Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07533


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Full Text
-
s i
s
ANNO XXXII R. 21$
Por 3 mezes adiantados 4#000.
Por 3 mezes vencidos 4j}500.

SEXTA FEIRV 12 DE SETEMRO DE 1856.
Por auno adiantado ISsOOO.
Porte franco para o subscriptor.
i \i \lti;i:, Anos DA srilSCIUrCAO* NO NORTE
Psisbibs, o f. jjfririiiio V. da Niliridade ; Natal, o 8t. Joa-
euim l. Pereira JtVninr ; Araeaty. o Sr. A. de Lemoi Braga:
Crari, enr. J. lote deOlireira ,-Maraoho, o Sr. .loaquim Mar-
eura Bodriguei; l'iaiihy, 0 Sr. Domirigol Herculsno A. Pcssoa
Lamia ; Para, o Si. JuitinianoJ. Ramos; Amiionu.oSr. Jtro-
jma da Coala.
=
OIn.l.i
Imams
S. A,.,.,,
PARTIDA DOS COltKEIOS.
liara* .!<> "li i
i ... .1
s fl c mei.i
iMha : i,
. I lora
tUM-frta '.
~. :oi,u.(.(;.lu...r.i, llliilfi <..ir.iiili i;... I'- -I \li... Y./m.-. |.im...-ir.., Ilrfjo, IV-..I.-, ,', fZ*
, Villa-tolla, toa-Yuta, Ourirarj e l.vi ; na* !< na-f*airni
iim, s-miiIi;,.-:!!. Rin-FnnaoM, l na, Barrairo*, Anta-Trena
Matul: .)iiiin.i .i-i...-.
I FOrncM |.nl'*iii ma Mi hora* AUDIENCIAS DOS TIUltlJXAES DA CAP|TAL.
Tribunal do commercio segundas c quintas.
Helara : tercas-friras e sabbados.
Fazenda : quartas esabbadot as 10 horat.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia
J"izo de orphaoi.- segundas quintal ai 10 horai.
Primeira arado eivel segundas senas ao meio-dia.
Segunda tara do cirel: quarlat labbadoi ao meio-dia.
EPIIEMEMDES DO MI./. DE SlTI.MIll'.o
7 Quartoerrscenie as 2 horas 22 minutos e 48sfpuudos da I.
Ii Luacheia as II minutos e 48senundos da larde.
1 Quino mniguante as 3 horas,2.1 minutse *Hsegundos dan
2'J La nota a 1 hora.ll minutos, 48 segundos di manhaa.
, PREMIAR Mi: IIOJE.
'nmeira as 3 horas e 42 minutoi da larde.
Segunda as borss e i minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. >J< Natividade da PS. Virgen Mai de Dcos.
*.* Terca. S. Iiornihcn ni. S. I.orgonio m. S. Sergio n.
10 Quarla S. Nicolao Tolentino S. Nemeziano m.
11 Quinta S. Thcuduro penitente ;S>. Troto c Jaeinllio Irs. Mm
12 Seila. S. Macrobio m. S. Ligorio m.
13 Sabbado. S. Anta v. S. Iteronidcs m.
14 Domingo. ExslUCaO da Santa Cruz.
ENCARREGADOS DA M ItMdlIPsxii \< si i
Alagou.o Sr. I.liudino FalraoDiai ; Baha 8r. Ii
Rio deJaneiro,oSr. Juo Pereira Minios.
KM PEflXAMIII I.O
O proprietsrio do DIARIUMaaoel Figoeirot de Ftria, u sua
livrana, praca da Independencia ni. i S.
ikam;.!
I de musa
Vcron fo
e dos iille-
.er chamado
a, depo/. so-
francos, desti-
los, que a com-
assumptos foram
Iliterario para
verso, que em
SOCIEDADE DOS LOTE RATOS DE
: CONCURSO DE 1855.
Grande sala do conservatorio imperial
Hnje as duas horas da larde leve lugar nucuuser-
valono imperial de musi a solemnidade lfra-
i i.i, que lindamos annunciado e dt^uJo jdsfr-eln he
soflicicnle falladnos em duas ^"saTsJ; Ha dez
me/.es que uin aiioiiymo, do o
u orgu junio da enmmissao da
ralos de Franca, da qual ac
para fazer parle por eleioao d
lire a mesa urna somma .le de/
nada aos premios iie qualro ass
raisso devia rnir a concurso. (
escolhidos e orR.liiisou-.se um jury
examinar os escriplos em prosa
grande numeru vicram de todas as parles. Eis
aqu as pessoas que formaram esse jur\, que levou
tres mezes para complelaitsa bra, ,u0 ,e lornou
mullo delicada pelo ^pude numero dos concur-
renles :
Mrs. didMrrline. Ernesl l.ezouve, l'rospe
Merinee, ar~-erville, Pousard de Latj, Sainl-Ma-
rc-ijirardiri^ ,, |5cuve> Kusene Scribc, Vi,n-
nel, memro Wadcmia franreza.
Mrs. Adnl dam, Kromenlal Ilalevv, Lois
Keybaod, de'SnuIry, memliros dn instituto.
Mrs.lBoilay, ,!<; Caloas, Caavaiu, Philarele Char-
le, Josepn tohuu, Achule Denit, Cinvilleir Fleoiy,
bunile IMdJnmp, l-'eullel de Conrlies, Ttuopile
inulicr. Entile de Girardin, Einmanucl Goaiala,
l.eon Oo/la-i, | l|,,vi, Araene lloussaze. Aclnllc
Jiihiii.il. Jules Lacroix Lubis, Mery. l.con Ple,
Jules de Pnmaray, de Avriquy, Charles l'.ihou,
Albenc Swmi, Irancis Wey.
Mrs. X. B. Saintine (pretideota da loeiedade dos
litleralos). ,ouis I.urine, Michel V*'". vice-
presidenla; /.llarochc, Charles As' ineau. secr-
Urio ; Marint Aycaid.de Bell-%, enny Crlliez,
relator; Cliatrplleurv, Elieunn En. Il.secielario
Xavier Eyma,Paul ludiera!,' i.croi\(Biblio-
philo Jacvbi, Jules l.ccoule, q ior, Charla Mon-
selel, archivista.; Arlhciir Vaty, realo- Pon-
ina du Terrail, lettelario ; J.ules Sandeau,' bario
r.iylor, presidente aniiorniiiJ, memliro do hslilalo'
Ivlouard Thierry, deNJjaV^nr-s, queslor ; |Jr. I,'
Varn e Pedro Zaccoie, niMilirns da coinniii-a di
lorieda'le dos luteranos.
! diseuno sobre/as lellras e os lilleratos no sc-
culoXIX. ^J
Premio nico : Mr. Jacquen Demogcnl.
'1. poesa : les Chercheurs d'or.
I. premio : Mr. Karl Daclin.
2- premio : *Ir. Eugenio Villana.
3- premio : Mm. P. Kuyer c Th. de Bami||c
I- mencao honrosa : Mr. E. de la Br.lu,'n-
cara.
2." menejo honrosa : Mr. S. Peconlal.
3- novellas.
! premio : Mr. I.ouis Forioul.
2' premio : O Sr. conde l.cgural.
3* premio : Mr. Osear lionnr.
4 premio : Mr. Charles Ueslys.
O ctudo obre falzac, aulor ja comedia hu ,-
nii pode ser mi '> por falla de concur
do premio
urna canlala, sen
ps c a "losic.i d
a
igllo
rcU.oi,..,
A sesso com
sos de Mr. Emih
levy, canl.-ida i
choros e orchesl
Depois desla ,
curso proferido \
le da soatedail?
EMcdiciui I
Mr. SaiuPwuve, mem
em nome do jury do cnneiirsu
piiWicaiiH" mais ahaixo.
ITepbTs dp-"i> fisnirso. maitamp VIrfNy, da Come-
Mi Franco'j, lea ns Chcrckeurs d'or, por Mr.
Karl Daclin.
I'inalme;!!'* n sc;<;:in que linlin com-cadn por luna
ranlnla, lerrqlaoa em oalra, Modo os ver Mr. Canille Doncel e a mu'iea de .Mr. Aullar, can-
tada por na.lama Maria Cabal, da opera cmica ;
choros e Oreheslra do conservatorio.
Falla-nos lempo para dannos nina nolicia irais
estonia dcati brilhanjc a ioleresaanla naasao ; ludo
qaaBla podemos faier boje malcrialinente, he po-
hliear o rotatorio rodagido por Mr. Saiat-Beave, em
nome de jurTN,le exaine para os premios propoiloa
pela lorinlaiie dos litleralos.
K i ii|ui o rc!alr>de Mr. Saint lieuve ;
u Seuliorcs : ^~**
A anirn,ir,io das lellras waln de ledas as for-
mas, he ulil e honrosa. QuMP sao os poderes
publicos, quando he o Estado que^kina o esse res-
pailo a iniciativa, ella rliama-se prn -cao, e esta
prolecAo, favorecida por felizes circun. 'anrias e
cercada de alias hnea, le-ni lomado em carias ocas
nm carcter de grande/a immoi tal. Oii.-imii. f,i
academias quo as animam, he urna aspecie de pro-
laeaBj muilo modelada c illuslrada, sempre liasl.ni-
le respcilavel, e que alo pode algiimas ve/es inti-
midar o l,denlo pela daj que se liga a convencOea
de rigor ou a doulrinas rciiianles. Mas ha lima
forma de ajiimacao ao mesmo lempo maito nohre c
mais acolhida e que -e inspira to esp rilo de ron-
fralernidadc para appellar para todos, a na reali-
dade para lodos, srm acccpcao de ideas, de IVsle-
roas, de gneros Iliterarios e que s pede cssa mo-
r ilnl.nl,. sa, que veril d'alma c o conho do tlenlo.
lie o carcter do concurso, que urna disposicao ge-
nerosa, tran.miin l,i a socicddc dos lillerals por
aag dos taau n.cmliros, permillio abrir em propor-
cf)cs desusadas c do qu^J ella vem dar-voa~nnla. A
irova B^ajga h ludus que ella se diriga, he o
sino 1oe"e' 1"e responderam de lodas ai par-
les ao 'Pello e que apresenlaram-se esperancosos ;
he l.-irt"*"'" """" di/.e-lo, o lodo iiileiramenlesalis-
faclorioc^! variedade dos resultados.
i, Fana\a los somenaTdTJ0"51""1! V"'-l'"10 >? bom aco-
himenlo aplana'eCjf"^'' qu* ilt*iajr"lJi'' il0
rame. Pedia-se N*^*-
I" Um discurso sobro"' ldlras co lillc"ln no
seculo 1).
2- Um estudo s.'"e celebre """cisla
Bataae.
3- Urna poesia q, "^P"1"1* *,
HITcrealcmeiilg ..rucu"llor <> uro.
Nenliiim programma Iracado anlocipadamenle
indicava o leatido, em que esles dilTorentes as-
sumptos deviam ser Iraladoi. Islo quena dixar :
Faiei bem, e enleudci como quiierdes.
i- Finalinenle pedia-se urna novella f.delira,
delicada ou Mlyrica, cujo assumplo era deitado na-
luralmvnlc a inspiracao dos conciirrcnles.
Desles qualro assumplos, um so, o de Balne.
ilitidio as espcianras. N.1o f.illarei no que acaba
de ser lao bem diln, e dito de tal maneira, com lan-
a penetracla de analysc, lana falicidada de en-
pressao c vigor de acenlo, que o esludo parece fei-
lo : ia-me esqueceudo de que mea antecessor, elogi-
iindii-me, proliiliio-me o sea elogio.
> O* concurrenles pois naufra^aram nesle ponto.
Com elTeiln, repilo conslanlemenle, ha no tlenlo
de Itiilzac nao sei que praatiffjo, que fascina; aquel-
les que o senlcm mais vivamente, creioque he pre-
ciso lempo para reagircm sobre si mesmos, para se
desembaracarcm c coruprehcnderein a impreasto,
que snllrem, anda que liouvessem de n juslilicar e
roufrmar depois pelo exame. Fallou o lempo e da
mullidao dos admiradores nao he de sorprender)
Hilo sabio desla primeira ve/, um bom juiz.
O discurso sobre as lellras e o lilleralo no se-
culo 19, parece pelo contrario ler aehad
que nao pndendn sujcilar-se ao que faz o objeto
rentes miciramenle preparados. Apresenlaram-se
38, muilosdosqnac darara provas de ideas e co-
nliccimenlo. vaslos. O discurso, que obteve o pre-
mio por unaninidadedc volos,dislingue-se pela com-
posic.lo, jusleza do pciisaincnio, phraaa fcil e cui-
dado da ripresslo ; rcconliece-se nelle ama peana
exareilada, castigada, senhora de si quer corra com
viveeidade, quer se deleilc no descnvolvimenlo.
Ella se embebe de urna lina irona, quando loca em
algans dos nmam desvarios; nm moderado e nobre
ardor anima oa lugares, onde o ideal du bem nos
he proposlo.
ii O aulor lio evideiile.nenle daquclles em quem
o gosln se inspira lias loles da alma, fallou delica-
damente da digoidade das lellras, de sua impor-
tancia na sociedade, e sbrelo,lo de sua parle na vi-
da ; conlinua a entender ludas aslaj cousas como
eram entendidas ouli'nra, nos lempos de Horacio,
La Bryera e Vanvenargues.
lie ncslcs limiles, mais agradaveis aos pqiirilos
elevados e as almas moderadas, que elle circums-
creve suas nicas e procura Iracar o circulo hu que
quererla mais rrequeiilcinenle ou fazer entrar o
mais cedo possivcl, o Iliterato mesmo do (aloro.
Depois de ler ouvido a leilura como se leria deie-
jedo, que vos ondeaseis oovir, senhores), desla cnni-
posicao verdadcirameiile classica e ebeia de nrba-
nidade, o jury nao licou sorprendido de eacon-
Irar o no:nc do aulor, Mr. Jarques Dcmogcol, pro-
fessor agi;reaado da uiiiversiiiade, condecido por
urna historia eleganle da lilleratnra france/a e por
esludos de arte e poesia.
o Oalros concurrenles comlado, menos feli/.es na
eieciic,in, mas louvaveis ainda no pensamenlo, li-
nliain tratado o assumplo por oulrns aspelos e sem
os resolver, baviam suscitado alaumas dilliculdades
que al aqu licam pendentes. Com cITeilo, que as
pode dissimular J A condicao do lilleralo, como ou-
Iras lanas condices em nossa sociedade, lem mu-
dado e provavelmeule mudara cada vez mais ; ella
esl sujeila de um modo bem difireme do que
jamis o fin, a esssas grandes leuda igualdade,
einiilac.l i c livre concuirencia. Feliz quem pode
anda cultivar a lellras como no lempo de nossos
vusSVJUplidao ouquasi no repouso, empresando
tuna parle d^ejnBDa colisin e a oulra nos negocios
e fadigas inevlveis7-'Gf|"",.'l"d rom o poeta ;
O' campo, quando le forMrwBJBBfarJ'e loruaiK'o
a vc-lo algtinias ve/.es ; e all, Ha paT^Bair--'1
aasagonaadoalgnns lieilos fimos preferide
(0-'o OV4L-4V'1 *
da miior parle das ambii.'oes, ao que se chama um
emprego. esto promplos a conliarem-sc inleira-
menie, elles e os seus, a sua peona smenle.
A esses generosos imiiriidenles, que Tilo correr
lanos a/.aies, se lem um ver.la.leiro (alent, qiidii-
los consclhos liosos nao sao precisos, conscllios nao
previstos por Arisluleles.sohri; a sua dignidade, con-
ducta e economa de sus acilfida.de laboriosa, sobre
a moderaban dos desejos para qae nao saerdiquem
a arle ao ollicio, a napiraclo a induslria, para qoe
facain lao soineule cuncesses indispensaveis Se
sao amados do publico, se o favor, a eslima ou a
.ilmir.H; m os recompensa, importa anda que osla
recompensa, debaivo de su.is dilTercnles formas,
Ibes v.i bem. marche em nina insta proporcaa e nao
fique em meio carninbo ; he com esla condicao que
seu tilenlo, ciivelhecendo, nao sera' condenjnado a
uma prodnecao sempre i enascenle. a que tambera
no lim da carreira llavera' a dignidade de om cer-
to repouso. Ser lilleralo como sebe advogado, ou
medico, viver somenle de sua penna, nao relevar
seii.v. a publici, numerosos amigos e clienles,
que se lem adquirido, porveiilura havera' cousa mais
nnbro t mais honrosa ?
concur- II esl si doux, si heau, de s'clre fait soi-mc"me,
a ada aiuda a hnmanidade bem miseravel e rea-'de de litleralos, ja eonheeido por eacrlptos, qoe in-
.;ao,
de iua
onio Jloataigue, o suero mais
qnisilo de suas leiturai eda seu esluio !
A lilleralura assim eomprenendbla e cnlliva
pmle cliam.r-se a llor a o perfunie da alma mas.
enliorea, ella he ainda onlra cousa, ha um instru-
mento mais poderosa ou pelo menos mais activo, a
eipressao e n orgio perpetuo des pensamenloa, ,!r>
trabilhos .1. uma vida iuleira. Tambem he Ilite-
rato aquello qne o logo .te sua imagiaacao lava
eonslaiilamenle para novoa aaanmploa, qae dolado
de ealroe Tecnndidada naloral ainda nlo lem aca-
bado uma obra, (iidiido comi'ca oalra, senle-se jo-
ven ainda para a produccao ios sessenla como aoa
nula annoa de i.la.le, que quer gozar emqiianlo po-
der essa nobre sensaca,, creadora e pastar a vida ac-
tiva da iotelligencla em lonas as ealaeDea.
lie hnincnide lellras a quelleaque'ni a nacearidada
.poique nao nomeare esla mai rigorosa de mais do
um grande espirito \' a quem a nccessidade.dicii en,
asmlhoa e arranca a dore pregnica. que a neeaaUo
amina e multiplica, e que nina ve/ votado a e-la vi-
da .le fadigas c de publicidade incessanle nao se
nao cabe ,ior islo mesmo em decadencia
probabilidade de variar-sc, elevar-se e
e .leumas vezes. Palla-so sempre de
-uyere e desea livro iinico, immortal. Com
relia l.a Brnyare Mas, quem nos diz que
flllfiWdedeiSannoi l.a Bruvere, em um
,prul" parasast"* ".Unhaaldn obngado, para
vivei,ever Il0 priJouheecr, a aparar sua penn
" esf|ire, nao leria lirinrm,cllos inal' "las deprssa c
ajuera sabe c melhor talveSv' "","' r"u*a bl"'
esljlo, essas pass-gens que cneir'!?',1'1i asl'erezas de
desappareeido; e-ses relraclos c car^cif"?""' ler""n
ibiamenle, mas composio c coi,e'|,f',mf'0,l"i
Dcdevoir lout sui, toutaut bcau-arls qu' ou aime,
diz AndrClliiner ; mas para que isto anula seja
possivel, cunvein que lamber concorra a orgaaiea-
cao da lilleratnra. Aqu aprosenla-ae um.i quesiao
lorcosamuiile material, c que nao podem evitar os
espirilos, que paiicu procuran! oceupar-se dcsle la-
do da vida.
Demais, no momenlo em que ha produccao de
urna riqueza na aociedade, ha nm possuidor, e be
juslo que a riqueza produzida nao soja illudida, e
por conseguinlc v qu.isi luda para aqueile qua me-
nos lem merecido.
llalli nascem queslfiesposiliv.is,qiie se involvem as
quesloes inoraes, c inleress^m a con-lico fulur.i do
homem de lellras e sua vcrdadeir.i independencia,
Esljs .quesloes complejas eslavam lalvez coudas
no vossu programma ; licarao por muilo lempo
ainda prouoalas, e esperamos, que ellas scro rc-
solvilas punco a pouco e em um sentido que em de-
Gniliva nao era desfavoravel as honras das lellras
e emanciparan do eepirita,
A poesia, vollcinos a poesia responden com en-
lliusiasmo, com fouo e satisfacloriamenle ao appello
e ao vol dos fundadores do concurso, nao por ler
saliido desea lica geral, onde lularain 2">l Cuneur-
renles, uma obra pcrfcila, rompala, reunin o In-
das as can.lices, que os legisladores de oulr'ora
leriam exigida nesUl malcras para urna perleila
cora ; mas porque o c.unlin do tlenlo, o signal
disliiiclivo do poela appareceu em uma innUi.l.io de
cscriplos poelicos, mesmo naqnellei, que eora peai
fui de dever retirar, e linalmenle em algnns, nos
quaes nina inspiracao feliz domina de principio a
lim.
O assumplo proposlo, no qual o onro se apresen-
lava como realidade, ou como emblema, fot consi-
derado deliaiio de diversos aspectos; a California e
as suas miuas flor da Ierra furao o motivo para a
maior pane. Ugs muslrarain-se contra o ouro o os
vicios, qne elle favorece, indo deaccordo niela com
lodos os *nges mocalitl v e crilirns ; com Jovc-
nal a Bollau. (luiros jul Tam o ouru menos rn-
miooso, se for ijfus :apregailo o mo.leraram seu
analheina. Finalr"entc lamhrm liouve quem nao
o ainaldiroasse, or,ando sustentar como moralistas
severos, a sobre'"''0 como poelas, que se deve
nesle munllo nov.'< onde a nalureza suhjugada pela
ciencia lAm.i-s.' primeira collaboradnra do lio.
mem, madrhar alfoiilamenle para a forluna, alim
ie fazer della oni ampio e magnifico empre..... a.l-
^'jrir o ou|ru para denama-ln depois com soberana
-sao, .ter>a'MiJ> rrtOVSnfc a-j, *rer>A i-.n todos
os sLi,((d(S. Bipirito. nobret que asim fallam sin
duviia ajiles de se haverem pmlo em marcha para
a rica con quieta Sej romo for, senlmres, c voso
iris julgir, o concurso leve vida, o a poesia qne
nelle se ci roa, nao lio ama poesa f:ia e mora.
O espirito que inereccu > primeira premio, dis-
(ii'-ne-se lor nao sei qne de prumplo, de elegante,
_ | de fcil, me se manifesta por si mesmo, c que de
paaaagem se encenlra cun a elevarao ou com a iu-
desanima
mas lem
"rfeicnar-
ellei
se de
,.assagem se enceiilra com
genuldada do aenlimento.
O pnel no principio,
ria.n (ido mala natnraUdade a vida
verdadrirns ler
amplid.io e aba
falla
lade
. adiado
os or.
os, le-
inaes
os ,r
ran, apparecido, e desenvolvido J"
n lo,,,,, e nao se, que encanlo que Ibes
. -nppinho sempre isenlo ,lc exceaao de htU.
e condescendencia. Kilo tivera lalvezcreado
SonT0". Vu',,e"',m"s '"melle
mesmo sup,. ... un,duvida nier moto be um pe-
rico porcni fazer mu." Pullc'-' be una lenlac.V,. ||.,
muilas carnadas as pruf'in !"'ades de u:n verdadei-
ro laicnlo, a primeira ramada pCo? ser rica : quem
nos diz que a segunda ou a lerceira u3 eria mais
xo.jirocurador de ouro, eslimulado por "m nieslre
severo, cavaste- .couslaulemenle e-penelr.'^e msis
no fondo ? *-
1 udo Isto nao passa de meros bosquejos, que lem
sua veosiinilliHiica, e que en os nao julgo despidos
de ver.1a.lc. Com enalto a condicao do lilleralo lem
mu-lado ; cada vez he maior o numero daquclles
rfAtBBOPDILO G, .
UTIEB.
tinguen! po,'
nava lentarnenl
eslava de canil
diaras; oenl
e entretanto "
polos medi
a consultar,
nenio delerm
nenbum syinpt,.
lava som lavar,
coraco sorprend
raui precipitada
vida re ii.i va-se del
invisiveis, de que
Terencio.
A's vezes uma
pallidccer, e r,*
u m ou dous m
pend
nao
Ocl
do as caldas, p
ram ..',....-
les nao produz
I
'preliender
a doenca. que mi-
avio de Sevilla. Nao
iva-se,
i eaea
ha
cl il suas oceupuees nr-
pava-lhe dos'labios,
i vistos. Interrnsado
imigos ohricavani-no
Va da nenliuin soll'ri-
ia nao Iba descobria
: seu peiln examinado
i ouvido applieado ao
pilaste mm lenta ou
iao tinha febre ; mas a
por uma das fendas
,i,i cheio, segundo di/.
n ou ,|,mi-, mi
ndulo, que fl
o sendo maisl
lavio pareca"
Ir i ni Ir o fazia em-
om marmorc. Huraa
co,no morto ; .depois o
ado por nin dedo mvslerioso,
,, cnnlinuava s"u raovrinenli, e
rlar de um nabo. Fofa envia-
s nvinphas Ihcrmaesluao live-
lObre elle. Uma viaseni a Napo-
ellio, enalto. Esse be:lo\cco lao
gabado Ihe parecer negro, como o da sraflW^sea,
Alberlo Durer ; o morceco que Iraz escripia as1
azas i palavra iiiitlmiruliu, adejava entre elle < a
luz ; sentira-se gelado eobre o caes da Uergellini.
onde os lezzaroni meio nu. se aquecem e dao su.
A velha pndula de Itoule incrustada de cubre c
de madrcpernla abafava o rumor de seu lique-laquc,
c a campsinha das horas enfadadas aoa va bailj r.
mo quem falla em cmara de doenle ; a orlas' ro-
rahiam silenciosas, c os paasoe^aa raros visjladores
eram uaoiitiiffitf rpete ; o riso parava por si
rUiaesaa entrando noasa babiacao Irisle. fra e escura
onde alias nada fallava do loxo moderno.
Jomo, servo de Oclavio, ah penelrava como uma
sombra, levando um espanador debaito do braco, e
urna ban.leia as inaos ; porque impressionado" sem
o saber pe* melancola do lugar, perder emlim a
loqaacidade. Dai paredes pendiam, como Iropbcoa,
luvas de osar marros, mascaras e espadas prelas
masera fcil ver, que desde muit" lempo ningaem
Mies Inora ; livros lomados e lancadns com neli-
genela eaUvam sobre lodos os movis, como se Oc-
lavio quizcse com essa leilura maeninal adormecer
uma idea liva. Urna caria comecada, cujo papel li-
ulia amarcllecido, pareca esperar desde muitoe me-
zes que (osse acabada, e apresenlava-se como muda
censura no meio da carleira. Poeto que fosse habita-
do, esse aposento pareca descro. A vida eslava au-
sente delle, e quem ahi enlrava, recebia no rosto a
baforada de ar fri, que sabe dos lumulos quando se
abrem.
Ncssa lgubre hnhilacfio, onde nenhuma mullier
arriscava a pima de sua bolina, Octavio arbava-se
mais a seu goslo do que algores; esse silencio e essa
trllela Iba eonvinham ; o aleare lumulln da vida in-
conimodava-o, e bem que so aafareaSM as vezes por
Imnar parle nelle, vollava sempre mais sombro das
mascaradas, dos pisaeios, ou das ceias, a que os ami-
gos o arraslavam ; por isso nao laurea mais com essa
ddr mysleriosa, e deixava pasear o lempo com a io-
iliffereoca .le quem nao conla com o da seguinte.
Nao forinava iienhum projeclo, visto que nao cria
mais no [aloro, tinha tcitamente enviado .i Dos sua
demissao da vida, e aapereva que fosse aceila. To-
dava os leiloros enganar-se-liiam se imnginasaem
mi roito emmagreeido, urna le cor de Ierra, inem-
ula uma casa ou
ames um al leia abandonada ; a noticias das ma-
ravilhai ( a California, alnuns pobres Alsacianos par-
liram pail procurar fortuna.
O poelt no-lea musir ao Ionio em sin viagem ;
m is apellas rbega i Pars, urna voz. que sabe de
lodas asi partes, se levanta e diz : he aqui qoe se
cava nuii, nao vedes ? e o poela lmenlo a pap
lavra deicrevc cun loga,, com rapidez, as dif-
fcrenles maneiras de o procurar ; mas mullo mo-
co sem d iviil.i e muilo puro para ser censor ihlle-
livel, elle para, considera o bem ao lado do mal,
lana caridade. dedicaran, patriotismo, virtudes mi-
litares e sacrificios, poesa anula, lo lo esse Ihesooro
moral exfslindo em boas almas. Bala paesaaam de
nm entliusiasmo nobre e puro c de uma emoli vi-
brante decidi do successa do escnplo c obleve io-
dos os sulTragios. O puela esquece um poueo seus
emigredoa, que serviram apenas de pretexto, e s3o
esquecidoscom elle.
O que em neaeo entender car.iclerisa esle escrip-
lo, repilo, he ler nasrido de nina inspirarn, fe-
liz e de um s jacto ; verdad be, que ludo nao os-
la tratado nelle do mesmo modo ; a fonle he chei.-i
de frescura, mas nlo corre em um canal regular ;
ha mesmo lugares onde elle parece fallar, onde a
India he indecisa, mas a fonle conlinua a correr in-
mediatamente.
Finalmente, eoUoeanda esle escripio em primeira
lugar, o jury re leu a uma rapressSo unnime rece-
ida por elle mesmo por mais de uma vez, e jul-
iii"on0,oar' e "',0 B"gBBU aa, alguma cousa da
dade "l0 m"v'menlo o do graca da moci-
,ul"r ''-le ecriplo ha Mr. Kirl Daclin, em-
pregado no minWerio de eslad,,.
a poesa, que merecen o legando premio, nffere-
,,no,r ,'S bj"a",u '''T'fmes e ligan! vezes
lo moral, prenden,(i0_se'
mente vilranlcs.
a oulras coriNsi^inas ual-
o ouro, nem
O poela saiez n, nuaihern,,,^
l'\\TJ,\1' Mn-enle., que o vas procurar ;
tohc ""'re mundo iiueiro ora.....ar de Irisle/a
pelle a cor do hrooze. I' lo os extenuados, grande deetrnieflo exterior ; quando
Oclavio vollara, pois, ao en pequen dotnilirio divimuio dislinguiriam urna cor alaranjada em lomo
iua de Sainl l.,i/,irc, e recobrara u i apparenri i os Nirbitas, e as fonles soleadas por veas azuladas.
antigs habitas. Era um aposento mohihadu MO eom-
modamenie, sjuanlo o pii le ser o de um humci:i sol-
leiro ; mas como Indo o interior lo,,,,, com o decur-
sii do lempo a phvsiouoiiiia e lalvez o pensamenlo
de quem o habita, o domicilio de Oclavio culnsle-
eeu-se punco a pouco ; o damasco das cortinas lor-
non-se palhd.i, a apenes delxav penetrar bafi cla-
rnlade. Os rantalbelej da alcalifi perdiam as cures ;
guariuc,ao daurada das aqaarellas e de alzuns es-
boros de meslres haviam-ae avermelbado debaiso .1
S unenle a fusca d'alma au bnlh iva mais nos olhoa,
e linhain retirada a vonladc, a esperanca e
o di sejo. Esse olltar morto em um rosto jovea for-
ma-., i contraste extraordinario, e prodnzia um cffei-
In mais peuivel !.. que ;, mascara descarnada da do-
enca or.Imana r..... os olhoa acendi ios pela febre.
Antes de deflnhar anim, Octavio f,",ra nm bello
mano bo, e anida o era linha cabellos nerxns e
abnudanles, que caluain-lhe como aunis de seda de
cada lado das fonles ; seus longos olhos de cr azul
US 2KL' Preira i'nP,lPavel. f" dealen- I avelludada, guarnecido, de palpebras arqueadas bri- I seu's olhoa ,
Udo deOnhava, e fumagava no meio da cinza. I ll.avara as vezes com fogo extraordinario ; mas quan-1 na vial I, Seu .emblante eslava pallido, mas, como
do nenlnjjiM paixao os animave, eram notaveii pela
sS.rfti" qnielnc.lu que lem os olhos dos Orientaos,
quando a porta de um botequim de Smvrna nu de
Conslanlinopla repowam .i sesla depois' de fumar.
Sua tez nun a fra bom corada, e assenielhava-se as
meridionaes, que s pru lu/yin lodu o seu elleilo a
claridadi'das Inzes ; suas maus c seus pe; eram de-
licados. Tnjava bem, sem preceder a mu.la, nem an-
dar aps ella, e sabia realcar coas v.uilagens nalu-
raes. Piislo que nao livesse iienliuma presumpcao de
damlij ou de gtntteman rider, nlo leria sido Yejei-
lado pelo Jockey Club, se la se boiivcsse aprsen-
la,lo.
Como era que se eonsuraia Ifio miseravelmente um
rapaz bello e rico, que lanas razcs linha para ser
feliz 1
Sem llovida o leilor dir que Oclavio eslava ener-
vado, que os romances modernos linliam-lhe cor-
rompido o cerebro com suas id is duenlias, que nao
cria mais em nada, que de sua maeldade e de sua
riqueza, disperdicadas em lencas urgas, nao Ihe res-
lava mais do qoe dividas. Tudas estas SuppozicSes
sao falsab no caso de que (raamos. Ti-ndo usado
pouco d(is prazeres, Oclavio nao podia eslar enerva-
do ; nStf fura melanculico, nem romaulico, nem
albeo, nem libertino, nem dissipador ; sua vida fura
ale entila repartida cutre o esludo e a< dislracces,
bem conjn a dos nulros mancebos ; ouvia de inabaa
as lines de Sorbona, e de noite collocava-se na es-
cada .1 > opera para ver desceren) as mulbcres.
