Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07540


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Full Text





ANNO XXXII N. 222
Por 3 mc7.es adiantados 4.<000
Por 3 mezes vencidos 4J500.

SABBABfl 20 DE SE TORRO DE I85.
Por anno adiantndo 15,S'000.
Porle franco para o subscriptor.
.ncarrecados da subscripcao' no norte
Farahibe, o Sr. Germio T. da Niti.ididi; Natal, o Br. Jo"
i -n 1. Pereira Jnior ; Araratj. Sr. A. d Lemoi Braga '
i', r. J. Jos, di Oliveira ,' rtlaranhao, O Sr. Joaquitn Mar-
un Rodriguei; Piauhj. o Sr. Domingo* Harculano a. Prsioa
Carene Faii, o Juatiniano J. .amoa; Amaiooaa.o 8r. Jero-
JBl i'
PARTIDA DOS CORREIOS.
(lumia :
Iguana
S. Aiil.,
Irwloa os di... iic mria horas do rija,
u, Cola <- 1'ar.iliiba : na .gandas aeslas-Arir.
, Icacrn, BoaiUsCanara, Altiui.....Garaakaaa : na lerca-rrira.
.-. Loanafo, |.>- aira, Hocaa, Viil.-li.iu, Boa-Vota, felfeara Eii : na aaanaa-Taina.
I.au, l|.ojuca. VnnliSc-m, Itio-Formo..., Cna, llarreiro., Amia-Prela.
Pimrnti-ira* a .Natal: aaialaa-felraa.
I Toilos oa oomrloa parlern as lo horas da manhaa.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio segunda e quintas.
Rclafno : lertai-feirai e labbadoi.
Faxand
Juixo lio
Juizodi
Primair i rara do eive .- aegundaa aeilaa ao maio-dia.
Tin da cirel : quarlai labbadoi a* maio-dia.
sagundi
O Sr. Amonio Joaqun] da Silva Pintele!, esl I "} <" referido decreto, e devendo a cmara mu-
eneirregado da agencia desle Diario na povoarSo de
>au-(.oorcn;o da Malla, e all se podem dirigir oa
aenlrares que o qQizerem assiguar ; ficaudo enten-
dido que a remesa ser* faila livre de porte para o
ubacriptor.
PAMTK QFf 1C1AL
MINISTERIO DU IMPERIO.
Decreto n. 1793 de 30 de julho de 1856.
Divide a provincia de S. Pedro era disirictos e col-
legios eleitoraes, e designa oa lugares a edifcio*
para a reuna do* eleilnres de cada um.
Attendendo as disposicei do decreto n. si de
19 de selemhro de 1855, e leu 1o ouvido o presiden-
te da provincia de S. Pedro, hai por bem decretar :
Arl. I. A provincia de S. Pedro Tica dividida ero
seis dislrictos eleiloraes, do modo siguile :
8 1. O.- diatriclo ter por cabera a cidade de
Porto Alegre, a comprebender as parochias de Nos-
aa Seohora da Madre de Dos, de .Nossa Seobora do
Rosario, de Nossa Seohora de Belem, de Nossa Se-
nhora da Coneeigao do Viiraao, de Nossa Senbora
dos Anjjs da Aldeia, de Sanio Antonio da I'atrulha
de Noasa Senbora da Gonceir.io do Arroyo da Serra,
de S. Francisco de Paula de cima da ierra, de S.
Domingos das Torres, de Nossa Seohora da Oliveira
da Vacara, de Sanl'Anna do rio dos Sinos, de S.
Jos do Hortencio, de S. Leopoldo, de Nossa Senbora
das Doras de Camacaan,* e de S. Joao BapUsta de
Camacuan, rumiando um a collegio, que se reuni-
r na matriz da cidade de Porto Alegre.
3. O 2.* diatriclo lera por cabera a cidade do
Rio Grande. eomprehendera as parochias de S. Pe-
dro do Rio Griode, de Nossa Senbora da Gouceicao
de Taim, da Nossa Senbora das Necessidades do Po-
to Novu, de S. Francisco de Paula de Pellas, de
Nossa Senhora da Conceiro do Serrro da Buena, de
Nossa Senbora da Couceicio do Boqueirao, de S. Jo-
s do Norte, de Noasa Senhora da Conceico do Es-
treilo, e de i. Luit de Mostardas, formando um s
collegio, qoe se reunir na matriz da cidade de S.
Pedro do Rio Grande.
g 3. 03.- districlu lera por esliera a villa de P-
raiuiiro, e coraprerteoder as parochias de Nossa Se-
ohora da Cooeeiflo da Piratinim, Nossa Senhora
da Coneeican de Ganguii, de S. Sebastilo de Ba-
g, do Espirito Santo do Jaguaro, de S. Joao
BaplUla do Herval, de Nos*. Senhora da Oraras
Arrovo Grande, formando un s collegio, que se re-
unir na matriz da villa de Piratinim.
8 *. O 4.- diatriclo ter por rabera a villa de Ga-
zapera, e eomprehendera' as parochias de Nossa Se-
nhora da AasumpeSo de Cacapava, deSanl'Anna da
Boa-Viala, de Santo Antonio de Lavras, de Nossa
Senhora da Conceico de S. Sepe, de Sania Barbara
da Eoeraxilhad, de S. Jos do Patrocinio, deS. Ga-
briel, da Santa Anna do l.ivramento, de S. Jo3o da
Cachoeira, e de Sania Mara da Bocea do Monte,
formando aro a collegio, qoe se reunir' na matriz
da villa de Cacapava.
5. O 5.- dislricto lera' por caber;j a villa de Al-
grele, e se eompora' de dous collegio:
O priraeiro collegio eomprehendera' as parochias
Nona Senhora da Apparecida de Algrete, de Santa
Auna do Uruguay, deS. Francisco, de S. Borja, e
de S. Patricio de llaqui, e se reunir' na matriz da
villa de Algrele.
O aegondo collegio eomprehendera' as parochias
do Espirito Santo da Crol Alta, de S. Martinbo, e se
reno Ir' na matriz do Espirito Sanio da Cruz Alta.
8 ti. 0 6.' diatriclo lera' por cabeca a cidade do
Rio Pardo, e eomprehendera' as parocbiaa de t*osa
San I ora do Rusario ha Ko Pardo, de Wujaa Srnhvra .
d Concele.no Jos do Taqoaiv, de Santo Amaro. daflL Bom Jess
do Trioropho, e de S. leronymo, formaudn uin
s collegio, que se reunir,f na malnz da cidade do
Rio Pardo.
Arl. 2. A presente divsalo de dislriclns nao po-
de ser alterada senao en virlude de le geral, na for-
ma do 8 4 do art. I do decreto o. 81*2 de 9 de selem-
hro de 1855.
Ai uovas parochias que forero creadas pela asam-
blea provincial, pertencerao aos dislrictos que com-
preheBderem as parochias de qoe forera deamerahra-
das. Os votantes porem daqoellaa que forem crea-
das em lerrilorios desmembrados da parochla, per-
tencentes a mais de um diitriclo, continuarse a vo-
tar e a ser votados as 'iarocbias a que ora per len-
cera, at que por le geral se designe o districlo a
qoe as uovas parochias js-im creadas deverao per-
teucer. *
Arl. 3. Em cada um dos dislrictos !., 2." 3.- 4.
bv proceder-se-ha a' elen.Jo de nm depolado ge-
rale de um oppleale, observadas as disposicoes dos
S; i., 7 e 8 do art. 1 do citado decreto.
No 3." dislricto proceder-se-ha a' ele irn de um
depulado aeral e de um supplente, pela forma indi-
cada nos 8S 1", 11 e l. do referido arl. I.
Arl. 4. ijuandu se Imuver de proceder a' aleir^o
proviocial, oa I.-, .-, 3.-, t.- e e 6.- nomearao cad
ure cinco membros da assemblea provincial e Ires
suppleutes, elegendo priraeiraraenle os cioco mem-
bros em escrutinio de lisia, e depois os Ires sop-
plonlis.
O que obliverem maioria absoluta de votos no
priraeiro escrutinio aerao declarados merobroa da as-
^etnblea proviocial.
Arl.. Se nenhum consegoir inaioria'absolula, ou
se aera lodosa obtiverem, (orinara' a mesa, de n-
treos mais votados, urna lista quadrupla do nume-
ro de rnembroi que fallar eleger, e proceder-se-ha
iraniadiatamenle segundo escrutinio, nao podendo oa
cleilores volar seno nos numes comprehendidos na
dita lista, e volando em tantos qnaiilos fallaren).
Arl. t. Se no segendo escrutinio a eleiclo se nao
compleir, pur nao torem lodos os que fallaren] ob-
lido maioria absoluta de vulos, far-.-e*ha nova lisia
dos mais volados era numero doplo dos que formis-
ter eleger, e proceder-se-ha a ter|ceiru escrutinio, e
niesmua oulros queaejam uecesaarios, uosquaesos
votos dos eleilores nao poderte recahir sendo nos
a n 1 i dalos coraprehendidos na hala dupla dos que
rallarena.
Seno ultimo escrutinio a que aehouver de proce-
der fallar eleger soinenle um dos membros da assern-
blea provincial, e tiver lugar empate, se proceder
na fuma do fiual do g b do arl. I do referido de-
creto.
Art. 7. Concluida a eleirao dos membros da asiem-
t provincial, proceder-se-ha pela mesraa forma
los os suplientes, ou a' do qoe faltar, se se der a
(hese do final do artig antecedente.
a ditos memoro, suppleniea aerao dados os res-
ros diplomas na forma do 5 8 do referido ar-
I.
t. 8. No quinto diatriclo, quando se proceder
a ets f ao provincial, oa eleilores de cada um dos
qualro colleSs de que elle -e compoe volaran, em
oit > i nlados, s,m designarao de membros da asseoi.
ble.i o i de suppieule-, prui',.'lendu em ludo o mais
comise acba estibeVcido nos citados Sg 10 e 11 do
Aracaju', l.arangeiras,
sario, P do Banco, Div
mando um a collegio,
cmara municipal da
oicipal da caberla do dislricto proceder pela forma
indicada no g 12, e declarar membros da assemblea
provincial palo quinto dislricto os cioco mais vota-
dos.e supplenles os Ires immediatos em votos, et-
pedindo os diplomas, e procdendo, em caso de em-
pale, na forma dos arligos 88 e 115 da le de 19 de
agos de 1846.
Luiz Pedreira do Coutn Ferraz, do meu cooaelho,
ministro e secretario de estado dos negocios do impe-
rio, assim o tenlia entendido e fa^a execular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 30 de julho de
185G, 35.' di independencia edo imperio. Cora a
rubrica de S. M. o Imperador. Luiz Pedreira do
Couto Ferraz.
Decreto n. 1796 do 1 de ngoito de 185t.
Divide a provincia das Alasoas em diatricloa elelo-
raes, e designa os logarea e edificios em que se
devem reunir os eleilores dcada um dos dislric-
tos, de conformidade com as dUposic.oes do decre-
to n. 8S-Jde 19 de seteinbro de 1855.
Attendendo s dieposirOes do decreto n. Hi-> de
19 de setembro de 1855, e (endo oovido o presi-
dente da proviuca das Alagoas, hei por bem de-
cretar :
Art. 1. A provincia das Alagoas fica dividida em
cinco dislrictos eleilnraea, do modo segoinle :
g 1. O 1- dislricto lera por cabera a cidade de
Maeeio, e eomprehendera as parochias de Pioca,
Macei, Sania Luzia do Norte, e Alagoas, forman-
do um s collegio, que se reunir na matriz da dita
cidade.
g -2. O dislricto lera por rabera a villa do Por-
to Calvo, e se compor das parochias de Porto das
Pedras, S. liento. Porto Calvo e Gamaragibe, for-
mando um a collegio, qoe se reunir na matriz da
mencionada villa.
g 3. O 3- dislricto ter por cabera a villa da ;is-
-embira, e eomprehendera ai parochias de Alalia,
Aasembla, Pilar, e lmperalriz, formando um a
collegio, que se reunir na matriz da referida
villa.
S ''. O i. diatriclo ter por caliera a villa de S.
Miguel, e se compota das parochias de Poiim, S.
Miguel, Anadia, e Palmeira, formando um s colle-
gio. que se reunir na matriz da dita villa.
g 5. O 5. diatriclo lera por cabera a cidade do
Peuedo, e se compor de dous collegios, que se reu-
nirSo : o I* na matriz da mesma cidade, e o 2. na
da villa do Pao de Aisucar.
O primeiro collegio eomprehendera' as parochias
do Penedo, Collegio, e Pono da Folha.
O segundo collegio constara' das parochias do
Pan de Asaucar, Malta-Grande, e Santa Anua.
Art. 2. A presente rtivisio de dislrictos nao pode
ser alterada senao em virlude de le geral, na for-
ma do g i- do art. I" do decreto n. 842 de 19 de ae-
lerabro de I8>5.
As nov-s parochias qoe forem creadas pela as-
semblea provincial perteuceru aus dislrictos que
coinpreheriderem as parochias de qoe forem des-
membradas. Os votantes porm daqucllas que fo-
rem creadas em territorios desmembrados de paro-
chias pertencentes a mais de um districlo continua-
do a votar e a ser volados as parochias a que ora
perteneem, at que- por lei geral se designe o dis-
triclo a que aa novas parocbiaa assim creadas deve-
rao pertencer.
Arl. 3. Em cada um dos dislrictos 1-, 2, 3, e \
proceder-se-ha, a elricao de um depotado geral e
de nm supplonte, observadas as diaposires dos gg
5, 6, 7, e8, do arl. 1- do citado decreto.
No 5" dislricto proceder-se-ha (ambem a eleicao
de ora depulado ger;,l e de um supplonle, pela for-
ma indicada nos SS tO, ti, o 12 do referido ar-j
"?,! ,.,,,. 7 l"lbla Pro*'"', prorejler-se-ha pela mesma for-
Arl. 4 guondo se houver de proceder a eleicao -."a a de lodos os supplenles, ou a do que fallar se
provincial, cada um dos dislrictos i, 2, 3, e i. no- \ 'e der a hypolhese du final do artigo antecedente'
meara seis membros ca assemblea provincial e tres Aos ditos membros e Suppleniea aerao dados os
sopplenles, elegeudo primeirameule os seis mem- respectivos diplomas na forma dogS do referido
19 de setembro de 1855
quartas aaabbadoa aa 10 horai.
eommercio: aegundaa aalO horaae quinlaa aa maio-dia.
orphaoa .- segundas a quintal ai 10 hura i.
EPIIEMERIDES DO ME/. DE SETEMBRO
7 Quarioereicente as 2 horas22 mtnutoi a48ieguudoi da i
14 Luacheiaai 11 miuutoae 48aegundoi da tarde.
.,!, u"lon,inK""'i 3 horas,2 -M La ora a 1 hora, 29 minuto.4S aeguodoada manbaa.
... PRKAMAK DKIIOJE.
trmetra as in horai e fl minuloa da manbaa.
Segunda as 10 horas e 30 mi nulos da tarde.
DAS da semana.
15 Segunda. S. Nicomedes m. jS. Meliiino m.: S. Leobino b.
II. Terca. S.Eufemia ..ni. : % Abundio e Abundancio u.m.
7 guara. Aa (.hagas de S. Francisca ; S. Pedro d Artme* m
yuinlaS. JoscdeCu.erlino i. : S. Thoma/ de villa Nova.
19 Sexta. S. J ,1011111, m. ; S. Nilo b. m. ; S. Eaalu m.
20 Sabbado. S. Eustaquio ni. ; S. Prisco m.
21 Domingo. As Durrs da SS. Virgen) Mai de Dcos-
e leudo ouvido o presiden-
te da provincia de Sergi >e, hei por bem decretar
Art. 1, A provincia le Sergipe fica dividida em
qoatro dislrictos eleilones, do modo seguinte :
1. O primeiro distrito lera' por cabera a cida-
de doAracaju', e eomprehendera' as parochias do
itaroim, Sanio Amaro, Ro-
na Pastora, e Gapella, for-
5jue se reunir' no par;o da
tfivi.l.i cidade.
g 2. O segundo dislriato lera' por cabeca a cida
de da Estancia, e se core pora' das parochias da Es-
tancia, do Lagarto, de Smta Luzia, do Espirito San-
to, de Campos do Rio R al, de Ilabaiainha, edo
Geru', formando um s collegio, que se reunir' oa
matriz da dita cidade.
g 3. O 3. districlo ten por caliera a villa de lia-
ba lana, e constara' das procinas de Itabaiana, de
Uaporanga. de S. Chrisl v3o, de Simia Dias, e do
Campo do Brilo, formando ura s collegio, qoe se
reunir' na matriz da referida villa.
g i. O quarlo distried i lera' por cabera a villa de
Propria', e compreheDdi ra' as parochias de Propria'
Porto da Folha, Villa N iva, e Pacatuba, formando
um s collegio, que se reunir' na matriz da dita
lilla.
Art. 2. A presente di risao de dislrictos nao pode
ser alterada senao ein vi lude de lei geral, na furnia
do g4- do art.' do decreto n. 812 de 19de setem-
bro de 1855.
Aa novas parochias qus forem creadas pela as-
semblea provincial perl meerflo aos dislrictos que
comprebenderem as parechias de quo forem des-
membradas.
i is votantes porem da uellas qu forera creadas
em lerrilorios desmerabr idos de parochias perten-
centes a maia de um disl rielo conlinuarao a volar
e a ser votados as paro hias a que ora perteneem
al que por lei geral se < esigne os dislrictos a que
as novas parochias ai! im creadas deverao per-
tencer.
Arl. 3. Em cada nm dos referidos dislrictos pro-
ceder-se-ha a eleicao del um depulado geral e de
um supplente, observada) as disposi<;ss dos gg 5, (i,
e 7 do arl. 1 do ci lado d scrclo.
Art. i. Quando se houver de proceder a eleirao
provincial, cada um doi ditos dislrictos Horneara'
seis membros da assemb a proviocial e tres sup-
plenles, elegendo primei 'menle os seis membroi
em escrutinio de lista, c depois os tre sopplenles.
')- que obliverem maioria absoluta de votos DO
primeiro escrutinio sern declarados membros da
assemblea provincial.
Arl. 5. Se neohura co iseguir maioria absoluta,
ouse nem lodos a obliverera, formara' a mesa, d'en-
tre os mais volados, urna lula quadrupla do nume-
ro de membros que fallar eleger, e proceder-se-ha
immediatannmte a sezumlo escrutinio, nao podendo
os eleilores votar senao nos uomes comprebendidos
na dita lista, e volando em tantos quanlos fal-
laren).
Arl. 6. Se oo segundo escrutinio a eleicao se
nao completar, por nao tsrern todos os que ralla-
ren oblido maioria absoluta de volos, far-se-ha no-
va lisia doa maia votados m numero doplo dos que
for un le r eleger, e proccider-ae-ba a terceiro escru-
tinio, e aos maia que fon ra necesaarios, nos quaea
os \oos dos eleilores nai poderao recahir senao nos
candidatos comprehendidds na lisia dupla dos que
faltaran). *
Se no ultimo escrutinio a que se houver de pro-
ceder faltar eleger somen e um dos membros da aa-
sembla praviocial, e livir lugar empale, se proce-
der na forma do lioal do 5 (i- do art. do releri-
In decreto.
Art. 7. Concluida a elt-ico dos membros da as-
LXOARRECADOS DA SI US* II111 \ No M l,
Alagoai.o Sr. t.laudino FalcaoDiai ; Rabia a Sr. L i>.,i>t
Rio deJaneiro,o Sr. Joo PereiraMartina. '
EM 1M1! \ AMItl < O.
O proprieta no' do DIARIO Manoel Pineiroa de Paria, aa ao.
Iivrana, praea da Independencia ni. (a 8.
1804 de 29 do > Aos adjuntos arbitrara' o governo un
zsuzstr'declaraaos raembros d',"corl;zq,.ez,:i.dver; '" a..jb,m ,. -os.. *,,..
A. 4P Se nenhum conseguir m.ioria absoluta de ZST. rXZZS^^ &. I S^LfiT "Ue '" Ve"Cerem "'*
tiverem. lormara a mesa, naes cenerae? do ejercito, com modificarSo do la-
vlos, ou ss nem lodos a
denlre os mais votados, urna lista quadrupla do nu-
mero doa membros que fallar eleger, e proceder-se-
ha immedialamenle a segundo escrutinio, nao po-
dendo oa eleilores votar senao nos uomes coinpreheu-
didoa na dita lista, e em lanos quanlos fallaren).
Arl. 5. Se no segundo escrutinio a eleirao se nao
completar, por nao terem todos es que faltaren) ob-
lido maioria absoluta de volos, far-se-ha nova lista
dos mais volados em numero duplo dos que lor mis-
ler eleger, e proceder-se-ha a terceiro escrutinio e
gos ou patentes.
A' exceprao desle, os membros do conselho nao
Hro.Batoem pertenrendo ao fardamenlo do pequeo j poderao accumular qualquer uulro emprego'ou veu-
uiiiforme, qoe paatoa a ser a sobre-casaca de golla cimento.
bordada ; todava, no numero daqucllas pecas nao o* que forem empreaado'
se devem comprebender as dragonas, porque im- I traa o arligo antecdeme, lero" aiera doVeuTve-
porlando abordadora da sola da aobre-casaca um -:-------
d '
das inspecres de que
No olhcio que dirijo ao joii da paz, e do qual re-
mello a copia inclusa. Vmes. verao as cooMOcracooa
que faro sobre a conlmuacao oo dumenlo da
elen;ao.
Dilo=A' cmara municipal de Sanio Antao.-
Naate momento me fe eulresue o oflicio datado de
hontem, em que Vmcs., referindn-te as irreselan-
dades quejulgam haver nos Irabalhoa d.. conselho

