Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07526


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Full Text
\



'
ANNO XXXII li 208
Por 3 Inezes adiantudos 4$000.
Por 3 mcv.es vencido 4500.

OIVRTA FEIRA 3 DE SETEMBRO DE .85.
Por auno adiantado IjOOO.
Porte franco para o subscriptor.
fctfCARREGADOS DA SCBSCIUPCAO' NO NORTE
Parshibi, a Sr. Gerviiio T. di Natividad!; Naul, o 8r. Joa-
qun) I. MW* Jnior; Araeaiv. e Sr. A. di Lemoi Braga
(.ir, eBr. 1. Jeee da Olviin ; Maranheo, o Sr. Joaquim Mar-
ques ttodnguas ; l'iauhi, o Sr. Domingo. Herculaoo A. Pessoa
Laraaaa; Para, 8r. JustioiinoJ. lamoi; An>uonii,oBr. Jero-
jra. Cmu.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olimla : lotloi M du, a- Be
l_n.if.....u, GofaMi HirahilM
>. Aullo, RnfmM, BoB.to.Can
S, l.nil
n
I.;.
hOm rio i.i.
-'-'!" i.. .-ii.i-.-f.-ir.i-.
, kliiaba GmiMiM : n.i lerca-lWnu
cu, l'an-o Aihn, >a/r.'th, l.iaioeiro, Itrrio, l*eMMn, fw*>
., ViMu.lt.-IU. Ho*>\t-u. OmhKrj Eim : nis qMttaxMm.
'IiImi, Rto-Pora.....,. Uu, ferrara, AfjM-i^rau,
qaiataMefnu.
.Natal :
i.rrein
parlo
IO hori
anhAa.;
BUCO
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tr buml do eommercio segundas e quintas.
Re ac io : lercas-feiras sabbados.
Fazenda : quartaa a fabbadof aa 10 boraa.
Juno do eommercio: sagundil ai 10 bbrai quintal it mno-di.
Juito da orphaoi segundaa a quinlai aa 10 horaa.
Primeira Tara do eivel : aagundaa aeiiai ao meio-dia.
Seg inda vara do eivel: quartai a aabbadoa aa maio-dia.
jf, J. EB'l^it? fYeVofsf*a> JL f l'efaf'uda breguezia Jo Pojo da Panella, Jos'Tin
rOil A JQ Uf JX JLaa4J>&Jasn oJoro le *'""> quanlia de 1 Dio importa.
MVERNO DA PROVINCIA.
Expediente da la 28 da auroato.
Otllefb Ao marechal comtnaudanle das armas,
para que mande postar as 4 hura* da larde de-se dia,
na iareja matriz da Boa \ isla.um dos corpos de pri-
maira hulia para fazer as honras fnebres ao linado
teueoU-oronel de cavallaria da exiincta segunda
linlia, Joao Vieira da CuDha.
Hilo. Ao Dr. chele de pulira, parlicipando era
resposla a eu ollicio de u. b!H, que a lliesouraria
provincial lem ordem para pagar, estando uos termos
leeae, conli que acump.nhou o mesmo ofliciu, da
despen foila rom aiuguel da casa qua serve de
qaarlel ao deslaorneulo du lenno do Cabo.
Dita Ao menino, communicaii lo ein addilamen-
to a sai.declararlo de 28 de jnllio ultimo, qua a do-
peta Caita coni lu para guarda da r.i lei.i da Pao
d'Albo, a que se refere o oflieio do antecessor de S.
S. da 15 de Janeiro deste auno sii a. 44, deve ser
a listel la pela ihesouraria provincial e nao pela ge-
ral coma se fea ver na citada declarara j.
Dilo A Joan Baplista de Castro e Silva, dizendo
ero resposla ao seu odicio de hontein, que Tica iutei-
rado de liaver S. S. na meima data reassurnido o
ejercicio do lugar de inspector da lliesouraria de
fazenda.
Dito Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
traosunllindo para o lim convenanla o aviso de lel-
Ira sob n.-9 na iroporlauna de S00-3 sacada pela ihe-
souraria de razeada do Kio Grande do Norte sobre
osee, a favor de Miguel Germano de Olireira Sicupi-
ra.Communicoii-.c do Exm. presidente daquella
pruvlueii.
Dito Av mesmo, Iransmillindo o aviso'circular
'le IC do crranle, no qual o Kim. Sr. ministro da
'liar-Milla declara que ns olliciae< do corpo da arma-
da a des diversas elasses a elle anneas, brin como
> empreados da repartirn da marinlia, qoe obli-
verem lieenca por qoal in-r motivo, nfln rtevem ser
pagos dos leus veiicnneutos emquanlo nao apreseu-
larem a eompetenle portara, com declarai.'ao de ha-
vereaa lalisfeito os respectivos direitos e sello. lie
igual Ibeor ao commandante da rslacao naval e ins-
pector da m.mull.
Olla Ao roc-mo, communicando ler deferido o
reiitieriraeiito em que o capujo oo stimo balalho
de infamara Fraucuco Antonio da Fouinca GlvAo
peda permiao para ronsignar menalmenle le seu
sold negta provincia a seus procoradores Mi "uel
Aleandnuo da Fonseea Galvlo e Eduardo Jaaqaioi
Peraira Baalos a quanlia de 10;, a coular do pruuei-
ro de setembro vmdouro, e recommeii>l.indo nSo s
o pagamento de semelhanle consignarle) em os devi-
dos lempos, mas lambem que passe guia de soccor-
riiueulo a eise oflicial que seeiie para a provincia
da Babia.
Dito Ao mesmo, communicando Icr o promotor
pOblico da comarca da iioa Visla, bacharel Jos Ma-
ra Vroire Gameiro, reassurnido no da -2ti de julhn
ultimo o eiercicio de seu carao. Neate sentido e
ollieoo aa Eim. pre-!.:MHe da rel.rSo e inspector
da Ihesouraria provincial.
Dito Ao mesmo, participando que de c
roidade com a soa informaro u. 8, defero f
vetmente o requerimento em qoe 'rhotnr
Marinho peda lieanja par transferir a Mam
Vitaes pela quanlia de 'J60S. o dominio til .
reaode marioha o. 8, entre a ra do Seve t
Hospicio.
/Jito Ao'director ^eral dos corraios. I
uuvido o administrador do crrelo de<(a eidadr
bee a male'ia do ollicio de V. S.,datado do S du i
rauta. lOinisIroii-niclll; a injornurao que por co(
lran*riVhv- a V. :'a^gM iieuc-; i
di-unciasqui- nu'.o iBm >|^i. conlieccri' \ .
S. que alte>*re* priinnia,1^/ sen citado olliri,.
produzirao um augmeulo ni desp<-za qiia pesa sobre
os cofres com as linhas de earni-x aMabeleeida**nei
ta ptnvincia.
Dito Ao presidente do consellio admiijiIraUvo,
para que de rnnlormiilade rom n dsp sto oo regula-
manto de II dn dezeuibro de 185*2, prooiuva por
meio de contratos a compra dos maleriaes e m.ii-. oh-
lectos o'uma relajo iuclusa, os quaes san oecessa-
rms ao arsenal de guerra, segundo declarou < res-
pectivo director, para satisfacer os pedidos de arligos
para as obras militares. Kizeram-se as necessarias
cummnuica^Oes.
Dito Ao director do arsenal de guerra, reml-
lenlo copia de um aviso da guerra de 18 do corre-
lo, no qual se declara une no ar'eual de guerra da
corte se aeha proinplo,. alim de er enviado ao dadla
provincia, um modelo de ipoclulas alm das que ja
vieran-.
Dilo Ao commandante upejior da guarda na-
cional do Hio Formoso. commumcan-ln estar inlei-
rado de liaver S. S. pulsado o roiiuiuTNo superior
da guarda nacional daquella comarca, porte de vir
a asa cidade, ao (eneotc-coronel respectivo, ch->fe do
estado maior.
Dito Ao lente coronel director da obras mi-
liUres, declarando que (uide fuucciunar com a re-
partirlo a seu cargo, no quarlo que lica entre a sala
de audiencias e a directora de iuslrticrao primaria,
conforme propoz em seu nllicio.
Dito Ao director das obras publicas, appmvaii-
do deliberarlo que tomou de aulori*ar o enghhei-
ro Milet a despender al a quanlia de 1008 com ns
raparos de qua preriaam as pontea da e-Irada dos Re-
medios.Fizeram-ae as neress-irias rommunicaroes.
HiloAo inspector da Ihesouraria provincial,
Vira que maude pagar ao delegado do dislriclo lil-
il movis precisos a aula do sexo masculino daquella
tiegue-zia.
DitoAo mesmo. Keslituiudo a Vine, os papis
qoe vier.un aune-tos n seus ol icios de -22 do cor-
rele, sob u. 259 e 2<0, relativos ao pagamento que
foi por essa Ihesouraria impugnado das segundas pres-
tarles do primeirn e segundo laucos da ramilicac^Io
de Muribeca, cumpre-me dizer em resposla que
mande ell'ertuar esse pagamento, visto como temi-
se concedido por portara de 26 deste raez 4 mezea
de proriigai;ao a cada um dos respectivos arrema-
tantes, desapparece por isso o motivo que dea lu-
gar a essa impugnadlo.
DiloAo director geral da inslrucrao publica.
Era vista das prove de exame a que se submetlerain
os individuos que Vmc. propoz era seu ofllcio de 33
do correle, para professores adjuHdos das aulas de
inslrucrao primaria desta cidade, baja Vine, de iu-
dicar-me qual das gr.ilificacoes marcadas no art. 26'
da.lei n. 369 de 14 de maio de 1853, Ibes dever ser
concedida.
DitoAo presidente da sociedade Beuelicente, dos
Afoi-ados, dizendo em reposta a seu ollicio em que
procura saber o destino que deva dar a alguns ob-
jectos que deixaram nos liospilaes cholencos creados
uaqoella fregjezia, que destrua pelo fogo aquelles
que esliverem estragados, e que quauto as madeiras,
se valerem o que se tiver de dispenuer para as se-
parar, o fara, e pr.--.nn o inspector do arsenal para
dar-lhes o convenieule desliuo.
DitoA Francisco Baptisla de Alineida. Accuso
recebido o ollicio de 18 do correle, em qne Vmc.
rniisulta a este governo, se pode exercer sem im-
compalibilidade o ollicio de labelio de notas c o
cargo de vereador da cantara municipal desla cida-
de : e em resposla, cumpre-me declarar-lbe, que
lendo sido Vmc. uoineado p,ra o dito ollicio, per-
deu pelo exercicio delle o cargo de vereador, con-
forme declara o aviso de 26 de abril de 18U. Em
vista de urna disposc.ao lio terminante, cuja dnu-
Irina se acha tambera consagrada era diversas drei-
soes do goveruo. nao pdera prevalecers razoei que
Vmc. aprsenla, lirraado no aviso n. 28 de III de
agosto de 1819, que trata nicamente dos escriviles
de orphaos, e por isso nao pude a forra de sua de
terminadlo esleuder-se alera da bypothese nelle fi-
gurada.
DiloAojuizdepaz presidente da junta quali-
lic.ri. ra da Villa Bella, accosindo recebida a lista
dos entallaos qualilicados volantes naquella fregue-
zia, e que havia sido devolvida, para ser cumprido
o dispostuno arl. 2i da lei de 19 de agosto de I86,
e exigimloque declare qual o motivo porque um
dos Miembros da mesa deixou de assignar as folbas
da referida lisia.
DitoAoiulz de paz presidente da junta quali-
ficadora da freguezia de Sarinliiam, aecusando re-
cebido a lista dos cidodaos qualilicados volantes da-
quella freguezia.
DiloAojuizde paz do I." dislriclo da freguezia
de Sirinhaeiu. Accuso recebido o ollicio de 5 de
agosto, e boje recebido,ern que Vine, me partecipa,
qoe n,io '-ndo a cmara de.we municipio expedido
orden. oreder as cleiroes dejoiz.s de paz
7 de iiinliro prximo, cnmolhe
Como estaem uso q^,eVc^m,""ar'le,9de a"
nhec.dassuas opinies, c eu go
| Jj boa .r.sadas,) tambera quero ,
nhecidaeslam-nha opi,,,^, quJ
fonsen.anea a harmouia do. poder.
aind-a "h """ Jllar eobre """
era, m P,UC0"",S f0ra,n C0D^
neral minialro da guerra
at..'.' -"'torio do nobre minis,
"'^l*-!u''!f-l'>.M..5| "0ta>iaa
i que nao oliservou o "que~disp;.c a le
ao objeclo .1 que se trata.
PortaraAn agente dos vapores, |
gem para a Babia por coolado govrri
vapor que passar Jo norl ,.,.. capitn
de iofaoUria, Francisco Antonio da I
29
Ollicio Ao Exm. manchal con das
armas, parlicipando em addilainenlr [n
que se Ihe lez em 16 do correle, qu. un
I9.-52O n. que foi despendida pelu cl......an lanle du
deslaa-nenlo de Caruarii, tei.eute Ignacio Gomes
de Sa Queiroz, eom o lorneciineuto de luz para o
quartel do mesnv. deslacsme'ilo.deve ser indemni-a-
da |iela Ihesouraria provincial, a quem nesla dala se
evpeile ordem neste sentido, sendo que a iu lemnisa-
ao da de2:l50 rs.,proveniente de alaguis de ra-
vallus lem .1 ser ellectoada pela Ihesouraria de a-
zenda. conforme consta da citad, declarara.).__De-
ram-se as couveinenles orden, ueste aenlido.
Dilo Ao mesmo, para man l.ir pealar escusa ao
recrula do exercito Jos Duarle Janebro, vislo ler a-
presentado iseurjao legal.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
inleir.ndo-o de havar o Dr. Joao Fern-ira da Silva
participado, que no dia 27 do correle, entrara no
ex.rcicio de provedor da saude do porto desla cida-
di -l'izeram-se asoutras rommunicaroes.
Un,, Ao commandante soperiord'a guarda na-
cionil do ra-ii.icipio do Rerife, declarando em addi-
tamenln a c.. -llar de 27 do crreme, que no relato-
rio que S. S. lio.. de dirigir a presidencia, na eoa>
formida.le do aviso u.Jsde marco, dever.i designar
os lugares du mesmo muuicipio, em que a guarda
nacional anda nao eslive ..rganisada, e as raines
que para issu teem uccorrido. -r-.afia senlido olli-
ciou-se aos de maiscoininandanles superiores di pro-
vincia. '
da t.
EPI1EMER1DES DO HEZ DE SETEMBRO
7 Quarlo creicente as 2 horas 22 minutos i48ieguudoi d.
14 Luacheiaai ti minaioa e 48 segundos da larde.
Quario niumuanie la 3 horas,2.1 minutse 48aegundoi da m.
a) La oovaa 1 hora, 29 minutos,48 legundoadi manha.
. m, PRKAMAIt DE IIO.IK.
rnmeira as H.horas e 30 miouloa da manhaa.
Segunda as 8 horas e Si minuto! di larde.
DAS da semana.
1 Segunda. S. Egidio ib Ss. fiedreo e Josu.
2 Terca. S. Kulemia v. m. S. Estevo rei de Huugria.
3 Quarla S. Aristheo b. m. S. Aigulfo soldado m.
4 ijiiiiu.1. S. Rosa de Viierbo v. I. S. Rosala v.
5 Sella. S. Herculaoo m. S. Arromo m.
ti Sabbado. S. Lbania v. S. Zacaras profela.
7 Domingo. Nossa Senboro da Penba S. Regina v. ni.
Dito Aoiospiclor da Ihesouraria provincial, naes do eommercio para as segundas e quintas feiras
declarando que a luenga que esta fruindo o padre *
Ignacio de Souza IU lim, se deve entender concedida
com o ordenado, q le na forma da lei Ihe competir
como professor dal cadeira de grego do Gymuasio
Provincial, devenda os vencimentns que ella perce-
bia como esmnler palsarem a perlencer ao padre los
Gregorio da Silva Uarvallio, que foi nomeado para
suhslilui-lo nesse edipreRo.
Dilo Ao delegado do Bonito, respondendo pela
adirmativa ao ollicio em qoe Smc. pede aulorisacao
para publicar a sua informaban, dada sobre peiir.io
de Jos Maria Brayn r, no caso de ser a isso forjado
pelo mesinu Brajner
ENCARltEGADOS DA SirBSCRIKAO No SCX
Alagoaa.o Sr. Glaudino Fileno Din Baha a Sr. D. Bajara
Rio de Janeiro, oSr. Joao Peraira Minios. ""-"
EM l'l i; X \lllil ( (i.
O propriiuria do 1)1 ARIOManoel Pigaairoa da Tiria, aa wa
livrina, praca di Independencia di. (a 8.
_lllm. a Exm. Sr. -- Ero cumprimento da artigo
27 Sil do regulamei lo desla Ihesouraria, lenho a
honra da remoller a >'. Exc. oa balancetes da recei-
li e de-pora deala mesrna Ihesouraria, verificada em
o roez de agosto prximo lindo.
Dos guarde a V. Exc. Thesuoraria provincial de
Pernainbuco 1 de setembro de 1856. lllin. e Exm.
Sr. conselheiro Sergio Teiieira|de Macedo, presidente
desla provincia.O i ispeclor. Jone' Padre da Mira.
Demonslraro do sal lo existente na cajxa espeeial
de amortisario do c pital e juros das a plices, que
forero enjillidas, eml :M) de agosto de 1856.
Saldo em :ll de julho p.
da,
Beceita de I a Mi docq
Dcspeza idem
13:0:103174
3oaSit
------------------13:0673051
..... a
Sahjo
Caita do eienjicio de 1855 a 1856,
1:1:0673051
Saldo era 31 de jullics
lindo......
Rvrcila de I a .'10 do r<
Dcspeza idem.
Saldo.
Em robre,
o nulas.
. 139:3359258
rr. I8:I63>I12
------------------117:6969370
.... 70:4420675
889695
77:1675000
77:2553695
Caixa do eierc ci de 1856 a 1857.
Saldo em 31 de julho A.
lin.ln.....l.
Beceita de I a 30 du coa
77:2553695
J.
Despeza idem .
Saldo
Km ruine.
)i uulas. ,
Caixa <1
Saldo coi 31 de julho p!.
lindo......
Becoila de 1 a 30 do cor
Despeza idem .
Saldo. ,
Em aeries. ....
notas ,
12:7233883
102:8873024
--------------------- 115:6103907
.....52:896>476
.....62:71 33I
153131
62:6993000
-------------------62:714-3.31
depsitos.
aldo ei 3| dlJ-iaihp-p
findo.
253:9393626
9
50:0003000
202:2893626
2.53:9393626
1:63113000
252:2803626
232:2893626
Caixa esi^jal docaifam lio dai ras desla cidade,
ito de 1 a 30 do corr!
2:23l3M9
523148
icza Mam
l Saldo,
.ni robre. .
i. olas. .
-'.-2833267
1:5003000
7839367
Caixa especial
Saldo cm 31 de julho p.
lindn .
Reeeila de I a 30 du corr.
Despeza idem.
Saldo.
Em cobre. .
olas. .
192.-267
. m:mi
-------------- 7839267
da coustriierao da poile do Recito.
CdiU especial das loteras desta provincia.
Saldo cm 31 de julho p.
fiudo.
f36
2:1 NH13000
1073656
5:6319000
5:7,189656
5:7389656
OS CASAMENTOS DE PARS.
Por Edmundo Aiioin.
SEXTO..
.1 miii da marquesa.
III
i.,k|.i.i .unan olnu u bilhele de madama Benoil. e
inelleu-ii uo bolso. Depois volloo-se para Jacquel, o
qoal eucariva-o lolamente, volveudo o brrele en-
tre as ruaos :
A lenhora marqueza uo le disse uada ?
Mademoiselle Lucilla.' Nao, seohor; uem o-
Iboo para ruiin.
Ilaaa^iiui alallio para ir a Dieuze'.1
Sirrrplenhor.
Elle abrevia ocaiuinlio'.'
Maii da ura quarlo de legua.
- Sella-ma Forward e Indiana. Espera '. vou
ajudar-le. Ira nioslrar-ioe o camin. Taras ura
liiiz aa chegarinos aules da carruagem.
Meia hora depois Jacquel de blusa, e o marqoez
rom vestuario de badas, pararam diaule da posta de
Hieaze. Jacquel acordou um rapaz da estribarla, e
pergunion algoein pedir cavallos nesta noile. A
resposla foi boa : u. iiuuiii viajante se apresenl
desale a veapera.
loma, disse o marqoez a Jacquel, os vinte
francos que le promelh.
Sei.hor, replico,, timi.laiuenle o palafrenero,
os laizes u.o sao in dB v[u(e e qua|ro francos!*
- Wwti'nu'lo lemr,. .tupido.
rabecas desaliadas e de cances discordanles :>ram
os brenos e os aldees que dafjwvaa no meio do
campo. Gastad cuidou pnmeiro em ,-usegurar u si-
lencio de Jacquel, e o sagrado de soa carreira noc-
turna, riao achou inelbor meio que do enviar seu
confidente Pars.
Vaitomara diligencia de Nanev, disse elle -
de la partirs na rotunda para Pars; correas ao
holel dOulreville na ra de Saint Dominique n. 57
e dnas a madama Benoil que cbegare oestes dous
das, fcis-aqui para pagares a carruagem.
Senhor, perguulou Jacquel com voz iminaali-
va, se eu lizer a v.agem a pe, o dinbeiro licar para
mim.'
Recebeu em resposla um ponlap decisivo, que
alasiou-o de Arlange approximando-o de Paris.
I.asta.i quebrado de fadiga vollou ao segundo an-
dar, e lancou-se era seu leilo. nao para dormir, po-
Receila de 1 a 30 do rorr.
Despeza idem. ,
Saldo. .
Caixa especial
Saldo em 31 de julho p.
lido. .
Receila de 1 a 30 do corr.
Despeza idem. .
Saldo.
7:2379667
2:264.;250
das apolices.
I 5:8003000
9
9:5013917
2:3623333
7:1393381
113:8003000
3
I (5:8009000
de cada semana.
Julgamenlos.
Erabargaute, D. Auna Sophia Elisibeth Wol-
phopp.
Embargado, Andr lleorique W'ilmer ;
Desprezaram-se os embargos.
Appellaule, Firmiauo Jo Rodrigues I ern ira.
Appellada, I). Auna Candida do Curarlo de
Jesui.
Cunfirmou-se a senlenra.
Appellantei, os a.lmiuislradores da massa fallida
de Deana Yoole & C.;
Appelladu, Vctor Lasue.
Ficou adiada.
Pamagtm.
Passoo do Sr. desemhargador Lela ao Sr. desem-
baigador Gilirana os embargos cm que sao :
Embargantes e embargados conjuntamente, Caela-
no Silverio da Silva e Flix Veuancio de Canlali-
co.
/)/rifcuiri),
Appellaoles, Fonseea Medeiros & C. ;
Appellados, Roslron Rooker S C.
Ao Sr. desembargador Villares.
Escrivao Alboquerque.
Appellaule, Jo.iu Piulo Regs de Son/a ;
AppHIado, Vicente l.icinio da Cosa (impeli.
Ao Sr. desembargador l.eo.
Escrivao Albuquerque.
de cereaea, de que resollara a excessiva falla delles, ra encontrada em casa urna imprensa, mas ueuh
e o excessivo augmento da caresta do pao. j papis suspeitos.
Allendendo poilanto n urgente a absoluta neces- j
sidade de por termo a l.io deploraveia scenas, como
aquellas que, durante as noiles de8e 10 do cor
rente, liveram lugar nesta cidade ; ba por bem de- I insultos que om delle o
terminar o segunde :
uus | lancaram-lhe fogo a porta do palacio entre vaieriai
e morras alroadores. Acodio a forea irisada, anda
is- 1 arece que esle foi om dos que andaram berrn- a lempo de evitar esle aiienlido
ao do e aguando, e o que foi de.inquietar os operarios .No Bocio conservavam-.e anda
r- | das fabricas da Bua-\ .sta, fazendo laes ameacas e lo da meia noile, quando ah. .pr
oaamolioadoa par-
- -pnareceram a eavallo
qoiz fenr com om ferro, os Srs. marqoez de l.oulc, presdanla do coosalno
. Ta. i '""m uos as.eguram que elle nunca lizera misto- | Sr. mini-tro .1.. reino, Julio Gome* aa Sr ,*
I. Iodo o ajuntamento de dez ou raais individuos rio de ser o cabecilha mi tesla do motim, porque es- --
1." de selembro
Presidencia do Eim. Sr. desembargador Souza.
Presentes o Srs. deseml.argadores l.eAo e Gilira-
na c os Srs. depulados Lemoa e Ramos e Silva, fal-
tando sem eausa o Sr. desembargador Villares.
. islrbiiirao.
Foi distribuida ao Sr. desembargador Gilirana a
sppellacjio em que sao :
Appellaule. Antonio Joaquim de Souza Ribeiro ;
Appellados, I). Cecilia Rosi da Costa, viuva de
Joaquim Jos l.ourenr;o, Joaquim |Jos l.ourenro
Cartaxo, e Mauoel Antoniode Azevedo como admi-
nistrador de sua mulher.
IXTlMOa.
PORTUGAL.
Do supplemenlo ao Otario do (lorerno numero
118 Irausrrevemus o segunde:
Ministerio dof negocios du reino.
a Tendo os ajuntamenlus tumultuosos, que ja du-
rante duas noiles espalharam na capital o susto e a
consternarlo, cou.ecado a degenerar em tentativas
de roobo e devastaran: nao tendo os meios al agora
empregados sido solllcieiiles para cunler os turbu-
lentos, nem para desillodir 09 ncanlos que por elle*
se lera deixado arraslar : sendo da maior e mais
urgente necessidade p. lermo a lao deploraveis sce-
nas : e convindo para isso concentrar toda a forja
publica sob o commando de urna s auloridade, para
qoe mais promptamenle postan) della emanar as
necessarias medidas de ordem e seguranca publica :
bel por bem por, desde ja, a goarda municipal de
Lisboa a disposiriio do coiumandante em chefe in-
terino do exerciio. e da primeira divisao militar,
conde da Pontede Santa Mara. Os ministros a se-
cretarios de estado de todas as repartirles o lanhara
aisim men li lo. e fagain execular. Paro das Neoes-
sidades. em 11 de agosto de 1856.ReiMrquez
de LoulJulio Gomes da Silva SanchasElias da
Cunta PessoaJos Jorge l.oureiroViiconde de
Sa da Bandeira.
S. M. el-rei vendo com grande magos que se
teem repelido nesia capital os actos atlenlalorios da uiediatamenle execurao, aparlo que Ihe loca a
assim lo.las as palmillas, eslares, oo postosde forra
armada, :que primeiro presenciaren) o tmulo ou
delle tiverem noticia.
3. Tambem he competente qualquer auloridade
administrativa para reqoisitar o apoto e auxilio, que
for necessario, da forra que mais prxima se adiar
do logar de lomollo, sendo esta obrigada a prestar-
Ih'o immedialaoiente.
i. Se o ajunlrimeiito. sendo intimado para se dis-
persar, o nao rlzer dentro de um quarlo de hora,
arad desde logo capturados todos os individuos de
queelle se compozer, e nao chegarem a evadir-se.
6. QiiauJnos ajunlameutos tumultuarios tiverem
prorompido em manifestaroes criminosas, proceder-
se-ha immediatametite a "pri'ao dos delinquenles
devendo empregar-se, em caso de resistencia, os
meios que para arebater forera ue.e-s.ino-.
7.- De lodo* e quaesquer fados criminosos c
levantaram os devidos autos de investigarlo, quese-
rao, coi.junctamente com os individuos que se cap-
turaren!, entregues ao poder judicial, alim de que,
tendo lugar a 10(80 da juslira, sejam proinplaineule
castigados na conformidade da lei lodos os deliuquin-
les.
O que assim se participa, pela secretaria de es-
tado dos negoejos do reino, ao governador civil de
Lisboa, para sua iulclligenci.i e execurao na parle
que Ibe loca. Paco das Necessidades, em 11 de agos-
to de 1856.Julio Gomes da Silva Suoches.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ECCLEStAS-
I ICOS E DE JSTICA.
Hep,irli.;,i,. da juslira.
Sendo prsenle a S. M. el-rei que, durante as
noiles dos dias 8 e 16 do crrente mez, e em diver-
sos pontos da capital, se reunirara, era grande nu-
mero, varios individuos que peicorreram as ras da
cidade, dando morras a diflerenles aisladla) sob o
pretexto da cire-li.i de geneos alimenticios, e che-
gando a commetler excessos e violencias, coro grave
ollen-.i da seguranza individual e da ordem publica,
e convindo que desde logse proceda, segundo a lei,
conlra lodos os que se mostrarem implicados nesses
fados ciiminosos, nSo s para a devida punirodos
qoe assim perlorbarem a Iranquillidade publica,
mas tambem para que se previoara deste modo ou-
tras raannea!ar,es tumultuosas mais funestas aos
verdadeiros inleressesda sociedade : manda o mes-
mo augusto aenhor. pela secrelana de estado dos
negocios, ecclesiaslicos e de juslica, que o|conselhei-
ro procurador ger.l da coroa faa promover com ef-
licacia pelos respectivos magistrados do ministerio
publico as icrSeique devam ler lugar na conformi-
dade das tais ; recommendando-lhes o maior de.em-
penho de saus deveres ; e dando aucce.sivamente
eonla do resultado or esle ministerio Paro, em
11 da agosto de 1856.Elias da Caoba Pessoa.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS DA GUERRA.
lira, e Exm. Sr.. Sirva-se V. Exc. de dar m-
proprieilade individual, e ollensivqs do soeego a
Iranquillidade prtlica, por ajunlainantos del povo,
levado a loes eaafeasos pela instigarlo' de hoinens
turbulentos conlra o subido pr.ro das sobsistencias
portara expedida pelo ministerio du reino ao gover-
nador civil do rustrido ,|e Lisboa, publicada oo sai.,
plemento ao Diario de hoje.
Dos guarde a V. ExcSecretaria de estado dos
dosseu.Mz.nhosaarder.de.toua. suas de raollin, i Moje norera logo pela aiwnhaa calaran as ara-
^l,V, ,P3 "'",a c.?l'd."-. J udio la lojs. dos arru.mentos Vollar.m aos pd.,r ddv
moita gente pelo veso, mas elle linha suspendido i (ido Borratem contra os quaes ,u,ais da,
bodo, e declarou com serenidade que nao .lava fuga- violencias de houtem ; a'alli forero juolar-i
,s ---- anal f------------- ---~- -- -- 'lam vai/n
Considerando que a escacez das colbeilas passa.las, "'ocios da guerra, em 11 de agosto de 1856.Illm.
TRIBUNAL DOICOMMERCIO.
Sessriojudiciaria em 2' de agosto de 18.56.
Presidencia do Exm. Sr.
Estiveram presentes os
Foi lido o aviso fio miui
do correle,e o decreto n.
leaambargador Souza.
membros do tribunal,
torio da justica. de 11
800 de 7 du mesmo mez.
que o acompanboo, iran-fer ndo as ses.es dos tribu-
como graciosa dona de
mudados aniiuuciando-
mem a frente da forja ; qui
casa nao desgostra seus
Ibes 13o prxima partida.
Se algiiem lomava ar pes roso, e pareci lamei
lar as victimas de lao inlem :
Iranquillisava essa boa al ni,
esiiva separacao, Gasiao
declaraudo-llie que em
posjoas das o marido, a mo her e a sogra se reuni-
ran, delinilnainei.le. N3l
curiosos e malvolos, deu-s ao Irsjoalha'de"encan-
ta-loa. esenvolveu em fav*r delles suas graras na-
luraea e adquiridas, gaulioi o confia das rulhe-
res e a estima dos homeni, pprovou lodos os rid-
culo, comparlilhou de lodo
tilicou lao sabiamente seo ai
lodo o caniao. Mo pode ar intecrr ao homer mais
honesto. O primeiro resulta, o desla comedia foi dar-
me canto e ciucoenla amigo
persuadir a lodos de que su
w ----------------j r *^*oi^ti-*a fj i i" 11 tn I.JC l| I s |
rea para meditar mais Iranqnillamenle em sua ex-I madama Benoit era a pura
rao i luana aven ora i f......l a*, i ...;.._ .. ... ,'.-.
A verdade he esla. Depoi
o corarao aperlado por urna
lirou-lhe o vestido branco,
pao, a lanrou-lhe um chale
raordinana aventura. A fgida de l.ucilla nu mo-
nier.ln em qoe elle julgava-se nais certo de ser ama-
do, parecia-lhe inexplicavel. Evidenlemenle essa
partida fra premeditada : tena sido impossivel pre-
para-la em um quarlo de hora. Mas enia.i era mentira
toda a cuiidocia da rapariga : a alegra que brilha-
va-lhe nos olhos. o lerno aperlo de sua mo no meio
do redomoinlio da valsa, as palavas deliciosas que
murmurara urna hora antes ao ouvido do marido
ludo lornava-se velhacaria. engodo c m fo. To.Ia-
via se o nao aniava, porque casara com elle'* ra
lao acil dizer ajad em vez de *im A mai n.io a te-
na conslrangido -que favoreca sua rugida.
e;'u_da discu^ao animada que | Iha, poique sem 5av
ver o bello Paris !
Niio, mirilla mili.
inlimos, o segundo foi
a narrar.lo da partida de
verdade.
do baile, l.ucilla lendo
alegra inquieta, eguio
a mai a sua alcova. Apenas i ntrou, madama Benoil
iovolveo-a em um rou-
obre as espaduas, em -
Uvera ne-sa mai j com madama Benoil. e connire-
a lien.leu seradilliculdade o despeito ea \iiiK.n.;a da
1 viuva. Mas, como podera essa mai ambiciosa* inu-
crevera l.ucilla duas palavras de explicaran ao ma-
rido '.' Esla idea induzio-n naturalmente a procurar
no bolso o bilhele de madama Benoil. Ah
Era meu av
luem rae dizia senipre isso. Em
notou
urna palavra qoe Ihe escapara a primeira leilura :
M sua mulher e sen dinbeiro ,. Como e o dinbei-
ro fosse alguiua cousa para quem ve aniquilar-se a
feliculade de sua vida Que importo orna miseravel
summa a quem perdeu o que par nenbum preco se
pode resgalar.' a Sua mulher e sen dinbeiro! i
liasUo imaginou sera razo que a sogra Ibe escreve-
ra estas palavras Sosenle para lembrar-lhe a posi-
(6o modesto de que o lirra, e aua dignidade revol-
lon-se. Depois de ler muilas vezes o do-gracado bi-
lhele, persuadio-se de que seria verg.inba partir pa-
ra Paris sera ser sabido, se corra aps a mulher mi
aps u dinbeiro, e resolveu icar em Arlange. al
qu l.ucilla Hie escrevesse.
Esla decisao occasonou-lhe um desnvolvimento
dizer entre o, dente!^: obe*,nc,a- Vonl"lou-se de | de espirito e da amabilid.de, que elle nao
ceatom|bras0U' 'U"S 1u"c"ta odos faziam cin-
(uslao nflo respon.ku : ,iona ouvi(Io a.1|,|jcaj
rara a^r^re "'" ^ ^~
ruiienT11 dMe m"']',n '' *" W-
Nao, senhor. Ah he pena'
O qoe >.
