Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07531


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Full Text

ANNO XXXll S, 213
Por 5 mczes adiantados 4$000.
i
Por 3 mezes vencidos 4,$500.

% 4
OIVRTA FEIRA .0 DE SETEMBRO DE 1856.
-.as*.
Por anno adiantario 151009.
Porte franco para o subscriptor.
*>&*
fcNCARREtJADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
Farihibi. o 8r. Gerrano T. da Natiridade ; Natal, o 8r. Joa-
Sirn 1. Pereiri Jnior ; Aracaty. o Sr. A. dt Lemoi Braga :
u-, er. J-Jos deOliveira ; Maranhao, o Sr. Joaqun) Mar-
qutr *odriuei; Pinhj, o Sr. Domingos Herculaoo A. Pessoa
utiaH ; Par, o 8r. JustinianoJ. Bamos; Amaionai.oSr. Jero-
Tirio da lata.
PARTIDA DOS COR REOS.
Illin.l.i :
idM ... .lia., ... O c n.i,i horai do ili.l.
laaaraiise, Goaaaa I'.....kltii : ..... srran S. Aalao, Reien-u, Bonio.Caraan, Alunan liinnlums: na lerca-Mra.
l'-n-d Mili,,. Naaarelli, l.i.......ice Unjo, Pemiaeira, rafa-
lla, lloa-Vr.i:,. Oarrarj t Kmi : 11.1- qaaria-r*lra.
eae, l;iM-|',itnin. i. Iim, Barrelros, Agaa-Preta,
lataa-feina.
. I,,
rirJ, Florea, Vllla-B>
Cabo, iDOjata, Serie
. r Sala
(Tudo
1 |iarl.
III Loras ra 1
A JDiENCIAS DOS TRII11TXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundase quintas.
Helar; u : terfat-feiraa e aabbadoa.
Faieo 1: quarias aiabbadoi al 10 horas.
Juizo do commercio- segundas ai 10 horaie quintal M meio-dia.
Juizo da orphoa .- aegundaa quintal ai 10 boraa.
Primeira Tarado eivel I aegundaa aeitaa ao meio-dia.
Segn Ja Tara do eivel: quanai tabbadoi ao meio-dia.
EPHEHERIDES Dtt IIEZ DE SKI i:\lltlto
7 Quartocrescente as 2 boras 22 minutos e 48seguudoi da t.
14 La chela as 11 minutos e 48 segundo da tarde.
31 guano mu juante as 3 horas,2.1 mioutose 4Siegundoi da m.
2y La nova a 1 hora, 2!) minutos,48 icgundusda raanba.
, l'REAMAR DEIIOJK.
Primeira as 2 horas e ti minutoa da tarde.
Segunda as 2 boras e 3o minutos da manhaa.
DAS da semana.
8 Segunda, jje Natividade da SS. Virgen) Mai de Dos.
O Terca. S. Dorolhco m. S. Gorgordo ni. S. Sergio i>.
IDQuariaS Nicolao Tolenliuo S. N'eiueziano m.
11 Quinta S. Thewluro penitente ; SS. l'rolo e Jacintlio Irs. .Mm.
12 Sexta. S. Macrobio ni. S. Ligorio ni.
13 Sabbado. S. Aula v. S. Ileronides ni.
1 Domingo. Exaltacao da Santa Cruz.
PAAT1 QFflGiAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expeatento de Ola 5 de tetcnabro.
t llicioAo Eim. presidente das Alagoas. deca- |
rando que logo que recebeu u odiciu de S. Etc.
dea a convenientes orden* pan que pelo arsenal quii Pe. Iro Brrelo de Mello Reao.Comrunici
de guerra desta provincia,>eja fornecido o livro mes- se a referida thesonraria.
nhjcctos que teem de ser enviados para o mesmo pre-| He pois preciso pr escrutar o espirito do legis-
simo por parte do consellio admini-lrativo. ; lador.
IMoAo commandanle superior do Ulinda e l-. Ora, do caso em quislflo, c contestado pelo nobre
suarass.i.recummendando a expedirlode soasorden senador pelo Para, esie espirito he que, dadas eir-
para queseja dispensado do servirn damasina guarda 1 cumslancias exlraordiaarias e urgentes, ri.lo pode a
nacional,conforme requisita o inspector da lliesoura-! assembla geral negail-e a enneeder certas aulori-
ria proviucial, o alferes secrelarin do [< >t.,,!; ,< 9, de
infantera do pnmeiro dos referidos municipios Joa-
EM AHUECADOS DA M'IISi l'.ll't \ KO m L
Alagoas,o Sr. l.laudino Falcao Diaa ; Babia Sr. D, Buja
Bio de Janeiro, oSr. Joao Pere ira Mirtina.
EM I'Illi\AMItl <.it.
O propriaurio do DI ARIOManoel Figaeiroa da Taria, aa sao
linaria, praca da Independencia ni. (a 8.
Ir que requisitou o coronel comiuaudante do oilavu
lialalh.iii de infamara.
DitoAo Exm. marechal cnmmandaale das ar-
mas, remetiendo para ler o conveniente destino a
f de cilicio do lenle Manoel Joaquim Bello, que
obleve passagem do oiuvo hatalho de iufantaria
para osseguudo da mesma atina.--Commuuicou-se
ao Exm presidente das Alagte.
DitoAo inesino, traii.initliudo por copia o aviso
circular da repartan da guerra de t( de agoslo ul-
timo, nd qual n.lo s se determina que sejam lago
inri menta los nn corpo ou compauliia niais proiimo
os recruta> que nesla provincia se julgarem aptos
para o aerviro do ejercito, receben lo fardameuto,
manta, eslf ira o o respectivo sold desde o da do
l'irameuto, passando-se-llies guias qoando liver>m
de seguir para a corle oo para qualquer provincia,
mas tambero recommenda lodo o cuidado em iiue
sejam vaccioados.
II.loAo mesinos recommendando que mande
por com urgencia a disposii;,lo do inspeclor da al-
laudega, um oflicial subalterno e vinle pracas de
pret pura guardaren) os salvados da barca francrz.i
idiaoul que eucalhou na praia de l'ora de Portas.
Commonicou-se ao referido inspector.
saees ao govcrm
cautela, e
P
le que las, tilo graves e Lio t
esl habilitado para
causa sem que o nol
ideas sobre lacs refon
DitoAo mesino, mandamio que recommende ao de Garanhuns por occasio do cholera, achamse pre-
padre Joaquim Verissimo des Anjea, qoe a visla da sentcmenle amparados pela caridade, na mema, dos
ola qoe remelle por copia, lale de pagar na rece-
hedoru d rendas internas a importancia dos emo-
lumentos qoe est a dever secretaria do ii.ii.i-,i--
rio da guerra, por ler sido promovido, a capello-al
feres da repartirlo ecclesiaslica, segando consta do
aviso que lambem remelle por co>i.Ofiiciou-se
nasle sentido a thesourana de fa^,~ida~.
DitoAo mesmo, dizendo que'*cm vi-la de sua
informara", convem em que o alferes quartel meslre
do iimulo batalhao de infanlana, Leopoldo Borges
Galvo L'clioa, ;se demore nesla provincia ale que
cliegae a decisSo do govarno imperial acerca do re-
qoerimento em que o mesmo alferes e o do uonu
balalho de infamara, Jo.i i Paulo e Miranda, pe-
diram trocar enlre >i de corpos. Parlicipou-se ao
Eim. presidente do Maranhao.
DitoAo Eim. consellieiro presidente dn relami,
eotnmunicando, que segundo conslou de participa-
cao da secretaria do ministerio da juslira de '2-> de
agosto ultimo, foi prorogada por maii um mez com
ordenado a licen^a com que esla, para tralar de ua
saule, o joiz de direito da comarca do Cabo, baclia-
rel Franeiieo Elias do Reg Dantas.Igual com-
monic-ar.io se fez lliesnuraria de fazcuda.
i Dito--Ao mesmo, inleiramlo-o de haver o juiz
municipal do termo da villa Helia, parlicipado que
nouieara ao cidadao Manoel do Nascimento Casado
Una, para interinamente servir o oDiclo delabellio
publico do judicial e olas d'aquelle termo, vago
por senlenri condemnalnna proferida contra o res-
pectivo serventuario Antonio Domiugues de *n -
drade.
DitoAo inspector da |lliesonraria de fa/en I i.
coenmunicando que o E\m. presidente da Bihia,
participara haver espedid ordem Ihesouraria de
fauada d'aquella provincia, par* rjdemoisai o llr.
Pi Aducci da quanlia de 22K/IXK).
OlioAo mesmo, icntettendo por epia nao s r.
atrae da repurlico da guerra de V> >! inmi MO/woi.iL labell"
riuu.o da iftiania d>'
meiilado o crdito aberto a esla '^ivtncia no e\er-
habitanles da comarca.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sessaojndiciariaem') de srlembro de 1856.
Presidencia doEvm. Sr. desembargador Souza.
Estiveram presentes os memhros do tribunal
Assignou-se o accordao proferido na appellarilo
em que sao : (
Appellantes, os adminislradoces da massa fallida
Je Deane Voule & C. ;
Appcllado, Vctor l.asnc.
Pan'agiw.
Passou do Sr. desembargador Lean ao Sr. de bargador Cilirana a appellarilo cm que silo :
Appellanle, Jnflo Pinto Regisde Souza ;
Appellado, Vicente l.icinio da Cosa Campello,
Dhlribuiraii.
Foi dislribnida ao Sr. desembargador Villares a
appellacAo em que silo :
Appellanle, Vicente l-'erreira da Coala por si e
como administrador da lirma Cosa i\ Onolre ;
Anpi'lladus, a viiiva e herdeirns de Jos reman-
des Eiras o l'ernandcs Silva & C.
BIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO DO DI a 8 DE II.HO DE is:>r..
"reMc/icia do Sr. Manoel iguaria Cacalranli dr.
Laceria.
A's II horas da inanha estando reunidos 31
Srs. senadores, alirc-e a sc^o e approvam-se as
arlas de ."i e 7 do rorrenle.
O Sr. [iriineiro serr.etario b'- un ollirii, do pri-
rneiro secreiarm da cmara dos deparado*, partie
pando
ocedemlo porm com toda
i uaquellai bvpolheses em que da falla
de tacs aolorisares resultara prejuizo ao inleresse
publico.
lie nesle lermos due o orador suslenla que, em
Ihese, o poder de leg 'lar n.io pode passar a nin-
suem ; mas que nos casos indicados, e por excep-
10, as conveniencias publicas exigem que se deem
algumas aulonsaroes ao execulivo.
Se assimo enlende, uein por isso deia de estre-
D0--A0 capilao do porlo, lian pia o aviso de -20 ile agosto ultimo, no qual o Exm.
Sr. ministro da mantilla, declara que nao haollioia!
dispouivel na armada para ser emprega lo no servi-
do daquella capitana.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, nlei-
rando-o de haver aulorisado o inspector da llfesou- I mecer qunndo li> o ar igo addilivo que conlem lan-
raria de fszenda a maular pagar a qoanlia
trata o ollicio de Sinc. sol) n. 251, una vez que es-
leja nos lermos legaes a relacao que veio aonexa ao
citado offirio.
DiloAo juiz de direito da primeira vara crime
desla cidade, para salisfazer cun urgencia a exi-
gencia da presidencia comida em nflicio de .11 de
junho ollimo, relalivamente a pratica seguida nesla
capital na applieatiodo arl. T3da le de 3 de de/.em-
bro de ISl a cerca dos recursos inlerposlos pelos
promolores pblicos.
DiloAo juiz de direilo de l.imoeim, transmit-
lindo urna portara, que para leresse deslino acoiii-
pa nli ni ao ollicio do Em. conselheiro presidente do
supremo tribunal de juslira.
DitoAo presidente do cooselho adminislrativo
do palrimonio dos orphos, remullendo a relarao
"dnsjirphAos, quelicando ao desamparo na comarca
engosas autorisares ; e nao
votar com conhecimenlo de
re ministro exponha as suas
e quacs as bases em que
devem asseutar ; e pedio a palavra para suscitar es-
sas iufonai;'>es.
Observa que o nobjre ministro pede auturisaijo
as de pi-lir.i ; mas er que o
acabar com ellas. (O Sr. mi-
para reformar as jun
que S. Exc. deseja he
eslabelecer uao romo
com a formula de anl
eipe- Idoa 8." discussilo do projeclo n. \>\ de I8.V1, que Irado, que merece a pleua eoafiaaca da admiois-
Iraco, alliuginlo cerlameule o Iim pruposlodes-
pnmeiro secretario deu conta do' seguinle
diente : I reforma a lei hypolhecaria.
1,'m ollicio do Sr. ministro da fazemla, cohrindo No da 7 uao houve sessao no senado, e no dia 8
nutro do procurador fiscal da provincia dai Alagoas, nao houve na cmara temporaria.
dando a respeilo da prelentflo do padre Joao da I ----------------
Silva Lentos, administrador da capella de Nossa Se-1 t- i_ 1 111
..hora da Correle da cidade do Panada as informa-' EMraCtO do rcldlorio que a asseml)lca le-
res requisiladas por esla cmara.A' quera fez a i
rvquisirao.
Outro da cmara municipal da cidade de Ciro- ;
pos de oylarazes, remetiendo urna copia da repre-
nislro faz sicual allimialivo Sendo as-im, deve-sc
preceilo legislalivo. e acabar
insarao.
Mas ha neressidad desla exlincrao V O relatorio
do Sr. minislro nilod monslra que as jumas de jus-
lira lenham produzid males, ne.n que os seusjul-
eameulos deixem de ier conformes aos preceilus da
lei.
Pelo conlraiio, a ircumularo de processos no
censelho supremo milnar lis do retardar os julga-
inenlo-.e impedir qu o castigo se>i o raais Hum-
elo,
ielhn supremo militar nao di
dalo possivel ao del
Enlende que o con
mais garanlia de boni julgainenlo do que as junlaa
de juslira ; os defe
conselho como das ju
norar a aggravar as p
allribuices ; acredita
prtino militar, mas
peilo.
Esl convencido ojl
Ir vogtM do conseili
Por ora UMB funrres
Iriliunel de juslira, e
moderador.
As funcres legisla
- idas sen nifracrflo
t ^^^^^u^-^-^.'' >. , T. W51 a^, qBmlmwSmll^^''*'' i""-"iitaii senado ir.
erlo aata 'Wvincia no exer-t O .Sr. /
cicin de 185.") a 18 .6 para as dcsptz 19 da mesma rc-
pa.Cc,o.
DiloAo mesmo, Iransmiilindo par copia o aviso
da reparligiin da guerra de 27 1I0 agosto ultimo, do
qual consla haver-se mandado aliantar pela pasa-
doria dai (ropas da corle ao marechal Antonio Cur-
res Sera, os respectivos sidos correspondentes ao
prsenle meze aos de oulubro e uovembro prximos
vindouros.
DiloAo mesmo< declarando que o liacharel Joa-
|uun Gonra\es Pereira l.ima.jmz de direito ds cu-
marca do Bonito, parlicipou que no dia 1 do cor
rente entrara no gozo de 3 mezes de Monea, qne Ihe
foi concedida para tratar de sua saude.
DiloAo mrsmo-ixii.leiraiiilo-o de haver em vista
da mu inl'.irmar.io.deuviilo favoravelmenle o reque-
rimeulo em que Jos tio.rrwjses Conrado pede per-
misaao para vender a' junta ailaainistrativa do hos-
pital purluguez de beneficencia, jtla qoantia 5:45*9
rs., o terreno de mariulia 11. -207 C. na freguezia de
S. Jone e casas nclle edificadas em fre. < a' ra e
eaes que lia de ser construido da paule da >.oa-vi-
la para os Afogadota
DitoAo mesmo, communicando, afim de qoe a
faca constar a qoem competir, qoe segundo consla
lie aviso do ministerio da fazenda de \- deagnsto ul-
timo, foi coucedida a dcimssao que pedio Alexandre
dos Santos Silva Cavalcanli, do logar de pralicanla
da recebedoria de rendas internas nela provincia.
DiloAo mesmo, autorisando-o em visla do soa
inf.rin.ieao dada com referencia a do secundo len-
le Antonio Egnlio da Silva, junta por copia, a man-
dar passar a Franca & Irmao, Ululo de aloraraei.lo
de urna nesga de terreno de marinha, aiDda alagado
contigua ao terreno que i* Ihe foi concedido soh 11.
26-2 na ra da Hraia de Santa Rila.
DitoAo mesmo, parlicipando, aliio de que o ta-
ri constar as repartiees competentes, que o Exm.
Sr. conselheiro J0A0 Mauricio Wanderlex, partici-
pad em aviso de 2\ de agoste ultimo, qoe por de-
creto de 23 do mesmo mez, fura elle nomcado inte-*
rinameme ministro e scerelario de estado dos nego-
- cins da fazenda.duranleo empedimeulo do*Exm. Sr.
coosollieiro de estado marque/, de Paran.
DiloAo mesmo, recommendando a expedirao
ile suas ordens para qe na recebedoria de rendas
internas, sejao arrecadad...o- direilos e emolomen-
lus que cuando ola que remelle, estad- a dever o
lente coronel Feliciano Joaquim dos Santos, e o
inajor Ignacio de Barros Wanderley, ambos da en-
liga guarda nacional, por lerem sido reformados nos
mesmos pnslos. Fez-se o necessario expediente.
DiloAo chefe de polica, declarando que remel-
len a Ihesouraria provincial, para ser paga eslando
nos lermos legaes, a conla que S. S. remelteu da
despeza feila no mez de agoslo ultimo, com o sus-
tento dos presos pobres da casa de detenrilo.
DiloAo juiz relator da junta de just>r.a,transmil-
' lindo para ser relatado em ae*aao da mesma junta o
processo verbal do soldado do 8. balalhAo de infan-
1 n 11-Vnloiijo Jo>c de Moura.--Participou-se ao
Exm!r presidente das Alagoas.
DitoAoatreelor do arsenal de guerra, remet-
iendo por copia a proposla qoe foi aprsenla I 1 pe-
ina freladnres do iJiiale nacional Anglica i> com
destino ao presidio deFernanlo.afimdeque contrate
com elles p*lo menor preco possivel a condueco dos
qnenmenlov
" R-qneiro que se peram ao governo as Mgaintca
infor1na5i.es.
guma provid?nria pira o convenienlo examc na 111-
ve^.ieoo para a provincia de Mallo-lim
l(*s do jolgamento, tanto du
ilas, proveem do poder de mi-
nias, e da facultada de impor
penas ajbitrarias. En preciso pota aeabar com esla
anomala em um pau regido pelo svslema consli
lurional.
i conselho supremji devia limilar-se a applicar a
lei; e quando a acliasse excessivamenle rigorosa,
cumpriu que fossedssua obriga^Ao representar ao
poder moderador para que-esle usasse de sua pre-
rogativa ; mas nunca arrogar-.e o poder moderador
minorando penas ; e linda menos Ihe podena caber
a monstruosa .iilnbui ;ao de aggravar as penas esta-
blecidas por lei.
Ouanlo as penas arbitrarias, nada mais fcil do
que cun urna succiula resolurac acabar com esse
mal.
.Mas o artiga addtlro anda he defeiluoso, por-
que exlinguindo as jumas de jusliga, 11A0 declara
quemas deve sub que sera para o conselho su-
10 ha disposi;ao a lal res-
cata
gora
provincia coza de perfeila
deve acabar a dislincrao en-
supremo e consellieros de
uerra ; e que esto tribunal .leve ser refirmado.
legislativas c consultivas, he
exerce allritiuires do poder
ivas nao Ihe podem si 'ele
da constiluirao ; as con lli-
vas perlenrem ao cojuselho de estado ; 'pi-nl. ao
evereicio das do pod. r moderador, he urna escres-
enra revollante, .job Hilo pode ser tolerada. Al
\pede os patentes mililares, com invado da rom-
%, da respeeliv ss-crelaria es(a moslran lo 11 nceessidaila de elevar o coli-
no supremo mililai i poatcjto gen iim a verda-
eira que Ihe cabe co no tribunal de juslira, acaban-
o-se com anomalas
ivemos.
O nobre orador p.
nobre ministro sobre
nadas no artigo addi
OS CASAMENTOS DE PARS.
Por Edmundo Aboiit.
?
SEXTO.
A tm da. inari/ue^
v r
Coiilnuaejo.)
Entrando em casa da condensa de Malesv, mada-
ma Beuoit disse-lhe a queima-roupa
.- A senhora.leve-meuilo mil traucos pouco mais
un menos.
Oue diz '. pergunlou a condessa, a qual raras
veze* ouvia taes palavra-.
Nao venlio rerlain.i-l.i-. nein lanra-los em
rosto.
Mnito bem.
Faca 15o poueo caso do diohelfo, que n.o .,,_
1 neo le renuncio a cssa soiniua. mas ali'in disto lana,
e foe preciso, algauaaaaerilicioi para consesnir mea
Iim. Quero ser rerebi.la no b.irro rom a marque/a
mu m lillia, --ni deiiirii. 1. lie amanhaa que ma-
dama de Croix Maugars da seu baile ; a senln.ra he
sua ni.', e ella nada Ihe pode recusar : seria abusar
dos direilos que lenho adquirido loa benevolencia
pedir-lhe duas carias de ronvile '?
O olhinhos brilhaules da condessa abrir un o de-
masiadamente. Ella norria :i< pila vr 1- da viuva, co -
1110 um mineiro a urna veia de onro.
Ah pequea, disse todava com voz mazna-
da, exageraram-lhe muilo ornea crdito. Bfinlia li-
() Vida Ihano o. II.
Iv.l.v, na provincia do Paran, navegable que, se-
gundo a opiniAo do tenenle-coronel lleurique Beau-
repaire Itolian, manifestada no relalori por ello a-
presenlado nu dia t. de miren do correle anuo
na abertura da assemblca legislativa desla provin-
cia, lie prcferivel a que aclualmenlo se faz pelos
rios Tibagy e Paranapanema.
2 Pelo ministerio da marinha :Oual o nu-
mero de arrobas de Irein bellico desla corle enviado
pela provincia do Paran para a do MaluvGrossn 110
anno de I*Vi, a cargo do capilo Joaquim Antonio
Xavier do Valle e se nutras remessas leeui sido
feitas al esta data.
'i. Pelo ministerio da guerra :Que nume-
ro de arrobas de Irem bellico se lem remedido
pela mesma va, e nas pocas indicadas; e quao-
las peras de arlilharia com seus respectivos car-
ros.
'i Que lempo decorreu do dia da partida do capi-
lao>-Parca para a provincia de Mallo-tiroS'O, ao dia
de sen regresso 1 esta corle.
i." I'in.ilinebie. se parte ou lodo esse trem
bellico ja cheg a seu destino. Se no trajelo ter-
restre ou fluvial 1 "-eu elle avahas, e no casn af-
irmativo, si devem tr.ii ser atlribuidas a navega-
ran. V.
lie apoiado, e lca adiado>psr pedir a palavra o
Sr. Miranda. ^v_
ORDEM DO DI.lX^
San sera dbale approvadas as rcdacM>e.s da reao-
luran do senado mandando admittir a inalmuiU das
weolai maiores os alumnos que, por justos inoTvs,
nao tiverem comparecido 110 prazo lixado para as
matriculas no presente anno lectivo, alim.de seren
enviados a cmara dos depulados.
Estando presente o Sr. senador ministro da cner-
ra, continua a -J. discussAo, adiada na ultima ses-
sao, do arl. addilivo das emendas da cmara dos
depotados Blanda a forca de Ierra para o auno li-
nanreiro de 1857 a 1858.
.') .Sr. Ferraz- Ji/. qoe o nobre senador pelo l'ar.i,
couleslando o que o oador avanrara quando rero-
nheceu a necessidade de conceder certas autor.sa-
ras ao poder execotivo, em casos de urgencia im-
periosa e reconhecida utilidade publica, su-teulou
que pelo fado da consliluirAo le permillido desig-
na lamcnle aluumas aulonsaces, seguio-se que ne-
nhumas oulras podiaro ser dadas.
Mas he preciso considerar que as proposic,os b- 1
solutas nunca podem ser em toda a eiteota verda-
deiras, e que a nao poder dcixar de dar-se a intel-
ligencia resnela que o nebre senador pretende aer
a mais exacta, resullariam em muitos casos graves
absurdos.
_.V constiiiiirao. por cxcmplo. diz no 5 !li do arl.
I7!l : .( Os poderes constiluciouaes nAo podem sus-
pender .1 ru.ulule.".,., un que diz respeilo aos di-
reilos individuaes, salvo nos casos e circunstancias
cspecilicadas 110 paragrapho seguinle. .. I.ogo { dar-
se urna inlelligencia restricta podem suspeuder a
coiisliluii;Ao no que diz respeilo aus oulros di-
reilos.
ao, pelo ro I devem ler o carcter
improprias da poca cm que
pedir csrlareciinenlos ao
as mais eateritafOte meocio-
ivo, c moatra que oulr.s nAo
le aulonsaroes, mas de precei-
los de lei.
Exprime receio d que quan todas as aulorisa-
rfies pedidas augmen cm mallo a despeza publica;
porque se por nm la. o ve que ha economas propon-
a peloSr. ministro, que sobem a .VlillDO^Kiri, por
oulro lado observa q le o acrefCmo de despeza em
alguns ramos de ser iro que S. Exc. pretende re-
formar lia de ser tal juc u resultado ha de ser (ica-
rem os cofres poblicc onerados com mais de cen
coulos de res por an 10.
O numero de aolorisares existente, que se pedem
e que se vAo dar, hej excessivo ; na repartirlo da
guerra dAo-se agora li aulorisares, para a da ma-
rinha passaram I (i, 1 ii j.i 8 foram ellecluad s, etc.
Ora, porque ha de a assembla geral dar tudas es-
las aulonsaroes'.' P irque o governo pede ".' O fo"o
nunca dizhasla. i o abuso he grande, porque o
governo vai fnzendonAo s.. aqaillopara que esta au-
lorisado como ludo 1 uanto quer.
Sera' porque o Ooveruo faz mellior as eousas '.'
Ah esta', por exeini lo, a academia militar c suas re-
petidas reformas moitraudo que o governo muilas
\ e/es anda s cegas c s apaipadellas.
Sera' porque lem| mais lempo '.' Tambem uo ;
existen! numerosas anlorisacoes de que elle nAo se
pode ulilisar, cm cqnsequencias de nAo poder fazer
ludo.
A' visla disto, como ha de a assembla geral vo-
lar por anlnhsaceJ numerosas, e cojo piano, al-
cance e custo nae sao conhecidos'.' Parece-lhe im-
possivel.
O que se poder a f.zer era o seguinle: nao
dat como aulonsari o aquillo que deve ir como pre-
cedo de lei ; e lud
risarAo, lomar dep
quanlo fosse realmente aulo-
deiile de approv.r.lo do po-
de des-
der legislativo a paite relativa a auginenlo
peza
quecumpre fixar a iolelligeo-
autorisates, e declarar-se que
fuidaiAo dentro
le qu; os con-
ao nobre ministro da guerra que
como opposijAo a' sua
Iba he minha filha ; mas esta no poder do marido.
Couhece Croix Maugars .'
o couhecesse nao me seria preciso...
aenle. Pois, minha rica, basta-me pedir-
Couhece Croix Mangar
Se cu
Juslamenle
Ihe um favor para receber ama recusa. Son a mu-
ll" mais desgranada de Paris. Meas credores per-
seguem-me cruelmcnle, posloque en nanea Ibes te-
lilla feilo mal. Meu genro he humera, devia prole-
ger-me ; mas abaudona-mc. Oue Die pedia eu an-
te-houtem'! Algum dinheiro para pagar ao Boa)
cVarnt LomU, o qual (em degenerado muilo dapoia
de seu pa Elle respondeu-me, que sua fesla seria
magnifica, e que sua bolea eslava esgotada. Nao sei
onde de com a cabera. Cerno lem vosse o animo de
vir fallar de bailes e de praiercsa urna pobre deses-
perada como eu '.' Tudo islo acabara mal, meus mo-
vis serau penhorados, vendidos...
A condes.a calou-se, e deixou fallar suas larimas.
Desculpe-me, tomou um iuslaule depois ; betn
vi que nao arho-me em elado de receber visitas,
mas tercisempre prazer de ve-la : vosse faz-me len-
brar do u'.cu bom l.opinot. Ah se elle ainda vives-
sc !... Torne a vir um desles dias ; poderemos enlao
conversar, c eu me empregarei em serv la.
A's Fr'"lc'ras lagrimas da eoodessa, madama l!c-
| noil tirara reaolalamante o lenro, dizendo comsigo :
c Ja que he preciso chorar, choremos. As lagrimal
nao me cus'.Ao mais do que a ella .> A KOSivel viu-
va lecraaeeotea em voz alia :
Animo, senhora condessa .' NAo vejo ra/."io pa
ra abaler u... roiarr.o comn o sen. Deve entilo mui-
lo dinheiro ao mao Siiinl t.ou<< '
Ah pequea, mil e quiihenlos francos '.
lie urna lommi miaeraval !
Sun. he una somma liem miaeraval '. Chamar-
se condessa de Masely, aer 11.A1 da marqoeza de Croix
.Mangis, oernpar a "primeira posicAo no bairro, ler
a entrada de lodos o, u|osh pan. si e para seus aun
Roa, e n.1o poder pacir urna somma de mil e nui-
nbenlos francos I En penaliro-a, minha pequea .'
Adosa, minha d.ir duplica vendo-a chorar : deixe-
me so com os meus enfados !
1 n Permi,,e 1"e t pelo Bo;i Saint Louit %
1 Encarrego-me de accommodar o negocio.
bntende tambem
cia da lu ir u. dasl
as que nao tiver'ein pr.zo ceno
de um anuo, a coutJar da data da
cedeu.
Conclue peiindo
nAo lome eslss obselrvaro
admiuislraco.
O senado nao deire dar graves e numerosas aulo-
ri-ar.'.es allendendo a' conlianra que merece a
pe-soa q.n-e-i / no iniui-ieri 1 : o uobre mar pie/1 1
declarou que nao (em vonlade de ser minislro mui
lo lempo, e taes aulorisares podem ircahir em mao
que ajeara dellasdc urna inaueira funesta.
A diacmega fira idiadi por nao haver casa.
Levanta-se o sessAo s 2 horas da larde.
senlarAo, qoe a raesraa cmara dirigi ao senado,
sollicilauda medidas para que aquella romaracu iseja
elevada a calhegnna de provincia.A' commissao
de estatislic.i.
Um requerimenln do conselho director da asso- vincial.
ciarAolypograpliicaHumlnei.se, pe.lindo o auxilio Tranauillidade publi'-a.
delres loteras paraser applicado embeueficio de A'ndole paeilica dos habilaules da p
sua empreza.A conimis5ao de fazenda. .,.,.. ..
I'aw-crct. "ara experiencia deum passado de lulas fratricidas,
l.eem-se e sao approvados os segundes pareceres. 'Im' '' caI "'" cuslou, c mais que ludo ao princi-
Da commissau de fazenda opinando que seja 011- I po da auluridade.que espiritos verliginosos oulr'ora
"l'[L, S.0VeT c".",'-1" C,'.,e ,rIl,1ucreu,a m,esa.i"1- iconsideravam contrario as liberdades publicas e que
minislrativa da Santa i.asa da Misericordia da cida-!, .
de de Cachoe.ra, da provincia da Babia. j noie oinnuem mais contesta ser o nico capaz de
Da commissAo de cmaras muiiicipaes. sendo de | protege-la, e os direito) do l.omem em urna socie-
parecer que se envi a commis.o de coiisiiliin;.v. e dade regalar, devo a satisfarn, que acora sinlo
poderes a representarse da cmara municipal da
corle, era que pode isenrAo do serviro da guarda
nacional para os caixenos hrasileirns, e da da cuna-
ra da capital da provincia de S. Paula pe lu la a
mesma i-ene.1 .
Estando na sala immediata o Sr. depulado snp-
pleute, l.uiz Antonio Barbosa, he inlroduznlu com
as formalidades do eshlo, presta jurameuto e loma
assenlo.
Urgencia.
O Sr. Prales pede e oblein urgencia para apre-
sentar e fundamentar o seguinle requerimenlo.
11 Requciro que com urgencia sejam pedidas ao
governo as segoiules infermaroes :
1.a i.iu ie. as providencias tomadas para o melho-
rainento da barra da provincia de S. Pedro do Rio-
Grande do Sul '.'
.1 2." ijuaes as medidas adoptadas a hemdojser-
viro da praticagem da mesma barra '.' ..
He approvado.
ORDEII DO DIA.
Olean.enb. do Imperio.
O Sr. Carneiro de Campos, leudo a palavra em
iri-ur.ru lu^ar. eslende-se largameule sobre a ma-
teria, porem, fallando milito baixo, nada podemos
ouvir de seu discurso.
O Sr. Minilro do Imperio, leudo de responder
aos diversos oradores que ame dclle usarain da pa-
lavra cintra, comer pelo Sr. /.araras, a quein ob-
serva que foi menos justo censurando ao governo o
nao ler pedido elle incsino um crdito para as des-
pezar uecessarias com a colonis.ir.lo, 110 pauso que
no relalorio do imperio lano se enrareca a urgen-
cia de medidas ueste sentido. No sen relalorio, o
orador, loi-ge de promatler iniciar qualquer disposi-
rao em semelhaiile sentido, nao fez seuao instar pa-
va que o corpo legislativo a imriasse : liavendo alm
dis-o alguns incmbros da cmara em perfeila har-
mona de ideas rom o governo, que apre-eularam as
medidas requeridas, 11A0 sabe qual o inconveniente
em te-las o governo aceitado em vez de as propir el-
lo rne.'iw.Vi.i se pode descubrir em semellianle pas
so, nein coniradicrAo, uein inconveniencia.
