christiano da Dinamarca, o principe Frederico de
Wurtemberg, o principe Carlos da Baviera, os prin-
cipes Aleandre e Laiz de Hesse, o principe t'ni-
Iherme de Baile, o principe Nicolao de Nasan.
Al mesmo o papa sera' representado nessa so-
lemnidade pelo cardeal Chigi.
Suscitara-se naturalmente a queslao de sabe? se
o representante da santa l assistiria a' ceremonia
religiosa, que ser celebrada segundo o rilo grego
schismatico. Secando urna correspondencia dirigida
de Roma ao Unicsrs, a quesillo foi resolvida adop-
lando-se ura meio termo. A missilo doeardeal Chi-
gi limitar-se-ha a apresentar ao imperadoras felici-
taroes do santo padre, e devera lomar todas ai suas
medidas para s chegar a Moscow depois da ceremo-
nia da sagracao.
e As nossas ultimas correspondencia! do mar Ne-
gro, diz o Pays, nos annunciam que o cunt a almi-
rante SU'vari, o qual se achava no porto de Trebi-
sonda no dia 5, acabava de ser informado da entre-
ga de Kars, e qoe razia preparativos para de novo
entrar no Bosphoro.
O principe Adalberto da Prussi* foi atacado na
corvelaj vapor oDanlzichii pelos piratas de Marrocos
junio de RifL O principe detendeu-se cora valor, e
coniegaio alinal repellir os salteadores, perdendo
lodavia no conflicto 7 homens morios, e (cando elle
proprio ferido.
O governo prosiiano, lembrado de que em 1&52
algum navios mercantes de sua nar-So for3m sorpren-
didos e roubados naquella mesma costi, esta re-
solvido a n.io deixar impone este novo aclo de ag-
cro'sao. lim despacho acaba de ser por elle expe-
dido a Londres, pedindo ao governo inglez que apoie
ama expedico qae a esquadrilba prassiana ha de
fazer naqucllas parageni.
A pendencia entre i Inglaterra e os Eitados-Lni-
dos lobre a qaeslao dos alislamentoi aeha-se (ch-
menle acabada, tendo sido ibsolvidos os aginle bri-
tnicos que nelle- lomaran* parte. Resta lodavia
ainda suspensa a questao da America Central.
O Herati, peridico americano, propoe que o
o islhmoseja oceupado pelos Eslados-L'oidos, oo in-
leresse di seguranra dos viajantes.
O ministro dos negocios eslrangeiros daqaelles es-
tados enviara urna nota ao ministro francez, o conde
de Sarliges, acerca da declararan martima hita nas
coufereucias de paz.
A America protesta contra a abolirn das cartas de
corso e aceita os outros tres arligos.
- que ubservou a crianri muilo esperta, elle iwaM
S'"* r*ta e leu-lhe o remedio e Sa
o dito Sr. tenorio, e disse-me ell., qaeelle lena lem
po de cheasr em casa dclle.quand.. a esrrava nne-
eoa a gritar com ama grande dor no cora, do e
venlre muito empinderado; ella loto .e'enjnri .,,
dar parle ao Sr. Tenorio. disse-ine ella que cll-
mandou dizer que bniassrm'clisteres 4e manle
ella nao adiando boro mandn dar p.rle enVirj
Luciana, e appli-aram remedios da dita Loriao r
com efleito aliviou do veniie,.BoriB licando tm .
auce a dor do coracao, e qae no lim de zl !,.,.
ahortou a dita escrav ; enlAu melhocou di dor d..
corarAo, e por. a minlia comadre os dedos nos denu-
da dita esciavs.e me disse,al empadre esli .|.
lando o' denles da dita osera va! e com efloil* vi-.,
em oro misero'estado. Esta he apara verdade do
qaf sei, eslou promplo a jurar qnands me fw pedi-
do, apezar de qoe a Sra. I). Filomilla. lilha de mi
nha comadre, me diase qoe a riil.i rmnha comadlo
Ihe mandara um eseriplo para que a senhora Lacia-
in jurasse qoe a crianca nsseeu viva, e qoe de nada
mais sabia, e que dissesse a Tihorlino.afilha da deila,
que islo rae-mii jurasse: eu lenho urna alma para
Jess (.Imito e nao quero perde-la, e por nao sn hei
de jurar a verdade, comn ciata diosa qae oavi t
dila minha comadre: pode V. Rvm. laaer desta mi-
nba carta o oso que quizar, para isso Ihe don lodo
o consentiinenlo poique ou amigo da verdade. he
V. Rvm. aminn allsncioso, venerador o criado.__
l.ourenro Rodrigues Lona.
Declaro mais que a muida comadre me disse que
a creanra naceu viva c sem nenhnm defeilo, c que
logo baplisou-se, e que rom poucos mlanles Aterren.
c no lim de duas s tres horas Scon bastante rasa *
iilo tudo que lenho dilo he verdad* e ulna armate*
a jurar: era a mesma.l.uiz Rodrigues Luna.
Eslivam reroiiheridos.
Illm. Sr. Antonio Ravinondn de Mello___Victo-
ria >'< de pioln de t8j6."=Reeebi hoje a -u. carta,
e sobre o conteudo della res pon lo,que nada me leni
a acra l-oor,porque he de meo genio fazer bem tas
lira ao mcu -eniolhaote-.o Sr.losc Sevennn eslava na
K-cada, nao iei se ja voltaria, e ea voa indagar para
mandar levar a rarla. A muala abortn haMitcni
urna crianra viva sem deleito algara, nem signalqor
podesse rolligir que fose por cansa da arre, Mm
por meio dos remedios que tornea nao foi seaas ar-
snico < en li/ ver qoe deviam reqaerer ala lamo.
de vesloria a respeilo, mesmo porque depois Oabap
Usada, com Ires a quatro horas mnrreu, lieaooo lo-
go prela como envenenada. II,pon,a d* sea vdlf
amigo e-obrlgado.-
reto.
Joiqoim Pelro do lleco Bar-
homens de hem e o dos fraudulentos ; pensamos que disposijao do lesiamenlo de
m*J,'m- J'- dol ean,r* Pra sempre. Engaui- |epaoe n loda a idea de reste.
e Esla disposioln foi eslabelecida em umi pooi,
mo-nos
Devem ler lugar manobras militares, e o minis-
tro da guerra ordenou aos cnmmandanles das di-
vi licenju. a lim de queeslejam sob as armas u maior
numeroapossivel desoldados desde o I* de selembro
al 15 de novembro, periodo fixado para essas
manobras. O general Trolti asiumio o coinmau lo
da fortaleza de Alexandria.
(&oi'te$ponbencia$.
HORRENDLM DlCtU.
Sn. redactores.Tendo en mandado publicar por
esse jornal ora annuocio, em esclarecimento a po-
lica da cidade da Victoria, no processo qae se esta
fazendo contra Jos Alve? Tenorio, peto erime de
envenenamento, e aborto pelo mesmo Tenorio pro-
duzido na minha escrava de nome Anglica, parda
clara, no mez de junho deste inno corrente, venho
agora pedir a Vmcs. a instrrao dos documentos qne
se seguem : a visla dos quaes ja mo he possvel dl-
zer-se que se persegue ao Sr. Tenorio, viilo como
servem de comprovar om ficto publico e escanda-
loso. O Sr. Tenorio ainda nao farto das victimas,
qoe, como he tbido, lizera na villa da Eicada, as-
sentou em saa consciencia, qOe devera vir fazer no-
vas viclimsi ni Victoria. Enlre onlras pessoas, qoe
me aflirmam all assaninara mdicamente, fora
urna senhora grvida, a qoem o Sr. Tenorio leve a
sem ceremonia de despachar desla pan a melhor vi-
Ipojuea 22 de selembro.
Pouco occorre depois da minha ultima misma
de l.'i du corrente.
A reluctancia escandalosa que as nossasadvcriLii-
cias lera opposto o nosso Urub', fax cora que o
en tregenlos ao despiezo, e o remet tetaos n corres-
pondente do Jornal do Commercio s para que se
va cntrelendo cora elle, emquanlo desrancamos um
pouco. Occupados constantemente com descrever
seus vicios, pode alguern pensar que somos iiapeDi-
dos por motivos pirliculares; entretanto pee o
correspondente cima dilo, que como morador que
diz ser'desta povoacao, e a quem nao deveaj sr
occiiltos os Teitos desse judas, qne o bata rom indo
o seu vigor e disposir-ao, com qaanto, seja qactn
quer que for o correspondente, tem de dcscer da
sua posicao, ocrup.indo-s,? com esse liomem, porem
bom he, que elle nao fique crocitando inclume
nesla ra.
Na q- Ihe diriji acuna -teda, dizia-lbe, que -i
rio Inojuca hnvii trasliotdado ; hoje digo-Kie, que
o croscimentodc suas aguas augmentara al a
noite do dia 16, c que 17 foi juc ptincipinu a
decliuar, porem lo no dia l'J se achava totalmeab:
em seu leito. Islo causou alguma surpreza, aau
pelo estraordinario da cheia, (que nao foi,) au-,
sim porque aflirmam, que ha muitos annos so n,)
lem dado cheias neste rio por este lempo.
0 pro-parocbo desla freguezia se inforiniva de
um sujeilo, cuja rraaa tinha fallecido, discircum-
lancias indispensaveis para Ihe eseripturar o bito
depois de saber o nome, idade etc., -lerguato
o pro-parocho de que molestia morreu sua irajia .
Melhor saber vrjes que a confessou 1 Fui eoafes-
sa-la, he verdade, porem nao foi inquerir da sim
moleslta Pois enlao ponba ahia defunu
faUeceu de molestia natural. Esta agudeza d'ea-
teodimenlo he congeniu de um emhusteiro, que se
apregoa nesta povoai;o, como prirneira capari-
dade.
Sr. caixeiro, basta de unto incommodir aos si-
sinhos com os seus loques de zabuinba e caixa, so-
bre o balciio da taberna, aronipanhados de cantigas
allricanas, as quaes Ihe di Smc. o titulo de a-
rias, e com o que os nao deixa gozar o l-eJIo aum-
no, Smc. pode trocar o dia pela noile, elles na
esto para isso, de dia tem suas oawperoes, de noi-
le querem descanr*ar como he justo. Ante* Sa-c.
se envergue no seu palitot, ponha o seu rraT0 en.
carnado ao lado esquerdo do peilo, e va para a
calcada contra-dansar e walsar, para que as meni-
nas conhecam suas lillas prendas, e os moleques o
desfructera.
O sacrislao da matriz desta freguezia, be bom
que se torne mais promplo, quando ouvir fora rio
horas tocar o sino daqnella igreja lio liescomiie--
sadaraenle, para assim evitar que essa deuda se
sirva della para incoramodar tos moradores, canto
acontecen urna noite desta semana, oo enlao lire-
llie o badalo, se lie possivel, o est todo sanado.
O Sr. Dr. subdelegado, com reao acreditamos
qae ignora da exisicncia della nesta povoacao, q
do que pralica, do contrario ja he teria dado al-
gum destino, porque nao bavia consentir entre a
povo um mulher douda, atirando podras e o qm
ach para dentro das casar, c carreado airas dos
meninos pan os locas de ccete, pois elle sabe i-uc^
dahi pode resultar algum mal. "
A feira de que Ihe fallei a scmini pro-tima pas-
sada continua, ainda qne com pouc eanrurrenn
com tudo na ultima, que foi a SO, apparecou atl
guniafarinhaa JO e 24palar4>carBedoSc3ri,hra-
lluo e frutas; e maiaram guaira bois para acou-
gue, cuja carne foi vendida a 12 patacas a arrohi
Deosqueira que ella persistae augmente.
A saude publica pouco soflre, e nada da epiJc-
inia. A a semana decorrida de 15 a esta Jala.
6ouveram nesu povoacao tres enlerraninios, sendo
dous prvulos na igreja do convenio, oumadullo
na igreja de N. S. do Lirrameato, que serve de
matriz.
As chuvascessaram do dia 16 para ci, o que
muito lem salisfeilo aos senhorcs agriruliore-.
Aceite meus respeilose sou.
l'm patstrimh.
'. S. Os vendellies daqui, o al mesmo
ora que concorrem a esle lugar, para vender
seus genero?, malam o povo com a falsilieacan du
pesos e medidas, destas, oj tratantes usara d'nma
para comprar, outra para vender, esla menor, j-
quella mais avullada ; pois os K-ougiaas, islo la-
urna california para os -nirchanles Ao Sr. b-, al
compete editar, que o povo seja victima de ',al tr-
licanria, r"niiito se couiia na sua proverbial dcdl-
ea<;o aos seoi deveres.
.Sftfcore.s redadnos.Fallara a m aever. e r-
rii inlo por ingnlo, Vasjtnr meio da imprecisa dei-.a--
se de agradecer a lodosas mor'.dores da primeir..
da, inandando applicar-lhe clisteres de toucinho. O dislrido da freguezia do Se-alissimo Sarramenio dr
r;r.e;"--.!,i .!LS?,. c--CIei,.:,r !***, e | Santo Antonio desla ridade, qoe deram-me seo va*.
manleiga, qaanto o era o Dr. Sangrado dos aem s- para ser eu reeleilo iniz de ni- du- jiuarlo anua. 4
pec.llcos, porem, com ama grande difler.nca i que mesma fregaezia. visto o ni-., "podeTIAC ,^.1-
o Mr. lenor.o envenena antes, para ao depois appl,- mente par. com todoi, po-que i," oiiu^ Wa
car cmcliileres maoleigae toucinho, aoVassoaoe; elles. q ,!,,0"' '"*" **>'
acia iillimn ati*v itsiii Has -------'**' ,_ ____. ,
snf^m.o r men'0 ** P*" M P
.o.., que concorreram pi,ra h. reeleirla, ficaa-
ocdl lros,nf1au" es'. mmmSSm.m
decido por Iam. bondade.
Recite M de seiimhro de liV*.

ILEGIVEL
esle ultimo irt usava de seos especficos sangra c
agua morna.
Tal he a nossalinfelieidade, que um homem iano-
raatee sem Ululo algum, ande ceifaudo as vid,, a
seu bel prazer! E .sto nada he: sofTra a hamanida-
de II. Em addilamento ao lestemunlio abano publi-
cado, declaro ao publico, qoe Tenorio i ha muilo
Caetmo Pinta di \ eras.






StAJrN BS PtlMIBKV QURTfi FEir.1 24 ScTcMtRB a ig&B
JitbtctfSo freftrw.
AO 1LI.M. SR.
CAET.VNO ACiAPirO DE SOZA.
o. o. r.
heos le salve, Caelano; amico eerlo,
Negociante probo e verdadeiro ;
i'u es da oscilo Losa o roais Ilustre,
Em presar a virtude es o primeiro.
Se cu pulera, meo charo, roroar-le
Com uro laurel precioso aon-luzente,
Eo lo faria, como em leslcmunlio
lie minlia gratidilo eternamente.
A verdade he de Des* liba querida
lie loo alma o mam bello ornamenlo,
E de sinceros eoracSes appelecida.
Ca' na Ierra le d Dos paz e venturas ;
IV no coi os seus dona cora su;i gloria
Te (."-a a mais relia; dM creaturas.
I'or um .'ni amigo.
ERRATAS.
\.i publicarlo a pedido do Sr. padre Juito lloren-
lino do Reg, ein Inaar nu priucipio) de Hcrculano
do Reglea-seJoSo 11 co ulano do Reno : onde
e diino mez de ulholea-seno mez de junlio:
e onde se diz V. S.loaseVs. Ss.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 1|- a 90.1. e 27 :l|8 a (0.
i P.iris, XA) a Xi> rs. por fr.
o Lisboa, 98 a 100 por *, de premio.
Ro de Janeiro, 1|2 a I por Om a ," e :t" dias.
Ac<;ocs do Banco, 60 a 70 0|0 de premio,
a companhia de Reberibe ilSOOO.
u u compaDhia Peruambucana ao par.
tJlilidade Publica, 30 purceuto da premio,
o Indemiiisadora.52 dem.
u da eslrada He forro20 por 0|Q de premio.
Hi.sroiiln de ledras, de 7 a 7 1|2 por 0|0.
Hilo do banco7 a 8 p' 0|fj.
OuroOiu;as liespanhulas. 28 38)500
Moeda* de fdlK) velhas .... 1i;shki
08100 novas .... IfigOOO
o 1000.......95000
l"iala.Palaccs brasileiros......2j.000
Pesos eolumnaris......jOOO
p mexicano....... 1;8(>0
dkFANDBUA.
Heudimeolo do dia 1 a 22 .
Idsin do di) 23......
I52:0hj:il
7:9I0j8I3
1500950174
Oescarregam hnje 2i de 'ctembro.
liilera ingleza--/.ind7imerca lorias.
