Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07537


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Full Text
ANNO XXXII fl. 219
(jlARV FEIRA U DE SETEHM DE .85(5.
Por 5 mezes adiantados 4J000.
Por 3 mezes vencidos 41500.
*
"
Por auno adiantado 1"sOO.
Porte; franco para o subscriptor
V
I.m iAKHEl V.UOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
pararnba, o 81. Gervazio Y. da Naimdade : Natal, o Sr. Joa-
quim 1. Pereira Jnior; Ararat;. Sr. A. di Limos Braga 1
latera. Sr. J. Jota daOlireira ; Maranhao, o 6r. Joaquim Mar-
ques Bodriguei; Piauhy, o Sr. Domingoa Herculaoo A. Pessoa
Urania; Par*, aSr. JumnianoJ. tamoi; Amazooai.oSr. Jero-
njma da toau.
\ PARTIDA DOS COKREIOS.
(lamia
lunar...
S, Anl,i
S. I
iim!o o lias. .<- 9 c meia horas do
... I. -f-.TiTi... Panana : ni, ._ inl ,
i, II, Tros, l:..ni:...*:.......ni, Alio.l. .
r*. I'....-,I .111,,,. .Vi.Jt.-ll,, Lil
ra. I !,... \i.:.:-ll.-il.i. RuS-Vl-la, Ouu.-U.v
< _-.:.... a i-...... ,. >,,.,-,... Mo-Fura....., L
PintciO. na> i, Natal ; ,|.i.iil.iI'"'.-,
|T...I. ... ,rr.-,.,1 ..ailom a- I doras ,1a m
da.
.,l..--f.'lras.
'.riiilii.n, : na lerea-feira.
lln-jo, lv..,u,..... la-
' l.\<< : i:.i- ,|ii ii -j.-f.-ir,!..
., IUrc..ru., A..,.,-|.,,-,a.
AUDIENCIA i DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comm rcio .segundas e quintas.
Relacao : lertas-te ra tabbadoi.
Fazenda : quariai a labbados ai 10 borai.
Juizo do eommercio segundas ai 10 horas quintal ao maio-dia.
Juizo da orphas.- segundas a quintal ai 10 horai.
Primeira arado clvel i legunda a leitaa ao meio-dia.
Segunda rara da piral: quartai a aabbadoi ao roeio-dia.
EPDEHERIDES lio HEZ DE SKI t:\llilto
7 Quarlocrescente as 2 horas 22 minutos e 48sej!uudoi da i.
11 Luarheiaas II minutle t8 seeundol da tardo.
91 U_uarto minguanta ai '! lloras. 2 I minutse 4.S segundos da ni
2y La ora a 1 hora. 2*.l minuloi,48 seguodosda maubaa.
PREVMAR DE Ito.lK.
Primeira as 7 horas e -12 minutos da nianha.
Segunda as 8 huras e 6 minutos da urda.
DAS l>.\ SEMANA.
15 Segunda. S. INicomedes rii. ; S. MeUtino ni. : S. Lcobino li.
lli Terca. S. Enferma v. m. : Ss Abundio c Abundancio mu.
17 (J ,ii [a. As i.li iu i- de S. Francisca : S. Podro de Arlmes tn.
18 Ouinta S. Jos de Cu ertino f. : S. Tuoma/ de villa Nova-
19 Serta. S. JaBuarin ni. : S. Nilo b. ni. : S. EjIo m.
20 S.ihbado. S. Eustaquio tn. : S. Prisco ni.
21 Domingo. As llores da SS. Virgen! UBI de Dos*
i:xi:Ar.ni:.\ixs da si iimiiipi \i, v si
Alagoai,o Sr. t laudino FalcoPiai ; Babia o Sr. D. Dual*
Rio de Janeiro,o,Sr. Joao Pereira Marlim.
KM I'II'.X \Mltl CO
O proprialano'do 1)1 ABlu Manoel Figuairoa da Farta, u toa
lirraria, praca da Independencia na. I a 8.
aOVERNODA PROVINCIA.
Expediento da da 11 de eeteoabro.
OllicinAo Evul. presidente do Ido Grande to
!Wle, duendo licar inleirado de se haver contratado
para servir por lempo Je seis atitius em um dos cor-
pos oh i guaro,cao neata provincia, o paisano Joao do
Hego llanos, percebendo o premia de 3009.Kez-
*e a necessarla cou,i..iinioao u.
DitoAo Em. marechal commandaiile das ar-
mai, aulorisando-o, etn vista de sua informacS, a
mandar dar baila do servio., ao primeiro cadete do
--,'"uno baialha deiulanlaria, Joao Kuilu da sil-
va Raiu*** aceitando o ex-eeldado Sergio Jos do
>ascime.lo,^que o inesino cadete ollereceu para com-
pletar .i teiti|J que Ule falla.
i!e -Ai'Yi*SrW!toV~T>' 'hesooraria de fazenda,
i r ,iii-iit 111 n ,lo para u lira eniente don* avisos
da lelit.i, na importancia de ,. mi-, saccadas pela
Itiesourara de lazcuda da proviutii do Kio Grande
do Norte sobre a desU. e a favor de Bei.is }.b\> de
' iarval o> e Joaquim loacio Pereira Jnior.l'ar-
l.cipou-se ao Blas, presidente duquella provin-
r.ta.
DitoAo presidente do conselho ailminslrativo,
reooininendando que ptoinova a compra dos objec-
los mencionados na relacio e pedido que remelle, o*
tpiaes san uereasarios ao arsenal de guerra para sa-
tisfaz, er diversas requisit;ies e uccorrer ao trabalhos
cessanas cominunicaoes.
DtloAo commandsnle superior da guarda na-
cional do municipio do Rerife. iiileirando-o, tle lia-
ver autorisa-lo ao toafkaotor d thesouraria de fazen-
da, a maullar pa^ar a importancia do pret e fullia
que S. S. remellen rom o sen ullicio n. 117.
PorlsnaConcedendo quarenta dias de licenoa
oimii ordenado, aojuizde direilo da comarcado tre-
lo, bacharel Joaquim Jorge dos Santos.Ftieram-se
as uecessanas communicai-es.
\'
Olcio\o l.iin. mareelial commandanle das ar-
mas, recoromeiidattdo a expedit^ao de suas ordens,
pira que o guarda 'do primeira batalhA de infama-
ra dete municipio, Joo l.uiz de Carvalho, seja
-
'
\
*
V
\
DiloAo juiz le orpliaos, para informar se o dos julsamrnlos; pois o mesmo criipe lie punido por
cnsul de Franca, lie o ndminislrador dos beus dei-
xados pelo sub-lilip francez Gadaiill, fallecido em Ja-
neiro deslc aiinoi; se he verdade que Gada II ilei-
xon mullier e lijllios, e genros subditos brasileiros
maiores e em pjlena adminislra;Ao de set-s liens ;
se assuii he, e i'e' o cnsul el '!? faci adminis-
trando ou liquidJaudo o espolio de Gadaolt, a tjue
litnlo o faz.
DiloA' eomijnissao de liygiene publica, remel- I novas ulTiciiias. O respectivo regulamenlo he de
tendo para o litn conveniente ejemplares da rea- j 1832 ; poca emque as necessidades do nosso exer-
iini* junta um modo muilo diverso.
Por todas estas razas aceitn a flmt'tida offtrecida
na oulra cmara, e pede ao senadrt que a approve.
A respeito dos arsenaes, a hislorin das suas refor-
mas he ijn sabida, que esrusa repeli-la. O da corle
ela' no centro da popola^n, era lagar onde nao
pode ler o augmento que exige o e*labelecimenlo de
para
cap o. 1 i| i,i~ .rarlas ou titulos conferidos pela es-
cola medico-cirulrgica da cidade do Porlo, aos agra-
ciados nella designados.
HitoAo rege|dor t\o t^moasio Provincial, tli-
zendo que os venlfimenlos .los dous criados que fo-
ram atlmilltdos na nuelle estabeleciiuento em virluda
do nrl. til, do res pertivo rcgolameoto, devem ser
pagos pelin^redilos<./y-smo ffrer falTJHle'liir^ieiro sera auxiliado pela lite
prosincial.
ao
sourar
Dilo A' in ra municipal do Kccife, devol-
ve"J"o cumpeleiil' nenie approvada a planta que
Sinos, remelteram Ulerando a desla cidade. na par-
te relativa ao alai -ment ta rna do Bam Jess.
Dito A' can ra municipal de Goiaiina.Aecu-
so recebido o olli'-io, que Vmcs. me dingirain em !l
do correle, cor, iinoucando-me haverem dado as
providencial parii que o cemiterio publico dessa ci-
dade teuha o asuelo e decencia que exige a religio-
i lade dos ac -J que he de-tiiiaijo, o que ja' nao
haviam fallo
que em 2 de
do um etnprt
obras do mes
Em respost
llicio lenhu a t,
ta aulorisada p
bir empreslimos
pi'ide dispender
naoes voladas
municipio, ou
virlule da aut.
das mesinas lela.
Poilaria Ao
vapor, para man
conta to soveru.
que esperavara a decisilo do olcio,
"i .leste anuo me dirigirn, pedin-
i> tle dez ionios de ros para as
erailerio.
rulcar a redactan tlu arligo ad.lilivo, e cnvolvem lu oflicio to Sr. ministro do imperio, remellen-. ritual alli-aonanle. O sacrisl.io respondi.1 como un pre-. ti
OVaaUo de allribuircs legislalivas. .I urna copia do coniralo celebrado com o l)r. Iler-1 goeiro de leiloes. A inadriuha nm.iva a criaoca. O p i- | Na ultima hora os negocios continuara por em
Sobre algutts ponto fui S. Exc. bastante explicito, I ni aun lllumeiiaii. era 17 de abril conina respeito .lo.-upo de saude e ecclesiaslico, [ para ser sujoito a1 approvaoao do corpo legislativo delinlio que |Uiilo aos desraos da esca.la do prtico loracs
_.....-.. .1. ......;'_ __ ...__.- _... k .1.....m ...... a k" ...__a-., a I I....... .. i .ni c......I.. .. .
veira Helio, parlicipando que na i pode assislir
prsenle sessao. A' coininissao de conslituicao e
(a ultima parle do scu citado of- ciso completar a orgaiiisaoao deslfe l.alalhao. Islo vai
'-liles, que nao estando esta caiua-
assembla provincial para cnnlra-
ara ocoorrer as suas despezes, s
ti o referido cemilerio as eoQiig-
estas leis para as obras do ieu
bras dasoutras consicnaoes, em
{lo dada uas disposires seraes
cito ( que era eulao muilo diminuto j nao podiam
ser comparadas com as da hoje, quedemos um exer-
cilo de 18,000 horaens.
Na aotori'acao para a reforma, euten.le qoe esta'
incluida a da mudauoa do arsenal para a Estrella.
Sobre esla mudanza, ja o Sr. viscou.le Alb.iquerqoe
disse lauto, que o orador uada julga preciso accres-
cenlar.
Pelo que respeila a' reforma da academia mili-
lar, para mostrar a sua necessidade basta observar
que dril,i saluram duas escolas, desfalcando-a de ca-
deiras qoe be preciso crear de novo. Alem ilisso, lie
impossivel descoiihecer qoe o ordenado dos lentes
osla' mal regulado, o niesmo servido he palio de di-
IVerenles raauciras : o orador teucioua acabar com
essas desigualdades, c equiparar os ordenados dos
lenles da escola militar ao dos lentes das l'aculdades
de Direilo e Medicina, incloind os sidos que ven-
cerera. Islo he t?o justo,'que parece nao dever sof-
frer impugnacao.
A ampliacao do quadro do corpo de eiigenlteiros
be urna necessidade da fcil corOprehenaao. O ba-
lalhao de engeolieiros n.lo Icm alliciaes proprioS, e
os que tem s sao al a palenle db capiUto ; he pre-
conladoria da guerra, coi pos tle miarnioao, ele.
E oiil.ta m-fllior sena formular as ideas do uobre
ministro, nao coma aulorisaoes nva>s como prcceitos
de le ; e basta, pira eonlucer es'a conveniencia,
ver que S. Exo. pode sabir do ministerio e vir ura
successor que nao seiileusa pur atM maneira as auto- poderes,
silaces dadas.
Quanlo as juntas tle joica, julg.i que o inelbor
seria dividir o exercilo em divisos, e uo cenlro de
cada divisSo estabelerer tira cnusellio de (narra,
jolgando em 2.-' instancia ; licaudo o conselbo su-
premo para tribunal de revista.
Nao .lescoitlioc" a conveniencia da inudauoa to
arsenal de guerra ; m ts |ol.,t uipropria para aso
a nccasnlo, em que luamos com di"icuHadet> li-
nanceiras.
A respeito da escola de applicscjo, a sua opiniao
heou pe-la no completo estado reclamado pelo
exercilo, ou entilo dispen-a-la.
Passa a mostrar os inconvenientes da creacao do I Occtipara a tribuna, pela ordeni. os Srs. U. V-ran-
aju.l.nlo general, e leinbra que nie'bor seria -egutr I risco, Wilckeiis, l.eilao da Coaita, e Marlim l-'ran-
ua parle era ana dlaso carece.A' commi-sao de ladrava como fazeifdo o compasso delaoexlr.tor.il-, As autoridades policiaes por ora vao nos kus pi,
counnercio, indu dria e artes. I nana confusao, o Sr. sacrislao loma a criauca d-as los limites. Na. ha esperaucas de cheirar a coum a
I ni olli ao do depulatlo l.uiz Alves l.eile tle Ol- bracos da criada, e principia a pa I in requmenlo do porleiro e continuos da c-
mara :1 (lediudo aiignieulo de seus veiieiuieolos.A'
coinmissio da mesa.
lie lido e approvada o parecer da comraissao de
peaso>9 e ordenados, approvaiido a peusAo aimoal
de 2111, concedida ao guarda nacional Jos Joaquim
de Siuueira.
dem oulro parecer da>mesma. pedindo nifon.ia-
oos jo goveruo'tSdbre o requetiinente de 1. iriles, au coiiipreliendem absolutamente os s-us devores ;
templo niiiando o raeuiuo, que cada ves inais grilava
Ora, ludo islo na occasiao era que deveria reinar
u maior silencio possivel, demoiislra claramenle que
i.a boje passa entre nos como se nada fura o sauto sa-
crificio ta roissa.
ii:/"o que em alguinns igrejas ilcsl.i ritlaile os
seutiores sacerdotes lera repugnancia de celebrar
missas polo doleixo em que estilo as sacristas, e in-
decencia dos paramentos, e falla de aceio dos p.iro-
sangue humano!
Dius, Dos leve era paz use dia 7.
Scu, ele.
A* i '. ni,/ i
As cleicoes se fi/eram no dia determina 1.. sajaSa
lermo, ale esla hora 2 da tarde' vai lulo em pa/.
il p.ivo concurren matriz, livremenle, rada un aa-
balou a sua vontade, nu apparecea armamento al-
guin, podemoi dizer que aqui foi pereitamonie com-
inelos de titilio do altar, que de sujo parecen! ser preliendido o pensaiiiciito do presidente da provin-
le linio) par.l. Ha em verdade cerl.rs saoristaes,que cia.
Mara Pinto Gavi.io.
dem ta mesma comm'.ssai, pedindo lamhein in-
forniaciies sobre a pensao concedida ao capillo Ri-
cardo I.cnIo Sabino.
o exemplo da organisaolo darvecrclarla ta guerra
era Flanea, montada de maneira que dispensa essa
enlidade.
luterpella o Sr. minislrn da marinba a respeito
das suas ideas sobre reforma da academia naval, so-
bre a qul S. Exc. ain la se nao explicou.
V.m conclusao, en'.eu le que. vista que os nobre
cisco, a proposito de rectificantes que latera a seus
discursos, publicados na folha otlicial.
PRIMEIRA PARTE DAOKDEM DO DIA.
Procedeu-se a' volaoAo do pro|eclo n. 71. de Is'i"i.
cuja primeira discussau licara adiada na leeino anle-
cedenle. lie regueitado.
Enlra em tercena discussao o prejeclo n. "211 deete
desfalcar mais o corpu de engenlieiros, que ja
tem olliciaes am numero sullicieifte para o acrvico
publico. Nio se aseante porera osen^tlocora esta au-
lorisacjlo.porque olliciaes de.engeJnheiros nao se ira-
dispensado do destacamento ero que se acha, visto d l-nacia Maria
sini o haver requisitado o director do arsenal de
guerra.
I'i 11- A o inspector da thesouraria de fazenda.au-
lorisando-o a maular pasear a Jo.1o llaplisla Fra-
goso, titulo de aforameuto do terreno de marinba,
na que esta edilica :a parlq da casa o. 80 da ra do
Rilar, em Fora de Portal.
DitoAo mesmo, dizen lo que pode fazer, sob a
rcspousahilidade da presidencia, opagameolo da fo-
lha de inpol.io.io das baleeiras que esliveram an ser-
ioo do lazareto da ilha do Pina, desde 2.1 at
28 de agosto ultimo, na importancia de ti7~20t)
res.
DitoAo mesmo, para facilitar do melhor modo
possivel o pagamento da folha dos operarios empre-
ados no arsenal de arlaba.
DiloAo mesroo.recommciidaudo que mande fazer
sob a respoiisabilidude da presidencia,os pagamentos
dos venciinentns dobalalhao de guarda nacionaes,
que se acha em servico de deslacameuto.vislo nao ha-
ver crdito aberlo para semelhanle despeza.--Ex-
pedir m-se as uecessanas communicaces.
DiloAo mesmo.caramunican.lo haver aulnnsa.lo
o inspector do arsenal de marinlr-i a comprar van-
as amarras novis .le grussa hilla que oflereceii Jo.
Antonio de Aratiju, pelo preco tle !) rs. a libra, e
2. pr.inclioe- de amarello, que tem a vender Jase da
Silva I.ovo, son I. os pnv ^ desl. s regulado na razan
.lo NVs'in i i., a duzia il^ i iboas que produzirem o
mesmtis pranchoaa, OlQciaa-se ueste seniiloao
inspector do ri-forido irsenal.
dado do decimo-i
se Soarcs de Sou
do mesmo aaldt
commandanle da
HIC
fTrsUaa^^vjn,
olido (.ora oscou. '. < rito ^aJfrrnpos.V.'i.. Ua ca
:cnte .la compauliia das barcas de
r dar passagera para a corle por
no vapor que se espera do norte.
Espirito Santo, mulbcr do sol-
,undo balalliAo de iiilanlana, .1 i-
, e bem assuii a una menor, filha
> Parlicipou-se ao raarerhal
armas.
rERIOR.
DE JANEIRO
SEWDO.
SESSAO DO IA 10 DE Jll.llO DE I85.
PreMencia do Si Mnnntl Ignacio Cavalcanli dr.
I.acerdn.
A's II) horas, t Ires quarloa reunidos lili Srs.
senadores, abre-se a sessio e approxa-se a acia
da anterior.
O Sr. prnneiro s ecrelario le nm cilicio do Sr.
ministro do imperii', remetiendo um dos aulhogra-
pbos sanrcionados t la resoluco que appruva a pen-
'anconceilida as lili las do fallecido vlaeonde .le Ma-
g.-Fica o senado inleirado, ejoauda-se commu-
nicar a cmara dos depntados. "
Oulro do presi let.'iT^da provincia do Paran, re-
raelleudo dous eseiliplares dos dooumentos a que ...
rolre o relatorio com que seu Milooessor;abrio|a pri-
meira sessao da legnuda] legislalura da inesraa pro-
vincia.A1 secretaiia.
Leeni-so Ires lareaaa da comin.sailo de fazenda:
prirneiro, p.-d.aW-jL-r.,,?*. -.--rj. enverno sobre
ma os habilite ecm
cresci.no de despeza
cilo, ja se lera ex-
ida.les do servico o
para evilar que os
fazer o servido a
por isso que sollie
ncAo, e nao porque
es ; mas por ora he
miuislros no correr da dieeusaSo leein mostrado que auno com os aasuintes addilivos : do Sr. Taqoos e
nao leera anida |dano formado a respeito das refor- i Mendes da Costa, mandando eslender o mesmo fa-
inas que deS'jdm, e aulorisaoes que para isso pedem vor airrniulade do Senhor llora Jess do Kio das
nein mesmo sabeiu qutnt. etn importara o aerrescimo Guillas ; do Sr. Araujo l.ima, dem a' matriz de S.
de despeza proveniente de taes refirmas.o ra-lbor e Jos ; do Sr. Paraiiagu. declarando que eslas coli-
mis prudente sena restingir essa. aulonsit-es. fa- ees-oes sao feltai cora a clausula da conversara.! de
H
capellaes do
laugmenlo de despeza;
o auadro o numero
exames ropi.N<[aN acias do eonsslha administrativo
.taladas de X. "X\ S1 de agosto olliino.
Ii,lo__Ao mesino. > Aecuso receb:do o oflicio^de 5
do rorrete sob n. 56> em que V. S. pede pennis-
,2 ara reslabelecer a pralica seguida nessa Ihesou-
711UO de 1S">2, lelativaraente as divisoes
i aforados, e islo em razau
'los rtspectivos forciros :
i mesmo Contraria a
-" virtude da
' 'o de
saC.
raria al~-M
de terrenos de i.,-.,
le transferencias fe
pois q le lulai incoo
le a medida presntala
lelihcrarao da preside
185.1.
Em resposts tenho s
,lo materia liqoe de o
maneira uniforme ees
de iin*lor quo adoptara
omem as neier dar Ululo aos ..ne.
4 governn imperial a cuto conbcciraen.o
'ste negocio.
*o mesmo, autorisundo-o a mandar passar
*
T
Silva, constante da copia qoe remello
.,o!,?i7A0 expedido orden, a Ibesooraria provincial, para se-
< SPr1r.,f;"",,,,, ","' 'em leats- as ponas qe
S. S. nimelleu da, despajas feitas com o snlenln
lZd7zrhr',ard',:'',t,;'""
es de jullio, e ajo.1,, proxn0 flnd d ..
jo no ultimo dos refejidos mezes.
se as uecessanas commun.cacoes
D.toAo imperlor to asenal de marinba re
commendando que facilite aos opranos emp e-'a,"
-serv,.;o daquelle arsenal, o iremalmoa7ras a
asas se o poderem fazer denlro de Vneia h '
'-'cedida para osle lira, ou consinl,

