Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07525


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Full Text
4
ANNO \XXll H. 207
Por 3 inezes adiantados A$000.
Por 5 mezes vencidos 4^500.
TERCA FEIRA 2 DE SETEMBRO DE .856.
Por anuo ilimitado 15S000.
Parte flanco para o subscriptor.
^
K
i;\;\bre;ads da scuschipcao' no norte
lrahiba, o Sr. Gemzio Y. da Natividad! ; Natal, o 8r. Joa-
K'm 1. Pereiri Jnior; Aracaiy. o Sr. A. da Lemoi Braga i
ri, ilr. J. Joee de Oliveira ; Maranhao, o Br. Joaquim Mr-
quai Rodrisuei; Piluhj, o Sr. Domingos Herculano A. Palia
Lirins : Para, o 8r. JusttoiinoJ. alamoa ; Aroaiooai.oSr. Jero-
iiim da 1.0111.
PARTIDA DOS COIUIEIOS.
I ,.!., | i utaf ... dUl, o ...,-i, l.. ,| ,|,,.
IlN iraaaa, ...i.iiin.i e paral Iba I ........ininda......ilas-feiraa.
S. saia, II,/.,..-. It-.i,ii ..l.iin.11,1, Miuil.....i.]r.iiilniti. : a.....rca-M
S. I..,i,.|,.;, I'....... V...... V.......,1,, |..........,. ,;,,.. ,.,......,, ,. ;.
ira. Flore., Villa-IMIa. li,M-\,.i ,. o........, .. | : ., qurtaa-rril
'...... Ipnjaca, s.ii,,li.-i,i,i.. |-.i...|-..,i........ r.i, RatrviriM, Agoa-I'r.
'M.....itriraae .Vilal : ojalal ..-1-11.1..
( l.idits i,s ,-rii*|.i.- parlen .,. l'l hora. .Id m.nh.i.i.
ai; menciasdos tribunaes da capital.
Tribuna do rommercio segundas e quintal.
lirl.ii;-o : lercas-feirai eiabbadoi.
Fajeada quariaa a labbadoi ai 10 horai.
Ju 1/0 do commercio: aegunda aa 10 borai a quintal so meio-d la.
Juizo da orphaoi .- legunda quintal ai 10 horai.
Primein varado eivel : leguodaa a Mxtai ao meio-dia.
Segunda; ara da eivel: quartai nbbadoi ao meio-dia.
pAifi arrioiAi.
OOVEHNO ;DA PROVINCIA.
Expediente a la 03 de iiono.
onitioAo Eim. presidente da provincia das
Alapois, acensando recebido oulro de S. Eic. de
18 do corrente em qae participa haver concedido
a demiMo que pedio Joc onrialves da Oueirz,
do logar de agente procurador da rendas daqocl-
la provincia neta, e nomeado para o referido lu-
gar a Herminio de Paola Mesqnita Cerqueira, e
declaraudo em resposta ler dado ciencia de ludo
as reparlicdes competente).Fi/erain-se as neces-
sariss commuoirariiee.
DitoAo inspector da lliesouraria de fa/.vnda,
reilituiudo o requenroenbi a que se relere a infur-
idhcui de S. S. de 19 do crrente, no qual Vicen-
te I-er reir da Costa, pede por nforamenlo o terre-
no de marinha que lica cid frente de una mi pro-
pnedade do Forte do Mallos, e aulonviudo a man-
qiianlo antes para ootro lunar os objeclos de neg- i uaruiella repartirn a
ci que elle lem na casa da mesma harreira, a qual construccA > enviadas p
jscali.iar.1n das madeiras de
ra esla capital.
sendo construida simiente para assslencia do* CO- DitoAo director gial da nslrucoo publica.
tiradores do re.peclivo pedasio,nao pode ser ronver- Tendo o Rv. Francisco
tida era cslabelecimeutn cuminercial. sor de primeiras letlras
Hilo Au inesino, para man lar furnecer ao ad- responder anle o ligario
ministrador da casa de drtencAo a linla e brotas qoe mario criine, em conse
fnrein precisas para a pintura das srades externas prelado diocesano, e
Verissimo Dan leira, proles-
da fresneda da Escada, de
geral do bispado a mu -um-
liiencia de oi.lem do Exm. I
udo misler que o referido j
da mesma rasa.--C.ominuiiicou-se ao chele de poli- 'L padre seja citado para ce mparecer ao interrosatorio,
Vine, que expera suas or-
sou a recommendar a
Uilo Ao juiz municipal do termo do l.imnci- ; dens, para que o mi ucionado professor deixe de
ro, enviando legislecale de 1R.il, e declarando que ; leccionar em sua cade
nao vai 1 de .V> por nao ler viudo da rrle. lempo este necessario p,
DilO Ao director geral da insIruccAo publica, Commonicou-se ao va
oliendo licar inleirado de se baver habilitado o pro- HiloAo jui/. de |
fessor de inslroccan elementar do I. srao da no-'junta de qualilirar
voaoAo do Peres, Simplicio da Orj7. Kibeiro, para I Boique, devolvendo as i
sotar das vanlagons do arl. ti da le provincial n.; da quolilicacao dos vol
:lti!l de If de m.iio da 1853. Communicou-se a' ra que sejam ellas assig
thesouraria provincial.
Dito Ao inspector da Ibesoiiraria provincial,' lamenlar de ll de ag
declarando que leudo requerido a profexora puhli- i marro de ISi
inesmo ter-
reno a parle que for precisa para servcnlia pu-
blica.
Dil6Ao mesmo.a;raii-iiiiltin I > para os conve-
nienles eiames, as copias de acias do conseibo ad-
imntsiraiiva, para foruecimenlo do arsenal de guor-
ra. datad de ti e 13 do inez correnle.
DiloAo chefe de polica, communirando ler ex-
pedido ordein nao ao agente da corapanbia dos
piquetes de vapor para f.i/.er receber e transportar
para a proviucia do Kio Grande uo I'vapor que
passar para o norte o pr* Araujo Costa, e as duas praras que forem escollan-
do o mesmo preso, como t.imbem ao cimniandaute
do corpo de policia par? prestar as mesinas piaca*.
Eipediram-se as orden convenientes.
DitoAo Sr. Joaquim Kaplista Moreira, 'onsul
do S. M. F. remeileHdu por copia o oflicio que em
14 do correle dirigi ao goveruo o juiz munici-
pal e de orpbaos do termo de Gambas* acerca da
arrecadacao do espolio deiailo pelo subdito porlu-
goez l.uii Joaquim da Silva Hamos, fallecido na
povoacao de Crrenle daquelle lermu.
Uito--Aocommaudanls superior da guarda na-
cional ila comarca da Boa-Vista.Nao lendo V. S.
al agora euviado a esla presidencia as proposlas' d
officiaes dos batalboes da guama nacional suli .cu
commaodo superior, compre que o faca com a po-
sivel brevtdade, alim de que possa sor ultimada a
nrgdinsavJo da mesma guarda nacional. Previno a
V. S. de que a* referidas propostas devein vir leoat-
Puli.i.las de iiiforma^fs circuinslauciadas icrea
da idoueidade dos individuos que forem nellas con-
templados.
Dilo^Ao mesmo, para que recommnn.le ao cidl-
dao Mauoelda Silva Souza Araquan, que snlicile
quanto antes da secretaria do governoa sua palele
de lenenle coronel coiDiuandanle do balalbao n. s
de infanlaria de guarda nacional do municipio de
Cabrob.
Uilo-.-Aojuizmuuicipal presidente do conselbo
muuicipal de recurso de Sanio Anlao Remetien-
do Vroc. para que baja de apreseola-la ao con-
aelhu de recurso dense municipio, i copia incluso
da representara que arabam de fazer chegar a mi-
n'ia presenta os cidadaos que se julgam injusta-
mente excluidos da lista da qualilicaein dos volan-
laa, racommendo-lhe ao inesmo lempo que me de-
clare com urgencia se na convocaran do ciwis'llm
municipal, Vmc. i^*ivouo que .' ;.... (* ,iu
aviso do 1' de lr.ei}^>4^7 ^r^u
f4ilaia, oiln dtas Ates pelo iiieni*^, ;-.i^ar
da reunlao do referido cnnseHri ata, mai
os mdividuos residMtes noadiV-raos lugares com
prebendido- nes-e municipio livansem pleno conhe-
eimenlo dessa eonvocaeRo, alim de usarem dos
rocos que a lei Ibes faculta pora fazerein valer os
seus direilos.
DitoAo juif municipal e delegado de Naziralh,
para que conserve sob sua guar.la m raedicanieaUri
que solnarar-i da ambiiUncia que p.na all lora en-
viada por occasi ni do cholera, visto como podem
aioda ellos -*r preeisns no caso de que infelizmen-
te reappareca a epidemia naquelln lermo.Olli-
ciou-se Mam sentido ao juiz dedireilu.
DiloAo esoureiro das loteras, communicau-
do ler conlrmado a nomeaeao que lez Smc. de Mi-
Ijuel Aur.uslo de Oiiveira, para o suhsliluir duran-
te a su anuncia.Fizerain-se as nnfBsilllli com-
leacPes.
INteAo j:'i/ de paz sadenle da jaula quali-
licadora da rrcguezti de Saiilo' Amare de JaboaUo,
acensando i reeepfjlo do ollirio dol Jo passado, re-
metiendo a lisia ib cidadaos qualhijdos .volantes
uaquclla freguezia. ^^
DitoA junta qualiliiadora da cidadeda- ^'iclo-
rii, sobre o mesmo objerln.
DiloAo jui/. de paz e membros da junta de qua-
lilicacio da freguezia de Muribcra, sobre o mesmo
aisuinpln. .