Nao linha amantes, e despenda suas rendas sem
penniltir que suas phanlasias encelassem o princi-
pal. O (jolino eslimava-n. Era, pois, um persona-
gem incjipaz de lanrar-se neveira de Manfred, ou
le aecnder o fosareiro de Eseonssa. Quanto a causa
do csladp singular pm que se acbava, e que fazia la-
- nnencia da faculdade, nao alrevemo-nos a
-la, lano be inverosmil em Paria no seculo
leivamos au iioss> proprio hroe o cuidado
la.
osme-Heos ordinarios nao eomprehendfam
; porque ainda rulo se fea a anatoma de
i alma, reeorrea-sa por ollimo a um doulor
que vnll.ira das l,i lias depois de la ter rc-
nito lempo, e que era afamado pelas suas
lagrosas.
o presentinda um.i perspicacia 'superior e
pendrar sen legrado, pareca Iciner a visi-
pelas insuacias da mai consenlio
ier a Mi. BallhazarOierlionnaau.
Inulor entrn, Octavio malo deilado so-
lofa, linha a cabera sasbtnlada por un, Irn-
n eolovello npniadn em antro menor, e e-
ido de um rnnp.ln quenle e meci,
a, ou antes tinha um livro ua man ; pois
)S parados sobre urna pagina olhavan, mas
leressam a edacacao da infancia,
A novella que obleve o segundo premio e lem por
lili.I i.,Canto dos Mllenos,lie uma eonUesau. nu
| pelo
livamenle ans desojas c valos, que para si lem ; he
daquclles que s? cumprazem em crer em um futuro,
em urna era decididamente nova e collorain, em
primeira losar a idada de ouro : se ha algum aya- | pelo menos urna confidencia, a de uma irralher
lema e ahuma illnsd nislo e o poela parece por sua amiga, que ella quer prevenir contra um Ira-
hm ennvir elle anima seus quadrus, ao menos rom vez lie que ella inc-ino nao pude acaulelar-se.
um enlliusiaamo lao sincero e com rasgos de uma Preservar sua imminacao de lodo o desvio n.lo
imasinacao grandiosa; maJ o que he melhor, he he mais do que um simples calcula de felieidade
emprear nelles mudos de cordeabdade (ranea e for- | para urna mulhar virtuosa, n
les effusiies de ternura. Quando elle fazdixeral Esla epigraphe, lirada de madama Necker de Sa-
cada pon.-ao snffredur.i da sociedade a da lamilla, I aisure echa-se jostifioida pela narracjlo ; mas cs-
crianca, rauca, a esposa indigente, av enrege-j ta narraran be fcil, natural, filenle e nada
lada, quando fas dizer altamente a cada um dalles : lem de predica, le a historiada um enlhusiasmo
Procarai ouro, precisamos delle para viver, para romanesco para um bello cantor, quo lodos creein
cresccr, para Irabalbar mesmo e ler lodas as nos virludes, para ciivelhecer e para morrer,lem aba- i mor, O toril he oda boa sociedade : aberto ot--
I lam no estada fresco as plantas conservadas para ,,
uso medical.
lado as fibras do lodas c arranca lagrimas. Esla
passagem eloqucule c tola lemeada de imagens po-
ticas obleve os sulTrag,os dn jury, assim como ublcm
os voseos, senhores...
Julgaram euroai no aulor desla escriplo (e nao se
engaoaram] um homein de talento e de sentimenlo,
dotado de nobreza de eoraclo, de ame alma que ja
sollreu e se forlilienu.
O aulor he Mr. Eus^nio Willem'm, lilleralo c
doulor em medicina.
O lerceiro premio foi oblido por um escriplo,
que lem seus mritos e tem lamhcm seu ciiuho poe-
crplo vio-seo nome do Sr. conde de Legural ; setia
|ior ventura indiscreta procurar aiu ta debaixu deste
nome c iulrevcr um gracioso talento de mulhcr '.'
Iluas novellas mais mereceram premins: n pri-
meiro he concedido a uma nariarai) intitulad,
DOtM Trnsfugas, que parece real em sua singulari-
lade, c se .icaininnd i agradavelmente entre as sebes
de um humilde campo do liuurbonas. O autor be
M. Osear lionero, da sociedade dosluimeni de lel-
lras. O romancequa obteve o segundo premio lem acharan
por scena as praias do mar as cosas da Nonnandie, mico
e por assumplo un episodio da vida do pescador
esl., iaenla de qiutqucr allcracau pur um grande nu-
mero de anuo-.
A Mfentia se apodaron ,i, descoberta lortaila do I Falia-se para 15 de .casto, na it
con eileiro para explicar osle pheiioincno Uo curio- bailan monoro que eslava destinado ao a-.e' l,o ,u
su. Um grande rhiinicn l.iv l.ussac achuu a Incuria, 'Sebastopol esla collo.sal machina aereHalira na
venlicou que o oxvgenee alhmospherico, umeo a-. lem rival no mundo inleiro. Desda a vlvula ale >
gente de f. rmnlaca., das malarias orgnicas, desap-, balcl, podendo coiilcrjil pe^^s, lem :tl melrM de
parece e le combina Cornelias no vaso hermtica- altura, o dimetro be de 21 maros; HJUO kilocratu-
mcule lechado, durante a elnill.caa que o oxygcneo mas da corda furam empresados, cco foi fabri-
uma vez absorvido, estas materias so se achara enMo cado expre.samenle em l.von. a ancora de salvara..
em presenta do gaz azole, istu he.de um gaz impro- be urna obra prima, e se'dcsinonl,, peca, a Mna
e provocar a ferinenlacao a persiste nesle Ouando esliver ch-io, conlera 510.1 metros de caz"
5 liomens ser.ii. necesarios para conle-lo.
estado dorante mudos anuos.
Um industrial chimado Collin snbstiluia o vaso de
vidro de Apperl par cautas da Handres que soldava
igualmente e colloeeva na agua em ebullieM : as
conservas alimenlicin, ama vez pieparadas, fazem
por varias vezes a voa do mundo para vollarein
com a mesilla frescura e com u inesino goslo.
Em nossos dias, os loRlezes modifleaiam a siste-
ma, abrindo as eaixaa um buraco, que lapam di-pois
da ebullicao por meiu de urna golta de chumbo der-
retido.
Os Franrezes rorcados pala guerra do Oriente a
prover a subsistencia de um exercit. numeroso du-
rante as suas longinqaas expadijOes, proruraran e
ico ; ha nelle enlhusiasmo e um ilumnenlo impc-l no meio de Rearas simpleemenle verdadeiras, sobre-
tuoso ; os navios que parleui para aliavcs.ar o
Allanliro mareham bem ; os procuradores ao ouro,
os emigrados eslao bem descritos ; o quadro da asi-
lai.ao humana c dessa proeuracao febril, que he a da
miseria, assim como da cubica, se desenlia perfeila-
mciile.
O puela em um lugar do escriplo pe em oppo-
sicao us dous pontos de visla, as duas ordens decun-
sideraees morara e snciacs.
0 moralista, o economista de outr'nra se indiana,
se irrita desla proeuracao do ouru ; duseiarie recon-
duzir o mundo a pobreza ; ha nesle lugar bellsi-
ma, estropltea, que expiimem energieamenta n pro-
lestacio da anliga frugaliladc, visla dos seguido-
res modernos da riqueza e dos adoradores do lie/.er-
ro de ouro ; quero citar urna su dellas, que lem
bastante inspirara i e verdor :
Genrense arislucralie
Des grands creara sur Ierre envoyos,
O Caln, o l.a llielie.
Fiers de vos indigcus foyeis!
O labuureurs que suaviuz Rmne,
0 Bayard, pauvre genlllliome,
De loul, fors de saii2, ccoiiome ;
O Corneiella Marcean vous lous
Donl la miscre ful d-conde,
Et suris Irive dola le monde
Des verlus par u lout se fon le.
En les vnyanl, que diziez-vnus'.'
Cerlameale puncos poetas liaverSo capases de di-
rigir com mo lirme estrophes desle genero, esla
especie de carru lyrico de duas ordens de trplices
cavados.
Esle movimenln, que sn sustenta em oilo estre-
pites, atiesta a fnrea e a destreza de ura tlenlo expe-
rimentado. A resposla em que as vanlagens do
ouro sao opposlas is invectivas dos detractores, res-
posla que entra no '.un e na duulriua da poe-
precedenle, nao esiii a altura desla carreira
lyrira do meio, sem o que o carro du poela, on para
fallar com mais evadida,, doa lelas, leria ehrcade
pas perlo da rucia.
Digo dos poelas, porque o escripia a ns OiTeTOei-
do, acba-se assignado pelos dous mimes unidos c
fralernaes
ne lio
Me
ilaj^g^gjbv
Roche
menres, rompo/, suh o lilutn .le;'..|i" 9,
tableas de ehavalel,uma s.-cna iiii-i:.h -.,,..'
pass.i no carnaval na Manon a'Or, o onde e '
iroduz originaes e caradores meio philosephteiu,
que fallam ,o, espiriluosameulc de Vi, vi,;
e nossasInu'iiras. .
A segunde men{Io foioblida por um escriplo ir
Um esiylo mural o elevado, mas onde parece qua u
assumplo nao foi Irala-Jo mui direclamoule. Oau-
lor deslas esiropbes generosas, algunvs -.. _
quenles, be Mr. SimeCo Pccuolal, poeta ben: eonhe-
eido, um dos frvidos discpulos da arlo grave e nv-
ainda ha pouco lempo, cantando em estancia! n --
nio de Chateaubriand, eneontroa um dne p-;>. lud-
ios exordios l\ ricos, e de que -e pode honrar i u le
franceza.
Se aquelles que nlo (orara vencedores, lem lne<
metilos, os vencidos achira-, lalvez com que ci-nso-
lar-se ; entre osles ultimes, alguna ha, cuja admis-
sao as (listinreoes propoilas seulio-se nao ser pn-si-
vel, e muilos dos que o nao poderam conseguir, e
ficaram muilo aquem, appellaram para o publico,
mandando imprimir seus versos ; desles nao me
oceuparei aqui; fallarei apenas de dous escriptoi
dignos de mencao entre os que suecumbiram ; um
dialogo e-piriluoso e es vezes potica tambem, entre
dous aufigos caronradaa ,ic colle^io, um poela e ou-
Iro banquelro ; o assumplo do contarlo be tratado
Mli com alguma liberdade. Esieescesso de zumba-
ra ou de fainiliardade desmereccu o escriplo, alias
lio elegante como lacil.
Outro escriplo que por muilo lempo cbamou a al-
ienen da commsao e do jory, l,e um emito, cuja
scena se passa em a Xonnaudia c se rcsenlc iotei-
ramenlc de sua lilleralura familiar do seculo XVIII,
poesa ligeira, deleixada, graciola todava c espiri-
taba a de /'cifr-i, que du seu ame ao romance, que
he cheio de ideal sensil.di lade. o aulor be Mr.
Charles Dcsbys, da sociedade dos hoii.ens do lel-
lras.
tal he, s'iihnres, o producto cortamente variadis-
simo c bastante animado do concurso. No meio das
coraparacOes molliplicadas e eon>cieneiosas as quaes
se entregaran] o jury geral e as eommissoes em que
elle se Iinii dividido, liavia una dilliculdade mulo
real, ao menos nu que dizia respeiln aos romances e
as poesias, na lauto em distlugnir como em classi-
licar dcliiiilivanicnle as obras. Esla diflienldade de-
penda de um grande numero .ios conenrrentes, da
diversidade doiaasnmptos ou da maneica muilo dif
ferente porque o mesmo assumplo era encarado, e
direi ambera, du gran le numero dos jui/us.
O jury fez lodos os seus esfnrc.s pata ser juslo e
au fallara nenbum dos seus deveres. Pela ininhd
parle, que son ,n rlaquelles a quem a sociedade dos
h.imensde lellras tinha fe,lo a honra de chamar [iara
o seu seio, alim de lomar parle nesle iolgamento,
pusso dizer em incu numo e no dos lilleratos assim
convidados, que liqoei sor|irehendido,c abalado de
urna cousa sobreludo do scnlimenlo de eqmd.ide ge-
ral e benvola, que presidio a este longo exame,
As-im, que cuidado--, que leiluras tepetidas, que
revisbes nao houvcrain no concurso de poesia, do
qaal pude seguir de mais perlo Indas as pitases
Osjnizos eram muilo dissemelhanles c linham viudo
de escolas, ou antea de campos muilo diflerentes:
algnns se linham assigualad din esplendor na
poesia e linham cortamente direilo de ler suas (pre-
ferencias.
Todos mis, e nao prrsl.ir-mns Silencio, lemos es-
se primeira jnlgamenlo prumplo, fcil, Involuntario,
com que approvamos nos oulrns o que se parece
mais Com Dosca ou roprnvamos o que n.n leamos
feiio. Em urna palavra, ha um julgamenln. a
qual nma peasoa se entrega com bastante facilidade,
nao qjaer dizer que esle primetro Julgamenlo seja
sempre ni-- c f ils, mas be perigoao o corre o risco
do separpeer muilas ve/os com a prevenido.
"i hmhm um segundo jnlgameulo mais reilee-
' -, mais meritorio, no qual lacrifiea-se alguma
Propusto a lodas as academias da Europa as socie-
dades scienlilicas puta fazrrera experiencias. ele
balan pode fazer 3W leguas sem locar em trra.
permanecer is horas no ar. pois qoe o batel he pr.-
vido de Indo qiiHiilo he preciso pira a .sexuranr* <
commodidade dus viajantes
A quarla pauina dus joruacs contemporneos |a
destinad, a calumniar nm dia o nns.o pobre weub.
\l\ peraule a posleridade : be mui difliril imagi-
nar u que puderau pensar a nosso respeiln s no.*.
vindouros, qu.in.lu lerem em caracteres de todas *
dimeiises as ollera! de serviro que nos parecen,
. feilas como as rajas mais caneadas, mais degenria-
dgons meros novos : enire oalros o clii-1 das, pois que nao ha enfermidades, na,, ha di>gi*-
i envolver as viandas em c,s humilh.doras. cuja deoominacAo falla nesle ea-
halotce ucommeiisnravel c semprd
nun cunada de gelatina de 3 nu milliinelrns e in-
teiram 'ule impeneliav I ao ar, e Mr. I.anv de Cler-
monl Fernn I entendeu submeller as viandas du-
rante muilos dias ac<.., do gaz acido sulfuroso. Em
lim, nm joven americano, Mr. Gailereoa omeal-
o/acuf, aasociando i farinh.i, nico elemento cuus-
tilntivo do lusco,lo ale enl.lo, vianda cozda e o cal-
do retallante; em Franca Mr. Callamard intredozio
no mealbiseoit algnns legumes.
M.is anua desles processos diversos applfeados a
conservadlo das viandas, podemos di/er que o batea-
do sobre o desecamento he o mais capaz de miuis-
irar linos resollados.
lie um processo que pa leria ser boje poslo em
pralira com grandes vanlagens pira Irenapertar para
a Europa ., ramo dus animaes que se cncuiitra em
grande abundancia em varios paizes do novo man-
do, ah os bois e carncirns exislem em triu grande
iianlidailc que se deita fura a carne depois dse
ler lirado o coum e o sebo. Se a carne dc-lcs ani-
maes codease ser conservada, nao he mvidoso que
nos mercados europeos sabidas mui ventajosas para
a alimenlacao das cianea pobres boje privadas dos
recursos para procuraren! carne em quauliiUdo pru-
porciniiaia as sues necessidtdes ; omelliodn de de-
secemenlo perroilliria ehagar a esle importante re-
snll.ido ; desseeada, comprimida em caixas de folba
le II iinlres, rednzida metade do sen peso ordina-
rio, a carne se adiara em evcellenles coiidicoes de
transporte econmico,'(Snis que a reduccao dii volu-
me c do peso lomara a arrumncao mais fcil e o
frele menos despendioso. O lim que se tenia alean-
car sera menos a conservaran para nm grande nu-
mero de anuos, como no melhoilo do Apperl, do
que a conservarlo pur algnns mezes, afnn de poder
lomar a carne no pala onde se acha em abundancia
e barata como na America, para transporta-la sem
perda e sem alinele para onde ella be rara e cara
como na Europa.
Wo seculo W'IIi; o rgimen alimenlicio da nenie
do mar rouipreliendia exclusivamente carne salgada
e alguna letrumes secens ; no seculo XIX os man-
nheiros lem quasi lodos o .lias a rela de legumes
frescos, c o escorbuto ja nao passa de uma recor-
darlo.
1r r-r--i< por-taparo de al jumas semanas a
urare remonte estar .le eccordo afir de
i ......; coiieni reales, cases roaloa
' '"'I il! :.
erln rl espirito ra uni-.i desinteresada
.....irdia intelligenlo lie l
v '-r. "i" ins .i., ronc
.!':- ju '
>7a
amiiem um dus ri-sin-
urso, o eu juloaria nlo
i a ludo qnanto delle sabio, tnle o li-
-I-, ll-
ar III lo-me de ler si.l
Preste,
sea
i'n
ures
luusa, uilirna recordacio de um genero amigo e que
seexliogae. Fazer mencao desle escriplo e dizer,
que por moilo lampo esleve na bal,inca dojurv]
he mostrar pelo menos, que nao se fez excleslo ,ie'
neiihum genero, nem liouve limilacao i escola al-
guma.
Devemos parar aqui e passarm is a ultima parle
do concurso. ,, que diz repello ao romance.
A obra quo obleve n primeira premio entre as 1 JO
que foram apresentadas, c que psreceu approximar-
se mais ,1a idea que se poda fazer de uma novella
desenvolvimenlo .lll^VV*' TEluf* "^ ^r^kgiSjl l'or liluh, : CidUa. Curiosidade.
,' 'aevacao lambenM um senlintsa- uma pbanRrrras-siXsi'
Ihar a
ronfessa
\IX, e
de dize-
Como
Id doen
nenliiiinl
-maular
sidi.ln ni
curas m
O-lav
rapas dej
la do doulor, e
em rece
Qu .m
hre om
ve*seiro
lava ves
Elle
MUTILADCT
pharifrsf-jisjjniis vezes arrebaladora, uma
moraldade benevola/ervaue penetra, a vigorosa pin-
tura de dnus avarenlosx que nao lem Ulvez oulro
defeilo fcnan o de corrjglrem-se com o lempo os
avarentos nao se corrigjem recommendam esla no-
vella, rujo aulor he Mr^l.uniz Furloul, da socieda-
j.i dissemos, naoaprc^seiilava alteraran sensivel. Urna
observadlo suierlici,:! nao leria descube, lo perigo
nesse joven di.eule, s*hre cuja mellarla bavia urna
caixa de cliarulus em ^c/. dos frascos, das poees e
das tisanas, c de oulros rewiedios indispensaveis em
lal caso. Suas leices puras; emhora um lano Fati-
gadas, quasi nada linhsm fjerdido de sua graca, c
salva a profunda aloma dos ofhos, Oclavio lena pa-
recido gozar de laude normal.
l'or mais ndiflerente que elle fosse. o asperlo de
Uo singular medien impresslonon-o-Mr. KrMrWar
Cherbiinueau assemelbava-sc a uma figura fgida de
um cunto plliintastico de II llin.nn,, e que passi-ava
na realilade pasmada de ver essa creara,, extrava-
gante. Sua face murena era devorada "por um cr-
neo enorme, que a queda los cabellos fazia parecer
ainda mais vaslo Esse crneo n, pulido como mar-
llm. conservara sua aleara, ao pasto que o rosto ex-
poslo aos raios du sol liimar.i a cr de carvallm ve-
Iho, ou do relralu ,len-gri lo. As corvas, as cavida-
des e as sacadas doa ostos ai cenluavain-se ||a vigo-
rosamenle, que a carne que oscobria aesemelhava-
se, com suas mil rus is. a uma pelle molbada appli-
cada sobre ama caveira. Os raros cabellos quasi
brancos, quo reitavam sobre o ocrpul, formavam
Ires parles, das quaes duas vollavam-se para as ore-
Ihas, e a lerceira sabia da nuca para morrer no co
meco da fronte, e laziarn lamentar u usu das antigs
ranellciras.
Poim o qus no donlor trahia invencivclmcnlc a
allencao, eram o< olhus. No meio dessa semblante
cortido pela ida le, calcinado pur climas escandesci-
dus, no qual a- fadigas do esludo e da vida Iradu-
ziam-se por meio de rugas profundas, brilhavara
duas pupillss azues enmn tiirque/.as, ,1c limpidez,
frescura e mneidade inconcebiveis. Estas estrellas
azues luziam io fundo de rbitas Irigueiras, e de
membranas concntricas, cojos rirculos Ira/.iam va-
camente a memoria as peonas dispottes em urenla
em lomo da papilla nvctalnpe dos mochos. Ter-se
hia dito que por alguma feiliraria, aprendida dos I medulla espinhal, ne
brahmanes e das paniil is, o doulor trtara uus nlhos '
de menino, s oolloera oni soa face le cadver, o
olh.ir do vclli'i dcnnlava vmle anuos; do rapiz
essenla.
O traga era o traae classieo d me liro ; casaca e
calcas de panno prelo, colli le de sed da mesm i i .,-,
e na carniza um diamante grande, presente de al-
L'nin rajah nu de algum nababo. Porm esse ves-
tuario liuctuava, como a esliveaie suspendo a um
guarda-roups, e rbrmavs dohrai perpendicular, qu
a |.n na ,| il >-!(,,, ij,,. i ; ,, u email"lll)s agUdO",
quando asHDlava-se. Para prodnzir t":a magrem
piieiiomin.il nlo bastara o sol abrazador da luda
"! \AMUUCO.
Pars ti ,ie i^S(o.
laeneia e uatro.
i roa qacsiaoque uestes iem|ios lem lomado gr.in-
imporlanria ein.coiisequencia dos seus pro-
na conslderaveil e' nao espralos, be quaa-
laa da conserva{lo das substancias aliirentiriai:
ao mismo lempo que iuteressa ao mundo sabio e
eeonomisla, como ligaodo-se alimenlacao publica,
interesas ans povos que enviain ao longo oe seus sol-
dado-, em defeca do direilo eda jusiica, inleresaa
sobretodo aos pavos mercadore quecrzam inecs-
senlemenleM mares para levar au lunge a sua ri-
queza e elvitisaelo, interesas aos poros que, como
os de certas regules da America do Sul ptsuem,
sem ainda pode, aproveilar-se, cun que alimentar
o mundo inleirn, e que desde enlau acfiri:im recur-
sos inexgotaveis,elementos do prosperldsoe mcalcu-
laveis para se loruarem bemleilures das grandes :ia-
ces meiius lavurecidas.
Todos Slbera boje que para conservar uma mole-
ra organitdda, cumpre iuiperiosameuln sublrahi-la
a influencia do calor d'agua 0 du uxygeneo do ar,
cumpre livra-la da ae(lo do ar, cumpi-e lirar a anua
que entra na sua Gonslilniclo, cumpre conserva-la
em ii'i, i baixa lemperalura ; mas daraule longo
lempo os meios de cootervacSo limitados a um in-
completo desseeaneule peruiancceram na infancia
mais primitiva, al o da em que no comeco ue IKIKI,
Aperl, um cnifeiteirn da ma dus LoinliarJi em Pa-
rs, dcsoolirio pur acaso um processo ,ls um valar
ineslimavel que perniille comer as Grandes Indias
um janjaripreparadn emParis de/, anuos antes,e que
salvou as frotas de ludus os llagellus que as decima-
vam ale eolio.
Esle processo he do uma prodigiosa simpliridadc
de eiecoglo : consiste somenle cm encerrar em um
vidro bem arrnlhailo os producios que se pretndela
conservar, enllocar esle vidro em um vaso cheio
d'agua ferv.en.lo e ahi ruiiserva-ln durante cerlo lem-
po. Ilepnis de esfriar, a malcra cuntida un vaso
sem
res, e assejiiara-se subre a pelle de s.azella junlu dos
jogbis, entre qualrn br.azeirns ; mas esse dlsperificio
de sob.laucia nao mostrava neiihuui enfraqueciincu-
lo. Liga lucillos solidos, o asan idos sobre asmaos
cuno cerdas sobre o braco da raheca, uiliam os os-
siubii, descarnados, c faziam-nos movercm-se
.W>'igc-r muilo.
t1? doulor assenlou-se sobre a cadeira que Octavio
Ihe designan ao lado do sof, fazendo eulovtllos co-
mo um metro que se dubra, e co-n movimenlus, que
indib^avain o habito aventurado de assaotare subre
eslcirta. Assim eollocado, Mr. Cbcrbouiieau dava as
coalas a raz, a qual lllomlnava o semblante de seu
,1 tenia, siluaVaVcfctyuravel ao exame, e que gastara
do lomar lo.lus os o.Verva.lures ntais desejosos de
ver, que de s.-rein ristoslc. Poslo que o rosto do dou-
lor estivesse banhado de smrnbra, e s no alio de seu
crneo lustroso c redondo, ci>.*no gigantesco ovo de
ama, se rellecli-se um rain de lu! Ocl,v'J dislingnia
a scinlillacao das extraordinarias piapHUas zues. que
pareeiam doladas de claridade prnpria, cloino os cor-
pos phosphorieos : dellas sabia um rain dnVltt
du c claro, que o joven doculo recebia no peitu '
a sentarlo produzida pelo emtico.
lunie lal ooOM .':' a 15 mil raeoes pninm ser aesnm
modadas em um esparo de atgunsmil metros. Em
1850 vtr. M i- .o, i irdinoira do Lavembarso depoit
de ;er necead 11 gumes, apcrlou-os por meio de uma
prensa liydraulica. Em lK.il Mr. Chollet emprehen-
deu a evpelicv, industrial .lo pro,.--.o, c en, 1853
obleveoaalocer s navios do esta i.
As suas preparaees se apreseiilam sob a forma de
laboinhaa qadradas que parecem ler a solidez do
marmorc, e que pesadas como a msdeira, sao invnl-
vlas c postas em caixas de fnlha de flandies para
serem Iraiisporladas e embarcadas.Cada uma das suas
laboinhas, se se tratar das julianas para alimenlacao
das Iropas, reprsenla a rai\lo de 128 hnmeiis, quu-
la ao volme, excede toda a crenca ; urna caixa de
madeira, leudo no exterior lili cenlrimclros de cora-
priraenlo sobre 23 de largura c ,'!5 de profundidade.
r .ule.n 1796 radies, e se podera pr 25 mil cm
uma caixa de fulha de andrea da capaesdada de um
niclro cubico. Cada uma deslas raees encera Si
gramas de legumes seceos, que metios n'agua du-
ranta alguraas horas representara 2IKI grammas de
legumes frescos, c cooalltnem uma sopa rxcclleule.
Um carro cnberto de artilharia, que cumpurla or-
dinariamente metros, pude comer a rajao de lim
mil horneas. O processo Chollet fui de urna mauei-
ra mui feliz modificado por Mr. Morcl Fasio, M.
(Jiiiet secava os legumescriis, Mr. Morel-Fasio ru-
tinha os legumes pela acrJie do vapor, e os secra de-
pois rapilamcult por meio de urna correte de ar
provocada por um ventilador : a eoatervacBe he
muilo mais bella e muilo mais cerla depois detae co-
rmenlo anlerior. Grande numero de I alineas bao
sido monladas; esla indastris nova lomou rpida-
mente um deseiivnlvimenlo consideravel, e a guerra
do Oriente v*jn abrir-llie uma saluda mui imprtan-
le. As ciirninniennlas feilas pelo ministerio Oa guer-
ra se llevaran!, dorante a expedicao da Crimc.., a
120 mil races por dia'ai.o invernu,"e 40 mil no ve-
rn. As remessas para o exercito sardo eram lj mil
raroes por dia. Emlim a mariones P o exercilo in-
gle/, consumiam i nuil-ni importantes vprnvises.
Os soldados eos inariiiheirns cntonlraram jiesta
alimenlacao um precioso allivio para as privantes e
os sotTrimenlos in-eparoveii de uma eampanha.
Emlim ao terminar diremos que a eclencia se ne-
copa nesle momenlo cm ap|ilicar i conservarao das
plantas meridionaes os processos que deram lao bom
exilo acerca das plantas alimenticias. Tade annna-
cia que esle melhodu pennillira' preservar esles ul-
tinius prnduclos multo melh ir do que se fez alo boje
ds diversas allerantes a que esle exposlos,(o quo s-
podera' pefeilamenloconservar os aromas essenciae
e as.virtudes Iherapenlicas .activas, que sppraaens
Depeil de um mnmentodc silencio, durante o qual
p.ircccu resumir os indicios reconhecidos em su r-
pida observarlo, o medico exprimio-sc assim
J vejo, senhor, que nao he um raso de palho-
logia vulgar, vossa senhoria nia lem iienhuma das
d dicos cu ram ou aggravam, e depois de converter al-
gnns minutos, nao pedir! papel para passar urna
receiia com minha assignatura hernglyphiea, a qual
seu camarilla levara a um pharmaeeulieo.
Octavio sorrio dbilmente, como para agradecer
a Mr. Cherbooneaa o poupar-lheiualeii e fastidio-
sos remedios.
Mas, c.inliniinu n doulor, nao se alegre lao
prumptamenie de nao ler hyperlrophia docoratlo,
- -ni tubrculos nos polmnes, nem relaxamenln da
ellusao serosa no cerebro,
nem fobre lyphoide ou nervosa, nao se negu i,c
calejo com boa sala. Dc-me a mo.
i.ri'iidu quo Mr. Che bonneau i,i lomar-lhe o pal-
s i, c esperan lo vc-lo l i i .ir sen relogia de segundos
Octavio arregiiruu a manga, d.....nbrio o pnlso, o es!
lendeu-o in iolenlemeii'a ao doolnr. Sem pnicunr
com o p.,11 -ira pul n.-ao rpida nu li-nla que indi-
ca se ,-sli, de-runeiTlaiii, no Inimein o reinal i t*.t vi-
da, Mr. Cherbonneiu, tomando em ana m".., |r-
gneira.eujm dedo- o- .id.- essemelhavara-se
as de carangnejos, i mo elva o dehea,is ,i
cebo, apalpoa-a, aperlon-a como para pr-se em lo de q
cominiinicaran inagnelica com o doenle. Oclavio, One
por
mu-
parccia-llie qoe o donlor Bubtrahia-luc a alma por
t-sse aperlo, e o sangue se Ihe relirara inleiramente
das faces.
Charo senhor Oclavio, disse o medico soltando
a man do mancebo, sua siluacao he mus grave do
que vossa senhoria pensa, e a telenda, ao menos lal
qual a pralica a velha ratina europea, au pode mc-
Ihora-la : vossa senhoria nao lem a vnnt.-nle de vi-
ver, o sua alma desprcn.le-se insensivclmenle do
carpo. .Nao lem hvp.icoiilria.'nem Ivprmania, nem
tendencia melanclica ao suicidio, nao caso raroe
curioso, n icnhor, se mo nlo oppozesse pu.leria mor-
rer sem nenhuma losan sensivel iulerioroii exterior.
Era lempo de cl:amar-me pois seu espirito esla so-
menle retido carne por um 'n ; mas lavemos de
dar-lhe um bom n.
E o doulor esfregou alegremente as m.tos fazendo
um sorriso que deUrminu-lhe um moviinculo geral
nas mil rugas do rosto.
Mr. Cherbouneau, disse-lhe Oclavio, nao sei
se vossa senhoria me corara, e na verdade ndo tenho
i- J nenhuin desejo de lal cousa ; mas devu cnnfessar-ic
que acerlou com a causa do estado myslcrioso em
que me echo. I'arece-me quo o enrpo loruuu-se-me
meavcl, c deixa escaparme o ser assim como um
xa cabir a agua polis funis. Sinlo-ine en-
trar nn^jjfandc lodo, e Cutta-me a distDguir-me do
meio cm qtiS^r'crs!ulho. A vida, enjo paulomimo
habitual execuTo^IO'imc, posso para nlo penalizar
inens pas e meus antVs. parece estar Uta longe de
ntiin que em eertos rrraj1n-en,0s julgn-me j fura da
esphera humana : vou eisaiml10 pelos motivos que
me determinavam nnlr'ora, e cnst? impulso mecnico
anda dura, mas lo-ino mesa as horas ordinarias, c\rpCn comer c
beber, poslo qne nlo aclie ii-nhiim s.-rnliL n"* Pr'dO'
mais adubados.uem novinho mais forte. ..t^ataridade
do sol parece-me paluda como a da la, c
lem luz escur-. Sinlo fri nos das maiiqaali
do verle ;s vezes ha em mim grande silencio, c,,
se ineu corarla deixassede palpitar, e a machina in-
terior estiveisa parada por uma causa doaconheeida.
A in irte n.o d ive er dille, enlc desse eslald, se be
apreciavel para us defnntos.
Vossa senIioria, lornou o doul r, lem umaim-
possilniidade do viver rhrnnica, doenca|inteira-
roi ral e mais Ireqnenle do quese cuida. O
lo he uma fin;, une pode matar, assim
como o acido pi ussico, assim com centelha da b ,-
lelha ..c l.eyde, poslo quo ns vestiglos de huas de
Irnu.'.e: nSo Se postara perreher rom os fracos r
de IDRlvse d que ditpSe a *nrnrn vnlasr. Ou
ral cravou-lhe no ligado sen hirco rovnlln .'
o tecnia cabio qnebiado
e sempre renovado o,.-
nossas miseria
Como un., os ii i.sis paispagiram ni lenlemanh-
o seu Irihuto a's fragilidades humanas, roas o deM-
mulavama lodos e a si proprios por uma especio do
pudor natural, por uma aerlacao que equis all., ao
nosso eyusmo philnsnphicn.
