Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07538


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Full Text
ANNO \XXII R. 220
Por 5 mezes adiantados AjjOOO.
Por ." mezes vencidos 4j'500.
OllMA FEIBA IX IE SETEVRR DE IIS1
Por .iimo adiantado ISfOOO.
Porte franco para o subscriptor.
S
BNCARBEtiADOS DA BOBSCMPCAO' NO NORTE
Parahiha. o Sr. Gervasio T. da Naiidade ; Natal, o Sr. Jos.
quim 1. Psreiri Jnior ; Arseaty. o Sr. A. de Lcmos Braja.
Osar, i>. J. Jos de Olvera ; Maranbao, o Sr. Joaqutm Mar
qiiN Rodrigues; Piauhj, o Sr. Domnaos Herrulano A. Pesio
urania; Para, o Bt. JuitinianoJ- irnos; Araiicnis.oBr. Jero-
jum da HM.
partida dos correios.
ii ad
ara.
' '...,.., ,. ,'
% o o apta horai do da.
.lilil ti- -ganda*.....ims-reira
. I i'.i,. I., I". ltoa-M.ia,Oii........ Ku: ....-, ,u..r..- -.....
AUDIENCIAS OOS TRIBONAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundase quintas.
Relafio : tercai-feirai esabbadoi.
Faieuda : quartas sabbadoi ai 10 horai.
. i-i un i .,11.1,111 c i u;i ,|,ii. ,,, tu ,111.1?,
Juio do commercio: lesundas ai 10 horas quimas ao
Juizo da orphoi .- segundas a quintas as 10 horas.
Pumpua ara do eivel i segundas a antas ao meio-dia.
segunda rara do arel: quenas a aabbadoa ao meio-dia.
meio-dia.
EPIIEMEKIIIES lio MIZ DE SETEMBRO
7 Quartocrescente as 2 horas 22 minutos e 48seguudos da t.
l La cheia as II mnalos e -IH segundos da tarde.
II yuarto mingeme as 3 hor.is.2l minutse {Hiegundoi dan
2'jLuanovaa I hora. 2l minutos,48 legundusdi manhaa.
I>REAMAR DE llo.lh.
Primera as S horas e 30 minutos da manhaa.
Segunda as 8 horas e o minutos da larde.
DAS da semana.
|5 Segunda. S. Nromedes m. ; S. Mctinn m-: S. Leonino h-
16 Ten.,.. S. Eufemia v. ni. Abundio c Aliuudaiirin nim
17 (luana Al Chejes de Francisca ; S. Pedro de Arbuea m.
18 Quinta S. Jos de Cu crlinof.: S.Tboinai de illa Nota,
19 N-ita. S. J.iniiiirio ni. ; S. .\il" b. ni. ; S. Kjsfo m.
2l) S.lbh.ldn. S. I -- T ,i,|lll. III. S. I'll.ru III.
21 Domingo. As llores da S. Virgen .Mol de Dos-
i:\c\i.hic\ihis i>\ si i;s. iuih \.i \n mi
Alagoas,o Sr. Claudino Falcao llias Babia o Si. D. Ius>ra
Rio deJaneiro.o sr. Joo Peirira Mirtina.
EU IM.ItXAMIil i O.
Oproprielario do DIARIO Mxnoel Figueiroa de Tana, .,i
lirraria, pracs da Independencia ni. le 8.
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente 4 aUe 13 He setembro
Circular Aoi Exins. presididles da> provincias
do -ni. Tenlio a salisfacilo de coinmitmcar a \.
Exc, que esla provincia lica tranquilla, e o sen es-
tado sanitario he bstanle lisongeiro, por isso que se
pode considerar quasi exilada a epidemia, que ape-
na ein um ou oulro lugar e manifest cin un limi-
tado numero de casos e debaixo de um carcter inui-
to benigno.
Na comarca da li.i,i-\i-li, esperialmenle na vil-
la de Cabrob, lem-,e deeeuvolvnlo H lebres inler-
mitenles de meo carcter.
OlliciuAo E\m. coimnan lanle das armas, Irans-
mltlindo para ter o conveniente dw.'V' a una d
enqajado Joio do Reeo Barro.
DitoA > inspector da theaourarii t. ^l3' en"
viendo para o flm couveniente a 2." ,, ^av^o
de letra sohn. 10 m imporlanridjt.je |illvia^KloTs"
tacrada pela lliesonraria deS/Kmmda da provincia
do Rio Grande do Norle, sojjfre ;, ,)es|a e a fJVlir ,r
Benlo l.ni ae (^rvallio^i-|>Hr(,eipoii-se ao inesimi
presidente d'aquelh pro/e;, nn,i.
DitoAo inpectorytlo nrseual de marinlia,remol-
iendo por copia o aviso da repartirlo da inaruilia
de '22 de agosto ottw no,no qual se ileclara a quem ..e
deven) pasar oscqj'hecimentos do earvo de pidra
eupprido eos uavilot da armada nesla provincia ,le
coulormidade com o contrato feito na intendencia
de marinlia da cijrte em .30 de norembro do anuo
pastado. Igual/copia remetteu-se a lliesouraria de
(a/ieuda. f
DitoAo n^esmo. auliirifando-o em villa de sua
informncao i maudar adiniltir na compiihia de a-
preudlzcs daojoelle arsenal, o menor Manoel l'elip-
pe dos Sanio., lilho de Mananua Ignacia da Concei-
<;ao.
que nao podia ir osle anim conlinuar o seas eslu-
dos.
(irandeeprolonsaparoj1 \aUw su.lenlamns
c,.m o lermel liasen,, lia hUve t||| ..;,
e litio, iie.te monielpto prieiplmnl. nne elle' manifestasse e fia a ealamidade geral, cans es-
panto, como esla tilla penaj leslaraanltaM por ve-
tea mn ou oulro i-sso fatal, SPni que e|,|,lemia se
deseuvnlvesse cora aquella furia, com que devastou
Papacara, Correrte, S. lenlo e Canhutinlio, leudo
nos alias alcnns dirtoi contra, al o da emigraran :
Se foinos aqu um pouco preservados, inulto a;r'a,le-
cemo< a inlinila bandada de Dos, e em .luvida a
Benigna inlluenCLdo ar, que se respira nesla Villa,
onde nao ha ecmi|0 qQe ue,,e a|=uma fi de estrago*.
Dando conla de ,^nj,n commies?j,1 e ,, prnpre~0
los mnos, que V. ajAcom lana ainpljj.udii*gi)ssj
a minha dwpooclo pijer^ ,acorro dos iTseraveT,
;muilo sinto que a inuha vpoaieflo mo seja a alguns
r,..|.eiUscyjjj|fr^|.ia falta dos devidos eclareci-
^ifrrr;.:,,,......," a '"> p ,r ""|p"''"''"'
pruncnlo de um l'],'1'"' mo.era nnpo.lo desde o
lia, que dei por a" scrv"." mel,c0 ,lesU fu-
rnorra. .
Tratando dM r.; s ,'u', ""'* wed" So do rc-
conliecimeiilo i.ii Pnr ridade e pila impor-
tancia de seos se .10>1 fia P*' eaqaeeat o uome
do illuslro medlZJf: Amioaa, que tanto inle-
resse nos ex.-ila, el "" InfortaBio. Chegara
o illu'lre medico e' Lorrel,le no da 23 de dezem-
m,ir, ou aquelles em cujo sorrorro eu matulava qae i lao hrancisco Ignacio de PalVI, que se presin le Miara' salfa7.e-la, dando cu ainda cantas a V.
elle fnsse.
O Cavenere contralando a final comiso a recom-
pensa de seus servidos ja prestados, e dos que f>'sse
ainda prestando, Icui direilo a havrr do gaverno es-
sa recomiensa.
Com Ue poneos mdicos, bem v- V. Ec. queem
urna comarca tao etlen com tantos povoaaos, apezar de toda a i1cdicar,ao
ilelles uiuita gente matrera a mingo*, se de mullos
pontos nao se apresentassem curan.leiros se ollerc-
cendo para tratar em seus quarteiroes com os medi-
camentos e inslruci;es que Ihes fossem dadda ; nem
os mesmos mdicos nos pontos, m que estavam,
pndcriam sos l'azer cousa alguma, se nao enconlras-
em muilos auviliares. ira como emermeiros, ou co-
mo ajuilaliles.
Sentiiei milito, se n.lo poder apresentar com exac-
tidAo a lisia de lodos esaaa prestrnosos cidadAos. que
mais ae dlilingoiram ; e aqu lamento a morte do
rapito Jos AITonso de Macedo, que a S. Benlo fui
Ulo mil coma sua pessoa, seus liens, e com nina sof-
ir.vi'i ainbuUucia, que cedeu em proveilo dos pe
.bres.
E-ilre eises cidadiios preslivei, que sobreviveram
a lernvel lula, lisura em I.' lugar Kelippa .lose do
Nascimenlo.
Quandu ludo era horror, e lodos fogiam da com-
mnnicAo dos pontos empentados, Coi elle o oniro a
quem o lir. Amaaenas leve por eompanlMira, levan-!
do-o do Corrtfnte a Papacara : quamlo em Correnle
bom gra'lo a acudir de ordem minha a povoarao de i EvC. com os respectivos recibos do empreso que li-
S. Benlo cm urna rez pelo menos par semana, sen- aer dos dinhelroi que forem poslos a minha dispo-
do que lamliern foi de seu gado que inais voleu o siro.
acadmico liodoj para orrorrer a's prccisies do los-1 l'odem-se calcular em i:."i77 as victimai que fez o
pilal e pobres ilaquella povaacga ;e o prestante ca- cholera em Inda esta comarca,
pilan I'aiva nao quer paga, comosevi'diidociimetilo i O mapp* numero 13 moslra qual a mortaliiade
n. 3. Aprsenlo em segando lugar o mesma paroeho | le rada freeuetia, c mesmo qnal a de cada qanrlei-
de S. Benlo, que mallo gastoado sen diuheiro em rflo, deaisnando o numero doa livrea e escravoa que
mandar cavar sepultura-, e ein socorrer porr;Vj de succiimbirani.
orphaijs inleiramcnle desvalidos ; e cm lerreiro I ti Temla lastimar tamben) o grande numero de
gar a commisso do Correnle, que -oube se prev- orph.i i e pentoas desvallidas, que por toda a parle
nlr com parejo de sido, com que supprio aquella se enconlram ; mae he de esperar que avista de um
povoacao nosdiai do motor furorilt epidemia, ei- eepertaeulo lila rompangenle se desi>erte a caridade l "m Ucos, que i
landuaisim que a fome desse cabo do resto da-1 de lodo* em beneficio de tantos) iufliiea,
quelle poyo, que em pioporrao foi o que maii sollreu ti milenio do Bom Coi,seibo ein Papacara se prea-
da epidemia tiesta comarca. la ein dar as\lo os orphAM miseraveie, e ja lioje rmi-
Ile seni dovida por causa deslefi e outros soccor- 1 la sosaenta e doae recolhidM : pena be que Csse po
ros, que hoje apenas temos de pagar d Nin lie pos$ivdt ililcrtos filiaos, que os pastores
i!a pritneira Ordem, desiinarlos a apasceniaro reba-
nlio, i|ua Ihes foi ronliado, se eonstituam silencio-
sos espcclndori'-dos oxrossoscomnielliilos contra a
reli^iii dominan tu no pa2 da Sania Cruz. Sen-
siveis s Iransgressoes, pelas quaes sao resinnsa\u'is
ao G'o, e a Ierra, perpetradas no acto das eleicoes
no interior dos Templos, deploram a otisadia d'a-
quelles, que postergan) o raspsiu e veaaeraeao de-
vida ao lugar onde existe a infinita ftlageslade d'
leve ser adorado em respailo e ver-
e o que se deve a commisso de Correnle, como me-
Ihor vera' V. Evc. das informare? dos acadmicos
pelos documenlos nmeros i e .",, e do que ronsla
nos documenlos nmeros l e 7.
O que dispeudi com frotes das ambulancias o mai
para ageialhar pelo menos datanlos infelites e ren-
da aoftlciente P'ir-, a suslenlarAo de todas : todava
a soperiora dominada da grande caridade ela* re-
solvida, coste o que Gastar, a nao deivar sem ahriso
a qnalquer dmizella de todo desamparada, que bala
bro depois de am,"t1' prossada palo camiulio a cpnlemia alacou Marcello, foi de seu preslimo que
de 'Macelo, e apeiT,M'?a?, ''"e '" PP9
P-
DitoAoioiz de paz presidente da junta dequa-
lificacao da treguezia d'Agua l'ieta, devolveudo a
lisia dos cirtadaos qualilicadns, volantes n'aquella
rresueaia a Ti m de screin assignadas todas as suas fo-
llias no coulormidade da Iti.
Portara.Ae agente da companhia dos paquetes
a vapor, para mandar por a dnposwao do inarerhal
comrnandaute das armas, o soldado'desertor Manoel
lidelis da Silva, que .veio ,1o Hio lirande do Norte
no vapor Imperalri.Fizeram-se ,,s BOeosariM
cnmiuumcacoes.
DitaAe mesroo, mandando dar passagem para
a Alagoas por conla do qovrrno no vana Imptro-
Itia a Joaquim dn Santa Anna, que leve baixa do
servido do exercilo.
DitaAo mesmo, recommcndandn a expedidlo
de suas ordens paia o vapor Impernlriz tejan) trans-
portados os soldados desertores Jusu Soares, e Ma-
noel Francisco de Jess, este para -- Uagoaa e a-
quelle pai.ia corle.farlecipou-se aoinirechal com-
inaudaole das armas.
DitaAo mesmo, para mandar H.1r Iransporle pa-
ra a corle a Joaquim Celsino de Misquila, caso ha-
la vasa para passageiro do estado no vapor tiiwe-
ratriz. r
DitaO presidente da provincia .illendendo ao
que llic requeren Jos Antonio Perora de rilo,
resolve conceder-llie licen;a para man lar conduzlr
da freguezia de Una par esla capital tafia de seren
empregada* as obras do engenho do Meio de que
lie proprielario as madeiras segnintes :
80 paos de si.pucaia para rodas d'asua,
.'0 ditos menores para o mesmo (im.
80 duzas de laboas de amarello para as referidas
rodas e portas.
80 paos de siciipira para carros.
100 pa'os de di>ersas nulidades c lamaiihos.
i paos d'areos. ,
Hrcoiiiinen la porlaulo as autoririisies loces, que ,'^0i de nasa
nao ponbam impedimento aleuro a eoiidne-, da
mencionada inadeira ; ten o porem tolo o cuidado
para que se nao commellam abusos por oeeaeilo de
semelhanle licem;a.Communicou-se ao espilla do
porto.
p.nto. onde o ehol ,e."le ,s daquelle mez mai se
osteiilava furioso, 7 'rrosem demora, sem que
llie obstassem o enl "V"1 v'*"""- :,i sjdoecOei
dos Correntielas, nen "s [0>res da festa da N tal.
ein que procuravao,"1"!14''-1" : f"' -' ** d-zem-
hroqueo infeliz *""" appsreceo SUN
Rolle, em P.ipacar.C.m,,1l P* <'in "" .......,ir''
Ilustre victima, o ,e l-eu'io. modelo como el-
le de piedade, ain.l em casa a fazer S0fl^U'' e "f s' r<""""- "m
que ole lenhl distr ""'" r"'" loJus ""dlol e con-
solares.
O l)r. Amazonas','" *""]' Ia* cn,,<1 m* ,,e",!"'-
o, quando via os .<". ^'ecerem. e precisarom de
sua as.isteoru : lo, /'"""'ido em faier bem, de si
se esquerendo a po '"'''" ";"' ,nmfr ?"' ""'""'o
a. vezes mais do qu "ma ch,V^ "l''1'",r *
segando dizem, foi 'c,mm.e|,Ho '' .*!leM '="
no ,lia 2!)! A um I ,le"',,dal" "npeil.. so o lern-
vel cholera podia v'"r'" ^p,e,a. aplhaado-o
evlenuado pela fad/' n,n\\;"-"" ontendo, que
se livesse a seu lad,re5s"as ">i'Si^,**\u na. **
neiro. viclima do >'C', .*""" ***'] lp-
ganlo-,1(1.cumos(Urmar>,""l' ""Pl*"1 "'"
nueta e coragem. i 1ue s"UUM4em"s comu lie
encarar o ini.nigo :mmum-
Seria difliril d.r.'',ei' a Em- 1,ul fo1 ""^
dor. ,^es,uun m >: "?Ur "" t***"""-- ""
finir medico, em q"!"1 '"'"^/""""Ca depos.tava-
mos, |en,lo- pelo .^ "'\'"Sm ,*? I""'-
" qu julsamos C^"'^] M. "'"""'" Pr-
que chegando **? Je, "-"'" &* '....."
Lu.____%..- Bt. Iraiano de sonza
s* valen anda o l)r. Trajano, collocsndo-o lie
pisto, que nao foi pelo denodado Filppe abando-
nado, senilo quando em urna rede foi trazido mor-
lalinenle accommetlido do cholera para a povoarao
do Correnle ah mesmo ein seu leitode dores nfln
deivou de fazer eervioos ; era a sua casa o hospital
de sens amigos, e inulto coeljuvuu ao acadmico
Uoda) nao ni em Correnle, romo ulliinaur.-uie em
Palmeira, para onde fon enviado.
O l'ilippe Jos do .Nascimenlo he um dos hroes
de caridade neste municipio ; e pobre como
lie, carregailo de lillios, merece urna recompensa
pecuniaria do goveruo ; a seu favor ouso pedir urna
gratilirarao. que nao spja inferior a qualro ceulos i occorrendu as actuacs precisos ;
mil res. Colloco cm segonia a um Francisco de
lienev ules 1'alrao, que Iraluu dos pobres o de lodos
enfermos da Serra do Cavaileiro e l.asoa do liinis-
dio : a nm Francisco Bem, na Cruz -te S. Miguel :
a um l.oorenc. Mililao Tenorio em Papacaca e
Aguas Bellas : a Candido joa de Barros. JoAo
Pravedes l.eite de Veras, Antonio Bazilio de Mello
eManoel Francisco de Almeida.no Correnle; a
soreorrns viudos do Iteeife e de Maceio, com soccor- 1 a portaria daquelle cullegi
ros em diuheiro p gneros pnr mim comprados e pos- ] Cnnclno, Esm. Sr.. p,lindo moi encarecidamente
los a disposirao dos meilicos e parocbos, com o sup- a V. C\r. que me desculpe, se na diroccjlo que dei
primenlo aos aeademicoa e ajuda de cusi para a re- i aos socrorros para minha comarca, nao corresponda
lirada do Dr. rrajann, e cora 0 hospital desta villa, I a esp*ctaliva do governo : s importancia eses-
Importa ein :!:S ^iisii rs. : ora.teodn rerebido para pecialidnsle de um serviro superior as miobas forras,
e-sa despeza a qaantis de 3:HM).'SHHI rs.. resio para ; e dire lainbcm que nina infelicidado que sempre
saldo 5902O rs., como melhor vera'V. xe. de mi* I acompanha a lodos o* moni acloa me forism caliii
uha cunta correte, que val documenta la documen- em erro, pois que as minllas inlenroes erarn as me-
to numero S". \". Eac. t-ra' abnndade de mandar Ibores po-siveis.
desoDrigar-me para rom a.lhesouraria, se ditas con-! Eu sou mu sratn a Y. C\c. p ao F^m. Sr. prest-
as forera jaleadas exactos. (dcnl*ili' Alagoas por me honraren! rom a sua iiij.
Sobraram elgnos objeclos dos soccorros pnbfiros ; inilade eonfianea, dando sempre atieur.io as minhas
o islo prova que alguinas falhas que aqu livemoa, IreqqisirOes e mesqoinhas refiexAos.
nao provieram nem de descuido meu em solirilar i heos guarde a V. F-\c. lelizmcnle. Ciaranfiins .",
sempre pur tacs sorcorros, nem do governo em nos' de jiiuho de I86.lllm. e Exm. Sr. consellieiro
acrudir com ludo quauto requisilavamos. O que e\is- Jom- Benlo da Cimba e Figiiriredo, diguissimo prp-
Vclho, pnr
V. Evc enviado ?.""" Prc's P"* '"" "" '"'' """
.oile veio a ter nin ataque choleri-
a 23 do mes
rasda manh.la o. (l
lo
mesmo ,1a a
00, do qual sinj;--
l
mi nao elsvfl Ir
lodo reslaheleci1""- "'J Pd'l,"P"r "<,n ='r
para PapacacV "T'"''m0'' '^ y* : M'"n"<-
!>o aquelle mg'i'1'!''.^.' r "'""?? OM-
..' .netos acadmicos l.uiz Aurelio de tu-
te be o spguinle : prmeiro, moa srande ainbulau-
ria com os medicamentos constantes da relarao nu-
mero '.), eleiil de nimios medicainenlos de loda a sol-
te, que estilo em poder do acadmico (odov para ir
segundo, nvenla
e oilo covados e meio de baela azul linda inlacla.
Tanto da ambulancia, como da baeta pretendo fa/er
deposito na camera muiiiitpal desla villa para algu-
ma emergencia, se V. Esc. nao determinar mitra
coosa.
Evialem mais quatrn cargas do bolacha, porrao
de arroz, sal, assucar, vinhodo Porto, geaobra, la-
rinlia de lrio. larinha de mandioca, e gomina de a-
sidi-ntp da prnvinc'.i.7osr lait'leiru de Mello
de direilo de Garanhons
JIM/
Antonio Ijonralves de Mello, o inspector da Barra rarula, dos quacs ubjeclos liz entrega de alguns ao
j do pelos d a ti Y
!oj Vaseoncrf'
os e Olavi^orra Graspo.
^s^,re|,FiJr>-e Ai Vi-, ciuili.-.
,i!llicco-s, elle que. por impulso do
wi.Sii ntlicto de
rtioaqR itfin
i ser exonerado-
Secretaria da polica deNPernaminira !." desetem-
l>ro de 18.'i6.lllm. Sr. Rjujo-eentei ao Etm. Sr.
4Mins?lheiro presidenle da provincia s^,.stujilfirio de
11 do correle, no qual reitera o pe
nuli i datado de ti de abril ultimo, de
rio cargo de delegado de policia desse termo, e em
resposfa sou a di?er-llie de accordo rom o mesmo
Exm. Sr. que nao pode V. S. ser por ora iltendido
porque recouhecendo a importancia dos erviros j.i
prestados be de esperar, que com a mesma dedica
i^toconlinuea preencher os devores do dito em-
pregn em urna epora tilo melindrosa, que entretanto
procorar-se-ha um eidadAo que lo dtgnamenle de-
sempenhe tal emprego, visto como he manif-sla a
precisao que V. S. tem de sua evonerarao, lauto pe-
los motivos qne nos cilados odicios cvpendeu, como
pelos o ni un exposlos verlialmenle.
Dos guarde a V. S.lllm. Sr. Dr. Manoel Joa-
qoim Carnciroda Conlia. delegado de policia do ter-
mo de Olinda.Dr. Vohjcarpo Lope de l.e~to.
mulos dsK.caiida.le de sen inesi
p com toda ROAuell'i dedicaran, p
lllm. e Exm. Se.Tenlio a satisfazlo de rommu-
nicar a V. Exc. que a epidemia e.l quasi exmela j 'rao
oon.ladoso eorta-Jss oo pode ver lagrimes, que n.
procure oningar, e que nunca sp poupou a sacrificio
slRom, para qqe no padeceosemo, porque tambem
estar em lado conforme, den presea i qu aquelles
acadmicos loso oceupa-spm Papacaca, inonindeos
' de srande ambulancia, muilos vveres o diversos ou
Iros socrorros: foi no dia 10 de Janeiro que o (iodoy
chettoo l P.ipacaa, e a 12 o acadmico Ohjvo,-
quem S. Exc. dispensou da eommisslo em Qoebran-
oulo.
Annt)os estes manrebos se lem mostrada dignos e-
o r. Amazonas ;
i qu.d ja se haxiam
feito nolaveis etn^.Santo Amaro
cboeira da provlotaia da Bahi
cm busca de V idas a sValsTor. p1
guezia de Papacara, S. Bel
e Buique, sempre promplo
le, que Ibes indicassem, e [
o perigo. ||e a elles que a
le e-le municipio de Garat
socrorros mdicos, com que
Tamiiein o Dr. Trajano le
ein nos ser til : loso que i
piMiniltiram viajar, fui ao Coi
viudo a ni d a oceupar o po
Itiarho da I'alli.l, onde a epi i
d'abi mo se relirandt
seus habitantes sem perigo, o
ros de que foi por mim inuni
remedios que aqui Itvou. e '
existente em Corrente e mai-
relarSo o. I.
Nunca eu poderia ter esse
l*r. Trajano nesaes diversos
desla villa, se nao livesse vil
nesla comarca, e que dei poj terminadas no dia Ib
do mez pajeada as eommioeoel dos acadmicos Olavo
e Codoy. e bem assim o eugajamenlo do boticario
Justino"Eugenio l.avenere, mandando f.rbar o hos-
pital delta villa. Ainda algans casos falaes se apre-
si'ii am destacados ora aqu, ora aili, romo agora no
Brcjgo, onde em urna so casa morreram cm menos
de urna semana "i pessoas, enlre ellas o mu dislinc-
locidadao Jos Fereir de Araujo, um dos juizes de '* acudir aos sol lados, pre-
pa/. desla villa ; assim lalvez que o expediente por l*4< idos, o
ini-o lomado de dar logo por acabado t do o servico
medico fosse urna imprudencia, se o acadmico Co-
doy nao livesse a geoero posirao gratuitamente lodo o seu prasINno, ollrre-
reiid'o-.e a ir pora qaalquer parte, onde a ua pre- ; venere fez ne.la villa rele
seoca le fizesse anda necessaria : o que aeceilei im-! a*s o vi perder noiles ao p
mediatamente por me asseverar o dito acadmico, deixnu de visitar e Irat ir (OS
Alm das arvnrcs estendia-
i va mais fina, isual e macia (t
I mallo de rainha, bem como s
Ierra diante do poial dos ca
i vesctal onde de dia polem fi
familiar com o joven bab\
de rendas, e de aoil r
suma Ti' i1
crilo
Cavenprp ; p (anta coiifianea
e Inlelligencia, que basta di
dados, que lindamos entrega
nos charo, es nossos lillios, pi
ror.TiiF.opini.o Gautier.
ni
loro. Pause, e Ca-
ogo se espalharam
rpn lo lo.la a fre-
renle, Canhotinho
o para toda a par-
le mais forle rime
roa. priocipalmen-
deve os glandes
Hala.
na psrle de gloria
pa.lecimrulos Ihe
visitou Marcello,
le quarleirao do
fazia grandes OC-
HO quando vio os
abados os soccor-
lequena porrao de
urna ambulancia
?clos constantes da
emicos e o medico
>s, filo a fastados
n meu auxilio p i-
obres, que aqui
Justino Kusenio
em sua dedicaco
le era a seus mi
e nos era nao me-
' P amigos. O l.a-
erviros ; p multas
enfermas nunca
o inandavam cha-
ma alcatife do rel-
p o vallado de um
somonte na I osl-
is feuilaes, tpele
ao sol a gezella
lo llrejo, Pedro de Barros, Jos l'eixoto e Pasroal
Rodriiies de Barros em Papacaca : a Jee de Bar-
ros da Silva Jnior no quarleirao do Riacho Secco :
ao Hv :. Jos A'fianasio, que muilos servicos fez co-
co sacerdote c como curandeiro, tratando dus po-
bres de Canhotinho e Palmeira : a um Braulio Ito-
l- i.'ii-- Teixpira, Jos Pinto de Azevedo Madeira,
e Manoel Alfonso Cano em S. Benlo, com especia-
lidadc ao Piulo, por estar promplo a seguir para
toda a parte, sendo que a elle e seu companheiro
Alfonso muito deve o Caoholuiho, quando ah mais
intensa eslava a epidemia.
Iion tambem um lugar mui dislinrto ao prestan-
te coronel Leornado llezerra d Siqueira Caval-
ranli, a quem Buique deve a sua salvaran, por ser o
nico queem campo seapresenlou tratando de lodo
pelo svslema homeoptico e com Inmensa felicidade;
de sorle que quando la diegou o acadmico Godo}
ja pouco acbou que fazjr na villa, limitando os seus
servicos a alguns qnarleiroes dos arredores.
Todos os sacerdoles e parocbos cumpruam o sen
dever ; e as suas exhortantes e seus exemplus ein a-
i cudir a lodos, nioilo courorreram para qu- o povo
*" nOS> .ebandonassi. siius CRsas, os pata aos lilaos, os
maridos as mulheres etc. : foram cites que zeraro
i ,,'n(lir illisi-ii' i miiii lodo* Como su o climoia
fosse am castigo de Dos, do qual nao havia para
onde fugir. Enlre esse dignos ministros oceupa o
primeiro tusar, pelo seu zelo e relevan!-s serviros, o
vinario Benlo; ambos liveram neressidade ue inleiMr cm
omitas cousas, alo cuino autoridades polinaes. priu-
cipaloaanle o da Papacaca, pelo abandono em que
as respectivas autoridades deiseram o povo.
Nesla villa tive o apoio firme e decidido de lo.las
as autoridades, e lodas llzeram lions serviros, mas be
digno de especial menrao o delegidn, que ioi (|uera
se incumbi da orsanisar.io e direcrao do hospital,
do enlerramenln dosrholcrtcos, nleiu de muitos ser-
vicos preslados, ja' me auxiliando com a forra pu-
lilm. p Exm. Sr. l'enfio a honra de rcmeller
a \'. Exc. as inclusas drmnnstraces dos saldos exis-
tentes lias dillerrnlos raixas a cargo do tbes lUreiro
desta Ihesoiirarta. no da 13 do correnle.
Dos gaanle a V. Bxc. Theaonraria provincial de
Pernambuco 15 de setembro de 1836. lllm. e Exm.
Sr. eenselheiro Sergio reixeira de Macedo, pre*idenle
1.1 provincia.l) inspector, ./ose' Pedro da Silea.
Demonstrarlo do saldo existente na raixa especial
das apolices em 13 de setembro de I8'ili.
Sabio ein 3'l de agosto p.
lindo.......i4i:6ornono
Uoroila de 1 a 13 do i-iut. f
------------------lil:l>0lH)0l)
Despeza dem......... 0005000
Saldo.
delegado e da inaior parle ao subdelega lo .Irsta \ illa
para ilistnbuirem com os uecessil.ijos o que dever
ser liado, e disporem do reslu romo mais proveiloso
losse aos intere-ses da fazea la publica, principal-
mente da bolacha e forraba, que ja apresenlavam
avaria, sendo que urna das cargas de bolacha se a-
cha para o me>mo lim em poder do subdelegado dp
S. Benlo.
Tenciono applicar para o pagamento do gado,
da couta da commisso do Correle os 553920 que
devo para saldo, os lOMKK' dos soccorros da coin-
missao desta villa, e o que se apurar dos viteres, que
se ,i' ii.iin a vend .' e enli > pira n resto sacarei con
Ira a lliesnurana, re para lano V. Bxc. me aulo-
risar.
Mudas preleoces se lem levantado, para que o
governo remunere serviros, qe se DAo silo imasina- i
rio4, ao menos sao exaserados. A olsumas dess.is t'.-lixa ilo esercicio de IS.'rti a IS>7.
prelences lenho l< go dado um iudcfcrido, e mostra-1 Saldo cm 3(1 de agsslo p.
I31I:IHI!I- ni 1
Caixa do pxerciri de 1855 a I8.'ili,
Saldo em 311 de agosto p,
lindo.......
Keccila de I a I', do corr.
7T:255s695
.>:3ii:i.-ii')ii
Despeza i.tcin.
Saldo.
,S2:Vi'l--iS-,
8:671.-085
T.1879I00
do o ridiculo de urna caridade mercenaria ; sobre
oulras maiidr oux ir aos acadmicos Olavo e tiodoy,
e elles dan as inlorinares que ronslam dos mesmos
documentos, n,. \ t- .j.
Becomii" uto > V. Er. '4teitura desees docu-
mentos : pois que lamben coni-ui a parle histrica
dys traballiua ros aendumiros, e do* de lodos que os
ajudaram em sua butirosa cumpiis-ao, a que tiniiam
as coalas das despelas que estif rain a seu cargo.
O pbarin.iceiilico Braulio Rodrigues Toixeira, de
quem ja liz honrosa menean neste ralalurio, me s-
presenloii a conla consl.inle do dcumenlo numero
10. com ;. qual exige Irlli'.I-tiin rs., importancia de
medicamentos, que dil forneccra aos pobres de S.
lenlo ; mas esta conla fie exagerada pelas razCes
que aln dalo os acadmicos, com as quacs me confor-
mo, e ale as auxilio com o documento numero
Ja a 3 de fevereiro, o Braulio dizi.i assim : lia
folla de medicamentos lano do governo, cmodo,
neus, quedpsde o principio da epidemia ale enlau
lindo .
Receita de 1 a 11 do ror.
II |- /.,i Idcm . . .
