Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07530


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Full Text
AUNO'XXXII N. 212


Por 3 inezes adiantados 4$000 .;
Por 5 mezcs vencidos 4$500.
TERIIA FEIRA II DE SETEMBRO DE 1851,.
Por auno adiantado 15^000.
Porle franco para o subscriptor.
KXCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE |
Firabiba, 8r. Gervizio T. di Naiividade; Natal, o 8r Joa-
Sim I. Pereira Jnior; Araeatv. o Sr. A. da Lemoa Braca ;
ir, alr. J. Jo,e de Olireira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ques odriguei; Hauhj, o Sr. Domingo! Hercultoo A. Pesioa
tarioM ; Para, o 8r. JualinianoJ. amos; Amaiooai.o 8r Jero-
ajDM da Coila.
<>i
PARTIDA DOS CORREIOS.
1.1,1 : t. dos o il
do
ImuriM, '...,.,1,11.1 ParabilM ; un -.-.-uud.,- a *aM*-Mn
S. Ah.,... i:.v-rr..-. II.....lo.jnwr*, .Mal.....i..i.,Iiui^ : m t^a-fWra.
S. I.nuri'ii^o, IVi^.l'Alhu, Na.nvih, Ln.....tiro, Mivju, PfeM|Mfra, /iij,m-
i-ir, flore*, \ill.i-i:.-l|j, Boft-Vbia, Ourlrurv e IAu : mu |ii.iri.wiVir,i,.
<.,ilm. I|>u|jivi, s.tiiIi.'i...... Uio-Funn.i-11, ( n.i, llirn-iro, Agua-Pida,
Natal : .).ni,i...-i1'Jr,i-.
tTmlu
irri'ios partan as ln horas Ja manli.ia.
AUDIENCIAS DOS TRIIHJX.XES DA CAPITAL.
Tribunal do coromercio segundas e quintas.
Melar, io : ierf.is-fcjr.is e fabbadoi.
Faienda : quarlaa a sabbadoi aa 10 boraa.
Juizo do commercio: segunda, ai 10 hora, a quintal aa maio-dia.
Juizo de orphaoi legunda quinta, aa 10 horai.
Primeira vara do eivel I aegunda Mita, ao meio-dia.
Segunda rara da eirel : quartaa atibado, ao meio-dia.
KPIIEMERIDES Do MEZ DE SETEHBBO
7 Quarlocreicente as 2 horas 2-2 minuto e 48ieguudoi da t.
11 l.uaeheiaas II minutoi e 48 segundos da tarde.
SI Quartominguanteai 3 horas,2.1 minutse *H segundo, da m.
V Luanovaa I hora.Sy mioutoi,48 segundoadi manhaa.
,. PRKASMAR DE MOJE.
trmetra as 1 horas e 18 minuto, da tarde.
Segunda as 1 horas e 42 minuto, da manhaa.
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. >jf< Natividadc da SS. Virgem Alai de Dos.
9 Terca. S. Dorotheo m. S. Gorgonio m. S. Sergio i
10 Quarta S. Nicolao Tolentino S. iSemeziano m.
11 Quinta S. Tbeodoro penitente ; SS. I'rolo e Jacintho Irs. Mra.
12 Sexta. S. Macrobio m. S. Ligorio m.
13 Sabbado. S. Aula v. S. Ileronides m,
11 Domingo. Kxallaeo da Santa Cruz.
PA1TI flFFICIAL
BOVEHNO DA PROVINCIA. *
Expediente do ata 2 de setembro.
ann, participando ero reiposl.i a sen oflicio de
bonlem eob o. 71 rp.ie expedio ordem a Iheaoura-
na de fazenda, para que manda indemnis.i.i.*aaJav.
talhflu de infantaria da qoanlia de )}, que foidi-
pendida curo a inhumarlo de 7 pracas do mesmo
balalho, qoe fallecern) no hospital regimenlal.__
OfficioU-se lliesuuraria de lazeoda.
DiloAo Ur. cliefe de policia, commonicando
em respoala aos seos cilicios de hontem ns. 706 e
707, que acaba de expedir ordero lliesouraria
proyincial, para que, estando nos lermoa legaes as
cotilas e recibos que acompaohavam ditos oflicios,
saja paga a importancia tas deapezas feilas com o
aluguel de :i canillo- para a conduccAo de presos
doenles do termo de Caroar para esla capital, e
compra de diversos objecloa necessario, ao sorvtro
da eadeia daquelle termo.Espedio-se ordem'a
lliesouraria pruvincial.
DiloAo commandanle superior inlerino da
guarda nacional do Recita, para que, deconformi-
dade com o que requisilou o chele de policia, expe-
J"- peca ai couvenieoles ordens, alim de que as pairo-
llias da guarda nacional designadas para as rondas
nocturnas nao se relirem das freguezias, para onde
l'oremdestinadas, antes de se apresenlareni as praca-
do carpo de policia, que as lem de substituir.
Communicon-se ao l)r. chefe de policia.
DiloAo mesmo, alim |de que exped suas or-
dena, para que seja dispensado do servico da guar-
da "acional^(fq^|nlo esliver occopando o empre-
.'-" S|MfHf.t>Kctor do quarTl*iD. 27- da freguezia da
' Boa-Villa, o suarda do T1Mb#S de infantaria
francisco Rodrigoes dos Sanios.(jOmmouicjojlett
ao Dr. cliefe de policia. ,
DiloA Antonio Viclor da Silt'Oieira, com-
mandante inlerino do halalhao da ifuarda nacional
do municipio de Caruarii, di/.et. lo ter expedido or-
dein thesouraria provincial, para que, estando nos
lermos legaes os prels, que acompanharam ao mu olli-
ciu da i do passado, pague a|imporlaDcia dos veoci-
menlos da Torga composta de pravas do referido ba-
lalho, qoe veio escollando presos daqnellc lermo.
Dllo^Ao inspector do arsenal de marinha.Para
que eu pos oflicio de houlem n. -2i9, no qual Vmc. lembra o
eo;ajamentu de uin maclunisla hbil para ser em-
pregado tie-se arsenaL faz-te iiecessarin, que essa
inspectora informe em arligos aucciolos, claros e
separados uns ros oulros :
I. (Juaes sao as hubililares, que deve le o ina-
ehinila.
2. Em que parte da Blgica sera raais conve-
niente procurar-se, e se conveni ofliciar-se ao gover-
iio daqnelle paiz.
3. Porquanlo tempo deve ser engajado,
i. Ouanlo deve vencer por mez ou por anuo.
5 Oanlo se I lie deve dar para despeza de vinda
e volta.
6. Se convem arbilrarse-lhe, alem do ordenado,
urna gralificagao por cada discpulo dado pelo go-
verno, deixando-se-lhe a faculdade de admillir um
certo numero (igual) de paniculares, que lhe pa-
guen).
7. Em que dala precisa-se desse m.ichioisla
DiloAo esg>mU!Jin\h ~o corpo de policia.
Arloj de qiie, segunda reqnisiloii o Dr. clefe de po-
"* leja elevar 4 a' piar.s do corpo a eu mando,
*sfC!tmer}lo rjo. e.^nrimenle eiae rrVetfw-
zia do Po<;o ila l'.n, Ha.Coinniunir e ao llr.
r*r, tfe pnlfcia. a |l "^a*? V"" v
Dilo^Ao d'reciia > !'"->* piililie.is, autorisan-
do-o a lavrar o le no de rccenimeoto delinitivo
da obra do Acode de Bezerros, e a^iassar o compe-
tente certificado, alim de que pos-a o arreinalanle
receber a importancia da ultima preslarilo que
lem direilo.Expedir.mi-se as convenientes or-
dens.
DilrjAo mesmo, e no mesmo sentido, a respeilo
do arremtame d. obra do faiii|uinlio da ciJade de
Goianna, i lem, idem.
DiloAo vigario d freguezia de Paje de I-lo-
res.Acenso recebido o oflicio de 22 de julho ulti-
mo, em que Vmc. pede, que pela consignaran do
art. 14 da lei do orcaiuenlo vigente, seceuceda, pa-
ra as obrad da matriz dessa fregoezia, o conlo de
res qoe para esse tim linha sido volada na lei n.
:i6-e*-e*^e'.lljfd (fl'lHjfi, o-|Ml'deitou de m>i re-
cebido em conseqaeocia do a oparecimenlo do chole-
ra nesta provincia.
Enr rnsposla lenho a dizcVqiie esse pedido nao
pode ser allendido, visto comoSye-undo informou
o director das obras publicas, a matriz, de que se Ira-
ca nao esl em lao mo estado, romo~iutras, que
se acham compretiendldas na relaco, qtir me foi
presentada pela tliesouraria provincial, a qnea ou-
vi acerca da dislriboico dos dezeseis conlos de ris
consignados no referido arl. 1i.
DiloAo commissario vaccinador, remetiendo um
nvullorio, conlendo laminas de ps vaccinieo pa-
ra o servicio da repartirao re-pscliva.
Dilo^o inspector da thcsoornri provincial, di-
zendo einrrsposla, que n vista das razoes apreseo-
lada em seu oflicio n. 27:1. pode Smc. conceder a
autorisacao qoe pedio o procurador fiscal da respec-
tiva tliesourana para proceder a reveliaii desappro-
priaclo do moro de que irala o citado oflicio, alim
de qoe pos-a lee logar a conlinuafo da obra do
21. lineo da estrada de Pao d'Alho.
DiloAo administrador do eemiterio publico,
coniinurucando ter ex[iedido ordem para ser paga a
folha, que Smc. apresenlara, da despeza fela du-
rante as noiles do mez de agosto ollimo naquelle
eslabelecimenlo.'e dizendo que faca acabar com esse
ervljo.
DitoA' cmara municipal do Recite.Cumpre
que Vmcs., leudo em villa a inclusa represenlarao,
1. Que tendn o juiz municipal competente con-
voca'dn o conseiho de recurso para 28 'te agoslo ol-
limo, acontece que, desle dia al 7 de setembro,
em qae devera ter lugar a eleic/io de juiz de paz e
vereadores, apenas decorre o prazode II dias, en-
tretanto que o referido consellio deve fuiiccioii.tr por
15, em vista do arl. 117 da lei regulamentar de la
de agosto de I8(l; prato esle, que o aviso n. 22 de
2.> de revereiro de ISi7 declarou inalleravcl ; con-
vindo alem disto, que entre o dia em que o conse-
iho termina os seos trahalhos, e aquclle que esla
marcado para aeleicao, se guarde um periodo -uili-
cienle, afim de poderem osar do recurso eslabeleri-
do no arl. 38 da cilada lei os cidadaos que se jul-
garem prrjudiradns em seus direilos.
2. Que o referido consrllio que Iraballia desde o
dia 28' lem incluido na tU daqoalilicac.3o indivi-
duos, que neni o foram pela respecliva junla, nem ao
mesmo, recorrerarn a ella durante os da*, em que
esleve reunida, na cnnformidade do arl. 22 da cila-
da lei ; sendo que alenla a disposiejio do arl. 35,
ninguem pode ser allendido pele conseiho sein ter
antes recorrido junla de qualilicican.
A' visla desles e oulros fados, que lem viudo ao
meo conliecimenln, e qoe provam as irregularidades
handas no* trahalhos do conseiho municipal de recur-
so, cumpre que Vmcs., sem demora, espcc.am as
convenientes ordens, para que, na eleJc^o de juizes
de paz e verealorcs, que deve ler lugar no dia 7 de
setembro, se recorra a qualificac.ro do auno antece-
dente, como determinan! os avisos de ."> de julho e
2s de aso. i o de 1818 : devendo Vmcs., por meio de
editaes, dar (oda a publieidade as lisias da mencio-
nada qualincac.no. O fado de se nao haver reun lo
maniiu passado o conseiho mnnicipallde recurso, nao
pode obslar a adoprAo desla medida; porquanlo, se-
cundo o disposlo no aviso n. 117 de :U) de abril de
INI. serepnl.i concluida a qunlificacao, loso que
as respectivas jnnlas tenham terminado os scu Ira-
J>ajlins, urna vez que nenhum recurso se houvesse
inlerp!A>'p ^ara o conseiho municipal. Foi islo
justamente o qitv< ocenrreu na revisao do annn pas-
sado, pois que do-.ranle os 5 dias em que naquella
poca esleve reunida a jun'v'.a, nao appareceu recla-
macao ilguma, como Vmcs. a'i'iV.rmam.Remden-
se copia do oflicio cima ao conseiho .de recurso de
Sanio Aniao.
PortaraConcedendo a demissan que'-pedio
Francisco dos Reis Nunes Campello, do loga.- de
ajudanle de procurador fiscal da Ihesouraria pro-
vincial da caroarca de Pao d'Alho.Fizeram-se m
necessarias cnmniuniraces.
DilaC.onceilendo Ires mezes de licenca ao l-
enle do H. lialalhao deinfanlaria da guarda nacio-
nal do municipio do lenle, Silvino liuilherme de
Barros.Kizeram-se as necessarias comrounicacoes.
Oflicio--.Vo Exin. hispo -li-riiTrrr 'ntn^anu
do a -iiiihim bondade com que V. Exc. Rvm.. s*)
dignou de acquiescer ao que solicilei em meu oflicio
do primeiro do correute, relalivamenle ao baplisa-
inento e lnslruc(ao religiosa dos africanos apprrlien-
didos em diversas pocas, lenho a dizer que nao s
approvo a deliberai;ao lomada por V. Exc. Rvm.,
de, pelo Diario, exigir dos diversos eslal.elecinienlos
onde possam existir taes africanos, o cumprimenp
daquelle dever; mas lambpm estarc sempre dispos-
to a acolher todas as medidas qne o seo zelo apost-
lico lhe diciar em favor daquelles infelizes.
Enlrelanlo parece-me conveniente enviar a V.
Exc. Rvm., copias dea reanles qoe recebi do ins-
pector do arsenal de marinea e do direclor do de"
guerra, e lias qu.ics se meucion.'riiLas reparlicoes
s>tle(MteaiMiata onde se acham os riWendos alric:
nos. Qusesqueronlras informaroes,qu,. eu poder t
llier a strcelliaiitc respeilo, serac HoaV-Ji ,;.,.,
transmitlidas a V. Exc. Rvm. /' ^Sk
HiloAo E\m. direclor da caixa Blial d
do Brasil de l'ern.imbuco, dizendo que segn .
formnu o cominandauta supeeior da chipi, nac,
nal desle municipio, nao pode ler lugar a dispensa
queS. Exc. requisilou para o guarda Anlonio Mar-
ques Soares, que se ach empreg.ido no Service da
referida cana, por nao ser elle guarda do lerceiro
hatalhao da uiesraa suarda nacional.
DiloAo Exm. mareehal commandanle das ar-
mas, recoinmendando a expedir.io de suas ordens
para que sejao dispensados do aquarlelamento os
goardas do primeiro balalhao de infantaria da guar-
da nacional desle municipio, Jos Caelano .Marque,
Anlono Jacinllio Albino lomrs e Anlunio Zacaras
lioines. Cnmmonicou-se ao inspector do arsenal de
marinha e ao eoininand>nle superior.
HiloAo inspector da lliesouraria de fazendt.
recommendando que mande pagar a Jdao Francisco
Carneiro, mais a quanlia de :i3600 rs que anida
se lhe resla pelas despezas feilas com a decoraran do
palacio da presidencia.
DiloAo mesmo, aulorisando-o, a mandar passar
a A Himno da Silva liuimao, tilulode aforamenlo do
terreno de marinha que tica nos fundos de orna sua
propriedade na ra Imperial. Tambero mandou-se
pass.r tilulo.de aloramenlo a Manoel Peres Campel-
lo acorn da Cama, de um terreno de marinha que
se acha devolulo na ra Imperial em sesuimento do
de n. 2.
DitoAo. -no, inteirando-o de haver em visla
de sua informa., deferido favoravelmente o reqne-
runenlo em que The 'a Joaquina da Cosa (iuima-
raes e Francisca Joaqun., de GaimirSes e Brilo. pe-
dem licenca para transferir Mallieus Anslin C.,
pela quanlia de em om lerreno de marinha na rua do Alecrim.
DiloAo commandanle da estacad naval, para
mandar desembarcar com guia,visto ier aposentado
iseneao legal, o recrola Raymundo Jos dos > -'os.
DiloAo mesmo, declarando que em visla da ,
formar.lo e parecer que remelle por copias, nao po-
de ler lugar a revogacan da ordem de I i de agoslo
ultimo, mandando por novamenie em pra^a o for-
uerimento dos medicamentos necessarios aos navios
da armada surtos no porto desla cidade, e a enfer-
postos o primeiro para lenle e o aegundo para al- I Conservatorio al o dia :il de dezemhro do correle
lona secretario do batnlhao n. 13 da mesma guarda I auno.
nacional. Arl. 3. As enmposicoes apresenladas nao dever.io
DiloAo inspector do arsenal de marinha, inlei- Irazer nome de autor, 'mas um signa] que as dislin-
ENCARREGADOS DA SI lis ItIPI\0 \o M L.
, Alagoa,,o Sr. I liudino FalcaoDial i Bikn 8,. n. Dnn
[Bio de Janeiro, oSr. Joao Pereira Mirtmi. ^m
KM PERNAMBLCO.
O proprieurio do mARIOManoel Figoairea di Paria, m mi
livrana, praca da Independencia ni. ( a 8.
raudo-o de haver aulorisado o inspector da Ihesoo-
raria de fazenda a mandar pagar a quanlia de.......
11 i-300 rs., a que se refere o oflicio de Smc. sob n.
234.
DiloAn mesmo, communirandn que aolorisara
o inspector d.i Ihrsouraria de fazenda, a mandar pa-
gar ao pharmaceulico Luiz Pedro das Noves, a quan-
lia de qoe trata o oflicio de Smc, orna vez quo es-
leja nos termos legaes > conla a que se refere o ci-
tado oflicio.
DiloAo director das obras publicas, dizendo que
designenm eugenheiro para ir exainintr minuciosa-
mente a obra .lo acougue da cidade da Vicloria, o
qual divina pedir a respecliva cmara municipal os
esclarecimenlos que julgar necessarios para o bom
desempenho dessa roininissan.()flicioo-se nesle
senlido a mencinala cmara.
DiloAo inspector da Ihesnuraria provincial,
(ransmillindo por copia o contrato celebrado com
Carlos Sleuber, para, leccionar a lingua allema
no liymn-sio Provincial.
DitoAo thesoureiro das loteras da provincia,
declarando que s deve ser recolhid; an deposito pu-
blico, a importancia do beneficio da loleria concedi-
da a favor das obras da greja de IVossa Senhora da
Eslaocia.
DiloAo juiz de direilo do Limoeiro lenho
prsenle seu o oflicio de :'.n de agoslo, o hoje re-
cebido; em que Vmc, rae commumea que. no prin-
cipio do correle auno a junla de qualilicarjo da
freguezia do l.imoeiro, procedeu aos respectivos Ira-
ballio, e, reunindo-se depois para lomar conlieci-
inento das reelamaees, atlendeu a todas, e mandou
iocloir na lista dos volantes os nomes de todos aquel-
lesque reclamaram por nao liaverein sidoconlempla-
dos uella.de modo que oconselho municipal de recur-
so.que anda se nao reuni,nao achara reclamacao al-
guma de que tomar conhecimeulo. Por ultimo, Vmc,
pede que eu declare se na eler,.!.. a que se vai pro-
ceder deve prevalecer a qualiflearao transada ou a
desle auno.
m resposta tenlio a declarar qce com quanto ero
geral o prncesso da < i -i 111 i ic.in s se p..*sa conside-
rar completo depois que se rene o conseiho muni-
cipal de recurso ; todava na hypolhese de que se
Irala, deve regular o aviso n. 117 de 30 de abril de
I8i9, que declara concluida a qualiflearao loso que
as respectivas janlas tenham terminado os seos tra-
halhos, urna vez que nenhum recurso se houvesse
i nterposlo para o conseiho municipal.
Tendo sido pois allendidas na qualiflearao desle
an no todas as reclamac/ies que foram aprejentndas a
mes parochi.il, nao parece cerlamente pr.no lirado
.) espirito da lei que com a creacao dos eonselhos
municipaes quiz dar ao cidadaomais um recurso pa-
ra fazer valer os seus direitos ; compre que para a
eleirao.de 7 de setembro, prevaleca a qualilicacao
o'elle auno, em vez de se recorrer a Iransacla, visto
que esle ultimo remedio s deve ser adoptado em
ca sos extremos.
DitoA'cmara municipal do l.imneiro.--Keme(-
lendo por copia a Vmcs. o oflicio que nesta dala di-
ri.' ao juiz de direilo da comarca do l.imoeiro, le-
a recommendar-lhe* que na eleic.m de7 de se-
.hro se observe a decisao conlida no mesmo of-
:io.
Enlrelanlo enmpre qoe Vmcs., na confnrmidade
'Aa aviso do 1 de fevereiro de I8J7, experem as
con ven ion i n. ordens para que dentro do temi mais
breve que for pn-sivel, guardados os prasM da lei
so rena o rouselho rauuicipal, alim de que nao dei-
xe de ser eumprida n disposijao do arl. :!:! .la lei
fegelamentar de 1!l de aso'lo de 18W ; devendo
'rrtreflfto Vmcs. deelarar-nie o motivo porque nao
(izeram em lempo ronvenienle a convocarlo de que
Irala o citado aviso do 1. de fevereiro.
, DiloA' cmara municipal de lioiaiina, appro-
v ando a deliberarao qoe lomoo de mandar f.izer por
a iiin.nsiracao a obra da cerca de madeira do cemi-
terio publico dsquella cidade.
DiloA' cmara municipal do Pao d'Alho, ap-
provando a tleliberacao que propoz de se mandar
fazer por administradlo I obra do a.;ou:ue daquel-
la villa, fisto rufv ler apparecido licilanles a ella.
Portara. Reformando no posto o alfcres da an-
liga guarda naciona.' do municipio do Recife Joa-
quim Theodoro Corr a da Silva.'--Communicou-sc
ao respectivo commandanle superior.
lllw. e E^73. Sf.i)esj5i|u's 3 Conservalorio
Dramalico Brasileiro dar a maior publieidade sua
'<- iluc.io de 27 do passado, que coufere um premio
a prodncc.il dramtica brasileira original, que for
graduada em primeiro lugar no concurso eberlo al
:tl de dezembro desle anuo, premio posleriorroenle
augmentado com oulra ii-ual quanlia e um benefi-
cio no Iheatroymnasio, como ludo consta dos
impressos junios, lenho a honra de me dirigir a V.
Exc. par lhe snpplicar a graga de mandar annun-
ciar na folha oflical dese governo os arligos trans-
criptos nos sobreditos impressos. V. Exc, amador
da lilteralura dramtica, nao se dedignara por cerlo
de annuir a esla requisi(a\), que eu acompanho com
os protestos da minha maior veueracao c respeilo pe-
la pessoa de V. Exc.
Dos guarde a V. ExcRio de Janeiro, em 19
de aposto de 1856.Illin. e Exm. Sr. conselheiro
Sergio Teixeira de Macado, dignissimo presidenleda
provincia de Pernarnbuco.Diogo Soares da Suva
de Bevar, presidente.
ga, e serflo acompauhadas de caria lacrada em que o
autor declare o seu nome, ou o signal pelo qual po-
der ser reconliecido.
Arl. i.Sendo ndispensavel que se ignore a quero
perlencem as composices apresenladas, donara
de entrar em concurso aquella cujo autor for previa-
mente condecido.
Arl. 3. O presidente do Conservatorio nomear,
d'enlre lodos os socios do Conservatorio Dramalico
Brasileiro, orna cominissao de Ires merobros, que
ser encarregada de emilltr parecer sobre cada urna
das composi{es apresenladas pelos concurreiiles.
Arl. I>. Pind o (trazo marcado, o l.o secretario
do Conservalorio remellen a essa commissao lodos
os trahalhos que llie houverero sido dirigidos, guar-
dando em seu poder as cartas lacradas, exigidas pelo
arl. :t.
Arl. 7. O jury dramalico. convocado pelo presi-
dente do Conservatorio na forma dos estatuios, e a
coja discussao serlo submellidos os pareceres da rnm-
missao, conferir o premio e diploir.a ao autor da-
quella composifao que alcancar maior sulfragio.
Arl. 8. A, que se sesuirem na ordem da votaras
serao mencionadas com loovor, segundo o grao'de
merecimeoln que tiverem.
Arl. 9. Para maior libenlade dos concurreoles se-
ra admillida a concurso qualqner eompottelo drama-
liea escripia na lingua nacional, c que anda nao
houver subido scena.
Arl. 10. Em igualdade de merecimenlo illerario
sera preferida :
S I. A composicao de autor nacional sobre as-
sumplo brasileiro ;
2. A compulslo de autor nacional sobre assnmp-
lo eslrangciro ;
3. A rompoisc.iii de autor eslrangeiro sobre as-
sumpto nacional;
S i. A composicao de autor eslrangeiro sobre as-
surapto eslrangeiro.
As composices que nao merecerem a approvacao
da romroissao, ser.lo devolvidas a quem com direi-
lo as reclamar, nao se publicando os nomes dos au-
tores.
Rio de Janeiro em 30 de julho de 18">6.O I. se-
cretario, /'. C. da ConcttfHo.
O Sr. conselheiro presidente do conservalorio dra-
mtico brasileiro manda publicar a carta qne na
dala de boje recebeu da directora do Iheatro do
iivmiiiisin, e que he concebida nos lermos se-
guiotes :
cr Illm. e Exm. Sr.Ilaveodo o conservatorio
dramalico n'esln cort-, de que V. Exc. he disn.ssi-
mu prndeme, decidido, em urna de suas sessdes,
que ao autor da inelhor peca dramtica se conferisse
um premio ; edesejando a directora do Iheatro dar
sempre urna viva demonstradlo nao s doapre-
co em quo tein os pogressus desla bella arle, como
preslar, quanU em suas forras couber, um elemento
de emula..o para os escripforcs da|lingua porlugoe-
za nesle genero de lilteralura, decidi isualmenlc
em associacao, e perfeilo assenlimetilo as 1 loas dos
membrns do mencionado conservatorio, ofTcrecer
nm beneficio no seu Iheatro ao individuo queobtiver
o mesmo premio, lie com prazer que levo ao co-
nhecimenlo de V. Exc. esta resoluc.ln, para qne V.
Exc a tome na devida consideraeo, e para os mais
lins convenientes.
Dos guarde a V. Eve. Thealro do Cvmnasin do
Rio de Janeiro, em :|| de julho de 1856.Illm. e
Exm. Sr. conselheiro presidente do Conservalorio
Dramtico.O direclor, Joaquim leliodoro Gomcf
dos Sanios. >.
O Sr. presidente, mandando fazer esta puhlicacao
pana conhadmenlo das pe-soas a quemf4s
sar. julgado seu dever agradecer directora do so-
hredito Iheatro esta nianifcslarflo palrjolira dos seu-
limentosque a animam pelo incremento da arle
dramtica entre nos.
Secretaria do Conservalorio Dramalico em 31 de
jnlho de I8.JG.Conforme.rraif.isco Correia da
Concctrito.
ITERIQ,
arumpaiiliada da informarSo qoe sobre ella deu o marta do arsenal de marinha.
juiz de paz mais volado do primeiro distrirlo da | DiloAo director do arsenal de guerra, aulor-
freguezia de Santo Auloiiio desla cidade, me iufur- sando-o, em visla de sua infnrmaro, a mandar a-
mom, com urgencia, se foram expedidas as conve-
nientes ordens para a reunan do con.ellio de recur-
so, e se esle, tendo sido convocado pelo joiz muni-
cipal, a quem competa, se reuni effeclivaineute, e
procedeu aos seos Irabalhos, preenchidas as forma-
lidades da lei regulamentar de 19 de agosto de
1846.
DiloA' cmara municipal de Santo Aolo.
Dos oflicios que Vmcs. me dirigirn) em 30 de
agosto ultimo, acompanhados de varios documentos,
e das diversas eomrounicaces olliciaes, que ato ho-
je tenlio recebido, collijo :
lisiar na companhia de sprendizes daquelle arsenal
.1- rpli.io. menores Manoel francisco l'erreira Mi-
litan, Emiliano Gomes e Paulino Comes, logo que o
juiz de orphaos desla capital participe haver cum-
pn.lo acerca dos referidos menores o que se acha
di.poslo r.o arl. i., do regulamenlo de 3 de Janeiro
de 1812.Olllciou-ie nesle senlido ao mencionado
JOI7.
DitoAo commandanle superior de lioianna, de-
clarando qne em vista de sua inlo-ma.-ao, mandou
passar patentes a Francisco Cezar de lbuquerque
e Francisco Muniz Pereira Malla, qoe foram pro-
DRIGINAL Db\DlARI0 OE PERNAMBUCO-
8 DE SETEMBRO DE 1856. .
a Sede de urna parte, ou de ama popularan in-
leira, de urna communhao social, a cidade swnboli-
sa o povo, quer em relajo as sciencias, quer em re-
lajan as lellras. a moral*, e, finalmente, em relarao
s artes qoe rellectem sobre a cidade por elle habita-
da ; e vice-versa. a cidade, (al como he, symbolsa
ou dernuiisli ,1 os pasaos que o povo ha dado na es-
Irada da scirnria, da lilteralura, da moral e das boas
arle,.
A cidade he, finalmente, uma reuniao de lio-
mena, de familias, qoe aspiram a alargar o circulo
das sua- ideas no nato campo da sriencia, dai lel-
lras e das arles, e desejam desenvolver e eslender a
esphera do seo bem-eslar moral, mcial, inlelleclual
e material.
Os modernos comprehendem ludo islo, julsam
com ntellgenca, e ja comer.am a laucar o ptoM-
menlo para o campo da realidade.
Assiro concluamos o nosso ephemero trabalho
hebdomadario da semana pastada, e ao mesmo piato
prometliamos reasaumir. em oulra occasiao, o to que
... .1 ... .11 1 a t. r -1 r j mn. ||ll|0 VniOS HWHI.i T
da e ha recebido um impulso formidavel, nos ulli-
mos lempos.
Trala-se do modo de considerar nina cidade de-
baiio de lodos os seus aspectos, e demonstrar como
o Moderaos bAo comprehendidn a respecliva impor-
tancia e sigolicacao, e como os seus honrosos esfor-
cos para as tirar do grao de hediondez e de desprezo
em que os homens do seculo de Cario, Magno e de
oulros as deixarain permanecer.
Na cila.-aocom que comecamos esle folhelim, dis-
semos resumidamente a inanena por que deve ser
considerada urna cidade, e a importancia que deve
merecer.
Centro de urna populacho esclarecida e poderosa,
a cidade aprsenla ordinariamente o aspecto e carc-
ter ri'ordem, symelna, mdhodo e esplendor de ar-
chilectura, deunminarOes elegantes e importantes.
Foco de urna populacho alrazada em inlelligenria,
pobre e fraca, a cidade resenle-se do pouco valor dos
seus habitantes, e aprsenla um quadro melanclico
e repllenle as suas ras lorluosas c immundas, nos
seus edificios grotescos, no sen plano inleiramenle
contrario ao que a arle aconselha, as qualiliraces
denominativas dadas as pracas, as roas, aos arralial-
des e aos proprios monuineulns.