Aiuda se esla infeliz quarla pagina desse smenle
a pensar que os nossos rontcmM>ranens rivera de
ompreslitiio, e sao pecas e pediros, desmontan lo-
se, de-vanean lo-sc lodas as noltet por algama par-
le do seu individuo, enllocando aqni e all Indos o
objectus que cniiplclam a sua equivoca e di,vil,..a
persuiiilidade. apenas Ihe fari unos nma remara,
mas esqueceudo que ella faz parle desle jornal, V-
c papel que pasaseis par lodas as ralos qoe sempre
desdohrado imprrsiona indislinrlameiile lodos mt
olhos : expe a's vislas dislrahidas e sem deseofih-
anca das inulhrres e dus meni-nos os inuiincint >>-
cunveiiicnles nos seus promenores.
O que n jornal faz de|mis de um (,o;irlo de -i-,i I,,.
quanto a's nossas pessoas physiras, o theatro o (ai rs-
pecislmcnle sob oulra reanlo ha 25 roetes, imsis
a' nossa pastea moral. Em'lodos es lempos Iioum
rain pobres crciluras cabidas, qce de queda ero qe-
ila. rliegaram au mais prnfundo da lama.
Sal*0 ligninas inslenles eveepees. o missids. .-;>
escinda no silencio, na sombra e no esqaeciment*.
Bas nossos dias ainda, os horoens cli-m- de respeRq
para com a sanlidcde da familia, as rmi-erv .v ,i
a parle ; pois bem, pareca segundo o crdito, que
se dava aos nosso dramalurcos, qoe nlo lia mulbcres
decabidas no mundo conlemporaneo, e qae nata Isa
nma rasa em que o sen contada nao tenha rearmas
fatalmente um paj. um marido, ura pai, un tima
aiuda adolescente. Porque razio, ha nn-ler ojoe oen
dia os nossos descendentes possaro ler a serio ioiw-
mcravel dus excessos que vio seeuindo at eot .. -
Iros, e que se chama a Dama dai Camelia*, aa .W-
Ueras de MmTmmt, o Ca<*menlo 'Olimpm, elr.,
ele. ? Porque razao he preciso sulirelndo ajoe etles
p '-- "i eiirnolrar o vestigio do olliimeula qaa te-
mo- lado a sementantes obras 1 Comtodo, ainda af-
linnamns, que seremos calumniados de urna mane,
ra extraordinaria. Assim, uesla canvirc.,,,. recosa-
remos o n is-,i fraro echo a uma mai'.idlo de peca -
novas que appareeem snata leinp da etlaflo roorla
dramalica, a.is amores /tirradn* que ee de*ien > h-
miir o cuior dts gales, ao Campo dos /rrefta-,
etc., i-tc.
Ao lado desles liiumplios ronteslavci. por mais da
u, i motivo, as-igualaremos us Iriumplios multa mais
innocentes de pecas emelliaule a / './l/.,rf> ,/r.
u I lim, da iNoite, ele. Os homen. -.ta verdadeia-
ueule grandes menino-, paia quem a I,interna nsa.-i-
ca se elevara is vezes sobre a oLi., do. |nsadom o
dos poelas, mas porque passam elles sem transir,..,..
desta iiigeiiiiid.ulc prinnliva ao .lesrczraroeala 4n
mi igiua. .ni em que ainda pouru faliavams. ,\c-l
mumeuln a comedia se reprsenla nos rattcllos, ut
caslellos nao sao uslincaveis da critica.
a. n.
11TE&I01.
MAIl.VMIAO'.
Extracto fio reUtorioqtie aassomliliM le-
pslnI iva provincial do Maranlii'io tprc-
tentou naBBuafo ordinaria de I8."iti i>
K\m. presidente da provincia Ahloiiin
Candido da Cruz Machado.
Cnnlinu.irlo. i
Mintranio.
A industria da mineracan, comqnanlo fosse eslrea-
da nesla pruviucia sob os mais felizes auspicios,beo-
do incompletas as explorantes, lem encontrada gra-
ves troperos em ua marcha.
As infurmaritcs que se envinara para rrle dn
Um de Jancirn, depois du exame a qoe se procedes!
mis terrenos aurferos romprcheiididos enlre i.n-
rupy c o Tur\-issu', fi/cram conceber lisongeiras e
seductoras esperanras de riquezaa, e indoiiram sl-
gaas capilalislas a formar all a rnmpanhia denomi-
nada Mineracls Maranhense, com am capital de mil
conlos de rcis. Encorporada a companbia, den prin-
co ans trabalbos a commissln driles encarrtjgasta ;
dilliculdades, porcm, inherenles a empresas desla
nalureza. com que loen leve de lalar e qoe de tro-
pel se apresenlaram, lem retardado a prnsperidadc
de que parece susceplivel esla induslria. A direc-
tora desajaudo investigar a caosa da paralisaca.. ,l..
(rabalbus, e dar-lhcs tima direccao mais convenien-
te ans seus inlercsse-, lomou a deliberarle de enviar
a c-i,i provincia um delegado sen, e rscolha reca-
do no camn "dtdur Manoel da llorn Miranda, qne
eliecando .- -apilal no dia 22 de abril do aun..
lindo, e dir. logo em inaioao lugar das la-
vras, rcconbei impericia, com que as explora-
cues haviair. sin dirigidas, nm h,vendo anda rerle-
za se a quanliihyde du ouru era lal, que pn,lese enn-
vir a uma coms/aiihia a sua mineraclo ; e, nato p.-
dendo pur si resolver esla davida, suspenden oa tra-
e moilo moro para isso.
rr?
Engaiiou-o
Oclavio, nem inc-nn.
humano '.'
alguma n ,.c
Nlo, doulor, re-poudcu
Icuho i,,l l'eliridadr.
F. todava, rrplicou Mr. ilallhazar Chetbon-
neau, tem em seas ulbos morios, ne atlltade desani-
mada i'c seu carp, no som sordo de sua voz, o lihi-
lo de Mina pees de Sbakspeare Uo claramente, coran
se estivc.se estampado em lellras de nurn sobro o
Inmho de'uma encadernacao de niarrnqoiin.
E qiial be essa peca que Iraduzo temo saber .
disse Octavio,, coja curiosijjile dispeilava-ie, is.mi
grado seu.
iMWoi lalmurs lost, eootinuou o dnatnr enm
uma parees de accedo que revelava longa residen-
cia nas possesses inglezas.
Islo signilica, se na roo engao Trabalho* Me
amor perd los.
Juslaincure.
Oclavio nao responden ; leve rubor eorou-lhe as
faces, e para datarnos sna paita diario, p ./- -, a W-
garenma bolufa do Irancclim. n .lunior |-.,i.
uma perna snllre a oulra, o que imilava os ,.,..
gravados em eriazos s-ibre os luanlos, e segurava
pe cun a m. ./.'. moda oriculal. Stus olhos azar-.
cravavain-ie rtiis de Oclavio, e interrogavaas-iiot de
um modo impicrm'o e branda.
Eia, dl-se Mr. Ilallhazar Cherbonnean, abra-
se comigo, ssiii o medico das almas, o senhor he mea/'
doenle, e bc-m como a sacerrVite'calhOricv jo rx^lr
Icnle, exijo .-iii.li.-.Womnlcla, a qual vosaa^'ksna
piilei.i fazer sem pr-se de juelbo-,
A inda suppondn que o senhor tenha c orlado
de que servira referir-Ihe mil,has dores, se bao a-,'
nlo alliviaria? Nlo costuran desabitar meo. pe-
sares, (alian.lo ; neiihum poiler humano, nem mes-
mo o de voesa isnheiii. be eapaa de rurar-me.
lalvez, disse o dnulur iec,isUndr-te ni p,.i-
'enna. enmo quem lliipoo ta a ouvir ama cosiltdrH-
iga. ^
acensado de oli-linacao paeril BM_
InM udei un, meta de la's.,r.,s
um lano lauta.
lero ser :
'' ......----- '- ... ..i. (,,. | |, ,r -,,
eil,. .e minha .n.-rle ; ,M,r i., ,... .
" b.vor,, .>i-.as,..a,,., ,,.,,,,,.
TVie di ;.ulare> as ircunistanria-.
ngular.iu .le ronianlicr. He uma
Inplea, c i, ui iniiiiiiniii mai| rom.
de llennque lie,,,,-. a^saeMe a quem
re, acha-.: rmprc nuva. r sc corara ti-
lor. .Na verdade .i..rgnn|,n.m, ,|r
lima cusa Mo trivtnl a um homem nUc ,,,
s paites mu fabulosos e m ,i< chiiner.n. .
- .Nao tenha recro, isora snmrnte ,ic|,o eiir,,,,,.
i o que be rommum, di -e o mlico sor -
.-lo de
ie .' | rindo
Sera dovida Ilallhazar Cherl.onueau subradlira.; ". 7^.^ P" 7 em me icb,," n ,7 22? i n"0 "? Sl""0 r,"n":' "3 "T l'oi, bem donlor rao, o I
para a.guraa UHutoe,, aos longos WuM dos faqui-J zar de experimeilar ceda & 1%^ '& I %^^K2S%2 '' **3' 'm' ""^ ^fgESZ
se-*ei.j
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRAO
TnirnarT i i
V
ILEGfVL





balhas, desped a maior parle dos operario*, c, nilo i i sudoeste
Ihe permiltiu i,, a estaca i invernosa demurar-se iilli,
retiuou-s para esta capital nspera ile umengenhei-
ro, que devia ser engajado, alim de proceder s ex-
plnrari.es precisas para obler o cuulieciinenlo exacto
da verdade.
da
Segundo a opinio de dous lumieiis pralirns viu-
dos'de Minas-t'ieraes, o im au. Araujos, que por si
ii)'- ni," nliservaram e lizeran experiencias, as lavras
sao r ii.111iii.i-; nas a falla d'agua, ntirraatit pata
a continuara dos Iraballios, a impussibilila.
( bum xito, portanlo, desla industria cata depen-
dedle de duas circu... launas essenciaes : i.a saber
.se, sen 1o os terrenos aurferos, abunda o ouro de
inaiieira (|ue possa convir a sua etlracciio a ama em-
prea da ordomda companiiia Itinerario Maranhen-
te ; 2. se he possivel pelo systeiua de regus e de
bicames nter a agua alo o lugar das lavra*.
O engenlieiro Thomaz .Marn s, que residi inul-
tos anuos em Miuas-I.eraes, leudo sido conlralado
pela compaoliia, parlio a 1." de novembro do aiinu
pastad para as lavra*, e foi encarregado das eiplo-
rarne. do. terreno aurferos ja condecidos como loes,
e dos que ainda o nao sao.
Os resultados dos Irabalhos desle engenheiro, ein
que a coinpinliia muito coulia pela sua longa prali-
ca e pericia, decidir da possibilidade ou impossibi-
lidade da minerai; 11 nas lavras do Maracatsumc,
restando ainda uma ultima tentativa, quando n.1o
seja bem succedido, a explorado da serra do Ari-
camb oa Tiracambd.
Em verdade o cominendador Roclia Miranda Irou-
xe lomen cunhecimenloque os engenheiro* da cum-
panhia, depois de procederera a varias explorces
nos terrenos aurfero, da lona comprehendida entre
o nos furv-ussii a Grnpy, lendo recoohecido que o
uro, que tao profu.ameute se enconlra espalhado
uesses terrenos da alluviao, veio da serra mais pro-
sima, enteiidem que nella, onde devera etislir as
tnatriies do metal que procurara, conven) slabele-
cer a eompanhia ; a, para levar a effeilo o reconhe-
cimerilo projeclado em a dita serrs, requisilou-me
uma forca de vmte pracas de linha, que inmediata-
mente rnandei por a sua disposiejio, e parti desla
capital nos nllimos dias de (evereiro.
Por uma lradirSo anliquissiraa, geralmenle aceei-
la, acrodlla-se na esistencia de riquisstmai minas de
onro no Allo-Pmdar. Ests tradico se ada consig-
nada M compendio histrico dos principios da lavou-
ra ao Maranhao, obra poslhuina do leneule-coronel
la milicias Kaymundo Jos de Souza avoso, publi-
cada *m Pars em 1813. Baseado no "leslemunho
J alguns mdios.narra esle aulor a existencia de mi
ms aurferas na serra do Aricamb ; assim como de
indicios de haverem os padres da eompanhia mine-
ado all, a o deicobrimeiilu da ama estrada que,
purtindo do rio Pindar uo lago Cajarama, se inler-
Bava pelo corarlo das maltas sem mais commuuicar-
ae coro o rio, bem como vestigios de casas e de urna
grande canoa uo lago, j,i quasi consumida pelo
lempo. '
O engenheiro da eompanhia Uenrique Cramer
assevera, e asseveram lambem moradores de Viana,
que no lago Lajary que parece ser o mesmo enlflo
denominado Cajarama, anda veem-se boje muilos
etleoslavrados, e, por occasiAo de Brandes secens, se
descobrem o altestam a existencia de antigs mora-
,as I"*i Pe' visivel arruamenloque ainda conser-
am, indicmi ler feito parle de uma povoara que
visti a mnrgem da algum rio, cujos vesligos ndu-
iilaveis o mesmo engenheiio pretende ler recunhe-
ido.
Os moradores mais amigos do lugar, e os proprios
indios descendentes dos primeiaus povoaiores, nc-
anoina noticia da dessa povoarAo, que por certo
toi Habitada por cenia culta ; pois est averiguado
qne seus habitantes conheciam o uso do ferropelos
prtgoi a argolas para suspender redes, que se aeham
ravados nesses esleios ; accresce que em 1825, na
bocea do rio Cajary prximo d'alli, o que enUo sec-
u. acharam-se cadinhos de fuodicao a borra de
farro a esmaltes produzidos pela fumlirao de melal.
Allanto o exposto, nao parece inverosmil, que os
oadres da eompanhia de Jess livessem junto aasuas
nlasoes algum eslabelecimenlo de mineraciio, a que
nseguissem ueculta-Jo aos olhos de todos, prevale-
ndo-se para isso do regiment chamado das raissoes,
oalo qaal se prohiba morar as aldeias a oulrat pes-
cas que nao fossem os mesmos iudios eom suas fa-
lsillas, sol pana de serem acolladas publicamente
oalas ras, se rotatm peOes, e, se nobres, degradados
DOC a anuos para Angola, em um a oulro caso sem
ppellicao.
D'entre as misses, qae possuia a capitana, be
>am sibido que a de Viana, enlao aldeia de Maraca,
rauraa daquellas, i qua e||e, ligavam maior iro-
arlauea, e onde haviiim montado estabelecimentus
barbos, faaendo parle delles o curial e as casas de
.racetuba, que, por aeeaaMada eutregarem o gover-
.0 temporal das raisioes, arrasaran!, e que depois fo-
am constrsngidos a reedilicar, e a restituir ao cur-
ral dos gados, que haviam desencaminhado, o que
ludo eoosbi da portara do governadii' nji,a
lalada de 2 de dezembro de 1758, dqW flhr
Bernardo de Aguiar, reilor do collegiT ,a Se-
uhora da Luz desta cidade.
Embora esle procedimenlo dos Jesutas na mssiio
de Maraco se reprodozisse em quasi ludas as de sua
iduunistrdcao, qoando foram forjados a entregar aos
lirectores a jarisdier^olempural dos indios e os hens
le suas aldeias, de que estavam de posee, nao Ibe fez.
slo perder a preponderancia, que haviam adquerido'
sobre elles, que Ibe tribulavaiu a maior veneraco.
Assim se explica o molivn, porque anda boje os
udios caulelosameule guardara o searedo, leraendo,
orno sempre Ibes disseram os pailres velhos, que se-
iii ri'Ju/idns escravidAo no momento em que des-
'obnrem as lavras.
lie para lamentar qne dos papis da eompanhia
le Jess, que podeiiam derram.r alguma luz sobre
is cousas desta provincia, nenhum exista, por lerem
ido qaeimados lodos na occasifln do serem presos, no
ollegio de Nosa Senhora da Luz desta cidade, os di-
os regulares em o da 7 de junlio de 17b,:. em que o
,'overnador fez executar a ordem, que recebera da
irle de Lisboa, para a expulsao delles, e os poi em
iloqueio e debaixo de guardas ale embarcarein para
Para, d onde seguiram para Portugal.
Alm da Iradicco e dos vestigios, que parecem
enlirma-la, de que os padres da eompanhia se ha-
viam lambem oceupadoem Irabalhos de minerarau
"> Allo-Plndar, ha noticia de expedicei, que, por
irdenida metropole, s* rueran para ex'ploracao des-
'ss lavras. A primeira, que parti desla cidade,
ro no anuo de 1722, sendo uomeado capitn ne in-
unlaria a cabo de tropa, que la ao descobrimenlo
lo ouro do Pindar, Marcos Boa-vida, ainda no lem-
po do capiao-general Bernardo Perera de Berrado.
Lrn \U foi incumbido pelo capiiao-geueral lata
da Maya da dama do mesmo descobrimenlo Barlho-
Itiraea Moreira Fraiao, que para este lim viera de
Minaa-t.araes a esta capitana. Ele hornera em uma
peticao, qne fea sabir a presenca de el-rei, allegnu
iaver explorado o rio Pindar, e ler encoutrado nel-
te evidencia de grande quantidade de ouro, andando
te ooile pelas mallas, lomando pratica com algum
gento aldeado pelos padres da eompanhia, e que
era verdade Ibe mostrara os lugares, d'onde os pa-
dres da eompanhia haviam exlrahido ouro. Asse-
vera elle que, lendo regressadodesla excursao i ci-
iade de S. Luiz, ah se flzeram grandes diligencias
itiinde que oceultasse o descobrimenlo, que havia
efferluado.
Nao ha dados cerlos para se airmar que os padres
da eompanhia livessem tanto inleresse em comprar o
sea-rodo desle hornera ; be cerlo, porem, que Bar-
tiolomeu Moreira, foi daqui remellido preso para o
l.imoeiro, e que, .eudo sollo por haver mostrado xaM
lcenle das impulaccs, que Ihe haviam sido Caa.
uo Ullramar, obleve licenca para re- ar* na de Sao Lniz. a se Ibe passou a Td. ,
elembro de 17, iutori.ando-o fi?
villa na distancia de 20 minlos, a musas, a nlo ni
margen da Goajab, descobiiu elle alguna pedamos I potiuoot, rujas
de cobre, em varilada, de qnalidada superior, po- ouidadn de rad
rom, em pequea i|iianlidsde. Eram por conseguin- prnumiam Itr
nsenlo das lavras.
o descobri-
Tada* esles faclos fazam crer.qne cn,a;r,n
parlio du Vianna em dam.oda da ,err?d Aricara
bu, celhera resultados salisfaclorios! D" m *.
para recelar o geulio, que hal.ila as m",, ^ 2
mero be orCado am i.OOOereos, qC^aKS
ma. por defender a eulrada dellas, d, ue f j';"''
SS.^ objec,pri,,cipal da c a
a
*
Quando, porra, infelizmente a expedici .,
Imja osen lira, a deacabartadas matrize,^ou ','
ilojoitro, como lirmemenle esperara aa engtilciro,
que raya, tr.ri muita luz sobre a riinacjla &EZ.
a serra, a noticias que deven, mleressar iftm.nis
traca publica ; porquanlo recuraraeudei |/S
da eompanhia Miuerajao Marauhcuse. qui .r*ZZ
de obterdo. engenheiro,, atem do ...aisciu,! 11, Dn-
recesse d.gno de menc.Ao. iuformaresi;.?.' '
-nuiles e delcr.ninados pontos : 7rB '
1." Que rios enconlrarao, onde des^nam d a.
u.scanles, quanlos igaraps ou lorreniS" Zmnl
iavarno,que obstculos onerecem naZtZZ
n volme de suas aguas ; yegacao, qu.il
2. Qae paragjns desses rios em ler/eUos devolulos
sao..,, proprios para a rundai;ao d.". .' aetaT,?,,
colonias agrcolas ; *>a |
a." Que tribus de indgenas. habium,
"U as mallas por onde tramitar a '. '^!m ge '
perlencem, que eoslumes e usos lera .p s "qu"
4." A' que genero de induslria -ni.m _
suas aldeias, e a porque mais se di.li,-"'* cm
5. Qual a forma, altura certa ou |.?...
r,lo e exlensao da serra do Aricamb P rtP ,".'.
oulrai, quo porvenlura encontrarem ;
6." Qual a nalureza asricola, niineral:., _
Ogica do^J-rr^flj^plorados ; *'Ca 8C-
ue vestigios re-'r!fHlajiiilerores exploraces,
.,onde ellas chegarao ; Saa "*"
u 0')uo direeeao tomaran as expedires que parli-
rani de&c"'ade em '""' e '"" poslenoies anuos,
.. linalmeit se 'uram 'ocoi.hecidoa os lugares em
111 ^os padres da comp.nhia.
te esageradaaa* inforuiaees ministradas ao meu an-
tecessor, llr. Eduardo Olimpo Machado, quando se
asseverava, o que geralmenle amia se acredita, que
toda a superlicie do solo eslava coberta de co-
bre.
Os moradores da villa da Chapada a seas nrredo-
res, Irem para si que exisie.n .ninas de ziiico. <1e
platina, de arsnico c mesmo de prala, no munici-
pio ; entretanto, nao apresentaram ao engenlieiro
>.lint-Aman I a.noslras (lestes producios, e tem elle
no breve aapaca de lempo, que se demiiruu ua(|uella
localidade, pode recouherer os logara*, que Ibe fo
rain indicados.
Quanlo eaistencis da perils arsnicos, nao rest,
a .nenur duviila que be real, e os ba em abundancia
a 8 e !> leguas (lisiantes da Chapada, segundo in-
furinaciesjldos engenberos lleiimng e Mollara
valor, porem, que este mineral oblen, no mareado,
nao basta para emprehendur na miaeracto,
A' iOl) brajas dialante da villa da Barra do Cor-
da, as margena do Uearhn, parlieipou-me o en
nbeiro Saiut-.Vraaiid, que exisle podra calcrea c
mxima quanlidade.
Aules de concloir esle artigo, nao dexarci de il-
zer que na- margens do rio liuajahu', ti leguas abal-
lo da vla Chapada, encoulram-se pedras~de alva e
linda cor, queapreseulain todos os caracteres doges-
so. Uma amosira dellas, daqui remell.da pela pre-
sidencia ao ministerio dos negocios do imperio, foi
submellida i conveniente analyse ; e o director do
niuseu nacional, declara que esla substancia perlen-
ca a' variedade, que, pela sua lexlura, lera o nome
de gesso fibroso, variedade, que mais commumenl
se enconira no terreno secundario superiur ; e como
desdo os terrenos mais anligos, ale o lim da poca
terciaria, se encontr o gesso, uma vez que existen
depsitos consideraveis oese ponto das margens do
(.oajahu'.he mu provavel que ah se aeliein as va-
riedades cryslalinas da mesina substancia, laes cuino
gesso lenticular, cyliudrolde, laminar, ele., que silo
empregados pelos modeladores, porque dao u.n gesso
mais fino e mais puro, porem, pouco applicavel as
consiruecps exlernas, a n3o ser misturado e furlc-
menle calcinado com carbonato de cal.
Os terrenos gessosos, sobreludo aquelles onde se
enconlra o gesso eslriado. contera a's vezes coDside-
raveis depsitos de sal-Eemma, e, se islo se verili-
casse as margens do liuajahu', lal adiado lena
grande importancia co.nmercial para os rustridos
contraes da provincia.
Agricultura.
Pooco poderei accresceutar as iaformaris, que
sobre esle objeclo minislradas por meu illuslre ante-
cessor no relatarlo, com que abri a sessta do auno
passsdo. Cumpru, porm, o dever de locar ncale
tpico de lano inleresse para a provincia, quer cuu-
sidere aquella iuduslria como a em que maiores ca-
pilaes se acham empregados, qaer como fonle prin-
cipal, -ena i a nica, de suas rendas.
A idade de ouro da lavoura desla provincia dal.
do eslabelecimenlo da eompanhia do coiuniercio do
estado do Grao-Para' e Marantllo, cujos estatuios
foram approvados pelo alvara' de 7 de jnnho de
1755 ; al esia poca as producees da capitana de
Siio Luiz eram insigiiificanles, e ncnliun u seu cora-
mercio. Alm do arroz vermelho, chamado arroz da
trra, mandioca, milhoecafc, os seus moradores na-
da mais cullivavam, a nlo ser, em pequea escala,
o algodo que fiavam e redniiam a' novellos e a' ro-
los de panno, o que eonsliluia o representativo da
moda na capiania. Aiuda o eapitia-geoeral JoBo
da Maa da Gama, que passou da capitana da Para-
biba para o governo do Maranhao, em que succedeu
a lleruardo I'ereira de Berredo e Castro, e de que
Inmuu posse em 1722, por concessao especial da cor-
le de Lisboa, recehia por coala de scus sidos, pa-
ra provera' sua sustentara, cm gneros viudos de
Portugal, osque Ibe eram precisos para fazer a per-
mola cora us do paiz.
He verdade Iquecm l(22 se eslabeleceram dous
eugenhos de caima, que luiam os primeares ; e a
lempo da invasao hollandeza exisliam aiuda cinco,
que desapparecera.il, porem, pouco dcpois.
A este periodo de alrazu e de barbaria lga-se a
cscravidao dos indios; assim como a poca do de-
senvolvimeuo e da protparidada.de Maranhao pren-
de-se um acontecimenlo nolavel, a pnhlicacao da
ei que proclamou a liberdade desle iiifelizes, que,
longo de nconlrarem gremio da civilsacao o ben-
eslar e ascommodidades da vida social, eram sub-
mettidos ao mais brbaro e injusto capliveiro, ja por
maio da dislrlbaicflo que se lana dos que eram ar-
rancados as aldeias pela. Iropas dilas de regates
ou aprisionados em jusla gu-rra, ja, linalmenle, se-
iluzidos pelos brindes e ca.icias dos padres missi,,-
narias, que em proveilo da ordem.espcculavain cura
oaldeameiilo dellrs, reverlendo principalmente em
benelii'io dos collegios, ou da* casas que os padres
ila eompanhia haviam eslabelecido as suas missoea
lodos os seus servicos.
A eompanhia do ommercio, longe de lolber a li-
berdade que cada um linha de navegar os eOeilos
da sua lavoura, e de mandar vir os retornos que bem
Ibe parecesse, uma vez que ella fusta primera-
mente pasa dos desembolsos que fazia, presta va os
supprinienios precisos para se levar a eletlo a
ailara dos gneros, que, por ventura, podessem
coi.iribuir para a prosueridada do paz, cuja naaeen*
leacartara
iiialrumenlos nere
rama popular liul
ca, e
PiHia st Pmmzt sexta nm 12 01 setimbpio 11 isss
rrazes servio para afolar im-
e.igenei.is elles mcsuiiis linbam o
r pela inipoi tanria du papel, que
praaeniado nos dias ,|e iia : ;_
le miseros loo acariciado
arios na
1 de ser
manel.a repugnante ao bem aeni qi,,i Mmpr,
el, e 119o poiujs vezas viulen-
l-elizmenle ja I,
e o completo tese
o comeen de urna
11 commercio doj
ca de Beln era f,
porlo de S. Luiz,
lepl-.ravtl estado.
'a apressa-lo, c la
mercio que d'anles
como
pocas, em ,|Ile s|lt,_
excrcida neata provin-
era, digan .-lo com Inleira verdade, de uma
lugnaute a
burlesca e des|>rc(ivcl
la p r (tenais.
e passou o dominio deasaa ideas,
edilo '.'ni que le.n cabido marca'
poca de rejreneracao,
iraporlaco e evpo'riacao da pra-
ito qoasi lodo por intermedio do
I uma das falars cdnseqiieiicia do
. a que Bean redolida esta provin-
cia, foi o estbale rmenlo do commercio directo da-
quella praea cora n. paizes da Europa e da Ameri-
ca ; e nem se dig^ que esle faci he resultado ne-
casaario da prospeaidada sempre crescenlc daqualla
provincia, pois na. he possivel duvidar-sc que a-
quelles desastrados, aronteciiiieiilu* concorreram pa-
lillera pera que a parte du com-
tse faza dos portoa do Caarii com
o de S. Luiz se ecrrerasse inleiramcnle para l'er-
uainliuco.
lie lambem iiiqonleslavel que a irregularidade
das esl{(s, que de anms se ten lomado um fac-
i permanente, minguaodo a somina dos producios
agrcolas da provincia, lera diminuido a importancia
das relarScs coininerciaes do seu j.i circumscriptu
circulo.
Nilo des-onhem que para o nhatimenlo do oulr'o-
ra llorescenle commercio do Maranhao lem influida
oulras neausas, porem e-1 i en temen te de exigua
Importancia ; laes como : 1. o syttema de Iributacao
sobre os viiibos, ao qual se allribue o afogentanieiilo
de alguns navios hesp uiluies que d'anles exporlavam
algodao, porque oa vi.ih.os procedenles de llespanha
nao poderain mais c racorrer no mercado com os
portugueses, e islo den lugar a que aquelle generu
esleja sujelu ao prego, que Ibe laxan algumas ca-
sas Ingieras, nicas que o exporlam ; 2." o mao es-
lado sanitario nos ullimos annos ; porm devn por
termo a ana digressio a que fui empatado pela li-
garlo eslreila eom que se prende o commcr.'io n
agrcullura, e eonlinuar a tratar desla.
O uso immoderado da loica e de machado com
qae, compellidns ao Irabalho, abren os escravos,
lodos os annos, novos rorados, faz um perfeilo con-
Irasle con.
pu
ijii
a elleilo, elle se compromelte solemi.emenle a dis- ,que nao he oolra coosa lenio a gomma copal, lem
por de lodos os sena recursos, forluna unporlaule, l nlni de varios prestimos, o de ser nimio applicada
ervicoa petsoaet, ladigaa e cuidados. na medicina. A primeira amosira qoe se remenea
A proposla, portanlo. do com.nendador Luiz Jos para Lisboa, no auno de I7II, de 1 i arrobas foi co-
lleunques parece-me digna da coi.sideracao do cor- Ihtda pelos indios do lugar do S. Francisco Xavier
po legislativo provincial. do Tur.v-ass. I- leve tal acceilacao da parlado
Louiquanlo fos,e para desejar que em uma escola marqoez de Pomual, que merecen que por ell fosse
vcrdadeirainenle agrcola se reuinsseiii a pratica al- recomiiieududo ao govemador Joaqun, de Mello e
gnusi coiibecimenlos (beores, rreando-se para oh- |-uva,, qc applica.se nesle ramo de induslria
leni.ao desle lnn um cur. de agricultura, no eslado dios, e Ibes lacilitasta a compra da rezina que
era que lufeliameule e aria a provincia, ja nao ser Ihessem p.gando-lhes a vsla.
pouco conseguir levar seos lav.a.lores a porem em Caj. Produz uma rezina, que pode subslitatr a
pratica, a imilarem aquillo que observarem con.' gomma arbica ; c que demais lem a propriedade de
seus proprios olhos ;la pera dianlc quando as for- l.vrar dus bichos os livros que com ella s eneader-
d*,t ',rUr ? "' l'r"vi",0,in W desenvolv-;am : o predilo governador, apreciando-a lambem
i.s a .eeess.dadede n.elhoraros eslabelecimeulos | enviou uma amosira para Lisboa no auno de
que exisiirem alen) de convidar a emigrarlo espon- I7I1.
lanea de colonos a capilaes, hade liualmente crear
os lu-
co-
nina nova tendencia c mais ulil ao pai< pela con-
viei;."io, que se arraigar no espirlo publico, de que
nao he su o esludo da jurisprudencia, da medicina e
das ii.aihenialicas, que pode garantir ao humera nina
posii-ao honrosa e elevada na seriedade, que nao he
esse o nico meioque lem o cidadau de ser ulil ao
seu paiz, a si e a sua familia, cojo hem-estar se
idenliflea com o seu, e que he o escopo que lem em
mira lodo o boinem de bem, como membro d
lfilho.O qoe se cultiva nesla provincia lem o
grao pequeo e a cor Muralla, o serve para alimen-
lo de aiiimaes e aves oumeslirai, e lainliem para au-
liliar o sustento da cscravalura. Nlo ma consta que
baja o milho branro e graulo, que n.i provincia de
Mmas-Geraes, eoaatllaa a principal base da alimen-
tario de acua habitantes e dos ammaes domeslicot,
bem qoe para esles lamben) all se plante o milho de
uma cor amuralla hem pronunciada, e que melhor
resiste a irregularidade das eslac,es.
A fcula do milho he um alimento aadavel, c
propriado a
. ..e uma
eommnaidada social e polilica, por isso que da fe-
'esado8 d8C"'a amiliael" P"-MM "Ha a do sendo o lerritorio d'esla'Voviti'a'ia',;
duele
I
c
peilo do cada'um delles.
Algodao.A iuduslria do algodao que ainda boje
he
duzi
no
o ramo principal da exportaran da provincia pro-
no no Irienuio de 18".2 a 185, 151, 86i saccas
valor de 4,733:589000".
Nenhum melborame/ lem sido iolrodozldo pe-
los lavradores na "cultura e preparo ; de ma-
nara que he cultivado e beneficiado ainda pelo an-
ligo svslema.
Alen dos imposlos geraes e provinciaes de expor-
tacan cora que esla Duendo, e que nicamente pe-
sara sobre o laviador, o transpone desle genero para
o mercado da capital he carissiraoc diflicil pela de-
cadencia da naveRaefiu lluvial.
