Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07536


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Full Text
anno \x\ii n. m
Por 3 mezes adiuiitudos 4$000.
Por 3 inezes vencidos 4,$500.
TERW FEIRA Ifi DE SETEMBKO DE 856.
Por auno idianlado 15f00.
Poilr franco para o snl)Scn|,tor.
EN CARREJADOS I>.\ SURSCRIPCAO' NO NORTE
Parablba. o Sr. 6ervaiio T. da Natividad* ; Natal, o 8r. Joa-
Sm 1. Pereda Jnior; Araeaij. o Sr. A. da Lamoa Braca ;
r, fr. 1- Joa* da Oliveira ; Maranbio. o 6r. Joaquim Mar-
tina Rodrigues ; Piauhj, o Sr. Domingoi Harculaoo A. Paioa
Carann ; Par, gf. JualinianoJ. Barrios; Amaiooai,oBr. Jero-
jiw da Coala.
PARTIDA DOS COR RE OS.
o,'iinl,i : toda os .lia*, js 0 c Baria dora* ljiiMr.ns-.ii. Gataua .- I>ati,li.l>,, : ..... ...iiiiil.i......,l.is-f..ir.is.
S. Aal.....Bnernw, BoailOvCaniar, Alhitli.. Garaahaaui : na larca-fiara
s. Lvareacu, Mo-d'Alhu, Katanta, Lii.......t... orejo, Hvavnira, fag*
eir, Flora, Villa-li-li.., l;oa-Vi.i.,, Oaricurt Eu : na. gaarun-Tnrai
Cabo, l(i|uca, Seriabrm, Itin-Kormoso, L'm, llarri->r,>j, Agua-l'n-lj
Piaeaiciraa a Natal: quialaa-lairaa.
(Toato* ,.. OBmioa i'.nc -m ai lo hora. AUDIENCIAS DOS TBIBUNAE8 DA CAPITAL.
Tribunal do commarcio .segundasequintas.
Relacno : lercai-feiras esabbados.
Fazenda : quartai esabbados ai 10 horai.
Juizo do eommereio: legunda ai 10 boma quintal ao meio-dia.
Juizo da orphoi legunda a quintal ai 10 borai.
Primeira Tara do eivel .* legunda a sextai ao meio-dia.
Segunda vara da civel: quarlaa a labbadoi ao meio-dia.
EPOEMEBIDES DOMEZ DE SI/I EMiito
7 Quino creicenle as 2 doras 22 mlnutoi e 48segundos da t
11 Luachaiaai ti minucia 48 segundos da larde.
11 (uartomtnguanteai 3 horas, 2:1 minutte 48iegundoi dam.
2 La nova a 1 hora, 29 minlos,48 tegunduida manba.
l'Itl'.V.MAIl III. Ilu.il..
Primeira os d horas e M minutoi da manhaa.
Segunda as 7 dorase 18 minutoi da larde.
DAS DA SEMANA.
15 Segunda. S. Nicomedes m. ; S. Mcliiinom.: S. Leobino b.
ENCABHEGADOS DA SnrscRlpc.AO pjnj ajea
16 TeVta LM ,. ,; : Sandio" lJ^^^^^ff^^?^r^SSSi^t,
17 (Juana. As (.hagas de *. trancisca : S. Pedro de Arbues m.
18 Quinta S. Jos de Cu ertino f. S. I lumia/ de villa Nova.
19 Sexta. S. Janu.irio m. ; S. Kilo D. ni. ; S. Ea,io ro.
2 Sabbado. S. Kiislaquio ni. : S. Prisco m.
21 Domingo. As Dures da SS. Virgen) Mai de Dos.
PASTE SFFiOIAL
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Stssaojudiciaria em 15 de selemiro de 186.
Presidencia do llliu. Sr. desembargador Villares, oo
impedimento do Exm. presideDle.
Eativuram presenlea o< membros do Iribunal.
Julgamenlo.
Appellante, J ofio PdIo Regia de Souz ;
Appellado, Viceule l.iriuio da Costa Campello.
Coulirmou-se a senlonr.i.
Pastagun.
Paisou do Sr. desembrgador Leao ao Sr. desem-
brgador Citiraua os embargos em que sao :
Embargante, Reg Albuquerque t C. ;
Embargado, Melquades Anluncs de Almeida.
IITERIOR.
RIO DE JANEIRO
eiro, a de
da ttaliitr
rn cou-
* .
'ouvinha
SESSAO DO DI k 9 DE JIL1IO DE I85G.
'residenciado Sr. Manuel /guaci Cavalcanli de
Lacerda.
_ A' II horas da inauhaa eslaudo reunidos "J
1 Srs. leadores, abre-se a sestao e approvam-sc a
ela da anlerior.
Conlinua a discos>ao, que ficon lionlem adiada,do
requeriraenlo do Sr. barao de Anlonina, rcerea da
navegajao para a provincia de Malo-roso pelo rio
Ivihy, oa provincia do Paran.
He apviado o aeguiule
Additamento
oderecido pelo Sr. Miranda, que o justifica em um
discurso.
m I'ecam-se tambem iulormacOes ao governo so-
bre a nalureza evanlag^ns da uavega;o do l'ara-
napaoema desde o seu poni de embarque na villa
de Ilapelinioga, na provincia de S. Paulo, em cuja
municipio' toca, nao se deiando de ouvir sobre se-
melhanle nssumpto o lenle Orias Emilio Nogueira
de Barros, resi.lenle nal mesma villa, bera como a
Joaquim de Mello Ferreira Piulieiro, residenle em
Caitro.Joao Antonio de Miranda.
Terminada a discussao, approva-se o requeri-
inenlo e o addilamentoL
HKIU-.M DO DA.
Conlinua, na presenca do Sr. senador ministro da
guerra, a 2. discusiio, adiada na ultima sessao, do
arl. 5.* additivo das emendas da cmara dos depu-
tados a proposla do govenio litando as forjas de
trra para o anno finarjeeiro de 18.57 a 1858.
O Sr. riteune de Albuquerque se nao se livesse
coinprometlido a fallar sobre o artigo additivo que
se discute, catava-se, porque principia por nao saber
exactamente qual he ai opiniao do nobre ministro a
este respeito. Mas Jir.i za, esfurcando-se por auxiliara) nobre ministro, se
ii.io em todo, ao menos naquellcs ponto? ;m que as
suas opini&es esliverejn de aecurdo.
Antes de pTdsRijir nao pode dcnar de reparar na
maneira por que commummentese improvisa sobre
materias que demandara muilos e especiaes conhe-
nienlos, e que inlere san e compromettem a disci-
plina militar.
Entrando cm maleiia, declara que acha conveni-
, ule a extinesau das j unas de jusca. militar; mas
(|ui/.er.i que esla ext necao se lietse efTecliva por
preceito legislativo, isto lie, que a le dissessr1-
cam exmelas estas juntas, e ni.[ira que a diiposi-
rao fos>e em forma de aulonsa;ii>.
Nao 'aliando ja em eiAfiomia de
faupa'rWia "*ia .ma*IF^rniivpii
ro de tae*lurtM^*aafi '? ^ -
BideracSes apoiaiu lal melidaVai^r
Ouvio o Sr. presidiente do conscllio ,
reformar a nossa legislaran penal mililai porque o
regulsroeoto do conde de Lippe nao esta e,n liarmo-
niaeama civIlisarAo da epoca.
Nao pode deixar de eslranliar estas pa|a;r."as, ,;
propriaide serem pronunciadas em '..Tn|io- revolu-
conarios ; nem lem Poiio> de urna si'.- naejo onde o
cdigo penal militar seja difireme do rcgulamenlo
do conde de Lippe. porque nao he compalivel com
a existencia de mu exercilo regulur u i cdigo penal
ilillerente daquelle.
Esse regulamenlo nao precisa dr jiodificarao al-
cuma ; e se ha aiguma narAo que .cnlia oulrn mais
liberal, deseja quelhe digam, porgue quer aprender.
E por venlura a dureza dessa 'egietaelo leudo a
avillar a claise mililar '.' Nao ; o contrario he o
seu brazAo. ky
A elasse militar he urna ciaste renuncia lodos
os gozos em benelicio da aegorane* o Estado ; e a
seguranza do Estado exige aquella legisbcao mililar
ero toda a parte do mundo ctvilisado. ^s
Mas um cdigo de lal nalureza exige jui/e, ex-
perieutes e especiaes ; e esses juizes nao podcnV ser
os maros sabidos das escolas, sim as summidades
militares, auxiliadas por magistrados provelos.
O conselho supremo militar nao est bem orga-
nizado, era mesmo existe em definitiva, pois que
foi creado provisoriamente em 1S08, na occasio da
chtgada d'El-rci o Sr. D. Joao VI, e assim lem es-
tado al boje ; mas eue conselbo nao pode deixar de
ter a allribuicao de modificar na applicarao as leis
penaes militares ; o contrario dislo, em materias de
legislarlo penal imlitat, seria um paradoxo. Nao he
pois esse odefeilo de organisarao du conselho supre-
mo mililar.
O nobre |senador pela Babia disse que era contra
a riiiisliluirjo a existencia de um taliini'l com al-
inl.uiriies do poder moderador. Engana-se. As
summidades militares, que melhor do que ninguein
runhecem as exigencias da disciplina militar e as
circunstanciasjto^juercito, apnlira- penas se-
gundo a gradado do? -w elles
podem ter na disciplina lera-
dor, he o verdadeiro e li Jld-
rio ds um Iribunal daquo.a on.i...
'.Ira, esse lrilinn.il assuiiie c deve nr allri-
buiC4>es lo importante ; mas nao quer islo dizer
que, em lempo de paz, devara existir essas juntas de
Justina mililar a cada canlo.
Disse-ie que puoicao deve ser a rnais immediala
possivel ao crime. Cumpre nao esqueccr que sub-
sislem os conselhos de guerra, como primeira Instan-
cia local.
Ora, qoanlo a 2.* instancia, he mais breve e mais
promplo ojulgaleuio pelo comelho supremo mili-
tar do que pelas juutas de juslira.
Dir agora qoe sempre julgou necessario conselhos
de gnerra para idecidir em ijliima ins'lancia, sem re-
correr ao conselho supremo militar, nos casos de
guerra externa e de um exercilo era operaroes, mas
sendo islo decretado em Ici annua, e nao perma-
nente. A lie respeito porem limita-sc ao que a-
eaba de dize.
Hade poit andar emenda ednvertcndo a autori-
tejaa em precejjode lei; isto iara que se diga :
Mas he um prariio de reformas! Entretanto que
se os e rulares da lei leem mora 11,1 a Ir e discrirao,
nao ha lei na'. Com os propriot regulamentos que
existem, se S. Exc. pudesse adiar mua duzia de lio
mens como alguns que lem, nao precisuva de refor-
ma alguraa ueste assumplo.
Agora dir' aiguma cousa a respeilo da mudanra
do arseual de guerra da corle para a Estrella. Es-
ta idea nao he do orador ; foi ella quera levou o
u-averno a mandar romprar a fazenda onde se esta-
beleceu a fabrica da plvora.
Iloje o que hade novo lie om grande pas*o para
a economa, isto he, a existencia da estrada de ferro
de Maua'.
Em muilos ramos se podiam fazer grandes pon-
panras. O combustive! que all se gastasse as of-
licinas cuslaria a sexla parle do que actualmente se
paga na corle ; pois que o earvQo all fabricado lica
por cen reis cada sacco. As madeiras podenam
euslar a quarta parle, ficando-se ainda mais bem
servido.
Acretce que a acrao do governo nao pode ser lo
elcaz sobre um eslabelecimenlo desta ordera rol-
lorado no centro da cidade como naquelle poni ;
c ja falln na economia resultante da estrada de
ferro.
Ora, essa estrada de ferro est mal por nao baver
gneros a transportar cm quanlidadc sullicienle pa-
ra o seu custeio. lie, porem, preciso desenvolver a
riqueza que naquelles Incaes ha, c a auxiliar os ac-
cionistas ; e a existencia do arsenal na Estrella im-
porlava esse auxilio.
Se em bino da serra se abrir dous ramaes do ra-
minho de ferro de Maua, nao para carros movidos
por vapor, mas por ananaes, dirigindo-se um para
a direil.i oolro para a esquerda, islo faro apparecer
no Rio de Janeiro urna riqueza consideravcl.
Sao idas que al favorecen) a colonisaran. as
Tradas da serra esl.lo estahelecidos um Bilbao de
habitantes em postran prospera ; e havendo aquel-
les ramaes, pode-se avallar al que poni chegaria
essa proapendade. S as quedas d'agua aprnvcita-
daf iko oceuparao menos de 10 a 50 mil colonos ; e
assim se mostrara que, hoinens laboriosos, apenas
desembarcados, achavam recursos promptos no cen-
tro da popularan.
Nao se limitara a slo as grandes ronveniencias
da mudanra do arsenal de guerra. Ouvio dizer que
.ao p do paro do senado se vai fazer urna casa da
noeda. No arsenal ha edilicios os mais proprios pa-
a esse eslabelecimenln, e islo mesmo sem que se
ara a mudanra do arsenal, quanto mais depois !
Julga desneressaria a existencia da easa da moe-
i a, e algoin da dir' porque; mas, era quanto se
eliar necessana, para alli pode ir, sem que se pre-
ise despender 100 conlos de reis, ou mais, que ha
e custar o novo predio.
A mudanra do arsenal para a Eitrella deve ser
.eila com pausa ; mas a' proporrAo que se for ef-
lecluando, deve-se ir dando deslino aos edificios
qe ha no arsenal da corle. Para esles podem ir
a escola iJ inedirina e a aula do commercio, pou-
pando-se alaguis de rasas, eale a academia mili-
lar, dando-se o.ulro desfeo mais proprio ao predio
em qne ella esla'.
Limila-sc sobre esle ponto ao que lem dito, de-
clarando que eila' convcncidr> qno a aulorisarao
dada comprehendo a mudanra t>m que tein fallado.
Mas islo he quanto ao material do arsenal ; quan-
to ao pessoal, aiguma cousa acrescei.'tara'.
A escola dos menores merece algu na aitenrao.
Sao alli muito bem tratados, e vale a pCHia ser dos
menores do.,rsenal de guerra da corlo. .Vas qual o
destino que llio esla" reservado Tein >allidc\dalli
boiis ofliciacs c artisiis ; m.is em geni nlMmSol-
dados. o a
-O oadnr nao T ni. nosso paz i:rac "
de dearl.slas; a nossa primeira i.re
nosaa rinueza boa pro J
EM PEHNAMHLCO.
Opropriei.no do DIABIOManoel rigoeiroe d. Farsa, aa Ma
hvrari.i, praea da Independencia m.li8.
de marinha. 0 orador ja nao loma p na le^i.lar.in
mililar. Reforma para aqui, reforma para all Au-
lori-.irrs e mais aulurisares! O que esta' recelan-
do (dir' com nem dr do seu corarao.) he que ludo
isto acabe nicamente em augmento dos ordenados
dos lentes ; augmento que iu!_a de juslira porque ,is
melhores academias que lemos no Rrasil sao as mili-
lares (sem com islo querer dizer que sao boas<, ede-
sejaria que se collocassa os lentes das de guerra e
marinha na inesma posirao dos lentes das oulras i
cademias, mas por esta forma, nao seja por preceito
de lei.e nao mediante aiitorisar,6cs.
A quarla autorisar.10 he para ampliar o quadro do
corpo de engenheiros. Com clfeito, he elle muito
limitada, e nao satisfaz as exigencias das uecessida-
des publicas ; mas ura cogenheiro nao se impro-
visa. He uocesiario qoe as academias o preparen) ;
e isto nao he cousa para que sirvaui estas autorita-
rias.
O quadro dos engenhoiros esta' mal aquinhoado ;
deve ser ampliado, e ter mais vantauens, mas o que
quer di/.er proinor<~>es lodosos das em lempo de paz?
Muilo tinli.i que di/ir; mas o silencio he ouro. A -
penas observara que o que se precisa fazer a bem do
corpo de engenlieirosdevia sahii da economia das
promorOes. Nole-se que quer pronioccs mas em
termos, de tres em tres anuos, ou mais, nunca todos
os dias, como se tem visto no Brasil.
Era resumo dar' como preceito de lei esta dispo-
sira > sobre o quadro do corpo de engeuheiros, mas
nao como aulorisarao.
Pela quinta autonsar.lo nao vola. Entende que
os corpos de guarnirlo nao devem ser seuao provi-
sorios ; nao precisara de orgauisaro definitiva, co-
mo S. Exc. quer dar no da provincia do Ama-
zonas. F. ja fez ver que se S. E\e. fos do pelos seus collegas da Justina e du imperio, nao le-
na neressidades de tantos corpos de guarnirlo.
A sexla aulorisarao he para elevar a 50 o pessoal
do quadro da repartirlo ecclesia Ora, isto nao ssra' orna fatia de pao-de-l'i so para os
sacerdotes '.' No lempo em que o orador servio oo
exercilo, nao so fallava tanto em religiao ; mas a
tropa rezava o Ierro lodos os das nos corpos da guar-
da. E a missa vai-se'ouvir onde ella ha. Temos
necessidade de economas, nao vola por esle augmen-
to ; o exercilo que se acommode com os padres que
lem.
Pela aulorisarao selima, para reforma da tabella
de gralificaroes ,1o corainando e de exercicin, vola,
comanlo que nao imporlc isso augmento do des-
peza.
A oitava aulorisarao nao da' o seu vol. Receia
que muilo venli-i a avallar a reforma do corpo de
saode do exercilo feita por esle meio.
A nona aatorisarao he sobre suppressao da cora-
missao da promoroes e do coramando das armas da
corle creando o lugar de ajudaute general do exer-
cilo em sua substituirlo.
A errirao deslc luar poda irazer umita economia
mas o poder que se llie vai dar he muilu cousidera-
vel.
O ministro da guerra he quanlidade variavel, e o
ajudanle-gencral ha do ser qoanlidade constante,
porque he essa a natorezi de taes empregos. Ora,
sempre que una quanlidade constante concorre com
urna variavel, esta tica vencida. O ajudante-geoe-
ral havia de vir a ser mais que o mililitro, e emba-
rara-lo muilo.
Dir-se-luJemitla ncsie caso o ajudanle-gcneral.
Mas para um emprego dessa ordem n.lo se impro-
visara homens.
A nossa orainisarao ministerial he ilefciluosa ; as
i stiluirGes portugoexai que foraiu nossas, rain a
'-respeito mais regulares, O ministro deeslrau-
bi>s accuniulava a pasta da guerra.
. .ao salte o que l. um nainnlro 1a gueira ; por
i" in ministro de estado he mu i'uiicr-ioiiario poli-
e os politiros (leitaoo exercilo a perder. O mi-
..... riqueza
' Nao diz qoe so -.: ...... |.*r.i a infancia desval-, l'"a a disposirao da torea, mas a ecooomia e disci-
':."&"' "" 'ie 'lue devia antes ser educada para l''"ia do exercilo eslavam a cargo do tirandc cmise-
'...iO* da lavoura do que para pagadores de in-I'j10 de Kaerra, cemposlo das mats elevadas calheso-
cendim ; e se a lal escola de gymnaslica du arsenal, "3S mililares, e efferecendo lda a garanjia de bom
der ptimos apagadores de incendios, tambem nas' servido,
classes baixas pode dar deslros salteadores e polado-
e-
,so de
latutos
ticaaa exmelas iP
(Ha um aparte.>'
Oxal que padesse
nas de jus
ser cread )s oulras juntas de
lal! Estas rom-
ca ; mas ha nutro
i.livi lual est r\-
jusli{a no mollento ri>..abolir c
iituero urna verdadaira "xcresce
fro no paz ou.le a liherdade
posta aos caprichos de um Itnoro ahkto das escolas,
.soba denumi.i,ii;,ia ile rrim.1 p dii'i.il, qualquer juiz
municipal ou teu abslilulo mellp na cadeia o lio
rnem mais rospeiuvel E entao lie o caso de cla-
mar : Aqui a'el-rei! porque naolse crea uraa jim-
ia de Justina para por em seguramla o cidadao ho-
nesto, e livra-lo de ir ter a urna (raatinorra a bcl-
li.razer de um moro apenas saludo das escolas Muen,
lera que apparecei.se una eslalisl(ca dos procesto.
folios sob prelrxlo de crimes policies !
Urna juula dejuilira.urna delegaco do poder mo-
dwador.especialmenle nas provincias remolas.oude a
se:;uranca e liberdade individual est.i mais a merc
de qualquer ujocinho juiz muuicipal, era cousa da
maior conveniencia. Mas nao lie da reparlirilo da
guerra semelbaote assuraplo; quando nao, maiidara
emenria de baixo dcste poni de vista.
Por om ni.nlo. pesia, vola pelo $ 1.- drtte arli-o
ad.lilivo, cous a declaradlo de que licam. Mjoolai ev-
tinctas, cm lugar de se autoris.r simpiencnlo a >ua
extincrao.
A le'gunda a.'ilorisarao ho relativa a reforma dos
regulamentos dos arsenaes de guerra, conladoria "/-
ral da guerra, e pagadoiia das Iropas.
Esla aulori-a r1 pe o orador em alguns 8perfe|M
Reconbece a inecessnladc de laes reformas, e quh ,,'',
m ios de umiun-tro intelligente, seria um ar|'_. \ ,\r
receita que llana ,n.io nimios de quiihentos conloi
de rs. de economias. Mas S. Exc. quer a,"ton ':"es ,- os seus iiccessores lambetn as lio de querer :
e as maniras nao fazeui disliucrao dizeraU| tai'
nislrn ja leve semelhaule autorisarao ; de-se a CS|C
lambetn.E ministro ha que al pede auton-.i,.,,,,
para legislar, alauJu muitas vezes as maos los s.ls
succesiores.
(Jue erros se leem comraettido com taes autorisa-
r-'i I Quem deixara' de pur as inos na cabera
considerando o qoo se lem feilo nas successivas re-
formas do arsenal de guerra '!
Melhor seria, pois, que S. Exc, lendo aprofunda-
do as (acunas dos reculamenlos dos arsenaes, fizesse
soas proposlas, e deixasse a reforma a' as9emblea
geral '
res de muros. Nao he opposlo a estas cousas ;
entende he que se o arsenal oslivesse na Estrella,
poda a mneidado pobre ter alli urna boa escola cm
qne aprendesse o grande ollicio da agricultura. Ouem
sabe se urna tal institoiro, hbilmente dirigida,
nao apresentaria ainda um da os mais admiraveis
resultados'.' Alas em quanto o arsenal esliver na cor-
le, nao se pode pensar nisto.
A proposito, notar que os grandes melhorameutos
venham da elasse mililar : eo que fazem as reparli-
poa da juslira e do imperio ?... Apezar de ser mili-
tar, nao gosta nimio do eoverno mililar : as grandes
garantas eslilo nas inslituirooi civil; mas estas dor-
mem,e nniguem devera censurar o nobre ministro por
fazeroqueosnulrosuaoquerem fazer. I'orem he pre-
nso mnili. cuidado nesle assumplo, e o orador nao
>- '"ru de gritar alerta!-, como ja grilou a res-
peiu c oulro ponto importante.
Oulra reforma precisa nos arsenaes, he a exlincrao
dos conselho de compras, guem examinar bem o "re-
sultado da existencia desses conselhos ha de conhe-
cer que foi licarem os gneros ao Eslado mai. ca-
ros SO, do que deviam euslar. E taes consellios fo-
ram eslabelecidos em virlcne de urna aulorisarao
liequasi sempre ele ofruclode taes aulorisaroes'
Ilesla poiem examinar se, abolijos etses conselhos,
aliundarao os meios de liscalisac.au. Ha muito quem
sustente que os arsenaes devem calcular", consu-
mo dos gneros de producto eslrangeira que-soilo..
mam gastar, e manda-Ios vir por sua conla, arma-
/*iiando-o na proporcao das exigencias do serviro
Mas he preciso que o nobre ministro nao se esquena
que nos arsenaes ha huroidade, mofo, cupim, ratos
baratas e lamben, o incendio. Nao se lie S. Exc '
nao cotila que basta acabar com os conselhos da
compra ; ha oulras dilculdades a alien 1er.
Tem pois, muita duvida em conceder esla aulori-
sarao, salvo se for com a clausula de nao poder aug-
mcnla: despeza ; c nole-se que ainda assim
he pengosa.^ mas nao -uer ser incoherente, e vola
com tanto que baja ? nilarAo da despeza relaliva-
meute ao pess,ial i' ----- Confia
nislro ; mas .VkJ'
so da pasta- c ning.
Ajsvreeira autora
jpftfntenlo da escola de app. ^.
oavallaria e infantaria em S. Pedro, ,
das academias militar e de marinha.
Em primeiro lugar perguula o que lem a lixarao
de forras de Ierra com a relorma do regulamenlo
da ara,,i,.,,n,i ,|e marinha ? Cr que houvo erro de
imprensa ; e se esla aulorisarao passar assim, e o
Sr. nlmisiro da guerra lizer a reforma da academia
naval, 0 Sr. ministro da marinha ulo podera' nuci-
*ar-se da invasao. '
A escola de applicarao he um grande elemento
mellioramenlo do exercilo ; mas antes quererii
?LS """".""nislro fosse fazendo as allerarfles do
'CRoiamenlo do que viesse pedir esla aulorisarao.
Muturo dessa escola depende menos do seu're-
puiajnenlo do que do director que lite derem. I)'-
"e o nobre ministro os regulameutos que quizer :
e nao nomear um bom director perder o seu lem-
I'. O director da escula, o Sr. general Coelho me-
- e maior conlianr.i; mas esla' em urna commis-
"0. Enlrelanlo au ha commissao que pos-a ter
ciusequenr.ias mais imporlantes do que a de direc-
"Jr da escola de applicarao.
Ja o anno panado pagou um tributo deconsido-
r.irao e juslira ao Sr. marechal do exercilo barao de
Carapava. Um dos m.uores serviros que S. Exc.
presta, nas rommis-oe. deque he incumbido, he
maneira por que inslruc os seus olliciaes. Se um
campo lao limitado olTerece lautas vanlagens, oque
seria se se llie conlias drpende o futuro da elasse mili'lar ".'
A escola de applicarao nao poda fazer ja algum
serviro independente desta aulorisarao > Temos con-
Iralado eslraneiros para a difeccao das mais impor-
tanles obras do Brasil, como as estradas de ferro, e a
primeira de nossas obras hvdraulicaso caes da al-
fandega da corte. Nao repelle o iervii;o desles es-
Ir.ingeirns, mas entra em duvida se deviamos proce-
der como procedemos a esle respeito. Nole-se que
nao censura o governo por le-los conti.itado, al diz
que a obra liydraulica llie pareie completamente
perlcita ; n.i falla nas estradas de ferro, porque nao
esta ao (acto; mas suppoe que alli acontecer o mes-
mo. O que diz he se nao Valeria a pena que o di-
lertor da esrola de applicarao f.is'c ja inslruindo os
alumnos pr.'itirameiite naquelb Irabalhos, e de ma-
! neira que dentro de aluns anuos poilessemos passar
sem engenheirus eslr.ingeiros.
Acontece porem que estas escolas sao quasi Sempre
creadas mais por ipparalo do que por bem da cansa
publica : o que se quer he pretexto para crear em-
pregus e acomnioilar genle.
Mnndoii-si: vir mu prolessor de alveitaria. As nos-
sas operaces de cavallaria esiao no Rio (irandedo
Sal; e o qoe ir.i lo fazer esse professor? Alli os c-
vanos s,lo lirados do campo : quando seestragao lar-
Eiio-se, e (oiuao-se oulros; e as-im ha de ser por
mijito lempo. Nae diz que (osse m.o ler esse pro-
levsor; aber nunca oceup., logar, mas Iralemos das
prfmeiras necessidades, e nao de objeelo de laxo.
Oifier-se tambem reformar as academias unliur o
Se se quizesse proceder assim enlre us, de bom
grado aonuiria, oxala' que em lugar de um ministro
da guerra tivessemoi mi ir o mi nislro de oulrus ramos
que Bati abandonados, ou accumulados de urna ma-
neira iuconvenienle ; e qoe o ministro de eslraugei-
ros licasse sempre cotn a pasta da guerra.
Ba'tava para uso reorganisar-se o conselho supre-
mo mililar, marcando as suas altribuires em visla
do grande demonio de economa e disciplina do e-
xercilo.
O Sr. ministro esla' persuadido que alcanra o
.mesmo fim com a crearo do ajudanle-general; mas
o orador acredita que se a aulorisagao passar, e o lu-
gar de ajudante-general for preenrhido. o successor
de S. Exc, ha de vir pedir a sua suppressao como
urna eolidadeque ha de unuullar o ministro.
Tem pois duvida em volar por tal aulorisarao, a-
cha-a perigosa, e uo a v explicada conveniente-
mente... Se fosse ministro, nao quereria que os seus
amigos volassem as cegas urna aulorisarao delas: o
presente he arriscado. E ja deu exemplu de que
nao gostava de aulorisaroes ; pois sendo ministro pe-
dio qoe se cassasse a aulorisaro permanente de re-
formar a academia mililar,
Volar por om fcixe de aulorisaroes he mao prece-
cedente ; e grande serviro faria o nobre ministro se
em logar de taes aulorsares oQereccsse proposlas
bem esludadas, que habilitaisem a asscmblca geral
para fazer as reformas por s.
He urna llasao acreditar-se em semelhantes aulo-
risaroes. Parece que osSrs. ministros acredilo que
Mies arrancam as pastas, e querem fazer ludo em um
da e de urna vez ; mas senao nos derem lempo de
fazer luda que julgamos bom, neuhuma culpa d'ahi
nos resultara, e isso nao pode justificar este svslema
de aulorisaroes.
Nao tenciona tornar a entrar na discussan. Con-
tenta-s com ler assinTexprimido as suas opinies.
O Sr. Sitceira da Molla, leudo assignado a e-
meudi que restringi a aulorisarao dada ao Sr. mi-
nistro da marinha para reformar a legialacSo penal
da armada, alim de que essa reforma nao foc posta
-emetecurao seno depois >le approvada peld poder
legislativo, julga-iena necessidade do dar expli.-arao
da razilo porque ha de conceder as aulorisaroes ce-
udas no artigo additivo que se discute.
Vota pelas aotorisac.Jes concebidas ao Sr. ministro
da guerra, porque lodas ellas parecen) perteucer a
materia administrativa, e nao a legislativa. Itcs-
iringio porem, por aquella forma a aulorisarao dada
ao Sr. ministro da marinha, porque iraporlova ex-
pretsa e formal delegaco do poder legislativo, que
se nao pode delegar.
E importava essa delegarao do poder legislativo,
porque verssva sobre materia penal ; e por mais que
confie em um governo, uunca llie dar' aulorisarao
para qualilcar delicio., impor-lhes penas, e marcar
a forma do processo. A materia penal he essencial-
raenfe legislativa, e a constituirn do imperio nao
pode consentir que o governo se" d a delegarao de
fazer um cudigo penal.
(Juanto porem as aulorisacoes de que ora so traa,
sao mu diversas.
A primeira lem por lim extinguir as juntas de jus-
Se (osse para o contrario, isto he, para crea-
vincial.Em cumprimenlo da lei, venho assistir
vossa iustallarao e in-liuir-vos du estado dos nego-
cios publico.
Havendii sido empossado da admirslrasn. desta
provincia em :*) do malo ultimo, uao he em pouco
mais de dous mezes que terei podido colher os dados
precisos, para desempeuhar satisfactoriamente lao
honroso encerco.
Na deficiencia porm de csclarecmentos adquiri-
dos por observarn propnia, sobre esla iulercssantc e
das quacs, ja lembrada por elle no sen relatoriu i. Scnhora do Amparo. Este eslabelecimenlo,
assemblca provincial em 1S51, deve ser formada dos
municipios de l.urupa, Purto de Moz, e Monle-A-
li'gre ; e a entra do termo de Breves, desannexado
da comarca de Camela.
Apreciareis devidarnente esta proposla. a respeito
da qual nao posso -enao referir-mc us iolormarries
do meo honrado antecessor.
Sao 11 os termos co
urna especie de recolhiraeule, encerrando por lau-
to mulliures feilas, he improprio para a educar.io
de meninas da menor idade.
O relatorio do vire-administrador vos instruir'
du seu eslado.
Eu uniendo que a educarao dcslas reeolhidas de-
veria ser mu diversa da
.. que he actualmente. V
in juizes innnictpaes lellrados par de indispensavel inslrucrao litteraria, convina
. eomprehendidos os de Chaves c Braganca, creados que se dedicassem ao (rab.illos que inleressain mais
vasta porra do terr.lono hrasiletro, eu vos oflere- pelo decreto ti. 177 de 16 de abril prximo pas- particularmente a indu-lria domestica
ro nao so o relatoriu que me enlregou o raeu il- sado. (jesle modo se babilitariam ruaa r I d
lustre antecessor, o Sr. cunselheiro Seha.tiao do Re- I EaUo apenas prvidos de seus cumpeleule. ma- I de casas, e despidas do preconceiios que m innl-
ros, cuino tambem aquelles que me endere- \ cislrados os termos da capital, .Sanlarcm. (Ibidas, sam. achariam mais fcilmente marido
raram os chefes dos divenos eslabeleciraenlos pu- I Camela, Breves, Viga e Porto de Moz ; achaudo-sc | do
cos- ] porlanto vagos os de Chaves, Hi.i_a.n_j, Cachoeira e
Macapa.
Ca que, abandonada ao eslado anormal da selvage-
ria, leude a ettiuguir-saj sob a pressao da miseria e
dos vicios.
Obra' publicar.
Ouautu a esta especialidade reliro-me ao boa de-
duzdo relator io do director lata Coelho da Gama
Alireu, e recommendo-vos o sea (rabalho, que
he feilo com nolavel methodo e clareza.
Por elle tercis ampio cnuhecimento do estado das
obras confiada* ,i respectiva repartirn.
Alm daquellas que eslo em andamento, de o-
tras precisa esla capital, que sao ale de urgencia,
quaes o palacio da assemblea provincial, o pcn da
Limitando-me, pois, a algumas considerares ge-
raes, o a umaoii oulra c-peri.ilida.lede maisuaaelua-
lidade, espero enlrelanlo qoe as lacuna* do meo dis-
curso serao suppridas pelo couliecimento ampio que
leudes da provincia.
