Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07527


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Full Text


ANNOXXXU N. W

"
Por 3 uicv.es adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencido J500.
QWRTA FEIRV 4 DE SETEHBRO DE 1836.
"
Por auno adiantado lsOOO.
Porte franco para o subscriptor.
Kft'CARREGADOS D.V Sf BSCRIIH-A*)' NO NORTE
frthiba, o 8r. Certuio T. da Natividad* ; Naul, o Br. Joi-
auim I. ftraln iunior ; Arica ti. o Sr. A. de Lomos Braga
Caer, eSr. J. Joi di Oliteira ; Maranhao, o Sr. Joaqun) Mar-
qu Bodrigue ; Piauhj. o Sr. Domingo! Herculano A. Pettoa
CaraiM ; Par*, o Br. JuitinianoJ. Barnoi; Amazonia, o 6r. Jaro-
ojma da tona.
PARTIDA DOS CORREIOS.
niin
lima
>. .1
S. I.
cu..
(Ti
1.1 : loakl osdiaa, i* o,- m.-
amina1' Paralriba :
l,ora 4a
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. llrgerrua, Boaito,Canur,Allinl.....
...iin-iip., l-a..-il l|... .\n,.....II,. I.,.
Florea, Villa-Bella, Roa-Vida, Oartcarr
, Ipojuea, seriaUm, Rin-ForaMMo, lu
ladra* e Kalal: aiintas-tein*.
lia.
.....iias-tetrai.
liar.uiluin. : na i.-rc-i-f.-ira.
, Ur-|... l*.--r|i.-,r.,. Ja*>-
Exil : MI -loarla-- Ii-u.i-.
i. Barrein, A,-ua-l'r,-u.
urr.-i i* i'artriii a 11 > horas da manha.l
AUDIENCIAS DOS TRIIUIXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundase quimas.
Re lacio : iircii-feirii eubbadoi.
Fszenda : quartti nabbidoi ai 10 horas.
Juizo do commercio: tegundaa ai 10 horate quioiai ao meio-dn.
Juizo de orphaoi aegunda < quintal ai 10 borai.
Primeira Tara do eivel : aegunuai a aeitai ao meio-dia.
segunda tara da eirel: quarlai labbadoi 10 meio-dia.
EPIIEMER1DES DO MEZ DE SETEHBRO
7 Quarlocrescente as 2 horas 22 minutos e48seguudoi da I.
l Luacheuai 11 mnalos e 48egundoi da tarde.
M l)uario mint-iianie is 3 horas,2.1 minutte 48iegundoi di m.
29 La nota a I hora. 29 minutos,48 legundosda mauhea.
PREAMAR DE IIO.IE.
Primeira as l horas e 1S minuto! da manhaa.
Segunda as '.I horas e 42 minutos da tarde.
MAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Egidio ab Ss. dedeo e Josu.
2 Terca. S. Eufemia i. ni. S. Estcuo rei de Huugria.
3 (.luana S Arislheo b. m. S. Aigulfo soldado ni.
4 Quinta. S. llosa de Viterbo v. I. S. Rosala v.
5 Sexta. S. llercolaiio ni. S. Arceuio m.
I> Sabbado. S. I.ibania v. S. Zacaras profeta.
7 Domingo. Nossa Senhora da Penha S. Regina i. m.
ENCARREGADOS DA M lisi MIM \ti NO MI
Alagoai.o Sr. Claudico FalcaoDui ; Babia er. rj.
Bio de Janeiro, oSr. Joao Per eir Martin.
EM PKRNAelIU CO.
O proprielsno do DIABIOManoel Figoeiroi da Fifia, s*
lifraria, praca da Independencia ci. < t 8.
PAiTs orrioiL
OOVEHNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 30 da agosto.
QflicioAo Eim. presidente da l'arahiba, inlci-
rando-o de haver expedido a> convenientes ordens,
para que se uAo ponha emharaeo na condueo das
200 (ahoas desoalho e 150 dilas de cosladinho, ludo
de araarello, que Francisco Soares da Silva lem de
reroetler para aquella capital, afiro de seren em-
preadas na obra da respectiva cadeia.Ueram-se
ai ordens de que se traa.
DiloAo filo, marer.hil eommandanle das ar-
m.is, para declarar se os Africanos livres que se
acharo empregados no serviro do hospital regimen-
l.il, sSo regularmente instruidos na doulrina chris-
18a, e, uo caso neaalivo, senAo haver* .irguem qoe
disto se encarregu.Nesle sentido tmutali* mu-
tandis) ofiic.oo-se as repartires, estabflecimenlni
e recolhimeutos, em cojo* serviros esliverem Afri-
canos.
DiloAo Eim\ eommandanle superior da guarda
nacional do municipio do Cabo.Collijo do ollcio
que V. Exe. me dirigi com dala de 21 dejullio
ultimo, que nesse municipio nAo se reoniraui nos
dia marcados nos arls. y e 25 do decreto n. 1130
de 12 de marco de 1833, us consellius de qualilica-
jrto e o de reeaVM para elTecluarem a revsiio da
liata do servico activo o da reserva da guarda nacio-
nal sol ieu coinmundo superior, e nem o liieram
al a data do referido oflcio ; que o batalhao n. 39
da roeama guarda nacional anda njo se aclu org.ini-
sado, assim lamhem a seclo n. 10 da reserva t o
esqundro de cavallaria n. (i, e-lan.lo ja nomeados
os ofliciaes que devem servir nesle ; c finalmente,
que anda nAo foram designados os lugares para as
paradas de lodos os corpos,
Em resposla lenho a diier a V. E:c. acerca da
primeira parle, que pela circular de li do correnle,
comanle da inclusa copia, dei as convenientes pro-
videncias para se effecluar it-.mellianle revisan as
freguezias em que ella no leve luaar, ou forana in-
terrumpido* os seas trabadlos, eauendo agora acre<-
cenlar, que os commtudaiiles superiores eslo au-
lorjsado|)e|o dispnslo no S 2b", arl. 1. do decrelo u.
13o>t de fi de abril de ISt, para darem todas as
providencias, alim de que animalmente so prnceda
a revisao de laes lisias, e se faja a dislrbuicao dos
novos alistados ; a respeito da segunda, que deve
V. Exc. dar as necessarias ordens, para que c ef-
feelue a organisarao dos corpos da guarda nacional
ob seo cumnian i i superior, e que me euvie com a
possivel brevidade a pruposla de ofliciaes para o ba-
talhao n. 39, indicando m ollcio separado o no-
mes de Iros cidad.los para de entre elles ser escolhl-
do pelo governo imperial o qoe deve commandar a
ecrao de reserva ; linalmeule, quanlo a lerceira
parte, qne para seren designadas as paradas dos
corpos, conven) que V. Exc. informe com precisAo,
quaes os Ingares que Ibe parecerem apropiiadoi pa-
ra esse lim.
DiloAo eommandanle superior da guarda na-
cional da comarca do Brcjo, remetiendo em res-
posta ao seu oflcio de 12 do correnle copia da cir-
cular, que em 6 desle mez oxpedlo aoscomman-
dantei superiores, dando providencias para que se
proceda a revisan da lista do ervico aclivo e da re-
serva da guarda nacional na rreguzias em que nao
leve lugar semelhanle rovisAo naa pocas marcadas
por le,- ou foram iolerrompidos os respeclui Ira-
lulbos.
DiloAo mesmo, recommendando a etpeli(Ao
dtiaai ordens, para que o cidado llerloino Bbzer-
ra CavalcanJi mande solicirar a aisa --- f :-_
pil,io- ao eommandanle lupertnPTrr .^1
lente do major da 3. balalbao de infantaria Antonio
Jos de Oliveira Fragata.
DiloAo cninimiid .i.l superior da guarda na-
cional do municipio do Flores, para reeommendar
ao* cidadAos Joaquim Poreira da Silva Pialo, Jos
Pereia da Silva e Jos Matheu- Pereira da Silva,
que mandem solicar quanlo anlc as suas palales,
que se achum na secretaria do goveruo, as daquolles
de majores-ajudanles de ordeus, e a desle de capitAo
quarlel-meslre da mesma guarda nacional.Igu.ies
ao comwandaute superior da guarda nacional do
(ioiaan, acerca da paienle de Antonio Francisco
Pereira, chele de eslado-maior ; ao de Santo Anio
sobre apenle de Anlonio Sevcrino l'once de
l.eoi>-':ap'IAo-cirurgao-mr ; e ao de Nazarclh a
respeito da palenle de Jo-c Cahral de Oliveira e
Mello, capilAo quarlel-meslre.
1. de selerabro.
OflicioAn Exm. bispo lU^Bjasano.Existe ncsla
provincia om grande nuirieroi'.e Africanos livres
apprelienilidos em differntes poCV muilos dos
quae< foram entregues a particulares, qNtarrema-
laram seus serviros no lempo em qoe eran, i per-
miltido por lei. e oolros licaram em deposito nos
arsenaes de marinha e guerra, doude alguns lein (rW
do distribuidos por diversas reparlic-s e eslabele-
rmenlos pblicos, a cujo scrvino aclualnienle se
achara. Parecendo-me conveniente ohler urna re-
lacio completa de todos esses Africano?, e ao mes-
mo lempo indagar se ellos haviam recehido o bap-
lis-DO e se eram regularmente instruidos na dou-
Iriaa clirislAa, ullicici nesle cutido ao resp'divo
carador, ao director do arsenal de guerra, ao in<-
pclor da marinha e an juiz dos feilos da fazenda.
Ai informadles que al hoje me lein sido ministra-
das, longe de tranqiiillisarein o met espirito, me
ii duzeiu a duvidar. se a nmr parle desses Africa-
nos roceberam ou nao os remedios esoirituaes ; vis-
li como dos asseolainenlcs de matricula nada com-
a a semelhanle respeilo. .
Julgo, pois, necessario dirigir-mc a V. Ex.
Km va., niLMiido -:i nae se digne lomar em consi-
derarlo ele objecto, certo ile que eslarei sempre
promplo a auxilia 11 na execurAo de qualquer pro-
videncia que o seu zelo apostlico lhc diciar em
favor daqoelles infelites. Cumpre-me enlrelaulo
aw-gurar a V. Exc. Revma. qu- os Africanos que
se acharo actualmente nos arsenaes ja eslao bapli-
sados, a excepcao dos .ipprehendidi.s ulliinamenl:
no lermo de Serinhaem ; mas dcslcs mesmns al-
-iiin o lem sido tu articulo mortii, e se reslabele-
ceram, e os ou I ros qserAo (ambem, logo que esli-
v.ir sulliricnlemiMilea'iliimiada aioslrucr.il que vao
recebeudo ua doulrina chrislaa.
Dilo^Ao Exm. maiechal rommiiiJanle das ar-
mas, commuiiicando le designado o dia i do cor-
rele para a reuuiAo da junla de juslica, alim de
que S. Kxc. se sirva de mandar avisar a Ires olli-
eiaes superiores que dovein servir de vocee*, os
quaes coroparecerAo as 1 n horas da inuibaa do mes-
mo da.Expeliram-se as necessarias ordens.
DiloAo inspeclnr da Ihesouraria de l'azenda.
i.'iide V, S. pagar, sal minha respans.bilidade,
ao major Luiz Jos da 9 Iva Burgoi e Antonio Bap-
li'la de Mello Peixolo a< sommas*|.ie elles esio
aulorisados receber |>elo juiz de. dircilo de dara-
uhons, embora ^eltcm orocur-iyes ou oulros do-
cumentos, que o mesaba jniz de direito remellera
depoii para se preenclierem as lormalidades le-
gad*.
^ DiloAo mesreo.Transmillindo por copia a
V. S. a informagao dada pelo provedor da saude do
perlo, acerca do conleudu do ollcio que V. S. me
dirigi em 21 de agoito ullirao, propomlo a reduc-
rAo dos vencimcnlos do pitras e dos remadores do haver terminado
escaler daquella pruvedoria, lenho a dizer, que dei-
xc V. S. conlinuar os veuci.-nentos elevados por
mais esle mez, e faca urna reducrao de muale do
que propoz em o citado oflicio, d da I. de oulu-
bro em diaule.Communicou-se ao provedor da
saude do corpo.
DiloAo mesmo.Kespoodcndo ao oflicio de V.
S. sou n. 331 e dala de 2! de ase*lo lindo, decla-
rando-lhe que nao deve ler lugar o descont que
V. S. julgar conveniente lazer-se nos pagamentoi
dos prets vencidos do 9. balalhAo de infantaria,
para iudemnisacAo das quanlias que se adiautarum
pur ramelas, para occorrer ao pagamenlo das pra-
ca* destaradas no cenlrn da provincia, vislo que de
semelhanle descont (em de resollar licarem as pra-
ca* do mesmo balalhAo preteridas deseos venci-
menlos, a que he desconveniente ao serviro e a dis-
ciplina, segundo ponderou o inarecbal eommandan-
le das armas em oflicio de 30 do citado mez ; cum-
priodo porlanlo, que V. S. sob minha rcspomabili-
dade autorise o pagamento dos prels de que traa
o seu citado oflicio sem dedcelo das quanlias adi-
anladas. Kcmellea-se por copia este olliio ao
Exm. Sr. inarecbal eommandanle das armas.
DitoAo director do arsenal le guerra, transmil-
lindo para seu conheciraenlo o aviso dirigido pelo
Exm. Sr. ininulro da guerra em 13 de agosto ulti-
mo, declarando o engao encontrado as contas da
receila e despee* das ofTicinas do arsenal de guerra,
relativas ao mez du juohn ultimo.
DitoAo mesmo, para qne declare, se poderAo
ser alistados na companliia de apreodir.es menores
do arsenal de guerra os menores de que Irala oolTi-
cin, qne ral por copia, e que foi dirigido pelo juiz
de ornhAas desla cidade.
DitoAo inspector da Ihesouraria provincial.
Tendo resnlvido que o engenbeiro civil II. A. Mi-
lel coolioue a servir al segunda ordein desle go-
verno como engenheiro da reparlirAo das ob'rai pu-
blicas, sob as incsmas rond-oes d seu ultimo con-
trato, cujo prato expirad hontem ; assim o commu-
oico a Vine, para seu conhecimentu e direceo.
De igual theor ao director das obras publicas.
DitoAo l)r. Cosme de Si Pereira, coinrauui-
cando ficar inteirado de haver Smc. entrado no ex-
ercicio das funci.'6es de prndenle da commissAo de
b\gieoe publica.Fizeram-se as necessarias com-
m un i carnes.
DiloAo regador do dymnasio.Respnndcndo
ao oltieio que Vine, dirigio-me em 30 do mez pr-
ximo passado, procuran lo saber como deve ser con-
sidera lo o e-lipendio que. conforme dispe a se-
gunda parle do arl. 130 do regulamen|o desse esla-
belecimenlo, devem pagar os alumnos pelo ensioo
das aulas especiaes e voluntarias de que Irala o arl.
122 do mesmo regulamenlo, lenho a declarar-llie,
que esse pagamenlo deve ser considerado como ren-
da do Cymoasio, e pude ser applicadn, qu iodo for
sufficienle, na acquisicfio de um piano para a aula
de msica, como Vine prope e eu approvo.
DitoAo lliesoureiro das loteras, declarando em
aditamento ao oflicio de >> if jgoslo ullimo, qoe
s deve ser recnihida ao deposito public impor-
tancia do beneficio da lotera concedida para'as
obras da igreja de Nossa Senhora da Estancia.
gou o seo norne.
Urna entrevista cnlre Francisco lat o Frede-
rico (uilherrae foi lix.i l.i para o comeco de a-
goslo.
.Na Prussia Ilumina, as emigracoes para o conli-
neute amencono tem recobrado depois de atguns
mezes proporroes consderaveis : a queslAo do Ori-
ente com a< suas eventualidades lomou mais dillirii
durante cerlo lempo, a alenac.Ao dos immoveis, e a
hoslilidade do partido dos Kiiownotliiiig para os es-
Irangeiros nos eslados da l'niAo, desanimara por um
momento o inaior numero.
Lina queslo pouco ronliccida, agita tudavia de
urna forma bstanle rave a nacionalida nava e a nacionalidade allemAa
a cornrnissao de prestar soccorros coi \ leuna, como imperador d Austria. He o pn-' sislivel potencia que lem sempre a ulliraa pa- l leudo mandado fazer a Miara do protesto, declarou comparecimenlo do reo o dia 2 I
medico* ao* accommelt.dos do cl.olera-morbus re- me.ro excmplo de coroacao nica, pois que o fuo- lavra. que eslava resollido a IB.ed.-l. r'ncellar no caso principio indicara uce-le
apparecido na, villa da Escada, cabe-me parlicipar a dador do imperio dAu-lna. francisco josc 1, e o El-rei Fernando, em orna uoia ao conde Buol, de que o senado rdo resolvesse o contrario. contra 15.
eu surcessor, o imperador leroando, lorim coros- proeurou justificar o passado, c ao mesmo lempo se leudo o Sr. Ferraz pedido que esle oegocio fose OKDEM DO DIA
descomo rei.de Bohemia. Hungra e llalla .Toda- j moslra d.sposlo a modificar o syslema actual; no- submellido a commiss.io de legislaras, nao pasta esle Prosegue.3.- diseossAo adiad, o dia i do car
va esta solemnidade su lera lugar depois da pro- meara urna commissAo especial, comporta dos mem- requerimenlo.
miilgau.io dos estatuios orgauicos para os diversos | broa mais emiiirntes do ronselbo de Estado com o Vem mesa o Mgoinl* :
paizes da coroa. He desl'arle que se consumara I designio de fazer um inqueriio acerca dos abusos da I KEOlEBi.MEM'O.
obra da monarclua unitaria a que Francisco Jos li-1 adininitrac,Ao, e dos melhcramenlos que te devero I a Propomos que o Sr. presidente da senado fique
promover. Esla-se oceupando com os armamentos entorilado para proceder conforma iulgar conve-
do sen reino, e para evitar qualquur cvenlualidade nienle sobre o inculenle da cota do procurador da
que dUperl a realeza de Mural, acaba de tratar 'coma e su protesto.Ferraz, Pincola Bueno."
cora Pi I\ a compra dos principados de llencven-1 He apoiado, e igualmente o seguinle :
toe de PouteCorvo. medanle urna somma mu I REoLEKIMEM'O.
forte qu.; permit a S. S. realisar o seu projeclo < ijne se ade a iiscussAo, marcando
de edificar una nova cidade
Desla maneira, juica elle afa=,ni nna us>i umuiui, uruie touiieciiiicuiu oa materia. >an- i orador se ilevia OMN
ualquer inlervencao oestes principados, uo meio derlcx... ,leil, n1vios, nem mahnlieiros. e que Matan re-'
dos seui bslados. ......I O Sr. herraz peda reliiar o sen. requerimeulo ;; troaradad. quaoto a marinha, para a sil.acao .,-
A queslAo da successao ao Ihrouo da Creca anda i e sendo-lhe concedido, o Sr. Pintea!* Bueno deca- l lerior a ISili.
la pendente : em a oossa ultima correspondencia i ra que, eslaudo nelle assignads,. o adopla por I O eslado da nossa marinha nao he boro m.t BaM
rallamos na recusa provax el pelo principe Adalber- se... | ie.ni comparacao algnma com o q.e era em' IKifi, co-
l de naviera em abracar a religiAogrega, imperio- Dis:ulida a malrna, rejeila-se o requerimenlo ios vera quem recorrer aos documento* ollicue- aa
V. Exc, qoedispuz do que eslava amen alcance
para o desempenho della.
Chegado I, procure! urna auloridade constituida,
para deaccordocom ella proseguir. Na pessoa do
delegado supplente em exercicio, o major Jos Frao-
cisco de Farias Salles, eurontrei toda e mellior coad-
juvarAo ; pois que nAo sii p.itsoa a ofliciar imraedia-
lamento s dentis autoridades policiacs nos sentido
de achar-se no lugar um ineJico do enverno promp-
lo a soccorrer os doentes .lacados do citolera, e de
fazerem chegar ao conhecimento delle os casos que
se dessem nos respectivos dislrictos ; mas al a of-
ferreer-me caballos seus para toda e qualquer oc-
casiao.
Se por aquelle lado considero o mesmo delegado
merecedor do allguma attcncAo da parle do governo,
pelos bom serviros para com a minha pessoa, licou
credor dos meus sincetos agradecimeutos.
Foi-me dito pelo delegado e mais peisoas, que,
dias antes de mulla chegada, lalvcz quasi triol.
iudividuos havinm sido accommellidos da molestia,
falleceudo muilbs dos atacado, ; porem, como refe-
ri no meu ollr.nu dirigido a V. Exc. em dala de 2>
e nio 17
que *im, par 17 vota*
rente, da proposla do governo filando a* f**fj*d*
nt.tr para o auno fiuanceiro de 1838 a 1833, com .,
emendas approv.da na 2.* disentido.
O Sr. IVanierley ; ministro d* marinha ), respon-
den Jo ao discurso do Sr. use >ude di Vll.aqverqar.
pronunciado anle-honlcm, diz q*e nAo eaotam.
ver os negocios l.i i cr de rosi como S. Eu. quaad
he ministro, por isso piolou o estado d. repartirao
que dirige. oAo com cores brilhaitles, mis tamoem
o Sr. pre-1 ou com cores lAo carrejadas que dessem direito .o
id.de no porto de Autio. | sidente um da em que o senado, Irabalh.udo como i nobre senador psr. dizer qu* vista do relalono
lleafaslar os Iraocezes de i Iriliuiial, lome conhecimeolo da materia.Wan- orador se devia concluir qu
paseado em Copenhague a qt
a adminislracao de Scheelle. Hoje provoca em
Aa: provncava o anuo smenle obrigalori. para o soberano.segundo os ler- do Sr. Wandeilcx, e approva-s* o do Sr. Ferraz. j proprio relalorio .presentado nean* cdoc. pelo nobre
Mi dogabincleOsled oos da coiirtituir.o. fallamos na candidatura pro- i Verilicando-se nAo haver casa, o Sr. presideule leador. Nao so olnumero de navios de cuerri arma-
de jolbo proxiiqo pascado, poucos foram o-, casos por leda a Allemanha um complexo de publicantes chelas
mim observadoi. He para mim dimcaHoso em x-
Iremo decidir qual fosse > causal do reapparecimen-
lo da epidemia uaquella villa, porque, se primeira
visla e por urna face se me achega provavel alguma
circumslancii, .por oulra sujeilada ao raciocinio,
esle me nbriga repclli-la em conclusao.
Aulecedcntein
esiive houveram
inlenso, que ns
e qoati todos a
ente e durante o lempo em que all
climas ahiindaules e nm fri lo
habitantes da Escada eslranbavam,
im.i diziam que nunca reiuava se-
A temperatura fj
dicos como um
melbanle fri ei i tal lempo, e tAu iiicuminodamenle
OS CASAHEHTOS DE PARS.
Ton Edmisdo Abot.
SEXTO.
A mai da man/uc-.a.
IV
Os Ires das segoinles foram de espera. I.ucilla es-
perava (iaslAo, como se elle podesse ter j recebido
sua caria ; madama Benoil esperava que seus nobres
devedures Ihe pagariam as visitas. Ainai e a filha
fic.ira;n, pois, em casa ; mas nAo juntas. I'ma esla-
va assenlada diaute de una janella os .illios litos sobre a porta ; a oulra passeava dehai-
xo dos ciisianbfiroi to janlim. leudo os olhos volia-
dos par. ct futuro. Madama llenoil conbava em sou
luxo para adquirir ajiHde* ; preleodia mostrar as
mais bellas salas do pavimeoln lerreo : < Sera des-
gra<;a, dizia comsigo, se niniiuem oflerecer-nos nes-
sa iiccasiao urna cliaveoa de cb : ollerece-se de bom
grado v quem pido pagar. O salAn forrado de (a-
\iessaria com llores brilbanles linha um ar de fesla ;
a viuva eslava ataviada desile a manhAa at a noile,
r.tmo osol.Mciaes russos que nunca tiram a farda.
F.mquanlo a rasit nAo eslava preparada, Jarquet
ii .uisforimidi. por nma libr nova, aprenda debaixo
do vestbulo o oltirio de laraio.
Oscorariies sensveis licarAo penalisados sabendo
Secretaria da policia de Peroaobnco |.e de selem-
bro de IR-xS.-Illm. e Exm. Sr.-Tenho a honra de
devolver as duas represculares a V. Exc. dirigidas
pelo eommandanle superior da guarda nacii
tioianna, sobre as quaes dignou-se V. Exc. p-
pachos de 6 e 38 do mez hontem lindo, o-
que inforiiiasse.
Logo que rrcebl a primeira. exig rfo
rorinares. qno aguardo sobro a di\j|
*o diairicto com o- iianies du-: mr>cpec
IcirAo, e declaracao u3*JpB>a*k*im ou na i _u.. I i
...w..-.'. .Jim, ff^e entend ser esse o methoi
meio de bem connecer se verdade.
Por nao ler ainda sido salisfeita cssa minlu requi^
siu.io, afia en demorado a informarla.
Reclama o representante providencias em ordem
a nao ser a guarda nacional do su commando des-
falcada com nomeacOe* de guardas para inspectores
de qiiarleirAi, que, segando diz elle, lem sido com
lal abuso, que sita cidade, que contavadoze inspec-
tores, tem presentemente qu.isi sessenla e lanos, e
cada roa cinco ou seis tirados do ervifo activo da
guarda nacional, rontra a terminante disposicAo da
lei, que prohibe lirar-se para inspectores guardas Ja
servi(o activo, emquanto cxistircm na reserva pes-
soas aptas para esse cargo.
Admita que o rcpresfiilanle para fundamentar sua
represenlarAo, ofl'erecesse a considerarlo de V. Exc.
so urna parle a elle dada por seu lilho o eomman-
danle do esquadrao da cavallaria, c o pedido de dis-
pensa de um guarda !
Porque o representante nao junlou ao meos a
lista nominal dos guardas dslralodos com o serviro
da polica t O representante poda, e no meu en-
tender devia ler feilo isso.
Conheco pela experiencia adqueridaem cinco pro-
vincias, em que lenho servido, e que be dillicillimo
as rapilaes obter guardas nacanles da reserva, por
que A.nflo preslam a sercm insperloresde quartei-
rAo ; fon, porque alm dos aleijados e (lenles, que
por suas meiestias eslAo impossibililados de servir
omento vao pataca reserva os que contam com as
nomeacoes de ofliciats, os qnaes nao accilam lal car-
go, porque julgam renaixarem-se.
Ni nossa legislacAo nAoiiheco orna !ei, que ler-
miiiautemenl. prohiba tirar guardas oacionaes do
servijo activo para inspectores ilequarleirAo, como
aflirmou o represeolaole, pelo conl?afio a lei exis-
tente a lal respeito he a de 19 de selembro de 1830
sobn. 02, a qual no arl. I i diz: serao ilispensa-
dos de lodo o serviro da guarda nacional, nao obs-
tante acharem-se alistados, quaudo voluulariamirtC
se nao prestem, S 2. in line, os inspectores de quar-
teirilo, o que lie conforme o ditpoilo no arl. 17 i
co ligo do processo crn.''ua|.
Avisos sim tem havido, r-commenJando, que se-
jam preferidos os da reserva.
Alrn dsso, sendo as ooinearoes para .:
da polica bascadas na conlanra, seria falsear o sis-
lema, c por esse ramo .le serviro na mais inleua de-
pendencia doscommandanlesda guarda nacional, ou
entrega-io a penae* Inhibes*, se nAo fose permilti-
do tancar inAo de guardas do servico aclivo.
Pelo cholera mnrrerain aiguus iiis'peclores dequar-
teir.io, cujas faltas se deviam preeocher.e creio le-
rem sido para isso as ultimas nomeacoes.
ia he considerada por mullos me-
hredisponeute a esta molestia ; mas
allribui-la-bei a influencia della quando as paralle-
las abracando e^sa mesma temperatura ahrangem
povoados alein dn termo da Escada, e onde nAo foi
notado um s lra circiimilaocii de clima e de terreno posso en
adiar a incgnita.
Fazendo um etludo da maneira de viver dos in-
dividuos que enrprraam do mal, vai-me pareceudo
atlingir a verdade quaudo conjecluro que os mal
agasalbadossao as victimas predeterminadas; logo
norem que vejo rjaliir fulminado o mais acautelado
desespero do meu intento e caminho cerleiru para
meo in-eparavel scpplici-mo medico.
Do que acabo de expor concluir sem duvida V.
Exc. que nao se a que allnlma o rcapparecimento
do cholera morbos oa villa da Escada.e nem lAo pou-
cojonde se continlia o que se denomina por ahi foco
He iufeccAo; 'quelnAo posso coinpreheuder o que seja
durante o reinada1 de urna epidemia de cholera mor-
bus' c que portaitlo nAo (ive e nem (eolio direito de
aconselhar meios preventivos, que as mais das vezes
ou alisolutamenie uAo se podem attender por cir-
cumslanciasde vi'a especial dcada individuo. Se-
suodo os principio- de minha razAo tenho convic;Ao
i"rme de qoe oAoJia al hoje, meio que se possa di-
zer preveolivo de reapparecimento da molestia ; e
pro[Pr oolros que nao fossem o animo c a coolianr.
oa dri'videocia sena lemeridade ou antes fatuidad*.
O reapparecime
i i.t nao ajerrou
gem ful encoiilra-
nba retirada. O
lia be curavel, e
lo da epidemia na villa da Es-
eus habitante-. Chelos da cora-
os, cheios della licaram oa mi-
tovo conhece j hoje qu a moles-
ue a maior parle dos ataca los se
restabelece, quanrio empregados em lempo e conve-
nientemente os re nidios que a pratica mostrou ef-
frazes.
O mudo, o Ierro
tasarrparecido e
as pessoas ao lello
os soccorros necesarios. E do que aproveila o fu-
, que cansara um cholenco, lem
ia animacAo a tuda prova leva,
dos doentes para minisltar-lhes
quaudo o mal se acha
I' representante allribue
eleiloraes
C; Vide Diario o. 208.
as nomeauOesa manejos
porque a isso hoje se quer lomar por cau-
sa de qoaesquer medidas da policia para chamar o
odioso : oa-, oole V. Exc. que o represntame ton-
lessa, que i a anles da a Imioistracao de V. Exe e
porlanlo da i-poca elciloral, linha elle levado essa
qocua a presidencia.
i'ambem teoho a honra de devolver as re--nia-
coes da cmara municipal e juiz d<-- < ue (ioiaona,
btfu i. .esposia '..lia peto ..et^auo, com o que pare-
cc-me haver cumprido as respeilaveis ordens de V.
Exc.,que coma madurez, e imparrialidade.que lano
Odittingaem, mandar o que for mis acertado.
Deoseuarde a V. Exc Illm. e Exm.Sr. conse-
Iheiro Sergio leiveira de Macedo, presidente da
proxinria.O diere de policia, Dr. Poii/carno [rmet
de l.cao. '
Illm. e Exm. Sr.Regresando > esta capital, por
que lodo esse dispendio foi perdido : nenhum llove-
dor aiirrsenlou-se em casa de oadama Benoil. Essa
boa genle eslava ave'ada a nAo pagar-lhe nem ero
dinheiro, nem eoi palidez. Como Ihe pagariam as
visitas'.'
Ella meditava tristemente atrs de orna cortina so-
bre a ingratidAo dos homeus, quando um coup fez
ranger li3nnonosamenle a areia do pateo. A linda
viuva sentio sill.r-lhe o coracAo : era a primeira vez
que urna carruagem cstranha'vinha tracar dous sal-
tos dianlc de sua porta. O coup parou, e delle des-
een um boinem ainda moco. NAo era um credor ;
era cem vezes melhor : o'conde de P... em pessoa !
Elle desappareceu debaixo do vestbulo, e madama
Benoil com a promplidAo do relmpago, passou a re-
vista do salAo, lanrou um ultimo olhar ao seu ves-
tuario, e pfeparou as primeiras palavras qoe havia
de dizer : linha, porem, muilo espirito para confiar-
se ao acaso da improiisacAo. O conde tardn algum
lempo : ella amaldicnou a Jacquel que o retinha na
antecmara. Porque nAo se abra a porta J feria
corrido ao enenntro tle seu nobre visitador, so nAo
livesse reeelado que Ihe seria prejudicial o excesso
de empenhn. Emlim, levantou-se o reposleiro, e ap-
pareceu um boiocm : era Jacquel.
Faca-o entrar! dina a viuva sem poder res-
pirar.
A qocm, senhora'.' respondeu Jacquul coma
voz arraitada, que distingue os c imponezcs lorenos.
O Cunde:
Ah ha um conde? Poit bem, est no paleo.
Madama Benoil correu a janella e vio Mr. de P...
subir a sua carruagem sem vollar a caliera, e dar
urna ordem ao rocheirn.
Corre apiis, gritn ella a Jacquel. Que le dis^e
elle v
7" Ser;,lora, he 'im hontem bem vestido, mas nao
alttro. Vem prova-elmente do campo, pois cuidava'
gir-se de um doenlt cboleric
espalhado por tuda parle 1
O mesmo genoeit que se uppe exi-lir no doenle
deve existir abiiii linleinente na ntassa do ar que
nos rodeia.e he ahkurdn evilar o menor, expondo-se
ao maior. O ntolito que isenla desle, deve isenlar
daquclle.
Os proprielariot ^los engenhos do lermo da Esca-
da soccorriam cariliativos seus moradores e presU-
vamse com dedicedlo al a derradeira exlrcmidade.
Guando parli de l.i, a molestia havia cessado,
grajas misericordia do Omnipotente, de quem es-
perara ot habitante* da Escada alivio para sempre.
Dos guarde a V Exc. Recifc 29 de agosto de
18.)(.tllm. e Exr*. Sr. ronselbeiro Sergio Teixei-
ra de Macedo. presiilcnle da provincia de Pernara-
buco.Dr. flozenp 4prigiD IWeira Cmmaraes.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel (eneral do commando da arma* de
Pern.mbaco na cidade do Recite em I de
seterabro de 1856.
0KDEa| DO DtA N.326.
O balalhAo I.- du arlilharia da guarda nacional
desle municipio, ciladjuvado pelo da freguezia
dos Afngados, foi neaja data substituido no servijo
da guarnirn desla capital pelo primeiro de infanta-
ria da mesma guardal
O inarecbal ne campo, coran andante das armas,
julga conveniente declarar, que o balalhAo que ora
desaquartelou. fez o sjervico com promplidAo e regu-
larmente, como era d> esperar da aclividade e zelo
de sen eommandanle
Augusto de Fris Vil
dade.
uterino o Sr. major Alexandre
ar, e, de sua briosa olliciali-
.fosii Joaquim Coellio.
ORDEM i 1)6 DIA N. 327.