Terem os laizes de ouro descido a vinle batam
Toma oulro. bruto, e cala-le. e fra'""0S-
quanlu Julia substitua os si palos de setim por
lempo de admirar-se
Ihe'tivamenle, mudan-
cedeu ana meus rogos :
partimos para Pars ueste nu smo instante.
J .' Elle nao fallou-mi a esse respeilo'
He una sorpreza que t i preparava, querida fi-
ida laiiautavas um lano nao
par da botinas. Sem dar-lhe
desse vestuario, a mai disse-
do ao mesmo lempo de Irag
Ouerida lilha. Gastoo
Porque";!'^ ZmfiESSm. "^ "^ = '
Ouviudo nesle momento
porta, madama Benoil eslre
Se os iuizes fossein anda
e quan
nha ama deu-ine fariam ju.lamen
A nulicia da parli la da marqueza
previr...
e espalhara cun
larento idMaalE?" [ "V"1" f,e',,rica ; e r"m" "">-- ""vira jamai, di-
oioos qoe mi- | zer. qoalro leguas ao redor, que um baile de bodas
Purea, os lempo, sao mao.. ..,, ,h,7a''.neu^',!""" ^T^ le""'"i,' ?, '^I*m ,m,,"n
Ga.Ua esperuu mais de urna hura sn pear'-e I Ja,"a'.10- uu -""Plmente jantado na forja, ro.rcran,
Emlim recciou que livesse acontecido afixomi coosa
a carruagem. Jacquel lranqni||isou-o, dizeiido-lhe :
:sti prompla, respoudeu
a carruagem dizen-
Quem he "
A herlinda da senhora
a ramarisla.
A viuva arraslon a Milu a
do-lbe :
De pressa ; nossos servbs esiao dansando ;
presenlissem nossa partida l iriaraus de sollrer soa
despedida.
I eilto"8' ea t|nilera dizer ",es adeos' murmurou
A mai laocou-a no fundo
ap..sella. ,
E Gaslao'.' perguotou
aturdida por esses movimenh s precpilados.
vero ca, Pedro ; que I c do seuhor maiqoez *
i edro, que ja lioha a li(ai de cor, respondeu sera
a cslrada
I'alvez as seuboras lenbam ganha.fo
i eal sem passar por Dieuze.
Corramos, disse o marquez.
--Nao val a pena, seuhor; ellas vaoa.liantad.is
i]o.e i duas horas.
Pois bem, raeonduz-me a casa pela estrada.
A i'isa eslava tal qoal GaslSo a deixnra. A berlin-
da"na>se achava na corheira, a fallav.im dous caval-
los o eslribina. Ouvia-se ao longe om rumor de
(j V ida Oioriu o. 20.3.
emliararo :
O senhor marqoez faz
ege velha ; roga a senhora q
minutos.
l.ucilla pur urna inspirarn!
porliuhola. A da direita. o
para I. a pretexto de visito. recusou abrir-sr. Para cl e:
"marque/, res.sl.ua e-seexer, il lecu.io-os, r. passar 8obre f ,,
vainlo aos mais dilliceis de Contentar que nao erares- gou a tal punto
Iranho as maneiras da sociedade elegante. Durante I Julia. dis,e ell-i nba
"na semana o saino esleve rheio de visiladores. e el- quez.
le ruto lesleinunliou colado por passar ah matada do Julia,
_na. hs-a geuie sequiosa de escndalo ficou estope- '
toda a vista de seu ar Iranqoillo, de sua voz nalu-
raJ, de .e senihlante risouho. Elle referi a lodos
1"B "e,,Jf mai de quinze dias madama Kenoil li-
nha em Pars negocios urgentes, que rerlamavam soa
presenra a a di lili,.-, ; que romo boa mai n.1o quise-
ra retardar por isso o casamento de l.ucilla ; que
como sabia admirftslradora quizera deixar um ho-
n estupe- I no^^Zl^mtltJ' -"" "
I, sabio, e voltaudo de-
-,-^ia senboris que o nao
esperen). Quebrou-se um tirante ; esl-s. coneerlan-
pois, reapondeo :
O senhor marquez roga!
do
muda.
No mesmo
enhor marqoez ale
instante Pedro
da esquerda, e madama Rem it diise-ihe ao ouvido :
contente de engaar os
os preconceilos, roys
dilorio, que conquisoo
baler discretamente
neceu, c pergunloo :
la berlinda, e enlroo
3 moja completamente
-pon-Ir
rruiiiar a bagagem na
le o espere om nu dous
secreto lentod abrir a
acasi. ..u |H>r calculo,
r a out.a era preciso
.Sua coragem nao che-
que faz o senhor mar-
inrar a lieilinda na
hegoii-ju. a poriinliola
e a eslerilidade das presentes, sao a causa e o nico
motivo da excessiva falla de gneros alimeuticios, e
da aua consequenlc caresta, a qual augmenta c eres-
ce serapre ua proporcao dessa falta ;
Con>iderando que i.n. allliclivo mal s pode ser
remediado pela hvre imporlarao de cereaes aslran-
geiros, isenlos de direilos.le e'nlra se estos provdenciasj.i adoptadas pela lei de 3 de
julho, e pelos decrelos de 3 de agosto do crrenle
anuo, nao be todava pos.ivel que ellas produzam
desde logo os seus ilcitos salulares, visto que, sen-
do igualmente deficientes as colheilas n'outros paizes
da Eoropa, nao se lem podido importar grande
qnantidade de cereaes dos mercados europeus senao
por silbido preco, ao passo que nao poderam anula
ebegar as encommendas que os particulares maoda-
r ni fazer tora da Eoropa ;
Considerando que as pesssoas, dadas a esla especie
de eommercio, pre-tan-iu, como evidenlemenle pres-
lam, om graude servicu a toda a populacho, ma,0r-
menle em circumitancias lao dilliccis como as da
presento crise alimenlicia, deixarao de continuar a
einpregar-se mssas Lio proveilusas trinsacres, se
nao tiverem certeza de poderem dispor, cora*inleira
seguraura, da propriedade dos gneros que fuerera
importar, de que jamis podem recetar que Ibes
ejara com violencia arrebatados ;
Considerando qoe as exigencias para a baraleza do
pao, feilas tumultuariamente por meios violentos e
de turbulencia, sendo seguidas da devastaran de al-
gumas casas, e da tentativa de incendio, inculem os
maiores e mais fundados receios, e que, deslruindo
os direilos de propriedade e de seguranca individoal,
lornam impralicavel a continuara da imporlarao
Toma pelo alalhu, passa Dieuze, e corre direc-
tamente a Movenvic!
A carruagem p.rlio a trote largo. Era na verdade
singular noile de bodas. Madama Benoit Iriumpba-
va de deixar Arlange c de dirigir-se ao bairro em
companhia de urna marqueza. IJueixou-se da fadiga,
da enxaqueca, do soinno, e recoslou-se de olhos fe-
chados a um cania da berlinda, receiando que as re-
llexOes da lilha perturbassem a alegra lumiilluosa
em que nadava-lhe o coraran. A pobre uoiva sera
lemer a rieza da noile, esleudia o pe-coco para fra
da porliuhola, esculaudo o sopro do veolo, e filando
seus olhos hmidos na escondao. a muda de Mov-
envic madama lleneil lai.rou a mascara, e disse
lilil :
Nao abras tanto os olhos para procurar leu ma-
rido. Smenle o tomaras a ver no bairro de Saint
Germain.
Lucillo adevinbnu a Inicio ; mas o temor que ti-
nha da mai, nao Ihe pcrinillio responder senao pelas
lagrimas.
Teo marido, proseguio a viuva. recusava con-
duzir-le a sociedade nobre. He em leu inleresse'que
forcei-o. Elle le ilcaneara em vinle c quatro horas,
se le ama. Nlo ha ra?3o para chorares como Agar no
deserto. Sou la mai, sei inelhor do qoe lo aquillo
que le conven), levo-te para Paris, salvo-te de Ar-
lange.
O' minli.i pobre felicidade.' exclamou a moca
lorceodo as maos.
De que le quenas; Tu o amavaa, casaste com
elle. Estas casada Oue mais te falla?
Entoo, disse l.urllla, be assim o casamento '.'
Ah eu era muilo mais feliz quando era solleira :
va meu marido!
De Arlange a Paris nao cansou de olhar pela por-
linhola. Parecia-lhe impo.sivcl qoe Gaslao na cor-
resse aps della. Em lodasas carroagens que levan-
taran) a poeira da estrada, sobre lodos os cavallos
que acodiam a galope atrs da berlinda, cria rero-
nhecer o marido. Esla viagera. que sullocava de ale-
gra sua Iriumhanle mil, foi para ella uraa serie in-
lerminaveldeesperanrase decepre*. Pars sem Gas-
lao parecen -Ihe urna sol.lao immensa, e o bairro de
Saiul Germain, abandonado pela melade de seas ha-
bilanles, foi para ella um deserto.
No dia seguinle ao de sua chega.la, o primeiro ol-
jecto qoe vio ao abrir a janella, foi o semblante le
Jacquel. Dcsceu em menos de um segundo : Gaslio
devia eslar cm Paris Soube que se Dio linha che-
gado, nao lardarla, e imagine o leilor se foi bem
tratado o mensageiro de Ha boa nova. Emquuntn
madama Benoil dorma anida Jacquel referi al as
menores circuinslaiicias da \iagem a Dieuze.
Como elle ama-rae disae l.ucilla comsigs.
Para acabar-lhe a historia, continoou Ja-quel,
o senhor marquez deve-me, se nao me eugam, urna
pera de oilo francos.
Eis-aqui vinle, meu boni Jacquel.
Muilo obligado, senhora. Nao eslou ansiliva-
minle cerlo lo que digo ; mas, parece-me, que elle
m'os deve. F:u linha foito a cunto, e havia adiado
que elle devia-mo vinle e quatro francos ; mas, M-
menle deii-me vinle : -ao, pois, qualro francos de
meos. Alm .lisio somenle deu-me urna -ez vinte :
sao oulros quatro fraleos. E como qualn e quatro
formara oilo... Todava pos*o enganar-iie, e se a
senhora quer que en Ihe restitu..,
Goarda, guarda, meu rapa?, e vai repou'ar-le
da viagem.
Correo ao jardim, e cnlheti llores rooo no dia da
esla do Corpo de leos, para qoe sua alcova eslives-
se bella entrada de Gaslao. Jacqoet vio-a sahir, e
continoou fallando comsigo : n Sessetta francos, he
mi conla, como dizia meu avn. E cal:olou sobre os
e Esm.Sr. conde de Ponte de Santa Mara, com-
mandanle em chefe interino do exercilo, e da I
divisao militar.Jos Jorge l.oureiro.
NOTICIAS AVLLSAS.
I orara presas durante o motim dos ltimos dias,
e acham-se em cuslodia no Carmo nmas truta pes-
soas, as qoaes lem auto interrogadas pelos respecti-
vos administradores dos bairros, alim de se averiguar
se ha contra ellas suspeitas sullicienles para serem
remedidas aos juizes criminaes.
Dsseram-nos que quasi lodos eram dos que se
prendern) quando houve ordem de evacuar as roas
e praras, e qoe se deixaram Bear', nao havendoemre
enes neiihum cabera de motim, uem dos verdadeiros
aguadores.
A parle da polica de hoje, porem, diz o seguinle
ricaram em custodia as difierentes companhias, 1(1
individuos a diaposiriio de diversas autoridades. Das
capturas feilas pelas diversas autoridad,, em virlu.le
dos aciniecnnenlos de honlem, d'eulre os (O indivi-
duos loriiaram-se mais salientes os 3 seguinle Do-
mingos dos Sanios, fabricanle de sedas, por andar
capitaneando um grande grupo de povo, que se di-
riga pela frente do quarlel da 4. companhia da
guarda municipal, con.liizin.lo urna bandeira azul e
branca, e fazendo (oda a qualidade de disturbios
Joao Jos da Silva, sapateiro, e Jos Maria Bernar-
das, operario da (abrir da plvora, por serem os
chefes principaes dos tumultos e disturbios pmlica-
dos na punte de S. Pedro em Alcanfora.
Acha se tambem em custodia um chamado Iler-
mpuecildi. autor e irapressor das proclimeces qoi
para esta, assuadas se espalharam. Dize que Ihe f-
de.los qoaotos Iuizes de ouro e peras de qoarenla
sidos faltavam para fazer cem francos.
O dia passnu-se, a o seguinle, e toda a emane
sem nova- do marquez. Madama llenoil occullava
seo despclo. l.ucilla nao ousava lamntar-se dianle
da mai ; jorcm araba indemnisavam-se bem, urna
exnsperai.do-se, a oulra chorando duraoie a noile
Desde a nanliAa at a larde a mlil evavaa lilha a paa-
seio em una carruagem adornada de brazao tem la-
ca.os. e sem polvilhos, porque a celebre sege estova
anda por acabar. Conduzio-a aos Campos Elseo,
aa Bo.qse, c a toda a parle, onde vai a sociedade
elegante para dar-lhe o goslo deases prazeres de vai-
' dada qui somenle se saboream em Paris. Na aosen-
eia dos Ilalianos fazia-lhe passar moilos seres no
ihealre trancez e na Opera. Mas l.ucilla nao ex-
pernnenhu nem o prazer de ver, nem o de ser vista.
E.o qualjuer lugar, a que a mai a condnzisse, leva-
va com ligo o desejo de vollir para a casa, e a espe-
ranza .Ir adiar ah Gastan.
Mailaua Benoit adevinbou antes da filha que o
marquei eslava seriamente agaslado, e forano logo
orna resilucio. n Ah disse com sigo, meu genio
ja passi sera nos Tentemos passar sem elle. Oue
me fallava amigamente para entrar na sociedade'do
bairro? Lm brazao e om norae : tirilla ludo o mais.
Agora nada nos lalta ; temos bello escudo de armas
as nissas carruagens, somos marqueza de Oulrevil-
le, e .levemos enlrar em toda a parle. Mas por on-
de cameraremos Eis a quesiao. l.ucilla nao pode
Muitos dos que honlem diziara andar herrando
com fome correram pela cidade de sege, dando boas
gorgelas aos boleeiros.
As tabernas que ha no largo de S. Domingos, mui-
lo dos amotinados, logo que no domingo se desfez a
feira, forara comer e beber, pagando com dinbeiro
em prala e al alguns com onro. De tal forma se
enibebedaram, que ao amanherer foram vistos a ron-
car na rampa da calrada do Garca.
O digno par Jos Mara Eugenio de Almeida. leve
que se refugiar em casa de um embaixador e-tr.m-
geiro nesla corle.
lie deploravel que ss autoridades da rapilal levas-
sem o seu deleixo a pomo de nos fazerein passar
por esle veame, de ser necessario que ora rid.,,1.",,
recorresse a estranhos para Ihe assegorarem a vida
que jumamente com a de soa familia e seus bens es-
leve em tin eminente risco.
A casa em que elle resida na ra Formo-a. e que
he propriedade de Mr. Daupias, arvorou a bandeira
franceza, cora o seguinle lelreiro na porto
.< Esla casa he do ba.ao de Alcochete. Elle pede
ao povo que repeile i sua propriedade. O ioqoili-
no Jos Mara Eugenio ja d'aqui se relirou.
As.eguram-nos que o Sr. Jos Maria Eugenio do-
ra ordem para que se torna.-e a abrir a sua labrica,
que hoje nao cozeo, por te Ihe liaver representado,
que se ella conlinoasse fechada augmentara a crise
porque estamos passando.
Dizia se hoje qoe o Sr. \ i.conde de Francos pe-
dir a sua deraisso de commandanle da guarda mu-
nicipal, e que seria substituido pelo Sr. brigadeiro
de lncenos, D. Antonio de Mello.
Diz hoje umjornal.quea fabricadoSr.J. H. Euge-
nio, a luiulirao. se fechara, porque os amotinados
Ibe qoizeram deilar fogo, o qoe evilou a forea que al-
l eslava postada.
Esta fabrica he a onicn que vende pao a 45 reis.
E era esla qoe os chamados faminlos queran) incen-
diar !
Alguns barcos qne vieran) de Xabregas cora ope-
rarios do earoinho de ferro, e atracaran) ao caes das
columnas, foram obrgados a tornar embarcar de-
poi de corrigidos alguns qne respingaram.
Entretanto he farca confessar que os trabalhadores
do caminho de ferro, repelliram as sugesles que os
amolioadore Ibes foram fazer.
Oovmos qoe algn- padeiros eslo munidos de
plvora e baila, para repellir novos ataques.
Os faminlos antes de virem para o Hocio, aflirma
ura jornal de hoje, entraran violentamente na praca
do Salitre, e estiveram vando os cavallinhos de
Rraea,
. CirilisovAO.,'
A ULTIMA HORA.
V amos sumiuariar ai occorrencias da honlem a de
hoje. e Ta-lo-hemos em pooraspalavras, porque ain-
da nao podemos vencer o ledio e indignadlo que nos
causaran) lao repugnantes allantados, l'ascara-se o
da de- honlem ern perln, tranquillidadealcsol pol-
lo. Mas com as trevas appareceram os que s a som-
bra dellas planisao.
"""erentes magotes comeraram a conlluir para o
Roco vozeand- por pao barato, e concilando-sc mis
aos outros paraircm saquear lodos os padeiros, e lar-
gar-Ibes fogo. D'alli partirn) pera o lado di Moori-
rie, inda arrombar as portas de un- qualro padeiros
no Poco do Borratem.
Nesle comee,, chegou o balalhao de caradores 5 ao
Roco, e logo depois alguns piquetes d cavallana
municipal e lanciiros. Parledesle torca ede infan-
laria municipal qoe deseen do Carmo acodio ao si-
no do saque, mas a lempo que ja se lioha perpelra-
do a roiibo de pao, o rompimento de muitos saceos
de fortuita e a destruirn das machiuas e ulen-i- de
padejar.
No Roci engrossaram os magotes, os quaes vi-
nhan armados com retobados cceles, enxadts, ma-
chados e picarelas que linbam ido tirar das casas de
bomba, que ue caminho linham arrombado, tirando
tambera de l.i os archotes que enconlraram. Appa-
receu entilo all o Sr. conde de Sania Maria rom o
seo estado maior e urna escolta de lanceires. Falloo
aos amotinados inlimando-lhe qoe despejassem a
prara. NSo lite obedecern! e apena se dispersaram
girando ero lomo do largo e roas prximas.
A mesma hora um magole com archotes acesos ar-
rombava urna padaria na ra de S. Bento, lirando-
Ibe, segundo he voz publica, algum. dinbeiro e aca-
bando por Ihe encenda, i porto o pinito qoe la de
dentro Ihe saciram.
Pooco depois, esta mesma ou oolra calerva diri-
gro-se a residencia do Sr. Jos Maria Eugenio, na
roa I-orraosa. deitoram escadas ao moro do paleo, e
. ,---------------_ ,--------se para o
I erreiro do Pi(o. viudo depois para o Crela, eaa
cuja ra e na do Cslhartz arrumbaran, as partas de
algons padeiros, obrigandn-os a vender a 30 rs.. a
pSo qoe linh ros do bairro Alto e Collegio dos Nobre., c tuda Mo
inoilo a sua vontade, impanrmrnle sem qoe epajare-
resse nenhoma auloridade nem forja armada
que defeudesse a propriedade deates cidadaos.
So depois de consamadas tontas violencia be qee
ap|,areceram doos olliciaes do eatlado maior com asna
esculla de cavallaria moniripal, os qaaes. eom aa as-
padas nuas lizera iu disprmr e snmir os crien no toa.
Pela larde loda a goarnicao de Lisboa ae poete*, a
dislribuio peto praca do eommercio, do Roco e Prin-
cipe Real, poslaodo-se nealas avenidas algeroas bar-
ras de fogo a vdelas para nlo deixar ipronmar oa
sublevados, ginodo pel cidade muna palmillas de
cavallaria para nao consentir aiuntaraento.
A vista desta attilode balitea, os amotinados de -
sappareceram por tal f.rma, qoe as 10 beraj a cida-
de eslava lo tranquilla e socegada come no diea or-
dimnos.
Seolimos bem haver notado que alanos cabal da
seguraori andassem nos grupos incendiarios, o ame
a maior pede dos regedores fugisaem de eaa poeta
nao evilendo os insultos e violencias.
Nao fez assim o regador de fregoezia de 5. peala,
a quem se deve erem preservadas algonun, csea
conlra as quaes comeraram as tenlativas bratoee,a*>c
oulras padecern).
A lypographia do oosso collega da Revolar, a
leve de se prevenir armada contra algam inaull* do
que luvia rumores, que os agitadores presnedita -
vam.
Oale qne as autoridades, vigiando pela aadraaca
publica, e panindo os que adiar criminosos, acced
com remedio elllcaz a penuria dea que realnvanla
nao lem pao, para qoe assim se evita a repetirla de
laes sceoas.
(/tan.)
pode
ir di p.mlo em branco dizer a pessoas que a naoeo-
nhKern AbramHM a porto, sou a marqueza de.
Outevlle Ah. boa idea irei vizitar raeusdevr-
res. meus baa, meus encllenles devedores Elfos
me recrher.n, mili dilforenlemeiile da ullima vez :
lra-se cm altivez a lilha de um mercador, mas
arolhe-se bem a mai de urna marqueza.
Sua primeira vizila foi para o bario de Sobresac.
Sao levou l.ucilla nem k casa delle, nem a dos ou-
lros devedore-. Para que ensillara essa menina quau-
to cusa abrir urna purla '.'
Ah meu charo barao, disse ella entrando, a
que doudo maldito demos minba lilha !
O baria qoe utoeapenva por tal exordio, respon-
den vivamente :
Senhora, o doodo, que Ibe fez a honra de ser
seu genro, he o coracao mai nobre, que tenho co-
ndecido.
Meo Dos se vossa excellencia soubese o
que elle fez! Cisado ha oilo dias, abandonoo jal
mulher !
Ella expoz sem disfarrar nada lodos os aconleci-
menlns que o barao ignurava. e que o leilor abe
. proporcao que fallava o sorriso reapparecia nos
labios do bara... Depois que ouvio ludo, elle lo-
mou-lhe as maos, e dise-lhe alegremente :
lem razao, miuba tormosa, o marqoez he cul-
pado: abaudonuu a. mulher assim como Menelau
aban.lnnou a -ua.
Mas, enhor. genelau corren a pi.s llelenaje de disperdirar din
su-lenlo que um mando que deixa mulher p.TTir me-nia rom razao
sem segui-la, abandona-a.
,TT rl:>'""'?"!e" f-9*' '"nos grave, poi, nao ve-
jo P.iri> horisonle. > Reconduza sua lilha ..nm,-
J n.lo lim prove, roinha formosa 1
E nao oesquecerei em quanto for viva. Se nao
me falla sua benevolencia, pansa passar para sem-
pre sem Mr. d'Ootreville.
Cr que a joven marqueza diga outro lan-
o ?
N3o he della que so trata agora. Os pas de-
vem eslar era primeiro lugar. Que pe(o a Dos e aos
l'Oinens".' A entrada do bairro. Oue he preciso para
ser ah lecebida ? Que l.ucilla ahi seja admiltida.
Ora ella tem lodos oa direilos itnaginaveis, e para
entrar em loda a parte somenle Ihe falta um intro-
ductor. Recusara vossa excellencia a presenta-la '.'
Absolutamente, tninba formosa. Em primeiro
lugar, porque essa honra conven) menos a um bario
do que a urna baroneza. Alm disto porque Ban-
quero contribuir para o retardamento da felicidade
de Gasino. Emlim, porque loda a mioha boa von-
tade de nada Ihe servira. Senhora. sua lilha lem
iiicouteslavelmente o direilo de entrar ero toda a
parle ; roas porque I Por ser a mulher de Gastao :
Como mulher de Gaslao achara aberla a porta de lo-
dos aquelles que conbecem seu marido, isto he de lo-
do o bairro. Mas que figura faria eu, se a iulrodu-
zisse dizendo : Seuboras e seubores, amis e eslimaes
o marquez de Oulreville; sois seos pareutes, oo seos
amigos : permitti-me que vos aprsenle sua mulher,
a qual nao quiz viver com elle Creia-rae, be urna
experiencia de slenla e cinco annos que Ibe falla ;
urna senhora mora nuuca faz boa figura sera seu
marido, e a mai qua a conduz assim sozinba, nao
reprsenla um papel approvado. So quer frequen-
lar a sociedade nobre v obler por boas maneiras
que seu genro a recouduza a Paris. Sua escapada
ollendeu-o ; he por isso que elle nao veto em seu se-
guimenlo. Se o esperar aqui, conhero-o bastante-
mente para predizer Iba que lera de'esperar muilo
lempo. Volle a Arlange. Nao sejamos mais altivos
do que Mabomd : a inonlanha nao vuiha a elle, elle
foi um de,lamente roonlanha.
Estas razes eram ptimas ; porrn madama Be-
noil nao se det) por convencida. Apresenloo-se de-
pois de meio dia em casa de cinco oo seis llovedores.
Ninguem ignorava o casameulo da filha, raaa niu-
guem lesleraiinhoo o desejo de cunhece-la. lodos
allaram abundaulemente do marqoez, pinlarara-no
como boinem de bem, louvaram seu espirito, laraen-
laram sua mvlaulhropia e indagaran) ae passina o
invern em Paris. A viuva (entou|de balde iusinuar a
pelirao que lizera a Mr. de Subresac ; mas nao
achou abertura. Todava nao perdeu a .-peronea,
e recolhau-secom a mienc.o de vollar a carga, be
mais reslava-lbe ainda um recurso, urna ancora de
salvarao, aque reserva va para as ultimas extremi-
dades : a condessa de lillas]. A condensa era a mu-
llonleui. domingo, continiiaram em maior esca-
la, e com raracler muilo mais aesaslader, aa tumul-
to comecados na sexta feira precedente.
Pelas qualro borlada larde coroerarim a appaee-
eer varios gropos percorrenda as roas da ride'de, o
dando vivas a' S. M. el-rei, a' tropo, o pediodo em
altos brados pao barato.
O governo, qne nesla melindrosa crise lem obra-
do com a crcumspecrao e prudencia, ana ella de-
manda, e o bom sonso aconsetha, ordeno* a sabida
dos quarteis de alguma forra municipal de infanta
na e cavallaria, qoe veio postar-aa om diversa*
pontos da cidade baixa, e legando a direccle ano
loroaram os lomolloarios : o lim desla medida de
prevencao ere evitar que cites ee abalaorasaem e al-
gum eicosso contra a vida on propried'ede des d-
dadAos, que ee governo cumprr proteger. \le o
uoila nao lm preciso emprear esta forea, pvraire aa
atT* *" lm,'U^,l,, d" xln*' I*0* fce-
Duranle esle lempo as euloridades militare, ,Jm
se descuidaram de procurar acalmar os prrile* a-
gitados das turbas. azendo-lhes pereeber, qne aW.
erara este os meios legaes para eblerem o qoe pre-
leudiam. nem os mais couvenienles para ceejeeaei-
rem o lim a que se proponhem, o que da "lasj-
meios su poda resollar aggravir-se i situicao
Os grupos qoe de torda ae eompunrum de alee
ariisias e mus empregedos as fabricas a estabele-
cimenlos ind.islriaes, foram pele noile raaremini.
e engrossandn muilo ; porem com oolra elaseja de
gente : um grande numero de harneas, di. i. naje
nao tem qoe perder, desses que s aapiram a' piInT
gem, desses que nao recuera ante qaalquer alten-
lado se reunirn) os gropos existentes desde an-
tao as cousas vanaran) da face, e os tumulto, aaeu-
miram aspecto muilo grave.
Dirigio-se nm gropo a' fabrica do Sr. Joec Mara
fcugenio, a lundic.lo, com o inlaito de Iba llorar
fogo, o qoe felizmeute piide evitar ama forri eai'l,
lir, all postada de prevencao. ^^
Oulro grupo dingio-se e ama fabrica de nao na
ra deS. Pedro de Alfimi, qoe pretendao iVlir.
Seu propnclario fechou se por dentro, o arrojan-
do urna arma, fez fogo contri os tamnllnanee, fe
nodo doos delles : orna tal resolocan irritoo os emo-
l nados, e seria victima dalles se nao acudiste torca
armada, que o salvoo de ira das turbes, e Iba li-
vrnu a fabrica de maior prejoizo.
Em quanto pan aquelles lados isto se paeseva
oolros grupos pereorriam vario* litios de cidade *
um driles munido de machados, arcboles e de na
barril de alcilrjo, dirigios i" residencia da Sr. Ja-
lara Eugenio, na rui Formosa, a' qoal preco-
lanr/ar fogo : acudi porem iraaMsdiataaieale
s Maria
rou
as lloras em Paris I Mioha mai falla-ene a cada inf-
lante conlra vosee ; mas so ao seu nomo fira mee co-
racao l,1o confuso que oao pvsso oovir. Ella dil-OM
que vo--.- aban,i,iu,mi-me : adeviob eso doa-Uvecr-
dito. Porque emlim nao eslou mees fofo do ana
qoando veea eslava a meas pes, e se sou mai, elba
nao he minin. Todo nao esta acabado entre ou, e
ullima palavra nao foi dita, e sinto que lenho ainda
muita felicidide a dar Ihe. Vosee na* be harnea
qoe feche lao bello livro a primeira pagina. Peta
mulla parte depois que nao o vejo mais irhi me ea-
lupida.e lnguida. Imagine que por raoeaoalea crew
que nao sou sua mulher, e qne e bella ceremonia de
igrcji, e o baile em que estovamos too contentes fo-
ram um sonho qoe rpidamente ac bou. O ano ala
era sondo he o beijo que vos.,- deu-me. Tevt re-
cebido minios beijos ni fronte, mas nenhnm lind-
me pendrado linio no corarao. Foi eom duvid por
que esse vuiha de vo. Todo o qoe Ihe pertencr
'.ni nina qualidade particular qoe oto sei definir ;
por eiemplu sua voz he mais pendrante do qaa anal-
quer oulra : ninguem soube jamis dizer noile,
como vossa-. Porque nao esla aqu, raen charo Gas-
lao O beijo que ossr-me dea, ea leda tanta ea-
lisfarao de restituir Ihe lito me seria perminiee,
pnrqoe sou sua mulher. Vose nin imagina eoanla
falla me laz. Ouaudo -aiocom mioha mai, procijro-
o na ras ; ludo o qoe lenho visto de Pin ata ose-
ra he que vase aqu n.io esta. Do noile envetvt ra-
gulirmente seo nome as miuba nrecea, de ma-
uliaa quando acord vejo, ee vosao nao esta jnnee do
mira. Me possivel que co pense lano em vnes.easjo
vose teuha-me esquecido ? Telve estaje asestad..,
porque deuei- Uu subitamenl-, a sem dizer-llie
a.leos. se veea soobesse Nio fui ea qoe fogi. re
m.nha mai que furlon-me. En crii qne vr no
alcanrana com a velha sege de posta e a beg.geru ;
ninha mai assim me havia asseverado. Pedro lam-
bem. t.liorei mnilo qoando oobe que foro enge-
nada. Desde ent.io (eria chorado loda o dia, a* nao
me ronlivesse ; mas retenho a lagrimas primewa-
menle para ser reprehendida, em segundo logar pera
que voss nao me arhe com os olhos vermeibo. Na*
me aecuse de nao ler-lhe escriplo man cede: voesr
linlu-me nundado dizer qoe chegaria lega, aaaam
espera a outrem nao Ihe escreve. Agora hci de ea-
crever-lhe ale ve-ha. Ponho de parte mee lili pro-
prio ; pois ese rovo como um galinho, e al* sai or-
denar is pin.,-,-, i.oino oao aera assim. ee nanea
escrevi a ninguem. vislo que nao liohi los nem lies,
nem amigas de collegio Espero que veea naa me
deuara armioir-me eom despendi da eetsle. e
que partir a minha primeira chamado. Venhe,
dcixe a forje e os negocios : nao Iu nogocio do im-
portancia estando os separados. Ilei do reronciha-
ibeiro. .Madama Benoil
ri,lo, he seu d
ever, tRn-qoe niuguera deve separar o
MUTTLjDxT,
que Dos un,,.. Elies adorara-so ; a fel.rida'de bes
parecer., lano maior, porque foi retardada. A se-
nhora ass.stiraasua alegra, gozara do espectculo
de seo amor*., e me esrrevera antes de dez mete*
para Uar-me boa nolicias.
A Irada viuva estendeu a rhao, e fez como ladea
um s.gnaliinho resoluto qoe significava Nunca I
Mas eniao, tornou o barao, que pretende
- Posso confiar em sua -jmizade, senhor bario'.'
Iberque mais lie devia, e por consegointe aquella lo eom minha mai sob a cundirla de que ella
de qoe mus poda esperar. Era urna velhinb, e I ...do o que vo.s quizer, e aja Ibe pedir, c.o.a La
sessenla unos tmenle acruss.la de rasquilharia, de I Ihe eja de-.igr.davel. Se II..- agred. a "
^^^tr\^^rl^^'^^:'^'0,0'\1^ j3 '""" **. naobcarJLno.
aqu multo lempo. Mas ae voaer oao vier logo, qne
ser riemim T Ser me-bi.i fcil fagir de cae* am
da que minha m.u sainase sem mim ; mas nao pee-
so viajar sozinba lodavii se vov o eiigieaa. en
partirle acompaobadi por Jaequet. I'orem. ama
voz interior mo diz qoe vossa- nao se far.i rogar, nem
esperar. Cuide -"mente em duas mlozinhe, vite
Ibe esiao entendidas!
MrdamiBenoilvoltou emquanlo largad leveva
esta cirt ao rorreio.
Mala a si
o qoe urna pessoa, que lautos defei-
los na rourar..,nao pode ser invulneravel, oque por
um ou por oulro earoinho podo-sc rbegar-lhe ao co-
rarao. dozava j;i da sorpreza do barao nu da em
qoe a eiicontiasse em alguma reuni.io entre l.ucilla
e madama de Masis/.
Emquaulo ella fazia tantos vizilas imitis, a linda
marqueza da Oulreville fecliava-se em seu quarlo, e
sem lomar conselho de ninguem escrevia ao marido
a rarto seguinle :
i Oue faz voss, Gaslio T Ouando vira Entre-
unto tinha-me promeltido vir. Como pode passar
mais de dez dias sem ver-me Ooando estavamos
juntos no nosso charo Arlange, voss nao poda dei-
jr-me por orna hora. Meu Dos como sao tongas
Hao te enfidaite por l.ear a-.j.i.l.i
ella i filha.

Nao, minha mal, repondea a marqueta.
tCora/rtnr-i*-Ad..
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



una torca lia roiopunhia di municipal, lo qurlel i oros que dalia, e que chegam II por um Mas
um Paul.sias, cominanriala pelos Srs. major Kiliei- nao lia de ro, nitores Ovallio. e. | resten Mg que acudi, !empreso das fon- ile sua repartido, que lia de
prunipla que se lomaran), -e rirve nao j acallar cun o Iraficii.
'x!_ E PEMtgBUC0 QU RT* FilKS 3 S*T M*"0 st '6
bilidade lie Ha. Eillende l mhero, que de forma
>'I UU I ... o...- iloia.ir At .1... -________
c medidas
ler o incendio progred.do, e le, taie evitado gran-
des desgranas.