Patacho americanoKiiu/fisherfamilia de Irigo.
Polaca hespanliolaSapholiversos eneros.
lliale brasilciroihaidosogneros do paiz.
IMPORTAgAO .
11 vale nncional o Duvidoso, viudo do Araca-
ly, consignado Martina & Irmaos manifeslou o
seguinle :
450 esleirs, 7 pacotes calcado ; aos consigna-
tarios.
157 niolhos, pellas de cabra, 82 meios de sol-
la, 2 caixotes ruina, 1 omhrulho peanas, a.l. I-
P. Vianna. #
116 molhos amis 2:000 conrinhos, 708 meios
de sola, 577 couros salgados, 1 barrica salgado, 8
saceos goiania, 1 dito cera, 1 fardo baeta ; a
urdem.
Patacho americano Kog-fislicr,vindo da Bos-
ton, consignado Hanry Forsier tou o seguinle :
1 caixa coro uttt mnibus, 8 todas e arrcios pa-
ra 6 cavallos,'! eixps com mollas ;a ordem.
9 bojes de madeira, 700 barricas familia de tri-
go, 1 pi de bandeira, 1 barril tinta, 100 ditos
pregos, 4 caixas |>goes, 1 dita lijollos,4 caixas ly-
pos, 40 caixiohas cha, iO caixas vermfugos, 1 cai-
\iiiha ignora-se, 1 macliina de copiar carias.
KHAL.
. 10:7725g!9
oONSULAIH)
Keudimtntn do da 1 a 22
dem do dia 23
11:09>">7S
i.lVKHSAS PROVINCIAS.
Rendiroenlo do dia 1 a 22..... 1:0013010
dem do dil 23........ ISfOOO
1:013*616
DESPACHOS DE.E'v.POIUACV>Vm.A MESA
HO CONStlAWO DKSTA ClDADE NO 1)1 X
23 DElSETEMBHO UE I816.
LisboaBngoe porluguez Esperienciaii, Menoel
do Nasciroenlo Pcreira, 151) saceos assucar mas-
cavado.
Exportacao .
I'.ear.i, lancha bras'leira oS. Joao, de 38 tonela-
das, conduzio o seguinte : 30 barra e 60 meios
dilot manteiga, 75 barris tarinha de trigo, 4 caixas
papel, 1:1 barricas geuebra, 2 saceos alfazema, 15
diios pimeuta, lardos r,mella, 1 dito cravo, 10
meios barris manleiga, 20 caixas champagne, 4 pi-
pas e 10 barris vinagre, 12 ditos vinho linio. 15 di-
tos e 8 quartolas rlilo branco.
Rio de Janeiro, escana brasileira Jos, de 115
toneladas, conduzio o seguinle : 1,315 uceas mi-
lito, 1,497 meios desoa, 371 massos de eouros de
cabra, 150 caixas velas do carnauba, 32 saccas e 1
barrica eera de carnauba, 2 caixes espanadores, 5
sufroes rezioa de anulen, 5 dunas de taboado, 3 sac-
eos, sement de al2oel.ni.
Barcellona, brigoe hespanliot Jaymc Ferrw, de
283 toneladas, condoli o seguinle : 796 sarta
rom 4,154 arrobas e 220 libras de algodao em rama.
Paraluba, brigue hespaoliol Angele, de282 tone-
ladas, conduzio o seguinle: 1,300 couros seceos
rom 33,921 libras.
HbCKBKl'OHIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimtpto do dia 1 a 22 15:9700122
dem do dia 23........ 7I5J909
16:6863031
cm 11 de niaio de 1855 ; a Joaquim Jos
Apolinario.
Marca A C. 1 barril vazio, nelo brigue portu-
guez Experiencia, em 13 d junhuUu
1855; a Tlinmaz de Aquino i'onseca &
l'ilho.
dem ?, 30 caixotes pela barca portuguesa
Gratidao, em lli de novemhro do 1S55 ;
a Henry Payante.
Idcm M, 10 barricas pelo mesmo navio, na
niesma data ; a Jo5oTavares Cordeiro.
Letlrciro t 8 Muller, 1 cmbrulho pelo navio
litio, em 29 de maio de 1854; a ordem.
.Marca V L, \ caixa pelo navio francez Jos
em 16 de Janeiro de 1854; a Vctor l.asne.
Idctn It ck B,l dita pelo navio francez Beau-
jeu, em 30dcjullio de 1853 ; a Olivitira
IrmSos.
Sem marca, 25aduelas pelo brigu.' portu-
gut'z Laia lio, cm 4 do maio de 1855; a
Thomaz do Aquino I'onseca 36dilaspelo brigue porluguez Experien-
cia, i) em 13 de junho de 1855; aos loesmos.
Marca B & C, 1 barril vaso pelo brigue por-
luguez Rpido, en> I de jullio de 1855;
aos inesftios.
dem G v G, 2 caixotes pelo hiato nacional
Lindo Paquete, em 23 de maio de 1855; a
ordem.
I.etlreiro t Kalkman, 1 embrullio pela barca
tngleza Bonita, em 14 de maio de 1851.
Lctreiro Adamson, 1 dito pelo navio inglez
liacliel, em 25 de juntan oe 1851.
Idcm A. S. Corbertli, 1 dito pelo navio inglez
Ida* cm 26 de juuho de 1851.
Marca K lt, 1 dito pelo navio inglez Pales-
tin, em 3dejullio de 1851 ; a Kalkman
Irmaos.
dem triangulo, 1 dito pelo mesmo navio, na
niosnia dala ; a J. Keiler & C.
Idcm II M, n. 3, 1 -caixa pela barca ingleza
Bella, cm 13 do tnarc,o de 1852; a ea-
ne Youle & C.
Sem marca, 1 caixa pelo navio Amisadc,
cm 22 do fevei'cno de 1S53 ; a oraem
Tato de passageiros.
II colches, 3 travusseiros, 1 sacco, 1 ces-
ta, 1 lata, 16 caixas, 1 bahu', 3 garrafas, 6
embrulhos, 16 caderuos de papel, c 12 car-
leiras.
Alfandega de l'emambuco 28 de agosto de
18560 inspector, lenlo Jos l'crnandcs
Barros.
$e*iijiKa.:jK
CONSULADO PROVINCIAL.
Hradlmento do dia I a 22 17:9V7s78'
dem do dia 23....... 1:127;398
19:0755lSt
Hados entrados no dia 23.
Aracat\18 dias, Mate hrasileiro Dovidosoa, de
iu toneladas, mestre Estacio Mendes da Silva,
equipagem G, carga sola e couros salgados; a
loaquim Martins Irmaos, Pertencea Pernam-
buco. Paasageiro, Antonio Joaquim de Brilo de
Oliveira 1 ciiado.
Barcellona e Malaga30 dias, samara hespanhola
Claudina, de ItO toneladas, capitn Ezequiel
Marittaoy. equipagem 10, carga vinho a mais g-
neros ; a Aranaga & Bryan. Perteace ao porto
Mataro.
Marselha, Malaga, Lisboa e Tenerife29 dias, va-
por francez Franja, eommandanleMichel Bnie.
Seguio para a Baha e Rio de Janeiro, levando
desta provincia os passageiros F. Amonio da Con-
ceicao Mara, Antonio da Silva Gomes, Madama
l.educ e 1 lillia menor.
, Havio salado no mesmo dia.
ParalabaBrigue bespanhol Anael, ranilan Jay-
me Rodos, carga eouros e laslro. Passageiro,
AnlmiTo-Ail-u'l" da Costa Cuimaraes.
mmes.
Exstndo nos armazens da alfaudega,
alm do lempo marcado pelo regulamento
de 22 de junho de 1836, os voluntes abaixo
mencionados, s3o convidados os seus donos
oh consignatarios a virem despacha-los no
prazo de 30 dias contados da data deste, du-
do o qual serSo arrematados cm hasta publi-
ca, sem que em lempo algutn se possa recla-
mar contra o efjfeilo desta venda.
Marca A M, n. 3, 1 caixa vinda pelo'brigue
Alegre, em 20 de julSo de 1853, consig-
nada Jos Martins de Siqueira.
Sem marca, 2 pedras de cantara, pelo bri-
gue porluguez Mara Feliz, cm 5dese-
tembro de 1853; a Antonio Valentim da
Silva Barroca,
lima gaiola polo mesmo navio, cm 15 de se-
lembro de 1853; a Joflo do Moute.
Ua canasta vaza pela barca portugueza
Santa Cruz, em 19 de dezembro de 1853,
a Francisco Alves da Cut>ha.
Marca F, lecaixfes pelo mesmo navio, na
manta data ; a Jos Fernandes Ferreira.
Lclieiro, 1 caixote pelo mesmo navio, na
mrsmadata; a Manoel Joaquim Hamos e
Silva,
dem, 2 ancorlas vazias, pelo mesmo navio,
na mesma data; a Joaquim Antunes da
Silva.
Marca T B L, 1 caixote vaso, pelo brigue
Triumphantc,.. cm 1 de abril de 1854;
a ordem. *
390 paroleiras, pelo brigue portuguez Laia
11, em 29 de dezembro de 1854 ; a Fran-
cisco Sveriano Rabello & l'ilho.
SOOdila pelo mesmo navio, em 4 de maio
de 1855; a Thomaz de Aquino Fonseca ct
Filho.
500 ditas pela barca portugueza Gratido,
0 Illin. Sr. regedor do Cyiniiasio manda convi-
dar aus pas ou curresponileiiles dos aluniuus inlcr-
nos, iueio-peiiioiuslas e externos, para que no pra-
10 de 0110 di,ls, enlrein com uin quarlel aiunlado,
que tem de principiar no !. de oulabro vindouro.
Secretaria do Gymuasio Provincial de Pernambu-
co 22 de setemhro de lSti.O serrelarlo, A. A.
Cabral.
DIRECTORA CERAL DA INaUCCAO
PUBLICA.
Pelarespccliva*5ecrelaria se faz saber a qoem con-
vcr e iuleressar, que o praM marcado para a ins-
cripjao e prncesso de habililai;3o dos concurrentes a'
caJeira vaga de nistrucr.ao primaria do Cillegio dos
Orplios de tiln,la, termina no da 22 no crrenle.
O que para constar e man leu publicar j presente
pela impreusa. Secretaria da director (ral 20 de
seterabro de 1856.O secretario, Francisco Peieira
Freir.
DIRECTORA GERAL DA INSTRliCCAO
PUBLICA.
Pela respectiva secretaria se a/. saber, que a-
chando-se vaga a cadeira de instruccao elementar do
l.-grao da villa de S. Mara da Roo-Vista, por
jobilaoao concedida ao protenor, que a regia, o
lllm- Sr. director geral manda annunciar o prazo
de 60 dias,que lica marcado.a contar da dala deste,
para a iascrpro e processo de habilitacao dos can-
didatos. Secretaria da directora geral 20 de se-
tembro de 1856.O secretario, Francisco Pcreira
J? reir.
Pela mesa do consulado provincial se fai pu-
rifico, que 110 ultimo do corrente mea tem de ser ex-
Irahidas para seren remedidas para o juizo, afim de
seren aseculadas as rclace dos devedores que dei-
xaremde pagar seus dbitos como sejam as do im-
posto de decima, i p,, sobre diversos esibbelecimen-
tos : 1:2003 sobre casas que veuderem bilhelesde
loteras do nutras proviucias, iOs sobre caas de ino-
dai, e 20o obre casas de jogo de brillar. .Mesado
consulado provincial :: de srlenihro de IKti.
Antonio Carnciro .Machado Rios^
O administrador da mesa do coiAulado pr<,fTi
cial avisa a quem iuleressar, que por oflieio do uHJ
Sr. presidente da proviucii de 27 de adusto prono o
passado,foi approvada a medida proposla por esta l-
l'ai eo de serem obrigados os coulribuintes qunniio
lenbam de parear o imposto de declina, e 4 "v a apee-
fonlar os ltimos conbecimentot que moslrem at
qaando pagaram os ltimos imposto* a que sao obri-
gados por le, alm de se evilar duplcalas de paga-
mentos. Mesa do consulado provincial 3 de selem-
bro de 1856.--Antonio (.inicuo Machado Rioi.
Relarao dos aojados, que tem de ir a praca no da
24 do crranle.
Sapatos do couro envernisado para homem,
meias de algodao para hnmem, chapeos de palha
dobrados, cassas eslampadas, peitos para camisas,
chapeos de pello da seda, ditos de feliro, chinelas de
laa, candieiros, caserniras. chitas, panno de la,
diales de algodao, mantas para cavalk), corles de
vestidos de seda, pecas de seda lavradas, relogios
para cima de mesa, latas de sardinhas, corles de
vestidos de cassas com babados, burra de ferro, os-
pelhos com capa de papel,frasqunhos oleo para ca-
bello, agua de Colonia, livros impressos, ahsinlo,
riscados u. algodao, chitas, chales de merino bor-
dados, tinta para escrever, queijos suissos, Alfan-
dega 23 de setemhro de 1856.
O segundo escrpturario.Oliveira.
A administrarao geral do* ealabelecimentosde
earidade manda fazer publico, que no dia 25 do
correle, pelas qualro horas e meia da tarde, na sala
das anas sesses, no largo do Paraizo, continua a
prtra d* casa o. 30 da ra da Cadeia do Recife, pe-
lo lempo que deeorrer do dia da arremataran at 30
de junho de 1859. Os prelendenles dirijam-se ac lu-
gar e horas aprazados, acompaohados de seus fiado-
res, ou munidos de cartas destes.
Administrarlo seral dos estabelecmentos de eari-
dade, 23 de aetembro de 1856.
O escrivo,
Antouio Josc Gomes do Correio.
_ O lllm. Sr. inspertor'da tliesouraria'desla pro-
vincia manda fazer publico que a arrematado do
patrimonio da capella vaga de Santa Rosa de Lima,
annunciada por edital de 22 de agosto prximo pas-
sado, para o dia de boje, ficcu transferida para o dia
27 du frrenle mez.
Secretaria da thesoDrar de fazeoda de l'emam-
buco, 23 de setemhro de 1856.
O oueial-mainr,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
De ordem do lllm. Sr. capitae do porto faco
publico as iradueces junlas a esle, de varios avisos
que foram remetlidos a' secretaria de estado dos
negocios da inirinha pala dos cslrangeiros, an-
nunciando aos navegantes o oslabeleciment de
pharoes e luzes fixas em diversos paizes, e a an-
nulacao dos signaos que haviam na costa de Mos-
quito ; mandando o lllm. Sr. capitao do pono
fazer a puhlicacao em eumprinionio da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia datada de honlem
referindo-se ao aviso imperial dt. 27 de agosto l-
timamente lindo. Capitana do oorto de Pernara-
buco 19 de selembro de 1856. () secretario__Ale-
xandre Rodrigues dos Anjos.
TRADUCCO.
Aviso aos navegantes.
N. 13.
NORUEGA COSTA DO OESTE
Pharoes do canal L^IToden.
A repartirlo da marinha real da Noruega cm
Qiristiani acaba de participar que no dia 20 de
Janeiro de 1856 ero dianle, osdous seguintes pha-
roes no canal que conduz s ilhas de Lollodon se-
rao acesos.
Pharol Siaaholnien na estaco de Pescara Skraa-
ven.
Esla luz he fixa e do cor natural, e esl collo-
cada na pona do osie da ilha, em urna elevacao
de 30 ps cima do nivel do mar, o deve ver-sc do
convs de un navio em lempo ordinario na dis-
tancia do 7 militas. Porom apenas allumia de O.
4" do sul 1(2 S. para o oeste at N. O. 4.* N.,'
do N. 4. O. para norte. A casa do pharol
esl na laiitule 6S.9' 30 norte, longitudu 14."
4r 30" este de Greenwich.
As emhiTcacocs, que se dirigen) para Slab-le-
den, o caial do osic para Skraaven, deven con-
servar-se fas de Siaagrudem (cuja cxlremidade S.
O. lica 1 osie do pharol), conservando o pharol,
E. 4. N 1|2 N., que conduz livre da ponta do N.
do Siab>cn. Devc-se seguir o mesmo rumo am
rno^l
a pin
la pona do noria do Basvigsholmen, alo a
na de leste, donde se pode seguir para o
ancondouro em rumo de sueste.
O canal nina benavegavel para cmbarcacOes
graades. Outro canal chamado Masu-leden. he
ILEGIVEL
I somente. praticavcl para boles, c esta Iluminado na
I dirercao do N. 4. O. para norlo.
kieoen, 011 pharol da ilha Kieem Svnlrujr.