Saldo
1.2:7.1-131
l".:Si-372
78:5581803
,Vi:65S; '-
25:899v*S!;.i
Ciixa de deposilos.
Saldo cm 30 de as islo p.
lindo.....
Rercila de 1 a i, di. i
lado.
Acreditamos que as oleiroes loram determinadas
dontm dos Templos para serem principiadas cul-
lini.adas rom oiiltn, o publica iranquiHidade, pre
veiiindo desta tnaneira qualquer dsordem, ou
penorbaejio popular, posto qne inesperada.
Infelizmenle,porem.alguns irreligiosos ar.onteci-
menlos tom frustrado os mclhores senlimenios Ao-
nossos Augustos Legisladores.
Que rarcmos,poislem tal eventualdade pela par-
lo que nos pe-tenca'.'
Nao (Icveretnos tomar consideravel parle as
disseneoes, queja mais nos podein sor indeuY'reu-
les, ordinaramenlc olTenstvas ao segundo preceito,
semelhanle ao primeiro da lei eterna !
Jio nos sendo licita a vilupencao do nosso Mi-
nisterio, pelo qual pretendemos persuadir a obser-
vancia das Leis, conveniente ltimos exhortar os
que exisusm sol) Nossa cura espetiiual, reeordaa-
dol-bes o acalameolO e veneraran, que deven)
praticar dentro dos Templos, para nao irritar a Di-
vina justica, prineipalmenie no recinto d'esta ra-
l'ital, onde n cierna beneficencia lem manifestado
sua mainr piedaJc em dilTerenles c porigosas cli-
sos, cuino lernas presenciado, por cujosexcedientes
beneficios devenios dernonstrat ingenuo recotiijeci-
menlo, convencidos di celeste indignacao com que
JesusChrislo, nosso Redomptor, entrando no Tem-
plo de ,lerusalerc, sereramente reprimi a rrellc-
\iiri dos que profanavam o decoro devido Casa de-
signada para a Oracao.
Se somos Cbristaos, facimos concordes nossas
aci;K!s rom a fe, qoo professamos. S: frcquciite-
menle comparecemos as Igrejts, para nosdedicar-
ntosao Cuilo religioso em honra e gloria de Dos,
e d'aquelles, que gozam sua Magestosa preeenea,
santifiquenios o lugar Sanio, e nao contradigamos
nossa crtica, bentdi/endo o Creador com os labios,
ao mesmo lempo que o negamos pelos proprios fac-
los. Se, depoisqui; provocamos o castigo mere-
cido, snpplicaniosa isancio da culpa, que o inoti-
vou, evtlomossua reincidencia pela sincera ron-
Iricciio, e a infinita misericordia, suspendettilo
espada da Divina justica, promover nossa retraU-
co. Fiis cm nossas promessas nao abusemos dos
beneficios reeebidos : por quanto, assim romo o
agradecido teconhecido nao desmerece atleneSo,
tambem o ingrato he digno de que a proleecio Ihe
soja subtraliida,'e seja privado das ntercsja conce-
didas.
Assim o leelara lesus Christoem sou l'.van-
gelho.
Palacio da Soledade lo de setembro .lo 1S56.
Joao, Blspo Diocesano.
Despeza idcm .
Saldo.
252:8965fi
50 tXWDOOO
----------::i)j: .w-i -i;
. 50:1X1090011
. 25-2:80-)62ti
titira para o que fosse mister, indo elle mesmo a S. I estavam csgolados
Benlo no furor da epidemia, arninmo.lai quesloesde | 9S acadmicos avallan] em -JlKtsOXKI a 2109900 rs.
mpdieos rom as autoridades, e ja' velando para que
esta villa fosse devi.lainenle prvida de sido, eos
alravessadores oto abarcassem lodos os gneros que
em pequea quantidadn vinliam a' fcira.
Nao poseo informar a V. Exc. com precisan qual a
importancia dos serviros prestados pelas rouunisses
de soccorros pblicos de Papacara e S. Benlo. por-
que nao me dcraui cuntas do que baviam feilo. Se
dovo julga-las pela commisso do Correte, que so
apurou 503610, e mesmo pela commi'sao desta villa
rnj. arrecadacilo be apenas de I0INKKI, como vera'
V. Exc. do documento n. de certoque miu foram
consideraveis os autillos, que deram ao governo na
sloriosa lula em que se achava empenhado ; e islo
basta para que tejara justificadas as grandes despe-
zas que lu'i leito, afun de que nao padeces.e o pu-
blico servico, nem foseen) contrariadas os vislas do
snvernn, que nao quera que uinsueiu mnrresse a
iningoa. Emhora os medico.-, acadmicos, curandei-
ros e parocbos upo achissem muila franqueza da
parte dos abastados em prol dos mispraveis, todava
lie corto que sem o coocurso de rnuitos caridusos, o
povo sullreria cunsideravelmente. mais xirlima da
fome do que da peste, liando aqui um publico les-
temiinho de meu reconhecimento a lodos quanlos se
prestaram rom qualquer cousa em beneficio dos
miseraveis de minha minarca, be meu dever apre-
sentar lainhem a V. Exc. como mais recomineiida-
veis por sin caridade, BU) primeiro lugar ao capi-
pde applicar o eslribil(lio de um ltigo canto es-
candinavo : ii Mil,un ej morrent rindo o
Com quanla alesria se linbain encontrado essrs
doiu esposos, para o quae o casampulo ndo era
ni.ii* do que a paixo
ein seu vestuario homens, s Thomas Mbore o poduria di/.er no esly-
i

Enlre os pisseiadnres, enfilo asss raros, que sp_
. cqijim nos ljjtrj.niii Elxseos a avenida li.ibnel desde
|"alacio "dir^inTriaixadii oltohiauo alc'ao Elvseo
Bourbon, preferiudo ao tumulto da calcada pitci-
pal o libiciu e a Iranquilla frescura dessa ra gtiir-
necida^ae arvores de uoi lado e de jardin- do oulro,
beittrponcos nao paravam pensativos e com um san-
Hfenlo de admiracao eivada de oveja dianle de
nina liiibilarto potica e iinslenosa, onde, coi: i ra-
ra, a riqueza alojava a felicidade.
A quem n.lo acontecen suspender o passo .liante
da sra le de um parque, contemplar a bella quinta
alravez da folhagem, e afastar-se com o confio a-
pertado, como se o ssinbo de sua vida eftivOSHeoecol-
io airas daquellas paredes '.' Pelo contrario, notras
habitacoes, visla asim de fura, inlundem lnsle/.i
luilefiu'ivel ; o enfado, o abandono, o deslenlo dflo
a fachada sua ror srisalba, e amarellccem os cimos
j meio calv is das arvores ; as e-taluas,lem lepras de
musgo, as llores defiiham. a asna dos lauques he
1 esverdinbada, as bervas ms invaden os alesreles,
os passariohos, se os ha, calam-se..
Os jardins erara separados da avenida por um val-
lado, e prolongavam-se at aos palacios, cuja facha-
da licava para a ra de Saiot-Honor. Aquelle de
que fallamos lermiuava no vallado por um aterro,
que era sustentado por um muro de pedrea escolla-
das pela curiosa irregularidade de suas forma*, as
quaes eneamlliavam com sua aspereza rugosa, p
suas masas jombrias a ritoohl e deleitavel pai/.a-
sem. que enlre ellas se cncerrava.
^as fendas dessas pedras multas planta* sylveslres
ai'havam bstanle Ierra vegetal para nutrir suas ral
zea, e suas cores variadas sobres ihiam a ess" fuinlo
vigoroso ; nm pintor na i teria disperto no primeiro
pia io de seu qnadro melbor realcodor.
Ao paredes laleraet, que fochavam csse panizo
terrestre, leaappareoiam debaixo -le miiii eorliaa de
i.lanas lrep rainpainhas. madrcsilvas, gKcinas da China, cojos
rainoi enlaravain-se em una sradrt verde^ pois n.-in
a mesma felicidade quer estar presa ; c* sra'. a
i'.-.i disposico, o parque assemelhava-sO mais a urna
clareira em una prests, do que a um jardioi asss
e,.reiio, circ.umscnplo pelos muros da civilisacio
di
indadc da la ,il-
dsum Olieron ins-
"ies.
como fita em lor-
io an-iulio e cosi-
do resador, m-s-
.o. -
lo dos Amorc* dos iinji
la de tinta se (ransfoin
de luz, e que cada pal.1
pe laucando cbamma
permilli.la por Dos e pelos
s l'ra iiosler que cada so*
MO na nossa penna em gola
vra se evapreme sobre o pa-
e perfume coreo nm grao de
la.'io lerminava a
ordem ; "nica sus-
to do q al havia
ivim-l a appa-
,ioi lado para ahi
disperta ndo nina
i o que essp luxo
as r.iiu mnas a-
, selosii s de lar-
leseida -
ris dignaxa-se de
pala/tino, suas
e entre a fotha-
innsad a da rai-
Banu em pon-
so ja rdim duas
de cristal bii-
'aixilhns
'as exo-
natal.
o pela
\ido o
turno,
relias
asa :
o do
rroa-
di-
.ia-^. i cpi em que sp passa
. >,ma especie de I de vislas feilo por
nm canlciro de geranios, ruj Iridias /ermelbasl
brilhavain sobre o fondo tris de unta Ierra de
urze.
A alva e elegante fachada
j perspectiva ; esvellas column
I lenlaudo o alpendrc. a cada
t um sracioso srupo de niarn'
! r'-neia de um templo sieso
| pelo capricho de um millionl
idl de poesa e de arle, con
I pndeiia ler de pjjji fastuoso ;
I brig ivam e desaViavam as ja
sos lista- resadas. p quasi sei
Qoando o evo phaolislico
elendcr um rnanlo aznl Oirs
linhas desenl)/svara-se t.lo feli
gem, que se ipodcria loma-lo
uha das fad.is, ou por um qui
to srande.
De cada lado do palacete s;
estufas formando alas, cujas p
llinxam a. > sol como diamante: i seus
dourados e davain a utna mn de p'
ticas. r3 ras precj0sas a lllos en
Se als'.iim pela midrogado -
avenida liiabriel ao romper d'
roiixinnl facabsr os ltimos Irin
e tena viston mero passeiar di
pela na dojardim romo quen
mas, de noil, depois que '<" fxiins
silencio da quiis edormeeida o rge
sem. qne vollain da fl'*ri, o ni.,m,
lingoido vanamente -.naalva 'nm
um bello homem, e .."' ,ornadoii
cilio solilario eoni i alma abysmaoj
Era ahi que liabilavam desde ij,
duvida o leiier -k edevinhou a eu, *s*J
L^jbinska e seu marido o conde if'
qual vallara di joerr '' '"""""o -ep
cinipai.ha sloriosa, rni']" se nao c.'"
Cus com o mvsti
incens. Como piular lasas duas almas fundidas em
urna so, e semelliaules a duas lagrimas de orvallio,
que correudo sobre unja peala de ai;ucena, piicoii-
pjram-se, n.isluram-seL sbvorvem-te, e nao formain
mais do que urna so peroln *. ,A felicidade be cousa
l;iu> rara ueste mundo, que o uomeni nao ruulou em
inventar palavras palia exprimi-la. ao passo que o
lentos moraes e pliysieos oe-
iiiiina no diccionaiio de lo-
vorabulariu dos sollri
'.[ i iiiuumeraveis cu
das as lioguas.
Olaf e Prascovii
nunca seus coracoes ti
nomo ; sabiam qu
nam, e o resto do mu
se-hia que os pedaro
procuran! debalde
mavnm-sc desde a infancia ;
i.im palpitado senAo a um su
esde o berro que se peifence-
i lo nao exista p ira eles, dir-
a an.lrosxna de Platao, que
ludo quanlo pnssa ser devido a esse pbarmaceiiliro
pelos seus medicamentos, e por seus serviros ; mas
eu lendu em melbor aproen esses inesmo* servicos
do Braulio, e un attencoo tambem ao valor subido
que vierain alcancar as drogas, oaso pedir em seu
rivor urna sratilicaCilo de :ttl-lKNI rs., eiileudpiido
que assim lica o pharmacculico Braulio devidamente
paso.
De melbor quilate foram os servicos dos cnlermei-
ros l'inlo e Caune ; e arlio minio nutoavol e al m-
dica a gralilicacan que os acadmicos arbitram para
o primeiro de ilXiyttl'J rs., e para o sesuodu de 2003
res.
A divida de todas pssas gralificaees, Indosivo as
do l.avenere e Filippe Jos do Nascimenlo, de lodo
o cado a pagar, e bem assim o que dispon,leu .,
commis'au de soccorros de Correle no piovimenlo
dos miseroveis daqurlla subdelegada, eu calculo em
:.V><>-;:i90 rs., p mi incluo nesle relatorio o que se
consumilo em Papacara, poique u IVvm. visarlo |.
inda nao me apresenleu suas conlas parerendo-me
enlao que leudo -ido too auxiliado pelo Exm. Sr.
presdeme das Alagoas com porc/u. de dinheiro e vi-
veres, deve elle ler salisfeilo a loda as desperas, ou
que sera' de mui poura monta o que ainda se possa
estar devenda por parledaqaelli fregaezia.
Omippa numero IJcnnlein o calculo que faro
do que temos muda a pagar ; cespero que V. Ex'c.
reeoohecendo a neeessidade de lacs dividas me habi-
centemos que o conde possuia os dons do espirito
como os do corpo ; as falos benvolos o linham do-
lado ao berro, e a malfica feiliceira que corromie
ludo, e-tivera nesse da de bom liuinor.
Compreheudem os leileres que com scmelfianle
rival Octavio de Sa\ille tinha pnuia probabilidade
de bom exiio, e que fazia bemdeixando-femurrer
traoqoillamente sobre os roxn.s no s0fa, apezar da
esperanza que lentava infondir-lhe navameute o
duulor llalibazar Clierbonncau. O nico roco fon
esquecer Prascovia ; mas isso en mposeivel, De que
servira lomar a ve-la f Octavio sabia que a reso-
lurao da roulessa nu:ie,, fraqaesria em sua bran la
Caixa especial doralramrnln das mas desla ridade.
Saldo oni d' de agosto p.
lindo....... 783*67
Rcccila de I a 13 do corr. 8:000901111
Despeza dem
Saldo
s:7s:~ji;7
2:50091100
l:is:i.->-.)li'
Caixa especial da-eoiislroccju) da ponte do Itcctie.
Saldo em :10 de asusto p.
lido......5:7389636
Kereiladel a lii docori. -
Despe/,i idein.
Saldo.
."i:7:!S-li.Vt
00091IIK)
:i:73&3656
Caixa especial das lolerias desla provincia.
Sabio etn 1)0 de asosto p.
lindo.......7:139358*
lie. ello de I a 1! do coir. 3818660
Despeza idem.
Saldo.
7:52l92U
I li-g.-.n
7:37l39i9
;t-
los ltimos annaes da propagara!) da fe cxlra-
himos o secainla :
tilias SandwichIlanololaI8.V>.
As nossas illias cslao de lulo pela morte do rci Ka-
mahainiha 11 i. O que Ihe surce.leu he o ioven prin-
cipe l.iholiko, queeslexcem Franca em 1830, com o
exmiotstro ti. P. Guad, romo plenipotenciario de
S. N. Il.ir.iienne. lie sobnnbo do defunlo rei, e
lomara o noine de Kamabamelia IV. Ignoramos o
futuro, mas ludo 110- leva a crer, que a nossa reli-
siao santa estender cada vez mais a sua doce in-
fluencia sobrp o espirito dos no--sos queridos insula-
res, que por Ionio lempo, foram a presa da bernia.
I lliuiamente venlila-se a grande quesl.ln de unir es-
te paiz aos Estados-luidos, mas ale agora lodas as
tentativas a este respailo com os rhefes, leem sido i rs -
fructuosas. ltpo VAralUia.
liba de liaraiarrliipelago Sandwich.
Jlarai be uma trra dp vulces, o mais considera-
vel lem mil boceas, seni enserarlo.
O pico de lleralalui ein face da li.ihi.-i de hailtia,
he nina inoiitaiihade S.fiSO pes de altura, como po-
demos verificar rom y. Jales Iteuiv de Livrj ; por-
que lizeuios junios a ascenro. Este sabio contuu e
examinou lodas as crteras apasadas, teem um li-
me mais ou menos original. Uma eliamada o Inicio
do l'.epouso, ka-liuolalai \m 1.....tu uoineada, e do
o nome .1 montanlia. Assemellia-se .1 uma chamin
eoegrecidl peln fumo ; a abertura be estrella c pro-
funda, e tanlo que lio couceito dos llavipnsps o im-
prudente que rahissp uella de manhaa, nao chegana
ao fundo se litio a uoile.
Parlindo d'alli o aliavessando as tloreslas virgen
BISPADO DE l'ERNAMBUCO.
Dom Joao da Ptirilicaco Marques Perdigan, Co-
nego Regraote de Sanio Agostinho, por grara | do lluaialai. ehega-se g uma das nberlaVes maislar-
de Dos, oda Sania Se Aposlolica, Bispo de aasdolagode Igu: heamabysmo delego da le-
kVnambuco.do Conselho de S. M. I. o C. eic., "'""'* 'I, que imasiaacio dos no.sos
, _. lliMonos o errm a borra de l'elc, densa dos vulcies,
A todos os nossos Diocesanos satide paz, e lien- eonjeo, eoU?os deilaratn os Otsos dos morios para
cao cm nome de Jess Christo. saciar a fome da divindade voraz.
l-.is-no., pois, nos llamos de Manalru. qn.ili,. mil
pS pOOCO mais nu llieuo. arinia do inv.l ,l nist .
II CotOsso Man.lou da ll.ilSI |-. de aliara per.le-^.
as noven.. O fumo .los Ingjs sobieiraaesis elexa
se n'uma e n'outia parle na evlenan de I ou U-
su.is. e sifip das fondas como de iliamim-. f..|e
lar de loras psl.i em foso ha m.iis dp am .-csiln,
para ahi chesar desceios por uma rampa BSMoMe
fcil. .No lim de J.l minutos acliamn-nos no b\-ni
que aprsenla 1101,1 vaata carnada de lavai. emrt.'ian-
le a um laso de brome rodeado de alia e eaoorfaoJai
praias.
A superficie fie corlada de norle a sol por urna
zona de enormes pedras volcnicas. aniuninaoV
amas sobre as outras. Aatta de enlr.ir na parle da
volego em arhvi.i.idc. de una lesua qua ciimlcrenria, e que vi incmdn lo na minha rhesad-
e-la il'ia. distinsuimos um cmhro e-carpado de S
a dez pes de alto, all hmidos como surdis dpi......
res no interior. Este ruido continuo laz una esa*
ce de lerror !... sentimos que etMojM sobre .-
,ili>-mo-.e que s orna carnada de .ilsuns pe mn (-
parava delles.
Anprottmandn-nos do monte aperccbenins qee .,
Interior esi.va cheio de loso.
Do ruine a vista se lixa na superficie soIh* un.,
materia ardenta em fasaa, dp um verinrlh,, mai- ti
voque o sangue. (I lliulo rtla j IJ ..,1 I ,,.,.. ,1,
profundidade. e a vista perde-ee na laisa Sjngl
do las.) incendiado, i|ii s; e-leu ie sobre os dan, -
d coinbro.
E-le eslraaho rspertjruladeu-nm ama idea do u<
feno.O calor, o rh-iro do envofre, e a incerteza
da solidez das tara- sobre que r-lavamos.naonn-. pei-
1111II10 sozar .enao alsuns segundos dpte Belfo Aor
ror. A quasi cem p..-sos eiirmiiramos oulra rr.ilp-
ra ; o logo e o lava 1111 lus.o apparerum ps-l.-
fendas : o rudo subterrneo era como de uma ma-
chn* de vapor fiitirciou.indo.
A lava comecoo a ahir pelas fenda- p intidava
de cor ao contarlo dn ar : ,1 sen bello escarale tor-
naxa-se em cor de fironze e cor de chumbo ; todo
anouociava ama t.roxima priipcrn.
Cuinecou, imlim, e ei-10.. .1 borda d un l,.n d-
foso de comprido sobre sessenla dp largo; o lluidn
ira Pin on.lularoes do sul ao norle, ina. nm qnarlf. de
hora depois, uma nutra curenle delle val da i...ii,<
i sal.
Com una lata de folha press a um psat, liramn.
urna porco de liquido fervpnle, c nelle imp imino.
vanas moeitas. BsU iiupressao nao he bonita ; s
lellras quasi que -r nao marram.
Depois de Irea Itera*, que a e-lrtnhna do r..,.,ta
culo nos lez parecer mais curias que Ires minuto.,
tnanios o vnlcAo.
A. A.J. Marahal, provigano apaaMtM
illra:li;aiit.
ti BUASII-.
I'nr Chirles Aoi/Imh.
I m solo frtil, um coa esplendido e vixiiiraiiui
um clima siliibic. s.io para um paiz rondicoe-,..
senciaes, penhores seguros da l-rosperidade ; ina-
eslas i-oii.liro.s nao ota -uflirirnles. etfs penhore-
nao dan oque pnimeltein se o trabadlo nao vero
lerundar os dons magnficos da Providencia ; e
Iraballio he o fiuniein. Sem a ni.10 do fiompin 1-
vih-ailo, psias Iprras privilegiadas licam condenma
das a uma eslenlidai.e nl.-n vi. e a sua luiuaiito
veselarau so da as ferduas iiidacares to eoiniueri 11.
uma parle infinitamente redozida dos pro.hn 1.
esponlaneos do solo, producios no psla.lo selvacrin,
con o os hospedes ferozes de quem esles pai/.-s -.i
dominio,
Assim, enmpre que o liomem inlervcnfia pala
glorificar .1 Dos o epravetl r- atoa Iwnelicie- .I-
ceo. res un-, a ierra com o vior da liuulc. A v-
Ina Europa, com os seus fros invern-, com a- ^pa
' is 1 111 q.le a sepullam o ilalilo S" '.. do- | dn
rom os suas andas ii:ii! i.ibas .. uas pla. 1,-
que -o uma callara obstinada pide lomar frronda.
a velha Europa so lie 11 que pela energa activa dn
liom.-iii. A,le do trab llho que Ihe inflige o seu des-
tino age pode ser un .. instante illudida p inc-
nospre-aila sol, r-ias zonas risillas Clll que o liaba
Iho be a rundirlo time i;ua mu da existencia. I
rnde e paciente trabaOie, ,;u:adu pela inlelliseiici.,
mais exerciladj. fez da Europa, esla l.i aatjaaSH
e loo insrala pon.ao do globo, a cabera, o cora. .10
eo braco da hoin.inid.ide .' I.a se enconlram loda
a civili-arao, tola a scieuria, ludo o hein cslai ; I.,
-e encontr lainbeui, no mais alio grao, a morali-
dade que se bebe n consciencia do valor do lio
mpin e na respeile da disnida.le humana.
O que coiisiiiue para com a Europa o estado de
infnnridade dos vaslos conlinenles da merica 1111
ridional c central, a-sii como da Asia, c da Afru.i,
ha que o bomem falla nestes lussres, ou que o ka-
mam, n.lo leudo necessidades que a naliirpii na
salisiara es)ont.iut.amPule, se sabmetle inediocrr-
mente a le dn Irabalh 1. A sunerioridade da Eu-
ropa no mundo he a superiorulade da rara euro
pea. A transformarlo que se npcrou na Amanea
do norte atiesta e-la veidade, que so confirman'
ainda melbor quando novns e numerosos cienipl.-
Iivprcm demonstrado que o Europcu. lendo nial,
ampiase mais diversas iirrcssidades que aathliaHI.
Irabalha com 1,'-'din;.10 sob qualquer zoua.
A America 111er1d10n.il,se ron-iderarnio- a immen-
sidade do sea territorio, asta' quasi desprovida de
habitantes ; apenas nos costas do Atlntico c da
Pacifico, al o iO ,1c latitudc sul, se espalha ulna
popularn mui rareada.
O interior, -alvo mu poucas en-ej r>-, esta' en-
tregue ao que resta das ncas vennelhas dos Indi..-
autigos p'is-unlorcs do [tan, uns nlo civilisados. nis
al cerlo poni domados c domesticado; os outi >,
embruleriili.s, ferozes, vivendo de caca, de pansa,
e mais voluntariamente ainda de pilhagrm, todoa
fatalmeole de-tinados a desapparecer, em eoaaa-
qupucia do rpido aniquilamenso das suas miera-
ve s tribu-'. Em todas as paragens, neslas resines
abenroada do reo, falla o bomem. e em lodas as
paragens os govornos, ursos das necessidades so-
naos, cbainam com os seus volos e rom 01 seos es-
forcos a culouisar.lo.
licio se leir. cooiervado nos paizes extraordinarios, o marmore dos amphilbealros a cadveres que me
choniados barbaros por nina civilisaca ignorante, ojo re-poiidi.uii, e que sinente me mosiruvam a
Ahi nos primeiro* rtias do mundo o genero humano, i morte. eiilret-nlo que eu procarava a vida, foruiei
estando 0111 contacto inmediato com as forcas uvas I 0111 projeclo ootado, como o de litan, escalando o co
Ja oalureza. sabia segredosque geralmeul.: sj croeni pua ronbar o foso ; emprehcndi alcancar esorpren-
per.iidos. p que ligo levaram em suas emisrarOes as
Irilnn que depois tirmaroin OS povus. Esses segre-
dii- foram Iransmillidos ao principio de um a nutro
iuiciado uas profan.le/as mxsleriosas dos templos, fu-
rain sacriploe depois em idiomas sagrados iucom[ue-
hensivela para o vulso. gravados em hieroslxphos
n.s'parede cr\ plicas de Ellora. Acliamr-se anda
,'1 cuno do monte Meron, onde nasreo Ganges, eni-
der a afina, anal\sa-la e dessecca-la, por assim di-
/er ; tibanduiiei o elleito pela cau-a, e desprezei a
scipu-ia materialista, cuja nullidala rerntihecera.
O'irar sobre e-sas formal vagas, sobre cs-a reuniao
sioill de molculas loso dlssolvidas, parecia-un
dos azul. Caneza eslendendo sua tromba He po-
chyderme, e piscando seos olhos rodeados de liiiisa-
pestaas, pareca sorrir aos meus esforcos e anima1
minhas iudasares. Tu tas essas figuras raonslruoas
diziam-meein sua lingua de |iedra : 11 Somos sumen
le 11 formas, he o espirito que asila a ina-sa. a
I m sacerdote do templo de Tirounaroalax. ou qnal
cniumuiiiquei a idea que me prenecopava, indicou-
me, romo leu lo rbeg-rlo ao mais alio grao de subir
midlde, um pruilenle que halulava uma das gruas
implaobilidide, era sua Meza compassiva. I'.eceia-j'baixo da escuda de marmore brauco de llenare
va que suas fpridas se reabrbseas, e vertessam san-
gue diante daquella que o isausior innocente-
mente ; e n.lo quena a.-rusar sua amada a-,i- na,
IV.
Dous aunos linham decorrido desde odia cm que
a condessa Labiuski atalhara nos labios de Oclavio
a declaraclo do amor que nao devia ouvir ; Octavio
efaslara-se magosdo, e n.lo di'ra mais noticio- sana
a Prascovia. A unir palavra que lena piulido s_
crever-lbeera a prohibida, porcm mais de uma vez
o ponsameolo da condessa assu-laJa pnr lal silencio
caminiavam a par, o
da com igual rapidez
que o mesmo despjo l
xpresso de Dante.
de-de o divorcio primitiva, ti- | se reportara com melancola ao eu pobre ador,olor :
nbam-se achado e reunido nelles ; formavam a laa-: le-la-hia esqoecido '.' a sua divina falla de easqui-
lidade na uniladc, qus he a harmona compleli. o Huira, ella o desejava sem poder crer j poisainex-
1 antes voavam alravez da vi- liuguivel chanima da pixSo illominava os olhos de
pairando como duas pombis, i Octavio, e a condessa nao podera enganar-se a es lia, para servir-nos da beJa repeito. O amor e os deoses se rconhecem pilo
; olbar. Esla idea alravessava-lhl como pequena 1111-
Afim de que nada \ erlurbasse essa felicidade, uini 1 vsm o lmpido azul de -111 felicidade,
riqueza immensa a n deava como atmosphera de ou-j Ihe a leve tristeza dos anjus que no
ro. I.ogo que appare la csse casal radioso, a miseria da Ierra ; aos alma delirada padeca
consolada deixava os
chugavam ; porquan
bre egoiimo da felici
presenca de nina il
Depois que o polv
veos divindades, c>si s genios
bos celestes de furini
barmonioso, de Jea
nao cania mais o liy
Paros, o bomem leu
sao que se Ihe den d
da.le sania, no tundo dos pagodas arruinados de O x-
Iuih.'.ni de grosseiro empirismo. Teolei pelo magna- j da ilha Elephania. Acheio encosladna parede da
tumo afrouxar os laros que prenilem o Cepirito ao I caverna, leu 10 o queixo apoia.io sobre osjoelhos, e
envoltorio : cxrr li loso a Uetmer, De-Ion. daxwel, as maos cruzadas sobre as pernas em estado de ab-
Poysegur, Deleaze, c aos mais habis etn ex[ierien- 1 soluta iinmobilidade ; seus olhos so deixavam ver a
cias verdldeiramenlfi prodigiosas, mas que mua me | albugnea, seus beicos apcrlavam-se sobre o dente
lio. alguns brahmanes centenarios soletrando nianus-! nao conletilavam : calalepaia, tomnambalUmo, vis- sua pella cortida por inrrivej in.igrem adhera as ma-
eriptos desconbecidiis, alguns yoglns ocrupados cm
repetir o inel'avel mono-vllabo 0111 sem i:rcebercin
que as aves de ceo p aiiiiiham ein seucabellos.al-
suns faquires, cujas espaduas lem as eiealrntes dos
gauchos de ferro de Jassernal, que possaen) esses
s-sre los e alcanraiii re.ult.il.s minvilhosOS, quin-
de delles se dignam de servir. .Nossa Europa, absor-
ta pelos inlereases materiaos, ngo suspetta a que sr.10
d esplritualismo lira chegado os penitentes da In-
dia : jejuns inslalos, contemplarOes pasmosas, 00-
sic evtenuam-lhes de lal sorle o corpo, que se os visse j l.ivra, quer p.l
acocorados debaixo ,|e uro so) ardenle enlre lirazci- c.uiliccido. Beliz
ros. deixando suas unhas crescidas furarem-lhe a
palma das mos, vossa senhoria os tomara por mo-
mias csx peas tiradas do caixlo, e curvadas em alti-
nfondia- ludes de macacos ; seu envoltorio humano nao he
10 lembram-se I mais do que nina crxsalida, que a alma, borlmleta
le saber que al- iinmoilal, pode deixar e recobrar ;i vonlade. Em-
1 .mi- I lalha
-l~
I por fiigodcs lour.-s do ponas asadas
risonlios. es.es epi.e- mis nlo era ca-ada con, um conde polo,,,./. I arios ; segnc.n de exlase e.n exlase a. ondulacoes
1 Un perfeilas, de rhylbmo filo Ouando ehegara a Paru, ac.....essa Labinska en-1 qoe fazem as idales desspparacidaa sobro o ocano
Orecia vaio Octavio o convite trivial qae odoutor Ballha- da eteroidade ; percorrem o infinito e.n tolos
roplies de j zar Uierbouneau volva com dislnecilo entre os de-
dos, 1 n.lo veudoo apparecer, eaibora desejasse sua
cura, lssera .1 si mcuna rom um movimeulo de ale-
gu.i in iduul na : Elle ainda me ama ,, Ali-s na
uma milher do anglica pureza, e casta como a nev
dcimo do llimalaxa. P.ir.un s proprio Heos n.lo
de.enb.ida precedida I lem paradislrahlr-se do enfado da irruido.le *se
to puro, depois que
nuo da belleza em e
abusado cruelmente da permis-
ser feio. e embota feito a na-
gru de Dos, representa-a minio mal. Porem o enti-
le l.abinski nao se aproviil.ua de tal licenra ; a
de l oval um Imito alonoada de -eu rosto, sen nariz bom
ado. sua bocea til lilemente
mais alto : dos irreubos de Cardan e de San Tilo-
ma/, de Aquino, passe s crises nervosas dasl'v-
lliias ; ileseobri os arcanos dos Epoptat gregos n dos
Nebiini hebreos : ioiciei-me relrospeclivameote nos
nivslorins de TrophooilOS 0 de Esculapio, reronbe-
cendo sempre 11.1- m iiavllns que driles se coiilam,
11111.1 conceniraeaoou uma expauaHo da afina provo-
1, quer pelo gesto, quer pelo olbar, quer pela pa-
oalade, ou por oulro agente des-
le um ero um lodos os railat";..
