Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07528


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Full Text


ANNO XXXII N. 210

Por 3 mezes adiantados 4$000
Por 3 mezes vencidos 4$500.
SEXTA FEIRA !> DE SETEMBRO DE 1856.
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
fclVCAHHEGAUOS DA SUBSCKIPCAO' NO NORTE
Pirahibs, o Sr. Girvitio V. da Nalirididi; Nttil, 0 Br. Joi-
uirn 1. Partir Jnior; Araeaij- o 8r. A. da Lemoa Brar I
rs, sor. J. Joto de Qliveiri; Mirtnbao.Oo 8r. Joaquim Mar-
quM Bodriguei; Piauhj, o Sr. Domingoi Herculaoo A. Pana
i rnM ; Para, o 8r. JuMinuno I. kirnos; Amiionii,o8r. Jtro-
ran da fmu.
PARTIDA DOS CORHEIOS.
oiinda : teato o. cuas,.,. o r m.-i.i koru do su
K>aru S. U I .. I'mo.ti,,-.. BtMlOJUanuri, All
n-o-ira-
nhuns : 114 i
rca-felra.
l;";"li....."-.i.mi.... .\.....,,-u,. lu......ir, iin-jo, i'.-..,,..-ir.. lus-
tra, I ir,*. vii.,-I!,ii.,. li..-\ lu. o........, i;, : nu q.ariaa-fclraa.
uabo, laojaca, Seriabas
'"H-nitir.....Kalal: ,,
-Famoso, I 11.1. U.irri-irn-, Allua-Prela,
ras.
10 horas da manh.'a.)
AUDIENCIAS DOS TltlItL'NAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio segundas e quintas.
Rf la(i0 : icrc-as-feiras a tabbadoi.
Fazeoda : quarua a aabbadoa ai 10 horai.
Jui/o du eommercio: Kgunda ai 10 boraaa quintal ao maio-di
Juizo da orpbaoi.- aegundaa quintil aa 10 horaa.
"nmeira varado eivel i aegundii leitai ao meio-dia.
segunda Tara da ave!: quarUi a aabbadoa ao meio-dia.
EPHEHERIDES Do Mi;/ DE SETEMBRO
7 Quirtocreicente as 2 horas 22 minutos e !8seguudoi da t.
I Luacheiaai 11 minutle 48 segundoi da larde.
M Quartominguanie ai 3 horas, 2 I minutle 48iegundos da m.
2'JLuanoTaa 1 hora, 2!l mmutui.ts aeguoduida manhaa.
l'REAMAR DE IIOJE.
rrimein as 10 horas e ti minutoi da manhaa.
Segunda as 10 horas e 30 minuloi da Urda.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Egidio ab Ss. Grdeao e Josu.
2 Terca. S. Eufemia v. m. S. Estevo rei de Huugria.
3 I ijuinia. S. Rosa de Viterbo v. 1. S. Kosalia v.
5 Sexta. S. Ikri ul.ino ni. S. rcenlo m.
0 Sabbado. S. Libania v. S. /araras profeta.
7 Domingo. Nossa Senhora da Penha S. Recial v. m.
PABTB Of PICifeL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Illro. e Eim. Sr.Participo a V. Etc. que hoje
foram recolhido* a* caita filial do banco nesla pru-
vinea, us fundo etisleutes nesla dala as difieren-
lea caitas de receila* c despezas a care desla the-
sourana, na imporlaucia de I53:>:I16:13 ri., leudo
da caita do etercicio lindo 77:2559693 rs.. da do
cterciciu corrente 62:71 i|l31 rs., da do calrimeDlo
das ras desla cidade 7835267 r., da obra iii ponle
do Recife 3:7383656 rs., a das lolerias 7:1:195381
reii.
Dos guarde a V. Etc. Tliesonraria provincial de
Pernambuco 1 de selembro de 1856. Ulm.eEim.
Sr. eonselheiro Sergio Teiteira de Macedo, presidente
desta prnTincia.O inspector. Jote' Pedro da Silva.
COMMANDO DAS ARMAS.
tfuart.l ceaeral 4a oommaudo a* armas de
Pernaaabaee aa cidade de Reelfa aa 4 da
setenabro de 1856.
ORDEM DO DA N.328.
Determina o marechal de campo commandante
dai armas, qne o Sr. segundo cirurgiAo-lenenlc do
corpo de saude, l)r. Rozendu Aprigio Pereira Goi-
maraes, conjonctamente enm o servico do hospital
regimenlal, far oque Ihe competir no'lO. batalhao
de infantera.
Determina outro sim, que o Sr segundo eiror-
gSo-alferes do mesmo corpo, Dr. Jos Augusto de
Souia Pilanca, aslenle do Sr. delegado do cirur-
giSo-mr dojetercilo nesla provincia, funecione na
Sulldlde dememliro da junta de saude, em suba-
laifao ao Sr. segundo rirurgiito-leneiitc Dr. Mi-
gad Joaqoim de Caitro Mascareiihss, que actual-
mente lera impedimento para servir na referida
junta.
Josii Joaquim Coelho.
tilo seus subditos como soberano temporal ; cumliiiln, nunca he demasiado. Bem longe de lanzar oilios
como he evidente qne se ataca sobreludo o soberano de inveja para a magnificencia de sens principes e
pastor das atalas neslas declamaroes violentas con-{ de seus palacios, pata a dignidade oflirial de seus
tra instituirnos em apprencia puramente civis ; he cardases e de suai equipagens, para a pumpa ma-
eapecialraente a ordem espiritual que se deseja der- geslosa e maii qoe real de que cerca-se seu sobe-
nbar, diminnindo on sopprimindo a fort;a s a inde- : rauo pontfice, he feliz e orgullioso de todas estas
pen lela pessoal daquelle qne he o sen centro e a ( eousas, de modo que se lirassem dellni o quer que
sua base; quir.emos, amabilissimos irmAns, esludar fosse, queitar-se-liia altamente, porque de um lado
nos proprins lugares esla queslAo social, t etamiuar elle lem osenlimeuto profundo da hierarehia social,
essa siluarao lao declamada. Agora preenelieremos I de outro lado, considera toda esa maguilicencia
para coinvosco um verdadeirn dever de pastor, e fi-;Como sua riqueza, e toda esia pompa como sua glo-
caremos certamente nos limites de Dea santo mi- ra.
nislerin, daniln-vos desle lado inlormares .e apre- He sem rluvida algum resto do poxorci, mas
eiac,es, que hio de consolar vossos corac.6es ehriaUe* despido das grosserias barbaras do orgulho pagAo e
eacautelar-vos conlra as novas astucias dos inimigos modificado pela do(ura, humilharao e abnegarAodo
de Dos. Evangelbo e pelas santas preocupac,oes da salvacao
rodemos, poia, allirmar-vos, como lemlo-os vislo I eterna,
com nossos proprins olhos, que csses ataques sAo in- Porque finalmente, amabilissimos irmAos, o povo
justos e essas arguiroes falsas ; que aquelles que as de Roma se lera conservado em essencia adrairavel-
empregam, quando nao sAo os echos irrefieclplos da mente calholico, nao obslanle a u.iiltido continua
E\ AUREGADOS DA M IIM.HII'i \t ^o MI.
Alagoas.o Sr. I laudioo Falcao Diaa | Baha a Sr. D. Pean
io de Janeiro,oSr. Joao Pereira Martini. '"
EM PERXA1IIU CO
O proprietario do DlARIOHanoel Figoeiroa da Parto, aa eoa
livraria, praea da lndepeudeneia ni. a 8.
ohreludo para seus templos contentes e nao triste, com elles, porque os abusos monias, creadas para responder aos recentes progres-
TRIBUNA*. DO COMMERCIO.
SetsUojudiciaria em 4 de telembro de 1836.
Presidencia do Eim. Sr. deserobargador Soma.
Estiveram prsenles os membros do tribunal.
O Sr. desemharga-tor Villares compareceu na ses-
Jo paaaada, depois de linda, nao occasinnando islo
relardamenlo do servir i.
Julgamenlo.
Appellanles, o administradores da masa fallida
de Deane Voole f C.;
A p pe liad o, Viclor Lame.
Foi reformada a lemancai.
Embargantes e embargados reciprocamente, Oieta-
no Silvano da Silva a Felii Venancio de Carlali-
eio.
Desprezaram-ie os embargos.
Diligencia. ;
Embarganle, Reg Alboquerqne & C. ;
Embargado, Melquades Anlunes de Almeida.
Villa ao curador geral dos orphaos.
XXT&MOK.
Com as nota* qoe Ihe sAo relativas; repro drujmos
a Kguinle carta pastoral, que Mr. Parais, bispii de
Arras, acaba de dirigir an clero de sua diocese :
Em ti. asa pastoral de 27 de marco oltimo, mis vos
diamos, amabilissimos irmAos, que dirigindo-nos
ao centro Elorioso e ahencoadn da santa igre|a ralbo.
liea, n A o linhamns or lim alimenlar-iios de c^ia cu. .,
rwaidade mesmo VaUhna_4J^jiij_aJ>is que 'eJjaatoaaaL .|p_ oae
moa v.to rom^Wen-a-, .."IfTJTsJSBsWsjislSaejr^aTiiovo^alll^
Proslar-nos aos pea do pai rVjmmum dn lodos os
fiis, dar-lhe cenia do pesado car go, que nos ennlloo,
venerar seu poder supremo, in vncar sua alta sabe-
doria, agVadecer sua particular benevolencia (I), so-
licilar para mis e para nnssas ovelhas silas beiifA
poderosas e paternaes, ir depo^ em noaa viagem a
algons sanrtnarios privileaidos. Kecninincnd
Virgem Immaculad, a i"iiiha do clero, nossa iraca
pessoa e nossa grande familia ; eis aqu o que Mulla-
mos onicamnle em vist? e o que adiamos lal como
procuravamos, com as facilidades providenciaes que
ousaramos esperar, e con aa consolacoes que nAo sa-
bemos agradecer 113113111 bondade divina.
Recebam aqui uossas c^oea de graja todoa aquel-
es que por toda a parle' conlribnirnm para que sr.
noa abrisaem as lontes deises gozos inefaveis ; cjain
abenroado- parlicularmarato, ea.es eminentes prioei-
"avrrli
I malevolencia, o nue acontece quasi sempre. sau ou
cegos por suas prevencoes ou engaados pelaa appa-
rencias, que elles nao lem compreliendido.
O povo de Roma lie rerlamente um dos mais feli-
zes .lo mundo inleilo oh a roAo calma e doce de um
governo, ao qual so se pode censurar o ser demasia-
damente paternal, entretanto que por loda a parte
os espirilos sa avillam e se materiahsam. Roma con-
turna a cultivar as leltras, as scienciai e as arle com
urna sercuidade, urna applicarAo e um successo, que
seriam impossiveis, senAo fossa o bem estar de cada
um e a seguranza de lodos. (2)
Eslranho as neceasidades facticias das sociedades
modernas, sabio e temperante para as necessidadea
reaes da vida, o povo do Roma lie sempre o mesmo,
porque esla contente com sua sorte ; e n.lo obslan-
le as influencias por outros lugares irresisliveis dos
numerosos slrangeiros, ricos, poderos que em visitar a cidade santa, o povo nAo llera
a frugalidade de seus alimentos, nem a simplicidade
ile seus vestidos, nem a moderacAo de seus desejos,
nem a anliga unformidade dcsesusos. (i
Elle cotila relativamente menor numero de pobres
do que neis contamos, e seus pohres sAo jnrompara-
velmenle menos pobres que os nossos, porque sao
loccorridos de oulro modo, e por mas que d'gam
actualmente, elle prefere a randado livre i benefi-
cencia ofriat : tolera a mendicidade lajj e as a hon-
ra ; (3i mas nada lm que rereiar do pauperismo,
uem mesmo desconfa delle.
Em Roma iienlunn pobre imagina ter direilo al-
gum ao sorcorro ; o pobie all pede sempre son) do-
cura, insiiloalguma vezes. mas sempre reconhece
o pouco que se Ihe da ; lem a certeza de rrceber to-
das as \ozes qne lem uecessidade, porque creu na-
quelle que nulre as avesinbas e reveste os cam-
pos.
Em Roma o goslos privados sao mnilo simples e
muilo limitados ; mas os gosloa pblicos sAo grandes,
generosos, etpleudidns. e he islo o que em lodos os
serulos lem assgnalado o carcter elevado das na
rfles.
Algumas vezes queitam-se de nAo enconlrar-se
em Roma certos commudos pessoae ; ah quasi sem-
pre se ileveria autos la>timar-se das falsai ueces-ida-
des, que se lera creado.
O povo romano nAo as lem, porque vive mait da
vida publica do que da vida particular.
Para si. he ludo sufiiriente ; mas para suas feslas.
pea da igreja, cuja palavra^helAo doce, o acolliirnen-
lo lito affectuoso, a alma liDBaJJjIma, a sabednria tAo
segura e o mrito tAo iiirlulgeHlf \ mas sohretudo
seja ahencoa 1o ease chefe augusto dVjodos os pasto-
ras, ao lado do qual sentimos a presenraXjJe todos os
dons do Espirito Santo, nAo ousando iiingaerrklouvar
as suas raras qnalidades naturaea, tAo eicedidas sao
ellas pelos thesouros da grari divina.
Portanlo transbordamo-nos verdadeiramente de
jubilo nesa piedoaa peregrinatAo, cujas fadigas sAo
lito fcilmente esquecnlas, quando nella se lem cn-
coelrado alguma f, e se lem visto cousas superiores
ai obras dos homens, por mais maravilhosaa que
ejam.
Comludo ennfessaremos, e alem dalo deveis sup-
nor, amali=lis.irnos irmAos, ssa alegra que pruvinha
sobreludo de noMO amor filial pela igreja de lieos,
era de lempos a lempos perturbada pelos ataques de
que ella he incesantemente objeclo da parle da-
3asiles qoe continuara a diier do Salvador, romo os
udeos deicidaa: \ol>t>nu-- huuc regnare supernos
(nJo queremos que elle reine sobre nos), e que para
melhor abolirem, se o podessem, seu dominio sobre-
natural sobre as almas, alacam com um furor sempre
crescenlc o reinado temporal de seu vigario neslc
mundo.
Pelo que elles dizem, parece que esle governo pon-
tifical, do qnal lo nhngados a rernnhecer a ineom-
piravel superioridade em ludo quanlu diz respeito
corntiiuic.iii divina da igreja, nAo he para as cousas
da vMa presente senAo um composto de desinlelli-
geneia e desordena, de lal aorle que os povos dos es-
tados da Santa S eslariam em urna siluacAo afllictiva
para Kamanidade e pediriain com impaciencia
imprtanos reformas.
ComquauVo a igreja possa em rigor, como socieda-
de do filho de Deis, licar estranha a es por isso qne a raisidn que seu chefe supremo receben
divinamente de apa-r.enlar os cordeiros e as ovelbas,
(11 Sabe-se que o Saito p)re Unha-'e dignado
de conferir-nos a inaignelionra de levar o pallium.
e que ltimamente liDlia Caigido nossa igreja calhe-
dral em baslica menor, e ru|gCUrado os membros
do nn^ai^eiicr.ivel capitulo con urna cruz, quereal-
ei a (tawsf'Ude de seu habito.
- C_^ ^ao exageramos o alcance desla primeira o'j-
serv-cto ; entrctaulo ha algum valor no semiiniea-
ftonu tem sido ale boje uina cidade lili s-
slira, logo he urna cidade maia fe ,.-
sabido cuusersar
rioiinirt: |(i>nia t
rala, safca e artst
^jiueyos pa.. nueju,, ,,,
coinluncs ll'i7M(nle
Nao he essa
OS CASAHEHTOS DE PAMS. *
Por Edmundo About.
SEXTO.
A m da man/iteza.
IV
Xonlinuacao.)
I,un la -aln.i de casa s oilo horas, e apenu-se nina
bnra depois diaule da mais bella (fade da rus des
Tilleul-. A manhAa era magnifica; a casa e o jar-
dn! banhavatn-se na luz do sol. 0 jardim arrciado
de florea assemelliava-se a um raiialhete mmenso ;
uro paleo alcatifado de relva e e*maltado de roseiras
era guarnecido por um circulo de flores amarellas,
como jaspe engastado em ouro l,'ma grande acacia
deitava chuver suas flores Mbn os arbustos de redor,
e entregava ao vento da manilla seu aroma embria-
gador. Os metros pactes de bies dourado voavam
ra.'ilamlo de arvore em ar\oH ; earrieai saliavam
nos ramos do pilriteiro, e osleniilhes se periegoiam
iiwir jr
a surte 'le um povo persegus'!!' 4
miseria ou abatido pela opprussAj; coovcui pois i-
ra ser feliz dohaitn desle ponL de vsla nestaai
hres e panfreas profissiies, tima Sllnafio favorave .i
elevarjo de Mensamente e a liberdads do espirito.
O que pelo contrario desvia dellaa e faz que abor-
recain-nas os povos apaitonados da civilisacao mo-
derna, sAo os cuidados da vida positiva, -ao os dese-
jos c as ambices da vida sensual, emlim sAo as agi-
lacoeseas abjeccOes da vida terrestre. Oulr'ora em
I'ranea, como agora em Roma, as letras, as sciencias
o arles erara verdadeiramente urna carreira, agora
nao sao por assim dizer mais que um instrumento ;
outr ora liiiliam por privilegio elevar o espirilo, ago-
ra lem por condieAo servir a materia. Oulr'ora se
Ibes dizia : Sede o ornamento co mundo ; lie essa
a vossa missAo; agora dizem Ihes : iiuanlo rendis
os '. so leodes valor quando produzis diuheiro. Eia
aqu o paradeiio a que decemos, e eis o que se de-
seja levar por Inda a parte como um progresso.'
[3] Que e-la lidelidade nos usos mais iusignilican-
tcs se conserve em paizes longinquos, qoe raros via-
jantes apenas os vizilam de lempos em lempos, n.'.o
e pode concluir dah porque um povo Dls pode de-
sejar o que nAo condece ; mas o povo de Roma ce-
nases ludo, porque ve lulo; ve tojas as incoes as
mais civilisadas da Ierra, representadas pe. que
tfin de mais opulento ejdemais aneciado, c Inter-
ine snas.pompas, suas modas, suas exigencias e suas
cMicadezar, seus preconceilos, suasseducroes. A ra-
zao de nAo imile-los em nada, he poiqu o povo de
Roma nada Ibes inveja.
O svslcina qbw supprime nbsolulinrnte a
inendcidade e subtliluelM esmolas voluntarias por
soccorros ofliciaes a cargo dos dnheiros pblicos, he
geralmenle considerado entre mis como um melhu-
ramcuto social.
He uina questAo, que o futuro est cncarregado
le resolver. O cerlo beque, quando os pobres sAo
iiumerosissiinos e o. povos muilo pervertidos, pode
liaver um perito publico em permitur a mrndici-
dade sem reserva, c Balad he lalvez um devtr para
o governo prohib-la. le isto o que explica muilo
liem as medidas lomadas enlre nos ; mas esle peri-
e nao existe em Roma, e isto s indica Da-taaie
que ns pobres all sAo menos numerosos o o novo he
melhor.
Temos em Franca e bem porto de nos cidadeson-
de o numero dos pobres est om urna proporcAo de
im c mais sobre tres habitantes. Oue seria, se
Ibes fosse permiltido derramar-se pelas nofni ras,
alrnpclliiilo os pnssageiros rom scua pedidos conti-
nuos e suas solicilacAes ameacadoras J Ah I se em
Roma quizessem criticar da nossa siiuacao, quanlo
nAo leriam que dizer '
5. Alem das ordena mendicantes approvadas e
consagradas pela igreja, ha as contrarias dos peni
tcnles.composlas de leiges ile todas as condicoes.mes-
mo de familias palricias.que se cobrem de"um sacco
para mendigar em favor dos pobres.
Estamos lao longe destes cnslumes, qoe apenas os
podemos coinprehender.He cerlo entretanto que elles
encerrara a pralica das mais elevadas s mais puras
virtudes do chnsliani*mo.
de viajantes incrdulos, as influencias perversas de
tantos impos conjurados, o Irabalho das revoloces
e os triumphos momentneos da auarchia !
He verdade que as demonstrarles de sua f, ne-
cessariamenle era relacAo com a vivacidade de seu
temperamento, sAo algumas vezes difcilmente com-
prchendidas pelo lado serio, e alias muilo respcita-
vel dos nossos hbitos religiosos, mas nao he menos
cerlo que os pensamenlos da ordem sobrenatural,
tao paros hoje enlre mis no eommercio da vida,
reinam em Roma inalinclivamenle e como natural-
mente por loda a parle.
Elles nao sa mostrara tmenle as devoces popu-
lares e as oblacoes etponlaneas para as" magnifi-
cencias do culto divino ;,7 fazem parle dos coslu-
mes pblicos como da vida privada ; eulram cons-
tantemente em todas as conversaces mesmo familia-
res e profanas, onde se Beban como em seu domi-
nio ; sobrenadara com toda a sua euergio no Irans-
hordamepto das panoes, e como nao sAo jamis
comteslados, enlretem eolio os remoraos e trazem o
arrependimeiilo ; em fim vivem tobretudo no teio
das familias, onde sao honrados como em um sanc-
tuario, e mesmo quando a miseria acarrla alguma
degradara", enlAo anda ellos loruain frequeules e
habituaos os scotimeutos heroicos e as palavras su-
blimes. (8).
Oeste modo, digamo-lo sem amargura, mas lam-
bem sem disfarce, he certamente por ludo isto que os
inimigos de Dees desejam iolroduzir iunovaces nos
eslados da Santa S. Sentem que o papado ctislin-
do independente no seio de una popularas dcil,
calma, feliz e inteiraniente calholica, lira des-
la siluarAo urna torca inleiramente parlirular para o
governo da igreja universal ; elles prnrutam depor
o sanio padre como soberano, para atar-lhe dapois
as mos como pastor.
Tl80| nAo, nAo sAo os abusos que os que os nqaie-
lam, nem o amor da humaoidade qne os inspira,
porque ho provado bastantes vezes, que barateara a
felicidade dos poros } (9; quanlo aos abusos, ficam
parou nos
o encontr
tiosqtiezinho de aloendroa arrancou-a sbitamente de
sua raedilacAn. Ella correo, e somente
bracos de madama Jordy.
Ja ohaervaram os leilores no t'iealro .
de Oreslcs e Pylades'! Por mais habis que sejain os
actores, esla acea be aempre um lauto ridicula ;
porque a amzade dos homens nAo be de soa nature-
za expansiva, nem graciosa. L'm orte aperlode mi,
um brar;o grotescamente passado em torno do p">co-
co, oo o absurdo rorar de orna barba contra
le cerlo nao sao espectculo capaz de deleitar r
Ibes. Ouam mais elegante be a ternura das mol e-
rb. e quam grandes artistas lAo em amzade at as
desairlas !
fTl ijualquer qoe seja o amor e o zelo, que se te-
lilla em Roma pelo culio da Virgem, da-se sempre
um carcter superior ao culto do SS. Sacramento.
Islo so seria bastante para fazer ver como este po-
ro, em ludo que he dogma fundamental, lem a in-
diligencia firme e profunda de sua fe. Para a Vir-
gem Maris he o amor filial oo mais alto gr he sempre o cullo de urna crealura ; para o SS. Sa-
cramento, he o cullo de latra, be a adora>Ao devi-
da a Dos.
As iiunrenla Iberas lem lugar constantemente em
Roma, como em nossa diocese, rom esla dilleren;a
de que, a etpoaicao, que se faz enire nos de di,
conlitoia sena iulerrupc,ao duianle a uoile e enlArr
a:lo os homens soineule que litara em derredor do
Lordeiro immaculado.
Para ata soleraiiidade dcs:nvolve-se por loda a
parle urna grandisiima pompa : a igreja he comple-
tamente ornada, ordinariamente de damasco de seda
cor de porpora ; a luz exlerna he interceptada e
miliares de cirios dispostos em om aliar o transfor-
mara em tira Un uno de fugo, levantado aquello que
he so verdadeira luz (Joao, 1,9,, e que veio para
abrasar ludo com seu amor.
Ve-ae que lodo islo exige despezas cousideraveis,
pois bem Ellas sAn quasi sempre coberlas, aeoas
excedidas, por olleras voluntarias feilas para este
tira.
18) Alguna religiosos franceses que, depois de le-
rsro soccorridoos polircs do nosso paiz, curom agora
dos de Roma, nos lem dito quanto estes ltimos,'nao
obslante muitos defeilos anda muito deploraveia,
Ihes pareciam superiores aos nossos pelo laJo does
pirilo de f.
Em soa enferraidade, todos nAo sci recorrem im-
medialamenle ao ministerio do sacerdote, mas reco-
nhecem eot< adoracAo o dedo de Dos em suas pro-
varoei, homilhaedo-se debaito da mao, que os fere
e entregando sem reserva sua sorte ,'i tua boa vun-
tade.
la nutras circumslancias em que o pensamenlo
sobrenatural domina admiravelmenie no povo de
Roma lodos o seulimeiiios da natureza, por etem-
plo, a epeca que precede a primeira coinmuuhAo.
As mais dao entAo conselbos prudenlissimos a seus li-
nios sobre as disposires, que devem ter e sobre as
graras que Ihes convem sobreludo peoir, e nAo he
raro ou vi-las faxer com instancia esta rerominenda-
cAo : ii Quando ti veres recobido o bom Dos, diz-
llies que leleve para si, se nao lens de ser bom ; nao
Icixes de fazer esle pedido ; prc/o que elle le leve
logo que liveres commungado, do que ver-te mo.
He justamente em oulras palavras o cooselho colbi-
do com tanta admirado uos labios de nossa rainha
Hranca.
Pohres mais suspeitam que eisa expressao mui-
to simples do seu amor rlnislao pode ser enlre nos
o objecto de alguma admirar.lo Ah quera dera
aos queridos lilhosde nossa Franca maiscomo estas,
em lugar daqtiellas q'ie ronsi leram a primeira rom-
m un bao como urna uecessidade oticrosa, de que se
deven livraro mais depressa possivcl, afim de nao
I""1- '"" mais senAo era aa cousas da (erra !
(9) E-tranba contradirn Es-es pretendidos ami-
gos do povo queitam-se amargamente de que o povo
de Roma nao trabadle todo o da. Certamente es-
tamos bem longe de querer justificar a preauica, re-
provmo-la como orna desorden!, como um perico,
mas uAo Ihe allribnimos certos ocios, que se tem fei-
lo necessarios pela temperatura.
Alera disto se, gracas fecundidade de seu solo,
ao preco mediocre de seus gneros alimenticios, e
sobreludo a extrema sohriedade de seus deejos, um
Irabalho menos prolongado he suficiente a uecessi-
dade deste povo, com que sp Ihe pode censurar '.'
Por ventura a felicidade do Iiomem consiste no em-
brulecedor Irabalho do dia el da noile, ao qual estAo
rondemnados os operarios, ah e os lilhos de nossas
ollicinas e manufacturas '.'
servem de pretexto aos seos ataques. Me por isso
que elles os cochergam por loda a parte, afim dse
aulohiarern para ludo destruir ; insislem com lano
furor para que as adminislraces, como elles;dizcm,
sejam secularisadas, afim de terem um da o oireilo
de perguntar purqoe razo nm eterrito de leigos en-1 lo imperador NapoleA
sos da razo human
O imperador Alexandre linha concebido serios
alarmas a respailo da guerra de que se va ameara-
tanlo mais graves qaanto leus afilados de Vicnna e
de Herliin se mostravam pouco favoraveis a insurrei-
5o grega, entretanto qne os governos da Franja e
da Craa-Bretanha, impellidos pela opiniAo publica
do : poda ser atacado por toda a Europa, a etcep-' dos dous paizes, se dispunham a exci'l.i-la oii a de-
cao da Inglaterra, porque a Europa obedeca entAo fendc-la. O Sr. de Nesselrode era menos irresoluto
a pelo numero dus que seu soberano ; a razAo de estado o coramovia
dos
cominetter
tres
roes, seu aogusio -o bem amado represeolanle
Ierra. Repillamna energicamenle ludo quanlo I lie he
opposlo, dediquemo-nos atTectoosamenle a quanlo
uin-1,1 Rusaa.
O imperador Aletandre linha confiado esta larcfa
ac Sr. de Nesselrn !e, que a desempenhuu com um
Ihe he avoravel porque, amar o Papa, be amara I- pleno soccesso ; he verdsde que os acnnlecimentos
Ih'a lornaiem mais fcil.
O Sr. de Nesselrode coutribuin poderosamente pa-
ra sublevar a Allemanha em 181:1 e formar a nova
liga da Europa contra a Franca.
Tratando destes grandes negocios, he auc os Srs.
de Melternicli e de Nesselrode se linliam enconlra-
greja, s amar a igreja he amar a Dos.
E nossa presente carta pastoral ser lili na pra-
lica da missa parnchial, em todas ai igrejas e capel-
las de nossa diocese, no dumiogo segunle a' sua re-
cepcao.
Dado em Arras na fesla dos bemavenlurados ap-
postolos San Filippe e San Jaques, em o 1 de maio
de 1856.
Pedro /.ui:,
Bispo de Arras, Bolonha e Saint-Omer. '
0 SR. DE NESSELRODE.
Depois da assignalurado tratado de paz de Paria,
sobrevieram alleraces numerosas na combinaras
do gabinete imperial de S. Pelersburgo. O' conde
enlre ellos urna grande inlimidade, fundada sobro a
cummunidade do lim e doa meios. Nao se pode ne-
gar que a ailo destes doui ministros, tem tido du-
rante mail de trinla e ciuco annos urna inlluenria
preponderante subre a polilica da Europa conti-
nental.
Nos primeiros annos de sua administraran, o Sr.
M de Nesselrode nao era o nico ministro dos uegorios
Orlofr foi chamado para a presidencia do conselho '. eslrangoiros do imperador Alexandre ; este soberano
dos nimsima e do conselho do imperio, onde eita tinha dous, que com o mesmo tituloe mesma au-
substiluindo o principe T-chern\schcf; o general [ loridadedisidiamenlre si as importantes atlribuicoes
>uklio/annelt foi Humeado ministro da guerra em i da secretaria do estado.
lugar do principe Dolgoronki ; o principe Sergio
l.anshoi, ministro do imperio em lugar do general
Bibikofl ; finalmente o conde de Nesselrode, leud-
se retirado do ministerio dos negocios eslrangeiros,
a direccao desla reparlicao foi confiada ao principe
tiortscliakoff. embaixador di Rusiia junio ao impe-
rador da Austria.
A retirada do Sr. de Nesselrode nao nos sorpren-
deu ; nossos correspondentes de S. Pctenbdrgo no-
la loa i.in annunciado mais de urna vez, fazrndn-
nos presentir que ella seguia de perlo o restabeleci-
mciilo da paz. O antigo ministro des imperadores
Alexandre e Nicolao, llalla em muitas occasioes ma-
nifestado o desejo de descancar alguns anuos ifira,
diiia elle, de ps'sr um inlerv-llo enlre a Actividade
de soa vide publica, e o momento em que deveria
apparecer diantc de Dos. ?A retirada do Sr. de
Nesselrode he hoje om facto consumado ; mns dei-
xando de ser ministro dos nego;ios eslrangeiros do
ini|ierador Alexandre II, o conde conserva o lilnlo
de aecielano do imperio, titnlo inamovivel, pelo
qual depende ainda do governo, de maneira que o
imperador nAo sera completamente privado do con-
curso de suas lozes.
De todoa o homens de oslado que assisliram.s
deliberacos do congresso de Vienna, onde assigna-
ram o aclo geral do Congresso em 9 de, junho de
1815,0 Sr. de Nesselrode be o nico que tem toma-
do parte noaulmos ?conlecimenlos por que a Eu-
ropa tem sido agitada. Os oulros desappareceram da
icena polilica. 1,'m pequeo numaro ainda perraa-
nece ; enlre ns qocs deve-so uotar o principe de
Metlernich c o conde Carlos de l.cvculiielm, ainda
lis pouco ministro da Suena nn Paria.
O Sr. d Nesselrode, tajo norae parece insepara-
vel do nome do Sr. de MeMeruisli, he mais moro
alguna anuos que o principe : nasccu pelo ano de
1780, e ainda nflo coinpleloa setotvn esele anuos de
idade ; he descendente H urna t.nilia nobre de
Weatphalia, a qual tinha rontral.,,to frequentes e
gloriosas alliaugas com as familias uohras de Franc-
fort, o pal do Sr. de Nesselrode eslava so lervico
da imperatriz Calharina.e represenlava sua subeiaa
na corle do rei Pedro III do Portugal, qoaudo seu
lilho nasceu em Lisboa.
O menino foi baplisado a bordo de urna fragata
inglaza, porque nao exialia templo consagrado ao
culto reformado na Capital de Portugal.
OSr. de Nesselrode linha sido a principio desti-
nado a carreira militar ; servio algum lempo como
ollicial de cavallaria, e logo percebeu-se que elle
era mais proprio para as lulas diplomticas, do que
par as do campo de bateaba. A lembranra dos ser-
vaos de seu pai abrio-liie fcilmente a nota car-
reira, que elle devia percorrer com grande explen-
dor durante raeio sceulo. Em 1811 ja era conse-
llieirc de embaixada e razia parle da erabaitada
russa em Paria, e tenoo-se ausentado o embaixador
foi elle acreditado na qualidade de encarregado de
negocios junto do governo imperial, e durante esla
missao temporaria, dsseobrio os preparativos de
guerra que o imperador Napoleao se dispiinli.i a de-
clarar Russia. O Sr. de Nesselrode eonseguio ob-
ter documentos positivos sobre o projeclo do gover-
no francez e depois da volla do embaixador a Pars,
ro aulonsado a ir a S. Pelersburgo para mostrares-
tes documentos ao imperador Alexandre e esclare-
ce-lo com suas explicaroea verbaes ; foi este o prin-
cipio de sua fortuna. 0 imperador Alexandre nao
quiz separarle do homem de estado inlelligente e
resoluto, que acabava de revelar-se, e Iheconfiou a
direccao de lodos os negocios que a guerra fizesse
nascer, empregando-o em sua chancellara parti-
cular. NAo temos a inlenrAo de escrever a hiogra-
phia do Sr. de Nesselrode, queremos somente assig-
nalar alguns fados de sua vida publica, cojo co-
rnejo e lim coinridem cora o comero e lim de urna
ordem poltica, que se julgava dever durar ir urna
serie indeterminada de seculos, porque era fundada,
dizem, subre a combinarao poderosa uas novas bar-
e
de
es-
polo, porque nAo
era possivcl que o soberano da orlhodoxia russa li-
rasse por muito lempo eslranho a longa e sangui-
nolenta regenerarlo de um povo reunido debaixo
do eslandarte da cruz grega, e que lutava com o
valor do desespero contra seus dominadores,inimigos
encarnizados e iraplacaveis. naquella poca, da ri-
vilisarAo e da f chrislaa. O Sr. de Nesselrode en-
carrgou-se de explicar a nova polilica do gabinete
de S. Pelersburgo as corles d'Aiistru e da Prussia,
e Iranquillisar estas duas corles a respeito das hilen-
do, entendico fcilmente, estabelccendo-se logo ) roes de seu soberano, o imperador Alexandre mor-
reu logo depois, ferido de um mal sbito em' nina
praia longinqua. OSr. de Nesselrode o linha servido
como ministre dos uegocios eslrangeiros, durando a
segunda e a mais gloriosa metade do seu rei-
nado.