Finalmente, urna cidade neslascircomslancias per-
raille que se respire as suas ras urna alhmnsphc-
ra impura, upposla as leis da conservarlo, c infiltra
no espirito do povo ideas melaucolicas, misanlliro-
pas e a can liadas ; entretanto que acontece o contra-
rio n'uma cidade bella e regular, onde o pensamen-
In do honiem se alarga, se exalta, e loma as direc-
c/.cs rnais nobres, mais sympalhicas, mais santas.
Os modernos enconlraram as cidades em que ge-
rnl.io quebrramos.
MUS.
As saciedades modernas desuadas pela ordem das
cousas, dirigidas pela Providencia, piocuram revi-
ver as grandes obras dos anligos, os ...r..udcs resalta-
do! de orna scieucia eminente, de urna cultura de
e .pirito admiravel, e de um go-lo helio e sublime
pe las arles, por meio do qual a historia no> fa/. ad-1 majestosas pelo aspecto' grave, oigulhoso e roiisiHa-
mi, ar com veneraban os felos dos anligos F.gvpcios, -'
dos ''lemelos, dos rabes, dos Cregos c dos llo-
inanOiS.
mP"r a pro- | ramenle hoje habilam, edificadas segundo o eslylo e
Bosto da idade media, destituidas de lodos os altrac-
livos da belleza e da majestad.', c algumas, as mais
importantes, c.inletiJo smenle as suas toscas, posto
que fortes uiuialias. com formidaveis baluartes, mo-
numentos digoos do lempo, assim como os castalios,
as abli4dias e mosteiros, que. embora veneraveis
He n que os modernos, depois de immensos es-
forcos, unlam restaurar, reli.ihililan.lo aqaillo que a
dade meu'ia qoizera destruir inleiramenle e riscar
las idiis, -ao passo que he sob um principio philoso-
phico, nnvo immenso, que a anliguidade esquece-
ia, e que f.'.r,' ensinado de novo aos homens pelo
mtrlyr do 1.01 goiha, qgp esla leolativa de rehabili-
laco'di scienca < dis lellras e das arles foi eoncebi-
lur de inblme roedilacjW, mas cooslroidos ueral-
menle segundo um esl> lo de archileclura, |iesado,
iiielaucolico o sem belleza propnamenle dila.
A Allemanha, a Franca e a pennsula ibrica,
principalmente o dooa primeiros paizes, oflererem
contemplar,-,,, ,j homem |iensador, e de espirito
critico, um quadro mu importante e curioso lias
sua, cidade mais lamosas, edificadas los lempos do
dominio dos barbaros, desse eslvlo especial de archi-
lerlura em que ha pouco fallamos, disuada e carac-
terstica dos poyos que, das montanhas da Asia cen-
CONSERVATORIO DRAMTICO.
De ordem do Sr. conselheiro presidente do Con-
servalorio Dramalico Brasileiro, para coiihcciraenlo
'le quem convier, se faz publico o seguinle :
O Conservatorio Dramalico Brasileiro, desejando
dar cumprimenlo a um dos lins de sua insliluirao,
o de favorecer o desenvolvimcnlo da lilleralura d'ra-
malica, principalmente a nacional, animando pelos
mc.os ao seu alc-nce os escriplores que se dedica-
ren! ao Iheatro, resolve:
Conferir o premiode :M>0>e o diploma de socio ef-
ectivo do Conservatorio Dramtico Brasileiro, livre
d.ijoia eslab-lccida nos estatuios, ao autor dacompo-
ncao dramtica que (or julgada de maior mereci-
menlo d'enlre asquese sujeilarem ao seu julgamen-
menlo, conforme o programma seguinle :
Arl. 1. Desla dala em dianlefica aberlo um con-
curso eutre uacionaes e cslrangeiros para o declara-
do lim.
Arl. 2. Os escriplores que quizerem conrorrer de-
velo dirigir vs seos Irabalhos ao l.a secrelano do
Iral e dos campos glidos da Siberia, da anliga Si-
Ihia, se laiiraram sobre a Europa, e das celebres flo-
restas germnicas se espalharam sobre luda a Euro-
pa romana, derramando o terror c a morle, e derri-
bando lodo esse edificio soberbo, que a hisloria de-
nomina Imperio Romano, em suas leis famosas, em
seus coslumes impuros, e em seus importantes mo-
numentos, fazendo ludo gemer sob a lerrivel espada
de Brenno, sob as pesadas armadoras dos soldados
gigantes de Amia, dos Codos e dos Francos.
Strasbuigo, Vieoua, Toledo, Lisboa, Paris, e oo-
tras muilas cidades importantes da Alie .... 1,1, ,. da
Franca e da Ilespanha, nos moslram com o exemplo
da sua propria conslruccao e com o e-hln archilee-
lonico dos seus mais famosos edificios, o que foram
eslas cidades da idade media, e o que ainda hoje
sao.
A Ilespanha exprime perfcilamenlepelo aspecto
das suas importantes cidades e pelo exame crilico a
que se procede no gosto da arrhilectura dos seos
grandes monumenlos, e da ordem de edilicacao das
suas ciliadas, e Da denominado qoe anda hoje al-
gomas conservam, nos seos celebres Alcarares, nos
seus Mosteiros c oulros edificios, beni como nos no-
mes que diversas ras das suas 2randes cidades ain-
da pos.uem, a mistura das raras solhica e rabe,
que di.linsuem os homens da Iberia, e que servirao
ainda mais para demonstrar aos vin.lnuros que esse
un [loriante paiz sollreu (loas conquistas; a dos Go-
dos e a dos descendentes da familia de Sem, e dos
seelarios do AlcorAo, islo prova anda mais a
grande importancia que se deve dar a urna cidade,
considerando-a como um leslemunho histrico, ion-
io em sua edilicacao, como em seus monumentos e
as denominares dadas as suas pracas e mas.
Eslas cidades, laes cuino as (euios pinlado. com
pracas irregulares e mesqninhas, com ras lorlaosas
e ridiculas, com edificios de conslruccao sem nome,
cnin denominanies crotescas, 011 pelo menos sem si"-
iiiic icao ; assim como os immcnso-. e melanclicos
mosteiros, as abliadias e os oastellos, que, embora
graves e magnifico-, em geral s respiran], ou pen-
samenios de morle, ou ideal de guerra c de sel-
va.'eria.
Slrasburgo, Vienna, 1 ranada e oulras, se apresen-
lam ,10, moderno, como espectros doi Codos, dos
Cernanos, dos rabes 00 Sarracenos: as sciencias,
as lellras e as arles, como por eucaulo se lhes apre-
senlam armados com o capacete de Minerva, com a
hra de Apollo, e com o cinzel do Heos da Arle, e
com ellas o amor da riqueza, da gloria e da sabedo-
ria. Etaminam ludo, e a ludo ptocuram applicar o
conveniente remedio. O amor di wiencia, das le
RIO BE JANEIRO.
SENADO.
SSSAO DO DI A 5 DE JULHO DE 18.56.
/'residencia do .Sr. Manoel fgnaco Cavalcanti de
fjic.erda.
A's 11 horas da manhaa estando presentes 30
Srs. senadores, ahre-se a sarta e approva-se a ada
da anterior.
O Sr. primeiro secretario le nm oflicio do Sr.
ministro do imperio, remetiendo os aulographos
sanecionados das resolores, que aulorisam o go-
verno a conceder r.irla de naluralsarao de cidadSo
brasileiro a Joao Ebeling, Guilhenne Evans, Pedro
lii.ilherme Hoyar, Luiz Francisco de Carvalho,
Joaquim Avellcz, Jgse da Cosa Ferreira Cardoso,
Jos Domingues Nogueira da Silva, Bernardo Tei-
xeira Borges, Caelano Evaristo Vieira de S, l.uiz
de Freilas Arruda, Joaquim de Castro c Silva, Joa-
qoim Pereira de Azorara, Joao Fernandes Valdez,
Joao l.owie e Jos Detsi.
Oulro do Sr. ministra da justic.-i, remltendo um
dos aulographos sanrcionados da re-ulucaa. que ae-
lorisa o governo a conceder om anuo de licenca com
vencimenlos ao juiz de direilo Carlos Antonio de
Bulhoes Ribero. Ficou o senado inleirado, e
mandou-se communicar a ca-.sra dos depulados.
L'm requerimenlo da inmn la i.- do Senhor Je-
ss dos Passos da Canda le dos Pobres, erecta na
capital da provincia de Sania Calharina, p'vndo
aotorisaclo para possuir bens de raz e apolices da
divida publica at o valor de uzelos conlos de
res.A commissao de legislaran.
Ficam sobre a mesa as redacc-.es da -iroposicao
do senado, aulorisando o governo a maniia; maln-
cular as escolas maiores do imperio os alumi.es
que por motivos justificados n.lo liverer.. compare-
cido no prazo lixado para as matriculas no prsenle
anno lectivo, e da emenda do senado as emendas da
cmara dos depolados a proposla do poder execuli-
vo, que fixa as forras de mar para o anuo linanceiro
de IH.)i a I808
O Sr. Perras, otuervando qoe est marcado o
Ola Sil do crrenle para julgamenlo do depulado
linio 1 acca. rteseja saber se, no eso dequalquer
senador precisar que seja ouvido aljum co-rco, ou
leslemuoha que nao venha por parle da aecusarao,
nem da defeza, podar reqnisilar o seu compare- 1 do a servico aclivo, com grave detrimento do paiz.
cimento. Si. na provincia de S. Pedro, de ISli para ca, leem
l ede lambern ao Sr. presidente, que haja de de- sido chamados a servico eflectivo 21,600 guardas
clarar, se qualquer membro ida casa pode dirigir | oacionaes !
reo ou leslemunha as pergunlas que entender Apezar, porum, dama' organsarao da guarda
ORDEM DO DIA. : organisada, reorganise-se ;mai ninguem de.conhe-
bslando preseule o hr. senador ministro da guer- ce no paiz os imporlantissimos serviros que ella
ra, continua S segunda discussao adiada na sessito lem prestado, apezar de seu desarmanenlo e falla
anterior do art. 1.. da proposla do poder execulivo, de disciplina.
fizando as_fon;as de trra para o anno lioanceiro de | O mao estado da guarda nacional proven, de ac-
18.,. a 1858. .los dos presidentes das provincias approvados pe|0
(' .sr../. ./. de Miranda oceupa a Inbuna, co- governo geral. A escolha dos ofllciaes he a' uao
merando por proleslar, que vota pela forca pedida,! sao lirados das classes de que deviam sabir, e s3o
e anda volara par mais, altela a actualidade das quasi sempre cscolhidos para fios eleitnraes. Taino
*"* i isl he verdade, que quando te escolhe
1' az ao e
primentos e
habilitada para todas as reformas de que necessila o I basta que," por algam dosgoslo, esse commandanle
"- ^edemilta, para o corpo desmanlellar-se, como
acooteceu na Baha com um corpo de caval-
, imo ue veroaue, que quanrlo se escolhe um I
>sr. minislro da guerra os devidos enm- commandanle para um corpo, esle organisa-se, fa
e elogios, e declara que o acha capaz e | da-se, e apresenla-se em um estado brilhanle ; 11
boa
r-
as
S. Exc. prolesla contra o aboso, que chama iIIe
cale subversivo de loda a disciplina c subordinadlo,
de serein nomeadns ofllciaes do primeira linha do
exordio para os cargos de delegados e subdelega-
dos ; cila loda a legislarlo a respeilo desde as car-
las regias de l&H e 17.,i at urna circular de oulu-
bro do 1S5I. Pede ao governo, que acabe com
esse aboso, e lembra qoe nunca se podeni entender,
que sejam bem feilas as prximas elein.es, se se per-
miltir que percorram o paiz essas aleadas voltiles
militares, S. Exc. diz que nada mais triste e irrisorio
do que ver um alferes, de banda e espada i nula.
acomp.inhado de um escrivao
laria.
Em ultima anahse, o eslado de toda a forca pu-
blica he mao ; as cousas n,1o podem subsistir assim-
mascre que esla' rcervadi ao nohre ministro a glo-
ria de acabar com lodos estes defrilos e irregulari-
dades, pois que nao lhe falla a capacidade, e lem a
voolade e os meios necessarios.
Julsa-se discalida a materia, e posto a votos o
arl. I*, he approva lo.
Os arls. 8" e :! sao approvados sem dbale.
Passa-se a discolir o arl. -i,
O ."ir. Farras deseja saber se o Sr. ministro Jul-
ia inconveniente que se reprodoza a autorisaco,
prs-
e de Om meirinho, a
mandar auloar aulos e a inqiierir testemnnbas.
Combale a existencia dos cornos fixos e proviso- | qoe ja urna vez passou, de dar recrula
rios, considera-os coutranos disciplina e boa or- 1 encher os corpos policiaes das provincias,
ganisacao da forca, e diz qua com semelhanles! O Sr. Man/uez d Caxias diz que a razan de
excentricidades bem depres-a poderia ver-se o exer- | nao se reproduzir essa autorisaco he mui simples
siluacao em que Pecqueur desejaria | se os recrulas nao haslam para o exercilo, como'
cito reduzido 1
ver lodos os excrcilos do mundo.
Discorre contra o modo por que as adminislracoes
provinciaes comprem seus deveres em relarao i fi-
xacao das forras policiaes.
Diz que a isso Jie devida a necessidade de aug-
mentar-se forca do exercito, porque he necessario
qoe elle faca o servico de polica.
Declara que s exceptuara Matlo-Crosso e urna ou
oulra provincia como Covaz, e dizque Malto-rosso
nao pode ja com lanos sacrificios. Que urna pro-
vincia que, em viole pessoas liVres"coocorre com
um soldado, be digna de ser lastimada e alliviada
de lautos tribuios, que sobre ella po.am.
Declara-secontra a guarda nacional, que desejaria j desnrsanisaeao do exercilo.
ver modificada e reduzida a um pequeo simulacro O Sr. Harn da lloa-l'isla
das aoligai milicias.
bao de ser tornenlos a policia das provincias'.' E
depoii, acontecia qoe, dada semelhanle disposic.'io,
os melhorcs reciulas ficavam as provincias, emiis
soflria o exercilo.
OSr. Ferraz pondera que, nao podendo as pro-
vincias proceder a recrolamenlo para preemher os
seus corpos policiaes, uta Ibes fornecendo o gover-
no geral os recrulas para isso precisos, lian de n;-
cessariamenle esses corpos ficarem muilo relucido- e
desfalcados. ,
Ora, nesse caso sera' dever rigoroso do governo
geral ler Iropa de linha destacada as provincias fi-
zendo 11.cvica policial, e enlao complelar-se-h,i a
Iras, das arles, da riqueza, da gloria e da liberdnde,
inspiram-lhessenlimentos maguanimos, pensamen-
laada hroes ; en.hem se de urna forca admiravel de
espirito, procuram alm disso desenvolver as graudea
faculdades do homem. He esle o grande pensamen-
lo da idade moderna, a sua obra, a rehabililacao da
especie humana.
Inspirados por lao sublimes pensamenlos, e diri-
gidos por lao bellas e divioas intenees, olham des-
la maneira para as cidades ; o pensamenlo se ensel-
ve em profunda medilarao, om grande sentimenlo
de melancola se apodera dalles, ao contemplar as
suas cidades.
As sciencias, as lellras, as artes repulam-se inju-
riadas e menospresadas, dando-se-lhes por habilarao
lugares que ooti'ora s serviram para reutio de re'u-
niao dos plebeos, armados esotra o feudalismo, e pa-
ra casa de mere- lo dos bursoezes.
O que fazem os modernos? Tenlam reconstruir o
edificio dos aotgos, aproveilando algomas peras de
obras dos homens da idade media.
A sompluoiidade, o luxri, a srandeza e a elegan-
cia de Babylonia, de Thebas, de Alhenas, de Roma
e do Meneo, se harmonisain, sob a direci.ao dos mo-
dernos, com a poesia melanclica e com a ndole
guerreira de Slrasburgo, de Austerlilz, de Vienna,
de Mantua e de oulras cidades.
As moralhas mageslosas e os sobarbo! jardins de
labv lonia, as cen porta magnificas de Thebas, os
templos elegantes de Alhenas, os circos, os arcos e
as immorlaes vias de Roma, e, finalmente, a espan-
| lo,a calcada do Mxico formara urna sublime
I ca com os caslellos e os mosleiros sombros e gran-
I diosos dos barnes e religioso* germanos, com os for-
Declara-se lambern contra a polica do aclo ad-
diccional, e aprsenla um systema de organsarao
da forra publica.
S. Exc. queriria, que houvesse um exercilo bem
organisado, com seus sv-lemas de reserva, engaja-
raenlo e substituirnos ; que a forca policial das pro-
vincias corresse em lodas as suas qaalidades por
conla do governo a quem Picasso subordinada ; que
os carpos policiaes assim organisados fossem o viv .-1..
ro nao s da forca de primeira linha, como da forra
de reserva.
S. Exc. enlende, que a suarda* nacional, reduzida
a termos mni simples, poda contribuir moilo para
a organisacao dos corpos policiaes. Ilavendo, diz
o Sr. Miranda, ja alistados no imperio 178,115
guardas uacionaes, se cada um concorresse com ",IKI
rs. mames, loriamos nm producto de 2,868:690$
00 de ",.T:l7::!8trj, se o trbulo fosse de 13 por mea.
Ninguem e recusara a isso. Enfilo ter-se-hia onia
sua da policial geral montada sem sacrificio. ()di-
uliciro que se donarla de despender rom armamen-
tos e oatros objedos .la guarda nacional servira
para aiiginenlar o suido, e dar oulras commodidades
aos soldados a officiaes do exercilo.
S. Exc. he o primeiro a confessar, que o seu pla-
no he um pouco imaginario, mas assegura, que he
o Tracto de seos Irabalhos, e quo alguma cousa sem-
pre segauhara com a discassao de malcras lito im-
portantes.
\ ollando ao recrulamenlo, S. Exc. confirma o
que havia dilo o Sr. D. Manoel a tal respeilo ; ex-
poe o seu sistema de recrulamenlo. c moslra que
lodas as suas parles, como sejam reserva, engaja-
mento, MbsUtoioSes e premios, procurou consultar
o pensamenlo de lodos as partidos, leodo merecido
o apoio de minios Ilustres generaes e esladislas
que leem assento na casa, nio se descuidando de
dar a maior ronaideraco a um programma do par-
lido liberal e da oppnsie.o em S. Paulo, poblicado
no Jornal do Commercio de 1!l de Janeiro de |8>I.
Concorda com as ideas do Sr. barao da Boa-V.sla
acerca da protecrao que merecem os artistas quan-
10 ao servico da suarda nacional ; mas pedc-lhe
que concorde lambern com elle na idea de qoe a
i-ncaa dos clin-iros he evdenlemente|protectora de
urna classe que encontr lodos os obstculos para
entrar na vida rommercial.
S. Exc. promedie desenvolver eslas e oulras Ihe-
ses em occasnlo competente.
O Sr. Ferraz ansenla que o nobre minislro da
guerra logo qne entrou para o ministerio devia ler
procurado cohibir a nomeacao de ofllciaes do exer-
cilo para empregos policiaes, vitto que S. Exc. re-
conhece os males que dessa pralica abosva resul-
lain ao exercito ; entretanto que essas nomcarOes
arbitra ni. nio s lem continuado, ;omo leem sido
feilas em maior numero nos ultimas lempos, lalvez
que ale sem S. Exc. ler commonicacao.
Acha m a organisacao do exercilo, pelo amal-
gama que se vola na organisacao de nossa forca pu-
blica. Temos companhios de pedestres, presidios
011 colonias militares, corpos fixos, e tropa de linha
e ainda assim esla he chamada para o servico po-
licial.
Nao ha um campo de manobeas no qual os corpos
de linha r/htenbaui a lastroslo em grande, e onde
en-i.im as escolas de applicarao, alim de que os
oflieiaes que as cem de freqoenlar nao vao para as
cidades.
Todos os ramos da admjnUtracao militar estilo
igulenle mal orfanisados.
I--la- icflexoes nao sao suscilada* j,],, desejo de
fazer opi.osii.Oo ; o seu lim he procurar que o exer-
cilo seja colloeado no pe em que de-e estar, e esla'
persuadido que o nobre minislro ach.vse sem [ >si-
cilo de conseguir esi desderalum.
Se, por oulro lado, coosidera o eslado da r.nrda
nacional, v que os presdeme* das nruv'mcias quan-
do querem, e sem razao sullicienle, a vao chainan-
0 genio do bello que presidio a de Alhenas, e, final-
mente, o genio de grandeza qoe presidio a de Ro-
ma sao solicitados pelos moderaos para assislr sua
obra de destroicao do que ha ridiculo c grosseiro,
eoconlrado por elle, as cidades, assim como para
presidir de commum accordo a obra sublime de
conslruccao moderna e de repararSo.
Os modernos igoalmeute sopplicam aos genios que
presidirn! edilicacao das ciddea c dos monumen-
tos dos (iodos, dos Germanos e doj Orienlaes, que
com as soas inspiraees guerreiras, cavalleirosas,
poelicas e religiosas Ibes communiquem ideal parli-
cipanlesdas suas Inspirarles04 grandiosa larefa que
se impo/eram a si de reedificar, recnoslruir e re-
generar.
Pars, a capital do mundo scienlificoelillerario,
Paiis, a -nao 1- capital de um m 1II1.1 o de habilanles,
Paris de l.uiz XIV, ji oo conliuuar como as ou-
lras cidades dos I-rana,,., sem regularidade as edi-
fica coes, sem denomiiacoe- bellas e dlslinctas as
suas rus e pracas, e nos seos edificios.
patelo, o homem do seculo, o geDoda grande-
za, coucebeu o pensamenlo maguilico do novo pla-
no da edilicacao de Paris, e prncipiou a por em pra-
lica o seo grande pensamenlo, 1 a demol 11 do bairrns
nleros da anliga cidade, j abriodo novas ruai, j
nao acha razoaiel
que se dcixe de repetir essa autorisaco, lauto mu.
que o Sr. minislro da guerra deve le'r o maior in-
lercsse em completar os corpos de polica.
\ qoe S. Exc. recea desfalcar os recrulas p e-
cisos para o exercilo ; mas er que nao lem razAo, se
ponderar que ha um meio de reine 11 .ir qualquer in-
conveniente. I'ma provincia deve, por exemplo,
ler 600 pracas no seu corpo policial, c este s coi la
100 ; mande o Sr. ministro recrutar a 200 restan-
tes so oessa provincia, e pese s sobre ella o recro-
lamanlo que lem esse destino especial.
He preciso dar s provincias os meios de com-
pletar a sua forca policial ; e o orador lano mais o
reconhece, quando he de opinin que nao s nao se
pode recrutar, como nem mesmo proceder a alista-
menlo voluntario, ou a engajamenlos.
O que o orador taha era chamar para o exercilo
lodos os recrulas, e completar os corpos policiaes
rom aquellas pracas do exerrito que, pur seu cu-n-
pertemento e boa morigeraran, e*tvessem no caso
de merecer essa recompensa. Rao sabe o quo he
polica preenclndn com recrulas.
Ouanlo an emprego dos oflieiaes como autorida-
des policiaes. S. Exc. pondera que ellos nao silo cul-
pados em sercm chamados para e*se servico, o qoe
desempenhando -o. nao fa/.eni mais do que cumpcir
as orden dos seus superiores. E pelo qoe respe (a
a influencia da tropa de linha as eleiroes, a pra-
lica lem mostrado que os oflieiaes do oxercito nao
leem lomado parle as violencias que em laes oc-
casies leem sido muilas vezes commettidas. Os
fados nao provam senao em abono do fiosso c 1-
erdlo.
S. Exc. cnncinc oxpendo as cansas qoe influem
para que a vida militar nao lenha no Brasil incen-
tivos que con v dem os cidadaos a segoi-la.
(' Sr. Margue: de Ca.iias seole n3o poder con-
cordar com o nobre senador a respeilo da conve-
niencia de reprodozir-se a di-po-icu. de lei a qoe
allodio. Para convir nisso seria misler que o ora-
dor livesie oreado oulra forra; calculou-a segando
as necessidades do exercito, e nao podia contar
com a polica, porque nao sabe quaes ,aj as suas
exigencias.
O Sr. Bariio da Boa-lista lembr.i, que a lei qoe
se discute lie para ser cxecolada de 18'," a 1838,
e que al la n Sr. minislro poderia obler as infor-
maces precisas.
Em lodo o caso, a autorisacla nao podia fazer mil
elgum.
Julga-se discutida a materia, e he approvado o
iirl. (.
Entra em diussao o arl. ."> addilivo das emendas
da cmara dos depulados.
O Sr. Soma Franco nao pode deixar de obser-
var que no pedido de tantas aulorisuces para re-
formas, quaes as que se conlm oeste artigo, ha
orna conlissao positiva do pessimo estado da repar-
liC-lo dos negocios da guerra ; cnulisso que coinci-
de com a opiuiao geral do senado sobre este as-
sumplo.
1.1 i.-iu lo tudo he censura, quando lodo carece de
rol.nina, a CODClusao be que tudo vai pes.mmen-
le .' nesle estado, para que o senado cousen-
lissc cm laes aulorisaces, era preciso, ou que mu-
lo confiasse nos acluaes minislros, ou que al-
ies fossem succedidos por quem inelhor soubesse
desempenbar a missao que Ibes est incumbida.
Todos recnnhecem que o nobre ministro esla mais
que habilitado para proceder s reN -as de que a
ri'p.utiean carece ; enlrelanlo S. Exc. i no mi-
nisterio ha um anno, tero o conhecimeulo e a pra-
lica dos negocios de sua reparlirao, e n.lo formula
proposla algoma, conlenla-se em pedit aulorisaces
que a assemblea geral uao pule deixar de reconht-
Cer que repundam sempre em augmento de despe-
za, ticmo ludo 110 mesmo estado.
Nio esl pois o orador rcsolvido a dar o seu voto
s aulorisaces mencionadas nesle ai ligo, nao s
porque verssm sobre minuciosidades de maior im-
portancia, quando as principaes reformas de que pre-
cisa a reparlicao da suerra licam postas de parte,
como sobreludo porque constituir*, oppie-se a*
aulorisaces.
A nica autorisaco qoe. pela eoiMtit.erJo (an.
i > parasrapho 13 pode a assemblea geral dar <
poder execulivo, be a qne se limita a conlrabir eea-
preslimo.
A consliloicao nao reconhece nenhuma oatra ao-
ton-ac.io, pelo contrario extrema as atlribakdasdaa
poderes polticos, e nao permute qae nenhna de llr-
as possa delegar.
Verificando-so nao haver casa, fica adiada a dis-
cussao.
O Sr. presideote marca paca ordem do di* a 1
ma, accrescendo a approvacao das redaccei gK ,_
lao sobre a mesa.
Levanla-se a cisao dez minlos antes das daas
horas da tarde.
CMARA DOS SRS. DEUTAMS.
SESSA'O EM 5 DE Jl LHO DE 1856.
Presidencia do Sr. ei'sqonde de Hteptmf.
Abrio-se a sesao hora do costme.
I-da e approva da a acia da aolecedeale,
primeiro secretario deu conla do* setuinte ainc-
dienle : ^^
Daa olficiodo Sr. minislro do imperio, partici-
pando ter expedido o conveniente aviso ao presiden-
te da Baha, para que saja chamado lomar aawata
na cmara o supplenle imme.lialu em votos qn de-
ve preeocher a vaga deixada pelo Sr. Jas Ferreira
SontoInleirada.
Oulro do primeiro secrelario do senado, perttei-
pando que, por otlido do ministerio do 1 rapen,
consloo ao senado que S. M. o Imperador coatmte
as resoloriiee qoe approvam os pensnes coocedidas
a D Anua Rutina de Souza Franco Correa, Ti-
va ehlhosdo Dr. Cipriano Barbosa Bettamio a a
D. Francisca I.iba ma Vieira da Carvalho.Inlei-
rada.
embraterida, eslao hoje substituidos por baii-
ros espacosos, onde existem ir..... ida- sobernas pra-
r.is, onde existem elegantes e magnficos passeics,
onde esl.lo conslruidos e se cooslioem soberbos pa-
lacios e se erigem grandiosos monumenlos.
A architeclura dos Ciegos, dos Romanos, dos
Egypicios, dos rabes ou Orienlaes, dos Godos e
dos Cernanos, he igoalmeote adoptada e posta
em franca, de parceria com a architeclura simples e
original da poca.
Os inonomenlos da idade miiadignos ,>or sen
eslylo de architeclura especial.^fem regular e de
urna belleza inconleslavel no seu genero, jo consi-
derados com acalamenlo digno de louiores.
Os palacios, os templos e oulros monumentos de
Pars boje representan! nm qaadro sublime, e ao
mesmo lempo aprasivel ; nelles se cnconlra o qoe
havia bello 110 cshlo archileclonco dos Cresos, des
Romanos, dos Godos, dos Orienlaes e dos anligos po-
los do Eg> po, da Pliemcia e dos da mais remola
anlisuidade, como os Indios e Assirios, eo qae a
imaginario moderna tem creado le original, de
elheren, e de summamcnle otereisanle na -oa pro-
propria simplicidade.
O Panlheon, o obelisco de l.uxor, o caslello de En,
o palacio de Versalles e oulros monumenlos de Va-
emfim creando novas e Dallas pracas, esparosas, re-1 ris sao he nm exemplo do que lem succedido em ou-
giilares com bell-.s passeos, ornados de sumpluo- Iras parles e en diflerenles cidides.
sos edificios, alormoseados com srvoredos ; creando
belloi e magnficos passeios e jardins poblicos, e cr-
1 pa
Pars nao
les baluartes dos Francos, e com as abitadlas e os
Alcacares dos Godos c dos rabes na peninsul1 ibe-
he a nica cidade que tem merecido
o favor da poca, oulras muilas bao participado
dalle.
Quetas IraorformacBes, qoantes planos asaos jg
edilicares, quanlos novos projeclos de denommares
poslos ja pela mor parte em execocao, na., se ob-
servara na gcnerabilida.le das grandes capilaes da
Lm requerimenlo de Jacques Alexandre Bour-
dier, subdito francez, pedindo dispeosa do lapso
jle lempo necessario para se naluralsir eidadao
brasileiro.A' commissao de consltacae a po-
deres. w^
PARECERES.
I.e-se e lica adiado, por haver vote em separado.
0 seguinle parecer da commissao de consumirn o
poderes :
Foi prsenle commiasao de eonsliluico e po-
deres o reqoerimenlo do b.icharel Domincos Mar-
iins de I an.,. em que allega qae, lendo sido oofavH-
do juiz de foca da villa do Rio de Coolas da pro-
vincia ra Baha, em .- bril de tK, paseara depois
da publicaco do cdigo do proersso para o logar do
joiz de direilo da comarea da Estaoda. aa provis-
cta de Sergipe, donde fora removido para a das 1.a-
raogeiras, na mesma provincia, depois para a da
Porlo-Sesuro, oa provincia da Babia, .fall para a
de Villa-Nova, em Sergipe, e finalmente para a do
1 arana-a, na provincia do Piauhi. onda foi-llao
dado suecessor em revereiro de I8t7; saos dar-se-lbe
deslino, nao ohslanle 17 annoi de servico a drspe-
srAo do art. l.Vt da constitu cao, qoe fez porpe-
loos os juizes de direilo, e coodoe pedindo ejoc
esla cmara auiorise o governo para apoteola-ln ..
ultimo lugar que servio, con o srdafaada m __
leiro. ^
.. A commissao. nao podendo apreciar as reates
porque o supplicaote se acha dessmpregado ba II
longo lempo, nem lao pouco comneliade ao poder
legislativo aulonsar o execulivo para conceder aer-
e, que, na falla de leis que as regol, lano ex-
porta a oncesso de aposeuladoriaa, he de parecer
que se de-pacbe o requeri.mito do referido becha-
icl I,o,111 o-... Martina ,la Faria, mandaode-o ree.ee-
rer ao poder execolivo.