Arroz.A inlruducrao do arroz branco da Caro-
lina deve-so exlincla eompanhia do commercio,
jue no anuo de I7li!> eatabelecaa a primeira fabri-
U e eom mdolaneia de ama grande parle da po- ca de soque no sitio deno,ninado-Au I-, de a-
ilara livra, qoe vive entregue a ociosidade e ao, leriormeole como o mesmo nome pa.ee indicar ti-
nos resalanles desla. lltdn m, fahr.ca de ail, e que inppnd' r
O lempo aqu, empregad cm rorar O na. derru- sido fundada em virtude de um privilegm de?dr
badas he o que dreorre de agosta a'dezembrn ; pre-
parados os rucado, queunain-se e euroivara-se de-
pois o terreno, que, em Janeiro data ser planudo.
se a queima foi por ventura favuravel ; pois nao
poucas vezes o rucado tica em parle, e nao lodo,
perdido por se nfle vencerem as corvaras. Para cs-
lo servieo, que ibranga bom espam do anuo, he
escolbida a melhor genle, que. durante as derraba-
da*, corre o risco de licar esmagada por pesados
troneos de amores. Por esla b.cve dcscriprao do
svslema geralmenle empregado pelos lavradores da
provincia pode-se calcular o terreno aproveilado de
uma exlensao immensa que si prepara, pois lica
sempre alravancado de tocos e de grande* raadeiros,
o que dillicullaudo o passo aos Irabalbadores, e rou-
bando parle do terreno as semenleiras, i.npede o
lavrador de recolher ludo, quanto a Ierra proluzio
em retribuirao de suas ladlgai. Alem do cuidado,
que acompanha o cscravo. no lempo da noviJade
dos gneros de cultura, para salisfater a larefa que
se Ihe marca, uniros cuidados o estallan] durante
o Irabalho, que elle faz, procurando sempre des-
viar-se dos leos e dos espinlius, que, ao menor
descuido, Ihe rasgam as roupas e as carnes, (ls
mesmos serviros se repetem aunualmenle. e, uo
breve etpaeo de Ires c mesmo de dous annos, he o
lavrador obligado a abandonar o lugar, a azer no-
vas eiras, ranchos novos, e flnalincDle novas eslrs-
das.
Em resollado do cxposlo a du mais que ainda po-
derla dlzer, e do que com lama illuslraro o lize-
ram alguns de meus prcdeccssorcs, para levantar
a lavoura desla provincia da decadencia em que se
echa, e loma-la prospera, e em nao mui longos
annos, parecem-me meios mais ellicazes os seguiu-
les :
!. Trarar um vaslo svslema de vias decommuni-
carao llovaos e terrestres entre os ceulros mais im-
poilantes de prodaccSo a o lilloral, e ngo pooper
sacrificios para realisa-lo, sacnlinos que serao a-
beneoadoa pela popalafilo quando comerar a en-
trar no gozo das vanlagens, que delles bao de ne-
cessariainente provir, e que serao prdigamente re
compensados por oslas :
2.- Abandonar o aclual methodo de cultura, que
(ca descriplo em ligeiros lra$os, lilho da ignoran-
cia dos primeiros colonos que ha tres serillos povoa-
ram eta Ierra,e da cega rolina dos que os seguiram,
que exhaure as torcas do hornera para obler uma
somma de prodocios evidentemente inferior a que
conseguirla se as empregassa segundo a pralica dos
>iizes mais adianlados nos coaberimenlos agrcolas,
:mbora do uma maneira menos perfeila -
.!. Derramar a inslniceio professional, que no
cu entender deve por ora limitar-te a
- ser toda
e lavoura .recia de todo, e essennaVin^e' de7r7- i S. d?ri, fw&o ,'' """ '0'nP0S """
Cos. Par. remediar este ultimo inconveniente deu-idas Iheorias. *
se a llagraule conlradirao de que, ao passo que se
conce.lia aos indios desle estado, pela lei de (i de
o conhcrimcnle perfeilo
Compenetrada da verdade dos dous ltimos tpi-
cos a suciedade deiagrjcullura e iuduslria rural ma-
ranhenae'tem-ae esforcado pur iutroduzir e fazer
appliear lavoura da provincia os inslrumeulos a-
grar.os geralmenle adoptados nos outros paizes agr-
colas, e que, pelo aperfeicoaraenlo que lem obtido,
devera contribuir para melhor aproveitar suas for-
jas productivas ; e no tnluilu de salisf.izer ao ob-
Jeetu referido cm lerceiro lugar, piojeclou fundar
lias iinmediaces desla cidade uma escula nurmal,
onde os lavradores podessem observar por si mesmos
ou mandar pessons qoe aprendessein a maneira de
usar desses inslrumeulos e o melhor melhodo sobre
o cullivo e preparo das especies iproduzidas no
l>aiz|; eulrelauo, a carencia de recursos a lem in-
hibido de levar a enalta esle seu palriolico pensa-
mealo.
ltimamente o commendador Luiz Jos
A irnnortaCao para a capital do sabo de andiro-
ques, de cuja advidade incaneave. e tere, d v"n- | !r di ^sS!' a"UOa de 10''' '7 arrobas va"
^ Quanlo ex Pr"" ,""teo" lenlio a
informar que o l'r ar Iienning, coronel Mol-
lera, engenbeiros qu#'***m<"a eompanhia ili-
deMua.-.n Maranhense se ingiram a Chapada, dorlt
localioMais vieraa. para o CrV>. observarem ii^qella
eeu-lhes aXparl'C'Jla* evcolJic cobra, -.as pare-
podeaae aninrtaantidada minio intftMica" ic para qoe
-u.l mlneracaoT^Kmcsina rorojjanbia einprehender
descubrir alguna y- les. he dnvidota ; c. cotiquanlo v\ 'ndo e|-
(,od>, evislia earvgolignile, nao encona. "' ""
lo i-arv.io mineral, o ei Icnderam nao^
men'c .. eompanhia tratar de averiguar a
delle, pois, alm da ineerlexa du resoltado?
damaaiadamenle dispendiosas as explorajoat q"
livessem de fazor.
Ideticas iaformacOes a respoilodas minas de co-
bre me foram transnitlldaa <:t Chapada pelo
nbeiro da provincia, Uenrique d Sainl-Amaud, in-
cumbido pela presidencia da exploradlo do lio Uaa-
rim. Depois de proceder ao exame do terreno, que
ihe foi indicado, como -.enda o das minas, i- que lira
lunhn de 1755, a liberdade de suas peatoat e bens
aulorisava-se a indo lucc.1o em grande escala de es-
crevos da cosa d'Africa.
A base, portante, em que assenlava a prosperi-
dad nascenlo da capitana era falsa, e Ule poda
ser de longa durarlo.
Coincidi com o'eslabelecimenlo da eompanhia do
commercio, e com a proleccao concedida a lavoura
do anligo estado do Maranhao e Gran-Para, o de-
senvolvimenlo da induslria mauufaclureira na In-
glalerra, o inveulo de Spinning-Jenny e o seu a-
perleioamenlo : alem desle, oulro aconlecimenlo
veio lambem influir para maior c mais rpido au--
raenlo da capilama de Sao Luiz ; e ri a expulsa
dos Jesutas, quairo anuos depois do eslabe eeimen-
lo da compauhia do commercio ; porquanlo os bens
que possoiam, arremslados pelos parlieolares, pro-
porcionaran a muilas familias eslahelecimenlus II
monlados e baratos, o que, para os moradores des-
te calado, foi nma reparacao dos prejaizos qae lhes
havia causad,, a dila lei de t de junho de 1755.
O algodao e o arroz, desde eoiao al hoje consti-
luiram os dous maiorea ramos da sua exportacao
crc-aram forlunas consideraveis, que, porem, foram
mullas vezes renovadas pela oecessidade annual de
substituir por oulros os escravos que falleciam, para
a que nao nflala pouco o svslema de cultura, an-
da hoja adoptado. Esle syslema (alai, que mo dei-
x ao lavrador preparar campos permanente,, que
tacililem o Irabalho, o que os obriga a uma vida er-
ranle, nao lhes permillmdo legar aos seut he/Alros
est.helecimenlos eslaveis, Iraz alm de dos esles
nconvenienles, a diminuisao de braja, pela morla-
lid.de que aa no a na escravalur pjr falta de eom-
modos e hah.l.coes sadias, endj econlre o preciso
d'oo. ,e0,..rr"Ce*ZJ$&" desproporcau el.lre os
JEHVSlhSS!*0' 1naa"niao era vendido
P.^5re0-9**W res, ebegou a obler 9, 10, e
i-~*VOt., prec este, que suslenlou por espaco de
*S> anniis. luxo, poiem, que mmedialamenle
se deseuvolveu entre os lavradores, eslava na razilo
dos lucros avu.lt,, los que o oblinham pelos produc-
ios de suas lavouras, e, eom a imprevidenri.i qoe en-
Ir nos lhes he propria, longe de procuraren! for-
mar eslahelecimenlos permanentes, Iralavam de re-
novar eaugrueolar o numero da escravaluia das >u-
as fazendas de lavoura, coiilrabindo com a praca
debilos avulladns. Centra a especlaliva delles, 'e
dos negociantes, que levados pelo detejo de lucro
haviam empregado grandes capilaes na compra dos
Igodoes pelos preros antecedentes, o anuo de INI!)
foi estril, e mais esleril ainda o de 1821), e, para
cumulo do inforlumo, o preco declinou considera-
velraenle baixaiidologoa 1.-KHK) res- A imponlua-
lidade nos pagamentos, as quebras, e, finalmente,
a paralisar.lo do commercio foram as consequencias
deslcs estado de cousas.
Nao devo omillir aqui, que ja a esle lempa os
Eslados-Unidos, d'oude anda em 1781 ebegando
um navio a Liverpool com oilo balas de aigedle, fo-
rar: estas aprehendidas pela alfandega sol. pretexto
de que nilo era possivel que a America produzisse
quantidade lao prodigiosa desse genero, apreseula-
vam nn mercado da Europa producios lio avullados
que, pela sua concurrencia, ameacavam esmagar os
de lodos os oulros paizes, cujo commercio de ex-
porlaco linha por base o algodao ; porquanlo Ma
lapido foi o desenvolvimeulo da cultura desla plan-
ta na America do Norte que em poca pouco poste-
rior, I8.it: sobre 130,865,564 kilogrammas de algo-
dao importado na Inglaterra 89,421,070 kilogram-
mas eram procedenles dos Eslados-Unidos, e apenas
li.068.400 do Brasil. '
Seguio-se o aun de IS2I, que nos fsslos do Ma-
ranhao edo Brasil atrignala nina poca memrale! :
nelle livcram comeco as commoees polticas que a-,
gilaram depois lodo o imperio, e espeeialmeusr. e4.
la provincia, em que a proclamaran da indo-penden-
vel.aT^'Ko. SEjSSvm'Si -
arruinar completamente soa airfcullura e seu com-
mercio. y
Nao parara aqu as caotas do alrazo, c do maras-
mo, que se observa 'om ambos.
A sanguinolenta e vandaliea revolla de 1839 se-
guiram-se as e-.icarnica las lulas dos grupos, que se
disputaran o dominio exclusivo desta desolada pro-
vincia.te que symbnlisados nos nemes de uma ou
iIco_ira familia, que, dispmdo de bens da forluna
e^-Te, outros recursos, se arrogava a suprema direccao
jlles, prociiravam para seu. iins fomentar o exl-
-Tanienle das classes nfimas da pepnlaeao, reunindo-
a cm comicins, implanlaudo Ihe nos nimos c liir-
bulancia c favorerendo-llie a ociom iade; e desl'arlc
desviavam das nivupan.es alela, e fazia'm-n'a per-
der* habito do irabalho. Dcseiiviiiveu seeolSo es-
pontneamente o prnrido das prateaeoea aos cargos
pblicos, com grave detrimento dos olitaiof mncha-
DlcoBe 'la lavoura : us caigos eran, considerados co-
ra uma recompensa devida a serviros eleitoraet e
ouco imporlava qne nos pretendeolet sedes," mili- i 12.0^03000 rs qu
i. mi mesmo absoluta ralla das habilaret mais I embora con. desl
pensave.s para cr.erce-1 .s A eilorato, H bem que lera neces-anamenle de pesar sobre a hienda
lerada. as bolsas dos ebefes do.jr.pM. lor- provincia!, poi, na,, be possivel que es., is.i.u'ca
s vida, ""^'."etsidade mesmo | se manteaba sem posanir um predio e esle ap'ro-
prlvilegio de dez
annos concedido, como consta do alvar do 1. de
abril de 1729 favor de Joi Miguel Ayres.
A cxporlara do arroz de 1780 al 1819 foi sem-
pre rrescenle, ebegando s ve/es a exceder ao com-
pule de tO.OOO arrobas.
Hoje porm, decadente com esla, he calcolada
em 1.10,000 arrobas.
Eliden nesla cidade cinco fabricas de descascar
arroz, sendo uma movida por vapor, duas por vento,
uma por agua e oulra por animaes ; calcula-se o
producto dellas em 70,000 arrobas, das qua........
1.10,000 sao exportadas e 40,000 ecusumidas ua ca-
pital.
O inleresse liquido dos proprielarios (testas fabri-
cas monta, segundo sou informado, em 50:0010000
res aunualmenle.
No Irienuio de 18-.2 a 1855 foram importadas oa
capital .180,679 arrobas de arroz, no valor de.........
.8528200 rs.
AssucarFoi esle genero um dos producios da la-
voura da capitana de S. Luiz as primitivas pocas,
porquanlo, em 1622, como lica referido, Amonio
Uonn ilarreiros eslabeleccu dous engullios nas mar-
gens do llapucuru', e na meado desse seculo havia
cinco au lempo da invasao hollandeza, que depois
desapparereram, eem 1722, de seis de grosso ren-
dimci.lo, rondados nas feriilissimas Ierras do afea.
nm, se do Maranhao, sendo abandonados pelo sobrado
reeaio do genlio, reslavam aioda Ires de pouca uli-
11(13(16.
Os dados relalivos s fazendas que os jesuilas pos-
smam. lana na ilha como em diversos ponlos da
capilama, fazein me aventurar que elles cullivaram
em grande escalla a canna de asquear ; e que con-
cindindo a poca de sua expulsao com a do eslane-
lecimenlo da eompanhia do commercio, i cuios es-
treoste deve o desenvolvimenlo da cultura do ar-
roz o do algodao, e lendo sido postas as fazendas
oaquelles regulares em adminislracao por conla do
real erario, e depois vendidas aos" particulares em
hasta publica, nao tu o inleresse que davam os dous
pred.los gneros, como o desmaiilelamcnlo das fa-
zendas ,a pela arremtelo de escravos a uns. de
eslabe ecimcnlos a outros, e j fiialmenle peia n-
herdade dos indios, que raziara a maior parte do cos-
ido ueiias, deram lugar au abandono da.planlarae
O auno de IS8 marca o comeco da poca do rc-
apparecimento do sen cullivo.
Duscngenhoseslabelecidus'na provincia,
dous sao movidos por vapor, algans lo
ea maior parle pr an- eulher das ni i ,,,,,,
ras'maoieipae
No irieiinio de 1S.-.2 a 1855 foram importadasnes
.tS^'rs' ba"'Ca* d" ;"sucar uo valor de
Agurdenle.Vieram de diversos ponlos da pro-
vincia para a capital no irienuio de 1852 185
4M-78W0o\e a?;"arile"le de caDua va'f de 's'
Tiqnira.lie a agurdenle fabricada da raz da
mandioca ; he produelo privativo do termo do I-
Ns Ir, annos de J8-.2 n 1835 a ma mporlarao
na capilal fui de 1.1,043 frascos, no valor de 6:0988
lendo no nllnno auno havido um auginenlode 7'.'i
frascos sobre o primeiro. -,
Aiidiroba -vaquclle mesmo termo fabrica-sc
con. o oleo da eastanha da andiroba, sem o auxilio
de machinas, cerca da 7,000 arrobas de sabao, rae-
laiici desta pruduccao l; consumida no interior da
apenas
por agua,
o nao pude
las cama-
lade folgo ler recebido leslemunlio de lodos qi.
conhecem, apreienlou k cousideracao da presidencia
am projeclo de contrato para a fundadlo do uma
fazenda normal de agrcullura sob as segoinles ba-
ses :
O emprezario obrga-se, medanle o empreslimo
de 10:0003000 rs., (ello em preslacoes e sem juros e
que serao i,-tiiui,|.,- ao.mfr\- da provincia uo pr'a-
zo de oilo auno, a-i'undar na ilha ou em lugar pr-
ximo delta >m eslabelecimenlo de agricultura pra-
lica, en: que se faeam plamius de (odas as especies
cuAvadaa na provincia, e pelo e mprego de instru-
mentos agrarios usados nos paze s mais adianlados,
cujos producios sao similares : compromellc-se a
pcssnatmenlc ir examinar nas provincias de Per-
nambuco, Baha, Itio de Janeiro S. Paulo e Sania
Calharina o melhodo porque secnlliva a caima e a
maneira de usor das machinas all conhecidas, lano
para os efleilos desla planta como mar o preparo da
raassa da mandioca e sua torretaceSlo, e que maio-
res vanlagens poetam oflerecer e iulroduzi-las no
dilo eslabelecimenlo, quer lenliam iior molor a asna
ou o vapor, quer sajara movidas por animaes.
O empreslimo lera de ser effeeluado por parles,
sendo 16 conloa ua oceaaiao de firmar-seo coulralo,
e 2i cm parcellas de K cont! de sen em seis mezet
posleriormenle ; a retlUnielO ser fe ila era quatro
preslarOes uo lira de cada uro dos qaalro ltimos
anuos.
Compromelle-se o emprecarld, como uma indem-
nisacao dos juros do rapilal emprestado, a conlri-
boir cora a qnanUado l2:i: cSo de um edificio, emque se colloque a asvlo das
ediicandas de Smla Tbereza.
Uma das coiidiccs|propostasliecoiitrahrr o gover-
no da provincia a obngaeao de mandar o cidadilo
Anlonin Joaqnim Lopes da Silva t ilha de QDa e
aos Eslados-L'nidus da America do Norte, alim de
observar, esludar e aprender lodosos melburamen-
tos all pralicados, e de <|ue possa ser susreplvel
nesla provincia a callara e o beneficio da rauta ai-
goda.., fumo e oulros quaesqoer gneros qu 'ella
produza, concedendue-lhe para islo o prazo fc-i
omos e uma aunuidade de mil dollart, conlribo'ind
o emprezario com melade da quantla.
Nao sou opposlo a esla condic,ao da proposla. ulna
vez que se reeouheca sua ulili,iade ; releva 'loreui
di/erque a necessidade de obler um homc-,,, p'ralico
e qoe dirija os irnball.os do ealab^aVAlfinlo que o
commendador Luiz Jos lienrbfes projecla fundar,
nao fice bem lalistela e usfff, lambem licaru bem
cnrrespondido o HCriQcMafqoa porvenlura a pro-
vincia rara em propocrfioiiar ao cidado Lopes da
3ilva os meiosjireajrjos para viajar no intuilo dead-
quirircoiiliecitlenlospralicos de agricultura, pela so
relriboieao/S que elle se compromelte da permane-
cer dejicrs i|,, seu regresso, frenle do cslabeleci-
me o por eapaen de am cuno ; conviria anles enaa-
f/r-s um lionera que ja livetse essa pralica, que f-
cilmente nao se adquire para dirigir os Irabalbos por
espaco de dous ou Ires anuos, embora a provincia
contribuase annualmenlo com uma qaola, podendo
engaiamcnlo, a
prestar seos serviros, se assim conviesse aos iuteres-
ses do cmprezaiio.
Recoiiheco liiialir.entc que, paraje dar maior des-
envolvimenlo ao cullivo c ao preparo de diversos
gneros, nao sera bastante a acquisieao de um su
hornera pralieo, pois nao se eucontrara pessua qae
rena lodosos conhecimeulos precisos por haverem
gneros ruja cultura e fabrico consliluein prolissoes
especiaes ; um sii individua na pude reunir eonbe-
ciinenlos perfeilo) da cultura do algodao, da canna,
da mandioca, do arroz e ootros cereaes.do inelbodn de
benelicia|us.sendnronjunclamcnlelavrad(ir,macbiiiis-
la e fabricante; nao pode possar os principios elemen-
tares de botnica, de mecnaniea, e finalmente de
ehimiea, pralicamenle applicalos aos ramos da in-
duslria rural de um paiz em que elles s,i. diversos
c variados ; pois n.io he batanla o simples conheci-
menlo deatas Iheorias.
Calculados ,is juros a raigo de 8 por rento do (o-
,a! ',' p,lllite-limi. na rorma proposla, imperla em
Hl rs., e deluzindo-se desles a somma de
o emprezario repara aos cofres,
10 especial da edificaco do nsylo,
Esie oleo, pois, pode ainda constituir ora ramo
S!T?d?, SE*"*9' 's I" a o* a-
m, LT nI'a al""Sid" 1 grao da prospendade,
que Ihe esla reservado para o foluro.
. ao devo omillir nesla occasiao que esislem nesla
capital qualrofabricas de saba, cojo prodocle ai"
mo ha calculado, Ierra medio. e, V00 caixas
com4,.10 arrobas no valor de 11:0003000 la.
,. IT1\"*-~U? am pequeo arbusto, de cujas ra-
M pendemeasulcs, que encerrara a pequea amen-
do, que lentece excellenle oleo ; plaula-se de ord-
da,r'm.e.rna. r!,"0.05 d8 ,i'"crior.1-"-'a'". e separad,,
uas oulras plantas pelo prejuizo que lhes causa. O
us do oleo de gergelim he variado, e lera applica-
cues ahmenlar.as. O valor desla producrao he anda
mallo insignificante. i^"ataran
Mamona, ou ca.rapalo.Produz o oleo geralmen-
le usado na provincia para a illuminacao am al-
dg di tarn""* da 3 <,uarlilllos de azeile- "
A quantidade desle produelo, fabricado de diver-
sos graos, imporlado na capital no Irienuio de 1853
I lo.""
ClIJ i
-o.il


HT^1
nico rapilal cousitlil apenas
di irio, que se fazia cessar, e
Ro para oulros. O recrulamenln che-
lo, de que te lai.;uu mao para
idades originadas desla ;lud.. de
priado aos lina dalla, era, portanlo, a somma de.....
6.-8805000 r-. o saeriBeio que o emprezario reclama
do cofres provinciaes para undae.i.. de um eslabe-
lecmonlo que rerlameule roncorrer para a prospe-
i.dsde da provincia, ao passo que, abm de leva-lo
producliva que a do gergelin^TiTaliida muilo .ca-
nhadae poderla ser de gr.de proveilo para o fa-
Cengibrelia duas qu.dades ; a am.rella, qae
em, vanes appl.caces, e a I.ranca muilo usada na
medicina ; poda ser um ptiquenu ramo de exporla-
Caf.A qualidadedo caf da Iba ,|e S. Luiz
pasta por ser mais agrdate] a, paladar e mais bal-
2S'Slle-,d?ll0e"l ''" porem lem
sido baldados os esfurcus de aLguns lavradores para
iniruiluzr na provincia asua cultura.
A sua producrao he ipos muilu insignificante, e
orcou no Irienuio de 18>>2 a 1855, apenas em 1,890
arrobas, n valor de M:4I8$500 res.
Iura.i.--Sua pritnuccao ha insuflicicnle para o
cuisumo local, ue lem exlraordnarianieule cresci-
di No Irienni'o de 18.52 a 185.5 foram Irazidas ao
i'o"3500 r'lal <'0'17 "r"ha3' Valor de reis
Aa fabricas de charulo que, de rcenle dala, foram
cstabelecidas nesla cidade, alem de proporcionar cm-
prego a nao menos de cem bracos livres, e um n.ciu
UCilo de sabsisiencia a muilas familias, hau de con-
correr para maior desenvolvimenlo da cultura do
rumo, actualmente lo acaudada, quando segundo se
infere dos annacs disloricos de ilerredo, consliluio
cm remotas eras um dos mais in.porl.nles ramos de
cultura na capilama.
Copahyba.Nos tres annos de 1852 a 1835 foram
.raporladosnacap!(al5,l:l7 fraseos desle nleo.no
valor de 69:1189*60 reis. A sua extracao he indus-
tria Privativa dos indios, que habitara as margens do
Pindar c Garopy.
Ail.Ksta plaa, que os uaturaes do paiz clia-
mavam-cahauss, e que fui cultivada nesla pro-
vincia muilo anles do eslabelecimenlo da eompanhia
do commercio, he anda por algumas pes.oas prepa-
rada para Ungir o fio, com que se labricam as redes
de dormir e as de passeio. Em 1771. (endose en-
viad,, para Lisboa algumas amostras de aml aqui fa-
bricado, o minisleri remellen ao governador da ca-
pitana instrucces sobre o modo de culliva-lo. c Ibe
rerommendou que mandasse fazer grandes p'lanla-
C"", e que einquanlo nao houve fosse enviando do silvestre, que faria colher e pre-
parar conforme as ditas instracries servindo-se da
fabrica cujo modelo arnmpanhn o aviso da secrela-
na de oslado. Em 1772 foram rcincllidas pelo go-
vernador Joaquim de Mello c Povoas duas amostras ;
uma do preparado pelas indias dn lugar de S. Joan
de Cartel, e entra do de ful ha larga ; e neete memo
anuo senlGii-se levar a oficio a preparacSe na Tabri-
ca, que se monlou no relerid lugar, o que -c nilo
pode roiieeguir, e o mesmo aconlcceu no anuo m-
medialo, c se suppoz que sso linha por caua a qua-
lulaile da agua, que era de poco ; o mudou-se a la-
bnra para a villa de S. Jos de GaimariM, onde se
nao loi mellmr succedido, apezar de prestar se a Ier-
ra a callara do aail, e serem as aguas escolenles.
Assim por impericia dos directores destas fabricas,
se malograran! as esperaneas do ministerio, os bous
daarjoj do governo da capitana, e se abaudonou al
hoje o cultivo desla apreciada planta, qne poda
constituir um ramo de exportara.
Julahycicaou Jatol.i.A rez.ua desla
ramo de exportarlo.
No Iripnnio de 1852 a 18-55 foram importados na
rapilal 55,193 alqueiies de milho no valor de reis
62:1593:100.
Caca'o.lie prodcelo espontanea da proviucia
do Para' ; no lerrilorio desla. porem o cullivo da
arvore qoe da' esle fruclo foi abandonado no lim do
seculo passad, pois al ailo segundse l no com-
pendio histrico de Ijavoso, era um dos gneros de
exporlacao.
.Na zona mais seplenlrional da provincia cresce e
produz mallo bem, e couviuha auimar a sua cul-
tura.
Exislem nesla capital duas fabricas de preparar
rhorolale.
FeHflO.A cultura desle lgame he muilo limita-
da. No Irieunio de 1852 a 18.55 apenas turan im-
portado! na capilal 2,327 alqueires no valor de reis
20:i69s<)00.
0 fejau he cultivado por alguns lavradores hem
como o cara', o inhame, o mangarito e oolras raizes
tuberosas, mais para ,.nir,|Pr .bundancia do que
como gneros de commercio, pois nao sao levados ao
mercado ; fado que nao lem explicaeao.
Tamhem a horticultura he cuino que desconheci-
da nesla provincia, porquanlo em qualquer parle
della difliciiinenie se enconlrara' alguma horlalica,
e por alto preco.
Mandioca.O arroz e a familia de mandioca
consllluem nesla provincia o principal alimenlo de
sua populacho. A eiporlaro da ramilla, que dala
de poca bem prxima, quando acontece haver a-
luin lanria nesla, e ralla em oulias provincias do
imperio, lem chegado a cem mil alqueires ; nos :i
ltimos annos, porem em que a irregularidade das
estaques diminuio lodas as prodoeces agrcolas, o-
ram importados nesla capilal no de 1852 I85;l-72,45
alqneires, no valor de 141:9083000 ; no de 1853
18-51-88,768. na importancia de 150:90.5>OO e no
de 1851 1X5511:1,100 alqueires no valor de res
169:6509000.
A importacao da tapioca nos Ires predilos annos
roi no primeiro de 6,567 alqueires, no valor de reis
19:7013000, no segundo apenas de 2,107, na impor-
tancia de 6:32l9fJ0O, e no ullmo de 8,1 l.l alqueires,
no valor de 24^3399000.
Ha varias qualidadesde mandioca, que se distiu-
guem unas das oulras pela alvura, pelo rendimen-
lu, e al mesmo pela hrevidade do lempo que exige
para se poder desmancha-la em farinha.
Nenhum dado pude obler sobie a iiuanlidade de
polvilho, ou gamma, que he extrahido desla raiz.
Aramia.Nao ha muilos annos esla plaa era
inteirameole desconhecida na provincia ; o consumo
de sua farinln. que tanto apreso lem em oulras par-
les, he aqui ainda muilo limitado ; seria para dese-
jar que se augmenlasse o seu cullivo ; por quanlo,
alem de ser um alimento agradavel, ler-se-hia mais
esle ramo de induslria agrirola, uma vez que, se-
gundu me consta, sua prodcelo compensa bem o
Irabalho do lavrador.
Commercio de importara, exporUeHo c de tramito
e ttmcegaro de longo curso.
Nesle importante ans ,ilo a linguagcm das cifras
he, sera duvida, a mais .oqaenlr--
O valor dos generus e inercadorias de producrao
manufactura nacional, exportados para as oulras
provincias do imperio foi no anuo de 18511855 de
res 340:1853285 ; a saber :
l'ar............2-51:78:1-3862
Pcrnambuco........47:2.57?86.5
Paruahiba.........20:i.5V->>-5l
Cear............ 8:1:1:1367.1
Ro da Janeiro. -. 7rJ803288
Baha............ !:26.">3H0
Ble l.i.iii.lc do Norte. 93900
O valor desla exportacao no ullmo triennio foi
1852-1853.........262:6,59*191
1853-1854.........3.5O:^)350K8
1851-1855.........340:1839285
ENTRADAS.
luglezes. .
Belgas. .
Francezes. .
Ilespaulioes.
Pnrluguezcs.
Americanus .
Drasileiros. .
Tonelagem
9519
432
18 I
lilil
21943
SAHIDAS.
luglezes. .
Melgas. .
Francezes. .
Ilespaulioes .
Porluguezes.
Americanos .
ilrasileiros .
su
Tonelagem
.)-. 11.5.51
:l 7:19
10 2567
8 1691
18 .5759
13 2870
6 12.57
26440
Equipag.
de n irdesle da ilha de S. Jog. alim de evitar ... si-
nislros que nccasionam esles bailse oulros, que Ibes
hram pruxinos, oreada em 14:177M60rs. pelo rapi-
lao do porto, he, segundo sua .quinao, ama medida
ne urgente necessidade, que por isso merece toda a
------------------allcncao da parle do governo.
353 Patea.
20 Esla industria aiuda he teda na provincia en pe-
112 quena e-i ala ; nella se empregam Ir Ik.Ii-s rom
K3 quiu/e pescadores, 117 calinas rom 160, fjj i^arilrs
CIO cun l:l,s, quiuze cascos com 27. prefuieudo wn>-
86 ma de 22| barcos edil, pescad..re, seudu M de-ir-
98 escravos.
-----------------! "' jnllw de 1852 a julho de 185: o lolal desla in-
||_'| datlria,alen, du que fui ronsummidn nos proprios
ceir, de producrao, foi de IO::tS3 arroba, de prive
I secco, nn ,a|r .le I6-.6U7OOO res ; no anno linan-
Eauina,. cciro rte 1*:,i ne W:029 arre be, u iniporlauna de
1 20:0588000 re. ; e no de 1855 de 10:81:1 no valor
de rea 2l.68tHKI.
__________i O estado, puis, da pesca nos Ires ullinios anana
320 n;lu lei" *"6rido altera._.io cvjtsideravel, porque -r
'ti no segundo l.uova a dimiiiui^ao de "' arroba-, no
115' 'lIC'f" houve sobre o primeiro o augmcnlo da
K(|
280
109
71
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foi
O dos importados das provincias do imperio
de 59i:96l>6i0 reis ; a saber :
Parnabiba......... 172:99-MI
Pcrnambuco........ 145:5639182
Cear........... 117:9924X372
Rio de Janeiro....... S2:21l35lK)
Par............ .57:5293070
Baha...........18:6513100
O valor desla importacao no ultimo triennio foi :
1852-1853.........181:7295116
1853-1851..........532:8093286
1851-1855.........591:9613610
O valor das mercadorias eslrangeiras, importadas
por Iransilo das oulras provincias do imperio foi
de 182:17257011 reis ; a saber.
Peruambuco........ 77:503ll7
l'ara'............ 71:8953890
Rio de Janeiro...... 2i:479s866
Babia........... 2:7233200
t>........... 1:8515800
Parnabiba........ 714;920
O valor desla importarlo no ullmo irienuio foi :
1852-1853......... 136:875)067
1853-1851.........226:8378635
1851-1855.........182:1723793
O dos exportadns para oulros porlos d imperio
foi de 522:9003110 reis: a saber :
306:6949625
94:7139506
70:1285209
41:0795350
5:b03OJ0t3
:"j%3920
triennio foi :
Para.........
Ceara'........
Parnabiba......
I'eruambuc.....
Itio de Janeiro. .
Babia...........
Pisudy...........
O valar desta exportarlo no ulti>
1H.52-IS53. % .557:1 63->:
k-' -'-' ".....522:9005110
if>)i-lri). -lacao romee .rain a ser or-
Os qu.drosde'aexpoi. or es|a rat1o i1o
gamsadus d 18.3 em diunte, e y ,no.
apreMintam o valor do primeiro ai ra'4 re
O valor das mercadorias estrang. exportadas
para fura e dentro do imperio foi Jr* <: 'O'^ril reis;
a saber:
Para'.............,..M6I>6I5
Ceara..............5T?W3007
Portugal...........3:2l9!2
Cra-Brelanlia.......1 :OO05'!lk^.,
O valor desla reexportacao foi no ullimo triennio:
1852-1833..........13:27931.50
1853-1854..........17:5395011
1854-1855..........24:7399612
O valor das mercadorias eslrangeiras imporlada. e
despachadas para consumo foi de 2,620-9.563969
res ; a saber :
De-pacho- por tarifa. 2,285:5785300
a por factura. 28I:523739
o por livre do
direios. 53:853)840
E soix
-cu ap o'M
a
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anat. e a>so a 1
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-en ap 0".xJ
-'e-i-zr.*-
55 ,..-,..,-1 -
A importacao de grude de peia^nmcapilal aaarea
predilos anuos foi, nu pnmci.-i de 262 arroba M
valor de 1:1123000 reis, 111 .eCund,, de J76 no vl"r
d ROiegOOD res, c no tcrreiio, linalmenle, foi de
278 arrabal no tala* de !:liS3rs.
