Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07529


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Full Text
AUNO XXXU H. 211
.
Por 3 mezes adiantados #000.;
Por 5 mezes vencido 4$500.
Por 5 mezes vencidos *$i>uu. /
DIARIO
S.VBBAD0 6 DE SETFWBRO DE 1856.
Por anno adianlado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
KNCARREG. DA subSCRIPCAO' NO NORTE
**! *. W, ?. dt Hatiridadt ; NataVo Br. Joa-
qun 1. ""'" xnA.raeaty. o Sr.A. di Lernoi Braga;
CssTM''*** .*.; ftf.ranhao, o 8t. Joaquim rfar-
rfflGS';rJiB. Domingoi Hereulaoo a. Pea*
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinrla : telo* v* riia, j> l <; mria hora* Ho itia.
l(nar4!)U, (oiannj o iraliilij : ii.m xv-untlas -p\I.i*-frir*!.
S. Amio, RaernM, BmHOfCuvar, Ahiaba < GaruhaM : Ut%*'Mn.
S. Lowmco, lo-il'Albo. KuiMh, Lmkmto, n-jo, Pmqaeira, /"->-
irir, Flores, Villa-IMU, Bok-VUIb, Oiirk-urv Ele : na-. (MrtM-fclrai*
r*hn, lfojirj, ^nrirtliT. Hin Fwmo, Ch, li.irr.-ir.t-*, Agu-PraUi
Pinii-titi ir.i- c ?iatal : qunla^-d'iras.
l'l'i'Jos os oomAo parlem .i- 10 horas da manh!.a.)
A UDIENC1AS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribu lal do commereio segundase quintas.
Rrlaf o : lerfai-feiraa aabbadoa.
Fairn s: quinal aaabbadoi ai 10 horai.
Juizo lo commereio: aegundaa ai 10 horaae quintal maio-dil.
Julio laorphaoi.- aeguoda t quiotai ai 10 horai.
Prime ra varado eivel aegundaa a aeitai ao meio-dia.
Seg'unda Tara da cirel: quarlaa aabbadoa ao meio-dia.
PA1TI OlfiCiAL
MINISTERIO DO\|pER,0
Decreto n. 1801 de 7 de Sj,0 de j^.
lias daCampanha, Espirito-Santo da Muluca, Aguas idos negocios da faze 4, eraquanlo durar o itnpe-
Virtnosas, Tres-Corac,e9 do Rio-Verde, S. Gooralo, I dimenlo do cousellte
Espirito Sanio di Varginha, Sania Calharina, Tres ran*.
Ponas, S. Joao Neporouceno, Espirito Santo dos Palacio do Rio d<
Coqueiros, Duuradnho, Lavraa, Carmo da Escara- 1836, 35. da indepeiu
Divide proviocii de Miuaa vrMS u,strictos moca. Dore da Ba-Esperanca e San-Jos e Dores rubrica de S. M. o I nperador.Jos Thomaz Na-
eleitoraes, e_ designa oa lutts e e 3ue deTHD lfc^S os elelort de cada om dos na matriz da cidade da Campanil,
istricrea, em cWi.K^r^dade JJ, djspojicoej do $ 15. O dcimo-quinto dislriclo lem por cabera
decreta o. 842 de 19 dtrveleinbi .# jgjj. a villa Nova da Formiga, e comprehende as fregue-
Atlendendo s disposices do ^.loD.'gf^de zitsda l'ormiga, Tamandoa, Campo BeJIo, Saolo
es do nresi-1 Antonio do Monte, Piomby, Espirito S.mlo de lia-
' I C t,. .. .1- I)...,, I...1.. Ilallal.....1 n V (_
aQ """"lo d 84' de Ili,s aa Formiga, Tamandoa,
19 de aelembro de 1855, eas ioform \ Q Antonio do Monte, Piomby,
dente da provincia de Mina* Geraes^t 'nenj pestirica, S. Auna de Bombohy, Italiaiossu' e N. Se-
decretar : ( nhora da Luz do Aterrado, formando om collegio,
EPIIEMERIDES DO HEZ DE SETEMBRO
7 Quartocrescente as 2 horas 22 minutos a 48 segundos da t.
11 Luacheiaai 11 minlos e48iegundoi da larde.
SI Quartomiuguantaai 3 horas. 2:1 minutoae 48iegundoi dm.
2o La nova a 1 hora. 2n minutos. 48 tegundoida roanbaa.
I'It KA MAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 5' minutos da manhaa.
Segunda as 11 horas e 18 minutoa da tarda.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Egidio ab Ss. Gedeao e Josu.
2 Terca. S. Eufemia v. m. S. Esievo re de Huugria.
3 Quarta S. Arisiheo b. m. S. Aigulfo saldado ra.
4 Ouinta. S. Rosa de Viterbo v. I. S. Rosala v.
tt Seita. S. Ilerculano m. 8. Arcenio m.
ti Sabbado. S. Libania V. S. Zacaras profeta.
7 Domingo. Nossa Scnhora da Penba S. Regina v. m.
ENCVIiREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO MI.
Alagoaa,o 8r. Claudino FalcioDiai ; Baha Sr. D. De
Rio daJanei -o,oSr. Joao Pereira Martini.
EM PERNAMBl'CO.
O proprial irio de DI A RIOManoel Figuairoa da Varia, M
livraria, pracs da Independencia di. I a 8.
ro de estado Mrquez de Pa-
Janeiro em 33 de agosto de
encia e do imperio.Com a
Art. 1. A provincia de Minas Gei
vidida em 30 dislrictos eleitoran do
gntnte:
S 1. O prmeiro districlo tero por cabes a
de do Ouro Prelo, e comprehende asK.,T
de Ooro Preto, Antonia Das, S. Barlholom r,
Braoca, Cachoeira do Campo, Ouro Brauc la
Pedral, Calas Altas da Noruega, Itabira '
Itaverava, Congoohas do Campo, Quaf
hy,|Bramado de Soassohy Capella Nova,
Geraes, e Bomriin.tformando um cot.
reunir na casa da cmara municipal da
S 2. O segondo districlo lem por cabe
de de Pitangui, e comprehende as fregu
laugoi, Patafofio, Bom Despacho, Santa A
Joio. cima, S. Goocalo do Par, Malhe
Sania Quitea, Dores do Iodai, Morada-,
boleiro Grande e Sele Lagoas, formand
'R'Oi Ique 'e reuoir na matriz da ado
fangal.
qao se reunir na matria da villa da Formiga.
Ifi. O 1K districlo tem por cabeca a cidade de
S. JoSo d'EI-Rei,e comprehende as freguezias de S.
.1.i,iu d'EI-Rei, S. Jos <1'E1-Rei. Santa Rita do Kio-
Abaiio, S. Migael do Calara', l.age, Conceirao da
Barra, S. Tlnago, Nossa Senhora de Nazareth, Car-
rancas, Bom-Successo, Rio do Peite, Passatempo,
Sauto Antonio do Amparo, Oliveira e Bom-Jeus
dusPerdOes, formando um collegio que se reunir
na malriz da cidade de S. Joao d'El-Rei.
17. O decimo-setimo districlo lem por cabera
e cidade de Barbacana, e comprebende as freguezias
de Barhncena, Prados, I.aga Dourada, Sania Rila
de Ibitipoca, Chapeo d'Uvas, Mercas da Pomba,
Pomba, Conceiro da Ibitipoca, Santo Antonio do
Parahybnna, Simo Pereira, Presidio do Rio Prelo
e S. Jos do Rio-Prelo, formando nm collegio, que
um col se reunir na malriz de Barbaceoa.
dePi- S 18. O decimo-oitavo di*lriclo tere por caliera a
villa Leopoldina, e comprehende ;is freguezias da
Oca di-
' modo se-
yio de
npo,
*vsau-
\dos
"ese
B
t
Je"
i.em
*, Ti
3 3 O terceiro dUIricto tem por cabera a Cidade Leopoldina, Meia-Palaca, Madre de Dos do Angu',
e Saban, e comprehende as freguezias de Sl. bar, [', Jos da Parahyba, Mar de Ilespauha, ConceirAo
MINISTERIO DA JUSTTCA.
Decreto n. 179 i de 7 de ago%Ui de 18.V!.
Eleva a viole o ora ero dos correctores de fundos
pblicos da praca da capital do imperio, e aquin-
ze o dos correctoras de mercadorias.
Hei por bem, sobr consulla do tribunal do com-
mereio da capital do mperio, decretar que o nume-
ro dos correctores dof fundos pblicos dasla praca li-
qoe elevado a vinte, e o dos correctores de mercado-
rias a quinze ; ficanrjo para este lim revozado o de-
creto n. 1573 de 7 di raar^odo anno prximo pret-
rito, que elevara o numero daqoelles a qnalorze, e
o desles a doze.
Jos Thomaz Nabo co de Araujo, do meu consa-
Iho, ministro e secietario de estado dos vegocios
teoha entendido e fa<;a exe-
Janeiro, em 7 de agosto de
en.lencM e do imperio.Com a
potador.Jos Thomaz \a~
iia.
S 19. O dcimo nono districlo tem por cabeca a
v'ladeS. Januario do Ub, e comprehende as fre-
guiziis de S. Januario, S. Jo3o Raplisla do Presi-
dio, Direa do Turvo, Santa Rita do Torvo, S. Se-
liaslflodos Afilelos, Santa Aona do Sap, Piranga.
. Josc da Ligoa, S. Gonralo do Rio Abaixo, S.. tsPe'. S. Jos do ChOpol, Gloria do Muriah
'.".. ..-?CIC". .*. s"n'a_Barbara, S. Domingos" Tombos o Caraogola, formando um collegio, qae
d, Aveotureiro, e Espirito Santo, formando um
colegio que se reonira na malriz da villa l.eopol-
Rapoaos, Congonhas do Sabara, Caet, Upa,, tur-1 o Rio Novo, S.Paulo de Muriah, e cralos da
ral dEI-Rei, Capella Nova do Belim, Piedad, da' tedade, Boa-Vista, Rio Pardo, Sanio Amonio
Paraopeba, Santa Luzia, Santissimo Sacramenf da
Barra de Jequitib Sanio Antonio duIRio cima, .a-
dm Santa, Contasen), Maltosinhos, Roca-Ivia^T^, S.
JoSo Baptiata do torro(irande e Trahir^iTormail lo
nm collegio, qna se reunir na matriz da cidade > e
Sabara.
, s, ^-.Oqnartodlitriclo lem por cabeca a cidad\
de Itabira, e mprehende as fregoezias da Itabi
da josli;a, assim
colar.
Palacio do Rio de
18.6, 35. da indep
rubrica de S. M. o
ouco de Jravjo.
Decreto n. 179 de 7 de agosto de \Kt6.
Declara que deve ser manlido o cosime de uas au-
diencias fallaren! ns advogados de seus asseulos a
por ioa aotiguid de.
Hei por bem, dr conformidade com a minha im-
perial resolucao de 26 do mez prximo passado, to-
mada sobre consol!i da *eccao de justira do conse-
Iho de estado, decn lar que seja mantido o costme
nao derogado pelo art. lili do cdigo do processo, de
as audiencias fallrem os advogados de seus asien-
tos e por sua antii uidade.
Jos Thomaz Nabuco de Araujo, do meu con-
icretario de estado dos negocios
tenha euleodido e faca exe-
*> Prato. Marro de Gaspar Soares, Santa Anna de
Cocaea, Cal.valtardeMallo-Dantro, Santa Aunados
1-erroi, Aitonio.Dia. Abaixo, Taquaruss, Sania
Alina do Alfl, Joanezia e Cuiete, formando om
collegio, iue se rennira na malriz da cidade de Ita-
bira.
5. f quinto dislriclo tem por cabeca a cidade
do Seno, e comprehende aa freguezias de Serr,
Concei-Ao, S.'Miguel e Almas de Correntos, S Se-
bistlar de Correles, S. Jos da Jacary, Santo An-
lomado Peranha e Rio Vermetito^.fgrniando um col-
IteK que se reunir oa malriz da cdair3o Sert-
i b. O sexto districlo tem por cabera a MauE
u0mnei'ae8i'. q reunir* na m.t.iz da cidade ia-
i.liAt.86'' di,,ric, ,em Pr beca atei-
ib, NoVaa' dividid0 em dou elegios; a
sellio, ministro a
da ju-lica, assim
en lar.
Palacio do Rio
18.6, 35. da ind
rubrica deS. M.
buco de Araujo.
Decreto ti.
Marca os das e
de Janeiro, em 7 de agosto de
ndeuea e do imperio.Com a
Imperador.--.Awe TAoma; Xa-
zias
Seuh
Domi
dallinga, e S. Sjbasli. do Sa|n Gra"nd.'renir-
se-lia na malriz da c/Jade de Minas Nova:
Ooejooi',. r "'J**Ttf&'i*-*l' a
lo Rio Pardo e A9uildm.Wul\lf,i SilioasTreu-
aar-fa-Jn najiu 1?'%'. tVaffiro dtarrrdrrlam por caliera a vina ue
Mootea Claros de b'ormigai, dividido em 3 collegios,
a sabor :
O prmeiro collegio, eomprehendendo as fregue-
zias de Montes Claros, Bamlim, Santissimo Curacao
de Jesui, Contendas e Bom Succrsso da Barra do Rio
daa Velhas, reuoir-se-lia oa matriz da villa de Mon-
tes Claros. ^* ------>.
O legando collegio, comprebendendo a< fregue-
ziai do Grao-Mogol, Itacambira e S. Jos de Gu-
rotuba, reuuir-se-ha na malriz da villa de Grao-
Mogol.
collegio, eomprehendendo as freguezias
j.Ui'I"^b Morriuhos da Jannaria e S. Komao,
di Jinuana, Wf da yjUa Unatli,_
reunir.se-ha, n.'W ^ ,em cabe cida_
"cTprimeiro collegio, comorSS^^'^-
ziat de Paracal. Santa Anua dosTfe5 e "' "
nhos de Paraeatti, rennir-se-ha na matrS?3 cmaae
de Paracal. ">
O segando collagio, compreheudendo as fr-,.."
zias do Patrocinio, Santo Antonio dos Patos ??"
Ragem, reunir-ao-ba na malriz da villa do Pairo-1
cinio.
$ 10. O dcimo dislriclo lem por rabera a colado
da liberaba, e comprehende as fregueziae da Ube- ,
riba, Nossa Senhora das Dores do Campo Formoso, '
Arax, Santa Anna da" Barra do Rio das Velhas, |
Pralii, S. Francisco das Chagas do Campo Grat.de,'
Desemboqu*, "*. Francisco das Chagas de Monie-
Alegre e S. Francisco de Salles, formando um
collegio, que ae reunir* oa matriz da cidade de
L'beraba.
^L^Ojtecimo-primeiro dislriclo lem por cabrea
a vllW'll'CaliilNv)^aiirufrehenie as freguezias de
Calda, Campestre, Cabo-Verde, S. Joaquim, S.
Sebasliao da Ventana, Carmo do Rio Claro, PassOs,
Jacohy. S. Sebasliao do Paraizo c Dores do Alerndo,
formando nm collegio, que se reunir* na matriz da
villa de Caldas.
S 12. O dcimo-segundo districlo lem por cabera
acidado de Puoso-Alegre. e comprehende as fre-
gnetia* de Pomo-Alegre, Santa Rita da Boa-Vista
daCapituba, Santa Anna de Sapucahy, Campo Mis-
tico, 5. Caetauo da Vargem-Grande, S. Jos do Pa-
raizo, Ouro Fino, Cambuhy, Jagorahy e S. Joic de
Toledo, formando um collegio, que se reunir oa
matriz da cidade de Pouso-Alegre.
S 13. O decimo-terceiro districlo tem por cabe-
ra i cidade de Baependy, e comprehende as fre-
guezias do Baependy, Pooso-Alto, Ayurooca, Ala-
goa, S. Vicente Ferrar, C.oncrirao do Rio-Verde, Ca-
|uvar> .Carmo.S. Thoni dasl.elras.Serranos.Christi-
na, ConceicSo do Torva, Livramenlo do Bom-Jar-
dim, S. Sebasliao da Capitoba, Itajuba e Solednde
de Ilajuba, tormnde um collegio, que se reunir
na malriz da cidade de Baepend>.
S 14. O decimo-quarlo dislriclo lera por cabera
a cidade da Campanha, e comprehende ai fregue-
; >> ti
I le sel,
irielos, oo
10,11 el:
Art.
oepta o?y
- r.^nrTi
m foramen:
( depois
ria absolol
declarados
Arl.
volos, o
r:'.'1"
lisia i
elege
do es
seni
tanlo
Al
atibados para la
Jos Thomaz
-cilio, ministro e
da juilira, assim
culac
Palacio do Rio1
1866, 3.5." da in
rubrica de S. II
'iico de Araujo
DECRETO N.
Oa nova organi
e reunir., na matriz da villa do L'ba.
S SO. O vigsimo districlo tem por cabeca a ci-
ide de Mariaooa, e comprehende as freguezias da
? da mesma cidade, S. Sebasliao, Antonio Perei-
Soroidouro, Camargus, S. Gaelano, Cachoeira do
B, una,lo, Inlicion.i lo, Forquim, Barra LoDga, Bar-
ra o Bacalho, Ponto Nova, Saude, Paulo Morei-
ra, uta, Abre-Campo e Sauta-Crue, formando um
colle -.io, que se reuoir na S de Marianna.
An 2. A presente divisao de dislrictos nSo pode
er alti "da senao por lei geral na forma do $ 1 do
decreto uV 19 de selembro de 1S5.
- A' '""aVfragoeziasqoe foremcreadas pela assem-
bla Pryincial pcrlencero aos dislrictos eleiloraes
aqu P*Jeceremas freguezias de que forem des-
mem ura0. Os votantes, porin, daquellas que
fore n cfeadtem territorios desmembrados de pa-
rocl "j" Perleoieoles a mais de um districlo, couli-
noa a volar- a ser volados as parocliiis a qoe
ora J'r'eucem, tic qoe por lei geral se designe o
disti ,c, a 10e ai novas parochias assim creadas de-
ver li> pertencer.
/ -n. 3. Em cada umdos dislrictos cima men-io-
iiii, "'proceder-se-ha aeleicSode um depolado ge-
ral i "2' supplente, obaervadis as llllpnaltQll dos
7- e 8-, do arl. 1 do decreto n. 812 de
mbro de 4853 : oiccplo no ~\ H a ilis -
de essa elcir.o se fara' na forma dos *?
do referido art. 1-. t
ida om dos districlos cima referidos, eL
* o 9. nomeara' dous membroe. jla assem-
etm, itodi BUppimtttj., regenOA ,...
i os cios mombros em escrutiuio do lista
i suppleotes. Os qoe obliverem maio-
i de votos no prmeiro escrutinio serao
merabroi da assembla provincial.
Se ninguemobliver maiuria absoluta de nos lunares que1
u_sejie,^ .'os a oblivprnqi.lUiTlIlls.-,l me_
e os qoe tiverem obtido mais votos, orna
jrupla do numero de Miembros que fallar
i proceder-se-ha immedialameule a segau-
linio, no qaal os eleilores nao podero votar
os nomescompreheodidos na dito lista, e em
quantos fallarem.
l. li. Se no segando eicrlioio a eleirio se nao
iom iletar por nao lerem lodos os que fallarem ob-
lido maioria absoluta de votos, far-se-ha nova lisia
dos mais votado* em numero duplo dos que fallar
ole ger, e proceder-se-ha a lerceiro escrutinio, e raes-
m > a oulro- que -cj.in necessarios; nos quaes os
~los dos eleilores nao pedern recahir senao nos ci-
'os comprehendidos na lista dupla doa que ral
800 de 7 de agosto de 1856.
qoe os tribuuaes do commereio
devem fazer d'ra em diaole as suas sessoes ordi-
narias.
Hei por bem decretar que as sessoes ordinarias dos
tribunaes do commereio do imperio teoham lugar
d'ora em diante a segundas e quintas feras de cada
semana, o. quandu estes dias forem de guarda ou fe-
riados, nos immejlialamenle iubsequentes em que se
nao der igual imjiediroenlo ; Ticando para esle lim
revogado o decrelo n. 1626 de 2 de agosto do anno
prximo pretrita, qoe deaignou as quarlas-feira- e
pollegada de corar.rmenlo, conforme o modelo jun-
to ; a qaal sera a-sentada liorizonlalmenle sobre o
mesmo lapanhado. Os c.i-iello-, espheras e estrel-
las dislioctivo desle Ires corpos serAo de metal dou-
rado em ambos os uniformes.
Arl. 6. A espada de bainha e goarniris de aro
do peqoeno uniforme dos ofliciaes dos corpos de es-
(ado-maior de 1.a e 2.< elasse lica sendo tarabem
do grande uniforme dos mesmoi ofliciaes, suppri-
ininilo-sa a que partencia a este.
Arl. 7. Os ofliciaes dos qnalro corpos aeima
mencionados podero usar das fardas e mais peras
supprimidas oa modificadas peto presento decreto
at qne se inulilisem.
O Mrquez de Camas, do mea conselho.mioistro
e secretario de estado dos negocios da guerr., o le-
nha assim entendido e faja execular. Palacio do
Rio de Janeiro, em 19 de agosto de 1856. trigessi-
mo-quinlo da independencia e do imperio.Com
a rubrica deS. M. o Imperador.Mrquez de Ca-
xias.
Circular.Rio .le Janeiro.Ministerio dos nego-
cios da guerra, em 22 de agosto de 1856.
Manda S. M. o Imperador por esta secretaria de
estado declarar ao inspector da Ihesouraria de fa-
zenda da provincia de S. Pedro do Rio Grande do
Sol, que deve remeller a raesma secretaria de estado
copias dos assentamenlos dos empregados civil da
repartirlo da guerra, existentes na dila provincia,
enviando no principio de cada semestre notas das
alterarnos que liverem havido no semestre antece-
dente, scmelhanles *s qne em taes pocas costuma
mandar para o lliesouro nacional.Mrquez de Ca-
xias.
Na mesma conformidade a todas as presidencias.
OOVERNODA PROVINCIA.
I lim. e Esm. Sr.Julgo conveniente pas mos de V. Exe. o mappa junto, relativamente ao
emprego no mez de agosto ltimamente udo, dos
africanos existentes ueste arseoal ; quer dos do seu
serviro como depositados aprehendidos ltimamente
ao sul desla provincia.
Dos guarde a V. Exc. lospeerao do arsenal de
marioha de Pernambuco 1 de selembro de 1856.
I lim. e Exm. Sr. conselheiro Sergio Teixeira de Ma-
cedo, presidente da provincia.Eliziario Antonio
dosSanloi, inspector.
@j/atii/uxt r/oJ fi//tceo/, raiAu e o"soJ fa/ictJ dc/tar/oj, /a>tco e ac /ioi/J cti/eae/o
t/o coicic atcae ac ,'/,'namwtco no >/tt^ c/c aaoJt ac if.
w AoJ
Logares donde c
correio de Pernam-
buco recebe, c pa
onde remelle corres-
pondencias.
Pernambuco .
Macei.....
Babia......
Ser^ipe.....
Kio de Janeiro .
Espirito Santo .
Sania Calharina
S. Pauto ....
Minas......
Rio Grande do Sul.
Goiaz......
Mallo-Grosso .
Paran .....
I'aralnli i ....
Rio Grande do Norte
Cear ......
Maraohao ....
I'iaohv.....
Para.......
Alio mazouas .
ss sessoes.
Nabuco de Araujo, do meu con-
secretario de estado dos negocios
o tenha entendido e faca exe-
de Janeiro, em 7 de agosto de
dependencia e do imperio.Com a
0 Imperador. Jet Thomaz Aa-
A I (endeudo a
f'.ear, hei p
1802 DE 16 DE AGOSTO DE
1856.
tario a guarda nacional do muni-
cipio da CUscacel da provincia do Cear.
proposla do presidente da provincia
r bem decretar o secuinle :
Arl. 1.* I'icar i creados un municipio de Cascavel
'-provincia do
supoeUr da
II- .1C ...
i a numera
a aeccao de
iiiinerac.lo dea.
Arl. 2.- Os
feri(.
Arl.
llimo escrutinio, a qOe se bouver de pro-
' eleger smenle um dos membros da
uncial, e tiver lunar empate, se pro-
rraa do final do 4 6- do arl. i- do re-
Cear, e subordinados ao cuinman
. capital *. mesma Dritn.in, doui
..... :, o,- seis companhias cada um,
ao de 30 e II do serviro activo, a
lalalhao de duas companhias com a
do serviro da reserva,
referidos corpos lerAo as suas paradas
Ibes forem marcados pelo presiden-
te da provincia, na conformidade da lei.
Jos Thomaz Nal meo de Araujo, do meu conse-
Iho, ministro d secretorio do estado dos negocias
da Mica, assirji o ienrhi entendido e fa?a execular.
Palacio do Rio de Janeiro, tm 16 de agosto de 1856,
35.' da independencia e do imperio.Com a rubrica
de S. M. o lrr.peradur.Jos Thc'uriaz Nabuco de
Araujo.
O
llllicina de carpin-
leiro.
Paizes eslranzairos
RECEBEU
Ollicios.
154
26
22
33
223
1
35
10
10
26
:
ls
6(H)
CARIAS.
Seguros.
Ifi
59
99
Selladas.
96
319
Til
8
2222
16
39
179
119
352
i il
ls
337
l(i
1904
De porta.
1981
Jornaes e mais
papis.
Francos.
II
28
93
23
1062
1369
De porto.
Total.
26.1
37S
86'
61
3571
T
18
219
13.1
US

21
:i83
11
REMETTEU
Ollicios.
193
380
6980
578
18
27
7
153
1
I
i
i
-i
18
:w
31
32
9
30
8
1021
CARTAS.
Seguros
a
sj
Selladas.
Deporte.
228
151
T..,
5
2061
2
1
H
5
33
331
178
11^
416
20
273
5112
201
ls
4
32
9H
171
Jornaes e mais
papeU.
Francos.
Deporte.
179
171
195
27
55*
1
.1
:i
1
17
1
1
f
1116
17*
193
S33
61
361
43
26

M
165
:1868
107
lotol.
5*1
976
42
28*
4
x
53
_*}
57
*
i
13
1515
m
em
1121
i
883
57
10659
Parliram em ludo o mez 70 estafetas.
Ailmiin-trac.oj do correio de Pernambnco 1. de selembro de 1856.
O adminislradorAntonio Jote Comes do Correio.

