Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07542


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Full Text

ANNO XXXII N. 224
Por o mezes adiantados i|000.
Por 3 mezes vencidos 4(500.
eii ieiba >:? de mmm de \m.
Foi auno adianlado lsOOO.
Porte Franco para o rabwriptoi

imiahregados DA SL'BSCRIPCAO' no norte
Parabiba, o Sr. Gervasio T. da Naliiidada ; Natal, o 8r. Jo"
quim I. Pereira Jnior ; Araeaiv. o Sr. A. da Lemoi Braa-a '
Leara, ir. J. Jdse de Oliveirs ; .Maranliao, o Sr. Joaquim Mar-
quea ttodrigues ; l'iauhy, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
UrH ; Para, o Sr. JustinianoJ. atamos; Amaionas.oBi. Jaro-
ijim da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
filiada : todas <>* das, s o r -acta hora* So dia.
la-aaras-u, G.....un., .. Parahiba : aaa -.^un.l.s ettas-fcra*.
S. Aiii.in. Ilr-prisas, ItOBitOsfrraar, Aliinl.....l..ir.uiliuii- : n.. terca-rei
S. Loarautvu, l'-.,-.AI!i... Maura**, I.,..,, ||.j, lv.,|,iii.,, /.
aira, l..r.-.. rilla-tlalla, Boa-Vuia, Oarkar; I.mi : aaa anarua-Taii
l..ido, Ipojaea, atfriabaVB, Rto-Vimaoao, um, ttarreiisM, Agaa-Pn
i'inirni, (rj>,. .N.Hai: nutiiui.-ira*.
(Todos o GocraJoa partaai a. ni iteran .la aaaaUa.)
AUDIENCIAS DOS TIUUCXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundase quintas.
Relaco : tercas-feiraa esabbados.
Fazenda : quarlaa esabbados aa 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas ao maio-dia.
Juizo da orphos .- segundas a quintas aa 10 horas.
Primeiri vara do cirel eguoda a seitaa ao meio-dia.
Segunda rara do cirel: quartas a sabbados ao meio-dia.
EPHEMERIDES lo HEZ DE Si; I Cintilo
7 Quarto crescente as 2 horas 22 minutos e 48-sccuudoi da t.
1 i La cheia as 11 minuto* e 48 secundo* da tarde.
"i Quarto minguante as 3 horas, 2) minutse (segundos dam.
-II La nova a 1 hora. 2'.l minutos,48 lepundosds mauba.
1-ltKAMAIt DE HO.lt.
rrimeira U e n" minutos da larde.
Segunda n eoi minutos da manha.
DAS da semana.
22 Segunda. S. Mauricio Di. S. rs/nev. ni.
it Terca. S. Lino p. m. ; S. Tecla v. ni.
2 Quarla. Nossa >>eiihora las Merec : S. *1 \ r*n m.
25 Quinta S. Justina v. ni. : S. sonador eClestralO.
21 sexta. S. Cleofas : S. Finnino h. : S. Baraomiaiaao.
27 Sabbado. Sss. Gestas e DamO irs. mu. ; S. Fidciuio.
28 Uomingo. S. Wencesiau duque m. : S. Salania mni.
EXCAIlREt.AUOS DA SIIM.RIPI .t-ii VIMI
Alagoas,o Sr. r.laudino Falcan lilas Rabia* Sr. .
Rio deJaneiro,o sr. Joao Pereira Martina.
EM PEatNAMI l.O.
0 proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa da Ttr\n, aa sua
lirraria, praca da Independencia ns.it 8.
/'
FAMTI q?fIGIAL
SOVEBNO DA PROVINCIA.
IHtn. e Exm. Sr.Curapre-me communicar a V.
Exc, que nesla comarca, dos ltimos dias do mei
pascado a* ota data, pereceram anda da epidemia
quatro pessoas nos logares denominados Macaco e
' ."loma, da freguezia de Flore*, que foram soccorri-
dos e se achara asVualmeule livres do mal, assim co-
mu o da serra o Calle nesla iregue/.ia, un le foram
lambem aeommetlidas algumas pessoa*, as quaes fe-
Iiiuenle escaparan!; ero lodo o lermo da lugazeira
caso nenliam se lem dado deste ->l do me, passado,
segundo a* diversas p;rlicipares que (enhoem sala,
lo respectivo delegado; as uulicias ofliciaes de Ta-
carat e Fazenda Grande conlinoam a ser saii-lac-
lorias, e ao faier do prsenle, cm luda a comarca su
mi logar do Brejinlio da freguezia de Flores, para
onde se remelleram ja socorros, cerlas pcasoas se
repulan oo julgam allecfadas.
Deo guarde a V. Exc. por mullos anuos. Villa
Bella :m de agoslo de ls")ii. uim. e Exm. Sr. l)r.
iyrgio Teixeira de Macedo, Uiui rligao preaideute
da provincia de Pernainbnco. O jaii de direilo,
Ignacio Jote ilt Mendmnra l~choa.
I llm. e Exm. Sr.Acabo de receber do acadmi-
co em commissao na comarca da Boa-Vista o odicio
de I de julliu ullimo, que leulio a honra de passar
por copia as maos da V. Exc, alim de trauquillisar
o espirito de V. Exc. la i applicado ao allivio dos in-
- lelizes accommettiios pelo ^anglico assolador, visto I''-'" numero, qne acaba de apparecor da /lecisla
como me coiumuulca o dilo acadmico, que esle! d* Hdimbourgo adiamos ara artigo raui nolavel so-
inexoravel aggressor ainda nao assallou ponto al-! bre a queslau an^ki-aiiiericana. Posto que nao par-
l)esprczaram-se os embarcos.
O Sr. presidente ileu provimenlo ans aggiavos do
juizo especial do commercio em que sao :
AggraTatllM. Barrnra & Castro ;
Acsravado, J. F. li. Kladr.
Ageravanle. J. F. (i. Kladr ;
Asgravada, I). Mara Carolina de Brl (.malln
por si, e como tutora de seos ti Llm- menores.
Diligencia.
Appellaules, Fonseca Medeiros & C. ;
Appellados, Rostro Kooker (S C.
Mandou-se descer a cansa ao juizo e-pccal do
commercio para avaliarse o pedido na reconvenci,
e averbar-se ou pagar-se o imposto de dous por
cenlo.
Appellante. Vicente Fcrreira da Costa por si e
como administrador da lirma Cosa & Onolre ;
Anpplladus, a i'inh e herdeirns de Jos Fernan-
des Eiras e Fernandes Silva & C.
Desceran! para o carloro para se tratar da li iliili-
tacflo.
Panagsm.
I'assou do Sr. descinbarcador Villares ao Sr. de-
semharcador Lalo a appellarja'n em que sao :
Appcllaiites, Mesquila iV Dutra ;
A ,';i"ila I. .1 .:'" Pinto de l.emos Jnior, como cu-
rador da massa fallida de Nuno Maria de Seixas.
gura da mcsnia comarca, sendo que rnenle reioam
amd i ii i villa de Calirobu as febres inlermiltcntes,
cunliirm tenho parfici|>aJo a V. Exe. em incus ofli-
cios ile I i e .11 de julho, e 1:1 do corrcnle.
Na referida villa a polire/a doenle e desvallida lem
sido soccorrida, e vou remelter para all mais al-
gosa soccorrus dos que V. Exc. se diguou ullima-
menle enviar-ine, pois que julgo era meo fraco en-
tender altingir com isto as vistas de V. Exc.
(Juaulo esla comarca, curapre-me declarar a V.
Ex-j.,.que dos doenles atacados ltimamente Da Co-
lonia siiccurabio somenle um, Deaodo restabelecidos
ns demais, e alliviado essepovoado. Os liabilaoles
da Serra do Calle, aos quaes o maldito judeu, como
euosU do meo oflicio de 1:1 do correle, lambem vi-
sitn, furam mais felizes ; udo perderam doenle ai-
cura, estilo de lodo desassombrados. Apenas ago-
ra reslam algous doenles na Serra do llrejinlto, lu-
gar Caldeiro onde apparcceu esse invasor na se-
mana passada a fazer, creio, as suas despedidas desla
comarca: por osles prximos dias juico, que podc-
rei dar a V. Exc. a agradavel nova de sua lolal ex-
linceao.
Al a presente data ainda aqu nao chegou o ci
ungan Francisco Marciano 'de Araujo Luna, que
em 30 de julho fui noineado para vir auxiliar-me no
lilhemos lalves todas as ideiaz, que ahi_sao apreseu-
tadas, com ludo julgamos do nosso ileve chamar
sobre este trabalho a atlencao dos nossos leilores,
por is-oquea questao, I.i, obscura anda para a
maior parte do publico europeu, lie tratada ahi com
una clareza c^conhecimciilo das cousas que anda
Hilo adiamos em nennom dos numerlos escupios,
que lem apparecido sobre a materia ; alem disao o
autor da' lAo grande prava de moderaran e impar-
ci iiila li' como pode-se esperar de urna parle inle-
ressada no debate. O leilor julgani par si inesmo ;
se a falla de espaco nos impede de reprodozir o ar-
li;o lodo iuieiro, podemos garantir-Iha previamente
que ludo quanlo somos obrigados a oinillir, e-la es-
criplo com o mesino eslilo do que podemos conser-
var, e se somos entretanto obfigadoa a fazer algu-
nas soppreasoes, nilo temos o.nillid.i nenliuin dos
pontos importantes.
Depois de alaomaa pacinas de iulroducrin, onde
passa em revista as re,res dos Estadas*-Lindos a
da Inglaterra desde a paz de 1815, o escrpior mos-
1ra como em todas as circuraslaucias o governo in-
glez (em feilo concesse'; e depois de ler explicado
sem azedume como o recimen poltico dos E*tados-
Unidos torua todas as relacAes dilliceis-com esla
desconfiada, e emprebendedora repblica, enlra na
desempenbo de yiinlia commis*ao, conforme V. Exc. queslao e estabelece o campo da discussao nclual
me tez aviso em oflicio do I. do crrenle : loso que
elle cIiiimi, pretendo faze-lo seguir para o Ouricu-
ry, agoardando a ocrasiao mais prapria para seguir
cu qualquer dos pontos da enmarca da Boa-Vista,
se V. Exc. n.ni me determinar o contrario.
Daos guarde aV. Exc. mullos anuos. Villa-Bai-
la 30 de agoslo de fS-V!.Illm. e Exm. Sr. eonse-
llieiro l)r. Sergio Teixeira de Macelo, rauilo rteno
prndenle da provincia de Fernambuco.l)r. Tlio-
naz Aulunes de Abren, medico em commissao do
A queslao versa sobre qualro ponlos dcleriniuados
primeiro, as tentativas feitas pelo govciuu inglez
para alistar humen* nos Eslados-L'iiidos durante a
ultima guerra; aeaundp, o prolectorailu que a (iran-
Brelanha exerce sobre o* indios Mosquitos, cuja le-
galidade os Eslados-Uuidcs conleslam, assim como
a de limilae.lo que a Inglaterra redama pelo territo-
rio dos .Mosquitos ; lerceiro, o direito que os Inele-
zes lem de conservar seu estabeleciinento de llehza
ou Honduras inglazaa ; quarlo, n dir.lo que tein a
Inglaterra de pussar a illia de Kuaiau, e a crcacao
em 1833 desla illia e de algnmas ilhns visinlia* m
goverou as enmarcas de Flores e Boa-Vista.
Illm. Sr.Respoudeudo ao oflicio de V. S. de 14
do corrcnle, dlso que tenUo ernpregado todo o a- I eotouio parlirolar, que os Estados-Unidos de.*-"l- I
maro no Irat.imento dos doentes de-la villa, ja com ciam como urna nfrarrfld ao Iralado Clayloo llulv. er '
inedicameiilos, i-i |e-nio com dfadMfjrv, visto a |io-1 da. 19 de abril de I,SV*. ^
breza ser extreiua,Jeraeera ctioi a asFurisaco de V. I Taes san cun efleito as qu>i\.is allegadas pflru
S. mais soceorrerr^eom dinhelr, p..c qne melhor I Eslados-Oni li s, que cJIocam-se como a Pjk ,(iV
possam aproveitar os medieantenlns. A molestia fen.lida, ou pelo mena* romo a que reclama a exe- :
reinanle continua asee as iulermittenlas, e nenhum coeo dos tratados, que c!!cs preleiidein ler sido fexo*
caso, oo mesmo s\mptoma do diolera por aqu lem | "' respeilo.
Iiavido, e uein mesmo no Ooricury c Boa-Vis.a, pois l'assarenios sobre o primeiro ponto sem nos de-
nao ni me adlrraa islo o r. Wandetley, que de la '"'"os selle. Iloje a questOo p..de ser considerada
velo, eoiii i partes ofliciaes ao capilo delecnln as- comoaeabada aVeele respeilo ; o goveroo do* Esia-
sim o abonara ; portanto pode V. S. olliciar ao
Exm. Sr. presidente nesle sentido, e liear cerlo que
envidarei lodos os esorros para conlinuac esla villa
no esladn sanitario que outi'ora reiuava.
lieos guarde a V. S. Cabrobn I de agoslo de
IS.16.Illm. Sr. Dr. Tliomaz Aniones de Abreu,
in*peclur e director do servico de saude as comar-
cas de Flores e Bo-'Vista.O acadmico eiu com-
missao. Jaime (iomes Kobinson.
Esla' conforme;llr.TImmaz Anliine* de Aiireu,
medico era commisslo do governo as comarcas de
I lure- e Boa-Vista.
COMMMDO DAS ARMAS.
Quariel gaueral do eonamaoda das aranas de
Pernambuco aa cldade do Recite eso IS da
setambro do 1856.
ORDEM O DIA N. 33:
O marcchal de campo commaudantc das armas
faz cerlo para os lilis couveuieules, qae nesla dala
coolrshio novo engajamenlo por mais seis anuos, nos
lerraos do regnlameuln de 1 de dezernbro de 1852,
e do aviso do uiinislcrio da guerra de u"i de agoslo
*la 1833, precedendo inspeccao de saude, n Sr. se-
gundo cadete sargento ajudante do segundo balallulo
de iiihularia Joo .Manoel Das, o qual por sobre os
vencimenlos que por le llie cumpeiirein, percebera'
o premio de itKINMHl rs. pago na forma do arligo :!.-
do decreto n. lilH de 10de junlio de ISi, e lindo
o engajamenio urna dala de ierras de 22,300 bracas
qoadradas. Se desertar, incorrera' no perdiment das vaiilagens de premio e daqaellas a que tiver di-
reilo, sera' lido como recrutado, de*contar-e-llie-
lia no lempo do engajamcnlo o de prisa-i, em virlu-
de de seulenr.a, averbaudo-se esle descont e a per-
da das vaulagens no respectivo Ululo como esla' por
lei determinado. F'az igualrncnle cerlo, que boje
coolralou nos termos da imperial resolucan de 7
de novembro do citado anuo de IKi2, para sorvir
por tres annos na banda de msica do nono balalhan
da mrsma arma, na qualidade de msico de lerceira
classe. o paisano Jostiuo Jos Ferreira Lima, (pie
juleado robusto e silo pin inspec^itn de saude.
foi
percebendo o contratado afora os veurimeulns que
llie licam competindo, o premio de 130), salisfeilo
pela maneira indicada no arligo 3 do decreto cima
mencionado.
Jos Joaquim Codito.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Scssojudiciariucm ~l-i de scttmitirn de 1H.">I>.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador Sonza.
Estiveram presentes os membros do tribunal.
Jiilgamento.
ApueUaule, Manoel Alvcs Ferreira ;
Appeiada, a viuva Pereira da Cuaba.
-leYjm/" jmk. t jm*. m
IHIRTheoPIIILO (ALTILR.
VI
Oiuio-,e o rodar de 11ra roupc no pairo silencio- ninba a culpa. A!i! mea velli II
so do palacio, e iiium umnediatamente Octavio a- 'V*!^.d"_eeo_d d* ""
presenlou-se dianle do doulor. I'iCoo estupefacto,
quando Mr. Clierbonneau inoslrou-lhe o conde Olaf
l.aliiuski estendido sobre um sof com as apparencias
da morle. Ao principio creu pm um asiiiaIo, e
licou alguns insl.ule. mudo de horror ; mas, depois
de um exime mais atiento, reparou que tuna respi-
rarlo qoa*i imperceplivel sbaiuva e ievanlava o pel-
lo do joven dormidor.
Eis-ahi o seu disfarce j prompln. disse-lhe o
d ifBr ; he um lauto mais itillicil de lomar do que
iirrTWimiiio aluzado a Babin ; mas Horneo, subindo
a varanda de Verone, ui cuida no oertgo que cor-
re de quebrar o pescoco ; sabe que Julieta o espera
em cima ; e de cerlo a condessa Prascovia Lahiuska
lian he Interior lillia dos Capulelos
dos-Unidos lando de um la lo aceitad as satisfaces
que o gabinete, presidido por lord Palmeraton, ofl>-
receu-lho*, cdeoulro lado reenviado para a loela-
lerra o Sr. Cramplon e Iros cnsules inglczes com-
prometidos n-j neg.i.-io dos alislamer.los, sem que
esla potencia respondesse 1 este prorcdimenlo pela
remessa do Sr. Dalla*, lie um negocio que deve
pasear por terminado c nao ollerecena presentemen-
le mais do que um inleresse retTospecllvo.
Pelo contrario, a discussao csl sempre aberla so-
bre os oulros Ires poni*, os quaes furmam a malc-
ra da quesillo relativa America central, designa-
cilo pouco exacia, mu* que no* aqu repelimos, por-
que licou em oso debaixo deste mime geral, queslao
que passa ordinariamente por tratado Clavton-
Bolner. lie o que importa boje ronliecer c esludar,
e h relativamente a este objeclo, que vamos re-
prodozir urna parle do arligo inglez.
Tarda-nos, diz a Aeotstd de Edimbamrg, rliegar
linalmente a queslao da America central, sobre a
qual teui-se fllalo lauto, e sabe-se tilo pouco. He
a esperauca de resolve-laque lem feilo conservar na
111..! iierra ao Sr. Dallas, que seas talentos, sua re-
pulnco. e suas maneiras conciliadoras o lomara in-
leirameiile proprio para trala-la comuosco.
Em primeiro lugar cometamos procurando refutar
urna opimao errnea, que foi feralmente estableci-
da, quando esla queslao veio snrprender-uos de um
modo tao sbito, islo be, que foi na*rda do Iralado
conhecido hoje pelos nomes do Sr. Claylon esir II.
L. Uolwer. A verdade esla' na opino contraria:
a quesliln da America Central exislia ames do irala-
lado de 1830 : sua gravidade eimporlancia lem sido
Bianilcmenle diminuidas por esle Iralado, e se elle
livesse de desapparecer ainanliaa, nao sii a Ingla-
terra e os Estados-Luidos perderlam nellc mollas
vaulagens cnnimuns, mas ainda se achariam na po-
sieflo. em que estavan anlcs dente tratado e com
mais probabilidades de seren levados a' um con-
flicto terriicl. Alem disto as patarras, obra as quaes
tanto se tein disealido depois de algum lempo e a
palavra que o governo dos EsUdos-lioidos exige
que a cmnpramo*, foi dada alguns mezes antes da
assignatura do tratado ; he o que vamos provar com
a historia najnio.
ci Ouasi simulUne.-imenle enm o estabeleeimenlo
dos Inginas as Anlilhas, .1 (iran-Brelanha contra-
ria relacoe- amigaveis rom una tribu de indios cha-
mados Mosquiles, que hahitavam urna longa banda
de terreno sobre a costa atlntica do islhmo. que
separa a America do Norte da America .lo Sul.
Eslcs indio*, em guerra com a Despatilla pela defeza
de seu lerrilorio nalal, licaram alliados eomnosco
em nossas longas guerras conlra a monarehia bespa-
nhola, depois como eram cruelmente perseguidos
pela Despalilla por causa mesmo de sua allianca
com .1 Inglaterra, esla licoo na ebrigacalo de prole"-
e do desojo que tenho de fazer urna experiencia, que
nunca Icntei na Europa, nilo devo occullar-lhe que
essa troca de almas lem algum perigo. Interrogue
*eu corarao. Arrisca francamente a vida sobre esta
caria suprema '.' O amor lie lorte como a morle, diz
i Biblia.
Lslou prompln, respnndcu Octavio simples-
menle.
Pois bem, charo seuhor, exelamou o medico
estregando as mos cas extraordinaria lapidez, co-
mo se quizesse tirar fogo maneira dos selv.igens.
Agrada-me a paixiio que nao recua dianle de nada.
So ha duas cousa* no mundo : a paiilo e a vonlade.
Se soasa senhoria notr feliz, de corlo nao sera
rahraa Lo^uin,
as apsaras le ro-
ge-los, e com effeito os prolegeu conlra n inimigoi
commum. He verdade que no tratado, que acabou I
a guerra com a Hespaoha em 1783, lomamos o ac-
cordo de relirar-nos da eotta dos Mosquitos, em
quanto que de seu lado a llespanha promedia nilo
excrcer nenhuma vinganca contra os Mosquitos em
virtudc da parle que (omaram na ultima guerra.
Porem esta psz foi de curta duracao, e logo de-
pois a llespanha ligou-*e ainda urna vez com a Fran-
ca conlra li*. Renovamos nossas relaces com o
uossos anligns auxiliares, e na paz geral da Europa
em 1813 mis os lomamos solemne e publicamente
debaixo de nossa protecc.ilo por um acto, que ao de-
pois, e em mais de urna occasio, foi renovado de
11ra modo lao solemne como publico,tendo o chefe 00
re dos Mosquitos viudo coroar-*c no eslahelecimsn-
lo inglez de Beliza em 18III, 1825 e 1842, Alem
di*lo o governo inglez, vendo que o de Nicaragua,
um dos pequeos eslados formados das minas do
imperio hespaiihol na America, linha-sc apoderado
de urna pequea rila.te situada na embocadura do
rio Silo-Joan, que a Inglaterra julgava perlencer
enm maior direilo aos Mosquitos, urna diviso naval
iusteza foi enviada era ISlS contra os habitantes de
Nicaragua e o* expeli a' Inrca do porlo em queslo,
conhecido enlAo pelo nomo de Sao-Joao do Nicara-
gua e que fui chamado depois Cre> ton. Ora nenbum
desles laclns, compreliendida nelles a expulsan das
ropas do Nicaragua da*ptquena cidade em queslao,
desde 181ti al I81S, provocou urna salisfacilo nem
inesmo urna simples observarlo da parle do gover-
no dos Eslados-Fnidos, bem que depois da perda de
Silo Joilo de Nicaragua oo lireytun, o governo do
Nicaragua Inulta feilo um appello ao governo
dos Estados-(nidos para cblcr alguma proleccao,
esla potencia nao respondeu a esse appello, nem
lambem mlercedeu junio do governo inglez cm fa-
vor do Nicaragua.
Portanto, desde IS18 o governo dos E*lado*-
L nidos, posto que instruido da ualureza e extensao
do protectorado que'a Inglaterra liaba daranle tao
longo lempo exercido sobre os Mosquitos, nao fez
delle objeclo de alguma coinmunicacao, e soliretu-
do nilo se queixou do que a politica segunl.i pela
Inglaterra na America central, fosse hostil poli-
tica do* Eslados-l'iiido*.
o Pouco lempo depoi* da conquista da California.
0 governo deste estado, cuidando em e*labelecer
meios de commumeacao seguros e rpidos entre
suas possesses do Atlntico e as que acahava de
conquistar 110 Pacifico, levou seu Hlenlo sobre o
mesmo rio, ua embocadura do qual est situado,
tjrexlon, mu recentemeiite oceupada pala liraa-
Brelanlia em nome do re dos Mo*qui(s. Basta
laucar os olhos sobre o mappa, para ver que o rio
S. Joao commuuica com um grande lago, o lago de
Nicaragua, o qual e*l,i pouco afaslado do lago de
Managua, que por sua vez penetra at algumas mi-
Iha* da costa do Ocano Pacifico.
Parece por consequencia provavel, que por raeio
de od canal de pouca exten-o, que unisse o Oca-
no ao lago Managua, e esle ao lago Ide Nicaragua,
augmentando o curso do rio S. Joao, o que nao pa-
reca entilo impossivel, po*suir-se-hta um canal
arittan entre os dous Ocanos. F'ormou-se nraa
compauhia americana para emprehende-lo, e obte-
ve do governo do Nicaragua a cesso dos seus di-
reilo* sobre os dous lagos e o rio S. Joao, cuio cur-
so ale o Ocano Atlntico era entilo reclamado pelo
Nicaragua como sua propriedade. Ao mesmo lem-
po um agente do governo dos Eslados-Unldos con-
cluio com o Nicaragua um (radadu, onde se dizia ;
o O governo dos Estadss-linidot rcconhccc ex-
pressaineule os direito* de soberana que o estado
de Nicaragua (em sobre o plano da illto canal, e
garaule positiva e ellic.mu-'iilca plena neutra
li.l.ide do di(-> plano por lodo o lempo que estirar
debaixo da inspeccao i'us cidauVios dos Eslados-
l'in los. e estes g.izarem por lodo o lempo dos pri-
\ilegiosque Ibes sao assegurados no paragrapbo pre-
cedente desle artigo. Vede o tratado de 3 de se-,
lembro de lsi',1 entre os r'sladus-linidos e Nica-
ragua/
S Portanto ve-se, que o governo -dos Eslados-
L'nidos recouheceu deste modo osdireitosde sobera-
na do Nicaragua sobre om rio e lerrilorio, que a
(jria-Bretaoha liuha usurpado, c alm disloobri-
gou-se a proteger a ueutrali lade ou o gozo panuro
de tima concetso relia por um estado sobre una
propriedade, que a Inglaterra declamo perlencer a
urna oulra parle, lie claro que nesla siluac.To o
Iralado que acabamos de cilar, njo poda receber
sua execiir.io, sem por em conicui directo a Ingla-
terra e os Eslados-I nidos em lreNlon, na embo-
cadura do rio, reivindicado contradictoriamente pe-
las duas parte*. Todava o governo dos Eslados-
(nidos Haba de proposito deliberado dada por
in*lrurc,iio seu agente, que concluisse o Iralado
ein qutslAo, e o senado mostrou-sa mu decidida-
mente resoluto a sanecionar e*la couveo^au. quaes-
quer que pOdessem ser as conquista*.
Tal foi o estado das cousas que conduzio ir
llenri liulwer, mu pouco lempo d-pois de sua che-
gada em Wasllioglon, a negociar o Iralado que Iraz
sen nome ; elle propoz dous lins : Primeiro, reti-
rar os dous govarnos da posicjlo hostil e ameacadora
em que se achavaui eollocados, e segundo, favore-
cer a construceao quer do canal proposlo, quer de
qualquer oulro mciu de communicacilo, caminho de
ferro ou canal, que era enlao ou pedera ser pro-
jectado alravez do islhmo da America Central. Po-
dia-se erar que o perigo eslava conjurado pelo ar-
ligo.seguinle dn Iralado do Clavion-Bulwer :
As duas parles contraanles nsarain de loda a
inlloencia, que liverein respectivamente sobre todo
o estado ou governo, qne posuir ou pretender pos-
suir alguma jorisdtcclo ou qualquer direilo sobre
o territorio que o dilo canal poder alravessar, ou
que esliver visinlio das aguas delle, para obrigar
este* estados oo governos a facilitar a conslruc^ilo
do canal com lodos os meios que csliverem em seo
poder.
I Occorreu-se a segunda necessidade pelo Mra-
lo que li/.eram as duas parles.
a Logo que o canal esliver promplo, as parles
contratantes o protegern conlra loda a inlerrup-
cAo, apprehensfto ou eoofiseaclo injusta, egaranlirlo
soa ueutralidaJe de lal sorle, que o canal seja para
1 sempre livre e aberlo i navegac.io, a es capitaes
hjpolhecados cm sua couslrurcao, gozem de loda a
seguranca.
II Savia anda alguma cou*a para fazer. 6 go-
verno dos Estados-Unidos snspettava, quea Ingla-
terra livease previsto a probabilidade da couslrur-
cao de um canal m.irilimo alravez dos lagos e pelo
no S. Joo, e era precisamente por essa rallo que
ella linha-se apoderado da embocadura da rio na
inlenrao de forlilica-la c gu:inla-la, alim de que o
canal nao fosse Construido, un, se ebegasse a ser
construido, Besase debaixo do poder absoluto da Isa
gl aterra.
" Para deslruir esla* suspeilas. as-m como pa-
ra impedir que nenhum dos dous governos exer- 1
cesse algum monopolio sobre o canal, que foi lilao
projectado, 011 sobre qualquer oulro canal ou can.i- '
nho de ferro que podesse ser construido para o fu-
turo, era aecesssria concluir algum arranjo, qoe li-
mitaste I ambicio de rada um dos dous aovemos !
sobre o lerrilorio da America Central. Nao per-1
leticia a um diplmala con*enlir em que se impo- 1
zesse alguma resnenlo a liberdade da accao, e nem i
algum limite ao poder do governo inglez, sanio nos,
meamos termos 11 acedos pelo aoveruo. Por essa
razio, redigindo o arligu que devia ler ellecliva-
menle esle resultado, os dous negociadores cnsul- i
tarara a correspondencia que ja se linda trocado I
sobre esle assumplo entre lord Palmerston e o Sr.!
I.awrcnce, mimslro dos Eslados-1 nidos em Lon-
dres.
Nesla correspondencia, o Sr. Lawranoo desde
sua chocada em Inglaterra, quero dlzer, em 1849,
e pouco lempo antes da partida de nr llenri llul-
war para os Estados-Unidos, pergunlnn a lord Pal-
merston, a 8 de novembro de ISi'.l, a se enlrava
o as lulences do governo inglez orcupar ou co-
louisar o Nicaragua, a Cosa llica, a cosa do*
MosonibM, ou algum oulro ponto da America
Central. A isso respondeu lord Palmerston,
que o governo de S. M. nao liuha intenQo de
o oceupar ou colonisar o Nicaragua, a Costa Rica,
e nem a cosa dos Mosquito*, e nenhum ponto da
o America Central, a e acrescenlava n que ielac/ies
a coroa da Inglaterra e o estado e lerrilorio dos
o Mosquitos durante um perindi quasi dedoosse-
ii culos, mas que o governo ingle/, nao reclamava
n nenhum direilo de soberana sobre o pan dos
ii Mosqiiilns. n
Pelas palavra* que acabamos de citar, o Sr. Lew-
renca iinb i indicado os limite* que os Estados*
Lnidos desejavam qne a Inglaterra impo/.e**e ao
seu protectorado sobro os Mosquitos, os quaes pare-
can! aos Eslados-I'nidos, que a Inglaterra mesmo
poderia impor em suas relaces e em sua allianca
enm a America Central.
O miuistro inglez dos negocios estrangeiros con-
senlio na restriega*) definida pelas palavras que
acabamos de cilar; por couseqoeucia, essas paMvraa
i '.iiii adoptadas pelos negociadores e transportadas
por elles da correspondencia para o Iralado. Ve-
mo. pois, que a menina obrigacilo, mais solemne-
menle consagradi pelo lexlo do Iralado, exi*li i de
fado antes, e a Inglalcrra pode ser arrusada com
alguma razao de ler violado o Iralado cndilo
expressamente nos termos empregados por lord Pal-
merston e pelo Sr. I.awrcnce ; ella tena fallado ao
ajuste pelo laclo consignado em a ola dirigida por
lord Paluierslon ao Sr. Lawrence, ainda inesmo
quando uaqiielle lempo uo existase o tratado Clay-
ton-Bulvrer.
k E agora, depois de ler lixadn a allenriio dos
nosso* leilores sobre o pomo, objeclo de lauta pol-
mica, e ler mostrado donde saln, esla discu*silo, pa-
rece-nos un,.!!! I,me lazer observar que. duraulc ns
dons annos que *egulram-se essignalura do Irala-
do, n ni parece que nouvesse alguma discordia enlre
a Inglaterra e os E-ta.los-l nidos, sobre o modo de
enmprehender os lermos, que depois se lem dilo se-
ren to obscuros; e este fado he tanto mais signifi-
cativo, quando durante os dous anuos havia a frenle
da admiuisl(ac.An dos negocios eslrangeiros dos Es-
tados-Cuido*, um dos jurisconsultos mais distinclos,
um dos roaiorea estadislas que a Amrica do Norte,
ou algara oatro paiz jamis leve, Sr. Webiler,
he delle que queremos fallar, enlMu no mini-lerlo
poaco lempo depnis do troca das ratilieacoes do Ira-
lado e volado pelo tratado, quando este oi sobmelli 10 i
sanecao *lo corno eminenle, ene. partilha com o pre-
sdeme o poder de fazer tratados.