No intuito de melfrarar a pesca em uma provincia,
que como esla he dolaa de um bello svslema flu-
ial, c que Patena uma berO dilatada costa, coelra-
o, em dala de 2(1 de julho do anuo prximo paaae-
. 1, meu illuslre antecessora undara,, d urna colo-
n a de pescadores era qualquer pomo da ilha de !.
1. lia com o Or. Antonio Regu, que para 1-I0 obf 1-
go i-se a encorporur uma eompanhia. O fin da co-
lonia era abastecer de pescado a capital ; alen de
oulros favores o governo concedera ao empresario
o privilegio exclusivo por quinte annos, nos termos
da lei provin- J-*unero 380, e impetrara da attem-
avirlci.il a Mcnran. peto mesni..
qaalquer iiii|hj,io sobre esla r-
bica I1-1-,
espaco de I
mo de indu
Pedindo i,
lado de seus e
com que leve 1.
empreza, c que
Julgo que esle
es ao emprezario tabre o retal-
declaroo-me que diftiruldad.--
r, quando traluo de realisar a
|.oode vencer, a fruilaram.
. Ib. peosamcnlo, qae partee Irr
morrido cm 11er, aind* *e po le ra converler em am
realidad, alenlas as vanlagens que a provim-ia po-
de colher delle : e enfeudo que nao e deve rrru-ar
favores razoaveis a quc,m se aprsenle com as eondi-
ees precisas para levar a .'jTeilo o projeclo, c nem
que a eompanhia def esca.loMs pedera rr formada
do noss.is indgenas, cuja agilidlNlce pralica sao re-
conhecidas, e dariam certamenle pee osos resal-
lados sendo secundadas pela arle.
(Confia. e-ha.
fftftfiAMfUCQ.
PAGINA AYULSA.
a^- siiAo '
I.i'iims 1 Liberal > (Jocorrentc. Ficamos inlcialo, c ain-
da em cimaafjradecidos.
Tend ; nas pesstas, todas humen', ida ti-
ritar ero um ases das passados o cemilerio pa-
blico, e all c gado as 5 e meia hpraa da Urde,
|u 1 gunt..rain 1 ;iro se podan ver, o obtendo
resposlv pela al. Uva, enlraram. Meia hora *-
pois Mil la rain. HV-. b por lao eslava trancad : cfca-
111 iran, -nlarain, ma, niogaean pparecia: cunli-
11 uar.nn a dar grandes berras; ebega ao porlao um
prelo ; mandara chamar o iu. leiro, oa a chave ea
lugar 'delle ; nem portiiro o mera chave, e j era
escuroi: a aUlicr^o e Ulvez, o medo, dea ao* hespe-
dcs do- cemiterio corasen ; na consultaran nalt o
recurso que deveriam lomar; approximava-se a
noiie e passa-la junio a drfuulos nlo Ibes laiia
bom icabello: sallaram as grades de ferro para pode-
rem alvar-se de algum. ma impularao. Bem ta-
brnio s que houve descuido da parle da perleim,
mas sera hora que oulra pessua nao paste por igaal
coolr arieda.ie.
. V ponte provisoria v..i tar illominada esla*
eolio cando-se e pintaudo os postes para os ln-
pee s.
Prevenimos ao Sr. major subdelegad., dn Reci-
fe, q ue um magote de calraieiros qne cusan, a--
seuli ir-se no oibio do I raiuche-.N.tvo, na eessa de
cobr r de impropenus a ludos qne por la paitan* :
juga a mu1 llmenle pal.1vr.1s pordemais obcenas. que
fTTT niisler conte-lus, alim de -le lao a seu salvu
zoii do decoro publico,
curioso o museo d'
~- ra eslreila do
jBBB *
ijamiin I rankliii
. .'10: all vimos
na grande parla
livertaa estado;
rana, cujas vis-
iolel.1,
"ais i
IVxm
ilaradinlr.r
I
'!!! :[>"]" I
II
S0|
M ap

u
V
-

= 5,
c S 1
- o 2 5 o ~ -
Poi preso oo dia
E.s o quadro comparalivo da navegacJJo de ^^ sirIa^dn^^.P7?.m-S^^^"Anpa.,?e' de
corso ao Irienniu :
Knlradas.
Annos. Emba cac. -. 'I'ripolaau,
76 *
86
"S.das.
185218.53
|R5:l_t8.-,i.
1851185-5
'..177
1,121
Airaos.
18521853
18531854
Embsrr
SfeY.
78
8t
80
1 ripnlacio.
1.074
1,051
1,011
l'inela.la,.
23,193
,6!r9
ToneladaV
2.71.
le que h.via si.vrielario da fabric
pila ,-siUa, pi..,
" ;', ,luras. corren a nolici.
issasado em l.oiaima, o Sr. *
dechar,,!,,,, ,,,
.0 1, mtZ a'i. ZVdirVr^r.""" 'c
nos deram ...a n, ^JZtST^ ^"' 5
guillamos: eoia ,u .;;,,,. ,. I"*"1 P'qoe
en, (.niann... honlen, p.s,u em am nonstr^n
-An.es dihec, de pretns ura cadl ,"7
LluSS.? 'mMJ-P- consequenei.o ^'"'r
e nao linha a lodos veren. princip.lrneole ,, ,e
lava expost.aluralnenteliorrori.am.s- ZLZZZ
horas, que n f ase> esper-
culos. a poucos dias de ser nrisn n.1. <- a-.
r
por lercs.oprado Jy *?* ta-
carpo de delicio, o va. co"'e"nlaneale prote.-
Sa-Consla-nos. '"." &5 'menle despedid..,
i.onsia Baja estrada de ferro alguns indiv.d.,..
dos trabal ion, conla de si lia:, j.. noivnlao,
Pornaod, &agSfm
lia 6 o pardo liberto Francisco
._ graves inpular-nes de haver taa,
nada enre Areas e Jordlo, da rregu.zi.Te Af.-
nadot, a Rosa de l,|. por nio qoera? que ella ca,-
so com om prelo da Costa. oSSZmZmZkTT.
Iigencia foi feiu eom lodo cuidado I
Consla-nos qae air.da habita uma- dat arvotes
d anlig paeio pablico ,u ene, boier ,ZEZZ
etpanea quem al gracejar com o lilho. q
eslTu melb^T0* *" ""d "' ;">'""lo> qoe
.,--------, J*" u me',,or dos nossos caes, ou anles,o uaic M
IHi-^rei nm a e;,e a".igo sera'apre.en,^'S tXZZP^? A.JfTSK
"-recer isso de algum alcance, Ires quadros com- rnais sem --- del.nhadat a lado
mAativos ; o primeiro, do valor da importarla e ex-
porlarao desta praea com os paizes eslrangeiros ; o
segundo, du valor da importarlo e exportaran def
generos de prudaccao nacional com oulras rr,',vi,_
cias do imperio ; e, linalmenle, o lercir0 dos se-
eros de produceaii eslranceirf,
Annos. mpj/rUfo. 'Exportacao. nifTerenca.
Ijra-Brelauha.
Portugal.......
Franca........
Estados-Unidos. .
llespanha.......
Blgica........
Kepublica Argentina.
Imperio.......
DIQerenca.
I,646:774>602
436:2959512
. 231:1849923
. 187:11.55267
. 47:6089132
. 39:1219630
15:I8H.^KN)
. 17:30(59859
2.62U:'J51.-H25
11
2,620;0569969
la imporlac.in no ultimo triennio foi
713:1509588
735:4689896
757:0949348
O valor .le
1852-1853. ........ 2.117:2079790
1853-1854. .......2,539:4959033
1851-1855........2,62f>.9569969
A importancia dos direilos correspondentes foi de
757:0949348 res.
No Irienuio foi o seguinle :
1852-185:1.
1853-1854.
1854-1855.
O do. gneros e mercadorias de producajao e ma-
nulactura nacional evpor 1.1 lo. para paizes eslrangei-
ros foi de 2,017:3289330 reis a saber :
lira-lirelanba......1,2ll:802.-Sli(i
Portugal.........507:9628520
Heapanht........I34:366}>630
hs'ados-l nidos..... 112:2283980
'"'......... 38:397#160
lit'8,ca.......... 12:4705180
O valor
18
1853-1854.
1854-1853.......
A importancia dos direilos
100:8315347 e no Irienniu :
s}-;-s):'........ 120:1899153
.--"--'-........ H9-.4799017
18..1-18........... l(KI:8:ll/.:H8
A navei>arxn dn longo cursu ni. auno de 1851-
atvore, iranita dos segiimles quadros :
alor daTniparlacao 101 superiur ao da exporta-
Cao, no Irienuio, em reis 1.435:2459438.
2."
Annos. Imporlaran. Exportacao. Differenc.
18521853 484:7399146 262:9593391 220799755
185:1-1851 5'52:81)0.-2!I6 350:2039088 182:6968198
18.11855 594.-9619640 310:185828.5 254:7769355
O excesso da imporiarao eobre a exporlacao foi,
no triennio, de reis 659:5529308.
- 3.-
Anni)1.v, Imporiarao. Exportacao. DilTerenra.
18.52IR5TcAC54 185:11851 226:a375b'.',:*--*:llJb20:, 3:10:2783-568
18541755 182:1723793 52fc9fJO&110 34%.T^UI
A exporta,,.i.i excedeu a importacao nos dous ul-
timas annos em 67l:005>88.5 reis ; "lomando-se, po-
rra.por calculo, para a oilTerenca Do anno de 1852
a 1833, cm que se nao Tez a qundro, como ja di.se,
desla exporlacao, a dill'ercnca de reis 330:27K>.568
do anno immedialn, vira' a ser o excesso, uo trien-
nio, de ris 1,001:2849453.
O excesso da importacao dos dous primeiros qaa-
dros importa cm reis 2,095:7973716.
Pnanlo, deduzindo-se a somma de.......
1,001:2819153, excesso da exportafifo do lerceiro
quadro, e mais a somma de .55:5583106, valor da re-
exportacao no triennio, a somma de 2,091:7973716,
excesso da importacao dos dous primeiro. quadros,
ser o resultado ler havido no Irienniocoutr. a pra-
ea do Maranhao no seu commercio de longo curso
e de cabolagem a dilTerenra real de 1,037:95.55187.
e em cada um dos tres ltimos annos de 3453858062
.Saceganio lluvial, costeira e nacional de longo
curso.
Navegacao lluvial. Emprcgara-.e na navegara
dos rfoa da provincia 577 barcos de diversos porlos e
803 humen- matriculados oa capitana do porlo,
sendo destes 606 narionaes, dos qoaes 2:19 sao livres
e 367 escravos, 107 eslrangeiros, dos quaes 21 sao
livres e 176 escravos.
Navegacao rosleira.A navegacao cosleira oa d
cabolagem he reila por 1 brigae.-escunas cum 31
liomens de Iripolaro e 718 toneladas, 2 patachos
com 29 liomens de iripolaeao e 173 toneladas, 8 su-
macas com 90 liomens de Iripolaeao c 371 toneladas,
e 2 canoas de coberta com 15 homcos de tripolac.au c
50 toneladas ; prefizendu o numero total de 20 cm-
barcarr.es, com 1,876 toneladas e 226 humen, de
{jeto e Bajete retado, o va ,..
10 nao gaslou-se com t surraMruccao !
Apezar dos pezares pa.cce qu\ 'Ua' e-ijma^
amanliaa o baile dus Cincoenla.'quese nrc srtnJWl .
o brilbanlismo do coslume. P*ri
Pedmos ao Sr. fiscal da Boa-Visla a
a bondade de dar um passeio pela rea f ,"f l,B,M
indagar se um fof-0 .ie all e-t.i fab r }'*?*' "
timo e cozen,' ,ao efU:-g,s 1 g.jr^,,', ,*. I-
Post-ra^, fasa nca qaj fgrX?%
cordao da calcada.
casa lica qu
n", e lem desmanchad o
L'm escravo do Sr. Tas
clarar, que elle nao tez parle
Irizde Santo Antonio,que
poltica,mais que sabia res
liiru-, e qne se all achou.se
nao de proposito : pode muil
Concluio-se a apuracao
dores na fregue/ia de S. Jea>
Iraoquillidade possiveis, dev
veieanotaa^.d,.
!*>.""a.inina.
linha era v.rdJ. ,.,
peilaros branro. sut-
fui por un .nadante, c
o ben tar... ^^
.aos v.let para verea-
Jo ludo Mn duvida al-
guma ao espirito de orden 1 de qa h, doi.H'I"JL'"
v. des,., freauezia. Nao P*m2Ltt*Il
um vol de agradeciment aos Srs r>rL ,. .rtl"=,r
r desla exporlacao roi no triennio
*2-85-i........1,718:4769922
2.396:6099102
. 2.017:3289330
correspondelet foi
de
de inlanlaria l'rancisco Antonio
Mesquila Pimenlel, e le- lente do ,
'.'aula J}los,d," o.iiv eir. eaos oflicii
licial, pela manen encrgiej rom (
durante os dias qu *sl.verarn uar.
Ca publica n volu 1 e'dada->. f,
agradecer os habitat "w da fregu/ a
energa das auloiid adea policio
Si. lenle ri.rnn.I rraaca, e
broa da mesa quam ''alaran
sania,onde eslnvam 'poila
pava de S. Jos.
II deeetemhr "9
dade esl a mais cal "'*
trabalham desassoml
liomens parificos. 1
de e a ordem. Hon
diligencias do gnve
por moilas e repetid,
causa publica e as co
sempre decidido por a
Traeonhaem.
presidente da mesa p
(ciara ao Exm. prtt ei
cando que o prores. el
violencias pralirada, poi
Exc. na mema hora,em Ha
ordennu que se pr, rede--,, a
delerinuia a lei, c Iransmillio
sarias iuslrueroes sobre os m
cenas dcagradaveis. .
I tamb. Ccnsla-nos ta
paz, ajhando se cm divercenci com os taenhrm da
mesa parochial, suspender os Irbalhos. Apcnat
chegou ao ronbec.menlo deS. Exr. o .H-corr.d,., den
elle as providencias que as cirramslanriat exigan.
P.m ludo, ... eus actos S. Exr. lem lido por aly
- culeros turbulentos, quae-nufr uue ri\m* ua... .
pe'Sc 1 usaiftws r,er,or he -:,:- ^IrS* ^-^ ^S-S,
4 CaUal
cenia 4,
"rr p.
-e parlaran
-do ron a fa,.
menos ten. qBe
5 S. Jae7 ,
dedicacao d.,
"g" -en.-
Hender a .rea
Sagras da nolnc
o'.-Toda ei-
,as eleiioraen
rodeiam ...
'i lraaqa.ll.-
'bacane, a m
ridade. .,,:
"neniado entra
anarcbcas, lem-ie
loe o juiz de par.
"a freguena. af.
vincia, rnnm.ini.
nlerronpido pnr
" de polica, s.
' parliciparao.
o do nade que
legado as ecas J
Je inpedir novas
qae o juiz de
Navegacilo de longo cuco.A navegaran nacio-
nal de longo curso he feita por Ires enbarcaroes
com trinta c cinco liomens de Iripolaeao c 688 loi.el-
bjdat.
Esta navegacao he pois muilo acanhada em rela-
cao ao commercio da provincia, e inferior a do an-
no pateado, em qae ainda se empregavam nella cin-
co cmharracries.
Pi'.de-se altnbuir esle fado aa seguinle* causas
ao pouco proresso do commercio externo, qoe couli-
1111a a ser feito em navios eslrangeiros ; ao e-lado
do porto, cuja obstroccao se augmenta de dia em
lia ; e aos pengos da costa nas proximidades dos
lanos denominados Mannel l.uiz.
Acollocac.au de um pliarolci era :ii .Ij.j M pona
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
maule i a ordem publica, r garantir a ie,ularidadr
nas eleiroes. .ontrariandu (Itirarniri.lr quae-.nrr
lenlalivas. en mcios qne >e opponhan a is.o -.
en.lam a violmlar a liberdade do vol.
Amanbaa to meio dia lera lugar na ler.ru.,
sala da I aruldade de ireilo a di.ru.sao dj reloem
dos estatuios do benemrito Monte p,0 \eademir
como esta annunciado pelo Sr. tctdtmica IrancJa"
I erreira Carnea, muilo dislinclo mrnl.ro t
rio da c mniis.a.i direrlora. Ooe corra
errala-
a dl.cn-s.,o
eom calma e prudencia he o qoe almejamo, cord.al-
menle, cerlos de que sera esludo e rellex.lu nada i
faz na par do Senhor. Assm ieia.
-llo "' nnuiiAn.




DW.IQ DE PE!*MH3U:0 SEXTA FlIM 12 OE SEniYlBHO II 1856
ELEItAO' PAKAJU1ZES DEPAZNA FRE- .,u. por isso s fieou desmentida a icooweio de
PrtJSE &%?* s 'a"?* na urna sedlas falsas. '
Os senhores: Votos. V
Tenenle coronel Maooel Joaquim do Reg Al- No Pojo da Panella mo lime lempo do irsujs-
Majo?Zo An.onio de Moraes. ail 1"! desurd"s' nW a mesm. .usafio
nior. 19S "e P""lll>r mesa .jud se lancassem i ii'najtja-
Capilao Francisco Carneiro Machado Rio* Jnior.
1 cuente Manoel de Iiouveia Souza.
Segundo districlo.
Capillo Jos Francisco do Reg Rarros Jnior,
(aipitao Aolonio Valeolim da Silva Barroca,
lenle Francisco Cavalcanli de Albuqucrque.
Jos Thoratz Cavalcanli Prssoa.
Terceiro districto.
Capillo Christovau de llnllanda Cavalcanli.
Capilo Filippe Reniciu Cavalcanli de Albu-
qperque.
Capilao Francisco de I'inho Borges.
Severiuo Jos Filgueira de Meuezes.
Quarlo dtilrielo.
Tenenle Manuel Joaquim dos Passos.
Airares Manoel de Hollanda Cavalcanli.
Francisco Rodrigues Lima a Silva.
Mauoel Jos de (nveira Lima.
paran vekeadoi-.es.
Os enllores :.
Teaente coronel/ Manoel Joaquim do Reg
buquerqne. i
Professor Simojlicio Jos de Mello.
I)r. Manoel de Barros Brrelo.
Majar Antonio) Jos de Oliveira.
lenle coroojd Joaquim Lucio Monteiro da ~
rnula oa>
Tenenle comrfel Joao Valenlim Villela
leame eoro(r,.| Kodolplio Joao Baiala de Al-
in-i l.i. ggt/
Tenenle coroofcl Luiz Francisco de Barros Reso. j
>agociaule Atilooio Valenlim da Silva Barroca. o
farmacutico'Joaquim de Almeida Pullo. o
l liarmaceulicoiju,. Mara Freir ameiro.
I adre Francisco Pelxoln Duarte.
Major .iislaxqt Jos do Kego.
Major .1 mimo Jereira de Parlas.
I)r. Ignacio ver-v da Fonseca.
Francisco l.uiz iMaciel Vianna. I
Francisco Xavier Carneir Lia./
1 rofessor Aulonio Pedro de F.guj-iredo.
Dr. Aulonio Vice me do Nascimetiio Feiluz.
I)r. Ignacio Firm o Xavier.
Velo*.
Al-
m
375
310
2S.
I(j:) dulas falsas ; moslrarain-se 1 i como lanj ,,,,
esse modo por um c'nlajo candi U^^^mTi.Yi ,l,
55 |iaz. O presidente da meza las.giyrpelo meio essas
Iglfedubs cas aiirou fora. F|lmellasapanhadas
43 pelos praieiros, e lijas .iran/nue nem una dallas
noniinlia o nomedessefWTO, assim evideiilemen-
"*3j le calumniado.
:J- *-
til | Conclusa'o.A ateusagao de tancar sedulas na
lh urna foi urna lactina concertada as reunios do
partido. O proposito foi inlerromper, eatropelar
a eleicao em iodos os pontos ein ijue ella se con-
lasse ser contraria aos praieiros.
Vil
Ja est visto que os praieiros declararan] alia-
menieicr sido impareial a qualificaejio que uzeram
os ptiabiriis. Qual foi o procedimcnlo de cada
'ftartido antes da eleicao?
i Os praieiros ii/eram muios reunioes, livcram '"ia
ios f robinia que aarersrmM pera la pelo
al miiiislro da uisrinha lrarao .i Cttlllio das suas
boas mlriir/ie.; e se ellas nflo salitrera escoiinadas dos
erras, que acompauham sempre a nalorea humana,
nao eobrirta por cerlu o pan de]cadafalsos nem
1,1 ''""" ***. ajan o dizeis, polen nutrir semdlianles
appreliPiisops !
Estes meins eabiram para sempre em descrdito,
gracia a cmlisaciio actual.
A Babia, ifizei
lespreca n Sr. Wan lerlrv, ella
s o conhecc pelo son descrdito ; e au vistes que
essa a urna serie ulq iiileriompid.i de fados'.'
OSr, Wanaerley, apenas sabio dos bancos d'aea-
demi,i, foi elelto deputa lo pela lliliia, c lem sem|>re
ale agora tido ussenlo naqueUa depula^o : foi es-
colhidojuiz dcdir-ito, niz dos feitos "da razenda,
eliefo de polio, presidente, e se aclia presente a fren-
te da repartira) da niariiilu. [guoraea por ventura
que elle foi elbito ulliinaiuenlo senador por aquella
provincia comquasi dous tercos de seus votos'.' Se
Jacios semell.anies >a> proras de despreze, e descr-
dito, todos ni aspiramos a^seinelliaule descrdito.
A Babia conlioce, e aprecia as exilenles qualidades
de seu digno filbo ella protesta altamente contra
semelbanle paiadozo. Se elle tem sido calumniado ; Mcm do dii l.
quaj lie ci lioinm publico un 00SSO pait, <|ue anda
o nao foi t Mas aluda assim elle au se aprescnlou
na tribuna, da uaal he mu digno ornamento, para
propor a supprcs-ao da llbcrdaile da impreiua ; ain-
a desicredilar a esta iiislituirao. Tai-
ve* venba a a( parecer algOen] menos paciente, e
||U( iiiu trepide em dar-llie garrote,
Moedas ile 6$i00 vellias .
n i) (otH) novas .
4;XIU0. .
Prata.Palaces brasileiros. .
Pesos eolufinnarioa. .
d mexicanos. .
Al.FA.MiKi.A.
Hendiinenlo dn dia 1 a 10. .
I- *.n do dia II......
KL5OOO
I63000
'.IjOOO
JjotKI
3g000
tjcitill
73:7068570
l:825795
7o:53a36J
Oeaear/efam hje \'2 de telembro,
Palacbo nglez.\o.rpetas de ferro e madeira.
Barca porlugoezaflor da Maiaceblas o b-
talas.
iXINSri.AI'O UERAL.
lien.Iimenio dn da I a 10 7:569^!)ji
dem do dia II....... Isi-^lll
Sala das sessOes do conselho admioistralWo para pela atraerlo do ar : pule ser procurado confronte
fiirneriniPiiio do arsenalplc guerra 6 de setembrole ao Rosario de Santo Antonio n. 2.
1856.Rento Jote /.niiirnh.1 /.in<, coronel presdan-
le. Antonio Gomei /.<.;/, tenenle-coronel vogal
serviodo de secretario.
Roga-se ao lllm. Sr. Ir. ehefe de noticia pie
indague se, he 011 11.10 veidade,qoe o subdelegado segundo disinclo da comarca de Sanio Aulao no dia
7 de setembro, depois >| .e o poro -e retiren pacifico
il matriz as 11 horas, roeudoo reunir cenia o laoloa
hunen- armados e os mellen dentro da cilade ein
PARA O CE ARA' I dlalriclo elheio, onde hevie um subdelegado e un
segu em poneos das o veleiro htala ..S. Joiio, por I lesiacameolo do qoe se n>o preeisoo. E se (ar ver-
ter ja parle da carga prompta : para o resto que fal- *,0le c"lno he- e s-. s- au,'r eleitoes linee de estes)-
il>i003 i\'.&.
Attcncao.
7:7.'iOrS:)
INVERSAS PROVINCIAS.
Kendimento do da I a 10.....
na 1- arrojado,
j"
Cirurgiao Miguel Felicio da Silva.
Capilao Jos Marc ollino \lvesda Fonseca
Manoel do Nascir anl0 ^, Cosa Munleiru'
I roprielario Fr seo Accioli Couveia Lilis.
Padre rraocw VR.co arrn.
l-rancisi
Virialo de Fn
Ir. Ivo Miqu
l'r. Uiodot
ELEICAO' P,
SKego Sarros,
raes.
a Cunda Souto Maur.
no Coelho Calanho.
* 20
"JO
i>20
.1111
1:10
78
60
\o
s
*
31
31
19
15
1.
II,
9
8
e4JUiy.ES DE PAZ NA FRE-
5lA DO RECIPE.
t'nmteiro disincio.
Os sennores : v
Jos Gomes Leal.
Francisco de Miranda il.eal Scve
Mauoel Anlonjo da Silfva Antones.
Luiz de Mello Franca unior
Franeisao Jos da Si'lvt.
Tbomaz de Aquino Pcbiseca Jnior.
Francisco Xavier de Overa>.
1 u SeguitUo ditiriclo.
Joao Marques Correia.1
Antonio Henripots M.iIra.
Manoel da Silva Nove.
Manoel Estanslin da Cosa
Ignacio Antonio Borges. .
Joaquim Jos de SaofAuna Barros. "
lose Bernardo de Souza.
Joso Baptist., ,|a Fonseca Jonior
IIIEM PARA VEREADORES.
Os seuliores: vm^a,
Hr. .1,1,11 FranciscoTeizeira.
Antonio Valenlim da Silva Barroca.
Dr.Aolou.o Vicente do Mascimenlu Pesua.
I. r.rgiao Miguel Felicio da Silva.
Major Manoel do Nascimeulo da Costa Mon-
Volos.
141
135
llf
111*
12
150
131
12>
121
81
37
33
32
Xerencias, correiponderaiu, conceilaram seus
os. Eslavam no seu diroilo, ninguem os in- e vo. seris os (
lerrotnpcu, ninguem llies poz obstculos. a imprensa he 6 fundamento da liberdade, be o pal-
Os gu.ibirus nada prep.iraram, nctilium.i reuni-
ao, nenliiima caballa, uenliutna corobinacao. Fi-
zeram mal, mas inoslraram ba f
VIII.
Os gtiabirs nao empregram meio nenhum de
intimidarn, nao revolvern comas passadas, nao
excitaran] odios ou prsvenepes, ou espirito do vin-
gan^a, nao recordaran! a tyrannia do dominio da:
praia.
Os praieiros Qzeraai appello s paixoes mais
perigosas. Excitaram eoin imprudencia, aleivosia,
perversidado, a odiosa queslao de cores, que tiao-
existe no Brasil,felizmenie,onde a consliluigo, asi
leis.e os coslttmes admille lodos a todas as posicoes
os fados o provam. Excilram a queslao de
irtiigttezes, que nada linlia neste caso. Excila-
n a queslao de commorcin a rctallio, que nao
para se discutir a^ora. Etn lim espalharama
nia, as dasconfiancas, os odios de classes, era
ir de discutir urna simples queslao do prin-
e 1
pe
dos
que
rios.
do, c
Nao
saco es
breseus c
I\.
onolusa. Scja qual for o resultado da e-
.qtictn a ganliou aqu fora ni os guabirs, por-
tostraram juslica, inoderar.ao e imparcialida-
qiialilicar;ao; inoslraram boa f, reserva
inca ein si antes da elbjc.v^jnjjslv^iain res-
leis, i ordem publica, e aos direito?llf ts*-'
indo fazer d(;sordciis as freguezias em
ucaoseia pronunciando por seus adversa-
epqis__o partido guabir omaismorigera-
uscapaz \Le dirigir os negocios pblicos.
ladium da segutanca individual, nAodeve ser, como
alequi o pelnurlnlio das replanles honestas. Se nfio
queris queellJ nos veiilia a ser arrancada, respei-
tai-a, do contrario seris os fautores de ina raorle.
NSo Imuve audacia, nao bouve novida.le. e mul-
lo menos sirncinade na pieleiu;ao de relormar a le-
gislarao da marluba, foi apenas um desejo lonvavel
de se 111-Ii.ir.ir y orle dessa classe dialinda, dotan-
do-a com um cdigo humano, que delinisse, e segu-
raaseeeue direibs, e obrigacoes.
Leis semelliaales dillicilnienle podem ser feilas
por urna aaseml lea numerosa, <|ue (lelo menas en-
tre nos tem concedido quasi sempre laes autorisacoes
aos governos de odas 01 credos polticos, que tem
Mccessivamenle orcupado u poder: nisto nAo ha
motivo para sen elhante seleume.
Ao poder czei ulivo compele o direito das propos-
las das leis ; ser a urna prnposta iiideterniinads, que
anda quando Inuvesse de ser execulala antes da
approvacao do O rpo legislalivc, esle nao ficava lo-
llndo do direito le revoga-la, sempre que llie pa-
recesse conveniente.
O ministro con a mellior boa fe deveria querer,
ider conservar por mnilo lempo no
;o em pratlea snas propriss con-
nuiguein de boa f pode cnxergar
dignidade do poder egislalivo, e
muito menos d< iprezo cunsiiluicao do imperio.
Que as vidas du ddadaos Reavam a discripcjo do
!Sr. ministro, 1M0I lein sonso coinmum ; o Sr. Wan-
dcrley anda nao deu musirs de instiuclos sangui-
narior.
Eis os pequno|s reparos, que nos suggerio o urti-
go a que alludimos, artigo, que me parece eiccssiva-
menle dcclamatoiio, virulento, e insidiario.
duvidoso de se p
ministerio, pr l<
cepciie. Nislo
rebaixamento il
50033.52
5005352
la. irata-se com seu eonsionatario li-ninn^ Alvos
Malheos, na ra .le Apollo 11. 23.
Para o Ceara' com escala pela Rio Grande do
Norte, segu em poneos das o palhabote nAngelican,
ir.estre e pralico Jos Joaquim Alves de Silva, por
ler seu carregamenlo quasi romplelo : para o res-
tante e passageiros, lrata--e com ti meslre OU rom n
cousignalario l.uiz Jo>e de S.i Araujo, ra do llriim
n. 22, ou na praca.
If1
DESPACHOS DE EXPORTACAO Pli..\ MESA !
1)0 CO.NSIT.ADD DESTA CIDADE NO DIA '
II DE SETEMBRO DE 1856.
PortoBrigue pnrluguez Trovador, Caetano C.
da Costa Moreira, 100 saceos feriaba de man-
dioca.
LisboaBrigue porluguez Experiencia, Amorim, I
liman- A; Companliia, 30 pipas agurdenle.
RECEBEDOHIA DE ItENUAS IMERNASIiE-
RAES DE PKItNAMBUCO.
Hendimento dn .lia 1 a 10
dem do dia II.
CONSULADO PROVINO!Al
Kendimento dadla 1 a 10 .
dem do dia II.......
7:4191670
3979786
7:8179456
939S056
1:333-076
11:172(832
Mfyoi.mniP &p porto.
pode fazer raso algurn das eternas acen- S*" (Jue escrev
Justino Pereira de Parias.
.r'"CSCO Acxblli dalioiiy
1.1:1-.
Votos.,
.-215 quando na
92iOsfaclosqi
85 confessados
"' conieslaveis
157 le armad*,
IWjqueso na
! 4' todas as te.
s deso
'14
89
.ancuco Laiz flaciel Viann 1.'
Feliciano Joaquim dos Santos.
!>r. Joaquim de Aqoino pouseca.
Tenenle coronel Msboel Joaquim do Reg Al-
buqucrque.
Jos Gomes Leal. \
Padre Francisco Peisolo Duarle.
Joaquim Lucio Moni l.uiz Francisco de RJjrros Reg.
Dr. Ignacio Nery di Fonseca.
Rodolpho Joao Baralia itrt'imeid1r>^.
Aolonio Jos de Oliveira. ^^*
Joaquim de Almeida Pinto.
Jos Marcelino Alves da Fonseca.
Antonio Marqaes de Amorim.
Ha mullos individuos que tiesta ultimo numero,
para baixn tiveram volariio.e que deixa-sede lancarlror ("m
seus nomes por erein m'uilns coip" Jsseinn, e islo I pralica
nao's acerca dos veri 1^-es con- u'/.es de paz. I suabru
""^^intemi. jiW*
lodos os partidos que langam sempre so-
onlrarios os crimes que commeiiom, o
o podem, dizem que foram provocados
le mencionamos sao os fados pblicos
por todos os partidos, sao os fados in-
Pucliou este por faca, eslava aquel-
voriferou este, gritn aquelle, sao cousas
rovam, que nunca so provarao; porque
mtinlias sao stispcilas e apaixonadas
ns, e as tentativas de desordens alii
eslao paTenUiJ : alii est a urna quebrada ; ,ibi
eslao os templos de~^hJ*ijos. profanados ; as bombas
e traques atirados para dentro a alriz de S. Jos,
os objectos do culto divina, as, "rts imagen,*
empregadas em Santo Antonio como projeelis,
70 como armas ouensivas, como inslrirmentos para
Y\ derramar o sangue dos ebristios no Umplu de
is Clir'islo.
i\ro he possivel correr um vu sobre esle-
50 nibali smo. Nao ;toda a chrislandade lia de sal.