F8
D.
r.
5
o I
O (-. c
31-
OOicina decarapinas
Oflicina de pedreiro.
Oflicina le cnteos.
iclnida a eleieao dos membros da as-
sembla pro>. "ial, proceJer-s-ha pela mesma for-
ma a' dos seos sllenle-, ou a' do que fallar, se se
der a hypolhese dcfiial do artigo aulecedeule. Aos
membros e supplentei su-ao dados os respectivos di-
plomas na forma do S. 8- .art. 1- do decrelo ja' ci-
tado.
Arl. 8- (.loando se proceder a" ijfi?,Ao provincial
St.7''.8' e !l' dislrictos, os eleilores axcada um dos
collegios de qu6'-5!les compOem volarao em
qualro nomes sem daaigf* de membros^m de
supplentes, a procederAo em ludo o meis C3L-2L
acha determinado nos 55 Itl e II do arl. t- do re-
ferido decreto ; devendo a cmara municipal da ca-
bera de cada um doi ditos dislrictos dislrictos pro-
ceder pela forma indicada no 5 12, e declarar mem-
bros da assembla provincial pelo respectivo dislric-
lo os dous candidatos mais volados, e supplentes ns
dous immediatos em volos ; expe liodo-llies o di-
plomas, e procedendo, em caso de empale, na for-
ma dos arls. 88 e 115 da lei de 19 de agosto de
1816.
I.uiz Pedreira do Coulo F'errez, do meo conselho,
ministro esecretario de estada dos negocios do im-
perio, assim o tenha entendido e faja execular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 7 de agosto de 1856,
trigsimo-quinto da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Luiz Pe-
dreira do Coulo Ferraz.
MINISTERIO DA FAZEHDA.
Hei por bem nomear Joao Mauricio >Vanderle>,
do meu conselho, mea ministro e secretario de os-
lado dos negocios da marinha, para exercer interi-
namente o cargo de ministro e secretario de estado
MINISTERIO DA Cl'F.HK. \.
Circular.Rio de Janeiro.Ministe rio dos nego-
cios da guerrai em 16 de agosto de 185'.Ilim. e
E&m. Sr.S. M. o Imperador ha por L.em deler-
minar que os|recratas que nessa proviuo ia se jul-
garem aptos para o sorvico do exercito, *jam logo
juramentados bo corpo oo companhia mais i Toxima,
recbendo o oecessario fardamento,|mauta e es teira,
e venceodo, desde esse dia, o respectivo sold, ,nara
o que se lheappssar guia, quandu seguirem para s-
la corle, ou para qoalqner outra provincia, deven, lo
haver todo o c iidado em que sejam vaccinados, eo -
mo por dilTere Jlea vezes se tem recommendado : o
que todo rommnico a V. Exc. para seu conheci-
ineiilo.Marque/, de Caiias.Sr. presidente da pro-
vincia de....
_x^
OS USAMENTOS DE PARS.
Por Edmundo Ahoit.
SEXTO.
^,3
2-
16
Oflkina de feveiro
Ti
Hlliiina de IriM-o
vellas.
Na serrara.
I Como serventes na
obras.
Empregados no
caes.
-
o
* 2 a.
a CT
-.so
6 c
". <*c
5'"' n
n a.-
Illm. Sr.Passo a responder a V. S. a rapto*
spnlacao, que ao Exm. presidente da provincia en-
derecou a cmara municipal desle municipio em
dala de 25 de agpslo do correte anno, como me or-
dena V. S. em seu oftkio datado de 28 do mez cima
cilado.
Senao fosse o desejo que tenho de conservar em
todos os actos de minha vida quer publica, quer
particular aquella tleugma, e crcumspecc,Ao, que ca-
racteriza os homens de lina edocacfto, e pulidez,
dando-lhes um lugar dislinclo na sociedade, princi-
palmente na poca actual, em que ludo se offusca,
ovildaodn-se os mais triviaes o comesinhos princi-
pios de rivilidade, por cerlo que muito leria qoe
dizer em relar,ao a representarlo' que respondo,
(nrmenle figurando nella o nome de pessoas, que
cobertas de lautos masellas, a de feitos t.io horri-
veii, sao na verdade os menos aptos para deporem
lo de frente, e com a maior sem ceremonia dos
meui actos na qualidade da delegado de polica d .
comirca de Goainua.mas, Illm. Sr., conlinuando em
meo firme proposito de honra, guardarei nesla mi-
nha resposta aquella honeslidade que he compalivel
lili, "i. scudo inexaelo que o juiz de direito interino
lem andado pela comarca aluciando o povo para vo-
tar e muilo menos coagindo, valendo-se de sua po-
-iro para aterrar por meio de ainearas oo procesaos;
urna tal calumnia s podia lembrar aos signatarios
da rcpresenlac.ao, os qaaes devendo melhor compre-
hender a sua posicao, se deviam oceupar antes com
oniros objeclos de inleresse real para a monieipali-
dade, do que com eleijes. Posso afTirmar a V. S.
que o numero de II inspectores ainda nao he soffi-
cicnte para ser bem pnliciada a c'ulade de Goianna e
seus suburbios, e qae seja' nao o elevei foi mesmo
para evitar qae se dissesse que o fazia em conse-
cuencia da proximidade das eleices; o qoe farei
logo qoe estas se terminen!.
Em qaanlo aos onlros pontos de accusarHo, alo
he, de estar o promotor publico cora parle de doenle
o todava advogar no civel, e Iralar dos negocios
tendentes a procuradoria fiscal, e ser subdelegado
de polica o collector provincial, sou a dizer a V. S.
que alm de achar asoatica urna tal aecusaco em
relcelo ao pouto capitalcoteco a liberdade de
voto, porque nao sei como se d coaccjloao vol
com o meu carcter, limilando-me somonte aos/ livre, por nAo ser promotor antes Pedro que Paulo,
pontos de recusar io di cmara de Goainna contra
Arr.unaco de lua-
dera.
Servindo aos meno-
res.
Servindo na enfer-
mara.
A.
Barca de escavarao.
Destacados,
Na fachina do quar-
lel.
Total.
o s
o ^'
a. 2
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O. o
2 S
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&.
5 5
o r&
Dtcreto [i. 1,801 dt 19 de agosto de 1856.
Altara o plaop dos uniformes do exercito eslabele-
cido pelo decreto n. 1029 de 7 de agosto de 1852,
na parte relativa aos cotpos de eslado-maior ge-
neral de engenheiros, e do estado-maior de 1.a
2." claise.
__IIei por bm decretar o seguinle :
"~'.(rLiw."TircT Su'pHfiffii* fiirrl* <' grande
uniforme de primeira gala3dT -Quiches do corpo
de estado-rdaior general.de que trata o plaTao-d,1)* il-
ni formes di exercito approvado peto decreto n.
1,029 de 7 da agosto de 1852.
Arl. 2. Pissa a ser do grande uniforme a fardt do
pequeo ui forme de segunda gala.dos ditos oflicia-
es, com lo. a- as peras conceroentes a farda sappri-
raida.
Art. 3. O peqoeno uniforme se compor da so-
brecasaca de gola bordada, e de todas as peca- con-
cernenles l farda de secunda gala a que se refere o
plano dos oniformes, com excoprao do talim, que
ser todo de Irancelim de fo de ouro.
Arl. i. A espada de ambos os uniformes lera a
bamba c as guaroires douradas e lavradas.
Art, 5. I iram supprimidas as bordaduras da gala,
canliues eapanhadodas abas da fardado grande uni-
forme dos ofliciaes dos corpos de eugenheiros, e de
eslado-maior del.ede 2. claise. Abordadora
do apanhido das abas ser* substituida por urna casa
figurada, formada pela noiao de dous galoes de ou-
ro lisos de cinco linhas de largura, e urna e meia
Illm. e Exm. Sr.Cu ir. priado a ordem de V. Exc.
contida em oflicio de 2 do correte, acompaohadu
'- urna representaran de diversos moradores desla
fregumia de Santo Antonio, em que se queixam de
nao lerei.-! sido qualilitados volantes da mesma fre-
gnezia. e de. nformaro dada respeilo pelo respec-
tivo juiz de paz mais volado ; podemos aswgurar a
V. Exc. que, em observancia do aviso o. 8 do 1." de
fevereiro de IS'-17, ofliciamos em data de S de abril
do corrente anno- ao juiz municipal suppleule da 1.a
vara, bacharel
querque l.ins,
recurso, na to'
o qual effecl
mez de abril
lei, e das re
nAo honve.
anclsco Gomes Velloso de Albu-
reuuira conselho municipal de
lei regulamenlar das elei;es,
i reuuio-ie no dia 20 do dito
oil peto lempo marcado oa
ts consta que um s recurso
Dos goaroe
pal do Recife em s
Illm. eExm. Sr. co.
cedo, presidente desl
c. Paco da cmara monici-
de 3 de seterr.bro de 1856.
Iheiro Sergio Teixeira de Ma-
provincia.llaro de Capi-
baribe, presidenteFrancisco I.uiz Maciel Vianna.
Joaquim Lucio Mooleiro da Franca.Jos Mara
Freir Gameiro. Gustavo Jos do Reg. Manoel
Joaquim do llego Alb'oquerqo.
Illm. e Exm. Sr. Remello a V. Exc. a esla-
li-ca dos ollicios, cartas ,e oulros papis sellados, fran-
cos e de porte en Irados e sabidos desla administraran
no mez de agosto pro limo passado.
Dos guarde a V. Exc. Correio de Pernambnco
3 de selembro de 1 sai. III m. o Exm. Sr. cooselhei-
ro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da provin-
cia.O adminislrador, Antonio Jos Gomes do Cor-
reio.
i A mu da marqueza.
V
Heeehenrlo a caria do l.ucilla, GaslAo fez o que le-
ria feilo qualqoer homem em seu logar : beijoo mil
zas a assignalora, e parti oa posto para Pars. A
fortuna, quo comnosco brinca, bem como urna me-
nina com saas nonecas, o fez entrar no holel d"Ou-
treville em urna torca-reira tarde, justamente duas
semanal depois de seu casamenlo. Podia ioagnar
que i primeira qninzena de janho fon om ac' vo
roo, qoe acordava moido de fadiga ao lado da na. -
ther. Desla vez saa resol uqAo eslava bem tomad ;
armra-se de coragem cnnlra o despolismo maleroo
de madama liennit. e jurara a si mesmo defender a
esposa al a exlremidade.
Ainda elle nAo linha aberlo a porlnhola da sege,
qoando Juli i entrou gritando no caraariro de mada-
ma Benoit:
Minha ama minha ama lo senhor marqnez I
A viova que ignorava que a lilha escrevera p.ra
Arlaoge, cuidan ler ganhado a batalba, e respondeu
com alegra mal contida :
Nao ha motivo de gritar: en esperava-o.
Eo nao o sabia, senhora ; e por causa do que
passou-se ha quinze dias. cuidava que minha ama
eslim iria ser advertida. EnlAo est em casa para o
senhor marqnez'!
Orlamente I va corra Em que quer inlro-
meller-u- f
Perd,ic-me, senhora ; mas descarregam-se ai
nulas do se ilior msrqoe/. Elle vem residir aqoi 1
Entao node lia de residir V cuidar em sua
bapacem.
Perdoe-me, senhora ; ms para onde se deve-
rcondozi-la?
() Vidt Diario a. 208.
Tola p|ra o aposento da marqueza Oode he
o lugar de om marido, senao junio da mullot ".'
Gaslo entrou coberlo de pneira no camarim da
sogra, e seu prmeiro lance d'olhos procurou a Lu-
cilla ausente.
Madama Benoit mais fagueira do qoe nos pri-
meiros dias, responden a este olhar :
Procura l.ucilla '.' Ella jauta em casa de urna
amiga ; mas he larde : voss a ver* autos de urna
hora. Emfim. ja veio Abrace-me, meu geuro ; eu
lite perdn.
Ab '. minha amavel m.ii, Vmr. forla-mea pri-
meira palavra que eu quera dizer-lhe. Esle beijo
faja esquecer ludas as suas faltas !
Se commetti fallas voss as linha desculpado
anlecipadamente pela incrivel mana, de que eiiiliin
se eorrigio Querer viver com os lobos, na sua ida-
de Confesse qae era cgueira, e d grabas a quem
o esclareceu N'Ao est melhor aqu do que em qual-
quer outra parle 1 Pde-ie vver bem fura de Pars?
Perdoe-me, senhora, nao vim a Paris para vi-
ver aqui.
E para qoe cnlo '.' para morrer'.'
Nao liearei aqui lauto lempo que me d a nos-
talgia. Vim a Paris primeramente para buscar mi-
nha mulher, e depois para fazer urna visita indis-
pensavel.
Pretende reconduzir minha filha a Arlange ?
Quanlo mais brevemente for possivel.
E ella o acompanhar a esse retiro '.'
Parece-me que ella o deve.
Ordenar-llie-ha que o siga em nome da lei, e
seu amor ser escoltado por dous geudarmes '.'
NAo, senhora ; cu renunciara aos meus direi-
los, se fosse preciso reclama-los peranle os tribu-
naes ; mas Bao oslamos nesse caso : l.ucilla me segui-
r por amor.
Por amor de voss ou de Arlange .'
De om e de oulro ; por amor da forja c do for-
jador.
Est certo disso '.'
Sem faino!, le. sim.
Veremos. I-. pde-se saber qual he esia visita
indispemavel que compartidla com minha lilha a
honra de atlrahi-lo a Paris '.'
Nao se nimia : he urna visita, a qual Vroc. nao
pode ir comigo.
Em casa de que mortal privilegiado t
Do ministro do iolerior.
Do ministro! Para que'.' Se sonberem l
mim.
V. S. sabe, que em pocas eleiloraes tudo se in-
verle, e de Indo se laes mio, para derrotar o ini-
migo no campo eleilural, e por isso nao admira que
inimigos meus lanrassem mAo da peona, e redims-
sem conlra a polica que dirijo uina representaran
ao K\m. presidente la provincia, s com vislas
rte arrdarera da Iwiro :ioi meu- dniun- (.olilicu- ;
todo se faz, e ludo se v em pocas taes, e esta he a
razaodi represenlarao da cmara municipal de Goi-
anna.
Prmeiro que ludo releva ponderar a V. S., qoe
i cmara municipal tora reunida em sua lolalidade
de supplentes de urna volarao lo ridicula, qae nun-
ca serviriam senao n'aqoella occasiao, para conlra
mim representaren!, vista a impossibilidade de se
reunirem os membros effeclvot, de crescida vola-
cao, porque estes nao se sujeitavam assignaremqual-
quer escriptn, ou papel conlra mim, e anda assim,
Illm. Sr. eo de barato dara urna tal d.sordem, e il-
legalidadc, um procedimento tAo reprovado e roes-
quinho desles signatorios da representofao, se esta
fosse discutida o approvada era sessao, e redimida
pelo respectivo secretario, porem nao ; a reunan
extempornea, e illegal fora dada ai pro formula, o
cora o nico lim de se me calumniar o as demais au-
toridades, pois que aquella repreaeotac,Ao fora feita
em casa d'um camarista, e por esle escripia, qoando
deveria ser peto secretario sendo sellada, como he de
lei, e inveterado costume, o foi tal a sofregoidao o
escndalo dos Srs. camaristas de Goianna era me
morderem, qoe ainda hoje nao se acha toncada do
livro das actas da raaoicipaldade a supradila repre-
senlarao.
S o qoe tenho dito, Illm. Sr., seria snfllciento,
para me ter justificado plenamente para cora o Exm.
presidente e V. S., por quanto lie incomprehensivel,
que sendo eo aecusado violentador da liberdade do
voto, se fi/.esse urna tal accusacio debaixo de capoto
e contra lodos os Iraraittes que a lei da raunicipa-
lidade (em marcado, para casos taes; porem eu peco
licenra a V.S., para entrar em detalhes sobre os
principaes puntos de urna tal accasacao.
Falla-se em om crescldo numero de inspectores
de quarteirao, em seu traje ele, o so diz que lodo
este cortejo he para eu Iriomphr na eleieao, po-
rral se essa cmara leviana se desse ao irabalho de
conlar os inspectores e visse, qoe esles nao exce-
den) ao numero de quarenla e um, os quaes sao dis-
tribuidos nao s na cidade, qne he grande e popo-
losa, como por tora ua dislancia de duas a tres le-
guas, ceriamcuio que nao se admirada do sea nu-
mero e muito menos os denominara de falange, e
anda menos de |seo traje, qoe nada tem de sig-
nificativo para as eleices : porem muilo pode
a leviandade e mxime o desejo de calumniar,
mormente em pocas eleiloraes, como ponderei a
V. S.: posso ailinn ir a V. S. qoe em todas as mi-
uhas noraeaces de inspectores de quarteirao lem
presidido a maior boa f e sioceridade, e que as mi-
nbas vislas se encaminham nicamente para a ma-
nolencao da ordem publica, o bem estar dos habi-
tantes de Goianna, aos quaes desejo todo socego com-
palivel em pocas eleiloraes, lendo muito em consi-
derac.no as ultimas orden- de V. S., relativamente a
minha conducta as prximas eleices, afira de qne
a liberdade do voto nAo encontr o menor extorvo da
parle da polica, e as demais autoridades do lugar,
as quaes conservando-se no seu posto de honra, nu-
tren) os melhores desejos de manter a ordem pn-
dando-se a mesma razAo a respeilo do subdelegado
acresce que nenhuma ingerencia lera a polica com
taes fados, aos quaes compete lomar conhecimenlo
as autoridades superiores, e desle modo me parece
que teoho respondido a lodosos pontos da mencio*
nada aecusarao, mas releva aioaa ponderar a V. S.
qae os signatarios da representarn, ou acamara mu-
nicipal de Goianna, sAo todos suspeiloa e lo fallos
de boa fe para fallarem rui liberdade de voto, a
em duvida a minha conduela.
do do Exm. Sr. conselheiro presideaUa da prarvtai-
cia.
Dos goarde a V. S.' por moilos annoa. Dalafa
ria da polica do termo de Goianna 29 do atesto da
1856.Illm. Sr. Ur. Polyearpo Lapos de Loto, mol
r igno ehefe de polica desla provincia. .lauto
'randsco Peretra, delegado de polica.
O escrivao desta delegacia que peanle aaia serva,
certifique ao p desta qoaotos procesaos fax
(amados por esta mesma delegacia em os i
/ilbo a agosto desle correlo aono.
Cumpra. Cidade de Goianna 29 da l
1856.nfoirio Fnmeifeo Fretro,
lleta.
Eu escrivao abaixo aslznado,eerlrieo,qaa i
processo sa instaaroo par esle juizo do l
Ira pessoa al guia dorante os ames da jo*** og
lo deste corrente anuo.
A presente paasei em observancia i portara i
pra. Cidade de Goianna, 29 da acost 1836.
Em f de verdade.O oocrivio da delegada,.
7111111 Jote da Costa Leite.
Ocarcereiro da radea desta cidade,
seos livros, aprsenle a esta delegacia aeea 1
dos presos recolhido* a cidria deala cidada a* cor-
rente mez, com declaraello de seas ora01, aaatrra
da prisio o ordem do quem foraro recolkidoa.
Compra.Cidada de i.manna 29 da agota* ala
1856. -tntonu) h'ranciico Pereira, delegado da po-
lica.
Eu, carcereiro da cideii desla cidade, abaixo is-
signado, em observancia da portara sapeara, aertili-
co qae compulsando o- livms qae lervem aa aa-ana
de assenln de prisoe, em um dalles folhaa 210 .,
muilo menos por
como delegado de polica, que ha poacos dias de- j osqoe folhas >l, coosla do qoe ordena dila portaru
mtlir&m o seu fiscal e aju lanie do porleiro, homens e ha o seguiote
probos e dedicados ao servico da mnnicipalidade, s
pelo receto de que elle- votassem com os meus ami-
gos, entretanto que se esqueceram de qua eram ze-
losos empregados, sendo alm disto sobrecarregados
de familia .- deste facto V. S. po lera' colher opti-
Foi recolhido na mesma a ordem do Sr. sobdeto-
gado de Podras de Fogo, o tenante-coronel Mariano
Ramoi de Meodonra, Aolooio Pereira Lima, tea Jl
do corrente agosto, processada naqaolla sabdetoga-
cia por furto do cavallos ; em 27 do mesmo, a er-
raos resollados, e coocluir sem duvida, que a cmara dem e disposi^Ao do dito Sr., recolhi l.ooatl
de Goianna he toda cavillosaecheia de despeilo pan deira de Mello, para averiguaces policiaes. A er-
com minha pessoa, qoe Ihe devia merecer maior at- dem do Illm. Sr. commeadador delegado de polica.
(enr.io .- respeilo : digo islo, Illm. Sr., porque (odas
as cmaras transactas nunca pozeram em duvida mi-
nha dignidade, o muilo menos a minha sioceridade
e bous desejos de garantir a liberdade de voto
e tamben) a ordem publica da mesma comarca ;
por qoaolo nunea contra mim se forgicara papel
algum, on representarlo alguma que indicasse, que
eu era desreipeitador das leis de meu paiz : o o provo
maior que acabo de dizer,que soo delegado do polica
ha 6 para 7 annos.e to longo espaco de lempo j me
devia bem garantir,e provar a minha conduela como
aoloridade, tanto qua tenho servido com nimios pre-
sidentes, o ain Ja nm s nao leve occasiao de duvidar
do meo carcter, e zelo ; pelo contrario at elogios
se me lem dado, se bem qoe immerecidoi; e se oislo
falto, Illm. Sr., nao he por oslenlacAo, on vangloria
e si in em rehilaran ao qoe de prsenlo de mim diz a
monicipalidade do termo, e se V. S.'ie quizesse de-
sengaar de lal argnirao Uto infundada, querendo
se dar ao Irabalho de onvir as pessoas sizudas e cor-
dalas da comarca, conveocerse-hia da verdade de
minha- proposites, o por conseguinle, da injustira
da aecusarao qoe agora se me faz ; injuslica tonto
mais re v olan le e in fondada, quanto he sabido ( pelo
que lenho dito ) qoe os individuos qoe rae a faiam
sAo destituidos de criterio e boa fe, como ponderei
V. >.', e em sm lolalidade meus desaflectos.
Feilas estos considerares, ainda lenho a accres-
cenlar, que, com qoanlo tenha punido o delinquen-
te, sempre qoe se faz necessario, se bem qne com
toda a moderaran,n,1,1 s peto meu genio de ordem o
paz, como porque rae tenho convencido da vanta-
gem de nm lal ivslema, para boa ordem o seguran-
za da sociedade ; nesles ltimos dous mezes ainda
me lenho mais moderado, e sido escrupuloso, para
que se nao diga, que slenlo poder e torca, queren-
do amedronlar a populacao, para nao volar livre
mente, como bem se evidencia dos docnm;ntus que
tenho a honra de olTerecer a considerarlo de V. S.a,
os quaes sao as certides do carcereiro o escrivAes
deslo cidade, em como senao tem dada prisea e
muito menos anteabas e processos, como de lao boa
vonlade disse a cmara municipal, 00 tenos de seoa
malignos e degenerados membros, e eite meo proce-
dimento lem sido imitado pelas as de mais autorida-
des de om modo (Ao heroico, qne nao pono deixat
do as louvar, principalmente o honrado Dr. juiz de
direilo interino, cujo carcter he bem eonhecido.
Parcce-me que tenho salisfeito a exigencia de V.
S.' em seu citado cilicio,e espero da mioma bonda-
de de V. S.'-, qoe islo mesmo levara ao conhecimen-
liao de saber. Importa aos interesses da forja
qoe eu tome assento no conselho geral. Apreienla-
se agora tima vaga, e quero pedir ao ministro que
me acreile como candidato do governo.
Mas;, vai desavir-me com toda a extrema di-
reita I
Smenle se desaven) as pessoas que se conde-
cen), se Vnc. me tivesse interrogado sobre minhas
opinies poltica-, eu Ihe lena respondido, que nao
sou homom de opposirao. Demais. parece-me que
mis oulros grandes propietarios nao temos razao de
queixa.
Voss disie bem : Nos oulros grandes propie-
tarios. Crer-se-hia qae sempre o tem sido em sua
vida I
Ol! senhora Eo o sou de pai a lilho ha no-
vecentos aunos! Conhecc proprielarios de dala mais
antiga '!
Seempregarmos palavras equivocas, podare-
mos fallar muilo lempo sem enteuder-nos. lina-
me. Agrada-lhe solicitar honras de provincia, con-
vento) '. todava a forja tem sido bem administrada
lia quinze annos, embora eu nao tenha tomado as-
enlo no conselho geral. Oucr apresenlar-se como
randi,lalo mini-leri il; creio que leria obrado melhor
pedindo os votos de nossos amigo*, que Ao numero-
sos, ricos e ufluenles. Comtodo fecharei tambera os
nllios a'isso. Veja se sou elemento Acabo de ga-
nhar orna victoria sobre voss ; obrigac-o a vir a
Paris ao meu terreno...
A' minha casa.
justamente. Oh voss linha nascido propie-
tario, crioo logo raz Apezar de ludo veio aqui
porque obriguei-o ; he urna derrola, mal nffo pre-
tendo tirar delta vaoiagem : qoer asignar a paz'.'
Com ambas as maos !... se Vrac. for razoavcl.
Ileideser. Voss ama Arlange, esla ancioso
por voltar para l, e nao quer viver sem sua mu-
lher, o que he mu natural. Eu Ihe reslituirei l.u-
cilla para que vos a leve para a forja.
He quanto quero : asstgoeeaoi!
Eipere De minha parle amo Paris, aisim co-
mo voss ama a forja e o bairro, asiim como voss
ama l.ucilla. Se nao enlrar nunca na alia sociedade,
morrerei de dr. Cuslar-lhe-hia muito. emqaanto
esu aqui, apresentar sua mulher e a mim em oilo
ou dez casas de seus amigos, e moslrar-me om canti-
nlio deise paraizo terrestre, da qoe fui excluida
pelo.....
I Pilo peccado original'.' Cuilar-mt-bia muilo,
e de nada Ihe servira. Nao Ihe repetirei qoe lenho
contra o bairro um rancor, que me impede absolu-
tamente de lomar a por l os ps. Vrac. er ler so-
bre mim suflicientes direitos pira reclamar o esque-
ciraeuto de minhas repugnancias, e o sacrificio de
mea amor proprio ; mas pode exigir que exponha
por seu respeilo o futuro de l.ucilla '.' Reservo-lhe
longe de Paris orna ventara modesta, sem estrondo,
e de risouha iinilormid de. Temos de viver, se Dos
for servido, trinla ou quareola annos juntos, em nm
horisonie acanhado, porra mu bello, sem onlros
prazeres seuAo os que recebermos um do nutro, sem
oulros acontecimenlos aroio o uascmenlo e o casa-
mento dos nossos lilhos. Tal felicidade satisfaz sua
ambicAo. ella m'o disse. Ouem me assevera que a
visto de um paiz, onde ludo be oslenlaco e vaida-
ile, nAo Ihe far andar ao redor a cabera T qne seus
olhos deslumhrados pelo brilho dos lustros, podero
acoslumar-se a branda claridade da lampada, que
ha de illuminar todas as nossas uoites ? que seus no-
villo- ensurdecidos pelo tumulto das rennies pode-
rAo ainda ouvir as vozes de nossa floresta e a minha '/
Ncsle momento ella lie ainda a l.ucilla ; enfada-se
mortalmenle em Paris...
Como o sabe '.'
Tenho certeza. Mas, nAo sei se no lim de seis
mezes pensara como boje. ISasla um baile para mu-
dar o corar.01 de urna mulher mora, e dez minutos
de walsa podem causar mais perturbares do que
um lerremoto.
De veras'.' Pois bem l.ucilla he sua ; go-
verne-a como entender. Quanto a mim, nuca bem :
he o meo ultimtum, e se voss o repellir, rompe-
rei as conferencias Ouem o impedira de apresen-
lar-me, nao digo em lodo o bairro ; mas em ciuco
oo seis casas de seu conhecimenlo '.'
Sem minha mulher! Crcia-me, senhora, lora
melhor que alassemos urna pedra ao pescoro, c nos
laura.senic- juntos 10 rio. Toda a aristocracia ennhe-
ce a Vmc. assim como conheceu a seu pai. Todos
sahem de sua ambicAo perseverante, Vmc. j he o
objecto da xombaria do bairro ; foi o barAo quem me
escrevea islo, e seu testemanho he irrecusavel. Da-
la que Vmc. comprou por dous oo tres milhes o
prazer de navegar no bairro a reboque de urna mar-
queza. Se eu apresenlasse-a hoje seriam amanhaa
contadas as visitas qoe liveisemos feilo, e seria cal-
catada a somma que me tinham rendido. Qoe diz a
esle respeito'{ Se Vmc. he asss moca para querer
jogar semelhaole jogo, do son assus philosoplio para
cima, recolhi na cadea em 8 do mesno a Belar-
niino Jos da Costa, viudo da subdelegada de Po-
dras de Fogo ; em 29 do mencionido aoat a ordaaa
do dito senhor, recolhi a Manoel Francisco da Silva,
para averiguacoes policiaes.
Nada mais consta do dito livro, aa qaal rao repor-
to, que vai sem coasa que davida faca, por astea ee-
cnpio a assignado, nesta cidade do Goiaamo, oaa
dia, era, ot retro.Manotl da Costa Gmialha.
IMTIMOB"
RIO DE JANEIRO.
21 de agosto.
Proseguio hontem no senado a discassao de) asiea-
menlo da reparlirAo do* negocios oslraageiroa. al-
inda licoo adiada, lendo fallado os Srs. vrecoades do
Jeqoilinhonha o de Albuquerque, Ferraz, jotra
dos negocios eslraogeiros, e Souza Franco.
A cmara dos depolide* adoplou hontara prejae
lo qae concede dez loteras em beneficio da aeeocia-
r.io de S. Viceole de Paulo, ioslallada aosla oarle,
assim como urna emenda oderecida peta Sr. Diaa
de Carvalho coocadendo duas loleriw a aaetTii da
fregaezie da Lagoa da Frailas a da capaila do Noooa
Senhora da C.onceico, situada oa moaraa Iregeezia.
Approvou tarabem om reqaerimeato do ajeasaa) aa-
nhor para qae na redacrJo te separen ea projoc
loi.
Adoplou depois a cmara o seguate projecto vio-
do do senado :
Arl. 1. O governo tica aolorsado a preaBeva
ene irporacio de companhias para a pesca, caiga a
ecca de peixe 00 litoral e rim do imperio, casca-
deudo ai 3 primeiras que so eaUboleuaroaa regalar-
mente, aendo ama ao norte, ootra no castre a a ler-
eeira ao sol, lodos 00 liguas dos seeuintes favores :
1. Garanta de juros al cinco por cesto,* per
lempo que n.'.o exceda a cinco annos, doa eapilaes
effeclivameole empregados oa acquisirao daa esabar-
cares e aprestos necetsariot para pote tria, e so *-
labelecimeoto de taitones para o servico aa salga a
secca, a abrigo do pestoot material daa eesapa-
u loas.
2.* Concessao de marinbas a tirreano pajMi-
cos as ilhas e cosas do Ierra firme para testa ta
das ditas failorias.
3.- 1-encAo por 10 at JO annos : 1. do di-
reitos de imporlac,ao dai materias iadispensavaia pa-
servir-lhe de parceiro. Parto amanhaa para Arlan-
ge com minha mulher, e bflereco-lhe como bom
ganro um lugar na carruagem : he qoanto o bom
senso me permuto fazer-lhe.
Madama Benoit linha vilenlas tentarles de ar-
rancar os olhos a eise modelo dos genro- ; mas oc-
coltoo seu despeilo, e diise :
Meu amigo, voss pas-ou trinla horas em se-
ge de posta, esla fatigado, tem soinno, e foi m ios-
l'ir.i'-j minha querer converler um homem ainda
de botas. Ser mais accommodado depois qoe dor-
mir. Espere-me nesta poltrona, c permita qae eo
cuide era seu repouso.
Sahio sorrndo, e correo como (empeslade alco-
va da lilha. Nao tei se abri a porto, oo se arr.no-
bno-.i, tAo violento foi sua entrada. Agarrou o bra-
ro de Julia, que desdobrava urna fronba de Iravcs-
seiro, e exclamou :
Desgranada que fazes'.'
O que a senhora mandn.
Ests louca, nAo roe comprehendesle. Deixa
isso, c relira daqoi toda esta bagagem. Ouem ji vio
cousa semelhanlc '.' As malas de om hornera na alco-
vs de minha filha 1
Perdoe-me, senhora, mas...
Nao ha mas, e seras perdoada qoando liveres
obedecido. Leva leva !
Para onde, senhora '.'
Para oude qaizeres, para a roa, para o paleo !
Nao... para o meu qoarlo !
Minha ama da seu aposento I Mas onde deve-
rci fazer sua cama ".'
Aqui, sobre e|c sola, na alcova da*marqueza.
De que se admira '.' Onde he o lugar de ama mAi,
-en 01 jauto da lillia ?
Deixou a camarista entregue larefa e a sorpreza,
e vnllou dizendo em voz baixa : O marque/, veio
pata afrontar-me ; mas nao lera esse gusto. Quero
frequcnlar a sociedade uobre 4s suas barbas ; mada-
ma de tales) me ajodar ; mostraremos a esse for-
jador obstinado, que podemos passar sem elle. Mas,
nao convm deixa-lo seduzir minha filha Elle a
levara comsigo para Ailange, e enlAo adeos, bairro la
No mesrao instante Pedro bata porta, e a mar-
queza, ebria de esperanza, sallava ligeiramenle do
estribo em casa. Madama Benoit chegon ao salao
antes .talla : nAo lemia nada tanto como a primeira
entrevista, e importava que eslivesse presente para
impedir a expansao desses nobles corares. Lucillo
esperava cahir nos bracos do marido ; mas foi a mAi
que recebeu-a. -
Kmlioi, j vana, querida filha, disse-lbe ella
coro sua volubilidade habitual, e com ternura ex-
traordinaria. Qoanto le demoraste la Eu comer s a
a iuquietar-me. Meu corceo tica suspenso a um fo,
(piando nao le sinto 'junto de mim. Minha querida,
ao ha urna afleirao desinteressada : o amor de urna
mAi pela lilha. Como passasle.' Achas-le melhor do
que estes ltimos dias '.' Veja, GaslAo, como ella es-
ta mudada Soa conduela peoalizoo-a muilo. Rele-
va (rala-la com o maior cuidado ; as emoees vio-
lentas Ihe sAo falaes; s a soa visto Ihe fax empalli-
decer, e corar ao mesmo lempo. Mas, voss mesmo,
charo marque/, n3o o recoiihera) mais Affirma qm
d-se bem com o ar de Arlange ; mas, quem o vis-
se, lal nao dina. Voss nAo lie mais o brilhanle se-
nhor de Oatreville, que me foi apreseotado ha dous
mezes. He verdade qoe deve-se levar em coala a
fadiga, roilado cem legoas em sege de posta, sem
respirar He para estafar a om hornera mais solido
que voss. Felizmente urna boa noite vai reparar
lodo. Ha perto daqui um excellente leilo, qoe o a-
guarda ni mioha alcova, a qoal Ihe cedo.
Mas, senhora,... murmuroo tmidamente da-
llo.
Deixe do objecefles e de ceremonias comigo !
Sacrifcnr-oos peles nosios lilhos he a felicidade de
mis oulras mais. Demais dormirei raoilo bem em
um leilo de campanha junto de minha querida l.u-
rilia, cuja saude reclama lodos os meus cuidados.
Deviamos j estar deila.lns. Eia, bello adormecido,
d boa noile a sua mulher, e venha beijar-lhe 1 mAo
parece-me que voss u3o Ihe taz muito bom acco-
Ihimenlo!
Nem Gasino nem l.ucilla foram engaados por es-
to discurso ; mas foram victimas dclle. A impru-
dencia aonsegue quasi sempre oque quer dos moros,
porque elles experimentan) certa vergonha em refu-
tar onia mentira. Na circumslaucia presente nutra
especie de delicadeza paralizava a coragem de Gaa-
iao e de l.ucilla ; esses coraces honestos teriam jul-
gado faltar ao pudor afroulaudo a malevolencia de
madama Benoit. O proprio Gastan sem embargo
das vigorosas resoUces que tomara, nao allrevou-
se nem a valer-se do sens direitos nem a appellar
para os sentimenlos da mulher : foi 13o limido como
Lucida, lalvez maii. Seji qual for a ousadia allri-
buida ao nono iexo, uao be menos verdade qoe os
uomtni bem oascidos sao em amor mais bravtoi do
que raparigas. Basto a praseoca ds am lerceiro sera
gelar-lhes a palavra nos labios, a repellir at fas-
do da alma ama piixao que Irisbordava.
Madama Benoit tormos aa plano do campease,
qoe nao lena bom xito sem o imperio qoe atea t-
mara sobre a filha, e principalmente sem a UaeMac
de GaslAo.
Durante ama semana inleira coosegais ss sM
separados dous entes que so adoravam, qae ts per-
tenctam, e que jaotavam sempre juntos. He iscal-
culivel a somma de turbulencia qoe despendes para
dislrahir a filha, e de ousadia para intimidar o gss-
ro. Todos os dias inveotava novo pretexto para levar
l.ucilla a Paris, e deixar o rnarquer em cava. Afer-
rava-se filhi, e somonte a deixiva, quindo GasUo
linha tahido. Se o leilor viite ata icio e iui parte
veranea le-la-hia jolgado ama das mais ciaaaa qa
nao podem repartir a lilha com am marido.
Saa primeira idea era simplesmenle panir o gen-
ro e iohigir-lba a sea laroo o calado da ama paixao
desgranada. O bom existo de teas clcalos das-Isa
depois algoma e-peranca : ella cuidos qat GasUosa
confassana vencido, e oflereceria espontneamente
condnzi-la s sociedades. Mas o marqaez sadra com
paciencia sua viuvez : escrevia a Lacillo, e reeebia
delta alguns bilhetea escriplos as escoodi.ias, cosabi-
n.iinto am projecto de evasSo. racat a vigilancia
de Madama Benoit estes doos espotot unidos pala
lei, e peta religiao, eram obngados a recorrer a es-
trategias de esludanlee. Sea amor sem perder soda
de soa firmeza, ede soa sereoidade gaanara a dol
cia picante dai paixes illegilimat. A cereaossia
quotidiana do beija-mao aulonsada o presidida pela
sogra eocobria a Iroco deas correspondsscia que
madama Benoit nunca adevinhoa. Castada erolim
de esperar intilmente a conversAo do asar*, el
lornou aos primeiros projectos, e vollou oa albos
pan madama de Masis. Sonriera pola asa casta-
reir que a marqoea de Ooix-Maugars ia dar ama
(esta em seu jardim pelo auniveraario da tea casa-
mento. Toda a oolireza que se ochava em Paria ahi
estara reunida ; porque oa bailes sao raros a i do
junlio. e nao se despreza ama occatilo para daasar
debaixo de urna tonda. Por om encontr providta-
cial Gastao oblvera urna audiencia do ministro para
o dia i\ s onze horat da maohaa. A visva apro-
yeitou a ausencia forrada do genro para deixar la
cilla em casa, correa a habiticao da vellta coa-
doasa.
(Con(iNaor-t-Aa.)
MUTCSDj
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