.< Sala daa commissues, 26 de junio, de 1836.D.
I. de Macedo.X. Gnes e Vasenncelloe. a
VOTO EM SEPARADO.
Nao podendo os juizes de dirr-io perder os tetn
lugares senai por sentenr* do poder jodidaris, at-
ienta a expressa e terminante disposirao de art.
IS3 da coostiluicAo do imperio, e nao da,ada o
supplirante ser removido da comarca de Paraoagua
em IKiT, como foi, era que se lhe desee oatra, seb
pena de lesar loda a independencia do referido pe-
der, inu de parecer qae ao suppltcadle sstisla leda
o direilo e juslic.i. n.ie rnente para ser reintegrado,
mas milito principalmente para obler a a posela eo-
ria, que uuicamenle pretende, como se ha pralicad*
ao respeilo de oulros magistrados quando se acham
impossibililados de poder cooliaear 00 servico ra-
bilen. "^
a Entretanto, nao podendo essa anoieoiadoria ser
concedida senao pelo governo, deve ao goverao dir 1-
gir-se o requerimenlo do sapplicsnte para e to-
mar na devida consider.irao.J. II. Fisaein de
Mello.
l.eem-.e e approvam eos aegoinlrspareceres:
Da commissao de fazenda :
1 D.flerentes membros da Associacao Agrcola, qae
na provincia do Ceara se organizara para o albela
cimento de um engenho de assucar deaoeainado 8t.
Antonio de Pilaguary, peden, a eata augusta rimara
qae em ailenrao ao penoso trabalho qoe liveram pa-
ra o bom xito do dilo eilabeleeimeolo cora a 1
sa das aeoas por meio de lasos artifician se
conceda i-enc.io de direilos da exportaras, dea
por elle- fabricado dentro de Irinta annoj, 1
sa iraca extensiva a oelras associaces qoe naqaeHe
periodo lapresenlarem eslabelecimealoi da miiiai
especie.
.> Na descriprao das vanlagsna qee de sereelhae-
te eslabelecimento resultavam provincia a aes co-
fres pblicos, elles ehamam a alinelo da cmara
para os povoados que a conslruccao do referale le-
go comee 1 a provocar para diversos pontos de tea
margara, para o, variados recursos qae es habiloete*
da provincia encontrarlo na eileosao de tros asil
bracas, a que chega o sobredilo acude, cuja pre-
fundidade, sendo acloalroenle de -JH a :t() pos,
ser anda doplicada ; para a ul.lidade de emet..
semelhanles, creadas pelo estmalo dos I ocres,'de,
he susceptivel a dos supplicaoles, e finaraaente pero e
descuvoliimenlo de urna industria esa corees;* aa
provincia, e que, por sua nalureza, moilo coatribei-
rs para o aogmenlo de 10a riqueza e da dos cofres
pblicos, que.vir.io a ficar assim exoaeradee das
auxilios e soccorros com que por vetas a tesa acodi-
llo no rigor das secca qoe peridicamente a fla-
gellam.
" Os sopplicanles nao juntan, docameoto algara
comprobatorio do estado do eslabelecimeolo, o aea,
das circumslancias do acude qoe construirse,, o cha-
mam ea apoio de suas aasorres as iafirau.ies des
gindo soberbos monumentos ao Supremo Creador,
'lian- I'' -lori:l militar, s sciencias, s arles e as lellras
Os -ucees-me. do hroe dos lempos modernos
Dio pararam na es'.rada do cnsrandeciinenlo e
.ifnrmoseamenlo da grande capital da Franca, e
dando sempre inmenso impulso a esle mui louvavel 1 Europa e de oulras cidades importantes'!
proposito, os governos da Franca, desde l.uiz X V111 A Italia, o paiz que menos sollreu na famo-a .
aie o actual de .>apo!eAo III, hao proseguido na la- ca do dominio brbaro, o paiz em que os
Donosa e di-linrta trela de destruir o que a cidade tos de gloria dos lamosos Romn
possuia de ridiculo c hediondo, lesado pelos Barba-
ros, de conservar o que enconlram importante e
magnifico, e dar nova direcejta, inspi.ando novo
gosto o recdilicasao, na abertura das doto ras e
pracas, as ronslrurres dos monumentos e as res-
pecinas denoiDnaces.
Assim Pari- be boje mui d,llrenle de Paris do
sado.
A archilerlura jnica, eoriuthia, hebraica, roma-
na, conslituc um.1 uiii.i 1 famosa com o estilo rclii-
teclonico, golhico, german e oriental.
As denoininacr.es importantes e significativas, co-
mo de 11,-ibilonia, Pcrsepulis e Roma cstao a par das
.leiioiniu.n... igualineule imporlanles e signifieali-
vas ile Conslanlinopla, de Andrianopole e oulras.
O gosto. a ordem e a belleza adoptados pelos an-
ligos Egipcios, pelos Auyraa, pelos Cresos e pelos
Romanos, sao adoptados admirados |,elos moder-
nos, assim como alo admirado! e adoptados por elles I gar a novas mas largas, resulares/com bello, ",as.
o que ha bello, elevado e regolar, nos Godos, nos Iseiose ornadas com bellos e magnficos edificios
Germanos, nos Sarracenos 01, Orienlaes. O, seus b.irros anligos, como ainda exislem
O genio divino que pres.di., < edificacAo de Je-! alguna para memoria, que fazam e.lremecer o
ncho, o genio sublime que presidio afsJe Babylonia, I espirito miis robusto e contristar a alma mais
AMia, ..ris tie i...... nao iiifiorenle de P
seclo XVII, ede Paris do proprio seculo pas
As ras torluo-as e immundas de enlao dei
monnineo-
mais se nm.tra-
vam, e se moslram anda aleaos nos no.sos das,
soberbos e arrosaotea, o, lalvez que, por um
desses pbeiiomenns admiraieis, mas que demouslram
o valoi da magcslade do seulo e da belleza, a prc-
pria grandeza e magnificencia de-tes monumentos
admiraveis os livrasse da obra do vandalismo.
Foi o que aconleeeu : muilos 'lestes monumentos
veneravei- foram poupados. e este paiz admiravel he
o que d.i o primeiro passo na entrada da reforma, no
plano geral de edilicacao de nina cidade, no gosto de
architeclura, nal ideasdeluxo.de maseslade e de
belleza as conslracces mounmentaes, cujo exem-
plo est na famosa e estupenda 0bra da Baslica de
S. Pedro em Roma.
MUTILADO MELH0TEXEMPLAR ENCONTRADO
A Dalia, patria de Dante, de Miguel Angele e de
oulros homens Ilustres e famosos oa arte do bello,
inspiran 1 couvicco de que seria o primeiro psir
que havia de dar o sraode passo oa regenerar* ds>
bello. Oulros paizes o foram minando, Aloes
maior desenvolvimenlo idea, a completando-a aa
sua inleira concepcao.
As deonminacoes dadas pelos modernos ..s cidsdci
novamenie edificadas, e as comtroccoes e edibcare*
modernas igoalmenle parlcipam do priecipio de re-
Seneracao provocada e manlida per elles oa refsnaa
as suas cidades.
Paris e nutras importantes cidades do meadoee-
ropeu j nao fazem nscrever na nomeoclalara das
suas pracas e ras nomes que rcpignam i boa -
pressao ou qoe pelo menos oada significar,, eqae
em.oulros lempos eran, dados a estas miiaaw roas o
pracas.
Hoje esles nomes Irazem i memoria a leeabeanca
de um grande feito, a existencia de orna persena-
gem dislincla. ou simplesmenle, roas sempre rosa
vantagem, a expressAo de om bello nome, tfigoo da
ser eooservsdo no vocabolano de ama liagaa : sem-
ine he a de um nome orhrinal rom cuja conservaran
e permaneca a lilleralura gaoha.
A Russia, paiz famoso, dislincto, original, sabliaM
e rapaz de inspirar pensamenlos magnficos esa rela-
CAo ao seu futuro, naci aotiga quanle i su Oiis-
lencia social, e nova quanlo ao seu pensameelo eo-
lilico, oilerccc excmplos bellos e mui 10I11111 Mili
sobre a denomirAo de cidade, e logares, aas bella, o
sisnihcalivas denom,naces dadas as suas cidades e 1
diversos lugares, o visla da ordem. de sistema a o
intelligencia que se nota neslas deoemiaacoee, aae
se pode negar quanlo se acham de conformidad*
10111 os principim por nos estabdeeidos sobre as ver-
dadeiras denomlnares que deveriam el
cidade* e suas partes compnneotes.
A scieucia. a lilleralura e as arlo moilo 1
rem para o desenvolvimenlo e adopr,ao des 1
ideas sobre a nalureza, importancia e aigniacaele do
urna cidade ; e he igoalmenle averisuade para aae
que o desenvolvimenlo das sciencias. das lellras e das
orles he boje a causa do descniolvmenlo adaal das
deas dominantes, sobres reedicacAodas edades; asa-
da mais : a magnificencia e belleza daa cidade la>
necessarias para que a adencia, ai ldlrase a* arles o
moslrem Iriumphanles o sirvan, para deracwslrers
em|como as sciencias, as lellras e ai arles na sos maior
elevacAo e aperfei{oamenlo encontraran calina a
adoradores no meio do novo.
.^edsUaA-ri-Araliy.)



DHWO DE PEMtlBUCO TERQA FlIM 9 DE SETIMBRO II 1156
digoos presidentes e depula.his por aquella provincia. (
< A cominisslo de iazenrt, *eai n^eacnaheerr as
vanlagens que possaui retuh.tr da ompre/a di* que Mr
Iridia, entendc todava que sera conveniente nuvir- ;
se o govcrno pe i ministerio ila fazenda acerca as-
sim dan obran allegada* como di i-cin "m dos hr.Mii-
di exporlaclo que pretenrtem o- suppl.eantcs.
Paco da cmara. ;t de iulho de IH-">. A. J. 1
Henriques. C. C de Campos. F. de Paula
Sanios. i
O parecer tupra Coi dado em virlnde de uin pare-
cer da commistao de commercio, industria e artel,
que nao se julfiou a competente para resolver a qoes-
l.l \ e alan a eommissu de fazenda.
Foi hdo eapprovadoo parecer da me-a que revi-
vo abonar orna gratificarlo de 109000 ao correio da
cmara, Joaquim Malln da Silva Frates, sob cer-
tas e determinadas cirenraatoci...
PRIMEIRA PARTE DA ORUEMIIK) DA.
A presentarlo de requerimei.los.
O Sr. Trvanos e lbalo Jnior mandam .1 me-
sa o segrate requerimento ;
Requero que de novo >e solicite do governo a
remedadas informacles e esclarecmenlos eligidos
pela commisslo de fazenda em 21 de oslo de 1855
r" parecer relativo a permuta do terreno de pio-
priedaile da cmara municipal da eidada de Portu-
AJegre, onde te acha o arsenal de marinha, pelo pro-
prio nacional, que a mesma cmara coosevar ar-
rendado para maladonro publico.
Paco da cmara dos denotados, 5 de mili de
1856.
He approvado sem dscassao.
O Sr. Mello Frailen manda a mesa o seguidle
requerimento depon* de fundamenta-lo.
e Requeiro pela repartirlo dos negocios da
juslica :
1. Copia do decreto imperial, appretenlando
ao padre Jos de Sooza Silva Rn-sum em ama
das cadairaid. catliedral d bispado de Mariauna :
bem assim a cammunicarjri do respectivo diocesa-
no, aa que deve ler apresenlado 0* fundamentos
em que se basea a 'resistencia que leen feilo ao cum-
plimento do mencionado decreto.
a 2. Copia do processo instaurado na cidade de
Puracal, em Minas, contra o respectivo juiz muni-
eiitl, ou quaesquer commuuicarei que exi.lam a
temeUianle respeito.
Cpia dascominunicaeRs a respeilo do que l-
timamente occorreu na via Janoana, 11a provincia
de Minas, eom o respectivo juiz municipal.
o Pac.0 da cmara, 5 de julho de 1856.
O Sr. Ministro do Imperio presta ao orador as
mlormaroes requeridas, depois do que o requeri-
meiilo he retirado a pedido de seu aolor.
O Sr. Mello franco pede e obtem urgencia para
apresenlar o seguinte projecto, e pede a cmara que
0 1 .Milu nao coma um plano eletoral, mas como urna
medida reclamada pelo ser viro publico. Nesta oc-
casilo declara o orador que se" aprsenla candidato
pelo circulo de Barbacena.
A assembh-a geral legislativa decreta :
Art. 1. Fica creada mais urna provincia eom a
denominar de Provincia do Rio de S. Francis-
co que
I 1. Sera representada por qualro deputados e
dous senadores na assemblea geral, e por 8 depota-
doe a assemblea provincial.
" S Os municipios qae a constituem sao os da
cidade de Paracal, do Ara xa, Desemboque, libe-
raba Dores, Kisonlia, Janoaria efreguezi. de Baro-
buhy, perlencentet a provincia de Minas Cer.es ; e
01 da villa de Calalao e Formosa, pertenceoles pro-
vincia da Goy.z.
'i. Soa capital ser* provisoriamente a cidade de
Paraeatii. >
a 4.- Suas diviset serlo o Rio Grande, Parna-
hyba. Caramba, Caroohanhas, erra das Canaslras a
doa Campo., Geraes.
Arl. 2.- Ficam revogadas as disposires em con-
trario. Pago da cmara, em 5 de julho de 1856.
Mella Franco, a
He julgado objeelo de deliberarlo, e vai a impri-
mir para entrar na nrdom dos Iraballios.
A requerimento de seu aulor vai i commisao de
eslalislica para dar sea parecer.
O Sr. Antonio Carlos ollerecc o seguinle reque-
rimenlo, que justifica :
Requeiro que se peca ao goveruo, que informe
qual o numero da recrutai que deu a Parahiba do
Norte no correte anuo, e em que poca foram re-
neltidos. 11
OSr. Lindolpho combalo o requerimento.
A distusslo lira adiada pela hura, e eom a pala-
vra o Sr. 1). Francisco.
SEGUNDA PARTE.
I Contina a discustao do orcamcnlo do imperio.
O Sr. Candido Vendes defende a administrado
de diferentes aecusarrs. que foram feilas nos dis-
cursos de oradores antecedente, depois do que en-
tra em largas considerarles relativas iiistrucclo e
educaciio publica. N o pensar des. Exc., tojas as
faltas que se nota .1 ueste ramo da administrarlo de-
pendem dn principio nocivo de querer o Estado en-
sillar. Nao pode ensillar sena quein lem duotrinas,
e o Estado as nao lem. Nao ha mesmo na conslitoi-
rlo do imperio dispo.ir.lo algoma donde se derive ao
noverno semclhanle ubrigarlo. Elle nao lem a seu
cargo seno coadjuvar aquellos que forera os compe-
tentes para o ensillo.
Interrumpido uesl ponto per afan apartes, u
orador declara lodo o seu pensamento, e pronuncia-
se bellamente contra a secularisaco do eosino pu-
blico.
Em apoio de sna opiniao, rila fados e autorida-
des, enlre as quaes a dos Srs. Komieu e Thiera. Fal-
lando da syilema de iaatnefjkt adoptado em diver-
sos paizes, lem lira que a Blgica, que lem qualro
universidades, apenas lem orna a que asa sujeila
40* padres, como floresceute e digna de aiienr. o
exemplo da Inglaterra laml.ein o favorece. A causa
por que naquellas paizes o eosino publico du resol-
lados 13o satisfactorios, nao he unir seno o lerem
all aa duas grandes universidades de Cambridge e
Oxford conservado aempre 110 rgimen qua os diri-
giam no lempo em que l dominava o calholicitnio.
Indo ainda mus looge, S. Etc. declara que en'
ua opiniao te deve confiar ao clero lodo o genero
de ensino, que elle pode satisfactoriamente preen-
rher. Em apoio desla doutrina cita varios exemplos
principalmente tirados da historia media, em que 1
clero se aprsenla entinando os grandes capilAes 1
navegantes, qua eotAo appareceram. Todos recouha-
cera a grande laeqna que a secularisaco do eosinn
publica deixa no que diz respeito a eduoacao do co-
rar do povo ; os professores seculares modernos
nao acoinoanliam o discpulo nos actos de saa vida
moral ; axigem apenas que elles saihara correnta-
tneute a lira, a eom islo se salisfazeaj. EntraUrilo
isla nio he ludo ; semelhante systema produz apenas
Iliteratos e rlao homens. Elle da. por exemplo, em
reaollado homenscorao ero, que era inslroidissimo,
porque foi capaz das accOes qae a historia Iba atlri-
bue. Bem pouca, alm ditio, seria a rnisso de urna
raligiSo em um Estado, se apenis livesse por lim o
culla.
A irejj he o grande, he o legitimo poder emitan-
le ; a te entre nos, por exemplo, ella nao lem pro-
duzido Beste sentido bous resultados, he porque de
ha um seculo que geme sob o dominio do poder
civil.
Tudo islo, porcm, lem de acabar nm dia, e o nos-
so clero podera desmentir as aecusaroet que se Ihr
fazero quando mu.lar de condtcao, e quaudo o go-
verno fuer um convenio ulil cun a Stnta-S.
O Sr. Marlim francisco orou em ultimo lugar.
S. Ele. demrou-se principalmente em responder ao
Sr. Sayao Lobato a respeito do que este antecedente-
mente disaera sobre estradas de ferro.
Fez em seguida mait alguruas considerac;es sobre
diversos pontos, terminando por pronunciar-te con-
tra a aubvenclo dada pelo governo ao thealro Iv-
rico.
1 A discatsao ficou adiada pela hora.
OKDEM DO DIA.7.
Continuarao da discussao do ornamento do impe-
rio, lano na primeira como na segunda parle ; e se
nouvr lempo, a lerceira discussAo do projecto o. ;i
leste auno, que marca o subsidio do depulado ua
prxima legislatura, e as oulras materias anterior-
mente designadas.
cao de votantes, rompen os livros e mais papis ; 1 A S. M. o Imperador.
Iiouveram algu. tpanos a jago de cadeiras ; mas as] A Familia imperial.
II huras lulo eslava tranquillo. l)-u lugar a este I Ao F.xm. comellieiro presidente,
disturbio a falla de pulilicarao da lisia da qtiahlica- Ao Eira, marerhal de campo,
rao do anuo antecedente, cuino (bavia ordenad o I Ao lllm. coronel commandanle uperior
l-.xm. Sr. presidente, eulcndendo deslc farl al mas pessoas que a cleirao seria fela pela qualilica- A< briosas praras de nn-t do I .-
Co detle anuo, la qual liaviam recorrido inuilus ci- Ao batalh il'e fnzileiros.
presidencia
?lltMAMfiUCQ.
KECIFE 7 DE SETEMBRODE185(.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPECTO SUAIUL
Em consequeucia de ser boje dia domingo, e o
nosso orual poder sahlr terca-feira.por isso damos
a dala qae cima se l, nossa revista da boje.
O da 7, como ssmpre. avivou as sloriosas recor-
dacfles da nossa existencia politict, consegrarlo un-
nime dos votos e aspiracOes para o roturo esplen-
dido qae nos be destinado pela Providencia, 00con-
cert das grandes nar.es do mundo.
\as noiles da vespera e du da, todas as musir
tanto de I i 11 lia, romo de guarda nacional a de poli-
ca, percorrer.ini ai mas da cidade, acomp. inhalas
de grande mullida, que de esparo em espacn fa-
/.ia subir ao tr girndolas de fogueles e pa'ravam
a porta dos respectivos cninmaridanles, e di.me dos
quarleis onde liana llnminaces e a|,j laeavan
lindas pecas de imoslca, precedidas pelo immoilal
hymno-brasi lei ro.
Em consequencia dn dia 7 ser o dia destinado pe-
la lei para a solemne fuoscao do voto-nacional, nao
hornea parada doe-lx lo, constando-nos que S. Esc.
lomando semelhante resolurao, quiz exilarqualquer
molivo de queixa que alttum dm partidos pndesse
allegar para o fuloro. a respeito da niauifestarao li-
na do voio.
Por fallarmos no-I assumpto, lemnsde assigna'ar
que as eleices para vereadores e juizes de paz em
geral. vu seuln feitas pacilicaraenle as qualru fre-
guezias desla ci-l.ide. Apenas em S. Jos houvevain
algumas di'nis.es mais calorosas enlre o partido da
opposirAoe o dominaule; masfelizuienle a ordem pu-
blica, nesles rioui lugares. Inu pormanecido ioalle-
ravrl. Em Olin la, a excepr.lo de algomas dispulas,
nada mais lem havido. Ambos os pailidos concor-
rcram as urnas e as mesas continuara em seus 1ra-
lllhos.
Segundo noticias que recebemos de S. I.oureuro
da Malla, ennsta-nos que a opposirAo lambem se
apresenloo, e que os negocios lem corrido eom loda
a regolarida.te e cjlma. A respectiva meta foi cora-
posta da marieira soguinle : presidente, l.uiz Fran-
cisco de Barros Reg ; secialarios, Jos Francisco
de Barros Reg e l'mrvasio Elisio He/erra Cavalcan-
li ; etcrnladores, Drs. Augusto de Souza lea, a
Francisco Jo.lo Caroeiro da Cuoha.
Na eidada da Victoria nao hoave aleic-'io, por-
que arrojou-se sobra a musa eleitoral urna por-
da-iaos para a presidencia .la provincia
Km um dos das da semana visitamos a fabrica a
vapor de velas e tahin aila na ra do Briim, ijenn-
inniada--/n(iii Sr. Eduardo Pelleu Wtlson Jnior He mais um
novo meiiioraineiiio inlroiluzidu nesla induslii.i. e
mus orna fonle,le Irabalho para rlasse operara.
Orrupa arlu,lmenle .le fia :lll ptssoat, em cajo nu-
mero se conlam niuifns raullieres desvalidas; he um
exemplo benelirn que animara oulras industrias a
admiliir trahalliaduret desla especie, garanlin.lo-as
de alguina orle contra os horrores da miseria e prs-
liluirao. Presenlemeale faz -Ji arrobas por .lia ; as
velas sao de carnauba, porcm dito urna luz quasi
igual a deesperm.celr, c se veudein por commodo
prero a lXKH) r. a arroha. 1) labia he bronco, c
cuta cada libra a 160 rs., fazendo espuma lano em
'guadoce, como em agua salgada. II senhor W Ison,
eom os melhuramenlos que lem leito, consosuio evi-
tar o conlinuo lacrimar das velas que oulr'ora sefa-
bricavam aqoi, c tem aperfricoado os pavius, outro
A diana c nnbre nllicialidade.
A independencia.
E .10 vol hvre !
A olliralidade ammpauhou .1 palacio o Exra. con-
talhalro.
As bandas de musir perenrreram as ras da
cidade, cercadas semprc de um concurso immiuis,
por abundantes girndolas, e viclonadas. ja se sabe,
com miiitos vivas.
A companlna cymnastira Irahalhnu cnmme il-
faul. Mademoiselle Josepbiua. como Flora leve,lon-
gos applausos : essa artista lera sempre muitos en-
lliusiaslas, e na verdade 'nercre.
Ksleve perl'eilamenle solemne a esiividade de
N. S. da Penl.a em seu hospicio. >'ao se pode la-
7er urna idea da riqueu e aalla, que cabria a 111-
lerinr dn terap'o '. O pavo c-teve apianado, e coran
eniprerespeilos, e pamente devoto.
Ser l.om que o lustre do tieatro nao esteja
em entro espectculo como bontem, que a nao ser a
! luz de certoszoioslo scintillaules, lio pregados
inconveniente de que se rctenliam, A fabrica se em um binocolo de madreperoia... o Ihealro estara
acha sob a adminislraro do Sr. Camillo Augusto era Irevas.
Fcrreira da Silva ; o fabiicante he M. C. Moirenu,
lido na faVaao eslo em perfeilo acord cem o ori-
ginal.
Esla he a minlia Iraca opiniao sobre a materia
sujeila, e da qoal podera' V. Exc. fazer o uso que
Ihe parecer conveniente.
En taa cora particular eslima, rcpeilo a amiza-
le-De \ Fixr. milito aliento venerador, reveren-
do irni e servo. lli>po ( ande Caprllo-Mor.
Cooceirao 16 do agosto de 1856.
Exm. e Itvm. Sr. Joaquim
Pe le-me V. ElC em caria de
$9mmtt0.
e M. Robin contra-meslre. A fahrira tambera oc-
cnpa serventes nacionaes, aos quaes paga o salario
de 1c60o, 1301:1 e 6il> rs.
Tivemos apenas um vspor do Ro durante a sema-
na, o qoal deixot as provincias daquelle lato em
perfeila Iranquillidade. Alera das noticias, quede-
mos em o nosso ultimo numero, temos de accrescen-
tar algumas contideraees extrahidas ,ie daas carias,
poesas es-
Mademoiselle Joaaphiaa distribuio
criptas
Nao he decente nem conveniente que um ca-
pitn da guarda nacional se aprescnlasse na inspec-
esfe do alsod.lo no dia 5 do correle, pronuncianilo
palavrasanarchicas e subversivas da ordem publica,
e islo por um molivo frivolo, qual o demais tustau
menos lustao na compra de couros.
Informa-nos o distincto Sr. lenle-coronel
que lemos debaixo dea olhos, acerca da desnvenca, Manoel Joaquim do riego e Albuquerqoe. que as
que leve lugar enlre o 1.a lenle Rocha, immeii-1 eleieOea nos Abogados foram feilas com a melhor or-
lo do Jfqiulinlioiih'i e o !.' lenle Aogaslo Nello lera possivel: a polica esleve vigilante. Graras ao
de Meodonca. | espinto de ordem daqoelles hahilantes !
Segundo us documentos a que alia limos, a O Poca da Panella esl tranquillo : felizmen-
desavenca foi inleiramenle motivada pelo immedia- le o goveruo lera inuilas SMnpalhias nessa locali-
lo, qae ultrajara o ollicial sen sobordiuadn da na- dade.
neira mais indiana, chamando-o, em presen<;a de A Vanea igualmente ale a esla hora, que sou-
etnco lettemunhas, negra e tadr'to, 11 empurran- hemos noticias esla cm par 1 6'.. horas da larde.:
do-o, levando a mao ao peil, e ainearando-lhe o Em S. I.ourenr, coaita, que o governo lem no
rosto com urna garrafa. EnlSo o lenle Nello lan- digno leneiilecoron.l e mais pessoas conspicuas do
cou mao da espada e -irigio-se para o aggressor; es- lugar eminentes amigos e devolados ordem. As
le ao ver o golpe, deu-lhe ro-las, e por islo foi feri- eiemie- fazera-se em paz.
.Ili- amanlma.
($ottt&ponb seus irabalhos, manlidas pelas auloridades. A et*
hora o socego domina.
Tres horas da tarde. I m grupo de liomens
exaltados invadi o recinto da inalrz de Sanio An-
tonio, e violoutando a mea, cunmellen os maiore s
escndalos possiveis. quebrando a urna e espanesndo
alguns culadaos. Nesse momento foi preso um indi-
viduo, com orna faca.qno se defeudia .los que o que-
ran! aggredir. pelo que deu-se por lindo o acto, e
marcou-se o dia I i para a nova eleicao.
Fazemos juslica aos homens honestos da opposi-
rAo e ao povo de bons instiiirlos; nao foi elle
quem laes excessos commelleo, foram os liomens
que nada team a perder o povo lera o nome de
povo civilisa.lo que zella com brios.
O Recife e Boa Vista continuam bem : aonoo
sic,ao nesses lo.'-
nal. Em San Jos ? prolettnu.
Ilajam garant,, para a freatiezia de San Jos, a-
me-carta boje de ler a mesma sorle que a urna elei-
toral da de Sanio Antonio.
O espectculo de linniem esleve hrilhaiile
presenra dn buslo de S. M. o Exm.
ro deu vivas ao Imperador,a' fam
.frj, reductores.Casualmente me veio s roaos o
n. 15 do Jurnal do Commercio Jnior, em que jli
urna monstruosa muxinifada sub u titulo de publi-
cacao a pedido, com a epigraphe deperi/unlai
iiino-enles, assignada como enrrespandemia, em
que o miseraval borrador de papel procura em vao
morder a conducta illibada do promotor publico de
Sanio Antilo, Dr. l.uiz Correa de Qoairoi Barros.
O provocado nenhuma tmporlanria lera dado aesse
pasquim, porque pelo zurro cunhece o burro ; mas
para que algumas pessoas inexpertas nao duvid-m
um momento da prohida te e escrupulosa imparcia-
luiade do promotor rei da resposla dizendo :
1." Que o promotor nao promove o processo 00
padre Joo llerculano, porque promoveu e etlt pro-
costado, porque elle bao he do uumeio dos que re-
ceberam as patacas do padre.
-2." Qae nao prende o padre, porque nao he a-
aenle de polica dos que comeram as patacas para
Ihe darem guarida.
:l. Que elle lem obrifaela de recebar denuncias
de qualquer pasqtnnsta, apresenlando-sc-lhe as les-
lemunhas, quanlo mais do procurador do padre.
4." (jue a muala sabio ca cidade para o mallo
porque lem pos ou purque foi montada as pata-
cas do padre.
5. Finalmente, qne o Exm. Sr. conselheiro Ser-
gio nao sabe disto, porque nao le pasquins.
.srs. redactores.Digne se V. S. de dar publici-
dade as seguales carias com que muilo obrigar o
seu constante leilor.
Pinto de Campos.
I.i com o prazer, que nao podera deixar de prodn-
zir o cscriplos de V. S-, a parle da traduce; das
conferencias do padre Ventara, trancripla no lor-
nal dn Cnmmerrio. e qu- sera reproduzida ns co-
lumnas do Sol'nittdor CathOliCV, bem como o arti-
go de fundo do mesmo Jornal do Commercio. Lon
ge .le pod-r imputarse e V. S., o pensamento de
vaidade por semcllianlet publirares, loria V. S. um
desservic;o.a lilterajura e ao crdito do nosso clero,
se, com aluns sabios mais orgulbosos do que mo-
destos, se mostraste avaro de Ua c\clientes composi-
res.
turarlo de urna carta do c.rm. Sr. arr.ebispo
da llahia, de 1 de julho do corrente.)
do na nuca. Vendo o Sr. Nello o adversario camba-
lear, subi tolda, e mandou lancar um escaler ao
mar para apresenlar-se con.o preso .10 commandan-
le da rslacjiu, mas, apenas dera es-a ordem, v perlo
de si o inimig. armad de urna espingarda, com
que, segundo dizem, pouco lempo antes linha feilo
duas 1orles, ouve dizer : senliores, o senhor Nel-
lo ferio-me, o ssnhor Nello vai morrer, niiiguem
se iulerpoz, e como o Sr. Nello esnve alirou-se ao mar : entrelanto o immedialo espera
que Jilo surja flor da agua, e faz-lhe logo; ao
primeiro tiro falhou a espingarda, o segundo
foi erapregado na espadoa esquerda ; os raa-
rinheiros do escaler talvaram-no, a o levaram para
a corveta D. Isabel, por nrdera soa. Os ferimenlos
de arabos nao foram graves e j se achavain quasi
bous. A opiniao publica se pronunciou geralmenle
em favor do Sr. Nello, que foi aggredido de urna
maneira aviltanle, a contri o immedialo, que goza
ije pessima reputaro. Ambos.lem de responder a
um consellio de guerra, que, segundo dizem, ser
presidido por um chefe de divide.