dalos comprehendidoi na lisia dupla dos que falta-
ren).
Se no uliimo escrutinio a que se houver de proce-
der fallar eleger iinicamenle um dos membros da
assemDlca provincial, e houver empate, proceder-se-
ha na forma do final do arl. 1. g ti. do citado de-
creto n. 812 de 19 de setembro d 1855.
Arl. 6. Concluida a elei^o dos membros du as-
semblea provincial, proceder-se-ha pela mesma for-
ma de lodos oa sopplenles que deverem dar os res-
pectivos collegios, mi .i do qoe faltar, se se der a
hypolhese de final do arliso antecedente.
AM ditos raembrose supplenles serao dados os res-
pectivos diplomas pelos collegios que os devera ele-
ger na forma do S 8. do art. 1. Jo relerido decreto
n. 842.
Arl, 7. A presente diviso de dislrictos nao pode
ser alterada, senao em viriude de lei geral, na forma
do g i. do art. I. do sohredito decreto n. 812.
As novas parochias que forem creadas pela assem-
blea provincial pertencerao aos dislrictos que com-
prebenderem as parochias de que forem desmembra-
das. Os volaules porem daqucllas parochias que fo-
rera creadas em lerrilorios desmembrados de paro-
chias perlencenles a irais de um dislricto, conlinua-
rao a votar e a ser volados as parochias a que ora
perteneem, al que por lei geral se designe o diatric-
lo a que as novas parochias asaim creadas deverao
pertencer.
Luiz Pedreira do Couto F'erraz. do meu conselho,
ministro e secretario de estado dos negocios do im-
perio, asaim o teuha entendido e laca eiecutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em o 1 de agoslo de
Isa, trigsimo quintu da independencia e do impe-
rio.Com a rubrica de Sua M asestada o Imperador.
Luiz Pedreira do Couto Ferraz.
1 =
torTueopihlo Gatier.
()
lirus emesciuiinio de lista, e depois os tres sup-
plenles.
Oa que obliverem maioria absoluta de volos no
primeiro escrutinio serao declarados membros da
aasembla provincial.
Art. 5. Se nenhum conseguir maioria absoluta,
M se nem todos a obliverem, formara' a mesa,
d'entre os maia voladosf/una lista quadrop'a do nu-
mero de membros que faltar eleger, e proceder-se-
ha inmediatamente a segundo escrutinio, nao po-
dendo os eleilores volar senao nos uomes compre-
bendidos na dila lisia, e volando em tantos quan-
los faltaren.
Arl. 6. Se no segundo escrulioio a eleir.n se nao
completar por nao crem todos os que faltaren) ob-
lido maioria absoluta de volos, far-se-ha nova lilla
dos mais votados em numero duplo doi que f.ir mii-
ler eleger, e proeeder-sc-ha a terceiro escrutinio,
mesmo a oulros que sejam ucees-arios, D0 qoaes os
votoa dos eleilores nao poderao recahir senao nos
candidatos comprehendidos na lista dupla doa que
fallaren). '
Seno ultimo escrutinio a que se houver de pro-
ceder faltarei^er aomente um dos membros da
assemblea provrh-Jal e liver lugar empale, se pro-
ceder' na forma doSiTal do g i. do arl. V do refe-
rido decreto. ^^,
Art. 7. Conclnida a eleirao dos membros da as-
semblea provincial, proceder-so^hc- pela mesma for-
ma a de lodos os supplenles, ou a'wLiue fallar, se
se der a hypolhese do fiual do artigo antece-
dente.
Aos ditos membros e supplenles serao dados os
respeclivos diplomas, na forma dog8- do referido
art. I.
Arl. 8. No quinto dislricto, quando se proceder
a eleicao provincial, os eleilores de cada um doa
dous collegios de que elle se corape volarao em no-
ve cidados, sem deaisna^'io de membros da assem-
blea ou de supplenles, observando em ludo a mais
o que se acha eslabelecido nos citados gg 10 e II do
arl. I- do referido decreto, e devendo a cmara mu-
nicipal da cabeca do diatriclo proceder pela forma
indicada no g 12, e declarar membros da aisembla
provincial pelo quinlo districlo oa seia mais volados
a supplenles os tres immedialos em volos, eipadindo
Ibes diplomas e procdendo, em caso de empale,
na forma dos arla. 88 e 115 da lei de 19 de agoslo
de 1810.
Luiz Pedreira do Coulo Ferraz, do meu conselho
ministro e secretario de estado doa nesocios do im-
perio, assim o lenha entendido e faca eiecutar.
.u!'?1*"-'" rt0. Kio de Jan'ro. "o o P de agoslo de
1856, 35- da independencia e do imperio.Cora a
rubrica de S. M. o Imperador.Luiz Pedreira do
Couto Ferraz.
Decreto n. 811 de 30 de agosto de I85K.
Divide a provincia de Sergipe em dislrictos eleito-
raes, e designa os lugares e edificios em que se
devem reunir os eleilores de cada um dos dislric-
tos. de conformidade com as disposici.es do de-
creto n. 812 de 19 de setembro de 1855.
Atienden io a, disposices do decreto n. 812 de
A rapulac3o do dontoi Balthazar tlierbonneau co-
mo medico e como Ihaumalurgo roinerava a espa-
Ihar-se o Paris; snas extraordinarias curas anecia-
das ou verdideirasliuham-no posto era moda. Mas
m vez de fazer pof ampliar sua clnica, elle esfor-
rava-so por afasiar os o'oenles fechando-lhes a por-
ta, ou prescrevendo rgimen* rigorotos. smente
aceilava caaos desesperado reenviando aoi Clicas
com supremo desden) as dorjncas vulgares, e nessas
occasioia supremas consesuia curas verdaderamen-
te iiconcebivei.
Em Ptf-.jni'lo dd leto, fazia gestos mgicos sobre
ura po d'agua, e|coipos j trios, promplos para o capole da Siberia, leudo os pes sobre um vao de fo-
uranio, depois de lomaren) algumas gotias desaa lh de Flondres ebeio de agua qoente.
. < 1 I ........ 1. ...... > as-.. paca >.*... -t__' >. '
e as- I .Nao havia oulros movis lias salas senilo sofs co-
acos-, herios de eslofoa malabare ornados de depilantes
chiraericoa c de passaros fabulosos, prateleiras pinta-
que impedindo-as, corrate o risco de perturbar :a
ordem geral.
Ja veera os leilorcs qoe Mr. Balthazar Cherbon-
neau era um doulor parodoial, e que trouvera da
India urna excenlrcidade completa. Mas sua fama
de in.uiiciis ni ir era superior a gloria de medico
elle liaera perante um pequeo numero de escomi-
dos, niaravilhas capares de perturbar todas as norf.es
do possivel e do impossivel, e que excedan! os p'ro-
digioa de Cagliostro.
O doulor habilava o pavimento terreo de ura pa-
lacio velho da ra do Regard, cujas altas jancllas
davam para um jardim plantado de arvores grandes
de troncos negros, e de branda folhsgem verde.
Poslo que leiuasse u verao, forles calorferos lan-
javara as vastas salas columnas de ar quelite, con-
aervando-lhea a temperatura a trinla e cinco oo qua-
renla graos de calor ; porquaoto Mr. Balthazar Cher-
bonneau habituado ao clima abrazador da India, ti-
rilava de fro debaixo do nosso paludo sol, assim co-
mo o viajante, que voltando das foutes do Nilo Azul
na frica central, Iremia de fri no Gairo, e nunca
sabia senao em carrtiagem fechada, envollo era bom
bebida, reculn av.u.i a vi la, as cures da ande. e,"as- |
ncanr
i liras
aentavam-se lancando em torno de si ciliares
turnados s sombras do tmulo. Por isso ca cbarai
do o medico do, raerlos, ou ressuacilador. Mas nao i das e dooradas cura ir.se.uiidade barbara pelos nata-
, i ., ..... j. ,*.- iz_ _...._ .,.. lu. .!._:.. -_ n____
rausenlia serapre 4m operar taes cur,s, e inultas ve-
zes rejeilava snmihas enormes da parle de reos mo-
ribundos. Para decidir-se g eulrar em lula coin a
iloiriiir.io. era preciso que fo una in.n que implorara a aalvr3o do (lilao anieo,
do desesperu de um ainanle, que pedia misericordia
para sua esposa adorada, ou que julgasse a vida a-
iin'.ira d i alil .. poesa, a scieucia c ao progresso do
genero humano. 'Silvon assim um bello baby de an-
gina, urna donzetla encantadora thysica oo ultimo
grao, um poeta da delirio, um inventor atacado de
rongesUo cerebral, e que ia orcullar o aegredo de
sua d.robera debaixo de algumas p.ia de (erra.
Nao sendo asaim, dizia que ninguem devia contra-
riar a natureza, qoe certas mortes linham razao, e
(*; Vida Diario a. 220.
es de Cevlo, vasos do Japao rheio* de llores ex-
ticas, e sobre ii i-soalii i um dos tapetes fnebres de
rainagens negras e brancas que lerein por peniten-
cia os Thusgs na prisao ; nos angolns viam-sc sobre
pcanhaa aluuns idolus da India, de marmorc ou de
l.rouze, de ulhos longos em forma de ameiidoa, ven-
ias redondas como aunis, beirns grossos e risonhos,
rnm collares de pernlaa que desciam al ao ulnbigo,
cora symbolos singulares e misteriosos; s paredes
estavain aospensas miniaturas, obrai de algum pin-
tor de Calcutta ou de l.uckow, as qoaes representa-
vam os nove tratares ja executidos de Wishnu em
peiie, em tartaruga, em porco, em leo rom cabera
de hornera, em ana brahmaue, em Roma, em he"-
roe combalei.do o gigante de mil bracos Cartaauci-
narguoen, em hilsna, menino milagroso, no qnal oa
I meditidores vem um Citrino lodio, em Bouddha,
art. 1.
Luiz Pedreira do CoutrJ Ferras, do meu conselho
ministro e secretario de esladu dos negocios do im-
perio, assim o lenha entendido e faifa execular.
Palacio do Ro de Janeiro, em 23 de agosto de
1856,25' da iudependencia c do imperio.Gom a
rubrica de Sua Magesladuo Imperador.Luiz Pe-
dreira do Goulu Ferraz.
Decreto n. 1797 do 1 de agoito de ISJb'..
Divide a provincia de Santa Calharina, formando um
>6 districlo eleiloral, em collegios, e desigoa os lu-
gares e edificios em que se devem reuujr os eleilo-
res de cada um destes, de conformidade com as dis-
posices do decreto u. 8S2 de 19 de setembro de
1853.
Attendendo as diapoair;5es do decreto n. 812 de 19
de setembro de 1855, e lendo ouvido o presidente da
provincia de Santa Calharina, be: par bem decre-
tar :
Arl. 1. A provincia de Sania Calharina formara'
um so dislricto rleitnral.
O dislricto eleiloral lera'por cabeca a cJade do
Desterro, e se compora de (res collegios, que se reu-
nirao : o I. no paco da assemblea provincial, o 2. no
paco da cmara municipal da cidade da Laguna, e a
3. 00 paco da cmara muoicipal da cidade de S.
francisco.
O 1. collegio eomprehendera as parocbiaa de Nos-
sa Senhora do Desierro, SS. Triodade, Nossa Seuho-
ra da Concedan da Laga, Nossa Senhora da Lapa
lo Ribeirao, .Nossa Senhora das Necessidades de
Sanio Anlonie, S. Francisco de Paula de Ganaviei-
ras, S. Joao Bapusla do Rio Vermelho, S. Jos S
Amaro, S. Pedro de Alcntara, Nossa Senhora d
llosano da EtMeada do Brilo, S. Joaqoim da Caro-
na ba, S. Miguel, e S. Joao Baptista do Tiiuco
Graiidi. J
O 2. collegio conslar das parochias deSanloAnto-
nto dos Anjos da Laguna, Araraea.ua, S. Joo de I-
raaruhy, Santa Anna de Mirim, Nossa Senhora da
Piedade do I ubarao, Nussa Senhora dos Prazeres de
Lages, e S. Joao de Campos Novos.
O 3. collegio eomprehendera' as parochias de Nos-
sa Senhora da Penha de Ilapocorohv, Nossa Seuiora
da Cra?a de S. Francisco, Saliv. Paralv, Bom Jess
dos Allliclos de Porlo Bello, S. Sebasliaa da Foz do
rijucas, SS. Sacramento de Ilajabv, e Gamhri.
Arl. 2. Proceder-ae-ba no dislricto a eleicao de
ora depulado geral ede um supplente, observado-se
as disposices dos gg 10, II e 12 do arl. 1. do citado
decreto.
Art. 3. (hundo se houver de proceder a eleirao
doa membros da aasembla provincial, os eleilores'do
1. collegio nomearao nove membros da assemblea
provincial e cinco supplenles, os do 2. collegio no-
mearao seis membros e Ires lupplentes, eoado 3, no-
mearao cinco membros e tres supplenles, devendo
cada um dos eleilores eleger primeiramenteos mem-
bros da aasembla provincial qoe (ocarem ao respec-
tivo collegio era escrutinio de lisia, e logo depois o
supplenles.
Os que liverem maioria absoluta de votos no pri-
MIMSTERIO DA FA/.ENDA.
Expediente do dia 8 de agosto de 1856.
-V directora de rendas, declarando, para que o
fac.i constar ao colleclor de S. Fidelix, que na falla
de papel sellado, em vez de por o ra/o nos ttulos
a que elle se refere em seu cilicio de II de junho,
e qoe sao doa comprehendidos na tabellaAdo
regulamenlo n. 895 de 31 de dezembro de 1851, de-
veria o seu antecessor te-Ios sellado por verbas ; co-
mo porem assim nao procedeu, deve o dilo cullec-
lor, na forma do disposto do art. 8. do citado regu-
lamenlo, fazer jnior papel sellado a taes ttulos ;
caso do visto do seu antecessor se colillera, que o-
ram em lempo apreaenlados ao sello ; porque do
contrario devem ser revalidados para poderem pro-
dii/ir os efleilos lesaea.
A' alfandega, recommendaudo a exacta obser-
vancia do art. 7. do regulamenlo de 17 de novem-
bro de 1811,' visto ler observado dos papis que
acompanhnram o seu oflicio de 10 do correle n.
27, relativamente ao recurso de Carvalho e Bocha,
e de oulros que lera sido presentes ao tribunal do
Ihesoaro, que o juramento deferid aoa peritos Ho-
rneados para o examu de quafilicae2o de mercado-
rias, da que trata o mencionado artigo, nao se re-
pete todas aa vezes, que se lera de proceder a seme-
I liante exarne.
Circular.(I Mrquez de Paran, presidenle do
tribunal do thesouro nacional, em solucao a duvida
proposta pela lliesooraria da provincia do Paran
em ollirio n. 170 de 21 de julho ultimo, sobre os no-'
vos direilus que devem pagar as patentes dos ofli
ciaes da guarda nacional, declara aos Sra. inspecto-
res das lliesourarias das provincias, para a devida
inlelligeucia e execuco, que, compelindo aos refe-
ridos olliciaes, qoandn cm servico de destacamento,
os raesmos soldoa que percehera os do exercito, de-
vera os novos direilos de auas patentes ser cobrados
de conformidade com a tabella que marcar os sol-
dus dos ofliciaes do etercilo, e acompanhar sempre
as alteraroes deatas, vislaa as disposices dos arta.
57 e70 da lei de 19 de selemhro de 1850.
ciaes dos Corpus esperiaes, declaro a V. S., que li-
1 a fi
pul
Art. II. Para
d=r:r^:=
, oniciae, do, co^eeiU^
laior de primeira e segunda cl.ssea, para gados que forera i,,dispen.saVe!s P""" ** e,"pre- *lZi*m% I I
'Jf""1.,'1* dr"80n' '" 'obre-casaca, por isso que o I Estes empregados nao perceberab maiores ver.ci-
raenlos do qoe os marcados para os de
1852
eslado-maior
MINISTERIO DAJl'STICA.
5." Sec{lo.Manda S. M. o Imperador conimu-
nicar Illma. cmara municipal, que leudo-lhe
presente a represenlarao do primeiro juiz de paz do
primeiro dislricto da freguezia da Gloria, queixan-
do-se da deliberaran tomada pela Illmu. cmara de
redozir a um oa dous dislrictos cm que eslava divi-
dida a referida freguezia, e attendendo s razes
dadas pela mesma Illma. cmara em dala de 19 do
r.urente, ponderando aa conveniencias publicas em
que se funda a sobredila deliberaran, hoave por
bem indeferir aquella representar;ao.
Paco em 25 de agoslo de 1856.Jos l'homaz Na-
buco de Araujo.
MINISTERIO DA CIERRA.
Gircular.Rio de Janeiro. Ministerio do nego-
cios da goerra era 26 de agosto de 1856.
Illm. e Exm. Sr.Ponderando a reparlicao de
dialinctivo do posto naquelte uniforme destea olli-
ciaes deve consistir soinenle naa divisas de gallao a
qoe o ilno plano se refere.
Dos guarde a V. S.Mrquez de Casias.Sr.
Joo Frederico Caldwell.
MINISTERIO DA MARINUA.
I.ei (1.871 de 23 de agosto de 1856.
Crea na capital do imperio um conselho naval.
I>L Pedro II, por graca de Dos e unnime accl.-i-
mar;ao dos povus, Imperador constitucional e defen-
sor perpetuo do Brasil: Facemos saber a todos os
no-sos subditos que a assemblea geral legislativa de-
crelou, e nos queremos a lei aeguinte :
Artigo I. Fica creado na capital do imperio um
conselho naval, composto pela forma seguinte :
g I. Do presidenle, que sera o ministro e sec reta-
ro de estado dos negocios da marrana, e cinco mem-
bros elleclivos e dous adjuntos.
S 2. Serao membros efTeclivos tres ofticiaes da ar-
mada peto menos, de patente nao inferior de ca-
pitao de fragata, escolhidos d'entre os maia dislnc-
los por snas liizes e experiencia, e perlencenles ao
servido aclivn.
Serao membros adjuoclos um oflicial superior de
eiiscnheiroa c um primeiro conalructor naval.
Arl. 2. Na ausencia ou impedimento do ministro
ser o conselho presidido por om de seus membros
oflicial da armada de maior graduarao, e no caso de
igualdade, pelo mais antigo.
Arl. 3. O conselho rei'uir-se-ha em sessao ordi-
naria as vezes que forem marcadas no regulamenlo
do governo, e eilraorduiariamente sempre que o
ministro o convocar. Suas decises serao tomadas a
ploralidade de votos.
Os membros adjuoclos assisliro s seases, e po-
derao discolir, mas nao lerao vol senao quando Ira-
lar-e de objecto concernente a' sua especialidade
prolissioual.
-No impedimento He algum dos membros effecti-
vos ,1,1 conselho, sera' chamado para subsiilui-lo in-
terinamente o Miembro adjunto ou pessoa que o mi-
nistre designar, e que estiver nis circumslancias do
artigo 1.
Art. i. Incumbe ao conselho naval desempenhar
lodos os Irabalhos que lhe forem commetlidoa e es-
pecialmente dar parecer sobre os objeclos que disse-
rem respailo :
g l.A' legisla{3u e administrarlo da marinba.
g 8. A lixacao, urgansarao e disciplina da torca
naval.
g 3. A' direccao e emprego da forra naval, em
lempo de paz e de suerra.
g 1. A'a promores, antiguidades. reformase re-
cuinpensaa pecuniarias, assim dos olliciaes da arma-
da e cla-se. annexas, como dos marraheiroi e pracas
de prel dos carpos de raarinha.
g 5. Au engajamenlo e recrulamentn.
6. Au ostabelecimeiilo, orsanisacao e admiuis-
Irai.-flu dosarsenaes, pharues, capitanas dos portos,
e quaesquer oulras estacocs da reparlicao de ma.-i-
nha.
g f. Ao abaslccimenlo e furneciraento doa arma-
raiis da marraba e dos navios da armada.
g 8. A" ronlabilidu le. oreci lacio, clistribuirao e
hscahsacao do raaleiial e dos dmheiros despendidos
pela reparlicao da raarinha.
g 9. A' reserva, administrarlo, conservarlo e cor-
lea de madeiras destinadas a' conslrucrao naval.
g 10. A'sconslrucces oavaes, trabahos martimos
e obras civis mi lila res da reparlicao da marinba.
Arl. 5. 0 ministre podera' lazer eiecutar, inde-
pendenleinenle de ouvir o conselho, qualquer deli-
beradlo do governo que nao leja relativa a promo-
res, antiguidades, reformas a recompensas pecunia-
rias, sempre que o julgue convenieole ao segredo e
expedicao dos uegocioa.' Devera' porem commuui-
car oppurlunamenle ao mesmo conselhu as delibera-
ces que assim houverem sido lomadas.
Arl. 6. Alm dos pareceres a que he obrigado,
podera" o conselho iniciar em propost ao soverno
luda e qualquer medida que julgue til ao servico.
Arl. 7. O ministro pudera' commetler ao conselho
ou a algum dos membros militares a trar.smissao e
execuco das ordens conceruenles ao moviiueolo,
ecooomia disciplina do servico naval militar.
Arl. 8. Os dieres das repartces ou eslabelecimeo-
tos de raarinha e o auditor geral podero ser cha-
mados, quando for conveniente, a lomar parle uoa
Irabalhos do conselho, sem que todava tenliam voto
uas suas resol o cues.
Podera' lambem o conselho requisitar nformuces
ou eaclarecimenlos de quaesquer pessoas empresa-
das no servico da marinba, ou em oulras reparliroes
publicas, por intermedio da secretaria de estado dos
negocios da marinha, todas as vezes que assim jul-
sar necesario para o bom desempenho de -uas obri-
gaees.
Arl. 9. De dous era dousanno.,eeztraordinaria-
- igual catego-
ra ila secretaria de estado dos negocios da marinha.
Arl. 12.0 governo fica aulorisado para reformar
a secretaria de estad t doa negocios da marinha e o
quartel-geueral como exigir a insliloirao do conse-
lho naval, lendo em visla qoe nao haja augmento do
pessoal existente as snbredilas repartices.
Art. 13. Ficam revogadas quaesquer disposices
em contrario.
Maudamoa por tanto a todas as auloridadesa qnpm
ocnnheciinentu e eieencao da referida lei pertencer
que a cumpram e fai;am curaprir e guardar lao in-
leiramente como nella se conten. O secretario de
estado dos negocios da marinha a faca imprimir
publicar c correr.
Palacra do Rio de Janeiro, em 21 de agoslo de
1856. 35. da independeucia e do imperio.Impera-
dor, coo. rubrica e guarda.Joao Mauricio Wan-
derlev.
Reala .enluto Vmes. dar... o convenieole avne ao
|uiz de paz presidente da mesa parochial.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Espediente da da 10 de setembro.
(inicioAa delegado|de |Goianna.=Os membros
da mesa parochial de llambo aeabam de coramuni-
car-rae, que o juiz de paz presidente suspender os
Irabalhos da eleicao a que se eslava procdendo, e
que lauto elle como o alferes Manuel Azevedo do
Nascimpnlo e oulros individuos procurara agitar os
nimos e perturbar a eleifao.
Recommendo a Vmc. que, lmanle para all aa
suas vistas, procure conter os deso'nleiros.qoaesquer
que rile- sejam, e empregue lodos os meios de pru-
dencia e energa para maater a ordem publica e
garantir a regotaridade na eleicao, contrariando ef-
ticazmeule qoaesqner tentativas que se opponham
a isso ou que tendam a comprimir a liberdade de
voto.
DitoAo lenle coronel Jos Francisco de Ar-
roda, commandaule do segundo h.Halllo da guarda
nacional do municipio do l.imociro.Participndo-
me a mesa parochial do Bom Jardim, que um gru-
po de Im,nen- turbulentos, dirigido por Vmc. e
pelo subdelegado do segundo districlo da frenuezia,
pralicara actos tumultuarios e violeolos, apodern-
dole da urna, coagindo a mesa parochial e occasio-
nando a siispensao dos Irabalhos da eleirao a que se
eslava procdendo para juizes de paz e*vereadore<,
nao posso deixar de eslranhar esse procedimcnlo, e
recommendar-lhe que debaixo da mais restricta res-
ponsabilidade se abstenha de manifeslarea ou actos
que tenliam por fin excilar os nimos, perturbar a
continuaran do processo eleiloral, cuarclar a liber-
dade do voto, e finalmente alterar de qualquer mo-
do a (raaquillidade publica, que Vmc. deve ser um
dos primeiros a in.iitcr como fuuccioiiario im-
blico. '
DitoAo juiz de paz da mesa parurhial de Tra-
rui.hacm.Acabode receber o su oflicio datado de
S do crreme, em que me nolieia violeciaa felaa i
mesa parochial pelo subdelegado em exercicio e pe-
lo priraeiro supplente. *
Nao consta do ollicio se os Irabalhos eleitoraes
coiitniu.ira.il ou se forara lulerrompidos, como pa-
rece natural.
Nesle ultimo caso deve Vmc. immedialamente
convocara mesa e designar novo da parase pro-
cedar a eleiC,lo, devendo esse da ser afinado em
edilaea, ser em domingo e melhor aera se hou-
ver lempo, que sej.i domingo prximo i i do cor-
rele. a
Ao delegado deise termo dirijo agora um oflicio
com as convenientes instrueces, alira de minter a
ordem e a regularidade da eleicao.
DitoAo juiz de paz prndente da mesa paro-
c nal de I lambe.O* membros da mesa parochial de
liamhi- aeabam de communicar-me, que Vmc. sus-
pender os Irabalhos da eleicao a que se eslava nro-
Ao conselho municipal de recorso dirijo o ouV,u
pie aqu junto por copia. S depoii qM |t .
i.hecida a marcha do seus Irabalhos, vial a da co-
pia authenlira da respectiva acia, he que o gavetas
poder, ajuizar da legalidade delles, para (orua, ,
resolucao que for mais josla. -
Gonvir que Vmca., em lempo opperluno, exami-
nando por si cssa mesma acta,me drem as i.eces.r...
inf..rmacei acerca de modo porque hoaver proce-
dido o cuuaelho iniiniripal de reenrao.
OllicioAojoizdedireilodo l.imoeiro.I..,.s.,i,-
ro ao meu conhecimenlo que na fregueiu do Umm-
Jirdim um grupo de humen- turbulento praltura
actos violenlus e lunultoarios,apoderando-e da nr-
na. coagindo a mesa parochial. e occa.iou.ndo a -o-
pnala dos irabalhos da eleirao para loizet de paz o
vereadores a que se eslava procdendo. recooaakeaa-
dn a V roe. que, laucando euaa vista* para atadle
lugar, procure conter os desordeiros, empregaodr
todos os meios de prudeneia e energa para maater
a ordem publica, e garantir a regularidade da ele
cao, e evilando quaesquer tentativas qae se ottpo-
nham a isso ou que leudara a coarcUr a liberdadc
do vol.
HiloAo subdelegado do 2." districlo da fregue-
zia do I! mi-jar.tmi.>cu informado de ene Vaae a
frente de um grapo pralicara acto* tumultan, a
violentos, apoderndose da orna, coagindo a meu
parochial da rreuezia de llom-Jardim, e oceaeaat-
nando com isso a suspansau do* Irabalhos eleitoraatt,
a qoe se eslava procedeudo para tuizc* de par e ve-
rcadures.
Esse procediraenlo da parte de dio depmilarialdj
auturidade publica he altamente cen-uratd, e a a
continoarao obrigara o governo a tomar nota medida
eflicaz para reprimi-la.
Gumpre. po.a. que Vmc. dabaixo da maia esliicia
responsabilidade, se abstenha de quaesquer maulle,.
ari.es ou actos que tendam a excitar o* cimos, per
[irhar a regularidade do processo eleiloral em qoe so
vai proseguir.ou coarelar de qoalqoer modo a liber-
dade de voto, ou alterar a tranquilizada publica qae
V roe. deve empres.r todos os cierros para manler.
DitoAojuiz de paz presidente' e anetnbt-o. da
mesa parochial de Itom-Jardim.Sesle iwUole aao
ro entregue o ollicio de '.I do corrate, em que Vmc
dando noticia das seenaa tumultuaria* que dic frail-
eadas por dous fonecionanos pblicos, a qne uceas*,
naram a su.pcnsau dos Irabalhn* eleitoraes a ana aa
eslava procdendo no dia 7, pedem provideucia-,
mecunaultam sobre o destino que devem lera ce-
lulas ja recolhidaa na urna, a qnal Vmc*. oa virara
creados a denar lio poder daqutlles qoe originaran.
tara d.sordeas.
Se \ inca, reconhecercm qoe o* trbala* da etei-
I cao se achara viciados i.u pela subirn a de cdula-
j M pela u.lroducco illicila de oulras' oa respectiva
rae, ou linalmeute pelo de*apparecimeoto da lis-
ios era que se lanraram os nomes do* qoe uro ve-
lando, o que ludo le parece natural
mes. referen)
em vista de jo*
convir.i nessa ronjanrlara qne
romrcado,
mingo que Ib.-
adorador do grande dos Mahadevi; e emfim mos-
travam-no adormecido no meio do mar de leite so-
bre a cobra de cinco cabeca* com forma de urabella.
agoardando a hora de lomar para a ultima encarna-
cao a hgura do cavallo branco alado, o qual deixao-
do eahir os cascos sobre o universo, ocasionara' o
fim do mundo.
Na sala do fundo, aquerida mais forlemeiHe do
que as oulras, eslava Mr. Ballhazar Cherbonncau
rodeado de livros snscrito-, gravados em delgadas la-
minas de madeira com um furo pelo qual um cor-
dju as reuna, assenr.elhandu-se assim i
do que a
corpos na orcasiao do recebimenlo dos respeclivos
pedidos, por bavercm fallecido, deierlado, oblido
baila ;do servico, passagem para oulros corpas, ou
reforma ; no eiitaulo que lem recebido a materia
prima necessariu para cenfecrao das pecas de (arda-
meoto a que linham direilo as respectivas pracas,
determina S. M. o Imperador, que V. Exc. exp.sa
suas ordena, para que os eorpos da guambio dessa
proviocia euviem cora regularidade a precitada re-
lacau. acompanhada de uraa coula do fardamenlo
manufacturado, com declaraeao das sobras existen-
tes e das qtianlias recebidas para pagamento do fei-
lio das mesmas pecas, nao s para que sejam leva-
das em conta nos foluros vcncimenlos, conlando-se
cum ellas na arrecidar.io dos corpos, como para po-
der ler lugar a ellectiva liscalisacao desle ramo do
servico publico. O que coramunico a V. Exc. para
sua devida execuco.
Dos goarde a V. ExcMar-juez de Caiiai.Sr.
presidente da provincia de....
28
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra em 28 de agoste de 1856.
das dobras de seus vestidos, asseradhava-se a urna
araoha de figura humana, imraovel no meio de sua
lea diaole da preza. A' vista do conde, suas pa-
pilla! de lorqueza illuminaram-se no centro de -ua
rbita da cor da epalite, e depois apagaram-se logo co-
mo coberlas de belida voluntaria. O doulor esteudeu
a raao para Olaf, cuja anguslia compreheudeu, e fa-
zeudo dous ou tres gestos, envolveu-o em urna at
mosphera branda, creando-lhe um paraizo no meio
desse inferno de calor.
Acha-se melhor agora f Seus pulmes habito*-
, J que se eslava pro-
cdendo para joizesde paz e vereadores.
Nao posso deixar de estrauliar e-se procedimento,
qoe perturbando a regularidade da eleicao, e poden-
do ser ongem de lulas desagradaveis, alm disto
io h disposiciio do artigo 60 da lei regula-
I
q
a elei-
menlarde 19 de agoslo de 1816. em vala da'qua
nao poda \ me. por ai so usar do atvedrio, que s<
do auspender ou adiar
mesa compete,
rao.
tais a geloaias dos s brisa- do Bltico, que chegam tafeada fr
laa por
voluntes, como os daa livrarias europeas. I lerem pateado as nev 'do nolo deviam >rno
Urna machina ele,lr.c. cora garrafa, chela, de fo- I como fules de forja a este ar quenle, no.Zal odavi
rere"ur0,ednC?fi,de SfiLV**' Pr *-" ** *->, ZSffEMBbEl
las, ergua seu perfil assuslalor e complicado no forualhaa do sol.
meio da sala ao lado de uiu vaso de cobre, onde mer-
gulhav,a-se uraa laura de ferro, e da qual saliiam co-
mo raios numerosas basteas do mesmo melal Mr
Cherbonneau nao era charlaUo, e nao procurva'oa-
lenlar seus Irabalhos; todava era difiicil enlrar nes-
se retiro extravagante sera experimentar um penco
da impressao que deviam causar oulr'ura os labora-
torios da al 'lumia.
O conde Olaf l.abiuski ouvira fallar dos milagres
praticados pelo doulur, e sua curiosidade meio cr-
dula fura dispertada. As racaa llava tein natural
inclinarlo ao m.iravilhoso, inclinacao que nem sem-
pre corrige a educacao mais apurada ; alm disto di-
versas testemunhas diguas de f, que tinhara as-isli-
do a cssas experiencias, cunlavain cousas que nao se
podem crer sera serem villa, seja qual for a con-
lianra que se tenha no narrador.
Quando o conde l.abiuski entrou era casa do dou-
lor Balthazar Ghcrhomteau, senlio-sc rodeado de va-
gas chammas, e todo o tangae allluio-lhe a' caliera-
o calor extremo que reinava na sala p sull'ocava ; ai
lampadas onde ardiam leos aromticos, aa lacas
flore de Java que baloucavam seus clices enormes
como thuribulos, embriagavam-nn cora suas>emana-
Cjiea vertiginosas e seu* perfumea asphv viadores,
tile deu alguna pasaos varillando para Mr. Cher-
honueao, o qual eslava aobre o lufa em urna daa
extraordinarias posiroes de faquir ou de aannvasi,
com que o principe Sollvkofl illustrou sua vagem a
India. Dezenlian Jo asum suas artirulj. oes debaiio
O conde Olaf fez um signal para lestemonhar que
nao piden.i maia pela alia temperatura da sala.
Sem duvida vossa evcelleocia ouvio fallar de
minhas pelolicas, continan o doulor, e quer ler
urna amostra de minha ciencia. Oh! sou maii forte
do que Comus, Cumie ou Hosco.
Minha eorioudade nie lie 1,1o rrivnla, respon-
den o conde, e lenbo mais respeito a um dos prin-
cipes da sciencia.
Nao sou um sabio, no senlido dado l'etaa pala
vra: pelo contrario estudaiido certas cousas que a
ciencia despreza, torneime senhor de torcas orcul-
tas nao empresadas, e produzo cITeilos que parecen);
maravilhosos, posto que sejam naturaes. A' forra i
do espreila-la, leuho sorprendido as vezes a alma,
ella fez-me confidencial de que aproveitci-ine. c ditv-
ae-me palavras qne ronservei na memoria. O espi-
rilo he ludo, a materia aumente existe na apparen-
cia; o universo nao he lalve nutra Cenan senao um
onho de Dos ou uraa irradiarlo do verbo na iin-
mensidade. Tralo i minha voniade o corpo. paro
ou precipito a vida, detloco os senlidoa, supprimo
o eapaco, aniquilo a dor sem precisar de chlorofor-
mio, de ether ou de qualquer mitra droga ;......i lio.-
ca. Armado da voniade, es*a eleclricidade inlellec-
toal, vivifico ou fulmino. Nada he opaco para meu*
olho9; meu olhar alravessa ludo; vejo distincta-
menteas caas do pensamenlu, e assim como reflec-
lem-se os espectro* solares sobre um para-fgo, pos-
so faza-los passar pelo meu prisma inviiivel e forra-
dadas ays empregados dessas estaeea tem sido exe-
culadas corn inielhgencia a poiil'ualidade ; sesnudo
se eslas inalroeeSea c ordens (em produzulo cITeilos
ulcis ou perniciusos, e se apresentam irregularidades
e incoherencias era relacao ao .yilema geral do ser-
viro : terceiro, se os ditos empregados sao capazes
de preencher sua* respectivas fuucces, designando
os que devem aer substituidos, e informando escru-
pulosamente sobre ludo qne disser respeito a' exe-
cuco dos Irabalhos, e a' boa ordem, ecouomia e dis-
ciplina de laes eslabelecimentos.
O inemhro ou raembros eucarregados das referidas
comraisses apreientaro ao conselho relatnos cir-
cunstanciado* da. ob-ervurcie. a que derem lugar as
mspeccr.es que lizerem alim, de que se lomem
al medidas que parecerem convenientes.
Arl. 10. Os membros effectivos do conselho per-
ceberas como gratificarlo.
Os que forem militare, 200; mensaei alom dos
sidos das respectivas patentes.
Os paisanos 1:000-; annuaes.
O encarregado do delalhe do servit;o naval, oa con-
formidade do artigo 7. maii 500 mensaes.
losa refleclir-sesobre a tela branca do meu cerebro.
.Mas ludo isto he cousa ncuhuina a par dos prodigios
qoerazem certo yogl.ia da India chegados aosu- bracos, de suas rspaduas.e de seu peifo. O doror"ri-
premo grao do ascetismo. Nos ootros Europeos so-
mos mu levianos, mui dislrahidos, moi rutis, mili-
to amantes de nossa prisao de argila, para ahrir-lhe
largas jauellas para a elernidade e o infinito. En-
Iretanio lenho alcani;ado algn- resollados assaz ex-
traordinarios, como vossa excellencia vera'.
E o doulor Balthazar Cherbonneau eslendeu a mo
e ala.teu um reposleilo que techas a urna especie de
alcova pralicada no fundo da sala.
A' clandade de urna luz de espirito de vinho, que
oscllava sobre orna Iripeca de bronze, o conde Olaf lenha derramado era
Labinski vio um espectculo qoe o fez estremecer
apezar de sua bravura, lima mesa de marmore
preto aapporlava o corpo de um rapaz nu al a' cin-
tura, qaeeooservava immobilidade cadavrica ; des-
so corpo cravad i de Trechas, como o de San Sebas-
li3o, nao corra urna golta de sangue ; pareca urna
imagen) de inarlvr colorida, na qual se liulia esqut-
eido de tingir cun cinabrio os labios das feridas.
Este terrivel medico, dase o conde coinsigo,
he tal vez adorador de Sltiva, e sarrilicou esta victima
ao aeu idolu.
Gumpre, pois, que Vmc. convoque immediala-
menlo i mesa, e ponha em deliberarlo a convm
continuar desde logo a eleicao ou adia-la para o do-
mingo prximo, 11 do con me, ou para outro que
for maia proprio, parecendo-me preferivel o prazo
menos longo.
Se j se houverem retirado as pessoas qoe tenliam
de votar, sera conveniente espacar o dia da eleicao,
de modo que haja lempo de se fazer conheeer sse
da a lodus os inlereasados, pur meio de ediiaes- que
se deverao aduar nos lugares do costume, na cou-
lormid.nle do citado artigo to.
Previno a Vmc. de que uo mesmo senlido ollicio
aos membros da mesa que se dingiram a mira sobre
o mesmo objecto.
Espero que Vmc. proceder nesse negocio com
(oda a prudencia e moderaran, abslendo-se de em-
pregar qualquer meio que possa agitar os eapirilos,
perturbar a eleicao, ou excitar receios de se querer
comprimir a liberdade de voto.
DitoAos membros da mesa parochial da fregue-
zia de llambe.Acabo de ler o oflicio de !l do cor-
rente, em que Vmc. me rummunuam que o juiz de
paz, prndente da mesa parochial, suspender os ira-
balboi da eleijao, e pedera providencias a lerae-
tliante respeito.
A' vista da disposicao do artigo 60 da lei de 19
de agoslo de 1816 nocompelia a quellefunccionario
lomar por.fi sua deliberarao de suspeuder uu adiar
a eleirao, pois lal deCiiOo perlencia mesa, que le
aehava installada.
O fado de se retirar o presidenle nao inhiba a
mesa de proseguir nos respectivos Irabalhos, chaman-
do para presid la o juiz de paz mais votado que po-
desse comparecer.
Cumpre, pois, que a mesa se rena, anda que el-
le a nao convoque, e lhe d aviso para que a va
presidir : mas se elle se recusar a isso, deve a mesa
ofliciar aojuiz de paz que se lhe seguir em votos,
alim de que elle lome a direccao do processo elei-
loral.
podido ser bello, eslava eurugado, c as destruiroes
do lempo liam-se no contorno emmagrecido de a'eu*
vez de proscguirem desdo j no.proee.so
> mes. espacem a eleicao para o domin...
parecer mais proprio, pr.ferindoo prazo meno. lon-
go, com tanto que e* dia seja aununcia.lu por edi-
ta*, que se devem aflixar com antecedencia no lo-
gare, do cosame.
Gumpre-rue prevenir a Vmcs. qae acabo de Irn-
millir as precisas inatrucre as autoridades compe-
tentes dessa comarca, para qoe. entregando o eoor-
gn alim de mjuler a ordem publica garantir a re-
golanlade na eleicao, procurem a.sim evitar nova-
scenas desagradaveis qae o espirito* larbalento-
queiram por ventora provocar.
-.5*-^* SU. j,edr0 J***" ,Vei Ara.j.
u-lirao.Antes de receber a sua participara de lo
do corrente, ja cu havia dado as necesaria- inslnac-
Cues para se proceder a eleicao de juizei de paz
vereadores qu ficra interrompida no dia 7 du cor
rente. A mesa parochial de Sanio Anta, mama-
do por meio de edilaes novo dia para e-xa otearas,
everceu urna altribuico qoe lhe he gxdmcjy jj
porem algoma irregularida.le se dea em qaalqaer
<"as pnasesdo processo eleiloral. ella lera no tan.
lou subre ella, com iulrn.ida.lc toas pupillas azues,
durante alguns minulos, as finitas alteradas resta-
beleceram-se, o seio recobran a pureza virginal
urna carne alva e asselinada subsiiluio a magrem do
cutio, as faces arredondaram-se, e tomaran) toda a
lres:urada mocidade ; os olhos abriram-se brilhan-
les; a mascara da velhice, sendo lirada como por
magia, deixou ver a bella moca desauparecida de-de
inuilo lempo.
Cr vossa excellencia que a fonlc da juventud.;
tilia derramado em alguma parle loa* aguas mi-
lagrotai'.' disse o doulor ao cuu.le, o qual eslava es-
tupefacto por essa transiorm.ir.io. Eu o creio, por-
que o hornera nao inventa nada, e cada aonbo seu
he urna adevinliaco ou orna lerabranra. Mas aban-
donemos esta forma um instante refeita pela minha
voniade, c consonemos aquella rapariga que .lili
dorme tranquillamanle. Interrogue-a ella sabe
mais do que as Pvlhias e asSihvllai. Pode envia'-h
a um de seus sete caslellos da Bohemia, perguular-
eleiloral, ella era em lempo
opportuno apreciada pelo governo, podendo entre-
tanto as pessoas mleressada* prora I pelo ntn,
curiae, e solicitar o remedio que a lei eitabeler
para casos laes.
. "l.,0~Aos membro* da mesa parochial da fregm-
zia de taquanlinga. Acenso receido o oflicio de
.de setembro, em que Vmcs. me eomraeaieaaa
Oue, lehx Goneia de Quciraz, f.'ra, ha 16 aeaao*
pronunciado em crime de tentativa de roerle na co-
marca do Brejo, e que depois disto, no anno da 1852
saliira eleilo juiz de paz mais voladodessa fregn
de laqoariliuga ; mas que, descuberto o sen erioae
em I8.w, perdeu ella o cargo de suhdelegado, e re-
colhendo-se depois ca leu do Brejo obteve nteo. a
obaoinlona, e na qualidade de jan de paz ma.- vola-
do apresen looe para presidir as cleic.de de 7 de se-
tembro.
Em seguida Vmc. referem a repugnancia da eaesa
parochial. em reconhecer n -lie o direilo de prend-la,
e me pedem que, decidindo esta qoettao. d aa aa-
cessanas providencial acerca da continuarlo do pro.
cesso eleiloral. ^^ "
Em respeta lenho a declarar que, haveado ees*
|oiz (tercido as funeces da sen cargo, mesar no
lempo era que se aehava debaixo de suspeila de
criminalidade, nao deve agora ser privado da prere-
galiva que lhe foi conferida por ama eleicao, princi-
palmente quando a soa innocencia j acacha reeo-
nhecida pela Moteara, que julgou improcedente a
motivo da pronuncia, e quando a lei regalamoaler
de lil de agoato de 1816 e aa deciies do governo Im-
perial moslram o maior escrpulo em garantir di-
reccao dos Irabalhos eleitoraes ao jaiz da paz ma
volado, declarando at qae n*o poda di ser privad
desse direilo, anda que arlaalmente se ach pro-
nunciadu nu tospenso.
Compelindo pois ao dilo Correia presidir a mesa
vou ja ofllciar-lhe, rerommendando qne, no caro de
nao tersilo ella in.lallada, convoqee-a para preoe-
gor em seas Irabalhos no domingo que for mais pro-
prio, preferindo o prazo menos longo, comanlo que
da bocela incrustada de ncar e de prala, ceta d.a-
ve micro-copira trazia snspena ao pesco, o iar nm
bello cordao de Veoeza. pew.o per om
,J1!' Bal,.ham cl'rbuonean, qtta era harnea, de
licdo.vendooembaraco do conde, nao MR*, e
conduzo-o urna mea ,bre a qual bav.a m co-
po de agua pura como diamante.
i ~ Sem "J*M" VOM* evcellenri lera oovido tal-
ar do espdho mgico, em que Mephi-lophde* aaw-
irou a I ausl a imagem de Helena ; sem ter pe* del
cavallo as minhas mria* de sed, c dua* pennaa OV
gallo nn chapeo, posso rcrreia-lo rom ene prodicn
innocente. Iniline-se sobre ete copo, e caide lir-
memente n.i pessoa qoe draeja fazer apparecer ; vi-
va ou murta, prxima ou ala-la la. ella vira aova
chamada, do lim do mondo ou dai profendeut da
historia.
O conde inclinou-ae sobre o copo, cuja a"Oa por-
lurbou ae loga a sua visla. a tnmou a cor de pala,
como se akuem lhe tivease deilado ama gola de oa-
aencia ; nu, circulo de bellas core* corooo a borda
Oh elle nj sollre nada, toque-o sera receio, i de ura segund
nenhum mu-culo de sua lace se muver.
E n doulor lirava-lhe as frechas do corpo, como
mi tiran allnetes de urna almul'a bnlii.
AIkous rpidos moviiuenlos de maos livraram u
paciente da rede de diluvios que o prenda, c elle
disperlou leudo o sorriso do exlase nos labio- como
quein ar,n.I ua de um sonho delicioso. Mr. Bal-
bazar Cherbonneau dapedio-o cora ura gesto, e el-
lo lelirou-sc por urna portinlia aberla no forro da
alcova.
.eoqueencerra amis secreta de suas cvela* ; *y JnWRWRRtR < qu.dro qae j. se eibocave
ella tli o dir, puis n,io sera preciso sua alma mal ,ll'llllvodc ",n ""vemcsbranlliiicada.
para fazer a viagem ; cousa ali .-
pouco ao.prendora, porque a eleclricidade per-
corre setenta mil legoas no nies.no lempo, e i. elec-
lricidade est paia o pei.samcnlo a-sim como a car-
ruagem de aluguel para o aagon. D-lhc a m.io
, para pr-aeem rel..c.,u com ella ;, ,er mi.ler
formular sua prgula ; ella a ler., cm seu espi-
, nto.
A rapariga com voz sem expreo.rnnio a de una
alma do outro inundo, responden inlerrogarao
,. i meutal do conde :
braTosLrnte olan"--"! Uma PC,"a.UU "'" "~ ^'o^frezioho de cedro ha urna purera de
vendos*, sVu.., %Vf ^i''ri'0U ,1'",,,0r 'T """ caberla de arda lina, sobre a qual ve-^ ,
vendo su- ruga* era forma de snrnao, nao o hz marca de um nenuenn ni. a
porque nao posso crear, e porque o liomem Infe- v ,1 Isleo pe.
la.ata. ul____, _- .*!TH. """-"i, une- iv.lo responden itislamenle disseodoo
nao poa*o crear, posa,, remorar.
F. lirn o vtioque colina ma mnllier idosa mag-
nticamente adormecida sobre uma poltrona, perto
da mesa de marmore prtlo ; seu rosto, que liuha
doolor ro-
a *om-
Vivo r itI,..i cobro a- lace, do conde. Gom elleilo
no* primeiros lempos de seu amor, elle lirava em
ama ra de um parque a marra de um paaso de
J'rascovia, e guardava-a como reliquia em uma Im-
MUTO-DtT
A netna cli*poU-se. Lraa mullter mora, vestida
de roup.i, adornado d* rendas, de olhoida ci ver-
de mar. deabeUei louro-, cre*po, ddxando rorree
como dua* horbolelas branra* tea. n.ao* di.lrahida-
-obre o marlim do teclado, desenhou-w. bem como
em um e.pelho, n fundo da agaa. com nerfaira.
I .o maravilh..-., qu8 tena le.lo mere, de deMapVo
a lodos o. pintores era Prascovia I .l.iii.L, a anal
era o saber, obedeca .1 evocaco apaitonada do
conde.
Agora pas-emo. a nuli.i ronaa man canosa, dis-
se o doulor lomando a m.io do ende, e pondo-a so-
bre ama daa baaleaa da ferro do vaso de cobre.
Apena* Olaf locoa o metal rirregadn de magne-
tismo, eahio como fulminado.
Odoator tomou-u no* bracos, levanlna-o
uma peona, colloroa-o sobre nm tul., tocen a,i
painha, e diaie ao servo qne appareceo parla.
V chamar a senhor Octavio de Sevilla.
i,Contin*er-i-h*.i