ra o servico proprio das companhias, amquanlo uno
fur alleraila .1 legi-larn a favor Jas que se itrslinam
pura o cousuinroo fias fabricas narionaes ; 2.' dos
direitos peie salgado ou secco que for pescado e preparado
pelas compauhias .V, do recrumenlu para n exer-
cilo, e do servuM da suarda nacional, a lodos os 111-
divdaos ultmenle empreados no servida das cora-
pauhias ; 4.', do recrulainerrto para B marinha em
lempo de paz aos ditos individuos, e ainda em lem-
po de guerra aos palrfici das embarcaces, aos mocos
ou aprendizes menores de 18 anuos, e aos inesues
oa directores dos Irabalhos das feitorins.
D'ARIO DE PERRI1BUC0 SIMIO 6 DE SETIMBRO II lt56
atrt. 2. As compauhias nao emprcgarilo escra-
vos a bordo de seus barcos de pesca nem nos de seu
trafego, e o KOverno limitara o numero de eslran-
geiros que ellas poderao empregor como pescadores
ou raarinheiros i bordo de cada um dos dilos bar-
cos.
Arl.3.0 governo podera sujeilar as companhiai,
em coropensatao dus referidos favores, aos onus que
julgar conducentes para maior fomento da indus-
tria das pescaras e augmento da populacao ranri-
lime.
a I lulrosim, podera' o governo, nos rsuularaenlos
que lucr para evitar que se abo-e dos roesmoi fa-
vores tmpor, alem da perda desle, penas de prisAo
alo seis metes e mullas at 1:0008."
Por fim conlinuou a :!.. diieossAo do projeclo que
reforma a Iigislar io h\ polhecaria ; orou o Sr. mi-
Distro da joslica, finio o debate adiado pela hora.
_ U __
O senado approvou hontem em segunda dlttoarll
o orcamenlo do ministerio dos nagocios estrangei-
ros, depois de fallarem os Srs. barao de Pindar,
ministro da repartirlo, e Baptisla de Oliveira.
Seguio-se logo a discussao do erramenlo da ma-
rinha, sobre o qual orarara os Srs". t. Manuel, e
vVanderlev.
Approvou a cmara emsrgu da wn requcrlmenlo
do Sr. VA ilkens de Mallos para que todos os additi-
vos ormeni um projeclo separado, deslacando-se as-
sim o relativo a AssociarAo Tvpogr.iphica Flumi-
nense.
Contmoiio por fim a lereeiri dhenMo do prnjte-
lo que reforma a legislarlo hvp.ilhecaria. e oraram
os Srs. Nabuco, e Carneirn de Campo. Tendo-se
pedido o encerramento, uno se votou por nao haver
casa.
Instituto historien e, geogriiphirn brasileiin.
O instillo celrbrou houlein a sua dcima sessao.
Achainlii-se preieules os Sr?. visconde de Sapucahx,
Lago, J. M. de Marido, J. Norberto de S. S., eo-
nego Fernandes l'iulieiro, Pereira Curuja, Itr. Ca-
paueina, llr. Jardim. Kaposo de Atuiei la, I)r. Pa-
rtir Pinto, l)r. C. II. de Figneiredo, conaga Pinte
ile Campos, c l)r. Lapa, nniincia-se a chegada de
S. SI. Imperial, que he recebido cora as formalida-
des do eslxlo.
Colisin o expediente dos segrales oflieios
Isto coneorreu linda mala para exasperar a intriga
.illi sempre reinante : leem-se multiplicado sernas
deaasradavalt, e na noite de 28 do mez Daada lo-
ram quebradas as vidrio de alguns cidanlos. Sen-
do preso em flagrante o lurbulento que se dava a
lilo innocente distraerlo, e arhanrio-se-lhe um pu-
iili.il e urna zagnia, loi rerolhido a cadeia, mas loga
depoi. foi sollo em virtudc de Banca, sendo esta a-
vali.id.i em 200;.
As correspondencias e arligoa de Guaralinguel
enchein a* columnas do Ypiranga e da t'niiio dos
Circuios, relatando cada partido as couas a seu sa-
bor. Nao sei qum lem razio : inclino-me a crer
que tum tuu nem nutro* : he um anachronisreo de
toilos elle- andarem a quebrar as caberas a propo-
sito de eleires.
A cmara municipal represemou ao governo qtiei-
xando-se do juiz municipal c dos ofliciacs da guarda
nacional.
Achamos alguma mo na queixa contra os ofli-
ciaes da guarda nacional, se lie verdad* que elles
x.u.inti o peneme nos segrales ollicios : avisaram aos guardas para urna revista geral no da
I losr. l-ilippr Joso larrea de Mello, viganojda prxima eleicAo de juizes de paz e vereadores.
a rregaczia de Capivarx, no municipio de Baepen-1 tsse expediente de pastar em revista a suarda na-
>, ollcreceudo ao Sr. Porto Alegre o seguiuta ma- I cional em dia de eleir-o parece contrario ao di'DOS-
A cmara dos dcpulados approvou honttm em se-
gunda discussao e projeclo que concede 3 loteras
Associacao Typographlca Klumineuse, assim como os
additivos que conceden) 2 loteras a matriz de S.
Jos da cidade do Recife, 8 para a continulo das
obras da matriz da Gloria da corle, 4 para a da Can-
delaria, 4 para a de Santa-Anna, 2 para a de Nossa
Ssnhora da ConceicAo e S. Benedicto da cidade de
laxia., e 2 irmandade do Santissimo Sacra-
mento da fregaezia da Boa-Vista da cidade do Be-
cife.
Approvou lambem em segunda discussao o pro-
jeclo, vindo dn senado, que concede :10 loteras pa-
raopalnmoniodo Hospicio de Pedro 11, igual numer
para a obra e patrimonio do recolhimenlo de Sania
Ihereza, e 100 para a conslraccao de um thealro
lyrico na corte.
Approvou as emendas do senado ao projeclo que
concede privilegio a Francisco Antonio Pereira Ro-
cha para eslabelecer no porto da capital da provin-
cia da Baha urna cale--haler.
Approvou tambern, lendo oSr. Livramenlo pe-
dido urgencia paraenlrir em discasso, o projerto
relativo ,iu contrato celebrado entre governo e o
Dr. Bluroenaa para o eslahelecimeuto de 4.000 co-
looos no Ilsjahy.
Continuando a tereeira discussao do projeclo que
reorma a legislado l)> polhecaria, foram ofierecidas
as aeguintes emeudas:
Art. 9, Jj 2. Depois das palavrasimmoveis
acrescente-sedos direitos susceptiveu de h. potheca
e a inslituico dos onus reaes.
Art. 8. Depoia das palavrasimmoveisacres-
te ole-se dos direitos susceptiveis da hxpolheca e d
easliiuicao dos onus reaes.
Art. 9. Uepois das palavrasbensacrescenle-se
e direitos.
Art. 2, S I. Depois das palavraspropriedades
agrcolasacrescente-secom as mesmas proprie-
dades. f
Art. 2, 2. Uepois das palavrasfabricas
acrescente-seroraes.
Art. 10, 13. Depois da palavraorphaoa-
cretcenle-seoo interdicto.
^" Art. 10, j 13. Depois das palavraspela omis-
tao da inserp^iloacrescente-sedada a fraude.
a Sala das sessoes, 21 de agosto de 18(i.Rodri-
gues Silva.Pereira da Silva.
No n. 8 do 1 do art. 6, depois derendas
devidas fozenda publicadiga-semullas im-
poslai pelos regulameolos fiscaes.A. J. Ilenri-
qnes. ?
a Ao art. 16, !j 3 supprima-se.Rodrigues da
S'lva.I'ereira da Silva.Mosalhaes Taques.
Orou o Sr. Baodeira de Mello, e licou a discussao
adiada pela hora.
Fcrtiitenios,
Deu-se hontem a burdo do vapor de guerra Je-
quitnihonlia um aconlecimcnto muilo lamcn-
tavel.
ous ofliciaes, o immediato 1." lenle l.niz Cae-
tano Jos da Rocha, e o 2. tenle Augusto Nello
de Mendonra, insultaram-se mutuamente na prara
d armas.
No meio desses insultos, o 2 lente Nello, que
em nome do ministro da marinha havia dado a voz
re preso ao seo superior, corre ao camarote, lanc,a
mao da espada, e segomdo o immediato, que desar-
mado se diriga tambern ao seu camarote, d-lhe
urna entilada na nuca. O immediato, vendo-'se fe-
rido, agarra em urna espingarda de dous canos e
corre sobre o 2. leornte Netto, qoe depois do acto
que |.ralicra subir i tolda do vapore e drigia ao
prtalo para sallar a um esraler. Nello, vendo o in-
mediato, atira-se ao mar. Nem assim e-rapo i inc-
lume. O immedialo desfechoo os dous tires sobre
alie, e conseguio feri-lo. Foram recolhidos o 1. le-
uenle Rocha ao hospital da marinha, e o 2.' leneii-
te Nillo a bordo da corveta Isabel.
2*
Foi approvado hontem no senado em segunda li--
cussio o orrjmenlo da marinha, sobre o qual falla-
ran) os Srs. D. Manoel, Wanderley, e Souza Franco.
Seguindo-se a discussao do orrsineuln do ministe-
rio da guerra, oraram os Srs. Souza Fram.o e Jo-
bim, e licou a materia adiada por nao haver casa.
Hontem, na cmara dos deputados, foram apre-
seulados e julgados objecto de deliberaran, para en-
traren) na urdem dos irabalhos, os seguiulcs proiec-
tos:
A assembla geral legislativa decreta :
Art. 1. As comarcas de Porto Seguro e Cara-
vellas da provincia da Bahia, e a do Jequilinhonha,
na provincia de Minas deraes ficam elevadas a catlie-
goria de urna provincia que se denominara provin-
cia de Minas Novas, lendo por capital a cidade desle
nome.
< Art. 2. A referida provincia dar' dous depu-
tados a assembla geral legislativa, e sua assembla
provincial se eoropor do vinle membros.
Art. 3. Fica o governo auloriaado a crear as
repartieres e expedir oa jircessarioa regulameutns, e
a faser as despeus exigidas por esta crearn, revo-
gadas as disposirdes em contrario.
Pac. da cmara dos depolados, 22 de agosto
de 1850.Dr. Antonio Gabriel de Paoia Fon-
seca.
A assemhlaigeral legislativa decreta :
Art. 1. Os padros da congregarlo da missSo de
S. Vicente de Paulo nao san obrigaoa a contas pe-
las rendas das falencias que lites foram doadas por
Jo3o Baptisla de Siqucira, na comarca de Parani e
go/.am dos privilegios das mais corporarOes religio-
sas claustraes.
Arl. 2. Ffcam revogadas as disposires em con-
trario.
Paro da cmara dos depolados, em 22 de agos-
to de 18jtt.Antonio Jos da Silva.
K A assembla geral legislativa decreta :
Arl. 1, He Creada na provincia de Uoyai mais
ama provincia, com a denominaran de provincia de
l'ocanlins, a qual sera' composta |dos monicipios de
Cavalcaoli, Arrajas, S. Domingos.Concric.ao, Palma,
Nalividade, Flores, Porto Imperial e Boa-Visla do
Tocanlins.
Art. a. A villa de Porto Imperial be elevada a
cathegoria de cidade, e sera' a capital da nova pro-
vincia.
Arl. 3. A assembla legislativa da nova pro-
vincia sera' comporta de 20 membros.
e Art. i. A nova provincia dar' dous depolados
* assembla geral.
Arl. O governo he autnrisado a crear as re-
partieres, a expedir os regoUmenios necessarios, e a
faier as despezasexigidas para esla crearan.
Pajo da cmara dos depolados, 20 de agosto de
185ti.O conego Feliciano Jos Leal. ..
O Sr. Pereira da Silva, ofTerecen a segointe iodi-
car.in, que foi remeltida a Commissao da mesa :
Indico as reformas seguiutes no capitulo pri-
meiro do regimenlo interno desta cmara :
al. Artesa as sessoes preparatorias do primeiro
anno da legislatura, se compora' de um presidente e
de qoalro secretarios, noineados pela forma disposla
no art. 2. do regiment.
2. Para verificar os poderes dos deputados qae
eoncorrerem as sessoes preparaiorias.se nomeara' por
escrutinio secreto a plaralidade relativa urna ai com-
missao, composla de 21 membros qoe se dividir' era
7 secres, eucarregando-se cada orna dallas do exa-
sne dos diplomas que forem enviados pela mesa a-
coropaohados das acias da respectiva elei^ao.
Paro da cmara dos deputados, 22 de agosto de
I8SU.Pereira da Silva.
Paisando a nrdem do da, adopton a cmara, de-
pois de algomas observares dos Srs. I.ivrainenlo, e
D. Francisco, o projeclo qoe concede 30 loteras pa-
ra o patrimonio do hospicio de Pedro II, 30 para a
obra e patrimonio do recolhimento de Santa There-
sa, e 1110 para a constrocco de um thealro Ixrico ya
corte.
Adopton o projeclo estirfnindo que os ofliciaes do
corpo municipal permanente da corle perceberao a
mesma elape que tem os ofliciaes do exercito ; e es-
laluiiido que oa ciriirgiofs do referido corpo. nao
leudo oulro emprego ou comini-saj retribuida do
Estado, perceberao a mesma gralilicarao addicional
qoe percebem os cirurgies do corpo desande da cr-
inada.
Adopton o projeclo que concede 3 loteras a asso-
ciarao Typoraphira Fluminense, assim como os ad-
ditivosja a elle oMerecidos, e maisos que concedem
loteras a imperial sociedad* Auxiliadora das Arles 5
Mecnicas I.ibcraes e Beiicficente, desta corle ; em
beneficios da snciedade llra-ileirade Beneficencia
tambern desta corte ; 2 a irmandade de S. Pedro da
cidade de Marianna ; 2. a irmandade da .s'aulaCasa
de Misericordia da cidade do Sabara ; 2 para a
conslrucrao de nm hospital na Aguas Virtuosas de
Haependy ; 1 para as nb'as da matriz da ci lade do
Hnatoba ; 2 para a roncluao do hospnal da Miseri-
cordia da cidade de Jacarehy ; 2 para a conclosao
das obras da matriz de L'batuba ; 2 para a matriz de
8. I.uiz; 1 igreja de Nossa Sonhora da Conceicao,
da
d
nuscriplo, para ser presente no inslstnlo : o Carlds
apolosclicas sobre a hemestidade das usuras, escrip-
ias pelo desembargador 11.....ki/. Antonio (ionzaga a
seu collega o desembargador Francisco Gregorio Pi-
na Monteiro Bandeira.
2. Do Sr. Joaqun) Tliomaz do Amaral, encarre-
gado de negocios do imperio ua Confederarlo Ar-
gentina, remetiendo ao Sr. Porto Alegre, para ser
prsenle ao inslilulo em nome de seu editor, a no-
va edirn do poema Araen Domado do licenciado
Pedro de Ona.
O Sr. Porlo Altgre olTerece ao instituto o mar.us-
cripto tynopse dos serviros do visconde de Goianna,
nao os ordinarios, mas s os extraordinarios que nao
era obrigado a prestar.
Sio presentes alguna nnmeros da Estrella dn A-
mazonas. peridico remedido pela presidencia da
provincia do Amazonas.
Bem como o jornal intitula lo o colooo de Nossa
Senhora do O', enviado pela redacto.
O Sr. J. M. de Macedo offerece da parte do aolor
o opnsculoNovo systeina para (aladar a lingua latina
coinpnslo por Antonio de Castro Lope.
OSr. Dr. Iigos nlTereceu. da pailedoSr. Dr.
Joaquim Maria Nascentesdc Azamhuja, os aagainlas
impre^sos : acia da independencia das provincias I"-
nid.s na America do Sol, datada de (i de julho de
1810, seguido do manifest do congresso geral cons-
ltuinle das mesmas provincias molivandu a soa se-
pararlo da melropole.
Kesposta e mensagem do governo de Buenos-Ay-
res de 14 de selembro de 1827. Correspondencia
olTicial entre o governo da provincia de Buenos-Ax-
res e o barao da laguna, em 182'>, sobre o curso feito
contrr navios portugoezes por navios da confedera-
cao, com auloridade dn seu governo.
Inslruerocs reservadas, da las ein 1826 aos corsa-
rios argentinos em bestilidade ao Brasil pelo inver-
n encarrei;ndo do poder ejecutivo das provincias
unidas do Rio da Prata. Carla original de corso da-
da pelo mesmo governo no referido anno.
Todas estas olleras sao recebidas com agrado e
tem n conveniente deslino.
O Sr. J. Norberto de Souza e Silva propa o Sr.
I). Juan Maria Guitierrez, dislinclo esrriptor c poe-
ta argentino, para socio correspondente do instituto
histrico.
O Sr. Dr. Capauema ocenpa a allenrao do insti-
llo lendo parte de sua aualysc sobre a vinganra do
Dr. BurtmeiMer.
Levauluu-se a -e-.a as 7 horas da noite.
21
F'oi hontem approvado no senado o orramenlo do
minislerio da guerra com as emendas da cmara dos
Srs deputados, depois de orarrm os Srs. ministro da
repartidlo, barao de Oaaraim, barao de Moritiha, e
Ferraz.
Conlinuou honlcm na cmara dos dcpulados a
discussao do requerimenln do Sr. I.eilo da Cunha
relativo a deportaran de quatro subditos porlugue-
zes ; orou o aulor do requerimcnlo, e licou o debate
adiado.
F'oi adoptado depols o projeclo qae reforma a le-
gislacao hypnthecaria com as emendas da commissao.
ea do Sr. Henriqoes, sendo rejeiladas as do Sr.
Aususto Chaves.
Fin seguida approvou a cmara em segonda dis-
cussao o projeclo que concede duas loteras a fre-
guezia de S. F'raiicisco Xavier.
Foram approvadas. leudo-sa pedido urgencia, va-
rias redacres, inclusive a do projeclo sobre reforma
hrpotliecaria, e levanlou-se a sessio por nao haver
casa.
r-i-
l.nmo hontem prevenimos, pss>ou o Sr. marquez
de Paran a pasta da fazenda a um dosseus collegas.
Na parle olloi.il vai publicado o decreto que confia
a intei inid.idp lioanceira ao Sr. senador Wanderley,
ministro da marinha.
Publicamos boje o decreto que divide a provincia
de Minas Geras em dislriclos cleiloraes.
a seu contrario.
He lamenlavel tur. tal successo, que de cerlo de-
pfle muitr contra a disciplina dos nosMM navios,
principalmente sabendo-se que o primeiro lenle
be u immedialo daquelle navio, que leve a iuleli-
cidaue de servir de thealro a siircessotaoassoinliroso.
O necocio esta' sendo examinado pelas autorida-
des civi, un que divisa alituein o espirito de patro-
nato.
No mesmo dia um indiviliio morador na l'ijnca,
leudo sobre orna mesa, por causa de deserlore
lidade d'acua que abri, evitar qoe nao afundasse no
eaosl, e fazer qoe alracasse o mais prximo pnssi-
vel a praia do Pilar, alim de desrarreitar, e, sendo
possivi-l, sera depois levada para oulro lugar, onde
se posara lazer os |irecisos concert, visto que o
navio he bastante novo.
No da 29 do pastada o Sr. Santos Porlo dea
urna partida em-ua rasa, nina das que sao abriga-
dos OS Socios da bella suriedade Rerrein-Familiar ;
S. Exc. o Sr. conselliciro e sua F-xma. lilha estixe-
ram presentes, e Brande numero de familias, lo-
das modeslaiiicnle (rajadas, sem qoe se ouvisse o
ruido das tedas eO seinlillar dos bnlhanles. Minias
sonhoras ranlaram diversas arias, e duelos das me-
Ihores operas rouhecidas.
^J novo caes do Capibaribe e areal adjunto rsl
len.io solire orna mesa, por causa de desertores que servinde de vaslo campo a lireceiradas de lodo ia,/;
o Zi. q" ,' *"*-*+ um "ar "e pisiol,, ;,,,, descompo-luras e... Pedio, a palela da
un, T Sl?"M~ S";' '"7" eS,",^,, d*,1K ""- I *-Vi 'I" nao confie muilo nesse locar, que
uos. com quemesara haviam dous anno,, fo. reti- i v.i-se tornando in.rausilavel, principalmente pelo
r-la, e nesse arto disparando-te urna drllas, a lado dos porles. v
carga empregou-se na iufeliz, que poneos minutos
lepois expirou nos bracos do espozo a quem conso-
Por decreto de 18 do correle mez tiveram merc
da serventa vitalicia do ollirios de :
Escrivo do *ary e execu^Oes criminaes dos termos
reunidos de Valenja e Jequirira, na Bahia, Antonio
Miiniz de Souza.
Escrixao dos orphaos do termo da Imperatriz, na
provincia das Alagoas, Antonio Pereira da Costa i
Camassari.
Foi immeadn lenenle-coroncl do halalhao n. 99
da guarda nacional da provincia da Dahia Theolonio
Gomes Roseir.
Por decrstos-le 21 do memo mez tiveram merci-
da serventa vitaliri dos oflieios de :
1. Tabelli3o do judicial e notas da villa He In-
hambupe, na provincia da Bahia, Elesbao Jos de
Avellar.
Escrivo dos orphaos da villa de S. Sebastian, na
provincia de S. Paulo, Alexandre Jos de Freitas
Das.
Por decretos de 22 do dito mez foram removidos,
por haverem pedido, os joizes de direilo :
_ Angelo F'rancisro Ramos, da comarca do Villa
Nova para a de Maroim.
Alexandre Pinto Lobao, da de Maroim para a de
Villa Nova.
Por decretos de 23 do dito mez foram Horneados :
Teneme-corouel chefe do estado maior do com-
mando superior da guarda nacional dos municipios
de Santo S, Joazeiro e Pililo Arcado, Domingos
Lu/ Ferreira.
Coronel commandante superior da goarda oacio-
nal da capital de Sergipe, Paulo Freir de Mesqui-
la Brrelo.
Tenentc-corr.nel chefe do estado maior do mesmo
commando, o maior Manoel Fernandes da Silveira.
leuenle-coronel commandanle do halalhao da
mesma capital, Antonio Manoel de Faro.
Commandante superior da guarda nacional das
I.arangeirase Sanio Amaro, da dita provincia, o te-
uenle-ccronel Antonio Diniz de Siqueira e Mello,
Tenenie-roronel commandanle do batalhao da
guarda nacional das l.araogeiras, o major Fraucisco
Flix de Freitas Brrelo.
Gomrnandanle superior da guarda nacional de
Villa Nova, da mesma provincia, a lenenle-cronel
Ignacio de Mello Pereira Boto.
Tenenie-coronel chefe do estado maior do dito
commando, o tenente-rorouel Jala Pereira de Pi-
nho.
Tenente-coronel commandante do batalhao de
ni.miara da guarda nacional da freguezia de San-
io Anlonio do Urub, o major Joflo Baplista Comes.
Tenenle-cnronel commandanle do batalhao da
freguezia de S. Flix, Antonio Joaquim de Faria.
xudilorde guerra do exercito na provincia do
Rio Grande, creado pelo decreto n. S7 de 1H do
correte mez.o Dr. Ignacio Joaquim de Paiva Freir
de Andrade.
20
Eulrou honlem no senado em discussao o orea-
meuto do ministerio da justo; i ; oraran) os Srs. 3o-
him, miuiatro da mesma reparlico, e D. Maooel.
pos
lo no arl. 108 da lei eleitoral ; e udubitavelmeule
he causa dr coaceilo de arande parle de volantes, que
lambem s3o guardas nacionaes.
Consta que na cidade de Campias lambem houve
a mesma lembrauca de revista da guarda nacional
para o da designado para a prxima elcicao. Nes-
se sentido foram expedidas as precisas ordens.
0 Exm. presidente da primaca, que linha ido
a'Sanlos encontrar sua senhora, ja regressou a esla
cid.ole. onde chegoo antes de hontem, 13. Foi re-
cebido com as honras e salvas do coatume. Deseja-
mos vivamente que o nosso benigno clima concor-
ra para o promplo restabelecimenlo de sua digna
consorte.
Mais um assissinalo '. No domingo ultimo. 10
ilo mez, foi aisasiloado oai imioediai;es da fresuezia
do O' o rldadlo Zelerina Daniel da Silva, escriv.lo
ilo jui/o de paz naquella paroclna, e pessoa que go-
zava all de ha-lanle cousideratao.
Ao meio dia, recolliendo-se da missa conveulual
e eucamiiihandn-se para o seu sitio, ao chegar a
porteira ilesle,.rccelieu un. lira de bala qae a Irai-
ran liie foi disparato do malo, onde o assatsino lhe
fazia espera.
Por ora lodos os indicios fa/em suspeilar que o
autor desle allantado foi um irinao do morlo Com
efleitu, quesloes cnucer.ieutes a parlilha dos heos
do fallecido Dmaso da Silva, pai de ambos, e nutras
cansas haviao mnxido grande e violenta inimizade
entre o assassinadn c seu irraao Marlinliode (al.
Aclia-sc este recolhi lo a cadeia, como indiciado
no ciime e a auloridade respectiva prosegue com
empenho ero todas as averiguaroes tendentes a des-
cubrir a verdade. He o qoario assassinato, dentro
de poucos mezes, qae se verifica aqu as viziohan-
ras da capital.
O dia 11 de agosto, anniversario da crearao dos
corsos juridices, hoja convertidos em facilidades de
direilo, foi solemnisado pelos esludantes da mesma
faruldade com um baile.
Teve losar a fuurrao em urna casa da Exm. mar-
queza de Sanios, e esleve lo concorrido e brilhanle
como rostamavam ser dizem-nos: os inligos bailes
de II de agoslo. Nos ltimos anuos havia-se inler-
rompido o uso de laes foncres.
'.Carla particular.)
Jornal do Commercio.)
BAHA 22 DE AGOSTO.
O incendio do dia 13.
Noticiamos o incendio que na manhaa de 13 do
correnle ia manifestando-sc na propriedade do Sr.
coronel Pedroso, que serve de reparlico publica do
correio. Agora fomos, porm, informados dos por-
menores que acumpanharam aquelle acontecimen-
,lo. que seria profundamente fatal >' provincia, se o
zelo e dedicarn do honrado Sr. Jos Marcellino dos
Sacies, empresado da alfnndega, lhe nao houvessem
prestado o mais relevante e assignalado servico.
A Bahia inleira seria o thealro de um grande in-
fortunio, muitas fortunas leriam ficado aniquiladas ;
multas miserias surgiran) das cinzas desse incendio,
se no animo do Sr. Marcellino dos Sanios imperas-
sem o egosmo e a indiflerenca pelo interesse pu-
blico.
Desde o arsenal al os trapiches lado seria pasto
deschalamos, conforme o vento, que na occasiao so-
prasse. A alfandega vizinha ao edificio, em que co-
merara o incendio, seria a primeira presa do fogo,
que nao poderia ser vencido, alenlas as materias
que haviam de alimenta lo.
Em nome da provincia o Diario Iribnla um so-
lemne agradecimenln ao honradu Sr. Marcellino dos
Sanios, e prevalece-se do ensejo para Iranscrever a
rarla, qae os agentes da companhia de Seguros de
Londres lhe dingiram, e que um amigo do Sr. Mar-
cellino dos Sanios cominunicou a' redaccao do
Diario.
!ie digno de reparo que a presidencia c a polica
nem se qner mencionassem esse feilo, qoe honra ao
cidadao que o pralicara.r quedara incentivo a' ou-
tros em idnticas circunstancias.
Illra. Sr. Jos Marcellino dos Sanios. Os abai-
xo assignados como agentes da companhia de segu-
ros N orlleme em Londres, nesla cidade, querem
dar por meio do presente urna expresao do gratidao
e grande estima em que elles consideran) os felizes
esforros lomados por Vmc. ua noite de 12 al 13 do
correnle, para extinguirlo fogo, que amearava rom-
per no anuan do Sr. Jalioj Meyer, em'baixodo
correio, propriedade do Sr. coronel Pedroso, e que
se Vmc. u?o houvesse observado em bom lempo o
cheiro e a y..naca, podia ler sido devastado em gran-
de escala, nao s pela deslruicao do armazem, qoe
foi segurado na companhia, cojos inleresses sao re-
presentados por nos, mas provavelmenle por outros
estragos, visto a conligoidade d'alfandesa de om la-
do, e do armazem inglez do Sr. Easlon de oulro.
Por consequencia os abaixoassignados pedema Vmc.
de acceitar esla frara demonstrarlo de gratidao da
parle da companhia, tirando cerlo qoe elles sempre
guardarao em boa lembraora os empenhos prestados
por Vmc. tai generosamente.
Somos com a maior considerarlo de Vmc. lten-
los veneradores e criados.Gaeiisihj & C.
Bahia 18 de agosto de 18i<>.
(Diario da Bahia.)
CORIIESPONDKXCIA IM> DIARIO DE PER
XAMBI'CO.
RIO DE JANEIRO.
27 de agosto.
Mi caro Tenho gozado nestes ltimos lem-
pos, apesar do acoite do fri, que nos deu um ul-
timo adeos por esle anno, e muilo bellos mome-
los d prazer, pelos quacs nao espero que me fe-
licite ; por tanto bei sido um pouco remisso era es-
creve --lhe, e agora faca muilo a pressa.
Dojis iuteresses nao rabem n'am sacco, e en que
me liaba etquecldo dos divertimentos que eslava
quasi dominado pelo spletn britnico, quero apro-
yeitai a quinzena, que me resta, e tornar a' vida ac-
tiva eos gozos e prazeres.
De accordo com esle prograruma, mais verdadeiro
e rea do qoe qualquer programma ministerial, te-
nho procurado familiarisar-me com a extansaO da
vozd
a vo, aprsenla a perspectiva de ama euorme ca-
verna, que amesra devorar a plala do Ixrico, com
o do profundo do Tamberlik, que tem posto em mu-
res o britnico Pris de Madama La Gra ; com o
quasi imperceplivel bigode desta, que tem feito che-
gar agua a bocea de mais de um papalvo dillelauti,
com s olhiuhos atoes, e bregeirus da humana Casa-
lori, que nao pretende melhorar a rara brasileira ;
finalmente com os pontos, regras e choro do lyrico,
essa colunia de sanguesugas, para as qoaes" nao
ha dficit possivel a bem dos melhoramenlos moraes
e inateriaes do muilo heroico e disliuclo paiz dos
milagres.
lambem tenho frequenlado o Gymnazio, nico
dramtico, que aqu merece as honras do sacrificio
de qualro horas de noite.
Nao me tenho descuidado dos passeios aos mais
pitorescos arrabaldes, cada um dos quaes he di-no
de especial menrao, sen) a qual licarao, porque
como lhe disse, tenho pouco lempo a minha dispo-
ttclo.
lava pela Mil perda, non.....lu urna ciiaura de seis
mezes.
A polica apoderou-e do desgrarado, e la' o lem
na correcrao, ein quanlo lhe arraiija o capitulo de
acrusarao.
lie lioin esmerilhar o negocio ; porem com menos
preruica.
Na noite desse dia um prelo dexou esle vale de
lagrimas, dependuraudo-se em urna arvore no cam-
po de > i ni'Anua.
Ncssa mesma noilecahio, e fez-se em mil peda-
ros o lustre do rlub Fluminense, o
polica da
que
iiilrausilavel, principalmente i
porlc
Ha quem lenha uestes dous ltimos dias propa-
lado, que sinistros aconlerimenlos lem de dai-se
amanhaa em diversas natritas, sobre ludo ni da
Boa-Vista. Dous individuos foram ouvidos dizer
que tal, qae sim, que foi, que veio, que rnorria lu-
do!:! E quem tirara para contar a historia'.' Aca-
barlo as rleiroes de amanhaa como trasedia ingle-
za".* Qual Nem ha quem male e nrin quem se
deixe inorrer ; nao pastan de desrjos : quando na
furia dos partidos, que a palavraconciliarioera
um crime nunca se matou genle... quanlo mais bo-
je que esta ludo ein um circulo I
Mora no becco do Padre n.l orna pobre mulher
^oso.osiredocluli lluin.nense, o que sendo urna : completamente dilacerada pelo elepliantiasis dos
frl ,"""' da,'oe,,',,llaZa8U' raU4U Gre-s: em soa cas raoramLais pessoas. e egun-
ei,rM1!? Tu f^T. """'i 1ue a" fl0 "osconsta alguns estudanles do collegio das
clarao delle dansou bellas conlradansas com um par Arto *
de corarao, e ouv.o alambicadas palavras. dessas que -Ha cerlo moco que, viveodo de certas consig-
deixam no peilo um sulco mais profundo do qoe a- uares ou rommis.Oes, vai passando calad.nho mas
rado amanean, am trra solida ioao qae ella, 9e BedaTsn dese,pera-sc ; a lodo, hi-
As frequenladoras das partidas do clob deitaram sulla, provoca, procura para brignr ate mesmo m
lulo por ires huras pelo lustre querido...
Assim (>a--oii urna das glorias daquelle salan.
Se as jovens panssen em contribuiraoseus olhi-
nhos, aemprezado club leria urna subsliluicao eco-
uomica, e muilo invejavel.
Nao sei se occorreu mais lign fracasso naquelle
dia. que deve ser marcado com urna pedra negra....
As eleices municipaes v.lo pondo por ca' em mo-
proenra para Migar alo mesmo em
casas dos oulros. Fica como o jugador iracondo
quando perde mesa, que a menor grara recebe
comoum insulto. Isto nao he nada bom,
Ja serve de diveitimento os cavados de eslriba-
rialqoando porvenlura se sollam das mos de quem
os vai lavar ; corre adianlee a molecagem armada
de p.ios o acompanha aos berros, sem se importar
que o animal cnmmetla alguma desgrara, e o me-
Ii'In,e"a0' aarnJ'- m" "' qu",' a Mota8,B de uma I "l0r (|e que rerlas muflieres que vee.n'seus lilhos a
que desafia desejo tilo excessivos per um cargo gra-
tuito...
O governo tem sustentado uma imparcialidadc se-
ria, e que faz nr.
O Era. chefe de polica pergunlou a' sua enorme
familia policial, se lenrionava tomar parle na elei-
Co. I'ns sustenlaram que sim, oulros que nao.
Os allirmalivos furain lodos demillidos. Estes fo-
ram os mais francos, mais tolos, ou os que nao li-
ndan) grande geilo para uma eleirao hvre.
Quanlo a mim, esla medida, aas muilo boa, de-
via ter partido de mais alio ; quero dizer, lodos os
funecionarios que pretendessem lomar parle, ainda
por seus lilhos as eleirOes, deviam deixar o cargo,
al mesmo para estarem mais desemharacados e dis-
postos a concentrar suas atleuroes nesse importante
objc'o.
O l.\m. Paran' acha-se iloeule, e passou a pasta
da fazenda ao Exm. da marinha.
He isso de bom agouro, porque a marinha rebo-
cando a fazeuda pode salva-la do naufragio, que a
anteara.
Dizem oulros, que no arsenal virara' de crena, e
recebera' os convenientes calafelos para ficar inleira-
menle estanque.
Dos queira que o Exm. Sr. Wanderlex se lem-
bre disse, principalmente agora que vai tomar a car-
ga de seis mil conlos de culminarn.
A augusta lem concluido seas Irabalhos. Morrea
como viveo.
Modesta, resignada, homilde, e sem responsabili-
dade.
Teve nm passamenlo verdaderamente chrisl.lo,
e Tez penitencia exhuberante por pequeas veniali-
dades que commelleu.
Muitos dos dignitsimoi teera feito entre si as ulti-
mas despedidas.
No senado o negocio lem estado mais serio, lalvez
porque naquelle edn nem se morre, e nem se
pecca.
Os Exms. Souza Franco, Ferraz, D. Francisco, e
oulros tcera trovejado ; mas a lgica do Exm. Mon-
tezuma he superior a' ludo.
Pei ama excellenle acquisi;3o deste gabinete.
O Exm. barao de Quaraim, no dia 23, pedindo
desculpa pelo acanhamenlo, lilho do descostume em
que cahio, Irovejnn sobre a cibera do nobre ministro
da guerra, que, apelar de estar sempre no seu direi-
lo, licou assumbrado.
S. Exc. esta' Ka acosiumado a elogios, lem tanta
certeza de nao ser posta em duvida saa justira,
igualdade, e resistencia aus empenhos, que ola pode
acreditar, qae livesse feito nomeacoes, que nao jus-
tas, e in>m mesinn q.Je Unlia lido intervein o as e-
leir.H- do Rio Grande do Sul.
0 Exm. barao, que quando da' direilo, arrumou
era lodos e com forra, porque licou despeitado, diz
elle, por ter r irdide a f daquelles hnmens.
Eaquecia-me dizc-llie, quo na ..^^.. ... i...,...- um
peqaeoo lirririn rnlre os dignnsimos Fausto, l.eitao
da Cunha e D. Francisco, que licou esperado pri-
meira.
Essas justas, c torneios sao a parte mais importan-
te do espectculo parlamentar ; e nunca, nunca as
perco.
Corre por aqui ha muilo, que tem havidn um pe-
queo movimenlo ministerial, e ha muilo quera sus-
tente que o actual gabinete nao faz as eleices. Di-
zem, que a molestia do visconde de Paran he lilha
do lal movimento.
Eu nada pesco, porque nao tenho nenham sentido
poltico ; mas me nao maravilhara', se em ama bel-
la manhaa souber que houve nova decorarn no ga-
binete.
Passou a lei h> polhecaria. e com uma tal picssa
que moitos augur,iran que nilo havia mais tessilo na
temporaria.
Nada mais ha de novo.
Saude, patacos e ludo o mais que lhe couvenha
por inoameros anuos.
P. S.No dia 2i o infeliz Midosi, solleiro, enm
2G annos de idade, poz termo" a sua existencia com
um tiro de pialla i cabera no morro de Santa The-
reza. Tenho uolado, que nesta corle os suicidios
grassam em periodos como epidemias.
MACHO'.
i de selembro.
Nao lhe escrevi pelo vapor passado por dona mo-
tivos mol simples: o primeiro por estar bahlissimo ao
naipe navidades en segundo por estar dosnle. Nes-
ta nossa zona trrida a passagem da e-laclo cbovo-
sa para a secta, e vice-verss, be sempre acompa-
nhada de adecenes dos orgos resplraloros, cujos
resultados sao abundantes corvsas. catarrhos, grip-
pes, bronchites, tosses e resfrian ^ntos ; nao esca-
pe) do eatarrho epidmico, send rcommellidu de-
sabridamente na parte mais ii
moso ego; incos queridos nar
viram-se em apuros : jo1"
havia convertido em perer
dades.oa segundo, em fonl
de radiado, ludo isso acoru
tire impertinente que o bon
como deveria qualilicar se
hontem deu-se um desses folguados em algomas ras
da Boa-Vista.
IJoal he o homem que mais propriamenle imi-
ta a Judas Iraidor'.' I.'m sollicilador que quer viver
bem rom Dos e com o demo ..
Nao podemos deixar de consignar em nossas co-
lumnas um vol de louvor ao mui distincto mare-
chal o Exm. Sr. Cocino, pelo que determino, em
sua onlem do dia sob o numero 327 do nosso Diario
del do correnle. Essessenli raemos tao humanos e
de consriencia tao saa, revellam no nobre marechal
muila pureza d'alma, e muilo amor disciplina e
boa ordem da guarnirn.
Hospital decandade i de selembro119 doen-
tes.
At amanhaa.
mas obre os despojos dos c\orPos de origen) orgni-
ca, espalbadoa pelo slo, e iiuj" decora psito deve
reverter em proveito da eV0,lnln', **gelal ; nao
hnalmente lobmlaitlrsndo Hascs, mas sim eazes
orgausadores.o
Diviliudn-se peit os adubos."" mchameos, phi-
siologicos, o chlmieos de cada otP 'elles i.os orru-
paramot nos ->.-.-,,:,.. arligos, e depois lialarrmos
dos outros meios de melliorar o P' araxel, indi-
cado no coinero desle artigo.
.('-co'o.
M'WJll \
O vapor Imperador, entrado hontem '"* portos
do sul, foi portador de jaman do Rio alf -" de
."sergipe at 9 do passado, da Bahia a 2 e de illacei a
I do crrante.
S. M. a Imperatriz sollreu pequeos incominodos
em sua saude. mas, graras a Providencia, ja se arha-
va reslahelerida.
Foi reformado por decreto de 18 do rorrau'e o
capitao aggrecado o arma de infaolaria Joo Ferrei-
ra da Silva Luna.
Por decretos de igual dala foram nomeados cart-
lao-alferes da reparlico rcclrsiaslica do exercito, o
padre Antonio lavares de Ornellas, e secundo ci-
rurgiao alteres dn corpo do exercito JoSo Maria Lo-
pes da Osla.
I.-se no Correio Mercantil:
que lambem fui victima, como cenro do prilarin. a
cunhadu prrso. digo acora ao Sr. terror Cavairansi.
qoe quando o Sr. Ferrat quizer em lempo roHta-
uienle salisfazer ao publico, me ch.me i runrae a
responsabilidade para lhe privar peante le mundo que he muito verd.de. qae o Sr. I-errar
romo tenadle coronel rommaiidante da cuarta na-
cin! de Sanio Anlo.mandou nese teni|>o aah>rar
a meu ruuhado Jo^ l.oureiieu de Meoeirnt Muir
para, como sargento vaso-owstrt" arompauusr o rou-
linacnle de guarda nacional qae lhe tora anai>il.-
do do Recife, e como meo rondado nlo oanee ir
com receios de embarrar, Sr. lee-a* oronel
prrndeu. e foi conduzido para a radeir Ar. falle-
cido alferrs Adriao Fernandes Dallro.
recurr an Sr. Jos Severino, para t-'j
soltura do roeu ronhada ; masestr j"
Ocular an Sr. lenle coronel, resr
muilo recalear, linha ronsegoido
lura do preso por |30tJM rs v
He mailo verdade que en i jo esle dinliein,.
fui reduzir men soaro a paga 'qeal para vertrti
lilho solt, acompaiihou-me f dinlieiro em n>, .
da de vinle polacas, oania "iaif entregosi o.
l.'iOsOOOrs. ao Sr. Jo..- Se< 'asegaraado-sr
com tste. primeiro. no cump .o Ha prataesst ;
e o SlS-Jose Severino, rrcri o dinhetra, a -
Irecou lambem a' mmha vi i r. teneule-cnr
nel Jos Cavaleanti Ferrar .e \edo. que konra-
-le estad*
enliar na
o em par-
rar qae ha
tstade sel-
Ai dunenscsmarradaipara a crvela Mctherou damenle cumprio a prom- ai, aullando mea riinhj
que se vai construir no arsenal de marinha da corle, do, que nos acnmpauhor para ca>a, e arada Mil
sao as seguinles : ,ive, eraras a Dos ""*"
Comprimenlo na linha d'agoa, 192 pos. Resiav, nt>rm. uma ifliculdade. a era a echar
Largura da caverna meslra, tl pes. se nutra i.naiilHvttJa' "<"""" *' pracat iccvsadoa
l natal ao ronvc. 20 ps. | no nllicio ja feito ; isto nio f.i dinicil a am Iw-
Ponial a tolda, 2i ps. mera de lano espiri <"oroo o Sr. Fetrai, " Calado, Iti ps. don immediatameni prender a Antonio Jnaaum
Armamento 2h pecas deK8 ( 3.-classe na ba-, Manleisa, homrm r ado, e o maadoa eat lagar d
tena coberla, e 2 rodiziot de 08 1.a classe ) na meu ruuhado, lica "> assim lude acalmada, porqo*
tolda. a|0 nem havia I* eteicAes como agora I a )1
I orea collccliva das mchicas a hlice, 200 ea- Sr. Jos Severinr iavaleanii apesar de ter taca rnt-
B i si qizer diz verdad nu ncara' hita.
Esta forja he simples auxiliar, porque o navio lenham, sen es redactores, a bondade a p-
lela as condires de um navio de vela. A marcha blicar esla. cor ,ae muilo ohngadu Ihes sicara' en
media a vlpnr seraje 8 milhat, e a vela, com cir-' menor servr
cumslancias favoraveis, de 11 a 12. jj,, rl Gregorio Kodrigees (jmpelln
Os picadeiros eslo promplos para receber a Victoria 1 selembro de 1H.".
quilha ; as formas arham-se em andamento. Ha boa I aini
vonlade, at enthusiasino da parle do inspector do Srt. red alores.Se, durante o lempo <. ores...
arsena e do constructor. Comm, ;, de Hvglene pub|ica ZSSffmZ
Falta apena, uma cou.a para que a .Xirtherou se- Decreto a de Mareo do correnle anno, sempre rae
ja uma realidade rm pouco lempo, e nao venha a submetl a0 qe me recomroendava I Junta Central
apodrecer no eslaleiro. | e er, rriaataaar, nanea recebi sem rellex.l. ...
milico.
Ssitio de ?&tncmbuco~
AGRICULTURA.
VI.
D"S MK10S l)K FBRTIXISA.RO SOLO.HA IMPOR-
TANCIA DOS ADDBOS E i'.ORRECTIVOS.
He muilo raro que, no estado oidiuario das ro-
sas, as carnadas da superficie da Ierra renan) as
condijes essenciaes das quaes depende a boa cul-
tura. Assim, he de absoluta neressidade, que, me-
danle os convenientes processos, o agricultor faca
rom que o solo adquira as qualidades pbisicas e
chimicas, donde proven) a saa riqueza e ferlilidade
porque seDao arriscara'os seus ca pitaes sem pro-
veito algum.
I la qualro meins geraes de melhorar os solos ara-
veis, e de torna-Ios tao fecundos qoanlo he possi-
' os qoaes sao
vel
i Dijan, cuja bocea muilo mais extensa do que Iliosa* ou mucosas; o caso I
O senado approvou hontem sem debate eral." e
2." discussao duas proposiroes da cmara dos Srs.
deputados aotorisando o governo, uma para conce-
der a Joilo Anlonio Val Porlella, cnulador sfi Ihesou-
raria de fazenda da provincia do Maranhao, 2 anuos
de tironea com ordenado por inteiro ; e a oulra a
mandar pagar ao Dr. Joao Baplista dos Anjos a nuan-
lia de 1:210*369.
Contioaou em seguida a discussao do orramenlo
di josliea, que, depois de orarem os Srs. visconde
ule do meu mi-
os e garganta
o primeiro se
de roucosi-
- em ophclei-
ma cerla fe-
. no soube bem
i dos gstricos, hi-
|ue liquei pro.Irado
\ excepcao dessa epi-
rnoleilia que alormen-
Espero ainda gozar muilo mais na apreciarn dos
innmeros, expen.Ii los, dispendiosos e aprgoados
nflelos do dia 7 do futuro, os quaes tem de oceupar
0 setenario daquelle dia.
Te jDeum, chrelos de musir Iluminaron., (hea-
Iros, logo, de artificio, incendios nos rumesdasroon-
1 inli.i-, e Indo mais quanlo a frtil maginaco Ilu-
mnense, excitada pelo enlhusiasmo daquelle grande
da rioder invenlar, completando programma da-
quellek festejos, que romeramn nesla corle, v3o lin-
dar em tres das m cidade de Niclerox.
J
folgai
pratea
qne eslou amearado de lomar uma larga
ra al a dala da viagem do l'arau, no qual
lo segnir no dia 10 ou no dia 1.1, se se reali-
ne .\uiuquerque, Ferraz e ministro de marinha, h- sar a i emora duqiiellc vapor em consequencia de
cou adiada pela hora. condu ir para esse uorle o orador do Te Deum de
I Nicterr.y, o Correa das Neves, que nao quer esperar
A cmara dos deputados adoplou hontem o projec-' pelo vJpor de 25. e esla disposlo, no caso de nu ha-
lo viudo do senado, que concede duas loteras a ir- | *er a
inandade do S.S. Sacraineolu da fregaezia do Enge-
nho- Velbo.
Approvou depois em segunda discussao o prejectn
que concede duas leterill a sania casa de candada
la cidade Diamantina, com o parecer que o manda
separar dos additivos. Eulrando logo em lerceira
discussao, a pedido- do Sr. Vieira de Mallos, foram
ofierecidas e apoiadas varias emendas coucedendo '
lolerias a sania casa de .Misericordia da cidade d
tioianna, I a matriz de Santa Isabel de Parauuas-
su e duas para as obras da matriz de Piranga, na
provincia de Minas Geraes ; porem nao haveudo ca-
sa para se volar, ficou a discussao encerrada.
O Sr. presi ente derlarou uo principio da sessao
que se ia ufliciar ao governo para saber o dia, hora
e logar em qae S. M. o Imperador se dignara rece-
ber t depularao deta cmara que lem de pedir a
designaran do dia, hora a lugar da sessao imperial
de i'iiccnamento da assembla geral.
S. PAULO.
S. Paulo, 1.1 de agosto.
Nestes lempos de calma e arrelenmenlo das pai-
xes polticas he para admirar o estado excepcional
em que se acha a cidade de Guaraliiiguela, ama
das mais importantes povoacOes do norte desta pro-
vincia. As eousas D,io vao bem naqoeile muaici-
emura, o seguir cora o sermao, que presar
opporlbnamenleem qualquer Um dos porlos em nue
desemlarear.
Se Ul demora se realisar, lambem espero esgolar
os festejos, do contrario sigo a ver se aiuda encontr
um cirJulo sem dono, do qual me aproprie, com li-
cenra de seus aguadores.
Ou al folhinha esparou por Ires dias o de S. Bar-
Ihi'lomru, ou e-te sanio anlecipou-se a oulros tanto;
" que hb corto e incoulestavel he, que tres dias an-
les desAltarem-sc os diabos na letrado kalendario
do I m ierl. elles Oleran aqui cavallarias alias, rc-
Colhendij-se, porm. u lranquillid.de no dia proprio.
NaquWlc dia, a bordo de um de noetot vapores
nacional, hrigaram dous lenentes, um primeiro
por uma boa porclo de dias
demia ealanhal nao ha oolrr
te os bons habilanles desta cidade, coja estado sa-
nitario pude-se dizer que he salisfaclorio.
O Exm. Sr. vice-presidente Calheiros pro&ride
em sua marcha adrninislrativa grangeando peral ap-
plauso pela sua bem conhecida reclido e jusii(a, t
pelo acert com que accode a todas as oecessidades
adminisirativas, e providencia sobre as oceurrencias
supervenientes.
O nosso mui digno chefe de polica Silva Neiva
continua a desenvolver a maior aclividade e des-
velo para a conservado do bom eslado da seguranca
de vida e propriedade.
E de desembarque de Africanos por contrabando ao
norte da proviucia : foram dadas as mais enrgi-
cas providencias e loinaram-se todas as medidas
para a punidlo desse criroe, caso livesse sido perpe-
trado, porm felizmente veri6cou-se qne eram in-
fundados e falsos boalos, talvez adrede espalhados
para prejudicar reputarlo da familia Mendonca,
qae como Vmr. sabe, he a mais influenlc da comar-
ca da Porlo Calvo : a influencia de que goza aquel-
la familia em loda a comarca he fundada em bases
mui solidas, he una influencia adquirida ha inuilos
annos e no meu fraco cuten ler he ella ben-
fica.
Procedeo-se na ultima dominga do mez passado
a eleiro dos eleilores que devem volar oa lisia tr-
plice da qual lem de ser escolhido o senador para
preenchimenfo da vaga dcixada no senado pelo fal-
lecido visconde do Sepeliba. Ainda nao vi uma
eleicao lAo calma e regular, creio que em ludas as
freguecias o processo fez-se do mesmo modo e com
I maior Iraaquillidade, lalvez au acoulera o mes-
mo com a do da 7 prximo futuro, e rcm'a circu-
lar. Os candidatos a trplice que retinen) mais pro-
babilidade em seu favor sao: o Cansoslo, o Casado
e o filara, no meu entender lodos Ires ao merece-
dores e dignos da alia lioura a que aspiram.
/ ale.
Adevinhem o que he'? .. Pallan operarios.
- Acaba de occorrer em Minas um Lelo que me- \ \
rece chamar a allenrao superior. i n,r ,'
Jeronymo Mauricio dos Santos, subdito porlu- |>rr
guez, que commerciava em compra e venda de es- i He
cravos, foi, segundo parece, denunciado infundada- 28
menle a' aotoridade como inlroduclor d notas M- I,,.
as Parece pois que a polica drsla corle haixou I |,
ama reqnisicao para a provincia de Minas, afnn de'rl
que esse hmnem fosse preso e transferido para esl> M
corte ou para (luro-Preto. as
He que molo porem foi rumprida tal ordem* ne ei.
No da .1 do correnle foi esse homem preso. Na mes-ie corr
ma larde foi mettido n'nm tronco de eampanha, on-achan
de passou loda a ooile depois algemado depon neire
ia (.entral de H\ginr Pohlica pode nrde-
nisses o que se acha comprehendido sh>
.98 de 1 i de Selembro de 1830. a
o que haixou com o Decreto a. K2k da
abro de 18,1 ; mas n.i.i Ihrastwtea di-
ipor soas opinines teienliheaa aas taam-
s CommissoOs ; e, se tenho am dipleaaa de
ie me foi concedido pela Escola de Medi-
aris, isto me basta para qu. atsim petMe e
nies scienlicas da Janta Central o aparee
merecen). Sei bm qae a Jaola Central
sia de cinco membros, e qae catre estes se
entes da Escola de Medicina do Ra de Ja-
mas islopi'ite servir,quando moilo.
Primeiro.As operaees qoe Ihes dao ou con-
servan) a conveniente humidade.
Segundo.As operares mechanicas proprits para
sambar, e estorroa-los ou areja-los.
Tcrceiro.A emenda, ou os correclivos.
(.loarlo.Ol adubos ou eslromes.
Sem que baja certa dse de humidade na Ierra as
fuicrn,.- das plantas nao podem ter lugr.r, porque
os fluidos.que circulan) no interior dos seus tecidos,
na sua quasi tolalidade.nao sao oulra cousa mais do
qne a agua chupada pelas raizes do meio em qae
ellas vivem. Mas, exceptuados aleuns vegelaes qne
sao puramente aqualin.s, cumpre saber que o raior
numero dclles solire pelo excesso de humla.lo ;.e
quando a atina apparere sob a forma liquida em
qualquer terreno, causa a cuitara iguaes obstculos
aos que produziria a soa completa ausencia. D'abl
a uecessidade de esgolar as Ierras demasiadamente
hmidas, e de irrigar as nimiamente seccas.
O eslorroainento das Ierras por meio de ce*
operares mechanicas, taes como a farra, a an
dura e o arrendamiento oo segando amanhu e
nao he meaos favoia.el a vegetacao do que a c
servarao da conveniente s.u.5- r<- .-...,
germinarn das -ementes he a raz, qne em
meiro lugar apparece para fornecer o alimento ii
pensavel a nova planta ; depois esta, para meiiiu
eumprir o seu destino ramifica-se, e nao cessa do
alongare durante toda a durarlo de sua vida. Ha
pois necessario que o solo, pela.-sua impermea&il-^
dade, nu obsle a esle descnvolvimento progressivo
imperiosamente prescripto pela, nalureza. Por oa-
Iro lado, as partes subterrneas das plantas, bem
como as suas partes fol'ueaceas.nlo podera prescindir
do concurso do nt ; e alem disso sem a presenra
continua desle fluido no solo, oseslrumes, que uelie
inlroduzissemos, nao poderiam soffrer as impor-
lantes mod ilicarSes que os conve lem em substan-
cias nssimilavcis, e nutritivas.
Compre!) endemos sob o nome de correcticos todos
os melhornmetitos feilos no solo por meio da mis-
toras oo addiccies, e algumas vezes al por tobtrac-
res das suas materias, com o principal fim de mo-
dilicar-lhe as qualidades phisiess, mineralgicas, ou
ehimii-as, sem ler particularmente em virtas, a ali-
meo.iaco das plantas. Assim, o augmento da le-
nai'idade das Ierras leves, o enfraquecimeulo das
lories, e restabelecimeuto do equilibrio da compo-
fcicao chimica do solo por addicc,es convenientes de
areia, ou de arga, ou de calcreo, a combinarn
dos Terreno de modo que os torne aptos para ab-
sorverem o calor, a luz, os gazes alhmosphericos,
sao actos que enlram nos correcticos do solo.
Os melhoramenlos por addiceoo de materias or-
gnicas on mineraes, que directamente concorrem
para a nulrirn das plantas, eonsliloem o quarto
meio de ferlilidade, ao qoal damos em geral o no-
me de eslrumet ou adubot. A necessidade de recor-
rer a certas substancias tiradas dos diflerentes rei-
nos, afim de maoler a Ierra em um perfeilo eslado
de ferlilidade, nos be demonstrada pela propria na-
lureza, e pela observarn, que nos laz conbecer
qoanlo os terrenos se depauperam pelas saccessivas
colheilas, que os ton...ruin improprios de novas cul-
turas se ndo u-srm indemnisados, pnr meio doses-
rnmes, dos principios orgnicos, ou salinos, que as
plantas Ihes roubaram com o seu desenvoivi-
menlo.
O que levamos dito he o que claramente se de-
prehende do qoe solire a materia escrevea o Sr.
Dr. Jos Alaria Grande uo seu curso de agricul-
tura.
Todas aquellas substancias, que acluam sobre
a trra, ja corrigindo os seus deleito- phisicos, ja
augmentando os seus principios nutritivo-, ja final-
mente lomando-a mais propria para excitar as for-
ras orgnicas das plantas, lem o nome de adulos.
Os adubos podem ser lirados do reino mineral,
vegetal, e animal, e podem obrar mechanica, phi-
siologica, oo chimicameule.Os que obram mecha-
niramente lem o nome de correcticos', os que obram
phisiramenle tem o nome de estimulantes ; os que
obram chimicamenle (em o nome de eslrumes.
" Importa porm desde ja advertir, que a acrao
dos eslrumes nao he exclusivamente chimica, mas
lambem phisiolosira, e mechanica. E na verdade,
elles mo subministran somenle a Ierra os princi-
pas' elemenlos nutritivos das plantas ; mas lornam-
a lambem mais excitante, ou mais apropriada a
estimular o organismo vegetal, e corrigem-a fi-
nalmente melhorando as suas condires phisicas.
Ora o mesmo se pode dizer de muilo- estimulantes
e correrla os, nos qoaes vemos reunidos estes Ires
modos especiaes de obrar.; donde se deve inferir
qoe a linha divisoria, qoe alliruamente se quirera
Iracsr entre estas (res castas de adubos, nao he 13o
saliente, qoe possa servir a extrema-Ios uns dos ou-
lros. Podemos todava tsseverar que a tela dos
correctivos be principalmente mechanica, a dos esti-
mulantes phisiologica, e a dos eslrumes chimica.
O que diz o Dr. Jos Maria Grande acerca dos
adobos concorda com o que se l no curso do Sr.
Raspail, e tal he a importancia que na agricultura
lem os correclivos, e e-iruno-, que nao queremos
prescindir das suas ideas, tanto mais quanlo preten-
demos dar em artigos successivns lodo quanlo sobre
o assumplo se pode ler nao s nesla como em oulras
obras, que possuimos, e que deiejariamos fossem li-
llas pelos nossos agricultores.
a (.loando a estridulado do terreno provm de
sua propiia composicao ser-nos-ha sempre fcil com-
municar ao solo loda a fecundidadede que for sus-
ceplivel. Dous sao os meios por onde se isto ha de
alcancar, a saber : Jcmperos ou cerrecliron, e et-
iruines.
Tempera-se ou corrige-se um terreno modili-
P lisJ A AVUaLSA cando a consistencia de suas molculas pela rnislu-
i-'mx-,-' rfeTrfx o ra de uma Ierra, de que anteriormente careca mais
C' -J-i.su ou menos ; os terrenos muilo forles corrigera-se
Pelo paqnele Imperador, entrado hontem, | mistorando-lhes oulras Ierras que Ihrs deem maior
chegaram os Srs. depolados por esla provincia de- dtoiso, o os moito sollos por meio de Ierras, qne
zemhargador Fisueira de Mello e Dr. Francisco i "'es deem maior solidez.
Carlos Brandao. Esle ullimo, informado da irrila-1 i Alem desle resultado paramente mechanico.
conservado incommunicavel na pnsao depois m,de|se cr rvam sem reflexao as opmiesdaa maiorias, ,u
leridn em todo quanlo requerru'. depois insudJ nerr sempre slo as melhores, ana e-tu lames dessa
de Itabira para a cadeia de Ouro-Prelo em tal -| Esc da que, em seas exames, poden temar os v*l
lado, proveniente nestes desgostos e Irabalhos, qu I de ses lentes. A oatres me eorxo, qoando se Iral
ao chegar a Iresleguas de distancia daquella cidaie, '
liveram os conductores no dia 11, de regressar n
um cadver, que foi sepultado no dia 12 do cr-
ranle !
Oh Misericordia Artos destes impen? ma
responsabilidade enorme. Caia ella sobre quetr de-
ve ser, mas, por Deas, nao liquem assim
Achando-se enfermo o Sr. marqoez de Paraua'
foj suhsliluido interinamente pelo Sr. cmselheir
Wanderlex, na pasta da fazenda.
Na Baha uma tentativa e um suie.ioio tivera n
lugar. A primeira foi pralicada pelo hspanhol a-
noel Coqueijo Sampaio. morador no caminho U' vo
do Grvala', uo da :',ti do passado ; o inslromi'
escolhido foi uma faca de qus se servio para da. va-
rios golpes no corpo, sendo os mais principaes.'Jous
dados sob o estomago eum as coalas ; elle sofi ia de
I n ti *. sf i'in ni.xnl .1 "- a ____________ ', ni., .
alienarn mental ; felizmente a olas taitO l uma
pessoa fez que nao se consomaise o acto. O segun-
do foi rommellido por um preto, forro, c'regador
de caderiuba, e que lambem soflria de jsarranjo
mental.
Em Sergipe,'no dia fi do passado, arhn4 -se a'
(.mella de sua propria casa recebeu ur" >"> le em-
boscada o Sr. commandante superior d, mu icipio
de Ilahaiaiina Manoel Rsynsndo T-''es *'e Vlene-
zes ; felizmente quasi nenhuin mal pe camn. a|eIn
de um leve ferimenlo no braro est^erdo. O js-
sioo evadindo-se deixnu o cavalp ein qoe vinha
montado ; ainda se nao lio lia descoberlo quen. eue
era.
He Macei nada ha digno de .nenian. t
Achavam-se a carca para esle porto :
No Rio. o brigue brasilriro Adolpho e bar
tugueza h'lor de S. Simao. W _
Na Babia, o hiale l'ernamhucano, a tfeataSul-
tana, o patacho .tmazonas, com escala por Macelo,
palhabole Uous .Imigose a sumaca H> jrtencia.
Haviam chegado a' Baha preceder desle por-
to no dia .'11 do pa-sado, o patacho, (,'oit/ian.a,
-&,rn H *'-.. "mil. J- ^..rrl- o ''C'o.,,0 o...
/tima.
por-
(*Totttfitnicftbt
lagar
ue ella
o mes
os aca-
Como sev do annuncio do Sr. I ranci-r,, pcrrejr,
Correa, muilo digno (Trmetro secrellrii> -omrais-
s8o dircclora do Monte Pi Acadmico, Dticado
em varios numeras deste Diario, lera' I
a reunan da commissao, e he de presum
proponha a reforma dos eslatntos; segun.i
nto annuncio lera' lambem lugar a reuniao .
Uemicos do primeiro annn, alim de volaren, em es-
crutinio secreto sobre um de seus collegas, q ic de-
vera preencher a vaga deixada pelo Sr. Cuolio e Fi-
gueiredo.
lie de esperar que os acadmicos do meneo lado
armo oao faltem a essa reuniao, que sera' as 1 horas
da larde na casa do Sr. Dr. I.oorenco Trigo de Lco-
reiro, muilo honrado thesoureiro dessa bella ius
cao de caridade.
Depesilamos plana conlianra nos acar1
primeiro anno, e lemoi robusta f, que
se a reforma dos eslalotos, como esla'
Monte l'io avallara' de ponto, que
aflirmar, assumira' uma ordem eleva
cencia imperial o tomara' debaixo i
prnlecro. Dos nos ooca ; emqua'
vamos o zelo e inleresse do illust; presidente e da
distincla cnniatissao directora.
de '-neneia ; como lentes li ve osqae foram da altaos
d sses, e sentei-me nos bancos di Escola esa atte
c amo esludante, enlou-se o finado e illastra '
e I -o na-- une. nao obstante ja er lente Oa
.a do Rio de Janeiro, nao pode cansegor Ojasaj m
qae ea censegai com os exames le prrparalsa-irs
feitns aqai na Academis de Direilo, slo he ser soa-
Iriculado, e pa>sar depois por lanos iiaiaas optlos
foram os que z.
Se eu podesse e quizesse perder tenoo. refalar,4
o que disse a Junta Central em tea parr a rsspti
lo da remorao das ravallarifas de alagast da raatis
da cidade para a borda do mar oa rio, eooUts ntot-
traria a iroportancia scienlifiea dease Ub.lho Oo
poucas linhas, nao precisando para slo ntirs do asta
comparar as localidades e rstaheleci ment-, e appre-
ciar a forte razAo dos cavados qae ledos os das en -
ir.im eio grande numero nesta cidade, na qaot oa
apoiou a Jaula Central; mas conlenlar-taa-taas cosa
publicar o parecer que dei. seodo oarido peo Pre-
-nleufia, e^se-poTrr dispor de algaaaas tatas e
nbtiver copia do parecer da Cmara municipal, ira-
duzirei ludo em fraocez e sabmellerei essss trsbo-
Ihos a cnu-ideracn da Academia Iraperitl do Meti-
eina de Paria ; e creio qae a Janta Central te al*
dar pnr oflendida, se eu recorrer a Uo diestra cor-
poracn Kientifca, de que fazera parte bioups oae
ainda podem ser nossos lentes, e qae inoran, se-
gundo ute parece, o qus na seiencia tejara os mem-
bros dessa Junta Central que leva sea egosmo a
ponto de nada prodazir que appereca. e qae Uo
pouco se oceupa rom as Provincias do trapera, aos
nunca se lemhrna de commaniear furaatiult de
llxgirne Publica nc Parnamboro qae a* capital d
Imperiortinava o cholera-mnrbus, inlroduiido por
um dos vapores procedentes do Para, oatrataato qae
s cuidna d livrar aquella capital dos estraans da
epidemia, corno r>ju^yuxaaJajoaj|eira parta do aviso dt
2 *?' gdstoif.r ^Tno^w^lao^. .
Eslou, convencido que a deuns-.m da Coeami-v.ii
de llxgirne Publica, de que fui psesirlaala, aflam
sobre a Junta Central quando teredo dar a saa pa-
recer e islo anda mais confirma o que ao pectava
e dizia de cerlos hornea* qae, para nao desagrada-
ren) os quegoveriiam, subscrevem aos r afiches Oaa
tes abafando mesmo toas opinidrs scieasVeta. Se en
anula exerceste ts funrres de prattoenle de-sa Cara
missac., a. tniuba epia;~ J s man fuadada, ea
nada dira JunlsCentra. presideoledeasa Jaola
anda me o florecera seus rrlatorias, esereveodo cara
seu proprio punho trbulo ao mrito ; atas ja as
nao exerco, e nesle negocio se procedeu osota a ras-
peilo das quarenlenas ; r nem he de ad
s
..ni i -
-uarda e
que nos loo
Aguaidavamos o dia de boje para mui succinU-
meule dizermos ao puvo, o que ja ha moito se lem
dito, mas que convein ser com mais franqueza.
Amanhaa, ,dir> nacional, dia da maior frsta para o
Imperio, he lambem o que por tpj fjlj marcdo
para a mais solemne miiifrjtjjao da soberana do
povo.
O povo somos mis tolos, c nao s os cidadaos
das ultimas carnadas como pass por um dos arligoa
de doutrina poltica.
Os nobres, os pees, 03 ricos, os pobres, artistas,
e proletarios, lodos compile o povo : o povo somos
mis todos.
Amanhaa vai elle exerrer um dos seus mais sa-
grados direilo, qae o noso parto fundamental lhe
confere : Amanhaa o povo serA re, mas um rei
mnnarcliiro conrtilucional representativo, um re
ordeiro, um rei, que sabara repellir rom mageslade
insiuuaioes indignas de seu ureo sceplro.de seu ca-
rcter soberano !
Amanhaa rerlamente, que nao prensaran as au-
toridades reaes maiiler a ordem publico, e a li-
berdade do vol. O povo ser vigilante sentinells,
como rei, c como soldado da seguranea publica.
E se os imperantes de laes formas lem quem os
aconselhe, quem os guie, e se e--e- conselheiros, e
esses guias sao os uuicoi respousaveis pelos artos do
imperante, segue-se que para o povo marchar con
reclido deve esrolher com loda prudencia quem o
encaminhe com dignidade duranlc o reinado elei-
loral.
L'm mo eonselheiro, um miuistro perverso,
que por suasdoutrinas.seus cnnsilli do Ibrono seu legitimo soberano, deve sei quando
nao punido, pelo menos deposlo do alto cargo, que
oceupa junto a elle.
Assim o eonselheiro, o guia do povo, qae por su-
as insinuares, suaa doulrinas subversivas pretender
cav.tr a mina desse mesmo povo dever ser irre-
missivelmente punido. E quem o punir '?
Elle mesmo desprezando-o !
I.'m mao ministro nunca lem psrtido poltico,
porque o parlido cerdadt'nament poltico nao pro-
fessa as coiicilaccr.
assim se livesse procedido, quando hj
aoja*;
presidente di Janta Cenital deelarot rm om ajiarar-
so proferido na Cmara dos D#f'ulados. qae eslava
aulorisado para direr oue i.s Rio de Janeiro nao
reinave, nem reinara oraii a febre amarella,e qar.
nao obstante reconbeeer em oulro disrarsa praavtH
ciado na mesma Cmara, qae a Cortmisaass havia
rompridn o sr dever represeolando contra a ahtjta
que eslrrl praticando dm prela da Casia d'Asrica'
quervrr autorisacAo do Presidente da Praviacis, to-
cc -.plente para isto, exarcia a arle de corar, a ajare
era ama infrarro de Lei de :< de Oetobto da inte
du Regulamenlo de ii de Selembro Oa 1851, ossk
qoe essa Commissao nao proceder bera raliraaa
isto he, qoe devia subserever a' iiifrarrie daasa Les
e do Regulamenln que lhe eumpria fazer ebserrar.
Em quanlo dirig a Commissao de Uiglto fut.
ca lire a satisfaelo de ver confirmadas"peii
imperial os meus acias, mesmo t desparte i
e influencia do Presidente da ProtisKs
vam n aviso de 2 de Selembro de IKVt.ee _
Conselho de Eslado de de Jaiba da 18.U, i
vez me coabe o prazer de ler esa um partear a
mes mu Conselho de Estada esltt palavras: pete
qoe a seecAo se t forrada m ^nosaxsAaj^ajta *-
niaodo inisidenlroa Caraa*Jaasa> de llyjiene Pabh-
ca de Pernamliuco, seguida lambem pea COsasaieatM
Procurador da Coroa, por ser fundada na loi; tta-
lende que as alumnas da aula de Obstetricia de Par-
nambuco nao devem ser admillidas ontiieata do
artigo 2 do Regaltmenlo de 29 de Selembro de IMt
, palavras bem consoladoras para miro a aras ases-
to allligiraui o Sr. Jos lenlo da Cunha a Fitoaire-
do, que quera que eu, >o sua retpontuMUmiv,
admillitse a' nialricula estas mesmas ataaaaat, owa-
dando-o fazer nos ttulos qua Ihes data ; eatrrl.al"
i|ue o mesmo Conselho de Eslado eos a parecer do 3
de Julho de 1si:i, que mais larde pobiiearei, draii
que Junta Caalral apadrinkata a oaniinoacAo
do exercicio da arle de corar e da pharraana ara
indi Juos que nio tinliam as hallilacoet sssees-
tarias.
A queslao, que se agitou entre a Cmara i
pal e a Commissao, he scientifiea, e na i
parecer daquella sem haver estadade a i
he sabido que me nao empenho esa qurstaas desta
ordem sem recorrer aos luios da miaba biblioteca
qut se nao rompo-' de qualro oo seis abrs o sata
nel I ese na experiencia encontrar undaraenle. Par
mim a queslAo anda nao asta' resolvala, a par Ma
continuo a pensar do mesmo modo. Ksredi catan
devia, sem atlcnder a inleresses iadithlaati: so a av-
ies eu quizesse allender, enln paruJharM i eptatao
contraria, e nao me vena Imir exposls a inisaiaads.
iou, -robore- redactores, com loda a coaaidararao
etc.--Dr. Joaguim de ./quino Mj"
de Selembro de 18-Hi.
Senhorcs redad ireslleunindo-se varios riiliilsi
conspicuos e hnmens bons em ama casa partieaur,
nesta ridade, lembraram-tc de organisar urna liria,
pela qual volassem unnimemente ; assim como reit-
..... m.o.u--, no:.....nii.iii- lenles, um piimeim e -------- -, ------;-- .i-| au -irajc lesuxauo |iurameiiic mcrnanico.
um stgtodo, de no.sa armada, l'm dessa provin- ?'" 1ue.Prcval-'ce "os P''Hosein l.o.anna, se mos- j os adubus mineraes produzem oulro inleiramcnte
ca, segndo lente, e oulro do Rio Grande do Sul ,','" T, Pes"os0' e par" "nmed.alamenle para phisiologica ; porque a arro do solo sobre as plan-
prime.r lenle, que segundo dizem, foi o provo- de crml,l,do a empregar toda a sua influencia, las nao cador e insultante. CUI,la" lo "* *> mpalhias de que goza, para acal- hmido. Nem S de parles garosas, c aquosas se
.........- panes gazosas, e actuosas se
,os almocaudo a ZlZeXS^t^S^^iA^^X i HS? IXtULVXZnS^tl T.
folhas e catea verde dos
acido
. ---~ --.-. .. um. cspoin, e proceueme ao navre, com um carregameulo de la-
cle sorpraz^i da um golpe no pescoro do instillaute. e zendas para esla prara e a da Bahia, balea snbre la
re. H ferido loma uma espingarda de dous tiros, pedras di Ti
Ouem amanhaa prelende pleitear o Iriumplio no i d0 "ve,"." s""W' "lem : ,000 '
campo cleiloral'.' lr,umP"0 no I para a. rendas do e-tado sem deltas pwceoer on
tl< represntame, de tres partidos .-conserva- T'a" l ?"' '""' "a25L"? >"'"' r****-
dor-aj^rant^:-llli.^ i'C *
republicano. Em lodos elles ha bomeut de illu'lra- -'"-"_.. ,__
E como lodoso homem independenle nao oaerr-
orae de*.a. chapas sfr ferro
. que por ah rirrnlsm. por
que nellas mS apparerrm os nomos dos parlidanoa
drsfrurladnrrs que mi ruidam do salvas as et-
rrprocs c n;ln os dos Immrn ronsrirsiraoas dn>
mesmos parlidns, rsperam >s ndadAo rranidao, ajan
iipuiiuii. .u io.io. enes na uomens de Musir- i p Pm ,Mn
ran, em lodos elles ha serviros, em lodo, elle, pa- I F:ZTn'"f". l,0mP
iriotismo-optimos conseguin.eraenlc para .manMa. !*_SV.ZZtT T
aconselharem o povo. '"" ,, *f* I'""''1*.
E se alguns delles cxorbilarem'?
Tanto melhor para os que se conservaren) em seu
posto de honra ; porque u povo de.prezar aquelles
r procurara solirilo a esles, que o saberAo levar rom
priidenria e sabedoria ao ullimo desrao do sen thro-
no, i birioln rouseguintemeiile o mais completo Iri- .-._, .' '
umpbo, o Iriumplio da le e da liberdade raciu- '
ual_ l treadeirc
Amanba saliremos.... '" P'oprielario Jos Cario, leu eir.
D.
a ua lisia sera abracada pelo- hnmens boas de t
&0ttt$ponbmclb.
!u"e^u.1ord0-|,,,! "^ ^'^ "rS"- j -"*-: ?2Sa d,S h0"S da "** Pe^^rV^e^ee"
F.i. i, ao entrar a barreta do Prcoa barca franceza fuoul, nuvos ramos, asnira dn ar
da-"*'::.ao'".-:'nmi" C*r'e ?. "P>'\>- e Procdem. d. Havre, com um earregameuto de ul tecidos wl.nPn o-era d
MUTlLl^vr
,. pedras da Tartaruga. Sem embargo das diligencias
! i ~t' a pruc"rar Heu contendor, que avia- da capitana do porto, que foi solicla em soccorre-
taoao-o armado abra se ao mar. All mesmo lhe. la, apenas pude coDegait-se, visto a gnnde quan-
ATIENI.AO'.
Stnhortt redactores.Lrndo no Diario de lerra-
frira 2 do cnrrenle. uma correspondencia do Sr. Jo-
s Cavalcanli Ferraz de Azevedo, na qual ele se-
nhnr, respiui.lendo ao Inimigo da linimstura J|"
pede an publico que suspenda o seu jui/.o, loque,
ar o acido carbnico : os I em lempo upporluno. mostr por documentos que
vegelaes provem da intima comhinsc,o dea-i a deonncii, em que se basea o correspondente foi
sis bases e desses gazes. dada por um inimigo capital, para o desmoralisar 1.
Alem disto os adobos mineraes obram rauilas ve- em lempo de eleices como agora, etc 2.
"!.. ^'f!".!':,'8"8'0110' "ao ,on".." P13"1-1 E indRn_adn, senhores redartoies, de ver negar I :i
-" Dr. Diodmo PIptaOS Co-llio Calando.
3. Prnpiielario Manoel Pire Ferreira scabor ile
Cachito i
i." Priqirielario Francisco Soller de Figaeiiedo Cas-
tro F.ngenho S, Francisco.
3." Piapnetarit Jet da Rocha Parando-.
Pmprieijrio Francisco Casado da I enseca.
Proprielario r. Filippe Carneiro da Utnida
impeli.
Proprietarin Jos Peres Campelle.
Cirurgiao Miguel Feiicio da Silva.
Juizet de pa:.
Santo Anlonio '! distocia.
6,
.....)
Proprietario lenarin Rento da l.txall i.
Arli.lt Ins.. Francisca Car
mas em torno dalla nao sobre os tecidos yivus, se com nula congem, uma verdade, um fado, i\i. l)r. iodero l Ipiaoo Cotlbo Tolllfcii
MELHOR
EXEMPLAR EN
*