Ainda voltaram os tumultuarios segunda vez ao
memo silio, seriam II horas da noile, cum a inlcu-
c,o de fazerem revivcr o incendio, que nao e-lava
Km priineiro lugar uo baslem os cruzeiros ; ha
preciso oeoncnisn de uutras med las em Ierra. E
riepoi-, csc cruzeiro deve ser organifado por oulr
sistema : roDViiia ampliara serviro dos guarda-
isUs empreados pela alfa..d.ga ; incumbir quem
recaerse para o run-e-
liesuuro. Mas veju-se
oo a presenca das hateras de ari.lha-
mandatlas vir de Uelein. fez com que
i suas casas, e se ditper-
i ''ni para
na torra armada, que acudi, evitou maiores .lesas
(res.
Algumas oulras occorrencia desta nalurrza lemos
ouv.do reerir, que se dera... em oulras localidad* :
er. !--> muito possivel; mas nao po lemos dar dellas
por ora noticia circumstaiiciada, pelas nAo Icrmos
presenciado, ncm termas tido dellas cuiiliecimento
Este estado de cousjs proloogu-se al quasi as
inoras da madrugada, em que, ou a necessdailc
Un descaneo,
ria moutuda
os amulioados
sasaem
Hoje tem dorante o dii apparecido varios grupo,
pela cidade. Ira delles correu tolire um padeirn
ou commissario de trigos que amescara em Ha voz
os amotinados que ainda este mez liara de vender
o pao a 80 rs. o arralel e a 120 rs. iid mez que
Vm : o "mem leve de reluaiar-ne em nma casa, e
de evadir-se por outra porta para se sublrahir a'
turba que o persegua.
Outro grupo de amotinados dirigio-se, pelas i
horas da tarde, a' ra de S. M.ircal, e entrando em
casa de om padeiru chamado JoAo"Nunes Fernandes,
quebraran) lodos o vidros da casa e insultaran, de
palavras o dono della.
Consta-nos tambem. que am grupo muilo nume-
roso se dirigir ao paco das Necesidades, para pe-
dir a el-rei providencia, e que um outro, coiopos-
lo ni sua maior parte de artislas, formulara nma
petizo, que fora entregue ao Sr. ministro da ius-
liya.
A' hora, a qoe eserevemos, tem ttrafeswdo a ci-
dade em direccao a' luivi a Iropa das diversas ar-
mas que forma a guarnirn.
Al aqu a parle histrica.
O Por'uonc;
IITERIOJ..
de todo apagada. Nesta occas.an fu, prer,.,. einpre- vela para evihr o contrabando dos direilos de lam-
gar mam algum rigor para .,, fazer d.-si|,r ,i0 seu liem vigiar que se nao (ara o coulraband*. de e-
.ntenlo: u.na forra, de cayallar.a levando na sua I cravos. Ser... mai, econmico e mais pi&toso es-
tanto, entre outroj ollicnies o Sr. Salvador da l.ibelecer para esse lim navios especiaes^uro in -
1-ranea, carreguu sobre elles, fusligaudu-u com as trucees especiaes. aoioiH de.x.iri. ,i marinha
l,1^r.?,CrsSUH(.,,'",,,"SVl<- |,"Inerrl, "uelle """i"1-
i VIL. Be"lu,,mlie" oulru grupo alaeou a guarda das co-lase tona puruulra reparlirAnuu
luja de um padeiro. cujo moro s, e armado de mn ; competente com grande Miasen. "
sito a mullidAo enfureca ; felizmenl algu- | Diz-.e que todo o pala repelle o trafico, que ne-
nliiim barro negreiro pollera' desovar, porque o no-
vo impedir'. O srdido inlorcsse de iliulieiro be
um grande movel de desranralisncAo ; e n orador
receia muilo que o grande lucro 'de -211 por um
sirva para illudir a mulla gente. Recela pus que
o navio que conseguir desovar, desovado liqu ini-
punemenle. NA" se pode deixar de recnnliecer o
prejuizos que anda existem a lal respeilo ; e o ora-
dor o,1o cessara' de)bradar--alert;:
NAo negara' nnura forca ao govemo ; mas for-
Ca real, e uao l'urca ficticia. Os Srs. ministros se
illudem a si proprios, e em lugar de cuidar-se rio
que compre fazer no lim de :lll annos de etercico
ile legi.lar vem-se discutir seaquem deve fazer as
leis he o poder legislativo ou o govemo !
lie preciso eiaminar as causa porque a marinba
nao esla' no p em que devia eslar ; mal do que
menos se cuida no brasil he de e-tndar a ciencia
da administrarlo.
Como a propiuia esta' ve-se na neressidade de
votar contra toda ella ; d lal maneira nlu se pode
chimar le de Cuaca i de forca. mas sim de fua^ao
de fraqueza : nao allende as necessidades publicas,
e, convencido disto, nao pode dar o seu voto a se-
melli.inlc projerto.
O Sr. marque: de (linda, pealo qu repule esta
materia moilo importante, n3o lomara lempo ao
senado, por julga la hem discutida, e ichar-se ado-
enlado ; ma, como a sua opiuian cir.ittida em anuos
anteriores fui invocada para corroborar-se a op-
niao contraria a emenda apresenlada e approvada
na segunda discussan deste projeclo, he obrigado a
eipor moi sucrintainenle o seu voto.
lim artigo addilivo que pnssou da outra cmara
rnlorisou o governo para reformar u cdigo crimi-
nal da marinha e pu-lo logo em ejecujio. Enlcn-
de que esla disposicao he contraria a eonsliloiela :
basta, parn eonhece-lo, o simples enunciado da ao-
lonsa(ilofazer o cdigo criminal da m.irinlia. Nao
ha nada mais grave do que cslabelerer chines e im-
por-lhes pnas. Esla simple eipn.icao sostena a
emenda que uppnmio semelhanle autorisacao.
Dlzsa : a ssemhla geral lem dado muilas au-
lonsHcOes.n He verdade, e lie tambem verdade que
o orador lem sustentado muilas dessas aolorisa;oes
mas nao da natureza desta de que se trata, isso
nunca.
Tem votado por muilas aotorisaciies sobre objec-
tos proprius de regulainenios : nisso nAo se pode en-
jergar delegacao do poder legislativo ; mas o raso
uan he agora o mosmo. e se passasse o artigo addi-
livo tal e qual veio da outra cmara a delegacao
dava-se, e gravissima. Ora, concelie que a asse!n-
bla geral possa commeltcr ao govemo s disposi-
{es secundarias da lesislacSo ; mas nunca entre-
gar Ibe o direilo de legislar sjbre crimt, penas que
Ibes devem ser impostas, e penas as mais fortes que
se conhecem ; nao vi) na conslituicao disposicaual-
guma que permuta nina 1.1 delegaran.
Nao se argumente pois cum Minas opinies de
oulras pocas; nao ha paridade alguma : nao lie a
mesmu eoosa mandar lazer um Cdigo penal c po-
lo em etecucao, e aalorisar para reformar secreta-
rias, por evemplo.
Oem.iis, nein Indas s autorisaces que se tem
dado liveram o voto do orador ; reconliece pelo con-
trario, que muitas nao deviam le foilo parte de
BOOM le. E em nutros lempo anda se reserva-
va para pprovacao do poder legislativo a approva-
cao das rcliirmas que impnrlavain augmento de dcs-
peza ; ltimamente nein issu !
E, apezar de lodo. drz-*e : .r Tem-se feito. ron-
linue-se a fazer. n Nao ; a consequencia lgica he
outra : por isso...........que se l-in feito, e que dahi i
tem resultado buso, he que a assemblea geral deve !
pnr um paradeiro a ludo isso.
O nobre senador pela Babia di-s : l;a;n-se |
urna le que eslab>lera os limites il,i podor legisla- I
livo. O oradur enlende que a base das raas que
aparta, as atlrihuicOes dos p l?res execulivo e le-
gislalivo existe na constiliiirao, c que para discri- |
mnalas bala o bom sen-o dos l";ilailore. Nao
he pois precisa cssa lei ; iii-m lambis ibtnma ou- I
Ira que marque o que be importante na legislaran, |
c o qoe he secondar.o. Repele que basta o bom '
senso do legislador para o guiar, de maneira que
nao d auturisHcoes, que sao verdadeirus delcuares
do poder legislativo.
Nota qoe o Sr. ministro da marinba declarou, que
n3o pona em exerucao a autorisacao, ainda que
passisse ; e nesse caso nao sabe porque razao a pe-
dio ou a aceituu. nem pnque roustrangeu n senado,
e o orador, rollocandu-o na po-ic.o do uao poder
deiiar de volar, cuino votou.
Nao ouvo o discurso dn nobre senador pela Ha-
ba, pois por iucoinmodado ae luvia retirado, e so
leve dril- conliecinieutn pelo extracto poulicadu no
Carreio Mereautil; por isso, c por elar como
dlsse bastante incommodado, nao se esleude mais
em dar-llieretposla, e apnnlar argumeutos qoe nao
rompreliendeu. como esse qoe cousderou as aulori-
saces reslricces que o senado se impunha. Se
osou de palavra, loi s para mostrar, qoe sem ron-
tradiccao poda volar contra a autorisacao comanle
do artigo addilivo approvado na ootra cmara ; co-
mo ero ter conseguido o seu fim, nada mais acres-
cenia.
O Sr. Mrquez de Paran (presidente do coti-
selho. esl "convencido que. se o'nobre senador que
acaba de senisr-se estivesse ao faci do que se lem
passado a respeilo desla materia, nao tomara parte
na discossao pela maneira que o fez. islo be, nAo
pretendera assassinar a om morlo ; nAo suppona
que anda eslava em p urna autorisacAo que fui
supprimida, e nao julgaria preciso fazer uvir a sua
voz poderosa contra essa disposicao.
Antes do projeclo vir ao senado ja o Sr. ministro
da marinha havia declarado, que annuia a elimina-
do da autorisacAo; anda na es-ao de hontem
lembrou, que linha votado pela emen la que altern I
o artigo addilivo approvado na outra cmara : era I
alguma se deve dallar de dar
Ibo de estado da decses do
como as eousaa se pastaran).
O antecessor do orador ap eeniou no senado um
prujerlo de organisacAo do ll esouro a da lltesonra-
nas; e, pu-lo que euleodexe {que o tribunal do the-
souro devia s-r meramnte|consultivo, menos em
materia de turnadas de comas, todava considerando
que nutras prssoas consWenadas como muito com
plenle nesles .K-umplos. e ejnlre ellas o Sr. viscon-
de de Caravcllas, tiisleulav
Kequeiroque pela secretarla do imperio seboli-. phvsicos, como o da fasta exlensaode pomo lerrilo-
cile cun urgencia os segoinlcs eaidarecimeiitos: rio rom pooca populacAo, bslarulos moraes, como
I.M) numero dos empregartos da cmara imini- o de cerlos prejuizus e hbitos de nossa popiilac,ao
Ibcsouro devia le altribuic,< e deliberativa, acre-
dilou que o senado nao "e1
eSnsicnon-a no proierlo ; I
restringir a, allriliuies ocl
em um projeclo do Sr. vis
que
tribunal do
rallara desta idea, e
iuiiaiido- lieralivns que eiiiliam
le de Caravellas, tolo
elpal da curte, inclusive os guarda-licacs e seos e da Talla de prompla vigilancia e inspeerao em lu-
',e |,er',v^ vencimenlos. I dos os punios do llrasil, e obstculos polu'icus, como
! seo T <-'ua"1" re'"lea 3"opaado o imposto de o acto addielonal, que deu as assemblea provincia-
'h. c'"r""' ." p< atlribuicAo de promover a Inslriirrao primaria.
I! e? f ... "'. ,. c e dessa surte parece dar occasiao a fracmar-se o en-
L ', ? "" ''<""'"' Pp,lf a",.Sr- 1'renlenle sino, sem um centro e um ponto de o, idade ueste
; que baja de inlerpor os seos bous oflieioi para cum assiimpto ; dizia en : precisi-se do concurso d-s de-
a coni.ni-s.lo a quem fot rem-ilida orna reprsenla- vocSmsinceras; precisa-se smente da cooperacAo
, cao oa mesa ,|H ,.,|d (.dsa Misericordia da capial de todas as dedicaces sublimes ; he dever n3o es-
nu lora, abuidedar um parecer qualquer sobre a morerer. mas continuar com perseveranra entrar
mPieria, visto .cliar-se em discOSSAo o ..remenlo do em novo ensains, scmpie rm novas lenUvu. sem-
imperin, e ser occasilo opporluna de tratar destj
quesl.lo.
O Sr. Prndenle declara que a commis,o alten-
nao leviam ub.s(ir. ut 1.1. c
nenio, e lira adiado por pedir a palavra o Sr.
Huir Rocha, o seguiole parecer da commisso de
fazeuda :
A couiinissao de fazeuda, para poder emillir o
seu parecer sobre a prelenrao inclusa do baeharel
Francisco Anl......i Pereira itocba, pedindn iseu.ao
dos dire.lo de ...iporlarAo de lodo o ma. hiuis
antecessor ollerereo a
projeclo nese sentido.
|evam.n-lo. esla arlinu
RO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO DOJDft I DE JCMIO DE 1856.
PresUencia do Sr. Manoel Ignacio Caealcauli de
Ijxeerda.
As 10 horas e tres qourlos, estando presentes :I0
Srs. senadores, abre-se a ses>flo e approva-se a acta
da anterior.
0 Sr. primeiro secretario da' conta do seguinte
expediente :
1 res odiaos do primeiro secretario da cmara des
deputados, acoinpanhando as emendas da mesma
i-amara a proposta do governo Bxaudo as forcas de
Ierra para o auno de IS.J7 alK.V<;e as proposi-
cnes, orna creando no municipio da corte mais u.na
Ireguezia com a denominarlo teS. Chrstovao
e nutra approvando a penao concedida a I). I'ran-
cisca de Oliveira Lisboa.Vao a imprimir, nao
o estando.
Sao approvado rtous pareceres da eommissAo de
fazende, um pedindo inlormacOes ao eovernn sobre
o requerimenlo do padre Joaqun) Lu/ de Alinela
Horluna, que pede o pagamento dos ordenados que
se ficararo oVvendo ao commissario pagadur Anto-
nio de Torres Hornern, de quem o suppliraute he
cesionario ; e outro propondo que se rchive o re-
querimeuto da irmandade do Sacramento da anti-
ga S desle bispado, em qoe pede i concessao de
loteras para a conclu-Ao das obras da matriz, visto
que esta pretenrAo ja se acha atlendida.
I'ica obre a mesa om parecer da CiimmissAo de
cinprez.i privilegiadas, propondo qoe na rcsolurAo
da cmara dos depoladoa, qoe approva o privilegio
concedido a Francisco Antouio Pereira da Rocha,
seadople a emenda que ouerece como artigo addi-
livu, approvando idntico privilegio concedido ai.
Dr. r'ilippe Upes Neltu.
He apoiada e fica sobre a mesa a segointe :
/itdicarSo.
ludico que, a eiemplo dii cmara dos Srs. depu-
tedos, nesi.i rasa leudan) franca entrada e asenlo
os ministros de estado que nao o tiverem como se-
nadores, deslioando- especiaesSilva Ferrar.
ORUEM DO DA.
Continua a terceira dbcosaOo adiada na sessao
passada, da proposla do govemo, filando as forras
de mar para o auno de It" a I8.8, com ai emen-
das approvadas na segunda di-cus-ao.
O Sr. risconde de AVmquerquc, ja leve acca-
siao de dizer que as reparlIcOei da marinha e guer-
ra absorviam quasi melade da renda pablica do im-
perio, o que receiava que o nossoa meios venham
hem depressa a lornarem-se insulliciriites, se nAo
bouver grande economa na ariminislrsc,ao daquji-
las repartiroes. Agora observar qoe desde a pro-
clamadlo da independeucia falla-se na necessidade
de que o paiz (eolia ama marinha de guerra, ap-
plicam-se meios para o conseguir, e no lim de Imi-
ta annos o ministro desla lepari.rau declara, em
seo relatorio, que uao temos niarinheiros, nao le-
mos navios, e al nem temos secretaria Nao im-
pugna em tudo estas eipressoes, e presume que al-
gum erro ha neele assumpto, que nao deve ser im-
putado aoSr, ministro, porque urna inlelligencia se
tem dado a conslilu(Ao que torna dillicil n desen-
volvimento da forja martima uo lir.i-ii.
A constiluicao admille art I7l 5 H, a liberda-
de de industria, e por este principio tem-se eulcn-
dido qoe a industria martima he livre, nao sollre
neuhuma reatriccjlo, presumindo-se tambem que
em virlude de tratados qoe temos com algumas po-
tencias, essa mesma industria eslava ale ao alcance
dos subditos de laes naces, sem que por isso dei-
xasiem de conservar todo os seus privilegios de es-
Irangeiroa. o que acontece he que nao temos nia-
rinheiros ; ouvo dizer que, ainda ha pones das,
H7JmHSLtJS vff'r de guerra Babia cau- porlanlo dei'eceV.rio que'o 'o^re" sTnadoTimpug-!
M allltccao no arsenal a larefa de a.ranjar mar.- nasse urna disposicao que ja nAo existia no pro eclo
nheiros. Isto he mal aoligo, e provtm da ampl.-
dAo com que se quer cnteuder o artigo da constitu-
{ata que garante a liberdade de industria ; i.ias nao
.- projeclo
em disrussao.
Nmguem duvida que, se a a-sembla geral quizer
ir dando aulorisaees para que o govemo faca todo
n m.n mII ____r_____ i. .*
norrnermI<,a.'"h"! PrPr0 tff^ esta ..correctivo | o que elle deve fa'zer, ha d'ecbegar a annlar-se ;
rnNn,m^m?i,Ren"-e "k"" Pode I t o bom senso dos leg.sladores, em que
pryMd. ama VI qoe a Hito opponha a seguran- o nobre senador por I'ernaml.ucu tanta conliaura
i.a dos ridadcs
Ora, a industria martima nao he om elemento
de seguranza pablica 1 E se be. devera ser livre
a todo o mundo exerce-la senAo na forma das leis
que regem o paiz '.' O obstculo, pois, nao provm
da conitituicTio, mas da ma' inlelligencia que se Ihe
ten. dado.
Na legislarlo que nos regia antes da nossa eman.
cipajAo poltica havia dado boasdisposlres sobre esta
materia ; se foisem execuladas, outro seria o esta-
do desle ramo de administrado ; e de cerlo era
mais convenirme fazer por em pralica essa legisla-
cao do qoe cuidar na inculcada reforma do rtgo-
lameolo provisional da armada. Cansa estranhaza
que se deixe de tratar das reformas capitaes de que
carece urgentemente a reparlirao da marinha para
attender-se o um mal que be tjifim'ivamenle pe-
queo em compararan do delcixu que vai por ou-
lras materias que iuleressam mais a nossa ma-
rinha.
I'ela eiladj legislarlo uinguem podia construir
u.na embarraran sem pedir brenca aes arsenaes ua-
naes, que eram obrigadns a dar de grara os mode-
lo. E na verdade, como se pode coiis'enlir a qual-
quer iudividio que couslrua nina armadilba, que
lenha de dar em resullado o sacrificio de muilas vi-
das Semelhaute industria u.io pode deiiar de es-
tar subordinada a vigilancia do governo.
Em harmona com essa legislaran sabia, e qoe
llanca
mostruo, para evitar semelhanle resullado.
(Ira, como se fellou em reaeco, o Sr. ministro
leve de pedir a palavra para mostrar, que tal reac-
cao n.l j luvia. Fui isso que o levou hontem a fal-
lar, e nao para sustentar una disposicao que ja es-
lava revogada com o proprio voto de S. Kxe.
Todos remolieren. que 0, artigos de guerra sao
por demais severos O mal que dahi resulla, he na
verdade modificado pelo conselho' supremo militar ;
mas nao se pode negar, que nisto ha inconvenien-
te ; o poder moderador uao pode ser exercido por
um tribunal. A reforma, porem, desta materia lie
complicada ; alterados os artigo de guerra, he pre-
ciso tirar ao conselho supremo a altr.huicao de mi-
norar as penas : importa pois a reforma .leste tri-
bunal, e nao s a da legislaran penal da armada.
He porem .lo tao urgente, que o Sr. mini-tro a
nada mais deva attender. ou he cousa que se pnssa
lazer em poui os mezes '.' De nenhum modo. E foi
por esta razao que o Sr. ministro da marinba logo
declaren, que nAo faria qoeslao da autorisacao, por-
que nAo iinli i lempo de proceder a reforma em S
mezes, de modo qoe a poaesse sujeilar i assemblea
geral na sua primeira reuniAo.
A' vista de ludo isto, e depnis da deciso do se-
nado em segunda dicussao, nao havia mais materia
para semelhaute discussao ; mas quiz-se inculcar
que havia urna reaccao, e n debate appareceo. A
verdade be, que lal reaeeHo nao lia que as aulo-
-... -- ~" -". =uio, cmici v ernane lie, que la I rerelo nao ha auc as
XZTSES-SrfX Pr,"-eM-se !a,n"cra e- "-. V*** em e.-ed,das. estaa. ,
,reea^f"ll.U,l"'8r:,l,:,e.0U,r05 "^T" "- "' do pal,, e I,io de sem duvida alguma
ecessi-
nregados "--T-V-~.......------,--------- C"'.'~" i !, o .o oe sem duvida alguma conti-
iiregaaos nos eslMeiros, para ter semelhanle indas- naar a ser dadas pela assemblea geral.
He inegavel que certas autorisarue nao devem
ser dadas, pois que uenbuma conveniencia pode ha-
ver em que o corpo legilalivu ae annulle ; ma
nem por isso os nobres senadores, por urna necessi-
dade que julgara ser da siluacao em que se arham
como meinl.ro da oppos.rao, devem descouhecer
"e- '"''',0 dsi1 vislai da administrarlo,
tambero n>viam boas providencias acerca da ma-
l, d.agem. He verdade que o nosu regulamenlo
da, capitanas dos porlos dispoz que ellas lizessem a
malrtcola de todos os marrdieiros dos navios mer-
cantes, que os dividiesen) em serenes, e que essas
ros, porque os nacionaes nao podem competir com
quem tem um tal privilegio. Ora, se esses eslrau-
geiros nao se querem sujeilar ao serviro
porque se cunsenle que exer;am semellianle ._
tria ? He iiinegavel que o anga sjslema de cons-
crpcao para a marinha era excelleule, e devia ser-
vir-nos de norma.
Apegar de tudo isto. ha 10 annos que na repirti-
co de marinha se Iraballiava, se nao enmn se de-
via trabalhar porque envilas as nus'as reparlres
publicas o trabadlo he u.na inarralAeiriW roas ao
menos de urna maueira muilo sollrivel ; e alo a olti-
cina de macbinismos de vapor produzia tralialho
ligo dessa le que o nobre senador anontoii,
3 eslran- i nan eslava e... opposiran com a lei, que crenu o con-
nacional, i seibo de Miado. Depois de eslar era vigor a lei
le indus- | que refor.nou 0 tbesuiiro. inlerpozeram-se recursos
para o conselho |e estado de dreise. dn tribunal do
thesouro, e delles ,a loinou conheciinenln : mas
aronteceu que. depois de certo lempo, na orca.iao
da serrjo consultar sohre om doses recursos, fui de
parecer que nao devia haver recurso dasdecisps
do tribunal do tliesouro, e awiao e resolveu. sendo
minislro o antecessor do orador.
Ora, por sua parle nao adopta semelhanle riou-
ti.ia no uacmuisinos ue vapor produzia traliaihos trina ; emende que nao se deve ncivar de dar re-
mis baratos rio que na offlcioi particular da Pona curso para o conselho de estado das decisoes do tri-
da Area. A repartirn pois u,io se achava no es- liunal do thesouro ; e nao el lor.ge de promover
lado em que o Sr. ministro boje a descreve ; e fa- que se reconsidere aquella deciAo de coic-olia Em-
snlia. Em
de ro annoalinente, quanln, porem. lulo Ibe resta lempo para ocrupar-
enlretaoto qne actualmente pede-se mais de .'i mil se rom Isso, que remedio tem eno fazer cunprir
ronl"i uma decisaa, que lem forra de lei.' Ma nem por
Se porm o orador csla'em erro, se a industria ; u* he menos certo que o mal apoalado pelo nnbrs
marilima deve gozar em Inda a amplidAo dg liber-
dade, cotao rumprc lomar alguma nednla'qae faca
tia-se tudo com :l mil cnul
seuador por S. Paulo nao resullou .la autorisacao
dada para reformar-M o thesouro, c sim de poste-
rior resolur.ln de consulta da seccao do conselho de
estado, e consulta que nao foi provocada pelo go-
verno.
nprc limar alguma medida qoe faca
diminuir o mal ; romo pnr e.einplo, flbandonar-se
o navios de vela, e lazer o serviro s com va-
pores.
<|pn. a T'".'10 di/er 1"ea '"rTerenta entre a | Acresre que. e da autori-arao dada pa.a reforma
i ae e ,ni1 conloa de res provm dn ne- : do luesaoro deve resultar cen'iira, essa ceixura re-
cessmade rio embaracar o Irafieo de Africano. Re- cahe sobre o senado e a assemblea geral.
ennnece que he nee-ssario cuidar desle as.umpto, O orador he de opnMo, qoe tribunal do lh-
porque lie de opiniSo que o trafico u.io esta' esli i ooro nAo deve ler atlribuices deliberativas, excep-
to esla mesmo deliberado a n.lo deixar pela ua lo em maleria de loma las' de cuntas ; rieve ser
parte .le c.oc.rrer rom .. sen vot para a adoprao consultivo, p.1r1 q. x ,espoiiabilidaile das deci-es
iiequaesquersacnricin., afim de arabar por ama poM rec.-.liir sobre o uiinislr.. da fazasda, e que
vez cora semelhanle mal, sacrificios que prev e m- este nao e limite a homologar com sua assi"na-
eua que bajara de vr a s-r extraordinarios por- lurs as decisnes do irihunal do thesouro na. qiiaes
qne o irahco tem grande ocenrlvo no grandr ni- I pode ler lido venci entrelanto que a respona-
Ma, como dizia, o seu
' eomidoracjlo do senado o
Indo a uma eommissAo para
, nielbor, que -e de.se anda lenlu a urna resolma...
que linha ViOdo da cmara dos deputados em ls'.li,
ou antes dise, aolorisande k- enverno para lazer a
Llorna dn Ibesuiiro, c as-iih 0 propoz. O Sr.mi-
; nilroda blenda riaquella ip|ura declarou enlle que,
| se tal autorisacao passasse, (lonco ou nada se pode-
. ria desviar do prujerlo, que. havia apresenladn. A
I aiilorisarao pasou e com efielo ese projeclo foi
, convenido na lei que refurmou o thesouro e que
deo ao tribunal do IbeMrol as atlribuices delibe-
I ralivas que ora lem.
Ora, se n senado livcse rjiscolido o projeclo, lal
vez que an tribunal do thesouro su se tivessem dado
aliribnices con*ultivas; ej e o que existe a esle
respeilo be mno, a culpa uu he do orador. Tem
em vistas acabar com isto; mas nao se pode fazer
ludo em um da.
SAo estas as rellexea qne julgou dever fazer.
Enlende que o corpo legislativo pode dar aulo-
risares ao poder execulivo ; mas que taes aulori-
saees mlu devem nunca allingir limite que in-
vulvam a aunull.irao e ahdi.acao do poder legis-
lativo.
Nao estabelece regra regal para conhecer-se laes
limites ; reserva-se o direilo de entrar nese co-
nhecimenln. usando do seu bom senso, propurrAo
que se tralar de alguma aulorisr;ao.
O Sr. I'iseonde u> Jeqmlinhonha para explicar-
se, observa, que o nobre marquez.'senadnr por I'er-
nambuco, suslenltiu, que haviam autorisaces, que
eram delegares do po ler legislativo, e nAo podan)
ser fcilas, e nutra aulorisaees que nao eram dele-
gares e nao po.liam ser feitas. A consequencia
dislo he, que a assemblea geral tem o direilo de
dar taes aulorisaroes todas as vezes que o julgar
ulil ; e que o bnm enso, o jui/.o da assemblea geral
be que ha de decidir se lal ulihdade existe, porque
o uobre marquez nao especificou, uo declarou
o que era delegacAo e o que era simples aulori-
sarao.
Na opiniAo do nobre marnuez, a dUpnsicao que
fo. supprirairia nao devia sr concedida, era uma
verdadeira delegacAo do poder legislativo ; mas S.
Exc. limitou-se a enunciar a sua npini'io, nao de-
monslron que a constituirn oppunba-se a essa au-
torisacao. Dissebasta a exposicAo. basta ler a
eoosliloiclo ; por co.iseguinte,' nao apresenlou
preceilo constitucional, apenas den a conhecer a sua
opiniao.
Dito islo, 6 leretcentar, que ilgnmas das op-
nies que S. Exc. atlribum ao orador, fuiam apre-
senlada na rasa, sim, mas pelo nobre senador por
S. Paulo ; e que o oradur a olfereceu por by-
polhese, deduzida- dos principios eslabelecidos pelo
nobre senador por S. Paulo, mas com os quaes nAo
concorda.
O Sr. Soi/ra Franca nao concorda em que as ob-
servaces do nobre senador por Pemamhiico impor-
tasem asassinar a om mono, porque, embura fosse
approvada a emenda supprimindo porte dn arligoad-
dilivo viudo da cmara dos deputados, todava exis-
ten! no projeclo que se discute oulras autorisaces
quasi idnticas que nAo forain anda supprimidas.
Entra em duvida se as medidas que o governo
publica em virtude de delegcao |legisUtiva que Ihe
tenba sido dada podem ohrigar, lem forra de lei. O
arl. 17!) 1. da ronstituirAo dispe que nenhum
ciriadao pode ser obrigado a fazer ou deiiar de lazer
alguma eoosasenSo em virlude de lei.
Ora, o modo de faer leis esla' marcado na cons-
tituyan, e nao sendo observadas para a proraolg.icao
dessas disposees lomada pelo guverno as condiroe
estipuladas pela cnnstituic,Ao qiianto ao modo de'fa-
zer as leu. parece que essas di-pusires nAo sAo lei,
e n,io podem ohrigar.
A quesbln das aulornare esla' julgaria. al pelo
qoe disse oSr. ministro da fazenda, qaando decla-
rou que na reforma do.thesouro o seu antecessor nao
fez u que julgava melbor, mas o que Ihe pareceu
tendele a conseguir que a autorisacao passasse no
senado.
Nota que S. Exc. reconheceu a necessidade de r-
rogar a resolur.lo de consulta que acabou com os re-
cursos das dec.ses do tribunal do thesouro paia o
conselho de estado, mas que todava nao lera promo-
vido essa revogac,Ao.
Mas a questao principal he ela : EslAo moras
as delegares '. Tanto nAo eslAo moras qoe all
*e acham no prnjecui nutras aulorisaees que t*
venia.letras rjelegacjies ; e anula ha pouco, em nm
sparle, o Sr. mimtro da marinha disse que, se Ih'as
dessem, aceitava-a. Se assim he, claro lica qoe o
nobre senador por l'eriiamburo nAo veio assassinar a
um morlo.
Mas este assumpln ja foi de tal modo discutido pe-
lo nobre senador porS. Paulo, que nada deixou que
dizer. E a isso os nobres senadores nada responde-
rn) ; apena isseram qne as conveniencia deviam
regular a questAo : de maneira que enlendem que a
coiisiituic.in deve licar a' marca das conveniencias
e caprichos de cada momento, e sojeilas as maiorias!
raesa a mostrar a inconveniencia de approvarem-
se as disposees que auloriam n governo pira re-
formar o corpo de nade, e para augmentar os ven-
cimentos de certas classes da armada ; e declara que
nao vola por islo.
Chama a altencao dn senado para a tendencia do
governo em augmentar as despeza publicas. A ma-
rinha ga*!ava ha bem pouco lempo cerca de ..........
:l,IKK):tMHr?orK) contos; em IS.. a 1855 ja custou per-
lo de 6,(IO0;00O3<)tKI conlos ; quem sabe em quanto
importara a despeza no auno financeiro que acabou
hontem !
Exlranha o melhodo d rlassiCicar.lo moderno, em
virlude do qual at o ollicxes de Caieuda, os de
apilo e oulras classes nao sAo contados na forca lixa-
da, de maneira que este excede em moilo o que de-
via ser.
Tambem ola a maneira fcil porque S. Exc, des-
crevendo com negras cores o frute esladv da repar-
tirlo da armada, laoca toda a culpa sobre os seus an-
tecessores e at vai buscar a origen) dn descrdito
da marinba no decreto de 1853, que passou a acade-
mia para trra.
Entra na demonslrac.lu do dficit dos ltimos ao-
nos linanceiros, e declara que, desde que ha um d-
ficit lalve de 1.000contos, e uma vez que o Sr. mi-
nistro da marinba disse que nAo achava conveniente
empregar os navios da armada na repressao do tra-
fico, pareca que S. Exc. nAo precisan de navio
para apodrererem nos porlos, e devia rcnlenlar-se
com menor forra do que se Ihe d para a sua repar-
lirao.
Em concluso vot3 contra toda as aulorisaroes;
al mesmo cunira a parle do artigo addilivo que ja
fui emendada, porque he uma perfeita burla aulo-
Tisar govemo para aquillu que a ronslituicAn ja o
aulnrisou. Ao governo cabe pela conti!uirAo dar
regulamenlos para a boa eierucAo rias leis' s.i po-
den) er feitas pelo poder legislativo. Vol? pois con-
tra as autorisaces, ou por anticonslilurionaes ou
por inuleis.
A discussao fica adiada.
0 Sr. Vretidenle. declara que a ordem do dia he
a mesma.
Levanta-te a sessAo depois .le > lloras da larde.
CAMAItV DS SRS. DEI'LTAIKiS.
SESSA' EM 1 DE Jl 1.110 DE 18
Presidencia dn Sr. risconde de llaipendy.
Abrio-se a peala a hora do costume.
I.ida e approvada a acia da antscelente, o
primeiro secretario da' conta do seguinte expediente:
1 m ollicio rio ministro do imperio, dalaov de ->\
de jonhn prximo pasaado, cuinmiinicaiido liaver-se
na mesma dala expedido avisn aus presidei.les das
provincias de S. Pedro do Sul e da Parahibi, para
que sejam chamados a tomar assenlo nesla cmara
os supplenles mais volados que devem preaichcr
uma vaga que se da' na represenfsrao de cada uma
das ditas provincias. -- luleirada.
dem do me-itio ministro, com a mesma iata,
cummunicando haver participado ao ministro di fa- ;
zenda ter fallecido a 25 de junbo o conlinuo disla
cmara, Jos Mara Pinto. Inteirada.
KEQI'ERiMENTO.
Keqnerimenlo rio Dr. Ilenrique Aulran da Mata |
e Albuquerque. cnminissarin-varcinador ria provii- t
ca da It lina, pediurin auL.mei.lu de ordenado. -- .V' I
coin.nisAo de penses e ordenados.
PARECERES.
He approvado o parecer da cornmissan de pense
c ordenad.., (que| manda ouvir ao governo sobre a
representaran que a" cmara dirigirn) ns em-
pregado do archivo publico, ptdindo augmento de
vencimentos.
Slojulgadosobjeclosde deliberado, c v.lo im-
primir para entrar na ordem dns trabalhos. as se-
guinte resoluces, com que conclue seos pareceres
a rommi-sao de penses e ordenados.