D'/IO DE PtRJiSUCO S Bi O -O BE SETIMBHO II ISS6
se inuilnrje por meiu *., para couUeciiiienlo de lodo* o interesado?.
Se purvm a Btst'tflo cheaou a ser iiiHtall.i(la,rum-
pto que Vine*, de acconto cum o referido juiz '. Nuslc seulido se nlliciou ao jui/. municipal1, e remel-
eu-9i! copia do ollicio cima cmara municipal e
ao juiz de paz pmrideote da mesa parocliial, para
observar as nisirucc"" nelle cuntida.*.
12-
OlUcioAo joix MN recebido o uflieio de 4 do correnle.em que Vmc.
me communica, que anda nao se poda reunir a c-
mara municipal de Kanpiro*, para deferir juramen-
to au juiz de paz maii volado da freguezia d'Aaua-
Prela.
Cumpre antes de ludo que Vmc. etamine cuida-
dosamente as causas da omis-ao que l*m havido da
paite dosmerahros da cmara ; logo que chegar a
c'un eher suspeilss vehementes, de que ellos sao ne-
-li-'nli's no cumprimenlode seas deveres ou obrara
de ma fe, levadoi por algum mnlivo reprovado, con-
vir:i enlao que a promoloria publica, comqiiem Vmc.
se entender a semelhaule respeilo, Irale de promo-
ver na forma da lei a responsabilidade doi queo me-
rece m.
Ero (odo u caso devo ser informado do estado des-
se negocio, das circumslaueas que occorrerem e do
resaltada das avehuuaces a que so proceder.
No ollicio que aqu junto por copia, Vmc. ver
as providencias que doo, para que a cmara se re-
na iiii tuda a brevidade possivel.
Quaolo ultima parte da soa communicorao de 4
do correle, tenho a derlarar-lhe que, se o juiz de
pat d'Agua Prela eterceu como supplente o lugar
de juiz municipal quando, j se achava eleito jniz de
pat, lie fora de duvida que perdeu este ollimo car-
go, ein face das le muanles decises do governo im-
perial.
Incumbe porm i cmara municipal eliminar da
lista de juizes de paz (os individuos que estiverem
nenie caso, ou que houverem aceitado qualquer ou-
Iro cargo incompalivel coin o de juiz de paz, segun-
do dispe u aviso de :i de oulubro de 1 s7 no S .)."
Olliciou-se i cmara no mesmo scolido.
DitoAo juiz de paz e mesa parocliial d'Agua
Frea.lins 27 cidadios dessa parochia, me diri-
giram uina representado, datada de 7 de selem-
hro, representando sobre o modo porque ah se tem
portado Vmc. e a mesa parochial as preseutes elei-
'.es. Cmncc un por nutar irregularidades no mo-
do porque fui feila a qualifieaoao dos volantes. Nes-
la parle, porm, no pudem ser allendidos por mim,
porijue ndo he lempo de examinar essa queslo.
Deviam ler usado em lempo dos recursos que a le
lamiia, e se estes eram negados deviam representar
enlao e Oilo usura.
'.i unto lista dos votantes, porlanlo, nao lenlio
inais do que repetir a Vmcs. as racoinmeiidacet i
taitas pura que ludo eja legal. Kepresenlan, po-
rm. anida esses cidadilos, que na occasio em que
deviam cornear os Iraballios eleiloraes, foi pelo juiz
le paz declarado que deitava de liaver eleicAo por
falla de livro era que se lanrnssem as acias, assim
como por n3o liaver mesa, papel, pennas e tinta, a
cuja declararlo Indos se retiraran).
NAo podendo crer que um 1.1o grande escndalo te-
lilla lido lugar, ii.io devendo acreditar spelo dilude
parles, lalvcz inleressadas, que Vmcs.levassem a es-
se poni espirito faccioso e o desprezo de deveres
sagrados, tenho a recommeudar-lhes que, se por
qualquer mulivo nao leve lugar a elcicao no dia 7
iln correle, seja para ella marcado um outro dia.
atinado por edilaes. em lempo de ser conbecido em
toda a parochia ; que se nAo licaram concluidas to-
das as operares necessarias praa qualilicacao des-
le anuo, se observe o queja tenho ordenado, isto
he, se recorra a lista do auno passado.No mesmo
sseillde a cmara municipal, ao delegado, ao juiz
municipal e a Jo3o David Madureira e mais signa-
tarios da representarlo.
DitoAo presidente da cmara municipal de Bar-
reiros.Conslando-me que a cmara desse munici-
pio tem deiado de reunir-se, mostrando coin i-so a
maiscensoravel indiflerenca pelo bein dos seus rao-
iieipes, e dando lugar a que al lioje nAo estojara
anida juramentados os jnizes de paz da freguezia de A-
uua-Preta, com grave detrimento do servido publico;
compre que Vmc, de conformidade com o avio de
11 de oulubro de I8.2, convoque a lodos os veiea-
dores para se reonirem em sessao, no dia mais pr-
ximo que for possivel, e se o nnmero dos qoe com-
parecern) nAo for suflicienle para liaver sesillo,
Vine, convocar supplente* pira completar o nu-
mero legal, como dispe o artigo 28 do regiment
das cmaras, e impura mullas a ludos os vrreado-
rei i. supplentes qoe faltaren! sem impedimento
justo, dando ;i promoloria puhlica da comarca do
Kio-l"ormoso urna parle clrcumslanciada do que
orcorrer, afim de ler lugar na forma da lei o pro-
re I Menlo criminal contra us que so mostrarem ne-
gligentes e omissos.
DiloA' cmara municipal de Barrciros.Com-
pre que Vmcs. quanto antes presten) juramento ao
juiz de paz mais volado da rreguezia de Agua-I're-
la, ilini de que elle etrea no processo eleiloral
as altrhuc.6es que por llic competem. Se porein
me, em cousequencu do disposlo no aviso de ti
de onlohro de 1817, houverem de eliminar do lisia o
referido juiz, por ler ello, segundo me consta, eier-
rido coinu supplenle o lugar de juiz municipal,
ti, irlo ja se achava eleito juiz de paz, convira que
nesle caso deem as necessarias provideucius, alim de
ser chamado para substitui-lo aquelle que llie for
iminediato em votos.
Ucnlares,visto ser inconveniente .lislrnliir-sv lanas 'ei citada, e nessa da |ir.ire la a eleiro, que sesui- nitros a limpezn dos nuarleis nraca ou regiment.
n > > r r,'. ,,..!,. n ,,, ,,,, ...... .1 ..< ...... I.. .. .. _! < .. '' ....
vezes do Gymna/.io os dous professores examinado-
res, que devcnio servir someiitu no e\ame de liulii-
litafo dos profesoras pblicos, que designa os pro-
fesores padre Vicente Ferreira de Sinueira Vare-
jao, .los Joaquina Xavier Sobrara, e para sobs-
tuir a esies Jcaquim Aniouio de Casiro Nunes.
DiloAo juiz de paz presdeme da juma qna-
lilicidora da freguezia do F.x, commnnicando ler
recebido a lisia dos cidadios qualilicados volantes
da mesilla freguezia.
Dilo(Circular) Aos juizes de paz mais votados
do 1\ dislricto'de cada urna das fieguezias da pro-
vincia.Remello Vmr. o incluso exemplar da lei
n. 812 de 19 de setembro de 1835 c do decreto
n. 1812 de 23 de agoslo ultimo conlendo inslruc-
coes para execucao damesma lei.aftm de qiiejponlia
em pr tica as suas disposiees na parle que llie com-
petir.
DiloAo presdeme e vereadores da cmara
municipal de OlindaAecuso roasbiiln o oflicio
que Vmcs. me dirigirn) em 8 deagosio ultimo,(a-
zendo ver osinconvenieniesqua resoltan da mu-
daoea da barreta da ponte da Tacaruna para a es-
trada do I'iza, e que Vmcs. consideran! vexatorio
para os habitantes dessa cidade, os quaes ficam des-
te modo sujeilos ao gravoso onus do pedagio, vis-
to que a referida barreira sendo construida no
meio de uina ra, iraz a confusao dosconlribiiinles
com os que nao o deven) ser.
lelerniiuadu na !ei. Ena cada um dosresperlivos' pro-cessos Conlir-
inf.onie cirruinslanriaila- niara a senlenca do roii*elho de guerra e maudara
que ella se
enlao o mais que esti
Convrn que Vmci, m
monta e rom toda a clareza
I. Porque motivo* se nao reuni a junta qoalili- I
colora na turnia detenniuada no ait. 2 .la lei ci- |
lula :
1. Se DO dia 7 do coi rente 00 em nutro qualquer i
lluuve eleicfio de juiz de paz c vereadores na fre-
guezia desc inonicipio, e, no raso negativo, qoe
providencias deram Vmcs., ou os joizes de paz a
quem competa a presidencia das mesas parocluaes,
c porque motivos deizou de ler lugar a eleicAo :
:l. Se essa cmara, na conformidade do viso do
I. de fevereiro de IS7 5 i., expedio as couvenien-
les ordens para a reuoiao do conselho municipal de
recurso, rcinellemlo-lh copia authenlica das acias
das elelCjOM de eleilorrs :
'i. Em que se fundou para ordenar essa reuoiao
intM de ler a junta de que trata o citado art. 22
tomado conhecimeuln das rcclamaces e denuncias
que Me fossem apte*enladas :
5. Se o juiz municipal competente cnuvucou o
conselho de recurso, e fez anuunciar por edilaes,
oilo dias aules pelo menus, o lugar publico da sua
reunio :
ti. t.luanlos dias funcciouou o mesmo conselho, e
que recursos den provimeiilo :
7. Qm pessoas nzttam parle ilelle e com que di-
reitu :
8. traaos as causas porque elle n.lo proseguio em
seus irabalhos.
DiloA' mesma.Acenso recebido o ollicio de !l
do crrenle, em que Vmcs. me consultan! :
1. Se o labelliao de nulas sendo ojuizdepaz
mais volado, pode presidir a clonan
2. Qaal maneira de seren conslransidos a nfio
presidirera a elcicao, no caso de persistencia em
Km resposia lenlio a dizer a Vmcs., que hejpor! querer faze-lo ;
ordeni desle governo que o arrctnalanlc da referida i '" ^aai a medida que convm tomar, se por ven-
barreira est cITecluando a mudanca delta para a !'!" '-'"i* !".la ".c,lm^ ?' P*J* ...t. i. Itr.. i j "ucasao passada, nao liuuver ooira lisia senfio a que
eslrada do Pisa, ponto esto que longo de ser urna fK acha escripia nu hvru da qualilicorao reeoHiido
ra, como asseveratn Vmcs., faz parle da estrada "o archivo da cmara municipal ;
do norlc, e ainda quando o fosse, nao seria islo ra- ^ cam3ra Jaw mandar entregar n livro ao
jui/ de paz para tirar copia, pela qual se tem de fa-
zer a chamada ; perantc quem se deve lirar essa
compra.
Sala das sesses da junta de juslica militar em i
de setembro de 18-Vi.S. de Macado.Vigueiredu.
I.aiueiiba Lins.algneiro.Telles.Valle.
Companhia it \arhficn.
lien, soldado Manuel luuacio. Sentenciado no
couselhu de guerra como incorso no arl. 2o do titulo
i das deserees imples, da ordenanza de *.l de
abril de 180,*>, ao perdimenlo do lempo anteriormen-
te servido c a i inezes de prisu, fazendo o serviro
que Ihe pertancer, indo a esquadra do ensino nos
dias de folga.
r.onfirniam a sculenra |do conselho de guerra c
maudam qoe ella se execule.
Sala das sessoes ta junta de Justina mililar em
i de setembro de ISti.S. de.Maredo.Figueredo,
I.amenba Lins.Salgoeiro. Iclles.Valle.
I'andido I.ent ferreira.
CapilAo ajodante d'ordeus.
ADUU.IO.NAL A DEN. 331.
faz certo para os lins convenientes,que o Sr. secan-
do cirurgiao llr. Kozendo Aprigio Pereira tiuima-
rAes cuuliuuou por n. menean do respectivo Sr. de-
legado a servir no hospital regimenlal, nao obstan-
te 1er cessado o impedimento do Sr. secundo cirur-
giao Dr. -Mi-iicl Joaquim de Castro Slasrarenhas,
que pastar a servir no dcimo batalllo de iufanla-
ria, revertendo para o servico do segundo da mesma
arma o Sr. segundo eirnntMo cima menciunadn.
O Sr. nutra tiorba falla contra as emendas.
(' .Sr. h'iiiurira de Mcll'i oceupa a Iribuna, e fal-
la sobre o mesmo assumpto.
Poslos i votarn o projecto e as emendas, he a-
quelle approvado, com a emenda do Sr. Araojo i-i-
ma, sendo rejeilada a emenda do Sr. Paula Haptisl.i.
Pattaodo, pois, para a lereoira discas^Ao, he re-
mettida o coinuiissAo de inslruccau para redigi-lo
conforme o vencido.
O Sr. Paula (andido pede dispensa do intersti-
cio, alim de que entre o piujeclo na ordim do dia if>.
Me approvado.
Entra em segunda disrns-in o projecto n. ili des-
le annn, qoe apprnva o subsidio addicional concedi-
do para a navegacAo a vapor enlre o porlo do Itio de
Janeiro e o de Saua-Cathaiiua e intermedios.
O Sr. Figurira de Mello falla contra o projeclo.
A discussAo licoo adiada pela hora.
SECUNDA I'AKTE.
Tendo o Sr. Ilorla na sessAo autecedeolc pedido o
encerramenlo dadiscussilo rio oreeinenlu da juslica,
assim he vencido, e o orcamenio he approvado com
todas as emendas, menos a do Sr. I). Francisco, cer-
ca do augmento da cralificscao dos procuradores da
corea da Itahia, Pernamhuro e Maralo.
Enlra ilepm- em discussAo a proposla do governo,
que fu a desposa e urja a receila do ministerio dos
eslranzeiros.
He approvada sem discussao.
O Sr. Pauta Candido requeren urgencia para en-
Irar logo em discnssAu o orrainenlo da mariiiha.
Assim se vence.
O Sr. Figurira d'- Mello pede a palavra, e pro-
; da Mello.
Piulo.
lio para que se removesse d'alli a barreira, Islo
que ellas se levantam al dentro das cidades, como
acontece por loda a parle, onde lia ponles em que
se paga pedagio.
Nao pagando pedagio os pees, e cobrando-se
co,iia, ou se compete a cmara reinctle-la.
Em rpenla ruinpre-mc dizer-lhes :
I., que leudo o aviso de II de marco de 18.17
declarado, que o individuo que serve ollicio de
| tabelllo, ou qualquer oolro empregn de juslica,
, _.--------. ., ., ------- ^...,...^ ,-,,^. ,
esse imposto somenlc ilos que passam a carro ou a deve-se excusar do cargo de juiz de paz. que nao se
cu alio, nao vera elle a pesar sobre as pessoas que i no,le "creer conjunei.imenle com aquelles, devia
morando no Pia mi n n rrnml.i.,ln iMihatn d.. ir I *ssa 'amara, na conformidade do aviso de 11 do
buscar
Fica sob entendida que os facultativos militares sao la'la conlra o proredimentu da cmara em approvar
considerados addidos nos corpos onde \ao servir : e semelhaule urgencia, e conclue pediudo o adiamen-
couseguinlemenle desligados, quando removidos pa- ,0 cla discussao ale amanhAa.
U adiaiuenlo n.lo he appnrvado.
O Sr. Paula Candido, sem entrar na materia do
orcamenlo, responde ao precedente orador. .
O Sr. Ministro da Marinha responde Inmbem ao
Sr. l-igueira de Mello repcllindoalgumasde suas pa-
lavras, qoe parereram revelar que o ministro receia-
mappa de exportacAo da aifa'ndeza desla provincia, discussao, e que por isso (ora requerida a ur-
que tem de ser remellido para a corle, de confurnii-' encia para a diicussn do orcameoto. Diz o Sr. mi-
dade com as ordens imperiaes. nislro o que hnnvera a tal respailo : que estando por
Jof Joaquim Coelho. acaso P's"le. fora convidado pelo Sr. presidente
. c j para esla discussao, a que nAo se podia uegar, por
i'i r>A nn v > : isso que era trabalho seu, eji esludado.
UnUhal IlU DA N. 332. Tomam ainda paite na discossAo o Sr. Carneiro
Olilm. e E\a. St. marechal de campo .lose d Campos a Zacaras. O Sr. minislro da marinha
Joaquim Coelho cotntnandanie das armas, manda 'I1"1"1 discurso desie ultimo orador, e a discus
.i_,i____ ,. .,, sao tica adala pela hora.
declarar, que no da 13 do crtenle fez sua aprc- o Sr. presidente, levantando a sessAo, d.-i para
scnlano no quartel general vindo da comarca de. OKDEM IH) DIA 1(>.
ra oulros. Faz igualmente cerlo, que o Sr. alferes
do 1 halalhdo de inl'anlaria da guarda nacional des-
le municipio Manoel Comes de S foi honlem, em
virlude de ordem da presidencia, cornmonicada em
ollicio datado de Ili do correnle, mandado dispen-
sar do aquarlclameuto em quanlo lira a limpo o
T'nenle Joo Carneiro Leilao de Mello. 10:1
Jl.ijor Aotoiiin l.nureoeo lav tres. 102
DEM PARA VEREADORES.
Ossenhores: VolM-
lente coronel Manoel Joaquim do Ileso Al-
buquerque. \\>y
|)r. Anlomo dos Sanios de Siqueira Cavalcanii. 1188
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Professor publico Antonio Pedro de Figaei-
redo.
Teneute coronel RodolphoJoo* Barata de Al-
meida.
Pliarmaceutico Jos Mara Freir (iameiro.
Dr. Ignacio ^erJ da Fonseca.
Empregado publico Smpliciofj
M.'ijor Caslavo Jos do Kego.
l'liarmaceolico Joaquim de Almcida
I'are Francisco Penlo Duarte.
Teneute coronel Jo.lo Valentn) Villela.
Dr. Manoel de Barros Brrelo.
Major Antonio Jos de Olvtira.
lente coronel Francisco Lu/.- Jlaciel Viano i.
Teneute coronel Joaquim Lucio Montairo da
Franca.
Negociante Antonio Valentim da Silva Barroca.
Proprielario Manoel do Nascimenlo da Cosa
Monleiro.
Cirurgigo Mignel Felicio da Silva.
Dr. Antonio Vicente do iVascimcnlo Feiloza.
Teneute coronel Justino Pereira de Farias.
Proprielario Francisco \ccioli Cuuveia Lins.
Tenente curunel Feliciano Joaquim dos Aanlos.
Jos Mamede Alves Ferreira.
Dr. Joaquim ric Aqoioo F'onseca.
Jos Marcelino Alves da Fonseca.
Manoel Francisro Coelho.
Dr. lata Franeisco Teixeira.
C^ommttttica&jjii.
mil res pela taita de or.lnrio privado, e camin...
para mesma viMla.qoandn a (..bella Ihe concede qoai...
mil res pela visita somtnte, e linalmei.la nao irnd..
acceilado a quanlia de .i n.il reta do pai de sssssa
nobenle, que Ihe enviara por ario de ama rada
l.hcacAo do seo Iraiulhn, por l.aver a-..|,d
celebrado em rasa de
matrimonio de sua 111,.
11921" residencia, por jalear se flendid.. pela reme~a ta.
Ida diminua qoantia. incompalivel com adiamdad.-
112:11 q por direilo Iha compela imaior fjaaalia auan
| do a tabella marea para os ceaesiMwiM raataa ata *
H70 casa as rregoexias do campo, qsutro mil res aos m.
7*7'rocho '
220
20 1
Oj
18
16
15
13
12
11
10
9
9
9
8
15
OflicioAo Exm. e Kvm. Sr. bispo diocesano,
remoliendo copia do ofliciodo>egentedo recolliimen-
lo da villa de Iguatass, declarando que os Africa-
nos livres ompregadas no servico daquelle recollii-
mento tem sido regularmente instruidos nadoutrina
rhiistaae se acham ja lia plisados.
Dilo Ao conselheiro presidenle da relcao,
i'otnmunicando para seu coDliecimemo, liaver par-
ticipado o juiz municipal c de orphaos do termo
do Bonito, baeharel Delphino Augusto Cavalcanii,
lar no dia 2 dos crreme assurqido, como segun-
do substituto, as funeces de juiz de direilo daquol-
la comarca, por liaver o proprielario entrado no
gozo da licenca que Ihe foi concedida.Communi-
i'u-se a iesouraria do fazenda.
Dito Ao mesmo participando ler o jniz dos
ledos da fazenda desla cidade passado o exer-
cicio de sen cargo ao seu substituto, por se achar
lente.Communicou-se ao inspector da tliesou-
raria de fazenda.
Hilo Ao inspeclorda,iltesouraria de fazenda,
rcsiituindo osdocumentos que vieram annexas a
urna informacao de S. S., sob n. 56t>, relativos ao
pigamenio que pede .Io.o Carlos Augusto da Sil-
va, da quantia da 2845103 rs.que despendeu com
0 fornecimenlo decomedorias a 2 guardas da pro-
vedoria do porlo, c 7 pncaa de pre, que seguiram
para a ilha de Santo Aleixo ; e recommoiidanJo
que mande eliecluar esse pagamento, no caso de es-
lar nos trraos legaes.
Dito Ao presidente do conselho administra-
tivo, declarando que em vista do disposlu no aviso
da reparticao da guerra de 17 de marco de 1853 ,e
do que informou o inspector da tlesouraria de
fazenda no oflicio que remeileu por copia, nao deve
o conselho adminislraciivo prescindir da interfe-
rencia ou comparecimento do procurador fiscal da
mesma ihcsouraria, nos casos previstos dos anigos
15 e 16 do regulamenlo de 14 de dezembro de
1852.
Officiou-se nesse sentido a ihesouraria de fa-
inada.
Dilo Ao director do arsenal de guerra, com-
municando ficar inleirado de baver Smc. con-
tratado com os frotadores do brigue nacional Bom
lesus, pela quantia de 8208 rs., a conducho dos
ofliciaes, pracas de prel e gencios destinados ao
presidio do Fernando.Communicou-se lliesou-
raria de fazenda.
Dito (Circular1) Aos juizes de direitoda pro-
vincia. Para que cu possa cumplir as ordens in-
penaes, comvem que Vine, examinando por si e
fazendo examinar peloajuizM municipaes o map-
pa dos ofllcios de justc,a dessa comarca, cxlrahido
do quadro geral aprescniadoesie anno ao corpa le-
gislativo, remella com loda a brevidade outro map-
pa semelliante, addicionando-lhc as alteraces que
houverem ccorrido, as observar/es que Ihe p3re-
cerem convenientes, e notando quaes quer erros ou
inexaclidi~>es que encontrar. Se nem urna allera-
rao ou observacao liouver a fazer, Vmc. dar parte
disto mesmo a esle governo com a urgencia que
mulo Ihe recommendo.
Dilo Ao director das obras publicas.Ac-
i;uso recebido o seu olTicio de 12 do correte .sob
n. 287, a que veiu annexa urna copia do que Ihe
dirigi o cngenheiro.Milet narrando as circumsian-
ciai que se deram na oocasiao de se litar madeiras
as maltas do engenhg Estivas para a ponle de Ma
murabinha, eem resposa tenho a dizer que procure
Vmc. saber do dilo engenheiro so continua a encon-
trar dilllculdades na exlracc.ao de taes madeiras,
quaes ellas sejam, poslas por quem, e quaes os
ineios de remove-las.
DitoAo inspector da ihcsouraria provincias,
para que de conformidade com o que requisiloii o
director das obras publicas cm oflicio sob n. 288,
mande por em hasta publica as obras do emoedra-
menlo de !!>. c 21-. laos da eslrada da Victo-
ria visto assim ronvirao transito publico. Olliciou-
se ao director das obras publicas.
DitoAo director gertl da inslrucgao puhlica,
declarando, em resposa a su ollicio de 12 do cor-
renle, em que pede o normaran de 2 professores
pblicos de inslruccao primaria para servirem de
examinadores as provas de habililacaoaque n,i for-
ma da lei tem de submeltrem-se osprofessores par-
ra
tribu
Ollicio Ao Exm. conselheiro presidenle da re-
tacan, inleiraudo-u de havero juiz de direitodu IJre-
jo participado,que no dia 2 lecer o joiz municipal e de orplolos daquelle lenno,
bach.rel .Manoel de Alhuquerque Machado.Ifiual
communicacao se fez a Ihesouraria da fazenda.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
resliluindn-lhe a requerimento em que .linio Paulo
de Souza pede se Ihe passe litulo de aforameulo do
terreno de marinha na ra Imperial, em o qual se a-
cha edificada una sua casa terrea, alim de que a-
quella Ihesouraria proceda a respeilo dessa prelen-
cao, de conformidade com a sua informacao de ti
do correnle, numero 580.
Dilo Ao mesmo, aulorisamlo-o a mandar pas-
tar a Saiotuano Angosto Pimeula de Sonsa Peres,
lilil*, de terreno, de queja se acha de posse na ra
da Praia de Sania Rita, constante do requeriinenlo
e mais papis que se Ihe devolve.
Dilo Ao mesmo. devolveodu os papis que vie-
ram annexos a' sna nn.nnacui de hoolem, relativos
ao terreno de marinha no Forte rio Mallos, perten-
cente aos herdeirns de Joilo Maria Seve, e autorisan-
du-o a proceder a respeilo do mencionado terreno
de conformidade cnin o parecer do secundo lente
Antonio Eivdio da Silva, de qua se Ihe remelle
cupia.
Dilo Ao mesmo, autorsan,)n-n a proceder a
respeilo do requeriinenlo que devolve, no qual Jos
Itaplista da Fonseca Jnior pede lilolo de afuramen-
10 de um terreno de marinha, que se acha desuado
para urna Iravessa projeelada na ra da Praia de
Santa Hita, de conformidade com o parecer junto
por copia do segundo lenle Antonio Fus dio da
Silva, vislo n.lo ser o mesmo terreno mais "preciso
para o lim a qoe se desuara, segunda consta da n-
Inrinaeao .I i cmara municipal desla cidade, de que
lamhern se remelle copia.
Dilo Ao dircelor do arsenal de suerra, recom-
mendando-lhe que contrate com os fretadores do hri-
gue nacional aBota Jess, a conducejo das pracas e
mais uhjeelos mencionado- na relacao inclusa, os
quaes devein ser enviados ao presidio de Femando.
Dilo Ao juiz municipal do l.irnoeiro, para que,
loso que se lindar o prazu de que tratan) os artigo*
11 e |2 do decreto uninero 877 de :!() de a^oslo de
1851, remolla ,i jir.-i enca todas as peliroes dos pre-
lendeules ao ollicio de juslica que all se acha
vaso.
Dilo Ao juiz de paz do primeiro districto da
freguezia do Bonito. Convm que Vmc. me in-
forme circumslaociadaineute, e com loda a clareza :
primeiro, quaes os motivos porque nao se reuni a
junta revisara, na forma determinada no artigo 22
da lei de 1!) de agosto de 1811. ; segundo, se no da
7 do correnle, ou em oulro qualquer houve ou ii3o
el cica o para juizes de paz e vereadorls nessa paro-
chia, e, no caso negativa, que providencias den Vmc,
a por que causa deixou de ler lugar essa eleicdn.
laaal ao juiz de paz do primeiro districto da fregue-
zia de llezerros.
Dito Ao juiz municipal presidenle e memhros
do conselho municipal de recurso do Bonito.Con-
vm que Vmcs. me informum circumslauciadameute
e cum luda a clareza :
Primeiro. Qual o motivo porque esse conselho n.lo
se reuni no dia designado no artigo 36 da lei regu-
lamenlar de l'.i de agosto de I8(>.
Segundo. Se a cmara, na cunformidade do aviso
do !. de fevereiro de 1847, paragraphu h.', pe-
dio as convenientes ordens para a reuoiao do con-
selho, remetiendo.ihe copia authenlica das actas da
cleie.io de eleitures.
Terceiro. Se o juiz municipal competente convo-
cou-o, e fez annuuciar pur editaos, oilo dias aules
pelo menos, o lugar publico da sua reunio.
t^uarto. Quanlos das funcciouou o mesmo con-
selho, quaes os recursos de que loraou conhecimen-
lo, e se estes lu.un piimeirameulc apresenlados a'
junla revisora.de que Irala o artigo 22 da clada lei.
Qoinlo. Qoe pessoas o compozeram, e com que
direilo.
Sello. Quaes as causas porque elle nao proseguio
em seus Irahalhos.
Dilu Ao juiz de paz mais volado dn primeiro
dislriclo da freguezia do llrej... Accusu recebi-
do o ollicio de 8 do correnle, ein que V. 5. me de-
clara que suspendeu os Irabalhns da mesa parochial,
allegando ler a polica imposto urna chapa de l'eiru
ao povo.
.Nao posso deixar de considerar arbitrario e illeg.il
esse procedimenlo de V. S., c ria manira la mesa
parochial em interiomperem os Irahalhos da cleicin,
sem liaver um desses motivos extraordinarios qu'e o
podessem justificar peraole a lei. Qualquer que
fosse a interferencia da polica em manejos eleilo-
raes, nao poda islo dar lugar a que V. S. lomasse
urna medida de lamanha gravidade, a menos que
los-ein empregados ineios de violencia,que de algum
modo coarclassem a mesa no exercicio de suas func-
c/ies, o que na se depreiiei.de do oflicio de V. S.
Se a mesa ja eslava ialtllada quando furam in-
(errompidos otseus Irahalhos, couvem que ella pro-
ceda a elcicao no domingo mus prximo que for
possivel, devendo annuuciar esse dia por meio de
edilaes aflixados nos lugares do coslume, na confor-
midade do arligo 60 da lei regulamentar de 19 de a-
gostu de iVin.
Se, porm, a mesa nilo chegon a Inslallar-ae,com-
pele a V. S. designar ea dia pela maneira que tica
indicada, on dar aviso ao seo immedialo em volos
para que o faca, no caso de se achar V. S. impe-
dido.
Neste sentido v ou ofliciar i cmara municipal do
Brejo, e fazer as necessarias recommenriares. ao de-
legado e juiz de direilo daquella comarco, para que
procuren! evitar o emprego de qualquer meio ou
tentativa tendente a comprimir a lilicrd ule da vo-
l.Fez-se o demais expediente.
DiloA' enmara municipal do Bonito.Foram-
me entregues o* officios de 26 e 9 do correnle, em
que Vmcs. me communicam baver expedido as con-
vcnienles ordens aos juizes de paz das ditas paro-
chas desse municipio, alim de que para as cleicoes
de joizes de paz e vereadores fossem convocados os
cidadilos qualilicados no anuo antecedente, vislo co-
mo nao ficara rompido o processo da qoalilicaco
desle anno, por nao se ler reunido a janla reviso'ra,
e ler o conselho municipal de recurso funecinnado
um dia smenlo, rolo lomando conhecimeulo dos
recursos que se Ihe aprceolnram.
Bm seguida Vmcs. me consullam, sobre o que se
daver.i pralicar. pois que, lendo o joiz de paz de
Bezerros enmprido as ordens da cmara, acoulece
qaeo da freguezia do Itomlo se rerusou a faze-lo.
3., que no caso de nilo ter o juiz de paz em seu
poder a lisia da qnalilicacilu do anno passa lo, deve
a mesa parochial fazer a chamada por esse livro,
que di/.cm Vmcs. existir no archivo da cmara.
4., que para islo deve essa cmara fazer ctlrahir
do dilo livro um i copia, que, depois de conferida
com o original peanle o jui/. de paz e algum elei-
lor que nessa occasnio se achar prsenle, alim de se
evitar .qualquer duvida acerca de sua asaetidCo,
ser remedida ao mesmo juiz para ler o devido
elleilo.
PortaraConcedcnilo ao arrematante da obra do
S. lasco da eslrada da Escaria, Antonio dos Sanios
de Snu/.a I.cao. dous mezes de prurogacilo para con-
clusfio daqaella ob.a, a conlar*do dia" 11 de agosto
proximu lindo.
coraraajwdo das armas,
Quartel general do eommando das mas de
Pernambnco na eldad do Recite em II) da
setembro da 1856.
OltDE.M DO DIA N.33I.
O lllm. a Eioi.hr. marechal de campo Jos Joa-
quim Coelho. conJmandanle das armas, manda fazer'
pnhlico para conhecimenln da euaruicao e devido
elfeito.as sentenca^ proferiitas nos conseihosde guer-
ra e na junla de j
slica em os processos verbaes ins-
l.iuradosaos reos millares, abixo mencionados.
tjuarlo ha alU'ia de nrlilharia a pe.
Ito, sollado Da nio Jos Caelanu.Sentenciado
no conselho de gufrra como incursn nu arl. I das
deserees imples, da ordnanos de !) de abril de
18l).>, corrrbinado rom o arl. anicu das deserces
aggravadas por c rcumslancias, ao perdimenlo do
lampo onleriormei le servido e a i auno de Iraba-
lhos pblicos com lcela e cadeia delgada presa da
perna cintura, si m que seja permitlido prende-lo
a oulro.
Confirmam a sei lenca do conselho de guerra na
parte que consideriiu o crime commellido' pelo reo
ser de segunda riesjerc.in ; mas refonnam u mesma
senlenca na parle sm que a considerou aggravada,
vislo como da f de ollicio da defeza por escriplo n
folhas. e mais dos huios dao-se lautas circumslancias
atenuantes que derlroeir, as acgravaiites.e por lano
conitemnam niesnio reo a 2 anuos de pii<;lo levan-
do-se em conta o lempo de pritSd ja soll'rido, deven-
do enlao ser a referida senlenca cumprida na ilha
de Femando de Noronh.i. e mandam que assim se
observe.
Sala das ttatSesna junla de juslica mililar em* S
de setembro de 1856.S. de Macado Kabello.
Figueiredo.I.am
Valle.
Segundo
Reo, soldado
Sentenciado no co
arl. 2 do Ululo 4
I80.">, no arl. 18 d
Joaquim Coelho.commandanie das armas, faz cerlo
para conhecimento da guarnicao. que hontni se i lh"'"a c"m ","
apreseniou nesle quartd general, vindo da fregu- '
zia de Ipojuc.onde se aebavaem commissao do go-
verno, o Sr. 2- cirutgiao Dr. Jos Muniz Cordei-
ro l'.iahv. que passara a servir no 10\ batalhao de
infamara, e conjunctainente no hospital regi-
menlal.
ega^ao a vapor entre este porlo e o de Sanla-Ca-
. Candido Leal Ferreira,
Capilao ajudanied'ordens encarregado do detalhe.
ORDEM DO DIA H. 334.
O marechal de campo commandanle das ar-
mas, de conformidade com as ordens da presiden-
cia, declara nesta dala dcsaquartellada a torca do
(>. balalhaoda guardo nacional desle municipio,
que foi mandada reunir por occasio das eleicoes
que ltimamente se procedern.
A mesma presidencia manda louvar asolicilude
com que o tenenle-coronel commandanle dodito ba-
talhao Manoel Joaquim do Reg Albuquerque, de-
sempenbou a ordem que Iba expedir para o aquar-
lelamenio dessa forca, e o commandanle das armas
a esse louvor juma os seus, que fazexiensivos ao Sr.
major Anacido Antonio de Aloraos a quem a forca
foi confiada, aos Srs. ofliciaes, c mais pengas, que
presurosas aceudiram ao chamamento da autori-
dade.
lote Joaquim Coelho.
'oha l.ins.Salgueiro. Telles
hatalho de iii/antaria.
rancisco Fereira de Moraes.
iselbo de guerra como Incurso no
da ordenanza de '.i de abril de
>s de guerra, combinado com as
disposiciies contidis nos S5 I e2 do decreto n. 1I7I
de 7 de novembn de 18V>, a perder o tempo ante-
riormente servido e a sntlrer qualrn annos de pri-ao,
contada da dala i a nlimac,ao da senlenca sendo
obrigado a fazer c servico que Ihe perlencer a ir a
esquadra do ensiui nos dias de folga e a indemnisar
a fazenda publica Ja importancia dot objertos por
elle suhlrahidos, procedendo-se para isso o descont
pela quinta par te .lo seu respectivo sold, segundo o
valor dos uiesmoa lonjelos legal mente fixado.em vis-
la des rfisposicSes vigentes ou pelo correnle quando
nao esleja livadn.l
Confirmam a senlenca do consallio de guerra, c