Considerando o mareclul de campo, eommandan-
le tas aunas, que na abplicacAo dos castigos corpo-
raes, que as lei* inipe aos soldados do excrcito. de-
ve haver a maior circu mspecgAo, quer em relarao a
gravidadeda culpa, qu-rao estado physicodo clpa-
j l considerando que aes castigos s.lo abusivamen-
te inhgmT* (iQr.commandaiiti's de companhias, que
qaasi sempre acohcr'.idtts com o zelo do servido e
acnrocoainenln da tliscnIllina7llL1r^acan, HS altrimi-
coes de iMiiimau l.inl- He corpo e de^liicarneulo,
definidas nos JS H e 1 djt capitulo II do reg"|a,r|enl
de infanlaria de 18 de fevereiro de 1763 : cnnT i
de por lermo a wmelhknlei abusos, oflenaivo* d.'
mesma disciplina, determina que d'ora em diante"
nenham castigo corporal se pralique nos corpos sob
sua jorisdirrAo, sem qot seja ordenado pelos respec-
tivos Srs. i ummandanto., qne IctAn em visla a m-
deracao recnmmendada bo i> i do citado cap^'-'J.
/ose ./o/'.-""4 ttoiko.
CORRESPONDEXCIA I DO DIARIO DE PER-
XAillUCO-
P.lKlS
fi de agosto.
As cnnferanciasepicoiaesde Vienna cuncluiram
a sua obra.
A imperalriz pari a 12 de julho urna egundi
princeza. e tiesta occasiflo o imperador concedeu
de ameacas : queremos fallar na queslAo dos duca-
dos, a questAo de SchlesM'ig llolslein, que segundo
as correspondencias -e aclia em vespera de crear um
conflicto mui serio entre o governo dinamarquez e
a Dieta germnica, depon de havsr suscitado em
ISIS urna verladeira guerra civil que durou lies
anuos.
A importancia desle cntifliclo, verdadeiramenle
real, se explica pela razAo ceographica c pelo anta-
gonismo das raras. Arara scamliniva c a rara ger-
mnica se eiicouliavam no norte sob o sceplru de
el-rei da Dinamarca ; o Schlesivig, posto que feodo
dinamarquez, rnllocado no interior da quasi ilha
dinamarqueza, loi por muilo lempo possuida politi-
camente por principes allemAes, e a mor parle
das suas grandes familias sao de origem alle-
mAa.
llolslein, ao principio soberana independente sob
o -u/urania da Dicta germnica, vio utn dia os seus
principes allemaes subir ao tlirono scandinavo da
Dinamarca, e Irazer-lh* lamhem um eletoeoto an-
lipalhico popnlacao aborigene.
A primeira deslas rircumslancias rreara primei-
ramenle nina confusAo de nacionalidade relativa-
mente ao SchlnwigS senonda collocou a Dinamarca
n'uma posicao extremamente dillicil para com a Al-
lemanha. O tratado de ISI3 fez de el-rei da Dina-
marca um soberano mixto, independente quanlu a
lodo o territorio scandinavo, a Dinamarca propia-
mente dila e o Schlesivig, e sugeilos Dieta germ-
nica pelo Holilein allemAo, ao qual se acabava de
junlar o ducado de l.anemburgo.
Representando d*sl'arte urna dnplice nacionali-
dade, o governo dinamarquez leve de proteger ao
mesmo lempo dous inleresses essetirialmenle boslis.
Xa queslao do rlenle, como uacAo scaudiuava, a
Dinamarca leve de proclamar a sua nacionalidade,
como a Suecia proclamara a sua. c cumludo como
a Dieta germnica decretara que loda a confedera-
cao prepara- os seos contingentes, ns ducados de
llolslein e de l.anciuburgo foram obrigadns a obede-
cer a ordem do soberano, e Frederico Vil se vio ao
mesmo lempo neutro em qualidade de principe scau-
didavo e cntpenbailo em favor do Occidente, como
principe germnico.
Parece que o Schleswig.qae he ge. graphicamenle
dinamarquez, devia screilranho qoeillo: desde
1720, poca da sita eororporarn dcliniliva a Dina-
marca, foi molla*vezes reivindicado pelos principa
allemles, e se formn no leu letiilloiio una ansto-
ctacia germnica, que sem levar cm cotila e popula-
cao dinamarquesa, sempre fez causa ctunotum cam
o llolslein; assim. quando este ultia)0 ducade rc-
clamou tl'el-rei Eslados provneaes. o Schleswi"
quiz coiilitndir os seus direitos e tilercsses coto os
do seu visinlio Hl'entAo.
A duplicc queslAo lomou u:n nome duplico,nAo se
falln mais as chancellaras ailctnaas se nao no
Schlesivig llolslein.
A cousliluir.io du llolslein repellia a successao fo-
minina ao Ihrono, a coosliluirAo da Dinamarca a I-
millia esta sucressAo, a scisAo da monarrhia eslava oa
conlingeneia das probabilidades. As dilleren.es me-
didas lomadas pelos soberanni desde 18,'li a 1811! pa-
ra a resolucao deslas dilTerencas.apeuas conseguiram
excitar manifeslaces lcaos que a forra de se es-
tender enlre si, acabaram por proclamar a sua m-
depeodencia e iudisudubilidada como ducados.
um sua asccnrAo Frcdericu VII itinuiiciou aos
sens subditos urna comliluicAo liberal, cooimum a
lodas as provincias da monarclua, a nobreza do
llolslein e du Schleswig quiz urna consliluieiso espe-
cial para os uons ducados, e accessAodo Schlesivig a
confederac.o allemia. A lua durou tres annos e a-
cabou ou'lralado de 1830. Erte Iralado regularisou
a queslao de succussAo, designando como herdeiro
presumplivu o priacipe Chri'li.no de Glultobourge
dmitliudo soineule para loda a munarchia a suc-
cessao por descendencia varonil, mas dcixou inteira
a maior ililliculd.de, a da bomogeueidade couslilu-
cional da monarclua c esta grave difliculdade ex-
cita as ameacas de loda a Allemanha nesle mo-
mento.
A Austria e a Prussia cnJerrssaram ao governo
dinamarquez notas quasi idntica*, as quaes se
pronunciam contra a maneira de proceder do gabi-
nete de Copenhague acerca dos ducados. Esle ul-
limo ainda nao respondeu, limitou-se a euviar a
varias poteocias urna nula, na qual sao rogadas a
reservar o sen juizo relativamente aos da Austria e
da Prussia al a publicarlo ne una cuolra-mcmo-
ria. O gabinete de S. Pclersburgo enderecou igual-
mente urna nota ao gabinete dinamarquez acerca
dos negocios dos ducidos:
Na llollaoda se opcin nma revoliicAo ministerial
que fe/, passar o poder das mAos do partido mode-
rado para as do partido prulert.nle pronunciado.
Ao principio o novo ministerio nAo foi f.voravcl-
menle aeolhiilo pela npiniito publioa, mas na occa-
siAo do eiiccrrameolo da sessao legislativa, as pala-
vras pronunciadas pelo nnoislro M. Simons tran-
quillisaram sem duvida os espirilos, c ludo indica
que o gabinete realisar as suas promcssjs, alias a-
colbidas com viva laliifarao.
A MeL'ica festejou com tima sulemnidade cxlror-
dinaria o 25." anniversario da asceuiao de l.eonol-
So meto dia da Europ, Porto;*l goza da maior
l-anqnillidade, a lessio parlameuiar foi encerrada
ero Lisboa sob os mais favoraveis auspicios, no que
diz respeilo a con lie.io linanccira do paiz, a segunda
cmara vutoii por iinainmidade o |irojecto de lei a-
vavel do conde ne Flamlres, o segundo lilho da el- da para ordem do dia a mesma de hoje,
re tos Belgas. Presentemente annuucia-se que el- do a primeira discussAo da fuacu di
rei tlthon, ao deixar a sua capital, promelleu a Ierra,
ranilla empregar Indos es seus csforc,os para
as-e-
ttrar a coroa a um principe da casa de Oldein-
burgo.
lN'um prazo mui curio, as Ires potencias protec-
toras do Balado llelleoico, lerla de oceupar-se com I
esta queslat de successao, se nao uo interesse exclu-
sivo da Grecia, ao menos por causa da influencia
que o seu noine anda exerce entre as populaces
rhrislAas nu Oriente. Ainda oa s, se uceuparas em
conferencias que devem ser mu sebuides. com a si-
luacAo interior desle paiz ; o estudu dos iiltiino- do-
eumettlos olliciaes publica los pelo governo lidie
nico olTerece por outro lado informacoes cheias ale
interesse sobre a stluacAo linauceira, econmica e
gricola. e dihi resulta, de urna forma aulheulica,
que a lirecia possue cm si propria tima verdadeira
vida enrgica,eque ella teria podidocaminhar mui-
lo mais rpidamente na estrada do progresso, .e a
direecAO dos seus negocios interiores livesse sida
coaslanlemente collocad. em maos habeis e iutclli-
genles.
Ainda boje, a Grecia pode ser con.i lera la como
estando em um estado de rrise. Cuntpre esperar que
as provacoes porque ella esli passando Ihe -irvam
de licAo, e qoe Irazemclaramcnle a liga politica. O
aolagonismo que se manifestava ouli'ura enlre os
icpresenlanles das grandes potencias na corle de
Alhenas. E a Grecia cooipreheudcra que a sua hon-
ra e o seo interesse exigetn que ella se associe sem
segunda lenrAo obra destas grandes potencias que
lio as protectoras do seu novo destino. As cma-
ras aregas volaram a Maurocordalo, o aoligo mi-
nistro, urna pnala vitalicia de 1200 dracbmas por
mez.
Na Turquia, as perurbacoes suscitadas ullitm-
mentc pea puhlicacAo e a execuc/io das novas re-
formas, se actiain apptacadas, e he com as suas li-
naiiras que o governo se ocoupa nesle momento;
est em vesperas de negociar nm etnpreslimo que,
segundo dizem, ser de vinla milhOes eslerlinos.
Recebeu offerecunenlos serios porcapitalislas eslr.u-
geiros, dizem que devem consagrar os primeiros
fundos a telirar da circulacAo o papel moeda, cujas
emissses sucressivas scelevam a liO,000,(XKI de fran-
cos, e os anligos beschli Alleluks e peras de viute
paros, eleva o algansino deslas dillerenfos moedas a
120 de francos, mas sobre os 120 milhes poderiam
licar (0 iniibes. Assim o sacrificio que se lein a fa-
zer nAo excede a sessenla milMe*.
>s projectoa de qualquer naturexa rhovcm m
secretarias; receben doxe reqoermantoi de camir
nhos de ferro, que seio examinados com cuidado ;
releva fazer cstudos para um s\slemi completo de
vi.is daeommnnicat/io, camiubos de ferro, grandes
estradas c caaes. Conceder* vaTiai linha* a com-
panhias, e > Mencarroar d*a coiomunicacos* es-
Irairgica'.
As soiomas que exigiriam todos esles Irabalhos
scriam mil milbnet de francos.
A Porta sublrahida lulella da Russia senle que
sii podera alltngir a prospehdade material que as
suas ponulijoes aguardara, creando um lecido com-
pleto de vias decomniuniracAo.
O recenseamoolo das Rayas est operando ueste
momento ; o novo rodigo d commercio ral ser pr-
ximamente publicado, foi submellido ao exame de
unta rommissjo composla dos drogmans, delegados
por diversas legaccs, os membros desla comtoisso
sao pela Franca M. I.ongueville, pela Austria M.
Meyer, pele Inglaterra M. Sinmoni, pela America
M. Brown, pelos Paizes Baixus M. Kaum, pela
Grecia M. Hagis, pela Blgica M. Henrv, pela
Prussia M. Blau, pela Sardeuha M. Demarclii, por
-aples M. Graziani.
Anda restam cm Coustantinopla II a 13,000 lio-
mens e um material consideravel, e alguns navios
tle guerra-continalo a oslar ancorados em Coustan-
tinopla eem Ueicos, mas a evacuacAo auglo-fraii-
ceza esla terminada, e os ltimos pontos guardados
bao sido entregues a Russia.
A evacbarAo austraca se al elTectuando nos
principados, cojas frunteiras sao ohjeclo de ama len-
ta e laboriosa delimilar;Ao. Os commissarios france-
zet, inglczes, austracos c lurces nAo eslao de accordo
com os commi-.arios raisos acerca da propriedade
dos dillereiiles pontos mui iinportanles, especial-
mente da ilha das Serpentes, defronle c em cerla
distancia das boceas dcSouliua.
(.. .1/.
l.-'i aiil.i e a scssAo as 2 horas e meia.
Pre*ienca do Sr. Cacaleanll 0 horas e tres qtiarlos, eslando presentes 31
sessao, e approva-sc a
sitenle senador. NAo so ojnutnero de navios de guerra ar*
accrescen- dos em o servico activo be boje multo m.iui, pois que
forras de enlAo eram apenas 31, e boje sao quareota tantos,
como deve-se attender a qu* em 1816 *saea navio-.
eram quasi lodos de um. cla.se muilo inferior an
que agora cxislem.
Na classe dos vapores,por exemplo, qoecomperar,.o
ha entre os Cuapi ,e Fluminense esles dous ltimos anana* de 23 ca-
a i i da.^tortor ^' ""*-* a vallas uni co, que enlao .....a. ZT^Z*.
Ki.iriaaiiier.or ..... guerra que boje lemos Nenhum*. Oaamcoati-
O Sr. I. secretario um ofl.cio do Sr. minilro ] dera. pois, no progresso de cenlo ir cmI. qne/e.-
dn ,mp,r,o participando ter-se expedido avtsos a,s le rcspPeil0 lemol ido, nlo Dude .7nZt!*U
IHTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
SESSAO DO DIA 2 DE Jll.HO DE |83f.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcnnli dr
Ijsccrda.
As II horas da manhAa estando presentes 2:1
Srs. senadores, abre-se a ses'.to e approva-se a acta
da anterior.
OSr. primeiro secretario le um oflicio do pri-
meiro secretario da cmara dos dcpuladns, acnm-
panhandoa propaiielo da mesma cmara reguUii-
do o accesso aos poslos de ofliciaes da armada..
imprimir, nAo o estando.
l.e-se um parecer da rommis-ao de branda de-
clarando nao se at-har ItaliiliUda a lomar conheci-
mento do requerimenlo da
presidente* das provincias de S. Paulo, Paran e
Santo Camarina exioindo copias atuhcnicas das leis
provinciaes sobre imposlos de importarlo de ani-
maos. Inleirado.
He remettida rommissao de legi-lacAo urna re-
presenlarAo da cmara municipal da cidalle de S.
Paulo pe lu lo sencAo do servido da guarda na-
cional para os ca"ixeiro.
O Sr. Miranda olTerece e justifica o seguinle re-
querimenlo, que seto debate he approvado :
Ruquenu que se pecara ao goveroo as seguiotes
informantes:
I.* Otte proleccA > deu o governo imperial ao
esforc* do baro de Antonio,! e as explorac&es
mandadas pelo mesmo Tazer pelos rios Tahaui e
Paranapanema, Paran' c Niuac.
( Qu* soccorro mais se deu. alem dos tres con-
t- do que irala o relatorio de 1831, para as obras do
Varadouro enlre os Ros Nioac e Brilliaule. Que
melhorameiitos receberam elles com esse soccorro,
quem fui posto a' lesla dellas, e em que e-lado se
acham ellas.
a 3.a Olanlo se ha despendido com a estrada que
segu de CaMro ao Jalattv, que obras se ha feilo,
em que eslado se achara ellas, quem dellas se acha
enrarregado, que melhoramciitos ainda be neres-
sario fazer-so, quando se coucluirA) ellas, que des-
peza ainda se fara'.
I.-1 Por que razAo so nAo prefere urna estrada que
de Castro se dirija directamente ao Paran' alraves-
sando-se o Qu arlla', Campos da Fortaleza e Ser-
rado de S. Jeronymo, cosleiaodo-se o Jatabv, Pa-
ranapanema e Pirapii, cujas enormes difllculdadcs
serao por esse modo exiladas encnrlando-ie o cami-
nho cerca de viole leguas. Que providencias se ha
dado nesse sentido, que embaracus se ha encoulra-
dti. que despea* se fara".
3.a Se a ostra la que se orejela da Ponla-Gros-
a para a colonia Thereta lem de dispensar a estra-
da por Ja lab), ou qualquer oulra que se leve a c(-
feito pelo lado do norte. Em quanlo se acha orea-
da a rlespex* total, que quanta se poz a' disposiclo
do Dr. Faivre, que mcllioraiueutus se ha fe
- li. Por onde Iran-ilou o dc-lacamcnlo com-
mandado pelo c.apilo Joaquim Anlonio do Valle;
por onde deve transitar o corpo de arlilharia lti-
mamente destacado para Mailo- Grama ; se ha al-
gum contrato para o transporte da tropa, qual elle
he, c que providencial mais se tleram para o tran-
sito de tolos os ros.
7." Os rol i torios dos capilAes Valle e Pace* re-
lativos a' viagem que fizeram.
O Sr. 'residente contulla u senado sobre a con-
veniencia .lo rharcar-se o di. 17 do correnle para o
eomparecimento do reo o depuiado Manoel Joaquim
Pinto Pacca, alini de ser julgado.
O Sr, Ferraz adiara melhor que se marraste o
prazo do ju gamento, de rnaueira que uAo podesse,
como o lembrado, importar demnra da discossao
das leis annuas. Desejava oovir a opiniAo de alguns
dos Sr. ministros a esle respeito.
Sr. {'residente (ambem refleclio oa idea que o
nobre senador acaba de .presentar ; mas pareceu-
Ihe que al o dia 17 havia lempo de concluir a dis-
uissao das leis da lixarAo de forras ; e que comeran-
do entilo o julgamenlo do reo de que se Irala, pode-
rla eslar lermioado antes de vir da oulra camar* o
orenmeolo da receila o despeza.
O Sr. Ifanderleij declara que a sua opini.ioimli-
vidual be que sn se deve Irala desse processo depois
de concluidas as leii annuas, porque, embora a esse
lempo ja na cmara dos depulados nAo exisla uume-
ro para haver sessAo, poder enlAo o senado prolon-
gar os seus Irabalhos por oilo ou dez dias, ou maisa-
lim de proceder ao julgamenlo. Astira se evitara
qualquer inconveniente que por lim podesse provir
de ronsumir-se com ojulgamenlo mais lempo doque
se presume, e nao se poder por isso lala- conveni-
entemenle do orramenlo.
tar que temos retrogradado para 1816. Eatomw loa-
ge do pomo que devenios procurar atiingir ; nu*
vamos sempre progredindo, embora lentamente.
Quanlo aos arien.es, duvida que em 1M6 produ-
zissem obras mais baratas do que o estabatedmciit
da Pona da Arca. Os Irabalhos no* aonan hao
de sempre ser mais caros do qoe feilos pela ladastri*
particular ; e isto sucre le em todos os pato*, lias
oem por isso se deve deixar de procurar qoe a m.ui
d'ohra seja o mais barato poMivel. E oote-se que.
qoaudo ponderou que haviam abusos no* ananaes,
ola fez mais du qoe repetir o que da ser a ai os ma*
anle-essores, sem que com isso irrogissem injuria al-
guma ios empregados superiores diquelli-, repart
roes, que sAo us primeiros reconhecer esse mal, a
lular para vence-la.
Em resollada, oAo .-c pode ler receio de alflrmar
que, nem a forra naval nem ot anenao* achara- e
no estado em que se achavam em I8lti.
NAo lemos marnheiros. Ora, a nobre Baa-
dor, que lanos annos foi mioiilro da marinha, qoe
providencias lomou para evitar esle mal ?... Na*
libra, esterlinas, destinado a exe- ,m que pede para seu patrimouio
a II- | n,!.a.
as entre os eabi-
. entrever a even-
-as potencias occi-
oiire a necessidade das
nina amnista mui exlen
atsentado ao principio, V
Contra o que linha sido
aasco Jase se fara coroar
que o senhiir marquez eslava aqui. Eu disse-lbe que
elle se achava em Arlan: t.
Imbcil! nao dissesle que a marqueza ao
lava T
Oh
mas elle nao pare-
senhora, eu o iste
ecu ouvir-me.
Devas ler-lhe repel do I
E o lempo? Elle pergunlou-me logo quando o
senhnr vullaria. He de crit que sua idea era fallar
ao tenhor.
Que respondesle?
Bofo! que_nao se sabia ; que (He nao
pareca
r
a que minha ama e a Hj-
i.iii.int) le
querer vollar. E como esie homein fall,,va-mc con
bondade, ronlci-lhe a bar a que minha an
nbora I.ucilla fizeram ao s mbor marquez.
Miseravel! vai-le d minha casi! (.
devu T
NAo sei, senhora !
Quanlo ganbas por rjiez'.'
Nov* Trancos, senhora. Nao ote dispeca Nao
z oada N'Ao farei oais'.
E lagrima*.
Quanlo lempo ha qu
Dous mezc-, teuhora
cvpulso'!
Vem ca ; eis-aqui I
aqui oolros que le dou |
procurar um lagar. Vai-lc-
Jacquel lomou o dinheir
lava cerla, e caliio de joell
lexoiln franco-.. Elt-
ra que lenhm lempo de
leparon se a conla es-
s, gritando :
Piedade, senhora Najo son mao liomem Nun-
ca liz mal a nincuem !
n.io es paco/
Que seta de mim,
so lor
Meslre Jacquel, sa
le todos os vicios.
Porque, leuhora .'
Porqoe he o nico d.
rige.
Impellio-u para fura, e v
que a lolire be o pelar
t|oal iiinguem se cor-
eio lanrar-se em uiua ca-
/T3D"

eutar obras publicas c a construir caminhos de fer-
ro. N'Ao se rercia de maneira alguma que o paiz
soflra o contagio da !nsur "
Quauto Italia, a Ir
netes de Vienna c de Na,
l i al 11 ule de urna interv.
t'.enlaes. A Austria insiste
reforma*; nao existe, diz ella, soberano quenas de-
va iuslilicar os seus acto* ni tribuna da opinio
publica, e por mais forle que estoja uo seu direito,
ha imprudencia c pergo em aflrontar e ranear por
urna adoiinistrac,Ao ma, pela impericia, esla" irre-
deira de bracos. Jacquel sabio do palacete levando,
romo o philosopho ilias, loda a tua riqueza comsigo.
Sealgucm o livewe seguido-te-lo-hia oovdo mur-
murar Iristemcnte :
tessenla e dous e oilo f.izem selcula ; e dez,
otenla ; e vnte, cem. Ma-, malei a galioba : nAo
lerei mais ovos !
I.ucilla soobe oo janlar da desgraca de Jacquel ;
mas n3o alreveu-se a perguntar a cansa. A mAi e a
filha, una triste e inquieta, oulra despeitadae impa-
ciento, comi.tm sem appeltle e em silencio, quando
chegou urna caria para madama de Oitlrcville.
De Gastao! exclamou ella.
Infelizmente nao era ; a carta tinba o sitele de
Passy. Era madama Celina Jordy, tilha de madama
Melier, que recommeniava-*e lcmbranra de sua
amiga. I.ucilla leu em voz alta :
de Goyax,
as Ierras em que
esla astenlaila a povoarao, por nao ler viudo o dito
requerimenlo acoropanhado de um documento.
Fica adiado por ler pedido a palavra o Sr. Sil
reir di .Molla.
O Sr. Presidente participa ao senado que tendo
mandado com vista ao procurador da coroa os au-
tos crimes em que he reo o depulado Manoel Joa-
quim Pinto Pacca, marcando o prazo de oilo dias
para apresentar o libcllo arrusalorio, havia recebido
o dito proce.so com o lbello, o igualmente um pro-
testo do mesmo procurador da cora, concebido em
Icrmos pouco decorosos a dignidade do senado ; e
guezes qne lem-se edificado sobre a letra Depois
leras a liberdade de me humilhares pelo espectculo
de leu palacio ; mas he preciso que eu le veja. A a
yurro. He una palavra, a quil uinguem desobedece
em Passy, ra des Tilleuls n. 16. Al brevemente.
Abraco-le sem saber onde esli*.
Tua Celina, c
Querida Celina irei amanilla passar o dia com
ella. Vme. nAo precisa de mim, oiioha oai?
N'Ao ; hei de sabir lamhem para visitar urna
minha amiga.
Quem?
NAo a conhece. he a condetsa de ataleav.
Havia dnze ou treze anuos que madama leooil
nao vira esta venrale! amiga, na qual ponha sua
ultima esperanca. Achou-a pouco mudada.
... A con-
lessa bcira urda forra do ouvir a gritarla de seus
Linda e querida amina, escrevo-le ao mesmo, credores ; mas era urna surdez inteligente ou an-
lempo oossa aldeia ea Pars pirque depois dn i les maliciosa, que nAo a impeda de ouvir o oye Ihe
leu casamento me abandonaste por lal modo que nao I ngradava. Quanlo ao mais linha bous olhos c mIo-
lenbo noticias toas. Pela minha parte sou feliz, fe- i migo admiravel. Madama de Male rceonheceu
em tres p.lavras loto a minha bislo- su. |,nda credora, e rcccbcu-a com allccluusa ami-1 dadeiro. Ma
que le ::! mais circumslanciada- liarnlade.
liz, feliz !
ria. Se querr
mente vem ver-me, na dize-me o lugar em que le
oceultas. Huberto he n mais perfeito de lodos os ho-
mens. pondo de paite Mr. de (lulieville, o qual co-
nbecerei qoando m'o mostrares. Quando podere a-
bracar-le .' 'lenho mil segredo*. que s a li posso
Repele porem que e-ta be a sua opioiao indivi-
dual.
0 Sr. Ferraz pede ao Sr. presidente que con-
sulto o setrado ie concorda em que o julgamenlo fi-
que para depois de concluidas as leis annuas.
O Sr. I). Manoel entende que nao se deve demo-
rar o julgamenlo al selembro, como acontecer, se
se vencer a propnsta do nobre senador pela Babia.
Se o reo he criminoso, seja punido e ie he inno-
cente, declarc-se isso ji, e volle para o seio da c-
mara de quo be membro.
Acredila que ha muito lempo de proceder-se ao
julg. menlo anles de vir da cmara dos depulados
lei de orramenlo ; essa remessa nao lea' lugai
senAo eni agosto ; e cm julbo o senado oAo lem ma-
terias urgentes de que so occiipar, exceptuada as
leis de lixacAo de torcas, que sem duvida eslarao
votadas anles dn dia 17.
O Sr. Ferraz nb-erva que urna vez que o senado
e convert cm tribunal de juslica, e comece a tra-
tar do julgamenlo desle reo, nao podera' inlerrom-
per esse serviro. Ora, como o jalgamento pode
prolongar-**, lalvez venha isso a privar o senado de
examinar acuradamente a lei du orcamcnlo, de que
se nAo pode prescindir.
90 haveria porem inconveniente algom em re-
servar ojulgamenlo para depois de acabada a dis-
cussAo das leis annuas, como ja se mustrou.
Todava, para nao fzer dsso grande qoeslAo,
pede ao Sr. presideote que modifique a sua pro-
posla ; isto be, que guarde a designarlo do dia de
tuL.iniiMiiM para depois de voladas as duas leis do
lixarAo de forras de mar e Ierra.
O Sr. Prndenle centalla ao senado sobre esle re-
querimenlo de adiamanto, e he rrjeilado por lil vo-
tos contra 13.
Consulii em seguida se deve m.ircar-se para o
Eu, senhora, casei ha pouco minha lilha com
o marquez de Oatreville.
De veras'.' Como se chama esse homem '.'
Madama Bcooil poz as mAos em torno da bocea e
grilou :
O marquez de Oatreville !
Sm, sim, ouro; mas qual Oulrevllle? Ha ver-
daderos e falsos. Os verdadeiros n.io sao moilos.
He om verdadeiro.
Esli bem cerla '.' Elle be rico '.'
N'Ao possnia nada.
Tanto melhor '. Os falsos lo mui ricos ; com-
praran! as trras e o caslello, c lomaram o norae por
cunlra-peso. Que nariz lem elle '.'
Quem !
Seu geuro.
Nariz aquilino.
Feliulo-a por sso. Todos os falsos Oulrcvilln
tem o nariz como p do marmia.
- He aquello qne sabio da escola polyleehnica.
conlicco-o I'm lauto tone*: heurn scr-
expliqoe-inc io--i-, que he mulber dr
lio, como ciiiiimeltctt
lescoultcce que S. Exc. lem urna idea anttga, i-to
he, a de sujeiUr os eslrangciros qoe se emprrgam
na marinha mercante e no trafico dos parte* e ra* a*
serviro da marinha da guerra ; ata* acredita qoe,
anda que realizaste e-a d*, aio canteguiria Mar
marinheiros em numero tudicient* para o* nanas
do eslado.
Qnal he a marinhagora eslrangeir* da qne por
esse meio, o noore senador poderia servir-se >
Rio de Janeiro ha alguma geni* des** ernpregada na
trafico dos rioi e por los ; mas na reslo do Brasil, lew
pouco avulta. Xa marinha mercante, sim, ha ma-
rnheiros eslrangciros. Dir-se-h* : nao eaa-
tiula oiss'o : l'.ra bom, se nao te preciwam delle*
para a marinha mercante, que ainda assim lem sen
maior rerurso not escravos. e que tem direito a er
auxiliada, c a que uAo se adoplcru impemad.meato
med las qne a prejiidiquem.
Qu mtu a genle arrolada na rapilaniai dos portas,
nao (onvrm lirar exclusivamente dr-sa clisa* a nu-
riulia;em de guerra : isso importara a conscriprW
que nao esta eslabelecida por le
Fatlnu o nobre senador n. legislacAo antifa. lia*
est ella cm vigor De certo que ato, desde qa*
existe a eonilituicAa ; mas se esliveswe, caaviaha
revoga-l* por incourenienlc on improficoa.
Iteparou o nobre senador que com qaatr* a cin'o
mil cotilos se faja hoje a despeza d* repartir da
marinha, que em 1810 s despenda Ires mil ai....
km primeiro lugar, ja moslrou qne alguma coas*
mais se faz hoje do qne enlAo se fazia. Itoposs. ac-
ra exacto que sai porque se gasta boj* man de que
hoolem, buje se seja menos econmico ? Nao se
pode linr lal cooclutAo. O que se deva lar om va-
las lie o emprego das quanlias ; quem gsiliva paa-
co, e mal, he menos econmico do qa* quera gasta
mait, ebem.
O augmento provem, ilm d* razio gerrt da *a-
carecimenlo de todas as coosis, do cereteirao de
despez.1 com o augmento do toldo, crufaa dao ca-
p lanas dos por los, reforma do corpo de nada da
hospital, roelborameolo da tabella d* comodarta-,
maior impulso dado at obras, etc. Estos tato a* ra-
zies do augmento ; todo progride, s a aaariaaa na*
havia de ficar estacionaria p ir del annos.
Concorda em que urna das cautas da nema' mari-
nha nao eslar mais adianlada, he a falta de dique; *
nota qoe o nohre senador chamas** fosso ao diqae
da 11 ha das Cobras, iem se lembrarqae como minis-
tro havia, em om deseas relalono, pedid* qa* *
dsse meios para acabar esse mesmo dique, qa* qaa-
lific. de fosso.
He lambem de opini.lo em que o cruzeiro para
repre-sao do ntico deve ser feilo com embarcaron
menores sujeilas reparlicao fiscal. Ma* queslao
nAo he essa ; he se |>or agora podem as embarcantes
de suerra deixar de applicar-se a esse serviro : **
be que te rceonhece nao ser possivel. O que se lem
feilo he empregir navios de pequea loteea*, man-
dar construir alguns hiatos de guerra para en* lim.
Mas por emquanto a marinha nAo pode deixar dn
prestar o seu contingente para represaste do 1 rauca;
lauto mais que o seu concurso tem sida eflicact'-
simo.
O nobre senador pelo Para pergonlou qne se
tana dos navios de guerra se nao fossem prega-
dos nos cruzeiros para repressao do trafico. Acha
a pergunla curiosa A resposla he fcil : haviam
deservir para o mesmo qoe servero ot navios de
guerra d.t nanies que nAo precisara reprimir o tra-
fico.
O fim principal da torca he a detoza do paiz : seta
ella organisada de maneira que sirva para *** m.
que o sen emprego he fcil.
O nobre senador pelo Para' lambem disss qae aan
conceda a autorisacAo par* reformar o corno de
saude, nos termos cm que ela' concebida, par* nan
acontecer i mesmo que com a reforma da contadu-
ra, isln he, deixar-se por desigoar a numera da
cerlos empregos. Cito o exemplo da reforma da tbe-
touro, que he scmilhinte, e moslra que a raza i be
de simples inluirAo ; he pela necetsid.da di esperar
que experiencia mostr com a evidencia qaat aa-
raero preciso de empregados.
S3o eslas asohservactSes que julgou devet fazer em
respost* aos nobres senadores.
Sr. Ferraz enlende que para o airazo da oossa
marinha urna das cautas que concorrera In a folla de
instruccito pralca.
<> serviro da nossa armada limila-s* a't slaces
cruzeiros a algumasviageni de insUnccsto.
Ai ettacoet em nada adiantam a inslrocr.n pral-
ca. As viaaent de instrucrAo sao raritsimis. e fet-
las de maneira que para quasi nada servaos. Oa cra-
.SViinf mu sao insupporl.veis. Ah neqoena, >ea
pai ia homem de bem : Cumo eu diua. o marqaez
ser censurado por todos. Ningucm Ihe lao...r.i ma
cm rosto ; o iiomc be seu. a pode da-lo a quem qm
zer. Mas um verdadeiro (lulrevill* n.o deve avill...
Que be ainda. Rosina !
Senhora, he Mr. Majoo.
NAo esloo em casa ; fui patsar o dia no campa.
Quem ji vio merrador de \ tiln como esle '.' Ot ce
dores d'.gora sao peiores do qoe o* mendigo* : em-
bora sejam expulsos, vollam sempr* Ah peque-
a, seu pai era um santo liomem. Sua filba he eo
menot bella.
.juno, como cninmetlcu illn tal l.di.e
..lia rechTd'i mi n.'T'r-ro X Sf. "'" "" '" [ IUta" ,!""il li"-'i"-e surl!' A '""le5a
una lecna-to unrili.i porta. Voss tem mono espirito Inroou :
'''" V'r P^"-"'* dinheiro. i^,,, |o,|f0 <|e(.]sar ., |||M ,._M|ao
condetsa niinra lhc liz visitas ella he mui rica :
oh; icnhora
intoremadas.
dizer : nao e-s desde dezeseis anuos minha confidente Querida pequea '. o retrato do nai Vh mi
nniea'* 1 eu h i curiii.M..,!,, ,1.. } .ur ta ma fnnlio,.. ..!. i, i... l___.. _! '.....vxi.iui-
onica '.' Tenho curiosidade de saber, se me conhece-
rs sem que eu esrreva o meu nome oo chapeo. Tu
lamhem (leves esi.r il(MN u,miada. Eramos lAo rn-
aoras, tu ha qninze das, co ha Ires semanas Vem
amanilla, se mas em Pars ; qoando poderes, se es-
tos em Arlange. Creta qoe alo faiemos de marque
zas, eque tos vereoios qoaolas vezet podermos tem
jamis conlarmos as visitas. Eslou anciosa por mos-
irur-te minha casa : lie o mais bello ainho de bur-
nha tilha, l.opiool era bom homem.