Primeira :
Artigo nico. Fica approvada i aposenla.loria
concedida pelo decreto de -1\ de oulubrn de 18%} ao
lu.zde .lirn,. Iranciscode Paula de.Negreiros Saylo
Lobato no lugar de desembargador da provincia'do
Rio de Janeiro, c com o ordenado animal de I. J09
rs., revogando-se para este effeito as disposices em
contrallo.
Segunda :
Artigo nico. -- Fica afprovada a aposeutadoria
concedida pc|., decreln I |:| de setembro de 1855
an jiiiz de direilo Francisco Vleira da Cosa, como
ordenado annual de S:12-, revogamlu por esle effei-
to qu.ii'sqner dipoires em conlrano.
O Sr. Figneim de' Mello pede an Sr presidente
que hajade dar para a ardan) do da o projeclo o. ti!)
.le 1855. que concede a' mesa da irmanriadedo San-
tsimo Sacramee.n da m.iriz da fregoezia da ltoa-
Viala. da capital da provincia do Pernamburo, uma
lotera.
OSr. I'residenle deelara qu* tomara na devida
coinrteracao o pedido do Sr. depulado.
O sr. Candido riurge.t pede organera i cmara,
que Iha concede! psra ler o segajnle requerimioto-
npie rm novas tentativas, sem.
pre em novos eeforcni para remover os obstculos ;
a obra a.lenla e v jarosa, a f robnsta, a constan-
cia, sjo ns meios de chegare a felize resollados.
Na mesma Franca nao ha um s anuo em que algu-
ma nova lei, ou algum novo ilrcreln nan soja publi-
cad concernente a melhurar o svstema de entino,
e ainda assim a Franca nao jnlga ler cl.egado a per-
leica.i qoe ueste ponto aspira.
(I Sr. Ocliiviano :Apoiado.
(t Sr. Paulo- Baptilta :Isto posto, felicito aoon-
i,___ ," -------- .. "" iiiiii.i aanans enirar em cena nr
l.u-0 da cmara, I deiiilhorie ISoli. C. C. de .qne as lenho como verdadeira.
Lampo*. a. .1 Il^riqnes a Esl( es|abf, |(> f()rle ,. obriatori0i
iwlZ. e"e e"""" que nil WMBMrea he o meio que lodos
f..!!.-. i rimiira pune. t*m para, adquirindo cortos conbecmenlos, po.lerein
ontinuaa primeira discussao do projeclo n. 76 do adquirir a cunfirmacAo de direilo, de cidadao ; a
Teiven-,1. 'qUB r,e,imsa de Manoel fundar.,,, de uma casa de asvle para os menino, po-
^itti^lf"f*?firi!iaI.?Wl!!,Bwl,a t^fMawatat. lionleii, l.lo bemfazejas e tAo necesari*s
daiiidepeiirienca da Babia, nAo faz prova plena que para auxliarein o ensinu obrtatorio.
ES?. irlI!ar a Ca,n3^1, \ DeSar ? I'3"""'" que- Vamos procurando um bem qne nos he indip=-
acia I" T" q"e. r* ,"Va" ',UC por,ou pu' i i s,vel : :"'0,ll0 1ue se oia l'0,le ( en) odas
o aclodo invenlar.o nao fallou em Semelha.ile dn- ou algumas da, provincia,, faca-se na corle ; seja a
dala puslenor. a em que ,e diz ter sido feita a re- jgem e a minha conviccSo.
r^^S^J^!!^""! a"i".llia,. e obJclos i A",J '"<* na iu'lrucrao nao pode ser esquecida
a parle lalvez menos fallada, esegurameblc a mais
que Ihes foram exlorquidos, acompauhaudo-a da re-
lacio dos objeclos lirados, o que ludo cumia dos
auios.
Em 18:li, quando o general Labalal defenda-se
d.s aeeosacoes de violencias feitas a propredade do
Ieixeiras, u,lo se justilicou recorreudo a essa te-
uunca.
Se lal renuncia se den, porque e governo da pro-
vincia ma,, i-,.i inventariar os heos eilorquidos
esencia!, islo be, ledoeaejla ; pois be esla quem
funda nos meninos ns hshilos disciplinares, dirige a
vonlade sujeitan.lo-a razan, e forma ciriadaos o-
hediente, amaiilts do Irabalhn activo c boneslo, e
faz surgir lodos os caracteres de ordem o morali-
dade.
Ora, eu me persuado ningoem poder contestar
as juslas rellexrs que fez um dos
Depois, quando mesmo a doaco se livese dado,
em pretenca du nosso Jireito nAo se pode dizer que
be valida. Tamiieiii o orador combaten: o parecer
do Sr. Saraiva pelo lado jurdico.
O Sr. Jos Ascenso manda mesa o seguinte re-
querimenic de adianieiilo.
Proponho ,,, idiameiil.i para ser discutido o pro-
jeclo com a lei do orcametiti,. r
He apniado.
O Sr. Ilenrique* manda a seguinle emenda aditi-
va ao diamenlo d Sr. Ascenso.
a A pasear o arijamente, requeiro qoe o projeclo
va eulretantoa cominissAo de consliluiraoe poderes
para declarar se, a vista rio arl. 179 g i da coostilol
Cao do imperio sera' licito conhecer de novo acerca
do mesmo projeclo, leudo elle cabido em u.na das
sesues de l->4, e devendo reputar-se por tanto lin-
do o prucessu que o rootivou. a
O .,.llmenlo he julgario disculido, e a final rejei-
lario, licaudo prejudiraria a emeuda.
Continua a discs.isao priucipal. e fica ella adiada
pela hora.
SECUNDA PARLE.
iircamenln do imperio.
O Sr. Fduardo Franca obleve a palavra *m pri-
meiro lugar. Comerou por lamentar que o govemo
se queixasse do embararos que em cerlos ramos rio
servico publico Ihe causa a falta de uma estalislica
completa e digna de cnnlianra ; o remedio a seme-
llianle mal esta' sem duvida" algnma as mAos do
governo. Basta qoe se empregue no meios de ob-
lermos uma boa estalislica a mesma aclividade que
se emprega nos quesleseleitoraes, para que a falta
que se lamenta seja perfeitamenle remediada.
Em seguida eulrou n'um dos ponto, principae, do
seu diseorsu: escola, de medicina. Dpois de pronun-
parles e tende a loram.
nm tu lypo nos costumes, na, cren.;as polticas e
religiosas de torios os Itranleiro.
Por este lado he ainria conveniente que a corte se
enlloque frente de lorias a, reformas e de todo o
progretfo ; he memo indispeusavel que o governo
geral busque todos us meios de harinouisar nesla
parle os estabelerimenlos de insIruccAo creados pelas
asambleas prnvinciaes, ai material da entino, seus
regulamentn, com os ria corte, e que seja solicito
por torios os meios em uuiforinisar o que pui sua na-
tureza rieve ser uniforme.
I m Sr. Depulado ; Ma o acto allicional se
epp a i-io.
O Sr. Paula Bapttsta : o aclo addicional nao
se nppe ; os podere geraes teem muilo meio, de
lazer o bem e a felicid.ule de todo u imperio mui-
tis apelados); e ja que se Iratou na leatlo de hon-
tem desla qoeslao, ousarei dizer qual he a inlelli-
gencia que dou ao acto addicional.
A lei fundamental em uma de suas disposices
garante a todo, os cidariAos a insIraecSo primaria,
gratuita ; depoi o aclo addicioual disse que ficava
sendo da atlr buirAo rias asemhlcas provinciaes o
promover a instrucr.lo publica e crear eslabeleci-
mentos para esle lim. avepto os cursos jurdicos,
academias de medicina, e quaesquer oulros estabe-
lerimenlos que para o futuro fissein creados por lei
geral.
Reparai portanto, setihores, neslas uitimas pala-
vras escripias sem dislinccau c quaesquer oulros
estabelerimenlos que para o futuro turen, creados
por le geral.
De todas esla, disposices o que uu concluo, be
que o aclo addicional naoquiz privar os poderes ge-
raes de lamben) conenrreren) para a inslrurcn dn
povo ; mas que nesla grande obra de instruir e
ciar se contra a reforma que ltimamente leve tu- moralisar o povo admitliu o concluso de todas
gar, oa qual s se atlendeu a' theona, levando-ie o
excesso oo ponto rie ,e crearem cadeiras que nao ex-
isten) na, principaes facultades d.i Europa, ao passo
que o estado pralico ficou completamente abandona-
do, hko pudendo us estudiles de aiialomi.i. por ex-
emplo, rniilareiii se quer com o, cadveres para as
iiidi*penavei* dessecee, declarou qu* seulia nao
lera' mao os estatuios das referidas escolas, poisqui-
zera pergunt ir qual lie a v,-t ( dellas o verdadeiru
senlido que rieve ler a questao .. ."emocao dos subs-
titutos. Pelo qoe se rieu com um uhslitulo da es-
cola rie direilo, teme o orador que o governo nao se
pilguo no caso rie fazer o mesmo com algum subs- f
titulo das escolas medicas, lie misler quo antes que
laes caso se dem fique bem Asado se o substituto
removido de uma para ootra academia continua a
contar a antiguidade com annos que ja linha na aca-
demia que deixa, nu se deve conlar ama antigui-
dade nova. Eta .quesl.'io be muilo grave e ser
porque importa a direilos de lerceiro, e podem ler
feridosse se der a primeira hvpothe.e. E esse ler-
ceiro, deque falla, deve enlender-se que nao sao so
os substituios, mas ainda os expositores, cojos luga-
res se lornarain muilo apetecidos, em cootequeocia
da esperauca que nutren) os queusoccupam, de pas-
sarem a substitutos n'uma poca maisou menos re-
mla. Nao he s, porm. sobre este ponto que o as-
sumpto de que ae occopa o orador merece reparo.
Referindo-se aos exames preparatorios que se exi-
gen) para a entrada na, escolas de medicina, per-
forras, e a cooperaran igualmente, e ellicaz, dos
rieres geraes.
Um Sr. Depulado : Esla inlelligenHa u
ouvi.
O Sr. Paula faptisla : Ser singular
em ludo o caso he miuha, e he a que .lou ,
sir.o citada,.
O Sr. Paula Candido : He para raim a ve;
dadeira.
" Sr. I'aii'.a laplista: J vejo que nAo es-
to solado ; jn (enlio o apoio de om joizo illus-
- lie contraria prerogati-
> icia.
. ...na i*u.i,.i(a : He a mai, favoravel
possivel.
Senbores, eu lambem soa de uma da, provincias ;
i a ni u-m presumo ter toda a lealdarie a cerlo, deve-
e_por isso vos digo que se na posicao em que julgamen
Ja set applirada aquelle que actualmente teem seus
eiarnes relise qoe os nao po lem perder.
U r. i/.iii.iro do Imnerio : Ouaulo a estes ns
T1SST Ulm ; PV,slpJ'' Jberaci. ue-
,1,bm e?,"1'",' 'U*<">r. regiilamenta podia
A S l' U?l?t-"*{"""' ,""M' 'enca
desla e iheiac...: do eonselbo de estado, e .penas
liav^a lulo o reg, amonio allnei rc|alu'H>
S. Exc, cujas explicaroe, igafi nioi(0 me W|M,
zeram.
OSr. presdeme convida o Sr. -t^-tr-crniari,, a
orriipar a cadeira.
Aprnveilo a occasiAo para u,e, urnd -.fr- .
lalvez mesmo folil cuiisideraran s,i|,re a roloui-
S.ir io.
i>s no,o.igricullore estn dnplicadaatente emba-
rarados, ja pela falla de bracos, e j por babilns in-
vr 'Tal,.- e pela forra da rolina.
A imprena he o meio poderoso de illoitrat e con-
citar a aclividade humana a grandes inlere-ses ; ne-
nhum meio. nenbiima queslSo conreriienle i ar'qoi-
sic.lo de nnvas furras para a lavuura deve ser esque-
cidn.
Enlre os diverso modo d rnlonsaco me pare-
ce que ua lavoura de canuta principalmente pode
er admitlido o Irahalhu por parreria, c se islo be
praliravel, creio que este meio ser um incentivo
forlc para atlr.,I,ir colonos ao nosso piz.
lie cerlu qae este inrin he todo do interesse indi-
vidual, e sao os proprius agriculiores que o devem
empreheiider ; ma, j disse, elles devem ser ins-
truidos e animados, e creio que a animaran para a
iniciativa dos meios al cerlo poni o govemo pode
preslar-se.
PeUCO dire sebre a narionalisarao do rommerrio.
Oque muilo me jpraz he ver na aclualidade es-
la quesiAo dehaixo do dominio da inlelligencia.
poUs assim poder-se-ha chegar a elizes resul-
tados.
A, idea, extremas n.lo provocan] senao perigos e
reaeces. o as reacres sao os maiores obstculos ao
bem que se desoja.
Permita a cmara que eu diga algoina cousa so-
hre a questn que lem apparecido no crrenle auno,
sobre as aulorisaees dadas pelo poder legislativo ao
execulivo para reformas.
Pote o poder legilalivo conceder esta autorisa-
cao t Pense que pode ; porque, quando elle a con-
cede, he legislando, e porque, quando legisla neste
sentido, j tem apreciado livre, moral e politicamen-
te a importancia do nbjeclo sobre qne .leven versar
a reforma, o senlido em que devora ser feita esla
reforma, as lululii ,r..e pralicas que possue o go-
verno para faze-la, e outra, moilas nrrumstaneias
qoe servem de fundamento ao voto das cmara le-
gislativa* na concessao ou negaran da autorisacao.
Para que sanecionar-se agora uma doutrina qae" a-
manhAa, era preenra de novas necessidades e de
novas nccurrencias, ja se n.lo podera manter e sus-
tentar ? \poindos.'
<> equilibrio dos poderes pnlilicos n.io se rompe
com o principio rias aulorisaroes, que reconliece,
respeita e acata o direilo das cmaras de aprecia-
rem livrementc o, motivos para enneederem ou ne-
garen) eslas autorisaces, e ante ha nisto perfeila
harmona, simultaneo concurso de conhcciinen-
tos Ibenricns e pralicns para melhurar -.e qual-
quer ramo do serviro publico que precisa ser melho-
rado.
O Sr. Ib- ti, n : E.HAn o poder legislativo de-
ve conceder sempre as autorisaces.
OSr. Paula liaptista: o'mcu nobre amigo
he muilo justo e generoso para me nao atlribuir a
Inepcia ou a lonca prelencAo de i,o.Mirar n poder
rias cmaras legislativas do meo paiz. NAn Uve cer-
tamenle a foituna de er compretiendido. Digo, e
e*la he a minha opinuln.que u porier legislativo es-
l eunobrerido, esl cercado de todo o prestigio,
conserva-se na altura rie sua misao, qoaodo con-
cede 00 boga qualquer aulurisarAo ao guverno para
reforma, por eflrllo de previa a'preciaro do moti-
vos, porque obra sem^que se possa riizr que elle se
envillece qusnriu coucerie as aulorisaees. .Apoiado,.
Milito bem..
O que he iiirnnreniente dizer, e se mo deve por
modo algum dizer. he que rom estas auloruares a
cmara se hn mi I lia e se abale. | .poiados.l
Cm Sr. Depulado :-Me se disse que era nm es-
cndalo da cmara dns Sr. deputados.
O Sr. Pauta laplista :Puis essas propnsices
assim ditas he qoe mai coniribuem para nes despa-
jar das honra da nossa misao. Nao be possivel que
em uma queatao desta calhegoria ,e abrace uma ne-
galiv.i ou allirmaliva absoluta, l'ma cmara cir-
rumspecta, eoOscia do seu man talo. zeloa de su*
dignidade e prerogalivas. no exame da, razes e mo-
tivos para conceder ou ii'aar autorisaces pedidas
pelo governo tem a verdadeira! gara-i-" ie sua in-
dependencia, sem Ihe ser precian Irae-
abrigo de nao poder conceder
crear assim para -i mesma em
Como esti em uso querer ca
nhecidassuas opiuies, e eu gos.
he bom 'risadas,, tambem quero q
nhecida esla m'iiha 0|iiniAo, que
^oiisenlauea i barmouia dos poden
Ora, deixe-me fallar sobre urnas
ainda ha poucos dias foram cooced
neral ministro da goerra.
Eu li o relatorio do nnhre rninis,
>e ^s-" '. nola^1-"" queei.e tea. ua parle
e regolamentar do exercilo. e fique,
) ver o como em um general distiuctu
os -entimenios de justira e a aeveri-
er se equilibrara por um mudoalmi-
, izermos em re-oe.lo. em veneracao .. dieran.
I Iminaculada d teo n.v. pagamos am centesimo de
juros dessa divida la ,V3,\. renlrahida a Je>o-
i Crucificado pelos herdeiro deAdo.
| ( rullo de Maria Santisaima.j.i como ma, de It..
ja como mai dos lioioen, he i.,., sublime e la. l-
came, que nAo era pu,sivel que passa.se deaaperre-
bidamenle no pensar dos jovens acadmico da Pa-
cul.lade de Direilo. Klle, possoido, da. sanias tra-
i dicraes desle augusto cullo, tan dar a prova mai-
robtisia de suas rreiiras, manifestando apparalusa
mente o respeilo e devoro que tribolam a mAi de
| Den, com a inaugurac/io de uma c rporarjo rom n
lilulu deIrmandade de Noasa Seahora do Roa-
. -e h...
h '. i, .... entre oulras disposices dos estatu-
to, da irmandade, que fariam parte della: o direc-
tor, lentes, secretario, esludante, da Facnldade de
Direilo e jirufes.ores do Collegio das Artes.
No dia 8 do conenle. nativi lade de Nom w-
nboia. pretende-... mstallar irmandade, e ne..
dia salnr.i do II pino da Penda a imagem de No.-
sa Scubora de Uoiii-Conselbo, em procisso solem-
ne, para o convenio .le San-Francisco. Ae tanto
zelo evanglico e genernsjdj.le rJarMla do reverendo
Ndre prefeilu, deve er mui rrrn.ihecida a irman-
ude. pois araba de ..Herecer-lhe uma MMgern da
ara. du Bom Conselho ate que posta eblrr ooira
para o sen cullo.
' quinto anuo da Facnldade tambem foi repre
semana na ultima reuniAo da irmandade, cosan *.
Srra"r^'r','* bon> he S* "' P"ao.: os
Srs Jos Honorio R(z,nde de Menean. Joao ,l-
freh. t.orr.a ,1, oi.veira Ai.d.ade e Jnao ~ |...
de Moura Ma-,||iaes. A|aillls 9altM bn_
proessem respe.t, ao culto da Vir|.ro. arh.m qae
nao poderan gozar dos indultos da irmandade. l
pouco lempo que Ihes resla para acabar o cinio acadmico. Proceder esla raas para com
aquellos que podiam comparecer? Pode ser- res-
tando-nos suas duvida, porque se nem qoe soiin.
daquelle, membros da tociedade do. riacoesila
deem riez mil rei, por cada partid, comludu bao
de vollar aos palrios lare; e emqsanto a estes <
ponemos explicar com on.io quereme estao n,.
seu direilo, porqoerealmente perde toda parnj
um gentil mancebo com uma opa as costa, e leed
lalvez de transitar pela, roas predilectas.... oo fa-
zendo parle de orna mesa discutindo capiluls. de
compromissos, cm vez de deces seres e ter-
nura.
-1 ma marv ilhaAods pelas oossas roas asa
negro velho, vestido com chambre, chamadona
' ravia .esse gaialo n que faz de melbor be diaer
bellas finezas a quem n chamamaravia. sempre
borracho, herrando, aliraado pe.lras.elc. eis am dos
brincos dos meninos, e eiilreliraeolo das moras, te-
I pois que largara ao meio-dia as alraofada*!"
No becco de P....du-se em certa, casa de ama
miill.fr grande assuada : palavra, foram, palavra,
i vieram, qoe um lanrou niAu de orna esleir, ostro do
| lira pule, e a Lucrecia vendo que ficava com a aao-
billa mullicada,apreseolou-lhe, o ramo da Oliveira,
e os hravns contendores li.irmoinsar.iuj depots de
; darem o mais solemne desfrurte.
NSo devem continuar os escndalo qne tt dan
' as igrejas. quando ha algum casamento de pe
I as pobres. Agglomera-se a porta ama sucia de
pclinlras insolentes, e sem o menor vislumbro
: de educaeao, c qoan lo p.xsam os anuentes dirigr-
: Ihes pilhenas, m-tejos picantes, e depois acompa-
| nham-os apupando-os. asohiando at a casa Oh !
meu lieos, que versonha!
Na ra da Ijuia existe uma mulher, qne lem
uma fiibi, a quem ella denuminon porcasUctl do
inferno ; todos os das esse pobre cisti. al soflre
irementlas sorras, e ainda n.io amassoo-se. He de
tempera diamantina !
No domingo, nnite, i. sendo viclin. ale om
carro o respeilavel Si. Josc da Silva Saraiva, na es
Irada do Mondejo. Vinha o carro de laaUi j_..
apagadas a toda bride, para apaahar o eaoibu-
dos cascaveis ; a laura do carro .leu- Ihe forte pan-
cada no pello, que por Dos as o precioilou.
Temos repetida veze clamado contra o abaos dr
andarem os carros precipitadamente e oa os la
lernas apagadas' Nao era nada ; era um boa p., de
familia qoe ia sendo esmagado pelas rodas do nm
carro, pela imprudencia, oa embriaguez de um es-
lonteadu boleeiro.
No domingo foi eahordoado no Chera-Menifro
na primeira garapeira, o cidadao Derlnanri t.le-
mente Ferreira de Mallos, por om Antosi Carre-
ceiro. A polica incontinente acudi, asas o perpe-
trador do alternado havia desapparecido. A mu-
lher do carrnceh-o he uma padeira d'Aljebarrota nu
Mara da Foule.
No dia I" do correte iir^WWtiradodn serv';..
diario, u bai.riliao de jrTRfiaria da gsarda nacin'.:
municipio, festejando o aclo da sea retirad.
rviro, com msica e l.,siieln. e a n.ite deu
ilau mndame Sr. Flix Francisco de Soma
haes um decente cha aos nflieiaes respsclivo-.,
ni i no ii coro o himno nacional. Foi aebsli-
pelo |. b.lall.ao de ini'.iiiiana da a aear-
ii o,nal da freguezia de Sanio Anin,o. qoe -e
i aquarlelado, a fa/e.nlo parle de serviro da
ralean.
Hospital de caridade 31 de aeotto.7:1 Jo-
ules.
Io de jal a- -
amunkm.
me culloqaei, pedindo o auxilio poderoso do gover-
no geral para o deseiivolvimeuto da inslrucrao pri-
maria as provincias, v. oulros me dissesseis que
he ptimo u que estou dizendo, mas que o govenu
nAo ha u^e querer aceitar tao pesado onus para os co-
fres geraes, esla abjeceijo sim, natural c lilba de
vossos bona desejo pelo bem de todas as provincia,
eu a comprehenderia perfeitamenle; mas renunciar
cora tanta anlecipacao um beneficio real para as pro-
vincias, e para todo o imperio, nao pedi-lo e at
mesmo rejeita-lo, para qoe a. provincias por infun-
guma qual a razAo porque os lilhos do lyceu da B- dado zelo de sua, prerogalivas continen), em neces
hll II i I. A I na atau________ a.... 1 .* 1 > >
hia nAo bAo de ler. para a entrada era laes escol
o mesmn privilegio que teem os esludanles do colle-
gio de Pedro II da corle. No lyceu da Bahi. ensi-
nam-se lorias as malenas que ueste ultimo colle-
gio : algumas destas, como, por eieraplo, aa malhe-
malicas teem all um curso muito mais completo
dona annos, do que aqui. Neslas e n'oulras cousa,
nao eiuerga o orador oulra cousa mais do que os
lleilos da malina cenlralisai.ao, que tanto mal tem
feito e ha de fazer ao paiz.
Depois desle assumpln, fez o orador algumas
consideraces sobro as obra, publica, de sua provin-
cia, pediudo ao governo loria a allencao para ella,.
Passou immedialameiile a occapar-se do estado
da nossa lavoura, principalmeute no qae respeita
provincia da Rabia. Enlre outra, med las que jul-
ga necesarias, pedio que se desse andamento ao ne-
gocio de ornas loteras concedidas a sociedade agr-
cola daquella provincia. Esla sociedade pode pres-
tar grandes serviros, especialmente as actuaes cir-
cunstancias qaando, em vez de se proteger a lavou-
ra, ainda se pretende nggravar sua posirAo com res-
tahelecimenlosrie impotos.
O ultimo tpico do discurso, relativamente a ma-
lenas do orcsmeulo, versou obre a nacionaliar.ao
do commercio, de que o orador se fez advogado.
incita:: lo o guverno a fnmenta-lo e applaudiurio os
esforcoa particulares que ulliinimeiile se vtlo mani-
festando ueste sentido.
Aproveilanrio a opporlunidade de se locar em
materia de eleiros, declarou o orador, dando com
islo lim ao seo discurso, que seapreseulava clara e
fraucanienle caudirialn pelo circulo da capilal da
sua provincia. A' vista desla declarajao, pu.ler. o
governo lomar as medidas que qnizer, cerlo deque
o orador se sujeita a sua sorte, querendo ser der-
rotarlo uu Iriiimphar cora ns amigos a quem deve
o lugar que oceupa ua cmara.
O Sr. Paula liaptista : Senhore, quando em
ootros lempos a poltica absorvia quasi lorias as for-
cas do paiz, eu naj be-ilei al.ir de minha vida par-
licular para, affronlandu as panno, polticas, e ex-
poiulo-me ao estigma dos partidos, oceupar-ine do
prngresso material do Brasil, e tralar cm um jor-
," V'trellade todas a quesloes induslriaes,
e dos meio, de vital interesse para um futuro gran-
de e prospero, lenho, depois disln, aeumpauhadu
toda a sene rie acoiitecimentos sempre com as ideas
de ordem em todas a, cousas de pacilicaro e con-
cilisarAo.
sidade desla ordem, a viver de seu, pouco, e nico
recursos, he isso o que Dio comprehendu, e em que
o.io vos posso acompanhar.
Admiltida a cooperacAo do governo geral para a
inalrucr.no primaria na, provincia, dahi seguir-se-
hau pela ordem natural da, cousas diverso meios de
regularisar toda a iustroccao primaria, o de lite dar
um renlro. e....
I.m .Sr. Depulado : Qoa meios ,erao es-
les
O Sr. Paula liaptista : Nao podere agora di-
zer todos ; mas lalvez diga aleona. I'm delles he o
governo geral instituir em alscmas provincias es-
colas normaes com ludas as contienes precisas para
formar o professorato.
Eslcs novo professores, preparados com as mes-
ma, lnl.tlilar.ies, com as mesmas doutrina, c os
mesmos hbitos, sem duvida deverao seguir um en-
sillo pralico tambem igual e uniforme, e pela ascen-
dencia que leem sobre os alumnos deverAe inculir-
Ihe, as mesmas emores scienlilicas, e os mesmos
buns habito, que possuem e tambem receherain des-
de o< teuros annos, e com o, quae, se julgam eno-
brecitlos nu seu carcter publico.
Ainda mais, pode o guveruo eslabelecer cm algu-
mas provincias a inslrucrao media entre a prima-
ria e a secundaria, como na Alien,.mi,.,, crean-
do escolas anude os alumnos adquirain couheci-
menlos uteii s diversa, prulissoes que por ventura
queiram seguir, e para as quaes sinlam gusto s vo-
cacan.
Dahi deverao nascer novas relar?s, nova neces-
sidade de rgimen intelleclual e "moral, que auln-
risem o govemo geral a regularisar ludu o en-
sillo.
Desta dislribui.;.in de inslruccan, prudentemen-
te regulada, deverao ainda provir oulras vanla-
gen.
De um lado devera apparecer em uma grande
parle da popularan uma sumina de cnnheciineulns
uleis a certas prul.cs ; enlto ns inslinclos c as
tendencia dn humem as atpiractVi rio bem deve-
rio lomar uma aova direcrAu pacifica; cntrelanloque
a inslrucrao secundaria. Como u nico beneficio pa-
ra lodos aquelles que se nao cimientan) com as nu-
ces simples que se recebem as escolas primarias,
e que todava nao podem adquirir a inslrucrao su-
perior, e, quando distiibuiria sem prudencia, um
meio le nutrir amhires sem a posibilidade de ob-
ter feliz xito, lie o meio de produzr um grande
iioje porem que quasi todas as tendencias sao numero de espintos presumidos enm imagname*
; boje que ha algn que arrienlese alimentada- com ludas essa, quistes pln-
uibnres, que. quando pela lei, se bem
i ISil, o o'li.'ial a quem se imputava
era jnlgado e sentenciado por um pro-
iso. sem ser uuvidu, ,em defeza, e al
ovas reaes que servissem de base au
v seus juizes, e apenas por meras in-
furmares secretas, o nobre ministro da guerra pnr
um decreto acabou cora astas monstruosidades, res-
tabeleceu o, principios de justira, dando um foimo-
larioem que o ollicial aecusado he ouvirio, defen-
de-se, exhibe as suas prova, etc. (luiros melhora-
mentos mais fez o nobre ministro, lodos nos luleres-
se da justira edo eiercilu. Apoiado,..
Ora, eis-abi raolivo, que me levariam a volar, se
estivesse na caa, por essas autorisaces que a c-
mara dos Srs. deputados na livarao d'e (oreas conce-
deu ao nobre ministro da guerra para proceder a
oulras reformas; eolretanlo, apezar desta contianra
que deposito era tao distmclo Brasileiro...
I m Sr. Depulado:Esta fallando sobre o ven-
cido.
O Sr. Paula Bapttsta:Sao; estou fallando -'.re
uma questAo, e...
O Sr. F. Octariano :lie subre um ponto de
doutrina.
O Sr. Paula laplista :e sonre ootrinas, em
que tenhouma opiniao que peas ...liltir livremente.
Comodina, porera, jamis.,otaria pela autorisa-
cao para abulicao da junta de josllea na, provincia,,
porque, nao obstante a conliaura que deposito no
uobre mimstro u guerra, tenbu a opiniao foimada,
cumo jurisla, C.que o exemplo da penalidade para
ser eflcaz cumpre qae a sua imposirao ja a mais
prompla possivel, e por isso desejar.a al que se
creassem estes Iribunaes em Maltu-Crosso e Rio
i.rati le do Stll.
Eis-abi como, segando me parece, cada um de
mis procede nestas eoosas, e a maioria he quem d
triumphu as upimes.
Tenba conejaido as rcinhas observares, agrade-
cendo a beiievnlencia, para mira sempre mui valiosa,
du meus honrados collegas.
Muito bem, muilo bem.)
A discussao ficou aliada pela hora.
O Sr. Presidente ievanluu a sessao e dea para
ORDEM 1)11 DIA J.
A mesma anteriormente designada, decrescendo
na primeira parle a discusau do parecer da mesa
subre a preien...io do continuo graduado porteiro di
cmara.
ale pensara que no progreso material, depois de sua
exclusiva ascendencia, be que bao de vir o meios
para a inslrucrn etlurarao do povo, eu venho Ira-
lar desles doea objeclos de alcance iinmenso.
As Torras civilisadorat sao solidarias, vivem em
perfeilo consorcio, auxiliam-se muluamente. erro
he separa-las, e lie por esla razao, alem de oulras,
que era 1833 eu sestete! necessidade da crearao
de um ministerio .le ioatrocflo publica.
Assim vemos que torios os anuo, senAo lodos o
lia, coiares philaolropieos, magoados com u tcste-
nunlio de fados inhumanos e violencias a trotes,
pedem para o exercilo a abulicao de certa penali-
da le, e uinn lei de recrutainento. e nn eiitanlu
losopbicas e publicas, que lodos ns dias se suscilam
s entretr,ou o ocio e o orgulhodc uma u.ulli l.'m de
meios sabios denem-me usar desla expresso!, que
nem querem abracar a profisslo rie seus pais, ou
qualquer outra que esta ao seu alcance, e nem po-
dem conseguir a po-irOc. que desojara.
Senhores, uestes principios qoe lenho emillido
em nexo c sem energa, eu vejo as solidas bases
.la inlegridade desie grande imperio (apoiado, ; ve-
jo nelles uma das principaes condic/ies part o nosso
paiz chegar ao seu destino de graudeza e prosperi-
riade.
Onanlo in-truccao superior, reconheceiido que
. ..e ella lem inelhurado depuis da refurioa, eu lenho
raurebe que he bcni dilicil operar-se orna reforma 'apenas urna observaran a faier, e desejo uuvir a
desle genero sem u.n aacrescimo de innralidadc e I opiniao do honrado ministro do imperio
dicniddde de lodos esse, homeus que formam as | l.i no nnvo regulamenlo para os exames prepara-
maisas recrulaveis. bcnrhrios esles que s podem tono, e que esta annexo ao relalorio do nobre mi-
i.rovir ria instrocrao c educaeao do povo. Apuia-| nislro, qne lodo o, exame rie preparatorios pa-
dos- i ra o esludante poder maliiciilar-se na, Faculdades
Asiim, igualinciile, lembra-mede que qu.nido. em i Je "ireilo devci.io ser l'eitos no espaco de dous
preseara.de cerlos males beiii sen-iveis, us quei- ] annos.
vamos da insoflirienria dn clero para ricemp,libar i Adluro esla disposicao ; estou convencido de
a sua j.issao sania de instruir com a palavra e mo- "" conveniencia, porqoanlo le.dio observado que
ralitarcom exemplo, ao pouto de ser a reforma do lo"-" 'pa?" que vai desde n prnneiru exame de
clero u-n dos lopicos dn discur,o rom que a cora ] preparatorios al o ultimo, resalta quasi sempre es-
abnra ma das sesses do corpo legislativo, vamos i quecerem-se os esladaulc, daquillo que primeiro
com noiavel incoherencia ese mesmn clero abatido.. estudarai/i.
por fall ,le eslabelecimeuloa scienlilicos e de ni, li- O Sr. Ministro ao Imperio : He esla uma das
das regurese hem eslabelecidas para o lim rie en- raze desta dtopourAo.
grandece-lo e exalla-lo. Nao be possivel que lulos I O Sr. Pauia Ihip'tisla : Bem ; eo j.i di.se que
es-es males e oulros imutos |a teobam desaparecido, j tenbu cumo conveniente ela medida. Ksludantes ha
Iralandt de-las materias, nao venho fazer inore-1 qu quando vo se examinar em lalim. labem bem
pacfs toi aaverno ; e autes quero crer que lie lio ; esla lingiia, e que, depois, abandonando (o.nplel.i-
fac.l .le dizr ao guverno nada leudes feito anda a
este respailo, quao difleil de fazer alguma eous
rea>meule uSI, e de rerouhecidn proveilo. Apuia-
dos. i
Nesle assunplo ja dilicil por uatorezn, e ainda
mais difcil enlre os, porque encoutra obstculos
-...plela-
me.ile ele etii,ln depois de apprnvados, par. elu-
ilarem nutro preparatorio-, se esquecem do que lau-
to Ihes ruslnu a aprender ; he puis miiter uma re-
cordacAo toreada om Miado mais contiouo e pro-
ficuo.
Pinso, poriii, que eti i dsposic.l0 nao pode j e
PAGINA AVULSA.
Agora qoe podemos obler apoiitamenlos mais
geraes sobre a inslallacao da irmandade da .Scubo-
ra dn Bom-Conselho, cuinpre-nos dizer alguma cou-
sa a respeilo.