manda que ella se cumpra.
Sala das sesses da junla de juslica mililar em
de selemhro de IKMi.S. de Macedo.Figueircdo.
I.amenba l.insSalgueiro.Telles.- Valle.
Reo, soldado Antonio Bonifacio da Silva.Sen-
tenciado no conselho de guerra como incurso no arl.
1." do litulo i das segundas desertes simples da
ordenanca da !> de ahril de 1803, ao perdimcnlu do
lempo anteriormente servido, e a 2 annos do Ira-
halhos pblicos com clcela e cadeia delgada presa
da perna a cintura sem que seja pcrmillido preu-
de-lo a nutro.
Confirmam a seulonr.i do cunselho de guerra, e
mandam que ella se cumpra ua libado Fernando de
Nuronha.
Sala das sesses da junla de iusliea mililar cm i
dr. setembro de 1836 S. de Macedo.Figueiredu.
I.amenba l.ins.Salgueiro.Telles.Valle.
Heos, soldados Miguel llenrique Ferreira. Jos
Mariano do Mendouca, Francisco Alves de Soasa.
Sentenciados nos conselhos de guerra como incursos
no arl. i" do lilulo i da ordenanza de de abril de
1803, ao perdimenlo do tempo que anteriormente
serviram a (i inezes de prisflo no calahouco d'onde
iiao a esquadra do entino Des das de maullas e de
larde em cad semana, fazendo nos oulros a limpeza
dos ojuarleis, pracas ou regimcolo.
F.m cada ni dos respectivos processosConfir-
mara a senlenca do conselho de guerra e mandam
que ella se cumpra (levando em conta io primeiro
reo o lempo de prisa i que lera solTrido.'.
Sala das sesses da junla de ju-iica mililar em
de selembro de 1K.">ti.S. de Macedo.Kabello.
Fieueiredo. I. amen lia l.ins.Salgoeiro.Telles.
Valle.
Sonn batalhao de infantaria.
Reo. soldada Manoel Antonio. Sentenciado no
conselho de guerra como incorso do arl. I dos de
guerra, ser coloreado.
Confirmam a senlenca dn conselho de guerra de-
cretada conlra o reo Manoel Antonio na parte que
considerou a deserc/in como aggravada ; reforman)
pnrem a mesilla senlenca na parle que considerou o
reo no arl. 1 i| no arl. unicoidas deserees aggravadas da ordenanca j "lo arligo Inteeedenlc.
do projecto do senado n. 13
desle anno, que ^dispensa as leis de aniorlsac,.lo em
favor da Santa Casa da Misericordia da cidade de
Rezende, na provincia do Rio de Janeiro.
Discu-san de prelerei.na enlre os projeclos n. 73
de 1S33 e n. 31 desle anno, isenlando de alguna im-
poslos geraes as loteras concedidas pela asscmbla
provincial da provincia da llahia i sociedade dos ar-
tfices da mesma provincia, entran (o logo
ni ir.i discussao o que for preferido.
Segunda parte.
Continuaco da discussao do orcamenlo da mari-
nha ; e se' liouver lempo, discussao ria emenda do
senado n. 30 dcste anuo pioposta do governo que
fixa a forra naval.
r
em pri-
PAGNA AVULSA.
IB 22
RIO BE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO DO DIA 13 DE JUI.1IO 1)E 1856.
Presidencia do fr. Mannel Ignacio Caraleanti de
Facer da.
A'< 10 horas e tres quarlos da manba, reunidas
31 Srs. senadores, abre-se a sessao e approva-se a
acia da anterior.
EXPEDIENTE.
O Sr. primeiro secretario le um ollicio do Sr. se-
nador Souza Franco, parlicipando que, por incom-
modo de saude, no pode baja comparecer.Inlei-
rado.
Um requerimento do corouel Egas Mnoiz Tello
de Sainpoio. pedindo passagem para a arma de ca-
vallaria.A'commisso de marinha e guerra.
OKDEM DO DIA.
Entran) em ultima discos-anas emendas appro-
vadas na tercena discussao da proposta do governo
creando um conselho naval.
Discutida a materia, silo approvadas as emen-
das, c igualmente a proposta assim emeudadn, e re-
mellidas as dilas emendas a' commissao de redac-
9,3o.
Ite sem debate approvada em tercena discussao a
proposla do governo fizando as forjas de trra para
o anno nauceiro de 1857 a 1858, com as emendas
da cmara dos depulados, devendo ir a' eommisio
de redaccAo para enllocar aa emendas uos seus rie-
vidos lugares.
Esgolada a ordem do dia, o Sr. presidente marca
para a primeira sesso: primeira discussAo da pro-
positan da cmara dos depulados marrando os limi-
tes enlre as provincial da S. Pedro t Santa CatHari-
na ; primeira discurseo da proposic^o do senado
concedendo faroldade para possuirem bens de raiz
as irmand.ides deNossa Senhora do Rosario e San-
tsimo Sacramento da freguezia da ConsolarSo da
cidade de S. Paulo ; primeira riscnssAo das propo-
iees da cmara dos depulados, urna eoncedendo a
diversas irmandades faculdade para possuirem bens
de raiz, oulra fazendo eilensivas aos empregados da
junta do commercio rio Maranhao as riisposiees da
lei de 28 de selemhro de 1853. oulra declarando que
os cirurgies da armada leem direilo ao monle-pio
da marinha, e oolra regulando as promoc,&es dos of-
liciaes da armada.
I.evanta-se a sessSos 11 horas e meia.
CMARA DOS SUS.DtPLTADflS.
SESSA'OEM 13 DE JULHO DE 1856.
Presidencia dn Sr. risconde de llaependg.
Aberla a sessAo a hora do coslume, approvada a
acta da antecedente, o Sr. primeiro secretario di
conta do seguinte
EXPEDIENTE.
1 ra ollicio do Sr. ministro da juslica, datado de
il do correnle, dando as infurmaniesrequisitadas por
esla cmara, em ollicio de 3 do mesmo mez, sobre o
procedimenlo do juiz municipal de Pirahv, Jernnv-
m Macario Figueira de Mello.A quem fez
quisicAo.
rf
Amanhaa o Hospital Porlueoz de Kenelicencia
fesleja com Inda snlemnidade o primeiro anniversa-
rio de sua inslallarAo, reahsado no da lo desle.
Alera da sessAo solemne, para o que a saa junta ad-
ministrativa tem feilo immensos conviles, como or-
denam us seus estatuios, o eslabelecimentn estar
p denle lodos OS % izilallle- da- 'I leir.i- da lila nliaa
as 2 da larde, e das i is 8 da noile. A commssAo,
que esta encarregada da decoraran do eslabelecimen-
lo para esse festejo, quer, que a par da rigorosa sim-
plicidade e eso.erado aceio, que compele a eslabele-
cimentos desla urdem, se prepare o -alan principal
com algum rnalo ; porm, apezar de lal fesla ser
un preceilo dos estatales, a junla paga do seu bol-
sinhu loda a despeza daquillo que exceder de rigoro-
sa -implo i lade.
Nao se enlende o que dissemos relalivamenle
ao Sr. K*" com <> Sr. Koop na Boa-Vista.
Deiiaremos de fazer quaesquer reflexC.es a repei'o
de l.io humanitaria. ipi.Vi ando-a instituirn, | -
nos parecer, que seremos apenas echo do qae fal
hoja, e amanhAa todos os eorscSet inllammados .
amor de lieos e do prximo.
Consta-nos, que amanhaa lodos os navios porlv.-*
guezes vilo ser emhandeirados era grande galla.
Recebemos carias de l.aranhuns de II do cr-
renle, o nAo rezam nada a respeilo de elcices. sig-
nal de que foram feilas en. perfeita Iraoquilli-
dade.
Agora foi solemnemente alcunhado com o epi-
llielo de alphabelo de mentiras um sujeilo
menliroso de prolitsAo. Ilomens ha, hlo feriis nes-
se genero, que menlem a si mesmos. lia urna es-
pecie de mentirosos qua faz vergonha a quem os Oli-
ve : menlem, menlem... sobem... vAo-se... so-
mem-se... e afinal perdem-se, pcrlurbam-se a lor-
nam alraz : oulros, porm, nAo ; empigem-nos taes
maranhes, c comanla hahilidade, queembora se
cunheca a-miseria, admira-se o (alelo !
Pedimos ao Sr. fisc.l de S. Jos, que lenha a
hondade de ver se cuhihe urna casa na ra dn Cal-
teiceiro. i vender garapa picada, coslumando faze-lo
pelo porlAo e com escndalo. Se nAo nos engaa-
mos, jii a lempos o Sr. fiscal condemnou em 30jOO(l.
Conliuuam as parlidas do recreio familiar sem-
pre no seu prograrama : umita una i, distraerlo a
escolha. ,
A forja do coslume. Consla-nos, que mera
alen do Cschang, um honrado vclho, lAo conteren-
dor, que nunca, de-de que fez-se ponle pensil,
veio i esla capital, porque di/, elle, amigamente
as nossas puntes eram de madeira, a ludo la s mil
maravilhas, e agora, qua ha ponte no$ ara a va-
mos retrogradando ; accrescenla mais, que nAo est
para andar por cima da arames, e qoe nunca f ji pe-
loliqueiro. Oulro igoal, morador em Barreiros, diz
que a eslrada de ferro he para elle riesnecessana,
que lapem-se os buracos das de barro e Ierra, qoe
narega-se coin mais seguranca do qua puxado
por fogo. Pensavamis que o progresso eslivess:
inoculado nesses espirilos fossis.
Consl.i-nos, que anda pelo paleo da Penha urna
velha, qoe o seu melhor sosto lio descompor com
mimes ohcenissimos quem Ihe chama minha
avii. Acaso os velhos lerao o direilo de poder
em alias vozesinsultar com sames torpes a qualquer
que Ihe dirige algara innorenle motejo'.' Pode ser...
mas queremos crer, que a lei au as exime do cas-
ligo, c nem a d'leuf,Ao fez-se para us moco- lAo s-
mente. Velhos ha, que merecei iam alli acabar era
soreo seus rolos de vida.
Na ra, da cujo nome salanaz, dizem, corre,
existe cerlo sobrado, em que rnoram dous jovens,
cuja nica vida he arranj-r casamenlos para lodos os
que tem amizade cora elles. Ora, meus senbores,
n.lo era melhor que vossas merers fossem procurar
outro meio de vida '.' Para que vivem i seduzir ps
inexpertos llhos familiar alim de perderem a
Que lucro liram
Nao Ihes de a
. llejulgado ol.jeclo de delibera^Ao, e a reque
rmenlo rio Sr. Lima dispensado da impressAo, o
parecer da comraissAo de fazenda, que termina pe-
la seguinte re>olucao:
Arl. 1.- Fica concedida, em beneficio da edifi-
cacAo de nmacasa de misericordia na cidade de [gua-
pe, provincia de San-Paulo, urna lotera do mesmo
valor, e segundo o mesmo plano das desla curie, on-
da ser exlrahida.
'< Arl. 2 O governu fiscalisar a applicac.lo da I
importancia da competente porcentagera ao hjeclo
a amizade de seu pas casndose.
~ i disso '.' Uect iier alguma pags
_ [ coosciencia desgracarem lanos jovens na flor da ida-
de ',) ric clin! de 18115. e porlanlo o eondemnam a
um auno de IrisAo, e mandam que assim se asenla.
Sala dassflssOes da junla de justic. mililar em i
de selembro (de 1836.S. de Macedo.Figueiredo.
I.amenba l.ins.Silgueiro.Telles.Valle.
Reo, toldado Manoel Jos da Silva. Sentenciado
no conselho [de guerra como incurso no art. 1" do
lilulo das pnmeii :- rieserces simples, da orde-
nanca de !1 de abril de 1805, combinado com o arl.
nico das deserces aggravadas por circumslancias,
ao perdimenlo do lempo anleriornienle servido, a
a um uno prilSo no calabooco, donde ira' a
esquadra de ensino Ires dias de mauhAa e a larde
em cada semana, fazendo nos oulros a limpeza dos
quarleis, praca ou regiment.
l.oidi ma n a senlenca do conselho de guerra e
mandam q le ella se cumpra.
Sala das essOes da |uula de juslica multar em 1
| de selemhrj de |8"iti.S. de Macedo.Figueire-
Nan eli claramente dilo, se ce ultimo deixou l|o--l.ameJ ha l.ins.Salgoeiro. Telles. Valle
de proceder a eleicAo, ou se a fez pela qualificacAo lieos, soldados Jos Luciano da Silva, Manuel
incompleta desle anno. j Kaplisla d Hedeirot, Jos Sabino de Andrade.
n resposa tenho a declarar, que em face dos' Scnlencind|.s no conselho de guerra como incursos no
iluto 'i" das primciras deserees simples,
o de !l de abril de 1805, ao perdimenlo
., que em face dos,
avisos de .i de jullio e 28 de agosto de 1818, proco- lo
deram \ mes. regularmente, sendo milito para es- "' "rdena
Irauhar o procedimenlo do juiz de paz, que se negou | a cumprir as ordens dessa cama.a, que eslo de c- P"5'10 n"
rordo com as desle governo.
Ouanlo porem no que compre agora providenciar,
devo .morar dual hvpolbeses. Se o juiz de paz do
Bonito proceden a eleicAo pela quallficarito incom-
plela desle anno, cumpre que Votes, ao'receberem
a apurara i que elle Ibes mandar, segundo a lei
suspendam a apurnco final, e me remellam lodos
os papis, alim de que, examinada a queslao pur
e-la presidencia e pelu governo geral, seja decidida
na forma do arl. 118 da le de 10 de agosto de 1846
- da freguezia do ilonilo esl nolla oo !
.menormente servido, e a (> mezes de
alabouco d'onde irle a esquadra do ensi-
no Ires da i de manilla e de tarde em cada semana,
s oulros a limpeza dos quarleis, praea. ou
que ella s
Sala da
te a eleicAo
valida.
Se porem o juiz de paz suspenden o processo elei-
loral, Vmcs. Ihe recommeodarAo que cumpra a or-
dem que ora oireclainenle Ihe dou de convocar os
votantes, segundo a qualificacAo do auno passado,
para o domingo mais prximo qua for possivel, an-
nuin i-in lo-o por edilaes, na forma do arl. 60 da
de, arredando-os da vereda da boma, da probidade
a bons costomes !
-- A praca do capim, no fim da ra do Sol, esla
inlransilavel ; ah se encontra mais lama do que as
maiores possilgas de porros. Olhem o cholera !
He boje o beneficio da joven PAKAENSE.
Aquelles que at boje Ihe bao dado louvor, nAo dei-
xarao re vicloriar odia do seu beneficio.
Ilonlcm submellerarn-se ao novo examc exigi-
do pela lei Ires porfessorts e una professora do ensi-
no primario; mas, a* vista das provas apresenladas,
nao foram julgados aptos para gozar das vanlagens
concedidas pelo novo regulamenlo.
Consit-nos que alguns imprudentes pais de fa-
milias, c em verdade inimigos dj futuro destino de
suas filhas, levados por um desvair.! e falso senii-
menlo de amor palerno. hAo Aludido a varios rapa-
zes, lodos imberbes, e Ibes leni dado suas lilhas. NAo
se pode dar mainr demencia. Entretanto, como ain-
da se pode evitar a reproduccAo desle grande mal,
pedimos em nome d.) morahdade publica e particu-
lar, aos senbores parodies e as demais autoridades
competentes, que se opponbam a lAo escandaloso
abuso, negando a licenca ou consenlimenln que pa-
ra tal caso se requer. Os rapa/es que lem sido il-
ludidos, alm de seren iuexperenles, vivem aqu
I \rnni "ule, longe das vislas paternos, por isso cum-
pre que a autoridade os proleja contri os ardis e se-
na purcentacem qoe resulla da exlracco cas sob'redilas' pol" PervcrSH'i i aerrescendo que quem nao se nrba
loteras, aos lins mencionados nos arligos anlece- I 'm,nc|Pi"">. "ao pode conlrahir allian^as desle se-
dentes. [ n^ro, sem o beneplcito, como he expresso pela res-
ir Arl. i.- Fictm revogadas, ele. I Per,iva lagltlacJJ. rVuma palavra, se a de-peilo
Art. 3.- Ficam revogadas, ele.
a Paco da cmara, 1 i de julhn de 1856, C. de
(hampos.A. J. Ilenriques.Paula Sanios, o
He julgado objeclo de deliberadlo, e vai a impri-
mir para eolrar na ordem dos Irahalhos, o parecer
da commissAo de fazenda, que conclue pela seguinte
resulucao :
< Art. 1." Ficam concedidas irmandade de S.-
Pedro da cidade de Marianos, proviucia de lliaat-
Ceraes, duaa loteras do mesmo valor, a segundo o
plano das desla corle, onde sern exlrahidas, para
auxilio da cunelosAn das obras da igreja de San-Pe-
dro da mesmo cidade.
Alt. 2.- Igual numero de lolcrias do mesmo
valor a plano fica concedido irmandade da Sania
Casa da Misericordia da cidade de Sabara da referi-
da provincia para o acabamento de sea edificio.
a Arl. 3.- O governo liscalisar.i a applicaco da
ELEigOES DA FREGUEZIA DO RIO FOR-
MOSO.
O triumpho mais assignalado acaba de ser ob-
tido pelo lado ordeiro sobre seus adversarios na
freguezia do Rio Formoso. A cleieao a que lti-
mamente se procedeu foi disputada, mas em honra
dos dous partidos devemos dizer que sem o cm-
prego de meios violentos, sem o recurso s vas
de faci. O resultado foi, como era natural, to-
do favoravel ao partido que sustenta o governo,
porque rene no lugar lodas as condicoes que sao
conducentes i victoria em taes lulas. Dispondo de
grande maioria de volantes, gozando de prestigio
e riqueza, porque lem sua frente grande numero
de proprictaiios, e sendo dirigido pelo Sr. tenente-
coronel Jos Antonio Lopes, verdadeira influencia
poltica do Rio Formoso, porque sobre a pOfula-
ridade que lem sabido adquirir, e reconhecimento
de bons servidos que em lodas as crises, ha presta-
do ao governo, tem o prestigio de sua van ta josa
posicao social, seria realmente para sorprender,
que se deixasse vencer na eleirao, por quem esta-
va cm condicoes a lodos os respeilos muito inferi-
les.
A opposic.o, porem, nao qniz de anle-mo eon-
fessar sua fraqueza, preferio expor-se ao desar de
urna derrota, e preparou-se para o cmbale.
Nao confiando bastante nos proprios recursos,
implora o auxilio dos vizinhos de Serinhaem, e
com elles, cm n. de 200 ou mais, a cuja frente
se achava o Dr. Gaspar de Menezes, e alguns ou-
lros propietarios daquelle termo, se apresenlou na
matriz disposia a ludo envidar para vencer a elei-
co.
Felizmente o Sr. tenenle-coronel Lopes tinha
sido prevenido com antecedencia do plano de seus
adversarios, e'para nullilica-lo esforcou-se |>or fa-
zer comparecer lodos os votantes de seu engenho e
dos vizinhos, lodos da freguezia, entrando na cida-
de na manhaa de 7 a frente de 500 ou 600 votan-
tes, que davam vivas a' liherdade do voto.
Em vista de aspecto lao respeilavel que apresen-
lava o partido ordeiro, a opposicao desanimou, e
depois de ha ver recolhido algumas cdulas suas a'
respectiva urna, relirou-se do campo eleiloral sem
duvida porque soas columnas se iam rarefazendo,
e para nao prolongar por mais lempo o soffrimen-
lo moral que padeca vendo sua fraqueza provada
de modo incontestavel.
Nao o fez porm sem primeiro representar a tar-
ca ridicula de um protesto, recurso de que infal-
livelmente lanca Bsao todo o partido vencido para
altenuar a impressao da derrota, emhora nao baja,
como agora nao houve, motivo que o justifique.
Serviram de base a esse protesto os tres pontos
seguntes : 1. liaver o Sr. tenenlc coronel Lopes
presidido a eaekjo sendo commandanle do bata-
lhao de guarda nacional ; 2.-, vicios ou deleites
na qualilicacao ; 3. ', irregularidade que altrihui-
ram a acia da installacao da mesa parochial.
Para demonstrar que laes allegacoes sao verda-
deras cascas de alho, a que se agarram na falla
de motivos fortes e valiosos de que se possam ser-
vir, basta observar quanlo ao primeiro ponto,
que o tenenle-coronel Lopes harria passado o com-
mando do batalhao a seu legitimo substituto ;
quanto ao 2.-, que sao decorridos mais de nove
mezes, c nunca urna s reclamarlo se fez ouvir
conlra a qualificago : quanlo ao i.; queja
acta contra a qual allegara nullidade, ou vicio es-
l por elles assignada, protestando desla arte con-
lra um faci para que conrorreram. Felizmente
o proteste ha de ser levado presenca do Exm. Sr.
conselheiro Sergio, que, dolado como he, de cri-
terio e illuslracao, Ihe dar a devida importancia.
Cumpre nolar que foi elle assignado por um so
eleitor e dous supplentes. *
Passemos a um episodio m inlcressanlc da
histeria eleiloral da freg> d!, e que pe em relevo
o carcter dos humen> que nella fazem opposicao ao
governo. j*
Na forma da lei, o vigario da freguezia lem de
fazer uma oracao exorlando os volantes a hem
empregarem os seus votos. A lei confiou tao hon-
rosa mtssao aos parochos rcpulando-os homens
moderados, moralisadas e csirauhos s pequeas
lulas polticas dos lugares. O do Rio Formoso,
porm, esquecendo a gravidade c crcums|iec.o
de que devia rcvestir->e quando do alto da tribuna
sagrada, e era occasio tao solemne diriga a pala-
vra aos seus parochianos, constituio-se um verda-
deiro demagogo, blalerou contra o governo, a quem
chamou de infame, e attribuio intencocs subver-
sivas de loda a idea de ordem, dizendo que man-
dava espingardear o povo, cujo sangue desejava
beber por meio de levanlaraenlo de irapostos. O
papel ridiculo c improprio ao carcter sacerdotal,
que enlo representou o vigario (que he o chefe
da opposicao do Rio Formoso) a todos os ho-
mens cordatos horrorisou e cncheu de indignac,o.
Mas nao pararam ahi os excessos que elle prali-
cou ; chegaram ao ponto de recusar sepultura em
lugar sagrado (ocemilerio ) a um pobre hornera
que dous ou tres dias depois da eleieao fallecen, s
porque havia volado por chapa do Sr. tenenle-co-
ronel Lopes O povo indignou-se contra tal
procedimenlo, e por esforcos do referido Sr. te-
nenle-coronel foi o horneo) desenterrado do campo
o jazem os seus ossos em lugar sagrado. O vi-
gario reagio, e ordenou que se fecbasse o cemiterio,
allegando que nelle se havia enterrado um encal-
lo porque o homer.i tendo perdido o senso, re-
cusara confessar-se Assim se porta o paswr da
tgfeja do lo Formoso, que est incumbido da
cura daquellas almas, e que devia ser um modelo
de moderaco c bondade !
Terminamos aqu.
a
ti90! Pergonla-te ao mili digno vicaria geral. ta prece-
d". dando assim o Kvm. parodio, achar-sc-l ,H|IH ,*
lili panas que as leis ecclesiaslicas delecaainan era easjea
.">9li' '*" Pr i ons(g.iinle privado d.. gow dn dmcev.
1S i paroebiaes .' Se allirmalivamenle, espara s* ami S
:i8 I Rvm. pela imparcialidada e jotlica, mande proerder
-!7:i '"' qoe deieiininam at leis a eonsiilmcAu svaajal
11 | Pf correccao propria do Rvm. pares-no. eirmoin
de oalrot e saiisf.ccAa publica, a qae te anecia ,
prsenle, prosada coi os documento- I, i, S, *.
A insercao da presente, Srs. redactaras, obrixar..
a seo conslanle leitor
O /reguez dm IfeaaU
DOCrilETOS.
nJ.' 'Ulm- S'- rallecendo orna minha earrava
por nome Maria em das do me, de jaste de MH,
22S "i"1"*-1 '"I "'riz. e recebendo do
mmZZL Sa5"! Umi """' m"m aasolu-
raenios que determina a tabella. ti( ver na ataataaa
aeritiao a diiferenc, dt rsped,,, co,, -iTiae-
iivou ao Kvm. sari0 Mar-aae Wln^
desabrido, improprio at gm p.rothn_ obr
me salisfazer-lhe o que me havia ei,=lrto Mor
rendo cinco mezes depoj,. r, ^ h,^^ ,,
mesmo anno oulra escr., bel lina, mandes hmIu
la, como fora a primeira. e tiara a negai.va di vf
pollora, duvidandoeoqaao Rvm. parara .m
procedesse, mande, segunda pesaos saber sa era ver-
dade na., haver sepultara p,,. dju ,, hb--.
den o Rvm. parocho que a itreja ra sea, eejaeea
a govern.iv.1 era elle, e por taaio ase liaka aeni
tora, ao passo que eram ealerrados oatraa eras,
nbrigando-me desla forma inhamwa alraatai V
Sr. do engenho Noroea, duas e meia lesasada ma-
triz, a caridade, qoe nao achara ao Kvm. parars,
mandando sepolla-lt na tua respeclivi capaila, llr
a pura verdade o etnotlo, qse jsrarei seade ar*ch
Manoel Alfas da Silva laidas
hscada, 1 da selemhro de 1Kj6.
(* N. -Senhor I lorsimo.Higa a eme Calda-
qoe moilo folgo se acha elle versado aa k eeeltx
astica, porem qoe a mim parece Dio lar elle ma..
do qoe pedanlismo, porqaaalo, ende alia aaeealrw.
dever-se salis.'azer ao parocho de emol.nw.lo, p,
enterrameolo de escravo adulto j>|(in, devia achar
lambem. que alem detles emnlameatet aa deven
dar cera em todos os actos em qae sempre foi cosa-
me dar-se, sendo esta a rarafl qoe me aotoresa a ra-
bear a cera .la encommendarao aa valor da mil reta.
e qoe sendo islo cousa tao ortica as fregetezass d
Kecife, e mesmo na- do campo, onde ea Iraho lia
hilado, me admira em etiremo o isaore elle aaarn
que confessa esUr a par da leaislacao eccle.ia.lica a
que desejo elle a sail.i apphcar a si, afim de fatei
eesaar ot clamores que observo a sea repelte, rela-
tivamenle a osura e eilorcoes que se Ihe illribaem
em soa taberna.
Seu muito venerador o
Vigario Simio de Azevedo Uapti.
N. :l.lllm. Sr. Francisco Antonio da Cansa.
i en lio presente soa cari, firmada de boje, e nem ar-
lenle de quanto me pondera por meio della, I
a scientificar a V. S. que a vmla de aa
importa em 19 rs., e a caminho para a misma taita
em S) ; assim como qoa a licenca para o bspliM -
menlo silo 45, o que ludo prefaz a qaaalia da I ir.
pelo que deno de leceber e que e portador treeia
ordem para me entregar.
Desejo a V. S. saude e loda o nem, igualmente a
sua lllma. familia, par ter de V. S. atarte venera-
dor obrigadiasimo aarvo a
Vigario Sim.'.o de Azevedo (.ampos.
S. C. 2j de junhe de 1836.
N. 1.lllm. Sr Francisco Jos de \ eoeeello-.
Incluso achara Vmc. a quantia de K rs., mspOT-
lancia com que pretenden salisfa/er-maa ataa ia-
commodo. a qoal II axradeco. Sa ni o patita aa-
lisfazer-me rom a dignidade que par direilo asa
compele ,-por direilo deveria abrir-te ceatiao.
que sem o menor iutere.se roe prestara, a aaa ae-
ceasitava Vmc. offender-me, pois qae me aaa eea-
sidaro oflicial de juslica.
De Vmc. mullo alenlo venerador a
Vigario Siman de Azevede Campo*.
KsUvam reconherides a selladas.)
^itbcacgo ii>c)t&).
SliNETO
Dedicado e offerecdo ao muiln digne acitara hnMa,
actual ministro da veneravel ordem tercena de
San-Francisco da cidade do Kecife, lllm. se.
Jos Marcellino da Koh.
TTcgariTI um escel.o r vuemeato
Ao nose primoroso, '.gregie irm.io.
(.loe por sua evemplar dedirara
Nilo cessou de cuidar do nosso augatealo.
I m vol de profundo aralamenlo
Tributemos a tao justa vocacSo,
De promover por propria detorao
Do seraneo aprisco o laziment...
Comigo alegres enloai hoManat
Ao grande prolector nobre, esforrade.
Da mais sania das rdeas franciscanas.
Sen nome seja sempr* decantado,
E por suas virtudes soberanas,
Seja a par dos hroes celebrisido.
fazendo n
racmenlo
Em cad
mam a sei lenca do conselho de guerra e maudam
i um dos respectivos processosConfir-
cumpra.
sesses da junio de juslica mililar em
le lelenilio de 1856.S. de Macedo.Pigoeirede.
-Lamen a l.ins.Salgueiro.Telles.Valle.
Dcimo batalhao de infantaria.
Itos. 'otilados .Manoel Vicente de Santiago.
Has iiiiin lo Pontes de l.ucena. Sentenciados nos
conselhos de guerra como incursos no arl.. Io do li-
lulo 4" i; J- pi uncirs desercjjes simples, da ordcnaii-
Ca de 9 .je abril de I80">. ao perdimeulo do lempo
que inleiinrmenle serviram, e a 6 mezes de pris3o
au calsbojuco d'onde iro a esquadra do ensino 3 diat
de mantiija e de larde em cada semana, fazendo nos
desla advertencia constar-nos que continua seme-
lhaule abuso, porenn.s o acto patente, logo que dclle
form.it informados.
llospilsl de caridade IS de selembro.(i!l (len-
les.
.lie amanlia.
Paco da cmara, em I de julhn de ltC.I>. A.
J. Ilenriques.C. Campos.paula Sanios, o
REDACCCES.
I.eem-se e approvam-se as seguinles resnlnres
A primeira, da retoluco que approva a apnsnla-
doria concedida ao juiz de direilo Francisco de Pau-
la de Negreiros Sajilo l.obalo, no lugar de desem-
bargador da relacao do Kio de Janeiro.
A segunda, que approva a aposenladoria do juiz ; Prime.ro distncto.
da direilo lra:,c,co \ aira da Cosa. ()s sen|lorC5 y
E a lerce.ra, da resolucilo que auior.sa o governo Bario de Camaragihe. 583
a f.zer reverter para a auna da Infantaria o major | Tenanls corouel l.ui/. francisco de llarros Kego. 3tM
O r.ENEIICIO DA JtIVE.N PAKAE.NSt.
l'm espectculo lem hoje logar no Sania Isabel,
que he um verdadeiro completo de ludo que de me-
lhor nossue a coiupanhiii Kubert.
He a joven Paraeiue que, apenas contando 8 an-
nos de idade e por tantas vezes nos tendo rouhad a
allcncilo, vem oflerecer seu beneficio aos seus patri-
cios ; he o tlenlo que busca eugranderer-se, he o
alborecer da manhaa que busca erguer-se magesloso
e b-llo.
Nos que, desde a ebegadaa esla provincia da com-
panhia, lemos acompaiihado sens vns, n.lo podemos
furlar-nos ao dever de alguma cuusa dizer a seu
respeilo no-da do seu beneficio
Sua idade diminua anda n.ais nns revela um ge-
nio que eoinec,.i a despuntar ; e cojo progresso deve
ser niimilavei,
Mais que uonca ella se dislinguir nos seus psssos
de elevadlo, que lano nos leln leilo admirar.
_. CAMBIOS.
Sob'e Londres, 27 \\< UM. e ->~ :i(k a 09.
Paris, i"i a 131 rs. or fr.
Lisboa, 98 a 100 por I de premia.
a Kio de Janeiro, 112 a I por uKI a I", e .MI deas.
Accoes do Banco, 60 a 70 0|0 da premio.
o a companhia da Keheribe .HaflOO.
companhia Peruambacana aa par.
' lililidade Publica, 30 pur cenia da
' a Indemnitadora.52 dem.
' da estrada de ferro o par 0|n da
l'isconio de ledras, de 7 a 7 1r2 par Otn.
Dilo do banco7 a 8 por Iqu.
Duro.tincas hespanholas. 28 a dRaj*
Moedas de bsKJO velhas .... 1Sa>
a 69100 novas .... ItV^tm
49000.......tJJjaan
Praia.Palaciiei braiileiros......rjaatn
Pesos roliimuari s......29t*i
a meiicanoa......
,1.1 AM'KI.A.
Rendimenlo do dia I a 18 .
dem do dh 19......
|:W:9ejaa.y.
am>Ri
MI.-97la.>sK
----------------- Ainda urna vez pedimos ao publico nue concurra
ELEIC&O' PARA JITZES DE PAZ NFREME- para abrilbaniar esle esperlacul,,.
ZIA DES. I.OI E.NCO. I) apreciador do mrito.
graduado Antonio Joaquim de .Magalh.les Castro. ; ,)r. Au2u8lu (le s'0,lla ,-e.1l,;
I$0xtd$pnbmcia*
O .sr. alnlmiio Carlos pede e oblem urgencia pa-' i.ropriela.io Jos Franctteo'da Barros Kego
apresenlar o segrale requenmenlo : Seando dhtrirtn
a Kequeiro acamara licenca para icgreisar ;. mi-1 joaaim Correa de Araujo."
nha provincia.
Vai a commissao respectiva.
PRIMEIRA PAUTE DA OKDEM DO DIA.
Contina em segunda discuss.lo o projecto n. 47,
vindo do senado, acerca da malricuia dos esludan-
les de diversas facuidades, e com as emendas ap-
provadas na sessao antecedente.
.Srs. redar/ores.-Tendo uKvm. pamcho da frene-
">18 i zia da Escada, SimAo de Azevedo Campos, negado se-
' pultura ecclesiaslica a fallecida escrava de Manoel
1'JK Alves da Silva Caldas, su por ler esle reclamado urna
,?* de J*?8 ,s- lae P"f meio de seu sacrislao
1'J llorianno Ihe mandara appre,senlar. contraria a la-
Capilao Manoel Joaquim Mauricio Wandetley. 181 j bella que nos rege pelo enleriainenlo Jos lernardinu da Rocha Falcan. 180 \ escrava, alera de mallrata-lo rom palavras pooco
ti B Terceiro districto. i honromt, por meio da nm bilhele que hem prova,
Dr. Francisco Joan Carneiro da Conha. 121 que sendo de copula Ilcita e sacrilega pouca e-
Capilao Francisco Ruliuo Correa de Castro. 104 ducacao recebera e tendo eligido a quanita de seta
quim i.o.reia de Araaj
I Capilao Benjamn Peres dc-Albuquerque Ma-
ranhao.
Desrarrcfa hoje 20 de rfemara.
Barca purtuguezaFlor da Man- -
eros. r
Polaca hespanholaSaphoceblas.
Patacho brasilerroJmamnatdiversas ganaras..
IMPORTA(?AO
Sumaca anciunal < llorlenna, viada da hehia
consignada a Amonio Laiz de Ohveira Aaaaestn.
manifeslou o segoiota :
li canas lazar.nas : n Brander a Brandis.
caiist e 11 ti ra \iiihas charoles; a Aelem .
l.ui/. de Oliveira Azevedo.
I cu van e Tai calimbas charetos ; a Antate de
Almcida Gomes.
."OO cu mii has charutos... caivas ti\* ; a Dora i a
gos Alves Malheu-.
i pacotes charutos; a Antonio ipea l .|n
gues.
:I02 caiviohas charutos, MKl qnartiabas ; aa Ma.
Ir.
."> saccascacao ; a Francisro .'eres Carneirn.
I dil.se..la, 177 ditos rafe. 800 melhos maaba,
I c.mmoda usada, 10 barris vinbo, li-j barricas ca-
ndir, 2 caitas eassas estampadas, 77 tiNrea da jaca-
rando. 1 gigo, i pacotes, 15 raiv.es e fil.i caisiahas
durlos ; a ordem.
Patacho nacional a Amazonas, viada da Baha,
consignado a Amonio Laiz de Oliveira Azevedo*
manifestou o seguinte :
5 cauasc :10 latas carias de jogar ; i llana Mam
sen ov ini--.'.
1 calile livros impreasos; ajames KvderA C
1 calilo fazei.das ; a II. limn \ C.
1-2 raitoles ac a Jo.o. Fernandes P. Viaaua.
.! envo, charolo-; a Domingos Alves Malliea
1 caiiole varios ohjeelot ; a Domingos das >. I.
antee.
1 pipas azeiteda palma : a M.aael I a.naa.lc- da
Cola.
I Icalvues charutos ; a J. II. Caaatlev A C
309 carnudas charutos ; a Antonio Laiz dr li||.
veira Azevedo.
.V) fardos algod-lo ; \. O. Beber.
t raiaoe 1 caiiim.a charolo. ; a J. ILaDenrk-,
1.0,V> caitinhase Seasadas; a nloniatte Almci-
da Comes.
1 parole charutos; a Soulhall Mellor.
i'.i loros de Jacaranda, i amarrada plantaba, 19
fardos fnino, i. saccas cafe, I dilas cla. 2 parolo.
:Mi caiioes e 1,000 caivinbas charolo, 21 sacro, o*
de algod.io. 20 barris, 20 garrahiet a H8 fratqaeirai
genebra ; a ordem.
CO.NSl'LAliO I.KKAL.
Rendimenlo do da 1 a 18 9:tll-ia*
dem do dia 19 .,...... 27l5!tsi
MfaMtrt
i.'IVKUSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 18..... 7.11-H.J
dem de dii 19........ :U -