O imperador Alexandre legn ao imperador Ni-
colao, seu irmAo eseu successor. as Iradiccoes da an-
liga polilica russa, creada por Pedro Crande e pela
imperatriz Calharina, engrandecida e fortificada ani-
da pelas eventualidades, que pro luziram a inlerven-
cAo activa e decisiva da Russia nos negocios da Eu-
ropa. Para perpetuar sen direilo a esla intervengan,
o imperador Alexandre imaginon o tratado da San-
Is-Allisnca. Quando o imperador Nicolao subi ao
llirnno, sua nus-Ao eslava por rnnscguinle aos seus
olhos rlaramente definida e limitada : no Oriente
ronvinba-lhe desenvolver por urna arcAu incessaute
influencia da Russia ; aproveilar todas as occa-
sioes de eslender o territorio do imperio, dilatando
suas frouteiras, e asscgnrar-se da possessAo dos pon-
tos estategicos os mais favoraveis ao ataque e ds-
fe/a ; ahranger pouco a pouco o imperio dossu'.IAos,
afim de habituar insensivelmente a Europa a idea de
sua ruina, esperando o dia era que tuas provincias
poderiam -er parlilhadas.
O imperador Nicolao quera ao mesmo lempo an-
plicar-se a manler e augmentar a influencia da Ros-
sia em Berln, em Vienna, em lodos os Eslados da
Confederado germnica, multiplicando as luanes
de familia, e trazando lembranca serviros presta-
dos, e prolegendo em caso de uecessidade' os fracos
conlra oa fortes.
Emlim, o imperador Nicolao eslava convencido de
que devia prcvalecer-se dos principios sobre os quaes
repousava a Sana-.\llianra. e apresenlar se como
o protector e defensor da auloridade legitima dos
reis amea^adoi pelos progressos das opioies revolo-
cionarias.
O imperador Nicolao nunca perdeu de vista esla
grande missAo. proseguindo rom orna pcrseveranr,a
intatigavel, e muilas vezes rom orna rara felicidade,
" duplo lim que quera alcancar. Esta imperad ir
ion vinle e nove annos, desale o fim ilo anuo de
Cei
na era urna mullierinha lonra
. Cr---------------.........n iuuis e rcchoncliuda,
',,''! convexa e nariz afilado, que moslrava a
rio no. enl denlM al,"s e "^^^ rno os de um
v ver ehr* *"" 0"'"' ",nUvo ,eni, ale2ria rte
';,"? "' Mr, mudava de semblante vin-
se node-sse ron3 ""1 "" Sem',re lini1a <\<"
rador desla hi? d,z" Priue. Por felicidade do nar-
ao or aulo" bel"M na he *" ,l<,r""-
*"!*?**S!!?.&oni me f.ira dizer com que
l,meaviim\Me,,""',"'iraom8riao e *
. .2nLV-n^>10 linl,a n"" Plicula.men-
ello seo*) a-nerfe.Su do ||u ', ,
las covinhasilenue,m..___' ._......_: *'
Ouanlo es boa por ter vindo I disse ella mar-
queza.
I)iapensc-me o leilor de notar lodos os beijos, com
que as duas amigas eutrecoijlaram sua couversacTio.
Eo linha sonhado comligo, eoulinuou Celina.
Desde quando estas em Pars, minha querida '.'
Ilesde o dia seguinle so do meu casamento.
(Jmuze lia- perdidos para mim !
Se eu livesse sabido onde podia achar-te I
outr, i murmurou a pobre marquis. Eslava anciosa por
- ver-te.
E eu entao'.' Primeramente conlenipla-me
bem. lenlio ar de senhora casada '.' Tralar-me-hao
anda por raadeinoiselle .'
lie veidade, ja leus nm ai de gravidade...
Nem mais urna palavra, senAo morrerei de ri-
o. E tu Vejamos. Es anda a mesma. Bom
mademoiselle !
encanto mademoiss
tod
te I.
e duas cov.nhas .le que amai, me eir.uecerei e,ko.
Lucila era nada se asseme,,^ ., mMl,mi
dia,
as alameda. A casa coiisrtiida de lijlos verme- e se a imitada viva de conlra-' V^ "m?. 2 }"
Ihoi, Maleadas por traeos braneps, pareca orrir a I de ser eterna. A joven marqueta ,,'?, '''
esse luto diloso que a ro Java, ludas as plaas (re- ga na altura, e inferior na grossn.'. J j^L.,:''""'
padeirai floresciam e Ireiavam pelosi muros. A///i/- leitorcs de sjlie MI mocidade fra".,la i..rj""
f-*')ra. Tem vis-
paizagens ad.n.raveis ,e Mf Cnio|
ria de ca".hos rotos, ebiuhonia de tongas llores i Imaginem a formosura de Diana car*"i
vermelhas, i jr.smim brinco, a flor da paitAo, a iris- i0 em algumas
tolochia de l.'ilhas largjs, c a briouia, qoe se tin
de purpora ao ullirao orriso do oulono, elevavam
al o lecto seos ramos entrelazados. Largas esleirs
de verdeselha virejavrm an nivel da porta, e as fio-
riuliaa azues daa c Este eapsclaculo diipartou na marqueza sa maia do- ulia de ouro nos
ees lembrancas de Arlange : netm momento loria
dado de grac.a sen pal que, e o jardim acanlulo, em que aa florea se afo-
gavam i sombra pesad, da casa, e dos frondosos ras-
lanbeiros. 1,'m rouplo > seda meio oceulto em um
() Vida,0*10 n. -Hte
as n\mphas de corpo esvello e cintura fi,, (.
s in ao redor debaixo de arvores r7rsOde-.___
do-se pela mao '.' Se a marqueza de OalreVh. rfn^l
reuiir-se a -eos brinquedos sem oulro veslui,, '
o urna tnica, sem ostra tonca senAo um i pj_
cabellos, o circulo vivo le alar.,,:
para dar-lhe lugar, e a dansa continuara com u.ia
uina imilla.
Sua criada, senhora.
senhora I que bello nome Se le portares bem
ao alrnoco, cliamar-le-hei !aenhora sobre-mesa.
\ eolia, mademoiselle, passoar no meu jardim. NAo
loque as llores!
Ao mesmo lempo que cohversava, ella colhen e-
norme quantidade de flore>, atlas da qual de.-appa-
recia quaii loda.
Pejo piedade para o teu bello jardim, aritou
I.orilla.
Piimeiramente nAo qi ero que o chames meu
bello jardim. Todos o veen lodos aqui vera ; he o
Acha-se raa'o qoe o povo de Roma pssse algumas
vezes certas horas do dia em dcscancar debaixo de
seu bello reu e gozar tranquillamenlcdo doce clima,
que Dos Iba dea. Mas quando se perrorre em cer-
tas horas os sumpluosos arrabaldes de nossas cidades,
nao. se enconlra tambem os felizes do seculos oceu-
pados negligentemente em encantar seus ocios com a
inutilidade de suas eonverucOet e com a procura de
suasvolupias.' Ninguein procura censura-los.por
que suppe-se que elles tem meios para isso.
Pois bem, a Providencia lem concedido natural-
mente ao povo de Roma ocios rnulo menos dispen-
diosos c meos corruplores, e porque os goza i sua
vonlade, eonipira-se para Ib'os tirar, para Ihe fazer
perder essa moderacao prs'oal, que se contenta de
gozar ai magnificencias publicas, e para dispertar-
me no coracao a sede das riquezas egosticas e a la-
alga das ambires insaciaveis, e com isto pretnde-
se praticar um aclo de humanidade 1 Para seme-
Ihanle prelencAo he misler de molla cegueira ou
ousadia.
jardim de lodos meu lie .
quella pareds. Nelle snier
Roberto e eu ; sers a tere
verde ".' Vejamos quera che
Celina rorreo rom loda
j) jardim he all airas da-
le duas pessoas p.isseiam,
ira. Vfs aquella porta
ta l primeirn !
i rapidez que'pde. Lu-
cilla seguio-a, e pastM lo: o adame. Madama Jor-
dj chegando, lirou una cb iviuha do bol-u e abri a
porla.
Aqui, dsse ella, he i
Estas tilias, cujas llores ten
para nos. Passcamos aqui
anles do trabalbo ; pois son
vei uieua bons hbitos dej Arlan^e.\lu.ililo
nosso parque reservado.
azas, somenle llorescem
untos todas as mantilla
os madrugadores, couser-
dou demoli-la quasi loda, e fez entrar aqui o ar e a
lu. loi elle quem troote estas plantas trepadeirai,
suspeudeo estas macas, arrumou esla mesa e eslas
cadelras. Tem goslo como um aojo ; he architeclo
armador, jardineiro, be ludo I Asscnla-le ao menos1
um pouco sobre esle musgo. NAo ; esquecls-me de
leu vestido novo. Pela nimba parte eis-aqoi o que
vislo lodas as manhaas : assim a gente pode assenlar-
secmqualquer lugar. Vamu-nos daqoi!
Anda nao eslamoi tAo bem debaixo deslas
bellas ar\ ores! Vem v-r nossa casa. Depois le mos-
Irarei meu marido ; elle est agora na fabrica. Ve-
ras, minha Lucilla, romo he bello I.embras-le das
zombarias que lazi?raos oulr'ora cerca do nosso
ideal i Meu ideal era um moco alto e moreno cora
bigodes retorcidos e sobranrelbas prelas. Pois bem
querida amiga, meu mando em nada se parece com
islo. Mi he mais alio que meu pai, tem cabellos
eailanitol e barbas louras, brandas como seda, por-
que nao conheceram ainda navalha. Agora ado que
o meo ideal era borrivel. e se o encoulrasse na ra
lena certamenle modo. Roberto be brando, delica-
do, temo ; cliv chora, minha Lacillo I llonlrm, .i
bocea da nuile, eu eslava asentada ao seu lado ; ra-
ziamos projeclos. Eu expunba minhas ideas sobre a
educarAo dos meninos ; elle deia.a-me fallar sozi-
uba. e oceultava o roste as mAos, como para ver
em si mesmo. Quando icabef, abracoo-ms sem di-
zer-me cousa alguma, e seliti una' lagrima cabir-
me sobre a face. Ah quanlo sao deliciosas la-ri-
mas de homem Minha mal auia-mo multo j mas
nunca amou-nie assim. O que noo crerias he, que
para com os oulros homens elle he allivo, firrue e
lerrivel em cerlos mmenlos. Conlarain-me que o
anuo pas-ido, quemlo os obreiros suspender us
Irabalho- para oblelein n.o ei que Pigmento, elle
soube doconloioi lempo, dirigio-se aos incitadores
no meio le cincoenla ou lessenla homens imolini-
doi, e Opprimin a revolla. lodos aqui o teineiu,
O conde t:apo de Islria era o collega do Sr. de
Nesselrode ; c be difiicil dizer que motivos linbain
feilo o imperador Aletandre separar-se das func-
res, que querem sor reunidas, no risco de compro-
mcller os resultados da poltica. Terra fose porque
londo i mao dous homens superiores, posto que do- 11 influencia da Russi
lados de quididades mui diversas, nAo livesse que-
rido privar-.e dos servidos de um on de oolro. A-
ehava tambera provavelmenle grandes vanlagens na
aprozimuro destes dous espiritos e destes dous ca-
racteres mais opposlos.
\ Como elle era o soberano, como decida em ulti-
ma instancia, como tinha ao mesmo lempo, a in-
diligencia, o jutgamenln e auloridade, nAo tema as
conseqoencia> de um anlagouismo ou de urna diver-
sidade de ideas, que elle poda fazer acabar. O
que livera sido impossivel e pengosoaqoalquer mi-
tro soberano, era faril e sem inconveniente para o
imperador Alexandre.
Os annos que o Sr. de Nesselrode tem pas.ado
nesla singular associacao, Ihe tem feiro muila hon-
ra, necessariamentc porque as difllculdades do Ira-
balho em participaran lem posto em relevo mas ex-
cellentes qualidades. O Sr. Capo de Istria, pela vi-
vacidade de seu espirito, fertilidade de suas iu ven-
enes, (emeridade de seus conselbos, enlevo de suas
palavras, W'rejn urna especie de icduccao sobre o
imperador Alexandre. Era lodas as cousas elle to-
raava de boa vonlade a iniciativa, mas como seus
brilhantes projeclos nao eslavam suflicientemente
considerados, uAo 3ram sempre pralicaveis, e as
Eais das vezos eram antes propnos para alarmar a
uropa, do que para servir ellicazmente a Rui-
na.
O bom sean do Sr. de Nesaelrode defeodia o im-
perador contra os perigos desla leductAo, eram bs-
tanle* algumas palavras do Sr. de Nesselrode para
RUnr sabir a parte chimenea dos planoi do Sr. Cape
de Islria, e indicar a medida em que elles podiara
vira ser praticavets e na verdade uteis ; o impera-
dor aceilava os planos do Sr. Capo de Istria, mas
s depois que o Sr. de Nesselrode os refor-
mava.
O bom senso e a moderarAo sao rom efleilo as
qualidades salientes do Sr.de Nesselrode, que n.io
he ura desles homens de estado, que criam um v-
tema geral de poltica ou imaginam combinacocs
mais ou menos engenliosas para ama siluacAo, que
nao esla ainda revelada e que se prev ; mas nin-
guein he mais proprio para compreheuder as difli-
culdades de urna siluacAo, e julgar a opporlumda-
de dos meios proposlos para sahir-se della. lie por
isso que a Sr. de Nesselrode convinha tanto aos dous
soberanos, qoe lem servido e mais ainda ao impera-
dor Nicolao do que ao imperador Aletandre. O Sr.
de Nesselrode nAo he lio ponco um homem de esla-
do poderoso pela auloridade do carcter, mas o que
Ihe falta desle lado, elle compensa com urna lealda-
de perfeila e urna dedicado sera limites ao impe-
rador e i sua palria. Tem-se gabado muito, e com
razo, a redaccAo diplomtica do Sr. de Nesselrode;
debaixo desle poni de vista poderia dizer-se que
elle nAo tem superiores, e lem muilos poneos iguaes.
Os despachos do Sr. de Nesselrode, suas corre-pon-
dencias particulares sAo verdadeiros modelos ; os
pontos em litigio Uto sempre apresentados com cla-
reza e simpllcidade ; a discussAo he fcil, clara e
precisa. Ale hoje os Russos lera lido umi grande
escola diplomtica, celebre entre lodas as outras por
sua ins|rucr;Ao. suis boas manciras, a habilidad* de
sua eipressao e solueludo de sua linguagem. Todas
eslas qaalidades eslo resumidas na pessoa du Sr.
de Nesselrode, a quem nunca sucesde talvez dei-
tar escapar no curso de urna negociaran escripia al-
guma deslas expressies, que he impossivel sustentar
e perigoso retratar ; allirmar debaito de una forma
mui absoluta fados couieslaveis, principios duvido-
sos ou variaveis: merilo precioso om um diplumala,
que prev muilas difllculdades, e facilita muito.
obstculos. O Sr. da Nesselrode lem muilas vanla-
gens as discussoes escripias; e nenie umii parle
as discussoes oraes. A conversacao Ihe convem
pouco, porque seu espirito pensativo e um pouro
tmido nao lem jamis podido culrahir o habito des-
la especie de improviso, que pede um entreteni-
mrtilo prolongado.
De lodas ns obras emprehendidas e eiecula las
durante o reinado do imperador Aletandre, a crea-
r3o do novo estado grego he lalvez a que lem sub-
meliido o Sr. de Nesselrode ;is mais rudes provas.
O imperador nAo podia resolver-se i lomar um par-
tido : um dia fuz>a votos para o Iriumpho dos re-
voltosos, coja causa o altrahia, porque estes revol-
tosos ram ebrishios como elle e pertenciam mes-
ma igreja ; no da seguinle va na msurreicao dos
Creaos a vinlacao dos principios que elle linha pro-
clamado face da Europa, e sobre os quaes descau-
rava a Sania Allisnoa, de que linha sido o fundador,
e receiava. mostrando o iuteresse que os revoltosos
[ha nspiravain, excitar o espirito revolucionario,
que se tinha empeulialo era reprimir ou combalcr.
Ai p?rpletidades do imperapor Aletandre erara
honra de meus cabellos louros. De fado, o que he
um forro ? om vestido que nos cobre de longe. Tu,
minha morena de olhos negros, deves Icr urna alco-
va de selim Cor de rosa.
Creio que sira, dase Lucilla pensativa.
Crs! respondes como Ingleza. Mas sou lam-
ber Inglesa sobre om ponto. Niocnidsi que qual-
quer pessoa entra aqui como na ra '. Temos discri-
rAo c delicadeza ; e se nAo loras quem es, n.io esta-
ras assenlada nesla poltrona. Sabes que eu me-nia
faro minha cama .' lie verdade que Roberto ajuda-
me um pouco.
Lucilla nioresponden. Conlemplava cora ar pen-
sativo as rendas e bor.laduras dos dous (ravesseiro,
que repousavam inaritaluienle um ao lado do outro.
A porla abrio-se, Mr. Jordv enlroo muilo apres-
sado, e lancou o chapeo de palba sobre um movel.
A' visla de Lucilla, elle parou repeulinamenle e
fez-lhe urna saudac.To rcspeilosa. A niulber sallou-
Ihe ao pescoro sem ceremonia, e di.;se-lhe mostrau-
do a marqueza rom ansio simples e gracioso :
Roberto, he Lucilla !
Tal foi a aprescnlacAo. Mr. Jordv fez a Lucilla
um pequeo ciimpriinento sem aleclacAo, o qual
provava que ouvira fallar minias vezes a'seu respai-
lo, e que nao Ihe era eslrauha nem indiflerente. As-
senlou-se depois, c a mulherachoo meio de collu-
car-se junto delle.
Nao he helio'.' disse ella i marqueza. Ma,
donde vera '.' Sem duvida enrreu : esta banhado de
suor.
K eom gesto lio proinpto quanto a palavra, ella
paseo* o lenco pela fronte do marido, o qual debal-
de lentava defender-se. Mr. Jordv linha mais pra-
lica da vida que Celina ; pnrm ein arlo lancoa-lhe
olhares que queriam ser severos, a peqiiena indige-
m de Arlange pot-lbe as mos sobre os olhos o
lieipiii-lbe as palpebra> fechadas.
- NAo me reprehendas, disse ella ; Lucilli he c-
1823 ale o principio do anuo de 1855, e durante el-
le longo reinado pode-se allirmar que nAo pensuu se
nAo no que poda contribuir para a gloria e o en-
grandecimenlo da Russia, e assegurar a conservaclo
da ordem polilica e social constituida na Eurooa
pelos trata los de ISI de 1815.
Durante estes vinle e nove anuos, o Sr. de Nei-
selrode coadjuvou sea soberano com lauta hahilida-
de como prudencia.
A prudencia do Sr. de Nesselrode er* um contra-
peso necesiario u impeluosidadc do imperador. Mat-
tel projeclos que lissngeavam o [orgulho e a ambicio
do imperador eram diasipados, e mullos oulros modi-
ficados pelos conselbos do Sr. de [xessclrode, que sca-
bava por obler coacessoes, que o imperador linln
recusado anles nos termos mais peremplorio's.
Durante os primeiros annos do reinado do impera-
dor Nicolao, appareceram muilas vetea enlre o sobe-
rano e sen ministro, lulas, que aquello suslenlava
com urna firmeza respeilosa, porerr. niabalavel. Mais
de urna vez, depois deslas discussoes, o Sr. de Nes-
selrode julgou-se perdido, mas assim oAo era ; a r-
nlacAo do imperador acalmava-se. e sua razAo natu-
ral o couduzia para o estadista, de quem aprenda
iodos os dias-a estimar mais as luzes e a fidelidade.
Mr. de Nesselrode linha-se alliadn por casamento a
urna familia russa anliga e considerada. Conta-se
que quando o iraparador Nicolao e seu ministro li-
nham-ae separado descontentes ora do oulro, a pos
de urna discussao mais animada que de costume, o
imperador dihgia-se condessa de Nesselrode e a
eurarregava de levar a seu marido palavras de re-
paracao, alim de operar sua reconciliacAo, que la-
tia-sa sempre muilo demoradla sua impaciencia.
A calma e a excessiva moderacAo do Sr. de .Nes-
selrode tinham com o lempo prodzido ama profun-
da iinpi e.-.io no espirito e ni carador do imperador,
que linha acabado por comprehen ler a uecessidade
de mnderar-se por sua vez, e havia singularmente
molificado suas opinioes e uaa raaneiras.
Pulanlo, no anuo de 1817, ura dia em qoe'o im-
perador Nicolao enlretiiiha-se do futnro destino do
imperio ollomano e da sorle reservada Conslanli-
nopla. iulerrompeu arrebaladamente a conversad j
com eslas palavras : o Eu nAo sou inais enanca,'na
" miiihi idade o homem j.i he velho na Russia ( II-
nha ailo cincoenla e um anuos,, esle sera o
s Irabalho de meu filho.
L'm pooco depois, quando a revolurao de feverei-
ro rehentou em Paris, o imperador Nicolao entrevio
inmediatamente as consequencias e preparou-se para
curahatrr os seus efTeilos em lodos oa punios da Al-
lemanha, ondeo espirilo revolucionario tenlasse ,na-
nifeatur-se.
0 imperador fazia enllo um triste relrocesso so-
bre a poltica, que linda seguido para com o gover-
no, que a Franca tinha abracado em 1830. c que ti-
nha sido urna longa garanta de ordem e de paz. I.as-
liinava nao ler imitado o eteraplo dos oulros gabine-
tes da Europa, e de nao ler dado ao rei Luiz Filippe
o apoio de sua allianea e de sua amzade. Exproba-
vs-sa de ler suscitado difliculdades no governo do
re, de o ter enfraquecido, e de o ler assim enlresa-
do aos seus inimigos. Nao heiilava era reconhecer
que se tinha engaado, e dizia-sc responsavel de seu
erro dante de Dos e dos homens.
Eslas queixas, estas reuonciacoes pessoacs em pro-
jeclos que elle linha longo lempo nulrido. principios
absolutas e em opmies que Ihe linliam sido charas,
erara certamente o resultado das suggcsloes do Sr.
de Nesselrode.
excepcAo de mira : jalease leoho razio de ufanar- sada ha quinze uias.islohe, nao menos louea
me I Parece-me que sou eu que faro andar toda es- que m
la gente que Ihe obedece. O' minha Lucilla, que
cousa adiuiravel he o casamento '. Na vespera era-
mos dous; no dia seguinle nAo somos mais do que
um, temos ludo em roinniiuu, somos duas mitades
dr una mesma alma ; estamos unidos como os doos
irmus Siamezes, que nAo podiam separar-se sem
raorrer. Eis-aqui nossa alcova : como a aehaa '.' El-
le escolheu-me o forro como um vestido : azul em
O robici den meio-dia ; era a hora
Corro mu ao jardim, e aaseutaram-se
mesa debaixo das bellas libas, que deram seu i
ra vizinlij. Nenhuiii servu ussistia a esla refei-
cio ; cada un servia a si mesmo e aos oulro-. As
duas amigas, educadas na aldeia e esiranhas i mali-
cia da educirlo parisiense, nAo bebiam smente li-
gua ; raolharam os labios em um bello ataba palito-
te, que Mr. Jordy foi bascar a poneos passos dahi.
II iberio agradoo fcilmente i marqueza : sem ca-
recer de espirito, nem de educac/io, era simples, de
coracao nobre e da madeira de que se fazem os me-
Ihores amigos. Domis, experimentamos svmpalbia
natural por lodas aa frontes em que radia a alegra :
smenle o egostas he que nAo amam as pessoas ale-
gres. Ceiina que quera fazer o marido brilhar, obri-
gou-o a canlar sobre-mesa. Elle escolino urna das
mais bellas canrAes de Beranger, emhora o velho
poeta nAo eslivesse mais em moda.
O* passarinhos dispertados no meio de sua srsla li>
zeram-lhe alegre acompanhamcnln sobre a rabeo i.
Lucilla cantou a seu turno, sera tazer-se rogada,
palavras que nAo eram italianas. Xombou-se como
zumba a gente honesta ; falrou-se de ludo, menos
do prximo e da peca nova ; rio-se francamente, e
uinguem percebeu que havia alguma tabre na ale-
gra da marqueza.
He pena que Mr. de Oulreville nAo estoja
aqui 1 dzia madama Jordv ; dous amam-se bem
mas qualro he concurrencia 1
A's duas horas Mr. Jordv correo, aos seus nego-
cios, e as duas amigas conlinuaram suas confiden-
cias. Celina fallava sem cans.r-se, e sem reparar que
fazia um monologo. As muflieres sAo maravilhosr-
rnentc orgsuisadas para os Irabalhos microscpicos;
primara em parlirulari-ar seus prazeres e suas penas!
Lurilla mui coramovida ouvii, aprenda, adevi-
ib.iva, e as vezes tambem nAo comprchendia. Era
romo nm navegante laucado pela tempestado em paiz
delicioso, mascuja lingua nao entende. Approxima-
va-aa a hora do janlar ; Celina lallava anda, e Lu-
cilla ouvia.
i.iuaulo aos lilhos, dizia ella, be de esperar que
virAo brevemente. I'ensas algumas ve/es niln, l.o-
cilla .' O amor so lem um lempo, uns vinle annos
quando muilo ; e j tres semanas se pasi,iran O
amor dos lilhos he oolra coma : dura lano quanto
us, e nos fecha os olhos. Sabes queeu nlo era mui-
lo devota amigamente ; agora quando reluci qoe
a do alrnoco. | nossoa lilhos eslAo na mao de Dos, freo supersticioia.
alegremente a IJue pedes, um filho, ou una filha ?
Mas... linda nao cuidei nisso.
Deves cuidar, minha bella. Se nao cnidares.
quem cuidar por li I Eu quito um filho. flava
piragrapho que iccrescenlei as minha- oraroes
o Santissima Virgem, te meu roracio voi parece is-
sas puro, abeip.oai mau amor, e alcaorii-me a feli-
I les le sua mocidade, o Sr. de NisMlrode linha-aa
alimentado das tradirres da poltica rana ; nao aar-
norav.i nenhum dos grandes designios concebidos
pelos soberanos di Russu ; dina que a* acslsc-
raentos consummadoa de 1812 a 1815, tiohira asw-
gurado para a Russia taes vanlagens. qaa era pru-
dente fazer urna longa pausa anles de praearar ras-
Iros iriumpho-. Durants este tesado a Rama te
consolidara em suas novas conquistas ; fundara
ana influencia nos negocios da Europa, e e prepara-
rla para fazer depois noves progressos e novas cea-
quistas.
O Sr. ds Nesselrode, depois de ler sido a raiaiitrs
enrgico da coerra, toroou-se logo seriamente o nai-
nistro da paz ; tambem assu-lon-se di guerra, qaa
rehentou em 182 entre i Russia e a Porla, e qaa
alcaneou rom ludo o tratado de Andriooale. Teroia
qoe esta guerra Irouiesse complicaron perigoias
para a Europa e funestas pan a Hussii. i ompie-
hende-se hoje que essea lemorea nAo eram sea fiin-
dimeiiiu. e que nAo Ihe convinha qas a Aaslria, a
Inglaterra e a Franra se reonnseni ja nesla epara
para defender a lurqaia coutra a atabtco da
Russia. "^
A revoluc.io franceza de 18.(0 a a influeacta, qaa
ella leve sobre a orcanisaco e a roaitilatfaa da re
no dos Paizes Baixos, perlorbaram o espirita a a csas-
ciencis do imperador Nicolao e pozer.m esa lades
provas o crdito do Sr. de Nesaelrode. O iraperadar
via na expulsan doa Bourbons do ramo man vela* a
na eleTorao dos Bourbons do ramo man maco ama
vinlacao dos tratados, ura desafio feilo a Entapa, a
victoria das panuca ,ev ilucionanas e aa iuccen da
urna forma de governo, de qne ella tema o atesante
para os outros governos da Europa.
Esla revolucAo foi jnlaada a accolhida meibor em
Londres, em Vienna ; novo governo foi all acalla
.mimado e sustentado. Em taes nrcoaisteaeMs, a
corle de S. Pclershurco podia obrar desle datas eae-
',0* : ou imitar o etemplo da Inglaterra, da Au.ina
e da Prossia, oo recular formalmente moasiaiei o
re Lu. Filippe, tazendo i Europa correr as proba-
bilidades da guerra que poderia arrutar saa re-
cusa.
O imperador Nicolao nAo lomeo neniiam das dan
partidos.reconl.eceo o rei dos Francezeacontra a von-
lade e presin ao seu governo os man officiasqn*
pode preatar-lhe.
Era 1810 o rancor do imperador produzio o trata-
do de l.tde.julho, preparado e concluido em a adi
a Franra, e do qual Franra lirouama lio brnaa-
le destarra. Qual foi orstas graves rinamtosnnm
o popel do Sr. de Fesselrods e qoe parlidam taaaasa
elle realmente oas resolocoet opiadas pelo impera-
dor sen lino 1 O Sr. Nesselrode dnejava qae se li-
zesse em S. Pelersburgo o mismo qae sa liaba leilo
era Vienna e em Berln. Insista pira qaa a allian-
ra intima das tres corles se minvessem em lacadas
ar.ontecimentos de Pirii, prernimenle pofqae e>t acontecimenlos podiam nao ser perigosos para a
Eoropa. *^
Por algum lempo acreditou-se qae esta apiaiao
linha prevalecido ; mas s psitao re.issumio a sape-
rioridads e produzio lamentaseis desordena.
Depois di ealaslrophe de 1848. a palitira ranas aa.
se laurou em semelhautes embalaras; combaleu re-
solutamente a revolurao que linhs invadido s Aas-
lria, a Prussia, e a Allemanha inteira. Compreaei.-
de-se como ordem tai n-labelecnta o a qae ry>iou
para pdr um termo n insurreicas a aes altaaladan
do loda especie, que araeacavaa, i etiilenria da casa
imperial a'AosIru.
As negociitoes diplomticas dirigidis pelo Sr. da
Nesselrode auxiliavam poderosaraeals ai eperacoe*
militares ; eslas negociables tinham sobreludo por
objecto fazer cessar entina Prussia e i Austria ama
rival idade de influencia^empre prestes a arreaearar
debaito de diversos prelsstos; as neanciacsMi da Sr.
do (X'.-i.elrodeaThiiveram um plenosuccawe.
A paeificaclo da Allemanha, o restabeiecirneats
da o .lem no imperio da Austria formara a epaca
mais gloriosa do reinado do imperador rtseaaia*. fe-
liz desle soberano se liveae bdo a bibiliade de
comprehender que devia dahi em diente a par asi
lo lempo conler-se e ab-ler-se !
O imperador Nicolao linha-se persuadido deque
seo ascendente eslava amearsdo em Coii.'anlmopla,
qoiz reslabrlere-lo per um'modo lio vilenlo q
a Europa leva ra/.io de igitar-se. Os I'.asaos diase-
rin muilas vezes e allinnan nuda hoje. qaa saa aa-
berano nao linha nenhum desejo de alear a gu-rra.
quando deu ao principe Menschikofl ama missaa x-
traordinana junto do saltan, oo mesmo quando mus
tarde deu aos seos eximios., ordem de invado u
provincias danubianas. Se ss intenn.es do impara-
dor Nicolao eram realmeole pacificas, he precia-,
convir qoe las empretas nao enm grandiosas; ami-
go da paz fez ludo o que podia e devia tornar a
guerra inevitavel.
A guerra do Oriente se di-Iingoe por am fela
particular. Tinha sido precedida de tongas nega-
ciaces, que foram continuadas aa>m interruprao a
em despeilo de ludo alo o momento di aMigiiaiari
da paz. Estas negociaroes foi o Irabalho do Sr. de
.No.se i rod, que le ludo quanlo em'si eslava para evi-
tar a guerra. O velho clianceller do impena, o aa
ligo ministro do imperador Aletandre e do impera-
dor Nicolao, o diplmala tao etperimentido da
congresso de Vienna, era em Sao l'etersbargo da
partido da paz. Antes da guerra e durante a gaarra
a.lo ressou de lular nos conselbos do imperio centra
aquelles que queriam i guerra, e qaando ai cssadi-
roes de paz foram aceitas, foi elle quem preparnn.
para os plenipotenciarios rasaos, as inslrorr foram dirigidas as deliberarsies do euagresao da
Pars. Foi emlim o Sr. di Nesselrode qaesa pre-
sidio a ratificarlo rio Halado di 30 de marca.
A paz de Paris em ludo o que diz respeiia i Rus-
sia, deve pois ser a Un bu i da so Sr. da Nesselrode.
Foi o ultimo scrviro que esle ministro qaii prestar
ao seu soberano e ao seu paiz, service mames a
que deverii >er lomado em muili consideraran tinta
mais quandn sm lodo o decorso de saa vida aeonle-
cea-lhe muitai vezes tratar em o nome da Rus.u
Iriumphanle, nuuc em o nome da Russia vencida.
Mas esle serviro he daquellea a qae o patristisasM a
o orgulho nacional uao te resignara se nio ca* saa-
dide, e de que os povos nAo se moslrim remaheci-
dos. O Sr. de Nesselrode sera recompensada desde
ja pelo leslemuuho de saa consciencia, a aa talara
pelas jallas apreciiroes da historia.
Journal de, rmUfi
CORRESPONDA.:i\ i, |Harh> DE PKR-
\\im:o.
PARI>.
ti de agosto de I85f.
O principo Alexandre Karo Grorgewilch acaba da
dirigir ao povo serbo ama prorlamarAo ni qaal aa-
nuncia-lhe que em virlode do (rilado da 30 da
mirjo os direitos e privilegios da Servil ficam d'ara
MUT1UST3D
cidade de ler um lilho pan ensingr-lhe o temar da
Deoa, o culto do besa e do bello, e lodos os deveres
do homem e do chrislao. o
A pobre Lucilla nao pT.le oovir maia. A tarrale
de lagrimas, que desde tente lempo rellana, manen
os diques, e seo rolo tai inundado.
Choras! etclamou Celina. Penalitei-te !
Ah! Celina, sou mu desditoaa Minha mal
tarcou-me a partir na noile do mea essamant. a
nao lornei a Ve* meu mando depois i baile !
De noile J Depon do baile .' Misericordia
Repentinamente o semblante de madama Jordv
lomou uina etpressao scrii.
He urna traiclo | disse ella. Porque nao me
contaste isso mais celo t Fallo-te desde a manhaa
como a urna miilher rasada, a ainda es rapariga '
Devia- ler-me feito parar a primeira palavra, e nan-
ea eu le perd uina Icrcs-me deitado fallar, se nao
fosses lao infeliz.
Lucilla ronlou summariimanle sua hiatnrii.
Porque nao escrevesle a teu marido pergaa-
lou Celina.
Ja escrcvi-lhe.
i.luando ".'
lia quatru das.
Poii bem, minha amiga, nAo chores i
rhegara esta noile.
.\ mes.1 do janlar eslava elegante, a sala
alegre ; os ullimo-. raio- da sol brinravam _
cortinas asgo!oiis ; o ataba palbele brilhava ae*
copos e Mr. Jordv afagava com olbar ridieso lina),,
semblante da mulher ; mas Olma ronaervou a gra-
vidide de urna matroua i.ana. e crea ale qua
Ir.itnu ao mando por rtw/.