;"~ ..... *T """un. ou consulta que ellos ore.
11 lc"! n,";0 "" '"e-'n" "*'*> to*To pa"a
... rancl,,,. ml por 0,llr qHlf,1Ier ,., P"
-o mais conveniente, J
nal u o lerce.ro em arilh,,v;|,c,.._()nic,;u. "'Iri."
se_nVjh,_aoregedor do mesmo ti,mnasio """"
provisam ; he preciso t|ue> acad
caso neolium pode ser muito o a
que daqui provenha.
A respeilo dos curpos de guar
plicado claramente ; BO as neces
obrigam a lolera-los, ao menos
corpos movis se eslraguem ind
que os lisos lo destinados. He
a existencia dos corpos de sitar
dcsroii'ioc.i os SPUS ni. iu\ euicii
impossivel dispeu*a-los.
A aotorisacao para elevar a
exercito lamben] mo importa a m nenio de despeza.
Esse numero de capellaes ja existe, mas nilo perten-
cenles ao qnadro da reparticiio ecclesiaslica, e sim
contralados. Islo tem graves in:onvenienles, porque
os capellaes que as.im servem, llepetlein-se na occa-
siao em qne os corpos leera de marchar.
O mesmo exactamente pode tlizer-se a restaei.to da
oitava autorisacao, coucernentelao corpo de saude do
exercito. Naocbegam para o sierviQO os do quadro,
eos contratados despedem-se pssim qne os corpos
teem de mover-se. Durante a epidemia do cholera
impuzeram ao governo o precn que enlen.lerain, o
que nao acontecera se perteucessem ao quadro do
corpo de saude. Nao na, poi
apenas e trata tle passar pare
que serve por contrato.
A nona aulonsacao he relativa a' luppre'sao da
oi'inmis>a,| ilo pr,un,.oi.o-. Ess commissao Irabalba
apenas dous mezes por auno, e como o conselho su-
premo militar b; consultivo e pode ser oavtdo pelo
2"Verne no ciso de duvida acerca .1 algumii pro-
uiocao, parece que aquella eomtataSao deve ser sup-
primida por desnecessaria.
A mesma autorisacao permute a creac.a. de om
ajudaiile-general to exercito. Tamben) sobre esle
as-umpto ja se explicou heni claramente.
A creacao rtn quartel-iiieslie-eeneral lelil datlo...
.aik dea opinado IW rttaaT '1"">1U<> rcalora..', I. exeinto, os melhores SVnulta-
nloiiio Basto- Uaiclitl os oedenados d.og- u" e"a ,reacn, desacompanhada da de um
ajtidante-general toniava-se manca, por nao prcen-
eber a lacuna relativa ao pes-uial. Esta falta be que
tem em vistas remediar.
Disse-e que era urna endidade perigosa ; mas
nao pode comprehemler que perigo baja na existen-
cia de um empreado,que pode ser demltlido no mo-
mento era que deixar de servir a conteni to minis-
tre'
Deveria censurar o local da escola de applicat;ao.
Ja a achou na fortaleza de S. Joao, trndo-se fe lo des-
pezas para a sua accommodacAo : e nilo tem ftitn
mais do que conserva-la abi em quanlo nilo for pos-
sivel muda-la para melhor lugar.
E quanlo a' falta de meslrea das arles de equila-
c.ao e veterinaria, que se ui.too, declara que ja os
mandou contratar a' Europa, e em breve os espera.
Julgandt. ler respondido as objeccoes opposlas ao
arligo additivo, reserva-se para tlar quaesquer ou-
Iros rsclarecimenlos que sejara precist.s.
O Sr. Ferrar admiruo-sc de ouvir hotitem o no-
bre senador por Goyaz.
uaii-lo. ha bem pooco lempo, se Iralou tle aulo-
risar o goveroo para mandar matricular aluuus es-
tudanles que por causa do cholera morbos nao se
apresenlaram as facilidades a lempo, o nobre sena-
dor moslrou a inconveniencia das autorsac,es, mes-
mo tiaquelle caso. |sto he, Iralando-se tle simples
matriculas de esludaiites, o nobre senador negou-se
a dar dispensas na le : etilrelanlo qner agora con-
ceder todas as importantes autorisaees de que (rala
o artiga additivo, declarando que as da' porque sao
de materia administrativa e nao legislativa.
Accresce que foi o mesmo nobre senador quera
assignnu a emenda restriimindo a aulohs.cao dada
para reforma do cdigo penal da armada, pur que-
rer que n.1o livesse exccuoiu. antes de obler appro-
vaco do poder legislativo : e declaren que foi tam-
bera levado do principio de do conceder se pao o
que he administrativo^ negar lado quatito for legis-
lativo.
Ora a< autorisaees que se dao ao Sr. ministro da
guerra -o i : I.*, para crear empregos. Sera isto
sendo depender a eiacucn .las reformas de appro-
vacao da assemhlea< geral ; ou enIAu sujeilau !o-a.
as circumstanctas do lliesouro. Mesmo a respeito
do prazo em que vigrala as aalaaTsaaoSes era preciso
algo roa providencia : o nobre ministro enlenrie que
esse prazo nAo excede o da durao.lo da le i annua ;
mas os seus collegas nao pensara do niesino modo,
e o sen successor pode estar de acoordo com elles.
Levado tiestas considcraces formul.iu as seguin-
tes emendas :
sente le. que imporlarera em augmento de despeza,
ou de ordenados e vencimeulus de qualquer nature-
za, ou innovarlo .1,. plano dos estudns das dlflereo-
tes escolas militares, liearae lependeule' da ap-
provaoao ta assemhtea geral.
o As aulorisaces concedidas sera praz. cerlo de
durarao ao governo pela prsenle, ou por quaesquer
outras leis anteriores ou posteriores, terao vigor u-
nicamente duranls um auno, conla.lu da data da
respectiva lei, e nunca se podero considerar pro-
rogadas sera disposicao legislativa especial.
o Os regulameutos e decretos expedidos em vir-
lude-de laes aulnrisaries pelo poder execulivo nao
|i 'der.lo ser pelo Oftesmo potler, na parle legislati-
va, refoimados, alterados ou abrogados sera aulori-
sacao expressa e especial ta
quando expedidus
delimlivos no lira do leitno da aalortSSCalo que Ibes
tiver dado origen.
tr As reformas de que traa o artigo ad.lilivo so-
menle pdenlo ser realisadas a prapo.cAo dos ra-
beos em plices da divida publica ; do Sr. Wil
cls.es de .Mallos, ollerecendo com emenda os pro jac-
ios lis. 21', 33, :lii, 30 e il desle auno, lie appro-
vado o piojecto com todas os emendas, e vai cora-
mis-Ao de redaccilo.
He approvado em primeira discusso, e passa.a
segonda. o projecto u. I) desle anuo.
O Sr. Seara requer que leulu urna >" diteassSo o
projecto u. :17 : lie approvado este requerinienlo,
assini romo o projeclo, que he remeltido a' mesma
commissao.
Eatracm I.' diseonloo projeclo n. S". tleste an-
uo, vencendo-se, a pedido do Sr. Paranagua que
lenha una su discusso : he approvado e vai a mes-
na comin.ssAo.
SEGUNDA PAUTE DA ORDEH DO DIA.
Orcumeuto da jnstica.
Tomam a pala'vra contra, os Srs. Martin. Fran-
cisco. Bresque, Brand.lo, Savao Lobato, F'igueira
de Mello e D. Fcncisca ; a favor, os Srs. Paraua-
L'ua, Koclia, Cunlia l-igueiiedo. Taques, Fiu/.a,
Paula Fouseta, Aguiar, Correa das Neves, Augusto
de Oliveira, Pate de Campos, Sa' e Albuquerque,
Biheiru da Luz, MagalbAes C.a-tro, l'aes Brralo,
Carueiro tle Campes e Meadas de Almeida.
() Sr. Marlim PttUICiSCO contraria a opiniao e-
i-nlou leui que ura padre no aliar uada explica, na
da quer dizer.
O lago slygio da l'otile Velha, desde seguuda-
feira que secou ; veremos se o Sr. fiscal acode aos
nussos pedidos, alera dos que morara naquelle lugar. Padre Francisco Guedes Ferreira de Bril
Dos quena.
-- Dispense-nos de publi:ar o seu trabiliio. o Sr,
Hospital ta can.laiie l.'ide setombro 71 doentes.
At anianltu.
Carla partirulmr .
ELEICAO PARA JITZES DE PAZNA IRE-.I E-
ZIA DE NA/AKETII.
Os -en no i o- : Vid-.
COMARCA DO BONITO.
2 de selembro.
Joaquim 1 heodoriro de Albuquerque Maraahao l'JX
Feliciana Jo> de Mello imii
Marliuho da Silva Coala 17 !
DEM PARA VEKEAIMtBES.
Os senhores : Vota.
CorooetJote Francisco Lopes Luna liil
Dr. Aiiioui. da II..llanda Eaval-auti I3SJM
l'enoiile-cnronel JoAo Mauricio Cavalcanli
>V..nderle\
Major Francisco de Borja Vieira de M'llo
(japito Louret.oo Bczerra Marinhn Falca
anel
asserablca geral ; a,ImillidaelaSr.mioislro daju unir, se repularao relativa a' raculJade qne temo poder execulivo de
interpretar as leis uo intervallo da es.f>es. Fallo
tl-pois na Ureassidada por lodos recoubecida de le-
forinar-se o tribunal do eommercio, e no aograenla
ndispensavel tlu ordenado do-* juiacs raunicipae
pagar a Manoel A
decarcereiro da cadeia da vill, no Pilar, na provin-
cia da Parehiba ; o segando, pal r< qe se archive o
requerinieulo da irmaudade de | J. Migoel e Almas
ta cidatle do Porlo-Alegre. em ,|6 pade poder po-
suir em Iwus de raiz ate ."atfcOtJS .nhIII, visto que asta
pteieiio.lo ia foi desattendida p | senado em 1833 ;
e o, lerceiro, indeferiodo o re lerimeata da Assn-
ciario Catharinense promolot
cultura earles, fundada na r
diutlo a concessao de oilo loli
O primeiro parecer he ap
^o por se pedir a palay.
~sa.
ORDEH D
ule o Sr. si
ida di
o.
i p
Jo eommercio, agri-
ide do Desterro, pe-
s.
rada, o segundo Mea
o erceiro lica st^
'A.
r ministro da goer-
;o. adiada na sessAo
o tas emendas da
do poder execulivo
anuo fiiiuuceiro de
lixaudo as forras ..
1KJ7 a I88.
Sao apoiatlas as eguinle.,j-,
/nenda* ao arid""'"-
a Ao !j 1. Em logar a,_-"vern" "l-r"."1
disa-se(icam extinclas ,leJu,1".", m'u-
lar com excapelo, etc.
< Ao S 2. aecrescenle-, Madaada a des-
peza coiisinada ao pessoaf"'"- a
Ao S 7. accrescenle-se ee'l',"l" ''"-
P'za total consignada as ," ralifiraroes.S-
RVisconde de Albuque" ,
Conliiuucio ata durado "* "C1" dt Ierra.
" .Sr. Marque: de Caj'""'"0 Ua uuerra '
depon de recordar que a< a',,e* '"" rerr"
mas de repartinos teem i|dafUB,e"e"" i**
pelo poder lesMnlivo, eqoehe CUsa ,on pe"
di-las nem aceila-las, olne,ue nr, r"l"ulera
permanentes as ,,,,,. sll, ,|id*r"s" i,(,,l,,,v" 'llle
se discute, antes teucioua u"" ,lel"r0 da ,lu'
racao da lei, que he annua. ...
. Ouanto a suppressAodas4 de JO'I'. 'lem
do qoe diz a lal respeilo no'cr,", >" ez ver
cmara dos depaUdor ""'"" c""*<>"-
cursosordinarios do lliesouro, e quaudu a impor- I )e.,als de algOmas .miras consideracoes.'Vermi.ia
lancia da sua despeza i,ao contribua para o desequi- ; u,e,l afumas censuras relativa- .,' diviso e cre-
lil.na enlrc a recolta o a despeta pul.lica. a a,.j0 je Dovascantarcs
....." uos uepilia.los, p r..... ,-------,
lar. Moslra que n.lo enslei ",=ires ullue nlHIS
poderiarn servir, que deixa reu""',e por (alia
de tifliciaes que sirvara com""
de foiicciona
ou enlao
era
- com oftiWeM,,!;,,]f'" ; <,ue ",?"
ulferecem, pois, a raearn i "la ',ue c0,"e11'0
suprema militar ; c que iiie~',i,rilllla'1e '''"' """
manieaaoas, esU' fazendo ve ,?*" I,a ",co"ve-
nientevcra sabsUtai-Iaa neh.?lho suPrenl0 nit-
i'titui-las pelo '
pequeo aocres-
ausmentar o
litar, noque nao have...
cuno de despeza, porque nai el"le
numero de iiiejiibros do con e aPeni,s "ornear
mais alguns olliciaes para a l'1^'a 1,,,lm de oc"
correrein ao maior Irahalho
Conlrs a continuara da
a circumstaiicia d
de juslica milila
de iiniformidade
y oi'iv.
rORTHEOPIllLOGALTlER.
A.bava-me cni Florenca pelos fms do ver.,,, de
!> i. conliuuon Oclav,,., ,, ma, bella eslacAo para
lempo, dinheiro, boa's cartas
ser Florema. Tmha
la reriimmeudacA.i, e eutAo era
um rapaz alegre,
quo
,in-
,ue so prucurava d.veil.r-se. Alojei-re sobre
...ng.rno alu.nei urna calera, e enlreguci-rae .
luce vnla fl.renuna. que tanta, delicias tem paraTos
estrangeiros. De inanha ia visitar algoraa i-reia al.
gura palacio, algumn galera sera apres.arlme"
|H)is nao qurria lera Ddigestio de obra prim ,-
na llalla raaenjoar da arle es viajantes muilo
t'losos.
Ora conlcmplava as portas de broa/e do Baptiste-
rio, ora Pcrsco de Benvenoto debaiao da logma di
l.anzi, o retralo da I ornariaa nos Ollirins, 0'o a Ve
MI de Canova no palacio Pilli ; por,.ln riunca
de um otqeclo re cala ver. Depois almocava no bo.
lequnn D.noy. lumava alcuBa ch.rulos; perenrrn
... jomaes. e com o palto adornad de flores, bom
...i man arado meii, pela, lidas vendedoras de ra-
inalbeles roberas por grandes chapeo, de
qoe estacionara .liante to butequim, voltava
para dormir a sesta.
A's lre< horas a calera vinha Imscar-me e le
me s Cneiuiu. As Casrinas .a coi Hormja que
o bosque de Botonha he cni Pana, rom a dill'oreuc-
que lodos alu se oonherem. q ;, .,rHr, circolar
f.irn.a ura vosi,-.,mo ,,!,_ oode n pof|nlfl4 Mq
sul.sliluidas pe'.s i-arrua.- ns paradas e disposi ti Plll
srini-cirriilo. As mulheres elegantemente vestidas c
inoi deilada- obje es nann recebetn as visitas dos
.amante.. ds tlandies^X> os qu.ies traa era pe aabre
na n,Ao Vo.aa .enboria sabe lato tanto eo.
Al.. .. for,,,,,,,, projectos para aere m,
. o,.v,le', : be oo.no uraa Bolsa de flra,er das i,e. I,
.asal-,.,. ,,.hi. a sombra de bella, arvore-, rJeha,
e orrupa boa p
ts Casena
de.
EigQiaa sa.oe-,
a pena.
Assim passei urn dos
vida ; mas, e-sa fehcidade
chegon pela primeira vez a
magnifica de Vienna, obra p
nada com um hrazAa qtiasi r
bella parelha detavaltos, qu
Hyde-Park on em Sainl-Jo
da rainba Virloria, e dirigid
recta por un. joven jos Lr\ d
co e casaca veril. O cobre d
rodas, as chaves das porlii
ouro, e lanr.vain relampaaos
Fados as albos sssaiamasst
a qual depois tle descrever u
se for. Iracada a compas-o, |
outras. Com voseaeeohoria
asia ; mas na rapidez to i
pndera disliugnii- urna pona
coxun dianteiro, urna Ursa d
c de ura ebapelioho de sol co
ca. v ehapeliaho fechou-se,
Miar tle aeomparavel formosu
loe pudeapproximar-me has
templar a enramodn essa crea
vestido liuhi a cr verde-ma
que faz parecer negra como u
M.er cuja tez nato be pericial.
palha, | insolencia de loura, que lera ct
a casa do ^co da Chi,, i,r,,,.u e bor
envolva como lunic., de Pliid-
-1 reolaao semblantem chapea'
I iorenca. adornad,, de un s|.
las aqualicas .1,. f*,,, ,,,.u(];|.
z/a era on. latarlq le ouro ,
rodeando o br ico que segura,
ehapeltana de -ol.
Perdoe, rharo tfoulor, esta
m .las a ura amante, para o
impo/lanea todas estas lemb
Crespos, q,| f0l,
admintslralivo '.' -!. para fixar ordeuad.i. Nao be
islo regala .io poder legislativo '.'
NAo e acha pois explica^Ao para o procedimen-
(o do nobre senador, senAo acreditantlo que con-
lii uo Sr. ministra da guerra e nao confia uo Sr. mi-
nistro tia marrana.
Agora dir que quando tnmou parte na d.co<-
sAo fui principalmente para solicitar informaoOes de
S. Exc, de que o senado careca para votar. No
vago deslas aulorisac.'.es podia.n cumpreheuder-se
grandes alterac/.es e despezas ; e, com efleito, das
explicares dadas pelo Sr. ministro ve-se que algu-
mas das ideas que S. Exe. tem acerca da- refirmas
que projecla, tem maior alcance do .jilo parece in-
's de minha
ar. Fin dia
Jia caleca
ranal, ador-
t pela mais
linchou em
awing-Koon
mais cor-
ouro bran-
caixas das
arruagem,
ular cumo
- entre as
'nao eslava
' (nonio se
lim sobre o
ale. e o dis-
e seda bran-
"rio urna mu-
i eslaxa a caval-
lenle para ron-
uraviihoaa. Seu
lustre de prala,
'fila luda a mu-
lla : ara uina
de si. Cm sran-
>^ car a
TvnF-ll.B'.le au-
'is lina palba e
l delicada, pio-
nea jola que tra-
o de turquesas
" de marlim do
Se o nobres mini-tros proiaettetti o seu assenli-
meuln a estas cineudasr o orador desde ja a ul'e-
recerA.
Encerrada a discnasle, he appioxa.lo o arl. .'..
additivo las emendas da cinara dos depotados ;
sendo ajajaiUtdaaras emendas lo % viseando ta Al-
buquerqua. '
Piula os volos a proposla minse ai lia emenda-
da, lie approvada para passar a :'.. dscussSo.
He approvada era .-1 di.cus-a com emenda da 2
e mmattida a commissA de reeaadaciu a proposicSo
do senado, que aparan a pensao coucedida a ia-
condessa tle Caravellas.
He appruvada em l.a o 2." discussAo, e passa a
3.a a propnsioAo da cmara dos depulado. approvan-
du a pensao concedida a coronel chele de legiAo da
goarda nacional, Gabriel Gomes Lisboa.
Segue-se a :(. discusso da proposicao da cmara
dos deputados, que approva u augmento da subven-
cao coucedida a' companlua Peruambucaoa de ua-
vegacio a vapor.
Al ', hora da larde verilica-se nao haver casa,
e lica a discussAo adiada.
O Sr. preside..I- da para ordem do dia a discus-
so adiada, a discussAo das dous pareceres adiados
por se pedir a palavra, a l.a discussAo da proposi-
tlo da cmara dos depulados autorisando o gover-
no a mandar adraillir a exune do 2." anuo do curso
pharmaceutiro a Pedro los tle Araujo Plamplona
Corle Real, e a couliuuaoAo da 3.' tliseossAo da
proposla do poder execulivo, oreando um conselbo
naval.
No extracto do discurso do Sr. visconde de Albu-
querque. publicado no CorrtO Mercantil de bou-
lem, devem faser-se as seguintes rorrecrf.es :
No 1:1. '. da i. colomna, era lu^ar das palavras
.as fraldas da sorra estilo eslabelecidos ura mi-
lli.it. de habilanles. .. lea-se : tt as Tradas da Bar-
ra pudem esiabeleeer-se um milhAo de habilaiiles.o
E na at.aixo, em lugar de tt St, as quedas d'a-
gua aproveiladas, alo occuparo menos tle id a
O.OOO colono., la-se : tt S as quedas d'agoa
aproveila.las, equiv llenara o forra de 10 a ..0,000
horaens. a
No principio da '>." rolumna, em lugar de Se
ura campu IAo limitado oll'ereje lautas vautagens,
o que seria se se Ihe eooOasse > rlireco.lo da escola
de que depende o futuro da rlasse militar la-se :
o Se mu campo IAo limitado olletece tantas vauta-
gens, o que sena se fosse confala a direroAu da es-
cola ide applicacao a boineus de to alia calbego-
ria '.' ..
sua provincia.
O Sr. ParaHOQu eccopou o resto .1., ses.An (ra-
laudo de diversas q.....toes relativas a' estalistica
criminal, poln I reformas policiaes, moralisa.-ao
paia o clero, en., etc.
Piba. MM^U.
FsGliM AVULSA.
1B3^ -Al
As eleioes em Goiat.ua vas correndo com mui-
la morosidad.1, por ora reina a paz, apenas foi es-
pancado, segunde nos consta a porla da matriz, o al-
fares Muniz, e um oulro individoa conbecido por
Bil : como foi na porta os trabalhos da mesa corre-
rain suavemente.
Fez boulem um auno que S. M. el-rei D. Pe-
dro V. assuraio as redeas do estado portuguez, e tam-
bera foi o ni.inv io- :f. i dos seus 10 annos. II gabi-
nete portugus de leilura e o hospital illumiuaram-
se exlcri.umenle : dentro do gabinete os dous bus-
ilis reaes esliveram decorados e illuiniuados; algu-
raas ppssn.s visilarara este estabeleciraentu.
Esta a ra de Joaj FernanJes Vieira iulransi-
tavcl; a crande porcao de lixo que se lera alrado a
ella, tem impedido que as aguas escoem, e uu en-
tretanto que o transito esta1 impedido. Se o Sr. lis-
ral da Boa Visla nao tem lempo de examinar esses
lugares que estao a seu cargo, mande um dos seus
guardas, imitis assim mesmo, alim de fazer as suas
veze: nao ha de eslar o povo seutlu prejudieado por
IAo culpas el negligencia. Quein quizer ver va a es-a
ra : o paleo do Carino tainbem encbeti-sc d'agua e
Vim prn.i mu* ardel I ralrgon. F.is-nos A porla
o 7 de selembro designado para as eieiees de verea- r.idre-francisca t,uedes Ferreira de Bril
dores, ejuizes de pal, dato bstanle qua ainda buje I 'sa Pedro afOliveira Mello
se u.io lenha ja dado nova face as Sr-'s. UlmJs. para I Capilao Plinio Augusto Cavalcauli tle All.u-
lerinos lano Irahalho sera um beneficio real. As : querque
cmaras municipaes pelo mallo cora urna ou oulra '^'',e Zelerino Dornellas Ornara
excepeao nada dizeui, una s.io todas, e s as das ca- I l'enente-coronel Manoel 1.ai nono de Alba
pitaes esprimem alguma cousa, e he de lamentar
qaenlose hoovesae mais cedo appraaealado urna
le que li era projeclo na cam.tra dos deputados, ou
que ao menos ella livesse a fortuna da le. dos cirro- ,
los, porque as reformas tle.ssas asseniblo.is inuniei- i Capililo Antonio l.ouren; lavares de Alba-
paes sAo de primeira intaiega. Sun, varaos meitcr- querque
nos om lula no dia que se approxiraa, para que '.' para leliriano Jos de Mello
elegermos nossas carairas mnnicipaes, pareen que Patricio Jos Bibeiro de Vasconcellos Jnior
vaalagens nos tem Irazido ellas com a sua actual or Francisco de Paula Brrelo Coilinh
querque Lcenla
Jo.io da lanilla Ferreira
Joaquim I'heodorico da Albuquerque Mira -
nliAo
gaiusacAo '.' Nciihuma absoliilaiuoiile, nenhuraa :
nao tomam o inleresse que devem pelo seu munici-
pio, nao dao s suas recoltas a devida applicaoAo,
despndelo era eoftts sem despezas; era lugar de la-
zerem as obras que necessilara, enipregain seus di-
nheiro*, as que sAo apenas uleis ; entretanto que
abi liciu as necesarias Mas be porque infeliz-
mente o malvado palronaln, ese canoro inctiravel de
nossa sociedade, ou direi melhor, de todas as socie-
dades lera invadid ludo. Cuidado, que fallo no
geral, e nAo rae relir. a rainba de ca. se bem que ella
participe tambera desse peccado original.
A. caballas andam Sardas, mas ellas abi aiidam.
mxime para juiz de paz, que, gracas an novo regi-
ment dos /nos- e precatlUU seinpre om toda a parte
d o rnhriul.u para aaao da carne. A policia ao
qoe me parece procura haver-ee na lal fngnleira
eleitoral, segundo as lovaveis vistas das duas primei-
ra. autoridades da provincia, pois ale me con-la que
lera ensiaeado ura arrangem:nl entre as altas par-
Ios contratantes. Daos a conserve ne-se proposito, o
permita que uo baja ne-se meioalgom de-,nan:h,i
merenda, que era luda a parle os ha.
Pourmoi pretendo juo ser grego nem trovan,
pois bei de ver o negocio tle palauque. Con, essas
cous.n pilo -e lucra. H nao intrigas. S lamento
ngo lar eu assim um eontos de renda, aupa
Dr. Amaro Lopes Coilinho
Dr. Sinfrnniu (lesar Cnitinhn
Ignacio Xavier Carueiro d'Alboquerque
127"
121!
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oulros qoe ni -abera a|
I i. ra clteia '
N ioar toral.em ha
ciar o-io mundo, vivem
,' e da
Entre os diverso- aroneciment., das deas semana
prece lentes.a qoe fu.doo ll.maniente avallaran *
irabalhes do jury na sua lerre.ra s*--ao desle ann.
das quaes deixamos de fallar por n..s fallarem re. cir
vidos esclareciineutes, egora. porrn. que rslann^
munidos de.les, vamos inlormar os n..-o. leilot-
do resalladadesta seastio do jury .porque eslames re
los de que por elle se inlerenm.
No da .i do corrente terminaran) o trabalhos da
terceira sessAu do jury desle termo, a qnal l.o prt
solida pelo Sr. Dr, Bernardo Machado da Costa lea
ria, magistrado muili intelligeule.cirrumspecto e ac
unta rectnlAo a toda prova.
As-egurara-nos que nesla sessao do jory I, .uve u
ma (al regulandade nos (i ibalhus do tribunal,qae
nelle remou seatpre o respaila e a ordetn.qae be pa-
ra .I -o; ,r que Be t:o..rdoin serqpre em um um tri-
bunal, sou-lo que muilo r.mc.orrera para i-io a po-i
t;Ao qae seo presidente souhe a-umir ; c ilo qoe
diseaos de.le, nilo podemos deixar de diier
i que ; tambora dos Sr. jui/.es de laclo qua bem eorre-ponoe- eocomporlasneatta da
do I.o.i.i.i! ; -o,..{o ksstieMsa,
io -no prr-siden-
l/r. de
,\ .. mor- latnbem ha .. ..I.... e lo -c f ./i -ira eT.ir por multo lempa, apa-
esperase que o uegooio ,:..., v. muilo uu.-Vado, I zar de serem lodos cidadaos muilo sobr-cirreg*!-
eom quai.t i,a tjnem espoic qoe it:y t'iigio dos ..vos se
as-imie aigum protaeoio, inelbor o dir o honrado
gentleman daquellai paragens o seu digno noli-
ciador.
O Dr. Lina foi-se para o seu Pajea no gozo de :l
mezes de licenoa, tlizera que nAo volla mais, dcixou-
nos' gratas recordao'.cs. Entra para a vara o juiz.
monicipal daqui.
A pulida uestes ltimos dias tem embirrado com
cerlos cujns bifatlorcs de cousas que ll.es nAo per-
lencein, e para a cadeia Icm entrado uns 2 ou :|.
Olhe que os ladn.es de cavalb.s s enforcados, e e-sa
be a opiniao aqui geralmente reoeb.da. Ou da lei
que considera furto um crime publico '.' lie urna
das necesidades de nosso paiz.
Foi ltimamente asaassinado na Serra da' Bu-sa
um Alexandre. O delegado de Grvala den logo as
providencias para metre en qarde eu t'birra da
morte.
Que mais Ihe digo'.' ren de tuut, mesmo porque
vivo (Ao aborrecido desla vida, que ale a. veze. j
tenho preguioa tle Ihe escrever. purera, ora sus meu
amavel Jir compadre, se Dos foi servido que eu o
nao dci.rai faerras para levar adiante minha tarefa, nao obstan-
te el desojo de mular de clima.
Se -ou Diario chegar al Jateas '. Piaol.y ) fara-
ine l"mbrado aos velhos amigos J. S. M.. eC. L. da
lama ,,s|o2o que cessaram as chuvas, o primeiro [s. M. Ao nosso S. li. de SAo-JoaV dosCahr^'que
cuidado dobscal de Santo Antonio foi manda-lo alini- me mande novas suas.
Ao fechar sta rerebt da cidade de SHobo. Indias
par, fazer os reg, junto as calcadas, eiofim cum-
pnr cora suas obngacoes; o mesmo consta-nos que
eslao fazendo os liscaes do Kecife e San Jos.
Val ser examinada a casa do pateo do Paraizo
por peritos e pelo fiscal de Sanio Antonio; I .-.-ra
Orienlaes, ( bem v que miobas relaot.es passam o
Atlntico ) a seguiute carta que nter alia diz :
tt \\* algn, n ivios de grandes lulacoes. e no meio
delles um Uiate que demandara a narra, outros ia
que nida tem, a evcq.r.l.. Ue u.na feuda .o m.r-rinie, e8,a0 r.wnUo siKn;l| de pralico. poren o rsulame.-
ele. sera comludo l.om que seja exa.nm.tla, e mui- l0 do porIt), que ,ie esp--ciali*.mo. t admUle barcos
rmiinossRs.KPiTinfts.
SfcSSA'O EM 10 E JULHO DE 18515.
l're*idctina Uo Sr. ciscond dr llafpendij.
A bro-se a wbn& a liora do cosluiue.
Approvada a acU da BfMAo anlecedenle. o Sr.
primeiro eeretariu leu o smuinle etpedienle :
lim ullicio do Sr. iuini--.ro A* ju-ii';--, remetlendxi
urna pptu,l de Mariu do Rotarlo do> SanltH l'iuliei-
rn. viuva do bacharel Maooel Rodrgoci l'iulieiro,
solliriliindo umo peiw
e urdeuedo.
lo eslimarernos que a -'i i proprielaria Dilo leuda
prejaizo ulsum.
Hoje lera* lunar a fesla tdasChagas ni ordem
lerccira de San rrancisco, que dizem-uos esU' com
muila Mt0Bla|SOa
-- Soubumo* que .is fleires do Gibo e*ta>am
conrluidas, e quein as aelioa foi um prole>lo.
I ui i"- bous diverlunenlos dos DOMM ras be
a capoelrta Doui moleques jogaoB as rribcralus, a-
lir:nn om .m oulro Iiemen4o< couces. csbufeleam-se,
lerein-^i?, rolant, esaHiirtrn-se, e o povo faz roJa pnra
ver.como se applaodsein nina bri^a de callos. Em
um deaMl -lu-, um na Itoa-Visla puxou ua lula
um eanifetfl para oulro, e cerlameule que o foriria,
ta um suarda de polica ikIo se bulaste para elle pa-
ra o castigara Sao evercicios, silo exercicios !...
Ora com elleilo l)omino pausado liouve
em cerla malril um b.ipli-ado em occsi,lo juslameii-
le rpie se A' onninivilo tle peinoes j no Miara euravecido.e por con*eqticncia cborava ex-
lra< rdiiiariaineole. < sacerdole exprima o laliui do
le-arao,
Ir.MM'o
n.i rea iii-
^filam-^
.... co mai. puro do mundo. He obri"UI1 ^'l^' ** .dada .,,/,, brill, irle
;') Vid Diario o. 21 j.
------las d
(.'m tle jornal de
im grandissima
ninuriusas. I.ar-
cumo andas de
'le mais alva e
luda dura,,le a
- ra ca ; peataaai lun-
'" Alba .|u ... minia-
do ..un ir en, torno da
......i, brill, irle suas unii
beca de-seu, J11|os ,.|,,,
banda.
'. tlesciam aos
do que
no.te afjre9ftisin
" deliradas, e,.111(1
lutis lal...
nev-
lio
.'i/ulesver.tinl.ida, eoino.a-los elleilus do
ipparecer nma sol ; sua horca divinamente de.euha.la a|irese,i(ava a
ia paraje- nunca cr tle purpura que banba as vlvulas das conchas de
11,1 tr. ia a Venus, e suas faces assemelliavam-se a limidas rosas
inlora valia brancas coradas de pejo a conlissao do rouiinol, ou
ao lieip da burbulela : nenhum pincel humano pade
pinlar essa tet de suavidade, Irescura e Iraosparen-
ca imuialcriaes, rujas cores nao pareciam devitlasao
nuil- Kro.seiro que as enche as veas ; o arrebol
da aurora sobre u cimo das sorras nevadas, a er de
certas camelias brancas na pona das ptalas, o.mar-
inore de Paros entrevisto atravez de um veo .le gar-
ra rosada, smente pndoiii dar della nina idea Ion
ginqna. Essa cabera brilhante nao faz,a impressao a
primeira vista [telo desenlio, mas pelo colorido, bem
o.uno as bellas producct.es da escola veuesiaua, pos-
v.tm como tn que suas hsic,oes fussem ta puras e lao delicadas
quanto os paras anliuos lalbados nos camafeus.
A<*im como Komeo c$q,ieceu->e de Rosalinda ao
aspecto de Julieta, as-im mca;squeci de meus amo-
res de outr'ora fiata dessa beller.a suprema. As pa-
cias do meo coracao tornaram-se brancas : ladea
ns iiome-, todas as lembraneas desappareceram. Ku
non co.npreheudia como pudera adiar attractivo nes-
ses lacas vuluarc., que puucos mancebo^ evitara, c
aecusei-rae delles como tle culpadas infidelidades.
Urna vida nova dalou para mira dese feliz encontr.
A calera deitou as Casenas, e vollou para a cida-
de reconduzindo a deslumbradora visan. Chezuei meu
ravallo ao de um joven russo mui amavel, que fre-
queulava os hatillos e lodos os saines cosmopolitas da
ICuropa, e que conbecia a fundo o pe-soal viajante
da alia sociedade ; dirici a conversaeao sobre a ea-
trangeira, e snube que era a condess.i Prascovia l.a-
binska, urna LllhnaneoM de nascimenla illastre e tle
srai.de riqueza, rujo marido fazia lia dous anuos a
to.i-rra do Canease.
lie intil diler-lhe quai.ta diplomacia emnresuei
para ser recebi.lo em casa da condes-a. a qual a au-
sencia to conde fazia mui recalada a respeilo das a-
pre-eiilariies. Eniliin fui admittido ; ilu.s princesas
viuvas c qualr baronezas i.lo-as respontliam por
nim.
A condessa l.anin-ka alogiira nma quinta magni-
fiea, que pertencera ana Salviali, a meia legua de
Florenca. e eslabelerera em pouc.i. dias nessa anti-
ga habitacao toda a cominodidade moderna sem per-
lorbar a bellea severa e a elegancia seria. Repas-
teirosadornados de bra/iii saspendiam-se lob/nieii-
le da- arcadas da-, pultranas, e movis .le It.ima an-
liga harmonnavam -e .ora as pa.e.les barradas de
tnadeira enveriiisada ou pialada a fresco, mas de cu-
res amortecidas como as das antii^ alcatifas ; ue
em p's ola
i que
Itavessara os moil,es oe 8e|u pur ce^ '
ollendia a visla, e o presente na era discorde no
meio .1 passa lo. A conjes-.a iiilia la ualuralineu-
le ar de castellaa, que esse velho palacio pareis
edificado de proposito [..ira elia.
Se en fura sednzido pela sua lormosnra, muilo
n.aiso fiquei depuis tle algiiinas Msilas pelo seu es-
pritu IAo raro e lao vasto, 'loan.i. fallava sol.re al-
aran as-umplo iuteressaiite, -u i alma vinha-lhe por
assim dizer a pelle, e tornava-se visivel. Sua alvura
ill,iininav.i-ss como o alabastro de orna larapa.ia :
havia emsua tez as sciulillacucs pfiosphoriras, os tre-
mores luminosos tle que falla Hanle. quaudo descre-
ve o. esplendores do paris ; pareca om anjo Ilu-
minado por um sol. Eu permaneca deslumhrado,
extasiad* e estpido. Absorto na coniempiaco de
sua belleza, arroubailo aos n- de sua voz celesle,
que fazia de cada idioma urna msica inefavcl, quan-
do me era absolutamente preciso responder, balbu-
ciava alcuinas palavras iiicohere.irTS. que deviam
dar-lbe a mais pobre idea .le minha inlelliseneia ;
as vezes mesmo ura larriso iuiperreplivel de amiga-
vel irona se deslisava era seus labios mimosos a cer-
tas pbrases, que denota\ara de rainba parle profun-
da perlurbaoao uu incuravel tolice
En nunca ll,e fallara .le meu amar : em sua prc-
senoa licava sera peusaineuln, sera foroa, sem cora-
cem ; o coracao palpitava-me, coreo se quize-se sa-
bir do peito para ir lancar-ea aos pea de sua sobe-
rana. Vinte ve/es resolver explirar-me, mas urna
timidez invencivel me re.liba ; o menor ar fri ou
reservado da coudessi c,i,-ivi-me sngastias morlaes
e icuaes s do con.leuinado, t|ie ten.!., b cab o;.: so-
bre o cepo aauarda quo o relmpago do macha lo 1 lie
alrnve*se o p-scocu. ConfracgGes nervosas lotToca-
vain-ine, suores frios bauliavani-me lodo o corpo. Eu
corava, empalideca e sabia sem ler dilo causa nl-
suraa, easlando-me a a!in,.r com a porta, evacillun-
do romo ebrioasobre os ttejcrof do poial.
Ouando me aobava fura, recobrav i a- facnlda les,
de mui parlicular construccau ; o carregamenlo, com
quanlo st. d para ura, he de lio grande vanlagein
que todos n despulan), mullas erabaicacoes, tem de
sabir em lastro.
Ora bem v, sir compadre.
Une o negocio nao he mao, .
I'ois qoe ha lano maro
.Se querendo cncaivolar
INa barquinba de vapor.
lie cerlos que estilo
Era qual po-ioao,
Nada ha que ignorar,
Se quer'embarcar.
Mas, outros qne nada
Tem pr'a disp.ir,
(Juerendo embarcar
Na tal de vapor '
t)ra corle-me e-ie pescoeo .' '.
la antes da hora coslumada. 11 lempo eslava som-
bro e carrejado. Acheia-a no sla,>, debailo tle uro
porllco sustentado por bellas columnas junto de um
lerrao >,por onde se descia para ojardnn. Ella man-
dara cullncar abi eu piano, ura sola, e algumas ea-
deiras. Lindos jarros de llares esplendidas em ne-
cru.:ei os bracos sobre o peilo cuidando aperia-los
sobre ella.
E-lava tan completamcule enamorado, que passa-
n horas luurinurandoera forma de ladiuha deamnr
eslas duas palavras : tt l'rascovia l.abitiska d adian-
do iadefinlvel delicia tiestas s\ liabas, ora pronancia-
das lenla,nenie, ora dita com a volubilidade febril
do devoto, que sua propria oraro eialla. Oulras ve-
zes Iracava o nonie adorado as mais bellas fplhas de
papel rom o esmero calligraphico dos manascriptos
ta media i la.lo, realces de ouro, llores de antl e
ramos verdes, tiaslava uesse Irabalbo apaixonado e
tle perfeioaa pueril as lungas huras que me.leavam
entre inhibas vi'ilas condessa. Nao podia ler, nem
oceupar-me era cousa alguma Nada me inleressava acuna do perfil de l'lorenca levantavara-se zun-
senao 1'rasrovia, e ea nem abria asearlas que me borio de Santa Maria del llore, e a torre qua Irada
cbegavain de tranca. do palazzo Vecclno.
I'or inuilas veas fiz esforcos |,ara sabir desle es- A condessa eslava sosinna, mei deilada sobre o
lado, lenlei lembrar-me dos momas de sedocoao sof ; nunca me parecer lilu bella ; seu corpo iralu-
ace.los pelos rapazas, tos estrataaemas que empre- | lente banhava-se coran o de uina iiMiipba mirinlia
aam os Valmonl do bolequim de l'aris, o os Don ; na alva espuma de um roupau de rassa guarnecido
Juan do Jockey Club ; porta na e\ecuoao fallava- de franja ; ura allinele ferbava-lhe aa paila es-e
me o coracao, c eu lamenlava B(o ler, cmo Julia- vestido semellianlu ao veo que euvolve a Victoria
la Sorel de Stendhal, um maca de epstolas pro- alando a sandalia. Mangas abortas dasde a altura
de afazere. Ese o Sr. Dr. Dara sr .11 limante an
eserciciodo seu car;o na |.arle doe\|'ed'?u!e desle.
nao menos se distingui na maceira --u- iralou
a lodos que rom elle serviram nota SaataVa, aendWi
que ao encerrarem-se os trabalhos dtasela lava
prazer de ver dirijr-se-lhe cada um d". Sr-. jaita-
de faci a exprimir-1 be eus seulimeu'..- de estima
reronheriinento e .idhe.io.
Craza aos ecos que esle magistrado seja conserva-
do entre nos.
t) resultado dos trabalhos da terceira sessao do ja-
ry nosofierece uina prova bem evidente aa mora
l. I ole da nussa sociedade, e litis folgamos da regs
Ira-la.
Denlre 15 reos comprehendidos em II jolgamen-
los, apenas i l .rain absolvidos, a seaundojaos mi...
mam .smente urna deslas absolvires se pode dizer
ler sido menos justa.
Na queremos a-severar ; mas eremos que aja
erramos dizendo, que he esla a primeira ver qua um
emelbaute resultado se v no uosso tribunal do
jurx.
Eis os nornes dos reos, seus crimes, seus defeaw-
res, seus julgamenlos e as dalas desles.
I".I de acost.
francisco das Chusas Duarle de Oliveira ronberi-
por Chico C.irleir,incurso no arl. -J..7 do ced. na..
foi seu defensor o Dr. Joaquim Elvira de Maree*
Carvalho ; foi conderr.nado a annos es me/es de
prisio simple.,|e mulla de "JU por 0|(| do valor loria-
do : appellou.
o..__OJ.
Sevenoo tiomes da Silva, incurso no arl. 4)1 .1
cod. erial. ; dellendido pelo acadmico Aoloa
Joaquim Correia de Araujo, loi condemnada a am
auno de prisao sim|.les e mulla correspondente a me-
lado do lempo.
:i-.a.
I ra,.cisco de Salles Alves Corris, incurso no arl.
lib 5 i do cod. crim.. leve por defensor o lar. An-
tonio Josu da Costa Kibeiro ; foi absolvido : o IH
promotor ap|iellou.
V.25.
Antonio Trancisco da Silva, incurso no arl. i da
lei de li d nutubro da WM ;deefndeu-o o acadmi-
co francisco l'erreira Corma,I..i coudemnado a Imi-
ta e cinco tlias de prisa., simples.
5.*.
Benedicto Joc Rufino de Sena.inemso no art. Jl.
do cod. crim., foi seo defensor t. acadmico llannel
Jos Mirinbo da Cunha; foi absolvido.
6-.27,
Manoel 1 .-naci Pereira da Silva, incurso no arl.
I!i:l do cot, crim., leve por defensor o l)r. Anin,.,
Vicente do .Nascimenlo eilosa, foi absolvido : a Ih.
promotor appellou.
7-.J8.
Jos francisco Maniel. lucera a arl. 24)7 d
nhando a cau.a de minha perturbaran, n.lo sa lie>-
ve ersuido um pouc eslendeudo para n.mi -ua I I
la mo como para fechar-ma a bocea.
Nao diga urna palavra, Octavio ; vosw me.una
eu o sei. eu o sinlo, eu o treio ; nao o censuro poi
que o amor he involuntario, t lulias malneres nuis
nlmma parte ellas ao l.io frescas nem lao odorferas severas se dariam por ollendida-: eu lamenlo-o, imk
tamo em Horen5a, eslavam postoseut.e a. clonas, que nao posso ama-lo, e pesa-rae multo >er a can..
e empreEiiavam de seu perfume as raras bafuradas I de sua desventura. Lamento que vrew* m- tei.b.
de venlo que vmham do Apanine. Diante, pela aber- encontrado, c ...naldicoo o capricho que me la, dei-
p-easivas a copiar para eovia-laa a condessa.
do sanradouro, como os pisl.llo. do calis de urna la ta vida.
dura nascer iiei.huma illa-ao, e nio lome mihap.e-
tlaile por aiiimacau. I ni anjo cora escudo le .na
maule, e aspada cb.iinmejaiitc me cuarda ronlra tn
da a seducca inelbor do que a reli.ua, melhor dn
que o dever, melhor d que a virtu.le ; a e*o at|.
be o meu amor : adoro o conde Labio.ki. I rabo a
lelicidade de haver adiado a paulo no rasamente
Lina lorrenle de bataneas rebeolou-me das pal|w-
l.ra- a essa ronlisso lio franra, lao leal, r I, > ,.
brmente pdica, e senil quebrar-e em iiiim a m
Conteotava-me dearaa-la, dando-ine lodo sem llr, deixavam ver-lhe o bracos de t-Or mais pi
pedir nada em recompensa, s>ni esperanoa, nem 'que a do alabastro, em que os estatuarios llorculinos
ine-mo longinqoa ; porquanlo, nos meussunios mais lalliam copias de estatuas aoligai ; una larga lita
..osados chegava apenas a tocar cora ns labiosa pon- I nreta alada a cintura, e de punas pendentes sbre-
la dos dedos rosados de 1'rasrovia. o seculo XV o I sabia viorosarae.'.le a Inda essa alvura. O que po-
joven novii;.. com a fronte curvada sol-re os denros
do aliar, o ravallciro ajoelliado e cuberln da forte ar-
madura, no deviam- ler |.ara com a Virgera uina
adoracao mais prestrada.
.Mr. Ballliaaar Cherbonnean oavia Ijetavie con,
profunda alleurAo ; pois para eilo a Barracan du
mancebo n.in en
.. Sim, diese con. sivo durante uina pequea pau-i
i da narrador,ais o diaanoslico .lo amor-naiao, doen-
1 o,i cuiiosa quo -.. nma m enconlrei, era Chanderaa-
dia ler tle Insie esse contraste de cures destinad l'rascovia levanlou- se commovida, e |mr om un
ximenlode Bjraeaeaa pieda.le Icnnnna passoa-me
lenco tle cambraia |ielos olhos, dizendo :
Oh! na.i chore, eu Ih'o prohibo. | a^a pur
cuidar em nutra cousa ; imagine que au-entei-m
para icraprr, que murri : esquecae le miro. Va-
nlo, era compensado pelas chinellas cirra-siaiasde je, trabalb, faca boas obras "|jf|SI I acliva'aaen-
e lancava a vento os dilbx ramlios mais inilamma-1 gor am nma Joven paria enamorada de nm brab-
dos. )irii;ia ao dolo alsenle rail tleclaraces do irre-] niaiie. Collada ella morreo, era nma selvacem '
sisiivel eloqueiicia. Igualava nessas apoatropliaamu-
das aj Krandes poetas de amor. t> canuco dos cn-
ticos de Saloman com
cni
ai ro.nuil azul cora arabescos amareliefl.
(> cabellos huiros da condessa.qpecnaV se fas.cm
levantados pelo veulo, deseabriam-lba a fronte
pura a as fonles Iranapareules, formavam-llte nma
menle nma historia romntica. especie de resplandor.
Junio della sobre um i cadeirs | ll| ilava ao xenlu
un chapeo tle palba de arroz, ornado .le tongas fjlaa
prelas semelbanlesa cintura, eeslava um par da lu-
sas .la Suecia que anda n.lo linuam aervida. \"en-
1I..-1110, Praseovia feehau o livro que lia, as peesiaa
procure eoiisola./io em ama artr.
mas esle similor U:Uvio be civilisado, e hivemoslde Mickiewiez, e fez-mu Ulna pequea saulaiau bo-
de s,lva-|o. Fechada oseo parenlliesea, acenou cora nexula ; eslava sozniba. cirrumstaiicia favoravel e
is de saloman cora eu vertiginoso perfume t.n- ; a m.lo a Mr. de Saxille que coolinoasee, e crtizandu rara. A-enioi-m.
al, a san lyrlsma li.llueiuado de ikascaueae, as ao laspern.m de maneira que podesse apoiar o qneixo I deaignon. Doranl
netos de l'elrai'i*a cura su,, suutileza platnica e sua
etbeieas delicadeza-, o ialennazao de Heurique llei-
i.a t-om sua sei.ailtil.da.le nervosa delirante, nao se
1, (...1 .imaio das lucessanles affnsdes .la alma, em
que se esgolava minha vil- No lira .le cada mono-
logo |. iracia-me que a condessa vencida luna de
. u
u nessa posicao impossivel para
que pareca especialmente rom
loe ., juelh, lie,
quilquel .tul. u, 111 j.
moila para elle.
. 1 quer elilada I ,oin a .ela.a,. de 1......
luarlMiu socrelu. CuDlinuou llilaxiu ; ohego a urna
cena deoisixa. 1 ni .1.....,i pudendo mai. m 1 lerai
le vida lininaiia
ou em ura amor..
I iz um cesio no;,ilivo.
^t.te padoear mono- rasanaaaaaaMaa .. ver-me ?ii-
nou a condessa ; veulia. u .. rereb, re, -em|,e. De-
manda que perdnen.i,. :.... inimil;..- ; -urque trala-
namos mal aos que no-,.:....m'.' lo.tavia a aosen-
cia parece-me remedio mais sesor. No lim de dou-
ar.iios 1 oderemos apellar a mo sem per,.o... pea
voss, ai-orescenlou 1 lia lenlandu .unir.
Na dia serrante relire:-ine le LI irenoa ; 1 i-ac-n
o Muda, nem as vtaaaaa, nem o laaspa. lem d.mi _
ntiilo ineusoffrimento. Dene-me m-.rr.i. .1 uii'.,
lornou a ver a 001 I.---. IV,-ev:a I...I0..-I.
azues -ru.l.lla. '...
uhuitia cor mu viva, ueulinu ouro mu brilhante descer do eco ao meu coia^ao, e mais de utua vez I uieu desti tuiperiuiu de ver a condessa fui vizila-
diaute della ua caleira t|ue rae
e alguns minutos reinon enlra nos
1 dos,,- silencias que lornam-ae peuiveis qoaudo porguntoo o .1.......,, co,m",.ii
prolongaro. Ku nao podia aehai nenhoma das tn ,t0 ,,, ,,,od eM,..u,.ii,.......
be. ,1 ...ilion Nae.reepeadea Octavie un-0,1. .-1 -..'!''
. I., a.n ollu. 1 h o man.el... a|.re-.enl..u a Mr Hiltl.a. I
e ni m amor grilava-me : .. Niu perca, esla ... casi...: bonneaa uu. btlfcalo .le uMa, un qoai Ha-as -
SBlweDta. \ ,,ide-a l'u-.uMJ I abm-ka esl- en. ra-aios
Iguoru u que tena leito, sea eofadasa*, tuevi-' quiulas-leiras. i.-orifi/mtir-.e-'.j
xialidatles da ooitve-.10 o. ; iiunli
da, ondas da foso ubiam-me d
LEGIVEL