DiloAo presidente e membros do conselbo de
revista da guarda nacional do municipio de Bar-
reiros, cominuiiicandn licar seienle de baver dilo
conselho concluido o servico de quililicai-ao, como
commonicou em llicio de 1(1 do eorrente.
sto de ISti c aviso de 15 de
icipal do Buique.Convcm
meuliua de Figueiredo urna gratificaran, n i forma : 1"c Vmc. me declaren rom urs-ncia : I. se ja se
do arl. 1(1 da lei de l.'i de onlubro de I.S-'T. defe-; acba ulliinado o pmcessi da qualifira^an relativo ao
rio ene reqiierimenln no sentidn de sn coinpetir-tbe correnle anuo, comprel tendidos os recurso* de que
nina gralilicacao cnnespondeule a' quarta parle do Irala o capitulo :!. d
seu ordenado nos lermos da segunda parle do arl. ago-lo de ISti : -J.se
JX da le provincial n. :lti!l da I i de mam de 855. j do arl-. i., -Jtl, -21
" -------- ------....... I HViiniiiiiiiii une irimu iriiuriiuu a piUICS-Uia pilllll- : iia.^i, nc un.
dar passar ao upplicaute tilolo do mesmo terreno, ra da rresuezia de S. Jos desla ci.lade, Maria Ce- ; Dilo.V cmara mu
de ronliirmidade com a mrorinacao do segundo l-
enle Antonio Egidio da Silva, c parecer do procu-
rador fiscal da tbesouraria, mas com a clausula de
eealero peticionario gratuitamente do
Dito -- Ao pro.i lente da juula de i|ualilicacAo I todas as mais formalida es prescriplas ni diada lei :
da freguezia de Bezerrns, devulvendn a lisia dos ti-13. linalinenle, quaes
dadlos qaallficadoi volantes naqoella freguezia, a laes prncessos, e com q
lim de serem rubricada todas as suas folfias, con- I*. No caso, porem
forme determina a lei e vir acnmpanbada de co- *' "ao se tenba pr
pa da acia dos trabalbns da mesma junta. cuniprc que Vara, me
Dilo Aos directores do Ibe.itro de Sania |ta- I casionaram essa omtasa
EPITEalERIDES DO MI "/. DE SETEMBRO
7 Quarto creicente as 2 horas23 mlnutoi e 48seguudoi da i.
14 Luacheiais II minnmi a 4H segundos da tarde.
II Quario muiguanie ai 3 horas, 2-1 minutse 48 segundos da ni.
2U La noval I hora, 2'.l minutos. 4S segundos da manilos.
i'i; i.wi \i; DE HO.IE.
Prlmeira as 7 horas e 42 minutos da manha.
Segunda as S horase 6 minutos di tarde.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Egidio ab Ss. C.ede.io e Josu.
2 Terca. S. Eufemia v. m. S. Ksteio rei de Huugria.
3 Quarta S. Arisiheo b. m. S. Aigulfo soldado rn.
4 Quinta. S. Rosa de Viierbo v. I. S. Rosaba v.
5 Sexta. S. Herculano m. S. Arcenio ni.
t> Sabbado. S. Libania v. S. Zacaras profeta.
7 Domingo. Kossa Scnbora da Penba S. Regina v. m.
UN ABRECADOS DA >l lis" HIIM A(> NO ll
Alagoaa.o Sr. Claudino Falcao Dias i aVakia Sr. D. Puan
Rio deJaneiro,oSr. Joao Perein Minies.
EM PERNAMBLCO.
O propriatario do 1)1 A niOMmoel Figoeiroa et iria, ea m
livrarii, pnca da Independeocia ni.Iil.
dicacao e eflicacia com que soube Vmc. desempe-
nliar a pesada mis-.io de que fura encarregadn, cuin-
prc-me dizer-lbe, que na retnessa desses uovns dn-
comentns, reronbeco mais orna pmva da probidade
do magistrado distinti e do cidadao Itouesto.
DiloAo ine-mo, declarando que expedio nova
ordem i thesouraria de fazenda para salisfazer, caso correroi promplamente, se
nao o lenba anida feilo, as quaulias, co4o pagameu- deira lal noticia,
lo S. me. solicita, menos a que dis respeilo a com- Tenbo observado, que
ros imincdialamente logo que receb a participae.i. |
c la lica o enfurmeiro tratando dos doenles. visto I
como me he precrio partir boje para Villa Helia,
alim de verificar a noticia que ueste momelo se [
me d, de bavei-se desenvolvido o mal na Serra do
Calle, que dista desta freguezia -2i leguas; e soc-|
infelizmente l'or verda-1
2XTERIQR,
ra por espaco de cinco dias,
ra o seu compareeimenlo.
rio geral do bispado.
z presidente e membros da
da freguezia de S. Feliv do
opias das acia dos Irabalbos
ules daquella freguezia, pa-
adas por todos os membros
da ]iinl i na confurniidade do arl. 21 da lei regu-
lei legnlamenlar de 19 de
forain guardados os prazos
2, observando-so alein disto
bel. O presidente da provincia do MarauliAo rom
munica-me que o empresario da cnmpanhia Ixrica
do Ihealro da capital daquella provincia, Jos Mi-
rla H im .ii t pretende lomar por espaco de Ires an-
uos a empre/a desse thealro medanle as conlicoes
estipuladas na prnposta que remello inclusa.
(Jueiram Vmcs. examinar as vaiiiagens que offe
rece o referido emprezario, e infnrmar-me se pode
ser aceita a proposla nos lermos em que esta' feila.
cias que a seinelltanle r
se ao presidente da con
com urgencia.
PorlariaResol vendol,
pessoas que prespliram i
le direilo se apresenlaram a
de que em alsumas paro-
cC'iido e lerlarem os motivos que oc-
assiin como as prnviden-
'speilo se deram.Olliciou-
missao para a fazer reunir
vico do exercilo por le upo de ti annos, visto ler si-
do julgado apto para
saode, o paisano Gabrie
percebera, alem dos
coinpetirem, o premio
lK.">i.Ftzeram-se as
HilaO presidente
que Ihe requerea Fil
arrematante da obra do
cao de Muribeca, resol
infiirinacao do direcl.
obras publicas de 22 do
Dilo A* cmara municipal do Recite, devol- <>"* lermos do decreto
vendo competentemente appovada a postura que
t-nufecriouou a mesma cmara probibindn o uso dos
balees aeroslalicus que se elevam por meio d"agua
raz.
Porlaria Ao agenta da eompannia das barcas
de vapor. Mandando dar passagein para o Rio de
Janeiro por cunta do goveruo no vapor Parami a
Jos Lat Antonio da silva, que leve escasa de ser-
vico do exercilo. Parliripou-se ao F\tn. marechal
coininaiKlanle das armas.
Dila Concedcndo ill dias de henea; eom \en-
cimenlus, n,, forma d i lei, pata ir a' corle do Kio
de Janeiro, ao amanuense da alfandega desla cidade,
Maxiniiano Francisco Duarlc l'eixolu.--l'izerani-se
as necessarias commuiiicafes.
2(i
CilicioAo Exm. presidente da Parahine.Na
barcac.i S. Jos dos Navegantes foram embarca-
dos a disposico de V. Esc. os arligm de fanlamen-
to mencionados no conhecimenlo junio sob n. |,
os quaes perlencein is pracas de piel que na forma
das ordens imperaes (iveram V'^JiiCjndft-iiLlM-
lalbao de in ira para o meo balafliAn ilcs-a pro
vmcia ; dai.j iciencia o V. Exc. de semelhautt
remessa, lenho a rogar-lhe a etpedirAo das cunve-
oienles ordeoa, para que seja paga "a importan'
do pret dos referidos arligos, o qual esla r-!
do nu termo junio por copia sob n. S.Ollitiou-i.
neste seelido ao inspecior do arsenal de marinha
DiloAn inare.-lial ciuninan lana das arma-, .le-
clarandu eiu solucAo a seu aflicto sob n. li:/2, qua
cTfwllAo da ri-1..;il,,-,iat1,ciesUilaial#re'''-J d*W
i""\^<" li----Hsw'dcve ^kaT e^
as ileliber.icn. do governo imperial sobr sen des-
lino, podendo S. Ei-. expedir ordem, paia que eJb
etrea <> seu ministerio em slguin dos carpos qae
iver falla de eaptllao.
esse lim pela nspeccAo de
Joaquim de Oliveira, qoe
encmenlos que por lei Ibe
de :WHI3, que ibe sera pigo
n. IO1 de 1(1 de juulio de
Inecessarias communicacOes.
pioviucia, atlendendo ao
ppe de Sa e Albuquerque,
segundo lan^o da ramilica-
,e. de conformidade com a
interino da reparlicAo das
correnle sob n. 258, conce-
ler ao mencionado arrr nalanie i mezes de proro-
gacAo para a conclusa
da em que se lioda
lim no respectivo contr lio.Fizeram se
sanas enmmunicaces.
DitaNo inesmo sen
lante da obra do pri'o
e-Ir,ola do sul, Marian
mais que lique de nen
qual be u supplirante ot
ma obra bracos livres,
balbadores precisos.F
muiiicacoes.
OflicioAo Exm. ma
as, Iransmillindo poi
a guerra de IS do con
" decrelo de I i deMe
i quarlo balalbAo
a me que seja admitlido ao ser-
MEXICO.
Correspondencia da Preitte.^
Ncw-Vork, 2:idejnlho de 1H56.