A marqueta relirno-se as dez horas. Celina a o
marido aroinpanharam-na ate a rirroagem. Veasda
o coebeiro Madama Jordv leve como ama iaspira-
(io subila.
Pedro, pergoolou ella em tom indiflermlc. a
scuhor marque/, chegen '
Sim, senhora.
A marqueza laurnu-sr nos braros da anu-.a dars.ta
um grito.
(.le ha .' pergiw lou Roberto.
Nada, diste Calina.
/-'oni/iaar-c-ri.;
le rln
rlari i



em vanle enllocado! sol. a gtraalia enlleeliva das
grandes potencias europea., e que aleni.ilis-i. foi m-
(argado H povo serbo o direilo de enviar assim
como o dous oulros principado do Danubio um
delegado a commissao instituida para o ajuste da na-
vegarn do Danubio.
Se dermos crdito a certas correspondencias, um
enviado russo tratara em Roma o negocio dos hispi-
dos da Polonia.
Tratavn-se de completar sol a retoclo religiosa a
.iinnisiia coucedila aos Polacos pelo czar Alexandre
II, reroovendo as dilliculdaile- que impediram a
proclamarlo dos bispos da Polonia no ulmo con-
sistorio. A preseuca do representante da Kussia na
corle de Koma permute esperai que os Irps .nilhues
desubdiloscalhulicosespalha.losnu imperio do* czares
vero em breve regular as suas posire peranle o
chele do catholicismo.
Como quer que seja, o erar lera grande Irabalho
em curar as profundas fe.ida- feilai na Polonia. Em
balde recounmeiidou elle na occasiio da sua ultima
viagem que se e-quece.se n passadu.
F-is a emigraran que acaba de protestar como no
primeiro dia. NAo se Irala de reconquistar posicoes
perdidas ou sacrificadas, nAo se Irala (ornar a
entrar na posse dos ben confiscado ou sequestrados,
Irala-se do principio, ao qual nenliuma amnista,
poderla dar satisfazlo, este principio lie a Polonia
indepeu lente, he a'sua naciraalidade nunUda, he o
seu povo livre devendo servir de egide e rm caso de
nocessidade de vanguarda a Europa oceidenlal con-
tra os desenvolvimenlos sempre crescenles da Rus-
ii. Assim l emigrarn polaca lem repcllido denoda-
mente o que o ciar chama perdo do passado.
Quinto a si, Kussia tanda a sabir da immobili-
dade das saas insliloic,oes ; ueste momento urna lula
viva se arh.i empenhada entre os proteccionistas e
os partidarios da liberdade do commercio ; um eco-
nomista esclarecido, H. Werduaski esluduu a fundo
todos os inleresses da Itassia, as suas retornes com-
mercines coro o eslrangeiro, as suas instiluiees, a
sua legislarlo commercial coro o eslrangeiro. A po-
lmica empenhada parece nao desagradar ao go-
ver-io e he destiuada a esclarecer e preparar o pu-
blico para urna mudanza da legislado de alfaude-
gas qoe deve ser operada em oulubro ou novembro
vindooru ; he motil eunmerar as vanlagens da fre-
quencia das relaces entre a Kussia e o mundo.
Ao mesmo lempo, todas as informaces que che-
garo do interior concordam m assignalar o movi-
mento incnvel que o commercio ha recebido nos
nos sulctdos em lodas as paragens por navios de
vapor a vela e a remo, carregados de trigo, de mer
cadorias c de viajantes, a mimarn val crescendo
todos os dias e as mercadorias importadas pelas fron-
teiras de Ierra se espalham por este vasto s\slema
de cummonieares lluviaes ; eslo tratando' agora
de um grande teeido de caminhos de ferro qoe
deve unir os mares Negro e Caspio coiu o mar
(tranco e o Bltico, e servir para eslabelecer com-
manicac.6cs enlre S. Pelershurgo, Moscow, Kasau,
llieodoria, dessa e Varsovia.
Em presenta desles progressos, a seja qual for o
cunti de grandeza que os negociadores curopeus
lenlium imprimido no tratado de :t0 de marco de
1856, fora para lamentar que o desenvnlviraeiito do
poder russo nao tivesse a encontrar obstculos roais
maleriaes de ora Iraco de penna da diplomacia, fura
para lamentar que senilo formassein nacionalidades
diversas, nem centro slavo que conlrabnlanrasse com
os engrandecimenlos do grande imperio do Norte,
ersscuucAo sempre eventual de um pauslavismo russo,
emtim fora para lamentar que aro simples statu
quo delinilivo.pnr maiores que sejam alias as garan-
tas que se Ihe suppein, nao equivalesse boje para
nosnsologlo completa da quesiao do Oriente, se
apezar das incertezas do luluro, urna cousa nAo
fosse animadora enlrc lodas para a seguran i da
hora presente, a saber, a aseocii$to imminenle da
Kussia s emprezas do Occidente, pela (roca das
suas riquezas, pela adoprao das suas ideias ; se,
u urna patovra nao querendo a Enropa se fazer russa
a Kussia o3o se quizesse fazer europea.
(J imperador Aleandre U, ser um dos mainres
operarios desta grande obra, pois que, cumpre enu-
esssr, elle lie mais alternan do que russo. Sua infti,
irmaa de Frederico Guilherme II, he a mais com-
pleta personificado de toda esta dorara germnica
que vive'da poesa interna das virtudes domesticas:
Ora, he um (aclo pin siom.mico mui no(avel, qoe os
lilhos lomara ordinariamente as miles u3o s os Ira-
ros do rosto, mas ainda as mais amaveis qualidades.
d alma. .
E auslysando o.sy.tema de casamento dos czares
com priucezns alinales, ficamos admirados de ver
o neto ja nao tem mais que um oitavo de sangue
russo nas veias, o lilhn deslc nao lie mais do que
urna dcima sexta diluirn. A influencia do pi, o
poder de Nicolao I, por mais fortes que lenhara
sido, nao poderam dominar as qualidades da mai,
eda doplice allracran e.n seulido conlraiio exerci-
da pelo czar e a czarina sobre-o lillio, resullou n.ste
ultimo urna divisao anloga nos seiitimcnlos ; pelo
lado di mai se inclinoo para a Europa, pelo do pai
para a Rossia ; esla dual ida le leve lugar ale na sua
educarlo ; o primeiro professor que leve, o general
Morder era protestante e de origera allemita, ao
passo que M. Jankowski era um poeta russo.
A"* 16 annos. idade lixada para a mainndade do
Ce.arewitz, o joven Alrxaodjre cnlrou n'uroa phase
da sua vida pesada em ronscquenciu das honras es-
cessivas de que foi sobrerarregado, e^m consequen-
cin da incMMnnlo nctividnde que a n0V8 COndicao
\igia delle : ajudaule de campo do czar, heliri.in
dos cotacoa, comraandanilo o regiment de lancei-
ros da guarda, pasava todas as horas era seguir o
genio devorador e nfatigivcl do pai.
Nesta poca da vida, em que para os oulros ho-
rneo* se desperta o coro encantador dos anuos da
juventude, urna melancola profunda assaltou este
joven eorarao, cheio do sensibilidade, de enlhusi-
asm-j, de graja, e bem formado para as colisas ama-
veis da vida.
Nicolao, 10 ver o Tilho empallidecer desta orle,
romprehendeu que o lado maternal europeu devia
soflrer nesta alma urna parle, e que era preciso evi-
cernemente a Alleroanlia para essa Miaran com-
primida pelos rigores da coi le da I....... c impre-
gnada da nostalgia pelas cousas occideulaei
Assim Atolondra II. parti para a Allemanha
acompanhado do conde OrlolT ; na viagem encontrou
a corte de Ilesse Darmstadt, onde reinava o gr9o
duque Laiz II; ahi vio elle urna das suas llias, Ma-
ximiliana Wethelmina Augusta Sopha Mara, bel-
leza simples e terna, cuja modestia anda mais fazia
re-airar: as duas melancolas se fundirn) em um
mesmo amor, dentro em pouco a formosn nuiva fez
a saa entrada em S. Pelershurgu, e o casamento teve
lugar a Ib de abril de 18*1. Desde este momento
Alejandre perdeu a sua tristeza, a soa vida teve um
alvo onde as cousas do curarn liveram lano lugar
quanto as coosas da polilica ; vio desenvolver-se
(oda a aflabilidade do sea elemenlo aliento.
A morle imprevista do pai collocou-o inopinada-
mente dianle de una situar m, que elle nao bavia
creado, de urna polilica hereditaria, do svstema per-
sislente dos protectorados e do paoslavismo : as suas
aympslliias occidentacs, o seu bom seoso germnico,
comprehenderara de urna manera mais humana os
interesses da Russia ; osseus inslinclos de juslija e
de liiimaniil lociram cima das inspiraees do velho pariido
russo, que soprava a guerra.
Para elle conclasAo da paz assignala a aurora
de orna vida nova, lie aqni que corneja a acco
verdadeira, a guerra nao he mais que una prepara-
na Kussia o povo he nm vasto campo, onde a
D'li.0 DE PEMH3UC0 SXT FIIM B DE SETIMlW i; 1S56
Brasil coiirluio, n primeiro com a ronfederacao ar-
ceiilina, o aognndoctun o ['.iraftuav : o primeiro que
pruclania uovametile a in lepandaneia absoluta de
.Monlevido.a.siin como a iilierdado cmplela do Kio
da Prala e doa mmi allloentes ; o segunilo que cou-
fere ao Brasil .i direito al aqu contesl.id,. da per-
correr os rios superiores de que he ribairiaho e re-
moni.i-Ios al a sua rica e vasta provincia de Malto-
Grusse.
ludo isto prova o e>pirilo liberal e totalmente pa-
eilico que anima I). Pedro 11, e lodos e-lcs resalla-
do! so applamlidos aqui, os qnaes rorreupondem IAo
peirciiaineiuea polilica da Franca na America do
Sui.
que
achaiu.
riam perder as mas condire:
>c ciilrasicm no quadro d'os edrpos que pudem me-
recer o uome de tropa de liuba
O Brasil precisa de um bom
exereilo, bem orga-
nisado e disciplinado. As no*as fronteirns
as nos
leiiieule. Nem mes
igrade
qii.uido. querendo o
o ao Para' s achou
lerin
,., :..."'. "'"s nnune'm 'I'1'' M ""- q' estad,, do exereito ha n s melhor
paniia, em Saragoea, as iropasde Dona Isabel II, poia a .lleiiran de S Exc. ni
a|.oderara.i. da prara, o que o ultimo ponto OCcapa- : nos.i eiercilo, e para a nect
do pela ui.urreica... estando em poder do governo, loma-la resular.
comer a lira da pacificado, Sea5 tmmMu irovmci:
C. M. pagarem a cornos noliciaes. a
iiTSa.
augmenln de despeza, pouco ser, pois teucioiia\a
ser o mais econmico possivel.
> Sr. I), .\ianocl nao vola pela forra pedida, nao
porque nao confieoo Sr. illlin Iro : t,o,i>orque esta-
mos a bracos c.....nm dficit lalvez de i,00O:(HKtVHH)
e por eamequencii o pail nao pode com as despeza-
a iranquillidade in- librenles a exi-ienria de um exerriln numeroso,
r.ivel ; e nao se po- sobrnudu quando estamos em plena paz 2., porque
poni em o proprio Sr. minlslro musir no >eu relalorio a im-
pos-ibiliilade de completar a forra decretada ; e co-
mo he amigo d?S. \L\r. nao quer ilar-lhe urna f r;a que nXo podar realisar, anda mesmo que nao
atienda aos malea que o recrul-menlo causa e ;i ne-
ce-sidadc do nao -ggravar e-ses males depois da ca-
lamina le por qje o paiz acaba de pasear*
Fas porque nao da a forca pedida, apezar de ler a
maior confianza no Sr. min'lro da suerra.
tiiiaiitn ao rerriilamento, vai dar a razAo porque,
em um aparle, dis^e qoe o enverno nao linha urna
nova le de recrulameiito porque nao quera.
Enlre miiitos projeclosque a este respeiloexislom
na cmara dos deputados, nolain-se dous que po-
diam servir de base para lima le, sean perfeila
sas questes o inostrain evidei
mo podemos ter cerleza de qui
lerna premaue
de desojar que o exereito retr
que eslava uo anuo de IS:lli,
soverno mandar una expedlc*
sei-s bouieiis
Com a entrada do nnbre ma quez para o
garalmente se icm nu
nio Icem nieos de
pagarem a corpos policiae*, a conseqiienc.i lie que
levem ser habilitadas para orenrrer a essa necessi-
miius-
ndo a esperaura de
ar ; rliaina
lira a orgaiiisarao do
neces idade de altera-la e
RIO HE JANEIRO.
SEWDO.
SESSAO DO DA i DE JVI.HO DE 1856.
Manuel Ignacio Cacalnmli dr
PreMdenca do Sr.
Lacerda.
A's II horas da inanhaa estando
Srs. senadores, abre-se a sessao e
da .i ii ion ni.
O Sr. primeiro secretario da' conla do scguinlr
expediente :
l.m ollicio do Sr. ministro do imperio, remetien-
do os aulhu-traplios saucrionadns das resoluces que
approvam as panadea concedida a 1). Anua Itufma
de Souza Franco Correa ; viuva e lilhos do Dr.
Cypriauo Barbosa Belamio, e a D. Francisca Li-
bante Vieira de Carvalho. Fica o senado inleirado e
msnda-se participar a' cmara dos deputados.
L'm reqiieruneulu de algumas pessoas estabeleci-
das nesta corle com ollirinas de ferreiro e serralhei-
ro, pedndo a revogarao da postura da cmara nm-
nipsl, que prohibe as ditas olliciuas. A' i-uiiinn--.ii
a que esla' altelo esle negocie.
Oulro do ofical da secretaria dcsla augu>la ca-
dade. Has conservar os corno lims he con-a que
n;lo pode ser admitila ; e dar a S. Exc. quaes-
quer medidas precisas para acabar eom semeliiaule
mal.
<> Sr. Marque: de Guias
nao lem i|ii i-i que responder
ministro da guerra
ao nobre senador,
pota que em seu relalorio olTer ceu as eonsideracoet
que Ihe foram sngaerdas jicla
peilo da oruanisarao dos corpos
ilelles siiu ri>i l.im.iilns nas provi ici
lintei
dos
preseulcs .111 |)eln de ni,,,,,.,,,,.,,,. 0i B
ipprova-se a acia Ifleillo, ,, omadffl, ,,,,,.
| de polica ; mas ve-se nlirigadul
experiencia a res-
lisos e servidos que
Nao he tara-
dos deslaca-
siibdelegados
a tolerar ludo isto
do piiz assim o exigem
de aproveilar-se das
que para isso se
poique as c-nriimstaiicas
por cmqiiaulo
Todava nao perder occasian
relleies do nobre senador, lo;
oIitit i ensejo favoravel.
O Sr. i-itconde le .HbuquerAue deseja que o l-
vrem de um grande pesadelo |ae o opprime :o
delct.Esla' convencido que nao ha diuheiro para
as despezas que se volara, e qud cumpre examinar
bem qnaes as redueles que lie possivel fazer oes-
sas despezas ; mas nu lerteiro rhez ds irsjllu anda
nao vio que mnsuem cuidaste liesle nico meio de
evitar, ou minorar n delicil : pelo contrario, al
boje anda nao se fotn urna leilque nao (raga aua-
menlo de despeza. Isto faz crerlque o mal lie tama-
mara Manuel .Mara Nabuco de Araujo, pedndo se nho que inuil'os acbam o ielho^remedio' iii'i'nco-
lie conceda nina tralihcacao pelo augmento de i herencia ; mas nao pode conformar-se com seme-
Iraballio que lem lulo ueste auno.A' commis-ao "
da mesa.
I liante modo de pensar.
Ja anteriormente declarnu que era da primeira
nocessidade fazer reilncres ees despezas das repar-
liCes da guerra e niarinha. que quasi consumiam
meladeda nossa renda publica.
Pelo que respaila a marinha perfunctoriamente
ajiprovadas na seguuda dis- emillio a sua opiniao na discussao da respecli-
va fixacao de torcas. Nao insisti, posto que mui-
U .Sr. houza /-raneo deseja que se nao confunda I lo tive.se que di/.er, porque nao dispula a pasta a
oppoaiijBo que tem feilo s auliinsacoes quede ningiiem. Cala um enlerra sea pai como
OKDEM DO DIA.
Continua a lerceira disensao, adiada na ultima
ses-ao, da propii-la do poder execulivo filando as
forras de mar para o anuo lioanceiro de Itti" a
18t>, com as emenda
cussao.
O
a o.
legain ao governo nilr'huc,ies legislativas com a
coucessao da forra neoessaria para u serviro publi-
co, que nunca negara*.
Nunca opinan que nao liaveria em que empresar
os nossos navios de guerra, senfio fos*em applica-
dos a vigiar pela exiiliccao do Iralico. O que di-se
foi em relacfro a' quaiiilade de navios que temos, c
que nao permille que se preslem sanie ao serviro
de cruzeiros. Com elleito e nao possuimos seno
um ou oulro navio capaz de fazer viagens de longo
curso, porque se nio ha de empregar os rstanles no
cruzeiro, proporciooau lo-se sempre assim aos o-
ficiaes c mais pravas da arinaila algum meio de a-
destrarein-se melhor do que se nao sahircm dos par-
lo- ? Acresce que esla mesma ponderarao faz ver
a desueces-idade de onerar o E-lado rom novas des-
pezas, como acouteccria se os cruzeiros para a re-
prsalo do Iralico fossem poslos a cargo de oulro mi-
nisterio.
ola que o Sr. ministro procuran defender a re-
forma da contadura da marinha eom o exemplo do
que se toz no Ihesouro ; mas semeliiaule defeza nao beata case o Sr. ministro da^jusT.ga fse est' m har-
serve senao para mais conipromellcr o seu actu. A | monia crnii o Sr. ministro da eue re, ou se quer vi-
reforma do Ihesouro ja esta reconhecida como rulo ver a costa deS. Exc. isto se eni ende qoe o serviro
lendo sido a melhor, s breludo por Irazer augmento | que compre que e.leja a cargo di s guardas de ius-
de grande numero de empreg idos e excessivo acres- lica deve continuar a pesar sobr i o exereito'
cuno de despeza. Mas anda assim. al cerlo poni, Pelo que v. parece que o Sr. ninislr da' iastira
esses dcfoilos podiam ser relevados na reforma do qu.r o exereito a sua disposico, al para nome.ir
esouro dava-se novo .xsieina ao servi5 e nao se delegados e subdelegados us ollir-iaes commandan-
i pode. Pela
sua parle coii(enta-se em advenir o senado e o paiz
quanto aos males que se anlolham.
Olanlo a repartirlo da guerra, se algum minis-
tro ja Ihe merecen um voto de coaliaura, he o ac-
tual Sr. ministro dessa repartirn pelo seu procedi-
menlo acertado.
O relalorio de S. Exc. lie nm verdadeiro relalo-
rio de minislro : reconhece-o, embora nao aceite
todas as opinies rtc S. Exc. Mas desconlia que
cada um dos Sn. ministros martha isoladameutc ;
qoe inln comliiuarim a respeilo sjc seus relalorios,
e que nem o Sr. minislro da guerra leve conheci-
menlo dos relalorios de seus collegas, nem os oolros
Srs. ministros souberain do relatarlo de S. Exc.se
nao depois dc apresentado. Al esle respeilo nao
din mais.
Kespondendn ao nobre senador pela Babia, die
o Sr. minislro, a respeilo do eslado dos corpos li-
X"s: i lenho pena de que assiiq seja ; nao he por
meii goslo ; mas as neccssidadels publicas assim o
permitiera, n O orador qnizeri saber o que faz
poderla calcular com precisan quaesos elementos n-
dispensaveis para que efee serviro fosse bem feilo ;
mas a mesma desculpa nao podo ser invocada em
favor da reforma da conladoria de marinha.
.V falta de lixarao do numero de empregados ao
e pode explicar seuao com vistas de augmento ; por
que, rmbura determinado esse tiiimern, se no futu-
ro se couhecesse que era excessivo, o remedio esla-
va nas mSos do governo : era n.io prover os empre-
gos que fossem vacando, al reduzir o pessoal da
eparticao aos precisos termas. Mas o Sr. ministro,
poslo que com a reforma alevasM a qonsi o, duplo a
lespeza que se fazia com a conladoria, anula quiz
licar com poderes para o maior augmento de des-
peza, qual o que deve resullar da existencia de mais
empregados. Nao duvida das boas inlencoes deS.
Exc., mas receta que nao lenha forra bastante para
resistir aos empentios pela accommodarao de algutis
alilliados, vislo como esla o nobre minislro auluri-
sadj para nomcar quantos cmpiegados julgar pre-
cisos.
Al agora a despera animal eom a conladoria nao
cxreilia a -J conlos de res : pela reforma feila pe-
lo Sr. ministro a despeza subi a conloa de res.
Eis. em ultima anah.e, no que vera parar as au-
lonsacfles dada ao governo : augmento de pessoal
e de despeza. He sempre assim.
Quanlo a' reforma do corpa de saude, anda o Sr.
minislro nao deu a conliecer a sua opiniao : e o ora-
dor quizera saber se S. Exc. tenciona fazer algumn
cousa de novo, ou tencin simplesmenle restabe-
leccr o grande quadro do corno de saude, que (o
dccreUdo em IsW.
Aclio digno de exme o que se passa no arsenal
de marinha da curie : as obras esliio paradas e man-
dam-se apromptar lora as precisa", entretanto que o
grande pessoal he consrvale ; do que resulta que ha
duplicada de despeza.
Em cooclusao declara que na poca em que o mi-
nisterio da lazenda procura diminuir as despezas e
augmentar a renda a todo cusi, al enm violencias,
como se est pralicando n alfamlega, no lanramenlo
da decima uibaa e imposto sobre lojan ; na poca
em que o dficit he resl e excessivo, nao pode de
maneira alguma volar por autorisaees que, quaudo
mais nao fosse, tem de augmentar mudo a despeza
publica.
O Sr. Il'andtrlttj [ministro da marinha', poslo
que lodo queslao relativa a reorganisacao da coota-
doria da marinha devesse antes ser reservada para
a discussao do orramonto, todava observara' que
nao houve o grande augmento de despeza nem de
empregados, o que nobre senador ligorou.
Nao basta dizer que os ordenados furam augmenta-
dos ; he miiter examinar se o forao na proporc,ao do
accrescimo de servco exigido dos empregados. Todos
reronheci.im quanto eram mesquinhos os ordenados
daquella repartijao, e mesmo inelhorados como fo-
ram, ainda mal poderam chegar para sabsislencia
dos empregados.
Sr. Sot/;a/-"raneo:Diminuisse o numero dos em-
pregados e pagasse melhor.
O Sr. Wanderleij pondera que nao era possivel
fazer essa diminuirlo. O numero de empregados
ja era insuflirieule para o serviro que eslava a car-
ies los destacamentos.
Pudo vai assim, e depnis o Sr.
presidente do con-
Admira qoo isto se
nacional, que esta'
seibo diz que as propostas de gorerno nao sao dis-
cutidas, nao4eem andamento. .
diga a face de urna represenla^ao
sempre na diligencia de conbecej- quanlo quer o go-
verno Isto se diz. quanuVi he certo fe com raiao!
qoe os Srs. presidentes das cmaras nao marcara a
nrdeni do dia sean de accordo com os Srs. mi-
nistros !
Para conliecer que o governo lera ludo quanto
quer, o assim qoe quer, basta reQordar oque se paa-
sou com a reforma da le eleiljoral. Se quesles
dessa ordem estilo a discrii.ao do Igoverno, como nao
asilo as conveniencias do paiz e a{< mais medidas que
este reclama ? Se as cmaras najo maccham corri
devem marchar, he porque o governo nao sabe ou
nao quer dirigi-las. porque ellas estao a sua dispo-
sico.
Soltando a qaestlo, observa
quer nina liacim de forra, se na
que o Sr. ministro
igual, ao menos
ica
rcilo, se o Sr. mi-
rao :
quasiguala que livcmos em le ipo de guerra, pos-
lo que estamos ero plena paz
Acredita que era misler diminu .
cnses lnanceiras ameacam a par ilisarSo d'a marcha
ordinaria da admimslracao publ
Era fcil reduzir a forca do ex
nistro da justirja tiatasse de org nisar as guardas de
jostica. Mas ou uao ha uada a lal respeilo, ou o
que lia he mo.
Na corte ha um torpe de polica orgaoisado mais
para as graodes paradas do que para o lira a que
he destinado ; e fazendo uina ttospeza lal que, se
fosse melhor empregada, podia|iervir para pagar o
duplo, se nao o triplo de guardas de juslija
Mas nao se cada de eslabelecer as guardas de
juslira, e pedern-se Corpus do ercito para fazer a
polica. Se o Sr. minislro da guerra se negasse a
essas exigencias, smenle loleraveis nas grandes cri-
ses ;se declarasse positivamente que a tropa de li-
nha se nao da' semelhante destino, sem acabar com
a economa e disciplina do exereito, de cerlo con-
seguira acabar com nm eslado ]de cousas 13o ano-
molo c prejudicial.
Nao az <>i

rouliava mudo uellc ; vola niesiim pela forja que
S. Exc. pede, cerlo de que nao se ha de esquecer do
que o paiz tem direito de esperar de S. Exc.
Antes de courluir observara' que o Sr. presiden-
Segunda parte.
Orramenlo do imperio.
O Sr. Dulrj Hacha presta seu voto de adhealo
ao minislro do imperio, e diz que a polilica de con-
ciliac.lo, que foi inaugurada pelo uabinele, quainlii
subiu ao poder, continua a merecer o seu voto de
apprnvar.lo.
Isto porem nao inhibe que o orador faja algumas
considerarles, e defina sna posicjlo para com o mes-
mo governo em oulros sentidos.
Se algumas veres volara contra medidas que o
go\ernn tem julgadu necessarias, be porque deseja
estar sempre bem com a sua roiiscieucia. Votara,
por inora; a. contra a lei elciloral, porque entendeu
que ella mo ollereria as necessarias garantas a li-
berdade do vnlu ; e purque amigo das incompatibi-
lidades, nao as poda querer* pelo modo porque fo-
ram decretada, vislo como nao podem produzir
iienbum dos effeltos desojados. E, pois. imperfeiU
a le, e deixando sempre iberias as portas a ludos
os abusos, nao poda ella merecer o seu vol.
Mas boje, que estamos sol o dominio dessa lei,
peitemo-la
-- ,------.w,, .-..-ri,.v.v-,f, porem resii"iie-a tambero o governo.
por ser ,,r, !,,,, a0 lneos mullo melhor do que c faca arredilar ao paiz a sua boa le, quandu ini-
,1 que tomos; refere-se aos projectos organ.sados, um I ciou a reforma cleiloral.
pelos Srs. generaes Jeronx mo Coellio e Santos Bar- | (lual he a interferencia, que pretende ler o gover-
e o, a ..utro pelo Sr. depulad. Joto Antonio de Mi- no na eleir.lo:' Diz o Sr nrioliTr. in"|L^i"
a Sr ir.?"["i"?"1 ,s,rodau"""eei.iao, pressando o pensamento do governo, quL elle nao
N," "Vi, rl, i"' o. ,er* "a *'lei,:a" um '"('rferencia indebita :-o que
No seu relalorio tambera o Sr. m,.,|ro da guerra quer dizer que debita ser essa interferencia
StalS'V '.Hl ""'a"0- "' ^ "'" Pr-' ,!"r"n Me significa in.erferenciadeb '''''
i l'""'"lb.em di*cuss,,o, he porque o. e qualquer significara,, que se queira dar i es. i-
ra. ?,! i; qUe. :, "'", I'"" PU,r,|"e T ,,U" re- "r. So pode nunca significar a liberd de
gras. o deseja arbitrio. (I que admira he que lam- I do voto.
bem nao pedisse auluri-arfto para reformar a lei de
rcerulamento
porque
guarda
O governo tem ludo quanlo deseja; e se est pa-
rada alguua de sua.- propostas, como a da reforma
judiciaria, he porque recuou ; condemnou-a a ser
devorada pelas Iraras nas pastas das commisses, e
so licar subsislindu como um triste documento para
a hisloria.
Concliiiiidu, repele que uio vola pela forca pedida
porque o paiz ntlo esla em circumstancias "de fazer
essa despeza.
Q Sr. Souza Franco declara que se alloma cou-
sa poderla faz-lo volar por ama fuaro de forja
ronsderavel, era a conveniencia de dispensar do ser-
vic,o a guarda nacional ; todava nAo concorda com
a opiniao do nobre senador que declareu estar
promplo para conceder30,000 homens : l., porque
nao ha meios de pagar m exereito tan eonsideravel
em retarlo a- rrcomslancias do paiz ; -i.o
nem assim esta' convencido que doixaria i
nacional rtc ser chama la a servir.
Acredita que nao he satisfactoria o estado do ex-
ereito, lano assim que o Sr. ministro pedio e oble-
ve autonsac,ao para reformar Indo os ramos da sua
administraran ; o que demonstra que ludo quanlo se
lun feilo nos ltimos annos tem sido pessirao, e os
respectivos gastos em pora perda.
Entretanto, houve auno ( o de 1851 a 1852) em
que o exereito gastn Ki.OOO.-OOOJsOlK), islo he. qaasi
melada da nossa renda publica. Agora mesmo cusa
o exereito IO,000:OOOSOOO, e com as reformas mais
(oslara. Nao volara' pois pelas aulonsares, poslo
que confie no Sr. ministro, porque nilu t'em cerleza
de que S. Exc. seja quem as ponha em pratica.
Enlende que um exereito de 12 a 11 mil pracas,
bem organisado e bem pago, seria sullicienle para as
uossas circumstancias. Mas a orgauisarao do uosso
exercilo.he lal que, apezar de Ierran. 18 mil hmeos,
ainda a guarda nacional he chamada a servido !
O nobre orador faz anda outras observac,oe* em
que nao o podemos acompanliar, e termina obser-
vando que nao Ihe parece regular incluirle na lei
a clausula de que a organisacao dos corpos nao pode-
ra ser alterada : a' assemblea geral s compele litar
a forca; ludo qu e distribuidlo pertence ao poder execulivo.
Nao vota pela forja .pedida, porque he superior
aos meios de que o paiz pode dispor ; nao vola pelas
aulorisacfles, porque hao de redundar em augmeulo
de despeza, que as circumstancias nao admitan).
Verifica-se no haver caso, c fica adiada a discus-
sao. O Sr. presidente da' para ordem do dia a con-
tinuarao da discussao adiada, e o rcslo da malcra
dada.
I.e,aii(ae a sesslo as 2 horas e ora quarto.
CMARA DOS SRS. DEPITADOS.
SESSAO EM DE JLLHO DE 1856.
Presidencia do Sr. vizconde dc llaependg.
Abrio-se a semlu a hora do coslume.
I.'da e approvada a acia da aulecedeote, o
primeiro secretario da' conla do secuinte expediente:
Uous ollicios do Sr. f.s secretario do senado, par-
ticipando, no primeiro, haver o senado dirigido a'
sancrao imperial a resolurao que approva as pensiles
concedidas a' viuva e lilhos do capitao do corpo de
polica da provincia da Babia. Francisco Joaquim
da Silveira, ea D. Hara Amalia dos Santos, viuva
do alteres do corpo policial da provincia de S. Pedro
do Kio (.raudo do Sul; no segundo, ter sido a-
doptada que vai subir a' sanejao imperial, a reso-
lurao que approva a pnalo concedida a/a lili.as do
lallecido marcchal do exereito, viscondede Mago. -
Inleirada.
Um requerimenw do administrador e mais em-
pregados do coireio da provincia de S. Pedro do Sul
pedndo angintulo de seus ordenados. A' coin-
raissao do pensoes e ordenados.
Ooiro de diversos olciaes de ferreiro e serralhei-
ro, pedndo a revogarao da poslura da cmara mu-
nicipal, que Ihes prohibe o poderem 1er suas ofiic-
nas na cidade. A' comraissAo de cmara muoi-
cipaes.
PARECERES.
i sao lidos e jolgados objeclos de deliberajao, e vao
a imprimir para entrar na ordem dos Iralialhos, as
resolures segninlescom que coucluem seus parece-
res diversas commissoes.
Da cniniiiis-a'i de fazenda.
A assemblea geral legislativa resolve :
a Arl. I. Fica aulorisada a contraria de Nossa
Senhora de Cuadelupe, erecta na cidade de Oliuda,
provincia de Peroambuco, para possuir em beos de
raiz, que Ihe fossem doados ou legados, ou em p-
lices da divida publica, al a quantia de 10,0009000
rs. dispensadas para esle fin as leis do raorlisarao.
'" Art. 2. Ficam revogsdas ai leis edisposicoes em
conlrarro.
Paco da ramara em :l de julho de 1856. C.
de Campos, llenriques, Paula e Santos. <
Da commissao de commercio, iudaslria e arles :
A assemblea geral legislativa resolve :
Arl. 1. Fica approvado o subsidio addirional de
O orador passa a fazer algumas considerarles a
respeilo da colunisac/io, c a mostrar os solfrimentos
da lavoura por falla della, solTrimenloi nimiamen-
te aggravados pela invasao do rholea, que dizimou
urna grande parle dos bracos com que ella contava,
para esperar o desenvolvimeulo da colooisacao eu-
ropea.
Unan.lo o estado da nossa lavoura ja he demasia-
damente mao, quer o governo sobrecarregar dc im-
poslos us gneros dc exportaran.
O orador declara, que nao volar por (al me-
dida.
Tocando de leve sobre a execujan da lei agra-
ria, promelte ao governo coadjuva-lo com todas as
suas forras, para que ua sua provincia, onde diri-
ge a repartirn das Ierras, a lei possa ler urna promp-
t execujAo, quereDdo o mesmo governo, que os
Iralialhos Iprogndam, e armando-o' dos necessarios
meios de acrao.
O nobre depulado, fallando .la inslrorcao publi-
ca,Ijulsa necessariu declarar, que oseo eslado no
paiz nAo he Uo pouco lsongeiro, como se lem al-
gura lo a cerlos deputados.
NAo julga acerlado o augmento do numero das
Academias ; por isso que reconhece, qoe nao sera
conveniente, que lodos os Brasilciros sedediquem i
carreira das lellras, e depois os que enlendem que
laes Academias devem ser creadas, ao os proprios
que recouhecera, que a populacAo dc nossas Acade-
mias .imita nSo corresponde an'desidcralum.
Passando o orator a fallar da saude publica,
inlerpclla o presidente da junta de hygiene e ao
mesmo governo acerca de um ponto imporlan-
Iissimo.
Ja se acertou com o remedio para eomunler essa
terrlvel epidemia que assolou a nossa popularan ".'
(luaes sao os irabalhos existentes a respeilo desla
materia '.'
Ja se assenlon na conveniencia ou desconvenien-
cia ilasqiureiilena. e cordes sanitarios '.
dorador julga prudeule fazer laes pergunlas, por
isso que o Sr. primeiro secretario em urna occasmo
.loriaron, que era mullo natural que o cholera po-
desse reapparecer, porque em oulros paizes assim
lem acontecido.
Antes de concluir o seo discurso, o nobre mem-
bro defende as autoridades judiciarias de Santo Ama-
ro, que foram aecusadas de haverem abandonado
o seu poslo no momento em que a populacao era
llagellada.