7 lo e se ella olliar para ns com o desprezo o bor-
que se deve olliar para um po\o que v
orgias e saturles deste genero, o partiib-
dir,como TiM.dianle de Jeru.-nlm ahr
Ci'os o crimeTiib ne rnei
Srt. reiaeloref.ll* sob a inpressao dolorosa
ra do Liberal Pernambucano de
estas linhaa comn'prole-to de que
-V'ifio entrado no illa 11.
Rio de Janeiro1() di is, palacbo hrasileiro Va-
lenlea, de 130 toneladas, capilao Joaquim A a ..-
nio Gonealves dos Santos, equipagein 12, carga
c-f e mais gneros; a Caetano Cyriaco da Cosa
Moreira. Perlcnce ao porto de Santos.
rVac'o anliido no metmo dio.
Aearaca'Patache brssileiro Emiiiacao, capilao
Antonio Gomes Pereira, carga fazendas c mus
gneros. Pesaageiros, Pedro (iomes da Frota e 1
criado, Joflo M n-t-. da lloclla e I criado, Anto-
nio Pereira da Rocha c I criado. Flix Itibciro da
Silva e I criado, Alexandre Bernardina Itibciro
Jnior e I criado, Antonio ReglUO do Amaral,
Miguel l.nurenco dos Santos.
!.-clara que nada deve a esla nieMiia praca ; p se al
gera se jolgar seo crdor por alguma diminuta
qnantia, qaeiru dirigir-sa a casa do auuunciante na
ra do Brum.
Perdeose desde ma da Cruz al a ra larga
do Rosario, na noite de 10 do correnle. ama pul-
ceira de ouro, semelliaii.li) um trancado de llores e
palmas : quem a liver adiado pJe manda-la en-
tregar na ra larga .lo Rosario 11 is, segando an-
dar, que se gralificara' generusameute.
#/|( i a> C fe ^J 0 af"h, 1"lanoiscoCavalcanli de.MbtK|ti.11 |iic
xUtU Qw xtC i.llV>Jl. E t_fe 'Ip'-I'""''pelo presente, que de lioje em
diante se Cea assifjnnndo |>or Francisco
A escuna naciona! Jos capilao Manoel Jos, de LacetJa Cavaleauti de Albuqucrque,
Pre-lrello. vai seguir em poucos .lias, pode anda (qq. |lavei. ,.(., n|..|Ca nesso.. I.. ...I
receber alsuma carga miuda. e escravos a frele, Ira- ,' ,. ,< Pcssoa l 'g"l
nome. Itecite I i de setembro de ISii.
Saino o primeiro numero do peri-
dico politicoO Conservador, que falla
no sentido das ideas dominantes e trata
dos ultimos aconlecimenlos
I ma rasa de familia lune-la rnrarrega-se de eu-
sinar s praparatorte* com toda iierfeira morali
flade, a aluiDiius externos e internos. |laadoa -
ti-- comida, raspa Uvada engommada, e lalo n
cuidado e dcsvello em suas molestias, medianlr corla
paga ra/oavel : a fallar rom o Sr. Jote lime- Leal.
lacao do forca e infloeneias leeas aulonsada, lome lla ,ua,da as medidas que ulgar convenienle. rua "va por cuna du Sr. Rerker, allaiale.
Anlaoio Jos Selobal relira-se detla praca PrerlM-*e de urna ama escrava ou forra, que SBBaa
com toda a soa familia para Iralar da sna saade,^ toJsaT boa compras na rua
la-.ena rua do Trapiche n. Ifi, secundo andar, com
Antonio de Almeida Gomes.
Para Lisboa pretende sabir breve o brigue por-
losmz aEzperieneiaa por ler ja parte do seu carrega-
menlo
prompto : quem 110 mesnio brigue quizer
carregar pode eulender-se rom os consignatarios A-
mnrira Irm 1,.- A C., rua da Croz, 11. 3, 011 rom o
capililn Joaquim da Silva Reina, na praca do Com-
mereio.
Cornpanliia Franco-Ame*
rica na de Vapores
Franceses.
eieiioraes
vende-te na typographiaUniSo.
Precisa-se de urna ama que SSiba coinbar
na rua do Vigario n. 11, primeiro andar.
Prerisa-sc de nina ama de leile : cm caa de
Jos Joaquim Alves da Silva : no largo da Aseen-
blca 11. 8.
paga-M> bem.
Prerisa-se de um criado para orna efu da psa>
ea familia : a tratar na rua Dueila u. '.II, priineirn
andar.
Lasserre iSiTissct Kivres, psjlsj |ir<-s<'iil<
axisatn aos Srt. consignatarios das saaaca*-
clas da jalera Iranceta KAIT., que (Je-
vem, a lK'in de seus utercsxcs, mandar
reconliecer e dcspacliai as que llic per-
tencerem avariadas, entendMido-si' pn-
viamente com a inspectora da allaudef^a.
LOTERA
do Rio de .Janeiro.
A.-liaiu-.se a venda os novos bllielc.-.
meos e piartos da lotera 11 do theatm
de San-Pedro de Alcntara, que deveria
correr de 2 a V do corrente, cm a loja
da praca da Independencia n. 10. As
listas esperamos pelo proxiiro vapor le
16 a I" do prsenle, e os premio* Ha%l
pagos logoquv receliimos as metmas lis-
tas e pela manera ja' annunciada.
Arrenda-se urna propriedade na freguezia dr
Uuem annuncioo querer azeite de mendoblm,! Auna Prela, com casa de viv*oda, armazesn. casa *
fa/er farinlia eo-n os respectivos aviaiuralos -
tribaria, planlacau (Je cale de mais de dec mil pe-.
ten.lo alem di.su eirrllmte Ierra para plantara.. .1-
cannas, mandioca, nnllio, fcijao etc., ele. : trata
no segundo andar do aterro da iloa-Visia 11. .16.
Ceara' c Para .
Seguir' cm poucos dias, por ter a maior parte da
carga prompta, a escuna brasileira Emilia ; para
" i.-l.inle Irala-se com a consignatario J. B. da
Fonseca Jnior, na rua do Vigario n. 3.
Para o Rio de Janeiro segu com hrevdade o
bem conliecido brigue brasileo Mariana, e rece-
he earga a frele: quem nu mesmo quier carregar,
causad, pela leilura do Jaral f,M de csl|las .la, ribeiras o 1 freguissZ S Jm Boa : tl'ai' com M"00' 'W" Oliveira n. p?aea
hnha. ,na,,.f..r.....i a. _... do Corpa Santo, escriptor.o 11. li. ou rom o cap.ta'o
Jos da Cunba Jnior.
Peranle a cmara municipal do Recile estorSe
em pra^a nos dias l., Li, lli, i", 1S, e l'Jdo cor-
renle a seguintes rendas u.uiJicip.ie, das quaes os
alugueis das lujas da praca da independencia, e das
dirija-se ao arma/em de Palmeira ce Bcllro ; a.slin :
romo os mesmos Icein una carta para entregar ao 1
Sr. Manoel Antonio de Amorim.
Precisa-se de um botn amassador, que enlenda
bem de masseira ; na ma das Larangeiras n. ^X.
Na lerra-feira, lli do correnle, na sala das au-
diencias, nuda a do lllm. Sr. Ilr. 111;: de orplios, se
lia de arrematar a casa terrea com grande quaiili tade
i de N. S. dos Remedios, penli irada aos berdeiroa de
Espera-aa no dia 17 do crrente o vapor francez I major Prandseo de A-sis Campos e sua mullirr. por
Frunr.-Cointois cununandanle Poarner, viudo do execucilo do Exm. Sr. vizconde de Loires.a qual esla
Rio de Janeiro, que seguir" pora o Havre com es- | avallada por 2:0008. lie a ultima nrac.i.
cala por Tenenll, Madeira c Lisboa: para frele c 1 Na terca-feira, lli do correnle", na sala das
passageiros, na casa de L. Lccoinle Ferun t\ C, 1 audiencias, lio la a do lllm. Sr. Dr. jniz da orphaas, I
rua da Cruz n. SO. | se lia de arrematar diversos escravus tierlcucenius ai, -...nrArn..:n
- Para os partos do sul ou norte freta-se a bar-' ?sl1 d" fia lo '"1"" '"< Minda, a requ.- P* "J" Cfn( ,a' *-""ml>! H<-"**. -x-para hen.
cara ,1 rriumpliantei-: a Iralar na rua da Sen/ala '. T'mel"l d" mvcnlarianlo Bernardo Antonio de Mi- |os lla 'rente c applica ventosas sarjadas.
Nova n. 30, ou com o mrslrc na rampa da alfandega.
Ao publico.
Jos Anacido, bem conhecido dcnlul.'
e sangrador, pode ser procurado a qual-
qner hora do dia, na Cainita do Carmo
n. 20, para sangrar c tiar btjsj denles.
por precos a' vonlade a r|iieni Ihc drr a
nao sou impassivd .1 jnjuria'quu mu assacam os re-
dactores desse jornal.
Se eu fosse Uo iprccipilado que nao me desse lem-
po de preferir una vindicta legal a' orna desespera-
dlo, lomaiia urna vinganca completa conliecendo a
milo que me injoHa ; mas o Liberal al encobre o
desalmado sob a pigraphe publicacoes a pedido-
de modo que nem posso ver ne-sa perfl la e estpida
insiniiacau os mais ostensivos redactores desse jor-
ual.
O incidente que|se me lembra com relarilo ao Sr.
conscllioiro Anlorjio Peregrino MacielMouteiro, com
o fim d- cxcitar-lneooli.iconlra o partido,deque o
mesmo Sr. conselllcirobcmemlirn proemiueiilc.ainda
deve estar na loria daquelles que viran! ocaval-
leirismu com que iSr. M.ciel Mouleiru, explicando
a sua propositan i ilativa ao avlenla pretieo das e-
Icices, deeUroo que sempre. lieer preiUefUo pelo
.'Vlrr e sentimentot.
i' ilor dessa torpe insinuarlo sabe mui bem qner
m lim. qual o de fazer-me ler
n 11 mais.
ella s ronsegiic
nwM ea maila r.v
Coi* .10 vivo no c
ate o que se passa
auca ua opim
II
'l'.ianlo ao Sr. e"
lesee negocie
1111 valor,
si.10 mo
1"1 i S qiiL
1 ..'OT06 11**- ?j
xsni.-r o Sr. Ma
AS ELEICOESDACIADK 1)0 RECIFE.
I
A i|ualiricacao DJsJla pelos gnabiriis, entre
tanto os praieiros diziainVfuc linliaina tnaioria .lo-
go a qualifieapio foi impanaL
II
Km Sanio Antonio os praieiros MSnaram a me-
sa de ler latinado, ou pormiit'ido que se lancassc na
urna um riraMi do sedulas, ( pediratn a contagem
iiniin-liata. nj
Isso era illegal/Wque a coolagcm segundo a lei
se faz no lim ; a miisJ-^wdofei*'!".
Recorreram ao presidente 'I provincia. S. Ese.
respondeu, com a lei, que essas ql"Bast5es porlencetn
mesa, a quem elle nao pode darLSlJy"3. mas
recommendoii providencias. ^-^^
Conlinuram os praieiros a pedir a conlagt. e
lavarara com grande massa de povo nina repres
t.ii;ao assignada \nor mais de 50 nomes.
Lemos com o maior pasmo no / '
Costo prximo lilo um artigo Irn
se sob o liluio de audacia do Sr. II u.
Essa declamado virulenta, 011 antes es-.,
furibunda, lem por lim slimaglisar a aut m
que pedio o Sr. ministro para reformar a losjs
penal da mariiili.-i. Cusa crer que um eseriplor 1
lilico, que aspira os foros de liberal, ajuulasse d'i.
ma mneira lo descomunal o esearaea ao ridiculo.
Dar-se-ba caso que o nobre allilcla da liberdade ig-
nore que nlo be esla a primeira vez, c que nao foi o
actual ministro u nico, que tenha pedido, e ublido
do corpo legislativo anlorisacaai, para reformar a
ligislatio do paiz 1 Talvez assim s?ja ; pois quo dis-
se com a maior candura que islo eslava s reserva-
do a audacia do Sr. Wandcrlex. Ou acere lilara 1
que a legislaco penal da inariiilia lie tilo perfeita
c que seria um sacrilegio alteular contra esta Arca
Santa '.' Se pansa desta mancira be islo o mais pa-
gente escarneo Lineado a face do publico seusato.
Se outros lilulos de honra e mrito nao sobrassem
ao actual ministro, solo seria cerlainentanara| loro.
lo credor dos maioras eoeamiut. LIjciTT? r,,.r .|*
sapparecer d a |es|a,;,1(> csses'restos da amiga
"i'r : 13o atrozmente nos flagella, nAo
no por t. limenlo, que pdente desafiar tantas
iras. Seo. jre eseriplor suslentasse que a aulo-
nsarao be inconstitucional, que a reforma deveria
ser operada pelo carpo legislativo, he um principio,
que pode ser defenda.; mas dizer que ella seria
collorar a villa do cldadao as mitos do ministro, lie
cahir no ridiculo e o ridicnfo*.nala.
Ficava por ventura o corpo legislativo inhibido de
revogar a lei. se acaso adiaste inconveniente, ou
mu ? Mas, ala ; segundo o artigo, que temos de-
baixo dos olbos o Sr. ministro linlia preparado um
cdigo sanguinario, iue ia cobtir o Brasil inteiro de
cadafolsos. la ludo raso, meu Dos, mesmo ante
que o corpo Icgslativo podesse prover de reme-
dio !....
E he sob laes fundamentos que se clama com a
maior seriedade, que o Brasil deve ser regenerado,
anda quando, para esse fim, seja necessaria urna
brincadeiraigual a que leve luger em ISIS,que
fez desapparecer o fundadur de urna dxnaslica, a-
poiarfa por cem mil bayonetas ?
Iba conservadora o
trido di |." fregu
nem lio pouco del
ordem e susle
entro de una "ociedade que sabe
na vida intima de seus memoro*,
o publica, que me Tara' sempre
x-cliefe de policia, se a sna np-
infame a que se refere o Liberal
eu a invoco a meu respaila ; c por
poss-, deixar de chamar 11 leslemn-
virain S. S. em sua partida para
"Caie>/ffkrxaoiu4.a>.i 4- 1111-
loel Norberlo Jorge r3nc,ifve) I
jetpedir-ta de mili, pediudo-m'e um abraco." Cer- I
lamente S. S., qun e-tu lara bem ess negocio, nao
me faria tal ohioqi io em presenta dos seus amicoa
e llvette a menor duvida acerca do nicu caraclrr.
A liual, mo ven lo a cobar.to que pretende pre-
jadicar a tninha r'planlo, irei proeora-lo perante
ribnnaes par c elle vingar-me legtimamente.
I isl.i.-nrao arrematados por um.tricunio e o mais por
um anuo, a contar do i\ de oulubro prximo xin-
doiiru : imposto de 500 reis pur cabeca de gado,
H:03toU00, oilo de afericaias 13:6013000, dito sobre
carga de familia e da legumei 1:3039000, dito sobre
mscales e boceteiras -J.oiiO, aluguel da casa 11. 7 da
rua da Florentina 3329000, dito da esa da Soledade
I43">!)0, dito da da rua imperial 60*000, ribeira do
pene da freguezia de S. Jos y|.;(w:i, dita do mer-
cado da reguc/.ia da Boa-Vista 0019000, casas da
praca da Independencia ns. 1 005^00, > ^o^-JOO,
3 13002*00, I 1509300, ". 1jO.:MM, 6909700, 7 de rs.
lOjioo, s 909300, 9 72M00, lt) 73*3*0, II -fiMOO
\ i2sii).l, Lt IUHjS(H), U ltK?itMJ, 15 1069*00.
Ki IOS3IM), 17 lOKjitlO, 18 IIIK->iO0f 19 1085100,
2U IOS.5OO. 21 10S300, 22 tuS-SiOO, 23 1089100,
MIMln
92S000, lti IOl-jOOO, 17 1209000, 18 |-_>tl- I3O9000, 20 9-5000, 21 I2tlotl00, 22 l-'SKK) 23
1219009, 21 I2S30D0, 25 itlllMOO. 20 1169000.
Sabbado, 13 do correnle, ao meio dia cm pon-
! to, no cscriptorio do agente Oliveira, fara este le
l.lo, por conla de diversos, dos seguintes predios:
um sitio em Ierras proprias, no lusar da Tor-
re, com bella casa recenlemeule edificada de pedra c
cal, coziuha lora, estribara, coebeira, quarlo para
feilor. e cacimba proprta, o qual tem _>!MJ palmus de
frente para o poente na estrada real, e cerca de 7111)
I de fundo para o rio Capibaribc, dividindo pelo aaa-
I rente com Ierras do eimeuho auligo, e pelo poenie
\ com o sitio do Sr. Joaquim Teixeira Peixoto ; nutro
sitio uo Parnameirim cmXfi palmos de lenle e
I lili) de lando, grande casa de vvenda de pedra e
cal com onza salase aleovaa espafvsas, cozinha fora,
I quarlo para feilor, coebeira e estribara para sns
; eavallos, um sollo cono qnartose tala, gallinheira de
pedra c cal, murado na frente cun 2 porles, ca-
cimba graoda com 2 lauques e robera com talada
Je parreira em roda, c filialmente bem plantado com
loda a qualidaile ue arvoredOS frucliferos e de re-
1 creio. I)eclara-se que estes d.ius sitios, raso nfi.i so-
lador que enlenda Vv3& OC' Q OQ^OOO:."
..argado Rosario. I mj>m [^^ O
A",
randa.
Precisa-se de um bom amassai
[erfeilamenle de padaria : na ma
n. 18.
Para supeader-se qnalqner juizo nao, decan.
que o annaneia no Diario de lioje sobre o Sr. Jos i "3 i." '|ll"""^ "' volla da sna viagrm y;
Fiel deJo-us Leile foi, como di.s, tiara man 1 re- |*-" ?, Br*P* "'' niorando na ma Kova "*."
ceber em minha loja na rua do Cabnsa' n. 2, urna 1' Pr"nelrn andar, onde po.lasar pmrora- ..'"
carta que ha muilo me foi remdlida para Ihe ser en- I %? do 1u"lur hora. ;;.
trege, c nao o conliecendo usei desse meio. v'""i-c: '-''- ''~-'-:'\ "' :'::'\''::li':;':; '
Joaquim Antonio Dias ,|e Castro. *" -*"-"' W'^W,J **' '".........
mvwm de stiRos
NORTHBIM,
estabelecida cm Londres em I8"il>, para
tomar riscos contra lojjo e sobre \ idas.
Capital t i ,-260,000.
Agentes para PeinambucoC.J. Aslel. -.
A C.
Precisa-se tomar a premio de um por cuto ao
mez a qnantia de 6:0009000 sob boas lirmss 011 by-
pnlheca em predios nesta cidade : quem os quizer
dar annaneia a sua murada para ser procurado.
O abaixo astlguado faz ver a pessoa que possuir
urna Icltra sua da qnantia de 391fi30, a qual se ,
vence em oulubro prximo vindouro, que querendo !
ser embolsado, fazendn um pequeo descont, pode i
vil receber na rua da Praia n. 31.
Toralo da Silva Campos.
Aluga-se urna boa casa na rua do (iuarara-
P Pi Acadmico, lem a honra de convidar
:'^ a lodo usSrs. socios do mesmo Monte 'Vi
,3
;.',1 in geral, para reunirem-.a na terrena ala
'" da Facoldade de ireilo desta cidade no V *
com cozinha, bom quintal com cacimna, envidraca-
da, e)c. : a tratar ua roa da Cadeia do Itecife n. 4.
escriptorio de Barroca fi Castro.
l'rdeu-se hontem a lardinha, desde a rua da .
Cadeia de Sanio Antonio ate a da l.'n>3o, um rolo "ux *''a 13 do correle iner, ao meio da. alnn r"-
de papis, conlendo um rclatorio assiguado por A11- i'Z de ser discutida e approvada em sosaa ge-
lonio J. T. de Menlonra Belem, e qualro canias *' a relorma do- respeclitos estatuto-,
correules. datadas todas de i de julho desle anuo : 0,'-" sera apresenlada pela ine-nia commi- "i,?
quero pois os aclioti.se os quizer levar no escriplonu ^Ji *ao dirccloia ; vislo como sem a ref-rida .'-.
dos mnibus, sera' recompensado.
Precisa-se do uina ama para fazer almoco -
janlar ein casa de lioniem solleiro : a Iralar na"rua
da C.raz n. 31, no Kerifp.
Nao deizare, pa rom, de agradecer a digna palrtt-
favur de incluir o meu nome 1
lie aseen* candida loa para joizes de paz do 1.- lis
za da provincia do Pernambaea ;
arc de preslar-lbe o auxilio 1
Seus tenues recui tos para o Iriuinpho do partido
itar.lo do govemo. Eis os mcus
1 'mbelino Gneie* de Mella.
"e 11 de setembro de I8.">6.
'artorc*.-
-Vivando retirada ocrupamlo-me
c de 11111 ha familia, jimiiis cu me al-
ar rr 10 da penna para escrever para o
hoi vetse sido privado dos mais sa-
dadiioo de votar e ser volado--
S. Etc entr presistintlo em 'lite a lei Ihe 1
lava poder sobra' a mesa, olliciou a esla uajn -"an-
do r.u aconselliaAido que procedesse conu*oem
0 presidente Ua mesa declarou que se ial proceder
a ella, os praieifos arrebontarnm a urna.t
Nossa urna ejsiava a prova da criminalilt'a('e ,'ri
mesa, ou da calumnia dos praieiros. \
Quem he o anturessadn em destruir pj rova ('
rime' O crfimnoso s. Logo os prail eiros ,le
que ana os calumniadores.
III.
Na Boa-vsXa e no Uecifc correram as' eleic/ies
pacificamenle. '0 resultado dellas vai m ostrando
que os praeirns- (inham algumn razio para rai
victoria ali. NaajjQs-am l perlurliar, fazer ,a"
sies vagas, e inTerrttfjjw aopsrae/io.
Logo aondu se v dusonlem he ponjuv, r. Al agora os esrriplures, que se diziam liberaes,
ros tem mteresse ein inlerromper o processo ele *^'"" suas bandeiras, e pediam com grandes
toral, aonde nao lem esse inlercsse nao ha dosr >r" bra''0*TW*a\ajta du.bala. a liberdade do vol, as
(jern_ incompalibilidades ; buje ininis"to, que-rretendetn
1 realttaf essas reformas, sao reprobos, que merecern*""1
sersacudidos como o p. itm ao menos vos
dais ao trabalho de parecer consequcnles'.' Pois
a suppressilo da chihata, as reformas deiloraes, dei^
xam de ser um be>u para o paiz ; porque ferio, ou
devem ser rcalisadas por esta, ou por aquella enti-
nado ? Nflo vedes quo essas dcrlamares sao pelo
menos ridiculas.
O Sr. Waoderley, dizeis vos, lie urna incapacida-
dc pnlitica, que nao lem utios ttulos para a alta
posiciln, que occopa, sanio obambume, outro
tanto dizeis do marquez de Paran, e de lodos os
mirtilos direilos do r
que .1 constituirlo ne outorga.
Havendo cu sem
e al hoja anda na
que jamis sena es
inspector de quarlei
inspector, seguidor
via ler em vista qu
risada a roubar o c
grado.
Sendo eu inorad r ni ra
e durante esta poca ten lo oslado 110 poder diversas
>re seguido a opinijo do governo,
1 ms lando cscravisado, jolgtva
lulhad'i de meus direilos por um
rAo ; e anda menos quando esse
de opiuio diversa da minha, de-
i iienhum.i autaridade esla auto-
dadte uo que tem de mais sa-
dc liorlas ha lli annos,
facciles, eu nunca
serve de inspector
de Mdlo, esse dirJ
perlenco a cor poli
IV.
Km S. Jos apparecc a amasa. -.neilia, as mes- i
mas tronelias, lltp.^ tiyeaj imberbe filho de um'
fTnhecdo e activo praeito t|e que |faz a aecusacao |
de se tanta laucado sedulas. na urna.
Era evidente que a tacln"3 eslava concertada, e
quera repetir-sa em S. JP^ *|ue se lizera etn!
Santo Antonio.
O niesi|0 .rato de refsenla("0':s a S. E\c. j
verbargo esi .Seria pref's0 3ern presidente um : anlrot. Qaaes sao ns votsot Mettcriiicirs.T'ed^Pa'i-
nescio, ou u "1 'ardo para 'consentir om segunda | merslons '.' Apresealai-os, para que ponan er a-
e bbmou as convenientes 'r">,e'u''"s : "". cln <",a"ln "',u dignardes-vos
, Z.MU. .. .. mu'ra-los, perimlti que o pau va servindo-se dessa
SOM}; PUWlCO, 0 respcilo -...capacidades-, que entretanto vaocontribiiMido
med- para o publica pro.peridade
rao fui nclla coi
Barroso me lirn e
nha que eu volasst
nicamente lau
para que au licass
se usa aqu dn que
Sou, Srs. re I ir 1.

KAC V DO RE
!UI-Tl)pu 1
8090*), 21 9391)00,22 12
Us preieudenies arreinaUr qualquer ....">i.tcwco-
Badat rendas devorlu apre.eniar fiadores idoneii>
Habilitados ua forma da lei, quando nao queiram
dli-duar o pagamento da arremalacao a bocea du
cofre, excepto a praca da Independencia, cuja ar-
reinat irao sera como danles, se o contrario nao for
resolvulo. Paso da cmara muuicipal do Kerife em
tean de 1 desclembru de 1S..0.Barflo de Capiba-
nbr, presidente.Manoel Ferreira Accivli.Sc-
eretano.
Pelo presente o convidados os donos ou con-
signatarios das mcrcadorias avariadas, salvadas da
barca frauceza iltaoul, naufragada nesle purto no
da o do correle, a virem despacha-las no prazo de
II) da da dala desle, lindo o qual terlo arremata-
das em hasta publica, sem que cm lempo algum pos-
tan, reclamar contra o olleilo de~ta venda. Alfan-
dega de Pernainbuco |j de setembro de 185-0__O
inspector, Benlo Jos Fernandes Barros.
me vi privado do direilo de vo-
tar e ser volado ; 1 las, boje infelizmente, cm que
dessa rua um Sr. Ignacio Barruso
ito me f.ii lirado, porque eu nAo
ira do Sr. Barroso. Pal de fa-
milia c possniudo I cus de raiz al a ultima qualili-
templado, mas na piescute o rir.
se direilo porque nio Ihe convi-
jam arrematados, serao alugados, para o que azitlen to sitio da Trompe, sobrado n. 1,
prelendenles na expec ,t,va. ,, j,,,,,,,,,',,; MSa
O agente \ icira .la Silva, na rua da Aladre de
ferio urna
Rebelo, que repre-
^ teforma seria quasi rerlo e mcvilsvri n de- ..
'."* P'fravel .l.s-p|iari'.iiiien;o de lo pa e *.*
.- I ILi msliluicaio. Kerife !l da setembro de -; '
-.'; .i*"*1'-/"ronetsro herrara Correa, pri- ^
'' ineiro secretario e nieinbro da rummissa* ai- "".*
V rectora. 4 -
>tmtotbt8.
so
bem como mobilias de Jacaranda' e de amarello,
rompalas, obras avnltai de diversas qualidades,
pianos da j araran la', da armario a de nieta, pro-
priot para iprendizet, obras de miro e prata, di-
versos reloa ms nalenla iaglez e toittot, varios can-
delabros, la..'i* is, vidros linos e porcelaua, tou-
ca |iara se de,meea, quioqulhariot diversas
ele., assim una porro de mesas c mais
objecloi de ma. chegados ha pouco de lleno-
va, os quaes esl expostos no dilo armazem ;
e ao meio dia em p. inlo se achilo em frente do
ia dous mezes, pouco mais ou menos : pe,le-se a I ".", ?Z2, *,'uhei,. f"M b *W5 ? """
toda, as aa.uri.la les policiaes. rondas e eapiUaad" ^/f^g1??*.^ ** *+ *"
campo, que a virem a appreheiidain,
ao metmo tillo cima, que serao mullo bem recum-
pensados de seu trabalho. Adverte-se que o seu
Irajar he de taia e camisa, e baela prela.
Oferecc-so urna ama para serviro interno de
casa de familia esiriingcirg : a tratar na rua do
Oueimadn 11. <3.
O Sr. Jos Manoel de Araujo que leve laherna
a d^a dar?'"'""' '"" ** Unor"0' da' *"
costume lera' lugar c cometo do leilao.
COBREIO GERAL.
A Sea. 1). Francisca das (hagas Porlella tem nma
carta na admiuitlra-ito do correio, viuda da Para-
tuba.
Pela mesa do consulado provincial se fes pu- I
hbco, que 110 ultimo do corrente mez lem de ser ex-
mesmo, dous opiimoi cavados de estriban,;' badn- 'ZT, havpV,a?da'-.|UdCrr.i,a,e,a '""",a"e de TV-'
le gordos: sexta-frir a 12 do correnle as horas do I 'V.B,1.2 Mi"1re de *""*>*"< < Joao
Marlins de Barros, ou annunciesua morada para ser
lirocurado, pois (az-se muilo preciso fallar-se-lhc.
Ullerece-se um rapaz para loja de fazendas ou
oulro qualquer rslabelecimento, menos taberna : no
aterro da Boa-Vista n. 10.
Quem tiver azeite de meudobim annuncic, pois
compra-se a porrao que tiver.
J. P. Adonr & Companhia e Flix Sauvage &
Leudes.
O agente Ol veira lara' leilao, por
autorisacao da alfil mdega, e a Kqtieri-
ment dos inten .ssados, das fazendas
avariadas, salvada s da galera franceza
I.AOUL: Sexta-fei ra 12 do correnle, a's
.,10 horas da man 1,1a, a' portada mesilla
Irah.das para serem remedidas para o juizo, afim de allandeP"!
serem axeculadas as relares dos devedores que dei- 1 ''
c d man da penna, Srs. redactores,
dio nu mju silencio o como
lelei.. mhiii as Jets.
res,seu con-lente teilor
Jo'io da Silca Lonreiro.
_ tfa
:n -E 11 iii'-SF.r*rMc.()AS3
far^a. S. Exc. .Vslio,
mclidas para garantir o
lei. Desprcsou aiiteaeas, o ,as foram as
das que a energa nunca efueccu a moderacao. I "'" al""-'" ao =rn ,l Poder, e grandeza, para qua
I fui o restthado T U.iitn^ a ^iain ao ^ ^S^OSSTJi
niiinero de -.-lulas que apparc.*. |1C la0 poqueuo 1 da do procralo, e da rivilisarr.o.
Cambio sobre Lo
tIC RAS DA TARDE.
C
ilaccs olliciaes.
dres 27 l|2 d. 90d|v.
h'rederico Itobilliard, presidenlo.
Borgu, secretario.
Sobre Londres, 27
n Pars, 3u a
a Lisboa, OK a
Rio de Jane
Acces do Banco,
.1 11 companh
o companh
riilidadcj
a 'i Indemiii-
11 11 da eslrad
Disconlo de Icltra
Hilo de particular
Ouro.Duras be
U8T
CAMBIOS.
I iioiiiinal.
V> rs. por fr.
IIK) por de premio.
ro, ||2 a 1 por um a lie .0 dias.
il) a 70 0|0 de premio.
a de Beberib 54$000-
a Periumbiicana ao par.
Publica, :!tl por rento dt premio.
dora. .">2 idem.
1 de ferro -2'l par l)|t)de premio.
s, de 7 a S por (hn,
s 6 l|2a 7.
panholas. 2S5 > 289500
xarem de pagar seas dbitos como sejam as do im-
posto de decima, 4 '.sobre diversos eslabelccmen-
lus : 1:2003 sobre casas que venderem bilhelcs de
loteras de oulras pruvincias, 0 sobre casas de roo-
das, e 209 sobre casas de jogo de hilhar. Mesa do
consulado provincial 3 de Miembro de 18.50.
Antonio Carneiro Machado Rios.
O administrador da mesa do consulado provin-
cial avisa a quem iuteressar, que por oflicio do Exm.
Sr. presideute da provincia de 27 de agosto prximo
passado.roi approvada a medida proposla por esta re-
parliflo de serem brigados os conlribuinles quando
lennam de pagar o imposto de dcima, e ';, a apre-
scnlar os ulitmos conhecimentos que moslrem al
quando paaaram os ltimos impostos a que sao obri-
gados por lei, alim de se evitar duplcalas de paa-
menlos. .Mesa do consulado provincial 3 de selem-
bro de 1Sj(iAhloHio Carneiro Machado Ros.
-""-- A companhia fixa ii%XjLvallaria precisa conlra-
tar para o prsenle semestre o Ivxrjieciineiilo de ca-
lmil, arroba ; niel, cunada ; niiiho, tarcal 011 cargas;
para acavalbada da mesm a, no dia Ij do tairenlc,
as 10 horas da manhaa ; sereceberao as pro>tslas
alim de se contratar no quarlei general a pedido meu
aotxm.-sr. commandante das armas.--Leopoldo
Augusto Ferreira, capilao.
CO.NSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
U conseibo adminttlralivo em virtud da autori-
sacao do Exm Sr. presidenle da provincia lem de
comprar otobjeclot segninles :
Para as ollcina de primeira c segunde classe du I
arsenal de guerra,
(.abo de linho vclho arrobas 50 ; cniams de su- '
cupira arrobas :l.
Para oflirinas da ." classe.