Pelo mesmo vapor touberoos que o Sr. Josc de
Vasconcellos, que fora ao Rio de Janeiro conlralar
urna companlna para o nosso Ihealro, nada anda
pode conseguir, porque os pouros adores bons, que
la exislcm, Irabalham quolidiauameiile nos Ires
ihealro. Alem desla circumslancia. os adores n
virio para aqu com vanlagens duplas, porque la sao
mu bem pagos. Niagaom se quer escriplurar por
menos de um anuo. Exigem garanlias para que
Ibes nao aconlera. como em certa empieza, e dizem
qne nesla cidade uAo ha gosio por Ihealro. Na liahia
su se quer conlralar a Sr. Gabriela, a qual exigi
6OO9 inensaea, passagens de ida e volla, hotel ele,
etc., e islo roetiro quando oblivetse lirenra do em-
prezario. A empreza l.ucci he o maior obstculo
que tem enconlraJo o sr. Jos de Vasconcellos. que
drbalde lem erapregado lodos os meios. de que dis-
pe para redu/.i los. Responden! que nao csiao
pora deixar seus commmlos, inteiesses familias,
por menos de um anuo, e sem grande) vanlagens.
Entretanto o Sr. Vasconcellos caute>;uio que o Sr.
Joao Caelano vesse a esla cidade 11'principio do
auno fuluro, o que prava o quanlo elle se lem em-
penhad para cumprir a miatlo de que se acba in-
cumbido, e licava a espera da decitao da directora,
a quem liaba ahVreeida a propotla para deflniliva-
menlc Iralar de semelbanle negocio.
Iloje leve tugara festa de N. S. da l'enhi, na
soa respectiva igre|a. lie una las solemuidades re-
ligiosas mais I.i luanles de que nos lembramos. A
nave principal do templo, todas as depeudenrias,
inclusive o adro.eslavaru plenamente eheim de pov.
A armar era de uro raro goslo e esplendor ; mas
nada atrailla unto a alienlo dos espectadores, e
augmcnlava a veneradlo do espedaculo, como a il-
lomloara de ooile. na occatio do T* Deum.
.Militares de velas eorbiam o lemplo com 011 las de
luzes, era de um effelo phanlaslic, que as palanas
nao podera descrever, pareca um xerd.idetro incen-
dio, era o heruitmo da luz.
O senhor padre prefeilo, lanrando mao da solem-
nidade nacional que se festejava uo dia, et um e-
loquente sermo, lomando por Ihema a Ibeolugia, a
moral ea polilica.moslraudo que eslas tres ideas sao
a base dos estados.
No arco da capella-ror via-se um grande painel
que represenlava nina das sublimes passagens da
sagrada escriplura. A raiuha E-ter, ricamente ves-
tida appresenla-se ante o re Aslucro, e intercede
clemencia pelo povo hebreo, sentenciado a morle,
em coosequencia de um trama do ministro Aman,
all,hndo a virgirfda Penha, que vendo o povo de-
baixo do fiagello da epidemia, pede piedade ao seu
beradilo lilho. Na parte inferior do quadro lia-se o
seguinle dislicu :
Como Esler a Asnero irado amanen.
De Jess a clemencia a Penha alca'nc.
Entro a grande concurrencia de pessoas que leve
lugar, achavara-se o Ex ... e Itvm. Bispo e o Exm.
Sr. tires.dente da provincia, e mullas pessoas dis-
linetas. A modestia, a devorao e a religosidade fi-
zeram sebresahir a piedade e xeoeracao dos liis.
l-alleceram dorante a semana 30 pessoas, sendo
livres 6 homens, 7 mulherese 7 parvuloi ; escravos,
b homens, 1 mulher e .1 prvulos.
PAGINA AVULSA.
8 de selembro at 8 t{> horas da manha.At
esla Hora lemos lido a felicidade de remar na elei-
Ces a melhor harmona possivel: so em San Jos
lioniem, pelas duas horas da larde, pouco maisnu
menos, fot que houve alguns vi,, mais enlhusias-
icos, dos quaes naseeria sera duvida a desordem, se
as autoridades prsenles alo inlerpozestera o sen va-
""SJJ" I""- 1" ordem se re.iabelecesse. O Sr.
Dr. Felosa compareceu immedialamente a esSe al-
vorolo, e erapregou com u. seus amigos ludo quan-
lo esleve ao seu alcance para que nao se prodozissem
mais dessas loucuras. Felizmente os Ir.balbos da
mesa foram por pouco lempo interrumpid!. O Sr
tenenle-coron -Franca esforcoo-se o mais possivel."
coSr.juiz paz para que ludo acabasse ua paz
uo .senhor. Dos queira que boje n.lo se repila a
mesma scena.
Doas horas.Como previamos lem-se dado al-
guns disturbios na freguezia de Santo Antonio e de
rean,!.ir;.aVeUd0 n P" d. Xtfr alcu;n',s vi0- c"> < Pr" a Hnguasem ; pmer
lencas enlre vanas pessoas. As metas continuara os aJJI anear a V. Exc. i--- --
Pnilo de Campos.
de 11 do rorreo te niez,
a minha opiniao acerca das ver-es que lia feilo de
algumas passagens da obra intitulad.1It'iziio Ph-
Visoplmado labio Iheologo o padre Ventura, e
que bao lido publicadas em diversos numero, do
Jorna\ do Commercio desla corle. Com elTeilo le-
nhn lido com alteurao e prazer esse seu trahalho.
o qual. quer se considere em rehiran ao Ironeto da
pbrase porlugueza, quer em relarao a integridade
du pensamenlu do aulor, me parece de lodo o mri-
to, lie cerlamente um reveanle servico, que V.
Exc. faz a religiao e ao eslado, em por na lingua
verncula as bellas doulrinas daquelle grande ora-
dor italiano. Aqu lem V. Exc. minha frara opi-
niao e nem ontra poderia ser visla do esmero e
cuidado, que V. Exc. (em erapregado 110 feliz dcs-
emper.ho .la honrosa larefa, que enceloo.
.KACA DO.RECIFE 6 DE SETEMBRO AS 3
UORAS DATARDE.
Colacf.es olllciaes.
Descont de letlras6 l| ', ao auno.
Acres do estrada de ferruo(l", de premio.
freierico llnbUliar, presidente.
/'. Borges, secrelariu.
CAMBIOS.
j Sobre I .ondee. -J7 l|i Domioal.
t> P.iris, 3Vi a 1155 rs. por fr.
Lisboa, 98 a IDO por % de premio.
Rio de Janeiro, 1|i> a I por 0|fi a 13 e :I0 das.
Acres do Banco, 60 a 70 0|0 de premio.
a a companhia de Beberibe 54SOOO.
.< n companhia Pernambucana ao par.
.. Ulilidade Publica, 30 pur cento da premio,
a a Indemnisadora. 53 dem.
.. da eslrada de ferroojl por 0|o de premio.
Ilisconlo de letlras, de 7 a 8 por 0|n.
Dito de par 11 rulares 6 I \-> a 7.
Ouro.Oncas hespanhulas. .
Moedas de 6i00 velhas
68.00 novas
49OOO.
um
28 285500
. 16MIO0
. 16-^KJO
. 93000
. 230OO
. 2|000
1>860
Idam do dia 6
.-. I IWN'I-.I.A.
1 a 5. .
58:371SI91
5:176s>8
Son de V. Exc. affectuoso servo e muilo abriga- d, b1L. ^SS0'
do. D. Jo*e,bisnu do Para. Prata.Palacoet brasileiros. .
______ 1'esoi eoliimnanos. .
lllm. Sr. Dr. Jos Pedro da Silva Camacbo. me,'c'">.
Nao me cuube anula e prazer de conliece-lo pesaoal-
raenle ; mas ouro de fontes ata suspeilas que V. S. u.a;_. .1
he joil compleme em cansas lillerarias, muilo es- | "d.m a.
pecialmenle as que concernem ao doama e a dou-
trina da igreja, de que V. S. embora secular.he nr-
gam dislindo na cadeira do magisterio.
Nato presupposto,tomo|a liberdale de pedir a X.
S., nao um favor, porque o nao pode fazer em
orna questao, que entende com o crdito luterano
de V. S., mas sim um aclo de juslica e de irapar-
cialidade.
Nao me jnlgando com a habililares necetsarias
para emprehender obra alguma, que livese ocunh
da originalidade. em materias religiosas, cojo vasto
e delicise campo he explorado e percorrido diaria-
mente pelos grandesespirilos, que, pu.unido em al-
ia escala a sciencia de Dos, espalham a novidade e
a variedade no que ha de mais amiga e de mais ho-
mogneo lenlei, ao menos, contribuir para o der- r
raraamenlo dessas verdade saluleres, pela sua vul- ,21"/- DE EXPORTACAO PELA MESA
gsrisacao no nosso bello idioma. O padre Ventara uc-1',AU0 l,ES1 A ^'"ADE NO DIA
foi a grande columna com que me abracei, e li I ,, sE'EMBRO DE 1856.
pela versao de algumas de suas conferencias qua es- "rluBngu
CONSULADO l.EHAL.
Rendimento do da la 5. .
Idam do dia 6.......
63:5173619
6:4035208
2991000
6:6i2?i08
eslrongeira, mao d'obra
Espatiadores grandes.....
pequeos....
Firiulia de iiiaudinca .....
inilho.......
a ararula ....
Feijo.............
Fumo hora.........
u ordinario.....- .
11 em lollta boin.....
.. ordinario ....
o reslollio.....
Ipcr-acuaiiba.........
(omina...........
Geugibre...........
I.cnha de achas grandes
* 11 o pequeuas .
o n toros ....
Praucbas de amarello de 2 costados uwa
11 a luuro.........
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
r. e 2 '; a 3 de I.....
u de dito usuaes.......
tjosladiulio de dilo........
Soalho de dilo...........
Forro de dilo...........
Costado de louro.........
Cosladinho de dilo........
Soalho de dilo...........
Forro de dilo...........
o cedro ..........
Toma de laiajuba.........
Varas de parreira.........
11 agiiilbadas........
o i> qoins.......... o
Em obras rodas de sicupira para c. par
o u u
ilqueire I56OO
t 23500
J) i-INKI
al<]iK'ire 3000
. 1 KNK>II
l iNKJO
1 9g000
n 6a000
o aOOO
329OOO
alq. 3.3000
a -JtlOO
ceuto 23OIIO
1 CUOO
u M 1.1 1
urna 21.3000
a 163OOO
I-'IVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlu do dia 1 a 5. .
dem do dii 6 .
59J276
183OOO
1775276
Exm. e Kvm. Sr. bispo conde capellAo-mr.
1,1.1 Mu emprelicudi a vrala de algumas conferen-
cias do padre Ventura, o mais poderoso adversario
do racionalismo philosophico, 11A0 ti ve em mente
..iilr.i ruiis'a, que pupuhirisar Cada vez mais enlre
nns as grandes verdades ralholirai que 11 luminoso
orculo da Italia vai evangehsa;udo era diversc pai-
zes da Europa, com assomhroje ,1 Imiraro dos sa-
bios e com profunda ediliraro dos povos. Mas,
depois que encelei a minha larefa, lenho 'entrado
em duvida, se este meo trabalho corresponder a
pureza das mullas inlences e ,1 nulidad.- dos meus
semelhantes ; em romequencit de erros e imperfei-
Ces, qne pussa ter comraellido as verse, qae le-
nho feilo publicar 110 Jornal Ao Commercio d'esla
corle, e que prnvavelnienlc ierflo chegado ao conhe-
cimento de V. Exc.
Verdade he que me lenho ebforcado o mais pos-
sivel por, nao sacrificar a esiencia a forma, bem
que ao mesmo lempo baja pnjcarailo acumraudar-
me as condices do nosso idioia. cuja ndole e bel-
lezas exigem muilas vezes trapsposicOes um pooeo
livres. Nesla parte lenho seguido as pisadas dos
bons traductores nacionaes o eslrang-iros, sendo
que enlre estes ltimos me merece especial predi-
leccAo o sabio Goschler, traductor da historia uni-
versal da igreja de Alzog, a ullimameote da historia
da llecelacao llliblicado Dr. Ilanneberg. No pre-
facio de su> versao diz elle que sem desviar-te 00
espirito do aolor allemao, foi toreado, pelas exigen-
cias da lingua franceza,a corlar as phrases "mu
tongas, a reunir as pruposicoas mu soladas, devol-
vendo urna metraphora por oulra anloga ou seme-
lbanle : traspondo aqu, deslocando all, e, sobre-
ludo, pondo no encadeamerjto do texlu a ligarao
ao mesmo lempo lgica e verbal, que o leilor fra'n-
cez reclama imperiosamente, tic.
Islo que Goschler hoje pniica. he o mesmo qae
prallcaram os grandes Iradiicloret auligos e moder-
nos. Cicero, por exemplo, diz que em soas traduc-
ccis nunca julgou necessano verter palavra por pa-
lavra ; mas sim conservar o genero e a forra de In-
das as palavras : in quibui non verbum pro rerlio
ucease habui reddere ; sed genus omnium terbo-
rttm ata) que sercaci.
N'Ao lenho a lonca vaidade de emparelliar-me
com esses grandes interpretes do pensamenln aa
palavra ; mas anima-me a conviccAo de 'l"e n.lo
lenho poupado esforros para os imitar, i>o tanto que
pnsso, nessas verses a que me lenh-1 referido. To-
dava, coran o amor proprio o** seja dos melhores
consellieirns, nAo de-.ejo pr^seauu no meu cmpenlr,
sem recorrer a V-Ea-.". como arbitro da dou|r,;ng
e do goslo, suppuiaTndii-lh* a graca mu esped je
emillir sen ju*xo acerca do merilo daaaat nena Ira-
halhos, ni s em relar.o a lidelidadr do original
quelere a rers. docihdade
p ara submelter-mc a sabia do.,.:,,, de V Exc e
quMuuerqoa ella seja, mepermillira V.'Exc'que
eu aoirerecTr^adorauvo do publico, peante cajo
tribunal desejo provar a sinceridade das miohai iu-
tenres.
Dos conserve e dilate os preciosos das de V
ExcRio de Janeiro, 7 de agosto de 1856.Soa
enm a mais profunda suhmissAo, de V. Exc. subdito
respeilador e muilo allecluoio servo, conego Joa-
quim Pinto de Campos.
lllm. e Exm. Sr. depulado Piola de Campos
Ba fal honrado com a eslimavel caria de V. Exc.
de 7 deste mez. servindo-se dje ronsullar-me acerca
da versao, que V. Exc. ha feilo das conferencias do
_ M. R. padre \entura, algumajs das quaes correm
he emineolemeute conslilcio-1 ""Pr,,sas nn 7oral do Cmnlnercio. V. Exc. diz-
me na citada caria, que emprphendeu'esse Irahalh
com inl-nces as mais puras e -rnente no lim de
vulsansar enlre nos as grandes verdades do chritlia-
nismo. que aquelle celebre urrfdor sagrado ora an-
nuncia nos paizes mais cultos da Europa,
Siala nAo |pr perfeilo conhedimetilo dos escriplos
do padre Ventura, alguns dos qiiaes li ouli'ora e ho-
A 1
r. conselhei- I
ia imperial, a
i,i, 1 rasileirns. tm seguida o Eira.! J "e a suaRazao Philosapliica e Rtiaa Calbo-
raareriMl ileu vivas ao Exm. presnlenle da provincia .- qc perlencem as conltrencias que V. Exc
e aos 1 ernamliucanos. lia muilo que em nossa Ierra i 'em Iraduzi lo ; e pelo ronreilj que formo doras
A briosa nllicialidade do primeiro b.-ilalh d
guarda nacional do municipio olfercceu lionlera em
eu quarlel .10 Exm. Sr. conselheiro presidenta, ao
Emii. manchal coiliraandanta das armas, ao lllm.
Sr. coronel eommaiidaiile superior, B a alauns atni-
aos urna delicada e etcolliida lefei.Ao; a mesa este-
ve brilbante e os illoslres hospedes foram servidos a
conteni. Iloiiveram diversos brindes feilos pelos
personagen.1 da mesa e convivas : o primeiro foi do
Exm. conselheiro ao Imperador, que foi cm entliu-
tiasmo correspondido -u ton da banda mililar. O
Exm. marechl fez un brinde a briosa auar.la 11a-
clolial 'lo 1....."ipiu do Iterile. ( lllm. sr. coronel
coinmaiidanle
raco das formas ua amiga esroljj, melhodo que Cha-
teaubriand .-ii-noii, seguio ao Idepois Fravssiiioa e
ullwnsmenle L.cordaiie. Os 1 rgumenlos'do illus-
Ire aulor lio pela maior par racionaveis, como
pedia o lim, a que se elle pro| oz ; sem que com
tudo orailla os que as esrripluras forntcem c sobre-
tu in os SS. l'l*., no que elle 9 moslrou eminente
mente inslruulo.
E pnis, Exm. Sr. as confere cas do padre \ cu-
lura -Ao de um valor immenso, como julga Inda a
Europa ; ellas sao da maior uli 1 la Ir para aquelles,
que procurara inslrair-se e lim ar-se na f calholi-
ra. desembararaudu-sc
los sop usinas, com que os
superior a Exm baria da Boa Vala e s*us adversarios a olwu.ecem e ronfiariain ; e lias-
J ,,.,."-'* "'hcialiladedn |- batalrtao de fuzleiros. latalas nn nn presVulad0 --""I-""-.**. ??"* """j:"1"'.'' re- fmo he a de V. Exc, a quem sobrara eonbec
la
-, --------............. i ".......aieuHi, (.i....... au nimav \>ai/., uuc cdrcue ue livros seme
muilo correspondido, ,|c. Ilouveram nata divenos, ""ames,
enlre riles a lidetidad* da auarla nacional s uossas
inslituicues. A nenhuma lalilnle das duas sila
qoarlel fez cora p
Ko7^:z^^V^<:^*--
qua nada mais exprima eni valor,
Honveram divertos viva logo que
fCS"m' 00lr "osa. Os pensamtntoi, bs senteuras, aM-
----- .......,,, _,,, ai;ionai aiu re- """o ne a ue tic, a quem sol.ram conheciiin-n-
reseuiaoo pelo sen mu d ano inajor Sr. Fras fui; tos professionacs, as confereuca serio oin "rinde
aunado por um brinde feilo pelo Exm. marechal, e | "-'rvico ao nosso paiz, que caree da livros seme-
' 'raos, Ihanies.
ossas Em quanlo ao merilo da Iradacrao, eu acho que
at do \ Exc. cunseguin aqullo, a oue nrinrinalmema
. nao se podesse dar ma.s largue- prope-e lodo o tradurlor, qui be aBalC d!
-ala onde l 0 buslo de S. U. Iradaccao c.m o lula original.! Eu v VZ1 al!. -
hinque eslava preparado era bello, par- cao algumas pasta,en, da, conirencia, Iradordas
' .,r"Pe"-' pn-pirn-as com m Irachos coi-respondenles do 0-
lucaliiou-se o ( nglnal, a nolii perfeila eonformidade entre ama a
,_ que es
treei o meu Irabalho, Irabalho que, comquaulo rae
pareca de grande olilidade aos meus semelhantes,
todava, nunca me patsou pelo pensamento fundar
nelle .1 minha repular.lo Iliteraria, vislo que me co-
nllevo batanle para nao nutrir lo arrojadas aspira-
joes. Todo o meo cuidado, pois, foi reduzir a for-
mas porluguezas as graves doulrinas do sabio con-
troversista, dando-lhes o loroeio e inllexes inhe-
rentes a ndole da nosa lingua, sem comludo allas-
tar-me do espirito genuino do lexlo : embora algu-
mas vezes a contextura da pbrase Mlrangtira, nesle
ou naquelie punto, me forc a restringir ou am-
pliar o sentido do aulor, para mais facilitar a sua
iatelliceacia e clareza ; o que se nao pode evitar
quando se trata de assirailar dous idiomas inicua-
mente diversos.
E, como seja moilo natural que V. S., homem de
letlras, e queexeice a profissao do ensino calbolico
nesta corle, biaba lido as versOei que bei feilo do
citado padre Ventura, por isso que correm impres-
sas em um dos jornaes raais lidos a acreditados do
imperio, he do inleretse da religiao, que professa-
mos, que V. S. se digne de dar-me o seu joiio a
respeilo dessas metmas verses, nao sii quanlo a pu-
reza da linguagem.como quanlo a fidelidnde do ori-
ginal, que prnvavelmeole posuir. Digo do inle-
resse da religiao ; porque, se esse mea Irabalho lem
sido incompleto c cheio de imperfeicoes, por honra
da mesma religiao, deven-i parar com elle ; lauto
mais quanlo eila 11A0 necessila de mim, nem dos
meus e-forros para medrar e lancar raizes profun-
das nesle paiz, que he conquista" sua, e que hade
continuar sob a influencia de seus .li.-l.nnes, por
mais audazesque possam ser as lenta 11 va- do espi-
rito de innovar, de que parece nAo estarmos isen-
tos.
Espero pois qae, me fazendo a honra de respon-
der, me permiltrt usar de sua resposla, se assim me
for necetsario.
Aproveito esla occasian para leslemuohar i V.
S. ot meus senli mentes de estima- e ennsidera-
Sao.
Rio de Janeiro, 6 de agoslo de 1856.De V. S.
minio alenlo e cerlo criadoConego Joaquim Pinto
de Campos.
lllm. c Exm. Sr. conego Joaquim Piulo de Cam-
pos.Recebi urna carja da V. Exc, com a dala de
6 desle mez de agosto, pedindo-me a inlerposicao
do meu jozo a re-peito da versAo de algomas das
conferencias do padre Ventura, qU V. Exc. em
prebenden e publico em um doa jornaes mais lidos
e acrediladcs do imperiu.
O,., que v. Exc se refere i versAo da qoinla
conferencia do sabio padre Ventara, a qual o Jor-
nal do Coirmcrcio pubMcou no. nmeros 151, 158,
166 e 178 r..,m a assignalura dePinto de Cam-
pos.
Como V. Re. leve a summa bondade de se lem-
brar da minha humilde pessoa para a contlituir juiz
do sea Irabalho, rogo-lhc que deseo I pe a simplici-
dade. sempre verdadeira,desla minha resposla aquel-
la honrosa caria.
Eu1 nao li a ver*o que deixo citada, porque nos
das da sua publicacAo. oceupado corp Irabalbos, pa-
ra mim necessarios, nAo rae sobrou o lempo para os
uleis. Nao me aconleceo porem o mesmo no da da
publicado do n. 178 daquelle jornal, no qual vem
iradut.dosos ullimos paragr.-iphos da segunda parle
da quima conferencia. !.i-os ; mas assim mesmo,
Exm. Sr., nao rae podia encoslar as impresses den-
sa leitura por er algumas vezes distrahido pelos
oavores que. no silencio do mea gabinete e na
ranquillidade da miaba alma, eu dava saudavel
lembraoca da pettoa qae nesle seclo de confu-
baUi"npr* er" e lilera Pob,ica' semelhame ira-
A caria de V. Exc. me obrigou, ns.les das, a
procurar os numero, do yornal do Commercio na
parle da pohhcacilo iodicada ; le la com cautela,
confronta-la com o original, do qoal V. Exc. pro-
vavelmente verleo, para poder, com acertado jozo,
arcar alguma cuusa sobre o sea Irabalbo. O original
que lenho prsenle he a Razao Philotopbica e a
Razan Catbohca, Conferencias, ele, segunda edicao
era 18.:., | aris. (,om o primeiro volme detle ori-
ginal em orna mao, e com aquelle nmeros do
il na oulra, fui cotejando periodo com pe
pararrapho com paragrapho, desde o ex-
at ao fim da segunda parle da quiula
conferencia pregada em 1851 em Paris pelo la-
dra Ventura de R.ulica, e esla exarae me deu a
conviccAo de que a Iraduccao exprime o pensamen-
to do eloquente orador e Iheologo, quando aos feli-
Vm\ollt,er-' '' s primeiro, orgAos,
fulm" ,aDlen,enle ens'nado a mesma doulri,,,, e
...ailo os mesmes erros. Por consegunle, con
.lina. o religioso padre Venluro, com ana lgica r-
resislivel, a ensino calbolico participada immula-
bilidade divina. /
Esla he a doolritia da igreja, esla a doulrina
publicada no primeiro pulpito da Franca, e esla a
doulrina, que se acha Iraduzida em bom portuguez
no. nmeros do Jorml do Commercio, que cima
escrevi. ^ "l
Aqu tem V. Exc. o meu juizo a respeilo da ver-
lo da quima conferencia Ma por V. Exc. e nabli-
cada no Jornil d Commercio, do qual ,e pone ,
servir, como Ihe agradar. P
'lenho a satilaSAo de apresenlar V. Exc o.
aTSTShLTi: ','mV con"dera^"- coraoquem
he de V. E,e. aliento e humilde criado.Jos Pe-
dro da silva Camacbo.
S. C. em '. de agoslo.
.Diario do Ufo de Janeiro.
e portuguez nTrovador, Bailar & 0-
liveua, 2 couros seceos.
ExDortacao'.
Canal pela Parahiba, hnao- haooveriano ..Miran-
dau, de 2j!l toneladas, condnzio o seguinte :1,500
couros verdes com 66,400 libras, 1,125 couroi sal-
gados com 30,323 libras, 5,000 ponlai de boj.
Balita, patacho brasileiro "Esperaosa, da' 103 to-
neladas, couduzio o seguinte : 2 caixoes divert
objeclos de ouro, 23 barricas cominho, 21 caixas fa-
/.endas, JO ,accas carnaobt, 1,192 dilas milbo, I cai-
Uo espanadores, 325 caixas sahao, 2 caixoes doco,
oO barucas sebo em rama, 102 molhos couriohos de
cabra, I pipa t 1 barril azeilede carraptlo.
Aracaly, luala brasileiro aCapib.ribew, de 39 to-
neladas, ronduzio o seauinla : 208 voiumts g-
neros eslrangetros, 1 marquezi, 1 gigo jarras, 2 va-
randas de ferro, 1 barnquinha assucar.
Liverpool, galera inglaza Seraphinau, de 45i lo-
neladas, couduzio o seguale : 2,822 saceos asso-
car, 1,150 saccas algodao.
RECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
. 5:1835166
1:0575965
6.2413131
Rendimento do dia 1 a
dem do dia 6 ,
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendiraenlo do dia I a i
dem do dia 6
5:9793081
2705398
quintal
du/.ia
130(K) i dore, deiigm o .lia 14 do crrante para este lim, a
23OOO convoca lodos os volantes da freaae/ia para quceom-
I.3OOO 1 parecaia no dia mencionado pelas 9 horas da ma-
nila.1.
Meta parochial da fregoezia de Sanio Antonia da
Recile 8 de selembro de 1K56. E eu Jola Athaaa-
tie Botelho, serri-tari o esrrevi. (> ,,,,, ,|r p,,
I0A0 Valeolm Vilella.JoAo Alhanazio Kolelbo.'
Barlholomeo Guedes de Mello.Joaqun Vital Ma-
chado.Franciico de Pauli Machado.
Existndo ooi arraaieni da alfandega, alesa da
't2amt 1 lN"P marcado pelo regulamenlo de 22 de'juabo da
' "iwawi 18:,,' os ria)oaaa abaixo mencionadat. ,ln cenvida-
dos os seos douot ou coiitigntlariot a |vir deana-
ctia-los Vo puso de 30 dia. contados da dala dol
lido o qual serAo arrematados em anata publica'
sera que em lempo algum te pona reclamar contra o
eileiio di-ta veu.ia, o seguale :
Marca A M. u 3, 1 cana vinda pelo brign AIe-
gre em 20dejolhode 1853, caaiiaada .jK
Mar 11 ns de Siquer*.
sem marca, |2 peoras de cantara pelo brigaa norla-
guez ...Mana Feliz- em 5 de rlembro de 1853 ; a
Aui.iiioi \ alenlira da Silva Barroca.
Lrna ganda pelo me.m nasio em 15 da aeleaaW..
de 1853 ; a Jlo do .Monte.
Lina cauaslra varia pela barca prtamela Sania
Cruz. era 19 d. dezeml.ro di MS?- Fra
co Alyet da Cunhl.
Marca F. I(i caixota palo memo nal
dala ; Jo, fmntmtm rrrelr,.
,VT"\ c*'u!e Pe' mairne
la ;
Iden
etxos
Melaco.......
Milbo.......
Pedra de amolar .
>> filtrar .
> ?> roblo-. .
Ponas de bol .
Piassava......
Sola ou vaqueta .
Sebo em rama .
Pellas de carneiro .
Salsa parrilba .
Tapioca......
L'nhas de bni .
Sah .......
Vinagre pipa .
caada
alqueirc
urna
.
..
ceulo
molho
mcio
aaj
urna

a
, cenlo
0.
pipa
W^MIU
I13IHIU
9aooo
7300o
MJtH)
8300(|
6.3OOO
-3000
3)000
33011)
13280
L36OO
13920
1-3280
2631KM)
20-3000
3.300
2300
0610
63(11)0
3800
.32011
3200
:to50
6*000
V3G0
163000
3.32OO
MO
3120
309000
-<
da-
Wtoirtmmic 00 porto.
6:249.V
r 9
riudo.
ordio
tynbiituca aeWbo.
QUADRAS
*"S!*y Sr- Mai,oel Augaslo d. Manato. Costa,
maab^ d, mMu,, e actaal ajaatra da msica dos
.^naiu" """I1 de ?uerra desla Provincia, em
n u ca S a?' "' P^" ""'PMhada. pela
msica dus ditos menores no dia
do corrente anuo.
de selembro
S a sorte me cuifimisse
li as arles a que he sua.
Cantara em lerna rerso,
Sobre a ierra e sobre a la.
No da qua independencia,
Alvorou seu estandarte
No "rasl, be festejado,
Cora prazer, com maior arle.
E houvido grans lcalas.
Em mu das grandiosos.
Mas as la., meslre Augusto,
lerem ale pellos mimosos.
Mil loavorea eu bouvj
D'rs ouvinle. em geral,
Al mesmo persebi,
le louvava o general.
le louvavaa presdeme
llera assim o persebi,
No volver de seu scmblanle,
l'ixan.lo os olhos em ti.
Tea director jonclamenle
liusloso te contcmplava,
E quando o Inno tocasles
Doce voz assim fallava.
a IJuanlo prazer nos sabia
.< S'e o vissemos coroar
Com a linda carel ds arlet
a Igual a aurora ao raiir. a
t'. Foliganin s. M.
Em 8 de seftmhro de 1856.
Acres----------
Erales.....
PRACA DO RECIFE 6 DE SETEMBRO DE IS."1"'
AS 3 HORAS DA TARDE.
feiisla semanal.
Cambios -> Reputa-se nominal o preco de 2 "
1|4 d. por 13 sobra Inglaterra, pe1'
que ainda tenAo abriram ossaqu es
,. P*' o paquete desle mez.
Algodao-----------Os pr,..-o. foram mu variadr":
vendeu-se alguin sem escolh.-' a
6-3500, 6-300 c 6)900 por arr.-"03-
o escolhido a 636OO, e a seg ",na
sorle a 53100. O mercado *"
mais animado no. ltimos o e
a entrado subi a 692 saccas.