O juiz de direilo daquells comarca, Dr. Antonio
(.encalves Uarlins, e o Dr. Daulas, juiz de orphAos.
liveram em lAo criticas circumslancias o mais heroi-
co proced ment.
O orador conclue o seu discurso dizendo, que nao
se oceupa de oulros pontos da administraran publi-
ca da provincia da Baha, por isso que nao quer pas-
sar por .\bissinio, apedrejando o sol em seu ocaso,
e pois que acaba de ser nomeado para a administra-
Lu i rSua Provj"c" >r. Cansansao, espera que
elle all fara apparecer urna nova era de progresso
e de juslira, mas nAo a Soca era do Jornal do Com-
mercio, que o prupriu Sr. minislro do imperio he o
primeiro a condemnar.
O Sr. I). Francisco comer o seu discorso pelas
propnas palavras com que o precedente orador con-
clua o seu discurso. Enlende o orador, que o Sr.
niuistro do imperio respondeudo s iulerpellares
Sr. Zacaras, fez de eitonissa. deu uina raspala
de Nossa Senhora do Bnm-Conselho, foram elcilus
adjonctos o Sr. Jlo Francisco de Honra Magalhles,
pelo ., anuo ; u Sr. Fl,.,cisco Ferreira Con
lo t; o Sr. Salvador Vicente
o Sr. Carlos Sperid
0 S;J^|????j!r*.p.,,lB Ara'ujo'oea peto 1
auiiuiiciar que i
ilistacloriaineule
Ja que loquei nesta r,pecit, p,rie qu, ,^ j.
denc. quer, qoe sen, demora se pree.icha o UM
la, pe- occas.nnado por ese llagell.r,p,oduiudou povo.co-
Sapucaia, pelo ; mo os IttMlflM : antes .lo cholera quaiid.. e, %,,.,,
de .Mello Mallos, pelo i- ; e aUun homcin. no mulher. deuav. n .1,''""*""
de Araujo Gees pelo 1. : ..... anuo para segunda ve, e ,' P "'? TT
car que essa com- as.im, esl todo a cazar-,,. .Sf lp.* *
que .. parodio nos domingos e dias sanie* da-se ira
lus para pruclamar u.n enxame exUaerdinari rte
preen lentes.
Esla aprnximando-se o dia das eleief.se maniripae.
e os influentes de ambos os lados poltico* n,Jr
Ir'ora punham ero campo os seas esquadrne*
Bsalo i preeiichenil---------.acoria.neiite o ,en l,m, que .. parucl.o nos domingo, a.
e que Indos esses senliores forc m.-se o mais pos- ; los para proclamar um---------' TeTTlI
s.vel por obler urna cifra axui,a,la na subscrip- pretemlenles. traecd.nar
Jio que agcnciam, contando ja os Srs. tairta e Spe-
ridiao, para mais de cera mil reis.
Isto feilo, nlo ha duvida que no ,|,a s elTectaarao .,
os .s,s. acadmicos a sua proc.ssao eom i0da pompa do o menor signal de vida e interee, SZT'JP
e eiiihus.asn.o, dexendo ser mullo concorrida; bri- e se continuar ess, indifferenlsmo loa,.-! iu#'
llianle per mus anjos ambulanles e perenne,: pela ra ser. expressao da urna, e nao da iMfthL
preseuc.i das aulondades, povo, msica, irinaiidades, cumbateule>. "
(ropa e ludo, que pode colicorrer para se r,_ | n proco,.., da qualific.cAo vai indo reautormeni,
dor. Cremos que o culto da Virgen! do Boro-Cou- Ainda uao sal.emas se a uossa comarca lormar, c.r
seibo, criara profundas raizes nos coraroes pia.uen- | rulo por si ., ou com algum adminicula c-.,"
le cenes desses juvens n-ancebos, e que, sem d- |,e que ..elle qualquer arr.barAo n.lo se aninhs. a ...
vida alguma, a eminente prolecrao da \ irgem e lamos di,po,is a cerrar uo.sos uvidos aos canarios
- do Cco, aliara incessanle sobre elles alian de qoe tcalas boa, escolhas.
Ha punco houve aqu a primeira sessao do jurv qoe
de rshaiija- Iralalhnu bem. Il.iuveram sele condeaneeo em
Raiiiha
l roen
A proposito.Ouund.i o espirito
padre Cuv-
Ae
harmona enlre os membios, que accordes, aspirara Advogaiam a causa dos ini.orciilos o Dr l.ln
v-la sempre assim. Francisco Teixeira. conego bacharel, e
lie incnvel ajuizar-se ato que ponto chega a deiro, todos fizeram bem o sen papel
curiosulade em cerlas senhoras. Coolararn-nos urna Dr. Arislides. promotor da comarca,
ancdota, que a damos como licjilo. Na jm/.o civil lem bavido mailo a fazer randr
l.ma mulher, que tem marido e lilhos, e conse- numero de invenanos lem bavido, e os emm-ecarlm
guinlemsnte o que (azer noque oceupar-se, leva a do loro feilo a sua satra. (I escrivio MalhiaJ^Z-
maior parle do dis de alalaia a porta. Passa o como peixe ns agua, ja engeila casamento,. -..^L
motoqne e leva algum embrulho ou cesta, ele, per- antes tora tantas vezea enjeilado ; porem veia *l7Z
guula-lhe enconlinenle. correicio Nao Ihe sauceda .. que soflreu n'oul
--Ira c-
r i-i. o :. o >anlo- esla a testa, e nio os poapa.
lia pouco ia apparecendo uina adiada, qaa liaha
de eslrondar : nm coherdeiro inlenlou denunciar de
cerlo e-rrvao por ter arranjado um testamente, que
nao exprimn a ultima vonlade da testadora, prtindt-
cando aos herdeiros em beuelreio de seu mando -
he neo lie bonito? Viz.la multo rinda'"! (Joando mas elle soube apadrinhar-se. fszendo ora qunaL
casa Onde vai morar-.' Quera ,3o os padrinhos do viesse a juizo a qu.ixa. que a elTecIa.r-se .fia ferlr
O que levas ahi, moleque, deixa ver
Se passa algum menino ou menina, para a escola,
ei-la ainda:
o Sinliazinha, seu pai briga com maraai'.'
Se passa a qu.landeira..
Fia, soa sinba-moca esla para casar'.' O noivo
meniniuho de sinha-moja
Se passa algumcaraaleau eleclricosalta ella
mnilo ancha.
o Muilo boas tantos....
Se passa alguma familia e vai nella alguma meni-
'l'i-n.i. q
mais alguem, e iris ale
aseos Appareceu a
cou.
se ira rerir
>olile tamgert CkrMnt
densa da paz, ludo salla l-
As feiras lem sido coocorridas. e ahuadasiio de
xiveres, conservando estes nindiros preen*. A safra
na interessanle, mais bemcoquellczinha,e que do algodAo. o r.mn mais forlc da comarca ser.'a
a maledicencia nAo quer poupar, diz logo ella para melade do que promettia em rszo dos fas-i- r.
um,, ramarada de junto. rACues, ,' ..ouierani. queir. ZL7Z mV
o Como va. aqu.llo, gentes!.... Vede que andar, r.les. -
Fulana .' He porque n.io lie mi.iha filha.... |" E.n Pesqucira nao ha novidade. econstanaa o miz
Se passa o inspector do lugar, diz logo. anda por fora da villa aos inventario-. ^ J
Nada mais por agora.
7em.)
i Boas (ardes. Sr. inspector, cnlAo quando he os
volos ?
Se passa o padre, ella au se esquece de curnpri-
m Viva,'Sr. reverendo... COMARCA 1)0 BONITO.
E essa mulher, que em abono da verdade, he ho- Caroar i de agosto,
nesta, assim passa um dia inleiro janella para- ... VIII.
mentada,lararoellandocom urna viztnha, ao pas- ""''"-me esquecido de Iralar do inveuUriesqeai
so qoe brincam Bateada daas lindas enancas nua, I nor 1"' se fzem e para remediar essa falta, hoja
inmundas, utientes, e voladas a um futuro mize- i occuuar-me-hei com elle,
ravel, porque a mai ss> cuida de esfregar as maos, !Na dmira a celeri-lade com que se tazesa |B-
os deoles, bruir o cabello e aperlar a cintara, em- ^"(""us por aqu, pois islo he velho, o que aoasi-
bora os dous lindos meninos jazam volados a urna ra P"re'n he que oao hoja um inventario, por Me-
nor que seja a somma do, lien- < partilhar, que uan
tenha cesionarios, e estes augmentam na propvrcaSo
do numero de escravos que potsoia aquella, cejes
bem tem .le passar i eulra in.ios.
O escndalo chega a poni de veinlcrom, os laes
r..--lunario-, os escravos quo Ihe tocaran anta* de
cerla e indubilavel estupidez; porqnaulo o marido
ho um ente passivo nessa casa ; Irabalha para a mu-
lher, purque ludo quanlo ganda he pouco para ella
e seus caprichos!
Esla historia esla no dominio do publico.
O espectculo em beneficio de mademoisellc
Josephina, esleve completo. A concorrencia im- J"1-'1* Pnr senlenca a pardilla, qne lalvez as
dadas nas leis de fixacao de forjas navaes e de tr-
ra. nanlo as que constara da lei que discute nAo
duvida vular por rauilas ; mas. com a condicao de
nao haver exresso de despeza. i
E como nAo deseja fallar mo tas vezes, desde ja
locara' em ara objeclo que he. relativo ao art. 2-
O Sr. ministril concorda no sien relalorio com os
que sin de opiniao que he pe.-imo o sxstema de re-
crulamciilo ; mas porque nAo rirocura meltiora-lo '.'
Se o nobre minislro livrasse o (aiz dos grandes ve-
xaraes da carada de homens, nlo Ihe podia prestar
maior servico.
Me verdade que S. Eic. ncljna-se para o syslema
da eunseripefo, o orador a quler na marinha, mas
------------, .. ,,.,, ....... ,,,,i|. ., miiID
loucedo primeiro czar reformador qoe quzer meller
maos i obra, achara' o que lazer; a Ierra tem sede de
liberdade, a liberdade s pode solicitar tantos ger-
mens comprimidos, (luando esle orvalho hemfoitor
cahir sobre o magnifico solo, ver-se-ha de qne be
capazo povo russo, IAo forle. IAo paciente, IAo resig-
nado: Se o imperador Alexandre se lomar esle re-
ormadorjjjsawvolos, as svmpalhias do Occidente o
acumpanlisrlo.
Fora da poltica ofiicial os principes da casa real
de Bcurbon da l'raura anda occoparara urna vez a
alienlo publica ; a carta do conde de Paris, qne
lera (eilo (aD(a bulla, est alinal conhec.da in ex-
lt-N*o;dizem usque he aullienlica.oulros repulam na
apocrvpha : seja como for, vamos Iranscrevc-la. Este
pniicipe, que he um menino e um exilado, lera nia-
ravilha.omenle comprehendido que mentira seria
esla fosao, esla combinar.., de que Cuizot be o
orgno principal, e pretenda unir em uina mesma
causa o ramo mais moro e o ramo mais velho, e fa-
zer do conde deChamborl um pai adoptivo do .on-
de de I ans, para o da em que se houver reconquis-
tado a curoa de Franca.
De lodas as especie's do ligas, as fosiies dx uaslicas
sao as mais immnraes: a Lisio he o equecinieiilo dos
priucipios. O partido leeilimi-la perdera o seu ul-
limo prestigio, partido Orleanisla nao ganbara
nada absolutamente. Com elfeilo, o que he elle !,
Nascid.i de urna revotuclo.tombera nao foi repellido
por urna revnlnrlo. Assim, o conde de Pars, quer
lenha ou nao ronscieiicia du que di/, esta perfeita-
menle na verdade quando declara nao dever aceilaj
nunca a fuso. Eis-aqui a caria :
Meu charo Sr. Kogier conde Kogier do Norte',
agradero-lhe a caria que me escreveu : vim aqui pa-
ra ver a minba ave, e me julgn feliz por eucoulra-la
com perfeila saude. Meu lio Nemours convidou-me
para ir fazer urna vizila a FrorshdorO, reependi-lbe
que tal nao era a miuha nilenca que cu agradeca
a minha mai o ler ale boje preservado a minha iu-
leira bberdade e nao me ler compromellidoeiii neii.
hnni dos pasMl que ^e han dado para operar o ac-
cordo enlre os dous ramos da nona familia. Ac-
rrescenti que pela minha parle querendo permanecer
helaos principios do Comportamenlo queme foram
piescriptos pelq testamento de meu pai, nunca me
separare, do grande partido liberal que em 1830 cba-
iioo meu ,-n.i ao governo constitucional da Franca.
Meu lio pergnnlnu-me se, no momelo em qne eu
altingisse a minha inaioridaile me propunlia fazer
urna declararan solemne e publica desles senlimenlos
respnndi-ihe que nao ludia semelhanle inteucjlo,
mas que com tudu pe.lia-lhe que comn.;..ca.se ao,
oulros rneus lias as nimbas di.-pnsnics, o que pela
inintia parle ii|e reservara a coininunica-las sem es-
irepilo aos nieiis amigos de Franca.
Aniiuneiam.nos que Tbieis parti sbitamente de
I ai is para Botellas com o dc-ignin de felicilar n du-
que dc O. leaos por causa desla caria do cunde ,lc
i ass, como d.lega-jelda secvi.. .inliluioni,la do par-
tido Urlc.iinsi.,, rerehen a lu,-.,,, ,|,. le-lrmunlur a
Liquen e Orleanj.que o. senlimentes roanifealados
por seu tiln, hilo psrfeiUineiile de acord com ns
inleresses dy.a.licos.que be do sen dever conservar,
? lito. Ih.ersldevc apraveit
go da conladoria antes da reforma, quanto mais i nAo no exereito. Na marinha a eonscripcAo reca-
depois desla, que unpuz a' reparlcao novos serv- he a snbie marinbeiros ; limiU-se a propria classe
*JJ a mesma prolissao ; o exercilo dbrange lodas as clas-
Juasi lodos os empregados da conladoria lnham I ses, lodas as industrias : a cousk he muito dillereu-
te. Mas, nao obstante esle desaccordo,
ha muilo lempo, muilo antes de o orador ser mi-
nistro, gratificaees pelo lomada de cantas fora das
lloras do serviro da repartirAo, e mesmo pela in-
sufficicncia dc seos vencimentos, as quaes importa-
vam em oilo a nove conlos de res por anuo. Todas
essas gralficares ce-arain, o serviro sii he feilo na
repartirAo, c augmenlaram-se as horas de Irabalho.
Ora, fazendo a conla
inclusive
depeza nAo loi de S3 por
Tambera o angmenlo rio pessoal nao foi grande.
Eram Iti empregados, e passaram a ser i. iiicluin-
do mais alsuns ronlinuos e praliranlcs
NAo
der cahalme.il
to imtiorlou o augmento
A respeilo do corpo de saude reporla-sc ao que
disse no sea relalorio, lano pelo que respeila ao
numero dos cirurgioes, como s gradnacocj que de-
vem ler.
Actualmente ha quarenla cirurgie. Tirados os
qne estn nos hospilaes, corpos de marinha, em ou-
lros serviros e dorules, nao chrgara os reslanles
para os que ha preciso ler embarcado*. O resulta-
do lie eslarem-'e chamando cirurgioes de commis-
sao.
Accresce que, do modo porque o corpo dc lauda
esl organisado, a falla de accesso em gradoares
le do conselho queixa-se da,cmaras, sem se lem- 1?'",*. annuafs' concedido pelo decreto n. 1762
biar dos feixes de aulorisaOesque aogoveruo foram rte'* de maio de 1856 a Jos Rodrigues Ferreira,
para navegaran por meio de barcos a vapor enlre es-
le porto e o de Santa Catharina, com escala pelos
prrtosintermediariosde libatuba, S. Sehaslilo, San-
ios, Iguape, Paranagua' e S. Francisco,
Art. Os barcos a vapor empregados ueste servi-
So lerAo, pelo menos, a vslocidade de sele milhas
por hora, ierran medio.
Arl.:). O servido do banco nacional com os es-
tabelecmenlos liliaes sera' feilo graluilamente, pelo
mesmo modo pelo qoe o lie o do Ihesouro publico.
" Art. t. FicAo para esle lira revogadas ele.
race da cmara ele. o
L-see approva-se o parecer da commissan de
consliiuicAo e poderes concedendo a licenra, pedida
pelo governo, para que n Sr. depulado j'oo Lilis
\ leira Cansansao de Sinimh va' lomar conla da
presidencia da Babia.
I'rojeclos e indicantes.
0 Sr. Fausto de .guiar en'via a' mesa a se-
grale reaoluco, qoe depois de lida a pedido de seu
autor, he remetlida a' commissao de marinha c
guerra :
1 A assemblea cern legislaliva resnlve :
n Arl. nico. A ultima parle da discussao do arl.
da lei de 38 de selembro dc IS.i.1 comprehende os
viuvase lilhos dos olliciaes e mais pravas do corpo
municipal permanente da corle, fallecidos anles da
dala de soa promulgarlo, achando-M nas circuras-
lancini por ella declaradas.
Par;o da cmara, em i de julho de 18i<. Faus-
to Augaslo de Aguiar.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Conliiiua a discussao do projeclo n. :IH desle an-
ulorisa o governo a mandar passar carta
. -----------------, pensa que
S. bxc. fana um grande serviijo ao Itrasil, empre-
gando seus esforros para que se acabasse com o re-
crolamento, e se procura>se oulro meio de sapprir
o exercilo.
I.miiin, volara' pelo que S. Exc. pedir, e s fara'
ndo a conla ao que cuslava a con.ador.a. I SSXEfTSSiSi +22* ***
linuar o serviro das guarniroes, licaremos sem um
exercilo regular.
O que deu lugar a creadlo de corpos fixos foi a
>2^mAr2&2t SLteafe^ra Has
da pulicia.
Ate cerlo ponfo parece que as assembleas provin-
ciacsnao leem procedido muito em regra ; mas os
relalorios dos Srs. ministros da marinha, guerra e
ju'lica. sao un rara.c- em declararem que as diflicul-
dades de uble gente para o exercilo, armada ou po-
lieia, por meio de recrulainento, sao geralmcnlesen-
lidas. O que cumpria pois era facilitar o recrota-
mento, m-ih i -aiuiu o syslema seguido.
He preciso procurar um meio de fazer a polica
nas provincial sem que soflra a disciplina e organiso-
cio do exerrilo. O aclo addicional dispiie que s
s compete lixara torca policial
- ---... -., m ... i ii ii. -- V... .i .au i nn. i .
acaba com o incentivo que poder.a chamar habis i iT"' "" '""""""''f5 """P"*
mdicos ao servir., da armada. ""'"'eram que podiam lambem legislar sobre re-
. ". .- I lIM I 1.1 .- .,___
\ queslao principal porem he a de numero.
Sobre o mais que o nobre senador disse. ja en.it-
lio a sua opinilo das anteriores vezes que falln ;
poilaulo nada ...ais accresccnta.
Discutida a materia, he approvada a proposia,
como passou na segunda d.scus-Ao, e renicllida a
emenda do senado a ri.mmissAu de redaccAo.
E-tando prcuenli; i. Sr. seuador minislro da curr -
ra, entra em primeira discussao, e passa sem dba-
le a segunda a proposia do poder execnli v. Otan-
do as forras de Ierra para .. auiin finanreiru de |8j7
a 1838, com as emendas approvadas pela cmara
dos depulados.
Entra logo em segunda discussao o arl. 1- da pro-
posta.
OSr, Ferra: observa que os corpas de soarni-
cao (na aehsm-se nas circumslancias das antigs
ordenanras. Pela dieseminacjio de
criilaineuto ; mas com razio dcci.lio-se que isso Ibes
era xedado ; e aulorisou-se o governo a dar recru-
las para os o rpos policiacs mas romo os ha dc dar
se OS nao lem para n exercilo 1 Toda a dillicoldade
pois csii e.n inelhorar o metbodo de recrular.
A cmara dos deputados clama conslaiilcmeiile
contra as conseqoencias do nosso pessirao svslema de
rcerulamento ; enlrelanli., ella que tcm|a'iiiiciativa
privativa nesla materia nada faz !
Quanlo forra pedida, n.lo si. concede, como vo-
lara al que fosee elevada a W,O0O homens, com-
anlo que a guarda nacional fosse totalmente senil
de serviro.
Na Brasil quem pode nao serve na guarda nario-
nal : o servir mi recabe sobre 0 desgranado operario
OU artista que precisa Irabalhar lodo o'.lia ale parle
da noile para galibar o pao quolidiaun. Fixe-sc
Inca de linha que se preste ao servico ellerliv
de naturalisarao de cidadao brasileiro a v
Irangeiros.
Sao apoiadas as segointes emendas.
Oo Sr. Wiikens de Mallos.
Faca-se igualmente extensivo ao subdito norlu-
gnez Jlo Licio Borralho.
Da commissao de|constituc.Ao.
A Ricardo Jos de Amorim Vianna, subdito
portuguez, residente na corle. .>
(>os Si. Lobato Jnior, Travassos e Araujo Urus-
que. '
-m aE i"^01" a Uomi"Sos Calcano, residente na
cidade de Porlo-Alegre, no Kio (.randa do Sul. .
Do r>r. (j(5ej Siqueira :
" Que o governo monde passar ralla de nalora-
lisara.. ao subdito porluguez, Jos Cou.inho dc Aze-
ve.lo \ a-ronri-ll -. a
O projeclo be adoptado com as emendas, e vai a'
commissao de redacto.
Continua a discussao do projeclo n. 7 do anuo pas-
sado, que autonsa o pagamento que reclama Mauocl
Jos leneira Barbosa.
O Sr. Fiu.a : O nobre depulado enlende que
be do decoro da n.irlo n pagamento que se raclama,
c nao s porque essa divida he sagrada por. ler sido
contraiiiiia por oceasiao da nossa emanciparlo polili-
ca, como porque nao se pode rnnteslar o dl.e.lo ex-
preso pela senlenca que o peticionario consegoio
contra a fazenda publica.
Diz mais o orador que a cmara dos depulado. nlo
pode annullar um arto .In pnder execulivo, sol. pena
de pensar a soa independencia, e correr gra\c risco
do
verdaderamente siliellina, por isso que, approvaudo
na cssencia as ideas proclamadas pela ora era, nao
quer, nao admille a formula.
O Sr. Fluza :O goveruo responde petos actos
olliciaes.
O Sr. D. Francisco :(.lua.i que dou ao nolirc
depulado urna rcspusla de esludnnle.
O Sr. Fiuza :Morrea o Naves, nao he assim'.'
O Sr. I). Francisco : Juslamenle. ,
Continuando, o orador insiste em declarar, lendo I
o discurso do nobre ministro, que elle diz claiameu-!
le, qoe uo fundo esta com a oco era.
Pasa o orador apreciadlo da attelo eleiloral
pela Babia, s proposito da liberdade do vol. Essa
eleirao he urna prova clarissima de que o goveruo
em sua marcha administrativa lem inlluido sem-
pre no processo eleiloral, de modo a destruir com-
plelamenle a liberdade do voto. Eslranha, pois,
que lendo morrido o visconde da Pedra Urauc em
marro do auno passado, tivesse o minislro espedido
as ordens para as elcires em maio, viesse ella a ser
feila em setembro Mas diz o nobre minislro, que o
cholera fez com que a eleir.m nao tivesse lugar em
poca mais remola ; semeliiaule pretexto he sem
fundamento, ou pelo menos servira para provar,
que anda em selembro a eleirio nao devera ter si-
do feila.
Assim, pois, esta o orador convencido, que a li-
berdade do voto mo sera garantida, e que o go-
verno, pelo procedimenlo que tem tido, prova o
seu desejo de iotervir directamente nas eleicoes fu-
turas.
Tratando da culoin-.ir.io, a primeira de nossas ne-
cessidades, o nobre depulado allirma, que o goveruo
nada lera feito, e em vez de gastar ceutenares de
conlos de ris com estas repartir...:, das Ierras, que
nao Irabalhara, e que para nada prestam, melhor
teria procedido empregandoessa quantia em mandar
vir urna centena de familias morigeradas e indus-
triosas.
Passando das quesles geraes pira as particula-
res, diz o orador, que o governo deve providenciar,
abra de couler as correles de emit ra.-io escrava do
norte para o sul, vislo o eslado lamentavel a que
vai (icar reduz.da a agricultura da norte, com a au-
sencia de bracos. O orador insiste neste poulo, que
julga de muila inagoilude.
A navegacao a vapor pelos rios do Maralo, de
que o governo nAo lem coidado. e mesmo a uavegu-
rAo costoira uceupa seriamanle a alinelo do orador,
e, paramal negocio, chaina parlicularnienle a allen-
rao do governo.
Depois de fazer algumas considerares acerca da
cnmpanlna ne navegarAo a vapor, da irregularidade
das viagens, e do mao esladn em que os barcos se
acbam, pergunla o orador ao governo, qae medidas
lem tomado para cxplorac/io das minas de carvao
de pedra que foram descoberlas no Kio (.mide do
sul, na Babia e em oulros pontos do imperio. E
se he verdade, que laes minas sau ricas e abun-
dantes, e podem lornar-se um manancial de riqueza
para o paiz ; que faz o governo, e porque cruza os
braros'.'
Falla o orador em seguida do mao serviro dos
correos, e do geral clamor contra os abusos que se
uola em sua ailminisIrarAo.
O honrado membru, dirigindo-se ao nobre minis-
tro, pergunla-lhe se he ainda vice-presidente do
Amazonas um individuo sobre quem pesara aecusa-
cues de inepcia e prevaricarlo.
A diseado lorua-.-c calorosa, c o orador promelte
dar todas as informares ao governo de modo que
este possa cmivencer-sc da verJado de laes aecusa-
rocs, e proceda coran julgar conveniente.
A presidencia do Rio (rande do Norte he tambem
apreciada ero seus actos pelo nobre orador; com o
que dea lira ao seu discurso.
A discutan ficou aliada pela hora.
O Sr. presidente levantou a sesslo c di para
ORDEM DO DA 5.
I.eitura de reqummentos na hura do coslume c
a* material anteriormente designadas (ntu na pri-
meira como na setunda paite.
Damos agora o leguiola ligeim exlraclo do discor-
so pronunciado pelo Sr. G.ies Siqueira na sesslo de
.1 do crrenle.
O Sr. i;es Siqueira principia respondendo ao
sr. fax,io Lobato acerca do que o nobre depulado
disse quanlo a cleicao de senadores na provincia da
Babia : faz ver que circumslaocia, extraordinarias
porque passoo aquella provincia, em coiisequcncia
da epidemia, deram causa i demora da elcirao ;
que esla loi a mais livre possivel, nao inlervin'do a
administraran, pois qoe o Sr. mini-tro da marinha
por sua posirao, retornes e serviros alli nlo preri-
sava de ser imposto.
O nobre depulado ne'lc poulo li muito anoia-
dn por seus cullcga> da deputar.lo. Entra de mais
o orador em coi.....eraef.es acerca de um tpico do
discurso do Sr. Eduardo Franca, mostrando que o
partido poltico, a que elle e seu.amigos pertencem,
para exerrer inllaeiicia em sua provincia nao
ila de tancar nulo de meios d
mensa e o Irabalho da companhia insigne. A be-
neficiaba esleve radiante, o que eiecutou foi excel-
lenle, e o publico da plala applaudio com phrenesi
a cachucha fraoceza ; a nossa quando se daiisava
nAo era lio figurada. Mademoiselle Josephina se
continuar vir a ser a rainha do paleo.
Papai-Chagas, esse velho de lt, annos anida
ouvemissa lodos os domingos e das santos. Com-
versai com elle sobre a Europa, de cincuenta annos
passados, elle vos fara bellas narrarles dos paizes
onde viajou ; -ua- facilidades estao em perfeilo es-
lado de sanidade.
;Coosla-oos quediularnamente divaga um mor-
phetico pelas mas desla cidade, e as noites pas-
sa no alpendre do Ihealro.
Se alguem pretende causar disturbios pelas elei-
Ces, deixc para a lerca-feira, porque no domingo
ha Ihealro e na segunda proejaste dos Srs. acad-
micos : na terja lis mais proprio o da por nlo ser
dia de peixe.
Dizem que o vapir do sul nlo chegou na quar-
la-feir,i, purque vemjpesado dos circuios e qua-
dradns.
1 Ira guarda de reserva, assim considerado pelo
conselho de qualificara.i de cerlo batalho desle muf
nicpio do Recito, que fiinccionou em junho do/aifo
Kissado de I8.V. ; reserva em virlude de padejeimeu-
1 amigos e rebeldes a tratamenlo. prnvadsts cabal-
lenle.nao comparecendo na qualilicar ' nem tendo qae comparecer nnr r-, .'lio de un, .-,,s( ...tile qualilicacao, con-
i Jo pelo dc revista, nri he brinquedode crian-
's que ora se faz ora se disfar. ; acaba de saber que
. *t nome passou para a lista do serviro activo, para
nde sera'chamado brevemente em detrimento de
seo direilo, e aggravo de seos padecimcnlos. Per-
gunta-se, esle reserva logo que seja avisado, deve
pi--i.ir-.il ao serviro activo da gnarda nacional Di
ra' alguem qae sim, porque esla' qualificado como
(al; mas elle dir,sou reserva, e disso lenho do-
cumento. O conselho do auno passado ouvio-me, e
me fez juslira. O conselho desle aune foi injusto,
porque a sea bel-prazer rilen leu meu direilo e dis-
fez o que a lei nAo Ihe permute desfazer.
Ora, ahi esla' urna polmica em qae he necesa-
rio luda a prudencia da parle dos senliores superio-
res, que liverem guardas nacionaes em circumstan-
cias idnticas. O guarda apresenlou-se o auno pas-
sado, provou solfrimentos ebronicos peranle o conse-
lho de enlao, e esle deu-lhe passagem para a reser-
va. Esle aooo o guarda esta' em sua casa convicio
do que he ; mas o novo conselhn o faz de reserva
guarda activo. Oh Acaso o novo conselho lem po-
der de restituir a deealea a saude perdida ? Bom !. .
Se assim he, viva la' o novo conselho com seus pro-
digios de berliques, e berloques ; mas se nao he, o
que enlAo ser.' !!.... Kenilaria elle agora mei.n,
M'ilaiburos altestados de mdicos, que asseveraram
a existencia de molestias incuraveis, e que entlo li-
veram o conho da veracidade, em consecuencia do
que foi o guarda isenlo do serviro aclivo Talvez.
E o conselho de enllo leri por ventura os olhos
vendados, e seriara miopes os mdicos inspecciona-
dores peranle squelle co>- ,,no fl Quem sabe la'
dessas coasas !.... O conselho novo, conselho desle
ar.no, conselho doutn e prodigioso que responda. E
nos esperamos ver, se o reserva fica activo a de lo de seas soflrimenlos, e o qae he, de seu direito lu-
dibtiado.
AU amanhSa.
COMARCA DE COIANNA.
I lambe I de setembro.
Nao se adiando o nosso amigo IAo atarefado de
Irabalho-, lalvez ja nos d um canlinho em urna das
columnas do seu n.-peii .\el Diario, e nesla f la
vai o que se pasia por esse mundiuho.
Medulas faltas.Ho dia de agnslo fora preso
na povoaclo de Pedra, de Fogo, pelo subdelegado
Marianuo Karaoi de Mendonca, Belarmino Jos da
Cosa por andar passando sdalas falsas ; mal era-
pregado s se ter aprchen tido nove olas, sendo daas
dc cincoenta, e seie de mil ris ; Dos permita que
se possa exlrajiir a raiz cubica desle negocio ; dizem
que elarmiiio he de Coianna, bem v que o devem
conliecer, se be verbo activo ou auxiliar.
/;/ei;-ao. A comarca ameaca urna conflagrarlo
em todos os pontos, os guardas oacionaes desles fu-
gare-jos, que nlo comprel.endem a saa posirlo livre,
lem sido ameacados pelos capules de ccinpanhia,
como vis escravos, o desl'arle se lem espalbado o
terror afim de vencer a forra brola, desmoralis.indo
o povo e lateada perder a forja moral da policia, a
lira de nlo poder conservar a ordem no arlo da e-
leirao, porque s.. assim supp.ie-se que se fara' ma-
rcar o prestigio do delegado Antonio Francisco, fa-
zendo depulado pelo circulo de Galiana ao Dr.
Brandan.
Domingo, ultimo dc agosto a nossa Pedrasdc Fogo
quasi se comerle em uina Moscou; o commaudanle
do esquadran de cavallaria passou revisla geral, f-
ram lanas as dragonas, espadas peilos encarnados,
lantn do bigude, que si Napolen I teve o prazer de
se ver cercado de tanto general !.. Kio li.-ivia difle-
reni-a de urna prara d'armas, onde NapoleAo dando
vate de julgar com 1*1 poder.
Nio sci, na verdade, qual a causa motora desee es-
cndalo, qoe tem concurrido para un. emmagreceresn
o outros engordarem ; mas certas approiiaares e
.-cria- rel.ces muilo tem concurrido para pro-
gTessive augmeoto desee escndalo, que creeeere se a
cubica dos que se acham gordos, cuete da magreza
da oulros, nlo estiver sali.feila e nlo heover ante*
dista alguma substituidlo.
Apenas um morador novo oceupa etpaco na ca-
deia desta Villa, he individuo que sosia de servir-
se o dispor do alheio como se seu totee.
Em um passelo consegoio trocar por mcala qsaa-
Iro cavalios, e mais conseguira se o uao taarraseeai,
mas, sem embargo de toa ligeireza, est preso, leude
-ollrt 11 uma caclada na occasiio da priste.
A Irariqinl.dade e saude publicas nlo leem so(-
rndo llijrarao. Os espirites eslo oceupade* ceta as
tiltl[ilst
llojeijeguem para a casa de detengo os presas qne
d ah yer.mi para responder ao jurj, cujo retal-
lado ) he sabido de Vine.
O estafeta desta vez, fui pnuliial, chegande jatla-
mejuie'as horas marcadas ; mas, mesmo assisa, sef-
li r|uraa forte deccprlo, purque nao encnnlrei trans-
cripla em seu importante jornal, se ster to mitun.
uina das (res cerlas qne dirig a Via*, era 11, US e
dOde rorrente. Nlo seritm enlregees ?
Estamos anciosoa pela publicara* alo decrete acor-
rao., porque nos f ,,,,, ^)|f ,-m-J oirrutart
sabemos e esta.no-t d.-poslos a empenhar el i
traeos exforco. o, favor di caodidatur. de i
Jerooymo V ilellaS
'. I* ee* tren.
I (/don.)
CVMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO' EXTR.VORDI.N/ARIA E2* DEAtiOSTO
1'bj I K. r.
Presidencia do Sr. harn de Capihanbe
1 rsenles os Srs. Reijoe Albuquerqoe, Vian-.
Reg, Franca e trame.ro, abrio-e a sesrfo e rJri!
e approvada a acia da antecedente.
F'oi lido o segrate e
EXPEDIENTE.
Lmolliciodtcommissjode llvgiene Publica aa.
zende.eta resposta, euaatttla qie a etmtr Ih^ fez
em dd de julho ulljOio, que quanlo wlulw,,tol, aaw
bhca propriamate dita, nada inlluem ana ai b
subam poi^meio de gaz lixdr.goneo, oa per .
de asjlTraz, como actualmente, parecendo-lhe
levjjT ser adopudo o projeclo de poslora, atleads
dn^e ao que pode resullar contra o material a a-
dade, e as custeucias, por nao seren os balee* are
parados com gaz hydrogeueo.Resolveuse tttM
submellesse a postara a sancrao provisoria do Eiai
presidente di provincis.