~-
I
F


MUTILADO
TaaVeV
PBSPACHQg HE EXPORTACAO Pfcl.A MESA
DO CONS'LT.ADO DESTA CIDADE KO DIA
1! DE SETEMBKO UE MaC
BarcelnuaBrigue hespanbol ..Javme Farree, v,n-
ra Auionm A Flitios, 127 sacras "com alfadao.


RKCKBEDOKIA DE RENDAS INTKKNAS E-
KAES UE FERNAMBUCO.
Reodimenlo do dia 1 a 18 (4:5429139
dem do di 19........ i '.i-j".:
1*:991s39
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeulo dodia 1 a 18 1S:09C#963
Id.m dodia 19....... l:->i63075
Ib:8t>7j03c.
WHopimimr <$$ porto.
natos entrados no da 19.
Bahia--!"> diis, sumaca hrasileira llorlencin. de
94 toneladas, meslie Joaquim de Souza Coolo,
equipsgem b, carga caf e oais gneros ; a Amo-
nio Lunde oliveira Aievedo. Pertence ao portu
da B da Mia.
dem e Macei5 dias. do ollimo porlo t, patacho
brasileiro Amazona.,, de 141 toneladas, roestre
Manoel Ooncalres de Araujo, eqnipagem 10, car
ya charolo e mais gneros ; a Antonio Loiz de
.Oliveira Aievedo. Pertence a Baha. Pessagei-
ro. toorenco Angosto da Silva Santa Barbara,
rarahba3 das, hiale brasileiro Flor do Brasil,
de -M toneladas, mestreHJoito Francisco Marlins.
equipagem 4, carga toros de mangue ; a Justino
da Silva Boavuta. Pertence a Pernamboco. Pas-
sageiro, Jos Alves dos Passos.
Natos naMdos no mesmo da.
OmaragiheHiale brasileiro aSanla Lozia. mes*
tre Esteva.) Kibeiro, carga carne secc e maisjw-
neros. Pastageirot, Antonio Jos de Araujo, Gre-
gorio de Macado Bello, Joaqun) Francisca da
Silva, Jo.io Aolonio.
Rio Grande do SulBrigue brasdeiro Pii! capi-
tAo Silverio Antonio da Silva, carpa assucar. Pas-
sageiro. Custodio Jos dos Sanios.
O Illm. Sr. inspector da thcsouraria provin-
cial, em comprimenlo daordem do Euro. Sr. pre-
sidente da proviocia de i do correle, manda fazer
publico, que no dia 1t> de ouluhro prximo vin-
ilouro, perante a junta da hienda da inesma the-
snorara, se ha de arrematar a quem por menos fi-
zer. a obra do 8/ lanco da estrada da Victoria,
avaliada em a0:79*>692 rs.
A arremalacao sera feila na Turma da lei provin-
cial n. 341 de 15 d maio de 18i, e sob as clau-
sulas especiaes abaiso copiadas.
As pessoas que se prnpozerem a esla arremalacao
eomparecam na sala da sessoes da mema jonta.'no
iia cima declarado, pelo meiodia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou tfflm o presente e pu-
blicar pelo Diarlo.
Secretaria da Ihesooraria provincial de Pernam-
boco 15 de selembro de 1H5i.O secretario, Aolo-
nio erreira da AnuoiicacAo.
Clausulas especiaes "para a arrematadlo.
1. A obras do 27 lanc.. da estrada da Victoria,
tar-se-hao de conformidade com o orcamento, plan-
lase peilis, approvados pela directora em conselho,
e apresenlados a approvacao do Kxm. Sr. presiden-
te da provincia, na importancia de 0:79*J 2. O arrematante dar principio as obras no pra-
i.o de om mez, e as concluir no de 15, ambos con-
Kpela lurma do *" 131 di lei provincial
3. O pagamento da importancia da arremalacao,
veriBcar-e-ha em 4 preslacies iguaes, a ultima das
quaeiser paga naoccasiao da entrega deliuitiva, e
as oolras corresponder,, a cada terc,o das obras, sen-
do ditas prestares pagas em apoliees da divida pu-
blica provincial, creada pela lei n. 354.
4. O prazo de responsabilidade sera de um auno,
'lorantc o qual o arrematante sera obrigado a man-
er i tirada em perfeilo estado de conser-
VMaje.
">. I'ara ludo o que nao seachar determinado Das
presentes clausulas, nem no orcamento, segoir-ae-ha
o qoe a respailo di-pOe a lei n. 286.Conforme.O
secretario, A. F.da Annonc.iac.ao.
O Illm. Sf. inspeclor da Ihesouraria provincial,
em 'imprmenlo 4a orden) do Eira. Sr. presdeme
la provincia, de 4 do correle, manda fazer publi-
co, que oo da 16 do curenle prximo voilooro,
perante a junta da fazenda da mesma Ihesouraria,
se ha de arrematar, a quem por menos fizer, a obra
ila estrada do oorle entre a culada de Goanna e a
IHiote do liiijar\, avaliada em l:t::t|.--HHi.
^ A arremalacao ser leita na f.irma da lei provin-
cial o. 343, e sob as clausulas especiaes abaiio co-
piadas.
Aspessna que se propnzerem a esta arremalacao
eomparecam na sala das sessoes da mesma junta, no
ia cima declarado, pelo meio dia, compslenle-
menle habilitadas.
E para constar te mandn afinar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesooraria provincial de Pernam-
!>* 1 ilc KUnbn da Aiiuuociac.io. f \ ^\
Clausolaa espeeiaes para a arremalacao.
1. Al obras do lanco de estrada entre a cdade de
tioiaona e a poule de Bojarv, far-se-hao de coofor-
inid.ote com o orcamento approvado pela directora
em conselho, e apresentado a approvacao do Exm. Sr.
presideDle da provincia, oa importancia de res
13:131)060.
1. O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de om mez, e devera conclu-las no de dezoilu
mezes, arabos cunlados na forma do arl. 39 da lei
provincial n. 286.
3. O pagamento da importancia da arremalacao
realisar-se-ba na forma do artigo 37 da mesma le
0.286.
4. O arrematante i-xcedendo o prazo marcado
para conclosao das ob. s, pagarji_uma multa de
cem mil ris por cada mez, embora The seja conce-
dida prorogacAo.
5. O arrematante durante a c^eciic,lu das obras,
proporcinala Iransito ao publico e aosacarros.
6. O arrematante ser obrigado a eiJT.-"r na
evecucAu das obras, pelo menos melade do pessoal
de gente livre.
7. para ludo o mais que nao se adiar determina-
do as presentes clausulas mu oo un;.menlo, -e-
guir-se-ha o que dispe a respeilo a lei o. 286.
Conforme. O secretario, Antonio I-erre-ira da An-
uouciagao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesooraria provin-
cial em eumpnmeiilo da ordem do Exm. Sr. presi-
deute da provincia de Ido crreme, manda lazar
publico que no da de oulubro prximo vindouro,
perante a junta da fazenda da mesma Ihesouraria se
ha de arrematar a quera por menos fizer a cuuser-
varjo permanente da estrada do sol, ramilicac.lo no
Cabo, Remedios, alerro e povoacAo dos A Togados,
avahada em 8:520r.
A arremalacao ser feila por lempo de 10 mezes
?Je couTerinidade com a lei provincial n. 313 de 15
de malo de 1854, sob as clausulas especiaes abaixo
copiadas.
As pessoas que se propozercm a esta arremalacao
eomparecam ua sala das sessoes da me-ma junta, "no
da cima declarado pelo meio dia competeutemeule
habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesuuraria provincial de Pernam-
buco, 15 de selembro de 1836,() secretario. An-
tonio Feneira O'Aniiuncaca.
Clausulas especiaes para a arremata. o
1. Exccular-se-hao dilos Irabalhos de cooformi-
dade com o orean.etilo approvado pela directora em
conselho e apreseulada a approvacao do Eim. Sr.
presidente da pruvincia na importancia de 8:5211/.
2. O pagamento verilicar-se-ha em 10 prestacoes
meoiaes.
3. Para todo o que nSo se adiar previslo as pr-
senles claosulas uem uo orgaiueiilu, seguir-se-ha o
que ilispiic a respeilo a lei u. 286.
Confoime.O secretario, Aolonio Ferreira da
Annuncuacao.
O "Jim. Sr. inspeclor da Ihesouraria provincial,
em cumpriroenlo d ordem do Exm. Sr. presdeme
da provincia de 4 do correulc, manda fazer publico
que no dia 9 .oulubto prximo vindouro, per,me
a junta da lazenda da mesma Ihesouraria, se ha do
arrematar, a quem por menos liter, a obra do enipe-
dramenlodol.' lauco da Victoria avahada em.......
8:6953500 rs.
A arrematarlo ser feila na forma da lei provin-
cial o. 313 de 15 de maio de 1851, e sob as clausu-
las especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propnzerem a esla arrematadlo
eomparecam na sala das sessts da mesma juma do
no dia cima declarado pelo meio dia competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandn aliar o prsenle, e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
boco 15 de selembio de 1856.O secrelario. A. F.
da Aniiunriacao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1." A. lii.i- do miipe trallenlo de 21.' lango da
estrada da Victoria, na estelo de !30 bracas exe-
cular-se-hao de eoiiformidade com o orcamento ap-
provado pela din clin ia em conselho, e apreenlado
o Exm. Sr. pre-idenlojjla previncia ,M importancia
de 8:69.595110 rs.
2^ As obras principiara no prazo de um mez,
e liuBr.i.i oo de seis mezes, ambos contados r coo-
lortmilade com o arligo 31 da lei proviucial o.
286.
3. O pagamento da Importancia da arremataban
tealisar-se-ha na forma do arl. 33 da mesma lei B.
286.
i. O arremalanle excedendo o prazo marcado
para conrlu-ao das obras, pagara u ni mulla de cem
ini| reis por cada mez embora Ihe seja concedida
prorogaro.
O arremalanle duranle a eteeucao das obraspoj-
porciooar Iransiln ao publico e aos cirros.
6. O arremalanle sera obrigado a empregar na
i \ecncfio ajas obras pelo menos melade do pessoal de
gcnle livre.
7. Para ludo o mais que n,1o esliver determinado
as prsenles clausulas nem no orcamenlo seguir-
se-ha o qoe dispe a respeilo a lei provincial D.
286.
Conforme.O secrelario, A. F. da Annnuncia-
c*o.
O Illm. Sr. inspeclor da Ihesouraria provincial
em comprimenlo da ordem do Exm.Sr. presidenleda
provincia de 4 do correle toaudaffazer publico, que
uo di 9 de oulubro prximo Tiodouro, peraale a
junta da fazenda da mesma Ihesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos fizer. a obra da conser-
vai.an permanente da eslrada do Pao d'Albo avaliada
em 6:6009000 rs.
A arremalacao ser feila por lempo de 10 mezss
e de cini.iinn i.i.le com a lei provincial D. 313 de
15 de maio de 1854 c sob as claosulas especiaes a-
baixo copiadas.
As pesoas que se propozeram a esla arremalacao
compareram na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia,|compeleulemenle
habilitadas.
E para constar se mandou allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
bnco 16 de selembro de 1856.O secretario, A. F.
da Annoiiciacao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1. Execolar-se-liAo os Irabalhos de conservado
da eslrada da Pao d'Alho, de confermidade com o
ore miento approvado pela directora em cooislbo e
appresentad a approvacao do Exm. Sr. presidente
da proviucia oa importancia de 6:600-3000 rs.
2. O pagamento verilicar-se-hu era dez presta-
ees mensaei.
3. Para ler logar o|pagamenlo de cada preslacao.
sera misler que o arremalanle aprsenle alleslado
da engenheiro provando ler cumprido as su as o-
brigaces.
4. Nos casos omissos das prsenles clausula, e do
orcamenlo seguir-se-ha o que a respeilo dispe a
le provincial n. 286.
Couforme.O secrelario, A. F. da Annuncia-
cao.
O llm. Sr. inspeclor da Ihesooraria provincial,
era comprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente'
a provincia, de 4 de correle, manda lazer publico
qoe no dia 9 de ouolbro p. vindouro, peranle a
juma da fazenda da mesma Ihesouraria, seda de ar-
matar, a quem por meos fizer, a eonservacjlo per-
wn-!,e^!r^,la es,rada da Victoria, avaliada em reis
8:.j(K)jO00.
A arremata;ao sera por lempo de 10 mezes, e fei-
la de conformidade com a lei provincial o. 343 de
15 de maio de 1851, sob as clausulas especiaes abai-
xo copiadas.
As pessoas que se propnzerem a esla arremalacao,
compareram na sala das sessfies da inesma junta no
dia cima declarado pelo meto dia compeleulemeote
habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo a Diario
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 16 de selembro de 1856. O secrelario, Aolo-
OO F. ll' A llllllll.'lac.in.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1.a Eiecutar-sc-hao os irabalhos de conservacAo
da eslrada da Viclona, de conformidad* com or-
camenlo approvado pela directora em conselho, e
apresenlada a approvacao do Exm. Sr. presideDle
da provincia, na imporlancia de8:00j000 rs.
ji." O pagamento verificar-se-ha em dez presla-
ces mensaes.
3.a Para ler lugar o pagamento de cada prestarlo
ser mysler qoe arremalanle aprsenle alleslado
do engenheiro, provando ler cumprido com suas
obrigac,cs.
1." os casos omissos das presentes clausulas e do
orcaimeuto, segoir-se-ha oquea respeilo dispe a lei
provincial n. 286.Conforme.O secrelario,
A. F. .i'A iiiiuiciac....).
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em cumprimeulo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 1 do correte, manda fazer publico
que no dia 9 de oulubro prximo vindooro, peranle
a junta da fazenda da mesma Ihesouraria, se ha de
anemalar a quem por menos fizer, ;a obra do empe,
dramenlo de 20- lanc,o da eslrada da Victoria ha e\-
lensAo de 632 bracas, avaliada em 5:9095200.
A arremalacao ser,,' feila na forma da lei proviu-
cial n. 343 de 15 de maio de 1851, c sb as clausulas-
especiaes abano copiadas.
Ai pessoas que se prupozerera a esla arremalacao
comparecam na sala das sessoes da inesma junta no
da rima declarado pelo meio-dia,compelentemeDle
habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 15 de selembro de 1856. O secretario, A. 1".
d Annunciar.Au.
Clausulas especiaes pira a arrematadlo.
1." As obras do empedramenlo do -JO- lanco da
eslrada da Victoria, na exlensao de 632 bracas, se-
rAo Teilas de conformidade com o orcamenlo appro-
vado pela directora em conselho apresculado ao
Exm. Sr. presidente da provincia na iraporlanria
de o:909920.
2.a As obras prii.ciparAo no prazo de um mez, e
Imdar.io no de seis mezes, ambos contados de con-
formidade com o arlioo 31 da le provincial n. 286.
3." O pagamento da importancia da arremalacao
realisar-se-ha na forma do artigo 39 da inesma ei
n. 286.
4." O arremalanle dorante a execuro das obra'
proporcionara' transito ao publico e Me carro*.
5. O arremalaulo excedendo > prazo marcado p ,
ra a conclii-ao das obro, pagara' urna mulla de ""
por cada mez, embora Ihe seja concedida proroi
li. ti a.icm.it,i,ue ser obir
execuc.'io das obras, pelo me.
de gente livre.
7. Para ludo o mais que n*..
do as presentes clamla* nem ..
Btir-se-ha o que di.pOe a respeilo a lei provincial n.
:KG. Conforme. O secretario, A. F. d'Aiinuu-
ciac.lo.
O Illm. Sr. inspeclor da ihesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 4 do correle,
manda lazer publico que no dia 16 de oulu-
bro prximo vindouro, perante a junta da
fazenda da mesma Ihesouraria, se lia de ar-
rematar, a quem por menos lizer, a conser-
vado da eslrada do norte, avaliada em
2:>88/.
A arrematarlo sera' feita por tempo de 10
mezes, c de conformidade com a lei provin-
cial n. 313 de 15 de maio de 1854, sobas
condices abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matadlo comparegam na sala das sessOes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
mcio-di competentemente habilitadas.
E para fttnslar se mandou afjixar o pre-
sente e publicr*4>>lo Diario
Secrelaria da Ihesouraria provincial de
Pcrnamhuco, 15 de sajlembro de 1856. O
secretario, A, 1". d'Annuneiar;3o.
Clausulas especiaes para a irrematacao.
1. Exccutar-sc-huo os Irabalhos de con-
servado da estrada do norte, de Miformi-
dade c.im o or(anlento approvado pela di-
rectora om conselho e apresentado a appro-
vacao do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 2:288/.
2. O pegamento verilicar-se-ha em 10
prestarles mensaes.
3. Para ter Ingar o pagamento sera misler
que o arrematante aprsenle alleslado do
engenheiro, provando ler cumprido suas
obrigacOes
4. Aos casos omissos das prsenles clau-
sulas seguir-so ha o que a respeilo dispe a
lei provincial n 286.Conforme. O secre-
tario, A. F. d'Annnnciar;3o.
O Dr. Abilio Jos I. vares da Silva, joil de orphaos
e ausentes desta culatle do Hecife de Peroambuco
e seu termo por o. M. I e C. que Dos guarde ele.
Fajo saber que era piara publica denle juizo se ha
de arrematar u |arrendameiitu do engenho denomi-
nado Driim. silo (na freguezia da Varzea com sua
Ierras de assucar denominadas Malemba, Culandim.
Malhada e l.aiiadico, constante do escriplo que se
ada cm poder do porleiro desle juizo, e assim lam-
ben as baixas para capim do l.agadico e S. Jiraz,
perlencenles ao mesmo engenho, e que fazein lole
separado, e vflo pr*ca a' requerimenlo de Bernar-
do Antonio de Miranda, invenlarianle e leslaincn-
leiro de seu Tallecido pal Joaquim Jos de Miranda.
KeciTe 23 de agosto de 1856.
Abilio Jos Tavares da Silva.
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, juiz de orphAos
e aozenles desta cdade do KeciTe de Pernamhuco
e seu termo por S. M. 1. e C, que Dos guar-
de, etc.
Fajo saber que em praca publica deste juizo se
hilo de arruii.ii,n. lindos os dias da lei, os escravos
constantes do eicriplo que se aeba em poder do por-
leiro desle joizo,Amaro Antonio de Farias, cujos es-
cravos silo perlencenles ao icasal do finado Joaquim
Jos de Miranda, e >.o a praca a requerimenlo de
Heanlo Antonio de Miranda, leslaraeuleiro e in-
venlarianle do referido seu pal. Cidade do lenle
21 de agoslu de 1856.
Abilto Jos Tarares da Siha.