Esta luz be lixa a do urna cor natural, o est
rollocada na pane do sul de Kieoen, em una al-
tura de 52 ps cima do nivel medio do mar, c
dove ver-se do convrj (le um navio, em lempo or-
dinario, na distancia! do 7 inilbas, cm dirercao
S. O. i.' S. ; e depois cm volla [10I0 S. e leste pa-
ra nordeste.
O pharol est na lai litada 6S 13- 15" N. lon-
gitude.ii* 37' O. a I kle de Greenwieh.
As emharcaroes qm vem da osie para o canal
do sul lioal heens-leijon, podero melhor, dopois
de haver avistado o pharol, seguir para elle al
que se aporoximem as ilhotas altas, que licat. ao
sul de Kieoen, e epto devein seguir prximo ao
longo da costa do eme de Kieoen, evitando desta
ntaneir.i lano Havahljonei, como Kieod-grand mais
para dentro. As cinbaJcacoes que se approximam do
lslo devem ter cuidado em nao pausar para lest-
de Kiuu-ii lilen. ou Irona ; e jiorlaiito nao se ape
proximar mais ao pharol, e que llie fique lugar
para passar ao sul du-j ilhotas cima nomeadas, em
frenlu a ponta do sul do Ki
.leoen, dn qfla se lica
o4slo quando o pharol demora

cano entrelerilo ao publico por espaco de algum, O senle liona, de ordem do Exm. Sr. I)r.
lempo, com os mais indos piasu e aa mais lindas I juiz especial do rnmmercio, segundo o seu despacho
.erando nao desmerecer proferido no requerimento dos depositarios da nat-
a vez o arolliimenlo que sem- | sa fallida da Cruz & '.ornes, fara' leil.lo das dividas
aclivas pertciireules a dila massa, as quaes moiitam
posicoei sobre a
esla u'
pnttoran
pre 1 he
ilade.
peeaiidn nao desmerecer !
o acolhiii
dislineto publico desla
He ele o divertimeiilo que os directores da con.
panhia c-collicram para enlreler ao publico nesla
iillima iinile. visto que leein de relirar-se para o
Maranliao com a 111a rnmpnuliii, onde sao espera-
do*, esmerando ao me rorra anda esla vea ao espectculo para mais brl-
Inaolinno, c junlarnenle para te tornar mais com-
plela a dadiva que elles li/.eram a aquelles, que e
i re-1 iram sempre aos seus trabnlhos com lodo o es-
mero.
<* bilheles acham-se a venda no logar do cos-
t tune.
9Ct>ido$ Mmit.w&.
'. a quanlia de 14:224(159, cojos documentos, livros,
ele, se arliam em poder do senle anniincianle,
' para os venlmres prelendenles eiaminarem : sexla-
| feira 2(i do cnrrenle, ao ineio dia em ponto, un ar-
marein do dilo ageule, na rua do Collegio 11. 15.
PARA A BAHA.
A veleira sumaca CMlron anda recebe alsuma
Carga para a Baha, para onde segoira' em poneos
dias : quem nella quizer carregar entenda-se com
seu consignatario f)omiugos Alves Matheus, na rua
de Apollo n. 23.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Ztk&Z :*Krft>*.
y*ca
IRMAKDADE DE NOSSA S.-FUNDICA DE COBRE ORON-
DO BOM COHSELHO. ZE, FEftROs TUBOS DE CHM-
Pelo presenteso convidados lodos os
irmaos desta contraria, a se reuniren
lioje a's ." e meia horas da tarde, alhn de
se fazer o aclo da posse da mesa, e elei-
eoda jui/.a, esetivaa e mordonias.
Traspass.t-se*ate odia 20 de levetei-
10 vindouro, o arivndamctiln da casa e
sitio pertencente ao Sr. Francisco Mar-
livrc pelo lado do
ao N. N. O.
Esta luz nao serve para gui? do canal de leste
para Svolvocr. Fica coberta para o lado ,1o Rod-
bolm *, demaneira que se nao vr sean quando
se esliver bem a leste da ilha.
Ambas as luzes supra serio visiveis do I. de Ja-
neiro al 14 de abril, o durante o mez de Janeiro
eslaro acosas tanto do dia como do nnilc.
Todas as demarcacoes sao magnticas Var ia-
co 15 O. em I86.
Por ordem de Ss. Seiihorias.
Assignado, John V\ ashington, hvilrographo.
Reparlicao hyjrograpliica. Almiranlado do
Londres 1 de marco de 18,"i6.
Esle aviso alTecla os seguintes mappos do almi-
ranlado: ndice dos mappas da -Noruega a l plandia 11. 2303 ; rosta do oeste da Noruega fo-
IhasOelO, 11 2311 o 2312, c mais lista de
pharoes do norte da Europa ns. 268 a. h.
TRADDCf.IO.
Aviso ao-i iisvenits
S. 12,
CALIFORNIA. COSTA DO OESTE.
Pharnl revolvenle na Ponla-Conceicao.
A direcloria de pharoes dos Atados-Unidos aca-
ba de publicar, que no dia 1. do Fevereiro de 1856.
urna luz revolvenle ser coocada na Ponta-Con-
ceiro, na entrada de oeste do canal Santa Barba-
ra, na California, costa do oeste da America do
Nono.
A luz he brilliante e rovoive duas vezes por mi-
nuto. Esl collocada cm urna elevaro de 250
pos cima do nivel medio do mar, e deve ver se
do coins de um navio em lempo claro na distan-
cia de 22 milhas. He da nrimera ordem do sys-
tcma de Fresnel.
A torre do pharol he de lijlo caado, de 30
ps de altura, e eleva-se do centro da morada do
uarda. Esl collocada prxima a cxlremidade,
e na parle mais elevada da Ponla-Conreigiio, na la-
titude 34 26'47" i\.; longilude 120 25'33"
oeste de Greenwich, com as seguintes aproxima-
das demarcacies c distancias : atremidade do 0-
sleda ilha de S. Miguel S. 12 E. 20 1|2 mi-
lhas; exlremidade do osie da ilha de Sania Cruz
S. 07o E. 30 milhas.
liaixn Cortez na California.
Osuperintendenle (da vcslori.i da cosa dos Es-
tados-Unidos acaba do publicar que 9* descubri
um novo rochedo sobre o BaixoCoriez, -i milhas
ao S. O. do rochedo amigamente descoberlo. e
nalau'tude 32" 26' 42" N.; longilude 1197'
23 quasi osie. Cansidera-se provavel que o
Baixo Corlez 011 recife possa tor 15 milhas de
comprimento, composto. de dilerentes ponas de
rochedos, que se approximam mais ou menos su-
perficie, com agua funda em circumfercnca. O
corpo principal do baixo est cm 32 30' _N
ongiiiide Il!) 10'30" ao oeste de Greenwich.
l'odas as doma reamos sao magnticas. Vaiia-
foes 13 1|2" E. cm 1861.
Por ordem de Ss. Senhorias.
Assignado, John \Vashington, hvdiographo.
Heparlicao hydrographica do almiranlado.
Londres, 25 ilu feverciro de 1856.
Estas noticias alTeclam os seguintes mappas do
almiranlado : mappa do Pacifico folha 3 n.
2440 ; Ocano Pacifico do Louria folha Califor-
nia. Vastara da costa dos Estados Unidos; map-
pa da S. Francisco para S. Diego. Assim como
asdireccoesde Findlay 1. vol. folha 321 ; e Lis-
ta de pharoes da cosa do osie da America do
Norte n. 29 B.
Espera-se do As a veleira barca Imperalris,1110*^e Lemos, na Passai;cin da Hagdale
a qual lera' aqu alguma demora para receber cera- na : miem o pretender liriia-sc B til 1 d.
vos a frele para .. porto Indicado : IrsU-se com Ala- Ti, ;* tlu"ut-' U" sc "' <
noel Alves (iuerra, na rua do Trapiche 11 l'i. Hapiclie, armazens ns. 9 e II.
l'ara Lisboa pretende sabir breve o brigue por-
luguez Experiencia por ter ja parle do seu carrega-
menlo proinplo; quem uo mesmo brigue quizer
carregar pode,entender-se com os consignatarios A-
moriiii Irmaos &|C, roa da Cruz, 11. :l, ou com o
capilao Joaquim da Silva Reina na praca do Com-
mercio.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro e bem conliccido patacho nacional A-
mazonasu pruleiide seguir com miiila brevidade ao
Rio de Janeiro, tem nrompta melada de spu rane-
gamenlo ; para o reslo e cscravos a frele, para os
quaes tem eicellenles commodos, IrtU-M com o seu
consignatario Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo,
rua da Cruz 11, I.
I'ara o Rio de Janeiro >egue com brevidade o
bem coubecido brigue hrasileiro llariinaa, c rece-
be carga a frele : quem no mesmo quizer carrejar,
entenda-se com Manoel Ignacio de Oliveira na praca
do Corpo Sanio, escnplono 11. li, mi com o capito
Jos da t.uiili, Jnior.
Para o Ceara' Mili em poucos dias, por ter o
seu carrrgamenlo quasi completo^ o palhabnte An-
glica, mestre e ortico Jos Joaquim Alves da Su-
va ; para carga e vassageiros l'rala-se com o mesmo
mestre 011 com o consignatario l.uiz Jos de Sa A-
raujo, na rua do ISrum 11. 22, -ou na praca.
P.IM
GRANDE
BAILE POPULAR
DE
mascaras v phanlasias,
NO
PALACETE DA RUA DA iMAIA.
SABBADO 27 DO CORRENTE.
A pedido de alguns inlWntes dos bailes popula-
res, por isso os directores esperam grande concur-
rencia, e promeltem envidar todos os e.turn para
que cuntir ue a reinar a boa ordem e decencia que
at aqu se (em observado.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
espectculo monitro c ultimo
DOS GKA NES E BKILH ANTES S01RES
da companhia
ROBERT E DEVE\l\.
Em lavor do billieteiro e caraaroteiro.
Sabbado 27 de seterabro de 1856.
Iji;o qnc os Sr>. professores da orcheslra tverem
fiudado urna bella ouverlura, dar.i principio ao di-
veilimenlo que se acba dislribuido em i> parte) da
maneira seguinle:
PRIME1RA PARTE.
Mgica branca c pbysica.
Mr. Deyoaiu preencliera esta pane com as mais
lindas c dillicullosas passagens, que tem em seu ga-
binete, entre as quaes algumasque anda nao foram
apreciadas pelo publico.
SEGUNDA PARTE.
, I'ASSO CRIOULO.
A joven Flominense e o l'eroambucann, dansarao
esle lindo passo a carcter, esperando merecer toda
a allenco do publico.
TERCEIRA P.RTE.
Equilibrios e exercicios chinezet.
-Mr. Robcrt eolreter ao poblico com os seus sem-
pre applaudi los etercicios i-lnnejes, esperando me-
recer do respeilavel publico toda a altenro e beue-
voleacia.
. QUARTA PARTE.
l.Ukiw 01IRM.1v.
A joven Fluminense c o Ternambucano para
mais realce dar ao diverlimcnto, se prestaram a
dansaresle elegante passo, esperaodo do publico
lodo acolhimeolo.
QUINTA PARTE.
Deslocacoes e saltos mortaes.
A joven Paraeme e o Pernamliucann prienchc-
r3o esla parte com os nail lindos vorteioa e os pe-
rigoios salios murlae-, esperando merecer do gene-
roso publico toda a benevolencia.
SEVTA PARTE.
o ueara e Ar.ctracu
t) hiale Acaracu' sabe para aquello
ala pelo Ceara', sesla-leira, 96do 1
carga e passageiros tiata-se
rua do Queimado n. 27.
porlo com es-
correnlc : para
Couveia d l.eile,
de Janeiro.
No dia 2S do mez crreme, o patacho uValenle,
capilAo Joaquim Antonio (ioiicalves Sanios; para o
resto da carua, pasaagelroi e cscravos a frete, trata-
se com Caelano Cvriaco da C. U., na rua da Cadeia
n. 2.
Para ; Raltia.
A veleira sumaca nacional nllorlcncia pretende
seguir para a Itatiia com minia brevidade, por ter
parte Uo seu carregamenlo promplo ; para o reato
trata-se com o seu cousi'gnalario Anlomo l.uiz de ()-
liveira Azevedo, rua da Cruz n. I.
COMPANHIA
DE
NAYElUjAO HITA.
do
Quem se julgar eredor do segundo
hatalliao da juarda nacional do Recife,
aprsentesuatcontal para serem pagas:
na rua Direila 11. SO, segundo andar, ao
capitao tliesoutciio Joaquim Mauricio
Gonralves. Rosa.
Quem precisar de enlullio mande
buscar na rua das Cru/.es, defronte da
obra (tiie seesla' l,i/.endo.
>"
aniua
namhueana.
1
gffSEf"
Lui Arnaud T'ouaclie Irmaos & C.
Em Marselha.
LINHAS TRANSATLNTICAS.
de vapor a' hlice.
Barcas
"ranea. to'ravallos 2000 loiiclladds.
Brasil.....:i-o ntjo
Vllede Ljit. 300 America. jlHI 2200 .1
Europa. 350 ouhi rr
Avenir. ... 200 1()0
O vapor Fiama dcver.i ter partido de Marselha
para o Rio de Janeiro com escala por Malaga, Lis-
boa, TenerilT, ('ernambuco e Babia, no dia 2j de
agosto prximo pascado. Desla poca em dianle as
partidas dos vapores lero luuar de Marselha no dia
2 de cada mez. l'ara qualquer informacao, com
N. O. Bieber ci C, rua da Cruz 11. 4, agentes da
companhia.
Para o \rae.aty,
O hiale Duvidosov, segu por toda a semana que
entra : quem quizer carregar 011 ir de passagem, di-
rija-se a Martina & Irmo, rua da Madre de eos,
Real couipauliia
quetes inglez ;s a
de pa
vapor.
Ale n fim deste mez espera-sc da Europa um dos
vapores da Real Companhia, o qual depois la de-
mora do coslnme seguir' para o sul: para paa-
geiros, etc., Irata-e rom os agentes Adamson llo-
wie & C, roa do Trapiche-Novo u. 12.
dU5r.
m$!h 6)1
corda lea.
O agente Vieira da Silva faz ver ao respeila-
vel publico, que estando com a sua casa aberla ua
rua da Madre de Dos n. 32, olferece-se para rece-
ber quaesquer objeclos simplesmenle com a commis-
3o de doos e meio por cedi ao commilenle, e igual-
mente ao comprador tambem ; se obriga nada levar
de commissao, havendo qualquer entrevista com o
mesmo. Espera, pois, estar prompto a lodo esle Ira-
nallio, desde as !1 horas da manhaa al as 5 da tarde.
O agente Vieira da Silva, na rua da Madre de
Dos n. :I2, faz leilao seiU-feira ao meio dia em
pnulo, de (i cscravos sendo I casal, I Bagre de idade
i-> a SO anuos, 1 negra de 35 a 26 aimos, 1 mulali
nba de l a |."> annos, 1 mulato robaslo de 2H ali-
os, lados estarn paleles no dia do leudo para
seiem exainiuadu?.
agente Vieira da Silva, na rua da Madre de
Dos 11. :i2, taz leiliO se\la-feira ao meio dia em
ponto, de diversas obras de inarriueria novas e usa-
da, e diversas obras de ouro e prala, e relogios '
pianos novse fortes I dito em meio uso. o mais
objeclos que e.xislirem no dito armazem.
I'or aulorisacilo do lllm. Sr. inspector da al-
fandega, a requerimento dos intere-sadoa, e por con-
la e risco de quem pertencer, o agente Oliveira con-
tiuuara o leilao das fazeuda- e artigo, inclusive al-
gumas com o primitivo deslino da llallis, avahados
salvados de bordo da galera francea "Raoolo : quar-
ta-feira, 2 do crrenle, as 10 horas da manhaa i
porta do mesma alfandega.
O agente Borja fara' leilao da lo-
ja demiude/.as, sita na rua larga do Ro-
sario n. 2t-, consistindo na armacao
miudezase mais objectos, etc., existentes
na dita loja, em diversos lotes a vontade
dos compradores, os quaes se entregaran
l>elo maiorpreco oflerecido, quera pra-
zo, quer a .linheiro, garanlindo-se a casa
a quem tca com a armacao : se\ta-fei-
ra 2 docorrente. a's 11 horas era ponto.
O agente Vieira da Silva faz leilao de 150 sac-
cas com familia, por conla e risco de quera perten-
cer : quarta-reira, 2t do correnle, ao meio dia, no
trapiche do Cunta, no Forte do Mallos.
t) agente Borja, em seu armazem, na roa do
Collegio n. 15, fara' leilao de um grande e completo
sortlroento de obras de marcineria novas e usadas,
inclusive urna ptima carteira de duas faces para 1
Largo da Assemhlea n. 10.