MELHOR EXEsMPL./ ;
r
-

V. U


aMig bt peiUsKcs uKrn fIir i; o stsmBuo e* tssb
Vi
He
is
R
mil
r I. erim., seu deflensor fui o ecademco Franriaro
Firreira Corris, foi eondeinnado n6,mezee meto
lo prisad e multa cun pondeiilf a uidad* do
|C Il| ...
8\29.
Lfanol Ferreira da Cunha,inrur.........rl. 2DI ilo
cnin.; defendeu-n o Dr. Gemimauo Antonio
tal de Oliveira, foi tioudemuarin a f mezas e meio
prisajo c mulla corresponden!.' a melado do
toipn.
9-.-30.
mimo Rodrigue* de Aodrade, ti .! >aqqm Anin-
i da Silveira, ineorso* no ari. 260 do eod. crim.
Uada com o decreto dol .le. oulubro de
17, tea adVogadu foi o acadmico JdoC-ipialrano
ideira da Mello lilhu : forain roo Jeinuados a lll
zes ilc salle.
lll-.I do selembro.
Braz, esrravo da Antonio Rieardo ilo Rego.iocorao
no atl. 193da eodf crin. u3.' parle do arl. I",
la le de 10 de junlio de 1833 ; fui sen defensor o
Itr. Jeaqoini do Soase Rea, loi roudcuina.li> i()ii
ai; ilea e andar un anuo.
122.
Jnaquim Jos Noguena, incursu no arl. 2i0 do
mil. crala combina,m com o decreto de i-5 ile ou-
lubro de I8V7 ; defendea-o o Dr. lieminiin o An-
tonia Vital de Oliveira ; fui con lemiiaii>> a' Iti anuos
da! gallea.
I2\:!.
Kraoeiaee Ignacio Pires, incurso no arl 205 do
d. crim., scu defensor foi o acadmico Francisco
I Wreira Correia, fui condcinnado a i i meza* de
I' i-.lo simples c mulla i-orres|mudeiilc a nielada do
lempo.
13-.4.
Candida Ferreira Lima, mcurso no arl, -(II do
id. rrim. ; defendeu-o o acadmico Francisca
rrrotra Crrela : foi condcnuiado a I me/ de pri-
to sin pies e mulla correspondente a nielado do
tmpo.
IV....
CMma llanuo da Silva, afliunrado.inriirso no arl.
j!IMi do eod, ernn., deleudeu-o o acadmico Frau-
Mcn Kerreira Crrela ; foi absolvido.
it.it.". n
farra
nao te canea de observar a vi la o de crear | das lainnissoes. e
de ver ; apoderase ile ludo, apr pria-s
lella fazam mu carcter
, para-i; viam \iverem tlnarrarau i.....eiiplnr algum
de lado p-la ,ia. I .,..,.., .i.si.. su,, ...|,.e,a pel d-l.r....., persona.em. delle faziampara si urna vida
Irabalbo, i|Ue lie -m gr-nde meio deconquiila. nova : a va de um uuho
j Crea seu mundo pedaro por pedazo ; .hega ao lodo Na,.....lie ,,, ,,,. erain oe boavoulade, nada.
| da rreacao pela man pequea parle ; analy.a ,. .,,: mil ,, \V,lreSi ,., .,_, ,, w ,,.,.......
la/., razando sobretodo remiendo ; lie liifaligavel ros dias dos Cliarmellc. -i mareem dos e-
'." a:l.....',u l"1"'11'" -le omei.-i. ....ira ve,, e apreo- ,o,lfs re,..,.|s _. ,.;,. m,daalol0||e (a,|ej ,,',-(-
iie ;i m\ en la
En
roniPi'.'iiiito de novo
, beiiilo en
en ionrmlio iIh penco^U eiHn*,ilir*rlu,
B, procura eempre do .,ue sepa-, .do que mediando-se ao po da naiaarvreo, beijos de ce're
.ao epaam.cerebro liuo.au,, lialaac lie ai na es- Ja de Joo Jncque*. Krain madama BaMla escon
pecie decacador de li,.men< : elle us perselle e deudo ai impreatoea de leilura, o -ar gracioso, o
lor compadecido, as maneitaa, doces c earinlioaai
da !:,:, merca lora le iurim. As inais modestas
os espreila ; snrprende-os, despoja-oa lenlameulc
a seo Roalo. eoin seu vagar, i iua vonlade. Quan-
| do nosla laca de lodoi os lia* elle apercebe na mul-
inl.ia, no mundo, urna fraque, iai vicie, orna pai-
. \:1 apnilera-s! dellas coni urna especie de vinle,,-
desl ,s pubres peiisa loras se julizavaut madama ,ie
Epinaj ; as ntai* onttilbosai qoeriam ser madama
d'lloudelnt : -na Isarridice linlii o cruel praier de
i. M uas vicliniM e as devora pola obser- confiar a Saint l.aml
ii;;lo. Balzac lie um observador de presa
Depon de ler olwtirvado, entrevisto, adevitiliada
um carador, Balzac procura rom paciencia no es-
tado o meio de impo-lo ao seu publieu, c ;mn se
esle carcter parlencesse lodo iuleir.o aos vivo, e
pooca coala a ua paciencia charo seolfmento, alaanoa, a
aailac.io Interna, o eatremeeimento intimo da vida milaarc
rl as bellas traquezaf de Rou-
seaii, Iraqui'/as em que o espirito enlermo abala as
lil.r.is de mu coraeflo lerido. t) coraeio e o espirito
de JoAo Jacques pranteiam iaiiloa sem jamis cou-
ilguirem consolar-ae entre si.
I'ois lien, en, nos-os das diiraiile mais de quinze
- Comedia humana nao lem renovado
las Confatoes cam una influencia
fe i ",["' stense, con, um poder mais "eral .' .N:lo der-
Na-Comedia humana-a acra,, algoma vezes a- : ramou Balzac enranlnmenlo sobre paisOei euuivo-
ntea doque marcha; porem esta accSo, ca da vida real! Com Balzac, atsim como com
ltossau, o mal n.'o lie iitleiranieu le o mal que se
Ipojuca 15 de setembro.
Com [-razer tenho a nuliciar-llis que se proceden
la elci';ao nesla fregaezia no dia 7 do crreme, sem
' ni umslaiicia aUuma que iolerrompesse a regalari-
lade los Itahalhos da mesa, compo.la para esse fim
de peaaoaa uo'aveis da fregueiia; reala-noa porem
rieageste de i|ue a falla de aceio e Inope*/.,, do edi-
licio, aevido lauto ao estado de ruina a que se aelia
redundo, como ao abandono de lito e delemo em
que o conserva a irinaudade que res aquello lem-
] pin, em nada coulnbuisse par* a dignidade do acto
a mais solemne das uossas inslituieoes.
Pedimos a queni de direilo compelir, que faca
rom que a irinamladedaquelle templo mande ater-
rar como deve es-as sepulturas, e que mande cubrir
e ioardar decentemente a imagem de Christo que
all e acha i,io maltratada, nos Dito somos carolas,
pelo contrario somos Brandes peccadoret.porem mol-
i nos contrista presenciartnoi o nenlium apreso que
so da aquella sauta iniaari, digna de todo o acata-
iiicnln. m
Ha nesla poroacao um homem hranco, com idade
sullicienle para que seja respeilado por lodo, po-
lem assim nao acontece, e nem te faz delle a menor
coala, em lim he tratado com desprezo ; porque oc-
mpa-se mirlo com a vida alheia, podendo-se oceu-
<> da tua; esluda a noile o almocreve de pelas e
de dia o repete decorado e comm-nlado aos vi-
nlin.. aos viageiros e a quem tnconlra ; sosia de
indispor aoa com oolros e enfeila oslas cousas com
suas calumnias de {lermeio. A esle junlou-se um
"uiro; este alem das parles que cararterisam
aquelle, be'deraais liypocrili adulador, e digam
qua he histeria o rifajquando Dos os faz, o diabo
os ajunta ".'
Algoos daquelles a quem Ihe niorde a conseien-
ria com oque lemas oscriplo, nao adiando por -on-
de nos peuuen, (porque nem >n eslo com 0 rabo n
raloeira, como esuto com o enrpo todo lem anre-
Koado com malicia, a dado um Molido infame e des-
honesto ao substantivopivote,usado por mis, sem
-" lembrarem que aquella palavra, nada lem de in-
decorosa ; e qii-u, poda recorra aos diccionarios vera
a sua veradeira signiHcacSo, ese cnlendem da ma-
teria, chiioi, .' i .alem -e Quem pesca com seo
poca as vergoa do eneooho Trapiche, nao estt
nabilitado para iBtreprelar o que eacrevemos.
Segundo niedi/em, o Urub s lem dado granda
Cavaco, com a historia de ae dizer que elle venda
pene e cajos dentro desla povoaeSo con, cabio as
"estas, com quanto leja islo minia verdade, com to-
do tai muila sem ceremonia quererse assm ridicu-
brisar tal peraonagem En se foSSe elle pedira an-
tes que nonieassem os mimes dos que compraran!
|"',\e a elle, porque nos darla o Irabalbo de escre-
ver assa nao pequen., relac/fo. Mullo breve meo
i rnbd, para a semana Ulveo, lera o gosto de ler a
sua hiueraplna, emenda, sabe o que he '.' lie a his-
toriada su., vida desde seu nasdmenlo nem mais
nem menos, que estamos escrevendo, a qual ja nao
foi publicada, porque sao lanas e tan variadas ns
0 i- partea que alano, irabalbo nos leu, dado tanto
em oble-las como em coordenada-.
Tedimos cerla peana que se odie da greca de
se valer da ineipcncncia dos portadores dos |9fa-
rioS|pofn os lomar em caminho. evHaodo assim de
que srjam pessoalmenle entregue* aos ligltimos as-
sigaaoles ; ee quer ser o primeiro em desructa-los,
seja tambeio o primeiro em assignar para elles, por-
que o agento daquelle Diaria, quando se extravia
ron os "torneros remettidos aos assignanles, lem de
oa intcirar, e quem paga para os ler.e Smc. cora is-
lo nada se importa.
Ha nesla povoacao um alonare que funrciona dia
o noiic, all se ajuula loda a rale; gritan, dlo garga-
lliadas, chora-se, e conversa-se em ludo e de lodos,
all se eiilcnam vivos, e*humam- da rasada, da viuva, da solt ira, da mnlher de m.ios
nisiumes, do pai, do lilho, do irmao, e do marido,
menos o que he mal casado ; saliese all do que ja
ai;olilcceu,do que lem de acontecer e al do que
nunca se pensou de lazei '. Sera islo por milaarc de
nlguina sania oo de aleum S. Miguel Aqu ha
sauliiibos to milagrosos !
t) meu amisto Cohete Irouvp-me o JomM do
Comtnrrrio de II do correnle para tu ler una cor-
re-|Mindef,cia desla fregaoxia nelle transcripta. Mui-
t" aostei de conhecerque aquelle correspondente uu-
Ire a meu ver, os -Creamos entntenlos leuao itielho-
res do que os que me indu/iram a dar-Ihe noticias
daqui ciimprindo-uie agradecer a aquelle corres-
pondente a irona com que me trata naquclle e-
riptn, corlo de que se me nao faro entender mrlhor
por mnio das qaialujas, lie porque o rao sai fazer e
nunca por falla de vontade. Estimo sobremanera
que o dicno correspondente conhtea que eu nilo cs-
rrevo naraum lim particular, por meaquinhns vin-
ganeai ou por odin a alsuera, que deseje Onefldor ou
desrespeilar, assim como que nilo dijo ludo quanto
podia dizer, se o nao Caco nilo he por mojo, nilo he
por recelo de respuueabilidade que deixo de espor
militas coosas ; he..... pelo respeito e delicadeza
qno devo ao publico a quem tenho mdo de offeoder
e desgotlar. locando em alguns escndalos acho
islo sullicienle para a pessua que nao cla' lolal-
inenla corrompida, mudar de rumo porque cada um
coohece bem qoaes os factos que Ihe sao perleuceu-
los, Eslimarei que o digno correspondente com os
sobrados conheciiueiilos qoe lem e dos quaes pode
bspor rom vanlagem, combala com energa OHe)
hnmeiH iuseusiveis a toda a qualidade de bous sen-
timentose que lenha a felicidade de os fazer Irilhar
caminho da honra, do qual e lem desvairado ; que
eu acedando o seu oll'ereciraeuto e apoio nao deim-
rei, inlaque mal.de uponlaros fados que estiverem
a meu alesnee, por cada um dos quaes eslimarei qoe
n digno correspondente encontr mil, (o que Ihe he
lacil vista que mora dentro desla povoacao,) para os
lombater com a energa das suat luzes e argumentos,
i rabalham alghmas posmas para que haja urna fei-
ra, em lodosos sabbados dentro desla povoacao ja
lem haviihj duas porem mu resumidas, Dos queira
que lenha bom eiilo assa lemhrattra.
A salubridade publica esta* sem alleraeao.
As cluivos lem sido enfadonhas, do dia 8 do cr-
reme para ca' o lempo tem sido n mais invernoso
possive, aconipanliado de fuhits bem ponco agra-
doSOM ; se assim continuar otenaeuhos que ja moein
lem de pejarc as caimas plantadas em i.aixas esli
arriscadas.
t> rio Ipojocaj.i trjsbnrdou.qne a vargem do en-
genho Irapichs se acba desdo honlem de manhaa
robera d'agoa, com ulna cheia menos ma.
/ 'ni t''lstftrt/it).
gua-
co, ifusa, exaseri:la, locera, vac,liante prende-
seiiipie a algoma cousa secreta, que a dirige e sal-
va, algoma cousa adaairavel, que i,e ., graodo obs-
Im.ieao de Balzac : o espirito la vi la, o oslado de-
ludo e a un lado dos caracteres. Estos mesmoi ca-
racteres o*o sao iiifalliveis, lalvez tenliam o deleito
de alongar-se oo arapliflear-se deamesnradamanla
liara as necessldadea da cansa; sao avenlureirot
que se ei,r,,luam anda vendo o aUeilu publico, que
ja produ/em ; mas eiuliui lodos estes caracteres vi-
ven : nos ns temos encontrado minias ve/es. reco-
nhecerno los e os tamoi dosprexado lalvex ; elles
marcliain diante de nos no romanee, c lemhra-nos
de Ic-los visto caminhar as pesadas de lodos. K
que Iratoa nao da llalzac ao tlenlo para completar
a rnaior parle desles caracteres, para |os tornar ver-
daderos, para dar-Ibes a marcha, o gesto, i, olhar,
a palavra, a forma particular, que cunvem ao asta-
do, educacao, ao espirito, a looeora, ao ridiculo
de cada un peoiiagera e para indlior illojlrar o
Iheatro de soa comedia com illasoes, que represen-
tara a verdade, Balzac, ao levantar o panno, qoiz
inesino apres mentantes personagens devem saber melliur oa re.'-
lidade da vida. Apremie todas as prossoes para
as neceSaldades da obra ; quer fallar de ludo e falla
de linio como boinein especial : he allornadamenie
operario, negociante, tabelliau, arivogado, medico,
chimico, archileclo, pintor, esculplor, poltico, di-
plmala, economista, agricallor, fabricante, legista,
banqueiro e mesmo usurario e sobreludo usu-
rario !
liste home-n sabia lodo em scus romances, e to-
dos pergutilam a si mesmo*, com nina curiosida le
inquieta, se lie podia saber milito lempo o que
linha aprendido tan depressa !
O estvlo me*mo de Balzac se resenlo desla ne-
ces a ezsa investigaco, e forca de indagar parece ler
sido algoraas vezes mal accedido.
Nos bellos litros de que se trate, o aslylo nao be
sempre o mesrao ; elle esluda para fal.ir, e falla
muitas vezes todas a Imguas para exprimir a mes-
ina cousa. Mas o eslvlo daComedia humana,
novo e ja pervertido, violento e delicado, enftico
e erieiaal, vigoroso e inquieto, emprelieudedor. e
dizendo minio com receio de n;io di/er bastante, es-
le eslvlo he lodo chelo de orprezas e etlcilos, de
substilezas e delicadezas, de movimenles e imagens,
que 11.. Iiem ,i cada palavra o senlimeiiln da lingua-
devena aborrecer; he nutra eoasa e slo nos lisogda
occollamente, e nos compras lalvez... qaasl tanto co-
mo o bem. Com o romancista que observa, iasiot
como con, n philosopho qua se confesa, o homem
-eule-s- arrebatado de reconiecer-sa en, um espelho
qoe tem porajoa lisonja, ospalbo potico que pro-
cura para si muito mal e mullo talento a'iui de ide-
ali-ar a plivsiouoniia, o carcter e a coiiscieucia.
Mil.
N 'iiiium i fraqueza da imaginadlo nablica faltn
aosuccesso de Balzac, successo deiluifoenoia iiilima,
de contagian romanesca ; linilineotc cr-secm lulo
qnaolo elle nos de,xa ver ou adevinbar em *eu ro-
mance de reahdade phantaslica, de verdade sobre
natural. Caosn sorpresa viverse com o encantador
em um mundo, que de algum mudo he obra sua ;
lodos ii,e agradecen) freqoenlemcnte ler dado lou-
cora humana o que pode caasai oveja a razSo ; lo-
dos pcilcm-lhe ouhos, aenliinento, paialu e mesrao
volupia, e receben! illuaoea no Inleresse ou u pia-
zer de sua propria vi la Emliin a imaginario pu-
blica se deisa abrasar secreta e deliciusameiite em
emoces que sao as chainroaa de nm bom livro.
O cortejo das amantes de Rousseau nao mu
o primeiro que di/, encontra-se lodo em redor dos
pnmeiros llvroe de Balzac, o esle lindo cortejo, com-
poslo de imisadea desconheeidas, de ternuras ano-
nymas, de enlhusiasmos meio uccullos, nao taz lenao
augmentar a cada obra nova do romancista. ICrain
roraees que su qoeriam mnslrar-sc, anda qne roste
de longe uns orgolhosos, oulros modestos, mas todos
arrebatados de (erem sido Jisougtados e febricitan-
le de todas as paixos dn romance.
Dt/.era-nos que ilozc mil cartas escripias por mu-
llieres linliain sido dirigidas a Balzac, carias que
comecavam pela admiracao c de ordinario acabavara
por urna dore jusliga, que se fazia a si mesrao. Al-
gumas mnlliere escreviam a llalzac para o admi-
rar e tambi'in para se reriinliecerem em algum per-
sonagem admirare! de seu livro. Pareciam felici-
la-lo de ler animado mais de ura defeilo de seu os.
pirilo e eiinobrecido mais declina fraqueza de seu
carcter. Agradecan) o ter-lliea lomado fcil o pe-
rigoso prazer de amar o que ellas tioham de bom
e memo o que linhnii de mal.
llalzac linha rslreado por um primor d'obra na
lisonja a mais exquisita : fallo damulber da liin-
la aunos.Ato entaO as mulheres ch?gavara aos
- i Irinla anuos mu lentamente, o mais de vagar nos-
uem da vida. Segando um pensamento que nao svel ; mas a mulber de Irinla anuos nao exista
le.-"l?u'_-.?. um eMsr|0 I"8-'" eslremeeor a | Balzaz a libha ochado, liaba Inventado, c foi islo
una invenr.au moile encantadora, que Iroaxe ini-
n'.il por essa maravilhosa esponja do talento, de que
anida ha poOCO ou vos fallara.
< is procuradores de oaro no seclo dezenpve? Mas,
sonboros, elles esli ledos as obras de llal/.ar : co-
i iei;arara na l'aw.i- de ehagrin e nao deixaram o
Iheatro. sean no, Vitnr.'int pnniTf", de|io,s de unta
brilbanle represenlacAo em seu heueflcio, levando
(.is litaos chelas e a f.,/.er nivej, oiiro e peala e al
I moeda falsa !
Nao se pode dar un, so pa* sera enconirsr-se persoiiillcacjo dosProcurado-
res de nitro. lis traen., o- expedientes, o Carcter,
l os costamos, m.id nn indas as maohnas oo disfarce
j perpetuo de ama peca, que dura inte anuos ; mas
, he sempre a mcsmaqiaixa'.....mesmo deaelo, o mes-
rao person.igi'in ; um per-oiiagem pertegoido jiela
' pobreza e currendn ,i|ioz da riqueza, de da e do
( noile, por todos oa eanainhos, quaai sempre por ve-
, redas ; procurando onro, nao leudo dinheiro e mes-
j ino pii'cisamlod* ludo ; afadigaiidn-se para pastar
I be:n o algumas vezes |iara n.io morrer de fume '
| nao crendo em mi la e nio estimando niognem, so-
I liban.lo quan.lo mu dornie, avarenlo, prodigo, ge-
oeroao o feroz ; esperdicando Ihesoorotdo genio em
ninhariai ; imaginando milagros rom um cordel
fazen io de ludo oflirio, industria, invencao e mer-
eodoria ; sabendo ludo que deve saber, an obsten-
te a sua ignorancia : estpido mallas vezes, mas os-
piriluoeo em raso il nece~sid ule ; leudo sempre is-
|ca para o aozol, e pagaodo a um erodor ou obrigan-
do a um amigo para aproveilare de sua admira-
, C'l ; desprezamlo sen amillono pata melhor o rou-
| vencer ; fazendn grandes rousas contra sua voniade.
procurando tmenle grandes negocios ; agitan.lo o.
nileresses, as nicas, os senliraenlos, todas as fraqoe-
zas e todas as forcas dsle mundo ; ahanamlje
ou erguendo-sc allernadannmle, c ludo i,io para ser
rico !
E a este respeto, senhores, a repeito de lodos c-
ipprocotadorea de ouro, que se agitam nos
subterrneos da Cwirsasa numuHa, h impotsivel
nao lembrar-sc que fui quas, na eslra de seu ver-
dadeiro laleulo. de sua verdadrira perspicacia que
Balzae escreveu a liiKefliqanm do abtolHlO, ro-
mance onde a alchimia, islo he, a tcieocia do aoulto,
a setnela do iinposstvrl, comeca a procurar a pedia
philosophal no s>cnln dezennve !
Nao vos parece, asoleare, que ha viola anuos era
esse um livro de preseutimento publico '.' Siin, elle
presenta o espirito dns uossos das, espirito que nao
quer outra cousa, seno volar-se procura do ab-
soluto ; o alisnlolo no daballio, na sciencia, na in-
vcujao e mesmo ua alchnna, no souho !
XI.
F. devere di/e-lo,senhortM '.' a lilleratnra dos nos-
sos illas lem sonhado como lodos ; lera
seu absolu
l'rala.l'alaces brasileiros.
Pesos cnlumnarios.
mexicano*. .
AI.FANUKliA.
Roudimento do da I a 15 .
dem do dia lli. .....
to:t:(;.vi(i(K
I4:a99a679
H7:9JD93t7
Desrarrefam Aoje 17 de 'ctc.mliro.
larca americana i/ar*/ Samutrtrilhos de ferro.
barca americanafoanoi,-farinna de trigo.
Itrigue l,e(ianhol iijpbacalhao.
Kscuna ingle/a.\o.rpecas de ferro e madeira.
Marca porlugoexah'lur da Maiadiversos g-
neros.
BrigaO brasileiroMura I.tiliadem.
IMPOilTA(?AO
Vapor n [mperatriz, viudo do noile, consignado
a agencia, manifest,! o seguPlile :
I eaixao ; Va/. \- Leal.
J dilos ; a Aranaga eV Hrian.
I dito ; a Jos (iinllierin- (iiiimaracs.
S rolos ; a Joaqun, de Vlmeida Pinto.
10 saceos ; a Antonio de Almenla Gomes.
-J barricas ; a XisloVieia tioelbo.
i eaixote ; a Joo Bapti.la de Castro e Silva.
t diln ; a .lose Antonio Bastos,
I dito ; a Caminlia s\ Filhos,
i dito ; a Jn.e Ai,Ionio I'ereira.
i lardo ; a Maximiano Francisco Hitarle.
~2 encapados t a Marliniano Krigoe hespanhol Angela a viudo de Terra No-
va, consignado a Aranaga ,\ Bryan, manifeslou o se-
guinte ;
-,811 barricas bacalhao; a nrdrm.
CUNSULAOU UBRAL.
Itendimenln do da I a 15 .
dem do dia It....., ,
ijOlKl i 3, ti pagamento da imporUaMiaJda rremalarao, publicara e alliiara o prsenle ios lugarc-de*igna-
aN|IIO vcrilicar-se-ha em i preslace iguaes, ultima das' dos. e ira publcalo pela iinpreii-a.
l-SW) quaes sera paga na ocasi.ii da eotragaJefinitiva, e Dada pa-sad.i ne.ia nesla ci 11 < lenle de
as outras correspondern a cada terco ds obras, sen- l'ernainlm o ai 15 de setembro d IS.V.. K l'e Ir ,
dn dilas prestaees pagas em apdicea la divida |iu-|'l'ciluliauo da Oaaslxa, eottlllt a nb-rrexi.
blica provincial, creada pela lei n. :t:,l Im/ino lui/aiM rf' xaxtsoMaj
I. O prazode re*poiisab,lidade rate um auno, ,, ||ln- Sr. imnerior da Ib-ouran. aja^atajajat
doraote o qual o arrematante sera utygado a man- 0l,i cimiprimento da ordeni do Kim. Sr. |rc-..i^iM
ler a estrada em pereilo esladc de conser- da provincia, de l do enrenle, manda larcr pobl-.
vacan. 0 que no da 9 de ouuii.ro p. vindouru. |a?ranle a
5. Para ludo o que lio MacM determinado lias jt, ,ia lazenda da mesina lticouraria. preseules clausulas, nem no orea nenio, seguir-se-ha matar, a quem por menos hzer. a oasxsoxrvaicaa p,-
o que a respailo d*pe a le n. >Coofora0.OI xqOOla da estrada da \ irlnria, avahada esa rets
secretario, A. F. da Annuuciac.iu. S:"aH!-< MI.
U llltn. Sr. iutpedorda th.snuraria provincial,: .*. arrenulacao sera por lem|i de H mere-, e le,-
em eomprlmento da i rdem do Bu*. Sr. presidenta ; ,, ,\, conlormidade com a le pmxiaoal o. ; i d-
da provincia, del do correnle, manda lazer piihli- ; ,-, ,| ,naio de IS5I, -ob as clausulas oneca?. aSni-
ro, que no da lt do enrenle prximo vtndoaro, vu copiada.
peante a junta da lateada da pletina t'.ie-uuraiia, ; x_s pes-oas qoe se propuzrrrm a esta arrematar*.*.
se lia de ai rematar, a quem por mano fuer, a obra i rnlll|,recain na tala das aaaafjai da me-ma jnnla na)
da eslrada do norte enlre a cidae de t.oianna c a a,a acuna declarado pelo seta da icnintirm,m-oi.
ponte do Ilujarx, avahada co l.ljWldOO. i habilitadas.
A arreraalaco sera feita na firma da lei provin- | K |li1r, conslar e raanduu allixar o preaenle r p
cial n. 343, e sob as clausulas yoajciaes abaixo co- hliaai pelo Otario a
piadaa. Serrdarta da thesooraria provincial de I Vinas-
As pessoas que se proporere,m I esla arre nalacao tjur ,i ,| .|,mbio de Isa;. o ecrelarn, Al-
enraparecam na sala dai sess '"da mesraa juata, no
S:70'i>li,S
18)920
&755578
propria pagina
llalzac he Uto curioso e lio amoroso de ludoqoao-
lo he a obscrvac'i da vida, que se eaforea em la/.er
vivar pelos ariilicios da forma e da luz "os menores
accessorios de seo vasto Iheatro. Amina os movis,
s pintaras, osqaadros, os vestidos; inventa jolas,
objeclns d'arle, eslofoe, relogios, campanillas, haga-
leilas, teTins daComedia buiuana.Imagina paciente-
mente costumes inveterados para melhorapreseular
em relevo um caracler ; ns tv pos 1 lio silo ao inesmn
lempo corpus, teotimenlos, vestidos, movis, cousas zac: e'la
medialamenle a felicidade ao seu (alent c ao seu
renome. Balzac Inrnoo-se quai oflicialmcule o
pintor ordinario da vida privada, da vida intima das
mulheres: d'ahi, senil oes, com a piulara do qoe se
loe se imagina, lautos lindos retrato* des-
do
liimbra 1
m
intimida
lor aspir
e mea
II nome mesmo de seus personagens he nina per-
tinacia de obitrvees.o, um esforro de veroaimillian,
ja que caractefia anda para melltor acaba-las, as
pbv-iouoni,as imaginarias do romance, 'lialzic he
um espinio violento, que sabe usar de sua violencia
com um excesso de-delicadeza.
VI.
Entretanto, senhores, o observa lor daComedia
humana,confiiiide-se mais |de nina vez.....nio-
co-o inventario de seu repertorio : o pbytiologista
*e olvida, e lalvez se coiopraz de esqoecer-se em
um esludo secreto, em una contmplela interna,
que o aparla da verdade e da reahdade etcestivas
para o levar ao espiritoaliauo.
Depoia de ler observad,,, o romancista do mundo
real acaba por fantaiar, e fantasa Irabalhando
anda. Essa Bccjto elida ile trabalbo, esse tonho da
arle. Se assim se pude dizer, o coodoz ao ideal da
ohservacao, que elle mesmo difimo : a observacao
idealisada.
Na manir parle das obras de Bafiar, cima da
realidade phylologica, ha, como que chammas de
ideal, que levelam o corpo; chammas de poesa, que
espiritualisain a materia humana.
rem-s?-nos dito que Balzac .inalxsa coin o ins-
trumento do analomisla, mis elle lera em urna das
nios o e-e iln.'li e na oulra nina alampada, que
cnica! 0 fogo celeste do senlimento e da idea.
Balzac abre, rasga, revolve as veas c as arterias do
homem; mas deixa-nos ouvir o liumein que offre,
congu) que pranleia ; quer a realidade, e
nbo, na larlicolaridadc
res e deliciosos, que o pintor de costumes
ciideni em romances no mu-cu daComedia hn-
elratus 1,0. cariosamente acabados, de utna
le loo .iidaciosa e que fa/.ia dizer a escrp-
looso: a mulber d boje perlones a-Bal-
he sua al em s-us cnfeiles,em seu deaali
minuciosa de sua vida
interna elle a vesle e a despe .'...o
A* mi Hieres pagaram ao pintor de sua comedia.
em ai miraea, recoiiheciinenlo, dedicaclo e de-
vocioI ido quanto elle linha sabida dar-Ibes em
o iginalidade, encanto, delicadeza e poder.
! eatenderam d- loaste para urna especie de
i la litleraria pelo prazer c pela imilacao ;
jm a por fbulas em arcao c romances em
queiiam viver de urna "vida nov.tnas erea-
im observador, expondo-se lalvez a fazer
mesillas, ma- o que liles fazia mal,nao dei-
hea ser agradase!. Emfiro promulgoa-se
mulheres, dentro como fura da Franca, a
c.
Certai u-nle foi urna inalher que era mais de urna
cidade g raudo ou pequcoa, imaxinoa fazer represen-
lar ao natural por orna snriedade inleira algum I,-
xronnvide Balzac. teprescnlava-se a vida de
nina comedia, e os adores mo deviam ser mais
teolo ai personagens da obra : os inesmos boatos
os jni.i|io. vestido*, os nie-mos go-los, os meamos
s setn dnvila. Apnderam-se de nm or-
prnpriam-iio a si, lraduzem-o era carne e
Eli
propaga
comeca
platica
eiies de
nal a si
xa va de
entre as
lei llil/
iidirub
manee.
Oss 1,
ver lod
fecho
dada* (
emigra
leiilam realisa-lo, esforcam-se em faz-lo vi-
' i inleira em altenlaren no perico do des-
Eram pequeas colonias do espirito, f-
ela inlloenria de um livro, eram pequeas
fita, que sahiam daComedia humana,__e
quequ-riam parecer-te com a mi patria.
Deslj modo Balzae linha observado o mondo em
seus romances: o mundo por sua vez observava em
qaer cora exce-so, mas nao sel que luz mysleriosa suas alees a obra do romancista
ah apparece. que o de-lumhrameuto do espectador
poetisa as as|erezas do espectculo. Amoutoa a*
decoraces, os movis, os ornamentos, os accessorios
da comedia, mas derrama nelles a illoso, quaai a
emocao e todas eslas minuciosidades nialeriaes tor-
nara-so personagens mudos, e que todava silo In-
discreto*. |,eva at a exaclulao minuciosa a des-
loa drama ; mas dame desle estado pilloresco de
nagaletlas, parece que se lica dislrahido da iuunobi-
lidadc do quadro por um sopro secrelg, pelo eslre-
meciinenlo da Lenca da Casa.
Balzac deeereve paizageoa, que elle qoiz repmdu-
Zir ao natural, e sao exactamente o que elle cha
las
O esj-nplor observador linha arrancado urna co-
media ao segredo dos costumes represenlavain pu-
blicamente sua comedia no Iheatro da observacao.
Quem| senhores, ousou dizer que a lilleralura 'era
a expaessao da ocieda te Mas nao, pode aconte-
cer qile a sociedade seja a expressao de urna lillera-
lura, I) he preciosamente o qoenconlererom a__Co-
"r^^-;:L.ii^
do lilleraiio, Balzac lem feito sociedade no mundo
real.
IX.
Tilias oslas qualidade* d espirito, todas estas va-
__ rledaUet de talento, todas estol applicareido gc-
geographia do seo livro ; mas !e Balzac lembra- ?'.? T" "'"' le"ho prelencjlo de csliidar. o pu-
e de os ler visto, lemhra-se lambem de os ler i "cors enhece e as admira ha muilo lempo ; mas
amado : una recordacao de lmur,, faz tremer mais I : I'"1'1''''1 Mil" "?'' admirado bastante n.i
de una vez a caria geographici daComedia bu- | "'vt'1 '"' ,le Batae, nessa confnsao de aconleci-
maiia,a osenliuiciito desusa nes*as lindas paiza- I """.' "S e ri":|eleres, a mais poderosa qualidade do
gen* cora ludo que ha de melhor no concia do ho- ""' "or : /"'''"'"*"'". llalzac nao se cimienta
cora parecer um remndala paciente, engenhoso e
leen ido, quer ser pensador, e cora elleilo elle o he
quai
forc.
lera. .Muila vezes a imaginacao enternecida de
o;lo Jaques Rousseau passa por all derramando
s.iodades e toohos sobre a geograr.hia da reah-
dade.
t:oosa rslranha I e lalvez cnua bem simples !
Balzac pareca ter em *na persnnalidade moral o
duplo carcter, que faz a torca e o encanto do seu
livro ; era sua vida de todos os dias elle he inquie-
to, quesliuuador, curioso, investigador sabe mular
e pesar ; lem appetites peatoaes, que nilo se deven) I
chamar paixes ; he um linmem positivo, que v deU,
porto e nao ere muilo no que loca ; mas esle Balzae
da vida real lem secretamente no fundo do Coraeflo
urna inllucjicia, um fulgor celeste, ama chamma
om ideal, ama ambcao sentimental, que o alira na
medilacao e na ehimera. F;m llalzac o homem o o
romancista em vao Irahalham para viver .rnenle
com a rcalidade, em vilo querem somente atlender
do confunde M vida de suas obras ludo qnau-
ln pi de tirar de soa vida, de sua vonltde, de sua
de sua saude
'poi de ler fril
epa
um
pre
teil
livro daComedia huma
na,- -Balzac preoccupava-se ja da comedia humana
no l lealro ; mas nao pensara inieiramentc Disto.
I en unlo-vos, se um tal romancista da reahdade
iem aprsenla Cm cena desle modo caracteres
xue*. n.io linha ludo quanto he necssario a
grande espirito para nbler successo em urna re-
entacfte llieatral Alcamas vezes, quando se
va levar pela Ijccan. Balzac rindava mal seria-
meijle islo he, mu ingenuamente em explorar o re-
L'"]or!n ".,t!'"'! &l> T"!1 .P'Tisiense. em um mono-
I
de
Un
obij
vio
tCfttJtl '
Mi. de vaint Jteuve, cm ten relaiorio feito em
nouie lio jurv de exaine para os premios propotlos
pela todedade dos titterals, inustrando que, dos
quatro assomplos posloi a concurse, um s liaba
lladidu as esperanc,:*, oBalado sobre Balzac,
acrescentoa, fazeodo iillasjlo ao discurso, que Mr.
Carine drabovn de proferir em nome da sociedade
dos Iliteratos: l> esludo parece feilo.
lie esle estado, freqiienlemeiile inlerrumpido
hoiilem pelos applaasos da assembla, que vamos
deslocar do *eu quadro, para que pasta entrar em
nos* is columnas.
Com Balzac,'por mai* que o diga, sempre se
acaba pelo elogio : por mais que secnliqoe, sem-
pre se termina |ida a ImirarSo.
Co,,, ,;lcito, scohof i,,, u nm espectculo ad-
miravei este mondo-comedia, lao verdadeiro | da
vcrosimllbanca, iao[real rmbora os artificios da
im.i-_inic.il. uiuudo brilhantoe mjsterioso, ruidoso
o intimo, positivo e ouhador, brttlal e delicado,
cu-nal e ideal, bdo de ; lites r paiies, mun-
do que repi "scuta le los os pajicis de vid i no lliealro
...: i. uii.'.lri Ilumina '
!'. una exirem li.ie a outra dista comedia, me
ivcoi tres oo quatro mil personaujens, Balzac na-i
d ''''i da apresentar ao i.....o alrulu um espelho
locan ti, um espelhoi slo be, que redrodlIZ ron, nri i
eeia ev.iuerac.ii diamalic. ludo que hade mais Iris-
le, de mis ridiculo, de in.ns vicioso e lerrivel no
i-siiiilne no curaca desle secul .
Observa c conheeecomo as palmas das nios, as
lireicncnes eatfraquezas de sen lempo; lera, orna
esponja de observacao e latelo, que elle pa-sa e
repasta sobre o inundo para empregha-la de a-nei-
r.i*, de sangoe, de orgultio, de paixflo, do lama, d
hypocrisia e de miseria.
yuando elle espieui esla esponja entre sua. ruaos
innaxlveis, eahem della grossat gollaii de realidade,
do verdade, de hutnanidade : avaolijn-ii........i n-
lar e sacudir a tiucliemoclie os farrauo d) iiiunin-
daJe.
muito bem e emprehendem ana viagem aerea no
paiz dos bellos cnlimenlos e das grandes ternuras
que tornara raelhores os liomens... e os romn-'
cislas.
Vil.
I.einbrava-me ha pooco das Couhsses de ]
Koussueaii, a proposito de certo senlmento da na"
lureza. qoe he bem eocanlador as obras de lialzac-
l.embro-mo anda das Conlisses, pensando
ern certa influencia excreida nixsleriosamenlc pelo
livro da Comedia humana sobre cerla socieda-
de do uosso lempo.
Tem-te d,; com espirito e lalvez com razio, qe me
as-Confissiie de J. Jaques Rousseau liul.ain dado os
valdade aos soirrimenio* e orgolho s, patxoes. Po-
derla dizer-se que a Comedia humana lem
dado orgulho as fraquezas. aos ridiculos, aos virios
mesmo, que senao fosse ella, nao teriatn procurado
later-se toberbos.
Balzac idealisou Un rrrquentemente>aai obsrva-
lo- as mais verdndeirat, seus espectculos os maii
reaes. suasanalxset as mais vivas, que acabou porleai
dar illusues a mais de una eiifeimidadc do espirito,! o
do cornean e da GOttsdencia.
Cuino Roussean no romance de *ua vid Balzac 1 xo
o rom mee da vida de todo-, comeca o estado da \ dai
realidade pela franqueza e ruitlddi.de, para lerini- : Ira
narmau de urna vez pela fraqueza e pelo sentimeo-i doi
lo. He nesle ideal, que poetisa -as paixos,|ntsle or- do
gu.no qne encobre as enfermi lades moracs, nfSteltHl
so.iimenlo qoer espinlualisar coasas demasiadamen- I e
te reaet, qoe se acna lalvex o segredo de urna das
maiores forras do livro de J". Jacques c do livro de u
Balzac, torca contagiosa, que ataca o bem pela grao- ,1
dea encantadora que da ao mal. jj
No aeculo XX lll o depols lambem, qxiem em cer- I re
lo arclo nao perdona ucculiaiuente mullas cousa
verdadsiras o b"i reas con merdal, era commaudita por sen nome e seu la
o, dirigida por Ma amlnVAo pesso.ll, destinada
o latir ludo quanto se v, se diz o se caula na
la. Ussuccessos osapplausos, as illosiles e mes-
os lucros do lliealro o impediam militas vezes
lormir ; nesle caso, Comecava a improvisar com
i especie de fiiror febril, o comeco de seu reper-
tor o dramtico.
ifelizmente Balzac niio linha anda lido tempoS
pplicar ao Ihealrn a llieoria do Irabalbo, daobs-
{8o e da paciencia, que applicava sempre as
as de lilleralura. Kra infatigavel em corneto
le ve/es scu rom,.....es : faligava-se immcdiala-
gr
1/
dit
q'ie te eonfetsava Ho homiidemenle, com
Ib., lio bello As mi.lberes toureludd-adoravom as
(...nli-.es de Rousseau como tinhain adorado a
Nova Heloisa, porque- Hemiaria verdade ahi
appareciain a illos.lo, o enlerneclmento, a Intimida-
de romanesca, o encanto. rJouveram mulheres, das
melhoret e das mala nobres que represenlaram mvs-
: to-menle ao redor dn plianias,,,! de llousse'au ..
'"1"5"-;'1..... -:i:" "a l-g.doa imaainacilo do g
.eupul c
Le.11,,1.,1 m-se i,.,., como Bina memoria rncanta- Ibi
da, todas se julgavam utna herona desle bello livio; p,
sal
. Ira
arraucavaa, urna linda mascara de alguraa ^l*mS^**ZSaS5SE5
MOTTADCT
lie, quando se tralava dos seus dramas ; nunca
origia, fazia-os apena* urna si'i vez. Boeonlra-
algirtnas vezes em sua* phanlasias dramticas
una parle delicada, profunda e original de s-us
es luros ; mas dessaa ill.isSes. dessas phanlasias
del a iniragiMii Uiealral, quesoube Balzae tirar na
xenlade para .. Iheatro, para o publico para si ,es-
- I amela ti.r.iud, Vaulrin, la Marate, les
s>urces de iluinida... dramasem|que ha (alent e
rilo, mas onde nao existe, no meu entender
rerdadeiro B.lzae da-Comedia humana.
ncan ,-me, sanbores, o verdadeiro llalzac dei-
-inis urna comeda, que [jalla sem dnvida eslu-
.., arraiijado, observado, aprofouda lo. como se
asseda um romance, comedia liorrivcl eencanla-
i, drama diverlnlo e verdadeiro, tragedia alegre
linheiro, que elle miiiniou .- Itfercadel-U-FwM-
, loi esse um successo do pasmo, dtastombro-
o prazer.
i autor dramtico se parece esta vez com o ro-
cisla ei-lo cm seu mundo, era toa creado or-
irin. na Intriga, no luvo c na amb
e rom a eonscienea, nadandt
cao, dlver-
em nina cor-
te limosa, que acarrla palbelas de ouro, rpvol-
>iial>-sando indo, penelramb, oo fondo
lo I ud
procuiado
lem-se corvado, toallaodo, sobre o
cadinbo do alclimnsta. com os olbos e o espirito li-
xadus sobre um ponto Inminoso, que Ihe promedia
a fortuna,
lambem mii tomos lido Mohos de dinheiro,
qnasj sempre inuteis^ e as vezes prejudiciae; latn-
bem temos proeorado ouro na correte do nosso se-
culo e acrescenlo qoe os sonhadores da lilleralura
raras vezes o lem ochado.
Eslas prcleores a lorlnna, eslas vtrdadeiras pai-
xes infehzes, me,o semitas, meio sonbadaa pela
lilleralura contempornea, nao deveriam ser esque-
cidascm ura estudn verdadtiro dasl.ellras e do.
Lilleralos do seculo dizenove ; e para melhor lo-
car nesle caracler particular, eslrauho aos nos costumes llleraros. seria |ireciso anda lembrar-se
de Balzac : nao fallo mais do escriplor ; fallo do
homem ; seria preciso recordnr-se dessa vida ator-
mentada e ambiciosa, poderosa e inhbil, forte .
niiseravel, que reprsenla em suas lulas, em suas
Mloaet, em suai dores, rom proporces enormes de
popularida'de e tlenlo, a classe lelt'rada do sculo
de/enove.
Balzae comer a irab.ilh.ir adorando a Migado
Irabalbo: em todas as causas adora o couiero. Eu-
cerra-se, oeeulta-ee, rccolhe- se e trabalha vestido de
um habito de fraile, como se quizesse mostrar a i
mesmo, alo na forma no seu vestido, o auimo obsti-
nado resignado de seu espirito ; elle quer ser o
benedictino da observacao. De repente, senhores, o
benedictino exalto-te no successo, glonlica-se no
primeiro brillio do sen renome. Cuuhece-se que
era superior, e nao quiz mais passar a vida abano
de lana gente miseravel Persuade-se, c procura
persuadir aos oulros, que a inlelhgencia. a arle, o
talento s.lo folios para seren ricos e felizes. O mon-
ge da rua Cauitii torna-so quasi altivo e orgullo-
so. Ama o luxo.e cliega al aofauslo com urna pus-
rilidade, que s, 0 Seni0 pode fazer amavcl ; vate-
le oa ai,les d,slarca-sv na elegancia e na felicidade;
deixa sua celia todas as notes depois de do/. horas
de Irahalho, e va, fa/er brillisr e resoar por loda a
cidade a famosabengala de Mr. llalzac, essa ben-
gala de caslAo de ouro o orgulho, que inspiren mu
livro encantador a ura dos mais bellos espirito*: de
non* poca, boje desappaiecido, mas nao esquecido
e que vive anida, depois da inorle de urna molher
admiravd, as obras do madama Emilia tiirar-
ilin.
Cnn tibiezas calculadas que Ihe serviam de pro-
curar as paixes as mais loucas, Balzac linha lodus
os desejos, lodas as Iraquezas, todas as ambu.es da
vida conlemporanea, ranino a ambcao poltica, e
lerabro-me de qne elle escreveu ura da sua peque-
a circular tleitoral, como qualquer oulro, como lo-
do.
Alem do "tus c a hall, n lillerarjos, procurava ju-
gar com luftir r,4 elevar se e fazer-se rico ; jul-
trava-sr moilo feliz ,l le,.le,lo bous livro, mas
cora pezar de nao ler feito anda bons negocios.
Desejava realisar todas as etpeeaUfow maravilhosas
que Ihe liuliam sido tantas vezes bem luccedidas era
eu* romances. Exercia sobre si mesmo um dora de
arrehatamenlo, que o arremessava a Iddos os capri-
chos da imaginavilo, da esperanza e do acaso. Ju-
gando assim, ganhava parada*, qoe renovavam ou
mulliplicavam cada da a cifra de sua fortuna ima-
ginaria ; e qnando fatigado por vonlade ou nao com
esle mundo di riqueza phanlastlea, onde elle se ar-
ruinava quasi sempre, vnltava para o scu verdadei-
ro monpo, o mondo das leltras : alirava-sede novo
na mullidlo, ni Iota e lornava a cahir na pobreza ;
Irabalhava anda para depois coinecar oulra vez a
onhar ; afadigava-se, pedindo smente para viver,
uessetrabalbo ne inoneque mala boje bem perlo
de nos entre o animo e o pezar, o maior hornera da
poesa moderna, o maior poeta de coi cao publico
e de consciencia humana.
Emlim, a vida de llalzac, persnnilicacan brilban-
le das letlras no seciilu dezmove, iuvesliguu sempre
o-absolutocora esforcos dolorosos e visies mag-
nificas. Nao se cnnleiitava com a gloria as obra*
primas ; quena tambera a fortuna nagrande
obra! Morreu tillando uaosii coro seus sonlios, se-
nao com seu trabalhos; cabio, como grande genio
e cheio de niagia.no da em qoe leria podido excla-
mar, como o admiravel alchiiuisla do seu romance :
Acliei
(Prest.)
i.'IVEIISAS PROVINCIAS.
Kenduienlo do da I a 15.....
dem do dit 1(1........
57(i;liil
5761616
DESPACHOS DE EKPOIITACAO Phl.A IIESA
Do CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
li> lili SETEMBRO OE IK36.
PortoBrigoe portuauez Trovador, diversos car-
regadores, <>, ExDortacao .
Itin de Janeiro, brigue brasileiro Firma, de I7i
lonelailas. rnndotio o seguinle : 3,519 raeius de
ola. 1,117:1 sacca* milho, 135 caix-s velas de ear-
iiauha, dO( mnlbas pellos de cabra, lili saccas cera
de carnauba, I) ditas algodao, I caixa espanadores,
flJ volomes gneros eslrangeirm.
RECKBEUORIA DE HUNDAS INTERNAS !E-
RAES DE PF.HNAMHCCO.
Kendimenio do da t a 15 10:4769531
ldm do dia t(i........ t:J;7ii()
11:9593251
i:oNSi;i,.\|iii PROVINCIAL
lie 'Hlenlo do dia | a 15
dem do da 16
|;1:92I;2I5
559932*
I4:48C3539
PAITA
rfos prerns enrrente dn astuear, nlqnd'm, r mai*
teen dn /;, quc w ietpackam na moa dn
mnsuladn de Pemnmlmeo. na temana de 15
a 1)dc sttemhrndt 1856.
Assucar cmcaixasbramo l. qualidade (j
" o mase.........
ii bar. c sae. hranco.....
rt a mascavado .....
a refinado .......... n
Algodao cm pluma de l. qualidade
i 2. ,> i,
" o o i 3." ii o
era carneo.........
Espirito do agurdenle......ranada
Agurdenle cachaca........
a de ratina.......
res|||,1(|a..........,
Cooebra.............caada
" ............... botija
'cor...............caada
" ............. garrafa
Arroz pilado duas arrobas, mo alqueiro
cm casca...........
Azeilc de mamona........caada
a u mendobini........ u
de peixe.......
Cacan ............
Aves araras ......
;i)
utna
un.
cenlu
5579290
tynblkacfto ptbib*
BIO l'OBMO/.O, 1 DE JIMIO.
nuanii.w recebidas c de'pczas feilas com o hospital
de-i a cnla.If, duranle a epidemia do cholera.
Importancia receb la dos habitantes
dela, havda pela coramissao en-
carregada pela cmara......
dem ollerecida pelo pmpriciario
Joao Mauricio de Barros Waoder-
Icy................
dem idem idcln Francisco Anlunio
ll.ni lena de Mello.........
dem idem dem Dr. Pedro l'treira
de Araojo Bdlr.lo.........
dem dem idem Francisco de Caldas
Litis................
Idem idem idem medico Dr. Fran-
cisco de AssisAzeveJo Jnior, que
pnr grulicaruo Ihe deram, e elle
i l'ere.-eu de i-mnla para o boa
pilal................
Idem dem idem capilao Flix Jmi-
da Silva. ,..........
dem idem i.tom Manocl Jos Con-
salves Braga ............
Idem dem em assucir pelo proprie-
lario Francisro deoeveia Souza.
milheiru
uina
-OOJIIOil!
IOOOOO
1009000
papagaios......
Bolachas...........
Bisroilos...........
Caf hora............
resstolho.........
a om casca.........
muido...........
Carne secca.........,
Coros com casca........
Charutos bous........,
ordinarios......
regala e primor .
Cera de carnauba.......
em velas.........
Cobre novo mao d'obra .
Couros de hu salgados.....
i verdes..........
-a espixados.......
o de onra........
cabra curtidos ,
Caarliimbo...........
l.siena- de preperi.....
Doce de calda........
a n goiaba......\ ,
o secco .........
jalea ,.....\
Eshipa nacional......
cslrangeira, mao d'obra
Espanadorcs grandes.....
o pequeos.....
Faritilta de mandioca.....
n iinllio.......
aramia......
Feijan.............
Fumo hn:n .........
ordinario..... ,
ii cm folba hnni......
ii ordinario.....
o >' rcslolho.....
Ipecacnanba.........
i...inina............
tiengibre...........
Lenha de adas grandes ....
a ii pequeas..... a
j> loros....... n
Praucia-. de amarelln de J costados urna
ii o Ionio......... u
Costado de amarelln de :I5 a illp. de
ce > ; a :t de I.....
t de dito usuaes.......
\ Costadinho de dito........
Soallio de dlo...........
lorro de dito %.......
Costado de touro......... ,,
Cosladinlio de dito........ a
Soalho de dito........... v
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59120
89920
-3SD0
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dia cima declarado, pelo ujlf, da, cainplenle-
menlc habilitadas.
F: para conslar se mandn art""r o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de l'ernam-
huco 15 de selembro de Iciti. ~() secretario, A. F.
da Annonciacao.
Clausula* especiaos para ayarremalaeo.
I. A obras do lauco de eslrada enl" a Maue de
lioi.inna e a poulede Bujary, far.sm-Mo decoofse-
midade com o ornamento appmva.l l*la direeloria
em conselho.e apreseotade a apera 'aeaodoExm.Sr.
presidente da provincia, na importancia de res
13:4319000.
i. O arremtame dar principio as obras njepra-
zo de um mez. c devera eonclui-la' de dezoilo
me/es, ambos ciliados na forma di' arl- '''' provindal n. -isi.
3. O pagamenlo da imporlanria
realisar-se-ha na forma do artigo :i
n. i86.
i. O arrematante excedendo o Pri"" marcado
para roncliisao das obras, pagara "na mulla de
cen mil res por cada mez, eiubor < "ie seja conce-
dida |irorngacao.
j.-O oricislaBle^iiaijjtv r xerucao das obra*,
proporcionara Iransiln ao publ, c e aes carros.
6. U arrematante ser obrig
execucao das obras, pelo menos
de genio livre.
7. Para ludo o mais que na
do as prsenles clasola* nem
guir-se-ba o que dispe a respe
Conforme. O secretario, AntonioFc,rclra da An_
nunciacao.
- O lllm. Sr. inspector da thonrilri'? Pr"vin-
OO I'', d' Anuiiiiciacaii.
r.lau.ula, e-pe. ,ae* para a a**JUaa^aatBB*>.
1.* Kxeciitar-so-hao n* Irabalho* de -i,sevara-
da estrada da Virlona, de onloimiitad r rtmeulo approvado |iela direeloria era conselho. r
apresentada a apprnvacao do Fxm. Sr. M-rsideitle
da provincia, na ini|Hirlanria dr K: IKr.ll) r.
i*0 pauamenlo verilicar-se-ha eni de/ |Ke-!-
res me.nsae*.
:t.* I'ara ler lugar o pagamento d cd rae-laa
sei.i nix-ler que >> arrcinalaule apremie a'letlad**
do eusauetto, iTovand., 1er rumprido raKfJI o-
iihrigai;oes.
i.' Nos ra-os ondsso* da* presentes rlau-nli, do
orcainenlo, tsaTavr^s ii o ajti- rsassttsls sksxji le a 1*1
pro.inri,il n. -Sli.laiiif-irme.0*rrretaii,..
A. i. d' Xrinuiiciaca.*.
O lllm. Sr. inspector da lhc*ouraria provincial,
cm roui|.lmenlo da or lem do Kvm. Sr. ia
da arremataran] da provincia de S do coi rente, manda laaer 1
ia 1:. '-ma le que no da '.' de outabro Telilla vindoara, parame
a junta da faxeuda da me thesouraria. *a^_l
n emtlar a quem por iikiio* l.-er, a obra dJ~
ilrameulo de 20" lenco da -lia! 1 da ViHa. ^T^-
lens.1,1 de 6:)J braca*, avallada em ">:9Ck,| ** **"
A arrenialacalo era' feila na forma 757; '
ca. 313 de 15 de man^., ^^JV^";
As pernos qoe ^..pozerem a e:a srresnHsr*.
comj.arecam na H ,,........., ,,, -
d^my^ci.,Jo,,- ^ItmSmtt,
E part conslar e
publicar pelo sBierie.
Sa:relana da thesouraria provincial de Perajm
de seterobro de PM, -O secel.ri'. a 7.
adiar deternnua-
1 orcameulo, se-
1 a lei n. -JS___
cial era ciimprimeiilo da orden) dotxm- P,e"
dente da provincia de do corren
publico que uo dia 9 de oulubro p
pernnle a junta da Calenda da raesi
ha de arrema lar a quera por mene
varao permanente da e-lia 1,1 do si
Cabo, Remedio*, aterro e povoai
avahada era 8:520o.
A arremalacao sera feita por I
e de conformidade com a le pro
de maio de IS5, sob as clausul
copiadas.
As pessoas que se propozerem
comparecam na sala das sessOes d
da cima declarado pelo meio di
Ilahilila.la*.
E para conslar se m.m.l.iu allh
blicar pelo Diorin.
Secrelaria da Ihesouraria prov
manda lazer
no vindouro,
esouraria se
tr a conser-
11111li.-a1.an do
lo* A fugados,
.po de 1(1 ni,'/.'.
Mal n. :il de 15
specaes abaixo
la arremalacao
e*ma junio, 110
uinpcleiitemeule
0 prsenle e pu-
al de Pernam-
buco, 15 de selembro de S5.- ,ecre'ario. An-
tonio Feneira d'Annuncincao.
Clausulas especiaes para a
I. Exerular-se-bao dilos traba
dade cora o orcameulo approvad*
cousellio e apresentada a appro
presidente da provincia na imp.
2. O pagamento verilicar-se-b
meusaes.
.'I Para todo o que nao se ach
entes clausulas nem no orcami
que dispe a respeilo a Id a. fie ,
Conforme.O secretario, ,\ on, '"M
Anounciacao.
O lllm
em ciimpriine___
da provincia de 4 do correute, ,a,"uJ '"" puldico
que no dla'9 de oulubro proxim v""lou"'. peranle
a junta da fa/euda da mesma """i ,'c uo
arrematar, a quem por menos rter> a abra;10 en'Pe-
dramenlodo^t.' Unco da Vte?1* """a.......
8:6959500 rs.
A arremataco sera feila na0""* *1lei Provin-
cial n. :ii:t de 15 de maio de U'1' *b as c^*,<-
las especiaes abaixo copiada*
As pessoas que *6 propnzt
comparecam na sala das et
110 dia cima declarado pe
mente habilitadas.
E para conslar S- mande
.59000 hoco 15 de elemhr, de l&)b.-() secretario. A. F.
da AnnonciiiciaO.
t:iausulas mff^SS. \"rf;m:\\>^-
l. As obra, do oml,eilr,fr ". ,?o-,'.-' '""CO da
eslrada da Victoria "a ",eJt;'1(' d" J3 bri"-'i,s cx'-
eular-se-hao de conformid,d'e c,"1,1' "rC'l P-
provado pela dircel rla cmfonsdho, e apiesenlado
ao Exm. Sr. presid. \re da Provl,,cla imiiorlancia
de K:695950(> rs
remalaeao.
os -to conformi-
trectoria em
lo F^xm. Sr.
tSSH a de R:52u/.
em lll prestac.ies
previsto na* pre-
.0, segiiir-se-lta o
da
1.
. Sr. inspector da Ib ""ia provincial,
emo da ordem do xm\ Pidenle
maniloa ailix.ir o prsenle e
I.
buco l
d'Annunciaco.
Clausula* es|ieciaes jan a arromatoc.
A* ol.r. do empedramemto do -j- larir- da
estrada da \ .clona. exlea.,1,. de BM braca.; .
rao fcla.de conformidade com o nrcantoato ^
vado pela direeloria em conselho t^t-mJL
ttmBF*' "r"v,nr, -a^^'a
2. As obra, principi.rao no pram de oa rima
finda.a.i no de s-i, mezei, I I *2
formnade com o artigo .11 da le provmcj.l -j
1. O pagamento da impurlanria da arnroalacO*
reahsar-se-ha na forma do artigo .Tf da aaswi
n. S6. "" w
M O arrcmau-ii.- dorante a execocae. gtj ,*,,,,
proporconara- Irn,,, ... pbtic. a Ccarr.
.) O arreto liante excedendo o prazo marcada asa.
r. a co,icis,l das obr.i, ,mn- 1, SfclC
por eada me/, eiobora Ihe j, roo Hulea prer-Ba.ar.
b. 0 arremataate .era obrigad. a tSStm
execucao da. obra,, pelo ZS, mSSiLZ
de geule livre. i^*
7. I'ara tu lo 0 mai, qe nao s. arhar uxMuxtxxa.
do as prsenles cU*l., n,m mm*mlm te
gu.r-se-l.,, o que di.p,* repello a lerprovindd m.
JM.. Conlormc. O secretario, A. r. fl'Aoaoa-
ciacan. axtaastax.
?Ctl6.ta9t*.