S0IIRIQ SE PlUaagtl S'BOB 6 DI STIMBRO II 1856
S. Jos.
1. Propriclario Jns da Bocha Prannos.
2." Proprieiario Victorino Francisco dos Saolos.
3. Commerciante Elias Marinho Falcao.
4. C unmerci Hile Severino Jos de Almeida Leal.
Recite (1 districto.)
1. Padre Joan Leile Pitia Orligaeira.
'2. Proprieiario Ignacio Antonio Corss.
'.i. Ur. Jodo Pedro Maduro da Foi.seca.
i." Gommerciante Jos Gomes Leal.
Boe-Vlta (1 districto.)
1. Dr. Luiz Dusrte Pereira.
Proprietariu Thnm Carlos Peretti.
3." Prnt'essor homeopalha Francisco de Paula Car-
neiro Lao. .
4.' Dr. Joao Jos Innocencio Poggi.
i#ublicac0C& &pcbbj>.
Esperamos que o muilo Ilustrado redactor do Cor-1 BAHA 1 DE SETEMBRO.
reto MercanUl, que inserio a correspondencia cm I Fretes.
suas paginas, nos fara tainbem o obsequio de Irans- Amslenlam
crever ncllas esie pequeo correctivo a mesma, por- | Bltico 33 a 10 nom.
que assim dar'noticias mais cxaclas das cousas da Bramen 30 32f|2s.
provincia. Canal a ord. para o Reina Unid* 30 35 s.
O ohurraiori F.nlre Havre e Ilamhorgo 30 a 35C. nuniiual.
------------ i tiolhemburgo.
A CAIXA FILIAL DESTA PROVINCIA. [ llamburgo .I a 35 l|2 s.
Ha lempos para en, que no Comi Mercantil Havre SO a 80 frs.
do Kio de Janeiro as innovas desla provincia se leni Liverpool 30 s.
occupado com a caixa filial, c desde a organisaco
O abaiio asignado mora no 2. districto do
juim de pal <1a freguezia de S. Antonio, e por itao
nao pode votar nen ser votado no 1. districto da
mesma freguezia, entretanto, o mesmo abaivo assig-
ado uproveila_ esta m-casian para asradecer cor-
dealmenle ao Sr. corresporr-jenle do Diario de Per-
nambueo.qae o inclino na Nsla para juiz de paz do
I. dis/rlclo da referida freeoezia de SI. Anlonio.
Recite 5 de setembro de 1856.
Ignacio Benlode Loynlla.
Curiosidades de tuna coi respondencia do
Maranhao, estampada no Correio
' Mercantil do Rio, de "2 do me/, pas-
sado.
,( Osen primeiro aclo ( falla da asseioblea pro-
vincial ) fui approvar o contrato celebrado n.'hrgo-
verno da provincia com o lente coronel Ravnann-
do Bnlo Comes de S.iuza, para o encanamento das
agoa do rio Ail, s
Unuve, por occasiao da disru*",io do contrato,
qus-tao reuhida entre urna insigiiLnnanVo-fyppusirao,
calcula lamente forjada pelos Apriipurs. temi a sua
relrt>tSoiBrfo, mestre delaijn, o Dr. Caelano Jos
de Souzarflliado dos anaporiis, e lenenle coronel J.
de M. Brrelo, qne sustentou a inconstilucionalida-
de do contrato, argumentando contra o privilegio da
venda d'agua, pois que o direilo de propriedade era
garantido em a sua plenilude pela consliluicao, pu-
dendo, assim, qoem era dono de um predio vnde-
lo, aluga-lo e ale laiicar-llie fogo Como este pro-
dozm outroi muitos argamemos, (3o valentes mis
como os ootros, e deixou ludo de cara bando !
Era derradeira esper.mca, o ultimo reduelo ni que
se haviam enlrincheirado os los da l'raia C.randc.
a Esta opposirao nao acliou echo na casa : as il-
lustracle* da nossa assemblea provincial volaram pe-
lo cntralo le qual o governo bavi.i confeccionado,
e folgo de dizer-lhe, como Maranhense, que no nu-
mero dos que volaram a favor da empreza Bguraia os
numes respeitaveis do tenente-general banlo no Tu-
ry-Ass e bsrSo do Carala, presidente da assem-
blea. Dislinguindo-se principalmente as discu*6es
dooi talentos novo, porem brilhanles, os rs. Ry-
mundo Alexandre Valle de Carvalho e Antonio Bai-
la Sooza Uavoso.
Ninguej, porem, lem feito empreza ama
guerra mais svdemaiica, desabrida e ao mrsmn lem-
po, pela sordina, do que o actual presidente da cai-
xa lilil, Joilo tiualberlo da Cosa, que se lem pre-
valecido desla posiclo, que quanlo a mim, immere-
cida e inconvenientemente Ihe foi dada, havendo
aqui, como ja llie disse, pesios muito mais iltns-
lidd.is, epursem dnvida muito melhur intencionadas
a respeilo da provincia, ha.tan s*. citar d'entre nim-
ios nomes que eo poderia lembrar, o do barao de Co-
roaln, que he Brasileiro e digno da consideradlo do
governo a lodos os respeilos, c era ludo e por iodo
superior ao nomeado.
Ora, estando averiguado que o Sr. Joflo (oal-
bertoda Cosa lem procurado dillicullaraos accionis-
tas da empreza Aml IransaccOes com a caixa lilial
como se ella fosse o patrimonio deste negocio e dos
que comp6e a sua directora, e soccorrendo-se a fri-
volos pretextos ; nao fora licito deixar de consi"nar
aqu este faci ; e, qoem sabe se ao presidente' do
tinado Banco, hoja da caixa lilial. nao passou pela
abeja macaquear o dilode Lau XIV a respeilo da
Franca, considera ndo-se a provincia '!
He urna media ridicula
Aula esla potencia puosphorica e aem base, a bai-
le m a cabera muito embota os subditos de S. M.
Fidelissima ; mas abaixar o Maranhao a cabera a
urna eulidadeque nao temporsi nem fortuna nem
illustracSo, he nimio para um povo que lia 33 anuos
proclamen a sua emancipa,;,, > poltica.
O J.. Joao Gualberlo apresentou um projerlo de
encanameolo das aguas do Apicum ( aereo ) (em um
orcamenlo, em meimo um calclo apruximado da
^^fe^?J?_?UJN .** visto qu. exigir onlr. maior aran.ia17."..'I
i'epoaili, c a forlunas dos eominiTCanles esiao ludas
los fiscal"'^ em um elalielecimeulo em que silo lo-
Se a c .l' I1"1 possuein.
provinci "I"1"' I'''8' do Maranhaot por mi sitia dsi
haBaaBBaasa eslivense eniresue oasmAos dos sarimpu
.os poliiiMs, ai da fortuna dos par;' res e neiijM
m aaranlia offerecia. Qaeraia sa Jrfe-
de tanta 'aUazarra Coiivena-se -? ^^^M.A en
propriedade parlicolar, doimnem ... ^rXlnealf
Londres 30 s. nom.
Triesle 30 i.
Caminos.
Londree 27 3|8 a 271|4 d. .
Paris........
Hamburgo......
Lisboa i o.
Dobres liespanlioes .
o da patria .
Peras de liffSOO velhas. ,
a de ;.....
Soberanos. .
Patares brasileiros. ,
llespanhoes .
Mexicanos ,
Cobre..... .
3*3 a 330
633 660
loo
S>siki a 29f000
JK&m i. 209000
IH?OlKI
30U0
XtDIKI
19910
1)940
IjlHH)
S-700 o
l$920 a
19920 "
19880
'Jornal da Baha.)
JM
uommtntQ 3*> p#tto.
e exiga |.ara levar o efleilo a obra. HO contos des o
a visla, igual quanlia em duas prcslat;5es! I|.e-
projeclo mais eslnrdiode que lenho noticia nesle A
ero, e que demonslr* ou falta detwnheciinenlo r.
malcriada parlo do u'\ autorj^ou entilo o Sr. Joa
sno *abiiviV oue ni
caixa (Mal,
do Banco Cnmmercial. que nao so ha podido olhar
com bons nlhos -para esle lan til eslabelecimen-
In ; provm este desRoslo de escapar 13o boa preza
las inaos de rerlos e determinados impertinentes
da Ierra, que lano almejavam por te-la sob o seo
dominio.
O presidente di caixa filial lie contra quein se
dirige com particularidade o co/iscie/icio.o coirespon-
denle do Correio Mercantil, como se por ventura
o Sr. Joo (luallierto da Costa fosso um negociante
mediocre, e de que se nilo tenha perfaito conheci-
ment, e cojo crdito nao esleja firmado as pra-
vas commerciaes, qner naciouaes quer eslrangeiras.
O Sr. Joao liualberlo da Costa oilo lie urna pe
soa de poura valia enlre nos. ehefe de lima nume-
rosa c respeilavel familia, que he das antigs e
principaes da provinria, a sua inlluencia real, a es-
tima publica, e o seu crdito na dalam de dnus
lias, como dessrs que por ah se andam inculcando.
As manobras de que l.iuraram roao, sao por lodos
conliecidai. Ja estilo no dominio publico...
Eleilo em IS.i, espontneamente pelo Mara-
nhenses, que Ihe fazem a merecida juslica, vercadur \
da cmara municipal, por occasiao da nova organi-
s.ir.io das cmaras, e nicmbrn constante dos anligns
couselhos cernes de provincia, conlinuou a ter as-
anlo na assemblea provincial em qoasi todas as le-
gislaturas : os MM conhecimenlos em materias com-
merciaes, a longa pralica que lem, l' iran sempre
aproveitadas pelos presidentes mais esclarecido, que
h,1o governado a provincia do Maiauhao, os quaes
nunca dcixaram de ouvir e consultar a intelligeuria
e saber de t.lo dislinclo cidadao ; e quaudo o nusso
dislioclo e sempre lembrado amigo Moura Maga-
Ihaes creou o Banco Commeicial desta cidada, o
Sr. J.i.lo Ijoalberlo da Cosa foi o primeiro cidad.o
lembrado, e logo nomeado para sen director : o go-
verno imperiil por conhecer a aita capacidade e
honradez do Sr. Costa acaba de Ihe conferir o titu-
lo de presdeme da caixa lilial.
Iloorado pelo ii......iri-h-i com o oflicialado da Ro-
fessar, em lempo algutn ha doniemido o credilo
de que goza, ou se alteuda as suas eminentes qua-
iidades de homem publico, ou particular. O Sr.
Juno Gualberlo da Costa exerce ha mulo lempo
nesta provincin o cargo de cnsul da Hossia.
Os artuaes directores seguindo lamhem a sorle do
honrado presidente, incorreram no anathema geral
de serta roda de fulalgos rio*, que lodo espera-
vam .' c porque n.lo fossein hein succedidos, eis que
se lev anlain contra a direcciio pelo nico fado de
nao re conhecer esta a sua inlluencia e prestigio,
influencia e prestuin, que quandn houvesse, anda
nao ofTcreceu, e nem ofTerecera urna s garanta.
Nilo lie sa direceto da caixa lilial, que tem silo
viclima-los pasqoius, que a titulo de corresponden-
cias man lam daqui e'lampar no Corrrio Mercan-
til do Kio e no Diario de l'emambuco, lodo o
corpo do commerciu desla capital lamhem n3o cea
de ser all i.osullado com os epithelos os mais inju-
riosos, por essa meia dnzia de garimpeiros que que-
rem cercar taiceessivamenle a presidencia, e que nao
recuam adianlc dos meios os mais ignubeis das
intrigas as mais abjerlas para afastarem de palacio
a todos os cidadaos houestos.
De ha muito i,-,ie o Banco Commercial do Mara-
nhao se linha recusado a aceitar ledras de algumas
pessoas, que se sup[>unham char all um suave ma-
nanciat para suas esi ieculac.oes, lendo de si para si,
que as portas do Bau co se Ihes eseancararia todas as
vezes que por de. esptculaces aborlassem, eis a ogerisa conlra os di-
rectores da caixa lilial, es labeleci'cenlo alus muilo
importante pelo credilo de it'ue goza, alcm da uli-
lidade que lera prestado i provincia ioteira, Sendo
at um snlralerio para esses mi'smos qoe boje se
conspiram contra elle E qual .'i causa de lana
ira ? A caixa lilial disse basta, e esle basta se
onverteu logo em um insulto a l.'dalguia rei-
na ule.
A tentativas nao obstante cresceran.1 com a es-
pranos da nova organisacao, porem o go verno cer-
lo, que devia conservar na administrara/.) os homens
que desde a creac;lo do Banco u bao susi'enlado e
maullo no crdito em que esla, de todo o'j'sappa- .om campriruenlo da resolucao da junta da fa/.eoda,
recerain, e apenas restou o desapoutaraenlo quevain- I manda azer publico, que no dia IS do correte val
da tiflo piule ser suffocado. i novamento a praca para ser arrematado
Oulra directo que nao fosse a actual, seria per- menM r"-er a "ra dos repatosi agBS^a~Lm
daeslrada da Rccloria, HlMfS em 760 rt
lL^lf'mS" "'""loa i,,I,lar rW e pu-
I v nclaV t vTK t^VV** da ">*'" Pro-
!oZ 1 r;", t,le bw datase!-
u sarreurin, A. I-. da Anaonciaclo.
Perante a c
F'alo de passageiros.
11 colxes, 3 Iravesseiros. 1 sacco, 1 cesta, 1 lata
Ifi caixas, 1 hahu', 3 garrafas, 6 embralhot, 16 ca-
dernus de papel, e tiicarlciras.
AlfanJega de l'ernamborn 2K de agosto de lH5li
O inspector, lenlo Josc Fernanda Barros.
navios entrados no dia 5.
Havre38 dia, galera (raneen sRaonla, de 36S
toneladas, capito Houdel, equipagom 17, carga
fazendas e mais gneros; a LftMerra g Compa-
nhia. Perlenre eo porto do Havre, l'a-sageiros,
.11. i.edur, Julio Clarisse, Creveuil.
Camaragibei das, hiale brasileiro Sania Luzia,
de -1\ toneladas, mestre Eslevao Riheiro, equipa-
gein 3. carga madeira ; a Manoel Jos Leile.
Prtanse ao porto de Pernambocn. Passageiros,
Rosalino Jos Sereno, Anlonio Jos de Aranjo,
Francisco Jos do Nateimeoto, Jos de Barros Pi-
mentel do Reg l'alcao, L'rbano Pereira da Cos-
ta Ferro.
Rio de Janeiro e pnrtos intermedios s dias e 13
horas, vapor brasileiro Imperador, commaudan-
le o I.- lenento Josc L-opoldo de or nba Tor-
rezao. Passageiros. desemhargador J. M. Figuei-
ra de Mello e I eacravo, deserobargador Andr
Bastos de Oiiveira e 1 esrravo, Dr. Franejieo Car-
los Brandao, Jos Candida de Barros, I filho e I
eacravo, Domingos Ueoriqe alaflra, Carlos da
Silva Araujo, Vidal Ferreira de Muraos S irmento
a 1 escravo, Thomar. Alves Morcira .lunior, Fran-
cisco Jos de Magalbaes Bastos, JoAo Pinto Da-
masio, Anlouio de Azevedo Maia, Jos Antonio
de Ainnrim, Joaquim, Victorino Coelho, Joao Soa-
res Laroch e I escravo, Fraueisco Esleves Alves,
Francisco de Smi/.a Moreira Nello, Francisco la-
vares da Cosa, Eduardo Carilnso P.ies, Jos Alves
Paes do Bomfi.m, gnea de Moraes Lima Kan.
coort e 1 filho menor, Joao Baplista da F.acarna-
{80, Arhibald Brver, F. William, > pracas do
nnreito e i de marinba. Seguein para o norte,
Dr. Jos da Costa Machado e I escravo, Manoel
Theoplnlo Gaspar de Oiiveira, Ra\ inundo Ferrei-
ra de Araujo Lime e 1 escravo, Francisco Domiu-
gues da Silva, Severino Alves de Carvalho, de-
sembargador D. Francisco B. da Silveira e I es-
cravo, Alexandre T. Seabra de Mello, Alfredo
Julio de Sa', Anlonio Joaquim Ferreira Braga,
Manoel Alves do Reg, brigadeiro Francisco Ser-
gio de Oiiveira, majar Francisco Riheiro da Silva,
I.* cadete J. Pedro Domingues do Couto Moreira,
Valeriano da Cama Lobo, Manoel Joaquim de
Castro Chaves, Jos Carlos da Cruz, 4 soldados, 1
desertor, 3 ex-praras do exercilo, I escrava a en-
tregar.
Islax55 dias. barca ugleza Caries Jarksonn, de
337 toneladas, capilao lieorge Uelealf, equipagem
7, carga borra de cobro e mais gneros ; ao ca-
piUlo. Veio refrescar e segoe pira Liverpool.
PWttoea, no porlo de Marvporlh.
Sacios tahiios no amato dia.
ParahibaHiate brasileiro Flor do Brasil, mtstre
Joao Fraucisco Martina, carga fazendas e mais g-
neros.
AracalyHiale brasileiro Carnees, me-lre Ber-
narlino Jos Bandeira, carga fazendas e mais ge-
tieros.
W&u&t&.
O illm. Sr. iuspecior da Ihesourarii provincial
te val
por
(o tl>ert* nao saDiivi. ,,ue queriaT
que ia tazer, ou molla leviandaile, ', nesle ultimo ca-
sa leriamos a repetirn da lii.tori.n_do vapor Ca.ri-
uue, se por ventura nao tone mais prejudicial e rui-
nosa ios cofres provinciaea. A compaiihia Catiense
dava servir de emenda a lodo e qualquer governo
que liver a peilo levar ao cabo o- nelhoranienins
iHiiterines qae houver o projectadi
i A preferencia que seden a nr
sileiro sobra a de um Portuz*'
empreza lodo o commercio r
denle era lerrivel e
pastar ; e na verde
li-enca da praca
desrespeilar esta
dadeira hcela, d
VtSnicrevt
sao desuecessarios p.,.
curioissimoa trechos o.
ci, aflm que se veja qual
tiea que se manda propalar m.
como se irataase por ah de om pai.
como a China e o Japao.
Soppondo o correspondente de lioa fe,
moa pamente que elle, nao s nao assislio
bates da asserobla provincial por occasiao da
provaca<> do contrato do eucanameoto das aguas t.
Ail, visto que nao lem sciencia dos argumentos
produzidos contra incoiistiluciunalidade e o absurdo
do privilegio exclusivo da venda da um objeclo de
oso l.la geral, como he a agua polavel, em una ci-
dado alias abundantsima della, mas tambera que
reside ha bem pouco lempo na provincia, pois que
lAo hospede se moslra na juila apreciadlo do ho-
inens e coosas della.
Se o correspondente do Correio Mercantil nilo
fosse novel no Maranhao, firia) por exempln nma
idea inleiramente diversa do carcter, aplidao pro-
moiiiiI, fortuna e nacionalfdade do presidente da
caixa filial do Banco nacional nesla provincia, o res-
peilavel uegeeiante Joao Gualberlo da Cosa, que
rene precisamente as qualidades, que Ihe liega, e
cunta mais annoi de residencia no Brasil, que os
que lem de idade o eraprexario do encanamento das
aguas do Aml, e pot ventura elle correspondente.
Coosla que o critne do Sr. Joao Gualberlo he mo
Ur querido admillir na caixa filial, como canrilo.
as acees da companhia Aml, cojo valor no mer-
cado nao est por ora determinado approximada-
menle : aiiim soffre elle a merecida pena de sua
circamsperrao e prudencia. Dizem anda que essa
tremebunda sova dada no digno presidente da caixa
lilil,lie um nifio de inliraidirao para que esle. acei-
te, como eaue.io, as referidas acedes; e que elle,
apezar disso, nao se prestara a faze-lo. Seja romo
for, o que he faci he que lodo o Maranhao ficou
espantado da estrauha sein razAo com que he ag-
gredido um de seus caracteres mais huneslos.
Quanlo a ns, que sempre nos honramos muilo
de ier mestre de alim, cuja prolissao exercemos
ha mais de um Ierro de seculo, temos menos razao
de queixa, porque o correspondente s nos faz a
mesma injuslira, que aos dnus d'tincloa cid idilos,
Caetalm Jos de Souza, e Jos Mara Brrelo J-
nior., qual a de suppor-uos iuslrumenlo de orna op-
posii;o, rslruladaiiienli; forjada pelos napurus,
enlidide imiiginaria, que, a existir, receberia de
no a lei, em vez de da-la, e a de erapreslar-nus
argumentos inmuno-, calando os que produzimns,
llevemos, inda obslaute, confessar que sempre li-
camos em duvnla se lambein nos chama tios, sendo
lodoi nos sobrtnhoi como elle, vislo que considera
a nossi opposicAo como o ultimo reducto dos pri-
ineiros.
Na provincia, onde he sabido como a cousa se
passou, foi amplamcnte justificada pelos debates a
consciencioia oppnico que ao artigo 7." do contra-
to de cncanameutu das agoas do Ail fe/, a illoitra-
do corpo legislativo provincial, da qual
a queslAo licara decidida, sem nyue bajara torcas pa
clamar coulra o exclusivismo
i o Estandarte.)
. iSilPf*.W.
CAMBIOS.
Londres, 'J7 l|4d. por l-nomin.il.
'.iris, 3.Vl-.a 335 rs. por fr.
.istuia, OS a 100 por ", de premio,
tio de Janeiro, l| a I por 0|0 a 15 e 30 dias.
do Banco, 60 a 70 0|0 de premio.
companhia de Beberibe 549000.
compiinliia Pernamhucana ao par.
lililidade Publica. 30 purcenlo da premio.
Indeinnisadora. 52 idem.
da es' ada de ferro 50 por 0|fj(le premio
sobre a entrada, igual a 315111 reis por
acrilo.
lo de'lellras, de 11 t|-J, 7 e K por 0|Q.
reme a, segnimes reildas' Inu/cipt? ., t,
"2'f t! da P^" "" ndapandaneiS e d
asiniXMda, rV.ie.ras ^s freguezias ^ s Ja,l'f
.^sl.i.svaasyemalado, purBom|(rieai,^ ",sV.,''a,^or ,
un aniio, ,i i-,.litar do sw. "^ ['........ vill-
dourn : imposto de ."lOO^is por cabera de gado,
U:O:t6S0OO, dito de aferiertes 13:0t0UO, dito sobre
carga de farinha e de legumei 1:303^000, dilo sobre
mscales e boceleira- 23SU00, aluguel da casa n. 7 da
ra da Florentina 3329UOO, dito da esa da Soiedade
13000, dilo da da ra Imperial tO?!H)0, ribeira do
peiie da Ireguezia de S. Jos U5130UO, dita do mer-
cado da freguezia da Boa-Visla tiOISOOO, casas da
praca da Independencia ns. I 2IMI>00. 2 2006200
3 I5O52O0, i I.VJ330O, 3 I5OJ30O, l)'.Ha700. 7 de rs.
1505OO, H 90030*/, !l 72S0O, 10 739200, 11 731400
12,29400. 13 iorsiuo, IS 10*}4ih>, 15 108*400,
lli I0H941K), 17 IOSjOO. 18 1OS-M0O, 10 KI8.3IOI).
20 1089400, 21 IOH.3OO, 22 108>i(Hl, 23 106*400,
-Oncas hespanholas.
Moe'das de n9i00 velhas
.. 69400 novas
49OOO. .
Prala.Palaces brasileiros. .
-'e.sos columDanos. .
mexicanos. ,
AL."\Nl>KiiA.
Rendimeiitp do dia I aSa. .
dem do dia 3 7vvs .
289 28*500
109000
KV-jaHRI
OOOO
29000
29000
198HO
Ii:l0<89"i8
12:2ri(iji.l3
V
58:3713391
IMPORTACAO
^'apor brasileiro Imperador, viudo dos partos do
sol, cousignado a ageuria, manilesluu o seguiute :
I caixlo ; a J. I". Prenle Vinam.
1 dito ; a Manoel Antonio Moreira.
1 dito ; a caixa filial.
2 caixas ; a J. Falque.
I nii.1 ; a Antonio Marques de Amorim.
1 dila ; a II. I'orsler.
1 dila ; a John Roslron.
I encapado : a J. A. C. da Silva.
1 dilo ; a Anlouio Pereira de Oiiveira Ramos.
1 volume ; a Silvino G. de Barros.
I dilo ; a Joaquim de Oiiveira Maia.
I dilo ; a Jos Baptiila da Fouseca.
I dilo ; a Dr. Gaspar M. V. D.
I caixa ; a Antonio da Silva Mai-iel Jnior.
1 empapelado ; a Policarpo Lopes de Leao.
1 hcela ; a Lima Junior & C.
I rolo papel ; a Antonio da Silva Maciel J-
nior.
I caixa ; a Bornardiuo Nora les (\ Irmao.
ONSL'LADU GKKaL.
Rendimenlo do da 1 a 3:9839130
dem do dia ."........ 4189078
6:4039208
LMVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia I a .....
dem do dii 5 .
4029401
369875
399276
DESPACHOS DE EXPORTAC.U PBlA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
.' DE SETEMBRO OEl3.
Liverpool Galera ingle/.a Serapliina, Jolinilon
Paler Companhia. 120 saCcas algadao.
LisboaBarca porlugueza Experiencia, Amorim,
Irmaos A; Companhia, 10 funis agurdenle.
somos o memoro som.nos : e para julilicai, fura I
della, n procedimeuto im njfcfia, basta Irans-! pZT^.r''vT""' ^dLSfT"""
crever aqu a integra d. mencionado artigo, cuja tZZ2ZU2?2?J!!Z!l F^" J,e
disposie.10 incoustilucion. lugo salla aos olhos, pr
sao que vai de encontr a iiver.os H do artigo 1711
de nosso pacto lundameulal. Ei-laV
2509200.
Talhodo acougue do largo da ribeira de|S. Jos
ns. 1 .553000, 2 533000, 3 1153000, i O29OOO, 5 5
b .568000. 7 619000, 8 6I5OOO, 9 669OO, 10 81?,
11 93-3000, 12 909000.13 lOiljUOO, li 8I9OOO, 13
92rOIK>, 16 1019000, 17 I20-3OOO, 18 I2OSO00, 19
I3O9OOO, 20 949000, 21 I2OB000, 22 1219000, 23
121900.3, 2 I289OOO, 25 1OO.3OOO. 26 II6.3OOO.
1 alhos do acougue da Boa-Vista, ns. 1 519730,2
5187.50,3 60J250, i 608250, 5 5I9VUO, 6 519.500.
7 609250.8 6.53250. 9 65*250, 10 6.59250, II 70-NJ00,
12 689000, 13 689000, 14 6H9OOO, 15 738000, 16
90.3000, 17 1128000. 18 73.3OOO, 19 809000. 20
808000, 21 9.3,3000, 22 1268000.
Us preiendeiiles arrematar qualquer dai meucio-
uada rendas deverao apresentar fiadores idneos,
habililados ua forma da le, quando nao queiram
eflcluar o pagamento da arrematarlo a bocea do
cofre, excepto a praca da Independencia, cuja ar-
rematarlo sera como dtiles, se o contrario nao for
resolvido. Paro da cmara municipal do Recite em
essai de setembro de 1856.Barao de Capiba-
ribe, esidanle.Manoel Ferreira Aceioli.Se-
cretario.
fcxistindo nos armazeus da alfandeca, alem do
lempo mrcalo pelo regulamento de 22 de juoho de
1836, os voluntes abano mencionados, cao convida-
dos os seusdouos ou consignatarios a ,vir despa-
chados no praso de 30 das contados da dala deste,
lido o qua| sent arrematados em beata publica,
sem que cm. lempo algum se possa reclamar conlra o
elleilo desla venda, o -ivninte :
Marca A M. 11. 3, I caixa viuda pelo brigue Ale-
gre cm 20dejnlhude 1853, -consiitnada a Jos
-M.iiIiiis de Siqueira.
Sein marca, 52 pedrasde cantada peto brigue porlu-
' guez aMaria Feliz em 5 de selembro c 1853 ; a
Anlonio Valentini da Silva Barroca.
Lina gaiola pelo memo nano em 15 de selembro
de 1853 ; a Joo do Monte.
Urna caiiastra vazia pela barca porlugueza Sania
Cruz, eiu 19 de dezerabro de 1853 ; a Francis-
co Alves da Cunha.
Marca F, 16 caixes pelo mesmo navio, na mesma
dala ; u Jos Fernandas Ferreira.
Letieiro, 1 caixote pelo mesmo navio na mesroa da-
la; a Manoel Juaquim Ramos e Silva,
dem, 2 aucoretas vazias, pelomosaao navio, na mes-
ma dala ; a Joaquim Aulunes da Silva.
Marca T. B. L., 1 caixole vazio pelo brigue Trium-
phame, em 19 de abril de IS ; a ordem.
390 paroleiras pelo brimie porlugue/. Laia II, em
29 de iic/ambn de 1834 ; a Frauciseo Severiano
Rabello i\ Filho.
300 ditas pelo mesmo navio, em i de maio de 1855;
a tiloma/, de Aquilo Fouseca i\, Filho, .500 dilas
pe.1 barca porlugueza Gralidao, cm II de maio
de 1855 ; a Joaquim Jos Apolutario.
Marra A. C, I barril vazio pelo brigue porlusuez
Experiencia, em 13 de junho de 1855 ; a Tho-
maz de Aquiuo Fouseca & Filho.
dem P, 30 caliles pela barca porliiueza Grali-
dao, em 16 de novembro de 1855 ; a llenrs
Pavatile.
_____>tH?a0'e$.
Correio g-eral.
Itelacao da carias seguras viudas do tul pelo vapor
Imperador, para os stuliores dbaixo declara-
dos :
Barlholomen Francisco de Souza.
Gaspar de Menc/.es Vasroncellos de Drunimouil.
Joao Bernardo de Magalbiet.
Pedro Velloso Rebello.
Tasso Irmaus.
1 vapor Imperador fecha as malas para os
porlos do norte boje (i) as 3 l|2 horas da larde, re-
cebeudo correspondencias com pnrle duplo dessa ho-
ra ale as i : osjornacs ser.lo entregues (res horas
antes.
A companhia fi\a de cavallaria precisa contra-
tar para o prsenle semestre o foruecimenlo de ca-
pim, arroba ; mel, caada ; inillio, sarcas ou cargas;
para acavalhada da mesma, no dia 15 do coirenlc,
as 10 horas da manliaa ; se recbenlo as proposlas
alim de se contratar iioqitartel geueral a pedido meo
ao Exm. Sr. commnndaiile das armas. Leopoldo
Augusto Ferreira, capilao.
O administrador da mesa do consolado provin-
cial avisa a qoem iuleressar, que por ullicio do Exm.
Sr. presidente di provnola de 27 do agosto prximo
passa'lo.foi approvada a imdula propoala pur esla re-
partii_ilj nc seren obrigadoi os coulribuinles quau 10
tenhain de pagar o nnposlode declina, e i \, a apre-
scnlar os ullii.-.os cotihecimculos que moslrem al
quando pagaram os ulliuios impostos 3 que sao obri-
gados por lei, alim de se evitar duplcalas de paga-
mentos. Mesa do consulado provincial 3 de selem-
bro de 1856.Anlouio Carnciro Machado Rioi.
Pe/a mesa do consulado provincial se faz pu-
blico, que 110 ultimo do correle rnez lem de ser ex-
Irahidas para seren temcllidas para o juizo, alim de
seren axeeotada as relares dos devedorea que dei-
xarem .le pagar seus deiuios como sejam as do im-
posto de decima, 4 .sobre diversos esiabclccimcii-
l-s : 1:2003 sobre casas que venderem bilhetesde
loteras de outras provincias, 113 sobre casas de mo-
llas, c 20.3 sobre casas de jogo .le hilhar. Mesa do
consulado provincial 3 de selembro de 1856.
Antonio Carneiro Machado Ros.
Olllm. Sr. capilao do porlo, cumprindo a ordem
do Exm. Sr. presidente da provinria referiudo-se
ao aviso da repnrliro da marinha de 12 do correule
mez, manda fazer publico a Iradurcilo abano da ga-
zela de Londres com dala de 9 de abril ullimo, onde
aibam-se as ordeoa revogaudo as de 18 de fevereiro
e 29 de marco de 1834, aesim como oulras medidas
loinadasemconsequcncia da guerra pelogovernu bri-
tnico.
Capitana do porlo de Pernambuco em 28 de agos-
to de 1856.O secretario, Alexandre Rodrigues dos
Anjea.
TRADCCCAO.
N. 21870.
Supplemenlo da gazcla de Londres, de terra-feira
8 de abril.
Publicado como ollicial.
Quarla-fcira 9 de abril de 1856.No romelho em
li-irk 111 _11 un Palace, no da 9 de abril de 1856,
presente o conselho de S. M. rainha.
Em vtrlude de acbar-se assignado um tratado de
paz e araisade cutre sua magesiade, seus alliados, e
o imperador de todas as Russias, manda Sua Mages-
lade, depuis de ouvidosjos seus conselheiros privados,
que fique sem efleilo a sua ordem dada em conselho
aos 29 de marro de I81, detciminando, que a ne-
iiliiim uavio ou embarcaees perlencenles a qualquer
de seus subditos fosse peimillido dar entrada e des-
pachar para porlos da Russia al novas urden- ; e
qoe se lizesse um embargo geral ou suspensao em
lodos os navios ou embarencoes russas actualmente
nos porlos, ou que para o futuro entrassem nos por-
los, i.aliias ou tuideadouros dos dominios de S. dila
mageslade, conjunclamente com as pessoas e objeclos
existentes nos inesmos, e bem assim ludas as onvras
ordens do conselho iirohibiudo o commercio fom a
Russia.
E os muito honrados lords commissarios do thesou-
ro de sua mageslade, os commissarios que eiecutam
0 ollicio dcjlord primeiro almirante da Gri>o-Brcla-
nh t e o lord Warden Jos portos cinaue, devem
dar as ordens neressarias nesle roulidas, (]oe res-
pectivamente! bus pertencim.AssignadoC C. Gre-
">ellc.
jp conselho em Buckinghsm Palace.noda'.' de abril
de 1856, prsenle o conselho di S. M. a ra.nha.
Xica desde esla data ordeuado por sua mages'/ide
era c"n*e"'" qoe os prohibir-s aclualtnentc esis-
(en|0a ane motivo da legia proclamaejo de sua ma-
gesiade^do .'a ''eloll de fe>e'eiro de 1854, e por
motivo de ordD9 subscqucnles do conselho, sonre
a exporlacJo paX do ltciuu-1-""1. exomluc-
'.ao pela costa de '"',S """"ela Plvora, salitre,
.,...r miU.i,,. '""* e caeiras, e as par-
le compinren.cs di ias, -1, ni :,, nitrato 1^
soda sulphato e mu e polassa, ctn(as qu*i''"
des de ferro, e nutro: ^os ineiiciuiial^a aa dila
proel.uiue.io e ordens, sejam as ditas difle"1*8 Pro_
bibUoes como sao pela presente extiu-tii'i e.ces-
sam.
E os muito honrados lords conmissarios do tbe-
so uro do sua mageslade, os cor misarios que exer-
rern lugar de lord primein almiranle da Grilo-
Brela'Mia, c o muilo houradi lord Panmure, um
dos principaes secretarios de ciado, assim o lenham
entendido e facao executar.\ssignado C. C. Gre-
velle.Conforme.O secretario Alexandre Rodri-
gues dos Alijos.
^ TRADUCLO.
Directora hyarografhka.
Aviso aos navegantes.
Pliaroes das costas de llespaoha, nvjr Mediterr-
neo Un- baleares.)
O ministerio da marinha remelleu a esta direc-
tora o seguiute aviso recebido do di- Fomento.
Pharol da ilha dos.Euforcados, entre Ibiza e For-
meulera.
O corpo dos angenheiros, estradas, cauacs c portos
acaba de declarar concluido o dilo^pharol, eslabe-
cido na pequea ilha dos Eufurcados, situada na
proximidade dos Freos de Ibiza e Formentera. Seu
ma: Iiii.i-iiio he caladioplnco, da sexta ordem, da luz
lixa e natural, elevado 22 m. 778 ;8I' "1" pes'> sobre
o nivel do mar, e visivel em boas tirciutMUiciw
a dez militas de distancia.
Estar aceso todas as noites em ioterrupcao desdi
o primeiru de miio prximo futuro.
Lalitude 38.- 48* 12" Norte.
Lougitude 7.- 41' 2" E. do observatorio de mari-
nha de S. Fernando.
O objeclo principal desle pharol he para marcar o
Passo o Freo-Grandc.que he o mais limpo e pralica-
vel para toda a qoalnlade de embarcaees. Tem
pouco menos d'uma millia de largura, com um fun-
do de nove bracas a meio canal, que dimiuue para
seis cm distancia (Je lima amarra da puna septen-
trional da ilha do Espalmador, e a 4, em distancia
gual do meridional da ilha dos Euforcados.
Para embucara passagem de uoile viudo de leste,
se procurar levar o pharol ao O. desde o momento
1 que se aviste ; e quando se esleja a urnas tres ou
4 milbas da luz, se tomar o rumo mais para o sul,
1 alim de o lomar pela ainuta de estihoido, com o luu
de prolongar o Freo, e deixa-lo por aquella lumia,
I continuando no O. S. O., ale completar duas ou tres
I milbas, em cujo raso se podera lazer a derrota que se
quizer.
Para embocar do (i., se proceder de una ma-
neira totalmente inversa, ou contraria, 00111 o luu
de deixar o pharol pur boinbordo.
Nao se deve leular esla passagem de noile com
venios escassos ou v.iriiveis, par se uao ver na cou-
linseucia de lar que fondear n'ella, visto achar-se
cheio de pedr.is. Os verana sao magnticos.
Madrid viole e novo de marco de 1856.
Assignado.Joaquim Gutirrez de Rubalcava.
Conforme.O secretario, Alexandre Rodrigues dos
Anjos.
TERCEIRA PARTE.
I)ans:i(ln solitc o palco.
A joven FLIMINEESE e o I'ERNAMBl CA-
NO dansarao um lindo passo a dous inleiramente
novo a' carcter.
QL'ARTA PARTE.
DANSA SOBRE DUAS GORDAS.
ZEP1IYRO E FLORA.
He n que lem-.c vislo de mais elegante em dan-
sas sobre duas cor.las, sem m.iromlia, a qual sera'
execuiada pelo I'ERNAMBl CANO e a oven JO-
SEIMIINA.
He este o diverlimento que os directores da cam-
panilla escolheram para enireler ao respeilavel pu-
blico nosla noile de lano enlbusiasmo para os Bra-
sileiros, prometiendo, desde ja. nilo pnuparcm des-
pegas para pompa e brilbanlismn desle espectculo.
3tt>i90*
' teattam&&.
Precia-e para urna rasa eslrangeira de fami-
lia, de um cozinbelro, preferindo-ae eacravo, mais
que (eolia perfeito ronlierinien'.o de seu ollirn. ;
paga-se bem sendo bom ; a tratar na ra do trapi-
che 11. :18, 2." andar.
*K*7\.. j-v .> .... .-^.-r. .-.]. ,c*i. ,-...-......-.,. .^x .->>
'.":?,;'&'',''&.' '*>.? '....,;',,.'yvj<.V.j
iS
o
O artigo estabeleciment de
la-
''". I>rica de chapeo* desta cidade, na
''s piara da Independencia ns. 2- a
y-, 30, deque lie proprietaroo Sr.
.' Joaquim de Oiiveira Maia, conti-
.'.j una no mesmo lugar B casa, sen- J-.
X do actualmente gerente destenta- ^
belecimentooSr. Manoel Francisco