Familia imperial.
Conlinua inalleravel a saudedeSS.MM.il. o de
sua au'.-usta familia.
Coogralulo-mc comvosco, por lo plausivcl mo-
tivo.
Traii'/iiilliJade publira.
Nao su Bella, .'iiiim em todas as provinrias do im-
perio, he pcrfeilo o eslado da Irautiuillidado pu-
blica.
Seguranca indiaidual.
Bem que na vasta exlcusAu desla provincia se
coinmellain crimes contra a seguranza individual,
nao s3o lodavia lao frequentes, como se poderia re-
celar, altcudendo-se as condircs lopographicas do
paiz.
A comarca de Maraj he aquella em que menos
quielacao parece baver, rcl itivamenle s garantas
da propriedade. Couviria dotar-se essa ilha com
urna polica especial, que tivesie por lim conter os
continuados roubos de gado, que occasionam cous-
tanles quenas,e qoe podem atinal produzir alguraa
pe turbarn na urdem publica. Espero que vos
dignarais lomaren) considerarao esto negocio.
Referindo-me as iifonnares do diguo chafe de
polica, apresenlo-vos em resumo a historia crimi-
nal, desde Janeiro al julho do crrenle anuo.
Em 1. de Janeiro no rio Jary, dislriclo de Guru-
pa, Heurique Lourenro da (raga assassmou a Ma-
ra da CuiiceirAo. O reo acha-se pronunciado e
preso.
Em 19, no dislriclo de Aapa', termo da capital,
tenlou Manuel dosSautos Bsuiiillia assassinar a EIon
Jos Fernandes Pcnua. O r*co est processadu "e
preso.
Em >>, no lugar Cuajar, dislriclo da villa de
Porto de Mz, lenlou Manuel Jos de Faria assassi-
uar a Jos Manoel da Costa. O ro est homiziado,
e o processo anda nao concluso, por falla de lesle-
miinhas.
Em 8, uo lermo da ridadc.de Braganca, Ludge-
ro Antonio da Silva assassmou a Hilaria Mara. O
reo acha-se preso e processado.
Em 1f> de fevereiro, na freguezia de Souzel, ter-
mo de Pono de Moz, Jota Piulo, aisorado sua
amasia Graciana Marii, assassinou a sua mulher
Auna Thereza. O rcus cslo presos e prucet-
sados.
Em 1 de marco, ein Monsarit, enmarca de Ma-
raj, Julin Fernandes de Vasconcellos assassiuou a
um individuo, cujo iiome nao mencionou o subdele-
gado. O reo osla preso na radei.i da capitel, e o pro-
cesso rninaca.la.
Em i, na mesuu cadeia, o preso Leopoldino, es-
cravo do profos-or Pilippe Nery Pesoira de A.,s,
levan|..u- 'o madrugad i IRm racarJVO eonhccido
meaos ronfessado ferio oont nroa l< t pre i Pe-
dral, esrravo da heranra do fallecido Pninciico de
Lima l'aial. (I ollendido mur-on ':ci :' r.....i>. t,
reo permanece preso, c foi isgo procesado o pro-
nunciado.
Em j, no termo da pacboelra, coma ri do ." tra-
jo, o preso Manuel de Oliveira, em Bro de resis-
enca, foi unirlo pala lOidndo do li babijo de
infanltria de linha Manoel E-(aco Da'r.i, o que!
acha preso no quarlel do ley batalhan, ,is autori-
dades da Cachoeira ainda n.to dorara srirrlo do pro-
cesso.
Em 1G, na bahia dos Brovec, comarca de CanteU,
Romualdo Nanea de Mello c edia qalm Arn-
Por falla de hachareis formados, nao lenho podi-
do monear promotores pblicos nas comarcas de Ma-
raj, Macapa e Braganra. Esto porlaulo exercendo
esses empregos promotores interinos.
A ausencia dos juizes de direito de suas respecti-
vas ruinareis, c a falla de juizes inunicipaes o pro-
motores lellrados sao uraa verdadeira calamidade pa-
ra o serviro, e reduz o fro, quer civil, quer crimi-
nal, a um verdadeiro cabos.
Por mais bem intencionados que sejam os suppleu-
les dui juizes rauicipaes, que muitas vezes exer-
cem os lugares de juizes de direito. por mais hones-
tos qoe sejam os promotores lirados da elasse dos
leigos, a Jalla dos conheciinrmtos necessarios iuuti-
Itsatau bo.isdisposirocs, nos torna muitas vezes o
ludibrio de pessoas mal intencionadas.
Dtoiio civil.
Divide-se a provincia em :>(. municipios. Nao le-
nho a respeito de cada um delles informarnos que
me habiliten) a inslruir-vos do seu estado pecu-
liar.
Pretendo que de ora cm diaule enviem as cama-
ras relatnos uiiiiucinios emque expouham regular-
mente lodas in necessidades de seus muniripios. Es-
sas infonuares isoladas, como as que de vez em
quando apparccem, posea adiantan em relarao a lao
iiiieressante objeelo.
Ser-vos-ho presentes os balanrosda receita e des-
peza municipal, qno me foram eudererados por di-
versas cmaras, tallando os das cmaras de Curus-
sa, Cintra,Cachoeira, Monsara, Muan, Baiao, Oei-
ras. Villa-Franca e Obidos.
Em cor.sequencia da extraordinaria eochente do
rio Arary, licou quasi completamente destruida a
villa da Cachoeira ; e como a sua posicao a expoe
a esses conliuuados estragos, convcni "Irausfeii-la
para melhor localidade.
DiciiTto ccrletiasira.
Exiilcm boje na provincia 63 paroquias. Esli
providas de vigarios 58, e vagas 5.
A maior parle das igrejas malrizes precisara de
concerlos ; e alguns vigarios reclamara tamben) as
alfaias necessanas para o serviro do culto.
A presidencia espera a etiegada dos paramentos
que se mandaram vir de Lisboa, para occorrer a lo
justa necessidade.
Olanlo ; coostrucr.it>, reedificarlo e repararlo
das igrejas, exporei miuliai ideas, quando tratar das
obras publicas.
Forra publica.
Guarda nacional.
A guarda nacional divide-se em qualro comman-
dos superiores, e consla de dous batallles de arti-
llara, vinle e nove de Infantaria, urna seccao de
balalhao da mesma arma e una secr,o de compa-
nhia de cavallaria, perleneenle ai. serviro activo. A
reserva nompe-se de dous balallies, uina compa-
nlna e tren seresies de eompanhla do infantaria. lie
o tul il da forra do serviro activo 19,622 prajas, e do
da reaerva 3,176.
Primeira linha.
Existem o :!. batalhj de ariil.'nri i a p, e o II-
de infantaria.
Dividida em destacamentos, nao s acata provln-
ci, como na do Amazonas e Maranhao, mal pode o
raelante desla Forja pre.tar-se ao serviro da gnarai-
r.te da capital. J representei a lal respailo ao go-
vernu imperial. ,
Entretanto, cumpre-me asscgurar-vns qoe o es-
lado de subordinarlo he o rnais salisfatorio, retal-
lado dovdn ao zelo dos coinmandanles desles cor-
pos f dos seus ofliciaes.
Forra proviucial.
raas,ainaram as Huno 1-nrno. Arx.' --, ros e, A f?rca provinrial que uo seu estado completo
achara processadosej.ronuii-.adis. 01.' cr'.j orco I dove rnnslar do \>l\ praras. nao lem ellecliva.nen-
tira.
las, nao consenta ua aulorisarao, pelas raines que
ja den : mas o que se quer ua lie dar ao governo o
direilo de marcar altribuires em materia de julga-
menlo criminal ; o que se tem em vistas he acabar
com urna excrescencia que o nobre senador pela Haba
he o primeiro a reconhecer incompalivel com o nosso
svslema poltico.
As oulras anlorisaces sao todss para reformar re-
-ol,menlos ; e na concessao destas ha muilo mais
regularidade, ou pura melhor dizer, loda a regulari-
dade ; nao lem compararao com a aulorisarao de al-
terar as leis penaes.
Foram as autorisagfies atacadas pelo lado de im-
porlarem accrescimo de despeza : mas tambem por
este lado nao deixa de volar por ellas, pois esta' per-
suadido que lunge de darem em resultado augmento
de despeza, hao de Irazer economas.
Nao quer tomar lempo ao senado. Tem precn-
chido o hm para qoe pedir a palavra, que foi dar a
evplicarao do seu vol e mostrar que uo incorre em
routradicc.ao.
Verilica-ie nao baver casa, e Sea adiada a discus-
lao. O Sr. presidente da' para ordem do da a mes-
ma, e mais a terceira disetjMaa da resolurao do se-
nado que appruva a penato concedida a viscondessa
de (.aravellas, e primeira di-cussao da resolurao da
cmara dos de[iuladus apprnvando a rjeoaao conce-
dida a viuva do coronel chefe de legido da guarda
nacional da provincia de S. Pedro, (.abriel Gomes
Lisboa.
I evauta-se a sess.do as -2 lioras da tarde.
I!i
PAISA'.
'latorio apiescjntado a'asscml.ica legis-
lativa provincjialdo Para', no da 15 de
agosto de 185p, por occasiaoda abertu-
ra da priraeiiia sesCio da dcima legisla-
tura da mesrtia atsemblea, pelo presi-
dente Henr<|tiedc Beaurepaire Rohan.
Senhores membros da assemblea legislativa pro-
MUTILADO TLEGf\>L
cm Camela, e o .hoin'/lailn.
Em33, nas Pirabas,comarca do i:-.---r-i. Joa
da Molla, levado pelos embui 'r: de I ': t:> 08189
sinou a Auna Justiniana eii.i (ilh.-i Marcarfda Joa-
liniana, victimas da Ignorancia e i!- saldada do
as-assinu. O reo acha-se preso e pronurciado.
Em i de raaio, foi enconlradn a boiar ro igarape
Itapicuru", termo da capital, o cadver do subdito
porluguez Joao, fmulo de oulro de nome Bernar-
dina] Jos Barbota, apresenlando signaes de ler sido
atsassinado, como o verificou em auto de corpo de
delicio o subdelegado daqaelle dislriclo. Dias depois
0 sobdelegado do Acara descobrio, por indicios ve-
hementes, ser o autor do crime o pardo Mauoel Joao
Rodrigues II.unalbo, ao qual prendeu, processou e
pronuneiuu prompUmenle. O reo acha-se recolludu
na cadeia da capital.
Em 7 de juoho, em S. Cetano, termo da Viga,
Ivaymundo Jos Correa assassinou a Jos Jeronyino
de Faria. O reo foi processado e pronunciado, mas
esla homiziado.
Finalmente, em 9 de julho, foi adiado nos subur-
bios da capital, lugar chamado Medico, o cadver
de ura homem descunhecido. Ibas depois, prenJe-
ram-se tres escravos fgidos, que vagavam por a-
quelles lugares, e reconheceu-sc que cratn dous os
autores do assassinato, e que a victima era um de-
sertor de tropa de liana, chamado Csrdoso. Os reos
esiao presos ua cadeia desta capital, e o processo em
andamento.
Alm dos treze homicidios e doas lentalivas de
homicidio cima apuntados a estalislica criminal d
mais o se.'uinie resultado: ferimentos e cdlnsas
phjsicasi"; roubos (i; estelionatos O, falsidades
"; injurias (i ; dainos ."> ; desobediencias :t ; fur-
tos 3 ; oflensas a moral I ; resistencia 1 ; araeara
1 ; rapto 1 ; estupro 1 ; inlracrOes de postu-
ras 1(i.
Dos mappas da polica consta ter havido : suici-
dio 1 ; tentativa de suicidio 1 ; afogamenlo por
sut.mersao lli. Uestes ultimos accidentes sao ordi-
nariamente victimas as pessoas que se vao hanhar
na Pon te de Pedra \ e, ou seja a morle causada
pela correte das aguas, em que se embararam os
uifelizes, ou pela piesenra do Ctjmnotu* elerlricw,
que Ibes parausa os mo'vimentos, convinha adop-
larem-se meios, que evilassem semelhantes desas-
tres.
lendo pois reconhecido a necesiidadc de propor-
cionar ao publico um exercicio hygienico de tanto
valor, como silo os banhos, tenhri'permittido qu8 ,e
con.imam banbeiroi nas praias desla cidade, impon-
do aos emprezarins a abrigaego de proporcionaren!
is classes pobres o uso gratuito desse tau necessario
refrigerio.
Saude publica.
O cholera-morbos desapparecro completamente
de todos os pontos da provincia. Na capital alguna
rasos ainda se do da Cebra amarella. Sao os estran-
geiros recentemente ehegadei os mais exposlos a in.
vasao desta moleslia. Cumpre porm advertir que
ella nao se aprsenla com carcter epidmico.
Nas margensdo l'apajoz appareceu urna epidemia
que as autoridades de Sanlarcm denominaramfe-
bre amarella, e para a qual Ibes enviei medi-
ramentos, segundo o parecer da commissao de hv-
gyene.
As ebres itilerrnidrntes rcinam, nao t na capi-
tal, como em oulros municipios da provincia.
Em Macap.i, outr'ora tao insalubre, tem melho-
rado o estado sanitario, depois que se procedeu ao
dessecamento dos pantanos cireumvisinhos, resulla-
do devido s ordena do Sr. conselheiro llego Barros,
e ao zelo com que as executou o !.- lenle d'arli-
Ibaria Joaqoim Firmino Xavier, que commandava
aquella prara.
PoUci:
O lugar de chefe do polica est dignamenle prc-
enchido pelo doulor Ju3o llaplisla lionralves Cam-
pos.
Os districlos do poln-.ia compc-sa de II delega-
das, e ti") subdelegadas.
Por couyeuicncia do serviro, reduzi a um id os
dous districlos do delegado* de polica nesla capi-
tal, e supprimi o lugar de subdelegado do .!. dis-
lriclo.
Pelos mesmos motivos, e altendeiido is propostas
do chefe de polica, nomeei para delegados a lodos
os juizes mumeipaes lellrados. que ha na provincia,
com exeepro unirameute do de Camela.
/Idminittracio da juslira.
Est aclualnirnlo a provincia dividida em (i co-
marcas, providas lodas de juizes de direilo. A da
rapilal consta de Me 2 vara crime. Eslo ausen-
tes os juizes de direilo de Merejo, Braganca e Sanla-
rm ; o primeiro como deputadogerai : o cegando
como depnlado provincial do Cear ; o ultimo com
licenca.
(I Sr. Kegn Uarroa, no relatorio rom que me en-
lregou a administraran da provincia, fez observar a
conveniencia de se rrearem maii duasroraarcas,umu I
(aseiMo l.iS. por causa desle desfalque ella sullre
mmo o rorpos de I- linha. Seu commamianle, e
mou olliciaes sao dignos de Inuvor, pelo eslado do
disciplina em que a conservan).
. Marinha.
Existem nal aguas dista provincia dous navios
de guerra : o brie.ua oCalliope. comniandado pelo
capilo-ieiiente Gabriel Ferreira da Cruz, c o Au-
doriiihau destinado a inslrucrao dos apiendizes me-
noresu, confiado! aos cuidadus do pruneiiu lente
Antonio Ernesto l.assance e Cunha.
Corpos de Irabalhadores.
lemos !) corpos de Irabalhadores, cujo eslado
cmprelo, segundo o mappa que o anno passado foi
pe Sr. conselheiro Reg Barros apresenlado a as-
semblea provincial, he de 1,402 proras.
He excellenle a idea desla nstituirao. Convida
lalve dar-lbc urna organisarao que tendesse a evi-
tar r.erlos abusos, que consta baver na dislribuirao
do servido.
InUruccao publica.
Para qoe vos|iuleireis do eslado da inslrucrao pu-
blica, oderero-vos o relatoriu aonexo do respectivo
director.
Por elle veris que, alm dolvceo paraense cs-
lahelccido na rapilal, ha mais una aula de ftancez
na cidade de Camela', c outra de lalim na de Bra-
ganra.
A crearo do intrnalo nesla capital, far desap-
parecer a necessidade deatai duas aulas.
Nao lenho podido levar a ell'eilo a idea do intr-
nalo por falla de um edificio proprio.
I'rocorei fazer um ajuste com os religiosos de
Santo Antonio, c oblive do actual guardin a ron-
ressao de urna parle do convenio para este mister.
Para prepara-lo convenientemente era preciso po-
rm, segundo me iuformou o rapilo de engenhei-
rus Juvencio Manoel Cabra! de Menezes, gaslar
10.IXJO;. l'anlo haslou para que eu desse de mao
a semclhante empreza, nao 80 porque a obra feita
em edilicio albeio vina algum dia a lioar perdida
para a provincia, como porque, qualquer que fosse
o arranjo que se fizesse para preparar accommoda-
ees, nunca seria possivel fazer drsapparecer essa
multiplicidadc de ecaninlios que cmbari;ain a vi-
gilancia que se deve manter em um eslabelccimen-
to destinado a educacao de menino..
A moralidade.c a disciplina, que se devem nb-
lervar em collegius de ensiuo, exigem a construcrao
de um ed.'icio proprio, ou seja ella feita a expensas
da provincia, ou alugado a algum particular. Em
quanto esta possibilidade nao se dr, he talvez no-
civo ao ensiuo e al prejudicial a saude dos colle-
giaea a cacao do intrnalo.
Alm do lyreo e das duas aulas de ensino secun-
dario, exislem mais espalhadas pelai diversas fre-
gaeziaa da provincia .">(i escolas do seie masculino,
e l.'t do sexo feminino.
As primeiras sao frcquent.idas por 3,039 alumnos,
ti segundas por 391 alamou, o que prefaz o total
de 2,4:10 erianca, que apreudem a ler.
Dessas escolas eslao algumas vagas, pur falla de
professores vilalicios ou interinos.
l'at preenrbid i-, nem sempre tem os professores
as necessarias habilttaries, para detempenharem as
obrigares do magisterio, lie fcil ver-se que rom
o ordenado de 4003 aunuaes nao se podem obler
professores idneos.
Em falta de meios proprios para urna educarao
regular, vem-se os chefes de familia obrigados a
enviar seus lilhos a Europa, em procura d.i inslroc-
r.io que n.lo encontram na propria patria. I'are-
ce-rae qoe seria mais fcil c mais razoavel (Mlabe-
lecer na capital da provincia um intrnalo para ca-
da sexo, mandando vir do exterior pessoas habilita-
das para dirigir o eslabelecimenlo, do que condem-
nar as familias a essas separaroes penosas a que as
nbrj.;a a'sollicilude paterna.
CerUmente, nnhoraa, um lal arbitrio seria o mais
acertado na aitualidade ; e convindo animar o em-
preza parecc-me justo qoe se garanta passagem gra-
tuita e o premio animal de um conlo de ris duran-
te tres annos a pessoa que mediante ura contrato se
na elasse cmara municipal, a cata para o intrnalo m
,.^U.Mr,ae5:1 ,laa,".lu ".'" caab<> iw "*- !". mercado, o ll.e.ro e oulra, de que nao he pS
vel prescindir-se ua capital de uraa provincia.
Pareccndo-ine mais conveniente principiar-i
le partidos mais aventajado!.
Quanto a nmralidade, merece esl^ eslabeleciraeo-
lu os mais sinceros louvores do publico.
A actual regente I). Maria Carlota Sarzedes Ka-
bello, por causa do mao eslado de sua saude, vio-
le obrigada a retirar-se do collegio, e nao pode con-
tinuar a exercer as funcroes do seu cargo. Cumple
que lomis urna deliberadlo a seu respeito, tendo
em atlenrao seus longos e valiosos servidos.
.Vio liudarel este artigo, sem communicar-vos que
o Sr. ronselheiro Kego Barros me recommendou
mu paticularmeute o professor jubilado Francisco
Candido de C.irvalbo, como um cidadao que leudo
prestado bont servidos a inslrucrao e a provincia,
lorna-se digno deque a sua" aposeutadoda srj.i
melhorada.
CalofiMfaV).
Temos Ires colonias militares: a de Pedro II,
a de Araguaya e a de Obidos.
Alm desle estabolecimenlos, existe mais a colo-
nia de Nossa Senhora do O', siluada na ilha das
Incas, em frente desla capital.
uve occasiao de visitar este nasceulc ncleo de
i.olonisar,ao, a devo a respeilo delle expor-vos o
meu sentimenlo.
Se convin, senhores, a prosperidade das colonias
que ellas catejam nem mu distantes, nem mu pr-
ximas das -rundes povoares, ninguem negara'
por cario que a situaran da colonia de Nossa Seuho-
ra do O' seja a raclhor que se possa imaginar. Ao
alcance da vista c ao mesmo lempo separada desla
cidade pelas aguai do Cuajar, ella rene a dupla
vantagem de poder ser frcquenlemeulc inspeccio-
nada e de se lomar dentro do breve lempa o ce-
Iciro permanente da capital. Nao s a forja vege-
tativa do terreno, suflicienlemente abonada pela
procliirro natural, he alli urna garanta em favor
da agricultura, como tambem me consta que os en-
saios feilos sobre rereaes, nolavelmente o arroz e o
milho, arligos de indispensavel consummo, lem sido
cornados dos mais felizes resnlladus. A caima de
assucar, como se sabe, vegeta alli admiravel-
menle.
Cumpre fazer observar que a depressSo daquelle
terreno facilita as innundares aunuaes, nos luga-
res em que a differenra de nivel, em relarao a maior
altora das aguas, nao be sullicienle para garanti-los
da invasao.
Ainda por esle lado, nao se devo dar de mao a
empreza, por que reservados os lugares mais eleva-
dos, que devera naturalmente ser preferidus para a
edificacao, restar nicamente proceder com tino
na esculla dos gneros, que devem formar a indus-
tria capital da colonia. E demais, sabemos que, no
iulcrvallo das innuiidaroes, vegelaes ha que podci.i
ser plantados emdidos, sem que o agricultur tenlia
solTrido o menor estorvo.
Pelo lado da salubridade, paree -u-me exrcllente
a posicSo da colonia, a julgar nao sai pela dilferen-
s temperatura comparativamente a desta capi- \ juizo ao imprezario.
-- ,-------,...- se por
algum edificio rendoso, proponho qoe se trate anac-
i antes, da cotislrucc,ao da praca do mercado. O
plano desla obra existe feilo pelo l)r. Marcos Pe-
reira de Salles, que orc;ou a sua despeza em reis
IU0:72j5I8.
Iloje, a visla dos preros a que lem che^ado os jor-
naes e malenaes, devera' custar mais alguna mu-a.
Adoptando a idea desle illoslrado engeuheiro. -
ja leria cuidado ua conslrurcao do edificio, ~ ^. ^.
raros nao livesse enconlradn na falta de operar"'.
Adoptando a idea desle illuslrado engenheire,
ja leria cuidado na cooslrucrao do edificio, se -
baracoa nao livesse encoutaado na falta de npr oa.
Oulro tanto digo a ir-p-ilo do theatro prov ul.
Allribue-se ao cunde de Villa-Flr, boje doqi da
terceira, a idea de collorar o Ibealro junio da mu-
ralbado quintal de palalacio.
Se havi.i naquelle lempo algumn conveniencia que
determiuasse semelhanla disposirao, ella hoje deap-
pareceu e he fcil recoiihecer-se* que, por qualquer
lado que se considere a quesiao, oulra deve ser a lo-
calidade para ura edificio destinado a este mister.
Nao ha duvida. senhores, que precisamos de um
(hcalro (digno da capital da provincia ; mai cum-
pre que elles seja convenientemente coUneadn. O ec
lual ja nao se cutnpadece com a importancia rrm-en-
le que vai adquirindo a formina cidade do Para'.
Todava, he uelle que funeciona a companbia dra-
malica qoe exislc nesla cidade, e que couslilae, por
assim dizer, a unir diver-ao de qne pode dispor a
elasse mais illustrada da pupularao. As representa-
ces dramticas, proporcionando um entreteniroen-
to agradavel e innocente, lem a vantagam nao ri do
inspirar dedicar i i litteralura e bellas artes, como
tambem ,i de prestar um servido a' sodedade, fnmen-
'.an 11 diversas pequeas industrias, que forenam o
patrimonio das familias pobres. ,
Estas consideracoes justifican) plenamente qual-
quer acto pelo qual se intente proleeer a empieza
dramtica nesla provincia. A lei n. 21. de 11 de oa-
lubro de t.s, nog (> do artigo tu, havia concedido
ao ador Francisco de Salles (uimar.les e Cuaba,
urna subvencao de 8.1100^000 com as condir&es ind-
ia impoalas. Fndo o prazo, uao quizo mesmo ac-
tor continuar na empreza, e aprescnlou-se ao Sr.
conselheiro Kego Barros o Hr. Joaquim I meliloto
PereiraGuimaraes romo emprezario, pedindo que a
seu favor torna-., elTectiva a disposirao daqueila lei;
mas lendo ella designado nominalmente o actor Sal-
les, nao se julgou o meo antecessor aulorisado a Irte
conceder a subvencao decretada. Idntica foi a ai-
una deciso, reconhecendo alias que leudo esle ci-
dadao feilo desperas avultadas para manter a com-
panhia, he por isto digno da prelecro que implora.
Eu vos recommendo a sua prctencSo, por acba-ta
nisli, c para que seuao desmantele a rnmpanhia
tramalica, urra-iunado sem duvida consideravcl m-
lal, como pelo ar dufgaudo que observei nos diver-
sos bahilanl es. '
Itoconberu que minlias proprias observaees fei-
las do relance uSo sao suflirienles para abonar as
lentalivas do emprezario; mas nao se llie pudendo
negar amor ao Irabalho, dedieacito e lirmeza no seu
proposito .le se aasignalar por um servido l.io im-
portante qual o de augmentar o numero de bracos
livres em urna provincia, como he esta, de 1,1o vasla
superficie e de lao tenue pnpularao, devemos crer
que csculhendo essa localidade rccouheceu indi i as
condirdes de prosperidad que sao essenciaes em
um eslabelecimenlo desla ordem. Do contrario, sua
dedicarao, mal Iraduzida na pralica, seria a causa
do perdas ,de capilaei e de descrdito para ,i em-
preza.
Nada pudendo dizer de seguro a esle respeilo,
deixando por lano ao vosso illuslrado criterio a
justa apreciadlo dai causas que podem influir na
esculla da localidade a mais convenienlc para ura
enaaio de colouisarao, fare enlrelanlo algumas con-
siderles geraes, que lem immediala relarao com
a empreza do cidadao Jos do O' de Almeida'.
Na serie das emprezas que oceupam boje a allen-
raiseraveis dissenres que lano mal nos causaram,
tendera a estabelcccr entre nos o espirito de ordem
he a colouisarao nm dos objectoa que mais lem al-
Irahido a benevolencia do nosso povo.
Mas. cumpro adverli-lo, nem sempre os meioi
empregados para realisar a idea tem correspondido
a publica espertaliva.
A quesl.lo de colonitacao, mal estudada, lem sido
orna origem de disperdicios, em que se lem com-
prometlidoao mesmo lempo a fuzeuda publica e
particular.
Miubasidis a tal respeito eslao lizas. Enleudo
que se deve proceder aum ensaio, lomando por
norma a colonia "Senador Vergueiro.u eslabelccida
em S. Paulo. Mas, para quo esle ensaio produza o
elidi que se deseja obter, convem consagrar-lhe
avnltados capilaes, e acabar com o svslema, at ho-
je segoido, de se darem ou emprestaren) a uns c a
oulros pequeos capilaes que se consumera sem fruc-
lo, e que addicionados enlre si, montan) a sommas
muilo mais cousideraveis que aquellas que seriara
precizas para se levar ao cabo urna empreza con-
venientemente meditada.
Fmi um paiz como o nosso, onde se empregam
centenas de coritos para couslrucres que uo in-
teressain mudas vezes seno a cera o determinada
elasse, mo sera' uraa sem-razao mesquinharera-se
os meios em presenca de urna idea de tautu futuro
para o nosso paiz '.'
Se o espirito de associaro ettWaaaa sullicienle-
menle desenvolvido na nossa provincia, deverla o
ensaio de que trato ser emprehendido por urna com-
panbia mas, por ora, nem slo tantos os capilaes,
nem tala cunlianra que inspira urna empreza dci-
las, que possa baver a esperanca de ser realisada
sem o auxilio dos cofres pblicos.
Nao proporei, senhores, que esse primeiro ensaio,
no taso que elle venha a ler lugar, seja feilo com
colonos importados do eslrangeiro. Alm das des-
pezai a iaue obriga o transporte dessa genle, basta
fumar nina vista d'nlhos sobre esses miseraveis que
por ahi andam a mendigar a sua subsislencia, alle-
gando enfermidades que ja truuxeram e a impossi-
bildade de se reslabelecerem no nosso clima, para
us canvencermu-de que nao llevemos perder lem-
po e diuheiro em mandar vir du exterior culonos
que Linimento encontraremos no nosso paiz, e que
mu I.. |.,s apenas de urna para oulra localidade, sem
receio de um clim^a queja est.lo alleilos. ludo lem
a ganbar trocando o estado de penuria cm que vi-
vem por una habitarlo commoda, onde se Ibes fa-
cilite instrumentos de Irabalho, e lodos os gozos da
vida social, de que eslo privados noisolaraeuloem
que vivem.'
meida, o qual mandando transportar para u nossa
provincia habitantes do Cear, fez, no meu. modo de
ver, um servico lano mais imprtanle, quanto que
he iioiniia qoe essas familias ja reclacionadas no paiz
pelo senlimeulo da nacioualidade, > nem salisleitas,
e hao de naturalmente concorrer para que sigam a
uie-iii : senda e venham a se est'jbclecrr no Para.
E depois, senhores, quando a primeira colonia es-
liver montada; quando. em vez do (rabalho Toreado,
se vir fuir.. i.,..... o trah-iliio de homens que, reuni-
dos em associaro, subsldluam aos escravos as rrachi-
nas e apparelhos proprios para activar o serviro ;
quando, por meio dg/otlicinas a co coberlo, se pro-
porcionar aos caiafinos emprego ccrlo nas occasies
em que as iguxfs pluviaea embargan) o (rahalhos do
campo ; quayfido emlim se reconhecer que em igual- '
Jade de n
Tornando ns obras publicas, sao nolaveis os etp-
bararos com que se lula para pn -las em andamrn-
lo, por falta de pessoal proprio. e dos necnwnm
malenaes, cujo prero cresce a odos visloa. A edili
cario particular resenle-so dessas difliculdadea. quo
ala aa podem vencer temi cora grande dispendio, a
dahi naneara essas casas que, estrellas e punco are_
i Lis, tao impropri.il do clima cm que nos adiamos
e onde ellas deveriam ser alias, esparosas, guarneci-
das de rorro dir- e galeras que l.ivnrece-se'm a livre
circolacao doar.
Nao he certamente com o pequeo capilal'da que
cada um pode dispor, que devemos esperar -tente-
Ihante mellioramenlo. Tal inconveniente deeappa-
recia seseorsanisasse urna companbia accionaria que
reunisse em una caixa coinmum lodos etses peque-
os capilaes, ainda mesmo os mais insignificantes de
que cada familia he possoidora, o que os pozeise em
moviraeoto para a cooslrucrao de predios conveni-
entes, em subsIituicSo a essas (moradas que lano
prejudicam a saude como o embellezamenlo da ci-
dade.
Urna compa nhia organisada sobra esta base tendo
seguro o seu crdito pela nalureza do emprego a qaa
se dedica, se tornara orna verdadeira caixa econ-
mica popular, que muilo con Inhuma para fazer ad-
quirir cerlus hbitos ue ordem qoe tendem a morali-
sar a popolarjo.
E oulra vaulagem sera que essa companbia, poa-
siundo grossos capilaes, dispondo porlanto de fia
pessoal numerlo,lendo seut roeslnirlores proprios,
poder-se-hia eucarregar de (odas as obras publicas
que a provincia emprehendesse dentro 00 Tora da
capital, as quaet, ainda que bem pagas tiraran) mu
to meldor construidas e por menos diuheiro, qoe a-
quelles que se emprega actualmente nai coustruc-
c.h's por adiniiiislrarao. o cujo numeroso aaal
obriga a sacrificios de que a provincia se vera livre.
Seria a detrjar que o principio de aitociarao, nico
qua he chamado a realisar grandes concepces, li-
vesse essa orcasio de se implantar no Para'.
Se essa idea chegasse a se realisar, poderla a pro-
vincia, alera de accionista t sem receto de perda, ga-
rantir a' empreza um premio razoavel ao capital, pa-
ra aiirnliir capilaes do exterior.
Eslabelecimenlo de caridade.
O rcla'.orio annexo do provednr da Santa Casa da
Misericordia vos dar' coohecimeolo do eslado era
que se acha esta pia instituirn.
O hospital do Senhor Bom Jesui dnt Pobre* exis-
te em um edificio acanhado, que mata pode contri-
buir para originar molestias, do que para auxiliar
rcslaheledmenlo da saude.
O hospital dos lazaros em Tucunduba, nao reuain-
do iienbuma dai condircs qoe aulonsam esla deao-
minarao, he ancuas um aixlo em favor de alguna
dos muilos inleli/.es atacados desla hediouda|euler-
midade. Contem actualmente 71 enfermo, quo o
provedor calcula em mil o numero dos morpbetioaa
espalhados na provincia .
Segundo elle, se se houvesse de rerolher .totaa a-"
tes desgrarados, seria preciso qaa o.edificio finae
quinze vezes maior do que he pasa' accomoda-lot
convenientemente. '
Mein dessas [enfermaras da que precisa a geae-
idade das classes pobres, ho indispensavel ereai
ralid
se nina para os alienados. Sao ha boje meio pro-
prios de os ter tesoros, o qaa occsisoiia reclamaruei
conatanlcsda parle da autoridades pnliciaes.
Senjiores, vossos sentimentos de humanidad d-
vogaro cahalmenl'j a causa de ama in-titun o, qua
he a Iraducrir. pvatica dessa caridade que o Evango-
llia de Jess ('Atristo (3o fervorosamente recomraeada
cm henelicvo dos pobres a dos enicrmos.
Fazenda provincial.
O relatorio aunexo do (hesnuro publico prov io< iat
tanto e quanto me foi poisivel examina-lo, pareeea-
ma um Irabalho imprtante e digno de ser lomado
em considerara.