Assucar O que bavia velho no mercado ,_
cabnu-se. Entraran) 1.120 accvl?
do novo, a maior parle masravado
brulo, o qual obleve de 29700 a
29800 por arroba. O brinco nove
apenas lem sido vendido para
consumo a 19500 a o tomeoo-
de 3S500 a 39600 por arrob
Por ora nao ha animar o que al-
tribuimos a pequei.hezda entrada
podeodn-se dizer que os prero- d
exporlacAo nAo foram aberloi. f
Couros- Sao procurados a 240 rs. po' '.'.ora
dos seceos salgado.
Arroz------------- Vendeu-se de 23 a 3>.00 por ar-
roba.
Bolachinba dem de 5-3 a 5fS0O Por barriqui-
11 ha.
I!nc..lli,10 Nao houve er-'lrada e o consumo
fui regular, licaudu em ser cerca
de 1,200 barricas. Helalhou-se de
183 a 19S
Carue secca- Veudeu-'se a do Rio Grande de 53
a 5960o P'" arroba, e a do Rio da
Prata de;-93S200. Fioram em
ser 12,00(i arrollas da primein, e
8,000 da segunda.
Farinha de trigo- Nao recebemos mais sapprimen-
los, e por isso o deposito esta' re-
t uzido a 5,400 barricas, sendo
1,200 de Philadelphia, 2.700 de
Richmond, 500 de Genova, 600
foola, a 400 hetpauhola ; vendeu-
se a 209 rs. por barrica da pri-
meira de 2-- a 269 da segunda,
213 da lerceira, 289 da quarta a
2l9da quinta.
Vinhos- Venderam-se os de Baralona 2379
por pipa e os de Lisboa e Ftgueira
de 2809 a 3259. '
Dctcoulo- Os parlicularet diiconlaram de 6
l|2 e 7 por cenlo; porcm a caixa
filial do banco *levou-os de 7 a 8
por cenlo, o que a prara nao po-
de compre hender, vislo i abu 11 lau-
na de .Imbuiros em raaos particu-
lares.
Venderam-se as do banco do Bra-
sil ile 60 a 70 por cenlo de pre
e da Eslrada de Ferro a 20 por
cenlo de premio.
Nada se lem foito.
I orara in no nosso porto durante 1 semana : I va-
pore I navio de Guavquil.
Eutraram : 2 em lastro, 6 de cabolagem, 2 com
fazendas e objeclos inglezes. A Itouat do Havre, qoe
encalhnu a' entrada, e I de cruzar.
Sahiram : 8 com carregamenlo de gneros do paiz
para porloa eslrangeiros, 7 de cabolagem, 1 com par-
le de farinha de Irigo qua havia Irazido, e 1 em
lalro.
Ficanm no porlo 38 embarrar -s, a saber: 1
mericana, 27 brasileiras, 2 fraacezas, I hespaohola,
2 malezas e 5 porluguezas.
PALTA
dos precot corrente* do assucar, algodiio, e mais
gneros do paiz, que se despachan! na mesa dn
consulado de l'ernambuco. na semana de 1
a 6 de selembro de 1856.
Assucar em caixas bramo I." qualidadc a- 9
.. o .. 2.a u ..
11 mase.........
" bar. e sac. hranco. ...... .
>i mascavado.....
." refinado............
AlgodAo em pluma de l.1 qualidadc a
n a a a 2.* .
.1 i. .i 3." .i a
II em rariiri..........
Espirito de agurdente......caada
Agurdeme cachara ........ a
11 de caima.......
a resillada.........
- do reino........ i>
Genebra.............caada
a ............... bolijH
Licor...............caada
11 ............... garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqueire
cm rasca...........
A /cilc de mamona ........caada
11 tni-ii 1.1I.1111........ o
.. u de peixe......
Cacau ............
Aves araras......
papagaios......
Bolachas...........
Mismito-...........
Cafe bom.............. u
o resstolbo........... a
3 om casca............1
" muido.............
(.arnc secca............ 11
Cocos com rasca..........cenlo
Charutos bons...........
11 ordinarios........ a
o regala e primor .... *
Cera de carnauba......... 03)
a em velas...........
Cobre novo mao d'obra .... ^
Couros de boi salgados *.......a
1 verdes............
n espiados .........
i> de ouca...........
>> cabra corlidos.....
Caachmho.............milheiro
Esleirs de preperi.........,mi
Doce de calda...........
a goiaha.......... ,,
a tecco ......... n
11 jalea ,........ 1,
Eslpa nacional........... a
navios entrados no dia ti.
Goayaqoil69 das, barca francezsi Jule, de 259
toneladas, capilAo Balis, equipagem 13, carga ca-
cao e cobre ; ao capilao. Perleoce ao porto de
Nantes Veio refrescar a segu para Brest a re-
ceber ordens.
Maceu II horas, barca iogle/a Eugenia, de 139
toneladas, capilla George Roberlson, equipigem
15, carga assuca e algjdAn ; a Saunders Brothers
\ Companhia. Pertence ao porlo de Greeck. Pas-
sageiro para esla provincia, a escrava Vicencia.
Veio recener ordens e seguio para Liverpool.
New-porl45 das, barca americana aMary S*w-
yern, de 276 toneladas, capilAo W. N. Barllrll,
equipagem13, carga pelrechos para a eslrada de
ferro ; a George Furuess. Perleoce ao porto de
Wells. \^.
Baha6 dias, brigaa brasileiro aSfaatraaaa, de 216
loueladas, capilAo Thomaz l.u>'. da Rocha F'rage
equipagem 14, carga 80 Ion 'eladas de rea ; a 1 >,,-
miagus Alves Malhr -os. Perlence ao porlo da Ba-
ha. Veto riv~*Der pralico e segua para o As.u".
.vacies taidos no mesmo dia.
Rio dS- E,ra'aBflKue dinamarquez Courriera, ca- .
i^ao r A Pelerson, carga assucar e agurdente,
i/rerpool -Barca mgleza Charles Jacksou-, coma
C^M^lfS* ?? ,ru"- Sa'Pe"d.u do lameirlo.
Canal pela Parah.ha- Brigue honoveriano Miran-
da, cap nao H. Fock. carga couros. Passageiro
Marcolm 0 de Souza Travasso. ssageiro,
"ZJtSU WS 'ule*oledi'-Vapor brasileiro Im-
perador, commandanle o 1.- lenle Torrezio
Passageiros desla provincia. Miguel Jos Rav,'
Joao BaplMUiMuller, Alfreda Aproa,, Domingo;
rrancisco Moreira, t.uilherine de la Hacine
rrancisco Soaret da ailva Retumba a I criado
Francisco Ferreira de Novaei, Dr. Manoel Meudes
da Cruz l.uimiraes, Dr. Joaquim Ferreira Cha-
ves, JohnC. Dovle, Francisco Joaquim da Cosa
Joaquim Diat oa Silva Lemos, Jote Alves Fer-
nandei, 1 preso com 2 pracas policiaei, Jos Joa-
quim da Silva, Francisco Paulo Lint dos Guuna-
raes Peixolo e I criado, Justino Natal a I criado.
.Vacos tahidos no dia 7.
Astu'Brigue brasileiro Maraca, cora a mesma
carga que Irouxe. su-penden do lameirAo.
BrestBarca franceza Jle, com a mesma carga,
que Irouxe. Suspendejute iaWao.'
^^S*>&hidot no da 8.
11 "r*"'eiro '"^P*"1!. meUre Ma-
no.i jse Ja Rocha, carga milho e mais geueros.
"*"'." Aqfunio Pinto Marcella.
. brasileiro ((Sagitario, capillo Mancsl
iro, cama varios gneros e Utlrodearea.
;eiros, Jlo Francisco Pereua, Juliao Carlos
anderley, Antonio 1-e-liauies Thome, Jos An-
tena da Costa e Silva, Amonio Ignacio de Ol-
veira.
Aracaly Iliate brasileiro Capibaribe, meslre
Trajano Aniones da Cosa, carga fazeodas e mais
gneros. Pasagcirot, Francisco Teixeira Men.ie.
Jnior, Pedro Ivo Vellato da Silveira menor, Joa-
quim Foza Luna e 1 criado.
la- -aa.-~.7T' i~-"~~~ rae aa raeaaia da-
la a .Manuel Joaquim Ramos e gilva
i^'r"'co" v.uat,pelme.,, a.,,, ^ .
ma dala ; a Joaquim Aalaara d. Silva'
.Marca 1. B. I... I caxola vazio palo bricu. Trium-
Phan..,,. em 19 da abr,. da 1854 ; aira...
390 paroleiras pelo briaue portuauez aljii. 11. ~-
29 da dezarabro de BrT&m****:'*
Rabello & Filha. t"mc' ^naa.
300 d.ias pelo iryasmo navio, em I de na.ia de I85.it
aThuraazde Aqumo Foaac, & F.lho, .500 d.l
pe. barca poriagaeta Gr.Udao.. em II de aui.
de 18,, ; a Joaquim jol* Apolinar..
Marca A. C, 1 barril vazio pelo bngoe porluoe?
fc.xpenei.cia, em 13 da joono de iSfltTain-
maz de Aqu.no Fonteca A F.lha. "*
dem 1, 30 ca.xoles pela barca porluaueza atirali-
Pa0y"a,..,,m ,6 U"'nbro ,5 ; &
Id.m M, 111 barreit, p,|0 mtmo nlT# '
11 V i J.0i,', T""n Cordeiro.
, i "".' '>"" pela navio Olla..
em 29 de oa. da 1854 ; ordtm.
tdemv.L, t cana poio io fr.aeei J,^.ara
Ib de |anib>
Idera l B. I d. 7**S+mmi -
m 30 da julho de 1853 ; a Oliveir. ftST*^
Sera ma.ca. 23 iduellas pelo brue poriugaez l.a.a
II, am 4 da mala de 1855 ; 1 Theraa! de Aaa^
110 I-oii.eea & F.lho. '
13
36 ditas pelo brigue portuguez Bxperieacia 1
dejunhode 1855 ; aot m.smos.
Marca B & C, 1 barril vano pelo brigaa purlaguaz
Rpido, em 4 de jolho de 1855 : aaa m^mmT
dem O. A- C 2 caixolet pelo hiale nacMaal .alia-
1. b'S".?" "n a de m'0 d J i a arda*,
i.iemr. Kalkman, 1 embrulho pela barca iaaieza
Bonita, em 14 oe miiode 'XtL-.
dem Adamsjii, I dilo uelia "^^
em 25 d. iaDUoj0g^fm>u,'u' '
dem H. M n. 1, | ca.xi pela barca iaglaaa Bel
I.. em I, d. marco ,/& \ 7JS51S*
Sen, marca, i i pe|o navte Aaaiaaaa. aaaaaj
da fev.re.ro do 1853; a ordem. AmmMn>
. _._. F" < pnttagcirot.
11 COlioe, 3 travesse.ros. 1 mcdo. 1 coala t Ul.
demos de papel, a 12 carteira. 'mmmmm' "
Alfandeg. da Pern.mbaco 28 da agoste da IHM,
-O .ntpeclor. Bento Joa- Fern.ndVfcrrV
Pela meta do consul.do proviacul ... ..
hheo. que no o.limo do corren..Pme."- S?-*
tr-h.da. p. teremreraellida. p.ra o io.lTaTa/d.
serem axec.l.da. at ral.rOa. taa devedoroms!
varem de pagar aaos d.Mlaa como ^er^.,
^a^'S'4 '"*0bre d"^-*Urat-S:
os I.08 sobra cosas qoe venderea aslbelet aa
loler.M de oolra. proviocias, 45 rlaJTcalW*,Jl
das, e JO .obre ca... de jog debZ^uLT.
eaa.al.da pr.vir^ia, 3 de'sJiembJ7+*+
Amonio Carneiro Machada Mee.
tt*iiu0t*.
lar Mr.7? etTia ^^^/"ti!^ P*aa caMra-
LlbPW? amanra'a foraettaMata de ea-
manhi. ; raoberlo aa
ai 10 or
.llnu 1a..
(la
ao Exra. S.. S^SLT'.V-r *~*al a _asdida
CO. 1BJ..I,'
Augusto Ferreia, capitn.
O adminfslradi
irmas. Laapuld
@>tie0.
O lllm. Sr. inspector da thesoorari. provincial
em eompr.raeiilo da resolurao da junta da fazenda,
manda faaar publico, que no i n, do crreme v.i
.l.'oVSuio prara par. ser arrematado a quem por
menos fizer a obra dos reparo, urgentes do 2." Unco
daeslrada da Rectora, avallada em 2:760 rs.
E para constar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria pro-
vincial de Pernambuco 3 de selembro d* 1856.
0 sacrelario, A. F. da Aonunciac.ao.
l'eraule a cmara municipal do Recife estarlo
em praca not diai 13, 15, 16, 17, 18, a 19 do cor-
rela a. leguinle reodat maucipaei, dat qoaes
aluguels dis lujas da praca d Independencia, arijai
casinhas da. ribeiras das fregueziat de S. lotee Boa-
Viala.serlo arrematados por um.trienuio o mais por
um anoo, a contar do !. de orno' prximo v.n-
douro : impoilo de 500 reii p- cabc. de gaJo,
14:0368000, dilo de alenr. I3:60l3l)0, dilo Sobre
carga de farinha a de lep^-nes I:303s000, dilo sobre
mscales e boceleiras 5au00, aluguel da cata n. 7 da
ra da Flireuliua 3:125000, dito da esa da Suledade
1 i xik, dito da da ra Imperial ii(t.-iioo, nbe.ra do
peixe d. Ireguezu de S. Jos 9519000, dita do mer-
cado d? freguezia da Bua-Vitta 601-3000, esas da
pr- da Independencia os. 1 2005200. 2 200ft200,
5119200, 4 150J300, 5 1503300, 6 900700. 7 de n.
1.505400, 8 903300. 9 725.00, 10 73-5200, 11 725O0
12 725*00, 1.1 11)83100, 14 1083400, 15 IO85IOO,
16 1083100, 17 1088100, 18 1083400, 19 IO831OO,
20 1083400, 21 1085100, 22 108341"), 23 I083O0,
I i 1088400, 251085.00, 26 1083(00 27 108(00.
28 1083(00, 29 729300, :K> 725(00, 31 721)400, 32
725(00, 33 1503300. 3i 1505200, 35 1803300, 36
1503200, 3? 1803200, 38 1503200, 39 2505200, 40
2505200.
Talho do ac,ougue do largo da ribera dejS. Jos
ns. 1 .553000, 2 535000, 3 1155000, i 623000, 5 52xi
6 563000, 7 6I3OOO, 8 613000, 9 663OOO, 10 8I3,
II 933000. 12 905000. 13 lOlloOOO, 11 8I5OOO, 15
925000, 16 IOI5OOO, 17 1205000, 18 120*1100, 19
l:l03000, 20 943000, 21 1208000, '22 12(3000, 23
12(3003, 2 128.3000, 25 1OO5OO. 26 II63OOO.
I albos doasougue da Hoa-Vi.la, ni. 1 315750, 2
5137.50, 3 609250, 4 605250; 5 519500, 6 513500.
7 605250,8 655250, 9 65*250, 10 65,250. II 703000,
12 1)89000. 13 683000, 14 68*000, 15 7:fc}000, 16
903000, 17 1123000, 18 7:1.5000, 19 809OOO. u
803000, 21 933000, 22 12S000.
Os pretendenles arrematar qualquer das mencio-
nadas rendas deveao apresenlar liadores idneos
habilitados oa forma da lei, quando nlo queiram
eflectuar o pagamento da arrematarlo a bocea do
cofre, excepto a praja da ludependeocia, cuja ar-
rematlo sera como danles, se o conlrano nlo for
resolvido. Paco da cmara muoicipal do Recfo era
65IOO I de ( da selembro de 1856.Bario de Capiha-
53700 r'l". presdeme.Manoel Ferreira Acciult.Se-
13625 creiario.
9O0 O >r. Abilio Jos Tavarea da Silva, juiz de orphlos
5520 e ausentes desla cidade do Recife de l'ernambuco
3800 e seu termo por S. M. I e C. que Dos guarde etc.
3700 Fas sh'r floe em prara publica de.le juizu se h.
-sim de arrematar o arren.iainrnlo do engenho deuumi-
yiOO nado Brum, silo na freguezia da Vanea com suas
32(0 trras de assucar denominadas Malemba, Gulandiui,
IS800 i Mil 'i 1 la e Lagadiro. constante do escripio que se
5210 acha em poder do purleiro desle juizo, e assim lain-
530110 bem as baixas para capim do Lagadiro a S. Braz,
I56OO pertencenles au mesmo eiigcnbo, e que filma lole
lo *rr
3
3
(3000
23700
53120
(350(1
a
a;
una
um
a
a
581KI
1-328U
1-3600
".-mi.
IO5OOO
39OOO
55I2O
8392O
55000
33500
i 3300
IO5OOO
595OO
23OOO
13700
5600
29500
1(13000
125000
8160
32(0
9160
3260
separado, e vio a praca a' rcqoerimenlo de Bernar-
do Antonio de Mu mi h. inventarame e lesiamen-
teiro de seo fallecido pal Joaquim Jos de Miranda.
Recife 23 de agoslu de 1856.
Abilio Jos lavares da Silva.
O Dr. Abilio Jos lavares da Silva, juiz de orphlos
e aozenl.s desla cidade do Recife de Pernambu:o
e seu termo por S. M. I. e C, que i)eoi .guar-
de, etc.
Faro saber que em praga publica dele juizo se
ha 1 de arrematar, lindos os das da le, os escravo
conslanles do escripto que se aoaa em poder du por-
teiro desle joi/o.Amaru Antonio de Parias, cajos es-
cravos sao perlenccntes ao (casal do tinado Joaquim
Jos de Miranda, e vio a praca a requerimento de
Bernardo Antonio de Miranda, leslaraenleiro e in-
ventarame do referido seu pai. Cidade do Recife
21 de agoslo de 1836.
ll/ilto Josc Tacares da Silcq,
MUTTraDtT
A mesa parochi.-il da fregue/ia do Saulissimo Sacra-
mente do hiirro de Sanio Antonio da cidade do
Recife, ele.
li',^" z,s?b-r qae leudo sido interrompido! os traba-
m ,s "^'l"'-'"' 1ue e,tava Procedendo, em virlnde
(NkYi : ''re,sa" !"** na 'Rrej- Por homens lurbu-
... -ai leuios e anarchista. que espancaram e feriram a di-
0--UU ver,,1s pes^a, e q,braram em seu vandalismo urna
2J ,'migem de ISotso Senhor Jess Chrislo, assim como
aaaw | a, urila4 qoe conlinh.m as sedlas j. rerebid., e
S3! I !Sid0 S "ourormidade com o artigo 60 da lei n.
.-in de f 9 d'ag0,l d"18ti, de marcar oulr da
iotoui psra procdir-se a' eleisao de juizes de paz e verea-
..
Jur da meta) do roas-alad, provm-
-ial avisa a quem iuleretur, que por tlBrt. da Exm
Sr. presdeme da provincia de 27 da agata prauaM
passado.foi approvada a medida propon, par nl. ra-
pa, lirio de serem obrigados oa coiiiribuinlrs oaaojJa
lenham de pagar o impotio de dcima, a *-* a aara-
Miit.r ot ltimos couheciraeiiloi qae amliara iti.
quando pag.ram o ulmot impoalw a aaa ida ati- d"
gadoi por lei, alim da se evilar duplcala, da aaaa-
melos Meta do comalido provincial 3 de Miem-
bro de 1856.Anloniu Carneiro Machado Riaa.
O lllm. Sr. capillo do porlo, cu priado a aroara
do Exm. Sr. preudtala da provincia refariado-aa
ao arijo da reparlic-o^a maunria da Iza, oarraada
mez, manda fazer publico 1 iriKccaa Ulli da u-
zet. de Londie> com I.i, da 9 da abril alluvM
acliam-se ai ordem levogando ai do 18 da
e 29 de marca dajt, anim coaaa oulra.
tomadasetncojuequeucia da guerra pelo gaveras, bri-
tnico. j*"7 "^
i:apiUfiia da porlo do l'trnirabaco em 28 da aaaa-
856.O secretario, Alaxaadra Kadriaojaa aW
TRADCCC.O.
M. 21870.
Supplernenlo da gizela de laMidro, da larra taia
8 de abril.
Publicado como oflicial.
(Juarta-feira'Jde abril de 1856.Na HiiifL. esa
Buckingham Palace, aa da 9 de abril de 185*.
prseme o eontelho da S. M. a raiaba.
Em virlude de achar-aa aa.ign.da um I rilada da
paz e amii.de enlre soa migetlide, tea. .Hiedo., e
o imperador de todas ai Raasiaa, manda Saa Macet-
uda, depois da ouvidos|os sea. contelheire. privaos,
que hqae sem efleile a sua ordem dada ara eeaoelko
aos 2 de marca de 1851, dales miaaade, qae a ae-
iihnra navio ou enibarraces perlencenle. quah
de seus subditos fotte permilda dar entrada a 1
pichar para por los da Kasaia al uovis rdea a
qoe se biette um embargo geral oa laipnaaaa ora
iodos 01 navios ou cn.barcacijei rataai iriqilaiaala
us porlos, ou que para a fuloro eu trastea, aaa par-
ios, ..alnas ou fuudeadouros dos dominios a S. dj
mageslade, conrunctautiile coro a. peaaaaa a abiiiU-
exi.leule nos metmoi, e bem attim luda, ai airas
ordens do coutelbo prohibiode a commercio cara a
Ruisa.
E os muito honrado! lords cornmistariee da thin.
ro de tua mageslade, ot commiturioi qae execal.ai
ooilirio de,lord primeiro almirante da Gcae Broto
nh 1 e o lord Watden dm porlos r.naae, daveaa
dar at ordens nccetsariat nesle comida, e aaa raa-
pecl.vimenlel lies perrtncam.-AinujBadaC. C Cra-
No conselho em Buckingham Palice.no dii9 de abril
de 1856, presente o conselho de S. M. 1 raiaba.
Fie. desde esla dala ordenado por taa awaesvaee
em eontelho, que at prohibir** ictaalataala ex.s-
lentes por motivo da regia proclamars de aaa -
geslade do da deo.lo de levere.ro 1854, e por
motivo de orden* lubtequenlaa daeaaaalak., levare
a exporlaclo para fora da Reino-Laido, e coadac
rao pela costa, de anuas, muni{d*>, plvora, talau-o,
euxoii.-. machioa* mirillmas a caldeiras, a a* par-
le componentes da* mesma,. chumbo, aatrala da
suda -ii.plialo e muriato de pot.au, certas qo.lila-
dei de ferro, e oulros arligos mencionada* na dala
proclamadlo e ordem, sejam as ditas diOereaiet pra-
hibirt, como to pala prsenle exiin. las, caa-
t.m.
ti ot muilo boniado lords rommistariot de tbc-
ouro de sua mageit.de, o. rommi.sario qae eiar-
rein lugar de lord primero alminnle da Cro-
Brelanh., e o muilo hourado lord Panmare ara
dot priocipaes secretarios de eslado, .Mira leahaM
enteodido e faci execularAt.ign.do C C bre-
velle.Conforme.*O aecrelario, Alex.adre Redri-
guct dui Alijos.
TRAUICUO.
Directora hyorograprnict.
AVItO ao. UaVt-Jaliles.
l'baroes dai rollas de lletpaul.., mar MedHerra
neo libas baleare'.)
O ministerio da marinha remelle, a aria direc
loria o seguinte .viso reiebido do A- ti I..
Pliarol d. .Iba dos Entercados, enlre I taz. e re-
me., ler..
0 corpu dos engenheiros. eslrada., canaca e parta.
acaba de declarar concluido o dilo' reare!, .tute-
ado na pequen, ilha d..s Enforradet, ulooda aa
proximidade dos Freo, de Ib.z. e Fo.menleri. Sea)
inacluiii-mo he cal.dioptrico, da .exl* ordem da lar
Biad natural, elevada 22 m. 778 81" 77 pe more
0 nivel do mar, e narval em coa* circunniancia
1 dez milhat de di.laen.
Estar are... lud.t a. uoite sem iultrrup..io desala
o primeiro de mam prximo fuloro.
Lalili.de 38." W 42" (Wle.
I.ongilude 7.- II' E. do obsevalora de nvan
nha de S. I ero nulo.
O objeelo principal detle pliarol he para marrar n
Palio o I i.- .-(.i aml.-.que he o mal. Iinipa e ortica-
vel para tola a q.ahd.de de embarrar. Tena
pouco menos d"um mitin de largara, com um lan-
do de nove bracas a meio ranal, que diatiaae para
seis em dislibcu de urna amarra da pona septen-
trional da ilha do E'palmador, 4. em distancia
igual do meridional da lina dos EaaVcade*.
Para embocar a pa.sagem de mnle viudo de letle
se procurara levar o ph.rofj ao O. desda o mnraeul.'.
aoja se aviste ; e qaando te estea a aau. ira. oa
i tuilh. da luz, se lomiri o rate man para a tul
/
/






fin de o turnar pela amara de eslibnrdo,- com o lini
de prolongar o Fteo, e deia-lo por aquella banda,
continuando ao (I. S. O., at completar doas ou Irea
miihas, em cojo caso se poden' fazer a derrota qoe se
quier.
Para embocar do O., se proceder de umapi-
ueira totalmente inversa, ou contraria, oomof"
de deixsr o pharol por bombordo. i
iSa se deve tentar eata passagem de noile com
ventos escassos uu vnriaveis, para se nao ver na cor>-
Inicenria de ler qoe fondear n'ella, visto achar
cheio de podras. Os vemos sao magnticos.
Madrid vinte e nove de marco de tS."il.
Assignado.Joaqaim Gutierres de Rubalcava.
Conforme.O tecretario, Aleandre Rodrigues dos
Anjos.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo em virtade da aulori-
saeSo do Eim. Sr. presidente da provincia lem de
eomprar os objectos segnntes :
Para as olllcina de primeira e segunde classe do
arseual de guerra.
Cabo de linhe velho arrobas 50 ; ensarnes de su-
capira arrobas 3.
Para offlcinas da 5. clssse.
Cera branca arrobas > ; linha preta para corriei-
ros libra 4 ; dita branca para ditos libras 4.
Qur-m quizereonlralar estes objectos aprsente as
suaa propoalas em carta fechada, acompanhadas das
amostras na secretoria do conselho administrativo-^*
t horas do dia 15 do corrente mez.
Sata das seseSes do conselho administrativo para
fornecimeuto do araenal|de guerra 6 de setembro de
1856.Beato Jote Lamenha lint, coronel presiden-
te. Antonio domes Leal, leiieule-corontl vogal
scrvindo de (ecrelario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho adininislralivo, em cumpnmento do
arl. -22 do regularoenlo de 14 de dezembro de 1852.
fai publico qoe foramaceitas proposla para for-
?ecerern para o presidio de Fernando :
Jos Caetano da CarvalhV, os medicamentos men-
cionados na relacao segundo o pedido ja aonuncia-
do na importancia de :io>IK0 e 2 arrobas de cola
da Rabia por 519200 rs...
Rraz Antonio da Cuuha Albaqaerque, 600 alquei-
res de farinlia de mandioca,medida vellia, eusaccada
posta a bordu e livrede'.qualquer despeza a JGVO
rs. o alquaira, 2 barricas de familia de'trigo a 2'i>
rs. e 1 sacca de anroz d Marauhao a .19500 a arro-
ba 12 arrobas de aaaucar branco a ;>9000.
Aulonio Pereira de Oliveira Ramos, 1 bandeira
imperial por i.'is0.
Manoel Ignacio de Oliveira Braga, 1 bandeira
imperial de 6 panno, por 367000 rs., 3 arrobas de
oleo de liuhara a XaSI() rs.
Jos Bapli.ia Braga, 1 cm.i de luida de (landres
por 249000 rsay
Miguel SoarefxMoreira de Araujo, 2 barricas de
farinha de digo 319000 rs.
Uuilherme da silva Guimaraes, 80 covados de ca-
simira encarnada a 19800 rs.
Luiz Borges de Siqueira, 1. bandeira imperial de
5 pannos por 30JKH*0 rs., H miadas de barbante de
libra cada urna a 640, 8 ', duzias de pincel, para
piular e brotas pura calar, sorlidas a 69000 rs.
a dozta, 20 caadas da vinagre medida nova n |.j20
rs., e 12 limas meia cana de 4 polegadas por I9OO0.
Manoel llodrigues Costa (iuun.ir.ie-. I dozid de
badames sortido* por 29880 rs., i arrobas de arcos
de farro a 29500 re., I arroba 'le aro de Mil.io por
8 rs., 6 grozas sorlidas pur 29560 rs.
Rodrigues & Kibeiro, 1 caita de pennas d'aco por
I92OO, 6 libras de barbante a 400 rs., 1 pera de lona
por 269OOO1 12 g ii vas corvas de tornear s .lidas por
59OOO, 4 arrobas de arcos de ferro a 29500, 1 ar-
roba de a cu de Mil jo por 89000, 100 foices pequeas
a 580, 12 limas chalas de 16 polegadas por 698OO
12 ditas de 12 poi) 3**H00,12 ditas de 8 por IffiOO,
12 diUs de 6 por IgiOO, 12 ditas de 4 por IjjuO.
12 ditas meia cana de 8 polegadas por (3600, 12
ditas de dita d 6 por 18100, 3 duzias de ditas cha-
tas mocas de 4 pdWadas a 29100 a daxia, 12 ditas
triangulas de b polegadas a 18100, 12 dilas de ditas
de 5 a 19200.
Joao Feroaodeij Parete Vianna, I serra fina para
desdobrar madeiri, de 5 palmos por s>000, 2 duzias
de formoea de ac aortidos a 29600, 6 travadeiras
sorlidas a 19000, 100 foices de rucar a 600, 12 limas
chatas de 12polegat-n por 59500, 24 dilas meia caua
mugas a 23100 a dazia, 3. duzias de ditas chatas mu-
fas de 3 polegadas a 29400.
Manoel Figuira de Fana, pela impressao de 500
papeletas 1(0000. idala de 500 mappas diarios 129.
dita de 100 mappas semanaes .>9'JO0, e dita de 1,500
altas per 209000.
Antonia Ferreira da Costa Braga, 2i couros de
bode preparados e escomidos a 19390 cada ura, 4
sellas para vaquciio com lodos os perlences a 25g000
cada urna.
Jos Nogoeira de Souza, 600 pennss de gane o a
19600 o canto, e l)ara o segundo batalhao de infan-
tera 8 livros para uj^stricutas competentemente ris-
cados e do papal determinado a 3iB cada uiu.
E avisa aos vendedores quedevem recolher ao ar-
senal de guerra oe referidos objectos emo da tO do
corrente. V
Sala das sessi.es ;(*>onscllio adr'. iVistralivo para
tornecimeato do sesafli, aJJpojBierra". VaMavert* de-j
1856.Antonio Gome..- Leal, teue ito-coronel vogal
sevindode ecrelario. V
COMPANHIA
DE
nayei;.m;a mixta.
Lu/. Arnand Touaclie Irmo.s A C.
Em Marselha.
LINEAS TRANSATLNTICAS.
Barcas de vapor a' hlice.
Iran 1.
Brasil. .
Yillede l.von.
America. .
Europa. .
Avenir.
950 cavallos 2000 tonelladas.
350 o 9M0 ,.