A diiecoio convida aos Sis. accionistas
a a presentaren! quanto antea no escrip-
torio da mesma companhia,os recibos das
prestanies, para serem trocados por apo-
lice. Recife '2\ de setemhro de IS.'ili
Antonio Marques de Amorim, secretario.
LOTERA DA PROVHiCB.
Iloje, (juarfa-feira 1!4
corrente, pelas 10 loras
da malilla, a. orre a lotera.
i*. > La y me.
Perpinta ijiie niio olTonde.
I'er-nnla-so aos Srs directores da companhia
Pernambueana, se pagam a um aaenle no Rio For-
moso nicamente pera tratar de negocios elcitoraes,
dcixaiido, sesiindn dizem, a administraran da obra
que' a mesma companhia est fazendo em Re-
mandar, onde ha mais de na mez nao vai, para
se oceupar com as cleiVfios, dizendo i|iic dos mes-
mos directores recebera dinheiro, eoblivpra licenca
para cabalar em favor de um d'elles ?
Nao o eremos, suppomos antesque serium meio
de que so serve o tal Sr. para divertir-ce cusa
da companhia. Alerta, Sis. directores, recebara o
nosso aviso que he de amigo ; e vejam que se
diz que se esl.i sempre espera de dinheiro para
pagamento de operarios c inateriaes.
I m aecioni.'lo.
l-ugio na nnile de 22 do corrente. pelas ( ho-
ra* c melada larde, a eacrava por nome Roa, rnou-
la, iiiadc 2"> anuos pooeo mais ou menos, cor fula,
elalura regular, rollo romprido e largo, levando
comsigo nina Irooia de roana suja ; fui comprada
em fins de agoslo, no lugar denominado Malhadi-
nlia : quem a pegar !eve-a a rua da Cadeia do Reci-
te n. 36, primeiro andar, quo *er' generosamente
recompensado.
Joaquim da Cuita Te\eira faz publico que
ninguem contrate negoc i algum com boarenco An-
tonia (iedes, sobra os bem do casal dos fallecidos
Joa.i de Sou/.a o Malia Antonia de Soma, que mu
raiam na roa da I,oa ilo bairro do Recife, visto
pender pelo mico do dvel da segunda vara, Mcrivao
Motta, um libello contra os mesmo bens.
I'rccisa-se de um criado de meia idade, que
anteada de eotleha, para casa de um vigaiio : quem
pretender dirija-se ao paleo do Terco, caa n. 20
primeiro andar.
Conlinua-se a dar dinheiro a juros mdicos,
por penhores : na rua das Calcadas n. 10.
O bilhete n. 3540 da lerceira parte da sexta lu-
leria da matriz do Santisimo Sacramenlo da Boa-
V isla, pertence ao Sr. Joao tiualbeilo l'ereira, de
doianna.
I'recisa-se alugar urna ama forra ou captiva :
na praca da Independencia ns. 37 e 39.
Aluga-se para passar a fesla ou por anuo, orna
casa grande, com sola e doos quinlaes murados,
com commodos para duas familias, sila no sitio do
Cajueiro : os prelendenles dirijam-se ao mesmo si-
tio, casa do Sr. Brilo que acharao com quemtralar.
Apprehenden-se da roflo de om moleque um
diamante de corlar vidro : quem for seo dono diri-
ja-se a rua Nova n. 38, que dando os signaos certos
Ihe sera entregue, pagando este annuncio.
Felis francisco de Sena Magalhaes faz pu-
blico, que vendeu sua escrava Apolinaria, por i ninguem confie da mesma escrava ohjeclo algum a
Ululo de ser para casa do annuocianle.
Aluga-se urna negra com todas as habilidades
para casa de pouca familia : a tratar na roa do Li-
vramento n. 4.
I'recisa-se de um ou doos oftlciaes de barbeiro
que IimiIii boa conduela : na rua larga do Rosario
o. 23.
.Madama Routier, modista
francesa, rua Nova
n 58,
tem a honra de annunciar ao publico que acaba de
receber um rico sorlimenlo de chapeos de teda e
de palha para senhoras, ditos para meninas, boni-
tas camisinhas, eiparlilhos, bicos de linho, man-
guito, ricas luvas de pellica enfeiladas para casa-
mento, um grande sorlimenlo de bico de Monde
ditos de seda largos e eslreitos, lindos veos para
noivas, ricos enfeiles de Babees, um rico sorlimenlo
desaias declina, ditas de algodao, ricos chapeos de
lalo.
-- O padre Joaquim Verissimo dos Anjos, capel-
laoalferes d reparlicao ecclesiaslica do exercilo, e
actualmente da Ilha|de Fernando de Noronha, nao
pudendo despedir-se pessoalmeute de seus amigos,
recorre a esla folha, olTerecendo cordealmente seus
limitados prestimos uaquelle presidio, durante o
seu destacamento.
Fica em poder de Antonio dos Santos Vieira o
bilhete da lerceira parte da seila lotera do matriz
da Boa-Vista n. 331, perlenceme ao Sr. Joaquim
Ferreira da Silva Jnior.
Fica em poder de Jo Antonio de Paula Ma-
dureira o bilhete da lerceira parle da sexta lotera
da matriz da Boa-Vista n. 3-27r, pertencente ao Sr.
Antonio de Paula Madureira.
Marciano Marlvres da Irin lijo faz publico
que elle he o tulor dos ilhos do fallecido Antonio
vallcntira dos Sanio, e como tal he pcsioa unir e
competente para receber e lomar conla do todo
qumilo be pertencente aos ditos menores, nao gd
como lutor mas anda como invcnlariaule dos bens,
cujo inventario esta procedendo pelo juizo de or-
phaos desla cidade, cscrivo uimarae-, assim qual-
quer negocio que alguem baja feilo com o filho mais
vclho do dito fallecido, C-eraldo Valleiitun dos San-
tos, nenhuma validade tem por ser elle menor c
n3o poder validamente conlralar.
Manoel Jos Carneiro, com taberna na rua do
Fogo, faz publico que encontrando onlros com igual
nome, passa a asignar-se por Manoel Jos Carneiro
de Alidaa
Precisa-se de um ou doos meninos de 12 a 1 i
annos, nortagaezH deaw* rhegados ltimamente do
Porlo, para laberua, principiando logo a pagar-e o
seu Irabalho : a Iratar ua taberna defronte do Hos-
pital Porluguez.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia, e que pouco servijo tem a fazer : no paleo
do Terco n. 4.
(I abaixo assignado fallara a um dos mais sa-
grados devcres.quc a sociedade impon ao homem, se
deixasse de fazer publico o quanto he agradecido ao
lllm. Sr. Francisco Piulo da Cosa Lima e sua illus
Ir familia, deitando de parte muilos favores rece-
bidos, s faz patente estes mais prximos, depois
da ni irto de sua muilo prezada consorte Margarida
d'AnnuuciacSo e Silva, para elle de sandosa recor-
dacao ; foi a sua mi i amiga e generosa que sempre
Drolegcu, ja olTerecendo a sua casa para elle e
fillios, c tomn conla de um destes, onde anda hoje
se acha, de idade de S anuos ; e assim ao Sr. Jos
Pinto da Costa, que igualmente se Ihe oflcrecen, aon
de morn, e seus fihos : recebam, pois, estes, seu
BO INTEIRICS
Armazens dos ditos metae-s
he
Josc Pedio Collares Junior
et Sf 1 raaos.
LARGO DO CONDE BAR AO
N. 3 A.
EM LISBOA.
L'sle eslabelecimcnto leve o seu principio em
1809, fabricando s^rnplesnienle apparelhos para
distillarao, sendo o seu fundador o Sr. Jos Pairo
Collares, que o cometn com um s operario. Em
1819 ja as suas obras eram ronliecidas e aprecia-
das no pan e fora delle ; o para poder salisfazer
s encommendas que se Ihe faziam, foi misier ao
sen proprietario eleva-lo a raaior escala, de son
queem 18-21 ja emprogava S operarios. Na pro-
porgao que o crdito das suas manufacturas aug-
meniava ronsideravcliiienlo o seu consumo, foi-
Ihe inJispensavel aiigmenlar o pessoal do estahe-
lacimepto ; de maneira que em 1827 conlava 18
operarios. De 1834 a 1840, o numero destes
subi a 30. Com tildo em 1812 ja o local de
que dispunha era asss escasso para conler os ar-
lislas indispensaveis para salisfazer allluencia das
encommendas, o por esla razio concebeu a idea de
adquirir um outro local apropriado ;is exigencias,
o que conseguio no la'go do Conde Baro, n. 3
A, fundando lalvez o maior estabelecimenlo desla
genero no nosso paiz. Fui enlao que coniecou a
fabricar machinas a vapor, c muilas nutras que
al aquella tempo sa nao faziam entro n<>s, e era-
mos ohrigados a importar do eatrangeiro. En
18i.'> deu sociedade a seus dous prirneiros filhos,
confiando a direccao do seu eslahelecimenlo ao
primeiro, e a administrarao dos trabalbos de ma-
chinas a vapor ao segundo. Em 18 iS deu igual-
mcnle sociedade ao seu lerceiro filho. A.-sim |ier-
maneceu gyrando com a firma de Jos Pedro
Collares & Filhospor esparo de seis anuos, no
fim dos quaes esleeslaheleeimento scachava elevado
ao dobro do quo era em 1845, sendo aquello pro-
gresso devido ;i perfeigao o solidez de suas manu-
facturas, c a maneira por que iratam e torininam
os seus negocios, lendo fabricado, nesle periodo,
grande numero de machinas de dislillacao, bom-
bas, machinas a vapor, rodas hydraulicas, tan-
ques, machinas para agricultura, e muitas ouiras
obras de reconhecida ulilidade.
Finalmenlo, no fim de 1830 dmou o Sr. Jos
Pedro Collares todo o seu eslabelecimcnto, em que
ompregava 50 operarios, aos seus prirneiros qua-
lro ilhos, que se constituirn! em sociedade, que
gyra actualmenie com a firma de Jos Pedro
Collares Jwiiur tx Intuios os quaes, em no-
vemhro de 1854, davam irabalho a mais de 140
operarios. Este ultimo e sensivel augmento que se
ola do principio de 1851 a novembro de 1S54,
foi devido nao so aos imperiosos motivos cima
expendidos, mas tambem grande lui\n que li-
nham podido fazor nos precos das suas manufactu-
ras, em consecuencia dos aperfeicoafneiiiosque ha-
viam introduzid.) no syslema dos tiabalhos, por
meio das milliores machinas o fcrramcnlas alr ;i-
qualla poca mrrhetdaa, que tinham mandada vir
de paizes eslran-eiros. Infelizmente, cm 4 de no-
vembro de 1854. foi este eslahelecimenlo incendia-
do ; porom gracas a algum auxilio do governo de
sua Mageslade Fidelissima, e ao dos amigos dos
proprielarios, arha-se hojeja reconstruido, e mon-
tado com taes macliinas, que se pode as.-egurar ser
igual aos melhores de Franca e Inglaterra, posto
que relativamente cm menores dimenses ; mas
serapro para empregar 500 operarios ; podando em
tal estado conseguir-se, a par da baixa dos precos
um augmento de perfoicao e crdito as obras.
As suas machinas para disiillar vinhos sao lio per-
feias no seu fabrico e na combinacao de todas as
suas pecas, que podem garantir o'obier com ellas
maiorquantijMe de alcooldo que seexirahe cora a
raaior parte das machinas de qualquer outro fa-
bricante ; chegando as suas a produ/.ir mais 1 1|2
caada de agurdenle de 30 graos de Cartier, por
pipa de vinho, comparativamente aquellas ; o que
podem provar com attestados.
As ditas machinas de distillarao continua, de
qualquer dos seus sysiemas, produzem em una so
operacao a agurdente de 29 a 34 graos de Car-
tier. As machinas coniposlas, refrigerando com
agua, podem distillar as fezes do vinho o outras
materias crassas; nenhuma das outra o pode con-
venientemente faaer.
Alm daquellas machinas, fabricam-se todas as
obras que se cdslumam fazer de cobre; bombas pa-
ra acudir a incendios; macliinas a vapor; caldeiras
para as ditas ; prensas de parafuso ditas hydrau-
licas ; ditas para copiar cartas ; lauques para'agua-
da de navios ; monillos para azeilona; ditos para
irigo c descascar arroz; ditos para canna de assixar
machinas para cortar palhi ; ditas para relracar ;
rato de cavalgaduras; ditas de debulhar milho; di-
tas para nevar; charras de ferro ; sachadores; gra-
des para jancllas, varandas ejardins, por urna in-
finidade de variados modelos, canaps para dilo ;
aparadores para chapeus de chuva, e da cabeca pro-
prios para ornamento de salas d'entrada ; lindos
fogoes de sala ; ditos do cozinha ; bonito e variado
orlimento de leilos franceza, ludo de ferro; e fi-
salmenie todos os objeclos que se desejem d'a
quelle artigo tanto de fundicao como forjado. Tubos
de chumbo inleiricos sem soldadura, proprios pa-
ra canalizacao de lquidos ou gaz ; cujos precos he
impossivel determinar, nao s pela mulliplicidado
como principalmente pela variedade com que sao
exigidos segundo o gosto e necessidade do com-
prador. Os proprielarios d'este estabelecimento li-
songeam-se que os sacrificios e esforcos que tem
feilo, para conservar e augmentar no paiz um esta-
belecimenlo d'esta ordem. sero compensados com
a allluencia no consumo das suas manufacturas u-
nico meio de se poder sustentar e engrandecer.
O Matados proprielarios, a maneira porque exe-
cuiam as suas obras, e cumprem os seus ajustes
nao sao eslranfAis maior parte dos Porluguezes,
mesmo dos residentes fura do paiz. Por tanto,
esperam continuar a merecer a mesma confianca
com que ale boje tem sido honrados, e protegidos
com o favor das suas ordens, as quaes se eslorea-
rao por executar o melhor possivel, olTerecendo o
seu comportamcnlo passado como garanlia do fu-
turo.
As pessoas que desejarera ver e examinar os
dilTerenles modelos, em estampas, das machinas.
apparelhos e mais objeclos cima mencionados, e
fazer qualquer cncommenda ao dilo estabelecimen-
to em Lisboa, podem dirigir-ee nosta cidade, ao
consulado porluguez, rua do Trapiche n. 6, 1..
andar, onde ludo ser patente, para melhor e
mais fcil csclarccimento.
simo estojo do pistolas inglezas com os competentes
pelrcchos me.asc mais objeclos de marmore, e nu-
tro muilo nbjeclo. que se acharan patentes no so-
pradito armazem, etc. ; as.im como tambem ira' a
leilao ama porreo de passaros de diversas qualida-
_, des e ptimos cantadores quinla-feira, 2- do cor-
As jovens nomnense, Partense e o Pernambu-1 reole, ai 11 horas da manhaa.
Jos Joaquim Alves da Silva.
I'iigio no dlfl l'.l do corrente o escravo de no-
me Jos, ii:ic:"io Rebollo, enm os lianaea seguintes :
beicos grossos, ecco do corpo, cor prela, levou cal-
?a branca, e camisa grnssa branca : pede-ae as au-
toridades e capi.les de campo a captura do dilo es-
cravo, e leva-lo ao Maogaioha p. 51.
As arrematarles do arrendamento do engenhe
do Brpm com saas trras de assoear, denominadas
Malhada, l.agadico, Culandim e Malemba, e a do
arrendamento das baixas do capim dos terrenos 1.a-
cadico e S. Braz, pertencenles ao caaal do finado
Joaquim Jos de Miranda, e a requerimento do les-
tamenteiro e invenlariante Bernardo Anlooio de
Miranda, ficaram transferidas para sexla-fcia, 26
do correle, e scrao feilas na sala das audiencias,
linda a do lllm. Sr. Ur. juiz de orphaos.
Aloga-se urna grande casa terrea com solao e
sobre solo, com commodos para grande familia, na
rua dos Cuararapes n. C : a Iralw no escriplorio de
Barroca & Castro, na rua da Cadeia do Kecile n. 1.
Precisa-se de um ciixeiro porluguez para ta-
berna, e que da mesma tena alguma pralica, de 1 -J
a 16 anuos de idade : na rua de Santo Amaro n. 28
Aluga-se um sitio na estrada do Mouteiro.com
bstanles commodos, do lado da sombra, com frur-
leiras, cacimba e bomba, e boa agua de beber,
auno ou pelo lempo de fesla : a tratar na rua do
Collegio, segundo andar do sobrado n. 8
Precisa st alugar nm pretu ou pardo forro ou
captivo, que seja canoeiro e qne saiba cozinhar :
no Apollo armazem n. 13.