O Sr. Webster, logo depois do sua entrada no
ministerio, Haba tido, como o Sr. Gavin reconhe-
ce em seu discurso, proferido no sonado a l(i do
Janeiro de I8.>i, urna looga eonvereacfjo com elle o
r. Uat/lon sobre o alcance do '.raldo c sobre as
vistas que se Ihe rel'eriam. O Sr. Webster era lam-
bem osa amigo intimo do Sr. Lawrence, com quem
enlrelinba nina correspondencia oflicial mu frequ li-
le. Segundo ludas estas circunstancia*, lie de pre-
sumir que o Sr. Web.ler eslava em lio boa posir.io
como um estadista americano poda e*lar para com-
prehen ler o que o Iralado quera ou nilo dizer. A
rollccc.ao dos documento* ollicTaes, que foram publi-
cados, mostrara de sobejo qual era a sua opinin, o
una phra-e que citaremos aqu, de urna caria diri-
gida poi elle em dala de 18 ce marco de 1832, sir
James rallan, bastar sem duvnla para fazer como
elle comprchendia n Iralado : n He claro, diz elle,
que a Inglaterra compromelteu-se iuleiramenle i
proteger Crexlon, com o perleucemlo nos Indio*
Mosquitos, e nlo he provavel que ella permillisse
s autoridades do Nicaragua ou a qualquer oulra,
lomar po*se dclla, anles de serem bSTininaJsa a*
quesles tiendenles.
o O Sr. Webster nao cria pois. que tivessemos a-
bandooado nosao protectorado sobre os Indios Mos-
quilos; pensava somente que o tiiihaums diminuido
coiMideravclmcnle, e sabia pirque Ihe lindamos de-
clarado, que eslavam i dispostos a renuncia-lo com-
pletamente nn dia em que podessemos subslilui-lu
por alguma aceommodarlo convenienle e honrosa.
Ainda mais ; enlrou em ncgociagAo eomnosco para
adiar e*ta accomodaco, c quan lo sir llenri Bulwer
os Eslados-Lnidos, elle c o Sr. Webster eslavam
completamente de accorlo sobre os meios derealisar
este designio. O accordo era lo perfeilo que nao
loi dillicil formar um projeelo, que os dous gnverons
da Iuglnlerra o dos Estados-Unidos, depois de l-lo
dehnilivamenle adoplsdo, o submelleram junios aos
eslados do Nicaragua e da Costs-Rlea, inlere-sados
mais parlicularmenle do que os oulros na queslao.
Anida depois, quamlo esle projeelo foi redle lo
team com sen* crus deliciosos, vers se esqueci a
formula irresislivcl que me dissesle ao ouvido pou-
co anles de abandonan.'- leu corpo momificado. Con-
servei ludo na memoria, as palavras e os ge-Ios.
Ei-J, coinecemos! taremos no no*so caldeirao cou-
sas extraordinarias, como as reitieeiras de Mac-
hrlh ; mas sem a ignobil fciliraria do Norte. Ponha-
se dianle de mim. assenlado naquella poltrona : a-
bandnne-se cum Inda a eanfianea ao iiieu poder.
Beiri '. J.i o encanto obra. Perdem-sa as nores do
lempo e do espaco. e\lingue-*e a cousciencia, ubai-
xam-se as palpebras ; os mnsculos nilo recebendo
mais ordens do cerebro e*lendem-se ; adormece o
pensamenln : san desalados lodos os los delicados,
que prenden) a alma an corpo. Itrahma no ovo de
Octavio, perturbado | ola eslranheza da situ-.eo nuro, onde souliou dez mil annoi. nao eslava mai
!> JI i i m t a a I ..,,',.. >__da *__________t .^ -ti rim^'ik r> 1 IOFI iiratt uilnrmnii In Jji ..(
satureinu-lo de ef-
nu respondis ; contemplava ainda o cunde, caja'
beca levemente cabida, repousava sobre um eoxim
e que iissemelliava-se as efligies de cavaDeros llena-
das sobre seus tmulos nos claustros gotliicos, tendo
lebaixo da nuca um Iravc-sciru de inarraore. F.sse
bello e nobre semblante, que -ua alma ia despojar,
inluii'lia-lhe alguns remursus.
O doulor tomou a meditadlo de Octavio por he-
-ilaeao, um vago sorriso de desdem vagoo-lhe sobre
es labios, e elle dis*e-Ihe :
Se vossa senhoria nao esl decidido, posso a-1 ragosijando-se pela sua obra. Ei-locomo
coi dar o conde, o qoal soltara como veiu, marav- | Oh '. oh o que he que ainda resiste ahi
separado das cousas exteriores
novios, banhamo-lo de ratos.
Pronunciando esla* phrases entrecortadas, o don-
lor n.iu cessava seus gestos : de suas mos eslandi-
d s ssllav.im dardos para a fronte ou par.' o cors-
ea do paciente, em torno do qual fnrin iv.i-s pou-
co a pinico una especie de alniosphera visivel e
id. -| iiarn-a. bem como urna aurora.
Milito bem disse Mr. Ballhnz.ir Cherbonneau
quero.
excla-
Ibadodo meu poder magntico ; mas milicia que lal "10u depoi* do urna pausa como se lesse alravez do
ccasio pode nunca mais apreseutar-se. Todava, i crneo de Octavio o ulliran esforco da peronaliiia-
-em embargo do iuleresse que lomn pelo
() Vida Diarlo o. ST"
amor,' da prestes a anlejuilar-se. Qoal be' a idea rebelde que
-------expellida das rircumvolures do cerebro procura
i nblrahir-se minha influencia relugiaudo-se na
monada primitiva, ni punto central da vida .' llei
de alcanca-l, hei de snlunellivla.
Para vencer e*sa rebellllo involuntaria, o doulor
carregou mais forlcmentc a balera magnelica de seu
nlhar, e alcancou o pensamenlo revoltado enlre a
base do cerebelo e a incdulla espinhal, sanclnario
mais secreto, tabernculo mais mvsterlotO da alma.
Sen Iriumpho era completo.
EnlAo preparou-se com mageslosa solemnidade
para a experiencia inaudita que ia fzer ; vestio-se
como um mago de um tnica de linho, lavou as
rales em agua perfumada, lirn de diversas hcelas
alguns pos. com que leznas face* e nr.s frontes sig-
I me* hieralicos, cingio o* bracos com o corlan dos
; brahmanes, leu dous ou tres Mocas dos poemas sa-
grados, e nao omiltio nenhun dos ritos minucio-
sos recommendados pclosannxasi das gruas de Elc-
phanla.
Terminadas estas ceremonias, abri Indas as boc-
eas do calor, e pouco depois a sala licoo cheia de
una almosphera abrazada, que le ia sulTocado o* ti-
gres as selvas, secca 1o a carnada de lodo sobre o
couro rugoso dos bfalos, e eilo abrir-se com es-
Iroiido a larga flor do aloe.
N"lo quem que as duas ceulellias dn fojo di-
vino, que durante alguns segundos v;lo licar nuas e
despojadas de sens envoltorios moraos, empallide-
cam e se exlinguam no no*so ar glacial, di*se n dou-
,lor consultando o Ihermomelro, o qual marcava en-
Ho 1^0 graos de Fabrenlieil.
O dnulor Ballhazar Cherbonneau enlre essss dous
cornos inertes, e rom seu vestuario branrn pareca
o sacrificador de algumas das religies sangainarias,
qiie lancavam cadveres humanos sobre, o aliar de
seosdeoses. Assemelhava-se ao sacerdote doViiii-
lipulzili, o feroz lulo mexicano, de que falla llen-
rnjiie lleine em una de suas hlalas : pnrom suas
iiiiniices eram ccrlamenle mais pacificas,
Chegou-se ao can le Olaf, que conservavaSO ini-
movel, pronuuciou a iuefavel syllaba, a qual foi
rpidamente repetir sobre Octavio, profundamente
adormecido. O semblante de Mr. Cherbuniieau lo-
mara nesse momenlo singular magestade ; a grande-
za do poder de que dispnnha ennobreria-lbe as fei-
I r^es, e quem o livesse vislo cumprijidu esses ritos
1 mylerio*os com gravidade sacerdotal, nao leria re-
j conhecido nelle o doulor extravagante, que desalia-
Iva n crein da caricatura.
i Enlao p.i-ir.-iin con-.* innilo extravagantes:
MTCADO"
. r--4----- .... reje
pelo [Nicaragua, a conduela desle estad) lao ri\o-o
c obstinado como fraco, pareceu ao Sr. Webster tao
desarazo.ivcl que declama que dalli em dianle obra-
ra sem o consultar.
Cremos ler provado superaliundaiitcmcnle que o
scululo dado pela Inglaterra ao tratado na parlo qu
diz re.pcilo aos Indio* .Mosquito-, era o mesmo que
dava o Sr. Webster, e que de-Ie modo, em lodas as
discussues que sobr'evierain depoi*, temos permane-
cido relativamente ao nossa protectorado no mesmo
lempo, que foi considerado Comojosto por urna da*
mell)orea e mais entnenles autoridades da America,
lie venale que o governo do* Estados-Unidos nlo
reoonheeia nossa posicao como prolecloics desles
Indios, e nem a lem jamis remoliendo ; mas era
isio uma queslao, que Ihe nlo perteneia. Se fo.se
nina queslao que se devia tratar entre nus e alguma
potencia, csia polenria nlo poda ser senao a lles-
panha ou qualquer um dos eslados que her.lou *eus
direito*. Mas o Sr. TVehsler observava lambem que
tullanlos salisfeilo o nico interesse, que osEslados-
Octavio de Saville e o conde Ola Labinski (lar'cce-
ram agitados simollaneamenle como de uma couvul-
s.io ile agona, seus semblantes decompezeram-se
uma leve escuma Ihe* subi aos labios; a pallidez
da morle deseoroo-lhes a pelle ; entretanto duas lo-
ses azues e (remidas scinlill.ivara iucerlas sobre su.is
esbecas.
A um gesio ib doulor, que pareca Iracar-lhc* o
caminho no ar, os don* pontos phnsphoricos puze-
ram-*e em movimenlo, e deixando a|ios si um ra*lro
luminoso, chegaram sua nova morada : a alma de
Octavio oceupon o corpo do conde Lahioski, a alma
dn conne ocrupou o de Octavio ; eslava execuladu o
avalar.
I ni leve rubor das marlas indicara que a vida
vallara a easeaeorpos humano*, que tmham lieadn
sem alma alguns segundo*, o dos quaes o alijo ne-
gro se leria apossado sean fra o poder do dnulor.
A alegra do Iriumpho fazia chaminejar as pupil-
las azues de Cherhnnneaii, n qual dizia asi mesmu
passeiando spreuadamenta na sala :
Facim oulru tanto ns mdicos mais gallados,
elles que tanto se ufanam de acertar o relogio hu-
mano, quando se desorganisa. O' llippocrales, (a-
liano, Parare!*.', Van-Ilclmont, Bueihaave, Tron-
cbin, Hahnemann, Rasoti, o menor taqoir da In-
dia, assenlado sobre a escoda de nm pagode, sabe mil
vez. s mais do que vos. Qoo impnila o cadver a
quem comm inda o espirito !
O doulor Ballhaur Chsrboaoeaa den alguns sal-
ios de jubilo, e 11011*011 como as moniaiiha* un Sir-
llasinm do rei Salmiiio ; al e'leve prestes a cahir,
porque embaraearam-se-llie os pos na tnica, acci-
dente que o fez tornar a si. e recobrar lodo o seu
sangue fri.
Acordemos agora nossos dormidores, di*se elle
depois de spag ir as marcas que bzera eni sin pro-
prin roslo, o de lir.ir o vesluarlo de brahmanc.
Cotlocaudo-ss. dianle do rorpu do ronde LabinstVx,
habitado pela alma de Octavio, fes osgesloi naeessa-
rio* para lira-lo do estado do somnambulismo, sn-
cudindu a cada geslu seus dedos carregadus do flui-
do qu lirava.
Nu lim de alguus rainolos, Octavio Labintki de
ora em diante a*sim o de'ignarerao* para clareza da
narradlo assenloo-se, passon a* m"o pelo* olho*. e
lancou era lorno de i| um aihar e*paulado. qu- a
cnnsciencia anda n.10 illuminava. iiuaudo reeobroo
i a percepcao clara do* objeclo, a primeira cuusa que
Unidos livessem na queslao, favorecendo o projeelo I
de um canal martimo, O na atea IransaccJo direc-
ta que tnhamos cora os l'Z*lados-l'uidos, aquella que
deu-lhe* um direiln direcln de intervencilo, admil-
liam completamente que Mullamos curaprido nossa
palavra, coiidu/.indn-nns com honra e lirineza.
a L'ma nova ora ia coniecir com a entrada do Sr.
Pierce no poder. Seu representante, o Sr. Itiicba-
nan, anles de ter chegado a Londres, remelteu nm
ineinoranduui hbil e artificiosamente feilo, sobre
as inlenres do novo presdeme a respeilo dos nego-
cios da America Central. Nesle memorndum con-
confuudia-se niiti destrmenle as quesles, que po-
di.mi-urgir do Iralado da 1830 relativamente aos'
Mosquiles p ao e-labpieciineiilo de Beliza, com 011-1
Iros que erara mu anteriores ao tratado O data Va m
das ennvenres concluidas com a llespanha em
17S:t o IT8I1 eda guerra que seguio-se a esla* con-
venees. Alem disso o Sr. Ituchauan formula ne**e
memorndola urna pirle de seu* pedidos em lemos
loe*, que he mu diflicil demonstrar sua injoslica, I
porque nilo he menos dilliril saber precisamente o |
que querem elle dizer. Por exempln, exige da ln-
-1 ileri.i. em virlude do Iralado de 18VI, que se red-
re da cosa do Mosquito, porque, diz elle, a Ingla-
Ierra promelteu que nao necuparia esta costa nem
ponto algum di America Central, porem nao ex-
plica n qup a Inglaterra deve relirar. a nlo d ne-
nhuma interpretadlo precisa do qneeiileude pela;
palavra oceupar. latamos aqu' *eu nrluo inteiro,
sobre o qual o Sr. liuchanan basea seu pedido :
< Arl. I. O* governo* da (irfn-lrelanha e dos
Eslados-luido* ddelaram pela prsenle que nem um
nem uulro procurarlo obter c nem couservarao al-
gum direiln exclusivo sobre o dito canal m intimo ;
sendo concordado enlre elles que iieuhom dos dous
levanlarajouconservara fnrliliiacoe*,quedominassem
0 canal ou os lugares que Ibe licam visinhos ; que
elles nao oceuparao, foriili-arao. colonisarlo, reda-
maran, 011 exerreriio algomi soberana sibra n Ni-
caragua, C'*la-Riea, costa dos .Mn bre.qualquer ponto da America Ccnlral ; nenhum
dclles lao pouco se valora' do protectora lo que ex-
erce ou podera' exercer, como de nenhuma Hlliaucj
que teulia ou posea (er com qualquer estado 011 po
vo pira construir ou conservar nlgama forlificscio
do genero cima definido, nem para oceupar, foili-
ficar 00 colonisar o Nicaragua, Co*la-Rica, a cosa
do* Mosquitos, nn nutro poni da America Central,
nem para reivindicar nu exercer algum direilo de
soberana subre os ditos paizes. Nem a Inglater-
ra nem os Estailos-I.nidus se prevalece.o de algu-
1111 amisade, allianca, relajo ou inlluencia que pu-
dem ler sobre algum estado ou governo, por cujo
lerrilorio o dilo canal polera' pasear para suslenlir
direcla n inleresse de alguns subditos seus un cida-
dlos, direilos ou vantagens no que re*peila ao tra-
uco ou a' navegaco do dito canal, que n.iu fosem
ollerccidos nus mesraus lerraos aos sumlilos ou cila-
tlaos da oulra.
Por este arligo he claro que, se a Inglaterra lives-
se sobre a cosa dos M aun .* on sobre algnm pou-
lo da America Central uma colonia 011 um exercilo
de oceupaco deveria abandonar esta colonia ou
relirar esse exordio ; se livesse levantado alg 11111
torlificacao, deveria arraza-la ; sa bouvesse reivin-
dica lo algum direilo de soberana sobre os Mo.qui-
los, deveria renunciar esla prelenc.in. Masa Ingla-
terra na pretende e nao tem nenhuma soberana
sobre os Mosquitos, uio elevou em sua* praias forli-
ficanio algasaa, nflo conserva all goarnieao ou exr-
cilo de occupaejlo. Oue pode pnis relirar da cosa
los Mosquitos .' Nada, se nan for *eu protectorado ;
mais longo Jo artigo do Iralado Ibe impor a ohnga-
gao de o ntirar, conten pelo contrario uma el n-
sula que exprime o prev eertM eonsas.qne ella nlo
p.i.leriafa/.er em vlrlude do .. protectorado que ex-
erce. un que poda exercer. Tera-se lurci.lo por
lodos os modos a palavra orcupar ; mas seja qual
lor o sentido que se Ihe queira dar, nao deixa de
ser verdade qne a Inglalcrra 1110 oceupa de nenhum
modo a costa do* Mosquitos. O sentido da pala-
vra oceupar nao he 1111 obscuro que deVa exoessiva-
mente embaracar as auluridades. americanas. Por
exemplo, era que sentido a einpregava um necoep-
a or americano quasi uu inesmo mnmcnln em que o
Sr. Liwrcnce a empregava da sua parle.
O governo dos Estadas-Unidos lera' o -reilo de
construir (aes forles e forlilicaces as embocaduras
e em loda a exlensao dos ditos Iralialhjs, arma-Ios,
io:ciipa-los da maneira ecom toda a tropa que julgar
1 necessario. < Arligo .1 do tratado enlre os Estados
Luidos e o Nicaragua, de I de julho de I8W.
E com efleito, nunca palavra alguma foi mais
> senilmente empregada e uuiversalineme compre-
I hendida. Como os Francezes occiipam liorna .' co-
mo os Austracos lemoccopado us principados ? e
Como uma uacao oceupa o lerrilorio de oulra. ou
uma cidadedesse lerrilorio ? Por meto da forca ar-
mada. O lerrao he tloteclinico, lio conslantemen-
le einpregado enlre as naces era um sentido so-
menle, qoe leamos vergoulta de o diculir e expli
car se nao o viseemos pala primeva ve/, feilo o mo-
tivo solemne de urna polmica Internacional.
" A Inglaterra nao lem como temos dilo, nenhu-
ma forra armada para relirar. Ella continua a' pro-
teger uma populadlo qoe nao se deve abandonar
nicamente por que he fraca c sem defeza, e deve
continuara proteger depois que nossa soberana, e
com ella os diversos ministerios que (em succedilo
110 poder, cnipenhou sua palavra real de que esla po-
pularlo sena proteg la, a ments que pela nossa
nilervenco amigavel nlo Ihe prorurassemos uma
proleccao igual a que Ihe presta o navio de guerra
inglez que guarda sua cosa, e que, em caso de ne-
cessidade lem prompta para desembarcar uma forra
armada para repellar lodo arlo de aggresslo. No
podeinns mais desamparar um alliado "por causa de
sua fraqueza, assim como nao podemos humilhar-nos
diaule de um inimigo por causa de sua forca.
Journal des Debis. ]
RIO DE JANEIRO.
SEMO.
SESSAO 1)0 DIA 17 DE JLLIIO DE I85G.
^'residenciado Sr. Manoel Ignacio Carahmi de
l.iccrda.
i A's || horas da manota .estando presente*
.11 Srs. senadores, abre-se a sesslo.
I,idas as actas de Lie lli du renle-me/, sHo
; approvadas.
O Sr. I.- secretario da' conta doseguinle
EXPEDIENTE
l.m oflicio do Sr. ministro do imperio, remoliendo
um dos aulogrophas sanccionado* da resolorlo qoe
approva as pensos concedidas a vinva e IHhos do
capillo Francisco Joaquim da Silveira, e a visva e
lilho do alteres Vicente francisco Dias Jnior.tica
0 senado inteirado, e raauda-se communicar a c-
mara dos depulados.
Oulro do Sr. ministro da juslica, rcmellendn
por rupia os ollicios dos ptesidcnles das provincias
dn Km de Janviro. Kio Crande dn Norte, Mallo-
Grosso, Espirito Sanio e Piauhv, acornpanhsdos doi
qnadree das diSlaneias enlre os diver- s municipios'
parochias das mes.-uas provincias. \ quem fez a
requisic.'io.
Dous oflieioi do I.- secretario da cmara dos
depulados. acompanhandn a* propo-ices da mc*raa
carnara;l. 1 e 2." approvando as apnsenladorias conce-
didas aos juizes de direilo Prancisco de Paula de
NegreirosSaxlo Lobato e Francisco Vieira da Cts-
la ;e :1.a aolorisando o governo a fazer reverter a ar-
ma tle infamara o inaijor graduado do corpo de es-
ladn maior da i, rlassee AolouioJoaquim de Maga-
Ihaes Cislro.Ya a imprimir, au o esla.ido.
l.-e e lica sobre a me*a um parecer da commis-
*;lo de legislacan sobre o requerimeulo de alguns
serralheiros e caldeireiros, cm que pe lem a revoga-
eio da posiura da cmara municipal da corle de :li
de ferereirn do correle anuo, que piohibio as suas
olliciuas em cerla* ras desla cidade ; sen lo a c >m-
misssode parecer que se esperem os esclarecimenlos
que se pediram an governo.
He apai ido e approvado o seguidle
REQUERIMENTO.
Requeira que se pee un ao governo as inlorroares
ofliciaes qne livor acerca das oilreirasde saliire c
minas de ferro que s encontrara junio a viila Ma-
ra na provincia de Cavaba,J. A. de Miranda.
Entrara por sua ordein cm 1.' diseassloai propo-
sices .lo senado conce leudo faeuldade para p.-ssoi-
reui bens de raz as innanilades do Rosario e Sa-
cramento da freguezia da Consolarn da cidade de
S. Paulo, e da cmara dos depulados faxeildo igual
(avnr as irmandades da ConeeicllO do Porto das I.ai-
xas e unirs.
Sao remellidas as coiiimi-sas de legisla.'.lo o fa-
zenda, a requei menlo dos Sr*. Silveira da Molla e
Vianna.
Pa*sa em I.- d'scussao sem debite o projeelo de-
clarando que as divisas enlre as provincias de Santa
Cilharina e dn llm tirando du Sul, sao : o rio Mam-
piluha, o arroin das eonlas c o* ros Pellas e l'ru-
^uav ; e que o governo determinara, depois do* exa-
mes necessarins, os limites entre a provincia do Pa-
ran' e de Sania Cilhariiia.sujeitaudn a demnreacao
que lizer a approvaeo do coi po legislativa.
Boira logo om i.* discus*ao, e, aapravaeVio arl.
'1.'. passa a discotir-se o arl. -2.'
O Sr. bttriio de .Intonina juslilica a seguinle c-
meuda substitutiva :
Irlign tubtlUutUo.
o Arl. -2. Os limites da provincia do Paran licam
sendo : .
SI. Com a da Santa Chalarina pelo rio Sahy-
(uas*uf ate a serra do mar na aherl.i formada p-'-
In* monte* Aracacuara ao norte, e do Ikirim ao sul
al r.unilicacao da do Espigao de lsle aseste, e
des le as caheceiras du rineirn 'l'irabii, qu-a fraldea
a mesma serra do Espigao pelo lado do sul, ate a suas
confluencia com o rio Pcloias.
o i 2. Inn a do Rio-Grande do Sel pelo rio Pe-
llos, (oio-En, ou Uruguay, desde a foz do Timb
ate o rio Pipiry.
o S -1- Com de Mato-lirosso desde a foz do lgua-
Iciny al a do Paraoopanoma.
o i. Com a rtp S. Paulo com o mpiieinuado rio
1 Parapanema,polottarar ab^o montelmpirapda;des
[ |p pelo ribeiro Chapeo, que ne'ilc nasce, ale a sua
confluencia enm o rio da nibeira : por e*te alca
j faz do Rio-Pardo, da qual lirara nina rc:l 1 ale o
islhinu do Varaiunru, que separa o municipio de
(', ni mea do .le Paranagna*.
o Paco dn senado, era 17 de julho de 1SVI.lia-
ran ilo Anlonin i. o
O Sr. risrondi de '.'e'/uin'/i/ioii/rr cntende que
esla aman la nan pode ser vola la sera que -obre el-
la preced parecer de commissao respectiva.
O Sr. harto .(< .Intmini requer que o projeelo
cm a emenda va' a commissao de estalislica.
Eile adiamenlo he apoiadoo po-io era discu*ao.
(I Sr. Pntenla Bueno pede a illuslre commissao
qoe atienda a conveniencia de ficar a tronteira du
Pijieri perlencenJo a provincia de S. Pedro, e nlo
a qualquer oulra.
ll Sr. ilafra sostena que a rcsolucao deve pns-
sar lal qual velo da oulra cmara ; e que a cominis-
s?o nada podera dizer sobre esla materia, por falla
de dados em que basee o seu parecer.
<> Sr. iisr.wic de teqnitiiikonku arredila que
essa mesilla falla de dados apuntada pelo liebre se-
nador he que justifica o adiadaraenlo, alim de que
a commissao nossa eila tara quostio, informar-se, e
dar um parecer que ssclareca o senado.
lie approvado o adiamenlo.
vio approvadas em I.' e J-> discussao, e p.i**am a
lerceira, as proposices da cmara dos dcpulado*,
una drclaranan que a disnosiclo da lei de JS de se-
lembrode I8.V3, que mauduu pagar aos empresado
das secretarias dos tnhonaes do commercio o que se
Ibes devesse, comprehende lambem os da junio do
commercio da provincia do M n ania ; e oulra de-
clarando que os cirnrgies da acroada leem direito
ao momc-pio da marmita.
Enlra era |..a discussao o projeelo de lei regulan-
do o accesso dos poslos dos oflisiaes da armada.
O Sr. l'erraz requer qne se ade a discus'.lo des-
loe projeelo para que teulia lugar ao te/npo cm que o
Sr. ministro da marraba possa comparecer as sesses
de senado.
Esie requerimeulo lie apodado e approva lo -em
d.'hale.
E*go(ada a materia da orden 'in dia, o Sr. presi-
dente da' para a or.tem do da da seguinle sessao :
I." disscusslo do projeelo coneedendo lulerias a di-
versos estabelecimciilos ;
:!.' discussao dos projectos : I.-, O creando no mu-
nicipio da corle mais uma freguezia em S. Christo-
vao ; '2.". approvando a pnalo concedida a viuva de
11 -bi ie| Cunes Lisboa ; :!.. aulorisando o governo
a mandar admillir a exame do .- anno do curso
pharniaceulico Pedro Jmc de Araujo Pamploua Cor-
le-ltcal .
Conliniiacao da 1. diseus-ao da resolocHo appro-
vando o privilegio concedido a Francisco Amonio
Pereira il .-ha ;
I. discu*sau da resuhieo marrando o subsidio dos
deputadns na seguinle legislatura.
Q Sr. jtreiiilenle declaroo que amanhla o senado,
logo depois do expediente, Iratialhana era sessao c-
erela.
Levanta-se a scssjlo mea hora depois de meio-
dia.
No dia lli n.lo houve sessao.
vio foi sua forma enllocla fura de si sobre um sof.
\ ia a si mesmo nao relleclnlo por um espelho, mas
em realidade Deu um grito,-o qual nao resoou
com o metal de sua voz, c causou-lhe uma especie
de susto ; porquaulo, leinlo-se ellecluado a Iroca das
jJma* durante s.q sonino magntico, nao conserva-
lembranca della. c senta uma angustia singular.
Seu pensamenlo servido por novos ergios era como
um ohreiro, cilios instrumentos hahiluaes se lomara
para Ihe serem dados oulros. Psvch desorientada
bolla com suas azas ilquidas a abobada desse cr-
neo dcscouhecido, e nerdia-se lias sinuosidades desse
cerebro, onde anula resUvam algumas ideas es-
Iranbas.
Enllo, di-seo dontor depois de gozar sotlicl-
piitemcnlu da sorpreza de Octavio Labinski, como
Ihe parece sua nova habilarao '.' Sua alma aeha-se
bem inslallada n" corpo de-so bello cavalleiro, ma-
rido ita mais [Ormosa mulher do mundo .' Vossa se-
nhnri.a nlo dcs":i mais morror, carao na primira
\pi. que u vi no seu (risle domicilio da ra de Sainl
Lazare, agora que as parlas do palacio Labinski ll.c
esla i abarlas, e que nao recela que Prascovia Ihe
ponha a m.lo sobre a lincea, bem como na villa S.il-
viali, quando qui/.er tallar-Iba de amor '.' J v que
o vclho Italthazar t^herbonneau com sua figura de
macaco, a qual bem poderla trocar por nutra, anda
possue em seu sacro de malicias ptimas rcceilas.
Voi'a seulioria lem o p;der de um dos, raspon-
ilen Octavio l.iliin*ki,.iu ao menos de un demonio.
Oh! oh! nao lema, uo ha diabrura nisto.
Sipi saiva**lu nao esl em perigo : n.l i o farei assig-
uar um paci comrobriea vcrmclha. Nada he mais
-nni-des do que o qus acaba de passar-se. O verbo
que rreou a lia.-, pile mudar uma sima para oulro
lugar. Sen* iiomens qoizessem ouvir a lleosalra-
\iv i!o teir.p i e do infinito, de cerlo fariam multas
nutras con- -.
Clin que dedicarlo tderei recouhecer lio inei-
timavel servico ".'
Vossa senhoria nada mo deve ; sua desgraca
loeou-me, c para um velho Lascar, como en, corUdo
em lodos os soes, babiluado a todos os acontecimen-
los, uma emocan lie cousa rara. Vossa senhoria re-
velou-iiie o amor, e bpm sabe que nos onlro* medi-
ladores um tanto alehimistaa, um lano feilu-eiros,
nm tanto philosophos, procoraaaos ludo- mais.mine-
no-, o ebaoldlo. Mas levante-se, mova-so, caminhe,
e veja se -ua pelle imva Dio o nrdesla as cava.
Octavio Labinski obedeceuao doulor e deu alguns
pessos pela sala ;c*lava ja mais dcseinbaracado ; (ms-
lo que habitado por oulra alma, o curpo do conde
conservava o impulso dos amigos habito*, e o bo*pe-
de coiiliou-se a essas lembranc.is pbvsieas, pois ira
porUva-lhe lomar o an lar c gesto do propriclaiio
excluido.
So eu mesmo ii.Tj live*sc feilo lia pono a Iroca
de suas almas, dl*e rindo o doulor Ballhazar Cher-
bonneau, crcria qne n*n se pasaoo nenhuma cousa
evtia.jrdiuai11, o o lomara pelo verdadeira, legiti-
mo, e aothenlieo conde litlinanense Olaf Labinski,
cujoespirilo ainda doruia alli ni rrvsalida que vo<-
sa senhoria llu deixon. Mas, pnuco falla para meia
noile ; relire-se pira que Prascovia u nao reprehen-
da, c o na i aecuse de preferir-llio o jogo. Impoita
nlo eomecar sua vida de esposo por nina dispula ;
seria man agonro. tnlrelanlo (ratarei de disperlar
seu anlig'i euvoKorio cora inda- as precauecs, c al-
teuees que merece.
Rfconheeendoa jnsteza das observarc*] lo doolor,
Octavio Labinski deo-*e pressa cm sabir. A o p do
pnial rellnchavam te impacieieia os magnficos ca-
vallos balas do conde, os quaes ma-ligando o freio
tinh.im eobarlo dianle de si o ebla de escuma. An
rumor dos passos do rapaz um helio cacador de far-
da vrde da raca perdida dos Heydueoa preeipiloa-
se para o estribo, o qual abaixon cora eslrondo. Oe-
lavio, que ao principio dingira-se nuchnnlniMile
para seu modesto domicilio, as-entoii-se no alio e es-
plendido COup, e disse an eacadnr, o qual repeli a
lem ao eocheiro : n Pira a casa n Ipenas W-
chou-so a poriinhoia, ns cavados pirram fazenda
pequeas corvas, p o digno soecessor dos Almansor
e dns Azol.iu sii-pendeu- : anslaigo. curd d i car-
roagem com uma prosleza que nS : ;; < den i b'-up-
por sua gran la c-ialura.
Para lavalln* de (al qualidade a ra do ll.'gard
na i be lon^e do b lirro de Sainl llonor ; o e-paco
foi devorado em poucos minutos, e o eocbein gntoo
fortemente : A por(a !
As portas impelli.las pelo porteiro deram pasagm
rarruagem, a qual enlrou em um paleo glande o
areiadn, e vaio parar com adrairavel preci-ao dianle
de u.n alpendrr.
O patea que o llelavio libin-ki examini. com a
rpido/ de vista que a alma adquire Pin corlas ucea-
sies solemne*, pra valo, rndeado de p.liiirio- sime-
Iricos, illurainado por lampada* de broo/e, i onde o'
(\MVIV\m,SSKS.DrLTtIMIS.
M>\ || KM ir, DE JLLHO DE 1*30.
l'refidemia ao Sr. citcondc de harptitd;.
A berta a sessao a lona do costme, approvada a
acia da antecedente, o Sr. primeiro secretario da
c ma do segoiule
EXPEDIENTE.
l'ra oflicio do Sr. iniiuiro do imperio, datad., de
11 do corrcnle, enviando as informaron pedidas p.r
esls cantara era ollicia de 2 do crranle, sobre o nu-
mero c vencimenlos dos emprogadus da casara mu
nicipal da corle e snbre.quaulo raodeo aa aano pas-
-1 ln o imposto de secese carro*.A qoeaa fez a ie
quisrcio.
I.'in requerimeulo do conego I idebx Jn-.- -la
Morae*. pediudo que se autorise o cuveruo para Icu-
car algumas nulas dn exmelo banco a redlas ,!
i Ihesniro, cojo troco n.m pode fazer oppos-|aaaneale.
A' coinmi-,io de fazenda.
; l.ma reprc*enlaco da cmara municipal di-
Cacapuva, pe.lindo i*em;ao do servirn da suarda *
conal para dillerenles rla,es de pe-ni- industrio .
I A comniissu de cou-lituicao e poderes.
Priincira parle da orden do du.