Oulro do procurtdor, communi. ando une te arlu
eitinctoosaldodc:t:ld35HI0. qoe se venhceei n.
mez de julho prximo pastado, e qae se Ine fatia
preciso a quanlia de 6003 para aecorrer as despezas
ordiuarias.Qoe e tiraste do cofre.
Oulro do eogenheiro rordetdor, informando sobre
a peticlo de Jos Saporili, que na verdade, ai tea.
pluvues da cslrada dos Affiictos, ficam de asgan
modo eslignadas em razio da difliculdade de eaaMa
que enroi-lram na pirte do rano ahi existente, aea-
tro do tiliodo |.eliciuu.irin,por se achar o mr-reofc.es.
obstraido com fragmentos de maleriaes provenitnle
da destruirlo que Ihe fez a rheia de lfC4 e cota
materias veeelaes, rnieii.lcndo que ronvu.ha limpt-
fo ale a c.unboa, e rerun.iruir a parte desmanchada.
Qoe fizesse o orramenlo da obra.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, remellendo o te
.le vesloril a que proceder ni casa de dous i
res... 53, dt'rua do Rosario.Inleirada.
Ici approvado ora parecer da commisMo de po-
lica, sobre as contts da receila e despeza munin-
pal, dos mezes dc janho e julho ultime, e da do
cemilerio, perlenccnte ao trimestre linio ao dito
mez de junho, dando-as a commissao sor natasaa-
das e exactos, em eslado dc sereat irprovada*.
Fui nomeado o Sr. Vianna mentir interino da
comraissAo de polica, em lugar de Sr. Barata asta
esla' no jurx.
Maiiduu-se remelter a rnnmissAe de edificara o
requrrimento de Jos Antniio de Artera rota ama
plaa, pedindo I lee ja rcordiarlo para edificar Ir*
armazens no terreno d marinha n. 216, de qae lem
titulo, silo no Forle Jo Mellos, aseim cote- as pe-
tires com divers informarftes, viuda- ,~presi-
ileuria. de Jos Sres Pinln Cirrcja, Maooel Ixwlh*
Cintra c Dr. I.ui querendo tiltil' de tforirnrnlo dos letrenos ae ata-
rinha, entre c*" do Ramos e a noca em cosn-
Iruccio.
Mandoi-** remelter a cnmmisslo de pelir* >.
de Jos -"rio Luis, e de Claudio liul.eaex, leastli
reqaer'"'o para eslihelerer Id trougue* no auar
leirf.'da ribe.ra da freguezia de S. Jos, rm que
est.,a prara da farinh, pagando o tluguel annual
ae-**K por lempo de tres annos, e entregando
n desse lempo o- arougues com todo* os tea. rw
OMens fazia tremer a Ierra !.. Depois das confinen- lence, ; e este pedindo p"ermi,ao
ciasdo regulamento, n cummaiiilanle fez uma rail
ao esqiadrAu louvandn o zelo c bro militar, e ri~
pois de assim fazer passou a dar as suas orden*, i"e
foram diladas ruin a energa c assenlo de voz >pe-
raliva do fazendeiro, quando se dirige a se" es-
cravos, porm isso nAoestranhei muilo pnrr"e sendo
S. S. senhor de eiigenhn, lem ja' adquir*' om '''"
hilo um punco spero no fallar, assim coran o hu-
men! do mar, quando militas vezes '" conlrario
os seas per-
Prt o* tea* om-
tre*
nibas ferem pinados por cinco ctvallos
no liro da frente.
Despacl.ram-se aspetir.6e* de Antonio Pedro das
Nevos, Antonio i.onealves de Maraes a viuvae he"
deirosdeJo.cllenr.ques .1. Silva, F.ljnp* Mtrlins
hranesco Jo.e\,anna, Jc* Barb.., de Miranda
ao delicados, assim -orno S. S. ; nr, qne na me 2 iTratifiM dH?!? <'"- *>-
.grado, foi dizer o Sr..COmro,;d"'' em sua or- ^% fv,"'v^-V '' M.""'el 'l"*" *-
dem. que domingo 7 de selembro *> os guardas j "l-u-s. .i, 0!",Q'm Jmc oe MU^ >
deveriam se reunir e rereber cha-"' 'tos seus cap-i .. Manuel Ferni. .
files, c qoe aquello que nlo voO"? am sena preso ar,ln ,lr / ,,,'[.'" Apr,nl'' "f""* ~">~
e rcmeliido pira Goiinnt; isi nao ch.ira a lber- \'eraut- -llr, ^' P,es,,,""- Hrr,tMbm-
dade ; .. guarda nacional foi-1' Ptra manuten- '"" *aii>ia.--/ra)ir.i.--r.aaie1ra.
rao da conslitiiieao, c esla -r,'*m he anlleunsliliicio- ~---------'------------------- --------
nal, c os nossns "olliciaes '"I" de acord a' rema' V*^V l*Cf ^'^M&t'llfTtlt'S
Igreja votar de espada t '"" *" a verdade, del- _________ __ ^r*er v **
xemos de eraras ; ne*' ''', ,,em espadas de enrtiea, v ~^~^""
quanlo mais frru fi anlc, cnrlanle c conlundeole!.. ^-"""fs reavretaret- llennindo-se varios cidadao
Para a nossa euHre" *' eleiri.es pela maneira que c"""-|"uos e homens Ihi.s em urna raa p.ulicular.
van, be um sege'lu rholera, ie um cholera moral. I "'?'a Cll|i"to, |rnibrarame dr orsamsar uma lisia,
Adeos, meu """ ISO. salutem plurimum Ihe : P. I""1 v.uaem uiianrarinenle ; awim nmoreei-
deseja o
ii
. e a arcumufico de Iropas
..... ,l ocrasia-j para se in- que leino<; na iir.,\inri., ,! < ieir,. <.m heeva ii-.r.
'^ nbhc'arl'o'r e '"T'f ''" '"" ^ ?' f'Z i ** U'" ^^^*Z*Z*T-
ns poniicar na occasiio da sua ma.iorid.ide a IH u regutor.
desle mez. r ,, ,.
Sao n,h..,j... c j ""POt'os oau apreseula.n vantaetna ai. ix-
o conhscido, em Franca os dous trttados que o | ercilo ; Mu meros roipos de pedestres, /"., o"-
ciade l'eraanibuco priiiripalnienie, a. cousa leem mrns.-r nem is.iumI temos podido conseguir ?|Tra-
i r-te rcpeifi. chega In au prior estado. lae de filar a forra para o auno que ven, e por nra
"ra, en. un sovem regular nlo se podem loto-! be precisa aceitar as causas ronm etilo : quando
ra scmclhantosanomalas. Nem era numvel qhe I torem reinovidts ss causas que dlllleultam o preen-
'!,*'~.,.,.,|".S.''Xl'rc'1"' *! "* i em considerarlo as ohservares
esle modo
"iilcinenle lomada
de S. Kir.
Pelo que respaila neeessi.ta.le de economa, lem-
brada por nutro nobre senador a proposito dis aulo-
risaeA.s, declara que no relalorio ja expoz ai base
em que pretende mentir ai reformas. Se houver
um aclo do poder indiciarlo ,\' villa da constitu- eetsidade do eslabelecimenlo de intlituirnet de era-
ran a ramara nlo Irin semeliiaule podei. A pro- 'll10 1ue tovoreram a asrcullura, e por 'ullimo con-
pnedade fm lorquida do engenhn das Teneiras i rlu'' cnln va'tos rvusideraresacerca da inslruno
de um modo r-lranlu. e nunca visto, pela maneira prnfessional.
mais IllenUloria da prnprieJade ; purera f.illam
de uma renuncia por elles feifi. em favor do e-lado ;
i.orem essa renuncia nao lu solemne, en visconde
deFiae- nlo certifica descienda propria. Quando
mesmo tal renuncia se tivesse fe.lo solemnemente,
he prnv.ivel que essa renuncia tivesse sido foila por
terror, quando tudu o mundo sabe a poca em qne
laes tocios ceederaiii.
Carla particular.
COMARCA DO BREJO.
lt de agosta.
1,, ruin falln o meu cmnprnm.sso com Vate.
PAGIN AVULSA.
S2/.... fS1i.z
Pela ii manda I- acadmica, tob t i tocarlo
MUTiTSDtT
Vldar os sens rriii.palr.i.ie.par que, ui.rts elle-
| queiram dar a sua arnuies-enr. a essa lista.
Nella enconliam-se etstaaa de (..Jas ** clasvee
I de raracler rgido e indepeiden.r, que nao ftoeaa
| nem precsam de eatstraaal u.l.lic.-. e -.. querrn
i do goverae a garantta da u..cn, ; iodos roiiinbuem
. nlo ; para a renda do e-lado sem dista |.rrb-f in
purrnnlade ininlia, e sim por deficiencia de maler.a ceilil, e por uso no caso de paoover t prosprrHa
O^a denoto di ultima, que Ihe dirji. de do municipio e distribuir oslira recle a,
A comarca goza de perfeila paz, c foclo ncnliuiii concilladlos,
e lem dado contra a teguranca individual. A popu- K romo ludo o bomrm inn-prndrnlr nao nurr.
laclo vive tranquilla e Mlitfeila. As.iuloridadrsqi.er r sotaren, iieuhun nome rs-a- chapas de rm
crimmaes, quer policaes vio cumpnndo suas obri- (dos diltorenle parlido. qu'por thi circu.m ner
^-."""j i qne ..ellas s.i apparecem nome, des par.,'
A epidemia depois dos ltimos ca<, desappirrreu | desfracl.lores que -"dtm do re siIv'h ai
filialmente. nAo apparecendo de mais para ra alaque i repre e nlo os d humen* roosrieocoM den
algum, ijuoi Zfi avenal' | mesmos pattidos, .ueam o* cidadloi reunidos, que


!
m ci Mnmn sixt.% mn s de stimbro b iss6
a sua li*la era abracada pelos horneas bons de lodo
o municipio.
Ei-li:
I ereadores.
1." Proprielario Jos Carlos Teixeira.
2. Hr. Diodoro lilpiano Cotillo Catando.
a polica do seohor alteres Caria teni feito decres-
cer.
Cid* casa de cmara, aeniio coro grandeza, ao me-
nos debaixo das resras econmicas, que o Sr. alfe-
res Caria fez eslabelerer para com a cadeia, daudo
um risco nao s que se compadece com os prtceilos
V Proprielario Minoel Pires Ferreira (seohor de j lidemeos, mas lambem que proporciona commodos
aos presos.
A remoran do cemilerio publico, eni quanlo que
se nao l'a/.em obras, pois o luaar, em que se elle col-
locou, oflerece detrimenlo consideravel a salubridi-
de publica.
O esgotamento de um pequeo pantano, que fica
na parle interior da casa do porluguez l.uiz Au-
gusto.
Esse pantano deve necessariameote evaporar mias-
mas.
AGDA-PRETA.
O delegado do circulo Iliterario, compromelte
o fiiturn da mocidade.
Os primeiros senOmenhis da juvealude sao inspi-
rados por nossos primeiros mestres, e sao esses len-
(imenlos, que licam gravados para sempre em nossos
corarfles : as primeiras emoroes sAoasque mais cos-
tara i dtlir-se na imagiiiarao. Ito posto, lie per-
nicioso consentir-se que Carolino dos l'razeics Reg,
solleiro, ensine primeiras lellras particularmente no
eneenlio 11 ha Grande desla freguezia Se Carolino
nao se conhece.he porque lem um amor-proprio exa-
gerado ; mas o delegado do circulo Iliterario denla
rrrguezia, conhectdor minucioso de Carolino, nao
rievia por principio algum consentir nessa escola
privada ; por que tem conscienciu de que Carolino
apenas sabe 1er e escrecer, e isto mesmo com erros
vergonhosos.
Esperamos que o lllm. Sr. I)r. Joaquim Pires Ma-
chado Porlella, mui digno director da instruceao pa-
blica desla provincia, tome em considerarlo este
nosso aviso, poia que zeloso no cumpriraento'de eus
deveres,evitara' que os subilitos de suas ideas lumi-
nosas bebam as falsas, errneas, c viciadas dnulrinas
do pedagogo da llha-Grande : esperamos, e al ini-
tsmos que preceda a qualqutr salular providencia
ama sindicaran acerca das liabililarts do Caro-
lino.
Os pais dos alumnos que a liverem algum com-
prometimiento monetario com o Carolino, nao se
persuadan) que Ihes fa/emos oin mal com osle avi-
so ; ao contrario reputamos por um beneficio ; re-
flirtam bem no caM>, e conhecero a verdade. Pro-
curen) os me...... pais um homem que saiba escul-
pir nos lenros corarles re seus flhos o grupo ma-
gestaso de nobres sentimeutos, e que Ihes d a' be-
ber sublimes lires de vitln le ; eis seus lillios com
um futuro brilhanle e esperanzoso.
Cachi lo ,
a. i." Proprietario Francisco Sotler de Figoeiredo Cas-
tro vEngeuho S. Francisco.)
.">." Proprielario Jos da Rocha Paranhos.
6." Proprietario Francisco Casado da Fonseca.
7. Proprielario Dr. Filippe Carneiro de Ulinua
Can pello.
8. Proprielario Jos Peres Campillo.
!). CirurgiSo Migoel Felicio da Silva.
Jui-cs de pa:- .
Mate Anlonio (1 districlo.)
_>.' Pro'p'ri'eiario Ignacio Benlo He Loyolla.
:l. Artilla Jos Priueiseo Carneiro.
4. Dr. Diodoro l'lpiano Coelho Catanbo.
S. Jos.
t. Proprielario Jos da Rocha Paranhoi.
J. Proprietario Victorino Francisco dos SaDlos.
3.' Coramerciioie Elias Marinho Falcan.
i. Commereiante Severmo Josi- de Almeida Leal.
Recife (Io dislriclo.}
1. Padre JoSo l.eite Pilla Orligoeira.
i." Proprietario Ignacio Antonio llorges.
3. Dr. Jo.lo Pedro Maduro da Fonseca.
4. Commereiante Jos Gomes Leal.
Boa-Visla (I" diilricto.)
I." Hr. Luiz Duarle Pereira. '
Proprielario Thom Carlos Peretti.
3.a l'rofenor homeopalha Francisco de Paula Car-
neiro Lelo.
i.' Dr.Joo Jos Innocencio Poggi.
L'M AGRADECIMENTO.
Moito agradeci .ios meus nobres collega- e ami-
gos, os Srs. Drs. Jeronymo Cabra 1 Raposo da C-
mara e Jos Moreira Brandan Castello Braoco, a
dislincta honra que me deram, quando, em seos lu-
minosos discursos proferidos nos das .5^e G do cr-
ranle, no seio da represeutacao pn "Tcial, da qual
s.lo iocoBleslavelmenle dignos ornr .entos, me re-
ommendam aos Rio-Grandeiises,c.' no digno de suas
aliene/ves e de gratidao, pelos serviros que prestei
durante i crise epidmica, porque passoa esta cid-
de e seo termo, do qual sor. jmz municipal.
Hiveodo nicamente cumprido meus deveres nes-
sa crise luctuosa, que destjo esquecer, quando con-
sidero nos horriveis estragos da popularan do nosso
paiz ; eo me julgo smenos aos pomposos clogioi,
que me prodigalisaram meus Ilustrados amigos, mui-
lu principalraeute, quando he de poblica uolurieda-
de, que sempre fui poderosamente soccorrido (no
pouco qoe utilizei) pela dedicajui endosa de mui-
loi disliaelot Mipibuenses, cojos servicos so por
ajerio superiores a qualquer narrarlo !
Eleito presidente da sociodade Beneficenle, que
foi inslallada nesta oidsde em o dia 10 de fevereiro
prximo Tindo, e nomcado pelo Exm. Sr. presiden-
te desla provincia, em o dia 28 do referido mez,
memoro da Coiumisin Benilicenle. que S. Exc.
creou nesla cidade, com o Um de debellar epide-
mia e mitigar seus lesultados, fim que lambem ti
un a soeiedade Beneiicenle anteriormente creada,
como se v do discurso, que profer no da da inslal-
larao, e qoe corre impresso no Diario de Pernam-
buco ; eo, e meos dous collegas e amigos, Josc Iti-
beiro Dantas e Alexandre Francisco de Salles e Sil-
va, membros da Coramiss3o Beneficente, e todos os
que se lionera alistad j na socidade Beoeficenle, es-
tavamos dispostos para a luta ; assim, pois, quando
do dia 29 de marro, o cholera moitroj-nos sua face
carrancuda e medonha, a soeiedade Beneficenle ou-
via o gemido do infeliz, e a Commisso Beneficenle
procarava mitigar por todos os modos a sen alcance,
0 inhumano padecer Nessa poca, eo, e os Srs. Jo-
s Kibeiro Dantas e Alesandre Francisco de Salles e
Silva, procoramos debellar a epidemia, que com fu-
ria, nos profligava, e sempre chegavamos a lempo de
oavir infeliz, qoe, atirado ao leito da dor, aterra-
do, aguardava o ollimo momento ; mas nunca flze-
ram, e nem fa/.em alarde os meus collegas de seas
valiosos serviros: descansados em sua consciencia ri-
les peosam, assim como eo, qoe lodo fizemos em
curaprimeolo dos nossos deveres, j como membru-
da Commissao Ilenelicenle, e j mesmo como homens
rhnsiaos, para os quaes a palavra caridade lem
urna sigoificacjlo poderosa ; se, pnrem, por ha ver tu
simplesmeote ramprido com os meus'deveres, me-
rejo que os oobres deputados me prodigalizem tan-
ta nondade, apresenlandome como digno de saas
lioiuenagens, de sua gratidao, e do reconheeimento
dos Rio-Grandemes ; mu: > nnior. porlanto, deve
ir minha gratidao, meo reconhecimenlo, para com
os illuslres deputados, os quaes noticiando meus ser-
viros, alias Traeos, o fizeram avallar cora seo estelo
rico e pomposo, e nos efluvios de sua bondaie con-
cluirn), que eu devia ser adoptado como filiio dasla
provincia; desla provincia, que por tantos titulos he
1 in chara aos nobres deputados !! ,
Anida quando en hoawsse feito servidos laes ou
qu ilro vtzei raaii importantes e valiosos, eo, por
certo,seria mais qoe 0^ciejitenienteGomfr?fisado,{se
rtrornpoi^a exiRisse), Ci'fatlggf?kl*',j*L^^<\^^: _.
I,ra.lomes, aos quaes tal c ,. .jWi'pTesTirMney n.
&9VMltttiQ*
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 l| d. por lg nominal.
ti Paris, 350 a 3. rs. por fr.
Lisboa, 98 a (00 por de premio.
a Rio de Janeiro, 1|2 a I por 0|o a 15 e 110 das.
Acedes do Banco, 0 a 70 00 de premio.
companhia de Beberibe 549000.
companhia l'eroambiicana ao par.
i Ulilidade Publica, 30 purcenlode premio.
a a Indemoisadora.52 dem.
a da estrada He ferro 50 por 0|o de premio
sobre a en liada, igual a 3181II reis por
acr,3o.
Disconlo He leltras, He (i l|2, 7 e 8 por 0|fj.
Ouro.Gnras hespa olilas.
Moedas de liVuin velhas
u 6S00 novas
49000. .
Prala.Palaccs brasileiros. .
Pesos columnarios. .
i mexicanos. .
289,
,>i.iamii;i,a.
Rendiraenlo do dia la 3. .
dem do dia 4.....,
38*500
161000
IligKHXJ
99000
2J000
29000
1?80
.'15:69791 i7
10:4078II
46:10iJ95S
Detcarregam hnje 5 de setembro.
Brigoe porlaguezCaKVi ///diversos gneros.
Patacho ioglezXoxperas de ferro e madeira.
IMPORTACAO
ljate nacional a Arago, vindo do Acaracu',
consignado Jos Gouveia Leile, manifeslou o se-
guinle:
12 couros salgados, 9 garajos com carne, 1 dilo c
2 barricas sebo, (i sacras feij.lo ; ao consigna-
tario.
241 meos de sola, 116 macos couros niTudos, 2
atanados, 170 maros carne, 228 conros salgados, 3
caixes queijos, 4 barrica cera, ti ditas e 7 garajos
sebo, (i dilos falo, 1 dito lingnas; t F. de P. F. de
Saboia.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do da I a 3 5-0899348
dem do dia I....... 9I.VJ7S2
Talho do arougiie Ho largo ila ribera ili-IS. Jos
ns. 1 559000, 2 .".ilsOOO, 3 653000, 1 628000, .'1 52a
6..0XHKI. 7 (19000, 8 6I9INNI. 9 CtlsOlitl, II) 81>
11 939000, IS 4)09000.13 loiijooo. li si^ioo, i.-;
929IMKI. 16 1019000, 17 12().>OIHI, 18 li'IMHK, 19
1309000, 20 919000, 21 131)000, 22 1249000, 23
12*900, 2 1289000, 25 1005000. 26116*000.
lalhos iloarougueda Boa-Vkla. ns. | 5I750,2
519750,3 60*250, 4 609250, 5 51*500,6 51*500.
- 6092.VI.8&9250, 9 659250. 1065*250, II 709000,
12 689000. 13 683000, li 6X9OOO, 15 71WIO0, 16
90*000, 17 112*000, 181 73.9000, 19 803O0O. 20
80*000, 21 9:i900, 22 1269000.
Os prclendentes arrematar qualquer das mencio-
nadas rendas deverao apresentar fiadores idneos,
habilitados na forma da le, quando nao queiram
effecloar o pagamento da arremataran a bocea do
cofre, excepto a prara da Independencia, cuja ar-
rematarlo era romo Hanles, se o contrario nao for
resolvido. Paro da cmara municipal do Recife em
es.lo He i desetembro He 1856.Bario He Capiba-
rilie, presdeme.Manoel Ferreira Acciuli.Se-
cretario.
bxisliuHo nos armazens Ha alfandega, alem Ho
lempo marcado pelo regulamciilo He 22 de junho He
18116, os voluntes ahaixo mencionados, >iln convida-
dos os seus dimos ou consignatarios a jvir despa-
chlos no praso He 30 das contados da Hala Hesle,
findo o qual taifa arrematados era baila publica,
sem qui: em lempo algum se poeta reclamar contra o
effeilo desta venda, o seeuinle :
-Marca A M. n 3, 1 caixa viuda pelo brigoe .Ale-
gren cm 20ilejnlhode 1853, consignaHa a Jos
Marlins He Siqueim.
Sem marca, j2 podras de cantara pelo hrigue porla-
guez Mara Feliz em 5 de selembro ug 1853 ; a
Antouio \ alentim da Silva Barroca,
lima gaiola pelo mesmo navio em 15 de selembro
de 1853 ; a Joo do Monle.
lima canastra vizia pela barra porlugueza Santa
Cruz, cm 19 de dezembro de 1853 ; a Francis-
co Alves Ha Cunha.
Marra F, 16 caixoes pelo mesmo navio, na me-m.i
dala ; a Jos Fernandes Ferreira.
Lelieiro, 1 caixote pelo mesmo navio na mesraa da-
la; a Manoel Joaquim Ramos e Silva.
dem, 2 aurrelas vazias, pelo mesmo navio, na mes-
raa dala ; a Joaquim Anlunes Ha Silva.
Marca T. B. L., 1 caixote vazio pelo brigue Trium-
phante, em 19 de abril de 1831 ; a ordem.
390 paroleiras pelo brigoe portuguez Laia II, em
29 de Hczainbro de 1851 ; a Francisco Severiauo
Rabcllo A lillio.
300 ditas pelo mesmo navio, cm i de maio de 1835;
a Tliomaz de Aquino Fonseca & F1II10, 500 dilas
pela barca portugueza Gratidao, cm 11 de maio
de 1855 : a Joaquim Jos Apolinario.
Marca A. C, 1 barril vazio pelo brigoe porluguez
Experiencia, em 13 de jonho de 1855 ; a. Tho-
maz de Aquino Fonseca & Fillio.
dem P, 30 caiiotes pela barca portugotza eGrati-
d3o, em 16 de novembro de 1855 : a Henrv
Payante. J
dem li, 10 barricas, pelo mesmo navio, na mi-nu
data ; a Joao 'Lavares Cnrdeiro.
dem F. B. Mnller, 1 embrulho pelo navio Olio-,
cm 29 ile maio de 1854 ; a ordera.
dem V. L, 1 caixa pelo navio fraucez Jos, cm
16 de Janeiro de 1851 ; a Vctor Luna.
dem R & B, 1 dila pelo navio francez Heauicu,
em 30 de julboHe 1853 ; a (lliveira IrmHus.
Sem marca, 21 aduellas pelo brigoe portuguez Laia
II, em 4 de maio de 1855 ; a Tiloma/, de Aqui-
no Fonseca A Fillio.
36 ditas pelo brigue portuguez Experiencia, em 13
de jonho He 1855 ; aos mrsinos.
Marca B&C, 1 barril v; lio pelo brigoe portuguez
Rpido, em 4 de jullio de 1855 : aos mesms.
dem (}. & C 2 caixoles pelo liiate nacional |ciLin-
do Paquete, em 23 de maio de 1855; a ordem.
dem F. kalkman, 1 embrullin pela barca ingleza
Bonita, em 14 de m io de 18.51.
dem Adarason, I dilo p
em 25 de junho de 18o
dem A. S. Corberlh, 1 d
de jullio de 1851 ; a K
dem triangulo, 1 dilo pi
lo -.avio inglez RacheL
I.
to pelo navioingloz (Ida,*
cm 26 dejotihode 1851.
dem k B, 1 dilo.pelo nivio inglez Palcslin em 3
ma data ; a J. K. & CL
dem H. M., n. U, 1 cana pela barca inglea Bel-
d 18.52 ; a Diaoe Voule &
la, em 15 de marro
C.
Sem marca, 1 caixa pe
de fevereiro de 1853 ;
ilkman limaos,
lo mesmo navio,
e respeilotamente daqul saudo.
As expresados dos meos amigos, dignos deputados
desta provincia, nao me sao iodiffereoies, titilo mai,
quanto eu considero, qoe oxpress&es lao suaves, lao
fagaeiras e oobrts,e que caplivaro minha allencilo,
partera de d tus luzeiros, que mallo h nir.im a as-
sembla.
Recebam, pois, 01 meas collegas, a expressao de
minha gratidao, certos de que a merecen), descul-
pando-rae, te procurando a noloriedaoe do raeu re-
couhecimenlo, oliendo a modestia dos meus ami-
gos.
Rogo aos Srs. redactores, de, em sea bem concei-
tuado jornal, dar um lugar ao presente agradeci-
meolo, e com o qoe muilo obrigado Ihes serei.
Cidade de San Jos de Mipibu' 7 de agoslo de
1856.
Luiz Rodrigues de Albuquerque.
.5:9859130
.VERSAS PROVINCIAS. -.
endiraent'lo dia 1 al).' ',# .^WTO
dem do dia 4........ 1239943
Sr<. redactores.Honrado pela comraissao direc-
tora do partido liberal,por me haver conleraplado no
namero dos seus candidatos, para vereador da c-
mara municipal do Recife, o qoe moito rae peiiho^J
rou, o pela proximidade das eleires nao tendo lem-
po de me dirigir pessoalmente a lados otmeas ami-
gos e affeicoados, para pedir-lhes a confirmaran da
vontade di illuslre comraissao ; por esla razao me
dirijo por meio desla, para que iulcrvenhm li-
> reinante pela minha candidatura, no caso de me
julgarem habiltalo para exercer (fio honroso cargo,
tirando como he de mea rigoroso dever, tummamen-
le grato a todos aquelles, que me preslarem seo
voto.
Recife 1.' de selembro de 1856.
Miguel Felicio da Silva.
.S'r. reiacloret.Lembro aos ratos concidadaos
voUnlu da freguezia de S. Pedro Gouralves do Re-
rife os eidudaos segoinles, para joizes de paz do I.- e
2.' dislrictoi.
C.. .
I." dislriclo.
Commereiante leoenle-coronel Joiv Gomes Leal.
Proprietario padre Jos LeiJ_e Pilla Orligoeira.
dem, major Francisco Miranda Leal Seve.
Ciiinraercinte, capilao Manoel .tnlonin da Silva An-
lunes. *> .
2.- RiAic/o-^
Negociante, capilao Je^e^a^J*Jft^ da Ion-ara J-
nior, ^r
dem, lenle Domingos Alves Malheui.
Proprietario Dr. Jqao Pedro Maduro da Fonseca.
dem, Dr. Jote Joaquim de Souza.
pttMtcacSeS ape&di).
Dethonerado u primeiro batalhao de orlilharia da
f guarda nacional do Recife da 13o penivet sugticao
de aqaartelamenlo, cumpre manifestar ao publico,
que o seu digno major commaodante interino proce-
deu dorante esta crise, com a mais equilibrada jua-
lir.a e liuda, sendo o seu commando digno da
mais subida estima dos seus subalternos.
'.naiilo, porein.y.os olliciaes, turraos a felicidade
de termos tratados e distinguidos conformo o nosso
merecimento, o que tatisfez a aquelles que, cuidado-
"o< de suas ohrigare-, nunca deixaram de a cum-
prir.
Os inferiores, imitando a bumlade de seus ofli-
ciaea, milito se dislingairsm, na~o s no grande inte-
resse que tomaran) pelo bom desempenho do servi-
ro, enmo pelas toas maneiras atttnciosas para com
os guardas, pelo que se fizeram credores de geral es-
lima : astim, pois, aceite o lllm. Sr. major Alexin-
ilre Augoito de Fras Villar a gratidao sincera He
,wj'm Suarda da sextq^companhia.
Htnfe de -eiemhro de 1856.p
1039*01
DESPACHOS DE KXPORTACAO PBLA MESA
IK> CONSUHDD DESTA CIDADE NO DIA
4 DESETEMBRO DE 1856.
BtrcelloaaSuinac h'-spaoliola aViolanle, Vinva
Amorim Kilho, 241 saccas algodo.
FalmoulhBrigue liamburguez Mirindau, T. M.
Vinassa, 1,125 rouros salgados.
LisboaBrigue porluguez Experienlt, Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, 17 cascos melare.
xDortacao .
Rio de Janeiro, barca americana Alice, de 416
toneladas, conduzio o scguinle : parle da carga
que trouxe, sendo 1,150 barricas com familia de In-
go e lastro de pedras.
RECEBEUOHIA IIK RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEHNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 13 2:8139950
dem do dia 4 ........ 9613647
3.775*501
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimeuto do dia I ,1 .1
Idim do di 4
3:4859742
1:46994:16
4:9559178
navios entrados no dia 4.
Acanca'30 das, hiate brasileiro oArago, He 31
toneladas, mestre Jos Francisco de 9ouzi>equi-
pagem 6, carga carne e mais gneros ; a Gouvoa
cv i-eile. Perltuce ao porto de Pernambuco.
I)a commissaoEscuna nacional Liodoia, com-
mandante o lente Joaquim Alvet Moreira.
Sacias saliidos no mesmo dia.
ParaGalera brasileira Recife, com a'mesma car-
ga que Irouxe. Suspendeu do lameirao.
Rio de JaneiroBarca americana Alice, capilao
M. M. Penny, carga p.rte da que trouxe.
<tC3.
navio Amisadc, em 22
a ordem.
F'alo de lassageiros.
11 colxOes, 3 travetseiros, 1 sacco, I resta, 1 laia,
> caixas, I baba', 3 ga -rafas, 6 cmbrulhos, 16 cu-
demos de papel, e 12carreiras.
Alfandega de l'ernambcico 28 He agoslo de 1856.
.inspector, liento Jos Ftruandes Barros.
Pharol Ha ilha dot Enforcados, entre Ibiza e For-
meniera.
O corpa dos engenheiros, estradas, canacs e portes
acaba He declarar concluido o dilo^pharol, eslabe-
Cido na pequea ilhu dos Enforcados, situada na
proximidade dos Freos de Ibiza e Formenlera, Seu
machiiiisrao he raladiuplrico, da sexta ordem, lixa e natural, elevado 22 m. 778 [81* 77 pea) sobre
o nivel Ho mar, e visivel em boas circunstancias
a t\er. niHlias He distancia.
Estar Meao todas as BoiiM sem iulerruprao desde
o primeiro de maio prximo futuro.
I.alilnde 38.- 48' 42" Norte.
Longitud 7.- 41' 2" E. do observatorio de roari-
nba de S. Fernando.
O objtrlo principal Hesle pharol he para marcar o
Patio o Freo-Grande.que he o mais liinpo e pralica-
vel para loda a quahdade He embarcares. Tem
pnuro menos d'uma inilha de largura, coni um tun-
de de nove bracas a mcio ranal, que diminue para
seis en dWaucta di urna amarra da pona septen-
Irional Ha ilha Hu Espalinailor, ea 4, em distancia
gual do meridional da ilha dos F:nforcados.
Para emburara pitsigem de noite viudo de leste,
se procurar levar o pharol ao O. desde o momento
que se avisle ; e quando se eslrja a urnas tres ou
t militas da lux, se lomar o rumo mais para o sul,
auna de o lomar pela amara de estibordo, com o fim
de prolongar o Freo, e deixa-lo por aquella banda,
continuando ao O. S. o., al completar duat ou tres
militas, em cujo caso se poder fazer a derrota que se
qoizer.
Para embocar do O., se proceder de urna ma-
neira lolalmtnle inversa, ou contraria, oom o fim
de deixar o pharol por bombordo.
Nao se deve (entar esla passagein de noile com
venios escassos ou variaveis, para se uao ver na con-
tingencia de ter que fundear n'ella. visto achar-se
cheio He pedras. Os vemos 3o magnticos.
Madrid vinle c nove de marc.o de 1856.
Assignado.Joaquim Gutirrez de Rubalcava.
Conforme.O secretario, Alexandie Rodrigues dos
Anjos.
patente ingle/., I dito dilo esmaltado pura stnhora,
I nca pulceira esmaltada com diamanles, anneis di-
lo, 1 allini le de camaplieo, 1 penle de ouro, 1 par
de esporas He prata, etc., ele.
wm& telme.
Os srnhares membros Ha soeiedade Noologica
hajam He pagar a mensalidade da casa da ra do Li-
vramento em que fuurrinnaram.
Roga-seaoSr. I!. II. V. o olise-piio de diri-
gir-se a ra Nova n. 21, lerreiro andar, 110 prazo de
4 Hias, para concluir o negocio que nao ignora, e se
nao o lizer vera' o seu iiouie lodo por extenso nesle
Diario, e qual o negocio.
A pesoa que livor perdido um carneiro, diri-
ja-sc a ra Ho Moudegu n. 56, que Ihe sera' enlre-
gue, dando os signaos e pagando as despezas.
Preriss-se He um amassador: na padaria He
Antonio Josc Pedro Gouralves, ra da Sen/.ala Vc-
Iha n. 96.
No dia i He selembro. foi entregue a um pre-
lo, urna sacra de cera He carnauba, lirada do arma-
zn) do Sr. Antonio .1. de Souza Itibcirn, e pesada
em urna padaria da na .da Sen/ala Vellia, e este
prcto evadio-se com a dita sacra ; por lano roga-se
a qualquer peana a quem for olfcrecida Jila sacca,
que a aprehendan!, e avisera na ra do fTruui. pas-
sando o rbafariz, a primeira rasa que tem solio en-
ramado pela reta-guarda, que sera' recompen-
sado.