A senhora eomlessa litongcia-me.
Comprehende que se venha exir dinheiro de
nma pobre veiha romo eu Anida oAo ha um an-
noque casei minha fi||,a rom o marquez de Croix-
Maogars Pal bom casamento.....a ruttou-nie os
ranos da cara.
Mademoisellc de Masely nao recebero um cntimo
de dol.
Tinba cem mil libras de renda. Nos oulras
borgnexaa conservamos o cosluine de dolar nossas
lilhas.Toma !
Comludo, sso nao me cansa admiracao. Eu
euidava que elle linha alma mais elevada. Voss
eompreheiide. pequea, que eu n.o dira isto, te el-
le eatlveme aqu ; mas, entre us..... gue he, Ro-
sina 1
Senhora, respondeu a camarista, be o raixeiro
do ifn viiti l.ouis.
Nao estou em cata Esse mercadores .do ion
Senhora. lerei a honra de apresentar-Ib a nma
deslas lardes. Meo genro esla oas nossas trras.
Sim, iraga-meess moca om* manhaa. E-loo
sempre em casa al o meio-dia... Anda. Kosioa
talao be procissAo boje '.'
Senhora, he Mr. Ilnuniol.
Responda que appliram-se-me sanguesagas.
J respond que a icahora conde-sa nao eslava
om casa. Elle replicn que tem vmdo cinco vezes
em oilo da sem li la, qu* se vo-a eiceltoacu
recusa rccelii.-lu, nao i ira mait.
Pois bem, di/c-lbe que entre. VjaaJ permiHe
pequen* .' I ornaremos brcvemenle a ver-aos nao lie
verdade 1 Ab I imuba rica, Ka pai era grande no
mem !
Madama Renoit dizia em voz baixa voltood*a iua
carruaeern :
/omba, zomb*. velha insolento lens dividas,
lenho dinheiro ; est segura Aind* qne me cal.
quinlienlos luiza*. quero que me roodu/a. *tr a mata
do alAo de tua filba I
Fot rom estes enlimenio- que epir.o, da a
miga. '
.C'oiilinaar-je-Aa.J
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


BIH'O BI PtlimiCI CUNTA FlUl 4 DE SETIMHRO Qk 1856
leirot iu costa au tambera cooduzidos de modo que
ni se prestam a' i n.truc._...
Entende que a nossa lm;.i navd rieve-se lmilar
ao e\lriclo necessario. mas habilitada de maoeira
que possa servir de escola. Isto nflo se pode conse-
guir rom o grande numero de embarrar oes que te-
mos, em relncao ao acnohado pessoal de que pode-
mos dispor. As melhores embarcarrs que linliamos
apodreceram, perrferam-sc, por nao se Ibes poder
accuiiir a lempo com o concert que reclamivam.
Os arseaae< vo mal por falta de meios. Ha me-
c de fazer otras. Oii-se que ha falla He obreiros,
mas despedem-se ; entretanto que um arsenal deve
estar sempre promplo para accudir a qoalquer emer-
gencia do estado.
Se qutremos ter marinlia a vapor, precisamos ler
as oficinas de machinismo e muilas outras que, em-
bora prodozam maiscaro do que a industria parti-
cular, todavi* rotislilucm urna boa escola de opera-
rios para o futuro.
ludo isto pois indazio o orador a convencer-se
que o estado da nossa marinba he mao, quanlo a'
iiutrucr.lo pralica pessoal e material. Se reflectir-
moi que principiamos em 1ftl para 1H,ique nesse
lempo s. armn urna esquadra em estado que nao
foi mciiio infelix, ver-se-ha que qoasi nos adiamos
no mesmo estado, e que temos perdido 25 anuos.
Nao concorda com a anlorisarao pedida para re-
forma do corpo de saude, porque deve importar ac-
crescimo de despeza, t isto nao tem Iqgar qoando se
procura augmentar impostos.
Pasa, a occcupar-se largamente com queslao das
delegacoes, e contesta as opinides emittidas pelo Sr.
visconde de Jeqnilinbonha a este respeilo.|>'o enten-
der do orador, em these, nao sao admissiveis as de-
legacoe. ; tnas ha orna lei sobre todas, a do interes-
e pnblico, qoando corre risco de ser prejudicado
senao ae derem promptas e urgentes providencias, e
ntao, bem averiguado que ha necessidade imperi-
osa e urgencia, nao se podeduridar da legiliridacle
de algum. eulorisar,ao ao governo ; mas isto mesmo
com a roaior cntela, por causa dos abusos que elle
esta acoquinado a praticar. He a unir excipcao
qoe adroille. Hv
Coiidoe declarando qae vola pela tarca pedida, e
contra i utoruacao para reformar o corpo de saude
da armada. v
Dada a hora, o Sr. presidente declara a discussao
adiada, e que a ordem do lia he a mesma.
Lovaola-se a sesssao as 9 horas e tres qoartos.
carne verde, foi mais larde fazer para esse mesmo. Recife, apparecou {foram agiii natndaa o
un um eu.preslimu importante a mesma pessoa que I za-mgro, venciendo bill.oles da lole.ii i
tentara levar a citado essa roinpanhia.
Filialmente terniinou, por se adiar muilo fatigado
pedindo ao iiovernu
que ^lleuda a urgencia das
cirenmstancias econmicas do paiz, gnardandu nes-
se i.ssumptn lodo o escrpulo e prudencia.
A discussao lirn adiada pela hora.
O Sr. presidente levanlou a seasao e deu nata
OKEM |)() |)| a 1.
a inesma anteriormente designada, aerreseendo na
pnmcira parle e em primeiro lugar a cleicao da
secreta-
CMARA DOS SRS.DEPLTADOS.
SESSA'O EM IjDE JULHO DE 1858.
Presidencia do Sr. theonde de Baependy.
Abrio-se a sesfto hora do costume.
UM e approvada a acia da antecedente, o
primeiro secretario da' conla do segrale espediente.
I m ollicio do Sr. ministro do imperio solicitando
ua cmara o necessario consentimenlo para que va
presidir a provincia da Babia o Sr. Joao l.ins
vieiratanssn-ao do Sinirnbu'.--A' coiuinissao de
constituidlo e poderes.
I'm requerimento do cabido da ealhedral e ea-
pella imperial, em que pede densau de um outro
requerimento que dirigir a cmara pediodo auz-
menlo de suas congruas.A' commissao de peos"es
e ordenados. '
--Outro de Joaqoim Urbano Ferreira da Silva
pedindo que a cmara declare se o aviso de 10 de
j.neiro de 1854 revogon as leis qae isentarara os ma-
gistrados do excrcicio de jurados, ou se o privile-
gio que ellas consagran nao se estende aos sub-
deiegados.--A commissao de josllc criminal.
PARECER.
Entra em di.co.sao o parecer da mesa sobre o
doregirneulodacaia, na parte em qae incumbe a
presidencia de designar a precedencia entre os de-
butados qae a um lempo pedem a palavra.
A mesa he de parecer em sua maioria que con-
tinua a praxe at agora adoplada de conformidade
com o regiment >da casa.
Depoisde fallarem sobre a materia o Sr. Titara e
i aula candido, o Sr. presidente declara a discus-
sao do parecer adiada, visto ter-se um dos mem-
bros assignado vencido.
t^.fl* PfU*' Caniido Vroft urgencia, afim de
entrar o parecer logo em discussao.
A cmara coosente, e o parecer he approvado
..un REQUERIMENTO.
.-. Peretra da SOea requer urgencia para
enviar a mesa o seguinte reqoerimenlo. r- --............,,, puueuao
...J a!lUeir0 qnVe nomele u">i commissao espe- bem preciado, e mesmo discutido, os trabadlos
cial ae cinco membros, abm de que lelo em vista noure ministro.
Presidencia do Sr. tisconde de llaependy.
Aberla a taaMa i hora do costume, o Sr si
rio deu conla do secuiule espeilienle :
ma representara da cmara muuicipal de S.
jauta, capital da provincia do mesmo nona, pe-
dindo iseurao di servieo da guarda nacional para
oscaixelru bra.ileiros, admioislradnres.tailures, ca-
patazes, camaradas dos cslabdecimenlos ruraes,
arneiros e locadores de tropas,A' commissao de
cmaras municipaes.
Parecer.
I.e-se c approva-se o seguinte parecer da com-
missao de commercio, industria e artes :
A commissao de commercio, insduslria e ar-
les foi presente um requerimento do cidadio Jos
do u de Almeida, pedindo om emprestimo de cin-
coenla conlos de res para promover acolonisacao
as Ierras que possue na ilba das Oncas, provincia
do laia, sob a garanda de seus bem .'tomando na
devida considerarlo o pedido do nipplicante, he de
parecer que o seu requerimento seja remedido ao
governo, para, no crdito aberlo para a colonisa-
c8o, alteude-lo como fot de jutica.
i Sal das commissoes, 26 de j'unho de 1856.A.
G. de Paula Fonseca. J. l Vieira Cansansao do
Simmbu', Av V. de Oliveira.
He igualmente lido e approvado o sezuinle pare-
cer da commissao de penso e ordenados :
A Commissao de penses e ordenado,lelo exa-
minado o requerimento de Roberto da Silva de San-
ios I'ereira, que. fazendo ver a esta agosta cmara
seus motivos de queixa, por nao b.ver o governo da-
do solucao a urna pelico, que, sendo-llie remedida
em i de oulubro de 18:17 com parecer da competen-
te commissao jolzando os seus serviros eitraordi-
narios e dignos de remunerarao, ue'nhnm deferi-
mentolem oblido, pede qae a'cmara dos Srs.de-
pulados decrete nm quaiitilalivo equivalente aos
prejuizos qae tem soffrido com a aposeoladoria. que
julga injusta e arbitraria, e considerando que.embo-
ra possa o peticionario provar serviros extraordi-
narios e dignos de remunerarlo, nao "be este o meta
a que deve recorrer, vi.lo como nao lie esta au-
custa cmara que llie pode iniciar o remedio de que
diz precisar ;he de parecsr que entregue-se o re-
qoerimenlo a seu autor, que tem direito de dirigir-
se ao governo imperial, o qaal de certo o alteodera
com loi justo.
Paco da cmara dos depulados, > de julho de
18)6.1). IranciscoB. da Silveira.J. E. de N
Sayao l.obalo.
PRIMEIRA PARTE l>A ORDEM DO DA.
liltirao da mesa.
I residente receberam-se 59 cdulas', sabio elei-
toosr. visconde de Baependv, por i votos
\iee-pre.idente ( ~- cdulas) o Sr. coi
Barbosa, por 40 volos.
! secretario .1.7 cdulas, o Sr. Paula Candido,
por 08 votos. '
"'.' "ec^e,a1^ic, lTI "dulas o Sr. Wilckens de
.Mallos, por 37 volos.
3.- e i.- secretarios mi cdulas) os Srs. Bernardo
Je C-ouvea e Mendes da Costa.
Suppltules.
Sabe dedo 1. npplenlc o Sr. F. Oclaviano, e 1.-
o Sr. I'ereira da Silva.
SF.UNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
OrfamtHlo do Imperio.
OSr. C.oes Siqueira fallou largamente sobre a
materia, mas nao ouvimos o discurso do nobre o-
rador.
O Sr. Figueira de 1/elfo eslranha que, tendo di-
to o Sr. ministro do imperiu no seu rrlalnrio esla-
rem ja concluidos os trabadlos preparatorios de lo-
dos os dados que tem de servir para a divido dos
circuios eleiloraes, ja se nao leoba efTectivamenle
reli,ado essa divisa, principalmente estando o
"rpojegislalivoreunido.e podeodo por isso ser mais
do
sendo a orle grande .VjOlKll
que elle vio andar as rodas nj
raliisano cleiiou bem bous ii
sas e outras.
Se adiamos improprio ui
de andar tirando p.mollas na
o que nao diremos des nba onde esta rollocada nina i
ovos e banana, de entalla co
Ser isso muito curial, e\plic|
de'.' Enlendemus que n,lo ; c
Itndeirai deilam como esmoll
qniabos, linioe. e pimental.
Os alr.ivessailores de gado
conslar nm serlanejo, que os a
v,1o ale Cariris atacar as boiad
felras por duplicado prego, su
propietarios dessas bolada, slo grandemenle pre-
judicado., porque tlgana que
m Cazti-
80 res,
consta nos, porm,
delenrlo. Esse Sr.
migos, por fazer des-
i irniao de irmanda-
crenlemente trajado.
nacem, rerheiada de
n dinbeirn de cobre ?!
r devorio e carida-
cl dizem que as qui-
nas salvas, maxxea,
Soubemos, por nos
ravessadores de cado
is para as vender as
icedendo que mudos
as veudem a prazo
liram no desembolso. Eis poique as carnes verdes
lem subido a I i patacas. >Soha falla de sado;
pelo contrario, as boiadas lica n retidas nos curraes
a espera dos alravessadorcs, pi rqoe os sertanejos o
que querem Ue ganbar com p<
do o gado ebega a esta praca j
dequalro atravessadore., cbcf-i
te pelo triplo, om boj do seu v
Vede aquclles dous geuli.
as noiles passeiain na calc;adj
Castor e Mu, dous amigos,
nao deixam cerlo esparo
Assim he bom, ao menos
e o peior he, que os vizinho
mais possivel com lacs seutinrll
lia urna mullier na ra de Horlas
Iher! que tem urna lingua q
ha ninguem que passe por all
exime em todo'seu vestuario, liodo de andar,' cor"
corpo e ele. e tal.
Em orna dessas noiles honve
soa vizinba dizer a oulra. o
como o engenheiro rordeador informa que ella vai
de conformidade com a planta do lugar.Nesle
sentid mandni-se olllciar ao liscal do Poco.
Mandou-se remellcr a rommis-ao de eilificacoes
requerimento viudo da presidencia para ser infor-
mad, do commendadur Joao Joaquim da Cunba
llego Barros, pedincto lilulo de aforamento do Ier-
ren de man nlia alagad, fronleiru as suas cusas si-
las na ra da l'raia de Santa Rita.
A mesma co nmiatEe a quein na seso anterior se
encarregnu de tratar com Claudio Dubeaux sobre a
casa da ra de Sania Hila, que lem de ser demolida
para atarear a entrada para a ma da l'raia do mes-
mo noine, |ielo lado do sul, propoz e foi approv.ido
que se desse ao mesmo Claudio como indemnisaran
a quanlia de iKKIo rs.,mnslrando-se elle com poderes
bastantes dos seus constituidles, propietarios do I li-e sem edir anVai.' 'l-.'."."" ''"? '"'"' ?"
*.Predio para poder receber e i.esle sentido | rio !.!. C"C bm"
mudo prazer ao vizilado, porem. o que ms deu mais
no noto, como la dizem, foi a sem ceremuuia com
que se conlavam os milagrea, e se nomeavara os san-
ios que os faziam inda mesmo aquellas, que nao
aillo na clas.e de serem ,1 dominio do publico.
Admire!, que o dono da rasa e sua ameladealli
se arhavam presente., e que cada nm tiuha na mao
umrosariodo cnmprimenlode covaJo, obseivci isto
ao meu amigo, que me disse em rospoata, ser cos-
tume dalles, presidireui a tacsreuuies, munidos da-
quedas armas.
Depon de alguma pausa, vollou-se o velho para os
circiimstanles e disse-lhes :
Vmcs. nao sabem, que o meu Moho progou
as pnnas d.i venda que da entrada para o interior da
poique a mullier de nada que all ha senli-
uco (rabalho, e quan-
tem pas.ado a mais
ndo conseguinleinen-
lor.
mancebos, qae todas
da ra de....'.' Sao
i verdade, mas que
ndc habita.........
e! bem rondada,
se incommodam o
que mu-
fe lingua que.nao
que ou faca um
, .....-------- .,.. wmc, *it,,-,, que
he ama mullier dos meas pecc.idos, se eu pode.se
conbecero escriptor da PAGIN
me escapava, porque lieescand
feito a mullier he limivi-eul
oalra. He pife, disse mais umi
respondeu esta. He urnaceg
E com pouco houve urna alga
se nuvio n rodar de um carro
porque".' Pela mi lingua de um
V, essa mullier nao
alusa! E com ef-
ora! Respondeu a
He deslabocada !
rege, disse aquella.
tviagem (al, que nao
pie passava, c ludo
murmuradeira.
Al an jnhaa.
conselheiro
.ni .Jl ... "'?(enles "" P"1" das coihrais-I, <> orador depois Iraloa da inslrucCao publica em
nrolf. ai I a e a ,vo.'1a camar-1. orsauiseum, o"'* seos ramos, e rcconbeceu que n seu eslad
projecto de ordeoanca mililar. e oulro de lei
recrutamento, que sejam oflerecidas a discussao.
t requerimento he apoiado.
Depoii de haver fallado conlra o requerimento o
*r. saraiva, a quem respondeu o Sr. I'ereira da
Silva, foi rcjeilado.
He lido e submellido a decisao da cmara o pa-
recer da commissao de fazenda a respeito da pre-
teneao do bacharel Francisco Antonio Pereira Ro-
cha, qae (icira adiado.
OSr. Dulra Rocha.manda a mesa a seguinte
emenda a conclo-ao do parecer.
E fique sobre a mesa o.requerimento do bacha-
rel francisco Amonio Pereira Rocha para ser loma-
do em consideracao no orcamenlo.
hncerraila a discos.ao, depois de liaver fallado
i !>r. Hennques, he approvada a emenda e reieila-
do o parecer.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM 1)0 DA.
fcotra em discussao o parecer da mesa deferindo
o requerimento do porleiro inlerino, Jos Carlos da
silva Fimo Fluminense, adiado em urna das sessOrs
anteriores.He appruvado.
Entra cm primeira discussao o projecto n. 38
desle auno, autorsando o governo a passar carta
de naloralisarau de cidada Brasileiro aos subditos
porluguezes Jos Mara Pestaa, morador na capi-
tal da provincia da P.rahib ; Manocl Caelano da
Cunba, Domingos Lazara de Barros, Jos Maria
Lardoso desta cidade, e Ventora Concalves, da villa
de Benevenle da provincia do Espirito Santo.
O Sr. Ocfociano manda a mesa a seguinte
emenda :
Eslenda-se o mesmo favor ao subdito hngaro
Karolus kornis de Totuard.
He approvadae cuta coujunclameule com o pro.
jecto em discussao.
O Sr. ^ouar pede que o projecto lenha urna so
A discussao Oca adiada pela hora.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
Orcamenlo do imperta,
i r Yj ?9* /-obt"o reconhece que he ardua a
trela do Sr. minislro do imperio leudo de dirigir
moa reparlicSo a cojo cargo estao os mais variados
e importantes ramos do servieo publico. Se por
iho, como moralista, livesse de julgar os actos de
. c, rocoohecendo, com reconhece e proclama
as suas boas inlencOes, os .lacia lodos por justifica-
do, altela a circumslancia aponlada.
Qoando, porm, se trata de julgar poltica e ad-
min.strativamente o> actos de nm governo, esta
pralica nao pode ser adoplada. e mesmo salvando a
pureza das nlencfles, nao se podem, qoando ha
para isso motivos, evitar as censuras.
Em virlnde distes principios, comer o orador
por fazer obervac,es ao Sr. minislro do imperio
relativamente a materia de eleves. I,m dos la-
tios que mais seusacao causn no animo dos que
pensara no estado do paiz foi aquelle de que ja so
nana oceupado o Sr. Zacaras, e no qual o orador
innato relativo a publicado f.ita pelo ./onial d.,
i ommercio dos circuios eleitoraes da proviocia do
Rio de Janeiro, com a lista dos respectivos dona-
tarios. Kespondeu-se, he verdade, que essapobli-
eacao do Jornal do Commercio uada tinha de olli-
cial. Diga-se o que se disser, urna verdade que
ninguem que conheca a marcha da cousas uo llio
le Janeiro podera negar, he que aquella publicado
rfl?m.CLa|Vn',dSd0 fiOVCrno- A qoantas peleas
intimamente'ligadas com o ministerio se nao lem
onvido senielhaiile cocfiss3o
Quem no Rio de Janeiro nao esta' convencido
que, embora as cousas nao lenlram chegado ao pon-
to de eicreverem ollicialmenle no livro da porta da
de.Un'o', .?," ^ """ qem o governo
1"" ,' '"S*" la cmara, a publicaeao feila pelo
nfcat onicra'iT"'' 'Cm ** *> *"
Accreecentoo-ie que o governo devia ser julga-
du por seus actos, e apresenton-se como modelo de
seo proceder em lal materia as eleSoes senatoria
oa Baha. A esse respeito o orador mo tara mais
no qoe a ewparacb entre a data da morle do Sr.
visconde da Pedra-Branca e a do comee daeleica.
Todos sabem que a demora de um anuo entre o
primeiro desses fados e o segundo nao leve por fim
senao habilitar o candidato, que actualmente be
ministro da marinha, com a dado marcada iiela
161
Desle poni passa o orador a fazer observaefles em
referencia a crande que Lio do desenvolvim'enlo do
VJlor territorial, nica fonle de renda eam que de-
va contar o paiz. Lamenta qua o governo coro as
disposlres dos seus regulamenlos que se Ibes esta'
dando, nada tenha feito no sentido de augmentar
o valor de nossas Ierras, que se acliam cumplela-
menle depreciadas. Essas medires que se tem man-
dado razer pelos serlea das provincias nao toarle
em dovida nlilidade alsuma, ama vez que o colo-
no que ebegj nao se ocha preparado para os insa-
uos trabadlo que exige a cultura das Ierras anda
nao exploradas, como mesmo nao acha meios de se
transportar para esses lugares pela falla absoluta
qun temos de estradas. Seria antes preferivel a este
eviterna que o governo a lopta.se o imposto lerrilo-
nal que lem por hm fazrr com que as Ierras nao
cahiam senao em raaos que deltas possam tirar uli-
lilidade e proveito.
Entreunto, an passo que nestes ssumplns que
importan as maisvilaes neressidades d paiz, como
sejam a colnnisacao c desenvolvimento da nossa in-
dustrw agrcola, o governo espalha com m.lo avara
a esieniidade, por outro de-perdica i om mao prodiaa
s recurso ,| Estado, subvencionando largamente
um liealro italiano para recreio da ente rica, pa-
gando commissoes qe nao eslao aulorisadas, ele. ele
.!; "*5ulda fi,IU oSr- Say* '"> conlralo feil
com a empreza para a e>lrarta de tarro de S. Paulo
K2 2J?S *"' l's"lmente fallando, urna
d no tlSm n* """"na ser Icnla-
t^iMl !"' de "* grandes capilaes,
adumada ?,JueS*V""eia afllcienlemenle
adiantada para garantir-lhe o xito deseiavel To-
cn ma.s na questao do aba.tecimen,0 Jde viveros
para o Ro de Janeiro, censurando o procedimenlo
do governo, que lendo recowdo approvar, poT faI-
ta de pequeas condice., oseslaluto, de uraaeom-
paobit que se conipromdiia abastecer a cidade di
lie o menos lisongeiro po-sivel, ja qantu aosVvsle"
nas de ensino, ja mesmo em relajo ao numero de
alumnos que rrequentam o., estudus, e que nao e-
le em relaeAo cjm a populaeao que de presente tem
o imperio.
O orador compara a eslalislica de nessas esrolas
com a do EsUidos-Unido* e diverso paizes da Eu-
ropa, e clalii concias que a inslriiccao vai mal, e que
o ijoveroo deve cuidar com [mais dedicaco cm pro-
corar as cousas de uosso alrazo, e applicar-lhes o
necessarios remedios.
O orador julga conveniente que, em vez de um
curso administrativo que o governo julga necessario
eslabelecer na capital do imperio para habilitar a-
quelles que tenhain de eguir a vida de empregado
publico, se estabeleca na provincias mais adlaula-
das em conhecimei.tos escolas pralicas de mediciua,
cursos de engenharia. e oulros estabelecimenlo de
instruccao que exige o nosso estado de atrasa-
mento.
O orador abunda em armamentos para provar as
divenas dieses que estabelece i respeilo desle im-
portante ramo do servir publico, e de cuja perlei-
cSo est pendente o nosso destino futuro.
A nnidade do ensino be considerada pelo orador
como urna das condiees do progresso literario ; e
eomqoanto o governo uao possa directamente influir
para a unidadade du ensino no imperio, comiudo
indirectamente pode concorrer para essa desider-
tum.
Em seguida passou o orador a oceupar-se ra a-
lubndade publica, e combaleu o sv.lema das qua-
rentenas. H
O governo e o presdeme da junta de hycene
publica sao inlerpellados acerca das causa da gran-
de mortalidade na capital do imperio, que est em
desliarmonia com a eslalislica dos nascimenlo.
Depois o nobre deputado se oceupa do hospital
martimo de Santa Isabel, e mostra que esse hospi-
tal ja nao est nos termos de sua creacao.
Enlende o orador que o serviro que presta hoje
aos martimos o hospital de Sania Isabel devia ser
ledo, como era de costme, pela Santa Casa di Mi-
strtcordia : conseguintemente he esse hospital um
Iu*"eslleeesano que nos absorve para mais de
itCtKlOque deviam ser applicados .ios melhora-
mentos da inslrucrao.
Estando Onda a' hora, o orador couelue o seu dis-
curso declarando que era seu proposito fallir obre
o cucanamenlo das auas, o telegrapho elctrico,
e oulros ramos da adminislracao do imperio ; que
porem agunrdava-se para a 3.a discus.ao
A discutsao lcqu adiada pela hora, e
sideule levanlou a sessAo, dando para
ORDEM DO DA i
a leilora de projeclos e indiccoes ; s materias ja
designadas tanto para a primeira como para a se-
gunda parle.
iif

Z. ^. r
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Z. c.
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Mi.
Desenlio.
Piimeiras lellras.
Car pntenos de cutis
truecan.
Ditas de obras lun
cas.
sal
Tao
Coronheiro^.
Ferreii
Serrallieiros.
Epincardeiros.
I.atoeiros.
1
1
Fiinileiros.
Pintores.
quem ouvisse urna
Ulhe, vizinba, que
1 2.
-I
Selleiros.
Alfsiales.
I Nao vo as ollicinas
I por pouca idade.
~ Somma.
I Adiunli- I
10 i du. Jj
Pa-
mais.
Por au-
sencia.
I Por
I exclusao.
I Por mor-
I t*.
I 13
l
11____ 'T----------r-ri-"-*----- *-Btuju-ao-iiie i DOE ser honrada
l.cenca Para fazer na coz.nha us concerlos de conser- ( Ao que responden a dona da ca, que resava na.
i.- 1 j suas conlas : ^
tiesparliaram-se as peticiies de Antonio Banlista (inai 1,, ..... 1 ., .
Ferreira 2. Antonio dos Santos Ferreira.Belarm D da aa tasea m.uen,,.m.e,a,l,onra !. "** '
A ve, de Arocha, Clemente Soare, de Carvdho" TorT ,'b0 RS" P" n'" ''""-
Claudio Dubeaux, Candido Augusto de Albiiauernne Onli ir.Hn ..... n- ..
e Mello, Domingos Jos Pereira da Cosbn, "ilhlr! COUH L"Si, Zl ,l,|w,M*."'o Ji-e.tlgum.
me Elias de Barros, llenrique tivbson. Jos AiiTo- nuou da l'ubre m'"". "ro conli-
">.d.AruJ0,.',r,.Jo.?.,?uimf''A.(?'no Fonseca, Jos I
de 13 de novembrn do
aviso de; amen...
ordena a juma c^uralT^ ToZt ^^X^,^- "* ^
de seu parecer a respeilo da questao bav.da entre a servir, filo I
commissao d llvgiene da proviocia de Pernam- i ad cerbum
buco c a cmara municipal da cidade do Recife so-
l me, e romo o desejo
a quem me pedio, ei-ta aqui, rerbo
Povoacao de Ipojuca 21i de agosto de 18.16.
' Diz um Artbii que he morador desta mesma po-
voacao que leudo vutu no Diario de 21 do crrente
orna correspondencia tratando a respeilo de urnas
pauladas que deram os soldados de polica em urna
l^s^, ttfrjaf! <&> a ca. i :iic zeta a*
lire a proposta feila pur aquella,par se converter cm
pusluras as medidas pur ella indicadas para a remo-
cao das cavad.ir ices de alunuel du ceutru da cidade
lem a junta a hunra de expora V. Exc. o que s
Sft,,A -
mar municipal, longe de aceitar a su.
-Vtar^T^^^^ *** rspJn;Vi,dd,de
da cidade, ao contrario, nao Ihe acedando o conselho ; O mesmo Aribii.- cura=et" de aiinarce-
S B-.
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PISIAfilHCQ.
PAGINA AVULSA.
CMARA MUNICIPAL DO KECIFE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE 13 DE AGOSTO
DE Icifi.
Presidencia do Sr. barao de Capibanbe.
I resentes os Srs. Viaune, Reg, Barata, Oliveira,
e I-rauca, abno-se a sesso e foi lida e approvada
a acta da antecedente.
Foi lido o seguinte
. EXPEDIENTE.
I m odicio do Exm. presidente da provincia, di-
zeuduqueS. Exc. o Sr. minislro do imperio, por
aviso de >i de judio ullimo, Iha participara que o
governo imperial nada lem que deliberar sobre a
questao, que a respeilo das cavalbrica se suscilou
entre esta cmara e a commissao de hvgiene publica
desla proviucia, a vista do parecer da junta central
de hygiene publica, que por copia remedia.In-
leirada, mandou-se publicar o parecer recommen-
dar aos fiscaes fagam com quo us dooos de cavallari-
i;as empreguem nos suaidouroj o cano de esgoto
das mesma. usullalo de cal, para neulralisar os ef-
reitos queda accumulajao das ruinas dos animaes
possam resudar contra a saude, como aconselba a
junta no linal do meslo parecer.
Oulro do mesmo, remetiendo a pianta da dintelo
que lem de seguir estrada de ferro desde o lugar
das Lineo Poulas ale os Alagado*, como esla camar.
requisitou.Que se necusane a recepcSo e se remel-
lessc a planta a commissao de edificacao para dizer
o que Ihe occorrer.
I m despacho do me>mo Exm. presidente, sobre a
inlormacilo do inspector da Ihesouraria da fazenda
provincial, mandando declarasse a cmara qual
a base que lomou para marcar os precos dos terre-
nos qne tem de alienar, auuexos ao sitio do cirur-
giao TcneiraQue o engenheiro cordeador decla-
rasse que foi quem avaliuu us terreno.
I.ma patalo d- Joaquim Jos de Miranda, ende-
recada ao Exm. Sr. conselheiro presidente da pro-
vincia e pur S. Exc. a cmara para informar com
urgencia na qual o peticionario expon a S. Exc, a
seu ltanle, com i.sniuacoes prfidas, o que lem oc-
corrido acerco do predio arruinado de que be con-
sennor, sito na esquina da ra do l.ivramenlo, rc-
qoerendo mandasse S. Exc. susler na demolicao
principada do mesmo predio, ale que se averige
por velloria a necessidade della, sendo ouviclusos
inlercssadosouquandose verifique a possibilidade
de concerlo.a cmara Ihe conced para taso liceuc .....>. ".>,.. 1
ou proceda a desapropriafao. l'o-lo em discussao re- "'. ."*"'" Pa,lidos' <\ae P~* h
solveu-se que se responJesse precisamcnle a S. Exc.
quanlo ao fado verdadeiro, desprezando-se as insi-
nuaroes conlida ni petir.lo, por serem verdadeiras
banalidades,, que se au devia dar resposla poique
a cmara descia de soa dignidade se o lizesse ; assim
como que se dissesse a S. Exc. que a cmara nao
poda convr na demora da demolir-io do sobrado.
i,,,1- ti",,> 11,,--,.. tu, .__________. .s
iaes de ambos os svste-
Di/.emos, como um experimentado velhoosle
nosso seculo he um seclo de mizeriase tanto as-
sim he, que vemos realisado o que o faceto Esopo
escreveti e o sabio Phedro aperfeicoou com sua.
moralidades.- queremos dizer, que ca realisada a
rbula do sapaleiro melamorphoseado em medico
1 "!?'*" 'i""3"3 em qe o cholera o qne dize-
mos I) flagellou esla mimosa provincia, passamos,
alcm dos tormentos da moleslia, pela praga dos bas-
tardos lilbos de Hahnemann, surgidos cuino por en-
canto, do centro do charlatauismo e pela nuvem
parda de improvisados discpulos de Hipcrates por nai1 aut'*r a-sim concorrer drectamenie para
quemaniclaclosao ne^rn cirro do inonstro das In- V*m* cataslrophe, eedar*jorf*ncidl de que unte
pe-
q
mas mdicos.
Passou, felizmente, a quadra dos assombros de
todos os gneros, e quinto pecsavamos que a ella
acompai.har.a esses zangues das sciencias niedids
,uao r com os facultativos eis que elles vao aos poucossur-
gindo lvidos de cabellos birlos !
Era cerlo lugar de um dos nossos arrabaldes
om individuo, que durante a epidemia nao presto
o menor servieo, e no entretanto que Iraloude ilis-
leminar pelu poro rasquinhos com agua homeona-
lluca, agora arvorou-se em professor allopalbleo
passa receilas, exige dinbeiros pelo seu trabadlo
quando os consullanle alegam que as boticas licam
longe, elle mesmo avia reccila..... e depois man-
da-os passear na barqoinha do lidio do Sr. Erebo
INilo esta ma esla .' Nao ha mellior e nem mais tac
prolissao, assim o Sr. C... consiula.
autonsa a existencia das ditas cavallaricas no cent
da populac.lu, e linde mais a construyo de snmi-
itourosecanos.de eslilos as mesmas cavallaricas.
Sem duvida assisle a commissao de iivgieoe o'di-
redo de appellaca, que ella busca p.ra" o governo,
do procedimenlo da cmara municipal do Recita, e
louvavel he o seu zelo no desejo que raoslra de co'n-
duzr rpidamente i melhores condene bygieni-
cas a cidade do Recife, |mas cumpre confessar, que
pnmeire que os inconvenienles das cavallaricas,
oulros se dio na cidade do Recita de muilo maior
perigo para a saliibridade publica daquella cidade
como entre oulroi seja a aadomeracao dos animaes
de cargas as estreilas e hamidas ras, que au per-
mitiera jamis limpeza ellicaz ; sendo igualmente
que as razoes que a cmara municipal aprsenla,
sanccionando o vol de om dos seus inembros, que
demais be tambera medico, para a conlionacao das
dilas cavallaricas no cenlro da populacho, sao sub-
sistentes, purquaoto compria que a commissao de
llvgiene o destruisse convenientemente, o que nao
re, nem para a cmara municipal, nem para esla
junta.central, que v ao contrario o que se passa no
H10 de Janeiro, onde se dio as mesinissimas cir-
eumstancias a respeilo das cavallaricas, cujus sup-
posios damnes pretende evitar a commissao de llv-
giene com a solicitada postura prohibitiva das caval-
laricas no cenlro da populado ; nao sendo a cida-
de do Kecil de condi^ao menos favoravel do que a
du Rio de Janeiro em relarao ao solo. Sendo evi-
deute que o serviro publico exige qae laes cavalla-
ricas exislam no cenlro da popolasao, onde o seu
uso he a lodo o momento necessario, obvio be que a
remocao dellas para longe prejudicaria e servieo julgado de absolula necessidade ; e claro
fica pois lambem, que emquanio oulros meios se nao
.H'Miiram para a remoca de ourina. ^de fezes e es-
trumes. se au traa pois que esles nao lem de serem
sumidos nos suraidouros, nem conduzidus peles car-
rosde despejos, porque de oulra forma e com ubli-
dade para a horticultura gao elles levados, nenhum
inconveniente serio Ihe enxerga a junla central.