Entra era :lJ discussao o projeelo SJO sead n
'i') desle anno, rom a emenda approvada em -rgun -
da discussao, que aulnrisa o goverou a mandar asa-
tricular as escolas maiores do imperio alosan .
que, por motivos joslilicados, nlo o livercm ln un
prazo iixado.
Depois de orarem os Srs. Paola Bsplista. Oclas ta-
o e Agniar, o Sr. Arauin Lima manda a mesa a -e
guiulp em-uila additiva, que lie lila e apoisda.
s Depois das palavrasnaquella escolasaerre-
ccole-seno prsenle anno lectivo, a
A emenda he approvada. e adoptado n ptojrrtn aa-
si ni emendado, v.u a respectiva rommisso para re-
digi-lo.
Segunda parle.
Orramenm da marinka.
Cnnlinoa a discu-sao, e lem a palsvra o Sr.
D. hraniisro :O orador chama a aliene*, d
nobre mimlro para a u a sorle dos pillos da arma-
da, quanto aos -eos vencimenlos, ps*aa*le depuia a
la/.er algumas amsiderarSes acerca da nossa marmita
niercanlp, que devp ser alliviada dn recralaiaputo e
oulros vexames, qne necessariamentp teem de rtlai-
dar moilo a sua marcha e desenvolvimenlo.
Em seguida, filia da uecesidad> de meliiorar-so
os pharnes da provincia dn Maranlilo o o servo o da
barca de cscavac.lo, coucluindo o seu discaitva, ob-
servando que a pr.itici boje era mn la de mandar n
governo coiolruir us nos-os vasos na Europa, nao w,
he nnli-eco'ioinira, como inconveniente ao Isssa-
volvimento de no*aos arlistas qae prensara praii. ,i
minio para chegarein a perfeirlo nos im-in lamo
da couslruccao naval.
Onserva o uradnr que os nltimns vapores vindu da
nossa fiel alliada. a Inglaterra, sao vtrdadeiros car-
ros de lama c defeituosi.snn.M a modos respeils-.
a se corapararetn esses barcos com os que leesn -id"
construidos entre nos. semelhanle paralleln he des-
favoravel a conslnicca. inglezs.
O Sr. I.tilan da l'iinlri (ar extensas rh-ei ,._., -
SDtire diveisns objectus relativos a ai pratinria,
prinripalmenle nn que respeila a arsenae* de mar i
nba c rnn*trure.vi naval.
O Sr. Jaeinllu) de Menioi.ra ore apa r parin u
larraenlc do* luelhoramenlo* n. Ii-pen-ave a bar,a
c parle da su.i provincia, pe bu lo ao gavera* toda
a atistele c empenho era semelhanle asampln.
A discussao licou adiada pela hora.
O Sr. i'aula t.au.lido orcopa ara leu J da aresi-
I deuei. .
i Aberla a .'sessao, lila c approx id i a arla da se-
so anleredenlr, m. I. seeralane da mnla dn -
garata
E\PEIME! Lra oilicin do Sr. ininisiro da guerra de (1 ,|..
cnrrenle, rsmcllcudo as copias rto ollimn relattKm
do major I loreslan. conde do K'-zadox-ki.A-
quein fez ;. rrqnisiclo.
Le-se e appravo'sa, e vai r imprimir rom o aaa>-
jecto da resolurao do Sr. I aoslo de i do comente.
a parecer da coirfrnissiio de i.i iriuha e guerra acerca
do mcMiio.
Approvsm-se varias re lacri>, enlre oulra- a da
projeelo n. 71 de 18"i(, que d' nova organHar > aa
servico ds cam da amortisarlo.
OSr. viicoude da Baepen.1v e Padua t'larv par
licipam que por iiicoininodados dcivam de compa-
recer.
OSr. Ilenriquc cCorrea das Nevos fazem alganu-
reclilicaces, e prole-lam contra algumas inexa*lid.
es que seeotam no discoisn do Sr.. Antonia Cario,
proferido eui uma das sessues anterior, por oera-i-
ao de modv.ir esle depulado um requerimealo acer-
ca dos uegocios da Parahiba.
Primeara parle da ordem do dia.
Continua a segunda di*cos desle anuo, que concede um subsidio ad.be.anal a
Jos Kodrigues Ferreira para a navrcarl o vap.
enlre o porlo do Rio de Janeiro eo de Sania Calha-
ria c escalas.
tallaran! a respeilo os Srs. Caroeiro da Cimba.
(..o uein de Campos e Augoslo de Oliveira.
O projeelo passa para a lerceira dtacaesas, e Si.
Carneiro de Campo, requer dispensa dos intersticio
para ser dado para ordem do dia 18.lie arspro-
vado.
Segunda parte.
Orramrnlo do marinha.
II Sr. /.arara* uceupa-se cona diversas obsei-
vares sobre o material r pessoal da nossa armada.
Para se avahar per I -llmenle o estado dos as-ases ai-
senaes de raarinba.lieraistercoinpara-los cura o qoe
se passa n'uin cstabelecimealo parlicalar da genero
pinelhai'le, o e-iabelerimenlo da Poala da Arca.
Faz um verdad uro contraste a aclisidade o aaovi-
! mciiln que alli se uta com o qae so observa aos
nossos arsenaes.
No da corle, segundo as proprias declarares da
Sr. ministro da marinha, nlo se coastruio esta aa-
no um nico vaso para a armada imperial, < apena*
se reconstruid expressao nova nos arsenaes om ata-
vio que ja de ha muilo eslava em reparas. Ferra-
do c*las censuras, deve entretanto o orador declarar
quo discorda do Sr. francisca as observ.irues
que fez relativas aos vapores oU.iiijiu nls construi-
dos em lugla(erra.
lie mis(er loda a eaulela com as infirmadnos be-
bidas em fonles que podem ser so*peilas : o cisma
reciproco entre pasosas da me-ina classe, an:m.-i la
des conlra a adiuinislracao, ou mesmo a malevolen-
cia individual, podem levar um oflicial de marinha
a dar iixfurmaces menos exactas, com lano mais
ai; ulezi, quanto seu n une lica sempre eoberto rom
a responsabilidade do deputado qoe driles se serve.
Helalivsmenle an pessoal, romera o orador p*r
discordar do piinripio, alias sediro, emillido pe"
gaz laacava suas Inigu.s brancas err. laateraa de
crvslal seiuelhanles as que ornavam ooirora Ro
reulauro ; caixas de lar sagat os dignas do terracn da
Versantes a*lavam collocadas de dislanria em distan-
cia snbre a margem do a*:di dio n qoal guarneca a
alcalila de ereia, que forruava o meio.
0 pobre ainanle Iransfornwdo, poadn pe vibre o
liminir, foi obligado a parar algn* segundo, e a
por a ass sobre o coracln para rnmprimir-lbe a
palpitarnos, liuha o rorp do ronde Olal Labias!.i;
mas vunenb' posmia a appareocia phxsica ; Indas a>
noc/iesque conliuha ese cerebro tiabam saMsVs rom
a alma do ullimo propriclario, a casa qap d.ihi em
dianle bavia do ser soa. lisa era desronhenda, cll"
ignorava as dupo-ic* inlcnnres ; segis an ara a
cscada qoe vio dame de si, dispasto a attnbuir -u
erru a uma dislr.ec.ao.
Os degr.iosde pedra faziam -ohrc-alur pela ua al
vara a larga lili de lete encarnado retido por xa
rinlias de cobre delirado que de-enhava aos |>r sen
macio caminho; vasos cheios das mais bellas flore
exoliras sobiam igualmente a c*ada.
1 na immn-a lampada suspensaa lima grosa mr-
da de seda cor da purpura ornida de borlase de no*.
laacava raios Iremulos sebre as paredes robera de
estuejna branoo e polido runs mannore, e illuniin
va MU repelicio de un los mai* nello cmrnsilr
(.anova. o .imor aliraeand'* a Pyiche.
O pitamar dn uniro autar era ralcslo de moai
eos preciosos, o na* pared-- corda* de e diam qualto paineis de Pars liardone, de llonilaz/io,
de Palma o Velho, e de P*ulo \cnincse, cojo et\i
pampaso h.arinom-av'-.' rom a ma 'urii. enca da e>-
ca la.
.lunbi.b -c palaaUf liem OM p-rla reramada
!c pregas .Inorado- ; OclaVSS l.ab.n i rniparrou .
e acBNm-SS cm orna vasl.i an! '-ramaia. i.ndr dutmi
lavam alguus servo vesliJo de librr, o sJBBaaj le
vaulaiam-se logo como impelltdo* por urna mola, e
collocaram-se an longo das psrede rom a n.ipa-.ilo
lidade de escravos orienlaes.
Elle eoni.iiuou seu caminho ; alraveoo mu aaaasS
hranco, onda nlo bavia ninsuem. e loroo a ram|ai
iba. Appareceu ama ramal isla
A pnhnr.1 pooV receber-me
1 eulinia conde*-! e;l despiu lo ma- btr
ve bienio vo*"a evc-lleiiria |md>i.. e-la
Jcnli.Kvir-e-l-t.
ILEGIVEL


3 64 PfHWSBIM TRCI FEiRI 23 StTtl'RO
Ar. miiii-irii, de que Imm roturada marina* da
guerra .leve e lia de ser a marinhu ulereante.
FMe principio, qiieleni lidu malla aprcgu.nl,.. he
reeonherido como fal nii'-mn pela pralica. O aervtca ca marinhl mercau-
te e o da marmita de suer nlo lera decunniinni
-enlu o Hreai ambos feito* labre as onda* do m ir.
V mariuhl mrcame, drlicicnle hojp romo xivoiro
para a de guerra por falla de nenie, niara as n.es-
lc
mas circiimslaiicias quando augmentar e ereaeer, por: mal do Ellsdo
K somoa ..Iludiros, quan.lo toleraoi s esse espec-
tculo aera nome !
1'^ a retiran calholica lie o reli-ji.i. de mu Ciad...
eni ruja- leis se da occasiuC para prufaoaroea e sa-
crilegios Uta doloroso.
K os poderes pablicoi saa o* proprios qne consen-
leni ijue o m.il prosiga, e lome de da un da mais
desmedida*, mais hedionda* pronorrOi;
.""A i' ......" qoe o desacato da rellgiao redunda en
que e-l.i para I1.1-. r u.n banquete
einprcgo de
qoe maiores necesidades pedirle o
inenur pcssoal.
A marinlia de siierra ilns lisiados luidos nnnea
.'e soecorreu a marinlia merranle para prnver-se de
gente ; na Inglaterra ja MU* iio rcronlieeido como
ara mal. O governo deve Iralar de lormar viveiro*
eos ; e nesle interno applau.le inuilo o orador o
doenvolvimeolo das escolas dos aprendizes meno-
res. Kecommenda este assomplo com especialida.le
o goveruu, e Ir mima a creara de um estaboleri-
nienlo desea no porto de I'arauagun, mullo adapta-
do para MO, e inuit roais imporlanle em si mesmo
do que s* soppe.
Ueppi dalo o orador faz ao Sr. ministro ligaron '
reflexoCs i respeito do sentido que podia ler aquillu
que S. Ec. disse em relajan a enfermara marti-
ma de Montevideo e ao dique do Maranhlo; pois
que d'ahi se pudiam tirar inferencias desairosas aos
antecessores de S. Kxc. Insiste anida ni quesiao da
emenda que autorisava o governo a e%erutar provi-
soriamente os arligos'de guerra, e termina refehu-
do-e ao pagamento das presas da guerra da inde-
pendencia e Rio da Prata, e pediud an governo
que, ou marqoe um novo prazo para a justificarlo
dos que se julgam eorn direilo a tal pagamento, "ou
admita a joslillcacflo daquelles que se nao poderam
apresentar no prazo marcado.
(I .Sr. Ministro da Marmita, estando ja a hora
inuilo allanta!,,, pode apenas dar alguma* explica-
roe relativas ao negocio da enfermara de Monte-
video e do diques do Maranhlo e Rio de Janeiro,
declarando que, no que disse a tal respeito, nao le-
ve em vista fazer censara alguma a seus antecesso-
res.
'.Inania a quesillo da emenda sobre os arligos de
guerra, ja deu suflicientes explicar/,"- respondendo
a nm dos lanos diicnrsos em que o Sr. Zacaras tem
Irazido es-e negocio.
F,m oulra oecasiao responder a orador a lodos os
nwtros poni* de que se tem ucrnpado us diversos ti-
radores que leem tomado a palavra uaquella discus-
rao.
A diicu*ao (ka adiada peU hora.
BAI1IA.
lUtirSt* na* i/rem.
I em sido sempre em nosso paiz as elcieoes mu- !
ivo para discordias, para ollen-a- a'< pessias, para ,
desorden publica.
He laineutavel lalalidade que se nao exerra nm ;
dos priucipaes di relos .ri. cidadAo em Balada* reai- j
'os eouslituc.onalmeutr, sem que oulros diroilos sof-'
iran golpes a-saz dolorosos, sem que a sociedade ve- i
ola a padecer intimamente.
"I sangue, que enlao muila vez. lie derramado, lie !
perda que contrista o enmelo de l..do .. philanlropn,
Nao ve. ni que ociil se
desmoronara, romo o monumento, que fosse eoiw-
Iruilo sobre as ateas, exposta ao embale das onda",
aos mpetus do vendaval '.'
.. He possivel,exclama aquello dblncto pnblb
a ciila, aoqual nos referimosbe possivel a um
a pali subsistir sem poder Mfllcienlemenl* garant-
.. do, sem religilo prolegida. Bem moral inliiramen-
.i I* inaccessivel lo ultftgel ..
E*se grande aauriptor, que lio profunda, lio <-
biameuto esludnu enhscrtou as sociedades moder-
nas, diz no memo escriplo tai palavras, em que o-
estadistas brasileiros deviatii niedilar :
" lia duas musas, que neste mundo se sustentan,
mutuamente, a religilo e a realeza: a religii.
" analtica o poder, o poder tem o riever de presta.
" a mi forra a religilo. Assitn se ha observado en.
todos os Estados bem constituidos da inligaidade
a c dos lempos modernos.
V.
.la o sabio metropolitano deslo imperio, o vene-
rando Sr. arcebispn da Babia, contristado ao cnn>-
pecto de tantos escndalos, elevou a sua voz elo-
quenle ale a Ihrono imperial, implorando a ees-
sarao da causa desses tristes lastimosos elleilos. ()
seu penido nio teve deferimeulo. Embora.
Aquellas palavras dictadas polo senlimenlo o mais
profundo resumiram os queixumes do Brasil in-
teiro.
Foi um lirado que reprcsenlou o brado da naeao.
da MfCa, que quer ver resppiladaa religiAo do
Estado, que n,io pode suppoilar o desacato ao prin-
cipio de loda a moral, que reclama contra o flagel-
lo, que rortia em sem ahecrces o edifieio da organi-
-riro i social.
Aos faclos do pasado se reunem os da actuali-
dade. I'rovam estes como aquelles, que u poder es-
tara' platicando o mais censuravel dos erro*, em
quanlo conservar o preeeiba, que manda fazer o pro-
iisso eleitoral no recinto dos templos.
\hi temos visto neslacapital, em consequem-ia da
eleirao, que ainda nao fiados, abominares horro-
rosas.
Correu sange na igrejamalri/da Penha, e a igre-
ja se arba Interdicta ; Scenas de pugilato, dilogos
de encruzilhada, blasfemias, imniuralidades, em-
liin, sol (odas as formas bao lido por SCenarlo asna-
ves de todas as parurbias.
i) que iconleceu a esta icuntecanda aesta capi-
lal, aconleceu e asta aconloeenda cm toda a provin-
cia, aeunleceu e esl acunlecendo no Imperio in-
te ro.
E somos calmbeos, repelimos ".' E religian rjes-
le imperio, como o conles'a a constilui-a. [olilica,
be a religilo calholica ".'
VI.
O mal (em prodaiido suasconsequencias lamenta-
I.onsla- un
popular.
A nossa nolieii sobre a sociedade fraileen der-
raniou o alarma por entre as lileir.-s escolsticas:
algons ocios do Eiisaiu l-'ranerz da ia.-i-.ia nos pru-
cuiaram e appreaentaran allestados em cuma nflo
so guardavam mi sen, Iraballio* lodi ordem, tenilo
lambem que o m-u renpectivo llir-scureirii tintia sem-
pre dado eonta liel dos s,.Us .'eerrs. Algons socios
da inslrucca Iranceza lambem mis prucorarairj e
para provarcm que ,ram ,.||0, s perturbadores,
llzeraw valer o lempo, que vivem em eommonhao,
ocenpadu nos Irahalboa de sua asaociacao, sem qoe
o publico se incoiiiinoda-se rom as -i'i., ssbea:
avista do que podemos inferir que ambas as socie-
dades reunidas em urna !u rasa, Irabalbam na mc-
Ibor ordem possival, e que mi o lo de progreno
be que us pode la/.er e.-.|iifrer a ordem que devein
roanler ; lodivia bom sera que naoesqtiecam que o
progretu sem ordem, he u luc-mo que esludo eni
mellui.lo. t
I) jugo be o mal ,|e de nossa ierra amis -o
iimgaira, apezar de ser elle prohibido. Em qual-
liirr |iarte que se va, enconlra-re erguida urna bnn-
>-detrila e ummnoi ponto(asquenel\iule
: um, ele
"iislruir urna pequea
de .iblll
Conforme,
lo
l'rnneiro. One airaviv. da enliada
em frente ao pllarol e i fortaleza lo Pie
bailo de areia, que
jogoe impossiveia de sercm lcitos. Quan-
m ouliaseras Halamos das casas dajogo, le,- | a nlili lade da Barra Urand
".....le eeobibiram um ponto, mas hoje que as del-
vamos, ellas se vao ergaenrjo nos mesmoa lugires,
sol as nicsmas direrros e ainda mais al mesmo em
Igoni qnaileis. Infeliz daooclle que nina vesjogoa
* gannoa, porque jamis Ihe sabe da imasinacao
bavea.carias c pirceirop.Qasndo aquelles que
devein dar < etemplo, s.io us primeiros a posler-
ir a lei. os lubordinados a pisam ao, pos. Em to-
da a parle se joaa : o olficial joga com o ollicbjl
no eslido, o eslodllite com o nutro em sua casa ; o
toldado com os eoinpanbeiios mi quintal de algom
convenio; um frade rom oulrona sella; o estadis-
ta com o nohre mis palacios ; o peralta e 0 meni-
pedra da Tartaruga,
li......obre ella.
.Nono. Profundara (Dirada condecida pela Barra
do Pleito, de 15 a Jl palmo, en, marea baia*. A
respeito desti) obra-, leuho upinivi algom lauto dil-
lerenle da da commlsso.
Primeiro, qnanlo de profundar a entrada do Pi-
cao por meio da remorlo submarina di recife no
e-paru de .'ii bracas. Ksla obra ainda ni i princi-
pien, e com qnanlo nao paileca iluvula a sua piali-
eaullidada, lie rom Indo uilll empreza de grande
Irabalho e algoma dilTIruldade, tanto uairn que me
parece acertado examinar a quesiao, -e esta obra he
na realldade indispensavel para o devido melhora-
menlo do porto. Parece que ni distancia de 2301 embarcira no porli
bra;as desla abertura, evisie olrn entrada chamada qu< a polica d'aqo
a Barra drande, que ja lem IgOl sulliiienle para a '
entrada das maiores embarca(es, e mallo mas
cimimoi.i, quanlii a largura, do que a Barra do Pi-
cio, .pie se pretende profundar. Esta he pnrianto a
entrada que a natural configuraciio do ancoradouro
parece assigualar como a mus ipropriidi, e consi-
dero que o modo mais eflieax de melhoramenlo, be
lomar osla enlrada lao rommoja quanlo teja possi-
vel. em lugar de querer profundar a oulra
(l- contras que ltimamente
le InVi.Francisco Xavier Bomlempo.
Antonio Leile de Pinho.
lons'ade pistolas de revoher* de tluhl.
HS?HKTI5AtJ DA FOI.ICIA
^ardaVMSr.iere'ir" de 'tWhtn '" ,:'""- I" P-P.l'" '"ou reentrado para n exerc,
I em doa, ,-,a,i, > r,, ,, ,, M,la iiha em meu | Oder o m,.or Jos,. Flama-io .,', ...
nina P'lebrnxede12cei.l.derilil,r,, que en.; nreniiislanr.a. pa,-licuhres ir... ....i V '
occasilo conveniente ixidem i .i.s.n.i_____...... .".!-........_.:.._' "'l0 'lu,/ eonhnusr
r --------------------_..- ocrasiao conveiiiei-t. ti. d. m .,., ,i,i ... _. ., lul/ "'nlinuar
Secrelari. ,,, p,.,,cia de Pernambaco de se- raparos d..........,.......\ ^^t',^ i -" ^M,",C","A"S'' "r- **
,.,, .. len'l'r.. de I8.K>. quacs se nota una ea,,,,.,, ,, ...,,.., ,',' l''''l0v- >-. nomen para sculmr 0 Sr ,nu
inni..Exm.Sr.-Compre-me levar ao ,.......e.v ,-.. de nos-o palr.no I,;,.,,,,, .M.aul.. d \a, ,' Xcpoiniicei.o Ca.aleaMi ,,e -, n, t .....
'""......^.E\e.qae.peloolUeial encarregado do ,,,,e, que P..r ..rd.-in -b. J.,v bras.leirV.Vi..'i. conuco Td ., i'!. nd' l,r'Je ""
i*islrodoporlo,me fui apiesenlado um porlugoez 'slaeirosde M. Creen. """ oslada nes eonisigo. lud- .|uani<> lonho dtto |...>v.. ,, do-
ip.e reprsenla ler de i
-.-> medien, por ler sido
peto eommindinle do ap.
declaradlo seguinlc : Qoe
III annos de id ule. e diz
entregue ao dito ollicial
inglez i.'mic con. a
esse individoo la.nhem
da Babia sem ser aporcebi
ta cidade o fora proeurir a hor
do. e o nao encontrara ; mas iihiode o vapor tora
da barra aj.pancera elle com o nome
Ribe.ro de Brilo, dera o denoii o de Jlo Briio e
ipresenlari sem parsaportu com o de Miguel Loa-
renca da Silveira ; por isso a pelas eoBlradiecjBei em
que o acbn enleudi dever rnanda-lu rernllier a casa
ie del.iiea... como mindei al ler a sen respeito ins
foi iiiares precisas.
Das diOerentes participaccs honlem c boje rece-
apresentam sobre bldal nesla reparlicao consl'a o seguidle :
1 ora.n presos : pela subdolesacia da friguezia do
lo actual canal Becife, Aiili.nin Candido da Couceirao e Manuel
existe um | Jos.; da Cruz, por hr.ga
Antonio,
on
vo
AlmdoSr. primeiro l-nenle Rorba I aria, ron-I
.luz do passagen. para o liu os Srs. : |.- |rI.....|,
Antonio Comes de Mallos, e segondo-ianale Car-1
loi Bracanol, us quaes concluirin os eslu.io- que i
liieram nos eslabelrcimenl.'s de M. t'eu ,,, |'ngli-|
lena, de machinas de vapor com dishurio prove-
ruinen lo segwnie.
Queirant, Sr5. r>--i... tur. -
tepaUriaUeasM
entes lindas (|ii muilo obriga.lo ibe rsaan
rra,..ro \a,r rmrtmuu.
utava rei'oiiheciui.)
vapor lora I (amento, a acbamse perfeilamenle habilita,!,',,' 'para I i ''J* ,1>; 5aras>i 19 ilesetemhro de I8.',ii.
de Joaquim I ab.ir-uos una nova eia nesla especialidad.., ,., ,,', I ,a0 ptista Tciveira Cavalcitili,
phaos ii,.i, v||a do Iguaraani c
S. M. l.cC. o Sr. 1). Pedro
guarde etc.
Certifico qne reven.!,, o livro de tutelas do-
na Inglaterra lano se aprecia.
Como balera lluciuai.le. nada deixa a lesejar o
i Paragua.'tii. e mullos serviros nos pude prestar na
que be destinado.
tan lo dependemos do estriDgeiro, quer na marinbal
de guerra, quer na mercante, quer enilim na m.
dnslria,
Kas acommodaces do cnmmandanle e dos oniciaes
atlendeu-se eom lodo o rmor ao nnfurtahlr, qUP |
struauje...
* "''n-o, |
|ne n,.
II
: rcarfle.immSl .'" "I """ "* """ '" sul,"l!"'^'ci' traaamli de Santo A n Ionio
lo de maro b-,1 ..... '"'"* "/e pCi e,n ncc,- pre,0S Joao' esc,av d A"'"'li Augoslu da Fon
X-undo Ooe i" .P"*earaferlraoutro,a Jeito, escrsV
lr^ato,l.i2d0Mrata^f^'0^D,, < P"l Regs de Soma, por desordem e us
irar pela liarra brande, se o vento be contrario ao de armas prohibidas.
seu progresso, ellas nao lem presentemente meios E pela subdelegada da fre-iezia da Rol-Viila
T^e.rore,nue,ne1U PlT\ "' "* **?"* I'"r,0"a- Po encontrad!; fo a de
urcetio. One nao obslaute esla barra te. a urna horas e (acarea suspeilo
dns'nariJ .,'.ViUr'' '***}!' V'" Mo d,*WM" "" Keferc ^'"""leasdo da fregitezia da Boa-Vista,
c. ia f^l'Jl """.P"":^ -1* pequeos rchelos., em ulh.-io de.la dala, qoe na manhaa do .lia -.11 do
cuja re.oc,ao ..enana urna mirarla de mais de OO crrenle
phaos |.ol)ics, aellaaa loll.a 42 verso, MMai
n se adn o laraw aa imella nuc o aMarjaMr
Hanc.sco Xavier Cavaban!, assignan, como lul...
orneado aos orphaos Hassa dos supplicados.
au mesmo lempo que deve" cobrir de lulo quaulus i !*"' '"*' "*Jn*nla '"Cernal.lem dado s s,.-us fruc
-enlem n'alma o fugo sagrado do patriotismo. Pa- fniahlicoadn,. Mas ainda be Iciiq.o de remedi-
rn, ha oulra per ',1, que mais dulorosa he, o le-
vo ser, ao* amigos di l.umautdade, aos que prumo-
""nreramenle o bem da Ierra em que nascc-
vata
n
Ueferimo-nos aos iss, los, que recebe a moral^
lade publica, ao* daino-, que a laslimam duranle
as lula* eleitoraes, i Iransformacao, que na pra-
lici vem depoi* a soffrer principios os mais res-
pcilaveis, 10 profundo abalo, em que licaui vaci-
lantes os ilicerces o* mais solidos do edilcio so-
cial.
Em face de resultados laes, nocivos em lorio o
sentido ao bem-eslar da sociedade e ao andamento
das verdadeira* ideas de progresso, o mais ardcnle
-eciariu do svslema conslilucional se veta loteado ..
concordar que as eleic.es, por semelhanlescrcums- ""l)eT10 '" parochoda freguez.a da Penha.
laocias, dao u.asdetrimento ao paiz do que ulili- *_* visirio.iendo empregado
dada,
bis amaldicoa.li
ar-lo.
Seuhores, que suvertais este paiz. acahai rom a
abominaca... Reslltai aos templos a sua magostada.
Allaslai delletessas l.i.lissimas .gen.*, que. olTeo-
dei.do a rrdigtgo, se toruam anida mais luneslas tia-
ra os poderes civil.
Sejam repellidas da casa de Deas e gonhosas.como OBlr'ora a Divino Medre euchotuO,
de azorrague em putiho, os nierc.idorps ,.-,,. loroi-
nm o reciulo d.. templo em |iraca de mercado,
Dai esla hom-nsgeiii a' reltgiao, e seris ah-.nroa-
dos como verdadeirus amigos da sucedade
Vil.
Couclaimos nruau.li estas paginas com o Kgainle
olbcio, eoderecado pelo vooera.idn metropolitano do
que dzem ser breve.
K-ie artista de 1...I0, mis lio eonhecido, ilimenta
os inelbores desejus pelo engrindecimenlo da ar-
le, q..e lia mullos aniius culliva. I'ez iillima.uente
arqui-ican de urna joven, que j.- vai mostrando o
genio, e o talento, que lem para o palco, e consu-
no, que fora a um dos nossos irrabaldes convidar a
urna senhori, que lem extraordinaria voeacie para
a arle dramtica, alim de que faca um do,' papis
no espectculo do seu beneficia. Quanlo nao apro-
voltaria em nossa Ierra una escola dramtica, on-
de se illuslrassem esses genios e a moc lade ciassc
um refugio. .Na., teamos depoii de um auno de
eseoli regalar, debaixo da direejao de um bom en-
aildor, que se mandara vir da Europa, necessda-
Oe da se recorrer aos cslranhns para nos r,.rnecerem
lao caras e exigentes companhtas. O Sr. Santa
liosa s,. !sse atoriado pelo goverao a agenciar os
etementol para nina escola dramtica, elle dara
prouipla execajlo e c.....-nm, porque a pralica
que lem lido nes-a arle, e u t.no em acertar com
pesxpea de tlenlo scehlco, eram bailantes
aplainar o ramiubo a esse liin.
Esperemos pelo seu bcnclicio.
Al amanlm'f
para
E u que deverao peniar a tal respeilo aquelles,
|uu acal no rgimen q>smaiorias ama licraodain-
.o-a aos nteres.es sociaes, que ronsideram'o sysle-
ma representativo como urna phanlasmag.iria, em
que osolhos se pascem de illosoes, emque o espiri-
to nao pode adiar realidades '.'
lis optimista* dos principios predominante* nao ou-
sanara proseguir em seus panegrico* anle o painel,
que a seus olbos se slenla na q ia Ira eleiloral, ou
toga em seguida aos accessos dessa fehre peri-
gosa.
I s pessmislis deparam copioso Iheina para as unas
an-aires conlra o parlameiilsrisinn, quando esses
lacios peniveis surgem na ordem du
ment*.
I'aieceque he da ndole do svslema semelhanle
situacflo.
l'arece que eleiroes nao se podem fazer sem que
violencia* moras ou physieai sejam exercdas,
sem que o espirito pohlico seja abalado, sem que
a inuralidade lenba de formular amargo-, queixu-
mes.
Se assm he, porque nao havercos de egoir as
Icis do progresso, melbnrar o prsenle, a.ignicular a
-o.nma das condicesesseiiciars a felicidadc do paiz.'
I .car estacionario no bem, nao ca.ninl.ar tm de-
manda do mclhor, sena defeilo ante a civilisai ao.
I.'ue qualiliea.;o merecera quem lic.ssc eslaciui.i-
rio no mal J
II.
Adoplou-se em nosso paiz o accnr.lo de dar por se-
de 10 processo das eleiroes o recinto do* templse
desiunadamcnle o das igrejas parorlilae .
')s que ahrararam esla delerminac,an e a escreve-
ram na le e mis seus regulamenlns foram, provi-
velmente. levado* da persuasaoque o acto eleilo-
ral praticado na casa de Dos a-sumiria aspecto mai*
solemne, e estara naquclle lugar sagrado menos ex-
poslo ao* excessos, em que de ordinario te desman-
da a paixao dos partidos.
Siesta oi a intenso, he lotivarel, como -prova
le ingeiiuidade. Mas ai.i mesmo ressumbra pouca
ohservaclo da paixoes poliltcas, ponca experiencia
dos hornen*. nenhuma oiienroo s admoiitaroesre-
gistradas na historia dos povos, que pelo ayslema
represeotitivo sito regidos.
Dcvcriam esses estadistas ponderar que, quando
a* parcialidades eotram en. lula, julgum oppurluuos
e rouvenientes quintos meios sorjam i miginn-ao
liumioa para Ibes assegurar o Iriurapho. Enlao nao
lia consideraran que Ibes emper/a na eve.-ncau dos
seus intentosnem lei, nem i eligan, oem interesse
social, nrn provrilo, pessoal.
He verdade esla, qoe demonslram os fados oc-
eorridos tanto no Brasil, corno em oulro* piize*
mais adiaiiiados.iia cultura inlelleclual e na pralica
do rgimen parlamentar.
Seudo, pota, inconle*tavel o coronario, que esla-
helicem lies fictos, no costiria a conbecer que
na* cun y ul-oes eleitoraes os partidos nao seriam co-
udos pela -aiilidade do lugar, e que a casa de lieos
hcaria arriscada a se transformar em circo de gla-
.1...dores, em arena di pugilato'.
Foi erro deplonvel esse precedo exarado na le-
gislacao brasileira,tanto mais deploiavel, qoanlo
..inda permanece em aaas paginas, devendo j* ler
sido obliterado pela forra da evidencia demon.lraja
por tantas veres, por lao numerosos eiemidus.
III.
Sobejam os exemplos para dcmonslrarque desa-
tollo* as
meios, qoe polla inspirai o zelo pastoral, para oh*, l
lar aos gravsimos inconvenientes que resultan, de!
r.nitinuarem no recinto das igrejas as eleires paro-
chiles, ja por exburlaces plleraaes, ja por imnas !
imposta* nos sacerdoles, que me coasta haverem lo-
mado parle aos sacrilegos eveessos c escandalosos de-
sacato!, com que lanas vetes *e lem manchada a
mai* nnpre funecao da soberana nacional, ou-andu
lev..nlar-se conlra a proprll mage-lade do Soberano,
Senbor do Lt.iverso nos meemos lugares, onde elle'
procurou romo refugiar-seda malilla dos homens- ja ,
embm dtrigindoaa Ibroos impanal ama mu npti-lnj
rila reprcsciilarao, em que pedia enrgicas provl-|ge
Extracto Jo relatorio io engenlieiro Car-
los Neate, apresentado em 2.1 de marco
de IS., sobre as obra e mllioi-amen-
to elo porto do Recile.