No sabbado 2" do mez pasado, teve lu_ar em
um dos sales rio convento dos Franciscanos, a se-
gunda reumtio dos Srs. lentes e .-ldanles da Fa-
cnldade de Direilo, para se Ira' a inslallacao da
irmandade de Nossa Senbora Bom-Cousrlho,
que se pretende erigir no referi, -onveulo. EU-
veram presentes os Srs. lentes: cnnselhciro Aulran.
Dr. I.oureiio. Dr. Pereira du Reg, Dr. Braz e o
Dr. Figueiredo, havendo igualmente concorrido um
numero assas solfrivel de acadmicos cenlo e tan-
tos Esse acto foi presididu pelo lllm. Sr. Dr. Braz
Florentino IIenriques de Souza, pur nomearao do
congresso.
Avenlaram-e queslcs de grande alcance c mag-,
nitude, leu trnle- ao lim en,,nenie,nenie edificante^
rio cullo do Dos c rie sua M.ii San1isimt a virgen)
do l on-loii-ellio, e da organisacan rie u.na irman- i
darie rehgiosa,cuja insliluico, he |ior sem duvida, o I
garante dos -enlmenlo- religiosos que os aiiiinain, !
I na instituirn desta ordem, enlmenlo que vi-
ra crescer a sarama .le prestigio, que goza a clas escolstica da Facnldade de Direilo. que se ufana de ,
profeasaros principios universae, as verdades abee-l
lulas da f orlb.i.luxa da verdadeira religi.io do Ou-
ciOcado do (olgolha, sem cujo auxilin,e da l'irgem
Seohora rio Boro-Conielho, he imposeivel obter-se
verdadena Micidadebe iinpossvel que gerini- ;
nem nos coiacc daqnellea que se dedica a., es-
lado das lei, e que um da administrarAu a juslira,
seiiiiineiilos rie juslica e probdade, d.i.i> estrellas
radiantes que devem continuadamente bnlhar adi-
anto do ...ag.Irado.
Oala que este exemplo seja imitado por lodos, e
que a religiAo dos nosso pas, lo santa, tAo pura,
lar/universal e (ao sublime, se consolida e e esle.- '
da cada vez mais por lodo orbe, porque sem ella he
absolulainenle impossivel cvilisacao, re-peilo as
lei, amor aos estados, fraternidad, purera de eu-
limenlo e desejus de um provir feliz, e eterno. Sen-
do o culto da Virgeni Sanlissi.na o complemento, o
sello com que referen.lamo, o amor que .levemos
ciii-agrar ao Deos-lloineiii pelo BOOM resgate dos
abysmos, e anida mais pelo deposito qne nos con- j
iiou de sua Mai Sanlitsima, quandu a expirar obre o j
ultrajante supplicin da tiruz nrou aoF.loiuo l'ai, im-
plorando pelos proprios qne Ibe laziam beber o alta- i
mu cain de amarguras, se"iie-se, qne ludo .nauto!
ommittc)oi?.
A epoca das eleiree, he ompre ,^11,. em ....
ap|iarecem mais mentiras e calumnias centra pas-
suas ilin.a I.,-, (fo uiteresMdo cabalida* ferum
inveolam ludo quantu ha d* peior contra seos aS.e,
sano. Assim vimos estampadas no Lilserml Itr-
namhucano n. IKK), urnas pergenias o cetraera
conlra o nosso dignu juic de pai do primeiro dislrir-
lo, o lenenle-coroi.el Joao V.dentim Vilella, qoe
merecem breve resprxt.
lie falso que ese honrado jon de paz tenba alar-
mado, por todas as partes, que os proriro, Uo de
perder as eleiroes, e nem ao menos davam es snp-
plen.es. 1.1 procedimenlo sn podem ter es insensa-
tos cltttelitros que avrolam inil.iencia, qoe nunca
liveram nem bao de e q.e soopoem qae .douc-
r.r e conquistar v ., ,Jo f^,, com> ^
fal-idailrs para < jornal.
A' seg, la perg.inla, devemo responder, ame
nosso juiz de paz, na presidencia da mesa, ha de rfca-
mr e deiiar votar todos quantos esliverem qnalik-
cado,, porque he isto o que manda a le, e a lei he)
de ser cumprida em toda a ana extensa,.. E K |
alguem, que no dia da eleicao pretende estar alerta
em favor das clitleletros, tambem ha de haver ..
mesa quem esteja alerta, para reconherer idrulida-
de dos volantes, e se sao com effeito os qnelilie-sdo*.
O arrepeodimeoto nao chegara par. o noaao jaz de'
paz, mas para aquelles que qoerem todo riniiaaii
*em escull.er o, m.i.4. "w
Nem tao pouco ha quem se atreva a mellar na or-
na grande noraero de chapas de nma s vea; o lem
pu em que i-lo se pratteava ja pasaon, e s aa diitr-
leirot, qae nao tem estima e alTeicao pablica, pe-
dem recorrer emelhante meio.
He muito engrar.da a lal historia de fazer e oda
eapurac/ao -cugeiio ; qoem ignora qae a aparaea
e sel sAo feitas pelos meaabros da meu, o na
poblicidade. e .... i he possivel que o vote de am h..
raem, (ainda quando elle qoizesse aberrar dos es
dvere,,,. prevaler a contra o de qualr '
O Fim. pre-idenle ahi esla, com efleiln, para ga-
rantir a bberdado d. eleic/ao, e elle nao podara de
forma algum-. tolerar aa prelenruee exageradas do.
etisteleiroi que s,abem pleitear elear.ee com eawa-
rius, violencias e desordens.
Agora nos respondan) os perconladore* : se cen-
fessais conatantemente qoe a qualilicacAo esla' vi-
ciada, que vossos amigos (otara excluido, como ao-
ris ganhar as eleiees ? Dar-ae-ha acaso qne este-
jai iniciados nos mv-lert *,, mgicas e lint*, .le
Mrs. Deveaux e Robert 1
Ora, meos senhores, nAo di-em proras de trinan.
e nullidade anlc, de lempo ; ide a urna, reun toda
a vosa phalange clisteleira, f.irjai bem os vossos pU-
nos, e desenvolvei todos os v .,-- meios e rrc.r-o-
nos vo afianzamos que a inoderarJo e probida le d
noem juiz de paz, e os enlmenlos de moralidade.
tolerancia e conr.liarao de lodosos votaste da fre-
guezia, servirn de plena garant ao cieie de
vossos d.reilos. Todava, segurai-vo. Den., qne nma
derrota, que o pasco depois de tanto blasonare de
po le ...o. e influentes, ve, cobrira' d ridiculo, ew
acarrelara' a iaia e apupada dos moaeqoes e gracio-
sos.
* pamuha.
IIIEATRODESANTA ISABEL.
I'm espectculo se da hoje no Santo Isabel, que
he um complexo de i. ,m uolo, e de briltiai.tKaw
A JOVEN FU MNENSE que lanos apidaew-
recebeu nos principaes Ibcatios de Pan, he .anean
perlence esto beneficio ; be ella qne rom seos en-
grarad.H jiassos un. mais nma vez extasiar es en
raees o, mais empedernidos, enlhusiasnwr o mii-r
-piren.-la do -eculo preseute.
yuem ainda se lembra.- de l.ei.nv, Seraphiaa.
Baderna, Morean. e emfiui esse milhtio de danssn-
uas e bailarinas que tem estado aqu, por certo que
boje se olvidara della. pa, nicamente En.rdsr ..
mue da encantadora J'.iSKPIIIN*. JOVEN Kl I -
MINKNSE.
Ella que 1.a tres Bsnaaa sustenta a ali-nraa do nav
I,i ico vem agnra otTerecer-lhe sea henslicio, vem bus-
car o que Ihe be dividoo Iropbcos das victorias
g.iiihas < que ha de ubter hoje.
.Nunca artista i.euhum e.preentou ante nos sob
l.in bou, aus-iicu s como a heneliciad. ralear.
cdliidos em Pan, H ,, de Jannro, Rio lrande do
Sul. Mirialate, pan e rmalmentc em Pernambaco
quer e.n eras pnsudas, quer no lempu presente, por
domis a lu nam dignas do nosso apoio. Nao vem
mendigar como ootrus prulrres immerecida, u.io ;
busca-a,.rnerecr-a, e o pu.dicu qoe ale hoja Ib.
tem dado, nao pnrie deixar de v leturia-la ne dia dn
seu beneficio.
PERNA.M'diCANOS BRASII.EIROS ma.s
uma vez, el. a v,a (rento um vo-o patricio qsr
vos pede r.roteccio. Deiva-l.i-heis de dar. Pee
cerlo que rale, porque em vo: os ronirors ainda pl-
pita a aa* >r da patria e u linos de hratileirat. i'jtt-
re a ajur.ar a vussa patricia nest. nmlu ; porqoe isa*
be de vuaso rigoroso dever.
Se ao eslrangeiro que aqm vem oilrrrc-r-vo- rus
trahalho v, virtonai e ornis, roellioi o deven,
fazer com uma vossa patricia.
O npolofifia 4 nenio.
O'> i-rei5 apoiiDcnda-'.
ir'. rroVirtorr-. heuuiado-e vario- eMtaVaM


fT

MELHOR EXEMPL
-


61
PEIMIWI QU nT Ftlll 3 ni SETtMBRO II 1856
conspicuos e homens liona em urna casa particular,
nesta cidade, lembraram-se de organtsar urna lisia,
pela qual votassem unnimemente ; assim como con-
vidar os seus compatriota* para qne. unidos a elles,
qaeiraro dar a sua acquieseencia a essa lista.
ella i-ii-nnirani-s. cidadaos de todas as classea,
de carcter rgido e indepeodeme, que nao vivem
niMii precisam de em presos pblicos, e s quereni
do governo a garanta da ordem ; todos contnbuem
para as renda do estado sem deltas perceber iim
ceitil, e por iaso no caso de promover a pruspcnda-
de do municipio e distribuir juslic.a recia aoi seus
concidadaosj.
E como todo o homem indepeodenle nao quere-
r volar em oenhum nome densas chapas de Ierro
dos differentee partidos, que por am circulara, por
que nulas ( apparecein o ames .los parlidan s
destructadores que so cuidam do tu (salvas is ex-
eepces) e nao os dos humen conscienciosns dos
mesmos partidos, esperam os cidados reunidos, qnJ
i sua lista ser abracada pelos homeus bons de todo
0 municipio.
Ei-la:
l ereadores.
I. Proprietario Jos Carlos Teixeira.
2. lir. Iliodoro Ijlpiaiio Coellio Calando.
3. Proprietario Manoel Pires Ferreira (senhor de
Cachito)
l. Proprietario Francisco Soller de Kigoeircdo Cas-
Iro (Engenho S. Francisco.)
5. Proprietario Jos da Rocha Tarandos.
6. Proprietario Francisco Casado da Fooseca.
7. Proprietario Dr. Filippe Carneiro de liuda
Compeli.
8. Proprietario Jos Peres Campetlo.
9. Cirurgia i Miguel F'elicio da Silva.
yi;er de paz.
Sanio Antonio (1 districlo.
f.....)
:'.. Proprietario Ignacio Benlo de toyolla.
3 o Artista Jos Francisco Carneiro.
. Dr. Uiodoro Ulpiano Coelho Cataubu.
S. Jos.
1. Proprietario Jos da Rocha I'araubos.
2.' Proprietario Victorino Francisco dos Saulos.
3. Cominerciante Elias Marinho Falco.
4. Commereianle Severino Jos de Alineida Leal.
Recife (1 dislriclo.;
I. Padre I.eite Pilla Orligoeira.
!.> Proprietario Ignacio Antonio Rorges.
3." Dr. Joo Pedro Maduro da Fonseca.
i. Commereianle Jos Comes Leal.
Boa-Vista ;i dislriclo.)
I. Dr. l.uiz srte Pereira.
Proprietario Thnni Carlos Peretti.
3.0.Profes*orlioniuepalha Francisco de Paula Car-
nei'o Lelo.
i. Dr. Jojo Jos Innocencio Poggt.
Srs. redactures.Honrado pela commisso direc-
tora do partido liberal.por me haver contemplado no
numero dos seas candidatos, para veresdor da ca-
mota municipal do Recite, o qne muito me penho-
rou.e pela proximidade das eleices nao tendo lem-
po de me dirigir pessoalmenle a lodos os meus ami-
gos e afleiroados, para pedir-lhes a confirmacao da
vontade da illustre eommissao ; por esta razio me
dirijo por meio desla, para qne iulervenham li-
vremenle pela minha candidatura, no caso de me
julgarem habilitado para exercer loo honroso dever,
suinmamenle grato a lodos aquelles, que me presta-
larem aeu voto.
Recifs 1.* deselemliro de 1856.
Miguel Feliciu da Silva.
Stnhoret redacloret,Recorro a impreusa para
publicar um laclo occorrido enlre mim o Joae Cor-
rea de Araujo, e cora o lim de ver se posso anda sal-
var oa meus direilos.
Eiso fado.
Em 1850 puuco mais ou menos emprestei a quan-
tia de (OJ-5 rs. au dilojose' Correa de Araujo.o qual
passou-iue urna lellra na qoal para garanta do de-
bito hypolbecava-mea sua escrava de oome Felicia.
Vencido o prazo de seis roetes, que era o da ledra,
njo pagou-me ; e com mil pretextos demorou e pal-
liou o negocio por espar.o de quatro anuos, termi-
nando por dizer-me que nao pagava mais.
Kesolvi-me eolao a usar dos meios judiciaes; e
p- lo juizo civel do Brejo (domicilio da ambos nos)
rtquen embargo na escrava hypothecada, o que nao
se ellecluou porque Araujo poudeoccultar a escrava
c com ella fugio para o Recite. Saliendo disto,
puz-me em seguimenlo delle, e sendo informado que
ae acliava no Giqui, em cusa da um Sr. Sant'Anna,
requer tambero aqu embargo pelo juizo compe-
1 -11 u-, e quando os olliciaes furain dar execuru ja
nao o encontraran!.
Entretanto conata-me que elle veudera aqu no
Recife a dila escrava, ou a hypolhecara ; e camo es-
la veoda ou hypolheca he nolla e de nenhum valor,
por isso faro esta exponicao para que nao se charuem
a igoo[anci.i e declaro que logo que descubrir a pes-
soa em cojo poder est a dila escrava, usarei dos
meus direitos pelos meios compelentea.
Ainda direi mais: sahindo daqui do Recife em
perseguirlo do meu duvedor, adqueri cerlos docu-
mentos pelos quaea se prova r *e o referido Jos
Correa de Araujo he 'iseiro e vi 1 nos diversos ra-
mos da. trataotice. ss^j^Iifiaflaf "" furto- .- >
o de 3oa> rs. de clleVBi^^"- el da 'Rocha da
Vasconcetlos, em Pao d'Alho, o ara relogo de
Casusa de Castro, morador na Ser, 1 do 1 eixeira,
oulros mullos. Com estes documentos denuuciei-o
peranle o jui/.o cuininal do Breji. e consegu mel-
te-lo na cadeia, donde fugio falsilicnndo um alvar
de soltara, pelo qual puude engaar e illudir an car-
cereiro, a qnem compromelleu expondo-o a per la
do lugar, e a miseria portanto para si e sua familia.
Este ultimo facto servir nao so. para faze-lo comie-
ndo do publico como um verdadeiro reo de polica,
e conseguir das diversas autoridades da provincia
(qualquer que seja o lugar em qoe elle apparera) a
aua prompla captura, eremessa para o logar dafor-
in.te'io da culpa. Por outro lado previnir a todos
para que nao facam contrato algum, nem sobre a
escrava Felicia, nem sobre qualquer oulro objecto,
visto que semelhante humera nao tem boa fe, mo-
ralidade, nem honra. .
Publique.ni, Srs. rednctores>cstat toscas linhss,que
como autor, e estando como est\zu 110 gozo dos meus
direilos polticos, me reepousabilhia^peranle o tribu-
nal complente por todo quanto tica tscrjplo para o
que me assigno.
Pedro Anton\o Leal Ferre\f
sim surredeu com praMf e em abono verdade
o diremos com o commaudanlc superior eseu cu-
nhedu.
O partido liberal de (ioianna, (inalmenle, prnde-
se au lado que guerrria o Sr. coronel Antonio Fran-
cisco por um lo que he impossivel quebrar-se :
o patriotismo.
Klle, portanto, coadjavara' o Sr. commendador
Joao Joaquim na pro.ima eleican, para que sejam
eleiljs vercadores e juites de pa* liomens demeri-
to; e depois para que cja eleilo depulado um tioian-
nista de tlenlo e probidades j experimentado na
poltica.
Elle coadjuvari o Sr. comrcendador Joao Joaquim,
porque cima das opines polticas colloca a lioura
e dianidade de Cnianiia.
Admira que o rominiinicante liin perspicaz como
he. nao veja no preparativos bellicos da polica a
iiileiieio de exlorquir o vol dos Cniannslas ; en-
trelanlo que v no nutro lado ditposiee* bem pro-
nunciadas para lo valer-u rnente da tasto e le-
gitima influenria.
t'ra pelo amor de Lieos, Sr. commanicanle!
Por veniura o commandante superior, anido como
esta' a lodos os proprietario e principaes negociantes
da comarca, tendo por si quasi todas as pessoss
instruidas, e a maioria do povo, necessila recorrer a
forra, a dmUm Ilegtimos'.' Nao certameote ; essa
necessidade faz-se sentir da parle do Sr. coronel
Antonio Francisco,que s deve contar com os recur-
sos policiaes ; que esta' solado, tendo apenas por
prosel\lo* os inspectores de quarleiro, criminosos
por usarem de um distinctivo que Ibes nao compete.
O grande elemento, com que conta o delegado, he o
abuso de poder.
a besprezai e*te boato, diz o communicante, que
de proposito se lia espalhado em um miseravel im-
presso 1) de qoe o delegado de maos dadas com o Dr.
K-Uiiiia pretende ulorqnir-vos o vol.
Essa impresao coulem urna verdade, o he msera-
vel.mas o que diremos d'uma proclamaiao,na qual se
diz o "'cumie : a tioianuislas o commeo.iador An-
tonio Francisco Pereira he o nstroroenlo, dispnsto
pela mao de Dos, para acabar com essa fatal influ-
encia de Joao Grande 11
Neaaa mesma proclam.icao sao chamados oppretto-
ra.e do* pobres e as.or*u0* da honra os homens
que repellem a imposirao do Sr. coronel Antonio
Francisco, e onito feroz o adversario generoso, que
nunca quiz qoe se empregaasem descomposturas
contra o delegado, e qoe al nao consente que sejam
lidas cm sua casa !
Procura-sefazer crer ao povo,que o commendador
Joo Joaquim quer lei-a-lo a chicote e aos car-
ceres !
Essa proclamarlo sim ; he impresto mitcratcl
a insulluoso ; he um meio iudiguo e degradan-
te de queso lanra mito para vencer as eleices.
Estao senzanados Coianna nao pode ser urna
felona do Sr. coro >ci Aulonio Francisco, a quem
nao falla proteccao e apoio de certas pessoas desta
cidade. mas a quem decididamente falla o poder e
orea uecessaria para escravnar um povo livre, que
prefere a morle esrravidAo.
31 de agoslodc I8U.
O rerdadeiro ('oiVmmsfa.
Manoel Velho Brrelo, coronel reformado e se-
nhor do enzenho Merepis.
Amaro Comes da Cuuha Rabello, lenente-coronel
e proprietario do eugenho Tabayr.
Filippe Francisco Cavalcaote,' seuhor do engenho
Retiro.
S.jwwfce*d0
lpnbticacii) ai>c)it)t).
'RAg.\ DOjRECIFE > DE SETEMBRO AS3
HORAS DATAROS.
Ootanes ofliriacs.
Couros seceos salgados-210 rs. por libra.
Descont de lellras por niezes(i \yl ao auno.
'reaerico Hobiltiard, presidente.
/'. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, -SI l|l d. poi I-nominal.
Pars, 3.10 a 335 rs. por fr.
n Lisboa, 98 a 100 por \ de premio.
Rio de Janeiro, l|j a I por (>|o a 15 e 30 das.
Acc/ies do Banco, 00 a 70 0|0 de premio.
companhia de Beberibe SjOOO.
a a roinpauliia Peruanibucana ao par.
IJlilidade Publica, 30 pnrceotodt premio.
a Indemnisadora. 52 dem.
da estrada de ferro 50 por Om de premio
sobre a eutrada, igual a 31-3111 res por
acc.io. a
Disconlo de lellras, de t! 1|2, 7 e 8 por 0|0.
Duro.Unras hespanbolaa. -28 28SO0
Moedas de 69100 vellios .... 169OOO
u rtoJOO novas .... I69OOO
49000.......99000
Prata.Palacoes brasileiros......90OO
Pesos columnarios......29OOO
o mexicanos...... I58O
Al.FANDEl.A.
Rendimenlo do da I .
dem do dia 2......
I.i:39899ti
H:509ll3
2(;!)0850';
AS ELEICES EM GOIANNA.
Ceno caudidalo, para quem ja deviam estar per-
didas aa esperances qoe nutre de ser eleto depotado
pelos (joiannistas, apparecea no Diario de lionlem
com aquella sagacidade e fino poltico que lano
o distingelo, e promeltem fazer de um cmico um
estadista de piimeira ordem. Elle appareceu na
qaalidide de couselheiro do parlido liberal de Gni-
anna, o qual, por muitas e vuliosissima$ razdes, no
sea entender deve umr-se ao Sr. coronel Antonio
Francisco Pereira, e coadjuva-lo na prxima eleir
rio.
O illutlre commanicanle tiage-se um dos marly-
res libertesemGoianna. Moslra-se multo conliace inr
da comarca e das pessoas, e principiando por nao
conlealar o merecimento do Sr. commendador Joao
Joaquim, acaba por fazerlhe a injiislica de duvidar
qoe o seu lado ealeja disposto para o pleito valen-
do-ie nicamente da razio e legitima ioQuencia, co-
mo esta' o do delegado.
A carta que elle acaba de jogar fu sem duvida
mal jogada, e nao aproveitara' ao insigne candidato
qoe nasceo na Parahiba, no Recife e em Goiauua ;
qne em om ni dia escreveu tres artigos deditlereules
opinioes poliiieas.
O conselho que o alustre communicante deu ao
parlido liberal de i,oi um 1 jra tu/.e issim : Vos,
liberaes de tioiauna, dev'eis concorrer para que vo
sa eomarca, rica de tr^diedes, e aempre respeilada.se
desacredite por meio de minlia eleirao para deputa-
do geral, sendo preteridos os vossos patricios, entre
os quaes sa acharo algumas das notabilidades do
paiz.
Felizmente o parlido liberal de Goianua nao se
compoe de papalvos, para ae dirigir pelas cuslosas
palavraa de qaem lem lana difiicuklade em fal-
lar, quanla agilidade dcscmbaraijo para ourrer por
todas as parles como urna roda rica. O partido li-
beral de Qoianna condece bem esse poHliuuinho l'a-
ranlbano, a mudo lonze esta de quere-lo para aeu
representanlona cmara temporjria.
O partido liberal do Goianna sabe perfcilamenle
que se o actual delegado em ootro lempo nao foi per-
seguidor, se Ihe nao negacap'10 e agua, hoje parece
disposlo a exlorquir o seu voto e o de lodos os Coi
aunislas, preparando um balalbao de inspectores
fardados como ofliciaes de marinha, e commetlendo
arbitrariedades e injasticas como as qoe lem sido pu-
blesdas pelos jornaes desta ciJade, e al por meio de
urna denuncia qoe contra elle, o juiz municipal o
sohdelegado de Geianiiinha deu o Sr. Jos Joaquim
Barbosa.
O partido liberal de Coianna lem consciencia de
que nanea oi per-eguido pelo commandanle supe-
rior, e que pelo contrario receheu favores, nao dize-
inosbem, todaajosiic.a Ihe foi fela pelo Dr.Joa
Ignacio da Cunha Rabello, genro daquelle, duranle
o lempo em qoe cim. supplente ealeve na deleza-
cia per motivo de impedimento do finado Dr. Cal-
das, que era o deles* i efleclivo. O partido liberal
de Goitnna sabe que o commandante superior, alm
da nio ser o delegad!, e de nem mesmo oceupar o
logsr que ora occapa om moia dialincran, e ue-
nhum oulro no qual podesse exercer vinzanras e
perseguir os scus adversarios polticos em lsis| be
um homem em cuja vida os seos inimigns os mais
encaminados, e por tanto os mais inleressados em
desconreilua-lo, nunca eocoutraum um molivo ile
aecuseeao.
Limilaram-se a dizer : ce he li dalgo, |)e aristcra-
ta, anppe-se um principe ; mas nanea poderam
dizer : be assasiinu ; gosla da tomar a Ierra alheia
deve clnmar-aeengole trrrn, protege a in-
dustria dos que nao querem andar a pe, etc., cic.,
ele.
Perseguidor nanea liouve qnem disiesse qne elle
lie ; se Iguem o di-ser hoje,nao o podera' cerlamen-
le provar.
E em apoio de noas, as'errAo podemos citar o fac-
i de nunca se lerem, mesm na maior exaltarao dos
partidos, aTroaxado os la^os de amisade que o pren-
dems pessoas mais nolaveis do parlido decahi-
do ; apenas ficoo sea inim los annos iiilimo amigo, o ilio-lre tinado majer Ma-
noel I aulioo ; mas saa inimi-ade proveio de outras
causas que nao mencionaremos ; allirrrando, porm,
qoe ellas 1*0 provam contra as boas qualidades de
ambos.
Militas veies enlre dous bomens, igualminle hon-
tadoi e bons, apparece ama grande iuimiiide ; a-
AS ELEICO'ES EM GOIANNA.
Represenlarao dirig.la ao Exin. Sr. conielheiro
presidente da provincia pelos proprielarios de Goi-
anna.
I1I111. e Eim. seuhor.Us abaixo assignados, lo-
dos proprielarios da comarca de Goianna, vendo
aproximar se o da 7 de selembro, uo qual tem de
proceder-se a eieic.io primaria ; achame como que
coagidos e ameai;ados pelo delegado da comarca,
para que 11.10 compare^am nesse dia para livremeote
prestarem os seus sufiragios.
Achando poucos, esta auloridade, os recursos po-
liciaes que ero si lem, para atropelar o voto livre,
recorreu a um expedienie absurdo e violento, cre-
ando dentro desla cidade, e fazendo crear pelas di-
versas suhdelegacias do termo um corpo sut generis,
a que deu o nome de inspectores ; os qaaes ador-
nados com insignias de olliciaes de marinha ludo
amearam, levando o soslo e o terror a toaos os can-
tos, protestando da parte da polieia anoiquilar quan-
tos encontraren), que se oppunham s intenses e-
leitoraes do delegado.
Conhecendo, Exm. Sr. .os abaixo assignados qoe
aemellianle medida da referida auloridade he urna
violeocia mamfesta a' legislacao do paiz ; pois que
alem de nao estar autonsada a plantar a indiscipli-
na na guarda nacional, roubando ao serviro activo
individuos que s a eda perlencem, fallando-Ibes os
verdadeiros requisitos1 da mais alta prudencia para
oceuparem o tuzar de inspectores ; faz de mais a
mais urna maniftsta invasilB'ff'S |elll',*HvPgderes,
a quem compele a crearlo de m igual corporaeao |,
pela nniformidade especial coa que se aprsenla,
lora do que por lei he estatuido. Mais assorobrados,
Exm. seuhor, esto os abaixo assignados qaandi
adrede cspalha a polica idea* aterradoras conlr*
pessoas eminentes ha co.narca, inra-ulandoUles pro-
paralivos hostia e infensos ao socego publico, san ^
duvida para cohonestar os meios violentos deque ha
lajicado 111.10. e mais para cora toda
perseguir quem nail HW1'
cutido com o eslrondcc^roieimir !
E porque os abaixo assignados bem penetrara o
sinislro trama de semelhaiiles violencias, pois qu
ellas de dia a dia mais se duplicam muito erobora a
opposico sabia e prodeutissima da presidencia,
quando na circular de 11 do correute mez de agosto
fez claramente coubecer a todas as autoridades da
pi.is nina.que fugissem de prat car a mais pequea
medida que se oppozesse ao voto livre do cida.lio ;
respcilosamente se dirigen! a V. Eic, rogando que
quanto antes fac,.i esbarrar o delegado desta comarca
para qoe nao mais progrida na carreira ostensiva de
laes ameacaa, sendo muito proficuo para a tranquil-
lidade publica da mcsina comarca, que este faca des-
apparecer esse monstruoso corpo de inspectores,
creados sem preci como sem rebnco aprecoa a propria polica alto e
bom som, nao Ihe dando a peito 13o patente e es-
candalosa immoralidads, provocando como que de
proposito lodos os cidadaos pacficos a urna lula sem
precisaopara poder melhormente triumpbar o arbi-
trio e a prepotencia.
Confiados por tanto os abaixo assignados na rec-
lidao de V. Exc, esperam que V. Etc., atlendendo
a loo jostus m tivos lhes faca a devida justiga.
1.mauna 90 de agosto de 1856.
Joao Joaquim da Cunha Reg Barros, comman-
danle superior da guarda nacional e proprietario dos
engeulios Bonito e Pangaua.
Antonio Alves Vianna, coronel reformado da
guarda nacional e proprietario dos engenhos Goian-
na-Grande e Boa visla.
Bacharel Jos Ignaeit da Cunha Rabello, (enente-
coronel commandante 1. balalhao da reserva da
guarda nacional e proprielario do engenho Traco-
obaein.
Valentiuiauoda Cunha Reg Bar .apilan da ca-
vallaria da guarda nacional e rendeiro do engenho
Pedregulho.
Joa Joaquim Rocha I aria, sargento-miir refor-
mado das exmelas milicias e seuhor do engenho
Perori.
O padre l.uiz Jos de Figueiredo, senhor do en-
genho M11--1111.I1 1.
lenlo Jo- Ferreita Rabello, coronel reformado
da guarda nacional e proprietario do engenho Me-
rer.
Manoel Beulo Machado, senhor do engenho 113-
pirema.
Jo3o lloarado Pereia de Azevedo, major da
guarda nacional e proprielaiio do engenho Mundo-
Novo.
Domiugns Lopes Guimaraes, proprielario do enge-
nho Po^o-Redon lo.
Joao Carneiro Pereira de Suiza, senhor do en-
genho Tabvra.
Feliciano Pereira de Souza, senhor dos engenhos
Tsipii e Camaro.
Muoel Rezerra ila Menezes, rapitao confirmado
da sez'ind linba cxliuclae proprietario do eugenho
Sele-Porlaa.
Miguel Joaquim Cesar, proprietario do engenho
Serigi.
Feliciano Antonio de Araujo, senhor do eogeuho
Agua Branca.
Benlo Jos ilas Neves Wandeilev, lenente-coro-
nel do balalhao n. 13 da guarda nacional e senhor
do engenho Cana-Brava de N. S. do O'.
Honorato Olvmpio da Cunlia Reg Barros, ma-
or ajudante d'ordens, rendeiro do engenho l'edre-
gulho.
Manool Correa de Oliveira Andrade, teneule-co-
ronel do balalhao da guarda nacional da cidade de
Coianna e proprietarr dos engenhos Urua e Ma-
riana.
Francisco Cavalcanle Je Vasconcetlos Mello, pro-
prietario do engenho Teixeira.
Lucinn Cesar Bereuguer d'Andrade, capilao de
cavallaria e proprietario do engenbo "'on^e.
Joaquim Jos Gomes o'Obveira. da nacional, proprietario do engenho Meirim.
Joao Alvares de Carvalbo Cesar, proprielario do
cnzenbo Jardim.
Joaquim Manoel da Cunta Reg, lenle e ren-
deiro do engenho Launa -Brava de Pedras de Fogo.
Antonio Correa de Oliveira, proprietario do en-
genho Canua-Brava.
I! 'charol Joaquim Francisco Cavalcanle Lim, le-
nente-coronel coniman -an'.e do hatalho da guarda
nacional da fregue/ia do llamb e proprietario do
engenho Pao-Amarello.
Joaquim Jlonleiro Ciiedes Condim, proprielario
do engenho Olho d'Azua do Tapuya.
Claudiao Velloso Freir, capihlo da guarda na-
cional, rendeiro do enzenbo Vunda.
Ilenrique l.uiz de Noronha Faria, capilao refor-
mado e con-euhor do ciigi'.bo Perori.
Feliciano Cavalcanli da Cunha Reg, consenhor
do engenho Cachoeira.
Joaipiim Jos Nones da Cunha Machado, bacha-
rel formado em leis, advuzado do auditorio da cida-
de de Goianna e coin-proprielario do engenho Pao-
Amareilo.
Antonio Curdas Gondim, capilao da guarda na-
cional e proprielario do engenho S. Sebasliao.
O padre Vicente Ferreira Guedes, rendeiro do en-
genbo Prn.
Descarregam hoje 3 de selembro.
Barca americanaAlicefarinha de Irigo.
Brigue porloguezLaia IIIdiversos gneros.
IMPOaTACAO
Vapor inglez o Tyoe. vinio da Europa, consig-
nado agencia, mamfestou o segaiule :
I caita relogios, I dita amostras; a Schafeillin &
Companhia.
1 dila joias ; a S. P. Adour.
1 dila ditas; a Souvage.
1 dita ditas, 1 dila e I embrulbo amostras ; a J.
Keller.
1 caita relogins, I dila e I embrulho amostras ; a
Southall Mellor v C.
1 caiM- bichas ; a Domingos Alves Madicus.
I dilajoias ; a Barroca ,\ Caalro.
1 dila relogios ; a Kabe Schamcttau i\ C.
I dila roupa de uso ; ao Dr. Gordnu.
I embrulho amostras ; a II. Gibson.
1 dito ditas; a C. J. Aalley.
2 dilos ditas ; a e'ox Brntbers.
.titos ditas : a Johnston Paler ^ C.
I ditodilas; a J. Rvder.
3 ditos dilas ; a N. 6. Bieber ,\ C.
1 dito dilas ; a Isaac, Curio &C.
1 dito ditas ; a Roslron Booker.
I dito ditas ; a II. Brunn ,\ C.
1 dito roupa ; a A. G. Robert.
1 caita amostras ; a l.elellier & C.
1 dila dilas ; a Burle \ Souza.
1 dita ditas ; ao Exm. Sr. presideulc da pro-
vincia.
1 ditas c i embrulhos ditas : a l.uiz A. de Si-
queira.
2 caitas amostras ; a Lecomte Fcron v Compa-
nhia.
1 embrulho dilas ; a Paln N -h.
1 dito ditas ; a M. G. da Silva.
1 caita papis ; a Sauuders Broders.
1 lila amostras; a .loa 1 Pinto de l.emos.
I embrulho mappas; ao sectelano da AssociaQao
Cominercinl.
I dilo papis ; a Baslo ,\ l.umos.
I dilo ditos ; a Arkermghti
1 dito il 1 lo- ; a A. M. C. Soafes.
1 dilo dilos ; a Adamsoo lixivie 6c C.
CONSULAIl GERA
Rendimenlo do da 1. .
(Jiiarlel de cavallaria.