Df
de Janeiro.
O brigue nacional FIRMA pretende
Sanir no dia 7 do corrente para o Rio de
Janeiro, tem quasi seu carregnmento
completo: para o resine escravos are-
te, para os quaes lem excellentes commo-
dos, Irala-se com os consignatarios No-
vaes i\ C, rus do Trapiche n. ."i.
sesoccm poneos dias a veleira sumara aCestro, de
pruneira marcha, por j.i ter a maior parle de sua
carga a bordo ; para o resto Irala-se com seu con-
signatario Domingos Alves Malheos, na ra de A-
pollo 11. 33,
Parahiba, Uro Grande do Norte e Aracalx
Para qualquer um du< portos nrima prope-se a
barrara Carolina, de hile de .>< Joneladas, a qual
sc lrela a quem prelender, ou mesmo recclur car-
ga a voliimes, havendo-a sullicienle que ,1 carregne:
Irala-se na ra da Cadeia do Recile, loja de ferra-
gens 11. .'ir.
Para a Baha
segu imprelerivehnonlp no dia 7 do corrente o pa-
larho nacional uEaperaneai. lera dous Ierro de
seu earrcuamenlo a bordo ; para o resto Irala-se
com o seu consignatario Autnuio l.ui/. de Oiiveira
Aevedo, ra da Crin 11. I.
0 patacho nacional uPelicannu deslina-sa a
Bnenos-Avres, e lem preci9o de um pillo de caria
e de marinlicirns brasileiros : a tratar com'Caelano
Cj naco da Cosa Moreira ao lado do Corpo Sanio
n. 25.
Para Lisboa pretende sabir breve o brigue por-
tugiieznExpeiienciau por ter ja parle do seu carrega-
ui, 111 1 promplu : quem no mesmo brisue quiter
carregar pode ejt.leider-se com os consignatarios A-
morim limo- A. l roa da Crol, n. :t, ou com o
capuln Joao,uim da Stsra Reina, na prsca do Com-
mercio.
'.Hit st > .tiMliiba.
Precisa.-se de tima barca? para urna parta de
ca'-.i : na ra da Madre de I s, conrronle a'igre-
a, armacem de ViceTcTcrTeTra da Costa.
Compftuhia franco*Ame-
ricana de Vapores
Franceze8. \
Espera-M no d "" 'orrenl.. 0 vapor frar
Frac-Comto,, ''"ndanto J-,uriljepr,vi ^
i(,.,.t- i...... que seguir natai) ,'
"y,... eneriM, Madeira c l.isbol,lavre c;:m,
,,!.:auir.,. n, .... a 1 1 ..,.a V" Irele
passageiros, na casa
ra da Cruz n. 211.
de I.. I.ecoii!
trancez
do
es-
Moreira .Maia, tendo-se concluido W
>' de commitm accordo, e pot ter sS
j? lindado o termo do contrato des- V
;-J de o I- de jullio de 1856, em que
;]; era gerente o Sr. Jos Joaquim .;';.
.*'i da Cosa Maia ; c por isso nada t *x 1 ...
$ mais lem este Sr. com dito esla- Q
tjJJ belecimento. Recife 5desetem- 0
ra In o de 1856.Por procuraeodo :''
fi Sr Joaquim de Oiiveira Maia, Joa- t%
$ quin da Silva Castro. tt
Precisa-sc alugar urna casa rom
quintal OU um pequeo Sitio Das pro\- Carneiro Monleiro, para pagamente do,creatrvs di.
midades da Roa-Vista, pagi-se ('enero- mesmo- 'btr-.o escrav* JrZe, erioalo, benita
_______,., .........,.. r\.J..:. J_ .- '"gura, e boa conduela, avaliado ntaiOS ;
O* aballe as>i=nados, com loja de Sjatsaj na naja
do Cabiiga n. II. rnufronl, ,0 paleo da malrii e roa
Aova, farein mildim qoe esli reerbeado coalinaa-
easnente a- maia enastaras* obras de or,., t.ni. nana
seniora, romo para homens e meninas : o. iwero.
continuara raznaveis. c pasum-se conlas coa, ,e-
liniisali.lida le. eapecificando a quali lade da m dr
I ou lis quilates, licando assim saieilna os aaeaano-
por qualquer duvida.Ser.pbira & IrmAn.
O abaivo assignado declara qae o annanri pa-
hl.cado no Diario de Imnlem com ai inirues B. B
1., nilo se dirige ao Sr. Kenedtrlo de Itarr... Va.-
concellos, esludanle da Kacaldade de OireiU da ne-
nie.Manoel Bodrignet li. Sicnpira.
No dia :. do rnrren'e. de Belei. do .tilo do
Sr. Joaquim Carneiro M .rindo Kioa, d-.app.re.-r-
ram 1 qnartaos rom os signar* sesaintea : priasa>i-
ro rail sana, fronleiro, rom as m.lo. r pea brancas o
segundo caslanho escoro, lem a rima baixa ; a ler-
eeiro rur0 pombo, pequeno ; e nqaarte mellado as-
curo, e lem ni pea lambem escaros : roce-*e es ai
londadea poliri.ns ou qualquer pe^oa qae dril. Ii-
erem Miela, de os apprehender e leva-1.~ a roa ,l
Hospicio, sobrado n. I.*>. que serSa generaseaaeate
rerompenaarins.
Precisa-se na roa das (abadas a. 10. de ama
prea lid para vender na roa.
Da se luili-uo a atm ra/oaveis. por peahn-
res : na roa das Caira,);,, |(>.
Pelo juico de orphios desla cidade. linda a an-
dancia do dn !l do crreme, trio a' praca par venda
os Minalas bens do inventario do finado Pedro Ja
/V *- _. "- i, r o i.i ron niri.i. ;i\,iiij,io em Siar m aillo
sanente: na ra da Cadeia de ^anto com caa de taipa e .l.nerenlMarvored^VrJdifera.
Antonio n. 20, primeiro andar. em Ierra* da propriedade Apipoeo*, qne naca de
- Apcssoa qoe tem enmustiado querer .ilu-Mr !!tJ2 ,"nUi"S *\'l,'ia <"< e urna par-
" 2S 12 "*""* r'opriedale Apipara,, avaliza em
8U.15.loS: o* pretendenle* dirijam**e orara da dilo
e l'cron ^\ C,
%tWt.
as 10 lloras da mauliDa, uo seu arinazeui^cu
deia du Becife.
O agente Vieira da Silva, na ra ,la \iaar ,i.
Dos d. :12, fas leilao sabbado, (i do cre,<. ,!
nien. da em ponto, de diversas obra A. ,,.'.:
ria novas e usadas, cadeiras, bancas, k2L "'""'
zas, mezas redondas, candieiros. Ia..te:n ""?",'.
bree, 2 ricos pianos fortes novos, 1 di I .",?' "",,,"
1 halanca romana de 2..VK) libras. d<^-"
ouro e prata, e mais objeelosque la' racharcm no
dilo armazem, que ludo sera''vend.," dCn,,rcm no
O agente Borja, de o dem 0 Sr
Fumino Morera da Costa, ia,a'leilao da
loja de mtuJezas sita na rua |H|.a do
Rosario n. SH, consist.ndc nu alma(.a0>
miude/.as novissimas, mov..s e rjjai ob-
jecfos, etc., ludo fa/.enda de |ei> cuja "
se da toja garante-te ao comprador:
n.iarta-eua 10 docoiTent'., as U |10ras
r\3r-raanJwa. -____t
Ao ne io-dia em poni, no arma-
zem de Ven a da Silva, se Cara' leilao de
um cavaho esquipador, oveiio, novo,
rinchSO c do boa estrada, todo arreiado
e por barato preco: lioje t do corrente.
dos Sanios Calado, IKK) cocos com casca.
xaoriacao .
Parahiba, hiate brasileiro flor da Brasil", de 28
l.nT; r .VTt ,,lein K ^ d"a I"1" f* Beau.eu a
tyrea por Montevideo, brigue d.namar- | e..i 30 de jolito de 181:1; a Oiiveira Irmaos J
Sem lu.u ea, 2:1 idoellas pelo briuue porluguez ol.aia
O governo concede a' Msjnaania o privilegio
esclusivo da venda d agua por le,seiila anuos, con-
tados depois dos cinco concedi.los para a conclusa,)
d.s obras; cando desde safe rohlbinB tudo
commercio d agua, que nao fr da companhia. a
S descuIpamos no corresponder a sua fallada
conhec.menlo dos homens a das coosas do Maranhao.
por ser aqu novel, nao poden.,,,,,lllva peIv!oar_
Ihe os mriircos que faz para despenar a rivalulade : 1an l-ourrier, de 22". toneladas, condu/.u. o e-
enlre Brasileiroa e forluguees em USg |loj, M111 auinie : 1211 pipas agurdenle, 386 barricas com
sedico eslribilho de (ios da l'raia-tirandc e de Por- '!,:l "roh^ I'1"3 de assurar.
tnqueze: a proposito da empreza do aail t,a0 ne H I KKCbBbUOltlA lB RENDAS IMEKNAS inio a traduc., elegante desl oulro ia(a msjrinf. | AKS l)K PKK.NAMBUCO.
ro, que andava oulr'ora na bocea do vulgacho, (i' Rendimenlo do dia I a i .... 3:775*597 Marea H r i,.,'ri v..
correspondeole cabio da. nnvens.ecomme.le ogroV- dem do dia 5........1 r&M ,.|Tap"do0 em 2[M^aata^SVSS^
seiro anachronismo dejulg.r que o;Brasil de naje he ______-___l,l!T r ,. J, i,os ,oe,,m<;s-
-* >....... .w, ..... Iuci" (X C 2 caisolcs pelo hiate nacional t.il.in-
Wloiticn do Paquete, em 2:1 de maio de 1855; a ordem.
dem F. Kalkinaii, 1 embrulho pela barca insiera
a I li un,i/, de Aq,li-
li," em 4 de maio de IS.V
no I oii-eca i\ l-'ilho.
:ii ditas pelo brisne oorlogaei sBiperiencia, em i:j
de junho de 1853 ; aos iliesmos.
o mesmo que o Brasil de IS23 1824, ol alada o de
IOS e 183-i.
Nilo he certamen'o com os tos da Praia-ti'nnde
qoe lem de lular a empreza do Aoii, mas cm as
dilliculdades emergentes da mesma nalareza dascou- j
sai, como a insufTicieiicia do capital da companhia,
as nolaveis desigualdades do terreno, que tem de
MKtwrar o cucauamenlo, a queslu das indemuisa-
res, que comeca aagdar-se, omutras, que a pralica
ira demonstrando.
Entretanto acreditamos que o correspondente ha
o maior ilumino que lem e.sa empreza. alenla a
manelra impoltica, com que pretende indispor con-
lra ella os capitalistas portugueses, residentes na
provincia, rujo concaam convinlia, pelo coutrario,
alIraUr.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia
dem do da 5
I a i
RIO DE JANEIRO 96 DE ACOST.
Colaeao o/lial da anta dos correctores.
Descont: h, Aceas de eoaspenhiaa.Estrada de ferro de D. Pe-
dro II : ao par.
Moeda raelabca.Onr;as da patria 295J0
Pelo presidente. Joo Secerino da Sitia.
1 elo secretario. /'. /.. do* (usmares Pei.roto.
Jornal do Commercio do l'.io.J
'i):.iirt "Uouitaii, em 1 i de mam de 1851.
1 i 'n -Vdamson, I dilo pelo avio ingles Radie!,
-.o-n^a, I em -,le Jmiho de 1811.
j.auijtisi |,)em A. S. Corberlh, I ,in pelo navioiuglez Ma,c
em 21. de |uiiho de 18.11.
dem K B, 1 dilo.pelu navio ingle Palestina em .')
de julliu de 18.11 ; ? kalkmau Irmaos.
dem triangulo, I dito pelo mesmo navio, na mes-
ma data ; a .1. K. ,\ C
dem II. II., n. 1, I ,laiVa pela barca ingleaa sBel-
a Diane Voule i
li, em 1.1 de raanlo de 18.12
la,
Sem marca, 1 caisa helo navio ..Amisade, em 22
de leveieiro de 1881 a ordem.
MUTCSDIT
-
THEATRO
DE
Santa Isabel.
II REPRESENTACAO
DOSGRANDES E BKILIIA.MES SOIRES
da companhia
BOBERT E DEVEVLA.
Domingo 7 de setembro de 1856.
(GANDE GALLA.
Amiiversano da Independencia do
Imperio do -lirasil.
BB1LHANTE E POMPOSO
DlVE,HTfMENTO.
Dapois que a orcheslra liver cxeculado orna luida
symphimia, abrir-ae-ha a scena, e prenle a elligic
de S. M. o IUPEKAOOR, a joven FLUMINEN-
SE cautata
0 HYMNO NACIONAL.
tindo o qual a rumpaiihia dar' principio an*
seus traballios, os quaes se achara divididos em
paites.
PRIHE1RA PARTE.
I'li\aica e mgica branca.
Jlrs. Bobert c Deveam farao algumas lindas pas-
sageus e sorpreus para eulreler ao publico por
algum lempo.
SEl.lNDA PARTE.
Equilibrios e deslocacdes.
O PERNAMBUCANO e sua discipula a joven
PARAKNSE preencberAo esla parte com os seus
dilliceis e apreciaveis ejercicios.
Ilenry ibson f,ra' leilao, por iotervenrJo do.
agente Oiiveira, de um completo sortimenlo ile f.
/rn.lis ingle/.as Indas prnprias do mercado, en
ellas algumas avanauas : lerca-feira, *l do corre
Ir
ule,
Ca-
lima Casa na freguezia de San Jos, querendo urna
no correr da matriz nova que se esla' acabando de
rectificar: dirija-so defrnnte do viveiru do Muni/.
n. .13, qoe arbara' com quem Iralar.
Ilenry Itruiin i C. curadores lisraes da massa
fallida de Joaquim .lose de barias Hachada e .Mannel
Anlonio de Souza Riheiro fazem scienle aos loan
livos credores, que no da 13 do crreme lera' lugar
na casa do Exm. Sr. Dr. juiz de direilo especial do
commercio a reuniao dos mesmns credores, e ahi sa-
ro apresentados os trabalhos da eenUBiasIn verifica-
dora dos crditos, devendo os membros da mesma
commissiio a uresenlarem os seus eredilos ao dila* cu-
radores tiscaes, alim de serem verificados, i-so antes
da indicada reunan.
Constando a ollieialidade do I." halalbau de
fuzeiros da guarda nacional desta cidade aquarte-
lada no campo de palacio, que alguns Lalos se lem
propalado de que alguns odiciaes do referidobalalbao
pretenJtm perturbar as eleir.?s na freguezia de S.
Anlonio uo da 7 do corrente, e como soja a oflicia-
lidadc desle balalho composta de pes cidamenle amigas da ordem c quo lem urna repula-
rS> a perder, jul'gam o< offlejaea abano asaignades
de seu rigoroso dever fazer a de.-larar.i. solemne de
que jamis darao um passo do aeu quartel que nilo
seja cm desempeas da seut deveres, sempre liis
ao jiirunenlo que prestaram quando se nlistaram an
balalhlo a que lem a honra de perlencer, cujo
halalhilo etn todas as pocas lem gozado da mudan-
ca do governo. e conlam que esta nao sollrera a me-
nor qoebra atientas as boas iutenres ebarmonia que
reina enire os aballe assignados.
(luartel no campo de palacio 5 de selembro de
18-lti.Claudino Benicio Machado, major crunman-
dante inlerino.Miguel Josc de Almeida Pernam-
buco, capullo mandante.Manuel Gomes de Sa, al-
feres ajiidanle interino. Anlouio Jos Bodrigues
de Souza Jnior, capilao da stima companhia.
Anlonio Aureliano Lopes Coaiinho Jnior, alteres
da quinta companhia.Cantillo Pinto de Lemos, al-
feres dalerceira companhia.Joaquim Jo-e Silvei-
ra, capilao da lercein companhia.Joaqoim Aree-
nio Cintra da Silva, alferes da sella companhia.
Anlouio M. Comes da Silva, lenenle da lerceira
companhia.Firmir.o Moreira da Costa, alferes da
prinieira companhia.Anlonio Valenlim da Silva
Barroca, rapilSo da segunda companhia.Jos Luiz
Pereira Jnior, rapilno da seita companhia.An-
tonio Francisco Pereira, capilao da quinta compa-
nhia.Luiz Francisco Moreira de Mendonra, l-
enle da selima companhia.Fredenco Lopes l.ui-
m.iraes. lenle da primetra companhia.Joo da
Conha Soares (.uimares, alferes secretario interino.
Jos Victorino de Paiva, alteres da primeira
companhia.Ukndido C. G. Alcanforado, alferes
quarlel mestre interino.Victorino Jos de Sonza
TrAvaseo, alferes da quarla companhia. Joaquim
da Costa Riheiro, alferes da selima' companhia.
llllotlio l d< .M.-rnoa 'la M. I'unentel. alnrea da
selima companhia.
AOS SKS. VOTANTES DE S. JOS".
Nilo sei qual seis o motivo de \ mes. uu se lem-
! ,ii mu do Sr. ,N. pare euclier o numero de suas Its-
. toa, pois o Sr. N. lem rclevanlca serviros feilo a p.i-
: tria, serve o estado desde 181)1. constante na* lileiras
da ordem e ainda boje se conserva me-lre de lima-
tes, a nedra fiimlameiilal .lo gamo e amarinaba ju-
gos que s.i quern lem uraudes conhecimenlos poderu
percebe-Ios, pois com estas qualidades que tem o
Sr. .\. o julao com direilo entrar no cmbale das ur-
nas, pois o mesmo set.hor ja esla na estacada promp-
lo de bengala grossa e cabeleira domingueira e ca-
saca de araquam. Dcseja um eleilor da mesma
fregu'zia instiga.
NOSSA SKMIOKA DA CONCEICAO' DA
ESCADA.
Scjentifica-se aos devotos que conenrreram com as
uss esmolas para a fes! da mesma Senhora na igrc-
ja da Conceir,1o dos Militares, que a dita fesla teru
logar no dia 8 do correnle com (oda a solemuidade,
havendo festa, Te-Deum pregaudo ao Evangclho, e
a noile os pregadores da capella |unperi,il Fr. Joa-
qoim do Espirito Santo, e Fr. Lino do .Motile Car-
mello.
O abaiso assignado olTerece ao commercio no-
venta e tantas arrobas de resina de angico de boa
qualidade e promelte ajuslar : quem pretender di-
rija-seao armazem do Sr. coronel JoHo Jo* de
Cooveia, que encoiilra o amiunciaiile ; e olTerece
tambem escravos peeaa muilo benitas.
Domingos de Souza Barro'.
Francisco Jorge de Souza, empregado publico,
e morador ha 10 anuos no lugar do Arraial, fregue-
zia do Poco da Panella, roga a ludos os seus visinho*
do mesmo lugar, sera disiioccau do que morar meis
long, assim tamben, de sua qualidade, estado, pro-
fissAo e coodirao, o muilo especial favor de por este
Diario ou mesmo por qualquer oulro impresso dos
que se publicara nesla cidade, declararen) o mal que
o annuuciaiite teul.a causado mo so uo civil como no
moral, havendo smenle para isso ser toda e qual-
quer revelaro respectiva na forma das leis em vigor,
sobre a responsabilidade do que usar revelar de mu
f. Oulro -un. que o aniiunciiiiite he natural de?ta
tn&cZ aT>lvz$o$.
AOS AFOGADENSES.
Amanhaa he o dia em que leudes de cleger os no-
vos juizes de paz c verea.iores a cmara municipal,
e posln que Iridiamos cqnsciencia que n.lo ser des-
lembrado pelos hdnlanlesda freguezia dos Afogados
n non do Illm. Sr. lenenle coronel Francisco Luiz
Maciel \ launa, para ser juiz de paz e vereador
cmara municipal, mis ousamos recummendar lo
dislinclo cavalleiro, que por mais de orna vez nos
ha dado as mais convincente* pruva* de seu patrio-
tismo, an povo em geral de quem esperamos lodo o
acelhimenlo cm favor do nosso digno candidato.
Manoel Jos Marinho da Cimba,
Antonio Joaquim Correia de Araujo v
ManoFigueira deFaria Filho, deeUram
que desde o mez de junho, deixaram de
ser socios daSociedade Noologica, e
poi'tanto nao se entendecom elles o an-
nuncio publicado lionten?, as columnas
deste Diario.
Massa adaman-
juiz. na sala das audiencias, em dilo dia,* peta* II
horas.
) esrriplo por Ir* praras do* don* -obrad-
na ma Augusta, penhorado* a Joae Mana Placida de
Maaalhaes e sua mulher. que se aeha em poder do
porteiro. devem ser arremalado* ni -e-jut.da-feir. K
do cor.enle, na audiencia do jaiz monmpal da pri-
meira vara, escrivftn Sanio-, ao meia dia.
Desde ISdaabffl do rorrenle anne, qne fagm
do abano a'signado nm cabrinha de m.me Mainel,
de idade de 1.1 anuos, levando caaia de algadaaci-
nho e calca do mesmo. e chapeo de ralba, a qual
lem falla de nm dente na frente, e**ias romo lem na
te
vallo.Josc llenrique Machado.
Os senli.ue- membros da sociedade Nnadesetra
liajam de pagar a mensalidade da casa da roa dn -
vramento em que lonrr.nuaiam.
Boia-seaoSr. B. B. V. ob*eioio de diri-
gir-se a rua Nova n. 9J, lerceira andar, na praaanV
i das, para concluir o negocio qae nao ignore, a ee
nilo o fizar vera' o seu nonic lodo por ctense acata
Diario, e qual a negocio.
Preri*^* rie nm amawador: na padaria de
Antonio Josc Pedro Gonralvea, roa da Senaala Vc-
Iha n. 9.
No dia 1 de setembro. foi entrene a am pre-
to, urna sacca de cera de carnauba, tirada da arma-
zem do Sr. Antonio J. de Soaza Ribeirv, e pesada
m urna padaria da rua da Sensato Velha. o ele
nrclo evadio-se com a dita acca ; por tonto rae a qualquer pes*oa a qoem tor otTerecida dila antea.
qoe a aprehendan), a avisen) na raa da Brasa, pau-
sando o rhaf.u,/, a primeira caa qoe lam aatae en-
carnado pela reta-guarda, qoe aera'
sado.
ESTRADA D FERRO
do Recife uo S. Francisco.
SEGUNDA CHAMABA.
Os director* da companhia da elrada de fevrn
do Kecife ao San Francisco, lem feilo a remmmdn
rhamada ou lerceira prealar^o' de daa* Itbrae ea-
te.hna* on r l"?T.. -vbre taid. aaana na u uan
panhia, a qual deve ser paga ale o da 7 de alabeo
de I si'i. na Babia, na ca*a dos enli'.rr* >. ISaven-
potl jj C, na corte, na cana do* acabares Mana' M.
liregor \ C, e em Pernambaro, no e*rt,p(ori* da
companhia, rua do Crespo.
O;i.rcionisla que nao realar o paga.nealo dealu.
do termo mina. 1.1, podera' perder imn dn-eeto a.
arre* sobre as quaes o dilo pagamento ana liver el-
focluado, e em lodo caso, lera' de pasar mrne nal
razao de cinco por cenlo ao anno, e de nSo reerher
juros ou dividendo da rompanaia, pelo lempo eme
dnroner enlre o dia indicada para o pagnenla c a
sua realisario.
Neulium auto de transferencia pode ser reentrad*
.lepis do da S do correnle, antes do pegamento da
chamada.
Por ordem do directere*.
.. P. I KfKKKR, Ihesenreir.
Itecife t de selembro de I Mi,.
Precise-aede um feilor qae enlenda da plan-
to e Iralo de mele*, para um sillo nesla ridsda
na rua da Alegra n. -J8.
r ik mu
n. li.
L. Delouche acaba de receber om bello aarli-
menlo de relogioi soissai de toda as qoal.daaV-..
lano de ouro como da prala, dila n'lTsnissIai a
l ile.nlo-; assim romo ha tambem meios rhrsaiaaa
Iros e relogios fraucezes. com caias, ledas anaaa-
rados.
Attenco.
BJ* I m grande e complato sortimenlo de toda
as qualidade* de doces taalo seceos coma mm cal-
da, gel.. de todas as qualidades de troclea ama ae
pode fazer, e urna porra., sempre de aaanaze aba-
cidade c Riba legitimo do capilao Pedro Jorge de cachis e oulras mais Troclas da pau praprus para
tina.
Francisco Pinlo Ozorio chumba denles con) a
verdadeira massa adamantina, e applica ventosas
pela atraern do ar : pode ser procurado confronte
ao Bosarn. de Sanio Anlonio n 2.
LM PEDIDO BEM FUNDADO.
Pedimos a S. Etc. o Sr. presidente da provincia,
que lanre suas vistas para a freguezia do Becife no
dia 7 do rorrele, em quese lem de proceder a elei-
rao, alim de evilar que alguem, abusando de seu
poder e posirao, qoeira praticar a'guma illealidade
nessa occasula. Islo pedem enrarecidamcnle
Os volantes rereiosos.
Jos Antonio da Cnnba \ Irmilos compraran)
por conla do reverendo padre Antonio Joaquim da
Coneeirao e Silva o llliele n. 11.1:1 da primeira par-
le da qiiin,-. loleria a beneficio do Cymnasio.
Achanui-se nomeadn Joo Pedro Adoor&C
Flix Souvage iV C. e Sehaleillim o; C, membros da
comiiiis-un examinadora dos eredilos da rellnela de
Joaqoim Jo. le ranas Machado, e Manoel Antonio
de Sduza lliheiro, pelo prsenle san convidados lodos
o- credores <\>t referida ,na*a para aprescnlarem no
prazo de : (lias ns seus crditos para o lim eapolo,ao
terceiro dos mencioiados membros : na rua da Cruz
n. .Us.
A ul.'EM CONVIER.
Manoel l.onralves Harros, pede a seus dev
pera viren satinwier sen* dbitos al o fra
rente mez ; sania quizerem ver seus non
tenso nesla folha ; e seren excitados j^blalwii.
Kenfe i. ne selembro de IhWB. /
Convida-se aos senbores sociu, da socdade
Nooogiee, a comparecerem amai ^ as l0 horas em
ponto, no palacete da rua da Pr-li(, sem falt., para
>.. eitraordineria, e para je lrar ,,0 negocios
.mporla..les._0 secrjjW |.rancisco Cordeiro
da Bocha Campello. ^f^ '
Aluga-so umana^, c\m aiar que ,cnlia
quinl.l. emqualque, rua do ,,airro rte S. Anlunio.
e pa^a-se bem : quem, |iver a, ;procure
na rua da Praia,o,rm:iiem de^rlli ,:ii
Iquer provincia limilrophe, por 1er bstanle pra- do poi'tciro do jui/.O,
e roniteciineiito do respectivo laboro: quem de i.- ..:
preslimo se quizer utilisar, annunrie i,,- e-le *
Souza e D. Anna Joaquina Esleves de Souza ; pelo
que as autoridades das reguezias desla cidade, in-
formadas do qne de mal souberem do auuuncianlc,
reveanlo pela forma mais adequada, as animida-
des superiores. Becife .1 de setembro -le 1856.
A mesa rrgedora da irmandade do Senhor
Bom Jess das Cliagas lem de festejar no da 7 do
correnle a Senhora do Paraiz.o por nao ter silo les-
tejada no da 1.1 do mez prximo penando, por iiieon-
veniente no mesmo dia ; as 9 horas da manhaa lera
a Jienr.i'i da imagen) com o titulo do Sanhnr Boto Je-
ss da Paciencia ; no dia seguinloaa, boca .la jjQi-
te llavera' ladainha em louvor do mesi..n"3*JS*tJFpor
ter nina devota feita esla promessa. Esperamos que
os liis compareeam para mais brilbanlisino; do acto.
L'm homem solleirc sem familia se ollerece pa-
ra adminislrar qualquer engenhu nesla e em oulra
lo
tica
seu preslimo se q
Diario afia. de ser nrocurado, n.u. s para Iratar-se
do ajuste, comn ollerecer-ie igualincnlc liaora a'
probidade.
LOTERA DA PROVINCIA,
O Sr. (hesnureiro manda fazer publico que as ro-
das da primeira parle da qoinla loleria do livmua-io
Pernamhucano, andam boje li do correle imprele-
rivelmente pelas 10 horas da manhaa, no saln do
convento d N. S. do Carmo. O 1. conferentc, ser-
viudo de eeerivlo, Jos Januario Alves da Maia.
Aloga-se por lempo queconviei' um grande si-
lio no Parnameirim, cun tima grande casa c um so-
bradinbo, com coebeira, eslribaria para i ou ti ca-
vallos. urna grande cacimba cora 1 lauques cora co-
berla de qualro aguas e um grande parreiral a roda
do dilo tanque ; assim como .luga se para pasaar a
fesla urna boa casa terrea sita na povoacno do Mon-
leiro, com -J salas, i quarlus, quarlos para escravos,
eslribaria para dous cavallns, cozinba fra e -2 quin-
laes murados com porl.io, saluda para o rio : quem
pretender, dirija-se a Iravessa do Veras u. 1.1.
Precisa-se de -2 oiliciae* de charuleiro, 1 perito
e oulro de carregac.lo: na rua do Vigario n. 18, pri-
meiro andar.
Recreo divina.
Baiiho fri de asna doce com alguma decencia,
proprio para familias e homens, na Irrgueiia le S.
Jos, silio du Barro laivo n. 3, esia'a dbpniicln,das
5 horas da manhaa as 10 da noile, por preco rom-
modo.
A irmandade de N. S. .la Boa-Vienen precisa
de um capcll.ii para sua igreja ; o Sr. acordte ou
religioso que Ihe eenvier, dirlja-aa a roa Imperial n.
:17, defronle do chafari/, acerca do ajuste.
-,N da 31 do mez. paseado lacia ,la rua do llns-
embarqiic, exrelicnlc vinho de caj' engarrafado e
urna th- melhores marcas de charutos em cai\ee da
rem, pelo barato preco de -Js rs. cade ama, I aarri
ros, Luzlanos e I liiminen-e-, se apartara' ajualajner
eiicommendc de .loces oa frncla para dentro an
fora do imperio, com limpeza e actividad : na can-
fcilaria da roa d Cruz u. 17 de A. A. Parla, par
mais barslo preco que em oulra qu.,Iquer parte.
No dia !) do corrente, linda a audi-
encia do Illm. Sr. Dr. juiz d<- nrphaot,
lian de ser cnvrcalados perante este, os
movis, carrn, cnxullos e demait pertcn-
ces da coclieira, do casal do finado Jone
Maria Borgcx. O cscripto estar' cm rano
Amaro Anlonio de
% Ueneo!s
..-
3v3.
**
ki Na rua do Trapiclic n. "i, ha O
X superior rape Pnoceu do Brasil, W
^5 cliefjado rccentcmcnte do Rio de A
-..'; .I,m.uro, em qualidade iiouco dif- O
l'ere do de Lisboa, ao passo que 5J
.[} cusa apenas LsWH) a libra ; a elle B
antes que acalse, pois a ivmesan ff
3 lie pequea. S?
BOB I.AKFECTEIR.
O nico autorisadn pnr derisao do conseiko renl e
decreto imperial.
Os medico* dohopilacsrccomniciidam o A.-ralx
de Lallecteur, como sendo o nico autortsadJ pel<-
governo, e pela real sociedade de medicina. K-ie
medicamento dum goto agradavcl, e fcil a lomar
em eeereto, el em nao na inaiiuha real desde mais
de tu) annos ; cura radu-almenle cm poik lempo
com penca deapeaa, em mercurio, aa aflecroe* la
pclle, inipiiiL'en, asconsequenria* da* araae. Mare-
ras, e .,- accidentes du parto, da idade critica, c
da acrimonia hereditaria do* humores; cea vean aa*
eatorrhos, a beaiga, ns rontracr.ws. e a liaqaeza
do* ergios procedida do abuso daa injerce ou de
ondas. Como anti-vpb.lilicn, u airnbc cura em
pouco lempa OS Huios rcenle* u lelwlde*. qoe vol-
veu inces*aiite em coi.cqiieuria do empresto 4a
pteio n 'i um escravo de uome Aiurlelo. crieulo, icopahiba, da enhena, na desinjerfea qae repre-
natural d'o ki>'ue":Hrftru, r.'.r bem preto. de M> an- i enlcm o virus sem nealrasa-lo. II arrobe Laf-
nos deydade, pouco mais ou menos, estatura e corpo
regulares, com denles neniados, pouco* r .bellos no
qa'eixo, levando por Iragcs caira de caemira azul
de lislras e pequeos qua tros, cami'a de risradinho
fecleur he eapecialmeule rccommendaslo contra ,
doencas inveleiadaou re!n-'d"* a-., mercara e a*
iodureto de |Milas*io.Lisboa.VeLde-se aa boti-
ca de Barral e de Antonio Feliciano Alves de Are-
azul e um pouco uja por ser cozinheiro, chapeo de vedo, piara de D. Pedro n. NK, onde araladr Hie-
palha enlrelina. Fisle escravo he bem tallante, e non* i garpinia urande) pnrr.lo de garrafas uraade* e pe-
luma, quando fon, dormir em ca-a que e-til., era quenas viuda* directamente de l'ari*. de cia da
iberio, ou que s lem paredf.es. drbaixo de lelhei- ; dilo Boxvcau-I.alleclcur IS, roa Bicheo a Pan*.
ros, assim como anenapanna as msicas ao toque de a formulario* daaVan gratis em casa da agenleSil-
recolbcr, ou freqnenta qualquer lucar onde baja fes-, va, na pi ara de |), Pedro u. 82. Porto. Joaejain.
tejo publico : pede-se as autoridades policiaes que Araujo ; Babia, Lima A. Irma. ; Pernameaar,
se dignrm de dar as providencia, pira que o dilolSoum; Bio de Janeiro, Bocha A Filho* : e Marei-
escravo seja apprehendido ; e bem assim quem o le- ra, loja de droga ; Villa Nova. JoSa Pereira de
var a mencionada ea*a na roa do Hospicio n. 9, re- Matate* Leile ; Bio Grande, Francisco de Panda
cebera' orna gratifieacao salisfactori. I Cont 4 O
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