Km I8t", f., nprrsealado mn mai
profundar abarra, tm mo.lu mais seguro c abrevi-
ado, seria remover de urna vez, por escavacoes re"u-
lares e sem inlerraprlq, sendo levada a'areia 'em
MVeiros proprius para esse serviro, e depositada em
mar alio a alguma distancia do ancoradouro. He a
raalidada este bsixo id que boje lecha abaolatamanti
o porto a todas a* embarcace* de mafor lelaeSO
e. pois, devem adoptar-sc as medidas mais eflicazes
para a soa rcmoclo
O ESPECTCULO UE -X DO CRREME.
Ouando empenhamoa o publico pernaiubucano .-.
concorrer ao espectculo em beneficio di joveuziiiha
Panunte, razao de mais liubamos para o fazer. e
relzmeule vimos que anda nelle existe um vislum-
bre de costo para o apieciamento do mrito.
feudo sido o espectculo dividido em cinco parles,
nos Halaremos dellas lambem por cata forma-
propti"
termo.
O refcnJo he vardaJa
tormos de tulella a que me reporto ; i
passei em observamia ao despacho retro.
Villa .le Iguarassii II de seiembro de' UM
En t de verdade.
Jnilo Bapthia Wlito tar/ear,.
OsseDhores: Votos.
Capillo Jos Severino Cavalranti de Albuqucr-
que.
Coronel Jos r.avalranli Ferraz de Azeveda.
Capao .loaqulm Pedro do Reg Barrete.
Alferes deraldo de Barros Coelbo.
I'ropnelario Alexan Ir Be/.erra di Albuquer-
que Barro'.
Airaras Joan Florentino Coelbo de (oes.
i ara esle hm he necessano que o pono seja for- Alfares Julin Cencalveada Lima
oeetdo com os seguintes meios : lenle Ignacio da Silva Cuilinho.
nara e. n rV,r'no i" actn&>< don saveiros i l'roprielariu Anlou.o.l.o.irenco de Alhuducrque
para cnduzr os malenaes qua se escavarem, e .. | Coelbo. '
empregii de um pequeo vapor para rebocar os sa-1 Proprialaria Jos Marcellino de Mello.
""> onVextato',ci i M'oel Camello t;avalcanli de Albuquerquc.
..ei que existe actualmente em l'crnimbuce urna I Feanci.co Thom de Paula,
^n^oieCctd,;^/',,' l'nri'"""i,0 l>'-P">P"x para AlbacaiJom.Civ.lc.nlide Albuquerqiie.
"" *2eeU<,' P trabalhar na* parles I Major Jlo Francisco de Anoto?
155
i1
398
380
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lli
r5*jas!a -j~ .. .1 .rfc=~ *= I -^"-"K' '^^XltoiSS
lumbir 11 Iheatro com repelidas palmas. "n.1H n.'.r vnnlnra [,J,Ti T ** ""'
Mr Buberl, que al bo,e s,. Ls havi, aprsenla- que ff c^." 'Z'ZiZZ' '^ J
do o eu gabinete de |,hca e ch.rn.ci hontem ..us 1 co dos praliro, da qual faz elle urte W~
-hinezex plente, un. genio madura-; O pra.ico llereul.no dr.ei'e'u-sc como !;, tu.
de Mr. Rohert ao aprec.armos o. se .os.itase em seo .e od.bale ,|!u [*S
eas discpulos, e vendo executar os: do qual podes resallar o ZSSZXSSSZ
eos irabalhos chnezex uslenleoa oni genio madura-
mente creado.
juizo favorav.l
l'S ; traball.ns dos
21. I exercicios rbinezes mais nos convencemos que Mr
li\ Roberl he um genio iuimitavel
a i><
i
e o descobrimeiilo da verdade
ma* m~ declarara...
superiores do ancoradouro, aonde sempre h'avcr*
o..-lano u que emprega-li.
OoMeeto haportonto que ara staoida ae deve ob-
ter boa lacihdade da enlrada e sahidg do embarca-
Coes entre a Barra Crande e o pharol. Teodo islo
em vista proponho urna ampliaran da obra ja con-
leinpljrta pelos aulore* da memoria. Por elles foi
decidido que o recle seria prolongado alem do pha-
rol ale a tartaruga, islo he, um espaco de :i> bracas,
f.u agora proponho que esla obra seja levada a ai'ra-
essar a Barra do Picio e por cima do rochrdo nstj-
marino, que divide aquella abertura da Barra
i.rande, de inodoque de laclo o rerife devera eslen-
i derse sem interrupcao ale a exlremdade do sul da
NegocianteUinoel Tavara* de Silva C.
Ilermes Plinto de Born Cavalcanli.
Sebasliao Antonio de Albuquerquc
Alexan Ir Joso de Uollaada Cavalcanli.
Antonia Muuizda Almei.la.
J igario Francisco Xavier do* Santos.
Manuel Antonio de Qoeirex.
tenrnle Manoil Jos Pereira Borges.
I)r. Jos Theodoro Cordeiro.
Thomaz de Aqui.no Oliveira.
Capillo Jos Thomaz Coacalvea da Rosa.
Sct/uiido ditricto.
lenle coronel Manoel Duarle da Casia.
Jos Anloi.....la Silva l.ra.
nesle genero que entre ; leiro
rio pe,o enlao engenhero eVn^b !to S! \ ^^^^S^^'^ as
rnanitiuco o hr. Waulbier
I
J'l!l
ase
inegavel ser ella a piimeir.
n.'.s se ha apresentado
A cavuxa dansada pela'joven I'luminrnse, foi co-
mo sempre bem applau.da. Bu-cando dixer alguma
Mata sobreest artista, qualqucr se vera em apuros
dencias para salvar a religiao, a eiviliMClo o a honra
ronleci- fi" l''',IZ' D, ,ne""s 'jada* que a lei f.iodainenlal
dn esla.lo, alo SCI, Sr. vigirio, que oulro recurso
nos reste, sena., gemer ..liante de leos, e redobrai
a* us<:i*humilde* orac.ies pira que Elle *u*pcnda
o* llagello* da suajusli.;, ciijo aymplomi infallivel
be, segn.lu us divinos orculos, a prof .ncao d..s
templos, lano mais criminosa quanlo ella se preva-
lecer da autoridade da le, sem duv.la formulada
rom ismelbores iulencOes; ma* hoje inexequivel
no seio .le urna nacao calholica, pelos seus fuuatlis-
timua rcsulla.ios.
Juc poderei eu, pois, responder Vme. sobre a
depioravel oceurreucia, que me participa em oftlelo
de bollicio, .io I.minio susiilado a' (jee dos aliare-,
ion rudo pelo sagrado pivimeolo o sangue de ir-
roloa:! Nada mais sanio clamar e reprovar lilamen-
te tilo lamealaveis abusos, e lenibrar..... mais vi\,.
enlimenlo de dor, -o* perpetradores d'esse alroz sa-
crilegio, que inrursos nos analheinas da igreja, elle-
nao pu.lerlu. sem um sincero arrependimcnlo e pu-
blica repararlo do seu delicio, deixar de cahir a-
maos de um Dos sobremodo zeloso do respeilo dc-
vidu ao lugar santo. Entrelanto obrou Vme. em re-
gn, considerando inlerpirla a igreja, em qonnto nao
fosse compelenlemenlc desenviulada, o que Vme.
passara' logo aexccolar comas ceremonias do estilo,
para nao licar privado o povo liel, da celebrarlo dos
ollicio* divino. I.ouvo ao mesmo lempo o prudente
arbitrio lomado por Vme. de relirar as sanias
gens para a sacrislia, alim de nao
que na
conveiiientemenle regu-
e como
a c'1-i.iui-..o.
do em urna
ma-
"as
mesnias de iuslrume.ilos ao Turor homicida, cuino ja
iiifelizmenle aconleceu em mais de mu, fregiieaia,
e transferir o auguslissimo sacramento para a rapella
do Rosario, lornando-se assim menos aggravanleo
insulto a' casa de Dos.
Dos guarde a Vme. Bahia S de seleml.ro de ISti.
Romualdo, arcebispo da B.bia.Sr. Rev. vigario
cofado da freguezia |da Penha.
(Osarlo dd llalna
ftUlKMIrfCQ.
PAGINA AVULSA.
linhamos ha lempo noliriado que havil falle-
cido atacado de loucura, i. |)r. Ileiijamim l.uiz da
Silva lloara nao havia-aa realisadu. Agora. |.o-
rcm, ouheiuo* com leda certeza, que no dii lll de
80*10 na cidade di l'aniabiha siicrumbira. Par-
Iludo de Deiras para exercer cm l'arnabiba o lugar
de jutz municipal, fez urna langa viagem cm cauda,
I do que resultou-lbe um vilenlo .Urramamenl de
sangue na cerebru, preveniente do calor e do sol
, que recebrra. A loucura manife<(nu-se em conli-
. o laram aquelles, qoe designaram para Ihealro das! nenie. O infeliz leulou suicidar-se por Ires vrze-,
cenas proranisiimas das tbiaaea o recinto da* igre-1 e co|no visse pelas mullas prccaores que nao poda'
las paruchiaes. Sobejam os exemplos pira accu- | conseguir o seu lim com inslrumJuio algam, eon-
sar os que conlinuim a querer que a casa dcsti- \ 'Icmiiou-sc a morrer a fome e sede. Trala e nove
nada ao culto e .. orac,Ao esteja exposti ao daan i ai" passaram-ea sem que se alimenlasse. lindos oa
cito em siias, formas asmis repugnaules e odio- I lois, depois de leiriveis lortuns occasiona.las pela
aaa. fomeM sede, deu alma ao Creador, deixiodo seus
Cm brado de indignacao se tem levantado, ha ; numerosos prenles e amigos abxamadea na mais
lempos, do inl.ino do coradlo de qaanlns prezam a profuuda coi.sleniarao. (I Dr. Benjamn) aqu es-
rcligiao contra asaa usanca desarrazoada, condern- Indou e liuha mullas all'eices
navel por lanos litlo*. No desrespcilo ao templo
esl* o desacato da religilo, e o froclo que dah pro-
veas he augmenUr-se este espirilo de indillereuca
e scepttcismo, que lio largamente lavra nos espi-
.Nao sabemos a razao porquo em certas irrnan-
dades e confrana.*v quando lem de eleger-se as me-
sas, ha Untos ella maulantes baraUtost Esses luga-
res iilo ren.lem, e pelo contrario fazem despender :
os Ihesourciros de algumas carregim com grande
responsabilidade; os secretarios tem um u
vissimo ; os juizes gastam do seu bolsiiiho
uae
<>s estadistas, que govemam este paiz. deviam al-
lentar em siinelliaiilis resultados. .eviam lemhrar- ,l,slini1! os juizes gastam do seu bolsiuho mais de
.e de que a constituicHo Ibes impe a obrigacao de 'lualrocenlos mil ro* lunuaes ; os miwtoa pa"am
velar r.a defensa da religilo do Filado, de a'llislar I jbs* alm das quolaa, e assim esse* barolhoa
della quaulo tonda a diminuir a sua magesla.lc. a I blrig serio pelo ardento desojo de nem ser-
contrariar o sen presligio, a ..lleude-la em seus al- v'r a l)uus : Ainda mis: irmios ha de corparacSec
los iuleresae?. i ricas, qoe tervem 4, 5 anuos, e sempre seqni'.sus
.l.i ontrn para ordem das verdades evidentes o P"r alTaztres para n.lo adandonarcm os lugaresqua
quanlo aoflre a religilo pela reunan dos comirio*' Z, :
popular.'- no interior da* igrejas. Como he que os i Consla-no? quo na ra de [loria*, em um des-
regadoras da narlo nlo piiem cobro a ele mal, nao j "* das paliados, um innleque por disensjsOn parli-
a.abam com essa eeeaaieo de efca.idalus 'perpetua- >lHr'as de bandas de msica, partir a oulro com
..lente condemnaveis '.' I um tremenda faca de pona, que ccrlaniente o li-
" Se queieis adi/.ia o illu'lre CapeUgne m *' quidiria se o brava partidario da Hespanni nao ia
. queris qoe o poder aeja urna religilo para todos,! def-n.lesse lo hcroicametile do seu adversario '
importa qne seja elle o pnm.-iio a .rofrs-.ir r a- j ptimos easaiea '
.. calar a r.digia.1 de lodos i. Dizcm-nos queo-' Srs. empreados .las ronarli-
IV. cues le fazenda nesla cidade, deila.am lulo pelo
Repelidas vezas tem corrido o sangue robre o pa- fallecimenlo do marquez de P* rame1
lormarao e sobre ella que eu lenbo agora de Iralar
o Miamplo, por quanlo, la obras que actualmente
ae estao fazendo aeham-ie deb.ixo di direcelo do*
dona ltimos autores ..orneados.
I'osso principiar declarando o meu arcardo com a
cominiaaao no seu principio ger.d, islo he
arcao constante das mares
lada e dirigida, e qua a deve contar
o ancoradouro livre de deposito! na entra la
eonsequeneii deile principio, o|.ino
que na., se deve desejar o privar ..
grande iiorclo de areia a enlrada da man. para an-
coradouro, a qual conjirncUinente com o estuario
do'.apiboribeed.. Beberibe, rb.s furm-m un. gr.n-
e reservalorio correnta reurtoir taurina.. Por
motiva en nao ipprovo a cunstrocrao de obra nen-
huma sol.la (al ,;.., um par.-iiio para o lim de unir
os ...Irirlos parochiaeado Kec.le e Sanio Antonio
ou a coavereoem um dique do ranal entre ellea
o permiila-se-me nolar bem qne islo nao sea ruii-
sidera,;,.,. de engenbari.r, que eslou persuadido ser
muilo para desejar, aob .. pon!,. Ue vista nnitario.
nao mlcrromper as entradas da mareen, redor das
pontei do Recle e Boa-Villa. Eu prta.no concordo
iiili'iramente com os amores da memoria, em inln
proporem grandes allcrarr.es inlernal no porlo Pelo
que diz respeilo a quali.la le das obras que elles pro-
pozeram, concordo com elles inteirameole quanlo a
vanlagem da n.ainr parte dellas, pareeendo-me ao
mesmo lempo, que nivel fosse conveniente inlroda-
iir llgamil moiiilicaces em alguns paulo*, e aridic-
conar nulrai ohras'que proporei.
I'iovavelmcnle o meio mai* conveniente para ex-
aminar a quesiao, seracommentarsuccessivameiile as
obras especilicadas pela' eommiwlo na sua citada
memoria, de folha, Ui a 30. Estas obra* sao as se-
guiules :
l'r.meim. Collocar limas para demarcar o b,neo
do Inglesa .enlrada pelo recife. E
urna utiljdade obvia ucha-ae hoje
grande serviro.
Segundo. Tapar a passagem no recife, conhecida
pelo nome de Brrela ou Barra das Jangadas.
Esla obra llana r.a0 esl principiada, parmha
muilo aecaanra. yuiolo ao modo de a executar
proposlo na memoria, islo he, o emprego de grande!
pedias e de bello hydiaulico, he sem dovidl o pre-
invel. Esla obra tornar-se-ha de fcil execuclo de
pois de concluida.
Terceiro. O naredao que se estende desde a II.
lremld.de de Leste di liba do Nogaeira al ao re-
cile. Mais de metade do cnmpnineiilo dese pa-
radlo j* esla acabado ; eu considero que be obra de
grande .ililnlade, e rerommendaria sua continuarlo
com a pos-.vel rapidez. Nlo poda haver a menor da-
Vida de que se esle parodio livesse sido conslraido
ba anuos, grande purrau de areia, que lem eu-
Irado para a paite inlerna ,1o incorarlooro, leria
sido della excluida. A manera adoptada para fazer
esla obra he simples c eilicaz, e nao vejo .nodo al-
gom da a memorar,
Onarlo. Levantar o actual nivel natural do recife
t.om una pequen exrepelo cu approvo inleiramenta
esta obra. I ma grande abaran que havil no re-
cife pilo forte do Picio ja foi lapada, e .e-ulla gran-
de vanlagem desla obra. A obra de levantar u l!e-
cife conten duas ilivises : primeira, a sua elevarlo
IIIB nivel_ uniforme, e da maiorallur das ma'res
viva*, da Barra das Jangadas fortaleza do Picio*
-segunda, a edificarlo de um parapeilo sobre este"
nivel na inesma distancia. Eu recommen la.ia que
a segunda divisa,, desla obra, islo be. ,, parapeilo
A raxuxa dansa fascinante e arrouba.lora loca e in- Ja praticagem. la., velatorio quanlo or
tema-se no amiga do mais ferrenhn e empedernido ma que o enrumercio unnime desta r
coraran. Madamo.sfliR Josepl'.ina dan*.... lo a raxuxa em altas vozes.
rnMcxccs Gpcbibo.
oaVuYes!Toacll^m^,ue^'3e,'0raCimi, <"P': Pr"',r"'1!i,rio-la oquai eslo .Ktoahnenle separadas como de felo 'fue Barros. H
pe
eS,^.'.t"!,,re,"IU' CaV"!i0 'q l'erlro do Re-o Barrete
JfiSSZ Sixtos""nSrem"fr^ed:.. | "SS.** "~......^......S Cava,-
'"i, por me.ode esoavirjao. porem elTectoida ProprielarioManoel Cavalcanli de \lbuquer-
qoe S.
Tenle coronel Manoel uurle da Cusa.
Capillo lle.mogeues tion-alves l.ima
Proprielario Aulonio l.ourenco de Albuqueraue
Coelbo.
Proprietnria Jos Marcelino de Mello.
Alfares Julin Uoeajalve l.ima.
All'eres Joao Cavalcanli do Albuquerquc.
Proprielario Antonio Tdxeiri Machad...
sle obra de
acabada e presta
esla operaelo e continuando o recife pela inaueir
qne lenlio escriplo, jolgo que a con-ervaclo do an-
coradouro nlo apresentaria dillicildades Relaliva-
menli! ao modo da constrocca,, que se deve adoptar
para a externan do recife, deve consistir simples-
ment em en.pregar podra sola al ao nivel da maro
baua as aguas vivas, e quando a pedra bruto e*-
liver sulli.ieulemente eonsulida.la, levantar ...na
parede de aslilat masony -obre ella at ao nivel
^'uiLT's."a ",e"os ''e 'l0"s pes arim" da iI Pro'prletorioJo^ Antonio da Silva I
aabida das rea na* aguas vivas ; modo esle geral- .Tenenl. Manuel Jos Pereira Borara
mente seguido na Comlrocclo do, quebras mares. \ Capillo Joaqnim Manoel a Silva
Ja existe um ncleo para esla obra na maior par- Proprielario Francisco Antonio de Sobral
le da sua exlencao (a saber 20 bracas en, >1\ no Major jlo F.ancisco de Iranio
submarino que se estendo enlre a Barra Fil.npe Cavalcanli de Albuquerquc
- Capillo Francisco Bernardo da Caoba.
Francisco Thom de Paula.
Proprielario, Manoel Sever.no de Albuquerquc
lenle Ignacio da Silva Cuuliuho.
Manoel Camello Cavalcanli de Albuqairque.
Antonio de Si Cavalcanli Jnior.
Amenco Biazilmo Cavalcanli de Albuquerquc.
- .Negociante .Manoel 'lavares da .silva r.tiii.ilm
iremidade oppusl* d., barra na Cabera de Coco (ra* I l'roprietario Manoel Joaqim Moreia
c edo sena i mente conhecida pelo e.licio que Joaqnim Antonio de Alhuquertue
all, existe actualmente. O rochedo que cata debaixo
d agua e que acuna refer deve ser removido por
meio de exploslo submarina. Depois de concluidas
todas estas obras, c seus elleitos dex idamente vigia-
dos e inspeccionados durante alguns annos, jalao
que sena eakllo opporluno augmentar o caes ou de-
sembarque |elhy qoe actualmente ae es.
de combinarlo com o caes do arsenal de
Este augmento consistida em continuar o caes a
atravessar o poco c depois leva-lo em roda de um.
de
rnched
Grande e a do Picio,' e sobre de 7 Vh pal sobre
aguas do maro balsa. Ouaolo a pequea lorre que
propue a cuinmis-l.. para e edificar sobre a pedra
da tartarngl, tena de ser adoptada a modanra q'ue
prupoubu, Iranslerida para a parte extrema "da cx-
lenrio do recife. A turre poda ventajosamente ler
uui luz de noile, porem uiiicaniiile um lampea.,
le grande dimenrlo para marrar a entrada. A ex
curva a encontrar-se com o rochedo Cabera
Coco *
Ue muito provavel que ela obra nunca se torne
necesaria pois so assnu -e tornara no casa de qoe
por observarlo se conhecesse ao cabo de algn* an-
uos que exista urna tendencia para deposito de areia Vlfll
no I oro, rircumslancia esta que nao presumo Nao I-------------
lenbo portento incluido esla obra na actual avglu-
cao do* melhorainenlos proposlos, e apenas chamo
altencao sobre a posalbilidadi de se poder desciar
para o futuro. Resla-me iinicamenlc fallar a res-
peilo do'paradla curvo que e esleude do caes do
Ramos, e do grande dique em cnmbiiiarlo cu.n elle
que propCe a cninmissn e constiluem na realidade
um plano. Nlo duvido admiltir que um dique ou
baca llncluaiil-, techadas das mares aprsenle
os maiores cominodos para us navios mercantes
con. ludo em l'ernambucu, aonde a subida e baixi
das mares nao lie muilo grande e anude a crrenle
nao be lio forte que slleete a tegorinea do ancora-
doiirn denlro do recite, duvido muilo" que a eons-
buqueriue
(.apila-.. Joso Thomaz Gonealaes do Rosario.
Dr. Jos fbeodoro Cordeiro.
lente Joaqnim Mauricio Wanderlex
Mermes Plinto de Borha Cavalcanli. '
thomaz de Aquino Oliveira.
JoiEipeiidilo de Oliveira l.ima.
L tasando I Evaristo Vellozo da Silveira.
marii.l.a. I Atoxandre Jos de Miranda.
Jlo Eugenio da Triudade.
Jos Francisco da Silva l'cdroza.
Manoel Flix Nazario.
Jus Aleiaudre de Mello.
Alexandre Bernardino,
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como cupir,
poi, animamo-nos podir-lhe que *,-
cupe antes em fazer, do que cm destezer navios
terminaremos deplorando que interese* de lano
vulto roiit.nuem a -er confiados a mos lio iahaaei-
e instando por urna reforma radical do resalaaaent.',
"croao. relor
prifji redima
paleiilei.il, cuino sem|.re, seu gar.iu extraordinaria- I
mente arlistic.; c ganl.ou para nunca mais |ierder'______________________________
o lilulo Xeph\ro e Flora, dansa inleiramenle a cararler e
extremamente bella, foi ejecutada muilo bem. O
joven Pcrnambucano e a joven Fltunmentf capiaram
os applausos geraes nula dansa frenelica e eulliu-
siasmanle'. Os vos de Zephira e os devaneios e re-
quebr* de Flora Inram n melhor possivel desempe-
nhados.
Nlo lerminarernos sem pedir a Mr. Robert qoe
nlo nos deixe lln depressa, qu- ainda por mais al-
guin lempo nos d nuiles chelas c bellas como a de
sabbada. Agora que nos adiamos sem urna coin-
panhia, a unir qoe enlre oda existe,nao deve-se re-
tirar ja. Esperamos que Mr. Robert rilo despCCXari
o pedido do publico pernimbocano e do
apreciador do inrritn.
AO DA 7 DE SETEMBRO.
viva a DofcEwmtmmm \
Inllamma paMaa gelados
A memoria desle .lia.
Pois haqua a txrumia
Dando mil burridos bra.l... I
Os Brasileiros honrados
Rendem culto* verdade.
E p'ra bem da homani.ladr,
Ooaes soldados vilorusan.
I'rorlamaram corajosos
I ira a dore Lilier-tade
(&otte&p0nbmtto&.
Clia.natnos a alteoco do Exni. Sr. presiden^
^nAaresreiactore,. Con.tiodo-m* que se di- '^'T^L,^ :l,esoureiro d .-*-* P"
irritme*icaa'inrrs. i.oil-ian lo-me que se di- ,. ni..n,.-i,,,. j_u ------------.-----
volga por esla citado e rel. comarca do Bonito, on- auaixo declarado, que por mais ian|o-.
d "me ipresontel candidato a' .lepularoo geral, que j "os Parfc* dever ser adoptado.*
'ne acbo f.ira d. partido liberal, e pertenco hoje I PI.ANO.
ac guibaan* telldb candi .ate .elle c como tal prole- 5000 liilhete.-a .VS>1>00
guio pelo governo, rerorro a' imprem para deca- ir, p
rr do modo mai* solemne c positivo, que is-o he e
or. i calumnia revulla.ile c ...seras el intriga, com
gllu.
J.".:IKJV\*(H'
->:0009IMril
SDmno He tyttmmbuco.
que inimigus gratuito* e desieieoido* prelendem o
meu desabono, e querem dilTamar-uie.
Permanec! liel e comlinle cm Ininhas npinir.es
poIrtlCa*, dt*c*o e ambiciono o triumphu dellas pelo*
meioa que o permillu e garanto a constituirn pau-
lina do impeim ; nunca m.lilei eu. nutras banderas
que nao fi.ssem as do partido liberal, nem dei um
piase, ou praliqu-i i.clo algom, que podesse autori- i
*ar algiiein a de boa fe cousideiar-ine um renegado
e qualilirar-me t/aahtrii, partid.-, onde ha merubros
que considero e respeito, rom alguna dos quaes en-
Irelenho relarf.es de imitada qu muilo aprecio,
ma* cuj* npiuir*'polticas nao quero e nao sigo, e
leuho com firmeza e leal.lade conslaiilemente com-
batido. Me6 nome, meos fados, meu* solfrimentos,
minha conducta, minhi vida loda inteira alo um
prolelo vivo contra essa calumnia que repulo.
Pretendo a honra de sir eleito depulado assem-
blea geral legislativa pelo rirrulo eleiloral do Boni-
to, onde te.iho prente*, amigos, alfcicoi.los, e onde
prepondera a npinilo liberal : cor.lo all para essa
lim com o apoo sincero .le homens impor i.tuc-, que
me conliecein de pe lo e fazem-me a devida justicia ;
ma* nem me aprsenlo em o.uro carcter que .So
seja o de liberal, nem eslou resolvido. pan conse-
guir a eleirlo, a descer de minha dignidade, c com-
metler qualquer icio, que me deslustre e. des-
honre.
Desejo ser depulado, nao por interesse pessoal,que
nenhum absolutamente me p..lc dar a depolarln,
ma* pira timbem lomar parle na* queslea polticas,
que se agilam e discuten) no paiz, concorrer com
lunilla opiniao e vol para a soluc.ao dessas quesle*.
e ajudar lodos aquelles,que animados pur um verda-
Imposto de S rnir 0|ij sobre os a prc
mos grandes.
i pa
meas precedentes ah estao, (all un em
II rusto calculado pela COmmiaslO para ote dinu
com suas enlrada- be de mil conloa de res, eslnn po-
rem muilo seguro de que o mi quintil
sem -ullicienie para sua cnnclii
O vapor brasileiro ..Paraguass, que ante-lion-
lem surgi em nosso porto, ja era undosamente es-
perado, pois que havia sabido de S. Vicente cinco
da* antes do paquete inglez oTvne, que no da 20
por aqu pissoo de volt* a' Europa.
E-la demora incxplicavel cau-.iva bstanle desas-
soeego, e lazi nascer l.e.n sinislraa spprehensiles
de alguiiia sorte juslilicaveis, pela nalureza da cons-
Iru.co do navio, iuleirameiile appropriado a' nave-
gara., lluvial.
Felizmente, porm, iimilon-se ludo contrarie.la-
c:n,bu:,iv rom que sempre me condnzi na cmara temporaria,
onde ja live a-senlo por duas legi-laluras consecuti-
vas, e he din esses litlo!, be com essas liabilHacfteS
que buje me aprsenlo e roa pleitear a minha elei-
^lo. Mo quero, pois, alcanra-la por uieio* torpes ;
regeilo soberanamente lodos os que nao forem le-
gues, licito* e honestos, e jamis laiei o sacrificio de
ininhas opiuioe* para obter um lugar na representa-
rlo nacional.
Uiguem-sc* senbores redatures. inserir estas linhas
em s-ii jornal, e pero que lo los os jornaes e peri-
dico- desla cidade as consgnem em anal paginas,
alim de que minha posirlo poltica fique bem dete-
nida, dcaniascirldoa os iulrigantea, e deslruida com-
pletamente vil calumnia, com que espirites mes-
quii.os e igoobeil |irocurani marear i minha repu-
tarlo.
S. C. 1 de aelembro de isjii.
Sau cuiistaule leilnr.
1 Premio de
1 Dito de
1 Di lo 1 Dito ti.;
2 Ditos de 3009
i Diios de 100-?
55 Diios de ."??
.'... Ditos de 2*7
O.(IOO?000
40-"XXHI
I9:360c110)
".:0'i90O.
':0(IO.vni(i
i ootwooo
il350 ^OOjHMMt
100*000
S750Oti
:870?W(I
!:87f
50(10 Premios
19:360sj4trjn
Organisado assim o prsenle plano, oflerece iuo
so a vanlagem de nao sollrer descont os premi..-
grandes, como inesino para os que jogim, que na
perdem o todo de suas entredi, dando assim lu-
g;ar a que mais se anime a extracrio das lotera
sem que soja misler o auxilio dessa multidao da
cautestas em favor de quem reverta um grandu
lucro.
. ,------------....... OS
.aligado* navegante! a procurar abrigo a- sotaven-
to, no Ceara', donde sal,iran finalmente no da 17
do crreme, Iendo antes oblido eirvlo, e o mais ne-
cessario.
Mnenlo sagrado, apoz renhida* lulas, em que a blas-
id.emia vnciferou horrorosas allronlas a religilo e
...oral, ain que o braco de tinao, eupuuhuu cunlra
limaos o ferro homicida.
O desatino dos homens nc**as pelejaa alrorissimas
fallecimenlo .1
Que especolacau '.Dizem que ha enlre mis um
pintor, que costuma depnis que piula qualqucr cs-
labelecimeiilo cxleriormenle, ir a noile pincelar as
portes com tintas diversas, alim de ser novamenla
chamado, c novanieiile galibar o dinbeiro ; u mes-
lora a maior porrlo do agua possivel duranle a
sanl-da iu.il.-. Comn o fundo e largura d ranal em
frente desla porra., do rochedo nao he siilcicnle pa J
pcrmiltir que all eslejam navios, a falla do pai.l-
peilo nao censarla inconveniente algum s e.nbar-
ee*.
Com referencia ao ir.mln porque so e.
laudo as obias, lena sido observado por i
qiie'.l ella
1 cm
desla
. que p
ile liabalbar a :IW, das ollicnns de ljumphre\,
renuiut ^ liilves, reanindoa maior soli.lez.a' ma.or
in- elegancia .; sunplici iade, pelo que ocenpa tnui limi-
tado espac.
indi- Soa marcha experimentada rom I" Ib
eslo confiada
ao execu-
por aquellrs a' I
. que na pusica,. ex posta i
em que se icham, em que a cnilr,:,-.--................- '
sempre uns ou menea difliculd ides, ,i
divisli. inferior pode -er mai
enconlra
primeira
se coiilempla la pelo governo, ao menos at que os
no Iros melhoramentos nlo eslivessem concluid
(.,so porem, viesse a acontecer que durante esl
lervalloa importancia eommereul .'.> p.no recebes-1
se lal desenvolvimento, que indoxlase algn
videos a apresenlarem-s.i
propondo a exrnelo
mente enlao cumpla ao governo dar-lhe prnpor-
rp.na.-ll.eloiasaslacili.Mdospara ., cn,.*eciir|.. da ... ""Vm 7^^',?'* "w[7V fua,"a nJ-,'ne^na f,ej;,,e,.,a, visto o nao poder fazer pessoal-
...a empreza. A obra de Constrnir raes ao longo la '! ', M f "nellail'ls de car- ,eie para coro lodos, porque ignoro queo *eia
marsemdeCapibiribaemBoa-Viali. Sanio \, t,,-! v,l\ C"|J tunaainmo resuu de 18 a -o dirria-' elles. "
nio e Recif' o., ......s;,.)............. mente
r...... '.................,.=.,,.,......... io.., ,.. i. ue prcsli
terma de cornpinbla e s rovolucoe* he de s lr> milha* por hora, poden
empieza, induhiiav, I- do atingir'.I \\2 a Klein ros.
conveniente c rcon.i- | sendo us seus gastos a cargo dos fondos
Foi conslraido por alesser* Creen de Blacwall, de
subi a lal ponto cm varias occasias, que se arro- | '"o consta-nos que da-se com nm cert,. que he
taram a escalar os aliares e a servtr-se das imagens rhamadu para fazer os dislicos as portasvalill a
do Crncihcado e dos *eu* santos como de oulra* ten- | verdade. Assim linhamos ouvido mular urna cun-
tes armas contundentes..... i sa igual de um relojocirn c de uro afinador de i.ia-
llorroris.-mo-nos referiudo esle tacto ; mas forra i ** 'luc lambem eostnmim a faxer comoCertos pro-
ha apreae.ilar a verdade sol as su.-.s core* pro- fcasmnaes, que delonsam pan render. Quem Ira-
prias, por maior que seja a repugnancia que sinla- i 9ana sabe, viver nio pode I
mos..... A noile da fesla do l.ivramento estove acuna de
Os templo* destinado* para orerolhimrnlo d'alma ,"'1" e qnilqutr elogio, no que disse respeilo ao
ante osen Creador, para a* augustas ceremonias do Ic-Deoin :a igreja estove de al afir, lana fui a
rollo, |.ara a palavra ptedoss t instructiva dos ora- concurreucU ; o orador dcsempeiilmu rom etoquen-
lores sagrados, para os exercicios, eiiitin, em que a ''i'1 'eu mandato, a msica lauto de nrclnslra c-
xirtude tanto se nutre, em que a moral tanto sa ele-1 *0 "er aabarba*. o rogo artificial pesaimo, e
i, ns templos-e arbam Iran-toriiiados, na qoadia 'wa do templo pavo immenso. Reinou tianquilli-
eleltoral, em oulras lanles vubti liOUM. Jarle purfe.la.