;!e Apollooios de Thvaoe. Todava, 111".^ tonho
cieulifieo nlo eslava lealisado ; a a!,a escapava-
roe sempre ; eu a senlia, ouvii, liaba acciio sohre
ella ; entorpeeia-llie ou excilava-lhe as facilida-
des : ma piltre ella e mim, havia um veo de carne
que eu nlo po lia aliastar sem faze-la relirar-se : era
cou.o um passarinheiro que tcm um passaro debaixo
da rede, e que na.' alreve-sc a levanla-la, Icmcndo
ver a presa per.lrr-se 110 co.
Pnrli para India, esperando adiar a explicarlo
do einsiiu nesse paiz da sabedoria aiiliga. Aprend
o sansrripln e o penlo, os idiomas sabios e vulga-
res : .pude convpr'ar rom os pandilot e os brahma-
nes. Alraves-ei as elvas, onde ronra o lgre ; eos-
sentidos ; assislem creacslo dos universos, ao ge- l.-ei os lasos logrados, onde habita o crocodilo ; pas-
ne-e dos deoses e as suas melomnrphnses ; recordara- -''i florestas iiiipenelraveis. fozendo voarniivens dp
-p das sciencias tragadas pelos cataclysmas das rea- morcegos e de macacos, encontrando o depilante na
roes esque.-il.is do bomem o dos elementos. V-t : v di, da vereda aberla pelas iVr.i-. para ch-sar a
e-iad,. extravasanle marmurain palavrasptrlencrn- choupana '.; aignm voglu celebre e-a oommoniearao
la a distancia, lucidez exttica, pioduzi a vonlade <;a's do ro'lo ; seus cabellos'caluam para alraz como
todos es-es enaltes ioexplieaveis para a moilida 1, I filamentos de plaas de om roebedo ; soos barba-
imples e coinprehensives pira mim. Remonlti diviJiam-sc era duas parlesqueloravam quasi o chao,
e suas mili 1- erain curvas comb as de uma agina
elle
11
O COI
iquin
1 pe -
nc- alo o pr.i-r de novir palpitar p
_>o sem sros, singularidad! graciosa, davam-lhe o 01 de um i uma pobr avalora -obre um looo
iT.i-rnvta dos aojos suerreiros, San-Misoel 011 S.'iii-B.qdioil, dnlo na imueusiiladp.
aliin ki, ,1 que comnalem o demonio com aim.iduras deodro. Prascovii nao era mais severa do que Dos, o o
s de ama I Teria sido mui bello se no fura o 1*lampago varo-1 conde Olaf iao tena podido censurar esse del 1 d
ra a bra-1 nii de suis pupillissombrias, c a cor Ingueira que 1 gozo da almi.
1! d'Asia dera-lhe as lares.
O ronde era de estatura mediana,
nunca encon rado Scliainvl. ,
Pouco atrs dessas pedras rslavam srupada". nlgu- 1 eiironlrra decerlo'o mais plianalirlmput- dedico- O conde era de estatura mediana, velta, e oer-
n,a. arvores de porte elegante, de ramos v.soro.os. i do dos Moaridas do illW< ''"'M I-i,i" vo-a ; mas occ.ltava luu-.n os de aro debaixo de ap-
,., M folhas rontrastavam piltorescii.enle enlre s. I la., romo os bravos M OVilam. Un^ido-se ao en- prenle delicadeza, e qu uno no bule de -ilsui.i em-
^rizeiro do Japoo.tliuvos do Cala, pial.....s do contro deltas. us curos allange,' do- selvasen. ba.xador lothava sen liase dr magnal,. recama lo de
Virc nia, freixos, salgaeiros, dominados por .Ion-.,.11, mierrnri.s'e linham qi"1'1'"1" "brepo pMW sera ouro, matizado de .lian......es, .! penna-, Pistava
treslancos. feri-lo. A coia-em 11 o"1-1 couiar, m defeilo. O ntreos grupos romo un.a appru; iniesplan.lescenle
.____ !______________________________________ronde | ilMasLiliaha o al"r lo,1Co di ": slava, infondindo inveja aos hoinens e amor as mulheies, as
<) VHo Diarto n. -Vi. I que amato o perigo pe IieriB- e t1 fl"a ainda se I quaes Prascovia ilie toroava lodilfereutes. Acrre>-
Soa naraejo, a qual. uvi attenlamsnle, di-sp
prova-mc qu 1 >-\.\ .1 esperance do saa
o Dr. Orlav
les a linsu .s qne de-:.' militares de anuos ucuhun
novo falla mus ..d.re a trra ; arhain o verbo pnuii-
livo, o verbo que -; sabir .1 luz d i- ticva- : passai
poi iloudos, e alinsajlo quasi dos '
Este prembulo singolar excitoxa so ultimo pon-
i .. alienlo de Octavio, o qaal ngo sabendo a in-
lenclo de .Mr. Bsbazur Cberbonneao, lilava sobre
elie olhos espantados e cbnos de interros <. is ; pois
nlo adevinliava que relafao po li.ni ter os penitentes
di ludia com o sou amor pelo condessa Prascovia
parle sera rhiuerica. \ condessa jumis eorrespon-! Lahioska.
der .'iii sen ,-uiur. n doutoi adevinliando o pentamento de Oetax
111 ve. anlmi Cheibonnean, une loubo ra/.io j fer-lhe um areno para prevenir- Ihe as perguutas
do ..- Ihe ;
meii.s Paciencia, n.eu charo doeole vossa
.,s nc- I eompielieniler. brevemente, que n.lo faro diaressao
cullas que a icieieia nioJeroa despreza, e cuja Ira-'iuulil. Causadojilo interroijar coro o escaipello sobre
do nlo fazei poieonserva vida.
Endite .jip 1, \o havia esperanza ''^t^
ordiuaiius, coniuou o doolor ; mas lia I
iihoi a lodo
rio .1. Monns ; 1: aatentei-me dio. mieiros |oato
delle participando de saa nelle de gazella, pira no-
taras v.u-s 1 o|.\ias que murmurava o exta ,-em
-re- labio- nc ros e r.o '. 11I --. I' r- -lo assim, pala-
vra.....loi; id uiles, loiinol.:- evoc 1! o..-, -. liaba, do
v.i I.orreod :.
E-todei o. esculpile, symbolicns no interior dos
pagodes que ufla furam v i-i.-s de uei.hum ulho pro-
fano, i- ou le uma lunica do brahmn.* me perinittia
entrar ; li inultos mvsterios cosmognicos, mullas
lea.....las .le civlisarnes dessppirecidas; deseobri o
sentido ,l..s emblemis que lom as maos mltiplo-
e->>es deoses hbridos e corpulentos,como a nalnre-
'i.ti India; medito! sobreocircalode brahma, o
,le vVinsboa, a coera-coneifa I deShivi, o
I Serpeuie asitica.
O 10I o havia desseccado e denesrido pon|0 ,|B
dar-lhe a cor da pello de carneiro ce-, Ild, es.a .,
i.C.lo asscn.elhava-e na orr-^ c-r |lm ,
exoieo. Aop.iroeiroe,pecio julguci-o morlo. Sa-
cudi-llje os bracoi '-,lc c,,JV,m |eiricado.. grilei
Ihe ao ouviit g| palavrassacranicntaes que Ihe devi
ain r|,*.elar-me como iniciado; elle OH aatrewtnea,
-uas patpebras licaram linmnvcis. Eu a relirar-inc
quando uma eenlelba azulada passou-me dianle do-
olhos cun a fulgurante rapidez de qm claran elctri-
co, adejou am segaodo -obre os beiros enlreaberlo
do penitente c desappareceu.
Brahma l.ogum era o sen nome parecu ili-per-
lar de um filliargo, as pupillas voltaram ao seu lu-
gar ; elle encarou-ine cm olbar humano, c respon-
den os minha- persunlas |>0is bem. leus desejos
eslSo i'isfeitos : v-te ama uma alma. Consesui
rpirai a minha do corpo, quando me apraz ; ella
abe, p volla como ahellia luminosa, smenlP ppr-
ceptivel .ios olhos dos sdeptos. Jpjuei, nrei e medi-
dei lauto, inacerei-me Ufo ligorosanicnte que |uide
li-la/eros laros lene.tres qu.- a prendem, e que
Wishnn daos das dez eio r n.i...- ps. rcvelou-me a pa-
I..via mv.leriosa que o sua em spiis Avalares aira-
ves de furnias diftereoles. Se depois de ler feilo o:
S'slo, consagrados, eu pronuiiriasse pssa palavra, toa
..lino satnia pata ir animar o bomem ou o animal
q r.' eu Iho dcsigna-se. Deixo-te mllj eaandi l|OI
... au pos.110 asma no inundo. Muiln estimo qne
I .'liba, vindo, pois .ton aarioso p"r enlrar 110 pi
do infinito romo um 1 soto de agua nn mar.o Y o
penitente disse-rae com vol fraca bem como a aso
ni 1 de un) tnoribun !o, mas ditinrl,i. alsumas sxlla
bis que lizeram-me .enlir o cslremecimenlo de que
falla .1 ib.
Oue di/, doulor .' exclamou Octavio. Nao nip
atrevo,! sondar a espantan profundidad? de seu pen-
s.iiiienlo.
Diso, respoiiileu liansquillamPiite Mr. I'.allba-
Kai Chi rboniiPau, qui- n.lo esqueci a formula mgica
de iiipu amigo Brahma l.ogum, e| que a condessa
I 1 a-. 1 ,,a tena bem sagaz se reconheepsse a alma ue
Octavio de Savilie uo corpo do Olaf l.abinski.
(C'onfiniiar-se-Aa.j
ILEGIVEL
MUTILADO MELHOR EXEMPLAR EN
DO



D''0 DE PHMjBBCO OU'NTa flltfl J8 E SETM50 M ift6
Su tcnho. fallar aqu un Brasil, que aliaz pela
exlensau do seu territorio, que por sua po-
pularan, pela solidez do sen governo, uccupa sem
'onleslnr.io o primeiru luud ctilrc us novoa Esta-
dos ila AlMiiel un ii .ni i.
Para o Brasil, COlonisafaO lie una necessidade
anilla mam urgente ito que para as repblicas vm-
ahas. Cuma estas,elle li'in necessidade dos colonos
para dar valor a ierras de nina torlili.lade prodi-
giosa e que permauecem esteris por falla de lira
'."os ; mas una circumslauria excepcional que deh-
nuvo rmiipaliiulas desembarcados, e deslruem as
raliidadea que M espalbam na Allemanlia para em-
bargar a emigraeao.
De46 colonoscnin que con>erou, esta colunia
cliegoa a contar ate90. Os seus colonos s.i.. naje
em numero de f7l
k Como Krande numero de Familia) ja pagarau) a
totalidade da >ua divida,se relirarnni da colonia, e va
ras de enlre ella* partlram cun mu capital soflicieo
le para comprar Ierra, ero que se 'Slabeleceram.
filo devenios omilllr em hunr. deila companhia
bre negocio* n,
lira suppiiiiLVl.i,
e pela emenda, un esta sec......
ni harem duplcala de inslitoicOes
rom a* mesan.* rnucres,
l.iui/ea I, inliemsiliiir ,,,, trabadla e-lu cun-c-
lliu,
roes
e lua
Mi.:
e por toda a parte menos
servido do quecos
particulares a quem estimula o Inleresse pessol,
se deia fcilmente captar pido espritus chimeri-
i'ot, ou pelos especuladoies que prucurain lazer os
seus prop ios negocios e nao os do governo ; por
nutro lado, a situaran da Eulopa, em que o costo
da eniigrar,Ao aindase nao desenvolver e onde sii
lem apparecido pouco a pouci as necessidades so-
ciaes que, enfraquecendo gradualmente o amor do
solo natal, luin tuipeihdo irreslslivcliuente as mas-
as snffredoras do vellio muudulpara a aventuras do
mundo novo, abrindo alravez .Jo Atlntico urna cr-
renle que se vsi alargando de da em da.
He do leinado de el-rci 1). jloao VI, que dalam
as prirueirus lenlalitas de celoadsara. Mil e seis
entos e oiteula e dous Suissosi fnram engajados
pelo governo desle principe, emtISI'l, eforain lun-
dar a colonia da Nova-Fribuurg.l na provincia do
Itio de Janeiro ; Irezeiilus e quai enia c dous Allo-
mase relorcaram pouco lempo dejpots este primeiro
riocleo. Eis-aqui em que termos mu documento dis-
tribuido naa eamaras brasileas ni) ultima sessao re-
sume o paisado c o presente de-la culnia, a decana
do imperio :
Mal dolada de trra*,a colonia da Nova Fribonrg
desde o seu eslabelecimento, veio comeoar a e-
iDigrardto dos seus habilanles, no ponto queem I85
|a se acliavam nao menos de seis ceios e qaarenla e
nuco colonos a tinliam aliaudunado. Aquelles que
a deixaram Iralaram de procurar Ierras mais feriis
sobre os diversos pontos da provincia em que se esla-
heleceram.e em que muilos de eutiesi sao huje ricos
cultivadores (f.zeudeiros', ; aquellas que licaram na
colonia, seuao foram mui bern succedilos, soubcram
cun ludo crear para (i geralmenle um situacao feliz;
xivcm ua abastanca, ligua* al na riqueza. Iloje
la nao sao considerados como colonos; fazem parle
ila cidade e municipalidade da Nova-Fnbourg.
<> resultado da empreza. que custou mimas fabu-
losas, ii.lo tem sido completamente millo. Verda-
ile lie que o l!rail gaiihuu nlalo urna cidade mal si-
tuada como ceulro de cultura e de encllenles Ira-
b.ilhadores que souberam (atar os seus proprins ne-
gocios ; mas o governo quera urna colonia agrcola
e nao pde conseguir funda-la.
A razan do infortunio he a ina eacolha das Ierras
i|ue eram improprias para a cultura, e be evidente
que, se uin eruprezario e hoovesse encarregadu do
negocio con) penlas e dainnus, lena sido mais pers-
picaz. Com boas trras a nova Fribonrg houvera
triumphado perfeilameule, pois que nesla poca
nutra tentativa do governo em que e-la condic,ao nao
faltava, houve um. pleno Iriuinpho. Quero fallar
na colonia de S. Leopoldo na provincia de S. Pedro
iu Kio Grande do Sul. Eis-aqui cuino se exprime
acerca desla colonia o documento mais cima citado:
Foi fundada no eomero de 18.5:2 por ordeiu e a
cusa do governo. Perfeitamenle bem situada, c
finiamente coadjuvada pelos cofres pblicos, esla co-
lonia leve sempre grande descnvolvimenlo ; he a
primeira em riqueza e popolaco de todas as que ex-
islem no iatperio.
Desde de 185 al 18.53, 1300 familias foram n-
Iroduzdas em S.Leopoldo, coinposlas de til i indivi-
duos, que, cora 1347 eelihatarios, tormam um to-
tal de 7402 pessoas. As despezas '. feilas para
osla colonisacdo,somenle no espado de 7 IODOS, cojas
nulas existen, se elevaraio acerca de .300 cunlos de
reis. Assira, a qac algarimo se dever elevar o to-
tal da despeza durante 28 anuos, de 1823 a 1852 f
No 1.* de Janeiro de I83i exisliam ua colonia
11,127 habitantes, sendo ,"N| i do sexo masculino e
.3.1,58 do sexo feminino, dos quaes 4004 sao calmb-
eos, e 6508 protestantes. Contam-se na colonia -J\
edificios religioso!, 9 consagrados ao culto ca'.holico,
12 ao culto protestante.
Esta colonia continua a prosperar romo no pas-
sado : a sua producidlo augmenta lodos os dias, e
tornou-se um verdadeiro ponto de altrac,.lo quaulo
a emigrado esponlmea. Desgracadamenle ja nao
possue trras senhorae Ina sna proximidade para o
estabelecimenlos de novas colonias, e estes foram
abrigados a procurar residencia em oulras parles da
provincia.
Nao se deve insistir sobre a despeza quando o re-
sultado he 13o feliz e lio brilhaule ; mas rumpre di-
zer que a provincia de S. Pedro goza da temperatu-
ra da Madeira e do clima mais suave e mais salubre.
leo que explica o accrescimo de sua popularao, que
e augraenlou mais de um qoarto em o lermo medio
de 12 anuos. N'uma palavra, em menor escala qua-i
ludas as colonias do Brasil apresentam resultados ana-
logot, e o algarismo dos nascimentos be moito supe-
rior o algarismo da morlailade.
Ao lado dos dous facloa que acabo de mencionar.
c que teslemnuham successivamente revezes e Irium-
phos que bao experimentado as tentativas de coluni-
s.iSio pelo governo, citarei um lerceiro facto que
lein um carcter mui particular. Na distancia de
algumas legoas do Rio de Janeiro, em urna nionla-
nha 'al entao cnherla .de floiesta impenetravel
e que ise chama 'o Corrcgo Secco. se eleva boje
em torno da residencia de vero do Imperador una
linda cidade, em que os ricos habitantes do Kio de
Janeiro tem as suas casas de recreio e que um ca-
uiinlio de ferro aproxima da capital.
Esta cidade, boje povoada de 5,237 habilanles,
nao exislia em 18*5 ; o imperador D. Pedro II foi
quem a fundou e que Ihe den o seu nome ; be a sua
iniciativa soberana que lem espalhado a vida nessas
solidos profundas, chamando colonos allemaes para
arrolea-las e povoa-Ias. A presenca da curte no
palacio imperial de Pelropolis dorante toda a eslar.lo
quenle grupou em torno dos emigrados allemaes
urna popularao quasi Igual em numero a da colonia,
e todos os das a cidade vai tomando novos dcsenvol-
vimento*. ATguns colonos querem de quando em
quando leular furlona na capital ; mas seguu.'o diz
o presidente da provincia do Kio de Janeiro, cojo
re,.torio lenbo dehaixo dos olbos a sAn mui pouco
numerosos aquelles que, depois de se ler arriscado
neslas aventuras, nao lornam a tomar o caiuinbo da
colonia. -
Aqoi o alvo foi completamente alcanzado. O im-
perador qoiz acerescentar ao cofre das riquezas ua-
luraes do imperio urna esplendida joia da civilisaejlo:
Pelropolis he Cintra do Brasil Obedecendo aos
instinelosda soa rsa illaslre, D. Pedro II cnllorou,
como seus avs os Bracancas. o seu niuho d'aguia no
vrtice de um monte que domina sua capitalV Se he
istojum luxo que o jovcn| principe pagoa um pouco
caro, ao menos esle luxo tem lados uleis e gran-
diosos.
Nao intislo sobre alguns oulrns ensaios para os
quaes o governo tem concorrido mais ou meuos des-
pendiosanienle, c diego ao que chamarci segundo
periodo da colouisacan, aquelle em que a cneraica
iniciativa dos particulares tomn de alguma sorle a
direc;.lo destas eniprczas, pedindo pouco, quer ao
governo imperial, quer [as provincias, nimias vezeo
nao pedindo nada e allingindo sempre o seu alvo.
Tem sido oestes ltimos annos sobreludo qu* a
oloni icao particular lia lomado desenvolviniinto
eonsideraveis, c quasi sobre todos os punios u em-
prea desle genero nao sido bem succedidas. O im-
pulso foi dado por urna das penWnagOM mais cunsi-
deraveis do luiperio, por um ar.tijo ministro, o se-
nador Versuciro proprielario de immensos dominios
na provincia de S. Paulo.
EH-aqni em que termos o documento de queja
lenbo eludo algaas extractos, se exprime sobre a co-
lonia Versuciro :
Foi fundada em IST, no dominio do \ Incal
va da sua organisacao social Ihe faz da colouisacao I a do .sysleina seguido, qne, c
urna necessidade absulula. O Brasil he um paix '
de eseravos : quasi toda a sua agricultura-se acba
nas raaos dos negros da frica. Ora. como vimos
nos captulos qoe precdelo, o imperio repuduui
mui sincera e mui peremploriatneiile o odioso Ira-
tico dos negros, por meio do qual se recrulavam os
Ir.ilialh..dores da Ierra. Sem o trafico que alimen-
ta, a populaban negra escrava se vai diininuindu e
lende pouco a pouco a se extinguir; be urna regra
geral que quasi nao olTre exrepcan se nao em aluns
estados de eseravos ua America do norte. Apezar
do cuidado que tem para com os seus negros os
plantadores brasileirm. quer moderando os seus tra-
badlos, quer se abslendo qoa>i sempre de castigos
rorporaes.quer regulaudo-lhes com una humanida-
de inlelligeute o rgimen hygieuico e alimenticio,he
mui duvidoso que o Brasil escape regra cominillo.
Por outro lado, se be cerlo que nesle momento a
alioliefio Ja ecravidao eslancasse todas as fonles
da riqueza agricola e fosse para o imperio um in-
menso traiislornn, se nao um suicidio, he permit-
lidu desejur e eiperar que vira um dia em que a Ier-
ra do Brasil s conlenha humen livres. Para pre-
parar este dia, para apressa-lo.cumpre que os colo-
nos nflluam sobre o solo do imperio ; cumpre que
a forca phvsica dos novos Irahalhadorea venha jun-
lar-se como expediente omnipotente, a inlelligencia
evelarecida da Europa, que suppre os bracos pelas
machinas nos trabadlos demasiado ardeos, e que
em caso do necessidade, sabe modificar as culturas,
para oblar mais ricos producios com rauito menor
despeza de forjas humanas.
Assim o Brasil aspira la desenvolver dentro dos
seus 11 m i les a colunisarju em grande escala. Para
alcancar esle alvo, o que iem feilo elle, o que faz, o
que conla fazer '.'
< paseado da i-olonisac.iil do Brasil nao he bri-
lhaule colloeo na calhegoha du paisado lodos os
tactos anteriores aos dez ltimos airaos.) Por um
liiuiopho magnifico, ohlidola custa de enormes-a-
'i Minos pecuniarios, o negocio da colunisaiao Conla
mullos resultados incompletos, revezes e al verda-
deras derrotas. Estas deciipc,es liveram duas cau-
sas : por um lado, a iolerveWao mui directa do go-
verno nas primeiras emprezas, e o governo, sempre
orno no anuo
trila e orna familu se retiraran) depuiside lar pago
a sua divida, qualro desla familias jolgaram que
era do seu inleresse volUr para a colonia, onde lo-
rain reeebida com as mesmas cuudires do panado,
ii A cultura di colunia he u cafe, que he de ex-
cedente quali.lade c mui ahondante em conseqiien-
cia da extrema fertilidade do sulu. ,.
(l sNsle.i.a de n parearla lie mui condecido em
Franca, e he quasi exclusivamente pralicado en- oS
nossos departamentos do Meio-dia. ti colono rapar-
le cun o proprietanugdo solo 09 productos da loa
colheita. No brasil, o colono engajado he obligado,
como ajuslira e o seu contrato o esigem, reembolsar
mediante a parle que Ihe lora os avancos que Ihe lez
o proprielario emprezario. Esto pasuvo do colono
se compe da somina do prerodo trajelo ale o Bra-
sil, das despezas feilas no Brasil para Iransporlar as
familias e os sua bagagaos ale a colunia, cinlim das
despezas de sustento al a poca em que a primeira
culheila he vendida, as.im cumu dos avancos poste-
riores que poderia lomar necessarms a insiillicieu-
cia das primeiras colbeilas. E-la divida be algumas
vezes bstanle cousideravel, mas os productos do solo
sao ricos, e geralmenle por toda a parle onde as
Ierras sflu boas e os colonos laborioso, a divida he
exmela n'um prazu de pouco; auno. A econumia
anual he limitada de maaeira que deixo largamente
ao traballiador com que occorrer as suas neces-ula les
e mullas vezes acontece que ocolnno, dainlo-se prca-
sa em se emancipar, consagra i e.vlinccao da sua di-
vida urna pore.lo do que Ihe deve caber sobre a ven-
da dos producto-. .Yuma palavra, a auloiiilade ge-
ral e provincial tomou todas as prerauees nece-sa-
rias para garantir o inleresse dos Iralialhadores emi-
grados : verifica e sjndicao estado das dividas de ca-
da colonia, e os documeutos distribuidos, ou" pelo
parlamento, ou as assembleas das provincias, reta-
Ibain aiinualmenle por quaulias precisas as exo-
neracues successivas dos colonos. Quasi por toda a
parta estas dividas se allenuam uu se extinguen) re-
gularmente e cura rapidez.
Ha no Brasil outro svslema de rulonisacau mais
particularmente em usu nas provincias do sul. e que
dever lomar urna estanto con-ideravel quando
receberem plena exeeaego as medidas capitn de-
cretadas pelo enverno imperial, e em que mais adr-
aste I.:i!arei. Nesle svstema u colono compra a Ier-
ra a prazoi para paga-la, celliva-a por sua coala,
sob a vigilancia do proprielario OH do seu asente ;
iberla-se aomesino lempo pelo seu trahalho das divi-
das anlogas as que contralle o colimo e do propno
cusi do terreno que elle adquiri. A livraura he
aberioaa, mas a certeza de lornar-ae, em urna'po-
ca qoe os seus esforcos approvimam todos os dias,
proprielario do solo que elle cultiva, sustenta a co-
ragem do Culooo, excitando nelle e'la paillo innata
do trabalbador dos campos pela plena posse da Ier-
ra recada com o suor do seo roslo, e o prende in-
vencivelmenle sua nova palria.
(CoMnKor-te-Jta.)
ullu.uiuineiile. un M dividido CID ser-
ie he por -eivi-s, iiisullicieule o nu-
mero de i c inselbeiros e -1 adjunto.
ll art. /. leelarando, que o ministre poderl com-
meller a al: um dos membroa inililaies du constlho
a Iransuii- lo e eveciic das ordena COOCerueiilel
au inoMininlo, eeouomia e disciplina do serviru
dc 1853, naval miliar, indica que se acabe luin o ijudau-
I le de ordena enearregado do quarlel general da ar-
' fn-.iilri
mada.
O art. 9. manda qoe o governo encarregoe de dona
em dou a
de visitar t|
ln de mar
discipliu; .
pode ler
nar repart
perior '.' I-
pllil.i;';
Presciiul
nos a um ou mal menibro- do ci n-i-llm
sarsenaes, inlendencias, e-labelecunen-
nlia. Aqui acha dispusiees contraria
Lomo ii.i iln, rnembru do con-elho. que
patente de capltSo de fiagala inspeccio-
;6es dinuidas por olliciaes de patente su-
o nao ollendcra a suburdinaio e disci-
ndn da mana de crear cmprenos, em
i presenta d um delicil e dos embaraces provenientes
pidemia ; pondo lamben) de pane as re-
s pul'
a iillini
! Ilexoes q
circiiinslai
RIO VE JAMEao.
SENADO.
SESS 1)0 DU 12 DE Jl I.HO DE ISjti.
Presidencia do Sr. Manoel lijnaclo Cavalcanli de
/.acert/u.
A's 10 horas, e tres quarlos mundo. 31) Srs.
senadores, abre-se a ses'ao e appruvam-se as acias
de tu e II do correte.
0 Sr. primeiro secretario da' conla do seguiule
expediente :
L'm oflicio do primeiro secretario da cmara dos
depotados, acompaiihando a propoicao da mesma
cmara, aulorisaudo o governo a concedei caria de
naluralisacAo de cidado brasileiro a Manuel Caeta-
no da Cunha, Jofio Licio Itorralho, Domingos Lza-
ro de Barros, Jos Maria Cardn, Ricardo Joto de
Ainorun Vianna, Carolos Komis oe Tulvarad, Jo*
Maria Pe-tana, Ventura tioncalve, Jos Coulinho
de Azevedo Vatconcellos e Douiingoe Calcaguo.A
imprimir, nao u estando.
1 DI rcquerimenlo du crrelo do leado, pedindo
Mr igualado em venetrnentM aos crrelos da secre-
taria de estado.A' coninnsao da mesa.
Fica sob a mesa a redaccao da pmposicfio do se-
nado, que approva a pensao concedida viscondesa
de Caravellas.
OKDE.M DO DIA.
l'iiram ipprovadoa em una nica discusso o pa-
recer da coiiiinissao de fazenda, propon.lo que se
archive o requeriinoulo cm que a innamlade de S.
Miguel e Alinas da cidade de l'orlo-Alegre. pede
poder possuir bens do raiz al a quantia de ."^):0tlU>,
por ter ja sido desatleudida pelo senado esla pre-
lenrau ; e pedindo qoe o govern. hiforuie, eos
etUbelecimentr a quem se lem feKo laes conces-
ses, leem eonvertido os seus bem de raiz cm apo-
lices da divida publica ; e em primeira discusso,
para passar a segunda, o parecer da mesma com-
inissao, declarando nao se adiar habilitada para to-
mar conhecimeulo do requerimeiilu da cmara mu-
nicipal da villa Konnusa da Imperadiz, em qoe pe-
de Ihe seja concedido para seu patrimonio o terreno
em que esla assenlada a povoacAo.
Entra em primeira discusao a proposic/io da c-
mara des depulados, aulorisando o governo a man-
dar a ni i Ui i a exame do segundo anuo do curso
plijrmareulico a Pedro Jos de Arauo Pamplona
Corle-Real.
Vii mesa o seguinle
KEQLERIMENK).
Bequeiro que o projecto va a BOtlMBiaiio de in.s-
Iruccn publica.Dantas,
He apoiado e retirado a pedido do seu aulor, de-
pois de lerem os Sr. vi-conde de Maransuape e Jo-
bim mostrado, que a prctenr;ao era justa, porque
este estudaute nao se liaba podido matricular por
ter adoecido.
Discutida a malena, pana a proposic.lo a segunda
discusso, ua qual eulra logo, c approva-M para a
terceira.
Ileapprovada em primeira e segunda discusso, e
passa para a terceira, a propoalcJIo da cmara dos
depulados, creando a freguezia de S. Christovau, no
municipio da corle.
He approvada era primeira discusso, e passa a
segunda, a proposicao do senario, coucedendo lote-
ras ao hospital de Pedro II, recoihimeulo de Sania
Thereza e Ibcalro lyrico, nesla corle.
Cnnliuua a terceira discusso adiada da proposi-
c.lo da cmara dos depulados, que augineila a sub-
vencjlo concedida i compauhia Peruambucana de
navegieao a vapor.
O Sr. Dantas eulende, que o governo nao proce-
den regularmente, quando augraenlou awbVMflO
desla companhia, e suppriinio a garanda de um ini-
nimo de juro de 8 por cenlo, porque a aulorisa^ao
que para isso leve, eslava linda.
Acredita que a couscquencia desse augmento lia
de elevar lainhetn a subveurau da companhia de
Sanios, da do Maranbao e oulras ; e que oulro in-
conveniente he fazer o augmento guante aos dez
primeiros anuos, e nada providenciar quanto ao res-
to do lempo, o que ha de lejeitar o poder legislati-
vo a novas reclainaeoes.
O governo devia xecular a lei, e deixar que as
parles recorressem ao poder legislativo ; mas o go-
verno no regulamento reformou a lei, e a assembla
geral lem agora de lular coulra a influencia dos pre-
tndenos e contra a influencia do goveruo. Islo he
subversivo dos ealyloa parlamentares.
O Sr. Ferra:. vola pelo projecto.
Urna das niaiores necessidades publicas be a de
boas estradas e rpidas communicaees enlre os
pernios do imperio : o corpo legislativo lem por va-
rios modos allendido a esta necessidade.
Nao conveni |jo,1r somenle as capilaes das pro-
vincias com u centro do imperio, lie da malar
precisan eMahcleccr boas comuiunicacies entre us
diveisos ponto- dai provincia.
A navegacjto costeira e de caholagem nao olfe-
rece a garanta de rapidez e nguranea que sao de
misler para que as relaees se maulenham no devi-
do p. ,
Esta pois resolvido a auxiliar as companbias que,
como esla, preenchein urna necessidade publica lio
importante.
O Sr. Mrquez de Olinda faz ver, que nao bou-
ve violac.lo da lei, como cnteudeu o uohre senador
pelas Alaguas, porque o governo sobraelleu o seu
aclo approvarao do poder legislativo.
O Sr. Paulas sustenta, que o meio empregado
pelo governo foi irregular, que devia deixar aos
mleressados reclainarein peranle o poder le-is-
lalivo. "
Discalida a materia, he approvada para subir i
sancrao imperial.
Continua a terceira discussfo da proposla do poder
cvecolivo, creando um eooselho naval.
O Sr. Dantas acha nesle projecto algomai dispo-
sices, qne considera mexequiveis, initei ou cuO-
irariai a disciplina militar.
Nula que a presideucia do conselbo naval seja da-
da ao ministro, circunstancia esla que ha de coarc-
tar a liberdade dos seus membro, sobreludo se se
considerar que, ua matar parle, sao militares, e que
o emprrgo de membro du conselbo be de conimis-
sio. A conseqaencia he, que o coinetho nao passa-
ra de una manivella do ministro, e l servir para
acobcrla-lo da responsahilidade.
Dispoe-se que
e pudiaui fazer sobre o facto de, nesla
ca-, nao se volar urna le, que lulo Seja
para aujn ento de despeza ; nula o orador, que o
arl. Itie-li concebido de maiieira, que o iiieinbro
do conselbo que for paisano licara' com iutHI--, en-
eiOjioe foreapitAo ,i,. fragata nao lera
3:5539. Novraxlo para esta desi-
(relaulo tp
non- do q
gualdade.