I'odas as quesles principaes eslAo resolvidas no
. Mxico, e licamos victoriosos, diz a llespanha por
lerrivel viajante pouco | suas gazetas em llavana. Nada se lez, ludo esla pa-
mi>Ao de Papacara, por depender de iuformacAo I aa demora nos lugares que ltimamente visita, e, ; ra ser negociado, e fomos mais Tinos que os nossos
da mesma thesouraria i pots, julgo-o e^tar as suas despedidas desla comar- 1 adversarios, dizem os peridicos de Vera-Cruz e
DiloAo juiz municipal supplenledo lermo de ca ; asim o desejo, nao s para que ces Sanio AulAo, acensando recebido oollicio, em que S. j vez os IIagellos da bumanidade. como para descan-
inr. participa baver, nao m exonerado o labclliAo i ;ar de tantas fadigas.
publico e de hypolbecis. escrivao do eivel e crime I Al esla data nao tive ainda rommunicacau do
daquelle termo, l'ilippe Cavalcanli de Albuquerque, i appareciiuenlo do mal na comarca da lioa-Vi-la,
maslambem Horneado para servir inlernamenle es- onde ainda reiuam as febres inlermillenles de mo
se lugar ao cidadao Joo Vrenle de linio (ialvAo ;, caracler. mxime na Villa de Cabrob, onde se arba
e di/.endo em reipoaio, que S. me. prueedeu muito o acadmico desde o dia 17 de julbu, incumbido do
bem visla das razes que allega, e loram conlir- Iralamenlo dos doenles, nao s do povo, como do
madas pelo respectivo joiz de direilo.
KiloAo provednr Interino dasaiie, declarando
qoe deve entregar a direreA.idaquella repartirlo, lo-
go que nolla se aprsenle o Dr. JoAo Ferreira da Sil-
va.()fliciou-se nesle seulido ao referido Dr.
DiloAo mesmo.l'arcceiido-me justas as consi-
derantes que Vine, me aprsenla em seu olltrio de
boje, no sentido de licarem livres da quareuteua os
navios procedentes de portes onde reine a mesma
epidemia, que. anda existe eulre mis. vislocomo nao
serve para preveni-la e-se meio bstanle vexalorio,
sou a rerommendar-lbe. que a respeilo das quaren-
tenas deve Vmc. proceder no sentido das referidas
eoasideracfies.
PorlariaConceden lo a demissAo que pedio l,au-
reolinojos de Miranda do cargo de nub lelegaitn do
Rio Formoso.Commonicou-se ao chele de policia.
DilaNomeaudo, em visla da proposla do direc-
tor geni da insIruccAo publica, para professoras ad-
junclas das aulas de insIruccAo primaria do sexo fe-
minino desla capital a Francisca das Chagas llihei-
ro de Oliveira e Cla Francisca da silva Coutinho, e
para professores adjonclos das do sexo mascolino a
Jeronymo Tbenlunio da Silva Loureiro e Maximino
Narciso Sobreira de Mello, os quaes lendo sidoap-
provados as materias do primeiro grao, deverAo ba-
bililar-se as do segundo logo que o forem ui pru-
fessores das respectivas escolas. Fizeram-se as ne-
cessarias rnmmunicaces.
laquella obra, a contar do
o prego marcado para esse
as neces-
ido, a respeilo do arreme-
iro latido da ramilicacAo da
no de Sa e Albuquerque, e
lum efl'eilo a clausula peal
rigado a einprcgar na mes-
la razao de melada 'dos Ira
zeram-seas necessarias com-
recbal commandanle das ar-
cpia o aviso da repartirn
ente, do qual consta, que,
nez, se concedeu transferen-
e artilbaria a p para o se-
ao capilAo l-'ranci.co l.uiz da
ade e Souza. e ddVte para aquede an capliao
Ao Pi dos >anles.--Igual cominiinicaeAn so fez
mirara de faund
Ao ine.ino, en
erio da gnerri lorisando-o, em rislai
li-pensa que pedio o ca
DiloAn inspector di Ittetourart de I izenda, pi-' derley l.ins do commai
ra qoe informo, (pois que eonsla o contrario sa wl marea de Flores.
propnelarins de engenhos edificados run terrenos da bloAo inspector d
al,leia dos lnd:o> do lermo da E-cada, por agr-
menlos concedidos pelo governo, lem pago osderi-
dos foros.
DiloAo mesmo.liespondendo ao ollicio de
22 do correnle, em que V. S. me declaren o- moli-
porque foi impugnado o pagamento do prel
dos veiiciinenlos do baUlhao !l. de in.inlari.
sndo por rupia o avisn do
', do correnle, doquat eone-
ia se conceden pass^gem para o nono balalbAo
fantaria Frai-ciscp'da Costa Anuda Mello Ja-
. soldado do meio li talbilo da Parabiba.
IbloAo mesnin, ditendo que pi'de conceder a
lio Manoel da Cui
do du destacamento
vos
gera
relativos ao mez de jullm ultimo, bem como o das
parciaes de I a III e de II a -_1> do crreme, le lio
a dizer-lbe, que nao devem licar preteridas de seus
vencimeiilos as pracas do mesmo balalbAo pelo al-
cance em qoe esle esta para com a Ibe-ourana, vis-
to que a importancia desse alcance ainda nao e.|
clebnilivameiilc liquidada, segundo informan o ma-
rechal commandanle das armas em ollicio de 21
desle mez, e so deve ser iudemiiisada pelas pes-oas
que roiicorrcram para os exlrax ios ilella.
DiloAo mesmo, enmmunicando para seu conbe-
cinienio e direrc.io, que leudo ipresenlido o Dr.
Joai "-'erreira da Silva, provedor da san,le do par-
lo, i s.olenca e accordAn que julgaram impiore-
denlcs os*i>pilivns porque fora elle procesaado ; por
despache de>. ordenoa o governo, que enlrasse
o mesmo no exei jo de sen lugar, de qua estlVI
uspeuso.Olliciou-^aaiambem au capitn do porto,
Ihesonririi de fazenda, au-
o parecer, que remelle por
copia, do procurador Oejeal daqu-lia Ihcwnraria, a
uaiidir passar Ululo di aforameiilo a Maria de Je-
ss da Silva Molla e su is irmlaa, de um terreno de
Chain de pense, c consta dos
a condii;an, porem, oe ce-
de o qoe for preciso para a
ni imilla, de que jo se
papris que dev.dve, con
derem ellas gratuilame
estrada de ferro e serve llia publica.
DiloAo mesmo, au
ao briaadeiro Joaquim
1 lo de afuramenln de un
de urna sua proprieda
rial. e talo nos termos
lames da copia que ren
a clausula de ceder elle
ciso para a estrada de
DiloAo mesmo, ap|
HiloA cmara municipal de Otinda.Reipou- e lizeram-se as necessartSf onimiinicaci'ins.
nn I aaaal .liinin nnn \------ alia innaun -_ __. .te li'i. v.
deudo ao oflicio que Vmcs. dirisirain-me em 21
do correle expendome as vaulagens que para esa
cidade resultam da estrada de ferro, cuja concessao
requera o cidadao inglez David Bovinan, e pedin-
do-me que leve estas cnnsiderac,des ao sovernn im-
perial, lenho a dizer Ibes que lomo t-m muito apre-
t;o a representarlo dessa cmara e que procuro bene-
ficiar a cidade de i Huida por (udos o< lucios ao meo
alcance.
PorlariaExonerando em visla do disposto im
avisa) da reparhean da guerra de 111 do correnle, o
doolor em medicina Augusto Carueiro Monleiro da
Silva Sanio-,do eiigajamenlo que conlrabio para ser-
vir noscorpos do esercilu. Fizeram-se as necessa-
rias communicacoes.
DilaAo agente da corapanbia de paquetes va-
por, para mandar dar passagein para a Babia pin
coula do goveruo, no primeiro vapor que se espera
do mirle, ao Dr. Francisco Rodrigues da Cosa l.i-
cerda, que se acbava nesla provincia prestando ser-
vidos mdicos.Fizeram-se as necessarias rominu-
nicaroes.
DitoAu mesmo, para qiX.-'aude ajustar cuntas
ao cap'lAo Braziliu de Amurin. -zerra, e pi^ar o
que se Ibe esliver a dever. em r a dn sen posto,
reservando o descont di mperiincutSine seadiin-
ortsio lo o a mandar passar
lernardo de l-'isueiredn lilu-
erreno que lica nos fundos
e n. 21), sita na ra Impe-
a informacAoe parecer cons-
elle, accresceulando-se mais
gratuitamente o qae for pre-
ferro e serventa publica.
r i\ an,lu as medidas por S. S.
proposlas, acerca dos ol jeclos que se acham guarda-
dos no arsenal de goerr
se haviam comprado p.
, os quaes sobraram dos qui
ra soccorro das pessoas des-
validas atacadas da epul nnia, e aulurisaiido-o a re-
gular lodo esle negocio
do conselbo administrativo,
imova a c uiipra de oilo h-
legaado balalbo de iiifati-
cessarias coinmiiiiicacoes.
ule superior da gu.rda na-
DitoAo presidente
recommeiiilaudo que pi
vros para matriculas do
tarn.Fizeram-se as i
DitoAo ruinmaiidi
conal dcsle municipio. -Para qne possam ser salis-
feilas as exigencias con
terin da juslica, datada
laHteada circular do intus-
te S do correle, compre que
leu a esse ollicial, por ollicio de (i de iinvembro do *' S. remella a esle g verno, ale o ullimo de de-
anno prximo pasudo, para ter lugar qoandu u ro- I zeuibro imprelerivelme
verno imperial decidir quaes as vantegena qoe.lhe I**oestado dos divirsos c
'en coinmando superi
ciaes da forra ilos divoi i
Ollicio An Exm. maiecbal commandanle das
armas para mandar apresenlnr no novo lazareto do
Pina, a' di-p ijuj.i do provedor da aude um uflicial
inferior e seis soldados para vigiarem as meicadorias
lli depositadas, e manlerem a ordem cnlrc os pas-
sageiros do vapor fraucez h'ranr Comtoist que fo-
rara sujeilos a' quareulena no mesmo lazarclo.
Cummunicop-se ao referido provedor.