Cera branca arrobas -J liaba prela para corriei- !
ros liura 1 ; .lita branca para ditos libras i.
Ouem qoizereontratar oles objectos aprsente as'
suas propostas em carta fechada, i.cninpanhadas das'
amostras na secretara do conselho administrativo as I
III horas do dia f, ,|0 rorrcnle inr/.
9aCente Bot.-i* li" ordem do Sr
Fumino Moreira da CSa-Ja., Tara'leilao da
loja de miuJezus sita na rua nlajjga do
I Rosario n. 2-,|consistindo na annaca*o*-t L
jmiuaezas, movifs e mais objectos, etc..
Companhia, administradores nomeados massa fal-
lida de Mara Florinda Scasso, avisam a lodos os
seuliores rredores para lhes apresenlar os eus lilulos
para serem classificados c poder-se proceder ao divi-
dendo do liquido apurado, islo at o da 18 do cor-
renle, depois do qual nao sera' admitila qualquer
redamacao.
LOTERA
do (.'ymii.tMo Pe mam bu-
cano.
O a7)iti',yi-i.iSJ.';n;ido venden as legutltef
OS (inaesentreriar-sc-liaopelomaiorpreco'Oi- 2:000^000 vun 1 bilbeteinteiro
ollerectdo, unih vez que he para liquida-1296'? I00J000 em I u'J'to.
r-li
rao, cujaposse/da dita loj-.i
larremataote: tabbado i.~>
as II horas da nianlifia.
para iiqr
garante-seaol W lO.sOOO cm I quartde>:
do corrente, 138.J.1 O.s'OOO em I dito.
as loja* do costume acliam-sca'T'!
; Oagenle Vieira da1 Silva fa^ IdUo sabbado,' da OS nOVOS llillieles, meOSl! filiarlos lia
I. dororrenle, ao meloda em poni, no armazem ,.. ,1 1 1 '|""""
doSr. Rufino, na rua da Conceirno na Boa-VMa, de *e!;ullc'1 VMlc qmnta lotera flodjm-
2". sacras com feijao, por conla trisco de queru p,r. naso, os quaes naocslao Stljeilos a o des-
a ~0 Oliveira far.,' leilao. por aW,*00* dS O' P01" ,<;n," *>.J*.
I do lllm. Sr. Dr. joiz dos orphSos e ausentes, a re- M"*" S1'ja pa{;o na rua da Gadea do lccilc
Prrrisa de um raiieiro, de lianoo-, que .!
fiador a sua couducla : na roa Dircila a. 2B.
I'reci-a-e de nma coslureira, qoe saina fazer
vestidos, ou que enlenda : na roa da A rasa 101 n.
1. adiara rom quem Iralar.
i.iuem precisar de om homem para frita* de
engenbo, ou administrador da casa .le poraa.. din
ja-se a' roa dts Cruces n. 20, que achara cota naca
tratar.
O eseripto por tres |*aca qne se cha sa po-
der do purteiro, dos doos solirados peakarado |wi
execuroo de Antonio Joaqaim 4a -.oura Ribenro con-
Ira Jos Mana Placido Magalhaes e sna molkrr. -
los na rua Augusta, devem ser arrrn.ata.lns no da
12 do corrente, ao meio dia, depois da aadtenoa da
primeira vara muuicipal, cscrivao Sanios, Bar s*r a
ultima praca.
(uam tiver algama sala em primeiro asadar.aa
casa terrea, qua possa servir para cartarin atarsrti-
vao, annuncie, qoe se promella fazer boan ialatassa.
Peda-se a pesaoa qaa fd ver a casa da roa dos
Pescadores por ddraz de S. Jos, para comprar, me-
rend aflectuar o negocio, tenha a htadalt da ap-
pareeer na rua das Craies n. -Ji). segundo andar, <
ah achara' com quem ultimar dilo actada par todo
o prero.
Manoel Rodrigaes damboa Sicupir... Irada ata
relirar-sc lapidamenle desla cntaia para Parto de
Pedras, alim de ver sua privada ni.'u que se arba gra
vemente .lente, uao Icxe lempo de despedir- .la
seus amigos, pelo que I es pede esculpa, rnfaaata-
Ihes que em oulobro, qaando pretende vallar, rata-
prira' seus deveres.
C. STAKK a, COMI'AMIIA.
Respeitosamente annunciam que no sea cxtasirn
eslabelecimenlu em Santo Amaro, continua a fatari
car, com a maior perleir.lo e promplido, loda a
lidade de maclunismo para o uso d'acriessllota,
gario c manufactura, e qoe para masar mea-
. .ir seus numerosos freguezes a do pabltro etn
geral, li -m aberlo cm om do grtales armazem *y-"
Sr. Mesqu la na rua do Brum, alraz do arsciaK
mariulia, uii~. ^_>" oa
UEI'OSI.'O DE MACHN^
! gost
1 mala
I briss.
I le. a.
agen
nprad
2""rnC'v'Vl',o'n,n'rlS?rL'r;C0',<'11 ''?. I'"',"=?1',lu i5> loJ:l -' miudczas de Jos Foilll- cunslruida, no di.o"sea-
.dvertiM .o-s, que dii. escra,v,U1'' 'fo'."^"- Salustiano dAquino Ferreira. \L* %?% ,
/i.nno leilao por nao baver qnem cu- Jos Cuilherme tiuimar.les co.nprou or or- ponencia d'c muilo annos ten.
rimeira avaliarao : Stbl......, 13 do corren- den. de Manuel Jos de Carvalho ,V Cuipanh... do dade. Machina de vapor '
o da era poni, no escriptorio do dito Para o bilbete n. 2111 da s^unda parle da quinta tain.s de todo tamanho la
______________________^^_ '""'" al.enehciodolymnas.nPernambocano. das, carros de mo, edito
"??a,1 f?,l4-.-^ 7 a ''''"f"*'6'*. as 10 horas da manhaa, dassucar, machinas para
tf9i&09 tCta9?f90$ se ha de arremalcr.-a rica armarao
WMifTeii^
^MaaaWa a-tf-
ido. n welliwa-
inaes/ qoe a e-
f-ado a aere.i-
baisa a alia pre..,,..
batida rosno fund
ra roadazir fiicasa
oer mandioca, prestsa.
LS!sa adainau-
tina.
Francisco finio OzoTio chun.lia dente e
verdadeira mawa adaman>tua. e
arrematar e quizer conlinoar. u que he de vanlagem cm a capacidadc por ter a mema loja cn.nm.dot para urna familia penda de .cu ullicc, e c, Z,,*,,Z".','T '
morar independcute da loja. escrutar rom 1 mr.- ,m. V ,At"
apr^ciZas C7marrCr-e "e = "2 T"!*? pSSS^X^'Jt^X.
apphca venl.,.., gominar para duas ,iessoas! ... roa do jUnad ... 10. Irucc.le, que Ihe foren tomeeda- "M:",w'- *
!
1\tAMBIICA\tA
'
S
Vei.dem.-se velas de carnauba a I o^OOO is. a arroba, isuaes na luz s de smn-
maeeUe, e sabo braueo a 160 a libra.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



UEJ&RIO s rp: S3 ;[j s XT F-Hi i-2 StTENIRfcO
iS-6
>#JJH>...*.-. < '-"
. ;;.-.
: 3." JANE, DENTISTA, i
9 conlina a residir na ra Nova u.19, primei- i
f ro andar. 9
;* iSX3>atC3
l'recisa-se llagar <> prelos para armazem de
assjcar : quem liver e quizer alagar, dirija-M ra
do Apollo, armazein n. SO, que adiar coin quem
Iralar.
l'recisa-se alugar urna esrrava que saib? coser,
lavar e aogoamar, para o semen ila nma familia
ingleza : na rus; do Trapiche NuVO n, 10, eui casa
de l'alon flash ,, Companhia.
lreci*a-se de ouas pkssoes para o servico in-
lernu de una casa eslrangeira, una que cozinhe e
cn^omme, e outra que cnleuria de costara : na ra
Nova o. 17.
lio do cbampag- {'/
primei ra qoa- @g
Deposito de vin
;; ne Cnateau-Ayx,
V; lidnde, le nropriedade do conde -
i' deMureuil.ruada
Srnzdo Recife n. '
-.;;- 20: estevinho.omelhordetodaa $$
".'! Champagne, vende-se a 56$ cada -.{
i) caixa ; acha-oe nicamente em ca- >
Ba de L. Leconte Feron & C. N. $
s|) 1$ As caitas sao marcadas a io- ij
9 ROConde de .Mairenileosrotu- i}';
tt los las garrafas silo azues. $
:..^.r..;\;..:-..-:- .:.::.;:.:..:;..;:..:
O capilao Aiilonio (I, Souza Oliveira Mello,
senhor do engenho Maxiruaba da comarca do l.-
tnoeirj, freguezia de liom Jardim, declara ao publi-
co, qut comprou a propriei ade denominada Lagoa
Comprida a Antonia Mana do Espirito Sanio, a
|ual se mudou para a ron arca de Sanio Anlao oo
villa da Escada, anude falle eu ; c como no inventa-
rio a que procedern! menc onam cinco ledras acei-
tas pelo annunciaule, a vencer de fevereiro a feve-
ii! rn de cada anuo, declara era trmpo, que ninguem
ce a lransacc.no coin as mesinas ledras, visto que
lamia n.i.i se cumpriram as cotidires da escriplura,
11 por isso nao serao papa im estar ludo legalisado.
Kecife 1.' de sclembro He 1 i5(>.
A QUEM CONVIER.
Manocl Gonralvet arrus peleasen- devedores,
liara virem sadsfazer seus c chitos at o lim do cor-
rele inez ; senao qoizerero ver seus nomes por es-
leuso nesta tulla ; e seren (socalados judicialmente.
Itecife ti de sclembro de 1 S5G.
Aloga-so una casa di lim andar que Icnlia
juinlul, em qualquer ra 1I0 bairro de S. AuIodo,
e paga-s beni: quem liver para alosar procure
na ra da Praia, armazem de carne 11. III,
DCLAE-G. 1
O apii;;o estabelecnnento dla- S
J
t* bricade chapeos tiesta cidade, na
1 piara da Independencia ns. 2i a
% 30, de que he pniprietarioo Sr.
'. Jaquim deOliveiia Maia, conti-
'% nua no inesmo lugir e rasa, sen-
".. do actualmentega ente desteesta-

helccimentooSr. A
DBCI.AHACAU' E PROTESTO.
I). liarbara Maria da Silva Senas per si, e como
bastante pruroradoiu de seu marido Nuuo Alaria de
Selvas, veudo que os pretensos admimslradores da
lua-sa irrita, e uullameule declarada fallida do seu
esposo, pretndelo pr em eilao os predios e oulros
baos perteneenles ao seu casal (ou a niassa, : decla-
ra que Ojiporliiuaineiilc lia de leiviudicar do poiler
lo arrematante ou arrematantes lodos es-es baos;
ralo como, ba ne em oceasiflo adequada inslaaiar a
accao re-cisona que as leis periiiillein, e que a lc;ts-
lacao novissima eommerclal espeeialmeute cousara
no arl. ti7 do decreto ,11. 7:17 de "1 de iiovembio de
IKiO, piir i|Uanto, a luz meridiana, lia abortara da
idllencia e seu proyressi se derain as !>\ pudieses de
que fallam os arls. ti7-2 -S 1., ii. e '!., e J5 -2., c i
lo arl. 7:l do fallado occrelo rcgulanienUr do c-
digo do cumuierclii ; isla, alcui de outias nullidades
lainbeni insauaveis que se dtrain. Declara, oudo
siin, e protesta olemnemenle que ba de liver do
denunciante da l.illiiiri.i Jos Jeronymo Mouleiro,
do curador liral, c uullns actuaes administradores,
Auieliano de Almeida Kodriaues Isaac e Nones \
tiumpauliia ; e dos juizes que interleriaio no pro-
cesso, ludas as perda, dannios e lucros emergentes,
ludo na couforniidade do protesto feilo por seu ma-
rido em 2 de judio de 1831 K, finalmente, rablica
ludo quanlo lia publicado a re-peilo por esle Diario
,e ootros peridicos), c especialmente emos n. 191,
105 e 1% do crrenle mez de agosto. Hecife 5 de
set.-mliro de I8."it.Barbara M. da Silva Senas.
--Alusa-sc urna casa terrea junto a ponte grande
da Passagem, con) ti quarlos, solo, cuziulia fura,
ijuinldl, ptimo lianlio no fundo ; as pessoas que
prelenderem dirijam-se a ra Dircda n.;).
Alusa-se a casa terrea de n. '21, sila na ra
Keal juniu ao Mauguinbo, rom bons cummodos e um
grande arinazcui im fuudu, cum forno p.ira padana,
ludo por preco mudo commodo : a tratar no sobra-
do de 11. (i na ra Keal.
Lencos de lahvrintho
anoel l-'riicisco
Q


Moreira Alaia, tenlo-se concluido
f de commiun accoi'do, e sor ter
"3 lindado o termo dt contrato des- '".
} de o I- de jullio d IS.jti, em que $
3 era gerente o St-j Jos Joaquim Q
3 da Costa Maia ; e I por isso nada ^
'i mais tem este Sr. com dito esta- @
3 helecimento. Kecife de setem- Q
j hio de 1 S.'j.Por procura cao do /'
} Sr Joaquim de OU reir Maia, Joa- 5*5
J quim da Silva Castro. .;;.
...:,.': ,- -..,',.;.. P@@
Precisa-se alugir urna casa com
lintal ou um pe(|ticno sitio nps J)roxi-
idades da Boa-Vista, paga-se genero-
mente : na ra di Cadeia de Santo
itonio n. 2, pritneiro andar.
Pedc-seao Ulm.Sr. l)r. Antonio llorgcs l.eal,
e quando vier a e-la prncji baja de apparecer na
1 da Cruz no armazem fr incez n.^7, a ue^pcio de
1 iuleresse e de urgencia. ^L
l*recisa-se na ra das Calcadas 11. 10, (re urna
la fiel para vender na rea.
Da-se dinbeiro a juros razoaveis, por pcnbo-
: na ra das Calcadas n. 10.
&0Mpt*&.
Compram-se accoes da companhia de liebeir
be : narua larga do Rosario 11. 2S toja.
Compram-se apoliccs da divida provincial; na
roa das flores u. 37, primeire andar.
Conipra-se eli'eclivamenle, lalHo, bronze e cobre
voltio : no deposito da fundicao da Aurora, na ra
do llruin, lugo na entrada n. 28,c na mesnia fundi-
cao, em Sanlo^Araaro.
Compia-se una esrrava, que tenlia as habili-
dades seguintes: coziuhe, cngoinme, c ensaboe, lu-
do com perfeicao, c que seja de boa conduela ; e
bun assim urna earleira em bom uso, nflo se odia
idade : na Liberna da na das Cruzes n. 20.
Compram-se vaccas paridas de prximo : na
ra da Aurora, ou anniiucie
Comprarae tres casas terreas no bairro da
Boa-Vista : a Iralar com Maridillo Jos de Souza
Itego 110 Moudego n. li, ou na roa do Crespo na
loja dn ir. Manuel rVrreira llamos.
Compra-seo diccionario poriugucz de Constan
ci, quinla eilicco, estando em bom estado : quem
liver aiiiiuncie por esto jornal, ou dirija-se a ra da
Cruz no Kecife 11. 31.
r3et0904
Vendcm-se ricos lencos de labyrinllio
commodo : na ra da Cadeia do Kecife 11
pierio.
eilas de (jutidrnhos
o 1,400 t) covario.
.Na ra dn Oueimado o. ->\ A, vende-se esla fa-
zenda, ehegada pelo ultimo vapor, diales bordados a
velludo : dSo-se as moslras com penhor.
AUnlllIL.iiil IlL
Um lindis-inin sorlimenlo de chales de merino e
lapim, lisos, bordados e de lislras de seda ; existe a
venda por prejo commodo : na ra do Crespo 11. I'.l.
C
de mcrini'i bor razoavel : na 111a do Crespo, loja 11.10.
'ORES M RIMADO FRANCEZ,
padres de mudo bom goalo >800 : na ra do
Crespo, luja n. 10.
por preco
.'i7. c-cri-
ItlJIl-
,'JtOO
i MALES
NOVA
fil. *
'.. Hclouclie araba de recebar um bello forli-
nto de relogios soissoa de todas 08 qualidades.
lo de ouro como de praia, ditos galvaiiisados e
jilo-; assim como h< Umbeni meios tbroin me-
* o relogios franceses, com caixas, lodos aflian-
los.
- PwelM-aa de nm amassajor: na padaria de
onio Jos Pedro Concalves, ra da Senzala Ve
n.96.
A IIOMEOPATIIIA E 0 f
CHOLERA. 8
nico Iratamento preservativo e Jj?
curativo do cliolera-morlms, W
PELO IHIUTOIt $f
Sabino Olegario Ludgero Pinho. ei
Segunda edicro.
A benevolencia com que foi acollada pe- "SO
. lo publico a primeira ediccln dcsle opus- (A
culo, esKolada no curto espacode doa* me- )j?
i- nos induzio a reiniprcsso* Ifff
Cusi de cada exemplar......1S000 /A
Carlciras complelas para o Irala-
i ment do citolera e de mudas ou- (S)
Iras molestias, a..........SOJOOt) /as.
Metas carlciras..........16)000 W
Os iiieilicaineidos so os mclbores possiveis. {0)
Consultorio central homcopalhico, roa
de Sanio Amaro ESTRADA D FERRO
- UucJfe ao S. Francisco.
SECUNDA CHAMADA.
. directores da coiupanliia da e-Irada do ferro
eetfa ao San francisco, tem feilo a segunda
"da iou terceira prestadlo) dedaas libras es-
oas ou rs. il^n sobre cada aeco na dila coin-
11.1. a qual deve ser paga al o ia 7 de tutubro
-m, na Babia, na ca>a dns seubures S. Dsven-
i o5 C, na corle, na Siasa dos senliorcs Mana' M.
;>r A; C, e em Pernambuco, no csrnp/orio da
ipanliia, ra do Crespo.
i accionista que nao rcalisar o pagamento dentro
lermo indicado, poder' perder lodo direilo s
es sobre as quacs o dito pagamento nao liver ef-
oado, e em lodo caso. Mera' de pagar juros na
10 de cinco por eenlo ao (Juno, c de nao receber
- ou dividendo da cofnpanbta, pelo lempo que
orre* enlre o dia iudicadu j>ara o pagsuieula e a
realisaco.
enham auto de Iransferericia p le ser regislrado
-ni do dia 8 do correte, alotes d., pagamento da
mada.
Por onlem dos direclorei",
.. /*. / 'EEKen, Ihesourciro.
ivtena i de sclembro de Uil.
liillieles dv' visita.
ravam-sc c iinpriiuem-.'eiconi prrfcicfio billielcs
risita, ledras de commercio e todos os objeclos da
- caligrapbica, registros! vmbelase qoaesqaar da-
tos, abrew-se firmas, iintles, lauto o lalbo doce
mi em relevo, ornamentos em objeclos de ouro e
a, fazein-se riscos lindos e origloaes para burda-
de labyriniho ; adioideX?1' a recusa Je qaaes-
r dcsles objeclos no casodUnAo lir.irom a Cunten-
as pessoas que os encomitieTMarcui : que; pie-
ler dirija-se a qualquer dcslcsyu-arcs : no bairro
Kecife, ra da Madre de DeoAu. .12, pritneiro
'.ir ; em Santa Antonio, na ijWaria classica do
o do Collegm n. -2 ; tas Cinco nenias, sobrado
;iiiiij confronte i tnalriz nova.
- Prxedes da Silva Gaamlo podo ser*mcarado
a qualquer negocia desea pai, das 0 ho
'ba.i as : ou da lanlc.no escriplorio do Ifpi-
Kamos ou armazem da dliiminar.io publica,anles
?P"is de-sas huras em ca-a de sua icsidcncia ...,
oo Imperialn. 61.
Al.US,,"5e "*" lcm''' ""a-luaaSW Araga ,le n.
. muuo pronna para p6>irSiqar negocio por es-
e.n armazem, ,er trVriaVd, fre.de, bas.a.de
o. e .sl.,r |n lu..lr wnd0 ,i)u ,
Z'Z CVU : d lr'"',r "J ',r'"-'1 ''' Boa-Vistl n.
MLDAM.A DE CASA
.-.. ijarnier fazscienu ao publico noo anndoa sea
Ldielcnnenlo de lythoRr.phl. p.,r 0,del~
i-tn ama mis casas aovas da viava Lauerre \rln-
promplo para eeeutar com toda perfeicao qual-
ter citcoiiiiiienda.que II J dada, perlcincenle a
.a arte, cuino latirs, eoDuecImealos, comas r..c-
iras, lelreiros de tudas qualidades e de todas as co-
is Ofl dourados, etc., ele.
Vendem-se saccas com arinlia di-man-
dioca pelo diminuto preco de 2000 a
saoca : no armazem de Paula Lopes, de-
fronte da etcadinba da all'andega n. 3.
Atttnyao.
Ilc chegado Liberna na rna estrella do Rosario
n. 16, os bous qitcijos de qoallia e de tnauieiga, e do
rcioo, o bom fejiio inulatiubo mullo novo a ISO a
cuia, gomnia de ararais a lO a libra, e todos os
mais gneros, por diminuto preco.
ulacbii.ba do llamborgo, ebegada ullimamcn-
le, assim como meiasde laa mudo liuas, lano para
bomem como para senhora : no laruo do Corpo Sau-
lo, armazem u. 6, de Palmcira & ilellro.
Vendc-seum negro cnoulo, mudo bom cscra-
vo, e do algumas habilidades, entre ellas a de bom
roziuhciro e padeiro : quem o pretender dinja-sa a
ra da Cadeia do Kecife, loja n. 21, que se dir'
quem vende.
Para liquidacao vendem-se mais baralo que
em oulra qualquer parle objeclos de ouro, tanlo de
18 como de 14 quilates, e lambem algumis obras de
brillianle-, sendo boloes para abertura, rosetas e an-
neis para scuhoras: na ra da Cadeia do Kecife
d. 2i.
Vendem-se duas sabias da malta, muito boas
cantadoras : quem as pretender anuuiicie.
Vende-se um boi proprin para carroca .- quem
o pretetidcr dirija-se ao Corredor do Bispo'a primei-
ra casa terrea com sold.
SEliO 1)0 SEKTA'.
\ ende-se o mais superior nebo do serlao em ra-
ma, e purificado mude alvo, em porcao e a rclalho ;
na ra do Nogueira n. 2i.
TARAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, e
lambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, lia
sentare um grande sorlimenlo de taixas, tanto de
fabrica nacional como cstrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares exislem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livies de despezas. Os
procos sao os mais com modos.
Vende-se urna prdra nova para muer dulas:
na ra da Senzala Nova n. 30, padaria de Domin-
gos Jos da (.mili: Lages.
Vendem-se linsuas seccas do Kio Crande,
mudo boas o novas : na ra da Praia n. (i.
Vende-se urna casa terrea na ra do Pharol n.
10 : os pre'.endentcs dirijam-se ao becco do Abren
n. fi, no segundo andar, uu na ra do Vicario, loia
de marcineiro n. 20.
\endc-se um piano horisontal, com boas ates
e de bastante solidez, por 2000, proprio para qual-
quer principame aprender ; os prelendenles diri-
jam-se a ra do vicaria n. 17.
Chapeos de eas-
tor branco.
Vendcm-se chapeos de castor branco. formas ele-
gantes e superior qualidade a RJOOO : na Iota do so-
brado amarello nos qualro caulos da ra doOueima-
do n. 29, de Jos Moreira Lopes.
Na cocheira Ja rus do Cano ha para vender
urna encllente pirelha de cavados j ensillados para
carro. '
ftJa loja das seis
portas
Fm frente do Livramento.
Chitas escuras trancadas e lisas a meia palSCI oco-
vado, e decores a seis vintens, riscados fiancezes de
hondos pailroes a dous luslocs e a meia polaca, cha-
les brancas de cassa proprios pera trazer em casa e ir
ao Lu.lu a sello cada um, lencos de cassa pintados
para meninos a seis viiilem. e ludo o mais se vende
por precos que convidam a trocar dinbeiro por fa-
lenda, das (i horas da maiiba as 0 da noilc.
Vende-se um silio na eslrada do Ilosarinho,
com lua ca-a de vivcit.ia de pedra e cal, em rolos
nroprios, cometido mudas e diercntos arvores de
rruclos, perlenccnte aos berdeiros do finado Alejan-
dre da Silva Fragoso: a Iralar na ra Augosla 11...
Potassa do Kio de Janeiro.
Vcnde-sc na ra do Vigario t>. 2.1, prisaeiro andar.
Sal do Asstt'.
A bordo da escuna Etnilta.., Tundeada no lorie
do Mallos : Irata-se no escriplorio ile J. 1$. da Fon-
seca Juniur, na ra do Vigario n. 23.
Naval has a contento.
Conlinua-sc a vender aS;000 o parfprcro fio) as
ja1 tem conhecidas navalbas de barba,feilas pelo h-
bil fabricante que ba sido premiado em diversas ex
posicocs: vendem-se com a condicau de nao acra-
dando poder o comprador devolvc-las al ."0 das
depois da compra, resliluindo-sc a importancia :em
casa de Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeia do
Kecife n. Mi.
Kua Nova n. 18 loja de M. A. Caj A C. con-
tinua sempre a Icr um grande sorlimenlo de obras
ledas de alnate, lano superior, como mais infe-
rior, camisas Iraocezas, brancas e de cores, gr-
valas, colar ii.lios.chapos francezes, ditos de sol, de
seda c pauiiii.ho,suspeiisoric.s de bi micha,meias para
senl.eras, horneas, meninos, fazendas para fazer-se
qualquer obrq de cncomnienda com a maior preste-
za e nomaSJaempeollO, em lim qualquer pessoa que
ejgMIl! loja, tirar um faci completo e por pre-
co mais commodo do qoe em outra qulqucr parle.
yVARMS E GRADES.
I m lindo e variado sorlimenlo de modellos para
varandas e gradaras le goato modernissimo na
fiiliilieo ila Aurora, em Sanio Aiuaro.e no deposi-
to ila ni a, na ra do liruin.
CAMELIA,
Chegaram as seda para vestido de senhora e me-
ninas, denominada Camelia, de variados gustos, pelo
diminuto preco de IjliOO o novado : na ra do Quei-
mado n. 3S, frente do becco ila Congregarlo junio a
botica.
Vende-se um excedente terreno em chaos pro-
prios, na ra da Trempe, com 77 palmos de frenle e
130 de fundo, com a frente e n maior parle dos lados
murado : a Iralar na ra do Mondego, taberna 11.
1 '.Manuel Lu/, de Abreo.
AVISO AOS FBRREIBOS.
i\ i'oiRircu,
alcrro da Bes-Vista n. 55, lem para vender a voli-
tado do comprador
Cera
do carnauba.
Na na ila Cadeia do Kecife n. 57. escriplorio de
J0A0 Fernandas Prenle Vi.imia, vendem-se -acras
com superior cera de carnauba, ltimamente ehega-
da do Aracalv.
Vende-se a lahcrna da ra Augusta n. O, que
(ca confrontando o chalan/, e o viveiro do Monis,
que vende bstanle para a Ierra, aluguel commodo,
lem capacidade para receber urna familia regular, e
a rasflo de se vender se dir' ao preleodente : dirij 1-
se a ra do Vigario 11. 10, a fallar com Firinino Jos
lclit da Koss.
TRICOPHEREO
ii
ara os nainora-
Carnauba.
Vendem-se velas de carnauba pura, as melbores
que ba no mercado a 1230 a arroba, esleirs (|e
pslhs da mesnia carnaoba, Brandes e menores : na
ra do Qoeiroado 11. 60, loja de ferr.igens.
Manual eleitoral
Vende-se o manual eleitoral, contendo
a lei regulamentar das eleiciTes, i- ns de-
cretos e decisdes do froverno por l.s'280:
na livraria ns. (i e S, da prara da In-
dependencia.
No escriptorio de Domingos Alves
Matliens ha para vender ricos e elegantes
pianos de e.scellcnte vo/.es, chegados ul-
iimiimenie, osquaesvendem-se por me-
nos do que em outra qualquer parle.
Boneeas france-
zas.
Vendem-se mudo hondas lioneras fraacezas, pelo
haralissimo preco de IJ280 e |.?S00 : na na do
Oueiinado, na beinccnliecida loja de mindezas da
boa fama n. 33.
Loja da boa e.
Vende-se chaly de quadros de hondos psdioesa
000 rs. o aovado, dilOS lisos de hondas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de rclroz de ho-
ndas cores a 59, ditos com lislras de seda a 7? : na
ra do Qtseimsdo, nos qualto calilos, loja de tena-
das da boa f n. 22, dcfronle da loja de miudezas da
boa fama.
Vendem-se frdhas de papel muilo bonito, proprio
para correspondencia de namorados, pelo baralo
preco ilc 10, fio, HO c 100 rs. : lia ra do Oueiinado,
na bem condecida loja de miudezas da boa fama
11. 33.
1 locin de patente
ingleses de ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel,em rasa de
AugustoG. de Abreu, na rna
lio Recife, armazem n. ."0.
Cadi
4 i-
t a ilSc
I
biWiXror^rr"0''0"0 "'"S"" commuila, ha-
l! irntaa.""1' t0mmm"> "* d ''"
-- vendemse
brigee l.aia III:
n. I, com o abaixo aasgoadoT
Jos Gnncalvos Torres.
200 varas de lagedo a bordo do
'alar na rna da Cadeia Velha
akkis
k laia pa-
pa fadrg
Boj casa den. U. Bieber
y C, rii da Cruz n.
4, vende-se
Pianos lories das melhores fabrirs da
Allemanlia e de moderna construccao.
Em casa de n. o. Bieber
SHALl-
lk U/11]
da des lie muito barato.
Vende-se papel de peso e almaea o melbor qna
piule baver neste genero a :i, '(, 5 c fijOOO a resma
papal paquete moilo liu e propriamenle para se escrever por vapores paro s
. Europa em conseqoencia Ou composicao medicina! do profes-1 porlesdecarias, em resmas, meias resmas, qoarlos
sor A. C jBarrv. Ide resma, oomcsmoem quadernosa 80 rs., papel de
* I linho verdadoiramenle almaco e proprio paraearlo-
ira caspa, fi crccer o cabello, e lcm oulras rio a ia rs. a resma, verdad'cira- pinnas de ac de
mudas applicacies, que no impresse se vera', e agoa
para Ungir os cabellos, lodo por mdico preco: na
ra eslreila do Hosarion. 2, bija de barbeiro.
Vende-se urna partida de terr.n eoborlas de
mallas de mudo boas madeiras, e oplima de plau-
lai.oes: a tratar no .Mansuinlio, silio que Volta para
os Affliclos, de Ignacio francisco de Albuquerque e
Mello.
Madama liosa IUrdy, modista brasileira, tem
recebido um grande sorlimenlo de lindos chapeos de
crep de diiTerenles cores para senhora, qne se ven*
lem pelo proco d |0>, ricosenfeilos de rabeca com
flores e lilas para senhora : ra >uva u. 'i'i.
LOJA PERNAIBCAHA EOA
DJ CRESPOS. 11.
Rica faZenda de seda trans-
parente,
denominada Ilel.ina. para veslidos dejbailes, saraos,
Ihealros, passeios, vizitas : pelo baralo preco de la
o covado.
Lansde padrees modernos
acbamalolados de mudo bom goto : o covado a 19
'para acabar.)
Reos cortes de primavera
fazenda de la e seda transparente, com Ifi eovedos
cada corle : a 83000.
(lales de (uqum
adamascado*, de goslo novo : a 308
Ricos chales de tuquim
de peso bordados em diffcrenles pontos, rerresnr
lando deseiihos variados, com grade lar:-1
359000.
Lindeza brauc: i a
com I vara de largara, para so
varas, por 9SO0O.
I"
bico de langa conhocidas pelas melbores que ha a
19200 a ramniia rom 12 du/.ias, dilas sein ser de bi-
en da lenca, mas lambem mallo boas a lito a caixi-
nha com I2du7.ias, duzia de Upis muilissimo linaso
320, 100 e 500 rs., ditos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes mudo linos e de todas as qualidadea
c precos, tinta illgleza mudo boa c barala : na ra
do Oueiinado, loja de miudezas da boa fama u. 33.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundifao de ferro de D. W. Bowmann na
ra do Brum, passamio o chafariz, cunlina ha-
ver umcomplc:o sorlimenlo de laixes de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda, por preco commodo e com
promptidao: embarcam-se ou carreyam-se em er-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzala-i\ova n. -2, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de monlaria, candieires e caslicaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinlio Cberry em barris, camas de ferro,
fio da vela, chumbo de muniro, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
eriH
a peca ca
Ricos brina para ('^W:i
de mudo bom gcslo e cores linas : vara Ir- ''
Lanzinhas iove.{-;
elogios
crberlose deecoberlos, pequeos e Brandes, rleouro
e praia, patente inglez, de um dos melbores fabri-
cantes de Liverpool, indo'-, pelo ultimo paquete in-
glez: em case a-. Soalball Mellor t Companhia, ra
'..'; Terra r. :';.
1 CobeUfjres de la hespa-
mi l to encorpa-
dos ;" ^>. _^^
> : ''"' c:n,.,r.:. ,, e_0jM qu0
3 .,.. .;.. ( ..... ,_ I I
' ni .' onito mulato de 18
ide, proprio pura boleciro:
le '.'ir-... : .. T |
VENDE muito BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-se libras de buhas de boa qoalidade n.