Passou depois a respon ler ao Sr. SayS, e leudo
priineiro agr.decido a juslira que alie Diera >s su-
as intenroes, observoo-lhe, anlrebmto, que iiavia si-
do pouco ju'lo no modo por que inuit.s vezes quiz
penetrar neaaai mi u oleuG&ei.
Serve do exemplo a istn a interproiarAo que deu
oSr. -a\o .1 poblicacao tolla pelo Joriy do Com-
mercio de urna lista de candidatos. Apezar das de-
ci.iraei.es solemnes, que a cs,e res|ieilo [*e lizaram,
S. Exc- insUle em aliribuir lal lisia a governo, O
orador nAo fara ainda desla vez senSO repetir as mes-
mas declarar.cs ja feitas. negando ao governo a pa-
lernidade de (at publicara >.
Tambem se revelou a mi vonlade do S,\ Sav.lo
na facilidude com que acre Ilion c repeli o boato,
da que o governo nao quera carregar com a res-
ponsabilidade de lodos os seus arlos, e que se reti-
rara depois da eleiei... o ministerio, conscio de
seos devares, c da responsabilidade do cjrgo que
assumio, aceita lorias as corisequencias de sua pusi-
{90, e ni se retirar quando as circuinslaucias u pe-
direm, sem quebra de sua digindsde e pelos meios
regulares.
llvela ainda injustica do Sr. SavAo as observa-
res que fez relativas as vclleidadrs' por elle allri-
buidas ao Sr. miuislro da juslira de se apresenlar
ean ud do .1 senalorio pela Babia.
O procedimeulo do Sr. ministro da juslira a se-
melhanle respeilo nao po le seuo I.......-lo "mullo e
servir para mostrar as imenroes do miiiisic 10 >.
Exc, a ser verdade ludo o que ailirm 1 o Sr. SayAo,
dcpuis de haver escriplo particularmente aseos a-
migos, vendo que a sua candidatura nAo havia sido
acolhida, relirou-a, sem de algum modo querer pre-
valecer-se de soa posirao para impor-se na elciro
senatorial, islo fazendo elle pirle de um ministerio
cobrir o mvstcrio que envolve esle horroroso crime
o fazer que a vindicta das leis pese iicxoravelmen-
le sobre os seus actores.
gislativaproviDcialdo Maranbao mmt+l^JlZSlZlZ """ "" Bi,rrad
" I jt.oida doagradaveisoccurreucias, que foram Irazi.
sentn na scsso ordinaria de 185(5 o das ao meu conhecimeolo pelo juiz de direito nie-
E\m. presidente da provincia Antonio 'ri"0' baebarel Parnaado Pereira de Castro Jnior,
Candido da Cruz Machado. l^'1" 5",,s,i""n Juiz m"*iPai delegado de
... ,, ..... polica do lermo, sendo dcllas prineipac* autores o
Senbores depulados i assemblca legislativa pro- .,i, j._____, ,
cabo da secunda companhia de pedestres Antonio
que, segundo o proprio Sr. Savia, faz as clcirOes
conforme sua vonlade'. o
Igualmente infeliz foi o mesmo seobor nas aecusa-
roes que fez .10 governo, relativamente a ele.ro dos
Srs. Wanderley e Silveira da Molla. O g'.verno
procedeu em ambas com toda a lealdade aos seus
principios e ju.liga.
Deslas ebtervaeSes passou o orador a lembrar as
medidas e trabalhos do aoverno em materia de cn-
lonisaco, e para aexecurA. da ledas ierras, Ira-
balhos que foram dcsconhecidos pelo depulado a
quera responda. NAo he lAo digna de lastima,como
esse seulisr suppoz.a sorie dos colonos que ehegam' ao
Brasil. Ah eslao, para prova-lo, as Colonias da !
provincia de S. Paulo, qoe marchara em bello p de
prosperidad*, assiin como as das oulras provincias ;
ah esl o que dizem dellas, nao s os jornaes, co-
mo at ura governo esirangeiro, que autorisou seos
subdilos a aceitarem os contratos que offerecia o pre
sidente de S. Paulo.
Accresccutou era seguida algnmas expliraies re-
lalivas as gralilicaroes da.lis pelo ministerio do im-
perio, e ao procediro.ile do governo na questao das
carnes verdes.
Responden eolito ao qoe dissera o Sr. I-Maardo
Franca, relativamente a' remora de prol'essores do do mallo um liro de bala, que, ferndo grave-
dai academias e ao ensillo profesional. Qoanto ao j menle no peilo a mesma senliora, poz em riro sua
pnmeiro poni, o governo observa o principio de vjja-
em declarar que
Irauquillidade.
Segitranra iniiti&nal.
0 eslado de seauranra indivi.lual, comqnanlo nao
seja tAo salisfactorin, como era de esperar do cons-
tante empenho com que a admuiisIrarAo se lem es-
oreado para obler esle feliz resultado, nAo delta de
ser lisongeiro ua actualidade, e iiiconleslavelmente
nao pode ser comparado com o das passadas
pocas.
A vida do ci.ladao, qae ainda ha poneos annos es-
lava impunemente a merc de qualquer sicario, he
boje respeilarla mesinn no interior dus serles, onde
a acgla da juslira ainda nao pode ser 1.1o eflcaz e
rpida, como convem. (Iracas a vigilancia da au-
toridade, a existencia do homem he garantida, e
essas scenas desaoguee perversao, csses quadros de
lgubre cor, que horrisavai.i a civilisaco, se escon-
dem cuido um passado nas dohras do tempo.
Bases mesmos espiritos mal polidos dos remolos
centros da provincia, lo propensos \ decidirem por
si proprios da juslira de suas pendencias e questes,
cuj.1 desenlace era o assassinaln, lend-se a acro
da autoridade feilo sentir vigorosamente al la, ja
respeilam o direilo, senao pela juslira dclle, pelo
receio da punirao ; e devo crer que juntamente per
ambos os motivos, visloqne a luz da cvilisarAn, pe-
netrando nessas longinqaas paragens, lera abranda-
do progressivamente essas nalurezas bravias e indo-
maveis, qne constituan) oulr'ora o tjpo serta-
nejo.
Dezcsele homicidios t.veram lugar nesla provin-
cia no prximo passado anuo de I8."> ; sendo I em
resistencia ; -2 era acto de delata propala ; I depldo
ao infeliz acaso, estando a victima em urna i-arada
com seu roslo ; e :t perpelrados pelos indios selva-
gens do Puntar, a 10 ....Iros por diversas eaoaa*.
Uestes 17 homicidios foram conimettidos 5 na co-
marca de Vianna ; .1 na de Goimarfles; :l na do Al-
I -''. -ariiu ; 2 nu do Itapucuru' ; I na do Brejo
I na de Alcntara ; I na de Ph tos-Bous, e 1 final-
mente na ra capital, de um soldado de polica, 11.
jo cadver foi encomiado na praia do l'ortinh.,-
Deixaram felizmente re conrorrer para a c-lalislu-,..
criminal rnio o seu contingente de HTlgoe a comar-
ca .lo Tur\-:issu' e as cntraes de Caxias, Chapada
e Carolina, como linham por costume.
Os nomes dos agentes desles assassinatos, bem co-
mo ros que ligaran) nos quradns criminos,pcrlen-
cem as classes nfimas c menos Ilustradas ; e he
raro encentrar algum que gire era circulo mais ele-
vado.
As participarles olliciaes recebidas nos cinao pn-
meiros mezes desle anno dAu noticia de '1 homici-
dios ; I commettido no mez de Janeiro na comarca
de Pdslos-llons, e i no de fevereiro.sendo t na co-
marca de Vianna ; e 2 na da capital, no districlo do
Bscanga, onde foram enconlrados "in eslado de pu-
trefacto os cadveres de um hornera ede urna nm-
llier, cnvollos em urna rede de pescar ; e de i cri-
men de Dilemas pliyticas, sendo 2 cm Janeiro na co-
marca da capital I em fevereiro na do Allo-Mea-
rim ; e I em marro na do Ilapurru' ; e finalmente
e una tentativa de homicidio na de (oimaraesa
I7.lein.il,. Consla que ltimamente -o perpetra-
ran) dotts huraicidios cm Caxias e Curoropn'.
No municipio de Cururupu', perlcncente a co-
marca de liuimarAes, em i|ue oulr'ora a securanra
individual era um fado constante e 11A0 inlerrom-
pi lo, lem occorrido funestos aconlecimentos, que
han orcupado a especial atte;irjo do governo.
Enlre os 3 assassinatos, com que conlribaio para
a es'.alistica criminal do anno passado, sobresane 1.
do lenle coronel Paulo Francisco Alves, tanto
pela pnsirAo da victima na ociedade, como pelas
circumstancias de que o Tarto foi revestido.
A 17 de maio indo o lenle coronel Francisco
Joaquim deAbreu Marques em campanilla de sua
fillia I). Candida, que eslava contratada para catar-
le, de sua fazenda para a de Antonio Corrcia de
Meudonra Bitancourl, situarla no lugar de B.liua,
em distancia de 700 bracas da primeira, foi dispara-
GAIAM DOS SRS. DENTADOS.
SESSA'0 BJM 7 DE JDLBO E 186.
Presidencia del .sr. ihconde de llaependy.
Abrio-se a sessAu i hora do costume.
I.ida e approvada a acia da antecedente.
ft'ao !... ou nles sim, va. Sao seas successo-
res: yoss enlend i-se com elles mellior do que eu.
Demais, sAo de soa casia, os mercaderes nAo sa de-
voram enlre si. V isss sao felizes : lem por cera es-
cudos o que nos cusa mil. Va ao 011 SotHf l.ouis.
Aposto que comprar a divida sem abrir a bolsa : be
voasaqne deverei mil e quinheutos francos !
Pois bem, se ibota condessa. e como om servi-
ro val outro...
Sim, bei de preslar-lhc lodos os serviros que
poder. Has, decid demente antes quero que" vns'
alo far,a minha pil com esses mercadorea. Que ga-
nharia eu ".' Osnulrossaberiam logo que elles sAo pa
gos, e enlAn lodoi me perseguiran) mais dn qui
pebre pequea, devo a Dos
que
e ao
nunca. Minha
diabo.
Qfnanto ?
Ah quantol! Nao sei, nao lenho mais memo-
ria. Mas aqu eslo as contas. Veja : o pasleleiro da
la de l'oiliers relama quindenio francos por meia
dozia de franges a alguns bolinhoa que mandei bus-
car em sua loja. Como Voats nutres nos depennam !
liei de .li/ei-Ihe duas palavras.
Sim, diga-lhc que drva envergonhar-se, e que
nao quero mais unir fallar dclle.
Fique Irn uilla.
Els-aqu azira Mr. Majoa, que pede o prero
.le um lonel de vinbo de Brdeos ordinario.
He urna bagalella : ri-.ne e^se panel.
Mil francos,
Ali!...
Eis-aqui a ola de nin liomcm de bem ; cstnu
caria de que veas se entendera fcilmente com ri-
le. He o lapeceu 1 que rem.vou-nie cles movis.
Pode mil franco- mas se tosas tratado co
salisfaria comqunsi nada.
ll.'i de exp timenlir, -enhora eondetM.
tomou as qnal.-nmuta dobruu a riiidado"ainen-
le, e accrescenlor
He meio-d a ; vnu j tralar de seus negocios.
Porm agora qoe lem o espirito mais livre, nao r
vossa exceilcocia tentar o cffeilo de sua eloquencia
sobre o marqaet de Croix Maugars '.'
nao remover profesor algum sem que isso esleja
nas conveniencias do removido. A respeilo rio se-
gundo poni, pede que se recorra a' org.nrsarao da
academia das Bellas Arles, e por ella se ver que o
governo alguma coosa lem feilo em prol do ensino
profesional.
O orador .leu Iim a seu discorso respondendo a
diversas observaees dos Srs. Figueira de Mello c
Martim Francisco.
A discus-ao lirou adiada pela hora.
OHDE.M DO DIA 8.
As materias anteriormente designadas, accrescen-
Sim, pequea, bei de r. Mas tenhn o espirito
menos livre du que voss cuida. Nao conlei-lhe lu-
das as minlias magoas.
Julgaudo conveniente a presenta do Dr. chele de
polica naquclla localidade, alim nao s de Investi-
gar as causas de nm lo srave atlentado, como de
diligenciar a captura dos comprometlidos nelle,
inslaurando u respectivo proces-o, (ilo umnedi.ll-
menle parlir para all, acompanhado de urna forra
do ."> balalbao de infamara. Esle aconlecimenlo
impressionou profundamente o espirito publico, e
reclamav a medidas promptas c enrgicas : as que
lomei, e as que sera resolvdas pelo digno magis-
Abrio urna gavetinlia, e liruu una rarleira pre- je para amanhaa!
voa-o na mao, conlemplouo, sorrio-lbe. .. Enifim,
rli/.ia comsigo, eis-aqui a minha caria de naloralisa"-
rAo 1 sou cidadoa do baino. Salvo se adoecer de ho-
nhe de papis.
Vou cnnlar-lbe muilas oulras miserias .
Ah disse comsigo madama Bcnoil. Bastam
Comes de l.ima, commandanle do destacamento
estacionado na villa, eAuloniu Ma'rlms Jorge, enlao
sabdetegade de polica, os quaes prevalccendo-se de
sens lagares,nio duvidaram aquiescer ao plano con-
certado para retirar da vara de direito o refarido
hachare!, afim de nAo interferir em processos orga-
nisaJos contra diversos individuos da Chapada. O
cabo, alcm de desrespeilar a primiera autoridade Ha
comarca, segundo esta represcnloo, pretendeu of-
fende-la pliisicamenle, c o subdelegado expedio
mandados de prlsao conlra diversas pessoas, inclusi-
ve o juiz de direilo interino.
Sendo do recela! uraves consequencias, que po-
desaem por em risco a seguranza individual uaquel-
|e poni da provincia, logo que recela as sobredilas
partecipares.dcmitli do cargo de subdelegado o refe-
rido Antonio Marlins Jorge, e nomeandn, de ae-
cordo com o I)r. edefe de policia, para o de dele-
nado o major commandanle do corpo policial Isaac
Espos de Miranda, li-lo parlir para aquelle termo,
acompanhado de urna forra de I .linl.a daudo-lhe o
Dr. chefe de policia as inslrucres precisas. Pos-
teriormente ofliciou-mr o lenle llelisario dos Ao-
jos Franco, commandanle da 2-. campanilla de pe-
destres, participando que leudo viudo da Chapada
a villa da Barra do Corda, cm \ u lude de reqoisirao
do juiz de direilo iulerido, all chegara a (i da abril
c conseguia moderar os animo, agitados. Das pro-
videncias lomudas, e da circumspecc.ao do major
Isaac Espos de Miranda, espero que os negocios da
Barra do Corda corram pacificamente sob u impe-
rio da lei.
Dictarlo ri'.'/i, indiciara e ccrlesiaslica.
A provincia esla dividirla em 12 comarcas, 2H
municipios, li fregiiezias, 'JO delegacias, .VI subde-
legaras e III dislriclos de paz, como consta do map-
pa aiinexo.
Allendendo que o lugar de Cuarapiranga, situa-
do ua esta oriental da ilha de S. l.uiz. na baha de
S. los, he o ponln de desembarque do gado que
se consom na capital, e onde a freqneule reunan
re individuos viudo do Munim e oulras parles tor-
na necessaria a preseura de urna autoridade policial
e que nos arredores daquelle lugar se acoilam es-
clavos fgidos, que de ordinario se tornam preju-
diciaes a s'guranra iudivi.lual o a propriedada ;
rcs.dvi a 10 de mam ull.1110 crear urna subdelegada
de policia, caja circum-.cripr.io tmiiorial cnnipre-
hende a que foi assignada p.ira a nova fresuezia de
Santa Philomena pela lei o. iO-J, de _l ilejullio du
anno pastado ; e, para obviar duvilas, rlelermioei,
que a cslrarla da Estiva servi-sc de limite cutre as
subdelegadas da Conccirao desla capital c a de
Goaraplraoga.
le laml.cn reeonhecide a necetsidadfl da crea-
rlo de urna subdelegada de policia na margem es-
querda rlu Pericuman, onde a acrao da autoridade
se fara sentir mais nu mediata e t dicazmente ; esla
medida he reclamada pelos proprietarios que all
lem estabelecidas suas fazendas de crearan, afun de
que anta pelleja mais ecliva ponda termo aos con-
tinuados furtos de gado. Nao lendo, porm, dados
em que me lirmasse para designar os limites, com-
melli ao Dr. edefe de policia a larefa de colder os
esclarecimeutos precisos.
A cmara municipal da nova villa de Anajatoba,
nao ndlerliudo cerlamenle, que a disposicao do arl.
.">."> da lei de I" de outubro de I8S havia caducado
em face da rio 5 I" do arl. 10 do acto addrcional a
constituirlo do imperio, que Iransferio para as as-
semblas piuvinciaes a allrihuirau de legislar sobre
a divsao civil, em sesudo de I i de dezembro do
anno passado, tomou a dcberaro de dividir o no-
vo municipio cm tres distiir.'os pela maneira se-
guinle :
O 1* compreliendendo a villa c os lugsres de Ila-
cabal, Olho-d'agna, Sania Bill. uenos-Avres,
Saiil'-Anna, Fortaleza, Copahiba, e seus arredores
correndo o limite do Igarap Funo em rumo di-
reilo a Pona do Alfonso c a siluaio de Santa Ma-
ra inclusive, pertencentes ao major Clemente Joa-
quim da Silva ecapiMo Silvestre Pereira da Silva
Coqueiro, e d'alii pela estrada do Olho-d'agua aos
campos da Primavera al a fazenda das Pacas inclu-
sive, fazemlo parle du mesmo districlo os locares
nao especilicados, que ficam ao lado direilo da re-
ferida estrada do lbo-d'agua.
02. romprchendendo os lugares ele Sipaho, S.
Joto, Aflonso, Picada, Engenhu e EnseaJa-Crande;
bem como lodo o lado esquerdo da eslraia do OII10-
1 _n.i ala l'onl. das Araras inclusive ;
O 3. comprcbenden.to o territorio abaixo dos lu-
gares de Sipadu e Pona das Araras al Monge-Bello
e Jahibara inclusive os lugares da Malta e Saco-
(irn le, de conformidad com o acto da presiden-
cia de Id re noveinbro de 1854, pelo qual foram
deiisnados os limites do municipio.
Laborando no tiiesmo engao, sem duvida, a c-
mara municipal ra Carolina, em Italia de 1:2 de
uutubro do anuo passado, allerou a divisSo dos dis-
lriclos do sen municipio, designando para'dous exis-
tentes e um que creou os seguintes limites :
lio I. a margem direita do ribeirao do I.ageado
desde suas verleutes na cordilheira al sua emboca-
dura no rio Tocautins no lugar denominado Boa-
poda servir a madama Benoil, e que se dansaria sem
ella uo hotel de Croix Maugars.
VI
O marquez de Outreville confiarlo em seu direilo,
qualro mil francos, pois j he um prw-u elevado pa- petado na veapera, parcreu-lhe 'i 1,1-1 indilTerenlc.
ra um simples pasta-porta para o inleriur do bairro. | A alegra a recnuciliava com todos, c com Castao
um homem ebrio nao lem mais inimigos.
I.embrou-se enlAo de que l.ucilla eslava sozinba
dos le ante miras, e que o marquez Uvera lempo de I e cerlo d amor de l.ucilla, nao receiasa ser perse-
fallar-lbe em particular. Esla idea que a leria exas-
Mas, a boa velha vai gostando da graga, e se 11,10 fr
alalhada rogar-me-ha que Ihe compre de passagem
o l.ouvre e as Tulhcrias !
A viuva tomou a por sobre a mesa as contas que
toin.ra, e disse com voz comraovi.la :
Ali! senhora, leceioquo vossa excellencia le-
nha razAo, e que nas magoas sejam sem remedio !
SAo, nAo replicn vivamente a condessa. Es
Ion cerla re que me verei livre qualquer da. Vos-
se fez-me recobrar a cniagem, c linlo-me alegre.
Irei A casa de minha filha daqui a nina hora ; o tem-
po de vestir-nie Tcrei urna carta de convite para a
marque/a de Outreville. Nao Ihe 3o precitas dota
vosee entrar com soa
cimento o noine d
perder. Entretanto vast irs a ca-i ros mercaderes,
e lerminsr.i esta pequea especolaclo, que parece
sornr-llip. Venha aqui as lre< horas em punto, e tro-
caremos nosses poderes, como dous etnbaiadore'.
Mr. de Croix Maugars carregoa o sobcolho qoan-
do vio enlrar a soara. A condesta era lao lnterese-
raque lenaia-seana appancAo romo achegada de
I nina ledra dr ramhio. Mas quando soubec que
alo pedia dinheiro, nada se Ihe pode
sua lillia : quero doixar cm esque- S." ,
le Benoil, o qual deilaria tudo a a-m as .
Descendo da carruaaein, vio nu pateo urna .uiliga
virliina de seu arrebalamento ; era Jacqucl.
Vem ca, meu rapaz disse-ldc ella. Nao le-
mas, estas perdoado. nutre- vollar ao meu ser-
viro '.'
Obrizado, senliora O senbor marquez apre-
scnlou-me em urna casa.
O marquez apresentou-te '.' Y, feliz !
Sim, senhora, ganda trilito francos por mer.
Dou-le parabens. Ilesnmcnle o que linhas a
dizer-me '.'
NAo, senhora, venho Irazer-lhc duis carias.
Espere um pouco, senhora, Ideixe procnra-la,
aqui debeixo do forro de meu brrele. Li-las |
lina das rallas era de liaslAo, a oalra de l.ucilla.
GatUo dizia :
" Esperando que o amor materno arrinque-a de
l'aris, que Vine, ama demasiadamente, levo sua li-
Iha para Ar lance ,
oue.11 in .leu to .' pergnnlou madama Benoil.
cuido pela sogra. A fucida dos dous esposos foi um
passeui de amantes. Viajavam um pouco de manhaa,
e um pouco de (arde ; escolhiam a* pousadas ; pa-
ravam, comu entendidos, em um salan de pintura,
(liante das bellas perspectivas; dcsciam da carrua-
gem, ecuiara as vereda*. cnlranha\am-se de braro
dado nos bosques ; peediam-se muilas vezes, mas
achavam-se sempre. l.ucilla lAo marqoeza quanlo
urna mulher p.le ser. e reconhecida como lal por
lodos os eslalajadeiros da estrada, percorreu em tre^
semanas o ca.ninho, que a mi devorara em vinle e
qualro horas : todava a segunda viacem Ihe parcecu
mais breve do que a primeira.
A clieaada dos dous esposos foi ama fesla em Ar-
lange. l.ucilla era arloiada de todos os seus vassal-
los. Os vc-llios do lucar, e os dees da forja vicram
di/er Ihe. que linham ocluido n lempo lonno em
toa auuncta. As compaoheirat da soa infancia a-
presentaram-se (.ra darIhe bous .lias : ella rece-
neu-as nos bracos. Indamnlron largamente esta boa
t.'nio, e por esle abaixo al o ponto de S. Joao do
Araguava, e desle as vrteme do Garnpy de coa-
formidade com o decreto n. 773, de 23 de ageste
de 1854;
Do 2. a margem esquerda do ribeirao Mgeade
al o rio Fariuha desde a sua embocadura ao Ta-
raalins, por aquelle cima al oode faz barra o n-
heirAo da Quebradas, e por esle ale at anas priaaai-
raa verlentes ua cordilheira, limite* da comarca ;
Do :t- a margem esquerda do rio r anona.confor-
me os limites marcados para o 2-, al a fot do rio
Manoel Alves Grande, desde sua embocadura no
no locaaluis procurando soas primeiras verter.-
tes at encontrar a cordilheira, qae divide os ter-
mos da Ciaulina e BiacdAo.
Declarei as ditas cmaras, qae, nao cabendo nas
allriboicesda presidencia a approvarie dat referi-
das divisas. sariam ellas sobmetlidas a coamdera-
C'o da assembla legislativa provincial.
Desde 1853 ha questao enlre o parodie de Nos-
sa Senhora da Conccirao de Totoya e de S. Jet de
Peria sobre os limites de suas regueziaa, e a I de
agoslo de I8J* o da primeira represcnloo preai-
d. nria ler sido invadido pelo da segante o territo-
rio de sua jnrisdccao, e, sendo este oavido, inlev-
mou, a t.i de fevereiro de 1855, qae era ataa jaa-
la a prelencao de seu collega, e declarea cm retal-
lado, qae Meara bem assenlada a divisAu das dus
freguezias, assignando-lhes para limites os segain-
les: da foz do Ido-Negro e por elle i rateada de
Jos de Soma denominada S. Jos, detla eaa dirac-
rfio ao ro Tiririaas, por esle at a saa calreira
denominada Araras, e desta pela estrada nova ate
a Bacaba na estrada du Brejo ; porqaante era ceo-
seulanea e accommodada a necessidtdes da popa-
lamo daquelles lugares, |que estando arredada da
villa de Totoya cerca de 2H e mais leguas, apenas
o estao da povoacao do Peria 1 e meaos, segando
a residencia de cada unidos habitantes, qae par is-
so recebem o soecorros'espiritoaes acata pareebia.
O Exm. bispu diocesano, cojo parecer sobra a
qoeslo foi pedido pela presidencia, eotende qae,
com effeilo sendo confusos os limites das deas fre-
cuezias naquellet lugares que a lei ale declara
qual dellas perlenciam, tem to dade lagar a du-
vidas, quando nelles os parochos leen de exarcar
actos de sen ministerio, e conclue pronuociande-sa
a favor da diviso proposla pelo vigaria da S. Jeae
do Peri, qae, endo decretada por acto legnla-
livo, pora termo ao conflicto suscitado entre os dae
parochos.
O vigario da fregoer.it da villa de Riachao a I.
de fevereiro represenlou-me sbie a raavenieacia
de se alargar o pequeo circulo de saa freguexia, a
observa que o territorio encorporado a praviada
do Marauhio, e desanoexado da da Gexax, pelo de-
creto n. 771 de 1 de agosto de 185, e qae per-
tence i Carolina, osla prximo villa de Riachae
someole meia legua, que desta ae ribeirao Feace
ha a distancia de qualro leguas, ao das Araras na
co, e 4 sua foz no rio l- anuda o lo a dez, e a do
rio Pico no rio Sereno igualmente, e a titeen
para a Carolina de qualquer desle pontos be aile
uiaior ; e qoe liavendo o opaco de JO legis en-
lre as duas villas, excepto qealre. lodo o atai ha
lerrilorio da frcguetia da Carel na, a par eeajae-
guinte pcJe, que se annexe fregaexia do Kiacdau
parte do terr-lorio daquella pela maneira segoiale :
desde a barra do re Picos no rio Sereno ele a* ver-
leutes do no Balsas, pelo riu Picos al a barra du
ribeirao Fouce, por esle al encontrar o nbeirao
Araras, e por este al as suas verlentes, e deaecaee
at a sut foz jio rio Feriada, e subindo, loalataale.
por este ate encontrar a vrteme da rio das Na-
ves c da Caelioeira, ou Marapa.
A freguezia da Carolina desde ua creatio faz
l1're da diocese deovaz, e a do Riachae da ao
M aranhao ; como, porem, pelo ert. 2. de tapradi-
10 decreto as duas diocese devem ter naqaellc.
punios os mesmos limites das proviecias, a o gevar-
no imperial licou aulorisado impetrar da Sanie Se
as bollas neeessarias, su)dcpois de perleocer aquella
lerrilorio a esta diocese poder-se-ha levar a eaTei-
lu a alterarao qae se decrelsr nos limites des data '
freguezias.
A villa deS. l.uiz Conuga nao lem de villa ee-
11 ni o nonie ; he ama aldea siloada a margem di-
reita do rio Mearlm. composta de dote casebret, dae
qu es smente um hecoberlo de leda. Toda a ao
pep.1l3e.io consta de 35 pessoas, inclave 10 etere-
vos ; nAo lem igreja, e u lacrificio da missa he ce-
lebrado :pelo vicario cm ura dos reparlimenles de
sua morada ; urna miseravel choopaaa, dentro da
qual nao se \e cidcir.i ou mesa, de o paro da rea-
mara, caricia e quariel do> guardas campestres. Nao
lera esla villa presentemente algam elemento anta
Ihe prometa rrescimenlo e pro-pendida ; e, par-
anlo, o seu triste eslado esta pediodo a sea ex-
lincean.
Ainda nao leve exerurAo a lei provincial n..*0-
de 2\ de jaldo do auno passado, qoe creo a a>a-
guezia de S. Joao nesla capital, e oolra na Iba, coea
a invocacAo de Sania Philomena. Fot deiigeadr.
para sede desla ultima o lugar denominado Mie-
bniha, onde nAo me consta, que exisla capelle al-
guma.
Seria conveniente que a assembla legitlativa
provincial, quando deerelassc a crearan da algaata
freguezia, impoxesse aos moradores a obrigara* de
apresenlarem matriz decentemcnle paransanlada a
cusa delle, para ler depcis legar o provimenlo da
freguezia, como se pratica em outra provincias.
Pela lei n. :i'.n de JI de julho dt anno passado
foi decretada a rreacAo da villa nova da loaperalrix
sobre a margem direita do Toeantins, no sitio-qoc
o governo jalgar mai aproprado para o astalo da
mesma, fronteiro com pouca dilTerenra i villa da
pone recusar. 11 Porm Jaeqoel M linha fugulu, como um passaro i de, ella i.relen Im enrerrar-se na Ion com 1.-.-1.10, i deceproe-, era liara nao roufesur-**
marquez enlregoo-lbe torrindo nina caria de visita, | i vi-la .la lempetttde. I-lia abri viva.......le ararla fechar a porta a todas as visitas, e vivar de amor 1... I s.sti.i m andar
cojo valor eslava lonne de saber ; era a qnarla retida lilha, r. leo ires paginas de exrusas, que se ler.ni-
geilo so no es pacode '"'>"" I" H- p. cava as divida.. navan, po, estas palavras : a A mulher deve seguir
Madama Keuon, iiasre como nm marlnheiro que o marido.
entra no parto, ~eoJ casa .le seo oolar.o, d,.i- j Nao quero diter mal do coraran humano ma. a
em-^e ** ro s^ommodado q e a condes.a Ihe gabara era o fe- 1 no abandono da filha, nem na traicao do genro, nem
roa Boun.ol ^qne Ihe fornira a porta mo das anle. no .solamente em que era deixad, nem no romp-
-C ^..X T"' ?" '^'totoaaamfaeaaque a prendan, i familia.
""'nilla. \9 LPnra SUahab,,aao com l'>"!'omsiao,qaeromprra iim convile, que M
precioso convile. NAo confiou-o a mngaem, comer-' convite eslava com o uomc de Oolrevllle, qae DAo
o mundo, que o universo acensa de ser Uo breve,
seria mai prolongado.
Casino senlia-se com suflcienles retortos na es-
pirito, e bstanle ternura oa alma para fazer dorar
saa relenla le, tanto quanlo sua vida, mas sob a
condiro de poupa-la. Indutio braodameola Local-
la a repartir seu tempo pelo amor, pelo trbala a
tambem pelo enfado, vizmdo salolar que augmenta
o prazer. Inleressou-a em seos aaaattaa, e em toas
udagares ; persuadio-a que liccsse, e recebeata vi-
silas; leve o heroismo de conduti-la a cata da barei-
neza de Sommerfogel Reenio-se a ella para rogar
Mr. e a madama Jordy qae \ ies-em passar na for-
ja as primeras lenas que podes-em lomar ; diclaa-
Ide cinco ou seis orlas destinadas a aliraadar mada-
ma Benoil, e laze-la vollar.
Estes signaes de submissAo filial non ligar ata mais
dn que irritar a colera da viuva, a qual nae eslava
lonse de crer-se maullada por vAas escasas, qoe neo
pndiam abrir-lhe'o menor salAu. Se livesse podida
r.quecer-se um iustaoic do que chamara a traicio
da t.lha, o ronvile do marquez de Croix Mancan,
que ir.1/1 1 coinsico. Ih'a lena lembrado. Torna m
misanlbropa como os cspiriln fracn qaaade vetea
baldados lodos os seu esforros, c perdida toa cape-
ranea.
i ni das rlc-pezas qi.e lzernin nari festejar sua che-' ,, ...
dos do- Ahorreceu-se do mondn inleire, mesmo de sao an-
lu qoe ""' "'"lo. o biiirio dr >an Cermeo : perecia-lbe
que a aristocracia de l'aris conpirava coaira atla, e
I qae ii marquez de llulrcville ert n rbefa' da ronja
1 primeira ida- [ rar. o. Se nao dizia elernn rleos an Iheatra da ion
vencida. Per-
no meio da nnbreza ; mas 1 nmoaln
gala, nformou-se dos ausente, pedia novas
I ente, fez brilhar em toda a aldeia a alesna
! eslava cl.eio seu corarAo.