Sorvetes
Iloje de 6 l|2 at as S horas havera' suselo
alerro ,1. Boa-Visla n. 1
Nao permiltindo o mcu esla lo actual dr|>cdii
me das paaMia que me olisequiaram c.m a. Mam m
sitas durante a ininha moltslia nesla cidade, o b< i
por e.la maneira, nao al agradecen Ii.-iIm-- l.nV,
boud.ide para rommigo, romo olTerecendo ihe, .
nieus I nuil.,do -crvicos em S.nlo Anl.io.
Iibuiiino l*inlo de Alnipula.
l'reeisa-s de um moleqoe para eric.. ,1^
casa e Iratar de um c.vallo : quem o hver oraja-^c
a rua da Moeda n. II. aegundo andar.
iJoao tlzorio deCislrn Maciel Monlcirn docta
ra, que, como lilbs legitimo qnc be do Marital M.
Barao de I la maraca, lanibeni be herde-, aaaaaaaB-
do da fallecida sua lia a tenhora I). .1 .nu M ..
.Monlciro, e por i-o o inventario r. \ .u iilb.i qar ta
bens desla fallecida eslo aaaaaaaaaa aaaaaaaa
Iu indos sem cilara.i e audiencia do aanonciaolr
pelo juizo dos orpbaos, pserivan Licuado, he ni.ll".
e o aiinuiiriaiiie prole.la pela uullidade. e alai ata
Ijuizos, perdas e aaSBaaB.
Preeisa-se de urna ama para ro-lura. aafaaV
mar perfeitameme, de pouca faindia. aaaaaasM l>
i mcii'aes : a tratar na rua Nova n. 21.
tjuem precisar de om raixeiro rhegado do Por-
to na ultimo barco: appaieca na rua da ltaria
n. 15.
Uesappareeeu no dia T do correnle am prcio
por nome Luir, crioulo, cozinheiro, coaa idade |o-
co mais ou menos 2-"i auno, estatara recalar, lapin
parecido, cor retinta, pes e n.,io, bern teilo-, he ba-
lante aperatlado, e falla alguma rousa o idioma ia-
Clez, tem i lentes da frente do lado esquerdo parti-
dos e u dedo indei da m.'io esqaerda machacado.
consta andar acontado pelos .irabil.le. dela ndade
roga-se as peoas que o apprehendereo leva-la a
rua de Apollo u. 30, aonde al pagarAo lada ite-
pezas.
Aluga-se urna prrta que seja boa quilandeiia
da-se 1 i-m.Ki: na rua Direila n. W, loja de falcado.
Aluga-se um moleqoe de IS anuos all del
0 qae se afianza, e cozinha coro perfeicau o aasfls aa
una casa : na rua das Trincheias junio o nicho.
Quem litar e quizer Irocar ama iroagem do >
nhor dos Passos, do tanianho de BOJ palmo, dirija-
a rua do Rosario da Koa-Visla n. .!. tan mr-ma
compra-se ama liegia de meia idade qnc seja Ima.
Aluga-se um sitio no principio da e-liada rt"
Arraial, com casa de pe Ira e cal, dos, excellcule ai:ua de lieber, e riacho corrale
fundo : a tratar na roa da Alegra n. :ii, cm Mai
celiinn Josc Lopes.
I'recisa-se lugar orna canoa grande que evlc|a
em bom etado, para carregar ana or mez : (jaaaa
tiver a qnizer lugar, dirija-se a roa da Caleta
Kecife, loja n. 51.
Com quem de-coiil.ire o lempo cm qne aritaa
na cadeia por amor de meu dinheiro:' Avno ao ete-
dores que Irazem execujio contra o hachare! Pr.lr..
( i lid ano de Kali e Silva, que u realo doa trasle* p -
nboiados a esle, nao lendu adiado l-ncador, tresn de
ser-me adjudicados, rousegunilemeule' linio larse
de Iratar dr|rateio ou;de preferencia,|>elo que -era ana
ler caaa um prevenir-se, nao so < realmente credo-
re, como o lirlicios, que sempre me achara derla
com cerlidoes de testamento, ele, ele.
Elias Lim-Imiio Ramo.
Anda fugidoihacerca de um me/ um prelo e-
Iho de nome Andr, calvo, rendido ,ia. verilha r
cum um dedo de una das nulos aicijado, levoa enln-
outra roupa uina jaqueta acal de soldadofjjaj bol...
amacellos ; sappfie-se ler ido par* o tertaf do Urejn
ou Cimbres, onde morn muilos auno* : qaem a re
gar leve-oa casa d- sua senhofa li. Clara \ leanle
Pacs de Andrade. ua Soledadr.
I in lir.un da rua Nova n. l. >Candi> anda
uina correnle de i elogio de pescoco, um par ilc aaai
I. de coral e altinele de dilo. in par de argnun d.-
ouro esmaltadas de azul c altinele imitando urna eo
bra : roga-se a qualquer pesna a quem furem ol
lecidos de entregar na mencionada casa, qne nattteada, c no cao de eslsrein enipeahaJo laa.
bem se pagara' u seu falor.
Alaga-se um quarlo de ama rasa, sendo o do-
no capaz : quem o liver anuonrie a sua morada.
Ouerece-se ama ama de bo condacla para sel -
VIJ interno de urna casa de pouca familia : aa rua
do Vgario n. 2!l.
Precisase de um prelo olli-.ial hahnl-ir aara
lomar conla de ama fabrica, meJ|anle o jn^e que
se lizer, dando ronbecimeiilo de ana condacla na
rua do i.i i,Minado n. .T.l.
t^ueio precisar de um muro hrasileiro para al-
guma casa de coi memo, e que lem boa Mira e r-
tulos, pode dirigir-se a roa do Torres n. :V. o aaaa
siijcita-sc anda por poaro ordenado, visto ler viado
de fora, e presta fiaoca idnea.
Joflo Carneiro da CiiiiIim c Fili||>.
Carneiro de Olindu CampcIU, d.-i Ui.un
|ielas lollias piildiras, que patttwaM san
residuneta pura a lrci;ue/. i da Vaivd,
deixando le pcite:icer desde n da I".
i
i
i
I
-- >o dia 18 a larde, rugi do qaialal da IV.
1 adre Aatraa nm cavallo alaao. calcada de naos a
jies, aD.mo de meio, dina o rauda rapada, a-anal
branco na lesla, procurando a caminho dn llopico.
e Sanio Amaro, e desapparereo : quem o liver le-
ve-o a casa do mesmo senhor, qae sera' recompen-
sado. "'"
INo armazem de fazeodas baritas, rua do c
Collegio n. i,
vende-se um completo sortimento de a- I
zendas finas a ;rossas, por asis barato f\
pfOBM do que em outra qualquer parle, I
Unto cm porcoes como a rotalho, aflun- B
cando-se aos compradores um s proco I
para todos: este estabelecimonto abrio-se 5
de combinacao com a raaior parte das ca- 5
sas commerciaes inglezas, francezas, alie- I
mos e suissas, para vender fazendas mais Q
em cunta do que se tem vendido, e por isto 6
ollerecem elle maiores, vaotagens do qne *t
outro qualquer; o proprietario deste im- I
portete estabelecimento convida todos
os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos seus inte- K
resses) comprar fazendas baratas: ao ar-
mazein da rua do Collegio n. 2, deAn-
tonio Luiz dos Santos & Rolim.
muKxwtoKMMMxxKxmmm
ROB.LAFFECTKIR.
O nico autoruadn por eeitao do con decreto imperial.
Os mdicos doshospilaesrecommendam o A.-rotir
de l.alleclrur, como sendo o nnico aolarisadj pabr
governo, e pela real sociedade de medicina. Kl
medicamento d'um costo acradavcl, e fcil a lomar
em secreto, esta em uso na manaba real desate mai>
de 60 annos ; cura radicalmente em pone tonpn
com pouca despeza, sem mercurio, as afTecoe. da
pelle, impinzens, asconseqnencias das sarnas, ulce-
ras, c os accidentes dos partos, da idade rnlira, <
da acrimonia hereditaria dos luimorc ; romrm as
catarrhos, a lieiiga, as contraccnc, e a iraqn, / ,
dos urg.los. procedida do abu>o das injeccc on de
sondas. Como anli-svphililicn, o arroll cara rm
pouco lempo os flatos rcenles on rebelde, qm- ni
veu mee inles em consequenria do emprrgn da
copahiba, da cuboba, oo das injercAe qae reprr-
seulem o virus sem neulraliss-lu. <> arrobe l.,i
fecteur he especialmente rerommendado roica a
doenca invelerada ou rebeldes ao mercurio c a
iodurclo de polassio.Lisboa.Vende-se na |,i,_
ca de Barril e de Antonio Feliciano Alvet de Ara-
vedo, praca de 1). Pedro n. KK, onde acabando rhe-
gar |uma grande| porcao de garrafas srandes r aa>
3nenas viudas direclamente de Pari. de anas ito Bovveau-f.alTecleur 1, roa Rirheo a Par.
Os formularios do-sc gratis em casa do agente Sil-
va, na prar; de Pedro n. 82. Porto. Joaqaim
Araujo ; Baha, Lima i\ IrmSos ; Pcrnambncn.
Soun; Rio de Janeiro, Rocha ,\ Filhrn ; e Mnrei-
ra, loja de drogas ; Villa Nova. JoAo Pereira de
Magales Leile ; Rio Grande, Francisco de Paula
Coa lo y C*
O Dr. Joao Honorio laanaTH
^ de -Menezcs, formado cm inediei-
0 ni, achaia residindo n cidade
# do Kio-Formoso, e alii se ollen -
ce as pessoas o/W de seu pt-s-
tiaio se i|n/i.rem utilisai.
Roa Nova n. 18 loja de M. A. Caj A. C con-
tinua sempre a ler um grande sorlimenlo de anana
feilas de alfaiate, lano superior, como mai injSt-
rior. camisas francezas, brancas a da roce. ci-
vatas, colaiii,Im,chapeos franeeres, dilo. de aa], ,i.
seda e panninho.sospenanrcs de rr.o-lia.mei .. pa,4
senhoras, homens, meninos, fazendas paia faeei -
qualquer obra de cncommenda com a matar prp,i
e bom desempenhn, em lira qaalquer nessna ne
vier a esta loja, tirara nm fado completo e por ,,,,.
ro mais commodo do qoe em oulra qulqurr parte.
MUTTLADCT
Os ahaivo assiguados, com loja de onrive ne rua
do t.abaga' n. II, confronte ao paleo da malrir e rasa
NOM, fazem poldieo que esl.io recebend conlina-
r damrnle as mais modernas obras de onro. lano par.,
senhoras como para horneo, e meninas : as rarero
cuiilinaain razoaveis, e |,a.ain-e eonlas com rea-
pon-abilidade, rsiiecificando > qualidide dn narn .la
H ou 1H quilates, ficando assim .ujeitos ns
por qualquer dovida.Seraphim Ir me.



UimO >'3 FtBUMBStO 0U RA f IRA 24 OSTEffRhO II 18*6
Precisa-se de duas pessoas para o scrvicj in-
terno de uina casa estiangeira, uina que cuzuilie e
engomme, e oulra que culenda de cortar! : na ra
Nova n. 17.
PrecWa-se alujar urna escrava que saib? coer.
lavar e engurruar, para o servirn de nma familia
ngleza : na rui do Trapiche Novo n. 1(1, em casa
de l'alon Nash (\ Companhia.
ao publico.
J. II ii Iri. com loja de alfainle na roa Nova n-
52, rccommeiida-se as senhores que quizerem pos-
suir obra, como cairas, rlleles, casaca, ele, feilas
ora perfeico, Nesle eslabelerimeulo nflo se encon-
trara' ol>ra de fabrica, smenle obra (eila por encom-
menda, de taiso de loria a garanta, com toda a per-
tei^ao possivcl, e sempre do gotlo c ta ultima moda
da Europa. Ser igualmente mullo conveniente e
lecoiumendavcl aquellas pessoas que nmran n'algu-
ina distancia dcsla cidade, e qoe querem suas obras
ferias rom brevidade, e no prazo marcado. Tambera
cnconlra-se continuadamente no mesmo eslabeleci-
uienlo panno fazendas escolladas para qualquer
obra.
^s;:;o::;s:::(;;:;-:oo^@@
{ DENTISTA lUmi. |
;i'j l'aulo Gaigne.s, de valla de sua viagem 2
..;. i Europa, esla morando na ra Nova n. ;ff
-.' ti, primeiro andar, onde poda ser procura- -.*
f$ do a qualquer bora. ^
$.49a:ftwfifi*fifi
: J. JASE. DENTISTA. I
fi cuuliaua a residir na ra Nova n. 19, priraei- fi
2ro andar. aj)
fH9f3Mt0*tSftt
I'recisa-.i' alugar pelos para armazem de
atacar : quem liver e quizer alugar, dirija-se ra
d Apollo, armazem n. 10, que adiar com quem
Iralar.
I'ede-seao lllm.Sr. I)r. Antonio Borges Leal,
que qunndu vier a sta praca baja de appareeer na
ua da Cruz no armazem francez n. 27, a negocio de
*u inleresse e de urgencia.
ESTRADA 0 FERRO
do Recife ao S. Francisco.
liillii'l.s de visita,
tiravam-se c iinprimem-se com perfeicn hhetes
de visita, lellras de conimercio c todos os objeclos da
arte caligrapliica, registros, vinhelase quaesquar de-
senlio, abrem-se firmas, sineles, lano a talbo doce
como em relevo, ornamentos em objeclos de oiiro e
prala, fazem-se riscos luidos e origiuaes para borda-
do de labv rinlliu ; admille-se a recusa de qu.es-
quer desles objeclos no caso de Hilo ficarem a conlen-
lo das pessoas que os encommemiarein : quem pre-
tender dirija-se a qualquer desles lagares : nobairra
do Recite, ra da Madre de Dos n. 32, primeiro
andar ; em Sanio Anloniu, na livraria eliiMiea do
paleo do Collegio n. 2 ; uai Cinco Ponas, sobrado
da quina confronte a matriz nova.
O Qr. Joaquim de Aquino Fonseca
tendo sempre excedente sement vacci-
niea, roga indistinctamente a's pessoas
que anda nao se acham vaccinadas, que
'omparecam em sua casa, na ra Nova
ii. i i, nos sabbados de cada semana, das
"as I horas da manlia; assim como
pode lornecer sement a qualquer auto-
ridade quearequititar. aa
Prxedes da Silva liusmflo pode -cr paMira lu
para qualquer segad, de scu pai, das 9 Mas da
iianhAa as :| ou l da laide.no escriplorio do Trapi-
che Kamos ou armazem da illuminacHo publica,antes
e depois deaut horas em casa de sua tesidencia na
ruado Imperialu. Bi.
LOIERIi DA PROVINCIA.
Terceira parto da sexta
lotera u matriz da
Boa Vista.
Corre iiifaUivelmente quaita-l'eira 2 i
do corren te.
O abaixo assignado avisa que os seus
cli/.es bilheles, meios equartot se acliam
as lojai ja' annunciadas, os
quaes nao estio sujeilos ao descont dos
8 por cento do imposto geral, sendo os
precos os seguintes:
ecelx: 5:000$000
2:500j000
1:230.$000
de Ai | ni ni i Ferreira.
Per detrs dt ra do Fagundes, loja do so-
brado que hca derroule do eslaleiro, onde se esla'
fazendo um brigue, coziuha-se para fra com lodo
aceio, c lambem se lava cengomma : ludo por pre
Billietes "3,s800
Meios 3$000
Ouaitos ljoOO
Salustiano
CAL E POTASSA
\ende-se polassa da Russia e americana, chegada
nesle dias e de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na rita de Apollo u. 1 A, e 2 B.
Komi osto.
No novo armazem de moldados de Antonio Jos
/canas de Carvalho, na ra da Sensata Vclha n.
136, vendem-se os verdadeiros rharulus de Ilavana,
e cha do Itio em latas de libras, e lodos os mais g-
neros que se podem encoulrar.
cemento a
Cinco mil res.
Vemle-e no armazem de Pacheco, no caes do
Ramos, ou no escriplorio de Isaac, Curio & Compa-
nhia, roa da Cruz n. 49, desembarcado da galera
iiKranc-Ranuli) a gMO a barrica. No mesmo arma-
zem vende-se cemento vmdo pelo ultimo navio de
ilaroburgo a 83000 a barrica.
\ en de ni se barris com presos americanos, che-
gados ltimamente: na ra do Trapiche n. 8.
Chapeos inissi-
Vemlem-sc dous pianos fortes ile Jacaranda,
construccao vertical e coro todos o mellioramentos
mais modernos, lendo vindo jio ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8,
C! de Lisboa.