50, liU e 70 a 19100, dilas moilo finas den. 100 e
l:0 a tufillo, duzia de lesouras mudo boas para eos-
lora a I9, ditas mudo futas e grandes a 19200 a du-
zia, permitas de bico e-treito a 500, cailinhas com
agulnas francesas mudo linas a Ifio, caiibibas com
16 novellosde linliaa de marra moiliasimo linas a
2SO, braceletes encarnados mudo hondos para meni
as c senboras ,1 200 rs., meias brancas mudo linas
para senboras a 210 c 300 rs. o par, mcadas:|de li-
nhns miiilis-inio linas para bordar 100 e IfiO.J bo-
loes demadreperola inulto linosipara camisas a (OO rs.
a giosa, boloes mudo linos de ac para calcas a 2S0a
grosa, fivelas dooradas mudo linas para calces e rl-
leles a 120 cada orna, penles de balea muito finos
para alisar a 300 rs., pecas de fila de linho com ti
varas c meia a ."iO rs., eaisinhas com colxetes france-
zes a (0 rs., carreleis de dubas de 200 jardas de
mudo boa qualidade c de todos os nmeros a 80 rs.,
macos com tO grampas e de mudo boa qualidade a
.VI rs., pares de suspensorios a 10 rs., torcidas para
candieiros a ISO rs. a duzia, carleiras de marroquim
para nlgibeira com molas douradas a (100 rs., cane-
las para peonas de ac a 20 e 10 rs., meias brancas
e croas, fazenda mudo boa, para bomem a IfiO e 200
rs. o par. tranemha* de laa de caracoes e de ludas as
cores a 100 rs. a pecioha, penles de chifre para ali-
sar, fazenda mudo boa a NOO rs. a duzia, grozas de
boloes de lonca piulados para camisas a 210, peca*
de lila decs de ludas as larguras a 210 e 320, dubas
brancas de carreleis com 100 jardas do aolor Alc\an-
dre a 40 rs. o carretel, dubas pretas de meadinhas,
fazenda mudo boa a 20 rs. a meadinba, carias de
alunles ila melbor qualidade que ba e com 2-"> pen-
les a 110, penles abertos de balea para alar cabello,
fazenda mudo boa a 29600 a duzia, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a2i() o 320
o par, grozas de fivelai para spalos a 560, caitiolias
envernisadaa com palitos de logo de veliuhas de boa
qoalidade a 120, ditas boa qualidade 1120 rs., caitas com 50 comalias da
phosplioros propriamenle para charutos a 320,
ca palinbos de la para criancas a 1100 rs. o par,
irancelina prcles para relogios, fazenda mudo
boa a ItO, cscoviiibas mudo boas para denle-a
lid rs. Alcm oulras muilissimis, que a vista de su.is linas que-
lidades e baratos precos lem causado ndmiracAo
aos proprios compradores : na ra do Oueiina-
do, na 11:111 conbecida loja de miudezas da boa
fama 11. 33.
NA LOJA DA BOA FAMA.
\ einle-se baodejas'grandes c muito linas pelo ba-
ralissima preco Ue 3-^JN(0, 1-^tMH e 59000 re-, ocu-
los de armaejo de co ,1c todas as graduaees a
800 res, lunetas com'armacao dourada a l.;000 res,
dilas ruin atmacao de tartaruga a I3OOO rei", ditas
cum armario do bfalo a 500 reis, oculoscoin arma-
cao de metal branco a OO res o par, lmelas com
armee&o de tartaruga com 2 vidros a 39000 reis, ti-
cos chicles para cavados de bomem e senhora pelo
haralissimo preco rie 800 reis rada um, grvalas de
seda modo hondas a I.3OOO res, bonitos atacadores
de coi ualina para casaca pelo haralissimo preco ile
300 reis, suspensorios linos de borracha a 400 reis,
penles mudissimo finos para suissa a.>00 reis.escovas
mudo liuas para cabello a tito res, capachos piula
dos compridos e redondos a 700 e 1J000 rei-; "
loes linissimus rs. a groza e 120 rs. a duzia,ricas caetas pra'e",,a
de ac a 120 reis, ricos porla-rclogios a I380,r'">
Vendem-se superiores meias pretas p laia para
padres, pelo haralissimo preco ue IjSOOo. par : na
rna do (Jucimadn, nabem couhecida loja de linde-
zas da boa finia n. 33. ">,af
CAL E POTASSA
Vende-ss polassa da ltusia c americana, chegad
nesles das, e ne superior qealidade ; cl de l.isho
da mais nova que ba no mercado : nos seus deposi
os 11,1 ra de Apollo 11. 1 .\, e 2 II.
AVISO.
Na loj;i de Antonio Lopes Pereii-a e
Mello&C, na na la Cadeia do Recife
11. 7, continua l>aver nm completo sorti-
mento das ja' bem conhecidas velas carnauba do Afacaty, por preco com-
modo, nn porraoou a rclallio : tratar
na incsma.
C, ra da
vende-se
C\
rui n. 4
ramal.
francez.
Cemento romano.
Prelo.
VinbodeMadcira e ull
fi 11 cam ele m. O. Bie-
ber & C, na da Cruz
. 4, vende-ge
AlgodSo para sarros ch a.sucar.
Il"ol,a,adopi.1ud.tos, a mitarao Ho
da Babia.
Lonas.
Brinziio.
Perro da Soocia.
Arcano para purincar o assurar H ...-
curio do Dr. Siollc, com o melhodo m
na portugiseca,
-Vendem-se rlous pianos fortes re jararanda.
csiruccao verilale com todos o ndhoramentos
nii modernos, lenrlo v.ndo no ultimo navio de
Haburgo: na ra Ha Cadeia
Vcnde-sc o verdadeiro rolao Irancc/.
lauto em potfjao como a retalbo: as lo-
ja dos Sis. Joao Goncalves Fcireira e Ha-
noel Josc Lopes, na ana larga do Rosa-
rlo ns. oS c 0.
arm.izem n. 8.
XJ
ariulia de San
la Catharina.
mudo nova, vinda em direilura a ele parlo, ver
se a bordo do patacho Pelicanos, ou Iraia-se
Caelano Cvriaco da C. M., ao lado do Corpo
11. 2a.
Rede
pal lia
Lis 11
ra'd'
t o
fjosto: na toja de ojia tro p0ll;i5)
ila Cadeia 1I0 Recife 11. ig
n-
m
na
Redes de al "
1 Ha-
a rna
arcz.o
lindeza
caisas de meiiil muito finia
rspo a
500 o<:,,,,l
dao tecidas coin dottl (ios, feilas 1
ranbao: na loja de qualro portoi
da Cadeia do Kecife n. 48, d
Maria Garneiro.
para *g*
,",... ad ultima-
v ende-se a rica Tazenda lindeza, che, e 15000 c
mente de franca, pelo haralissimo pref | r ,1S
covado. Esla fazenda he de pora lia \a prsenle
seus padroes sao" os mais hondos qoe -u tnniinaiL
lcm apparecido un mercado : narua ,. ,.- "!7
oo qualro cados, loja de fazenda J "''' n"
- Vende-se superior linb f ,l'"'li,n """"',*
.le cores, em novel'-i""il ostuia : em cas de
Southall Mellor .mpanhia, ra do Torres n. .18.
M< nhos de vento
rom homba- rio repulo para regar borlas e bai-
la eeeapin' n landicode t. W. Bowman
na ra do nrum ns. 6; "c 10.
!al!Qpe do los-
<[iie verdadeiro
RA LARGA IK> KdSAUii N. 36.
1 Cnn 11 una Ttmler-se esle savope (do qual M
senles no Rio de Jinetro os Sr*. Valsa 4 Compa-
nhia, rita do llospicia^n. 40:, na I -j do abaiso as*
signado, que garante eaMMSa4
Batlholomes>4tt de Soasa.
Em casa de Rabe Sclin. u & C., lasa
da Cadeia n. 37, vende-se
Um grande sorlimenlo^ vidros de cv-
pellio.
Relogios finos de patente inglez.
Ditos filos de patente su;so.
Couros de graxa.
Krvillias seccas em (jarralnes.
nho do Rlieno superior.
ilativas aliiticnjtarias de Ikmj (| ta-
vreco commodo.
lencol
Na rna do Trapiclie n. ."I, lia gf
i|xn ior rape Prsneoa do Brasil, m
\'.'f chegado recentemente do Rio de 0
j? Janeiro, em qualidade pouco dif- Sj?
tere do de Lisboa, ao nasso nuc
Tudo po

si
.
V
1
,' .
ipil -T^l
'' Vend -se
-nos e
pela 1-
Jai
para vestidos proprios da estaco 1 calmos
ralo preco de 300 rs. o covado. '
OrJeati.s, de \w
de cores matizadas para vestido
lados, pelo baralo preco de 800
palmos de largurs.
Vende-se chocolate miiilo superior,
e por preco imito bara*> chegado lti-
mamente de Pars: :10 armazem de
Fremont & Lasne, ra c'a truzn. 27.
Chaly ce florfs soltas a
800 rs o" covado.
Vende-se chaly de llores at.1"*" (,e senlo branco,
fazenda esla muiio moderna dilo-se amostras com
penhor: na ra do Qaeimai -' A.
Vende-se um ca.aldeescravos, ma-
rido emulher, de me,a dade, de muito
lioa conducta, a qual se a'ianca, bons tra-
balhadores de envida, e Pl'mos pata um
silio, sabenrjivtr-^H'gra inaboar c fazer
varrelbrtem, e tendopiinc'P'0 de cozi-
nlia; s sevendem ambo*' ca Pe'ssoaco-
nhecida, que os trate ben?' eseJa '"capaz
de separa-los, dao-se ero con la : na ra
Direita n. 45, loja.
de "-: 10 n.
I assi :: tas para luto.
ai pre'asmallo Rnaspropri
lisia 1 .'-I're.n'n:niin Liras propriss para
i-la lote, pelo bnra: -timo prc:o Is 180 a v!.-': a aa
..abado, recor- ; o aeiram r, qualto einioe, loja de lazrndaeda
covado, com nLr... fronte da loja da mindezas da boa
ReSnar
do
Monteiro.
da Senzala-Vc-
i'i'o deponi'o da ra
I o. 116, vende-seassucar relinado de
superior qralidade, de arroba pira cima.
Lencos de
-aia de
A 5i0, 400, 500,
cam-
o
c 0/50
res, eseovas linissimas para unliai a 3^0, 500 e '
reis, eseovas para toupa e cabello o melbor quepi
baver a 18000, l$200,190OO e reis, pineeis liu
para barba 1 200 reis, duiias de facas e garfos '
a o^OOO reis, Oilas de cabo de balauco me.''
(nasa l>:000 a duzia, dilas linissimas de
marflm o melbor que piule baver a I.'i-.iiii
duzia. camisas Jii',_a_l5y0d
"-".iboiuailuras de inadrcpcroTa o metal par col-
lele e palitos pelo baralo preco .le 500 e 600 reis,
linissimas navalbas para barba em eslojo* de urna c
duas navalbas pelo DaraUssimo preco de SS000 o es-
tojo, candieiros americanos mudo bonitos proprios
para cstudanles 011 mesmo para qualquer esiabele-
cimenlo, pela boa luz que da a cuminudidae
de -e poder pendurar ou por-sc etn cima dcqualquer
"ie-a, pelo barato preco de 58000 res, paslas para
guardar papis a 800 reis, espedios para parede com
armarlo doorada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de 500. 700 e 18000 rei-, linissimas e ri-
cas eaixas para rapo a r-"00 e 38000 reis, papel -le
coi es de folhis peqnenas em qoarlo de resma pe
baralo pro jo de 720 reis, e oalrasmullissimas c-
sas, que ludo se vende mais baralo do que em o
qualquer loja : mi ra do (.lueitnado na bem c-
cida loja de miudezas da boa fama 11. 33.
LABYKI-vTIIUS.
\ o. lem-se lencos e loadlas de lahvrinll
lado em lina cambraia de linho : ua rt
i, primeiro andar.
Farinha Vende-se superior farinha de Sania
Catharina, em suecas que tem um alquei-
ie (medidavelha) por preco commodo:
de NovaesiSi C., na mi da
Xa ra do Crespo n. lli, contiiiu
tar a venda asmis superiores to:
puro linho que tem viudo
e
cado.
has d<
es loa
aqgsj
II
las
mer-
m-
burffo,
eO
, ao passo que
curta apenas I400 a libra ; a elle @
antes e|j"=>- -*-abc ifOTis a" remessa %;
'ne pequea. gjs
" ".'-.;-.*,,-...';?>,.".<:^ m.'i
POTASSA E CAL TIRGEI.
Ci ^o anillo e ja bcra conheeido deposito da ra da
,1 leia do liecife, escriplorio n. 12, he para ven-
muito sunerio>pnJssa_da Russia, dte do Rio
'.-jiiO-e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
$os muito favoraveis, com os quaes ficarao
dos minadores satisfeitos.
Moeiidnrj Buperiore.
Na undiro de C. Stan&C, em San-
io Amaro -se p vender moendas
" ^ ^ nrri^iodelfic
construc<;a muito superior '
Vcndcm-sc missaes romanr
s e Conduela de
um senhora chrisISa : na loja de cncadernacao da
ra das Triuchciras n. 5, por preco cmmodo.
Vendem-se missaes romanos : na ,ua (l E"-
caiilamento u. 7 A.
Vende-se para cumprin?ento *'c '*"
(;:idos, a casa lenca do pateo d? ''creo 11.
10, com duas salas na frente, (|U"'o ea-
marinhas, COzinha lora, quinla! c Cacim-
ba: a tratar em Olinda. ra *'c "an"
cada 11 na.
Vendcm-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a rna da Cadeia.
Pianos,
Vendem-sepianosvertiraesinclezes, de elegantes
modellos e excedentes vozes, fabricados porum dos
mais acreditados autores, prcir,iado na evposirande
Londres: no armazem de lioslron llookertV Com-
panhia, pracado Corpo Santo.
cido GcorgeKenworlhv, nolaoar.de S.Jos do an-
suinho, com arvoredos de fruclo gjnjiis bemfeiloriaa
que nellc se arbatii, sendo a ---.ii.
proprias : quem o prej- b ,err,s ,,u rolc" V ::
miel P. JohnsloojU.-'- P'ocurc em ca.a de Sa-
va 11. 12. -*a Lompaiihia, ra da Senzala iNo-
AGENCTA
Francisco, co:n Bonifacio cr' ?cs,,sdiff^a funu'Cao Low-Moor, ra JaScnzala-No-
Silva.ou na livraria ns. (i e 8, ti
dii Independencia.
de pinho, alcalrao e pixc di
Tahoado de
Suecia.
Alcalrao de carvao.
Lonas de algodao.
Dilas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo nniilocommodo.
as
o-
\a loja das sv is
portas -
Em frente (io Livraniento.
Lances de seda para peseoee -i senhoras a dez
lustoes, mangudos de cambnia'bordados e de recor-
les a dez tusles, eamlsioluu para senhora a dous
mil reis, collarinlins rte rarnbraia a pataca, golinhas
bordadas a dez lusloes, pescocinhos de relroz borda-
dos de cor a cinco mil reis; de tudo se da' amoslra.
levando penhor que cubra o valor do que se quer,
das 6 horas damnnhaa ou 11 da noilc.
r\a loj das seis
portas
Em frente do Lvramento.
Alpacas de quadros para veslidos de senboras a
pataca o covado, cortes encmbrala lisa com oito e
meia varas a tres mil reis, para veslidos de dous e
tres bahados, corles de cassa franceza a tres mil rab,
corles de cassa elida a cinco patacas; a dinbeiro a'
vista para acabar.
Bom e pi cyo commodo.
as tabernas ao lado da ireja da Soledade e es-
quina de Joao de Barros, vendem-se penaros os mais
novos e bons do mercado,mino sejsm.saccas com mi-
di e farinba a 3(300, cha hysson e preto de varias
qoslidsdes, erva-niatela mais" nova possivel, cevadi-
nlia c saga, biscoulo*, bolachiabas de mudas qua-
lidades, massas, manicios insleza > libra li',( a
sim I9l20dila rraneeza 500 a (lid e (ISO nova, gomma
de a ra uta a 160 mullo alva, h.iiiha de poreo a ion
rs.. tcuciulio .I- Santos t Hil ile Lisboa a 360,paaHS
6{0,assuear da nova fabrica do Monteiro praia lina a
eele 800 res, viuda rie I.i-boa mallo bom a :.li c I cores c ntrgoras, ricas lilas de "seda lisas e
Od, da Figaeira o melbor do mercado a (Id, do l'or- de todas as lamaral e cores, bicos de linho fioissimos
"*J' engarrafado no Porlo, cala de I i.'uzia a de lindos padres e todas as largara., ricas Ir.inj ,s de
isatiuv, ea ganara a 1)600, e mudos objeclos rie aso I algodao brancas e de cores proprias para cortinados
romo sapalos. lainancos. japonas miudezas ,e precos! oulras moilissimas coosas, que i,i ,e ,t.,ie por
no torios os lamanbiis e Imbeles da telena, ludo por 115o baralo preco que aos proprios compradores ser-
commorio preco, as mesmas casas compra-se
carrosa com boi.
no armazem
Madre de Dos n. 12.
A r,,s.")00 a du/.ia.
Lencos de Cimbris de linho para alcibeira na
roa do Crespo, loja de Adriano & Castro 11. l(i.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo c azul, fino, fazenda maS
superior, prova de limo, pelo haralissimo prea- de
o->)(H) o covado, alpaca prela muito fina .v610 i co-
vado, merimiselim, fazenda superior nar-a palitos a
I9UCHI o covado, cantao prelo miiilo^TuVproprio para
veslidos a I? o covado, selim ^0 roacao, fazenda
superior a dti00 o covado. _arienaples prelo mudo
11 """ fiira vestido a 2$ o>a>vado, superior saria nrela
- Vende-se o sitio com casa de,obrado do falle- he.p.inho.a a amX^^SST^SJSSIi
lina a 800 rs. ocovado, corles de odeles de aorau-
rilo de sed-yfflzenda mudo boa a 25, corles de fus-
loes de burritos padroes a 640, lirim trancado branco
de puro linho a I5 c liill -tv"", bjsl IHMaBaS
'le cores ^-BUUJO boidlfll pJfTse He puro liViho a
Ir la a vara, dilos dilos lambem de bandos padroes
a 800 rs. a vara, lito trancado pardo.tambera de li-
nho a (1110 rs. 1 vara, dito liso largo a J'tSO, ganga
amarellai lisas e de quadros, (alenda mudo superior
a 320 e ttil) ocovado, dilas de cores escuras rie qua-
dros e lislras, de mudo hondos padroes para calcase
palitos a b(HI rs. o covado, curtes rie calcas de bolillas
eatemiras de algodo, pelo baralo preco de 19120,
brimzinhos de quadros de puro linho a JO o co\ado,
panno de lindo mudo lino a (i'tO a vara, pedos mui-
to linos para camisa hrancos e de cores a 100 e 500
rs., camisas de meia milito linas a lo e 19120, luvas
prclas de torca! para senhora, fazenda nudo supe-
rior a hilo rs., dilas de seria de lorias as cores para
bomem e senhora. pelo haralissimo prero de IsM) o
par, ditas de lio de Escocia para meninos e meninas
a i(K) rs., lenriiihos de lilet muito bonitos a 1?, ricas
gravitas de seda pretas c de cores a 1$, meios lencos
peseda para grvalas 600 rs., dilos prelos o>uite
I11111- a 19, pecas de eambrahts de salpicas com s va-
ras c meia a 39200, e 440 a vara, dilas dimascidll
mudo bons para cortinados a l~, camhraia lisa mui-
to lina com nma vara de largura, pelo haralissimo
pr'.co rie .">(>0 a vara, lencos de camhraia mudo linos
Iodos hrancos e com barras de cores a .'100 rs., lencos
le elida francezes mudo bons a 400 rs., chales rie
algodio de cores de hondos padroes a !S0O rs., risca-
riiubos milito linos e de mudo bonitos padroes a ItiO
silo de bichas de llamhnrgo, na
. (tasarlo n. M, recebra-ae pelo ulti-
. ir viii'lo da Enrona, um grande sorlimantn
leridns bichas, e por Isso se eoolina a vender
.do a 209000, e por menos de.-se dinbeiro >e o
oprador comprar mais de t-em, e > J20 cada orna
or aluguel.
Fazendas por
muito menos seu valor, ni loja de4
portas, na rna do (neinia-
clo ii. 10.
Conlinua-se ?".'.'.?.'."."?!? .'.V.;..
das ila loja da ra do Crespo, que fi
e se venuem pelos segaiales prems
.Madapolilo enlrclinn a 29K00, toe
Dito milito lino de jarda
Dito mudo largo e milito fino coin^f varas
Algodaoznho de -20 jardas -'
Dito bom americano ^s
Chiles de cores, bons npofoes a -kj, :,,aj(ki e
(.orles de calca de^asemira prela a 59500 e
Jilos de rollete^* etim pre| sllnCrior
Inm de linho'de quadros, o covario
Dito trancarlo, a vara
rannus prelos c de corts a :15 e
("hila larga franceza, o covario
Dilas estrellas de cores, o covario
AlgodSo azul mesclado e de lislras, o covado
Lories de cassa elida
Iblos de chita larga
Grvalas de seda rie cores
Lencos degaaga e de elida, linos
lo das r.i/en-
'i-iiialad.-
$CM&9$ iU~],^i>0.
va n. 42.
Nesleestabelcrimciitoconiinia ahaver um com-
pleto sorlimenlo de moendas e meias moendas
para en;enho, marhinas de vapor e taixas -le
ferro balido e coado de todos os lmannos para
dito.
Em casa de M. Calmo ii. t\ C, prara do
Corpo Sanio n. II, ha para vendero
sefjuinte :
395O0
iaKOO
iri^NKi
7000
:W)oo
lijOOO
(ijOOO
wm
200
000
3.>'i00
201)
IfiO
11.11
1-^fiOO
i?i20
(O
020
os melbores fabricados em Inglaletra: em easa de
llcurv tiil,son : ra da Latleiado Itccilen. 52.
Em casa de Eduardo II. Wyall.roa do Trapiche
Novo 11. IS, vendem-se haetas, relogios de ouro, co-
bertos e ilencoberlos, sellins ingleies, cbirolrs rie
carro, arreios para tillo, r~hos ria Hus-ia, lio rie vela,
tudas rie lo las os cores, cauriieiros e caslicaes bron-
zeados, cooservaa rie fruclas inglezas, charutos rie
llavaos-
ycnite-secaldcLisboaullimamenlrchegada.as-
simcomopotassadaKussiaverdadsira: aapraea do
Corpo Sanio n.l I.
CARTAS FMSSIMAS PARA YOL
TRETE.
\enriein-se superiores carias franeezas para volla-
relc pelo baialissimo preco de 500 rs. o baralho .
, na ra do ueimado, na bem couheciria loia de miu-
covailo. Ido de linho liso mudo fino a %0 a vara, -----
ras :.;o ^ostam do bona c
barato.
dito de llores a 19280, meias prclas rie seda para sc-
nhoia, fazenda modo superior a 5 o par, ditas bran-
cas mudo linas a :I8 o par. dilas brancas de alsod.lo
moilo linas a 210 c '.'.2 1 o par, dilas brancas mudo
linas para meninos e meninas a 210 o |iar, e alcm rie
ludo islo oulras moilissimas fazendas, que a visli de
-uas linasqualiriaries c barslos precos, he que os se-
nbores freguezes, amigos do hom e barato, conhecas
rSo o que he pechiucha : na ra do l^ueimado, 110-
qoalro cantos, na loja de fazendas da boa feo.22,
ilclrotde da loja de miudezas da boa fama.
LT4SPU
Vendcm-se superiores lava de pellica mudo novas
>ar. dilas de
\ endem-se ricos penles de tartaruga para alar ca-
bello a 495OO, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para criancas de um mez a nm anuo, pelo baralo
preco de 15800 o p0r, lencinltos de relroz de lorias as
cores para senboras e meninas a 19, loucas de laa
liara senboras e meninas a 500 rs., camisas de meia
para criancas al a idade de um anuo a 500 IS.
meias brancas de algodio para senhora moitissitoo
linas a 500 rs., dilas brancas e prclas de seda o me-
lbor que se pude encontrar a 29 e 29500 o par, ricas
eaixas para guardarjoias a 800 ra. e I?, ealsas 111111- .
lo ritas com reparlitnenlos nicamente proprins para Prtrf* botncm e senhora a 19280 reis o
costuras, pelobaralissima preco de 29500, 38000 el
39500, travesas de verdadeiro hualo" para prender
cabellos, ocio haralissimo preco de 1^, duas de lar- l'ar" ''','1" l,r.c,ils ',v. '"real mudo boas a SOI) reis o
taruga a 39500, neos leques com plumas e espelhos c ^",^ (lilas (le lio ,lc '' pinturas linissimas a 29, penles de bfalo muilo linos! homem c senhora a 100. .VO e 600 reis o par, dilas
para lirar piollios a 500 rs., lesearas linissimas c de "M para meninos cmcriin.is a 400 reis o j.ar, lavas
lodas as qualiriaries, ricas (raneas de seda de todas as I "c *eda ricas de lorias ns cores c bordada-, com
guarniente, para senhora u 39000 e 39500 rei- o para
e oulras mais qualiriaries de luvas, linio Q| ra
rio Queimado na bt-m conbecida luja de mindezs -le
boa fama n. 35.
Na ra da Cariis de Santo Antonio, na taber-
i por I lao baralo preco que aos proprios compradores ser- I na n. 2S, cnifronle a casa da Kelacao. vendem-se
urna I vira de admiracilo : na ra do Queimado, na bem I exccllenle peixe riesaimuura, viudo da liba de Sao
'conbecida loja de miudezas da boa fama n. 53. 1 Miguel, por Lisboa.
de/as da boa fama n. 33.
Perfumaras de
bom rosto.
Na loja da boa fama encontra-sc sempre um rico
sorlimenlo -le perfumaras rie lorias as qualidade*,
sendo seu autor o melbor que ha em Taris, riquissi-
mos frascos rie extractos
Fuste a 27 do corrale, Joaquina, noe NSJsjj.
ssnta annos, nat;Ao Caeange, r-uiura rec.Ut.
che.a .lo corpo, cor fui^. liirfin ssjasaaa, lem urna
cinpiiigcm no rosto, ptltos paqueos e niiir.bo., 1-
gumas cicalrizes as c0.l, if um pe ,,,, na ,
grossnsde ii.'iN.qsiia ; |eVuu camiw de algotimii-
nlio, um ve-riido de dula encarnada, oulro de asa-
dlo, panno prelo, lem sido oceupada em servir, rte
coztnha, lev,o, asna rieca, e he de sopo."* qu'c sa
oceupe em vender aKa, quJndo oge lem de cosa-
me andar pelos arrabaldes denla T'r.a q..lq
pessoa a portera pegsr e leva/ ao sea senhor II Js.
.ampos, na ruadss Cruie>.'40, que recompensara.
EMa* fgida d- de o i. do corrale a prela da
iiome Isabel, nar a0 Cosa, representa M anuos, hai-
xa, cheia do jrDO, |em mnius marcas de beiigas nn
losio.bems*prsU,fa|U Ue -j ,,tntti freoleihe ,.
couiip- <5l(i ,,m s(,|0 visla com um Ubolriro venden-
a .netas por loria esla eiriade; levoa varias vest-
de casta : qualquer pe-o.i na capilao ria raiapn a
era' apprehender e mandar a ras ila Cadeia Ve-
u. I, que sera' pago do leu trabadla.
- Fogio no dia (i do ntrenle pelas t) lioras dn
dia oV crioiilu, |ior nome Luiz, idade de 30 an-
uos, pon."" mais ou menos, com es signaos seaaiales:
bstanle alio, cheio do corpo, cor (ola, roste descar-
nario, bl'c,ns li.isl.ude grouos e feio de rara, quando
falla ten' ""' cansare eo andar moilo feio, ps gren-
des e gr>sos,e-tem o dedo ndex da nao direila cor-
lado pelu mei'i.provenieule de nm panaririo qoe le-
ve, levo10 calja de alsodao azul, camisa branca de
algudo chapeo da palha do Chile muilo s.-lli. ;
quem o pegar, leve a rasa da rna Aogasla o. 3, na a
Ignacio "reir de A. Lessa, no enganhu Uravala,
que ser.1' generosamente recoirpensado.
__N o tlia 7 do correnle fucio da rasa n. 11". da
roa ria I ''"ra o escravo Cosme, cabra, com Hada de
17 anuo s. ainda imberbe, corpoleolo e enlatara re-
g van lo caifa de brim pardo j velha e fren-
xa isa de riscado ordinario escuro e chapea da
H>r ler cUegaco ha poueo da serlao : roga-
soa qu o eneorJrar, que o leve a referida
eviTregr a seu senhor, que gratificara' gene-
* osamenle.
Fugio a 8 de sclembro ama prela d| oome
II elpliina, ro qj os signacs seguinlfs : alte, secca da carpe, ros-
to comprrskdi"., levando vestido de chila cosa pinta- m-
v.i-, ii-uiiio d.i r>uilajziil cora malame, levaoda ria
mando de seu senhor aSr^n..JH* u' ^dejfllba grande de
5 palmos, novo, piulad cor de rafe, inda denTrn ir "
mesmo 2 1|2 vara* de gaio, 1 leque fino e 5 varas
de madapolao. Esla prela lem sido visla com .
mesmo babu' ilispersria na estrada de Pona 00
IJcboa e praca da lloa-. i-i.i : quem a apprehender
e levar a rna ila Mocd n. 32, seta' generosamente
recompensado.
Coutinuam a eslar uuidos os m^egutnle-:
Aulunii. de uacao Cfinge, qoe .-eniax:.', an-
uos de triarle, rie a lina regular, r -ir no andar.
cor prela, rosto rerioirio, -em b* -a, rostas litnpa*,
cheio do corpo, coniersa pon c foi escravo de*
berdeiros do finado Caelano (encalves da Cunlia.
o oulro de nome Venstimo. de nacAn, bstanle alia,
algum lano espadauto, rusto resnlar, lem de amlos
os latios do rosto m/rcasrie lalhos de sua nace, iter-
oas tinas, alsum ludo cansueiro, [o-- graodc*. a leas
urnas marcas de c'icole amia novas as cosas : es-
tes escravos fnsir n juntes no dia 3 de agosta da
correnle atino : em os apprehender conduza-oe ao
'"'-onhii A-mi- a da Ireguezta de S. I.ouren.o da
Alada, tu ncsl tea na ra da (juia n. O, prinei-
ro andar, que -cuero.menle recompensado.
AVISO.
CINCOENTA MIL REIS.
>'o riis j:i de junhodn correle, fago de lvida
do bngue Marta l.uziaa o prelo crnalo, Manoel,
de ios de !i a 25 annos, pouco mais oo meno, e tem
o signan segundes : roslo eompcido c descarnado,
riir foi a, cabello cercilhado, olho um paorn grandes
e amor lecirios. heleos groso, sendo o de cima anata
groasoijoe encobre a falla que lem de denles em
pceo tic 19200, 15500,23 c 29500, jarros "de percel-
laua delicados e de modernos costos rom hauba frat
cera modo lina a 2;, frascas com escencia de rosa
320, paos de pomada francesa mudo boa a 100 rs
laseos pequeos c grandes da vcrdarieirn agua d
_ Colonia do l'iver a ISO c I^IKKI, sabonetas linos e dt
eda mmlti boas e sem defedo algnm amaiellas, prc- diversas quali lade.-.p.is para denlcso melbor que pd-
s c brancas para bomem e senhora a 1.-000 reii I de haver, e ealras multes perfumarlas, qoe seven-
dem muilo baialo: na ra doQoelmado, na heut ro-
t muilissimo linos, pelo baralo i ,.na, l/alla um Itouco atrapalhado devido a falla de
-% n ->> JUI isrrn ,1a, no".l_ .-' a_ t_ _a .
ILE6IVEL
v>rrnra
! nhocida Inja de mtudens ft.i boi fam.i n..',:.
CAMISAS FRASCEZAS.
!\a luja ila K^lrrlhi, ra do Queimado n. ~ ven-
(lemse camisas frunce/as unan p df ullimu CoslO(
' pelo baraliMimo preco de afiiW e 3?KMI esda urna, e
alpacas de seda 610 o covdu.
Velas de carnauba.
Vendem-se velas de carnauba pura, por pre^o
I commodo : na la da Cadeia do Kecife n. 57.
lies, ponca barba e rala, e biaodes, tem na niAn
qoerda junio ao dedo mnimo ama especie le ner-
o sabido, as nadesa um poaco empinadas, oo an-
dar lem um neilo para o lario, eadeiros lamas, cen-
lura lina, ps apsSBaiaatasj e um pouco largos ; levnn
calca rie aluoriao azul desbotado camisa de aknri.ni
riscado, chapeo rie palha, lem odicio de cozinheirn,
e cnslutna cmhrasar-se ; foi escravo do Sr. Ih\ Je-
loiixmo Vitalia e do.Sr. Ir. promotor de tlhnda,
llueiroz f'onseca, e ullimainenle doSr. Alberl fot-
ler llamen : abaivo as-u^nado, senhor do riti ,re-
lo, ^ralilica aenerosanientc a quem o apprehrndn
leva-la em sua casa, nn tarro ria lloa-\ i-i.i n. .Vt,
segaade andar, ou no Kecita, ra do Tiapirlip a. 16,
a Anlonio de Almeid.t (iomes ; como lambem i ro-
le-la contra qualquer pe"oa que o ocrullar em eu
poder; assim como gratifica e paga lodas as despe-
as .i oaquim Lopes de Almeida.
l'EHN. ; TYP DB U. F. DB FARU 185*.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
-.'
" : "' "' : -


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