Pay 1 e le li bnto s lambranca
fundo de eu rcliro. A rnanras Irem a imp-eviden- | para afronta-la de perto : quena p.saf o lele da
na do selvagens da America, que rorlam a arvure ra ie Crenelle. assim como Dinsciiea calcara **
pelo p, e romem-lhe lodos o Inicios em um da.' pos o luxu de l'lal.io Njo Inrnoo mais a ver, oem
Maso marquez depois do rasamenlo litera rellex.'.e a madama de Male-.. nem os oulin seos
s.-ria, e adevinhara o ire/redo da vida domestica : a exreplo o harAo de Subreaar. Nao eapacava
eronnmia da felicidade. Sabia que a olida de don, ohum -:trvco ; pois crarnra o braco, o ata aas
sondo do amantes, deve esgotar rpidamente os co- ravt mais nada enao do acaso : porem e aorta let-
racOes mais ricos, e que dizendo tudo em um da, tomnuhava-lho benevolencia, e he elgoata cansa, na
orsoso he depoi repelr oa elar-e. Se o jovens (alia de melhor, a amizade de nm bata.
esposos 11.10 coslamatsem disperdicar soa felicidade, lctifiiaaT-K-*o.j
MUTltSDD"


Boa-Vista da provincia de Coyaz, logo qne haja
nelle coiper de povoa. o e cas par* funcciona-
rem ai respectivas autoridades locaes ; e nulorisou-
se o enverno a despender at 4:0009, deduzidos da
quanlia consignada para obras publica- Da lei n.
.167 da >'i de julhn da ISVi, enm a constraecto de
elicos, que possam temporariamente servir para
ai sessflea da cmara municipal, quartel, caricia e
casa de oricao. Nao lendo ainda conhecimento de
algum povoado no territorio designado por esta lei,
nao llie lenho dado execucao.
Foi decretada limbem a creaeo de orna freeue-
7ia ni mesma villa, loso que eslejam espedidas ai
bullas, de que trata o arl. 2. do decreto n. 77.1 de
:.( de agosto de 1834. A freguezia, portanto, esta
dependente Unto deite tacto, como do estabeleci-
mento da villa.
Entendo que a crearlo de urna villa naqellas
paragen* devia preceder a Tndalo de urna colo-
nia, misto ou presidio, que, preitanto proteccan
navegado do Tocantins. se conitilaisse un ncleo
de povoaco, em torno di qaal ir-se-hiam situando
elabelecimentos de lavoora e de creacSo de ga-
do, e promovendo i catechese e ildeiamenlo de In-
dios.
A freguezia creada di povoaco de Pinbeiro pelo
I. ?. da lei d. 370 de 26 de miio do anno panado
liada nao foi provida de parodio, e logo que me
cooile que ha igreja decetilemenle paramentada,
itirigir-me-hei ao Eim. bispo diocesano para pro-
ve-la.
Pela lei d. 391 d 18 de jullio do anno pastado
decrelou-se, que o governo dividisse em doui o pii-
meiro districto de paz do termo do Rosario, e Ibes
mercaste limites i vista de informarles dadas pela
cmara municipal respectiva ; ainda nao leve exe-
carao esla lei.
A lei o. 386 de 30 de junho do anno passado de.
cietou a traniferencia das sedes das villas de Pailos-
Bons, Prnagem-Franca e S. Jo- de Maltoes para
as povoacOes do Mirador, da Manga e de S. Jos do
Parnahiba.
Ainda nao pode ler eiecuco por falla dos pre-
dios necesarios para as lessOes da cmara, jur> e
cadeia.
Os habitantes das povoarf.es elevadas a calhego-
ra de villas deviam flearobrigados a apresenlar es-
tes predios construidos i sua cusa dentro do.prazo
dequalro anuos para ler lugar a installacilo dellas ;
aisim se pratica em oolrai provincias do imperio.
Orden* religiosa'.
Apresenlaodo penas nm brevissimo apanhado so-
bre o numero dos religiosos, das fareodas e escravos
de cada ama das ordens, direi em remate fraca-
mente todo o meo peosamenlo a respeilo.
O convento de SaDlo Antonio desla capital, fun-
dado em 1612, que, aina em 1821, tinba 16 reli-
giosos e 21 escravos de servico, lera actualmente .1
sacerdotes e 2 chonelas, e sua propriedade se limita
ao edificio, parle do qaal he occopada pelo semiua-
rio episcopal s mautem-se pela caridade publica, e
(oa disciplina be lao regular como permitlem as cir-
cumstauciai, por isso ainda altrahe as sympathias
do povo.
A Ordem das Mercs fundou doos convenios ; o
delta capiul em 1654, e o de Alcntara em 1659-
No auno de 1821 bavia oelles 25 religiosos ; e oas
suas8 fazenda de cultura e 1 de gado possuia 344
eecravos, numero que esl redolido a 156. Seu pei-
loal apenas conita de 3 presbteros e 2 choristai.
A Orden do Carmo fundou doui conventos ; o di
capital em 1616, o de Alcntara em 145, e o hos-
picio do Bomlim em 1732. Ainda no anno de 1821
bavia nelles 21 religiosos ; em suas S fazenda* de
cultura e 1 de gado e maie Ierras possuia 508 escra-
vos, numero que actualmente lie apenas de 368.
Seu pessoal coma de 14 religiosos, entre presbte-
ros, leigos e ausentes.
Al o fim do XVIU secuto os conventos do Ma-
ndiln fiureseeram; debaixo de seos lecloi as scien-
< as eneonlravam abrigo, a mocidade ee instrua
para aspirar ao sacerdocio, o desva lido ia receber
lias portaras o pao qiiolidiano que 1 lie lallava, dis-
linctoi filhos destas casas iain levar o consolo da pa-
lavra evanglica aos habitantes dos campos, e plan-
la-la no roracao dos selvagens, adorando seul cos-
tunaes, reunido-os em mis.es, de cuja adminislra-
3o curavam. Hoja, debaixo desses silenciosos le-
los pela maior parle em ruinas, -e divisam caracte-
res, cujo zelo, intelligencia e moraliide nao me
fajo cargo de descrever. A extrema decadeucia do*
conventos o deleixo inseparavel da administrar.i
de sus baos, o seu poucu e mal preparado pessoa.1,
a ociosidade delle, que Uo vivamente contrasta com
a actividade de lodas as outras classes, a nenhuma
utilidad que de semelbantes instiluicSes colhe pre-
eolemente a sociedade, tornando-as anaclironicas e
anlipalhicas, reclama sua promplaextincc,3o, e a ap-
plic.acalo de seus bens pera fins mais proveilosos a
religiao e humauidado.
As Dumerosas propriedades destas ordens, cujo
deploravel estado deixo de descrever por ja o lerem
sido nos quadros estilsticos anoezos o re'alorio d0
ministro dos negocios da jostica de 1855, e os 524
escravos, que aluda restam, produziriam cerlamente
uro capital superior o qoinbeotos cont* de reis, que
convertido em apolieea da divida publica interna
fondada, dara ama renda annaal (superior a trila
contos da reis. Esta permutadlo, em conforraidade
do artigo 44 da lei, n. 369, de 18 de setembro de
1845, seria feit.i com o abalimenlo de melado da sizn
devida.
Como os regalares desla provincia estao a eargo do
Ordinario, (icaria este capital de apolices iulrausfe-
riveis annexoa mitra mar nliense, e a toa disposi-
(ao a respectiva renda para ser distribuida; 1. em
razoavais congruas aos religiosos, que restam, aos
a quaes diril um emprego ou deitino conveniente a'
religiao ; 2. ao melhonmeoto do seminario episco"
pal, que occoparia lodo o convenio de Santo Anto-
nio ; 3. manutengo de asvlos de orphilos e meui-
nos desvalidos de ambos os sexos, que fundar-se-
am nos convenios das Mercs e do Carmo, que para
esle fim seriam reservados.
Deste modo estou bem persuidido de que, nao se
permillindo que os restos dessas outr'ora llorescentes
ordem contiquem a arrastar una vida ingoria, obs-
cura, ociosa e intil, que a avullada somma de suas
propriedades v todos os das rrunando-se e dimi-
noindo consideravelmenle de valor, ao passo que
sero aproveiladas para a indoslria do paiz e se con-
iiillar.r .melhor a subsistencia dos religiosos que
ainda extitem, se colheriam delles e de |ieui beos
grandes resultados para a igreja e para a human-
dade desvalida.
Se atiendo i ampia disposieao do g 10 do aclo ad-
dicioual eonsliluicao do imperio, nao vejo em que
esle objeclo eileja fora da espl.era, que foi Iracad.
as attnbuldes da assemblea legislativa provincial
naxime observaodo-se as leis geraes-no processo da
transferencia da propriedade, a oblendo-se o accor-
do do Ordinario, sob coja juaisdiccao estao os con-
ventos desta provincia, como ja disse.
Com todo a gravidade desla as.umplo requer que
sobra elle se considere relleclidamenle antes de to-
marle qualquer resolocao a respeilo, e estou no
proposito, logo que al guia teja iniciada, de dirigir-
me ao governo de sua magostada para que me escla-
rece sobre o procediraenlo que deva ler, afim de
evitar futuras cumplicacOee.
Inslrucrao publica.
Na creado de estolas para a educadio da moci-
dade do sexo masculino tem-se reconhecido uecessa-
rio, na Inglaterra, na Franca, na Alleinanhi c em
outros paizes adiaolados na civilisarao, adapla-las
as difterentes occupai/ies do bomem na sociedade.
A divisao dos cidadaas em daas classes, urna dos
que servem o Estado pelos seu talentos, e outra dos
que sao destinados a servi-lu.com suas forjas pbysi-
cas, admillida por FlUagieri como base da organisa-
rgo da inslrucc.ao pul.llc, ,eria desrulpavel no lem-
po d'aquelle publicista ,n n.l0 hoje em aue nin_
gaem confundir' o negociante, o fabricante, o ar-
ehitectoeo mechanico com o bomem, que so he
til a sociedade com os seus bracos.
as sociedades bem organisadas as occupares do
bomem dividem-se em |res' classes principas os
trabadlos propramenle minuaes, os prepiiameule
scienlificoi, a os indoslrlaes. que, participando de
ambos, com elles se naodevem confundir.
. Admilliodo esla divisan, que he exacta, e consi-
derando que a maior parte da popolarao em lodos os
paizes se applica exclusivamente aos (rabalbos ma-
iiuaes, reeonhece- desde logo que p,ra ella nao se
pode exigir instruccao de ;rande monta, que he sofli-
cienla dirigir seu candar por mein da educajao
moral, a ministrar-Illa simples conliecimentos ele-
mentarea, como sejam ler, escrever e contar, e de-
envolver soas forjas phvsica-.
O eslubelKimelo de escolas publicas, destinadas
par esla classe lo numerosa, tem nos paizes civi-
lisados merecido sempre a allenrAo dos poderes p-
blicos ; por quinto lOI instrurrao inlereisa nao l a
humanidade, como ao Estado, e por iso convein dis-
semina-l. Entre neis, felizmente, nilo s o trabalha-
dor, como o que se dedica exclusivamente aos oll-
cios mchameos ou aoulrosmiste.es da vida, nao
procura receber a menor educaeflo ; e quanlo a' ins-
(rur{o, as vezes, nem ao menos obtera os simples
cniliecimcnlos elemenlares.
A falla de educaSao, a a ignorancia do menino faz
serm.nar o vicio no coraco do bomem, c a socie-
dade colhe amargoi fruclos de sua indiffaranra. Os
tristes reiultados deste abandono, em que se d'eixa a
maior parle da populado, actuara contra prosperi-
dade do paiz e a seguranra individual; contra aquel-
la, porque a industria se torna, quando moito, orna
bruta rolina ; contra esta, porque assim o allestam
aseslatisliceicriminaei, emquea maior parle dos
individuos levados aos Iribunaes, ou nao saben ler a
escrever, ou o sabem mal.
A segunda classe de cidadaos be aquella qoe se
compOe doe que se destinam as arles e a' industria;
sua inslrucsao nao se deve limitar onicamente aos
predilos couhecimenlos elementares, porque alem
desleslem sempre precisaode applicar no exerccio
da suas prolisses priDcipios de malhemalicas, de
physica, de cliimica, e de mechanica ; e cumpre por
lanto le-los esludado para entender o que fazem,
para o progresso da industria, pata utilidade propria
e do Estado ; e sera' conveniente tambera ilgum es-
tado das linguas e o maior conhecimenlo deslas e
daquellas se tornara' neceisario se Tiren a ser fa-
bricantes, ou a occoper urna posicao mais considera-
da no commerciu ; e por .lano as escolas especiaes
para esla claise reclaman, urna sul.lvisao afim de
graduar a somma de conliecimentos precisos ao des-
tino, que o individuo pretenda ler na sociedade,
Deste genero ha apenas presentemente nesta pro-
vincia a casa dos educandos artfices.
O rcgulamento de 2 de fevereiru de 1835 uo con-
templou sena ensino elementar e o secundario
scientilico, que difiere do industrial ; a organisacio
deste parece que he considerada dependente dos me-
Ihorameiitos maleriaes e seu desenvolvimeulo, e o
resultado sera' apparecer eolio em toda sua nudez a
gnorancia das niaras do nosso paiz, e a superori-
dade dos outros ; por quinto para dirigir as machi-
nas a vapor as estradas de ferrle as embarcarocs,
para construir os mais simples machinismos leremos
necessidade de recorrer a meslres obreiros e cons-
Iructoresestraugeiros, porque entre nos, exceptos


OiteiO DI PEIIIIIICI QUMTA FElfl 10 01 SETEMBRO 01 1856
Alcntara, 5 frequentadas por 231 alumnos, e 2
por 31 alumnas.
Vanna. 5 f equenladas por 283 alumnos,|e i por
59 alumnas.
Ilai>ucnr,'; frequentadas por 275 alumnos, e 2
por 33 alumnas.
Ilrejo, 4 frejiueuladis por |(2 alumnos, e
2i alumnas. !
Ailo-Meariip, I freqiienlada por 11 alumnos.
Cavias, frequentadas por 133 alumnos, e I
37 alumnas.
I!.i! Iton 2 frequentadas por 18 alumnos.
Chapada, I reqoealada por 52 alumnos,
nao consta.
I por
por
Dos pensionitas, que deixarain o cslabelecimenlo,concnrreram para que mo houvesse de se lamen lar
saluram promptns em primeiras Icllras e ollicius 71 ;; noJa maiores disturbios,
por perdido de seus prolertores ou prenles, estando -"''"ariisamente escapeo de ser assassinado um
ia .n.iii... ,i.i____n., .j- ,., __m ... dos inembros da mesa parorhial de San Jos, o Sr.
ja mimos denlre elles alianl.dos em offic.os, SI; .,uilqillin ,.,, g,^ ,., seu amiso
por irregularidad! de conducta e inhabilidade 54 ;; o ailvoa rapellindo o golpe Uaicoeiro do puohal ho-
por doentes 17 : e falleceram 8. mcida, por cujo acto heroicojaoffrea un ferimento
na inao direil.
Parece-nns que a iiialrizfdo Santo Antonio esl
inlcrdicla : liouveram ferimento*, e bem ass m no
Carolina, --
Dos educandos cxislenles7"is.io de numero, til e\.
Iranumerarins. c 1 pensionista particular : 18 con-
lam de (i a III anuos ; lili de lia l(
: 17 a 23 annos. San naturios desla provincia 130; do 'oain liradas dos altares e
I Ceart I ; do Piauhy 2 ; e do Rio de Janeiro 1 1"< "I""'' : ''
valcnte inspector de quarteirao resisti quan-
lo lite foi possivel aos ataques da populaba, sahindo
unos: 58 de ] Terco, e n'iqoelll igrej as imagen* do|Crucilcado
serviram de instruinen-
t) estallo sanitario do estabelcrimenlo, em gera'
I he hora; a' vanlajoaa lituicao do edificio, ao ar
) puro, que reina naquella paragem, deve-se esle re-
Ai i do sexo masculino, cujo numero de alumnos ; sullado. Cumludo o movimenlo da
n,lo cousla, sae as do Codo, Riacha, Sao Flix de
l.uiz lionzaga
nalmente a da
Hilsas, as nov|imente providas de Arayozes a Sao
a de Carolina que esta' vaga, e fi-
colunia Palropolis. As 4 do sexo fc-
miuiuo sao as Be Codo, a' novamenle prvida de Cu-
rurup, e as de Santa Helena e Moncao qoe eslao
vagas.
Na cadeira de historia foi prvido em concurso o
Dr. Antonio Marques Rodrigte*, e na grammalica
geral e hiiloriaj da lilleratura brasileira e portugue-
za o Dr. Hermenegildo Antonio da Encarnarlo e
Silva.
Alguns profesores do Ivceu reclsmam augmenlo
de seus ordena los, e sera' irazida ao conhecimenlo
do corpo legislativo provincial a represeulacao que
lizeram, alim de toma-la na merecida considerar/io.
Cala do> educandos artfice*.
Esle esta heledme 11 lo, creado pela lei provincial'
n. 105, de 23 jle agosto de 1841, e inaugurado no
dia 25 de noveinbro desse anuo com 28 jovens des-
validos, continua a prestar valiosos servicos.
Todos os educandos sabein correctamenle a dou-
esiao destros nos exercicios e evnlu-
como recommenda o regolamenlo
o eslabeledmenlo ; e tracas a sua
boa direcrao s o morigerados, e apresenlain hM.io-
de ordem e de^obordinacao.
A repugnancia que bavia da parte das familias,
ainda as mais pobres, de couliarem seus lilhus a esle
estabelecimenl, Undo desapparecdo de 1846 em
diaole, alluiraln entao muitas pessoas solicitando
para seus prenles ou protegidos a entrada nelle, o
que, com prelcricao das formalidades, leve muitas
vezes lugar, la antecessor, deaejniido acautelar
abusos, a dolar a casa com um regulamentn apro-
priado a nstilei^ao, expedi-o ?m 7 de marjo do
anno passado, nelle se prescreve o modo da ad-
Iriua christa, e
SOes militares
porque se rege
cidadaos que se destinara aos cursos scientiticui, Din- missao e despedida dos alumnos, de maneira a evlar
guem de todas as nutras classes possoe
as mais ii-
geiras noces de geomelria, de algebra, de mecbaoi
ca e de bydraulica ; e o estrangeiro nao pode deixa
de olhar com vislas de reparo qoe no se ienha da-
do unupaiso para a organisicao do ensino Induslral
em um paiz, cujai vastas maltas abundam de ex
cellenles madeiras de conslroccao e de marcenara,
cujo solo encerra immensas riquezas mineralgicas,
e que possoe finalmente variados germens de pros-
peridade, que desenvolvidos bao de por cerlo collo-
c-lo na ordem dos paizes que, pelo progreiso de
ma industria, preponderam no mundo.
A lerceira classe comp8e-se daquelles que se des-
linam ao esludo das sciencias; e ao sem duvida pre-
paratorios iudispensaveis o conhecimenlo dos classi-
cos, a Materia e a geographia ele. ; para a inslrucsao
della sao oe eslabelecimcnlos propriamente chama-
dos Ivceus, e depois as academias ou cursos de sci-
encias superiores, o -acerdocio, o magisterio, a car-
reira administrativa, a magistratura, a medicina, as
armas scienlilcas, ele, consumera as prolissoes des-
la ultima classe, e para ella apenas temos o Ivceu
na capital, porquanto bem pouca utilidade se pode
editar das aula, de estados inlermediosexistentes em
um ou outro povoado.
Ouanlo an sexo feminino, emhora mullo convenha
que as lilhas das familias melhor collocadas naiocie-
dade recebara nos collegios couhecimenlos das lin-
guas, da geographia e historia, do desenlio e da mu-
sica, cumpre sempre nao perder de vista que sua
educacao e inslrucrao deven, estar em harmona com
o lagar qoe, como esposai, mus de familia, ou do-
nas de casa, Ibes esta reservado na vida domestica.
le.las estas considerares, passo a presentar em
resumido quadro o estado actual da instr.icc,ao pu-
blica na provincia.
Oregulanwni de 2 de fevereiro do auno passado
que reorgan.sou o ensino primario e secundario, re-
gulado ate entilo por urna legislacao imperfeila e
omissa em muilos rasos, comquanlo seja de ara jo-o
complicado e exija grandes despezas, vai sendo eje-
cutado.
As escolas de euino primario sao divididas lera
duas classes, de I. e 2.' grao.
O ensino das do 1.a gr comprebeode:
A inslrucrao moral e religiosa.
A leilura e a calligrapbia.
Ai notoes esseuciaes de grammalica.
Osysleraa dos pesos-e medidas da provincia,
Nai escolas do 2. grao o ensino deve comprelicu.
der.
0 desenvolvimento da arilhmelica as suas ope-
rafOes pralicas.
A leilqra explicada do evangelho e nolica da his-
toria sagrada.
O elementos de historia o geographi, principal-
mente do Brasil. y
A grammalica da lingua nacional.
A geometra ciernen! ir.
A agrimensura, leseuho linear, e um svslema
man desenvolvido de pelos e medidas, oo i da
provincia, como lambem do imperio, e dos paizes,
eom qae esle liver mais relaces commercaes.
Eslai escolas de 2.- grao nao foram ainda creadas,
e, quando sajara, couvira limila-las i capital, as ci-
dadei de Alcntara, eCaxias, e a algama oolra po-
voaco importante.
He bem sensivel a falla de um pessoal habilitado
para ocenpar as cadeiras.
Nm escolas para o sexo femenino, alera da, mate-
ras das do !. srao, se dcve'cnsiaar bordados e 1ra-
ballios deaguilia.
O ensino secundario no lyctu compreheude :
l.ilim, em duas aula?.
Inglez.
Krancez.
tieogrphia anliga, da idade media e moderna,
principalmente a do Brasil.
Historia Anliga, da idade media e moderna,
principalmente a do Brasil.
Rlietorica e potica.
Malhemalicas elemenlares, comprebendendo ari-
lhmelica, algebra al as equaees do 2.- grao; geo-
melria e lignomelria rectilnea.
Calculo mercantil e escriplurarao por partidas do-
bladas.
Desenlio linear e lopographico.
Grammalica geral com applicacao a' lingua nacio-
nal, e historia da litleralura brasileira e porlugueza.
Alem do Ucea existem as cidades e villas mais
importantes doze cadeiras publicas de esludos inter-
medios, frequentadas por 118 nluraoos ; considera-
das dependencias daquelle, regendo-se pelo mesmo
regolamenlo na parle applicavel.
O numero lotal dos eslabelecimenlos de inslruc-
tao, exclusive o asylo de Sania lhereza com 40 me-
ninas, e a casa dos educandos arlilices com 1:16, ha]
em loda a provincia de IOS ; e o numero dus alum-
nos que os Irequeularam no anuo de 1855 fui de
272.
Dos 103 eslabelecimenlos sao pblicos 79 e par-
ticulares 21 ; aquelles Irequenlados por 1,239 alum-
nos, e esles por 723.
Dos pblicos 22 periencem ao ensino secundario e
que sejam acceltos pensionistas, que nao eslejam no
caso de fazerem all sua e.-lucacao, com exclusao,
muitas vezes, de oulros verdadeiramenle desva-
lidos.
Por occasiao lia sahida de educandos, tenbo, como
convem a boa lijscalsa^ao dos inleresses da casi e da
fazenda provincial, observado religiosamente o re-
gulamenlo, pois nao be justo qne o joven, cnji edu-
carllo foi feila no estabelecimento. delle se retire sem
urna lal ou qual inderanisa;ao, que facilite a adrais-
iflo de outro em idnticas clrcnmilancias.
Exislem, actualmenle. na casa dos educandos as
seguntes ofticinas :
1." De alfaiatfc ;
2.a De sapalerro e sumador ;
3.a |)e pedreiro ;
4.a 1)0 carpira ;
&* De charuleiro.
Estas officinas comprebendein, alm dus respecti-
vos meslres, a primen a 53 aprendizes, a segunda 29
inclusive 4 lurradores, a terceira 14, a quarta 10 e a
quinta 30.
O nomero crescido que se ola na primeira, pro-
vem de se acbarem empregados nella os meninos de
lenra idade, qoe, como be sabido, nada fazem.
lano a primeira como a segunda, nao obstante ler
sido o trabalhu de ambas reduzido as necessidades e
consumo da casa, coutinuam a trabalbar para lora
do estabelecimento.
Os aprendizes da ullicna de pedreiro en respectivo
meslre estiveram empregados na obra do dique, al
que por falta de crdito, furam despedidos della em
16 de maio do anno prximo passado, e ootra vez ad-
mlllidos em 7 de Janeiro do crrenle anno, o que,
de alguraa forma, tem contribuido para o augmenlo
da pequea receila do estabclecimenlo.
A olliciua de carpira ocrupa-sc na promplifcir,ao
de caxas para charutos, e em outras obras da casa.
A de charuleiruapresenlou, de I de julho do anuo
passado al o ultimo da do mez de marco, uina re-
ceila de 2;40l9495 re., leudo feito de despeza reis
2:2429396, sendo o saldo a favor de 2499099 rs. Se,
porm, levar-so em conta o salario dos educandos
que se occupamiia feilura das csixas para acondi-
cionar os charutos, o Irabalho dos 30 educandos que
se empregam no seu fabrico, e o silariodo respeclivo
meslre, esle mesmo saldo desapparecer. A vanta-
gem, pois, desta olliciua be nenhuma, e bem pode
ella ser substituida por outia da maior utilidade, e-
vj(ando-se que desde a infancia adquiram os edu-
caudos o vicio de fumar, que pode prejudicar a com-
pleicao dbil e ainda nn deienvolvida de algans de
eatre elles.
As aulas existentes sao as seguales :
1.a De primeiras leltras ;
2.a De mechanica, esculplura e desenlio appliea-
do as arles ;
3.a De trance/ e geographia ;
4.a De instrumentos de corda ;
5.a De instrumentos bellicos.
A primeira deltas aulas he (requemada por 136
meninos ; as horas de ensino silo das 6 s 8 da ma-
aha. O aproveilameoto dos alumnos nao corres-
ponde aos esforcos e a assiduidade, qae tem no cum-
priraenlo de seui deveres o respeclivo professor.
A isla onde est esla aula he lo acanbada que
nao adradle aeniio mel'ade dos alumno-, de maneira
que c-l.o divididos em duas turmas ; urna fre-
queula em um dia e a oulra no seguate. Esle ob-
jeclo deve merecer seria allencao, pois repulo sobre-
modo inconveniente a conlinuacao deste syslema.
A aula de mechanica, creada no eslabelecimento
em virtud* da lei provincial n. 395 de 18 de julho
do anno passado, e para a qual se expedio o regu-
lamenlo de 17 de setembro do mesmo anno, be ape-
nas freqaentada por 5 educandos. O prolessor o le-
nenle-coronel reformado do corpo de engenheiros
Fernando l.uiz Ferrcira, acaba de confeccionar e de
subraetlcr a approvacao do governo um compendio
de arilhmelica appropriado para uso de seus alum-
nos.
A aula de francez e geographia foi urna cruac.l..
provisoria, e deve-se ao ensenheiro da provincia
visconde de Sainl-Amand, que se ofTerecea gratui-
tamente a dar aos educandos lices de.sas materias
durante o lempo do seu cootrato. Teodo, porm,
principiado a leccionar em 25 do mez de junho do
anuo prximo passado, em fins de agosto parti
para o interior da provincia, afim de proceder a'
explorado do rio Mearim.
A aula de instrumentos de corda, que funeciona
desde o dia 28 de agelo de I85, he freqiienlada por
4oze alumnos, cujo aproveitamento he satisfactorio.
Na exislindo no estabelecimento instrumentos e
nem ainda mesmo melbodos e msicas, esles objec-
los lem sido fornecidos pelo respeclivo professor,
com louvavel dcsinlercsse. Parece-me pois de justica
que na lei do nrcamenlo se consigne alguma quan-
lia para fazer face a laes despezas.
A banda de msica acha-se montada regularmente
e consta na aclualidade de 21 alumnos.
liepi .'-olitando in? o director da casa dos educan-
dos sobre a necessidade que sofria o estabeleci-
mento de DOVO* mi.trunientos para a banda de inu-
im mais
nao passaram
enfermara du-
rante o anno prximo pretrito fui o seeuiule :
Kntraram l(*|
Sabiram curados |(
Exisliam em I de Janeiro desle
auno ;(
Felizmente nao houve nm s lallecimento.
>s me/es de Janeiro, agosto e nolubro fora
frequentes as molestias : estas porm
de febres Intermitientes e vermes.
Nao devoomillir aqui que o medieo do estabele-
cimenlo, cirurgiao-mr Silvestre Maiques di Silva
Ferr.lo, forneceu tambem a' casa muilos remedios a
sua cusa.
A receila da casados educando; do |.e de julho
do anno prximo pretrito ao ultimo de
passado foi de 18:4109374
17:127956 rs., a siber :
RECE1TA.
Importancia recebida do Ihesouro pro-
vincial para alimento e vestuario de
75 educandos......
Hila, dila para salario aos meslres das
ollicinas.......
Meusalidadc de um pensionista parl-
colar por ISmezes. a' veucer-ie em
30 de jooho de IK'ili.....
Reudimenlo dai ollicinas.....
Dito da banda de masica.....
Extraordinaria.......
Saldo que paisou do anno anterior. ,
marco
a sua despeza de.......
8:1003000
1:31.5(000
2l(i000
4:3709515
2:9759000
somma. .
DESPEZA.
Com alimento e vestuario. ,
Salarios dos meslres das officinas. .
Com gralilicajoes ao capellao, agenle,
amauuense a mais empregados. .
Corabuslivel......
I.uzes.....^
Medicamentos.......
Expediente.......
Materias primas e misteres as ulliciuas
Com a banda de msica.....
Obras e concertos no estabelecimento.
Extraordinaria .
7168699
18.-4409379
9:7599196
1:3149000
7519060
I03340
2769040
2729260
97,9730
3:6189681
1549814
2749-355
173948o
17:1279956
1:3129418
Somma. .
Saldo a favor........
A demonstrarlo geral do rendimento liquido da.
ollicinas, bandada msica ele, do primeiro de julho
do anno prximo preterilo ao ultimo de marjo deste
auno ha o seguinte :
OFFICINAS.
Receila .... 4:3703-515
Despeza 3:6189681
BANDA DE MSICA.
Keceila. 2:975.000
Despeza 154981 i
Rendan
Somma .
exlraordinaris
7119834
2:820.3186
3:5429020
7039160
4:2459180
Total liquido .
Deita demonslracao resalta, que o produelo liqui-
do dos rendiraenlos da casa fui de 3:2453180 reis
deve-se, porem, dedu/ir desla quanlia a de reis
1:0889916, saldo que exi-lia disponivel, e, entao, (i-
carao3:l."9264 reis. Esta somma, com a quanlia
de 8:1009000 reis, recebida do Ihesouro publico
provincial para o sustento e vestuario de 75 educando*
de nomero, nao he sulliciente para fazer face a to-
das as despezas do estabelecimento, comludo, a ac-
curada fiscaliSacao, a rigorosa economia do digoo
director, deve-se o milagre de se alimentar, veslir
e medicar 1 Heducandos, que lem regularmente
havido, com a referida quanlia, cabendo por con-
leguiute i cada um 297 reis diarios ou 8j932 reis
meusaes para lodas as despezas. Convinha, pois.que a
assemblea legislativa provincial, leudo em contide-
racao o exposto, consiguasse na lei do ornamento
quanlia suflicieote para a compra de vestuario do uso
ordinario dcsles jovens, que o nao possuem bstan-
le para mudar mais de trez vezes por mez, e dentro
do eslabelecimenlo dous tercos, pelo menos, destes
pensionistas andana descalzos para puuparem o cal-
cado, cora que se a presen la m as I orina turas, e com-
parecen) as aulas.
O activo do estabelecimento do !. de abril do
correle anno iraporlava em 2939200 reis, e o seu
passivo em 1:7819314 reis.
A escriplurarao dos livros eslaj em dia, a faz-se
com clareza o ordem, conforme os modelos mi-
nistrados pelo inspector do Ihesouro publico pro-
vincial.
Dura/lie o crrenle anno financeiro o negociante
Jos Ferreira da Silva Santos dcixou por seu fallec-
menlo, a casa dos educandos um legado de 6009000
reis, e o capilao lelo da Silva Raposo oolro de reis
IOO3OOO. Como um lestemuoho de reconhecimeu-
lo, a banda de msica da casa, na conformidade do
i 8\ do arl. 38 do seu regulimenlo, acompaobou
ale o ultimo jaiigo os restos raortaes de sens bem-
fcitores.
Nao fecharei este arligo lem chamar a allencao da
assemblea legislativa provincial sobre o edificio, que
n3o offerece os eommodos precisos ao numero de e-
ducandos actualmente existente, e, para supprir este
inconveniente, alugou-se urna casa contigua ao esta-
bclecimenlo onde dormein 40 alumnos.
He de absoluta necessidade apromplar mais duas
coxias ; e fora muito conveniente que houvesse no
edificio orna sala propria para aula de mecimiica,
e que se concluste a casa da oflicina de carpina.
A falla de um oratorio, onde, na eslacjlo inverno-
sa, se celebra o sacrificio da irrfssa, e os educandos
facen soas oraches, he objeclo que reclama prompla
providencia.
He incouteslavel a grande utilidade, qae a pro-
vincia lera cothido desla instituidlo, e ainda maiores
vantagens poderiara della resultar, se n corpo leais-
lalivo provincial resolvesse em sua sabedoria dar
miiores proporcoes ao estabelecimento, elevando o
numero dos pensionistas da provincia a 100, reser-
vando-te 20 lugares para os orphaoa desvalidos, ca-
ja admissao fosse propo>ta pelo respeclivo juizo, sa-
tisfeilas as condicces do regulamentn ; aulorisando
a presidencia a fizer extrahir duas loteras de prefe-
rencia a quaesquer odtras, cojo produelo seja appli-
cado ao augmenlo do edificio e, finalmente,a reor-
ganisar as aulas e ollicinas de modo qne o eslabele-
cimenlo jamis se parece com um Ivceu ou collegio
-cientfico, e seja realmente um coegio de arles
ollicios.
Eslas ideias que lo perfoocloriamenle afferera a
coiiiiderarao do eorpo legislativo provincial, sendo
ac lindas, com o que muilo folgarei. sero mellior
desenvolvidas em disposices pralicas por tua illus-
traco.
r"o/i(;iHar-s-/ia.