Tambal
do servu-n
nSn acha que o enearregado do detalhe
noval lique bem remunerado cora mais
i\3 mensa ss, pois que so em alaguis de seges pa-
ra ir a casi do ministro ha de despender mais do que
isso.
I.iiilim. acha qne o prnjerlo pode servir nica-
mente par i habilitar o ministro a f.izer u que quizer,
lae indo a reapOBsabiiidade sobre o conselbo, e li-
vraudn-se dola.
(' Sr. 11 antier le y (ministro da marinha) nao nu-
vio que o nobra seuador deinouslrasse iuuliddade
ou inexeqjibilidade do projecto, e menos anida, que
Concorresie para a indisciplina.
Este co iselho n3o be deliberativo, mas simples-
mele o< usullivo : a soa naluceza pois esta mos-
trando, r ue u.lo pode servir para acotierlar a res-
pousabilii
O priiic
boraeiis u
sobre os
polticos,
lulo obste
Ora, o cohselho, ompoado-se dos homeus inaislia-
bilitadoa
disso par;
nislroa qi e se succederem.
Nenbu
cinde do a insliluicao.
i paiz que [ein uiariuha de gocrea prei-
IN.lo co
presidir
desle. i
ministro
para que
ade ministerial.
pal (iu) que sa lem em vista, he ouvir os
us competentes da repartirn da uiariuha
negocios desla. Os ministros sao homeus
e be preciso que esla circumslancia
ao prosresso e au,lmanlo da reparlirao.
para preparar os trabadlos, servir alein
guardar e transmlltir a tradires aos mi-
npreheude como o minislro, pelo facto de
o conselbo, lira a liberdade aos memoro.
e o couselliu lie meramente consultivo, e o
em o direilii de apartar-se da sua opiniao,
jpmcurara influir na opiniao dos seus mem-
bros .' Pira acoberiar-se da responsahilidade".' Nao
coinpreln n.ie semellianle argoroenlo A Boecio do
conselbo de estado tamben) he presidida pelo mi-
nislro, e anda nioguem se letnbrou de adiar que
islo coait lava a liberdade dos conselheiros. O tri-
bunal dil Ihesouro, que lambein nao he senao
eonsalliv*, nao be presidido pelo ministro da fa-
zenda".'
guanta i responubilidade, he sempre do minis-
tro, e de nenhiim modo un conselbo consultivo Du-
de livra-l) della. v
O consolbo he cread., para dar esclarecimentos ao
e nao para estabelecer-se uiuanlagoiiismo
lucnmpre ensivel.
Heiaruu o nobre senador, que nao se declarasse
iara ahir os dous ineinhros do conselbo,
n deixar de ser militares ; maso arl. 10,
ido que os paisanos ler.lo 4:000 de or-
emdelga ler que esses dous meinbros pu-
palsanoa. .\aturidineute bao de ser um
donde de
que pode
especilica
leado, 1
dem
jurisrous lio e um hornera versado em coutahilida-
de; mas
smenle
gos. quer
prebende
lado sobr
ves^em drf
iiiiiii
selheiros
artigo na
melhora-
A cre
110 pareceu necessano especilicar islo.
Algaem lemhrou que se cliamassem para o coii-
hefes das repartieses uavaes ; mas o ora-
selbo os
dor nao osla de acrumul.i
cosa, e por isso expres-
s veduu no projeclo, que, qnanta a emprc-
a respailo de encmenlos. Kan se com-
como, leuda o comedio de ser consul-
i os adminstrateles desses ebefe, elles de-
Ir parecer sobre seus propriesactas.
lambe n um sexto membro nao sera augmentado
un conselbo para servir de presidente na falla do
essa presidencia cabe quellc dos ."> con-
que Uve. maior patente da armada. Se o
b est bem redigido, be fcil na redaccao
o.
cao do conselbo naval nao dispensa, como
parecen acreditar n nobre senador, a seccao do con-
selbo de fsladn. As respectivas altribuic'es sao mu
diversas, i: nada leem de conimum urnas cun ou-
lras.
N.io cuinpreheide a forca da expressao-lumul-
luariHiiienleempregada em relacflo aus trabadlo.
do cnnsel io.
O que labe he. que o ron,|l, h, ,ie SPr ijviHi-
do einseires, para elaborar os trabadlos ; enao
acb.i qur os ineinhros sejam |ioucos para isso,
porque as seccoes uAo bao de Irabalhar conjuncta-
menle.
Accresoe que o conselbo fica com o direilo de
chamar p ira as diseussoes os ebefes das ranaiUeoea,
e mesmo de iiiruinhir-lhes llgunSiIrabalhos.
Lra conselbo mais numeroso nao cnnviuha as
circumstaiicias da nasas marihha, c basta vpara co-
nbece-lo, ronsiderar qu? o eooselho naval da Fran-
ca nlo (en senao 12 meinbros, entretanlo que o nos-
su tem i.
Nao ha i proporr.loqiie deveril havcr.se se allen-
desse a di Ierciija que vai entre a torca naval de urna
e oulra ncelo.
Nao recoiihece elemeiilo de falta de disciplina na
alliihuican de ir um membro do conselbo infeccio-
nar repartieres cujos chefes lenham patentes mais
alias ; inai, quando houvess, o governo leria o cui-
dado de eicolber para laes uspecQcs ofliciaes que
nao fossen de menor calhegoria militar do que os
chefes qesbas reparli^oes.
Depois, he um engao suppor que os chefes dessas
reparticOi i hilo de forcoiaraeule ser olliciaei-gene-
raes; eio ledenle da uiariuha, por excmplo, pode
ser eja tem sido uin paisano.
A razac da dhTerenes enlre os venrimentos dos
membros los cnnsclhos que forem militares e paisa-
nos .-13,0 n que os multares nao coslam de prescin-
dir do seu sold. Um ollicial de patente superior nao
se pode contentar quando esla em urna commissao
rom o memo vencimenlo de oulro de patente infe-
rior.
Ora, lic| verdade que o capil.lo de fragata que for
meinhro do consclho licara com alguma cousa me-
nos que o, membro paisano ; mas o capil.lo do fra-
gata tem nccesso, espera ruelhor futuro, e o paisa-
nao eipcra nada mais, ha de licar sempre na
A discnsslo lica adiada por terse Concluido a hora
destinada para a apreseulacao e disrussaudos reque-
rilllelilos.
O .v < ndido Borgei pede ao Si. presidente que
se diune dar para orden) dos trabadlo o parecer das
i'oiiiiin-sie de cmaras municipaes e cooslilairao
dado sobre o projecto de reloima da lei ao I- de ou-
luhrn de 1828.
O Sr. /'residente declara que tomara etn consi-
deraran o pedido do Sr. depulado.
ORDEM DO DIA.
Continua a segunda disrussn do orcainenlo
na parle relativa ao ministerio dos negocios da iu
lie.i. '
Vto a mesa o sao apiadas as segniules emen-
das .'
Projecto de "rraiucnto.
u Ao arl. 3 ; 10.Subslii'ua-se pelo seguinle:
Seminarios episeopaes e eus edificios, 70:700(3
reis.
o 12 de judio de 1S.~i(.Fausto de Aiinhir.1|.
A. de M. Tagnes.Leilo da Cunha. Sa e Al-
buquerque.Mendes de Almeida.Vieira de .Mal-
los, ii
o Orcamento da jostica.
a s 3. Qoe seja elevada a 1:tKK);ti) a sratifica-
c.lo no procurador da coroa. soberana e fazenda na
corle.
a 12 de judio de 1856.Lellfeo da Cunha.
Castalio Blanco.Sa c Albuquerqae.Paea Br-
relo.
O Sr. SaySo Lobato, depois de necupar-se ton-
gamente de diverso assumplo. refere-se aos reg-
lamenos da casa de correcWio, que laclion de inhu-
manos e arbitrarios.
O rgimen interno da casa de correcrao he urna
obra que mo deve persistir, scuhores, porque elle
contraria inleiraineute a iulencao da lei, applicaudo
penas alrozes aos condemuadus, penas que s3o
igualmente distribuidas per lodos os encarcera-
dos, qualquer que seja a classe a que lenham per-
(eneldo, qualquer que tenha sido sua anterior con-
di^ao.
No modo de enleuler do orador essa applicarao
do rgimen interno da casa de correcelo quebra* a
igoaldade do eidaMO ante a lei, que nlo pode ser
entendida senio com a applicarao relativa das pe-
nas s diversai rlasses e condicoes que caliera sob o
ligar de seu dominio.
O orador esteode-se largamente sobre e i, compara as pemlenciarias da Europa as nossas,
inoslra a dillerenca que existe enlre ellas, lirada
da coudicoes da nalureza e da civihsacao que nos
regem.
Conclue o seu discurso dirigindo ao director da
casa de corrcccao grandes elogios pelo desvelo com
que pr icura minorar a sorle dos inlelizes sujeitos a
sua .idmiiii.irai,.io.
VSr. /locha lem a palavra.Elogia o Sr. minis-
tro da joalica por ler acabado com n habilo dos ma-
gistrados em qualquer decisu mandaren) consultar
o goveruo, fazendn assim com que elles assomam a
respensabilidade de suas senlencas, e nao procuran-
do a capa do ministerio para se' torturen) aus em-
penbos.
Occupa-se depois da guarda nacional. Diz cutre
oulras cousas que. einsua opiniao ella su serve para
vexar a classe pobre da suciedade, vinloque os ricos
os arislocralas, exbimem-se della com toda a faci-
lidade.
Acreicenla que a guarda nacional lera sido cons-
tantemente o pomo do discordia eotre elle e os
ministerios conservadores, e conclue pedindo ao
ST. ministro, da joslira.que lome medidas Icn-
dentesaallivtara populado desse vexalorio im-
posto.
A discusso lica adiada pela hor.
O Sr. /'residente suspende a sess.l,i e marca a se-
grale
OKDEM DO DIA 1.
A mesma anteriornienle designada. accreseenJo a
segunda discusso do projeclo do senado D. i'.), des-
le auno.
Segunda discusso do projeclo u. 16, do mesmo
A (eslo de II j foi publicada.
' leve lugar honlem a fesla dos lerceiros fran-
j cscenos que esleve boa e bem concorrida.
Honlem leve principio a apelo dos votos
j da nialri/. de Sanio Aulonio, na iiielbor ordera.
Hospital decaridade 16 de Miembro.71 do-
ente.
Al amanha.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE 27 DEAl.OSTO
DE 1856.
/'residencia do Sr. bario de Capiharibr.
Presentes os Sr. llego e Albuqoerque, Vianna,
Reg, Franca e amero, abno-se a sessao e toi llda
e approvada a arla da antecedente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE.
L'm ollicio do Exm. Sr. presidente da provincia,
coininuiiicando, aliui de que a cmara lizese constar
aus membrol da COmmimao, que toi enearregado do
furiiecimeutn de carnes verdes para consumo desla ci-
dade, durante a epidemia, que por despacho de 20
do correte nutori-.ua a Ihe-ouraiia de Canuda a in-
deiuuisar ao corouel Antonio Francisco Pereira de
Curvadlo, da quantia de 3:4788701, que se Ihe esla
restando do adianlameolo que tal para a compra do
gado preciso para csse lim, e que cumpria que a c-
mara recumraendasse a unimissao, Iratasse de pres-
tar suas cuntas com brevidade peranle a raenciouad.i
Ihesnuraria, visto nao o ler feilo ale agora.
Estando prsenle o Sr. Reg e Albuquerque, mem-
bro da commissao, apresenlou declaradlo por escrip-
ln, assignada por elle e uniros membros da commis-
sao de haverem ja prestado ditas conlas a Ihesnura-
ria, Irazendo ao couhecimenlo da cmara um exem-
plarde seu relalono.c das mesmas conlas para depois
de vistas, seren remedidas ao Exm. presidente da
provincia, e assim o resolveu a cmara em respos'ta
ao ollicio de S. Exc.
Oulro do mesmo Exm. presidente, mandando Ihe
devolvesse a cmara cun as suas observares a plan-
ta que enviara em g!) du correte da diroegao da es-
tiada de ferro al os Atogados, sfitn de COIMoltat ao
engeolMro do governo.Posto em discusso, a com-
inissao a quem tinha sido reraetlida dita plaula, a-
presenloa suas rellexes a cerca della, cora as qoaes
a cmara se contorinou e mandou-as remoller por
copia a S. Exc. cora a planta.
Outro do mesmo, devolvendo approvada a postara
addicional que a cmara confeccionen, prohibiudo o
Compre que a iniinicipali.lade em urna qnest.lo co
mo esla, ceda alguma cousa ao inleresse publico.

Recito 17 de Miembro de I8.'i0.
Srs. redactores.Ames tardo do que nunca.
Lemlo o mi conceituado Diario de de ju-
llto do trrenle anuo, deparci ,;em urna corres-
pondencia quo di/.ia ser enviada, da povoacao de
Cajazeiras, e assignada por um pretendidoVa-
queiroPara logo asseniei que j novo fabricanle
de masivas era penca de pouco criierio quaodo
assegurava, que o Rvd. Jos Antonio Marques da
Silva Guiniares, vigario em Souta, exiga tres mil
e lantos res por cada registro de ierras.
Conliecendo milito de perlo, 0 apreciando as
bellas qualidades qneoinam o Ilustrado ministro
do Senlior, de quem me eonfesso imigo, sent ser
do ineu rigoroso dever tnformar-nie da assercaodo
tal Vaqueiro. Agora porom que coasegoi o meu in-
tento, estuu autonsaJoa responder, nao por deffe-
rencia aquello roslico, mas sim ao respeilavel pu-
blico, queem Souza apenas seis ou oito declara-
i;oes pela extenso de seu phraseado excederam de
ires mil reis, e que a mor parle do regisiros regu-
laram mil e lano reis, lucrossem duvida pouco cor-
respondente ao pesado trabalho da escriptura>;ao,
compra de livros ele
Olanlo ao titulo com que tanto enibirrou o Va-
qoero, eo Pombalense no Diario de 15 do cor-
rale, parecc-me eslar o Rvd. vigario no seu di-
reilo querendi) fazer uso dellc.
A;ora duas palavras ao Sr: Vaqueiro : cnce-
tasles mal a voss carreira de missivisla, Sr. Va-
queiro ; pois, baldo de novidades logo na primeira
en\ iasles, preciso vos foi preltencheres osla lacuna
fallando a verdade, e oceupando-vos com o vosso
pastor, digno sem duvida dea ais allencao o res-
[ieiiotta.vpfc-a ttSjimitl^ 'ai ceno que elle
~.i.ivu Mue a cmara cuniccciulluil, pi olillni' lo o K -J1ISJSSSSgpOISSJISJSW
uso dos baloes aerolalicot, que se elcvaan pnr:Hsst-/alicra desprezar vossa sandicc .
a asna raz. Oue se publicassa neta Imnrama a m rcT ix.i.;________:r.........
d'asua raz. Que se puhlicasse pela Impreusa e se re?
mellessem copias aos fuces para ubservarem e faze-
rein-na observar.
Oulro do procurador, pedindo a quantia de seta
ceios mil res, para auxiliar o pagamente das des-
pezas que se lem de ctTeetoar no ultimo do cor-
rete(Jue se lira-se do cofre.
Outro de Francisco Xavier Carneiro Lint, juiz de
paz do corrento anuo, na freguezia da Vanea, corn-
il desejo que manifesiastos ji- ""' m ledra re-
donda o vosso eicripto, vos ;'evou se|u duvid;
a commetier um erro ; lomai zlela e nao corf-
sintais que esse desejo, aluciiii"ido-vos o espirito,
vos conduza a piecipicios qusao ueP's "o o pos-
sais transpor.
paz do crrenle anuo, oa freguezia da Vanes', com- Dosculpe o men nohre amigo !* ^'oso das al-
inunicando acl.ar-se suspenso o escrivlo daquelle |ui- icnces de quo he digno, offendi de alguma forma
zo Komao do Kego ltarros, nao s por prevancaees a s. r~,r.ila.uita mndMii-.
que lem commellido.comu por Ihe ler fallado ao es- ""*
no
mesma.
Kis por
gralilicaca
Uva palen
-Mas, se
bro do co
por* a isso1.
Quanto
senador el
dizer que
sao ou n;l
|ue ao paisano deu .0005, c ao militar a
o Bu de 4008, alem do sold da respec-
se quizer determinar que nenhum mem-
iselbo vanea menos de {.-QlXtv, nao se op-
io angmenta de despezas (a que o nobre
ilion mana j o orador leve occasiao de
oque coiivcui he examinar se as despeza
cm beneficio do Estado ; e nao condeui-
na-las ao porque sao despezas ; lanto mais que, no
caso em quesio, a despeza que se lizer ha de ser
resarcida pela poupanca de grandes sommas na ad-
ministracao naval.
Eulende que he lempo de dolar a marinha com
urna instilluu.ao reclamada por lodos os ministros
que a Kprllgao tem lido.
Verificarse no haver rasa.
" Sr. Presidente declara a discusso adiada, e d
para a ordem du dia, aim da dtsClMao adiada :
discusso da retaeco que estii obre a mesa ; pri
mcira distussao da resolurao apprnvando a pelisao
cuiiceilidaja I). Maria dos Santos Lucas ; e a lercsi
o da resoliicno sobre os liceuras aos faisA
ra discossl
cadores.
Levanta
da larde.
e s sesslo um qoarto antas das -2 horas
los cinco memliros do consr'ho
Ires pelo men sern ufliciaes da armada, de pa-
a, : lenle nlo inferior a capillo de Trgala ; mas o ira-
perlencenle .0 senador Peieira de Campo. \ erguei- : dor nlo sabe, ponfue nao se declara de que el se
ro. Esla colon... be a primeira que se esUbeleceu no I deven, sabir os oulro dous membros. C ia
imperio segando o svsleu.a de pareen. ... O, per. ,,ue ,ss(,m |]cl.,| ,, f d e lori^n,',!
socrar.lcs esr.,rc.ns,lo seu empresario, manicios pe- lo ; mas islo nao se estipula.
O arl. -. diz, que na ausencia' ou impedimento
C\M.iir.\ DS SRS. DEI'tTAIIOS.
SEsSA'O EM 12 UE JL'LHO VE 1838.
Prmdeheia du Sr. ciscona de llar penda.
Abrto-sba se-sao a hora do coslume.
Ap|P. 2|&a a arla da sessilo antecedente, 'o Sr.
P.....t0 isecretariu d* cunta du seguinle expe-
diente :
l'm ollicio doSr. minislro do imperio, dalado de
.1 do crrenle, participando llave.-se expedido o
conveniente aviso ao Ihesooro, para abouar an olli-
cial-mainr da ecretaria da cmara dos depulados a
quantia de 10I!? pe lenle, ea gralilicacao de..tl."0(l i a Jos Manoel
Madeira oara comluzr o mesmo evpedieule.lu-
teirada.
Oulro dp primeiro secretario do senado, cobrindo
duas pro p.sienes: nma lomada sobre proposla Ido
poder exeiulivo e emendas da cmara Inundo a
forra nava! do imperio, e oulra aulorisando o go-
verno a ra indar matricular nas escolas maiores dn
imperio nao lenhaai podido matricular-se em lempo ; e par-
lieipandoao mesmo lempo constar ao senado que
.. U. o Imperador cnsenle m resoluco que cou-
cede penrto de 1:8003 linas do iccido mare-
chai do ejercito viseonde de Mago.Iutoirada, e a
I imprimir a daas primeiras.
o Sr. Lisboa participa que tem deixado de enm-
sesses por motivo de ineommodo.
PARAHIBAI
liaunaueira, -J8 de agosta.
Depois de largo lempo de completo ostracismo, a
que lurnou-se cundemuada a minha hnmildc penna,
he torca que do copia de si, transmillindo a Vmc.
a historia, sobre qoe se compe a parle uolicu.sa
ueste municipio ; e que sendo .cripta em um jor-
nal de lana importancia como merecidamente be o
Uiano de. Vernainliuco, nao pille deixar o seu ge-
neroso proprielario ds conquistar as nossas svmoa-
Ihias e elerna gralidlo.
O movimenlo eleitoral he o que conslilue hoie a
ordem do dia. lodos os nimos conversen) para a
grande queslao da soberana do povo, liberdade de
voto, he o porto de salvacilo com que a dcscrenca
pretende ensatar seos gneros de triumphn.
A elcicao popular tem sido, he verdade, o alvo
da ambicio de exagerados polticos, c com ludo na
pr.seule quadra, paree, que os elfeitos resultantes
dessa amlngao .lo ganharao as propon fies qoe o u-
topismo aiiliquano aceilava, e a razilo fecosava.
Amigamente predominavam motivos de mo pe-
queos desgoslos, e alo o resultado de intrigas oulras
vezes, e de iujuslic,as de lodo o quilate en. couse-
quencia-do que. o ..sfiWriic popular iiau sempre po-
da evitar o iiilluxn e relimo das paixoes, lomndo-
se a eleiclo, nao a expressao da verdade, mas o la
supposlo du liberdad do voto !.
iloje porm succeder o contrario ; boje que as
garandas do poder publico nos inspirara bstanle
contianca, o povo correr urna debaixo dos auspi-
cios de uin goveruo eminentemente urdero e conci-
liador.
Hao estas as esperaocas que aclualmenle nolrlraos,
e os precedentes honrosos do Eim. Sr. Costa Piulo
sao uin protesto eloqueiile que tollan bem alto con-
tra as supposices em coiiurario.
0 municipio lem gozado de socego c Iranqaillida-
de publica, donde resulla qoe a leguranca indivi-
dual e de propnedade nenliuma alteraran" |em sof-
Irido nesles ltimos lempos.
Consta que tora nomeado delegado de polica o
major Joaqun) Jos Pereira da Cunha, desouerado
desle lugar pelo Sr. r. Fhrvio. ullimameule admi-
nistrador da provincia, O aclo desla noraeac.lo nas
vesperas da eleii;ao, dea no golo dos curiosos, mas
he de suppor que nenhum plano inislro presidir
em (al resoluto de S. Exc.
O Sr. Cunha teodu sido demiltido ha poocos da,
parece que a soa recojidiiccao ao mesmo lugar traz
consigo perfeito desacord enlre o Exm. Sr. Costa
Pinto eo seu antecessor; e porque nao queremos en-
trar na apreciaban deste desacord, emendemos que
. Exc. proceder de raudo boa fe. para nao admit-
lir moa jallos temerarios a seo respeilo. (tosejamos
ao Sr. Cunha venios mais bonancosos.
O cemilero publica que aqui 'se fez no lempo do
cholera, jaz em cmplelo abandono, coberlo e ebeio
de giliraua, e prestas a ler como muralha um valado
mandado fazer as expensas do cofre municipal : ora
islo he ridiculo he vergonhoso robamos pois a
quem de direilo competir, que faca retirar some-
Ihanle delibcracao, porque devrnio-nos convencer
que o lugar sagrado em que jazem as ossadas dos
nossos inujos, de mmeira alguma deve-se compa-
rar a um curral era qoe se soltara entes irracionaes I
l.m cemilero assemelhado a um carral de gado '"'
l.ouge e bern longo do espirito de cJaristaos eme-
Ibanle idea '
Nao livemus aindg ver.lo esle anno, e as ebuva
coiiltnuam cm maisou menos quanlidade. A lavou-
ra desle auno beoenbuma !
A saluhridade pohlica nao tem sido alterada,
srac.as aos cos, o afearismo mortuario parece que-
rer aproximar-se ao capitulo das cifras.
Saude, diobeiro, f.Iicidade etc.
O antigo Aldeao.
II de agosto.
Depois dejiaver ueilado a missivadeS ao correio
appareceu-me oulr occasiao lavoravel, e porque
goslo do dicterio de cmquanlo venia agua nella, la'
vai : '
Realisou.se a nol^ia para delegado de polica, do
Sr. Cunda ; observaremos ainda que, com quanto
reemihecamos ueste senlior o carcter de urna aulo-
ridade enrgica e dastanlement. ciosa d. seas de-
veres policiaes. comludo confessamos minio de boa
re a inconveiiieucu da llamearan, inconveniencia
qoe vera iminedi.ilamente relleclir nos inleresses pc-
lilicos e sociaes do municipio na presenta quadra, e
no estado actual de moderae.au e ordem, por qoe
ao reguladas a_s nrssas cousas.
Tudo rnais cooserva-se no mesmo p. Adeos, al
O antigo Aldeao.
pedo, pedindo que a cmara o deinillisse.Mandou-
se responder que se o esenvao liaba ululo, su poda
ser deiinlli.lo depois de respous-ihilisado e pronuncia-
do, e que cbaiuasse o etertvlo da lubdelegacia para
seivir no juizo de paz.
Oulro do juiz de paz mais volado da freguezia de
Muiiheca, devolvendoo livro da qualilicaco des vo-
tantes da mesma freguezia.A o archive
O Sr. Gameiru tozo segunde reqaerimenloqoeloi
approvado.-Eilando a freguezii da Vanea sem sup-
plcnto de fiscal, e convindo que o tenha, prpponho
que seja nomeado o ridadao Joao Sillines Ferreira,
que lem os requesilos necessarms para exercer o lu-
gar.Sala das sessoes, 7 de agoslo de I85(i.Ga-
meiro
Foram approvados os seguintes pareceres da com-
missao de edificares : o primeiro dizendo que re-
servando-se do terreno, silo na roa du llrum, reque-
rido por atoramcnlo por Itraz Antonio da Cunha, 40
palmos para urna Iravcssa.que d sabida aos objeclo
depositados nos arraazeus do arsenal de marinha,
que liverem de ser levados ao caes denominado de
Apollo, o restante nodia ser atorado ao requereuto
para ah edilicar-se, o segundo nao se oppondo a que
se atore a Jos Baplisla da Fonseca Jnior, o terre-
no que requereu, silo na ra da Praia de .-.anta Hi-
la, enlre os concedidos a Jos Jacome Tasso Jonior.
e \ cenle Alves Machado, vislo n.ln servir mais para
a traveasa projeclada nes*c logar, em conscquencia
da nller.ican fe-i I iiliimaiiieute na planta da cidade ;
e o lerceiro apoiaudo a prelciu ,"m de Domingos Jos
Machado, para se aderar a planta da cidade, quanto
a travesea do Boto Jess, no bairro do Kecife, lican-
do esla com a mesma largura de :l palmus que tem
a do Apollo, poopando-se assim ao cofre municipal
Inaiorcs despezas com desapropriares. Foi tambera
approvado.
Oolro parecer da mesma commissao,escripln sobre
a palelo do Jos Antonio de Aojo, permitfiudo
que o requcrcnle Coastros do ronformidade com a
planta, que apresenlou, Ires armazens no Forte do
Mattos.nos torreos, de que lem titulo.Sendo lida
urna pelillo assignada por diversos pruprielarios e
moradores da freguezia do Pojo, em que se q.novio
dos prejuizos que sollrem em suas lavouras, causa-
dos pelos aniruaes de diftoreuto< rajas, que por all
vagao, e reclamando providencias contra semelhinle
inconvenienle, resolven-se que se recommendaise an
fiscal respectivo, Oxease observar fielmente o arl. III
". 9. das posturas de :M) de juuho d IMi'J.M.n-
dnu-se remetiei coinmtssao ae saude o requen-
menio de Manoel Osmnndo da Cmara Pimental,
pedindo liceuca para edificar, na ra do Ooro, junio
ao Viveiro do Moniz, urna casa para nella estabele-
cer una fabrica de vedas de carnauba a de abito ; c
i itoedificaceJ.ode Manuel Elculerio du Kego Bar-
ros, viudo da presidencia, requereudo o al'oramenlo
de um terreno de marinha, silo nos fundos do seo
sitio no largo da Nossa Senbora da Paz dos Atoga-
dos.
Despacharam-se as pelijoes de Antonio Pedro das
Reveo, Aulonio Ferreira da Hora, e oalros, Celesti-
no Florenro no Espirito Sanio, Carlos Fredericn da
Silva Pontee, Jlo l.uiz Ferreira Kiheiro, Jos IIi-
grao de Miranda, lose da Costa Rebello. Jos Fian-
ciscn Duarle, Jos Goocalves da Cruz, Joaqum Ber-
nardo da Rocha Falclo, Jas Amonio de Araojo,
Manoel Jos Pacheco de Mello. Manoel da Silva San-
ios, Mara Clemenlina Rodrigues, Pedro Jos Joa-
qum Brrelo, Francisco Jos da Silva, Francisco Jo-
s lfarllns da Costa Thomaz, Aulonio da Costa Pi-
mental, e levanlou-se a sessao.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario a escrevi.-
Bariio de Capibaribe. presidente. Reg e Altm-
qucrquc.l 'launa.llego. Carneiro.- Franca
Vereadores da cmara municipal do Recito segundo
a volarao das freguezia do Kecife, g. Jos, Boa-
Vista, Puco, Atogados, Varzea, Jaboalao e Mu-
ribeca.
Os seuhoies: Votos.
Tenenle coronel Manoel Joaquim do Reg Al-
buquerque. 2|->|
Tenenle corouel l.uiz Francisco do Rcso Barros. ri'il
Dr. Manoel de Barros Brrelo. H|1
lenle corcnel Joaquim Lucio Montsiro da
Franca. ^i,
Negociante Antonio Valenlm da Silva Barrora. l.'t.l'J
Tenenle coronel Francisco J.uiz-Maciel Vianna. 1319
Dr. Amonio Viceute do riasctmenlo Feiloza. 1ISI
Majar Gustavo Jos do Reg. I |(J5
Proprielario Manoel do Nascmenlo da Costa
Monleiro. \\t,n
Tenenle coronel Joao Valenlm Villel.i. tl.'.i
Empregado publico Simplicio Jos .de .Mello. 11:21
Major Antonio Jos de Oliveira. l()7(i
l'enenle corouel Ju-.imi Pereira de Ferias. KM.7
l'iiarm-ciMilico Joaquim de Alenla Pinto. !MhS
Padre Francisco Peixolo Duarle. !)l)
i.ii urgan Miguel Felicia da Silva. 915
Pliarmaceiilico Jos Mana Freir liameiro. Sil
Dr. Ignacio Nerv da Fonseca. SIO
Proprielario Francisco Accioli Couveia l.ins. 185
Tenenle corunel Feliciano Joaquim dos ianlos. 77li
Dr. Joaquim de Aquino Fonseca. ia,i
lenle corouel KodolphoJoao Barata de Al-
meida. m
Qiictram, Srs. edaclores.dar publicidad] a estas
ImliHs.t'i-.ni o que muio gralo Iht8 ser* seu constan-
la leiior e assiguanle.
Ileiile l de seleinbro de 18*1.
O'
$atte&i*ic.
CARTA DA VISCONDESSA Dl KIK1RIKI. ASE
ESPOSO, 0 VISCONDE DOjJESMOTITULO.
I
Meu viseonde, faro-lh# esta
Mesrao ao despegar d',ir"i'|a l
O menino esla mui pnjlia,
Esla grande raadraceir".
Parece au ler linleiro-
II '
rtom me cscreve, nem ""> diz
Como' passa de saude.
tai a mim ninguem ni'i"u('e !
l) viseonde he muito e'Peri"-
Mas nao me embae, vi" rio.
III" ,
Sei que Iraz essa cabera
Cheia de leas d'aranha,
Sei quejoga e que DlorTanba,
Que empeuhou por cauM ^i*10
U seu habilo de Christr1'-
IV v
."ci que esta um liberl-no.
l.m pedreiraco de Iroz-
Olhe, tal nunca sappu* :
Sempre, prnuinlio, ojf?(snei
Mui leal a Dos e ao re'-
V
Melter-se nas chafaricas*
ijuai, io tem os pes na cdva...
Oh quem Ihe dera urna "*>
-Mas deslas sovas que dao
Oue fazer ao cirurgio. i
VI Vv
lenha juizo, viseoode.
Que jo tem ba.tate idade
Abandone esta cidade.
XXVI
Corre agora que chira
O ministerio Saldanha:
Viseonde, veja se apauha
Alguma posla em i.isboa,
Mas posla qoe seja boa.
\XVII
Prometa aos novos iimii-lrn.
O sen apoio no norte.
Viseonde, faj*-se forte :
Se contina amaado.
lemosocaldo entornado.
XXVIII
Nas asoas turvas, viseonde.
He que cabe o melhor peixe ;
De in.duquices se deixe.
Qu.lquet que seja o camitiho.
iraga agua ao sen nioinho.
\X1X
Oue Ihe impurla o que di
Osjornaes, es pasmatorio. .
lasalell.s, nalanh-orios ;
Deixe-os, viseonde, ladrar,
A queslao esta em pilhar.
XXX
Se me veio hoj^ cundessa.
Mulber ao menos d'um par,
Ha de me ver engordar,
Com (al arle e tal prszer,
Oue nao m'ha de conhecer.
iSra; Tisana-
V
&&mmtto<
RACA DO KECIFE 17 DE SETEMBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
_ ,. Colajes nlMciaes.
Cambio sobre Londres 27 t|2.. 90d|V.
Freaerico llobilliard, presideule.