Canoas com areia alqueires2'i0 ; cal branca, dilos 10 ; lijlos dr alve-
naria grossa, milbeiros2 ; tabeas de louro para forro,
duzias 2 ; oleo de linhaQa, arrobas 2 ; tinta ciuzenta
de oleo em massa, dita 1 ; tinta roxo-terra de oleo
em massa, dila I : prezos de forro, 300.
Fortaleza do Brum.
Cal prela,alqueirea, medida nova, 80; dila branca,
alqueires 6 ; dobradicas grandes de cruz, pares 20 ;
presos de assoalho, 3.000 ; dilos de forro, 3,000 ;
dobradiras ineiaas, pares 20.
lirio Cal prela, alqueires, medida nova, 200 ; dila bran-
ca, alqueires (i ; parafusos de ferragens, duziis 20 :
dobradiras graudes de cruz, 20; feixos pedrezes
grandes, |f; ditos pequeos, 1t ; aldrabas galas,
s ; olea de linhaca, arroba 1 ; tinta branca de oleo
A JOVEN PARAENSE exerulara sous aprecia-pelo referido asente, no dia sexla-feira, do cor-
veis e diilirullosos rxerririos sobre a corda. i reir, ao mrio lia rm poni, no respectivo consula-
A BFNEFICIADA fara sua rslra dans.indo so-
bre a corda, malina lindos e diflicullooos passos de
elegancia, eteculando afiual, o
SOLO INGLEZ.
O PERNAMBl'CAINO se dislinguir.i execulando
sobre a corda difticoltosos dansados, entre us qaaes
a linda
Dando lim a todos os Irabal
mica do
ios, com a scena co-
ser bem acolhida, por aqurlles que, por mais de
una vez a lem honrado com sua benevolencia.
u%>i&o& WJmiim&fi.
deJ
aneiro.
dem do dia 2
1:7019882
2:7289%<
1:4309848
i I VERSAS
Rendimenlo do dia I .
dem do dia 2 ,
PROVINCIAS.
1099170
1319038
O brigue nacional FIRMA pretende
sabir no dia 7 Janeiro, tem quasi seu carregamento
completo: para O resto e escravos afre-
te, para os (pides tem exceilentes eornmo-
dos, trata-ge com os consignatarios No-
vaes v\ C., i-na do Trapichen. ~i'.

segoecm poucos das a veleira sumaca Laslro, de
primeira marcha, por jii ler a maior parle de sua
carga a bordo : para o reslo trata-se com sen con-
signatario Domingos Alves Malheos, na roa de A-
pollo u. -Xi.
Para Macei sezoe com brevidade a barraca
Boa Sorle : quem nella qnizer carrega'. cnlenda-se
com Jos Joaquim Das Fernande", ra da I.1'en
do Recife, ou rom o meslrc Manoel Jos da Molla.
Para i IhIi-}.
O veleiro patacho nacional aEsperaacj, pretende
seguir para a Babia Cora malla brevidade, por ler ja
a bordo partele seu carregamenlo ; para n reslo os
pretemleiites entendam-se com o sen consignatario
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, roa da Cruz n.l.
Para o l'orlo, o brigue porluguez uBom Suc-
cesso. pretende sabir coma maior brevidade possi-
vel ; quem no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, para oque lem excelleoles conimodo?, euten-
da-se com os consiznalarios do mesmo, ou com o ca-
pilao o Sr. Manoel Gomes dos Sanios Sena.
COMPANHIA
DE
NAVEGAJAO MIMA.
/ 2408208
DESPACHOS DE EXPOR/r.ACAO PulA MESA
DO CONSULADO DES1A CIDADE NO DIA
9 DE SETEMBRO DE j8.it>.
LiverpoolGalera ingle/.* Seraphiua, diveraos
,c.- -- -, r.irrrzadores, 320 saccaslalzodao.
,M^uraya_ri sea pensaT^fc- Castro. 17 eascos mel. /
LisboaBrigue portugus] Experiencia, 16 casco.
mel.
FalinoothBrigue bambkirguez Miranda, T. M.
Viuassa, 300 couros verdes.
xpoirtacao
de
os
com casca, 1^0 pipas agliardeule, 20 dilas espiral
1,209 barricas e 200 saecos com 12,08ti arrobas e 23
libras de assucar. J
Falmouth, brizuc inglez aRrilania. de 29 tone-
ladas, couduzio o sfguiule : 3,32o saceos e 100
barricas com 17,4'J!I arrobas c 15 libras de asaucar.
Terra Nova, barca ingleza Snovvdou, de 438 to-
neladas, couduzio o seguinte : laslro de rea e
pedra.
RECKBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
^Rio da Prala, polaca/ hespanhola Augelilau, de
37<> toneladas, conduziol o seguidle : 3.000 cocos
Rendimenlo do dia I.
dem do dia 2
CONSULADO
Rendimenlo do dia I. .
dem do dia 2 .
1:291*240
1:1335290
2:427*530
PROVINCIAL.
1:9369138
8425461
2:7785602
'Motoimmte do pmto-
"Vacos tbidos no dia 2.
Assu'Brigue brasileiro Fclicidade>, cm laslro de
arca. Suspenden dolameirn.
BarcellonaPolaca hespanhola Atrevida, capilao
Joao Abril, carga algodao.
Terra NovaBarca inglaza Snovvdon, capilao
John Bobiuson, em lastro.
Mt&.
seteiubro de
bral da Vascun
O Dr. Rufino Augusto de .Alenla supplente do
juizo municipal provednr dos residuos e cpelas
Bata cidade do Recife e seu termo.por S. M. I. e
C. qne Dos guarde etc.
Fajo saber .i lodos tos lliesooreiros das irmanda-
des, e contrarias do lermn do Recife, a quem che-
garo conhecimenlo do presente edilal.que no prazo
de oito dias cantados ila dita deste sao obrigados a'
apresenlarcm urna relac.lo circumslanciad das ca-
sas que compoem o respectivo patrimonio, com de-
aicnacao da roa,numero,nome dos inquilinos.e da ren-
da,que cada nm paza.o que ser ctimprido sob as pe-
nas da lei. Este se passou em virlnde do meu pro-
viinnilo, que lira eui poder do escrivao, que esle
escrevau. Beata, cidade do Reri/e no primeiro de
856. Eu Galdino Temistocles Ca-
aellos o escrevi.
Rufino Aoguilo de Almeida.
O Dr. Abilio Jlose l'avares da Silva, juiz de orpbaos
e aozeutfs dalsta cidade do Recife de Pcrnamhuco
e sen termo por S. M. I. e V.., que Dos guar-
de, ele.
Faro saber que em praca publica desle juizo se
bao de arrematar, lindos os dias da lei, os escravos
constantes do ejscriplo qoe se acba em poder do por-
leiro deste joizp. Amaro Antonio de Farias, rajos es-
cravos sao perleoceules ao |rasal do finado Joaquim
Jos de Miranla, e TS0 a pra$a a requerimenln de
Bernardo Antonio dr Miranda, leslarnenteiro e in-
venlarianle do referido seu pai. Cidade do Recife
23 de agosto del 1856.
.iliilio Jote Tarares da Silca.
O Dr. Abilio Jbs lavares da Silva, juiz de orphaos
e ausentes desta cidade do Recite de Pernaraburn
e seu termo >or S. M. I e C. que Deoszuarde etc.
Fajo saber q te em prar;a publica deste juizo se ha
de arrematar o arrendamento do engenho denomi-
nado Brum, silo na fregarais da Varzea rom suas
ierras de assuc r denominadas Malemba, Gulandim,
Malhada e La adujo, constante do escriplo que se
ocha era poder do portelro deste juizo. e assim tam-
bem as baixaa gara capim do Lagndico e S. Braz,
perlencenles a mesmo engenho, e que fazem lote
separado, ,- v.ii praca a' reqoeriinento de Bernar-
do Antonio d( Miranda, inventarame e leslarnen-
teiro de sea fa lecido pai Joaquim Jos de Miranda.
Reci fe 23 de o oslo de 1856.
Abilio Jos Tavarcs da Silva.
SOLDADO raRIAI. 11)0.
He esle o espectculo qae fez a eaeolha para oire-
em massa, l|2 arroba Unta ruxo-terra de oleo em reccr an ||11S|r.,d publico deiU capital, esperando
massa, aiea dita ; aecanle, libras 1.
(Jucm quizer coinralar estes objeclos. aprsenle as
suas proposUs em carta lechada, acompanhailas das
amostras na secretaria do cuuselbo as 10 horas da
nianba do dia 5 do proiimo mez.
Secreiaria do conseibo admiuislrativo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 29 de agosto de
18.56.
Assignadn. Benlo Jos' Lamenha Lins, coronel
presidente.
.Jnionio Comes Leal, tenenle-corouel vogal ser-
\ i iilo de secielario.
Lasserro & Tsset
Freres,'tumaiu lettras so-
breo Para.
O lllm. Sr. capilao do porlo, cumprindo a ordem
do Eim. Sr. presidente da provincia referindo-se
ao aviso da reparlicao da marinha de 12 do correte
mez, manda la/.er publicu a Iraduccao abaixo da ga-
zela-de Londres com dala de 9 de abril ultimo, onde
acham-se as ordeus revogando as de 18 de fevereiro
efil de marro de 1851, assim como oulras medidas
lomadas emeonsequeucia da guerra pelo governo bri-
tnico.
Capilania do porlo de Pernambuco em 28 de agos-
to de 1856.O secretario, Alexaodre Rodrigues dos
Anjos.
TRADLCCO.
N. 21870.
SupplemcDlo da gazela de Londres, de lerr.i-feira
8 de abril.
Publicadu como oflicial.
Ouarla-feira 9 de abril de 1856.>o conselho era
Buckingham Palace, no dia 0 de abril de 1856,
prsenle o conselho de Si M. rainba.
Em virlude de achar-se assignado um Iralado de
paz e amiaade entre sua mageslade, seus adiados, e
o imperador de lodas as Russias, manda Sua Mages-
lade, depois de ouvidos|os seus consclheirus privados,
'I ue fique sera elcilo a sua ordem dada em conselho
aos 29 de marco de 1851. deteiminaudo, que a ne-
nhnm navio ou embarcacies perlencenles a qualquer
de seus subditos fosse peimillido dar entrada e des-
pachar para pnrlos da Russia al novas ordens; e
qoe se lizeSsc um embargo geral ou suspensao em
lodos os navios ou embarcarues russas actualmente
nos portos, ou que para o liiluro enlrassem nos por-
tos, bahas ou luudeadourus dos dominios de S. dila
mageslade, conjunctaiuenlc com as pessoas e objectos
existentes nos mesinos, e bem assim lodas as oulras
ordens do conselho jirohihiudo o cominercio com a
Russia.
E os muilo honrados lords commissarios do thesou-
ro de sua mageslade, os commissarios que executam
o ollicio de lord primeiro almirante da Gro-Brela-
nha e o lord Warden dos porlos cinque, devem
dar as ordeus necessarias nesle coulidas, e qoe res-
peclivamentel bes perlenram.Assiguado|C. C. Gre-
velle.
No conselbn em Buckingham Palace,uodia9 de abril
de 1856, |iresente o conselho de S. Al. a rainba.
Fica desde esta dala ordenado por sua mazeslade
em conselho, que as probibices actualmente exis-
tentes por molivo da regia proclamarlo de sua ma-
geslade do da dezoilo de fevereiro de 1854, e por
molivo de ordens subsequenles do conselhu, sonre
a exporlacao para fora do Reino-L'uido, e condc-
elo pela cosa, de armas, muuices, plvora, salitre,
enxofre, machinas martimas e caldeiras, e as par-
les componentes das meslas, chumbo, nitrato de
soda aulpbalo e muriato de polassa, certas qualida-
des de ferro, e oulros artigas mencionados na dita
proel.uaran e ordens, sejam as dilas diderentes pro-
hibirles como sao pela prsenle eilinctas, |ces-
sem.
E os muito honrados lords commissarios do the-
souro de sua magestade, os conimiasarios qne eier-
cem o lugar de lord primeiro almirante da GrAo-
Brelanha, e o muito honrado lord Panroure, um
dos principaes secretarios de estado, assirj o lenham
enteudido e faeflo execular.Assignado C.C. re-
velle.Conforme.O secretario, Alexandre Rodri-
gues dos Anjos.
TRADUCCAO.
Directora hydrograp/ea.
Aviso aos navegantes.
1'h.iroes das costas de Hespauha, mar Mediterr-
neo (ilhas baleares.) aV
O minisleriu da marinha remcttilka esta direc-
tora o seguinte viso recebido dolWe Fomento.
Pharol da ilha dosTEnforcados, enlre lbiza e For-
menlera.
O corpo dos engenheiros. estradas, canaes e portos
acaba de declarar concluido o dito^pharol, eslabe-
cido uaaapeajueua ilha dos Enfurcados, situada na
proximidade dos Freos de I biza e Fouuenlera. Seu
machinismo he caladioptrico, da sexla ordem, dt luz
fixa e nalural, elevado 22 in. 778 81' 77 pesj sobre
o nivel do mar, e visivel em boas circunstancias
a dez milbas de dislaniia.
l-.-lar- aceso todas as noiles eem inlerruprao desde
o primeiro de maio prximo fuluro.
Lalitude 38.- 48' 42" Norte.
Longilude 7.- 41' 2" E. do observatorio de mari-
nha de S. Fernando.
O objecto principal desle pharol be para marcar o
Passo o l-'reo-lirande.que he o mais limpo e pralica-
vel para toda a qualidade de embarca(oes. Tem
pnuco menos d'ama milha de largura, com um fun-
do de nove bracas a meio canal, que dimiune para
seis cm dislalia de urna amarra da ponta septen-
trional da ilha do Espalmador, a a 1. em distancia
igual do meridional da ilha dos Eoforcados.
Para embocara passagem de noite viudo de leste.
se procurar levar o pharol ao O. desde o mumenlo
que -e aviste ; e quando se esteja a urnas tres ou
4 milhas da luz, se tomar o rumo mais para o sul,
alim de o lomar pela amura de eslibordo, com o lim
de prolongar o Freo, e deixa-lo por aquella banda,
conlinuando ao O. S. O., al completar dnas ou (res
milhas, em cujo caso se poder fazer a derrota que se
quizer.
Para embocar do O., se proceder de urna ma-
neira tola I mele inversa, ou contraria, oom o lim
de deixar o pharol por bombordo.
Nao se deve lenlar sla psssagem de noite com
ventos escassos ou vnriaveis, para se nao ver na con-
tingencia de ter que tundear n'ella, visto achar-se
cheio de pedras. Os venios sao magnticos.
Madrid rate c nove de marco de 1856.
Assignado.Joaquim Gutirrez de Rubalcava.
Conforme.O secretario, Alejandre Rodrigues dos
Anjos.
do, ra do trapiche Novo : em seguida sera' vendida
urna ptima escrava parda, perila engommadeira,
doceira, ele. ; assim romo varias obras de ouro o de
prala, rousisiindo em t eicellente relogio de ouro
patente inglez, 1 dilo dita esmaltado para senbora,
I rica pulceira esmaltada rom diamantes, aunis di-
to, 1 a Mnele de camapheo, 1 penle de ouro, 1 par
de esporas de prata, etc., ele.
Precisarse alagar um preto para
Irabalhar nesta typofjraphia : n fallar na
livraria ns. (i e8, da juaca da Indepen-
dencia.
Precisa-se de um feilor para um sitio na Mag-
dalena : no alerrn da Boa-Visla n. 43.
OFFICIAL DE AI.FAIATE.
Precisa-se de olliciaes para obra grande e lambem
inin la : na ra Nova n. 52.
-- Deseja-se fallar com o Sr. Joaquim Goiic,alves
Vieira Guimar.les a negocio de seu inleresse : na ra
do Qoeimado n. II.
-- Jos Joaquim Anlunes, juiz de paz em exerci-
ca do primeiro dislriclo da freguezia da Boa-Visla,, terminado em 31 de agoato prximo lindo o'praz* da
faz scicnte a quem interessar, que sua residencia he l snciedade que gvrava sob a firma de soares A. Cmb
no lerceiro andar do sobrado n. 37, do aterro da i panhia, concluirn! araisavalaaeule a diaaolo^o da
Boa-Visla, (apezar de ealar passando o verao no! mesma, ficando o socio Jos Soares Piala Cacratacn-
Manguinho), e que para mais commodidade das par-! carresado da liquidarao de -en activo a pasanvu. caai-
lea, dar' aodiencia mis raesmos das do coslume, (inuando por sua cotila particular aa amo gyro .le
quarlas c sabbados as 3 horas da tarde) na ra do negocio. Recife I. de selembro da 1856JetaSaa-
Arag.io em casa do escrivao, o Sr. Francisco de Bar- | rea Pinto Crrela, Jos t.acio Monteiro da Fraaca.
ros Correa. Joao Pinto,,coiiaiderande-*ei sanio de dividas.
Precisa-se fallar s senhora D. M.n liuha Mara roga a qualquer passoa qoo te julgar sea credar de
do Livramenlo a negocio de aeu inlercss*. e para sa qualquer quantia. declare por esta folha.
Massa adaman-
tina.
Franci-co Pinto Ozorio chumba denles com a
verdadeira roa.aa adamantina, c appliea ventosas
pela stracrAo do ar : pode ser procurado roafronle
ao Rosario de Sanio Antonia n. 2.
Precisa-se de mu feilor para um sitio |ktio d.i
praca : quem esliver ue-tas i ir-um.l.incia-. dirija--.
ao sobrado da ra de Santa Thcrcu, que achara'
com quem Iralar.
Precisa-se alugar na freguezia de S. Jote urna
casa terrea boa, ou sobrado de um andar, qae lenha
coinmodos para familia, paza-*e ale o-saiO bii-
saes : quem liver annuncie.
Precisa-se alugar um -ilio perlo da prai.a. '["
lenha boa baixa decapim Ja' plantado, para itcnm
e verao, a que chegue para 5 a 8 cavallos : qaara li-
ver anuuncie.
Aluga-se o segundo andar da rasa da taa d-
Guia n. 61 a familia honesta, > qual se cha deccalo
e tem bastantes commodat: a Iralar no pniaeiro an-
dar da mesma caaa.
I Is abaixo assignados fazem publico, que leadu
THEATRO
DE
Santa Isabel.
Lu/. Arnattd Touachc limaos di C.
Em Marselba.
L1NBAS TRANSATLNTICAS.
Barcas de vapor a' hlice.
Franca. 350 cavallos 2000 lonelladas.
Brasil.....IM) 2000
\ ille d- I.mu. ABO 2200 a
America. 500 2200 i
Europa. 350 o 2000
Avenir. 2iK o 1200
O vapor Franca dever ler parlido del Marselha
para o Rio de Janeiro com escala por Malaga, Lis-
boa, Teueriff, Pernambuco e Baha, uo dia 25 de
agosto prximo passado. Desla poca em dianle as
partidas dos vapores terao lugar de Marselba no dia
25 de cada mez. Para qualquer iuformacao, com
N. Bieber A- C, ra da Cruz n. 1, agentes da
companhia.
geilteS.
Leiloes.
3tek?acte$.
(1) lode lerapparecido o irapresso, de qoe falla o
communicante, mas elle nao parlio certamente do
Sr. commendador Joao Joaquim, cuja generosidade e
cavall-insmo chegam ao ponto de nao consentir qne
se leia ero ana casa o artigo ou correspondencia, em
qne he deirninnofln o sen inimigo.
Doccrretpoiidente.
A mala qnn
uFlor do Brasi
fecha-so boje (
10' REPRESENTAC.U)
IjOSGR a ndes e brilhantes soires
da companhia
ROBERT E DEVEAIA.
Quarta-feira 3 de setembro de J856-
GRANDE DIVEKTI.MEMO
a beneico da joven artista Nomnense
IOSEPH1NA ROBERT.
Logo que os Srs. prol'essores da orchestra livercm
locado urna linda nuverlura, dar principio an di-
vertimeulo quelivc a |ionra de escolher para enlre-
ler ao Ilustrado publico desla cidade, e com espe-
cialidade a lodoa <]ue me dedicam protecrao e aco-
Ibinienlo, o qual acba-se dividido em 5 parles, da
maueira seguiute:
PRIMEIRA PARTE.
Mgica branca e plivsica.
Diflereutes {lassagens e sorprezas de physica, me-
lamorphoses e mgica branca, eiilreteraoo publico
por esparo de urna hora.
SEGUNDA PARTE.
Rosas Braga i\ C, Jaraoleilao, por n-
tervenc^odo agente Oliveira, do restan-
te de todas as fazendns para litptidacio
de contal: quarta-feira o do correute, ao
meio-dia em ponto, no seu armazem,
rua do Trapiche n. -i-i.
O asente Borja far Icilao em sea armazem,
na ma doCollegio n. 1.5, de nma immeusidado de
objectos de dillerenles qualidades, consislindu em
urna opliraa mobilia de Jacaranda com pedra, urna
dila sem pedra, urna dila de araarello. diversas obras
avulsas, bem como sofs de jacaraooa', dilos deama-
reilo, cadeiraa, consolos, marquezas, commodas, se-
cretarias de iiin.-iiii, guarda-louca e eoupa, appara
dores, lavatorios de varios modellos, dous ptimos
pianos de Jacaranda' de armario, um dito de mesa,
v aria- obras de ouro e prala, relogios de ouro para
algibeira, suisse e patente inglez, novos, nm rico
candelabro pe de bronze, lauternas nulas de vidro,
calungas e vesos de porrcllana e de vidro para en-
feite de sala, vidros linos e luura para servico de
mesa, varias quinquilharias, urna rica cadeiriuha,
nova, forrada de velludo, e ootros mtiitos objectos
que fura impossivel enuraera-los, os quaes se acha-
rolo patentes uo dia do leilao ; assim comu ao meio
da em ponise achara' em frente do armazem om
bouilo cavado castanho, bstanle gordo, coro diver-
sos andares : qoinla-feira, \ do correte, as II ho-
ras da mauhaa.
O ageule Vieira da Silva faz Millo de 1.50 sac-
cas com farinha de muilo boa qnalidade ; quarla-
feira 3 de selembro ao meio dia rm poni, no arma-
zem do senhor Paula Lopes, delroule da escadinha
da alfaudega.
O agente Vieira da Silv
de selembro, as 11 horas
Sr. Antonio Aunes Jaco.,
cevada, em lotes a volitad-
conta e risco de quem perleucer.
O ageule Oliuaira far leililo, por eonla de
quem perleucer, do casco forrado de cobre, inaelros
egurups, le ros c correles, bole e lancha, e oo-
tros perlences do brigue nacional Nern, lolarao
de 10.000 arrobas, e tal qual se acba aurorado na
volla do Forle do Mallos, onde os prelcuJenlrs sao
convidados a ludo examinar com aulecipar/io: quin-
la-feira, 1 de selembro prximo, ao meio dia em
ponto, no lugar do esialeiro do Sr. Jacinlho Elesbao.
,0 agente Borja far leilao em seu armazem, na
rua do Collegio n. 15, de diveisos escravos de ambos
os sexos, bem como, 2 prelas mocas de bnniUs figu-
ras, ptimas engommadeirss e coslureiras, 3 ditas
lambem moras, excallenles coziuheiras, urna linda
muala rom diversas habilidades, urna dila que Ira- , b.ilha oplimamenle em mtawt, doces ele, I mole- '"
CORRED) UERAL.
lem de conduzir o hiale brasileiro
d, com ileslino a cidade da Parahiba,
Dd renle, as ti horas da manbaa.
CONIBLHO ADMINISTRATIVO.
O consellio i dminislralivo, em virludc de aulorisa-
Qfiodo Exm.Si. presidente da provincia, tem de con-
tratar a eoinpr i dos objectos sejuiuies :
Pira o hospital regimenlal.
Canoas com areia de 6 carrocas cada nina, 25; cal
prela alqueire medida nova, MOO ; dila branca al-
queires medid, nova, 10; lijlos de al venara gros-a,
milheirns 12; dilos de ladrilbo compridos, dilos 6;
dilos de dilos madrailos, dilos 2 ; laboas de assoa-
lho de looro d m 2 palmos de largura, duzias 8 : di-
tas de Inoro i ara rorro, duzas 5; dilas de assoalho
de amarello ci ra 2 palmos e meio de largura, dilas
2; oleo de I ataga, arrobas V ; tinla ciuzeula de
oleo em mal ia, dilas S ; dila roxo-lerra de oleo em
massa, dila I 1(2; prego de asoallio, milbei
ro9 5.
Evercicios nu corda bamba, pelo
VAMBA.
Por pedidos de nioilas pessoas be que a benefi-
ciada prceiicben esta segunda parle com os aprecia-
reis exercicios do VAMBA, sobre a corda bamba
TEKLEIRA PARTE.
Dansada pela beneficiada, que se adiando ainda
incommodada, nAo pode deixar de fazer qualquer
sacrificio pora tornar mais completo este diverli-
menlo, esperando que o publico a descalpara de
nlguma falla que porvenlura possa commetler.
QI'AP.TA PARTE.
\RUIE FROUXO.
0 PERNAMIH CANO nao pode deixar passar es-
ta noite sem que aprsente alguna novos exercicios
de equilibrios, nunca vistos, sobre o rame.
QUINTA PARTE.
DE
GORDA TEZA.
Esin-a da Deueliciada a joven. Flumiuei.se.;
ite.
olio quarta-feira, 3
li.ia, no armazem do
, de 27 saccas com
compradores, por
Ihe enlregar nma caria de sua filha casada e resi-
dente no Para' : na travessa da Madre-de-Deoa
n. 16.
Precisa-se de urna casa terrea em una das fre-
guezias de Sanio Antonio, S. Jos ou Recife, rujo
aluguel men.al seja razoavel : na rua eslreila do Ro-
sario n. 18, lenda de onrives.
-- Offerecc-se um rapaz para caixeiro de loja, com
pralica, ou para armazem ou para caixeiro de rua,
dando bom fiador : na rua larga do Rosario n. 39.
TOhTijGUIZ
DF. lEIftiltA.
Por ordem do lllm. Sr. presidente do conselho de-
liberativo coovoca-se o mesmo conselho para urna
sessAo eviraor.imana no dia i do prsenle mez, as 6
horas da tarde, uo salAo do referido liabinele. Re-
cife 2 de selembro de 18-56.O I. secretario,
Mendes CuimarAes.
O Sr. Pranrisrn Jos Ferreira Vcic lem urna
carta vinda de Portugal no Passrio Publico n. 9.
O abaixo assignado roca aos senbores habitan-
tes da cidade da Victoria, que ni i iucluamseu nome
em qualquer .las listas que se lem de fazer as pr-
ximas eleiroes. seja em que lugar for, pois qur mui-
to agradecer*. Victoria 21 do agosto dr 18.56.
Manoel Jos Pereira Borges.
Precisa-se fallar ao Sr. JosColiiiiibriuo de
Araujo Lima ou a seu procurador, a negocio de in-
teressr : na rua do Crespa, loja n. 26.
Francisco Teixeira Mendes Jnior, commer-
eianle eslabelerido na cidade do Cralo da provincia
do Ceara', faz publico que lem eslabelecido urna so-
ciedade enlre seus irmAos Manoel Teixeira do as
cimente e Joaquim Delfino Teixeira, cuja soriedade
gvrar sob.a firma de Teixeira, Mendes ^V Irmaos.
Recife 28 de agosto de 1856.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinbar e
fazer lodo o mais servico de casa : na rua Dircila n.
86, segundo andar.
i.iuein precisar da nm bom cozinheiro, annun-
cie por esta folha para ser procurado.
Precisa-se do ama ama de leile com toda a
brevidade: na roa de Sania Thereza n. 7. Alianr.i-
se ter bom tralamento e um bom ordenado.
Pedro Mullrr relira-se com na familia, duas
criadas e nm criado allemAo para a cidade do Arca-
lo', e deixa por seu bastante procurador o Sr. E Bi-
doulae ; o mesmo pede desculpa a todas as pessoas
de sua amizade de nao se deapedir pessoalmenle,
pela brevidade de sua viagem.
Precisa se de algumas latas usadas para cncher
de caf moido : quem as tiver para vender, dirijs-se
a roa eslreila do Rosario n. 1.
-- Precisa-se de urna lavadeira de barrella para
lavar roupa de urna familia, e que d conta da que
se entregar, e seja fiel : na rua larga do Rosario, so-
brado n. 11.
Precisa-se alugar nma preta : na roa de S.
Coocalo n. 25.
Precisa-se de ama ama para casa de muilo pe-
quena familia : na rna do Hospicio n. 3i.
Precisa-se de duas pessoas para o servico in-
terno de una casa eslrangeira, urna que cozube e
engomme. e outra que rulen la de costura : oa rua
Nova n. 17.
Tendo-se retirado desla provincia o Sr. Ben-
jamn T'uknnies, que na ausencia do Sr. Cenrge Pa-
tehett exercia os runc<;o?s de administrador da I abri-
r de sabAo da Sra. viuva de Delphino G. Pereira
Lima, convidam-se aos credores da mesma fabrica
por qualquer titulo, ae rennirem no dia ,5 do cor-
rele as 10 horas da manhaa, no primeiro andar da
casa da roa da Cadeia do Recife u. i-', alim de deli-
beraren! o qoe for conveniente.
Urbano Chrisoiniaoo Mamede de Almeida, in-
ventarianle dos bena do casal de seus fallecidos pais,
o coronel Francisco Mamede de Almeida a aaa mu-
Iher, faz aaber aos credures do mesmo casal, qne vai
proceder a inveulario no juizo de orphaos desla cida-
de, cscrivAo Brito, alim de qae se habilitem para
serem attendidas suas dividas. Recife 2 de setembro
de 1856.
Precisase de am caixeiro para taberna, que
lenha pralica do memn negocio, dando fiador a sua
condurla : na rua da Cruz n. 28.
O abaixo assignado avisa a qaem coovier, que
lem eslabelecido com aaa sogra D. Maria da Coucei-
rAo Gomes Mariz, na cidade de Souza da Parahiba
do Norte, urna casa commercial com a firma social
de Garrido A, Sogra Mariz, sendo o mesmo abaixo
assignado o socio gerente e rncarregado de lodo/os
negocios da mesma. Becife 2 de selembro de 1856.
Francisco de Assia Garrido e Silva.
Offereee-sc nma pesaoa habilitada para ensillar
primeiras lellras, latim e francez em algnm engenho
ou em oulro qualquer lagar : quem quizer pdeao-
nonciar.
Alugam-se os andares do sobrado da roa do
Hospicio, em que esleve o Recreio Militar : as pes-
soas que quizerem, para ver e ajoslar com Frederi-
co Chaves, no alerro da Boa-Vista n. 17.
Aluga-se um bom sillo por prero coramodo,
na estrada do Rosarinho, com mullos arvoredos e
boa casa : qnem pretender, dirjase ao paleo do
Terco n. 1t, taberna.
Jos Joaqoim de Oliveira aloga o sen sitio do
Chora-Menino, com boa rasa de sobrado, commodos
para grande familia, boa estribara, poro com agua
para beber e lavar roopa, grande pomar, por prero
muito em conta : a'vista su tratara' as cnudices cora
o prelendenle.
O abaito assignado tendo ido informado que
apparecera em urna folha denominadaO Advogado
dos Guardas Nacionaeso seu nome com urna cen-
sara a sea commandaute por nAo o ter promovido
oflicial do balalbao, vera ante o publico declarar,
qae esla' salisfeilo em ser brigada ou sarcenlo ajo-
danle do segundo balalbao, e que se nAo lem passado
a oflicial nAo he por ser de ciir, mas porque por ora
nao Ihe ler rom nidn. Esta declararlo faz, nao por
causa do lal folhelo, mas para demonstrar a qnem
talvez o iiueira intrigar |cnm seus superiores, que
alias o lem tratado com toda a estima umizade.
Recife 28 da agosto de 1856.
Militan Alvos l.ima.
&>*i S4 &>}': S\*i *i*ii.*"; &i". ."">


Col crmulo com principio de coziuha, 1 dilo bastan-
te robusto, proprio para lodo o serviro, 2 pretos de
meia idade trabalhadures em sitio, t dito oflicial de
sapaleiro, 2 inoleqouhos e I mulalinba, e oulros
muito- escravos que se acbarAo patentes no referido
armazem, para exame dos senbores preleodentes. do
dia do leilao : sexla-feira, 5 do correnle, as 11 horas;
e ao meio-dia em ponto irao tambera a
leilao os movis pertencentes ao lllm.
Sr. Dr. Franca Leite, que rctira-se pa-
ra a Europa, os quaes consisten) cm um
cxcellente mobilia de sala, inclusive um
bello candelabro, lanternas, calungas e
mais objectos de porct'lliina. vidros, etc.,
para enieite, urna rica secretaria de mog-
no, urna contmoda da mesma niadeira,
de novo 'gosto, urna estante boa, um
guarda roupa, mobilia da gala interior,
inclusive um ptimo gtiarda-loiica, dous
aparadores, mesa de jinlai e lavatorios,
varios trens de co/.inlia e mais arranjos
de casa, etc., assim como um rico a-
queiro de prata de gosto moilcrnissimo,
chegado. lia pouco de Portugal.
O agente Vieira da Silva, na rua da Madre-de
Dos n. 32, faa leilao sabbado, 6 do correnle, ao
meio da em ponto, de diversas obras de mareinej-
ria novas e usadas, cadeiras. bancas, mesas, arme-
lla, mezas redondas, candieiros, linterna-, candela-
bros, 2 ricos piados fortes novos, 1 dilo de meio uso,
1 balance romana de 2,500 libras, diversas obras de
ouro e prala, e mais objeclosque la' se acharem no
4to armazem. que ludo aera' vendido.
O agente Oliveira fara' leilao, por aotorisarao
am presenja do lllm. Sr. Dr. juiz dos ausentes,
* reqiierimenlo do lllm. Sr. cnsul de Portugal, de
lrs escravos perlencenles a' espolim de alguna fi-
nadoa subditos portogneres, e ruja arrematarlo foi
snnanciada pelo juizo, e lie transferid! para ler feila
}00
11 abaixo assignado tem a honra de csiu-
x daros Srs. mrmbros da commissAo direc-
tora do MONTE-PIO-ACADEMICO, e oa
Srs. estallantes do primeiro anuo da Fa-
cullade de Direitu, para que comparecam
no dia 6 do crrenle mez, as i horas da
larde, na ca>a da residencia do lllm. Sr. Dr.
presidente e thesoureiro, alim de nomearem J&
por escrutinio secreto um socio director B
pelo mesmo anno, em rubsIiluirAo ao que '"---
havia sido anteriormenla eleilo.Francis- -.^
co Ferreira Correa, primeiro secretario. ^
Recife 1 de selembro de 1856.
LOTERA DA PROVINCIA..
Primeira parte da Ia lote-
ra do Heeolitiiiieiito
da Gonceico de Oliida.
i) abaixo assignado ven
den as seg'uintes sortes:
Gi 2:000jJ000 em 1 quarto. |
1590
159
titi."
1403
19i"i
(iHi
lili
78'.
IOO.sOOO em 2 ditos.
OOsOOO em 1 meio.
IOOsOOO em I quarto.
100*000 em I meio.
IOO.sOOO em 1 meio.
."iO.s'000 em 1 quarto.
O.sOOO em bilbete inteiio.
O.sOOO em 1 meio
iNoescrhitotio do in-s-
mo s5o pagos nao s os
por cenfo (la garanta, co,
uio o premio por inteiro-
ou na pra<;a da Indepen-
dencia loja i. AO.