JtH nt**em, e '" co!""! "'sileiros. foi dev- J^relle veeis qoe a renda arrecadada n anno de
.? 1. ? I J1 ? C1lada0 Jo.se <]o > *- 1-VtToi-dj TI.V,(i:UTMOt, c a despeza de alaVaMH
havendo porianlo um saldo de (2,:l:tlr<>til>. Cont-
prida a rereila airecada desle anno com a do an-
lerior, reconhere-se urna diflerenra para men de
78:620a0fi;). O inspector desla repartir,) entende
que a dilferenca de exercicio a exercicio deve tr
ainda mais cousideravel, e se se nao houvesse addi-
rionadoa' rereila arrecadada ossaldet anterioras a
despezas do anno leara produzido um defin.
Segundo esle chefe, as rautas do derre-r.mrnto
das rendas foram a a abolirao de imposto pela lea
n. 20 de ISi ; a fallencta de bracos e producios na
calamitosa quadra da epidemia, e a batxa do pre-
ros desses poucos productos, mormenla da comma-
elastica, que de :10> arroba.
ir
A liscalisaco das rendas publicas, sendo anta das
F ero a colonia ha de produzir o triplo ou condenes essenciaes da prosperidade de um povo
maisdo/ijucproduzacttialmcnle qualquer povoar.Ao I poreiem arcao Indos us mems ao alr.inre da .dmi-
. ms trifilos rundirnos a que eslao rcdtizidos os iuro- uistrac5o para que ella tej lula com a mais esrru
compromcl.er..e,lal,clerer um. ...lernalo para me-I las^C, f,,|,a da necessana animaran, enlo. o es-j pulosa ev.Udal e:n cn,o'cmpe>.S,Z7u\,-
rngeiro industrioso, lendo a eerleza do um arolhi- bulo pelo zelo de lodos os empregados da repartirn
enlo benvolo, vira se aatociar aos nossos irabalhos de fozrnda.
c contribuir com soai lacea para o incremento da
nossa industria, hoje reduzida a culheila dos produc-
tos uaturacs.
Jalgo dever esperar, senhores, qne, tomando em
comi lerarao a quesiao da rulonisar), habililareis a
presidencia a promove-la do modo que mais vaulajo-
so dir aos interesses da provincia.
Catktehete,
O digno director geral dos indios, o S. bario de
lariuarary, aprescnlou-me. romo relatorio da sua
repsrtic/n, 3 copia do que ja havia apresentado o
anno passado,.visto que de entao para ca nenhuma
alterarlo lem hivido nesle ramo do serviro publico.
Sena convenienlc que se lomassem as medidas na-
rosaras para ronverter em forcea productiva essa ra-
nino- ne-la eidade, e premio igual a familia que
'e prnpozcr a fazer oulro tanto para o sexo feme-
nino.
Nao llavera' augmento de despeza, se suppnuflir-
dos, desde ja, os lugares de visitadores das e/,cVi|as
verdadeira sinecura emlque se caslam ann'..imerJ.!
te 2:iMKI>0i|(l. Jf Jalmen
Desla sorte, taris um serviro relevamte a nro-
vincia, pelo qual ineiecereis a-, beiicj,,,, a,
mais def-milia.
Se lal lora vo?=a deliberacW-,M
lamente de fazer a acquiscJT,le pessoas habilita-
das qoe se queiram preslajf a ce mier referin-
do, impreque for poss, ar,,le|la, qi.e e
e,li"10 de en""ar Pfaljicamenle algnma Imgoa
aatraageira.
Ue esla a occasia.. de to'cat Q0 cnllesio da Nossa
pas e
mmedia-
l'orl lia de numeiario sufllcientc na Ihetoarana
de fazenda. foi preci-o rdenar-ae urna preslaco de
10:0003000 ra. deque ja melade esla' realitaida ao
thcsoiiro provincial.
Abtxstrrinicnlo de ttere*.
Em consequencia do eslado de penuria a que bV
cara a^darida a rap-lal da provinria. por talla de
rarin*-.ardes, c..nlr.,lou o Sr. consclheim Keco Bar-
ros a sin la de rezes, que loram e lem ido vendida
por conla da fazenda proviucial. Foi urna medida
aconselhada pela publica neressidade, e ron a qual
fez o meu antecesor um impnrt me rvico ao po-
vo ; ma, se os particulares que emprehriirteram
essa importaban alleeam (.rejoiros rnus.derave,
nao manos certa he, qae a fazenda pioviacial ttat
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


(lo un canil leravrl dcflcil do capital empregado i vinrial.N.i empento ua
iii Kirialliinle Rlialer. Ai parda* ale hoja havdat
para ofusco importan! etii 't:01'K)IH 1 Ao -. ieuhoino.11.1- .oto >- ciralrates,eoino tambero
enviudo o Uieaooro, cancedi reMiiuajj que roa pa-
re eran justas e neeestarias, alim oe evitar questOM
culie .1 tazenda publica e a particular.
A iiim de afrraj tem por si i gado sutlirienle
para uecorror ai necewidadei do muso consumo ;
r. lomadas ai providencias neeesaiiriaa, nio (eremos
de recorrer ni provincia visinhas, em Imsca de mu
neiirrj qua po-uimos denlro dos nos'os propros li-
mites.
Fin lodo o caso, n fazenda nacional de Aran noa
pudcr.i fazer esse forueeimeolo, com, ja lem acon-
ten o ; e, bem orgam-ado o lervico do transporte
recular, como Uo rliliceittemenle lem feilo o ins-
pector da Ihesourana gcral, n.lo havera rcreio de
<|Uf nos venha a fallar esse artigo de indispeusavel
consumo.
Entretanto, sendere?, para prevenir lodasaseven.
tiialiilades, e para facilitar a alimenlacAu publica,
liilgnei dever promover a encoi pararan de urna
campnula, que se .'ii.-.it r ue de abastecer de pes-
cado ir.i-o o nosso mercado.
Ao Sr. bario do Ararv, a quein ja liavia pedido
as Pases desta companhia, e a inaii Blguik cidadao-,
.-. quem nie dirig no mesinu seulido, lenlio confiado
a urganiacao da empreza. Sendo ella de rccunhe-
< ida ulilidade publica, e pudendo-*e altirmar a
prior) que seu reudimenlo ha de avultar, creio que
sera hem acolhnla a idea, vislo que ella inleressa a
genle de lodas as classes.
Km verdade, na abundancia de ama alimenlncio
sadia, coDsislindo orna grliule e essencial parle *do
hem lar do povo, e sendo ella urna das cundicoei
necesarias de saude, deve a administrado publica,
no empeuho de multiplicar e geoeralisar'esses meios
do abasteriineutu, enconlrar o iipoio das pessoas
que, par seus bous olfioios c sua iulluencia le"ilima'
csljo uo caso de a auxiliar.
.Secretaria da presidencia.
Esla rcparlicAo compoc-se dos segrales etuore-
ooitaii '
639000
1:4003000
2:(UO?(KHI
iUMIWHK
1:rUJ0j TtlolKK)
OOftX!
oUtljtXK)
I0U3.HM)
prestardes ao Pa-
gados
Satralari' gralIBaiala.....
Ollicial-maiorordenado ....
:t primeiros olliciaes a 800\-> .
3 mondos ditos a 700?.....
.i amanuenses a Oda.....
jllaboradores a libOS lermo medio
1 curluraric.......
1 purteito........\
1 ajudanle do porleiro......
Com e-ie pessoal faz pois a provincia adespea
animal de 10:370.
Alem do secretario e do oflicial-maior, que lem a
?cu cargo nao so o Irabalho propriamenle iuteller-
lual.como lambem a correspondencia de certa or-
coniprehendidos os dous collaboradores. Estes on-
ze empregadoi, s de per si, occasionam i despeza de
7:021; e nao obstante a boa ordem mentida na re-
partioAo, nio podem vencer o trabalho diario, e a
lirova desta asserc,Ao he achar-se atrasado o registro
Ieedel8.il, hiveudo ainda em minutas 9,570 pes-
as olliciaes, a espera que as lancem nos compelen-
tes livros. que sao em numero de 1 i, alem de mais
sel queja se acham em da.
He fcil ver-ee, senhores, que para (er o regislro
em da convina augmeutar-ie o pessoal existente ;
roas en augmento, occarionando naturalmeule um
acreioimo de dctpeza, tanto em venciraenlos, como
iimliilia e apparelhos de escriploracao, aggravaria
anda mais a sorle do Ihesouro provincial.
Na iudagaclo dos meios, de que devia lancar mo
para conciliar inlereues lio opposlos, reconheci
qoe, valendo-me da impressa. conseguira, com
grande vanlagem do servii.-o, ler lodo o trabalho em
da, ficando reduzido a cinco o numero dos escrin-
l nrarios. r
lendo achado na provincia eslabelecido o uso de
se publicar por exlralo as ordens da presidencia,
determine! que, em vez desse syslema, que occa-
sioiia muita perda de lempo, se imprimisse inlegral-
menle a correspondencia ollicial. enviando-se im-
medialameule a Ivpographia as proprias iimiutas do
ucrelsiio, depois de postas a limro.
Enlemli-me com Sanios cv Filhoa, para que, alem
da publiccao que faz no Treze de Maio, lirasse
iiiai-, conveniememeute paginados, cem exciuplares
de nii|ire-,io, que nao comprehendesse senAo o ex-
pediente da presidencia. Esle Irabalho empre-
bendido por uusaio esl bastantemente adianlado.
As ranlasens deste sistema sao as seguinles:
1. O registro lica sempre em dia ;
:!. Ha nelle correcto, que nao se tMeTVl lio rc-
pslia niauuscripto ;
:!. Em lugar de ama immentidade de vros de
ragtltraa ha annualmente um su de :t0(l a 100 pasi-
nav, conlendo toda i correspondencia com as auto-
ridades desla e oulras provincias. Por mein demn
alise melbodko, reslabclece-se a ordem appareule-
luenle perturbada por esla promiscuidade, e lie ine-
gavel que ha mais conveniencia em ler em um sii
vulume ludas as ordeus expedidas no decurso de um
anuo, do que di>pera-las por diversos livros, o que
muito dilliculla qualquer esluilo que se empre-
licnda.
. Emfim, cm lilgar de um s cxemplar, sojeilo
a detehorar-se pela acr;ao do lempo, ou de oselos
de.lriiidores, ha -nlaeiiic numero de exem-
plares que se dislribucn petas diversas reperlifoes
da provincia, e pelas mais presidencias, de sorle me
em toda a parle se enconlra o archivo da presiden-
cia do Par.
I'or esle sjslcma, calculao a depeza animal do
registro em 3:000$. Ilavcinlo-se gasto o annu pas-
sado, com a pablmoiu do expediente, 1:0775)7(1,
apparece um excesso de hllj.'lO. Este excesso
diminue-e,.pela demissAo concedida a um segundo
Setal, que venca um ordenado de 700S, e fica re-
duziJo a l:-2225i:H), e lomardo-se imitis mais um
primeiro ollicial, Ire amaouen-es e dous collabora-
dores, que Bolinea proviucia 3::l0-3 ha um saldo
a favor .do Ihesouro de rs. 097.>j7O, o qual ser
mais que sofliciente para occorrers despezasdo ex-
pediente.
Eu pretendo quo do 1. de oolubro em dianle,
prohibida a publicarlo da correspondencia no 7'rc-
;e de Maio, seja ella immedialameule impressa em
folhas separadas, que se exporao ao publico,por con-
t tos cofres provinciaes, (cando as collectorias cu-
carrecadas de receber assignaturai e de distribuir ai
folhas qu Ibes terso remetlidas i proporcAo que se
I ir.'ni impiimindo.
Ha tres especies de correspondencias, que nao po-
dem ser publicadas : a reservada ; as informacoes
presladas ao governo imperial, sobre pretences par-
ticulares ; e os oflicios dirigidos ao minislerio, so-
bre qualquer assumplu. Bala ultima especie cou-
lem ordinariamente um sejredo de aclualidade, que
e desvanece com o lempo. Nao sendo porlanlo
rouvenieuie publica-la, pode todava ser impreca,
en lugar de ser registrada manuscriplamenle, len-
do-seum cerlo numero de exemplares, que se pode-
rao opporlunamenle distribuir.
No proposito de simplilicar o Irabalho da secrela-
ria da presidencia, redoziudo o seu pessoal, e dimi-
nuindo a'sua despeza, eu entendo que o meio pro-
posto, he o mais vautajosu, nao s para ler em dia o
regi*lro, como para facilitar a expedido das circu-
lare e de lodas s pecas ofliciaes, como pateules,
passes de navios, litulos de uomearOo, e ludo em-
fim que mo varia de theor.
Keconhe-se com efleilo, a primeira inspec;ao, que
he muilo mais simples e econmico mpnmirem-se
;HJ0 exemplares de urna circular, do que copiar e
conferir, um por um, 1100 oflicioi ou portaras idn-
ticas entre si.
Peeo-yos a ueces o ensaios que encetei, podendo desde ja arredar
da secretaria o pessoal desnecessario, que ernprega-
rei na rcparlijAu de iiuirucco publica, e em outras
quaesqoer, com os ordenados que lem clualmeule,
al qoe as vagas que se apresenlarem Ihes deem no-
vamenle entrada' na secretaria.
Uhjecfos diversos.
Ilesseccamento de pantanos.
. A esses focos de miasmas se ailrihuem, eom ra-
/.'itf,"VOlbies intermillenles que reinam eodemica-
inenle nesla l/lade. Ginvria, lodo o euslo, re-
mover sssa eausn9.ermainnle de destruirlo. Para
o conseguir, seria ineispensavel ouvir o parecer de
homeiii de sciencia, fe se encarrecassem de discu-
tir e propr os meios p'alicos de realisar las fttpor-
i.n.le melhoramenlo. i.-execoc,ao seria cuitosa;
mes o obituario diminuira, e nessa allernaliva nao
pode haver hesila^ao. Esperoljue tomareis em con-
idora;ao essa uecessidade publica, aulorisando a
presidencia a mandar proceder ao! esludos, que jul-
g.ir conveniente.
ya> de cprnmunicaroi
As communicares entre as diversal,povoacoes
desta provincia se fazcm pelos ros; e *> mesmo
acontece Das nossas reloccs com as provitr.ias do
Amazonas, Mallo-Grossu e lo>az. Todava nao
ri iiv bobs II i \ ici i njllfj o publico deve esperar do
vo^n rccoiihecido p.itiiolisiuo, podis roldar rom o
aoxllio da a.iminislraco da proviucia.
A ora da< con-pirace passou. A* lempesladea
que eonegrer.eram oulr'ora o nosso horsoole polti-
co, fr.un cii-to-as hees, que dos amostraran na
carreira da existencia social.
Km i olas as provincias do impeli sao as qiisloes
de iiiellioiannnlos uialeriaes as quo mais prendero
i alloiM-ao publica ; e lie neslas felizes disposicc-,
que I.nube.n eiieonlrais o sriitimcnlo dos povos do
do Para.
Em urna provincia, romo o he esla, Io rica de
recursos, nao vos fallarla occasies de vos sagoa-
lar.lcs por ervicos iniporlaules, que vos lomarlo
cada vez mais dignos de estima e gralidao daquelles
que vos elevaram honrosa posifo de seus repre-
senlanles.Hmrque de Uraurepaire /ts/iaii.
Par* l.j ,ie agosto do ISti.
rr:a de Maio.)
PAGINA AVULSA.
A imparci.ilidade c rectidao que lem servido de
ruino na marcha administrativa du actual presidente
desta provincia,o E\m. conselhetro Sergio; a encrcia
e dorilidjde que lem desenvolvido ni admnisIracAo
policial u lllm. Sr. chefe de polica : a circumspc-
cao da maior parle das aotondadea poiiciaes dorante
a quadra elcitoral, que felizmente vai passsodo no
remanso da paz, lem Debido de conlianra e enlbu-
siasmo a lo.u populacAo. Pareca, ao \er-se como
priuciiaram as efei{Aei, que ellas lindaran luctuo-
sas; grabas, porm a Providencia, tallam uiucaineiile
as fregoezias de Santo Antonio e San Louren^o da
Malla, que qualquer dos das lindaran de fuucciona-
rera iota mesas eleiloraes, e minio provavcl em per-
feila tranquiilidade. Ueos permita que as elcices
para eUitores principiern|e Un 1-m como acabaran) as
de vereadores e jui/es de paz. I< dous lados polti-
cos me.hr,mi bein a goslo suas torcas, quvm veuceu,
venceu com gloria, e quera perdeu, perdeu coniba-
leinloem regra. O triumpho foi bein disputado. Ma-
ja armisticio, cessem de parte a parle as escaramu-
ces. Kecolham-se -s pracas os cuinliatentes. Con-
cerlem-se ai forlificaces. Promovam-se as levas.
Curem-se os feridos. Knlerrem-se os morios. Pre-
miem-se os braMis. Exercilem-se as phalauges. Dis-
ponliam-se ao combate.... que novembro esla' na
porla. Seriain as nossas eleiees um parto de monla-
nba 7 Os gemidos (orain exlraordnarios, os eslreme-
cimeulos medoiihos!
O largo da Ponle Velha anda se conserva co-
mo urna 1050a styqia, 01 menino- trepados em cima
de laboas navegara de um lado ao oulro ; os cae
biinc-m nadando, e vAo lrar do fundo M pedras
que aquelles Ihes lanram, e se rhuvesse mais um dia
como 110 sabbado, e domingo seria prenso urna balsa
para facilitar o transito por aquelle lugar. Os parti-
culares tratara de abrir vallas junio as suas portas
para as aguas nao subirem aos bateles de suas por-
tal. Que divindade infernal presidir'esla lagna, que
nao lem nada de mjlhologica ? Estar' encautada
dentro do cauode esgolo? Talvez.
Ouandu se traa de deroolir as casas arruinadas,
convem lambem inspecciuuar-se as que eslAo cons-
trumdu-se ou reedificando : he, pois, mu necessa-
rio que os senhores fiscaes alleudam a est oossa re-
fiexAo, que julgamos de algum peso; fazemos esle
aviso parlicularinenle.'ao Sr. liscal da lloa-Visla, que
lalvez por suas muilas oceupacoes 11A0 possa furlar
um momento para fazer urna visita aos lugares onde
seesifiu conslruindo predios; e se vi: que com islo
podemos ainda de leve locar na sua susceplibilidade
enlio nao v, mando o seu guarda espirito sanio por
nos constar, que em execucao de ordem he grande.
Coiisla-nos que um individuo morador lias Cin-
co Ponas, loinou urna orphAa de pai e mi para a
edocar.e com elleilo ale boje lem-lhe dado urna edu-
cacAo admiravel, eslnnaiirto-a como se seu pai fora :
esse hornera liemfazeju chama-se l-'raucisco das Cha-
gas .Mi'iidouca.
Em una das nuiles passadas (antesdas eleiees)
um siijcito que fez guerra au copo, deu-lhe BO bes-
tonto de dar bocinadas, e munido de um hom rcele
raros foram, segundo nos Cunsla, os que chegaram-
ic a elle, que Dio appaoharam ; feli/.menle a polica
leve a fortuna de arrancar desse Hercules a lunica
de Nesao, e leva-lo como um cordeiro a casa de de-
tencao.
Consla-oos qoe pelo bairro de Santo Antonio
anda percorreudo alguiuas ras, onde inora 111 certas
mullicres, um bando de vadlos halendo lias portas
com pedras, deaeompondo-aa, e issim provocando
polmicas de parte a parle, que mullo ofleudiin as
pessoa- lionc-la.qu por ah lambem residum.
Admira a polilcz com que algiins ravalieiros
passain por junio de qualquer individuo.quc era das
chuvoso Iraosilam pelas calcadas das ras. No do-
mingo ia talvez para a mista em San Francisco um
sogeilo con sua calca bein alia, e bem eugommada;
un cavalleiro que antes de o ver viulia de vagar, lo-
so que emparelbou se com el-alirou com o cavallo
sobre nma poca .le lama, que lOulilisoo complela-
inenle nao so a calca como lodo falo Kicou enra-
veciilo, perdeu lalvez a missa, perdeu o goslo que
linlia na calca, e us dous foram-se bem euchulus !
lioiilem romecou na Ihesouraria provincial o
concurso anounciado para preencliimcuto do lugar
vago de -2." cscriplurorio da inesraa ; e segando so-
ma- informados por pessoa que eiteve prsenle, pa-
rece que se vai procedendo rom demasiada benigoi-
dade. Acharaos que'foi suflicieulc a prova exigida
para a lingua nwipDil, pois um individuo queescre-
ve rorrclameule e aiialysa grammaliralmenle um pe-
riodo que Ihe he dilado, nao lem mu- precisAu de
responder a pcrgunlas destacadas para mostrar que
lem ronliecimeulo da mesina ; mas em nosso enten-
der nao fni sullcienle a prova de arillimeiica, por-
quaulo, determinando a le que 01 candidatos sejam
examinadus nessa sciencia. principalmente ou espe-
cialmente em juros simples e compaslos, descont
e reducra de medidas e mnedas entranyeirw, pa-
rece-nos qoe sanio podi.i piesciudir de ptapor um
problema sobre cada um desles pomos, sendo prefe-
rivel que fosse um mesmo para lodos, para que ssim
mais facilmeule se pndesse dar a preferencia a quem
a merecesse. He isso o que 11A0 se fez, pois apenas
urna qoeslao de juros simples se propoz. Talvez se
diga que levara islo mullo lempo, mas he isso oque
meuos impoila. O que se deve procurar be ter em-
preados com as habilitaccs exigidas pela le e niu-
Koeni diraaquellc qucresolve urna queslAo de juros
simples, lem provado que esla habilitado para resol-
ver oulra de juros composlos, ou de deiconln. nu
para reduzir moedas e medidas eslraugeiras. Feliz-
mente ainda be lempo, e u lllm. sr. inspector pode
anda mandar que se proceda como cima temos
dilo.
Hospital da candade I de selemhro ~> doentcs.
At amunhaa.
APUBACAO' DAEI.EICAO'PARA VEREADO-
RES l>A COMARCA lio CABO, COM A VOTA-
CAO' DA FRExiUEZIA DE IPOJLCA.
Os senhores : Votos.
Dr. Ignacio de Barros Baireln. |7()8
Capilo Jos Paulo do liego Barrito. 17
CapilAo Mano-I .loaqoim do Kego Brrelo. 17-2
Teen coronel Manuel Cimillo Pires FalcAo. 1190
Proprietario Jos Francisco do Reg Barros. IfcJO
Major Jos Joaquim do Reco Barros.
Commendador Antonio d Paula de Souza
l.eao.
Snpplentes.
CapilAo Eslevao Jos VelDu Brrelo.
Proprelario Francisco lerrcir.i de Barros C.
Ur. Carlos Eugenio Donarrh Mavignier.
Major Manoel de Siqueira Cav.dcanli.
Teuenle coronel Joaquim Manoel do Reg
Brrelo. ,
Agricultor Francisco Alves de Miranda Varejio. ~~\'
Major Joaqoim Pedro Patrila. -JOI
JOIZES DE PAZ NA FKKtlUEZIA DOCABoT
l'rimeiro dislricto.
Os senhores : Volns.
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163
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138
79
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73
70
550
podemos dispensar urna estrada, que se dirija ao n- 1 Commendador Antonio de Paula de Sonza l.eao. .">o
lerior de MaranliAo. A cmara de Oiircm reclama ig'ieoilor AgotlinlKi Bczena de Mello 'Caval-
a conslruccao dessa estrada, por rucio da quaLe-..-'ranti
CapilAo Manuel Joaquim do Reg Brrelo.
Agricullor Jos Xavier da Rocha \\ anderley.
Proprietario Umbclino de Panla Souza l.eao.
Proprelario Bernardo Ferreirade Barros Can-
pello.
.Segundo aistrirto.
CapilAo E-levao Jos Velho Brrelo.
Agricullor Jeronxmo Salgado de Albunuerqua
Maranbao.
Major Francisco l.ins Paes Bairei.
CapilAo Jos Antonio do Roclm.
Terceiro distrirto.
Ilr. Ignacio de Barro Brrelo.
cebsremos gadoi daquella provincia, o qoe -.vn 1 de
minia vanlagem para tus, Enleuder-me-hci a lal
re.pulo com a presidencia do MarauhAo, no raso
qoe reconhecais a ulilidade dessa communcacAn.
Cumpre proseguir na abertura da estrada entre
esta cidade c a >ie Bracanca, e cuja conveniencia le-
udo ouvido geralmenle abonar.
JieHas artes.
A excepcao da msica, os deinais ramos das bel-
las arles nao (torescem anda no Para. A expensas
ila provincia, foi evludar pintura histrica em Ro-
ma o pensionista Constantino Pedro Chaves da Mol-
la. P.irecen.lo-ine justo que se Ibe proporcioiiasse
a occasiao de aprescu'.ar um Irnb.illio, pur meio do
qual se po.iesse conhecer o sen ai roveilamento, en-
carreguei o de compr um painel, lomando por as-
siiuipto a heroica dedicacA o do fallecido vice-presi-
donie Angelo Costodio Correa, vctima da epide-
mia, que o anuo pascado asoleo esta provincia,
l'ara que a verdade histrica nAo fosse prejudicad.i na
mais in pensionista fosse a Camelo, alim nAo so de lomar a
paisagem da patria do ilustro Baado, como para
nbtet iodo e qualquer esclarenmento que pihjasse
ne. essario para a execucao de seu projecio. Ouan-
do o Brasil, -enliorcs, lamenta a perda de Uo dis-
uada cidadlo, he josto que a piovincia do Par se
inte res-e nos lesteinuiilios de gralidAo devidus ,1
ineuioii.i do homcui, qoe, depois de relevantes ser-
icos prestados a ordem publica, morrea un re-
Ignarao 110 -cu posto de honra.
Nao duvido um s mmenlo qoe a asiembla pro-
vincial do Para, identificada com osenlimenlo pu-
blico, approve a deliber.ic.io, que lomei, cm n pi
menlo de honrar a memoria de iao presiaule ci-
dadAo.
Cpnclusao.
Senhore -membros da n;seinblea legislativa pro-
Pnf(ficlario Jos Francisco da Rocha Goedes,
33(1
348
EI.EK.. ,v'.V I'AB \ JlIZES DE PAZ NA FREGUE-
SA HEMARAMil APE.
\ Vmeiro dUlncto.
llssenliore- :V Volos.
Coronel Joaquim Tivalcanli de Albuqucrquc. )i'M\
m
21
201
ral, o* nelol de 111
lilid'lde de qoe
dividi.im em
que
liv
arfeos
Vanos boje ir
BUHO I ItWMBWI TfJICS FtlM 16 01 SETiMIMO 6t I8S6
Major Francisco de fanla Paes Brrelo.
Capillo JoAoda Cruz Remandes Souza.
Capilao .Manoel Marques de Costa Soarcs.
Segundo iittricto.
.Major Carlos Uartins de Aineida.
Advosado .lose Vcllez de liuivara.
Francisco Rufino de Araujo CaviJranli.
Tbomai de Aqoino Piulo de QaeirM
llioi.ir os -
ecem, viinu
e-l.
dos, e dar-lliesa fer-
qne esses meios *e
2:10
2JH
215
182
nein lo ios os nossos agricullores podem, com conhe-
''i.....ito de causa, margar os seus campos, a f.ill i de
diamem enreriiros, e eslrumts, assim como estudoi propros, e que ibe deem a matase ja dos
os primeiros ttesles s mmeraes, ntr mtchaniroi, phisiologicot, e ekt-1 que se lem de eorriitlr. Em tal caso Mra para de-
sejar. que exististe entre nos, o qoe Raspad acorise-
......* ^n^-, 1 Iba pan a franco, s|(, be, que as aulond.iles admi-
ne, .1 aquell-s qi e mecha.....ameule mellioram .....slralivas mandassem proceder em cada dlstriclo a
lerrenis, coinmu c ni lo-llns as nroiiiiclad-s nln- non i,,,!,,,-,..-... ...i.. .............-.. .nk .. .....____
terrenas, coinmu ciudo-llies as prupriedaJei phy-
cas, deque can cem para fuuccioiiaiem conveni-
entemente, e como n'o he pussivel Iratar de tudas
110 pro.ente arlig, prusegiiiremos no seguiule.
Bem quixeram s inserir no-te artigo ludo quinto
encontramos escr po sobre materia 1,1o Importante,
e que tanto inleri asa aos nosaos lavradores princi-
palmente boje, que ja bem puncas mallas resi un do
devastador marb.i lo do estpido Alricano ; buje que
as Ierras que eonptitaem .1 nus-a zona agrcola ia
vAo esgotando, e vAo sendo abandonadas por cau-
sadas a.fjracas a jnsa agricultura rabe ou nmada,
que s procura larras virgens, boje emlinu que os
nosso agricultores vao sondo oi>ngados a pedir
sciencia, e orle que Ihes veulia supprir os bracos
quede dia para dia minguam a ollios vislos, e res-
tituir aos lerreii s a uherdade que Iperderam, ou
da-la aos que niinca a uveram. lis liuiilef, porem,
]iie somus obligado!, nos nao permillcm longos
'le-'Mivolviiiii'iil s ; e por isso forroso he que apie-
senlemos aos nossos leilores o que de me.Imr s.dire
a materia escreveram us professfonaes, Kntrc estes
preferimos Kasii.nl pela la clareza e Concillo, En-
tre os correctuns miiieries Kaspail menciona em
primeiro lugar a wirgaroo. o Margar mu campo
o diz deilar-lhe marga para o melliurar. Da-Se em
geologa o nome deraaigai a cenas carnadas de ter-
reno em que o calcaren, a arga, e areia eiilr.im
em priqioi ces vai lavis. He deltas que o agricultor
deve tirar a Ierras para temperar seus campos.
a A primeira condicao que se deve procurar na
marga, he que seja eslurr adica ou pelo menos sus-
ceplivel de se abrir aoar e de se desfazer com as
chavas. A segunda he que possiia u elemento Ier-
ren necessarta ao campo que se quer temperar, e
em quanti lade tal que sua mistura restabeleca as
proporees fiindainenlacs de que a ferlihdad de-
pende, e que a an.lvse clumica faz reconheccr cun
luflleienle exapiMSo. Em verdade, se cm terreno
arenoso alguero deilasse urna purcao de marga, cuj
principio dominante fosse a areia, em vea de o me-
morar, mais o'delerioraria.
Distiiignemjse Ires especies de marga : marga . tinosa, cn.-npdsla de guilde qiiaulidade de areia,
menos argillaJe moilo ponen calcreo ; marga ar-
gillcna, eompMla de muila argilla, menos calcaren,
e nina pequea purcao de areia; marga calcaren,
composla de rumio calcreo, menos arga e ainda
menos areia. Em qualquer inargueira basta a sim-
ples iiisperc.Ai i para se reconhecercm lodas eslas es-
pecies de mar; :a por suas carnadas lamellosas, pelas
leudas que se npre apresentam quando nao sao are-
nosas, por su,i cor branca, amarella, ou verduenga,
por prenderen a lingua, serem uncluosas ao tacto,
pela viva edei vescencia que f.izem no acido chlor-
dico acido n orialco ou espirito de sal ) diluido, e
por nelle de| ireui ni imr ou menor quarriidade de
areia, edeaigilla.
nl'erlenre jiu proprio lavrador o escolher enlre es-
las especies ,! marza a que mais rouvern ao seu ter-
reno ; assim como u calcular a quautidade que pre-
cisa mi-iiii.irl-llii' para Ihe dar as proporees indi-
cadas na ana yse. A marga que mais convem a qnal-
inlilue muilas vezes o seu proprio sub-
proprielaiios de maos terrenos possuem
por baixo de les, oulros de melhor quali,lacle sem o
saberem. Neple caso raarga-ie o campo mellendo o
arado mais pela Ierra dentro ; mas so entao he que
urna lavra rauilo profunda pro luz bons resultados ;
u'iiiilras qua a quer circiimstancias seria prejadi-
cialissimo Ir: zer a superficie a carnada inferior do
solo
o Os proc (apada margarlo varam segundo a na-
lureza, equinlidade de marga que convem a esle
ou aquelle Urrcno, que queremos inelliorar ; sea
marga for aienosa ou pulverulenta, bastara alraves-
em dillrentes direccoes com urna car-
quer chao, ci
sol ; muilas
sar o eamp
espaUando
o Ncsle c
gar ao mesir
ao jogo ilian
(iissagem a
corresponde
leiva. O nu
Dcsl
quer terreno
roca chafa d Ha, para que os salavancos desla a vao
or luda a superficie.
so seria grande economa lavrar, e mar-
o lempo ; para isso bastara addicionar
ebro da charra urna especie de caixa
em forma d : Iremonha, Inrada no fundo para dar
im lubo cuja abertura inferior deveria
ao reg que a aiveca vai cobriiidu de
vimenio communicado a trenionha seria
siillicicnle pira espalbara marga, que a charra lugo
iria mistara ido com a Ierra.
n.lo se poderla renovar cabalmente qnal-
denlro em poneos anuos sem grande
augmeiil.i n> despeza nos amanhos,
Se a marga for arslosa e comparla, p-la-ho
em montes l>ela Superficie do terreno na entrada do
invern; e.lcomo eiliver derregada pela accAu das
chuvas, espalhem-iia por todo o campo, e I he deem
dous arados; anles de semear. E-le adobo faz sua
operacAo de vagar ; seus bons elleilos conhecem-se
principalmenle passados Ires anuos, e d'ahi por di-
anle cada vez se vao tornando mais visiveis. Ooan-
do se baja diladn muila marga, convem deixar-lhe
primeiro perder o fogo, e nao semear sen.lo no on-
lono.
ii N "i iiim lavrador dever ap[dcar em grande
qualquer melhodn de margaco, sem que antes tenlia
expeiniienladii seus hnns elleilos n'um pequeno es-
paco de terreno e em diversas expnsiees da tua fa-
zenda.
\s Ierras muilo arqillosas podem lemperar-se
com areia dos ros; na falla desla com cascalbo, e
alo com pedaeosde ralica ; quando uo, com argilla
calciiiada e redolida a pu lino, ou liualiuente com
pedacos de lijlos: dous elementos de per si esteris
se ferlilisam assim mutuamente sendo combinados.))