1 a esta arremataran
da mesma junta "no
SO da c 111 plenlo .
aflixar o presente, e
alqueirc
11
alqueire
alq.
:,)
cculo
7il?Hin
63100
509000
59130
l:lli-Slll
Dttptztu.
Importancia de aiugucl das casad
para 0 dito hospital........ .",!l-(iH(l
'.lera para pagamento deenlermeiro* 2249(00
Idem para ramas, colxoes, lencnese
upa....._......... 2369090
Idem para u'.enc.iliot de eozinlia, >*'.i35fi0
dem para gneros allimcnlicios c
.}n............... il-ltVibll
dem para urna padila para rarre-
gar dneulcs, e um eaixao para
mfs............... 163000
Uem para dona barris de alcalrdo.
e mais despeja........... ','rioo
Idem para urdiilicarao psga a Joa-
qoim Alves de Miranda pelos ser-
vicos prestados nos enlerramenlos
doscorpos............. argooo
Idem para despezai mal com o a-
brineulo de sepulluras...... Ki^OlKl
r 1:0919-290
Lxisle em ser............ lOs-Vifl
Jos.; Parara l.ins, encamado do foraedmento
do hospital.Joaquim Francisco Diniz,Maiioel
l.aelann de Alenla An Irade.Jos Antonio de
Leso.
quintal
duzia
par
Forro de dio..........
i o cedro.........
Torea do taiajuha........
Varas de perretra........,
i> a auuilhadas.......
_ > quiris.........
Em obras rodas tto sicupira para c
11 cixos u u a o
Me|ar,............... caada
*'llllu...............alqueire
i'cdra de amolar.........una
a filtrar..........
rebotes.........
Toiilas de boi'...........cenlo
i'iassava..............misho
Sola ou vaqucla..........nwio
Sebo em rama............m
l'clles de rarneno
Salsa parrilba .
1 upioca.....
Cubas de boi..........'. cento
Sabiio...............^
Vinagre pipa........., p|pl
una
fe
231100
19700
atino
2>500
IO.5O0O
IJ300
0100
9240
3160
3->(i0
153000
9360
3tH)0
3U0
3210
9200
3*00
3(00
13600
13000
300
1300"
l360">
235||0
39000
63O0O
83OOO
63O0O
1-3000
63000
3000
J30IK)
39OOO
33000
29000
3900
113000
218000
I63OOO
0M3OOO
II3OOO
'.3000
"9000
1-3000
S3000
6-3000
3000
33ISKI
(3OOO
19280
13600
13112(1
1*280
209OO
203OO0
SIDO
2-1H NI
90O
63O1HI
3M00
321M1
3200
:t3500
?4)00
3160
163000
392OO
MiM)
3120
: losnoo
ffiovimmf' a?4i pmto.
.No dia II
nem saluda
i do selembro nao houveraiii entradas
@Dtt**Sa
e-*e pensado em lomar a epi-
phe de seu poema satrico ntatai ira palavra*:
readtt-l*Fau*eur, ueste liiulo de orna come-
, que poderla dizer lanas cousas ao oovido da ta-
lo impotsivel'dar .10 dinheiro una efligie mais
ente, mal* triste e mal* verdadeira duque ess
gre e insto aspen,, de Mercadee Elle nos mos-
em relev.. ludo quanto a observacao cmica pode
rar em grande, i,,,-,,, lt. Pjpjrl(0i ,|UH, ,,.
'''' "'"'......'* flue be ama verdadeira meda-
dedica.1. an, cwlume* .1 nono seclo, e com-
a de todas as sartes de pequeas infam
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 l|2 a 00.1. e -~ .lf< 3 (,o.
o Pars, J'ilU .155 rs. por fr. *
n Lisboa. '.IS a 100 por ', de premio.
Itio de Janeiro, 112 a I por Om a 15 e 30 lias.
Acces do Banco, 60 a 7(1 0(0 de premio.
" 11 cornpanhia de IJebeiihe 518000.
rompanhia l'ernainbucana ao par.
o n Ciilidiidc Publica, 30 por cenlo do premio.
o I11.le1nnisa1l.ua. 52 idem.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em-riimprimcnlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 4 do correnle, manda fazer
publico, que un dia 16 de oulubro prximo vin-
douro, peranle a junta da fazenda da mesma Ihe-
souraria. se ha do arrematar a quem por menos -
zer, a obra do -J7' lauco da estrada da Victoria,
avallada era 2(l:7'J2>li'.l2 rs.
A arrematado sera feila na forma da lei provin-
cial 11. 343 de 15 de maio de ISVi, o sob as clau- c
suias especiaes abaixo copiadas.
As pestes*) que se propozerem a esla arremalacao
comparecam ha sala da* seauoH da me.ma jnnla, uo
da cima declarado, pelo meio dia, rompelciilemeii-
10 hablilla, as.
E para conslar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar |iclo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pcrnain-
buco I 1 de selembro de 1856.O secretario, Anto-
nio terreirada Annunciai-ao.
da estrada le ferro 20 por nlnde premio, la
dA lolleo.. .'.. "T ~* .-I_____I>
Diseonle d ledras, de 7 a 7 l|2 por 0|((.
Hilo do banco7 a S por 0|o
Clausula*
A- obras do 27" lauc da eslrada da 'Victoria,
1 lar-se-liao de conformidade rom o remenlo, plan-
1 especiaos para a arremalacao.
do 2," lamo da eslrada da Vic
2. As ohras prir
o lin I.nao no de sel
fonnidade com o
2S6.
3, O pagamento
realisar-se-ha na f
96o.
i. O arrematan
para conclu-ao das
mil reis por cada 1
prorogacao.
5. O arremalai
proporcionara (ra,
6. O arrematan
execucao das obras
gejite lvre.
7. Para todo o
as prsenles clan
e-ha o que disp
286.
Conforme.O :
cao.
OJIIIm. Sr. ii
em cumprimenlod
provincia de Ido
no dia '.) de rinlul
junta da fazenda d
rematar, a quem p
vacan permanente
em 6:61103000 rs.
A arremalacao i
ede eonfnrmidadr
15 de maio de 18."
bailo copiadas.
As pessoas que
comparecam na sa
da cima declarad
habilitadas.
E para conslar s,
blicar pelo Diarii
Serrelaria da ti
buco 16 de -lem!
da Annunciacao.
Clausulas es
1. Execular-se
da eslrada da Pat
orramento appro
appre*enlado a ;
da provincia na
2. O pagami
ee* meusaes.
.1. Paca ter
-era mistei
da engenhi
hrigaces.
i. "Nos
orcameulo
lei proviiu
Conforo)
rao.
) Dr. II ,|,
supplenb
cife de p
Faca *ab
res, ou d
lidaj me
James I
vvorlh vV I
execucao
Ferrelra 1
querendo
V. S. digo
molher, pai
m-nto da c
lii- ir nao s
mandar que
previamente a
Pede a V. $;'
vara, deferimt,',
e Silbes.
Cile-se, nrov
fe 8 de agosto i
Nadi mais .,
10, por o sttaL
ficassem, crTT),
suas tettemsol
profer a serle,
ICm face 1I0,,
rada ausencia
do sejam Citado
inesmos as eos
Kuiiu Aogust
Em eurnprin
carta de edicto
senlenca, pelo
liaro no prazo de un mez,
lera*, ambos contados de cou-
igo 31 da lei provincial
Importancia da ar-
do arl, .1:1 da ir
ceden-*-
paga
mb>
...I" 5* do consolado provnr.,1 t p,.
ihco. que u ultimo do correnle met lem do ^r n -
(rbidas para serem rrmeliida* P,ia o ,,zn I tta
serem axecoladas as I0M01 .1... d-v,d,e,'w *>,.
xarem de pagar seus debilo* caro., seiam a, .te ,--
pi,.o de deema, i sobre diverso. l^Z^n-
nst.Vi 1 1! ?, e r">" qu'" *' btlhele. **
loteras, de oulrat provincia., (tes Ur ca, .le (Jt>
das, tai* sobre caM. de jog ,| hilhar. Mesad*.
consulado provincial 1 de setemtoa de 1856.
Antonio (jrneno Machado Rus.
11 administrador da mesa do cn.ola.lo ,..
cial avisa a quera inleressar, que por ,.|l,.u, do Lxm.
sr. pre*idenle da provincia de 27 de agesto prxima*
passado.foi approva.la a medid, pcpwla o,.r M -c
par tica., de *erem eU.aa.lo. o. cnlnhumle* quan ...
tenliam de pea >ro iinpmlo de dcima, e l .rae
catar ,ls ltimos eonhectmenlo. que mortrem lr
duai.lo pas.ram o. nlt,mo, .mpolo, a qoe .ao i.,,.
*r*rrM. pi.i le. aun le se evitar dapf.cala. ni 1
ment. Me. do con.ula.1.. proy incisi .. -^T'
br* de 1806,-Aolonio Carne ro M, L" ^*"*
bichado KlfH.
11 I ilui. Sr. capillo do porto
dn Exm. Sr. presidente da'"
cumprinilo a rdm.
ao .viso da reparlirSo da m ;R'".*. relet.ndo-^
mez, manda fazer publico a'1 "''* d* l2dorc.e-i.
zela de Londres com dat. dV. ?*^?ga**'.is da ss-
,ril ullimo. rule
.*
acbam-se a orden* revog'
e 20 de marro de 185
lomadasemec. -
tnico
as de 18 de leverer
kim oalra* medid.
guerra pelo govento U-
narohaco em 2B de a*a-
Mexandre Rorigoe d-s
DCAO.
70.
Londres, de
a execucao dat obras
o publico e aos carros.
.. oblgalo a emprrgar na
lenos inelade do pe-soal de
-pie nao cstiver determinado
uem 110 orcninento seguir-
es|.eito a le provincial n.
-io, A. F. da Anniiiiii.-ia-
r da Ihesouraria provincial
mito Exm. Sr. prc-identeda
le inanda|fazer publico, que
oxiuio vindouro, peranle a
roa Ihesouraria, se ha de tr-
inos tizar, a obra da conser-
rada do Pao d'Albo avallada
ila por lempo de 10 mezs
a le provincial n. :li:l de
ib as clausulas especiaos a-
pozeram a esla arremalacao
ttsses da mesma jiinl.i no
. meio dia.|compcteotemente
1 Km aflixar o pcenle e pa-
rara provincial de Pernam-
.e 18-56.O secretario, A. r".
M para a arremalacao.
os trabalhos de conservado
ho, de confermidade com o
da directora em con.tll.o e
ao do Exm. Sr. pr~idenlc
ucia de 6:600^)00
rilicar-se-ha em '
""amento de r
lo
as .*-
..rcsenlcs clausulas e dn
. que a respeilo .11 ._ a
ario, A. F. da Annuncia-
. de Almeida, juiz municipal
do cvel desla cidade dn Ke-
elc.
prsenle caria de adila* vi-
'erem. em como Jamet Hal-
lo Iheor seguinle :
.Malario da firma de G. ken-
Hada ha mais de ets mezo* a
os inuviam contra Joo Jote
' esle juizo esciivao Cunha, e
1 rc.nerlivn* termos ; reauer a
ndar cilar o exerolado e sua
cao da in.tancia e nroatgul-
: porque esteiam auteatea em
lucr mais a V. S.> so sirva de
-e faca por edictos justificada
ia.
. .'sr. Dr. juiz municipal da 2.-'
It. Me.U. Antonio de l.-.cio
Publicado romo offieial.
Ouvrla-fera 9 de abril de 1K56.>o
Uuckiniiham l'alace. no .lia OrteaU.
prsenle o conselho de S. M. ramha.
Era virlude de achai-se -tgnado um Ira
paz e ami.ade enlre sua mageslade, seus allia
o imperador de lodas as Itutsias, manda Soa .\l.._. -
lade, depois de ouvido|os seo. cnntdheiro. prrrao..
que fique sem cITcito a na ordem dada em coaseth
aos 29 de marco de I8"il, deleiminanda, qoe a ne-
nhnm navio ou embarcacet perlenceoles a quatqort
de seus subditos fos*e periniltido dar entrada e tea
parhar para pnrlos da Kussia ate novas orden* ; o
qoe se fixesse um embargo geral ou smpeoiaa *
lodos os navios ou cu.l.arcnroes rotaa aciaatmeote
nos porto., ou qne para o futoro ealraseem nee ra-
tos, 1.alnas ou lundeadoaros dos dominios de S. dita
magestade, cniuiirtameiite com as pessoas e ousjoUe
cxislenle* nos inesmos, e bem a-.im lodas at otras
orden* do conselho prohihiiidu o ruramerrie eos a
Kussia.
E o* muito honrado. Inrds rominissarios do Ihuea.
rn di ua magestade, os committarios que nrculam
oolticio de|lord primeiro almirante da l.re-rWcla
nh 1 e o lord Wardem. dos portos cuque, den m
dar as orden, necessarias nenie cutidas, e oe re>-
pectivamtnlel bes perlencam. A-iguadn t C Gre-
vdle.
t>o cons'lbn cm iirkinghim Paiace.nodia'.l deaUH
de "s V'. presente o ion.-lim de S. II, a raial.a.
Fica de.de esla dala ordenado por sua maer-l d-
em ronwlhu, que as prohibiroe. aclnalatenlo exis-
(enlcs por motivo da regia proclamar de teta isa
gestade do da dezoiln de fevereiro de 1851, e par
motivo de ordens subsequenlea do ronsclh, rr
a expurlaro para tora do Keina-l.nido, e emulen-
cao pela costa, de aunas, mentcsies, plvora, salitre.
euxofre, machinas martimas e caldeira., c at par-
les componentes das mesmas, chumbo, mralo de
soda sulphalo e muriato de pola...., certas qualida- .
des de ferro, e oulros arligot mencionado, na una
proclamacao e ordens, sejam as tilla ditlerente po -
hibicrs cuiHo sao pelaajjBresentc nliii.la-, e ata
"K os muilo honrados lordNco,.,,
souro de -ua mageslade. o, rorumi
cem lugar de lord pr.meiro almramfr 4.
Ilrclanha. eo muilo honrad.. I.l Am",

'
/
\
A
da
dos princpae* secretario* oe estado. a.naVtraxlaxl,
eiilendido e faca., cecu.ar.-A*,.gad. I 7T
"e'sTosTAnP.'8---0 ^^ ^-5 "--
TRAIll CQ*0.
Dirtrtoria U ./.ir ,./r.,;./., ,.
Aviso aos uav.gantes.
0 minisleriu da marinha remellen a e*U di.or-
onaosegu.nle ax.sn rerehido ,l de F..JZ
Pharol da ilha de, Enforcado., emre \tT
meulcra.
O corpo dos engciheiros. t,rada., asjjuastj e nsVanu
acaba de declara, concluido o t^SSi e*ldi
cido na pequea liba da. Enf.,cj0 ,?,,.,
4
ii.achu.i.ino |,e cala.hoplnco, da -ex,. rd
lua .- natural, elevado 22 m. 77,s xf ~ 71 1-
o ......i a pe, sotoe
:n- l.alilude :|8. s' | *,,.,.
- SffgSLr "*-.*
eu dc-paclm, 111 ..i.lci que juili- I I ohierl., ni.....mal d.i. t,.. 1 1
"".."-: -"""......w.......p; k.....sttzjuz.'zs:
o jn.lilicad 1 a aiisencii
i.Almenla.
loba em .lila pelic.io e di
ubindo-me ns auto* concluso*
Ibeor seguinle :
.entos de II. c II. 1 julgo p-n-
ipplicados execulados, e inan-
I el..* de :lo dias, e panuem os
ecire 30 da agosto de IK'di.
meida.
a qual se OasiOU a prsenle
prazo declarado em minha
*
*
*ei* '"'\ ">"> 'loe uaxaaM* poso
rional la ilha do Espatmad..,;
" o meridional da ilha
pona %rpl
e a I, em di.ianc,.
los Enlorradaf.
|\,r..m ........... """ "" tnlorrade*.
se ircur?, ,"'" TSS At ""'" ^,0 "* "lf
mil |,,,irol ***
que se aviste; e qaandj,
.le n nii-inrul.<
Ouro.lincas
Aloeda
1. a 48000,
e perOt, approvado* pela directora em cniselbo,
e apieseula.lo* a approvacan do Exm. Sr. presiden-
te .la provincia, na importancia de 20:7929092 r.
2. O arremalan* dar principio a* obra* uo pra-
60 K) novas ^2 jf"'"""."'". roncluira .... de 1>. ambos con-
na.iK) novas '|^{W|ido^iieli forma do arl. :l da lei provineial
iicaoospara eginr a|execuc.in *eu. lemos 'hi, x." <" ,'''"u,a unmm *
por -, ou seu* I A^ ', 'T' .....mar pela amo.a de estilando, con, o I.
-a.la.i |.riinciiA...,^B^JJjV^i~*H- u- de prolongar o Freo, e de.xa-lo p..r aquella banda.
Desp.uhala
de ri8',Oo velhas
i8 288.500;
immedata d1 aui
de correr a rau'"1)* d fi.'i ''"" nr'
era lugM
BO, *"b pena
ci.iilii.uanito
milli,-
MELHOR EXMPLAR EpJtOTRALT
bolso do suppl1'1 sua rivfld ,l0 nM' c"'al ' Pelo que |,cnie. Para o
pessna
rados,
usis.e "P
p.r aquell
o O. S. O., ale romplrtar duas > Ir"
em rujo .aso se poder. | a derrota qoe e
que to,ca'"e. rara embocar de O., at proceder de
go, ou conhec.* e qualquefr*"3. partole, ami-1 neira lotelsatute iuvorea, ou contraria,
scienle do 01o!. I,ui uiiplir"'"*. >. podarte fazer de denar ,. pharol por huiiiU-ruo.
'e ca ex poste, e o porleiro respective l
ama mi..-
Mine han
r*ao
se deve tentar osla pavmgsm de noile rom
ILEGIVEL



'illO DE PSKIC8UCO uum.i fu \t HE sEnSmj M un
I

$

i
venios focamos oa IMliWh. para -e nao ver Da con -
lingenria ilc ter qnc fondear n'ella, vi(o achar-sc
cheio de pedrns. O vemos o magnticos.
Madrid vinle e nove de marco de 1856.
_ Assignado.Joaqun) Gutirrez de Robalciva.
Conforme.O secretario, Alexandre Rodrigues dos
Anjos.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O ci n- llio administrativo, em virlurte de aolorisa-
cao do Exin.Sr. j i esiilenle da provincia, lem de con-
tratar a compra dos objectos seguinles :
Para o i batalhao de nilanlaria.
Livro de -21)0 folhas de papel imperial para registro
das pravas addidas 1.
8.0 balalho de inlanturia.
Livro de 160 folhas addlcional ao 3." livro meslre
pura ofliciaes da mesma forma qoe os actuaes 1.
l'ara a aula de primeiras ietlras do 9. batalhao de
mfantaria.
Papel almajo,resmas ti;,peonas desanco 00: cai-
vetes i ; lapis 72 ; linta preta. garrafas 6: rea pre-
la, libras (. cartas dea, b, c 0 ; lobo idas 20 ; gram-
malicas porluguezas. templares (> ; arilhmeticas poa
Avila, ditos 6 ; pautas 6 ; traslados 20; lapis parr
pedra 6.
Para a Fortaleza do llrum.
I.ivro em luaucn paulado de 200 lolhas 1.
Forte do Barato,
Bandeirn grande imperial de fileli I.
Para o hospital regunenlal.
Aciilo cilrico, libras 8 ; aniz estrellado, ancas 8 ;
avucar de leite, ditas i ; lianas de zimbro, onoas 8 ;
tidjoiro, libras 2 ; callo, libra 1 ; eilrato de ferro,
'">;* I ; emplastro de cicuta, libras 1 ; dito confor-
uiivo. ditas t dito emoliente, libras ; eseamnneia,
ditas I ; essencia de rosas, oitava 2 ; dita de verga-
inora, onja 8; dita de canella, dila 1 ; bilsamo de
l'il, dita i ; iciun ntrico, lilira I ; cianurrlo de
tem i pota*sa, anea* I ; llore* de borragen<. libras
8 ; iiii.,, de Malva*, ditas i ; ditas de rosas, ditas2 ;
lilas ile enxofre, dilas S ; dilas de viidlas, ditas 2 ;
Mdurelo de chumbo, meia libra ; dito de enxofre,
miras 2 ; dito de Ierro, dita t ; riitocianalode qui-
iiiiio, oilavas i ; incens, libras 4 ; iodorelo de po-
las,a, libras 2 ; linhaca, arrobas 2 ; labaca, meia li-
bra ; laharraque, garrafas 10 ; mana ale lagrima-,
libra I ; mosca', de Mili- -Mi ; niel de abclha, nr-
ralas 16 ; musgo, libra I ; iiosiiiuscada meia libra ;
nilradi rte pataasa, libras 8 ; oleo de ameudoa doce,
arrobas 2 ; ole<> di* ricino, arrobas 2 ; precipitado
rubro, libra 1 ; pomada de cacao, meia libra ; resi-
na de angico, libras 8 ; resma de cuaiaeu, meia li-
bra ; resina da batata, libra-i 2 ; rail de lunclio, li-
bra | silvcliijina, dilatas2 ; -olpliaU de alumen,
libra 2 ; suco de grosellas, libras 20; Ihndace,
uiu;as 2 ; xaropc de nafe, frascos 21); azeite doce,
guandal 10 ; asurcar; refinado, arrobas S ; amendoas
doces, libras ; atratiao. bar ili ; baiiba dz porco,
arrobas 2 ; bieu, libras 8 baeiitha. peca 1 ; barban-
la libias 2 ; calzas para pillas, ,lu/i b ; granala-
rio I ; funis de vidro surtidos 6 ; marco I ; medidas
de lolna de 1 libra e de meia lila 2 ; inadapolno,
pecas 20 ; papel de filtrar, resmas 2 ; papel do cm-
brulho, dunas X; panno de aigodilo, peca 1 ; pe-
netra lina coin lampo 1 ; peneiras de cabello 2 ; re-
ama de pinho. libras 12 ; sebo, arrobas 2 ; sebo de
run de carnetru, libras 2 ; vinagre branco, garrafas
20 ; viiiho branco, ditas 8 ; dito linio, ditas 8 ; pa-
nfila de folha que leve 18 libras de liquido 1 ; ro-
llias ingieras linos, duzas 4 ; rolbas ordinarias, gro-
zas 2.
Para o turneciraeulo de luz.es as e'laroea mililares
nos mezes dennlubro e noverabro.
A/eile de carrapalo, caadas %0 ; azeite derco,
ranadas 46 ; pavios, duzas 9 ; lio de nlgodao, li-
bras 10 ; velas de carnauba, libros 230.
Para provimento dos armazens.
Ollicinas de I.-1 e 2.eUsse.
I ahiias de amarello de 3 qaarlns de pollegada de
gfvseuta e dous palmos de largura e 26 a 28 ditos de
comprimenlo, du/.ias 5.
Quero quizer vender estes objectos aprsenle as
suas propostas em carta fechada, acninpaiibadas das
amoslras, na secretaria do couselbo as 10 horas do
da 20 do correte mez.
Sala da sessoes do consclho administrativo para
fornecrmenlo do arsenal de guerra 15 de selembrode
l86.-B*Mfo Jote Ijxmenha Lina, coronel presideule.
Inonio Comes /!/,tein-nte-cn miel vogal serondo
de secretario.
la irala-se rom seu c.,n5icnlllar0 ,>on,neos Alve>
Maltona, na ra de Apollo n. 23.
. ~ l'" L^Z"Jrt[f"A' Mr '' ''"<> Pr-
(oguez afcsper enea,, (p(. rto seu ^^^
ment promplo qem ,, Jm(>smo w
carresar podeeule.ler.se Cnm os P0|,la,,,n0j A.
monm JML rea da Croz, n. 3, ,.u com o
capitn Joaqu.m d, M|V, |tfnl ,| <;.,-
mercio.
Conipanhia Franco-Ame-
ricana de Vapores
Pifttlcezes.
Espera-se no dia 17 a;n
Franr-Coinloix com
correnle o vapor francez
"'aiulanle Fnuriiier, viudo do
m cs-
para frele c
l.ecomte Feron i\ C,
--- -----; .....-mu,mi- rniiruier, vinu
Rio de Janeiro. qu. se cala por lener.II. Mact., ,_j>hM ff)
(|e I.
Pava'.
passat^iros, na casa
ra da Cruz u. 20.
Cea ra' (
Segoira' em pouco, das. por m,, p;lrlc j,
carea prompla a escuna braailelra .Emilia"; p.ra
o rc-lanl. lrat.i-.-o n,m eoll,i(nfarlo j. '. ,,
Fonseca Jn.nor, na r,,......vigart a. 23.
- Para o Rio de J,Bejro com hrevi,Ilde 0
be... coiil.ecido br,ge |a>lUlIO (,Maran;,i c rece.
be carga afrete: quen. mesmo qu.zer carregar,
enlenda-se com Mano.) |;n;lcl f (^,cir, J>
do Corpa .-sanio eaeriplarjg CI1I 0 ra|llUo
Jos da (.niilia Juniur.
Rio de Janeiro.
Segu com brevidad* p,tteh, Valente. capi-
lla Joaqu.ni Antonia (,a,,llvos SHn,s rece|ie f.
ga o escravos a Ircte : a l,H|ar Cllln CaeCano C\r,aco
da t.. M., ao lado da (.r,, Sjlnll) n ^
Para o (.rara taha em pc08 ,|s, por ter o
sen carreg imciito qiias, eomptoto, o palhahole .An-
glica, meslic e p.VticoJuso Jurain Alve, da Sii-
M ; para carga e l>a*SVj>ani ata-ifcorn o ines.no
mestre ou com .. eo#isai,iri l.uiz Jos de Sa A-
raujo, na ra
i.i IjoJ^a/ni >, ,.
ia praca.
mota.
THEATKO
DE
Santa Isabel.
ULTIMA RBPBESENTACAO
lOS GKA HDES E BUILFI AMES S01KES
da companhia
ROBERT E DEVE\l\.
A licneicio da joven Paraensc
'Mtii'iii Sft. y.e!mMl*fi.
Sabbndo 20 de Mtjmmbto de 1856
0 agente Unrja, e, se arm,zem ,, rua ,j
Collegia n. 15, tara leiUto de diversos escra\os de
un e oulro sexo, entre os quaes e contam ptimos
pretos para o servicu de campo, com oflicios e sem
ellos, esrravas peritas cozinbeiras, engommadeiras e
oulras habilidades semelhanles. varias crias, etc.,
etc.,os qoaes se acharao logo pela manha no dilo ar-
mazem, para o cxaie dos senhores' prclendentes, e
se enlregarao pelo inaior prega ollerecido, vislo sc-
rem para liquiJarSo : quinta-feira, 18 do correnle,
as 11 horas.
O agente Borja, em seu armazem na na do
Collegio n. t.>, tara li-ila ,:,. un]H infinidadc de ob-
jectos de differenles qualidadrs, bem como obras de
marcineria novas e toadas, diverso) pianos de jaca-
randa' e de mogno piopnos para aprcndizes, varias
obras de ouro e praAenlre as quaes sobresala um
rico faqueiro de praf|!e gusto modernsimo, clitga-
dn ha |iouco da Euro),a, relogios de ouro e prala pa-
ra algibeira paleuts inglez, suisss e horisonlaes,
lindas mesas redondis de marmore, liguras para |ar-
dun e um rico ehafarii, obra dn mais apurado gii-lo,
e oulros muilos objaSUM etc., que se achara patcnlcs
no rele ido armazerr para exame dos senhores pra-
teodenles : sexla-fcaa, 19 do correnle, as II huras
da iiianliaa.
O agenle Olneira fara' leilao, por conla de
qoem perleucer, de carca de 00J arrobas de carne do
serlao vinda do Ceaia, 2,000 vaquetas, varias barri-
cas com sebo e cera de carnauba, 20 saccas com fe-
jao e200 ditas comkariulia de mandioca : ludo rin
lotes a vonladc dosirelendenles : quarta-feira, 17
do correnle. a's 11 loras da manha, no primeiro
armazem do caes dj Ramos, passaudo o twccu 'do
Carioca.
Ilojc, 17 de letetnbro, ,10 meio-dia
em ponto, o agente Rotferh vender' em
leilio urna porc&o de pipas va/.us, <|ti(- se
aeliam no ai tna/.i'in do Sr. Jos Antonio
deAraujo, no caes de Apollo.
Por aulorisarao do lllm. Sr. inspector da al-
fandega, a requerimenlo dai inleressados, e por cun-
ta e risco de quera perleucer, n geme Olivara,
CoalfaaarV o leiiao das fazendas e arligos avanados,
salvados de bordo da galera franceza .Raoulo : qniu-
ta-faira 18 do correle, ts 10 horas, da manha, a
porla da mesma alfanilega.
O geme Vieira da Silva, na rua da Madre de
Dos II. 32, far' leilao, sabbado 20 do rorreule, ao
meio da em poni, de diversas obras de marcmeria
novas e aaarfia, -''-'u- s^ n Ja ..nm e prala, r-
Arro-oe Tjacrinr; i paMaM
-ixuaiiaiio asignados raamos scienlc anpu-i Eni praca puIiIcm lo lllm. Sr. iuiz dos
alguns hens que pofeoia desloa nada recebemot, j-,"111"^-
iiem queremos, como herdeiros, e nor isa lainhem Uma Casa de podra 6 Cal lia lila di) Moto-
nos mo reapoMabilitamoa por coat alguma que di- coiooiDO mis A rogados n. 89, foni 20 palmos
fia rnpeilo a dila casa. Jos Francisco Lavra. | de lenlo o io ile rondo, 2 salas e 2 quartos,
ivaliada om l85/,de Manoal tioncalvaa Serv-
Victorino Jos Monieiro.
Oabaixa aarigoado deiioo de sar caixdro do
Sr. Antonio Francisco Uarlina do Miranda desde .11
de agosto do mez p. p., e ao metmo lempo aproveila
a acaaiae para agradecer ao mesmo Sr. as boal nia-
neiras com que sempre Iralou-o, durante o lampo
em que l-.i seu caixeiro. Declara ni ai, que nada dc-
vn ueslu piafa e ncm bira della, c ss algiiem se a-
cbar seu credor aprsenle suas conla.....prazo de
nn p-los crphaus do Juo Lopes de Souza.
Una dila terrea na rua Imperial n. 200,
tendo is palmos de fronte e 15 de l'undos,
cozinna dentro, quintal em aberto, avallada
em 200/, i ma dita diu na rua du Bom Gosto'ooa
\fogados n.21, de porta-ejanella, com 1S
Ires das para seren pag.is, na rua iiasAsuas Verdes ; palmos de largura c Iti de romp imento, len-
n. 48, corto deque posando esta dala nao leva em do a frente c o mudo de pedia a cal t
conla alguma que appairca conlralnda anlt desla -
dala. Itetife 10 de seleinbio de |8.')(i. Josa Ber-
nardina Alves.
Precisa-se de um caixeiro, dos ltimos .llega-
dos do Porto, ile 11 a 17 anuos de idade : as taber-
nas ao lado da igreja da Soledade, esquina de JoaO
de Barros.
Preciia-se de urna coxinheira para una casa
de punca familia, prefare-aa escrava, c paga>sa bem
agradando: ua rua da Cruz u. 7, Icrccirn andar.
Oaem '.iver para vender dnas I,.albas de cs-
guiao mi brelanha lina, bordadas a labyrtnlho, obra
bem feila e de gosto, ninja-sc ao aterro" da Boa-Vis-
la n. 30, segundo andar.
Precisa-se de um bom fonieiro : na rua da
Seuzalla-Velba n. 94.
Precisa-se do um menino para caixeiro do la-
beina, anda que nao tenba pralica : na rua* das
Aguas-Verdes, laberua n. S.
Precisa-sede nina criada de bna ron,lucia pa-
ra tratar de lies meninos, sondo o mais muro de Iros
anuos, e cozer para os meamos: paga-te bem : na
rua do Vigario n. 9, segundo andar.
i.)uem aiiiiuucinii precisar do uns raixoes para
deposiio, querendo, dinja-se a SaixJo-Amaro, ao
pe da fundicAo. laberna de Jos Jacililho de Carva-
Iho, que achara algans que loram ue laberna, em
bom estado, ass'un como urna balanza pequea cora
pesos algnmas latas usadas.
O aballo assignado pede ao Sr. .loso Francis-
co Marlins d'Almeid a bondade de dirlgir-se a' toa
casa para ullimar o negocio que ha mimo promet-
an. Joaquim Ignacio Rlbeiro Jnior.
Precisa-so de ulna ama, que saiba cozinhar,
engoinmare faer compras : paga-so bem : no lar-
go d'Assemhla n. 12, primeiro andar.
Precita se de urna ama forra uu captiva, que
saiba cozinhar, nu um cozulieiro : atrax da nialn/.
da Boa-Vala n. 10.
D-aa dinheiro a juros tob objaeloa de ouro,
prala e pedras preciosas : no Forte do Mallo, luja
de I inneiros defronte do clialarii, > dir qoem dd.
Aluga-se urna casi Ierren cila no lagar de
Sania Abna de dentro, o lugar he o mais saudavel
para se passar a fesla : na rua da Lincela u. 3.
SOCIEUADE NOOLOOICA.
Por dcliberanio da socidade Noologua, em se,s,1o
extraordinaria de" do crrente, se faz publico, que
os socios que se acbam a dever suas meusalidades,
deverao se aprescnlar no prazo de 3 dias, motados
da publicarlo desle, em casa do Sr. i. secretario
Francisco C. R.C., aterro da Boa-Vista n. (i.lerceiro
andar, para salisfazerem, alim de que a sociodade
possa indemuisar o debito cuntrahido com a rasa em
que se deram suas sesses. A DietnM sociedade de-
liberan, que aquelles de seus socios, que ileixaremdc
pagar suas meusalidades no prazo acuna determina-
do, sejam sens unmes pablicadot pelo jornal, alim
de que o publico colillera as razops que a lem inhibi-
do de satisfazer ao debito conlrabnlo. Recito !l de
sclemro de 1836.0 secretario, Franr.hr,, Cordel-
ro da /'ocha Campcllo.
5 CHOLERA
^ nico ttatamento preservativo
*2 cinaiivo do cholera-morbug,
0 PELO DOL'TOK
BkSabinoOlcgatioLudgeio Pinho. f*>
,,rt. SryllHlla rlilrrtt. ,a
Vi A benevolencia com que foi arolluda pe- W
(A lo publico a prmeira ediccao deele apus- ,'ft
culo, osgolada no curio espacode (|pm- *
zes nos indiizio a mmpressao*
Goato de cada eaeinplar......
Cartoiraacoinplelas para o trat.i-
mento do cholera e oa mudas mi-
tras molestias, a..........
Moas carteira........
Os meilicamriilns sao o, mclll
derirc; v-WWe'.i'.toxo.^sle faaanmaavvaVsTia'
Subir a seena nesle dia nni grande e magnifico i lo de meio uo,e inversos objectos qne estarao paleu-
in,-i tmenlo, que o- directores se achara preparan-
do para entreler aos protectores da innocente jo-
ven, de cujo divertiinento fara parte toda compn-
nnto^jU r>^--qiina salur transcripto no jornal
de quinla-feir. sgne*de i eslao a venda os l)i-
Ihetes.
^------ _
9ttrios 9bttm
leu no di lo ,ii iii.i/fin.i' que lado seta' vendido i von
lade dos oiBpndofev,
1> *>..
>& ^DtTiOd.
PAsHV O KIO DE JANEIRO.
Espera -e do Ass a velcira barca Imperalriz,
a qual lera' aqui alguma demora para receber eaera-
vos a frete para o porto indicado : IraU-se com Ma-
nuel Alve (iuerra, na rua do Trapiche n. 11.
i-1
* de Janeiro.
A e-i una naciona'. o Jos capilao Manoel Jos
Preslrelln. val seguir em poneos dias, pode ainda
receber alguma carga muida, c escravos a frele, Ira-
la-.e na rua dn Trapiche n. III, segundo andar, com
Antonio rt Almeida liorors.
llassa a(r^maii-
lina
COMPANHIA
DE
NAVEGADO MIXTA.
Francisco m .
verdadeira ma.sS Mrl0 ,
pala atraer do ar !">;''"
ao Rosario de Santo A1*' r
Perdeu-se na aile d"
receso do terco a esquina d,
alaca de ouro : queni a ach
pode fazer no jialeo do Ter
compensado, caso queir.
0 Di". Joncpiini <
leudo sempre e\cellen
nica. rn;;i ndistinctai
que ainda nao te acba n
comparecam em na c
n. IV, nos sal jijados de
1 a's 9 horas da mai
pode lornecer sement
ridade que requisita!*.
-7>,^>,-*., -i. -x .,. .--, <-. -
;t O abaito assignado. |
III e menibro da commissai
sbt te-Po AcadmicoiCtn v,
V- ao da mesma commis*ai
.V-
le
Luiz Ainaud Xouac'ie limaos 6 C.
Em Marselha.
LINHAS TRANSATLNTICAS.
Barcas de vapor a' hlice.
ha denles com
applica ven losa
curado confronte
i correnle, em d-
o '.Inclinado. Ulna
rendo restUni-la,
'ti, que sera' rc-
pnno Fonseca
emente vacci-
te a's pessoas
ccinadas, que
na i na Nova
i semana, das
; assim como
ualquer auto-
i