^.tflO 0 PESBUBv S4BHD) 20 SfflI'M > 1856
passado foi approvada a medula proposla por esta re-
pariican de serem obrigado* os eonlribuinies quan to
|iagor o imposto de dcima, e i a apre-
ds ltimos cunliecimenlos que mo.lrein al
pimaram os ullnuos impeeloa a que silo oliri-
e paa-
lenliam
colar
quando
lenlos.
hro de
gados por loi, alim de se evitar duplcala*
Mesa do consulado provincial 3 de selein-
856.Antonio Carooiro Machado Kios.
VTMIO DO POKTO GBNUINO.
vende-se ptimo vinho ito Porlo em barris de
quarlo oilavo, por preco razoavel: na ra da Ca-
dea do Kecife n. 13, escriploiio de Hallar A Oli-
veira.
|CONEI.UO ADMINISTRATIVO.
O coiiseiho administrativo, em virludede aulorisa-
Cilodo Exm.Sr. presidente da provincia, tem de con-
tratar a compra dos objeelos seguinles:
J Para o 2 baialha oe. infaularia.
Livro de 200 folbas de papel imperial para registro
das praVas addidas 1.
8." Int.tlliio de inlanlaria.
I.ivrr de 1.50 folhas addicional ao 3." livro meslre
para oliciaes da mesma foima que os actuaes I.
primeiras ledras do 9." balalhAo de
lufaularia.
Para a tula d*
Papel almaco,resma- 6; pennas degancolOO: cai-
vetes 21; la|iis 72 ; tinta prela, garrafas 6 ; rea pe-
la, huras i, cariasde a, b, c 20 ; taimadas 20 ; gram-
malicasj poriuguezas,exeni|ilares6 ; anlhinelicas poa
Avila, ditos 6 ; pautas 6 ; traslados 20: lapis parr
pedra 6.
Para a Fortaleza do Brum.
Livro em branco paulado de 200 tullas |.
F'orle do huraco.
11 indeir.i grande imperial de ftleli I.
Para o hospital reginienlal.
Acido cilnco, libras 8 ; aniz estrellado, ancas 8 ;
assucar de leile, ditos i ; bagas de zinibro, oncas 8 ;
beijeim, libras -2 ; caito, libra I ; cilralo de "ferro,
oiic.i 1 ; emplaslro de cicuta, libras 4 ; dilo confor-
lahvo, diia- | dilo emoliente, libras i ; esraraoneia,
dilas 1 ; eeseeeia de rosas, ollava 2 ; dita de verga-
mola, oncas 8; dita de cauella, dita 1 ; balsamo de
ol, dila ; acido ntrico, libra I ; rianiireto de
Ierro e polassa, onca 1 ; llores de borrageiK, libras
8 ; dilas de malvas, dilas i ; dilas de rosas, ditas2;
dilas de enxofre, dilas 1 ; ditas de viollas, dilas -2 ;
iodurelo de chumbo, mei.i libra ; dilo de enxolre,
oncas 2 ; dilo de ferro, dila 1 ; dito cnalo de qui-
niDo, oitavas i ; incens, libras i ; iodorelo de po-
lassa, libras 2 ; liabeca, arrobas 2 ; labaca, meia li-
bra ; labarraque, garrele* l ; mana de lagrimas,
libra 1 ; moscas de MilAo .'>() ; mel de abelha, gar-
rafas 16 ; iiio-.o, libra I ; nosmuscada meia libra ;
nitralo de polassa, libras 8 ; oieo de amendoa doce,
arrobas 2 ; oleo de ricino, arrobas 2 ; precipitado
rubro, libra 1 ; pomada de cacao, meia libra ; resi-
na de angico, libras 8 ; resina de guaiaco, meia li -
bra ; resina de halata, libras 2 ; raz de fundi, li-
bra 1 slrvchiuiua, oilavas 2 ; sulphalo de alomen,
libra 2 ; sueco de grosellas, libras 20 ; (bridare,
oncas 2 ; xarope de naTe, Trascos 20 ; afeito doce,
garrafas 16 ; assucar refinado, arrobas 8 ; amendoas
doces, libras i ; flcatrlo, barnl|i ; banha di porco,
arrobas 2 ; breu, libras 8 ;baelilha, pee* I ; barban-
te libras 2 ; caixas paia pillas, duzas 6 ; granaia-
rio 1 ; Tunis de vidro surtidos 6 ; marco I /medidas
de folba de 1 libra e de meia dila 2 ; madapolao,
pecas 20 ; papel de filtrar, resmas 2 ; papel do em-
brolho, duzas ; panno de algodfio, peca 1 ; pe-
neira lina cora lampo 1 ; penetra* de cabello 2 ; re-
sina de piano, libras 12 ; sebo, arrol>as 2 ; sebo de
rira de carneiro, libras 2 ; Vinagra branco, garrafas
20 ; vinho branco, dilas 8 : tlio linio, dilas 8 ; na.
Bella de folba que leve 4S libras de liquido 1 ; ro-
Ihasinglezas linas, duzus ; rollws ordinarias, gro-
Para o foruerimenlo de laxe* os e-laces miniares
nos mezes de oulitbio e novei'ubro.
Azeite de carrapalo, cunadas 960 ; azeile deciico,
caadas 46 ; pavios, dalia* !1 ; fio de algodao, li-
bras 40 ; velas de carnauba,, libras 210.
Para provimenlo dos armazens.
11IIa n.is de I. e 2." classe.
Taboas de amarello de 3 quarlos de pollegada de
grossora e dotis palmos de largura e 26 a 28 dilos de
comprimenlo, rfuzias 5.
(Juera quizer vender esles objeelos aprsenle as
suas propo.las em caria fecha la, acoinpanliadas das
amostras, na secretaria do conselho s 10 horas do
dia 20 do correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimenlo do arsenal de goerra 15de selembro de
1856.-z7ei(o Jos Ijtmenha Lint, corouel presidente.
Antonio Comes AcaMcnenle-coronel vogal aervindo
de secretario.
m mu
de Janeiro.
A escona naciona'. Jos capilao Manoel JJea
Ireslrello, vai seguir em poneos dias, pode anda
receber alguma carga miuda, e escravos a frele, Ira-
la-scna ru do Trapiche n. 16, legando andar, com
Antonio de Almeida Gomes.
Real ciupaiihia de pa
(juetes iiigfezcs a vapor.
I)K
Santa Isabel.
LIITI.MA REPRESENTACO
20 desle mez e-pora-se do sul o vapor
iijne, comiiianilanle Valler, o qoal depois da de-
mora do coslurae seguir para Suulhampton, locan-
do nos porlos de San-Vicente, Tenera, Madeira e
Lisboa : para passagens, etc., Irala-se cora os agen-
'^' Adamson llovve i C, ra do Trapiche-Novo n.
4-- N. II.Os rmhruilio* que prelenderem man-
dar para Southainpton, deverao estar na agencia
duas horas anles de se fecharen) as malas, e depois
desla hora nao se receber volme algum.
Para
o .vi-a-
aty.
com toda a brevidade pretende sabir a barcara Ma-
ra Amelia, a qual j' (em a maior parle da carga
prompla ; para o resto da carga Irala-se na ra da
Cadea do llecie n. 57.
PARA ) CEARA'
segu em poucosdias o veleiro hiale S. Jetea, por
ler ja parle da carga prompla ; para o resto que fal-
la, Irala-se com seu consignatario Domingos Alves
Malheos, na ra iic Apollo n. 21.
Para o Rio de Janeiro segu com brevidade o
nem condecido brieue brasileiro Marianas, e rece-
be carga a frete: qum no mesmo quizer ^arregar,
enienda-se com Manoel lenacio de Oliveira na praca
do Corpo Sanio, escriplorio n. 6, ou com o capilo
Jos da Cunlia Jonior.
Para o Ciara' sabe em poneos dias, por ler o
seu carregimenlo quasi completo, o palhabole An-
gelica, meslre e platico Jos Joaqoim Alves da Sil-
va ; para cama e passageiros Irala-se com o mesmo
meslre on com o consignatario l.uiz Jos de Su A-
raujo, na ra do llriim n. 22, ou na praca.
Segu para o Rio rando do .orto bre-
vemente a barca;* eSanta llarximiaa, mes-
lre Manoel Paulino dos Santos, por ja ler par-
te da carga prompla : quem quizer para o
resto tiella canegar, dirija-se a Antonio
Francisco Marlins de Miranda; na ra da
l'raia de Sania Hita, casa ti. I, defronte da
nucir do peixo.
Para o Rio de .Janeiro.
O veleiro e bem conhecido patacho nacional A-
iiia/ona-i pretende seguir com muila brevidade ao
Rio de Janeiro, lem proraplo melade de seu carre-
gamculn ; para o resto e escravos a frele, para os
quaes lem excelleutcs comino lo-, Irala-se cun o seu
consignatario Aolonio l.uiz de Oliveira Azevedo,
ra da Cruz n. 1.
i'ara
a Baha
A veleira sumaca nacional ullorlencia pretende
seguir para a Baha com umita brevidade, por ler
parle do seu carregamenlo prumpto ; para o resto
Irala-se como seu consignatario Aolonio l.uiz de O-
liveira Azevedo, rua da Cruz n. 1.
*Utiot9*
O agente Vieira da Silva, na rua da Madre de
eos u. 32, Taro' leilao, sabbado 20 do correle, ao
meio da em ponto, de diversas obras de marciueria
novas c osadas, e diversa* obras de ooro e prala, re-
logio de patente, I pianos novos de Jacaranda', 1 di-
to de meio uso.c diverso* objeelos que eslarao paten-
tes uo dito armazem.e qoe ludo sera' vendido a von-
lade dos compradores.
O agente Oliveira faro leilao, por aolorisacio
do illm. Sr. Dr. juil dos orpliaos c ausentes, a re-
querimenlo do Illm. Sr. Dr. cnsul de Portugal, do
I escravo Antonio, pcrlencento ao espolio do finado
] Joaquim Uoncalve Perera Nev*, >ubdilo poilo-
gS ^GR^^ESEBKILHANTBSSOIBES tt$S^*rZZZ '"""^ "" p"-
da companhia
: acbar dclerraiua-
no orcamenlo, se-
b&x O lilm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazen-
da em cuiiipriineuln do que Ihe t ied-lerraiualo em
ordem circular do Ihesouro nacional de 2o de agoste
provuno passado, manda fazer publico.que lica pro-
aogado por mais dous mezes o prazo de 8, marcado
para a subsliluirao das notas de 509000 da segunda
eslampa (encarnada* > ; e que perUolo easiw notas
serao trocadas p >r valor igual al abril do anuo pr-
ximo futuro, principiando do mez de maio em dian-
le os desconlos progressivo* na razio de dez por cen-
lo em cada mez de demora, de furnia qoe, no lim
de dez mezes, licar.lo sem valor algum a* mesmas
lilas. Secrelaria da Ihesooraria de fazenda de Per-
oambuco em 1S de selemnio de 1856. O oflicial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela mesa do consolado provincial se laz pu-
blico, qoe no ollimo do correle mez lem de ser ex-
Irahida* para seren inmelliflas pira o juizo, alim de
serem secatona* as rclares dos devedores que dei-
xarcmde pagar seus dbitos como sejain as do im-
posto de dcima, 4 sobre diversos esUhelecmen-
tos : 1:2009 sobre casas qoe venderein bilhelcs de
loterias de oulras provincias, III- sobre casas de mo-
das, e '20o sobre casas de jogo de liilhar. Mesa do
consulado provincial 3 de selembro de 1856.
Antonio Carneiro Machado Ros.
O administrador da mesa do consolado provin-
cial avisa a quem inltressar, que por ollicio do K.xm.
.Sr. presideole da provincia de 27 de agesto prximo
ROBERT E DEVEVLA.
BENEFICIO UA JOVEN PALMENSE
.Viuniuinr^u D\C iin-tra.
Sabbado 20 de selembro de 1856.
Os directores da companhia lendo marcado esli
Irado
nocci
para beneficio da joven cima mencionada,
tambim lomaran) sobre si a penosa larcfa.le esculher
um diverlitiieulo que mereea a approvacao do illus-
e generoso publico de,la cdade de' quem a hi-
le joven, no verdor de seus airaos, espera loda
a proieccao e acolliin.enlo.
Logo qoe os Srs. p-ofessore< da orrheslra liverem
eieculado una brilhante ouvertura, dar principio
ao diyerlimenlo, que se acha distribuido era Dar-
les, pela maneira segrale:
PRIMEIIU PARTE.
Equilibrios e exerciciot chinezes.
Mr. Koberl sendo grato ao respetavel publico po-
los obsequios que lem recibido, e desejoso semnre
deagadarcomsiiasrepresenlacOesao publico, lulo
pode ileixar de Iraball.ar nesla ultima noile, apezar
de se is incommodos ; por isso ai enlreler com os
aprec.aveis ejercicios chinezes aos seus coosl.iite
apreciadores.
Eir seguida o IVrnamotirano execnlara' as neri-
gosas posicoes do
fiVMWSIARCO AERIO.
f? J?: T"!1 f'wnbm-ano espera
merecer do respe.iavel publico loda indul-encia
SEGUNDA PARTE.
Mgica l>rincaeplivsiiM.
Deveaux preenchera' esla parle com as mais
| O engracado que sexla-fera, 1!) .lo correle,
foi na padaria do largo das Cinco Ponas, e lenlan-
I do-ee em cima do balcoo, foi dentro do quarlo. e
limu nm relogio com urna cadeia de ooro, se o fez
por graca leuha a lioiulade de leva-lo a' mesoa casa,
islo ale domingo, qoindo nao soflrera' algum des-
goslo. pms foi filio quando esleve scnlado em cima
do halcao.
lorain ilesencamiiihadas sel grane de bolOe*
de metal amarello, pequeos, n. :t : roga-se a pes-
soa a quem forem ollerecidos de os apprehender e
levar a rua do Cabuga' n. 1 C, que se recompensara".
- :J-..? :.'.. ."-... -.. -.: -J^".:.:. -
Depost) do venia- C
deiro rapada Billa,
(la fabrica de G n-
tois & C.
Domingos Alves Matliens avisa
>r/ca
i:
?:S
a seus antiges freguezex, que ele ^
novaineute tommt couta do clepo-
silo do superior c bem conhecido 0
. rape da Babia, da fabrica dos Sr*. j
:3 Gantoit& C, cujo deposito se acha h
A^jj cstalielecidono seu eteriptoria da S
g rua de Apollo n. ~27>, nrimeiro $>
andai-
LOTERA DA PROVINCIA,
O abaiso aasignado avisa ao reapeita-
vel publico, que vende n dinheii-o a vista,
(sendo a quantia de 100^000 para cima),
os seus hilhetes, meios e qoartos, pelos
precos abai.xo declarados, na rua da Ca-
deia do Kecife n. 15, toja de miudezas
de Jos Fortunato dos Santos Porto.
Bilhetes 5*500 recebe 5:000*000
.Meios 2*800 <> 2:500*000
Qoartos I*i00 1:250*000
Salustiano de Aquino Ferreira.
lotera da provinc a.
l'erceira parte da sexfn
lteria da matriz da
5S():!Vlsf;!.
Corre inlallivelmente quarta-eira
do crtenle.
O abaixo assignado avisa que os seus
feb/.es bilhetes, meios equartot s<: acham
a venda as tojas ja' annunciadas, os
<|uaes nao estelo stijeilos ao descont dos
S por cent to imposto geral, senioos
precos os seguintes:
Bilhetes 5*800 recebe 5:000*000
Meios 5*000 2:500*000
Otiarlos 1*500 1 :-2.")0.s0()0
Salustiano de Aquino Ferreira.
Por delraz da na do l-'acundes, loja do so-
brado que lica atirante do eslaleiro, onde se esla'
fazendo um uriana, coiinha-se para fra com Indo
aceio, e tambem se lava eengomma : ludo por pre-
*;0 i .mili;.i 1 i.
Massa adaman-
.. "~ (' a8,t"le "ye'" ''"' 'etl'o, por mando do
Exm. Sr. Dr. juiz de dtreiio especial do commercio,
las dividas actuas por ttulos e canias de livro, pe-
nhoradas por execuctio dos credores de Jos (ornes
Moreira ausente) as quaes foram adjudicadas a F-
lix Sauvage & Companhia : sabbado, -20 do crranle,
a's 11 lloras da manbaa em poni, no escriplorio do i companhia.
referido acente I nosso aviso q
O senle llorja, de ordem do Exm. Sr. Dr ; ,J q
juiz especial do commercio, segundo o seu despach I |uo soml,rca espera de dinheiro para
Francisco Pinto (Jzorin chumba denles com a
verdadeira masa adamantina, c applica ven losa
pela alraccilo do ar : pode ser procurado conlronle
ao Rosario de Sanio Amonio n. i.
Pergunla qne nao olfende.
Pergunla-se aos Srs. direclores da companhia
l'ernamlmcana, se pagam a um janla no Rio For-
moso nicamente para tratar dos negocios eleilo-
raes, deixando, segundo di/em, a adminislraro da
obra linea mesma companhia esl fa/.endo em fla-
mandar, onde ha mais Ja utn mez nao vai para
se oceupar com as cleijoes, dizendo i|ii,: dos
mesmos directores receliera dinheiro e oblive-
ra licenca para cabalar em favor de um delles '.'
Nao o eremos siippoinosanles que ser um meio
de que so serve o lal 5r. para diverlir-se cusa da
Alerta,
que ha de
*rs. directores, recehoni
espera causar
de as enumerar.
aprtiav
.rao mu.las que aimla ni. fr,., vis|a, 2to PMi-
co, ejque pelas siiasdiflicul.o.les elle espera causar
grande sorpreza, por i-so deiva
TERCEIRA PiBTE.
JA CACEUCKA.
A pedifo dei ninilas pesoas a joven Flu,
vai p QBARTA PARTE.
Deslocaeoes e saltos mortaes.
A leneficiada
Pcrnkinbucaiio, f.
osmaisdilliceisvolleios, deslocacfifs"V'si,"
lace, parando mtrecer luda a dcscolpo de seus
prole llores, vislo a sua ponea idade.
QUINTA PARTE.
Zepbiro e Flora.
)a,^f^*mo"ascordas, pela joven Fluminense
lo
;ruambucano.
escnlliida csl.i dansa por ser rauito elegante, e
igualmente para salisfazer ,u pedido de mullas pes-
He esle o dlverlimenlo que o direclores da com-
i eseutheram para oderecer ao poblico, na nui-
iieneficio da joven artilla.
bilhetes estilo a venda no louar do cosime.
p.u.li
ledo
Oa
^
Comecaru' a's 8e meia boras
B^ILE POPULAR
DE
guasearas c pluintasiatt,
NO
'ALACRTB I)A RUA DA PAIA.
SABBADO 20 BO CORRERTE.
A
drilh
corle
vend
deve
proferido no requerimento dos deposilarios da massa
fallida de Cro/. O tiomes, far leilao das dividas ac-
tivas perlencenles a quantia de H:>'i5l,VJ ; cujos documentos se achara
em poder do agente aoiioiicjaiile, para os Srs. pre-
tendemos eiaminaiein : segunda-feira 22 do crren-
le as II horas era punto.
O agenle Vieira da Silva faz leilao de 150 sac-
pagaineniode operarios c inalcriaes.
Um accionista.
I'.tiIcii-sc um panno de urna vara de algodao
de marcar, desde a rua do Caboga ale o praca da
Boa-Visla ; por isso roga-.e a pessoa que o achou,
querendo restituir, leve ao aleru da Boa -Vista, loja
u. 78, que sera' recompensado.
Aluga-se um sillo na Cruz de Almas, que vai
cas com fariuha, por conta e risco de quem perlen-1 llra Beberibe, casa euvidrajada, com bstanles ar-
cer : quarla-feira, 2i ao correle, ao meio dia,
trapiche do Cunda, no Forle do .Mallos.
Por ulorlsiriio do Illm. Sr. inspector da al-
faudega. a requerimenlo dos inleressados, e por emi-
ta e risco de quem perlenear, o agenle Oliveira con-
tinuara' o leilao das fazendas c artigo* avahados,
salvados de bordo da galera fraoceza uKaoulii : se-
gunda-feira, > do correle, as 10 horas da manhaa,
a' porla da mesma alfaodega.
lieurique lrunn & Companhia faro leilAo,
per iiilervenr.'io d.i agente Oliveira, de um cmplelo
sorlimenlo de fazendas u mais proprias do mercado:
terca-ftira 1! .lo crrenle, as 10 horas da manhaa,
no seu armazcm rua da Croz.
Pede-se ao inspector de quarleirao que ahsle
ll ha o baholeiro da rua do Cullegio u. 1:1 de cerrar
madeira, e presar al II horas e meia da noile,r.ois
incommoda a visinbanca.
Precisa-sc de um hornera de meia i Jarle, dc-
sempedido, paia tratar de capim era um silio na So-
li- .i.u-. da-se razoavel salario, comida e casa : a tra-
tar no pateo do (.armo, sobrado n. 3, por cima da
botica.
Precisa-se de um homem para Irabalhar cm
urna carrosa: no paleo do Carmn, sobrado por cima
da Indica.
O carador fiscal da massa fallida de Antelo
Augusto de Girvalli.i Marinho convoca aos credores
do mesmo fallido para no dia ;>(i as 10 horas da ma-
nbaa se apresentarem em casa da residencia do Eira.
Sr. Dr. juiz do commercio, alim de se verificaren) os
re-,.i.- c delermiuar-se ludo mais que far a bem
da massa.
O cpala/, e mais canociroi do porlo da Vara-
l'iiirn da cidade de Olinda. lendo de festejar a vir-
sem do Kosario, pidroeira do porlo, no dia ."> de ou-
lubro, faz ver ao poblico e especialmente aos devotos
da mesma Seuhora, que no mesmo dia, pelas i e
meia horas da larde lem de subir em seu louvor um
Halan salvando, leudo a nuile fogo de vista.
Koga-se ao Illm. Sr. the-ourciro das lolerias
voredos, lem ."i quartos, solo por dentro, lem baixa
para capim, tanque, ele. : quem o pretender dirja-
se a rua Augusta n. :|I, defroule da taberna, que
achar cum quem tratar.
Oll'erece-se um portuguez para Irabalhar em
loja de alfiiale por jornal, lano pelo ollicio como
na escripliirar;no da casa : qnem precisar leuha a
bondade de annuiiciar.
Attenyfto.
No dia 2> do correte, pelo juizo de orphaos da ci-
dade de Olinda, seiSo arrematados por venda, em
I,asta publica, a quem mais der, os objeelos seuuin-
les : .1 sillos ameuos, situados a' margen) do rio
Agua Fra, que hcadislanle desla cidade menos de
meia legoa ao norte, sendo dous com suas respecti-
vas casas de vivenda, arvores de fiuclu e mallas, lo-
dos a beira da eslrada publica do norte, e eslrada de
Mirueira, 1 escravo de n.ic.io. carros, I curuca, 1
anua, bois inaii-o-, vaccas, etc., ludo do inaueio
dos mesmos sitios : quem pretender arrematar, diri-
ja*sea inesma cidade no da indicado, culenilendo-
se previamente com o porleiro llcmiamin Marlinia-
tio dos Alijos, un:,, I,,i u,i un de .Malliiat F'erreira
da mesma cidade, alim de ver os competentes es-
cupios.
O eucarrega lo do reconhecimeiilo e medicao
dos terrenos de morioha, convida aos Srs. Jooj Ma-
llieof, Manoel Peres Cainpello Jacorac da Gama, An-
tonio favares Ferreira,Marcolino Goncalvesda Silva,
Joo .Marques de Souza Coutiuho, Antonio Valenlim
da Silva llarroca e Jlo l.eile de Azevedo, a compa-
recerem na casa de sua residencia, na rua Direila
u. 71, alim de se Ibes marcar o da em quo lem de
ser medidos os leiieuos de marraba que Ibes foram
concedidos. .
Aluga-se urna casa ifrrea de quina, conj slito
corrido era cima, com janella no eilio, que cabe
grande familia, oo correr da rua da Autora era San-
io Amaro, entre a ponte do Sr. Starr e a nutra pon-
te : a fallar com .lose (joncalves Ferreira Cosa.
Urna poirugueza de bou- cosime*, se ollerere
para ser criada de alguma cosa nacional ou eslrao-
j "i a. occujiau-lo-se em os arranjos inlernos della e
hem a-snii nos Irabalhos de costura e eiionimado
para as lolerias, pois avista do crdito em que ella
se acham, lomo rapi la |eitracco os bilheles, vislo
offtrecer mais vanlauoni que o actual plano, pelo
qual silo evlrahida- es loteras.
.1,000 bilheles a ,i;H)<)0
Benelicio e sello
:fJ00B
3:00M
1 premio
1 dilo
1 dito
-2 dilos 100-
t dilos 200a
8 dilos IODO
li ditos 508
30 ditos 20
70 dilos 108
I.V.0 dilos 3$

11171 premiados.
3329 brancos
5:0008
-':(KH)
!IIK)3
008
008
008
'Ola
coo^
7008
700>
20:0008
20:000o
3000 O comprador de bilheles.
--_ Ausenlnu-sc da casa de seu senbor, na uoile
de 17 do correte selembro a escrava Joanna, que
representa ler 23 unios, pouco mais ou menos, es-
tatura regular, cheia do rorpo e minio robusta, eor
acabociada, cabellos mullo prelos e corlados em roda
da cabeca, ledo por cosime repartir ao meio, anda
i-ali.-.i i.,, levou bastante .oopa ate Iraveneiroi e leo-
nusica eaeeotara novas e lindas welsas e qua-
i, as quaes chegariim pelo ullimo vapor da
o salan estera roiiveiiienlemeiile omado c I ""' escra\_a r,u comprada eir. maio do corren-
brilh intrnenle illuminado. (Is bilheles e.tarSo i
i no edificio, no dio do diverllmenio, o
a principiar us S boras e findar as 'J.
qual
Ct)i505 ; ',::;-.i>!>.
PAKA O RIO DE JANEIRO.
Ei
Ipera-sc do Assii a veleira burea ImptraHz,
a qujil tero' aqui alguma demora para receber escra-
vos 11 frele fiara o porto indicado : Irata-ee com Ma-
iel Alves Guerra, na rua do Trapiche n. I*.
Para Lisboa pretende sabir breve o brigue por-
lugu -z Eupeiiencia por ler ja pe te do seo carrega-
men o proiuplo ; quem no mesmo brigue quizer
carngar pode enlender-se com os consiziialarios A-
monm Irmilos J C, rua da Cruz, n. 8, ou com o
capilo Joaquim da Silva Keina, na praca Ido Com-
menio.
:



desla provincia o favor de adoptar o seauinle plano, ou cozinha : quem de seu preslimo se Quizer ulili-
s.ir, e contratar, dirija-se a ru de llortas ti. lio.
Precisa-se de urna estrave para alugar-se :
quem a tiver dirija-se a raa do Oueimado n. 2ti, loja
de ourives.
BILHETES DE LOTERA BO
10 DE JiNElRU.
Numero 39911B I:(XI09(XKI
>. 1079MB HNrjooo
(238 II 100NKW
Na loja n. I da rua do Crespo, junto ao arco de
Santo Amonio, vendern)-se As sorteo ucima e mais
oulras de premios menores, dos bilneles da II lote-
ra do lliealru de S. Pedro de Alcntara. Cbegarara
novos bilhetes da 2:1 lotera do Ibealro de Niclheroy,
e acbara-se evpostos a' venda boje.
Jos Euzcbio Alves da Silva.
CIDADE DA \ ICTORIA.
O thesoureiro da fesla do jjlorloso S. Miguel,
avisa eo respeiiavel publiro, que por motivos jus-
tos irans'irio a dila fesla para o dia 12 do prxi-
mo mez de oulubro. leudo lugar a handuira no dia
2 do mencionado mez, palas !i horas da noite, que
sahir da igreja de N. 5. do Livramcnlo cm urna
cha rol la decentemente armada, sendo earregada
por 4 figuras, acompanliada por msica miliiar,
que depois do percorror as ras do cosiumo se le-
vaniar com toda a decencia possivcl ; llavera as
nove noilos de novena c DO dia da fesla ser o ora-
dor o muio digno Rvm. Sr. padre Joao Grego, c
lamber noTc-Ueutn iiaver fogo de vista e prepa-
ra-so ttns fandangos para se apresonlar na noite
da lesta.
Cidade da Victoria I" do selembro de 1856.
Atolondre Jos de Hollando Csvakanli.
Precisa so de um raiteiro de II a !<> annos de
idade, na rua Oireiln padaria n. 21 : u.i inesma pre-
cisa-sc de um tr.,b.iih oinr de masseira.
Avisa-se a lodos OS nossos charissi-
mos irmaos novicos da Ordem Terceira do
Catino, que a lesta da nossn padtoeira
a Sra. Santa Atina, lie impreterivelmen-
te no dia '21 do coi-rente raez.
FUNDIDO DE COBRE. BROH-
ZE- FERRO. TUBOS DE CHUM-
BO INTEIRigOS
B
Armazens dos ditos metaos
DE
Josc Pedro Collares Jnior
LARGO 00 CONDE DAR A O
N. 3 A.
EM LISBOA.
Esta csiabelecimcnlo leve n seu principio em
"809, fabricando simplesmenlc apparelhos para
distillarao. sendo o seu fundador o Sr. Jos Pedro
Collares, que o comcc.oii com um so operario. Em
1819 a as suas obras eram conhecidas e aprecia-
das no paiz e fora delle ; o para poder satisfazer
a cncommondas uo se lito faziam, foi misler ao
seu proprietatio eleva-ln a maior escala, de sorte
liieem 1821 ja empregava 8 operarios. Na pro-
pongo que o crdito das suas manufacturas aug-
meniava consiJeravelnienlo o seu consumo, foi-
ihelinJispensavcl augmentar o pessoal doaetabe-
lecimetito ; de maneira que em 1827 con tai.i 18
operarios. Do 1834 a 1840, o numero desles
subi a 30. Com ludo em 1842 ja o local de
que disptinlia era asss escasso para comer os ar-
tistas indispensavois para satisfazer i afflaenaa das
cncominendas, o por esla razo roncebeu a idea de
adquirir um oulro local apropriado s ('vigencias,
o quii coosegoio no largo do Conde Barao, n. 3
A, fundando lalvez o maior eslabelerimento desle
ftenero no nosso paiz. Fui enlo que comerou o
fabricar machinas a vapor, e muilas oulras que
ale aquello lempo su nao faziam entre mis, e era-
mos obrigados a importar do estrangeiro. Em
18i.i deusoriedade a seus dous primeiros lilltos,
conando a direojao do seu esialieleciiiienlo ao
primeiro, e a adminislracao dos liabalbot de ma-
china? a vapor au segundo. Em 1848 deu igual-
menle sociedado ao seu terceiro fillio. Assim par.
maneceu gyrando com a firma de Jos Pedro
Collares & FilliospoT espaco do seis annos, no
fim dos quaes esleeslabelecimento se acliava elevado
ao dobro do que era cm 1845, sondo aquelle pro-
gresso devido perfeico e solidez de suas manu-
facturas, e maneira por que iraiam e lerminam
os seus negocios, tendo fabricado, nesle periodo,
grande numero de machinas de disiillacao, bom-
bas, machinas a vapor, rodas bvdraulicas, tan-
ques, machinas para agricultura, e militas oulras
obras de rcomhecida ulilidade.
Finalmente, no lim de 1850 dei\ou o Sr. Jos
Pedro Collares todo o seu eslabulecimento, em que
empregava 50 operarios, aos seus primeiros qua-
1ro filbos, que se constituirn! em sociedado. que
(Tira actualmente com a firma de Jos Pedro
Collares Jnior & Irmaos os quaes, cm no-
vembro de 1854, davam irabalho a mais de 14o
operarios. F.sia ultimo e sensivel augmento que se
ola do principio de 1851 a novembro de 1854,
foi devido nao so aos imperiosos motivos cima
expendidos, mas tambem grande baixa que ti-
nhara podido fazer nos precos das suas manuactu-
ras, em consoquencia dos nperfeicoarneiuos que ba-
viam inlroduzido no syslema dos trabalbos, por
meio das milhores machinas o ferramenlas al ,-'i-
trualla poca eonbeidat, que tinbam mandado vir
de paizes eslrangeiros. Infelizmente, em 4 de no-
vembro de 185i. foi e'teoslabelecimento incendia-
do ; porm gracas a algum auxilio do governo de
sua .Mageslade Fidelissim.i, e ao dos amigos dos
proprielarios, acha-sehojeja reconstruido, e mon-
tado corn laes machinas, que se pode assegurar ser
igual aos meUioresde Franca e Inglaterra, poslo
que relalivamenle cm menores dimenses ; mas
sempre para empregar 50U operarios : podando em
tal eslado conseguir-se, a par da baixa dos precos
um augmento de perfeioao e crdito as obras.
As suas machinas para disiillar violios sao tan per-
feilas no seu fabrico o na combinaco de lodas as
suas peas, que podra garantir o obier com ellas
maior quandade de alcooldo que se astral com a
maior parte das machinas de ualqucr oulro fa-
bricante; chegando as suas a produzir mais I IrS
caada de agurdenle de 30 graos de Carlier, por
pipa de vinho, comparativamente aquellas ; o que
podem provar com alteslados.
As dilas machinas de disiillacao continua, de
qualquer dos seus svstemas, produzem em urna s
operajao a agurdenle do 29 a 3i graos de Car-
lier. As machinas composlas, refrigerando com
agua, podem distillar as fezes do vinho e oulras
materias crassas; uenhiima das oulras o pode con-
venienlemenlo fazer.
Alm daquellas machinas, fabricam-se lodas as
obras que secostumam fazer de cobre : bombas pa-
ta acudir a incendios; machinas a vapor; caldeiras
para as dilas; prensas de parafuso : ditas hidru-
licas ; dilas para copiar cartas ; tanques para" agua-
da de navios : moinhos para azeilona: dilos para
ingoe descascar arroz; dilos para canna desasnar
machinas-para corlar palli; ; ditas para retrasar ;
racao de eavalgadoras; dilas de debulhar miH; di-
las para nevar charras de forro ; sachadores; gra-
des para janellas, varatnlas e jardins, pnr urna in-
finidade de variados modelos, canaps para dilo ;
aparadores para chapeus de diuva, e da cabeca pro-
prios para ornamento de salas d'enlrada ; lindos
fogoesde sala dilos de cozinha ; bonito e variado
sorlimenlo de leiios i franceza, ludo de ferro ; e fi-
nalmente lodosos objeelos que se desejem d'a
quede artigo tanto do undicao como forjado. Tubos
do chumbo inietriros sem soldadura, proprios pa-
ra canalizaco de lquidos ou gaz ; cujos precos he
impossivcl delenninar, nao spela mullipliridade
como principalmente pela variedada com que sao
exigidos segundo o gosto c necessidade do com-
prador. Os proprielarios d'esle estabelecimcnlo li-
songeam-se que os sacrificios e esforcos que lem
feilo, para conservar o augmentar no paiz um esla-
belerimento d'esla ordem. serao compensados com
a allluencia no consumo das suas manufacturas u-
nico meio de se poder sustentar e engrandecer.
O nomedos proprielarios, a maneira porque exe-
culatn as suas obras, c ciimprem os seus ajustes
nao sao e-lranhos maior parte dos Portiiguezes,
mesmo dos residentes fura do paiz. Por tanto,
esperam continuar a merecer a mesma conlianca
com que al boje lem sido honrados, e protegidos
com o favor das suas ordetis, as quaes se esfnrca-
rSo por executar o mellior possivel, offerecendo o
sen coniporiamento passado como garanlia do fu-
turo.
I! ,
rua
O abaixo a do (.aboca' n. II, confronte ao paleo .?a malrir e mh
^ova. ra?em publico que eISo recebendo rontina*
damenle as mu. mod-rna obras de ouro, tanto ,,w .
senderas romo para boraens e menina. : o. preTo-
cunlino.m r.,io,vei. paam-*a eonl c.M r,
poosabibdade, especilicando qualidade do corn de
Ti ou IS quilates, licaort.. Mn jit mesm.-
por qoalquer dovida.Straphim -- Quem pretender una rica agulha
dous grandes mappas e bons livros. Mudo .!
nutica e dos melliores autores e em perfcit..
estado e larato,dirija-se a rua de Asuas faja-
das n. 72.
A casa terrea n. 30 da rua da Aurora,
nao podia ser vendida por se achar Msbss>-
rada : o proprietario que a vendeu a den
cm juizo em penhor.-i por seu proprio pai
queremos o pagamento do resto da exeru-
rj.'io e de seus juros, por ora limitaremos .
isto siimente.O plebeo.
um&mnnwt-WmT**x*w*MKn
1 AO PLBLIIO.
y; No armazem de fazendas baratas, raa do
Collegio n. S,
A vende-se um completo sorlimenlo de t- I
Q aendas linas e (rossas, por mais barato ft
M precos do que em oulra qualquer parte,
5 tanto em porcoes como a retamo, San-
2 cando-se aos compradores um so pese 1
^ para todos: este estabelecimento abrio-se
g de combinaco com a maior parte das ra- 5
sas commerciaes inglezas, franceza*. alie- 2
'>,< nuios e suissas, para vender fazendas aasis $
M em eonta-do que se lem vendido, e por isto M
#| ollerecera elle maiores vantagens do que I
^ oulro qualquer; o proprietario desle isa- 1
portante esubeleciraento convida lodos |
os seus patricios, e ao publico cm peral,
para que venham (a bem dos seos inle-
resses) comprar fazendas baratas: no ar -
mazem da rua do C)llegio n. 2, deAa-
ji< ionio Luiz dos Santos & Rolim.
A fabrica de \elas a
vapor da rua do Brtiiu,
precian Timm, Moinscn i \ uiiihss,. e Sa-
muel Power Jolnston i C, administr..
dores tioinendos a massa fallida de Cruz
6 Gomes, a visa m a lodosos Si*, credotv.
para llies ajiicsentarem os seus titulo divida, alim de se poder proceder na t'oi-
ma indicada no art. 8.">9 do -odioo rfc
coinmereio, isto at ao dia 27 do corren-
te, certos de (|ue lindo esse prazo nao se
rao attendidas (|uaesquer reclamantes.
Isaac, Curio & C, e Samnel Pown
Joltiision A C, administradores notmv
dos a' massa fallida de Joaquim Militar,
do Amaral, ivisaiu a lodos os Srs. credo-
res, que na couformidade das disposii>'.
do art. 8.">9 do cdigo do commercio, *c
faz preciso
ttulos de divida at o dia ao dia '2.1 rl>
serem attendidas iiuaesqucr ieclamaci>i-
Os a'liniiistradrji( da massa fallidi
de Joao Morena Lopes, aiis.un aos Sis.
credores qoe reuniao maivada pai.i n
da 10 do iiriente, foi transfeiida laara
odia i\, as 1(1 horas da inaiiha. cm
casada residencia do E\m. Sr. Pi
do commercio.
|in
le anno aos Srs. Ferreira a Araujo, nao sendo de ru:.
nem tundo relarcs fura, aappoe-se ler sido sciluzida
por alquero : porlanto protesla-se usar de lodo o ri-
eor da lei contra quem a tiver dusencaminhado ou
Ihe der azylo, assim como se proinvlle generosa ?ra- ,
lilicacAo a quem a petar e levar ao alerro da lloa- I
Vista ii. 52.
O abaixo assignado participa ios Srs. proprie-
larios c consinalanu> de quaesquer embiircaces,
que ficoa com o estabelecimento de cooduzir t para bordo, que oulr'ura perlcncia ao Sr. Selubal.
mi lendo ha m.iis lempo avisado o publico por ler :is
canoas em concert, prometiendo a todas as pessoas
que oservico sera' fcilo com zelo e promplidan, e
desde ja podem os nretendentes dirigir-e so arma-
zem do Sr. Jos Anlonio de Araujo, onde y lea
fazer suas cneeminendai. Kecife 1. de selembro de
IS-G.Francisco Botllio de Andrade.
O Sr. Francisco dos Sanios Macado lem nma
caris viada do Porlo, na rua da Cadeia do Recif u.
38, primeiro andar.
As pessoas que desejsrem ver e evaminar os
diflrenles modelos, em eslampas, das machinas.
apparelhos e mais objectos cima mencionados, e
fazer qualquer enrommend.i ao dilo eslabclecimen-
t" em Lisboa, podem dirigir-ee nesia cidade, ao
consulado''portugus, rua do Traniebe n, (i, i..
laudar, onde ludo ser plenle, para mellior e
mais fcil esclarecimeoto.
Anida roga-se a Illm. Sra. I). Mara
Severina da Bocha Lins caseu rmaodSr.
Jos Luiz de Cuidas Lins, moradores na ci-
dade do lo Purmoso, de respondercm as
cartas que so Ihea lem dirigido acerca da
lvida activa, partilhada no inventario do..
liudo Alves da Silva, pois uessas cartas nc- '1l" de ferro '' m' pprovads 'muirurcao. fundu-
Companhia Per-
nainbucana.
Largo da Assemblc.i n. 10.
A direeqeO avisa aos Srs. asssassasssUai,
que para complemento do capital da mes-
an empieza, tem deliberado emillir ,:>-
vas met, mas devendo ser preferidirk
de couformidade com o art. i' dos esta-
tutos na distribuido de tacs amata,
aquelles senhores que ja' sao na mesm
interessados, lica a contar de lioje, mar-
cado o prazo de .10 dias para a" inscrip
<;3o de seus nomes, com declarado da.-
ac^i'ies que qaizerem tomar, no te. es-
criplorio, no Forte do Mattoi, sendo a
pi-imeira prestacao de .10 por emito. Re-
cite 27 de agosto de 1856.Antonio Mar-
ques de Amor-i m, secretario.
Aluga-se urna casa de um sndar com
quintal murado, nos hamos de Santo An-
lonio ou Boa Vista : quem tiver para alagar
procure na rua da Praia. armazem de carne
n. 13, queso pagar com generosidade.
Precisa-sc de urna ama de leite sadi.i
para criar um menino de pouco mezes:
no pateo do Hospital sobrado n. H.
A pessoa qoe annoocioa no Diario de 17 ,l
crrenle precisar da quanlia de s*i< cnlo 4e i, a
premio de um por rento ao mes, sob boa< firmas ,,i
!ivp iiicci em predios nesla cidade, senda n anda
precise pude dirigir-se a roa do Uu.'imado n. m\ qa
se Ihe .lira' quem laz esse negocio.
Uesapparerea de Apipua nm harm rin<
11, o qual se acha actualmente algum laalo macr
cortado de espuraea e picadeira : qnem pois o liver
achado, piideenlrcga-lo em Apipacos, oa nesla ai
dade. coteira dos mnibus.
HOSPITAL PORTUGUEZ DE
BENEFICENCIA.
Tendo de celebrar--? o primeiro anniversario da
iisiall.ic.io do 11 -.;!l.al l'orlagan de ileneliceu, m
nesla cidade, como dispe os eus eslalula. s do-
mingo 21 do corrale, a junta administrativa do sao
mo convida a lodos os Srs. accionistas e t*inirif>,ir
para assislirem a samas solemne qa Irra' lasai a>
I ii oras da manhaa, a coja hora se celebrara' san-
io sacrificio da Missa. I) r-labelecmcnl* estar' p-
lenle a lodosos senhore< visitantes de asa ami
sexo, desde as 9 horas da manhaa ate as i da larde,
e desde as l ate as S las nos actos da insinuar .I? abertura desle hn-pi
lal. que i'-i.in lodos cm om I Hielo, serio dislrihai
dos a lodos os sen'iorri que ilcrem ao menas 341 pot
cada tulhelo, cujo prudaclu he a 1,-nelicin do tu,-.
tal. Sala das snsaias do llospilal l'orlngnra da Rr
nelicencia em l'ernambiico aos Ifi de scleinbr le
IS-ifi.M. I-', de Sao Barbosa, secrelario.
A pessoa qoe deu a criar urna menina de aasata
Emilia, a una parda de nome Mana, na rua .1. >.
Francisco o. ti, apparera nn arsenal de gaerra .,
fallar com Francisco Kibeiro l'.ivSo, alim de melli,.
rar a sorlc daquelU infeliz enanca, oa -ppare'.i na
mesma roa o. :i>.
C. STARR ; COMPANHIA.
Kespcilosameule annunciam que no seacvtrii ,
estabelecimcnlo em Santo Amaro, continua a Ubi i
car, com a maior perfeirao e prumplidao, tola a
qualidade de marlnnismo para o uso r.igiiruMuia
uavegaco e manulacluia. e qoe para maior com
modo de seus numerosos fresuezes do pablka cm
geral, lem aberlo cm om aSS srai.de, armazens a
Sr. Mcsquila na rua do Bruiu, alraz do arseSMl de
iiiarinha, om
DEPOSITO DE MACIJINAS,
Conslroidas no dilo seu e-labclrcimeuln.
.Mil acliar.u os emuradures um cmplelo mhIi
ment de moeu.lasde canna, com lodo, os mel!,,.,.,
montos .Igons delles novos e originara) que a as-
pciiencia de mnitos anuos lem mostrado a aecssv-
ila.lc. Machinas de vapor de balsa o alia pros..,..
latas da lodo tamaito, lauto batiJas ron fund
das, carros de Hijo, edito para conduzir f.irmas
d'assucar, machinas para moer mandioca, |.ima-
para dilo, tornos de ferro balido para lanada. ara>
nntima esmola se Ules lem mandado pedir ;
e ricos Qdslgos tifia ilevcm precisar das mi-
-: ilha- de pobres plebcos.
-- 3n dia 2'\ do correiile mez, na ala das audi-
encias, linda a do Illm. Sr. Dr. jais de orpains, se
lio de arrematar o arreodaetenlo do engenho do
Brum, com siihs lerrss de assucar, denominadas__
MUTILADO"
para alambiques, envo e portas para I rnalha..
urna inlinidade d'ohras de fero, ano sera enfadnnlw
enumerar. .No mesmo dc|x>silo eiisle nma prsva
inlclligeiile e habilitada p.ra receber Indas as caco
Hiendas, rlr. etc., qoe os annoncunlr- ciilaul..
com a capasedade de suas oflicinas a macmoiimo. o
pericia de feu> olliciaps, se cnmpromellom a fazrt
eTerular.com :i meior presteza, e perlen-aa, e esacla
Malemba Malhada, (ulandiin c l.agadico, perten- conformidade rom o modelk, ou desanos e in
cenle ao casal do liuado Jo.iquim Jos de Miranda, a trueces que Ihe forem remecida-
requerimenlo do invenlarianle Bernardo Anlonio de i O abano assignado declara que em razia t ler
Miranda, e nesse mesmo da lambem se arrematara", anparecido oulro |ie o arrcnd.iinenlo das balsas da Capias do lerrenoa liante se assignara' Ravmonte Jos*da Silva Santos,
l.agadico c Son-Braz, as quaes eousliluem um se- Hecife 9 de selembro de IH6
gando lole da arremalacao.
Precisa-se de quinhenlos mil reis a joros com
b>poii ecaem orna casa : quem tiver anuuncte.
Itaviniiii lo Joc dos Sanios.
OITerece-se urna sssrasa por alagad pars lodo
o trrico de urna casa : na raa da Mangueua a. 8a