/'. Borges, secretario.
o CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 lia a ;H)d. e 27 3|S a 0.
k Pars, 330 a 355 rs. por fr.
Lisboa, W a 100 por de premio.
i^' J'a J"nei,'- Wl l'or Oiij a i.-i e 30 du.
Acjoes do Banco, W) a 70 OO de premio.
<' compauhia de Bel., ribo 543000.
companhia Pernambucana ao par.
Ltilidade Publica, 30 por cenlo de premio.
fimisadora. 52 dem.
Irada de torro 20 por l)|Qde premio,
dirs, de 7 a 7 Ip2 por 0|().
a 8 por lliy.
las. .
SCOf
Dte do banco
(juro.linea
Moeda
Prata.l'alaces brasileii^
Pesus cnlumnariosi"
28 a 288.VKI
. I6WKKI
. 16500(1
. 91000
2J000
JSOOtl
mexicanos. .Ti ... I586O
ALFANDKtJA.
Itendimerilo do dia 1 a 16 .
dem do dia 17. ... .
1I7:950*H7
1:160*205
J32:l 108552
Descarregam boje 18 de < icml.ru.
Brigue hespanhol Ingelbacalhao.
Barca porlugaezaFlor da l/aiadiver-o gc.
eros.
Krgue brasileiroMaria /./cadem
CONSULADO tiKRAL.
Rendimenlo dodia 1 a 16 8:7255578
dem do da 17....... ftjgoajg
8:8065811
UIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentn do dia i a 16.....
dem do dis 17. ...... ,
Venha p^tytfTy.,,
f arer vida niar.lal. ~'
Vil
Se querjngar, jogaremns
Ambos a bisca de nove :
Se esta bisca o nao cominuve,
Se cubica nlo Ihe melle,
Arrauja-se um vollarele.
VIH
Fuja desdas espeluncas,
l-'a.;a-llie o signal da cruz
Inda ha punco eu descumpuz
O nos-o priroo'l>arao,
Por se mellar a ma.ao.
IX
ei que anda mellidu
13. Imaiict r.i.
tu grande asueira ;
5768616
1213100
"0IJ0I6
DESPACHOS DE EXPORTACAO PKLA~s\
DO CONSOLADO DESTA CIDADE NO DIA
17 DE SETEMBRO DE 1856.
LisboaItrigue pnrlusoez Experiencia, Manoel
Alve linerra, 100 couros seceos, e Amonio Luis
de Oliveira Azevedo, 11 cseosme!.
PortoBrigue porluguez uTrovadom, Barroca ti
Castro, .'18 couros seceos.
RECEKKDOHIA DE RENDAS INTERftAS tiE-
RAES DE PF.RNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 16 11:9598251
Idera do dia 17........ 6517fiO
12.61 IgOl
CONSULADO PROVINCIAL.
Remllmemo dn dia I a 16 fMICt539
Idam do dia 17....... S1SS5I2
ll:696}05t
'MoDtnmie *> potto.
Tamliem
Nesla qi
Faz de .
Esta qo
Juera a
j. _. ."tamos entrado' no da 17.
Sinta Hetena^-59 dias, barca hamburguesa Hele-
na de S94 tonelada., capiao Bosler, eqoipagein
t i. carga borra de cobre ; ao capitn. Pertence
ao porlo de llamburgo. Veio refrescar e segu
para llamhnrgo.
Barcelloua, Malaga, Santa Cruz de Tanle"
dias, polaca hespanhola 1 d lss|kjoiM
da, caiiililo Juan ArJ!"T^^ ncla-
vraho c maisgenerjJrn,"' c,l'"Peeoi 12, erg,
lence ijijittiilr AranaBa B'>'an- pf
^-pSO^'V'aco sillada no mesmo dia.
* TSrS? MMriB>J' "onoak... coinamcsin.
carg. que trouxe. Suspendeu do lameirao.
. eau^ alarme,
ine a
\
desarme.
parecer s
lo governo imperial e man larde pela assembla pro-
vincial de S. Paulo, elevaram-na a um grau d.
prospeiidade/que Ihe da o primeiro lugar enlre to-
das aquellas que hilo sido fundadas segundo o mo- i virio a ser
do de a p.irceria Como as oulras, teve atouns
cmhararos no seu comeco, mas bao sido vencidos
prompiamente e Ble poderam causar o menor pre-
juio empreza. Iloje esta colonia nao serve somen-
do ministro sera o conselbo presidido pelo oiri .t
armada de maior uradu.icao. Por esta artigo, pois,
ei os membros do consclho, pois que
ele presidenta nlo deve ser nomeado na occasiao
em que o ministro faltar ; antes sera uin emprega-
do elleclivo ; e i.|0 mporlari mais d
projerlos, poique ha
uta iec< n do cnfisribo de estado, que reonli, n-
----------------(.. .u.'i. i ... luiuiiiniuiiu,
Prosega s s discoss&o adiada do rcqueriiueiito dn
Sr. Aoton o Cirios, apreseolado na sessao de "ido
1 correle.
Seu autor pode, e a cmara mnscnle na retirada
I do requersmento.
O sr. l^mla Cndalo fundamenta emanda me-
I sa o Seguinle requerunento :
Itaquriro : I.", que se ollicie ao governo para
que. estallido dos presidentes as provincias que fo-
ram a->uladas pelo ch.ilcra-morhus envi a esta ca-
I niara una rclacao dos mdicos que (orara por elles
i respeelivalrtenle empreados no serv..... sanitario.
assim romo m.ormaeu.s dos conlialos "que Oxeram
com estes medico, as recusas que alguns Bxeram
I nutras ciicuinsiancas; 2,, que o governo ta-
larme se hulea conveuiente e-labelecer um re-
.meu s.ii.lar.o em dilleronles p,|os do impe -
,nn.*.i(iliiJi qual a despera approx,-
PAGIfla \VULSA.
Antas de bonleio a imite o Sr. major Florencio
recolhendo-se as 10 horas ao estabelecimenlo de
Dcli-ucilo, eviluu q'ie urna taberna no lirada ra
da Concordia, fnssa incendiada. Ao longc vu. que
alguma cousa arda junta a porta anterior da ta-
berna, e apprnximndo-se recoiiberea que a parle
posterior da porta j anda, leudo por causa um pou
co de cumpa inllaiiiinada. Correu I deleneo, e
cun dou soldados" e uin srvenle, ohleve extinguir
0 fugo que ja' lavrava pelo inlcrior da taberna, e
que eommunicadoj aus espiritas cansara grande des-
gracn, sem duvida. O dono da taberna rendan mil
macas .0 Sr. Florencio, que realmente preslou u.lo
pequeo servico 8 aquello estabelecimenlo.
Na segunda-feira o Sr. Manuel Rodrigurs do
1 a-.., ia sendo victima de um cairo, na ra isire-
l.i dn Ro-ario anda licuu com o roslo ferile, pelo
choque que soOrera ; nessa necasiu una piala qui-1
laude ira de duce, a igualmente .endo eanagada:
lemtx un lailbau de vezes clamado .oulra .1 preci-
pitaciD com que o boteeiroa adrara os cnidos, sem '
repararen! quem vai adianto; nas vollas principal- I
mente be que he ludo, 011 dao com as rid.-.s sobre
ss calcadas, oa -e ataera vai passando la de sallar !
pojas o pnlar as calcadas para nao se inTallivel-
inenln pisado.
Foi antes de honlem preso um ssgeilinho pre-
lo, que eslava miiband.. urna casi na ua da Auro-
ra, a polica, felizmente, cliegou a Imipo; cousla-
nos que nlo he o primeiro roubo |ue elle lenta '
fazer.
O que dissemos ha dias, a respeto de un. coran- :
.leiro ignorante, qoe vai aviando >or sua conla e \
risco, e ainda em cima cbuchaiub dos que fc.im, '
os cobres, nauseei.lei.de romo >r. Eduardo Fir- I
mino da Silva, a quem sempre llamaremos curio- {
(o.o tal,quetam vwdadairi voa.an medica, por-1
|ue ii.pi.i o coi, nii 1.
Recebemos noticlsa do Limoeiro com dala de 16
do crrenle. As eleices se lizeram sem disturbio ;
mas os daos partidos se docslam horrivelmente. Sa-
hiram eleilos juizes de paz da primeira freguezia da
comrcaos Srs.: Manoel Ramos da Silva Moreira,
Francisco Ferreira da Costa Comes, Manoel Caval-
canli da Rocha Wanderlev e Manoel Alvares Pe-
reira.
Aeleicocs para o depulado que deve dar a comar-
ca, 10 caso de formar circulo por si s, he a prcoc-
cuiaco unnime do lugar. Apreentam-se dous
ca.didalos peto lado da opposicdlo e Ires pelo partido
dsminanta.
As feiras de gado bao sido lao.abunilanles, que o
consumo lieou minio a quem da ollera, de sorle que
(rinde numero de rezos toi enviado para Pod'All.n
e Sanio Anio, lia tortura de todos o outros g-
neros alimenticio.
(Sommnnkbo.
primo Amonio,
1 a gazela ;
apelela
,ecloi, que leu,
lome teu.
XI
ra bemdil !
ando (al vi ;
; nlo dormi.
ue alacoo.
e escaldou.
XII
viseonde,
ao he enanca :
-se co'a Franca '
tarja o nariz
10 l.uiz !
XIII
o ministerio
I en I re-den I es |
seus prenles,
1 um asseulo
1 enlo.
XIV
le, que os pobritos
seu estiirro,
ps de borro,
Kikirikis
uenilo a gis !
XV
npre viscunde,
onde lapoz .
, sem ler grao-cruz.
des, qoe dao
: mu .10 !
QUESTO MINICIPAL,
O principio de econumia deque o mercado he lan-
o mus caro, quanlo sibre elle pesa maior somina de
tribuios, ja au be urna verdade navidea : o menor
alcance inlelleclu.il 1 v perfeitameule.
A munieipalidade, que lem por principal dever,
unposlo pela sua le rcgiinenlal, velar no h'iu eslar
dos habilanles un que pertence ao ohjeclos de pri-
meira necessidade, parece esquecer essa imprtame
allribuioao, e lembrar-te somenle do augmento de
sua rendas com prejuizo do publico.
A carne he uin dos ohjeclos mais enerados de un- ,
poslcao : e entretanto he a carne o obiecto mais no-
ees-ano do mercado.
Ao imposto de 30m, c de .VK) para a provincial,
a mui,.ipa|lade,.,ccrescc a dsspraa de culeio. que
ninguem avada a que excesso lem cheaado; po.s bem,
a esses cusios lodos ajonla-se uin oulro sob forma
dillercnle, que mllue de cerlo para que as c-rues
verdes conserven) os alios precos porque se venden.:
ne a caresta dos aeougues, creslia proveniente da
belxa especulacan de alravessadores que concorrem
cegamenle as arreinataces.
Estamos certos de que sa os prazos desse cntralo
tossein Ir.ennaes, como o.o os dos mais casos de
propnedade municipal, esse objeclo seria mal bem
regulado : a cmara lena menos algumas patacas
s,m, por is.o aproveiiaria ao pobre consumidor, que
carreja enm lodos e >. sncar-n-
r ILEGIVEL MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
Aqui e
E me 1
Vi eulai
I' Ultra 1
Escirrai
Santa I
Disse ei
Toda 1
0 nerv
A caber
Tenha j
Pois qu
Qner n.
Ouer qi
0 nosso
Ouer qi
O traga
Que fer
l.lue lod
Wa mes;
Qaer, v
Por raa
\ Ao apa
Ouer ve
Vestrndi
Qaer le
Mas 11 m
Sem sei
Uestes v
liraixa .
J/uer qi
Nao pas
Sempre
A Iralai
A e*np-
' X
uin saiecbc,
los ralw'ies ;
e em carrocoea
1a vaccom,
sello nenhum '
XVIII
-eis criados,
apella,
arda-porlao,
u criado,
uarvoradu !
XIX
viseonde. q s horror
ojo oa rola
,paz d'esoola !
ule roe nan erra
piz-Ouerra !
XX
,,ripie o mcmiicf
o f fotri* !
1, zarra e berra.
fiio, o por leuna ;
pnrloleima. V,
XXI
1I0 de lodo,
0 que lem feilo
10 respeil".
,nde, l a me man comigo.
. XXII
. ao rauod.. ao baile,
ereros tliratrae ;
"le'dar aos cereae.
'r-nte no mes sal ;
a vida enojla'
XXIH ,
hor vi-coDde rs.do
I ir o que qui*1-
licail ^nler roulhei.
^"laquella. uieon|1c'''
y"e h Santa icreja Ibe XXI
He *rdade que ( falu'"
-"<"."* de kakaraW.
''"lapqueodiabit":
esla1,, viseonde,! ,il0
Dos homeiis a palV*-
xxv.
I>lasquef.l*ell>lr"n,,a,
A's ajgibeiras dost**'1 ,
Ou. dan cha, tort*m 1,0|'.
Com rinhos,c.lls,,l!,"M",
ira pilhar os siib#n,,v"
WMtt.
\
l
r7^ : inspector da Ihesnuraria pruvin-
'*' cmPm?lo da ordera do Exm. Sr. pre-
sdeme da provincia de 4 do correle, manda fazer
publico, que no dia Iti de oulubro pro.imo v.n"
sou7;iaPes:,:ed,UnU daf'"-" SE* I -
e? a obra d dJ-."rem"U, qU8m ** n"!aot "
zer,, a obra do 7 |al.0 Ua es(rad d Victoria
avahada em 20:79s9 rs. -
cial n. J|.| de lodo maio de 1834, e sob as clau-
sulas espec.aes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremataran
compareram na sala das sesses da mesma junta, no
taa.,aabmadd:frad<" i,ei* m^lbbt
b.,c,?a;etao^;,0:mai"100 affi"r preseD,e -
Secretaria da Ihesnuraria provincial de Pernam-
boco 15 de setembro de 1830.-O secretario, Anto-
nio Ferreira da Annnnciarilo. "0-
Clausulas especiaes 'para a arremalarao.
1. ~1r. c<,nfor,""dde com o orcameoto, ptan-
1 .n,^i.' *?yroWjBl ""a <'elori, em conjelho.
e apresenlados a .pprovaCao do Exm. Sr. presiden-
ta da provincia, na importancia de 0:79-a(J9-) r.
-. O arrematante dar principio as obr.s 1.0 ra-
zo de om mer. e a, concluir no de 13. ambos eon-
tado^pela forros do arl. 31 da ei prciucta.
J^yj^T'"10^3 imPflncia{da arremalarao.
vcrihcar-e-haeml preslaS,;e9 iguaes, a ultima d
quaes sera paga na occasiao da entrega defioiUTa
7ZE?25** 'Co dssobr ...Vn!
hn,. pre8"?" P'3' "Plices da divida pu-
blica provincial, creada pela lei 11. 3.54. '
. O prazo de responsahilidade aera de um a 11 ral
dnele o qual o arremtame sera obrtoadoT 2
vacao1 t,l'",>t "" S"B """o de conser-
Pre'em.sacta.d0 ? qUe aio ^ 3<:h" lelerminado na.
prsenles clausulas, nem no on;amento, sesuir-se-h.
oque, respeilo dispoe a lei n.\s.-Cuforme -t,
secretario, A. F. da Annunciacao. "*'
O lllm.Sr. inspector da Ibesonraria provincial
.'P- -umprimento d. crdem do Fxn. V nrelXnle
*' a d0 c"r,e"' prximo v.odooro
peranle a junta da taienda da mesm, IbesTu ana
da estrada do norle entre a cidade de tinlamu e a
ponte do Bujsrv, .,aii,j. em 1:1:1:118000.
piadis aS **-** *>" co-
xsrpeto ^Stt
hlnfaPrap:,rta^'na,,d00al,"r0 **
Secretaria da Ihesoorari. provincial de Peruam-
-^Janamsi'j^
Clausulas e,peciaes p.ra a arrematacio.
I" m!. b"S 'lo,la!lru1 de *""cla enlre a cidade de
Coianna e a p0ie de llujarv, far-se-ho de contar-
arl ,,/.T "r'"ne,"0 PP'ovado pe. direclwia
em consclho. e apresentadu approv.rAo do Exm. Sr.
i-'unsh, l*W*"1*' ""Poanci. de r
2. O arremtame dar principio as obras Do pra-
LL '."" C rt'Veri' coa.clu.-las. no de decaln
mezes, ambos contados na forma do .rt. T.l da le
provir.ci.il n. Mi.
,.?.", ir'l'i""""',' di' imPor'nei. da arremalacan
>',!. "'" '"'"" ,l"liS W da BKMMle
i. 'einm';!" ."<"0 '^^'^ i*-" !*-*
5. O arrem.lanle du.anle a exeroro da- VU,
proporemnara ,.,, nub|lro %"* '
rxecur.?d T"C ,,|,r,-Hd0 P"*" *
de""^.;.',;' "'r-'"'<""' ".dad.,?, ,^-a,
uir-se-lia o que d.spe a respeilo 1 lei o ti
nCSrOef'c,ari0-An,n^--"*-
dme d.pro'v.nc. de i d^Z^V^LZ
i" me TZZ tu ^ ,0,".0br" p ^..,0
MUTTDTcr
1
r*


\
s
i
\
f
t
1
\
I
vac, i i permanente da lirada do sal, ramificac.a'o do
Cabo, Remedios, aterro c povuarao dos Afogados,
avaliada em 8:.VJ09-
A arrematarn era feita por lempo de ti mezes
>' de conformidade coid a le provincial n. :! 1:1 de 15
de maio de ttva-, ob as clausulas especiaes abaitu
copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrcmatacA
cumparersm na sala das teatOea da mesma junta, no
da cima declarado pelo roeio dia compeleulemeule
habilitadas.
K para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesuoraria provincial de Pernnni-
boco, 15 de setembro de 1856.O secretario. An-
tonio Kerteira d'Annuncioc,ao.
Clausulas esperiae para a arrematarlo.
t. Exerular-se-tulo ditos Irabilhos de eonformi-
dade com o ornamento approvado pela directora em
cuuselliu e (presentada a approvacSo do Exm. Sr.
presidente da provincia na importancia de H:5JO/.
2. (' pagamento verificar-se-lia em 10 preslares
meutaes.
:1 l'ara lodo o qoe nAo se adiar previtto as pie-
sontes clausulas nem no ornamento, seguir-se-ha o
que dispOe a respeito a lei n. ii.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Anouuciac,o.
O Illiu. Sr. inspector da Ihcsourara provincial,
em cumprinienio da ordem do Ein. Sr. presidente
da provincia de do correule, manda fazer publico
que no da y de oatubro prximo vindouro, perante
a jiiiiIi da fazenda da mesma lliesourana, se lia do
arrematar, a quem por menos fuer, a obra do empe-
drameniii do l." lauro da Victoria avaliada em.......
K:69J,-|00 ,8.
A arremataran sera feila na forma da lei provin-
cial n. 3W de 15 de maio de 185S, e sob as clausu-
las espetiaes abano copiadas.
As pessoas que se pro^nzerem a esla arrematarlo
cumparee,*iu m sala das sesses da mesma junta no
no ili t cima declarado pelo ineio dia competente-
mente habilitadas.
K para cooslar > manten allixar o presente, e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de l'ernam-
boco 1.) de selcmhro de 1850'.O secretario. A. F.
da \ ll loneiaca'O.
Clausulas opeciaes para a arremataran.
I.a A'obras do ompedraraenln de Slt.' tanca) da
eslrada da Victoria, na exteiirao dn 1)30 bragas e*t-
cular-se-hio de conformidade com o orcamenlo ap-
provado pela dirceloria om cooselho, e presentado
ao Esm. Sr. presidente da provincia ,ua importancia
de 8:6'.'5S500 i.
2. As obras principiarlo no prazo de um mez,
e tindfrao no de seis inezes, ambos cootados do con-
formidade com o artigo 31 da lei provincial n.
80.
9. O pagamento da Importancia da arrematara
do arl. 33 da mesma lei n.
varem de pagar seus
poslo de derima, 4
los: 1:200 sobra
loteras de otjlraa pr
dll, e 103 sobre rasa*
cumulado provinrh
Ant
O administrad
Sr. presidente da pr
passailn,foi api rova
Pernambuco, i., do setembro de 1856# 0
secretario, A F. d'Annunciacfio.
Clausulas especi-.es para a arrematacao.
1. f.xecutar-so-hao ,.S trabalhos dcwn-
scrvncao da eatra.la do norte, da conformi-
dade c>ra o orearaento approvailo pela di-
rectora emconseii,,, e aprcsonUl|u a appro.
vaco do i-.sb. sr. presidente da provincia
na importancia de 2:>88'
2. O ptgamento verificar-sw-ha em Iti
preslacoes mensaes.
3. Para bar Inga,- 0 pagamento ser mister
que o arrematante aprsente atteslado do
engenlieiro, provundu ter ctimi.rido suas
onrigacGcs
4. Nos casos omisos das presentes clau-
sulas segu.r-se ha 0 qui respeito ds fl
ei provincial n oSb _(;ollforme_ _0 secre-
tario, a. V. dAnonnciacSo.
- Kxistmdo nos arma/ens da alfaudega. -
aliim do tempo !nateai|0 pelo reglamento i "" rte '-ondrescon
dedejunho de,h3Gi os voluntes abaiso r.5',"V-Se-""r',,c",
sentar os ltimos c
quaudo piKaram os
gados por lei, afm <|
meutos. Mesa do c
Oro de 1856.Auto

.!
a>!t>
I* PEMIHi oUlTs FERi 18 ST M *i isb8
ritilos romo sejam as do im-
sobre diversos estabejechnen-
sis que venderem bilbeteede
viucias, (O)} sobre casas ile no-
d jugo ile llilhar. Mesa do
i t de aslembro de 1856.
mi Carneiro Machado l'.ios.
r da mesa do consolado provin-
cial avisa aqom inleressar, que por oflicio do Kt.ni.
IVincia de -, de agoste prximo
a medida proposta por esla re-
partir i de sertm ol ngados os conlnbuinles qoaudo
lenham de paguro ii Iposto de dcima, e 1 '.. a apre-
iiilieriuienloi que noslrem al
illimos impostos a que sflo oliri-
e se evitar duplcalas de paga-
psulado provincial 3 de selem-
lio Carneiro Machado Itioi.
O lllm. Sr. eapIU)
do Exin. Sr. presid
ao aviso da repartir,
mez, manda fazer |
do porto, ruoiprindo a ordein
ente da provincia referindo-se
o da marillba de 12 iJo rorrele
ublico a Iradoeclo abaiio da ga-
dala de '.> de abril ullimo, onde
revogando as mencionados, sao cnnvi.la.liw os pus ,lnnn. "' ,e lnilr':"lle WP*< aim romo nutras medida.
oucoosignatanos a v^r^X-o. ^
realisar-se-ha na forro
986.
I. O arrematante excedendn o prazo marcado
para concluso das obras, pagara urna multa de cen
mil raia por cada mez embora Ibe seja concedida
pforog.i^ao.
5. O arremataute durante a execoro rias obras
proporcionara transito ao publico e aos carros.
0. O arremalJite ser obrigado a empregar na
e\.elisio das obras pelo menos metade do petsoal de
gente livre.
7. Para ludo o roais que nao estiver determinado
as presentes clausulas nem no ornamento seguir-
se-ha oque dispoe a respeito a le provincial n.
286.
Conforme.O secretario, A. V. da Annnuncia-
30.
Ollllm. Sr. inspector da lliesouraria provincial
em cumprimenlo da ordemdo Exm. Sr. presidenleda
provincia de 4 do correle inandajlazer publico, que
no dia 9 de outubro prximo vindouro, perante a
junta da fazenda da mesma thesouraria, se lia de ar-
rematar, a quem por menos fizer, a obra da conser-
varlo |.-rmanente da eslrada do Pao d'Albo avallada
em 6:6005000 rs.
A arrematarlo ser feila por tempo de 10 mezes
de conformidade com a lei provincial n. 313 re
15 de maio de 185 e sob s claosulas especiaea a-
baixo copiadas.
As pessoas quo se propozeram a esla arrematadlo
comparecam na sala das sessOes da mesma junta do
dia acuna declarado pelo ineio dia,(competentemente
habilitadas.
E para conslar se mandou aflixar o presente o pu-
blicar pelo uiario.B
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 16 de setembro de 1850.O secretario, A. 1-'.
da Aunuuciac.lo.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1. Executar-se-bao os trabalhos de conservarlo
da eslrada da Pao d'Albo, de coofermidade com o
orfmenlo approvado pela directora em couscll.o e
apprcsentado a approvarao do Exm. Sr. presideule
da proviocia na importancia de 6:60O;O0O rs.
2- O pagamento venlicar-se-ha mi dez presta-
'ies mensaes.
3. Para ter lugar o|pasamenlo de cada prestaran,
sera mister que o arrematante aprsenle attesfadu
da engenheirn provando ter cumprido as anas o-
brigarOes.
i. .Nos ra>s missoa das presentes clausulas e do
orramento saguir-.c-lia o que a rcpeLUv-dxmw. S ^s*"
le provincial n. 286. IJc
Confirme.O secielario, A. 1'. 4 AoaoBCia-
cao.
O Dr. Hulino Augusto de AImeida. juiz municipal
supplenle da 2." vara do civel desln cidado do Ke-
r^SAiaaluinbjico. etc.
"i'co saber aWqfe'a 7>r senle carta de edito* vi-
ras, ou della noticia livereiri; como James llal-
liday rae fe/, a peliro do llieo .^."'n^-
James llailiday, liquidatario da lirioa m .. ., t.
worlb A; C, estando psssaila ha mais de seis mezes .
executAo que os mcsinos moviain contra Jou Jos
ierreira da Costa, por este joizo esciivao Cunha, e
i i-rondo proseguir no respectivos termos ; requer o
V. S. digne-ie de mandar citar o exerutado e sua
mulher, para a inslaun^Ao da instancia e prosrgoi-
menlo da execugao, e porque estejain ausentes em
lugar nao sabido, requer mais a V. S. so sirva de
mandar qoe a citarlo se fara por edictos jnstilicada
previamente a ausencia.
Pede a V. S. lllm. Sr. I)r. juiz municipal da 2.a
vara, dcfenmenlo.E K. MeI). Antonio de Lorio
e Silbes.
Cite-se, proviamente ju-hlieada a ausencia. Heri-
r^ de agoslu de 1856.Almenla.
Nada mais sa coulinba em dita pelirao e despa-
cho, por o qual, e meu despacho, mandi que justi-
licassein, em virlude do que, produzio o supplicanle
suas lealemunhas, e subindo-me ios autos conclusos
profer a sentenra do tbeor seguinle :
Em lace dos depoiineiilos de fl. e fl. : jnlao pro-
ada a ausencia dos sopplicados execuladns, e mau-
do sejam citados por edictos de 30 das, e pagucm os
raesmos as costas. Kecife 30 de agosto de 1850.
Itnlinn Augusto de Almeida.
Em eumprimento da qual se passou a presente
carta de edictos com o prazo declarado em minha
senlenca, peto theor da qoal hei por citados os sop-
plicados para verem seguir a|execur3o sens termos
por si ou seos procuradores, cuja ciurfio sera aecu-
sada a primeira audtoucia deste juizo que lera lugar
a unin-cilla depoi de lindo o dito prazo, sob pena
de correr a cansa a soa revelia at o final c real em-
BoUo dosopplicanle.
qr)l"kJodae qnalgoer pessoa, prenles, ami-
gos oo conbcciuos dos supplicudos, os pedern In/or
scientes do que tica exposto, e o porleiro respective
publicara e allixar o presente nos lugares designa-
do, e era publicado pela imprensa.
Dada e pasaada tiesta nesta cidads do Kecife de
Pernambuco aos 1.1 de setembro de I85& En Pedro
Tertuliano da Cunha, esenvo a sobscrevi.
/ii/iiio /./ni/o de Almeiia
O llin. Sr. iuspectorda thesouraria provincial
em eumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, de 4 do corrente, mauda tater publico
que uo dia 0 de oootbro p. vindouro, peranle i
j""la da la/.eu.la da mesma lliesonraria, se ha de ar-
inalar, a quem por menos lizeifTa conservaran per-
manente da estrada da Victoria, avaliada'em rei
(OtajOOO.______ _'
\mt lam \fai\ O, HieM> w
prazo de 30 das contados da data dcste, lin-
do o qual serao arrematados em hasta publi-
ca, sem que em tempo algnm se possa recla-
mar contra o cfTeito desta venda.
Marca K M, n. 3, i caixa vinda br
Alegre em 20 de jul.o de 1853, consig-
nada a Jos Martina de Siqueira.
Sem marca, 2 podras de cantara, pelo bri-
gue porluguc Maria Paliza, em 5 de se-
tembro de 18a3; a Antonio Valentim da
Silva Barroca.
Urna gaiola pelo a.esmo navio, cm 15 de sc-
lembro de 1So:;; a jflo ,lo Monl,._
Urna canastra vazia pela barca portugueza
Sania Gnu,* ero 19 de dezembro de 1853,
arranetsco Alves da Cunha.
Marca Y, lOCatxOes pelo tnesmo ntrio, na
mesma data ; a Jos remandes Ferreira
Lcln-iro, 1 caixole pelo mesmo navio, na
mesma data ; a Manocl Joaquim llamos e
Silva. >^r-~^ .J
dem, 2 ancoretas vazias, pelo r.esmo navio,
"* "lillllih Xtf- a Joaquim Antunes da
Marca T B L, 1 laixote vasio, pelo brigtie
Oriumplianti.. em 1!) de abril de 1854;
a ordem.
390 paroleiras.nelo brigue portuguc Laia
II, em 29 dedezembro de 1854 ; a Fran-
cisco Severiato labello ti l'illio.
300 ditas pelo nestno navio, era 4 de maio
de 1855; a Ttomaz. do Aquino Konsoca 6t
I1II10.
500 ditas pela Arca portuguesa Gratidao,
cm 11 de mito de 1855 ; a Joaquim Jos
Apolinario
Marca A C, 1 baril vazia, polo brigue portu-
gnez Experieicia, cnt 13 de junlio de
1855; a 'i'hopaz de Aquino Fonseca &
Filho.
dem P, 30 caixites pela barca portugueza
Gratidao, ea 10 de novembro do 1855 ;
a ilenry Payatte.
dem M, 10 bancas pelo mesmo navio, na
mesma data ;a JoaoTavares Cordeiro
Lettreiro F 8 Miilcr, 1 einbrulho pelo navio
Olio, cm 29 d- maio de 1854; a ordem.
Marca V L, 1 caila pelo navio l'rancez Jos
em IB de Janeiro de 1854; a Vctor Lasne.
dem II ci ,l dih pelo navio francez Beau-
jeu, em 30 julho do 1853; a Olivo-ira
I riniios.
Sem marca, 25*Juclas pelo brigue portu-
guezLaia llalem 4 de maio de 1855; a
Thomaz de Aqflino Fonseca ck Filho.
36 ditas pelo brt,;ue portuguez Experien-
cia, em 13 de junho de 1855; aos meamos.
Marca B & C, 1 barril vasio pelo brigue por-
tuguez liupida. em 4 do julho de 1855;
aos mesmos.
Idom (, o; C, 2 ciixotcs pelo ltate nacional
Lindo Paquete, cm 23 de nraio de 1855 ; a
ordem.
Lettreiro F Kalkatln, 1 embrulho pela barca
tttgleza Bunilaio em 14 de maio de 1851.
Letreiro Adamson} 1 dito pelo navio inglez
Kachel, em 25,de junho de 1851.
dem A. S. Corberrlj, 1 dii>j pelo navio inglez
Ida; em 26 de Jjtnlio de 1851.
Marca K 1!, 1 dito pelo navio inglez Pales-
tin. cm 3 de julho do 1851 ; a Kalktnaii
Irmffos.
dem triangulo, ^tojoio nij;smo navio, na
aalaiawaSL.i; ^Jt^t^tzc^l. c% .'"1" ^-*-
ni H M, n. 3, l caixa pela barca ingle/t
Bella, em 15 de marc/j de 1852 ; a Dea-"!
no Youle c< C.
Sem marca, 1 caixa pelo navio Amisade,*
etn 22 de feverono de 1853 ; a ordem
Falo de passageiros.
II colchos, 3 iravesseiros, 1 sacco, 1 ces-
ta, I lata, lOcaixas, I baltu', 3 garrafas, (>
embrullios, 16 cadernos de papel, e 12 caf-
Luiras.
_A>>ndcga de PeruambucO 8 de agosto I80O o nispector, Beulo Jo-ao teruandes
Barros.
O Dr. Anschm, francisco P0
da imperial oriJe,, ,ia |> v
pecial do runimerco ..
provincia de Pernambiid
dor que Dos guarde ele
Faro saber aos que o pr
virem, e della noticia tivere
da Silya Mouro me ctivtou
^ao por escripia, o seguinle :
lllm. e Exm. Sr. Dr. jui/.
merejo.
Diz Joaquim da Silva Moni
leneia de Jos Dias da Silva
Capitana do porl
lo dii 1856.O secr
Anjos.
8 de abril.