m
19000 ^
B
"' @
i
rc> p
ItigOUO
avivis.
Consultorio central homeopalbico, rua
de Sanio Amaro
Munilo-,>
IMl, II. B,
i
AVISO.
leudo com as aguas < maces vivas
de 14 n 15 ,|(, correte etembro, des-
apparecido da praia junio ao becoo do
Notonlia, duas llaves novas, e nina as
mares vivas do rnez. passado; roga-se a
pessoa <|ue as liver encontrado, o favor
de mandil- amarra-las e avisar no arma-
zem da rua do Vigario n. 7, onde per-
Icncem : certo de que ahi se pairara'de
pr-omplo toda a despe/.a que se i/.ei- com
as mesmas travs, e se licara' agradecido
por esse ohsecptio.
No dia 23 do crtente, a's '.) horas
da maiihaa, deve ter lugar a reunido dos
Credores de Josc; Dias da Silva, em casa
do E\m. Sr. Dr. jui/, especial do com-
mercio, em razao de se nao haver reuni-
do no dia 12, numero suflicieule de ere-
dores.
So convidados lodos os credores do
fallido Joo Morena Lopes, para se reu-
nirem no dia 19 do correte, pelas 10
horas da manha, na casa da residencia
do Exm. Sr. Dr. jui/. especial do com-
mercio, alim de loinaicm-se as coutas
que devem prestar os administradores,
4Bs os socios do mesmo
f?fi
para reunirom-se na
P culdade de Direlto desla
e^ ,-/v .-'svnj.-v v*^
'<> '.,* -.- \,r .,-
o secretario .'':
lora do .l/o- '.''.
da delibera- '
vida a lodos
'io em peraf ;:-
iali da Fa-
"-.-'
do rorrele mez, ao mei
le, no dia II
c:\
delibera
e
lispoem os
Franca. AJO ravallos aKK tonelladds.
Brasil.....:lJ0 200(1
Villa d Lyoa. .Vjri o-JOO
s*". merica^_-^~^v1rr"
Europa.' :|.xi
Avenir1. -jjo
O v.poi Framea devora Icr partido de Marselha
pan Km de Janeiro com escala por Malaga, Us-
l-,a, TeaerilF, Prruaiuhuro e ISahia, no dil '"i de
atasata proiimo passado. Desla poca em diaiilc as
partidas dos vapores (ero lugar de Marsera no dia
', de cada me/. Para qualqiier iDformacao.com
V O. BieheriV (, rua-da Crui u. agentes da
companbia.
Henil quees ing-Iez s vapor.
ceder-se a elei^o de pre
".s1 reiro, na forma do art.
H iiovns eslalulos. Recif,
*) de ISjti.Francisco Fe
:'^r-.::-.y.r:K-----:^ f
Precisa-se para tu
ra de pouct familia,
t|ue seja perito em sei
do-se escravo, paga-sc
Torres n. 08, sejjundo i
mmkEwt
1200 -fga-se hem: na rua do
Para que o espect
da joven PARAENSE,
limosa Mr. Robert fai
daALLEMA'A irem a'cerca do que
aits. 808 e 870 do cdigo.
Preeisa-se de um criado que saiba
cozinhar, para urna casa de pessoa sollei-
ra : a tratar na rua da Lniao, pni de-
traz do palacete do Sr. bar&o da Boa-
Vista.
Precisa-sede urna pessoa que lenlia boa lcllr.1
Km de pro- t\". i pari, caixeiro de urna toja na praca da Inderindcn-
e e de Ihesoa- ..._ | cia ns. 1:1 c 15, lja de calcado.
cap. i" dos (
Precisa-se de urna ama, para cozi-
nliar nicamente para casa de homens
solteiros: no paleo do Parai/.o n. 10.
rilan for, iro, avaliatli.....i 50/, dos henlei-
iiis ilo Mara ilo Espirito Santo.
Fin sitio de torras no lugar jo Arraial,
tutu casi de viven la, li.'inlo urna portac _'
|.mollas de frente, -"> ditas nos oitAes, com
13 palmos de largura e 107 de fundos, -j sa-
las I gabinete, I quartos, cozinna fra, ar-
voredos de finlos, em mao estado, avallada
em --':00o.?, de Manoel Perretra Chaves.
A ronda annual da casa torrea de pedra c
cal, na rua da Paz nos Afogados n. i. com i
portas, 2.salas, I quarlo e cozinha dentro,
t|U intl em aborto <: chao lomiro, Ion,lo :>H
palmos do compriuientu e 21 ditos do largu-
a, avahada dila ronda 0ml2/, de .Nicolao
Antonio.
I na casa torrea de laipa na rua de San Mi-
guel dos Afogados n. 50, com io palmos de
frente e :i do comprimenlo, com puria e
janella, avallada om .'i? de Paulino llercu-
lano do Kigueiredo.
lima dita dila do pedra e pal sitaem F"(')ra
de Portas no becco do Teixeira n. 5, tendo
l"i palmos de frente e 22 de fundos, o sendo
ciilaipad.'i pelos fundos, un mao estado, a-
valiada em 200?, do Ricardo Antonio Vianna.
I na dita dita do podra ocal na fregnezia
da Boa Vista, sita na rua da Conceicao n. 11,
a (jnal tom 2:1 palmos do fronte c 85 de l'un-
dos, cozinha dentro, quintal murado, ca-
cimba meieira ccbfio foreiro, avallada om
1:000a, da santa casa da misericordir do O-
li iicla.
I ma dila dita ein eaixao com porla c ja-
nella, nao acabada, leudo o n. -U, lia rua
do Ouiabo dos Aloyados, tendo 30 pannos do
rrantee80 de comprimenlo, sondo do podra
o cal, em mao eslinln, avallada em 250/, de
Tlloro/a Amaro do Jess.
lina dita dita de laipa na rua'de San Mi-
guel nos Aloyados 11. 93, com porla e janel-
la, leudo 21 palmos de frente e 52 de com-
primento,! quarlo 2 salas cozinna dentro,
om aborto, chao l'oiouo, eni mao estado,
avaha,la om 60/, de Viccncia Kcrrotra de Al-
buquerque MatraobSo.
A ion la annual da casa lenca na rua de
-Santa Hita u. 107 por 24/, deJoao Thomaz
Peretra.
Urnas loboas de pinho lc armaeo
por
Um balcBo da mesma madeira por
Um caixo para amostras do venda
por
Urna batanea com pesos de i libias
al moja Hilarla
Oito medidas de lolha por
Oous garrafes vazios por
Seis oadeiras americanas por
lima mesa de piiiliosem gaveta por
Cincoenla garrafas prelas vazias por
Oiteuta botijas va/ias por
Cinco barsa vazios por
Cualto barricas sem futido por
(I curador da I, r.,i,._, do 6nade A ..l..i.: ,!,.
Trindada avisa aos forairoa dos l.im,,. ,i ..,,
finado, qne esiao -les.-n. | ,,, o vil..... pagai den
lio desloa s das, i contar na dla deate, e bem a,.j-n
usarrem lanos das rasas por eteeacia da firnads.
o I,-: i lino e furo que estivam a devssr, pacano n,,
-.i'.:-!.:/,'ii!o n.-sse praao, os ehasnara1 a mu/o.
dad
'i-.,; i-.,, i.sicnadns faiesa pattlica nrsi. ct-
I ilo i.|r-pnli' aiiiiiim lo. qoe leu I i ,,,i lal-
E
SaOOO
1-000
29000
13000
6*0
13000
19800
400
2-000
196OO
45000
640
do Cregoriu da Cosa onteiro.
Qtiatro ancoras novas a 29500 cada
urna
Dous harria a 15000 cada um
Una tina de madeira por
ilo la-ral.
-2O58OO
IO9OOO
in-jOoo
1-000
313000
raido Joso Pereira porMauoel Joaquim
do Reg Barros.
A iirniaco di loja desapateiro da
"uaDireiU n. ion a tiual temeai-
xillios com vidros por
de Joao (ioiiies Pereira.
Os pretendemos comparecam as
do da 17 do correnle na s,a das
cias.
169000
10 horas
audicn-
co/i nliar.
de setemhro V.?
Correa. a
%i da .11 desla me/, c-pera-se do sol n vapor
tfni, ronimanilaiile Valler, o qual depois da de-
mora do ro.luinc sagalra para Soiilhampton. locan-
do no. porlos de S.ni-Vicoiil,-, IVncrifl. .Madeira e
l.i.-lioa : para paMaaeas, etc.. Iiata-sc com ns ajen-
les Adanasoa llowie <:., rua do l'rapirhe.-.N'ovo n.
i!. N. BO* emhriiilms qoe prelenilcrerir man-
dar para Siulliainplon, deverao estar na agencia
duas horas anlLs dr se recharem as males, e depois
desla hora nao se recebar volme alguaf.
Para o .vraraty,
in.n luda a brevidade preleude sabir a barcaca ..Ma-
ri,, Antena, a qual ja' lem a maior parle da cus.,
prompla ; para o reala da carca lala -o na rua da
C.idea do Itccife n. 57.
para a Baha seuoe iinprelprivelmente no dia
-21 do cortante a veleira samaca sCatlraa, de p-imei-
ra marcha ; para o reata da Carga, Irata-se com o
sen consiunalario Domineos Alvos MalluMS, na rua
da Apollo ii. -\.
PARA O CEABA'
scue aro poneos das o velairo hiala S. JoSo, por
ler ja parla da carga prompla ; para o reto qoe fal-
- --..* ,-n......
.."'aJu.-'.^'...-..;
asa eslranjjei-
'tn co/.inheirc
io, prcfeiin-
na rua do
oh!
evo, a priincira ve/.
llL.
fttnileiio, pa-
irio n. 17.
> em lienelicio
complfjlo, pe-
ansar r nano
os ampiaiuos
loi di i isa do
i
e c
joven
por madamoiselle Josi
DutOCq.Osa preciad'i
A|aca-se um prelo ido
lar rom .Marcelino jas I.npe
A casa Icrrea n. :|0 da r
dia ser vendida, por ler o doi
a penhora em jaiio por tea
publico, se o resto de enacera
rem pasos, e se contina a cli
I'aiitaleao lose de SaolV
pissima, faz seiaole ao raspaUi
leve bucara aljama denoml
sim Flor de Loan, a qual bar
de 1K>2 ale hoje. e sempre Ion
solado e capitana deste norlo
romo desde o lini de jonh.i pi
acha desappaielbada no portoj
navegado para parte alguma,
impulacilo faz a presente deca
Preewa-se de am ii"nl '"
perfeilamenle de masseira c i-
da roa larga do Rosario n. 18, ,,;
policio.
A arrem ila,-ai dos pseravoj,.
Joaquim Jato de "Miranda, reqsjj
ranle Bernardo Antonio de Mirt.
ferida para o dia (!) do correes]
sala das r.uaicncTas, finil' a do l|j,
orphos.
Previne-e ao lllnt. Sr, u,,,
as desla provine,:,, e Umbem Sl Policarpo Jo
l.ayne, como aranle, .ue_ se ^ ,|ea
LiTERIA DA PROVINCIA.
< orre quarta-feira 17
do corrente, pelas iO llo-
ras da malina i.

.f. L
Manuela
Francisco Ju-c
la Cosa Araujo Lopes, viuvi de
de Aojo Lopes, a isa aopablico
qno nao fai;.i ncsocio algam com Joaquim (ion
calves da Silva GaimarSes.....com Antonio da Silva
Accloli, ncm coin nutra qualqucr pissaa, .cerca do
prcto Joao, crnalo, maior dn :!ie lauto, anuos, com
ollicio de pedreiro; p#r isso qo dilo prelo he do
seu dominio, sem que possa prevalecer um falso pa-
pel de venda felo pelo son tinado marido dn mesmo
escravo ao dltoGulmarg; visto qne ele papel de
venda ja caducan por um oulro papel de dpslralo a
rcspcito deate negocio em mtu poder. A-sim proles-
l cornlii ; a Ira-11' por qualqucr ue^ocio que se lier com o referido
'i Alegra n..Ti. rre,-
Marcolina Leopoldina llarins, viuva de Carlos
llcnriqic llarms, marcmeirn, \cni pr meio desle
rogar aos credores do seu fallen lo marido ; hajam
de apprescnlar lis suas CODlas na casa ,le siia resi-
dencia, na rua da Aurora junto a' igreja iugleza n.
30, ale o dia Ji) do correnle me/.; para a' vista dal-
las saber a deliberarla que lem a tomar. Aproveila
a opporlunidaile para rogar a lodos os deve lores do
dilo fallecido para mandaren pagar os seos dbitos;
assim como a lodaa ns pessoas, qus tein ciicunimen-
das feila
OS 01-
tOes de laipa, quintal etu aberto, em mao
estado, avallada em 30?, de Pedro Dias de
Assis,
Uma dita dita na rua Imperial U. 219, ilc
2portas, 2.salas, cozinha dentro, I quarto,
quintal cm aberlo com I j palmos da largura,
c 38 e 2 pollegadas de comprimento, avalia-
Ua em tiO#, de l/.idro Marques ile Colon ha.
Urna dita dita nos Afogados lia rua de San
Miguel n. ti, leudo 15 palmos de lente e .'j
de anido, coziuia dentro, quintal cm aberto
c cacimba, ivaliada cm 100?, de Mara llosa
de Jess.
lina dita dila ua rua Imperial ti. 20S, a
qual tem 12 l|2 palillos de lenle e 7 de Iu-
dos, cozinha fra, quintal o;i: aberto, em
mao estado, avallada T'tn 60/, de Manoel dos
Santos Julio.
Urna dita dila na Irejmexia los Afogados
na rua do Uolucolombo n 4ft, lem 17 palmos
de frente c 'ni de fundos, cozinha deulro,
quintal cm aberto, tendo o lado do oilfio do
sul cabido, avaliada eui bu^, do liosa Mana
de Jess Hascimenlo
Urna dita dila do laipa na rua dos Pocos n.
10, do porta c janella, com 1.1 palmos de
fronte e 20 de comprmetelo, 2 salas, 1 quar-
lo, quintal em aborto, chao foreiro, cm niuo
estado, avallada om 20^, de llosa Mara da
ConceicSo.
Urna dita dila no paleo do Panizo n. 2t,
com porta e janella, leudo20 palmos de lar-
gura c 60 de ruados, 2 quartos, 2 salas, co-
zinlia dentro, quintal murado, cacimba
meieira,chSo foreiro, em mao estado, ava-
llada ein 600j, de bvrnardino Jos Rbeiro.
Dina dila dita de podra e barro em mao es-
tado na rua de .-san .Miguel nos Afogados n
117 A, com porta c janella, 2 salas, i quarlo,
cozinha dentro, quintal ein aborto, ein chao
proprio, com 18 palmos de largura o 43 dito.-,
e 5 pollegadas do comprimenlo,avallada em
"O?, de Francisca Iheodora de Lima.
Urna dita dila na rua dos Acouguinhus n.
2V, com porta ejanella, leudo 25 palmos de
comprimenlo o 14 ditos o 5 pollegadas de
largura, com 2 quartos c 1 sala, sendo a dita
casaentaipada, em mao estado, avahada em
80?, de francisco de l'aula Siqueira.
Lina dita dila de pedra e cal no largo do
demedio n. a, tendo 36 palmos de largurade
87 ditos de comprimenlo, com 3 janellas e
(rente envidracadas, 2 salas, 3 quartos, cozi-
nha dentro, quintal em aberto, com \ pos de
coqueiros, avallada ein 1 0003 dos filhos de
JoaquijR Jos l.uiz de Souza.
Lina dita dita meia-agua na rua de San
Miguel n. 85 de peura ocal, leudo 8 palmos
de largura b 20'de com primen to, e leudo g-
menle urna porta de frente avaliada em 40/,
dos herdeiroi de Joaquim Caetano da Luz
Una dita dila de laipa na rua dos l'ocos
n. 1, de polla ejanella e com 15 palmos de
largura e 7 pollegadas a 25 ditos de compri-
menlo, 2 salas, i quarlo, cozinha deulro,
quintal cm abono, chao foreiro, cm mao es-
lado, avaliada 011140/, de Joao Antonio de
Lima.
Um terreno na .Soledade, tendo urna Irenla
delpedra e cal n. 18, com 200 palmos de com-
primento O 24de largura, leudo urna cozi-
nha em mao otado e chao foreiro, avallado
em 150$, de Jos Francisco Belem.
lima casa torrea de laipa na rua do Quia-
ho dos Afogados n. (i com porla e janella,
leudo 18 palmos de largura n pollegadas
e comprimenlo, com 2 salas, 1 quarlo, co-
zinha dentro,quintal murado, chao foreiro,
avaliada ein 503, de Josepha Varia.
lima dita dita na rua do Uuiabojnos Afoga-
dos n. 6:2 de laipa, com porta e janella, leu-
do 18 palmos e 7 pollegadas de largura e 51
ditos de comprimento. quarlos, 2 salas,
cozinha dentro, quuilnl>*m aberlo, chao fo-
reiro, em mao estado, avaliada em 705, de
Jos Mendcs.
lima dita dita de taipa a na do Quiaho
nos Afogados n. 2 com porla ejanella, leudo
18 palmus de largura e 34 ditos e 5 pollega-
das de fundos, 2 salas, 1 quarlo, cozinha
deulro, quintal cm aberto, eno foreiro, cm
mao estado, avahada em 60#, de Joaquim Jo-
s de Mello.
lima dila dita de pedra e cal na rua dos
Pocos n. 22, com porta o Janella, tendo de
largura 22 palmos c 5 pollegadas c 48 dilos
c 6 pollegadas de cumplimento, temi mais
2 salas, 2 quartos, cozinha dentro, quintal
cm aberto, chaos l'oreiros, em milito mao
estado, avallada eiu 01/, dejliguel Louren-
co Lopes. *
Oulra dita dila sita na mesma rua n. 24,
tendo 22 palmos e 5 pollegadas de largura e
4s ditos c 4 pollegadas de comprimento, 2
quarlos, 2 salas, cozinha dentro, quintal cm
aberto e com 2 portas de frente, avaliada em
61/, de Miguel Lourenco Lopes.
Urna dita dita de pedia e c.,1 sita na rua
dos Pocos n. 21, em chao foreiro, com nina
porta e janella, 2 salas. 1 quarlo, cozinha
dentro e quintal em aberto com 21 palmos
do largura e 44 do comprimento, avahada
cm 100-:, de Miguel Lourenco Lo,ies.
lima dita dila de pedra o cal na rua Impe-
rial n. 42, coin porta e janella de frente, leu-
do 18 palmos de liento o 110 iic ruados, com
2 salas, 2 quartos. cozinha dentro, quintal
murado e cacimba moioira,avallada em 7009,
de .Manuel Vrenlo rerreira.
Uma dila dila de pedia c cal sita na rua
da tiloria 11. 53. tendo 18 palmos de lente e
60 de fundos, cozinha lora, quintal murado
e cacimba meieira, avallada em 1:300/, do
menor Manoel de Souza Braga.
Lina dita dila de pedra o cal na rua do
Forte 11. 16 A, com tuna so porta, sem re-
partimonto, tendo um pequeo quintal em
aberto. com 15 palmos de frenle o 50 de
comprimento, sem ladrilho, em mao oslado,
avaliada 001350/, de Manoel dos Anjos.
Uma dila dila de taipa 11a rua do guiaho
n. 26, COm porta'ejanella, 2 quartos. cozi- "'"uche acaba de receber um hcll sorti-
nha lora, pequeo quiuial, com 21 palmos e """"0,|e'cloros suissos de toda* as qoalidades,
7 polleg.as do largura e 70 de fondos, ava- m"'0,'16.0""'"" ', f,ta ****"*
liada ern 200, dAjaqu.m A.ilonto V.eira ^? ^^V^Z^T^
poi Luiz Placido. rados.
L'ma dila dila de laipa no? Afogados na aballa assignado ra acianto a* publico e
rua dos Pocos .1.8, tendo 22 palmos de fren- X72!E2'S!mEl ^ r"7,"'?'
em aDerto, avallada cm o0j, de Joanna Ma- rae Sr. liui.naracs, por motivos e crias candiese*,
ra dos Prazeres. que se preciso for as publicara', e entre^ando-lhe o
Urna dita dita na rua Res) n. 37, em chaos inc"m"-Sr- Gaimariei em o dia i ,10 crrente, as
proprios, con. porta e 3 janellas envidiara- ; ''""*.d*:,n?"e. |M,,e,l n"e ''"''' "'\'*"f<*
das > sal* pnrriulnr <.,>,!.. > .....,nk- lM'-'a sociedade rom a lirma (,uimara lliheiro,
da, sala.-., corredoi aeparado, 2 .1 artos,, e a M|,c.. ijam osrrevcr llej,111fx ,
cozinha lora, quintal murado, cacimba so' oulro dia mandar ler e examinar, a por nao estar
em iiom estado, avallada em 1.000/, de Jos eonlorme lauto o papel comeobalaaco,traloa de an-
(iomes Morcir
FUNDICAO DE COBRE BRON-
Z& FERRO. TOBOS DE CHI-
BO INTEIRICOS
leciinenlii de seu primo r socio, a 3t. \i.i,i,i J..
' Vl :,-i.....1 I i do correnle. CCasatfa a linni qi.
Iinham de Amorim rmeos \ l^uupaiiliia. u 1'
em rlmnic sulMislindo a da A mor un cente ase 1,
quida i,,.,.,*.,, iranarelAes pendemos ,, oajo 1 .
rem urTerca-ndo daquella eviimta liima, aar sje-
sand.. qmr recebea ,.
lie, ile 16 de setembra de Is.n.
Manoel .1 .., de Amoniu.
Jac :,i,,i ( Amoriiii.