AHi cj.iiga licito aieai a voz em lados es lons, *' randas no domingo, no paleo do U?ramen-
desda O da anteara alo o do escarne, desda O da | 'c. lomaram dos partidario! das msicas grande
cn- re da ?.r''. .'.," ''", .c,re"'>l pw- do goverda central pe, ministerio da r.nd. a a T*"*'. s"l'"intendenc.a do primeiro lenle I decido por I ...I
licolares da locahdade, este manaira de edific.r seja ber: Aquella parle oueexHIe entre a omite rio \? rn"d nPril Minoel Antonio di Rocha Pa- Recife i de
fSSOSS! P". Clll,'i"'"-'"' '!" """PO ''" e '""" v^lha do Forte d Malto*! m Iren^i dislinclo omd.l. cuja repu.arl, ja he has- "e '
recoinmen.laria o emprego de
drautica.
cantarla rom .al lix-
alf.inuega.
Oiiinlo.
A cei.strucc.ii.. de um cae*, em
teule conhecida
,...,____, Todea os arranios internos f.ram feiloi rnmnlea-
^!*25*L* "'" "ovo MM l,es|a wcalidnda mente a' sua vonl.de. e nlo ha um s braco ou el
nais insignilicaiite pera i.o navio, que
l'iil lira- ; venia, nm a
lona i sid
-...................,.....,. .inicies-, em ...t.!.-:.,.....,.,.. ..." ------ .... ., ,,. I;. -,m
noario do do arsenal ala ,, linha de Ce.te e 0Ml I ^l Slfl^,,?,Mf m*'*oa < lOObra- Uarat
coro o pharol. lisia obra que eu lambem con-i.-er, T '",'sul,"',en e ,|ue *"" a iproxi- nlo
de grande ulllidade, esla em progresso, tente ,'" I "'"'iT.dB,e?lhi">e->* P~" ?" -Oria obra de l nada
permutemos fundos para ella desuados. ,' l **'''. prodariria o eOeiie de dar Cmesta ass.d.ia vigilancia obleve o Sr.
Doy. lemhrar ..este lugar como orna modificarlo i da tenTe'.'""" romm""0 lnlrtanle bairro solida que se observa em tuda a eomtraeclo
por elle cuidadosaiiieate exami-
m esla assid.ia vigilancia obleve O Sr. Feria
CIDADE DA VICTORIA.
li'rlarmmenlo dr um rrinte.
O padre Han-ulano .lo Reg, abaixo assignido
deiro patriotismo, trabalharem no nohre impendo ,j'j. -____ m"",xv *Mo"
de promover o* iiileresses communs d. nossa (erra, I ^i" e" vr0pT' P"nho Jeniinciado ao Illm.
e de eleva-la aquelle gr.io de prosperidadee de ven-1' r' "r- piomolor, Lui/. de Queiroz Barros, conlra
tura, de que ella he digna. ; los Alves l'enorio. pelo crinie deenvenenimen-
a.^ q ,e !S n""1"' pr.*,,e"^ ni",,p M8W"; to c aborio produzido e-n urna sita cscrava. de nn
da, nem extempornea : nao, sou um homem novo___.____*._! _. ."
no paiz. nem evlranbo as h.l.s parlamentares ; le- Antuca, pirda clara, no mea de pillio desl.-
anno, mencionou na roferida denuncia, entre nu-
tras leslemunhs de vi?ia. ao boticario Joao Das
Ferreira, e a Mari de Tal (por alcunlia CaU-
clinlia) tomo leslemuiihas presenciaes, Unto do es-
lado miseravel. em quo se cima a supradita e>-
crava, como do ab-,rio empreb-ido logo depois que
n.orreu, tendo ha pouco nascido ; alem de terem
ouvido da Sra. D. Mara, mulher de coronel Ti-
burtiao, que Tenorio den de proposito urna do.
para a eaerava ahorlar, a|iezar das rcrlamaeres da
Sra. I). Mara, o Antonio Max-mundo de Mello.
queetUvam nresentes. Ecomo at agora riada
nao foram no'.ilieados as referidas pessoas, Jixend..
o Sr. .loo Das que nao hade jurar ; naodud-
danJo ii,us instante o abao assignado Ja iniei-
roxa, cora que o Illm. Sr. I)r. promotor, I detoaa
do supplente cm exereiew eostumam pnnnr no
cumprimento de seus deveres, pal encarec la
mente a V. S. mande notificar ai referidas -
lemunbas, ato que segundo o cdigo, tesa o me-.
mo bailo assignado, na qualidde de denunciante.
o direilo de esclarecer a promoloria, ijudando-i nn
conhecinn.nlo .los poimenores dorritae c esleinu-
bIhs,
Declara o mesmo abaixoassign.idoque Tiburtiiai
,le Tal nan rleve sor admillido a juramento, |*rquu
sabe-se qua lem deocrullar a verdade, por sor a-
lilhado.la Sra. D. Mara ; cesta tcr-lhe iiwn.1..
do peilir, .jiiejurasse de reto modo, Isndo-se dado
o mesmo a respeito da parieira Luciana, enjo ju-
ramento li.-oii sem efTeiio.
Oabaixo assignado tem de appreeeniar mi;i"
breve aofml.lico nm documento emaprobalori...
do que araba de expender ; assim corno urna caria
do eapitao loaqoim Pedro do Reg Brrelo, em
que declara o abono ter ficado preso, como' eaive-
nen.ulo.
Accrcaee alem .lisio ,,uc Tiburtino de Tem
Dr. feroin/mo I Helia de Ca'tro Tatart*.
Sniorc redactores.Fallara a um dever. e se-
ria lido por ingrato, se por meio da imprensa dei-.as-
se de agraderer a lo.Ins o- ...oradores do primeiro
dislnclo da freguezia do Sanli......o Sacramento de
Sanio Antonio desla cidade, qne deram-ni'.' seu vol
...^r:.^^^ n"r' a"""
elles
E-lo agrade:imenlo o faro para eom lo la* as pas-
mas que concorrerau. phra a minha reeleirlo, fican-
de que Ibes eslou summamenle aara-
a banda,le.
seleinbro de 1836.
Caetano Piulo de \'cr.j.
Por tcaso vejo ler as niinhas mos o numero 07
do pequeoo jornal i O Povo, cm que denaici
com urna pergunt*.-, mim feia i qual a razao por
qne nao entrego i Emilia Liurcntina da Gloria,
no Recife, o seos manos .1
Respondo, quo fallecundo
liivenrio c .Iti.eniano'.'
como as
. .carne
.lisrusao apalxaaada al o :.. bl.isphrmia
Allisejulgl licito jogar u pugilllto, -
enri ozilbadas, sobre a lama do raminho publico.
All e julga tirito derramar sangue fraler
como no* campo* de pcleja, abarlo* pela
civil
a Veada-Urande um I
quaiilida.le de careles
Cousla-nus que
boratorio!
Vimos quasi tonca dr senlimenlo pelo fallec-
Berra menln do marquez de Paran-, una pobre velha de
180 anuos, a q.tem o illoitra f.nadu quando presi-
Vlli s,. ulga licito eslendrr a loalba dos hinque- 'lente de-U provincia 0OV0 com beaigoidade e al-
tes sobre o pav,menln rigrkdo, e nos excessos de temleu ao* seus pedidos. Kaze bem, nao
mhriaguez. levar a orgia ao|s seu- mais vergonzosos qnem.
transporte*.... .M.ire-saui as rarrairas a tola brida pilas rana
i cidade, a por entra u |mvo: caii quem
l.'l-jirupe depui* la
l'hiii|.ptyol. 1 p. i; lu F
ei.ni.enl du ro, |.,,uj.
I.i. de Brnxelles.
morra quem morrer.
Id, loin, '/.pa". :;'.
H
fl\\
. porem suc, par
-uaidar as recommen.laces ,lo E\m. Sr. consellw- i,;r o oslado ata que se ach.ua aescrava com .r-
r presidente da provincia, me nomearia lulor dos j remedios que Tenorio Ihe ministrara, e ler-lhe dii-
meninos, que em minha eompanbia ficariam, al!a Sra. I). Mara, que os remedios esuvam fazen-
qne o conlrariy fosse determinado, gecrea algum coltegio ou qualquer oulroestabela-|erava io u Oteara, caaao fe o Tenorio a p:ii\esso
rocolhi i.,
i mas da pesio, que nos Ihgeilou : eom atueilo. fui
I nomeado mtor, e r-.nuprir.-i ^* ordent .1.. itiro
|iH- i "' r;i1 '|'"' d minha erm 'ahi as creaocas \irii- predispondo para este fin.
O .',l.ai\,. assignailo jamis se quei\at do Illm.
Sr.Dr. promotor a dalegaaV) processanie, hauada-
isiiea : K im pn mi*.Mai m limi.,, m
itrr
ir
/
w









D'iiO OE PSmBBUCO TtSCfl F 23 VI SETfftlSQ 256
se lem soalhado. de que oslas autoridades preten-
den) a lodo o cusi que caa o processo do Teno-
rio, pelocrime horrendo, que commeileu ; visto co-
mo consta ao mesmo abaixo assignado, que a Sra.
D. Maria. ndigitada, coma testemunha de vista
na denuncia, lem rogado ao lllm. r. Dr. promo-
tor para a dispensar do juramento, e este nao lem
cedido.
Curapramos os nossos deveres, eu para mira fa-
vor nao peco, e sjustica quero.
Engenho Pirapama 21 do setembro de 1856.
Padre Joto Hircatano do llego.
(Eslava reconheeido e sellado )
Sm'ietfM.
CARTA DO VISCONDE UE K1KIKIKI, A SUA
ESPOSA, A VISCO.NDESSA O MESMO TI-
TULO. 4|
Oaand, senliora, o carien
A sua carta me deu,
Aliuooando am becl'/.ilo,
Senuudo o moderno rito.
II
Ja s<> be, interpolad
Co'uma laca de cafe.
Ora sentado, ora a pe,
Or.i leudo, ora Tomando
Charuto de contrabando.
III
'Miando almogo, gslo sempre
lie ler os jornaes do dia ;
He da moda esta mana.
Mana que sabe bem,
E Hilo faz mal a niugueiu.
IV
A respailo da leilura
Dos laes jornaes, dir-'he-hei,
o'o que elles dizeni, >'' -'' I
Mulla lettra perlilada,
E por Inri multa palhadj.
V
Os que j na pia meltem
O leu focinho est visto ;
Dizem bem ** ludo islo,
llsem de phrasos pomposas,
Vivemos n'um ceo de rotas.
VI
Pelo contrario, os que lem
Inda o fvcinho de fra,
Kalham sempre, e a toda a lnr a
Coutra os ministres que sao
i > eoveiros da ncelo '
VH
lilis e oulros raeoiem sempie.
i, .cuando os seus leilore*:
Escreveiu segundo as cores,
Direm bem, ou dizem mal.
Pela le estomacal.
VIII ,
O venlre, senliora. o vculre
A poltica regula ;
Sbreos altares da.ola
Por artimatihas, e Ireta
I' '-ci nid o lidinein'.de' lellras.
IX
Sempra Uve esle uefeini
b'alhiar a rabequinba ;
lato vera da raga inhiba.
Meii avo, que Dos la IciU,
Sio disse bem de ninguno.
\
Foi por iaso que tres vezes
l.evou para o sen tabaco ;
Ksinigalliiirain-llie o caco,
\ E deveu s scauellas .
lO cousurvar as roslelles.
XI
'Acora pasto a fallar-lbc
\a soa caria, que li,
V. qualro vezes reli ;
llastigaei-a pouco a ponco,
julguei que eslava louco.
XII
) jllou brin a viscondessa,
Ka approvo o seu pensar,
llevo ser conde ou ser par ;
Temos nobrea de obra ;
l-.sl.i dilo, inlon a obra.
\ \I1I
He yerdaile que a maro
Mao^ie por ora mui boa.
Corre pnr ca ein Lisboa,
(.le o nosso poder real
lela esle cabedal.
XIV
Mas, pelo sim, pelo nao,
Vou debitar barro parede ;
I. aneare i a minha rede,
l'ois lafvez que pesque a c m-.i ;
S mo ptsca qacm nao ousa,
XV
tomos novo ministerio.
Papa-lina, senfe bonesla,
epols flaulirtrifr a ssta, (A
Kara abar\ha e *M na roa',"
Seguindo a remnrtiiic,a sua.
XVI
i > inmisin lia de ler
0 sea Pandora tambern. '
Buscarei esse nimzuem,
Curo elle me liei de metler,
1 n l o-lo,- as n os ale ver.
XVII
Vai tr.iljr-sc d'eleice-,
Jle maru de navegar.
S eu llie posso arranjar
Tina ferie maioria,
One Hik commongue ua pa.
XVIII
X J copa do ini'u chapeo
tenlio cen votos por cerro ;
Es-aqui, l'riininha, aberto
Sein errar, mui direiluilio,
Ao paralo o earuitiiio.
XIX
0 ministril) lie prudente.
A, ioveil.1 a minlia ollera ;
leal pois a porlt aberta,
Pee o ltalo de par,
E uo ra'o pode negar.
XX
Alias, faco-me lorie
A favor ua oppyioa..,
E ver o Iraiubolliao,
Ollie que Ihe fallo serio,
1,'ue Uva o tal ministerio.
XXI
So for preciso, pore
1 m jornal, queradle ludo,
Oue lenha o noiue de Escudo,
Ou lalvez de Peraltlo,
Oue leve couro e cabello.
XXII
Purina pois descauradinha,
Nao lile d uso cuidado :
l'ilharrmos o coudado ;
Seremos Irumpnu lambem,
Amularemos vinlem.
XXIII
^ele sjsleme, senliora,
'.'ue nao lem nata de novo,
lia de entrar o bem do povo,
O palavrAo das imano...
Estradas, e mai< ..sancas.
XXIV
Sobre isso deve a lidalga
Metler na bocea nina rollia ;
Porem, mudemos de fulha,
i.iue esta materia querida
Esta aiis discutida.
XXV
(uno |oi...i a vWconriessa ?
A minha nobre melada '.'
Inda vive na eidade '.'
Patria do bom paslellinho,
K do manjar tilo fresquinhu '.'
XXVI
Uu ja foi hanliar as aguas
lio Ave o corpinho seu,
ijoa a nalureza Ihe deu,
>a vacilado lan tormoso.
Tilo genT e appeliloso '.'
* XXVII
Eu lamben), te Dos quizar,
Teiiciouo com certera
Refrescar a nalureza ;
Inga o ganzu alvorolad,
Preciso de ser suugrado.
XXVIII
Estareiuando na corto
A iiulesiia dos lucilos.
Ooe nao valem dous rhiiiellos ,
Comeeam por proloc"los,
li acabam por bnlinholos.
XXIX
O goveiuo continua,
E vai leudo mito na mana :
Ouem por ora be Irumplio canta
P.'iih o e fia Ai botica,
lie a matrona da Bicci. _
\XX *
Vdeos, chaia Viscondessa,
Minha cierna alw.o'u,
Ale nutra occsi;1o ;
lenha taude c mil ben<,
Xa posta de alguns vinlein.
[Braz Tinina.
@SMIlfc;f-te>o
liisroni- de ledras, de 7 a 7 l|-J por Oiq.
Dito do banco7 a S por 0|((.
(juro.(Incas liespanliulas. -ijjfj a Of*-.-,!h)
Moeda de foiiHI velhas .... 16j " (iaiO novas .... ihXKK
" ir1"!....... !i^"M)
Prata.Patacocs brasileiros...... -300(1
Pesos colmnoari s...... JslKMj
i) mexicanos...... 19860
ALKANPKIiA.
Rendimeiito do dia I a -20 .
dem do ui. -......
I:lls;u:i
7:96(jj-Jlri
I5%0B4|361
Detearregam li"jt 1 de setembro.
Polaca hespanliolaSapko (IWenm seeros.
Patacho americano King/isherinercadonas e fa-
rinha.
Patacho brasileiroAmuzona*o resfo.
IMrORTACAO
Patacho liesnanhol Safo, viudo de Barcelona e
Malaga, consignado a Arauaga & Brian ; mauifestou
o|eguinle :
87 pipas, 20 ineias e 12 harris vinlio, W) caixas sa-
li.ni. viudo de Barcelona.
200 barr vinho, 10 barris azeite doce, 20 volu-
ntes com 20 quinlaes de chumbo de muuicao, vindo
de Malaga.
CONSULADO GEKAL.
Kendimenlo do da 1 a 20 IO::l'ClS2S:i
dem do dia 22....... i2!lcX<
O Or. Abilio Jos lavaros da Silva, joil de orpbaosi locar7 aEiperieneian por ler ja parte dn seu earKsa-
e aurenles desta eidade do Ilecifc de Prrnanitnico ment pronipto ; quem no mesmo bricue quizei
e seu termo por S. AI. I. e <'.., que Deoa cuar- carregar pmle cnlender-se cmn oa ceoiiffnat.irios A-
J1.''' <',' morim Irmos i\ C. ra da Crot, n. :l, mi com o
laio saber que em naos publica dele jaiio M|eapilao Joaqoim da Silva Reina, na prara doCom-
liito de arrematar, lindos us das da le, os eaeravot. mercio.
eonaUotes do euripto qoe te aeba em poder do por-1 p.,.., ,. || :- .la '.i;,
leiro destejoizo. Amaro Antonio de Tanas, rujo> es-I Tiltil O RIO UC -liei.O.
cravos silo pertenccnles ao casal do lloado Joaqoim
Jos. de.Miranda, e vao a prai-a a requernienlu de
Bernardo Antonio de Miranda, lestamenleiro e in-
ventarame do referido seu pai. I'.idade do Recife
21 de agosto de IX.")!.
lofio Jote Tarares da silca.
&e$ir$?adit$.
10:772572!!
iil VERSAS PROVINCIAS.
Reudimento do dia I a 20.....
dem do dil 22........
9069518
95S098
IrOOlWiHi
DESPACHOS DE EXPORTACAl) PtLA MESA
DO CONSULADO DESTA CtDADE NO DIA
22 DE SETEMBRO UE I8J.
BarceluuaBrigue bespanliol .(ngel,w Aranas a &
Bivan, .VH) couros salgados.
LisboaBarca porlusueza .(Flor de S. Simio, No-
vaes & Companhi.i, 102 cascos niel.
BarcelonaBrigue bespanbul ajavme Kerrer, viu-
Va Am.inmOv Filbos, .11 saccas com algodao.
xoorlacao .
Ccara', hiale brasileiro .(Anglica de 82 tonela-
das, couduzio o seguinte : ..Mi volumes gneros
estiangeiros, 4 garrafoes espiilo, 12 caixas rape, 2
barricas assucar. 1 fardo parreira.
KKCKItl-.Pni.i \ DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PER.NAMBUCO.
Reudimento do dia I a 211 15:4574302
dem do dia 22........ 5129820
I...1I700I22
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimenlo do dia I a 20
dem do da 22
I7:399#C77
5t8ff708
17:917978.1
PAITA
ot prtfoi crrenles do assucar, olgoilo, e mais
gneros do paiz. que se despacliam na mesa do
consulado de l'emambuco. na semana de 22
a 27 de setembro de 1836.
Assucar em caitas branro I .> qualidade a.; 3
)i 2." >i 9
ii i) mase. ..*..... o r>.
bar. csac. branco. ... a .>2l)0
i) mascavado..... 2a750
" roliiiadn............> ."nl20
Algodo em pluma de l. qualidade Ii5-"i00
) 2. B n li--l(HI
> n :t." n ."1-.7IH
em carocc,......... (9625
Espirito de agurdenle......caada- e&VI
Agurdenle cachaca......_. ^>20
de caima....... 5S00
i instilada......... >703
lieuuliia .'.........caada 0600
............... botija S210
Licor............... caada 5S0O
i ............... garrafa S2i<>
Arroz pilado duas arrobas um alqueiro (HMD

caada
a.
urna
um
o
t
*
millieiro
uina
em casca
Azeite de mamona ....
ii i) mendotiim. .
n i) de pei\c.....
Cacau ...........
Aves araras .....
papagaios .....
Bolachas ..........
Biscoitos..........
Caf bom. /.....
n res.t,.Un.........
J od casca ........
<( muido.........
CariU! m'cci........
Cocos com casca.......
Charutos bons......,
ii ordinarios ....
regala e primor
Cera de carnauba.....
em velas.......
fjibrn novo man d'obra
Couros de bei salgados .
n verdes. .... .
o espiados.....
ii de onca ......
ii n cabra corlido .
Caachimbo.........
Esleirs de prepen.....
Doce de calda...........
ii goiaba..........
I seceo............ o
ii jalea ,........
' Estopa nacional.......... st *
eslr.intjcia. Iil.io d'obra
! Espanadores grandes........om
i) pequenos.......
I-arinlia de mandioca.......alqsieiic
1) 11 MI lilil......... *UJ>
u i) arnrula........ u
I'i'ijao-,..............alqueire
liiuio borrx............if
orilinarov. ......... o
i em tulla Imiiu........ o
(r .. ordinario....... n
i t, n restulho ......
I pe. acuanlia............ '
i.nmina.............. alq.
licngihre............."~^ii
Lenha de achas grandes......centu
li pequeas.....
ii li. loros....... i,
Prailchas de amarello de 2 costados "urna
louro......... u
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
r. e 2 'j a 3 de I.....
)i de dito usuaes....... a
i. o-1..linio, de dilo ........ i.
>...illio de dilo.....-...... i)
Forro de dito........... u
Costado de louro......... a
Cosladiulio de dito........ u
Soalho de dito...........
Forro de dito...........
n i) cedro..........
Toros de lalajuba.........quintal
Varas de parreira........' duza
ii aguilbadas........ u
> ii quiris.......... ii
Em obras rodas de sicupira para c. par
(( 11 cixos II 1) II u u
O Ulm. Sr. regedor do Gymnaalo manda cunv i
dar aos pas u correspondentes dos alumnos inter-
nos, meio-pensioiiislas e externos, para que no pra-
zo de oilo diis, entrern com um quarlcl adiantadn,
que tem de principiar lio I.- de oiitobru viudouro.
Secretaria do Oymnasio Provincial de Peruambii-
co 22 de seleinhro de 1851).O secretario, A. A.
Cabra I.
O Iilm. Sr. inspector da tbesonraria de fazen-
da, em cumpriinenln do que Ihe IA determinado em
ordem circular do Ibesouro nacional de 2ti doagosto
prnvimo passado. manda fa/.er publico,que lica pro-
rosado por mais quatro me/.es o praznde S, marcado
para suhstiluicao das notas de 503000 da segunda
estampa (encarnadas ; e que pulanlo cssas notas
serio trocadas p ir valor igual al juuho doanno pro-
zimo futuro, principiando do mez de julho em 'ci-
i os descoiilos progressivos na razio de dez por cen-
lo em cada mez de demora, de forma que, no tm
dedez mcze, licarilo sein valor alsum as mesmas
nulas. Secretarla da llieoorara de fazenda de Per-
nambuco, 22 de setembro de 1836. O ollicial-
maior, Emilio Xavier Sulireira de Mello.
De ordem do lllm. Sr. eapilao do porto fago
publico as traduccoes juntas a este, do varios avisos
que foram remetlidos secretaria de estado dos
negocios da mtrinha pela dos aslrangeiros, an-
nunciando aos navegante: o cstabeleoimenio de
pharocs e lu/.cs fivas em diversos paizes, c a an-
nular;io dos signaos que liaviam na costa de Mos-
quito ; mandando o lllm. Sr. eapilao do porto
fazer a publicacao cm cuniprimento da ordem do
Ex:n. Sr. presidente da provincia datada do lionlcn
refetindo-se ao aviso imperial de 27 de a"osto l-
timamente lindo. Capitana do porto de Pernam-
buco 19 de setembro de 1850. O secretarioAle-
jandre Rodrigues dos Anjos.
DIRECCAO DE HIDROGRAPHIA.
viso ao-; nnvenantes.
Pliarol do Cabo de la Plata em Banjos. Provincia
de liiiipuzcoa.)
COSTA N. PE HESPANI1A.
Por um equivoco involuntario ao esiampar-se
a longiludc do dito pliarol em aviso circular de 4
de setembro do anuo lindo, 43", em lugar de 4. 15" 43" ; e como esta dif-
feronca poderia inluzir engaos no seu reconhe-
cimento, esla direc^ao julga do seu dever dar-lhe
publicidade, azeodo saber aos navegantes, que
a verdailcira longiturle do pliarol he de 4.a lo'
43" E. do observatorio da marinba de S. Fer-
nando.
Madrid 15 ,|e fevereiro de 1*56. Joaqun)
Gniierrez de Rubaleava.
REINO DOS PAIZES BAIXOS.
INDIAS ORIEN'TAES.
Pliarol situado na 4." poma no estreilo de Sunda,
Peno da Anger.
Avispa oh ta vedantes.
A luz da 4. ordem do pliarol simada na i.'
pona do eslreito de Sunda, perto de Anger, aca-
ba de ser substituida por una luz catadioptrica da
2.* ordem.
Esta luz liva eder-or natural est acesa desde
o din 13 ile novembro de 1855 todas as noites, des-
de o oeoaso do sol ao seu nascimento.
Ella he visivel do comes de um navio de me-
diana grandeza, em urna distancia de \ leguas geo-
graphicas de Allemanha, na altura de 5 metros
cima do nivel do mar.
Em lempu claro sera' visivel das gavias do um
navio na distancia de 5 a 5 1|2 leguas.
A luz acha-se col locad a na altura de 29,5 me-
tros acuna do nivel do mar as mares vivas.
Baya em 7 de marco .le 1856. O ministro
da marinha De Sni.lt Van Jen Broecke.
TBADUCAO.
v Ministerio do interior.
Diriso dos tratial/ri* publico*.
PHAUOES E FANES.
Pltarn cstabelecido sobre a ilhota Psitala.
(I.ipsocoutala.)
Aviso aos nave^iotes.
Informa-se aos navegadores, que a contar de
13 de marco N. S. um pliarol da 6." classe ser
aceso duianto todas as noites, sobre a torre cons-
truida para esto cHeUo na ponta da ilhota de Psi-
tala, situada ditas milhas ao oeste, e em frente
entrada do purto de Pyreo. Esta entraia, assim
como a da haba de Salamina, serao completa-
mente alumiadas por este [diarol. A pequea luz
provisoriamente estabakada sobre a costa, di-
reila' entrando-sc no porto de Pyreo, perto do t-
mulo de Tomistocles, ser retirada no mesmo
dia, alim de evitar toda a confuso.
Alhenas 26 de Janeiro de 1856.
DIltrXTOKIA GBRAL DA IN.STKLCCAO
PUBLICA.
I ala respectiva secrelaria se faz saber a naena con-
vicc e interessar, qu o prazo marcado para a iiis-
cripcio e prosean da habilitaro dos concurrentes '
caJcira vaga ile HisirucSo primaria do Cdlegio dos
rpbaosde Olinda, termiua no da 22 .lo correte.
O que para enlistar se mandou publicar o presente
pela impreiisa. Secretaria da directora aeral 20 de
setembro de I8j(i.O secretario, Francisco Peieira
o veleiro o bem eonheeiflo patacho nacional a- i
mii/.onasii pretende seguir com molla brevidade ao i
Kio de Janeiro, lem proinptu metade de sen corre- !
gamenlo ; para o res' e erravos a frele, para os
i|iiaos Icui eveellenles coi.modos. Ir.-ila-sp com o seu
consignalario Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, .
ra da Cruz n. I.
Para o Rio de Janeiro segu cum brevidade o I
bem c.nii.eci.io liriiii brasileo tiMarianti*, c rece- i
be carga a frote: quem no mesmo qmzer carregar.
entenda-te eom Mnnoel Ignacio de (llivoira na prara \
do Corpo Sanio, escriplorio 11. (i. ou com o rapito
Jos da Cnnlia Jnior.
Para o Ciara'sahe m poneos das, por ler o
sea carreganiento ooaai completo, o pallialioln n.\n-
gelic.iii, meslre pralieo Jos Joaqoim Alves da Su-
va ; para carga e pass.igeiros Irala-se com o mesmo
meslre ou com o consignalario Luiz Jos de Sa A-
raujo, na ra do Briim n. 22. ou na praca.
Para o -L'eara1 e Acaracu
S 1
O hiale Acaracu' sabe para ar|nellc porto rom es- '
cala pelo Ceara', sexia-leira, 2(i do correle : para i
carga e passageiros Irala-se com Coaveia i.\ Leile,'
ru do Oueimado n. 27.
s
ta
Moje de ( 1|2 ali as s horas havera' sonreos no
aterro da Boa-Villa n. 3.
0"em precisar de una ama de leile,dirija-te a
roa da Cadeia do Itecife I). 41.
(i abaiso aetianado, tntor deseos nclns It.dar-
iiiiiio e Podro, faz Menle a quem iuleressai pesaa,
que em sea poder se ada opreio Gabriel, escravo
l' I que foi do fallecido Jo-e Rufino l.cilao l-'iuueira, mu-
rtr, .-.*... x w.m, ..,-.,..._ ^ x. redor que era no losar de Barrein, o qaal eseravo,
FUNDICA DE COBRE, Mi^^&zffr&KZtt
companhii do mesmo abulto atsignado. E romo ...
lelos do abaixo atsienada lambem sao berdeiroa, nao
su .lo referido fallecido, coiuu lambem da fallecida
ZE, FERRO, TUBOS DE CHUM-
BO INTEIRICOS
Armazens dos ditos metaes
DE
\tJosc Pedro Collares Jnior
$ I maos.
LARGO DO CONDE BAR.O
N. 3 A.
EM LISBOA.
liste cstabelecimcnto leve o seu principio em
1809, fabricando siniplesinenlc apparellios para
. distillaeao, sendo o seu fundador o Sr. Jos Pedro
Collares, que o comecon com 001 sii operario. Em
,.,., ... I 1810 ja as suas obras eram conhecidas e aprecia-
rlo da 28 do mez corrile, o patacho eValenle, I j~, ,.';. f i M i r
eapilao Joaqoim Antonio onealve. Santos; para. I?" l,aiz e fula ,lelle : ePW P0,,er "Hrf'
resto da carga, passageiros e escravos frote, trata-!"5 eilcommeildas (|U0 se. Ihe faziam, foi inister ao
se com Cactano Cjriaco da C. M., na ra da Cadeia I sen proprietaru eleva-lo a maior escala, de sorle
quecm 1821 ja empregava S operarios. Na pro-
de Janeiro.
I*ua a Babia.
A veleira sumara nacional llorlcncia pretende
seguir para a liaia com milita brevidade, por ler
parle do seu earreglSBenlO promplo ; |iara o rc Irala-se como un consignatario Antonio Luiz de O-
liveira Azevedo, ra da Cruz n. I.
COMPANHIA
Dfi
>AVE{4lA0 ||\TA.
|i
< *;
^S-:'
Lu/. Arnuiid Touacbe (rmaos & C.
Em Marselha.
LINRAS TRANSATLANT1 CAS.
IJafcis
Tranca. .
''s abaivo ns^igundos. com loja de nnrives aa ra
dn Gabaga* n. 11, confroule ao paleo <;a tnairi/ ma
Ni"a. la/eni poltico que rslo receben lo rnnlinu.
demente as mais maderajes obras de oun. lano pa~.*
sonli-,ras romo para hoinens e meninas os uro..
C'iiiiiu.i^in razoaxeis, e pas.ain-se conl. mm ic*
poutabilidade, aapeeifieaMe a qualidade .' etjr.de
I'i mi IS quilates, tirando assim .ujeilwi os inesni"-
por ojualajer devida. fcrapante c Irmio.
Precisa-se de um In.mem |.ara Italialbar aaa
urna i .(no a : no pateo do Carme, vibrado pas cima
da botica,
irmaa do mesmo falleciilo, I). Francisca, cojo sobre- I "" cura,.,or hsral da ma>a fallida de Ant.mi.
nome nao pense, enjos bent .1 ambos se esKe In- Augualo dei Uirvelh. arinh. ".taca aaeereteie
venlariaii.lu pelo juizo de .irpliSos do mesmi lugar ''" l"slno fallido para no du 20 as Iil aaeae da n.a
Berreiros. A'vista do exposla sera' muilo acertado aa se aprcsenlarem em casada residenn. do Kvn.
ser o referido escravo pe. loizo de orpbao. desla ci- Sr- l)r- Jml ,l0 ronimercio. aflea de se verilicarcm es
dade avallado, pura com i--o evitar qualquer smis- rredilo e determin.r-se ludo mais que lar lis-m
tro ou fu-a que de futuro posa appareeer, pelo qual lla "** ,
nao se obriga o mesmo abaixo astlanado, u quede, "" l*",am desencaminhadas sel grora de boine-
ludo j de agora proleste, romo protestado tica. Ke- "* mel*' amarello, pequeos, n. .1 : r.isa-se a |n~-
cife 21 de setembro de 18.iti. ** quem forem orterecidos de o appiebeiid'-i r
Bernardo Jos da Costa. Iev*r raa u0 Cabula' n. I C, que se recom,*nwr..