O que diz Rasnail aceica da marga lie o mesmo
que em oulros lermos diz o Sr. r. Jos Mana
Craude. A marga lie um dos mais proveitoso cor-
rectivos, lambem desde lempo immemorlal lie co-
iihecido o seo uso no melhoramento das Ierras, Ser-
viram-se della os (regos.os /tmanos eos Cuate ees;
e boje quasi lodas as naces aercolas a empregam
em maior ou menor escala.
A marga he um romposlo de carbonato de cal e
le arcilla siliciosa. Acha-se abundantemente spa-
Ihada em um grande numero de Ierras, e especial-
mente as de alluviAo, as b*cas c as beiras dos
ros junio as carnadas arcillosas.
n A marga lem sido dividida em (res especies, em
argtllosa, sfliejoso, e calcrea ; segundo nella pre-
pondera uu a argilla, ou a silca, ou o carboualo de
cal.
A importancia desle correctivo deve obrigar-
nos a procura-lo em toda a parte onde o seu empre-
go for reclamado. Os terrenos onde crescem a ftisji-
\agem, a salea, o Irero amareWo e os cardos aprc-
enlain ordinariameiile a marga a urna pequea pro-
fuudidade. Ella Turnia algumas vezes o atiento so-
bre que repousa o solo. A riqueza que o agricullor
enlau possue logo a flur do seu terreno he inapre-
ciavel. Basla nesle caso urna lavra um pouco mais
profunda para a muturar com o solo, e imprimir
Ihe urna admiravel feeandidade. E quanlos lavra-
dores regam com o seu suor, qu.isi infrucliferamci)-
le, extensos terrenos, que para serem fecundos Dio
careciam sen?o de lavuuras um ponen mais fundas,
que tronicasen uperfieta du solo a marga quo Ihe
serve de assenlo !
A marga rtconhece-se pelos scguinles earacle-
res : a sua cor he geralmente branca, amarella ou
verduenga, segundo s sua diversa composicao ele-
i.cnlar ; desfaz-soc esboroa-se ao ar ; apega-se or-
temenle a lingua ; laucada no acido mineo, muria-
lico, ou no vinagre furle, enlra logo em eferves-
cencia acompaiihada de espumas ; laucada n'agui
aprsenla immediatamenle urna ligeira" eboliclo, e
forma urna especele pasta unctuosa c sola, no fun-
do do vazo.
Esles caracteres modiucam-se segundo a nature-
za particular da marga ; assim, a ellervcscencia he
lanlu maior, quanlo maior fr a qiianlidade de car-
bonato de ral ; a iincluosidaile quanlo maior fr a
porfi de argila ; e as espumas quanlo mais abuu-
le fr a silica, c por cuiiseguinle o ar comido as
suas iiiollerulas.
n Enlre as (res especies de margas cima mencio-
nadas, deve o agricullor escolher aquella em que
predominara Ierra elementar, que fallar no sen ter-
reno, se qnizer eorrigi-lo pruveilosamenle, e com-
raunicar-llie aquellas relacoes fundamenta*!, produc-
toras da le 'ili.l.nle. que caraclerisam o slo normal.
Asiim, o ni roe aullo-o convem aos terrenos sili-
ciosos, o sil cioso aos argillesos, e o calcreo a mis e
oulros. j
A mar a deve espalhar-s em pequeos montes
obre os terrenos deemliaracados de agua?, o em
lempo lecco, e depois de eslomada pela necio dos
agente* atrrinsphericos. deve enlerrar-se por meio de
urna lavra pouco profunda. F.m algumas localida-
iM-i,.iuvas luaiiuasseui proceier em cana iiisuiriu a
nma iudagac.'iosobre as margueira*, sobre a sua cons
iiluieao cbiiuica e propriedades physica, para que
os particulares podeasem margar os seus campos com
acert e lem se exporeni callir cm erros ruinosos.
Seria ignalinente para desojar, quo ?m cada cabera
de districtu uu comarca, se incumbiste a um chimi-
eo de fa/.-r a anal;se das amostras de Ierra, que Ihe
fnssem aprpsaniadas por qualquer lavrador, que qui-
zesse inelliorar osen terreno p >r meio da margacin.
Nao vemos que essa incumbencia arruinasse o gover-
no, que lamas e lao pingues sinecuras lem eraado.
Bisa commisslo administrativa poderla ser compusia
de me lieos e da pharmaceuticos, aos quaesse incum-
bisae o exaine e exploradlo das msrgaeiras, das mi-
nas iie gesso e cal, e analyse das Ierras de cultu-
ra, ele.
.Na Talla ele semcllianle commisslo, bem podera es-
sa larefa ser exercnla pelas cmaras muniripaes, ou
aulcs por commisses creadas por eslas e paga* pelo
cofre das municipalidades, parece-nos que essa al-
Iribuicao Ibe cabe pela lei de sua ereacao, Infelix-
mente eiu lodos os lempos o espirito de part lo lem
lido a hahilidadeCOllocat as municipalidades, eom
honrosas excepee, os hoineus mais ignuraiiles e
ineptos dos municipios.
I'ora para eslee muilo* oulros rasos idnticos, que
desejaramos a creacAo de nma soeiedade agrcola.
Feliz de nos se essas puncas palavras que boje lan-
i.-mos ao papel, e o que liouvermos anda de dizer
sobre esle a-sumplo, moveiem os uaos agricullores
aeslabeleccr uma associac.o que to proficua seria a
proviiicic e ao imperio, o MaranhAo Un abrazado
em sua agriculiura.j lem boje a sua associacAo agr-
cola, composla des seus mais distinetos agricultores.
Honra e gloria aos promulures de lao mil iiolilui-
S'10- igricola.
i i*rci3>cu5cncia.
-e a marga com le ieo.e emprega-se pas-
des mi-lura
sado alguni tempn cum grande vanlags
que comeci
acontece
l'erlilisador
modo varia
p le seguirj
ticas adopl
taremos alg!
primeiro I
he snbordi
nella cODti
mesmas le
ERRATA.
Na oleicAo de vereadores da fregoezia .M Afoga-
dos, falln incluir o nome do {Sr Dr. Joaq'ftm de
Aquino Fonseca, com K votos.
S?s.v ,., ^mz-mimeo.
Rearo lazimos no Oiariodesabbado,12de corren-
le.nnia ciiciliar, so!) o titulo de PublicacAo Podido,
acerca das eleiees da rreguezia de ?. Antonio, que
se deviam celebrar a I i ; e cuino se pe em duvida
uma das assignaturas desla circular, declaramos que
ella nos loi apreseiitada j.i impressa, mas todava s
a Iransrrevi'iiios com uma resyoniabilidade.
AGRICULTURA
DOS CCiIirtEOTIViiS QOE MKCHASilCAMF.NTF. MF.U10-
/ RAM O': SOLO-..
VII.
Mostramos no anterior arligo quaej eram, em ge-
j ; por isso
desde logo i beneficiar o slo, oquenAo
Opregaado-se a marga pura, cuja necio
, he mudo mais lenta.
A qua ilnlade de marga a empregar, be por lal
: el, que a melhor regia que o agricultor
he a de cooformar-su com os usse pra-
das no paiz. Todava, sempre apresen-
amas indicacoes que pussam guia-lo. Km
jgar. a quautidade de marga a empregar
lada quautidade das Ierras elementares
las, e ,i maior uu menor carencia dewai
ras no slo. Por exemplo, o mar-
ne piule ler de lOalc !l(l por KI de carbonato de
cal, e o le reno pode precisar maiur ou menor quan-
lidade dea I subslancia, e enlAo lie claro, que a dote
do corree ivo deve ser regulada por eslasdoaseir-
ciiinsianci s. Mas na generalidada dos csos poocaa
vezes deii ara de eonvir o usn adoptado na Normnn-
dia.que cu asiste em laucar em cada geira viole car-
radas, ou b seguido em muilas parles da Franca c da
Dalia, qjie |se reduz cspalba-la no lerreo, de
modo que venha a firmar una carnada saperlicial
de 1 linlijjs iic espessora.
a Os cileiios da marga sobre o solo, principal-
mente sefli he calcrea, san moilo semelbantes aos
djcal. (p solo margado lica mais enchuto, mais es-
lorrliadir;i, mus poroso, mais acce-sivel a emboa, e
fcil callera, mais salubre e millo mais productivo.
Subre es'if. poni, seria incrivel o que se diz e esrre-
l-vesse silo observado, lia muilos depar-
ein Franca, ciijos solos lem triplicado de
ve, se na
(amentos
val
na
tecc
zes
Kis o f\
da imp
transe re
lor, depois ue foram marcados ; o mesmo acon-
______.,__rM.* ,.. ri>is_ ^ ^__ ..
Allcmalia, na Dalia, c cm oulros
pai-
ue dizem os do*1* citados escriptores cerca
rtanea do ivat'Xta da margaco, e o que
emos lie sulicifiilc para mover os nossos
arculldres euaia-io, ai* meuo; em peqnena esca-
li. Conhecemoi que o sy|lem| da margacAo olfere-
ce d'fiiijuldades nnjaplnai us applicajg ; porque,
.s'rs. redactores. .NAo me era possivel deixar
passar desaperceuida e sem respasta a corresponden-
cia, que o Sr. Jaciutho Alfonso Botelho fez publicar
contra mim nu Diarto do primeiro de agosto prxi-
mo lindo.
Contra a ininha vontade, at contra edever de mi-
nha honra demurei-me um pouco em responder,
mas a lauto fui obrmado, porque nAo quereudo imi-
l.tr ao Sr. Jaciutho, que me aecusa, nu auies quo me
insulta apenas com ditos picantes e declamacoes va-
gas, live de procurar documentos que acumpanhas-
sem as inhibas palavras.
Habilitado pois assim, eu venho agora destruir
lodo esse acervo de calumnias que me urdi o Sr.
Jacinlho, e por esla forma convencer aos que me nao
coiihecem, que nAu sou esse, tal qual me pinta e re-
traa o Sr. Jaciutho.
Pungido oSr. Jacinlho Aflonso II. del lio pelo agat-
ina do remorso, alllirto t desorientado pela geue-
ratidaile com que o acensara de ler elle mandado no
dia (i de Janeiro deste auno estaquear emBeberibe au
infeliz Selia.hin 't'eixeir.i Lima, assuslado bu,lmenle
pelo lesullado e destecho do processo que por esle
fado te est inslaiirandupela delegada de Oiinda,
para aitenuar a tmpressao da queixa que a ludes e
de publico faz a propria victima, para descerar a
noticia que disto e por varias vezes lem dado a Pa-
gina .teuIsa, o que lem dito o c/io Pernamhucano
e o Jornal do Coinmercio, para ver emfim se abala,
ou pelo menos se dimnue a bulla com que se falla
dessa sua proeza, eulendeu fazer-me autor de ludo
quanlo i al respeilo se lem dito, se lem escriplo e
lem obrado a polica.
Entretanto licando s niilo, nAo ganhava o Sr.
Jaciutho le brevet d'imention, he preciso aperfei-
Coar a obra, fazia-se neccssario piular o delalor, que
elle idciuii, sera muralidade, e s levado por molivos
torpes e ignobeis ; e eplAo es o Sr. Jacinlho dndo-
me como ssu mal-mi. por ser seu iuimigo irreconci-
bavel por couta de Ierras, qoe luterpreUdas como se
devem suas palavras, Ih'ai quero n-m par !
O espaco he acauhado, e o lugar bem improprio
para, em face de ttulos aullieulicos, discutir e de-
monstrar o inconteslavel direilu que tenho .i essas
trras que o Sr. Jaciutho andaciosameule aventura
querer-lhe eu evtorquir. A seu lempo, c pelus meios
competentes mostrare! ao Sr. Jacinlho, que a juslica
esla de meu lado, como erem e aflirmam os mora-
dores mais amigos de Beberibe, que lem sciencia dos
liniies Com elleilo, quem me cunhvcer de per lo me nAo
julgara capaz de Inrnar-me o delator e denoiicianle
do Sr. Jacinlho, s para rielle viugar-me por motivos
que a muiha digmdade repelle, e que me enlloca
milito cima.
lie verdade que sob o anonvmoO morador de,
Beberibe, liz publicar uma correspondencia no
Jornal do Commercw, fallando do feriinento de Se-
bastian, como depois sob minha assignatura declare
no mismo jornal de )3 de julho ; mas esse cseriplo
que s liz impellido por circunstancias extrnordina-
nas, que agort devo oalar, porm que a sea lempo
explicare!, nao foi cerlameule o primeiro e o nico
que apOBloa au Sr. Jacinlho como mandante das fa-
cadas dadas em SebasliAo. Anles delle, alguera, lal-
vez bem ligado em pareulcsco ao Sr. Jacinlho, man-
dou referir com iiiiuuciusidade o fado no Echo l'er-
nambucano de -1 do Janeiro, gonsignandu mais ou-
lros actos de canibalismo pralicados uu mandados
pralicar pelo Sr. Jacinlho : im, anles de ronii, de-
pon e anda agora, u rndante gritar do offendido,
a censura do povo, especialmente dos moradores de
Beberibe, que foram lesiemunhas m rulares, lodo,
ludu islo dispertou a auloridade para instaurar esse
processo que lauto tem iucommodado a oonsciencia
trani/uilla do Sr. Jacinlho Aitones Botelho. obri-
gando-o al a proslrar->e e pedir na casa do Sr. V-
raea em Oliuda, a lesteinunha JoAu Fiiippe du Cos-
ta para que o nao deilasse a perder !
Por lantu daqui ja v o Sr. Jacinlho que do es-
cndalo de seu proprio fado, mandado pralicar por
seu valido Marlinho, como se aflirma geralmente,
aclividadc e zelo da auloridade se devo quexar, po-
rem nunca de mm, que se me livesse resalvido a
ser seu perseguidor por um lal crime, o leria feilo,
nAo cora eises subterfugios qoe o Sr. Jacinlho me
empresta, e que cerlameule sAo indignos de meu ca-
rcter, porm ostensivamente, porque sem que pa-
rera hespauhulada, fique o Sr. jacinlho sabendo que
o nAo lemoe nem receta por qualquer forma que me
procure. I.onge e bem longe eslava eu de pensar
que um dia lena uecessidade de apresenlar a inqui-
rila de vita et moribtis do Sr. Jacinlho ; mas como
o Sr. Jaciutho quer ergoer a edificio de la acul-
eada moralnlade sobre a ruina de meu crdito, he
de uecessidade iudsclinavel que eu exhiba docu-
mentos que me punham a salvo das calumnias qoe
me urdi o Sr. Jacinlho, e que facam apparecer em
alio relevo essa sua Ifio preconisada moralidade.
MU), dos documentos aballo transcriptos vera' o
publico ; primo, que nAo sou eu esse inimigo ranco-
roso e implacavel do Sr. Jacinlho, como elle para
seus clculos me quer inculcar ; secundo, que nao
lem sido s contigo que oSr. Jacinlho tem implicado
por conln de Ierras em Beberibe; anles de mim, ja'
os Srs. major Fiiippe Duarle Pcreira, Jos Mauri-
cio de Albuquerque, Anlnnio Felit dos Sanlose
uniros liveram de se oppcr a' in-aciavel ambicAo e
avareza com qne o Sr. Jacinlho se quer tornar se-
nhor universal de Beberibe, ulo fallando da senbura
Mara Lee de .Mello, que cuitada!) pur arles m-
gica licou sem o sitio que Ibe doou ssu padrinho, o
tinado ('.aciano Ouarle Pereira ; lertio, que lie
crenc.geral ler elle mandado pelo sea minador e
valido Man.inho Jos Teixeua esfaqnecr a Sebastian
Teixeira Lima; quarlu, ualmenle, que o Sr. Jaciu-
tho Affbnso Bolelhu he lAo ixoso, Un brigador, c
nAo sei o qoe mais, que al risa, aggride, briga e
maltraa a seus propros prenles, como le \ da de-
claracao do Sr. Sebastian Jos de Oliveira, casado
com iua aobrinha, e da doSr. Francisco Alfonso Bo-
lelbo, sen irmAo mais velho, sendo para notar, que
apezar da habilidadc e arle com que esta' respon-
dida a caria do Sr. Francisco AITooso Kulelho, que
alias por engao se dirigi a certa pessoa toda de-
volada ao Sr. Jacinlho, ludavia das reservas, escr-
pulos e reticencias que nella se observa, ludo se
cullige no sentido de minha pergnnta.
Agora, sem que pretenda aplacar as iras du Sr.
Jacinlho, e nein ganhar-lhe as boas grecas, perguii
lar-lbe-hei, se eu fosse esse sen inimigo figadal e
vido de vinganca, lena com risco de minha vida
concorrido rom oulros para pacificar c dissolver o
'-Tupo de pessoas que, clieiasde indignado, preten-
dern) no da ti de Janeiro violar na pessoA do Sr.
Jacinlho a offeosa de Sebaslilot A rcsposla pela ne-
giliv he a mais obvia e mais certa. JNAo, Sr. Jacin-
lho, cu nAo sou e.-se seu inimigo, e meuos lau mes-
qninho como me suppe : o meu carcter e proce-
dimenlo da-medireito a exigir de Vine, a juslica de
ni julgar inelhor.
lia muilo lempo diseo Sr. Jacinlho em sua cor-
respoodeiiciatuba eu suspeilas de que o Sr.Ma-
nocl Elias de Moura fosse o aolor dai maehinacOes
desairosas qoe linbam por fim lirar-me os nieiis di-
reitos de bomem honesto, porque aquella lanhasn
potera vir de algum inimigo enearnicado c ranro-
roso, eonlro nao poda cu encontrar em lacscundi-
rOes senAo o Sr. Moura,
Poi.s bem, esle Ireclio esl na verdade cloquale c
pattico, mas tambero esla refutado e destruido pelo
que venho de dizer : entretanto, concedido mesmo
que seja eu esse inimigo enearnicado c ranearon,
esse aulor de machinaces desairosas para tirar ao
Sr. Jacinlho os seus direitos de hoir.em boneslo, em
lim o promotor dos vevames e agonas doSr. Jarm-
llio por causa do processo feilo pelo feriinento de
Sebastian, pergenio, seno eu lambem ja seu inimigo
enearnicado e raucoroso, c por rcnteqiienria seu de-
nunciante, e autor de machinaces desairosas deseos
dircilos de liomein honesto, quando em poca mais
remola, lempo em que o nao conhecia, e nem lal-
vez eslivesse aqu na provincia, foi o Sr. Jacinlho
processado pelo afsaseinato de um porluguei mora a
ccete na roa Nova desla cidade '!
Partiriam por ventara de mm os varejn dados
pela polica de cnl.u em soa casa no aterro da Boa-
Vista por conta de uiueila falsa, ou pelo quer que
fosse '.'Para uma busca dada em sua casa em Beberibe
por causa de um africano do arsenal de guerra,lam-
bem roncorreria eu '.' A impulacAo que Ihe lazem
de ter mondado eliminar ao infelix Antonio Ribei-
ro por Pedro lleriiardino de Sina em 1851 em Bebe-
ribe, bem como oulros faclos que constilnem a rhro-
oica de sua vida, e que o apregnam ha muilo como
celebre e lamoso, seriam propalados por mim ?
Bem pode sor que o I. em, porque emlm ,, ror-
doiio iVie... [,,.r m.ildittr do lelo seis mezes aules
do nascer.'
Emfim, Sr. Jacinlho, finalisaiulo aqui a minha
rvaposto, que alias ja vai tonga, coiirluuei dizendn,
que ambos leinos dircilos de bomem lioin-ln com a
iiillerenc.i porem qu os meus bazeam-se em faclos
constantes e bem sabidos, mas os de Vine, cifram-se
apeu is em palavras : ambos nos somos bem conlie-
cidos. os sensatos, e os que se daspirem de preven-
ces nos saberl nfa/.er a devula jusliea ; e se o a-
inor proprio nu' u fascina, parece-me que de qual
quer .-irgiiic.ni que me faca o Sr. Jaciutho. cumplela-
iiicnte me justificodizeudo-lhc como poeta.
o Pe na frente leu nome,
listn viugado.
A publicacao deslas linhus, Srs. rcdaclorcs, sera
mais um favor ao seu assignanle alfedunsu.
Manoel lias de Moura.
Iterifcll de selemhro de Iri.ili.
Documeiilo o. I.Circuuslancias extraordinarias
obrigam-ine incommodar a V. S., regendo-lbe o
favor de re-|ion,ler-iiie o que louber acerca dos que-
litoi seguiules:
1.- Se Ihe consta ser eu inimigo do Sr. Jacinlho
Aflonso llotelho ; e sendo pela allirmaliva qual o
motive '.'
2." Se na imito de (i de Janeiro desle anuo liouve
algum movimento em ccrlos moradores da povoa-
cao de Beberibe, e ootras pessoas de fora que all se
chavara, prcteudeudo lomar vinganca contra o mes-
dio Sr. Jaciutho, qual a razAo da vnganca, e a
quem dava enlau a VOZ publica como execnlor, e co-
mo mandante das facadas que sollreu Sebaililo Tei-
xeira Lima, e se naquclla occasiao clainavaiu contra
oulros aclos pralicados, e mandados pralicar pelo Sr.
Jariiilbo Allonso Botelho
.1.- i.i.i ie. as pessoas que entrevieram para paci-
ficar essa genle assim exasperada'.'
H.' Finalmenle.se Marlinho Jos Teixeira e'a mo-
rador em Beberibe, em que lugar, ca quem perlcn-
Cia a casa de sua morada.
Eiso favor que pego a V. S., que ie dignara lam-
bem aulnrsar-me a usir de sua rcsposla cuino me
convier.
Muilo estimo a saude de V. S., pois son de V. S.
ltenlo venerador, ciido e,obrisado. Hanocl Elias
de Moura.
Boa-Vista il de agosto de ISG.
lllm. Sr. Manoel Elias de Moura.Recchi sua
caria datada de 0 du crrante,cm que me pede o fa-
vor de responder aos quatro quesitos, o que lenho de
satisfazer a V. S. u qne sei a respeilo, e creiu que au
poderei olfcmler o melindre dessa pessoa, a que se
refere, visto loicm sidu boato* espalhadus por aquel-
le lunar.
I*. S me couslou qne V. S. fosse inimigo do Sr.
Jaciutho Aflonso Bolelho. Teuho a dizer a V. S. que
em quanlo estiva naquelle lugar nAo me eonstoii tal
inimisade, c pelo contrario disseram-rae que liavia
algumas relaoDes de amisade.
2-. So soube, que tiuha liavidu algum movimenlo
em eertos moradores de lleberibe, c varias pessoas de
fora paia turnar vnganca e qual a vnganca? Ou-
vira dizer, que linha batido esle movimento no lu-
gar Porto da Madeira.por causa de uma facad.i, que
solTreu Sebaalilo Teixeira Lima, c ouvi dizer pela
mai do ferido, que quem linha mndalo dar ditas
tacadas, linha sido o Sr. Jacinlho, e son be que era
esla a causa da vinganca e em qaaoto o mais ig-
nuro.
3*. Pergiinlnn-ine V. S., quaei foram as pessoas,
que ncommodaram esla genlc '.' Ouvi dizer, que
fura V. S., e oulras pessoas.
i-. Kinalmenle, se Marlinho Jos Teixeira era
morador em Beberibe.e em que lugar murava".' Cons-
ta, me que o dilo Marlinho fura o delnqueme,e mo-
rava no lugar Porto da Madeira, em uma casa per-
lenceuleao Sr. Jaciutho, defronte do Urub e nada
mais me consta.
Assim queira V. S. arecilar o que realmente sei, e
dispor como Ibe convier pois sou de \. S. alenlo
venerador e criado
Jos da SUra GuiMou Maia.
N. .lllm. Sr. Alexandre Josc Dornellas.Cir-
eumstancias extraordinarias obrigam-ine a incom-
modar a V. S., rogando-llie o lavor de responder-
me o que. snuber acerca dos quesilos seguinlea :
I.- Se l!ie consta ser eu desafeicoado do Sr. Ja-
cinlho Alfonso Bolelho ; c seudo pela allirmaliva,
qual omoiiMi'.'
2." Se na noile de (1 de Janeiro desle anno houve
algum movimenlo cm cerlns moradores da povoacAo
de Beberibe, e oulras pessoas de fora que all se'a-
cliavam.prelendenilo tomar vinganca.conlra o Sr. Ja-
cinlho, qual a razAo da vinganca* e a quem dava
aullo a voz publica como execnlor c Maso mandau-
le das Tacadas que sollreu Sebaslio Teixeira l.un.i.
e se naquclla occasiAo clamavam contra oulras aclos
pralicados, e mandados pralicar pelo Sr. jacinlho '.'
3." Ouaes as pessoas que inlervieram para pa-
cificar essa gente assim exasperada.
<. Finalmente, se Marlinho Joc Teixeira era
morador nesta povoac.io, eem que lugar, e a quem
pcrlcncia a casa de sua morada.
Kis o favor que peco a V. S., quese dignar lam-
bem aulorisar-DM a usar de sua resposla conw me a-
proveilar.
Muilo hei de eslimar qne esteja uo gozo de per-
feita saude. e saa illuslre familia
Sou de V. S. atteucioso venerador e criado r"
gado.Manoel Elias de Moura.
Boa-Vista (> de agosto de 18-jl).
lllm. Sr.He regra de grammatica pelo caso n
que se faz a pergunta, por elle se dar a respo? i.
Pergunlou-mc V. S. em sua carta datads defi do coi-
rente o segninle : e por isso cumpreme responder o
que sei a respeilo.
I Se rae constava ser V. S. desafeicoado do Sr.
Jacinlho A Homo Bolelho ; respondo qoe me nao cons-
ta isto, por qoanlo indo eu, e minha familia do lim
do anuo passado dar as boas feslai a V. S., e la
familia, em conversa disse-meV. S., que enlrelinha
muilas boas relaee de amisade com o dilo Sr. Ja-
cinlho, e al accrescenlou qoe delle linha recebido
mullos offererinenlns ; porem leudo agora no Diario
de Pernamburo uma correspondencia do sobredilo
Sr. Jacinlho, ua qual o Iratava por sen inimigo capi-
tal, acho em conlradir,Ao com o que.V. S. me liaba di-
lu, e lambem o sobredilo Sr. Jacinlho.
2.* Perguntou-me mais V. S. se eu sabia que na
noite do dia fi de Janeiro desle anuo houvera algum
movimenlos em cerlos moradores desle lugar, que
junios com oulros de fora que ahi se achavam, pre-
tendern lomar vnganca contra o Sr.' Jacinlho.
Consla-me por ouvir dizer, que se reuniram com
o fim de tomaren) dita vnganca pela offensa feila
a SebasliAo Teixeira Lima, por Marlinho Jos Tei-
xeira, e altribuindo ler sido mandado fazer pelo Sr.
Jarinlho, segundo grilava em altas vozes a mAi do
offendido, e ootras pessoas qae eom ella andavam.
3.* Se eu sabia quaes as pessoas que enlervieram
para pacificar essa genle ; sei por oavir dizer lam-
bem, que foi V. S., e oulros'que o fizeram mudar
de accordo, de Ue pralicarem o que pretendan) fa-
zer au dilo Sr. Jacinlho.
< E altirso se eu lambem sabia que Marlinho
Jos Teixeira era morador desle lugar, e cm casa de
quem
do Porto da Madeira, defronte do meu silio Matum-
bo ; cuja casa, e sitio, he proprciladedo Sr. Jacim1-
Alfonso Bolelho. es-
le o que me cumpre responder a V. S.-cr-
pnsta podera della usar onde bem Ihe -"'o vene-
Sou com eslima e respeilo de V emUtm
redor obrigado.Alexandre Joc
Beberibe 9 do agosto de 'u'ia*. N. .1.lllm. Sr. M- >,ara mi,n- preciosa caria
me entregue hoje -TpSe, acompaohada de i que-
com dala le 7 .< os PO"lcse acerca silos, para n:': |)el 1ae ,e"lu) a soificar a V.
Mfonso |;""a' aue "-10 caslaria responder aos
S em re.r""' PW"T d* que por o'-;-
di'.os iqt.es. o dMOII. ^ aizer;,
mas islo mesmo n .er, porque lenho ami-
sade com o dito Bulell). e presentemente acba-se
afaslado da commanicaco que aqui linha, porque,
as discusses que lindamos, peranle varias pessoas,
tendentes a demarcajAu do silio de V. S. com o delle,
eu lenho dado razio a V. S., simpleimeute, porque
V. S., a lunillas instancias, disse-mc faca a demar-
caran desle marra de pedra aondeder na estrada que
vai para a Sapoeela, elle Bolelhu a islo nAo annuio :
porlanlo meu respeilavel amigo, aproveilaudo-me
do ensejo sou a dizer a V. S., que julgu dejuslira
Iralar lao somenlc de sua deraarcacao por couveu-
cAo, ou por pleitos dejuslira, mas" nao ser instru-
mento, de eriminalidadei, no caso que islo livesse em
desojes o meu amigo, porque esle proceder nAo hon-
rarla ao meo amigo a quem lamo preso ; e no un-
anlo crea-me que sou sem lisnuja.
De V. S. amigo allecluoso e obrigadissimo criado.
Reaventara de Mello Caslello Branco.
lleberibe, '.) de agosto de 1S.">(,
N. .lllm. Sr. Antonio Flix dos Sanios.Muilo
me interessa que V. S. se digne declarar-me, se o
Sr. Jacinlho Allonso Bolelho leve alguma queslAo
com V. S. relativamente t Ierras que Ihe perlcncem
em Bebeiibc, e bem assim o modo porque termi-
nen.
Se V. S. a islo se qnizer prestar, entaO iacn-mo
lambem o favor do me dar aulorisacao para de sua
resposta apruveilar-me.
Com respeilo. estima particular
Sou de v. s. allencioM venerador c criado obri-
gado.Manuel Elias de Moura.
Boa-Visla >s de agosto de IriVi.
lllm- Sr.A respeilo de queslao sobre Ierra que
Uve com Sr. Jacintbo Alfonso liolelho, nao chegaei
a ler qaeslau alguma com o dilo Sr., que elle se con-
venceu ven le minha escriplnra. o por onde me de-
marcara, he o que lenho a informar a V. S. fobre o
que me pede.
Sou de V. S. amigo venerador obrigadissimo e
criado.Antonio |-eli\ dos Sanios.
Beberibe I do agosto de ISti.
N. .lllm. Sr. Alexandre Jos Dornella.Sen-
do \ s. morador em Beberibe, parece-me que tata
por taso habilitado a fazer o favor de declarar, quaes
as pessoas com quem o Sr. Jacinlho Allonso liolelho
lem queslionado all acerca de lmites de Ierras
Com sua resposta, e con. a permissAo para della
me uulisar onde me convier, muilo obrigado Ihe
hcara o de \. S. allenciosu venerador e criado o-
brigado
......, Manoel Ellas de Moura.
Boa-) i-la s de agosto de IXli.
lllm, Sr.Permiila-me que aqui mesmo Ihe res-
ponda.
Al quemes que me cnnla lerem havido por li-
miles de Ierras suscitadas por Sr. Jacnlho Aflonso
llotelho, roram aquellas que leve rom o major fi-
iippe Duarle Pereira, e depni. mi Jos Mauricio
de Albuquerque, ludo ito seijpor ser morador do
logar, terretagoes de amisade cum odilo Sr. Ja-
riulbo, e com aquelles com quem elle lliigava.
He o que -a me offerece a di/ar. podendo V. S.
lazerosode miuha resposla onde biin Ihecouvier, e
no entretanto crea que sou un estima e respeilo
"e x.. S. ltenlo venerador c uhrig.do criado.
., Alexandre Jos Dornellas.
Beberibe, Ude agosto da 1856.
bscriptura de doa^lo que faz o eapilla Casiano
1 !Uo P'?**' s"a 'llilliada Mana Le le de
Mel, molher de Jos Mara de Vaaeonceltoe.
>ail.,,iii qi.anlus esta virem, que nu annu .1 nas-
e ment de No.so s,.....r JeiBf (;i,ris|u il(. m.,
2.1das do crreme roe, demarco, e ah peranle
mim notario publico, ,Mq,arecu eaptitoCaeii.....
Duarle Pereira, con. as .e..e,,..... ,|M ,|e,,|dra.
das e no lim assignartas c peranle ellas o dilo Perei-
ra diese que_doa_de ana propria e irc vontade a
sua afilhada Mara Leilc de Melle
um pequeo ter-
reno bruto, e com Casa,no valor de 'iO-ikmi n
seis pea de laraageirai, dous de limoeiis, o qual pe-
ln ladu do sul de marca com o sino da fallecida l>.
.loaiina Thercz. de Jess, onde mnroo a fallecida
Maria Damiaua.leudo de rorapiiineuto cenia e trin-
Ii c cinco palmos. Pelo poenle, com a estrada real
leudo de comprimen'.o duzeiilos e quarenla palmos!
Pelu nurle, rom (erras do silio Sapucainha, bmdo
de coiuprunenlo '.l palmos donde vem demarcar
com o sitio Sapucainha, com a expressa Marisela
porm, de ser o dominio do referidu pequeo Ierre-
no rom as suas confronlacoes ja declaradas para os
lilhos. quer de nm, quer de oulro sexo, qoe a men-
cionada Mara Leile de Mello tiver de seu legitimo
marido Jos Mara de Vasronccllos, podendo lAo s-
menle em quanlo viva for gozar do uso fruclo, mor-
rendo, porem. sem descendencia, passara' euHo o
dominio au dilo seu marido, e desde ja Ihe Iransferc
lodo o dominio, direilo e accAo que lem sobre o en-
jerto doado, do qual podera' lomar cunta com aulo-
ridade de justica ou sem ella. E pur ella Mara
Leile de Mello loi aceita a presente doacao, e com
escondieses supra declaradas.
Oulro Um, lodos moradores em Beberibe de cima
reconheridos de mm notario publico de serem os
propnos de que se (rata. K depois desl tf lida
e por elles outorgado assignaram com as leslemii-
uhas prsenles, o padre Francisco Jos de Lira, e o
rapilAo Buavenlura de Mello Caslello Branco, conti-
go nolario da frcguezia ila So, Jeronv mu Jus Bar-
bosa, Irasladei esla escrplura du proprio original
que lira laucada nu meu livro de olas, que bem c
belmente copiei, e Vai sem cousa que duvija faca,
sendu conferida c concertada ua forma do eslvlo, "es-
crevi e assignei
Em lestemunbs de verdade. t) notario publico,
Jeronvmo Josc Barbosa.