Mpectaenlo lyrieo dramatice, que ha muilo foi an-
nuncMilu, mas que em consequencia de motivos ra-
zoaveis na e pode realisar.
Ouvin.os M1,hor, ,;.MlM so,)re ,
condn he"nJ'""0,,,e ".....' ^ "i"'
coodicao he que iemoi ||0
seo talento nolav,le,M1;leellenle ,
So podemos atribuir
versas rircumslam la-
casa.
oceasio de apreciar o
ellcnie exerorlo.
'nao exilu da artilla a- di-
mundano aiialli haslante Irivol;. anda uu II
disputa muitas veze. o sea privilegio. Enlre nm
clero que poueas alma. fevdab.lida.ie icim-
ranl* e guerrera, nao hi lo=; p.ra ama ra-, dis-
tiurla e ndependenle o* lilteratos.
II* su eom a impren.a. qae mo ,1,, \V r \\ I.
appaiecnn o- e-rriploies rmo urna BMaBBaBI aMM
A re(auracao acaba de os separar de clere. por um .
'loe se deram uo dia em que novo espirito, que os faz cnnleroporaneos lia :raa
peante o
com o falo dilacerado, e um pouco cund
Na fresuezia de San Fre Pedro Conexivas a
Iranquillidade dominou em loda exlcnsao da'palavra.
.\ove de setembro as 6 da manhaa.Nada por
ora nos consta que os desordeiros lizessein. duran-
te a noile ; os grupos na Boa Vistaeram inulfensivos.
Em San Jos be que anida nao ha desepis de Iran-
quillidade. Felizmente os que concitamos turbulen-
tos sao bem conhecidos.
As 9 horas.O Sr. .'ijudantc de ordens foi por
ordem da presidencia titilar o lliealro dos desordei-
ros, e felizmente eslavam qua-i os rareeitos grupos,
restando porm grande porfi de negros captivos e
moleques dando vivas a jagaoda a capoeira uns cora
os uulrus. Por isso esperavarnos. 0 nosso povo he
picilico e sibe repellir meia duzia de desordeiros,
sem partido, sem f, sem pundonor, que fazem cun-
sislir lodo seu elemento no terrorismo.
Ai II horasAlsuns memhroa do partido liberal
appresenlaram-sc em palacio, fazendo ver a S. Exc.
que nao podiam, ou nao linham mais Torca para
tranquillisarein os desordeiros. Consla-nos, que S.
Exc. 11 es disseraque fazia-os responsaveis pelo']
sanguc que houvesse de correr, lalvez occasionado
pela amtacAo em que linha-se poslo as massas, e
que 1 1II1........ para dizer-lhes palavras de ordem e
pacificarAo.
A I hora. Concluio-ie a verificarao do nume-
ro de lisias na Boa Vista, para a cmara municipal
613, juiz de paz do primeiro districto 383, segundo
161, lerceiro 71. Principiou a verilicar-seo numero
de votos para os eleitoi: reina rauita paz, e as auto-
ridades eslao dando as mais enrgicas providencias
para evitar que os desordeiros "de San Jos nao
reproduzam na Roa Vista as mesmas violencias, que
a esla hora la praticam.
San Jos. Osgrupos de desordeiros coiilinuam
agitados e preparados a' desordera. A mesa manlem
com energia a urna. A cavallaria cruza. Um desla-
[7039160 I caraento do nono balalhao foi enviado a reuuir-sc ao
outro.
--As 2 boras.-Secuiopara malrizde S. Jsolllm.
Sr. Dr. chefe de policiaacompanhado pelo Exm. ce-
neral e forra sufiicicnte para fazer respritar a lei ;
1 di/.uienle o nosso povo que he essencialmeute paci-
fico dispersou-se dando vivas ao presidente, ao ge-
neral, e ao chefe de poticia.
4 horas.O Sr. delegado e subdelegado eilivc-
ram presente-em frente da igreja matriz, e nada
bavia; pois o que mais avallara eram os moleqnes
da ribeira, que curiosos vinliam applaudir a 110-
vidade.
Montera dislribuio-se um paraphielo em nome
da rommi-sao directora do partido liberal, cujo pa-
pel repulamos apocripho, | u na ler a designacaoda
lypographia onde Tora impresso. Em lodos os*lem-
pos os partidos sempre usaram desse recurso.
As eleices de Santo Ailo ficaram adiadas,
se nao Dos'enttauanios, para o prximo domingo, em
yirlude de lerem os desordeiros invadido a isreja e
iiiilili-ia.li os instrumentos eleitoraes. Os homens
importantes da opposirao repelliram semelhanle pro-
c.lmenlo. O governo fez immedialamcute seguir
urna forca para fazer respeilar a liberdadedo vol.
Em Olinda, Afogados, Boa-Vista e Recife foi
ludo naveeado em um mar da rosas : mivernistai e
liheraes su eram eonhecidos quando fura das ma-
Irizei choromingqtam pelos votinhos.
Consla-nos que da barca franceza llaoul se
tem salvado quasi toda a carga sem grande avaria ;
entretanto jnlga-se que o cimento que Ihe servia de
lastro estara' inutilisado. O navio yo lera' ser salvo
sem grande damuo, se os interessados se aproveita-
rem das grandes mares do equinocio. O pralicn
que dirigi a entrada do navio, e aue parece cau-
sador de semelh.inte sinislro. vai ser processado pela
capitana, segundo determina o respeclivo regula-
mento.
No dia 7 foi irada pela primeira vez no mastro
que coma a columna emblemtica do arsenal de ma-
naba, a bandeira nacional ao som do hvmno locado
pela pequea banda de msica rail lar composla de
artistas menores do mesmo estabelecimento. A uir.a
hora da larde, e as seis, na oceasio de rrear-se a
mesma insignia, a msica locou o cntico da inde-
pendencia.
Km Isuarassu e Ipojuca as cousas corriam re-
gul.' lciile ; s imperavam a lei e as delibrameles
seb/ jilas da mesa.
As 8 horas da noile.Era tioianna occorreu o
sesuinta : ,
O juiz da paz deckrou-se roato, e suspende*
os trabalhos : mas segundo o arligo 60 Ha le de I '
da agoslo da 1846, estando a mesa paroclual ja-
lada, nao compete ao presidente della tomar rr
s a deliberaran de suspender uu adiar a .._,
pois lal decisao perleuce a mesa e nao a elle. I)
do, porm, o faci da suspensaudos trabadlos, oq
cumpre be que o presidente convoque immedial -
ntenlo a mesa e ponlia em deliberarlo se convm
continuar immedialamente a eleican ou adia-la pa-
ra o domingo prximo, ou para oulro, sendo porm
preferivel o prazo mais curio. Se depois da vota-
cao da mesa o presi.leute persislisse em relirar-se, a
mesa poda conlinoar os seus trabalhos, chamando
para presidi-la o juiz de paz mais volado. No caso
de se lerem retirado as pessoas que linham de volar,
o arhitrio de espadar a eleicao para o domingo pr-
ximo, he o raais leeal ejuslo, cumprindo sem demo-
ra annunciar esse dia por editaes nos lugares com-
petentes.
Consla-nos que foram nesle sentido ai providen-
cias que S. Exc. dera.
Teve lionlem logar a procissao da trasladarlo
da imagera e instituidlo da irmandade acadmica de
Vi--.i Seuhora do Bom Conselho. Pelas4e1|2da
larde sahio do convento da Penha, depois de urna
lin.lianle oracao recitada pelo mui digno prefeilo do
mesmo convenio, o prestito que preceda e acorapa-
nhava a padroeira da classe acadmica. Lentes da
Facuidade, leudo a' sua frente o Exm. director da
mesma, acadmicos de todos os annos, estudautes
desde os de primeiros radimenms al os das aulas
mais elevadas, Exm. bispo diocesano, commumda-
dndes carmelita e franciscana, commandanle das ar-
mas, ollicialidade dos corpos do exercilo, e grande
numero de pessoas gradas da provincia compozeram
o prestito. A ordem, pompa e brilhantismo presidi-
rn! a esse aclo. Praza aos reos que o fervor que
nessa occasiao moslraram os filhos de Minerva pela
sua padroeira a virgem do Bom Conselho, jamis se
arrefera. e que pelo contrario cada vez mais cies^a
o fervor da devoran.
Quanlo be doce ver a -ciencia abracada com a re-
ligiao, como disse o Rvm. prtgador da capella im-
perial Fr. Joaquim do Espirito Sauto uo seu eloquen-
la discurso ao recolher-se ao convenio de San Fran-
cisco,lugar da inslituicao da irmandade, a prads-ao.
Os acadmicos de 1856, fuodaudo t.io pa a devota
instiluicao, tornaram seus mimes imniurtaes nos an-
uaes da religiao.
Os devlos de Nossa Senhora da Escada fizeram
boje na igreja da Conceic.lc- dos Militares una fesla
muilo brilhanle a Sequera desse Home. A noile hou-
ve illiiminac.i'i a porla da igreja, a qual foi visitada
por um grande numero de familias.
O quartel do dcimo balalhao esleveilllumina-
do durante as nuiles de regosijo nacional, e o povo
por muilo.lempo esleve em frenle delle ouviodo
tranquillo a msica.
Aule-houlem a noile a igreja de San Francisco
foi bastantemente concurrida. A parle sexuala do povo
foi completamente indiOerenle a' ferocidade dos
loucos.
Os distincin ofliciaes do nuno balalhao de in-
famara no dia 7 de setembro, reuuidos em seu quir-
lel deram um esplendido janlar, o qual esleve 1 em
servido e com bastarde ordem, lizeram-se mullos
brindes proprios do dia, assni como, oulros que fo-
ram apresentados pelos dignos major commaudante,
ajudante e secretario do balalhao; enlre elles conlam-
se os mais notaveis. que foram aos Exms. Srs. com-
mandanle de armas e brigadeirn Favilla, aos senbo-
res ciunm.ii: laulcs dos Corpus, lenle coronel Por-
tella, major Fernando Machado, aos dislinctos ofli-
ciaes da guarnico c muitos oulros, que em particu-
lar cruzavam a mesa; poz termo ao janlar o brinde
feito a S. M. o Imperador, addicionando-se a elle o
do Exm. miuistro da guerra; a msica acompaobou
o janlar cora os hymuos imperial eda independeocia,
e oulras per,as bem exeeuladas, a noile illuininou.se
o quartel, a den lira ao festejo do dia da liberdade o
recolher a noile, onde lambem foram exeeuladas dif-
identes peca que muilo salislzeram.
Ao conclu!mu, o presente Irabalho recebemos
a aagainle :
ELEICAO' PARA VEREADOKES NA FRE-
GUEZIA DE JABOATAO*.
Os senhores :
l.uiz Francisco de Barros Reg.
pela primeira vez se preterjioa enlre n
publico.
I'emos oavido a senhora i;ir,r,|, eallf!tr rs
pedaro de opera, italiana! e trance,*- e alguns re-
manen na sua lingua palito, eempra nteneie-
cnlado romo verdadera aillMa, c-uln lnSp,racao,
dal-
le- hoiupiis do pacanismo. Alguns se apartan
le ainda mais pela reforma.
Na verdade, seria um bello .-nmec,n para e*la cla-
se na-, i-nie o ippar -rerrm no mundo heenen- i.e,
como ne Eslieiiue, os Scaligc.. m Eramat e aotua
.,. tudu >-Montaigne. Todava, ae Mbbbbbbi j i,.,i
com energa, sempre apa.xonada, m, V(1/ Cfr|0 dei ,, tUmm
.!?:.,'!"!?Um'a' 6 ";-ul",ooml't'o.Mnui ara-Uer.lmenleolitterato do saclo XVI .o,, ." gi
1 avel estjln. goidade, sem a comprebender hem, deadeaha o wi..
,. I;', ".'Z"'"e""r" de '," re'-"e- '? "'"' d" '" ""'- 9uff romprehende .inda mena*, vive ..... Ton,
je, la lontaine uu.,- peres sao pediros que a ans- seus iguaes, le muitu. csc.eva OMUnte n.,
la exceula cora grande fnrluna. I pouco W
Cromos que o e-peclacolo do da I -.' sera' mui Wra. i .\0 fim do sernln XVi. o lilleraln francez ,,..
oave, e que leremos una nuile inleressanle ,, prxima do mundo nvdisado. Elecanle* danta- .,
que alem de outras condices, leremos de apreciar a cercam de suas -edurroes. a humaniaam aeu r*d.-
deliciosa execuca,, e o ad.niravel talento do Sr. Pe- t,sm. N exce-so da seu reconhecimenlo. .M.ra
V i'i'Vi ; ?'? ophcleide. I eremos de nm pouco de si memo e se de.xa laapir.r peles Res-
tiro aislinrlo artista pernamburano couverler o se.., lo. frivolos da suas hospedes,
instrumento n um orgao humano, para acompaoher | Rud e Rimus lornaram-sa Voltore oa BeawaraaV.
a cantora em varios pedacos que olla lem de exe- c ar,nae (>,rne,|e enlranrou (inaaM,Tde
rutar. I Julia.
Ma. em pouco lempo cliesa Rirheliea, depais
,r'^' Eis-aqoi a academia trancara ; aqu
esta Versaillea. O beneficio., as peeMica reaa* aaae-
aiiram aos luieralos ama modesta aba.laeca. Hon-
rados man que enriquecidos peta soberaao, caeni-
nhim qa.ni a par dea grandes senhorex, que ka po-
co os prolegiam. Elles nAo leen man que an ae-
nlnir ; e-le senhor be o re. Nentinna idea hann
Ihanle se liga a esla -m.icao : um habita de aaovrila,
que temo* hoje am muilo pouco apree*. r*a.ftav
eolia na opiniao publica 1 idea de rei can a ale
$ovtts>pont>tncUi.
Ipojuca 8 da setembro.
Pouco ou nada tenbo.a cnmmunicar-lbe desla vez;
o correle mez fez sua eslrea nesta povoaco, com o'
enterramenlo de duas velha., porem que nao morra-
rara do cholera, e que a eslajao lem melhorado um
pouco mais do que eslava, e da indicios de qoerer
continuar.
As cleires liveram principio honlem, nada de Franca : o re he o Estado. *l)cTa1iTd4>
mais ha a respeilo dellas do que ler concorrido me-1 so abrigo, ai leltras sao livre. tm ni nal _
as gente do que se esperava, devido lalvez, a. chu- ideas geraes, immortal heranra do ceeera hamam
vas qne novamente nos tem visitado do dia ."> pa- revetem-se da mageslade de ama bella e limpies
lioguagem : loda a verdade poda fazer-aa ciara.
ra ra.
Alguns engenhosja derao principio a moagem da
nova saflra. O nosso esfado de salobridade he sa-
lisfalurio. A farinha na feira de N. S. do O' no
dia 6 do correnle gozou o preco de I0>2I0 res o
alqoeirc, a carne fresca nao cede a i-^HK) reis por
arroba. At para a semaua. Soo.
; l'm pastariiho.
Ui*
: Manoel Joaquim do Itegn e Albuquerque.
Francisco l.uiz Maciel Vianna,
ica, que he a funle principal de suas rendas, me
sao frequenlados por 2.:| alumnos, a saber : 1 *- ,a desuadas para fa/.cr face a despeza
las do Ivceu por 115, e 12 dispersas por 118 ; 56 sao
de ensino primario, frequenlados por 1,285 atranos
de ambos os sexo- ; a saber 1:1 por 802 do sexo
masculino, e 1:1 por 343 do feminino.
O numero das cadeiras creadas nao esla' em pro-
porrao com o dos alumnos ; eesle moilo menos cora
a populac.lu da provincia.
as 12 comarcas exislem creadas 67 escolas pu-
blicas de ensino primario, pois alem das 36 supra-
referidas ha raais 7 para o sexo masculino o para
o feminino. Nao foram incluidus no numero lolal
dos alumnos os que frequenlam c-las II ultimas.
As ."16 frequentadas por 1.235 alumnos de ambos
os sexos eslao distribuidas pela maneira seguale:
Comarca da capital, 7 escoljs frcqucolaclas
61 i alumnos, e 3 por 120 alumnas.
tiuimares ; 5 incluidas a> existentes na- co-
lonia* de Sania Isabel e Sania Thereza, frequentadas
por 116 alumnos, e 1 por 22alumnai.
Tiiry-aia ; 2 frequentadas por 7 alumno e 1
por 19 alumnas. .
por
da alimcn-
acHo e vestuario de 61 educandos extranumerarios,
na cooformidade do dispnsto no arl. 26 da lei n. O
de 21 de julho de 1853, resulvi autorisar o direrlor
a mandar comprar no Ro de Janeiro os instrumen-
tos precisos, e determinei ao inspector do Ihesouro
llr. Iguacio ;\er> da Fonseca.
Manoel do Naacimeole da Costa Mouleiro.
Dr. Antonio Vicenle do Naaeimeoto Fciloza.
llr. Ignacio Firmo Xavier.
t.uslavo Jos do Reg.i.
."".i- selcmbro a* "oras da noile.No pa- | Joilino Pereira de Farias.
Antonio Valentim da Silva Barroca.
Joau Valentim Villela.
PAGINA AVULSA.
leo do Terco piincipinu a grupar-se o povo; os ni-
mos cuniiiuii.-m a exallar-se. O Sr. Dr. chefe de po-
lica immediatameute comnareceu, e fez dispersar o
publico provincial que tisuzesse a sua importan-1 Sn^^uJSh- "*" C*o obrfeen. o hen-
cia, (icandn na iillcllgencia de que o cofres provin-
"aes seriam indcinnisados pela casa dos educandos
por prestaces mensaes de 100? rs.
Esla despeza, que esl dependente da approvac.,10
da assemblea legislativa provincial, sena um bene-
ficio completo, se, consultando H recursos da pro-
vincia, ella resolvesse em seu patriotismo que corres-
seporconla dos cofres provinciacs, por quanlo ja
as-imie pralicou .1 respeilo doslprimcirus instrumen-
los que se compraran para a banda de msica do
eslabelecimenlo.
Desde a poca da in.talacao al o ullimo dia de
marco do correnle anno, foram adraillidos na casa
dos edurandos 369 menino., sahiram 231, exi-.-
lero 136.
Volee.
29
336
21HI
2SS
2:!
223
20S
208
170
162
156
Da larza a muila idade foi vencido
A pallida dueuca Ihe (ocava.
Com fra mSo o corpo enfraqnecido ;
E pagaram seus anuos desle geito,
A triste 1.1 tu11.1.1 seo direito.
( Camdes C. 3.',
Manoel Ramos Patricio, natural de Mondivas. ter-
mo da Maya do reino de Portugal, filbo legilimo de
um dos principas lavradores daquelle lugar, veo
para Parnamburn de idade 22 anuos, e logo foi para
Serinhaem onde para sempre e domiciliou, e por
ahi overeen a nobre prolissao em qae fora criado
agricultor1; mas dolado de um curarn sensivel pa-
ra a ddr, elle jamis poda ouvir o. cernidos, ou ver
as lagrimas de seu semelhanle causadas pela fome,
que deixasse de soccorrer immedialamenle com o
Inicio de seu Irabalho '. qoem da perlo o conheceu
nao nega qae elle em quanio pude, nunca se ea-
queceu de cumprir an observar a risca as obras de
misericordia, (os arligosdar de comer a qoem lem
lome, e vislir os niis | .e por isso, jamis pudia
enthesoiirar.
Em 1834 vendo-se um lano alcanzado e por cau-
sa da guerra que ainda assolava aquelles lugares,
venden a sua pequea propriedade junio a ponte do
Gindahv a margem direila do rio Serinhaem. nico
bem que Ihe reslava, e com o producto pagou a
quem devia, com intento de se retirar para esla d-
nade, a passar o reslo de seus annos na companhia
de sua nica filha a Sr.- Caimana Ramos do Espi-
rito-Santo, mult.er do Sr. Joaquim Jos da Almeila
Pinlo. Porm, o coronel Francisco da Silva Santia-
go que ha muilos anuos o conhecia. sabendo desU
sua resillara,, apressa-se a convida lo, e iusla para
que fique em sua compsuhia como caixeiro da ca&i
dos assucare*, pelo ordenado de 120-5 rs. por anno,
( quanlia nao diminuida e nem augmentada al an
dia em que tallecen ) elle aceita e exerce esse lugar
por esparjo de 22 annos, al que no da 10 do mez
passado expede o administrador do engenliu do men-
cionado coronel um portador com ama caria cm que
Ihe fatia ver que a saude de seu liel servu licava em
pengo de vida l
O illuslre e honrado cavalleiro suspende seus negocios nesla cidade e volla an en-
geulio, ahi acha. encontr a certeza daquella noti-
cia, 0 seu velbo e liel amigo, o companheiro inse-
paravel de 22 annos. o zelador incan.avel de so.i
fazeada e preterida a- inconsolavel Ii.Im e X
netos, que por lanas vezes o mandn buscar par.
se quer ao manos ler a nica satisfcelo de receber
seu ultimo suspiro a reclina-lo em seos bracos.
A villa do estado em que o aduiu w^iiicccnd.-.
-jue nao pWia iljrar muitos das, foi lrarnqxn...mlr'1
pare o Rio Formoso, e di/.em que o manden entregar
aos cuidados de urna seuhora que ahi reside, muilo
entendida en? medicina pratica. Porem que foram
baldados lodos os recursos oue a mesma seuhora en -
pregou e oulras pessoas, finalmente no dia 30 do
mez passiso, depois de se ler confessado e recebido
o Sagrado Viatico, dabi a momelos entregoo sua
alma a Supremo Creador, com 78 anuo, oe idade !
Seos ltimos suspiros que se ouviram articular, fo-
ram, mntlia filha.... Jess!... amparai-a... e a miro
nesla ultima hora valei-me.........o campanario da
matriz do Rio Formoso deu signal a seos habitantes
que Manoel Ramos ja nao existe!... Mas o Espirito
Sanio diz peta bocea doSalmisla, que a memoria do
justo nunca morre e l, meu querido av, la' na
mncalo dos justos, aceita as puras homanagens de
um corceo dilacerado pela dr, ao receber a fatal
noticia do vosso passamenlo a Ierra te seja leve.
Recife 1 de setembro de 1856.Kphigenia Mara
de Almetia Pinto.
vez que fique lora de urna applicacao immediaia .
O rei quei ler 1 sna parle, mas nao quer qae Ihe
ficam as suas vezes.a
Esle obstculo foi vencido no tcala XVIII. A
Franca den enlao o magnifico rspectacala ata ana
naco inleira procaranda de boa fe o verdadeiro e a
justu, nao reconi.eccn.il> em toda* a* eeain entra
aoloridade seoao a razio. A sociedad* en atama
reihsou a duvida methodiea de lloararle*. O* tilte-
r.d.i.. aolnrea desle mov.meoln, o governaaa. atiri-
gein e perturbara algumas vezes. Sem per eciel-
menle a mao na direcrao dos negocios paMica*, ao
elles na realidade os -eunores e o* rtn. Cono a ajre-
ja da idade media, possaen as aleis : qoe pidan
desejar mais t
Dos, dizia ti alian i co u arrogaate saliifafio, di-
vidi ni papis enlre os sabios e os talo*. Toado da- J*
em parlilba aos sahiiM a feraidade de 1
y
1
ale-.
AO CORRESPONDENTE DE LONDRES.
I.end o agora mesmo a correspondencia de Lon-
dres no Jornal do Commercio de 12 do correnle, de-
parei com as seguntes pbrases, Iradozidas da Dayly
Setos :
u Tem a proviocia de Pernambnco muila-espe-
cialidades, a colre oulras a de ser menos fcil de
governar, em consequencia da grandes influencias
de parlido e de familias. Ao neiro symptoma
de tendencia de cunuivencic .a trauco, foi um
presidente de poucu firmezi. ue carcter substituido
por um estadista de npotacao europea, e dola-
do de muila coulbnca propria e nao vulgar ener-
gia... i)
Nao sei se a expressaopouca firmeza de carc-
terfoi bem Iradozida e applicada com ju-ca :
em lodo o caso devo fazer algumas recliiicaces, 1
^2er :
Qoe Peraarabuco nio be lao dilllcil da se gover-
nar, quando se procede com recuda e prudencia :
e que nao lem sido mui caroavel ao Irafico, de mu-
do que se pos-a dizer, que he a provinciaonde
mais do qae em qualquer parle se pode dar o peit-
go de soa reapparicao.
Que o ex-presideme de Pernamburo nao foi exo-
nerado csubsliludo pelo Sr. cooselheiro Macado, em
roiisc/ueiicia de tentativas de trafico : ha moito
bavia elle solicitado a sua exonerado, que afinal
Ihe fon concedida a pedido pelo governo imperial,
de quem al a ultima hora recebeu provas de cou-
fianra.
porlanto assislc no ex-prcsidenle todo o direi-
to de declinar, como com efleilo dentina, do juizo
pouco honroso du redactor do Dayly-Seict, e do
coi rt-puodenlo de Londres, quesera profundo exa-
me, o acorapanhou, como que procurando partir a
corda pelo lado que considerou mais Ir ac... lie
assim que muilos pralicam, ainda mesmo aquel-
les que sao dolados de grande firmeza de ca-
rcter, como eslou que o ser o mencionado re-
dactor.
Jote' liento du (unha e Figueiredo.
Rio de Janeiro !> de agoslo de 1856.
'Jornal do Commercio do Rio.
&n,'iKi\\
Dr. Anloniodos Sanlosde Siqueira Cavalciol. 152
Jos Camello do Reg Barros.
Dr. Manoel de Barros Brrelo.
Oito horas. --Ainda restam alguns grupos que P.-.dra Francisco Peixoto Duare
pretenden! coucilar as massas pacificas. O expedien-1 Oclaviano de Souza Fraura.
112
136
121
123
112
96
H>
1KJ
le do governo tem durado ale esla hora ; as provi- l Antale Marques de Anona
delicias eslao-se lomando mui deliberada c cnerg- jost. ]>res ferreira
cas para evitar am......aa as malrizes de San Jos I joaquim Lucio Mo'nleiro d,
e boa Vista as[scenas violsntas c sacrilegas que : Joaquim de Almeda Piulo
desgrai.adamenle boje se perpetraram dentro da ma- | Miguel Felicio da Silva
Iriz de Santo Antn.... O Exm. conselheiro nao lem Jos Maicollino .Ivs da Fonseca 70
ceisado de pr.mdruriar. Keune-se em palacio a ca- Francisco Xavier Carneiro I ..., *
vallara para de proroplidao estar ao primeiro recia- |)r. Jos Mamede Alve Ferreira '"
'"lisr llr ,ir, a. ,,-.- -. Amonio da r.sta Reg Mon.eiio.' ->8
tibr. Dr. chefe de polica ronda a cidade. e Hospital de crni.a, t 1 ,
bem as,.m os senhore, subdelegados, inspectores, lcs.- 8-7U," edr,d*de de setembro_,0 doen-
elc. alm de urna ronda .dobrada do fon-a de linha.
do
Miar, era mi-ler, para nli deixir o. tole* la
que Ibes dessj o direito da govrrnar.
trs Iliteratos nao lera) sempra cela inaaloate
modestia.
No secuto XIX, os principias do* ptolenano* ev-
cederam-*e noi fado* ; a revolucto clava lereaiaa-
da ; a nar,1o recaubecida soberana. Esta maaaaca
dedvnaslia se mam fesla para o escriplar, da oaaa
imneira material e iiiconlestavel.
Nao ha de um erande aeuhor, de ora naaaarcha,
que elle espera lea consnleraro e sea liilaaa, lie
do publico, hed 'mullidas, e em lugar de ana aea-
s.ln mesqunla tkarecaria, os prulegido. do am ae-
ohor oblem alg' as vezas de sua coriaaidaoc aa
immenso hudgeV Oque *e diz do eipirilo, paula
com mais verdade dizer-ae da riqaeta : Ha anars
seja mais oppulenlo que os Manlaorem n l.an
XIV, he o mundo inteiro. Examinemos o litleralo
em face desla novo poder : sitame-le aa corte deste
soberano multplice, e vjame* a* Tialiiaai a o*
perig.i-, que nascem para ella desla potir**.
O novo principe que Iliterato devo aarair, he
urna singular mistura da quali.lades, e d* latiai-
Pari fallir a verdade, esta mesma mistara he 1
defeilo caraelerislieo. Pisaoe toda* a* iie
lodos os seolimenloa houesto*. ma* lem ao i
lempo, todos os erro* e toda* a* falla*. Velavel i
axcesso, elle passa sem corar par loda* aa cmlralir-
coe-, e se deixa levar pelo flux a reflaxe da an-
ai6o.
Horacio o chamara j em sea lempo am mor.
tro de mil caberas, e desde iloraao, n rieein M
lera mudado, mas augmentando. Todava, bem
domina afinal de rontai, a ei--ahi can*. O* orraa
sao infinilos, rnlrelautoque a razie ka ama. Nesla
mull lao, a cuja reunan aa chama o pobliea, cada
individuo lem seus prejuios, seo* capa lian, ees
vicios. He nislo qoe rile differe do* ealree : ma-
approxima-sc por aeu bom senso. Ha mil naoeiras
de divagar, e a ha un de ser sabio. He vareada .
que e pode ser em ditTrrenlci graos, o qae a* vei -
dadas pcogiessivas parecen, sudtederen-ae, cama diz
Pascal, do pro ao 'contra (I)
Com ludo ellas nao se contrariara ; completan
e : he urna'serie de horisoates concntricos que ao
descobrera ~ees.vanij|alala'* medida qoe ama pe--
"* V """Tu to maia-e*., ha vrato
por lodo.
A este b irisonu he qae se chama o bom oraoe. n,
erro-, pois, sendo individoacs, e o bom mooq m|n
o tenso rummum. os capiichos particalare* se con-
batem, se neulralisam ; e a lazao, con* n Icn dilo,
acaba por ler razan.
O publico be, por conseguinte, om soberaao ra-
zoavel; mas nao o he a cada momete ; compra es-
perar, sondar, e discriminar san voalades ato aoa* -
caprichos. ajT
Alm disto elle lie um juiz mai compeleate do*
trabalhos do espirito, om conhecedor delicado o a ai
versal. Todas as sciencias, toda* ai irlia Palla dat-
xo do ieu dominio : lambem tem suas piofweaejii.
oas predilecroei, ma* nao exclue nem desprea ain-
guem. lie juslamenie poeta, aslraooma, agricoltor.
financeiro, chimico, lem lempo pan todas as ia*ee-
ligares, olhos para todos oa livre*. Iheoizio da Sv-
racus dispoz-aa um dia a amar a geomelria: koala
a Sicilia foi gemetra. Lea XIV alo iaxiva a gaa-
lez ; seus poetas e'seus architeclo* abracaran e goa-
lo zrego.
Nos-- .lionizio, nos homen* do scale deteaove.
ami as malhemalicas, porem ten eiceaaiva oaiila
p .os romances ; nosao l.uiz VIV gosta malla da ar-
le grega, mas he grande partidario do galaica.
Nao se diga pois que o nomero dos mnhirodn t.
he imperceptlvel, que a maesa ha ignorante, qae ea-
da enlende das qoesles que se agitlo a* redor dal-
la : cxnte no publico, e sobre lodo en o aneo, en
nossa Alhenas moderna, nao tei qoe irnneali tfa-
licado do bello e do real, que parece adeviahar iiui
nao lem ipreodido e pereeber pelo olfacte o qae
nSo v.
Se anal'.sar-se este carine phenomeno, ichar-se-
lia urna explicaclo fcil : formam-se aniatiam
mente em um povo, como em ama aawmbta atibe-
rinte, comraisses e -uh.commisaei poaco eomora-
as,porem esclarecida qoe se encarregam de iootrar
os negocios.
Todas ai opinies manifestam-sa em sea (ato ; he
relalorios, contra relatnos, diicassoe* dorreln mo-
tivados; e esles decretos nunca sao definitivas ; po-
de ser sempre atacado, o qoe faz com qoe seia ree-
peitado. '
Os sabios eximinam a qoestao.a* peasoai iaetraida*
apreciara os sabios ; o vulgo os segae con as elh
fechados. Nao obslanle as nossal appareudM de m-
dependencii, somos na realidade e rebanale moi
doceis em nos deixar coodazir. Emfim ilupl iaae
voliintariamenle o juicamente do. horneas nrofraata-
naes ; queramos aules, crer que verificar, o qae be
mais satisfactorio 10 nosso bom senso a man cecean-
do a nossa preguu.a. .
t.iual de nos, profanos, lem sondado n besas de
til ou til repulgan scienlilira .'
Enlrelanlo A be para nos lodo* om eraade na-
thematico; B om Illuslre chimico. Viola amasas
lem julgado assim, du/eola* reconhecido a coaaaa>-
tencia dos vinle juizn; cam mil repelen so* caten ,
ca : lodo isln, vozese echos, he o pobliea, eaa ro- %
do que isso faz, se chama gloria. _
Emfim o soberano do secuto dezenovtse disliagae
de seus antecessores pela auzencia delodo o egofaoaa.
e de loda preocuparn pessoal. PWeis impone-
mente fallar mal a zooibar delle, se o iteren con
espirito, elle mesmo sorrir ; d*.*:obri sen piedaoc
eos vicios e sens defeilo* : poblico ha bom prin-
cipe, lem seus lisongeiros como os oulros, e escala
com prazer os Ionvore-; porem ama lalvez mai. a
salyra. Cada iudividaa tero um visinho m qaal a
refere. O povo he sempre esse excclleole Unan
d'Arislopbanei, quesc.ipplaudia .degremenle de oaa
caricatura.
Tal he, segundo pensamos o novo sea bar ew bl-
leratos. Examinemos 01 favores que esles peden es-
per .r delle. Guando o poder he um concurso in-
cessanlemenle aherlo, he moi naluraf qae 01 dama..