*(-
* *
* PEORAS PRECIOSAS. *
* .
* *
j Aderemos de brilhanles, *
diamantes e perolas, pul- j
* cciras, allineles, brincos M
.* e rozetas, boles e aunis '*
de differenlcs goslos ede ^
?; diversas pedrat de valor. M
*. :?:
a
'* Comprara, venden) ou J
? trocam prala, oaro, bri- a
' Ihanles.diamanlesepero- V
$ las, e unirs quaesquer '?
^ joiasde valor, a dinbeiro *
< ou por obras.
fessBgmsssBBisssst ?"???>.*
MOREIRA k OiRTE.
LJA DI 011HIVES
Ra do Cabuga' n. 7.
Receliem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras moderno <-osto, tan-
lo vi'1 Franca o.so
tMMHM
* OCRO EPRATA- ?
__
ii Aiierrros eompleloi de
i imrii, maioiditos, pulen- f
* ra, allineles, brincos e I
v rozelas, cordoes, lrce- !
S luis, medalhas,corrala ?
e enfeites para reluci, a *>
... oolrosmuilotobjeclotd ,'
:- ouro. ?"
Apparelhoi complel, *
J de prala, para cha. ban- 1
> dejas, salvas, ctlcac*,
rolhere de sopa ederlu, *
1 e mailos ouirot objeclei I
\ de prala.
j;+.*.+. *?..*<.>*? > :.??>
deLis>oa, as quaes se vendem por
pre$o eoiimiodo eoino eostuiuam.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
kwi^z.
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, juiz de orphao
e ausenieS uesla cidade do Kecife de Pernarabu
CIIRREIO GERAL.
\ mala que lea de con huir o patacho nacional
Edperaogaa, com deslino a provincia da llallis, fe-
cli l-se aiiianliaa O Ho correnle ao meio da.
X jJl?-N-SELH0 ADMINISTRATIVO.
* coWelho aduiinislrativo faz publico a quem con-
vie que por circumstancias imperiosas tica transfe-
r ara o dia 12 do correnle a rereprao das pronos-
U le contratos para fornecimenlo dos maleriae
para as obras militares, que se havia annunciado
para araanba. Sala daa sessi'ies do consolbo admi-
nistrativo para forncriraento do arseual He guerra 4
desetembro de 1856.lenlo Jos Lameoha l.ins,
coronel presidente.Antonio Gomes Leal, lenente-
corouel vogal, servindo de secretario.
A compauhia lixa de cavallaria precisa contra-
tar para o presente semestre o fornecimeulo de ca-
pira, arroba ; tnel, caada ; millm, saccas ou cargas;
para acavalhada da mesraa, do dia 15 do correnle,
as lil horas da minina ; se receberHo as proposlaa
alim de se contratar no quarlel general a pedido meo
ao Exm. Sr. commandaute das armas. Leopoldo
Augusto Ferreira, capitao.
O administrador da mesa do consulado provin-
cial avisa a quem interessar, que por oflicio do Eim.
Sr. presidente da provincia de 27 de agosto prximo
p.i-s.i lo.foi approvada a medida proposta por esta re-
parlirao de sertm abrigado! os contribuirles quando
lenham de paguro imposto de decima, e 4 % a apre-
scnlar os ltimos conbeciraentoi que motlrem al
quando pagaran) os ltimos irapostos a que sao obri-
sados por lei, alim de se evilar duplcalas de paga-
mentos. Mesa do consulado provincial II de selem-
bro de 1856.Anlonio Carneiro Machado Riot.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico, que no ultimo do correte mez lem de ser ex-
Irahidas para serem remedidas pan o juizo, alim de
sercm axecutadas as relaces dos devedores que dei-
xarem de pagar seas dbitos romo sejam as do im-
posto de decima, i sobre diversos estabelecimen-
los : 1:2008 sobre casis qoe venderem bilheles de
loteras de oulras provincias, M) sobre casas de mo-
das, e 205 sobre casai de jogo de hilhar. Mesa do
consalado provincial 11 de selembro de 1856.
Antonia1 Carneiro Machado Ros.
O lllm. Sr. capitao di porto, curoprindo a ordem
do Exm. Sr. presidenta/ da provincia referindo-se
ao aviso da repartirlo dli mrinlia de 12 do correnle
me/, mandil fazer publico a tradurrao abaixo da ga-
zeta de Londres cqm data de 0 He abril ultimo, onHe
ebam-M as ordens revbgando as de 18 de fevereiro
c!) de marro de 1854,1 assim como oulras medidas
lomadascincousequcnc a da guerra pelo governu bri-
tnico.
'!! nilania do porto df 1
e seo termo por S. M. I e C. qoe
tace saber nn pin mii... ..na.*..
NI
Madama Girardot vtm prevenir ao respei-
lavel publico qoe.por um motivo mui temo,
mni jutlo, mui santo, nao pode dar o espec-
tculo, que havia anuunciado.
Depoii da mais longa e mais doloma ago-
na de seis dias com seis ooitfs, perdeu um
unico filho qoe eo Ihe dra, a pane mais
chara, mais lema, e mais inlima da sua al-
ma, o onico suspiro, a mais delicila ronso-
lajo da sua vida.
Foi tsle o motivo que a impedid de com-
prir o rompromisso que contradir peranle o
publiro ; mas, assrm que se achar mais alli-
viadi na sua dor infinita, assim que se ala-
tli mais tranquilla, com a e*peranra de que
o aeu anjo a ajudara' do eco onde e*l, da-
r satisfarn ao publico, a quera pede mil
desculpas.
V
PRECISOES PUBLICAS DE BARREIROS.
Arabamenlo da nutriz.
Croa ponte da ilha do Janliin para esta villa, alim
de facilitar o commercio no lempo invernoso.
I ma agencia de roiteio, alim de qnt as malas nao
pararo aoode Ihe- derem ai dores. Emquinlo qoe
nao appareco esst agente, ordene-se aos correios que
enlregoem as malas subdelegada, por ser um pon-
to re lo, onde se possam procurar os p*peis,
I m fiscal para evilar que se vendam gneros dam-
nificado!, ataim como acconieceu vender-te erocerlo
lempo, e por una qudam, vinho misturado com lila
de pao-brasil.
Ai eifrada eilao peisimii e perigosas.
Evitar o jogo oesia villa, esse vicio pernicioso que
ucu
. -guarde ele.
i are saber que em piara publica desle juizo se ha
ue arrematar o arrendarmento do engenho denomi-
nado iirunli sit0 na fregue/a da Vanea cora suas
'err's de assucar denominadas Malemba, Gulindim,
Malr.,rt. ^ Lam.|ico, constante do escripto que se
aclia em poder do pwaoi.. .-..- uiw, ^ mNiV.
bem as baixas para capim do l.agadiro e S. Braz,
ptrlencenles ao mesmo engenho, e que fazern lote
separado, e vana prara a' requerimento de Bernar-
do Antonio de Miranda, inventariantc e lestamen-
leiro de seo fallecido pai Joaquim Jos de Miranda.
Rci#"e2:)deugoslode 1856.
Abilio Jos Tavares da Silva.
O Dr. Abilio Josc Tavares da Silva, juiz de orpbaos
e auzeulis desla cidade do Recife de Pernambuco
e seu termo por S. M. I. e C, que Deo guar-
/ de, etc.
Faro saber que em praja pnblica deslc juizo se
bao de arrematar, lindos os dias da lei, os esrravo.
constan:, s do enripio que se icba em poder do por-
leiro deilejxii/o,Amaro Antonio de Parias, rujoses-
cravos i perlenceiiles ao (casal do tinado Joaquim
jy>s de Miranda, e vi a praca a requerimeulo de
Bernardo Antonio de Miranda, leslamenleiro e in-
venlarianle do referido sed pai. Cidade do Recile
211 de agoslo de 1856.
^infio Josc Tacares da Silcfl.
O illm. Sr. inspector da Ihesourarii provincial
m campriinento da resoluto da junla da laada,
_nda fazer publico, que no dia 18 do correte vii
novamenlo a praca para ser arrematado ,i quem por
menos lizer a obra dos repalos urgentes do 2.' Unco
daeslrada da Rectora, avaliada em 2.7605 rs.
E pa'a constar se mandnu allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario. Secretaria da tbcouraria pro-
vincial de Pernambuco II de selembro da 1856.
O sacrelario, A. F. da Annuaciiefo.
Peranle a cmara municipal do Recife MtarSo
era prara nos dias 1,'t, 1.5, 16, 17, 18, e I'.) do cor-
renle a seguinles rendas municipacs, das quaes os
alugutis das lujas da pra^a da Independencia, e das
rasinbasdat ribeiras das freguezias ilo S. Josc e lio i -
Vi la.strilo arrematados por um|t'riennio e o mais por
um auno, a contar do 1*. He oolubro prximo vin-
douro: impela de 500 reis por cabera de gaJo,
l*:036000, dilodeaferires l:i:U01sOiK). dito sobre
carga de farfhl He legme 1:3039000, dito sobre
m i.ral s bortleira- 25SIIOO, aluguel da rasa n. 7 da
ra da II irenlina 3329000, dilo da esa Ha SoleHade
IMSOIIO, dito da da roa Imperial 6tr*'MH>. rfheira do!
peixe da Ireguezia do S. Jus 0519000, dila do raer-j cfm ", l"*',r a
to da fregoeiU di Boa-Visla 60l>000, eas* da| "'elanha, eo
ir-j "a '"deptndrnria ns. 1 2009200. 2 200520O,
-w. f""' 4 l3M00. 5 1.V)5I00. 6 009700. 7 de rs.
..-w,1'^''1"010"- '' 72?1(NI, 10 735200, 11 729*1H)
,,-'S.i,w, V "K">*IK>- I > 10W00, 15 1083100,
vT .I ,,K''",!'- l KW5400, 19 I0BMW,
wlim ,'!>8''1""- -''-, 1O8S100, 23 108U100,
28 1085100, -29 ,.3|0(|, :mi 73-100 >, 7.,to( i)
725400. 33 liMWWO, 114 IV.;^, ISO^OO' :m
to de 1856.i
Anjos.
SCrrc!,
llt
rnambuco cm 28 de agos-
I0| .Liel,,udre .UoJ:igues dos
lDKCCO.
! 2IH70.
:la de I ., de lerra-feira
Supplemenlo da gaz
8 de abril.
Publica o como oflicial.
i.iuarla-feira'.Id.- .un de 1856. No ronsellio cm
Buck-ngiiiti, Palacb, no dia '.I He abril He 1856
prsenle o conselbolde S. M. rainha.
Era virtude de achar-se s-ignado um Iratado de
paz e imitada nlrc -na mageatade, seus alliados, e
o imperador de ludas as Rus-ias, manda Sua Mages-
tade, depois He ouvidis|os seus cnu-ellieirot privados,
que lique sem clloiloja sua ordem dada em couselho
aos 2;> de marco de 1851, detci minando, que a ne-
iihnin i.,ou ou emb.|rrares perleoeentet a qualquer
de seus sulidilos fo*
pachar para portos
que se li/.es-u um
todos os navios ou e
nos porlos, ou que p
(os, i..ilu.i- ou funde
migaiiade, cunjunct
cxisteufes nos mesm
ordens Ho cunselho
Russia.
E os muilo honra
ro He sua magestaHij
11 RGPRESENTACAO
DOSGRANDESEBKFLHANTESSOIRES
da companhia
ROBERT E DEVEVLX.
Domingo 7 desetembro de 1856.
.:i\U)i: GALLA.
Annivcrsano da Independencia do
Imperio do I5iai.il.
BRILHANTE E POMPOSO
D1VEKTIMENTO.
Depois qoe a nrchestra liver executado ama linda
symphonia, abrir-se-ha a scena, e peranle a plgie
de S. M. o IMPERADOR, a joven FLUMINEN-
SE cantar
0 HYMNO NACIONAL.
Findo o qual a companhia dar' principio aos
seus trabalhos, os quaes se acliam divididos em 4
partes.
PRIMEIRA PARTE.
Plivsica c mgica branca.
Mrs. Roben c Deveaox farao algumas lindas pas-
sagens e sorprezas para enlreter ao publico por
algum lempo.
SECUNDA PARTE.
Equilibrios e dcslocacocs.
O l'ERNAMBUCANO c sua discipnla a joven
FARAENSE precncherao esla parle com os seos
dilliceis e apreciaveis exercicios.
TERCEIRA PARTE.
Dansado sobre o palco.
A joven Fl.l MINEESE e o PERNAMBUCA-
..t) d.iu-.ia um liuJ.1 passo a dout inleiraraenle
novo a' carcter.
QUARTA PARTE.
DAPSA SOBRE DIAS GORDAS.
ZEPHYRO E FLORA.
lie o que lcm-*e visto He mais riegan' em dan-
sas sobre doas cordas, sem maromba, aWual sera
execolada pelo l'ERNAMBUCANO e i oven JO-
SEPI1INA.
He este o divertiinento qoe os directores da cem-
panhia cscolheram para eutreler ao respeitavel pu-
blico nesta noile He tanlo enlhusiasmo para os Bra-
sileiros, promcltendo, desde ja, nilo pouparem des-
pezas para pompa e brilhantitmo deste espeelaeulo.
$tt>i&#$ !iSNHtftMiKla
ESTRADA D FERRO
do Recife ao S. Francisco,
SECUNDA CHAMADA.
Os directores Ha cotupanhia Ha estrada de ferro
do Recife ao San Franritco, lem feilo a segunda
chamada na terreira preslaraoi He Huas libras es-
le linas ou rs. IT-.777 sobre cada aefaa na Hila com-
panhia, a qual Heve ser paga al o da 7 de ouluhro
de 1856, na Rabia, na casa dos senhores S. Daven-
porl & C., na corle, na casa dos senhores Maua' M.
Cregnr & C, e em Pernambuco, 110 escriporio da
eompanhia, ra do Crespo.
O accionista que ngo rcalisar o pagamento dtntro
do termo indicado, podera' perder lodo Hireito ts
acroes sobre as quaes o Hilo pagamento nao liver cf-
fectuado, e em lodo caso, lera'de pagar juros na
razao He cinco por cenlo ao anuo, e de nao receber
jaros ou dividendo Ha companhia, pelo lempo que
Hecorrcr entre o Hia indicado pan o pagamenta c a
soa realisnrjio.
Nenhom aulo de transferencia pode ser registrado
depois do Hia 8 do correle, anlcs do pagamento da
chamada.
Por ordem dos directores,
.. /'. VKREKER, thesoureiro.
Rerifc i de selembro de 18-56.
I DECLR?iO. I
.^ O artigo estabelccimenlo dla- '
i btica de chapeos desla cidade, na
V prara da Independencia ns. '21 a
S 50, deque he proprietarioo Sr. ^v
^ Joaquim de Oliveira .Maia, conti- ?
jrr^ nua no mesmo lugar e casa, sen- X
S do actualmente gerente desteesta- ^
^ belecimentooSr. Manoel I'rcncisco i
.-.
Moreira Maia, tendo-sc concluido @
"d? de commum accordo, e por ter
0 lindado o termo do contrato des- V?
\$ de o de jullio de 18(, em que fj
m era gerente o Sr. Jos Joaquim Q.
^ da Costa Maia ; c por isso nada S
A mais tem este Sr. com dito esta- ^
f^ beiecimento. Recife odesetem- ft
3 btode IS.ili. S
Precin-iede um fcilor que cnlenda do plan-
tib e Irato de meles, para um sitio nesta cidade :
na ra da Alegra n. -26.
permitala dar nitrada e Hes-
a Russia ale novas ordens; e
nbargo geral ou suspensao em
iibarcaroes russas anualmente
pTii o futuro iBlristem nos por-
ouros dos dominios de S. dila
mente com as penoai e objeclos
(.> e bem assim tudas as oulras
rohibindo o commercio com a
os lords commissarios do the-ou-
, os commissarios que executam
oflicio dedord prin Ciro almirante da Crfio-Ureta-
uh 1 e o lord Waraen dos porlos cinque, devem
dar as ordens necess iras nesle roulidas, e qac res-
pectivamente! lies pilrlenram.Assignado C. C. Cre-
vellc. '
No conselhn em Bui kingham Palare.no Hia! de abril
de 1836, presente o couselho de S. M. a rainha.
Fica desde esta dila ordenado por sua mageslade
era conselhn, que as prohibiras actualmente exis-
tentes por motivo di regia proclamarlo dr sua ma-
geslade do da dezo lo He fexereiro "de 1S54, e por
motivo do ordans s ibscquenles do couselho, sol re
a exportarlo tara fdra do Reino-Unido, econdoe-
rao pela coila, de a mas. inuniejjet, plvora, salitre,
enxofrej machinas martimas e caldeiras, e al pir-
les-companeiites das mi-mas, chumbo, nitrato de
- ull tolphato e moiriato de polassa, certas qualidn-
des de ferro, e ooliios artigo mencionados ,na dita
proel.uiiarao e ordens, sej.^in as dilas diHercntes pro-
bibirs como so pela presente exlioctas, eices-
sem.
idos lords
E (
souro
cem
mUilO lili!;
dos principaes.
ua mageitade. o
aj;i)ll.
commissarios do llie-
coniiiiissarius que rxer-
ar de lord primeiro almirante da Uni-
lo honrado lord Panmure, um
taos de estado, a-sim o lenham
entendido e fario exerular. Assignado C. C t,rc-
velle.Conformc.T-O tecrelano, Alexandre Rodri-
gues dos Aojos.
ITRADUCCAO.
Dtrtctoria kj/drograpUca.'
Aviso aos uavruants.
Pharoes dai rosli.s de llespauba, mar Mediterr-
neo (ilha balean-.)
O ministerio dal marinhu remelleo a esla diier-
\*
J
lona o seguinte aviso recol.ido do de oFomenlo.
\J
de Janeir
O brigue nacional FIRMA pretende
sabir no dia 7 do correnle para o Rio de
Janeu-o, tem quasi seu carregamento
completo: para o resto e esclavos are-
te, para os quaes tem excellentcs commo-
dos, trata-te com os consignatarios No-
vata & C, ra do Trapiche 11. ."J4.
Para a Ba-
bia
segoccm poucos dias a vcleira sumaca Catiro, de
primeira marcha, porj ler a maior parle de sua
carga a bordo ; para o resto Irala-se com seu con-
signatario Domingos Alves Malheos, na ra de A-
pollo n. -J3.
Para o Porto, o brigue porluguez Rom Suc-
cesso pretende sabir com a maior brevidade possi-
vel ; quem 110 mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, para o que tem excellenles commodos, cnlen-
da-se com os consignatarios do mesmo, ou com o ca-
piblo o Sr. Manoel 1 lomes dos Sanios Sen.
Parabiba, lio Grande do Norte c Aracaty
Para qualquer um dos portos cima prope-se"a
barrara Carolina, de Inte de .50 toneladas, a qual
se frea a quem pretender, ou mesmo recebar car-
ga a volumes, hivendo-l sullicieule que a carregue:
trata-se na ra da Cadeia do Recife, loja do ferra-
gens u. j(i.
Para ;t Bnliia
segu imprelerivclincnte nn dia 7 do correnle o pa-
tacho nacional Esperanra : lera dooi iprr... a.
seu carreuamenlo
per.1nr.111 J lera dooi trros de
bordo; para o resto trata-se
rom o seu ronsigu.ilario Antonio I.qiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz 11. I.
O patacho ueioml Pelicano deslioa-sa a
Boenos-Axres, c tem precisSode um pillo de caria
B de marinheiros brasileiros : a Iralar com Caetann
i>>naco da Costa Moreira ao lado do Corpo Sinto
Para Lisboa pretend sabir breve o brigue nor-
liiguez Experiencia,, por ler ja parle do seu carrega-
mento prompto ; qem n mesmo brigue quizer
carregar pode enlender-se cora os consignatarios \-
mor.m limaos & C. ra da Craz, n. li, ou com o
capitao Joaquim da Silva Reina, na pnija do Com-
ttt$.
O agente Rorja far leilao em sea armazem, na
ra do Collcg...... 15, de diversos escravoa de ambos
01 sexos, bem como, -> pretal moras de bonitas lisu-
ras, ptimas eiigoinniadeiras e costoreini, 3 dilas
lambem moras, exc.llentes cozinheiras, orna linda
mulata rom diversas habilidades, urna dila que 1ra-
balba ptimamente em nns-as, doces etc., 1 moll-
ele crioulo com principio de cozuha, I dito bstan-
le robusto, propriopara lodo o cvico, i pretos de
meta idado Irabalha lores em sitio, 1* dilo ofTicial de
sapaleiro, -j midequiiihos e I miilatinha, e oulro
muitos escravos que se acbarao patentes no referido
armjzein. para atante dos senhores preleiidentes, no
da do leil.10 : sexla-eira, .5 do correte, as 11 horas.
O IRinle Vieir da Silva, na ra da .Madre-de
Oeos 11. .ti', faz leilao sabbado, 6 do correnle, ao
meio du em p-ailo. He diversas obrasde marcinei-
ria novas c usadas, eadoirai, bancas, mesas, marque-
sas, mezas redon las. candieiros, lanlernas, candela-
bros, rico, pianos fortes novo!, 1 dito de meio uso,
1 balanra/omaiia de >,:*v\ |,,r;ls, diversas obras de
ouro e prala, e mais objeclos que la' se acharen) no
dilo arniaacni, que ludo sera' vendido.
O ageote Oliveira fara' leilao, por aulorisaro
eem presenca Ho lllm. Sr. Rr. juiz dos alsenles,
a requenmenlo do |||,n. Sr. ronsul de Porlueal, He
Ires esrravos pertencenlct a' npoling de alguna 6-
nados subditos porluguezet, c cuja arremalac.io foi
aononciada pelo juizo, e he Irar.sferida para ser feita
'pelo referido agente, no dia sexta-feira, 5 do ror-
rete, ao meio dia em poni, 110 respectivo consula-
do, roa do Trapiche Novo : cm seguida sera' vendida
urna ptima escrava parda, perita engommadelra,
doreira, elr. ; isjsim rumo varias obr.n de ouro o de
prala, cousistiudu em 1 excellcnte relogio de ouro
L. Dclonche acaba de receber um bello sorli-
menlo de relogioa suissos de lodas M qualidades,
tanto de ouro como de prala, ditos galvanisados e
foleados; assim romo ha lambem meios ibrnn me-
tro- e relogios fraucezes, com caixas, lodos allian-
rados.
Attcncao.
a^j" Um grande c completo sortimcnlo de lodas
as qualidades de dores tanto sercos como em cal-
da, gelu de todas as qualidades de frurlas que se
pode fazer, e ama porreo sempre de MaaaM aba-
cachii e oolras mais fruidas do paiz proprias para
embarque, cxcelicnle vinho de caj' engarrafado e
urna das raelhores marcas de charutos em caixas de
cem, pelo barato prero de } rs. cada urna, Lancei-
ros, Luzilanos e Fluminenses, se apartara' qualqoer
encommenda de doces oo frurlas para dentro ou
fora do imperio, com limpeza c actividad : na con-
feilaria di rna de Cruz n. 17 de A. A. Porto, por
mais barato preco que cm oulra qualquer parte.
No dia i) do correnle, (inda a audi-
encia do lllm. Sr. Dr. juiz de orpbaos,
hao de ser arrematado! perante este, os
movis, carros, cavados e demais perten-
cesda coebeira, do casal do finado Josc
liara Borges. O cscri pto estar' em mSo
do porteiro do juizo, Amaro Antonio de
Faiia. ,
O abaixo assignado faz scicnle ao publico eao
corpo de commercio, que no dia 110 de agosto passa-
do deixou de ser gerente do armazem do Sr. l.uiz
Antonio Virira. que gvravasob a firma de L. A.
Vieira & Companhia ; as-m como que a uiesma fir-
ma nada deve ; e se alguem se julgar credor pode,
no prazo do 8 dias, contados de boje, app.irerer no
armazem de Ferreira (lomes & Companhia, na ra
do Rruin ronfrnnle ao rhafariz. Recife 5de setem-
bro He IS56.Manoel Anlonio Frrreira Comes.
Alojfa-9 o armazem i\o sobrailo n. 'J'i ua ra
Ha Monda : a tratar na ra da (loria 11. K7, segun-
do andar.
Fica cm poder de Antonio dos Santos Vieira o
bilhelc n. 1168 da primeira parle da quinta lotera
do (,ymnasio. perlrnccnle ao Sr. Joaquim Ferreira
da Silva Jnior.
Pedimos a S. Exe. o Sr. presidente Ha provin-
cia, que lance mas villa)! para a freguezia do Recife
no dia 7 do correle, em que se tem He proeeHer a
eleirao, alim de evitar que tlsoem ahusamlo de sua
posiro, qocira pralirar ne.sa orra>iilo alguma ille-
galidade. lato pedem--Os \ otantes recelosos.
Detappaeeceu um boi pequeo enliranqoi^ado,
de rarror;.., quarla-fcira U do correte : quem o pe-
gar leve junto ao Hospital Portuguez, que sera' re-
compensado.
O abiixo assignados fazem publico, que di-
loiveram amigavelmcnle a sociedad commercial
que linharaem um armazem de assucar silo na ra
do \ gario n. 11, sol a lirraa social de Fernandes A
Mello, no dia 26 de agoslo dn correnle auno, lican-
do o activo r pa-sivo a cargo He Francisco Antonio
de Mello. .lacinlbotVosc He Mello c Antonio de S.V
.Lopes Fernandes : continuando a casa estabelecida
no mesmo gyro ruinme'rial em nome dele da data
da referida dissolur.io cm (liante, e sob a mesma fir-
ma social He Fernandes ^ Mello. Kecife 26 de agos-
lo de 18.56.Francisco Antonio de Mello. Jaciullio
Josc de Mello, Antonio de Sa' l.ope Fernandes.
Como procurador de Francisco de Paula Das Fer-
nandes. Joo Tavares Cordero.
A 29 do prximo pusado asosto auentoa-sc
Ha ra do Rangel n. 21 a prela crioula Pulquera,
idade 116 annos, pouco mais ou menos, sem falla de
(lenlea de cima, altura resolar, barriga sabida para
1 fura qoe parece pejada, levou vellido do rhila azul
rom llores amarellas, panno da Costa com lislras en-
I carnadas, |UI|0 usado, camisa de ntadapoUo, descon-
I lia-se que Ihe aconlece'se alguma cousa, eesleja com
receio de vir para casa por Irr (altado, pois n;lo era
Icosturaada a fallar de estar em caa logo afnoile :
I rogt-re porlanto a pessoa que della souher a mande
Iapadrinhada,de cuja favor se Ihe Reara' obrigado ;
I e tamben) se roga a lodat as auloridides policiaes e
capilar- de campo que a apprehendercm leve a casa
cima, que serao recompensados. Protc-ta-se contra
quem a liver ocrultado.
Srvetcs
lloje as (i horas c mcia havera' excellenles sorve-
(esde .manazo abacaxis : no aterro da iloa-Vi-ta n.
11, se nao chuver.
Srs. redaclores.Seria por He mais ingralidio
ersla revollanle, se os habitantes da povoarao de
lleberibe nao levassem a urn elcilnrat no dij7 do
correnle para seus jais* de paz. os dignos nomes
do! Srs. Milililo Koraes Celina e Francisco .Marlins
dot Alijos Paula, cidadnos prestrnosos, e qoe na
qoadra em que o povo mais totTreu.ellei tervirara protectores e de verdadeires amigos da liumanidide
a Hiela ; amm poi- lembro ao meo patricios com-
parorhianos que deem urna prova de sua gratidao a
lio beuemeriloi cidadaos.Um volaulede Beberibe
E
FUNDIDO DE COBRE, 8R0N-
ZE> FERRO, TUBOS DE CHOM-
BO INTEIRIGOS
E
Armazens dos ditos nielaos
DE
Josc Pedro Collares Jnior
Sf 1 roaos,
LARGO 1)0 CONDE BARAO
N. 5 A.
EM LISBOA.
F.sle cslabelicimenlo leve o seu principio cm 1809,
fabricando umplesmenleapparelbos para dislillarao,
sendo o seu fundador o Sr. Josc Pedro Collares, "que
o comerou com um s operario. Em 1819 ja at suas
obras eram couliecidas c apreciadas no paiz e fra
delle ; c para poder satisfazer as cncoinmendas que
se Ihe faziam, foi misler ao seo proprietario eleva-lo
a maior escala, de sorlc que em 1821 ja empregava
8 operarios. Ha proporr,ao que o crdito das suas
maiiuf 11 lora, angmentava consideravelmenle o seu
consummo, fo-lhe iudispensavelaugmenlir o pessoal
do eslabelecimenlo ; de maneira que, em 1827 eoo-
lava 18 operarios. I)e 1831 a 1810, o numero des-
les subi a 30. Com ludo em 1812 ja o local de que
Hispnnba era aisi* escanso para couler os artistas in-
dispensaveis para satisfazer a" alllueucia das encom-
mendas, e por esta ranfla concebeu a idea de adqui-
rir um oulro local apropriado a- exigencia!, o que
conseguio no largo do Conde Baro, o. U A, fundan-
do lalvez o maior eslabelecimenlo desle genero no
nosso paiz.
Foi enlao que come;ou a fabricar machinas a va-
por, e multas oulras que ale aquelle lempo se nao
faziam entre nos, e eramos obrigados a importar do
eslrangeiro. EmISideu toeiedade a seui doui
primeiros filhos, cunliando a directo do seu eslabe-
lecimenlo ao primeiro, e a administrado dos traba-
lhos de machinas a vapor ao segundo. Em 1848 dea
igualmente soeiedade 10 aeu ierceiro lilho. Astim
permaneceu gyrando com a firma de JOS PE-
DRO COLLARES & FILHOS por esparo de seis
tunos, no fim dos quaes este eslabelecimenlo !e acha-
va elevado ao dobro do que era em 1810, seudo a-
quelle progresso devido a perfeicao e solidez de toas
niauufacluras, e a' maneira por que tralam e lermi
nam os seos negocios, leudo fabricado, neile periodo
grande numero de machinas de di-: il lardo, bombas,
machinas a vapor, rodas hydraolicas, tanques, ma-
chinas para agricultura, e mullas oulras obras de
reronhecida ulilidade.
Filialmente, no fim de 1850 deixou o Sr. Josc Pe-
dro Collares todo o seo eslabelecimenlo, em que em-
pregava 50 operarios, aos seos primeiros qualro li-
Ibos, que se constituirn) em socieHadr.que g\ra ac-
tualmente com a firma deJOS PEDRO C.
'- "" ^ '"MA'OS os quaes, em ooverabro de
I8j4, davam Irabalho a mais de 110 operarios. Es-
te ultimo e sensivel augmento que te ola do prin-
cipio de 1851 a novembro de 1834, foi devido n.lo
so ao- imperiosos motivos cima expendidos, mas
lambem a grande baila que linbam podido linar uot
preros das suas manufacturas, era consequencia do!
aperleicoamentoique haviara inlroduzido no syile-
ma doi Irabalbos, por meio das inelbores machinas
e ferramsutas al aquella poca conhecida, que li-
nbam mandado vir de paizes eslrangeiros. Infeliz-
menle, em i de novembro de 1851, foi esle eslabe-
lecimenlo incendiado ; porera gracas a aluum auxi-
lio do governo de Soa Mageslade Fideli.-iina. eao
dos amigos dos proprielarios, acha-se boje a lecous-
Iruido, e montado com laes machinas, que -e pode
aisegurar ser igual aos raelhores terra, poslo que relativamente em menores ilirnon-
soes ; mas sempre para empregar .500 operarios; po-
dendo em lal estado conseguir-se, a par da baila dos
prega, um augmento de perfeicao e crdito as
obrat.
As suas machinas para dcslillar iahos so Ua per-
felis no seu fabrico e ua combinado He ludas ai sois
l>ec.as, que pudem garantir o obter com ellas maior
quai.tidadc de alcool do que se exlrabe rom a maior
parle das machinas de qualqoer oulro fabricante ;
chegando as suas a prodozir mait 1 1(2 caada do
aguardante de Irinla graos de Carlier, por pipa He
vinho, comparativamente aquellas ; o que podem
provar com altesladoi.
Ai ditas machinai de dislillai.Ao continua, de qual
quer dos teui lyiiemas, produzem em urna s opera-
cao a agurdente de 29 a 31 graos de Carlier. Al
machina* compostas, refrigerando cora agoa, podem
dislillar as fezes do vinho e outras materias crasm ;
uenhoma das oulras o pude convenientemente fa-
zer.
Alm daqaellas machinas, fabricam-se todas as li-
bras que ae coslumam fazer He cobre ; bombas para
aceudir a incendios, machinas a vapor, caldeira pa-
ra as dilas, prensas de parafuso, dilas hydraulicas,
dilas para copiar carias, tanques para aguada da na-
vios, moinlios pan azeitona, dilos para trigo e des-
cascar arroz, dilos para caom de assucar, machinas
para corlar palha, dilas para retnrar a racSo de c.i-
valgadurat, dilas de debulhar milho, dilas para ne-
var, charras de ferro, sachadores, grades para janel-
las, varandas e jardint, por uina inlinidade de varia-
dos modellos, ciuapci para dito, aparadores para
chapeos de chova, e da cabera proprios para orna-
menlo de salas de entrada, lindos fogdes de sala, Hi-
tos de coznha, bonito e vanado torlimenlo de leitot
a franceza, ludo de ferro ; e finalmente todos 01 ob-
jertos qoe se deiejem daquelle arligo, tanto de fun-
dlfS como forjado.
Tubos de chumbo inteiriros sem soldadura, pro-
prios para caualisacao de lquidos ou gaz ; cojos
precos he impossivel determinar, nao to pela multi-
plicidad, como principalmente pela variedade com
que sao exigidos segundo o gosto e uccessidade do
comprador.
Os proprielarios desle eslabelecimenlo lisongeam-
se que os sacrificioi c e-forros qoe leem feilo, para
conservar e augmentar no paiz um eslabelecimenlo
desla ordem, serao compensados com a allluencia no
consum.-no das suas manu(ac(uras, nico meio de se
poder sustentar e engrandecer.
O nome dos proprielatios, a maneira por que exe-
cutam as soas obras, e cumprcm os seus ajusles, nao
s,lo eslranhot a' maior parle dos portugue/es, mesmo
dos residentes fura Ho paiz. Por tanto ciperam con-
tinuar a nnif.fr a mesma cnniianr com que ate?bo-
je teem sido honrados, e protegidos com o favor das
suas ordens, as quaes te esfon-arao por execular o
melhor possivcl, ollcrecendo o" seo comporlaraenlo
pastado como Raranlia do futuro.
As petioas quedesejarem ver e examinar os diffe-
renlcs modellos, em eslampas, das machinas, appa-
relbos, c mais objeclos cima mencionados, e fazer
qualquer encomraenda ao dilo eslabelecimenlo em
Lisboa, podem dirigir-so nesla cidade ao consulado
porluguez, ra do Trapiche n. (i, primeiro andar,
onde ludo sera' palenle, para melhor e mais fcil
esclarecimenle.
A u-i-se urna preta opma eugommadeiri.
rn-lureira e cozinheira : quem a pretender dirija-*
a estrada dos Alfiicloi, casa ciozeata fronte a
greji.