Procisa-ae de uma cria la que saibi
para uma casa da pessoa solleira: a tratar na rua da
I nlao por detrae d palacete do Sr. Baria da Io-
\ ista. casa do Sr. Ilr. Antonio ercolano.
Precisa-se de um fetor para om sitio na Mai-
dalena : no aterro da Boa-Vistan. 3.
Precisa-se eonlralar um meslre de musca para
urna banda da msica particular que exisie na cida-
de do Km Forniosn, qnalqooi senhor profesaos de
l arlo que qimor eoulraUr-ae para mcstrar a dita
manea, queira dirigir-ae a rua do Onc-imado, loja de
miodezas 11. 25, que adiara' com quem Iratar.
Quem precisar de um caixeiro brasileiru para
escnplorio o para a rua, dirija-se a rua de S. fran-
cisco n. S, na fracsala da Sanio Antonio.
-- Ilcsej.,-!C aaber onda Olale o Sr. Jeronvmo da
t.osla l.uimar.les, que aqu residi mullos anuos nes-
la provincia, ou pessoa ioteressada pelo mesmo
quena enleuder-so com o ahaixo aasmade, na rus
de Apollo, ai 11,,1/,-in n. 13.
Luiz Manoel Rodrigues Vllenla.
Precisa-se alsjgar una eacrava que
taiba engommar, cozinhar e cozer: na
praca da Independencia ns. Tc.O.
-- Alusa-sc o primeiro andar da ra.a da ruada
Ijuia n. (i a' familia honesta : a IraUr no se^undo
andar da mesma casa.
Aurora nao po-
> a vender dado
io pai : fatemos
eus juros nao l'o-
O l'lebco.
morador em Ila-
iblico.quc nunca
'Francolinas, e
ie pertenrp dns-
achado no con-
de lime, assim
pasuda que se
nissima .em ler
vilar .alqucr
q'i alenda
*! SfJjfdana
l'ma casa de taipa ra rreguezia de San Jos
na travessa dorreilas n. ib, tem 26palmos
de frente c VI de fundos, cozinha dentro,
quintal cm iberio, avahada em 80#, de Jos
lerreira.
Armazens dos ditos inei.ie
i>c
Jos Pedro Collares Jnior
& ir naos.
LARGO UOGONOEBAB.O
N. 7 A.
EM LISBOA.
l-.sle cslahelecimonlo leve o seu principio cm 1809,
fabricando limplesmente apnarelbos para dislillacae,
sendo o seu fundados o Sr. Jos Pedro Collares, qoe
1 e.....eeou ,-uin um -,, operario. Um INI'.I |< as suas
I obras er.iui eonlieeldas e apreciadas no pan e lora
dtlle ; e para poder aalisfanr as eneommendas que
i se liie ta/iaiii. foi mi-ler .1 seu proprielariu eleva-lo
! a maior escala, de serte que em IS21 ja empregava
S operarios. >., proporeao que o ere uto das suas
manufacturas auxilenla*a cunsideravolmeiila o seu
consomm, foi-ihe indispeasavel augmentar o pesseal
do e-dalieleruiieiilo ; de maneira que, em IS27 Cen-
tava 18operarios, lie 1831 a Isio, o numero des-
lea subi a 3t(. Com ludo em 1812 ja o local ,le que
dispunba o, a a.-as ese,,--,, para cnter Os ai lisias 111-
rtispensaveis para salisfazet a' afflaeucia das encom-
meudas, e por osla r."tu ronceben a idea de adqui-
rir om oulro local aprnprudo as exigencia-, oque
eonseanio 110 larca do Conde Una,,, n. 3 A, fundan-
do (alve/. o maior eslalielecimeulu deste genero 110
nosso paiz.
l-oi eiilo que comecou a fabricar machinas a va-
por, e mudas nutra- que ale aquella lempo se nao
la/uin entre nos, e eramos obrigados a importar do
eatrangeiro. Bml8i->den .sociedade a seus dous
prinieiros lilnos, coaUando a direcrao do eu estabo-
lecimenio ao primeiro, e a adminhlraegu dos tralia-
ilius de macliunis a vapor ao segundo. Km IS'18 deu
Ignalmente sociedade ao sen lerceiro lillm. Assim
peruianeceu orando com a lirma de -- JOS PE-
DRO LOLI.AKES A; FILHOS por espero de seis
anuos, no Inn dos quaes esle esUbclecimoulo i acha-
va elevado ao dobro do que era em 1843, sendo a-
quelle progrosso devido a perleieao e solidez de suas
manufacturas, e a' maneira por que Iralam e Icnoi
iiam os seus negocios, tendo fahricado, nesle periodo
grande numero de machinas de distillacSo, bombas,
machinas a vapor, rodas liy Iraulic.s, lauques, ma-
chinas para agrieullnra, e mullas oulras obras de
recouliecida ulilidade.
I'iiialuienle, no liui de ISfl deixou o Sr. Jos Pe-
dro Collares lodo o seu c.laliele.imoiilo, em que ene-
precava ",o operarlos, aos seus primeiros qualro fi-
lhos, que se ceustituiram em sociedade.quc avra ac-
tualinenlo com a lirma de JOS i'EliltO C.
JlMdlt A lltMA'OS os quaes. em novembrode
I85i, daviiin Iralialho a mais de 140 opranos. Es.
le ultimo e sensivel angmeuta que se nula de prin-
cipio de 1831 a novembro de s.,!, fui divido sao
su os imperiosos motivos acuna expendidos, mas
lambern a grande haixhque iinham podido fazer nos
presos das suas inanuf iclura, em cnusqueiicia dos
apeifei'.-oaineiiios que haviam intrduzdo no sx-ste-
111a dos liabalnos, por meio das mtlliores machinas
e ferranieotas ale aquella poca cuhccidaa, que Ii-
nham mandado vir de palies esbrangeiros.' lufeliz-1
mente, em 4 db noverabro de 1834, 1,1 esle eslabe-
lecimenlo incendiado ; porcm araras a algura auxi-
lio do governo de Sq.i Magestade Pidelissima, e ao
dos aunos dos proprielarios, aclia-se boje a rceos-
Iruido, e montado com taes madrinas, ,,.ie se pode
ataegarar ser igual aos melliores de Franca o Ingla-
terra, posto que relativaiiitnle em menores dimen-
soes ; mas sempre para empregar .Vl'J operarios; po-
dendo em tal estado conaegoir-ae, a par ,ia baila dos
precos, um augmento de peifejao c crdito as
obras.
As suas machinas para deshilar vinhoa s'io lad per-
feilas no seu falirico e na coiiiliiu.e.lo de ludas o- sui?
peras, que |,o,lem garantir o oidor com lias maior
quanlidadc do alcool do qne se rxtrahe com a inaior
parte das machinas de qualqoer oulro falinranle ;
chagande as suas a prodnzir mais 1 l|2 caada le
agnardante de trinia graos da Carlier, por pipa de
vmlio, comparalivamente aquellas ; o que podem
provar cnm alleslados.
As ditas macMnas Uedisllac.ao coniinua, de qual
quer dos seus sjsiemas, produ/.em ein 11111,1 so apera-
rilo a agurdenla da 29 a 34 graos de Cartier. As
machinas composlas, rrfrigeraudo com acua, peden
dlslillar as fezes do vmlio e oulras materias crassas ;
1,ri,huma das oulras o pode couveuieulemenle fa-
zer.
Alm daqucllas m-irbinas, fabricam-s todas as o-
hras que se costumam fazer de cobre ; bombas para
aecudir a incendios, machinas a vapor, caldeara pa-
ra as ditas, prensas de paraluso, ditas bydrauliras,
dilas para copiar carias, tanques para aguada de na-
vios, monillos para azeitoua, ditos para Irigo c des-
cascar arroz, ditos para canil de assucar, machinas
para cortar palha, dilas para relrecar a rac.io de ca-
algddnras, ditas de debalhar milho, ditas"para ne-
var, charras de ferro, sachadores, crades para janel-
las, varandase jarduis, por una iuliuidade de varia-
dos modellos, canaps para dilo, aparadores para
chapeos de chova, e da cabera piopnos para orna-
mento de salas de mirada, lindos fogo-.-s do sala, di-
tos de cozinha, bonito e variado sorluurnto de leilOS
a' traneexa, ludo de ferro ; o liualmenle lodos os oh-
jcrlos que se desafeen daquellc artigo, tanto de fun-
dicao como forjado.
Tubos de chambo inteirieos sem soldadura, pru-
pnos para caualisacao de lquidos ou \m ; cojos
preens he mpoesivel determinar, mo o pela inuili-
plicidade, otmo nrincinalmenie pela ariedade com
que saa exigidos segundo o gosto e aecessidade do
comprador.
Os proprielarios deslc cstabclecimento lisngeana-,
se quo es sacrificios c esforcos que lecm folio, para
conservar e aucmenlar no pajil um estabaleciirenlo
desla ordem, serao compensados coin a alllueiicia no
consmalo das suas manufacturas, nico meio de se
poder suslcnlar c encandecer.
O 11,une dos proprielarios, a -uaneira por que eic-
culain as us obras, e cumprem os seus ajustes, nao
sao eslranhos a" maior parle dos nortaguexca, ine-iuo
dos residentes fura do paif. Por tanto esperam con-
tinuar a merecer a mesma eoofiaoca coin que al no-
je leem sido honrados, e protegidos com o favor das
suas ordens, as quaes se ealorearao por executiir o
inelhor possivel, ollererendo o seu comporlamenlo
passado como garanta do futuro.
As pessoas que desejarcm ver e examinar os diffe-
renles mu lf los, em estampas, das machinas, appa-
relhos, e mais objectos acuna mencionados, e fazer
qualquer eucommenda ao dito eilabeleciineulo em
Lisboa, podem dirigir-se nesla cidade ao consulado
portoguez, rua do Trapiche n. b, primeiro andar,
onde ludn sera' patente, para melhor e mais fach
esrlarecimeile.
mtm\k DE SEGUIOS
NDRTHERN,
estahclecirla cm Londres cm I8.1I, para
lomar riscos contra logo c sobre vidas.
Capital t I,2ii0,0()().
Agentes para Pcrnambuco C J. Astelcy
t C.
.!. JANE, HTBTA, i
continua a residir na rua Nova 11. II), primei- s}
V ro andar.
s .*?: 8ia35 aV5-x-3jp'* m
--Precisa-se aligar (i preloa para armaaem de
iiul.ir a -ociedade, requrrcndu logo para o triluinal assucir : quem liver n quizer alagar, dirija-se rua
do commerao para qae se oo registre o im sino pa-1 do Apollo, armazem n. 10, 'ue achara rom quem
liel de trato, pertencenle ao Sr. duinaiaes, e proles- Iralar.
la dude ja' por qualquer transacejo que laja feila
nesla lirma de Guimarias (signado mo se responsabilisa poi nada, c para
constar publica o prsenla. Kcrifc l(i de elemhrn
: ,u-,,-io proviui.
do i-'.vie :>. .1,1
stjii.i,-- --^ninlis
enuti^. da frenle.
laira.id. S. ,,.| |yM
iiieMiio da mi .
pai a ajanara*
a Iralar na rua da Cruz, hjja
Auseotou-sc de-len.,
passado a prpia Puiqeet.,, erta
nos, pouco mais ou menas, r.T1
Hura regu'ar, falla de denles 1
maclas do mala grandes e amaiei
idos, barriga grande e peudurad,, hnea) -.,.,...
a/ul de llores am.irell.i. e p,n aa(lK| H ,
Bala prela e-Ieveem S. Cosme e ou eng, 1,-.,, Candi
quando escrava do Sr. Calda-, ilapeis U ,| %. II ,1
liosa no-.Moga l-,s; fl,ppoc-.e ,,u l, hirtada 1.01
1110 i,t havil. motivo para a Haga, ne algueni
a le,ha induznlo .1 i,.o : rogase por ,.M ,,,,,
dades policiaei e mearan a qnalqnet partteaiui a .
preher, l,,m e leven, .. rua do ltiug-1 n. .-|. na-,r
recoinpcusa geiierosHmenlc, annl
lella inf-rmacoes.
I'recis.i_sc de una ama erra
casa da penca familia
do selleiro n. (>1.
l-'ir.i em poder de Aulonio dos .sanios Vioira
hilhale n. jio da secan la paila da qetala li, 1 ,, ;..
Uvmnasic-, o qual perleneeaa Sr. Joaquim lencua
la Silva Jnior.
Alna aa um irande sWo oa estrada do Salea
finito, o qual le.....ma boa casa casa laldoa Mr>
ama familia, e lamhem nma eaaa) de fazer larinln
cnm todos os seus perleuces un 1,asanles arvore
dos de frurt.,. o cosa basta ales larra* de plmlailii
quem o pretender dirjase a rua do TJllliaildl. cea -
da quina que v.u para a rua do Komiiu n,. scgnswli.
andar, que achara' rom quem ti alar.
O solicitador Uomai de Sais liabas mu,Ion a
-na residencia para .1 rua estrella do l!.,.ai ...I,,.,
lo de um andar u. I..
Arreo la-se um sido no lim da rua do Ciqnia
cata 1,0a rasa de llveaa e ,o(a-i. rom evrrlIeHl-
pmilal plantado de lian.me,ras, liruaira- ,)e uniui.-,-
1- npieirns, Eoiabeiras e mitras rteraa de frurin. ron,
MJeiro, poco eexrellente h.ixa mbiln frese., pr.,i,a
para plantar verduras r llore-, .mida mesmo n. n
Coroso verga : os pretndeme rmdrm dirigir-^ a
rua da Cadeia de Sanio Antonio n. IK, piinicuo an-
dar.
Ausenloo-eiihoi. no da I
do correte mez a noile. a neo a da (la 1 lier aa.
cheia da corpa, nma Tola, com lalhos un roslo nn.
braco, signaos de sua Ierra, -osluma vender nene
pelas ras, e desennfia-sr qoe esleja ucculla em re
la casa : portante recommrnda-*e ao- capilar de
campo e a polica qae a apprehendam e leven, ai,
largo do Carino, quina da rua de II,,ra- n. i. Pt
lesla-se pelos das de servieo de quem qeer que
Uvas nceulla.
Fuijio do engoulio Malemba, comam n> Uta
d'Alho, no dia do rorrete mez, um prelo eriaajsa
de nomo Mariano, alto, cl.no do eatanj, ro lua,
um signal lio batea de cima, e um dedo da man da
relia alcijadu ; fot escravo de Chri-lova,, da il......
loe moroulua Kslra-la Nova. I d, poi em Craan.-s
quera n apprehender leve aodilo rngenho aeima. aa
no Ite-cife no pateo la matriz de Sanio \ni,mo ,
qoe sera' gcnero-iamciile recompensado.
" natnre*.
I,;;,
Compra se mn raiiorrinho do reino : na rua
ella n. :,.
Compram-e apohees da divida prnviwnal na
rua da l-'lores n. :IT. prime.ro andar.
Cmcpram-ie quatro quautNaa pai.,
servico de ongcnho, qiie nao exoedaJiai i
! nios le idade: u.< na do Cold
11. -il. primeiro andar.
Compra-fo uma arsaaega que -ir\a para p.,4a
ria, ou alcana eaiioea aara a maaraa : a f..|..i m
Manoel Antonio da Silva Motia, ra* do Vlaarta n.
i.1, priraeiroandar.
Compra-e nina bolanra decimal, ruisr^no '.
in.'o. mas que eslej., em hoiu estado quem n,-, a,
rija-e a rua da Seala Nova, padatll de Momio
ge- .1,-e da Cunha l.ages. J
Cantara aa urna i-slanle cm bom a--o : quilo
liver aiiuuncie.
I'recisa-'e comprar algn- llandir- f|em I,
ver em bom uso avisa por este Dtana, ou a|q>atr- *
na rua das C.ruzes n. 30.
J. lUnder, com loja de alfai.ile na roa Novan.
). recommeiida-so aos senhores que quizerem pos-
suir obras, como calcas, clleles, casacas, ele, fel.-ts
coin perreicao. Kesle estaheleeiinenio 11.10 se encon-
trara obra de fabrica, lmenle obra feila poreneom-
menda, de balsa de toda a garanda, com toda a per-
teicao possivel, e sempre do gasto e. da ultima mnda
da Kuropa. Sera igualmente minio convenanle e
recriminen,lavcl aquellas pessoas que inoram n'alga-
ma distancia desla cidade, e que qoerem suas obras
fcilas com brevidade. c 110 prazo mareado. Tamben)
encoiilra-se conliiuialaniciile no mesmo estabeleci-
meulo panno e f.izeudas escolhidns para qualquer
obra.
I'rccisa-se de nma ama de Icile de boa conduc-
ta : na rua da Cruz n. 18, segundo andar.
Aluga-se a cosa Icrrea de n. 27, sita na rua
Real junio ao Manguind, com bous commodos o 11 ni
grande armazem no fundo, com forno para nadarla,
ludo por preco niuilo commodo : tratar no sobra-
do da n. (i na rua Real.
Aluga-so uma casa de nm andar que Icnha
quintal, ein qualquer roa do bairro de S. Antonio,
c paga-ae bem : qoem liver para alagar procure
na rua da Praia, armazem de carne 11. 1.1,
Pede-so ao lllm. Sr. Ur. Antonio llargcs Leal,
qne quando vier a esta praca haja de apparerer na
roa ,ia Cruz 110 armazem francs n.27, a negocio de
seu inleresse e de urgencia.
RUA
11.
NOVA
22.
Lina dita dita de taipa na rua de Sao Mi-! foV**.*-^^15*^* V"0"1" Jaquim Btbeiro, Cus-
guel nos Afogados, de podra e cal a. U",
com 18 palillos de largura e 13 p. 5 pollega-
das do comprimento, com porta ejanella,
alas, t quarto, cozinha dentro, um pequeo
suintal etn aberto, chao proprio cm mao es-
lado, avahada ca 70/, de francisco Vieira
Pacheco.
negocios com o mesmo.
Pelojuizomunicipal da segunda vara se ha de ''ma l''la (''''1 arruinada na rua do Motoco-
,-irreinaiar na audiencia do dia 17 do correnle uma '. lonilio 11. '.\H do pe,Ira o cal, rom -b >aliiios
escrava de nacao Costa, quilandeira, de ame Roas, i de frente e CO de fundo, 1 quartos, cozinha
do ulano .12 anuo-, que firon por lili.nmcnio da dentro, quintal cm aberto e sem robera
liereza Mana de Jess, a requcrimenlo de seu in- por 101),'', de Joo da Crn/
enlaciante Firmino Firmo de Azevedo. .,,.,
'<> aarlel de |leseja-se muito tallar aos senhores Luiz Ma- "*roa dlla llll;l "a rua l!"s "'OOS II. 3 (le tai-
1 Fernandes Chavea rhecadn de Lisboa aesla (pa COm 19 palmos de largura e34ditosde
galhgea.
150o, de Aulonio l.ni/. de Freitas.
cm
Ihele numero :| t'l da q"'"'11 loleriif. f.iv..r do mu
nas.o pernambocano, f*"> T' "Jo p,,a.ln .a,i.
r.uer pn-..oq.t s|r l>o alU| J ^
J"*e da silva Azevedo e M .noel j ,-,., ""
non.es eiul.m assigiia.los.....liIom, ,W|hete!a lain-
bem se roga a nuajqua* pana q0l ,!acl,nrie 0
lituiraosseusdonnsdequeellei n,,, f. v
mmenle gratos. I
-i IIOP
.-.!*/ .lo (inado 1 cidade ha ID ann-s Joao Cue les dos Santos (qae I comprimenlo c coni pnrla ejanella, :! salas
pefo invena- fi emprogado no paco episenp.il c Luiz Antonio da I 1 .[liarlo, ( ozinha dentro, iiuiutai em aberto
la, hcou tran- silva, que.norou na rua do Vicario ha Ires annos. chao fuit-iro em mao oslado, avaliada
icra lugar na | para se lhs commumear cousas qoe aos mr Sr. Ur. jui/. de leressain : queiram procurar na rua do Trapiche
i 11. 1l>, segundo andar,
reiro das Inte-1 O Ihnsoareiro do contelho administrativo do
patrimonio desorphaos, avisa aos senhores propiHr-
P den o nie'in hi- I lariOS dos predios urbanos e rsticos, foreiros ao
3
Os abaleo assignado*, com loja de ourivea ni rua
do Labuca' a. II, confronte ao paleo da matriz e rua
Mora, fazem publico que eslo receban lo eonlinna-
d ente as mais modei n.:- obras de ouro, lano para.
enhoras como para homens e meninas : os preco
coiilinoam r.izoaveis, e passam-se canina rom res- !
pnosabibdadc, r-apeeilicandu a qualidade do ouro dr I
II ou 18 quilate*, uranio assim nieitos os meemos
por qualquer duvila.--Str.iphim Irmiie.
Alnga-i
Na roa .Nova por cima d-> Sr. Ileeker. alfaiale,
precisa-se de dina ama escrava oa forra, que s.nba
cozinhar e laca compras na rua : paga-M bem.
::::,:':r:--. :-.:: .:--.:.:.:,:.:.<.
*.--<>* -uj- .. ..-- ..* -.r Igy -.- '.- *> 4- *.
I DENTISTA RMQEL g
;-, Paulo Gaignoox, de volta de ana viagem .'.
JE 1 Europa, e-la morando na rua N,,\a n. \i',
':. II, primeiro andar, onde pode ser procura- -.."
i^i do a qualquer hora. -.
1; : ':.'; .-' :;; .-'.
-.- -.. ijT .-- '..--- ,- .- ..'.^- ...
14. "a*.
lirv... A,fn IU, .... ^,, ,1,, LVl.l. I ^ '----iiwi-iMiunaui uill -.yiifinr S.17PT OIP Pcira
limo uta dila a ni,, da Soledade n. 60, m.i capellania fra desla cidade : quem Ihe convier
com porta e janella do frente,,com 30 pal- e entender.' rom Jos Carlos de Sones Lobo &
l'ma casa de familia honesta enearrega-M de an-
dnar os preparatorios rom toda perleica 1 e raorali-
rlade, a alumnos externos e n.li-rnos. pusi.ind a es-
ama escrava para o servir;, da casa : : les comida, roopa lavada eengommada, e todo o
quem a qui/.-r poden' procurar na rua do Collegio j cuidado e dcsvello em suas molestias, medanle cria
paga razoavel : a Tallar rom o Sr. lose Comes Leal,
na rua da Cadeia do Kerile|n. "I.
n. Ili, lerceiro andar.
I'recisa-se eonlralar um scr.hnr arerlolc para
mus de largura c IV e 5 pollegadas de fundo, Companhia, no Forte do Mallos, prensa da algodao
chao foreiro com -2 quartose -2 salas,cm man n. li, ou na rua Angosta ... 56.
le, o que esliverem a dever; sAb pena de seren
mesmo patrimonio, venl.am
e engommar, para o serv, o de orna f.milia
O Sr. .lose Manoel .le Araujo qae leve taberna
na rua do Ara-gao, queira ler a honda,le de appare-
cer na Iravessa da Madre le ll.-os, armazem de Joao
Marlins de Barros, ou annonciesui morada p ia s,.u
procurado, pois faz-so muilo preciso fallar-te-llie.
Precisa-se lomar a premio de nm por canto ao
mez a qaanlis de 0:lWK)^MM) 10b boas firmas 011 hy-
pnlhcec em predios nesta cnla le : quem os quizer
dar annancie a sua morada para ser procurado.
Preei=a-se de nma ama de leile : em caa de
los Joaquim Alve' da ilva no larga da Asem-
bla n. 8.
ILEGVEL MELHOR EXEMPLAR NCONTR
Vendara a* v.-ias de aarnaraba simples r na
r.uni|insieao da melhor fahrira de Araraiv, r, ,1.
eaniauba, leijao mulalioho uiuiloln,,,, eiii sacras a
II-, arroz de cava a :|JI-I a sau, c a grane! a
:i?iOI) o-lqueire, medida vell.a, oleo de rinna da
melhor fabrica dn 1'eucdo m latas a :tfill rs. a i,|.,
e ludo ui.inpir precos commodos: na ruado VfeMTM
n. .",.
Na rua das Crozes 11. SB vende-se nina crin.,
la de:ill annos, en-ommadeira, rozinheira, lava*-:
ra e coslureirs clnla.
;":.^5,"".'"/.-*- ;,.- <-. .-^ .-- .-,.. -.<.,.. ,~
;:; '-' ^'+ru? x.s- V' "-.." -' .- rWvry
I Genclreliia.
V-J Cliegou pelo ulumn navio viudo .la V.u- "'
. .- ropa, cala rira him,H toda de savia, mu- vj
..>, lulada ara l'aris por (iendrchna. rom ein- ...
.; ro palmos de largura, p-lo liaraiiMimn pn- O
m cu de IS60K covado ; ricas sedas brancas ".
Sg lavadas para vestidos de noiva. n.ais liara
;:; tas do qnem em o.dra paite : na rua do "
'< Qneinrado n. f9, pa-ando a botica loja. (.,';
- "'.' 4(- ^.* *."*a,"^*V *"*j "** "V *J#,j**"a ".'
- -. .- &? ... ;&'..J*e vJ m;,.;\,;'%:,:
Na 111a rio Crespo n. Ili, coi:t miiain
a oslara venda asmis UpeogSJi loallia,
ilc puro linho, (|iie tem vindo ao m.-i-
cado.
Vende-se no Pamela Publico, loia n. II, de
lerreira & Cruz, cate de priroeira qualidade. luda
do K10 de Janeiro, por preco commodo, para li-
quidar.
,Veiidc-se urna preta crioula de 22 annos, de
bonita figura, con todas as habilidades : aa rua .Vi
va n. 1.
\ ende-se urna muala hoa ro>loreira. rnom-
madeira, rozinheira e lamhem faz labvnnlhn na
laherna da praca da Boa-Vista, esquina d. Iwcco do
veras 11. 1.",.
Vendem-se saccas de familia cnm alqoeile
medida vellu a jaOO : na rua do Vigario n. H.
_ Vende-se uma escrava preta. dn liada de HI
a .jl) anuos, cozinha e rngomni.i punen, lava de ra-
ban. nimio fiel, a saina ludo muilo boa para traa 1
de enancas por ser muito rarinliosa : a Iratar na ma
d.Kiuia n. .">, segundo andar, das horas as 10 da
lia, e das i da tarde cm dianle.
O 59 A
confronte ao Kosario em Santo Aulonio. av.-a a
raepeilavel publico, que receben pelo hrigae ,d_.i,
iiltiinamentc chegado de Lisboa, ns objerlos satcuin-
(ei: hiliuhoi sorlulos em la la- de ,i libras, que a a
elle lem viudo nesla prac,a, ditos iniiiula los In-.-......
de amor, a primrira vez aqu mu lo-, lalinhav de
2 1| libras de doces de difireme* froclas em calda,
alm disto encontraran cnnstaiitemrole nesla ronln
t ,n.l o seguinte : os melliores rhoc.dales liauccze.
paslilhss de ortelAa-pimenla, dilas peilor.e-eoe |aj-
juba, ditas de cidos de dMacaMca Imcu-. ronle
loa le minios gestos, amendoas dem, calimba- a
mais delicadas que se lem vislo para nfaaaBttaa, pa,a
guardar joias c pira meninos mijar un l.raeo. balas
chinhas de Lisboa em lalu.has de 3 bhras das mai-
bem falincadas (.aquella ridade, baaseMea. boUrh,
n!:a iiigleas, bol 111 los dilos, bolinhos francezrs V
mullas qual.dades e p.io-de In torrado. ge|ea difle
rentes, xaropes dilos e de or-hala te L.sIh,:,, n v-r
dadeiro extracto de ahsinlbo, viuho branco de B-H-
deaux, falia*, biscoitos c aramias doces e ag-i,da-
le digerenles goto. O aiiiiuoriaiile e.labrlecid,,
nesla cidade ha sois annos e meio. e -empre lirnu-
ein querer montar umi confeitai-.i como s que la
00 Itio de Janeiro, que ale adunia ein nnia oapilal
romo esta nao liavrr um etl.,beleri,oento ile-le-,i-de
toda .illeue.lo avista ne seu* HirUntol, r dentro en,
pouco achara, coraraadidadaa a aMagia em un etn'
011 hule que se pretenda dar. o que na. icsnlsui aa
presente, que he pracise uma prevenr.lo de 13 fin
ou um ne/. ao eaaae que no Rte de Janeiro d- un
proviso % d-te a naacenretlarM a eac.nlrara sa haa-
lejas. i oles, podin, lorias, p>stei>ele ttr., do ,,-,-
resalla muila cenamia abara g,lo : taarra, 1
lano, 1 eonriirri-iiri.i dos liabilanl.< sJanU I,-lia ri-
dade, para em brev-.- Irr-m os me-m- s gozo-.
\cndem-se 10 sai-cas A> fallaba d. aaaadtora
prppriai para embarque ea pura 1 ntmt or Na nm
lo 1,0a saceaiia : na rua do tan-,1, anua/.in -n...
relio.
Veade-sN un,, carnea com prpa 1 1 u 1 tu
vender agua : na rua da Alegra na Boa \ ..la 11. '
venden se li.iga\aado K10 diande, nnu- na
ra da Praia 11. 26.
\ en iem-se atecas com efqoeirc de fartir-a.
medida vrlha, e $9000 : na rua oa v i;.,n de Jo.'i-i Siinao de Alinoila.
Vende-se 11:11.1 pela de Angola cm :M ann--
de ida le, mita liiiora, com aC-uni.is halulidade-
ni rua da Senzala .Nina 11. 10, primeiro andar.
Vende-se uma eaenrra cunla r,,m isanl de
l'i aun ', coin haMMaSaa : n% rua da CeUaaW ,l
Canuo u IJ.
I'AKI ACABAR.
rtiscailinhos francezes Uruaa e muito fino-, com
loque (e avaria a HU o cuv.do : no aterra di Boa-
V lila ,11 pe, da pout'a n. 10.
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Veiiclem-sc velas de earnaiaba a i 5$000 rs. a arroba, iguaes na luz as
uiaeetLe, e sabao branco a 160 a libra. '
de sper-
I toa-Vista
Deposito de cal e potassa. I \ende-s
Na ra da Cadeia do Hccife, loja n. 50, delronle I 8?,,,,?.i* "
da ra da Madre de Dos, rontinua-sc a vender su-
perior ral de Lisboa eni pedr, rcrenleinenle chepa-
da. c potassa rus.iana nova, de superior qualidade,
por pi P'jn cummodo.
_Fejo mulatinlio.
una casa terrea na travesea dos
37 : a fallar na Iravessa do Veras, na
1.20.
CEBLAS.
<, Vende-se o melhor que lia inste genero,parserem
muilo no\a< e ltimamente chegadM de Lisboa, pelo
iiaralu prero de 1 ~iin;i o cenlo da despencaua. e
If-lOO de mnlho, e sendo millieiro faz-se alguma
lem para vender Antouic Luir. .1 Oliveira Aze- d'l,crenc.a vi!la Jo eomprador. e vende-se uuics-
menle na travesea da Madre da Dos, armazem n.
IX, de Francisco Alve Monleiro Jnior.
AVISO
aos ferriros.
vedo, no -i ii imazem na Iravessa da .Madre de Deo
n. :) a 3.
Superior (arinha de mandioca.
V ende-*e na Iravessa di .Madre de lieos, no arni-
zem n. ;! a .*>, de Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo.
Jacaranda'.
Vende Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, no seu
esciiplono na rua da Cruz u. I.
SEHO DO SERTAO'.
Vende-se o mais superior seho ilo -erran ein ra-
ma, e panucado inuite alvo, em porcao e a retalhn :
na ra do Nogueira n, 21.
com-
C. STAKK & COMPANHIA.
Itespeilosaroeute annunciam que no seu evlenQO
eslabeleciinetilo em Sanio Amaro, coiiliuua a Calm-
ear, com a nidiur pcrfeieao e prompltdo, toda a
qualidade de marliinisiuo para o uso d'agncullura,
navegando e inaiiulacluia. e que para maior cum-
nodo de seus numerosos freguezes do publico em
ueral. tem aberlo em um dos grandes arinazeiis do
Sr. .Mesquila na ra do Brwn, alraz do arsenal de
mannha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dilo seu eslabelcciinemu.
All .ii ;i i,u, os compradores um completo sorti-
nienlu de moeudasde caima, com lodos os inelhura- s.v
tenlos (Iguat delles novos e originaes) que a ex- '.";.
i>eneucia de mullos anuos lem mostrado a uecessi- r
dade. Machinas de vapor de baila e alia presaao, '','."
laii.is de lodo tamanlio, tanlo batidas como fund- I ?
das, carros de nao, edilos para conduzir formas -'-;
dasaocer, machinas para moer mandioca, prensas ',K
para dilo, foroos de ferro balido pjra fahulia, aras ^v
dos de ferro da mais approvada conslruccao, fundo- p a vs.~:hi.
1". POIR1KP.,aterro da Boa-Yisla n.
Tem para vender a vontade do
piador
CARYAO DE PEDHA
da primeira qualidade,
modo.
Na ra de Apollo n. 2.">, primeiro
andar, de Domingos Abres Matliotis, lia
para vender una eserava parda de i'l
annos, lioa cozinheira, costureira e la-
byrinteira, e enjjomma sollrivelmente.
.jsJijiiTiia.-'..-': ;> ...-..'..-..'-.i
uiAN' OAS OliAL-
iludes iie milito burato.
Vende-se papel de peso e almaro o melhor qua
pode haver nesle Genero a 3, 4, 5 e 03000 a resma
papel paquete mnito fino e de milito boa qualidade:
prnpriamenle para se escrever por vapores para a
ama
VENDE MllTO BAKATO. COMO TODOS
SABBM.
Vendem-se libras de liabas de boa qualidade n. i
0. 6Ue 70 a 1M00. ditas muilo linas de n. 100 e
uropa em cnusequeucia de nao se pagar grandes 120 a 15H01I. du/.ia de lesouras muilo l-oas para cos-
porles de cartas, em resmas, meias resmas, quarlos! tura a I3, dilas muilo fina e Grandes a l.-tKl a do-
de resma, 011 mesmo em quadernos a 80 rt., papel de zia, pecinhu de liico eslreilo a 560, caivibas com
linho vcrdadeirameule almarjo e proprio para earto- agulfias lr,ince/as muilo linas a Itl, caivinlias com
aia, verdaiieiras pemias de ac de j f uovellos de buhas de marca muilissimi. linas,
iSO, braceletes encarnados moilo bonitos para meni
bico de lauca couherida. pelas melhores que !ia a
fySOO a eailioba com \1 doziai, ditas sem ser de bi-
co de lauca, mas lambem muilo boas a toO a cnii-
nha com I2daziai, diizia de l-pis inuilissimo linaso
.120, 400 e 500 rs., dilos para desenlio a SOO rs. a
duza, caniveles muilo linos e de lodas as qualidades
e precos, tinta ingle muilo boa e barata : na na
do Oueimado, loja de miudezas da lioa faina n. 33,
luvuu uon'-.io-'.-uYa h.-iz, seiiins ingiezes, cni- zes a (,0 rs., carrete! de li
por prero com- coles ^9 farro 8 ^e montaria, candieires e caslicaes' ,,,u" l",a qualidade de to
broazeados, relogios paiente inglez, barris de era- ''':"-'os'"'" '''' "mpai e de
y. n u- ,.;nk^ ru...__!_.__'. r__ !>". pares de suspemonos
ua do Quei-
mado n. I!), loja de Santos Coelho,
vende-seo sejjuinte :
Cambraias francezas muilo finas a :!00 rs.
o covado.
Casemira de cor a 'iSKIO o corte.
Chales de merino bordados a velludo,
-.:
para alambiques, crivos e portas para fornallias, e ja
urna infinidade Cobras de ferro, que sera enfadonlioa,^
enumerar. >o incsino deposito existe ama pessoa 5?
inlellicenle e liahililada para- receber lodas as enco-
mendar, ele. etc., que os aiinunciaules contando
com a capacidade >ifc suas ollicinas e macliioismo, e
iwricia de eus ofliciaes, se compromellem a fazer
eiecular,com a meior presteza, e perfelfio, e exacta
couformidade com o modellis, ou deseuhos, o ins-
(ruc^es que Ihe furem foruecidas.
sJ
Dilos bordados a matiz, pelo baralissimo .-'V
preco de K^HM). X
Ditos de luir : e lizos e ditos prclos bor- r-.'
dados. Sg
Aberturas de eBgoiflo de linho maito .-'-.
linas. gj
Lencos de relroz para senhnra a IS0O0 '..':
crfda 11111. ';'';
Sedas cscossezas de lindos uostos. peli '.'\
barali-simu preco de ISKKIu covado. ";
Ouardanapos para sobre-mesa a 30500 a r;
duzia. 15
Jfi Esleirs da India proprias para forro de ,J-"
V salas com una jarda de largura. *?
ws> wtfol -V- -^. *..; ,- ..>.
1^.
Vendem-se linguas do Rio-Grande, I
muilo novas e superiores : na ra Praia. armazemin. 18.
_ Vendera-se os verdadeiros charutos vrelas e de
S. I'ehx, chesados pelo ultimo navio vindo da Babia,
por menos preco do ique em oulra qualquer parle:
11,1 ra do Oueimado loja de rerracensu. 13.
AilENCAO. .
vende-se urna olrellenle negra crioula, mora,
que cozinha o diario de urna casB, engomma e lava,
e tambero vende ua rila por ser de muiloboa condue-
la e 11.I0 1er vicios : q iem a pretender dirija-se a ra
dos Marlyrios n. ti. i