E contigo.Manoel Jos Ferreira do Nascimenl
lempo algum baja elle sidu risoroso para rom us y
eicravoi. De \ S. vemradur e brisado.
., Francisco Alfonso bolelho.
Beberibe II de tgsrte de IK.m.
N. IU.lllm. Sr. Sebailii,, | eiveira LimaDe-
ljava merecer-ll,e o favor de mform .r-m* se tai
avisado que -M-rtu.....Jan* Tencua ..i,w enrarre-
gado para o malar, e por qaem fui nitor mano, e se %
houve algumas ratas* do senhor com o Sr. Jariml.n
Alluaso Bolelho, e quem piesenciou. 1'ermilliii.l.-
me usar de soa resposta onde me coovier : sao de
\ me. venerador e obricadis-iin.
Manoel Klias de lloora.
Boa-\ isla 12 de agosto de iKti.
lllm. Sr. Manuel Elias de Moura. Pedindo-me
V. S. que Ihe responda se fui avisado e por quem.
qtW Marlinho Jun Teixeira estiva encanece.!., n>
me malar por mandado do Sr. Jacinlho Alton-
Bolelho. -nu a dizer-lhe que fui alisado pe v.
Hilario Jos da Cimba, e fiz logo ver an Se. .vi,,,,.,!
Pinto da Silva, liscal e inspector de qoarleii4 ,i
lugar do Porto ua Madeira, esle me disse qM >e
era por um caboclo du corpo reforcado ou por ,n;i
pardo alio, suirado, de pernas camben, qoe co-i-
mam comprar na venda de Jlo Estoves, e in-in,.
Marlinho Jo-C Teiirira. quando otir.oi-me n foca-
das e disse que eo nao havia ne diter mais desaforo
ao Sr. Jarinlho, e que lie linha diuheiro para o b-
rar, i-io vio o Sr. Josc Fiiippe da Cosa, que anda-
va romigo cacando e a causa dilo n.quelle locar
miigueni ignuia, que foi por ler n Sr. JannMi
mandado dar por Marlinho, em meo mano Candion
I eixeira Lima, s; eu saliendo lomei dilo ama sati.-
racao.e nesla occasiao ia o Sr. Anlnnio da Cn-i.
Reg Monleiro.oSr. Felismino de (jirvalhn Rapo...
e um oulro acunar, com o Sr. Jarinlho, elle di,!
me que eu nao i,avia oe 0jr a on(ro mtn ati.
ro, enlao Ihe disse, que desaforo ero ello, ilhoo. a,
ler mandado dar em meu irmao ; oSr. Reno aaW-
leiroe oSr. Fili-mino pediram-mo qoe me reina
eu o fiz : esleoccorrtdo fui muilo panuro, a se nao
juraram a verdade o qae Imam chamados, de dn><
uma na por nao qurrerem comprme!ter-sc, pora
nao passarem porque .u pa-ei, uo ror algum uo,,
metttmento, pois eu mi son a primeira victima.
Pode usar de rniilui responda oi.do Ibe convier "
jurarei se preciso for. Sou de V. S. alteacto
aerador e criado obrigadissimo.
Sebastian Teiieira Lima.
lecife 1.1 de agosto de ISjti.
/
o,
h.scriMio de paz.
lllm. Sr. SebasliAo Jos Oe Oliveira. Confiado
em sua probidade, vuu rogar-lhe o favor de, por es-
criplo aqui mesmo. dizer-me o que V. S. ja me con-
loa relativamente a um tiro dado por seo cunhado
em nm frango do Sr. Jacinlho Allonso Bolelho, ea
respeilo do procedimenlo que com o mesmo seu cu-
nhado leve o Sr. Jacinlho por disforco e vnganca
disto.
O mesmo favor lambem Ihe pero sobre as faca-
das de SebasliAo Teixeira Lima, "se sabe quem as
mandou dar. issim romo se sabe onde murava Mar-
linho Jos Teixeira, e o motivo dos suicidios dos es-
cravos, um em IKili de nome JoAo, e os dous ulli-
mos, um em IHVii e muro em 18jj, e lado mais que
V. S. ds memoria feliz, ainda se lembrar.
Porlanlo, pedindo eu esle favor, lambem Ihe pe-
co permissAo para de sua resposla aproveilar-me on-
de e como roe for conveniente.
esejo-lhe saude, por ser de V. S, venerador e
criado obrigadissimo,
Manoel Elias da Moura.
Bna-Viiia < de agosto de I8,"i.
lllm. Sr. Manuel Elias de Mouri. Comprimi
responder a' respcilnsa caria com que V. S. me Iiod-
rou e em abono da verdade vou a dizer, quo no mez
de maio do anuo prximo passado,lendo eu em meu
silio de Beberibe uma porcao de terreno plantado de
capini, e como ele eslivesse muilo vieoso, tralava-o
com bastante cuidado, acconlcceu q'ue um frango
constantemente se mellia entre o capim, e desse mu-
do estragava-o ; nao saliendo ca a quem perlenc a
o corra a pedrada ; porom um vizinho que vio, di i-
se-me que ulo malasse o frango, que era do Sr. Jj-
cinlho, eu respond que inelhor poda fazer porq le
he de um prenle ; enlAo vullaiidu eu para casa,e i-
contrei o dito seuhor Jacinlho Alfonso Bolelho e
coulei-lhe o que a vizinha me linha dilo. e que u
Ihe respond, e o mesmo senhor appruvou o que :u
linha dilo, e disse-mc que o dilo frango andava a-
lormeiiladn que Ihe poda alirar. enlAo eu mes no
avista do dilo senhor passei ordem a meu cunhado.
que assim que cnronlrasse o frango no .;'pim,que 8
malasse, o que logo no oulro da fui execulad'o por
ser encontrado no capirr .o meu cumiado mandou a
sen dono, pnrem elle lnadoii vollar; nlao meu ca-
lillado mandou bola-.- a estrada, cojo procediinculo
lez rutar o animo f amor-proprio do Sr. Bolelho
a tal ponto, que sij consliloio meu fiadal inimigo,
e daqui nasceram ditos,e iiiliiguinhas proprias a laes
motivos. /"
l.n qu m/,1, as facadas, olfcnsas de Sebastian Tei-
xeira l.iri/x, sei, que no da ti de Janeiro do crren-
le anno^'(cnr|0 eu acabado de jaulai eram cinco ho-
"'jj"!larde!, e estando a' porla da ininha caa, vi
l'^uar um prelo, e ouvi elle dizer em altas -vozes.
clioraodo qae seu filho linha levado unjas facadas
adl Marlinho, por mandado do Sr. Jacinlho ;-|
"' i a respeilo da causa que deu lugar aos
retos do Sr. Bolelho ; sei por ouvir
dizer vagamente JUe se tiuha enforcodo por des-
gottoa. ^^an
Da morada de MarlinfioTosiT
que era em trra do Sr. Botelho.
Nada mais me resta a dizer se nao que pdeYa*-
zcr desta minha resposla o uso que Ihe aprouver, e
que disponha de quem he de V. S. atiento venera-
dor e criado,
SebasliAo Jjaad de Oliveira.
Recife 7 de goslo de 1838.
lllm. Sr. Joo Fiiippe da Cosa. Sabendo que
v me. fora notificado para ir depr sobre o proces-
so do Sr. Jacinlho Aflonso Bolelho, o qua occorreu
com loa chegada, e o que Vnic. depz ; permit-
lindo-me licenca para usar de sua resposla como
me aprouver.
De Vmc. venerador obrigadissimo,
Manoel Elias de Moura.
lllm. Sr. Manoel Eliai de Moura. Em enm-
primenln au que de mim exige, suu a dizer-lhe qua
lendo sido notificado para ir depor sobre o proces>o
do Sr. Jaciutho Alfonso Bolelho, dirig mea cidaib
deOlinda, e no dia 7 do crranle, chegando a. me
do Sr. subdelegado o nao achei em caa, raprllo
nma se ni,ora que elle eslava cm caa 4r. Virad, e
\ irles, para la fui e fui recebido onheci, pergun-
ahi eslava um homem que o nrisse-lhc o que sa-
tau-me o que ia eu depqxie sabia : disse-lhe que
hia ; pergunloo-me ma-aeliaslian, euconlramos um
indo eu a caca eom ro ao Sr. SebasliAo e dtaM-lhe
pardo, e esle diriras o que dissesle ao Sr. Jarinlho
cabra, nao to-eiro para me livrar ; e fui atirando
elle lemias. Eu corr
Srs. redactores.lleve boje ir a prara a 9 el,
da mauliAa em ponto na chancellara do cmalos*
de Frenen, a galera franceza liaoul, aocalhada na
praia de Fra de Portal.
He navio de primeira viagem e de linda forma, o
suas avarias Silo limitadas, nlo eiigindo por lano
agora reparos mu dispendiosos.
Comtudo poucoslicilanle seatrevarAo o loor -
bre ella, porque muilos acreditarla em porig ima-
ginarios, coja existencia de proposito -e ha de alar-
dear para altanar a concurrencia.
Dahi resultara soa adjudicarlo por nm baixo pee- ?*
ge, muilo inferior a seo valor, e por lauto jotas-
mus mu acedado qua o Exm. Sr. presidente man
de o Sr. capillo do porto Linear sobre ello, porque
adquirir pira a armarla imperial um eaauainr*
transporte por uma quanlia realmente iosignilranle.
com a qual, a nao se aproveilar esla occseiie, eo e
podera' obler uma escuna ou patacho.
Acreditarnos que n Sr. conselbeirv Sergio nao re-
mara' aole a Talla de aolorisarlo, con yuncido das
vanlageus desla deliberar,.!.
fin o/fieial dt .orino.
Gommet*.
.HACA DO RECIFE l DESETEalBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Cotaclue ofliciaes.
Cambio sobre Londres 27l|2e27.1*8 atiO div.
Couros -en o. salgados2(11 rs. por libro.
rrederico Uobhard, preside ule.
/'. Borges, secretario.
Oll-la-m
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 l|2 a 9d. e 27 3,8 a 60.
P.iris, 35lha Sao rs. por fr.
Lisboa, 9K a 100 por "^ de premio.
Rio de Janeiro, lisa I por Om a l e : dia-
Accoes do Banco, O a 7(1 (l|0 de premio.
o cnmpauhia de Beberibe .sJOOD.
o ir companhia Peruamhncana ao par.
s sr Ulilidade Public. .10 por renlo de prenu-
fmJemuisadora. .12 idem.
o a da estrada de ferro2U>frOar| de premio
Diseonlo de lellras, de 7 a 7 l|2 por 0|n.
Dilo do banco7 a S por IIiq.
lluro.Onras hespanholai. .
Mneda de 6i00 velhas
88488 novas
49000. .
Prata.l'alacoei brasileiros. .
Pesos roliimoarios. .
mexicanos. ,
289 ? ''
. Ils3ll
. IBWi
. tte"'
2?>
-ijiasi
I^Uil
Reudime
dem
Al.FAN'eKtiA.
dia LaT "xa
-?
'.Vil- a8M888jBtW
Ocscarrceam lo/, u, it selemiwL
Barcros!'0r,U8,"M-^ mSTZui m.
BriBut uu. US"*"*** H~l.
tt2^^J>-*?r+mm d. .ano.
Escunaing ,"72ri',7P!s"Jd '*"> "ie.re.
^&mssss:
Brigue nac. "!,'L M*ri? '-"" **"do do Ri. Ar
Janeiro, eonsig'"' *"' Almeida tkmr*.
rii;iiiil>*liiii o sf' i ,
t carro com 1mmm Pertences, | eai,*, h,o
I Jos Caodid. T^r* ..
I caixole cb : Zm V d" ""
I ctalo eU fSjtIirmmmm M,i'
3eataaj/%.' ?J& C.
?%
termas. Eu corr pediudo que o fosse cr
sei que era morador em ama easalna estrada f-amas-o depois vi SebastiSo ferido elle ir oara
Zl".". le?ue para a P*ocAo. Disse-me e,le se-
na
-- dia
se lembrava do que Ihe
. enlAo disse-me o Sr. Virflea
que aquelle homem era o Sr. Jacinlho. e foi logo
Escuna ingleza .. Nox, vin la de Londres r
nada a Rolh. Bido.lac. iSS^TSS^
Uto barril plvora ; a l'.iton Nash. '
i. li*i!la C.h"P<'',s de f*"1*'' di" d' de sel. I d,
la chales de crep, 1 dita f.zenda. ; a l.a.V .J
no de Siqueira. A nlo.
Jl caira chapeo, de sol Jrto xjrde .,.
Bro-
nhorqu. eu me I. l^SZ, qe n, Zu.l
Z':Zt e|e,eJC,hn"',-e '|Ue ** e o pardo d
sera qoe elle .-ehalilo nlo se lembrava d,, .. u.
liavia feilo.e relirou
I ^. j ------- v -" -"nomino, e [O
chamado pura a casa de Sr. subdelegado e d
?m.e i "",,n.me ha,'a P" "3o me ac
conlecer tlgum mal. porera ao depois fui penase
isse o
me ac-
e era vi ler, o que cu disse e
signasse.
Pode V. S. usar de minh
VI'
mandar.
posla
lada vi
' jui que as-
onde Ihe con-
np'p'e d/"-04'"-
836.
N. ... Sr. Francisco Aflnnsn IMllltU.S
perfeifamenle que vou fazer orna exigencia bem !"
ra, mas a uecessidade em que me vejo collocade'"'"
ga-me appellar para soa probidade, fazem' "!e
favor de repetir aqui minuciosamente o *^"
me contnu em nm dos das de Janeiro desle""0 te"
lalivamenle a urnas pancadas que rom uma iaca ou
vara Ihe dera seu mano o Si. Jacinlho Affo'0 B."
lelho, por le-lo enconlrado a conversar cor ^r.
Jos Mauricio Teixeira elle inimigo por cnnla de limites de Ierra-'1* st"
sitio.
Lembrado lambem eslar que naquclla cJ"*P
me fallou cm ler elle partido com uma faca } Pon_
ta para um seu esrravo a qnem malaria se se~
nhora Ihe nao prendesse o braco, pedindo-lh Huc
nAo se botasse a perder.e bem'assim ootras bi****'
de casligoi rigorosos em ecravos que receiu's e
amedrentados suicidaram-sc.
I,pnis,de ludo qne V. S. me narrnu enlao sr?'"-
da se lembrar e qnizer. he favor dizer-mc agura""'
escriplo com individuadlo de (odas as circuni(ai.las
pcrmilbndo-ine brenca para de sua rcs|>osla fa:r
n uo que me convier.
Estime guze saude e sua illuslre lamilia, aqui mj
lem ao seu dispor romo o de V
ll,er~s.barrS mnm "" B"nfn I F
2 caixas ehanos de palha, 20 barrisazrelo. l-> d,
l.s.sOleo de .haca ; t^c, ;ri. 7VS.
a fonStS^JS"- ""* bart-^;
o,d,emb"' ......<">-:.'-mj>m ,,
- iversai peras, I dita Jen-
nj as completo, | eoisa ion,
PC"' i dna apparelhos p.ra Mtrinas, 2 di-
tas per para casas, \i vnlumes perlence."par.
toldos, :it> feixei pai de ferro, 1 barrica enxadas I
dita macha,lo-, 1! ditas correales, I dita tarramenta
de pedestal, 1 pren-a de metal, 21 prdresde amolar
81 pejas de ferro, leudo I guindaste porttil, i-jptl
cas, canos de ferro, l,7M!l dormenles, 75 eixos do
ferro, l rodas. 2 trechos pora banco de lurrar, h
trilhos de ferro ; a Rothe i\ hidouUr.
CONSULADO i.KKU,
Rendimentn do dia 1 a 18 7:t37at.;->
dem de dia 13....... WljBes,
UMVKRSAS PROVINCIAS.
Beiidipirnln rio dia I a II. ... a.
dem do dia I.V. .
moa
7Kj>.
.WifjMf.
DESPACHOS DE EXPORI Af,\' MtLA SJaTotil
DO CONSULADO DESA CIHAB No DI \
12 DE SETEMBRO DE Ih-s6.
BarcelonaBrigue hespanhol Jaysne Ferrer, va-
va A m..11 ni A_. I 11 bu-, ;|7ll -arca, com algodln.
Porto Brigue porlocuez trovador, pallar V
Oliveira. 514 sanas (amiba de mandioca
RLCEBEDORIA IIB RENDAS IN l'BHNAa UV
RAES DE 1'KltNAMBCCO.
Kendimenlo do dia I a til HMniH.;;
Mein do dia 15........ .T7I*U)
rO:l7?.
gado c criado--Manoe| Elias de "Moura. CONSI'I.ADO PROVIMJAL.
Boa-Visu 8 da aguato de 1896. Rrndimenio do da | a 1:1 12t<7im.
... dem du da 15 f-tJg>t ,'t
lllm. sr. Manoel Elias de Moura.Com quanlr ......-----------
seja meu irmAo o Sr. Jacinlho Alfonso Botelho,
davia nlo fallare! verdade sobre que me
pe
nAo r"
ISMaVU
Slov):, t,^r yo pottf*.
guilla em sua caria, lamenlamlo apenas que
produza ella a verdade lal como se paseen.
A respeilo das raiohss queslues com mea rn
julgo-as lAo parlicularcs que ufo me parece conve- MejuoM entradora den 18.
mente que liguen enlre nellas. A V. S. devem Ierra Novu-lIO das briso. I.e.panhol Aniel... de
ser exlranhas quaesqaer discusses enlre dous ir- 2111 toneladas, capillo Jaira Rodos, eqoin.^n,
nios, e por isso me pcrmitlira que sobre esla parle I-', carga 21X11 barnc. rom baralhao ai |,u.
de sua caria guarde ludu o silencio, nAo sendo da at- I das de pedra; Araase e Brxan: parleare Bar-
InbutcAo de \ S. o indagar, se a razio esleve da i celnna.
minha parle ou da parle do meo Irma o referi-
do Jarinlho.
No tocante ao fado oceorrido enlre o mesmo meo
irmAo e um estrave delle. me parece que a memoria
de V. S. he pouco fiel. Oque me con-lou com eer
teza fui que mea iruiAo, querendo cosligar um es-
cravo, Ihe lizera mencAo de pegar na cabera para
dar com ella na perede, mas eslando presente mi-
nha sculiora e dizendodlie que assim n.o praticass
o meu irm.li imniedi llmenle llendcu-lhe deixan-
dn o escravo conlenlaiido-se rom fecha-lo em um
q liarlo.
No da scgaiiile esie escravo tinha aberlo urna da
janellas do [qoarlo, linha delle sabido e corrend
pessoas para apprehende lo, lancou-ie no rio e n
sabendo nadar Morreo afogado ; nte lendo ofr*
alo eulao o menor casligo. F. i ,a,Ao |uqUH o r*
irmlo ameacnu-o de dar-lhe a Z pare-
de foi o ler elle fgido.
Na
vv-York .VI diax, baira americana nRoanoak -,
' le IIIS tonelada, capilao Parker, rqnipagrn 11.
?rga 2,1l">(J^fiarricas com farinha le Iriso mar-
riera r a schramm Whatlv V C. Perlenco ao
( "lo de Ncvv \'ork.
y .A-.-flii.fli..a** ..,, mci'1 alia.
r|l iojVso/Mttrt no
Uarc.ona sumaca liespaobola Violanle.
p-avenlura Millel, carga algii'bin.
miutt.
O Dr. Abilin Josc Tarares da Silva, juix de rfl'*-
e aorenles desla cidade rio Rento de Pernumbues)
e seo lermo por S. M. I. o C, qne Dees anas-
de, etc.
Faro saber que em prara pnhlira deste ,.,/,, ^
tiau de arremaiai, lindos das da le, os eocvavoo
constantes do osciipto qu -o aeba em posloc d>. p.^.
osa- letru deste jairo.Amaro Ai.ton.o do Faria, < .a,<. ...
MUTTC^DfT
NAo be pois verdade que meu irr.il.i (enha o-
do faca para o eioravo e nern me eowtl qie em I crivo s.">o perleuceniesi ao |casal do finado Joarjunj,
ILEGIVEL MELHOR EXEMPLAR ENC
.ni i i qiie
-
\,


Jos de Miranda, e vilo a prarja a requerimento de
Bernardo Antonio de Miranda, ttstamenteiro e in-
ventariante do referido seu pai. Cidade do Recife
23 de anoslo de 1856.
Abilio Jor Tarare$ da Silva.
O T)r. Abilio Jos lavares da Silva, juiz de orpliilos
e ausentes desta cidade do Kecife de Pernambuco
e sea termo por S. M. le C que Dos guarde etc.
Kac^o saber que em prara publica desle jni/o se ha
de arrematar o |arren.lamento do ensenho deuomi-
nado Brum, sito na frecuezia da Yarzea com sua
ierras de assucar denominadas Malemba, Gulandim,
Malhada e Lasadico, constante do escripto que se
acha em poder do porteiro deste juizo, assim lam-
bem as baixas para capim do Lacadico e S. Braz,
politcenles ao memo ensenho, e que fazem lote
separado, e vau a pra^a a' requerimento de Bernar-
do Antonio de Miranda, invenlarianle e leslainen-
leiro de seu fallecido pai Jnaquim Jos de Miranda.
Ktcife 23 de agosto de 185K.
Abilio Josc Tarara da Silva.
O Illm. Sr. inspector da (hesnuraria provin-
cial, em cumprimeulo daorJem do Evrn. Sr. pre-
sidente da pruvicia de i do corrale, manda fazer
publico, que no da 111 de nulubro prximo vin-
l.nirn, peanle a junta da fazenda da mesma the-
souraria, se ha de arrematar a quein por menos li-
zer, a obra to 7o |ai0 j estrada da Victoria,
avahada em 'JU:T'J25r>92 rs.
A arremataran sera folla na forma da lei provin-
cial n. 313 de 13 de maio de I84, e sob as clau-
sulas especiaes abano copiadas.
As pessoas que se propozerem a e-la arrematara0
eomparecam na lata das aeasoea da mesma junta, uo
dia cima declarado, pelo meio dia, cooipelenleraeii-
(e habilitadas.
E para constar se maudou alxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de l'ernam-
buco 15 de setembro de 1836.O secretario, Aillo-
ino Ferreira da Anuuuciarao.
Clausulas especiaes para a arremalacao.
1. As obras do 27 Unco da estrada da Victoria,
lar-se-bSo de conlormidadc com n orcamenlo, plan-
tas e perlis, approvados pela directora em conselho.
apresenlados a pprovariia do E\m. Sr. presiden-
te da provincia, na importancia de 2t):7'J23j92 r.
2. O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de un inez, eas concluir no de 15, ambos con-
tados pela forma do arl. 31 da lei proviucial
ii. 286.
3. O pagamento da impdrtanciagda arremalacao,
vcrilicar-se-ha era i preslaces L'uaes, a ultima'das
quaeoera pasa naoceasiao da entrega definitiva, e
as oulras correspondern a cada tercio das obras, sen-
do ditas prestarles pagas em apatices da divida pu-
blica provincial, creada pela lei n. :l-Vi.
4. O prazo de responsabilidade sera de um auno,
dorante o quat o arrematante sera ohriaado a man-
ler a estrada em perfeito estado de conscr-
vacAo.
5. I'ara ludo o que nao e achar determinado as
presentes clausulas, nem no orcamenlo, sesuir-se-ha
oque a respeito dispe a lei n. 286.Conforme.O
aeeretariu, A. F. da Annonciacao.
O Illm. Sr. iuspeclorda tliesouraria provincial,
em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presdanle
da provincia, del do crrenle, manda fazer publi-
co, que no dia 16 do crreme prximo vindouro,
peranle a junta da Tazenda da mesma Ihesouraria,
ae ha de arrematar, a qnem por menos fizer, a obra
da estrada do norte entre a cidade de Goianna e a
ponte do Unjan, avaliada em 13:3l;>000.
A arremataras ser feita ua lrina da lei provin-
cial i.. 3i3, e ob as clausulas especiaes abaixo co-
piadas.
Aspessoas que se propozerem a esla arrematadlo
eomparecam na sala das sessoes da mesma junta, na
da cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandn aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tliesouraria provincial de Pern.im-
hnco 15 de setembro de 1856.O secretario, A. K.
da Annuuciacao.
Qausolai especiaes para a'arremalacao.
1. Aa obras do lauco de estrada entre a cidade de
l.niauna e a paulado Bujarv, far-e-hao de coof-
inidade com o orr.ame.ito approvadn pela f doria
em conselho, e apresenlado a approvarao d" Jm. Sr.
presdanle da provincia, na importancia de re
I3:i3l000.
2. O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de um mez, e devera couclui-las no de dezottu
mezes, ambos cunlailos na forma do arl. 39 da lei
provincial n. 286.
X O pagamento da impoilaucia da arremalacao
realisar-se-ha na forma do artigo 37 da mes la lei
o. -Si!.
4. O arremalaule excedendo o prazo narca.lo
para conclusas das obras, pasara nina inulta de
cem mil ris por cada mez, einbora Ihe seja conce-
dida prorosacAo.
5. O arrematante durante a cvectic.io das obras,
proporcionara transito ao publico e aos carros.
s U arrematante aera ohn^ado a empregar na
XecucAii das nhra^peln menos nielad- do pernal
de gente livre. snm
I. l'a. iudo n do as presentes clausula- nem WS ore^mepto
guir-se-ha o que dis|>e a respeeXo a lei n. 286
Conforme. O secretario, Anlonidyl'errcira da An-
niKiri.ii' ni *
amostras, na secretaria do conselho as 10 horas do
da 20 do correnle me/.
Sala das seaaoM do conselho administrativo para
foruecimenlo da arsenal de guerra l.'ide elenibro de
185<.-0en/o Jos l.amrnlia I.iiis, coronel presidente.
Antonio Gome* /.CM.leiieute-cornnel vogal servinJo
de secretario.
THEAT
DE
Santa Isabel.
ULTIMA REPRESEMACAO
0S|G RANDESE ISiULIIANTESSOIK1-.es
da companhia
BABERT E DEVEVIX.
A li 't'licio da joven Paraense
^aitrt.inn SK. & Ciiu'in:.
Sabbado 20 dssetembro de 1856
Subir' a mu ne(e dia nm grande e magnifico
divertimcnlo, que os directores se acharo preparan-
de para ntrete* eos protectores da Innocente joven,
de cujo dive,tmenlo rara' parte lola companhia.
O programla abita' transcripto no jornal de quin-
la-feira. Desde ja' eslAo a' venda os bilhelcs.
^tofoft :: mum&.
PARA O CEARA'
segu em poneos das o veleiro blata aS. Joao. por
ler ja parle da carga prompta ; para o resto que fal-
la, trata-so rom sen consignatario Domingos Alves
Malliens, na ra de Apollo ti. 23.
Para o Ceara' com escala pelo Rio l,rondo do
.Norle, segu em poneos das o palhaliote Anglica,
ir.eslre e pratico Jos Joaqiiim Alves da Silva, por
ler seu carregamento quasi completo : para o re-
tanle e pataageiros, Irala-ie com o ineslre on com o
cousignatario l.uiz Jo>c de Sa Araujo, ra do Brum
n. 22, ou na praca.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Espera-se do Ahi a veleira barca /mperalri;,
a qual lera' aqui alguma demora para receber e-.c.ra-
vos a frele para u porlo indicado Irata-H com Ma-
uoel Alves Guerra, na ra do Trapiche n. II.
de Janeiro.
A escuna nacinna! Jos capillo Manoel Josn
Prestrello, va. seguir em poucos das, pode ain la
receber alguma irsa miuda, e cscravos a frele. Ua-
la-se na ra di piche n. 16, segundo andar, com
Antonio de Ali la linmes.
Para Lishi pretende sabir breve o brigue por-
luguez Experie ca por ler ja parle do sea carrega-
mento promptu ; qaem no mesmo brigue quizer
carregar pode cnlender-se cura os consignatarios A-
morim Irmaoa A C, ra da Cruz, n. 3, ou com o
capitAo Joaquim i'a. Silva Reiua, oa praca do Com-
mercio.
Com pan iiia Franco-Ame*
ricaiia de Vapores
Fraitcezs.
TxtUftat
E-pera-se no dia 17 do correnle o vapor francez
Frane-Comtois eocnmandanle l'ounuer, viudo do
Rio de Janeiro, que seguir' para o Havre com es-
cila_porTenerill, Medeira e Liaboa.'pan fretc e
passageiros, na casa do I.. Lecumta l'eron & C,
ra da Cruz n. 20.
Ceara* e Pata'.
Seguir' em poucos das, por ler a matar parte da
Carga prompta, a escuna brasileira Kmilia ; para
o resinla lrala-se com o comignalario J. B. da
I'enseca Jnior, na roa do V'igario II. 2.1. n
Par o Itio de Janeiro segu com hrevida'
brm coniiecido brigue brasileiro iMarianaa, e i
loe carga arele: quem un mesmo .|uizer c.ir,
iaaja)MitMpil- to, sr- VorP Santo, escriptono n. (..'ou rom o^fap
-jju;___Josc da Cunha Jame;. r
Rio de J rsneirc


D'^iD DE PEIMRBUCO Tf^C* FIIH !B CE SETEMSRO M ltS6
elles, eseravas petilaa cozinheiras, engoniniadciras e
oulras habilidades semelhanles, vanas crias, etc.,
eli .,os qaaea se arharAo logo pela maobSa no dilo ai-
m /.em, |iara p exame dos seoborea preteudenles, e
se enlregarAo pelo inaior preeo ollerecido, vislo se-
r n para liquiJacAo : quiula-leira, IS do crrente,
as 11 horas.
(I ageule Borja, em sea armazem n rua do
COIegio n. 13, fara' leiUo de urna inlinida le de oh-
jai loa de dilTerenles qualidades, bem como obras de
m rcineria novase usadas, diversos pianos de jca-
ra ida' e de mogno proprios para aprcndizes, varias
ohras de ouro e prala, enlre as quaes sobresals um
riio faqueiro de prali de gosio moderniatimo, ebega-
dr ha pouco da Kuropa, relogios de ouro e ( rala pa-
ra algibeira patente inglez, suiss >s e horisontaes,
I ii das mesas redondas de ruarmore, Bgrjrai para ar-
d n e um rico ehafariz, obra do mais aparado gojto,
e i oros mullo- objectos etc., que se acliam patentes
nd refei ido armazem para same dos senhores pre-
le Dientes : scxla-fcira, 19 do correnle, as II horas
dn m.tnh.ta.
O agente Oliveira fara' leilao, por conla de
qi em perlencer, de cerca de 300 arrobas de carne do
se lao viuda do Cear, 2,000 vaquetas, varias barri-
ca i com sebo e cera de carnauba, 20 saccas com fei-
jin e 2il0 ditas com larinha de mandioca : ludo em
lo es a vnutade dos preleiidentes : qoarta-feira, 17
d correnle, a's II huras da manlia, no primeiro
ar n,i/em do caes do Ramos, paseando o berro do
Cl rioca.
%M$0 docrdod.
Massa adaman-

tina
5 CONSELUO AD.THNTSTRATIVO.
Nao se leudo pudidu ellecfnar liontcm os ajustes e
contrabts dos inatcriaes par b>r.bras militares,Taz-
sa publico que lean elles lugar no dia 17 do corra-
le, pelas Ir horas do dia, no arsenal de guerra, em
(bu. a sala de suas sesses. Sala d is sessoes do conselho
administrativo para forneci,.etilo do arsenal de
guerra 13 de setembro de |s>6.Beulo Josc Lame-
nha l.ins, cororre+jre-iJen iAntonio Coiues l.eal,
lenente-corouel vojnjjjdfc^ ido de secretario.
Pela mesa do coise% Wprovincidl se faz pu-
hlico, que no ultimo do con ^ajJez tem de ser ix-
trahidas para serem remellidas p^^^juizo, afim de
serem axeculadas as relajees dos de^^ajores que dei-
xarem de pagar seus dbitos como seja^Va^s do im-
posto de decima, 4 % sobre diversos e-labe en-
los : 1:2008 sobre casas que venderem bil le
lotera- de oulras provincias, 103 sobre casas de i.
das, e 206 sobre casas de jogo debilitar. Mesado
consulado provincial 3 de setembro de 1836.
Antonio Carneiro Machado Ros.
O administrador da mesa do consolado provin-
cial avisa a quem inlrrewar, que por ofticio do Exm.
Sr. presideule da provincia de 27 de agoslo prximo
pascado,foi approvada a medida proposla por esla re-
partidlo de serem obrigados os coutribuinles quando
tenham de pagar'o imposto de dcima, el ', a apre-
sentar os ltimos couheciraenlos que moslrcm al
quando pagaram os ltimos impostos a que -au Abri-
gados por lei, alim de se evitar duplcalas de paga-
mentos. Mesa do consulado provincial 3 de seletn-
bro de 1856.Antonio Carneiro Marhado Ros.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em vir.l/idc de aulorisa-
tAodo Exm.Sr. presideule da provincia, tem de con-
tratar a compra dos objectos segrales :
Para o 2 batalhao de iiil'anlaria.
I.ivre de ;H)0 folhas de napej imperial para registro
das (iracas addto'T'j T
8.n liat. ..ao c iujjniaria.
I.ivro de 130 folhas adilicionafao ^l-Jivro meslre
pr^ ofliciaes da mesma forma que os actuaes I.
Para a aula de primeirasl retiras do 9." batalhao d(
infantera.
Papel aluiacs.resmas 6;pennas deganrolOO: cani.
vele.- 2 ; lapis 72 ; tinta pela, garrafas 6 ; rea prt.
la, libras 6 ;carias de a, b, c20 ; laboadas dO ; gran-
matieas ponosuezas, ejemplares (I ; arilhmelicas i0r
Avila, ditos 6 ; pautas 6 traslados 20; lapii para
pedia 6.
Pan a Forlalez* do l'.nnn.
* Livro em branco pautado de 200 tullas I.
I Forte do I uraco.
Ilandeir.i grande imperial de fileli 1.
Para o hospital Iregiinental.