Dilo Ao mesmo, declarando que licam ex pedi-
das as couvciienles ordens para que se piase guia
de soccurrimento, e se d passagem para a Babia uo
vapor Paran ao 2." tirnrgiflo dotorpo de Banda
do exercilo, Dr. Trajino de Souza Velho.Etpe-
diram-se as ordena de que se Irala.
Dilo Ao inspector da Ihcsouraria de fazenda,
remollen tu p ira os convenientes eaames copia da
acta do conselbo administrativo datada de lli do
correnle.
Dilo Ao ebefa de policia, iilleirando-o da ba-
ver expedido ordem as thesousarias geral e provin-
cial para que, a' vista dos recibos q ts S. S. remel-
len, seja paga adaspen leda com o alusuel, nan
ao da casa que sene de cadeia no lermo de Ca-
brob, mas lambem de eavalloa para diligencias po-
liciies.
Dilo Ao presidente do eonsellio adiDiui-Irali-
ve, para promover a compra dos seeros, medica-
menlos mais objeclos mencionados nos pedidos
que remelle, sob ns. I a :l, rubricados pelo coiiimau-
dinle do presidio de Fernando.Frzeram-se as ne-
cessarias communiraees.
Dito Ao commandanle superior da gurda na-
cional do municipio do Recite. aulorijfliai-p, em
visla de sua ioformacAo, a mandar daaligarVeapi-
lao Jos Lucio Monteiru da Franca do >. bstalhSo
le infanlaria da mesma guarda nacional, alim de
perlencer a um dos corpos d reserva, por ler sido
excluido da lisia do servico aclivo pelo eonselno de
revista.
Dilo Ao inspector do arsenal de marinha, la/.enda.
iransmillindo por copia nia so o otiicio do comman-
diule da estacan naval, mas tambein o do coravun-
daiile do vapor de guerra lirlierilir, participando a.
providencias que se d-raui no Ccara' acerca ,i
transporte nacional IsgalidaA',.
Dito -- Ao len-nle-coronel dircelor das obras mi-
competen! pela commissAo em que eslevo impre-
gi'tn na enloma militar de Piineuteiras.
DitoAo mesmo, Iranmiltinpo para o lim con-
veniente o aviso de lellra n. K na impirtaiii ia de
.t:(Min-s, saccada pela Ihesonraria de fazenda do Kio
liraiiiie do .\orle sobre a desla provincia, a favor de armamenlo distribuido
Thomai (i,unes da Silva.Conimunicou-sc ao Exm. c dos de primeira liuh.
presidente daquella provincia.
Dito\o Dr. chefe de polica, parliridando em
respaila ao seu ollicio n. 685, que a Iheaouraria
provincial lem ordem para pasar, estando nos lermos
lesaes. a canta que acompanbnii aquello oflicio Ha
despezs com u Mtenla dos presos pobres da cadeia de
liuianiia nos mezes de malo e juulio desle anuo.
DiloAo director serai dos Indios.Toman lo
em rmisideracao o que V. S. me espita em seu olli-
He, um relalorio rnmplelo
rpos da guarda nacional sob
r, rum declaraees crcums-
lanciadas acerca da ins ruccau e discip'lina de cada
um delles.
A esse relalorio devi r.lo acmiipanbar mappas par-
s corpos, e do rorreiatnc e
; dos ofliciaes reformados.
i|ue estiverem empregadns
nal, com ilislinci-Ao dos lu-
na mesma guarda nac
gares que exerceiem.
Alem desses mappa
remella quadros serae
a lnlalnlade da forja
desse commaudn, e hei
ment c mais objeclos
mappas parciaes. Cala
quadros geraes branse
co de 25 do correnle, relativamente aos grupos de I reza idntica.Nesle s
Indias, queexisiem errantes na Serra Negra da co- I cnnunaiidanles saperiol es da provincia.
marca de Flores, recommemlo Ibe que me pruponlia i DiluAo capilAo do
os lugares mais prnprios para formarem-se novas nbado de rupia da avia
aldea., onde aqoelles ludios possam receber os be- | 'le 12 do correnle, alim
oefitios da civilisaco : cumprindn lambem qoe V.
S. ma aprsenle o orcameoln das roupas c uniros
objeclos que forem precisos para os referidos In-
dios, c me declare se llavera alguna inconxcnienle
em deslinar algn delles para o servios da mari-
nha de guerra.
DiloAo direclor do arsenal de guerraCon-
vem que V. S. remeta a este goveruo um mappa
dos Africanos livres que se acham aclualmeule nes-
se arsenal, e do que leudo sido a elle recolhulos
primitivamente, foram depon distribuidos pelas re-
parlices publicas, e arremata,los a parlicnlares no
lempo em que era isso permillido. o mappa de-
vera mencionar as reparliees e os mimes dos iu-
dividnos, a cujo servico esiivereni os referidos Afri-
canos. lie igual (licor fui dirigido ao inspector do
arsenal de marinha.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, para
que nao bavendo inconveniente, mande aprcsenlar
o rtilnr do seminario de (Hu la dous Africanos li-
vres, para erem empregados no servico daqoelle
seminario, conforme requisilnu o Exm". Sr. bispo
diocesano.
DilotVo mesmo, approvando a deliberacao que
Smc. loninii, de comprar para fornecimenlo do ar-
senal de marinha a l.niz Borges de Cerqneira, 215
fidbas de compnsieao, em falla de cobre em lolha,
e a Jnan l.eile de A/.evedo 15 pecas de lona insleza
larga.Cnmmiinicou-se lliesouraria da blenda.
DiloAo mesmo, approvan lo lambem a compra
de Tlladulas novas de pipas, feila a William
Lelj Jnior, conforme partieipon Smr. em seu olli-
cio de hoiilem.Comiinmicou-se Ibesooraria de
pl.-nienl.i da sazala de
ordens que revogam
marco de IS5i, e oolra
verno britnico em con
leudo por copia a porla
de BritO foi suspenso d
piial regimental desla i
(a ,lll i e dos mais docu
| promova nos lemos da
gado
DitoAo cummanda
commendindo que mangle por
municipal da pnmeira
que forem necessarias (
da Escada, o lenle da]
Candido da Veisa e Fi
DiloAo mesmo, ma
lado.
DiloAo mesmo, in
DiloAo direclor das obras publicas, dizelida li- ] de sua inlorm.tcao, aut
car inleirado a approva o baver Smc aulorisade o publicas a elevar a K3g
eugeiiheiro Milel a mandar I -/'-r alguna eonrerl-is que percebein rala um
na ponte dos Carvallios, core os quies nao
r gastar mais ile loii'.Communicoa-ie
, rana provincial.Com as indos
daros, autorisaiido-o a mandar fazer as pinturas de i roas-bel do commandanle da ssli
<|ue necessila o quariel dai Cinco-I'jnlas.
Iiii,, _- Ao promnlor publico desla comare.i, de-
clarando que, a' visli dasrazOes que pondera a i-'in-
missAo de exaino no arsenal de guerra, no ollicio
que remelle por copia, convem espaear o andamen-
to do pr.icesso iulenlado cuulra os empregados sm-
pstnaaa do mesmo arsenal.
Dito Ao direclor das obras publicas, recom-
mendando que ordene ao arrematante da barreira
de Mallo Amaro de JabuslAo, que laca remover
lo> do arsen-.l de marinha, respondo ao oflicio que
\ me. me dirigio'em ts do correle sob n. _'7. enm-
municando baver poslo disposi^lo do chefe da-
quella esiac.io ;i escuna tt Lindoya, > e pedlndo que
se iniude applicar alguus teciuias ou educandos do
mesmo aisenal pira o servico da referida escuna.
DiloAa director da caanla de PintOOteiris, re-
metiendo em reapoala a mi ollicio n. Ii2 copia do
qoe dirigi ao Exm. presidente da provincia a ca-
." pode- da casa de delfiicao, ;\
.*' Ibcsoii- DiloAo memo, in
s copias das nilur- do a lirenca de um m
Ao naval e mpee- amanense daquella ib
vares da Silva ; devend
abonados a Carlos Aog
esta subsliiuindo,
Wan-
da co-
_ l[bn. e Exm. Sr.Cumprindo o despacho de
V.Exc.|.mea,lo no ollicio de queixa de Jos Joaquim
Barboza que incluso devolvo.mandei ouvir ao dele-
gado de polica do lermo, e passo as mAos de V. Exc.
em onsiual a resposla que delle tive, c conlendo
ella a narracao bel do facto que conslilue o objec-
lo da mesma qoeiza, nada me resla senAo confirmar
a \ K\c. a exaclidAo da mesma narracao.pois que
lodo b fado se passou em minha presenta : s a
malevolencia e mos coslumes desse bomem faria
com que elle se prestaste a ser instrumenlo de pai-
xes alelas, levando I respeilavel presenta de V.
Exc. um faci adulterado, com "o lim soinenle de
por em duvida a moibracAo o caracler probo do
delegado de policia desle termo, cujas precedenles
cunstilne urna garanta dos direilos do cidad.lo. Sen-
do o faci niuitu diverso do qoe foi narrado a V.
Exc. pelo queixoso me dispenso d'nlguma cousa di-
zer acerca oa impntncao a mim feila.
He quanto tenbo a honra de informar a V, Exc.
que a visla do exposte mandara o que for servido.