O i-apit.ii>1 Antonio de Souza Oliveira lleUv,
senhor do engenho Maxicoaba di comarca do l.i-
moeiro, l'reguezii de Bom Jardim. declara o pubti-
co, qu romprou a propriedade denominad lago
Comprida a Anlouia Mana do Espuilo sanio, a
qual se mudou para a comarca de Sanio Aniao na
villa da Escada, aande fallecen ; e como no inventa-
rio a que procedern) mencionam cinco lelirat acei-
tas pelo annuncianle, a vencer de feveraire 1 fev
reiro de cada anno, declara em Itinpo, qoe ninguem
faja (ransaccao com as mesmas li liras, vitlo que
ainda nao se cumpriram as rondir/nts da r.rriplura,
e por isso nao serao pagai sem oslir lodo Icgaliiad.
Recife 1.- de selembro He 1856.
tiuslave Albcrl llerraaaclimid, subdito francez,
retira-se para Franca.
Faz-se lodo neuocio com orna lellra areila por
Anlonio Moniz Pereira : quera qoizer alinete pa-
ra so lite ir fallar.
Engomma-se e lava-se com areio e prompli-
dao : na ra da Conreicao da Boa-Vista n. 17.
Precisa-se alugar dous prelos qoe eotendam al-
guma cou-.i de padaria : no aterro da U a-Vi-tt,
padaria 11. J1.
Fugio era novembro de 1853, lendo vindo do
Rio de Janeiro de obriga^ao era um navio, o prelo
marinheiro Joao, rrioulo, alto, reforcado do rarne,
c bem (allante, o qual escrivo he de propriedade
de Manoel da Malla Macelo alli residente, a incul-
ca-- forro ; quem o apprehender e levar o lid
do Corpo Saulo n. 25 sera generosamente recom-
pensado.

t^E& ^
w&
< vOi .
rV./Q
r^
f
Em frente do becco da Congrgarao
botica a tegunda loja de fazendas n. 10.
Chales de merino bordados a velludo.
Dilos de dilo dilo em 2 pontai.
Hitos de dilo dilo em 1 ponti.
Ditos de dito barr malisida, grandes.
Ditoi de dilo com lisia franja de seda.
Dilo! de dito com franja de seda.
Ditos de Ma grandes de lodas as cores.
Mauritania de seda lavradi com 1 vara do
largura, covado.
Sedinbas de qua iros novo! padroes.
! Folar de seda de quadros aisetinados.
I tiros de naple prelo lavrado par vestid.
: Dilo dilo encorpado para dito.
Sarja prela largara encorpada.
Velludo prelo heipanhol pira vellido.
Sel un prelo verdadeiro mar.10.
Dilo hranco macao para vettidoj
lia de quadros para vestido.
Chita franceza tina laraa.
j Riscado francez muilo largo.
i Cortes de vestidos de seda edm loque de
mofo.
Corles de frondelini de seda.
I Corles de vestidos de seda para menina.
Cortes de seda branca para ooiva.
Corles de rassa franceza.
Cu. franceza lina de novoi padroes, vara
Canga liza amarelli e de qmdros, o rovado.
Panno prelo e de cores prove de limlo.
Dilo azul fino para farda.
Oorelo prelo para panno.
Camisas francezas brancas.
Peilos para camisa de cor e brincos.
l'.oi.ninbns brancot feitos.
Lenros de seda de cor.
Cobertores de ilgddao grande!.
Dilos de laa hespaohos.
Romeiras de retroz para senhori.
Maulas de blonde brancas e preta-.
1.. r.cos niuito linos bordados para senhora.
Capas de panno fino prelaie do cor.
Hilas de panno iznl.
Meiii He Lia prelas e de eor.
(Camisolas de laa e celourai.
Pablos de panno fino prelo e da cor.
Dilos de lpica fin preta forrado.
Dilos de alpaca prela.
Peilos de esgniao par camisas.
Corles de casemira de cor.
Cortes de dita preta lina.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
1RtOM
119000
Rfl
73000
fia-500
Kan
nfn
18500
latino
UN
29200
2-rJiio
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29000
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39000
10U
l-.'-.Nl
190W
169000
9
5
istmio
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuosde todas as naees nndea
lestemnnharas vi rindes desle remedio ineomparave
elprovarem caso necessano,que, pelo uso que delle
lizeram, lem sen corpo e membros inteiramenl
saos, depoit de haver empregado intilmente nutro
lr.itamrnlns. Cada pessoa noder-se-ha convencer
dcssai curasmaravilhoiai pela leilura dos peridicos
que Ib'as rclalain lodo! os Hias ha muilo- anuos; e
maior parle dolas -ao lao sorprendentes que admi-
ran) os mdicos mais celebres. Olanlas pessoa re-
cobraram com esle soberano remedio o oso d mus
braros e pernas, depois de ler permancr ido longo
lerano nos hospitaes, onde deviam sodrer a ampnla-
jao Uellai ha mu las. que ha vendo drixart* tu,
sxlos de padecimento, para se nao -ubmellerrm a
essa operarao dolorosa, forom < urada< completa-
mente, medanle o uso desse precioso remoli. Al-
gumas das taes pessoas, na efutio de seu reconlicri-
menlo, Hecltraram esles letultadns benficos dianle
do lord corregedor, e oulro magislrados, alim da
mais autenticaren) sua aflirmaliva.
Ninguem desciperaria do estado do sua saude et-
livesse bastante conlianra para ensatar esle remcH,.,
conslanlemenlc, tesuiudo algum lempo o Irala-
menloqueneccssilassca mlureza do mal, rujo ro-
lultadoscna provar incooslcslavelmenlc : Oxte li-
cura! v
O ungento he ulil mas parlicularmeult
seguinles casos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfcrinidades da culis
em gcral.
Enferinidadcsiloanus.
Eruproes escorbticas.
Fstulas 110 abdomen.
Frialdadc ou falla de ra-
malriz.
Lepra.
Malos das pernas.
dnspeito-i.
de olho-.
Mordedura! de repte.
Picadora de mosquito-.
Pulmocs.
i.lueiniadi la-.
Sarna.
Supurar.c> ptrida-.
I inha, cmqualqucr par
te que seja.
I remor de ervos.
PAUriMA
TRICOPHEREO
I Ou composicao medicinai do profe*-
sor A. C, Bar y.
I ira caspa, faz crescer o cabello, e lem outras
umitas apphcaroes, que no impresso se vera', e agua
para lingir os cabellos, ludo por mdico prem : na
ra estrella do Rosario n. 2, loja de brbaro.
Josc Valenlim da Silva mudou a soa aula He
lalim da lloa-Visla para o bairro de Santo Antonio,
IravtaM da Cadeia .Nova, junio ao n. 5, sonde con-
(imia a receber por prero inulto rommodo, como he
publico, alumnos pcnsionilas e externos, dando bom
Iralaraenlo. O annuncianle aipara receber dos pais
de familia a mesma proleeruo que recebeu duranlc
os aunos qoe eusinoii na Ita-Visla.
A administraran ceral |dos eslabclecimenlot de
candada manda fazer publico, que amanliaa petas i
horas c meia da larde, na sala das suas tasaoaS. no
lirgo do Paraizo, i-a' a' prara o forneriniento d'a-
goa para 01 mesmos eilabelecimenlos. Administra-
cao geral dos eslabelecimenlos de cariJade 3 de -
lembro de 185(1O escrivao,
AqIouq Jok (juuii du Corrcio.
do Puado.
--- il.ls ri( ticula. '( .
a .ias trridas, ou linda-
das uas pernas.
--------------------- .....a >.b =- I I. I "I ,.ti r
lor as extremidades. Lleers na horca
Fricras.
(iengivas escaldadas.
Incbarc-.
liillammarao Ho ligado.
da bexiga.
Vende-M este unguentn'no rlal.rlcnmrnln cera
de l.ondrrs.o. 211, Strand.e na loja de lodo ano-
lirarios, Hrogui-lasc oulras panul ennrrecada-de
sua vend em (oda a Amerira do Sul, llavina e
llespanha.
\eudc-se a 800 res rada hnrelinha,conten urna
iiistrucr.'io em portaran! para explicar o modo de
fazer uso desle unjuruln.
O deposito gen be cm casa doSr. Soum, phar-
maccutico, na rui da Cruz n. 22, cm Pernam-
buco
Xaropo do Bos-
que verdadeiro
Rl A LARCA DO ROSARIO N. .
(j)n(iuu eoder-se esle sirope do qualt.'O
igcnles no Rio de Janeiro os Sr. Viles 4 1 .ninpa-
nhi, ra do llospirio 11. lo na blica do abaixo as-
ngnado, que garante ser verdadeiro.
Batlholouieo l uateo d Sfazi.
'


Deposito de vinho de chainpag- @
% ne Cliateau-A.\, primeira (pa- $$
m lidade, de propriedade do conde Q
f% de Mareuil.rua da Ciutz do Reciten. Q
$3 20: este vinho.o melhor dejndaa A
v Champagne, vende-se a oGK" cada (
^ ca\a ; acha-se nicamente ein ca- A
@ sa de L. Leconte Feron & C. N. $
3$ B.As caixat sao marcadas a lo- #
goConde de Mareuile Os roto- j
^ los las garrafas sao a/.ues. fl
ao publico.
Minnel Joaquim de Miranda, ollicial de esculplnr,
faz ver o publico e os seus fregueses, que mudoo
a sua residencia para o alerro da B^a-Visla n. 17 ;
recebe toda e qoalqnrr encnrrmeii.l,' de -auto, lano
do pintura como de esculptura. com pi i l.'ir.lu e pres-
ura, assiin como limpa econcerla maceos depedra,
pinla e as doura, e lanibem troca imagens vclhas :
quem dt seu presumo te quizer ulilisar, dirjase ab
aterro da Boa-Vial a. 17.
Prccisa-se alegar dous ou tres prelos para um
sido, paga-se lien : na ra Ja Cadeia do Recite n.
IB, priineiro a-.dar.
t J. JANE. DENTISTA. S
9 contina a residir na ra Kova o. 9, primei- %
m ro andar.
Coiupanhia Per-
(namhucana.
A direcrao avisa aos Sis. accionistas,
que para complemento do capital da
mesma empre/.a, lem deliberado emittir
novas aeros, mas dt vendo ser preferidos
de conformidade coin o att. -dos estatu-
tos, na distribuirn de tacs aceites, acuel-
les senhores cpic ja' sao na mesma inters-
sados, lica, a contar de lioje, marcado o
prazo de 00 dias, para a inscriprio de
seus rumies, com deca rariio das a cees,
qneauizerem tomar, no sen eslcriptorio,
no forte do Mattos n. 10, sendo a pri-
meira prestacao de T>0 por cento. Kecife
27 de agosto de 1856.Antonio Marques
de Amorim, secretario.
Paula & Santos c Mauoel dos Santos Piolo,
administradores Horneados rnaanafallida de .aimel
Joaqun) Alves Pilomba, avisara a'lodos os senhores
redores, que devem apresentar seu ttulos al o ilia
6 da selembro, na ra do Amorim n. 18, escriplorio
de Pauta & Sanios, afim de seren conferidos e fa-
zer-te o dividendo do liquido da mesma massa, nao
podando, depois desla data, screm allendidas quacs-
quer reclamase*!?.
/.'i reconnaissance e. venir que l'on conserve des .ter-
lices, ou des bienfaits qu'on a
reru.
O abaiio assignado solTrendo ha innilns annos o
mal da elephaotiasis dos gregos, e depois de haver
panado por todas as experiencias medicas no hos-
pital dos lazaros, onde por esparo re tres annos es-
teva recolhido, e fui sempre lrala*do| la melhor forma,
j pelo medico eocarregado daquelle hospital, ja
pelo rcenle, e j em lim pela 11 lina, admiuislrarao
do estabelecimentos de caridade, qoe incansav'eis
sempre se moslraram em militar os scITrinientos dos
doeotes, mas nao lendo encontrado alivio algum ao
sen mal. quii aProvidencia que deparasse com o
5*. Manuel Bordes de Mendonr^a, que som neulium
oulro Intercsse msis do que o de ser til a huma-
nldado, o chamou a sua Car* par ser por elle tra-
tado, e grasas aos seus desvellos, hoje se acha salvo
'le 13o homvel mal. (.lucir por lano o Sr. Manoel
Hurgas de .Meinlnura reerber esla demonstrarlo de
ma gralido pelo beneficio que acaba He pres-
far*lhe, e fique certo que o seu rcconhecimcnto j-
inais ser olvidado pelo seu agradecido
Htlolano Antonio di Cunha Machado.
Recife 1 de selembro de 1856.
Como se ignota quem seja o correspondente do
| Sr. America Xavier Pereira de linio, e oAo c saiba
o engenho onde reside, roca-se-lhe o favor de man-
dar travessa da Madre de Den- n. 18, para nego-
cio que Ihe iuleressa.
Precisa-se alagar ama escrava : no aterro da
Boa-Vista n. 16, loia.
Lotera
Jo Gyninasio Peruambu-
cano.
Aos 5:000$ e 2000s000
Corre indubitavelmente sabbado C de
Memoro de 1850.
S alus ti ano de Aquino Ferreira
avisa ao respeilavel publico que vendeu ns se;oin-
aintes -orles da primeira paite da primeira lotera
do reeolhimeutn da Concc.ic.ao de Olinda, eitrahida
a 30 de agosto de 1856.
1 quarto n. 6312:0005
1 meio 1*03 1005
1 quarto 663 1005
1 meio 1913 1005
1 quarto 646 505
1 meio i 78i 505
O mesino lem exposlo venda seus muilo felizes
billietcs, meios e quartos, da primeira parle da quin-
ta lotera do Gyaaaaaio l'ernembucano, as lojasja
ronhecidas do respeilavel publico.
Os dous premios grandes cima referidos, nao es-
tn tugeilos ao descont dos nito por cento do impos-
to geral, o qual descomo ser pago logo qac -.na a
lista, sendo o preso de seus bilhetes os secniutes
Bilhele iuleiro 55800 recebe por inleiro 5:0005
Meios- 39000 i 2:5005
Quartos 15500 1:2505
Pernambuco 1. de selembro de 1856.
Salusliano de Aquino Ferreira.
l'reci-.i-se de u-na ama de leile : na prara da
Independencia us. 36 e 38.
f A HOIEOPATUIA E 0
8 CHOLERA. i
r nico tratamento preservativo e n
curativo do cholera-morbus, J
9 PELO DOUTOR ^
(^SabinoOlegarioLudgero Pinho. ^
O Segunda ediceCio. a
A benevolencia com que foi aeolliida pe- 1>9
(A lo publico a primeira edicto deste opus- UA
_ culo, esgolada no curio esparo de dous me-
vt?F zes nos indn/io a reimpressa-
iA Cusi de cada ejemplar......I5OOO
JJ Carteiras cowplelas para o Irata-
\jfl nicniu do cholera e oe muilas ou-
% '" oleslias, a..........309OIHI
W Metas carteiras..........I650OO
^Sw 'net^,**l,,e"ll>s s" os meliiores possiveis.
((9k Cou"orio, cenlral homcopalhico, ra
de Santo Amaro ;Muudo-Povo n. ti.
Precisa-se alugar 6 pretos para armazem de
assucar : quem li\er e quila* alugar, ilirija-se ra
do Apollo, arma/em n. 10, que achara com quem
TvTSRIA DA PRO? 1NCIA.
Salusliano tle Aquino Ferreira avisa ao
respeilavel publico, que vende a' dinhei-
ro a'vista, sendo a quantia de 100x000
para cima, os seus bilhetes, melse quar-
tos, pelos preoos abaixo declarados, na
roa da Cadeiado Recife, lojade mitido/.as
de Jos Fortunato dos Sanios Porto.
Bilhetes 5$500 recebe 5:000.^000
Meios 2.s800 .( SioOOfOOO
Quartos IsiOO l:250<{000
Salusliano de Aquino Ferreira.
Precisa-sc alugar urna ejrrava que saib? cor,
lavar e engoinmar, para o servir de nina familia
ineleza : na rus do Trapiche Novo n, 10, tm casa
de Patn Nash iV Companliia.
Ra Nova 11. 18 loja de M. A. Caj & C. con-
tinua sempre a Icr um grande sorlimcuto de obras
feilas de alfaiale, lano superior, como inais infe-
rior, camisas francesas, brancas e de cores, gra-
valas, colaiinlios.chapus francezes, dilos de sol, de
seda e panninho,suspensorios de bnrraclia.incias para
senhoras, linniens, meninos, fa/.endjs para tazer-ae
qualquer obra le cncominenda com a maior preste-
za e Don desempenho, em lim qualquer pessoa que
vier a esla loja, tirara um faci completo e por pc-
eo mais commodo do qoe ein outra qulquer parle.
t;ma criada cslrangeira, que lem de regrenar
para a Inglaterra nesle mez com a volts do vapor
ingle Fyne e cuja passacem ja acha paga, uflerere
os seus serviros a qualquer senhora ou familia que
lem de fazer a me-ma viagem : os prelendenles cii-
rijam-sc ao Trapicho Novo n. 16.
Precisa-se alugar urna prela : na ra de S.
I,.incalo 11. 25_
Precisa-so de duas pessoas para o servico in-
terno de urna casa eslrangeira, urna que coznhe e
eneomme, e outrs que enlenda de costura : na ra
Nova n. I".
Tendo-se retirado desla provincia o Sr. Ilem-
jarain Tuknnies, que na ausencia do Sr. tieorec Pa-
ichell exercia as funeroes de administrador da labri-
ea de sub.lo da Sra. viuva de llelphino ti. Pereira
Urna, convidain-sc aos rredores da mesma fabrica
por qualquor Ululo, 1 se reumrem no da 5 do cor-
renle as 10 horas da manhaa, no priineiro andar da
casa da ra da Cadcia do Recife n. \->, alim de deli-
beraren! o que for conveuienle.
Urbano Chrispiniauo Mamede de Almeida, i ti
venlanante dos bens do casal de seus fallecidos pas,
o coronel francisco Mamede de Almeida e sua mu-
llier, faz saber aos ciedures do mesmo casal, que vai
proceder a iuvenlario no jal de orphaosdesta eider-
de, escrivao llrilo, alim de que se habiliten) para
serem altendiilas suas dividas. Recife > de selembro
de 1856.
Precisase de om caixeiro para taberna, que
lenha pralica do mesmo negocio, dando fiador a sua
conduela : na ra da Cruz 11. 28.
O abaixo as-ignado avisa a quem convier, que
lem eslabelecido com -u.i sogra 0. Maria da Coucei-
(.'.lo Comea Maris, na cidade de Souza da Parahiha
do Norle, urna casa Commercial com a Urina aoflal
ile Garrido i\ Sogra Mariz, seodo o mesmo a bailo
assignado n socio gerente e cncarregado de todos os
negocios da mesma. Recife 2 de selembro de 1856.
francisco de Assis Garras e Silva.
Oflerece-se urna pessoa habilitada para ensillar
primeiras leltr.is, I iiim e fiauccz eai nlgum eugenliu
ou em oulro qualquer lugar : quem quizer pdean-
nunciar.
Alagam-se os andares do sobrado da ra do
Hospicio, em que esleve o Recreio Militar : as pes-
soas que quizerem, para ver e ajoslar com frederi-
co Chaves, no alerro da Roa-Vista n. 17.
Aluga-se um boin sillo por pre^o commodo,
na estrada do Rosarinho, com inultos* arvorerios e
boa casa : qnem |ireteu Ierro n. II, hiberna.
Qg O abaiio assignado lem a honra de con- M
n. vidar os Srs. membros da commiss3o direc- *
W lora do MONTEPO-ACADMICO, o'oa
''& ^rs- esludanles do priineiro anuo da fa-
& culi.ole de llireito, para que cumparec,am
3*1 no da ti do correle mez, as 4 lloras da
tf larde, na caa da residencia dolllm. Sr. l)r.
... presidente e Ihesoureiro, alim de uomearein
10,000


elMlO a flfiUlHQ SIXT* ftU SUEIBRO N 135.6
rs
tfe gra tifien qi\a
pavees.
pelos
tlralifica-secom IQfOOrj a qnem descobrir o casal
de pavoes que voou .lo sillo lo Toque para o Mi.li-
guinho : ua ra do l.ivran.enl} n. ||i, ou no nie-mo
silio do loque defronle da Capunga.
Na roa de Horl-s n. !',() "precisa-se .le urna
ama ou cnada para andar sement com urna crianza
.le dous mezes, a qual he aniamenlada por sua pro-
pna mai, Uando-M a eaaa pessoa o meii,r iralamen-
lo pessivel quem neslas rircuroslaiicias esliver, de-
vera diriuir-.e all para Iralar do ajuste.
O Sf. que lem ama mulata .le babilidades pa-
ra venden leudo boa conduela, p.ie dingir-se a ra
de Apnll n. 1 A, primeirn andar.
Pedp-seao lllm.Sr. I)r. Antonio Borgea l.eal.
qne quaiijlo vier a esla praca haja de apparecer na
ra da Crjuz no armazem francez n.27, a negocio de
seu inlerisse e de urgencia.
Alnba-se urna grando esa terrea com minios
conirnodns, ua ra da Soleda.le, e malsana annatein
ua ra ii| l'raia : Irala-se no Manguinho, sitio .le
llerciil.ino Alves da Silv.
Nojdia 5 ao meio di, na sala das audiencia*,
depois de linda a do Sr. I)r. juiz municipal da pri-
meira vara, lem de rremalar-se o escravo llernio-
2io,' de idaile de 8 a anuos, perlenceule ao iuven-
lario do filado Joaqun] Jase ferreira, avallado em
150)000, vai a' prara a requerimenlo do leslamen-
leno Manoel Joaquim Ramos eSilva.
&ttmpt&4.
Compram-se apoliecs da divida provincial ; na
roa das flores u. ;17, primero andar.
Cofnpram-se acres da companhia de Beberi
be : na ra larga do Rosario n. 28 loja.
Cqmpra-se calcado de toda a nuali-
dade, agradando o preco: na ra irei-
ta n. i."), loja.
Compra-le papel de peridicos a :i>200 a arro-
ba : no pateo do Carmo, quina da ra de Hurlas
n. 2.
Compra-se urna escada de m.lo que lenha 12
palmos e oulra manir : quem liver e quizer vender
dirija-sea piara da Independencia, livraria n.fie 8.
Compra-se ooro com preferencia de le, e pa-
aa-se melhor do que em outra parle : na ra larga
do Rosario n. 17, confronte ao quarlcl.
Compram-se cscravos de ambos
sexos, de idade de 12 a 30 annos,
como recebem-se para vender de
missao : na ra Direita n. o.
curpo-
ua ra
-- Vende-se urna ejaeratrs de nac.3o, bem
lenta, cozinheira, lavadeira e veo.le na ra
dasCiuzes n. 22.
CMRO.NOMETRO.
\enr1e-se um relogio de ouro chronomelro inlei-
ro, o melhor que sahio de um:i;das acreditadas fabri-
ca* inglczas, e anda nao vis'o igual oeste mercado,
na .asa de Soutliall Mellor&C. : ra das Torres
n. ,18.
No escriplorio de Domingos Alves
Matheus lia para vender ricos e elegantes
pianos de excedentes vo/.es, chegados ul-
timamente, os quaes vendem-se por me-
nos do que em oulra qualquer parte.
Bonecas franco-
.i,
\ Ondem-se muilo bonllaa bonecas franeezas, pelo
baratissmo prero de 19280 e l|800 : na roa do
Uueimado, na bem cenlieclda loja de miudezas da
boa lama n. 33,
Loja da boa fe.
aiinPni,e"Se rl''''-V <1e 1uadros de bonito* padrcs i
.'00 rs. o covado, ditos lisos de bonilas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de relroz .le bo-
lillas cores a ,5a, ditos com lislras de sedaa7f: na
ra do Qneimado, nos qualro cantos, loja de lazen-
das da boa le n. 22, defronle da loja de miudezas da
boa lama.
M BIAS MIAU-
lie limito
os
assiin
com-
i&tt&W.
por escrutinio secreto um socio director
$gj pelo mesmo auno, em snbsliluicao ao que
gg havia sido anteriornienla eleilo.'f rancis-
- co ''erre'ra Correa, priineiro secretario.
Recife I de selembro de 18-6.

Vende-se para cumplimento de le-
gados, a casa terrea do paleo do Terco n.
20, com ditas salas na (tente, qualro ca-
marinbas, cozinha fora, quintal c cacim-
ba : a tratar em Olinda,rua de San-
Francisco, com Bonifacio de Jess da
Silv.i,ou na livraria ns. (i e 8, da piara
da Independencia.
Vede-ee um escravo de narilo, de idade 50 e
lanos annos, propno para servijo de campo ; n.i
ra de Apollo, armazem n. 13.
Veidem-sc 51 sacras de feijilo muilo bom, e
menor quanlidade que ao vende he orna sacca : na
Boa-Yisla, armazem de sal do Riino, ra da Con-
ccicilo.
PARA QMEM TEM GOSTO.
Vende-se um excellente eavallinho, proprio para
menino, o mais bnr-ilo que he possivel ; a' visla do
comprador se ajoslara' na cocheira nova da ra da
lela quasi a roargem do rio.
oyi"- de potentw
ingleses de ouro, desabnete ederdro :
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
Augusto C. tle Abren, na ra da Cadeia
to Recife, armazem n. .16.
a boa fama
VENDE MOITO BARATO, COMO TODOS
SABBM.
Vendem-se libras do hullas de boa qualidade n.
50, 60e 70 a 18100, dlas muilo Tinas de n. UM) e
120 a I96OO1 du/.ia de lesouras muilo boas para cos-
tura a I.-, .lilas muilo lina, e grande* a I -jiiii a du-
zia, peeinbaa de bico eslreito a 560, ramullas com
agnlnas franeezas muilo linas a lt>o, calxinha* com
ll> uovellosde liabas de marra nioilissimo linas a
280, bracelete* encamados muilo bonitos para meni-
nas e senhoras a 2111 rs., meias brancas minio linas
para senhoras a 210 e ,100 rs. o par, meadas ule li-
nhas niuiissimo linas para bordar a UM) e I60.J ho-
Iftes demadreperola minio linos,para camisas a6011 rs.
a grata, boloes muilo linos de aro para calcas a 28tl|a
grosa, livelas dooradas mnilo linas para caicas e rl-
leles a 120 cada urna, penles de balea muilo linos
para alisar a 300 rs., peras re fila de linho com 6
varas e nieia a 50 rs., calxinha* com colxeles franre-
zes a '60 rs carreleis de Imli.is de 200 jardas de
miilo boa qoalidade e de lodos os nmeros a80 rs.,
macos com 50 grampas e de muilo boa qualidade a
50 rs.. pares de suspensorios a 10 rs., torcidas para
candieiro a 80 rs. a duzi, carteiras de marroquim
para algibeira com molas douradas a 6IMI rs., cane-
las para peonas de aro a 20 e 10 rs.. meias brancas
e croas, i.i/emla muilo boa, para homcm a 160 e 200
rs. o par, rancinh. de La de caracnes e de Indas as
cores a 100 rs. a pecinha, pentes de chifre para ali-
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, srozas de
boloes de louca pinlados para camisas a 210, pecas
de lila .lecs de (odas as larguras a 210 e 1120, Molas
brancas de carreteiseem 100 jardas do aolor Alesan-
dre a 10 rs. o carretel, liuhas pretal de mea.linhas.
fazenda muilo boa a 20 rs. a ineadinha, cartas de
alliiielos da melhor qualidade que ha e cmn 25 pen-
les a 110, penles abortos de balea para alar cabello,
.lima, meias de lio da
.neo* e de cures a 210 e :120
no a ja) r*. a r*ma, vcrdadciras peana* de aro de i P-r, crozas meo de lauca colihecida* pelas meliiores que !ia a i envcrnisailas com palitos de fogo de veljnhas de boa
19200a caixniha com 12 duziaa, ditas em ser deb- qualidade a 12o, dilaadepo com palitos de foco de
co de laura, mas lambein muilo boas a 6O a lili- '"* qualidade a 20 rs., calvas com SO caixiuhas de
phosphoros propriamenla para eharoio* a 390,
casloes muilo bouilos para beogala a 10 rs., sa-
palinhos de 1,1a para crianras a ItOO rs. o par,
tranceln* prelos para relogios, fazenda muilo
boa a 110, etcovinhaa muilo boas para denles a
100 rs. Alem de ludas esias miudezas vendem-se
oulras moilissimas, que visla de su.is linas qua-
Inlaile- e baratos precos lem causado admiracSe
aos proprios compradores : na ra do Qneima-
do, na bem conhecida loja de mudczas'da boa
fama u. 33.
clades he uiuitu barato.
Vendo-** papel de peso e almar.0 o melhor qne
pode haver nesle genero a 3, 1, e 65OOO a resma
papel paquete muilo fino e Je muilo boa qualidade:
propnamenle para se escrever por vapores para a
Hampa em couseqoeucia de nao se pasar crai.de
porles de cartas, em resmas, meias resinas, quartos
de resma, ou mesmo em qnadarnosa 80 rs., papel de fazenda minio boa a 2^IM)
10 verdadoiramenle almaro e proprio para earlo- j Escoria para meninos, brai
de ac de j
que ha a '
L E P0T1SSA
\ einle-se pias,a da Rassia e americana, chegsda
da maisn.V"" 5",''eriur ''lidade ; cal de Lisboa
lo.u' uad'T ,'3 ",er"rt0 : no' usdeposi-
los ua ra de Apollo n. 1 A, e 2 B.
AVISO.
Na loja de Antonio i.opes pcl.ei|a
Mello di C, na ilia da Cadeia do
n. 7, continua l.aver nm
metilo das ja' bem conliecidat
carnauba do Aracatv,
i\a loja das seis
portas
...-
Massa adaman-
Una.
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a
verdadeira massa adamantina, e applica ventosas
pela alraccilo do ar : pode ser procurado confronte
ao Rosarlo de Santo Antonio 11. 2.
Precisa-se alugar um silio perlo da prara. que
lenha boa baila decapim ja' plantado, para invern
verlo, e que chrgue para 5 a 8 cavallos : quera li-
ver anuuncie.
Aluga-sa o segundo andar da casa da ra da
(oa n. 61 11 familia honesta, o qual se acha decente
e tem bastantes commodas : a tratar no priineiro an-
dar da mesma caa.
Precisa-se de urna casa lerrea em urna das fre-
guezias de Sanio Antonio, S. Jos ou Recife, cojo
aluguel mensal seja razoavel: na ra eslreila do Ro-
sario o. 18, tenda de ourives.
#-@@
3 am ^. .A
:'.:
tlenco!!
*
pois a remessa
m
Praiedcs da Silva Gasmo pode ser procurado
para quahiuer negurio de seu pai, das !) horas da
manhfla as .1 011 H da lsnle.no escriplorio do Trapi-
che Ramos ou armazem da illum.nacao publica.anles
o depois dessas hora, em casa de sua tesidenc a na
ra do Imperialn. 1, i.
Em casarle RabeScbmettau & C, ma
da Cadeia n. 37, vende-se :
Um grande sortimento de vidros de <:s-
pellio.
Relogios linos de patente ingle/..
Ditos ditos de patente suisso.
Cottros de graxa.
Ervilhas seccas em garrafoet.
Vinbo do Rlieoosuperior.
Conservas alimentarias de boas
dades.
'I
i.i-
l'tido por preco commodo.
Itillictcs de visita.
(Iravam-se c imprimem-se com peifcic.io bilhele*
de visita, ledras de commerci c lodos asabjecloa da
arle ealigr.iphica, registros, vii.helase quaesquar da-
senhos, abrem-se firma-, sioelea, lauto a lalho doce
'oino em relevo, ornaucnlos ein ohjeclos ilo ouro e
prala, M-M riscos lindos e origina** para borda-
donde labyrinlho adinille-se a recusa de quacs-
quer deslesobjeelos no caso de nao fjcarem a conten-
i das pessoas que os eucominenilurcm : quem pre-
lunder dh-ija-se a qualquer dcsles lugares : no haiiro
do Recife. ra da Ma lie .le lieos n. 32, primeiro
andar; em Santo Antonio, na livraria classica do
paln do Collecio n. 2; as Cinco Ponas, sobrado
da quina conlronte a matriz nova.
Qnem precisar da um bom .ozinlieiro, annun-
cie por esla folha para ser procurado,
Precisa-se de una lavadeira de barrella para
lavar roupa de nina familia, e qoe d eonta da que
wi entregar, e seja liel : na ra larga do Rosario, so-
O Na ra do Trapiche n. 54, ha
O superior rape l'iince/.a do Brasil,
v3 cliegado recentemente do Rio de
W laneiro, emdualidade poucodil-
i$ fere do de Lisboa, ao passo que
ig custa apenas l.sVOO a libra ; a elle
;. antes pie acabe,
@ be pecpiena.
R DA CRUZ N. ol.
Antonio Barbosa de Barros faz scienle ao publico
que mudou a sua sala de barbear da casa o. 6> d
ra da Cruz para a de n. 51 da mesma ma ; na mes-
ma sala se acnam as mais modernas bichas de llam-
burgo, que se veiidem aos ceios e a relalho, ealn-
gam-se, ludo mais barato do que em oulra parle
- Precisa-se fallar a senhora 11. Martina* Maria
do Livramealo a negocio da seu mitre***, c liara se
Iba entregar una caria de sua lilha casada e resi-
denlo no Para : na Iravessa da Madre-de-eos
-- O abaixo assignado roca aos senliores habitan-
tes da cidade da \ icloria, que nao iucloam seu nome
em qualquer das lisias que se tem de fazer as pr-
ximas e eicfics. seja em que lugar for, pois que mu-
lo agradecer Victoria 21 de agoslo de 1856.
... Manoel Jos Pereira Borgc<.
-- Jos Joaquim Aniones, juiz de paz cm excrci-
codo priineiro dislriclo da Iregue/.ia da Boa-Visla
tez secuto a quera nter**, que sua residencia he
no lene ro andar do sobra i n. 37. do alerro da
Boa- isla, (apezar de eslar passando o verAo no
ilangumlio,, e que para mais commodidade das par-
tes, dar audiencia nos inesmns dias do coslumc
iquarlas e sabados as 3 horas da larde) na ra do
Aramio em casa do escrivao, o Sr. Francisco de Bar-
ros Correa.
Joaquim Juvencio da Silva mudou
o seu estabelecimento'dc assucar, da ra
do I-tim, para as casas novas da ra do
cags de Apollo, entre as duas pontes do
Uecile, onde podera' ser encontrado a
qualquer hora do da.
-- Precisa-se do um feilor para um silio ua Mag-
dalena : no alerro da Boa-Visla n. 43.
OPFICIAL DE AI.KAIATE.
1 recisa-se de ollicacs para obra grande e tambera
miuda : na ra Nova n. 52.
Ueseja-se fallar com o Sr. Josquim Gonealn*
\ leira l.uiinaraes a negocio de seu ioleresse: na ra
ilo Oueimado u. 1|.
Aluga-se o armazem denominado
trapiche to Ferreira, sito
Anollo, dando Unido
Em.
Lencos
lusles rrjangnilos de sembris bordados e de recor-
rente do Livraniento.
de seda para peacoe* de senhoras a dez
^U da mesma ra.
no caes de
pora o armazem n.
com inmenso espaco
les a dez usloes. camisiohas para senhora a dous
mil res, rJollariohos de cambraia a palaca. golinhas
bordadas i dez lusles, pcscoeinhos de relrnz borda-
dos de coi a cinco mil reis; de ludo se da' amostra,
levando p mbof que cobra o valor do qus se qur,
das 6 horas da manliaa oo da noile.