ARIO I ffifcBMBrtO SABAOO 6 SETEIRBil fi I8a6
i
g Deposito de vinho de champug- @
j) ne Cliateau-Ayx, primeira <|ua- @
$$ lidade, de piopriedade do conde
(* deMareuil.ruadaCiuzdoKecifen. @
o 20: este vinho.o mellior do toda a @
$ Champagne, vende-se a 36| cada
';5 caixa ; acha-se nicamente em ca- V-
?$ sa de L. Leconte Feron & C. N. @
gfc B.As cai\as sao marcadas a fe- @
oConde de Mareuile os rotu- ?
os las garrafas sao a/.ues.
lo:
ao publico.
Manoel Joaqoim de Miranda, ollicial de esculptnr,
faz ver ao publicu e os Beus freguezes, que roudno
a sut residencia para o aterro da Ba-Visla n. 17 ;
recebe loda e qoalqoer encnirroendt de actos, (anto
de pintura como deesculptura, com perfeigao e pres-
teza, aasim como limpa econccrJa imagens de pedra,
pinta e as doura, e tambem troca Imagens velhas :
quemdeseu preatimo se quizer otilisar, dirija-se ao
aterro da Boa-Visla n. 17.
: J. JAI\E. DENTISTA, S
) contina a residir na ra Nova n. 19, primei- 0
:ro andar. m
#
Companhia Per-
nambucana.
A direceao avisa aos Srs. accionistas,
<(ue para complemento do capital da
mesma empreza, tem deliberado emittir
novas a cees, mas devendo ser preferidos
de conformidade com o art. 5- dos estatu-
ios, na distribuicao de taes accoes, a'quel-
les senhores que ja' sao na mesma nteres-
sados, ica, a contar de lioje, marcado o
prazo de o0 dias, para a inscriprao de
seus nomes, com declararao das accoes,
<|ue quizerem tomar, no sen escriplorio,
no forte do Mattos n. 10, sendo a pri-
meira prestacao de ^>0 por cento. llecife
27 de agosto de 1850.Antonio Marques
de Amorim, secretario.
Paula & Santos e Manoel dos Sanios Pinlo,
administradores nomeados .i masa fallida de Manoel
Joaqun) Alvea Pitomba, avisam a todos os senhores
credores, qoe devem aprnenlar seas ttulos ate o da
ti de telembro, na ra do Amorim n. is. escriplorio
de Paua & Santos, afim de aerem conferidos e fa-
zer-ie o dividendo do liquido da mesma massa, nao
podando, depois desta data, seren allendidas quaes-
quer reclamagoes.
La reconnaissance ert la aou-
renir que fon comerte det ser-
tees, ou des bienfaits qu'on a
rcru.
O abaiio assignado sofTrendo ha muilos annos e
mal da elephaniiasis dos gregos, e dapois de liaver
panado por todas as experiencias medicas no hos-
pital dos lazaros, onde por espago de Ires annos es-
te.e recolhido, e fui sempre tratado|Ja mclhor forma,
ja pelo medico encarregado daquelle hospital, ja
polo regente, e ja em fim pela Illma. administrado
dos eslabelecimenlos de caridade, que ioc.nsaveis
sempre se mosKaram em mitigar os soflrimenlos dos
doenlea, roas nao leudo encontrado alivio algum ao
seu mal, quu a^Providencia que deparasso com o
Sr. Manoel Ilorges de Mendonga, quesem nenlium
oulro tulereise mais do que o de ser til i huma-
nidade, o chamou a suacara para ser por elle tra-
tado, e eraras aos seus deivellos, boje se acha salvo
de (ao horrivel mal. Queira por tanto o Sr. Manoel
Borges de Mendonga reerber esta demonstrogao de
aua gralido pelo benericio qoe acaba de pres-
taclhe, e (que certo que o seu reconhecimenlo ja-
mis acra olvidado pelo sea agradecido
littolaiio Antonio da Cunha Machado.
Recife 1 de seiembro de 1856.
Precisi-se alogar ama escrava : no aterro da
Bon-visia d. ic, loja.
Lotera
do Gymnasio Pernambu-
cano.
Aos 5:000* e 2:000.s000.
Corre indubitavelmente sabbado 6 de
setembro de 1856.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeilavel publico que vendeu as segoin-
iiointes sortes da primeira parte da primeira lotera
do reeolhimentn da CouceirSo de Oliuda, exlrahida
a 10 de agosto de 1856.
1 quarto n. 6312:0005
1 roeio 1403 1003
" 1 quarto 663 1003
I meio 1913 1003
1 quarlo 646 303
1 meio 781 503
O raesroo tcm eiposlo i veuda seus muilo felizes
bilbeles, meios e qiiartos, da primeira parte da quin-
ta lotera do Gymnasio Pernembucano, as lojasj
cooliecidas do respeilavel publico.
Os dous premios grandes cima referidos, nao es-
lu sugeilos ao descmodos oito por rento do Impos-
to geral, o jual descont aera pago logo que saia a
lista, sendo o prego de seus bilheles os seguinles
Bilhete iuteiro 58800 recebe pof inteiro 5:0003 .
Meios 33000 i) 2:5003
Quartos 13000 1:2503
Pernambuco I. de setembro de 1856.
Salustiano de Aquino Ferreira.
Precisa-se de urna ama de leile : na praga da
Independencia na. 36 e 38.
AO FUSUCO.'
No armazem de fazendas baraus, ra do
Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento de fa-
zendas finas e grossas, por mais barato
procos do que em oulra qualquer parte,
tanto em porces como a retalho, affian- g
cando-se aos, compradores um s prego M
para todos: este esubelecimento abrio-se S
de combinarlo com a maior parte das ca- f
sas commerciaes inglezas, francezas, alie- fl
maos e suissas, para vender fazendas mais gg
em eonta do que se tem vendido, e por isto K
oUereeem elle maiores vantagens do que jn
oulro"qualquer; o proprietario deste im- M
portnta estabelecimento convida lodos |
os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos seus inte-
jB resses) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da ra do Collegio n. 2, deAn-
M tonio Luiz doi Santos & Rolim.
Jos Valentim da Silva roudou a sua aula de
latim da Boa-Vista para o bairro de Santo Antonio,
travesea da Cadeia Nova, junto ao n. 5, aonde con-
tinua receher por preco rr.uito commodo, como be
publico, alumnos pensionialas e externos, dando bom
tralaroenlo. O annunciaute espera receber dos pai
de familia a mesma protecrAo que recebeu durante
os annos qoe eusinou na Boa-Vista.
A adminisiracilo geral |dos estabelecimentos de
caridade manda fazer publico, que amanha pelas 1
horas e meia da tarde, ua sala das saas sessoes, no
largo do Paraizo, ra' a' praja o fornecimento d'a-
goa para os mesmos estabelecimentos. Administra-
dlo geril dos estabelecimentos de caridade 3 de se-
iembro de 1856 O escrivo.
Antonio Joso (tomes do Correio.
Aloga-se una preta ptima engommadeira,
costureira e cozinheira : quem a pretender dirija-se
i estrada dos Afilelos, casa cinzeula fronteira
groja.
.O capitana Aolonio de Souza (lliveira Mello,
nenhor do engenho Maxicoaba da comarca do l.i-
noeiro, freguezia de Bom Jardim, declara ao publi-
co, que comprou a prupriedade denominada l.agoa
l.i.iii|iri la a Antonia Mana do Espirito Sanio, a
qual se miidou para a comarca de Santo Anlao on
villa da Escada, aonde fallecen ; e como no inventa-
rio a qoe proeederam mencionam cinco leltras acei-
tas pelo annuncianle, a vencer de fevereiro a feve-
reiro de cada anno, declara em lempo, que ninguem
(ara transaceno com as mesmas leltras, visto qbe
anda nao se cumpriram as condiroes da escriptura,
e por isso nao serao pagas aem estar todo legalisado'
Heeife 1.- de setembro de 1856.
(i usa ve Albert llerrensclimid, subdito francez
retira-se para Franca.
Faz-se todo negocio rom urna lelira aceita por
Antonio Moniz Persira : quem quizer anuuncie pa-
ra se Ibe ir Tallar.
Engomma-se e lava-se cora aceio e prorapti-
ddo : oa ra da Conceic.ao da Boa-Vista n. 47.
..." I'ngio "> "f-vembro de 1853, lendo riada do
Um de Janeiro de obrigacao em um navio, o nreto
inarinheiro Joio, croulo, alto, reforcado do corpo
k bem fllenle, o qual escravo be de propriedde
ile Manoel da Malta Macedo all residente, e incul-
ci-se forro ; quem o apprehender e levar ao lado
do Corpo Santo n. 25 era generosamente reeom-
lieniado.
10,000 rs. de gratificaco
pelos jiavoes.
111 .i 11 lii-.i-so com 10(000 a quem descnbrir o casal
de paVOea que vunu do sitio do Toque para o Man-
guinho : na ra do l.ivramenlo n. 16, ou uo mesmo
silio rio Toque defronle da Capunga.
Ra roa de Hurlas n. HO precisa-se de urna
ama ou criada para andar smeiile cum uina crianza
de dous Mam, a qual be amameulnda por sua pro-
pria m3i, dandn-sc a essa pastea o melhor Iralameu-
lo patalee! quem ueslas circumslaiicias estivcr, de-
vera' dirigir-e all para tratar rio ajuste.
O Sr. que tem urna mulata de habilidades pa-
ra vender, tenrin boa conducta, pode dirigir-se a ra
de Apollo n. 1 A, primeiro andar.
Pede-seao IHm.Sr. |)r. Antonio Borges l.eal,
qoe quando vier a esta praca baja de apparecer na
ra da Cruz no armazem francez n.27, a negocio de
seu interesse e de urgencia.
Aluga-se urna graudo casa terrea com muitos
commodos, na roa da Soledade, e maisum armazem
na ra da Praia : trala-se no Manguinho, silio de
Hercalano Alves da Silva.
Precisa-se alugar 6 pelos para armazem de
assucar: quem tiver e quizer alugar, dirija-se a ra
do Apollo, armazem n. 40, que achara com quem
tratar.
LOTERA da provincia.
Salustiano de Aquino Ferreira avisa ao
respeitavel publico, que vende a* dinhei-
ro a'vista, sendo a quantia de lOO.sOOO
para ciira, os seusbilhetes, meios e quar-
tos, pelos preoos abaixo declarados, na
ra da Cadeia do Recife, loja de miude/.as
de Jos Fortunato dos Santos Porto.
Bilhetes .">S'300 recelie 5:000.s'00()
Meios 2.S800 2:500.S000
Quartos l/fiOO l:230s000
Salustiano de Aqtiino Ferreira.
Precisa-se alugar urna escrava que saib? coser,
lavar e eogommar, para o serviro de nina familia
ngleza : na rui do Trapiche Novo n. 10, em casa
de Patn Nash & Companhia.
Precisa-se de duas pessoas para o serviro in-
terno de ulna casa estrangeira, urna que cozinbe e
engomme, e oulra que enlenda de costura : na ma
Nova n. 17.
g t) abaiio assignado tem a honra de con- fls
2? vidar os Srs. merobros da commissao direc- JZ
lora do MUNTE-PIO-ACAUEMICO, e os
* Srs. dudantes do primeiro anno da Fa- S
^tA culdade de Direito, para que comparec,am '-,
J?f no dia 6 do corrente mez, is 4 horas da 2?
vi? tarde, na casa da residencia dolllm. Sr. Dr'. %?
.!, presdeme e thesoareiro, afim de nomearem ;','-.
ir por escrutinio secreto om socio director -,x
^ ptlo mesmo anno, em subsliloirno ao que *&
*<>, havia sido anteriormenta eleilo.Francis- -^
_ co Ferreira Correa, primeiro secretario. 9
BB Kecife 1 de setembro de 1856.
Aluga-se o secundo andar da casa da ra da
Guia ii. 64 familia honesta, o qual se acha decente
e tem bastantes commodas : a tratar no primeiro an-
dar da mesma casa.
Aluga-se o armazem denominado
Trapiche do Ferreira, sito no caes de
Apollo, dando fundo para o armazem n.
20 da.racsina ra, com immenso espaco
para armazem de assucar ou outro qual-
quer estabelecimento em grande ponto:
a tratar na ra do Torres n. ~>4.
Tendo-se ausentado do Abri'-o, termo de Bar-
reros 1). Thereza Mara de Jess, viuva do Tinado
l.ius Jos da Silva, sem que se saiba para onde, le-
vando com sino os beus do casal, avisn-se ao respei-
lavel publico para que nenlium negocio fajara coro
taes bens.pois que alem de eslarem por indivisos dis-
puta-se um testamento do fallecido ; sendo que al-
guns dos beus se achato ja arrestados por credores do
dilo casal.
U prejudicado.
Preci guma cousa de padaria : no aterro da Boa-Vista,
padaria n. 41.
Obras de ouro
>'a loja da ra do Cres-
pn. 10.
Vende-se om completo sorlimeuln de obras de ou-
ro de todas as qualidades, mais em eonta do que ero
nutra qualquer parte, e alianra-se a boa quali-
daue.
i
rvetes
lloje as 6 horaa c mcia bavera' escolenles sorve-
l.de ananazes abaran* : no atorro da Boa-Vista n.
3, se nao chover.
Os abdixo assignados fazem publico, que dis-
solveram amigavelmente a aociedsda commercial
que iinham etn um armazerr. de assucar silo na roa
do Vicario n. 11, sob a firma social de Fernandes &
Mello, no dia 26 de agosto ds correle anno, Pican-
do o aclivo e passivo a cargo de Francisco Antonio
de Mello, Jaciuiho Jos de Mello e Antonio de Sa'
Lopes Fernandes ; continuando a casa ealabelecida
no mesmo gyro commercial em nme desles da dala
da referida ma social de Fernandes & Mello. Becife 26 de agos-
to de 1856.Francisco Antonio de Mello, Jaciuiho
Jos de Mello, Antonio de Sa' l.opea Fernandes,
(iomo procurador de Francisco de Paula Dias l'er-
uaudes, Joao lavares Cordeiro.
O abaito assignado faz sciente ao publico eao
cerpo de commercio, que no dia 30 de agosto passa-
do deiiou de ser gerente do armazem do Sr. I.uiz
Antonio Vieira. que gyrava sob a firma de L. A.
Vieira & Companhia ; as-rin como qoe a mesma fir-
ma nada deve ; e se alguem se julgar credor pode,
no prazo de 8 dias, contados de boje, sppnrecer no
armazem de Ferreira Lomes & Companhia, na ra
do Brum confronle ao chafariz. Recife 5 de setem-
bro de 1856.Manoel Antonio Ferreira Gomes.
Aluga-se o armazem do sobrado n. 33 oa ra
daMbeda : a tratar na ra da Gloria o. 87, segun-
do andar.
Compras.
Compra-se orna escrava de meia idade, de na-
ci, que seja quitandeira, que nao lenha vicio e nera
achaque : na ra do Cabuga' n. 2 C, loja de ourives.
Compram-se apolicesda divida provincial ; oa
roa das Flores n. 37, primeiro andar.
Compram-se acrOes da compauliia de Beberi
be : oarua larga do Rosario n. 28 loja.
Compra-se calcado de toda a quali-
dade, agradando o preco : na ra Direi-
ta n. i"), loja.
Compra-te papel de peridicos a 33200 a arro-
ba : no pateo do Carmo, quina da roa de llorlas
u. 2.
Compra-se urna escada de mao que tenlia 12
palmos e outra maior : quem tiver e quizer vender
dinja-ae a piaca da Independencia, livraria n.Oe 8.
Compra-se ouro com preferencia de le, a pa-
ga-se melhor do que em outra parte : na ra larga
do Rosario n. 17, confronte ao quarlel.
Compram-se escravos de ambos os
sexos, de idade de 12 a 30 annos, assim
como recebem-se para vender de com-
missao : na ra Direita n. .
Sen>$.