Dos guarde a V. Exc. minios annos. Cidade de
Goianna 2!> d- agosto de 1856.III su. a Bina. Sr.
conselbciro Sergio Teixeira de Mcelo digniuim
destaca inenlo.
lieos guarde a V. Eze. por muilos annos. Fre
suezia de Flores 13 de agosto de ISoti. lllm. e
Exm. Sr. cnnsclbeiro Ur. Sergio Teixeira de Ma-
cado, minio digno presidente da provincia de Per-
nambttCOsPr. l'/mmuz .h/m/ics de .Ihreu, medi-
co em commiasao do govemo as comarcas de Plo-
ras e Boa-Vista.
lllm. e Exm. Sr.Julgindo convenienle nao
per ier occasiAo de frequenli's veres levaran alio co-
nhecimenlo de X. Exc. qual o oslado sanitario des-
la comarca, vou reilerar quanlo a V. Exc, e ao an-
tecessor de V. Exc, Benliu participado desde 22 de
Janeiro do prximo, em ollicios sob ns. ."i, II, 12.
13, 17, IS, 2:1 e 27, dizendo que elle be salislacln-
rio, sendo que. segundo as rommunicaees que te-
nb.i recebido das lotoiidades da cumarra e das seis
cumniis-es de beneficencia por mim creadas, o clio-
lera-murbus amia nao invadi estes lugares.
Devo aproveilar a occasiao para assegurar a \'.
Exc, que estando eu inleiameuie animado dos me
Inoras desejos de livrar a comarca dos lerriveis ellei-
los de l.io fatal epidemia, nAo me pouparei a sacri-
ficio algom a bem da bumanidade.
Dos guarde a V. Exc Boa-Vista 2S de julbo
de IK5 da provincia.O juiz de direilo, Joo de .Souza
Rei.
lllm. e Exm. Sr.Tenbo a satisfars) de cummu-
uicar a N'. Exc, que o cbolcra-morbus continua a
declinar C'insi.leravelmenle nesla freguezia. Na sC-
guudu districlo que foi primeramente afloetedo nes-
la segunda invasao, ja ojolgo eilinclu ; nAo acou-
leceudo porem o inesmo com o primeiro disiriclo.
visto como, depois que tive a honra de olli.-iar a
V Exc. aos S do correte, foram gravemente ata-
cados algon individuos De engeubo Trapicha, pro-
priedade uo Sr. Joaquim Francisco de Souza l.e.lo,
e que dista um i milba da povuacao de lpejuca, ha-
vendo lallecnlo no da 18 desle". victima da mesma
epidemia, um doenle, morador no mesmo engenho.
eos guarde a V. Exc Freguezia de Ipojuca 2:1
A verdade esla sem duvida no meio desle doos
exlreinos, pois que as duas nacijes eslao lAo lalis-
felas com os prembulos, permita Deus que pelo
menos o sejam isualmenle com o Iralado definilivo.
Em sua alesna, o Mxico vai breve inaugurar a
nova consliiuicAo, cuja applicacAo, se isso be passi-
vel naquelle desgranado paiz. Ihe restiloir prova-
velmnte a prnspendaJe que lia lano lempo pro-
cura.
Essa consliluicao he, em grande parle, modella la
pela dos Eslados-L'nidos, e encerra como verdades
fundamenlaes e proclamadas, a enunria;Ao de qua-
si ludas as liberdades, a de iroprensa, consciencia,
oalavra, ciismn, pelicAo, c. finalmenle. a de pessna.
F^lta consagra a ausencia de lilulos deoiiobreza, e de
Indas as prcrosaliv.s a honra-I hereditarias, declara
o servico militar facultativo em tempu de paz, e su-
jeito em todos os lempos aa leis civis ; a escravido
iinpossivel, e a emancipacAo immediata de todo o
escravo que pisar o solo da repblica ; o respeilo das
correspondencias, o eslabelecimeuln dojorv, a fa-
culdade de ler e rartegar armas. A suppressAo jft
todo o salvo-conducto e passapurles, assim como a
de priso por dividas nAo foram nella esquecidas.
O poder execulivo ser confiado a um presidenle
nomeado por qualro anuos, em virlude de leis elei-
loraes, que serAo fcilas, e podaran ser modificadas
pelo congresso. segundo as circunstancias. Seo suh-
sidin nAo be determinado. NAo llavera vice-presiden-
le ; mas, em caso de vacancia, o chefe de juslica
exercer inlerinaineule as funcces presideuciaes.
Isso he urna concessAo feila s velhas tradiccoes hes-
panholas do lempo dos vica-reis, que, eremos, nun-
ca prodoriram bons resultados.
O poder jodiriario residir em um tribunal soprc-
mo, e em tribunaes de districlo e circuito, cu|os jui-
zes serAo renovados de seis em seis auno".
Finalmenle, o poder legiajalivo pertencera a urna
cmara unir, denominada o congresso, que resu-
mir em s todas a altribuicoes da autori.ladc, laes
romo a nomeacAo dos ministros, o exame dos tra-
tadas, o direilo de paz e de guerra, o estabelecimen-
lo dos iinii -los e o vol dos diversos orrameulos.
Os autores da constituicAo preoecuparam-se eviden-
temente, antes de todo, de enllocar a presidenle na
dependencia absnlota do congresso, e seu empenbo
deveu nascer das experiencias multiplicadas que ti-'
yetam debaixo dos olbos, de cidadAos que afronlam
impunemente as le s existentes.
Esla cunstiluicAu n.lo be perfeila, assim como o
o seo dever, nAo be essa riti para que lambem
nao cumplamos o nos Agora qoe a guerra esta terminada, possoimos um
grande numero de navios maravilhosamenle praprw
para o objeclo qoe temos em vista. Sejam envia-
dos para a cosa de t'.ubi urnas vinte raohinnatvii a
eremos qoo nu lim de um anno ,,. negreiroa lera
abandonado ? oceupacao era qoe presentemente se
e npiesam. lie poasivel que i llespanha aehe af-
en 11 la -ii .i dignidade por essa manein de obrar,mis
nao lera' nenhoma boa razAo pin qneiiar-se.
Todas as naces civilisadis con.ideran arlual-
menle o commercio dos escrivos como um cr une e
bem como osootros crimes, elle nao pode ser re-
primido senAo por uins m.i i firme, e mostra a es-
periencu que bem como os oolros crimes, ama ver
abanillos,n.io podem renascer. Por toda a parteKeui
elle desappareri !o, excepto as colonias hespinho-
las.e provavelmeule oao sera' la' suppriraid*. menos
qo disso nos encarreguemos.
Talvez nao se no oflereca mais nunc urna occa-
siao lo favoravel para coocluir esla obra de smaaa-
nidade, como a prsenle.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PfcS-
w.umoi.
pars
B de asusto.
Depois de seis semanas, o imperador se ealregi.
em l'lombicres, as .locuras do jar atente, e a nolilica
segue-lbe o exemplo. O golpe de estada do governo
bespanbol veio iulcrromper, por um instante, a cai-
mana europea : mas a entrega de Saragoca, a nica
cidade cuja resistencia diva serias inquietantes, ler
ininnu a lula e firmou por algum lempo o podar da
rainba. Se a resistencia bouve-se triumphido, gra-
ves compliciciies se leriam seguido forcusameale. O
goverou francez, que releva confesaar, ate he eslra
nho a este guipe de estado, se decidir a iatervir ; a
romera de um corpo de exercilo pera a fronleira da
llespanha, indicava mu claramenle os sana pro-
jtclos.
O qoe se acaba de passar enlre os nosses vizinbos
devera' ser considerado como um golpe de sitado o*
como a repressAo legal de urna insurreicAo contra a
governo do paiz '.' Eii a qoeslio que se agite oeste
momento, e cada partido reolve segundo seas pat-
ines. Em materia de golpe de estado e de iasarrei-
c.ios ha legitimo o triumpbe. A/ainha e O'Donaeil
foram os mais fortes, i razio e a juslica eslao i
de agosto de IHjf.lllm. e F^xm. Sr. conselheiru i nao sera nenhoma que sabir de mAos humanas ; mas
Dr. Sergio Teixeira de M;uv,l presidente da pro-
vincia. Dr.Jou: Mhhi: t'nrdeiro (-ijliliy. medi-
co em eommissfio na me-ma freguezia.
lllm. e Exm. Sr.Em ciimprimenlo as ordens an-
teriores do Exm. ex-presidenle, participo a \ Exc,
que durante o mez de jullm lindo proeedi a variasdili-
gencias no lermo doOuncurv, e nesle de nimba
jurisdiccAu, pelo que consegu a captura de dous
criminosos, sendo um de nonie (ioncalo AI ves dos
Sanios, criminoso de morle na provincia do Ceara.
ara onde o vou remellar, visio licar mais prximo
arciaes. CODVem que V. S.
s e resumidos, cumprebendo
ne se ctia sob a inspeccAo
assim do corrciame, arma-
que forem mencionados una
um desles. e cada um dos
i sement objeelns de nalu-
ulidu ofiiciuu-se aos demais
torio, remelleudo, acnmpa-
da reparlicAo da marinha
de que Ibes d a convenien-
le publieidnde, um exc aplar da Iradurco do sup-
l.ondres, onde se acbam
de 1K de fevereirn e 29 de
nedidas lomadas pelo go-
equencia da guerra
DiloAo promotor piblieo desla capital, remet-
pela qoal Antonio Jos
lugar de boticario do hoa-
DVineia, alim de que, a vis-
nenlus que lambem remede,
ei a accusac'u nesse empre-
nte dn corpo de policia, re-
riispnsicAo do juiz
ara un ollicial e a. [iracas
na escollaren), al o lermo
guarda nacional, Juaquim
Jueiredo, que lem de ser al-
l pi .ico-- ido pelo crime de emissAo de olas falsas.