sovende-se;
iim.i loja de billieles Je lole^ia em um dos melhores
logara,, cuja loja re?i)ld vender 5(100 por cada Ijle- '
na : quem n pretender comprar dinja-se a roa da
(um taberna u. 0, para tratar a respeilo.
Vende-se, permipta-se ou arrenda-si um tran-
da Htio com multa |jv|)ara, plaa de capim.em var- do Mallos : trata-sc no escriplorio de J. B. da l'on-
'.ea grande, asua pernlaneiile pelo nacho, quanli- seca Jnior, na ra do Viuario n. 23.
dade de arvoredos de frulo de diversas qualnlades,
novse bem carrcadofe, casa grainle eeslribaria de 5C(I HS (If (I U '-' clr II llOS 1111II-
pedra e cal, eoulros adendos que su se vendo: quem J "
> pretender diiija-so o Irapiclie do llamos, das 8; (IOS lll P .l-C'ni'ftS M \ '* horas do da as 3 da tarde, ou annuncie, c mesmo i l, aW
dirija-se au lugar do Kmedlo, ao tcuente-rorouel
Jos Caelauo de Medeiilos.
Vendem-se esciiavos, sendo urna prela de
iJide de 18 aonus criokila. oulra .de idade de -2i
anuos, com principio delvarias habilidades, dous e<-
cravos de meia iJade con bonitas figuras : ua ra
Diieila o. 3.
A2#000.
Vendem-se saccas com arinlia deman-
tlioca pelo diminuto preco de ,s())0 a
j sueca: no aimnzcm da Paula Lopes, de-
j fronte da esc.ulmlia da alfandega n. o.
Potassa do IJio de Janeiro.
Vende-se oa ra do Vigario n. 3, primeiro andar.
Sal do Asstl'.
A bordo da escuna Emilia, Tundeada no l'orle
o 1,400 o covado.
P barateiro.
a roa da Cadeia do Uerife Mello.
.. Madre de Dos, lia para
ffzcndas que em porco e a
.Na ra do i.iuein-.i lo n. -J1 A, vende-se esta fa-
nada, rhegada pelo ullirao vapor, chales bordados a
velludo : dio-se as amostras com penhor.
Vende-se orna partida de Ierras roberas
maltas de muilo boas madeiras, e ptima de plan-
laques: a tratar no Manguind, sitio que volU para
os .Milicia., ue Ignacio Francisco de Albuquerque e
,o, lonas inglezas.
Melogios
cobcrlos e descobcrlos, pequenos e grandes, de ouro
e prala. patente inglez. de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa do Turros n. 38.
la hespa-
ncorpa-
leias de laia pa-CARTAS F,\,ssl^s tara vol Em casado n. o. Bieber
TARE TE. $' f- r"" ''' f>i ~
Vendem-sesupenores caria,francezas paravolli-
le peo baralissimo preco de .500 rs. o baralho .
ra doQu.ima.lo. nbeoiconhecida loja de nim-
ias da boa fama ti. 33.
ra padres.
as e senhuras a IHI rs., ineias brancas muito i,'m-
para senhuras a 40 e 300 rs. o par. meadas Jdo h-
nli.is muitissimo linas para bordar a 100 e lf0,| bo-
(6es deinadreperola muito Gnosjpara camisas aliKl rs.
a grosa, bod'ies muilo linos de a.;o para calcas a 28(l|a
Brota, Ovalas dooradaa muilo linas para calcas e rol-
leles a 1:31 caila urna, peules de balea muilo linos
Vende-se em casa de S. P. Johnsion&C i T" "U*:" ':"", rs"- ',',:as1'rte ,Ua ,l,> 1"'" c'''(i
n do b..u \ 7-, u rT r"' WM e meia a .id rs.. camnhas com eoKcles franco-
ra oa sen/.aia-j>ova n. -12, sellins tnglezes, chi-!zesa ui rs.. cairelis de llohas de -jua jardas de
lodos os nmeros a80 rs.,
e muilo boa qualidade a
n. 97, vinho-C,lerry em barris, canias de e,-ro. I SSOCTS S7S&?ZSa
a. chumbo da muniQo, arreios para car- para algibain arai molas doarada a tillo rs.. cane-
las para peonas .;. aro u SO e SO r.. meias brancas
e rruas, Guarida IBOilO boa, para hoinem a 10(1 e OU
rs. o par, trancinba d laa de earacei e de lodas as
cores a HKl r-. a paeinba, penles de .-lufre para ali-
sar, fazeinia mullo boa a KM) r. ,i duzia, rozas de
bolcs de loui.a piolado* para eamisas a 10, pec,a
de lila deces ,t? lodas as laraurasa 40a 30, Indias
blancas de caireleiscom 100 jardas do autor Alevan-
Ire a io is. o carretal, linhas pretal de meadinhas.
ranada muilo boa a 20 rs. a meadinha, carias de
' allineles da melhor qualidade que ha e com 25 pen-
I tes a 140, penles abarlas de balea para alar cabello.
I Tazenda muilo boa a :J<(>0 a duzia, meias de lio da |
Escocia para meninos, brancas e de cores a 40 e 30
o par, grozas de livalas para tpalos a 560, caininhas
envernisadas cun palitos de fogo de velinhas de boa I
\endem-se superiores meias pelas de laia paia
padres, pelo baralissimo preco de IcHOO o par : na
rna do Queimado. nabem conhecida loja de miude-
zas .la boa fama n. 33.
CiL E POTASSA
\ ende-se potassa.da Rusta e americana, abasada
nc-lcs das, e de superior qualidade ; cal d. Lisboa
da mals nova que ha no mercado nos
os na ra de Apollo n. 1 A, e B.
na 1
dezas1
Perfiunarias de
!)om
gor
Os
>a loja da boa fama enconlra-se
la Cruz n.
sempre um rico
na
4, vende-se
Piano* lories das inelhorc* labncan. d-
Allcmanlia e de modenta consliiicrjo
. Vinho do Porto, superior Iiaini.-..
Em calas de -J duz.a a en barris da asara re-
cernemente .llegadopelo brigoc 1 rovadon veinte
se nicamente no arrrytzem d* Barroca A Calr. m.
ra da Cdei do Keefe o. 4.
Vendem-se dous piano forte da jacaraada.
fewdaposi- .sorlimento de perfumarla, de,lortas"as qualidades, ""I* vertical ecom lodos o melboramenio.
LYiS PiEA EOMENS E SE-
NHORAS.
luvas de pellica muilo novas
Vendem-se superior
liara bunieni
.enilu seu auloro mclliorqoe ha em Pars, riquis-i-
mos frascos de extractos muitissimo linos, pelo barato
pieco de It00, 19300, Se5301), j,wo, rte porl-
laua delicados e de modernos goslos com banlia fran-
ceza nuil!" lina a 25, frascos cutt esscencia de uta a
.,0, paos de pomada Iraoceza. muilo boa a 100 rs.,
frascos pequenos c srandes da verdadeira acua de
e senhnra a l?S0 rcis o par. dilas de Colonia do'l'iver a W) e 1I0 saimnei.s fin^I al
da mu. o boa, defeo tlgom amarellas. Pre- dlv.rtaaqnalid.det.p, pggE,^ha TJ
las e brancas para hornera senhnra a IsOOO res J, taiw7. ool, wSEiSZ* rtalffitiS :nU"" buaS.a S0 re'S rtcm mu"" bmto: M '""^taaado. ..--'-
par. .titas de fio de Escocia brancas e de cores para nherida loja de miudezas da bo fama n VI
hoinein e senhora a SOO. .50(1 e 600 res o par. .lilas .,. __* B,M ''
lilas para meninos cmeninas a SOO res o par, luvas
de teda ricas de (odas as cores e bordadas, com
guarnirf.o, para senhora a 3MKMle 33.500 reis o para
eoulrasmais qualidades de luvas, ludo na ra
do Queimado na bem conhecida loja de miudezas de
boa fama n. 33.
CAMISAS FRANCEZAS.
Na loja da Estrella, ruado Oueimado 11. 7, vi
detn-se
-- p__...... ... ., ,en-
lamisas francezas fifc e do ultimo goslo.
pelo baralissimo preco de55 le 3g000cada urna, e
I alpacas de seda a (40 o covsd
Cobei tures de
nlies muito
ios e grandes.
Vendem-se na ra do Crespo,loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Vende-se um bonito mulato de
annos de dade, propno pal
a tratar na 1 ua do Vigario ni
18
boleeiro:
51.
Cseas pretas para luto,.
Vendem-se cassas pretas muilo filias propriss para
lulo, pelo baralissimo preco de 4XO/a vara : na ra
do i.lneima.lo. nos qualio cantos, lo/a de fazendas d.-i
boa fe n. delionte da loja de [miudezas da bo:
fama.
Re
iaria do
Monteiro.
No deposito da rita d/i Sen/ala-Ve-
lia n. Illj, vende-seassuc/ir retinado de
superior qualidade, deatifobapara cima.
Lencos de carn-
braia de linho
A 320, 400, SOO, e 640
Farinha de San-
ta Catharina
muilo nova, vin.la em direilura a este porto, vende-
qualidadea 120, dilas de pao ^ Pto dejo d | SJ^c^^1^ l'elican,.,., ou tratase com
cada um
Vendein-se na ra do Crespo, loja da esquina
volla para a ra da Cadeia.
Pianos,
que
Attenc&oa
Na luja do barateiro, i
n. .50, delronle da ra da
vender alcm de muitas
relalho se vendem por btalos presos, hanihurgo ou
hrim liso fino de puru linlpj proprio para calcas, loa-
Ibas, ceroulas e lencoes. em pejas de 0 varas a
VjfiOO e I0#, dilo mais eliaio de boa qualidade, pe-
.jas de 30 varas a 1j c I3|>i00, panno de linho lino
a 0 a vara ou S> a peca de l 1| varas, estndo-
se a acabar, panno de liona fino para lencoes com
varas do laruura a 3s40O t vara, corles de brim de
linho de cores para calcaJ padtoes no\os a 39200,
liles de fustao de cores c branco- para rolletes a 800
e lj), casemira prela fina a a, 5600 e 33600 o co- ,
vado, panno azul grosso a 15800 o covado, panno j L"m rico piano de ararand, de um dos melhores
fino prelo e azul de boas qdalidades a 3*500, 49000,' c In?'s acreditados autnresde Taris: vende-se na ra
\cndem-sepiaiiosverliraesinclezes, de elegantes
I modellos e excedentes vozes, fabricados porum dot
e mais acreditados aulores, preciado na exposicode
no armazem de Koslron Kooker &'Com-
Madama llosa Hsrdy, modista brasileira, lem
recebido um grande soriiienlo de lindos chapeos de
crep de difiercnles cores para senhora, que se ve'n-
dem pelo preco de 10,-, ricos enfeitos de eabefca com
llores e lilas para senhora : ra Nova n. 34,
49500, .>a e (o, camisas frajncezas brancas a ljTGO
cada urna, e 05 a duzia, dilas muilo finas com pei-
los e collarinhos de cores e irancos 2)300 oo a 305
a duzia, madapoln fino para camisas a jWKI, 5ge
31600 a peca, e mais baile pira 31900, 39500, 39600
l?S()0 e 4c. etgeiao bom paro peKos a l--si(MI, e mui-
lo tino a 15800 eim vara, h a peca por I i5, I85 e ;
03, peilos para camisa braceos e"de cores com pu- !
nhos e collarinios, por barato preco, atsiro como!
utios muilus objeclos indispbnsavels".
Fazendas boas baratas.
Na loja do barateiro da ra Ida Cadeia do llecife
n. .50, deTrnnleda ra da MadrW de Ueos, a. har.10 os
freguezes bom sorlimento de flizendas de boas qoa-
hdalcs, que a diabeiro a' vista Vie vendem por bara-
lissimo prero, tanto em alacadolcomo a relalho, ha-
vendo entre muilo variedade botas chlla. de cores fi-
tas .le diversos padrees, o covado\a ICO, 180 e -DO e
a peca 63. 5-500, O98OO o 7J, cortes de casa de -0-
res bonitos padtoes, que nSo ded(ain, com 7 varas '
pelo diminuto preco de I56OO, risc\idos chitas lar-
gas francezas modernas, o covado\aO. 80. 300,1 clli,as escuras trancadas c 1S ;i meia .,..,.lr1 oco.
I0 e 400, cassas francezas de cot^s a 5Oa vara. y3'10- ,le r""s a *< vinlens. 11JCados T.ancezes de
litas em corles de 1, 13 varas inuito linas com ,u""os padroes a dous luslies c a meia pataca, cha-
tazenda para vestido e para folho, dpsenhos dilleren- ies "raucos de cassa prop. ios para trazer em casa e ir
les, pelo barato preco de 85, corles de andelina de i abanlio a sello cada um, lencos de cassa pintados
s.da cor de rosa c a/i.l com Tazenda para refego e para me"n"s a seis vileos, e'luilo o mais se vende
lolho a 145e 159, cries .le sedas escocezas largas de i nor Pres bii'iitns goslos a 85, urosdenaple prelo superior pa- "llda' das 6 horas da manliaa as 0 da noite.
aieriniciialy de ores solas
da Cruz, armazem n. 10, no Kecife.
Chapeos de cas-
tor branco.
Vendem-se chapeos de castor hranco. Turmas ele-
gantes e superior qualidade a 8.;0U0 : na loja do so-
brado marelln nos qualro cantos da ra do Oueima-
do n. 11, de Jos Moreira Lopes.
Na loja das seis
portas
Fm lente do Livrainento
Londres:
iianhia, pracado Corpo Santo.
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido George Kenworlhy, uo logar,de S. Jos do ,Man-
gumhu, com arvoredos de fruclo e mais bernTeilorias
que uelle se acbain, sendo as Ierras do referido sitio
proprias : quem o prelender procure em casa de Sa-
muel P. Johnslon \ Companbia, ra da Senzala No-
va u. 4.
AGENCIA
Da fundisoLow-Moor, ra daSenzala-No-
va n. -42.
Nesteestabelecimentoconiina a haver ua com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para en^enho, maciiinas de vapor e Uixas de
ferro batido o coado de todos os lamanhos paro
dilo.
Em casa de U. Calmonl & C., piara do
Corpo Santo n. M, lia para vendero
tegointe:
Taboado de pinito, |ilcalruo o pi.ve da
Suecia. I
Alcatrtode carvo. /
Lonas de algodao. /
Ditas de linho. J
Esponjas de superior qualidade.
Drogas
Tudo muilocommo
boa qualidade h 0 rs., caixas com .50 caixiuhas de
phosphoros propriamenle para charutos a 320,
ctsloes muilo bomlos para bengala a 40 rs., sa-
palinnos de laa para enancas a 300 rs. o par,
traiicclms pieles para relogios, Tazenda muilo
boa a 140, es.-ovii.has muilo boas para deules ,1
100 rs. Alm de todas eslas miudezas vendem-se
oulras muilissinus, que a visla de suas boas qua-
lidades e baralos precos lem causado admiracao
aos proprios compradores: na ruado (Mima-
do, na bem couhecida loja de miudezas da boa
Tama 11. 33.
" HA LOJA DA BOA FAMA.
\eude-se bamlejas'grandese muito linas pelo ba-
ralissimo preco do 33001), 45OO e 550(10 reis. ocu-
los de atinado de tro de todas as graduacoes a
800 res, lunetas com armacDo dourada a I5OU reis,
ditas com armario de larlaruga a l-IKi!) reis, ditas
co... armaran ,ic blalo a .500 reis, oculoscom artua-
i Sao de metal branco a 400 reis o par, lmelas com
armarlo de tartaruga com vidros a 35IMX) reis, n-
|os chicles patacevallosda homeni esenhora pelo
I baralissimo precB .le 800 res cada um, grvalas de
; seila muilo bouiusa IjOOO res, botillos atacadores
; de cornalina para casaca pelo barslstioto preco ile
I IDO res, suspensorios linos de borracha a 400 reis,
penles muitissimo linos para suissaa|5O0 reis.escovas
1 minio linas para cabello a (it) res, capachos pinia-
; dos compridot c redondos a 700 e I3OOO reis, bo-
locs liuissiiuos ue uiadteperola para camisas a la00
rs. a croza e 12o rs. a duzia,ricas canelas para peuna
de uro a 10.res, ricos porla-relogios a I.38OO reis,
caixas de melal muito linas para rap a .500 o 6011
res, escovas liuissimas para uuhas a 30, 500 e 60
reis, escovas para roupa e cabello o melhor que pode
haver a I5OOO, I&2OO..195O0 e 5 reis, pioeeit liuos
para barba a 200 reis, doziaa de Tacas e garlos linos
a 33OOO reis, dilas de cabo de baliinco iiiuilissima
finas a 65OOO a duzia, ditas liiussiinas de cabo de
niarlim o melliur que pude haver a 133000 reis a
duzia, camisas de meia muito linas a I5OOO reis, r
casaboluaduras 1% madrepernla c tnelal para col-
lele e palitos pelo barato preco de .500 e 600 reis,
finissimas navalbas para barba em osllos de urna e
duas navalhas pelo baralissimo preco ce 5000 o es-
tojo, candieiros americanos muito bonitos proprios
para esludantesou mesmo para qualquer estabele-
cimeuto, pela boa luz que da a commodidade
de se poder penduror ou p.ir-se emeima dejqualquer
mesa, pelo barato preco .le 5.5OOO res, pastas para
guardar ppala a 800 reis, espelhos para parede com
armacao dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo prero de .500. 700 e ISOOO reis, finissimas e ri-
cas caixas par rap a 5-500 e 35OOO reis, papel de
cores de Tollus pequeas em quarto de resma pelo
baralo prego de 720 reis, e oulras miiilissimas cou-
sas, que ludo sevende mais barato do que em oulra
qualquer loja : na ra du Oueimado na beui conhe-
cida loja de miudezas da boa Taina n. 33.
LABYKINTIIOS.
Vendem-se lencos e loalhas de labvcitilho. assen-
ladoem fina cambraia de linho : ua ra da Cruz n.
3, primeiro andar.
ras
ra
que
as senbo-
ba
alo.
Vendem-se ricos peutis de larlarug;
bello a 19300, meias de s
das para criancas de un
vado, chales de merino I f, a v
1110 sem b.rra com franja de relroz a 53500, ditos de ""V
chalv com barra ttetinadi a 65-500 dilos de merin,.
bordados de cores a 83, dilos muilo finos bordados de
nina t cor a !I3, e alem delas oulras inuilas fazen-
'las, que romo acuna lira dito, se vendem baratas ;
do-,e amostras, e aloja esl abrta de noile.
FAHA5IM 4 CASPA
TRICOPHEREO
Ou compOHicao' medicinal do profes-
aor A. C, Barry.
Ina caspa, faz cre.ccr o cabello, c lem oulras
multas appliraces, que no-impresso se vera', e a-oa
para Unciros cabellos, ludo por mdico preco-"na
ra eslteila do Ilosariou. 2, bija je batheiro.'
POTASSA E CAL IIRGEI
^o anillo ej bem conhecido deposilo da ra da
Cadeia do Recife, escriplorio n. I,'ha para ven-
der muito superior potassa da Rttssia, dita do Rio
de Janeiro e al virgem de Lisboa em pedra, ludo
a procos muilo favoraveis, com os quacs Bcarao I
dos i- niKiJori's satisfeilos.
Moendas su per ore.
Ka undicaodeC. StarrdiC., emSao-
10 Amaro, aelia-si- para vender moendas I
tle anua todas de ierro, de um modelo I
construceao iauito superiores.
de
U00 rs. o covado.
Veude-se chalj de llores solas de assenlo branco.
Tazenda esla muito moderna ; dAo-se.amostras com
penhor : na ra do Queimado 11. I .\.
Velas de
Carnauba.
cores para senhoras
pata senhoras e meninas
para criancas al a id;
meias brancas de algodn
linas a 500 rs., ditas hrai
Ihor que se pude eucoiilr
caixas para guardarjoias
lo ricas cun reparlimeul
costuras, pelo baralissimo
ani do- bom ?,
pata alar ra-
costo: na loja de qua tro
da Cadeia do Hccife n. i8.
a C. M., ao lado do Corpo Sanio
Kedes de
pallia fei-| I
tas no Pa-
ra'demui-
I o I) o m
101 las, da rita
Redes de abro-te
181000
II5000
SllUI
de
Em Treule do liecco da Congrecacao [assaudo
i botica a egunda loja de Taztndas 11. 40.
s de meriuo bordados t velludo.
, ... de dilo dilo em 2 pootas.
15 1 Hilos de dito dito em I ptnla. a
dSo tecidas eom dot.s lios, feilas Vio Ma- i !)ilos de d" h"" malisada. grandes.
runlMO.: .na loja de t.t.at, o porta, da ra \ e J!K cZ ftW-t"-1,
da L.ulea do ReClfe 11. -V8, de Nateizo "'tos. le la guindes de (odas as cores.
Mara Ganieiro. Maniilania de seda lavradi rom I vara
largura, covado.
LlIlUeZa Pai'a VeStidOS ^dinhas de quadrosnovospadri.es.
,',... ,1-ulardeseda dequadros tsseliuados. ":------------ nff
vende-se a rica fazendilindeta, ebeeada ullima ..... *.....,..-.--. iJo -j-^iis. e""c.n,am lodas ateacommenda. c.e a -.11.-1 w
BIll de I rauca, pelo baralissimo preco de ISOOO .- .'11.. dito .s.--oi ..nij^H **- -<> ,,',l*'lr!' conliecida ecos* a dcvi*spv*rietc nm-
Sarja prela largura encorpada!
Velludu prelo hespanhol para vestido.
Selini prelo vcrdadeironiicao.
Dilo blanco mac.io para \estjdo.
I.;la de quadros para veslido.
Chita francesa lina larsa.
Kiscado Trances molla largo.
Corles de vestido de seda
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
Uamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
Na va limen contento.
Continua-se a vender artaOOO o ptr pre.-e ha* a
ja l;in conhecidas navalb. de baabajeila- trio ba
b.l rabncanle qoe ha sido premiarlo em divet... ,
posicoes: v.ndcm-se com a condich. de nao attj
dando poder o comprador devolve-ltt ule m ate
depois da compra, reslilainda-te a isnporia.ru etn
casa .le AngusloC. de Abteu, na ra da ( itru 4.
Recife n. 36. oa ii su.
A HADOS DE FERRO.
i>a fundicao de C. Urr & C, en Saam
Amaro, arham-se psra vender arado* de Ierro dataj
perior qualidade.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
HLA LAMA IM ROSARIO ti. :n,.
Conliuua a vender-se este tarop (oo ottal soo
agentes no Rio de Janeiro os Sr*. Yates 4 sttai
nhia, ra do Hospicio n. SO na bolita do akatlo as-
signado, que garante ser verdadeiro.
Barlh.domco hraaeisce da Juan
IECHJLHISIO PaiRA Ol
IHO.
NA FUMJigAO DE FERRO DO KM.F.
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. n'
RA DO BRLM, PASSANDO O ollA
FA15IZ.
ha semprp um grande sor..ment dos. segaials r*
jeclos de me liani.11,0- proprios para enkenho.. a ta-
ber : moendas e meils moendas da aaait moderna
--OIHI i construceao ; tanas da ferro Tondido e batid... .to
lia.5001 superior qualidade e de todos os Uauabot; roda.
43-500. dentadas paraagua 00 animaes, de todas as propot-
teOOO C*; crivot e boceas de Tornall.ae registros de Im.-
ieiro, afTuillies.brouzet.paralatot ec-ilhoe.,si..
10500! mIh.s de mandioca, ele, ele
,35sOO NA MESMA FU.NDIQA'O.
me
covado. Ksla fazenda be de pora ijla e seda, e os
seus padrcs sdo os mais bonitos que at o prsenle
t.-m apparecido no mercado ; na ra doOneiniadn
dos qualro cantos, loja de fazendas da boa f 11. ->2.
Vende-se superior linha de algodao branca e
de cores, ein novello, para costura: em cas de
Southall .Mellor t\ Companbia, ra do Torres 11. 38.
Moinhos de vento
com bombas dercpuiopara regar borlas e bai-
xa de capim : na fundicao de 1). W. Bo wman
na n do Rrum ns. 6, 8e 10.
mofo.
Corles de frnndcl
("orles de vesliUo
Cotes de seda br
Corles de cassa f
Cassa franceza li-
Canga liza aman
Panno pelo e de
Dito azul Tino pa
Ourelo prelo par
Camisas francez.
Peilos para eam
\oanlign deposito de bichas de llainbiirgo, na Coiariuho bran
ra drena do Rusario n. !1, recebeu-sc pelo ulli- Lencos de seda
mo vapor viudo da Europa, um grande sorlimenln Cobertores de al
das referidas bichas, e pur isso se continua a vender
o cenlo a .203000. e por menos desse dinheiro se o
I comprador comprar mais de cen, e a 320 cada tima
por alozuel. ,
nuil loque de
menina.
va.
Bichas de Mam-
burgo.
de seda.
kfdt para 1
Tpara noi
ceza.
de novos padtoes,"",
edequ.d,os,m,UYai1"-
res prov. H flmau-
arda.
1111-
cas.
or e braiii-11-.
rob ; modidade ero preco.
? Uetjostto de vinho de champa';- (
v,3 ne Cliarc.ni-A\ \, piirnrgai qua- '.>
lidade, de picyottsay^do ^ de.Maix'uil.i'awdaCi-iK'.iloRccilen. fi
fl o, o nH.-llKEa.de lodat a ff-
>0s cada *
13-500
610
20
210
165000
123000
Fazendas por
Farinha
Vende-se
do mandioca.
Ditos de la het|
Romeiras de re
Maulas de bloui
Luiros muilo lii
Capas de panno
Dilas de pauuo ,
Meias de lila pre
Camisolas de la
( I Palitos de pann.
muito menos dotes
, 1 i ''e',os de esguia.
sen valor, ni loja de4 cones portas, rm ra do Queima-
do ii. 10.
Conlinua-se a vender nesla loja o rcslo das fazen-
i- ^- "as O'1'"j-1 da roa do Crespo, nue t'oram arremalaHas
superior familia le Santa e se vender pelos seguinles IreVos
Catliarina, t-m saccas que tem tnn alquei- ttadapolia entrelio a 2gO0, 33'e
'" muilo lino de jarda
e (medida vell.a) po," prero commE B Z La
no armazem de AovacsAL., na ra dalAlgodaoiioliodedO jardas
Madre de lieos n. 12.
A .".sfld a di
Lencos de cambraia de linho
ra do Crespo, luja de Adriano
para algiheira : na
\ Caslro n. lli.
Loja da boa f.
ia
Vende-se panno prelo e azul,
Dito bom americanu
Cllilaa de cores, bous padroes a ,5j, ,5>500 e
Corles de calca de casemira prela a 5.>500 e
Hilos de rllele de selim prelo superior
lltim de linho de quadros, o covado
Dilo trancado, a vara
Pannos prelos e de cores a 3f e
Chita larga franceza, o covado
lula-. -11 "iI 1- de cores, o covado
Algodao azul mesclado e de listras, o covado
Corles de cassa chita
Ditos de chila larga
Corles de dita pi
Em Cas;.
da Cadeia n.
Um 'pande
pellio.
i-vn i l{eloi,0|i '''">
'iCSOo:l,l,os ditos di
isaooo CouroB de en
^^lErvillinsseeea
69OOOIVinho do Rh
Conservas a!
dades.'
Indo pot
grandes,
es.
ara, senhora.
liras e pretas.
ordadus para seuhura.
prelas e de cor.
de cor.
ouras.
(.telo e de cor.
prela forrados.
camisas.
5 cor.
oa.
1-*
vendte a
vdMtL ^atOK,
eai\a ; aelia-se nicamente em ca- S
sa de L. Leconte Feron | C. N. S
As ciixas to marradas a lo- S
i? goConde de MaitM-.e os 1
SS le
O los las garrafas sao asues.
*Ct*t>0 f)t^i.
- Destppareceu honlesn da cata de -.t
S ni. ,la I aria, An l*.r___, OOt.
; I.eiii;os de ganga e de chita, (Boa
ida de cores muitissimo lin-
mez a um anuo, pelo barato
preso de IjsOU o par, le cinhos de relroz de lodas as
eninai a I3, toncas de laa
a 000 rs., camisas de meia
de de um anuo a 500 rs.
para senhura muitissiuio
cas e pretas de seda o me-
r a 23 e 25-500 o par, ricas
ja KOO rs. e I5, canas nnii-
is 111111.1:1,eme proprias para
preco de 2J500, 3?00 e
33500, iravessas de verd ideiro bfalo para prender
cabellos, pelo baralissimo pre.;o de I3, ditas de tar-
taruga a 33500, ricos leques com plumas eespedios e
I pintoras unisiimat a 2a, peules de hualo muito finos
! paia lirar piolhos a 500 rs., lesouras finissimas e de
lodas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas as
I cores a larguras, ricas lilas do seda lisas e lavradas
I de lodas as larguras c cores, bieoa de linho Onissimos
de lindos padroes e lodas as larguras, ricas franjas de
de carnauba pura, as melhores .algodao brancas e de cotes proprias para cortinados,
que ha no mercado a 129000 a arroba, esleirs de e oulras muilissiiuas cousas, que ludo ,e vende nor
palua di1 me-ma carnauba, grandes e menores : na 15o baralo preco que aos proprios compradores ser-
rua do Oue.mada 11. b'J. loja de ferragen,. vir de admira..-,;.. di ra do Oueimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama ti. 33.
Vendem-se velas
Manual eleitoral
Vende-se o manual eleitoral, eontendo
a le rejpdamenlar das eleie/les, e os de-
cretos e decisfies do eoverno por I s280 :
na livraria ns. li e 8, da piara da ln-
D
ni
pendencia.
Bonecas
zas.
ara os nainora-
dos.
Vc:ilem-scf.ilhas de papel muilo bonito, proprio
I para coiri-spoiidencia de uamorados. pelo baralo
lino, fazenda muilo
superior, prava de iKBSo, pelo baralissimo preeo .ie j i;r..aus de seda de cores
j^iOO o covado, alpaca prela muito lina a Vio eco '
vad .. merino setim, fazenda superior para palitos 1
lOGOO o covado, cantit prelo muilo lino proprio |iara
vestidos a libo covado, sel:m pelo inacao, fazenda
superior a 2;('.illl o covado, ginsilenapies prelo muilo
lino para vestido a J o covado, superior sarja prela
hesnauhola a 25240 o covado, priureza prelaasaito
lina a KOO ts. o covado, cirtes de colletes de gorcu-
r.lo de seda, fazenda muilo boa a 23. corles de fus-
loes de bomlos padroes a VIO, brim trancado branco
de puro lilil a l3e I310 a vara, brins trancados
de cores de muilo bonitos padroes e e puro linho a
I30 a vara, dilos ditos lambem de bomlos padrdei
800 rs. n vara, dilo Iranrado pardo lambem de li -
nboa000ri.il v>r>. dilo liso largo a J1S0,
amarellas lisas e de quiltros, fazenda muil.
a 32u e 3611 o covado, ditas de cores
65OOO
38000]
200
(KKIi
3po00 I
2001
I lid
160,
15600
19990
610
ganga
1 superior
elogios
ingezes de pa-
tente,
o' incllioresf'diricadns em Itujtlaterra: em tasada
Ucnrv (Jibson .-ruada Cadeia do I! calen. 52.
pre
TARlf
1 ni lindo e '
varanda e gr
lundir.lo da }
(o da iDrsm w
Jjlfx* cas?
C\, n
vende
Cemento r
Fatelo.
Vit li o de.
Eni cas*
ber Su
11. 4,
uo p
2a000
500
2H0
33800
:020o
3|S00
23000
320
200
IMOO
690
39OOO
I115OOO na ra da Cadeia do Kecife o7 V, hetera
193000 Pedro, de 35 .unos de idade. ai .,'S d,
I atino I po. cor he,., prelt. bl,n|e =^ -LP"**>-
161000 denles lim.dos. ten, do., cic.lriae, *CuaaaataTff!:
85000 ce e,uerda. t* f..l*+!tEfZZ*-.
8 levou calca e catni*. de .Igodao d. ierra e chaos* do
ac^ ^ eo"ro; 0' cnmPr"' poucdtdias ao J^aTr-!
18SO0O mes de Moa,., do lugar Pedr, rZZ rV.^ad^t
/-3000 jule. le, tecoido : roga-.e .os teitnt^m~l
9400 -" polica e a qua.qu.r |NMM. KZ.'JV
>-20 duzam-t... a ca-a ..cuna indicada, que iTraoVtir. H
1/() tificacilo generosa. "* ""
455001 -_ Foairam do engenho S.-Barllio1raB w.
aheSehmctlau & C.. iua T5PS""",1* -eom ***** : TtZ,-
v.-nde-st- I i de U *""!' ror pre"- '"' mp"d. e diS-
. V _, Per"i"I'"'?' p,'< l,mD0'' ^csuIn!^-
1 ment de vidrosde OS- V0U """" 1 annos, cbe.o do eorpo. r> faU. rosto croad., al"
pouco deoluco. p limpo, ,etoo amilt
dao .zul. For.m enco.Hr.do. no da li do corre.
le ntr-ndo p.r. esl. dad. : ,.,, "J
gue-os no escriplo-io dos SrS. Lento. GSSi
Keis, ou no dito engtuho, m ,e^lsoe^'
Kogio no di. 6 do crreme pel.s 9 hora* do
a u prelo cnoulo. por om. Lait, idade do ;7tl-
lOUS K li- ."'".^'".."""0-" "*"0"' *" ~ "tes ss*ta
bastante alto, chelo do cipo, co, f.|, ,. a,LL'
nado be.co, batanle grot)s feto de cara, nZL
falla lem um ensaco e o andar moilo fi,
patente inglez.
ente sui;so.
n {arraioes.
superior.
jtarai de
di
jinmodo.
S GRADES.
sortimento de modellos
:ma8Si?4maro'C nc "P*1" I lanado .'rreira 1
e N"^la-Bieber
la Cruz
j ..... -"v =>iar mono ru, Dscnt-
dea e .rossos.e-lem o dedo indet da mSo d,r\hu-
l.do pelo me.o,provenie..le .le m pan.rtcio aJZ
ve, levoo calca de algoddo u|. eiW, bnu^ *r
00.
ra e ultramar.
le ti. li. Bie-
., I lia (l;i CVll
utle-se
uccosde assueai.
^aia ditos, a milacodo
te-
algodao cb.'pco de p.h.dV'chir'modVvHl^"
de .\. I.e.sa, inieiis.nha
quesera generosamente recocrpetssado.
Costtttttattj
Amoato" de *-% qo. repse^ai. *. _
..? idarte, de altura regular, ra..., M am^m
cor prela, rosto redondo, -em barba, rostas lienn.'
chei do corpo, ronversa pooeo, e foi ewr.tVdr.
berdeiros do fin.dn Caelano Concaltet da CqtOtt.
o oulro de neme Verittinio. de tiacao, hsilania afta*
algum lano espadando, ratea regalar, tetn de 1
(ravaU,
rs., camisas de meia muilo linas a I3 e 1rl20, luvas
pretas de tore.il para seubtira, razauda rc,ii|0 >u.,e.
nor a 800 r-.. ditas de seda de lodas as eres para
hoinom e senhora. pelo baralissimo preco de Ic^MI o
par, ditas de fio de lisco.-ia para meninos c meninas
a 100 rs., lenciilboa de lilel muilo bonit
Brinzao.
Trro da
Arcano n
,Veudc-secaldcl.isboaiillimam*nt.l..,a. .. .\l' I-'0 o 1)
AJ$il#
cl.isboaiiltimameniecheg.ida as- 1
ecoresal5.me,oiflen^ ^"^assadaKussiaverdad.ira^aprara do '
rs., dilos prelos muilo; nnn/.n ^, ,. ..
fAIXAS PARA ENGEXIIO.
pe seda para grvalas a con
bons a I-, paras de cambraias de salpicoscom K va- .
mui.'K.ra5Vfi,!.^ al25', ^SJSSSA '^^ *> ( '> W" B~ -
lo lina com urna vara de largura, pelo baralissimo rua liru,n. passando o chafariz, contina ha-
preco de 360 a vara, lencos de cambraia muilo linos W m rompleto sorlimento de taixes de ferro ftiit-
todos brancos e rom barra, de cores a 300 rs., lencos. dido e balido de 3 a 8 palmos de hueca as anaaa
de chita Trnceles mdilo bons a 400 rs., chalet del Bh j ^ otea, as quae
algodao da corea de benitos padres a 800 re., n.ca- acnam'se a venda, por preco commodo e com
dmhos muilo (os e ce muilo boniloa padroes a 160 P^^P1.''1!: einliarnam-se ou carregam-so ein acr-
compra ior.
pon
ia.
turificar o asuicar d in-
jlle, eom o inethodo ein
/.a.
o> lados da roslo mares de tainos de eae nacae. pe-
nas linas, .igom tanto rancaeiro, ps arastde*. e teta
urnas marras de chicote .inda nova, na* cosa -
les escravos fucir.m junios no dia .1 de asete do
correle anuo : qoem os .pprehendor conrfote-oe a
engenho Agoa-Kria da Iregoezia de S. I ooret. da
Malla,. u ncsia prar. na roa da i.uia e.fil, prlaat-
ro andar, que sera' generosamente rceotapensado