PuN
tju^rla-feira 9de a
It'lCkllijIl Mil l'.l
i de l'eriiamhucn cm 2S de agos-
itario, Alexandre KoJriuues dos
RADCCCAO.
N. 21870.
Supplemenlo da alela de Londres, de lerra-feira
cado como oflicial.
.ni de 1856.No rouselho em
ace, no dia !> de abril de 1850,
presente o consel io de S. M. rainha.
Em virtode d aihar-se usifinado uin tratado de
sua mai;esl,ide, seos alliados, e
is as Kns.ii, man i a Sua Maues-
dosos seus consellieirus privados,
o a sua ordein dada em conselho
1851, determinando, que a ue-
paz e amisade eutr
o imperador de lod
tade, depois de ouv
que lique sem elfci
aos 29 de marro de
de seus subditos fo
pacfiar para porlus
qoe se Htaase uin
nhnm navia ou eiubarcares perlenccntes a qualquer
se permillido dar entrada e des-
da Kussia at nova-, ordena ; e
cinbaruo ceral ou suapesMSo em
tolos o navios >u cii.barrares ru-sas actualmente
nos portas, ou quelpara o futuro enlrasscm nos por-
tas, uahias oa fui eadouros dos dominios de S. dita
ni'i.;e-laile, rmijun tainenle com as |iessoas e objeclos
nos, e bem taaim todas as nutras
proliihiudo o commerrio com a
existentes nos mes
ordens do conseiba
Kussia.
E os muilo hon
peclivamenlel lies
vello.
No couselho em I
de 1856, presen
l-"ica desde esla
em conselho, que.
lentes por motivo!
ados lords commissarios do tbesou-
ro de sua maneslailc, us commissarios que exerutam
oinllicio dejlord piimeiro almiraute da lirao-llrela-
nbi e o lord W rden dos porlos cinque, devem
dar as ordens ncci ssarias neste coudas, e qoe res-
pertenram.Assi^uado C. C. lire-
ii, commendador
uiiz de direito es-
lado do Reiife,
S. M. o Impera-
carta' de edilos
i como Joaquim
er por sua peti-
lireito do com-
que sendo a fal-
nuliJa por sen-
tenra desto juizo, cm seguida ao que o (Opplican-
te requereu a V. Exe. na qnaltda Je de credor de
dominio da niassa fallida, san t equerimenlo foi
atlcndido, o mandado junta s aulos de fallen-
ca pelo respeilavel despacho
como agora conste ao suppli
dorescliirograpliarios seouJ;
fim de fraudar ao supplicanl
presenra de \ E\c. o sup(
-testar solemnemente, para
do referido Jos Dias da Sil
depositario da mencionada n
direito tiver os lucros einergoi
que Ihe possa resultar do q
mada pelos ditos credores el
dio ou sentenea, com seu pr>
Exc. digne-se mandar tomar
te, sendotiimadoas parles
tacs ai,s desconlierdos, e ai
doar,. 39i d0 regulanienlc
vo.aibrode 1850.
Pede a V. E\c. assim deft
ptitn da Silva Mouro.
2 do correte, e
que alguns cre-
ncommunandoa-
leilosament ovein
o declarar e pro-
da massa fallida
o curador fiscal,
e de quem mais
pedas, e damoos
ler deliberarao lo-
rapharios, despa-
>. Requer a V.
termo sen protcs-
cidas, e por edi-
na conformidade
7, de '5 de 00-
-E R M----loa-
iickinghani.Palare.iindia'.l de abril
e o conselho de S. M. a rain lia.
data ordenado por sua masestade
as prohibiros actualmente' exis-
da regia proclamario de sua ma-
gestade do da deioilo de fevereiro "de I8.">1, e por
motivo de ordens subsequenies do conselho, soi>re
a exportarlo par fura do Reino-Unido, e rondoc-
rilo pela costa, da aimas, monieSes, plvora, salitre,
eoxofre, machinas marilimas e caldetras, e aa par-
lea componentes Idas mesmas, chumbo, nitrato de
soda sulpbato e inurialo de potass.i, certas qualidn-
des de ferro, e oulros rticos mencionados na dita
proel murao e ordens, sejam SS ditas dillercntes pro-
Inhicoes como si o pela presente cMiiuia-, e ces-
sem.
E os muito lio lirados lords commissarios do llie-
souro de sua mageslade, os commissarios que exer-
cem o lugar de lord pruneiro almirante da lirao-
Brelanha, eo imito bourailo lord Panmure, um
dos priucipaes secretarios de estado, assim o lenham
enlendidn e faro execular.Assisnado C. C. Gie-
velle.Conforme.O secretario, Alexandre Rodri-
gues dos Anjos.
THAIUCCO.
/)ri doria hy&rograpMea.
.yviso aos uav-uaiiles.
Pharoes das cosas de Ilcspauha, mar Mediterr-
neo i illia> baleares.)
O ministeru >Ja marinha remetleu a esla direc-
tora o seguinle aviso recelado do de lmenlo.
Pharol da ilha dos.Enforcados, entre Ibua e For-
meutera.
O corpo dos engcnheiro?. estradas, eanaea c porlos
acaba de declarar concluido o dito pharol, eslabe-
cido na pequea ilha dos Enarcados, lilaada na
proximidade dos l;rcos de Ibiza o l''oinienlera. Seu
maclitnismo be caladioptrico, da sexta ordem, da ln/.
fixa c natural, elevado 22 ni. 778 [81*77 pea) sobre
o nivel do mar, e visivel em boas circumslaucias
a dea milhas de listaneia.
Estar aceso todas as noites sem interruprdo desde
primeiro de maio prximo futuro.
I.alilude 118.- S' is" Norte.
I.ongitude ". 41' 2" E. do observatorio de mari-
nha de S. Fernando.
Oobjecto principal desle pharol he para marcar o
Passo o i'rco-(r.indn,qu< he u mais bmpo c pralica-
\el para toda a quahdade de cmbarcarOcs. Tem
pouce menos d'uma milba de largura, cora um faav
d- de nove bracas a meio canal, que dinuiue para
^eis em distancia de urna amarra da punta septen-
Ino bal da ilha ro Kspalmador, ea 1, em distancia
jal do meridional da ilha dos Euforcados.
. Para emborara passagem de nuile viudo de leste,
se procurara lev ir o pharol ao O. desde o momento
que se aviste ; e qua'ndo se csleja a urnas tres ou
i militas da lu, se lomar o ruino mais para o sol,
alim de o tomar pela amura de eatibordo, rom o lim
da prolongar o Freo, e deixa-lo por aquella banda,
continuando ao O. S. O., alo completar duas ou Ires
milhas, em cujo caso se podera lazer a derrota que se
quizer.
Para embocar do O., se proceder de urna ma-
ueira totalmente inversa, ou contraria, oom o liui
de deixar o pharol por bombordo.
Nao se deve tentar esta passagem de noile com
venios escassos uu variareis, para se mo ver na con-
nivencia de ler que Ion te ir n'ella, visto acbar-sc
cheio de podras. Os vemos sao masnelicos.
Madrid vinte e nove de marcu de ISili.
Assiguado.Joaqoun Gutirrez de Knbalcava.
Conforme.t) secretario, Alexandre Rodrigues dos
Anjos.
TRIBCNAI. 1)0 COMMEBCIO.
Por esta secretaria se faz publico, que nesta data
foi registrado o contrato de dissolurflo de "ciodade
entre Francisco Antonio de Mello,' Jacintino Jos de
Mello, Amonio de S Lopes Fernandas e Francisco
de Paula Dias Fernanda ; e o de sociedade entre
Francisco Antonio da Mello, Jariollto Jos de Mello
e Antonio de Si' Lopes Fernandos, domiciliados ties-
ta cidade com ,-irinazem de assucar ns ra do Viga-
no. Secretaria do tribunal do commerrio da pro-
vincia de Peruimbuco 16 de setembro de 1856.O
ollicial niamr interino,
Diaamerieo Augusto do Reg Rangel.
Por ela secretaria se faz publico que nesta da-
la se lizcram as competentes notas sobre a retirada
do cnmmercianle Ueorga Patchcll da tirina de ftus-
Iron Ruoker & Compauhia da que era socio, por as-
sim o baver requerido a mesma lirina. Secrelaria
do tribunal do ommercio de Pernambuco 17 de se-
tembro de 1850.II ollicial DMior interino,
Uluamerico Augu-lo do llego Rangel.
(PARA O CEARA'
segu em poneos dias o xrleiro hiate nS. Joo, por
ler ja parle da carga prompta : para o reslo que fal-
la, trata-se com sen consignatario Domingos Alvos
Malliooa, na ra de Apollo n. 2:.
Ceara' < Para",
segaira em poneos das, por ter a ninor parle da
carga prompta, a escuna brasilea Emilia ; para
o restante trata-se com o consignatario J. B. da
Fonseca Janior, na ra do Vigario 23.
Para o Itio de Janeiro segu rom hrevilade o
bem roiibeeido briuue brasileiru (Marianas, c rece-
be carga a frote: quem no mesmo quizer earregar,
entenda-ae rom Manuel lanaeia de Oliveira n> piara
do Corpo Sanio, csrriplono n. 6, o Com o rapil.io
Josc da Cunha Jnior.
Rio Seuuc coni brevidada o patacho iValenle, capi-
(."io Joaquim Antonio (onralves Sanios ; recebe car-
ga eeseravoa a irete : a tratar rom Caelano Cyriaco
da (!. M., ao lado do Corpo Sanio n. 2-5.
Para o Ciara' salto em puucos dias, por ler o
seu carreg Htenlo quast rnmplelo, o palbabole An-
aelira, uiestre e pralico Jos Joaquim lveo da Sil-
va ; para carga e paeiegeiroa lrali-se com o mesmo
ineslre ou com o consignatario Luis Jet de Sa A-
raujo, na roa do liritin n. 22, uu na prara.
Sili>e0.
O asente Uorja, em seu annazem na ra do
Collegu u. 1.5, rara' leilgo de diversos escravos de
um e outro sexu, eulie os quaes se coulant ptimos
pretos para oserviro de campo, com ollicios e sem
elles, cscravas ponas coziulieiras, engoinmadeiras e
outras habilidades semelltaiiles, varias crias, etc.,
etc.,os quaes se arbarao logo pela nianbaa uo dilo ar-
inazem, para o exattie dos senhorea prelendenles, e
se enlregarao pelo DMior prero nilr.rcn.in, visto se-
ren para liquiJarao : quinla-foira, 18 do corrente,
as 11 horas.
t) aitenle Borja, em seo annazem na ra do
Collegto ii. 15, fara' leiiflo de urna inlimdade de ob-
jeclos de dillereulcs qualidades^ aeiii como obran de
maiciueria nova e usada", diversos pianos de jaca-
randa e de iiiogno propnos para apretidtzcs, vanas
obras de ouro e prala, entre as quaes sobresali um
rico faqueiro de prala de goslo mnlcruissiino, allega-
do ha pouco da Europa, relogios Se ouro e pivla pa-
ra alcibeira palenle inglez, suis, >s e horisoiitae,
luidas mesas redondas de inarmuie, figuras para |ar-
dtni e um rico chafariz, obra do mais apurado gusto,
e nuil ,i, inultos objeclos etc., que se acliam patentes
no referido annazem para exaine dos senhoro pre-
lendenles : sexla-teira, 1!) do crreme, as II horas
da inauliaa.
O agente Vieira da Silva, na ra da Madre de
Dos u. 32, fara' leilao, sabbado -jt do corrate, ao
meio da cm ponto, de diversas obras de marcmeria
novas e usadas, e diveisas obras de ouro e prala. re-
login de palenle, 1 pianos noves de Jacaranda', 1 di-
lo de meio oso.e diversos objeclos qne estarn pata-
les no dilo annazem.e que tuda sera' vendido a von-
lade dos compradores.
Por autorisar/io do lllm. Sr. inspector da al-
faudega, a requermeoio dos iulcressados, e por con-
la e risco de quem perlencer, o agente Oliveira,
continoarV o leilo das fazendas c ailigoa avahados,
salvados de bordo da galera franceza oKaoul : cor-
les de vestidos de cassa, batego, ditos de collele de
velludo, gorgorSo, e corles de caaemira para cairas,
cliapeo, bonetes, gorros de velludo, ele, ccnluroes,
suspensorios elsticos, capas de caaemira para baile'
papel de peso e para imprcss3o, palitos de panno!
de alpaca, de briiti e de seda, galoes de prata lina e
de seda, cassas, inussulinas, peilospara camisa, gan-
ga amarella, drogas, calcado, pianos, jogos de vspe-
ra, figuras de porrellana, perfumara ; qainla-feira
18 do corrente, as 10 horas da manhaa, a porta da
mesma alfandega.
O senle Oliveira far leilao, por aulorisarao
do lllm. Sr. Dr. joiz dos orphaos e alsenles, a re-
queriniento do lllm. Sr. Dr. consol de Porlogal, do
escravo Antonio, perleuceule no espolio do tinado
Joaquim tioncaliea Pereira Neves, tubdito portu-
guez : sabbado, 2U do ctrrenle, ao meio-dia em pon-
to, no escriptorio do dito agente.
O agente Oliveira fara' leilao, por mando do
fcxm. Sr. Dr. juiz .le direito especial do commerrio,
das dividas acunas por ltalos e cotilas de livro, pe-
nboradas por execucao dos credores de Josc Comes
Moreira Useute) as quaes orara adjudicadas a F-
lix Sauvoge & Compauhia : sabbado, 20 do correle,
a s II horas oa manhaa em poni, no escriplorio do
referido ageule.
O agente Vieira da Silva faz leilatt de 40 sac-
cas com cafo, por conla e risco de quem perlencer,
sexta eira til do cnrri-ntc as II horas da maoltaa.u
armazn do Sr. Atines, dehrunte da alfaudega.
^ftf.gi'd momo$.
f
\
/
la de conformidade com a lei provincial n. ;+fJ*'^
15 de maio de I85, sob as clausulas especiaes abai-
xo copiadas.
As pessoas que se propnzerem a esla arremalarao,
eonipareraui oa sala das sessoes da mesma junta" no
da cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para conslar se mandou adixar o prsenle e pu-
blicar pelo o Diario >
Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
buco |6 de setembro de 1850. O secretario, Aulo-
uio F. d' Annunciartlo.
Clausulas especiaes para a arreiratarao.
I.'1 Exccular-se-hAo os trabalhos de couservarao
da eslrada da Victoria, de conformidade com uur-
earaenlo approvado pela direcloria era conselho, c
aprcaanlada a afiprovaro do Exm. Sr. presidente
da provincia, na importancia de8:5tl0f0U rs.
2.- O pasamento verificar-se-ha era dez picsta-
(lies mensaes.
8.a Para ler lusar n pagamento do rada prestarlo
sera mysler que arrcmataale aprsenle atteslado
do engenheiro, provando ter cumprido com suas
obrigaroc-.
4.'1 Nos caaoa omfasoa das presentes clausolas e do
oreamenlo, segoir-ee-ha oquea respeito dispoe a lei
provincial n. 280.C.oufornie. O secretario,
A. F. d'Aiinuuciac.lo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em eumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 4 do corrente,
manda fazer publico que no dia 10 de oulu-
bro prximo vindouro, peranle a junta da
lazenda da mesma tlicsouiaria, se lia de ar-
rematar, a quem por menos fizer, a consor-
vacfio da estraila do uorte, avaliada cm
J::!N8/.
^ arrcmala(;ao sera' feita por tempo de 10
mezes, o le conformidade com a li provin-
cial n. 3t3 de 15 de maio de 1854, sol) as
condices abaxo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
IMUcSo comparceam na sala das sesses da
mesma junla no dia cima declarado pelo
meio-dia competentemente habilitadas.
F, para constar se mandou affisar o pre-
sente e publicar palo Liario.
Secretaria da thesouraria provincial de
E mais se
sendo-me ;
ii.Co. .-eguiri
Como ro
A. F.
E na i
qili COp:
de prot-
Aos
tirio n
e pera
nos le
parte
e de *
termo
roas
Ki
vo o
el IglU
Freir.
E m.-,.
lo aqui eo,
menlo.
5i>i03 r"
. a?S.
dita peticao, que
cu despacho do
tentbro de 18.50.
meu despacho a-
a lavrou-o termo
em meu cscrip-
o supplicanl)!,
;nadas disse que
ue licava sendo
) seu conieudo
, fiz o presente
.ou com as mes-
fandeira cscri-
ouiito, Mano-
ario de Lumia
4
jrmo de proles-
a do requeri-
o escrivo fez
lo theor da qual
onado protesto
desconheciilos
PARA O mo DE JANEIBO.
Espera-se rto Aasi a veleira barca Impmralfis,
a qual lera' a pu alguma demora para reeeber escra-
vos a frele para o porlo indicado ; trata-se com Ma-
uoel Alvcs Guerra, na ra do Trapiche n. 11.
de Janeiro.
A escuna nacional a Jos capillo Matine! Jos
Preslrello, vai seguir em poacoa das, pode anda
reeeber alguma carga miuda, c escravos a Irete, tra-
la-se na ra .lo Trapiche n. 10, secundo andar, com
Anlouto de Almeida Comes.
1
de
ueai companlua uc |>a.
quetes inglez es a vapor.
Massa adaman-
tina.
Francisco Pinto Oaorio chumba denles com a
verdadetra massa adamantina, o applica ven tnsa
pela atracrao do ar : pode ser procurado conlronle
ao Rosario dc Santo Amonio n. 2.
Perd.u.se na noile de 12 do corrente, em di-
racsaodo Ierro a esquina da ra do Queimado, urna
ataca de ouro : quem a arltou querendo reslilui-la
pode fazer no palco do Trro n. 52, que sera' re-
compensado, caso queira.
O Dr. Joaquim de Aquino Fonseca
tendo sempre excellente sement vacci-
niea, roga indistinctamente a's pessoas
(|ue anda nao se acltaoi vaccinadas, rpie
comparecam ,;m stia casa, na na Nova
n. 14, nos sabbados de cada semana, das
7 as 9 horas da manhSa; assim tomo
pode ornecer sement a qualquer auto-
tidade que a requintar.
A pessoa qoe annun-iou nn Diario de 17 do
corrente precisar da quaulia oe seis conlns de reis a
premio de um por cento ao me/., sob boas firmas ou
hypotlieca em predios nesla cidade, sendo que ainda
precise pode dirigir-so a ra do Oueimado n. ,12, que
se Ihe dir' quem faz esse negocio.
Precisase de um caixeiro de I i a 10 anuos de
ida-le, na rita Uireila padarla n. 2 ; na mesma prc-
cisa-se de um (rahalliador de massera.
Precisa-se de quinhenlos mil reis a juros com
hvpoiecaem nina casa : quem tiver annuiirie
LOTEMi DA PROVNCA,
O Sr. Ihesonreiro das loteras mauda facer publico
que eslao expnslos a' venda na Iheeouraria das lote-
ras, na ra da Aurora n. 20, bilhcles, meioi c qoar-
los da lerceira parle da sexta latera a beneficio das
obras da mntrii do S. Sacramento da lloa-\ isla
que andan as roda uo dia 2 do corrente, c lo"
que sahirem as lisias se pagam os premios,;, excepeflo
dos dona premios gramies, que sao panos logo -m
continente no sallo da exlrarrai, no convenio do
i.armo.O 1. conlorcnte, serviuln de e Jos Janearlo Airea da Maia.
No dia 2-1 do rorretile me, n.t sala das audi-
encias, linda a do lllm. Sr. Dr. jui de Orphaos, se
ha de arrematar o arrendamrnlo do engenho do
llrom, com suas letras de assucar, denominadas__
Malemba', Haldada*, Oolandira Lagadieo, pe ten-
rente ao casal do Imada Joaqun Jos de Miranda a
reqoerimenlo do inventarianle Bernardo Antonio de
Miranda, e uesse nirsinn dia tambero se arrematara'
o arrondameiitn das bailas de capim dos terrenos
Lagadieo e Snn-Brai, as quaes cousliluem um se-
cundo hile da arrematarlo.
Oasappareceo de pipuroi um borro ciuzen-
lo, o qual so arlta actualmente algnm tanto masro e
cortado de etporaes e pleadelra: qoem pqia o tiver
arhado, pode enlrcga-lo em Apipucos, ou nesta ci-
dade, coxeira dos mnibus.
A pessoa que anniinriou querer 6:Mt*J0OO ra.
sobre livpolhera e boas firmas, pode apparecer na
prara da Boa-Vista n. 32, lerceira andar, do meio-
dia a's tres horas.
A pessoa que aiinunciou querer alugar nina
sala em um primeiro andar para eatabelecer um car-
lorio, dirija-.e a' ra dc Sania Rita, sobrado cm que
mora o vinario, que ah achara' com qnem IMar.
Su* vetes
.No dia 5 de abril do correule auno (1856) fu-
giram do logar Araliciim da ci lada de rea, os doos
escravos segoinles : Ravmondo, crioulo, noa, de cor alcum lano fula, allora regalar, fornido
do corpo, olboa pequeos a pilombadoa, naris adia-
do, punco barba, denles perfeilos e limados, (.,11a
grossa e algnm tanto -lescancada, e falla de nnhas
nos dedos pollegare* Jos pea. Cosme, crioulo, de 26
anoos, alio, vermelho, caber grande, testa larga,
olhos peqneoos, nariz algum lanlu grosao, ponen bar-
ba, denles Untados, canuellas linas, corpo baozeiro,
falla grossa e falla dr ii.ili.is nos p. : qualquer ci-
pilao decampo no autoridad* policial que os pren-
iier,poilera' manda-Ios enlreg'ai no engenho l.in.1 .la
frecuezia de Pao d'Albo, oa no mesmo lusar do A-
ralirum da (regue/.ia do Brejo de rea, que sern
generosamente alisfeitas todas as despei e trui>a-
Itos por sen sanhor.
Precisa-se de urna ama que -alba cozinhar e
fazer todo o maia aervica de eaaa : na ra Uiraita
ii. sii, segando andar.
O aballo assignado declara que emrazo n ler
appare ido onlro pessoa do mesmo uumr, de boje em
'liante s as'ignara' Raymnnio Jos da Silva Santos.
Kecife '.l de setembro de IR56.
Ita\ inundo Jo- dos Santos.
OITerece-sc una escrava |ior aliisucl para (ido
o servir de urna casa : na roa da Mangoeira n. 5.
Oderere-se uin brasileiro para lomar conla de
um engenho eamo administrador, da' fiador de soa
conduela : na rna dos Pires n. 1:1.
BOA VIAGEM.
Aloga-se a melbor casa na Boa-Vingem, concerfa-
da de novo, rom inuitos romraodos : quem a preten-
der dirija-se aa professor Castro Nenes.
Iritiaiiade tit- Woasa Se-
nhora do Bom-Consel lio.
A eoinmisso convida a lodos os ir-
maos, ase apresentarerc domingo l do
correle, para proceder-seaa' eleieao da
misa que tem d reger a mesma irman-
dade, no convento de San-Francisco, pe-
las 111 horas do dia.
Candida Balbinn da Paixao Rocha,
antiga profenora particular de primei-
ras letras ecostura do bairro do Kecife,
roa do Vigario, tem transferido sua aula
para a ruado Hangel n..")!), onde conti-
nua a evercer o seu magisterio, ensinan-
lo linio quanto lii/. parte da educaco
primaria de urna scnhoia ; assim como
nao duvida reeeber pensionistas c meio*
pensionistas, por procos razoaveis.
LiTSHIA DA PROYINCIA.
^('tni(!;i parte (ln quinta
lotera to Gytnnasio Pei-
na mbucaiio.
Os felizes 1) I leles com
a rubrica do abaxo assi*;-
nado,obtiverani osseguin-
tes preinioa:
2S9 5:O0O billiele inleiro.
172't 2:000 ider-.
2(7( 900S idem.
W0.S dem.
-il'O.s' ineio biiltete.
200J I (litarlo.
lOOj bilhete inleiro.
lOO.s- dem.
">0s I quarto.
>".S 2 quartos.
Os possuidores podem
vir r ceber nao s a ga-
ranta tos 8 por cento, co-
mo tod o premio por in-
te ir o, nt na da adeia
ll. SO, primeiro andar, ou
na prara da Independen-
cia lojs ii. 40.
i*. J. \jaume.
meu oespu^.
passar a prsenlo caria de edil*
intimo e hei por intimado o i
a iodos os eredores chirographi
o alsenles por iodo conlaud o da pctir,ao arara
iranscripra do supplieanle Jo luinij., Silva Mou-
ro,
Epara quediaguea noticia a id, ,mlndoi pas-
sar carias de ediios, que serio Jffisafe, nos lugares
pblicos doeostumc.e publicado pe, mnransa.
Dado'e paaaado nesla i--.:- ^,
dc selomlirodc 1850.
Eu 'rancisco Ignacio do Torres
c=crovor.
No da Jll desle mes espera-sedo sul o vapor
Tyne, eomroaodante Vallar, o qual depois da de-
raora do costume seguir para Soulhampton, locan-
do nos porlos de San-Vicente, lenerill, Madeira c
Lisboa : para pasaageos, ele, trata-se com n< agen-
lea Adamson Uowie & C, ra do Trapiche-Novo n.
12. >. B.Os emlirulhos qoe pretenderen man-
dar para Soiillianipiou, devarito esl.ir na alinela
duas lloras antes de sr fcrlurem as malas, c
dcsta hora mi se recebar volume algum.
depois
Anselmo francisco
^etlsita oes.
Pela mesa do consolado provio
lilieo, ipie uo ullimo do corrente mez
Irabidaa para sareni avecutadas ;is reHC"*' dos ta><
Rcci fu aos 1"
escrivo o liz
rcrelti-
ial se r rera de ser ex-
io, alim de
Ra\qua dei-
ILEGIVEL
;ia < \ia atv,
rom toda a brevidada pretende salilr a bareara '.Ma-
na Amellan, qual |~' tem a naator pule da cima
proinpla ; para* reate da carga Irala-se na ruada
i.i Iim.i do Ki'cil'e n. 57,
l'ara a 111 i 11 segu impreterivrlmenle no dia
^1 do corrente a veleir.i sumaca nCastroo, de primei-
ra marcha ; para o resto da carga, trata-se com o
seu coiisiiMialarin Domingos Alvcs Halhees, na ra
de Apollo ii. 3.
l'ara Lisboa pretend" sahii breve o brigue por-
Ioeuz oEspuieucia por ter ja parle do sea carraca-
ment promplo ; qoem no mesmo liriue quizer
earregar pode enleader-se rom os eoosisoataros A-
mnrim IrmAos Ov C, ra da Craa, n. :;, ou rom o
capitn Joaquim da Silva Reina, na praca do Oora-
meirin.
de ahacachi das Jti li_l
iidi> chuver : aterro da
."82
1959
~7.~.">
imr,
(77
i'.MI
Iloje llavera' sonetea
lloras da larde alo a's S se
lioa-Visla n. ;!.
HOSPITAL PORTDGEZ DE
BENEFICENCIA.
Tendo de celebrar-se o priieeiro auniverario da
insl.iliacao do Hospital Porlugoes de llenencenria
nesla cidade, como dlspSe os seaa estatuios, no do-
mingo I do corrente, a jao|a administrativa do mes-
illa convida a lodos os Srs. accioDialaa c benifeilores
para assisiirem a seaslo solemne que lera' locar as
lil lioras da manhaa, a ruja Imra se celebrara' o an-
to tacrifleio da Mis,,. ,, r9|abelKraeolo estara' pa-
lenle a lodos os senhorea vistenlas de um o oulro
se\o, desde as :i horas da manhla ate as da larde,
edesde as i ate as s aa mole. <'s discursos recita-
dos nos actos da inslallaro e abertura desle hospi-
tal, que eslo lados em um lollie o. sirio distribui-
dos a todos os seuli.iros que derein ao menos ::2il por
rada lolh"lo, rujo producto he a linelicio do hospi-
tal. Sala das sessOes do Hospital Porlugnezde Be-
nefleeaeia nn Pernambuco aos Iti de setembro de
IS.ii.y\. !'. de Sau/.a liarbosa, secrclario.
t)lerece-sc uin rapaz natural do Kio de Janei-
ro para raixeiro de qoalqner uin estabelecimeulo.
menos taberna : quem precisar p.ide diricir-se a roa
da Crus n. 13, ou annancie para ser prorursdo-
A pessoa que den a criar urna menina de uome
Emilia, a urna parda de neme Maris, na ra dc S.
Francisco n. 11, appareca un arsenal da guerra a
fallar rom Francisco Kiheiro l'avao, afim de melho-
rar a sorte daqoella inftliz chanca, ou appareca na
mema ra n. ''>.
ESTRADA D FERRO
do lieoife no S. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
Os directores da couipanhia da estrada de ferro
do Kecife ao San Francisco, lem feilo a stjuiida
chamada 'ou tereefra prestarilol de duas libras es-
terlinas ou rs. 17.^777 sobre cada aceito na dita com-
panlua, a qual de\c s^r pasa al o da 7 de oulubro
de 1856, na Babia, na eaaa dos senhores S. Ilaven-
porl & C, na corle, na casa dos senhores Maua' M.
Gregor iV C, e ern reruambuco, no escriplorio da
compauhia, ra do Crespo.
O accionista que nao rcalisar o pagamento dentro
do lermo indicado, podera' perder Indo direito ss
arroes sobre as quaes o dilo pagamento nao livor ef-
fectoado, e em lodo caso, lera' de pasar juros na
ra/ilo de cinco por cenlo ao auno, e de nao reeeber
joros ou dividendo da companhia, pelo lempo que
derorrer entre o dia indicado para o pagameula e a
soa realisacao.
Nenhuin auto de transferencia pode ser recislrado
depois do dia 8 do correule, miles do pagamente da
chamada.
l'or ordem dn directores,
N. /'. VEREKER, Ihesonreiro.
Ilecife de setembro de 1836.
.-'"j.'.',:-.'---....". ;: ?"',*'5CV2>S?,9 -.r ',y t-'vi' ...y... ... .....r
.''". fl abaso aa.nsdo, primeiro aecrelario ; .
*'', emerabroda commissSo directora do Afon- '.'"
*- le-'io Acadmico,&B virlude da delibera- "i-"
%' rao na merma commioilo, couvi-ta a indos *-
;> os sucios do mesmo Monlc-l'io em geral 2a
S? para reonirem-ee na lerceira -,d.i da Fa- Jgj
".;.' coldade de Direito desta cidade, no dia -2l ".,'
ZU do crrente mez, ai meio-di.i, .'fnn de pro- %
;:;_ ceder-se acleiglode preaidenU ende ihe- S
'uy s uieiru. na firma rio arl. :! do cap. i' dea f
*'3 novo* estatutos. Kecife IS de setembro
dtb ~':.;'\: '..'.'*'.'" '.:'\:'\ f/Jj '''',;'^.^*..-"*. '' -' ''
Precisa-se para urna casa estrangei-
ra de pouca familia, dc nm cozinbeiro
tjue seja perito em sen oflicio, preferin-
do-se escravo, paga-se bem : na ra do
Iones ti. S, segundo andar.
OFFICIVES DE FL.MLEIIIO.
I't-ecisa-se de oleiaes de fnnileifo, pa-
ga-se bem : na ra do Vigario n. 17.
Panlalefo los de Sanl'Anua. morador em lla-
pissima, laz srieute ao respeilavel publico,qne nunca
leve barrara alguma denominada uFrauceliua, e
siin (Flor oe Unan, a qual barcaca Ihe perlence des-
de 1833 ale boje, e sempre loin despachado no con-
sulado e capitana deste porlo por esle nome, assim
romo desde o lim de junbn prximo passado, que se
aeha desapparelbada uo porloJ|de llapissima sem ler
navegado para parlo, alguma, e para evitar qualquer
imputaran faz a prsenle declararan.
Precisa-se de om bora amasador que calende
| perleilainrnte de masseira a tendedeira : na padaria
da ra larga dn Hosario n. 18, juuln ao quarlel de
polica.
A arrematarlo dos escravos do r;isal do linado
Joaquim Jota de Miranda, requerida pelo invena-
rame Bernardo Antonio de .Miranda, licnu trans-
ferida para 0 dia 10 do correle, e lera' luaar na
sala das tudicncias, linda a do lllm. .Sr. Dr. juiz de
orphaos.
Previne-ae no lllm. Sr. Ihesonreiro das lote-
ras desla provincia, e lamban] ao Sr. Policerpo .lo-
s Layne, romo earanto, que se perrito o meio bi-
lliele numero :iHI da quima luleria a favor do Bvm-
naaio pernambocano, para que nao paguem qual-
r,oer premio qoe sabir a n"s-oa alguma, a nao ser a
Jos da Silva Azevodo e Manoel Jos Vieira. rujos
mimes eilstera aaslgnadoa no dilo meio bilhete.e lam-
; bem se roa a qualquer pesaos qoe o achar.de o res-
tiluir eos seus donos de que elles Ibes liraro som-
manieole grates.