P. .. hay me.
Alnca-ae um escravo possanie para lodoe qual-
quer servido : qaem o pretender dirija-se a loja di
rua do Crespo u, (i.
I'reri-a-se ile uma ama de leile : aa prata da
Independencia us. 36 e .18.
D. Jnanoa Maria da Exalta, ao Simia, mus
de Paulo Pereira Mino-, faz publico que aria' pro
cedenda a inventario pelo juizo dos orphaaa, escri-
vao Facundo ; aquelles que se jul.'arero rredore- do
casal inventara lo, apreseolem suas coulas ao sea
advosado com escriplono na rua das Larangeiras n.
15, primeiro andar, das 9 as i horas da Urde.
O rapitao Antonio da Souza Oliveira Mello.
aenhor do eiuzeulio Maxicoaba da comarca du l.i-
mneiro, tresuezia de Bom Jardim, declara ao publi-
co, qua coroprou a propriedaJe denominada Lac.aa
Comprida a Antonia Mana do Espirito Saalo, a
qual se mudou para a comarca de Sania Anlia ou
villa da Escada, aonde falleeeu ; e como rao inventa
rio a que procederam mencionara cinco leltraa aces-
ias pelo annuociante, a vencer de l'evereire a feve-
reiro de cada anuo, declara em leaapw, qoe niaagaeai
tara transaran rom as inenias ledras, visto que
anda nAo se cumpriraoi as <-ondiroe> da e-rriplora.
e por isso nAo serAo pacas em calar lado lesalasadn.
Recite |. de selembro de 1856.
Paulo Jordn da Silva e I rancisjee Aalvam
Florencio de (^arvalho, moradores em Cmara', fa-
zem -ciento ao publico, de qoe nincuem rosapra a
Jo-epha (iuilhermioa da Silva os escravos Ril i, que
ja dizera estar vendida, por nao ser vista ansie aa
trra, e Delphino, mais condecido por Janasarse,
qual anida aqu esla. e dizem que lera o mcasao de-
tino, porque ditos escravos se acham caucionad,-
aosannnnciantes desde 19 de pinho para xlrsfarao
du que elles, cm lempo opporluoo, preleataem en
-ir da sobredila Jo-epha.
i iil'erece-se una parda da meia idade para ra-
sa de um homem solleiro, a qaal faz todo a serviro,
enjamina e lava : oo Forle do J.tlos, serrarla d..
Sr. Ribeiro, se dir'.
Na rua do Livraiaenla a. Jt. prrciaa-sa ala Oana
eosommadeira qae se queira sajeilar a dar m roaps
Uvada e ensoramada com perfeirAo ; qoeaa quizer
pude dar a reaposla na meirua caaa, e aaa aorada
para ser procurada.
Lotera
O ABAIXO ASSIGNADO venden os w-
puintes premios da primeira parte da
primeira loteria do recolhimento de
Ulinda ; os possuidores logo que saliii
a lista pdem vir receber afjarantia no
aterro da Boa-Vista n. 48.
I quarto n. 634--0tX>5
1 dilo 1590 900B
1 ditoa 633 lUUs
1 dito 355 aOS
I billieleo 3589 OUp
Tem exposto a venda no aterro da Boa-VrsU a%.
48 e 56 oa seus muito felizea bilhelas, meaos a jasar-
los da primeira parle da quinta lotera do tiyaaaaain,
a qual corre no sabbado. 6 do corrate me/.
ll.lheies ioteiros Ss)M Recebe 5:OOIaf
Meios. :iaouo ."ioob
i.hiarlos 19500 1:2505
Recite 1. de selembro de 1856.
Antonio da Silva -
Jos Valeulim da Silva mudou a aa aula
lalim da Boa-Vista para o bairro de Saalo Antonio.
travessa da Cadeia Nova, junio ao o. 5, aoade ron
tuina a recaber por prero muilo cominodo, como Ir
publico, alumnos pensionistas a externos, dando bom
Iralamenlo. O annunciaiile espera receber dos pal-,
de familia a mesma prolecc.i qae recebeu atarante
os annos que eusinou na Boa-Visla.
Lotera
do Gyinnasio Pernaiii.iii-
cano.
Aos 5 000s e 2 OOOsOOO
Corre iiOJubitavelmente sabbado ti de
setembro de IS.wi.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavel publico que venden aa segua-
"nuiles sortes da primeira parte da primeira lotera
do recollnmenln da Conceijao de Olinda, cxli aluda
a 30 de agosto de IH56.
1 quarto a. 6312.000?
I meio lio:! 1009
1 quarto n 663 1009
I meio 191: 1009
I quarto >. 616 509
1 meio ii 781 509
O mesmo lem exposto veoda seas muilo leli/e
Imbeles, meios e qu.ii lo-, da primeira parle da qain-
la le.lena do iivmnasio l'ernambucann, as loja, ja
coubecidas do respeitavel publico.
Os dnus premios arailes cima referidos, aa Sa-
lla sugeilos ao descont dos oito por ceolo da impos-
to seral, o qual descont sera pago logo qae saia a
lisia, sendo o preco de seos bilheles os secainlcs
Bilbete inteiro 5.9KOO recebe por inleirn 5:0033
Meios 390M i.intJB
Ouarlos ln 11 1:jOB
Pernambuco I. de selembro de 1856.
Salusliano de Aquino Ferreira.
AO PtBLICO.
ig No armazem de fazendas baratas, rna ci
|t Collegion. i,
M vende-se um completo sorlimento de fa-
M zendas linas e grossas, por mais batato
H presos do que em oulra qualquer parte,
& tanto em porrjoes como a retalho, atfian-
5 cando-se sos compradores um s preco
** para lodos: esle estabeleciment abrio-se
a de combinado com a maior parle das ca-
g sas commerciaes inglezas, francezas, alle-
gg maos e suissas, para vender fazendas mais
J5| em conta do que se tem vendido, a por isto
JS| ollerecem elle maiores vantagens do qua
33 oulro qualquer; o proprielario desle im-
j portante estabelecimenlo convida i todos
S*" os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos seus inte-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da rua do Collegio n. i, deAn-
])( ionio Luiz dos Santos & Rolim.
mtvwBxwxam-i
C. STAKR COMPANHIA.
Respeitosamenle annunciam qua no sen exteurn
estabelecimenlu em Santo Amaro, continua a fabn
car, rom a maior perfeir.lo e promptidao, toda a
qnalidade de marhinismo para o uso d'aaricallura.
navegacao e manufactura, e qoe para maior coaa-
modo de seus numerosos frecuezes e do publica etn
_er..I. tem aberlo cm om dos grandes armazem a
Sr. Mesquita na rua do Brum. alraz do arsenal da
marinha, am
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dilo seu elabelecimentn.
All achar.io os compradores um completo sorli-
mento de moendasde caima, com lodos os melbnra-
menlos :vicua delles novos e oricinaes) qae a ex-
periencia de muilos anuos tem mostrado a ataen-
dade. Machinas de vapor dr. luisa e alta prsalo,
laias de lodo tamanho, lanlu batidas corno fun.li
das, carros de man, edito para condoiir formas
d'assucar, machinas tiara moer manjioca. prensas
para dito, tornos de ferro balido para fannlia. su-
dos de ferro da mais app.ovada eoiislrucrio, luadv-
para alambiques, rrivo-- c portas para lornalkaa, e
ama iofimdade 1 obras de ferro, que aera enfadonlie
enumerar. So mesn-o deposito existe ama pessoa
lalelligenle e habilitada para reeeber lodas as earc-
meodas, elr. etc., qoe os annnnciantes contando
enm a caparidade re soas oflicinas e marhinismo.
pericia de aeus o'.liciaes, se enmpromellem a faarr
execular,com a rucior presteza, e perfeieao. e exacta
conforrnidade crun os modellis, ou desenlio e 111-
Iruccoes qne Ihe forem fornecidas.
iu \ dv crizn. :;i.
Antonio Barbosa de Barras faz scirnle ao pattico,
qae mudou a sua sala da barbear da casa n. i.J da
rua da Croz para a de n. 51 da mesma raa; aa mes-
ma sala se acham as maia modernas bu has da llam-
burgo, qae se vendem aos ceios e a realbo, ealn-
gam-se, ludo mais barato do que em caira puta.
MUTILADO


lis abaiio assignidos, cana loja de ourives u.i tua
do C.buga' n. II, confronte ao palco da matriz erua
ora, fazem publico, que eilao renb-ndo contuma-
daminio as mai moderna obro de noro, lanlu para
senhora como para homens e meninas : os preros
ronlinuam raio.veis. e passam-se ronlas com res-
pou.abilidade, especificando a qualidaile do ouro de
I ou IS quilates. Desudo assini sujeitos os n.e-nu
4 Ka ra do Copiares em seguinle "ao berro do
I olalo, quarla casa depois da venda, n. 20, ar-
rnaio-e bandejas de hoto-, e lambe; se dilo bolos
de vendasen) pagando-sa qualro vileos por palaca.
Na mesilla casa prerisa-se alunar urna prela para
vender na rata, pagando-se mensalmenle.
Na loja de madama Routier, rua Nova n. .>S,
lem, recebidu de Franco, ferros de recortar baba-
dos para vestidos, os mais modernos que lem viudo ;
partidlos ; saias do filo lavradn para chapeos de lucio ; bicos prelos
de li 11 lio ; enfeilcs e llore para cabera ; bicos de
bloude ; leques, o lodo o mais necessario para bai-
les e thealro.
Attenco.
I )lTerece-sc nesla prar. orna caa capa/. a lodo o
'iihor de fr,que quizer mandar seos filhos apren-
der os preparatorio*, leudo todo o desVello com a
-ia roupa, comida e molestia, mediaulc cena paga
razoav.l : a Iralai com o Sr. Jos Gomes' Leal, na
nu da Cadeia do Kecife.
Aviso cominciir.il.
Na loja e armazem de (adeudas da ra da t.adeia
lo Kecif. u. 50, defronle da ra da Madre do Dos,
acliarao os seohores que coroinerci.m com fazendas
para lora desla cidade, e o publico em geral, um
bom fortnenlo de fazendas novas, boas e baratas,
que a dinheiro a vista se vcudetn por baralissimo
precos, asegurando-e serem elles iguaes para lodos,
a que ueste eslabcleeiroenlo achara quem o frequen-
lar liudez e agrado, pelo que espera scu nrnprie-
lario e lorue bastante concorrido de freguezes.
illSl
Pl
nucir.
ATERRO ha BOA-VISTA N. 8, DKKRONTE
1)A BONECA.
Jos Joaquim tionealves da Silva taz ver aos seus
ireguezes que receben novo sorlimenlo de mullos
-enero estrangeirds Je superior qoalidade : latas
com biscmlos fios sorlidos de todas as qualidades,
holachinha de soda, presuntos para fiambre, dilos de
Lamego, salames, conservas, manleiga ingle/a a 100
"' 6- 800. 9W. 13280, holachinha ame-ncana a
** '"ra- superior clia' hisson, dito chun, dito do
Kio, primeira sorle, queijos do reino, ditos de
nata, dilos do .erlao os melhores do mercado,
champagne em garrafas e meia, vinho engar-
rafado das melhore qualidades, como seja, du-
lue do Porlo, feiloria, xerez, moscatel, de Setu-
bal. Porto, Bor/ieaux. cognac, raassas fina para
*opa de todas as qualidades, e mullos oolros gneros
que a vista faz le, e mais barato do que em oulra
parle, a dinheiro a' vista.
r& Deposito de vmbo de cilampa- j|
ip ne Cliateau-A) \, primeira qua- $J
lidade, de ptopriedade do conde i'
jj de Mareuil.rua da Cruz do Recife n. )
20 : este vinbo.o melhor de toda a g}
@ Champagne, vende-se a ri.s cada @
|> caixar; acha-se nicamente emea- %&
9 *a deL. Leconte Feron & C. N.
B.As caixai sao mateadas a ib- 0
goConde de Mareuileos rotii- ;;.;-
* U>*_ las garrafa sao azues. 0
r.>0^0::>Qv}Oi
AO
publ
ICO.
I
Mainel Joaquim de Miranda, ofTicial de escolplnr,
faz ver ao publico aos seus freguezes, que mudoo
a suatresiicncia para o Ierro da Boa-Vista n. 17 ;
recebe loda e qualquer enenrrmende de anlos. lano
de pintura como de esculplura. com per fe i cao e pret-
ina, assiin como limpa econcerla imagens de pedra,
pinta e as doura, e tambem (roca imagens velha :
queindeseu presumo se quizer ulilisar, dirija-seao
alerro da Ba-Vista n. t7.
PrecU-a-M alagar dons nu Iros prelos para um
sitio, puga-se bem : na ra Ja Cartela do Kecife n.
16, primeiro andar.
**> JS-?*a:&.S9*'.
$ J. mi DENTISTA, 3
f* contina a residir na ra Nova o. 19, primei- %
tt ro andar. g
Companhia Per-
nambucana.
A direccao avisa aos Sr*. accionistas,
(|ue para complemento do apila! da
mesma empreza, lem deliberado emittir
novas a croes, mas devendo ser preferidos
de conibrmidade com o ai t. .") dos estatu-
tos, nadistriliuieo de taes aceies, a'quel-
les senliores ijite ja' sio na mesma nteres-
sados, lica, a contar de boje, marrado o
11 razo' de 30 dias, para a inscripcao de
seus itomes, com declaracSo das arenes,
rjuequizeretn tomar, no sen escriplorio,
no forte do Mattos n. 10, sendo a pri-
meira prestarao de 00 por cento. Kecife
27 de agosto de 185(.Antonio Marques
de Amorim, secretario.
Manuel Casiann de.Oliveira Ledo avisa gii
aos seus collegas, que elle vai dar princ- '.',',
piu a um cuno d (eoiuelha, nu Io dse- w
lenibro, para aquelles i|ue se quizerem ha- ^
hilitar ao eiame em novembro : quem qoi- ->
zer frequenlar dar' quanlu antes o nnme a r'
matricula, e pasara' por mez .tjOOO adan-
lados, ra da Penha D. (.. segundo andar. .'.
###@SOO O 000000:;i
Paula & Sanios e Msnoel dos Santos Piulo,
administradores Horneados a masa fallida de Manpel
Joaquim Alves l'ilnmba. avisam a lodos os indares
credores, que devem apresenlar seus ttulos al o dia
li de setembru, na ra do Amorim n. \ escriplorio
de Pauta ; Santos, alim de seren conferido e fa-
/.er-se o dividendo do liquido da mesma massa, nao
podando, depois desla dala, seren alleodidas quaes-
quer reclamaciio.
'Joo Coiiera deCarvalbo, com loja
de aliaiate na na da Madre de Dos n.
36, precisa de olnciaes, tanto de obra
grande como muida.
I.a rcronnaissamc tal la m-
renir que fon conserte des ser-
rices, oh tles bienfails quon a
reni.
O abano assignad MtTreado da moilos dimos o
mal da elepbamiasis dos gregos, e depoi de daver
passado por todas as experiencias medicas no hos-
pital do lazaros, onde por esparo de tres anuos es-
leve recolhido, efuisemprr tratado) la melhor forma,
pi pelo medico aacarregado daqoelle hospital, j
pelo regente, e ja em fim |>ela lllma. adminislracao
des estabeleciinentiis do caridade, quo ncansaveis
sempre se mostraran! em mitigar os scffrimenlos dos
doeules, mas nao leudo encontrado alivio algum zo
eu mal, quis a^Providencia que deparasso rom o
Sr. Msnoel Borges de Mendonca, que tem nenhum
nutro interesse mais do (|ue o de sor til huma-
nia'ade, o chamoii a sua cana para ser por elle Ira-
ladi', e graras aos seus desvcllos, hoje se acha salvo
de ta.'i hornvfl mal. Oueira por lano o Sr. Manorl
Borge de Meudoura reerber esla demous.racao de
sua mrtido pelo beneficio que acaba ric'pres-
lar-lhe, e fique rerlo que o seu recouhecimento jo-
iiiais ser Wvidado pelo seo agradecido
,'islolano .Inloni'i da Cunha Machado.
Recite I de .setembro de ISti.
Como se igoor.? quem seja o correspondente do
Sr. Americo Xavier i'areira de llrilo, e nao se saiba
o engenho onde reside, rOM-aelhe o favor de man-
dar i Iravessa da Madre ilc Dos n. IS, para nego-
cio que n,e Mareen.
ATTE> O senliores de engenho. .lazendeiros, agrii ullores.
cmais pessoas que por rnm'arem no teconcavo da
provincia Icnham deixailo do dar a seus fil'.ioa o co-
ulicrinicnlo preciso das gram malicaa porlugueza,
lianreza e latina, c mais couhec mientns cientilicos,
e o queiram fa/.ei, acliarao urna ''asa para itso pro-
liri.i, 4iido-e bom Iratamento ali menjitio. e o mais
n..cesario. medanle urna raaOM el mensalidadc .
quera qmzcr ronlrattr pode procur. r na ra do Col-
legto u. IS, lerceiro auda'i, que acl.'di.i com quem
, tratar.
Precisa-e aloRnr urna eterna i .no aterrada
Boa-> isla o. Ib, loja.
* Precisa-se de orna ama para fazei o ervi{o
diario de urna casa de pouca familia, lamlo-sepre-
fereuria se for eacrava : quem pretender ota ija-se ao
armaren) da ra do Collegio n. 15, ou a ra i las Cru-
zes o. lt, segundo andar.
Senhores redactores. Teodo de dar o meu
roto como votante na [reguezia da Victoria, re-
comendo-vos os honestos cidadaosaos lugares do ca-
maristas e juina de pa?.
l'aia icreadores.
Os Illms. Srs.
Coronel .'os Cavakanli Ferrar, de Azevedo.
.Major Manoel Duarteda Cosa.
Capilo Joaquim de llollanda Cavalcanti.
Jos Martins Pereira.
Vigario Franrisco Xavier dos Sanios.
Capilo Caelano Correia de Queiroz.
Coronel Tiburlino Pinto de Alnicida.
Major Joao Francisco de Araiijo.
Facultativo Jos Alies Tenorio.
Para aires de paz.
Os Illms. Srs. :
Major Clirisiovao Dionizio de Barros.
Capilo Juaquim de llollanda Cavalcanti.
N igario Francisco Xavier dos Santos.
Capilo Antonio Pedro do Reg Brrelo.
Senhores redactores.Temi de daro meu vo-
l na" prxima eleicao para ju'tzes do paz e camaris-
tas desla cidade da Victoria, fieguezia de Sanio
Anlo. recoinmeiido ao publico desla cidade os ci-
dados honestos e honrados que muilo ganhar a
nossa comarca com deparen)
Para vareadores:
Os III nis. Srs.
Capilo Antonio Pedro do Reg Brrelo.
Coronel Jos Cavalcanti Ferraz de A/.eiedo.
Sollicitador Alejandre Besares de Alliuiiueri|iio
Barros.
Alleres Alexandre do llollanda Cavalcanti.
Padre.loaquimdos PrazaresBrayner Lins.
Joo de Barros Pimental.
Capilo Hermes Plinio de Borla Cavalcanti.
Major Joo Francisco de Araujo.
Facultativo Jos Alves Tenorio.
Para juizes de paz.
Viga rio Francisco Xavier dos Santos.
Professor Jos Pereira Borges.
Dito Joo de Moura Florencio,
Coronel Jos Cavalcanti Ferraz de Azevedo.
Precisa-se de urna ama que saiba ro/.iubar,
forra ou esrrava. nao se oda a pirro : na ra da
Cruz do Kecife n. ',(), segundo andar.
Ilesapparrreu no dia -J7 do correle urna pre
la de nomeTbereza, crioula, estatura mediana e re-
feila decorpo. com falla de denles na frente ; levon
vestido de chita esrura, de lavor miudn : quem a
pegar leve a ra du palacio do Bispo o. i.
Francisco Barboza Bodrigues, subdito hrasi-
leiro, vai fazer orna viagem ao teulro, a tralar de
seus negocios, e declara que nada deve.
_No alerro dos Afosados n. Il>7, primeiro andar,
precisa-se de urna ama, que tenh bom leile, e que
nao leuda Tildo.
Jos Bento de Sonza nllicial de canteo, retira-
se para a cidade da Paradiba.
Precia-se de (itMt? a juro por seis mezes, sol
hypolheca de urna escrava lavadeirae coziulieira, ou
de um escravo mulato, sapaleiro : quem os quizer
dar annuocic por este Diario.
Precisa-se atusar (i prelos para armazem de
assucar : quem tiver c qui/er alosar, dirija-se a rua
do Apollo, armazem n. O, que achara com quem
LOTERA da provincia.
Salustiauo de Atptino Ferreira avisa ao
respeitavel publico, que vende a' dinliei.-
ro a'vista, sendo a uuanta de lOO.sOOO
para cima, os scusbilhetes, meiose (pini-
tos, pelos preros abaixo declarados, na
rua da Cadeia do Recife, loja de mitide/.as
(leJose Fortunato dos Sanios Porto.
Bilhetes 5500 recebe 5:000jl000
Meios 2s800 2:500f000
Quartos IsVOO < l:250|000
Salusliano de Atpuno Ferreira.
Bilhetes de visita,
firavam-so e imprimem-se com perfeieSo bilhelos
de visita, lettras de commercio e lodos os objeclos da
arle calisrapdica, registros, vinhelase quaesquar de-
senlio, abrem-se firmas, siueles, lano a lalho doce
como em rejevo, ornamenlns em objeclos de ouro e
prata, fazem-se riscos lindos e originaes para borda-
dos de labyrinlho ; admilte-se a recusa de quaes-
quer desles objeclos no caso de nilo fcarcm a conten-
i das pessoas que os eucommendarem : quem pre-
tender dirija-se a qoalquer destes lugares : no bairro
do Recife, rua da Madre de Dos n. :V2, primeiro
andar ; em Santo Antonio, na livraria classica do
pateo do Collegio n. _' ; na Cinco Ponas, sobrado
da quina confronte a matriz nova.
Esterescopos e
vistas estere-
oscpicas.
Panoramas e monumentos itileressmtes de Pars
e Lisboa, Buina de Pompeia e llerculanum, sitio
piloreicos da Suissa, munles de gelo, vislas dos l'i-
reDcos, assnmplos animados e instantneos, scenas
da vida domestica, a Crimea Ilustrada...... sobre
vidro, papel e lamina em prelo e em cores, ludo li-
rado da uatureza com a machina.
Retratos estereoscpicos sobre lamina e
papel.
bello pre sene para aolvoi.
ompadnur e Uuqueza, ludo quanlo
ciiste de mais elleganle para conter um reiralo cm
pintura a oleo ou aquarclla : no eslabeleiimento
phologra|idico de Augusto Stadl, roa Nova 0.21.
Precisa-se alugar urna escrava que saib? coser,
lavar e en&oinmar, para o srrvico de orna familia
ingleza : na rui do Trapiche Novo n. 10, em casa
de Paln Nash cv Companhia.
Roa Nova o. 18 loja de M. A. Caj j C. con-
tinua sempre a ter um grande sortimeulo de obras
feilas de alfaiate, tanto superior, cumo mais infe-
rior, camisas fraocezas, brancas e d cores, sra-
valas, colarii,bus.chapeos francezes, dilos de sol, de
seda e paoninho.suspensorics de borracha,meias para
senhoras, humen-, meninos, fazendas para fszer-se
qualquer obra de encummenda cora a maior presle-
za bom desempenbo, em lim qualquer pessoa que
vier a esla loja, tirara um fado completo e por pre-
go mais enmmodo do que em uulra qulquer parle.
Precisa-se de um bom amas-ador: no palio do
Terco n. 10.
Pede-se ao Sr.
tilsfilO ti .-{y-.lnB.'l Qft-T. Fo.it.ft SETEIRRhO Ck ;8ib
PARA
mw
A CMPA
TpICOPHEREO
Ou c umposicao medicinal do profes-
sor A. C, Barry.
Tira raspa, faz rresrer o cabello, e lem oulras
mollas applicares, que no impreso se vera, e agua
para tiuar os i abollo!, ludo por mdico prero : na
rua estrella do Itosario o. 2, loja de barbeiru.'
peni
IHNSIIIA'
ambucana
Bonecas france-
sas.
\ eudem-se muilo bonitas lioneras fruueezas, -.-lo
haralissimo preco ile l^iSO e |r>SO(> : na nw do
(.luemiado, na bem ceohecida loja de miudezas da
boa fama n. 113.
Loja da boa f<
v
Helogio de patente
iujle/.es deoiiro, desabnete e de vidro :
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
AugustoC. de Abren, na rua da Cadeia
do Recife, armazem 11. .10.
ama
Na fabrica d< *.il)3o c velas,manufaclnrad;^ na ma
to Hriim. \ i'h i >i ~, \t'i,i-. de earoanba parificada,
isuaes na luz a de espermactle, e mu eshaUrea
choira alsum diUasradavel : vendem-^e a prrro de
l.">54MrO a arroba-eiicainiHadas, ad\ertindo->e que a
menor qnanlidailp que se vende a relallio lie meia
arroba, e >cndo
pagan vista.
Manual elcitoraS
Venderse i manual eleitoral, conlendo
a le regula aentar las cleicoes, e os de-
cretos eileciine do j'oveino por I.S'-28():
s. (i e 8, da prac da lu-
na livraria
dependencia).
\ ende-se a|laberna da rua do r'orle n. J, com
poucos fundos : a datar na mesma.
Dia sete de se-
tembro.
Ilia-ilairo-, Pirtu^ue/.es, lu^lezcs, Franrczes, Al-
Iciniles, ele, ele aquelles por dever.a esles por ob-
sequio aos lilhos do pai, onde
nele, patento
n. 51.
Vndate
do uueimado D.
Vende-se
co mais ou men
de iiiade de II
na rua lai-a dol
VE^DE HUITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-sc libras de liuhas de boa qoalidade n.
30, 6070 a 19100, ditas muilo finas de n. UN', e
130 a 19600, darla de leaonraa muilo boas para cos-
tura a I-, ditas rnuito lioase aranrtes a 19300 a do-
ria, pecinhos de luco eslreilo a ."il>0, raivinbas rom
aaulhas frailceiM minio linas a ItiO, caiviulias com
l(> novellos de linhds de marca inoilissimo linas a
JHO, braceletes encamados muilo houitos pala meni-
na e senhoras a 200 re., meias brancas muilo lina-
senhoras a III e :MK) rs. o par, meada,.de li-
iiiuiussimo linas para bordar a 100 e I60,| ho-
i loes demadreperola muilo finos'.para camisas a600 rs.
| a jrosa, boles muilo linos de aro para calcas a -iStUa
papel de peso e almaco o melhor qua I groes, hielas doorada muilo finas pira esleas col-
pode daver ueste genero a 3, *, S e 5000 a resma I leles a 1 JO cada urna, pentes de balOa muilo linos
papil paquete muilo lino e de muilo boa qualidade: | par alisar a ;I0 rs., pecas de fita de linho com 6
propiiameule para se escrever por vapores para a j viras e meia a RO rs.. clilinhse com cohetes franre-
buropa em cousequeucia de nao se pasar grande* /.es a (O r.. carrclcis de liuhas de "JOO jaulas de
portes de cartas, em resmas, meias raraiai, quartos muilo boa qualidade e de lodos os nmeros a 0 rs.,
Vende-se chaly de quadros de bonitos palres a
'.KKI rs. o rovado, ditos lisos de bonitas core- 70,
chales de merino lisos com franjas de retro: de bo-
nitas cores a 59, dilos com lislras da seda 11? : na
rua do IJueimado, nos qualro cantos, loja r.e Calen-
da* da boa fe n. 22, defronle da loja de misdtssa da
i MS MAS W1ALI
dades lie muito barato,
\*ende-se
de resma, u mesmo em qiiadernosa'SO rs., papel de
linho verdaderamente almaco c proprio para carlo-
rio a j rs. a resma, verdadeiras penna de aro de
hico de laura condecidas pelas melhores que "da a
19200 a eeisinba com \-2 dorias, ditas sem ser de hi-
co de lauca, mas tambem muilo beas a 610 a c.iixi-
nlia rom l-Jdu/.ias, doria de lapis aiuiussimn finao,
320, 100 e 500 rs.. dilos para deseiiho a 800 rs. a I
dusia, caivetes muilo linos e de bdas as qualidades '
e precus, titila inglesa muilo boa c barata : na rua
do (Jueimado, luja de miudezas da boa fama u. 33.
TAI XAS PAKA E.^ENHO.
Ha funrlipao de ferro de D. W. BowmartD ua
rua do Brum, passando o chafariz, contina lia-
ver um completo sorlimenlo de taixas de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prego commodo e com
hahitam, devem lo- protnptido: embarcam-se oucarregam-se emacr-
dos lesiejar o di Site de Setemhru, anniversario da ro sem despega ao comprador.
emancipo..ao do: llrasileirus, seja pois o dislinlivo I w
de-te dia as cores naciouae, verde eaniarello, leu- vende-se cm casa de S. P. Johnstnn& C,
eos de seda com estas cores para grvala eslao ev- j rua da Senzala-iVova n. 42, sellins ingieres, chi-
do ijueuuado n. 27 coles de carro e de monlaria, candieires e casticaes
\ ende-se i un relala ue ouro lavrado, sali- ,!,.__,. j 7 "\
nisso: a iralar na Cinco Ponas "r<>n7.eados, relogios palente tnglez, barrts de gra-
j xa n. 9/, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
urna negra boa corinheira : na rua 6o de vela, chumbo de munido, arreios para car-
I .O. IMUM in^loTac
ima escrava crioula, de idade, pou-
IDaeoa rom O srampas e de muilo lina qualidade a
50 rs., pares de suspensorios a SO rs.. torcidas para
candieiros a 80 rs. a du/.u, carteiras de marroqoini
para alglbeira com molas douradas a 600 rs., cane-
las para pennas de aro a 20 e 40 rs.. meias brancas
e cruas. Caranda muilo boa, para liornem a 160 e 200
rs. o par. traucinhas de laa de caiacnrs e de todas as
cores a 100 rs. a perinlia, pentes de cdifie para ali-
sar, lerenda muilo boa a huo rs. a duza, aratas de
lioloes de diuca piulados para camisas a 240, pec,ai
de lila ilecs de todas as laraurasa 211) e 320, lindas
allineles da meldor qualidade rpie da e com 25 pen-
les a 140, penles adcrlos de balea para atar cabello,
fazenda muito boa a 2)600 a doria, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas e de core* a240 e :120
o par, roas de Hielas para sapalosa 560, calimbas
envernisadas com palitos de fogo de v.elinhasde boa
a libra, aanu' a
inalnr da Hua-
ro, lonas inglezas.
lis, de 30 a 'i0 anuos, com duas lilbas
nnos cada uma^por serem cerneas !
Kosarin n. 41, de manhaa al as 9
doras, e de tardi ate as 1 dora
Vende-se urna vacca de leile, crioula, tilda do
paslo, a qual da i carrafas de leile, com a cria de
"m mez : na Iravessa do Mocdeao n. .
v'. "?*" ar oSTifi" *T-Te,
'ir
Uenco!
Na ru
superior
cltcijado
Janeiro,
(ere do
^f ne pequea.
iza para vestidos*
rica fazenda lindeza, chegada uliuiia-
Linde
Vende-se a
mente de FrauVa, pelobarattsslmo pri;o de l;'KKl e
covado. Esta azenda he de pura 13a a seda, e os
seus padres s;lo os mais bonitos que at o prsenle
lem apparecid) no mercado : na rua do Queiniado.
tos, lo:i de fazendas da boa le n.*>
iadeRaheSclimettau& C, rua
oos qualro car
Em ca
ietratos est
\ O mais
CaViolfas l'o
i do Trapiche n. ~t\, lia i&
rape l'rince/.a do Brasil, '.-'
recentemente do Kio de 'i$
em qualidade pouco dil- $3
de Lisboa, ao passo ((lie y
Q
costa aplenat I.S-00 a libra ; a elle
antes que acabe, pois a remessa
Relogios
coberlo e dcsrobcrlos, pequeos e grandes, de ouro i
e prala, palele tnglez, de um do melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Southall Mellor & Companhia, rua
do 101 ros n. 38.
obe itorea
nhts
dos c grandes.
Vende-ta arroz pilado a 80 r.
160, e Bomrna a lio : defroute da
Vlatan.88, quinado Hospicio.
Bichas de Ham-
burgo.
No anligo deposito de dielia da Baubaroo, na
rua eslreiia do Rosaiin n. I, reced?u-se pelo ulli-
m.i vapor vin lo da Europa, um ".mude sorlimenlo
das releridas hiedas, e por iso se contina a vender
o cenia a 20.NMMI. e por menos desse diudeiro se o
comprador comprar mais de rem, e :\i\ ra, um,
por alague!.
Em casa de Eduardo II. Wiall.rua do irapielie
Novo n. 18, vendern-se barias, rebigios de ouro co-
berlos e desroberlus, sellins inglese, chicotes de
carro, arreios para dito, Cabo da Hu-ia. lio de vela,
Ilutas de todas as cores, candieiros e caslivaes bron-
zeados, conservas de fruclas ingleza, charutos de
batana,
Fazendas por
milito menos do
sen valor, ni \ portas, na rua do Qiiejina-
do n. 10.
Conliuoa-se a vender nesla loja o resto daafaieo-
das da bija da rua do t'.te-|io. que loram arrematadas,
e se venden pelos leguinlea precoa :
Madapoln entrelio a 2J800, 3j*e
Dito muito lino de arda
brancas de carreteiscon. ira jardas do autor Alelan- Slnrfaostan^'S .S In rn"' K W"
dre a 10 rs. n carretel, linas, prela. de meadinhas. | L*klJ
(azenda muilo boa a 20 rs. a meadinha. carias de J-,,,' T r "'. h a
" i l.nil.is de cores, bou padrOes a S), SH500 e
Oirles de calc.a de caseiuira prela a 31300 e
Ditos de collete .le selim preto superior
Brim de linho de quadros, o covado
Dito trancado, a vara
Panno preto c de cores a :tj e
qualidade a 120, ditas de pao com palitos de fouo de | S?" T^Z""' t"y"t" ,
boa qualidade a 20 rs.. ca.vas com 30 carnudas de I JCJ*.I***** C0"do
phosphorns propriameulc para charulo a 320,'
casloes muilo bonitos para bengala a 10 rs., sa-
paliubos de laa para craocaa a :I00 rs. o par,
trancelins prelos para relogio, fazenda muilo
boa a lili, escovinlias muito boas para deoles a
I0O rs. Ajees de toda estas miudezas venden) e
oulras mutlissiinas, que a vista de suas boas qua-
lidades e baratos preces lem causado admirarao
aos pmprios compradores: na ruado Uueima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da boa
lama ii. 33.
as libra a 240 : na roa
\ ende-se eiva malte
Direita u. 72, taberna.
CAL E POTVSSA
Vende- potauada Kussia e americana, eheaada
, nesta da, e de superior qualidade ; cal da Lisboa
' da mai nova que ha no mercado : na sea depon
los na rua de Apollo n. 1 A, e 2 B. ^^
ASSTEMA MEDICO E HOLLONVAY
de laa hespa>
limito encurpa-
da Cadeia II. ."7, vende-se
Veudem-se na rua do Graspo,loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
l.'m completosorlimenlo de bordados rnmose-
am. camisetas rom mangas, collarinhn, neiUlhos ,
romeiras, cainiss, coifinhas e pelerinas ; tambem
tem um completo sorlimenlo de ricas llores, enfeiles
para checa, litase os verdadeiros e modernos bicos
delinho.: na rua da Cadeia-Velha n. 24, primeiro
indar.