Na ra do Trapiche armazent ns. II e
II, vende-se cal virgem de Lisboa de
mais nova que existe no mercado.
Genebra em bo-
tijas,
a* II10S
Os mais superiores chapeos de feltro de lindas
no eslabelecimeulo de Joa-
la praca da Independencia
no.1 arinazens de
toaos.
a 1890(1(1. 2*9000 c :10800o rs. a dosis, ditas de li-
nho a 309000: na rua do Crespo n. I(i, quina da ra
das Cruzes.
;.
o


Palitos
SECUNDA CHAMADA.
(Is directores da couipanhia da estrada de ferro
do Recife ao San Francisco, lein feilo a segunda
i 'humada (on leYceira prestado) de duas libras es-
le linas ou rs. I7>77< sobre cada acc.lo ua dila com-
i' mina, a qual deve ser pasa ate o dia 7 de outubro
de 18,">(i. ua Babia, na caa dos senhores S. Daven-
r"it iV C.*ia corle, na casa do senhores Maua' M.
iiregor&,C, e em Pemairlbuco, no escriptorio da
companhia, ra do Crespo.
(I accionista que nao realisar o pagamento dtnlro
lo termo indicado, podera' perder lodo direilo s-
accoai sobre as quaes o dito pagamento nao liver ef-
tectuadn, e cin lodo caso, lera' de pasar juros na
razao de cinco por cento ao auno, e de nao receber
juros ou dividendo da companhia, pelo lempo que
ii correr entre o dia indicado para o pagameota c a
sua realisaco.
N'enbom aulo de transferenaia pi'ide ser registrado
l-poi do dia 8 do correte, antes do pagamento da
chamada.
Por ordem dos directores,
.. /'. VBRBKER, Ihesoureiro.
Recife i deselcuibro de 18(.
Companhia Per-
nambueana.
Largo di. Asscmblea n. 10.
A direetjSo avisa ios Srs. accionistas,
que para complemento do capital da mes-
. maempre/.a, tem deliberado emiltir no-
vas accics, mas devendo ser preferidos
de i-inlormidude como art. 5- dos esta-
tutos na dislribuiciio de taes acedes,
aquelles senhores que ja' sao na mesma
interessados, Gca a contar de lioje, mar-
cado o prazo tic T>0 dias para a inscrip-
<;ko de seus noracs, com declararao das
acr/ies que qui/.erem lomar, no seu es-
criplorio, no Forte do Mattos, sendo a
primeara [>rettar3o de 30 por cento. Re-
cite 27 de aposto de 1850.Antonio Mar-
que de Amorim, secretario.
^ cravos Dauiel crioulo, com idade de 1K an- fj
', nos e l'ulgeucia d'Angola com 31 aunos, os ?,
\\* quaes se acham fgidos ha 3 mezes pouco mais **
,,f ou roeiio. Recife 18 de setembro de I8i6. @
BILHETES DE LOTERA DO
1!0 DE JANEIRO.
Numero "99MBi:000000
1079MB~ 4009000
o mB B 1009000
Na loja n. t da ra do Crespo, judo ac uto de
Santo Anloniu, veniler.nii-se as sor'.e cima e mais
oulr.is de premios menores, dos bilbeles da 11 lote-
ra do lliealro de S. Pedro de Alcntara. Chegaram
novo bilbeles da -23 loleria do lliealro de Niclberov,
e acham-sc esposlos a' venda boje.
Jos Euzebio Alves da Silva.
Aluga-se una casa de um andar com
quintal murado, nos bairros de Santo An-
Ionio ou Boa Vista : quem liver para alugar
procure na ra da l'raia. armazem de carne
IH 13, que se pagar com generosidade.
Precisa-se de urna ama de leite sadia
para criar um menino de poucos mezes :
110 palco do Hospital sobrado n. 28.
O abaixo assignado participa aosSrs. propie-
tarios e consignatarios de quaesquer embarcares,
que licou com o eslabelecimeulo de conduzir agua
para bordo, que oulr'ora perleocia ao Sr. Selubal,
11.(0 leudo ha mais lempo avisado o publico por ter as
nasal era concert, prometiendo a loda as pessoas
que o servico sera' feilo com zelo e proniplidao, e
desde ja podem os pretendeutes dirigir-se ao arma-
zem do Sr. Jos Antonio de Araujo, onde poderao
l'i/er suas uiireiiiuiendas. Recile 15 de setembro de
I8j6.Francisco Botelho de Audrade.
Oll'erece-se urna prela forra para ser ama de
urna casa de lamilla : quem a pretender dirija-se a
ruado Caldeireiro n. (i.
"',J Gaspar Cavalcauli de lbuquerque I cima
Y., avis.i a quem convier, que eomprou a An-
tonia Maria de A:asconcellos Bourbon.os es-
Ulassa adaman-
tina.
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a
verdadeira massa adamanlina, c applica ven losa
pela alracrao do ar : pode ser procurado conlronle
ao Rosario de Santo Antonio 11 2.
Precisa-se de um liomern para tabsHisf em um
silio. e servir de feitor de pretos : na loja de fon-
das no Pas-eio Publico n. 7.
Candida Balbina da Paixao Rocha,
antiga professora particular de primei-
ras letras ecostura do taino do Kccilc,
ra do Vigario, tem transferido sua aula
para a ruado ngel n. 59, onde conti-
nua a excrcer o seu magisterio, ensinan-
do tudo quanto faz parte da educaiao
primaria de urna senhora ; assim conio
nao dunda recetar pensionistas e meio-
pensionistas, por preros razoaveis.
:| Deposito do verda-
; deiro rapd B hia,
(i;t iibrica do G o-
tois & C.
Domingos Alves Matlicus avisa
a seus antiges freguezes, que de
novamente tomou conta do depo-
sito do superior e bem conbecido ?
rap da Baha,da lubrica dos Srs. W.
^ Gantois&C, cujo deposito se acha ^
gg estabelecidono sen escriptor3 da S
na do Apollo 11. 23, primeiro A
andar. ''[

f
1
f
&
8
1
vi
m
i
o
o
Achando-sc o sbaiio assignado de poste dos
terrenos de marinha de Fra de Portas do Recife,
compreheudidos entre o neceo da Molefa, e as ulti-
mas casas por detraz da igreja du Pilar, tanto da
parte do rio, como do mar, por forja do despacho
do j 11 i/o dos feilos da fazenda de 9 do corren le, pro-
ferida em vista da competente senlenraque mandou
restituir a seu dominio os mencionado terrenos, de
que so hasta apossado a fazenda publica, convida a
lodo os foreiros dos ditos terrenos, a quem a mesma
fazenda os dra, como de marinha, a vir no prazo
de qoinze dias rectificar os contratos, c celebra-los
com as condenes de novo ajustadas, (cando scienles
que, e nao procederem desla forma, os terrenos se-
rio dados por foio ou venda a outros que raai van-
tagens offerecerem, vislo que os conlralo,pelo quaes
os possuem, silo nullos por serem feilos por pessoa
incompetente. (luiro -un, avisa o abati assignado
aoi referidos foreiros, que de ora em dianle Ihe de-
vem entregar os foros, que se forem vencendo, e pa-
gar quanto aDtes os vencidos, para cuja cobranca es-
la' disposlo a empregar o proredimenlu judicial, se
n.io for altendido esle eu aviso.
Recife 21 de selembro de 1856.
Jos Joaquim do Reg Barros.
cores, se acham a venda
quim de Uliveira Maia,
os. 21, 26, 28 e 30.
G.STAKR& COMPANHIA.
Respeilosamenle laiini iiriain que no seo extenco
eslabelecimenlo em Sanli Amaro, ronlinoa a fahn- !
car, com a maior perfen .lo e promplid.lo, loda a !
qualidade de machinisuki para o uso d'agricullura,
navogac;ao e manufactura, e qu para maior com-
modo de seus numerosos! freguezes c do publico em
geral, tem aberto em on dos grandes armazens do
Sr. Mcsquila na ra do Jrum, altas do arsenal de
marinha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
conslruidas no dito seu ekabelecimento.
Ajli acharao os compradores um completo sedi-
mento de moenibisde caima, com lodos os melliora-
mentos (algun delles nojvos eoriginaes) que a ej-
periencia de muitos anuos lem mostrado a oecessi-
dade. Machinas de vaor de Imita e alta pressilo,
lanas de lodo lamanho,'lano batidas como rundi-
das, carros de mao, ediles para conduzir formas
d assucar, machinas para moer mandioca, prensas
para dito, fornos de ferro balido para farinha, aras
dos de rerroSJamaisapprovada conslrucrao, fundo-
para alambiques, crivos e porla para fornalhas, c
urna inhmdade d'obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito exisle urna pessoa
intelligenle e habilitada para receber todas as enco-
mendas, ele. ele, que os aiinuncianles contando
com a capacidade de soas oflicioas e machinismo, e
pericia de seus ofliciacs, se comprometiera a fazer
e*eciilar,com a roeior presteza, e perl'eic.io, e exacta
conformidnde com os modellos, ou desenhos, e ins-
trucees que Ihe forem orneeidas.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, e
lambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, fia
sempre urn grande soriiroento de laixas, lamo de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas ; e em
mbos os lugares exislem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livrcs de despezas. Os
parcos sao os mais com modos.
de rasemira alvadia, golas de velludo da mesma cor :
na roa do Crespo n. 16, quina da rda das Cruzes.
RtA DACMiZNaSi.
Antonio Barbosa de Barros faz scienle ao publico,
que mudou a sua sala de barbear da caa n. (2 da
ra da Cruz para a de 11. ,1! da mesma ra ; na mes-
ma sala se acham as mais modernas bichas de Ham-
burgo, que se vendem aos ceios e a retalho, ealu-
gaas-tt, ludo mais barato do que em oulra parle.
Linda 'azenda
dar.
para liqni-
ECHjHISIO PARA nsIS-
ompm&.
<3 A HOMEOPATHIA E 0
i CHOLERA.
W nico tratamento preservativo e 9
W curativo do cbolera-morbus,
(0 PELO mu IiiK 0
/ASabino OlegarioLudgero Pinho. m
.Segunda ediceao.
A benevolencia com que foi aeolhida pe-
lo publico primeira ediccao deste op- iA
rulo, esgolada no curto espaco de dous me- t
I-JOOO
zcs nos mduzio a reirapressao-
Custu de cada eiemplar......
Carleiras completas para o Irata-
mentodo cholera e de mullas nu-
Iras molestias, a..........30^000
Meia carleiras..........I05OOO
< > iiieilic.uienlus sao os nielhores possiveis.
Consultorio central homcopalhico, ra
de Santo Amaro (Uuudo-Movo) n. 6.

0
Precisa-se para urna casa estrangei-
1.1 de mn copcii-o c um cczinbeiro, que
sijam pt-i itos era seu otlicio, paga-se mui-
lo beta, prelerindo-se se tor escravo: a
tratar na rua do Torres n. 5S, 2- andar.
O solicitador Joaijuim de Albuquer-
quee Mello participa ao respeitnd pu-
blico, c com especialidade a seus consti-
liiintesj pie mudou sua residencia para
a rua do Collrgio'n. ."i' primeiro andar.
Aluga-se um pequeo forno com lelheiro e lo-
dos os accessorios precisos para padaria, que existe
).. Ir.ibalhaiido, com urna ficguezia muilo boa e no
memo local : quom pretender Irala-sc na rua do
VigSCio 11. 'i, ariiiazem de assucar.
I.ava-se e engomma-se com aceio, perfeicao e
promplidAo : na rua do Sebo, casa o. 5.
I'recisa-ie de uina ama capaz para urna casa
do pouca familia para seivico de portas a dcnlro : na
rua da l'raia n. ii.
I'reeisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : a tratar na rua larga do Rosario n. 38, se-
gundo andar. Paga-se bem.
Loja de maclczas
Precisa-se comprar urna loja de miudezas com
poucos fundos, ou alugar ama loja propria para este
negocio, as seguinles ras : Nova, Cabuga', Quei-
mado ou Collegio : quem liver annuocie.
Compram-se algumas casas de sobrado, que
sejam endosas, e em boas ras ; que liver anuun-
cie.
Compram-se apolices da divida provincial ; na
roa das Flores n. 37, primeiro andar.
Compra-se urna meia pipa, ainda mesmoservida
para uso de obra de pedreiro : Deslalypographia.
Compra-se urna casa terrea em blinda, sendo
de pedra e cal, em boa condicao: na rua da Cadeia
do Recife loja n. 51.
Compra-se elTeclivamenle, lato, bronze cobra
vclho : no deposito da fundido da Aurora, na ru-
do Brom, logo naenlrada n. 28,e na mesma funda
Oo, em Sanlo'Amaro.
11-; Yen e asarais crioula, moca, com ha-
bilidades e de boa conduela : na rua da* Paz, ami-
gamente roa do|Canno n. 28.
Vende-u cha brasileiro vindo do Rio de Ja-
neiro, em latas de orna libra, em porc,ao ou as li-
bras, assim como charutos da ilavana de diferentes
qualidades, tudo por pren.s muito razoaveis : no
escriptorio de Jo Candido de Barros, rua da Cruz
n. 52, primeiro andar, das 9 horas at>i da tarde, lo-
dos os dia.
(]harutos vare-
tas.
Vendem-je o; verdadeiros charutos vrelas e da
S. Flix, da muilo acreditada fabrica de Brandao,
da provincia da Rabia : na rua do Queimado n. i)
POTASSA E CAL TIBGEI.
No amigo ej bem conbecido deposito da rua da
Cadeia do Recife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muito superior polassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a procos muito favoraveis, com os quaes ficaro
dos coleadores satisfeitos.
REMEDIO
PARA TI BAR A CASPA
TRICOPHEREO
Ou composicao medicinal do profe-
sor A. C, Barry.
Tira caspa, faz rrescer o cabello, c lem oulras
muilas apphcaces, que no impresso se vera', e agua
para Ungir os cabellos, lado por mdico prero ; na
rua eslreila do Rosario n. 2, loja de barbeirn."
VARNDAS e grades.
I.m lindo e variado sorlimenlo de modellos para
varandas e gradaras de gosto modernissimo : na
fundirn da Aurora, em santo Amaro,e 00 deposi-
to da mesm a, na rua do Brum.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NIIEIRO DAVID W. BOWMAN. WA
RUA DO BRUM, PASSANO O ^IIA
FARIZ,
ha sempre um granre soriimenlo dos seguinles nb
jfcclos demechausmosproprios para enjillios, a sa-
ber : moendas e mejas moendas da mais moderna
conslruccao ; lanas! de ferro fundido e balido, de
superior qualidade de lodosos lmannos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de loda as propor-
coes; crivos e boccajsde fornalliae registros de bo-
eiro, aguillies.brojizes.parafusos ecavilhoes.moi-
nnos de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICAO.
lesiernlini todas as encommendas com a superior
ndade ja eonheridij e com a devida prestezae com-
modidade em prec.
XAROPE
DO
BOSQUE
SKoi transferido d deposito deslc tarop para a bo-
tica de Jos da Cijuz Sanios, na rua Nova n. 53'|
garrafa 5S300, i meias lOOO, sendo falso lodo
aquello que nao for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o prsenle aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curada phlysica em todososseusdifleren-
leigrio, quer ibotivada por conslipaces, tosse,
asthma, pleuriz.jescarros de saugue, dr de cos-
tados epeito, palpitaran no coraran, cuqnelurlie-
bronchiie, dr ni garganta, e lodas aimolestias
dosorgaos pulmonares.
Xarobe do Bos-
que verdadeiro
RLA LAICA DO ROSARIO N. 36.
Conliua a vi nder-se este tarop (do qual liio
ageules no Rio dej Janeiro o Srs. Vate & Compa-
nhia, rua do los tata u. 40), na bolica do abaixo as-
signado, que pe ule ser verdadeiro.
Ba Iholomeo Francisco de Souza.
A BOA FAMA NAO" VENDE NADA AVA-
HADO, TI DO HE BOM E BARATO.