No permillindo o nicu eslado actual despedir- ;T**^"li "..>. usa :'\ :'\''%t!tt:'::',\ '.;".
modas pessoas que me obsequiaran) rom as suas vi- i ..;''- ''.> -ir .. -sardCe rl..
litas durante a minha molestia uesta eidade, ofar;3''..3 O^POSltlJ (lo VCTlll- "'*
por ela inancira, nao So agradecendo-llies I ma "J
hondade para commigo, como nflercceiido-lhes os '.''.
nieus limitados servidos em S^nlo Anlao. '.""
ribuitino Pinto de Almeida. '3
Precisa-se de um moleque para o erviro de A
casa e tratar de um e-vallo : quem o liver dirija-se ',:',
a ra da-Moeda o. II, segundo andar. l'.'.;
Dcsappareceii no dia 7 dn correte nm prelo ,^*^
por nome Luiz, crioulo. rozinheiro, com idade pnu- j <;^
co mais ou menos 2"i anuos, rstatura regular, bem **x
parecido, cor retinta, pos e inilos hem feilns, lie lias- v*3
Brasil. .
Vlle de Lvon.
America. .
Europa. .
Avenir. .
O vapor Fraiu-a
de vapor a' hlice.
. 30 cavallos 2(HrU lonelladas.
. :!"i() 21X11) .(
. .VH .( 22IK1 ..
. .ilW (( 22110
. :tv (( 2oos) (i
. 2D0 1200
devora ler partido de Marselha
para o llio de Janeiro com escala por Malaga, Lis-
boa, Tenerifi", IVruambua.1 e Babia, no dia 2."i de,
agesto prximo passado. Desla poca em .liante as
partidas dos vapores tero lugar de Marselha no (lia
2i de rada mez. Para qualquer .informadlo, eom
v. O. BieberA C, ra da Cruz u. age'ntes da
compant.ia.
&W&.
Melaoo .
Milho......
Pedia de amolar
i' filtrar
ii ii relilos
Ponas de bol .
Piassava.....
Sola ou vaqueta .
Sebo em rama .
I'elle de carueiio
Salsa parrilba .
Tapioca.....
L'ulias de boi .
Sabfio......
Vinagre pipa .
caada
alqueire
urna
o
ii
ceuto
molho
ni ein
ia
ii ma

, ceuto
&
pipa
:Kty000
IOUOU
93U0U
730!K)
--HKJ0
?000
5000
-7000
25000
.ItOOO
19280
l.-MI
15920
15280
265000
205000
5-100
25000
5(i0
5000
>S00
52UO
5200
:i*50u
biMIOg
O agente Vieira da Silva faz ver ao reapelfaj.
vel publico, que eslamlo com a'soa casa aberta na
roa da Madre de Dos n. 32, ollcrece-se para reee-
ber quaesquer objeclos siinpiesiiieiile coca a commis-
sflo de d.ms e mel por centu ao coinmitenle. a igual.
mele ao comprador lambem ; se obriga nada ovar
deeommisslo, havendo qualquer entrevista cmn o
mesmo. Espera, pois, estar promplo a lodo esle tra-
baltio, desde as! liaras da inaniaa al as .> da larde
, "" ?el,l?Ve'rf da S'lva- "a r"-' OS Madre de
Dos n. .12. faz leilao eexla-faira meio .ta em
poni, de (i esrravos sendo I casal, t negro de idade
i.) a "oi anuas. | negra de 2"i .a 2(> eAnos, 1 mulati
ntia de lia I. .unios, I mualo roboslo d" 28 an-
hos, lodos estanio patentes no dia do laihlo para
seiem examinados.
O agente Vieira da Silva, na ni,, da Madre de
Dos u. :2, faz leilo sevta-leira au meio da em
panto, de diversos obras de marcineria novas e osa-
das, e diversas obras de orno e iirala, e relo-i.is '
pianos novos e fortes, I dito em meio uso. o iai"
objeclos que exisluem no dilo armazem.
Por autorisirao dj illin. Sr. inspector da al-
fandegs, a requeriinento dos iniercsados. e por con-
la e risco de quem perlencer, o ageute Oliveira con-
(ioii.ua o leilao das fazendns e arligos, inclusive al-
guinas com o primitivo destino l^ Babia, avahados
salvados de bordo da galera rrancea vRaoala : quar'
la-feira, 2 do crreme, as 10 horas da maiihaa, a
porta do mesma alfaudegn. .
O agente Bol-ja fara" leilao da lo-
ja demude/,as, sita ama larga do Ro-
sario n. 2't, coQsistindo na armacuo,
mitide/.ase mais olijectos. etc., existentes
na dita loja, em diversos lotes a vontade
dos compradores, os qtiaes se entregnrao
pelo maiorpreco olterecido, quera pra-
/.o, quer a Jiiiheii-o, garantinao-se a casa
a quem (ca com a armacao : se\ta-lei-
ra -20 do corren te. a's 11 horas em ponto
O agente Bo.ja, .le ordem do Exm. Sr Dr
juiz especial do couunercio, segundo o seu despacho
proferido no requeriinento dos depositarios da massa
fallida de CriizcV domes, fara leilao das dividas ic-
lvas perUncenles a dita massa, as qaes moniam a
quaiilia de I :22.5l.'.) ; cajos documento, so adum
em poder do agente aiiuuiieanlo. para os Srs pre-
eiuieiiles caminaren! : terca-feira 2.1 do corren-
e as 11 lioras em ponto.
O agente Vieira,da Silva faz leilao de I.VJ sac-
cas com farinha, por cinta e ns~o de quem perlen-
cer: qtiarla-fcira. 21 do crreme, ao meio dia no
trapiche do Cunta, no Forte do .Mallos.
Ilenriqun irunii & Campanilla faro leilao,
por iiilervenea.ido agente Oliver,,, de nm completo
suriimenlo de fazenda as mais propriasde mercado-
lerca-f.ira 23 do coir.nl-, as 10 lluras da mauliaa',
no seu armazem ra da Cruz.
O agente Borja, em seu armazem, na ra do
(.ollegio n. I.i, fara' letlio de um grande e completo
-.lleco,,;,, ,|(. ninas ,1o marcineria novas e osadas,
inclusive nina ptima earleira .le duas faces para i
pessoas, diversos pimos, obras de ouro e prata, rc-
logiot para algibeira, objeclos de vidro e de prrel-
lana para enfeiles de taui, lanleruas de vidro, can-
delabros pede bronz-, loucis para mesa, um riquis-
simo estojo do (lisilas iu^lezas rom ,,< cuiupelenle*
pelrecb.is, mesase mais objeetos de maroaore, e ou-
Iros muilos objeeloi qu se acharJo patente ou so-
cial avisa a quem mete^y^om^toTZl^'10 armW' elC- ; a"im ^u"", ,aml' ""'
Freir.
directora geral DA. INSTROCA.'O
PUBLICA.
Pela respectiva secretaria se faz saber, que a-
chando-se vaga a cadeira de inslruccao elementar do
1.* grao da villa de S. Maria da Boo-Visia, por
jubilacao concedida ao professor, que a regia, o
lllm. Sr. director geral manda annunciar o praZO
de (iO dias.que lica marcado.a contar da dala desje,
para a inscripcao e processo de habililacao dos cao*
didalos. Secretaria da directoria geral* 20 de se-
lembro de 18.5(1 secretario, Francisco rereira
f reir.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico, que uu uilimo do foi rente mttx lem de ser ev-
Iraludas para seren remedidas psra o juizo, olim de
seiem aveculadas as relaroes dos devedores que dei-
xaremde pagar seus dbitos romo sejem as do i,.
poslo ue dcima,', .sobre diversos eslabelecimen-
lJ : 1:200? sobre casas que venilerem bilheles de
loteras de ouljas provincias, IOS sobro ca-as de mo-
das, eJ05 sobre casas de jogo do hilliar. Mesado
coiiiulado provincial.! de setembro de 1856.
Antonio Carunio Machado Kios.
- O administrador da mesa do co
Sr. presdeme da provincia de ^7 de agosto prosimo
passado,foi approvada a medida proposla por esla re-
-i'lti !I>'"1'-'10 rt0!,erem abrigados os conlnbuinles quau -o
|IW)i), ,enllilin ,le paguro impasto de dcima, e i \ a apre-
i sentar os ulmos eonheeimentos que mostrera ale
qoando pagaran os ltimos imposto', a que sao obrj-
gados por lui, alim iie se evitar duplcalas de pa-a-
mentOt. .Mesa do consulado provincial :i de lelent-
bro de IS5ti.--Antonio Csrneiro Machado Kios.
352U,
120
mm$ no potas.
yacios cntraaos no dia 22.
Boston68 dias, escuna americana KingOsbera, de
120 toneladas, espillo E. I'ierce, cquipagem S,
ceiga' T') liarricas com familia de trigo e mais g-
neros ;' a Henry l'orster ,\ Companbia. Perleuce
ao porto de Kingston. .
Ballimnr?Y.i das, polaca bespanbola ((llenii(|iie)i,
de 212 toneladas, rupitao Malhcns Olive, equipa-
gem 1:1, carga 2,032 barricas cem farinha de luyo:
a orden. Perlence ao porto de Barcellona. de-
guio para os portes do sul.
dem'J dias, polaca hespanhola Vicente)', de
136 toneladas, Capillo Feliciano Beltrn, equipa-
gasa 10, carga 1,036 barricas com Cariaba de tri-
go ; a ordem. Perlence ao porlo Matara. Scguio
para os portos do tul.
-yaci sonido '(o mesmo din. ,
Para a pescaUalera americana aliiaerva, eapilao '
Charles II. liilfor I. Segoio do lameiAo.
GR-fJID
BAILE POPULAR
di;
mascaras c phanlmias,
HACA DO RECIFE 22 l>& SETEMBRO AS 3
HORAS DATARDE.
t.oiacce- 'olllciaes.
Loares seceos salgadosv-'2)0 rs. por UJir.
t retrico ItobUliari, presidcnle.
,' .". Borges, secretario.
- y CAMBIOS.
^^WrrTT.ondrcs, 27 1[2 a 90d. e 27 3|8 a (4).
Pnris, '.','*) a 359 rs. por fr.
.i Lisboa, 'JB a 100 por ';, de premio.
.< Rio de Janeiro, l|2 a I por 0|0 a 1.5 e 30 dias.
Artoes do Banco, 60 a 70 0|0 de premio.
.i (( compaubia de Ueberibe .VijpOOO.
. companhia Peruamhucana ao par.
o Ihlltdada PaUica, 30 purceulo de premio,
r. .( ludnmnisadnra. ~r idem.
o da estrada de Ierro20 pnr Otn de premio.
1 o "r. Abilio Jos 1.vares da Silva, juiz de orpliilis
c ausentes desla eidade do Recife de Pernanibueo
e seu termo por S. M. I c C. que Deusguarde ele.
Faro saber quo em piar;a publica deale juizo -e bi
de arrematar o 'arren.lainenln do engenho deiiomi-
silo .na fregoezia da Varzea com
NO
PALACKTK DA RA DA PiAlA.
SVBBADO 27 DO COiiRESTE.
A pedido de (leona lultuenles dos bailes popula-
res, por isso os directores esperan) grande concur-
rencia, o prnmellem envidar lodos os eaforeos para
que c mtinu a reinar a boa ordem e deccnc.a ipie
al aqui se tem observado.
io urna porrao de passaros de diversas qualida-
ues e ptimos cantadores : quinla-feira, 25 do cor-
rete, as li horas da innniiaa.
%tt>L%o$ \>zt&0$.
para a
PABA A BAHA.
A veleira s
carga para a
UM VOTO DE GRATIDA'O.
O abaixo assignado tendo de retirar-se
illia de Fernando,e:n viiiude de ordena superiores,
laltaria ao mais sagrad) dos deveres, se ao Jet**"
esta eidade nao desse um publico teslemuD
subida e eterna gralido a [lima, cmara municipal
e a lodos os Srs. qu i so dignaram enderezar com
suas assigoaluras ama ropresenjafan ao Etm. Sr.
general cominandanie desarmas desla provincia, so-
licitando todos de S. Exc a conservatSo do abaixo
assignado nesla eidade.
0 abaixo assignado tem intima conviccao de que,
so por nimia bondade da lllma. miinicipalidade. e
do povo desla eidade, be merecedor de lo alto con-
ce'uo e eslima ; pelo que mais penhorado se julgi
para com quem to oxponlanea e bondadosamenie
Ihe bailado lao cxhulieanlcs pravas de estima o
considerado, assegurando a lodos, alm de sua
eterna gralido, o dirciio aos servidos de sua
prois.-ao, i; aos que mais conlier em sua iiossibili-
dade.
O mesmo abaixo assignado aproveila-se da op-
i portuiiidade para agradecer ao lllm. Sr. tencnlc-
coronol HyginoJos Coelbo, commandante do --.
batalhao de aitilharia a
pracas do dito corpo.
porgao que o crdito das suas manufacturas aug-
menlava considcravelmenle o seu consumo, foi-
Ihe inJispensavel augmentar o pessoal do esiabc-
lecimento ; de maueira que em 1827 con la va 18
operarios. De 1834 a 1840, o numero (lestes
subi a .".0. Com ludo em 1842 ja o local de
que dispunha era asss escasso para comer os ar-
tistas indispensaveis para satisfazer allluencia das
encom momias, e por esla razao concelieu a idea de
adquirir um ouiro local apropriado :is exigencias,
o que conseguid no largo do Conde Bario, n. 3
A, fundando lalvez o maior estabelecinienlo doste
genera no nosso paiz. Foi ento que comecou a
fabricar machinas a vapor, e mallas oulras' que
al aquello lempo se nao faziam entre nos, e era-
mos obrigados a importar dn eslrangeiro. Km
181.5 deu sociedade a seus dous primeiros lillios,
conliando a direccao do seu eslabelecimenlo ao
primeiro, o a adminislracao dos trabalhos de ma-
chinas a vapor no segundo. Em 1848 deu igual-
mente sociedade ao seu terceiro iilho. Ajsiin iior-
nianeceu gyrando com a firma de Jos Pedro
('ollares ii Ftlhospor espaeo de seis anuos, no
lim dos qunes esleeslabelcciment se acliava elevado
ao dobro do que era em 184o, sendo aqualle pro-
iiesso devido perfeicao e solidez de suas manu-
facturas, e maneira por que iratam e terminan
os seus negocios, leudo fabricado, neste periodo,
grande numero de machinas de disiillaco, bom-
bas, machinas a vapor, rodas liydtaulicas, tan-
ques, machinas pata agricultura, e militas oulras
obras de reronhecida nlilidade.
Finalmente, no fim de 1850 deixou o Sr. Jos
Pedro Collares todo o seu esUibelecimcnlo, ein que
empregava .50 operarios, aos seus primeiros qua-
lro lilhos, que se constituirn) ein sociedade, que
gyra actualmente com a firma de Jos' Pedro
CoVarcs /tintar o Irmaos os quaes, em no-
vembro de 1854, davam trabalho a mais de 140
operarios. F.sle ultimo c sensivel augmento que se
ola do principio de 1851 a novembro de 854,
foi devido nao so aos imperiosos motivos cima
expendidos, mas lambem .i grande baixa que ti-
nliam podido fazer nos piceos das suas manufactu-
ras, em consequenci.i dos aperfoicMinentos que lia-
viam introduzido no ayslema dos irabalhos, por
meio das roilhores machima o ferraroeoias at -
i|ualla poca conbcidaf, que linliam mandado vir
de paizes estrangeirOS. Infelizmente, em 4 do no-
vembro de lS.'ii. foi csiecslabelecimenlo incendia-
do ; porm gracas a alguin auxilio do guverno de
sua Mageslade Fidelissima, e ao dos amigos dos
propietarios, acba-se boje ja reconstruido, e mon-
tado com taes machinas, que se pode assegurar ser
igual aos melilotos de Franca e Inglaterra, poslo
que relativamente em menores dimensOes : mas
seinpre para umpregar 30o operarios : pudendo em
tal estado eonseguir-se, a par da baixa dos procos
um augmenio de perfeieao e crcdiio as obras.
As suas tnachin.is para distillar violtos sao lao per-
fcilas no sen fabrico e na combinaco de todas as
suas pecas, que podem (garantir o obter com ellas
rpainrquanldade de alcool do que seextrabe com a
maior paite das machinas de. qualquer ouiro fa-
bricante; chegando as suas a produzir mais 1 lr>
caada do agurdente de 30 graos de Canier, por
pipa de vinho, comparativamente aquellas ; o que
podem provar com alleslados.
As ditas machinas de distillaeao conlinua.de
qualquer dos seus systenias, produ/.em em urna s
operacao a agurdenle de 29 a 3i graos de Car-
lear. As machinas couiposlas, refrigerando com
agua, podem dislillar as fezes do vinho e outras
maierias crassas; tienhuma das outras o pode con-
venientemente .fazer.
Alm daquellas machinas, fabrieam-se todas as
obras que secoslumam fazer de cobre : bombas pa-
ra asudir a incendios; machinas a vapor caldeiras
para as ditas; prensas de parafuso ; ditas hidru-
licas ; ditas para copiar carias; tanques para agua-
da de navios : moinbos para azeiton.v. ditos para
trigo e descascar arroz; ditos para eanna de assucar
machinas para cortar palhr. ; dilas para tetraoar ;
raeao de cavalgaduras; ditas de debulhar milbe; di-
tas para nevar;charras de (erro : sachadores; ;ra-
des para janellas, varantes e jardins, por urna in-
fini.lado de variados modelos, canaps para dito ;
aparadores [iara cbapeUS decliuva, e da caboca pro
prios para oraamonto do salas d'enlr.iila ; lindos
rogos de sala : ditos de cozinha ; bonito e variada
orlimonto de leilos i franceza, ludo de ferro ; e fi-
salroenle lodosos objeetos (ue se dusejem d'a
quelle artigo tanto dofandicao como forjado. Tubos
de chumbo inteiricos sein soldadura, proprios pa-
ra canalizacao de lquidos ou gaz ; cojos precos he
impossivel determinar, nao d pela multiplicidado
como principalincnlc |iela varieihde com qoe sao
exigidos segando o gasto e necessidede do com-
prador. Os propriataros d'este estabelecimenlo li-
songeam-se que os sacrificios e esforeos que lem
feilo, para conservar e augmentar no paiz um esla-
belecimenlo ifesla ordem. serio compensados com
a allluencia no consumo das suas manufacturas u-
nico meio de se poder sustentar e engrandecer.
O noinedus propietarios, a maneira porqueexe-
cotara as suas obras, o cumprein os seus ajustos
nao sao sstranbos i maior parle dos Portugueses,
mesmo dos residentes fura do paiz. Por tanto,
esperam roniinuar a merecer a mesma conlianca
'" com que ale boje tem sido honrados, e protegidos
com odavor das suas ordoos, as quaes se esforea-
rao por executar o meilior possivel, offereiendo o
sen compoiamento passado como garjnlia do fu-
turo/
As pessoas que desojaran vei e examinar os
deiro iipda B da fabricu de G'ii-
tois& C.
Domingos Alves Matlicns .ivish '\
'i seus iinli;;cs iVeguees, que' le ^';.
novamente tomn conta do depo- JT-f
tanta peraltado, e ralla alsnma cousa o idioma ni- ;-j sito do Slliwrior C tem <-Onhe Ble/., lem -2 lentes da frente do lado esquerdo parli-1 ;Vv n i i i- i ^. *
dos e o dedo indo da m.lo esquerda inarbucadn. e 9 P' da Baha, da lubrica do Slt. 0
consla^ndar acontado pelos airabsl.les de.la eidade: -"'J dantoistV C, CUJO deposito se ada ft"^-
wmTtlffmV'Z *i'Prd,e,,derm. leva ,,u a s* <'Stal,<-lecidonose.iccriptorDda ?.
ra de Apollo n. ,,(, anude se paijarao todas as des-: ,,
pezas. | ? rita de Apollo n. 2>, primeiro s};
indar. -.
nnmen-o
Alnoa-se urna preta que seja lioa qnilandeira, I ;*
la-se 1 i>000 : na roa Direila n. 18, loja de calcad,,. I / ,, .,. ... m ^ .^.~ .,.
-- Alauese um raoleque de 18 anuos, mmlu liel i suy-'.r.,. '...-".......^v,; \j) '...'^T:..'.1'..?^:.'
. que se alianiM, e cozulia com perfeicao o diario de j Aclljnuo^, tll!li lssil:n,0 j, ^ d,
urna casa : na ra das irincheiras junla ao nicho | lerienu de ^^^ de f S5ae.
- guein .verequiaer rucar urna mmieniidose- co.nprehendidos entre o laceo da Molela. e a, ..II. -
nliorrius Cu-sos, do lauanho de u-n palmo, dinja-se mas casas por detra
a run dn llosarlo da lloa-Vista n. o. .Na mesma
compra-s-, nina Brcra de incia idade (pie s"]a boa.
Alaaa-sd iim sitio no principio .!. esla la do ,
Arraial, com casa de peira e cal. dilleren'es arvarc-
dos. encllenle aana de beher, e riacho eorrenle no I
fundo : a tratar na ra da Alegra n. 31, com Mar-!
ccllino Jos Lopes.
Prccisa-se alagar urna canoa oran le que releja '
em bom ciado, para carrejar arca por mez : quoiu I
livere qniz-r alagar, dirija-se a roa da Cadeia del
Itecife. loja O. 04.
Com quem descontare! o lempo em que e-live <
na cadeia por amor de uieu dinheiro? aviso aos ere- ;
.lores que irazem execucao contra o beeharel Pedro i
Uaudiano .te Itati'e Silva, que o resto doslrasiea pe- [
nliorados a esle, nao leudo adiado lineador, leem de |
ser-me adjudicados, eonseauintemeote ionios breve
de tratar de rateiode preferencia, pduq-ae sera* mis-
ler cada um prevenir-se, nlo so os realmente crida-
res, cuino os ficticios, que aempre me achatilo alerta
eom eertidOes de*lestaroenlo, etc., etc.
Anda futido liaccrca de um mez um prelo ve-
Iho de nome An Ir. calvo, reu.liOo das verilbas e
com um dedo de una das mos aleijado, levou entre
outra reopa una jaqueta aanl de soldado rom botos
amarellos ; sup{ioe-se ler i lo pasa o serlao do llrejo
ou Cimbres, onde mornu muilos Unos : quem o pe-
sar levp-o a casa de sua senliora l>. Clara Adelaida
Pace de Au rade, na Soledade.
Parlaran) da ra Nova n. 69, secunde andar,
nina corenle de relouio de pe-coco, om par de rose-
ta* do coral e alfinele de dilo. un. par de argotas lie
ouro esmaltadas de azul e altinele imitando una co-
bra : roga-SC a qualquer pestoa a quem farein nlle-
recidos de.enlrecar na mencionada casa, que sera'
iraUSceda, e no caso de estarem empachados lam-
bem -c pasar' o seu valor.
loga-ee um quarto de urna casa, sendo o do-
no rapaz : quem o tiver annuncie a sus morada.
OITerrcc-se urna ama de boa conduela para ser-
viro interno de urna caa de pouca familia : na roa
do Vi;.no n. 29. a
I'reci.sa-se de um prelo ollieial Inhuleiro para
lomar couti de ama fabrica, mediante o ajn-de que
se lizer, dando cmiberimento de soa conducta : na
ra do Qoeiinada u. :l!l.
Quein precisar de um moco brasileiro para al-
loma cusa da c.nmcrcio, e qu- lem hu lettra c es-
tados, po I- dirigir-se a ra do Torres n. :',\ o qaal
siijoila-se anida pin pooco ordenado, visto ler vin lo
de foro, e presta lianza idnea.
l.lno.n aononcion comprar ama esa em (llin
da, procure na ra do lian .re n. -i, a qualquer
hora.
Precisa-se de nm ciiciro para taberna, cmn
pralica da mesma ou sein ella : a tratar no Largo
da Soieda.lc, padaria.
Anda roga-se a lllm. Sra. D. Hara
Sewerina da Rocha Litis o a seu irmSo OaSr.
Jos l.uiz .de radas Lins, moradores na ei-
dade do l'.io Formoso, de rcspoiulercni as
curtas que se l!ie-i lem. dirigirlo acerca da
divida activa, parUlliada no inventario do
linado \lves da Silva, pois tiessas carias tin-
nhuma esmola se Ihes lem mandado pedir
e ricos Ddalgos uo devem preoisar das mi-
galhas de pobres dbeos.
t
i por dclraz ds i^reja du Pilar, lauto d
parle do rio, como do mar, por torca do despacho
do juizo dos feitos da fazenda de 'I do eorrenle, pio-
len, la em visla da competente scnlenra qoe matul.,
restituir a seu dominio os mencionados terrenos, d-
que se liavin apossado a fazenda publica, convida a
lados es foreires dos ditos terrenos, a quem a me-.n..
fazenda os dora, como de manaba, a vir no prar"
de quinte dias renilicar os coalralos. e celebia-l..
com as .i.iilin. s ,1c ..ovo ajasladas, li. ando scienles
que, se nlo prorc 'erem desla forma, os terrenos sr-
rao dados por foto ou venda a oulros qoe mais van-
lanens oITcrcrerem, visto que os conlraios.pelos qu.ie
os possuem. silo nudos por serem feitos por pessoa
iyaoinpetente. Ouiro sim, avisa o aballo assianad..
aoTrcferidos loreiros, que de era era diento Ihe de-
vem entregar os foros, que se forem vencendo, e 1.1
ar q.lauto antes os vencidos, para cu|i rbrau..a es-
ta' disposlo a emprear o prncedimenlu tudicial, so
nlo for alteudido esle sea aviso,
iiccirs 21 de setembro do IbVjb.
Jos Joaquina do (leso Carros.
Precisa-se para nina rasa cstrangtt-
ra de nm ropeiro e urh cozinlieiro, ipi
si'jam peritos em sen ollicio, pa;pa-ae nim-
io bem, preferndo-se se for escravo : a
tratar na na do Tornes n. 7 f) solicitador Joaqnin de .Vlbuquei -
(ue e Mello participa ao respeitavel p"
blico, c com especialidade a sen* consli
tilintes, pie mu Ion sua residencia par.
ti na do Collej'io n. 5* primeiro and.n
...:".:'-.... i :'>> ."?."..^4s.*-'.r*t,i
;; (iaspir Ca,valr.in(i fie A l'nqiifrqun t'chtVii .
2? ;ivis.i .i f|uein c.mvier, que rimproa a An- 1:1
flB Ionio Maria te V.ironr||n5 llourln. ev '-.
[ crivi>4 Daniel criiMiio, rnun i :* i.- de I' an-
*. non e FnlfEdCM tl'AnatiIa Mi *l .mhu<, o* .'
;v qiuc^ se ii ii.mi ('(!_iil-x h-. !t riip/i-- |Kurii m^i- ;'
",; u'i int-iio*. lOciTe ISde Kel^mbro tic iH'ifi. V,"
ffiflETS DE LOTERiD
110 DE JANEIRO.
Numero .Y M B--1:0lraciKl
n 107!)MU 4lS)3UII|i
. i. 4-JJS U IIKI-KK."
Na loja n. 1 da roa do Crespo, lafJta no arcsi '
Sanio Antonio, venderam-se As sorles ...1:0,1 nm.
nutras de premios menores, dos lulli.-lo da II Me-
ris do lliealru de S. I'edro de Alcntara. IJie-,.... ..
novos liill.eles di 11 lotera do Ihealro de .Niclheruv.
e iicbam-se eiposlos *' venia hoje.
Jos Euzebio Alves da Silva.
No dia 21 do correr.te mnz, na sala das audi-
encias, tin la a do lllm. Sr. Dr. jais de orptiaos. so
lia de arrematar o arrendaracnlo do engenli .!,
Broaej com suas lerns de assucar, denominada.
Malemba', Malbada, (iol.ndim e l^'jsdiro. pe.len-
cenle ao casal do tinado Joaquim Jos de Mirand .. *
rcquerimenlo do invenlarianle Bernardo Antonio dr
-Miranda, o oesse mesmo dia lambem se arrematara'
n arrcridaini'i.lo das bailas de capim dos terrenos
! ua.lic.. e Son-Braz, as qoars, cooslilaem osa se-
cando lote da arrematarlo.
Aluga-se urna casa de um andar com
quintal, murado, nos hairros de sanio An-
tonio ou lloa Vista : quem liver para alujar
procuro na ra da Praia. armazem de carne
n. la, queso pagar com generosidade.
Precisa-se de urna ama de leite sadia
para criar nm menino de poucos meza : :
no pateo do Hospital sobrado n. 28.
O absiio assignado participa aaa Srs. proptie-
lario. e consignalarios de quaesquer embarcafaes.
que fieou com o eslabelecimenlo do condoair ^n
para bordo, que ooli'ora pertencia ao Sr. Selahal.
nao '.en.lo ha mais lempo avisado o publico por ler as
canoas em concert, prometiendo a todas as ossasni
que o servic.0 sera' feilo com zelo o promptidao. r.
desde ju podeiih os prelendeoles dirigir-oe ao arma
zem do Sr. Jos Anionio de Araujo, onde poder.
fazer suas cnccmmeudas. Kecife 15 de sal sidas de
IK)6.Francisco liolelho de Andradc.
Emilio Iiidoulac, na qualida-dcdeco-
rador liscid da fallcncia e credor doSr.
Jos Dias da Silva, leudo visto no DIARIO
DE PF.KNAMI-l.CO de honti-m, um asjas-
testp do Sr. Joaipiim da Silva Moni-no.
olleiisivo da dijjiiidade e probidade de lo-
dos os credoros, jnlii do sen dever lii/.'-r
suspender a mpressao deslavoravel ajase
porveotura possa ter |irodu/.ido esse pm-
testoee\presses,ale<|iicomemoSr. Mon-
rao se difjne esclarecer o publico, rasjpassr-
dendo as tres perfMinta* aasa pelo piv-
sente, em nome de todos os crudores lee
laco visto serem lodos os credore < lii-
rojp.ipliarios, ein raaJkt de leerleiM-eii-m
tamberna esta classealpips dos (|nc |...
sucm lilnlos privilegiados:
I Quaes os credores <|iic ac andam
ni.ni( mu: miando pan o 1'riilidar f
1. Porque titulo se diz crajaW t do-
minio da massa fallida ?
"i. Para que, na qualidade de iii.nii-
1,0110 lll(IU)ir VcIjUril-jiadordeLu./. Josede rito, requ-ni. a
na quarra-feini *l\
Attencrio.
Perguota-se se a tabella que marca e
determina os direitos parochides, marca-
ra' tambern osell'eilos e raolliados de ven-
da 011 taberna? l'orqtianto, tendo o Kvm.
parodio da Eses da, Simao de A/.evedo
Campos, mandado applica-la a um ven-
delbo dalli (Caldas) para fazer censar os
clamores que observava a seu respeito,
pela usura e extorsOet que pralicava em
sua taberna, por ter o mesmo vendelliao
reclamado urna conta (pie llie mandara
apresentar pelo enteri amento de sua es-
crava, contraria a tabella que nos rege
que ptima analoga!] deseja saber para
melhor regular seus ell'eitos, avista do
documento 11. 2, da correspondencia DU
biieada no DIARIO de sabbido 80 do
corren te.l m tabemeiro-
JoSo Carneiro da Cunha e Fihppe
Carneiro de Olioda Campello, declaram
pelas follias publicas, que pissaram sua
residencia para a freguezia da Vanea,
deixando de perlencer desde o dia 13
de setembro a' deSan-LourenCOda Matla.
O Dr. Joio Honorio Bezerra fP de SIenezes, formado em medici- S
^ na, aclia-te residindo na eidade jft
^) do llio-Formoso, e abi se ollero- ^
ce a s pessoas que de sen prt- (A
timo se quizerem utilisai. .%.
LOTERA ba provincia.
te na (,
corrente, pelas
da Hiiiaii.
10
(50
Ifor.is
I*. '. \jnyme,
deLuir. Joscdc Brito,
rescisiiodaconconlata aniel 01 nienle esat-
cerJida. Recite 19 de setembro de IS.ii..
Emilio Bidoul.tr.
KOIII.AI-FECTEIR.
O nico aulorisado pnr dcnflo do cn.-eili; /rol c
decreto imperial.
Os 1 1 'icos dos |io-|,|Mc II- .lilil"!! l.ini o A.iol.e
de l.allcrleiir, romo sendo o nico aulnn-adj nrl.
amores; c.mv.-m aos.
as i. ntracc.'O-. e .. Iraqoc/a
. procedida do aasaaa das injecr.ics .ni .Ir*
i,e,r,'.B|r.'""' T !'1' '"'"T sa!. ,,!r,e:!.c,!m *MM : 'unen, nellu qoiser carregar aolenda-ee com
Malia 7t2?sT2?2 M!leml'''. ,'"I""J"- ^u consionataru. ftomlOgOS Alves Malbeus, ua ra
alisada e Lagadteo, musanle do escnplo cha em poder do porleiro destr juio, e assim tam- '
tiernas batas pora capim do l.asadico o S. Ilraz. l'AHA O KIO DE JANEIRO.
perlencenles an mesmo rnseiiho, e que latean lote '
separado, e vle pr
do Antonio de Alir.