Vende-se um bonito mualo de IS
a nnos de idade, proprio para boleeiro:
a tratar na uta do Vicario n. ."il.
(assas pretas para luto.
Vendem-e cassas pretas muito finas proprias para
luto, pelo liar.-.simn prejo de 180 s vara : na rua
do Queimado, nos quatio cantos, loja de fazendas d
Desdado e de lislras, u covado
Cortes de cassa edita
Dilos de cinta larga
davala" de seda de cores
Lencos de ganga e de edita, linos
39500
jxoo
rigooo
2?OU0
3301MJ
ti^MH)
61000
:i5000
SOS
MI
39300
200
ItiO
IriO
l-N'.IMI
19920
tilo
ao
UNGENTO HOLLOWAY.
lesu'i!'arrMle indivi<1<'*de lodas as nsfdn poden,
^e 'eniundaras v.nudesde.te remedio Imi7| MS
ueram ?"' """'"r'o.que. pelo uo que dellr
^Mda'ofaT Crpue m'm"' inleiram.....
Iratameni,' *f.'T" "V"*'** inulilioenle oolrw
SK^JJ" Pode,-.| coo*eH*r
que ",?,',%["'"\"0*"' P!U'V,ur oos Priodio.
.11 uor nar a u ""1"' ,U" h m'l nno.: c
maior parle dellas so lo sorprendentes ou. Se.
essa operaeso dolorosa, frdm eorada. wolnTiT.
meu.e, med.aote o uo desse precioso remeoTo. A1-
aun.as das taei pessoa,. na ment decl.raram .te. rn..||aao> benedeo, diaole
do lord corregedor, e oulro magi.tr.do., ajksi a
mais autenticaren! sua altirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de sua tanda -
tivesse bastante conlianra para eotaiareile nnssnaa
conslantemenle. seguindo algum lempo o trata-
nenloque necessilas.e a nalurera do mal. cajo re>
alindoseria provar iucoatetaveloienle : Qe lu-
5 sortimento de vidtos de cs-
ios de patente inglez..
de patente suisso.
|ra.\a.
cas em garraloes.
Rlieno superior,
imentarias de
bous
UH>
thesoureiro c ao caulelislas
m geral.que nao paguem^um quarlo.da 1. parle
da I. lotera do reculhimenlo da Conceicao de 0-
liuda.em que sabio a sorle de dous cuntos!oquj| esla
assignad com as iniciaes dej. A. Cunha, a quem
perlence.
lima criada eslraugcira, que lem de resressar
para a luclalerra ueste mez curo a olla do vapor
inslez pfne e cuja passauem ja aeda pasa, olterece
os seo serviros a qualquer seuhoia ou familia que
lem de faier a mesma viagem : o prelendenles di-
rijam-se ao Trapicho Novo t. Ili.
Um grand
pe'.bo.
Kelogios (i
Ditos ditos
Conros de
Ki \ ilh.is se
V111I10 do
Conservas
dades.
ludo por plreeo commodo.
Vende- a) nu Iroca-se por um sitio meia legoa
de Ierra deenmprido e urna da largo, um lerc-o do
engeuho Mnmhuca, dittaule qualro legoas da \illa
do l'arn de Oamarasibe, apropria para leviular um
engendo, e mais meia leaoa annexa as mesmas Ier-
ras : quem a pretender dirija-se a praca do Corno
Sanio, a tratar com o director geral llenrique Gui-
Itcrme Stlepje.
\ ende-se superior linda de slgodio branca e
de cores, eml novello, paia costura : em cas de
Southall Mellor i\ Companhia, rua do Torres n. .18.
Itolo fraocez.
Vende-se o verdadeiro rolo (ranee/,
tanto em poreo como a retalho : as lo-
ja dos Sis. Joao Goncalves Ferreira e Ma-
noel Jos Lopes, na jua larga do Rosa-
rio ns. ."58'e U).
Vendem-se 90 porlas de jancllas de peilo, #o:n
o caisilhos e grades ludo de amarello : ua rua da
Moeda 11. .1, serrara.
^ I SEDAS BRANCAS t LAVISADAS f
Ji? Na lo,a de Santos Coellio, rua *
;. do Queimado n. I!). 9
'fr1 Vendem-se ricas sedas lavradas para ves- \\
fi lidos, dita d. cores quadros escosse/.es, pe- *1!
, lo baralisimo preco de I5OOO o rovado, .'
: cortesde casemira de cor a igOOOesda um ; ''
Ep contras minias fazendas que se vendem f.r;
*g muilo barato. .;._
1;h;;vvvvOvO-:h5ooo
1....., ,, .1.* 1 j ----,--,- -- ^^.. _.. ,..j, ........vll,,. ,,,,-, H rlrius ntnin i, omos pronnoF
f ma dctroule da loja de miudezas da boa para esludanles ou mesmo para qualquer csiabele-
cimenlo, pela boa luz que da a commodidade
Refina ra do Monteiro.
No deposito da rua da Sen/.ala-Ve-
lia n. lili, vende-se assucar refinado de
superior qu; lidade, de arroba para cima.
Friol
la
* de San-
oarioa.
elogios
ingezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: m casa de
UenryGibson ruada Cadeia dn Becifrn. j2.
Sortime'ilo de razenda novas, boai e bardas,
na loja 11. SO da rua da Csdaia do Keeile.defronle da
rua da Madre Dos : cimas de cores linas, e bonita
padroe a ItiO, 181), c 900 rs. o covado, e em peca a
(9, 69400, I38OO e 79, ditas larga e riscados fran-
cezes largas de novos padrees a 240 o enrod, corte
de cassa chita de cores agradaveis com 7 vara a
19800, dito de barra par. acabar a 19800, chalede
merino pequeos de barra a 2j, cassas franrezas de
cores a 100 e 580 a vara, cassa para babadosa 200 I*.
a vara e IsbOO a pera, chales de merino lisos muito
linos com franja de relroz a 39, dilos bordados de
matiz a S;, dilos bordados de una so cor muilo fi-
nos a I0>, ditos de chally com barras assrlinadas a
bS-iOO. setun prelo maro proprio para veslidos e
collete a 23 o covado. corles de seda para vestidos
sostos modernos a 269 :Kto, grosdenaple preto so-
pericr qualidade a I38OO, 25 e 2?400 a covado, len-
co de cambraia de lindo bordados a 59, dito a imi-
la{ao com lucos lamos para mito de senbora a 15,
ditos de seda com estampas das batalhas da Crimea a
800 rs. e I?, panno de lindo lino para Irnroes com
vara de largura a 2si00 a vara, pera de silecia lar-
ga de puro dudo, lina, com 21 v.rs, propria para
camisas de seudora e toninas de labvrinlho a IK,
'lilas de nratanha de linho, lina, para" o ronmo lim,
com II) latas a peca a 7j, collete de seda em cor-
le a 28, casemira pr';la de boa qualidade a -5 o co-
_ vado, pauno prelo e azul, fino, a :l9ti00 e Hs. e muito
de se poder pendurar ou pr-se emeima de qualquer ,!'''"'"'?' 8llProvuo na exposicao de Paria a7a), gra-
mesa, pelo barato preco de A)000 res, pastas para 5*" d,s !d.? bo"',as a # lirim de qoadrinhos par
guardar papis a 800 reis, espelhos para parede com i>a'""s a_200 o covado.cortes de brim de puro lindo,
rma<;ao dourada c sem ser dourada palo baratissi-, P,d'ue9 mleiramente novos para calca a :ij>200, pe-
rno prejo de 500. 700 e ISOOO re, lim.simas e ri-'V," de panno de linho tino com 19 1|2 varas a 8?.
cas canas par. rape a 2*500 e :l9000 rei, papel r ., de 'lamburco lino, proprio para ceroula, I
cores de follus peqneua em quarto de resma pal l_.?,..e.'.'?2?i jSh e "faneca. madapolA
v NA LOJA DA BOA FAMA.
\ cude-se baodejas'zrandes e muilo linas pelo ha-
ratissimo prei;o de :IMHW, ^OOO e .'5OOO reis. ocu-
los de ai mai;.o de eco de lodas as graduacoes a
800 res, lunetas com armario dourada a I5OO res,
ditas com armarAo de tartaruga a I>000 reii, dilas
com armacao de bfalo a 500 reis, oculnscom arma-
cao de melal branco a OO reis o par, lmelas com
armac.lo de tartaruga rom 2 vidro) a 35000 reis, ri-
cos chicles para cavallos de homem esenhora pelo
baralissiuio pceo de 800 reis cada um, grvalas de
seda muilo bouitas a IjOOO res, bonilos atacadores
de cornalina para casaca pelo barilissimo prer;o de
300 res, suspensorios linos de borracha a 00 reis,
penles muilissimo linos para suissa a|500 reis.escovas
muilo linas para cabellu a tito res, capachos piula-
dos romprido e redolidos a 700 e tSjOOO reis, bo-
loes finitsimoa oemadrepcrola para camisas a 15200
r. a sroza e 120 rs. a duza,ricas canelas para peuna
de ac a 120 reis, ricos porla-relogios a I58IKI res,
cana de melal muilo finas para rap a 500 o 00
res, escovas nissimas para uuhai a .120, OO e b
reis, escovas para roupa e cabello o melhor que pode
haver a I5OOO, 15200, 19500 e 25 reis, pincela linos
para barba a 200 reis, duzas de facas e garios linos
a :l5000 reis, ditas de cabo de balando muitissima
fina a 69000 a duzia, ditas finissimas de cabo de
mai lim o melhor que pode haver a IO5OOO reis a
duzia, camisas de meia muilo linas a 19000 reis, ri-
cas aboluaduras de madreperola c melal para col-
lele e palitos pelo barato preco de 500 e fiO reis,
finissimas navalhas para barba cm eslojo de urna e
duas navalhas pelo b.ratissimo preco de 2lO0O o es-
lojo, caudieiros amencauos muilo bonilos proprio
o ungento he mil mas particularmente
sejuintei casos.
matriz.
Alpoiras.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Odres decabeta.
das costas.
do membros.
(interinidades da culi
eiu geral.
Knle lindados dnanus.
Erupces escorbticas,
r'islulas no abdomeu.
I- ri.ild.idc ou falta de ca-
lor nas extremidades.
I rieiras.
tlcngivas escaldadas.
111 chaces.
ljillammanao do ligado,
da bexiga.
tepra.
Male. da. pama*.
dospeita.
de ostio.
Mordedura', derepl .
Picadora de aaoanaila.
I'nliimes.
'.'iieiniadelas.
.Sarna.
Supurace paludas.
I ilida, ero qualquer par
le que seja.
Iremor deuervn.
Hiera na bocea.
do litado.
,. ~ d rlknlaces
V eia torcida., ou anda-
da na perna*.
Vede-se este ungueotoluo eitabelecinienlo asna
de Londres.,.. m,StrmM,, .,. lOJ. de S Z.
hcarios, droguistase oulras pessoa, ei.,Vrrn2il
sua venda em .oda America do So.', E .
Ilespauha. "*" o
Vende-se a *m rCIS Cldd bocelinh.,caseaa .,.
insiruccao em porlugoer para erplicarToiodo do
a/i'i -uso dcsle iiniiienln. ""
t deposito gera I lie em cata do Sr. Sena, ulue
maccul.co, na rui da Cruz n. 92. ea7prt-
buco srrraW-
Perfumaras de
bom gosto.
a loja da boa fama encnolra-se "emure oa. na,,
sorlimenlo d perfumara, de toda a. hlsadll
sendo seo auloro melhor que da em NrnTidan hla*
mos frascos de tracto, rouiliwiroo toco, p*nar?
preco de 15200, l9.1UO.a9 e 29500, jarri iteaSeJ !
lana delicado e de moderno, gort^eom bailH)ftn-
rnsa mu.lu fin, 25, tnMat Sm^ZS^^,
120, pao de pomada !,, rooil. boa a 100?,
ra.cos pequeno, e gr.nde da vardadeira .m^n
Colonia do Piver a 180 e I^KK), noneta Sno7.S
d.veiM, qo.Ud.de...ps par. denle. meibor VT
de haver e oulra, multa, perfumar,.., SsTnsW-
nbecid"". b2Mto.: '" d0-*--. ~ltm7
nhecida loj. de mindezas da boa tanta n. 33.
Lencos de cam-
braia de lh?ho
A 320, 400, 500, e 640
cada mu.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta |iara a rua da Cadeia.
Vende-se,
cemenlo muilo novo, chesado em 11 de maio proxi-
ino passado de llamhurgo, por preco muilo em con-
ta a vista da qualidade, lano em parran como cm
barricas e linas : no armazem de matriaes na rus
da Cadeia de Saulo Antonio o. 17.
Pianos.
Veudcm-sepiaiiosverlicae.inglezes, de elegantes
modellos eescelleoles vozes, fabricados por um dos
mais acreditados autores, prendado na c\ postran de
Londres: no armazem de Knstron llooker Com-
panhia, praca do Corpo Santo.
Vende-se o sitio com casa de (obrado do falle
cido George Kenworlhv, no lnuar.de S. Jos do Man-
gnjabo, com arvoredos' de fruclo e mais bemfeilorias
que nelle se acham, seudo as Ierras do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em caa de Sa-
muel I'. Jnhn-ioii \ Compandia, rua da Sen/ala No-
va u. 12.
AGENCIA
Da fundijo Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
daralo prer;o de 720 res, e oulras muilisiimas cor.-
sa, que ludo se vende mais barato do que em oulra
qualquer loja : oa rua do tluetmado na bem conde-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
LABYKlRTHOS.
Vcudem-se lencos e loalhas de lab)rindi, asseo-
lado em lina cmbrala de linho : na rua da Crui u.
34, priiii'.'iro andar.
Fariuha de mandioca*
Vende-se superior (amiba de Santa
Catharina, em saccas que tem um alquei-
ie (medida velba) por prero commodo:
no armazem de Novaesto C, na roa da
.Madre de Dos n. l.
Vendem-se madapoles linus e de oulro, com
um pequeno toque de avaria, a precos muito bara-
tos : na roa da Cadeia Velha n. 21, primeira andar.
A .",S."00 a du/.ia.
Lencos de camnala de linho para alcibeira : na
rua do Crespo, loja de Adriano iV Castro n. 1H.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo e azul, lino, fazenda moilo
superior, prova de liman, pelo baralissimo preco de
:l5500 o covado, alpaca prela muilo lina a BW e ro-
vado, merino selim, fazenda superior para paliln a
1500 o covado, canlo prelo muilo fino proprio para
veslidos a 15 o covado, selim pelo inac.io, fazenda
superior a 29600 o covado, ".rosdcuaples prelo muilo
lino para vestido a 5 o rovado, superior sarja preta
hespanhola a 25210 o covado, prinre/.a prela muilo
lina a 800 rs. o covado, corles de colleles de gurgu-
rSo de seda, fazenda muilo boa a 25, corles de fus-
les de bonitos padroe a 610, brim trancado branco
de puro linho a 19 e I5ISO a van, lirios trancados
de core de muilo bonito padres e de puro linho a
I -i 11 a vara, dilos dilos tambero de banitos padroe
iw~ 'i.: 1 niaoe w a peca, cobertor. de
algodilo, grande, imitando i.,a a I9200. e dilos d*
laa a 29, s.ias de canulao para seohoia a :l9. e ditas
Kirrlada. >ij,c oulras muita Tazendas, que a di-
nheiro a vala se vendem por baratsimo preco. e
dao-se amostras.
CAMISAS FRAMCEZAS.
Na loja da Estrella, rua do Queimado 11. 7, veu-
dem-se camisas fraucezas linas e do ultimo goslo,
pelo baratissimo prero de 25500 e 39O00cada urna, c
alpacas de seda a 640 o covado.
Aos senliores de engenho.
No becco dooucalves, armazem de Jos Uarle,
vende-se a verdadeira farinha gallega, em meias bar-
rica, por commodo prero.
Moinhos de vento
com bombas de repulo para regar hortas e hai-
sa de capim : na fundicaode t. W. Bowman
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
No sitio denominado Chora-Menino
vende-se urna roda de ierro para mandio-
ca, e tima prensa de madeira tamlx-m em
muilo bom estado, pata a labriiaeao da
farinha.
^Scr *>0 friffct*.
iVo .ia -r>
nasas Auaslacia,
estatura re
na fenle
.1.11
a 800 rs. a vara, dilo trancado pardo lambcru de li-
wesieesiabelecimentoconiinua a haver um com-; nho a ikh) rs. a vara, dilo liso
pelo sortimento de moendas
I m rico piano de Jacaranda, de-nm dos meldores
e mais arredilados autores de Pars: veude-ie na
ruada Cruz,.- mazem 11. M, no Recife,
Vende-se um cavado russo,
anda bem em canora : a tratar
denominado Chora-Menino.
Vendem-se saccas grandes com feijao molali-
nho muilo novo," e por preto commodo, Idas com
oleo de ricino o melhor que da no mercado a 300
titulo e
110 sitio
para engenho, machinas de vapor e laixas de
ferro batido e coado de lodos os tamaitos para
dilo.
fazei-nja amperio?IJ^Vv.^^s* ,'"- ,8W*fc"ta*
r^j?.
AVISO
Compra-te para uma encommenda na
rua da Cadeia do Reee n. 7, loja de
Antonio Lopes Pereira de Mello & C,
um casal de pavOes que sejam novos, pa-
ga-sebem : a tratar na mesma.
Comprain-se apolires da divida provincial ; na
rua das Dores 11. 37, primeiro andar.
Compram-se arroes da compandia de lleberi
be : na rua larga do Ko>aro n. 28 loja.
Compra-se calcado de Inda a mi.iri-
dade, gradando o preco: na rita Direi-
ta 11. "), loja.
Compra-ic um joso de diccionarios poilognez
e Infles e vice-vera, por Vieira, frmalo grande, e
de edicc.io moderna : qoem liver annuncie para ser
procurado.
Compra-te papel de peridicos a 39300 a arro-
ba : no paleo do Carmo, quina da rua de Hurlas
u. 2.
_Cmprate oa estatutos da caita econmica,
seja desla ou de qualquer oulra provincia : na li-
vrana n.be 8 da pra?a da Independencia.
Vinho do Porlo, superior chamico.
Em caivas de 2 doria, e em barris le oilavo. re-
cenleinenle rbegado pelo hrisue I rotadora; vnde-
te unicaiiienle no armazem de Barroca & Castro, ns
rua da C.deia do Recita n. 1.
Vciidem-su sellins com perbjnoes,
atente ingles eda melhor qualida-
ile que tem vindo a cslu morcado :
no armazem de Adamson IIowh
4 C, rita do Trapiche n. 42.
VINHO 1)0PORTO GENI INO.
Vende-se ptimo vinho do Porlo em barr* d.
quarto e oilavo, por preco razoavel: na rua'da Ca-
deia do Recife o. 13, escriplorio de Bailar i Oli-
veira.
muilo uova, vinda cm direitura a ele porlo, vende-
se a bordo do patacho oPelicano". ou traase com
Caelano Cvriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio
n. 35.
sB@@^^ @ @*^@ :-
I RlAD0()tEIMAI)0i\. IS, f
; loja de Santos Coelho.
'"4* Vendem-se linda cambraia. fraucezas l- "i
;.3 na a 320 o covado, chales de merino bor- dj
^ dado a velludo, os mai bonilos que lecm i>
8 viudo, dilos bordados a relroz a 8-000, di- w
-V? los de lislras e lizos. ?-%
.".-'....;>.;1-V,*-..-.''.i .^. :, .ti ^yrn.'.Z
.... s ........... \g .;;v:r..,-yj-j",-y$j;-5
Redes de
pallia fci-
tas no Pa-
ra de mui-
t o bom
posio: oa loja de quatro potlas, da rua
da Cadeia do Recife n. i8.
Redes de algo-
dito tecidas com doi r nliao : na loja de tptatro portas da rua
da Cadeia do Recife 11. 48, de Narciso
Mafia Carneiro.
AVISO.
Nu loja de Antonio Lopes Pereira de
Mello <\C, na rita da Cadeia do Recite
o. 7, continua haver DB completosorli-
menlo das ja' bem conhecidas velas de
carnauba do Aracatv, por preco com-
modo, cm poreo 011 ;i retalho : a tratar
na mesma.
rao c
Em casa de M.Caltntnl &
Corpo Santo 11. II,.ha
seguinle :
l'aboado de pinito, alcal
Suecia.
Alcatraode carvao.
Lonas de alfjodto.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muilocotnmodo.
C, praca do
para vendero
pixc d
Para
ras que
as
barato.
senho-
bom <
Vsndem-se na loja de ferragens e miodezas
de Jos Anlonio Moreira Dios, na rua Nova n. :t.
charuto de S. r'elis de superior qualidade, rhegado
ltimamente da Babia.
No escriplorio de Jo- Anlonio Moreira Dias
A Compaohi., ua rua das l.aranseiras n. 14, ven-
dem-se em Rrandea e pequeuas porcfies os bon cha-
rulo ds S. Flix, ebegados ollimamenle da Babia.
Vendcm-sf ricos penles de larlarnga para alar ca-
bello a 1^500, nielas de seda de ror** muilissimo lin-
das para enancas de um mez a um anuo, pelo baralo
preco de lWKt 0 par, lenciojioi de relroz de lodas as
cores para tennorss e meuinas a le, loucas de laa
para senliuras e meninas a ."OO rs., camisas de meia
para enancas ale a idade de um anuo a 500 is.
meias drancas de algodio para sendora muilissimo
linas a 500 rs., ditas drancas e prclas de seda o me-
ldor que se pode encontrar a' 25 e 2>"i00 o par, ricas
caira, para uuardar joias a 800 rs. e 1$, canas mui-
lo rica com rrparlimenlos nnicamenle proprias para
costuras, pelo daralissimn preco de 25500, jOOO e
:i-7500, iravessa de verdade/ro dufalo para prender
cabellos, pelo baralissimo prero de f, ditas de lar-
birusa a :l->)00, rico leques com plumas eespelhos e
P'iiluras linis-ima. a S>, p.ples de hualo muilo linos
para tirar piolbos a 500 rs., lesouras liuisimas e de
lodas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas as
cores e largaras, ricas lilas de seda lisas e lavradas
de todas a. larcuraa c core, bicos de linho liuissimos
de liudoa padroe e lodas as largura, ricas franjas de
al",odiu biancana* de cores proprias para corliuados,
oulra mailisaiiiias cousas, qnc ludo se vende por
lao baralo pre^o que aos proprios compradores ser-
vir de admiraran : na rua do Oueimado. na bem
condecida loja de miudezas da boa faina n. ::!.
a :12o e :100 o covado, ditas de cores escura de qua-
dros e lislras, de muito bonito padres para calcase
palitos a tiOO rs. o rovado, corles de calcas de botillas
casemiras de alsodao, pelo baralo preo de 15120,
brimzinhns de quadres de puro linho a 210 o covado,
panno de linho muilo tino a (iiO a vara, peilos mui-
lo linos para camisa branens e de cores a iOO e 500
rs., camisas de meia muito linas s 15 S 15120, luv.s
pretas de torcal para seubnra, fazenda auilo supe-
rior a 800 rs., dilas de seda de lodas as cores para
homem e senhora. pelo baralissimo prec,o de l;20O o
par, dilas de lio de Escocia para meninos e meninas
a 100 rs., lencinhos de lilel muito bonitos a la, ricas
grvalas de seda prelase de cores a 15, meios lencos
pe seda para grvalas a 600 rs., dilos prelos multo
bous a I5, peras de cambraias de salpico com S va-
ra e meta a :.-Jiii, e i 10 a vara, ditas adamascadas
muilo boas para corliuados a 125, cambraia lisa mui-
lo lina com uma vara largura, pelo baralissimo
prero de 5I0 a vara, leuro do cambraia muito linos
lodos brancos e rom barras de cores a :IOO rs., lencos
de chita francezes muito bons a 100 rs., chales de
algodio de cores de bonitos padres a 800 rs., risca-
dinhos muilo linos e de muilo bonitos padres a Ii.ii
o covado, tilo de linho liso muilo lino a '.""' a vira,
dilo de lloies a I528O, meias prelas de seda para se-
nhoia, rascada muitu superior a 250 par, dilas bran-
cas muilo linas a :!; o par, dilas brancas de algodao
muilo linas a 20 e .120 o par, dilas brancas muilo
linas para meninos e meninas a 210 o par, e alero de
ludo talo oulras muilissimas fazendas, que vista de
suas boas qualidades e bar.los precos, he que os se-
nliores freguezes, amigos do bom e baralo, conhec.s
rao o que he pichincha : na rua do Queimado, 110-
qualro cautos, ua loja de fazendas da boa fou.22,
dclroule da loja de miudezas da boa fama.
LUYAS PAR iOMENS SE-
NHORAS.
\ endem-se superiores luvaidejpellica muilo nova
liara homem e senhora a 19280 reis o par, dilas de
seda moilo boa e sero defeito algum amarellas, prc-
las c brancas para houiem e senhora a I3000 reis
o par, ditas prelas de toir.it muito boas a mu reis o
par, ditas de lio de Escocia brancas e de cores para
hoinein c sendora a 100. 500 e 000 reis o par, dilaa
dilas para meninos emeninas a iOO reis o par, loras
de seda ricas d. (odas as cores e bordadas, com
guarniese, para sendora n :t?O00e :is00 rei o para
e oulras mais qualidades de luvas, ludo na rua
do(.liieimado na bem condecida loja de miudezas de
boa fama 11. 3:1.
Cal virgen) de Lisboa, cliegads no briau
Constanleu 1 uo annazen. de Kooseea, Medeims~\
taimpaiihia, rua do Trapiche.
Na rua do Crespo n. Ili, couliiiuam
a estar a venda as mais superiores loalhas
de puro linho que tem vindo ao mer-
| cado.
Vende-se a taberna sila no becco do 1 .amuelo
u. 1, e na mcama taberna lambem se vendero 2 ar-
marios propios para taberna. I nioinbo de cafe, e 1
relogio de ouro com correnle, ludo a Iralar ua
mesma.
Navalhasa contento.
1:01111 n n a -se a vender a 85000 o par;prero liio as
j bem conhecidas navalhas de barba,feilas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiarlo cm diversas ei
posires: vendem-se com a eoodicSo de nao agr
dando poder o comprador devolvc-las ale 30 dias
depois da compra, restiluindo-sc a importancia :cm
casa de Auguslo C. de Abrcu, ua rua da Cadeia do
Recife n. 3b.
Vinho do Porto.
Veude-se vinho do Porlo muilo fino, em barril de
quarlo : ua rua de Apollo 11. 10, aimaz.m de as-
su^ar.
. oau escrava do
*aae monnlo. :
denles
asa li-
leve-a
*.
a rea d. S.
regular, ibos raude, com falta de
c levou valido de chita dconatado,
- .ala n um eordo prelo, n
da Uisla ; foi vuta na Boa-Visla
chicaras e dinheiro, dizendo que
ella cosiuma vender rangiea. e lew t
cas. ,10 l'ocindo : quem a peK.r lev.
rrancwo.Urr.iit.da ordem lerceir. c
co Luiz deBrilo **^***~+m+++
r'ugjo a 29 do m.z passado. prelo S
cor fula, alio, corpo regol^Tiem o "..I
a rara, nariz afilado, denle, limado. 3Tsnsn1
de redo as co,.a..prein aufgw, 7Tr
2.,.nno, coodozio e de de suppo, SJsTnZnTaZ
enSr",! cava,, *** "" fr.~. rotr.
marca de corren. 1.0 peil. p.r ler sido de arr.'e
.res pe, calcad.: q.i.lqoer peso, qoe w DeaTkV
ao sen sen bor F. I erario ,1 M.n 1 Pv."*.
endo Kodizio. ou -Sw't'.St-CI;
recompensara. v^oipw, ajo.
No>H" 27 do naez prximo naM.U rei. 4.
nsn*6S.S.wrinn. Ireg^.i. S.^MoTrU^ait
e* -vo de naVao, de nome Lote, esas?"..!"!
ointes: alio, corpo loriado, olh. CSST
barba e pos rosso, alegado de um dedo da
'!i.*.fr<,*e,;.'!,e de um ''K 'dad*, pooco
$Mm
-, > ."in| "iiiii ni, i ua i ii.tj'n 'i'i .
Para os riamora- Meas de ,aa
ra padres.
dos.
Vendem-se tullas de papel muilo bonito, proprio
para correspondencia de naroorados, pelo baralo
preco de 40, 60, 80 e 100 r. : na rua do Queimado,
oa bem conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
pa-
Vendem-se superiores meias prelas de laia para
padres, pelo baral9imo preco de 15800 o par : na
rna do Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama o. 33.
V ende-se Cttanc Lisboa ul ti mamen 1 tcheca da,as-
imcomoponrssadaKussiaverdadsira: napraca do
Corpo Sanio 11.ll.
Agua de Seltr. e limonadas ja/.osas.
Veudem-se na rub d. Cruz, armazem n. 10, lin-
das machinas de pt em cima de mesa ou .ppurndor,
para fazer agua de Sellz ou limonadas gasoaaa, a lo-
da hora que se quer deslruciar estas saudaveis bebi-
das, boje to precom,adas por todos os faiaitlalivos.
Sao de nova invencao que aora apparereu em Pa-
ria, bem como os inzredtentes uecessarins.que se ven-
dem com as mesmas machinas, tudo por preco muilo "
commodo.
CARTAS HMSSIMAS PARA VOL-
TAIITE.
Vendero-sesuperiores carias fraucezas paia \olla-
role pelo baiatissiino preco de 500 rs. o baralho .
na rua do Qneimado, na bem condecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Cal de Lisboa, nova, e potassa itissiana
superior..
O deposito de cal da rua da Cadeia do lenlo n.
50, acaba de receber pelo ullimo navio de Lisboa
barris com cal nova em pedia, assiin como ditos de
polaisa ru.siau.i de superior qualidade, sem eiagera-
cau a meldor que lem viudo .10 mercado, rom cojos
rtico o enflores de engenho podem en> recelo
fazer bom aburar, em qualidade, peso e alvura, e
o vende por preco commodo Anlonio I ionio- da Cu-
nha e Silva, na rua oa Cadete do Kecife, loja 11. 511,
defronle da rua da Madre de lieos, davemlo ueste
deposito um resto de barris com cal da safra passa-
da, que se veodem por barato preco.
inenu., 35 a O anuos : rose-se a quem o annrel
der lev.-,o memo eng,..hn, .. sinV'aM.
Mano, tleuleno do Ke?o Barro, mor.oor nSoT
co Ponas, .obrado n. 14, q M recomr*^^
1 .onluiuani a ciar futido os eocravo* il.alel.
Anlonio, de u.cao Casanga, que reprrwaia .15 an-
uo de idade, d. altura rrgolai, cangaeiru a. mi Jai
cor prela, rosto redondo, sem barba, coala lionatr-,
edeio do corpo. conversa pouco, e foi escravo dV
herdeiro do finado Caelano lioncalvea da Caansa -
o oulro de nome Veristimo, de naci, haatanla aMa'
alBiiro tanto espadando, rosto regalar, tea* de ambo
os lado do rosto marca de lalho. de tea nac., .or-
na, linas, algom lano cansoeiro. pe grande*, e lena
urnas marcas de chicote anda nova, na costa. ce-
les escravo fuciram juntos 110 da 3 de .nppi. ajp
correnle anuo : quem os appreheodcr cond.u-a. e.
eusenho Agaa-Krie da Iregaciia da S. laamr. da
Malla, i.u nesla praca na raa da liuia n. di, or mu
ro andar, que sera' ueneroaniente recompensado.
-Auscnlou-se da cata do abaixo assignad no do
mingo 31 d'agosto, um sen escravo mulato por nonio
Kraiicisco, vestido de calca, e jaquel, branca, cami-
sa lina, calcado com borzecuin. ; reprsenla ter a
idade de trinla e Ir ann,, he bai.o com a* aaan.11
um lano arqueada, e quer inculcar-. cama forro :
quem o levar a casa de eu .rubor, 111 rae Real o.
13 e 15 sera' gratificado.
Ju.r Jeronvmo Monteare,
AVISO.
CINf.OKMA MIL RES.
No dia 23 de junho do correnle, f.iio da bord
do brigue uM.na l.uzia o prelo criunln, .a.el.
de io.de .24 a 25 anuos, pooco man menos, e leni
o siguae sesuinte : ro-lo coroprido e descarnado
cor Tula, calilio cercilhado, odo nm ponco niiidi'
e amoilecidos, beicos grosso, sendo o de cima mai*
-1 "--i que encobre a falla qua lem de denlo n
cima, falla um pouco alrapalhado devido a falla V
deules, pouca barba e rala, e bisodes, lana na tr
esquerda junio ao dedo mnimo uma especie de er-
vo -al.1 lo. as nadecas uro pouco empinada., no an-
dar lem um cello para o lado, radeiras tarja., reo
lura lina, pes apalhelarios e um pouco l.rso ; levan
calca de alendan azul drsholado e camisa de adrada
riscado, chapeo de palha, tem ollicio de roanMro,
e cosiuma embriager-m : foi et ronymo Vilella edo Sr. I)r. promotor de UNada),
Queiroz Fonseca, e ollimamenle doSr. Alneri i-or-
ler 1 i.imnn : o ahaito assignad, senhor da dilo tre-
lo, sralifica aenrosamente a qv.em o pansnandtr e
lev.-lo em su. esa, no alerro da Boa-Vn*a a. 53,
sesondu andar, ou no Kecile, rua do Trpame n. Ib,
a Anlonio de Almeida tiome ; como l.mtie. pro-
testa rinlra qualquer pessoa que o occallar esa sen
poder ; a.sim como gratifica e paga loda. as emme-
zas.Joaquim Lopes de Almeida.
I'ugio no dia 5 de agosto proiimo fiado a preta
Luiza, crioula, de (0 anno de idade, chei. do car-
po, estator, recular, cr tala, e com ama marca de
que 1 madura muilo visivel par eomprehender a na e
braco direito ; foi de 1 .oi.nn, he de erar ajan pa-
ra II se encaminhasae, ou qae esteja acontada em
algum lucar : roca-se perianto a sua anirebeona.,
e se gratifica aa ma do Queimado n. H, primene an-
dar. <
i'ugio a 17 do correnle, Joaquina, que repre
saula 15 anuo, nacSo Car.ngc, estatura regatar,
aheia da corpo. cor fui, faico. sro-.se, lem nana
empincem no ro,lo, piio pequeo e ananaman, al-
cumas cicatnzes n. cola, lem um pe c perna nwi.
grossos de bervtipela ; levon camisa da algudiaei-
nlio, um malina de chita enc.rn.da. oulro de aca-
llo, panno arete, lein ido oeropada em erviro do
ro/inha, levou uma ranera. e h de up|~ r que m
oceupe m vender asna, quaadn fo?e;ini de cosa
me andar pelo anab.ldes desla praca : qoalg.ai
l....i. a podera' pg.r c levar ao sen srnhni H. >
Campos, na rua di Cruze 11. 10, qae re.empentara.
l'EK.N. : TVP OS M. F. DB FA'AU llii*.
MUTICSD"


Full Text
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