Vende-se para cumprimento de le-
gados, a casa terrea do pateo do Terco n.
20, com duas salas na frente, qualro ca-
marinlias, cozinba fora, quintal e cacim-
ba : a tratar em Oltnda, ra de San-
Francisco, com Bonifacio de Jess da
Silva, ou na livraria ns. (i e 8, da praca
da Independencia.
TAHAS DE FERRO.
Nafundlcao da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal demarinha, fia
sempre um grande sortimento de taixas, tanto de
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
presos sao os mais com modos.
VARANDAS E GRADES.
I m lindo e variado sorliinenlo de mudellos para
varandas e gradaras d gosto mdernissimo : na
rundirAo da Aurora, em sanio Amaro.e no deposi-
to da in a, na ra do Brum.
Em casa de Ra be Schmettau & C., ra
da Cadeia n. 7, vende-se :
Um grande sortimento de vidros de cs-
pellio.
Relogios linos de patente inglez.
Ditos ditos de patente sujso.
Couros de graxa.
Ervilhas secta;' em garraloes.
Vinlio do Rlieno superior. '"N,v
Conservas alimentariaT^JcTboas (ir ni-
dada.
Tudo por preco commodo.
Ra Nova n. 18 loja de M. A. Caj & C. con-
iinua sempre a ler um grande r-orlimeulo de obraa
tenas rior^ camisas francezas, brancas e de cores, gr-
valas, colarinhus.chapos francezes, dilos de sol, de
seda e panninho,suspensorios de borracha,meias para
senhoras, homens, meninos, fazendas para f.zerse
qualquer obra deencommenda com a maior preste-
za e bom desempeuho, em lira qualquer pessoa que
vier a esta loja, tirara om fado completo a por pre-
so man commodo do que em outra qulquer parle.
-3?