1.11 acdale Inmcm parte nelle. Os sabios de Cala
ni nem sempre leroa sabedoria de se resignar a dar
consellms. Eis ahi pui. o litleralo qoe abaadooa o
esphera das ideas, onde achava sea forra, para as d
negocios, onde ella se gota. O litleralo ato esere-
ve mais ; governa. I), poeta r^.,, aJanjMo, em-
haixador. mi s|r0. porcm om| 0|||ri| ^^ ^ #
libar perorata. que do alio da monlanha daaea-
lue. por cima daT lempe.lides, os vastos hori-onte-
,1o ruloro, 11 f0,Sa de ...n braco incansixel que no
fondo do valle, lula contra os peqoenos olntacal,.
que prbduz a cada passo o pre-enle.
<) bomem absololo taz um ralaaj. e quer realisa-
m.* .<,1em),, homem prat.ro tem om pnnctpi
menos ideal e m.is prximo ; desvia os- obsl.coto..
qnando nao os pode vencer, e suje.ti todos n. aro,
pensamenloi ao fim proxme qoe quer alcaarar.
nneedamos que um litleralo possna astas doas facal-
dades lio diva.sil: ao menos na,, portera ap.d..,-
as de urna vez. A. fnrc.s do cor,.,, lem eeos limi-
les ; o lempo redmenle lem os sea*. O aibiaete,
os conselhos as iiidiencias, os devern de loda a ao.-
te, os coidados os neeocio. e es prinrrs que ao i.e-
Bono*, sau suillcieiile* e demais par* ibaorverem lo-
dos 01 eos instante... Im mini-tro nao pode escrt-
^
N* matriz da Boa Visla esla' postada urna forca
do segando halalhao da inlanlar.i..
A Bm Vista goza de sncego.
Aa autoridades policaes de; San Jos, o Dr. de
lasado e inhdelegau cliam-se vi^tlaolei. e mailo
Al amanhia.
AS LETTRAS E OS LIITERATOS
Do secuto A/.V.
Se a dignidade de urna prufi.sao se mediste pela
anliguidade de sua origem, os Iliteratos do seculo
\1\ poderi.nu gabar-se de urna illuslre genealoga.
0 primeiro que empregou a palavra para agradar e
instruir, preencheu ts funccf.es de litleralo. Toda-
va smenle no seio da civilisacjo auliga, be que as
leltras vecm a ser urna prolssa'o.
Cumpre que as primeiras e indi'pensaveis neces-
sidades de nina sociedade sejam sullcienlemenlesa-
lisfeitas. para que produza a dopla magnificencia do
espirito : cscriplorcs c Icilores. >o* lempos mais
remotos, na theocracia desptica do Oriente, as lel-
tras foram privilegios da casia sacerdotal.
Em Memphis, em Rabylonia, lodos os escritores
sao prelados, ou subordinados aos prelados. Tambem
vemos em Jerusalem urna classe especial, os prn-
pl.elas.e alguns oulros homens, doas Reis porexem-
plo, que, iem perlencerem i tribu sacerdotal, eom-
pOem poesias, bislorias e mximas ; porem a nata-
reza de seus escriptos, quasi lodos religiosos, e o cui-
dado que linham de os depor na bibliolheca do tem-
plo, quer como urna homenagem, quer como urna
garaulia de duraco mostrara bastate a suborduia-
ca .. Desde a infancia da Creca, a emauripac,ao foi
mais assignalada. Osacdas, os bomeridas sao os lil-
leratos dessa poca potica, ahi vemos o Iliterato an-
terior ao uso da escripia ; depois os poetas, os histo-
riadores, os oradores, os grammalicos, os sophistas,
os autores de lo lo o genero nos apresentam, nao s
na Creca como cm Roma, analogas menos parado-
tae* e ni o menos honrosas, com o que chamamos bo-
je I1iler.1i.1-. Porm, sem ir procurar lao longe nos-
sos lilulos de nobreza, lancemos um rpido volver 'aaie vuluines de assigoalora..
d'olho* -obre o que lem sido ate aqu em nosso paiz Eia o primeiro rarhnno, onde tem naufragado, nao
a (.ondirao dos escriptoies.alim de ciiinprehendermo* '(,irei ""d* *** joaanjenaata, moito* den n**>-
melhor o qoe elles >ao, e o que devem sir no seculo ""'' r"-rnhn*n' tlenlo, a ambn-ao poltica. F.
XIX. 1 piixao com ludo dizim* os letlredm, -em corromper
A Europa moderna tem r.produzdo em muilos j poe'a'Te/nna' TELEL" &J*"*
ponto, o desenvolv.raenlo hi.lorico d, anliguidida.' ueno, n, fieir.
1 Ka theocracia na idade media, como M velboOrien-
i

mm un cabo.

i\TOTTD3(T
Parere-nos qne no dia 12 do enrreule ler logar o
le, o litleralo be anda prelado, ou ao menos clrigo;
mas, como na Creca, elle se aparta aqu e all do
sanriuario para ser trovador e charlido ; enlrelan-
lo o clero conserva a melhor pirle, o dogmi, 1 mo-
ni, t cbroDica i mi-3, deiaodo comente ao cinior
m soldado de
cerram-c a* filia., o colpe ene a
ferio nio lem nada de aterrador para o* oolro ; te-
,l> Hegel apreeolnii esla lei do moado moral ero
lodo o seu desenvolvimenlo, ale ouso direr na lod*
j sualaz.
.
.


snlta mesmo um bem deste contado das lettras e do*
negocio : o corpo todo do autores recebe gradual-
mente, como em urna cadeia elctrica, um movi-
menlo saludar. O sentimenlo do real torna-se mii
sivo e niai preciso ; o pensamenlo" -So mai serio,
a palavramais cheas, a declamado se evapora.
As lellras menos eslrailhas oo mando, obtein mais
respeito, mais rorjTianra ; alero disto o tlenlo que
nao se aniquila na vida tumultuosa dos negocios, se
fortifica alii e se recova. Se militas vezes, por ama
deitas mudanca ordinarias na cena poltica o es-
critor estadista torna adiar sea descanso, e tem an-
da for;a de pegar no penni, coito Iraz a sua protfs-
sao bem amada um thesouro de observable e de
lembranras : he om viajante enriquecido, que volla
a sua patria. Ha urna oulra especie de beneficio''
mais necessario ao mr*mo lempo e mais pergosos,
qoe os leltrados do scalo dezenove esperan) e rece-
bem do publico, he pra muilos o pao de cada dia ;
para alguna* abaslanra, a riqueza. Esta remnne-
'.io dos autores tem lugar em uossni din dehaito de
urna forma toda porticular e esencialmente dislinc-
ta da do lempos pastados.
O fado dominante t caracterstico da nossa poca
he o deseovolvimento prodigioso da iudustria.
Nade Igoala esta magnifica conqui-ta do mundo
phyaieo, terminada pelo genio do hornera. O vapor
dirigido, as machinas substitaindo os bracos a rao-
de dos transportes escedendo os sonhos'da ma"i-
nacao, o fluido estridente, que or ameaeava no raio
lulo o dcil mensageiro de nossa necessidade e de
no.sos caprichos ; a luz rival do pincel, livand,.
sobre o papel a imagen mais fugitivas, (odas as Tor-
cas da nalureie, vendo urna apo, outra como gi-
gantes domados,curvarern-e dehaiio da milode urna
enanca, eis o prodigio deque nosso secuta tem sido
e date aer a feliz testemunha. A iiHo.tria. rainlia
le nossa poca, tem soas festas esplendidas, seus
iriumphos universaes, para o quaes convida o mun-
do lottiro e o condui: apoiada na sciencia, servida
pelo commercio e pelas inililoire de crdito, ella
lem seus principes, a qoem cora com nm diadema
te ouro ; grandes propietario, poderosos hanquei-
ros, suzerano de fabricas e escrilorios, mala ricos e
mais iudepeudentes qoe o res.
fcm um seculo industrial ludo he por certa indus-
tria ; em urna poca de commercio ludo torna-se
mereadoria. Em lodos os lempos os Iliteratos lira-
ramdosea trabalho um legitimo lucro; hoje pro-
curaro ah orna renda regular, ama fortuna.E
porque n.lo ? O talento di escrever he nina proprie-
dade ; om livro he um producto, qoe se pode com-
prar e vender (.loe ha de mais helio para o escriptor
que depender de si mesmo, enriquecer-te pelo seu
trabad, ver a approvacai publica como um suflra-
gio universal, ana celebridade produzir-lhe Crneo
por franco e o lucro identilicar-se com a gloria '
I ortanto nao honrar* preciso lisongear os mimar-
cha, tazer humilde dedicatorias, perder lempo lias
ule-cmaras e as codes ; acabaram-se a flesibili-
dade de carcter e o compromisos lulando enlre
consciencia e o inleresse. O Iliterato nao lem ou-
tro senhor sen.io o publico, que, como vemos, he
um senhor justo, lolelligeole, benigno, que se deve
servir e nao lisougear.
O publico meimo parece que nao deve nprovei-
lar-se meuos que o Iliterato desla urganisacao io-
dustr.al da Literatura. Os escriplores, excitado a
irahalliar constantemente. nAo deitarau esteris os
latelos de qoe sAo dotados. Nlo nos quritaremos
mais do silencio prudente dos Conrados, e nem se
vera mais a masa dos Chapehins, cheia de urna es-
peranza depopeia, que alimenta um grande seuhor
prolongar durante vinte auuos sua fructuosa pro-
messa, O povo toma seus obreiro litterarios por
einpreitada : pag. cada um segundo toa* obras. Se
dizeisque a abundancia dos productos prejudicara'
ua qualidade, se vos reipoodera' que, he necessario
vender muilo para enriquecerse, produzr o me-
lhor para vender maito ; portanlo o interesse dos
autores he o garante de seu trabadlo, o publico lica
como juiz,
A estas vantacens que se podem allegar em favor
da posieao actual do Iliterato, apressemo-nos em op-
por os inconvenientes que ella lem.
O mais saliente he, com eOeilii, a multiplicidade
as obras. A lotelligencia nao he urna machina
nao tai feita para produzr sem iolerrupcao ; suas
obras pesam-se e nao inedem se. O genio nao he
muitas vezes se nao ama grande Idea que se pro.luz
em muila prova successiva, al que chegue a' sua
orraa definitiva e perfeila. Atormenta la alm des-
te ponto he delta-la a perder e enfraquece-la ; he
urna libertmagem do espirito, que so procrea urna
raca degenerada. O comprador exige o melhor, di-
zem ; que so compram com esta coodirao. Paren
o bem he um termo relativo : sem duvida Ihe ven-
der,, o sollrivel ; mas poderia dar-se-lho o rel-
ente, se nAo fosse esta fatal necessidade de escrever
de empreitada. A piecipilacAodo Irabalho, a vanla-
sem material da proliiidade, a seduccao das erariTe-
D'WIO CE PE^tl^gBUCO QMRTA FSISS 10 BE SETIMlRO II IS56
ja aecusado tambem do contagio geral, a indeciso i
los principios, a inrerleza das convicee. Em i
professur, caiteiro ; faca retrato, a
impaciencia dos i Talhns doarougue da Boa-Villa, n. 1 M-TVl >
lubradas nao esgoturu sua ima-1 lil.>j()i), 17 M-ijOOl). 18 7:!.-UWI.'
prolessor publico. richte dav.i 803U00, 21 933U0, 22 126-5000.
o degrego, para au lir.ar Os pretenden!** arrematar qu.ilqner das menrin-
. cara com os seus pensamen-1 nadas renda deverflo
ra o modelo dos empresados, e
oconl'orna -'!.C---P-ar" l0(la : aceil-a*
o. contarme o elleito que quer produzr ; pedelhe ainacAo. V
|uo sejam, nAo justas, mas admiraveis ; nAo que es- | lodos os dias
primara urna verda.le, porcm que produzam urna
bella pagina. O tlenlo dos nossos escriplores sof-
re a pena desla falla de marolidade. Alravez de
todo o seu espirita, enle-se o vacuo da doutrina ;
naquillo que mais nos loca, v-m que estas houiens
iijia lem nada que nos enalnar, e o bom censo do p-
Iiliro lira nntilTureule para elles como elles mesmos
o sao para os intercales mai charos da humani-
dad e.
ico era
ttuia li
ronstantcinente eara
los. Carlos l.ombta
vero que Itoileau.
tire de seus tacripl
\ cudeu seo livio
lificarAo que llia cH
ment *o seu salan i.
nanlo mais oblii er .|"--i>- lucros
Acensamos uossn'secnlo de ser sceplico ; lalvez o
calumniamos, como na creucau nao se curerram
sempre na forma determinada de un symboto, so-
mos levados a direr que elle nao (em crenras. Acos-
tumados a ver as diversas suciedades religiosas, cin-
girem-se, como de um baluarte, de suas severas e\-
clnses, eremos voluntariamente que nao lia f sem \ e dispensar o apoio
calhecismn. igreja sem hierarcla. Asseraeliiam-nos peso de seus favores!
"ttJOO,
"19000, lii
l'l RsDOII. -Jtl
rr.eslre e pralico Jos Joaquim AI ve da Silva, por
ter seu carreganienlo quasi lomplelo : para o res-
tanta e paaaageiros, lrata-n com o meslre ou com o
cousignalario l.uiz Jos de S.i Araujo, ra do Ilriun
22, ou na praca.
k
Ssmuel Bogera dirl| ia ora banco. Vio s
por tn.los os das
presentar dadores idneos,
halnlil.ilos na forma da le, qoande nao queirain
e pode cora- eirecluar o paga.liento da arrematacAo a hi.cci .1,.
te um. dis.rac-1 cofre, excepto praca da Independencia, c,,^ a,-
-er.i roiiin iliules si-o contraria nAo for
l'.i -u da i-aniaa municipal do Recite
Cao til : lodos vollam para a casa mais avaros das re.n?
s furlivas do esludo. Emfim, nao rou mais se- re
.NAo prohibo a um autor
is um lucro legitimo.
1 Ealinto muilo : he uma cra-
n a musas, um suppta-
era
za rpidas, lo lo"contribuir'para enerva
iaun. 0,cP!or I f"fa'bertar o genio em tlenlo; o
taleulo em miseraveis frivolidades.
o O publica lcara' sendo o juiz.
Se se trata penas de obler sua eslima, temos
dito, ella esta asegurada a toda obra eicellenie :
mas se Ihe pedem sobretudo dinh''"., \,f preciso que
* recompen-a esieja na medida aaaa>awlu mrito. ()s I
loelhore |i_ro iiAofJIJtjLo- ooJ \^^^^^^^
A nefJHiftBou a piMIi" oh I jnTc7jl1rrfaf?ri""ff"
Iliterato nao compbnlia obras solida, |>orm serias
a um menino que. nasrido as margens de um es-
trello regato, nao comprehenderia o Ocano.
Existe lera-se dilo muilas vezes uma vatta con-
federac.lo que nAo tai feila pela inAo do homem, e
cujo carcter he de nA> excluir nada que abrace lo
das as mais em seu seio, e que se inclina a pacificar
todas a discordias. He a associarAo tacita, porem
verdadeira dos aapiritoi esclarecido,;a communhao
ama das luzes e da raalo, communhao oflerecida a
lodos e da qual lodos participara mais ou menos, se-
gundo suas forjas; cm uma palavra, he a civilisa-
cAo. Que magnilico esoeclaculo nAo he ver esla pa-
tria universal das inteligencias eslender-se em limi-
tes no espado e no lempo, abracar em seo seio o ve-
no c o novo mundo, eslabelecer por loda a parle o
poder da opiniAo, saavisar o horrores da guerra e
tazer respeitar, mesmo nos combales, as saulas leis
da humanidade. (2)
O mundo procura unir pela vida do peusameuto.
Nao ha um s acontecimenlo que nAo Ihe imprima
seu rr.ovimenlo : parece que um lio elctrico, ampio
cinto do globo, reuue nAo su o lugares sean as al-
mas, e que, como um corpo urganisado. o genero hu-
mano sentt-se todo inleiro cm cada uma de suas
parles. A idea escripia, livros ou gazelas, he o an-
aue que circula e leva por toda parte a vida, nun-
ca sociedade mais vasta tai unida por um taco mais
indissoluvel ; nunca os hoiuens foram mais ir-
mAos.
Eis-ahi a igreja iinmensa universal, cojo estahe-
lecimento nAo lie o pro)eclo de um sonhador, porcm
um fado lAo constante como admiruvel. Seinelhan-
le a victoriosa repblica, que procl.imava um de seus
generaes, ella nAo precisa que a reconhec.am ; pro-
va-se pela sua gloria. Encerrando em seu seio to-
da a verdade conl'ecida pelo homem, todas as des-
eobertas da sciencia. Indos os tactos varilicados pela
nbservacAo dos sentidos ou pelo iiistincto do coracAo,
lodos os axiomas da rallo e da moral.sAo os dogmas
benelicos, que ella nos propoe.
Ninguem he obrigado a crer nelles se najo pela
evidencia. O nico castigo da iucredulidade, he a
ignorancia e suas consequencias. Esla igreja he pa-
cifica e tolerante, como a verdade que possue c pro-
cura ; e certa de seu Iriomphu. nAo cuida em apres-
sa-lo pela perseguicAo ; seu nico proselylismo be
uma grave e nobre doutrina. Seu sacerdocio nao
he designado por um signal liierarcbico : appren-
der. he receher a uncAo ; instruir, he ezercer o mi-
nisterio. Sem prejuizo dos cultos particulares, que
seus membros profeasan) ou adoram. Ella tem um
culto geral, commum a todos, como seu dogma, be
eslabelecer o reino de Dos na Ierra como no co.fa-
zer pealar para os fados a accao das le que a in-
lelligencia tem descoberto no dominio ua ideas.
|Deos fez o homem a*ana imagem ; n o homem
refaz o mundo a' sua, c por cooseguinte a' imagem
de Dos ; iulroduzio a disciplioa enlre as forras da
nalurez, a juslica na sociedade. Coutiniia" cada
dia a obra da crearAo, subordinando ao pensamenlo
as can-as inertes e tazendo-as subir assim a um grao
de vida mais elevado. Seu hlito anima a materia ;
e torna-se e faz delta nAo s a escrava de suas ne-
cessidades, mas anda a interpreta de suas ideas. O
marmore, a lela, o papel cheio do peusameulo do
artista, lornam-se como os siguaes vivos, qoe com-
municara alma dos oulros hameus o ideial divino
da belleza.
Eis-alii a obra sania para a qual convidamos de sua
parle o dtteralo ; seja elle sempre o sacerdote da
rivilisaco, desdenliR de ser o seu chocarreiro ou o
eu parsita, a exemplo do oosso v*lho,e immortal
Corneille. junte o palhelico ao sublime, e embria-
gue nossas almas dtllai soberbas emores que a en-
grandecem. ^ao direi que o poeta se* tara moralis-
ta, que dngmatise, e ensine NAo Seja verda-
dciro, grande ; compreheuda seu secuto e o expri-
ma ; seioelhante aos vegelaes do globo, aspire a at-
mosphera c a respira purificada ; eleve-se i Indas
as alturas da arle ; que aleancara ao mesmo lempo
as da moral. A verdade he sempre saula, ella sauc-
lilira tuuo qiiaiilu ella loca. O bollo, o justo, o ver--
Jadeiro, sao os differentoa aspelos do uma s '
mesilla rousa, as faces diversas de uma incsina pi
i anule: ellas parecen! afasladas na ba-e : i
menos necessi-
por elles e mais se app.oxima-
i ndenle, que Illa desejamos.
'eo caminhn
mesmo se o
exceden) os seus beneficios ; to-
llina administracao esclarecida
dade lera de espera
r* da posirao indcp<
\s letras sabeui iruil i bem abrir mis
lo poder. .Nao se
davia suppondo que
e benvola nilge ci nvemenlc proteger os escribi-
fes VO-B t.miiirl.i n..n ---I____-
res, ve-te, segundo
genero de beneliciosl
Portanlo obslenha-i
gadoras distiiifce
ment de julic;a po^
Corneille. Se e"
Napoleao eu o far
graca para Cornei
de nelle um grande]
nislro mediocre.
Em falta de Corn
Ducis. O panera se
ciso a este tiln da
vossa araisade em p
digno da sua. Elle
que, uma mo lesta I
de de viver ah em
missAo de nao vos \
estar t. Todo isso
> que acabamos de dizer, que
i deveria pedir-lhe para elles.
ella de os encher deslas esma-
]iie Napoleao I, por um scnli-
Ihuma, sonhava para o grande
vivesse em uieu lempo, dina
t_ ministro. :t; Ah seohor,
. elle nAo aspira descer. Teii-
poela ; lalvez o lizesseis um m-
ille.NapoleAo procurou apanhar
vagem ;i soube escapar das ri-
ladas benvolas do oderoso carador. Ouvi .Me-
cenas e vos tambei 1, feliz Augusto o que h- pre-
- iberia, que se chama Horacio:
uneiro lugar, se elle vos julga
he discreta, porque lera espirito
c nao abusar da vi ssa bondade. Em segundo lu-
gar he este o fim supremo de sua ambicAo : um pe-
queo campo coro i ma fonte viva, um pequeo hus-
abilarao e sobre ludo liherda-
uas horas, a sua vonladc a per-
r. quando tiver a pliantasia de
pode-se traduzir em IVaucez do
seculo \l\. Vos, poderes pblicos, que desejaes
proteger as lellras este luxo imperial das grandes
naroes, ajinlai os escriplores a alcancar a indepen-
dencia. Disiribui cargos, favores de lo.la a sorle:
rese.vai para elles os erapregos, que exigem inlel-
ligencia, mas que Ihes dAo deicanro. Dai-llie lem-
po de ter tlenlo. Nao os aerasteis nos lurbilhoes
dos negocios pblicos; dexai-os llucluar tranquilla-
mente na margein ; mas sobretudo distingo! com
cuidado o mrito e a intriga. Nao leuliais preten-
cao de julgar por v is mesmo. l.uiz XIV confe-sava
sem envergonhar-si que Deapreaux sabio apreciar
melhor os versos do que elle. Tendea academias,
sociedades de sabio I, consullai suas opiaiOa, mas
sobreiudo consullai as do publico. Uma nacao na
he suspeita de cam radagem, a gloria nao sabe men-
tir.
t&ommtttto*
[Pn$u)
CAMBIOS.
Sobre Londres. 27 | nominal.
Piris, 1)0.a 3 i.") rs. por fr.
Lisboa, 9 a 1)0 por de premio.
Kio de Jane, o, t\2 a I por 0|() a 13 e 30 dias.
AccOes do Banco, (l) a 70 0(0 de premio.
- companhi, de Ueberibe 5*|000.
compaiili I'eruambucaiia ao par.
( Llilidade 'ublica, 30 porcentode premio.
Indemuisidora. 52 dem.
da eslrada.de ferro 20 por Oinde premio.
Discooto de lettrasL de 7 a 8 por in.
Dllo de particular,' (i ||J a 7,
OuroOnc.as hes|ianbulas. .
Aloedaa de CsOO vellias
bsOO novas
<5000. .
rasileiro
Prata.Palaces
Pesos columoarios.
o mexicanos.
Keudimento do di
dem' do dial)
Barca americana
Patacho illglez\
Itendimenlo do da 1 a ti
dem do dia <)
J89 38*500
Ii.ni;i
. ifijOOO
. ysooo
. 23000
. 2|000
. loStiO
LFANDEliA.
1 a li. .
63:3471619
1:00572
Iil):(i27c>!ll
Deicarreim hoje 10 de setembro.
Man/ SawyerIridios de ferro.
Specas de tarro e madeira.
ULADU tiKHAL.
<>:(ii5iOS
. i'.iddsi
emos Ir
cu me. v
que quiohentas pessoas eompreliciiu>im e coraprem
e que algmnas vezes nAo deuam de ser a cliamina,
onde uma poca inteira recebe gradualmenle ra
luz.
Se frem publicadas em condenes ordinarias, es-
las importantes obras, proemio poucos compradores,
se venderAo por om alto prcc.o, u que as tara' me-
nos accestivei anda : o elTeito comu sempre, reagi-
ra' obre sua causa e duplicara' sua energa.
Ma em summa, dir' o ceg partidario das publi-
carles populares, o mal sera' bem compensado. He
a mullidao que se deve instruir.
Oue importa que exiatam giosios volumes de me-
nos, coodemnadus dormir na poeira ds bibliolhe-
caa, se a inslruccjo se derrama, e a massa da nacao
tomate mais esclarecida e melhor ?~Ah sem du-
vida orna vez que se alargue o rio, que importa que
a fonle seque ? x.
Mas aceitamos o debate nesle mesmo terreno : ve-
Jamo se o commercio das Ultras Iri na realidad*
IA favoravel a in.tr ucea j e a' inoralldade dos no-
vos. '
Cr-e porvenlura que as massas compra. lo de
preferencia os litios mais morae e instructivM ?
He suppor taita a obra queso trata de tazer
crer que as massas 580 moraes e instruidas. Nao, o
escriplor que, *b hcaudo sua nobre mis-.lo, nAo v
era mas obra s nAo uma inercadotia exposia a ven-
da, consonara_oi goslos, e nAo a necessidade do
comprador. Vehde.a', se for preciso, opio a estas
Chluezes vidos de urna funesta embriaguez : nAo
recuara dianle da immoralidade, e a iihmoralidade
Ihe da um bom ganho, e se elle nao encoutra a tai
que o ameaca.
NAo oosando Infringir a Ici, a Iludir', oculta-
ra seu cynlsraoj o embellecer' com um delicado
envoltorio ; e sera lauto mais perigoso em suas dou-
trina, e em seu paineis, quanto se lizer mais ama-
ve! e mais edoclor. O goslo nAo perder" menos que
a moral. '
Em lugar de imprimir uma direccAo ao eipirilo
publico, que he privilegio e o dever do escriptor,
o autor mercador escotara' com o oovdo aliento, de
qoe lado sopra i capricho popular, alim de desdo-
brar ahj servilmente suas velas. Copiara' os outro,
copiara' a si mespjo, arruinara' sua originalidade em
proveilo de seu sUccesso, c descontara' sua gloria pe-
la voga. Em summa a razAo publica segu bom ca-
ininhn, temos dilo, porcm nAo singra em linhi rec-
ia ; bordeja. Os escriplores vidos do bom xito, to-
marlo por norte eada urna destas bordadas, e como
cada dia Iraz a sua muda, escreverao smeute para
cade dia. Suas obras passarAo depressa como pas-
sam os caprichos! e se chegam por accaso a' posleri-
dade, nao lerAo bella oolra immorlalidade senao a do
ridiculo.
Ha um erro crer que o proprio inleresse do escrip-
lor Ihe prohibir sempre sacrificar a qualidade a a-
bondanefa. Sem duvida no principio da carreira,
quando se Irata de tazer um uome, a qualidade he
indispensavel : Uma grande celebridade nAo se esla-
belece jamis sem um cedo talento. Porm, como
di-e muilo bem la Bruyere :
He mais ditlicil adquirir um nome por meio de
orna obra Encllente, do que tazer valer uma obra
mediocre pelrt\ome que ja esta' adquirido.
Quilos autores, s vivem do seu crdito, e exista
nal de um grande homem que anda se admira pe-
lo habito. A reputaran assemellia-se
eomoliva, qoe "asdam muilo
,1 ir anda de nma parte rrfajaaajf. di
nosso assuinpti,, uina qoestao que, bem uu mal re-
solvida, loma as oulras sotuces possiveis ou chime- I
ricas.
O bomem nao vive nicamente da gloria : a boc
ca mais elocuente uAo pode pastar sem o pAu de ca-
da dia. Se nAo queris que as lellras sejam una
mereadoria, dizei-nos com que taris vivar o Ilite-
rata.
Em primeiro [lugar, sou empellido a simplilicar
o problema reduziudo-o. Nao uyiho necessidade de
mostrar como o Iliterato se tara rico, porque nAo
rejonebanla m-ressdadede ser rico. A riqueza nao
he menos prejudicial ao escriptor do que a iniserta.
Ella lem seus cuidados, suas tadigas, seus ruidosos
e amargos prazeres, que enfadara as alegras auste-
ras do pensamenlo ; lem eiiilim contra si o flagello
commum de luda os poderosos, os lisongeiros. Sei
qoe o Iliterato nAo deve viver retirado do mundo,
porque perdera em urna solidao absoluta ai occa-
sics de observar e o poder de obrar. Heve elle ver
a sociedade, mas sem pretender brilhar nella pelas
vantageti da opulencia. Sollra soberbaoente sua
pobreza, como uma disliuc^Ao e um privilegio ; ap-
pareca com o prestigio de ura nobre carcter, e se
.Peder, d>m o brilho da gloria ; o mundo estimara
|*1ue"e 1"e poderia conquistar a riqueza e suuhe
reeiiiij-la. Longe de temer os desdeos dos sales, o
escriplw illuslre deven antes receiar suas importu-
nas seduevies He sobre ludo com eu iguaes que
deve viver. i 'ie bom, sincero, allecluoso. achara
nos Iliteratas, qu. un elle se parecen, ternas e de-
liciosas amizades. A a da iuielligeucia he mais
doce quando se vive emv. nido; fazem-ae com-
muns as ideias que tomam-st raais caras pela lem-
brlm;a dos bomens que as patilham. Que encanto
he pensar e sentir com dius ou tres pessoas t loe
felieidade uesses modestas seres, onde>sem trans-
bordar a palavra nao se exlingue jamis, onde a
idea lluctoa levada pelo curso e em mil sinuosida-
des de uma convcrsaco sem prelenres, descobre
aqu e all mil sitios estranhos, mil puntes de vista
desronhecidos e arrebaladores. He a meditacao le-
vada a dupla ou trplice potencia ; he .1 memoria
disponilo de dous 00 tre cerebro. As horas se pas-
sam, a uoile adunia, so o relogio se aperceba dislo
e quando suas vibrares reiteradas dAo, com impa-
ciencia, o signal da partida, deixo-se para o repouso
ou para o tral.albo solitario, r-a conversacAo que
he por i mesmo o enlrelenimeulo o mais delicioso e
o mais fecundo dos Irab illi.is. ,
Mis esquela-rae tambem do tempo nesla bella
pintura : se 11A0 faijo rico o lilleralo, dev0 ao me-
nos oceupar me de o alimentar.
esejaria, confesso, que o Iliterato nao pedisse
pAoa -ua peona. O ministerio do pensamenlo me
pacera ao mesmotempo mais nohre|e mais iudepen-
Jenle, se aquelle que o exercesse, 11A0 esperase sa-
lario. Lscrevendo smenle debaixo da impress'.o
de uma idcia, seu estylo seria sempre cheio, verda-
dero, natural : esperara para produzr o que II uf-
fon chama o poni de maturidade do pensamen-
o.o Escrevena compaixao, sera lido com prazer.
linimiento do di
. 'em-do dit 0
l'l VE,,\s PROVINCIAS,
a 6.....
7:1379303
a nossas lo-
ainda depois
lempo ..
*f,2 ,em suPdidido a acrAo do vapor.
Ilra fabrica altamada tem a.liante de si, se o auer
dez .nnosexcedente de pacotilha.
tiepois de ter mostrado aos lilleralosdo seculo des-
enove, as vanlagens e os perigos de sua nova psi-
to, devemoi d |h(9 fraternalmenle nossos cor.se-
Iho, ou antea dados a nos mesmos. PerdAo por lo-
marnos o papel de morali,ia, Esperamos tazer co-
mo e.le .agrado orador qe, bem pono devota por
"^r"'' I"*00 '""eir a peniteocia que a-
cabou por se converter.
Cremos qae a paixAo exagerad
que faz com que uma pesioa
do bom exilo he
nao seja liem succe-
dida.
O meio de alcancar o maiur successo seria lalvez
nao procurar o pequeo. .N,,ornos ,,, ,.
tos, mas i,A0 pensamos baslau.e em ser Lomen*.
Deve-see.crever menos e refleclir maw : ieunore
fortihcar em nos, pela vida interior, o pensamenlo
fonle de lodo o verdadeiro talento. l'is*meino,
Observemos o aolores do grande secuta- uue ihs
linencia de escrever que preguica feconda o'i
todos nAo legam a postendade senao um pequeo li
vro, ma nesse hvru ha uma vida Inteira ,| -.
mentas e de paixOe. He um favo de mel purm
qu ma- dores de loda especie nao foram empre-Vla
para o prodozr Seus livros erara a melhor ute
de ue almas, elles viviam em suas obras aotes do
as escrever. Hoje a vida e o trabalho sao mu dis-
tinclos. Un, scribas laborioso, accumulam em e-
norme velunes uma erudirAo que nao possuem
Outro, vivedore alegre e esplendidos, ahrem em
ceda horas seus cadorios: cnlAo se ousam er since-
ros, ficam vulgares egrosseiro : se procurara elevar
seus livros cima delles mesmos.pedem i sua imagi-
narfio abandonada pensamcBlos nobre, que uma vi-
da sensoalIhesrecusa.
Dahi reiulla pouca franqueza e por eonsegunle
nouca eloquencia em suas palavra: he um geilo fon
lo com a cabera e era que nAo lera parle o coracAo.
Sejaraos verdadeiro coronosco para que sejamos
ao olhos do outro; sejamos fraleos e convencidos,
he ene o meio de o parecer.
Um grande mal he, qoe o lilleralo que, por pro-
1 r.o, devii ser o guia de seus coniamporaneui, **-
. ii7;J7
. 3J050
tSIfli
D wfmvrS.1?! EX|,"ACA> PElaAltESA
.. ,.tU^L*l)0 U|;S1A CIDADB NO DA
9 l>ESETEMBKOUEl85t. '
BarcellouaSumaca hespaohola Violaiiie, Viuva
Amorim g, l-ilho, 2[ saccas algodo.