.Nos abaixn nuignadns lasemos setenta ao pu-
blico, que lendo fallecido noasa presada sogra a se-
nliui.i >. Francisca Kosa Vieira, o donando resto de
alguna bous qoe pusaaia desles na u recebemos,
j nem queremos, como lierdeiros, < por isso tamhem
nos nao reaponaabilisamos por eooa alguma que di-
ga respeito a dia casa.Jos Francisco Lavra.
1 \ ictorinu Joa Monteiro.
Precisa-se de nm ca xriro, dos nit chega-
dos do Parto, de 11 a 17 anuos dc dada : na< laber-
| as ao lado da igreja da Soledade, esquina de Joao
' de Barros.
I'recisa-se de urna ama, que taiba eorinhar,
engominare fazer compras : paga-se bem : uo lar-
;< d'Asseiiibhi ii, \i, primeiro andar.
No dia -2~> do coiiente, a's lloras I
da manliua, deve ter lugai .i i-euniao 'l"s
ereiliiics de Josc llias da Suva, cm casa
do\m. Sr. Dr. juiz especial do com-!
mercio, em razo de se nao ha\er reun-1
doim da i, numero, suilicieutede ere \
dores.
I'reci*a-se dc una ro/.iuheira para ipna rasa
de pouca familia. pre(are-se escrava, c paga-se bem
agradando: aa ra da Gru n. 7, lerceira andar.
~ (Juera iivej para vender duas tealliaa de es-
-ui.io ,,,i brelaulia lina, bordadas a labjnnlho, obra
bem hila e de goal, rija-se ao aterro" da Boa-Vis-
ta ii. :i, sp^unju aodar.
Precisa-se de um bom oineiro : na ra da
Muzalla-Velha n. ;ii.
I'iecisa-se de uma criada de boo coudncta pa-
ra halar de Ires meninos, sendo o ntais moca de Ire-
uuof, e cuzer para os nieaiuoa: paga-se bem : na
ru.i do Vigario u. II, segundo andar.
-- i.lueih annuiiciuu prensar de mis CaixOea para
deposito, querendo. dirija-ee a Sanlo-Aotaro, ao
|io da fundirn, taberna de Jos Jailullio de Calva
Uto, que achara alguns que loraui ue taberna, em
bom estado, assim como uma balanza pequea com
petos e algumas latas usadas.
' l'recisa-se de uma ama forra oo captiva, que
saiba cozinhar, uu um roziuliciro : alraz da matnz
da Boa-Visten. 1(1.
-- D-se diuheiro a juros sob objeclos de ouro,
prata e pedras preciosas : uo Forte do Mallos, luja
de laooeirus defronlo do chafariz, se dir quem da.
Aluga-se uma casa terrea cila nu lug^r de
Santa Auna de dentro, o lugar he o mais saudavel
para se passar a fesla : na ra da Lingaeta u. S.
SOC1EDADK NOOLOlilCA.
l'or deliberarlo da socidade oologica, em ses*ao
estraordinaria de7 do correle, se faz publico, que
os socios que se acliam a dever suas mensalidades,
deverao se presentar no prazo de :l dias, contados
da puhtleacjhi desle, em casa do Sr. 1, teerelaro
Francisco C. B.C, aterro da Boa-VttU n. (i.lerceiro
andar, para salisfazerem, alim de qoe a soriedade
possa ioderanbar o debito conlrahido com a rasa em
que se deram suas so*-es. A iiie-ni.i sociedade de-
libaron, que aquellas de seus socios, que deturemde
pagar suas mensalidades no prazo cinia deiermiiia-
do, sejam seus Romea publicados pelo jornal, alim
de que o publico conlleva as razes que a tem iiihibi-
do de salisfazer ao debito conlrahido. Kecife ti de
setembro de 1856.O secretario, francisco Cordei-
ro da l'.ocha CamptUo.
AVISO.
Tendo com as aguas e mares vivas
de 15 a 15 do corrente setembro, des-
apparecido da ptata junto ao becco do
Noronba, duas travs novas, e uma as
mares vivas do mez passado ; roga-te a
pessoa que as tiver encontrado, o favor
de mandsr amana-las eavisar noarma-
/.cm da ra do Vigario n. 7, onde per-
lencem : oerto de que alii se pagara' de
prompto loda a despeza que se fizer com
as mesmas Iraves, e se licara' agradecido
poi esse obsequio.
Sao convidados lodos OS credores do
fallido .loiio Moreira Lopes, para se reu-
nirem no dial') do corrente, pelas 10
lioras da manhaa, na casa da residencia
do Exm. Sr. Dr. juiz especial do rom-
memo, aura de toniaretn-se as cuntas
(pie devem prestar os administradores, c
debberarem a'cerca do que Jispdem os
aits. 8(i8e S70 do cdigo.
Preeisa-se de um criado que saiba
cozinhar, para uma casa de pessoa soltei-
ra : a tratar na ra da l'niao, poi de-
traz do palacete do Sr. bario da boa-
Vista.
Ilaonela da Costa Araujo J.opes, viuva de
Francisco Jos de Araujo topes, avisa ao poblieo
que nao fara negocio algnm com Joaquim Gon-
ralves da Silva liuiniara-s. ou com Antonio da Silva
Accioli, nem com outra qualquer pess.ia, acerca do
preto Joflo, crioulo, maior de :il e lanos anuos, com
ollicio de pedreiro; por isso que o ilpo prelo be do
sen dominio, em qoe possa prevalecer um falso pa-
pel de venda feila pelo seu finado marido do mesmo
escravo ao dilo Coimaritrs: viste qne este papel de
venda ja adoeon por nm oulro papel de destrate a
respeito lste negocio em meo poder. Assim protes-
to por qualquer negocio que se Oxer com o referido
prelo.
Marcelina Leopoldina llarms, viova da Carlea
llenrique llarms, inarcmeiru, vem por meio desle
rogar aos credores do seu fallerido marido : li.su
de apprcsenlar as suas conlas na casa de sua resi-
dencia, na ra da Aurora junto a' igreja inglesa n.
30, ale o dia 2(1 do correle mez ; pira a' vista riel-
las saber a delibera;jo que lem a lomar. Aproveila
a opporlunidade para rogar a lodos os devednres do
dito fallerido para mandaran pagar os seus dbitos ;
assim como a tojas m pessoas, que tem eni-ouuneu-
das feilas e negocios com o mesmo.
Deaeja-se muito fallar aos senhores l.uz Ma-
noel Fernandas Chaves (dragado de Lisboa a esla
cidade ha III Innoe Joo dueles dos Santos que
foi empresario no paro episcopal) e l.uiz Antonio da
Silva-que raoroo na ra do Vigario ha Ires anuos,
para se Hits rommuuicar cousas que aos mesmos la-
leresiam : queirain precurar na ra do Trapiche
n. Di, segundo andar.
O lliesoureiro do rnmelho administrativo do
patrimonio doaorphios, avisa aos senhores propie-
tarios dos predios urbanos e ruslicos, foreiros ao
mesmo palrimouio, venham pagar dentro do prazo
de um maz, contado do presente annuucio em dian-
te, o que estiverem a dever; eb pena de serem
coagidos a isso em caso de omis.ao, pelos meios
jodiciaea. Ao aterro da Boa Vista casa de sobrado
n......das 7 as 10 horas da manhaa, e rias t as f>
da larde. Kecife Iti de setembro de IHiJ.,(> llie-
soureiro, Joaquim Francisco Duarle.
I'roci-a-se dc uma criada que saihi cozinhar,
para uma casa de pessoa solteira: a tratar na rua da
.L'nio pnr delrar. rio palacete do Sr. Ilarilo da Boa-
Vista, casa do Sr. Dr. Antonio llercolano.
Precisa-se de ora feitor para ora silio na Mag-
dalena : no aterro da Itoa-Visla n. S:!.
Aloga-se o primeiro andar da ca>a da rua da
Gola n. til a' ramilla honesta : a tratar uu segundo
andar da u.esina casa.
Precisa-sede nina ama dc leile de boa conduc-
ta : na rua da Crol u. 18, segundo andar.
Aluga-se a casa terrea de n. -JTi, sila na roa
lteal junio ao Manguind, com bous commodos e um
grande annazem un fundo, cora forno para padaria,
ludo por preco muito commodo : a tratar no sobra-
do de n. (i na ru Real.
Aluga-so uma casa de nm andar que lenba
quintal, *m qualquer rua do bairro de S. Antonio,
e paga-se bem : quem tiver para alugar procure
na rua da l'raia, armazem dc carne n. 1:1.
Pedc-seao lllm.Sr. Dr. Antonio Borges Leal,
qne quando vier a esta prara baja dc apparecer na
rua da Cruz no armazem franoaz n.27, a uegocio de
seu mitree e de urgencia.
RA k NOVA
n. sia.
I.. Dcluuclic acaba de reeeber um bello sorl-
meote de relogios soitaoi de todas as quahdades,
lanlu de ouro como de prala, ditos galvanizado e
foleados; assim como be tambera meios chronnme-
tros e relogios fraucezes, com caivas, lodos allian-
rados.
; O aliaiso assignado faz acicate ao publico e
principalmente ao corpo do commcrcio. que tendo-
Ibe o Sr. Antonio Josc da Silva Cuimaraes fallado
para sociarem em uma padaria pertenceuie ao mes-
mo Sr. Cuimaraes, e por rootivoa e ccrlas eondieoes,
que se preciso for as publicara', e eulregando-lhe n
mesmo Sr. Goimaraes em o dia in correle, as
9 horas da noile o papel que liaba mandado fazer
para a sociedade com a lirma Goimarlea c\ Kibeiro,
e nao saliendo ler nem escrever deixou para no
oulro dia mandar ler e examinar, e por ale kAx
conforme lano o papel comoobalaoru,iralou de a-
nalas a sociedade, requereudo logo para o tribunal
do commcrcio para que se nao regislre o meSmo pa-
pel de Irato, perlencente ao Sr. liuimares, e protes-
ta desde ja' por qualquer Iransarrao que seja hila
nesla lirma de tuiinaraes A Kibeiro, pois u abauo
assiguado nao se res|iousabiliu por nada, e para
constar publica o prosete. Kecife 10 de setembro
de lSli.A reg de Antonio Joaquim Bibeiro, Cu.-
lodiu Manuel de .Magalliaes.
Fagio do engenho Malemba, comarca de Po
d'Albo, nu dia !l do correule mez, um prelo cnoolo
de nome .Mariano, alto, cheio do corpo, cor fula,
um signal no beigu de rima, c um dedoda mito di-
mita aleijado; loi escravo de Cbristovlo da Multa,
| pie moron]na Estrada .Nova, c depoii em Graang) :
' quem u apprebender leve ao dito engenho aeiena, ou
; no Ilecife no paleada matriz de Sanio Antonio n. i,
, que sera' geiierusainrnic recompensado.
Aiist-iilon-sc da casa de seu *enhor, no rli.i ti
ido crrente mez a noile, a ncgia da l'.osla l'herota,
cheia du roipo, maia rula, com lalhos oo reato e nos
I litaros, signaos de EUn Ierra. ;oalnnia vender peite
! pelas ras, e desconliase que esteja oceulul em cer-
la casa : pulanle reconimenda-M aos capilaai de
campo c a polica qoe a nppreliendam e levem ao
largo du t;,irino, quina da rna de 1!orlas n. |>ro-
tesla-se pelos das do serVIC.0 de quera quer que a
live orculla.
U solicitador Ilomao de Seua Lisboa nutdona
sua residencia para a roa estrella do Rosario, sobra-
I do de um andar u. 17.
Precisa-se alugar uma escrava que laibf coser.
I lavar e engommar, para o servn.n de uma Emilia
ingle : na rus do Trapiche Novo n. 10, em can
de Paln .Nash ,\ Compauhia.
ICO.
1.'II ai lr, rom luja de .ilfai.de na rua Kova n.
ij, rccuii.Meuria-se aos senlioies que qiazercra pea-
luir obras, romu calcas, rlleles, c.i**ra%t f\rt |-|lt.
i-nu peiir.io. Mate eslabalertmealo aaoaa cocn
liara' ulna de fabrica, suuieule obra hila pnr einom-
menda, dc baito de luda a garaulia, com toda a prr
ii.; lo poasivel, a sempre do gustu e da ullin,.: m > i
la Kuropa. Sera igualmente nimio ronveuirule
r.;comintnd.ivel aquellas pessoas que nmrain n algu
ma ibslanci.i dela cidade, e que querem soasuhu-
reite|com brevidade, e na praao nreasji, Taaabaaa
enconlra-se eonliooaJarnosste no -Trrr silanataui
ionio panno e fazendas eaculMelaa para uukItk,
obra. '
Aluga-se urna escrava para o serviro de ajan
i.uem a quizer podera' procurar oa roa'do GoHcci
i 16, lerreiro andar.
Prensase cunlialar om senhur aanNats na|j
ama capellana lora desta dado : quem Ibe ..,.,, n
-i entender ruin Jas Carlos de tonta Lobo A
l ompaulna. ni lurle do Mallos, prensa de aleudan
o. ti, ru na rua Angosta u. .Vi.
Precisa-scdeduas petsoas pira o ten ,_
orno de uin.i caa eslrangeia, uma que coz'nl.e .
eugomrae, e oulra que cuteuda de costara oa rua
>ova n. 17.
O Sr. Jos Manoel de Araojo qae leve liberna
na rua do AragSo, queira ler a boodade de appare
Bar na travessa da Madre de Dos, rmatelo de Joa
M,ii [ni- de Uarros, uu aunnuciesua morada para ser
procura.bi. pois faz-se muito pieriso fallar-se-lbr.
Precisa-se .alugar pelos para armazem rb-
aisucar : quem tiver e quizer alugar, dinja-M na
do Apollo, aimazcm n- 10, que achar rom qocoi
tralar.
Attcnco.
5
l ma casa de familia honesta eurarrega-se de ru
sinar us preparatorios rom loda ptrMeae e moran
dade, a aluiiinus asleraoa e iiileruus. |-elandD a *s
les comida, roupa lavada e engommadj. r torio ..
cuiriado e desvello em suas molestias, mediante cerla
paga razoavrl : a fallar com o Sr. Jos tiomes I cal
na rua da Cadeia do Kece'n. 53.
t) curador da heraur* do finado Antonio da
lrindade avis aoa foieiros dos terrenos riomev.o
hilado, que esla,, devettdo furo, de virem pagar rien-
Ho deales 8 dlasj, a contar i.a dala desle, e bem aatini
os arrematantes das caaaa par easaatrata da fazenda.
n Undemio e furo que csUvam a dever, porque Me
silisfazeudo nesse praao, os chamara' a juizo.
Os abata asesgnadea fazcm publica ne-i-n
dade pelo prseme aunourio. que lendo romo lal
leciiueute de toa primo e socio, o ar, Ai.l...... Joan
da Amorim, era 11 do corrente, cessadn a lirma qur
linliam de Amoriaa Iraaaaa A C.mpanlna. lea d'..ra
em dianie subsislindu a de Amurim lrma, qne Ii
qmdara toda, as Iransarroes p,ndeni-. oaj que t
rciu irereendo daqutlla estinrla brina, qacr i.a-
ejtndo quer rcrebenuo.
Recita ib de setembro de IKJti.
Manoel Jato ri- Amorim.
Jead Joo de Aiuoriin.
Ansenlnu-se desde o dia l dc aanata pronm..
passado a prela Pulquera, crmula, de idarie 3ti au
nos, pouco mais on ineuos. coin os siguaes eKoinlr-
a.uira rcgu'ar, falla de denles superiores da frenle.
macaaa do rosto grandes e amarelladas, olhrs tuina
Cados, barriga grande e pendurada, levou restidn
azul de llures amarcllas e panno da Costa ... aanata
t-sta prela csieveem S. Cosme e no engenho Corado
quando escrava rio Sr. Caldas, depoi. foi do Si. Bai
ansa Be Alopdos ; suppoe-se que tei birlada um
nao ler bavido motivo para a Tuga, ou que algn,
a lo,,|,a induzidu a iso : roga- por i... aalori-
dades policiaen e mesmo a qualquer psrlirular a
prebendara e levero a rua rio Kang-I n. I, qne '
recompensa generosainenlc, anda inetm,. and .
della inlormaroes.
Precita eil de uma ama serra para druim casa da pouca familia : a tratar na roa da Cruz, tata
de scllciro n. lil.
^^^^.^^^la)^
| ( l mi DENTISTA. \
\} contiinia ar-'siriiruaruaiNova n. 19, pnrac- at
* ro andar.
f>-*:', ':-:.'.acsi*s e55* x#> *%
Aluga-se um grande sitio na eslrada do Salga
ninlio, o qual lem uma boa casa cuiu couimorios par.
uma familia, e lambem uma nata e fazer lai.nb.
rom lodos os seus perlence, e com batanles orete
dos de Irnete, c com baslaule Ierras re tltrU.1 -
quem o pretender duijase a rua do g-ieimad...' c, .
da quina que vai para a rua du Rosario no ajamad .
aa.iar, que achara' cora quem tralar.
Anenda-se um silio uo lim da rua rio l.i.iuia
com boa rasa de vivtnda e toteo, rom evrellr.,1.
'I.....''' plantado de bauaneirna, Slaaaana dc ntubti .
coqoetroa, goiabeiras o oulras arvorrs e Irado eaaa
viveiro, poro e excelienle biia nanln fresa-.,, i.ropiM
para plaular verdor... uW,, aiad ,,
aoroso verio : os prelendentas prni^.n dirigir-.- .
rua da Cadeia de Saulo Anlonin n. Ib, primen' an-
dar.
- ""**'-'\ '* **ii ""b ** aTIs *** *" S. .-t
'^U?\?\*\y **suy x*y \*'J-~4?$t%
DENTISTA 114111.
, afta. .
Q
'.,'; J!3"'0 Gaignooj, de volla da soa viagem .
;,.a a Lurjpa, esla morando na rua Sova ll. ',:'
W (I, primeiro andar, onde pulla ser prurura '.'
:.i a" qualquer hora. v'j
tlpft'-''': .' ......-.i.,.-..'.'
or w^, -.r^J^r w'sj> W \J\jrti\\S>. ,.,
rOHIMMHA DESEGLROS
NOKTHERN,
eslabeleeida em Londres etn 185U. pmr*
tomar riscos contra (oijo e sobre vidas.
Capitel 11,260,000.
Agentes pata PernambucoC. J. AstcaV \
& C.
&99mpt&*
n T7 c',,nPr-se um caisoriiuliu do reino : na i u.
Bella n. .1.
Compiam-se apolire da divida provinrial ; na
rua das l'lurcs o. :17, primeiro andar.
Coinpram-sc |tiatro rpuulaos SJgajtj
serviro dc engenho, pie nao eveedam a
!) anuos de dade: na rua do Collepo
n.21, pruneiro andar.
Conipra-ea uma armario qoe sirva para nada-
ra, oo alguns caiics para a mesma : a Mar cm
Manoel Antonia da Silva Molla, loa do Viajarte n
15, pruneiro andar.
Compra-so uma bolanra decimal, cm segunda
mao, mas que esleja em bom dado : qoem MvaT di
rija-se a rua da Sentla .Nova, podara dc Domin-
gos .lose da Cunha l.tses.
Cempra.en uma estante cm bom oso : ,i, ,
liver iii.unrie. ^
liJHl.
--- Vndese vinho lertt de soperio. qaalidario
em lurris de quarto : no escriplorio de Soalhali
Aleilur tV C, rua du Torres n. :l)v.
ln ,ii d<
pgtttta Ti i-
las no Pa-
ra (Ir lili"
I o Ii o ni
goslo: na toja de quatro portes, da nsa
(la Cadeia do Recif n. i.S.
Redes de %o-
do tecidas oom dous (os, tes u Ha
ranbfio: na loja de ipiatto jarlas rl-i rua
da Cadeia do Recie n. 18, de Nam/
Maria Carneiro.
Vcndem-so iOO a 300 pallias dc eoiiui i
ro postas onda o comprador r|m/ei,oii ntm
dando buscar : a tratar na la Nova n. I
Conlrontc ao Hosario cm Santo Vnloi.i,.
vende so a vcrdadeira agua dc Dor de. I.uan
ja, do autor J. Miro;
Vendota-M dous i.ci- ataattaa pneotM nata
ctrroca : a Iratar na rua dos l'ircs com Manuel J .
quira Carneiro Leal.
Vendee um i casa de uin andar, que lar fre:,
le para o pateo do Carato o oilSo p.,ra e < .
ron, romniodos sullincntcs para orna familia : a lia
lai com a proprieterla nn ataanaa pateo steCarnao.
rasi n. 13, enja entrada be pelo baeee da Boaiba.
\endem-se cigarro, de p Iba de rnilho, [e;i-
oo 111.i de Janeiro, por prer -nraroste, ntn
i relalho ; na im larga ,:, Rosarte n. I, r 17. coa
inmie .<< qnarteL
- Vende-so on boi nrailo manini, ntnrloaw
iipliiim para .. mol .> r iirn.-i i rr r Iralai n
lugar dos Borne lios, r ,-a iiiolo > igrej i
Vendem-ae chapeoo do tas do ttda r"". pon <
avaria, vindot pela barca Iraaeeia Ranal a pro.
do 5 a i.>Mi", o. melhoroi na ras da Ladota f.
Recite, loja de raaendat n. 31.
Aviso aos guardas t.acio-
ilats do i. >:iillitt) dc
artUharia n >.
Cbagaram boteot'cow ^ranadi e n. 1 rie metal
dourado, para us guarda rio I. baialb:, le arttA i-
lia, pur preco muilo ruminulo : na laa da I
l"i de cirgaeirn n, I (.,
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRAD"

MUTILADIT



Vendern-so velas do carnauba simples e de
coioposicjh) da melhor fabrica de Araeaty, crs de
carsiaaba, leijAo malatinho muitelmivu era sacras a
118, arroi de casca a :lt)-200 a aaera e a arala
39.SOO oalqueire, medida velha< oleo de ricino da
melhor fabrica to Peuetlo ein hit44 a ;ll>ti1*, a libra,
e ludo mais p r precos roniDodoa! aa rasdo Vicario
11. .">.
Na na das Crsa.CS 11. 2 vende-se una crin-
la de :li) anuos enaommadeira, cozinheira, lavtdei-
.a e cnslurrira chaa.
O
ISBiO r.fiS-tfBiiQ OUHTA fr.R*. lj StrESIRBO M 18.6
CEBLAS.
Vende-se o melhor qae lia nesle genero,por serem
nimio nuvM i* nlUsnamsnte eheeadsi de Liaboa, pelo
barato preco de tj-2iK> o conlo da despostada, c
l.^tMl .le inidlin, e sendo inillieirn fai-sSa al-um.-i
lillerenra vista da eonaprad r.
maula na travesea da Madre da
18, 'le Krancnco Alves Moulcuo Jnniur
vende-so unir;.-
Deos, arnaaieo n.
Gendrelioa.

diegos pelo nlijmo navio rinda da Eu- 5
ropa, esla rica fa/.eu l,i torta de se'ia, lili-' -*,^'
lutada em Paria por Gendralina, rom cin- ,,.
'" palmos de largara, pelo baralissimo prc- W
.r> '.'" Je I5fi00 o cavado ricas serta brancas i
g lavradal para vestidos de noiva, mais liara- >
9? la du !)ucin ein onlra parte : na na do <
.. IJoeimado n. 19, pasando a botica'> loja. '..':
Xa na lo Crespo n. (i, continuam
estar venda asmis sttpe ioies loalhas
de puro linho, que tem vindo ao mer-
cado.
\cnde-se na Paawio Publico, lojan.il, de
nena Ot Cnii, cafe de piimeira qualidade, viudo
do Itm de Janeiro, por pieco cominillo, para l-
i|unlar.
Vende-se una prela crioula de 22 annos, del
bosnia lisura, cun tortas as habilidades : na ra 1N0
va n. 1.
Vende-se nina muala boa coslureira. onaom-
maclcira, rozinheira lainliem faz. labvrinllio na
taberna da prara da Boa-Vista, esquina'lo beceo do
veras 11. 15.
Vendem-se sacras do familia coin alqueirp,
medida velha a 2>>(K): na ra do Viaarin 11. I i.
Vende-se urna escrava prela. de idade de n
a SO aaooa, eorinba e encomma pouro, lava de sa-
NS, mullo Tiel, e sobre ludo moilo boa para Iralaj
.le enancas porsermuilo carobaH : a tratar na ra
latjoia n..,, segando audar. das (i lloras as 10 do
da, a das 1 la larde em dianle.
AVI
aos ferreirbs.
F. POIRIER,--aterro da Boa-Vista d. 55.
Tena para vender a vonlade do com-
prador
CARVA DE PEDBA
da primeira (ualidade, por preco com-
modo.
Na ra de Apollo n. 25, primeiro
andar, de Domingos Alves tlatlieus. ha
para vender lima escrava parda de
anuos, boa coztnlieira, costurara e la-
byrinteira, e engomla soll'i velmenl.e.
I Hua do Quei- 8
y? madon. I'.i, loja de Santos Colho, |f
;;^ vende-seo se;uinle: Vf
V Cinbraiai lrancezas muito linas 500 rs. l-.-'
-3 o ovado. g'i
::-.. Caaemira de cor a 'i>(M)0 o corle.
Je Chales de merino bordados a vedado, 2
V^ a 18)000. j
(J Dilos bordarlos a mati?, pelo baratiaimo ;:-.
S rrp(: ue s-(kio. ;
W Bitoa de liilr.i e liios e dilos preloj bor- w
^_3 dados.
S Aberturas de
finas.
eagailo de linho mnilo
fc l.enrosde retro/, para senliora a 1?000
^Ji cada un.
.-. Sodas eaanaaanj da lidos sustos, pelo
jf barali-simo prero de lymiii aovado.
\.f Ooaroltajapoa para aobre-maaa a ."OUO.i
; \ du/ia.
.r. E*lciras da India proprias para forro de
ronlronte ao Rosario] em Sanio Antonio, avisa ao
respcilavel publico, qjuc rerebeu pelo brigue nl.aia,
ullimamenle cbei;ado;(lc Lisboa, os objertus sesain-
lei: Indiidioa aattMasero latas de .", libras, que s a
elle lem vind.. ncsla drai; i, ditos inliiulado* biaeoilca
de amor, a primeira Iver aqui viudos, lalinlias de
1 \y> libras de doces fe ilifi'erenles frucias em calda,
alea dislo eseoalrarU cnnslautemeule tiesta coufei-
taria o sesoinlc : os nielliores chocolates nraneexes,
p.'.lillias de orlelas-pmeiila. ditas peiloraes de ju-
)0ha, Jilas de cidos db diflerenles frurtas, ennfei-
losde muilos nsios, hmenilnas ulem, raixinbaa as
mais delicadas pie se tpm fisto para prsenles, para
doardar jotaae para mioinn ailar nn braco, bolas
. Imillas .le I.i-boa em llilinhas de ."> libras a as mai-
hem fahncadas uaquellti ci.lade. biKailoi e bnlicbi-
ulias inler-as, boiiuiiosidiius. bnlinbos franeexae de
mullas qoalid^des e paov-de-bi turrado, elns ditTe-
rentes. jaropes dilos e le orllala de Lisboa, o ver-
dadeiro eilracto de absitiho, vinlio branca de Hor-
deau\. falias, biscoito.s elararulas doces e Ruadas,
de diffcrciiles costos. O auuuucianle eslabelecido
nesla culada lia seis ani|ns e meio. e sempre firme
em querer montar un oWcitaiia como as que ha
no Rio de Janeiro, que ale admira om nina capital
como esla Oia' baver un stabeleci rento destcs.pede
inda alleo;llo avista de seis sacrificios, e dentro em
paveo aehirSa commodidalles e eeonoinia em um cha'
oh baile que so pretenda lar, o que alo acantees no
presente, que he preciso ilma prereni-n.i de Lidias
oo um mea, ao pateo que n Rio de Janeiro de im-
proviso vai-se a una cineiuiia e eiicnnlram-sc ban-
dejas, bolos, podios, tortas,! p.sleisetc., ele, do que
re-ulta muila economa c bbn soslo : espera, por-
lanlo, a cnncorreuria dos hbilanles desla bella ci-
dade, para em breve teiem Vis mesmos aoros.
Vende-se urna earroca cora pipa e boj para
vender a;ua : na ra da Aleiria na Boa-VIH a n. (2.
Veuiiem-se luanas do (Rio tiraude, novas : na
ra da Praia n. 6.
Vendem-se taceaa com alqneire de farinba
medida velha, isOOtl : na roja lo Vinario, taberna
de JoAo Simao de lmeida.
-- Vende-se orna prela de Anaola rom .11) annns
de idade, bonita fisura, eoralalganiaa habilidades :
narua da Seozala Nova n. 40, primeiro andar.
I'ARA ACABA I!.
Riscadiiibos franrezes laraoeVa milito linos, com
toque de varia 1(^1 o covado : no alerro da Itoa-
\ isla ao pe da ponte a. 10.
Deposito le cal epotassa.
Na ra da Cadeia do Reeife, loja n. 50, dclronte
da roa da Madre de Dos, conlinua-se a vender su-
perior ral de Lisboa em podra, rocenlcmente rhcaa-
da, e polassa raadaoa nova, de superior ualidade,
por preco commodo.
Feijao mitl.ilinlto.
lem rara vender Antonio Lon de Oliveira Aze-
vri, po seu armazrm na Iravessa da Madre de eo
a. 3 a ">.
Superior trii)ha de mandioca.
Vende-sena Iravessa da Madre de Heos, no arma-
/.em n. :l a 5, de Antonio Luiz de Dlivcia Azevcdo.
Jacaranda'.
Vendo Anlonio Luiz de Oliveira Assvsdo. no scu
cscriplorio na ra da Cruz n. 1.
SEliO 1)0 SERTAO-.
vende-so o mais superior sebo lo sertio em ra-
ma, e purificado muile alvo, em poni e a relalho :
na ra do Nosueira u. I.
Vendem-se linguas do .Rio-Grande,
nimio novas e superiores: na ra da
Praia. armazemn. 18.
"r S"f"JI! os ver(,a,,oiros rharulos varetas e de
S. relix, che^ados pelo ultimo navio vindo da llahia,
por menos pr#f o do que em oulra qualquer parle :
ua ra du Oueimado luja de Terrasens n. 13.
ATIE.NCAO.
\ende-sc urna excelleme necra crioula, moca,
qnc coz.uha o diario de urna casa, enaonima c lav'a,
- tambem vende na ra por ser de muitoboa condue-
la e nao ler vicius : quem a pretender dinia-se i ra
dos Miirlynos n. H.
SE^VENDE-SEj
ima loja de bilbelts de lotera em um dos melhores
lujares, caja loja recula vender .100,1 por rula hie-
na : quem a pretender comprar diija-se a ra da
luna laberna n. ), para IralaV a respeilo.
Vende-se, permula-se 011 arrenda-se um aran-
,|c *.....c"m malla lavuura, planta de eapim em var-
aoa grande, aaua permanente pelo riacho, quanll-
la.lc de arvoredos de fruto de diversas quintada
novos e bem carrcaados, casa arando e cstnbaria de
podra e cal, c uniros adeudos que so se ven.io : quem
' pretender dirija-so ao liapiclie do Hamos das s
.loras do da as :i da larde. 011 aniiuncic, c mesmo
.linja-se so lugar lo Remedio, ao Iciieiile-curouel
.lose Caclauu de Medeirus.
-- Vendem-se t esrravo, sendo nina prela de
idade do IX anuos crioul l, oulra do idade de 'i
anuos, com principio do varias habilidades, dous e*-
ravns de meta idade rom bonilas liquras : na raa
Huella n. 3.
Atteny'oati bar a tetro.
Na luja do baraleiro, na ra da Cadeia do Recifa
n. .ii), derronle da ra da Madre do Dos, ha para
veoier alem de rooiUa r^zendas que em porcia e a
retalhO se venden, por baratos precoi, hambu'rao ou
bnin liso lino de puro linho proprlo para ealcaa, loa-
Ihks, reroulas c lencoea, em pecas de 20 varas a
t'jliOO c I0#, dilo mais cheio de ba qualidade, pe-
ras de ;(0 varas a I J.-j o 139500, panno de linho fino
a 010 a vara ou 8? a pec,a de IJ Ipj varas, estndo-
se a acabar, pauno de lindo lino para leuroes com -2
aras de largara a :;-Ct) a vara, corles de brim de
liaba de cores para clea, padrOea aovoa a 39300
.lilns de fuslao de cores c branens para colletea a 8IK)
0 l~. casemira prela lina a 2?, AtOO e 30600 o co-
vado, panno azul grosso a L-nSOO o covado, panno
lino prela e nzul de boas qaalidadea a 35500, laOOO,
i^500, ) e , camisas fiancezas brancas a 1-771,11
cada urna, e 3)3 a dalia, ditas muito linas com pei-
los t cullarinhos de cures e brancos aj'ilH) uo a 30.^
a diizia, madapoMo lino para camtaai a I9G00, 5a e
-ii(K) a pera, c mais liaixopara :t>00, 38500, 39600
:t3ri00 e <5. etgaiio bom para peuos a L5UO, e mui-
le linn 11600 e 29 a vara, e a peca por U5, 18? e
_">-", peilus p.ua c-.nii-.i brancos e de cores cum pu-
nlios e collarinhos, por barato preco, assini como
nulrus ruuilos objectos indispensaveis.