Anda mais, se a junla central se quizesse prevale-
cer de algum entapio da propna casa, chegava-
ine o que be observado nesla cidade, onde nao tem
ido estes os lugares em que com intensi lade maior
se lenha desenvolvido, quer a tabre amarella, quer o
cholera-morbus.A junta central julga porm, que
ludo ae ale r,a enlre o zelo da commissao pela
saude, e a cmara pelos commodos pblicos, recom-
nendando a ambas o eioprego de todos os neta
que possam destruir ou neulralisar os mores efleitos
que da accumul.1r.10 das ourinas do animaos possam
resollar conlra a saude, empregando por exemplu u
sulfato de cal nesses sumidourus e canos de esgoto.
Devolvo a V. Exc. os papis que acompauharam
citado aviso.
Dos guarde a V. Exc. Rio de Janeiro 1S de
marco de 18">6. Illm. e Exm. Sr. conselheiro I.uiz
Pedreira do Coulo Ferrol, ministro e secretario de
estado do negocios do imperio ; como presidente
da junta, Francisco de Paula Candido.Conforme,
yoie Bonifacio Sascenlesde Azambuja.Contarme
francisco Lucio de Castro.Conforme.O se-
cretario, Miuioel Ferreira Aecioli.
HEFARTICJAO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernambuco 3 de se-
(embro de 185G.
Illm. e Exm. Sr.Levo ao conliecimento de V.
fcxc.que das dillerentes parlicipacoes hoje recebidas
nesla reparlicao, consla que se deram as seguin-
te oceurrencias :
Foram presos: pela subdelegacia da freguezia de
Santo Aolonio, o portoguez Jos Maria Jorge de
Azevedo, por inlraccau de posluras municipaes, e
o prelo Anlonio Gomes da Cunha, por espanca-
mento. r
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
dVf'eSo 1'~ Chef* dB |,olicia' Dr- Po^irpo Lopes
@oi*re^t>on)enda&.
Senhoret retadore--Reunindo-se varios cidadao
conspicuos e homens bou em urna casa particular
nesla cidade, lembraram-se de organisar urna Dita!
pela qual volassem unnimemente ; assim como con
vidar os seus compatriota, para que, unidos a elles,
queiram dar a sua aequiesceiicia a essa lisia.
Nella encontram-se cidadaos de lods as classes,
de carcter rgido e independenie, que nao vivem
nem precisara de empregos pblicos, e s querem
do governo a garanda da ordem : lodos conlribuem
para as rendas do estado sem dellas perceber um
cedil, e por isso no caso de promover a prosperida-
de do municipio e dislribuir justica recta ao seus
concidadaos.
E como lodo o homem independenie nao
ra votar em nenhum nome dessas
tamhraor U"I,i8',' deMS- -ubu'- manda
lembrancas ao Conha, e um abraco ao Silva
iienld.de' e'"""ni^'"""ica cora toda a sua ma-
llgnida.le os arrabaldes de.ta povoacao : alacou
urna pobre mulher m impostor que a vio re -
gonlou a urna pessoa qe estava habilitada par. -
sinar-lbe algum remedio. que sera' bomifaier-U -
. --------". ,|ue sera oom'lazer- mida.les frias; reapondea o nosso estpido e
mer?obu; que" ourl"av, ,,em atm oi '*
l'm passarinho.
111^
peculador:-enl,anto este o conltatco alim de que
uaquell. nunca fallas,, medico, como ,,,,
se eslando ele ,vr. .cud.Me Smmm chama
dos que de minias pane. ,e Ihe lizer.m.
Nao adradlo bm .u,i, ,, -,,
levla de e.peculata.,, en, qo,|,|u,r wn|,d a
rija ao Sr. Dr. prumolor... ria umi l0n^, J
mus pequea mossa 110 concedo de que goza t
distinclo funcciooari, que honra a sua clisar
Se alguem espeeolou por aqui doraai. ew'iri.ie
calamidade, foram os que, apruveilando a quadra
vendern] espirito de viuho alcampliorado a -niii
res i. onrinlia... esses que amonloaram dmlnr,,
molbado de lagrimas da desolarlo e do desean
/ Cidade d'A'a, -M de aijoslo.
Srs. redactare*.Sem prembulo, quer Vmc "1""la,,0 de lagrimas da desolarlo e do desesptro.
ciibor do Diario de Periiambuai, coureJer a honra T'" de estampar no seu importante jornal as rabiscas de i e 1"erem fazer deltas alavanea eleiloral.
um ignorante e desconhecido caboclo c^ ,iu /,-, a_........................
.r '.' Se negativamente tamos concluido e ailir-
mat'vamenle, eis o caroeo.
Ja sabe Vine, alguma'cousa c* da Ierra : mas di-
As prnneiras virlima da epidemia uccuhirii,
aqu no da M de levereiro ;-no di. 9 de mar."
ueiihuma pruvidenc.... e tinha lomado por p,rt, das
go-lhe sempre que a cidade de Ara, sede da lercei- rc"n""""es. "" favor do desvalidos, moilos dos
ra comarca desta provincia, e provavelmenle do ter- i 1ales n">r'ialn 1,0 mais per frito abandono 1, um.
ceiro circulo eleiloral da mesma. he assenlada n'uma r? aDe,,a' "m l,a,,e do ledo, e rm concedo | Ah
rainificara da celebre forburema, a 737 metros so- Jlsun moco aniin.., e caritativos coeoo a Sr.
bie o nivel do mar, distando maisou menos vO legoa. 1 A,lloul Francisco I'eiera da Silva, oulro. I-
dessa cidade do Recita, is da capital da provincia, a ""'" al=um* applicate. ; mas esta erais lio poocu
menos de SO de Mamanguapc. ] "u ar"' e hi,v,a v'"s lal confuslo de svstmas
Produz o seu municipio, assucar, ataodao, cafe. 1 J*^*" acuta P*rl m'r o. pobre enfermo-!
romo, mandioca, lesumes e fruclas de lodas as qua- ',',!'* ,lla qoe al*on "hores, reunido ,
l.dades ; gneros que juntos aos courus. cari., secca. ,. Pr"n""or deliberaran, moaUr urna en-
e bous queijos, manlem o seu Iratagu uu commercio I de evportaca. O de imporlarao consista em lodas i ZRtZ2* u,, Prom" aa>ieH|li ..tro ^
as mercaduras eslrangeiras proprias do no.so con- P.' 'l' ,a ;~rt' ,u,io "ca.regou urna commsd.,
sumo, que sao fornecida priocpalmenie por essa I S"''". Lt VZ. ^a>?'or-Jo>' "omead Anl.n.o
Prn;'- i S,!*a'e ,,'""en Cavalc.uli de Alboquerque.que,
O commercio solTreu Sr,nde abalo com a eiixila^o I "'d* '"'L *''"'" "^T*! a reonilo. ,nd
do cholera, e s a mao benfica do lempo tra-lo-ba I Zml^\^^!ST, d *' """< < S..
novamenl. ao estado de norescimento em qua ia aerani-llie P;'rte da deliberado lomada, ees vla du
?"-*!! !^f"y'' "*' concebido lambem a
A cricultura Umbem sniTreu moito e moilo d
epidemia : ella que lao mal amparada andou sempre enf'maria cm aux.ho do-
em nosso paiz, hade levar lempos em vollar mesmo ; Pa'"CularM Pr" '"lamento homeop.lh.co do
fmTe^ssr^: q"e a '""i," redB,ido a am" SSZS^^S^XLP'iJ^ "" lr.
imprcMdencia ignorancia. Bracos e eslrada, eis
os seus primeiro- reclamo..
Rodeada de terrenos ferlilissiraos, as nudas do ser-
1 no- iml^ 1^ 1^________
/ombem com o bicho.
Foi adiado na ra desta povoacao um papel, que
parece ler acnrapanhado alguma carta amanlei.ca,'
e uelle escnplo uns versos, deram-m',., e depois de
ler o que conlinha, adidos boa. ; apezar de ignorar
o que h. verso, ou inverso, aqui Ihus remdlo :
I. vai o meu coracao,
Envolvido nesla cart;
Ouvo o quanlo te relata,
Do que passa c com sigo,
Este pobre Pinlassilgo.
Nao cania mais como oulr'ora,
Su no ramo engorujado,
Continuamente ralado,
Soll'rendn acerba saudade,
Dessa la divindade.
" S. tu viras, charo bem,
Pousado sobra o raminho.
leu amanta Passarinho !
lu morrenas de pena,
Por observar lal scene.
0 Nao come, nem be alegre,
1 m marlyr nelle se ve ;
Isio smante porque,
Quan.lo tarta amor penetra,
O mais, meu bem el calera.
Eslou que Vmc. fazia um idea, lalvez pOuco fa-
voravel, uestes habitante, nao he assim f Pota, ago-
ra deve-lhes fazer justica.elles nao san qualquercou-
sa, coopere para que elles se inclinem ao honroso e
coucluira dalu que n.o meple
fiN passarinho.
P. SA caria aqoi copiada com dala de2",.'!0
crreme, fui-mc eulreguc nu dia :>-,, e-u cu *"*
adianlada. *
A semana passada houveram poucus das de snS
depois deltas lem continuado a chava como no prio
cipio do mez. '
Tem apparecido enlre esta populaeao algons casos
de dores de barriga, soltura de ventre, ele, porem
coosa* e.ta. que pouco as.ustao ; e demais, em lodo
o lempo se .doece e se morre.
Oslavradores de canoas (em sido bem alrazados,
esperavam urna e-taca e appareceu oulra.
A carne fresca o a lanuda, vacillam nos precos
urna de 1 a .13 rs. a arroba, a e uulra de JO a 2
patacas.
-- 1. de setembro.
Temos o prazer de annunciar-lbe, que as pessoa
encarregaas nesle lugar, da moralidadc e bons cos-
lumes dus habilantes, Iralam de salisfazer com esse
e.pinlioso dever, sem prestaren! atlenco as calum-
nias dos maldizenles.
O nosso reverendo vigario, desde que lomou conta
ao seu csrgo.nesla freguezia, tetn procurado com to-
das as veras por obstculo alguma immoralidades,
admoestandn as suas ovelbas, com pralicas laudareis
aos domneos, na occasiao da mssa parochial ; estas
admoeslacoe, que brandamenle tem dirigido, nao
lem sonido dellas o efTeito desejado ; a vista disto,
aquelle pastor espiritual, vai applicando suas censu-
ras com mais vigor, c por isso, passa o novo a criti-
ca-lo se esses que tem pesada consciencia, nao
querem atlender a pal.vra de Dos, espressa pela
bocea do sea ministro, como querem critica-lo
bita nao mora no centro desle pote, nao ve, nao oa-
ve, lano de dia, como de ooile, o que se pralica de
oom e de mo '!
Nieta desprexemos seus conselhos, lano peta que
sao, como porque elle esl aulorisado para dalo.
Compra elle o seu dever, dizendo a verdade, qoe nos
o ajudaretros. Aos casados he a quem cabe sempre
maior quinban de censuras E por que I Ea sei
U .... Alguns.rdem com ser a mssa da parochia ao
meio da ; e dizem, qoe o dia domingo, depoi. de
alistan, a obrigacao enrislaa, lie dia proprio para
se vizilarem uns, e se deseofad.rem outros, dos tra-
badlos da semana pretrita, cora um joguioho dos
tres seles: decida qoem compete.
Ao am.nhecer do dia 29 do prximo mez. fui cap-
turado por ordem do Sr. Dr. subdelegado desle dis-
triclo, Antonio de lal, por alcunha Onra,-- mura-
dor em Ierras do engenho Craoassu', pf denuncia
dada pelu rendeiro du mesmo engeohn, Joaqoim Jos
Coimbra. O capturado parece ter de fazer alguma
penitencia, pois foi mandado para a cadeia da villa
do Cabo ; e o nosso Dr. nao ignora que a stgn-
lanca he um mar em calma.
A policia desle lugar cumpre com os seus devere,
quando be preciso, e contarme as orden no I'-
saotransmitlidas : e agradceme- = sr. lente
commandante du dejai.twiePUl da villa do Ca-
bo, e aosarge'- luecommanda o contingenta aqui
estacin a disciplina dos seu. obordinado, por
aira a qual se mantera a boa harmona, qoe se
conserva alo boje enlre elle e esla populirao ; as-
lao. gozando de immensa. vantagens na turne, esta
cidade devia marcar largos pasaos no iridio do pro-
Rr"...... P'rle de urna provincia i.equena
e do norte, e retrogradar !
Bem, de oulra vez cunlinuare no amanta, va-
mos admite.
O cholera !... Que montan d ideas se alropell na
iniiiha menta cora essa palavra Moleslia horrivel,
calamidade espantosa, fado desgraeado, cujas con.e-
quencias senliremos muitu lempo !....
O cholera !... Elern. erigen de dores e la=riraas,
para mullosmas tambera desorrisos e prazeres pa-
ra alguus de orphandade, viuve, e luto para aquel-
tes- -mas de salas nupciacs para estas ; de miseria
decepi;au e malogro para unsmas de opulencia e
acurados sonhos para oulrus de provanea para a re-
signado e virtudes de poneos,mas de especulacao
e jogo miseravel para mudos desses enles ignohe'i.
que nesla notes moi bella sociedade se apavonim
com o lilulo de benemritos !......
O chutara :... Eis assumplu para m\ riadas de tra-
gedias, poemas, romances, e comedias....
Sim, o cholera lambem velo a rea, e fez sentir
lodos os seus elidios...... mas, merc de Deo, pas-
in elle; esles entretanto coulinuam. O nler-
minavel chavlo de servidos prestados sobre ludo nos
lem persegoidu ; e, quando suppunlia-o totalmente
esgnlado, e-lo desalmadamente arranchado por um
cerlo rlinramigas de elogios, que sob o pseodoovmo
i(p...i 11...... aula _.u :________ f \
cabec.llio da sabscricao. Or., i0 ota, CIL-T.
1 lea da oul-a eiifermana que liuli. de ser contada
OSr. Dr. Evaristo, o qual cura alloo.thic.men-
le, neo pr.ipno Sr. Amonio Silva f.. esjU r.neiio
Depois. c d'ahi me.mo, comecou a comaietlo bvne-
ficenle promover u. primeira s.bteriejn A en
Termaria poz-se prompla em 1 dia; o Sr. presdeme
mandn medicamentos, que aind. lobrar.m, biela
dinheiros,.elc, e all nada falln.
Veja-e agora com qoanto espanta de todo d aqu
apparece o Cupira reivindicando honra da in-
ein.lo ., da entarmiria p.ra o Sr. Ilennaae* da
s,lya ;..... K"u,n ,en''' f- Muilo ees. a pre-
sumpcao, quando da 13o tarles badiladas b'obmi ca-
chola chc.a de fumacas.... Sr. esmioc.d.r, pan que
tai Vmc. dr eloaios a alguem ?.... .
Bill, de cholera :-bem lunso"'. entadouho le-
nho sido; mas descolpe-me quem me liver-|ld>a
e rusta a calumniar e mentir; mai de.f.zer a ca-
lumnia e a mentira cula....
A desgrac. nunca vem u : o cholera Iroese na
garupa a tabre aioaiella, o typho, e qo.au roo.
ha por ahi propna pira malar sent. Desd. CDUo
de quando en quando, l vai um. victima '
O nosso novo juiz de direito. o Sr. |rr. Anlano
I.eopoldino de Ar.ojo Chave, qoe aqu ebegoa a Vi
de julho, acha-se accommcltido de um. da* lao. fe-
bres, e em perigo de vid*. No comero da molestia
esleve elle entregue a impericia de algons earaadei-
ros ; e s no dcimo dia foi chamado o Sr. Dr. Eva-
rislo Dos quena qoe esta sej. feliz, salve ama
vida 18o necessana. t) Sr. Santos quem vtio re-
------............-s c ciusjuis, que oo o p-euiiou \ ni.. .__'..'.,----------- -......... -peco mi re-
de Coepiraveio por intermedio desle apreciado c<""nendado o mesmo Sr. Dr.joiz de direilo, moilo
Oiario incensar-se a si nroono. ,e lem desvelado nVu Iralamenlo.
Diario iiicensar-e a si proprio.
Semelhante fumarada de estulta orgulhoe inmo-
destia nada me importara, como noticiador, se nao
viesse envolla de falsidades c ioexactidues calculada-
menle exaradas em ama folha 13o lida, como esta,
alim de desairar, e ob-curecer o merilo de pessnas
que aqui gozam do mais subido concedo.
>ao o conseenir, porem, um bixo como o Cupira :
a verdade zumba de suas tarruadas.
As cummissoes de socrorros espalhadas por loda a
parle pelo previdenlissimoSr. presidente o Dr. Costa
I uto. aqui rom em oulros lugares, nada nada ab-
solutamente fizeram. Ora isto nao he la' muilo bo-
nito para um benemrita ca dos nossos.que fazia par-
le integrante de urna dellas, e queria legtimamente
liria, los ; assim detanda-se essa commissao, descar-
regando-sc erntaira lodos os seus peccados par. qaem
nem urna colpa leve de seus desasos. Foi o qae fez
o Cupira, enumerando as causas que arretaceram o
zelo olliejal > --
oSf. nSS ?n P"1"'" publico o Dr.
va'ntan,T10, '""^ (:api"'e a na Pr-
--'uItaarTn ,'','" "! r"iiita'" -mbul.nc.as e
TX'acima ""!J|C0, qua""U a "*
-credilar,' ninguem que sendo como eram
n. Mi requisirocs. porque lodo o mun-
ulencia rapidez com qae o chutar a-
dou a eonimissiJo um s cavado. que
e sua communicacao um soldado
Ninguem ignora qii.ni. uld,-->ia em de.re-
penle obter-se, mesmo em lempos ordinarios, n'ama 1
idade conduci;au para lugares remole-; e eslaodo .
provine!, ja q-iai loda invadida, da epidemia predo-
minando assim o (error, irapossivel era que o Sr.
presidenta alaretadoem expedir providencias para
mullos lugares, achasse logo quem tasse levar ambu-
lancias a cada um deltas.
Succedeu o que era fcil de prever-se : odias de-
pois chesou a esla cidade urna carga com medica-
menlus vinda pelo Pilar, uriohem, e Alagea
Grande...,
E a quem criminar-se .' de quem a culpa ?
Varna ae melbor. O purlador dessa carga nao
achandii a quem enlrega-la e condozindo cartas para
o Sr. Or. promotor descarregou-a em sua porta.
I. ma dessas cadas era do Sr. capillo Alexandre Gar-
ca Barreta, de Alagoa-Grande, encarecendo instan-
temente se Ihe fornecesse algons medicamentos pa-
ra distribuir com os desvalidos; em vila do que o
Sr. promotor atienden lo a qoe nesla cidade havia
oulros recursos, por exislirem nella -2 boticas, e inli-
nidada da carleiras homeopalhicas, enlrelanlo que
nao havia urna enfermarla montada, nem medico
cm tratado 1 apezar de a commissao ja eslir par. isso
aulorisada', nem medida algum. lomada, nem em
summ.i commissao com quem se enlendesse, taz "
sua responsabilid.de devolver os poneos reme*"* da
ambulancia para aquella povoacao pelo mmo por-
tador.
Accuse-o por isso se quizer o Cupsa, mas nao a-
daltere a verdade. Nem o Exp- Sr. presidente re-
melteu-lhea ambolanda, u-n nessa occasiao se-lhC
dirigi no misino sentid* que a commissao a res-
peilo de medico.
Era ridicula, rpqaiaha, e ludo quinto qu zerem
a tal arabulan"a ; seria porem isto razao para
cnrami.sao deu cansa a essa ri lindara, a essa
A proposita de Ixpho : o lal (Cupirao nao dii-
pensou sua tarroadasinh. 00 Sr. Dr. Faaalo digno
juiz municipal e delegado desta cidade ; eava o tlm
de chamar o odioso sobre esse magistrado*!., que
inuila gente o considera inf.o.toa por ter ndo
causador indirecto do desenvolvimenlo daad!,
molestia nesla cidade. "*
Quando a ira d. Dos esla anda sobra ao, ad-
mir. que a maledicencia, o despeilo, o o espen, m.
queniuo de intriga, se desabita por sano ll* in-
conveniente, e inepto. Es muda gente afra-vc
em uns .. capole. do cnico do Capera,, ae*
quaes n. verdade lem sido bem u infausta a aa-
neira porque aquelle Dr. lem corlado sea. tralcea-
cia, e epeeul.ic6e< iromorus, iropedind crio-
ccarranjos oulr'or mudo osarios... Felizmente para
veoeno do Cupira ha um excedente antidota :
>um dedo de (gurdenle com algomas piladas de
caxolre.
r.omo por lodj a parte, aqui a prximas eleicoe
comecam a ag.t.r a p,ao paalsk O. c.ndtdSS
tarmig.m ; ecad, om v.i preparando o MMe!
ycP*"g.W^*!-to S- ** l-U irt. ...re
uW u,8". ?U.U : ambos lem probabili-
lacTc*, mas a candidatura do primeiro, ou por ser
nova, oo por promdler melbor xito ; ea por se es-
perar mais algum coosa da inteflmeoei. ino
recimenlo inquestionav.is do candidato, vai sostd*
abracada geralmenle, al com eolb..i,.mo ,-
parease elle, porem, para ulna tarta guerr. 4. em
"oseada suscitada por certa, influencia ca da
ierra, a uuaes apregoaa S. S. como .ave de arrlba-
e iiamliuco ; .everando-M m
" emia.
..ios d. verdade, aren.
T""" 'i" -''" -es eu o.vi o fiu.do c.miruta-
dante superior MarliosCsado diier, que a s, C.
Diogo nascera em lugar prximo a Alagea-Graatt/
e ale nee lempo perlencenle freguena m.i
d Ar.. Quanlo a historia de malrkal. mHrr
esse, que urraleirain.ul. propalan docoami
comprobalivo ; o que he mu f,eil, o basta una cer
lidao do secretario da Faculdade de Direilo sT.
nao I17.ere.11 lealiam paciencia, quando ea os aeai
mar de vis inlnganles, especuladores IrdcaZaZ
elcalomniadores despejados. *-",
A Irauquillidade publica, e a g.r*c. .**_
dual marchara bem garaulidas, a nenhum lado a*
lem alterado nesla cidade e seo termo. Qaand. as
autoridades sabem cumpnr seas deveres,
conlece. c-
lloje prestou juramenta, 1 eulrou nn eierctaia d..
lug.r de sobd.legado dosia cidade, Sr. capilao Ha
noe! Jos Bares. II eslo, de carcter lirme .,J
zando de geral ei>..ia, moilo apto o acha p.ra La
emprego. Seja elle muitu feliz ^^
Moilo acertadas for.m Umbem is nome.rda.il.
MrXn--0.q-U'-MjrqUe' f- ^ndrade' e I
ia, respondiamamena cada om dos seus gol- ne20ci lei procedid
e, e o que he mais, obstruindo a marcha gloriosa (,u'ro de Juao I.uiz
ue (rilhavam os professinnaes de ambo os a ha mais de dous auno
foguala do Poco da .
le nao poda |urainenlar-se na qualidade dejuiz de
paz supptante do segundo dislriclo da mesma.Oue
do com circumspeccao.
z Vctor l.iaulier, dizendo que
nos mora no primeiro dislricto da
fregoezia do Poro da Panella, e por isso em visla da
Consla-nos que alguus eslndanles de Francez
Inglez e Lalim do Coltagio das Arles e Gvninasio'
pretarem pasar a quem Ibes lira por escripia as
suas traduccoes. du que levarem alsumai horas e
loriando, illudiudo desl'arle a lioa-fe ilus prufesso-
re; nao rallamos com aquedes que esludam o que
pretarem espirbar-se esludando, do que brilhar ca-
pianaando. lie assim que um meslre. esfon-audo-
se por dar copia de si, v-se borlado no seu'lraba-
Ibo. Convem que os Srs. profes-ores lomem em
consideradlo este nosso avis, que 6 (en, pr ,m
querer o augmento da mocidade na crreiri que
encelara, e dai-uns-beinns por modo felze s o
que sabemos a esta re-peito nao tar exacto.
He nsiiporlnvel oioroporlamenln de limaco-
rneaon medonhacoruja, que habita |. por c.-
sas roa augustas Esse*slupr, de maos dadas com
m infernaljmbela c urna depravadane-o-
esqu.na da ra do lavramento. al a occasiao ,ta ser
embargada judicialmente por Joaquim Jos de Mi-
randa. Inleirada.
Oulru do li-ral de S. Jos, intarmando acerca da
. Pc"a ,e Ca".....Ai.ulo de Albuquerque e Mel
came, Irazem 11 um curiaros pobres viduos, que '" em nul! P'ula 'er "levado da mulla em que tai
uao silo senliores de praticar os actos mais innoccu- ronsiderailo incursu por intaacrao do arl. 18 |||. 4
se chamasse o immedalo.
Oulro do juiz municipal da primeira vara, para a
cmara mandar entregar ao cnsul inglez, llenhque
Augusto Cowper 00 ,i sua oidem a quanlia de 150)
r. que depositara 110 colre municipal, da lianra-> ar-
bilrada por aquelle juizo. qne preslou o inglex Car-
los Lucas, pelo crime prevista uo art. 01 do codi-o
cnmiual, do qual tai absolvido peta jury.Que "o
procarador entregase a referida quanlia."
Oulro do inspector do arsenal de marinba, res-
pondeiido que o terreno de que requer titulo de afo-
rameuto, Braz Antonio da Cunha e Albuquerqu-,
silo na ra do Brum, se faz .nudo necessario aquelli
di'icarao'q,le J' delle--A commissao de
Oulru du engenheiro cordeador, lembranrlo ser
preciso tomaram-se as cautelas neces.;.rias, segando
as regras d arle, para na demolicao do sobrado da
,Ko fi,, ',vrame"1" se "'J0 ""'er ao predio que
radur a,""M0-"'->ue rs,e remdlide ao procu-
wPoa? d" frm"'"'rr' Participando ler comprado
por gajrs. um relomo para ser enllocado na sala
das sessoes. alenla a necessidade que delta ha, e
pedindo hoovease a cmara de appruva esla depe-
za.Appruvousc.
Oulru do mesmo. cnnimiiniraadn ledo o occorrido
relativamente a demolicao principiada do sobrado da
lo. Nao sei o qne leem certas vcllns, qae com os
pe oos umbral-- da Eterni lade, anda curam das
cousas desle mundo!
Correloras,
Espionas,
Quando velha,
E babonas.
Esqueeemos noticiar que, l para deolro do
das posturas.Indetario-sc a i .el icio.
Foi approvado um parecer d commissao de poli-
ca, nao se oppondo ao pagamento requerido pelos
que tarneceram maleriaes para a obra do matadoo-
ro, visto ler verificado que os preeos do m.smos
rnileriaessao iguaes aosdo mercado; assim eoruc
oulro da commissao de edifieMf.es, dizendo nada
ter qoe e prosidenciar acerca da nbra qoe e est
lazendu no sido que oi do finado Dr. Comes, vislo
que nellas su apparecera o nomes dos parlida".05
destaucladores que s cuidara du eu .salvas as er
cepi-ucs c au os dos homens conscienciosos do
mesmos partidos, esperara os cidadaos reunidos, qu?
a sua lista sera abracada pelos homens bons de todo
o municipio.
Ei-ta :
I creadores.
I." I ropnelario Jos Carlos Teixeira.
j-. Dr. Diodoro LTpiano Coelho Calanho.
I.' I ropnelario Manoel Pires Ferreira isenhor rfe
Cachi lo )
i." Proprieiario Francisco Soltar de Fieoeircdo Ca-
tro Engenho S. Francisco.)
>." IioprielariuJosda Rocha Paranhos.
b. proprieiario Francisco Casado da Fonseca.
ente 11,10 nuere- ----- -...^s > c3,- |o|,u,di;au : as-
chin Tdc ulr r"" U'mb"": ?r '" "" retirar paca que
,__ ; in* voacao. Pedimos com ludo, ao Sr u,n.,,i
.. Iroprielar.o Dr. Filippe Carnciro de Ulmd?
'.impeli.
I. Proprieiario Jos Peres C.mpdta.
. Cirurgiao Miguel Pelleta da Silva.
Jui-es de paz.
Sanio Antonio (1 dislricto.;
I.o
-'." Proprieiario Ignacio Benlo de l.oyolla.
J Artista Jos Francisco Carneiro.
i." Dr. Diodoro I Ipiano Coelho Catanbo.
S. Jos.
M Proprieiario Jos da Rocha Paranlio.
--' I ropnelario \ ictorino Francisco do Sanio..
aV> Commereianic EliasM.rinlin lalcao.
t." Commercianle Severino Jos de Almeida i.eal.
. Recita 1 dislriclo.,
I." Padre l.eile Pilla Orligueira.
-j. Proprieiario Ignacio Antonio llorges.
J. Dr. Joao Pedro Maduro da Fonseca.
i-" Commercianle Jos Gomes I.eal.
1 ,. Boa-Vista I-dislricto.;
I." Dr. I.uiz Uarte Pereira.
aula Cr-
voa3o. Pedimos com ludo, ao Sr. sargenta, que
preste a sua attaOQao para cerlo rapazola medido a
'orde, que nao larga boa faca de pona, com a
qu*ryneia nesla ra. se bem que muilo escoudida
dos seu buns olrM.; tarreo, quehe tavor. Elle cha-
ma-se.... pajece-me Hjllt, R-^.wrt.'s,.. P. .'...
Nao me lembr agora. O Sr. inspector desle qo.r-
ieirao, una-se ao Sr. sargenta de poltai, e prestase
de commum accordn com elle para o servieo, que,
nem so nos fara' om bem, como al gr.ngear'a' para
I, o respeilu devido as suis boas qualidales cumu
cidadao.
Es.e mocinbo, coilado .' que quinta-feira prxima
passada, estando na taberna ao p da ru desta po-
vo5ao, tanta vomitan conlra o puhre corresponden-
te, vai engolir nutra vez loda aquella-porquida-
ne,~ para conservar sempre o bocho dieta, para
despejar cm outras occasies. que nao sern poucas,
porque nao Ihe guardaremos nenhum dos seus taitas
desaforados. Cura que, Sr. pelinlra, V. quer coin-
melter de publico e g.bar-si a elle mesmo das suas
patilaria,J e nao quer que se falle nellas ? Oulro olli-
crOTacabou-se o lempo da aa fi lalguia, va' tazer pi-
veles, cmquanto ibe vamos dcscobrindo a ma-
zellas.
O nosso l.rubu' pude dirigir-nos mais os seus af-
rerlos, quanla descompostura quizer, porque estamos
bem convencidos, que esse sendeiro tai creado com
ellas. Esteja cerlo, que nos tamos om cacua', um
cesto e um balaio atestados de tactos, que Ihe per-
lencem, e que todos, sem excepeo de um s, rao
para o dominio rio publico seinanalmenle, ale que
por hm oenlresiicmosnosraolequesda ra, para
Ibe alirarem pedradas e rasEarera-lbe o palito do Cu-
nha, em que anda escondido ; mi se vexe com o
tacto das laboradas, que soirreu a pobre mulher, por-
que os mandatarios ludo declararan! sotes de vir
para o Recita, e a seu lempo Smc. e justificara' e
enlao a sua iol.ee, ma' educacao e orgulho, ha de
aliviar *
enhora Ch. II..., qe no, remella
abaler.
Pedimos a'
2' Proprieiario ihomc Carlos Perelli.
' Professor liomeopalha Francisco de P,
neiro l.ao.
.' Dr. Joao Jos Innocencio l'oggi.
Ipojnca 28 de agosta.
Pnncipiarei esla, louvando o procedimenlo honro-
so de certo pai de familia desla povoai-ao, que utili-
sanrio-se do aviso que ,e lez na caria que Ibe dirig \
em 18 do crreme, estarcou-se por livrar a reputa- |
c.aoaasua f.milia, de ser torpemenle abocanhada, sujcilos casados em co arougue, para os desviirar da
por enles lao sevandijas e riespresiveis, que se nao \ '">' obrigaces, do que importar se eom n corro/
envergunbain de uodoar calumniosamenlc as reputa- pondenle. Odie que a sua metamorphoc em se"
Clie a ,,,.: 1 ,,,.,,(., 1..' -, l. _J;__._ 1 uwm" CCU 3tl-
, ,1 ,,1--.,-, ,------._ ^,,,,-n a ,t-su I I I 11 III a 1 1 d O CSS.
mesqnip'ez.nao mandar para prnprios.arretacer^mas
se el1; sempre estave lao frii !) de seu zeta Para
o** nao requisiloo maior quanlidarie de mdicamen-
te, nao mandou novamente ronducrao, nao contra-
tan com Igoma da boticas o fornec'imenta do. e-
medios que I -sem sendo preci.os ai quanlo chfga-
vam os do governo, nao rionlnii uma enfermara nao
contratou o medie;, uu curiosos para servirem nella
nao lizerar em -minia ludo quanlo fez esse promo-
tor Ko dedenhosamenta tratado pelo Cupira '!...
Ah tai porque o Sr. Dr. Evaristo nao se quiz
contratar com ella, para se contralor com o Sr. pro-
motor :...
Analisemos esla segunda razao do arrefedmenta
da commissao.
A-lmira como o Cupira escrevendo para aqui, onde
lana genle de criterio e bom senso existe, ous.sse
avanzar tamanha falsidade e nao Irepidasse em
mentir peranle um publico scienl. de todas essas oc-
correncias.
Chegando a aulorisacao do governo para contrato
do medico.snscilou-se duvida, a qual de enlre as cluas
commissesdla viera, ilutando-- ; depois u Sr. Jos
Apolinario Gome da Silva, acompanhadopelo Sr.Jo-
J Antonio Goncalves I.ima, ja tallecido aquelle por
ser raeatUP.de orna dacommissoes, e esle por meza
olliciosidade, enrl.'Lem-sf.,e.n.2.n.,SrJr, J-Ivjrbjtp,
cerca do contrato, ao que este duvida nenhuma paz,
e s disse que quando quizessem tasem os da com-
missao a sua casa.Aquelles enhores taram-se ler
com o professor de lalim o Sr. Joaquim da Silva,
membro lambem da commissao, e sem cojo b-epla
cita, nada se podia concluir ;-ma* e.le senhor nem
disse que sim, nemqae nao ; fez rellexoes, suscitan
queslao de quem devia vir a casa um do oulro. si el-
le a do Sr. Dr. Evaristo, ou se esta a delta, ele ,
ele.