LisboaBrigue porluguez uExpericucia, Amurim,
Innaos & Compauhia, 12 pipas agurdente.
XDortacao .
Acaracu', patacho brasileiro uEioutarAo", de I.H
toneladas, romluzio o seguinle : titji volumes ge-
",e.'?.s.l!.,lra"!!eiro''!l- ,lllu' ui">s uacionaes.
RhCUBEDOKIA HE ItENDAS INTKKMAS E-
KAES DK PEKNAMBIICO.
Hendimenlo do dia 1 a ti .... .alisen
dem do dle 9 ....... S74J9D31
6:8I5I82
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendnneulo do dia 1 a ti .... ti->9i7'j
dod''J....... lc;llO
8:90j78'J
dem
Moviwcme $0 potU>.
Sacio entrado no dia 9.
Assu --11) dias, escuna brzsileira Emilia
de 111
toneladas, meslre Jos Manocl Rodrigues, equi-
pagem 9, carga sal ; a Jos Baplista da Fonseca
Jnior. Pcrlence ao porto do Ceara'. Passagei-
ros, Joaquira dos Santas Mouleiro, Ravmuudo Per.
reir Lima.
-yaci snhidn yin mesmo dia.
LiverpoolCalera inglesa Seraphinas, capilo J.
Mojes, carga assucar e algodilo.
(rttaetlo
.-----------------... prazer.
Oucreri. pois que o lilleralo tivesse uma modesta
abastanca e a sabedoria de coulenlar-se com ella
I orem dizer a ura autor : teud; rendas, he um con-
selho mais fcil de dar que de seguir. Procuremos
por consesuiule adiar um oulro mais geralmcnle
applicavcl.
Oirei ao etcrlplor. Nao vos envergonheis de ira-
bailnr para viver, mas escolhei vosso trabalho. Nao
facaes para ganliar o pAo, o que s se deve tazer
para ganliar a gloria. A penua he uma COUia san-
ta : as cousas santas nAo se veudem. Divid vossa
vida em duas parles ; cortai peta meio vosso dia.
N'Ao vos lembreis do grande e desgrasado JoAo Ja-
ques, copiando de manhaa msica, e faiendo-se de
noile o apostlo do sentimenlo moral, e enerieo tri-
buno do esplritualismo Nao se deve imitar em lu-
do a J. J. Rousseau : ninguem copia mais hoje mu-
sica depois que exista a lilhographia.
N'An vos direi mesmo : l'azei como seu Bmilio
O illm. Sr. inspector da Ibesoorarie provincial
em cumpr.iiienlo da resolurao da junta da ta/.euda,
manda tazer publico, que no dia 18 do coircote vai
novamenlo a prara para ser arrematado a quera por
menos lizer a obra dos reparos urgentes Jo :>. lenco
daeslrada da Rccloria, avallada em 7003 rs.
E para constar se maudou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Otario. Secretaria da Ihesouraria pro-
viucul de Poruambuco :', de selemBro da 1836.--
o U sacrelaro, A. 1". da Aiinuncacao.
e Perante a cmara municipal do Recita est
era prara nos dias 13, 13, 10, 17, 18, e III do cr-
reme a. segumtes reudas manieipeea, das quaes os
alugueisdas lujas da prara da Independencia, e das
casinhasdas ribeiras das Ireguezias de S. Juso e Boa-
v Mla,wrao arrematados por umtrieniiiu e o mais por
um anuo, a contar do I-. de oulubro prximo vin-
douro: imposta de 300 res por cabera de gado,
11:0.105000, dilo de afericoes 13:6015000, dllo sobre
carga de farinha i de legumci 1:3039000, dito sobre
mscales e boceleira -23DUO0, aluguel da caa u. 7 d
'.V, iJ Jre",i,,a 33J50O0, dita da esa da Suledade
M15000, dilo da da rila Imperial 605000, ribeira do
peue da Ireguezia de S. Jos U3I5000, dita do mer-
cado da ireguezia da Boa-Villa 6OI5OOO, casas da
prara da liiilepeiideuci,i
20 I08ai00, -2\ I08500, 22 lOSiOO, .>;! IOS
i4 iOSiOO, 23 I089W0.. 2< 108V,o;i -s: 108a,,,
28 O83i0,9 729300.-30 7i5OO, :ll l*tof> >
HlO,
100,
1088100,
i-l!5^!' '* 1"9*. 8 l305->00, 39 2509200,
3115200.
Taiho do acougue do largo da
10
ribeira dcJS. Jos
Ivido.
es-iin de de selembro de I83C.BarAo de Capiba-
nii-, presidente.Manuel Ferreira Accioli.__Se-
crelario.
A mesa parocliiiil da Ireguezia do Sanlissimn Sacra-
menta d 1 bairro de Sanio Antonio da eldade do
Recita, ele.
Fax saber qne leudo sido intarrnmpidos os traba-
dlos etaitoraes, a que eslava proeedendo, em virtmle
de aggres.lo a iovaaRo na igreja por bomena lurbii-
lentoa c auarchnU que espanrarara e tarirara a di-
versas pessoas e quebraran era seu vandaliamo uma
imagem de Nosso Senhor Jess Chrlito, assim como
as urnas que cunlinham as sedulas ja recebidas a
leudo de coiil'orinida le rom o artigo til) da le 11.
:187 de l'.l de agoslo de IKili. de marcar oulro dia
para proceder-se a' eleirAo de jinzes de paz e ver 1-
dores, designa o dia I do correle para esse fim, e
convoca lodos os voltiles da freguezia para que co'm-
|.arre no no da mencionado pelas i) horas da ma-
nhaa.
Mesa paroctlial da Ireguezia de Sanio Antonio do
Recita s de selembro de IS3I. E eu Joan Alliana-
zio Bolellio, secretario o esrrevi. o juu, je paz
Joao Valentim Vitalia. JoAo Alhanazio Bolelho.--
Barlholomeo lioedes de Mello.--Joaquira Vital Ma-
chado.Francisco de Pauta Machado.
I
J PEORAS
A escuna naciona', n Jos 1 canil 10 Alanoel Jota
Preslrello. vai seguir era poneos das, pode aiII ta
j receher alguna carga miuda, e escravos a frrle. 1ra-
la-sena ra do l'rapirlie 11. 16, segundo andar, con
Antonio de Almeida Humes.
timae$&.
PCI*meta do consulado provincial se faz pu-
blico, que no ultimo do correnle mez tem de ser ex-
Irahfda para seren remedidas para o juizo, alim de
serem axeculadas as relares dos devedores que dei-
xarem de pagar seus dbitos como sejam a do im-
posto de dcima, 1 sobre diversos eslabelecimcn-
los : I:O0S sobre casas que venderem bilheles de
loteras de nutras provincias, '1O5 sobre casas de mo-
da, e 205 sobre casa de jogo de hilhar. Mesa do
consulado provincial .1 de selembro de 1836.
Amonio Carneiro Hachado Ros.
_ O administrador da mesa do consolado provin-
cial avisa a quem iuleressar, que por ollicio do Exra.
Sr. presidente da provincia de 2~ de agoslo prximo
passado.foi approvada a medula proposla por e-la re-
partir 1 de serem obrigado* os conlnbuinles quando
lenham de pagara imposto de decima, c i a apre-
scutar os ltimos eouherimenlos que moslrem al
quando pagaram os ltimos impostos a que sao obri-
gados por Ici, alim de se evitar duplcalas de paga-
mentos. Mesa do c Misulado provincial :i de selem-
bro de 1836.Antonio Carneiro Machado Rio!.
A cumpanhia fi\a de cavallaria precisa contra-
tar para o prsenle semestre o fornecimenlo de ca-
pim, arroba ; mel, canada ; milito, saccas ou cargas;
para acavalhada da meante, no dia 13 do correnle,
as 10 horas da manhaa; se recbenlo as proposla
alim de se contratar noquartel general a pedido meo
ao Exm. Sr. commaudante das armas. Leopoldo
Augusta Ferreira. capitn.
CONSBLHO ADMINISTRATIVO.
O conselho adiniuislralivo em virtude da autor 1
sarao do Exm. Sr. presidente da provincia lem de
comprar os objecloa segninlea :
Para as ollicina de pruneira e icgunde elasse do
arsenal de guerra.
Cabo de linho vellio arrobas 30 ; eiuams de su-
cupira arrobas .1.
Para odicinas da 3. elasse.
Cera branca arrobas -> ; luha preta para corriei-
rns libra i : dita branca para ditas libras i.
tluen quizerconlratar esles objeetns aprsente as
suas propostas em carta fechada, acompanhadas das
amostras na secretaria do conselho administrativo as
10 lloras do dia 13 do correte mez.
hala das sessc do conselho administrativo para
forneciment do arsenal|de guerra fl de setembro de
1836.liento Jos Lomrnha Un, coronel presiden-
ta. Antonio 'lomes Leal, ten.ule-coronel vogal
servindo de secretario.
O Illm. Sr. inspector fia Ihesouraria d
fazenda manila U/.-t publico, que nilo teodo
apparecido licitantes para a arremataco de
diversos objeetns, que foram comprados pa-
ra uso dos bospttaes dos cholencos, e que
se annttnciara pira o uia 6 do correnle ;
irflo os mesmos objectog nova mente a praca
no lia 16 iloslo mez o., preteudeiitcs ileve-
ro comparecer 10 meio-dia no arterial de
marinha, onde se autiam recolhidos os ob-
*~- *- -*(--. .
preciosas- 3
i
* Ailereco de brilliante. *
y diamantea a parolas, pul-
y cer.rs. alneles, brincos
. e rozelas, boles e armis
de diOerentea gotos ede '
diversas ped rae de valor. --.
MOREiRA k DOARTE,
L9JA Di OURIVH,
Ra do Cabuga' n. 7.
mm-m
>
g OIRO B PRATA-
1 las, e
* joias
Keceliera [><>r to-
I dosoavHporeRtia Ru-
| ropa ag obras do mais
o oulras qiiaesqucr | UlOil^riUi f-M-iin f-ll_
de valor, a dinheiro + '""C' U gUStU, ,UH-
to lrt rran^.i como
Oimprnm, vendem ou
Irocam prata, miro, bri-
lnanles,diamantes enero-
: ou por obras.
?
?
i Adereros complete de *
ouru, meiotditos, paleen
^ ras, allioele, brinca* e '
r' rozetas, rordes, trance- *
I nn. inedalbas, correnle -
e entalle para retante, e ?
oulro- iiiur.o-ohjerlosd* '
liuln.
Apparelho completo, .?
.' >le prata, para cha, bao- *
. deja, salvas, caslirae-. -:
g o Hieres de sopa e de ch.i. *
.. e muitos eulrui objectos *
.x de prala.
.-- : ? o?..?;*'*?-***$;/
de Lisboa, as quaes se vendem por
e pre^o eominqdo como eostumam.
segiiccm poucos dias a veleira sumara Castro, i|
pruneira marcha, por ja ter a inaior paite de sua-----------------------------------------------------------------------
carga a bordo ; para o reslo trata-se con seu con- PrCCISa-S- de tinUalhadotcs flliete-
signatario Domingos Alves Malheos, na roa de A- nliHtn liihallmdi)
cm vvenos: no sobra-
ro Grande do Norte e Aracalv do do ChoraJIenmo, fabrica d<> rap.
Precisa-se de um caixero de boa conducta pa-
taberna, de idade de li a lli annos : a fallar na
pollo n. 33.
Paratiiba, ixio tirande <
Para qualquer um dos portas anua propfie-se"a
barrara Ceroliae, de lote de 50 toneladas, a qual
se frea a quem pretender, ou mesmo recebar car-
ga a volumes, haveudo-a sullicienle que a carregue:
lrala-e na ra da Cadeia do Recita, taja de ferra-
gens 11. 56.-
Paca Lisboa pretende sabir breve o brgue por-
Ing'iei Experiencia por ter ja parle do seu carrega-
menio prompto quem no mesmo brgue quizer
carregar pode enlender-se com os consignatarios A-
guiar, levando caira de brim pardo j. vedi e frou-
sa, camisa de riscado ordinario escuro e chapeo de
rouro. por ler chegado ha pouco do seriad : roga
ma do Vigarloa. 21.
Personla-se a certa senhor, porque razao no
Diario. nome nesle vi,io como, hade em occasiao adeqoada inslaarar :
Precisa-se alugar om prelo cscravooa
forro para o serviro interno de rasa : a tratar M roa
Kova 11. .>:|.
DKCI.ARAUO' E PROTESTO.
II. Ilarbara Uan da Silva Selva, pee si. eessao
bastante procuradora de seo marido Nono alaria de
Sena, veiidu que os pretenso administradores da
massa irrita, e nudamente declarada fallida do sen
esposo, pretenden) por em leilao as predtes e oatm
deda-
No dia 7 do correnle fugio da casa 11. li da
Para a 'a rali iba.
'conrontaa^'re- '"''"'" qUe neon,r*. I" I referida
conr. ,.le a igre-! ca.a a entregar a seu senhor, que gralifi:ar' gene-
na t.osU. rosamente.
A mesa regedora da inundado do Senhor Bom
Jess das Oiagas agradece ao Sr. Heraldo Corris
Prerisa-se de uma barcaca para urna ntelo de
carga : na ra da Aladre de Heos,
ja, irm.i/cm de Vicente l'srrcira
Coiiipaiiliia Franco- une-
ricaita de Vapores
rranceze
s.
;
Fl\ \ //v-
Espera-e no da 17 do correnle o vapor Trance/.
Franc-Comlois commandanle l'ournier, viudo do
Rio de Janeiro, qoe seguir' para o Havre
cala por Tenenll, Madeira c Lisboa :
passageiros. na casa de I.. l.e:onte
ra da Cruz 11. 20.
com es-
para frele e
ieroii iV C,
una, ailininislia.lor dos exposlos, o grande Irabalho
qoalomoa para mais pompa da festa da Senhora do
I araizo 110 .lia / do crrenle, e romo nao possa fa-
zer por oulro meio, o faz por esla folha.
ARREMATACO.
crao rescisnria que as leis permuten, e qae a ktita
lacia novissima commercial especialmente consagra
no arl. 671 do decreto 11. 7:17 de > de navesabra da
IS-VI, por quanlo, a luz meridiana, na abertara da
fallenria e seu progresM se deram as hvpalbaws tl
que tallan os arls. 172 |>S I.. 2. X, e SS i-, 3 el
do arl. (i7:l do fallado decreto regulamenlar da es>-
ili.o do ciirnnercn ; isto, lem de nutras n.tildado,
lamben nsauaveis que se deram. Declara, antro
sin, e protesta solemnemente que ha de haver d
demudante da fallenru Jo- Jeronvmo Moatteiro.
do curador fiscal, n nollos aduae adminitradare,
Auicliano de Almeida Rodrigues Isaac e Nevaes ,\
Companhi ; e do juize qoe inlerferirasa no pro-
cesen, ludas as perda., damnn e lucros emergeale,
ludo na conformidade do protesto taita por sea) asa-
ndo en 2 de julho de I8j|. i, Dnalmeole, ralifica
lelo|n/o muiNcip.il da segunda vara, naodien- ilu" quanlo ha publicado a reipeilo por este Marta
c..i .le 10 do correnle. se lia de arrematar por ven- e* oulros peridicos especialmente eme* as. 191,
na, O 196 do correnle mez de aaotto. Recite 5 a
rao t osla .te non llosa, quilaudeira. perlencenle I ambro de iCHi.Barbara M. da Silva Seias.
aos bens deiiadoa por fadecimenlo de Tliereza Ma- ..
na aeJema, a requerimenlo do invenlananle Vir- a.",; a",e nm* r." ,erre" 'un, f**9**
kzevedo : he a ullina pra;a. Es-
Zim.
Ijente lorja," de ordem do Sr
rininoMoreirada Costa, fata'leilaoda
loja de miuJezas sila na ra larga do
Rosario n. 24, coiisislindo na attnarao,
iniude/.as novissimas, movis o mais ob-
jectos, etc., tudo fa/.enda de lei, cujapoo
se da loja g.nanle-se ao com|ipulor:
quarta-feiiM 10 do copente, as II botas
ua manliaa.
O agenta llorja tara' leilao em seu arnazem
na ra do Colleglo o. 15, de seis escravos mocos de
bonita figuras, proprios para lodo o servico, e'qua-
tro eaeravas peras allomas com diversas habilidades
e oulras propnos para a coznlia ele, ditos escra-
vos pericncem a una pessoa, que tem de liquidar
varias coplas nesla prara, e por consequencia bao de
ser elles vend los peloj maior prero offerecido no
leitao, que Icr.i lugar, quinta fcira l'l do correle as
11 huras da manba.
Sabbado, 13 do correnle. ao meio dia en pon-
i, no escriplorio do agente (Uncir, far e-le lei
hlo, por coma de iliversos, .ios seguinles predios :
1 casa de meia agua de 1 andares sita nofl beeri, ilaa
celos que ten do ser arrematados, e Ot.de ,;r,oula,, bairf. do Kecfe, a qu" rend l^Onein
porisso lera lugar a respectiva praea : ou- saes ; un sitio em ierra, proprtas, no |agat da Tor-
unda o mesmo UlnwjSr. inspector fe, ron belbjeata receuleincule edificada de podra e
declarar,quo os lebjeclofjii^uc se trata con
sistem em uma porco de cobertores de 13a
Icneoes, meias, camisas, toalhas, frondas de
algodao, madapolao, baotilha ele, louca,
diversos movis, como camas, bancas, ca-
deiras, etc., tren de c-'.zinhade ferro, e ou-
tros muitOS ebjectos. Thesourana de fazeo-
da de Pernambuco 9 de setembro de 1856.
o ollicial maior, Linilio Xavier Sobreira de
Mello.
A capitana, do porto, cm virtude das disposi-
rOes do rcgubnnenlo de -JS de fevereiro de IS), para
a pralicagem do porto desta cidade, lnhade appre-
ciar e o sioislro qoe soirreu a galera franceza Raoul
culrada no nosso porta em 5 do correnle mez. leu-
do pralico bordo, (ora em consequencia de forja
maior, ou oulras causas albeias a vonlade do mesmo
pralico ; e se nao occorrendo islo, em razo de er-
ro de odicio da parta desle, ou de proposita, le-
vando-o a pralicar assim algum motivo reprovado ;
e, poia, instauren hontem o compentenle processo,
cojo resultado sera breve, sendo o.pralico o Sr. Her-
cutano Rodrigue Pinheiro.
THEATRO
DK
Santa Isabel.
II RBPRESENTACO
LVRICA E DRAMTICA.
Ollciecida aos Senhores estudanles
Paculdade de Direito,
l'Ei.A ARTISTA
MADAMA filRARIIOT.
Quintil-IVira 11 de setembro de 1856.
I.ogo que a orchestia tiver MOCOtado una linda
svnphonia. conerara a
cal, coziuha lora, esinbaria, cocheira. quarlo para
feilor. e cacimba propria, o qual lem i'Otl palmos de
frente para o poenle na estrada real, e caree de 700
de fuudo para o rio Capibaribe, dividiudo pelo Bols-
ente com trras do engenho enligo, e peta puente
com o litio do Sr. Joaquim Teiteira Penlo ; oulro
sitio iw l'aruameirim corn'STl palmo de fente e
IIOII de fundo, grande casa de vivenda de ped* e
cal com onze salase aleovaa espscosaa, rozinha tara,
quarlo para feilor, cocheara e eslr baria para seis
cavados, um solao com quartose sala, gadinheiro de
pedra c cal. murado na frente ron 2 porles, ca-
cimba tran ta con 2 lauques e Deberla com talada
de parreira em roda, e liualnenle bem plantado com
toda a qualidade de arvoredos fructferos e de re-
creio. I)eclara-se qne esles dous sidos, caso nao se-
jam arrematados, serao alugados, para o que anslem
pretendentes na expectativa.
. O agente Vicira da Silva, na ra da Madre de
Dos n. :i2, faz leila sexla-feira, \2 do correte, ao
meio dia em ponto, de diversas obras de marcineria
novas e usadas, diversas obras de ouro e prala, relo-
gio e mais objectos que se achanta patentes no dito
arnazem, que ludo sera'vendido.
O agente Oliveira tara' leilao, por ordem do
Sr. cnsul dos Paizes llanos, e por conla e risco de
quem pertencer, de cerca (0 caixas de queijos fla-
meogos, parta avariados de agua salgada, a bordo da
barca franceza Raonla, recenlemente naufragada
nesle porto: quinla-fcira, II do correnle, as II ho-
ras da manbaa, defronte da porta da alfandega.
O agente Borja, em seu armazem na ra do
Collegio 11. 13, far leilao de um grande e completa
sorlimeDle de obras de marcineria novas e usadas,
bem como mobilias de Jacaranda' e de amaredo,
rompidas, obras avulsas de diversa qualidades,
pianos da jacaran la', de armario e de mesa, pro-
, prios para aprendizes, obras de ouro e prala, di-
da versos relogios patenta ingle/, e suissos, varios can-
delabros, lanlernas, vidros linos e porcelanas, mu-
ra para servido de^mesa, quiuquilharias diversas
ele, assim como uma porreo de mesa e mais
ohjecto de marmore ebegados ha pouco de Heno-
va, os quaes eslao exposlos no dilo armazem ;
e ao meio dia em ponto se achao em frenle da
mesmo, dous ptimos cavados de estribara, bastan-
te gordos : sevla-feira \2 do coi renta as horas do
eostume lera' lugar o comero do-leilau.
mino Firmo
crivan Athayde.
l'ede-se ao Sr. qoe roste uma ronlinha, e que
diz nao ler dinheiro, que anda mono augurado, e quer
boni charutos, queira quanlo ante, por este dous
das, ir a botica do Sr. Jos .Mara Caueido e dar o
mporta ao caixero do momo Sr. : do contrario ta-
ta amanhaa sen nome por extenso.
Precna-se alugar uma ami forra ou captiva,
que saiba cozinhar e engammar uo largo da As-
semblca n. l, primeiro andar.
O Sr. Francisco l'ires Carneiro deixou de ser
caixero do abaixo assisnaita, desde :10 de judio do
correnle anno.Joaqun) Ribeiro l'onte.
l'ernambuco, '.I de selembro de UTio.
I'rerisa-se alugir urna ama para o serviro de
uma casa de pouca familia : a tratar na Iravesaa do
(lueimadu 11. 7. primeiro andar.
Da-se dinheiro a juros sob objedos de ouro,
prala c pedra preciosas : no Forte do Mallos, de-
fronte do encurte, taja de lanoeiro, se dir quem
deseja dar.
O Sr. esludante Jos Fiel de Jess l.eile lem
una carta na ra do Cabuga, taja de niudezas uu-
nero 2 li.
-- i'recisa de un caixero. de I anuo*, que di-
fiador sua conduela : na ra Uireila n. 26.
I'recisa-se de una coslureira, que saiba fazer
vestidos, ou que entenda : na roa do Anorin 11
1. adiar ron quem Iralar.
yuem precisar de um homem para feilor de
engenho, ou admmislrsdor de casa de purgar, diri-
ja-se a" ra das Cruzes n. 20, que achara com quem
BiLHETES DE LOfEEIA
110 DE JlHEIRJ.
Aos l1I:0II.-s, IOKIOwJ, 1:000?, 2:0011-.
Pelo vapor Imperadora receberam-se eaclnm-
se hoje expostus a' venda na ra do Crespo, l..ja 11.
:i. juuto ao arco de Sanio Antonio, os bilheles da II
lotera do ihealro de S. t'edro de Alcntara, exlra-
luda cm i, e ale 17 do correnle deven) chegar as
lisias pelo vapor francas i.l'rauc Caatotse. t) nume-
ro do bilhele que ohliver o premio al rs. HUXJ*, pa-
garei a vista da conferencia da lista respecliva.'salvo
os i principaes prenios mediante um descomo con-
forme se convenconar.
JoscEuzebio Alves da Silva.
-- O escripto por tres praeaa que se acha em po-
der do porleiro, dos dous sobrados ponderados pur
eiecucSo de Anlonio Joaquim de Souza Ribeiro con-
ia Placido Magalhaes e sua mulher, si-
ia
da
a qual j tem sido muilo representada
plaudrda nesle ntsmo Ihealro.
e muilo ap-
cxercci un ollicio. /-:,nilio era bom naqucllo lem- "s- 5^000, 2 53>000, 3 twNIOtl, (NJOU ,o R. v',Anna jirard.
po ; era um paradoxo necessario, urna mane ra de l1' 'WlW, 7 tilolKK), 8 augmentar sua voz para se fazer ouvir. Sei bem I 'J*500. \2 ;M)-OIH). 1:1 lOteta, 1 si-OW) 1. U.'
qae, em nossos das tem se feilo grande molim dos I '>*"". I" IOIJ000, 17 \20VH), 18 IdojfJOo' 19 valina da opera
Personagens. Os Srs.
Juiz de paz....... Jos Alves.
Escnvao do juiz..... Rizeudo.
Manoel Joao, lavrador. Sania Koa.
Mara Rosa, sua mulher. Sra. U. Rita.
Anninha, sua Olha..... U. Alexandriua.
Jos, amaine de Anninha. Sr. I.ima.
Joscpha, camponeza. Sra. U. Jesuina.
(regorio, lavrador Sr. Vives Fillio
lliomaz, dilo......., Eikiner.
Sampaio, dilo...... Huilherme.
Manoel Andre. dito. ... Silva.
E mais :t Isvradores, etc.
TERCEIRA l'ARTE.
ItUCtO (la "i l'I d
NABUC0D0N0SQR,
pela Sra. Auna Girardol e o Sr. Pedro Kantista, no
seu ophicleide
l'RIMEIRA PART-;.
Sccna e cavatina da opera
BARBEIRO DE SEVILHA,
pela Sra. Anua tiirardot.
Duelo da opera
ELEXIR DE AMORE,
cantado pela Sra. Auna Girantes, e acompanbado
sobro a seena, im
illas.sa adaman-
nosso poetas alfaiales, marcineiros, ferreiros ; res-
pedo esles i-eiihorcs e desejaria de lodo corarao ad-
mira-los ; porcm sei lambem quaes sao as exigen-
cias da industria.
Ninguem loma um nflicio por sen gosto : nin-
guom he operario por paixao. Os igaos faligados
por um longo da de Irabalho, eslao mais apto- p ira
convidar o espirita ao somno, do que seguido em
suas rnedilares.
Desejamos mais sen esperar, mu depressa, que o
arlista possa reservar cada da algnmas horas aben-
I coaitas para ler, pensar, esercer sua persoalidade.
Entretanto, possa o lilleralo adiar urna oceupacas)
pouco fatigante, bastante frurluosa, e que nao he
comsumma senao uma parle du seu dia ; seja arlista,
'2 Pederamos adiar na guerra presente mil cv-
eniplos de humaiiidade e corlezia dalos pelos os of-
hciaes das nares belligeranles. Desejamos mais
assianalsr um lado bem simples, mas que prova cla-
r a menta a opiniao espiritual de que temos fallado.
a 21 de agoslo di 1853 a academia das seiencUl de
l aris recebeu da sociedade dos naturalistas de los-
cow um convite para a SSSSIO solemne, qoe devia
1er lugar 1 je dezemhrn prxima, da do anniver-
ano oa riindarao de sua sociedade. Se os membros
da academia, em razao das circunstancias, nao po-
diam honrar com Ma preienr.i esta solemnidade,
elles suppliraYam d'.hi fazerem-.e representar ao
mano pela ternera de aleumjsobra, ede al-umas
memorias. s-
1:108000, 20 9S000, 2\ t-209000.'S~{^SSoo' ->:
121*000, 2i \2K?UM, 2i lOlljOOO. ti llo^OfJO. '
n. ,.. "'' ''agen, sem I
en cima dos roche..... de la Hongo?, que me
va,,, de gabinete .Nao he portanlo adniravel
serevia esta discurso na viagem, sem livros
ser-
exiuses. Abro em seguida meo Memorial de S
,en,;;';,',H.veJ0 T"1." "'Piador quera fazer de
Z Z ."" ,B""',">- "'" "' Principe, o
que ,1o ponto de vista do Irabalho imposta Dllo he
LINDA I);: CHAMoNIX,
pela Sra. Anua Girardol.
SEQNDA PARTE.
Dep >is ra
represenlae.io
m
J mphonia
jocosa
\z
scenj rom a
.ilirir *e-ha
cofnedi em I acio
l m paz da boca.
A saudade du Patria,
a mesma cousa. Comolane de minha' falta, "ob'sc'r- ; aria ""nal peta Sra. Cirardol.
van 10 que um espirituoso burguez de Paria o fez : daroa irardol, achando-se
- emanas Memorias CT. l,n.76
llougue.
e 1--1
antes de mim
sem ser em la
(I Sao as proprias palavraa de Ducis janlando um
da en Matnaisoo. () general Benepwfc perguu.a
"Ycif,lt,(|,ic|,p0ell S ser,,ra%,ra
ter, r,-'e "".'" si"'l'l^"^"'e alugado uma
calera, a Jsso 00 poda ser, disse elle ho
que un homem de vossa idade, de ves
preciso
ha una boa sege quelieja^'.r.VrV.Tin^mX^
bemeommoda. Ueixai estar, en qner
isso. ,i-l,eoeral, replica Duda, vendo um bando .
de gansos se vagens, que passavam como uma no-
ven cima de sua caber,, s4 cacador. Vede esle
ensarne de passaros, que taudem o ar Nem um
so delles sent de tange o clie.ro da plvora e fareia
o IiiiI du cacador. Pis bem son nm his J
aros. I iz-iuo um desle gansos
'ir Je Memoirtt oh / effi c
...J alliviada da
protuiida e .talaros., emocSo que <>\periinenlou em
consequencia da perda do sen querido filho. vem bo-
je annonciai ao publico, que o-colbeu > da quinia-
reira, II do correte, para dar o espectculo que ta-
ra annnnciado en nutra poca.
Madama Uirardot se reenrjheee mui grata e sensi-
vel a' barnignida ie qne esle raspeltavol publico Ihe
lem prndigalisado, o di pede, mil dcsculpas pelas
tallas que eco .ariamente ba da commeller cm
arranjar ,co"seqoi aria da dolorosa siluardo em que se acha.
Os bilheles se acham .1 venda em casa de -11. re-
sidencia na ra da Roda n. 17, dcfrunle da cocheira
do Sr. Pauliiiu.
Francisco I into Otario chumba dente com a
verdadeira massa adamantina, e applica ventosas
pela atracrao do ar : pode ser procurado confronte
ao Rosario de Sanio Anlouio 11. 2.
i
\o publico.
Jos Anacido, bem condecido dentista
c sangrador, podeJsep!procuiado 1 <|ual-
quer hora do din, naCamboa.doCarmo
n. 20, para sangrar : titap hem dentes,
pop piceos t' vontade a <|iiem Ihe der a'
preferencia, ehumba dente, separa hem
os da fenle e applica ventosas sarjadas.
DENTISTA RAMA
Paulo Ijaignoux, de volla de sua viagem ''i'
da Pas-agem, com 1. quarlos, "lolao. rozinha
quintal, ptimo banho no fuudo as pal
preirnderem dirijam-se a ra llireila n. 3.
Piecisa-se de um cozmheiro a qoe sirva para
comprar : alraz da matriz da Boa-Visla n. IS.
l'ermulu-te o arreiulamento do primeiro andar
de um sobrado na fiegueiia de S. Jos, piulado H
novo, com com.nodos sullcieules para familia, do
aloauel de !4>UCa, por urna casa terrea na fregaeua
de Santo Antonio 00 i. Jote, qoe tenha boas sjaia-
Isl, e sua renda nao exceda de UsOOO : a tratar na
prara da Independencia n. :w.
LOTERA
do Gymnasio Pemambu-
cuno.
O a li-'i\o assignado vendeu as scguinti-s
202V 2.000S000 em 1 h.lhete intero
lOsOOO em I dito.
IOOsOOO em I quarto.
5158
108
1 '.m
9*7
3170
7(i
080.")
2!tt7
\M
85"> oOsOOO cm I dito.
as lojas do eostume acham-se a' ven-
da os novos hilhetes, meiosequartos da
segunda parte da quinta lotera doGym-
rusto, os quaes naocsto siijeilosao dps-
conto dos oito por cento do imposto, o
qual seja pago na roa da Caricia do Herid-
n. i., loja de miudezas de Jote Fortu-
nato dos Santos Porto.
Saiustiano d'Aquino Ferreira.
LOTERA DA PROYIHCIA.
O tbiixuassigiiatlu ven-
den as seuintes sortes:
"M 3:000x000 cmquartos.
OOO.s'000 em meio.
400.S000 em meio.
200S0O0 em meio.
1 OOsOOO em I quarto.
1 OOsOOO cm meio.
"lO.S'OOO em I quarto.
oO.S'OOO em 1 quarto.
Os possuidores de ditos nmeros podem
vir receher nao s a garanta, como todo
o premio por inleiro, 110 met escrip-
lorio. ouna prara da Independencia loia
n. 10. '
P. '. Vanme.
40 PUBLICO.
No armazem de fazendas baratas, na do
Collegio n. i,
vende-se um completo sortimento de fa-
zendas finas e grossas, por mais barato
procos do que em oulra qualquer parte,
tanto em porrjes como a retamo, affian-
cando-se aos compradores um so proco
para todos: este eslabelecifflenio abrio-se
de combmacao com a maior parte das ca-
sas commerciaes inglezas, franceza*, alle-
% maos e suissas, para vender fazendas mais
" em eonta do que se tem vendido; e por Uto
ollerecem elle maiores vanlagens do qne
outro qualr|uor; o proprieurio desle isa-
portante esiabelecimento convida iodo*
os seus patricios, e ao publico em geral,
I para que venham (a bem dos seus inte-
5* restas) comprar fazendas baratas: no ar-
3 mazem da rua do Collegio n. 8, deAn-
i'i tonio Luiz dos Santos & Rolim.