500 2200 o
500 a 2200 .<
350 .. amo o
.200 |o
O vapor brawa devera le partido de' Marselha
para o Rio de Janeiro com escala por Malaga, Lis-
boa, leuenir. Pernambuco e Babia, no dia 25 de
agosto prximo passado. esta poca em dianle as
partidas dos vapores tero lugar de Marselha no dia
m 7? c- "t ,l'ara qu'qu informacao.com
W. O Bieber& C, ra da Cruz n. 4, agentes da
companhia.
O palachn nacional Pelicano desliua-sa a
Boeoos-Ayres, e lem preciso de um piloto de caria
e de marinheiros brasileires : ,1 Iralar com Caetanr.
Cyriaco da Cosa Moreira ao lado do Corpo Santo
O. 2o. ,
Para Lisboa pretende sahir breve o brigue por-
tuguez Experiencia or (er ja parte do seo carrega-
meolo promplo quem no mesmo brigue quizer
carregar podeenlender-se com os consignatarios A-
morim lrmaos & C., roa da Cruz, n. 3, ou com o
capitao Joaquim da Silva Reina, na praca do Com-
mercio.
Para a l'arahiba.
Precisa-se de urna barcaja para uina porrflo de
carga : na ra da Madre de Deus, confronte a'igre-
ja, armazem de Vicente Ferreira da Costa.
Companhia franco.Ame-
ricana de Vapores
Frailcezes.
:1~' ,
P'*-1" gl PtMiWW TMQI FUI 9 OE SETIMBRO Di 1886
* PEDRAS PRECIOS \.4- S
1
5| Adererjos de brilhanles
* diamanlese perolas.pul
J ceiras, alRneles, brinco
J e rozelas, liotoes e annei
.- de diOerenles goslos ed
* diversas pedras de valor
T
*
* Cnmpram, vendem
, trocam prala, ouro, br
I Ihanles.diamanlesepcro
K las, e oulras quaesque
J< joiasde valor, a dinheirp J
. ou por obras.
* .+. 0 1

I0REIR1 k DD1BTE.
I'JA DI tu lVFS
Ra do Gabuga' n. 7.
leeeheru por to-
dosos vapores da jEJii-
ropa a obras moderno g^osto, tan-
to de Franca como
OIKO E PKATA- *
J :.
S Adereros completos le '
ouro, meiosdilos, pulcei- V
* ras, alfloeles, bnuros e I
4.' rozelas, cordoes, trance- '*
e. lins. medalhas,eorrenies *
J e enfeiles para relnsio, e *
nulrosmuilosolijeclosde
ouro. *
;' Apparelhns rompilos, ?
V de prala. para cha, ban- J
.'. dejas, salvas, rasuraos, <
: rolberes de sopa edeha, I
emuilos oulrus objectosQ
.y de prala.
;-<-<.<, ,v >..,. < ^.. ,s ^ ... .. .-. 5 4, -
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre^o eonunodo como eostumam.
MliANCA 'OE CASA.
A. l.arnier faz scieole a<> publico que mudou seo
estabelecimenlo de Ivthogrphia para o raes de Apol-
lo em urna das casas novas da viuva Laaserre. Adia-
se promplo para esecutar
E-pera-se no dia 17 do correle o vapor francez
Franc-Comtois commandanle Fournier, viudo do
Rio de Janeiro, qoe seguir' pora o Havre cora es-
cala por Tenera, Madeira e Lisboa : para frete e
passageiros, na casa de L. Lecomle Feroo iV C,
ra da Cruz n. 20. '
%tmt$.
TtEATRO
DE
Santa Isabel.
II REPRESENTADO
LYKICA E DRAMTICA.
Olferecida ao Senhores estudantcs da
Factfldade delDiteito,
PELA ARTISTA
MADAMA G1RAR0>T.
Quarta-feira 11 de setembro de i ^56
Logo que a orchestra tiver eiecutado orna lida
symphnnis. conversara a
PlilMElIU PARTE.
Scena e cavatina da opera
BARBEIIIO DE SEV1LHA,
pela Sra. Anoa (iirardot.
Duelo da opera
ELEXIR DE A MORE,
cantado pela Sra. Auna (iirardot, e acompanliado
pelo Sr. Pedro Noia.ro Baptista, sobre a scena, no
seu ophieleide.
Scena e cavatina da opera
LINDA DE CHAMO UNIX,
pela Sra. Anna (iirardot.
SEGUNDA PARTE.
Depnis da symphonia -Wrjie-lia a scena com a
representar:}! da joco-a comedia em 1 acto
0 JIZ DE PAZ DA B0(A.
o qual j lem sido muito representada e muilo ap-
plaudida oeste mesmo thealro.
Persooageus.
Juizdepaz.......
Escrivao do juiz.....
Manuel Jo8o, lavrador. .
Mara Hosa, sua mulher. .
Anninha, ana nilia.....
Jos, mame de Anninha. .
Josepha, camponeza. .
(reson, lavrador ....
Thomaz,' dito......
Sainpaio. dito......
Manuel Aiulre. dito. .
E mais 3 lavradores, etc.
, ERCEIRA PARTE.
Huelo da opera
NABUCQONQSOR.
pela Sr. Anna Girardot e o Sr. Pedro Baplisla, no
sea oplilcleide
A stiudatif ila Patria,
"'?, n.acion,, Pl Sra.l-Wrardol.
Madama dirardol, a'hando-se mais alliviada da
profunda e dolaros *mocilo que experimenlou em
comequencia da p,rrfa je anniinciar ao publicu, que escolheu o dia quinta-
fera, 12 do crreme, p,ra tUr especla,.a|0 que to-
ra annunciado en- oulra poca.
Madama (iirar t ae,.ecoiihece mui grata # sensi-
vel a l>enigi,i,ia ie"quf es,R r,speitavel publico Ihe
tcm prndigalisado, e Ik. ,Bae mil desculpas pelas
fallas que uece<*arume\Tie ha de rommetler em
cun.equencia da dolomil Mtela em que se acha.
Oa bilhetes se acharo i ven.', em casa de sua re-
tidencia n< ra da Koda D. 17, defronle da cocheira
do Sr. l'aolino.
llenry (jibson fara' leilao, por inlervenr-o do
agente Oliveira, de um completo sorlimenlo de fa-
zeud.s inglezas ludas proprias do mercado, entre
ellas algumas avanadas : tetsa-toira, 9 do corrente,
as tu Horas da raanhaa, uo seu armazem, ra da Ca-
dea do Kecife.
O agente Boija, de otdem do Sr
Fumino Moreira da Costa, fara" leilao da
loja de miuJeza sita na rua larga do
Rosario n. 24, consistindo na atmario,
miudezasnovissimas, movis e mais ob-
jectos, etc., tudo azenda de lei, cujapos-
se da loja gatante-se ao comprador:
quarta-feira 1 do corrente, a's 11 horas
da matihaa.
O senle Borja fara" leilao em seu armazem
na rua do Collegio n. 15, de seis esrravos moros de
normas lisuras, proprios para lodo o servido, e qua-
''""""" P". *lmaaam cora diverjas habilirtadra
e oulras propnos para a cozmha ele, ditos escr.
vos perlcncem a ama pessoa, que tem de liqui
J i un oefla praca, e por C4jt,..,.,J.,,i1_i0
ser elle, vend tos in?to| maior pre.-o uf-rSsJa i.
leil,1o, que lera luaar, quiula feira II do corrente as
11 lloras da manhJa.
Sabliado, 13 do corrente, ao meio dia em poi.
to, no escriptorio do agento Uliveira, fan este lei-
lao, por corita de diversos, dos sesuinles predios :
casa de meia aguo de i andares sita no becco das
Crioulaa, bairro do Recife, a qual rende 3COO0 men-
saes ; um silio em Ierra proprus, no lugar da Tur-
re, com bella easa recenieneuto edificada de pedra e
cal, cnziuha tora, eslriuaria, cocheira, quarto para
feilnr. e racimba propria, o qual lem 200 palmos de
frente para o poente na eslrada real, e cerda de 700
de fundo para o rio Capibaribe.dividindo peto ns-
tenle com trras do engenho anligo, e peto puente
com o sitio do Sr. Juaqom Teixeira Peixuln ; outro
silio no Pamameirim eoiiVHTl palmos de frente e
1100 de fundo, grande casa de vivenda de pedra e
cal com onze salase alcovas espartas, cozinha fora,
quarto para fetor, cocheira e estr baria para seis
cavallos, um soiao com quartos e sala, galliubeiro de
pedra e cal. murado na frente com 2 porlGes, ca-
cimba grande com 2 tanques e coberta com lalada
de parreira em roda, e finalmente bem plantado com
toda a qualidade de arvoredos fructferos e de re-
creio. Ileclara-se qne estes dous sitios, caso nao se-
jau^arrematadoa, sero alugados, para o que aiistem
prelendeules na expectativa.
quer encominenda que lhe
aua arle, como ledras, con
com (oda perfeirao qual-
for dada, perlencente a
lecimentos, conlas, fac-
turas, lelreiros de todas qiJalidades e de todas as co- !
res ou douradoa, ele, ele.
Joo l'raeger faz pub
eslahelecimeiilo de bilhar ([ue liuha ni rua da Cruz
n. 10, desde o dia :ll de ag
Precisai
A irmandade de N. S. da lloa-Viagem precisa
de um eapellao para sua igreja ; o Sr. sacerdole uu
religioso que lhe convier, dirija-so a roa Imperial n.
37, defronle do chafan/, itere* do ajuste.
ico, que arabmi com seu
islo do correle anuo.'
se ue urna arha para casa de pouca fa-
n. 109.
faz urna viagem
para
milia : na rua do Mondega
Francisco Edlmaoo
sul.
A. L. Koherlo relira-se para Inglaterra.
I'recisa-se alugar um pretu esrravoou homem
forro pata o serviro interno de casa : a Iralar na rua
nova ii. .Vt.
-- O aluno assignado pede ao billre qne no Liba-
ral oe ,"> do crreme anntiuciuu pedindo-lhe, que
BualO antes fosse reslituir a ama pobre viuva certa
quanlianAo igaarada, qoe em perda de lempo fara
palenle ao publico circii;n- laiiciadamenle o nego;i'j
em virlude do qual esli.npm elle a lila asenta, co-
rno l.imbem o meio porque'liouve pobre viuvaolal
diiih oro. [ato peile-lhe p.ra se n" dar a esse Ira-
balho, e mesmo...: ao contraria lera' a sorte do cao
gozo.Juvencio Alves Ribeiro da Silva
LOTERA DA PROfINCIA.
O Sr. Ihcsoureirn das loleria manda fa/.er publico
que esli venda na ihesouraria das lolerias, das U
as 3 hora, na rua da Aurora n. 2(i, billieie*. meios e
quartos da segunda parle da quinta rotera do tiym-
oasio Pernambucano. O |.- coriferenie, servindo de
escrivao, Jos Januario A'res da Maia.
DECLARACAO' E PROTESTO.
D. Barbara Maria da Silva Seivas, per si. e como
bastante procuradora de 'seu mando Nuuo Maria de
Seixas, vendo que os pretensos a Imimslradores da
massa irrita, e nuilamenle declarada fallida do seu
esposo, preteudem por em .eilao os predios e outros
bens perlencentes ao seu casal (ou a massa) : decla-
ra que opportunainenle ha de reivindicar do poder
do arrematante oo arrematantes lodos esses ben-;
visto cumo, ha de em occasiao adequada instaurar a
acrao rescisoria que as leis pennitlem, e que a legis-
lado novissima comraercial eaperialmenle consagra
noarl. 675 do. decreto n. 737 de 2"i de noveinbro de
1850, por quanlo, a luz meridiana, na abertura da
fallencia e seu proaresao se deram as hvpoiheaes de
'loe fallan) n. arl-. {,,2 ;; | .. 2i3., eSSi., 3 ei
do arl. 673 do fallado ilecrelo regulanienlar'do cu-
digo do commercio ; is(o, alcn de oulras nullidades
lambem insauaveis que se deram. Declara, outro
sim, e protesto solemnemente que ha de haver do
denunciante da falleucia Jos Jeronymo Monleiro,
do curador fiscal, e uullos acluaes administradores,
Auieliano de Almeida Rodrigues Isaac e .Novaes i\
Companhia ; e dos joites que inlerlerirara no pro-
cesso, todas as perdas, .lamiioi e lucros emergentes,
ludo na conformidade do protesto feilo |ior seu ma-
rido em 2 de julho de 1851. K, finalmente, ratifica
lado quanlo ha publicado a rtspeilo por esle Diario
e oulr.is peridicos', e especialmente emos na. 101,
195 e lti do rorrente mez e aoosto. Kecife ."> de
selambro de 1856.Barbara M. di Silva Senas.
Pede-se ao Sr. inspector da rua i!a (iuia no
Recife, faca mudar-se cerla mulher que iraz a rua
iucommodada, pois os viainlios nao po.lem suppur-
lar seraellianle cascavel.O viga do arraial.
Achandci-se nomeadii. Joao Pedro Adour & C.
Flix Soiivs. Si ('- huf-ill,,., o; C., ilieiuli.us da
oommiaeao esaminadora doa crditos da r.iicin.. do
Joaqoim Jo,e de Fanal Machado, a Manuel Amonio
de Souza Idtieiro. peto presente sao convidados lodos
o credores da referida ma-aa para apreseutarem no
(ffazo de 3 das os seas crditos para o fin eipoato.jo
lerreiro do mencionados uiembros : na rua da Cruz
n. 38.
A QUEM CONVIER.
Manoel (ionfalves Karros, pede a seus devedores,
para virara salisfazer seu debilus at o lim do cor-
rente mez ; secase quizerem ver seus nomes por ex-
tenso ni'-la follia ; e aereaa eieculados judicialmente.
Recie 6 de setembro de IH56.
Aloga-so urna casa de nm andar que lenlia
q-untal. un qualqucr rua do bairro de S. Autouio,
e paga-se bem : quem liver para alugar procure
na rua da Praia, armazem de carne n. 13,
Precisa-e para urna rasa eslrangeira de fami-
lia, de um coziuheiro, preferindo-se escravo, mais
que tetina perfeilo conhecimento de seu odicio :
paga-s bem sendo bum ; a tratar na rua do Trapi-
che n. 38, 2.- andar.
Os abaiio 3ssnados, com loja de ourives na roa
do Labuga' n. II, confronto no paleo da matriz e roa
Nova, fazem publico qne estn recebendo continua-
damente as mais modernas obras de ouro, tanto para
MOhorai como para homens c meninas : oa precos
continuam razoaveis. e passam-se conlas com res-
ponsabiliilaie, especificando a qualidade do ouro de
11 ou 18 quilates, iicaudo d'sim sujeilos os mesmos
por qualquer duvida.Seraphim & IroSo.
Precisa-se na rua das Calcadas u. 10, de urna
preta tiel para vender na rua.
Da-se dinbeiro a juros razoaveis, por penlio-
rca : na rua das Calcadas n. (O.
.~ .fe'o jo'io de orphlos desla cidade. finda a au-
dit'ocia do dia 9 do correte, irn a' praca por vpnda
os seaninles bens do inventario do finado Pedro Jos
Carneara Monleiro, par pasamento dos cradoras do
mesmo, a saber: o escravo Jorae, rrioulo, de bonita
figura, e boa conducta, avaliado em8003 ; um sillo
com rasa de taipa e diflerenles arvoredos fructferos
em trras da propriedade Apipoeos, que naga de
renda 105 annoaes avhalo em 5009, urna par-
iul'-i-64'"8 fropriedale Apipucos, avallada em
8930368: os preteodente* dirijam-se a' praca do dito
juiz, na sala das auJiencias, em dilo dia," pelas II
horas
0 escripto por tres priesa doa dous sobrados
na roa Augusto, penhoradoa a Jos Mana Placido de
Macalnles e sua irtulher, que se acha em poder do
porleiro. devem ser arrematados na sesunda-feira. 8
do crrenle, na audiencia do juiz municipal da pri
meira vara, esrrivSo Sanios, ao meio dia.
Desde 15 de abril do corrente anne, que fugio
do abaixo assignado nm cabrinba de nome Manoel,
de idade de 15 anuos, levando camisa de algodSozi-
nho e calca do mesmo, e chapeo de palha, o qual
lem falla de um denle na frente, assim como tem na
lesla una rnsiura ou cicatriz de um couce de ca-
vallo.Jos llenrique Machado.
Precisa-S3 de um feilor que enlenda do pian-
do e trato de melos, para um silio nesta cidade
oa rua da Alegra n. 26.
Ktt>>)f &i*rM.
Os Sra.
Jos Alves.
K' /ende.
Santa Roas.
Sra. D. Rila.
o D. Aleiaudrina.
Sr. Lima.
Sra. I). Jesoina.
Sr. vives Filho.
E-kiner.
Guilherme.
Silva.
9M& $&%titm>%.
108U
1490
9i7
3170
7
5855

Para a Ba-
bia
segu em pouens dias a veleira sumaca Caslro, de
primeira marcha, por j ler a maior parle de sua
carga a bordo ; para 0 resto Irala-se com seu con-
signalario Domingos Alves Malheos, na roa de A-
pollo n. vi.
Paraluba, Rio Grande do Norte e Aracaty
Para qualqucr um dos porloa cima propoe-se a
barrara Carolina, de tole de 50 toneladas, a qual
se frea a quem pretender, ou mesmo recebar car-
ga a volnmes, navendp-a sulllcieole que a earreeue-
lrala-.e na rna da C.eHeii do RKlfe, loja de ferra-
gins n. 56.
Massa adaman-
tina.
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a
verdadeira maaaa adamantina, e applica ventosas
pela atraern do ar : pode ser procurado confronte
ao Rosariu de Santo Antonio n 2.
LOTERA da provincia.
i) ;b;iiXo;i.ssgiiiiJo ven-
den, s s'>uintes surtes:
3394 3:000.s000 em 2 quartos.
900,5000 em meio'.
400s()00 em meio.
200000 em meio.
IOOsOOO em 1 quarto.
1 00.SO0O em meio.
."iO.sOOO em 1 quarto.
508000 em f quarto.
Os possuidoves de ditos nmeros podem
vir receba nao so a garanta, como todo
o premio por inleiro, no met escrip-
torio, oiina piara da Independencia loia
n. iO.
P. el. hay me.
LOTERA
do Gymnasio Pernambu-
cano.
O abai\o assignado vendeu as seguintes
2021 2:000.s()00 em 1 b.lbete inteiro
2967 IOOsOOO em I dito.
9M IOOsOOO em I quarto.
3853 OsOOO em 1 dito.
as lojas do costme acliam-sea' ven-
da os novos bilheles,. meiose quartos da
segunda parte daquinta lotera dof.ym-
nasio, os quaes nao cstto sujeilos ao des-
cont dos oilo por cento do imposto, o
qual teja pago na rua da Cadeiado Recife
n. 45, loja de miudezas de Jos Fortu-
nato dos Santos Porto.
Salustiano d'Aquino Ferreira.
--Alosa-se uma rasa torrea junto a ponto sraude
da Passagem. rom (i quartos, sotoo, co/inha lora
quintal, optiini liaulin no fundo : as p.ssoas que
prelenderein dirijam-se a rua llirpila n '.i.
Precisa-se de um eozinheiro e que sirva para
comprar : etraz da m iln/ da Boa-Visla n. I(.
I'erinul.i-.e o arrendameulo do primeiro andar
de um sobrado na fiegueia de S. Jos, pintado de
novo, com commodoa sullicienles para familia, do
alogiiel de 12^000, por umacasa torrea na fresuezia
de Saulo Amonio ou S. Jos, que lenha bom quin-
lal, e sna renda n,lo exceda de 149000 : Iralar na
pra.;a da Independencia n. 38.
I'ugio nu dui .", do correnle o cabrinba de 13
paraHannoa de idade, levando camisa e calca de
algodao branco.ja rotaa, e crrela na cinla, lem "orna
cicatriz na lesla, e chama-se Raymundo ; gratifica-
se a quem levar na roa do Vagarie n. 17,1 Francis-
co Kibeiro Piulo lanimariies.

DGLARA(O. 8
O artigo estalteleciment de la- ^
brica de chapeos desta cidade, na ^
praca da Independencia ns. 24 a ^
O, deque he proprietarioo Sr.
Joaquim de Oliveira Maia, conti-
nua no mesmo lugar e casa, sen-
do actualmente gerente deste'esta- ^.
belecimentooSr. ManoelFrcncisco t
Moreira Maia, tendo-se concluido 9
de commum accordo, e por ter
lindado o termo do contrato des- 3
de o I- de julho de 1856, em que M
Q era gerente o Sr. Jos loaquim ?['
<; da Costa Maia ; e por isso nada |J|
j-i mais tem este Sr. com dito esta- $g
0 belecimento. Recife desetem- &b
^ btode 1856Por pioctuacaodo
%g Sr Joaquinide Oliveira.Maia, Joa- fflfc
i quim da Silva Castro. &
-...-:;. -.,:-...-:j:.,.,: -.J i'vi;C-\;0
Precisa-se alugar uma casa com
quintal ou um pequeo sitio n?s proxi-
midades da Boa-Vista, paga-se genero-
samente : na rua da Cadeia de Santo
Antonio u. 2(i, primeiro andar.
-- A pessoa que lem aniiunci.ido querer alagar
urna casa na (regueiia de San Jos, querendo urna
no correr da malo/, nova que se esla' acabaudo de
reclilicar : dinja-se defronle do viveiro do Muniz
u. .>3, que achara' com quem Iralar.
Unir) Brunn & C. curadores sraes da massa
fallida de Joaquim;jos de Feries Machado e Manoel
Antonio de Souza Kibeiro fazem acicale aos respec-
tivos credores, que no da 13 do crlente lera' lugar
uacasa do Km. Sr. I)r. juiz de direilo especial do
RA
n.
NOVA
dora dos crditos, deveodo os rnembros da"nesma
coniiniss.io apreseutarem os seuacrditos aos ditos cu-
radores liscaes, alim da serem venlicadus, isso antes
da indicada reuniao.
Kraucisco Jorge de Souza, empreaado publico
e morador lia 1U anuos no lunar do Arraial, fre-ue-
zia du Puqo da Pauella, roga a lodos os seus vislihos
do masmo lugar, aem disiincc.au do que morar mais
longo, assim lambem de sua qualidade. estado, pro-
lissao e coudirao, o mullo especial favor de pur esle
Diario ou mesmo por qualquer outro iinpresso dos
que ae publican) nesla cidade, ntclar.irem o mol que
o anuuuriaule lenha causado nao t no civil como lio
moral, baveudo smenle para isso ser (oda e qual-
quer revelarlo respectiva na forma das le. em vigor,
sobre a responsabilidad do que usar revelar da loa
f. Outro sim, que o aoaanciaiile be natural desla
cidade c lillio legitimo do capilao l'edro Jorge de
Souza e t. Anua Joaquina Esleves de Souza; pelo
que as autoridades das freguezias desta cidade, in-
formadas do que de mal soulierem revclarAo pela forma mais adequada, as autorida-
des superiores. Recife j de setembro Je 1856.
Alaga-se por lempo que convier um grande si-
lio un Paroaineirun, cun uma grande casa e nm so-
biadiiiho, com cocheira. eslrtbaria para ou 0 ca-
vallos. uma grande cacimba com > tonques com co-
berla de qualro aguas e um (rende parreiral a' roda
do dilo lauque ; assim como alog se para passar a
festa urna ba casa terrea sita na povoarrto do Mon-
leiro, rom salas, i qnarlos, quartos para escr.oos,
eslriharia para dous cavallos, cozinha fina e > quin-
des murados com perla, sabida para o rio : quem
pretender, dirjase a travessa do Veras n. |.'i.
Precisa-se de -J olliciaes d>- eharuleiro, 1 perito
e oiilru de carregarao: na rua do Vigarie n. 18, pri-
meiro andar.
Reerio divino.
Banho fri de agua doce com alguma decencia,
proprio para familia, e homens, na freguezia de S.
Jos, sitio do llarro Uaho o. .1, esta' a disposjrao, das
.. lloras da inanhaa as III da noite, por preco com-
modo. r *
O Sr. que lem uma mulata de habilidades pa-
ra vender, tendo boa conduela, pude dirigirse a rua
de Apollu u. 1 A, primeiro andar.
L. Delouche araba de receber um bello aorli-
menlo de relogioa sottsaa de todas as qualidades.
lano de ouro como de prala, ditos galvanisados e
Ideados; asaim como lia lambem meios cliron-me-
Iros e relogios francezes, com caixas, todos alliao-
rados.
Koga-seaoSr. B. II. V. o obsequio de diri-
gir-se a rua Nova o. 21, lerceiro andar, no prazo de
?das, para concluir o negocio que nao ignora, e se
nao o fizer vera' o seu nome lodo por extenso nesle
Uiano, e qual o npgocio.
Prerisa-se da um amassador: na padaria de
Aulonio Josc l'edro Goocalves, rua da Senzala Ve-
">" n ni;.
iNo dia i de srtembru. foi cnlroaue a um pre-
to, uma sacca de cera de carnauba, (irada do arma-
zem do sr. Antalo J. Ue Souza aibciro, c pesada
urna padaria da rua da Senz*\ Velha. e esle
pretoevadio.se com a dito sacca ; puf tanto roea-se
a qualqucr pessoa a quem or oll'erecida dita sueca,
que a apiehendam, e avisem na rua do Broun, pas-
sando o chaCaral, a primeira caaa que lem solao en-
carnado pela retaguarda, que aera' recompen-
sado. v
Pede-se ao Illm.Sr. I)r. Antonio Borges Leal.
qoe quaudu vier a esla prara baja de apparecer ua
rua ua Cruz no armazem Irancez n.27, a uegocio de
seu mleresse e de urgencia. a
Precisa-se alugar (i pretos para armazem de
Car : quem liver e quizer alugar, dinja-se a rua
do Apollo, armazem n. 40, que achata com quem
(ralar. '
Precisa-se alugjr urna escrava que saibe coser,
lavar e engoiumar, para o serviro ue urna Tamilia
ugleza : na rui do 'trapiche -Novo u. 10, em casa
de Patn iNash & Companhia.
Precisa-se de uuas pessoas para o serviro in-
terno de urna casa eslrangeira, urna que costaba e
eugomme, e nutra quo enlenda de costura : oa rua
Suva u. 17.
Aluga-se o segundo andar da casa da roa da
Uuia u. (Ji a lamilla honesto, o qual te acha deceulc
e lem bastantes commodas: n Halar no primeiro an-
dar da ni -ii, i casa.
Aluga-se o armazem denominado
Trapiche rio Ferreira, sito no caes de
Apollo, dando Tundo para o armazem n.
20 da raesma rua, com immenso esparo
para armazem de assucar ou outro qua'i-
qtter estabclcciincnto em grande ponto:
a tratar na rua do Ton es n. 54.
Precisa-se alugar dous prelos que enteudain al-
guma cousa de padaria : no atorro da Boa-Visls,
padaria n. I.
Os abaixo assignados fazem pablico, uue dis-
wlver.m amigavelmeole a soc.cdad. commerc.i
que l.nbam em um armazem de assucar silo na rua
do (gario n. II, sob a lirma social de Feruandes &
.Helio, nu da 2b de ago.lo do corrente auno, lican-
uo o activo e pas.ivo a cargo de Francisco Antonio
de .ello, Jacin.hu Jos de Mello c Antonio de Sa'
Lupes lernaudes; ciulinuando a casa eslabelecida
no mesmo gvro commercial em nome desles ,,a dala
da lefenda uissolusao em diante, e sob a .nema lir-
?*U$** leraa,",es & M. Kecife .to agos-
Josc de M~'ra,a;'SC amonio de Melto. Jacinlho
Jos de Mello. Anion.o de Sa' l.opea Fernaodes.
uaudes, Juao lavares Cordeiro.
J2."b,,M as"5"i",u f* ciento ao publico cao
' con.merc.o, qoe no dia .1(1 de agosto passa-
do rjelxosde ser gerente do aimazem do Sr. I.uiz
Antonio Vieira. que gvravasob a lirma de I.. \.
' leira A Companhia ; assim como qoe a mesma fir-
ma nada deve e se alguem se julgar credor pode,
no prazo de S das, conlados de boje, apparecer no
armazem de Ferreira Comes & Compauhia. na rua
du Brum confronto au chafariz. Recito 5de setem-
bro de 18.*.Manoel Antonio Ferreira Comes.
Atoga-se u armazem do sobrado o. ->:\ oa rua
n. 87, segnn-
commercio a reuuulo dos mesmos credores, e ah se- *!* Moe<1 : a ralar na rua da (loria
rao apreseuludos os Irabalhus da commissao verifica- ""dar-
%3 Deposito de vinho decbampaglTatt
^ ne Clialeau-A\\, primeira qja-
$ lidade, de propriedade do conde
Q de Al a reu i I, rita da Cruz do Recife 11. S
^ 20: este vinho.o mellior detodaa
B Champagne, vende-se a 56$ cada n
ampagne, vende-se a .s' cad;
B caixa ; aclia-se nicamente em ca- g
:) sa de L. Leconte Feron & C. N. K
BAs cai\ai sao marcadas a To- 'j
s# BConde de Mareuile os rotu- ^
0 los las garrafas sao ages. (%
AO publico.
Manoel Joaquim de Miranda, ollicial de esculplor
faz ver ao publico aos seus freguezes. que mudou"
a sua residencia para o aterro da B'a-Visla n. 17
recebe loda e qualqucr encnirmendi de sanios,'lauto
de pintora como de sculplura. con. perfeirao e pres-
leza, assim como lirnpa e roncera imaaens'de pedra
piula e as doura, e lambem Iroca imagens vclhaa :
quem de seu prestimo se quizer ulilisar, dirjase ao
atorro da lioa-\ isla u. 17.
###a>tk*49J*^:}S.CaJi^etl
J. KM, DENTISTA, 2
Q continua a residir na rua.Nova n. 19, nriniei- T
J ro andar. 2
>>ti S909ttfiSi*
Paula & Sanios e Manoel dos Sanios Pinto
administradores ..orneados.. maaaa fallida de Manoel
Joaqoim Alvos Pilomba, avisan a lodos os srnlures
credores, que devem apresenlar seus lilulos ato o dia
(i de setembro, na rua do Amnrim n. 48, escriptorio
de Pama Sanios, afim de aeram conferidos e fa-
zer-se o dividendo do liquido da mesma massa, nao
podendo, depois desla dala, erem (tendidas quaes-
quer reclamacei.
FUHDICAO DE C^BRE BEON-
ZE- FERROa TUBOS DE CHUM-
BO INERCOS
B
Arma/.ens dos ditos metaes
he
Josc Pedro Collares Jnior
LARGO DO CONDE BARO
N. 5 A.
EM LISBOA.
Este cstabclacimenlo leve o seu principio em 1809,
fabricando simplesmente apparelbus para dislillarao,
sendo o seu fundador o Sr. Jos Pedro Collares, que
o cumerou com um s operario. Em 1819 ja as suas
obras eram cotilleadas e apreciadas no paz e fnra
del!.- ; e para poder salisfazer as encomtneiidus que
se lhe i.i/i.im. fui tnisler ao seu proprietario eleva-lo
a maior escala, de sorte que em 18:21 ja empregava
8 operarios. .Na proporrao que o creuilo das suas
manufacturas ingmenlava consideravelmenle o seu
con.........o. l'oi-lhe in.lispcnsavel augmentar o pessoal
do eslabelecimeulo ; de inaneira que, em 1827 con-
tava 18 operarios. De I8:l a ISiO, o numero des-
les subi a .10. Com ludo em 181:2 ja o local de que
di-puiiha era asss escaseo |iara conler os artistas in-
dLsjiensaveis pjra salisfazer a' allluencia das encoin-
mendas, e por esla razao conceheu a idea de adqui-
rir nm oulro local aprc|.riado as eiigeneies, o que
conseRoio no largo do Coude llai.'.o, ...:( A. fundan-
do lalvez o maior estabelecimeiilo dcsle genero uo
uosso paiz.