v

Metal amarello para forro
M Cabos da Russia e de -Manillia.
$ Lonas, brinzao c l)rim de vela-
jj! Pi\e da Suecia.
B Cemenloamarello.
A Vinhode Champagne e do Rheno.
A Pianos de armario de modelos no- $|?
S vos.
^ Armamento de todas as qualida
des.
I Alvaiadelmo em p, oca e tintas
em oleo.
Pedias de inarmore para mesas e @
consolos. jj
Papel de peso inglez. $fe
A Clncotes para carros. ij
@ Balancas inglezas de patente. *j
@ Copse clices de vidroordinario. 0
Q \endem-se no armazem de ^
^ C. J. Astley &C. ^
IDA DA CRIZ fl. 51.
Antonio Barbosa de Barros faz sciente ao publico,
que modou a sua sala de barbear da caa n. 62 da
ra da Cruz para a de n. 51 da mesma ra; na mes-
ma sala se acbam as mais modernas bichas de llam-
burgo, que se veodem aos ceios e a relalbo, ealu-
gara-se, ludo mais barato do que em nutra parle.
ARADOS DE FERRO.
Ka fundirlo de C. Starr & C, em Sanio
Amaro, acham-se para vender arados de ferro desu
perior quali dade.
VIM10 1)0 PORTO GEMINO.
Vende-se ptimo vinho no Porto em barris de
quarlo e oitavo, por preco razoavel: na ra da Ca-
deia do Recife n. 13, escriplorio de Bailar i Oli-
veira.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixas de 2 duzas e ero barris de oitavo, re-
ceiilemenle chegado pelo brigue Trovador; vende-
se nicamente no armazem le Barroca & Castro, na
ra da Cadeia do Recife n. 4.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical ecom todos o melhoramantos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
Em casa de ti. O. Bie-
ber & C, ra da Cruz
ii. 4, vende-se
Algodao para saceos de,assucar.
Dito trancado para ditos, a iuiitaco do
da Babia.
Lonas.
Brinzao.
Ferro da Suecia.
Arcano para pur'
vencao do Dr: Si'
lingua portugt
EmcasadeN. O. Biel>er
^' C., rua ila Cruz n.
4, Vende-se
Pianos fortes das melhores fabricas da
Alleman' He moderna construccao.
Em casa N. O. Bieber
C, ra v/7ruz n. 4
vende-se v
Cemento romano.
Farelo.
Vinho de.Madeira e ultramar.
r d in-
->do em
Vende-se urna escrava de na rao, bem corpo-
lenl, coziuheira, lavadeira e vende ua ra : na ra
das Ciuzes n. 22.
CIIRONOMETRO.
Vende-se um reloeo de ouro chronomelro intei-
ro, a melhor que sabio de uma;das acreditadas fabri-
cas inglezas, e anda n3n visto igual nesle mercado,
na casa de Southall Mellar i\ <".. : ra das Corres
n. :18.
No escriplorio de Domingos Alves
Matbeus ha para vender ricos e elegantes
pianos de e\cellentes vo/.es, chegados l-
timamente, os quaes vendem-se por me-
nos do tpie em outra qualquer parte.
Bonccas france-
zas.
Vendem-se muilo homi.i- bonecas fraselas, pelo
baralissimo preco de 1?280 e l>80(l: na roa do
Oueimado, na bem cenhecida loja de roiudezas da
boa fama n. :t3.
Loja da boa fe.
Vende-se chaly de quadros de honitos padroes a
!KM) rs. o covado, ditos lisos de bonilas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de retroz de bo-
nitas cores a ."*, ditos com lislras de seda a 7?: na
roa do Queimado, nos qualro cantos, loja de Tazen-
das da boa f n. 22, defroute da loja de miudezas da
boa fama.
AVISTA DAS BOAS QUALI-
dades he milito barato.
^ende-se papel de peso e almajo o melhor qua
pode liaver ueste genero a :t, 5 e 900(1 a resma
papel paquete muilo fino e de muilo boa qualidade:
propriamenle para se escrever por vapores para a
Europa em coiisequencia de nao se pagar grandes
por les de carias, em resmas, meias resmas, quartos
de resma, ou mesmo em quadernusa 80 rs., papel de
liulio verdadeiramente almaro e proprio para carU'-
rio a 18 rs. a resma, verdadeiras pennas de ajo de
bico de laura conbecidas pelas melhores qoe ha a
Ic200 a cainnba com ij. duzias, ditas sein ser de bi-
co de tanca, mas tambem muito boas a tlO a caix-
nlia com t2dozias, duza de l-pis muilissimo fioaso
320, 400 e .iOO rs., dilos para deienho a 800 rs. a
duzia, caivetes muilo tinosa de todas as qualidades
e precos, tinta in^leza muilo boa e barata : na ra
do Queimado, loja de roiudezas da boa fama o. 33.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, conlina ha-
ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptido: embarcam-se ou carreganr-se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston&C,
rua da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro de montara, candieires e casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
6o da vela, chumbo de muni;o, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Relogios
cobertos e descobcrlQs, pequeos e grandes, de ooro
e prala, palele inglez, de um dos melhores fabri-
canles de Liverpool, vindos pelo oltimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall Mellor & Companhia, rua
do forros n. 38.
Cobei torea de laa hespa-
niies inuito encorda-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo,loja da esquina que
volia para a rua da Cadeia.
Vende-se um bonito mulato de I';
annos de idade, proprio para boleeiro:
tratar na ma do.Vicario n. 51.
Cseas pretas parajfifo.
Jiras propria
>0 a vara : n
"V
P.OPE
DO
BOSQUE
Foi ...'--rido o deposito deste xarope para a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53",
garrafas 5*>00, e meias 39000, sendo falso lodo
aquelle que ao for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO.
Para curade phtysica em todososseus difieren-
es graos, que r motivada por consliparfies, losse,
aslhma, pleurii'.escarros desangue, dr de eos-")
ladose peito, Palpitaraono coraran, coqueluche-
broocliite, dr na garganta, e todas asmoleslias
dosorgaos pulmonares.
PARA QMEM TEM COSTO.
' ende-se um e celcola eavallinbo, proprio para
menino, o mais bonito que he possivel ; a' visla do
comprador se tyMin' na cocheira nuvadaruada
Koda quasi a mar Bem do rio.
IV a lo i a das seis
portas
Em frente do Ijvramento.
les a dez tustoes. carai.inbas P-" nhora a Q is
mil reis, collarinho.de cambrah \ SS %|j a
bordadas a dez tues. pescoc.nh^ T%,0?1 o .!
dos de cor a cinco mil res; de tu^0 se d,-8mMlrfi
Bnrsljw; dava:vque >e ^
wa loja das seis
portas
Em frente do Lvra,ento.
lpicas de quadros para vestidos de ,,nt,nra. a
pataca o covado, cortes de cambraia lisa m 0U .
meia varas a tres mil reis, para vestidos Se d'
tres babadas, corles de cassa franceza a ll^rtuSt!
cortes de casschila a cinco patacas; a d?JS!".
visls para acabar. pneiro a
Alten^ao.
No escriplorio de Jos Candido de Barros,.!,. a
Cruz n. 5-2, Ha para vender charutos do Rio, P .1
llavami,
lario.
chejgados ullimamente no brgua"nsagi-
Bom e prepo commodo.
as tabernas ao lado da igreja da Soledade e e,_
quina de Joso de Barros, vendem-se seeros os m,,
novos e bons do mercado.como sejam.saccas com n,i
Iho e lariulu 38.00, cha hytsan a preto de vanal
quadades, i irva-malela mais' nova possivel, cevadi-
nha e sag biscoulos, bolaehinhas de muilas qua-
lidades, m; isas, manleisa iogleza a libra BWa
800 l0l2Od a ranceza :>00 a 6W e 680 nova, gomma
de ararula i) 160 muito alva, banha de pirco a 100
Vendcm-se cassas pretas muito ti
loto, pelo baralissimo prero de 4
do Queimado, n qualio can'
loa f ii. i, d<,,:onlr-
f.ma. S~
fefcaria do
No de',
ha n.
as para
rua
mja de fazendas da
''. rniudeius ftlMWi1
do Afontejro.
bosito da rua da Senzala-Ve-
110, vende-seassucar relinado de
supertor qual,d^dC( de arro|)a para cma
Lenco^ de cam-
brain de lioho
A 320,^4oo, SOO, e 640
cada um. .
Vmb"^ rua d0 CresP> loa a esquina que
voltd para a rua da Cadeia.
Pianos,
l,on,l
posicao de
res: no armazem de Rostron BeekerA Com-
panhia, praca do Corpo Santo.
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle
cido George Kenworthy, ao lagar;de S. Jos do Man-
guinho, com arvoredos le fruclo e mais bemeilorias
que oelle se acbam, sendo as Ierras do referido sitio
propras : quem o preleeder procore em casa de Sa-
muel P. Johuslon \ Companhia, rua da Senzala No-
va o. 42.
AGENCIA
Da fundido Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentoconiina ahaver un com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para engenho, machinas de vapor a taixas de
ferro batido e coado de lodos os tamanhos para
dito. r
Em casa de M. Cabnont A C, praca do
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
serjitinte:
Taboado de pinito, alcatro e
Suecia.
Alcatrao de carviio.
Lonas de aljjodio.
Ditas de lindo.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muito commodo.
pixc di
Para
as
senho-
bom e
ras que <>ofam do
barato.
Vendcm-se ricos pentes de larlaruga para alar ca-
bello a 4*500, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para criancas de um mez a um anno, pelobaralo
preco de I58OU o par, lenrinhos de retroz de todas as
:ores para senhoras e meninas a l, loucas de laa
rs.. louciiihd de Sanios a 280 de Lisboa a 3G0,pa,sas U)ar senhoras e meninas a :>00 rs., camisas de meia
ir^aoova rabricadoMonteiropratalina a|Par.a rtanctt al a idade de um anno a 500 ra.
senhora moilissiujo
fe nra a ouu rs.. anas nrancas e pretas de seda o me-
lhor que se pude encontrar a 2?e 29300 o par, ricas
caixas para guardar joias a 800 rs. c I>, canas mui-
lo ricas com reparlimentos tnicamente proprias para
costuras, pelo baralissimo preco de 250O, 39000 a
...>.,...v, uu.,1 i.uutd uo mumeiro prala lina a I""" enancas ale a mude r.
2O0rs.,vellaJ de carnauba refinada a 80,de esperma- I meias brancas de algodao pa
S?? ***.} T8' vinno de l.'boa muilo bom a .W 'linas a -VIO rs.. dilas brancas
ielogio8 de patente
inijlezesdeouro, desabnete e de vidro :
vendem-se a prero razoavel, em casa de
Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. ."0.
a boa fama
VEM)E Ml'ITO BARATO, COMO TODOS
SABE.M.
Vendem-se libras de liuhas de boa qualidade n.
50, 60* 70 a 19100, ditas muilo finas de 11. 106 e
120 a 15600, duzia de lesouras muilo boas para cos-
tura a 1?. dilas muito finas e Grandes a 18200 a du-
zia, peciuhas de bico estreito a ."iliii, caivinhas com
asulhas francezas muilo finas a 160, camnhas com
l6novellode linhas de marca moitissimo linas a
280, braceletes encarnados muito bonitos para meni-
nas e senhoras a 200 rs., meias braucas muilo tinas
para senhoras a 210 e 300 rs. o par, meadas;lde li-
nhas muilissimo linas para bordar a 100 e I mi.! bo-
loes demadreperola muilo fiuos;para ramisasariOO rs.
a grata, bornes muilo finos de ac para calcas a 280|a
srosa, fivelas douradas muilo filias para calcas e col-
leles a 120 cada urna, pentes de balea muito finos
para alisar a 300 rs., pecas de fita de lioho com 6
varas c meia a "di rs., caixinhas com colxeles france-
zes a 60 r cairelis de Indias de 200 jardas de
muilo boa qualidade e de lodos os nmeros a80 rs.,
macos com 'id grampas de muito boa qualidade a
50 rs., pares de suspensorios a SO rs., torcidas par
randieiros a 80 rs. a duzia, carteiras de marroquim
para algibeira com molas douradas a 600 rs., cane-
las para pennas de ac a 20 e 40 rs., meias brancas
e cruas, fazenda muilo boa, para hornero a 160 e 200
rs. o par, irancinhas de laa de caraces e de todas as
cores a too rs. a pecinha, pentes de chifre para ali-
sar, fazenda muito boa a 800 rs. a duzia, grozas de
holes de louca pintados para camisas a 240, peta
de fita llecos de todas as larguras a 240a 320, linhas
brancas decarreleiscom 100 jardas do aulor Alexan-
dre a 40 rs. n carretel, linhas pretas de meadiohas.
fazenda nimio boa a 20 rs. a lueadinba, cartas de
allineles da melhor qualidade que ha e com 2") pen-
tes a 110, pentes aoertos de balea para alar cabello,
fazenda minio boa a 25600 a duzia, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a210 e 320
o par, grozas de fivelas para sapalos a 560, caixinhas
envernisadas com palitos de foso de velinhasde boa
qualidade a 120, dilas de pao com palilus de foso de
boa qualidade a SO rs., caixas com .">0 caixinhas de
pbosphorns propriamenle para charutos a 320,
castes muito bonitos para bengala a 40 rs., sa-
palinhos de 1,1a para maneas a 300 rs. o par,
trancelins prelos para relogios, fazenda minio
boa a 110, escoviuhas muito boas para denles a
100 rs. Alero de todas eslas miudezas vendem-se
oulras muiiissimas, que vista de suas boas qua-
lidades e baratos presos tem causado admiracao
aos proprios compradores: na rua do Mucinia-
do, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
v KA LOJA DA BOA FAMA.
Veude-se baodejas'Erandes e muito finas pelo ba-
ralissimo prec.o de 3c000, 43000 e 59000 reis, ocu-
los de armacao de ac de todas as graduales a
800 res, lunetas com armajao dourada a I5OOO reis,
ditas coro armacAo de larlaruga a I5OOO reis, dilas
com ermacao de bfalo a 500 reis, oculoscoin arma-
cao de metal brauco a 400 reis o par, lunetas com
armacao de larlaruga coro 2 vidros a 3)000 reis, ri-
cos chicles para cavallos de hornero e senhora pelo
baralissimo preco de 800 reis cada um, grvalas de
seda muilo bonilas a IJMXR) res, bonilos atacadores
de cornalina para casaca pelo baralissimo prec,o de
300 reis, suspensorios finos de borracha a 400 reis,
pentes muilissimo linos para suissaa(.">00 reis.escovas
minio linas para cabello a 610 res, capachos piula-
dos compridoa c redolidos a 700 e lj000 reis, bo-
tes finissimos de madreperola para camisas a 10200
rs. a groza e 120 rs. a duzia,ricas caetas para peona
de ac a 120 reis, ricos porlh-relogios a I58OO res,
canas de natal muilo finas para rsp a 500 o 600
reis, escovas llnissimas para unhas a 320, 500 e 640
reis, escovas para roupa e cabello o mclhor que pode
haver a I3OOO, 15200, 15500 e 23 reis, pilleis linos
para barba a 200 reis, duzias de facas e garios finos
a .I5OOO reis, dilas de cabo de balauc,o muiissiina
linas a 6)000 a duzia, dilas fimssimas de cabo de
marhm o melhor que pode liaver a lr'Mi reis a
duzia camisas de meia muilo linas a I3OOO reis, ri-
cas aboluaduras de madreperola c melal para col-
^Jotec palitos pelo barato prego de 500 e 600 reis,
finiinth41iivlbas para barba em eslojos de urna e
duas iiavalliaspeTS oW*ajssjDro--frr** -e 3000 o es-
tojo, caudieiros amencauos muito bonitos proprios
para esludanles ou mesmo para qualquer estabele-
cimento, pela boa luz que da a commodidade
de se poder pendurar ou por-sc em cima de qualquer
mesa, pelo barato prego de 5)000 reis, pastas para
guardar papis a 800 reis, espedios para parede com
armacAo dourada e sero ser dourada pelo baralissi-
mo prego de 500, 700 e 19000 reis, finissimas a r
cas caixas para rap a 29500 e jgajjjj^reis, papel 1
ejues de folliai pequeas em '.ario d resm'" ueb
barato prego(taJSM res, e o u(ras muf(| dimaa' c"ou_
sas, que tudo se vcT)ovla^--oaraio do que em outra
qualquer loja : na rua do Queimado na bem conde-
cida loja de miudezas da boa fama o. 33.
LABYKINTUOS.
vendem-se lencos e loalhas de labvrinlbo, asseo-
lado em boa cambraia de lindo : na roa da Croz o.
3, primeiro arular.
Farnha de mandioca.
Veude-se superior farinha de Santa
Catliarina, em saccasquetem um alquei-
ie (medidavellta) por preco commodo:
no armazem de NovaesiSt C., na rua da
Madre de Dos n. 12.
A SOO a duzia.
Lencos de cambraia de lindo para algibeira : na
rua do Crespo, loja de Adriano & Castro u. 16.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo e azul, fino, fazenda muilo
superior, prova de limao, pelo baralissimo preco de
39500 o covado, alpaca preta muito fina a 640 i co-
vado, merino selim, fazenda superior para palito* a
15600 o covado, cantao preto muilo fino proprio para
vestidos a 15 o covado, setim pelo maco, fazenda
superior a 29600 o covado, grosdenaples prelo muilo
lino para vestido a 23 o covado, superior sarja preta
hespanhola a 23240 o covado, prinreza prela muilo
lina a 800 rs. o covado, corles de colleles de gorgu-
rao de seda, fazenda muilo boa a 23, cortes de fus-
loes de bonitos padres a 610, brm trancado branco
de puro lindo a 19 e I3O a vara, brins* Irangados
de cores de muito bonitos padroes e de puro lindo a
19440 a vara, dilos ditos tambem de bolillos padr
800 rs. a vara, dilo trangado pardo lambe e li-
ndo a 600 rs. a vara, dilo liso largo a J18 gansa
amarellas lisas e de quadros, fazenda muUo superior
a 320 e 360 o covado, ditas de cores escuras de qua-
dros e listras, de muilo bonilos padres para calcase
palitos a 600 rs. o covado, corles de caigas de bonilas
casemiras de algodflo, pelo barate pmgo de 13120,
brimzinhns dequadres de puro luido a 210 o covado,
panno de lioho muito lino 1 610 a vara, peilos mui-
lo finos para camisa brancos e de cores a 400 e 500
rs., camisas de meia muito finas a 13 e 19-120, luvas
pretas de torgal para senhora, fazenda aullo supe-
rior a 800 rs., ditas de seda de todas as cures para
homem e senhort, pelo baralissimo prego de (p200 o
par, ditas de fio de Escocia para meninos e meninas
a 500 rs., lencinhos de filel mnilo bonilos a 1.3, ricas
grvalas de seda pretas e de cores a 13, meios lencos
pe seda para grvalas a 600 rs., ditos pretos rr.u'ito
bons a I5, pecas de cambraia de salpicos com 8 va-
ras e meia a 3-5200, e 440 a vara, dilas adamascadas
muilo boas para cortinados a 123, cambraia lisa mui-
to lina com urna vara de largura, pelo baralissimo
preco de 560 a vara, lencos de cambraia muilo linos
Indos brancos e com barras de cores a 300 rs., lencos
de chita francezes muito bons a 400 rs., chales "de
algodao de cores de bonitos padres a 800 rs., risca-
dinhos muilo finos e de muilo bonilos padroes a 160
o covado, fil de linho liso muito fino a 960 a vara,
dito de flores a 13280, meias prelas de seda para se-
nhora, fazenda muilo superior a 23 o par, dilas bran-
cas muito linas a 33 o par, ditas brancas de alaodao
muito linas a 210 e 320 o par, ditas brancas muilo
finas para meninos e meninas a 240 o par, e alm de
ludo islo oulras muiiissimas fazendas, que a visla de
suas boas qualidades e baratos pregos, he que os se-
nhores iregnezes, amigos do bom e barato, conhecas
rao o que he pechineda : na rua do Queimado, uo-
qoalro cantos, na loja de azendas da boa le d. 22
defronle da loja de roiudezas da boa fama.
LUYAS PARA HOMENS E SE-
Vende-se pataasl da Russia e americana, chegada
nesles das, e ne superior qualidade ; cal de Lisboa
CAL E POTASSA
potassa da Kussia e tmerici
ine superior qualidade; c..
da mais nova que ha no mercado : nos seos depsi-
tos ua rua de Apollo n. 1 ,\, e 2 B. 1
AVISO.
Na loja de Antonio Lopes Pereira de
Mello&C., na rua da Cadeia do Heeife
n. 7, continua haver tim completo sorti-
mento das ja' bem condecidas velas de
carnauba do Aracaty, por prero com-
modo, em porcSo 011 a retalho : a tratar
na mesma.
Rolao francez.
Vende-se o veidadeno rolao francez
tanto em porcao como a retalho : as lo-
ja dos Srs. Joao (loncalves Ferreira e Ma-
noel Jos Lopes, na .uta larga do Rosa-
rio ns. .">8 e V).
Farinha de San-
ta Catharina.
muilo nova, vinda em direitura a este porto, vnde-
se a bordo do patacho Pelicano, ou tratase com
Caelano Cyriaco da C. II., ao lado do Corpo S111I0
n. 2>.
Kedes de
palha fei-
tas no Pa-
ra" demui-
t o b o m
gosto: na loja de qua tro portas, da rua
da Cadeia do Kecife 11. 18,
Vende-se orna taberna as Cinco renta*
muilo afreguezada pira o mallo, e para larra cata
poucos fundos : a iraUr na mesma.
Vende-se ama carroc* bem cnnsUuida.eaej
boi, ni rui da Alegra di boi-Visli a. 42.
Vende-se urna cima de armario cota caMiia
t Iraviceiros, lodo em bom uso, por prego eaaaaaa-
do : do becco do Padre o. 14, \t,,
lECHiHISIO PARA EKE-

RHO
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENT.E-
NUEIRO DAVID W. BOWMAN. ' RUA 1)0 BRUM,
FARIZ,
PASSANDO O oHA
lia sempre um grande somtenlo deyfcesainirs 4>
jacios de mechaoismos proprios para4a%ebos,a u-
ber : moendas e meias moendas -da mais moderna
construccao ; laixas de ferro tendido a batida, <*e
superior qualidade a de lodoso, (jauahee; radas
tentadas pira agua ou animaes, de lodis as priatr-
cues; crivos e boceas de fornalhia registre de fca-
*"o, agiiilheshron/e.parifuios ecavilhaea.aaai-
onus de mandioca, etc. ale
NA MESMA FUNDICA'O.
erulam lorias as eocommeodas cata a tu
a-I JC0nh-'<1 <>"> a devidaptaaleue
modidade em pfego. ^
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
D<
Redes de alge
d0 tecidas com doi.s fios, feitas no Mo-
ran bao : na loja de quatto portas da rua
da Cadeia do Recife n. 48, de Navcizo
Mara Carne!ro.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ullima-
mente de I-rauca, pelo baralissimo prago de ignoo e
covado. Esta fazenda he de pura lila s*da, e os
seus padroes sAo os mais bonitos qoe al o prsenle
tem apparecido 00 mercado ni rua do Oueimado
nos qualro cantos, loja de fazendas da boa f n. 22.
Vende-se superior linda de ilgodao brauea e
de cores, em novello, para costura : em casa de
Soulhall Mellor & Companhia, rua do^Totres n. 38.
Bichas de Ham-
burgo.
No antigo deposito de bbflias de Hamburgo. na
rua eslreiia do Rosario n.Jli, recebeu-se pelo ulti-
mo vapor viudo da Europa, um grande sorlimento
das reteios bichas, asfor isso se contina a vender
o cenlo a 205OOO, e,-por menos desse dinheiro se o
comprador corop far mais de cem, e a 320 cada orna
por alognel.
Em casa 0e Eduardo H. Wyall.rua do Trapiche
Nava n. 18, ; vendem-se bacas, relogios de ouro, col
bertos e < .escbenos, sellins inglezes, chicotes de
carro, arri .os para dilo, cbos da Russia, lio devela,
tintas de t odas as cores, candieiros e rasligaes bron-
zeados, c onservas de fruclas inglezas, charutos de
Havana .
'Fazendas por
'muito menos do
seu valor, na loja de"4
portas, na rua do Qiiejnia-
d 11. 10.
eoder nesta loja o reslo das fazen-
do Crespo, que foraiu artcmaladas,
.eiiuem ,,e,os "B"'"' precos :
adapolao entrerind^ Wi e 3f8tB
.ito muito fiuo de iarin^aa,^^ <800
Dito muito largo e rou.rt l,.,?!||| iy .g../. *'-""'
AlgodAozmdo de 20 jardas
Hilo bom americano '
Chitas de cores, bons padroes a j. Basan .
Corles de caiga decas.mira prela a Q,
Jilos de collele de .elim prelo superior
Brim de lindo de quadros, o covado .
IMo trancado, a vara
Pannos pretos e de cores a 33 a
Chita larga franceza, o covado
Jilas eslreitas de coras, o covado
Algodao azul mesclado e de titiras, o eovado
Cortes de cassa chita aao
iblos de dula larga
Grvalas de seda de cores
Lengos de ganga o de chila, finos
pilulaS hojllwav.
Este inestimavelespeeifieo,compone niteiia_
te de hervas medicinaes, nao conten mercarlo a
aignma oulra sobslaocia deleclarea. Bcaigaab*~
-Dais lenra infancia, e a compltelo toan detirata
he igualmeale proroplo a tesoro para iliaanaigai
mal ni compleigao mais robusta ; ka iilririanali
innocente em suasoperagoet e efleilss : pala btwea
e remove as doengas de qoalqoer espacia a r,
por mais antigs e leottes que sejaaa.
Entre milhares|de pettoas coraaa ceta cala t-
medio, muilas que ja eslavatn at pwlai ala aaattjr
preservando em seo uto, conseguira recbrala,
saude e forras, depon de haver I colad raolil
te lodos ot oulrot remedios.
As mais ardidas nao devem enlregar-se a 1
peragao ; fagam um compleme ensaio 4aa
es elleilosdesla assombrosa medicina, a
recuperar,10 o dencficio da laude.
Nao se perca lempo em lomar este mili,
qualquer das seguinles enfermidtdes :
accidentes epilpticos. Kebrelo da epecie
Alporcas.
Ampolas.
Arelas (mal d').
Aslhma.
Clicas.
Coovulses.
Dchilidade ou eile-
nuagao.
Debilidade on falta de
Torgas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dur de gargauta.
a de barriga.
nos rint.
Dureza no venlre.
Enormidades no ligado.
1 veoereas.
Enxaqueea.
Erysipela.
raras bilesai.
inlermilienlcs.
Gola.
Ilemorrboidat.
Il) Ictericia.
Indigesto*.
Infla m tai eiat.
I rr es alar lea tlea a
aacaalrtutca.
Lombrigat da Ma et-
pece.
Mal de-padra.
Manchtt na calis.
Obstmcgiada vealre.
rhlitiea aa neifi,
pulmoaar.
Hetengao da aariaa.
RheomaitBt).
Svmpiaaaaa
l'emores.
Tica tolero.
I leers.
Veneno (bnI.)
Vendem-se eslas plalas 00 esta balela ala rara
de Londres, n. 244, Slrant, a aa laja da todas a
boticarios, droguislase oulras pettoas racarreca-
das de sua venda emltda a America da Sal, Ha-
vana e Mrspanha.
Veude-se asbocelinhas a800 rs. Cada tnaa dalla
conlem urna instrocgSo em porlagaes para eipcar
o.modo da te usar denlas pillas.
O deposito geral he em cata do Sr. Satas pfcar-
maceutico, oa rua da Croa n. 22, eta i*uaaai
buco.
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja da boa fama eaeor--e wpn aearit
^-rTiiiiiiio~-. t fflaminas radat at irtMlktladaa,
sendo aeo lolor'o melhor queTia em Paria, riajanat-
mos frasco* de eirrirlos muilitaimo Haaa, Bale barata
prego de 19200, 19-iOO, 2 a 23300, jarrea da aataal-
lana delicados a de modernos gottat con aaaka fraa-
reza muilo fina a 25, fraseos com eaaceacia da reta a
320, paos de pomada franceza muila aaa a (OS ra.,
e grande* da vardadeira aaaa 4a
i IMiel/OOO, tabeaeletlawada
s para denles* aitlliir aja aa-

is perfumaria*, tjaa aa va
Voelnude, aa boas <
aaia a. 33.
t*
t0ia
Relog*
ios
ingezes de pa-
tente,
os melhores fabricados m Inglaterra: tm casada
Henry tiibson :roa J,a Cadeia do Recifen. 5>
CAEiSAS FRANCEZAS.
NeJafrf da Estrella, rua do Queimado n. 7, veu-
deon-se camisas francezas finas a ao ultimo goslo
pelo baralissimo prego de 23500 e 39000cada urna, e
alpacas de seda a blO o covado.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar horlas a bai-
la de-rapim : na lundigode W. Bowman
na rua do Brum ns. 6, 8e 10.
No sitio denominado Chora-Menino
vende-se uma roda de ierro pava mandio-
ca, e uma prensa de madeira tamnemem
muito bom estado, para a fabricado da
farinha. *
tiO, da I- queira o melhor do mercado 1640, do Por
lo a 880, engarrafado no Porto, caixa de 1 duzia
18J000, ea barrafa a 1;600, e muilos objectosde u'<
como sapalck (amneos, japonas miudezas e prrp"
de lodosos tamanhos e bilhetes da lataHa, |nd/"
commodo pjego, as mesmas casas connjfa.se' *
c^rroga com boi.
/_
elas de
Carnauba.
palha da rO*ma carnauba Rrande, menore.
rua do Uoeitftado n. b!i, loja rte ferragens
Maii^al/eleitora.
Vende-se o mijn'ial eleitoral, contendo
a le rejulamentaruUs elein.es, e os de-
cretos e ctycises do forjfno por l.e280:
na livrar a ns. t e 8, tfa praca da Ih-
dependenjeia. N
.I9VK), Iraveetai de verdadeiro bfalo para prender
cabellos, pelo baralissimo prego de l>, ditas de tar-
laroaa a 39500, ricos lequcs cm plumas eespelhos e
P'nloYas lioissimasa 2;, penles de bfalo muito linos
para tirar ptolbos a jOO is., lesouras nnissimas e de
lodas as qualidades, ricas trangas de seda de todas as
cores e larguras, ricas lilas de seda lisas e lavradas
de lodas as larsuras e cores, bicos de linho huissimos
de lindos padres e todas as larsuras, ricas franjas de
algodao brancas e de cores proprias para cortinados
e oiitras muiiissimas cousas, que ludo se vende por
lao barato preco que aot proprios compradores ser-
vir de admiragao : na rua do IJueimado, na bem
conhecida loja de roiudezas da boa fama n. 33.
Para os namora-
dos.
Vendem-se foUaas de papel muilo bonilo, proprio
para correspondencia de namorados, pelo baralo
prego de 40, 60, 80 e 100 rs.: na roa do Queimado,
na bem conhecit loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Vendem-se superiores luvas de pellica muilo novas
para homem e senhora a 1.;280 reis o par, dilas de
*cda muito boas e sem defeto alcum amarellas, pre-
las e brancas para houicm e senhora a 1NXK) reis
o par, dilas prelas de lorgal muilo boas a 800 reis o
par, dilas de lio de Escocia brancas e de cores para
homem c seuhora a 100. 000 e 600 reis o par ditas
ditas para meninos emeniuas i 100 reis o par luvas
de .veda ricas de todas as cores e bordadas, com
g'iarnigao, para sendora a 3*000e 39500 reis o para
eoutrasmais qualidades de luvas, ludo na rua
do Queimado na bem conhecida loja. de miudezas de
boa fama n. 33.
Meias de laa pa-
ra padres.
Vendem-e superiores meias pretas de laa para
padres, pelo baralissimo preco de 1j800 o par : na
rua do Queimado, na bem conhecida Ioii de miude-
zas da ba fama o. 33.
Vende-se nma negra boa cozinheira : na rua
do Queimado o. ii.
Vende-se gomma de aramia a 3,-200 a arroba,
saccas com feijao molatinho a 83000, e siccas com
milho a 3?: no armazem u. 7 do caes da alfaudega.

aaa A I I ^afrri ~RS^aPUk ________________________\ ________m^ho a 3'; n0 armazem n. 7 do caes da alfaudega. Iceigao.
MUTILTV^T MELHOR EXEMPLAR ENCONTKAC
l-m rico piano de Jacaranda, de um dos melhores
e mais acreditados autores de Paris : vende-e na
ua da Cruz, armazem n. 10, no Recife,
Vende-se timcavallo russo, bonito e
anda bem em carrora : a tratar no sitio
denominado Chora-Menino.
Xa roa do Crespo n. 10, continuam
a estar a venda asmis superiores toalhas
de puro linho ijue tcm vindo ao mer-
cado.
Nava)has a contento.
Contioui-sea vender a8000 o parfprego xo) as
ja bem conhecidas navalhas de barba,feitas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas ex
posigoes: vendem-se com a condigno de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las ale 30 dias
depois da compra, restiluindo-se a importancia -em
casa de Augusto C. de Abreu, Da roa da Cadeia do
Recife n. 3b.
A3$500
Vende-teca I de Lisboa al ti mamen (ecdegada.as-
simcomopotassadaRussiaverdadiira:napracado
Corpo Santo n.11.
CARTAS FIMSSIMAS PARA VOL-
TARETE.
\ endem-sesuperiores cartas rancezas paravolli-
rete pelo baralissimo prego de 500 rs. o baralho
na rua do Qoeimado, na bem conhecida lojt de miu-
dezas da boa fama n. 33.
AttetKo ao barato.
\ende-separa acabar muilo superior borracha
para calcado a 2*100, 39 e 33500 vara, dita de cor
133*00, meias cruas para homem a 110 o par, e do-
zia a 1KKK), ditas de linho muito fina a 320 o i>ar
c .13800 a duzia, bicos e rendas da Ierra ; lodo ne-
gocio se faz com o compndor : no aterro ria Rn-.'
Vista n. 78, loja. a"
Vende-se um escravo de nacj0, de idide M a
lanos anuos, proprio para serviro de campo na
rua de Apollo, armazem n. 13. i~
Vendem-se 54 uceas ue feijao muilo bom, e a
menor quaulidide que st rende he uro. sacca n.
Boa-Vista, armazem de sal do Rafino, rua da Con-
i CCJ escravade *
."a. idada U aaaaa, car
..ara regular, barba ataca,
-s, nariz ebate, pe. ataadat iT
pita heapalpandu. Brcaatda ali.
i cor prela, allura regalat. caroaeaTZ
jttos om tinto acangulido, panei taara.'
- pet grandes ; e no da 15 oa axaMTiaaBZju!;
.o, de n.cao Angola, uao tem barba. 30 aakaaiaW
dade, magro, carapina, bonita ligara, cJZZZ
r que he forro : quero o, ippr.beoii taWTeat
genho acmi, ou a ra do ueiatede 7T.HSI
tudar, jo.4 de oliveir, JrTm,i:SS
grilificido generowmenle. "'va, aja aera
,s-"T Fo?io do engenho Novo de Mariaaea ti,
27 de agosto prximo pacido. IIiSmL*
nome raneitee Pedro, de m^i,n^JTZ'
falla de algnnt denles, fall detetocad, ,
chapeo de pilh. pintado de ro.o .^aaSaa aa,
apprehender ou dell. t.rer doIci.^Sh. JT--
mo engenho, ou no Recife, na ro do nZ)TJ*3?
que sera' gratificado. *~n*W a. ,
d.~.AJ29Ddo Pro,imo Psado agosto laiealaa
dade 3h mnos, pooeo mais oa mono., eeaTlaetala
denle, de cima, allura regular, barriga atb^lr!
fora que parece pej.da. levoa vestido da cWu t.1
IZ "ore,,m"ll. (QiH. d. Cotia com SaT
carnada,, .do osdo^mi-a de madapoTtSeatl
ha-.e que lh^aeBoleewaa algum eoatTaealeJa^aa.
coslumada a fallar de eslar em cas. '--^T*-?**?"
rosa-re porUalo pessoa que dell. .S, "ataata
apadnnhada.decojofaroria Iht fieara' abrizai
e tambem se roga a lodas at auloridtdes polMac. a
capuaes de campo qoe a appreheoderem leve a eaJ
cima, que serio recompensados. Protesta.aa caatr
qutm a liver oceultado. aataai
i.oniiuuam a e,lar rugidos os -----lis legalalea
Antonio de ntgaa Cacanga, qoe rq^tania faT-
nos de idade. de allura regolar, caagaairo aa 1
cor prela, rosto redondo, ,em barba, co.
cheio do corpo, conversa poaeo, c foi
herdeiros do finado Caelano lioogalvet di k.
o oulro de nome Verittimo, de aacaa aullan aHa'
algum lauto espadaudo, rosto regular,' lea de imhii
os lados do rosto marcas de talhot de sat sacia nar
as fina, algum tanto rancoeiro, pt graadet, e tea.
nmas marcas de chicle anda nevaran cotia. atv
tes escravo, fogirim junios no die 3 de amala ta
crreme anuo : quem os ipprehefider odatanai
engenho Agua-Fria da freguezia de Uereac. da
Malta, 00 nesta pnri na raa da Uaia a. 64. nraai.
ro andar, qne ter.' geoerouBMa',a recompaatado.
AVISO.
CINCUENTA MIL REIS.
Nadie 23 de janboda correle, rano de barda
de idade 21 a 1 annos, uonco m.i n. m.Li a i^J
m ;f 'u"1'1*10' eaaaa. pwaco gra.de.
e amorlecidos, be.ros gros,, sendo o dTelria mais
cima rqir,DCOl,re r,,ta f* ll >" *
.una, lana nm porjeo alnpalhado devido a filia da
denles pouca barba a rala, e bigodes, lea. aa na.
esquerda junio ao dedo mnimo uma eapacta da acr-
vo sabido, as na.legas um punco empinad*., aa at-
oar tem nagaMa para o lado, eadeiras laraea, cea-
iur. una, pes apnlbatados e um pearo larga. ; tovaa
caiga de algodao ar.ol destratado e camisa da alaaaaa
nsctdo, char.o de palha. lem ofticio da ceiinaeira,
e cosluma embriagar- ; foi escravo da Sr. Dr. Je-
rouymo Vilella e do Sr. I>r. promotor de Uliada,
'.'ueir-jz Fooseca, e ullimamente do Sr. Albert rers-
ler Damon : o abtivo assignado, teahar da dle pra-
io, gratifica seoeroumenle a qoem o apprehender a
levi-|o em tui cata, no aterro di Roa-Visla a. 53,
segundo andar, ou no Recife, rua do Trapiche a. t6,
Antonio de Almeida (orne. ; coma Isabel aro-
testa contra qoalquer pessoa qne o oeealtar ea aea
poder ; assim como gratifica e paga tadat at deape-
zis.Jotquim l.opet de Almeida.
Kugio no dia 5 de agosto prxima fiada a prela
I.iiiza, crioula, de 10 annos de idada, chela do car-
po, calalora regular, cor fula, e com ama marea da
queimadora muilo vttirel por eompcehemler a aa a
hraeo dirailo ; foi de l'.oianna, e he da erar tjaa pa-
ra It se encaminhi.se, oa qoe e.ieja acaalada ea
algum locar : rogate porlanto a sai pi.reheac,.,
e se gralilict oa rua du gaeimido n. 8, primeiro aa-
dar.
----------------------------------1__________________
I'ER.N. : TYP M M. F. DS FARM US6.

-.S-


Full Text
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