C. SIAKH ^CUMPANHIA.
I'.espeilosamenle annunciam que na sea eilearo
estabelccimenlu em Santo Amaro, eontinoa a fabri-
car, rom a maior perfeirSo e promptidao. Inda a
qualidade do machinisino para o uo d'asricollaia
uavegaro e manufaclora. a qu* para matar casa-
modo de seu numeroso fregueses e do patalee esa
geral, lem aberto em um dos grande armasen do
Sr. Mesquila na rua do Brum, alraz do arsenal de
j marinha, um
'DEPOSITO l>E MACHINAS,
controida no dilo seu etsbeleeiraento.
All arl,aran o compradores um complete serli-
j ment de moendasde caima, com todos os mellMra-
: qualquer pessoa nu eapilao de campo a | men'o; Igon delles novos e originaos) qae a es-
pedir' apprebender c mandar a rua da Cadeia Ve- Pe,leucia de muilo auno tem mostrado a aecsvo-
Iha n. I, que sera' pago do seu trabalho. I d,",e- Machina de vapor de liana e alta piessl
Bilhetes de visita. laisas de todo tamanho, tanto batidas como faadi-
las, carros de m.1o, edito para condal fdmsa
lo na rua Angaria, devem ser arrematados no' du
12 do correnle, ao meio dia, depois da audiencia da
pruneira vara municipal, escrivao Santo, or er
ultima praca.
tuem tiver alguma sala em primeiro andar.oo
rasa terrea, que possa servir para carloro de escri-
vao, annuncie, que se promelle f.uer bom inleresse.
I.ava-e e eiigoinma-sc com loda perl'eirao
por prero commodo : na rua do Amorim n. 19. tsr-
ceiro andar.
Pede-se a pessoa que foi ver a casa da rua dos t
I escadores |ior delraz de S. Jos, para comprar, que- S
rendo electuar o negocio, tentt a bondade da ap- E
parecer na rua das Cruzes n. 20, segundo andar, que
ah achara' com quem ultimar dito negocio por todo
0 prero.
.Manoel ttodrigues Gamboa Sicupira, lendo de
u U!"~ie '"Pijamente desla cidada para Porto de
1 edras, afim de ver sua prezada mai qoe se acba era
veniente doeute, 11S0 leve lempo de despedir-se de
seus amigos, pelo que Ihes pede desculpa, rogndo-
me que em oolubro, quando pretende vallar, cum-
prira seo deveres.
I'ogio no da ti do correnle pela 9 hora do
da o prelo crioulo, por nome l.uiz, idade de 30 an-
nos, pouco mais ou menos, com o signacs segninte'
bstanle alio, cheio do culpo, cor fula, rosto descar-
riado, beiena bastante grossoa e lera de cara, quando
ralla tem um cansara e o andar muilo feio, pes gran-
des e grossos.e-lem o dedo m le v da man direila cor-
tado pelo meio.provenieiitc de um panarcio quo'le
te, levou calca de algodlo azul, eaatisa branca de
algodao e chapeo de palha do Chile muilo vellio
quem o pegar, leve .1 rasa da roa Augusta o. :l, ou a
Ignacio I erreira de A. I.essa, i.u eiiuanho Grtala,
que sera generosamente recompensado.
Aloga-se a casa lerrea da rua do Aragae de n.
ID, moito propria para pr qualquer negocio por es-
tar em armazem, ter Ires portal de frenle, bastante
fundo, e estar em bom lugar, sendo cu aloguel
muilo em cunta : a tratar na prara da Doa-Yjsla o
ti, botica.
Alugs-se a eaaa terrea de n. 17, sila na rua
Iteal junio ao Mangoiglio, com bons commodos e um
grande armazem no fundo, com fumo para padaria,
linio por prec.11 muilo commodo : a Iralar no sibra-
do de n. li na rua lleal.
sla' fugda desde o 1. do correnle a prela de
nome Isabel, narao Coria, representa :ll) anno, nat-
a, cheia do corpo. lem minias marca de betiga no
rotlo.bem prela.falla de denles na frente.he muilo
conhecida, (em sido vista com um taholeiro venden-
do fruetas por loda esla cidade; levou varios vesti-
dos de chil
(iravam-se e imprimem-se rom perfeieSo
'S 'l'".i">?'.r' ""^'""'.P'.moer' mandioca.
de visita, lellras de commercio e lodos os objectos da 1 ,,
arle cal.graphica, registros, vinhelase quaesquar ds- S" ?,&.IuS??.?.e fma blUio P'noba. a
9
9
fS t Europa, est morando na rua Nova n.
"-i i I, primeiro andar, onde pode ser procura- "
^-* do a qualquer hora. ".
' ."-.- -.."*-;"sf."5;Ti ."- ;'" ,'>-;'. en,'.
m\m\\\\ desechos
NOBTHERN,
estabelecida em Londres em IS,
tomar piscos cunta loi;o e sobre v idas.
Capital t 1,260,000.
pata
abrem-se lirmas, sineles, tanto a lalho doce
como em releva, ornamentos em objeclos de ouro e
prala, fa/.em-e ricos lindos e origioaes para borda-
dos de lauvrinllio ; admilte-se a recusa de natos
quer desles objectos no caso de nao ficarem a con len-
to das pessoas que os encommendarem : qoem pre-
tender dir,ja-se a qualquer desles loeares : 110 bairro
do Itenfe, rua da Madre de Dos n. \2, primeiro
andar ; em Sanie Antonio, na livraria clstica do
paleo do Collegio 11. >; mi Cinco Ponas, sobrado
da quina ronlriMiie a malriz nova.
Prasedcs da Silva C-osmfio pode ser procurado
para qualquer n-jgocio de seu pai, das 9 horas da
manbaa as : ou i da lanle.no eteriptorto do Trapi-
che Itamus cu armazem da illiiminai ao publica,aules
1 e depois dessas horas em casa de sua residencia na
; rua do Irnperialn. til.
Kua .Nova 11. 1S loja de M. A. Cajii A C. ron-
linua sempre a ler um grande sorlimente de obras
i reilas de allaiale, lano superior, como mais infe-
rior, camisas rranceza, brancas de core' ira-
valas, colariohos,cbspos francezrs, ditos de sol, de
\ c.
sou um desles pat-
elvagen : o lis-
Para o Caer' rom earaia pelo P.io .rinde do
Agenies pata Pernamhi.ro C. I. Rotlev sed? epi,Ti"l'0'sus',e"soric'i Jelrracha.moia*para
"-> seuhoras, homeii, meninos, fazendas para fazer se
qualquer obra re encommeiida com a maior pre-lo-
za e liiim desempenlio, em lim qualquer pessoa que
'A :\''.'S'''''' '', & '"-" .O '" ".' '"ja. ''"'a um fado cmplelo e por pre-
@ 1. a ""ado, em virtude de deh- ,-% co mais commodo do que em oulra ulquer parte.
..^ berarao da rommi.sao directora do Monte ut-n.J
/' idai.a-a. .....1 .. iiarnier la/, scieute ao publtro que niinlou -eu
eriinenio de lylhographia paraoractdeApri-
uina das casa un\asda viuva l.a.serre. Adia-
se promplo para ejecutar com loda perleirao qual-
quer encomiuenda que llic for dad, perteucentr a
sua arle, corno leltra-. conliecimenlos, emitas, fac-
turas, lelreiro de lodas qualidade- c de todas as co-
res ou dourados, etc., etc.
Joao Piaeger faz publico, que acabou com seu
e-labelerimeulo de hilhar que liiil.a na rua da Cruz
'': a lodo os Srs. socios do mesmo Monte l'o ?'i' a ,'V ','
v3 V" 5?r,ll p''rj '""'"'n-se na lerceira sala '] f' ,
S* lamida le de ireilo de-la cidade no *.;i lo em u
...- dia 13 do correnle mez, ao meio dia. alim &
de ser diculida c approvada em ses,lo ge- .':.'
ral a relorma dos respectivos eslalulos, ''
qua -era apresenteda pela mesma commis- C?
o directora -Jvislo como sem a referida 5
_.;. reforma seria quasi cerln e incvilavel o de- W
'?. '1(,rav.l Jesappare-imenlo de tao pia e 9
* l.ult'i lulilni .".. li r .. .' ...
dos de ferro da mai approvada consIracrAo, fuad.-
para alambiques crives e podas p.ra rnala*, e
uma inlm.dade d obras de ferro, qe sera eatedealH,
enumerar. .No mesmo deposite etirie asna peasaa
inlelligente e habilitada para rereber lodas as enco-
miarla-, etc. ele, qoe os aononciantas contando
com a capacidade de snas oflirines a mnchinUm, e
pericia de seus officiaes, se romproinelttai a fazer
evecutar, com a meior presteza, porteara*, a evada
conformidade com o modelUs, ou deseabas, a ins-
Irucce que Ihe (treta torneo la-.
Kosio a l'\ do mez lindo, o prelo Sebastian
qoe reprsenla ler ih anno, cor fula, alio, e recalar
de grossura, tem um pequeo signal aa cara, fet-
enes regulares, dentes limados, ciralrizes de relhn
as cosa, porcm antis, Imita de cosime andar
alinorrr\a>, tu ne-ia j.i..ra, rom rarv.io aman ae-
neroselc, levou o mesmo cavallo em qae aadava,
cojos signae ,3o o. sesoinles : la,.10 catite, de
trente aberla. tres pos calcado, tem marea dacorrei-
a 110 pe.lo por ter sido de carro : qualquer pessoa
opoderalevar o engenho Rodizio, Diunudn
l.ruzcs a I, s. Campos, qua pagara geaerasatkaate.
XAEOPE
DO
;"?
-:;:
iftnsferido o deposito desle tarop para a ha-
de lesa da Cruz Sanios, na rua Nava i. VI'
fas 3*3600, e meias teOOtl, sendo falsa lado
car /i,i .. i.i. ii v ""'-"> ........cauapeta kio 1.rinde do
"i /'. MUTILADO
foi ifNn
lira de
garraf
aquelle que nAo for vendido ueste deposite, palo
que se f,z o presente aviso.
IMPRTAME PARA 0 PIBLIM
I ara cura de phlysira em todos o seas distere*).
les graos, quer motivada por constiparos*, lote,
aslhoia, plenriz. escaos .le saogue, dr der...
lados e peilo, palpitaca no coracAo, roquelurlir-
l.i oinhiie, dr na garranla, e luda- attaalealia
dosorgaos pulmonares.



.\km l KBr.ntB/lQ UIIT Ft'M i0 S TERREO 5 18', 6
S J. JANE, DENTISTA, i
& contina a residir uaniaNova n. 19, primei- $
Sj) ro audar. ^>
<*&i%mmmm0o09 m 99 MtMMi
Precisa-se alagar G pelos para armazem de
assocar : quem liver e qui/er alugar, drija-se ra
do Apollo, armazem n. i", que adiar com quem
tralar.
I'recisa-se alugar urna escrava que saib." coser.
lavar e engommar, para o servico de orna familia
ingle/ > : na ra do Trapiche Novo n. 10, era casa
de Paln Nash i^ Compauliia.
Precisa-se de duas pea.oas para o servio in-
fama de urna casa rslraugeira, urna que coziul.e e
encorme, e oulr. que eulenda de costura : na ra
Nova n. 17.
%& Deposito de vinho de cliam|wj;- ..-
$3$ tic Cliateau-Ay\, primeira qua- O
$ lidade, de propriedade do conde Qj
j toeMareuilsrua da Cruz do Recife n. f
\j 20: este vinho, o niel Iior de toda a Q
$| Cbampagne, vende-ce a b cada
$ caixa ; acha-se nicamente em ea- $J
$5 sa deL. Leconte Feron & C. N. je,
t$ B.As cakas sao marcadas a ib- (&
vJ goConde de Maeeuile os rotn- >
$j$ lo las garrafas sao azues. A
ESTRADA 0 FERRO

SEGUNDA CHAMADA.
Os directores da couipanhia da estrada de ferro
do Recite ao San Francisco, (em feilo a segunda
rlmmada (ou ierren-a preslacao) de duas libras es-
terlinas oo rs. 179717 sobre cada accao na dila com-
paulua, a qual deve ser pasa at o da 7 de cutubro
de 1856, na Baha, na caja dos senhures S. Dswn-
port & C., na corle, na casa dos senhores Mana' M.
liregor & C, e em Pernambuco, uo esriiptorio da
com panlna, ra do Crespo.
O acciopisla que nao realisar o pagamento denlro
do termo indicado, podera' perder lodo direilo s
arroes sobre as quacs o dilo pagamento uSo liver ef-
terluado, e em todo caso, lera' de pagar juros na
razio de cinco por cento ao auno, e de "nao receber
juros ou dividendo da companhia, pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagameula e a
toa realisacao.
Nenhura auto de Iransferencia pode ser registrado
depois do dia 8 do correule, anles do pagamento da
chamada.
l'or ordem dos directores,
., VERBKER, thesoureiro.
Uccife I de selembro de 1S56.
Atlcueao.
Da-se dinheiro a juros tazoaveis, por penho-
res : na ra dus Calcada* n. IC.
Desde 15de abril do crranla aune, que Cosi
do abaixo aaaignado nin cabriaba de nomo Manuel,
de iildile de 15 anuos, levando camisa de llgodlozi-
nho e calca do mesiiio. e chapea de palha, o qual
Un [alia de mil denle na Urente, assim eonio Un na
lala ana costura ou eicalrii de nin couce de ca-
\allo.Jos tem que. Machado.
>
Os ahaiio assignados, com loj de ourives na ra
do Cabuga' n. 11, confronte ao paleo da matriz e ra
-vova, fazcm publico qoc esli rerebendo eoutinua-
damenle as maii modernas obras de onro, lano para
senhoras como para hoinens e meninas : os preces
coiilinuam razoaveis, c pasaam-se contal com rs-
pnnsabilidaiie, eapeelOcando a qualidade do uro de
11 ou IS quilales, lijando a.sim sujeilos os mesmos
por qualquer duvida.Seraphim & lttuao.
RU4
ii.
NOVA
22.
Um grande e completo sorlimenlo de (odas
as qualidades de doces lano seceos como em cal-
da, golea de lodas as qualidades de fruclas que se
pode fazer, e una porc.au sempre de ananazes aba-
cachii e oulras mats froclas do paiz proprias para
embarque, excelieule vinho de caj' engarrafado e
urna das melbores marcas de charutos em caicas de
cem, pelo barato preco de 2a rs. cada urna, l.ancei-
ros, Luzilanos e Humllense, se apartara' qualquer
i ncomiiiiiid,: de doces ou fruclas para dentro ou
lora do imperio, com liinpeza e aclividade : na cou-
leitaria da roa de Cruz n. 17 de A. A. I'orlo, por
inais baralo preco que em oulra qualquer parle.
Precisa-se alogar urna escrava : uo alerro da
Hoa-Visla d. 16, lo|a.
U espilao Anlonio de Souza Oliveira Mello,
senhor do engenho Maxicoaba da comarca do I.i-
nioeiro, freguezia de Boifi Jardim, declara ao publi-
co, qua coinprou a propriedade denominada l.agoa
Comprida a Antonia Mana do Espirilo Sanio, a
qual se mtuluu para a comarca de Sanio AnlSo ou
villa da Escada, aonde fallecen ; e como no inventa-
rio a qoe procedern mencionam cinco lellras acei-
tas pelo aununcianle, a vencer de fevereiro a feve-
reiro de cada anno, declara em lempo, qoe ninguem
faca transacejo com as mesmas ledras, i>to que
aiuda n3o se cumpriram as condic,oes da escriplura,
e por mo nao serao pagas em eslar ludo legalisado.
Ilecifa !. de selembro de 1856.
A QUEM CONVIER.
Manoel Uonc,alvee turros, pede a seus devedores,
para virem salisfazer seui dbitos al o fim do cor-
rate mez ; seu.io quizerem ver seus nomes por ez-
Icuso nesla folha ; e serem ejecutados judicialmente.
Kecife (> de selembro de 1856.
Aluga-so urna casa de nm andar que lenha
quintal, em qualquer ra do bairro de S. Antonio,
c paga-se bem : quem tiver para alagar ;procure
na roa da Praia, armazem de carne n. 13,
-Precisa-se para urna rasa estrangeira de fami-
lia, de nm cozinheiro, preferindo-se escravo, mais
que lenha perfeilo couliccimen'.o de seu cilicio :
L. Dclouche acaba de receber um bello sorli-
menlo de relogios suissos de todas as qualidades,
lano de ouro como de prala, dilos galveniaadoa e
'oleados ; assim como ha lambem mcios chronnme-
Iros e relogios franceses, com caixas, lodos ayan-
cados.
Precisi-se de um amaamlor : na padaria de
Auionto Jos Pedro Conialves, ra da Senzala Vc-
llia ii. %.
No dia i de setembro, foi entregue a um pia-
lo, nina sacca de cera de carnauba, (irada do arma-
zem do Sr. Anlonio J. de Souza Ribeiro, c pesada
em urna padaria da ra da Senzala Velha, e esle
prclo evadto-se cora a dila sacca ; por lano ropa-se
a qualquer pessoa a quem for ufferecida dlia sacca,
queaapiehendam, e avisera na ra do Brum, pas-
saudo o chafarla, a primeira casa que lem solo en-
carnado pela rela-guarda, que sera' recompen-
sado. H
Achand-sc nomeados Joilo Pedro Adour iV C.
reliz houvage & C. e Schafeillim & C., menibros da
comratssao eiaiuinadora dos crditos da lailencia de
aoaqonn Jo,e de Fanal Machado, c Manoel Antonio
de Souza Kibeiro, pelo prsenle sao convidados lodos
o credores da referida ma.>a para aprescnlarem no
prazo de 3 das os seus crditos para o fin expotto.ao
lerceiro dos mencionados niembros ; uo ra da Cruz
n. 38.
^mr&>.
Compram-se arenes da companhia de Bebeir
be na ra larga do Rosario n. -2H laja.
.,~.Cm,prain"se "i"11"* d"a divida provincial ; na
ra das 1-lores n. 3:, primeiro andar.
v7 Con,l)r?-sc ciTeclivamenlc, laUo, bronze e cobre
vclho. no deposito da fundicao da Aurora, na ra
do Brum logo na entrada n. J8,e na mesma fundi-
cao, em Sanlo.Amaro.
Compra-se ouro com preferencia de lei, e na-
ga-se melhor do que em oulra parle : na roa lar
do Rosario n. 17, confronte ao quarlcl.
m7 Compram-se e"> egonda mo, porcm ainda
era boin estado, os segrales ioslrumenins music.e.
como nanliio, requinta, clarinea de si, pistn, Irom^
pa, clarim, Iromhoue e ophicleide : a tratar no ar-
senal de marinha.
Compra-se urna escrava, que lenha as habili-
dades seguintes : rozinhe, engomme, e ensaboe. lu-
do com perfcicao. c que seja de boa conduela e
bem ass.m urna carleira em bom uso, nno se Jlha
idade : na taberna da ra das Cruzes d. -JO.
Comprase um sof' ou raarqoeza. e meia du-
ziade caderas rom assenlo de pallia, sendo ludo em
bom es.ado : na ra Direila n. 82.
compesicao' medicinal do profes-
sor A. C, Bar y.
Tira caspa, faz erescer o cabello, e lem nutras
niuilas applicarjjea, que no innreaso se vera', e amia
para Ungir o cabellos, lodo por mdico prero: na
ra estrella do Itosario n. 2, loja de harheiro.*
Vende-tetina partida de ierra roberas de
mallas de mtiilo boas nadeir, e npiima ile plan.
la./,c: a Iralar no Mansoinho, silio que Tolla para
os Aflliclos, de Ignacio francisco de Albutiuernue e
Mello. H '
V endem-c os engenhos dciinminados Carama-
ru e Sania Cruz, silos na varzeas do Cabo, o pii-
meiro junio a estrada de ferro, iiovamenlc levantado,
lem boa eaa de engenho de podra e cal, moil boa
moeiida, solfrivel usa .le vivenda esenzalas, c naia
duas casal que serveni para morada, lem muilo
boas Ierras de forte inarap e parta, capa/.es de -a-
frejar -2(H) paes annualmenle e partidos para abrir,
que devem eslar promplos al Janeiro prximo, que
enlao podera' f.i/er as safras de mais 3.1KH) pae>,
lem excelleules mallas, muilo bous mangues, dos
qnaes se liram lenhas para o engenho, pule ser de
agua com facilidade, he muilo bom de assucar, e de
um peso superior ; o segundo lem as mesmas cir-
rnmslaiicias, e se vende junio rom a propriedade
Sania l"c, sujcilo ao lempo que lite falla, ou sem a
dila propriedade, sendo logo entregue ao compra-
dor : quem os pretender podera' ir examinar os di-
los predios, e para Iralar procurara' nesla prara o
seo dono o rnrnp'l l.amenha, ou ao Sr. Anlonio da
Costa Reg Monleiro.
Madama Rosa llardv, modista brasileira, lem
recebido nm grande sorlimenlo de lindos chapeos de
crep de difiranle! cores nara senhora, que se ven-
dan pelo preso de 10.-, rteoseiifeitos de cabera com
llores e filas para senhora : ra Nova n 31.
LOJA PERNAMBGANA RA
Di CRESPN, 11.
Rica fazenda de seda trans-
^?!0,
AVISO AOS FERKEIROS.
I*\ POIRIER,
f'"rVln "'"^'i513 H, lem para vender a von-
lade do comprador
CAJMO HE PEORA
da pr.metra qualidade, |por preco commodo.
h.lTX,rfIni,e"Se um "c,,orro 'Ba com muilas ha.
hihad.. f.r prceo commodo : 0 rua d, ..:.
paga-se bem sendo bom ; a Iralar na rua do Trapi-
che n. 38, audar.
i..- -ux-.- -^.- ^,- \.r vj-oiy^ir-X> ..y
DCLA&{AO.
o

-v.--
^ O artigo estal>elecTinento de l'a-
^ brica de chapeos desta cidade, na
^ praea da Independencia ns. 24 a
deque lie [o prieta rio o Sr.
2 Jaflu'tn ^e Oliveira Maia.conti-
Z nuanomesmo lt^gar e casa, sen-
am do actualmente gerente desteesta-
Z belecimentooSr. ManoelFrunciico
^ Morara Maia, tndo-se concluido
de commum accordo, e por ter
lindado o termo do contrato des- O
de o 1- de jullio de 18o, em que ^
era gerente o Sr. Jos Joaquim J5
?? da Costa Maia ; e por isso nata $jsi
ig inaistemeste Sr. com dito esta- fa
^ helecimento. Recife odesetem- **'-'
9 brode 18(j\Por proctit acao do A
9 Sr Joaquini de Oliveira Alaia.Joa- "3
/? qraim da Silva Castro. ;''
Precisa-se alugar uma casa com
quintal ou um pequeno sitio nps proxi-
midades da Hoa-Vist;, paga-se genero-
samente : na rua da Cadeia de" Santo
Antonio n. 2o, primeiro andar.
Henry Rruun & C. curailores llscaes da massa
fallida deJoaquim}Jos deFarias Machado e Manoel
Antonio de Souza Ribeiro razem scienlc aos respec-
Uvos credores, que no da 13 do crreme lera' lugar
uacasado Em. Sr. Dr.juiz de direilo especial do
commercio a reunido dos mesmos credores, e ahi se-
rao apreseotados 09 Irabalhos .la commissao verifica-
dora doscredtlos, devendo os membros da mesma
commissao aprescnlarem os seus crditos aos dilos cu-
radores liscaes, aliin de seren verificados, isso antes
da indicada teuniao.
rrancisco Jorge de Souza, empregado publico,
e morador ha 10 annos no tugar do Arraial, fregue-
zia do Poco da I'a ne I la. roga a lodos os seus visiuhos
do mesmo lugar, sem disiii.eeao dn que morar mais
longc, a-im lambem de sua qualidade, eslado pro-
lissao e coodirao, o muilo especial favor de por esle
Diario ou raejmo por qualquer oulro impresso dos
qoe se poblicam nesla cidade, oeclararcm o mal que
o annuuciaole lenha causado nao t oo civil como no
moral, liavendo smenle para isso er toda e qual-
quer revelaco respecliva na frnu das leis em vigor.
sobre a respousabilidade do qne usar revelar de mil
l. Oulro sin, que o annunciaule he nalural desla
cidade e liljio legitimo do capilao Pedro Jorge de
Souza e D. Anua Joaqoina Esleves de Souza pelo
que as autoridades das freguezias desla cidade' in-
lormadas do que de mal smiherem do annuncianlc
revelarao pela fiirma mais adequada, as autorida-
des superiores. Recite 3 de selembro de 18",6.
Aloga-sepor lempo qoeconvier um grande si-
llo 110 Parnaineirim, com uma grande casa c um so-
liiadiho. com cocheira, eslribaria para 00 6 ca-
vallos, orna grande cacimba cotu.^ lauques com co-
berla de quatro aguas e um grande parreiral a' roda
do dilo lanque ; assim como aluga se para passar a
lesla uma boa casa terrea sila na povoacSo d.. Mon-
leiro, com -i salar, k quarlos, qnartos pira escravos,
estribara para doos cavallns, cozinha fura e quin-
laes morados com porlao, saluda para o rio : quem
pretender, dirija-se a Iravessa do Veras n. ir,.
i\ecrtj.o divino.
Banho fri de igua doce com alguma decencia,
propno para familias e homens, na freguezia de s"
Josa, sillo do Barro Daixo n. 3, esta'a disposieao das
.1 horas da un.......1 as n n 0ji por.prei-'o rom-
IDOdo. *
OSr. qne lem ama muala de habilidades pa-
ra tender, leudo boa conducto, pode dirigir-se a rua
de Apollo 11. I A, primeiro andar.
A irmandade ,lc N. s. da Boa-Viagem precisa
de un capellao para sua igreja ; o Sr. sacerdote ou
religioso que ll.e conv.er. dirija-so a roa Imperial 0.
.)/, defronle do chaf.itiz, acareado aiusle.
Pede-seao lllm.Sr. Dr. Antonio Borges Leal
qne quaudo fiar a e-u praea baja de aoparecer na'
rua da Cruz no armazem francez n. '17, a negocio de
seu ulerease e de urgencia.
Precisa-se na rua das Oleadas n. 10, de ama
frea fiel para vender na roa.
SI, armazem."""*----------------' "" "" d* P"'* '
briwaVK V T ,""' de ,,Md0 a *-* *>
ni atar "'' "la da Ca,Ie'a Velha
n. 1, cora o abaixo atsignado.
11 Jo,c Goncalvos Torres.
nr.T. ..VI f'8! T e,rell<:u,e '"" em chaos pro-
K'" r"a da lre"'P. com 77 palmos de frente e
i3'"*'11 a fre"";le P".e do. lados
U Man, el?"*,",'* Mondcgo, taberna ...
1 '*Manoel l.uiz de Abroo.
Vende-se um lindo mulalinh de 6 para 7 annos,
muilo propno para casa de familia por ser moilo
ros" |;51Ue,n qU''er diriJi,-searuad0!'Marlj-
Leiicus delabyrintho
Vendem-se ricos lencos de la'bvrinlho por preco
commodo : na rua da Cadeia do Recife n. 7. escrl-
plorio.
Cera de carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife n. 57, escriplorio de
JoilS lernandes Prenle Viaiina, vendem-se saccas
com superior cera de carnauba, ullimamcnle checa-
dadoAracalv. "
Velas de caruauba.
Vendem-se velas de catoauba pora, por preco
commodo : na .ua da Cadeia do Recife n. ,,7. '
a~ '*"',e-sc 'aberna d rua Augusla n. >l, que
nca conrronlando o chafariz e o vivtiro do Muniz,
2 l ?a?,anl* Paril '' aluguel commodo
lem capacidade para receber uma familia regular, e
a rana de se venier se dir' ao preleudenle : dinia-
mJuTS n Sario ,9' a faIlar com Firmino Jos
feliz da Rosa.
sedas de quadrnnfes miu-
dos furta-cores a 1,'iOO
e 1,400 o covado.
Na rua do Cjueimado n. 21 A, vende-se aja ra-
zeiidi, chegada p-u, ullimo vapor, chales bordados a
velludo : dao-se as amoatru com penhor.
SRTI1E.\TII IE iUAlES
Lmlindisbimo sorlimenlo de chales de meriun e
lapirn, lisos, bordados e de lislras de seda ; existe i
venda por preco commodo : na rua do Crespo u. 11).
Chales
de marin bordado a velludo ; vendem- razoavel : ua rua do Crespo, loja 11.19
'ORES DE RIMADO FRANCEZ,
padroes de muilo boro goslo a *>S : na rua do
Crespo, loja o. I'J.
CAMELIA,
Chegaram as seda para vestido de senhora e me-
niuas, denominada Camelia, de variados goslos, pelo
diminuto preco de 15600 o covado : na rua do Ouei-
da Congregacao junto a
O. Biel>er
a Cruz 11.
mado n. 38, frente do beceo
botica.
Em casa de N.
^* C, rua <
4, veude-se
Pianos forte das mclliores (al)ricas da
Allemunlia e de moderna coiistrucrao.
Em casa de n. O. Bieber
Cx
"liZ II
ultramar.
N. O.
rua (a
Bie-
Oruz
C, rua da
veude-se
Cemento romano.
farelo.
Vinho deMadeira c
Bill casa de
ber & C,
11. 4, vende-se
Algod.to para saceos Dilo (raneado para ditos, a imibicBo do
da Baha.
Lonas.
Brinzao.
Fetroda Succia.
Ai cano para purificar O assucar d in-
vem;ao do r. StoIIe, com o uielliodo em
lingua portuguesa.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical ecom todos o melhoramentos
mais modernos, tendo rindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n
prente,
denominada llalrina, para vcilidcs dcjbailes, saraos,
Iheatroa, passeios, vizias : pelo barato prcro de 1>
o covado.
La ns de padroes moderno*
arhamalolados de muilo bom goslo : o covado a 1?
para acabar.)
liicos cortes de primavera
Tazenda de laa e seda transparente, cum 16 covados
cada corla : a 8)000.
< hales de tuc|uim
adajnascados, de goslo novo : a 3Uf
Kicos chales de tiijuim
de peso bordados em differe.ilcs ponlos, represen-
lando desenhos variados, cora grade larga : a
359000.
Lindeza branca aberra
com I vara de largura, para soires, a peca com 13
varas, por 9)000.
Ricos brinspara caiga
de muilo bom gcslo e cres linas : vara 1?000.
Lanzinhas leves
para vestidos proprios da eslaco calmosa, pelo ba-
ralo preco de 500 rs. o covado.
Urlea ns, de pura laa
de cores matizadas para vestidos de babados recor-
tados, pelo barato preco de 800 rs. o covado, com
palmos de largura.
Vende-se chocolate muilo superior,
c por preco imito barato, chegado ulli-
mamente de Pars : ao armazem de
Fremont & Lasne, rua dn Cruz n. 27.
6'ialy de flores solas ,
800 rs o cv.ido.
Veude-se chai) de llores solas de assenlo branco.
fazenda e>la muilo moderna ; dao-se amostras com
penhor : na rua do (Jueimado n. ifl A.
\'ende-se um casal do escravos, ma-
rido e mulher, de meia idade, de muito
hoa conducta, a r|ual seaanca, hons Ira-
talhadores deenxada, eptimos para um
sitio, saliendo a negra ensahoar e fazer
varrella liem, e tendo principio de cozi-
nlia ; s sevendein ambos, ea pessoaco-
nliecida, que os trate bem, eseja incapaz
de separa-los, dio-se em conta : na rua
Direila n. V, loja.
Vendem-se toros de mangue com 7
palmos de cumplimento e grossura pro-
porcional, por preco commodo : abordo
do biateAnglica,tundeado confron-
te ao ta [licite do aigodao.
MSICAS MODERNAS l'AHA PIANO.
J. Praeger & C, na rua da Cruz n. 11,
reeeberam um sortimento de msicas rao-
dernm, consistindo em pecas novasori-
;inaes, fantasas e variaees sobre themas
le operas italianas, francesas e allemaas,
assim como valsas, polkas, scboltisclig
galoppos, quadrilbas. etc.
Vendem-se missaes romanos e Condocl de
uma senhora enrilala : na loja de encadcniarAo da
rita das Triucheiras 11. por preco commodo."
Veadam-aa missaes rznanos: na rua do En-
canlamenlo u. 76 A.
I
Vende-se para cipnprmeiito de le-
gados, a casa terrea dolpaleodo Terco 11.
20, com duas salas na lente, qualr ca-
marinhas, cozinha fotjt, quintal c cacim-
ba : a tratar em Oijida, rt.a de an-
Francsco, com Bonifacio de Jess da
Silva, 011 na livrara nfc. (i e 8, da
da Independencia.
Velas de
Carnauba.
1
ara os nainora-
endein-se velas de carnauba pura.
\
que ha no mrrimo a I _'>! lili I a arroba, esleirs de
palha da nteama carimoba, grandei e menores : na
rua do (Joeimado n. (>9, loja de farrageos,
^ endeni-sc frdhas le p*pcl innilo bonilo, proprio
as melbores' '>'1r'1 cnrrcspondeiiria do oamoradot, pelo barato
preco de 10, 60, 80 a IIIU rs. na rua do Oueim.ido,
na l.em conhecida loja de iihu ezas da boa fama
n. 3.!.
Vende-se o manual cleiloral, contendo
a lei regulamentar das eleicoes, e os de-
cretos e decisoes do governo por lj?280:
na livraria ns. (i e 8, da prara da In-
dependencia.