Acfdo ctrico, libra 8 ; aniz eslrclladn, ancas 8 ;
assucar de leile, dilas ; liabas de zimbro, oncas 8 :
beijoiro', hbr?s 2 ; callo, libia 1 ; curato de'ferro,
onca l'-peeajilaslro de cicula,\libras 4 ; dilo confor-
lato, dilasii dito eiiinlii'i.i,., hbras 1 : escamouea,
dilts 1 ; esseacia de rosas, nitava 2 ; dita de verga-
mola, oucas 8;Vdila de canda, dita 1 ; h.I-amo de
'Dh'i. dita ; acido ntrico, libra I ; eianureto dt
Ierra e potassa, oiu.a I ; llore* de brranos, libras
8 ; ailas de malva-, dilai I ; ditas de rosas, ditas2 :
dita, de enxofre, dilas 4 ; dtlasjj de viollas, ditas 2 ;
iodorelo de chumbo, uicia libra ; dilo de enxolre,
ancas 2 ; dito de ferro, dita t ; iditociaaalo de qui-
nino, oitavas I ; incens, libras ft ; iodoreto de po-
lassa. libras 2 linhae., arrobas 2 ; labaca, meia li-
bra ; labarraque, garrafas 1v.- mana de lagrimas,
abra I ; moscas de Milao .30 ; rnel de ahclba, gar-
atas 16 ; mu-go, libra I ; nosniliscada meia libra ;
Francisco Pinto Ozoro cbun.ba denles com a
verdadeira massa adamantina, e applica ven losa
pola atrcelo do ar : pode ser procurado coulronle
ao Rosario de Santo Antonio n. -2.
Ni" abaixo assignados faiemos scienle ao pu-
blico, que leudo fallecido nos-a presada sogra a se-
nhora 1). Francisca Rosa Vieira, c nenainlo resto de
alguns bens que possnia desles nada recebemos,
nem queremos, como herdeiros, e por is-o (ainhem
nos nao respousahilisamos por cousa alguma que di-
ga respeilo a dila casa. Josc Francisco l.avra.
Victorino Jos Monteiio.
O abaixo assignado deixou de ser caixero do
Sr. Antonio Francisco M.iiluis d ; Miranda desde 31
de agoslo do mez p. p., e ao mesmo lempo aproveila
a ocasiao |iara agradecer ao inesino Sr. as boas ma-
neiras com que sempre Iralou-o, durante o lempo
em que fai sen caixero. Declara man que nada de-
\o nesla praca e nem fura della, e se alguem se a-
cliar su credor aprsenle suas contas no prazo de
Ires dias para serem pagas, na rua das Aguas Verdes
n. 18, cerlo de que pealando esla dala nao leva em
conta alguma que appareca contradi la antes desla
dala. Recife 16 de setembro de 1836. Jos Ber-
nardiiio Alves*
Iloje (16) as 3 horas da larde na porta do Sr.
juiz de paz do lerceiro distrie toda Roa Vista, depois
da audiencia, se ha de arrematar os bens movis
penhorados a Rila da PaixHo, por excuc,ao de los
i i.inc.ilves do Espirito Sanlj, como se ve do escripto
em poder do porteiro Jos dos Sanios Torres.
Precisa-sc de um caixero. dos ltimos chega-
dos do Porlo, do 1 i ,i 17 anuos de idade : lias taber-
nas ao lado da igreja da Soledade, esquina de Jeito
de Barros.
Prec'na-se de urna cozinheira para urna casa
de pouca familia, prefere-se escrava, c paga-se bem
agradando : na rua da Cruz n. 7, lerceiro andar.
M'.i"in livor para vender duas loalhaj de es-
guiao ou brelauha lina, bordadas a lahvrinllio, obra
bem feita e de gosto, dirija-se ao aterro da Boa-Vis-
(a ii. 30, segondo andar.
Precisa-se de um bom forneiro : na rua da
Seiualla-Velha n. 94.
Precisase de um menino para caixero de la-
benia, ainda que nao Icnha pralica : na roa das
Aguas-Verdes, taberna n. .|8.
Precisa-se de urna criada de boa conduela pa-
ra tratar de Ires meninos, sendo o mais moco de tres
anm'is, e eozer para os meamos : paga-so bem : na
rua do Vigario n. i), segundo andar.
Ouem 'innunciou precisar de mis caixes nara
deposito, qnerendo, drija-se a Santo-Amaro, ao
p da fundic.lo, taberna de Jos .lacinllio de Carva-
Iho, que achara alguns que loram ae taberna, em
bom estado, assim como una balacea pcqueua com
tiesos e algumas latas usadas.
-- Precisa-se de nm homem solleiro para tratar de
um silio, que seja Porlugiiez : na rua da Madre de
Dos, loja n. 7.
l) abaixo assignado pede ao Sr. Jos Francis-
co .Mallo- l'Almeida a bondade de dirigir-se a' sua
casa para ultimar o negocio que ha limito proinct-
leil. Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior.
-- Precisa-se de urna ama. que saiba eoxlnhaBj
eogommare fazer compras : paga-se bem : no lar-
go d'Asscmblca u. 12, primeiro andar.
-------Fogiran do engenho San-Barlhnlomea rtnns
mnleqnes crinulos coih os signacs seguinles : Traja-
no. de 13 anuos, cor prela, rosto couipndn e dcscar-
! nado, pomas liuat.. pos limpo, cago e canhoto ; le-
. vuu carniza de algod.lo ja' usada. Aulonio, de 12
anuos, cheio do corpo, cor fula, roslo carnudo, um
pouco donhico, pos limpos ; levou camira de algo-
dao azul. Foram enconlrados no dia II do corren-
le i nti .ii ln para esla cidade : quem os pegar, entre-
cuc-os no escriplo'in dos Sis. Lemos Jnior t\; l.eal
Reis, ou no dito engenho, que sera' recompensado.
Segu com^bruvidade n palarho Valente, c
ISo Joaquim Antonio Geacalves Sanios; recebe car-
ga e escravos a Irete : a Iralar com Caelano Cyriaca
da C. M., ao lado do Curpo Santo n. i.
Para o Ceara' sabe em poucos dis, por ler o
sea carreg imenlo quasi coniplelo, o palhabole nAn- Precisa-sede urna ama forra ou captiva, que
gelica, nicstrc e pralice Jos Joaquim Alves da Sil-
va ; para carga e passageiros lrala-se com o mesmo
raestr ou com o ...insignalario Luiz Josc de Sa A-
raujo, na rua do Briiui n. 22, uu na praca.
I'ara o \racaty,
com loda a brevidada pretende sabir a barcaca Ma-
ra Alueli.li', a qual ja' Icm a maior parle da carga
prompta ; para o reslo da carga Irata-se na rua da
Cadea do RcciTe n. 57.
Para a Baha segu imprelervelmcnte no dia
2\ ao crreme a veleira sumara sCasIro, de |irmei-
ra marcha ; para o reslo da carga, (rala-se cora o
consignatario Domingos Alves Malheo, na rua
iidlo u. 23.
Uv- 1 coiupaiihia quetea iiigUz,.s a vapor.
No dia 20 desle mez espera-se do sul o vapor
Tyne, eommandanle Valler, o qual depois da de-
lirara do coslumc seguir para Soulliamplon, locan,
do nos porlos de San-Veeote, T'enerilV, Madeira e
Lisboa : para passagens, ele, trala-se rom os ag,n_
les Adamson llnwie & C, rua do Trapiche-o;,, n.
42. W, W--rQt erelimlhos qoe prelenderem nian-
"rTrhY"para SouthampTriu,. d?\erao estar na a,encia
duas horas antes de se /^i^anjjp^ja^aau^o jepoj,
desta hora nao se recebVrn volme IgiimT"'
SeilV!?S.
O agenle Vieira da Silva na rea da Madre de
Dos u. 32, laz leilao lerca-feira, 16 do correnle, ao
meio dia em ponto, de diversas obras de in iruncmi
uovas e usadas, e diversas obras de ooro c prala, re-
logios e mais ohjerlm que se acharan no dilo arina-
zem, que ludo sera' vendido a vonlade dos compra-
dores.
Leilao,
saiba cozinhar, ou um cozinhciro : aira/, da maliiz
da Boa-Vislan. Iti.
D-sc diidi, no a jures snh objeclos de ouro,
prala e podras preciosas : no Forte do Mallos, loja
de laiioeiros defronte do ehafariz, se dir quem da.
Aluga-se urna casa terrea cila no logar de
Sania Anua de dentro, o lugar he o mais saudavel
para se penar a feita : na rua da Litigela d. 3.
Desappareceu honlein da casa de seu senhor,
na ruada Cadeia do Recife n. II,o escravo rnoulo,
Pedro, de 33 anuos de idade, alto, reforrado do cor-
po. cor bem prala, bstanle barba, rosto carregado,
denles limados, (em duas ciralrizes de golpes na fa-
ce esquerda, be luni.oiiisla, tocador de viola, ele. ;
levou calca c cami-a de algodao da ierra e chapeo de
couro; foi comprado ha poucos dias ao Sr. Joo Go-
mes de Moura, do lugar Podra Tapada, para onde se
julga le. seguido : roga-se aos senhores empregados
da polica e a qualquer pessoa, que o peguen) e con-
duzam-oo casa acuna indicada, que lerao uina gra-
lllieaeao generosa.
SOCIEDADF. N00L0GICA.
Por delibrenlo da soeidade Noologica, em sessao
extraordinaria dc7 do correnle, se faz publico, que
os socios que se aeham a dever suas Dieosalidades,
deveno se aprescnlar no prazo de 3 dias, contados
da publicacao deste, em casa do S-. I." secretario
Fr.uiciscu C. R.C., aterro da Boa-Vala n. 6,lerceiro
andar, para salisfazerem, alim de que a aadedade
masa indemnisar o debito conlrallido com a casa em
se deram suas sessoes. A me-ma sociedade de-
^|ue aquelles de seus socios, que deixaremde
., suas meiisalid.ides no prazo (.cuna ilelermina-
do, sejam seas nomos publicados pelo jornal, afim
de que o publico conheca as razes que a lem inhibi-
do de salisfater ao debito eontrahido. Recife !l de
setembro de 1836.O seerclario, Frtmcitco Cordel-
o da Rocha Cmnpelto.
LOTERA D PROYINCI.
(Corre amanhia.)
O abaixo assignado ainda tem nm res-
to ele seus feli/.es bilbetes, as lojas a'
annunciadas; os quaes sestnrao a" ven-
da at a's 9 horas. Reeife 16 de setem-
bro de 1S56.Salustiano de Aquino Fer-
reira.
AVISO.
inspector
tos i n te-
de qnem
PorautorsacKo do Illm. Sr.
da alfndega, a requerimento
retsados, e por conta e risco
pertencer, o agente Oliveira continuara
o leilao das tazeodas c artigot avariados,
salvados de bordo da (jalera francesa
KAOL'L : tetra-feira 10 do corrente, a's
10 horas da manhSa, a' porta da mesma
alfndega.
0
agente Borja, em consequencia da
^rr^ri^'^aTr^
rabro, libra I ; pomaoa de cacao, meia libra ; resi- tlla '* anslcno o leilao ja :iniuilieia-
ii de angieo, libras el ; resiiTiSle guaiaco, meia Ii do, da loja de miuxle/.as. Sita na na taren
bn ; resina de batata, libran-J; raz de (lincho, li-,1,,1,,.^,.;', o,. ~ '. .. ..".
hr. 1 slrjchimna.oiiavas-.'; M,|p|la,dealu,nen1lloKosa"n."- 2^ I'ara Ierra-letra 16 do
libia 2 ; sueco de grosellas, libras -20; Ihndaca/COlTeute, a S II horas em ponto.
3r \7?LZ renad?^; f \"">C *? ~ N ,(i do co"en,e m"" *>
pHrraia> in a-si.i ar rciinado, arrobas S ; am"iidia4
doces, libras ; alraliSo, barrilll ; banli da por.
arroba 2 ; breo, libras S ;baelilha, peca 1 ; barb,,'
le I bras 2 : caitas para plala, duzl-s ti ; grnala,
rio 1 ; funis de vidro surtidos ti; marco I ; medida
de fclha de 1 libra e de mei,tjlila 2 ; madapoljto
pe^ai 20 : papel de filtrar, res:a7'2 ; papel do em-
bralko, du'ia- i ; panno de algo.ljlo, pe^a 1 |,e
ncirafiua com lampo I ; pendras de cabello 24 re
sina le pind, libras 12 ; sebo, arrobas 2 ; seb'0 ,"
rim re carneiro, libras 2 ; vinagre lira 1, jarrar
20 ; Vinho branr.n, dilas S ; dito linio, ai 8 .T
nella de folha que leve |S libras de liqi. -, ( *T
'.has inglezas linas, riuzias I ; rolhas nrdu as,ara
's 2.
Para o fornecimenln de luzes as e-laroe nililare
nos mezes de nulubro e novembros
Avile de carrapalo, caadas 960 ; azeile dedico,
canana, (6 ; pivios, duzas Jl ; fio de algOdao, li-
bras U velas de carnauba, libras 2:10.
Para pruvimenlo dos armazens. "s.
OlUcioas de |. e 2.classe. \
laboasdeamarallode 3 qaarlos de p.illegadaV6
^rossora .Ious palmos de Ijrgura e 26 a 28 ditos u>
romprimeito, duzi.s 5.
Ouem qiizer veoder eilas objectos aprsenle as
ai proponasem caria fechada, acoropaohadaa da?
Ten do
de I a
com as aguas e mares vivas
l do corrente setembro, des-
apparecidn da praia junto ao beceo do
Noronha, duas travs novas, e tuna as
mares vivas do me/, passado: roga-se a
pessoa jne as tiver encontrado, o favor
de mandar amarra-las e avisar no arma-
zem da rua do Vigario n. 7, onde per-
tencem : certo deque ahi se parara'de
prompto toda a despeza que se izer com
as mesmas travs, c se Ceara' agradecido
por csse obsequio.
No dia -27) do corrente, a's !). horas
da manliaa, leve ter tugara reunido dos
(redores de Jos' Dias da Silva, em Gata
do Exm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, em razio de se nao haver reuni-
I do no dia 12, numero sullicieute de ere-
dores.
no de 1836, as !> I|2 horas da manbaa em poni por
ler o aaeule de fazer' oulro leilao na alfndega na
chancellarla do consulado de Franca, proceder-se-ha
pelo ni ter me lio do agente Oliveira, ain preaeoca do
Sr. cousol da Franca* depois do abandono Coito pelo
rapilao lloudet Stanislas, venda e adjudkaco em
leilao, por conta de rjnem perlencer, da galera fran-
ceza nllaoul, cncalhada a 3 do correnle na praia do
l'ora de Ferias, na entrada para este porlo. O navio
com o apparelho e todos os pertenece que se acham
a bordo, e no armasen] de Araujo, caes.de Apollo,
sern vendidos em um so lole, no oslado cm que se "" r'*m' 0.r' '"' J"lz especia
acharem no acto da entrega, sem que o arrematante I mcrcio, alim de lomarcm-se as contas
poss., dehaixo.le qualquer preleMo que saja, exigir ,,,llc ,|c:vcin preslar os administradores
abaiimenlo qoalquer do preco da adjudicacao. quer I "' >"'ies, i
salve ou mo o dilo casco, atienta a faculdadc de "eliDerarem a cerca ili rpie dlSpAem OS
examinar ludo antes da venda. O arremalaule sera' I ai ls. SOS e S70 do COrJieO.
obrigado a pagar 01 direilos rcsncclivos, c entregar | ___j:
alfndega todas as fazendas provenientes do carre-
Bameoto, qoe ae acharem a bordo, de lomar deludo
conta no dia da venda, c depositar antes da entrega
o importe da arrematado, em mao do chanccller do
coiiMiUdu da Franjee.'
c na aRe'ie Botja, em seu arma/em na rua do
.oiiegi n. la, raru' ledilo de diversos escravos de
ume oulro seso, elllre 0, qila s, emUm ,;,,
prelos para o-etvico ,ie campo, com ofiicio e sam
Sao convidados todos os credores do
fallido Joao Moreira Lopes, para se reu-
Inirem no dia II) do torrente, pelas 10
: horas la manlia, na casa da residencia
Bnoeato^o0LAqo"ae|do E?m' S.1-' Dr- Jl,iz especial do com-
recisa-sc de um criado que saiba
COZfnhar, para urna casa de pessoa soltei-
ra : a tratar na uta da Iniao, poi de-
traz do palacete do Sr. barao da Boa-
Vista.
Precisa-nede ama peisoa que lenha boa lelira
para caiveiro. de urna loja ni pi lea da Independen-
cia ns. 13 e 15, loja de calcado.
ILEGfVEL MUTILADO
Precisa-se de urna ama, para ccz-|
nliar nicamente para casa de homens
solleiros: no pateo do Paraizo n. 10.
LITERIA DA PROVINCIA.
Corre quarta-feira i 7
!o corrente, pulas 10 lio-
ras da manlia.
P. '. \jnpnc.
Manuela da Costa Araujo Lopes, viuva de
Francisco Jos de Araujo Lopes, avisa lo publico
que nao faca iiegiu 10 algnin com Joaquim tlon
calves da Silva liuini iraes. ou com Antonio da Silva
Accioli, nem rom nutra qualquer pessoa, acerca do
preto Julio, erioulo, maior de 'Mi tantos auiins, com
offleio de pedreiro; por isso que o din, preto he do
seu dominio, lem qne poeta prevalecer um falso pa-
pel de venda feito pelo seu finado marido do mesmo
cciavo ao dito Ciiimaraes; visto que este papel de
venda ja radueoa por nm nutro papel de destrato a
respedo de-te negocio em meu poder. Assim protes-
to por qualquer negocio que se lior com o referido
prelo.
Uarcollna Leopoldina ll.irms, viuva de Carlos
lleuriqte Harms, niarcmeiro, vem por meio desle
rogar ans credores do -eu fallecido manilo; Injam
de appreaentar as suas coillas ua casa de sua resi-
dencia, na rua da Aurora junio a' igreja ingleza n.
lili, al o dia -20 do correnle me ; pira a' visla dol-
as saber deliberar;i que lem a lomar. Aproveila
a npporliinilade para rogar a tolos os devedores do
dito fallecido para mandarem pagar os seus dbitos
assim romo a Indas s pessoas, qoe lem eucomiiicii-
dasfeilas e negocios com o mesmo.
Pelo juito municipal da segunda vara te ha de
arrematar na audiencia do dia 17 do correle urna
escrava de tiaco Cos'.a, qitilaajdeira, i!e nome Kosa,
de idale '.t auno, que firou por falleriioentn de
'l'here/.a Mara de Je-us, a' requerimento de seu in-
venlarianle Kirmino Firmo de Azevedo.
Deteja-se mallo fallar ans senhores l.uiz Ma-
noel Fornandea Chavea cheaado de Lisboa aesla
cidade ha til anuos Joai tiueles dos Santos que
foi empregado no paco episcopal/ e Luiz Antonio da
Silva, que mnroa na rua do Vivario ha Ires aniuis,
para se Hits coinmuiiicar cousas que aos mesmos in-
leressam: quciraui procuiar na rua do Trapiche
n. Iti, segundo andar.
o tbesonreiro do conselho administrativo do
patrimonio dosorphana, avisa aos senborea proprie-
larios dos predios urbano e rsticos, fnreirus ao
mesmo palrimiui|o, venbain pagar dentro do prazo
de um mez, contado do presente aiiiiiineio em dian-
te, o que e-liverem a dever; ton pena de serem
cogulos a iaajo em caso judiciaes. Ao alerro da Boa Vista rasa de sobrinhi
n......das 7 as III horas da manhaa, e das i as i,
da tarde. Recife Iti de setembro do IRIO. ,() tbe-
sonreiro, Joaquim Francisco Uuarle.
I'recisa-se de aro feilor para om sitio na Mag-
dalena : no alerro da Boa-Vista n. 43.
I'recisa-se contratar um meslre de mus es para
Orna banda de msica particular que eiisle na cida-
de do Kio Im ni"-", qualquor senboff professor des-
t'arlc que qnizer coulralar-se para ine-trar a dila
msica, queira dirigir-se a rua do Oueimado, loja de
miudezas n. ", que achara' com quem tratar.
i.iuem prensar de um caixero brasileiro para
escriplorio ou para a rua. dirija-se a rua de S. Fran-
cisco n. 4S, ua fregnezia de Santo Antonio.
-- l|eseja-se saber onde eiisle o Sr. Jerommn da
Costa UolmarSes, que aqu residi mullos anuos nes-
la pToviucia, ou pessoa inleressada pelo mesmo:
queira enteuder-se com o abaixo assignado, na rua
de Apollo, armazem n. 1:1.
Luiz Manoel Rodrigues Vllenla.
I'recisa-se alugar urna escrava que
saiba engommar, cozinhar c cozer: na
piarada Independencia ns. 57e39.
Ainda restain por alugar algumas rasas na l'.a-
punga, perlencenles a viuva Lasserre, ja' annuncia-
das, para maior ou menor familia : in rua da Cadeia
du Recife n. :il), primeirn e segundo andares.
No da S do correnle, da rua dos tjuarteis ao
llieairo de Santa-Isabel, perden-ee urna itulceira lo-
da de ouro e loda de junta : quem a adiar leve a
rua des ti.jarteis n. que sera' recompensado.
I'recisa-sealugar urna ama que saiba cnziuhar
e engommar: na rua da Cadeia do Recife, loja ti.
.>, defronle da rua ila Madre de Dos.
-- Aluga-se o pruneiro andar da casa da rua "la
Guia n. (i a' familiashonesla : a Iralar no secundo
andar da mcsina casa.
ao publico.
J. Ilandcr, com loja de alfai.ilo na rua Novan.
'2, recommcuda-se aos senhores que quizerem po-
iuir obras romo calcas, cnlleles, casacas, ele, Celtas
i-oin perfeijao. Nesleestablerncnln use eneon-
Irara' obra de fabrica, lomete efcre foitn pcre*i"oi"-
menda, de baixude loda a garanda, rorn toda a per-
feicflo possivel, e sempre do gosto e dn ultima moda
da Europa. Ser igualmente mmto conveniente e
reconimendavel aquellas pessoas que mnram n'algu-
nia dislanea desla ridade, e qoe riue^em pas obras
feilas com brevidade, e no prazo mareado. Tambeni
encontra-sc continuadamente no meamo ealsbeleci-
mento panno e fazendas eacolbidas para quelqutr
lira.
Kai praca publica to l'lm. Sr, juiz dos
feitos da fazenda so lia de arrematar os bees
segnintes :
Uina casa tic nedra o cal na na ('.n lloto-
colomb nos Afogados n. C", com-20 palmos
de frente e 10 de tundo, 2 salas e 2 quartoa,
avaliada em I8j/,dc Manoel tioocalves Serri-
na pelos orphSos do ioSo Lopes do Souza.
lima dila terrea na rua Imperial n. 200,
leudo 18 palmos de frente e 45 de fundos,
cozinna dentro, quintal cm aborto, araliada
em 'iooy, da viuva de Kuzebio Lopes.
Urna dita dita na rua do Com Costo nos
Afogados n.21, de porta ejanella, com IS
palmos de largura e :iii de comprimento, tett-
doa trente c o fundo de pedra e cal c os oi-
loes do taipa, quintal em aborto, em mao
estado, avaliada em 30?, de l'odro Dias de
Assis,
lina dita tlita na rua Imperial n. 210, de
2 portas, 2 salas, eozinba dentro, 1 quarto,
quintal em abono com 15 palmos do largura,
c 38 e 2 pollegadas de comprimento, avaha-
da em 00/, de Izidro Harques de Colonba.
Dina dita dita nos Afogados na rua de San
Miguel n. te, teudo 15 palmos do frente o 55
de lundo, cozinna dentro, quintal cm abarlo
e cacimba, avaliada em 100% de Maria Kosa
le Jess.
Urna dita dita na rua Imperial n. 208, a
qual tem 12112 palmus de frente c M de fon-
dos, eozinba lora, quintal ex. aberto, em
mao estado, avaliada cm 60/, de Manuel dos
Santos Julia.
Urna dila dila na freguezia dos Afogados
na rua do Molocofombo 11 i(, tem 17 palmos
do frente e iti do fondos, eozinba dentro,
quintal em aborto, toado o lado do oitfio do
sul cabido, avaliada cm 80<, de liosa Maria
do Josus Nascimento.
Urna dita dila de taipa na rua dos Pocos n.
10, de porla e janella, com 13 palmos d
trente o 20 de comprimento, 2salas, 1 quar-
to, quintal em aborto, cliao foreiro, em mao
estado, avaliada em 20^, de Kosa Maria da
ConceicSo.
L'tna dila dita no palco do I'araizo n. 21,
ooni porla e janella, tendo 20 palmos de lar-
gura o 00 de fundos, 2 quartos, salas, co-
/.inba dentro, quintal murado, eacimba
meieira, chao foreiro, em mao estado, ava-
llada em GOOj, de l. rnardino Jos Ribeiro.
L'tna dila dilu do jiedra c barro cm mo es-
tado na rua do >au Miguel nos Afogados u
117 A, com porta o janella, 2 salas, 1 quarlo,
eozinba deniru, quiulal om aberto, cm chao
proprio, com 18 palmos do largura e 43 ditos
o pollegadas de comprimenlo.avaliada em
*03, de Francisca Tlioodora de Lima.
Urna dila dila na rita dos Acouguinhos n.
>\, com porta e janella, leudo 5 palmos de
comprimento e 14 ditos o 5 pollegadas de
larguia.com 2 quartos e I sala, sendo a dita
casa entaipada, em mao estado, avaliada em
80-, de francisco de Paula Siqucira.
Urna dita dita do pedia c cal uo largo do
Remedio i. 9, leudo 3( palmos de largurade
87 ditos do comprimcnlo, com 3 janollas e
frente eiividia(;adas, 2 salas, 3 quartos. eozi-
nba dentro, quintal em aberto, com 4 pos de
coqueiros, avaliada em l;000? dos lilhos de
Joaquim Jos Luiz do Souza.
Lina dila dila meta-agua na rua do San
Miguel n. 85 de pedra c Cal, leudo 8 palmos
de largura e 20 de comprimento, c leudo s-
menle urna potta do lenle avaliada eiu 40/,
dos herdeiros de Joaquim Caelano da Luz
Urna dila dita de taipa na rua dos Tocos
n. 1, de porta ejanella c com 15 palmos de
largura e 7 pollegadas e 25 ditos do compri-
mento, 2 salas, 1 quarto, eozinba dentro,
quintal cm abollo, chao foreiro, em mao es-
tado, avaliada cm o/, de Joo Antonio de
Lima.
Um terreno na Soledade, tendo urna frente
deipedra e cal n. 18, com 200 palmos de com-
primento e 24 de largura, leudo urna eozi-
nba cm mao oslado e cbao foreiro, avallado
em I50",f de Jos Francisco lielcui.
Urna casa terrea de taipa na rua do Quia-
bo dos Afogados n. 6 com porta e janella,
tendo 18 palmos de largura n 5 pollegadas
de comprimento, com 2 salas, 1 quarto, co-
zinha dentro, quintal murado, chao foreiro,
avaliada em 50?, de Josepha Maria.
Orna dita dita na rua do Quiabo|nos Afoga-
dos n. 62 de taipa, com porta e janella, tun-
do IS palmos o 7 pollegadas de largura e 51
dilos do comprimento, 2 quartos, 2 salas,
COZinha dentro, quintal em aborto, cllo fo-
reiro, etn mao oslado, avaliada em "09, de
Josc .Mendos.
Una dila dita do taipa na rua do Qniabo
nos Afogados n. 2 com porla ejanella, tendo
18 palmus do largura o 31 ditos e 5 pollega-
das de fundos, 2 salas, 1 quarlo, eozinba
dentro, quintal cm aberto, dio foreiro, em
mao eslado, avahada em <>o#, de Joaquim Jo-
s do Mello.
Lima dila dita de pedra e cal na rua dos
Poeos n. 22, com porta e janella, tendo de
largura 22 palmos e 5 pollegadas o 4S ditus
c (i pollegadas do comprimento, leudo mais
2 salas, 2 quarlos, eozinba dentro, quintal
eni aborto, chaos foreiros, em intiilo mao
oslado, avallada om Gl/, do Miguel Louren-
co Lopes.
Oulra dila dita sita na mesma rua n. 24,
tPttdo22 palmos e 5 pollegadas de largura e
48 ditos c 4 pollegadas ae comprimento, 3
quartos, 2 salas, eozinba dentro, quintal em
borlo o com 2 portas do fronte, avahada cm
lili', de Miguel Louroni^o Lopes.
Lina dita dita de pedra o cal sita na rua
dos Pocos n. 21, em chao foreiro, com nina
porta e janella, 2 salas, 1 quarto, eozinba
dentro o quintal em aberto com 21 palman-
do largura e 44 do comprimento, avahada
em I0u-, Uo Miguel Lourenco Lopes.
Urna dila dita do pedra e cal na rua Impe-
rial n. H, com porta e jmila do lenle, leu-
do 18 palmos de frente e 110 de fon los, com
2 salas, 2 quarlos. eo/iiuii dentro, quintal
tnuiado e cacimba moioira,avahada om 700-,
do Manoel Vicente Ferreira.
Urna dila dila do pedra c cal sita na rua
da t.loria n. 53. leudo ls palmos de fente e
60 de fundos, eozinba lra, quintal murado
e cacimba moioira, avahada cm 1:200/, do
menor Manoel do Souza liraga.
Urna dita dila de pedra e cal ua rua do
Forte n. 10 A, com utna so porta, som re-
parUmento, tendo un pequeo quintal em
aborto, com 15 palmos do lenlo e 50 de
comprimento, sem ladnlho, cm mo eslado,
avahada om 330/, de .Manuel dos Alijos.
Uina dila dita de taipa na rua do ijuialni
n. 26, com porta e janella, 2 qaarlos, eozi-
nba lora, pequeno quintal, com 21 palmos e
7 pollegadas de largura e 70 de fundos, ava-
liada em 200/, do Joaquim Antonio Vieira
por Luiz Placido.
Urna dila dita de taipa nos Afogados na
rua dos Pocos n. 8, tendo 22 palmos de fren-
te c 1011 de fundos, eozinba dentro, quintal
em aberto, avahada cm 50?, de Joanna Ma-
ria dos Prazeres.
lima dita dita na rua Real n. 37, cm chaos
proprios, com porta e 3 janellas eiividrac.a-
das, 2 salas, corredor separado, 2 quartos,
eozinba l'ra, quintal murado, cacimba so'
em bom estado, avaliada cm 1:000/, do Jos
Gomes Moreir.i.
Oma casa de taipa na freguezia de San Jos
ua travesea dot'reitas n. tfi, tem 26 palmos
de frente c 41 de /undos, eozinba dentro,
quintal em aborto, avaliada etn 80#, de Jos
ferreira.
lima dita dita de taipa na rua de San Mi-
guel nos Afogados.de podra e cal 11 117,
com 18 palmos de largura o 43 O 5 pollega-
das de comprimento, com porta o janella, 2
alas, 1 quarto, eozinba dentro, um pequeo
Suinlal em aborto, chao proprio cm mao es-
tado, avaliada cm 70/, de Francisco Vieira
Pacheco.
lima dita dita arruinada na rua de Motoco-
lomb 11. 38 de pedra e cal, com 26 palmos
de frente e 60 de fundo, 2 quartos, eozinba
dentro, quiulal pin aberto e sem coborta
por 100/, de Joo da Cruz.
Mina dita dita na rua dos Pocos n. 3 de tai-
pa com 10 palmos de largura o 3* ditos de
comprimento e com porla ejanella, 2 salas,
1 quarto, eozinba denlio, quintal em aborto,
elido foroiro em mo estado, avahada om
509, de Aulonio Luiz de Freilas.
Urna dita dila na rua da Soledade n. 60,
com porla e janella de frente, com 30 pal-
mos de largura c 41 e 5 pollegadas do lundo,
cll3o foreiro com 2 quarlos c 2 salas,em mao
estado, avalla la em 200?, dos herdeiros de
Atina liertrudosda Conceicao.
Urna dita dita em mao estado de taipa na
1 ru.i do O'iabo nos Aflbgados 11. 4, com por-
ta o janella, tendo ts palmos da frenlo e 34
ditos 05 pollegadasdecomprimento, 2 salas,
' 1 quarto, eozinba deniro,quinlal cm aberto,
eh3o foreiro, avahada cm 50/, dos herdei-
ros do Maiia do Espirito Sanio.
Um sitio de trras no lugar doArraial,
"om rasa, do vivencia, tendo una porta e 2
janellas de frente, 5 ditas nos o i toes, cora
42 palmos de largura c 107 do fundos, 2 sa-
: las I gabinete, 4 quarlos, eozinba fra, ar-
; roredos de fruclos, em mao eitado, avaliada
, em 2:000/, de Manoel Ferreira Chaves.
A ronda anuual da casa terrea de pedra e
cal, na rua da Paz nos Afogados n. 2. com 2
portas, 2 salas, I quarto e eozinba dentro,
qu nial em aberlo e chao foreiro, tendo 58
palmos de comprimento e 21 ditos de largu-
a, avallada dila ronda om]l2/, de .Nicolao
Antonio.
Lina casa terrea do taipa na rua de San Mi-
guel dos Afogados n. 50, com 10 palmos de
frente e 35 de compritnenlo, com porta c
janella, avaliada cm 45 de Paulino llercu-
lano de Figueiredo.
Uma dita dita do pedra ocal sitaem Fra
do Portas no becco do Tetxeira n. 5, leudo
15 palmos de frente e 22 de fundos, e sendo
entaipada pelos fundos, em mao estado, a-
valiada cm 2003, de Ricardo Antonio Vianna.
1 'ii 1 dita dita tic pedra e ral na freguezia
da Coa Vista, sita na rua Ta Conceicao n. 11,
a qual tem 23 palmos do frente c 85 do fun-
dos, eozinba dentro, quintal murado, ca-
cimba moioira e chao foreiro, avaliada etn
1:000a, da sania casa da miscricordir de O-
linda.
Urna dita dita cm caixfo com porta eja-
nella, nao acabada, tendo o 11. 44, na rua
do Quiabo dos Afogados, tendo 30 palmos de
frenlo o 80 de comprimento, sendo do pedra
e cal, cm mao estado, avallada etn 250*', de
Thereza Amaro de Jess.
lina dita dita de taipa na rua de San Mi-
guel nos Afogados n. 93, com porta c janel-
la, lendo 21 palmos de frente 62 de com-
primento, 1 quarto 2 salas eozinba dentro,
em aberto, chao foreiro, cm mao estad*,
avaliada em 60/, de Vioeucia Ferreira de Al
buiuorquc Maranbao.