eRlO i n&ihlBglO SABIDO 20 SETEHIReo U I86
I
i
.^.'.r:y:y:.S-.f\ $'?$$%??$$$&
...... -'"*>.-' *' :-*
O abato assignado, primeiru secretorio
e membro da cemmiuO* directora .lo Mon-
le-IHo Acadmico, em virlode da delibera-
do da mesma commissflo. eoovldi a lodos
s socios do mesmo Monle-1'io em geral
para reonirem-se na lerceira jala da Fa-
culdade de llireito desla cidade, no da II
do correle mez, M maio-dia. aliro de pro.
ceder-se a eleicAo de presidente eade llie-
sooreiro, na forma do arl. .'! do cap. 1 dos
novos eslalutos. Recifa 13 de selembro
de I83t>.Francisco Ferreira Correa.
l'recisa-se para urna casa estrangei-
ra do pouci familia, de um cbginheiro
<|ue seja perito em seu ollicio, preierin-
loe escravo, paga-se bem : na ra do
lories n. 58, segundo andar.
Precisa-se de duas pessoas para o scrvico in-
lerno de una casa eslrangeira, urna que cozinhe e
engommc, e outra que enlenda de costura : Da ra
Nova n. 17.
l'iecisa-se alugar orna eserava que saib? coser,
lavar e eogommar, para o servico de orna familia
ogtoza : na rus do Trapiche Novo n. 10, em casa
de Patn Nash & Companhia.
ao publico.
J. Ilunder, eoin loja de alfaide na roa Non n-
VJ, recommeuda-se aos senhores que quizerem pos-
suir obras, romo cairas, collete, casacas, ele, feilas
om perfeicito. Nesle estabelecimenlo nao se encon-
trara' obra de fabrica, smenle obra feita poreocom-
menda, de haixo de toda a garanlia, com toda a per-
feiro possivel, e sempre do gosto e da ultima moda
da Europa. Ser igualmente multo conveniente e
recommeodavel aquellas pessoas que mnram n'algu-
ma distancia desla cidade, e que querem suas obras
leitas com brevidade, e no prazo marcado. Tamben)
enconlra-se conlinoaJamenle no mesmo eslabeleci-
mento panno o fazendas escolhidas para qualquer
obra.
DENTISTA FRAMEZ.
9
f Paulo Gaignoox, de volta de saa viagem ;'/.
,?; Karopi. est morando na ra ISova n. .-..
*&y 41, primeiro andar, onde pode ser procura- *.-*
'>& do a qualquer hora. }^
OT .Mil V DE SEGIROS
NOKTHERN,
cstabelecida em Londres em 1836, para
lomar riscos contra ogo esobre vidas.
Capital l60,000.
Agentes para PernamhttcoC. J. Astelev
A C.
: J. JANE, DENTISTA, l
S contina a residir na ra Nova o. 19, primei- *)
ro andar. A
*o
Arren.la-se um sitio no fim da ra do Giquia,
com boa casa de vivencia e soiao, com ezcellent
quintal plantado de banuueiras, limeiras de urabigo,
oqueiros, goiabeiras e outras arvores de fructo, com
viveiro, poro encllenle baixa minio fresca, propria
para plantar verduras e flores, anda mesmo no ri-
goroso vera"o : os pretenden! podem dirigir-te a
ra da Cadeia de Santo Antonio n. 16, primeiro an-
dar.
Os abaixo atsignadcs- fzem pnblico nesta ci-
dade pelo presente annoncio, que tendo com o fal-
lecimenlo de seu primo e socio, o Sr. Aotoniu Jo3o
de Amorini, em 14 do crreme, cessado a firma que
tinham de Aniorim Irmaos \ Companhia, tica d'ora
em diante subsislindo a de Amonio liman-, que li-
quidara' todas as lransaccr.es pendentes uu que se fo-
rem oflerecendo daquella eilincta firma, qoer pa-
gando quer recebendo.
Radia 1H de Miembro de 1856.
Manuel Jo3o de Amorim.
Jos Joo de Amorim.
l'recisa-sc alagar 6 pretos para armazem de
.i-ticar : quem tiver e qoizer alugar, dirija-se > ra
do Apollo, armazem n. 50, que achara com quem
tratar.
Pradal M de urna criada de boa conduela pa-
ra tratar de tres meninos, sendo o mais mofo de tres
Mana, e cozer para os mesmos : paga-se bem : na
ra do Vigarin n. 9, segundo andar.
Tede-seao Ulm.Sr. Ur. Antonio Borges l.eal.
qne quaodo vier a esta praca haja de apparecer na
na da Cruz no armazem trance* o.27, a negocio de
seu inleresse e de urgencia.
RUI k NOVA
n. 22.
L. Delouche acaba de receber um bello lorli-
mcuto de relogios soissos de todas as qualidades,
lanto de ouro como de prata, ditos galvanisados e
Coleados; assim como lia tamben) meios chronnme-
Iros e relogios fraucezes, com caixas, lodos aflian-
;ados.
LITERIA DA PROVINCIA.
Seg-unda parte da quinta
lotera do Gymnasio Per-
nambucano.
Os felizes bilhetes com
a rubrica do abai&o assig--
nado, obti vera m osseguin-
tes premios:
-2689 5:O00J hilhete inteiro.
1724 2:000$ deir.
267( 000.S' idem.
400.* idem.
200(1 meio bilhele.
200.* I quarto.
100,s' bilhete inteiro.
lOO.s idem.
50fl 1 quarto.
30.* 2 qturtos.
Os possuidores podem
vir n ceber nao s a ga-
ranta dos 8 por cento, co-
mo todo o premio por in-
teiro. na ra da Cadeia
n.50, oprimeir andar, ou
na praca da Independen-
cia loja n. 40.
P. .i. hayme.
.->82
195!)
5755
:>75
ll
(>77
2190
ESTRADA D FERRO
do Retife ao S. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
Ov directores da couipanhia da estrada de Ierro
do Becie ao San Francisco, lem feilo a segunda
humada ou terreira presla^o) de duas libras es-
lerhius ou rs lp, r, sobre cada acrSo na dila com-
pauhia a qua .levo ser pasa al o dia 7 de oolubro
de 1856. na Balna, na casa do, senhores S. D.ven-
porl A; C, na corle, na casa dos senhores Maua' M.
..regor&C. e em l'ernambpco, no earrip/orie da
companhia, ra do Crespo. !>""
6 "ttionisla que nao realisar o pagamento dentro
d termo mdicado, podera' perder l lo d"re to
aceta sobre as quacs o d.to pagamento n.lo tiver ef-
fectuado, o em todo caso, lera' ,le pagar ur. na
razao de cinco por cento aoanno, e de nao ceber
jaraaa dmdeudo da companhia, pelo ,em"'qw
dficorror entre o dia tudicado para o pag.m" laqJ"
sna realisaraoi u"""a e <
Nonhom auto de transferencia piale ser regUirado
'.&a. d"-"e"le. a' "' '...menlo d
l'or nnli-in dos directores
'* '' IKKKlili, Ihesoureiro.
Kerife deselemhro de IHjb.
- I'medes da Silv,, (lasmao pode ser procurado
para qualquer nuncio le seu pai, las 9 hora, da
inanhaa a, i ou 4 da larde.no escriplorio do Trani-
che Hamos ou armazem da illumina.o pabliea aata
e depoi* dessas horas cm casa de su'a residencia ua
ruada Irnpenalo. di,
OHerece-se um brasileiro para tomar conla de
nm engeolto como administrador, da' fiador de sua
condona : oa ra dos Pires u. 13.
Billieles de visita.
tiravam-so c imprimem-M com perfeirSo hillieles
de visiia, ladras .le eommercio o iodos os uhjecins da
arte CaUgraphiea, reaislros, viuhetase quavsquar le-
senlios, abrem-se Ormff, nieles, tanto a lalho dore
como em relevo, ornair.enl.is em objeclos de ouro e
prala, fazCB-TC ri-cos lindos e origiuaes para borda-
dos de labyriiilho ; admilte-jc a recusa de quaes-
qiierdeslesolijcclos no caso de nao firarem a ronteii-
to das pessoas que os encoinmendarem : qnein prc-
lender dirija-M a qualquer destes lugares : no bairro
do Herir, ra la Madre de Dos n. :S, primeiro
andar; em Sanio Antonio, na livrana cinica"do
pateo do Collegio n. > ag Cinco Ponas, sobrado
da quina i-onTronte a matriz nova.
O Dr. Joaquim de Aquino Fonseca
tendo sempre excedente sement vacci-
niea, roga indistintamente a's pessoas
que anda nao se achato vaccinadas, que
comnarecam <>m sua casa, na ra Nova
n. 14, nos labbados de cada semana, das
7 as 9 horas da manha; assim como
pode lornecer sement a qualquer auto-
ridade que a requintar.
Candida Balbina da Paixao Rocha,
antiga profesora particular de primei-
ras letras ecostura do bairro do Reciie,
ra do Vigario, tein transferido sua aula
para a ruado Kangel n. 59, onde conti-
nua a esercer osen magisterio, entinan-
do ludo (planto faz parte da educacao
primaria le urna senliora ; assim como
nto duvida receber pensionistas e meQ-
pensionistas, por precos razoaveis.
No dia 23 do correnle, as 9 horas
da manhaa, deve ter lugar a reuniao dos
credores de Jos Dias da Silva, em casa
doExm. Sr. Dr. juiz especial do eom-
mercio, em razao de se nao haver reuni-
do no dia 12, numero sullicieute de cre-
dores.
Irmandade de Wossa wSe-
nhora do Bom-( onseJIo.
A commissao convida a todos os ir-
maos, a se apresentarem domingo 21 do
crlente, para proceder-sc a' eleicao da
mesa que tem de reger a mesma irman-
dade, no convento de SaiFFrancisco, pe-
las 18 horas do dia.
Precisa-sede urna ama que saiba cozinhar e
fazer todo o mais serviro le casa : oa ra Direita
n. 86, segundo andar.
VenJe-se um mulatinho escravo do 1L
anuos le iilade, peca muilo lina, proprio
tiara pagem, ou aprender qualquer ollicio :
a na da l'raia, armazem n. 13.
CEBLAS.
\ende-se o melhor que ha neata genero,por seren
muilo novas e ullimamente chegadas de Lisboa, pelo
barato prero da 19200 o cento da de-,ienca.la, e
llHI de malbo, e sendo milbeiio f.z-se algumn
dillerenra villa do eomprad'.r, o vende-se uuict-
rnente na Iravessa da Madre de Dos, armazem n.
I.S, de Francisco Alves Mouleiro Jnior.
Vendse um
anuos de idade,
aaW-
lcicos de c
aia de linho
A 520,
que
bonito mulato de 18
proprio para boleeiro:
&ompt&.
Compram-se apolices da divida provincial
roa das Flores u. 37, primeiro andar.
retan.
Cal de Lisboa.
Na ra do Trapiche armazem ns. 9 e
11, vende-se cal virgem de Lisboa de
mais nova que e\iste no mercado.
Vende-se urna elegante eserava crioula, de "6
Mea de idade. com as habilidades seguimos: bor-
da, Uz labyrmlho, marca, coila vestidos, eogomma
n?rat< S2 lud0 mais 1ae ,e P"de en"-
trar de habilidades : na roa da Cruz do Reciie n
do, segundo andar. Na mesma tem um elegante
preto crioulo, de idade -J8 annos, para vender, moi-
lo roboslo.
Vendem-se saccas
nao a 53000 cada urna
o. II.
,.Ti >a 1",a da Cad,'a d0 Recife n: :l8- criptorio
oe Manoel Joaqun) Hamos e Silva, vende-se o mais
superior vinho do Porto em barris de e 8.- e en-
garrafado, por presos commodos, camas de ferro,
burras de patente, e pianos de encllenles vozes, pa-
ra fechar conlas. H
n,r ,V'nde-,e uma lillda MermjBMsa, propria
para iodo o servijo, por commodoiprero : na roa da
i raa n. 3, |. audar.
Gn> casa de N.
(trandes com feijao mulali-
na ra do Encantamento
O. ISieber
la Cruz n.
. O. Bieber
Cruz n. 4
'.;-.......
$ C, ra <
4, vende-se
Pianos fortes das melhores abrica da
Allemanha e He moderna conttrucciio.
Vinho do Porto, superior chamico,
tm caixas de S duza e e.n barris de oilavo, re-
cenlemenle ebegado pelo brigoe ..Trovador; vende-
ru.U"Cr"fnlean "m"em a" & Caslro, na
ra da ddea do Recife n. 4.
/2m casa de n
C, ra da
vende-se
Cemento romano.\
Pardo.
Vinho deMdeira e ultramar,
metal amarello para forro @
Cabos da Russia e de Manilha.
&3 Lonas, brinzio e brim de vela.
B Pi\e da Suecia.
@ Cemento amarello.
Vinho de Champagne e do Rheno.
@ Pianos de armario de modelos no-
vos.
@ Armamento de todas as
fi des.
@ Alvaiadeino em p, oca
:'_ em oleo.
fe Pechas de marmore pata
B consolos.
m Papel de peso ingle/..
.^J Chicotes para carros.
fp Ralancas inglezas de patenlc.v
A Copse clices de vidroordinar
p Vendem-se no armazem de
O C. J. Astlev &C. e
Na'.taberna da quinada ra dos Marlvriosn.
3b, chesou nova remessa de queijos do seriaoque e
vende pelo diminuto preco de SO a libra, caixoes de
doce de goiaba a l, sement dejeoentro muito nova
a JO a garrafa.
Vende-se um mualo de 30 annos, bom ear-
reiru e de eicellenle conducta, proprio para servico
de engento); na ra Nova n.l. ^
Quem precisar comprar uma boa e*\-rava com
JO annos, l>ooiia figura e forte, com muila saude. a
qual cozmha, eogomma, e Uva bem, e para todo
mais serviro de nma casa : na ra da Seozali Velha
n. O.seguudo andar, se dir quem vende
m
a tratar na ra do Vicario n. 51.
Attenc3oac birateiro.
Na loja do barateiro, na rna da Cadeia do Recife
n. TiO, defronle da ra da Madre le Dos, ha para
vender alem de muilas fazendas que em pon.-ao e a
relalho se ven.lem por baratos precos, hamburgo ou
brim liso fino de puro linbo proprio pa^ r.lra-, loa-
Ihas, ceroulas t lenroes, em pecas de 20 varas a
99600 e lOJf, lito mais cheio de ba qualidade, pe-
cas de 30 varas a \Js e 13(500, panno de lindo fino
a 60 a vara ou 85 a pe;a de IS l- varas, estndo-
se a,acabar, panno de linho fino para lenroes com
varas de largura a 39100 a vara, corles de brim de
linbo de cores para calca, padres novos a 3?(X),
dilns de fustSo de cores e hrancos para colleles a XOU
e 13, casemira prela fina a Js, -JVHM) e 336OO o co-
vado, panno azul grosso a l>S(XI o covado, panno
fino preto e azul de boas qualidades a 39500, SOOO,
49500, Sf e lis, camisas francezas brancas a 197IMI
cada uma, e 909 a duzia, ditas muito finas com pel-
los e rollan ol,1. de cores e brancos a ?3O0 00 a 30.3
a duzia, madapolilo fino para camisas a 49000, 59 e
59600 a peca, e mais baito para 33200, 39500, 39000,
39000 e 49, esgoiiio bom para putos a ISiOO, e mui-
to finoa 1?800 e 9 a vara, e a pera por II. 189 e
20?, peilos para camisa brancos e de cores com pu-
nbus e collarinhos, por barato preco, assim como
oulros muilos objectos indispensavels.
Vendem-se chapeos da sol de seda c.im pouca
avaria, vindo pela barca franceza .Kaoulo, a preco
de 49 a 4j500, os melhores : na ra da Cadeia do
Recife, loja de fazendas n. 51.
Aviso aos guardas nacio-
naes do bata 1 nao de
artilharia a p
Chezaram boteos"com granada e n. 1 de metal
dourado, para os guardas do I. batalhAo de ardilla-
ra, por preco muilo eommodo : na ra do Caboga",
loja de cirgueiro n. I C.
Vendem-so velas de carnauba simples e de
compoi;ao da melhor fabrica do Aracaly, cera de
carnauba, leijao mulatinho muitolnovu em saccas a
113. arroz de casca a 33200 a sacca c a granel a
39500 0 alqueire, medida velha. oleo de ricino da
melhor fabrica do Penedo em latas a 360 rs. a libra,
e ludo maiipor precos commodos: na ruado Vigario
n. 5.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina
volta para a ra da Cadeia.
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido George Kenvtorlbv, noluar.de S.Jos do Man-
.cuinho, com arvoredos de fructo e mais hemleilnrias
que nelle se acham, sendo as Ierras do refeno sillo
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Jolinsion \ Companhia, ra da Senzala No-
va u. 12.
AGENCIA
Da fundido Low-Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentoconiina ahaver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para enenho, machinas de vapor e laixas de
ferro balido e coado de todos os lmannos
dito.
Gendrelina.
6
j4j Chegou pelo ultimo navio vindo da Eu- 9
rjp ropa, esta ricii Tazenda toda de seda, inli- @
A tulada em Paris por Gendrelina, com cid ^^
..y co pilmos de largura, pelo baralissimo pre- i?
0 Co de I96OO o covado ; '
S lavrada
|j.doq
400, 500,
cada um.
c
640
para
Em casa de M. Calmoit di C, praca do
Corpo Santo n. 11, ha para vedero
seguinte:
Taboado de pinho, alcatro c pixe da
Suecia.
Alcatro de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muilo eommodo.
Par
a as
senho-
bom e

9
(|ualida :',:
e tintas
mesas e
110.
ova California, ou 9
^ fazendas por muito 1
| menos do seu valor, I
2 Bem avaria uein de-
S feitoalgum. @
Precisando-se acabar com as fa- S
9 --odas existentes na loja da ra 5
9 do Oueimado n. 8, vendem-se por fi
m mmto baixos precos, a dinbeiro '
\ av'S compradores, tenham a bondade S
3$ de comparecer, <|ue acfaarSo fa-
S zenda por muilo diminuios pre- \