Foi eolio que eomecea a fabricar machinas a va-
por, e mullas oulras que al aquella lempo se nao
faziam entre nos, e eramos obrigados a importar do
estrangeiro. Eml8i'ideu socieda.le a seua doua
priineiros lilhos, confiando a direcran do seu eslabe-
lecimeiilo ao primeiro, e a adinini.i.arao dos Iraba-
Ihos de machinaa a vapor aoseguudo." Em 1818 deu
Igualmente sociedade ao seu lerceiro tillan. Assim
pennaneceu gvrando rom a lirma de JOS PE-
UMO COLI.AKKS & HI.HOS por espaco de seis
anuos, no lun dos quaes esle ealabelecimeutu -e arl.a-
va elevado ao dobro ilo que era em 1845, sendo a-
quelle progresso devido a perfeirao e soluto/, de sais
manul'arluras, c a' ni.ine.ra por que lialam e term
.un os seus negocios, leudo fabricado, nesle periodo
granito numero de machinas de dislillarao, bombas,
machinas a vapor, rodas hyJraulicas, lauques, ma-
chinas para agriculluraV euiuilas oulras obras de
reronbecida ulilidade.
finalmente, no lim de 1850 deisou o Sr. Jos Pe-
dro Collares lodo o seu estabeleeimenlo, em que em-
pregava M operarios, aos seus primeirus qualro fi-
Ihos, que se constiluiram em sociedade.que gjra ac-
luiilmenle rom a firma de JOS PElKO C.
Jl NIOK & KMA'OS os quaes, em noveinbro de
llt)i, davain Irabalho a mais de 140 operarios. Es-
le nlii.no e sensivel augmento que se nula do prin-
cipio de 1851 a uovembro de 1854, foi devido nao
so aos imperiosos motivos cima expendidos, mas
lambem a grande baila que liuham podido fazer uoa
preros das aoas maniiracluras, em consequencia dos
aperfei;oameniosque haviam iulroduzdo no syste-
ma doa Irabalhos, por meio das melhores machinas
elerramenlas ato aquella poca conhecidas, que li-
nham mandado vir de paizes eslraugeiros. Iufeliz-
mente, em i de novembrn de 1854, foi esle eslabe-
lecimento incendiado ; porem arabas a algum auxi-
lio do governo de Sua Mageslade l-'i.lelissima, e ao
dos amigos dos proprielarios, acba-se boje ja recoos-
(ruido, e moulado com taes machinas, que se pode
assesurar ser igual aos melhores de Franca e Ingla-
terra, poslo que relativamente em menores dimeu-
soes ; mas sempre para empregar 500 operarios; po-
dendo em lal estado conseguir-se, a par .fa baiaa dos
preces, um augineuto de perfeirao e crdito as
obraa.
As suas machinas para dcstillar v.nhos silo 1,1o per-
feilas no seu fabrico na comMaaCle de todas aa suas
peras, que pu..e.n ga.olir obto, c, e|, {
quaidldade de alcool uo que se ci,ui. .,
parle daa macl.i.i.s de qualquer uulro fabrioa.n "
rhegando as suas a pruduzr mais 1 lpi caada de
asuardanle de Innla graosde Cariier, por pipa de
vinho, comparalivaineiile aquellas ; o que pudem
provar com alleslados.
As ditas machinas de dislillarao continua, de qual
qoer dos seus svsiemas, produzem em uma s oiiera-
tao a agoardei.te de -Jl a :li graos de Cariier. Aa
marhiuas composlas, refrigerando com agoa, podem
dislillar as fezes do vmhu e oulras materias crassaa ;
nenhoma das oulras o pode couveuieiilemeule fa-
zer.
Alm daquellasmechinas, fabr.cain-se todas as o-
bras que se cuslumam fazer de cobre ; bombas para
accadir a incendios, machinas a vapor, caldelra pa-
ra as ditas, prensas de parafuso, ditos hvdraulicas,
dilas para copiar carias, lauques para aguada da na-
vios, moinliiis para azeiloua, ditos para trigo e des-
cascar arroz, ditos para cauu de assocar, machinas
para corlar palha, ditos |iara retrarar a rarao de ca-
valgaduras, ditas de debulhar milho, dilas'para ne-
var, charras de ferro, sachadores, grades para janei-
las, varandas e jardins, por urna inlimdade de varia-
dos modellos, canaps para dilo, aparadores para
chapeos de chava, e da cabera proprios para orna-
mento de salas de enlrada, lidos fogOes de sala, di-
tos de cozinha, bonito e variado sorlimenlo de leilos
a francezs, ludo de ferro ; e finalmente (odos os ob-
jerios que se desejem daquelle artigo, lano de fun-
dirlo como forjada.
Tubos de chumbo inleiriros sem soldadura, pro-
prios para canalisafao de lquidos ou gaz ; cujos
precos be impossivel determinar, nao ao pela mull-
plicidade, como principalmente pela variedade com
que sao exigidos segundo o goslo e necesaidade do
comprador.
Os proprietarius desle eslabelecimenlo lisoogeam-
se quo os sacrificios e estorcus que tocui tollo, para
conservar e augmentar no paiz um eslabeleciipento
desla orden), serao compensados cum a allluencia uo
coosummo das auas maiiufacluras, nico meio de se
poder sustentar e eugraudeccr.
0 nome dos propnelarloi, a nanei i a por que ese-
culam as suas obras, e cumprem os seus ajustes, nao
sao eslrauhos a' maior |iarle dos porluguezes, mesmo
dos rndenles lora do paiz. Por lauto eaperam con-
tiuuar a merecer a mesma conliaura com que al bo-
je leem sidu honrados, e prolegido's com o favor das
suas ordena, as quaes se esforra.ao por execular u
mellior possivel, ollerecendo o" seu comporluraento
pa-sado como iraniia do futuro.
As peasoai quedesejare.n ver e examinar os dille-
rentes inn tollos, em eslampas, das machinas, api.a-
relbos, e mais objectos acuna mencionados, e lazer
qualqucr encominenda ao dilo eslabelecimenlo em
Lisboa, po.lem dinmr-se nesla cidade. ao cousolado
pur'.oguez, fu do Iraj.icbe u. ti, primeiro andar,
onde ludo sera" palenle, para mellior e mais fcil
esclarecinieule. .



i
k HOHEOPATHIA E 0
CHOLERA. i
nico Iratamento preservativo e 9
/ PEI.O DOL'TOK (^
Sabino Olegario Ludgero Pinho. a&
.Segunda edicrao. 2
A benevolencia com qu foi aeolhida pe- (
lo publico a primeira edic;3o desle opus- k
culo, escotada no curio esparo de dous me- *?
zes nos Induzlo a reimpressSo' (3)
Cusi de cada eiemplar......lfOOO ufk
Carleiras completas para o Irato-
mento do cholera e de mullas ou- tt9)
tras molestias, a..........30)000 /Z
Meias carleiras..........10*000 W
Os medicamentos sao os melhores possiveis. lA
Consultorio central homcopathico, roa 5
de Sanio Amaro Jim, !.,->,.%,, n. (i. IS
Companhia Per-
nambueana.
ESTRADA D FERRO
do Recife ao S. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
Os directores da companhia da eslrada de ferro
do Kecife ao San Francisco, lem feilo a srgunda
ihamada oo lerreira prestarlo' deduas libras ee-
(eilinas ou rs. 1">777 sobre cada aceto oa dita roni-
panhia, a qnal deve ser paga al o dia 7 de ...l.il.ro
de 1850. na Babia, na casa dos senhores S. Ilavrn-i
port & C, na corle, na casa doa senhores llana' M. |
Cregor & C, e em Pernambuco, no esrripforio da
ciiriip.ii.ln.'i, rus do Crespo.
O accionisla que nao realiaar o pagamento dentro
do termo indicado, podea' perder ludo direilo as
areOes sobre as quaes o dilo pagameulo nao liver ef-
fectuadn, e em todo caso, lera' de pasar juros na
razio de cinco por cenlo ao auno, e de n3o receber ,
juros ou dividendo da -companhia, pelo lempo que
deeorrer entre o dia indicado |.ara o pagamento e a
sna realisarao.
Nenhum auto de transferencia pode ser registrado I
depois do dia 8 do correnle, antes do 'agamenlo da i
chamada.
Por ordem dos directores.
. P. VBRBKBR, thesoureiro.
Kecife i de selembro de I85K.
Attcncao.
si
.J' Vm grande e completo sorlimenlo deludas!
qualidades de doces tanto seceos como em cal- :
da, gela de todas as qualidades de bacas que se |
pode fazer, e urna porrao sempre de aaafiatei aba-'
rachis e oulras mais frurlas do paiz propr. is para '
embarque, eirebenle vinho de raju' engarrafado e
uma das rnelbores marcas de charulos em calvas de
cen, pelo barato preco de 5 ra. cada uma. Lance.-
ros, Luzilanos e Klumineuses, se apartara' qualquer
eiicommen.le de doces 00 fruclas 1 ara dentro ou
fora do imperio, com limpeza e actividad* : na enn-
felaria da rna de Crol n. 17 de A. A. Porto, por
mais barelo prec.o que em oulra qualquer parle.
No dia '.) do corrente, linda a audi-
encia do lllin. Sr. Dr. juiz de orpliaos,
hao de ser srrematadoi pecante esle, os
movis, tarros, cavallos e demais pe ten-
ees da cocheira, do casal do linado Jos
Maria Borges. O escripto estara' em mao
do porteiro do jui/.o. Amaro Antonio de
i AO PUBLICO.
^ No armazem de fazendas baratas, rua do
1\* Collegio n. 2,
S? vende-se um completo sorlimenlo de fa-
g zendas finas e grossas, por rcais barato
M precos do que em oulra qualquer parte,
H tanlo em porc.es como a relalho, affian- ||
B rando-se aos compradores um s preco S
^| para todos: este eslabelecimenlo a bro-se *
E* de combinar" com a maior parle das ca-
B sas commerciaes inglezas, francezas, alie- t
JSE? mos e suissas, para vender fazendas mais B
Se em coma do que se lem vendido, e por isio JpJ
S ollerecem elle maiores vaniagcns do que $jf
outro qualqucr; o proprietario desle im- 391
*| portante estabeleciraento convida lodos
S os seus patricios, e ao publico em geral, B
^| para que venham (a bem dos seus inte-
jn| resses) comprar fazendas baratas: no ar-
B mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- B
jfc ionio Luiz dos Santos & Hulim. '
Precisa-se alugar uma escrava : no atorra da
Boa-Vista n. lli, lo|a.
O capilo Antonio de Souza oliveira Mello,
seuhor do enueiiho Ma\iroaha da enmarca do |.i-
moeiro, fresuezia de Bom Jardim, declara ao publi-
co, que con.prou a proprtedn.to druoininada l.acoa
Compri la a Antonia Mana do Espirito Sanio, a
i ial se mJa i ... o coinorea oe aiaaau Aaaiaa ua
i villa da Escada, aonde fallecen ; e romo no uivenla-
| rio a que procedern) menciouam cinro lellras acei
las pelo .111 n 11 una 11 le. a vencer de tovereiro a tove-
reiro de cada auno, declara era lempo, que ninguem
faca Iraiisacrao com as mesmas leKras, visto que
anda n;lo se c.mpriram as r.ondices da eacriplura,
e por isso nao ser.1o pagas aem eslar ludo legalisado.
Recife !. de sele^ibro no 18j(.
Gastare Alberl llerrenschmid, subdito francez,
relira-se para Kranra.
C. STARR 4 COMPANaiA.
Kespeilosamente annunciam que no seu nvlenro
eslabelerimenlo em Sanio Amaro, continua a fabri-
car, com a maior perfeirao e promplidAo, loda a
qualidade de machinisino para u uso d'agricollura,
navegaQo e maniifaclura. e qae para maior com-
modo de seus numerosos freguezes c do publico em
geral, lem aberlo em um dos grandes armazens do
Sr. Mesquila na rua do Brum, otra dji arsenal de
mantilla, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
c.n-li uidas 110 dito seu eslabelecimenlo.
All acbarao os compradores um completo sorli-
menlo de moendasde raima, com lodos os melhora-
menlos periencia de muilos anuos lem mostrado a oecessi-
dade. Machinas de vapor de baila e alta pressilo,
taixas de todo lamanbo, tanto batidas como fundi-
das, carros de mao, edilos para conduzir formas
d'assucar, machinas para moer mandioca, prensas
para dilo, tornos de ferro balido para farinha, aras
dos de ferro da mais approvada construceno, fundo-
para alambiques, crives e portas para tornalhas. e
orna iutinidade d'obraa de Ierro, que sera enfdonho
enumerar. No mesmo deposito existe uma pessoa
intelligenle e habilitada para receber todas as enco-
mendas. ele. ele, que os annnnciantes contando
cgm a capacidade ne saas oflicinas e machiniamo, e
pericia de seus olliciaes, se compromellem a fazer
execular, com a meior presten, e perfeirao, e exacto
conformidade com os modelbs, 011 deseuhos, e ins-
Irucres que lhe forem torneadas.
I'uaio a !l do mez lindo, o prelo Sehasliao,
que represento ler 35 aunos, cor fula, alio, e regular
de grussurs, lem um pequeo signal na rara, fei-
res regulares, denles limados, ciratrizes de relho
as rostas, [inrem aatigoa, linl.a de coslume andar
alinocrevando nesla prara, rom carvao e maia g-
neros etc., levuu o mesmo cavallo em que andava,
cujos siguaes sao os seguinles : alazAo eosho, de
frente aberla, ires ps calcados, lem marcas de correi-
as no peito por (er sido de carro : qualquer pessaa
o poder levar o engenho Rodillo, ou na rua das
Cruzes a l>. S. Campee, flaa pasar generosaa,eiile.
ROBI.AIKECTELK.
O nico autorizado por decistio do conscl/io rtal e
decreto imperial.
Os mdicos doshospilaesrccomincudam o A.Tol.e
de l.aflecleur, como seu.to o nico aulorisadj pele
governo, e pela real socieda.le de medicina. Bsttj
i medicamento d'um gosto agradavel, c fcil a lomar
; em secreto, esla em uso na marinha real desde mais
i de 60 anuos; cura radL-almente em pouro tomj'o
; com |iouca despeza, sem mercurio, as altocroes da
I pellc, impingeos, asconsequencias das sarnas, ulcc-
I ras, e os arcllenles dus parios, da idade rnlica, e
I da acrimonia hereditaria dos humores; couvem a..s
calarrbus, a bexiga, as coutracroes, e a fraque/a
dus orgaos, procedida do abuso das injecrcs ou de
sondas. Como anli-svphilitiro, o arrobe cura cm
pouco lempo os lluxos rcenles ou rebeldes, que vol-
vcu incess.inles em consequencia do eui|.rego da
co|iahiba, da cubeba, ou das injerr^es (|ue repre-
aenlein o virus sem nculralisa-lu. O arrobe l.af-
fecteur he eapecialmcnle recnmmendado contra as
.lenlas iuveleradas ou rebeldes ao mercurio e ao
iodureto de polassio.Lisboa.Vende-se na Indi-
ca de Barral e de Antonio Feliciano Alves de A/e-
vedo, prara de I*. Pedro n. 88, onde acabale rl.e-
gar |uma urandef |.orrao de garrafas urau.les c lio-
quenas viudas dircrlamenle de Paria, de cusa do
dilo Bnvveau-I.airecleur 1:2, rua Bicheo a Pars.
Os formularios do-se gralis em casa do ajenie Sil-
va, na prara de I). Pedro 11. 82. Porto, Jniquim
Araujo ; Babia. Lima & 1 raos : Pernambiiro,
Suum; Bio de Janeiro. Bocha t\ l'ilbos ; e Mor-i-
ra, loja de drogas; Villa Nova. Joao Pereira de
Mzales Leilc ; Ido Crande, Francisco de Paula
Coulo t\ C.-'
Compra-s* nina escrava da meia idade, do aia-
r-'". que seja quilaudeira, que nao lenha vacio e aacsa
achaque : na rua do Cabuea' n. C, toja Oe wive-
Compram-se a plices da divida provincial; aa
rna das Flores n. :I7, primeiro sudar.
Compri-se efleclivamenle, latan, brome e rotare
velho : 110 dejiosilo da fundirn da Aurora, na toa
do lirum. logu ua entrada n. JX.c na mua fundi-
Cao, em Sanlo'Amarn.
Compra-fe papel de peridicos a l?Jll e arro-
ba : no paleo do Carino, quina da roa do llorl..
u. i.
Compra-se ouro rom preferencia de lei, e pa-
ga-se melhor do que em oulra parle : na roo larga
do Rosan n. 17. ronftoule ao quariel.
Compran ac escravos de atnlio n-
se\os, de idade de l a M auno, ataim
como recelem-se para vender de inm-
inissao : na rua Direita n. 3.
Compram-se em aegonda mao, porna aiada
em buii estado, os seguinles mslriimcalna moseoes.
eomu ll.uli.o. requinto, ciar meta de si. pistn. Irom
pa, clarn., Iromhoue e ophiclc.de : a tratar au ar-
senal de.marinha.
~Setia3*a.
A direceSo avisa aos Sis. accionistas,
que para complemento do capital da
mesma emprc/.a, tem deliberado emittir
novas acees, mas devendo ser preferidos
de conformidade com o ait. 5-dos estatu-
to*, niidisiiiliui.r.o de taes accoes, a'quel-
les seiiliorcs que ja' sao na mesma inleres-
sados, tica, a contar de lioje, marcado o
prazo de ">ll dias, para a inscripcao de
seus nomes, com declaraco das acees,
<[ue quizerem tomar, no sen escriptorio,
110 forte do Mattos 11. 10, sendo a pri-
meira prestacao de ."() por cento. Recife
27 de agosto de 1850.Antonio Marques
de Amoriin, secretario.
JAMPAS E GRADES.
i m lindo e variado sorlimenlo de modellos
PASA SISE-
Vende-se um casal deescravos, ma-
rido e mulher, de meia idade, de muito
lioa conducta, a |ual sealianca, boas tra-
balliadores de envida, e ptimos para um
sitio, saliendo a negra ensaboar e Cazar
varrlla bem, e leudo principio de roai-
nlia ; s se vendem ambos, ea pessoa co-
nhecida, que o. trate bem, eseja incapaz
de separa-los, darj-se em conta : na rua
Direita n. io, loja.
Vendem-se toros de mangue com 7
palmos de coinprimento e grossura pro-
porcional, por preco commodo : abordo
do liiateAnglica,fundeado confron-
te ao Ira piche do algodo.
MSICAS NOMBRAS PARA PIANO.
J. Praeger A C, na rua da Cruz n. 11.
receberaea nm sorlimenlo de msicas mo-
derniij, consistindo em percas novaaon-
ginaes. fantasas e variares sobreUSemus
de operas italianas, france/.as e allemaas,
assim como valsas, polkas, schottiach.
galoppos, quadrilhas. etc.
Nendem-sc miasaes romanos e Condaela de
ama senhora chrialia : na toja de eaicaderoacto 4a
rua das Trmcheiras n. j, por preto comando.
Vendem-se missaea romanos : aa rae 4 aW
canlainenlo n. 76 A.
tv. no.
Em freule do becco da Congregarlo
holiea a aegonda loja de falcadas n. 1(1.
Chales de merino bordados a vedado.
Hii"- de dito dilo em :! pontos.
Hilos de dilo dilo em I pona.
Ditos de dito barra maltaada. grandes.
Ditos de dilo com lisia a franja de seda.
Ditos de dilo com franja de seda.
Ditos de lila grandea de todas as rom.
Mauritania de seda lavrada rom I vara do
largura, covado.
Sediulijs de quadros novos padries.
Fular de sedi de quadros aaselioados.
Cros de naple prelo lavrado para vestido.
Dilo dilo cncorpado para dilo.
Sarja rela largara enrorpada.
Velludo predi beapauhol para vestido.
Selim preto verdadeiro mac.io.
Dilo Inaoc macan para vestido,
tola de-q o a d. o- para vestido.
Kan. <.. e._ i.ra.
Hisrado franrez muilo larco.
Cortos de vestidos de seda com toqne de
moto.
Corles de froodelina de seda.
Cortes de vestidos de seda para menina.
Cortes de seda branca para aoiva.
Corles de cassa francea.
Casaa francea fina de novos padroes.vari
Canga liza amarells e de quadros, o corada.
Panno preto e de cores provt. de liado.
Dito aiul lino para farda.
Ourelo prelo para pauno.
Camisas francezas brancas.
I'eilo para camisa de cor e branc..-.
i.oia. n.lios brancos feilos.
Lencos de seda de cor.
Cobertores de algodSo granjea.
Dilos de 13a hespanlaoes.
Komeiras de relroz para senhora.
Mantas de blonde brincas e pretal.
Luiros limito linos bordados para senhora.
Capas de panno lino relas e de cor.
Ditos de panno azul.
Meias de Ua prelas e de cor.
Camisolas de 13a e celonras.
Palitos de panno fino prelo e de cor.
Ditos de alpaca fina preta forrados.
Dilos de alpaca preta.
Peilos de esguiAo para camisas.
Lories de casemira de cor.
Corles de dita preta lina.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY
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UNGENTO IIOLLOWAY.
Milharesde individoosde lodas as nacoes. podeaai
icstemunharas viriudcadesleremedio iaroaaperave
e provarcm casonecessano,que, pelo asoqoedclle
lizeram, lem seu rorpo e membrua inleiramenlr
saos, depois de haver empregado intilmente oalrras
iralamenlos. Cada pessoa podere-ha coasveaKer
dessas curasmaravilbosas pelaleitura dos periodaro>
que II, aa relalam lodos os dias ha muilos ann..-: c
maior parle .tollas sao Uo sorprendenles qoe adnu-
ram os mediros mais celebres. (.Inanias peno re
cobraram com esle soberano remedio o ns de aesjs
tiraros e pernas, depois de ler permanecido kan
lempo nos bospilies, onde deviam soltrer a ampaila-
t'lo Dellas ha minias, que havendo deisado esses
asilos de jiadennienlo, para se nao suhmellerrm a
essa operario dolorosa, foram coradas rouiplc! i-
inenie, mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumaa das toes pessoas, na efuso de seo leeosaheri-
menlo. derlararam osles resultados bellicos dianle
do lord qorregedor, e oulros magislr.dos. alim de
mais autenticaren, aua aflirmaliva.
Mnguem desesperara do eslado de sua saode e
tivesse baslanle conliinra para enairesto retoHm
conslanlrmenle, sesuindu algum lempo o Irala-
mei.loquenecessilasaea natureza do mal. rujo re-
ultado seria provar inconslcttovelmenle : Oae lu-
cura.'
O ungento he til m seguintei carot.
matriz.
Aljiorcas.
Cainibras.
Callos.
I..I.I. IMI- .
Corladuras.
Dores de rabeen.
das costos.
dos rnembros.
Lepra.
3!ales das pernos.
dos pellos*
de olivos.
Mordeduras dereph-.
I'iradurade motquilo-.
I'ulm.ies.
---------------MM1W3. 1 ll III I'"'-.
fcl^erill'dades da culis (lueimadclas.
Sarna.
Si.|iLrar.es ptridas.
I H.l.a.emqualquer pe
'c que seja.
Tremor de ervos.
SSEL^S**** ^tvss-'stajlatalwteafna
ftffim" SAfS S"" Amiro.e no deposi-
MUTOaTO"
lo da ni a, ua rua. du Brum.
XA FUNDICAO DE FEKI.0 1)0 ENGE-
NHEIRO DAVID W-BOWMAN. AA
ROA 1)0 BRUM, PASSANDO O vJIA
FARIZ,
ha sempre um grandesnriimenln dos sesuinles abj
jeclos de merhanismos proprios para envenhos, a sa- '
ber : moendas e meias mnendas da mais moderna
construcrao ; laivas de ferro fundido c balido, de
superior qualidade e de lodosos lmannos ; rodaa
dentadas para agua ou animaes, de todas as propor-
oes; crivos e boceas de fornalhae registros de bo-
eiro, agulhOes.bronzes.parafusos ccavilhoes.moi-
nhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUXDICA'O.
se eiccnlam lodas as eiirommendas com a superior
ridade ja conhecida e com a devida presteza e com-
modidade em preco.
omptm.
Compram-se aeettM di companhia de Hibcr'
be : narna larga du Kosirio o. 26 loja.
em geral.
Eulerinidades do anos.
Erupccs escorbticas.
Fistolas no alolo.neo.
Frialdadcou falla de a- .
lar as extremidades. I leers na bocea.
l"c"^- ,, do ligado.
beWM esraldada-. ,, rtl ,
neluri.es \ fias torcidas, oai ;,!,
InllaminarAo do ligado. das uas pernas.
da bexiga.
\en.to-seestoiinguentoIiio eslabelecimealo aeaa
de l.i.iidres.n. 844, .SfraiH.e ua loja de loria .bn.
Uranos, droguislasc oulras |.rssoa- cnrarrrcod*>de
sna venda em loda a America do Sal, llevan* .
Il.'-p.iilia.
\ ende-se a SlMI r, rada I", el.iilia.ci.nl. ni una
mslrucr.lo em nalteajajea para esplicar o modo de
fazer uso desle unzuenlo.
O deposito-L-cra he em rasa do Sr. Sotara, 11. > -
maceulico, na rul da Cruz n. I-i. em l'ernam-
buru
TAIXAS DE FERRO.
Na fundlcao da Aurora em Santo Amaro, .
tambem no DEPOSITO na rua de Bmm, lep
na emrada, e defronte do arsenal de marinha. ta
sempre um grande sortimento da taixas, unto de
fabrica nacionil como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e faadas; e coa
robos os lugares exisiem guindase* para carre-
gar canoas ou carros, liviw da daapezas. Os
precos sao os mais com modos.



BIM10 IE R&B-MUO TtftCI Ft'M 9 SETEBRO 3* 1856
Vende-se para cumplimento de le-
gados, a casa terrea do puteo do Trro n.
'20, com duas salas na frente, iiualro ca-
mai'inlias, cozinlu (ora, ({uiiital e cacim-
ba: a tratar era Olinda, ra de San-
Francisco, cora Bonifacio de Jesus da
Silva, ou na livraria ns. (i e S, da ptaca
da Independencia.
Obras de ouro
2Va loj : ta ra do Cres-
po n. 10.
Veode-se um completo sortiraento de obra de ou-
ro de lod.s as qualidade!, mi> em conla do que eni
oulra qualquer parle, e afianca-se a boa quali-

&
(jualida g
i
e tintas A
'{ Metal ainarello parar-forro
$& Cabos da Hnssia e de Manilha.
igj Lonas, brinwio e brim de vela.
$$ Pixeda Sueeia.
n Cemento amar ello. fg
$ Vinhodc Champagne e do lllicno. ffi
@ Pianos de armario de modelos no- |5
6 vos.
JP Armamento de todas as
^ des.
A Alvaiadelino em p, oca
$$ em oleo.
yg Pedias de marmor para mesas e
@ consolos.
g Papel de peso inglez.
^ Chicotes para carros.
^g) Bataneas inglezas de patente.
fk Copse clices de vidroordinario.
fr Vendem-se no armazem de
A C. J. Astley &C.
RIA D\CRIZN.S..
Antonio Barbosa de Barros Caz scienle ao publico,
*|ue mu'lou a sua sala de barbear da ca>a n. ii'2 da
ra da Cry para a de u. 51 da mesma ra ; na mes-
illa sala se acham as mais modernas bichas de llam-
burgo, que se vendein aos ceios e a relalho, e alu-
garo-se, ludo mais barato do que em nutra parle.
ARABOS DE FERRO.
Na fundicao de C. Starr & C., em Sanio
Amaro, achm-se para vender arados de ferro desu
periorquaiidade.
VINHO 1)0 PORTO GENtINO.
Vende-se ptimo viuho do Porto em barris d.
quarto c oilavo, por preco razoavel: na ra da Ca-
deia do Recito n. 13, escriplorio de Rallar & Oli-
veira.
Vinbo do Porto, superior chamico.
Ero caita, de 2 duzia. e era barris de oilavo, re-
centemente chegado pelo britue Trovador ; vnde-
te tnicamente no armazem de Barroca & Castro, na
ra da C>d'eia do Recite n. 4.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical e com todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
Em casa de n. O. Bie-
ber & C, ra da Cruz
n. 4, vende-se
t Algodao para saceos de assucar.
Dito trancado para ditos, a iinitarao do
da Bahia. ,
Lonas.
Brinzao.
Ferro da Stiecia.
Arcano para purilicar o assucar d in-
venco do Dr. Stolle, coui o methodo em
lingua portugue/.a.
Boa casa de N. 'O. Bieber
Sf tJ., ra da Cruz n.
4, vende-se
ij..o furto >ias melhores labncas da
Allemanha e de moderna construccao.
Em casa de n. O. Bieber
C, rua da Cruz n. 4
Cemento romano.
Farelo. \
Vinho dcMaflcira e ultramar.
XAvBOPE
DO
I oi transferido o deposito dcsle xarope para a bo-
tica de Jos da Cruz Sanios, na ra Nova n. 53',
garrafal 59500, e meias 39000, sendo falso todo
aquello que nao for vendido ueste deposito, palo
queae faz o presente viso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phtysica em todososseus difleren-
iea lirios, quer motivada por conslipacOes, losse,
stlima, pleuriz. escarros de sangue, dr de cos-
tados epeilo, palpitarlo no corarno, coqueluche-
bronchile, dorna garganta, e todas asrooleslias
dosorgioa pulmonares.
PARA QMEM TEM (10STO.
Vende-se um encllenla eavalliuho, proprio para
menino, o mais Mtnilo quo he possivel ; a' vista do
comprador se ajustara' na cocheira nova da ra da
Roda quasi a margeos do rio.
Na loja das seis
portas
Eiu lente lo Livraiueuto.
Lencos de seda para pescoro de senhoras a dez
tuitois, manguitos de cambraia bordados e de recor-
tes a dez tmles, camiiiulias pan senhora a dous
mil reii, collariohos da cambraia a pataca, golinhas
bordadas a dez lusloe-, pescocinhos de relroz borda-
dos do cor a cinco mil res; de ludo se da' amostra,
levando penhor qne 'cubra o valor do que se qur,
das 6 horas da mandila oo 9 da noile.
i\a loj das seis
portas
JSiii frente do Livrauento.
Alpacas de quadros para vestidos de senhora* a
pataca o covado, borles de cambraia lisa com oilo e
rucia varas .1 Iri-s mil rtis, para vestidos de dous c
tres baados, corle* de cana Iraneexo a tres mil reis.
corles de cassa chita a cinco patacas ; a diuheiro a'
vista para acabar.
Aiteiicao.
No escriptorioide Jos Candido do Barros, ra da
Cruz n. 5a, ha para vender cbarutus do Ria c da
Havana, chegaaos ltimamente no brigue Sagi-
tario.
Bom e preyo commodo.