Luva pretas de orcal muito boas a 1JOO0
Ditas de lio da B coca braceas e de. cores 00 e 500
Superiores meias prela de laia a
Carlas fiuissimas raLcezas, o baralho
Ditas porluguczai muilo linas
Meias prelas de < Igudao para padres^ o par
Hilas di las para euhoraa
Ricas carnudas p ira presentes a 39000, 38000
Ricas beugala pelo barato prec,o de 19, I9OO e 3
Meias de cores m 11(0 finas para hornera a 320 e i i()
Riquissimas candas para namorados a UO e 8Un
Oculos com arma ;au de tartaruga a 3fOUU
Caivetes muilo inos para peunas a 29, 2900 e 39
Dilo grandes mi ito linos de 2, 3 e 4 (olhas a 49000
Riquissimas char ileiras j ;. |i < 4,*000
Carleiras muilo I na.- para dinheiru 2j e SldOO
Carleiras propria para viagem a
Eslojos proprios bara barba a 2s e
Duzas de colheri s de metal principe a 39 e
Ditas de metal ordinario a 720 e
Aparelhas completos para lulo de senhora a
Vollas prelas ordinarias para luto a
Ricas franjas para coronados, pe^a de 15 va-
ras
Ricas pnlceiras prelas de vidro a
tilas de velludo bordadas eslreitas, a vara
Dila lisa estrella prela'e de cores a I lio e
Escovas com penlle e espelho para suissas
Tesouras linusimas para ouhas 500, mo e
Ditas para costura, o raelhor que pode haver
Rselas pretas muito linas, o par
Acordioos de muilo boa qualidade 800, 19 e 19600
Ricas (raneas de seda de lodas as larguras e co-
res, ricas fila, de seda lavradas de toda as cores e
largaras, bicos de lioho fioissimos de lidos padrees
diversas larguras e oulras moitissima miudezas, sen-
do de muilo bons gostos e boas qualidades, que pelo
baratissimo prero porque se vende cansa adrniracao
aos proprios compradores na rua do Queimado/na
bem couhecida loja de miudezas da boa fama o. 33.
perfilaras mijito mus.
Na loja da boa fama cncoulra-se sempie um rico
sorlimenlo de perfumaras de lodas a qualidades,
seudo seu autor o melhor que ha em l'aris, riquissi-
roos frascos com etlrato muito fino a 19200, 19500,
2a e SfSOO, jarros de purccllana delicados e de mo-
dernos gostos com banha franceza moilissimo lina a
2a e 39500, frascos com essencia de rosa a 320 r.,
paos de pomada franceza muilo boa a 100 rs., fras-
cos pequeos e grandes com o ve I le ule agua de Co-
lonia a 180 e la e oulras muilas perfumaras da me-
lhor qualidade que pode haver, e por precos mais
baratos do que em outra quelquer parle: na rua do
(.luennadu ua bem couhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Vendem-se 2 escravas crioulas com 18 e20 an-
uo-, com habilidadeslsem nenhum defeilo
da Senzala Velha u. 70 2.* andar, se dir
vsude.
Vendem-se ricos corles de rscadinhos francezes,
largse mullo linos, com 10 e 11 covadns, e algiins
com loque de averia a 2a, 2a200 e 2*100, isln para
acabar; ao p da ponle no alerro da Roa-Vista u.JO.
Camisas
Vende-se nma casa, (endo um gabinete ao la-
do, dua eamarinhas, duas salas, corintia lora, quin-
tal, boa cacimba, na rua dos Copiare u. 41 ; a Ira-
lar na mi'Mna casa.
40 BARATO.
Na rua Nova loja n. 8 di: Jos Joaquim
Morcira.
Veodem-se luvasde pellica pira homem e senhora
das mais frescas e novas que ha no mercado, pelo
baralissiinn prero de I92KO o par.
Milito.
\ endem-se saccas com milho novo : na roa da
Cadeia do Recite n. 23, loja junio ao becen Largo.
Vende-se milho a .19 a sacca : no caes da al-
fandega, armazem n. 7.
Vende-se um prelo de idade 30 annos, robusto,
para qualquer serviro : 11a rua das Cruzes, sobrado
n. 30.
A loja da boa
fama
Vende muito bur .lo :
1/800
500
320
(J00
400
aooo
i 9500
800
500
500
2J0O0
800
390UO
3S00
13(100
:i5.>00
500
l>S(HI
69000
:icoo
:1920o
80
19900
500
320
00
59000
800
13000
I9OOO
500
800
19000
300
500
640
800
120
(io
19500
500
31000
(WOO
109000
19200
000
CillO
2900
I9OO
29500
(iaooo
720
IfrOO
29OUO
400
19280
23500
23500
69000
iasoo
13500
400
19500
iaooo
320
240
00
19500
19000
320
na rua
a quem
Vende-ie urna elegante escrava crioula, de 20
anuos de idade, com as habilidades seguinles : bor-
da, taz labyrinllio, marca, corla vestidos, engmala,
cozinha, faz doces e ludo mais que se pode eocon-
Irar de habilidades : na rua da Cruz do Recife n.
:>5, segundo andar. Na mesma lem um elegante
pieto crioulo, de|idade 28 annoi, para veuder, mui-
o robusto.
_ Naltaberna da quinada rua dos Marljiiosn.
3(i, chegou nova remo vende pelo diminulo preso de 140 a libra, caitoes de
doce de goiaba a la, semenls de|cotalro muilo nova
a 320. a garrafa
9 ei
1 1f_
i 8
01V
Ricos penles de tartaruga para alar cabello
l.enciiihos de retroz de lodas a cores
I nucas de Lia para senhoras c meninas
Camisas de meia para crianras
Meias de seda prela para senhora
Ricas caitas para guardar joias
Ricos eslojos para costura 29500 e
l'ravcssas de tartaruga para cabello
liil.r. de verdadeiro bfalo
Ricos leques com plumas e espelho 29 e
Peales de bfalo para tirar piolhos
Rica bouecas fraucezas bem vestidas 19280 e
Resmas de papel de peso muitissiino bom
Dilo mais inferior pouca cousa
Dilo almaco muilo bom
< luailcrnus de papel paquete muilo lino
(rozas de penua de ai;o bico de lanca
lilas nimio bo.s aera ser bico de lauca
Imzia de lapis muilo linos
Hitos para desenlio muilo Imius
llaudejas muilo liuas a 39, 49 c
Oculos de armaran de ac
Lmelos com arm.ic.do dourada
I Hilas com arniacu de tartaruga
j Ditas com ariiiar.io de bfalo
i Ricos chicotes para c.i vallo
I Ricas grvalas de seda
Atacadores de cornalina para casaca
l'enles muito linos para suissas
Escova muilo linas para cabello
Capachos pintados compridos e redondos 70U e
Canelas de ac para peanas de ac
Escovas linas para uuhas 320, 500 e
Ditas minio liuas para roupa I; e
l'iucei- finos para barba
Duzia de faca e garlo linos
Ditas cabo de balanco muito finas
1 lilis cabo de marfim muito boas
Camisas de meia mnilo liuas
Ricas aboloaduras para collele 500 e
hila para palitos 500 e
Eslojos de navalhas linas para barba
Espelhos para parede, 500, 000 e
Caltas finissimas para rapo
Dilas redondas de tartaruga
Papel de cores em 1|4 de resma
Peules de tartaruga para marrara
Dito para alar cabello imitando a tartaruga
l.uvas brancas e de cores para moularia
Tapete para lanlernas, o par
e 011 ira muilissimas cousas, qae so ua bem couheci-
da loja de miudezas da boa fama se encontrara e se
vende muito barato : na rua do Queimado n. 33.
Vende-se um bonito mulato de 18
annos de dade, proprio par--,,-boleeiro:
a tratar na rua do Vifrari*- 51.
Atte 1155.0:10 barteiro.
Na loja do baraleiro, na ru da Cadeia do Recife
n. .50, defronle da rua da Madre de Dos, ha para
vender alem de muilas fazendas que em pon ao e a
retalho se vendem por baratos prejos, lismbnrgo ou
bnmlisn fino de puro linho proprio para calcas, loa-
Ihas, reculas t lenroe, em pecas de 20 varas a
'J96OO e lOf, dilo mais cheio de boa qualidade, pe-
jas de 30 varas a 129 c 139500, panno de linho fino
a O'rO a vara ou 89 a peca de 12 l|9 varas, estndo-
se a.acabar, panno de linho lino para lencoes com 2
vara de largura a 39*00 a vara, curies de brim d
linho de cores para calca, padres novo a 39200,
ditos de lusiao de cores e hraocos para collele a 800
e 19, casemira prela fina a 2a, 29600 e 3a600 o co-
rado, panno azul grosso a 19800 o covado, panno
fino prelo e azul de boas qualidades a 39500, 49000,
4950O, 59 G9, camisas francezas brancas 1 19700
cada urna, e 20a duzia, dila muilo lino cora pel-
los e collarinhos de cores e lira neos a 23500 00 a 309
a duzia, nadapolao fino para camisas a 43600, 5a e
59OOO a peca, e mais baito para 39900, 39500, 39600,
39KO0 e 4a, esgoio boro para pellos a 13100, e mui-
lo fino a 19800 e 29 a vara, e a peca por 14, 189 e
203, peilo para camisa brancos e de cores com pu-
nhos e collarinhos, por barato precn, assim como
outros muito objeclos indispensavels.
Vendem-se velas de carnauba simples e de
composicao da raelhor fabrica do Aracaly, cera de
carnauba, leij.lo mulalinho muilolnovo era saccas a
113. arros de casca a 39200 a sacca e a grauel a
:1950o o alqueire, medida velha, oleo de ricino da
melhor fabricado Pencdo em latas a 360 rs. a libra,
e ludo mais por precos commodos: na ruado Vicario
11. 5.
0 59 A
confronte ao Rosario em Sanio Antonio, avisa ao
respeiUvel publico, que recebeu pelo brigne Laia,
ullitnammle ebegado de Lisboa, os objeclos seguin-
les : bolinhos sorlidos em latas de 5 libras, que so a
elle lem viudo nesia pra^a, dilos intitulados biscoilos
de amor, a primeira vez aqui vindos, lalinhas de
2 1|2 libras de doces de dilferentes fruclas em calda,
alcm dislo encoutrarao constantemente nesla confei-
taria o segointe : os melhores chocolates francez,
pastilhas de ortelAa-pimenla, dilas peiloraes de ju-
juba, dilas de cidos de differentes fruclas, confer-
ios de muitos gostos, amendoas idem, caitinhas a
mais delicadas que se tem vislo para presentes, para
guardar joiase para meninos cnliar no braco, bolas
chiuha de Lisboa em lalinba de 5 libra e das mai-
llera fabricadas naqoclla cidade, biscoilos e bolachi-'
nhas ioglezas, bolinhos dilos, bolinhos francezes da
muilas qualidades e pao-de-l torrado, gelas dilfe-
rentes, tarops dilos de orchala de Lisboa, o ver-
dadeiro ettracto de absiutho, vinho branco de li ir-
deaut, falias, biscoilos e aramia doces e aguadas,
de dilferentes goslos. O annoucianle eslaheleeido
nesla cidade ha seis annos e ineio. e sempre firme
em querer montar uina confeilaria como as que ha
no Rio de Janeiro, que ale admira em ama capilal
como esla nao haver um eslaheleriraenlo desles,pede
oda alleur.io avista de seus sacrificios, e denlro em
pouco acharao rommodid.idec e economa em um cha'
ou baile que se pretenda dar, o que 11 "m acontece no
presente, que he prei-iso ama prevencao de 15 dias
ou um mer, ao passoque no Rio de Janeiro de im-
proviso vai-se a una confeilaria e enronlram-se ban-
dejas, bolos, podios, lorias, pastis etc., ele, do que
resulla muila economa e bom goslo : espera, por-
tante, a coneorrtncia dos habitantes desla bella ci-
dade, pata cm breve le em os meimos gozos.
'....-..v..^.--.v^.^..---..----.;.-.|.-:-. .-..!...
- <" '4 :r Uf SP W :>. -u.. 7L' I s' ^ > ;>
Nova California, ou y
lazend s por muito S
menos (io seu valor,
8em avaria nem de-
feito aiguni.
Precisando-te acabar com as fa-
zendas existentes na loja da rua
do Queimado n. 8, vendem-sc por
muito baixos precos, a dinbeiro
avista : ro;a-se. pois, aos Srs.
*i compradores, tenliam a bondade
ij$ de comparecer, <|iic acharao fa-
:.? /.endas por muilo diminutos pre- @
:;? ?. 5
Vendem-se sacras grandes com feijn mulali-
nho a 53OOO cada urna : na rua do Encantamento
0.11.
Fazqjidas boas e baratas.
Na ioja do baraleiro da roa da Cadeia do Recife
n. 30, defeonteda rua da Madre de Heos, acharao o
fraguases bom sortnenlo de fanendas de boas qua-
lidades, qoe a ilin'ieim a' vista se vendem por bara-
tissimo prei;o, lauto em atacado como a relalhu, ha-
veodo entre muilo variedade boas chitas de cores fi-
xas de diversos padres, o covado a 10,180 200, e
a pec.a I19, 69300,698OO e 79, corles de cassa de co-
res bonitos padres, que uao desbnlain, com 7 varas,
pelo diminuto preco de IffbOO, riscados e chilas lar-
gas fraileras modernas, covado a 240, 280. 300,
320 e 100, casas francezas de cores a 5U0 a vara,
Illas em cortes de 12,e 13 varas muilo finas com
(a/euda para vestido e para falla, desenhos difiran-
les, pelo baralo preco de 89, corles de andelina de
seda cor de rosa e arUI com fa/emla para relego e
folho a lioe 153, corle de sedas escocers largas de
bonilos goslos a 283, grosdenaple prelo superior pa-
ra vestido a 29 e 29200 o covado, chales de menno
Imo sem barra com franja de retroz. a 53-500, dilo de
chaly com barra asselinade a 69500. dito de merino
bordado, de cores a K9, dilos muilo linos bordados de
urna so cor a !)3, e alem deslas oulras muilas faioo-
das. que como cima fica dilo, se vendem baralas ;
dao-se amostras, e aloja est aberla de imite.
Vende-se no l'asscio Publico, loja n. II, de
I erreira & Crui, cale de primeira qualidade, vindo
lo Ro de Janeiro, por piejo cominudo, para li-
quidar.
Lencos de cam-
braia de linho
A 320, 400, 500, e 640
cada um.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido George Kenworlhy, nolunar,iJe S.Jos do Man-
guinho, com arvoredos de fruclo e mais bemfeilorias
que ncile se acliam, seudo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender procure em ra.a de Sa-
rauel P. Juhnstou $ C.ompafihia, rua da Seuiala No-
va n. 12.
AGENCIA
Da fundiro Low-.Moor, rua daSenzals-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimenloconiinasharer um com-
pleto sorlimenlo .da moendas e meias moendas
para enfienho, machinas de vapor e Uixas de
ferro balido e coado de lodos os lamanbos para
dito. '
Vende-se superior carne, queijos e 1 inculcas,
udo ao senao. por precio moilo commodo : ns ta-
berna da quinada rua dos Marlyrios u. 36.
SYSTEMA MEDICO DE II0LL0W
UNGENTO HOLLWAY.
Milbaresde individuos de lodas as MCSea podem
lestemunharas viriudcsdesleremedio iucomparave
eiprovarem caso necessario,que, pelo uso que dclle
'i'eram, lem seu corpo e membros inleirameuie
os, depois de haver em pregado intilmente ouir.,-
iraiamentos. Cada pessoa poder-sc-ba convencer
'""^""asiiiaravilhosas pelaleilura dos peridicos
que ni as relatara todos os dias ha mnilo anuos; e
n.ior parle dallas silo lo orprendenlesque admi-
rara ,,s mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
cobraram com esle soberano remedio o uso de seus
lemn,tLPe,rnHS'. dfP's''e(er permanecido longo
3T 'T, ,0SP'S ""le deviam sollrer a ampula-
mTiL al n'u""' 1ue "vendo dei jado ese
Sjlosdepad^menlo, para se.nao submellerem a
nu.ni.P F.**""*! '"** complela-
nenie, mediante o uso desse precioso remedio. Al-
Ramu das taes pessoas, na efusao de seu reconbeci-
menlo.decl.raram estes resultado benficos dianle
do lord corregedor, e oulro magistrados, afim de
maisautenlicarem sua aflirmaliva.
Ringuem desesperara do estado de sua saude es-
tivesse baslanle confianca para eusaiaresle remedio
constantemente, .egoindo algn, lempo o Irala-
mentoquenecessas.ea nslurewdo mal, cujo re-
suliadoseria provar incooslestavelmenle Que lu-
O ungento he til mas parlicularmeute
., seguinles casos.
Alporcas.
Cambras.
ho-
Luvas de pellica muito novas para
mein esenhora, o par a 1/80
na rua do- y0,mdo bem conBeci(,a |.wa..^.
dezas da boa fama n. 33. ** m mm^
Atteiijao.
Vende-se orna famosa n.gr. m^, tritmU ^_
liba bem o di.no de orna casa, encorar, e lava ad
m..avelme..ledesabao : qoema p,ena aiti^
a rua dos Marlyno a. 1*. *""
AO BOM CHA'.