, -, ,, ^.-|.. .- .... .,, ., -i .., ...,<.-,, i .."i'f rain r,
...a a .eqoenmenl.. de Ileruar- a qu;1| ,era- |aBj ,,,., ,1(.mrH ,'
.Midi Jos.- evites .la Silva. I Para l.ishu pretende alin breve a brfgaa por*
dilirenics minelos, um eslampas, Ins machinas.
Spparelhos eiaais objeelOS cima mencionados; e p*. ab.iixo de meio, clioa e cauda rapada, sis/al aoverno, e pela real sociedade de me.ti.ina. K-i
f.vcr anal nier encoiiiinen.ln ao dito e-labelecimmi- l'r""'0 "' lwU' I''"0""1"1" eamlaho do Hospicio medicamenlod'om eosio actadaeci, o lacil a laaaai
1 er ,n""fn,w. ',n "" L WD6 u imen- e Salll Aniaro< e dcs.inpareceu : quem o liver I em ">vreto, esl. em uso na mannha real dele
lo em Lisboa, podem dingir-es nesla eidade, ao ve-o a cata do msate seuhor, quesera'recompe. de 60 anuos; cara redi asstate esa pone i-n.|-.
consulado portugoez, ra do Trapicho a. 0, l.. sido. compones dspota, seas mercurio, saasssastotd
andar, onde ,,lo so,, ,,:., ,a t,l..or o Alo^om .....a..... forno com te.heiro ,o- S.'o' ffiie?Z^^uES^
msis racil esdarecimenlo. dos ...laeccssonos precisos para palana, que etlsto I da acrimonia hereditaria do
.1 iaoOzorio de Castro Jaeiel Monleiro decs- '''' "'Dln"naoi rv!" <"< f>eneaia moho boa e no calarrhos, a betisa,
aa,i|u.-. eonin-fillio lesiUme que h do tallecido Sr. '"?*"'? '"''''!.; ,''ln Prelender trata-se na ra de i das ora
Irarao de Itam irac. lambem 11 h Tdeir.. abimesta- | X '-'"'" "in'"'"m 'le assucar. wndas. Orna nnli-sv philitir... o aif-be ruta cm
de da fallecida sin lia a senliora Joanna alsciell ~ ,?m"*' e *"*H5"V coin i'cc'"' Perfc'C-l!' c poaeo lampo os Ilusos rcenles oa rolildes. qoe v..|-
Mouiciro. e |ior i.s.i o inventari e partilha que dos 1 P'"1!"1'1-10 : n" roa rto Sebo, casa n. 5. vea incessanles em eonsesneriria do emnresn .lo
bensdesta Mlecida eslXo uroeedendeosealrosso- "" rrecisa-sede urna ama capa/, para ama easa copahib,-., da robaba, ou dasnjercAx. .roe asas
briulios sem eiUcao e audiencia do aonoocianle, '*!'" l*,nM,a J^e ses eifo de portas a dentro: nal senteta o viru-. aeaa aoaliatssa te O arrobe l.al-
pelo juico dos orplni is. cscrivAo l-'acunlo, he millo, : rna'''., ilia *" fedeur he c-pernlincnlc r.r.m.iiirn.Ud.. contra .
eannunciiinl prnteta pela uullidade. c pelos pre- i T~ "cl~"-'' mm su para eaa de poora U- doearat inveteradas oa rebeldes es mercurio i-.
e os Srs. officiaes e mais jawos, perda e tamnoa. m";J ;/ n xltn ra tarsa de Rosario o. Ib, -e- odweia de potaeseo.Uabae.Vtaa ee m bata-
todas a< pessoasdesual "~ l'reeisa-te dn urna ama para coslora, engom-1 "oeaaar. faga-sebtm. ca de Barral e de Aalonia FeHesaae \l\e-..b- Ue-
maca Castro., ainda recebe ahuma amisade, as manciras sempre urbanas e docs con. "" "fellaoieiiu. de pooea familia, dndose I.,-' Candida Balbina da Paivo Rocn, ** I"":-'-n..-
Raliia mn ouils .;' .... i p i inciKa. s : a u ni. r na i in Nova ii.-Ji. ,.; e ,ii a.ir|um,i randej poir.io le attrabs araSMln e M
naaia, tura onde segolrs em poucos; que oiralaram. _..........i,.............:.-i.......____. a.. ... lantlfa Drofpssora narticulat d-
/)/. Francisco Goncalca de M'orar.
Olinda 22 de setomliro de lSj.
Alaaa-aa um sitio na estrada do Monleiro. com Oiiarla-leira, -Ji do corrate, dspois da a
bstanles coinin,|ns, do lado dn sombra, rom Iruc- encin do Sr. Dr. jui/. municipal da secunda vara ci-
por vel, por ser a ultima | raoa, loem .le ser arrematadas
do Iduaseacravas : Adela, crioulo, cmn habilidades,
de U2 para anuos, e Maria Francisca, africana,
com qaarenla e lanos anuos, ambas pe.ib.iradas a
I). Mmla l'.enedicl;. do Sacrameiil-i. puf e.srui'ao de
II. liiilidiiii I.'-oiko IIiiii/.
3 urna ,aniH ptr* Cfltnre, en^nm-
mar pe M\ iin di
iaei: n iratir na rui LSoyi n. ~'t. *
Ouem precisar de em eaisairo chocado do Por- 'Mtlp ProtfSJOra partcula) de pinn.i- sjeoas viudas directamc,,..
lo oa ultimo barco: spparera aa ma ds t.l.iria l',!S loLcas e costura do bairro do Hecile,, dil Bo>veaa-|jiOeelear ii,
n. 95,
de Tan-, le cas. .!.
ra Ui.-l.co .. I'a.is.
ra doVKatio, lem transferido sua aula g formularios dao-so aseara aaa ees, do aa*ateW
,. ._ va. na pa... do l>. I'edro ... s-j. Pasta, Joassasaa
sodi- para a rita do ian;;.:I n. o'J, onde con i- Araujo ; Itahia, i.ima ,\ lrm.)..s -. r.n.-mim....
Esperase do As-ii a veleira bi
tinperaciz.
teires, cacimba c bomba, e boa agaa de beber,
anuo uu pelo lempo de lesla : a tratar na roa
Cullegio, segundo andar de sobrado n. 8.
Precisa s alagar un prelo ou pardo forro ou I
caplivii, que seja ro/inbeiro eiloe aaibt coiniba : \
no Apollo arma/ern II. 13, I
ruteno,
da
ILEGIVEL
i
Cosinan- So,"": Ki>defaneira. itaessa4 WWsaa; a Mrn-
. ra. loja de drogas ; Villa Nova, lesas l'erewa de
euucaci.0 Magaies Leile; Km Graeiie, Francisco da l'aola
assim como i Coala ,\- c-
Oflerec aa urna prcln fi-rr.i par. ser ama dr
nina Casad* familia .niema prrl.ii le .lu.i-s a
nsiomstas, por precos r../.oavc,s. J llld ,, UMetrtro ... M,
una a exercer osen mafi
j do tudo quanto faz parte
primaria de nina senliora
I uo llovida receber pensionistas i
mcio-

MUT10t3t7


-.;:
-'.'.
.::-
o
o
i& -.- '-.-. '. '- '" 1.- ..','...* '.>
O aballo assignado, priroe.ro Mercurio
c nu'irthro >1h coin.ni"ao directora le-l'io Acadmico,em viiiu.le mcsnia eoininissie, convida a lodos
rilo oa
os sucios lo mi'snii Mtmte-I'io em geral
para reunirom-se na tercena sala Ja Ka-
cuidada ile Direilo dcsia eidade, no da -ti -..-
do corrente mer. > meio-dia. alim de pr.. .-".
ceder-te aelvic&oda presi'enta c ode ll,.,- '.'.
oareiro, na forma do arl. .; do cap. !' dos '-..*
novos estatuios. Recite 15 de teterobro ',]
de 1856.Francisco Penetra Correa, a
--.".."'. -'::'\ $h L;r:-'- :'-''
Precisa-so para urna '.isa esirangci-
i.i de jioiic. familia, tic um ro/.inlieirc
que leja perito era sen otlicio, prel'orin-
do-e escfavoL poga-se 1k.id : na ra do
Iones n. 58J segundo andar.
fr*ctta*te,de dnai pestoai pira o servir in- I
lernii de ulna >i-a eslrangeira, mn.l qua coilnl.ee
eusommc. e oul.a que euleuda do costura : na ra '
"MU,I II. IV.
Precisa-sel alngar nina cscrava rjua saib? coser,!
lavar o eiiicuuidiar, para o servir oe nina familia
injle : na ron do Trapiche Noto n. In, em casa
de Paln Nash $ Companhia.
ao publico.
I. ll;:nder,|coni luja de alfainle na ru'a Nova n-
Vi, recominenda-se os senliorcs que qui/.erom po-
-utr oliras, romo Calcas, rollles, casacas, ele, lejas
rom perleico. Neslc e*tahclecuncntn nao se encon-
trara' obra de fabrica, enmenia obra leila porencoin-
ineuda, da haixo de loda a earanlia, cun loda a per-
leicilo possivel, e sempre do goda e da ullima mora
la liuropa. Ser igualmente mullo conveniente c
ternmmeudavel aquellas pessoas que ranean n'alqu-
ma distancia dcsla eidade, e que querem sua* nhras
ledas rom brr-viilade, c no prazo mareado. Tamben.
eoceatra-M continuadamente no meama eatabeleci-
incnlo panno e fazendas escolliidas para qualquer
obra.
--. .......... ;? .......-....' .--...."
DENTISTA RAL 1
69
o
.'. Paulo (iaignouv, de volla de sua viagem ntb
.'7 o Europa, est,i morando na ra Nova u. 5?
*.r II, pruneiro andar, onde pode ser procura- *V." !
.'J do a qualquer hora. i',', i
mvmw iie seii as
NORTHttllN, .
estabdecida cm Londres em I8r>(, para
lomar riscos contra ogo e sobre vidas.
Capital 1,200,00(1.
Agentes para PcriiainlmcoC J. Astelcy
x C. _
$ J. JANE, DENTISTA, Z
continua a residir na rna Nova n. 19, primei- d
tfj) ro andar. aa
f'*S4}'^iS'Je83B*a!6
Arren la-se um silio no fim da ra do (iiquia, i
cun hoa rasa de vivenda e solo. cun excellenle
quinlal plantado de halianeiras, limeiras do umbiso,
coqueiros, g.uaheiras e nulras arvores de Troci, com I
xiveiru, poco e excellenle baiu minio fresca, propria
I-ara plantar verdura e llores, ain la mesmo no ri-
goroso vern : os pretepdentes podera dirigir-te a
rua da Cadea de Sanio Antonio n. Ili, piimeiro an-
dar. '
Os abaixo imanados fazcm publico neslaci-
dade pelo |uesente aiinunrio. que leudo com o fal-
Iccimenlo de seo prima e socio, o ir. Antonia JoSo
le A mor i in, ero I i rio crrenle, cestada a lirma que
tiuliam de Amorini Irmaos i\ Companhia, lira dora
em dianie sul.sislindo a de Amofirn Iriniios. que li-
.juidara* loda as Ilu--arc6es pendentes oii que se fo-
leni uflerecendo daquella auincll lirma, quer pa-
ctando quer recebendo.
Recite Ili de sclembro do IS.'ifi.
Manael J-)o de Amoriro.
JoscJoao de Amoriin.
-- l'rectsa-se llagar (> pretos para armazem de
a anear : quem liver c quixer alagar, dirija-aa rua
do Apollo, armazcm n. (), que adiar com quem
tratar.
Pcdc-seao lltm.Sr. I)r. Aulonio llorces l.cal,
qae qtiando vier a esla ptaea baja de apparecer na
rua da Cruz no armazem f/rancez O.V, a negocio de
sen inleresse e de urgencia.
RUA k NOVA
n. Stfi.
I.. Itclotithe acaba de receber um bclln sorti-
ineolo de Momios suiss.is .le todas as qualidaries,
lano de ouro como de prala, ditos ualvanisados e
Ideados; amim como ha lamhein ineios chronnme-
Iros e reoslos franeczes, com caixas, lodos allian-
rados.
Billictes de visita.
Gravam-aa a imprimein-aa com peifeican lullieies
de visita, lellras de cuuiineicio e todos os ohieelos da
arle ealigraphiea, regislroa, vinhelasa quaesquar de-
senio., alirein-se firmaa, ameles, tanto a lallio duce
como em relevo, oiii.iinenlos ini objeclos d ouro p
piala, fii/.em-se riscos lindos e originan para borda-
drn de labyrliilho ; adinille-ae a rerusa de qaaea-
uer dealeaobjeeloa no r^isode nao ficarem a cuulea-
lo tas peaaoaa qoe os eucommenilarein : quem pre-
tender dirija-re a'quaiquer de.-les luuaies : nobairro
do llecil.-. rua da .Madre de lieos n. .'I, priinoirv
andar ; em Santo Antonio, na livraiia chuica do
paleo do Collcai.....>; ,y, (Juico Ponas, sobrado
da quina conlroule a niulriz. nova.
ir. Joaquim de Aquino Fonceca
lendo sempre excelleote sement vacci-
niea, raga indistinctamente a's pessoas
que anda nao se adan vaccinada, que
comparecam em sua casa, oa rua Nova
n. 14, nos sablwdos de cada semana, das
7 as 9 horas da manhaa; assim como
pode lornecer sement a qualquer auto-
ridade quea ret|usitar.
-- Prxedes da Silva Gotmlo pode ser procurado
ara qualquer ognCIO de seu pai, das 9 horas da
mauhaa as .1 ', da iarde.no ueripUrio do Trapi-
cho Ramoa oa armasen) da lluminacio pabliea.aole
e uepoii densas lloras cm casa de sua residencia na
rua do linpcrialn. (ii.
LOTERA DA PROVINCIA.
O ahi\o assignado avisa ao respeita-
vel publico, jue vende a dinheiro a vista,
sendo a quantia de lOOjeOOO para cima ,'
os sens bilbetes, meios e qua ros, pelos
precosabaixo declarados, na rua da Ca-
deia do Kecie n. 45, loja de miudezas
de Jos Fortuiiflo dos Santos Porto.
Bilhctcs 5$500 recebe 5:000.s0j0
Meios 2.S-800 2:300.S()00
Quartos IxiOO l:2.J0.s000
Salustiano de Aquino Ferreira.
LOTERA da provincia,
1'erceirsi parto da sexta
lotera (Jh matriz da
Boa Vista."
Corre infallivelmcntc quai la-leira 21
lo crrante.
O nbaixo assignado avisa que os seus
telizes bilbetes, meios e t|uartos se acham
a venda as lojas ja' annunciadas, os
quaes nao estao sujeitos ao descont dos
S por cento'do imposto geral, sendo os
piceos os seguintes :
billieles o.sSOO recebe 5:000^000
Meios 5.SO00 2:500^000
Quartos l.sOO > ,1:250^000
Salustiano de Aquino Ferreira.
Por ilelrnz da rua do Faaundes, loja do so-
brado que lici defronle do eslaleiro. onde se esta'
fazendo um liriaue. cozinlia-se para tora coro todo
aeeio. c tamhem se lava cengomma : ludo por pre-
co commodo.
Ma.SvSa adaman-
CIbRIO 3 f-sfroB.lj T.'nC* f.m 23 OSLEMRBO 9. I3&6
tina.
ESTRADA D FERRO
do ecije no S. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
lis directores da couipautiia da e-Irada de ferro
do Hecil'e ao San Francisco, lem feilo a segunda
Uamada ,ou lereeira preslar^o) de duas libras es-
le lina oo rs. I7.s,,~ sobre cada aceito na dila com-
panhia. a qual deve ser pasa at o ia 7 de oulubro
le l>Mi, na llahia, na cana dea senhures S. Daven-
poil i\ C, na corle, na casa do senhores Maua' M.
iiregor,VC., e ero Pernainhoco, no esciiporio da
companhia, rua do Crespo. ,
( accionista que nao realisar o pagamento dentro
do lermo indicado, podera' perder lodo direilo as
arrftcs sobre as quaes o dito pagamento nao liver ef-
loctiiado, e cm lodo cao, lera'de pagar jarea na
razao de cinco por cento ao anno, c de nAo receber
)uru oii dividendo da roinpauhia, pe|p lempo que
derorrer enlre o dia indicado para o pagaineula c a
U.l re.lll-.icio.
.Neuliom aulo de transferencia piule ser resislrado
lepis do dia 8 do rorrenle, antes do ^ligamento da
llamada.
Por ordem doa directores,
.<'. /'. li:ili:Ki:H, Ihesoureiro.
Itecio i de sclcnibro d 1856.
jHiipanlii.n Per-
iiai.ihucaiia.
Largo d; Assemblea n. 10.
A direceao avisa aos Sis. accionistas,
que para complemento o capital da mes-
illa cmprey.il, lem deliberado cmiliir no-
\as acees, nas devendo ser preferidos
de couIbrraidi.de com o art. ."> dos esta-
lulos na dislribnirao de laes aenies,
.1."files senhores que ja' sao na mesma
inleressados, (ka a contar ele lioje, mar-
eado o prazo de 30 das para a nscrii-
eao de seus nomos, com decararo das
acees que qoizerem tomar, no cu cs-
< i ipiorio, no Forte do Mallos, sendo a
pi incita prestaco de30 por cento. He-
i ile 27 de afjosio del856Antonio Mar-
ques do Amoiiin, secretario!
\ PUBLICO.
^' ^o annazem re fazendas baratas, rua do ^
Collegio n. 2,
-,'j venda-se um completo sortimento de fa- |^
| zondas (as e erossas, por mais barato M
precos do que Im outra qualquer parle, 88j
; tanto cm porjcs como a rclalho, alTian- ^
3 eando-sa sos compradores um s prero
!^J para lodos: este eslaboleciment abrio-se S
ka t combinarao com a mnior parte das ca- |
;* sas commcrciaes inglezas, francezas, alie- &f
^ mans e suissas, para vender fazendas mais jS
em ron la do que se lem vendido, e por isto $
"letecom elle maiores vantagens do que jS;
oulro qual.iicr; o propreurio des le i m- S|
pori.mie esiabelemenio convida toilos |
os seus patricios, e ao publico en peral, ||
para que veuliam (a bem dos seus inte-
resss) comprar fazendas baratas: no ar- 8
^ mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- $
$ Ionio Luiz dos Sanios & Rolirn.
O Sr. Francisco dos Sanio! .Macado lem nmi
carta viuda do Porto, na ruj da Cadeia do Hecife n.
:W, priroeiro andar.
Irancisco linio zorin chun.ha denle com a
verdaleira ma-a adamantina, e applica ven lo-a
pela atraer do ar : pode ser procurado conlronte
ao Rosario de Sanio Antonio n .
~ VliU!:i,rse '"" silio na <:ru/ ,le -Vlmas. quevai
para lieheribe, casa cnvidrac.ida, com bstanles ar-
voredes, lera ."> quartos, tollo por dentro, lem baixa
para eapim, lauque, c-ic. qucn o pretender dirja-
se a rua Aosnsla n. :||, defronle da taberna, que
achara rom quem Iralar.
Predn-ae de um homem paraIraballiar em um
ilio. e servir de felor de, pretos : na loja de lazen-
das no l'HS-eio Publico n. 7.
Ollereee-se um rapa/, paia rauciro de qual-
quer arrumcelo : n rua Imperial n. ,j8.
Compram-se alcamai catas de sobrado, que
tr-jara rendoaai, e em boas mas ; que liver anun-
cie.
Compram-se aplleos da divida provincial ; na
roa das Plores n. :IT, primeiro andar.
Compra-se urna mera pipa, ainda mesmascrv ida
paia uso de obra de nedreiro : netti Ivaograplita.
Compra-se gra casa terrea em (Unida, sendo
de pedra e cal, em boa condiciio: na rua da Cadeia
do Itecife lojn n. 51.
Compra-se efl'eclivamenle. latan, bronze e robra
vclho : no deposito da l'uudicAu da Aurora, na ro-
do Bram, logo na entrada n. -2H,e na mesma tondia
'.'So, em Sanlo'Amaro.
an
?it' :
luziasde te'.ouras para costura a J l?ti(i()
Ditas niuilo finas e grandes a 19^00
Peeinhas de lucos eslreilos a ;,(o
Caixinbas em agullias Irancezas a jijo
Caixas com linhas de marear a -}so
Braceletes encarnados para senlioras u -200
HM brancas linas pava senbora a 240
aleadas de linhas linas para bordar a 100
Grozas de liOlcs madreperola linos a (>0O
Grozas de boles linos de osso para calcas a 1&Q
Fivelas domadas para calcas e r.i.Heles a 1 -2()
Peales linos para alizar cabellos a 30n
Pecas debitas de linho com varas a ,">rj
Caxinhas rom clcheles franeezes a (in
'barritis de linlta lina do 200 jardas a Ho
Macinhos de 10 trampas muilo boas a 50
Suspensorios para homem o menino a 40
Duziasdd torcidas para randieiroa Sil
Carleiras finas para algibein a liliO
Canelas para peonas de aro a
Metas brancas e croas para homem a
Tianeinlias de la de caraces peca a
Du/.ias de pentes de cbifre para alizar a
Pecas de fitas de cor com 10 varas a
Carriteis de liaba autor Alejandra a
iMcadinbas de linha prcta muilo boa
Carlas de alunlos com IS penles a 140
uzias de pentes abortos para alar ca-
bellos a '?200
Metas brancas c de cores para meni-
nos a # 240 e 30
Grozas de livellas para sapalosa oGO
Caixinbas de pao com palitos de fogo a
Castoes para bengalas a
Sapalinhosdc lia para enancas a
Tiancclins pretos para relogios a
Escovinhas linas pata denles a
Caixinhas com grampos a
Ba hado abcrio de linho varas a
Dito bordado muilo bonito vara a
Caixinhas para guardar phosphoros a
Carteiras com agulbas a
Caxinbas com obreias de colla a
Escovinlias para limpar penles a
A_'iiiliiiinis muito bonitos a
Penas du lilas largas lavradas com 11
varas a
Libras de linha pela c de cor a
Libras de linha fina n. 100 e i -21) a
Duzias de caixas do chifre para rape a
Macos de palitos para deulesa
Altn de ludo isto uutras iniiitissimas miudezas
que se ven lem muito mais barato do que em outra
qualquer parto : na rua doljueimado na bem co-
ndecida loja de miudezas da boa foma n. '3.
Vende-te urna escrava crioula, de idade de 28
a In anuos, boa lavadeira de roupa. e de todos os
mais servicos de casa, e lambem pura todo o servico
de coletillo, lendo a dita escrava um achaque, que
i vista o comprador vera' ; yende-se por preco
commodo : quem a pretender dirija-sea roa do llo-
saro na Boa-Vista n. :;u.
I l.uvas de pellica milito novas part lio-
niem e sen hora, o par a l,V2S0
j na rua do Queimado na lieni couliecida lojo de miu-
de/as da boa (alna n. 33.
tulas de (io-i fuiti'cores a 1/100
e l,*400 o covado.
Brandes rom leijtio roulali-
lla rua do l.iic.iiiUiiiieiit'i
\eudeiu-se saccas
nlio a JIOOU cada urna
u. II.
Fazendas bous e baratas.
Recita
Naloja da boafe
.Na roa do uuciniada n. 21 A, veude-se esla la-
icnda, elieaada pelo nllinto vapor, chales bordados a
velludo : dao-se as amostras com peuhor.
VBRDE-SE POR MENOS QUE EM ULTRA
PARTE:
Pecas de algodaoziuho trancado com
20 jaidtis a
jra- n)lS de dito liso 0O1 2o jardas a
a reaihu, ha-! "'las de dito muito encornado com
Atteiu.a".
\ende se una lamosa neura moca, rrinula. co/.i-
uha bem o diario de urna cata, engomma e lava ad-
miravelmeiile de sahao : quem a pretender dirija-se
a rua dos Uarlyriot n. II.
AO BOM CHA .
.Na rua das Ou/es n. 30. em Sanio Antonio, ven-
de-sc muiln liom (ha, holinhus linos para o mesmn,
bidarliiiilias de dill'erenles qoalldadet, soda inglesa,
caiMiihas de biscoilinhos ingleMt propnos para mi-
mo, hiscoilos, fallas, aramia, alliadot, pao, bolacha,
ludo de minio boa qaalidade e por precos enmmo-
dos ; tainbem vende-se cevadinlia, tapioca, sag' e
,. i nutras roasoai linas, conservas, papel de peso, moilo
20 o i I |,11S cbarulos da llahia. caf<
10 e '200 i bom, por preco commodo.
,J' Vende-te milito a to a tacca : no caes da al-
800 i fandega, armazem n. 7.
Vende-se um prclo de idade :10 anuos, robusto,
320 U 3(0 para qualquer servico : ua roa das Crttzes, sobrado
40 u- 30.
20
Na ioja do baraleiroda rua da Cadeia do
n. .VI, defroilleda rua da Madre de Deot, acharad os
fre^uezes bom sorlimenlo de fa/.endas de boas qua-
hdades, que a diulleiro a' vista se venden! por hara-
lissimo prtco, lano em atacado como a relalho, ha-
vendo entre mullo variedade boas chitas de cores fi- i i'O antas
tai de diversos padroet, <.....vado a I(i0, I so e UO, e | Ditas de madapolao muiU
a peca U-, li.V)(HI, 69HOU e 7o, corles de caen de ;-o-
res bonitos padroet, que nao delbotem, com 7 varas,
pelo diminua prr/co de I9OOO, nscados a chitas lar-
vas franeesat modernas, o covado a W, 2S(), :I00,
320 c 100, cas-as rancwaa de cures u .'iliO a vara,
diias cm cortes de 12.a 13 varas muilo linas coui
fazenda para vestido e para folho, dcseulios dillereu-
les, pelo barato preco de Ss, corles de andelina de
seda cor de rosa c axbl coro fazenda para refego e
lolho a l e l"i,1, corles de sedas escocezas largas de
bomlos uosios a -2K--), sro'denaple prelo superior pa-
ra vestido a :>> e J?2UO o covado, chales de merino
lino sem barra com franja de rclroz a 59500, dilos de
"lulv com barra assetinad a sjO. ditos de meriiu '
uno 11. 6 a
"tus de dilo cutre lino a
hilas de dito a
hitas de brim liso lino com M varas
(.hitas escuras c de cores lixas, co-
vado a
Chales de al^oilao de muilo bonitos
padrees a
Pcitos para camisas, brancOS e de
cores n
Algodao de listras o covado a
e alm dcstas fazendas lia oulras muitas i|ue
se vendem muito barato, Da rua doQueima-
li%tlenco!
Na rua do Trapiche 11. o i, ha t
superior rape l'i ince/a do Brasil, ^?
i& chegado reccnleiiicnte .; Janeiro, cm (pialidarlc jtouco dil- Q
:i|600 ':'$ lile do de Lislioa, ao passn n,,,, #i
SK c,,s,i' "l^"8 iM M ; a..||,. S
:;.-|IIO
-'SSO
l.fiOO
6/800
1G0
800
iOo
IliO
assucar rclinndo, ludo
20
40
.TOO
140
120
10
120e 140
200
100
320
160
320
-200
2*500
1 >20O
28000
720
100
A loja da boa
fama
Vend muito barato :
_------------------------------------...,UUB VVrtV. .,,,,--,,- II,- I, I,,'------------------ ......tv .,.,,!,,,. ,,., I a ,,,, l^,.., 1111,1-
I.o. dado, de cores a 89, dilos muilo linos bordados de I "." 22, DOS quatro cantos, lia loja da boa
urna so cor a !i\ e alein detlai uutras mutla- lazen-, t, del'roule da loja da boa lama o se allian-
daa, que como acuna lica dito, ae vendem baratas ; ca SOS senhores eompradci es me nesta loia
dao-,e amostras, e aloja esta abarla de uoile. i... r_____..... -
CEBLAS.
\ ende-se o melhor que ba ueste uenero.por serem
muilo novas e nlliinamenle chegadas de Lisboa, pelo
barato preco de 1J200 o ccnl da despencaua, e
Ijoo de inulho, e sendo inilheiro fai-se alguna
dillerenca i vitla do eomprader. c vende-se unict-
menle na Inventa da Madre de Dos, armazem n.
18, de Francisco Alves Monleiro Jnior.
Vende-se urna casa, lendo um gabinete ao la-
do, duas camariulias, duas salas, eoznha f'ira, quin-
tal, boa cacimba, na rua dos Copiares 11. il : a Ira-
lar na ni.-111,1 casa.
Vende-se superior carne, qneijos c linmiic.as,
ludo do serbio) por preco muito commodo : na ta-
berna da quina da roa dos Martyrlos o. 36.
ARADOS DE FERRO.
Na funilirfio de C. Starr & C., em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro desu
perior qualidade.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construcciio vertical ecom lodos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamhurgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
VARANDAS E GRADES.
lim lindo c varmdo sorlimenlo de modellos par*
varamlas e gradaras de gosto niodernissimo : na
rundirlo da Aurora, em Sanio Amaro,e no deposi-
to da meMii a. na rua do Brum.
Em casa de N. O. Bic
llicos penles de tartaruga para alar cabello I9.1OU
l.eiicinbos de relrox de todas as cores STHI
roncas de 1,1, para seuhoras c meninas ."* 1, wiiis..- de niela para crianca ,"i(IO
Meias de seda prela para senbora 20000
Kica caixas para guardar jolas SOO
Kicos eslojos para costura SjOO o :i50"0
Travewaa de lartaraga para cabello :i?0u
Ditas de verdadeiro bfalo 15000
Kicos reques com pluma- e espelho 23 e :l."i()
l'eules de bfalo para tirar piolbos .MH)
Kicas bonecasfrancezat bemveslidas IjiSO e l;S00
Ittsma- de papel de peso iniulissiroo bom (>o(KH)
Dito mala iuferior pouca cousa dfljoo
Dito almaeo muilo bom :\z2'\n
i.liiadertiu- de pnpel paquete muilo lino S
(rozas de peniia de ico luco do lauca lj'200
'. 111,1- mullo bou sem ser bico de lauca 300
11 1/1.1 de lapis mudo linos ll
Dilos para desenlio muilo bous SOI I
Bandejas mnito linas a :l>, 49 e V-ikiii
Oculos de arniacan de aci mu
Lunelos com armacao duurada I-^OOO
Ditas coro armario de tartaruga lXMK)
Duas com armacao de bfalo joo
Kicos chicles para cavallo SOO
Kicas grvalas de seda l?000
Alacadoies de cornalina para casara ;loo
l'eules uiuilo liuos para suissas ,VHI
Escotas inulto linas para cabello 1, o
Capachos piulaoos cumplidos e redondo:, VIH.1 e SOO
Canelas de ac para peunas de ac 120
fcscovas linas para utthaa -i-1'. "iOO e tilo
Ditas multo linas para roupa 19 e 19300
Pinceis tinos para barba .",00
Duzia de lacas e salios finos :i iiitio
Ditas cabo de bataneo muito linas 'iTsSm
DiUs cabo de mailiin mullo boas lOu'NIO I
Camisas de inei.i midi liuas l>^oo!
lie,- aboloadurdS para rllele 'iOO e (()<)!
hilas para palito- 500 e (oo '
Eslojos de navallias liuas para barba 2^0(HI
Espelliot para parede, 300. (100 e tOOUO
Caixas linissimas para rape 29500
Ditas redondas de tartaruga uXloO
l'apel de cores em Ij de resma 720
l'eules de tartaruga para marraa IJOO
Ditos para atar cabello imitando a tartaruga j-o-io
Luvas brancas e de cores para inoularia ino
Tpeles para lanternas, o par l;2S0
o oulras mailistimat COvSar, que s.ua bem couheci-
roellioramenlos da'"ja de miudezas da boa lama seenconlram e se
vcude muilo barato
no ha fazenda nonliuma avadada.
Nalojadaboaf
L
mis
I
Mello.
Chai y
JOO
rs. o corado.
da
Cruz
)or
11.
< ('., rua
4, vende-se
l'iauos Torios das melliores iakriras ta
AJIemaolia ede moderna cousiruci;ao.
LJu casa de n. o. Bteber
CVuz
11
S8:
Btmi^i?.
A BOA TAMA NAO'VENDE NADA A VA-
RA DO, TU 1)0 HE BOM E BARATO.
I.ovat prelas d lorjal muito boas a t.NMItl
Ditas de lio da Escocia brai cas e de cores 100 e SOO
Superiores meias prctas de laia a latido
(.arlas fiuissjmas frai.cezas, o baralho 300
Ditas porluguezas mnilu linas ru
.Meias pretas de algodao para padres^ o par (i(l(l
Ditas ditas para seuhoras o,)
Kicas eaixlahai para prsenles a S^OOO, 39000 (MKIO
Kicas bengalas pelo barato preco de tj, 1.-000 e ?