No escriplorio de Domingos Alves
Hatbeus ha para vender ricos e elegantes
pianos de excellentes vozes, chegados l-
timamente, os quaes vendem-se por me-
nos do que em outra qualquer parte.
Bonecas france-
sas
\ eudem-sc muilo bonilas lioneras franec/.as, pelo
baratisaimo prero .le 19280 e I.-SIK): na r..a do
l.lueimado, na bem condecida loja de miudeas da
boa fama n. :|:I.
Loja da boa fe.
900 rs. o covado, dilos lisos de bonita! cores a 7d0,
chales de marino lisos rom franjas de retro* de bo-
nilas cores a .">,">, ditos com lislras de seda a 7j: na
rua do (.laciniado, nos qualro calilos, loja de faien-
das da boa fe n. >, defroulc da loja de miudezasda
boa fama.
BOAS NU.1-
fUUto barato.
Iiapcl de peso e almaco o melhor 0119
pode haver nesle genero a 3, i, .'. o 68000 a resma
papal paquete muilo lino e de muilo boa qualidade:
propriamenle para se escrever por vapores para a
buropa em conscqiieiiria de nao se pasar aramios
porles de carias, em resmas, meias resoiai, quailns
de resma, ou mesmo era qoadarnoaa Hll rs., papel de
linho verdadeirainenle almarn e proptio para carlo-
rio a 1 rs. a resma, verdadeiraa pennas de a.-o de
luco ile laura condecidas pelas melbores que "ha a
19200 a eaUiaha com \> duzias, dilas sem ser de lu-
co de lanca, mas lamben, multo boas a (ill a Caixi-
nha com I2dnzia>, duziade lapia muititaimo Onaso
ID, Wtt e ..IH) rs., ditos para desenlio a SOO rs. a
duza, canivelcs muilo finse de lodas as qualidades
e preco, Una inuleza muilo boa c barata : na rua
do Queimado, loja de miudezas da boa fama u. 33.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ka fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, conlina ha-
ver um completo sorlimenlo de laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptidao: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despea ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C
rua da Senzala-Nova n. 42, sellins ingleses, chi-
cles de carro e rie moniaria, candieires e casticaes
bronzeados, relogios paienie inglez, barris de gra-
sa n. 97, vinho Charra em harria, camas de ferro,
no da vela, chumbo de munido, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
^elogiosa rj( patento
injjlezcsdeouro, desabnete cdcviiiio
vendem-se a preco razoavel, cin cas;
AugustoG.de Abreu, narua
do Recife, armazem 11. ,"i.
.1 de
Cadeia
Je
aia
eiosios
loj
piara
las ce ouro
da rua do Cres-
pn, 10
Vcndc-sc um cmplelo sirlimenlo de obras de 00-
ro de lodas as qualidades, Imais em coula do qua em
oulra qualquer parle, elalianca-se a boa quali-
dade. I '
PARA QME1BTEU (if)ST(l.
\ einle-se um e\rellent eavalliulio, pronrio para
menino, o mais bonilo qc he possivel ; a' vi-,t.i do
comprador se ajustara' na cocheira nova da rua da
Hoda qoasi a loar^cra do/rio.
Xa loja das seis
portas
Em frente do Livrameiito.
Lencos de seda para pescoco de senhoras a dez
lusloes. manguitos de cambra ia bordados e de recor-
tes a dez lusloes, cainisinhas para senhora a dmls
mil reis, collarinhos de cambraia a palaca, soliuhas
bordadas a dez lusloes, pescocinhos de relroz borda-
dos de cor a cinco mil reis ; de ludo se da' amuslra.
levando penhor que cubra o valor do que se qar,
das 6 lloras da inanhaa 00 '.I da uoile.
>a loja das seis
s>orftas
i
Eni frente do Livraatento.
Alpacas de quadros para vestidos de senhoras a
palaca o rovado, corles da cambraia lisa cora oilo e
meia varas a Iros mil reis, para vestidos de dous e
Ira hallado-, curies de cassa francez,, a (res mil reis,
corlea de casta diila a cinco palacaa; a dinheiro a'
Villa |iara acbar.
Bom e preco commodo.
Nai labernaa ao lado da isreja da Soledade e es-
quina de Joao de Barros, vendem-se seeros os mais
novel e hons do mercado.como Mjam,saccaa com mi-
lito e fatinha a 3f30O, cli hyfson e prelo de vanas
qualidades, erva-mle!a mais no
uha c sag, hiscoulos
lidades, massas, mal
KOO I9l-20dila rraodna
couenose descobcrlos, pequeos e prandea, de ouro
e prata, palele inglez, de um dos melbores fabri-
cante* de Liverpool, viudos pelo ullimo paquete in-
glez: era casa de Soulhall Mcllor & Companhia, rua
do lorros'n. 38.-
Cobeiores d^ la hespa-
nhes muito encorpa-
dose gra*mrfis.
Vendem-se na rua doCrespn.loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Vende-se um bonito mualo de 18
annos de idade, propno para boleeiro:
a tratar na mido Vicario n. 31.
Cassas riretas para luto.
Vendem-se cassas prelas muito linas proprias para
lulo, pelo baratsima preco de i.SO ? vara : na rua
boa fe n. 22, defronle da loja de miudezas da boa
f una.
Refinada 1 do Monteiro.
No deposito da rua da Senzala-Ve-
ha n. lili, vende-se assucar refinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Lencos de cam-
braia de linho
e 640
VEMiE MUITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-sc libras de llnhas de boa qualidade n.
30, 60e 70 a I9IOO, ditas muilo finas de n. 100 e
120 a 1(600, duza de leaonrai muilo boa para coa*
rra a 1^. dilas muilo finas e urandes a t?'200 a dn-
zia, peciohai de bico es(rei(o a ."iliO, caixiubas com
asulhas franre/as muilo linas a 160, raixinhas com
l(> novellus de linhas de marca muilissimo linas a
280, braceletes encarnados muilo bonilas para meni-
nas e senhoras a 200 rs., meias brancas muilo linas
para senhoras a W c 300 rs. o par, meadas i de li-
nhas muilissimo linas para bordar a 100 e I60. bn-
ISea demadreperola muilo linosjiara camisasa600 rs.
a siosa, bolAes muilo finos de ac para calcas a 8(l|a
irosa, livelas douradas muilo lias para calcas e col-
leles a 12" cada uma, pentes de balea muilo linos
para alisar a 300 rs., pecas de fila de linho com li
varas e nicia a 50 rs., caixiubas com cohetes france-
ies a 60 rs., carrelets de linhas de 200 jardas de
muilo boa qualidade e de lodos os nmeros a 80 rs.,
macos com 10 grampai e de mallo boa qualidade a
"iO rs., pares de suspensorios o 10 rs.. (orcidss para
candiiiros a MI rs. a duzia, carleiras de marroqnini
liara alsibeira com molas douradas a (iflll rs., cane-
las para pennas de aeo'a 20 e 1(1 rs.. meias brancas
e cruas, fazenda muilo hoa, pata liouiem a 160 e 200
rs. o par. Irancinhas de laa de caraces e de lodas as
cores a 100 rs. a pecinha, penles de chifr para ali-
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, crozas de
bolseada lonca piulados para Gamitas a 210, pafa
de lila decs de lodas as larguras a 250 c 320, linhas
brancas de carreleiscom 100 jardas do autor Alea-
dla a il) rs. i> carretal, linhas prelas de meadinhas.
fazenda muilo boa a 20 ts. a anadiaba, cartas de
alfineles ila mcliuir qualidade que ha e com 25 len-
les a I i, penles abcrlos de balea para alar cabello,
fazenda muilo boa a 2c600 a duzia, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a 210 e :I20 Rosto:
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-e superiores meias pelas de laia par
padres, pelo benitsimo preco ie l|800 o par : na
C\L E rorvssv
\ ende-s. pouasa da Rsala a amengina, rhrca.la
neslas da, e ne superior qualidade ca| (|e ISDua
da raais nova que ha no mercado : m seus denosi-
os na rua de Apollo u. 1 A, e 2 II.
AVISO.
CAUSAS FRANCEZAS.
Na loja da Esirella, roa do Qoeiaaado 7, a.
dem-se camisas francezai fio., e <- liimo E-io
N.i loja de Antonio Lopes Pcreira de
Mello di C, ua ni da Cadeia do Recife
n. 7, continua baver nm completo sorti-
mento das ja' bem conliccidas velas de
carnauba do Aracalv, por preco com-
modo, em porcaoou'a relalho : a tratar
na mesma.
Rolao francez.
pelo baralissimo preco de Joo"e 3Sflu"c"dT aST^
tiljt.icds de seda i OiU u coMado.
Navalhasa contento.
Conlinua-se a vender aHjOOO o par prero fisol
j. bem couhecidas navalhat de barba,feil.s |r|o
1 MI fabrcame qoe ha sido premiado em diseas es
posicoes: vendem-se com a condicilo de n acra-
dniido poder o comprador devolve-la. ate :J das
depois da compra, resliloindo-se a imporlaacia :em
casa de Augusto C. de Abren, ua roa da Cadeia do
Recife n. 38.
Em casa de Rabe Schmetlau A C., rua
da Cadeia n. 37, vende-se :
Um grande sortimento de vMros de cv-
pellio.
Helogios linos de patente inglez.
Ditos ditos de patente suiso.
Couros de nu.
E'Mllias seccas em garralrics.
Vinho do Rlteno su|wtior.
Conservas alimentarias de boas
dades.
Tudo por preco commodo.
REMEDIO IMCOMPARAVEL
IOS
o par. crozas de livelas para rpalos a 580, eaisinhas
envernisadas com palito) ue fo-u de velinhasde boa
qualidade a 120, ditas Oe p.10 com palitos de fogo de
boa qualidade n 20 rs., caixas com .V) Caixiolias de
pbosphoraa propriamenle para charulos a :12'J,
custts muilo bonitos para bengala a 0 r<., sa-
palinhos de laa para enancas a :|00 rs. o par,
Iraneelias prelos para relogios, fazenda nimio
boa a liO. escoviuhas mallo boas para denles a
100 rs. Alera de todas astas miudezas vendem-se
uiilias muilissinus, que a visla de Has boas qua-
lidades e baratos precos lem causado admirarao
aos proprios compradoras: .na ruado (Racima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da bol
fama ti. 33.
v NA LOJA SU BOA FAMA.
veude-se bandejas 'grandes c muito linas pelo ba-
ralissimn preco de -tOOO, sOOO e J-3OOO reis, ocu-
l-is de annacao de seo de todas a; gradoacOes a
NMJ re, lunetas com armiejra dourada a IjOOO reis,
lilas com armacau ,le larlarnga a I;000 reis, lilas
cum armagle de bnfalo a .VIO reis, oculoscoiu arma-
cao tic tnelal branco a 400 res o par. lmelas com
armario de larlaraga com 2 vidros a 38000 teis, ri-
cos chicles para cavallns de homcm e senhora pelo
baralissimo prero ue 800 res rada um, uravalas de
eda moilo bonitas a 19000 res, honilos atacadores
de cornalina para casaca pelo bar-ilissimo preco de
M) res, suspensorios linos de borracha a llo'rcis,
penles muilissimo linos para suissa a|.',00 reis.escovas
muilo linas para cabello a 00 res, Capachos pinta-
dos compridas e redondos a 700 e ,'rOOO res, bo-
Ines linissimos rie madreperola para camisas a IS200 ,
r-. a groia e 120 ts. a duzia,ricas canelas para peuna 1
de .ico a 12(1 reis, ricos porla-relqgios a IJ800 reis,'
calvas de metal muilo linas para rspe a ,")00 o 600
reis, escovaa Bnissimas para unhas a 320, 500 e (iiu
reis.escovas pata mupa e cabello o melhor que pode
haver a 1->000, 1?200, IcJUO e 25 reis, pmceis linos v
para barba a 200 reis, uuzias de facas e garba linos I* "~" ePM,t0 r hiebas
Vende-se o verdadeiro rolfio liante/.
tanto em porco comt) a retaMio : as lo-
ja dos Si s. Joao Conralves Fcrreira e Ma-
noel lote Lopes, na ana larga do Rosa-
rio ns. oS e 40.
Farnha de San-
ta lalharina.
muilo nova, viada em direilura a esle porlo, vnde-
se a bordo do patacho Pelicano. 00 Irala-se com
Caelano Cyriaco da C. JI., ao lado do Corpo Sanio
n. 2j.
Hedes de
pal ha (ci-
tas no Ta-
ra'demui-
t o bom
quatro pollas, danta
Cad
na loja de
ca du Recife
18.
Redes de algu-
do tecnias com dous los, feitas no Ma-
ranho : na loja de quatro portas da rua
ta Cadeia do Recife n. 48, de Narciso
Maria Carneiro.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ultima -
mente de|l;raura. pelo baralissimo pr.ro de 1JMKI0 e
covado. s(a lazenda he de pura laa seda, e os
seus padres alo os mais honilos qoe ale o presente
lem apparecido no mercad : na rua do Queimadn
nos quatro cantos, loja de fazendas da boa fe B. J.
Vende-se superior linha de aigodao brancas
de cores, em novello, para costura : em cas. de
Soulhall Mellor & Companhia, rua do Torres n. .18.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para recar borlas e bai-
xj de capim : ua fundieode D. W. Uowman
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Na rua do Crespo n. l(i, conlinuam
a estar a venda asmis superiores toalbas
de puro linho ijuc tetn viudo ao mer-
cado.
Bichas de Ham-
bn
4'
sa-
PILULAS HOLLOWAY.
Ksle 1 ne-t imavelosperilirn, rompcslo inleitasaen-
lc de hervas medicinaes, uu conlrm merrotm m.m
algnma outr. substancia delctete.. Bcnipsliu ,
mais tenra infancia, e a compleicflo man Ocltc.a.
he igualmenle promplo e segara para deurraigar
mal ua compleicao mais robada ; ha inleiraatente
innocenle em suas operaedes e efleilos : pais ataca
c remove as doencas de qualquer esperto e or.a
por mais anlisas e leares que sejam.
Enlre milbares|de pessoas curadas rom cola re-
medio, muilasque ja rslavam as portas i saarar
preservando em seu uso, consesuiram recabrata
saude e forcas, depoia de haver trotado inalilme-'
le lodos os milin. remedios.
As mais alelas n.n devem enli e;.r-s a aaaaa-
peracao ; faram um competente eusaio da esnea-
zes efleilos desla assombrosa medicina, e prestes
recuperaraoo beneficio da .aude.
Nao se perca lempo em lomar esle remedio para
qualquer das seguinles enfcimidades
accidentes epilpticos. I ebrelo da epecto
e(c-
Alporcas.
Arapnlas.
Areias mal d';.
Aslbma.
Calieaa.
Convulsoes.
Debilidade ou
nua(o.
Uebilidade oo talla de
forras para qualquer
cousa.
I'esiiilcria.
Da de -ai^anla.
de barriga.
nos rins.
Duroza no venlre.
Enfermidadesno ligado.
_ venreas.
r.nv.iqueca.
Erysipela.
Febres biliosas.
Gola.
Ilemnrrhoidas.
Hvdropisia.
Ictericia.
lodigesloes.
Inll.mmataas.
I 1 r e: ula'r i da des aa
menstiu.ir.ii..
I.ombtigas ue lona es-
pecie.
Mal-de-pedra.
Manchas na calis.
Obstrucrito da venlre.
Phlisica oa coaatnaipcau
pulmonar.
Keien^ao de eariaa.
Kheumatisnaa.
SMnplomas tet
Temores.
Tico doloroso.
I.'lceras.
Venreo mal.
pan
rgo.
de llanihurpo. ua
A 520, 400, SOO,
cada um.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina
volla para a rua da Cadeia.
que
39OOO reis, dilas de' cat~de" bala oro" m'uitTssl'iiia ^*Uil "'reliado Rosario n. ii, recebeu-se pilo ulli-
Baaaa 69000 a danta, duas Balssimas de rabn
marliin o mellior quu pode haver a 159000 reis
duzia, camisas de meia muilo linas a 1*000 reis, r -
casaboluadaras de madreperola u metal para col-
lele e palitos pelo barato preco de ."iOe 600 rato, i
bnissimas navalbas para barba em eslojos de uma e '
duas navalbas pelo baralissimo preco Ue 2.^000 o es-
tojo, candieiros americanos muilo bonitos proprios
para csludanlesSi raesmo para qualquer eslahele-
cimenlo, pela boa luz que da a coinmodidade
de se poder pendurer ou pr-se emeuna de|qualquer
mesa, pelo baralo preco de jjOIKI res, pastas para
guardar papis a 00 reis, espedios para parede com
armario dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de 500. 700 e 19000 reis, linissimas e ri-
cas calvas para rap a lJJOO e :l;O0O reis, papel de
cores de follus pequeas em qoarlo de resma pelo
baralo prejo de 720 reis, e oulras muilissunas cou-
sas, que ludo se vende mais baralo do que em oulra
qualquer loja : na rua do (.luciinado na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
o vapor viuda da Europa, um grande soilimenln
1 referidas bichas, e por isso se continua a vender
dessr diiiteTTo-
320 cada uma
enl
ion
por alu
->o tiMji_A por menos
- comprar mais de cem, e 1
ucl.
Ua-
Fazendas por
muito menos do
seu valor, ni loja de A
portas, na rua do Qiitima-
do n. 10.
Conlinua-se a vender nesla loja o resto das fa
jv
\ cnilem-scpiatiosverlicacs inulezes, de ele-anles
modellos eexcetlcules vozes, fabricados porutn dos
mais acreditados autores, premiado na eiposicao 1
LABYKINTIIOS. Madapolflo enlrefino a 29800, 3S*e
> endem-se lencos e loalhas de labvrinlho. assen- i u,, "lui'" lino Je rda
lado em lina cambraia de linho : ua "roa da Cruz n. I)l10 mui' 'araa e muilo fino com 35 varas
., primeiro andar. Algodilozinho de 20 jardas
Dilo bom americano
Chitos de cores, bous padraes a :>a, "kvoo e
Cotes de calca de casemira prela a 59300 e
Dilos de collele He selim prelo superior
lirim de linho de quadros, o covado
llilolrani.ado, a vara
Pannos prelos e de corrs a .'O e '
Chita larga franceza, o covado
Dilas eslreilas de cores, o covai.i.
Aigodao azul mescladoed. asirs, o covado
Corles de cassa chila
llilos de chila larga
Grvalas de seda de cores
l.eucos Farinha di; mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catl
ic
marina, em saccasquetem um alquei-
medida velha) por prero commodo :
no armazem de NovaesA C., na ru 1 da
Madre de Ueos 11. 12.
A .".s'OO a duzia.
Lencos de cambraia de linho para alsibeira : na
roa do Crespo, loja de Adriano & Caslro n. 10.
Loja da boa f.
Vende-se panno prclo c azul, lino, fazend muilo
superior, prova de lirao, pelo baralissimo preco de
31500 o covado, alpaca prela muilo Boa a (iO i co-
vado, merino selim, fazenda superior para palils a
Londres: 110 armazem" de' Rostof RoVaV* rm S2 '"'!''0' ""i3" pre,. ",uUo fino ''roPrl r1"'1
panhia, praeado Carpo Sanio tom" ha ^.covado, se.im pelo inacao. fazenda
parior a 2>bOO o covado, crosdeu.iples prelo muilo
e-se o ,ilio cora casa de sobrado do falle- "'u P?? ,vesl"|o a 2j o covado, superior sarja prela
cidnGeorseKcmvor.lhv. nolucar.de S.Jos do ,an-
goinho.com arvoredos de fruclo e mais bemfeiloriai
que uclle se acham, scudo as ler.-as do referido silio
proprias : quera o pretender procure em casa de Sa-
v"n '.,Ju,'"sl0U CamnaohU.rue da Senzala No-
AGIi.\ClA
Da fundico Low-.Moor, rua daScnzala-No-
va n. 42.
Nesieesiabelccimenioconiinaahaver um com-
pleto sorlimenlo de nioendas
para engenho, machinas de
ferro balido o coado de lodos os lamanoTpara
dito. r
e meias moendas
vapor e taixas de
Em
d,
cpsa Corpo Santo n. 11, ha para vcdero
sectil nte:
Tabeado de pinho, alcatrao e i
S necia.
da
Alcatrtode carvao.
Lonas tle algodSo.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muilo commodo.
Para as sen lio-
_" intermitientes.
Vendem-se estas pilotas no eslabelecisnc
de _Londres, n. 244, Slran, a oa laia da
boticarios, drocuislase oulras pescas enea
das de sua venda em toda a America da Sal
vana c llespanha.
Veiide-seasbocrlinhasaSOOrs. Uda assa dclto
conlem uma inslrurrilo em porlagtwz para eiolkar
o:modo de se usar deslas pillas.
O deposilo aeral he em rass do Se. Souss nbar.
mareulico, na rua da Crui a. 22, cea l>ernam-
Xarope do Bos-
que verdadeiro
RL'A I V Dtt KOsTario N. 3S.
aB^SM "^ r"Pe id amalsa
nina, rua do Hospicio n. 40), na blica datatoa a.
signado, que garfele ser verdadeira.
Barlholomeo francisco da Sansa
IA tlenco!
.elogios
ingezes de pa-
tente,
os melbores'abric dos em Inglaterra: m rasa de
Ilenrv (iibson : rua da Cadeia do Recifen.52.
rer,dllasbraa-
ao t.llw ^U.Main aO DOfla i cas muilolinas acopar, dilas brancas de alsodilo
bespanholaa Uc^o o covado, prnreza prela moilo
fina a 800 rs. o covado, corles de colleles de gor^u-
rao de seda, fazenda muilo boa a 2*, cortes de fus-
loes de boiiilojipadroes a OO, brim trancado branco
de puro linho e 1a e IjiiOa vata, hrins lianr.dos
de cores de muilo bonitos padres e ile puro linho a
I5O a vara, dilos dilos lambem de bonitos padroes
i hihi rs. a vara, dilo trancado pardo lambem de li-
nho a (00 rs. i vara, dilo liso largo a jiSO, nanga
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a 320 e :l(0 o Covado, dilas de cores escuras de qua-
dros e lislras, de muilo bonilo? padics para clense
palilsa (00 rs. o covado, corles de calcas de bonilas
casemiras da algodSo, pelo barato preco de 19120,
brim/.inlms de quadros paaao de linho muilo fino a 640 a vara, pellos mui-
lo linos para caraiba brancos e de cores a 400 e 500
rs., camisas de meia muilo finas a le e 1*5120, luves
prelas de lorcal para senhora, fazenda .1 uilo Supe-
rior a SOO rs., dilas de seda de Iotas as cores para
homem e senhora, pelo baralissimo preco de 1J20O o
par, dilas de fio de Escocia para meninos e meninas
a i rs., lencuhos de filel muilo bonitos a 1?, ricas
grvalas de seda prelas e de cores a U, meios' leucos
pe seda para grvalas a (00 rs., dilos prelos mudo
bons a la), peras de cambraia de salpicas cora S va-
ras e meia a 39200, e 410 a vara, ditas adamascadas
moilo boas para cortinadas a !:>;, cambraia lisa moi-
lo lina com uma vara de larputa, pelo baralissimo
prero de .".li a vara, lencos de cambraia mullo linns
Indus brancos e com barras de cores a :100 rs., lencos
de chita franceses multo boot a 100 rs., chales de
ah-odao do cores de bonitos padres a 00 .?., risca- Vendem-se superiores c7rfa7rance,as Pa,a volla
d.nl.os muito linos e de muilo bonilo. padres a 160 reta pelo baralissimo preco daSn bera lo
o covado, filo de linho liso muilo lino a 960 a vara -- "______- >--'-- .^. .
dito de lloies a 14280) meias prelas
O Na rua do Trapiche 11. .14, m
O uperior rape Princeza do Brasil,
v3 chegado recentemente do Rio de
p Janeiro, em qualidade pOuco dif-
$ 'ere do de Lisboa, .ao paseo que
5 custa apenas l^ArJO a libra ; a elle
2 antes t|uc aabe, pois a remessa
@ he pequea.
Vcndem-se sellins cora I
laicnic ingle* eda melhor
Je que lem vindo a seto mercssJo :
no armazem de Adamson Howie
* C, rua do Trapiche n. ii.
POTASS E CAL TOGOL
> n anligo e j bem conhecido deposilo da rua da
Cadeia do Recife, escriplorio n. 12, ha para aaa-
der muilo superior potasa da Russia, dito do Rm .
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em podra, toda
a precos muilo favoraveis, com os queae tearo
dos contadores satisfeilos.
fMautot iit$i$o$.
Lm rico piano de Jacaranda, de um dos melbores
e mais acreditados autores de Pars: vende-se na
iua da Cruz, arm.-utem 11. 10, no Kccile,
Em casa de Eduardo II. Wyatl.raa do Trapiche
Novo n. I, vcndem-se bacas, relegtos de ouro, co-
berlos e descobertos, sellins ingleses, chicles de
carro, rreios para dilo, cabos da llussia, lio de vela,
Untos de lodas as cores, candieiros e caslicaes bron-
zeados, conservas de ruclas inglezas, charutos de
flavina.
Vende-seca I de Lisboaulli mamen ircheRada.as-
iiincomnpolassadaKussiaverdadsira:napracado
Corpo Sanio n.ll.
CARTAS FIMSSIMAS PARA YOL
TRETE.
na rua do Queuuado, na bem conhecida loia de nuu-
lc seda para se- dezas da boa fama n. 33. '
barato.
Vendem-se ricos penles de tartaruga para alar ca-
bello a 9000, meias de eda de cores muilissimo lin- <
das para enancas da um mez a um anuo, pelo baralo i
preco de IcKOO o par, lencinbos de relroz <:e lodas as'
cores para seuhoras e meninas a Ij, loucas d6 la
para senhoras e meninas a :>00 r.. camisas de meia i
para enancas ale a idade de um anuo a .'.00 rs. 11 T[TJ j O DAD i UAsfelPUC
meias brancas de aigodao para senhora muissiojo LU I.li lAii/l IJOtlRo
boas a .00 rs.. ditas brancas e prelas de seda o me- '
muilo lioas a 1(1 e :I20 o par, dilas brancas muilo
linas para meninos e meninas a K) o par, e alcni de
ludu islo mili., muilissimas fazendas, que a visla de
suas boas qualidades e btalos presos, be que os se-
nhores fteiuezes, amigos do bom baralo, conheos
rao o que he psebineha : na rua do Queimado, 110-
qoalro cantos, ua leja de fazendas da boa fe 11. i,
lcfroule da loja de miudezas da boa fama.
ricas
raui-
Itior que se pode eucoulrar a ->e >."(K) o par,
caixa para guardar JOH a ROO rs. e 1-, canas
.la ma nova possivel, evad- lo tices com reparlimenlos nnicamenle proprias para
los, iiolaclunhas de minias qua- 1 Miaras, pelo baralissimo preco de -'"vOO -NNIO e
!?&!?.. &!*.' Ilbra ,ii" I :*'m- '"V"" df >crdadeit'o bfalo" pata prender
RflORAS.
TI
SE-
Veiiiicm-se superiores Iota-de pellica muilo novas
pata hoinein c senhora a l>S0 reis o par, dilas de
seda muilo boas e sera detono algum amaiellas, prc-
c brancas para houicm e
Att Vende-se para acabar muilo soperior borracha
P"V"'*,Jo.a --'"" 3 3W00a vara, dila de cr
a.v-il"!. meias cruas para Inunem a 11(1 o par, e do-: de 1
zm a 1.3000, dilas de linho moilo linas a :t0 o par, o
e .MIOO a duzia, bicoa e rendas da Ierra ; Indo ne-
gocio se faz com o comprador : no alerro da Boa-
Viato n. TS, l^ja.
Perfumaras de
bom
gosto.
cele a 800 res, viu
60, da I 1 'iier 1 o
lo a RSO, engarrafa!
1HSO00, e a garrafa
com sapalos, lama
10 de Lisboa niuilu bom a .",bV e
nelhor do mercado a 640, du Por-
do no Porto, eaua de I duzia a
a IjOiki. e muilo, objeelosde uso
neos, japonas miudezas e presos
a de
coroso larcuras.ficis lilas de seda lisas e torradas
de lodas as larcurat e cores, biro de linho finissimos
de lindos padres e lodas as larguras, tiras franjas de
aleod.iu brancas e de coies proprias para cortinados,
oulras muilisfimas eousas, que lodo se vende por
le ...do, na lamaqhos e Imbeles da lotera, ludo pur 15o baralo pftto que aos propr'.os compradores
catoaaado praca, ada mesmas casas compra-se uma vira de adrairacao : na rua do ueimado. na bem
'conhecida toja de miudezas da boa fama o. 33.
cerreca com boi.
Na loja da boa fama aaeanlra-ae sempre um rico
sorlimenlo de perfumaras de lodas as qualidades
sendo seu autor o mellior que ha em Paria, riquissi-
Btoe frascos de evlraclos muilissimo linos, pelo baralo
preea de VOO, IS-VM), 2 c -25.100, jarros de porel-
lanadelicados e de modernos uoslos com banha fran-
ceza muilo fina a ?, frascos c.m esseencia de .osa a
320, paos de pomada franceza mniln boa a 100 rs
frascos pequeos e mudes da verdadeiro aeua d'e
Colonia do Piver a 180 e 1*X)0, .abnele, fino, e de
i diversas quali lades.pus para denleso melhor que pa-
rarnla a jj-200 a arroba, de haver, e oulras muilas perfumara me en
saccas com fejHo mulaltnho a 8-5000, e sacea.com dem muilo barato: na roadoQuelmado na bem co-
milho a 33 : no armazem n. 7 do caes da elfandega. I onecida loj. de Dludens da boa fama u! 33.
de seda ricas de toda, as cores e bordadas, com
r.'iarnicao, para senhoia 3*000 ,. 3$M0 reis o para
e oulras mais qualidades de luvas, ludo na nu
do nui'imad.i na bem conhecida loja de miudeza, de
boa fama n. 33.
Vende-se gomma de 1
-No da 31 do mez passado fusio aa ru do Hos-
picio i.. 9 um escr.vo de non Andela, eras
nalural do Kio de Janeiro, oir bem prela, de S
no. de idade, pnucu mais 00 menos, estatura a
resulares, com denles ponludos, poocos esbeltas a
queixo, levando por tragas'calca de casemira atal
de lislras e pequeos quadros, 'camisa da slacasUana
azul e um pouco soja por ser cozinheiro, chapea da
palha entrefina. Este escravo he bem fallante, a ese-
toma, quaedo foge,' dormir em casas qoe esle san
aberlo, ou que so (em paredes. debis., da lelhei-
ros, assim como acampanha a. msicas ao leaaa de
recolher, ou frequenla qualquer tasar onde baja fes-
tejo publico : pede-se as autoridades paliciaa aM
se dignem de dar as providencias para ejse o dito
escravo seja apprehendido ; e nana assim qaem a la-
var a mencionada rasa na roa Oo HaipiesS a. 9 n.
cebera' uma gralificacao sali.facloria.
Conlinuam a eslar fgidos os eseravis sega mas
Antonio, de najao Cacange. qoe rapec snia 35 B-
110, de idade. de altura regular, cjaftte.n. a andar
cor prela, rosto redondo, sem barbad castos Hasnass!
cheio do corpo, conversa pouco, c foi escravo d,
herdeiros do finado Caelano lioncalves da Cunha
o oulro de nome Verisumo. de nacSo, bstanle alio"
alcum lano espadando, rosto regular, (em de nil.s
os lados do rosto marcas de (albos de saa aacaa. saar.
as lina, algom laido cansaeiro, ps grandes 'a lasa
urnas marcas de chicle ainda nova* na costas T
les escravos fugiram juntos no dia 3 de atestada
crreme anuo : quem os apprehender condau'a
engenho Agua-Fria da Iregueiia de S. I^reac. da
Malla, < o nesla praca oa rua da (iuia u. 6W1W
to andar, que sera generosamente recompensad.!.
AVSO.
CINCOENTA MU. REIS.
No dia 3 de junbo do corrento, tocio de bardo
do briBue Mana Luiiaa o prelo crioolo, Maaael.
e 1 aiic 21 a i, annos, pouco mais ao menos, e lesa
isnae seguinles : rosio rompndo e descarnado,
<-"' lula, cabello cercilhado, olho. um peaco grandes
c amortecidos, be i ros grosso, sendo a de rima mais
srosso que encobre a falla qoe lem de denles asa
cima, Talla um pouco alrapalhado devido a falla da
denles, poura barba e rala, a biaodes, lem na man
esquerda junio ao oedo mnimo uma especia da Bdr-
vo sahido. as nadesa. um pouco empiaadas, no an-
dar lem um grito para o lado, cadeiras largas, een-
lura lina, pe apallieladin e um peaco tarcos ; levan
calca de aigodao azul destratado a camisa da sisadas
recado, chapeo de palha, lem osBeio da raaianara,
e rosluma embriazar-se ; foi escravo do Sr. Ilr. Jr
nnymo Vilella e do Sr. Ilr. promotor da Uada.
(Jueiroz 1 onsrc'.i, e ollimaiiienle do Sr. Albcrl loe*
ler Damon : o abaixo asolanado, senhor do dila ,irr-
lo, cral.fica generosamente a quem n apprehender a
leva-lo em sua casa, nn aturo da Rna-VMa n. .VI,
secundo andar, ou na Recito, rua da Traptonr o. lt..
a Anlonio de Almeida liomea ; coma Uaibem pra-
lesla contra qnalquer peswa que o ocrallar rm se
poder ; assim como gratifica e paga lodas a, dne-
zas.Joaauim Copes de Almeid.
PEKN.: TTP DE M. F. DB FARU I Si*.
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4- -
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