n
' preco de id. 60, MI e 100 rs. : na rua do (>eitnado, I rovado, liln de linho liso muilo lino a 960 a vara ro sem despera 00
*ii lltOaf^sa "'' co,,l,ec",a loJ'' aj fama ''"" rte "'"i" '* meias prelas de seda para se- ,
mM.mm*j*_/ n. ..... nhoia, fazenda moilo superior a 28o par, dilat bran- zji
Vendem-se muilo bonllat boneen francezas,
baralissimo preco de 152x11
Queimado, na
boa fama n. 33.
pelo
1.3SO0 : na rua do
bem cenhecida loja de Miudezas da
\u logioH d. patente
nglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em caso de
AugustoC. de Abreu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. U.
c.K muito linas a 3a o par, dilas bramas de algodjo
mnito iin. a 210 e 320 o par, ditas brancas muilo
linas para meninos p meninas a 210 o par, e alm de
ludo islo oulras moilissimas f.i/endav, que visls de
su* boas quididades e htalos precos, he que os -e-
uliores freguezes, amigos do bom e baralo. conheets
to o que be pechincka : na rpa do Queimado, 110-
qualro cantos, na loja de fazendas da boa leu. 22
defioule da loja de miudezas da ba fama.
e
Vi'11,1.'
lint ra. o
AVISO.
CIMOtMA Mil. REIb.
No di J I de junho do rorrente. faat da
do brigue ..Mana Llaa a prelo rriooln, M.aoH.
de iil.de II a 25 annos. poaco mais oa menos, a tota
.- tsgsttsst seguinles : roslo mmpcido e ilutstnadt.
c.ir fula, ca.e||., cerrilhado, nlhos arn pottro m.adi'
.. ... .-*; V. ". *?>.2i**'- -" e amorlernios, beicos growos, sendo o do rttaa aaate
."Sfc'v-"""'"\y'*.*&'; grosso que encobre a falla qoe lera de denle, esa
.,;- cuna, falla um pouco alr.palhMlo des ule a falla do
.--. denles, peora barba e rala, e higrie. lem na ma..
;;; esquerds junio ao rtedo mnimo orna especie de tr-
..; vo sahido. as nadegas um pouco copinada,, no ati-
:';. dar lem um geilo par* o lado, radeira* larca*, cesi-
., lora fina, pea apalhelados e um pouco tarta. ; levos
; calja de algodAe azul desbola.ln o camisa de aL-oda
;..- ri.ctdo, cha|Ko de palha, lotn nicio de comilie.ro
: -. e cosluma embriagar-so ; loi esrravo do Sr. IH\ Je -
;:;_ tonvmo Vilelle eos Sr. Itr. proeaotor do istadj
'-..' (Jueiroz I"...,, era. e olliin.mente do Sr. Albert Kor>-
,;.. ler llamn : o ahaivo as.ignado. -enbor do dilo pre-
r> lo. gralilic. geiieto-.meiiie a quem a tpprelietsdrr e
lev.-h, eni
ulencao!
i U ,i 1,-apiclie n. 7,1, |)a
stipeiioli;,p(; l'nnce/.a do Brasil,
elie1''ailj-(.,.1.l.it.llll'nle lo lio de
lif-
ineiro, ero riualidade pouco i
ere do de Lisboa, -"\ P:|SS" (|'"'
fusta ajenas I.SrllO "')!' i'elle
ante que acabe, P's ^nieasa
pequea.
- ''..:-::..-'W' '-"
- Vende-sJ vinho rt Je. '"P"'"' 'l"-'1
LEGIVEL
su. C.s, nn .l.rro .la B.,-V .-la a. .VI,
Cbaly deqoadroS de bonilot psdresa '. antes UtVe ic-.lie, PIS a rvmns \j; segundu anda, ou aa He.ile. rua do Tiaptraf 16.
ovado, d.los liaos de bonitas .ores a :.l, I... .,,..' ,^. r: a Amonio de Alinela l.ooaes ; rosno Utoesa oto
chales de merino lisos com franjas de reUoz de bo- !i ..!,';"' *-'-- "/ ''' le'u cm,u* 1o;",1"r i*..o qate o attsattaas esa #
.....as cotes a .^, ditos com lislras de seda a 7? : na "-''.'". \;:~""--; .-:'$'<-: ->* ;' :-- poder; amiu rosna, gi.lutca paga ttsan* asdesff
roa do Qoeimado, nos qoatro eaaios, hija de fazea- -- \.....i,, e,;,.' ,.'ride superioi qualidade s.latssjaaaa Lassss de Altaeida.
das da boa fe a. 22, delroute da loja de miudezas da em barr, ,ic au"- ariplorio do Soulluli I_______________________________________________
bntUm' '"^aCR^smI* I PERN.:mD*M. r. W tAUA S
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO

MOTILADO"


Full Text
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