Communicou-se ao re crido juiz.
idaudo que remella impre-
lerivclmenle a presiden ia, al I de Janeiro prximo
futuro, e na mesma po
a em lodos os mais annos,
um mappa geral daquel e corpo, rom declaradlo da
forc Osada e ell'ecliva.
na casa das observaee
respeilo ao armamenl
disciplina do referido cq
DitoAo inspector d
gando que pude antori
lado provincial a adopt
devendo o referido mappa,
conler ludo quanlo disser
, fardamcnlo, nislruccao e
rpo.
i thesouraria provincial, di-
r o adminislrador do cunsu-
r a medida por elle propos-
ta, para se evitar duplcala no pagamenlo de impos-
los, que teem de ser silisfeilos uo mesmo con irando-o de baver. em visla
Osado o director das obras
rs. mensaes os \euriinenlos
limni Imdores das obras
mnasiu e punie provisoria.
i ir.iiido-o dr baver conced-
em ordenado, que pedio o
sjsouraria. Balduino Jos 'I a-
i os venrimenlna desle erem
sin de Barros l.ima, que o
canli Pessoa. jui/. de direilo interino da Comarca.
lllm. Sr.CnmnrindOO que por \'. S. mj foi ur-
den:iii,;.i em Oflicio desta dala, em ojis.-rs :-u. ; do
despacho do Kio.. ^^,. presidenle d-ifproviiicia de
19 docorrenl", exarado nooflleio, que ao meino
Fixm. Sr. dirisio Jo-e Joaquim B.irboza, lenho a
informar a V. S que em s-rdale I. i recolhido a
cadeia desta cidade no dia :ll de jullmas duas ho-
ras da larde o uiexno Jos Joaquim Herbosa a mi-
nha ordem,e para averisuacins pociaes, pelas ra/es
que passj a expender:Apresenlando-sc n'aquei-
le dia, pranle esla delegaeia, o mejor Amonio Bar-
bosa Cordeirode GosniSo, proprielarin do engenho
l'ui-.ilono ,!,, ir,no de Igiiarassn nueixaiiilo-se,
deque o peticionario,abusaiidn da (riqueza d'ainseu
portador, se apoderara de urna Carta a ell dirigida
e forcando-a, licoa de possa d'uns d cumenlos re-
lativamente a urna dispensa para casamento de
urna sua lilba, e que apossando-se delles, procurava
por este meio obnsar dilo Barbosa, que anciosa-
| mente desejivi apiessar os preparativos, para all
anca de sua filha, a que pagasse, ou se obripasse
por una divida, que dizia o mesmo peticionario Ibe
dever um lerceiro ; divida, que nAo era liquida,po-
is que enlrava nella ama avultada lomma exigida
pelo peticionario! a pretexto de baver curadu a fa-
milia do seu devedor durante a epidemiado chole-
ra, sem qoe bouvesse previo ajaste ; e misma, sem
que de algum modo livesse o major Batbisa parle
nella avista disso era do ineu riguroso dever lomar
conhecimenlo do laclo, que se revelava criminoso,
e nesse Intuito, saliendo, que se acbava nesla cidade
dito peticionario, mamle vir a minha presenca, e
nao lendo elle negado, que em verdade eslava na
posse desses documentos, e antes jaclando-se, de que
muito de proposito delles se apossara, para exlor-
quir esse pagamenlo ou um documento, que o sa-
ranlisse ein suas esperte/as, eislo de modo e com
palavras laes, que revelava o mais perfeiln estado
de embriaguez, leudo, nAo ohstanle esla circums-
lancia, o admueslada, para que enlregasse csss do-
comentos, pro,-nian lo conveuce-lo da injoaliea de
sua prclencAo, pois que eram oulros os inein- gaes
de promover a eobranca d'aquillo, que por veulura
be devessem. Innse de" allender estas admoesla-
coes, pas.oll esle bomem a fallar o devido respeilo a
auloiidade em publica audiencia, u que deu tusara
que alsumas das mullas pns.oas, que se achavain
prsenles desiem as mais Irisles infnrmacoe sobre
sua conduca, dizendo-se mesmo que era elle um dos
socios da compaiiluado Jiro que dizem arbar-se or-
ganisada na cidade do Recite, iinpulacao, que se
toruava gravissim.i e verosmil, a vista da vi la vo-
lante do peticionario o do pouco concedo que lem
merecido nos lugares por onde anda, sem e-le corlo,
o que na verdade muito o iiicommo.lou u'aquella
occasiao :passou em sen eslado de ebriedade c dcsa-
ponlanieiilo a denunciar verbabneule do capit.io
Fortnalo Philadelpbo Camello l'essoa.cuuhailo do
upradilo major Barbosa, que se aclnva presente,
como criminoso de lanlstivi de morle, pie\a|ecen-
lo-se,para esse lim d'oma palacio por He mesmo
feila ao dilo capilAo, e ja averiguada falsa, pois que
teado-sa na veidade dado esta tentativa, e lemlu sido
feilas as diligencias c invesligafOea Ngaes, para i
cunliecimenli da verdade, :oiiliecen-ie de soa fll-
sidade. e por isso nenbuim alleni.ao preslei a se-
melhanle dilo.lauto mais (uaudo esa prclencAo era
somentc c..... o lim deviogar-se do Barbo/.a'e seu'-?
runbado, proprielario desta cumiuca, sauito conlie- 5;
eido, c al ltimamente iimneado Mpitao da guarda a
nacional desle maniclpio : a visla pois de lodo o ex- 3
poslo mandei recolber a prisAo o referido Barbosa, 3
declarando ao queixoto major Barbosa, que foriiiu-
lasse a sua'queixa por escriplo, para proceler-se
as forma das leis e passal a |iroceder as avernua-
ces necessarias sobre as demais impulaces ; e nao
leudo apparecidn aqucixa. porque, segundo consta
logo que foi recolhido tratara de enlresar os docu-
mentos ao qneixoso. e verrilciado-se nao ser exarta
a impalacio de p-rleiucr a conipanim dofjro, leu
do ja passado o estado d ebriedade o mandei pnrom
iiln-rdaile na niaiiba do dia srguinte :
Esle faciu, lllm. Sr., passado em presenca de
V. S. foi reputa,I,i pelo commandanle superior, JoSo
Joaquim da Ciinlia Reg Barros, como precioso a-
cbado para ferir-me, como auloridade, pois que
sendo elle meu sraluilo inimigu mandn publica-
mente chamar au peticionario, como be notorio
nesta cidade e o Induzio a ir pessoalmeule queixar-
se au F^xm. presidente, e dirigir Ibe esse ollicio, que
para cumulo de mi-enas be ti propna leira de seu
sobrinho e foluro genro, o acadmico Alfredo, que
tambem nan me sosia, por n.lo adiar em mim o ins-
trumento pmprio para seus soiiliadn- clculos elei-
loraes, que tan escandecidas Ibes traz as cabeeas.
lie o que lenho abonra d'informar a V. S., que
se dignar levar so conhecimenlo dq Exm. Sr. pre.
i sidente da provincia.
Dos guarde a V. >. Delegaeia 'le poliria d
ser frtil em deseiivolvimcntos materiaes e moraes
para o Mxico, se for lealmenle execulada, como be
provavei, alenlas as boas inlenrts de que se acham
animados os homens que cercam o general Co-
monforl.
A venda dos bens da isreja, lal qual vai ser eec-
luada, he o resulladu de urna engenhosa comhina-
cilo do novo ministro da fazenda mexicano, deslina-'
,la a nAo ofiender os insliuclos da n-tcio, e a prodo-
zir bous resultados. A maior parle das propriedades
da isreja e das coiporaces religiosas eslAo arrenda-
nin.i suniuia animal mu mdica. O
no l'reilas, que foi preso nesle termo em flagrante I Oovo decreto anloriaa o locatario a comprar os pre-
conseineiro >eisio ieixeira Ue JUceln disuissimo I '..................... ,^r,, ,,,,,.,,.. ,,,-,. r......i-------a- -
presidenle da proviociaCaelano Bstelllla Caval-Ia esl.a Cl"arra, e o oulro de nome ibomaz d'Aqui-, "as medanle
- ,i i.luiente do seu lado. Mulls pessoas peosam qoe
O'Donnell lera' gran le dilliculdade de se maoler asa
siluacAo falsa em que esta collocido, enlre os abo-
lolistaa i os progressistas, que elle quer poonar. De
mais elle se ada impellido por duas iafluencias con-
trarias, a ioflueucia franeexa e a infioencii ingleza.
O governo francez impela a ninha Isabel a proaiul
gar de proprio mofa, ama ronstiloicao ; a Inte
ll'liclO, (
mal, in eom um ravallo fortado ; e pelo quo
instaurar o competeule precesso, leudo ignalaTiente
arrecadado na- mesmas diligencias vanas armas,
soiidn ansas du Estado, e mitras prohibidas pela lei
i- -jli de onlubro de IH5I. Aprovelto a occasiao
para remeller a V. Exc. n mappa denioiislralivo dos
rrumnosos que leem sido capturados, e fio arin.i-
menlo p, o: i ni Id, e arrecadado desde que eta Torga
veio para esla eotnarca, desde o i. de asolo do
anuo de 1853 ale o I. de agoste do corren-
la anno, alim de qae V. Exc. possa ,j Uzar os
ervieaM por esla forca prestados nesta comarca, e
evitado o baver os inmensos assoisinatos, que m
ootro lempo se pralicavain, e de andarem os mos
armados, e os criminusus passeando felas povoaees,
zumbando assim das leis c das autoridades locaes,
que so teiniam preude-lns, por lemerem os poleu-
tosns que prulesiam aos malvados ; e assim boje, e
em quanlo exislir urna foica, gozar esta comarca
de (ranquillidadc.
Consralnlo-me scienlilicar a V. F^xc, que esla for-
r;a tem sido sobre ella conservada a disciplina ne-
cessana, e que goza das svinpalhias das pessoas do
tusar, a excepcao de alsoiu potentoso que -e Ihe
lem lirado os mminos de suas fazendas, e de ou-
lros criminosos a quem a policia tem perseguido
sempre. porem medanle a le.