. O que he cerlo. be que no dia l de marco .- noi-
te o Rvm. Jo< Goraes, mostrando-se aborrecido do
qne via, declaran ao Sr. Dr. Evaristo, que nao se
importava mai. com commissoes, nem contratas e
outras cousinhas.
O qoe he cario, he que se disse, que o Sr. Joa-
quim Silva, queria ser o cuulratadu para curar lio-
meupalhicamenle... O quehe cerlo, he que o doulor
nao foi contratado...
O que he cedo, he que ludo Uto se deu mais ou
menos .-eni etao esse senhore que inlervieram
nesse angu, c para elles appello.
Sendo .ssim como riizer-se, que o Sr. Dr. Evaris-
to recusou convite da commissao, para se contratar
com o Sr. Dr. promulor ; Ignorara' urnas pessoa
desla cidade. que so dpois de desensaado de que
as commissoes ao conlrat.riam o mejico. tai que o
sr. promotor tendo concluido a enferroaria no dia
11 lirraou convenio cora elle';'
no de Meneze. p.ra subdelegados de Al.aea'-
U-ande e de Pitaes. Todo, esses logares se riK.
vagos desde muilo. oavam
Vagn com a chezada do correio a noticia d. ...
o Exm. Sr. Dr. Carta Piulo deixav. ,\M.2
dest provincia. Nao pude crer em tal couh (
do se .prxima orna poca lao mel.ndros. em .
eleiloral, tirar om administrador que, coa.TV
Costa Pinto, lem sabido penetrar com p.,*, JLV-
do no inexlricavel ddalo da prelence, .JS-."
iles desse encl.ame de candidatos, que" por ata m.
rem enredar, e barulhar ludo, para salMilBi-ialL
um outro inscienle das cousas, sem o fio JmtZ
sena om. calamidade tinto mais sensivel a*..,'
nos lodos reconhecemos como vai boa a nr.ir,.
com esse presidenta. *
Ilernai-, acaba de Mr esonerado do lugar de rW.
de porcia o Sr. Dr. Fraila. Ilenriqoe, T ttmtTmm
ser suDsl.lui.ta por algum outro moco mexpertaol-
taremos de,cao se d a rel.rada do Sr. Costa Eu
supporlir noviciado em lempos de eleicoe.'
das que importa mim pobre laaajM e rb
.cBruma a deicao, o presidenta, o chef. de ooi,-
ci, aelc. > amos par. a gruta ; o os grande, qoe bd-
O Sucury.
' i a
srs redactores.-a Sr. coronel Anlonio Fran-
cisco Pereira.tcndo necessidada de se;defendei da ac
casa.-ao que Ihe taz Jos Joaquim Barbo,., recorre.
a un. meio indiguo, qual o de manchar a repoUc"
deste.e ultimamenl. nao qu. prwc.ndir do .-
me de meu prezadLsimo lo, o Sr. commeodador
Joao Joaquim da Conha Kegu Barro, inleirTaente
all.e.u !, queslao, e de rainha prei.mda eaodid.t.
ra, que ha de sempre vi. a baila. "
Esle fado, Illm. Sr., du elle no oflicio que tai
pubdeado no Diano de henlea. p.,do em pre*.-
pa de \ S.,foi reputado pelo -.....-----------eeajiii,.
Joao Joaqoim d. Canh. Kego Barro,. coo pVecioio
rWt.lluo p.a^erir-me, como aulond.de-, n, ..
I sendo elle meugraluilo inimigo, marifVon poblica-
menle chamar ao'{.elicionariOjysH>o be notoria o'
esla cidade, e o indirsvr"ir pes-osdraenle qneix.,-
se ao Exm. presidente, e dirigir-IAe esse ollicie que
par., cumulu ne miserias h. ri. propria lettra de e
sobnnho e talan, gcoro, o acadmico Alfredo o.i
lambem nao rae gosla.por nao adiar em mim o' in-
iruracolo propri para seos sonh.dos calculo .1.,
lorae, que lio escanrieeid.ii Ihe Iraz as eakeeaf! 1"
Cora prulnudo pezar vejo-me ubrigado a don..
Uro Sr. coronel Anlonio Francisco Pereira aun,
sempr. respeilarei por ser om homem iriozo S S
falla a verdade quaod-> adirm, qo, ldlr.do.f-
licio, a qae se retare, he minie o.|belece rxsr uL.
cuntra si, a presompea. de ler feilo sobe, u-7m
pontos de su. ddet., e por si mesa, mortn o. he
indigno da conhanca do governo ^mmma
O Sr. coronel Antonio rVaataM di. u. Mrt.
dade qne nao era iodisp.navel ,u. defea, I..I
maior he po. o deaar qoe .delta Ihe rmSZ/ *.
verdad'. prCsun"'a< *1- na.~pr?r.
cal|uC'rarC,'amf,!IOl'ebemco,',,eci',o: "-
o uno di.s. *"**' IMSMrece, deix.nJ. > errr
aquelle papel d. cantigas, que se Ihe empreslou, e
que principia por aquella quadra :
O doulor em medicina,
To amigo das ntocoihw;
Por isso ellas Ihe roubaram
Ate as propria ceroulas !
E lao bem ; que be melbor antas, ni adiuildr


f
X
ci.ei allieas.
t"m. noite desta, fui inlroduzido por um amigo,
em uma casa desla povoacao, aoiule seacliavam ou-
lra paniM, que Uu lia m ido ella, por ser j co-
tume nelles vizilarem o senhor .... o que mudo go-
lei, porque esta, rounif.e all lem por fim e.por
sem r.biiro 01 aeonlecimenlos da seman.. he uma
recordajao de taitas de loda a especie, o que cutisa
nenie, ja' vai bem adiantada !
Eu mais alguem, tamos sentlo a talla do correio,
que devia pa-sar essa semana para essa cidade. por-
que, asura heon a miuba correspondencia daquella
Mmana, par. ir rom esta, porm espero, qne Vmc.
atlendera esta cirrumslanea, n,e diir., 0 ,
qu. deiejamo, f.zendo-ai gvrar. O bom do -Cl-
chele,- ottarece oeste lugar 09 seus servicoi, muilo

MELHOR EXEMPLAR E
Sobre a .niinha eandidalora, que he ae/'fiad.
1 fa Cm qaeo Sr- ".el Antonio fi.uuu.
\ em depois com lerceira causa do arrefecimenln I u^ "5 dc ,0',i,s "eusares que Ihe slo taitas.
1 eomainle a falla de conliama do geveroo (Ira ''rescenlarei ao qoe j. die em orna cor-
1 verdade querer-seque em vista da incuria, ede- "|^Pondencia, publicada nesle jornal ha (maro*
Pecn-vos, Srs. redactare-, que publiquis e la h-
nbas do voss ass.^nante e.'c.
Joiio Alfredo Carreta de (Hirnrm.
Recife ,'t de selenibro dc Hjli.
Victoria I de asedo.
Sr*. redailnres. Animado petas lun- d.rjo. que
leulio p.ra pro-|>rridaile dc minba ciunarca, n...o
Ibes lenham a boiidade de pnbl.rar uo seu Diaria m
c.dadAot abaixo, o qoaet rovindo ao meo. compa-
triota. Virtoricnses.aplic.rem seu vola para verea-
dre e juizse de paz, cojos cida.la i o poderia-
re-tar duvid. as suas raparicl.de e iiilril.genria.
/'ora rereaom,
t)-Sr. :
Dr. i'c-lro l'.ererra de Araujo Hellrin.
Proprietorio llerm.s l'linio de Rorba Cavslriuli.
Dilu Manoel Gregorio da i'.i > io.
da
na verdade querer-se que em visla da incuria, e le.xo da commissao. o noven. continuas., a esperar
nella, he querer-sc que elle piocclcs.e como ella, i-
I be, deixasse lude correr a nierri- do acaso, e cui-
dasso su de seus inlcresses parliculares.
Meu Cupira, bem se v que s sabis fazer mel de
campbora.
Quiawra nao ebegar a es.a ultima raio do arrefe-
ci.i.eiilu-, espeeolaclo de atauem mas he ne-
cessario quebrar a mascara a imprtala.... lluem he
es.e .lUiii-.u J qual o especuladnr.
Se a tarroad. vem ao Sr. Dr. Evarslo.nao sei em
que e.se Sr. quiz especular. O preco de :lfl-000 reis
diarios, porque se contratan, be muilo razoavel e
creio que nenhum fe-lo por lio poucoturante' a
n.'ru PUS*? |,assamo;.- Ma.ltu maiores vantagens
pardeo elle pe, l.or.bir. d.vam-lhe ,., cera
recri a sr. Dr. promotor para turar gratnllaaea
te oa eotarmirw, e quem assim1 procede nlo he es-
'O



Dito capilao M.moel Monleiro.
Negociante Manoel Gomes Silveira Jnior.
Dito Altores Alexandre Jote de Hollanda.
Empresa lo publico Galdino Jusc d'At9uiupc,3o.
Iiil.i JuSo de Dcos Barros Riachilo.
Hilo Anlonio Kuiinii Alves Correia.
Para juizcs de paz.
Dr. Pedro lie/erra Peraira d'Araujo Bellro.
Tlorencio de Souia Lelo.
F.lesbao Loiz da Rocha.
Aleandre Jos de Hollanda.
Srt. redactores.Tendo sido publicada no Libe-
ral l'ernambucann de hoje a chapa do partido libe-
ral para juizes de paz da freguezia de S. Jos, e sen-
do ella mallo acertada, detejo que seja lambem pu-
blicada noten jornal.afim de quechegoe ,10 conhe-
cimenlo de todos ;ut volanlet da mesma freguezia ;
por essa raz3o rogo a Vtncs. que a Iranscrcvam ua
tul folha.
Juizet de paz da freguezia de S. Jote.
Proprielario Antonio da Costa Reio Monleiro,
Tenenle-coronel Manuel Camello Pessoa.
Capilao llemelerio Maciel da SiK i.
Dr. Innocencio Seraphico de Amia Carvalho.
Um votante.
Jo.1o Marques Correia.
Jos- Bernardo de Souza.
Sn. redactores.Como Pernambucano. suppo-
nho ler jus tambera a espender minha opiniao a
respeilo da prjima eleicao, razeodo ronhecer a-
queiles que justanienlc|se fazem ere lores pela estima
e cousideraoao ; o como apreciador do progresso de
meu paiz, mo quero furlar-rae ao dever de concorrer
cum o meu voto, c lembrar aos meo? paroehian
os nomes .le lio dislinclos cidsdos. Da tendo cm
vislas alfastar aquelle que lambem se julga com di-
reilo a esta eleicau, todava peco e lembro os seguin-
tes Sr*:
Proprielario, Jnnqiiim Mara de Carvalho.
Empreado publico. Joao Jos de Moraes.
Proprielario, Antonio da Costa llego Monleiro.
Dr. Innocencio Scraphico de Assis Carvalho.
Eis, Srt. redaclores, o nome daquelles cm quem
pretendo dar o meo vol, para juizet de paz como
morador da fregoezia de S. Jos.
O l'eterano.
D'MiO DE PEMAIBUCO jflilTj fflil i DE SETtMBWO W m
tpubicacao apebibo*
Sr>. ttcdactorci.Vendo no Jornal do Commer-
r.io alassalhada < reputado do meu amigo, o Kvm.
padre Jote de Santa Rosa rAflonso, e isto por ao
modo descuminunal, emprestaudo-se aquello acor-
dte qualidades que realmente llie silo impropria),
n,io pono deuar de levantar minha fraca voz em
favor do metmo, a quem ha minio conhero. nao
ioo asignante daquelle jornal, e por is.o larue soube
a que respeilo do meu amigo se dizia. e assim
metmo s me vieram at oaos pouecs nmeros, em
que mais ou menos he aggredido e acensado. I)iz-se
pouco mait oo menos isto :
O padre Sania Roa he assalariado de nm potentado,
detanio ama familia brasileira, foi alm dislo cor-
rompido pelo ouro do inesuio potentado. No Jornal
de 16 do pastado foi elle violentamente accummel-
tidopor oatro correspondente, e depois de mil inju-
rio-, aprsenla nm documento contra elle, que pri-
meira vista parece al.' un i coosa, mas que julgo
nada valer.
A' estos aecusanie responderei : o padre Sania
Rota, cnhecido ha muito em pernambuco aatet da
sua ordenarlo, motlrou tal carcter e independencia
que he quasi impossivel poder elle tao rpidamente
deamenti-los do modo porque o Sr. eorrespoodente,
talvez mal informado,o iaculcou.
Negorianles ha netti prac.a que nao desmenlirao
o que allinno. E em favor de minha assorca.i Irare
um facto acontecido uo mallo, .que bem ocaracterisa.
Aconleceu pedir-lhe um pai pobre, que aqai-lle sa-
cerdote Ihe ensinasse seu fillio, elle promelleu-lhe ;
e depois disto, um ioimigo do pai daquelle menino
pe J" ganhava quatro ceios mil ris ensillando um seu
lilho). O padre Affonso nem lhe deu resposta, i
quantoanlet principiou a eu.ina-lo, o que tendo-lhc
pelo raestno eslranhado, respondeu : que seria mais
fcil delxar-lhe seu lilho, cm cujoeusiuo ganhava
quatro ceios-mil rris, do que servir de astro-
meoto de vinga.iea. Note-se que no cnsino do lilho
do pobre lavr.i or apenas ganhava ciucoeula mil r.
Factosdesles abundam para com o meu amigo, f)
pai deite menino nos narrou o fado, e abencoa o
meu amigo, por repellr a exigencia de or. homem
rico, em cuja casa morava o Kvm. aacerdote.
Tambom parece impossivel que o mea amigo des-
uniste urna familia brasileira, porquanlo consta-nos,
que oflirioso cm seu ministerio como he, tera sido
um dos seu* maiores cuidados fazer com que os se-
nliore.' da engenhu casem seus escravos, e o lem
conseguido em varios engenhos. A este respeilo pa-
rece-nos que, nu os seohoret correspondentes esto
mal informados do carcter do meu amigo, oo
eolio a rectidao do metmo nao Ibes agrada.
Corrompido palo ouro .lambem be calumnia
certamenle, porque alcm do fado a que alludi, sei
que aquelle sacerdote he incapai deeiigir aquillo
mesmoqae de teu* servaos lhe compete. E defacto,
assim o faz, segundo eslou bem informado, e possu
asseverar, que a sua viuda a esta provincia foi para
poder liquidar urna divida, que se lhe devia, e nao
para locuplelar-te. Os seus pouco* lucros lem sido
caridosamenle divididos por familias bratlet.-a, o
pobre nao lite estende a milo inulilmenie. Ueno em
silencio nimia, razes, que me levam a juste defeza
oo mea amigo.
O documento apresenlado contra o Rvm. sacer-
dote pouco prova, porque em Portugal nao ha
mais I r les, e quai todos se assigoam com padres,
e a mira tempre ma escreven como padre ; elle po-
rm melhor explicar esta oceurrencia. Por maldade
nao o fez, posto assegurar au Sr. correspondente.
I.iunio-in i,to. Srs. redactores, porque tei que o
meu amigo se deffeiidera' vanidosamente.
Roga-lbes, Srt. redactores, a insersao destas pon-
cas lialiat o seu assiguai.te.
los Joaquim Gonralces da SU a.
Re'.fe 1 de setembro de ISJti.'
N01A
as fallas dos esldanles do f.\ronazio Pernambuca-
no no mez|de agosto de 18.'fi.
afAtnim externos t,,le egnem as aulas do p-
nuiro anuo.
Jos da Silva Loyo Jnior, 1 fallas, juslihcadas.
\ irialo Sergio do Moura Mallos, :| ditas, ioslih-
cadas. '
Francisco l'laviano de Canlalicio, i dita, iaslili-
cada.
Camerino Idippe Nery Collaco, i ditas, iuslili-
cadat. '
Joaquim Pires Fcrrcira, > ditas, juslilicadas.
Alumnos externo que estudam diversas aulas.
Araerico Numeriano Anlunes Villai-a. ;, ditas, iui-
lilcadas 4. "
Joaquim Jos de Oliveira, 5 ditas, juslilicadas.
Joaquim tiiuelico Besone, ti dilaa, justificadas i.
Manuel Pereira de Castro, 7 dita, juslilicadas.
Joaquim Jos Moreira, H ditas, justificadas.
Manoel llonoralo dos Sanios, > ditas, jutuficada I.
Aesisniundo Kaphael da Costa Mello, 3 ditas, jusli-
licadas.
Jos Jacinlho
cadas.
Eiislindo nos armazens da alfandega, alcm do
lempo marcado pelo gulamento de 1 de junlio de
ls:ili, os volumes abaim mencionados, do convida-
dos os seus linos ou consignatarios vir despa-
cha-los no praso de :l dias contados da data leste,
lindo o qual ser.lo arrematados em hasta publica,
sem que em lempo alRum se pussa reclamar contra o
efleilo daaU venda, o se^uinle :
Marca A M. n II, 1 caixa viuda pelo hrigue xAla-
da Silveira Nctlo, 6 ditas, juslifi-
Antonio Francisco Correia de Araajo, i ditas, iasti-
ficad.is.
Jos Nicolao Tolenlino de Carvalho, 3 dilas, juslifi-
cadas.
Libanin Jos Lope Moreira. i ditas, juslificada*.
Pedro Emilio Roberto, i ditas.joslilicada*.
Manoel de Abreu Macedo. h dilas, justificada*.
Joflo Manoel Meudes da Caoba Azevedo, 3 dilas,
juslilicadas.
Jo Manoel de Barros Wanderle\, 2 dilas. nao ius-
tificadas. '
Amancio da Rocha Bastos, dilas nao, juslificadas.
Adelino Mximo de Souza Lima, diUt, justifi-
cadas.
Joo Pereira da Cunha. I dila, j'slilicada.
Paulino Das Fenundes, i ditas, jutlilicadas.
Joao Baplisla Accioly l.ms, 7 dilas justificadas.
Joao francisco de Sa, (i ditas, juslificadas.
Antonio Caelano da Moraes Navarro, 6 dilas. itisli-
ficadas 5.
Bernardino Rabello da Silva Pereira, 1 dila, justifi-
cada.
Henrique do Reg Barro*, -J dila, justificada*,
yinnazin Pernambucano .') de telembro de 18j(i-
0 secrelaiio, Antonio d'Assumpmo Cabral.
*/i>rmitXKW<
CAMBIOS.
Sobre Londres, '27 Iji d. por 1?)nominal.
P.iris, 3t) a 335 rs. por fr.
Lisboa, 9S a 100 por de premio.
" Kl? < Janeiro, tr> a I por 0[r, a 15 e 30 das.
Acces do Banco, 60 a 70 0|0 de premio.
f i companbia de Beberibe 54X000.
companbia Pernambucada ao par.
JJlilidade Publica, 3I> por cento de premio.
Inileiniiisadora. 5 dem.
da estrada de ierro 50 por 0[o de premio
- sobre a entrada, igual a 313111 reis
selo.
por
Discoulo de leltras, de 6 1|, 7 e 8 por Ojn.
1 Inri).llura- bespanhulas. aj,
Moedat de tioOO velhas ....
11 60OO novas ....
o lyooo.....
Prata.P'acoes brasileiros.....
Pesos aaaumnarios. .
mexeasrof.^
ALFAKDEUA.
Keudimenlo do dia I a >. .
Idtm do dia .1 ,
28X500
1H-5KK)
lliSHHI
90000
ao^oo
gren cm 20 de jnlho de 1KW, eoBlignada a Jo*c
Martina de Siqoeira.
Sem marca, 2 pedrasde canlaria pelo hrigue porln-
goez Mana Feliz" em ."> de selembro de 1853 ; a
Antonio Valenlim da Silva Barroca.
Urna gaiola pelo me*mo navio cm 15 de selembro
de 1853 ; a Joao do Monle.
Una canastro \azia pala bina pnrluc/ucza Santa
Cruz, em 10 de dezembro de 1853 ; a francis-
co Alves da Cunha.
Marca F. Ifi caixoes pelo mesmo navio, na misma
data ; a Jos Fernande* Ferreira.
Lclteiro, I caixole pelo mesmo navio na inesma da-
la; a Manoel Joaquim Ramos c Silva,
dem, -2 ancorelat vazias, pelo menino navio, na mes-
ma dala ; a Joaquim Anlunes da Silva.
Marca T. B. I.., I caixole vazio pelo brigue nl'riuni-
pliaute, em I!) de abril de 1851 ; a ordem.
390 paroleiras pelo hrigue porluguez l.aia II, em
29 de dezambro de I8j ; a Francisco Severtano
Rabello & Filho.
30(1 dila* pelo mesmo navio, cm } de malo de 1855;
a i'homaz de Aqoiuo Fonsera f Filho, 500 dilas
pela barca poriugueza uliratidaou, em II de maio
de IS.'i ; a Joaquim Jos Apolinario.
Morca A. C, 1 barril vazio pelo hrigue porluguez
iirixpenencia, era 13 dajunho de 1855 ; a Tho-
maz de Aquiuo Fonseca i\ Filho.
dem P, 30 caiioles pela barca poriugueza etirali-
dao>, em 16 de novembro de 1855 ; a Ilenri
Payante.
dem M, 10 barricas, pelo mesmo navio, na mesma'
dala ; a Joo lavares Cor.deiro.
dem F. B. Mnller, 1 embrulho pelo navio Olio,
cm -29 de 111,110 de I85i ; a ordem.
dem V. I 1 caixa pelo navio franrez ujosc, cm
16 de Janeiro de I85 ; a Vctor l.nsne.
dem R <\ B, I dita pelo navio franrez nlleaucu
em 30 de julho de 1853 ; a Oliveira IrmAos.
Sem marca, 23 aduellas pelo hrigue porluguez nl.aia
11,1 em i de maio de 1855 ; a i'hi-maz de Aqui-
uo Fonseca & Filho.
36 ditas pelo brigue porluguez Experiencia, em 13
de junho de I8jj ; aos mesmo*.
Marca B rS C, 1 barril vazio pelobrigae porluguez
Rpido, em i de jatho de 18)5 aos inemos.
dem (I. A C > caixotes pelo hiale nacional leLiO-
do Paquete, em 23 de maio de 1855 ; a ordem.
dem r. kalkman, I embrulho pela barca ingleza
i'Bonila, em 1 de main de 1851.
dem Adamsoo, I dito pelo ,-.a\io inglez Rachel.
em 2.1 de junho de 1851.
dem A. S. Corberlh, 1 dilo pelo navioinglez alda,
em 26 de jonho de 1851.
dem k B, I dilo.pelo navio inglez Palestina em 3
dejulho de 1851 ; a Kalkman limaos,
dem triangulo, 1 dito |>elo mesmo navio, na mes-
ma dala ; a J. K. i\- C.
dem II. M., n. 3, 1 caiva pela barca ingleza Bel-
la, em 1.5 de marro de 1852 ; a Diana Youle 4
Sem marca, I caixa pelo navio uAmisade, em *
de l'everuiro de 1853 ; a ordem.
Falo de passageiros.
II colxocs, 3 travesseiros, 1 sacco, I cesta, 1 lata,
16 canas, 1 bahu', 3 garrafas, ( embruuW, Itica-
dernos de papel, e 12iarlciras.
Airandega de Pernambuco 28 de agosto de 1856.
O inspector, liento Jos Fernandes Barros.
O administrador da mesa do consolado provin-
cial avisa a quem inleressar, que por oflicio do Eim
Sr. presidente da provincia de 27 de agosto prximo'
pastado,foi approvada a medida proposla por esta re-
partira-. de serem abrigados os coiitribuinles quanio
lenbam de pagar o imposto de decima, e i ", a apre-
scnlar os ultimo* conherimeulos que uioslrem al
quando paaaram os ullimos imposlos a que sao obri-
cado* por lei, alim de se evitar doplicalas de pasa-
mentos. Meta do consulado provincial 3 de selem-
bro de 1856.Anlonio Carnciro Machado Ros.
Pea mesa do consulado provincial se faz pu-
blico, que no ultimo do corrente mez lem de ser ex-
traliidas para serem remedidas para o juizo, alim de
serem axecutarta* as relares do* devedores que dei-
xarem de pagar seus dbitos como sejam a* do im-
posto de decima, 1 'I sobre diverso* eslabclecimen-
los : 1:2003 sobre casj* que ven 1,-rem bilhelcs de
lolenas de oulras provincias, O3 sobre casas ile um-
das, e 20 sobre casat de jugo de hilhar. Mesa do
contulado provincial 3 de selembro de 1856.
Antonio Carnciro Machado Ros,
entendido e lacSO execular.Assignao C. C. Grc-
velle.Conforme.--O tecrelariu, Alex.ndre Rodri-
gues dot Anjos.
loptrico, 'a*fi;nr_dem, da luz j lo, I allincte de camapheo, 1 peDto de oOTO, ~1 p
m. u8 M ,, pesi sobre de esporas de piala, etc., etc.
TRAL'CCAO.
Dir-loria hydrogruphka,
A\iso aos oareganus.
Pliaroes das costas de llcspauha, mir Mediterr-
neo (ilbas baleaie*.)
O minisleriu da marnha remellen a esla Jirec-
tona o aegaiole aviso recebido do da Fomento.
I barol da sitia dos Enfurcados, entre Ibiza e For-
mentera.
O corpo dos engenheiro, (tiradas, ranaca, c pnrlos
acaba de declarar concluido o dllu'charol, eslabe-
culo na pequea liba dos Enhreadts, situada na
provimidade dos Freos de Ibiza e loinientera Seu
maehinimo he catad
fixa e natural, elevadu a m. < sn vni ,
o nivel do mar, e visivel em toas circumslaida*
a dez imillas de distancia.
E*lars ace.o Indas as noile* sem in errupi-ao desde
0 primeiro de maio prximo futuro.
Lalilude 3S.- 48' 12" Norte.
Loiigiliide 7.- I'2" E. doobserviloriode roari-
nha de s. lernaiido.
0 objeela principal desle pharol se para marcar o
1 asaa o rreo-Orande,qoe he o mais mpo e pratica-
vel para loda a qoalidade de ciutarcajes. Tem
pouco menos d'uma milha de largura, com um fun-
do de nove bracas a meio canal, ,uc diminue para
sen em distancia de urna amarra la ponta septen-
trional da ilha do Espalm.idor, m i, em distancia
'goal do meridional da ilha dos Enhorcados.
Para embocar a passagem de noile vindo de leste,
se procurar levar o pharol ao O. lesde o momento
que se aviste ; e quando se es-leja a ninas tres 011
1 milhas da luz, *e lomar a rum mais para o sul,
alim de o lomar pela amura de eslhordo, com o lim
de prolongar o Freo, e deixa-lo por aquella banda,
conjinoando ao O. S. O., al com iletar duas ou Iret
milhas, em cujo caso se poder fazer a derrota que se
quizer. '
Para embocar do O., *e proceder de urna ma-
neira totalmente inverna, 00 contraria, oom o lim
de deixar o pharol por honihordo.
.Vio se (leve laclar esta peseagem de noile com
venios escassos ou variaveis, para se nau ver na con-
lingencia de ler que fuicar n'clla, visto achar-se
cheio de pedras. Os vemos s3o isagueliros.
Madrid vinle e nove de marco de 1856.
. Assignado.Joaquim Gutirrez de Ruhalrava.
CouforracO secretario, Alexandre Rodrigues dos
Anjos.
ouro e prala, e mais objecloscjae la' se acbarem no
dilo armlzem, que ludo sera' vendido.
O agente Oliveira fura' leilao, por aoloriMcIo
e em prcsenea do Illm. Sr. Ilr. |uil do* ausentes,
a' requerimenlo do Illm. Sr. cnsul de Portugal, de
Ires escravos pertenrente* a' espolins de algcns li-
ii.nlos subditos pnrlugueze*, e cuja arremataran foi
anuonriaila pelo juizo, e be transferida para ser feila
pelo referido agente, 110 dia scxla-feira, 5 do cor-
rente, ao meio -ha cm ponto, no respectivo Consola-
do, ra do Trapiche .Novo : em secoida sera' vendida
ama ptima eserava parda, perita engommadetra,
I
* 4

? PEDRAS
I
- '.i
<**-
PRECIOSAS-
*; '*.
J Aderernt de brilhanlcs, a
. diamanle* e perolas, pul- 5
-*^ Cairas, alneles, brinco* -
1 c rozelas, hotes e aunis
MOREIRA & DiRTE.
I.&JA 0T1UY1S
Ra do Cabuga' n. 7.
OOM I PRATA-
?O
^ de iliil-T! ules gostos ede ^
nr WW T"" '"!"" UlU '''; dP "r *' I P"" ww- 5
prala, i-oiisisiindo em I exrelleiile rclogio de nurn : *i .?.
patele inslcz, 1 dito dito esmaltado para sanhora,
I rica polcera esmaltada com diamantes, aunis di- 2 Comprara, vendem ou ?
f Iroram prala, nuro, bri- ;;
' llianlc*,iliainanlcse|iro-
S las, e nutras quaesquer
^ joia* de valor, a dinheiro
".?*? ? i-*;>.;?-* *a.>-^a,
mim
&titreo$
Precisa-sc alugaf um piolo para
Iraballiar tiesta tjrpographia: a sarna
iivraria ns. < c8, da prara da Indepen-
dencia .
Receben, por t<-
dososvaporeada I3u-
l ropa as obras domis
l moderno g-osto, tan-
to de Franca como
Adereros complelot o> *
-' ouro. nieiiiMiii, .. palees- V
% ras, alGoelet, briaro* e *
rozelas, eordet. iram-r- J
? los, medallias, crtenle* ?
* e enfeites para relotio. e -
oulrosmailosobjeclosde '
-'- oaro. A-
Apparelhnt cnmpleln*,
I de prala, para cha. h.-w> 1
-. deja*, salvas, catlirar*. .
- rolheret de so|iae derhi.
S e inuilos cairas olijeclos
de prala.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
Mr. Robert e Deveaux avisam ao respeilavcl pu-
blico que eslo preparando um bullanle e pomposo
tiverlimenlo para festejar o auniversario do dia 7 de
selembro, de cujo diverlimenlo Tara' parle toda a
companbia. O programina siiliira" amanba.
Wvx$o$ mi>&.
ijw acaeft.
Srs. redactores.jJSjnraii^ghicrgf
tora 00 partido /i7ir/o^aVlHt<|n>*:uiiiriiii>la 10 no
numero dos seas candidatos, ara vereador da c-
mara municipal do Kecife, o que muito me penhn-
roii.e pela proximidade das cleiroes n,1o leudo lem-
po de me dirigir pessoalmenle a lodos o* meus aroi-
nos e atr-iroailos, para pedir-Ibes a confirmacilo da
yonlade da illuslre coraraissao ; por esla raz'ao me
dirijo por meio de*la, para qua iulerveuham li-
vremeule pela minha candidaldra, no caso de me
liilgarem li.ihiliia l-i para exercer i.m honroto cargo,
tirando como he de meu rigoroso dever, tummamen-
le grato a lodot aquellos, que me preslarem sen
olo.'
Recife 1.* de selembro de 1856.
Miguel Felicia da Silva.
CONTRA O VENENO A CASCAVEL.
81%, redactores.Teodo ^ pagina Jo seu Diario
n. 203 de quinta-feira 28 de rgotlo, uoliciado qoe a
cauda cortada da cobra casc?.v<>l anda quente, he
conlra veueuo da sua mordadors, convem por isso
noticiar lambem o meio mais fcil pea se malar a
cobra ; e eis o de que usam o* habitantes as mon-
tanhas penhatcosas, na America do Norte, referido
por um mistionario Jesuta, cm 22 de fevereiro de
1815 (Annes da Propagarlo da F n. 109!.
O assobio agudo, como o que se djcom urna cha-
ve fnica, faz acalmar o furor da cobra, anda quan-
do irritada, permillindo que a ella se aproximem,
e a raalem sera resistencia. Apenas ente o a ella levanta logo a cabera, parece ouvir allcnla-
menle, e tica immovel, c assim o* arrieiros daquel-
le paiz as inaiam a golpes de azorraeue.
Tambom o maior destruidor das cobraa cascaveis
he o porco ; o seu envoltorio de gordura be impe-
nelravcl ao veneno e basta s o seu grunbido para
paralizar esse reptil, do qual elle sa alimenta com
avidez. Tanto que a cobra, por mais furiosa e exat-
persda que esteja, oave o graohir do porco, cesta
a sua clera, como por encanto, e secslende dcil e
resignada diaole delle, que comeca enl.io a devora-
la pela cauda, e apenas lhe deixa s a rabeca.
Sera muito ulil ao nosao povo do mallo pralicar
olas experiencias, ds qae usam os povos Norteame-
ricanos, os qaae* lem um seguro contra veneno
em urna planta cominummenle chamada ros; negra,
qae tera umita semelhanca com a barba de bode,
que te acha nos campos em Franca ; ella se da f-
cilmente a conhecei pelo que lera de elevada cima
das oulras ervas. Poem |a seccar a niz, e a redurem
a p, e basta lancar um pouco sobre a ferida para
obstar logo ao efleilo do veneno. Ainda mais : bas-
ta s qua ebegue a cobra o cheiro desle p, qoe ellcs
coslomam sempre Irazsr corasigo, para que ella fique
immedialamenle adormecida.
Ainda que mo chegae a descobrir-se ntrenos
essa Uo prodigioso planta, ja basta-nos a no prodigiosa Tantaqem ou sentum nenian dos
Pharmaceoticos, cujo lamino, emquantidade d'uma
colher, das de sopa, alcm da virlude de faer cessar
heraorrhogias de saugue, quaesquer, tem livrado a
mullos mordidos da cobra de urna morle cerla, e ja
ilumnenle ; assim como lem livrado da bvdro'pbo-
bia, a mullos mordidos por cao, vulgarmente, dam-
nado.
Ash o altestam centenares de experiencias, e o
bem da humaiildade requer, qoe o rouhecimento
das virtudes da laosagem, para taes casos, por loda
1 paite te geueralite : nem ha oulro o fim a que
uesle auiiuuc 1 me proponho, cerlo de que nao alo
pooeat as victimas, que faz, animalmente, o veueno
das cobras.
ennorc redactores. Hoje que se lem proclama-
do por loda parte a l-herdadc devoto, e que todos
os mants pol,i,CM ,r;jlalllH111 para rBa7j,idlJe de
tao proficuo de../d-a(,<0 t01Otf ,ibcrdade rte ,,.
?Ua'.nTo nlM d0-'- "i'lriclo da freguezia de
S. Antonio, ,0 nome do Sr. I'irmino Jos de Olivei-
ra pa.a um do. seo* diguosjuizes de paz. As boas
maoe.ra desle ,ehr n. e,^0 J
seuzelocempcnbo em conciliar asparles, pagando
f .mP 1,'JXr alil"ir' qMndoPreeul ew que
ha mero capricho n nimia pobreza d. narie del-
las ; a promplidao o assiduid de,cftn ue fa/ a au
dienciat, sua moralidads e lolelu
a Justina e imparrialidade, que
seat aclot, sao ttulos e condi oes t
dam a benemerencia e esUma pnffi?" "c"'">'-
Peoa prtanlo aos Pernamhucsno*'
Iricto, que o rueleijain, que assim larl
qoiticao para ojaizadu popular.
enca, e sobreludo
preside a lodos o*
daquelle dit-
10 orna boa ac-
* Descarrcaa%Jioje i dcjJm ...