Nal tabernas ao lado da igreja da Soledade e es-
quina de Joao de Barros, vendem-se gneros os mais
iinvoi e ons d merrado.como sejam.saccas coru mi-
lho e farinha af39500, cha lijsson e preto de varias
qualidades, erva-matela mais nova possivel, eevacli-
nha e sag, bisenuU, Iiolachinhas de militas qua-
lidades, mansas, manteca inglcza a libra 010 a
Si 19l20dlla fra.iceza 500 a 6iO e 080 nova, gomina
de a rarula a |G0 muilo alva, banha de pnrro a (K)
rs., loucinh e Sanios a iS() ,|e Lisboa a :><0.pa.sd*
fO.assucar da nova fabrica do Monlpiro prala lina a
LlK)r9.,vellas ^le carnauba refinada a 'iSO.dn esperma-
cele a 800 res, vinho de Lisboa minio bom a 560 e
610, da Fij to a 8X0, engarrafado oo Porto, caia de 1 duzia a
I8--O00, ea garrafa a tJUOO, e niuilosnbjeclosde uso
romo sapalurt, lamneos, japouas miudezas e presos
de iodos os tamanlms e lindeles da lotera, ludo por
commodo prec.o, na* mesmas casas com^ra-ie uma
crioja com boi.
Velas de
Carnauba.
Vendem-sa velas de carnauba pura, as melhores
que ha oo mercado a 129000 a arroba, esleirs de
palha da mesma carnauba, grandes e menores: na
ra do Oueiraada 0. 69,'loja de (errasen-.
Manual eleiloral
Vende-si' o manual eleitoral, conleudo
a lei regiilaiucntar das eleices, e os de-
KeiogioH dt; patente
ingle/.esdeotiro, desabnete e de vidro :
ventlem-sea prero razoavel, em casa de
Augusto C. de Abren, narua da Cadeia
cretos edecisoes do governo por 1,s280 : do Uecil'e, irma/.em n. 56.
na livraria ns. G e 8, da praca da In- a
dependencia.
No escriplorio de Domingos Alves
Matheus ha para vender ricos e elefantes
pianos de exoellentes voxes, Cliegadoi l-
timamente, os quaes vendem-se por me-
nos do que em outra qualquer parte.
Bonecas france-
sas.
Vendem-se muilo bonitas bonecas francea*, pelo
baralissimo prero de 19280 e l?800 : na na do
Queimado, na bein cenhecida loia de miudezas da
boa fama n. :13.
Lo ja da boa fe.
Vende-se ehaly de quadros de bonitos padroes a
900 rs. o covado, ditos lisos de bonitas cores a 1-20,
chales de merino lisos com franjas de retro/, de bo-
nitas cores a 59, ditos com lislras de seda a "9: na
ra do Uueimadn, nos qualro canto, luja de lazen-
das da boa fe n. >, defronte da toja de miudezas da
boa (ama.
AYHT& HAS BOAS IIUALI-
dades lie inulto barato.
\ ende-se papel de peso e almajo o mellior qua
pode haver ueste genero a 3, 4, 5 c tioOOO a resma
papel paquete muito fino e ue muilo boa qualidade:
propriamenle para se escrever por vapores para a
Europa em consequencia de nao se pasar crandes
portes de cartas, em resmas, meias resmas, quarlos
de resma, ou mesmn em quadernosa 80 rs., papel de
linho verdadeirameiile almaro c proprio para carlo-
rio a i9 rs. a resma, verdadeiras penuas de ac de
bleo de lanca conhecidas pelas melhores que "ha a
l|S00 a cainulia com 1^ duzias, dilas sem ser de hi-
co de lanra, mas tamlipin muilo boas a 610 a eaixi-
nha com l^dazias, duzia de Upi< muiliesimo finaso
320, 400 e 500 rs., ditos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes muito finos e de lodas as qualidades
e prega*, tinta inglcza moito boa e barata : na ra
do Queimado, loja de miudezas da boa fama n. 33.
TAI.VAS PARA EXGENHO.
Na fundipo de ferro de D. W. Bowmann na
ra doBrum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sorlimenlo de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-fe a venda, por prego commodo e com
proraptido: embarcam-se ou carregam-se era acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P-. Johnston & C
ra da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
no da vela, chumbo da munigo, arreios para car-
to, lonas inglezas.
Relogios
cobertos e dcscobcrlos, pequeos e Brandes, de ouro
e prat, patente inglez, de um dos melhores fabri-
canles de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Soulhall Mellor & Corapanliia, ra
do lorrus n. 38.
Cobei tores de Ia?i hespa*
nlie8 muito encorpa-
tose grandes.
Veudem-se na ra do Crespo,loja da esquiua que
volta para a roa da Cadeia.
Vende-se um bonito mulato de 18
annos de idade, proprio para boleei'ro:
a tratar na ra do Vinario n. 51.
Cassas pretns para luto.
vendem-se cassas prelas muito finas mora* para
lulo, pelo baralissimo preco de 480 s vara : na ra
do nueimado, nos qoatio cantos, luja de fazendas da
boa re n. -2>, defronie da loja de miudezas da boa
Tama.
Retinara do Monteiro.
No deposito da ra d* Senzala-Ve-
han. 116, vende-se assucar refinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Lencos de cam-
braia de linho
A 520, 400, 500, e 640
cada um.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
A
P
VENDE HUITO BAKATO, COMO TODOS
SABEN.
Vendem-se libras de linhas de boa qualidade n.
50, 60 e 10 a 1 100, ditas muilo tinas de u. 100 e
120 a 1^600, duzia de lesouras muilo boas para cos-
tura a 1?, dilas muilo linas e grandes a ifUJO a du-
zia, peotnlias de bico estrello a 560, caixmhas com
aeulhas francezas molla linas a 160, raiviulias com
16novello.de liona* iie marca muilissinio linas a
80, braceletes encarnados muito bonitos para meui-
nas e 9enhnras a -200 rs.. meias brancas muilo linas
para senhoras a 24(1 e 300 rs. o par, meadas de li-
nhas muitissimo linas para bordar a IIH) e I60,| bo-
Ics demadreperola minio fino;para camisas a 600 rs.
a grota, bolOes muito finos de aro para calcas a 280|a
irosa, fivelas douradas muilo linas para calcas e col-
leles a 120 cada uma, pentes de bali'-a muilo finos
para alisar a 300 rs., peras de fita de linho com 6
varas e meia a 50 rs., camnhas com cohetes france-
zcs a 60 rs., carreleis de Indias de 200 jardas de
muilo boa qualidade e de lodos os nmeros a80 rs.,
ma{OS com lll rampas e de muito boa qualidade a
50 rs., pares de suspensorios a 10 r torcidas para
candieires a MU rs. a duzi, carleiras de marruquim
liara algibeira com molas douradas a 600 rs., cae-
tas para peanas de ac.0 a 20 e 40 rs.. meias braocas
e cruas, fazeuda muito boa, para homeiu a 160 e 200
rs. o par. trancinhas de la de caracoes e de todas as
cores a 100 rs. a pecinha, pentes de chifre para ali-
sar, fazenda muito boa a S00 rs. a duzia. Brozas de
hote* de loura piulados para camisas a 210, peca
de fita decs de lodas as larguras a 210 e 320, linhas
brancas de carreleis com 100 jardas do aulor Alexan-
dre a 40 rs. n carretel, linhas pretas de meadinhas.
fazenda muito boa a 20 rs. a meadinha, carias de
allinetes da mellior qualidade que ha e com 25 pen-
les a HO, pentes abertos de balea para alar cabello,
fazenda muilo boa a 29600 a duzia, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a 240 e 320
o par, arozas de fivelas para sapalos a 560, caiiinhas
envernisadas com palitos de logo de velinhas de boa
qualidade a 120, ditas de pao com palitos de foso de
boa qualidade a 20 rs., caivas com 50 caiiinhas de
phosplioros propriameule para charutos a 320,
eatlOe* muilo bonito* para bengala a 10 rs., sa-
patiuhos de 13a para crianzas a 300 rs. o par,
traucelms prelcs para relogios fazenda muito
boa a lio, escuvinlias muilo boas para denles a
100 rs. Alm de lodas estas miudezas veudem-se
oulras muitissimas, que i visla de mm boas qua-
lidades e baratos precos lein causado admirarao
aos proprios compradores: na ruado Queima-
do, na beiu conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
v NA LOJA DA BOA FAMA.
v eude-se baodejas'grandes e muilo finas pelo ba-
ralissimo preco de 39000, 49IIOO e 5^XX> reis, ocu-
los de arma;ao de ro de lodas as grariuaroes a
WO res, lunetas com armac,ao dourada a l|000 reis,
dilas com armara., de tartaruga a 1^000 reis, djlas
com armaran de bfalo a 500 reis, oculuscom arma-
cao de melal branco a 400 "reis o par, lunetas com
armaran de tartaruga com 2 vidro* a 3^000 reis, ri-
cos chicotes para cavallos de homeni e senhora pelo
baralissimo prero de 800 reis cada um, grvalas de
seda moiio bonitas a 10000 res, bonitos atacadores
de cornalina para casaca pelo baralissimo preco de
300 reis, suspensorios linos de borracha a 100 "reis,
pentes muilissiino nospara suissaa|500 reis.escovas
muilo linas para cabello a O res, capachos pinta-
dos comprido e redondos a TOO e IjOOO reis, bo-
tes finissimos de madreperola para camisas a IJ2O0
rs. a groza e 120 rs. a duza.ricas canelas para peona
dearo a 120 reis, ricos porta-relogios a 15800 res,
caias de melal muilo finas para rspe a 500 o 60U
reis, escovas finissimas para uuhas a 320, 500 e 610
reis, escovas para roupa e cabello o ruelhor que pode
haver a lOOO, 1-5200, I50OO e 2o reis, pinceis finos
para barba a 200 reis, duzias de facas e garios linos
a 39OOO reis, dilas de cabo de balando muitissima
linas a 65OOO a duzia, dilas limssimas de cabo de
marlim o mellior que pode haver a 150000 reis a
duzia, camisas de meia muilo finas a 1>O0O reis, ri-
cas aboluaduras de madreperola e melal para col-
lele e palitos pelo barato prero de 500 e 600 reis,
finissimas navalbas para barba em cstojos de urna e
duas navalbas pelo baralissimo prero de 2COOO o es-
lojo, candieiros amerirauos muilo bonitos proprios
para esludanles ou tuesmo para qualquer esLabele-
cimento, pela boa luz que da a commodidade
dse poder pendorar ou pir-se emeirna de qualquer
mesa, pelo barato preco de ."oooo- r..., ,... .1.1* par.
guardar pap"'* = WOO res, t.-,.c n,.<. para p.rede com
..ms.iu dourada e sem ser dourada pelo bnrahsti-
mo prejo de 500. 700 e 19000 reis, finissimas e ri-
cas caixas para rap a BfSOO e 39000 reis, papel de
cores de folhas pequeas em quarlo de resma pelo
barato pre^o de 720 reis, e oulras muitissimas cou-
sas, que ludo se vende mais barato do que em outra
qualquer loja : na ra do Queimado na bein conhe-
cida loja di miudezas da boa fama o. 33.
LABYRIRXHOS.
Vendem-se lencos e loalhas de labvrintho. assen-
lado em fina cambraia de linho : ua "roa da Cruz o.
31, primeiro andar.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
le (medida velha) por preco commodo:
no armazem de Novaes & C., na ra da
Madre de Dos n. 12.
A 3.S00 a duzia.
I.enros de cambraia de linho para algibeira ; ua
ra do Crespo, loja de Adriano & Cislro n. 16.
Loja da boa f.
taos,
licaes inglezes, de'elcanleJ ad' meri"" >, fazenda superior para palitos i
tea, fabricados por um dos I covailo> caniao preto muilo lino proprio pars
, premiado na exposicode ve!,",os a 1;5 o covado, setim pelo maeo. fazeoda
Vendem-se pianos ver tiraes ingleze
modellos e encllenles voze
mais acreditados autores, prem.aao na exposicode
Londres: no armazem de Rostron Kooker,\'Com-
pauhia, praca do Corpo Santo.
.Joendc".?e '"'" tom casa de sobrado do fall
cidoGcorgekenvvorlhy. nolusar.de S. Jos do Mmi-
gumho, com arvoredos de fruclo e mais bemleilorias
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
""n loJul,nslon & '"""Panbia, ra da Senzala No-
AGE.NCIA
Da fundicoLow-Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentoconiinaahaver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para enfenlto, machinas de vapor e taixas de
ferro batido o coado de todos os lamanhos para
dito. r
Em casa de M.Calmoit & C, praca do
Corpo Sanio o. 11, lia para Tendero
segrate:
Taboado de pinho, alcatrao e pi\e da
Sueeia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de alrjodao.
Ditas de lindo.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muiloconimodo.
Para as senho-
ras qne "Ostam do bom e
barato.
i"(,S2f ricos Pe,,les de 'arlaruga para alar ca-
bello a 4.5500, meias de seda de cores muilissiino lin-
das para enancas de um mez a um anno, pelobaralo
prero de 19800 o par, lencinhos de relroz de lodas as
cores para senhoras e meninas a lo, toncas de lila
para senhoras e meninas i 500 rs., camisas de meia
para enancas at a idade de um anno a 500 rs.
meias brancas de algodao para senhora moitUsiaio
mas a 900 rs., dilas brancas e prelas de seda o me-
Ihor que se pude encontrar a 2o e 25500 o par, ricas
caixas para guardar joias a HOO rs. e 1-5, eaixas mui-
lo ricas com "partimentos nicamente prourias para
SES**' Pel" uafalis5in>0 P'eco de 20500, 3SO00 e
l-5-iOO, iravessas de verdadeiro bfalo para prender
cabe.los, pelo baralissimo prero de 15. dilas de lar-
uruaa a .ImOO, ricos leques com plumas e espedios e
P'iiluras hnissimas a :>>, pentes de bfalo muito finos
para nrar piolhos a 500 rs., lesouras finissimas e de
lonas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas as
cores c larauras, ricas filas ui louas as larguras e cores, bieo* de liulio lioissimos < do Queimado na bem conhecida loja de miudezas de
de lindos padres c todas as larguras, ricas franjas de b,,a '"ma n. 33.
algodAo brancas e de co.es proprias para cortinados,
oulras muitissimas cousas.
superior a 20600 o covado, grosdeuaples preto muilo
fino para vestido a 2o o covado, superior sarja prela
hespanhola a 25250 o covado, prinreza prela muito
lina a 800 rs. o covado, cortes de colleles de corcu-
rao de seda, fazenda muito boa a 2;, corles de fos-
les de boniios padres a 640, brim trancado branco
de puro linho a 10 c 10410 a vara, lirios trancados
de cores de muilo bonitos padroes e ue puro linho a
10110 a vara, ditos ditos tambem de bonilos padrees
a 800 rs. a vara, dilo trancado pardo tambem de li-
nho a 600 rs. a vara, dito liso largo a J.180, ganga
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a 320 e 360 o covado, ditas decores escuras de qua-
dros e lislras, de muilo bonilos padrdes para calase
palitos a 600 rs. o covado, corles de calcas de bonitas
casemiras de al&odilo, pelo barato preco de 1ol20,
brimzinhos de quadros de puro Inihti a 210 o covado,
panno de linho muito fino a 610 a -ara, pcitos mui-
lo linos para camisa brancos e de ores a 400 e 500
rs-, camisas de meia muito linas a (I3 e 19120, lava*
pretas de torcal para senhora, fazeuda n.uilo supe-
rior a 800 rs., ditas de seda de todas as cores para
homem e senhora, pelo baralissimo preco do 10200 o
par, dilas de fio de Escocia para meninos e meninas
a 400 rs., lencinhos de lilet muilo bonilos a 15, ricas
grvalas de seda prelas e decores 10, meios lencos
pe seda para grvalas a 600 rs., ditos pretos n.uilo
bons a lo, pecas de cambraias de salpicos com 8 va-
ras e meia a 35200, e 440 a vara,' dilas adamascadas
muilo boas para cortinados a I20k cambraia lisa mui-
to fina com uma vara de largura, pelo baralissimo
prero de 560 a vara, lenros de cambraia muilo linos
lodos brancos e com barras de cores a 300 rs.,'lencos
de cbila francezrs muilo bons a 400 rs-, chirles de
algodao de cores de bonitos padres a 800 rs., risca-
dinbos muilo linos e de muilo bonilos padres a 160
o covado, fil de linho liso muilo fino a 9KO a vara,
dilo de flores a 10280, meias prelas de seda para se-
nhora, fazenda muito superior a 25 o par, dilas bran-
cas muilo finas a 30 o par, ditas brancas de algodao
moito finas a 24(1 e 320 o par, dilas brancas muilo
linas para meninos e meninas a 210 o par, e nlm de
ludo islo oulras muitissimas fazendas, que a vista de
sub boasqualidadee e baratos precos, he que o se-
uhores freguezes, amigos do bom e barato, conbecas
rao o que he pechiucha : na ra do (l/ueimado, uo-
qoalro cantos, na loja de fazendas da boa f n. 22,
defronte da loja de miudezas da4na fama.
LUYAS PARA HOMESS E SE-
Vendem-se superiores luvas Ue pellica muilo novas
para homem e senhora a 1o280 reis o par, ditas de
seda muilo boas e sem defeilo aleum amarellas, pre-
tas e brancas para homem e senhora a 15000 reis
o par, ditas prelas de torcal muilo boas a t>00 reis o
par, ditas de fio de Escocia brancas e de cores para
homem e senhora a 400. 500 e 600 reis o par, dilas
dilas para meninos emeninas a 400 reis o par, luvas
de seda ricas de lodas as cores e bordadas, com
E'iarnicao. para senhora a fOOOe 3-5500 reis o para
e oulras mais qualidades de luvas, tudo na rol
unir muiiissunas cousas, que ludo se vende por
lao barato prero que ans proprios compradores ser-
vir de admirarao : na ra do Queimado, 111 bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Para os na mora-
dos.
Vendem-se fdlhas de papel muito bonilo, proprio
para correspondencia de namurados, pelo barato
prero de 40, 60, 80 e 100 rs. : na ra do (lueimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa fama
o. 33.
Meias de laia pa-
ra padres,
Vendem-se superiores njieias pretas de laia para
padres, pelo baralissimo pieco de I5XOO o par : na
rna ilu Queimado, na bem conhecida bija de miude-
zas da ba lama 11. 33.
Vende-se gomma dejararuta a 3-200 a arroba,
saccas eom feijfio molatinho a 89000, e sacras com
milbo a 35 : no armazem p. 7 do caes da alfaudega.
Vende-se umi carro a bem construida,com um
boi, na ra da Alegria da Boa-Vista n. 42.

\ ende-se uma taberna nat Cinco Tontas n. 93
minio afreguezada para o mallo, e para a Ierra com
poucos fundos : a Iralar na mesma.
C\L E POTASSA
\ende-se polassa da Kussia e americana, rhegada
uestes dias, e ue superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que lia no mercado : 00* seus deposi-
|0S na ra de Apollo n. 1 A, e 2 0.
AVISO.
Na loja de Antonio F.opes Pereira de
Mello &C, na ra da Cadeia do liedle
n. 7, continua baver nm completo sorti-
mento das ja' bem conhecidas velas de
carnauba do Aracalv, por preco com-
modo, em potcao ou a relalho : a tratar
na mesma.
Rolao fraocez.
Vende-se o verdadeiro rolao franco/,
tanto em porcao como a retalho : as lo-
ja dos Sis. J0S0 (oncalves Ferreira e Ma-
noel Jos Lopes, na .na larga do Rosa-
rio ns. TiS e U).
Farinha de San-
ta Catharina.
muilo nova, vinda ero direilura a este porto, vnde-
se a bordo do pMacho Pelicano, ou tratase com
Caelano Cvriaco da C. II., ao lado doOrpo Santo
o. 2o.
Redes de
palha fei-
tas no Pu-
ra'demu i-
t o I) o tn
posto: na loja de quatro pollas, da roa
da Cadeia do liedle n. 48.
Redes de algo-
dao tecidas com dous lios, feitas no Ma-
r 11 bao : na loja de quatro portas da ra
da Cadeia do Recife n. 48, de Narcizo
Mana Carneiro.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ltima-
mente de. Fraura, pelo baralissimo prtco de I9OOO e
covado. Esta fazenda he de pora i.-.i e seda, e os
seus padres sao os mais bonilos que al o presente
lem apparecido no mercado na ra do Queimado
nos quatro cantos loja de fazendas da boa f 11. 22.
Vende-se superior linha de algodao branca e
de cores, em novello, para costura : em casa de
Southall Mellor Companhia, ra do Torres n. 38.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar horlas e bai-
la de capim : na tundirn de U. W. Bowman
na ra do Itruin ns. 6, 8 e 10.
Na ra do Crespo n. l(i, continuam
a estar a venda as mais superiores loalhas
de puro linho que tem vindo ao mer-
cado.
ielias de llam-
hurgo.
No antigo deposito de bichas de Hamburgo, na
ra eslreiia do itosaiio u. 11, recebeu-sc pelo ulti-
mo vapor viudo da Europa, um grande sorlimenlo
das relerid is bichas, e por isso se contina a vender
o cenlo a 2O5OOO, e por menos desse dinheiro se n
comprador comprar mais de cem, e 320 cada ama
por alogncl.
Fazendas por
limito menos do
seu valor, ni Loja de4
portas, na na do Queima-
do n. 10.
Conlinoa-se a vender nesta loja o resto das fazen-
das da loja da ra do Cie e se vendem pelos seguintes prerns :
Madapolao entrelio a 25800, 39 e
Dito muito lino de jarda
Dilo moito largo e muito fino com 35 varas
A:." : /inlni de 20 jarda
Diio bom americano
Chila* de cores, bons padres a .15, 59500 e
Corle de calca de casemira prela a .\5oOO e
Dilos de rollete de setim preto superior
Hrim de linho de quadros, o covado
Dilo tranrado, avara
Rbiido* pretos e de cores a 35 e
Cbila larga franceza, o covado
Ditase-lreilas decores, o covado
Algodao azul mesclado e de lislras, o euvado
Cortes de cassa chila
Dilos de chita larga
Grvala! de seda de rores
Lencos de ganga e de chila, finos
35-VMI
CHOO
138000
23000
.'15000
K5OOO
lisOOO
35OOO
200
00
35..00
200
160
160
15600
15920
(iill
020
ingezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em lnglalprra: em easa de
Henry Gibson : ra da Cadeia do Reciten. 52.
CAMISAS FRANCEZAS.
Na loja da Estrella, ra do Queimado n. 7, ven-
dem-se camisas francezas linas e do ultimo goslo.
pelo baralissimo prero de 256OO e 3JOO0cada uma, e
alpacas de seda a 610 o covado.
Navalhas contento.
Conliiiua-se a vender a 85OOO 0 pr(preco fio) a*
ja bem conhecidas navalhas de barba.feilas pelo h-
bil fabrcame que ha sido premiado em diversas ei
posiroes: v*ndem-se com a eoadieta de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las al 30 dias
depois da compra, resliiuindo-se a importancia :em
casa de Augusto C. de Abren, na ra da Cadeia do
Hecife n. 30.
A3&5O0
Vendc-secal de Lisboaultimamen lechegada a-
imcomopolassadaltussiaverdadsira: naprara do
Corpa Sanio n.11.
CARTAS FINISSIMAS PARA YOL-
TRETE.
\ endem-se superiores carias francezas para volt,
rel pelo baralissimo preco de 000 rs. 0 baralbo ,
na ra do Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Atten^ao ao barato.
\ ende-se para acabar muilo superior borracha
para raleado a 21400, 3.5 e 3)500 a vara, dila de cor
a 35100, meias cruas para homem a 140 o par, e du-
zia a I56O, dilas de linho muilo fina a 320 o par,
c 3-5800 a duzia, bicos e rendas di Ierra ; lodo ne-
gocio se faz com o comprador : no aterro da Boa-
Vista n. 78, loja.
Vende-se um escravo de narao, de idade 50 e
tantos annos, proprio para serviro de campo ; na
ra de Apollo, armazem n. 13.
Perfumaras de
bom g'oslo
Na loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
-01 lmenlo de perfumara- de todas as qualidades,
sendo seu aulor o mellior qne ha em Paris, riquissi-
mos frascos de eilraclos muilissimo finos, pelo barato
prero de lyjOO, 1S-.00, 2 e ijOO, jarros de porcel-
laua delicados e de moilernos uoslos com banha fran-
ceza muito lina a 2.5, fraseos cum esseencia de rpaa
320, paos de pomada Iranceza muilo boa a 100 rs.,
frascos pequeos e Brandes da verd8deira asua de
Colonia do Piver a 180 e 1/000, saboneles finos e de
diversas qualidades,pos para destete mellior que p-
de haver. e nutras nimias perfumaras, que s* veu-
dem maito barato: na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
l'm rico piano de Jacaranda, de um dos melhores
e mais acreditados autores de Paris : vende-se na
la da Cruz, armazem n. 40, no lente,
Em casa de Eduardo II. Wvatt.roa do Trapiche
Novo n. 18, vendem-se baetas. relogios de ouro, co-
bertos e descobertos, sellins iuglezes, chicotes de
carro, arreios para dilo, cabos da Kussia. fio de vela,
tintas de todas as cores, candieiros e casticaes bron-
zeados, conservas de fruclas inglezas, charutos de
Havana,
No dia 31 do mez passado fugio ita ra do lio
picio n. 9 um escravo de nome Anscleto, criouloi
natural do Kio de Janeiro, cr bem prela, de 25 an-
nos de idade, pouco mais ou menos, estatura e corpo
resolares, com denles pontuilos, poucos cibellos no
queixo. levando por Irages calca de casrmira azul
de lislras e pequeos quadros, camisa de riscadu.bo
azul e um pouco suja por ser cozlnheiro, chapeo de
palha entrefina. Este escravo he bem fallante, e cos-
tuma, quando fose, dormir em casas que estilo em
aberlo, ou que s lem paredes, debaiio de telhei-
ros, assim como acompanha as msicas ao loque de
recolher, ou frequenla qualquer logar onde haja fes-
lejo publico : pede-se as autoridades policiaes que
se dignem de dar as providencias para que o dilo
escravo seja apprehendido ; e bem assim quem o le-
var a mencionada casa na rna do Hospicio n. 9, re-
cebera' uma gratificarlo satisfactoria.
Fugio do engenho Novo de Muriheca, no dia
27 de aaostu prximo passado, o escravo preto.de
nome Francisco Pedro, de mediana estatura, grosso
do corpo, olbos enbraoqoicados, rosto rednii 10, lem
Talla de alguns denles, falla deiranruda, e levou
chapeo de palha pintado de rozo ; roga-se a quem o
apprehender 011 delle tiver noticia, riirija-se ao mes-
mo engenho, ou no Recife, na ra do Collegio n. 2.,
qne sera' Gratificado.
j.".T.A29d'' pr.0,imo P**ilo anosto ausento.--e
idade 36 annos, poaeo mt, oa mtom< BJJ*
dente, de cuna, allur, ,, b,rri 3*TS2!
foraoue parece ped,. levou vestido de chila
com flore, amarellas, p,,,no 01 q^ J?"
carnadas, udo odo, camisa de mad.pola.. o^.-
fia-se que Ibe .eonlece... ,|Romi C00M ,,""
receio de vir par. eaaa por ter UUti '*J? ""
coslumada a tallar de estar em nu \JZ,SST.
roga-re porianlo a pewo. que della o.ber 7n>* *.
apadnnhada, de cojo favor at I ha fien,' hr **
e tambem so ron* a toda, u ulotid.de. a^Z
capiise* de campo qoe a apprebend.,eBi liVe T*
acuna, que serao recompensado.. Prolest* l.
quem a tiver occullado. woiiri
Coiiliouam a e.t.r fgido* o* esrravo. wmmm-
Anlonio, de mcao Cacange. qoe repreoenia M >
oos de id.de. de altura regolar. cangoeiro no and
cor p'ela, rwto redon lo, barba, cosa. Hmpj.'
che.o do corpo, conversa pouco, e foi e^r.vo'd.;
herdeiro* do finad Caetano OoDcalve* d* Cank.
o oulro de nome V ensalmo, de n.rjo, bnu.te alio'
algum lano espid.udo, rotlo regalar, lea* de aaains
os lados do roslo m.rc.sdelalbe* de .* n.r. n,-
na. lina., algom tanto r.ncoeiro, pe trade, e Ittn
nmas marca, de chicoteaind. nov.t na. cosas .
te. escravos fugiram juntos no dia 3 de aeota do
correte anno : quem o. apprehender randaza-a. ao
-.geiibo Agu.-Fri. da (regoeiia de S. uJJwTS
Malta, -o o-rst, praca na ra d. I.oi. .M^LZ
ro andar, qoe ,. generosamente------, ni
AVSO.
CI.NCOENTA Mil. REIS.
de id.de M a -20 anno,, ^"SJ*'"J^'J^T'-
o. signa., .etu.nle, : raata l*E?S2Z
cor fola, cabello cercilhadt. olnoim ^.fOT,*0-
e amortecidos, beiro, LT2fMR "*
rossoque eoeobr.' nSm^tm^SS!^'
CZV'"' TUS? ""W".doTevtd,d,.n &S
denles, pouc. barba e rato. bitod. i.J ?
esquerd. junto ao nedo mir,ro. uma eaneTi. 3! "*'
vo sahido. as nadega. um Z SSS? *-
ronvmo Vilella edo Sr. D, V^', ?* T'-
Queiroz Fonseca. e AEjfiSg,***:
ler llamo,, : o .bailo as.ign.do Waal
lo, eralifica 8enero.,mente a m"'*l+
le,.-.? em sua c.,.. no aVcro^ UVJLljV
segundo and.,, ou no Recife, ru. da^n l' S'
a Antonio de Almeida Gome. ; SmSSSJt
le.la contra qualquer pes.o. q, TotealTar STl
po, Han regolar. edr ful., e com .m,mT
que.ro.dura rnui.o vi.ivel par | ^fP*_^
braco direilo ; fi da IJoi.r-., he de crVr%*$,'.
algum lugar : rog.^a n^rt.ulo a ,u. .Wreba5T
e gr.t,fica a, ru. djftaeimado n. 8, rSE^
Fngio a 27 do rorrele, Joaaiiina no. ..
I ota 15 annos, M'rSJ!R"^
che,, do corpo, cor ful., feicoi.' **"*!***
emp.ngero no rosto, peito. roqueo, e Sha?
cuma, cica rizes n.. co...,, taro um p ^nTii,
trosao, de han pela ; levo croi^de a^lri-
nho, oro vesi.do de chila eoe.rn.d,, onlrl *e iSZ
lao panno prtlo, lem sido oeeapad. en servico da
cozmha, levon urna caneca, e he de ,ur*rTL7
oceupe aro vender agua, quando fosejtero lWMa>
| me andar pelos arr.balde* de.1. mm i qaataatr
a^l_!^_r"i^_erne n. <0. qae r^fompa..
Oos premios da priiueira parte da quima lotera a beneficio io gymnasio peknambucaivo
eztrahida a 6.de Setenibro de 1836.
NS. PREMS.
2
3
7
II
13
22
2
26
31
34
X>
50
11
13.
18
57
.V.
61
64
67
68
71
76
77
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83
85
96
99
100
I
\
6
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13
17
21
22
2
31
32
31
3.1
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38
10
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15
46
47
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52
53
56
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79
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13
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NS. PREMS.
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53 5|
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58 59
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90 55
91 5-
92 5-5
93 59
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