A renda annual da casa terrea na rua de
Santa Hita n. 107 por 24/, do Joo Ihomaz
Pcreii-a.
Un'as toboas de pinbo de armatjao
por
Um balcSo da mesma madeira por
Um caizSo para amostras do venda
por
Oma balanracom pesos de 4 libras
al meia quarta 301100
Oito medidas do rol ha por CO
Dous garrafocs vazios por 15OOO
Seis cadeiras americanas por 1M00
lima mesa de pinbo sem gaveta por 400
Cincuenta garrafas pretas vazias por 2-000
(litcnta botijas vazias por 1-600
Cinco bareia vazios por (000
Qualro barricas sem fundo por 640
20-800
de Gregorio da Cosa Monlciro.
Quatro ancoras novas a 29500 cada
tuna 10.-000
Dous barra a I3QOO cada um ituono
Urna lina de madeira por 1-000
2I5OOO
de GcraMo fos Pereira por Manoel Joaquim
do llego Carros
a armacSo da loja desapateiro da
rua Di relia n. nirt a qual lem cai-
Silhos com vidros por 10-000
do Joan Comes Pereira.
Os prctondenlos comparecam as 111 horas
do dia. 17do corrente na sala das audien-
cias.
Procisa-ae de urna rriada que saiba cozinhar
para nina casa de pee! solleira: a Iralar na rtn da
I man pnr delraz do palacete' do Sr. liarao da Ioa-
\ isla, rasa do Sr. Ir. Antonia Herculann.
No dia 16, as 11 horas, na sala das audiencias,
depois de linda a do Sr. Dr. juiz de alsenles, se ha
de arrematar o terreno silo un alerro dos Afosadee,
dividido em lote-, o qual perlouee a ln-ranra do li-
uado Antonio da Iroidade, e vai a' praca a requeri-
m.nla do procurador ii .cal da fazenda, a'sini como
114 pe de coqueiros s,i0 do mesmo terreno, o que
ludo coma do escripio em poder do porteiro.
Allencrio.
Falla-"- i|uo n aorado do paleo do I I
S anteara ruina, polo queja sC nIU lou mil ill-
quilino, norlanlo rnca-ee a quem compete 1 lea
vigilancia cuidado.
O padre Antonio Joaquim da ConcicSe e Sil-
va, subdito portuguez, retira ; para fi 1 1 di.....
P8~'Preeiea-ee de .una petaoe forra dui \'r "* '"' """""- """ '"'!J ""'"''""l
o erviee de ama senhora soit.ua : na rua
do Cosario, pruneiro andar do sobi Ion.
na do armador.
m i
1 familia honesta cin-arre^. -.- de i.-
njatato-
preslenaln a e#-
eoni ,opa I-va la e en*oiiiiiiadfl. e ln-lo o
rile 11 ae h luneeaue, nanananle reta
i' : 1 r. :
n 1 ua
a fallar rom o Sr. Josr Imoiips Leal
11 do !:'.i.'io. ":l.
O Sr. Antonio de Barros ten tima caria lim'i
de Porlogal, freonezia de Cu Fro, a qu 1 pude pt
enraru travessaMo Quelmado, ea< f v'll\il|i ir tr/'l WK
Precisa-sede una ama .:.- lene 1- boa con la MU V llfj ^f,Hl JlH^
la : na ma da Cruz n. is, secundo andar. Mllt I ll.\
Alusa-se a enea terrea de n. 27, tila n rua 1 1 1 <<-.
Real junt o Mangoinho. combo.., commo tos-i,,,, eitafc-kridn Londres n l*.*fi, ,-<,.
-ronde arma/em no fundo, com f.irn.. ; ..,., ,ud. n.'. .lili l-i'OS rn'ilii. IfJgO rsulii.- \ul.is
ludo por prec.i multo commodo : a tratar no bra-
dn de 11. 6 na rua l;-..l.
Alu.'a-sn nma rasa de nm andar que lenha
quintal, em qualquer rua do bairro de S. Antonio,
e pa^a-se bem : quem tiver para alujar ;proeura
na rua da Praia, arma/em de .ame n. 13,
Pedc-seao Ulro.Sr. Dr. Antonio Bereei l.-al,
qne quaii.ln vier a esta praca baja do eppareeer na
rua da Cruz no aima7em francs n. 27. a negocie de
sen inleresse e de urgencia.
Capital t I.-iiiii.iniii.
Agentes para iVi-iiamliiiroC. J.
C.
\sl.J.
,-'.
O "
NOVA
L Italouuhe aeabl menlo de i elogios sui'-sos tic lom 9t <|imlHl-ies.
lano de ouro rnnAa de prala, dito* ujilvniii>a(ios e
.ideado*; ..s^m como Im l.tnilipin meu lirn "ine-
iros e ralogina rraiicezes, com caixas. lodoi arttaB-
t'ados.
X*
ESTRADA D. FERR
do er.ifc ao S. Francisco.
SEGUNDA r.ll AMADA.
Os directores da companhia da estrada de Trro
du llec.fe ao San Franciace, tem Keilo a secunda
chamada ou terceira preslacao; de duas libras es-
le linas ou rs. I7>777 solre ca.la ac^io na dita com-
panhia, a qual deva ser pasa ate o da 7 de t/ulubio
de ISti, ua Baha, na casa dos senhores S. Diveu-
porl e> C, na corle, na casa do senl.ores Maua' M.
Gregor ,\ C, e em Pernambuco, no earrinferie da
coinpanliia, rua do l.respo.
O,accionista que nt. realisar o pagomenln ilanlro
do termo indicado, podera' perder lodo dimito as
acedes sobre as quaes o dito pagamento nao livor ef-
fecload, e e.n lodo caso, lera' de pasar juros na
razio de cinco por cenlo ao anuo, e de nao receher
juros ou dividendo da companhia, pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o palamenta e*a
sua realisaco.
.Ni'iiinnu aulo de Iransfcrcncia pude ser resislrado
depois do dia 8 do corrente, antes do pasamento da
chamada.
Por ordem dos directores
.. /'. VEREKER, Ihesoureiro.
Itecifc i de Miembro de >.'..
Bilbetes re visita.
liravam-se e impriincui-se com perfeicao bilheles
de visita, lellias de ronunercio e lodos os objeclos da
arle calisraplnca, regialroa, vinl.elase quaesquar de-
senbos, abrem-se lirtuas, sinetes, laulu a laliia doce
como em relevo, ornamentos em objeclos de ouro e
prala, fa/em-se risos lindos e originaes para barda-
dos de labynnttio ; admitle-.-e a recusa de quaes-
quer desles objeclos uo caso de nilo licarem a conten-
to das pessoas qoe OS eticoinmeuaarc.n : que... pre-
tender dirija-se a qualquer destes lugares : uo bairro
do II" ir. rua da Madre de Dos u. :!J, pri.ueiro
andar ; em Santo Aulonio, na livrana dataiea do
paleo do Cvllegio u. '2 ; as lauro Ponas, sobrado
da quina coulronle a matriz nova.
Prxedes da Silva liusmao pode sor procurado
para qualquer negocio de seu pai, das '.I lloras da
manhaa as :| ou ida tarde,no escriptono do Trapi-
che Hamos ou arma/.em da illuminaco publica,ames
e depois dessas lloras cm casa de sua residencia na
rua do Imperieln. ti'i.
Una .Suva n. IS loja de M. A. Caj ,\ <'.. con-
tinua seui|ire a ler um grande sortimeulu de i tras
feilas de a.laiale, laulu superior, ruino mawillfe-
rior, camisas fraure/.a-, brancas c .; cun
valas, culaiinhanj,chapoi francez.es, dilos
abeJM a-s.snado, em v.rtude ,le de.i
heracH. da com.ni,siio di.ecloia do Majan
/ o, t'tilritii' i, len. a l.o.tra i- rmoi un '
V,.* -' lodo* o-.Si". SOCOS do l.ir.1.111 M'tlilr I', i
- em seral, para reuinreni--e na terrera -ala
'; da lamida le de Direito n.-la clade na
*.,.i da 1:1 d correnle naos, ao meio ota. naSH
^-j de ser discutida eanfHWVaaia inissmna>aja>
'r._ ial a n l una do- rc-p?ilivoj i-lali.lo.. \. _
'.' que s-r apre-eniad.. |k-Ii mc-nia ronimi-
r ;. -ao direrlora vMe como .-cm a n-lnida
I". ie forme seria man carie e ...vil ,el .. de
: ;* ploravel dc-^ppare. imenln de lao pa r
:.J bella instituirn. Kecit* de aelrniUo
-, de 1836.fyaBanero ftiimn Cerina, nn-
:' .neiro-e. retarlo e ...enibro da ronimis-ev di
rectora.
:-KK'r.y.?\ K' ''.' ttOQO&OZl' '
Procisf-S'de ii.ikilkolm,>, nnrt<
nli,un traballiado rrn vi\i'uo>: nosolu..
iln do Clicr.i-.Mciliiio, fall ir.i - -"v* .- ,.-r, *-'>:.><*:>>'
4. mi DFM1STA. i
U>contiui a a residir na rus.Nova ... I, prime i #
IS ru anda. an
.. Mftttl**I
Precisa-se alosar 6 proles para armaiem dr
aouc.ir : quem tiver e qu./cr alanar, dH-ija-v* roa
do Apollo, arma/em n. ill, que achara rm qWm
tratar.

'..?
-.
-/
Jtapnio.
i.ompra-se um raiiorrinho do reme : na rua
Helia i.....
Compiam-seanobresda divida prnviitcial na
roa das llores n. :I7, pi nucir andar.
(ai ni |.. an i-e 2 uu :l rai\o.- i-ran le-, que ~k
vain para deposito de bolaeha, ..-un r ...... nalama
grnale e peipii-ua, pesos dr arroba, a l|, e nsn>-
l.e... s frascos mandes de vi.iro que airvan para So
buhos, (i latas de folha c 2 na I caiv.'HH de .avrla.
que sirvam para amostras: quem liver BUje <
rua do Mondeso n. ..
-Con:pram-s<: ijiiatro qtiarlaos pai
serviro de inmilnU, Ojae nao <-\ocdnm ;.
!) aimos de idade: na rua lo Gllrr;io
n.21, primeirn andar.
Compra-se uina armaran que sirva para padaj-
n i. ou al-ons caivoes para a m.-ma : a fallal nana
Manoel Antonio da Silva Mella, ram de Vicaria n.
15, pruneiro andar.
i : % Itir*.*.
33000
1-000
9m000
seda e paiiniubo,suspensorios de borraclia.meias para
seuhoras, homens, iiieninus, rasendaS .:t.i qualquer obra de eiicomiiieuda com a maior preato-
za e bom de.seuipeubo, em iim qualquer penma que
vier a esla loja, tirara um fado complc-lu e |.or .ire-
{0 mais commuilo do que em oulra qulquer parle.
O curador da licranca du liuadu AlHoOlO du
IrindaJe avisa nos foreiros dos lerreoot domei o
linadu. que eaule devendo furo, de vtreni pagai den-
ro desles S das, a conlar da dala deslc, e bem a-airo
09 arremataulcs das casas por execur;,lo .. vxeilda,
o laodeimo c foro que eslivam a dever, porque n.io
saliifaendo nesse prazo, os cbainara' ajui/.o.
Precisa-se de una ama de leile : em casa de
Jos Joaquim Alves da Silva : no largo da Assem-
Idca n. 8.
Na lerrja-feira, 1G do crrenle, ua s;.la das iu-
liem'i.i-, linda a do Illm. Sr. Dr. juiz de orbaos, se
ha de arrematar a casa terrea com srjndeqiiaulidade
de terreno aos .lo- c fundo, lila defronle da isrrp.
de A. S. dos Kemedius, penboi.ida aos herdeiros uu
major Francisco de Assis Campos e sua muloer. por
evecucao do Ezm. Sr. visronde de Luir,a qual esla
avaliada por gHMOjS. He a ultima praca.
Na terca-leira, Iti do crrente, na sala das
audiencias, linda a do Illm. Sr. Dr. juiz de Drenaos,
se lia de arrematar diversos escravos perteucenle ao
casal do lina o Joaquim Jos te Miranda, a renne
rmenlo do iuvenlariaute Bernardo Amonio de Mi-
randa.
O Sr. Josc Manoel de Araujo que leve laberna
na rua do Arago, qneira ler a bundane de epnaSn-
cer oa lravesa da Madre de Dees, armazem de Joao
Martin de Barros, ou annnncieana morada p^ra ser
procurado, pois las-semnilo preciso fallar seiba.
Precisa-e lomar a premio de om por cenln ao
mez a qnanlia de 0:0009000 sol. boas bnnaa ou by-
P .ibeca em predios nesla cidade : quem os quisa*
dar innuiicic a sua morada para ser procurado.
- SS
.i ur
Vendem-K linrjtias do Kio-l.r.insH, .
initilo novas e sii|icriorps: na rua ala
Praia. ann.r/.cm n. 18.
Ven lo so uu.a vacra muit boa de hile m.
urna bezerra : na tasajeis Asseinl.b a u. (..
Vendec UUM mulalinl.a de I ai......de idade,
c um moleque de III : na rua te Oannnaa n. .1.
Vcndcin-se os verda.leir.is rharulns vari-la. '
S. l-'elu, ebegadee p,.|u aHInta nenie etnSta par menos preco que em nulra qualquer nueve
ua rua do Qneiaanne \\* de Inrranjnnnn ii
ATIE.M.\ii.
\ende-=c una cvccllenie uesra rriooli.. njnra.
que eecinna o diario de nina r.ia, enaiuuiiia c 1 ,\.-.
e tambem vei.de ua .ua por ser le mullo 1* >a ci lu-
la o nao ler vicio. : quem a prel-nder dir.ia-w a M
los Hartjrree a. II.
eirVF..M>K-SK
' ; de ni an da tatarta cu. um uneunannarea
ja loja regula na Mr kaaM pn sa ls I ir
' : niu n o prctee lar e inanrnt njinja is a mu ..a
> aul, de (aula lab rna n.'., nara bnUar a rc.neii...

Vi?
> ...;., ;t \J:,;.,:._jr,
DCLAhgAO.
O artigo estabelecimento de la- A
lrica de chapeos desta cidade, na ''[
piara da Independencia ns. i a ;"*
50, de qne lie proprietario o Sr. ,;I
Joaquim de Oliveira Maia, conti- p-f
nua nomestno lugar e casa, sen- Si
, do actualtnenlegerente deste esla- X
'i J>elecimentooSr. ManoelFrnncisco ^r
' Moreira .Maia, tendo-se concluido w
*; decouimum accordo, e portar
-./ lindado O termo do contrato des- \S
V de o I- ejalho de 1856, coi que Q
^ era gerenle o Sr. Jos Joaquim U
y- da Costa Maia ; e por isso nada f
~f mais tem este Sr. com dito esla- ?
$ betecinaento. Recife ."-de setetn- i-^
^J brode IS.'ifi.PorprocaracioHo
v)3 Sr Joaquim de Oliveira Maia, Jca- C5
3 quim da Silva Castro. '-
S-J.'....-'.. -s -. ...';.....'..'...
Na rua Nova por runa do Sr. Ileckcr, allaiate.
precisa-se de uina ama eaerava ou rorra, que saiba
cozinhar e faca rompas na rua : paga-se b.in.
Ao publico.
Josc Anacleto, bem conliecid dentista
e sangrador, pode ser procurado a cjual-
quer hora do dia, na Camlioa dn Carino
n. 20, para sangrar e tiiar bem denles,
por precos a' vontade n quem llie rJer a'
preferencia, ebumba denles, separaban
os da fenle e applica ventosas sarjadas.
....'.:..'. '-." ': ;. ;';. '-, -.., .-.
-.- -jj '^'..s-..- -. \......... ... ,.....,.-
O
: .
dentista mmi
.-

'.': 'aul ''a'snouv. de volla de sua vi
..._. a fcuripa, esta morando na rua Nova n.
. II, pruneiro andar, onde ni Ir
do a qualquer hora.
'-'.*'. "''.."'.;''. ** *"' '-
'... -^ -. .< ^r^., ^: ., .. .
I recisa-se alujar uina ClCrava que '
lavar n engommar, paran nrvi i '. i oa noilia
ingeza- na rns do Trapiche Noven. :.'. em ciial
de Paln Nash (\, Companhia.
Precia-se de duas peasnu ; ira en ;on-
lerna de nma casa ealranqe'.ra, uina |u cozubee
ciiHomme, e oulra que eotenda de costara uj rua
Nova n. 17.
A QUEM CON'VIEH.
Manuel (jiincalv.-s Harros, pelea uu- .1. v. .......
para virem salisfa/er sen* dcinlo. al o 6m locer-
lente mez ; senao qui/.erem ver sen- nomea por ev-
lensn nesla folha ; c serem escrutados judicialmcule.
itecife 0 de selembro de 1856,
Alusa-se a rasa terrea da rua do Arante de n.
10, mullo propiia para p.".r qualquer negocia por es-
tar em arma/em, ler tres portas de frenlo, bstanle
lundo, e e-lar em bom lucar. sendo en alosoel
muito em corda : a Iralar na praia da Boa-\isla n.
0, botica.
Vend te anean eras uu aunarte* unaflunuM
.ni barra de quarlo: no nunaMusaa .ic .-o,..:. .,
Mellar & L., roa do Torres n. :!.s.
\ ende-en, pcrinula-se ou arrendase nm
le silio coa muil.i leve au. planta de cap.m.-m .ai
sea mi....., ai;ua permanenle pelo rucho, quann
dude de arvarauan da fru de ntfnran qualmdr-.
mu e bem carsnaadas, enea oran ie e nnnannru .ir
pudra e cal, e eajurea adeudos que ... ae vendo na
a pretender dirija ... ao l.apiche dn nnnaMn, >laK
luirs ,|u da as :1 da larde, ou anuiincic, mesan-.
dirija-se ao lugar du Remedio, an lenle-cormel
Josc (.aciano de Medeiros.
\ endem-se I cscravos, sendo urna pela .:
idade de IS annos crioula, oulra de idade .le '.
annos, com principio de varia, habilidades, unen r
travs de meia iJade com bonitas usura ; na rua
I'.n .la n. .').
Arenmelo ao U .rateiro.
Na loja do haraleiro, na roa da 1 jdeia do Rer.la
n. SO, defronle da rua da Madre de neos, ha ,. ,.
vender alem de inuilas f izendas que em porra* e. *
relalhn se vcn.lcm por baratos preco., l.anihorc- os
biim lio lino de puro ludio proprio para ole*. loa-
Ibas, emulas Icncoes. m p.-.-a, de -ai ara. ,
l-sfiCK) e lllj/, dilo mais clicio du la qaalida-aVe pe
cea de. 30 varas a IJ? o I.I5.VKI. panno .le |.ho h,...
1 i.iil a vara ou 88 a peca de 12 \\2 varas, raland.
se a acabar, panno de Idilio fino par* lenco*, cooi
varas de tarara a .WIIO a vara, corles de br.m dn
linno de cores para Salea, padie* nevos a .'ijjiai,
dilos de falla de crese branc. paia clleles wa
c I--, easemira prela Tina a 2, ^(Sl e :^ajem r..-
vado, panno azul ;rnsio a t.?eJU o rov.lo, panno
jne nielo e a^ul de boas qualidades .. I-val. ,-om..
IjjiHI, > c lo, camisas fraqcczas bramas ., |- ,1
cada una, e -ir. .. dulie, dilas muito linas rom i>ri
los n rollaiii,bu. n'c cores c brauros a !i'asi oa a *r>
a du/ia, un lapollo lino para canil -s a i^Nl, .> e
.""J600 a 1 ".;.!, c mais baivo para :i>jnn, :t-'ai, ;t-*ia.,
3s800c 1-s. im'i bom p.ra pulo, a l>HSI. e mo.
le lino r. l-vton e > a vara, e a peca por lio. |K o
2I<-, pcilo. para omisa brincos e de cores com po
nhoa c rollarinho., por haralo preca, asitm romo
oulros mullos objeclos indispensaveK
Fazendas bo.is e baratas.
Na loja do har.T.eiro da rua da Cadeia do Renta
n. .1, defronle da rua da Madre de llean. achara., o.
freauezei bom sorlimenlo de fazrndas de bees aaa-
bdades, que a uuuMN a' visla so vendem por lura-
tiisimo preco, lano em atacado romo a relall.,,. ha
vendo entre minio vaneda.le boas chiles de raros li-
las de diversos padrAe*. o corado a IMi, Isu mi ,
a peca Ii-, l.-VHI, .-sito e 7^. cries de ras-.., a, ^
res bonitos padres, que n.'.n de-b"lam, cem 7 veras
pelo diminuto preco de l*U0, n.cados dulas lar-
cas fraucezas modernas, o covado a :*ftl -HO RI
:t0 c Kl, casias (lanceras de cores"a MI 'vara'
ditas em cortes de 12 e 1:1 varas mu,i ,, ^
azenda para vestido e para faino, desenlio, d.aren-
les, pelo barato preco de S-. corlea de andel...a o.
seda cor de rosa c azul com r.zenda para releer o
romo a 11? e l.i. crie de se Jai e~-ocezs lar. do
bonitos costos a -H?, cro.denaple prole annerioi 1.,
ra vestido1 a 45 e tOB o .ovado, chales .1, ,..
lino sem barra com franja de rele a .>>vm, 4,\ *,
cbaly com barra as.eimad- a tnanj it ^ n*,,^
bordado, de core, a K-. ditos muil.. Ooos bor.Udoi do
inna s.. cor a 9f>, e alem dc-las oulra- mnita. reren
das, que como cima f.ca dilo. se vendem harala.
ddo-se amostras, e aloja est al.crla de norte.
rk"\ ,"{ "" "* 'Ti" W'';^W.-..'
Zff Metal atnarello para forro.
:;?. Cabos da l'.iissi.t de Manlia.
;_'; Lonas, ln in/ k. < brim de vela.
:,:-i Pixeda Sueeia.
-' Cemento aman-lo.
3 Vinbodc Champagne e dn Kli.-i...
-; .: Pianos de armario de nuoanatm m.
cft vos.
; Armamento de looWasj .iinlida ,
-:;:- des.
; ; Alvaiadcjftio en p, ota r imi,.. ]
cm oleo.
.; P'drasde marnioi,
consoJot.
Papd de peto iagntx.
Chicotes para ca n
lauras inglesas de pautaste.
Copse clices de -:-*m irnnlasiii
\ .<-lem-se 110 armazem de
*^ C. J. \tle\ 4C.
pai. mc;.e
:-
.
-.
O
':
O
"
:
... ...'
.-
<>-.
" **. .
-.- -..... ......'..?..-. -..?
Vnaalana-as ~llin-. una nen
|icnic in.-div. di neranor .|...l,
'le que icm viudo a este in.-md..
no armazem de A.lam-^n ll.,,.;
4 C, rua do Trapiche n. VIMIO l'.i PciHln i;k.\I IMi.
\ ende-'e i.plimn vmho do Porlo em barr,. dn
quarto e oilavo, por preco razoarel- na rna d* r,
dea do Her(e n. 11, e-criptorio de Bailar \ tu..
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO




SImWQ t mkrMMQ Tr.fQ* FURI 16 SETEfHRUO II 18*6
TRIA
J\AMBUCAi\A
Vendem-se velas de carnauba a 1
macctte, e salmo bronco a i 60 a libi
a.
rs. a arroba, iguaes na luz as de sper
Deposito de cal e potassa.
Na rol di Cadeia do Recite, loja n. O, defronlc
la roa da Madre de Dos, conlinua-se a vender su-
perior cal de Lisboa eni pedo, receiilerocnle chcga-
da, e pota* rusaiana nova, de superior qualidade,
lir pre?o commodo.
Ka ra da Cruz n. 22, vcode-sc um eseravo
rtioulo, de 20 auno<, bonita lisura, hom cozinheiro,
com um pequeuo defeilo rjae se dir' ao comprador.
Na ra do Caldeireiro n. !)i, taberna, vendem-
se qoeijos de manleiga e de qualha, lauto em arro-
bas como a relalbo, assim como ditos do reino novos
a \nm.
Na rua do Qucimado, defronlc do
liecoo da Congregado, junto a botica
loja n. 34, vendem-sc cortes decasemira
innitolinas, a 4.S000 o corte.
Feijao mulatinlio.
I m para vender Anlonio l.oiz de Oliveira A/e-
vado, un seu armazem ua Iravessa da Madre de Lieos
i. 3 a 5.
Superior farinha de mandioca.
Vende-se na Iravessa da Madre de lieos, no anu-
zeui u. 3 a j, de Antonio l.uiz de Oliveira Azevcdo.
Jacaranda'.
Vende Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, no scu
escnplorio na rua da Cruz n. 1.
Na rua do Cadeia do Kecife, loja d. O, de-
r onle do rua d Madre de Heos, lia para vender
tomos de cabra, sebo derretido par velas de car-
nauba e cera de abelha, rcccntcmeutc chegada.
| A2#000.
Vcndcin-sc suecas com farinlia de man-
dioca pelo diminuto preco de S|000 a
sacca : no armazem de Paula Lopes, de-
i fronte da cscadinlia da alfandeg n. 5.
Potassa do Rio de Janeiro.
Vende-se na ruado Vinario n. 23, primeiroandar.
Sal do Assn".
A bordo da escuna Emilia, tundeada no Forte
do Mallos : tratau no escriptorio de J. lt. da l-'on-
m'c.i Jnior, na rua do Vigario n, 23.
! Vende-se a taberna da rua Augusta n. 94, que
i lica confrontando o chalan/, e o viveiro Jo Muuiz,
I que vende bastante para a torra, aluguel commodo,
i lem caparidade para receber urna familia regular, e
j a razao de se vender se dir' ao pretcudonlc : dirija-
1 se a rua do Vigario n. l!l, a fallar cora Firmino Jos
I i-li\ da Kosa.
"edas de quadrnkos mi li-
tios furta-cores a i,'iOO
e 1,400 o covado.
Na rua do Qaeimsdo n. 21 A, vnde-sc esta fa-
ztyada, chegada pelo ultimo vapor, chales bordados a
velludo : diio-se as amostras cora penhor.
Ai te 11 cao.
BOAS lJALl-
CAMELIA
Vende-se ou Iroca-se por om litio uma legoa de
Ierra de larco e roeia de coraprido, oin Ierro do en-
vendo Mombuca, e meia leso, de ierra aunxa deno-
minada Iiubiribas, cinco legoas distante do Pac, de
Cimaragibe : quem a prcleuder dirija-se praca do
Corpo Santo, a tratar coru o correlor geral Henri-
que iluilbermc Sllcple.
Goiiiia da tei;ra.
Vende-se mudo superior enrama da Ierra, ullima-
inenle checada do Aracaly : na rua da Cadeia do
Kecife n. 57.
SEliO 1)0 SEKTAO'.
Vende-se o luais soperior sebo do sertao em ra-
ma, e purilicado muile alvo, em poican e a relalho :'
na rua do Nogueira n. 21.
C. STAKK & COMPANHIA.
Kespeilosamenle aununciam que no scu cxleuro
cstabelecimento em Santo Amaro, continua a fabri-
car, com a maior perfeiro e proraplidao, loda a
qualidade de inachinisiuu para o uso d'agricullura,
navegago e manuiactuia. e que para maior com-
inndo do seus numerosos frecuezes c do publico em
geral, lem aberlo em um dos grandes armazens do
Sr. Mesquita im rua do llruiu, alraz do arsenal de
mal inlia, un
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabclecimenio.
All acharan os compradores um completo sorli-
ment de moeodasde caima, com lodos os mclhora-
inentos (alguus delles nuvos e originaes) que aei-
peueucia de muilos anuos lem mostrado a necessi-
dadu. Machinas de vapor de baila e alta pressAo,
lanas de todo lamanbo, tanto batidas como fundi-
das, carros de mao, edilos para conduzir formas
*1 assucar, machinas para moer mandioca, prendas
para dilo, fornos de ferro batido para familia, aras
dos de ferro da ruis approvada couslruccao, fundo-
para alambiques, crivos e portas para Tomainas, e
uma iniioidade d'obras de ferro, que sera enfadnnho
enumerar. No mesmu deposito exilie uma pessoa
inlclligenle e habilitada paTa receber todas as enco-
meiidas, etc. etc., que os anuuncianles contando
rom a capacidade de soas oflicinas e machinismo, o
pericia de leus olliciaes, se compromettem a fazer
ejecutar, com a raeior presteza, e perfeicao, e exacta
conformidade com os niodellt-s, ou desenlias, o ins-
Irucces que 1110 forem fornecidas.
t Vende-ie urna casa terrea na '.ravessa dos
Ouarleis n. 37 : a fallar na (ravtssa do Veras, na
Boa-Vista n. 20.
CEBLAS.
V'eode-se o raelbor que ha ueste Ronero,por serem
i'ioilo oovas e ltimamente chegadas de Lisboa, pelo
barato preco de 19200 o cento da despencada, e
IS00 de omino, e sendo milhcii o faz-se alguraa
diflerenca a vista do eomprador, c veode-se nica-
mente na travesa da Madre de lieos, armazem n.
18, de Francisco Alves Montciro J uuior.
C.liegaram as seda para vestido de tenhora e me-
ninas, denominada Camelia, de variados costos, pelo
diminuto preco de IjrliOO o cavado : na rua do Qaei-
mado n. :t8, frente do becco da Concrgarao junto a
botica.
Vende-se uma partida de (erras roberas de
mallas de muilo boas madeiras, e ptima de plan-
tajes: a tratar no Mancuinho, silio que olla para
os Afilelos, de Ignacio Francisco de Albaquerque c
Mello.
Madama Kosa Hardy, modista brasileira, lem
recebido um grande sorlimenlo de lindos chapeos de
crep de dill'erenles cores para senhora. que se ven-
dem pelo prora de 1(1.;, ricos enfeilos de cabera com
flores e litas para senhora : rua Nova n. 3.

f
madon. 19, loja de Santos Coclho, jf
vende-seo seguinte: V.
Cambraia* francezas muito linas a 300 rs. S?S
o covado.
?':
Rua do Quei-
Casemira de cor a IjOOO o corle.
2 Chales de merino bordados a velludo, "
t$ a 1SCO00. ^
S( Hilos bordados a maliz, pelo baralistimo -c-'
" preco de S&m. VV
Hilos de luir e lizos e dilos prclos bor-
H dados.
Aberturas

I'!!,!-.
de esguio de linhu muilo
I
Lencos de rclroz para senhora a 13000 S
^ cada um. ...;;
Sedas escossezas de lindos goslos, pelo j
baraliwimo preco de l000 o covado. ;-
!,? Uuardaoapos para sobre-mesa a 3300 a Pi
.; duzia. ;*;;
Esleirs da India proprias para forro de *?
alas comuma jarda de largura. @i
AVISO
aos ferreifos,
F. POf^f^Laterro da Boa-Vista n. 5.
Tena para vender a ventarle do com-
prador
CARVA0 DE PEDBA
da primeira qualidade, por preco com-
nioJo.
Na rua de Apollo n. 23, primeiro
andar, de Domingos Alves Malhcus, ha
para veuder uma esclava parda de 22
auno, boa coxinheira, cottareira e la-
Inrinleira, e engomma sollrivelmcntc.
ARADOS DE FERRO.
^a fundisao de C. Slarr & C, em Sanio
Amaro, acham-sc para vender arados de ferro desti
perior qualidade.
Xarope do Bos-
Hue vcrdadcii ^nual c|cUora
r Vendiese o manual eli'iloial, conlendo
kiai.aki.a do ROSARIO N.aST ,, leiregulamentardaseleirdes, e os de-
onliuua a yender-se este jarpelo qual ,10 cielos C dccisofs do {OViXIl por IJ280
a-enles no Kio de Janeiro ns Srs. Vales & Compa- ... < u i j
ulna, rua do Hospicio ii. 10, na botica do abaixu as- "a liviana ns. eo, .'la praca da In-
signadn, que garante ser verdadeiro. dependencia.
t ni rico piano de Jacaranda, de um dos raclhoies
e mais acreditados auloresde Parto: vende-se na rua
da Cruz, arma/em n. 40, no Kecife.
Chapeos de cas-
tor braneo.
Vendem-se chapeos de castor brauco, formas ele-
gantes e superior qtioliddde a S?*KN>: na loja do so-
brado .imarello nos qualro cantos da rua doUueima-
do n. 29, de Jos Murciru Lopes.
a loja das seis
portas
Fin lente do Livramento.
, Chitas escuras trancadas e lisas a meia pataca o co-
vado, e decores a seis vintn?, riscados francezes de
bonitos padres a dous liisloes c a roeia patara. cha-
les brancos de cassa proprioi pera Irazer em casa e ir
ao banbo a sello cada um, lencos de cassa pintados
para meninos a seis vinlens, e ludo o mais se vende
por precos que convidara a trocar diuheiro por fa-
zenda, das G horas da manhaa as 9 da noile.
LOJA PERNAMBUCAM ROA
D CRESPN. 11.
Rica fazenda de seda trans-
parente,
denominada lleliina. para vestidos de bailes, saraos,
Iheairos, passeios, vizitas : pelo barato precio de i.;
o covado.
Lansde padres modernos
achamalolados de muilo bom goslo : o covado a is
(para acabar.)
Ricos cortes de primavera
fazenda de laa seda (ranspareule, com 16 covados
cada corle : a 8*000.
< hales de tuquin
adamascados, de goslo novo : a JOS
Ricos chales de tuquian
do peso bordados em difTcrentcs pontos, represen-
tando desenbos variados, com srade lara : a
35}000. --w
Lindeza branca aberra
com I vara de largura, para soires, a peca com I
varas, por 99000.
Ricos brins para calca
de muilo bom goslo c cores linas : vara lc Lazinhas leves
para vestidos proprios da eslacao calmosa, pelo ba-
rato preC de 500 rs. o covado.
Orleans, de pora lila
de cores matizadas para vestidos de lubados recor- !
lados, pelo barato preco de 800 rs. o coxado, com i
palmo* de largura.
Chaly de llores soltas a|
800 is. o covado.
Vende-se chaly de llores solas de meato braneo,
fazenda esta muflo moderna ; dao-sc DMstrM com
penhor : na rua do Oueimadu u. -Jl A.
Velas de
Carnauba.