Meias de cores muito linas para homem a :120 c lo
ltiquis-.iui.i- c-inoi.i. para namorados a .Vi le son
(leulos com armaro de tartaruga a 3OU0
Csniveles muilo linos para peunas a 2.5, 25300 e llj
Ditos grandes muito linos de 2. :l e flhas a I9OOO
Kiquissimas charuleiras a 2>. :i5 e 14000
Carteiras muito linas par dinheiro a 2-j e -i>300
Car(eiras propnas para viagem a 2>"i(K)
E(ojos proprios para barba a 25 e 2>300
Duzias de colheresde melal principe a 39 c (5OOO
Dilas de melal ordinario a720 e I5SOO
Aparelhos comple(os para hilo de senbora a 930(1
Voltas prelas ordinarias para lulo a 00
Ricas franjas para cortinados, peca de 13 va-
.m I*!
Kicas pulceiras pretas de vidro a INJOO
titas de velludo bordadas e-lreilas, a vara :|o()
Dila lisa e.tieit.i preta'c de ires ,1 100 e oy
Escovas com peute e espelho para animal SOO
l'esouras linissimas para uulias 3O0, SIM) e I5OIK)
Dilas para costura, o melhor que pode haver I ,-;,k.i
Koselas prelas muilo linas, o par 320
nVrordions de mullo boa qualidade SOO, 1.3 o ISiOO
Ricas trancas de seda de ledas as larguras e co-
res, ricas lilas de seda lavradas de todas as cores e
larguras, bicos de linho linissimos de lindos padroes
diversas larguras e oulras muilissimae miudezas, sen-
do de muilo bous sustos e boas quididades, que pelo
liaralissimo preco porque se vende causa admirarao
aos proprios compradores na rua do (Juciiuado,*ua
bem conhecida loja de iniude/as da boa fama 11 il'l
perfumaras uto fiws.
Na loja da boa fama encunlra-se sempre um rico
sorlimenlo de perfumaras de todas as qualidades
sendo seu autor o melhor que ha cm Paria, riquissi-
roos frascos com ntralo muito lino a 19200, l>300,
23 e 25300, jarros de puro-llana delicados e de mo-
dernos costos com banha frauceza muitissiiuo lina a
2^o 2>3O0, frascos com essencia de rosa a:l0T.,
liaos de pomada Trance/,1 muilo boa a I0J rs., fras-
cos pequeos e grandes Curo eicellenle agua de Co-
lonia a iSOe 15 e oulras muitas perfumaras da me-
lhor qualidade que pode haver, e por precos mais
baratos do qy em outra qtulquer paite : ni rua do
l.loeimado na bem conhecida loja de miudezas da boa
I dina n.3:l.
Veudem-se 2 escravas crinlas com 18 e 20 an-
uos, com liabihdades'scm nenhum defeilo : na rua
d%Seoxala Velln o. 70 2.'andar, se dir a quem
vtnde.
Moendus superiore.
Na (imdioiodcC. Starr&C, empa-
to Amaro, acha-ce para vender inorndas
de canna todas de Ierro, de un modelo c
constnicrio muito superiores.
Bic-
o
o
i
C, rua da
vende-se
Cemento romano.
Farelo.
Vinlio deMadeira e ultramar.
Em casa de \. O.
ber & C., rua da Cruz
ll. /i, vende-se
Algodao para saceos de assucar.
Dito flaneado pai a ditos, a iuiitaraodo
da Babia.
Lonas.
Brinzo.
Ferro da Succia.
Arcano para purificar O assiicar d in-
veiieiio do Ur. Slolle, com o metliodo cm
linjjua portuguesa.
AO BARATO.
Na rua Nova loja n. 8 de Jos Joaquina
Morei ra.
Vendem-se luvas de pellica para homem e senbora
das mais frescas e novas que ha no mercado, pelo
barUffinM preco de I.52HO o par.
Millio.
Vendem-se saccas com milho novo : na roa da
1.1 lea do He.id' n. 2:1, loja junln ao becen Largo.
RIA )A OUII. 51.
Antonio Barbosa de Barros fez teienta ao publico,
que mudou a sua sala de barbear da eaa n. l>2 da
rua da Cruz para a de n. 31 da mesma rua ; na mes-
ma sala se acham as mais modernas bichas de llain-
burgo, que se vendem aos ceios e a relalho, ealu-
gam-se, ludo mais barato do que em outra parle.
Linda fazenda para Uqui-ig
dar.
Vendem-se ricos cortes de riscadinhos Irancczes,
latsoee 1nu1lolinos.com 10 e II covadot, e alguns
com loque de ovara a 25, 33200 e 2^100, isto para
acabar ; ao peda ponte no aterro da Boa-Vista n.10.
na rua do IJucimado 11. 33.
,:' J- '** *8* "r '" *& ". "* r (Zr-aVlO ' Nova California, 011 O
fazendas por muito
menos do sen valor,
sem avariri ncm de-
feitoalgtim.
'J Prceisando-sc acabar com as la-
\,i /.ondas existentes na loja da rua
do Oueimado n. 8, vendcm-.se por
muilo Ikivos piceos, a dinheiro $1
a'vista : roga-se. pois, aos Sis. U
Q compradores, lenliam a bondade %
9 de comparecer, que achanto la- Q
'.; /.ondas por muilo diminutos pro- $}
O 'JOS. (.;
Vende-se um bonito mulato de 18
minos de idade, propno para Jiolcciro:
a tratar na rua do Vinario n. 51.
Attencaoac barateiro.
Na loja do baralciro, na roa da Cadeia do Itecife
n. 50) defronle da roa da Madre de Dos, ha para
vender alcm de muitas la/endas que em poreao e a
relalho se vendem por baratos precos, hamhurgo ou
brim liso fino depuru linho proprio para elcas, (oa-
Ihas. ceroulas e lencoes, cm pecas de 20 varas a
I5600 e ios. dte irais chein de boa qualidade, pe-
ta de 30 varas a 125 c 139500, panno de linho lino
a 6M a vara ou 85 a pec;a d 12 l|2 varas, eslando-
se a acabar, panno de linho fino para lencoes com 2
varas de largara a 3-5100 a vara, corles de brim de
linho de "cores para calca, padres novos a 39300,
dilos de fu-tao de cores e branca* para colletei a siki
e 1-5, casemira preta lina a 25, 2N>00 e 35(S00 o co-
vado, panno azul grosso a I58OO o covado, panno
fino prelo e azul de boas qualidades a 3-5500, JoOOO,
5>00, 3| e (i-5, camisas franrezas brancas a I^TliO
| cada urna, e 205 a duzia, dilas muilo finas com pei-
los c cnllarinhos de cores e bi ancos a 2)500 00 a 305
a duzia, madapoln lino para camisas a ^iihi, 5.5 e
5^600 a peca, e mais balso part 35200. 35500, 3-liOO.
3Nv() e 15. esgoitto bom para pei(os a 151(10, e mui-
lo tino a 19800 e 25 a vara, e a peca por I '15, IS5 c
20-, pcitos para camisa brancos e de cores com pu-
nhos e cnllarinhos, por barato preco, assim como
oulros mullos objeclos indispcnsavels.
Vendem-sc velas de carnauba simples e de
composiro da melhor fabrica do Aracaly, cera de
carnauba, Icijilo mulalinhn muitolnovn em saccas a
115. arroi de casca a 35200 a sacca e a eranel a
35-500 o alqoeire, medida velha. oleo de ricino da
melhor fabrica do l'encdo em latas a Hiii rs. a libra,
e Indo niai'p.r precos conuoodos: na ruado Vlgarto
n. 5.
fO &'&?<&
Gendreliaa.
Na rua do Crespo 11. l(i, contiiuiam
a estar a venda as mais superiores toalfaas
de puro linho, que tein vindo ao mer-
cado.
Vende-se no l'asseio Publico, loja n. II, de
Ferreira o. Cruz, cal de priroeira qualidade, vindo
do Kio de Janeiro, por preco commodo, para li-
quidar.
Vendem-se saccas de fariuha com alqueire,
medida velha a 29500 : na rua do Vigario u. 14.
Lencos de cam-
braia de linho
A 520, 400, 500, e 6/4O
eada mu.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadea.
. ,yen,le-se o '' com casa de sobrado do falle-
cido Oeorge henwor ll.x, u luBar.de S. Jos do Man-
gun!... com arvoredos do fruclo e nuil hemleilorias
qoe. nelle se acham, sendo as larrat do referido silio
propnas : quem o pretender procure cm casa de 5a-
""' l;i-.)Jo,",:'1" -V .ompanhia, rua da Senzala No-
AGENCIA
Da fundio Low-.VIoor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontinaahaver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para engenho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido e coado de lodos os tamanhos para
dito. '
Emcasa de M. Calino.it & C, praca do
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
seguate:
Taboado de pulso, alcatro c pixe da
Succia.
Alcalriode carvo.
Lonas de algodo.
Ditas de linho.
Esponjas desuperior qualidade.
Drogas.
Tildo muitocoinmodo.
Heogiorj de patente
inglezesdeouro, desabnete ede vidro :
vendem-se a preco razoavel, cm casa de
AugusloC. de Ahreu, na rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. .16.
l-ABVRIMHOS.
>cudem-se lencos eloalhas de labvrinlho. assen-
lado em Una cambraia de linho : na rua da Cruz n.
di, Timen,, andar.
Fariuha de mandioca.
Vende-se superior farinfaa db Sania
tatharina, em saccas que tem um alquei- "** da Seniala-iNova n. 42, sellins inglezes
ie (medida velha
no armazem
.Madre de lieos
A 5 Lencos de Cambraia de linho para algiheira : na
roa do Crespo, loja de Adriano & Castro n. l(i.
ventle-sc o mais barato que he possivel.
Cortes do bonitas casemiras de algo-
dao para calcas a
lulos Brim trancado branco de puro linho
vara a
Dito dito de cor dito dito vara a
Dito dito pardo dito dito, vara a
Dito de quadrinhos miudos de. bo-
nitos padrOes, covado a
Canga amarella. muito lina, lisa ede
quaros, covado a
Cambraia lisa muito lina com una
vara de largura, vara a
Lencos brancos muito linos e ditos
com barra de cor, um
Meias brancas para senlioi a pelo ha-
ralissimo preco, o par di 240 a
Ditas brancas para meninos e meni-
nas, o par
tilo de linho liso muilo fino, vara a
Dito dito com llores, vara a
assim como oulras muilas fazendas que se
vendem por menos do que em outra qual-
quer parle, na rua do Quoimado, oos quatro
cantos, u. 2S, oa loja da boa le, defronl da
loja da Boa fama.
. Ti Ka V? da C"deil do ffr,te n: :ls. cscriplorio
.le Manoel Jnaquun ltmos e Silva, vende-so o mais
superior viulio do Porto cm barris de .". e S.- e en-
garralado, por precos rommodos, camas de ferro,
burras de paleule.e pianos de encllenles vozes, ra-
ra Techar conlas.
\ ende-se una partida |de Ierra cuberas de
mallas de muilo boaa nudeirat, e ptima de plan-
?AOlLJr*j!rt-" M'"f.oi"U"- si,i0 iue volla para ,ms(l.los .i. dila de cor
Mello aC, Pnei*e de Al"nerq | Cnaat prelas mullo linas par. lulo, a vara
c alero de ludo isto oulr.s moilat farenda-,
istaa
00
1>U0
800
560
-20
320
5 O
240
3J0
J40
880
I>80
penas
...- antes que acabe, pois a i.-mcssa ";
B be pequea. -^
Em casa de KalM-Schmettau i C, roa
da Cadeia n. r>, v.ndc-sc :
Lu grande sortimento de vidro* de r>-
pclho.
^elogios linos de patente nrjlez.
Hilos ditos de patente SSMSSD.
Couros de fjra\a.
Ervillias seccas em sjavisrcflas.
Vinho do Khcno sii|)erior.
Conservas alimentarias de
dades.
ludo por preco commodo.
Loja da boa f.
Vende-se panno aiul Tino a j> a envado. du. arc-
o e acal, ratenda moilo superior :CaOO rotado.
nier.no muilo lino a 29 o covado. alpaca mulo fin.
i 40 o covado. caseioira prela moilo fina de doa.
larguras a itJjOO o covado, dila mnitn fina de una
largura sol 25 o covado, canlo, latenda preta mul-
lo lina e propria para vestidos de Ule a fi o cm
lo, boaanaciae moilo tina propria para baliaa, o
iiadres a I>i00 o corado, eroadenaple prelo moilo
superior a 2J000 o covado.' telim ptelo atara*, la-
tenda superior a 23600o covado. o attim unir..
uui i i-unas fazendas, qoe ocioso seria mencinala-,
porcm que a Mi do senhores compradores ao ven-
dern por menoa que em oulra parle: na rna 4
Oueimado, n. 22, nos qaatro cantos, na loja da tve
fe, defroofe da loja de miadeat da boa fama.
Loja da boa f.
VDNDE-SE MI ITO BARATO.
(.hales de merino lisos, de linda, cores, coaa
ricas franjas de seda
l.uvas de seda para homens e enhora-
Meias prelas de seda para senbora, par
Dilas de cores muilo liu para homem. o par
l.nvas do ii.. de Kscocia para menino, o Bar
Lencos de cambraia de linho com bien, um
Hitos de relror, um
l.uvas -Je lio de Escocia para homem, o par
Meias de laia para padres, o par
Grvala* de seda pretas e de core
Meios lencos de seda prela
Dilos ditos de dita de cor
.Vasos
Isnjta
atjan
lm
IMHH
INIIKI
Mtl
Irrati
na
Hi
Vende-se chal\ de flores sullas de assenlo branco.
laceada esla muilo moderna ; dao-se amostras com I
penltor : ua rua do Oueimado n. 21 A.
Velas de
Carnauba.
Vcudem-sevelat de carnauba pura, as melliores
que ha no mercado a 189000 a arroba,'esleirs de
illia da mesma carnauba, grandes c menores : na
rua do (.lueiroada n. 6!>, loj de (erra-cu-.
Manual eleitoral
Vende-se o manual eleitoral, conlendo
a lei re;;i>laincntar das eleicoes, e os de-
cretos e decisr.es do governo por I 280 :
na livraria ns. Ii e 8, da praca da In-
dependencia.
Deposito de cal e polassa.
iva rua da Cadeia do Kecire, loja n. 50, dcftonle
da roa da Madre de lieos, ronlinua-te a vender so-
l'cnur cal de Lisboa em pedia, recentemeute rbega-
wa. e polassa rnwuna nova, de superior qualidade,
a.or prejo commodo.
-Venderse em casa de S. P. Johnsion & C
chi-
.- ,-- ,----------. .. roa .In
..iiieiuia.il-, nos qaatro cantos n. 22, na loja da boa
f, delronle da loja da boa fama.
Vinho do Porto, superior diamiro.
Em caixat de 2 dunas e em harri, da orlava. rtv
i cenlemenle chegadupelofbrigoe '.Trovadora; vee.le
' se nicamente no armazem da Barroca (j-ito na
rua da Cadeia do Kccilc n. I.
VINHO IM> PORTO UEMINO.
\ ende-se ptimo vinho da Porto era barr, do
quarlo e oilavo, por preco razoavel: na raa da G-
nala do Recife o. 13, cscriplorio de Bailar A SJaV-
veira.
ellia; por preco commodo: Poles "^ e Ae mnUria, candieires e caslicaes del
de NovaesdlC, na rinda bronzonaV<;Jogios paterna ihgle, barris de gra- rem-
os. 12. a .' v,nho Cl,erry em ""is, camas de ferro, '",0.
60 *". c"mbo da muni9o, arreios para car- ?c
'>nasinSlezas. V
Relogios
CAL E POTISSV
se polassa da B,ussia e americana, chega.la ^'
e de superior qualidade ; cal de Lisboa col,erlo, descobcrlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente inglez, de um dos melliores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Soulhall Mellar A Companhia, rua
do lorros n. 38.
ova que ha no mercado : nos seus deposi
'i Apollo n. 1 A, e 2 II.
Vende-secaldcLisboaullimameniechegadasas-
imcomopolassadaRussiaverdadsira: naprara do
Corpo Sanio n.ll.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, conlina ha-
ver um complet sorltmcntode taixes de ferro fun-
dido e batido de Sja 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promplido: embarcam-se oucarregam-se em acr-
ro sem despera ao comprador.
ij Ueposito de vinho de champag- i
S ne Clialeau-AvN, primeira i(.ia- J
?|3 lidade, de propriedade do conde C-i
"'.- rJeMareuil,rua da Cruz do Recifen. A
? 2(): este vinho, o melhor de toda a V
Cliampagnc, vende-se a 30JJ cada S
cai\a ; acha-se nicamente em ca- 5
sa de L. Lecontc Feron & C. N. f
HAs caixas sao marcadas a lo- (<
soConde de Mareuile os rotu- g;
los las jrralas sao a/.ucs. -;;-.
O
I
o
i

i
Camisas
a I v-iliin, 2-30IM) e IIOSOOll rs. a duzia, dilas de li-
nho a .'..i-mu: ua rua do Crespo n. Ili,quina da la
das Cruzcs. .
Palitos
de casemira alvadia, colas de velludo da inesni.i cor :
ua rua do Crespo n. 16, quina da rua das Cratet.
Genebra em bo-i
-.j
(lliegoii pelo nllimo navio vindo da Eu-
ropa, esla ric. faenla toda de seda, inti-
tulada cm Paria por (icndielina, com cin-
co palmos de larsara, prlo liaralissimo pre-
co de l>i>00 o covado ; rica, sedas brancas
lavradas para vestidos de noiva, mais hara-
SJ las do qnein cm outra parle: na rua do ^J
:,; Oueimado n. 19, potando a botica 2^ loja.
-""^S-*'-*"--*--*--" '-.*"-"; !'-.c-.y.::;-.y-.t;-.
jr '.u> -., s^--.t.iy>-.... .&, -%r i <.r \i? <...'I..^T.V-J?
tijas
PAHA 1AR A C/
TBICOPHEREO
On composicao" medicinal do profes-
sor A. C, Bar.y.
Tira caspa, faz crescer o cabello, c lem oulras
muilas ap|d.car..es, que n mpretto se vera', e a-ua
para limar os cabellos, lado por mdico prc.-o; aa I
roa estrella do Rosarion. 2, luja de brbaro."
POTASSA li CAL YIRGEM.
No amigo ej bem conlieei.lo deposito da rua da l
Cadeia do Itecife, escriptorio n. 12, ha para ven- \
der muito superior polassa da Ilussia, dila do Kio '
de Janeiro e cal virgem d.- Lisboa em pedra, ludo
a presos muito favoraveis-, com os (juaes caro i
dos comadores salisfeilos.
R
iiof- anuizens de Tasso Irg>
luaos.
Ca! de Lisboa.
Na rua do Trapiche armazem ns. '.) e
11, vende-se cal virgem de Lisboa de
mais nova que existe no mercado.
Vcudc-se urna eleaanle esclava crioula, de 2(i
anuos de idade, coro as habilidades se^uinlcs: bur-
da, la/, labyrintho, marca, corla vestidos, engomma,
cuzulia. taz doces e ludo mais que se pode encon-
trar de habilidades : na rua da Cruz do Kecife n,
33, segundo andar. >a mesma lem um elegante
preto crioulo, de idade 2S auno-, para vender, roui-
o robusto.
Naltaberaada quinada roa dos Marl>riosn.
Ili. chuln nova remuoa da queijos do seri.ie que se i
vende So diminulo preco de ','. a libra, caix.es de 'Mf- Para em l,reve '"" 0S me,mns E0I0,
doce de Koiaba a I-, -emente de|cotnlro muilo nova I \eudem-se linsuasdo Kio (.raude, novas : na
a :I20 i garrafa. I rila da l'raia n. 2ii.
*5,
confronte ao Kosario cm Santo Antonio, avisa ao
respeilf.vel publico, que receben pelo brisue Laia,
ltimamente chrsado de Lisboa, os objectos segnin-
les : bolinbos sonidos em latas de ~i libras, que su a
elle tem viudo nesta praca, dilos inliluladoi bitcoiloi
de amor, a pri|neua vez aqui viudos, Ulinhas de
2 l|2 libras oe .luces de dillerenlcs fruclas cm calda,
alm disto encontrarlo conslantemeule nesta confei-
taria o tegainle.: ns melliores rliocoiates franeezes,
paslilhas de orlehla-piroenla, ditas peiloraes de ju-
juha, dilas de cidos de dillerenlcs fruclas, cuufei-
tos de muilos gotlos, amendoas dem, caivinhas as
mais delicadas que se lem visto para presentes, para
nuar.lar joias e Vara meninos tnliar no braco, bola,
cllinhss de Lisboa em IsUnbaa de 5 libras e das niai-
I ''in fabricadas naquella eidade, hiscoitos e boUclii-
ulias inslezas, buliulios ditos, bolini.os franeezes de
muilas qualidades e pilo-de-hi torrado, peleas dille-
rentes, aropes ditos e de orcliala de Lisboa, o ver-
dadeiro extracln do absinlho, vinho branco de llor-
deaux, falias, hiscoitos e artrutas doces c asuadas.
de dTerenles qostos. O aunuuciarjte eslabelecido
nesla eidade ha seis auno e meio. c sempre (irme
em querer montar urna confcitaiia como as que lia
no Kio de Janeiro, que ato admira cm urna caprlal
como esla nAo haver um cslaliclcri.renlo deslcs.pedo
loda atlenca.i avisla de seas sacriticios, e dentro em
pouro acharao cuumodiuades c economa em um cha'
mi baile que se pretenda dar, o que nao acontece no
presente, que he preciso urna prevengo de Ij das
oo uro niez, ao passo que n<> Kio de Janeiro de im-
proviso vai-se a niaconfeitaria e enconlram-se ban-
deja, bnlos, podios, lorias, pastis etc., ele, do que
resulla limita economa e bom gasto : espera, lior-
lanto. a concorrencia dos habitantes desta bella c-
:'5'^'V'5;'i;--!
...--..- -..- -,.- .^. .... .,
Redes de
pal ha fei-
tas no Pa-
ra demui-
_ lo hotn
poslo: na loja de quatro pollas, da rua
da Cadeia do Kecife n. i8.
Redes de
algo-
p
-.8,
de Narciso
da Cadeia do Hecile n.
Maria Carnciro.
:.> v.
Confronta ao Rosario cm Sanio n o,
vendo se. a vcrdadcira agua de flor lo latati-
ju, do autor J. Miro;
Nvalhas acontento.
Conlinua-se a vender aS^OOO o par.preco lito' as
ja bem conhecidas navalha- de barba,feilas pelo h-
bil fabricante que l.a sido premiado em diversas ex
posiroes: vendem-se com a condictlo de nao aara-
dando poder o comprador drvolve-las ale 30 dias
depois da compra, resliluindo-sc a iroporlancia :cm
casa de Angusto C. de Abrcu, na rua da Cadeia do
Kecife n. 3i.
AVISO
aos ferreiros.
F. POIRIER,alen.) da Boa-Visla n. .")">.
Tem para vender a vontade'do com-
prador
CARVAO DE PEDSA
da primeira qualidade, por preco-com-
modo.
Vendem-se linguat do Rio-Grande,
muilo novas e superiores: ua rua da
Praia. armazem n. 18.
Vcndem-sc sellins com pcrMiees,
patente inglez e da melbor qualida-
de que lem vindo a esle mercado :
no armazem de Adatasen Hrrwia
\\ '.., rua do Trapicho n. 4S.
'^ar**>0* i'*p&rt
I'agio a SJ do corrente, Joaquina, qoo repr-
senla i-> aunas, nacao Cacange, etUlara reaolar.
chela do corpo, cor lua, feirr growas, lean nana
empinsero uo rosto, pcilos paquenn- e aaaSSaaa, al-
ausas ciralrizrt na, co.la. Itmsnpe, prrr.. naaaj
eroMos de lieryaipela : levo* cami.a de .,l-d..-
nlio, um ve-iido de dula ea. rna.la. airo rtr naa-
lao, panno ,.relo, lem sido -copada em serviro aa
iiw.i.li,;, lev .i., una caneca, t he de sappiW aae sa
oceupe em vender agao, .piando foge lem de casla-
me andar pelos arrabaldes desta praca : q.alq,..,
pessoa a podera pegar e levar ao sea tenhor ll l.
Campos, na rua da. Cruze n. 40. qaertcanipei.-ar
ni. ih"l b.rr. A. ,.- I reprsenla (cr 83 inno!. pooco mais oa atea' eT!
alura regular, cl.e.a do rorpo t moilo rebata' cor
caboe'ada. cabello, muilo pretos e cortado, em roo*
.abeja, leudo por cosame repartir ao meio, anda
l'.ll!.t lovn.l Ixu.l.hl. _..aaaaaaaa _' a____ ^
'S
i j *. ----J r i.|>iii ao auno, tarta
calcada, levou batanle mapa al Irave-eirw o In-
coes. Esla ewrava M comprada en. mam V earrea-
i te auno aos Ssrs. Ferreira a Aranjo, ala toado 4, roa
i nem leudo relacoes fura, tappAe te ter ttao sedorin,
i por -I- Mein : portento prolesla-te atar aa lado >,-
' -ai da lei contra quem a liver destaca ma
Ihe der azvlo, asin como se promolle geaerato ta-
lilicacao a quem pegar e levar ao aurra aa loa-
v isla ii. .2.
l'ogio no dia (i do corrale pelts 9 borataa
^?tifo prelo crioulo, por nome Loit, idtde de ;|n ta-
os, iiiiun. mais oo meos, com ot anaatt secaiole-
bstanle alto, cheio do coipo, cor falo, ras desear
nadu, lricos bastante gretaot o fro de rara, nand
falla lem um cansare e o andar mailo ftt. pe* era*
des e .-i-os-ns.e-tem o dedo ndex da ta direiu c-
lado pelo meio,ptoxeiiienle 0*0 nm paairirio ana le
ve, levno < .l'.-.i de algodao azul, camisa braarlW
algodao e chapeo de palba da Chile mu.la x.-ll,
quem o pegar, leve a cata da raa Atnratla n. ;l, na ti
Ignacio l'erreira de A. I.essa, isa engaa* Oraval..
que sera' gencros;imen(e recen pcaaaao.
Coiilinuam a e.lar fgidas w asmaos togaraie,
Aulonio, de nac.io (jcange. aa* tataattaia Xi aa-
nos de idade. de allora regalar, raagaeir.. a* aadat
cor prela, rosto redundo, tea barba, cosas limp*..
chio do corpo, rooversa pooco, e foi escravn aJ.
herdeiros do linado Octano oncalvrs da Conba
o ouiio de nome Veristimo, de naca*, batanlo alio
alpum lano espadando, roslo regular, lem o> nsattat
os lados do roslo marras de lalhos de toa nacao, pe-
nas linas, algum lauto cangariro, pes grandes, c lem
urnas marcas de chicleaiaaa nuva. aa* eattas ra-
les escravos fagirsin juntas ao dia 3 de aeosi do
corrrnle auno : quem os apnreaeraaar c
engei.l.o Agoa-Kria da Iregueria de g. liaren.,
Mstla, i .i nesta praca na roa da Geia a. nt, pri i
ro andar, que sera' generosamente re
Cobeitores de Ifta hespa
nhes muito eiicorpa-
dose jurandes.
Vendem-se na rua do traspo.loja da esqaina que
volla para a rua da Cadeia.
Retinara do MoiiteTo.
No deposito da rua da Senzala-Ve-
lian. Ilfj, vende-se assucar refinadp de
superior qualidade, de arroba para cima.
Pianos.
\endem-epianosvcrtcaesinglezes, de elegantes
modellos eevcellentesvoies, fabricados poranidos,,,
maisacredilad, autores, prerr.rado na evpos-code ["'"","-*'"" J 1.* J"""* *
Londres: no arma/em de Hnslron Kooker&Com- cor"n.,e ,."n0- u'm. "'. "PPrl*r coadai^a, a*
panhia, praca do Corpo Santo.
Farfulla de San-
ta Catharina.
muilo nova, vinda em direilura a esle porto, vende
se a bordo do patacho ..Pelicaoo, oo trala-se com
Caelano Cvriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio
o. _.' i.
I m rico pian i de Jacaranda, de um dos melliores
e mais acreditadas autores de Paria: vende-se na rua
da Crar, armazem n. 10, no Kecife.
Vndete superior linha de alMdStj branca e
uno tecnias com dous los, leilas no Ma- rte ores, em novello, para coslara : em cas Je
ranliao : na loja de qiiatto porta da rua >nM,M Mellor & Companhia, rua do Torres n. :W.
Moinhos de vento
com bombas dercpuxopara regar borlas ehai-
iadecapim:na fundicode 11. W. Bowman
na rua d.> Brum ns. (i, 8 e 10.
AVISO.
ONCOEM'A lili.
No da S\ de jnnliu do crcenle.
do brigue nMana l.nziaa a neeio i^___
de irtade I a 25 annos, pooco mais mm \___
,: -lanae- sesoinles : roslo comprado o reosaooV
cor fula, cabello cercilhado, oll.os am rasara graaxle.
e amorlec'dos, beiros grossos, sendo a lectataaaars
I grosso que encobre a Talla que lem al denle* em
cima, lalla um poneo alrapalkado devaoa talla o>
denlrs. pouca barba e rala, hiandoa, Ifta aa man
esquerda junio ao dedo mnimo orna especie de tver-
xi. sabido, asnadegas um pooco'en.pinada*. no an
. dar lem am cello para lado, cadeiras larsas, cea-
lora lina, pes apalhelados e um p**c* lavaos ; ieaoa
calca de algodAo azol desbolado e camisa do almd.'m
riscado, cbap.-o de palha, lem oflicao de eoziaheira,
e co-iiinia .mbri.ijai-se ; foi escravn do Sr. |tr. Jt>-
ronvmo Vilella edo Sr. Ur. promotor de miada.
i.iuriro/. Konseca, e ultimameale do Sr. Albcrl la.
ler llamn : > abaivo assignado, stabtr da dila (Me-
l, ratifica senrroeamenle a qaem a apprelieiil.. a
Icva-ln em aua cast, no aterro da Boa \ i-i.i a.
srgnndo aodaf, ou no Hecile, raa da I .api. lo a. I'.
a i a I k *\ u ij/k I l O i t./II Cl 55 Uf^ Mlctl IJ|" "esla contra qoalqoer iiesso* que a oceolUr eaa sea
... ilor ,-..1111 (*n(lttl "rilllir-a aa *. aa- At -
burgo.
.No auligo deposito de bichas de llamhuigo, na
rua estrena do Bosario n. I, recebtu-sc pelo ulti-
mo vapor v.ndo da Europa, um grande sorlimenlo
das releridas bichas, e por isso se conlina a vender
o cento a 2O3OOII, e por menos desse dinheiro se
comprador comprar mais de cen, e a 1120 cada urna I
por aluguc
elogios
*^o ......... ,.-, ,.*w ,. w .'la. ca -:
poder; as.im como gralilieai e paga loda as despe-
as.Joaquim Lopes de Imeida.
Ausenloo-se da casa de e tenhor, no da 5
do crranle me/ a n.nlr, a SSjSJVB da Onttl Inereaa,
cheia do rorpo, mtia Tala, com (albos 00 rnl* a naa
bracos, signae de toa Ierra, roslo veader prisa
pelas mas, e detconfa-se qoe etleja occalla ota cer-
,r la casa : poiUnle rccamm*atla-se aos capilar do
; campo c a polica qoe a .ippreaeodim e lajem an
la j largo do Carino, quina da raa de llo.l.i- n. 9 I"-,
diat de servir* de quem qarr qar a
lsla-se pelos
live un ulia.
No dia ."> da abril do corrente anao IK.Vb, In-
-irarn do logar Araliciim da eidade de rea, os doa
estraves tegoinles : Baxmondo, cihnilr, de 2.1 an-
nos, de cor al:oin lanhi fula, allora resalar, f*r*..l..
i" ""s, .le Cr al.UIO lllin. mi., an.1" ..., inai.n1
Ba-atArara-an *!*-. apa..**. ; de corpo, oll.os peqncni. e pilombados, uarit alila
tal! (/OS (\\Z I>l- I do, pouca barba, denles pwfcilos e limados, USa
mmmm%jm%-S9 "*^ |F< grosa e algum l.nlo descamad?, e falla dr n.....
' r.. .(...i.. ,.-lloo ir*. .Inc a.... < ..tria* rl mlilri .I t.
tente,
os melliore.iabhcad.il em Inglaterra: tm cata dt
llenrv Cibson .-ruada Cadeiado Reciten. 52.
nos dedos pollegares dos pes. CVtsme, 1 mulo, da 1,
anuo, alio, vcrmelho, cabera a/ai'dc, Ir-U Jai.a
olhos pequeos, nariz alsum lano gro- po'.. l.a. -
ba, drilles limado, raniirlla lia, rorpo itanteiio.
falla grosso e falla de u.ihat aot pes : uarsjarr'ca-
pilAo de campo oo autoridad* policial que ot prea-
Em casa.de Eduardo 11. Wvalt.roa do Trapiche ,,r^,od'," mnda-los entregar oo engenho Local da
Novo n. IS, vendem-se balas, elogios de ouro co- r"s""'' l,e ,'" AtW, 011 no mesma lagar .1* A-
berlos e deseoberlos, sellins inglezes, chicles de I "llf"m ''* ,,e""*1' do Biejo de rea, qar taran
carro, arreios para dito, cabos di Bus.ii lio de vela s"",r"sa,n.e,"**'isl'eitas lodas a, drpeia liat
linlas dt todas as cores, candieiros e cat'lii;aes bron^ "'"* pot "u 'in>H>'-
zea.los. conservas de fruclas inaltzas, rharulosdt ---------------------------------------
V
II.vana

-
MUTILADO
PKB.Y TTP DI U. f. Ul PARIA Uta,
ILEGIVEL


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