Pasteadas boas e baratas.
Na loja do baraleiro da roa da Cadeia do Recite
n. ."A), defronteda raa da Madre de lieos, arharao 01
frogasiM bou) surliuienlu di' fazendas de boas qoa-
lldadsa, que a diuileiro a' Tisla se veiidcm por bara-
i -1111 > preco, tanto ein atacado como a retalhu ha-
vendo entre muito variedadc boas elidas de cores li-
.. a 160,
.1 peca (>-. 69500, 69M 1 e 7j>, curtes de casta de ...
1 e- bonitos padroes, qae nao 'e b l.un, rom 7 varas
: lo dtmiaala piteo de I96UO, riscadoa e rhilas lar-
naa franaraaa modernaa, o covado a tO, 280, .MH)
120 e 100, eewas franceaa de cues a 560a vara,
litas em cortes de 12 e 13 varaa mallo linas com
uzeada para vestida e para (bino, desanos difieren-
usa, pelo barato prero de 89, cortes le andel.....del
-ada cor de rosa e aial rmn raleada para refero c '
fotho a 15-"- c 159* curies de se.las eseocezal largas le
bunios ifoslns a :--o, grosdenapla preto superior pa-
i,i vsli.li. a 2,- e 29200 o covado, chales de merino
ido sem turra eoio franja de re rol a 59500, rtitoi de
tiialy com barra asaelinadc a 69500 dito-de merinu
bordado! de Cores a 89, dilos muito fines bordado
una su cor a !l?, e alem de-las ostras muila
das, que como cima fica dito, se vendem L,
i! o-e amostras, e a loja rala .iberia de noite. I fama.
W alas com nina jarda de larijura.
\^0:.:0^oy.: fQ&Q
i -^?--, -
m
m
,**.
. ^- v -vfc -v#- ^*^ -r^.- ^+r \+.- ^,_- <
A 52*000.
.,--..,.-
Vende-se tnn bonito mualo de 18
annos de idade, proprio para boleeiro:
a tratar na ra do Vigario n. 51.
Refinaria do Moiiteiro.
.No deposito da ra da Senzala-Ve-
nan. 116, vende-seassucar retinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Lencos de cam-
brai de linho
A Sao, 400, 500, e 640
cada mi).
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esnnina que
volta para a rua da Cadeia.
para barba a -.1X1 rei, duzias de facas e garloa finos
a 57000 ris, das de cabo de bataneo inuiti-siuia
linas a 09000 a dada, tilias finnaimaa de cabo de
inaiiim oreelhsr qne pode baver i i.-^kk) res a
duna, camisas e meta moilo linas a istttMi reia, rl-
c.isabolua.liiasde madrepe&la melal para cl-
lele e palitos plu barato preco .le 5110 e (Moris,
RniMimasnavalaai para barba em estojos de una e
duas navalbas ptb. baratisaiuio prero de 2? tojo, candieiros imerieaoos merls uanilM proprioa
para osludantesou mesmo para qualquer esiabele-
cimento, pela boa luz que da a eommodidade
de se poder pendurar uu p.'.r-se em cima deiqiilquer
mesa, pelo barato preco de 59000 res, paslas para
gaardar papis asim) res, eapelboa para pande rom
armarilo douradj e sem ser donrada pelo baratissi-
mo prei^o de .",00. 700 e 19000 rei-, finissiims e ri-
cas caixas para rape a 29500 e IttMMI reis, papel de
cores de follu pranenai em quailo de resma pelo
barato preco de 720 reis, e outras muilisslmas mu-
sa-, que tudu se rende mais barato do que ein oulra
qualquer loja : ni rua do (Jucimado na bem conhe-
cid loja de miudezas da boa lama n. 53,
Afeias de laia pa-
ra padres.
herios e desroberlo-, sell 8 lnglne fhico(fj
carro, arreos para dito, cabosd| Rqlila lio de ,.,,,
Untas da todas a- core,, ca.id.elros ,caslica(.s oroD.
nados, conservas de frucla, 0g|(ta f Mar,os de
Uavana
Vsndam-ee superiores meins prelas de laia para
padres, pelo baralissimo prero de 19800 o par : na
raa do Oueimado. nahein condecida lua de miude-
zas da ba fama 11. 33.
Vendem-se laceas com farinha de man-
dioca pelo diminuto preeo de 2S0U0 a
sacca : no armazn de Paula Lopes, de-
fronte da escadinlia da alfandega n.5.
l'otassa do liio de Janeiro.
Vende-se na ruado Vigario 11. 2:1, primeiro andar.
Sal do Asstl".
A bordo da escuna Emilia, fondeada no Forte
do Mallos : Irata-sc no escriplorio de J. B. da Fon-
seca Jnior, ua rua do Vigario n. 23.
sedas de quadriikos iniu-
dos farta-cores a i,'200
e 1,400 o covado.
Na rua do Oueimado o. 21 A, vende-se esla fa-
zenda, chegada |ielo ultimo vapor, chales bordados a
velludo : dao-ee as amostras com penhor.
Vende-se urna partida de Ierras cuberas de
maltas de muito boa madsiras, e oplima de plan-
la.oes : a Halar no ManEoinho, sitio que volta para
os Affllclos, de kuacio Francisco de Albunuerque e
-Mello. ^
-Madama Rusa llardv, modista brasileir, lem
rerebido um Rtande sorlimenlo de lindos chapeos de
Veiidem-sepiaiiosvcrliraesinslezes, deelecanles
modeiios e aicellenles votes, labricadoi
maisacrediladnsaulores, |,rei-,iado na S.poaicaode
Londres: noarmazem de Itoslron Itooker.v'O.rn-
panhia, prara do Corpo Sanio.
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido Georpc Kenworthv. noluzar.de S. Jos do Man-
auinho, rom arvoredos de rrurio e mais bemleiloriai
que nelle se acbam, sendo as Ierras do referio litio
proprias : quem o pretender procure em casa de .Sa-
muel V. Johnslon \ Cumpanhia, rua da Senzala No-
va 11. 42.
AGENCIA
Da fundr.o Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesleeslabelecimenioconlinaahaver ujb com-
pleto sonimento de moendas e meias moendas
para enfjenho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido e roado de todos os tamanhos para
dito. '
Em casa de M. Calmonl .V C.. piara do
Corpo Sanio n. II, ha para vendero
segu nte:
Taboado de pinito, alcatrao c
Suecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas desuperior(| ualidade.
Drogas.
Tudo inuitocoiiimodo.
fama
UM PAE^ HOMENS 2 SE-
NHOEAS.
Vendem-se superiores luv a'
A3$500
Ve.nde-recal.lel ,sbnau||nlaD1.n| fc u
nnromopolassadaKuss.averdad.iraMiaprarado
TAIXAS PARA E.\f,EMIO.
Na fundipao de ferro de D, W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o cb.f,rz> con,nll ha-
do pellica mullo novas, ver um completo sorlimenlo de taixes de ferro fun
'> Ha iinlri n liilnin ill> .{ a K flIrriAa i *
&*ct*v>v& \n-'.*v*.
Desapparecea bnnlem da casa le sea Mabar,
na rua da Cadeia do Hecife n. II, o escravo crisola
l'edro, de 95 annos de idade, alto, rrforrarls do cor,
po, rur bem preta, bastante barba. rotu rarreajaSo,
denles limados, lem duas eiralriies de Rolpn ua la-
ce r-quera, be tiiiu.nnisla, lucadur da viola, ele. ;
levou calva e camisa de alcodSo da ierra e esiapev da
couro ; fot comprado ha p.iuco das ae Sr. Joaa Go-
mes de Muurs, do luzar l'edra Tapada, para otate so
juica le seguido : roga-ie aos senhore* empresaoVe.
da polica e a qualqn. r prssoa, que o ajsajajaaj a cmi-
duzam-no casa cima indicada, qae leras ama gra-
lilirar.io xenerota.
. Fogiram do enceuho Saa-Rarlbnlnmea dsos
| moleques rrmulos com us signaes setainles : Trau-
-- --------------r-..-.v.,...,m ^.n,,, mU|(0 IKi,^i ------------, --- mi^ss ue lui.u luii-
para liomem e senliora a 19280 reis o par. dilas de : dido e batido de 3 a 8 palmos He horra as soasa i "------------- -^,. i,.ja-
seda mu.lo boas e s-m defeilo alg.un amarellas, pre- j arham-se a venda. Dor nr--. n0 de W a0n""' f"r |,reU' ""'" ""P"*1 desear-
tas e brancas para boiucm e senhnra a INKM) reis I -J- P ^ ommodo e com nado, pernas finas. p.- Iimpsx, saos) ranh-l* ; !?-
prompttdao: cmBarcam-seoocatregam-so emacr-: vou carniza dsalaodao ja'osada. Aniania. dM
| annos, cheio do carpo, edr Tala, rosto rarasow, usa
i i.i.iicii .li-nlil'u rtiac lirnM lamnn r.-*niaai J_ i__
VENDE MUITO BARATO, COMO TOOS
SAItEM.
Vendem-se libras de liuhas de boa qualidade n.
por unidos 30, 60 e 70 a 19100, dilas muilo Tinas de n. too e
120 a 19000, doz.a de lesouras inniloboas para cos-
tura a 19, ditas muilo finase grandes a 19200 a du-
zia, pernih,, ,iP bico eslreilo a .ICO. cainnhas com
asulhas Irancezas amito linas a 100, caixinhas con,
ll.novello.de Indias de marca muilissimo linas a
SV, braceletes encarnados muilo bonitos pera meni
as e teahsras a 200 rs '-
pixc da
l4
Sai
ras que
crep de difiercules cores para senliora, que se ven- ?",* *'"" Piolhus a SO lesouras finisimas c de
dsai pelo proco de 109, ricos enfeilos de eabeca com as qualidade, ricas trancas de seda de ludas as
, ------------v" |>niA icilliuid, 'JUf 'I? W'll-
rtem pelo proco de 109, ricos enfeilos de eabeca com
llores e lilas para senliora : rua Nova n. :\i
Um rico piano de jacaraud. de um dos melhores
e mais acreditados auloresde l'aris: vende-sc na rua
da Cruz, armazcm n. 10, no Kecife.
Na loja das seis
portas
Fin leme do Livrai.iento.
Chitas escuras trancadas e lisas a meia pataca o co-
vado, e decores a seis vnicas, riscadus fiaucezes de
bolillos padres a dou< tuslocs c a meia pataca, cha-
les braucos de cssa proprioa pera Iraxer em casa e ir
ao banbo a sello cada um, leucos de cassa piulados
para meninos a seis vileos, e ludo o mais se vende
por precos que convidara a trocar diuheiro por fa-
zenda, das b huras da manhAa as D da noite.
GtjaJy de flores
(l
800
so tas
rs. o covado.
;i
cores e lanuras, ricas lilas de seda lisas e lavradas
de lodas as larguraa e cores, hicos de linho finissimos
de liados padres e lodas as larguras, icas franjas de
alcodao brancas e de cores proprias para corliuados,
e outras muilissunas cousas, que ludo se vende por
lo barato prero que aos proprms compradores ser-
vir de adiuiracao : na rua do Oueimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
*ara os na mora-
dos.
Nendem-sefolbasde papel muilo bonito, proprlo
para correspondencia de namorados, pelo barato
prero de 40, 60, 80 c 100 rs. : na rua do Oueimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa Tama
n. j:j.
!o>is de patente
nglezesdeotiro, desabnete edevidro :
vendem-se a pree.o razoavel, em casa de
AugustoC. de Abreu, narua da Cadeia
do Kecife, armazcm n. 36.
Loja da boa fe.
Vende-se rbalv de flores sullas de assenlo branca,
fazend.i esla muilo mo.lcrua ; das-te moslras com
penhor : na rua do Queimado n. 21 A.
Velas de
Carnauba.
Vendem-se velas de carnauba pura, as melhores
que ha no mercado a 125000 a arroba, esleirs de
pslhs da 111e.mii carnauba, grandes c menores : na
rua do Oueimado n. ti'.), loja de farraqens.
Manual eleitoral
Vende-te o manual eleitoral, contendo
a lei regulamentar das eleicSes, c os de-
Gretos e decises do govern por I $280;
na livrara ns. (i c 8, da praca da In-
dependencia.
cas france-
sas.
baralissimo preco de 19280 e 19000 : na rua do
Oueimado, na bem renhecida loia de miudezas da
boa fama n. 33.
|
as senho-
gt>staru do boifi c
barato.
Vendem-se ricos penles de Itrlsruga para atar ca-
bello a .I9.1OO, ninas de seda de cores muilissimo lin-
das para cnanjas de um mez a um anuo, pelo barato
preco de lS00 o par. lenciuhus de relroz de lodas as
cores para senhoras e meninas a I?, louras de lia
para isnhoraa e meninas a .,K) rs., camisas de meia
para chancas ale a idade de um auno a 000 rs.
rucias brancas de algsdas paraseahora muilissiojo
mas a OO rs.. dilas brancas prelas de seda o me-
lhor que se pode encontrar a 29 e 29,">00 o par, ricas
caixas para guardar joias a 800 rs. e l?, canas min-
io ricas com reparlimenlus nicamente proprias para
costuras, pelo baralissimo prero de 2.">00, ;I5000 e
39300, iravessas de verdadeiro bfalo para prender
cabellos, pelo baralissimo prero de I?, dilas de lar-
l.iruca a 39300, ricos leques com plumas eespedios e
pistaras naraaimasa 2?, peales de bfalo mudo finos
para lirar piolhus a 500 rs., lesouras fiuissimas c de
\ende-se panno prelocazul, fino, leseada muilo
superior, prova de limao, pelo baralissimo preeo de
1-mOO o covado, alpaca prela muilo fina a 610 i co-
vado, merino selim, fazenda superior para palitos a
19600 o covado, canlflo preto muilo fino proprio para
vestidos a IS o covado, selim preto mar,,o. fazenda
uperior a 2-3000 o covado, Kiosdenaples prelo muito
hno para veslido a 39 o covado, superior sarja prela
hespanhola a 220 o covado, r.rinreza prela muito
lina a 81X1 rs. o covado, curies de colleles de sorsu-
rao de seda, fazenda muilo boa a 25, curies de fus-
lcs de bonitos padroes a 040, brim trancado branco
de puro liobs a la c 15410 a vara, brins transados
(|a eore de muilo bonitos padrr.es e Oe puro linho a
lOlO a vara, dilos dilos tambem de bonitos padroes
a 800 rs. a vara, dito Iranjado pardo tambem de li-
nho a 600 rs. a vara, dilo liso largo a J180, gansa
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a ,12o e 360 o covado, dilas de cores escuras de qua-
dros e lislras, de muilo bonitos padroes para calcase
palitosa 600 rs. o covado, curies de calcas de bonilas
casemiras de algodu, pelo barato preco de 15120,
brimzinhos de quadros de puro liaba a 2o o covado,
panno de linho muilo lino a 610 a vara, peilos mui-
lu linos para camisa brancos e de cures a 100 e 500
rs., camisas de meia muilo finas a I5 e 15120, luvas
prelas de lorcal para senliora, fazenda ramio supe-
rior a 800 rs., dilas de seda de (odas as cores para
homeui e senhora. pelo baralissimo preso de 15200 o
par, dilas de fio d< Escocia para meninos e meninas
a iOO rs., lencinhcs de lile! muilo bonitos a I5, ricas
grvalas de seda prelas e de cores a 15, rneios lencos
pesada para gravitas a 600 rs., dilos prelos muilo
bons a 15, pecas dj cambraias de salpicoscom 8 va-
ras e meia a teiU, e 110 a vara, ditas adamascadas
s-. j moilo boas para cortinados a 12?, cambraia lisa mu.
\ endeu-se muitojionil.,. honecas franeczas. pelo lo lina cora urna vira de larrora, pZ,bnliSZ,
ra.issimo preeo ,,e 19280 e llHOO : na roa do preCo de 560 a vsfs. lenco, ,fe cambra?, mui. Zs
lodos brancos e cojn barras de cores a 300 lencos
decidla francezesj muilo bons a 400 rs., chales "de
VXTA IMS BOAS GUAL1-
dadea lie muito barato.
Vende-se papel de peso c almaco o melhor quo
pode baver ueste genero a :'., I, :, c (WMH) a resma
papel paqueje muilo fino e de muilo boa qualidade
propriamei.te para se escrever por vapores liara a
Europa em conseqseueta de nao se pasar grandes
porles de cartas, em resmas, meias resmas, miarla.
de resma, ou mesmo em qua.lernus.-i SO rs.. papel de
111,lio verdaderamente almaco e proprio para carlo-
rio a 15 ra. a resina, verdadeiras pennaa de aro de
luco de lan..a eonneeidsa pelas melhores qoe 'ha a
15200'i eaiiiaba com 12 duzias, dilas sem ser de bi-
co de lanca, mas lambem muilo boas a 6i0 a eai.i-
nha com I2.luzias, darla de l.pii muilissimo Onaso
-1-0, itl e .>1M) rs., .filos para desenlio a S(K) rs. a
uuza, caivetes muito linos e de lodas as qualidades
eprno, tinta ingleza moilo boa c barata: narua!
10 yueimadu. luja de miudezas da boa fama n. 33,
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
rua da SeMala-Nova n. 42, gallina inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e casticaes
bronzeados, relogtos patente inglez, barris de gra-
ta n. 97, vinho Cherry em harris, camas de ferro,
fio da vela, chumbo de munico, arraiospara car-
ro, lonas inglesas.
algodao de cores de bnnilos padres a 800 rs.. risca-
dinlius muilo li..... de muito bouilos padres a 160
covado, lil de linho liso muilo fiuo a 900 a vara,
dito de llore* a 15280, meias prelas de seda para se>
nhora, fazenda muilo superior a 2-3 o par, dilas braii-
cas muilo linas a .5 o par, ditas brancas de alsodAo
mnilu tinas a 240 e :20 o par, ditas brancas muito
bas para menino e meninas a 240 o par, e alem de
ludo isto outras m nlissimas fjzendas, que vista de
suas boasqualidad is e baratos procos, be que o se-
nhores freguezes, imigos do bom barato, conhecas
rao o que he pech ncha : na rua do Queimado, no-
qualro cantos, ua oja de lazendas da boa Ion. 22,
defronte da loja d< miudezas da boa fama.
l.lISYKIM'llU.
\ endem-se leu. os e loalhes de lab]rinllio. a-sen-
tado em lina cambraia de linho : na 'rua da Cruz n.
:li, primeiro andar.
Farinha de mandioca.
Vende-sc superior farinha de Sania
saecasquetem um aliiuei-
'") por prero commodo:
Catharina, em
te (medida vel
no armazem t
Madre de Dos!
e NovaesA C,
ii. 12.
na rua la
;.V")0() a du/.ta.
Lencos de cambraia de liuho para alsibcira : na
roa do Crespo, loja de Adriano & Caslro n. 16.
v VV LO* HA BOA FAMA.
\ eude-se naodcinvsraiides e muilo finas pelo ba-
ralissimo preco de 39000, 45000 e 59000 reis. ocu-
^coherlose des, olicrlos, pequeos earandes, de ouro '"s, srni'l!)" de "c lodas as craduaees a
>,is de diversos padroes. o ovado a 160, |S0 a 200"e '*'' i''"e,,tc "'-lez, de um dos melhores fabn- ;'l"' nH> Quetas coro armacilo doura.la a l.-tM) reis,
canto de Liverpool, viudos | co ultimo paquete in- i """ com armara., de tartaruga a I-.000 rei' dilas
le/: em ca-a de soulhall Mcllor<.\ Compaulua, rua onl """"C'1" d u"falo a .".00 reis, oculnscom arma-
do I o.. os n. 38. I -;l de metal branco a 4O0 reis o par, lmelas com
CullAI turra At* \n lips,.,. ?I"^odetart,reWm?'n"4droaa3OOOreis,ri.
VrUUeiIOrC8 H Ida II CS Oa eos clocles para cavallo. de dmeme senliora pelo
nlips: (r.nitn rria>nrn
'. .COrpa- "da moilo bonitas a 19000 res, bonitos atacadores
ile cornalina para rasara pelo bar ilissimo preco de
\ endem-se na rua do Crespo,loja di esquina que
volll para a rua da Cadeia.
( assas pretas para luto.
Vendem-se caas prelas muilo fina, proprias para
lulo, pelo baralissimo preco de 180 a vara : na rua
, do Oaeimado, aoa quatm canios, loja se vendem Paralas; boa fe n. 22, defronle da loja de miudezas da boa
nrla 1 p n.ii i>. I:iin:i
rde
i f i/e 11-
,-------- I'1-' "ni lUaTJJn
.100 res, suspensorios linos de borracha a 00 Veis, 1
lenles muilissimo linos para suissa a.V)0 rcis.esrovas '
milito linas para cabello a 840 res, raparlius pinta-
dos comprlos e redondos a 700 i3ooo reis, bo-
tosa finissimos de madreperola para camisas a Olio
rs. a arosa e 120 r-. .1 dozls,ricas canelas p.ra ,.,
de aro a 120 res, ruus porlh-relouins a 15K00 reis
caixas de metal muilo finas para rspe a OO o 001)
res, escovas finissimas para aabaa a 390, SOO e 640
reis, escovas para ronpa e cabello o melhor que pode
liaver a 15000,15200,15OO e 25 reis, pioceis finos!
I---------v.lll t --IIMI1 il ||
o par, dilas prelas de lurc.al muilo boas a 800 reis o
par. ditas de lio de Esrocia brancas e de cures para
humem e senliora a 00. .VIO e 000 reis o par, dilas
dilas para meninos emeninas a 400 reis o par, luvas
de seda ricas de lodas as cores e bordadas, com
Suarnirao, para senhoia a 39000S3fS00 reis o para
eoulrasmais qualidades de luvas, ludo na rua
ro sem despera ao comprador.
Loja da boa f.
do Queimado na bem conhecida loja de miudc/as de ,ul ~" a y. qiDadr<)s rte o'"" P-ar"'"
boa fama .,. 33. mwMutat 900 rs. o covado, dilos Usos d, bnnjl,s Z -.^
F chales de merino lisos coro fr,ujas d, rcUoI,,,, ,,: d-a o preto cnoulo, ,*
I s -v 1 nitas cores a ,>5, dilos cean lij|ra, ,1 rta .. 7, .... nos, pouco mais ou m<
armha \c San-'?a,j?u,r^;,n^v,,,"* Cv..;e- b....,.i..uo.ci,o.io
wa lUIltl C k7 das da boa fe ... 22, defronle d. loja de miudezas da
I boa fama.
ta Catharina cartas hmssijas tara yol
muilo nova, vinda em direilura a esle porlu, vende- .. I Ailtllj.
para senhoras a '-^e'bT o L ,'"' ? '""1" do f'VMhu 'o., ou trala-se cmn } end*m-'esuper.ores carias franeezas para volla-
loes de madreperola muilo finos|para camisas aliOO rs. I S- A, h"a ram, n xi conl'"1 '")" S miu-
a arosa boloes muilo linos de aro para cairas a 2801a iti(|t.ia 1-., ... ,,wt .I no
crosa, livelas donradas muilo linas para cairas eWl- "'"'"^Za p,l I ?| V0tl(l08
cadasBM. penles de balea mudo linos | Vende-se a rica fazenda lindeza, enSasda ullima-
m'{* dsiFraaca, pelo baralissimo pr;o de 19000 e
covado tsta fazenda he de pura lita a seda, e os
eus padroes sao os mais bolillos que al o prsenle
teni apparecido no mercado na rua do Queimado
asa qnalrocantos, loja de fazendas da boa f 11. 22
\ ende-se superior linha de algodao brauca -
de cores, em novello, para costura lili alas
SOOlball Hsllor & Compsohia, rua do TorreTn.
id ana uv <., .i (i
dezas da boa fama n. 33.
Perfumaras de
bom gosto.
par alisar a.!00 rs., pecas de fila de I.....o com 6
varas c meia a ..0 rs.. tai,indas com rlleles france-
zcsabOr... carreleis de lindas .le W9 jardas de
muilo boa qualidwle e de lodos os nmeros a 80 r~.
maros com 10 ara npase de muilo boa qualidade a
JO rs., pares de suspensorios a 10 rs., torcidas para
candidos a XI) rs. a duzi., carleiras de marruquim
para alcibrira con molas douradas a 600 rs rane-
laspara peanas de aro a SO s Ora., meias brancas
e cruas, fa/enda mulo boa, para liomem a 160 e -HIO
rs. o par, traiicuida* de laa de caraces e de tudas as
cores a 100 rs. a p-cinha, penles de edifre para ali-
sar, fazenda mullo boa a 800 rs. a duzia, arozas de
nomos de loura podados para camisas a 210, poca,
de lila de eos de lodas as laraurasa 210 e 320, lindas
nrancasde carretes com 100 jardas do autor Alosan.
dre a 40 rs... carretel, lindas prelas de meadindas.
fazenda minio boa a 20 rs. meadinda, cartas de
all.neles da meldor qualidade que ha e com 25 pen-
les a 110, penles abcrlos de balea para alar cabello,
lazenda muilo boa a 29600 a duzia. meias de lio da
n ,."1. P''ra me,M"",'-ur"nrasedecoresa2.0e:i20 >o anliao depnsiln de bichas de llamhurao, na
o par, ^rozas .le livelas para sapalos a 560, eai.ioIlM rUi* '*"""' 'lo Rosaiio n. }|, rcceb"u-sc nelu ulti- I Na loia da Ralmlla r.., a ,,""
b" 1 da 1 P;' Cl"" Pll,u rie *"* ,le ;^,aS> e por "*0 se C0D,i" vender psls baralissimo preco de,->4O0 MOMca launa e
.1 J,U.d!'dade :'-'". -.eaiu esmSOsail.....asde ta a 209000, p., menos desse dtaheirs se o alpacas de seda a 6(0 o co^o
n|,-orlllraprir mai5 de ,.en ,, m
Moinhos de vento
rom bombas de repuiopara regar borlase bai-
I decapim : na fundido de 1). W. Bowman
na rua do ttrum ns. 6, 8 e 10.
Bichas de Ham-
btirgo.
Na^adal)oalaaM encr,niri-,e ,empr. orn nco
'sa^asaSaTJJai^JajBjaaa'''''"
ndo eu auloro melhor que ka em Par, riqusi-
mos rrascos de .tractos muilissrno linos, pelo barato
preco de I9S00, I9SOO, 29 e 255(11, jarros de porcel-
lana delicados c de modernos kmios com banha fran-
Iceza muilo fina a 25, frascos cotn esseencia de real a
.120, paos de pomada Iranceza muito boa a 100 rs.,
; irascos pequeos e grandes da.verdadeira agua de
Colonia do Piver a 180 e tUOO, .abneles finos e de
, diversas qualidades.pos para denteso melhor que po-
I de liaver, eoulras nimias perfomsrias, que se ven-
dem muilo baralo: ua rua do.tjueimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
CAMISAS FRAiCEZAS.
pouro drnlurn, ps limos ; levou camia da ..Ip..
dao azul, l-'oram encontrados no dia I i do rorree,
le entrando para esla dada : qsem oe pacsr, lie-
aue-os no escriplo'io dos Sr;. I.emo. Jnior ^ |.e|
Heis, ou 00 dito enanillo, qae ssra' recasapssHwd*.
I uam no dia 6 do corrale pelas 9 anuas s*
da o preto cnoulo, por nomo Lsii, ida.le de .'MI as-
>> ~... ... menos, com o s.tna-s acnle.
--------------------,--------ilo coi no, cor lata, rosto deacar-
nado, btitjns bstanle arossos s fcio de cara, sajssss*
falla lem um cansado eo andar msil. lelo, pea nao-
des e aiussus.e-iein o dedo iodei da mao .tirana rsr-
lado pelo 11. em. pros en lente de um panaricia le
ve. levos 1 ..Ira de aluodau aisl, raaiKa branca Se
algodao a chapeo da palha do Chile muila vela
quem o pegar, leve a casa da raa sasela s. I,., ,
Ignacio I trreira de A. Lessa, 1,0 ansando (davale
que sera' gaiierusamanla recan-passads.
Cenliuiiam a otar fgidos os esrravas fraialf,
Aiitonio, de nacas Cacange, qae reprrsasia 5 os-
os de idade, de altura regular, caiifoeiru so inen
cor prela, rosto redon edeio do corpa, couverr. pasca, e (01 ssrsvstts.
derdeiros do finado Caelano l.ouralvn da Ceasas -
o oulro de neme Veritaimo, de nacao, bastasas afc*'
algum tanto espadaudo, roalo raf.lar, lea o> aal
us lados do rosto marras de lalhaa de asa sacas, sr*
as linas, alasm lano cangastrs, pes grasse "e t7-
iimas marcas de chicla ai oda navas saa casta. ...
les e>. rasos fugiram junios no dia | de aaai'u Sr
crreme anno : quem 01 apprthendcr easdoaa-sa su
eugenlio Asm-hid da fregoeala de S. Laarvura d.
Malla, ou nesla prara sa roa da lisia a. 6| pri sai
ru andar, que aera' generosaaseais ic----------
------,----------..
por aluauel.
pduspdorns propriamenle para cdarulos a 320,
casloes muilo donilos para benaala a 40 rs., ~H-
palindos de laa para criancas a 300 rs. o par
iranoelins prelos para relogios, fazenda muilo'
asa 1 110, escovinhas muilo boas para denles a
100 rs. Alm de lodas esias miudezas vendem-se
onlras nsilissiniH, que i vista de suas boas qua-
lidades e baratos precos lem causado admirarlo
aos proprios compradores: na rua do Oueima-
do, ua bem cuuhecida loja de miudezas da boa
lama n. 33.
CAL E TOTASSA
\ende-se poiassadl Kussia e americana, chegada I08 melliores fabricados em Inglaterra- cm casa de
neslesdias, e Oe sisperior qualidade ; cal de Lisboa I Henr (iibsoii ruada Cadeia do Reciten 5>
o:.:::ru:r^i::.,",;re2,,B.:',"'ac,,5,1e'.....-1 *z TZS2A* Wy,,Uua ',;:,pic,"
iugezes de pa-
tente,
S. ir!,,..
d>
onro, co-
i l UcPoslto e vinho qlecl)am|iijj- @
IO ue Clialt'iu-Av\, primeira <|aa- ($
-:; Itdade, de propriedalde do conde 3
! \J de Mateuil.ttta da Cru zdo Reeife n.
@ 20 : este vinho, o melior de toda a &
tt Champagne, vende-se a 36j cada &
: H caixa ; acha-se nicamente em ca- 3
3 sa de L. Leconte Feron & C. N. c2
B-As caisas sao mateadas a lo- @
eoConde de Mateui'le os 1 otu- 0
los las garrafas sao a zues. t-
AVISO.
CINCOEKTA MIL REIS.
-No du -j:| de junhu do correte, faa;ro Ss ksrah
do briaue Mana Lucia o prelo rn.ato, eiasaU
de 1 ia Je 24 a 25 ano.,-, pooro mais os ancsws, las
<> smnaes sesoinles : roslo cemprm.. e da-acarsad..
cor fula, cabello cercilbado, olhoa um pouro ar.ixV.
e amorlecidus, beiros arowos. wadn s> casas sasis
RTSasa que encobra a falla que lem ds denles asa
runa, falla um pouco alrapalhado devido a falla s.
denles, pooca barba e rala, a InaoOes, lera, oe w\
esquerda juuto ao ledo mnimo orna especia de ser
mi sabido, as nades** um pouco en.pisadas, ss as-
dar tem un aeilo para o lado, cadeu.s lares, ees
tura fiua, pes apallielados e om pouro loras : leva
calr;a de alaudaa azul detbolado e camisa da nliressii
rucado, chapeo de palha, tem olliciu de laalshasn
e eosluma embriasar-sa ; foi escravo d. Sr. lar Js-
ronv mo Vilella e do Sr. Dr. promotor ds "tinSa
Queiroa I uu-eca. e ullimamenle do Ir. Alberl tar-
ler Ilamoii : o abano aaie.nado, aeshor ds dil. ra-
lo, gratifica generosamente a qseaa s iiiiiiesssdii e
leva-lo em sua casa, no aterro da Bss-Ytsta a. M.
segundo andar, ou r.n Herile, isa ds Trapiche B IS
a Antouin de Almeida lime ; cotn. Uasssjsa -
tesla contra qualquer pessoa que ocrollar esa aes
poder ; assim como graliliea e paga lodas as
as.Joaqun) Lopes da Almeida.
[iprehesdere
i-Vtsta s. 53.
apkhe s. th,
a si has -
/
Dos premios cia segunda parre da quinta lotera a beneficio < ,o gymnasio peunambucaNo,
17 de Setembro da t856.
extra b de
*-
ILEGVEL
MELHOR EXEr^LAK ENCONTRADO
PERN. TYP. DE M. F. DE F/5* RU1BW.



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