eos.
-:'.-
Fazendas boas e baratas.
Na ra do Crespo n. lli, cor.tituiam
a estar a venda as mais superiores toalhas
de puro linho, que tem vindo ao mer-
cado.
Vende-se no Passcio Publico, loja n. II, de
I-erreira & Cruz, carde primeira qualidade, vindo
lo Rio de Janeiro, por preco eommodo, para li-
quidar.
VendeaYse saccas de farinha com alqueire,
medida vellu a 29300 : na ra do Vigario r. 14.
O 59 A
confronto ao Rosario cm Santo Antonio, avisa ao
respeilavel publico, que recebeu pelo brigue .l.aia.i,
ulnmaraenle chegado de Lisboa, os objectos seguin-
les: bolinhos sonidos em latas de 5 libras, que so a
elle lem viudo neata prac,a, ditos intitulados biscoitos
de amor, a primeira vez aqui vindos, lalinhas de
1 1|2 libras de doces de dilTerenlcs fruclas em calda,
alen disto enconlrarao conslantemeule nesla confei-
lona o seguiule : os melhores chocolates liancezes,
paslilhas de orlelaa-pimenla. dilas peitoraes de |u-
joba, .lilas de cidos de dilerenles fruclas, confei-
los de muilos goslos, amendoas idem, caixinhas as
mais delicadas que se lem visto para prsenles, para
guardar jolas e para meninos enliar no braco, bolas
chinlias de Lisboa em ialinha de ."> libras e das mai-
bem fabricadas naquella cidade, biscoitos e bnlichi-
nbas inglezas, boliuhos dilos, bolinhos fraucezes de
muilas qualidades e pao-de-l lorrado, gelas dilTe-
rentes, xaropes ditos e de orchala de Lisboa, o ver-
dadero extracto de absinlho, vinho branco de Bor-
deaux, falias, biscoitos e ararulas doces e aguadas,
de dilTerentes goslos. O aunuuciante estabelecido
nesla cidade ha seis annos e meio. e sempre firme
em querer montar urna coofeilaria como as que lia
no Rio de Janeiro, que at admira cm urna capital
como esta nao liaier um eilabelecimenlo desles.pedc
iod' altenjao ivisla de seus sacrificios, e dentro em
pouco acharao commodidades e economa em um cha'
ou baile que se pretenda dar, o que nao acontece no
presente, que he preciso uma prevenrao de 15 dias
ou um mez, ao passo que no Rio de Janeiro da im-
proviso vai-se a umaconfeitaria e encontram-ie ban-
dejas, bolos, podios, tortas, pastis ele, etc., do que
resulla minia economa e bom gosto : espera, nor-
tanto, a concurrencia dos habitantes desla bella' ci-
dade, para em breve lerem os mesmos gozos.
Vendem-se linguasdo Rio f.randa, novas: na
rila da Praia n. 26.
Vendem-se sarcas com alqueire .le farinha.
medida velha, a 39000 : na ra do Vigario, taberna
de loao Simao de Almeida.
Deposito de cal c potassa.
Na ra la Cadeia do Reciie, loja n. 50, defronle
da ra da Madre de Dos, conlinua-se a vender su-
perior cal de Lisboa em pedra, recentemenlc llega-
da, e potassa russiana nova, de superior qualidade,
por prero eommodo.
SEliO DO SERTAO'.
Vende-se o mais superior .ebo do serlao em ra-
ma, e punheado mulle alvo, em ponao e a relalho ;
na ra do Nogueira n. 21.
Vendem-se linguas do Rio-Grande,
muilo novas e superiores: na ra da
Praia. armazemn. 18.
Bonecas france-
zas.
Vendem-se muito bonitas bonecas franceza, pelo
baralissimo preco de 13280 e I98OO : na na do
Qucimudo, na bem cenhecida lo.a de miudezas da
boa fama n. 33.
Vende-se em casa de S. P. Johnsion & C
ra da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e caslicaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherrjr em barris, camas de ferro,
fio da vela, chumbo de munido, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Relogios
oberlos e descobcrlos, pequeos e grandes, le ouro
e prala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: emeasa de Soulhall MeUordj Companhia, ra
do lorrus n. 38.
ras que joxtam do
barato.
Vendem-se ricos pentes de tartaruga para alar ca-
bello a 4-9300, meias de seda de r.ores muilissimo lin-
das para enancas de um mez a um auno, pelo haralo
preco de loSOO o par, leocinlios de relroz le todas as
cores para senhoras c meninas a ls, loucas de l,.a
para senhoras e meninas a .1011 rs., camisas de meia
para chancas al a idade de um anno a 500 rs.
meias brancas de algodao para senliora moilissiuio
linas a .300 rs.. ditas brancas e prctas de seda o me-
lhor qoe se pode encontrar a -jge 2*300 o par, ricas
caixas para guardar joias a 800 rs. e 19, canas mui-
to ricas com reparlimenlos nicamente proprias para
costuras, pelo baralissimo.preto .le 29500, 3gO(lO e
39300, travessas de verdadeiro bfalo para prender
cabellos, pelo baralissimo pre.;o de I?, dilas de lr-
tamsa a 89500, ricos leques cm plumas eespelhos e
P'iiluras liuissimas a 29, pentes de bfalo muilo linos
para Orar piolbus a 500 rs., tesouras finisimas e de
todas as qualidades, ricas trancas de seda de todas as
cores e larguras, ricas litas de seda lisas e lavradas
de odas as larguras e cores, bicos de linho lioissimos
de lindos padroes e todas aa larguras, ricas franjas de
algodao brancas e rte coies proprias para cortinados,
e outras muilissimas cousas, que tudo se vende por
compradores ser-
.11 .'iin.i.io, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
9W o covado ; ricas sedas brancas a ir7iVT.T q
is para vestidos de noiva. mais bara- $? [tiZZS"*0* "S ""f ,0J,
Para os na mora-
dos.
Vendem-se flhasde papel muilo bonito, proprio
para correspondencia de namorados, pelo barato
preco de 10, 60, 80 e 100 rs. : na ra do Qoemado,
Cobeitores de Ifta liespa*
nlies muito encorpa-
dos e garandes.
Vendem-se na ra do Crespo,loja da esqoina que
v- ,:, ,. ,,. 1 VOl,s para a roa da Cadeja.
Na toja do barateiro da ra da Cadeia do Recife 1 -
\2p2SEStnSIXts. !fsas l,retls pwaluto,
idades, que a d.nheiro a' vista se venden, por bara- n7m."se c'ssas prelil muiln "as proprias para
tissimo prero, lauto em atacado como a relalho ha- ?,[ |,el bara"ss'n"> P'eSO de 80 a vara : na ra
vendo entre muito variedade boas chitas de cores fi- 1 vu.eima.to, nos quatio cantos, loja de fazendas da
as de diversos padrfles, o covado a 100.180 01K1 ',oa '<: n. 22, defronle da loja de miudezas da boa'
a peca 69. 69500, (.3800 e 79, cries de ewa dV! Um'm
res bolillos padroes. que nao de-bolam, com 7 varas l> !A 1
pelo diminuto preco de I96OO, riscados e dulas lar- ailara UO iflonteil'O.
gas francezas modernas, o covado a 2i0 isil iiui I v 1 ,
320 e loo, cassas francezas de cores a 5lovara1 I ^O deposito .1,1 rita da Sen/.ala-Ve-
lOS? corle> t", ,2sl8,w moi,u Un** c> ':'"- ,Mi- vende-se acucar refinado de
*.?? res"d0 e n"a M: Mu superior qualidade, de ari ob
na bem conhecida toja de miudezas da boa fama
o. J.
Relogios de patente
ingleses de ouro, de (abnete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel.em casa de
Augusto C. de Abren, na ra da Cadeia
do Kecie, armazem n. lj.
I-ABVRINI'IIOS.
Vendem-se lencos eloalhas de lab\rinlho, assen-
lado em fina cambraia de linho : ua roa da Cruz o.
3, primeiro andar.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, em caceasquetem um alcpiei-
te (medida vellia) por preco eommodo:
no armazem de Novaesd C., na rita da
.Madre de Dos 11. 12.
A 5$500 a du/.ia.
Len;os de cambraia de linho para algibera na
roa do Crespo, toja de Adriano & Caslro n. l(i.
_ U LOJA DA BOA FAMA.
veude-se bandejas'grandes c muito finas pelo ba-
ralissimo preco de 39000, 19000 e 3S000 reis, ocu-
l>s de armaSao de ...o de todas as graduales a
"J res, lunetas com armado dourada a I9OOO res,
dilas com armado de larlaroga a I5OOO reis, dilas
com armado de bfalo a 500 reis, oculos com armal
cao le melal branco a 400 res o par, lunetas com
arma.;Ao ue larlaruga conj.2 vidros a 3.3OOO reis, ri-
eos chicotes para civallnsda hornera esenhora pelo
baralissimo preco de 800 reis cada um, grvalas de
seda moilo bonilas a I9OOO reis, bonitos atacadores
de cornalina para saca pelo banlissimo preco de
too res, sospensorios finoa de borracha a 400"reis
peines muilissimo linos para suitsa a|500 res.escovas
muilo finas para cabello a 840 reis, capachos piula-
dos compridos e redondo a 700 e JOOO reis, bo-
les lioissimos de madreperola para camisas a 19300
rs. a croza e 120 rs. a ciuzia,ricas canelas p.ra peuna
de ;.;o a 120 res, ricos porla-relogios a I98OO reis,
canas de melal muilo finas para rsp a 500 o 600
res, escovas finissimas para uiihai a 320, 500 e 640
res, escovas para roupa e cabello o melhor que pode
haver a I9OOO, 19200, I90OO e 29 reis, pinceis lino
*Kt. ,' S re,i!' dnia" de facas e 8arf0 '"'""'
2**?"0 *& rt",,,s ,le Mb0 de balaC mulissima
lina a 09000 a duna, dilas finissimas de cabo de
marlim o melhor que pode haver a 1.59000 reis a
duzia, camisas de meia nuiilu finas a I9OOO reis. ri-
cas aboluaduras de niadnperola e melal para col-
lele e palitos pelo barato preco de ,500 e 000 reis
hiiisumasnavalbas para barba em cstojos de uma e
duas navalhas pelo baralsimo preco de 29OOO o es-
tojo, candieirosamericalos muito bonitoi proi.rios
para esludanlesou mesmo para qualqoer estabele-
cimenlo, pela boa luz que da a commodidade
de se poder pendurar ou p.r-se em cima delqualouer
mesa, pelo barato prec.o le 59000 res, pastas para
guardar papis a 800 reis, espelho para parede com
armaeflo dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de 500. 700 e 19000 reis, finissimas e ri-
cas caixas par. rapo a 29500 e 39000 reis, papel de
cores de lollus pequeas em quarlo de resma pelo
barato preco de 720 reis, e outras muilissimas cou-
sas, que tudo se vende mais barato do que em outra
qualquer toja : na ra do IJueimado na bem couhe-
cida loja de miudezas da boa fama u. 33.
CAL E POTASSA
\ ende-sa polassa da Russia a americana, chegadj
nesles dias, e ne superior qualidade ; cal de l.isbo
da mais nova que ha no mercado : nos seus deposia
os na ra de Anollo n. 1 A, e 2 II.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias prelas de laia para
padres, peto baralissimo preco de l:?800 o par : na
rna lo Queimado. imbeni conhecida loia de miude-
zas drf boa fama n. 33.
LUYAS PARA HOMENS E SE-
NHORAS.
Vendem-se aupartores tovas de pellica muilo novas
para Homero e senliora a 19280 reis o par, dilas de
seda muito boas e sem defeilo algum amarellas, pre-
las e brancas para hooiem e senliora a I3OOO reis
o par, .lilas prelas de lorcal muilo boas a 800 reis o
par; ditas de (o de Escocia brancas e de cores para
linmem e senj.ora a 400. .500 e 600 reis o par, dilas
ditas para meninos emeainas a iOO reis o par, luvas
de seda ricas de todas as cores e bordadas, com
guarnicao, para senliora 3:000 e :9.30!> reis o para
eootraamais qualidades de luvas, ludo na ra
do Queimado na bem conhecida loja de miudezas de
boa fama n. 33.
a boa fama
VENDE Millo BARATO, COMO IODOS
SABEU.
Vendem-se libras de liohaa de boa qoalidade n.
50, 60 70 a 19100, lilas muilo linas de n. loe e
120 a I9OOO. duzia de lesouras muilo l.oas para cos-
tura a I9, dilas muito finase grandes a l>200a du-
zia, peeinhai .le luco estrello a 500, caixinbaa com
agulhas Irance/.as muilo linas a 100, caixinhas com
lOnovellosde tinhas lo marca muilissimo finas a
280, braceletes enramados muilo bonitos para meni
as e senhoras a 20O rs., meias brancas mullo linas
para senhoras a 20 e 300 rs. o par, meadas,'.le h-
nhns moilissimo tinas para bordar a I00el00,|bo-
loes de mailreperola minio finos;para camisas a600 rs.
a giosa, boloes muilo fiuos de aro para calcas a 280|a
grosa, lvelas .louradas muilo lias para caicas e col-
lele a 120 cada uma, peules de bala muilo linos
para alisar a 300 rs., peras de fila de linho com 6
varas e meia a 50 rs., ramullas com colxetes frauce-
zes a 60 rs., carreleis de liohaa de 200 jardas de
muito boa qualidade e de lodos os nmeros 18O rs.,
macos com 40 grampas e de muilo boa qualidade a
50 rs., pares de suspensorios a 40 rs., torcidas para
candieiros a 80 rs. a duzia, carleiras de marroquim
para algibeira cora molas douradas a 000 rs., cane-
las para pennas de ac a 20 e 40 rs., meias brancas
e cruas, lazenda muilo boa, para hornera a 160 e 200
rs. o par. (ranclonas de Ua de caraces e de todas as
cores a 100 rs. a pecioh.i, pentes de chifre para ali-
sar, fazenda rauito boa a 800 rs. a duzia, grozas de
boloes de loura piolados para camisas a 240, pecas
de fila .leos de todas as larguras a 210 e 320, hullas
brancas de carreleiscom 100 jardas do autor Alexan-
Ire a 40 rs. o carretel, linhas prelas de meadinhas
fazenda muilo boa a 20 rs. a meadinha, carias de
allineles da melhor qualidade que ha e com 25 pen-
les a 140, pentes aberlos de balea para alar cabello,
fazenda muilo boa a 29800 a duzia, meias de lio da
bscocia para meninos, brancas e de cores a 240 e 320
o par, grozas de fivela para sapalos a 500. caixinhas
envcroisadas com palitos de foo de velinhasde boa
qualidade a 120, dilas de pao com palitos de fogo de
boa qualidade 1 20 rs., caixas com .50 caixinhas de
pnospiiorns propnamenle para charutos a 320.
casloes muito bonitos para bengala a 40 rs., sa-
palinnos de laa para enancas a 300 rs. o par,
rancelins preles para relogios, fazenda muilo
Son escovinhas muilo boas para deoles a
100 rs. Alem de lodos eslas miudezas vendem-se
oulras moilissimis, que u vista de suas boas qua-
lidades e baralos precos lem causado admrarao
aos proprios compradores : na roa do (jueima-
10, na bem condecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
a."7Vende"se 'uPerior nlia de atadla branca a
Soulhall Mellor & Companhia, rna do Torres n. 38.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar horlase bai-
la decapim H (undicaode W. Bowman
na ra do Brum ns. 6, 8e 10.
Bichas de Ham-
burgo.
Z e.llnHV"10,daEu,opa- um Rnde sor.iroen.o
o ce oto, -Anti P"r ,$ Se C0mi""1' vender
eomnr S"0, *"" '"en0S deSSe ''"llbeirO N 0
por a to'ucl Prar maS de Cem'" :1"- Cada l,ma
.elogios
ingeses de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm easa de
llenrv Gihsoo .ruada Cadeiado Reciten.52.
Em casa de Eduardo II. VVvatt.rua do Trapicha
Rovo o. 18, vendem-se baelas, relogios de ouro. co-
berios e descoberlos, sellins inglezes, chicles de
carro, arreios para dilo, c.bos da Russia, lio de vela,
tintas de todas as cores, candieiros e caslicaes bron-
zeados, conservas de fruclas inglezas, charutos de
llavaua.
A3$500
Vende-secaldeLisboaultimamentechegada.as-
imcomopotassadaKaSSiaverdadsira:naprarado
Co'po Santo u.11. *
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundipo de ferro He I). W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sortimento de latxes de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prejo eommodo e cora
promptido: embarcara-se oucarregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
CARTAS FIMSSIMAS PARA VOL
TRETE.
Vendem-sesuperiores carias francezas para volla-
rele pelo baralissimo preco de 500 rs. o baralho ,
na ra do Qoeimado, na bem conhecida toja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
sortimento de perfumaras de todas as qualidades,
sendo seu autor o melhor que ha em l'aris, riquissi-
mos frascos de extractos muilissimo finos, pelo barato
preco de IsOO, 18-500, 23 e 29500, jarros de poreel-
lana delicados e de modernos goslos com banha rran-
ceza muilo. lina a 29, frascos com essceucia de rosa a
IJV, paos de pomada franceza muito boa a 100 rs.,
irascos pequeos e grandes da verdadeiro auna de
Colonia do I'iver a 480 e IJDOO, saboueles finos e de
diversas qualidades,ps para denleso melhor que p.i-
de haver, e oulras mullas peifumsrias, que se ven-
dem muilo barato: na roa do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama o. 33.
CAUSAS FRANCEZAS.
.Na loja la Estrella, ra do Oueimado n. 7, ven-
Jetn-se camisas francezas finas e de ullimo goslo,
pelo baralissimo preco de 29500 e 39000cada uma,e
alpacas de seda a 010 o covado.
a "". Vendem-se os verdadeiros charutos varetas e de
S. t elu, chegados pelo ullimo navio vindo da Baha,
por menos prefo do que em outra qualquer parle :
na ra do (Jueimado loja de ferragens n. 13.
AVISO
aos ferreiros.
F. POIBIER,aterro la Boa-Vicia n. .").
Tem pata \ender a vontade do com-
prador
CARVAO DE PEDBA
da primeira qualidade, por preco eom-
modo.
Na ra de Apollo n. 2.">, primeiro
andar, de Domingos Alves Matliens, ha
para veuder urna eserava parda de 22
annos, boa cozinlteira, costureira e la-
byrinteira, e engomma soH'rivelmente.
S ftua do Quei- S
g mado n. 19, loja de Santos Colho,
^ vende-se o seguinte :
^S Camhraias francezas muilo linas a 300 rs. %3
$ o covado. i."/,
gi Casemira de cr a I30OO o corle.
S Chales de merino bordados a veilodo, *"
js Dilos bordados a matiz, pelo baralissimo ;;*
S prde bw. *r
Hilos de luir e lizos e ditos pretos bor- 5v
dados.
Aberturas de
?& Aberturas de esguiao de linho muilo Z
5 finas. ?
9 Lencos de relroz para senliora a 19000
;^ cada um. rf*
^ Sedas escossezas de lindos goslos, pelo X?
*f, uar,i,'iinio preijo de IjjOOO o covado. V
ffe Guardanapos para sobre-meta a 350O a ts
v-i uuia-. -!-
(^ e'ra> da 'n""3 proprias para forro de '"&
i? salas com uma jarda de largura. ijjyi
&&&&&&<&& &#@@@
sedas de quadriihus miu-
dos furta*cores a 1,300
e 1,400 o covado.
Na ra do Oueimado n. 21 A, vende-se esla fa-
zenda, chegada pelo ullimo vapor, chales bordados a
velludo : dilo-se as amoslras com penhor.
Vende-se uma partida |de Ierras cobertas de
mallas de muito boas madeiras, e ptima de ptaa-
lai.ocs : a tratar no Manzoinho, sitio que volta para
os Alelos, de Ignacio Francisco da Alboquerque e
Mello. i -i
Madama Bosa llardy, modisto brasileira, lem
recebido um grande sorlimenlo de lindos chapeos de
crep de dilerenles cores para senliora. qoe se ven-
den) pelo preco de I09, ricos enfeilos de cabeca eom
llores e lilas para senliora : ra Nova n. 31.
Chaly de flores soltas a
800 rs. o covado.
Veude-se chai) de llores solas de assento branco,
fazenda esta muito moderna ; dSo-se amostras com
peuhor : na ra do Queimado n. 21 A.
Loja da boa f.
Vende-te panno azul fino a 39 a covado, dilo pre-
to e azul, lazenda muilo superior a 39500 o covado,
merino muilo fino a 29 o covado, alpaca m.ile fina
a 010 o covado, casemira prela muito fina de duas
arguras a :i9 iOO u covado, dita muilo fina de uma
largura soja 29 o covado, caniao, lazenda prela mul-
lo lina e propria para vestidos da lato a M o cova-
do, bomhazina moilo lina propria para batinas rio
padres a I9W0 o envado, grosdeuaple prelo muilo
superior a 2J000 o covado, sclim pelo tnacao, fa-
zenda su|>erior a 236OO0 cavado, o assim ai,.,
muilissimas fazenJas, que ocioso aaria mencinala.
porta que a visto dos senhores compradores n M_
derao por menos que em oolra parle : na roa a.
IJueimado, n. 22, uos qoalro canto*, na loja da Wa
fe, defronle da toja de miudezas da boa toma.
Loja da boa f.
VDKDE-SE MURO BARATO.
Chales de merino lisos, de lindas corea, cota
ricas franjas da seda
l.u\as de seda para horneo a senhoras
. Pr*(as de seda para senliora, o par
lilas de cores muilo linas para horaem, o pa
Luvas de lio de Escocia para meninos, o par
.en.;os de cambraia de linho com bico, aaa
Dilos de relroz, um
Luyas de lio de Escocia para homem. e par
Meias de laia par, padres,, o par
Grvalas de seda prelas a de cores
Meios lencos de seda prela
Dilos ditos da dila de cor
Cassas prelas muilo finas para tolo, a vara
e alm de ludo isto outras muilas fazendas
venden) o mais barato que lie possivel : na*.
Oueimado, nos qoalro cantos a. 22, oa laja "da boa
f, defronle da loja da boa fama.
Vende-se um bonito mulato de 18 aanaa oto
idade, cozlnheiro e proprio para bolieiro : a tratar
no aterro da Boa-Visto o. 80.
Linda fazenda para liqui-
dar.
Veodem-sc ricos curies de riscaduihos francozas,
largse muilo linos, com 10 e 11 covado,, e alannC
com loque de avaria a 29, 29200 a 2sl00, ato para
acabar: ao peda ponte no aterro da Boa-Vista n.10.
Camisas
a 189000. 219000 e 30S000 rs. a duzia, ditos da li-
nho a :I09000: na ra do Crespo n. Ib, qaiua da rea
das Cruzes.
.^*i
irowi
aajaW
ton
320
I--2S0
lOOU
ton
l su 1
ijowi
oow
aun
ajaata)
rna do
Palitos
\3 UepoutO do vinltodechampag- O
2P !e Cl'aleau-Ay\, primeira <|a- &
9 dade, de propriedade do ronde f;
O de Alareuil.r.ia da Cruz do Recife n. Q
rj 20: este vinho, o melhor -^ Champagne, vende-se a .s- cada S
^g catxa ; acha-se nicamente em ca- '-a
5 sa de L.'Leconte Feron C. N. @
f3 ^-As caixat sao marcadas a fo-
S$ {joConde de Mareuile os roto- @
^ los -las garrafas sio azues. S
9m&999-V9&9*
Redes de
pallia fei-
las no Pa-
ra' demui-
t o l>om
poitas, da rita
gosto: na loja de quatro
da Cadeia do Recife n. 48.
Redes de
algo-
eilas 110 Ma-
les, pelo haralo preco de X>, corles de andelina de
seda cor le rosa e azul com fazenda para refego e
lolho a 14a e l.'wj, corles de sedas escocezas largas de i
noniios goslos a 289, grosdenaple prelo superior pa-
ra vestido a 29 e 29200 o covado, chales de raertoo
uno sem barra com franja de relroz a SIMO, dilos de
52 l0m. b"n as'elinadc a CfSOO. dilos de merino
Dordadot de cores a 8>, dilos muilo finos bordados de
uma so cor a 9$. e alem deslas outras muilas fazen-
das, que como cima iica dilo, se vendem baralas ;
uao-se amostras, e a loja esl aberli de nuile.
nona para cima.
P
CJ>
m\e ,ver,":a",n8lezes' de elegantes
modellos eexcellen.esvozes, fabricados porum dos
mais acreditados autores, premiado na esposicode
i-omires: no armazem de lloslroD KooktrACom-
panhia, praca do Corpo Santo.
Farinha de San-
ta Catharina,
dao tecnias com doi.s lios,
ranlto: na loja de quatro portas da rna
da Cadeia do Recife 11. .'8, de Narcizo
Alaria Carneiro.
:> a.
Confronte ao Rosario em Sanio Antonio,
yendo se a verdadeira agua ^dc llor de laran-
ja, do autor J. Miro;
Vende-se uma casa de 11111 andar, que faz fren-
te para o pateo do Carmo e oil.io para a Camhoa.
com commodos sullicientes para uma familia : a Ira-
lar com a propietaria no mesmo pateo do Carmo.
casa n. 13, cuja entrada he pelo beceo da Bomba.
Veudem-se cigarros le palha de milho, feilo
no Bio de Janeiro, por preco eommodo, era porcao e
muilo nova, vin.la em direilura a este porto vende- ? ""'"10 : "" r"J larK'' d" Kosario ,5 e '" co"-
se a bordo do palacho Pelicano,,, ou trala-se com
Caelano Cvriaco da C. M., ao
n.2.
lado do Corpo Sanio
I m rico piano de Jacaranda, de um dos melhores
e mais acreditados autores de Paris: veode-se oa ra
da Cruz, armazem n. 10, no Recifa,
MUTILADO
luartel.
Navalhas a contento.
1 .nn 1 miua-so a vender aSjOOO o par'preco lixo as
i bem conhecidas navalhas de barba,feilas pelo h-
bil fahricanle que ha sido premiado em diversas es
posiriies: vepdem-se com a condicilo de nao agra-
dando poder o comprador devnlve-las ale .10 dias
depois da compra, reslitoindo-se a importancia :em
casa de Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeia do
lenle n. 30.
Vendetn-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construcrao vertical e com todos o melhoramentos
Velas de
Carnauba.
Vendem-se velas de carnauba pura, as melhores
que ha no mercado a 189000 a arroba, esleirs de
palha da mesma carnauba, grandes c menores : na
ra do IJueimado n. 69, loja de farragens.
Manual eleitoral
Vende-se o manual eleitoral, contendo
a lei regulamentar das eleiroes, e os de-
cretos e decisoes do govern por 1 280 :
na livraria ns. 6 e 8, da praca da In-
dependencia.
i vota lif IMS jjinLi-
imito barato.
\cende-se papel oe peso e almaco o melhor qua
pode haver oeste genero a 3, 1,5 e OfOW a resma
------------------v.e geiiciu n ,,,.,, ,, ,. i,-.1111.1 a resma
papel paquele muito fino e Je muito boa qualidade:
propnamenle para se escrever por vapores para a
huropa em consequeiicia de nao se pagar grandes
portes de cartas, em resmas, meias resmas, quarlos
de resma, ou mesmo em quadarnosa 80 rs., papel de
linho verdaderamente almaco e proprio para earlo-
no a 9 rs. a resma, verdadeiras pennas de ac de
neo de lanca condecidas pelas melhores que ha a
192OO a caumha cora 12 duzias, dilas sem ser de bi-
cc- de lanca, mas tambera moito boas a 610 a caisi-
SS ?^ ,-^u"3's< da de lapis muilissimo finaso
O, 100 e .iOO rs., dilos para desenlio a 800 rs. a
auna, caivetes muilo lios e de todas as qualidades
e precos, luita ingleza muito boa e barata : na ra
ao yueimado, toja de miudezas da boa fama o. 33.
XAROPE
DO
BOSQVE
*loi transferido o deposito-desle sarope para a bo-
bea de Jos da Cruz Sarrios, na ra Nova n. 3'l
garrafas 59500, e meias 39000, sendo falso todo
aquel.e que nao for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o presente aviso.
imL.AHIl PARA 0 PUBLICO.
I ara cura de phtysica em lodososse.us dileren-
les graos, quer motivada por consliparoes, losse,
asinina, pleuriz.escarros de sangue, dr de cos-
tados cpeito, palpilacaono coraran, coqueluche-
bronclule, dir na garganta, e todas asmoleslias
dosorgaos pulmonares.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
BI.A I.AHliA l)l> KOSABIO N. 36.
Conliua a vender-se esto tarop do qual s.io
agentes no Bio de Janeiro os Srs. Vales j Compa-
nhia, ra .lo Hospicio n. W, na botica do abaiio as-
signado, que garante ser verdadeiro.
Bartholomco Francisco de Souza.
IECH1HISM0 PIRA
IHO.
NA FUNDIAO DE PERRO DO E.NGE-
MIEIRO DAVID W. BOWMAN. (VA
RA DO BRUM, PASSANDO O oHA
FARIZ,
ha sempre um grande sorumeoto dos segu ules ob
jacios de mechaoismos propros para etikenhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
construccao ; laixas de ferro fondido e bando, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as propor-
Coes; crivose boceas de fornalhae registros de bo-
eiro, aguilh0es,bronzes,paralusoseciivilh<5es,moi-
nhos de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICAO.
se execulam todas as cncommendas con. a superior
ridade jii conhecida ecom a devida prestezae com-
modidade ein preco.
POTASSA E CAL VIRGEM.
>o antigo cj bem coihecido deposito da ra da
Cadeia do l.ecife, escriplorio n. 12, lia para, ven-
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cat virgem de Lisboa em pedra, tudo
a precos muito favoraveis, com os quaes 6caro
dos contadores salisfeitos.
Moendas superiore.
Na undicaodcC. Starr&C., cm San-
io Amaro, acha-se para vender moendas
de canna lodas de ferro, de nm modelo v
construccao muito superiores.
lIQ
PARA fUMR A CASPA
TRIGOPHEREO
Ou composicao medicinal do profe-
sor A. C, Bar y.
Tira caspa, faz crescer o cabello, e lem oulras
muilas applicacoes, que no impresto se vera', a agoe
para t.ngir os cabellos, tudo por mdico preco : oa
ra estrella do Kosatio u. 2, loja de barbeiro."
de casemira atoadla, golas de velludo da aaaaaaa car
na roa do Crespo n. 16, qoina da raa da* Crasa
\ ende se om encllente e re cavalto, atil,
cordo e de bonUa figura, proprio para aetrtwra roa
lodos os andares : no armazem da roa .Nova a 87
\ende-se uma negrinha de U anoas, Iracoliii-
da.e propria para mucamba : na raa >ova 1
K v AO ltATI.
Na ra Nova Iota*. 8 de Jos Joaquim
Moreira.
Vendem-se luvas de pellica para I
das mais frescas e novas qua ha na
baralissimo preco de 19200 o par.
arcada, pal'
Milho.
Vendem-se saccas cora milho aovo : ma raa da
Cadeia do Reciie n. 23. toja junto aa becco Carga.
RIA DA CRtZ li SI.
Antonio Barbosa de Barros faz aeienta aa ,
qoe mudou a sua sala de barbear da casa n. S2
ra da Cruz para a de n. 31 da mesma roa; aa
ma sala se acham as mais modernas bichas da U_
burgo, que se vendem aos ceios a a relalho, a al
gam-se, ludo mais barato do que esa ealra parte.
C*crtt>00 f atoo*.
Desappareceu hontem da casa de aea laaaai.
na 1 ua da Cadeia do Hecito n. II, o escravo cnoolo.
I edro, de 35 annos de idade, alto, reforrado da car.
po. cor bem prela, bastante barba, rosto carregada,
deules limados, tem doas cicatrizo de golpea ava fa-
ce etquerda, lie fun 1,011 isla, locador de vala etc :
levou calca e camisa de algodio da trra chapeo da
couro; foi comprado ha poocas dias ao jr. Jai* Go-
mes de Moura, do lugar Pedra Tapada, para onde m
julaa i. seguido : roga-se aoa enhorea empresattos
da polica r lualquer pawoav qoe o paanrm 7 duzam-no t isa cima indicada, que terAo uma cra-
tidrarao generosa.
Fogiram do engeuho Sjn-Barll.olomeu jaa-
moleques cnoulos com oa tignaes seguinte, Trata-
no. de 13 annos, cor preta, rosta cemprido a dcacr-
nado, peruas finas, oes limpos. gago a canholo ; la,
voo carniza de algodao ja" asada. Antonio, de t
annos, cheio do corpo, cor tola, rosto carnado uta
pouco denloco, pea limpos ; levou eamia de aaja-
dao azol. iroram anconlrados no dia II da corri-
te entrando para esta cidade : qaet o* pegar, entre-
gue-os no eicripto'io doa Sea. Lemot juaiar A I ,.1
Keis, ou 00 dito engeoho, qae aera' rrraptawdi
logio no da 6 do correnle pelas 9 karat da
da o prelo crioulo, por nome Laia, idade ato 30 aa-
nos. pouco mais on manos, com aa signaes sacan a la,
b.,l,te alto, cheio do eornj cor lato, rartTo^ei,:
nado, beiCos baslanle groo7. feto de eara, ..nd.,
ralla lem um cosaco e o andar moito feto. pe.aa-
des e grossos.e-tem o dedo ndex da ma. daraiU rae
todo peto meio, provenirme de om paDaricto aaa I"
ve, levoo caica de alaodlo azul, caaatia Waaeide
algiH. a chapeo de palha do Chito muito vHh.
quem o pegar, leve a casa da roa AuaaMa a t Z .
Ignacio erreira de A. Lessa, uoaug.a*, GravaL,
qu. sera Baneros.im.nl. recotrpeoaado. '
Conlinuam a es lar togM.s aa escravo. trntinles
Antonio de n.sao Cacange, qa. raprewato S ,Z
nos de idade. de altura regular, rangoeir,. D0 ,nd,r
cor prela, roslo ledondo, sem barba, coala, liaj^
cheio do corpo, conversa pouco, e toi escrav. w
herdeiros do tinado Caelano Goncatoea da faaba
o oulro de nome Verissimo, de n.co, baataala alia'
al-ma lano esp.daudo, ro.to regular, lea de ambl
os lados do rosto marcas de talhoa de aaa naci n*.
as tinas, alsum tanto cangoeiro, pe. grande, e lem
ornas marcas de chicle ainda nava na. cesta. -
les escravos fugiram juntos no dia I de agosto ala
correnle auno : quem os aprehender candaaa-o. ao
eugenlio Agua-Fria da freguezia de S. Uurea. a da
Malla, ou nesla praca na roa da Hua n.61, praei-
ro andar, que sera' geucrosamenla recampaaaada.
AVSO.
CINCOEMA MIL REIS.
No da 23 de jonho do correnle, fagio da barda
do brigue Mana l.uziau o prelo crioulo, Maaacl
de idade :M a 25 annos, pouco mais aa meaea, a ata
o. siguae. segrales : roslo comprido a deveeraasto
cor fula, cabello cercilhado, olho. um paaca ir.4
e amortecidos, henos urossos. sendo "o de cima aun
grosso que encobra a tolla qu. lem de denles aaa
cima, tolla um pouco alrapalhado devido a falto de
denles, pouca barba e rala, a bigodas, lera aa aaaa
esquerda junto ao dedo mnimo orna epecia de er-
vo sabido, as nadegas um pouco empinada*, no an-
dar tem um geilo para o lado, cadairas laraas, cea-
tura lina, ps apalh.lados e um pouco largo. ; tovou
caira de algodao azol destelado e camisa da tirada
riscado, chapeo de palha, lem ollicio da raiinhait.
e cosluma embriagar-se ; foi escravo da St*. Ilr. Je-
ronymo Vilella e do Sr. Ur. promotor da miada
Queiroz Fonseca, e ltimamente do Sr. Albert Fa>-
ler llamn : o abaito aasisnado, se. or do dila pre-
to, gratifica generosamente a quem o apprehender a
leva-lo em sua casa, no atorro da Boa-Visto
segondo andat, ou no Recito, ra do Trapiche a. |B'
roa. ; como tamben) pro-
a Antonio de Almeida Goma. ; .
lesta contra qoalquer pemoa que o o. callar em sen
poder ; assim como gratifica e paga lodaa aa eana
asJoaquim Lopes de Imeida. ""*
AusenIoo-*e da casa de .en senhor, no dia 1
do correnle m.z a noile, a negra da Costa I htrez.
cnea do corpo, mata tola, eom lalho. uo roslo e nu.
bracos, signaes de sua Ierra, cotlnma vender peu.
pelas ras, e desconfia-se qua estoja occulla ero>-
ta casa : portante recomraeuda-M aaa capiact da
campo e a polica qoe a apprehendam e leven ^
largo do Carmo, quina la roa de Moras n. 2. Pra-
lesla-se pelos das de se.vico de quem qaer qae .
Iivci occulla. 1 h t
No dia de abril do correnle anno IfSfi, la-
oir.m do lugar Aralicum da cidade de rea, aa doas
escravos tegomles : Ra>mondo, eriool.. da 21 an-
nos, de car atoara tonto fola-,allura resalar, toraida
de corpo, olhos pequeos e ful. muidos, nariz alito-
do, pouca barba, denles perfeilos e limado*, lall.
(toan e algum linio d*scancada, e falla de/Jji|ld,
nos dedos pollegires dos ps. Cosme, crinolo^t-jt,
anno, alto, vermelho, eaaWfjl grande, lesta larga.
olhos pequeos, nariz algum lano gromo, ponc.i bar-
ba, denle, limados, cinn.ll.s lina., corpo baozeiro.
falla grossa e falla da uahas nos ps : qt)alqu,r ,,.
p:l.Mi decampo oo auloridade policial qae os pren-
ler.podera' manda-Ios entregar 00 engenho Local da
freguezia de l'o d'Alho, 011 no mesmo lugar lo K-
olirum da fresoezia do Brejo de Araa, qae era..
generosamente salisfeitos todas as dcspezai a lr..t,i-
Ihos por seu senhor.
Au-entoii-se d.i casa do abano aasignado, un
da ."> do correnle a sua eserava Clara, cofinheira e
eiigomroadeira, de idade 30 annos, estatura alta ate-
ca do corpo, cor fula, e lem na orelha esquerda ua
buraco no lugar das argolas ; eoasla qoe para nin-
guem supp-'.r qoe tila esta' fgida diz indar proco-
raudo ama. e algumas vece, anda rom liman avi-
la dislo roga-se aos capilae. de campo e a polica que
prendar leven, a Soledide, ru.i de Joio rrn.n.te~.
\ leira. casa de 1 janellas r 1 porto, onde sera* --
lificados.Jos Ailo de Souza Magalhaes.
PERN.: TYP DB M. F. DB FARU MM
. a


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