PaUt-i5o^uiie/.__.vox_rjj,,,ra.'
WfRsrrporluguc/.--..1i, ///diversos gneros,
lale biasileiro.sf/ioe/sca-eneros do paiz
U.NSULAIIO GKRAL.
fie 11 el 1.nenio do dia 1 a 2 ,
dem do du ; ,.,,,.
A companbia fixa de cavallaria precisa contra-
lar para o prsenle semestre o fornecimcnlo de ca-
pul, arroba ; ,-j-U cauada ; milho, sarcas nu cargas:
ara acavalha 9Js>a mesma, .10 dia 15 do roireiilc,
* da manlia ; se rCeabarao as proposta
UIVERSAS PROVINCIAS.
ncudinienlo do dia 1 a 2. ,
dem do dit :i ~
278&58
*&&?*. E>c|,oln'AtAO PELAMBSA
V ..J0.^1-4"" I)ESIA CIDAE NO DIA
3 "ESETEMIIRODE 1856.
Liverpool -- Calera ingleza Seraphina, Johntlon
1 aler & Companbia, 2:10 saccas algodio.
falmoulh-Briguo hamburguez oMirsndaii.il. Fock,
XXi couros verde*.
xDorlacao'.
.,m [""i"':sun,aM brasileira Vcnlura Felizn, de
111.1 toneladas, cpnduzo o seguinte : 131 volumes
gneros estrangeirose naciooaet, 150 arrobas de car-
ne-secca, 2colxoe., I cacea arroz, 2 caixas rape, 1
jlila sudores, I dila flores grandes, I dila charu-
to* o ^OB cachimbos de gesso, 2 pare* de sapalo*.
mea peca de algodSe, j barris carvao, I ancora
azeiiedecoco, Allandres Irene de cozinha, 1 panella,
.1 uns, 1 lorao dff medidas, 7 lampee*. i duzias de
raneas grandes c peqoenas, 1 dazia de candieiros,
-csixas velos de carnauba. Jjsarrafesmel, 1 barril
azeile de carrapato, .1 saccas milho.
Aracaly, bi.ite brasiletro Aihorau, couduzin o
segointe : 211 volumes gneros Mraugciros. 8
barricas assucar. 6 ditas bolacha, 2 rolos lomo, V.
duzias cocos para agua. 1 sigo quarlinhas, 1 sacca
' arroz, i canas sabao, :10 dilas charuto*.
RbCEBEORIA lE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimenlo do dia 1 i > feJYMXUI
dem do di, 3. ...::: : "S
8l3l}0
m-ttesoconlralar noquartel general a pedido meo
obim.hr. commandanle das armas. Leopoldo
Augusto l-crreira, capil.lo.
I TOWSEI.RO AD.MIMSTRATIVO.
::U)>8i8I < consclbo admiuislralivo, em virlude de aulorisa-
SSStOO ?, fc]">,.Sr. presidente da provincia, tem de con-
--------------I tratar a compra dos objeclos se^uiules :
Para o hospital regimenlal.
Canoas com arela de 6 carrocas cada urna. 23 : cal
prcta alqueires medida nova, 800 dila branca al-
queires medida nova, 10; lijlos de alvcnariagrossa,
inilbe.ros 12 ; dilos de ladrillo, compridos, ditos 6 :
>s de ditos qoadradut, ditos d; laboa* de -
5:0Uil9.'li8!
2O-J208
389250
b.h -?SyLAJDO PROVINCIAL.
Kandimenio do da 1 a 2 .... 2:778:602
dem do da .1
7105140
3:485*742
'M*rtmi-me so von.
Ce.
\ autos
entrados nn dia .1
ara, A**u' atPJni.ii.,.__-m
27ii^eTraSiTeTr^^PW!*|fJ(
meslre Jos Joaquim Alves da Silva.
is, do ultimo porlo
ITca, de S2 lonelada*,
jilva. equipa:..-,..
carga palha, sebo e loros de mangue ; a Luiz
Jos de Sa Araojo. Conduz nm eseravo por nome
Josc cnou o. com pa.saporta. Perlence ao porlo
ds Pernambuco.
Londresti di.s, escuna ingleza cNo, de 1.52 to-
neladas, capilao John Moulin. equipagem 8, car-
gape rec in, para a estrada de ierro e plvora :
a Rolhe llnloulac. Perlence ao porlo de Jerscv.
K'O de Janeiro10 dia, galera brasileira
i! toneladas, capilao Francisco '
Recite,
opes ICui-
maraes, equipagem 16, carga objeclos bellicos a
Amonio Iranios. Perlence a provincia do Ama-
zonas. Fassagciro, Frederick Mageon. Veio re-
cebar pralico e segu para o Para' com 30 China
passagem.
de
Parahiba5 dias, lancha brasileira S. Joao
tonelada
de 38
lonelada*. meslre Ambrozio Anlonio Procopio
equipagem 4. carga loros de mangue a Domin-
gos Alves Mall.eos. Perlence ao porlo Seguro.
I asaaiMros. Luiz Joaquim da Silva, Virginio Jus-
\l,n ,!.le,-!,0U"' Manoel "mingues Monleiro, 'V
.iianoet da Cosa Caelano, Maria de Jess, Ale- os os navls en.barcacoes
lio ilc louro cora 2 palmos de largura, duzias 8 : di-
las de louro para forro, duzias 5; dila. de assoalbo
de amarello cora 2 palmos e meio uc largura, dilas
->!, oleo de linbac... arrobas I ; Unta ciozenta de
oleo em maesa, dilas 5 ; dila roxo-lerra de oleo em
massa, dila 11|2; pregos de assoalbo, milhei-
' cavallaria.
oleo
ros .y.
Quarlel d
Canoas cora rea de 6 carrocas, 20 ; cal prela
alqueires2O; cal branca, ditos 10; lijlos de alve-
naria pronta milheiros 2 ; laboas de louro para forro,
doiiat3; deo de lohaca, arrobas 3; ilota dueot
de oleo em massa, lila 1 ; lima roxo-lerra de
em massa, dila 1 ;' pregos de forro, 300.
I'qrlaleza do lirum.
Cal prcta, alqueites, medida nova, 80; dila branca,
alqueires b ; dobradicas grandes de cruz, pares 20 ;
pregoa de assoalhp, 3,000 ; dilos de forro, 3,000 ;
dobradicas memas, pares 20.
Tarto do Huraco.
Cal prela, alqueires, medida nova, 2110 ; dita bran-
ca,, alque.res 6 ; riarafusos de brragesw, duzits 20 ;
dobrad..;as randds de cr,uz, 20; feixos pedrezes
grandes, 16; dilbs pequeos, 16 ; aldrabas galas,
8 ; oleo do linbac, arroba 1 ; tim,, branca de oleo
em massa, l|2 amiba ; Hoto roxo-lerra de oleo em
massa, mcia dita ; aceanto, libras .
Ouein quizer co uralar osles objeclos, aprsenle a*
suas propostas encarta lechid... scompanhadas da*
amoslras na secrrlaria d eooselho as 10 horas da
maiihaa do da .> do prximo me/.
Secreiaria do cln.-elbo administrativo
cimento do larseoal de g
1856.
Assignado. fenlo Jos Ummh*
ara furne-
guerra 99 de agosto de
I11*.
presidente. COr0nel
'l"'a'"0 a'"^"''^- lenenle-coronel vocal ser-
vindo de secre lafio.
O Illm. Si/ caLiUe ,io por(0,cumpriodo a ordem
' Pi|es.denle da pro ncia re(eridu-se
'" 12 do corrente
.1x0 da ga-
ilimo, onde
* de fevereiro
miras medidas
pelogoveroo bri-
so aviso A/i1 repaticlo da marii
mez, m*nda fazfer publico a ira
zeta de Londrcsjcom dala de '1
achanv-se as ordeot revogando
C2!l Je marco d 1851, a*sim
lonadaseincoi^bque-ia .a. -
ta "icy.
'Capitana do
lo de 18.56.O
Anjos.
M
iiorlo de l'ernambui-o cm 28 de agos-
Jiecretario, Alexaudre Rodrigues dos
TRADCCCAO.
N. 2I87).
gazcla de Londres, de terca-feira
de J
O briguc nacional FIK.MA pretende
aliir no da 7 do corrente para o Rio de
Janeno, tem quasi sen carregamento
complelo: para o testo e escravos are-
te, para os riuacs tem excedentes corotno-
dos, Irata-se eom os consignatarios No-
vaes & C, rua do Trapiche n. 34.
Para a Ba-
seguc em puucos dias a vcleira sumaca Catiro, de
pruueira inarchJ, por ja ler a maior parle de tua
carga a bordo ; para o roste Irata-se cora seu con-
signatario Domingos Alves Malhcos, na rua de A-
pollo 11. 23.
Para
a Bal
un
O veleiro patacho nacional olispcVanca, pretende
guir para a Rabia com mulla brevidade. or ler ia
luir I,, ,,,,(.. aa j...- -~-______,___.. '
cessov pretende aabir coma maior brevidade possi-
sagem, para oque lem escolenles coramodos, enlen-
da-se com os consignatarios do mesmo, ou com o ca-
pilao o Sr. Manoel Comes dos Sanios Sena.
COMPANHIA
DE
NAYEaijAO MIMA.
Lui/.
FUNDICA DE COBRE, BRON-
ZE, FERRO. TUBOS DE CHUM-
BO INTEIRICOS
Armazens dos ditos metaes
DE
Jos Pedro Collares Jnior
S>" Ir 111 os.
LARGO DOCONDE BABO
N. 3 A .
EM LISBOA.
I.ste eslalielecimenlo ie\e o seo principio cm I8ti!),
f.ihncaii.lo simplesinenlc apparelmn para ditlillarjto,
sendo o seu fundador o Sr. Jos Pedro Collares, quo
o comecoii com um s, operario. Km 1810 ja at suas
obras eram conliecidas e apreciadas no paiz e fura
delle ; e para poder salisfazer as encoinraeuif.is ,|e
se lhe foliara, foi mistar ao seu proprielario eleva-lo
a maior escala, de sorle que em 1821 ja empregava
8 operarios. Na propori.lo que o crdito das spas
manufacturas augmeiilava consideravelmenle o sen
cousoinmo, fui-lhe indispensavel augmentar o pessoal
do eslaliEleriniento ; de maueira qiie, em 1827 con-
lava 18 operarios. De 1831 a 1840, o numero des-
les subi a 30. Com ludo em 1812 11 o local de que
<1 dispeusaveis para saiisiazer a' allluencia das encom-
nn-11,1,1-, e por esla rz.1o concebeu a idea de adqui-
rir um oulro local aprcpri.do as exigencia!, o que
conseamo no largo do Cunde Barau, n. 3 A, fundan-
do lalvez o maior eslabelecimenlo desle genero no
nosso paiz.
Foi entao que comecou a fabricar machinas a va-
por, c mullas oulras que ale aquelle lempo se nao
laziam entre mis, e eramos obligados a importar do
eslrangeiru. Km18!.'>ileu soriedaJc a seus dow
primelroc llhos, ceoliandc a direccao do seu estabe-
lecimenlo ao primeiro, e a adininistracAu dos traba-
Ihos de machiuat a vapor ao segundo. Era 1818 deu
igualmente snriedade ao teu terceiro filho. Assim
permaneceu vrando com a firma de JOS HE-
DBO COLLARES lV ITI.IIOS por paro de seis
anuos, no fim dos quaet esle e.labclecimenl -e acha-
va elevado au dohro do que era em 1845, sendo a-
quellc progresso decido a pcrfeicfli. e solidez de suas
manufacturas, c a' maueira por que 1 alam e termi-
nara os seus negocios, leudo fabricado, nesle periodo
grande numero de machinas de dislillacao, bombas,
machinas a vapor, rodas liydraolioac, lauques, ma-
chinas paia agricultura, e mollas outras obras de
reconliecida ulllidade.
liiialmeiilc, no lim de 18.10 deixou o Sr. Josc Pe-
dro Collares lodo o seu eslabcle.iiiiento, em que em-
pregava M\ operarios, aos seas primeiros quatro li-
Ibos, que se constituirn! cm sociedad, qu,' g\ra ac-
de Lisboa, asquaes se vendem por
prevo commodo como ostumam.
-- l'recisa-sc de um leitnr para um sitio na Mag-
dalena : 110 aterro da Roa Vila n VI
Ol 1TCIAI. DE ALPAIATB.
I recisa-se de olliciaes para obra grande c lambem
muda : na rua Nova n. W.
-- Deseja-se fallar rom o Sr. Josquim Gencalcea
\ leira t.uimaraes a uegocio de seu inleresse : ua rua
do Uueimado 11. II.
-- Jos Joaquim Anlunes, juiz de paz em eterci-
co do primeirn dislriclo da Ireguezia da Boa-Visla.
faz idele a quero inleressar, que su, re.ide.ici he
DO lereciro andar do sobrado n. 37. do aterro da
oa-\isla, fapezar de estar pastando ,, verte no
Manguinl.o), e que para mait commodidadc das par-
tos, dar audiencia nos mesmos dias do costme,
.quarlas e sal.bados at 3 horas da larde) na rua do
Anexo em ca-a do cscrivflo, o Sr. Francisco de Bar-
ros Corres.
-- Precisa-se fallar a senhora I). Marlinia Maria
do Livr-anienlo a negocio de seu inleresse, e para se
lhe entregar ama caria de sua lili... casada e resi-
dente no l'ara : na Iravessa Hnga-se ao Sr. lhoureiro das Marios da prn
vmcia, que lendo se perdido o meio lurtele da pri-
meira parle da quinta lotera do l.vmnasio Pernam-
bucano, o qual he de n. 2180. para ni. patow t*n*<
a urna das duat pessoat qae no mesmo esta* asaieaa-
da., e cuja, assignalarat ..-, secuiolei :--Aoct-
lo Apolinario dot Saulot Siqucira__I.. H. M.
Pede-seao lllm.Sr. Dr. Antonio Breas Leal.
qoe quando vier a esla praca hija de appareeer oa
rua da Cruz no armazem francez n. 27, a aesocie de
seu inleresse e de urgencia.
I AO PIBLICO.
J^ No armazera do fazendas baraus, rua do
'4 Collegio n. 2,
S vende-sc um complelo soriimenio de fa- |
M zondas linas e grossas, por mais bsalo
5 precos do que em otilra qualquer parte,
tamo cm porces como a relamo, aman- |
X
Touaclie limaos & C.
Em Marselha.
LfNHAS TRANSATLNTICAS.
de vapor a" hlice.
850 cavallos 2000 lonelladas.
Barcas
Franja. .
Brasil. .
Villede L\on.
America. .
Europa. .
Avenir. .
3.10
50>
300
350
21111
2(100
2200
22110
9000
I 00
O vapor IJrajira devera ter parlidu del Marselha
para o hio de Janeiro com escala por Malaga, Li'-
boa, leneriir. Pernambuco e Babia, no dia 25 de
agosto prximo passado. Desla poca em dianle as
partidas dos vacores tero lugar de Marselha no dia
25 de cada mez. Para qualquer informa-.-So. com
tv. O. Iliebcri C, rua da Cruz n. i, senles da
compaulua.
Paraluba, Rio Grande do Norte e Aracatv
Para qualquer um dos porlos cima propoe-sc a
barcaca Carolina, de lote de 50 toneladas, a qual
c Ireta a quem pretender, ou mesmo recebar car-
ga a volumes, lnvendo-a sullicicnle que a carregue'
Irala-se na rua da Cadeia do Recile, loja de ferra-
^eus o. .1(1,
: U1
O axenlc
O amigo devalado.
Sis. redaclores.-Tendo de proreder-se ,i,
V do crrenla a eleii> dos junes de p.ipirVo
d.striclos detla freguezia do Recite, en lomo % i,"
berdade de olferecer aos meus comparoclnan.., n.
mines dos que sao inais lerabradtw em lodos os cir-
cuios da iiietma fregiiezia, alim de que escolhendo
cada or, 1 cidados, dos .1 que abaito menciono.para
cada nm prieto, p..s certe na escollia dot memos.
I'm votante,
t.'dtttrielo.
Manuel Anlonio da Silva Anlunes.
Majar, Francisco de Miranda Leascve.
Francisco Xavier de Oliveira.
Luiz de Francas Mello Jnior.
Teneule-corooel Josa Comes Leal.
2.' distrlclo.
Ignacio Anlonio Borges.
Manoel Estanislao da Costa.
JoiBaplislida Poniera Jnior.
xandri,ia_Marlha de Jesos, JoSo Baplisla 3 m-
rVocfoJ sahidm no mesmo dia.
"S!l ir^'"^, i'.'"si,ci" Venlara Feliz,
meslre Marcohno Jos lli.ancourl, carga farinha
de trigo. Passageiros, Pedro Muller e sua fami-
lia, Josc Mana Boptista Carnciro, l)r. Carlos V-
gaaUobo de la Ferie Laperrizc.
Aracalylliale brasilero .'Aurora, meslre Jos
Joaquim da silveira carga fazendas e mais gene-
ro.. Passogeirus, Antonio Rodrigues, Dr. load
Liberato de Barros e sua senhora.
mtm.
O Dr. Rufino Augusto de Almeida supplente do
juizo municipal provedor dos residuos e capillas
nesla eidade do Recile e seu lermo.por S. M. I. e
< que Dcos guan,' ele.
raijo saber .1 lodos o, llicsuurcirns das inunda-
dos, e cn.ifrarias do lerino do Recile, quem ebe-
aaro rnnhcci.nento do presente edilat.que 110 prora
te Mo dias eonladosVIa dila detle sau nbrigados a'
apresenlarem urna relarao circnmslanciada das ca-
nio, com de-
....quilinos.eda ren-
M,i|iie cada um pa?;a,o que ser ciimpridotob as pe-
nas da le. L.le se passoo em virlude do meu pro-
vimenlo, que lica 1111 poder do escrivao, que esle
escreveu, necia cidlade do Recife no primeiro de
selembro de 1KK5 Eu Caldino Temislocles Ca-
bral de \ asronrello* o e-crevi.
Kiiliriu AoKutto de Almeida,
sas que compoem o respeclivo patrimoni
signaco da 1 ua,numero,nome dos inquilir
MUTC
Snpplemenli
S de abril.
Pnblicadu como ofllcial.
IJuarla-feira Ole abril de 1856.No conselho cm
lluckiii!!liam| Palacc, no dia de abril de 18.1i;
presente o jnsrlhn de S. M. a reinita.
Era virlude de achar-se aasignede um tratado de
paz e amiade eulri! sua mageslade, seus alliado. c
o imperador de lodas as Bntsiai, mamla Sua Mages-
lade, depois de ouvidos|os seus eoosclheiroa prvanos
que fique sem elleito a sua ordem dada em conselho
aos 2:1 de marco de 1S.11, determinando, que a ne-
nhiim navio ou embarcacet perlencenles a qualquer
de seus subdilos fosse perniillido dar entrada e des-
pachar para porlos da Rsala ale novas ordena e
que se bzesse um embargo geral un ,iispL.nsao em
roteas actualmente
nos portos, ou que para o futuro enlrassem nos por-
los, habas ou rundeadouros dos dominios de S. dila
mageslade, ciinu.ictameulc com a. pessoas c objeclos
existentes nos mesmos, e bem as-im todas as oulras
ordensslo conselho pruhibindo o commercio coma
linssia.
E os Tnuitn honrados loriis commieurids do Ibesou-
ro do sua magestade. OS eommistarios que execulam
o olhcio de lord primeiro almirante da CrAo-Brcla-
nli.eolnrd eWarden dos porlos cimiue, devrm
dar at ordens neceenriai nesle coolidas, e qae res-
pecMvamenlelhcs perleocam.-AasigoadoiC. C. Gre-
No conselho em Bocklngliam PaUce.nodia9 de abril
de Ih.*, prsenle o ri.nselho de S. M. a raioha
Fice desde esle .data ordenado por so mageslade
cm con.ell.o, que as pn.liibicf.es arlualmrnle evis-
lealaa por motivo da regia proclamarlo de sua ma-
gestade do dia decollo de fevereiro de ls.11, c por
mnlivi. de onlens s-,hSfquc.ilcs ,l cnnsclho, sobre
pa c\poil.i.;.io para fura do lieiiicl'nido. c conduc-
rao pela costa ,ie amias. raopifOea, plvora, salilre.
Boxofre, machinas martimas e caMeiras, c as par-
[ZSttZS" 'li,S ,nc-""a cl"""1'0- nilral "e
soda sulphalo c munaiu de polassa, cerlas qualida-
de. de ferro, e oolroa arligos mencinnados Jna dila
proclamacao e ordens. sejam as rtilas diBercnles pro'-
Inlncoes como sao pela prsenle eMinctas, e/cet-
Boamoilo honrados lordt commiss-irios do ll.e-
souro de sua mageslade, os rommissarios qae exer-
cem o lugar de lord primeiro almirante da Crao-
Hrelanha. e o muilo h,irado lord Panmure, um
.los ptniripaes secreiari..-. de Miado, a>tim o leuliam
Borja rara IciUo em seu armazem,
oh.ll, 1 a,?'""- de u,na 'ramsnsi.lado de
objeclos de dillercii! s qualidades, consislindo em
urna opluna mob.....de Jacaranda com pedra, urna
dHa sem pe.lra, u.na dita de amarello. diversas obras
avu sas, bem con,., sofas de jcara .a', dilos de ama-
railo, cadeiras, ,-,.ols, marquezas, commodas, se-
crei,,;,s de moano, goarda-looea e ooupa, ap, ara-
dores, lavalo.ios de vari,,, modellos, dioa opiuios
planos de Jacaranda- de armario, um dilo maca
vanas obias.le ouro e prala, relogios de ouro para
fSSSIf.' ,U"T e ,,,"e"le "-lez- no,os. >>
candelabro p do orunze, lanlernas indas de vidro
Sc?!u T* .'le Pr,lan' e "> vidro para en-
reile de sala, vidros fino, e luoej para serviro de
mesa, vanas quinquilharias, nina rica cadeirmha,
nova, forrada de velludo, e oolros mullos objeclos
que fura impossivel enumera-los. os quaes se arha-
rao patentes uo di., do leilao assim m ao meio
lia cm ponise achara' em frente do armazem
te ullimo e sensivel ausmento que se nota do prin-
cipio de t8.il a uovembro de 18.11, foi devido nao
so aos imperiosos motivos cima expendidos, mas
lambem a grande baisaqne linliam podido fazer uot
precos das suas manufacturas, em consequencia dos
ape.rcicoameutosquehaviain inlroduzdo .... syste-
ma dos trabalhns, por meio das melhores machinas
efcrramenlas ale aquella poca conliecidas, que li-
nliam mandado vir de paizes eslrangciros, lufeliz-
mente, em i de novembro de 1811, fui este eslabe-
ccimenlo incendiado ; por.n gracas a algum auxi-
lio .lo enverno de Soa Mageslade Fi.lelissma. e ao
dos amigos dos pr.q.nelarios, arha-se boje ja recons-
truido, e montado com (aes machinas, que se pode
assecurar ser igual aos melhores de Franca e Ingla-
terra, poslo que relativamente em menores dimen-
soes ; mas sempre para empregar 500 operario*; po-
dendo em lal estado conseguir-se, a par da baixa dos
precos, um augmento de perleirao e crdito as
obras.
At suas machinas para deslillar vinhos silo 13o per-
leilaa no sen fabrico e ua combinaeM de lodas a. suis
pecas, que podera garantir o obter com ellas maior
quaiildadc de alcool do que se etlrahe com a maior
parle das macliin.s de qualquer oolrn fabricante ;
cliegando as suas a prodozr mait 1 l.J caada de
agurdame de trinla graos de Carlier, por pipa de
vmho, cemparalivamenle iqueat: o que oodem
provar com allestados.
As ditas machinas de dislilla.u conlinoa, de qual
quer dos seus syslemas, produzem em urna s opera-
cao a agurdenle de 2 a 31 graos de Carlier. As
inaciina. composlas, refrigerando cum agua, podem
d.slillar M reces do vinho e oulras materias crassas :
nenhoma das oulras o pude convenientemente fa-
Alra daqucllas machinas, fabrirara-se lodas aso-
beas que se cuslumam fazer de cobre ; bombas para
accu.lir a lucendios, machina, a vapor, caldcira pa-
ra as dita., prensas de parafuso, dilas hv.lraulicas,
dilas para copiar carias, tanques para aguada de na-
vios, monillos para azeitoua. ditos para Irigo c des-
cascar arroz, dilos para ranna de assucar, machinas
liara corlar palha, ditas para rclracar a raeflo de ca-
valgaduras, dilas de debulhar milho, dilas'para ne-
var, charras de reno, sachadores, grades para jauel-
las, verandas e jardine, por una iniinidade de varia-
do, modello. napes para dilo, aparadores para
chapeos1 de chuva. c da cabera pioprios para orna-
inenlo de salas de entrada, lindos foges de sala, di-
los de cozinha, bonito e variado sorlimenlo de leilos
a franceza, ludo ,1c ferro ; e linalmenle lodosos ob-
jeclos que se desejem daquelle arligo, tanlo de fun-
dlCSo como forjado.
Tubos de chumbo inleir-os sem soldadura, pro-
prios para canalisacao de lquidos ou gaz ; cojos
precos he impossivel determinar, nao ao pela raulii-
plic.dade, como principalmente pela variedade cum
que sao exigidos seguudo o goslo c necessidade do
comprador.
Os propietarios desle eslabelecimcnlo lisongeam-
e quo o sacrificios c esforens que teem fe.to, para
conser/ar e augmentar no paiz um eslaheleeiiFenlo
aesia ordem, serflo compensados com a allluencia no
coiisummo das uas manufacluras, nico meio de se
poder suslenlar c engrandecer.
O nome dos proprielarlos, a iianeira por que exe-
culam as suas obras, e cumpicm os seus aju-tes, nao
sao eslranlms a' maior parle dos porlogoezes, mesmo
dot residentes f.,ra do paiz. Por lano esperara coa-
linuar a merecer a mesma eonflaect com que at bo-
je teem sido honrados, e |.rolegidos com o favor das
suas ordena, as quaes se esTorcarao por execular o
melhor possivcl, ollcrecendo o sea comporlamento
passauo como garanta do futuro.
As pessoas que desejarem ver e ejaminar os diffe-
rentes modellos, em eslampas, das machina., appa-
relbos, e mais objeclos cima mencinalo., c fazer
qualquer encommenda ao dilo cslabclecimenlo em
Lisboa, podem diriair-ce nesla eidade ao consulado
1 or ordem do Illm. Sr. prcsidcnle do conselho de-
liberativo convoca-se o mesmo coocelbo para uma
sessao extraordinaria no da 1 do prsenle mez, as 6
horas da larde, no sal.lo do referido Gabinete. Re-
are -2 de selembro de 1856.O I. secretario,
_ -lleudes Guimaiaes.
iJ7.rJfsma? a'sl-n"Jo ro"a senborcs habitan-
tes da eidade da \1clor1a. que nilo inclunmseu nome
em quaIqner das lisias que se tem de fazer as pr-
ximas eleicoes, seja cm que lugar for, pois que mui-
lo agradecer Victoria 21 de agosto de 1856.
Maooel Jos Pereira Borge..
Irec.sa-se fallar ao Sr. Jos Columbrino de
Araojo Lima ou a seu procurador, a negocio de in-
eresse : ua rua do Crespa, loja 11. 2(.
O capilao Anlonio de Souza Oliveira Mello
senbor do engenho Maxicoaba da comarca do I i-
raoeiro, ireguezia de Boin Jardim, declara ao publi-
co, qua comprou a prupr.edade denominada l.agoa
Compnda a Antonia .Mana do Espirite Sanio, a
qual se mudou para a comarca de Santo Aniao oa
villa da Lscada. aonde falleceu ; e como 110 inventa-
rio a que procederam mencionan) cinco ledras acei-
las pelo aiinuiici.iiiie. a vencer de fevereiro a feve-
reiro de cada anno, declara em lempo, que ninguem
laca transarlo com as mesraas lellras, cielo que
anda nao sa cumpnram as rondiroes da escr.plura
e por isso nSo serio pagas sem estar ludo lesalisado!
Recife I. de setembro de 18fi.
Paulo Jordao da Silva e Francisco Anlonio
l-lorencio de Carvalho, moradores em Caruaru' fa-
zem scienleao publico, de qae ninguem compren
Joseplia l.uilhermina da Silva os escravot Bil, que
Ja dizem estar vendida", por nao ser visla mais oa
ierra, o Delpl.ino, mais cnhecido por Januario o
qual anda aqu esl. e dizem que lera o menino det-
Uno, porque ditos escravos se achara cauciouados
aos aiinuiiciaoles desde 1 de junho para satislacao
uo que elles, cm lempo opporlunn, prclendem exi-
gir da tobredila Josepha.
Olferece-.se urna parda de meia idade para ca-
sa de ora hornera solleiro. a qaal faz lodo o serviro,
cngomuia c lava: no Forlc do Mallos, serrara do
>r. Riheiro, se dir .
0 ababo assignado, reliraudo-se para sua pro-
vincia do Ceara mais cedo do que lenci,.i;ava. nao
leve lempo de despedir-se de lodos o. seus ami-'o.
que o honraran cora suas visitas ; pedindo-lh. des-
enlpt por eaU falla involuntaria, e olTerece-lhes o
ni presumo naquella provincia, onde espera que o
" ordens. Rec.fe. 3 de selembro de
ato llarroto.
A.admiuisirarflo geral dos eslabelerimenlot de
tualmenle cora a firma de JOS PEDRO (' leu Pre,l,mo naqu
JINIOR A IRMA'OS- os quaes. J novembro off *3Z*EiF" '
I8>V, davam trabalho n mais de lio operarios. Es- "v,('"-''"f' Libo
A.arimiuislr;
caridade manda fazer baaten. et...fcT"TL? "'emaladna seita fera, .1 do c'orrnlei ao meio da,
ora, e meia da larde, na sala das suas es.oes, no 1 Da C,Sa ^?*ff'A*
largo do Parai,,., ra' a' praca o fornecinien.o d'a- < STARR x\i COMPANHIA.
m cando-se aos compradores um s proco
i O para lodos: este eslabelecimonto abrio-ae
|J de combinaro com a maior parle das ea-
gg sas cojnmcrciaes inglezas, franeexas, alle-
|^ mos e suissas, para vender fazendas mais
< em ronla do que se tem vendido, e por isto
&s ollerecem elle maiores vantagens do quo
g outro qualquer; o proprielario desle im-
ponan le eslabelecimcnlo convida lodot
5 os seus patricios, e ao publico em geral,
S para que vcnliam (a bem dos seus ioss-
fesses) comprar fazendas baratas: no ar-
^ mazetnda rua do Collegio 0. 2, deAn-
$ ionio Luiz dos Santos & Rolim.
No da 18 de agosto prximo pastado fngiram
seis escravos do lugar S. t.nncalo de laquaillm;
desla proviocia de Pernamhoco e comarca do l.ima-
eiro, perlencenle. aos herdeiros do tallecido Manwl
I ereira Pasaos: sa.peia-se serem illudidos por Jwm
> elno e Josc Baplisla, moradores 00 termo do Brrj*
da Madre de Dees, cujot escravos ettaram nusimei-
rot por ordem do jaiz municipal e orplutat dess vil-
la do Limoeiro, por terem de orphos ; o sappet se
lerem tido vendi.lot nesla praca de Prrnamhcca 00
dia 20 a 21 de agosto, onde c.i'n-la rurara vntoa.
Aluga-se uma grando cata terrea cero aaailus
commodos. na rua da Soledade, e masom armara
11a roa da Prala : trota ec no Maneaioho, tilia de
lien-ulano Alves da Silva.
fio dia .1 ao meio da, na tala des eodiencias.
depois de linda a do Sr. Dr. jai municipal da nci-
meira vara, lem de arrematar-so o eseravo llwmn-
giu, de idade de 8 a 9 anuos, perleoceole a* iaveti-
tario do finado Joaquim Jos Ferreira, avallado 'un
i itiNhki, vai a' praca a requerimenlo do letiantea-
teiro Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Fugiodo engenho Novo de Maribeca. no da
2< de atote prximo pastado, a eseravo prete.de
nome Francisco Pedro, de mediana estalara, rasso
do corpo, olbos eiibranqoicados, rosto redonda, tesa
lalla de alg.int denles, falla descantada, o levoii
chapeo de palha piulado de roto ; rnga-te a quem
apprehender 011 delle liver noticia, dirija-so ao mes-
mo engenho, ou no Recife, na rua do :.vllegia n. at,
que sera' gratificado.
Aluga-se urna prela ptima eiigoeamadcira.
cosloreira e cozinheira : quem a preleader dirija-se
a estrada dos Alictos, casa cinzenla lionlei.a a
greja.
Pelo juizo municipal da primera vara, aaert-
vao ".aillos, se acha o caeriplo na man do porte....
por Ires pracas dos dous sobrados penhorad,, ..I,
na rua Augusta, a Jos Mana Placido de Masalhae.
e tua inulhcr, sendo a ullima pr.^a. que deven, vi
lembro de 1856 O acaricia,
Antonio Jos Comes do Correio.
ASSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY
cl,i,^^i,|0.^me,'n,"^CS'''1,*'leC'men,"'' Adminislr-; ItCspeilosamenle annunriam que no sea evlcn ,
!slablec.mentos de caridade 3 de se- cstabelcciraento em Sanio Amare, continua a f.hr."
car, com a maior perfeico o promplidao. loda a
qualidade de raachinisiuo para o uto d'agnrulluia.
navegacao e manufaciura, e que para maior com-
modo de seas numerosos freguezet c de publica em
scral, lem .iberio cm um dos grandes armazens do
Sr. Mesquila na rua do Brum, atraz do arsenal de
marnha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
rmi-ii unas no dito seo estabelecimealo.
Alli ai-l.ar.i,. os compradores um complelo torli-
mento de moendtsde canna, cora lodot os mellura-
mcnlos ..Igont delles novos e originaet) qae a ex-
pciieucis de muilos annos tem mostrado a aecessi-
dade. Machinas de vapor de baila e alia aresaao.
lanas de todo tamaito, lano batidas como fandi-
das, carros de mao, edilos para ronduzir formas
d assarar, machinas para moer mandioca, prratas
para .Jilo, fornos de Trro balido para fanaho, aras,
dos de ferro da mais approvada conslrncrao, funoV-
para alambiques, rrivos e aortas para iorn.lbas, e
uma iniinidade d'obras de ferro, qoe aera enfado*
enumerar. No mesmo deposito eiitle orna pessoa
inlclligenle e I.ahuilada para receber lodas as co-
men das. ele. etc., qoe os annoncianles cootando
enm a capacidade le soas ofllcioas e machiaisme. o
pericia de teus ofilciacs, se compromeltem a fa/cr
execular.com a meior prctleza, e perlen-Ao, c exacta
conformidade com os modellos, ou desenos, o ias-
Irucces que lhe forem fornecidas.