Na rua da Crore i. 30. can Sania Antonio ves.
d*-se muilo bom clia. bolinhos fino,
bolachinha. de dlITerente
para n
qualidades, ida
caixiohas de bisenitinho ingiere proprio. para mi '
mo, biscoilos, Tanas, aramia, alliado,. pao, l,.,|Jr|
lado de muilo boa qualidade e por preros roenmo'
do ; lambem vndete eevadinha, tapioca, tB- ,
oulra messas lina, conserva, papel de peno. a.,1.
hoo charutos da Baha, caf, avocar refinado, lodo
m, por preto commodo.

Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
dos memliFos.
liufermidjdes da culis
em geral.
Eurermidadestloanus.
trupccsescorbulicas.
fstulas no abdonicu.
Frialdadc ou falta de ca-
lor as extremidades.
I-r i ciras.
engivas escaldadas.
I IIC lia roe.
Inflammacao do ligado.
matriz.
Lepra.
Males das peritas.
dospeitos.
de ollio.
Mordeduras dereplis.
Picadura de mosquitos,
l'ulmes.
Oueiraadelas.
Sarna.
Supuracoes pulridas.
Tiliha, em qualquer par
le que seja.
Tremor de ervo.
Ulcera na bocea.
do fisado.
ilils arllrularnes
Veas torcidas, ou nda-
das as pernas.
C., praca do
para vendero
pi.\c
Em casa de 31. Calmoit &
Corpo^anto n. 11, ha
scrjiiitc:
Taboado de pinito, alcatrao
Succia.
Alcatrao de carvo.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muitocommodo.
no!o^ios de patente
ingleses de ouro, desabnete e de vidro .-
vendem-sc a preco razoavel, em casa de
AiigustoC. le Abreu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. 56.
I.ABVRI I.T1IOS.
\endcm-se leero e loalhas de labvrinlbo, aen-
lado em lua cambraia de linho : na roa da Cruz a.
.li, primeiro andar.
Farinha de mandioca.
Vcnde-se superior farinha de Santa
Catliarina, em saccasquetem um alquei-
c (medida velha) por preco commodo:
no armazem de Novaes & C., na rua da
Madre de Dos n. 12.
A Zs'iOO a du/.ia.
Lencos de cambraia de linho para algibeira : ua
rua do Crespo, loja de Adriano & Castro n. I.
A3$500
Vende-seealdeLisboaultimamenttehegada.aa-
irocomopotasadaRussaverdadira:napracado
Corpo Santo n.11. r *
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ra fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, conlina ha-
ver um completo sortimento de taixss de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por proco commodo a com
promptidao: embarcam-se oucarregam-se emacr-
ro sem despe7.a ao comprador.
@as@@f @-@ ^ @
^ Deposito de vinho de champag- %
m pe Chateau-Ayx, primeira qua- @
O Iidade, de propriedade do conde S
O deMareuil.rua da Cruz do Recife n. @
20: este vinho, o melhor de toda a @
* Champagne, vende-se a 36$ cada
V^ caixa ; acha-se nicamente em ca-
@ sa de L. Leconte Feron & C. N. 2
^ B As caixai sao marcadas a fo-
|S !Conde de Mareuileosrotu- @
los las garrafas sao azues.
da bexiga.
h 1^. i"Se esle ""'"""olno eslabelecimenlo aera
UcaHns Hr" 2. i'filra""'' lJ '"los 0^0-
ucarios, droguislasc oulras pessoas cncarregadasde
liespa"na.em l0da Am"k do Sul' "~ '
Veude-sejj*00 -ciscada bocetinha.conlcm urna
ft^-^JD *,mS'"* l>ra esi.licar o modo de
lazeruso deste uuzucnto. *
ma'ceui.09"0 SCr;' l,c e"Sr. Soum. pl.ar-
maul,co,,,a ru da Cruz ... K, em l'er'nam-
mITi YOit?. um;, P"l> Me Ierra coberlas de
nanas dejjkiuilo boa. madeiras, e ptima de plau-
n.'fm yTa,"'"> Mangoinho, sitio que volta para
os inicios, de Ignacio francisco de Albuquerque e
Mello.
Velas de
Carnauba.
Vendem-se velas de carnauba pura, as memores
que ha uo mercado a 123000 a arroba, esleirs de
pama da mesma caruaoba, grandes c menores : na
rua do Qoeimado n. fj!, loja de ferragens.
Manual eleitorai
--@@s
Redes de
palha fei-
tas no Pa-
ra'demui-
t o I o m
gosto: na loja de quatro pottas, da rua
da Cadeia do Recife n. 48.
Redes de algo-
diio tecidas com dous lios, fetal no Ma-
ranhao : na loja de quatro portas da rua
da Cadeia do Recife n. 48, de Narciso
Maria Carneiro.
o:,,, a.
Confronte ao Rosario cm Santo n o,
vemlo se a verdadeira agua de flor de laran-
ja,do autor J. Miro;
Navalhas a contento.
Conlinoa-se a vender aSjjOOO o par(prec0 fiio) as
ja bem conhecidas navalhas de barba,feilas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas ex
posices: vendem-se com a eondicSo de nao agra-
dando poder o comprador devolvc-las ale 30 dias
depois da compra, resliloindo-se a importancia :em
casa de Aoguslo C. de Abreu, na rua da Cadeia do
Recife o. 3b.
[ AVISO
aos ferreiros.
F. POIRIER,aterro da Roa-Vista n. 55.
Tem para vender a vontade do com-
prador
CARVAO DE PEDBA
da primeira qualidade, por preco rom-
modo.
Vendem-se lingual do Rio-Grande,
muilo novas e superiores: na na da
Praia. armazemn. 18.
Vende-se o manual eleitorai, contendo
a le regulamentar das eleicocs, e os de-
cretos e decisocs do govern por 1 $281):
na livraria ns. (i c 8, da
dependencia.

praca da In-
DepositO de cal e polassa.
J, 5W2S- "eos- '0"'*nua-.e a vender su-
rn?.ii^! i["" "" i"*"- ""nlcmenle chega-
trJl rus'la"-' nova, de superior qoalidade,
pirpre^o commodo.
-Veode-se em casa de S. P. Johnston&C,
rua da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, cjii-
cotcs de carro a de monlaria, candieires e casticaes
bronzeados.rclogios patenta inglez, barris degra-
da n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
ho da vela, chumbo da munico, arreios para ear-
o, lonas inglezas.
Relogios
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete n-
do JfjJ Soulha" Mellor & UHBPMhia, rua
Cobei tores de laa hespa-
nhes muito eijoarpa-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crepo,loja da esquina qae
volia para a roa da Cadeia. H
Refinaria do Monteiro.
No deposito da rua da Senzala-Ve-
han. 110, vende-se assucar refinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Pianos,
TaX"ed""(,0,aulor'. P'emiado na eipoaicaode
a^'Ss.ir"Rookr& Coa-
Farioha de San-
ta Catliarina.
muilo nova, vinda em direilura a este porlo, vnde-
se a nordo do patacho Pelicano, ou traase com
Caetaoo Cjnaco da C. M., ao lado do Corpo Sinlo
Atteneofi
Na rua do Trapiche n. ."| |,a 2
9 superior rape Hmmm do Brasil.
g cl'egadorccente.mnlc do R de
5 |ane,',0'cJn'q-lidadc pouco dif-
m Ice do de Lisboa, ao puo que 9
?5 custa apenas I,00 a libra ; a,-He
sg antes que acabe, pois a reme**, 6}
V he pequea.
EmicasadeRabeSchmetUu& C ,ua
aa Cadeia n. ot, vende-sc :
lm grande sortimento de
pelho.
elogios linos de patente ingle*.
Ditos ditos de patente suiso.
Couros de graxa.
vidros de
rs-
Ervill
ias seccas cm garraIei.
bas
Vinho do Rheno superior.
(jnservas alimenUrias de
dades.
Tudopoi preco commudo.
Loja da boa f.
merino muilo r,no J9 ,^0, "^w ".Tf.":
1 10 o covado. casemir. p,,,. 1 ".*,.
..rguras.o^OOorovado. d,l. aiail.llJ5.tS
argur. ,.. -J5 0 covado, alta, fatenda M'ZZ
lo linae propria para veslido, de ZttmCmSSl
do, bombarioa mallo tina propria o, SIT
radre a 1,00 o covado, ^7*?**
superior -5000 o covado. .,m pie.oT.cUT
icnd, ,uper,or a gm, c.vadoVo SST^Mrt.
mu.l.ss.ma faxenJ... qe oei^o wil T-?%~
I orcm que a rW. do. enhore, nmix*ZZZZ:
deraopor menos que em oulra parte: w*
Loja da l>oa f.
.h..... VDNDE,-SE Mino BARATt.
i nales Be merino liso, de lindas core, coa
ricas franjas de seda
.aya de seda para horneo, aenbora
Meia prela de sed., p.,, .eooor., o por
lita de cores mnilo lina para homem, o par
-uvas de Ho de Escocia para meninos, o pir
.eucos de cambraia de linho com bico,
Dilo de retroz, um
Luyas de lio de Escocia para homem, o par
Meias de laia para padre, o par
l.ravalas de seda prela e de corea
.Meios lencos de seda prela
Ditos ditos de dila de cor
Gissas prelas mnilo fina para luto, a vara 5
alem de ludo isto oulras muilai faundas. h h
cVndem o mais barato que he po*.i,ei : na riTd.
Jueimido, nos qnalro canlo. nV^, M |w T !
le, defronle di loja da boa lama.
Vinho do Porto, superior chamico.
tro cana de 2 duxua e eaa barr, da oilav'o r-
!!".*"!!L,!-CeB,dol*l<^iS"'Troaooc;,
C.l
UM
:un
lacM
I9W0
MR
1300
1M
Ij
Z.aaCrmfnl,ro i1"" < Barroca & CartroTi
rua da Cadeia do Retire n. ?. -o
______yiWTOPO PORTO 'ENUNO.
>en.le-se ptimo vinho do 1'orlo
Marta e oilavo, por prero raeoavel
lea do Recife o. 13,
veira.
ca borr do
i 'a da l'a-
eacriptorlo de Bailar & OH-
1
Vendem-se sellins cora perhaHcs,
patente inglez e da melhor qualida-
de que lem vindo a este morcado :
no armazem de Adamson H,
*C, rua do Trapiche 4.
&$cr*t>0* fugifro*.
Ausentou-se da casia h .iu
de 17 do corren., ..,embr a SntTSJl "T^
reprwenu ter 25 inoos, po.co SSmjiZL'e
talara regolar. che., do rorpo m.,ta rJET'
acabodada, cabello, muito pVelo. ,em,uT~
da cabera, lendo por cosame repartir *
calcada, levoa bastante roopa al Irivo,-
coa.. EsU ecr.v. foi comprada m3*?11!!I
le anno ate Sr. Ferreir. Ar.ojo, ^Xt^
nem endo relaede fra, s.ppoe ler ^SlfZsA
por ilguem : portanto proteaU-te asar do uT
Sr da le contra quem a liver destn
he der azylo, assim cont se protnotle
iilicacao a quem a pegar e "
Vista n. 52.
i agio no dia 6 do correle pelas 9 hora* n
da o preto crioulo, por nome Loiz, idada da ,1-
nos, pouco mais 00 menos, com oa im.iiq na.iau_
bastaute alio, cheio do corpo, cor fola, nslino,
nado, beicns baslanle cresos a feio 1"
a Uver desencaaBiae). ^
levar a. airra a Boa -
algodao a chapeo de palha do Chile mu,|. Nb. -
quem o pegar, leve a casa da roa AukmU ni,
IgoacioIerreiradeA.L*., do engaolio G.L
qu* sera generosamente recorrpensado.
Continaam a e.lar fogido o cseravM aenislM
Aulonio, de naca1 Ucaage. qua roprtoaMa :is .V-
nos de id.de, de aliar, regalar, e..gi,0 LT
cor prela, rosto redondo, Kn barba, corta IimL'
cheio do corpo, conversa pouco, e foi er.v7do.
Iierdeiro do finado Caetano l.oncalve da C.nha^
o oulro de nome Verissimo, de naci, baata.le alio'
algum t.nlo espad.udo, rosto regalar, 'irTmlii
os lado do roslo mares de fallaos de so. naci d
oa lina, algum Unto ranaaeiro, pee gra.de* 'e Uo.
urnas marcas de chicote ainda nova. na. costa. t,
le escravo. fugiram junto m dia 3 de
correle anno : quera o appreheador coi
eiigenho Agua-Kria da fregoeiia de S.
Malta, oa nesla prar.. na r.a da ti.ia .. 61 prfam-
ru andar, que era' generotameol.
Lm rico piano de Jacaranda, de nm dos melhores
c mais arredilados autores de Pars: vende-se na roa
da Uoz, armazem o. 10, no Recife.
\ende-se superior linha de algodao branca e
de cores, em novello, para costara : em cas. de
Soulhall Mellor & Companhia, rua do Torres n. 38.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para regar hortase bai-
la de capim: na fundir,:,, de l). W. Bowman
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Bichas de Ham-
burgo.
No aligo deposito de bichas de Ilaroburgo, na
rua eslreiia do Rosario n. tt, recebeu-se pelo ulti-
mo vapor viudo da Europa, um grande sorlimenlo
das relerid.is Inehas, e por isso se contina a vender
o cenlo a -205000, e por menos desse dinbeiro se o
comprador comprar mais de cem,e a 320 cada um.
por aloguel.
elogios
iogezes de pa-
tente,
n melliore-l-'i'ricadiis em Inglaterra: en casado
Henryliibsoii .ruada Cadeadn Recilen.V
Em casa de Eduardo H. Wyall.roa do taniche
Novo 11. IS, vendem-se liai-Us, elogio, de ojfc cn-
berlos e desroberlos, sellin iogleze, rhicX's de
rarro, rre.os para dito, cabo da Russia, lio a. vela
Iml.sde lod.s as cores, c.ndieiros ecaslicaes an.
nSm CnSerYaS d< ruc,a' '".ai, charulud.
AVISO.
CINCOENTA lili. REJJT^"
No dia 23 de janhodo correnle, r.g,0 de l^rdo
do brigue Mana Liiiim o prelo crioolo H.Z1V
de idade 24 a 25 annos, pouco mais .. nic S
o. signae seguinles : roslo comprido e l"a.7iiu
cor fola, cabello eercilhado, olhoa m poseo ara,
amortecido, beiro grosso, Modo o de cima >.
grosso qae encobre a falla qae tem da daatci .
cima, Talla um pouco alrapalbado devido a falla do
denles, pouca barba e rala, bigodes, toa. a. mao
esqoerd. junio aodedo mnimo orna especio do ner
vo sabido, as nadegas um pouco empinada, 00 an-
dar (em um geilo par. o lado, cadoiras larga*, coi-
lora fina, p. apalhetado e ua poaco largos levoa
cal^a de algodao azol desbolado cann. do algodao
rscado, chapeo de palha, lea oficio da cozi.hoii
e cosluma embriagar-*. ; foi escravo do Sr. Dr. Je-
ronymo Vilella e do Sr. Dr. promotor de Ofiod,
Queiroz I- ouseca, e primamente do Sr. Albert ttn-
ter llamn : o inaixo awign.do, acabar do dilo pre-
to, cralifiea generoumenle a quem o apprehcndrr o
lev.-lo em s-ja cata, do aterro da Boa-Vista .. .VI
segando adar, 00 no Kecilc. roa do Trapiche u. IK*
a Anlor.iu de Almeida lime ; como lamben pro-'
esta contra qualquer pessoa qoe o occ.llar em ato
poder ; auim como gratifica e paga loda a den,
as.Joaquim Lopes de trocida.
No dia 5 da abril do correnle anao Ik.v. i~
giram do lagar Aralicum da cidade de rea, e* doas
eseravot egainles : Kav mundo, crioulo. do la-
nos, de cor alg.ro tanto fola, aliara regalar, fornido
de corpo, olhos pequeo epilombado, nariz afila-
do, pouca barba, denles perfeilos e limado falla
prossa e algum lano descantada, e falla de onhat
nos dedo pollegam dos pe. Cosme, crioolo, de
anno, alio, vermelho, caber, grande, lela |.rg.
olhos peqnenos, nariz algum lano grosso, poaca bar-
ha, denles limado., csanellis fina, corpo banzeiro
falla grossa e falta de onhas nos pm : qoalqaeVc.-
piiao der.podera' manda-Ios entregar no engenho I uc.l da
fregu*,, de Pao d'Alho, ou no mesmo lagar do A
raticum da Iregaeria do Brejo de rea, qae mo
generosamente satlsfeil.s lodas a. despera e traba
Ihos por seu senhor. '
MUTOSDtJ
PERN.: TYP DE M. F. DB FABIA ItsS
K'


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