Dos guarde a V. Exc. Quariel do deslacamen-
lo volanle da comarca da Boa-Vista e delegaeia do
lermo do mesmo nome e Cabrobd, I. de agosto de
!S>b.lllm. e Exm. Sr. conselbciro Dr. Sergio
Teixeira de Macedo, dignsimo presidente desla
provincia.Manoel de (7ao'/ios KeHe Per/fcado,
capillo.
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DiloAu jui/. de dirpilo '!** (WDllOD. .\ccu recebido o utlirio que \|mr. diricinmp em 1H -tu cor-
rcnle. reinellenii nal ;.ltzun Hncnmeutos compro-
.*ilis por Vmr. durauie a epi-
'adu il,i ih-i; ilzinr pela popu-
:iihi i-.i os soceorros que para
no. Muiloialisleilo pela de-
Italurios da> despejs I
tl-tinn. quandi) enrtrre
!-(.tu desvalida dessa re
MUTILADO"
termo de (oiaiina 9 de agosto de iHti.lllm. Sr. I bem por parte da algn- dos mais anteveis habi'anle
llr. Caelano Eslellila t.ivalcanli Passo*, mu dig-
no juiz de diieilo inlermo desla aomarca,Antoui >
l-raucijco Pereira delegado de polica.
lllm. o Exm. Sr.Cumpre-me participar a v.
Exc, qne o cholera, ten lo atacado alsumas pessnaa
na Serra do Macaco, coiifurin ciimmtiiiiqucj a \\
Exc. em dala de :t| de julb ultimo, fez apenas
succu.iihir ires pessoas, s quaes u.iu poderain ehe-
r ser enconlrado pela forr^ de meo cesa-1 dios de que goza, e constiloe em |iroveilo do pro-
prielario actual um direilo le hypotheca, cujo capi-
tal rendera seis por cenln de juros, iodo o locatario
aclual que nao evercer o seo diieito de compra do
lerceiro. o qual lomar o lugar por Hle orrnpado.
E-lo s\s(ema vai por lano entregar ao commercio
e a Industria urna mo-i immens de lerrenus e
constrncroes que qoasi ein nada eram melhoradas ;
elle creara urna mullitlfio de propnclarios, que, li-
gaudo-se ao solo,serio nutro-.lano- inimigos dasre-
voluc es ; elle f.ira mohecer o valor exacto dos bens
do clero e das c.irpor.ices religiosas, assegnrar-lbes-
ha urna renda quasi igual, senAo superior, debaixo
de oulro nome, e em prnveito do tbesouro publico,
um imposto que pago pelos credores bvpullieearios
sobre seus inleresses annuaes.
Vollemos a medalba. e veremos es.es mesmos es-
tadistas mexicanos lAu preocupados do interesse da
patria, procurando negociar cun .Mr. .Mares a ces-
sAo aos Eslados-L'nidos de urna immensa porcAo de
lerrcuo compreliemlida entre o ill.' grao di Isli-
tude ea exlremidade do gulpbo da California. A
somma ofl'erecida pela absorvedora repblica be de
Irinta milbes de francos, mas dizem que o presi-
denle. Comoi 'or i,o acha que seja bastante para
esse suicidio parcial.
[Preste.;
I.-se no Morning./'o.7 :
Sabemos de diversas fonles que nos poslos dos
Eslados-I.'nidos laz-seo commercio de escravos com
bastante aclividade. Esse Irafiru nAo se faz pu-
blicamente, pois ha minio lempo fora severamente
prohibido, mas parece que os contrabandistas acha-
rain mu meio de escapar a vigilancia das autorida-
des, meio que fura recenlemente descoberto em
New Vork.
Alsumas casas pnrluguezas lem estabelecimentos
nesla ultima cidade, e por meio de sua experiencia c
de suas relaees, chegaram a fornecer ao mercado'
de Cuba cargas de Africanos. Eis aqoi como esle
Iralico parece exercer-se.
I tu navio conveniente faz-sc devela com papis
falsos sem que ns homens da tripularAo saibam do
sen destino. Chegados ao alio mar. promcllcm-lhes
nina paga enorme para persuadi-los a continuar a
viaqem. Se alguns moslram-sc desanimados pelos
perlgos de-se trafico illicilo, a esperance de um sa-
iiho exliaordinaiiu vence logos escrpulos do maior
numero.
Entretanto alsumas ve/.es mesmo sao ellcs (orea-
dos a lomar parle nesle trafico ahominavel. I'm
caso desla especie acaba de apresenlar-se diante das
autoiidades de New-York, i'm marinheiro chama-
do Andren Wilsoo, naloralda Nova Inglaterra, fora
engajado par* una viagein a .Montevideo ; mas em
breve percebeu aue o navio se dirisia para a cosa
0 frica, e foi obrigado a ir para la.
Em quanlo o navio recebia asna carga liumana,
o marinheiro conseguid esespar-se com um compa-
nlieirii, e relu-inou-se cm um deposilo de escravos
que parecia perlencer a nm negociante de Lisboa.
Lu facto perinille-nos avaliar os lucros enormes
desle commercio. Segando o relalorio de Wihoo
um negru cusa na frica H pezos dums, Ipagos em
asuar-deule ou outra mercadoria, entretanto que
cm Cuba cnsla elle HlK) pezos, nAo he portento de
admirar que baja qoein alTronle o perigo pelo amor
de um lucro lao enorme.
A iloiiiunli i que refere-nos esle fados foi mais
larde (oreada a embarcar-sc em um navio america-
no de MeNv-Vork.,quc ia para Cuba com urna carga de
escravos.
Nao be preciso descrever os horrores da viagein.
lie a repelicao dos incidentes revollanles que bato de
sempre dcoropanhar o mais abominavel dos tr-
ficos.
I m quarto desses miseraveis morreo na viagem,
o resto foi vendido cm Cuba e o navio, Ihealro de
lanas miserias c crimes, foi queimado ; be este um
uso constante alim de (azer desappareccr os vestigios
que se acham ein lodo o navio que lem servido pa-
ra esle destino ;mas esla precaucao nAo pode'salvar o
proprielarin.iiesociaule porluguez em New-Yorb, de
ser punido pelo seu crime.
Vi'ilsoii, que foi lesleniuuba Jo que se passara a
O culpado
Ini presu. e eremos que iirsicmnmeiilo Ibe lera' ja
sido infligida a pena ein que incurreu.
Em presenca desles subterfugios, por meio dos
quaes violam -.-temticamente as leis dos Eslados-
1'nidos, somos naturalmente levados a persunlar.se
nao podemos por nos mesmos fazer alguna coosa pa-
ra remediar esle mal '.' I'areee-nos que sim.
Cuba be presentemente o nico mercado de ei-
cravos, e ainda nAo empregamns os meios que caiAo
a in,isa disposieAo pera fecha-la ellicazmenle. te-
mos sido deinasiadamcnle crdulo- para com as pro-
messas da llespanha. O commen-io da ascravoa em
Cuba lem sido directamente animado pelas autorida-
des da illi.i.
A npiniAo publica linda nao a (/ rompeheinler
romo ao Brasil,{juaes s.i, ,ru, vcrslldeirvs mleres-
-i-. Ella c-ta ainda prompla pira acolher urna
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K. I. lllm. Sr. Apresso-me em commu-
nicar a' V. S como me compre, que bavendo che- bordo, commuiiicou ludo is autoridades
villa no dia
gado a esla villa uo dia I i do correle mez, nrssa
mesma dala asaumj o exerricio do cargo de delegado
de polica deste lermo. Me be sobre modo liaonjeiro
de declarar a V, S. para que lambem sejulsar con-
venienle laca ebesar ao conberiineiilo de S. Exe. o
Sr. conselbeiro presidente desla provincia, que
vtin adiar este lermo em perfeila paz, e bem assim
que o mais boiirusu e satisfactorio recebimenln me
acolheu u.ui somante da parte de alsumas autorida-
des locaes cun quem bei cominuuicado, sen,,,, (an-
dela tilla, com o que me bel dalo por muilu sati-
(ello o feliz. Turnando por ponto de partida em u
meu novo exercido nesta comarca a mus rostirla
observancia da lei e dos deveres inherentes a cargo
que exorco, e descansando na ligilima conlianca com
que sou honrado petas autoridades superiores, leuho
I,- que desempenharci a commiisflo que me I. i nconi- caisa de escravos de qllqoer paite que Ibes ve
lu la de mc.lo a ioslilicar a escolha de \ S. c dn
Exm. Sr. presidente da provincia. Deus guarde .1
trra a empraza pan que nAo faca nada sem i
curso das corles. Cre-se senilmente aqji que aa
be a iolluencia frinceti que triompbari'. Espartero.
0 bomem da Inglaterra, eonservou-s- de parte, du-
rante toaos e-tes aconlecimentos; he um bomem
gasto, c que des-pparrreu tristemente da scesM,
depois de se ler deixado illudir como nm menina
pela raiuha e por O'Donnell. Cousa extravagante >
que prova que se nao linha confluir algoma nsa
bum exilo da iosurreir;an, he qoe os landos hesp
nboes durante esla crisc,sobretodo seropre forim eeai-
tentados rooi firmes na bolsa de Par..
_Ao passo que o horisnnle poltico vai clareando im
Tespanlia. rumeca i enlenebrecer-se no li* lis
Duas Siciliis. El-rei de aples, instigado pelo* ga-
binetes de Londres e de Pars pare (izar reforma.,
; cuja urgencia fui reronhecid uo ullimo coagresso,
respondeu mu cavalleirosamente que ara seahor
,; drulro dos limites dos seus estados, e qne nao reca-
- nliecia as po'en-i.is eitringeirai o direilo de sa i*
Irunietterem nos seus negocios interiores, ti mian-
1 i-o inglez, Temple, deixuu Napolts por lieeni.a, -
| gundu dizem, mas esla luenca he coisideradi aqu
I como ama verdadeiri dc-onercAo. I raiou-se lam-
bem da desuneracAo de Mr. Brenier, noaso emlm-
xador. A Austria, assuslada polo lapedo qoe tan
lomando as cousa, euviou biru llobaer a ap-
les para procurar persuadir a ejl-rei Kerniude, uses
lie um luuco furioso que nao allende a nada, e qoe
acabara' despediudo-o do sea reino.