Ycndem-se velas de carnauba pura, as mclhores
que ha no.mercado a 1-J^XNl a arroba, esleirs de
patha da mesma carnauba, grandes e menores : na
rua do Oueimado n. b'J, loja de frrageu>.
Bonceas trance-
Barlholomco francisco de Souza.
Navalhusa contento.
Conlinua-sc a vender aSjOOO o parfpreco fixo) as
j bein conhecidas navalhas de barba,l'eitas pelo h-
bil fabiicante que ha sido premiado em diversas ex
pusinies: vendem-se com a cnndir.lu de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las alo 90 dias
depoisdacompra,resli(oindo-seaimporlancia:em ; haralissimo"preco de In-JW) e 1-H00
tasa de AousIo C. de Abrcu, na rua da Cadeia do; Queimado, na bem ceniecida lo de'miudezas da
! boa faoia u. 33.
zas.
endem-se moilo boallM bonecas francezas, pelo
roa
Kecife o. J.
dades he muito barato
Vende-se papel de peso e almarjo o melbor qua
pode haver nesle genero a 3, 1, .. e (i-iOOO a resma
papel paquete muilo fino e de muilo boa qualidade:
propriamente para se escrever por vapores para a
Luropa era consequeucia de nao se pasar srandes
portes de cartas, em resmas, meias romas, quarlos
de resma, ou mesnio era qaadtrnoia 80 rs., papel de
lindo verdaderamente alinaco e pruprio para carto-
rio a iS rs. a resma, verdadeiras penuas de aro de
hico de lanrja conhecidas |ielas nielhores que 'ha a
l>2il(l a eaixinba com 1-2 dudaa, dilas sera ser de hi-
co de lanca, mas lamhein muilo boas a (iSO a caixi-
nha cora 1 Jduzas, duzia de lapis muilissirao linaso
J-M, i00 e 500 rs., dilos para desenlio a 800 rs. i
duzia, caivetes muilo (nos e de todas as qualidades
e precos, tinta int>lcza muiln boa c barata : ua rua
do Uueimado, loja de miudezas da boa fama n. 33.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzala-iNova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, camlieircs e caslicaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris degra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo da munico, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Relogios
cohertose dcscobcrlos, pequeos e grandes, deouro
e prala, patente inslez, de ura dos moldures fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle?.: em casa de Soulhall Mellor A Companhia, rua
do Ion os n. 38.
Cobeitores de laa hespa-
nbes muito encorpa-
dosc grandes.
Vendem-sc na rua do Crespo,loja da esquiua que
volta para a rua da Cadeia.
Vende-se mn loniio mualo de 18
anuos a tratar na rua do Vinario n. 7>i.
Cassas pretas para luto.
\ endem-se cassas pretas muilo finas proprias para
luto, pelo baralissimo preco de SO a vara : ua rua
do Queimado, nos qualio cantos, loja de fazeudas da
Iwa lo n. 22, defronlc da loja de miudezas da boa
tama.
Refinaiia do Monteiro.
No deposito da rua da Scn7.ala-Vc-
li.-in. lili, vende-seassucar refinado de
superior qualidade, de arrolla para cima.
Leos de eam-
braia de linho
A 50, 400, 1500, e 640
cada uiti.
Vendcm-se na rua do Crespo, loja da .esquina qu
volta para a rua da Cadeia.
Pianos,
Vcndem-sepiaiiusverlicaesiiclezcs, de elefantes
modellos e excelleutes voseo, fabricados por um dos
mais acreditados autores, premiado na exposiraode
Londres: no armazem de Kostron Kooker& Com-
panhia, praca do Coriio Sanio.
Vende-se o silio com casa de sobrado do falle-
cido C-eorge Kenwortby, no lagarjde S.Jos do Man-
gumho, com arvoredos de (rucio e mais bemteilorias
que nclle se acham, sendo as trras do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Johnston J Companhia, rua da Senzala No-
va n. 2.
AGENCIA
Da fundirlo Low-Moor, rua JaScnzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontinua ahaver um com-
pleto sortimento de moondas e Keias moendas
para enj;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido e coado de todos os lamanhos para
dilo. '
Emcasa de M.Calmont & C, piara do
Corpo Santo n. II, ha para vendero
seguinte:
Taboado de pinlio, alcalrao c pise da
Sttecia.
AlcatrSode carvao.
Lonas de algodao.
Dilas de linho.
Esponja desuperior qualidade.
Drogas.
Tudo muitocommodo.
Para as senho-
ras que gostam do bom e
barato.
Vendem-se ricos penles de tartaruga para alar ca-
bello a 19500, meias de seda de cores muilissirao lin-
das para enancas de ura mol a um anuo, pelo barato
prego de IsNOII o par, leocinhot de relroz de todas as
cores para senhoras c meninas a 1?, loucas db laa
I para senhoras e meninas a .">00 rs., camisas de meia
| |iara rnanras al a idade de um auno a ."iOO rs.
i meias brancas do algodao para senhora muilissimo
finas a OO rs., dilas brancas e pretas de seda u inc-
i Ihpr que se pode encontrar a -j e 29500 o par, ricas !
I caixas para euardar joias a 800 rs. e (>, caixas mui- 1
lo ricas com reparlinientos nicamente proprias para
cosiuras, pelo baralissimo preco de VXKI, 3^)00 e I
39500, travessas de >crdadeiro bfalo" para prender I
cabellos, pelo baralissimo preco de Iff, dilas de tar- !
laruca a 39500, rico- leques cm plumas ecspclhos e
pinturas lini-.ima. a 2J, penles de hualo muito linos
para lirar piolhos a .'ilK) r-., lesouras linissimas c de
todas as qualidades, ricas trancas de seda de todas as
cores e larguras, ricas lilas de seda lisas c lavradas
de todas as largura! e cores, bicoa de linho finissimns
de lindos padres c todas as larguras, deas franjas de
algol.io branca- c de coies proprias para cortinados,
mitras muilissimas cousas, que ludo se vende por
lo barato prego que aos proprioi compradores ser-
vir de admiraran : na rua do i.lueimado, na bem
conhecida loja do miudezas da boa fama n. 33.
Para os namora-
dos.
Vendem-sc (..Ibasde papel muilo bonito, proprio
para correspondencia de namorados, pelo barato
preco de 10, 80, 80 c 10U rs.: na rua do Qucimado,
na bem conhecida loja de miudezas da "boa (ama
(l. 33.
elogios de patente
inglezes de ouro, de sab'onete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel.em easa de
Augusto C. de Abrcu, na rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. 3.
\
ama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODO"<
SABEH.
Vendem-sc libras de Indias de boa qualidade n.
50, 60 O 70 a 19100, ditas muilo linas den. tot', e
120 a l;ti()0, duzia de lesouras muilo boas para cos-
lura a 1:?, dilas muito lioas e grandes a I92OO a du-
; zia, periiibas de hico estrello a .'SO, caixnlias com
fton* Irancezas muilo linas a Kid, caixinbas com
I II) oovellosde ludias de marca muitissimo tillas a
I SO, braceletes encarnados muito bonitos para meni
as e senhoras a -JIM rs meias brancas muilo linas
para senhoias a 240 e 300 rs. o par, ineadas'.Sdc li-
nhas muilissirao linas para bordar a 100 e l(0,| bo-
loes demadreperola minio linos;para camisas a(00 rs.
a siosa, boloea imiilu linos de ac para calcas a 2S0|a
grosa, fivelas douradas muilo linas para caicas e rol-
letes a 120 cada una, penles de balea moilo linos
para alisar a 300 rs., pecas de fita de linho com l
varas c meia a 50 rs.. caixinhas com colxetes france-
zes a (.0 rs.. cairelis de linhas de 200 jardas de
muito boa qualidade c de lodosos nmeros a SO rs.,
macos com (0 trampas e de muilo boa qualidade a
oO rs., pares de suspensorios a 1(1 rs., torcidas para
randiciros a Sil rs. a duzin, carleiras de marroquim
para algibeira cora molas douradas a (00 rs., cane-
las para pennas de aro a 20 c 40 rs., meias brancas
e
Meias de laia na-|CAms fimssimas para yol
TRETE.
Vendem-sesuperiores carias francezas para volta-
pelo baralissimo prego de 500 rs. o baralho .
na na do Qu.nnado, na bem conhecida loja de miu-
\ eodem-se superiores meias prelas de laia para I ***** lS-' boa '"" 33.
padres, pelo baralissimo preco de IsKIKJ o par : na
rn do Qucimado, nabem conhecida lua de miude-
zas da boa fama 11."''
CAL
ra padres.
33.
E
POTASSA
Vande-M potassa da Kussia c americana, ebesada
ncslfs diai, e de superior qualidade ; cal de Lisboa
di mais nova que ha 110 mercado : nos seus dnosl-
os na rua de Apollo 11. I A, e 2 B
LfiS PARA HOMENS E SE-
NHORAS.
Vendem-sesiiperiorcsluva.de pellica muilo novas
Perfumaras de
bom rosto.
Ra loja da boa fama eneonlra-se sempre um rico
sorlimenlo de perfumaras de todas as qualidades,
sondo seu autor o melhor que ha cm l'ari, riquissi-
iiios frascos de extractos muilissimo linos, pelo barato
prego de 1*100, 100, dp c 29500, jarros de porcel-
laua delicados e de modernos goslos com banha ran-
COU muilo fina a 2, fraseos com essccncia 320. paos de pomada franceza muiln boa 100 rs.,
liara homem ~Ztt~mt5?TFSto!rl' c'V"* l,'",,',"'""S c """"* ,la ve'dadeitfl na de
seda muito boas e sera dcfeifa amare las nre i Hv """ fe" ,8 ^^ 5abo"> fi,IM <"
- o franca, para bouiem e Sntar.TSoilO' S ^t^T^^T^" ^^ ^ ^ +
o par, .lilas pretas de torcal muilo boas a 800 reis o
>ar. ditas de lio de Escocia brancas e de cores para
senhora a 100. 500 e (00 reis o par, ditas
homem
dita
de fila decs de'todas as larcuras'a'-Oe "m, lITas '"'a fa,,,a 3:l-
brancas de carreleis com 100 jaulas do autor Alexia- i
dre a 40 re. o carretel, linhas pretas de meadinhas,
lazenda muito boa a 20 rs. a ineadnha, cartas de
atrlleles da melhor qualidade que ha e com 25 |icu-
les a MO, penles abortos de balea para atar cabello,
fazenda muilo boa a 29600 a duzia, meias de fio da
Escoda para meninos, brancas e de cores a 2(0 e 320
o par, grozas de Ihclas para sapalos a 560, caixinhas
envcrmsadas com palitos de rogo de velinhasdchoa
qualidade a 120, dilas de pao com palilos de foso de
boa qualidade a 20 rs caixas com SO caixinhas de
pliosphoros prnpriamente para charutos a 320,
castes muito bonitos para bengala a 10 rs., sa-
palinhos de laa para carangas a 300 rs. o par,
(rancclins prclos para relogios, fazenda minio
boa a lid, escovinhas mullo boas para denles a
100 rs. Alm de Indas estas miudezas vendem-se
oulras muilissiin.s, que a vista de suas l.nas qua-
lidades e baratos precos lem causad admiraran
aos proprio* compradores : na rua do Qucima-
do, na bem conhecida loja do iniudczas~da boa
fama 11. 33.
Farioha de San-
ta Cat harina,
muilo nova, vin.la cm direilura a esle porto, vnde-
se a bordo do patacho l'elicauiD. oo tratase com
LaeanoCyriacodaCM., ao lado do Corpo Sanio
v Vi LOJA DA BOA FAMA.
\ ende-se bandejas grande! e muilo finas pelo ha-
riUHiiao prego de 39000, 43O00 e S90O0 reis, ocu-
Msde irmaeSo do .go de lodas as sraduages a
SIN) reu, laeel H cm armaran dourada a I9OOO reis,
ninscnm armsc- de larlaraei a I90OO reis, ditas
com armagao da boj o a 500 reis, orillos com arma-
cao de metal brinco 400 re o par, loneu com
armario di lartiruga ."irn 2 vidros a :--iK)0 res, ri-
co- chicolea ;. ; eai Un ." homem eienliori pelo
haraltosii rogo do 800 refo cadi om, grvala* de
sena n olla : ouitaia 19000 reis, bonitas alacadore
itc ira ewaca pelo bariItMlmo prcrode
lo- re <. lospernorioe liaos de borracha .1 OO "res,
penies ron lissiino linoapnri saina a|50Q reie.eseovaa
rauo finas para cat >Ilo 640 res, capachos pinta-
dos eompridoa redondos a 700 e f9000 reis. bo-
tos lir.irsinrs demadreperola para camisas a I?2IK)
rs. a srot 10 120 rs. 1 doza,rie canelas pura peuna
de aro a .20 "e:s, r:i* pnrla-rrlngios a I^H(K) reis,
canas 1!- ^1 moilo finas para rap a 5(K) o 600
reis, escoras linissimas para ondas a 320,500 e 610
reiS,scovas para rnupa e cabello o melhor une pode
haver a I9OOO, 1 Mj'\ l-JOi) .. 2> rei. pinceii linos
para barba n LVI reis, doxias d< facas c garfoi finos
a 39OOO reis, dilas de rabo de balaiicn muitissima
finas a 69000 doxia, rulas finissimis de cabo de
marlini o melhor que pode haver a 159000 reis a
duzia, camisas de meia mailo linas a Inkh) reis, ri-
easaboloidurasdemadreperolae metal para rol-
lele e palitos pelo barato preco de 500 c 000 reis,
linissimas nav.illias para barba em eslojos de uma e
duas navalhas pelo baralissimo prego tic 2>>000o es-
tojo, eaodlejros americanos moilo bonitos proprios
para csludantes nu nipsnio para mialqucr esiabele-
cimenlu, pela boa luz que da a c.ommodidade
dse poder pendaru ou pr-so emeima de|qualqucr
mesa, pelo barato prego de 59000 res, pastas para
guardar papis a SOOreis, tapellioa para parede com
armarao dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo prego de 500, '(10 e I9UOU reis linissimas e ri-
cas caixas par rape a 2>50 e 3cO00 reis, papel de
coies de folbas pequeas em quarto de resma pelo
barato prego de 720 reis, e oulras nmilissimas cou-
as, que tudo se vende mais lia rain do que era oulra
qualquer loja : na roa do Queiraado na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama o. 33.
LABYRINTHOS.
Vendem-se leogos e loalbas de labx rinlho. assen-
lado em lina cambraia de linho : ua roa da Cruz n.
34, primeiro andar.
Familia do mandioca.
Vende-se -superior Cariaba de Santa
Calharina, em taccasquetem um alquei-
e (medida velliaj por preco commodo :
no armazem de NovaesiSi C, 11a
Madre de Dos 11. 12.
a dti/.ia.
rua d;
A 3$300
Lencos de cambraia de linho para algibeira : na
aa do Crespo, loja de Adriano <\ Castro 11. 10.
Loja da boa f.
Vende-se panno prclo c azul, fino, fazenda muilo
supenur, prova do liraao, pelo baralissimo preco de
I?500 o cavado, alpaca prala muilo fina a 640 i co-
vado, merinoselim, fazenda superior para palitos a
15000 o covado, cantan prclo muilo tino proprio para
vestidos a I3 o covado, selim picto maco, fazenda
superior a 23600 o covado, grosdeoaples prelo muilo
lino para veslido a 2; o covado, soperior sarja prela
.espalduda a 2>21ll o covado, rrinrcza preta muilo
lina a SIHi r. o covado, corles de colletes de gnrsu-
rAo de seda, fazenda muito boa a 2;, enres de fus-
loes de bonitos padres a 640, brim (raneado braneo
de puro ludio a lo e 19440 a vara, brins (raneado*
le cores de muito bolillos padres c de puro liho a
lelil a vara, ditos dilos tambera de bonitos padies
a 800 rs.., vara, dilo trancado pardo tambera de li-
nho 1 1,00 rs. .. vara, dilo liso largo a liso, Rii^a
amarellifllisas, e de qoidros, fazenda muilu superior
a 120 e 360 o covado, dilas decores escuras de qua-
Iros e lislras, de muito bonitos padres para calcase
palitos a (00 rs. o covado, corles de calcas de bolillas
casemiras de ligedlo, polo barato prego de 1jl2,
brimziiihos dequadros de puro hubo a 2'ui o covado'
panno de linho muilo lino a 640 a vara, pcilos mai-
lo finos para camisa brancos e de cores a iOO e 300
rs., camisas de meia muilo finas a 19 e 19120, lu'vas
prelas de torgal pura senhora, fazenda niiiilo' supe-
rior a .\m rs., ditas de seda de todas as cores para
homem e senhora, pelo baralissimo preco de I3200 o
par dilas de lio de Escocia para meninos e meninas
a 100 ra., lencinhos de filel mailo bonitos a 1?, ricas
grvalas de seda prelas e de cores a 19, meios lencos
pe seda para grvalas 1600 n., di(os prelos muilo
bous a 1>, peras de cambraias de salpicos com S va-
ras o meia a 39200, e 10 a vara, ditas adamascadas
mallo boas para cortinados a 12?. cambraia lisa mui-
lo lua cora una vara de largura, pelo baralissimo
prego de 500 a vara, lencos de cambraia muilo linos
todos brancos e 10111 barras de cures a 300 is., lencos
de chita francezes muilo bons a iOOrs., chales de
algodao de cores de bonitos padres a S00 rs., risca-
diiilms muito linos e de muito bouilos padres a l(0
0 covado, fil de linho liso muito lino a !)t;o a vara
dito de limos 1 19280, meias pretas do seda para se-
nhora, fazenda mullo superior a 2? o par, ditas bran-
cas muilo linas a ."o par, ditas lira Deis de algodao
muilo finas a 240 e 320 o par, ditas brancas muilo
linas para meninos e iiieuinas a 210 o par, e alera de
ludo isto outras muilUsimas fazenda', que a visla de
SOIS boas qualidades o baratos oreos, be que os se-
nhores freauezes, amigos do bom barato, conbecas
rao o que he pechincha : na rua do Oueimado, 00-
qoalro canlos, na loja de fazeudas da boa fe o. 22,
defroule da loja de uiiudezts da boa fama.
uitas perrumarias, que sa veu-
dera muilo barato : na rua do Qoe) o, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa f
CAMISAS FRAktEZAS.
Ni loja da Estrella, rua do (Jueiroado n. 7, ven-
dem-se camisas irancezas linas e do ultimo oslo,
pelo baralissimo prego de 23SOO e lljUOOcada uma, e
alpacas de seda a 640 a covado.
Velas de carnauba.
vendem-sc velas de carnauba pora, por preco
commodo : na iua da Cadeia da Kecife n. 57.
SYSTEHA MEDICO DE HOLLOWA
Rede* de
pailia fej.
las no Pa-
ra deinui-
I o I) o m
j;osto: na loja de quatro podas, da rua: 1
UNGENTO IIOLLOWAY.
Milharesde individuosde iodas as oares rsdem
icraunharasvirtudesdesleremcdio incomparave
n'.',',r"Var?m ras" rto.qiie, pelo uso que dclle
1$ d\A**CS JA .1^.. i''"r,,m-,c,nJ" "T e membros inlciramei.te
Redes de ^^>u^^zd^[:^^^^^:^
dao leeidas co, doi.s fios, feitas no ^P^Z^Z^^^
nao : na loia de quatro portas da rua "or parte deilas sao lao sorprendenles oiie admi-
i ii a 'OS inmlirnc n\il_- ,...l..l.-.. i\.. .
n. .,8, de Narci/.o
ranliao : na loja de
iTu Cadeia do Ixeeil
Maria Cnrneiro.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, he .'.ida ultima- I
menle de branca, pelo baralissimo prego de I0*MM> <
covado. lista fazenda he de pura laa t seda, e os!
eos padroca sao os mais bonitos qoe al o prsenle
tern appsrcrido un mercado -. na rua do Oueimado :
nos quatro canlos, loja de fatendas da boa f u. -J-j.
\ ende-se superior linlia de alendan branca e
de cores, eui novello, para costura : ein casa de
Soallllll .Mellor i\ Companhia, rua do Torres n. :tK.
Moinhos de vento
enm bombas de repuso para recar hortasebai-
ra deca|iim : na fundigiio de I). W. Bowman
na rua do Urum ns. 6, 8e 10. s
Bichas de Ilam-
1 AO PIBLICO.
^ No armazem de fazeodas baratas, rua do
Collegio a. S,
vende-sc um complet sortimento de ta-
zendas finas e grossas, por mais barat
precos do que em ouln qualquer parta,
tanto cm porgues como a relalbo, affin-
cando-se aos compradores um proco
m para todos: este esubelcr.imeoto abrio-aa
v^ de combinagao com a maior parle das ca-
g.sas comroerciaes inglezas, fraocem, alle-
JU maos e suissas, para xender fazendas aiais
5| em eoatt do que se tem vendido, e por isto
U ollerucem elle maiores vanUgcns do qoe
outro qualquer; o proprieurk) deste im-
| prtame eslabelerimento convida i todos
H os seus patricios, e ao publico em geral
3* para que venham (a bem dos seus inte-
S nanas] comprar fazendas baratas: no ar-
W mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
" ionio Luiz dos Sanios & Rolim.
burgo.
Na mimo deposito de bichas de Uamborgo, na
rua eslreiia do Kosario n. !l, recebeu-se pelo ulti-
mo vapor viudo da Europa, um grande sortimento
das releridas bichas, e por isso se continua a vender
o cento a 209000, e por menos desse dinheiro se o
comprador comprar mais de ceiu, e :120 cada Orna
por ilagoel.
Fazendas por
muito menos do
sen valor, ni loja de 4
portas, na na do qiicio-
do u. 10. /'
Continua-sea vender ncsla lojASVcstn das fazen-
das da loja da roa do Crespo, ojeloram arrematadas,
e se vciidem pelos seaiiinlairpieros :
Mad.ipolao entrefino a ?5500, 3Je
Dilo muito lino de jarda
Dito muilo largo e muito lino rom j varas
AlmJaoziiilio de 20 jardas
Dito bom americano
Chitas de cores, bom padriles a .'ip, S#S00 e
Corles de Caifa de casemira preta a .".'HK) e
Dilos do collete de selim prelo superior
liiim de linho de quadros, o covado
Dilo trancado, a vara
Pannos pretos c de cores a 3f e
Chila larsa franceza, o covado
Dilas estrellas decores, o covado
Algodao azul mesdado e de lislras, o covado
Curies de cassa chila
Hilos de chita lar^a
(ravatas de seda de cores
Lencos de panga e de chila, linos
os mdicos mais celebres. Quant.is pessoas re-
iram com esle soberano remedio o oso de seu
segerjjas^ depois de ler permanecido lonco
i' os tiospita ;s, onde deviam sollrer a arapula-
Delias ha miias^ quc baveudo deivado esaes '
ios dcpadecimeii(orT#a4jrTaT ubinellsrem a
I operarao dolorosa, loram curados coraplela-
ne, mediante o so desse precioso remedio. Al-
ias daslaes pessoas, na efusao de seu reronheci-
lo.dccl.raram esles resultados benficos dianle
..u lord corresodor, e oulros magistrados, aliin de
raiiisaulcnticarein sua allirmaliva.
ftiniuem desesperara do estado de sua saude es-
livesse bstanle conlianra para cnsaiaresle remedio
coas anleiiicnle. secuindo algum lempo 0 trala-
iiieiiloqiieneccssitassca naliireza do mal, rujo re-
hilado seria provar incunsle.lavelinenle : Que tu-
O ungento he mil mat partteularmeule
scguinles casos.
matriz.
Alporcas.
Caiinbras.
Callos.
Canceres.
(.orladuras.
Ddres de cabera.
das costas.
dos memhros.
bul'crmidades da
, em geral.
Eulermidadesdoanus.
Eriipces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdadeou falta de ca-
lor as exlremidadcs.
Frieiras.
Ueogivas escaldadas.
Incbacocs.
Lepra.
Males das perna.
dospeilos.
de olhos.
Mordeduras dereplis.
I'icaduradc mosquitos.
Palmees.
culis Queimadelas.
Sarna.
Supuracoes pulri
linha, emqua' ii par
le que.sij,
Tremor rOervos.
Llcera- na bocea.
do ligado.
das arlirularoes
Veas torcidas, ou nida-
das as pemas.
POTASSA E CAL YIRGE1.
No amigo e ja bem conbecido deposito da rua da
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em podra, tasto
a presos muilo favoraveis, com os quaes icario
dos comaclores satisfeilos.
Moend6 superiore.
Na undirodeC. StarrAC, em San-
io Amaro, acha-je para vender moenda
de canna lodas de Ierro, de um modelo e
construcrao muilo superiores. '
Em ,:asade n. O. Bieber
t C, mii da Cruz n.
4, vende-se
Pianos fortes das melhores (abricas da
Allcraanlia e de moderna construcrao.
REMEDIO
l'ARA TIRAR A CASPA
TBJCOPBEREO
Ou compojjir ao' medir 3l~-'n rmfi.
so A. C, rian y.
Tira caspa, .f crescer cabelle, e ten oulra.
muilas applic.ro-, qo no imprewo sa veri', .-
para Uncir os cj|>ellos, ludo por mdico prr. -%!
rua estrella do Otario u. % |OJ1 d, barbtl70
QwC-Ss&kSi
Deposito OMiinho de champafr-
B ne Chateau-Ay.<, primeira qua-
H hdade, de jvop iedade do conde
(^ de Mareuil, ia da Cruz do Recife n.
$ 20 : este 4 sro, o melhor detodarn
fp Champagne, vende-se a ooVdada
g ^S sa de L. Lecon yph& C. N.
@ B.As caiv- .o marcadas a fo-
goCond' ... Mareuile o* rotii-
los *ttnt>0&fn%fooi.
Furo a 27 do rorrenle. Je
InllainLiacao do finido.
ditesigi.
Vende-se edeuiiguenlojiio cslabelecimenlo cera
de Lond^,,, ;>U,slrana,e ,ojade (dos ofbf)_ | TZE ^Z*ZT
39300
USIMI
138000
39000
39000
69000
(joiio
WMHl
110
(NI
39300
J'H)
1W)
160
IjlilMI
19920
i.i'i
-JO
, ,.*" -' uo rrrenle, Joiquioi, que renr
sania 4o annos, naci Cc..n..u,',,^*"
che., do corpo. cor ful., f.ice, gro,,, ltn cmp.nsem no roslo, pellos paqueo asarcho. .
cumas cicalnze, nis collas, (em um p | peni 'J!i%
Rrosaos de hen.ipela ; levon camiw de bdfc*
nho, um vestido de chin .ocarnada, oalro de .
lao, panno prelo. lem sido oeeup.da em servir te
cozmha, levou uma caoeca, e he de suPr,-
oceupe em vender ..na, qoa.do foce. lm de'cwl,,-
J,rl','!^>e !f? :iscad* uocetinha.conlem uma
baca.
rua da Cruz n. 22, em Ternam-
XA.RORE
DO
Koeio inedia 6 do corrale pelas 9 heras aV>
da o prelo crioulo, por mime Laii, idade de 30 Mi-
nos, pouco mais oa menos, rom os signaes seaalulu
bastante alio, chelo do corpo, cor fula, rosto desear"
nado, beicne batanle uro*. t r.j0 de asan, amad
falla lem um can.sajo eq mailo (eio, pn BriB.
des e ^rus-o..e I"- dedo in>. i da mao direila ,
i-dr. ,.i r,c;o,proveuiente de um pan.rieio n, Z'
ve, leven ralea de altada, ul. r,iM T^'
algodia e chapeo o. palh. do Chile m,,,l.^mT
TlT- ? K 'leve d ,M A.gosi,B. fnaT,
Isnacio I .rreira de A. Lesas, i.o enganh. iS "
ut sera' g.nerosameul. recorrpeii^. "**'
No dia 7 do correle fugio di casan, f 1,4.
fia da (.loria o eseravo Cosme, cibn, ro id
........s, amda imberbe. Kerpolanl. eesb?r
ul.r, levando calca de brim p.,,. j wih ftj?"
VM r """'' "' ^"C*d,' <"""i escuro y,JL
*1 couro, por ler decido h. .. .i. ..._..*',co *
"I oi Irainferido o deposito desle rarope para
dea de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n.
carrafas 59500, e meias 39000, sendo falso iodo -------
aquellc que ..So for vendido nesle deposito, pelo casi c.e, .. '^
que se r.z o presente aviso. r"" !"'rc,r Mu "hor. que gritil
ngezes de pa-
tente,
os melbore:-fabricados em Inlaterra: m casada
llcnrv (iibon : rua da Cadciado Recifcn. .VJ.
Cm rasa de Eduardo II. Wjall.rua do Trapiche
Novo u. ls, vi"idcm-se batas, relogios de ouro, co-
limo, e dcscobertos, sellins ingletes, ehicoUi de
carro, arreios para dito, ci.bos da Kussia, lio de vela
Motas de lodas aa coies, caudiciros e castigaos bron-
zeados, conservas de fructas inglezas, charutos de
Davala.
A'rndc-recalileLisboaultimamenlecliecada.as-
imcomn|iolassadaltussiaverdadsira:uapraia do
Corpo Santo ii.ll.
TAIXAS PARA ENGL.NllO.
Ra funilifao de ferro de l). W. Bowmann ua
rua do Bru, passando o cliafariz, contina ha-
ver um cmplelo soriiincnto de laixes de ferro fun-
dido e balido de .'> a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-so a venda, por proco commudo e com
promptidao: embarram-se oucarregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Loja da boa fe.
Vende-se chaly de quadros de bonilos padres a
'.100 rs. o covado, ditos lisos de bonitas cores a 720
IMPRTAME PARA 0 PIBLICO. o
I ara cura de phlysica em todososseus difieren- Anl
* referida
liHeari* gene-
.oulinoam a ciar fgidos os es*rav *gBi,.
Antonio, de nacSo Caanae, anm ^-LT-.
Anlonio Barbosa de Barros faz scienle ao publico ,ina'' *'Bnm ,anl "sae
que mudou a sua sal i de barbear da caa n. (i d !'mas marca' rua da Cruz para a de n. 51 da
mesma rua
"na me"! '" 'srravos '"" juolis'no" d T*?2ll a
'a"3.," *"ente anuo wa iDDtr,,rJJ. *
prtjwi-
rccompennd...
na sala se acham as mais modernas bichas de Ilam- t" "."DO : ,quem 5 aPP"ender codam.
bureo, que se venden, aus ceios e a relalbo, eilu-i?.8,nho *-*" "a Ireguez.a de S. U-**
eam-se, ludo mais barato do que em oulra parle "u Des,a rT*r-* "* ,u* "a liuia n al Jl!1.
lECHAIiSHO PARA MSI.....*"-
AVISO.
COICOW1U mil ,,EIS
^ No d.s 23* junh, do corren, f ^
d^iade .i i ) annos, pouco mai, .jcnaen secuinles : roi ..;; ?'.'!
NA FUXJMCAO DE FRRO J30 EXGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. WA
RUA O BRUM, PASSA.NDO O lIA
FARLZ,
ha sempre um grandesnrmenlo dos secuinles ob
actos de mechan.smos proprios para enkenhos. a ca-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
cao ; taltal de ferro fundido e batido,
diales de merino |is, coro franjas de retroz de bo- das
utas cores a .i^. dilos rnm i,.i,-.. j _-j^ ^-^ ... \ f
....."'"'..... """ uo ierro lundido e lialidu, de ""_,.. L;
superior qualidade e de lodosos lamanhos; rodas/'0*50 ?"." n0Dr
, ..i.i .. i. n..........____ Illt.1. la la un noli
n,jcnae seguinles : roslo
or fula, cabello eorcilha.lo
amortec.los, ber.ns ero
coiBprido e dewHMd,
os om porn graailn
sendo o ds rimani.ii
la que lem de denle.
todas a, propor-r.l"!1' "' "1V"'V^ .Irapalh.do devido a f. I. rt.
c,,slro-Wbo-|tc"'".P0"c'h';:bacral.! .Iiif*, lena na mZ
;c.i\ilbocs,mi'i- i o dedo mnimo um. especie da aer-
dentadas piraigui ou animaes, de
cos; crivos c horcas de fornalbae re
eiro, acuilh(ie<,bronzes,paralusose....! mn-,
nhus de mandioca, ele. ele | i sn">o. as n*idew. um poUCO enr.pio.da., a. ...
NA MESMA FUNDICA'O. ^aZ"" s* i>' '.''<'',"*,,*-
.or,ri.ml i i V lu^\7,, s ap. hel.do e um iionco largos : l*vu
moddaJdefSSLt P '^ """- r""^> 'P~ de Palha' ,Mn ofleiu ^ ..
modidade em preco. e co>|ui fm,,ri)1(,,,_ ; foi c,,,. d. Sf. r. J e-
TAIXAS L)E FERRO. ronjmo lell. edo Sr. Dr. promotor de dlirda.
Na fundicao da Aurora em Sanio Amaro JUuirosfonseea. e uliimimenle do Sr. Aloerl Vm-
lambem no DEPOSITO na rua do Rrm i il" ham"1: ,Da,, s,n*do- *" dil-a pre-
wmuemno Ull USltU na rua do Brum, logo ,, !-, ceoerosamenle a quem o .ppreh'.nder a
na entrada, e deronte do arsenal de marinha, fia ', levi-toesa sua casi, no iterro d. Ba-Vir\M .vi,
sempre um grande sorlimenlo de taixas, tamo de 'es.ndoindir, o noKwile, rui .Trapica* n. 1t!
fabrica nacional como estrangeira, batidas rnndi- '' A^""," de A,lmeidj l""" i co laasaeaa sro-
"" la-.ls onli.i qualquer pesso. que
graneles, pequeas, razas e fundas; e
ILEGIVEL
cc-j|i ar em sea
mas cores a ;jj>, dilos com lislras' de"".eda'aY^-"a '""l 6""'"0' rH" e lumias ; e em pcdr ,im como grilific e pag. lo-da-, as despe
rua do yueimado, nos quatro cantos, leja de azen- amll0s os lu8ares exislem guindastes para carro-, as.Joaquim Copes de Alroeida.
das da boa f n. 22, defroule da loja'de miudezas da! 8ar fanas ou carros, livres de despezis. Os I____________________________________^_________
percos sao os mais com modos.
boa lama.
rCli.Y : TTP t M. F. DB TAI tu ttC
MELHOR
v ^O
V


Full Text
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