-"-' '--'::v-^^
.VGLENTO IIOLLOWAY.
J.im'.;.,fSde i,,,llviduof "e iodas as natoes podem
clr.l 3S "'"""'""le'emedio inromparave
fileram ?ol"5 "ecPSSi'ri".'I^. P^l uso que delle
ios .Un! a 8^U Crpu e meral,-<'s inleiramente
iraimff? d/e.l';,ver pregado inulilmcnle oulros
les?aTc,,0S 'ada-il""0* Pder-se-l.a convencer
me IIh'r*SmarV''""- P'aleilura dos peridicos
ml! ,eUJV," l0d0s os ,lias ha "os; e
rain ^Sl *A '? sorPr'"lntes que admi-
cobraram "?'* c?ebtes- Q"ll pessoas re-
coi raram com esle soberano remedio oso de scut
IS e P"""8: dP>> -le ter permanecido longo
lempo nos hospil.es, onde deviam sollrer a ampuia-
JBO l)R||as ha mu.las, que haveudodcixado esses
Z1 Al! ?"T,"'0 Par'1 iC "ao obmelterem a
md,. P F .duloro,a' rrnm curadas completa-
meulc, mediante o uso desse precioso remedio. Al-
m.^! (JIS'U'S Pessoas, na efusu de seu reronheci-
mento. dccl.raram esles resultados bcuelicos dianle
lo lord corregidor, e oulros magistrados, alim de
mais ao ten ticarem sua afllrmaUva.
Ninguem desesperaria do eslado .lesna sau.lc es-
livesse bstanle confian
Estabelecimento
photographico
Pclot ullimot naviot checadot do Havre te reec-
beram ueste eslabelecimcnlo mullos arligos de bota
i;osto, como sejam, molduras doaradas ovac. lita*
ra para ensaiarcslc remedio ornadas, ricos caixilbos prel.w dourados no vidro,
lemintc. aegOIOdo algum lempo o traa- I quadros prelos c madeira naloreza, lind.seimas cai-
necessilasse a nalureza do mal, rujo re-! aiahai de lodos 01 lamanbos al um palme quadra-
a provar iiiconsitslavclmenlc : Que tu- 'lo. ludo conformo os modellos mait moderno, de
Pars. A calera artstica se arha assim eemplc! -
menle provida, e os amadores que aprecien) um l-
menlo que necessilas
sollado seria
cura!
0 ungento he til mas particularmente
eguinles casos.
malriz.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
I'res de caber...
das costas.
dos memhros.
Enrermidades da
em geral.
Eurermidadesdoanus.
Eruprf.es eacorbolicas.
Fstulas no abdomen.
Fnaldadc ou ralla de ca-
lar as extremidades,
r/ieiras.
Geneivaa escaldadas.
Inchaccs.
Inllammac/.o do figado.
da bexiga.
I-epra.
Males daapernas.
dospeilos.
de oibos.
Mordeduras de reptil.
Picadura de mosquitus.
Pulmes.
culis Queimadclas.
Sarna.
Tihha, cmq
le que seja.
Tremor de ervos.
L'lceras na bocea.
do figado.
das arlicalaroei
Voias lorcidas. ou nida-
das uas pernas.
Iralo perfeito pudem spprovilar-sc desla ceatin
opportuna para serem plenamente servidos ega.nl..
seus desejos e caprichos. Os precos sao os mais m-
dicos e sempre in varia veis. O etlanelecimeale phn-
tograpbico se encarrega de lodas as encoromeadas
que se rele em aos dillereoles processos da photogra-
phia e dagoerreolyf o com api licarao de pintura fina
e perfeilamenle appropriada. Arha-se preparado
um servico especial para lirar relalos em qaalqeer
casa parl.calar daquellat pessoat que olio qairerca
ir ao slabelecimrnlo, como lambem de petaaat fal-
las. Fazem-sc copias de sitios e de lodot o*
P
----------r------..,...iras
em vidro nu papel. I iram se relralos todos os dias
desde as 10 horas al a I da larde, horas na* quaes
se acham reunid... as melhores coii.Iicmm de loz en>
ama galera envidraenda appropriada a este fim. O
proprielario do eslabelecimcnlo approveila rstaoc-
casi.io para advertir at pessoat qoe liverem de facer
alguma encommenda para dagnerreilvpo, qoe te de-
vea dar pressa era nao perder a nica orcei5 qae
Supuracf.es ptridas.
Ji.alqucrpar I niodello bjeelos de arte nao s em dagoerreolv
ja. Mo conforme as mainres dimensf>es pholograph'n
b ---------- wr' uiiiututii yin ,.---------- vuujiiioiii
onilocavallocastaiilio, bstanle gordo, co-.. div,r. i porloguez, rua do Irapiche n. 6, primeiro andar.
ifi< saAdaiPala ,.,,,,.. -' t j. I .'":' illliin lili n *nr:i nilm.l,, -_.. _.,l._ -
,i 1 I ?"sees,e"n?ue"'0lno eslabelecimcnlo gera .1
de Londres,,,. U,SlraM,t na loja de lodos osho- i .1 C oflcr"a, vislo qae o dag.ic.reolvpista lem
11. anos, drog.nslasc oulras pessoas enrarrcsa.lasrt de deixar esta eidade deutro dejpioec lempo para sc-
sna venda .^ ..a- ._ e guir oulro deslinn. I m sorlimento complelo de
obras folbeadas d'ouro, como cacolelas, allineic-,
p.ilceiras, etc., ele. acham se a ditpotiro dot w-
uhores rreguezes, para collocar-se relralos em nonio
reduzido.
a America do Sul, Havana e
sos andares: quinla-eira, -1 do corrale, as II ho-
ras da inaniiaa. .a no
Oagenle Oliueira far leilao, porcontade
quem perlencer, du casco ferrado de cobre, muir!
egurupus, le.n.t correntes, hule e lancha, e ou"-
TX/uT"* .'l0 ',r?U,e "aciu"al ,,:>iero". 'o'acilo
de I0.OIK arrobas, c ,| qa:i se acha ancor.ldu-
volla du Porte do Mallos,
onde ludo sera palenlc, para melhor e mait fcil macculico, na
esclarecimcnle.
."" T.en'!,"s8 aocenlado do Abr, (r.no de Bar-
raros I), lbereza Maria de JesOS, viuva do finado
Luis Jos da Silva, sem que se saibaTpara onde, le-
vando com sigo ns heos do casal, avisa-sc ao respei-
la\c' publico para que oenhom negocio aiam cora
lacs beiis.piii
sua venda em Inda
llespai.ha.
inslrii'cMo6 a'S,, ;disC,",, "rnha.eonlom uma
azerusn do l",r,u-UC P"r M'car o modo de
lazcruso desle un.'nonio.
"_d..P"fil0 "er'' l,c ni ca <1 Sr. Soum, phar-
BOBLAFFECTEL'K.
. rus da Cruz n. 22, em Peinara- j O nico autoritario por itetso do con decreto imperial.
10,000 r.S. le ?laatll*nc*<:n' "*ilaahncaltemiaa>caaCaaalBa)BiaBa*
*'*-' c-i* "WlViltl de Laliecteiir, como sendo o nico a,.l.,r.sad.. acor
POlO.S ])HVO"S I governo, c pela real sociedade de medicina. fcle
liralifi-a-secm iiwnnn i m,llcmnl ,l'""' 1-"5", -radav.'l, c fac a lomar
J '... ":'"VM "^S |.ue!.n d"brir o casal | em secreto, esla cm .0 na ...ai.....a real dele ,
meia idade Iral.illia.lorcsem silio, I dilo llicial de
sapalciro, 2 molcquinhos e i mulaluiba, e oulros
muilos escravos qui se achara) patentes no referido
armazem, para oame nos senhores pretendemos nu
dia do leilao : sexla-feira, .1 do correnle, as 11 horas.
O a-enle Vieira da Silva, na rua da Madre-de
Dos n. 12, faz leillo sabbado, do correnle, ao
meio da cm ponto, do diversas obras de marcinei-
na novas e usada., cadeiras. bancas, mesas, marque-
zas, mezas redondas, candieiros, lanlernas, candela-
bros, 2 ricos piano* birles i.ovos, I dilo de meio uso
1 balacee loiinna de 2.HM libra divena-, obras de
. pon lo :
.1 tratar na rua do Ton es n. -Vi.
Joaquim Juvenci da S.a mudou
o sen estabdecimento de assucar, da rua
do Brum, V;,r.t as casas novas da rua do
cae,; de Apollo, entre as dual pontea do
Keo.le, ond podera' ter cnconlrado a
quaJrmer hora do dia.
-- OITerece-seum rapaz para raixeiru de loja, com
prallra, nu para armazem ., pa, icaivein. de rua.
dando bom fiador: na raa largado Rosario 11.
I 1 ^^ ----------------------------- aaa.aaaaaaoaalaasaaan ....." "" "V""" pii.ueiT.i ailda
MELHOR EXLMPLAR ENCOTRA
Hade, magro, earapina, bonita ligara, e c..>lo.na .,,- doeacas inveterados oa rehrldr*'
zer que he forro : quem os. apprehenlcr leve ao en- iodorelo de pola-io.I.UIwa.-Vei.de-- a l-.l.
gcnhuanma, nu a roa do (jucima lo n. 7, terceiro ca de ilarral e dr Anlonio Feliciano UaaaAAca
andar, a Josc ,1c Oliveira ita.no, e Silva, que sera' vedo, prata d. |l. |gStJgSa.ZZ*Zl
gr^hcado geiierosamente ...r,uma .rande, porcao de mSSSSKTtt
- Ra rua ,1c .lorias ,,. 1 ,o precisa-se de uma quenas viudas direclamenlc de Par.. Je CM dn
eme ou criada p,ra andar ....nenio com uma cianea dito Bi.vveau-UlTecleur 12, MlktoaM.
?:?0^! m."-eV.a5.".a,.!" am!,meil,:"'i!. P-r sua pro- Os formulario. dAo-se gral.s cr c. doTgeole Sil-
'urlo, Joriquini
^um- K^L^^Tu^^
oao Pereira de
ra.o.se., .le Paula
pria mAi, daadn-se a es>. pessoa o melhor traame-, va, na praca de II reata 11 S'
lo post.vcl : quera neslas r.rcumtlancias esliver, de- Araujo ; Babia, liau A l.,',,.-
,,~ ?J!'Z "mi,Jm"lal htMsoadoa pa- ra, loja de droaat: \ lia Nova. J
ra, ender, lendo boa conducta, p.mediriir.sc a rua Maga.es Leilc ; R|. l.,a.de, trai
le Apollo 11. 1 A, pr.iiiert.. andar. ICoalo&C-


Os ibhixo aisignidos, rom luja .le Mimes na tua
do Cabde-a' n.II. confronle ao paleo da matriz erua
No, fhzem publico, que estilo recebendo conlmua-
d.mentfeas mais modernas bras de oro, lano para
senhoras como para homens e meninas: os precos
coolmnam raroaveis, e passam-se contal com res-
|K>nsal|ilidade, especificando a qoalidaile do ouro de
14 ou |I8 qailalcs, licando assim sujeitns os rr.esmos
por qualquer duvida.Seraphira IrmAo.
__'Ka ra dos Copiares em seguinlc ao berro do
l.olialo. quarla eaa depois da veud.i, n. 21), ar-
maro-se bandejas de hols<, e lambem se d3o bolos
ile vendagem pagando-se qualro vicitens por palara.
Na inesma casa prcrisa-se aluiiar urna prela para
vender na ra, pagando-se meiisalmenle.
-4 Na luja de madama Koulier, ra Nova n. ."8,
lem, recebido de Franja, ferros de recortar liaba-
dos para vestidos, os maja modernos que lem viudo ;
esparlilhos ; saias de dinas, muito modernas; veos
da tln lavrado para chapeos de lucio ; bicos prelos
de linlio ; enfeitcs c llores pala rabera -, bicos de
blonde ; jeques, lodo o mais necessario para bai-
les e llieatro.
ATEKKO DA BOA-VISTA N. 8, DEFRONTE
l)A BONECA.
Jos Joaqun) Goncalves da Silva taz ver ao? seus
freguezes que recebeu novo sortimeulo de moilos
gneros eslranseirns de superior qualidade : lalas
coro biscoilos linos surtidos de todas as qualidades,
bulachinlia de soda, presuntos para fiambre, ditos de
l.ameco, salames, conservas, manteiga ingle/a a ""
n., 60(1. 800, 960, 15280, bolachinha ameiicana a
320a libra, superior cha' hvsson, dito climi, dito do
Kio, primeira sorle, qacijos do reino, ditos de
lala, diln, do scrlao os melhores do mercado,
champagne em garrafas e meias, viuho engar-
rafado das melhores qualidades, como sej, du-
qua do Porlo, feiloria, ierez, musMtcl, de Selo-
bal, l'orlo, Boraeau, cognac, massas finas para
sopa de (odas as qualidades, e muiios oulros gneros
que a vista faz fe, e mais barato do que em outra
parle, a dinheiro a' vista.
Deposito de vinho de champa;*-
$$ ne Cliateaii-Ayx, primeira qua- @
f$ lidade, de propriedade do conde g
^ de Mareuil.rua da Cruz do Kecife n. @
@ 20: este vinho, o melhor de toda a @
i'j Champagne, vende-se a bs cada @
-J) caixa ; aclia-se nicamente em ca- ^
' sa de L. Leconte Feron & C. N. fjg
g$ B.As caixat sao marcadas a fo- $
0 foConde de Mareuile os rotu- @
$ los las garrafas Sito a/.ues. S
ao publico.
Manoel Joaquim de Miranda, oflicial de csculptnr,
faz ver ao publico a aos seus freguezes, que mudno
a sua residencia para o aterro da Boa-Vista n. 17 ;
recebe (oda e qualqaer encorrmende de sanios, lauto
de piolara como de esculplura, com perfeico e pres-
ten, assim como limpa e con certa imagens de pedra,
pinta e as doura, e (ambem troca imagens vcjhas :
quera de seu presumo se quizer utilisar, dirjase ao
aterro da Boa-Vista n. 17.
Precisa-se alogar dous oo Ires prelos para um
sitio, paga-se bem : na ra da Cadeia do Kecife n.
16, primeiro andar.
: J. .une, DENTISTA, g
O contina a residir na roa Nova n. 19, primei-
ro andar. aj)
3 SC 9* Companhia Per-
nambucana.
diteccao avisa aos Srs. accionistas,
para complemento do capital da
A
que
inesma emprc/.a, lem deliberado emittir
novas acees, mas de vendo ser preferidos
de conformidade com o art. 5* dos estatu-
to, na dislribuicao de tae aceces, a'quel-
les senliores que ja' sao na mesma inters-
sados, ica, a contar 4V hoje, marcado o
prazo de ~>0 dias, para a inscripcao de
seu noaies, com declaracio das acciies,
que quizerem tomar, no sen cscriptorio,
no forte do Mattos n. 10, sendo a pri-
meira prestacao de 30 por cetito. Kecife
2? de agosto de 1856.Antonio Marques
de Amorim, secretario.
Paula & Santos e Manoel dos Sanios Tinto,
administradores Horneados massa fallida de Manoel
Jnaqoim Alves Pilomba, avilan a lodos os senliores
ere dures, que devem apresentar seus ttulos ate o da
6 de lelembro, na ra do Amorim n. 48, escriplorio
de 1'aui.i & Santos, afirn de seren conferidos e fa-
zer-se o dividendo do liqoido da mesma massa, nao
podando, depos desta dala, screm allendidas quaes-
quer reclamarCes.
Joao Crrela de Carvallio, com loja
de alfaiatc na ra da Madre de Dos n.
(5, precisa de olliciaes, tanto de obra
grande como muida.
La reconnaissaiice nt la sou-
tentr que fe conserte de* ser-
rices* ou de' bienfait* qu'on a
recu.
O abaiio assignado soffrendo ha molos annos o
mal da elephanliasis dos gregos, e depois de haver
paisado por todas as experiencias medicas no hos-
pital dos lazaros, onde por esparo de tren annos es-
leve recolhido, e fui sempre tralado|da melhor (nema,
11 pelo medico cncarregado daquellc hospital, ja
pelo regente, e j em lim pela Ulma. adminislraoo
dos eslabelecimenlos de caridade, que iocansaveis
sempre se mostraram em mitigar os soffrimeiilos dos
duentes, mas nao lendo encontrado alivio algum ao
eu mal, quiz aJProvidencia que deparasse com o
Sr. Minoal Borges de Mendonca, quesem neuhum
nutro Interesse mais do que o de ser otil a huma-
nidade, o chamou a sua caa para ser por elle Ira-
lado, e graras aos seus desvellos, hoje se aclia salvo
de tao horrvel mal. Qucira por tanto o Sr. Manoel
llorgn de Mendonca reerber esta deinnnsi.ie.lu de
sua gratrnao pelo beneficio que acaba de pres-
larlhe, e fique cerlo que o seu reconhecimento ja-
mis ser olvidado pelo seo agradecido
listotaiio slnlonio da Cunha Hachado.
Recite 1 de setcmbiu de 1806.
Como se ignora quem seja o correspondente do
Sr. Americn Xavier l'ereira de l'.ritu, o uiio se saiba
o engenho onde reside, rona-sc-lhe o favor de man-
dar a Iravessa da Madre de leos n. 18, para nego-
cio que lbe interesa.
Precisa-se alogar urna escrava : no aterro da
Boa-Vista n. 16, loja.
Lotera
do Gymnasio -ernambu-
cano.
Aos 5 000s e 2:000.^000.
Corre indubitavelmente sabbado G de
seter.ibro de 18.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respclavel publico que vendeu as seguin-
nnle- surles da primeira paite da primeira lotera
do recolhimenln da Conceicao de Olinda, cxlrahida
a 30 de agosto de 1856.
1 quarlo n. 6312:0003
I meio a 11H3 1003
1 quarlo 668 i 003
1 meio 19*3 1003
1 quarlo 646 -03
1 meio 781 50|
O mesmo lem exposlo veuda seus muito fezes
lulliele-, meios e quartos, da primeira parle da quin-
ta loleria da Gymnasio Peniembucauo, as lojas ja
condecidas do respeilavel pablico.
Os dous premios grandes cima referidos, nao es-
lao augeilos ao descmodos oito por cento do iropos-
(o geral, o qual descont aera pago logo que saia a
lista, sendo o prero de seus bheles o< seguinles
Bilhete iuleiro 5)800 recebe por inteiro 3:0003
Meios 33000 2:.5009
(Juarlos 13>00 1:2503
l'ernambaco I. de selembro de 1856.
Salustiano de Aquino Ferreira.
Joflo Pinto, considerando-sei senlo de dividas,
r'. .i a |u ilrpier passoa quo se julgar seu credor de
qt/alquer quanlia. declare por esla folha.
Precisa-se de urna ama de lcile : na piara da
Indopendeucij us. 36 e 38.
I). Jnaiina Mara da Kvallar.io Sinifics, vuva
Senhores redactores. Tendo de dar o met
voto como volante na freguezia da Victoria, re-
comendo-vos os lioncsios cidadosaos lugares de ra-
inarislas e juizes de paz.
l'aia vereadores.
Os lllins. Srs. :
Coronel Jos Cavaleanli Ferraz de Azevedo
Major Manuel Duarieda Costa.
Capiao Joaijuim de llollanda Cavaleanli.
Jos Marnns l'ereira.
Vicario Francisco Xavier dos Sanios.
Capilo Caetano Correia de Quoiroz.
Coronel Tiburtino Pinto de Almcida.
Major Joao Francisco de Araujo.
Facultativo Jos Alvea Tenorio.
Para uizes de paz.
Os Illms. Srs. :
Major Chrislovao Dionizio de Barros.
Capilao'Juaiiuim de Hollanda Cavaleanli.
N igario Francisco Xavier dos Sanios.
Capiliio Antonio Pedro do llego Brrelo.
Senhores redactores.Tendo da dar o meu so-
lo na prxima elcicao para juizes de paz e camaris-
tas desla cidade da Victoria, reguczia do Sanio
Anuid, recommendo ao publico desla cidade os ci-
dados honestos e honrados que muilo ganhai a
nossa comarca com elegerern
Para vereadorcj:
Os Illms. Srs.
Capilo Antonio Pedro do Ie.^'o Brrelo.
Coronel Jos Cavaleanli Ferraz de Azevedo.
Sollicitarlor Alexandre Bezerra de Albui[uciiiue
Barros.
Alteres Alexandre de Hollanda Cavaleanli.
Padre Joaquim dos PrazercsBrayner Lins.
Joo de Barros Pimenlel.
Capitao Hermes Plinio de Botn Cavaleanli.
Major ifiu Francisco de Araujo.
Faculialivo Jos Alves Tenorio.
Para juizes de paz.
\ igario Francisco Xavier dos Sanios.
Professor Josi: Pereira Borges.
Dito Joo de Moura Florencio.
Coronel Jos Cavaleanli Ferraz de Azevedo.
Francisco Barboza Kodrigucs, subdito brasi-
leiro, vai fazer urna viageni ao centro, a Iratar de
seus negocios, e declara que nada deve.
No alerro dos Afogados n. 167, primeiro andar,
precisa-se de urna ama, que tenha bom leilc, e que
nao tenha filho.
Precsa-se alugar 6 prelos para armazem de
asucar : quem tiver e quizer alugar, dirija-se ra
do Apollo, armazem n. 10, que achara cun quem
tralar.
LOTERA da provincia.
Salustiano de Aquino Ferreira avisa ao
respeitavel publico, que vende a' dinhei-
ro a'vista, sendo a quantia de lOO.s'000
para cima, os seus bilhetes, meios e ([liar-
tos, pelos preros abano declarados, na
rua da Cadeia do Recife, loja de miude/.as
de Jos Fortunato dos Santos Porto.
Bilhetes 5f500 recebe 5:000.s000
Meios 2s800 2:50().s000
Quartot .{400 l:250.s000
Salustiano' de A<|uino Ferreira.
Precisa-se alugar uina escrava que saib? coer,
lavar e engommar, para o serviro de urna familia
ingleza : na rui do Trapiche Novo n. 10, em casa
de Patn Nash A Companhia.
Rua Nova n. 18 loja de M. A. Caj & C. con-
tinua sempre a 1er um grande sortimeulo de obras
feitas de alfaiale, lano superior, como mais infe-
rior, camisas fraoceza, brancas e de cores, gr-
valas, colaiinhus,chapos francezes, ditos de sol, de
seda e pauninho,suspensorios de borracha,meias para
senhoras, homens, meninos, fazendjs para fazer-se
qualquer obra de encommenda com a maior preste-
za e bom desempenho, em lim qualquer pessoa que
vier a esla loja, tirar um farlo completo e por pre-
ro mais commodo do que em outra qulquer parte.
Precisa-se de um bom ainassador: no palto do
Terco n. 40.
Pede-sc ao Sr. Ihesoureiro e aos caulelistas
em geral.que nao pagoeoTum quarto da 1. parte
da 1.a lotera do recolhimenlo da Conceirao de 0-
linda.em que sabio a sorle de dous conlos.oqual esta
assisnado com as iniciaes de J. A. Cunha, a quem
perlcuce.
Urna criada cslrangeira, que lem de regressar
para a Inslalerra ueste me/, com a volla do vapor
inalez h'yne e cuja passascm ja acha paca, ollerere
os seus serviros a qualquer seuhora oo familia que
lem de fazer a mesma viageni : os pretendeutes di-
rijam-se ao Trapicho Novo n. 16.
Precsa-se alugar urna prela : na rua de S.
Gonzalo u. 25.
Precisa-se de urna ama para casa de muito pe-
quea familia : na rua do Hospicio n. 31.
Precisa-se de duas pessoas para o serviro in-
terno de urna casa esliangeira, urna que cozinhe e
engorme, e oulra que eulenda de costura : na rua
Nova n. 17.
Tendo-se retirado desla provincia o Sr. Bem-
jainni Tuknnies, que ua ausencia do Sr. George Pa-
tchett exercia as funec/les de administrador da fabri-
ca de sabao da Sra. viuva de Uelphino G. Pereira
Lima, convidam-se aos credores da mesma fabrica
por qualquer titulo, se reunirem no da 5 do cor-
rente as 10 horas da manhaa, no primeiro andar da
casa da rua da Cadeia do Kecife n. VI, alini de deli-
beraren! o qne for conveniente.
I i hiio Chrispiniauo Mamede de Almeida, in-
ventarame dos bens do casal de seus fallecidos pas,
o coronel Francisco Mamede de Almeida e sua mu-
lher, faz saber aos credores do mesmo casal, que vai
proceder a inventario no juizo de orphaos desla cida-
de, escrivuo llrito, afun de que se habiliten! para
serem allendidas suas dividas. Recife 2 de selembro
de 1856.
Precisa-se de um caixeiro para taberna, que
tenha pralica do mesmo negocio, dando fiador a sua
conduela : na tua da Cruz n. 28.
O abaiio assignado avisa i quem convier, que
lem eslabelecido com sua sogra t. Mara da Coucci-
rao Gomes Mariz, ua cidade de Souza da Parahiha
do Norte, urna casa commercial com afirma sociel
do Garrido c\ Sogra Mariz, sendo o mesmo abaixo
assignado o socio gerente e encarregado de todos os
negocios da mesma. Recife 2 de selembro de 1S56.
Fraucsco de Assis Garrido e Silva.
Ollerece-se urna pesaoa habilitada para cnsinar
primeiras lettras, latim e francet em algum eugenho
ou em outro qualquer lugar : quem quizer pdeao-
rodar.
Alugaln-se os andares do sobrado da rua do
Hospicio, em que esleve o Recrein Militar : as pes-
soas que quizerem, para ver e ajusfar cam Frederi-
co Chaves, no alerro da Boa-Visla o. 17.
Aluga-se um bom sitio por preco commodo,
n estrada do Rosariiiho, com muiios arvoredos e
boa casa : qnem pretender, dirjase ao paleo do
Terco n. 11, taberna.
Jos Joaquim de Olivcira aluga o seu sitio do
Chora-Menino, rom boa casa de sobrado, commodos
para grande familia, boa estribara, poro com agua
para beber e lavar roupa, grande pomar, por preru
muilo em coua : a'visla se tralara' as coudires com
o preteudenle.
tfSi>*>,!>j.i,vxjv it>,g>. WWWWW K^taiVvjW..:'-..".,:
'' O abaixo assignado lem a honra de con- ';
V, vidarosSrs. membros da commissilo direc- JjT
g lora do kfONTB-PIO-ACADEJlCO, e os 0
'ji Srs. estudantes do primeiro anuo da Fa- Hh
;^ culdnde de Uireilo, para que compare;am ';
no dia 6 do correnlc mez, s 4 horus da JE
P larde, na casa da residencia dolllm. Sr. I)r. vL
.'. presideule e Ihesoureiro, alim de uomearem .',''.
escrutinio secreto um socio director l

BIARia IE PfciMMB.LQ Q T FUM i SUEIIR;0 li l:6
Lotera
O ABA1XO /lSSIGNADO venden os se-
guintet premios da primeira parte da
primeira bteria do reoolhimento de
Ulimla ; (s |iossuiilores lojo que sahir
a lisia pdeni vir receber a garanta no
aterro da
1 2
1 di lo
2 dito.
Teni exposlo ;
loa-Vista ii. 4S.
arlo ii. 6342:000)
15110 HM)5
633 lona
lo ii 353 21)3
Hiele 3589 2009
venda no aterro do lloa-Visla ns.
Meios
(juartos
Recilcl.dcs
Jos Valer
latim da lioa
travrssa da
lina a receber
publiro, alumn
Iralamenlo. O a|
de (ainilia
iS e 56 os seus imito felizes bilheles, meios e quar-
tus da primeira
a qual corre no
larle daqninla lotera do (ivmiiasio,
labliado. 6 lo rorrenlc me/".
liilhclcs inleiros SjJBUO Recebe 5:0008
2:5001
1:2503
33000
13500
lomhro de Is.'.i
Antonio da Silva Guimares.
lim da Silva iiiudou a sua aula de
Antonio,
nde con-
por preeo muilo commodo, como he
s pensionistas e eilernos, dando hom
niiiiiicianle espera receber dos pas
tama prolerefio que recebeu durante
aler ltm ua silva iiiudou a sua
a-Vs(a para o bairro de Santo i
Cad :ia Nova, junio ao n. 5, aon
os annos que eisinou na IIoa-Yjsta.
SI Francisco [eiieira Mendes Jnior, commer-
cianle estabelec do ua cidade do Grato da provincia
do Ceara', faz | ublico que lem eslabelecido urna so-
riedade enlrc os irm3os Manoel Teixeira do Nas-
cimenle e Joaq lira Delfioo Teixeira, cuja sociedade
gvrara sob> lima de Teixeira, Mendes & Irmaos.
Itceife 28 de ag islo de 1856.
Precisa-so de urna ama que saiba cozinhar c
fazer todo o mais serviro de rasa : na rua Uircila n.
S6, seguudo andar.
(,luem precisar da om bom cozinheiro, aonun-
cie por esla folha para ser procurado.
Precisa s
de caf muido
a roa estrella do Kosaiio n.
. -- Prensa-i
lavar roupa de
se entregar, e leja Bel : na rua larga do Rosario, so-
brado ii. i i.
i de algumas lalas usadas para cncher
quem as tiver para vender, diriji-se
i de iiinn lavadeira de barreda para
urna familia, e que d conta da que
AVISO
Compra-
rua da Ca
Antonio I
&pmpm&.
le para tima encommenda na
deia do Ileeie n. 7, loja de
pe Pereira de Mello C,
um casal de pavoes jue sejam novos, pa-
ga-se b
em j a Iratar na mesma.
Compram-se apolices da divida provincial ; na
roa das Flore! ti. :i", primeiro andar.
Compra n-se aeroes da companhia do Beberi
be : na rua Lim do Rosario n. 28 luja.
Compra-se calcado de toda a quali-
dade, agradando o preco'>: na rua Direi-
ta n. io, ijoja.
Compra-se um jogo de diccionarios porlugnez
e inglez e vic*-vcrsa, por Vieirn, frmalo grande, e
de edicrjlo mederna : quem liver annuncie para ser
procurado.
Compra- le papel de peridicos a 39200 a arro-
ba : no paleo do Carmo, quina da rua de Dorias
u. 2.
1 Comprarse os esfalulos da caixa econmica,
seja desla ou le qualquer nutra provincia : na li-
vraria n.6((i da praca da Independencia.
Compra-se urna esrada de m3o que lenha 12
palmos e oulra maior : quem tiver e quizer vender
dirija-se a praca da Independencia, livraria n. lie 8.
Compra-se ouro rom preferencia de lei, e pa-
ga-sc melhor do que em oulra parle : na rua larga
do Rosario n. 17, confronte ao quarlel.
Comphim-se escravos de ambos os
sexos, de idade de 12 a 30
como recebetn-se
misso : na rua Direita n. 5.
Compra-Je cflectivanienlc, lalao, hronze e cobre
velho : uu deposito da fundir.lo da Aurora, na ru
do lirum. logo na entrada n. 2S,c na mesma fundi-
rlo, em Sanlo'Amaro.
a ou annos, assim
para vender de com-
\ euden-9e na loja de ferrageos e miudezas,
le Jos Anluiio .Uoreira Diaa, na rua Nova n. 35,
charutos de Flix de superior qualidade, chegados
ltimamente la Rabia.
Moreira Dias
ueiras n. Ii, ven-
No escriplorio de Jos Antonio
,\ (.ump,mili', ua rua das l.arauueiri
dem-se em mandes c pequeas purc&cs os bous h.i-
lolos de S. Filix, chegado iil'.iiiianiente.da lial.ia.
Bonccas france-
sas.
Vendeni-sc nuito bonilas boneeas franeczas, pelo
haralissimo piero de 1328(1 e 13-sOO : na roa do
(.lueimado, na bem cenlierida loja de miudezas da
boa fama n. X.
Loja da boa i.
Vende-so chaly ile quadros de bonilos padrOa a
1)00 rs. o covade, ditos lisos de bolillas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de rclroz de bo-
nitas cores a 53, ditos com lislras de seda a 73: na
rua do Oiieimatfr, nos quatro calilos, loja de la/en-
das ra boa le n. 22, defronlc da loja de miudezas da
boa fama.
AVISTA IAS
da des lio muito b.nato.
\ ende-se pape de peso e almaeo o mcllior qua
pode haver ueste enero a 3, 1, ~> e figOflO a resma
papel paquete muito linu e de muilo boa qualidade:
propriameule pan se escrever por vapores para a
Europa em consecuencia de nao se pagar grandes
portes de carias, em resmas, meias resinas, quartos
de resma, ou mcsno em quadarnus a 80 rs., papel de
I iiilm verdadeirameule almaeo e proprio para carlo-
rio a 1,3 rs. a resmi, verdadeiras pennas de aro de
bico de laura condecidas pelas melhores que ha a
13200 a caixinha om 12 duzias, ditas sein ser de bi-
co de laura, mas teinbcui muito boas a (i'i a caixi-
nha com 12duzias. duzia de l^pis muilissimo finaso
320, l(Ki e ."nni rs.. dilos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes nioito finse de todas as qualidades.
e preros, tinta Inileaa muilo boa c barata : na rua
do Queimadn, loja de miudezas da boa fama n. 'Xi.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ka fundipo de Trro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passanrlo o chafar, contina ha-
ver um completo sorlimeniode laixes de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prego commodo e com
proniptido: embarcam-se oucarregam-se em acr-
ro sem despera ao comprador.
Vende-se em easa de S. P. Johnston& C
rua da Senzala-Nva n. 42, sel lins inglezes, chi-
cotes de carro e de monlaria, candieires e casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
ta n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
60 de vela, chumbo de municio, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Relogios de patate
inglezes de ouro, desabnete edevidro :
vciidem-se a jireco razoavel, em casa de
Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. ."ili.
A
(VL E FOTVSSA
Vcnde-M pobMaa .la Russia e americana, chegada
ueste.- das, e ue superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que l,a no mercado : uos seus depsi-
tos na rua de Apollo u. 1 A, e 2 I).
ayso.
Na loia de Antonio Ln
elogios
VEMlE muito barato, como todos
SABEU.
Vendcin-se libras de Indias de boa qoalidade n.