Pa loja das seis
portas
Km frente do Livraueiito.
Alpacas de qnadros para veslidcs de senhoras a
pataca evado, corta* de cambraia lisa eomoilo*
mela Vi'ra' a ira* mil reis, para veslidos de dous e
tres habados, cortes de cassa francez tres mil reis.
curies de iMtaehila a cinco patacas; a dinheiro a'
visla para acabar.
Allciicfio.
No escriplorio de Josc Candido de Barros, roa da
Cruz n. 5!, ha para vender charutos do Rio e da
ilavana, chegados ltimamente no brigue Sagi-
tario.
Vendem-sc sellins com perumecs,
palale inglez eda melhor qualida-
de que tem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson Howie
v! C, ra do Trapiche n. 42.
L E CAL IIRGES
-\ o anli ;o e j bem conhecido deposito da ra da
Cadeia do ecife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito uperior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
apresos muilo favoraveis, com os quaes ficaro
dos comadi res salisfeilos,.
Bou i e presto commodo.
as tabernas ao lado da igreja da Soledade e es-
quina de Jobo de Barro*, vendem-se cenerns os mais
novos e bonido mercado,com< sejam.saccas com <
Iho e farinln a .'I^JOO, cha liyssou e preto de varias
qualidades, srva mtela mais nova possivel, revadi-
nha e sag, bismuto*, bolachinbas de muilas qua-
lidades, m;sas, manleiza insleza libra 10 a
S00 I5l20diia francesa 500 a bit) e f.80 nova, gomma
de a rara!* i M) muilo alva. banha de poroo't 100
rs.. toae)Ohs| de Sanios a 280 de Lisboa a 3O0,passas
640,assucar da uova fabrica do Monleiro prata lina a
20l)rs.,vellas|de carnauba refinada a 80,de esperma-
cele a 800 re"is. vioho de Lisboa muilo bom a 560 e
biO, da Figueira o melhor do mercado a 640, d Por-
to a 880, engarrafado no Porto, caiza de 1 duzia a
18?000, ca garrafa a I56OO, c iiiuilos ohjeclos de uso
coran sapatos, lmanos, japonas miodezas e pregos
de iodos os tamanhos e bilhetes da lotera, ludo por
commodo preco. as mesmas casas compra-se ama
Canuca coiu bo.
Vende-se nma taberna na Cinco Ponas n. 93
muilo an-egnezada para o mallo, e para a Ierra com
poneos fundo- : a tratar na mesma.
-- Vende-se urna rarroca b-m construida,com am
boi, na ra da Alegra da Boa-Vial* n. 42.
Vccda-sa uma cama de armaejlo com colehAo
* Iraviceiros, ludo em bom uso. por prero commo-
do : no boceo do Padre n. I i, loja.
Velas de
Carnauba.
\endem-se velas de carnauba pura, as meliiores
que ha no mrcalo a I2;000 a arroba, esleirs de
palha da mesma carnauba, granfTea c menores : n*
ra do Qoeimado n. 'J, loja de srragens.
riba com I2dnai, duzia de tapia muilissimo tinas..
.120, 100 c jOii is., ditos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes muilo linos e de todas as qualidades
e piecns, lima ingleza muilo boa e barata : ua ra
do Oueimado, loja de miudezas da boa fama n. 33,
TAI XAS PALIA ENGENHO.
Ra fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, parsando o chafariz, conlin* ha-
ver tim completo sonimcniode laixns de ferro fun-
dido e batida .le .'! a 8 palmos de bocea, as quaes
seham-se a venda, por prer.0 commodo e com
prompiido: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despea ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzala-^ova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e castica.es
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio d* vela, chumbo da raunicao, arreios para car-
ro, lunas ingle;as.
Helo
IOS
cobcrlose dcscolicrlos, pequeos c g'andcs, de ouro
e prata, patente inglez, de um dos uielhures fahri-
v Si LOJA DA BOA FAMA.
v eude-se Daodejas'Kraada* c muilo linas pelo ba-
ratissiroo preso de 39000, 1*000 e .5JOIK1 res. ..ru-
los de armasao de .co .le lodas as cra.iuacf.es a
800 reu, lunetas com armasao domada a I.^OOl reis,
dilas rom armarlo de larlaruga a I3OOO reis, dita*
coio armacao "de bfalo a .VH) leis, oculoscom arma-
cao de metal branco a i.ai reis o par, limetas com
armasao de lartaruaa com 2 vidros a 3)000 res, ri-
cos chicles paia rtvallns de homcm e senhora pelo
baratissmo preso ue Sllt) res cada um, grvalas de
seda muilo bouitas a l.jOOO res, bonitos atacadores
de cornalina para casara pelo barjllssimo prero de
.100 reis, suspensorios linos de borracha a 400'reis,
penles muilissimo linos para suissao|500 rcis.escovas
muilo linas para cabello a (iiO res, capachos piula-
dos compridoa c rcdonlos a 700 e I^OIM) reis, bo-
loes Hnissimo* .le madreperola para camisas a 1o200
rs. a groia e 120 rs. a duzia,ricas caetas para peana
denso a 120res, ricos porla-relogios a I38OO res,
canles de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in- ,'<,l*1,s''e metal muilo finas para rspe a 500 o
glez: em casa de Soulhall Mellor & Companhia, ra
do 1 oros n. 38.
Cobei teres de la a hespa-
nhes muito encorpa-
lose grandes.
Vendem-se na ra do Crespo,loja da esqaina que
volia para a ra da Cadeia. -
Ven He-so um
annos de idade, proprio pura lie
a tratar na na do Viffario n. 31.
lonito mulato tle IS
otee tro;
l'assas pretas para luto.
Vendem-se cassas pretas muilo finas propras para
luto, pelo baratsimo preso d'. 480 s vara : na ra
do Queim nos qualio canlos, loja de fazendas da
boa ro n. defronle da loja de miudezas da boa
fama.
Resillara do IWonte.ro.
No deposito da ra da Scnzala-Ve-
lian. lili, vende-se assucar retinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Lencos de cam-
braia de linho
A 320, 400, 500, e 640
cada um.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volia para a rua da Cadeia.
Pianos,
Vendem-sepanosvcrticaesinglezes, deeleganles
modelloseescellenlesvozcs, fabricados por um dos
mais acredlados autores, premiado na esposicaode
Londres: no armazem de Itnstron Kooker cV Com-
panhia, praca .1.. Corpo Santo.
Vende-se o silio com casa de sobrado do falle
eldo Gcorge Kenworlby, no laaar.de S. Jos do Man-
goinho, com arvoredos de frurlo e mais henifcilorias
600
res, escovas rinssimas para uiilia a :!20, 500 e (iiO
res, escovas para roupa e cabello o melhor que pode
haver a loOOO, 1?20t), Ib5l)0 e 25 res, pinces liaos
para barba a 200 res, rtnzias de facas e garlos Hilos
a :l?tKM) reis, ditas de cabo de halauro mulissima
linas a (iOOO a duzia, ditas linissims de cabo de
marlim o melhor que pode haver a 15rOO0 res a
duzia, camisas de meta muilo linas a iJOOO reis, ri-
cas aboluaduras He madreperola c melal para col-
I lele e palito* pelo baralo* preso de 500 c tiOO reis,
; lim-,imas navalbas para barba em eslojos de uma e
i duas navalbas pelo banlimimo preco de SfOOOJ****-
tojo, ciudieiros americanos mallo Louilos* proprios
para esludanles ou mesmo para qualquer csiabelc-
cimenlo, pela boa luz que da a commodidade
de se poder pen Jurar ou pr-sc em cima de qualquer
mesa, pelo barato njeco de 55000 res, paslas para
guardar papis a 800 reis, espelhos para parede com
armarAo dourada e sem ser dourada pelo baraifssj-
mo preso de 500. 700 e 19000 reis, linissims ri-
cas canas para rap a 21500 e UJOOO reis, nan' de
cores de follus pequeas em quarlo de re .,, *uv
baralo preco de 720 reis, e oulras muitissimas ou-
sas, que ludo se vende mais barato do que ein. "ra
qualquer loja : na rua do ijueimado na bem c e-
Cida loja de miudezas da boa fama o. 33.
LABYRINTI10S.
Vendem-se lensos e loalhas de labyrinlho, assen-
lado em lina cambraia de linho : na roa da Cruz n.
Il, p.'in...iro andar.
Fariuba de mandioca.
Vende-se superior farinlni tle Santa
Catharina, em saecasquetem um alquei-
ie (medida vcllia) por preco commodo:
no armazem de NovaesA C., na rui da
Madre de Dos n. 12.
A ."-.">0() a du/.ia.
Lensos de cambraia de linho para olclbeira na
roa do Crespo, |oa de Adriano & Caslro n. 1(.
Loja da boa fe.
Vende-se panno prelo e azul, fino, fazenda muilo
superior, prova de limo, pelo baratissmo preco de
39500 o covado, alpaca prela muilo fina a tilO co-
vado) merino selim, fazenda superior para palitos a
I?ti00 o covado, canlao preto muilo lino proprio para
vestidos a 1.J o covado, selim pelo macao, fazenda
superior a 2j<00 o covado, crosdenaples prelo muilo
lino para vestido a 29 o covado, superior sarja prela
hespanhola a 29210 o covado, criare prela muilo
tina a 800 rs. o covado, corles de eo
pinho, alcatrao c pi.\c di
ISDtSIRIA
periiainl^ucana.
Na fabrica de salido c velas.manufacluradas na rua
do Brum, vendem-se velas de carnauba parificada
isuaes na luz as de espermacele, e sem eshalarem
cheiro alguin desagradavel : vendem-se a prero de
1.5.3000 a arroba, encaisoladas, artverlindo-sc que a
menor quanlidade que se vendo a eai.ik.
arroba, e sendo pagas a visla.
lim casa de M. Calmoit
CorpoSanio n. II,
seguinte:
Taboado de
Suecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de aleodao.
Ditas de linho.
Esponjas do superior qualidade.
Drogas.
Tudo miiitoconimodo.
eles de gorgu-
.. curtes de fus-
locs de bonitos padroes a tilo, brim Iraiirado branco
de [uroluibo a Ige IjliOa vara, brins" transados
de cores de muilo bonitos padres e de puro linho a
liO a vara, dilos dilos lambem de bonilos padres
a 800 r. a vara, dito trancado pardo lambem de li-
nho i 1100 rs. a vara, dilo liso largo a JS80, ganza
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a 320 e :t(i0 o covado, .Illas decores escuras de qoa-
dros e Ultra*, de mullo bonitos padroes para ralease
palito*a tOOrs. o covado, corles de calcas de bernias
casemiras de algodao, pelo baralo preo de 19120,
, brimzinhns dequadros de puro linho a 210 o covado,
a panno de linho muilo fino a 610 a vara, peilos mul-
lo linos para camisa broncos e de cores ;; '(0-g jfjfn
rs., camisas de mera mult lina* A ffj e 1*190, luvas
supe-
. .-..w ^vu. \ix. .vi,, .3 ,.res para
tioinem e senhura, ,,e|0 baratissmo preso de 1;;200 o
par, dilas de lio re JsUcocia para meninos e meninas
que nelle se acham, sendo as Ierras do rVfe'ridoViOo" -" d-' ^,*' fi"Cnda """'" l""> *
propras : quem o pretender procure em rasa de .Sa-
muel |'. Johnslou \ Companhia, rua da Seozala No-
va 11. 12.
AGENCIA
Da fundiajo Lov-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteesiabelecimenioroniina a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para cn^cnlio, machinas de vapor e taixas de
ferro balido o coado de lodos os
dito.
(t C, praca do
i.t para vendtro
prelasde lorrji p,ra senhora, fazenda nano
rior a NK) rs cTias de seda le lodas as core
liomem e senhura, pelo baralissimo preso de 1
P;itr,',.!"ii,s,cle ll0 "' ** P meninos e nu,
a 100 rs.. lenrinhos de iiiet ,nu,|0 |,0i,ilosa !.?, ricas
grvalas de seda prelas c de 4rea | mejus |eu,.os
pe seda para avalas a 000 r., ,11,,,, ,,relus ,-,
tle
Recife
completo sorti-
velas de
P0'' preco com-
modo, em porcaoou a rctalho: 1 tratar
na mesma.
Kolao fraocez.
Vende-se o vetdadeiro rolio franco/,
tanto em poivio como a rctalho : as lo-
ja dos Sis. Jo.io Gonoalves Ferreira e Ma-
noel Jos Lopes, na .ma larga do Rosa-
rio ns. 58 e O.
Farinha de San-
ta Calbarina
muilo nova, vin.la em rlireilura a ele porlo, ...
se a bordo do patacho -Pelicano.), ou Irala-se com
LaelannCjnacoda C. M., ao lado do Corpo Sanio
n. 2j.
Rede? de
lallia fei-
tai no Pa-
ra" de nitii-
t o bo m
Rosto: na loja de qitatro portas, da rua
da Cadeia do Recife n. 48.
Redes de algo-
dao tecidas cora dous (ios, feitas no Ma-
tanliao : na loja de quatto portas da rua
da Cadeia do Recife n. 48, de Narcizo
Maria Carnciro.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chega.la ullima-
menle de Franca, pelo baralissimo preso de 1*000 e
covado. Esta fazenda he de pura Ua e st.la, e os
seus padres sao os mais bonilos qoe al o presente
lem apparecdo oo mercado : na rua do Queimadn
nos qualro canlos, loja de fazendas da boa f n. 22!
Vende-se superior linha de acodan branca
de cores, em oovello, para costura : em casa de
Sodthall Mellor & Companhia, rua do Torres n. 38.
Bichas de Hani-
burgo.
No aulign deposito de bichas de Hamburgo, na
rua cslreiia do Rocarig n. 11, rcrebeu-$c pelo ulli-
mo vapor finio da Eliropa. um grande sorlimentn
da* referidas bichas, e por isso se contina a vender
o cenlo a 203000. e por menos desse dinheiro se o
comprador comprar mais de cem, e a 1120 cada uma
por aluguel.
Em casa de Eduardo H. W\al(,roa do Trapiche
Novo o. 18, vendem-se balas, relogios de ouro, eo-
berlos e descobertos, sellins inglezes, chicles de
carro, arreios para dilo, c.bos da Russia, lio davala,
Untas de lodas as cores, candieiros e castigae* bron-
zeados, conservas de fruclas inglezas, charutos de
Ilavana,
Fazendas por
muito menos do
seu valor, na loja de 4
partas, na rua do uncii.i;i-
- do h^jO. -* -
Conlinaa-sera waii.i** nesta loja o resto das fazen-
das da loja da roa do Crepo, que tocan arrematadas,
e se vendem pelos sesuinies presos :
Aladapolo entrefino a 2J800, 35 e
Dilo minio fino de jarda
Diio muilo largo e muilo fioo com 33 varas
Alcodnnzinhn de 20 jardas
Dilo buril americano
Chita* de cores, bous padrdes a 5a, 51500 e
Corles de calsa de casemira prela a 39.1OO e
Dilos de collcle de elim prelo superior
llrim de linho de quadros, o covado
Dito (raneado, a vara
Pannos pretos e de cores a 3f e
Chita larga franreza, o covado
Ditas eslreilas de cores, o covado
Algodao azul mesclado e de lislras, o covado
Curtes de cassa chita
Ditos de chita larsa
Cravalas de seda de cores
Censos de ganga e dechila, linos
39300
13*00
139000
23OOO
33OOO
119000
siooo
39000
200
tiOO
:^>oo
200
1 un
IfiO
1-3O0
U02O
tilo
' c-00
elogios
ingeses de,pa-
tent,
os melhores fabricados em Inglaterra: am casad*
llenry Gibson .-ruada Cadeiado Realeo. 52.
CAMISAS FRAMCEZAS.
Na loja da Esirella, rua do ijueimado o. 7, veu-
dem-se camisas franeezas linas e do ultimo goslo,
pelo baralissimo preso de 29900 e 390(10cada uma, e
alpacas de seda a Hn o covado.
Vende-se a taberna da rua do Forte n. 2, com
poucos fuudos : a Iralar na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regar borlas e bai-
la "ccapim : na -Uiidlso d J. W. rtowman
na rua do Brurn ns. 6, 8 e 10.
&Q ?i[io denominado ClrQia-Menino
vende-se urna roda de Ierro para mandio-
ca, e umajirensa de madeira tamK'm em
muito liotn estado, para a fabrieai'o farinha.
ARADOS DE FERRO.
f>a fundicao de C. Surr & C, em Sanio
Amaro, acham-se para vender arado* de ferro de su-
perior qualidade.
VINHO DO PORTO GEMINO.
* eode-se ptimo vinho do Porto en barris da
quarto e oilavo, por pco raioavel: n* rua da Cas)
lea do Recife o. 1.1, escriplorio de Bailar A OK-
veira. _
Vinho do Poiio, superior chamico.
Em raizas de 2 dui...... barrj, at ,t,^ ,,.
cenlemenle chegado pelo bngue Trovador., vende-
e unicainenle no armazem .1* Barroca A Caslro oa
rua da CaMa do Recife n. 1.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
consirupr-So vertical ecom todos o rnelhoramenin*
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio o>
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8
TAIXAS E FERRO
Na fundido da Aurora am Santo Amaro, .
tambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal de marinha, lia
sempre um grande sortimento de taixas, unto d*
fabrica nacional como esirangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas efunda*; ara
'nb,s os lugares exisiem guindastes pan earre-
8r tanas ou carros, livres da dospeus. 0
V*0- sao os rifis com modos.
,VABANDAS GRADES.
undicJo da Aurora, em .-sanio Amar*,* no de
lo da m^ a. na rua do Bram. *
@ Metal amargo f^jS^99^
Cabos da/ussia e de Manilha.
*$ Lonas, brinco e brim de vela.
S Pixer'i Suecia.
O
Q
i
Suecia.
@ Cernen, amatcllo.
-;;.;s Vinho de Champagne e do Rlveno. $
-.[' Pianos de armario de modelo* no- rt
A vo. -s^ 2
Armamento de todas as qualida
A des. 1
'& Alvaiadelino em p, oca e tintas
@ em oleo.
jj Pedias de mai-rnorc para mesas e
-;.^ consolos.
gi Papel de peso ingles.
g Chicotes para carros.
3 Bataneas inglezas de penle.
@ Copse clices de vid ro ordinario. gS
\cndem-scnoaimaicmde 8
3 C. J. Astley & C. ."ji
o
s
i
Perfumaras de m
botri
gosto.
Na loja da boa fama enrnnlra-se aemnra *m m
sorlimenlo de perfumarlos de lodas M alJLsW
sendo seu aulor o melhor qoe ha ein "--- riaiii'
mos frascos de trarlos muilissimo Unos, ocla hssfalo
pieto de IjtOO. 19,500,2 S500, j.m >aZr|-
laaa delicados e de modernos costas com abs frtn
ce muilo fin. *>, fra^o. com emeoci. a> ro a
1^0, paos de pomada francesa muilo boa a 100 r>
"so* pequeos e Brandes d* verdadeira ansa da
Colonia do Piver a su e 1/000, saboneta* inos *
diversas qualidades.ps ,,ara denle.o melbor m .
de haver, e oulras muilas prrfumsrias, qoe ** *-
dem muilo baralo: na rua ,lo Oueimarj*. na bem co-
nhecida loja de miudexas da boa rama a. 33.
<
g$trt figi^D.
|..T7iJ." r" -He.re"re'ro de.app.rw, o enaetih*
1 elnb i, fregucm de Pao d'Alh, d**j. prtl^ *..
do Antonio de nasa* Angola, id.de 4 ,BB.
fala, cheio do corpo, allnra regalar, barba nour. as
macilas do rosto altas, nariz chalo, pe. grandes e lem
crayos, quando p.sa he apalpando. Bernardo, citoa-
lo. W annos, cor prel. .llar* reg.l,,, c*po che*,
beisosgrossosum lano .cangulado, pMc. barba
o.hos e pes grandes ; no di* 15 de *5olLio An-
onio. de n.so Anaol*. u*. u-m barb,, .^ d.
idade, magro, carapioa, bonita lisura, cosas m-
r que he rorro : quem os apprekcnder lev* ao eii-
genho cima, ou roa do (.l.e.mado n. 7. Ierre.ro
^ytillllali.j,,. Silv.;,^r7
No cha i de .goslo prximo pasudo (ucirm
sais escravos do lugar S. Ooncalo de T.w,u,m
desU provine .1. P,rnmbocoVe comanSu^
ciro, perlencenles os herdeiros do r.MeeiaVli.n^H
l'ereira Passos: saspeita-* rem illodido.,T*Z
\elho o J, B.p.,,1,, morador oo l*raj,*kVr
da Madre de lieos, cajos se,. ^SZ
os, por arder do j.iz municip.l orphlo. SSTH -
. do Limoe.ro, p, ,errm de aaVfcJT |Si
da JO a >l de agoslo, oml, consl, to,m ,it(o, '
nlrJSl d0 31."*' Now de Mnribaea, n* di*
ii deaaoslopros.mo passado, -escravo w.i.
nome I ranesco Pedro, oe mediana %*!?%
do corpo, olho enbranqait.do,, ro^rredo^'a^Z
falla de aluuos denles. fal|. *- ''lV
Capeo de palha pitw)o *HJUmm!
apprehcuder ou dclle l.var aolic, dn-inV 2TrTL
mo engenho, .. no Recife, ,,a 7SSSSTJ^t
que sera' gralilka.lo. weft* a. i,,
Knsio a 39 do m*z fmdo, o prelo Sehast. ,o
qae representa ler > .noos, cor falaV.llo, 7*22
de grossu,., lem am pequerm signil n. e-Tfei
nes regulares, denle, hm.dos. cie.lriz*. VtSL
na, cosas, porcm anl.g,.. |,| de coslntaTarTaa
almoerevando nesl. pr^, rom crvSo iZ+mZ
neros.ic, levoa o mesmo cavalb, *oe *d.V.
cajo* sigaae. >*o os -Bolale, : .l.aao e.siuT i
fren.e alarla, .res pe. ele*!*, lem arca,i*%,
i no peilo por ler sido de carro : qaalooer onlT.
o podera levar .o engenho Rod.zio, oo na rVoa!
('re0 d ;sz-c^p05 *"" w *-.
rvo da !, do mez
Pa
ra as
ras
que
gostaiu do
barato.
senlio-
Uot c
para r.rma/.em de assucar ou outro qual-
quei-estabelecimento L.m erande ponto:
Xenriem-s* ricos pentes de larlaruga para alar ca-
nelloa 49300, meias de seda de cor**muilissimo lin-
das para enancas de um mez a um anuo, pelo baralo
preso de IjvSOO o par, leocinhos de relroz .le lodas as
cores para senhoras e menina* a 1$, toncas do Ma
para senhoras e menina**300 rs., camisas de meia
para eriaaca ale a idade de um anuo a ."i00 rs.
maiai brancas de algodao para senhora maitisti.no
mas a .>() rs., .lilas brancas e prela. de seda o me-
lhor qoe se pode encontrar a 39 e 2.>,00 o par, ricas
eaixaj para guardar joias a SIK) rs. e 19, canas nmi-
a relalho he-mea I &%tf!Z2^^
W50O, ravessas de verdadeira bfalo para prender
bons a l>, peca* de cambraias de sajpicos Cbm 8 va-
ras e meia a 39300, e lio a vara, .lilas adamascadas
muilo boas para cortinado* a I:*?, cambraia lisa mul-
lo lina com uma vara de largura, pelo baralissimo
prei;o de ">li(l a vara, lencos de cambraia mullo linos
Indos branco* e com barras decores a :l(,tl is., lensos
dechila francezes muilo bons a 100 rs., chales "de
algodao de cores de bonilos padroes a 800 rs., risea-
dinhos muilo linos e de muilo bonilos padres a 100
o covado, lil de linho liso milito lino a lllit) a vara,
dilo de llo.es a 1>JH0, meias prelas de seda para se-
nhora, lazen.la muilo superior a ; o par, .lilas bran-
cas muilo linas a :5 n par, dita* brancas de algodao
muito linas a Ut e :i:20 o par, dilas brancas muilo
linas para meninos e meninas a i>0 o par, e alera de
lodo islo oulras moilissimas fazendas, que visla de
suas boas qualidades e baralo* procos, be que os se-
nliores fraguase*, amigos do bom e baralo, rnnhecas
Lio o que he pechincha : ua roa do tjueimado, no-
qualru calilos, na loja de fazendas da boa f u. 2
defronle da loja de miudezas da boa fama.
LYiS PAH HOMENS E SE-
do Ton es n. Ti i..
lirado n. 44.
a tratar no rua
valido con,",',* X'^Z"^ T "^ T
ave- pubhco'-para %?%& n'^r^TSm
lacs bens.pois qoe alen, ,|e elarem po, M^dC
.'o ViV'h ,e,ld,"e,"l fi0 5 sendo que at
dil casal 'a """Ui* ''or credures d
O |>rejudirado.
I'ra.icisco Teiveira Uendes Jnior, commer-
ciaule ett.bel.eido na cidade do Cralo da provuina
do Caara taz publico que l.m etlabelaehti um.."
cied.de enire seus irmSns Manoel I cueira do Nas-
cimeule e Joaquim llellino Taiieir*. cuja sone'dade
Kecife 2H de agosto de 1856.
Precisa-se da ama ama qae sai lia cnziuhar e
razer lodo o mais serviro de casa : na ma Dimita u.
so, segundo andar.
Manual eleitoral
_ Alll.ji, ..----------- ** na nviHid MI, Hllit* MldX IIP Ol
I 0i' ..p(,'0 'a,'1,lsf1"" f"'.'0 de d.las de lar-' par, .lilas de lio ,1c Escoc
\endcin-sc superiores lavas de pellica muilo novas
para homem c senhora a l?3S0 reis o par, dilas de
seda muilo boas e sem deleito alcum amaiellas, pre-
las e branca, para hnuiein e senhora a 1NKK)' reis
o par, dilas pretas de lorral mallo boas a ttlO reis o
Vende-se o manual eleitoral, contendo
a leire;tilaine!ilardaseleices, e os de-
cretos c decisocK do governo por l.sSO:
ia livraria. ns. (i c 8, da praca da In-
dependencia.
a sete de se-
Brasileiros, Porluguezes, Inglezes. Francezes, Al-
leiuaes, ele. ele, aquelles por dcver.a estes por ob-
sequio aos lilhos do paiz, onde hahitam, devem lo-
dos restejar o da Bata de Selembro, anniversario da
ernaneipacto dos Brasileiros, seja pois o dlslinlivo
desie dia as cores iiarionaes, verdee amarello, len-
cos de seda com eslas cores para grava!, eslao ei-
posios a venda ua rua do Qaiimado u. -27.
taruga a 119500, ricos leques com plumas e espelhos e
pialaras nnusimasa 2*, penles de bualo muilo linos
par* lirar piolhos a :.Utl rs., lesouras linissims e de
lodas as qualidades, ricas trancas de seda de todas as
crese larguras, ricas Ota*de seda lisas e lavra.las
o* oda, as larguras e cores, bico* de linho flainimoa
de lindos padroes e lodas as largura-, ricas franjas de
auod.io blancas c de cores propras para cortinados,
oulras muilhwmai cousas, qne ludo se vende por
lao baralo preco que aos proprios compradores ser-
vira de admira.;,... : na rua do Queimadn, na bem
conhecida loja de miudezas da boa lama u. 33.
ra os na mora-
dos.
\eiidem-?etlhas de papel muilo bonil*, proprio
para correspondencia de oaaiorados, pelo barato
preso de 40, 00, SO e 100 rs. : a rua do Qaeimado,
ua bem conhecida loja de miudezas da boa fama
o. 33.
brancas e de cores para
liomem e senhora a UN), .'mo e liINI reis o par, .lilas
.lilas |.ara meninos emeninas a ilg) ret* o par, luvas
de seda ricas da lodas as cores e bordadas' com
g'iarnicao, para senliora a 3rtNHIe 3?.5O0 reis o para
e .miras mus qualidades de luvas, ludo *j rua
do n.ieimado na bem conhecida leja de miudezas de
boa lama n. 33.
Meias de laia pa-
ra padres.
laia para
l.m rico piann de Jacaranda, de om dos melhores
c mais arredilados autores de Pars: vende-c na
rua da (.rnz, armazem o. 10, no Kecife,
Vende-se timcavailo nisso, bonito c
anda liem em canora: a tratar no sitio
denominado Cliora-Menino.
Na na do Crespo n. 1(, conlinuan.
a estar a venda asmis stipci ores loalhas
de puro linho que tem vindo ao mer-
cado.
Navalhasa contento.
Conlinua-se a vender a83OOO o par(prero no) as
J bem conhecidas navalbas de barba,feilas pelo h-
bil fabrcame que ha sido premiado em diversas es
posiccs: vendem-se com a cndicg* de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las al 30 dial
depois da compra, resliluindo-se a imporlanria :em
casa de Auauslo C. de Abreu, na rua da Cadeia do
Kecife n. 36.
Vinho do Porto.
Vende-se vinho do Porto muilo fino, em barris de
quarlo : na rua de Apollo 11. 10, armazem de as-
\ einlr-scc.il de Lisboaullimamenirchegada.as
smcomopolassadaltassiaverdadsira: naprasa do
Corpo Sanio 11.II.
CARTAS. HMSSIMVS PARA VOL-
TARETE.
Veiidrin-se superiores cartas franeezas paia vnlla-
reler pelo baralissimo prero de .VH) rs. o baralho ,
ua rua do Qoeiinado, na bem conhecida loja de inlu-
de/as da boa fama 11. 33.
Atitih aoao barato.
Vende-i* para acabar muil.i superior borracha
para calcado a 9*W0, 3> e 3Yj00a vara, dila de cor
a ::>ilH>, meias croas para homem 1 itl o par, du-
Vend.-u ..mm tr. I "* *. i^,''w>' dil,s de hubo nimio finas SSO o par. I
Vendem-se superiores meias pelas de
padres, pelo baralissimo prero ne Ivinj par
.na ,1 yue.mado, na hen, conhecida loja de miude-
zas da hoa fama n. 33.
, Ven.le-se urna negra boa cozinheira : na ra
do i.n.cin. .1.. o. ; i
nnlho r-5 "o" mu"linh0 -a S*00' s'"as com -">-"om o 7mp .dor': Z Trro da Bo
nnlhoa33. 110 armazem n. 7 do caes da alfaudega. 1 Visla p. 78, loja. | a
MUTILADO
prximo passad* facj <|o
eag.nho h. heverino, f,,Eae*i. STELmTmm
escravo de naso, de nome I..I*, com o. steiiac* -
golale* : alio, corpo r..-|orr.do, olho. iK.nca* dT.
b.rba e pes crossos, alnj.do de am ded* da liSTdi-
re.t. proven.-nle de um lalho, ,d.d, pooc* m. J,
roeoiH, 35 a 10 annos : .oaa- M**anaS>a.
d.r leva ao me.mo e-SS^ !Ti ?&
M.noe Eleuleno do Kego Barros, mnrador aZoT
co Ponas, sobrado n. 44, que ser. reccmpcouKto
Ca.ti.aa** a estar fgidos os escrav*. srninl*.
Anlonio, do n.so Cacanse. que repres.nia 3j ta-
o* de idade. de aliar, neniar, raagaeirn no andar
cor prela, roslo redondo, barba, cosas Intus'
cheio do corpo, cdriver.* ponro, e foi escravo dw
herdeiros do hnadn Caelano (imiralses da C..h.
o oulro de nome Varissimo. de nsa.., bstanle .Ha'
alcum lano cspadAlo. ro4l0 rrgal.r, tem de arabas
os lados do rosto irUtr.sdi' lalhos de ta* nac>a, pre-
a finas, algam lano eancaeiro, pes gra.de*, e tem
urnas marcas de chicote anda novas mi castas e.-
les escravos fagir.m junio* ne di* 3 de iwasio da
correnle nno : qnem os apprehend*r coodoia-os M
engenho Agiu-Fri da Ireauezia de S. l.qtsaco d.
Malla, na nesla prasa oa rua d. I.uia n. i, prlne,.
ro andar, que ser' gcnerosameol. recompenddu.
Avisq. *
CI.NCOEMA Mil. IEIS.
No dia Si de jonho do corre***, foaio da barda
do brigue Mana lirlf- o preln rrioula, Manarl
de ioade 24 a > .unos, pooc* mus oa meaos, r )r '
os signae. segainles : roslo comprido e descarnad.,
cor fula, cabello cercilliado, olho* om paaro cr.i..lr.
e amortecidos, beisosgrostos, sendo o de cuna nui"
groiso que encubre a falta que lem de denles em
cima, falla um poaeo alrapalh.do devido falla de
denles, pour. barba e rala, bigod**, seta na mfta
esquerd. junio *o dedo minimo uma especie de er-
vo sabido, as ndelas um pouco empinada*, ro an-
dar lem om cwlo par. o lado, cadeiras_irgs. rm-
lura fina, pes .palhelados e um poucogos ; levo.
calsa de alcodSMizal detbolado e camisa de a'latatta
ri-rad... chapeo na palha, lem ollicio d* roznben.
e cosluoia embriagar-se ; fui escravo do Sr. Ilr JJ
.onvmo Vilella e do Sr. |>r. promotor de tillad/
l.lueiroz I-misera, e ullimamenle doSr. Alberl For, "
ler Uamon : o abaixo assignado, seohor do dito ,..
lo, ar.tifica aeuero.menle a qaem o appreheodrr e
lev.-lo em sua casa, no alerro da Boa-Visla n Vi
segundo andar, ou no lenlo, rua do Triptc** i,,'
a Anlonio de Almeida (ornes ; com. I.ml.en i,
lesla contra qoalquer ******* que o occallir em M
lioder ; .....m como gralifir. e p.g* todas as dettse-
as.Joaquim Lopes de Almeida. *
-- Kugio no dia .1 *jss*gaa*S* protim* Hada a prela
Luiza, cnoula, de 10 annos de idade, rlieia da car-
po, cslalar. recular, oir fula, e com ama marca de
qucimadura minio \1s1.el por eomprehei.de, Pa a
braca .tiren.. ; foi de l.oi.nn., he d* rrer q .,,
ral* se encainiubaste, ou qoe enteja ..-onlada em
alsum lucar : rog.-se porl.nlo so* aperchen. .<
e se gralilica oa rua do Mueunado o. 8, primeira J-
husio a 7 do correnle, Joaquina. m renr._
siula 1.. anuos, nas-io Oranse, eslatnra reaol.r
rbea do corpo, cor luis, feicne* gres** (em
empinsem no roslo, ptilos pequeos e marcho. Ti
somas cicalr.zrs n.s cos*., lem amp* ,,, \Z
ros.osde heosipel. ; levoa camisa de afcooAoT
nho, um vestido de chit. encarnada, oulro d> ...
lo, panno prelo, lem sido oeenpad* em serVirV da
cozinha, levou uma ranec.i, e he de suiiih J a...
ocepe em vender **-*., qn.nd *** ,,?, d,. ",J!
ni- andar pelos arrab.ldrs desl. pr.r. ,.,!.-,
neta*. podera' peu.r e levar ao *,, IXtl
pensara.
l'ERN.: Iir'M M. F. M ^L. tf.
Campos, oa rua d>s Cruze* 11. 40, q.e recaa



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