30, 60e 70 a 1S100, ditas muito finas de n. loo e I ment
120 a 131)00. duzia de lesouias muilo boas para cos-
tura a 1-3. dilas muito linas e grandes a 13200 a du-
zia, lecutlias de bico c^lreito a .~>60, caixiuhas com
agnlnas francezas muilo linas a 1(10, camodas com
16 uovellos de bubas de marca muilissimo linas a
280, braceletes encarnados moilo bonitos para meni-
nas c senhoras a 200 rs., meias brancas muito linas
para senhoras a 210 e 1100 rs. o par, meadas;;de Il-
udas muilissimo finas para bordar a KM) e 160.a, bo-
lues demadreperola muilo finoslpara camisasalOO rs.
a groaa. boles muilo linos de aro para raleas a 2SU|a
urosa, fvelas douradas muilo tinas para calcas e rl-
leles a 120 cada urna, penles de balea milito linos
para alisar a 300 rs., peras de lila de ludio com 6
varas c meia a 30 rs., ramudas com colxetes france-
zcs a 60 rs.. carreleis de lindas de 200 jardas de
muilo boa qualidade e do lodos us nmeros .1 mi rs.,
macos com 10 grampas e de muito boa qualidade a
50 rs., pares de suspensorios a 10 rs., torcidas para
randieiros a 80 rs. a duzi, cadenas de msrroquim
para efgibeira rom molas douradas a 60(> rs., cane-
las para pennas de aro a 20 c 10 rs., meias brancas
c 11 un-, lazenda muilo boa, para homem a 160 e 200
rs. n par. tranciuhas de laa de caraciirs e de todas as
aloja de Antonio Lope Pereira de
Mello c\ C-, na rua da Cadeia do Kecife
i. 7
continua haver nm completo soiii-
das ja' bem condecidas volas de
carnauba do Aracaajy, por prero com-
modo, em porrao ou a retalho : a tratar
na inesma.
Rolao fraocez.
Vende-te o verdadeiro rolao france/.
lano em porcSo como a retalho : as lo-
ja dos Sis. Joao Goncalvea Ferreira e Ma-
noel Jos Lopes, na .111:1 larga do Rosa-
rio ns. .IS e 0.
Farinha de San-
ta Gatharina*
cores a 100 rs. a peeinha, penles de chibe para ali- ma" n0V3' v,m,a em nireilura a esle porto, vende-
sar, fa/.enda muilo boa a 800 rs. a duzia, srozas de '" a,Dord do patacho iil'elicaoon, oej Irala-se com
botes de loura pintados para ramisas a 210, pc^as
de lila decs de todas as larguras a 20e 320, liuhas
IECHHISHO PARA ElfiE
ne.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NI1E1K0 DAVID W. ROWMAN, fiA
RUA DO BRUM, PASSANDO O CHA
FAKIZ.
ha sempre um grande soriimenlo do secuinles ob
joclos de mechanismos proprios para enkenhos a sa-
ber : moendase meias munidas da mais moderna
ronstrurrao ; tainas de ferro fundido e batido do
superior qualidade e de lodosos tamanhns ; rodm
dentadas para agua ou animaes, de toda* as pronor-
coes; crivoa e horcas de forualhae resitlros de bo-
eiro, aguilh6cs,bronzes,parafuo ecavilboea.moi-
nhosde mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICA'O.
M execnlam todas as encommenda com a soperiur
ndade j coohec.da ecom a devida prestezae en-
modidade em preco.
Xaropc do Bos-
que verdadeiro
agenles J. wffgZ T*Z3L % VZ?
nina, rua do Hospicio n. 10 na bolirTH- .Lo,"p#
signado, que gar.n,, ^S* ,k"l ""
Bartholomeo Franrl.ro de Souza.
11 casa de
!&ettd<$.
-- Vende-se urna escrava de narao, bem curpo-
lenla, cozinheira, lavadeira e vende na rua : na rua
as Cjozes n. 52.
Vende-se gomma de aramia a 3)900 a arroba,
sacras com fcijflo mulatiiiho .1 cQOOO, e saccas com
milho a :l? : no armazem u. 7 do caes da alfaudega.
Velas de
Carnauba.
Vcndem-se velas de carnauba pura, as melhores
que ha 11 1 mercado a l-J-mio a arroba, esleirs de
palha da mesma carnauba, grandes c menores : na
rua do (Jueimada n. 09, Jnja de ferragens.
Na rua do Itosano u. :l(i, (erceiro andar, ven-
dem-se duas cscravas,'sendo una dellas cozinheira e
Uvadeira, e ambas de bonitas figuras.
Atten^o ao barato.
Vende-se para acabar muito superior horracha
para raleado a 2fM0, :l-5 e il-j-OO a vara, dila de er
a 33OO, iniias cruas para homem a 140 o par, e du-
zia a 11600, dilas de lindo moilo finas a 320 o par,
e 3S800 a duzia, bicos e rendas da Ierra ; todo ne-
gocio se faz com o comprador : no aterro da Boa-
Vista n. 78, loja.
CIIRONOMETRO.
Vende-se um relogio de ouro chronometro intei-
ro, o melhor que ahio de oma'.das acreditadas fabri-
cas inglezas, e anda nao valo igual nesle merrado,
na casa de Soulhall Mellor A C.: rua das Torres
n. 38.
No cscriptorio de Domingos Alves
Mathetis ha para vender ricos e elegantes
pianos de excellentes vozes, cliegados l-
timamente, os qnaes vendem-se por me-
nos do que em outra qualquer parte.
POTASSA CAL TIRGEE
No antigo e j bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Kecife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a precos muito favoraveis, com os quaes flearo
dos comadores satisfeilos.
Moeudas soportare.
Na tindicfio de C. Slaii & C, em San-
to Amaro, acha-se para vender moendas
de canna todas de ferro, de um modeloe
construccao muito superiores.
1
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente inglez, de um dos melbores faliri-
cnnles de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle/.: em casa de Southall Mellor & Companhia, rua
do 'forros n. 38.
Cofoei teres de la hespa-
nhes muito encorpa-
(ios e garandes.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquiua que
vuia para a rua da Cadeia.
Vende-se um bonito mulato de 18
annos de idade, proprio para holceiro:
a tratar na rua do Vicario n. 51.
Casias pretas para luto.
Vendem-se caoaa tirelas muilo finas propritl para
loto, pelo baratsimo prero de 180. vara : ua rua
do Queimadu, nos quatio cautos, loja de fazendas da
boa fe u. 22, defronlc da loja de miudezas da boa
fama.
Retinara do Monteiro.
No deposik) da rua da Senzala-Ve-
lan. 1 lli.'vende-seassucar refinado de
superior qualidade, de un ola para cima.
por
IgJ pelo mesmo auno, em substituirlo ao que ''>
tj havia sillo anteriormente eleitolFrancia- vV
W co Ferreira Corria, primeiro secretario. W
'Si Recife 1" de selembro de ISafi. ffi
@ Q3^@9MI
Massa adaman-
tinao
Francisco Pale Uzoro chumba denles com a
verdadeira massa adamantina, c applica ventosas
pela alracrao do ar : pode ser procurado confronte
ao Hosario de Saulo Antonio n. 2.
l'recisa-se de nm feitor para um sitio perlo da
praca : qoem esliver ue>las circumslancias, dirija-se
ao sobrado da rua de Sania Thereza, que achara'
com quem tratar.
IVecisa-se alugar na frei;uezia de S. Jos urna
casa terrea boa, ou sobrado de um andar, que lenha
commodos para familia, o paga-se al 20^)00 men-
saes : quem liver annuncie.
Precisa-se alugar um silo perlo da praca. que
lenha boa baia decapim ja' plaulado, para invern
e verflo, e quo edegue pira a 8 cavallos : quem li-
ver annuncie.
Aluga-se o secundo andar da casa da rua da
Guia 11. (i familia honesta, o qual se acha decente
e lem bastantes tummodas
lar d.r mesma casa.
Os abaio assignados fazem publico, que lendo
terminado em 3l,de agosto prximo findo o prazo da i
PARA TIRAR A CASPA
TRIGOPHEREO
Ou composicao medicinal do profes-
sor A. C, Barry.
Tira caspa, faz crescer o cabello, e tem oulras
mullas applicares, que no impresso te vera, e agua
para linsir os cabellus, ludo por mdico prero : ua
rua eslieila do Rosario n. 2, loja de barbeiro.'
IKRLSTRIA
pernambueana.
Na fabrica de sabao e velas,manufacturadas na rua
do llrum, vendem-se velas de carnauba purificada,
isuaes na luz as de espermacele, e sem eihalarcm
cheiro algum desagradavel : vendem-se a prero de
l.*>5000a arroba, encaixotadas, adverlindo-se que a
rcenor quantidade que se vende a retalho he meia
anuda, e sendo pagas a vista.
Manual eleitorai
Vende-se o manual eleitorai, conlcndo
a lei reijulamentar das eleirfies, c os de-
cretos c decisiics do f'overno por 1S280
livraria ns. be 8, da praca da In-
Iratar no primeiro an- | dependencia.
Dia sete de se-
le Paulo Pereira Simos, faz publico que esla' pro- I sociedade que svrava sob a firma de Soares ; Com-
^.Ui..l\ 1 ini^dlirui i.nl.. ....... ---____!..__ I 1 .-.!.:- ...... ...._______.___ .- -
. edend:. a iiivenlariu pelo juizo dos orphilos, escrl-
vAo Fatb'ndo ; aquclles quo se julgarem credores do
casal ivfnlariado, apresenlem suas ronlas ao seu
advocado i'om escriplorio na rua das Larangeiras 11.
15, primoii'o andar, das 9 as i horas dq larde.
Na rua do I.ivramenlo n. 211, precisa-se de Orna
eoeommadeiri que se queira sujeilar a dar a roupa
lavada e engoiimiada com perfeico ; qoem quizer
pode dar a ret|xta na mesma casa, e sua morada
para ser procurada.
paDhia, concluiram amieavelmenle a dis-ulucao da
mesma, ficando o socio Jos Soares Pinto Correia cn-
carresado da liquidaeaode seu activo e passivo, con-
tinuando por sua routa particular no mesmo cyro de
negocio. Recite I. de selembro de IKMilote Soa-
rei Pinlo Correia, Jos Lucio Monleiro da Frauca.
Precisa-se de um- casa terrea em orna das fre-
guezias de Sanio Antonio. S. Jos ou Recife, cujo
aloguel mensal seja razoavel : na roa estrella do Ro-
sario n. 18, leuda de ourives.
lembi'o.
Rrasileiros, l'orluiuezes, Inglezes, Francezes, Al-
lemaes, ele, ele, aquclles por dever.a eites por ob-
sequio aos lilhos do paiz, onde habitan), devem to-
dos festejar o dia Seie de Selembro, anniversario da
emanciparlo dos Brasileiros, seja pois o dislinlivo
desle dia as cores nacionaea, verde eamarello, len-
cos de seda com eslas cores para grvala eslo ex-
poslos veuda ua rua do Queimado n. 27.
que
Lencos ele cam-
hraia de linlio
A 320, 400, oOO, e 640
cada un.
Venden*! na rua do Crespo, loja da ^esquina
vnlta para a rua da Cadeia.
Vende-se
cemento muilo novo, chegado em 1 i de maio prxi-
mo passado de llamburgo, por prero moilo em mu-
ta a vista da qualidade, lauto em perrito como em
barricas e linas : no armazem de maliiaes na rua
da Cadeia de Santo Antonio n. 17.
Planos,
Vendero-sepiannsvcrlieacs inglezes. de elegantes
modelloseexcellenlesvo7.es, fabricados por um dos
mais acreditados autores, prendado na exposicaode
Londres: no armazem de Rostrou Rooker i\ Com-
panhia, praca do Corpo Sanio.
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle
cido George kcnworlhy, no logar,de S. Jos do .Man-
guind, com arvoredos de fruclo e mais bemfeilorias
que nelle se acham,' sendo as Ierras do referido sitio
prnprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Johnslou \ Companhia, rua da Scnzala No-
va ii. 12.
AGENCIA
Da fundic-o Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteeslabclecimentoconiiniaahaver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para enfcnho, machinas de vapor e tainas de
ferro balido o coado de todos os tamanhos para
dito.
Em casa de M. Calmo t & C, piara do
Corpo Santo n. 11, ha para vendro rinr a siki
scfjuintc :
Tabeado de pinho, aicatro c pise da
S necia.
Aicatro de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de liiiio.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muito commodo.
Para
as senho-
ras que gostam do bom e
barato.
\cndem-se ricos penles de larlarug.i para alar ca-
bello a rsiOO, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para enancas de um mez a um anuo, pelo barato
prero de IjjSOt) o par, lencinhos de relroz de todas as
cores para senhoras e meninas a 1o, toncas d6 laa
para senhoras e meninas a "i(JO rs., camisas de meia
para crianzas al a idade de um anuo a 500 rs.
meias brancas de algodao para seuhora muilissimo
finas a 500 rs.. dilas brancas e prclas de seda o me-
lhor que se pude enconlrar a 2j e SOO o par, ricas
caixas para guardar jnias a SOO rs. e I}, caixas mui-
lo rica com reparlimenlus nicamente proprias para
brancas de rarreteisenm 100 jardas do autor Alexan-
dre a 10.rs. n carretel, linda- pretas de meadiuhas.
fazenda muilo boa a 20 rs. a meadinha, cartas de
allinetes da meldor qualidade que ha e com 2-> Den-
tal a 110, penles adertos de balea para atar cabello,
fazenda milito boa a 2^000 a duzia, meias de fio da I
Escocia para meninos, brancas ede cores a 240 e .120
o par, grozas de fvelas para sapalos a .Vil), caixinlias
envernisadas com palitos de fogo de velinhas de boa
qualidade a 120, ditas de pao com palitus de foao de
boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 caixindas de
phosplmriis propriaineute para dundos a ;)20,
caslrs muito bonitos para bengala a 10 rs., sa-
patinlios de lila para enancas a jKJO rs. o par,
(raueelius proles para relogios, fazenda nimio
boa a 110, esenvindas multo doas para deules a
100 rs. Alm de ludas eslas miudezas vendem-se
oulras llluilissilius, que a vista de suas boas qua-
lidades c baratos precos lem causado admiraeao
aos pruprios compradores : na rua do (Jueirua-
do, na bem condecida luja de miudezas da boa
fama u. 33.
NA LOJA DA BOA F\MA.
\cude-se handejas'grandes c muilo finas pelo ba-
ratissimo prero de :!cO00, fc)000 e SgOOO res, ocu-
lus de arma^o de .eo de ludas as graduaees a
SOO res, lunetas com'armarAo dourada a l>00) rcis,
ditas com armaeao de tartaruga a l-nu reis, ditas
com ermae.lu de bfalo a .500 rcis, oculoscoin arnia-
rio de meia] blanco n 100 reis o par, lunetas com
armaeao de tartaruga cun 2 vidrus a 3g00O reis, ri-
cos chicles para cavallos de domem esendoia pelo
haralissimo preeo de SOO reis rada um, grvalas de
seda muilo bouitas a ljtKH) rcis, bonilus atacadores
de cornalina para casaca pelo haralissimo preco de
300 reis, suspensorios linos de borracha a 100 reis,
penles muilissimo linospara suissa a500 reis.escovas
milito finas para cabello a 610 res, capachos piula-
dos oumpridus c redondos a 700 e lfOOO reis, bo-
bees finissimos de inadreperula para camisas a 1>200
rs. a grota e 120 rs. a duzia,ricas canelas para peuua
de neo a 120 reis, ricos porta-relonios a 1*S(H) reis,
raixas de metal muito finas para rsp a 500 o 600
reis, escuvas finissirnas para nudas a :fc0, 500 e (ii
reis, escovas para roupa e cabello o melhor quepode
haver a 1-000, 15200, 1?.~>O0 e 2g reis| pmceis linos
para barba a 20(1 reis, duzias de facas e garfos finos
a :i-iuiil reis. dilas de cabo de balaneo uiuilissima
linas a (i^llO a duzia, ditas finissirnas de cabo de
marlim o meldor que pude haver a 15I00O reis a
duzia, camisas de lucia muilo linas a I9OOO reis, ri-
cas adoluailuras de madreperola e melal para col-
lele e palitos pelo barato prero de 500 e (00 reis,
finissirnas navalhas para barda em estojo de nina e
duas navalhas pelo haralissimo preco de 2g000 o .
lujo, cuudieiroa americanos muilo bonitos propr
para estudantes ou mesmo para qualqaer estahe.
cimento, pela boa luz que da a commodidade
de se poder pendurar ou pr-se em cima de qualquer
mesa, pelo barato preeo de 5.-000 res, pastas para
guardar papis a SOO reis, espelbos para parede com
armaeao dourada e sem ser dourfla) pelo baratissi
mo preeo de 500. 700 e 18000 rcis, finissirnas a r
cas caixas par rap a 23500 e 39000 reis, papel d
cores de follus pequeas em quarlu de resma peb
barato preeo de 7-JO rcis, e oulras muitissimas cou-
sas, que tudo se vende mais barato do que em outra*
qualquer loja : na rua do Queimado na bem conlie-
cida luja de mioezas da boa fama u. 33.
LABYRINTIIUS.
Vendem-se lencos e (oalbas de labvriulho. assen-
ladu em lina cambraia de liuho : na rua da Cruz 11.
31, primeiro andar.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior arinlia de Santa
Catbarina, em saccas que tem um alquei-
ie (medida vcllia) por preco commodo:
no armazem de Novaes& C., na ru 1 da
.Madre de Dos n. 12.
A s.iOO a duzia.
Lencos de cambraia de lindo para algibeira : na
rua du Crespo, loja de Adriano & Castro n. 16.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo e azul, lino, fazend. moilo
superior, prova de liman, pelo haralissimo preeo de
:1350o o covado, alpaca prela muilo fina a (10 i co-
vado, merino setim, fazenda superior para palitos a
l3'00 o cuvado, canlao prelo muilo fino proprio para
vestidos a 1 o covado, setim pelo maco, fazenda
superior a -jN>iio o covado, grosdeuaples prelo muilo
fino para veslido a 23 o covado, superior sarja pre(a
hespanhola a 2$2i0 o covado, prinreza prela muito
lina a 800 rs. o covado, corles de col leles de gorgti-
rao de seda, fazenda muilo boa a 23. corles de fus-
tes de bonitos padrees a (10, brim trancado brauen
de puro linho a 13 e I3M0 a vara, lirius trancados
de corea de muilo bonitos padres e de puro liuho a
I3IO a vara, dilus di,us lamdein de bonitos padroes
a SOO rs. a vara, dito trancado pardo.lambem de li-
uho a i)iill rs. a vara, dilo liso largo a ]1S0, ganga
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a :i2o e 3(10 o covado, ditas de cores escuras de qua-
dros e lislras, de muilo bunilos padn'ies para calcase
palitnsa (00 rs. o covadu, corles de calcas de bonitas
casemirasde alsodilo, pelo barato preeo de 13120,
biimzinhns de quadros de pu.rj>rinde a 210 o eovado,
panno de liuho muilo li:'- iO a vara, pcilos mili-
to linos para camisa francos e de coren a 100 e 500
rs., camisas de meij muilo finas a I3 e i*JI20, luvas
prelasdc torral p< seuhora, fazenda orjilo suce-
de seda de todas as rores para
-lo haralissimo prec,o do 15200 o
scocia para meninos e meninas
' file! muilo bonitos a 1;, .ricas
c de cores a 1J, tneics lencos
...\ 00U rs., ditos prelos n,Uito
bous a 13, pecas de camhraias de salpicos com S va-
ras e meia a :t?2U0, e O a vara, dilas adamascadas
minio boas para cortinados a 12?, cambraia lisa mui-
to lina com urna vara de largura, pelo haralissimo
preeo de 5I0 a vara, lencos de cambraia muilo linos
Indos iraucos e com barras de cores a 300 rs., lencos
de chita francezrs muilo bons a 100 rs., chales de
algodao de cores de bonilos padres a SOO rs., risca-
dinhus muilo finos e de muito bonitos padres a KiO
o covado, fil de linho liso muilo fino a SHIO a vara,
dilo de llores a 152SO, meias pretas de seda para se-
uhora, fazenda muito superior a 2a o par, dilas bran-
cas muito linas a 33 o par, ditas brancas de algodao
muilo linas a 210 e 320 o par, dilas branca- muilo
lirias para meninos e meninas a 210 o par, c alm de
ludo islo oulras muitissimas fa/.en.las, qne a vista de
suas boas qualidades e bar.tus precos, he que os se-
nliores freguezes, amigos do bom c barato, conhecas
ro o que he pechincha : na rua do Queimado, 110-
qoatro cantos, na leja de Tazedlas da boa f n.22,
defronlc Sa loja de miudezas da boa fama.
Caelann Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio
u. 25.
Redes de
pal lia fei-
tas no Pa-
ra'de mu-
t o lio m
de quatro pollas, da rua
E
jiosto: na loja
da Cadeia do Hecife n. 48.
Redes de algo-
dfio tecidas com dous (ios, feitas 110 Ma-
ranliao: na loja dequatio portas da rua
da Cadeia do Kecife n. 48, de Narci/.o
Mana Carneiro.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ullima-
menle de Frauca, pelo haralissimo pr.co de IJO00 e
covado. Esla fazenda ha de pura lila seda, e os
seus padies sao os mais bonilos qoc al o prsenle
tem apparerido 110 mercado : na rua do Queimado
oos quatro cantos, loja de fazendas da boa fe n. 22.
Vende-se superior linda de aleadlo branca e
de rores, em 11.,vello, para costura : em casa de
Snulhall Mellor i\ Companhia, rua do Turres n. 3S.
Bichas de Ham-
biirgo.
No anlicn depnsilo de bichas de llaniburso, na
rua cslreiia mo vapor viudo da Europa, um grande sortimeulo
das releridaa bichas, e por isso se contina a vender
o cento a 209000, e por menos desse dinheiro se o
comprador comprar mais de cem.e a 320 cada urna
por alogoel.
Em casa de Eduardo H. Wjatt.roa do Trapiche
Novo n. IS, vendem-se balas, relogios de ouro, co-
bertos e desrohertos, sellins inglezes, chicles de
carro, arreios para dilo, cabos da" Kussia, fio devela,
tintas de todas as cores, randieiros e casticaes bron-
zeados, conservas de fructas inglezas, charutos de
llavana,
o O. Bie-
ber & C, rua da Cruz
ii- 4, vende-se
Algodao para saceos de assiicar
D-lo trancado para ditos, imita,do
da Balita.
Lonas.
Brintfio.
Ferro da Succia.
Arcano para purificar o assutat d in-
vern do Dr. Stolle, com o methodo cm
'nigua portuguesa.
Eiu
O. Bieber
la Cruz 11.
Fzendas
por
menos do
or, ua loja de 4
na rua o Qiieiiiia-
ilo a. IO.
'.nntinua-se a vender nesta loja o resto 3al
.as da loja da rua do Ciespo, que foram arrematadas,
e se vendem pelos seguintes preros :
Madapnblo entrelio a 23SO0, 3} e
Dilo iiiinln lino de jarda
Dilo moilo largo e muilo fino com 33 varas
Algodilozinlio de 20 jardas
Dito bom amcricanu
Chitas de cores, bons padroes a 5a, SS300 e
Corles de calca decasemira prela a .V>500 e
Dilos de collele de setim prelo superior
Brim de linho de quadros, o eovado
Dilo trancado, a vara
Pannos pretos e de cores a 3f e
(iliita larga franceza, o covado
Dilas estrellas de cores, o covado
Algodao azul mesclado e de lidia-, o covado
Curtes de cassa chita
Dilos de chita larga
liravalas de seda de cores
Lentos de ganga e de chita, linos
39500
ICNOO
I l-'imi
29000
39000
6|000
(9000
:i9000
200
(00
35O0
200
160
100
1-lilil
I9U0
wo
;-.iK)
casa de n.
<$' C, rua 4, vende-se
Pianos lories das melhores abricas da
Allemanha ede moderna constroiccio.
jfcm casa de n. O. Bieber
C'., rua da Cruz n. 4
vende-se
Cemento romano.
Farelo.
Vinho deMadcira e ultramar.
XABOPE
DO
BOSQUE
Koi (ransferido o deposito desle iaropa para a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n VI*
aarrafas 59500, e meias RJOOO, senda falsa lodo'
aquelle que nao for vendido nesle deposito. txW
que se Uz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO.
I ara cura de phlysira em lodos os seus dileren-
es graos, quer motivada por eonstipaedes, tosse,
aslhma.pleuriz.escarros desangue, dor 4> coa-
adose pcito, palpilarao no coracao, coquelorhe-
bronchile, dor na garganla, e lodaa asaaeleatias
dosorgaos pulmonares.
ARADOS DE FERRO.
Na fnndicao de C. Surr & C, em Sanio
Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su-
perior qualidade.
'^fumarias de
hom gosto.
sendo seu autor o melhor noe ha en. Paris. rioSl
mos frascos de extracto, muitiasimo finos, palo bmtVf
.recode 19200, 1MOO, 2 e 29-500, jarro^TpoT!
lana delicados e de moderno, gasto, com baohVfral-
ee,a mu.lo h. fri.eot Cum e,scencia ai r^7
120, paos de pomada franceza muito boa a lOOi,
fraesaa pequeo, e grande, da verdadera &
Colonia do Pivor a 4S0 e 1/000, bonele, fini.ie
diversa, qu.hdades.p6, par. denle, melhor
de haver eoolra. militas perfum.rU., que s ,,._
den. muito barato: ... roa do (lueimado, na bajan^.
nhecida loja de miudezas da '
homem e!
par, dilas oc
a 100 rs., lene,
grvalas de seda
pe seda para grav
LUYAS Pai HOMENS E SE-
Vendem-se superiores lavas depellica muilo novas
para homem c seuhora a 1?2S0 rcis o par, dilas de
seda muilo bas e sem defeito algum amaicllas, pro-
i ----------(---- r- '" ..... M '.ni wi r. n> iii-.ii lllllllk Hit',
ciisiiiras, pelo haralissimo preco de 25.JOO, 3cO0O e ias c brancas para homem e senhnra a 19000
1J1IIII, travessas de verdadeiru bu/alo para prender
cabellos, pelo haralissimo preeo de 19, ditas de lar-
laruaa a 39300, ricos leques com plumas ecspelbos c
P'nluras lini-ini.i-., 2?, penles de bfalo muilo linos
para Orar piolhos a 500 is., lesouras (niisimas e de
todas as qualidades, ricas trancas de seda de todas as
cores c larguras, ricas lilas de seda lisas e lavradas
de todas as larguras e cores, bicos de linho finissimos
de lindos padrucs e todas as larguras, licas franjas de
ak'nd.lo brancas e de cores proprias para cortinados,
a oulras muitissimas cousas, qne ludo se vende por
lo barato preeo que aos proprios compradoies ser-
vir de admiraran : na rua do (.lueimado, na bem
cunhecida loja de miude/.as da boa fama 11. 3:1.
Pa
ra os namora-
dos.
Vendem-se flhas de papel muilo bonilo, proprio
para correspondencia de namorados, pelo barato
preco de 40, 00, 0 e 100 r.: na roa do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas du boa fama
o. Si.
o par, dilas pretas de torral muito boas a mu reis o
par, dilas de fio de Escocia brancas e de cores para
homem e senhora a IDO. 500 e (00 reis o par, dilas
dilas para meninos e meninas a SOO reis o par, luvas
de oda riras de lodas as rores e bordadas, com
g'jarnieao, para senhora a 39000e39500 reis o para
e outras mais qualidades de luvas, tudo na rua
do Queimado na bem conhecidd loja de miudezas de
boa fama 11. 33.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias prelas de laia par8
padres, pelu haralissimo prero de IgNOO o par : na
na do Queimado, na bem condecida InjJde miude-
zas da boa fama n. 33.
boa cozinheira : ua ma
Veude-se urna negra
do i.nienna.l.i 0. 11.
Vende-se um relogio de ouro lavrado, sabo-
nete, patente luisso: a tratar oas Cinco Ponas
n. 51.
elogios
ingezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: am easa de
llenrv iiibsiiii : rua na Cadeia do Reciten. 52.
CAMISAS FRANCEZAS.
Na loja da Estrella, rua do Queimado n. 7, ven-
i.'em-se camisas francezas linis do ultimo sosto,
pelo haralissimo preco de 25300 c 39000cada urna, e
alpacas de seda a (i 10 o covado.
Vende-se erva lu.tle ss libras a 250 : narua
Direita n. 72, taberna.
~ Vende-se a taberna da rua do forte n. 2, cum
poucos fuudos : a Iratar ua mesma.
Moinhos de vento
com bombas aj repasa para regar hurlas bai-
la de capim : na rundirlo de t. W. Bowman
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Xo sitio denominado Cliora-Menino
vende-se uina roda de Ierro para mandio-
ca, e urna prensa de madeira tambemem
muito liotii cstatlo, para a liibticacao da
farinha.
I.m rico piano de Jacaranda, de um dos melhores
e mais acreditados autores de Paris: vende-se na
ua da Cruz, armazem n. 10, no Kecife,
Vende-se nm cavallo russo, lionito e
anda bem em carvoca : a tratar no sitio
denominado Chora-Menino.
Vendem-se saccas grandes com feijao molali-
nlio muilo novo, e por preco commodo. lalas com
"leo de ricino o melhor que ha no mercado a 300
a libra, e em garrafas de 1 1)2 libra a 800 rs., ludo
ua rua do Vicario n. 5.
Na rua do Crespo n. l(i, continuam
a estar a venda asmis superiores toalhas
de puro linho (pie tem vindo ao mer-
cado.
Navalhas a contento.
Conlinua-se a vender aSjOOO o parfprero fizo) as
j bem conhecidas navalhas de barba.feilas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas ev
posiees: vendem-se com a condic.au de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las ril 30 dias
depois da compra, restiluindo-se a importancia :cm
casa de Ancustu C. de .\brcu, na rua da Cadeia do
Recife n. 30. /
Vinho do Porto.
Vende-se vinho do Porta muito fino, Plli bariis de
quarto : na rua de Apollo 11. 10, /armazem de as-
suear.
A3$300
Vende-seca 1 del. isboaul (imamen lee hegada, as-
sim como potassa da Itussiaverdadsira: na praca do
Corpo Santo n.li.
CARTAS FIMSSIMAS PARA VOI-
TARETE.i
Vendem-se superiores cartas fr,4ncezas para volla-
rele pelo baratissimo prec,o del 500 rs. o baralho
na rua do Qoeimado, ns bem coquiccida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33,
VSI >T"
J
a boa jama B. 3X
&******* fUgi***.
rugiorT) a,, mez panado, o prelo Sebasli.
cor fula-aTlo, corpo reblar, Iem om ^Vpmo
na cari, nariz afilado, denle limados itiaiamM
zea de rell.o as coslas.porero aotigas, reprajaanU lar
25 annos, cunduzio e lie de suppor qao aadcana
elle, um cavallo alazao eaxito, de freole abertal
marca de correia, 00 peilo por lar sido ale cerro' e
tres pes calcado : qualquer pessoa que o* pecar kVa
ao sen senhor F. Ceaaro da EX Mmaai-
geolio Rodizio, ou oatta orara a t. S. Camina >.
recompensara. VP^. ^"
~ ^"'".97 Ho nez prximo passado ajama do
engenho S. Severino, fregoeii. de Horibaa? um
earravo de naci, de nome I.oiz, com oa siguaes ae-
gaintes : alio, cor|H) relorrado, olhoe brancas, powca
barba e pe, crossos, aleijado de nm dedo da mi. di-
reita pruveiiienic de um talho, idade, pope, metsarn
men., 35 a 10 annos : roga-ae a quem o approbeo-
i!T .'" '" m,mo engeoho, eo ao Sr. canil*.
Manoel fcleulerio do Keco Barros, morador oas Cin-
co I ontas, sobrado n. U, que ser recompenoao.
Continuam a estar fgidos os catraTO* segumuas:
Antonio, de najiio Cacange. que reprewaia 35 an-
uos de idade, de altura regular, eaagoeirn do andar,
cor prela, rosto redondo, sem barba, costas lampa.
che io do corpo, conversa pooco, e fui escravo herdeiros do finado Caelann l.oncalves da Cunha ;
o outro de nome Venssimo, de nacilo, bstanle alio]
alnum lano espadaudo, rosto recular, tem de ambo,
os lados do roslo marcas de talhoa de sua afio, per-
nal linas, algum lano canioeiro, pes grandes, e lem
nmas marcas de chicleaioda novas as costee os-
le- escravos fugiram junios no dia 3 de aaeiia da
correnle auno : quem os appreheodcr rrndaia aa aii
engenho Agua-Kria da Iregnexia de S. Loureere da
Malla, ou nesta prara na rua da Guia n. 01, ptlaMi-
ro andar, que sera' generosamente recompensado.
AVISO,
CINCOEMA MIL REIS."
No dia 23 de junho do correle, ncio da bardo
do brigue .Mana l.uzia o prelo rrior.ln, ManoH,
de idade .'1 a 25 anuos, pooco mais 00 meos, e Irn
os signaes segoinles : roslo comprido e descarnado,
cor fula, cabello cercilhado, olho. ovo pooco grandes
e amortecidos, brices grossos, sendo o de cima mala
grosso que encobre* a falla qoe tem de denles em
cima, falla um pooco alrapalhado devido a falta de
denles, punca barba e rala, e hiendes, lem na nwo
esquerda junio ao dedo inininu urna especie de er-
vo sahido, as nadegas um poi.co empinadas, no an-
dar tem om geilo para o lado, cadeiras largas, cea-
tura fina, ps apalhelados c um pouro largos ; levo*
calca de algodAo azol descolado e camisa de alzedlo
riscado, chapeo de palha, lem oflirio de rozinneira,
e cosluma embriaaar-se. ; foi escravo de Sr. lr. Je-
ronvmo Vilella edo Sr. r. promotor de (Miada,
Queiroz Fonaeca, e ul 1 mmenle do Sr. Albert Fera-
ler Damon : o abaixo asignado, senhor do dito are-
lo, gratifica senerosamente a qoem o apprerundn a
leva-lo em sua casa, ,, alerro da Boa-Viola a. XI,
segundo andar, 00 00 Herile, rua do Trapiche n. Ib,
a Antonio de Almeida Gomes ; como lambem pro-
testa contra qoalc.uer pesoa que o oceoltar em seo
poder ; assim romo gratifica e paga lodas asdesne-
zas.Joaquim Lopes de Almeida.
Fugio no dia 5 de agosto nroiimo findo a prela
Luiza, crenla, de 40 annos de idade, cheia do car-
po, estatura regular, er fula, e com orna merca de
queimadura muilo visivel por comprehender a pa e
braco direilo ; foi de Goianna, e he de crer r,ee pa-
ra la se enciiinnli.i-e. ou qoe e-teja acolitada em
alsum luear : roga-se portento a sua appiebensaa,
e se gratifica oa rua do Queimado n. 8, pe
dar.
Fugio a 27 do correnle, Joaquina, q
senla 15 annos, nacao Caranse, ata lora
ebeje do corpo, cor lula, feici.es Rroejaa, lean ama
umpiogem no roslo, peiloi paquenoa e murchos, al-
:iini.is c1ralr17.es as coilas, lem um pe e peana mus
urns.os de hervsipela ; levoo raar.na de al^od.iori-
nlin. um vestido de cinta encarnada, nutro de atn-
..)". panno prelo, tem sido orrupada em servir de
en/inlia, levou urna caneca, e he de orrupe am vender a su.., quaadn bsja lem de cosa-
me andar pelos anabaldes desta piafa : qealquei
pessoa a podera' pegar e levar ao seo senhor I. S
Campos, na roa dsa Cruzas u. 0, qae recompensar...
l'EKN.: TYP DB U. 1. B F.VKI*. lle.
_
MELHOR EXEMPLAR ENC
r

^


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