O Piemonle, apezar dos enrgicos pretorio, que
aqu se fazem ao seu embaixador, nao deia ,|. m-
quielar-se com a inlimidade que parece existir enlre
a l-ranca e a.Vuslria. l'or ootroladoa? gsbinele Irn
cez ve. com lilaos olbos Is lenlativis le bal iolelli
gencia enlre a Aoslria e a Kussia, a instonriaa da
l'russia e do resto da Allemanha. A entrevista que
acaba de ler lugar em faplilz enlre lo imnaradoi
d'AusIria, elrei da l'rus-ia, el-rei di Saiomi, a va-
rios oulros principes di ronfederiraa germnica,
justificara bastaste esles receios do gnveerno francez.
t) marechal Pelissier vultou pira a ?ranea. Ao
desembarcar era Marselha. receben dis nmas doqe-
neral Itogoai, nina carta aulhographa do imperador,
que Ihe ennfere o lilulo de duque. Duque de qoe "..
Asseveram que a carli diz duque de SebaslO|iol;
mas o Mnnilear suarda a este respeilo nm llenera
discreto. Sem duvida rereia-se ofleuder a seaeepti-
Inlidade da Kussia. Neste momento o marechal Pe-
lissier se acha ,cm IMombieres, onde o imperaoW
mandou rhama-lo : asseveram qoe vai receber a no-
meaeao de gnvernador geral de Algeria. Ha islomoi
provavei ; com a sua franqueza um poaeo brutal, a
marechal Pelissier farii umi mai Iriste ligara na
corle.
A residencia prolongada do imperador em l'luen-
bieres, o misterio com que se cerca, a recusa la-
scrida no Monileur, de dar audiencia, fizara a-
credilar pnblicamenlc as fbulas mais eslrsvigaales
e mais absurdas. Jornees eslrsngeiros, sob a pala-
vra dos seus correspondentes um pouco crdulos,
chegaram a dizer que o imperador ludia cniooque-
cido, que passeiva ms ras de Plombieres corlado
de filos e flores, e correndo uestes Irages atril das
raparigas. Todo isto be puramente absurdo. O im-
pera lor foi tomar banbos em l'.nmbieres para corar
o rheumalismo, c repoosar o seu espirito fatigado
pelas luocas emoles da guerra, da Crimea. Sa nao
d.i audiencia aos solicitadores do mondo poltico o li-
uanceiro, e aos membro- do corpa diplomtico, em
compeDsacAov moilas pessoas que o podem distralur
A companhia do Ihealro do Pilis- Roval dea, dnrin-
te um mez represenlicoes em IMombieres, e lados os
artistas, an xnllar a Pan*, desfaziam-se em elogio-
sobre a amubilidade e munificencia de S. II. O pro
prio Grassot nAo pule fallar nislo sem ligrimas nos
qbos. I m pintor de paizisem chamado francisco,
que lem nm tlenlo oolavel, fura idmittidu familiar
mente a mesa do imperador, que, na sobre-mesa, o
fez contar lodo o seu repertorio.
Esle retiro do imperador minga milito a diploma
cia -, -uppiee que medita algum graode profeca
na sua solidAo, que quer deixar os iconlecimeotos
au lempo para osamadurecer, cque a imilai.ae das
srandes cmicos, su reappareceri ni sceoa poltica
para fazer um grande estrepito.
Os proprios ministros nao sabem nada acerca do
segredo do amo. finge nAo querer oceupar-ee da
nada, e nao faz cao das suas reclamaees. 11, H
dias, Mr. I mi I linha urna cumrounieac.ao impor-
lante a fazer ao imperador, encarregou a llr. Ci-
millo Doucet, um dos seus chefes de divino, de le-
var umi carta a Plombieres ; nesll caria, dizia elle.
que Mr. Dooret daria i S. M. evpliraces libaos.
Chegado a Plombieres, Mr. Doacrl nao pode ser ad
mittidn i presenca dn imperador, insiste, e Napoli .10
Ihe manda responder secamente que receben a car-
ta do ministro, que islo Ihe bista. c qne Mr. Doncel
volle iiniiimeili.lamente pira Pina. Como deve
pensar, os ministros estn um pouco agestados coa a
maneira cavalleirosi por que sAo (telados ; a.-uu
Mr. I-mil i di/ia a um dos seus amigos : (I impe-
rador reenva todos os negocios pira as raleadla
gregas.
Os minislros acaban, por fazer como o amo.
eslAo descancando. Mi. Mague, depois da um
mez de ferias pasto que eslea d volla para Piris hi
S das, deixou a sua pasta a Mr. I uld. I'm grande
negocie absoma inieiramente a S. Etc. Iralava-se de
uni plano de um jsrdim inclez para a saa rasa de
[ campo, plano confiado ao celebre lista a quem se
i devem os Irabalbos de aforrnoseamento di Bois de
' lliolo;'ie. ti artista passava horas inleira. em Ira-
I,..lli,ir com S. Exc. Ilemaxeuloiado paiz '. sover
na-se a si propno.
Na falla de noticias aulhenlicss, espalhsm noiina-
absurdas. Ha quinze das pouco mus oo meaos, al
.unas perturbacnes liveram luser em varias cn-
inunas do departamento dos Dmur-Jauas, i propo-
silo Ja prises ana individons sas|*eitos de lia^io
gar os succorros a lempo : as demais salvaran-ee v'. S. Delegaeia de polica na Illa de Garahons I
felizmente, restando somente alguns convalescenlei. i''e asoslo do |s:,ii. lllm. Sr. D. Polxrarpo
Mas esle invisivel viajante, lo ligeiro, quanto er \ Lopes de Leo. digno chele de polica da provincia..
ranle, saltn logo da mesma ".erra para ir de
I ll delegado francisco Anlouin de Sonsa CaiBisito.-
flagellar os babilanles do povoado de Colonia, i dez contarme. (> primeiro amanuense, Jos \avier
leguas desla freguezia, que ano* da mallos soffr-1 FawHIBO Ramo,
meulos pareciam estar livres; fiz seguir us saecur-' .
nli un. >.iu polemos pmsde ncnliuma surte esperar
u menor apoto da parle dos empregados hespanlmes
ou de Cuba.
As ordenanzas l.io pomposamente prninnlgadis
em Madrid ha dous inim- licar.un bao de licar
leltra mora. One resla pois a fazer .' Ha ridiculo
depois da experiencia do passado, esperar que a di-
plomacia nos seja d*- algum proveilo. Temos um re-
medio eliicez e prompto, ia a.llespanha nao cumprt
em sociedades secretos.
Os gendarmes, enviados para pralirir estaa pri
loes, loram presos peles culpios : nina brigada da
cibera do districln fm enviada immedialameolo em
soccorro dos gendarmes. Kspalbou-se o boato alo
que esta agilarAo. immedialamente socialista, linha
sido provocada pela presenca do ronde de t'.hambord,
occullo nos departamento, deneste. Carlas dirig
das .-i jornaes de Pars illirmam, qoe o principe fo-
ra visto e reronberidn ; e o qae mais b". rnnlam
inecdolas anbre o eiilhusiasmn com que fon icen
Iludo pelos ramponezea da \ end.-e. E an mesmo
lempo, pessoas dignas de M e do numa coohecimeo-
lo, chegaram de Frobsdorfl, onde iinbi passado Iras
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


semanas ei
..TI ililll
carcter ct
(!..'i.(> hoje
jo re luzd
que pude
Ule l'.t ti
eleva a in
t'.otno
Charbord, que
ber do perigoso
liara, ui ve-
dte! ineditaa,
diiili.'iil,, iI.i le
rilo riilicru|ns.
0 II!.
-m a su a cata
Vire-ala*, damas e
particu>>'. curoposla
\viu*<4u* 'I"""! e ""i numero mu conforlavel
averiadas, machos femeas. Sem duvida deve ima-
ginar que ao lado de una creanca de tres mena,
nina ama (leve ser romo urna secunda mili > ler us
respectivos privilegios Erro! Erro! O principe im-
parta! Uot I sua cainai.i de dormir, na qu.l velara
inressanlemeule dnas damas de honor, a aun, lem Iralain tenia de prensiar-ee para
urna cmara a parle, onde sempre est. Qoaudo o | (oral que deve Mr bem rudo. Ile-I
principe faz eompreliender pela sua Kngnageen que
deseja tomar o eu alimento, as doas rtamas de ho-
nor sesoida* de doui laeaios e de duas criadas, o
levara eom toda a ceremonia a ama, e assistem c-
eiiriotamenle a -u.i refeic.lu : terminada a refriego
as duas damas de honor lornam a lomar o menino,
e o condu/em para o seu psenlo rom o mesmo
ceremonial. A ama nao lem permtalo para l.eija-lo,
nem acaricia-lo ; he considerada como una c-cusa,
como urna vacca, ou oulro qualquer animal, de
rujo loile se nata, mas cojas rancias te despreza.
Ora, ane-ae que uma das maiores felicidades das
amas, he poder beijar conslantemeiilea sos creanra,
faze-la aliar, dir,ir-lhe eeses dscuisns brilhantes
de ternura, e nenia lingoa primitiva, que s esses
"louii entes eomprolieiidem. Aisim a nnssa pobre
liourgontrz vive desolada em conseqoencia dessa
priv,,,;,-,,) que se Ihe iropoe, e chora(muilas vezes na
sua cmara, lamentando ler un principe paro ama-
nenla". Ora. um ilia, antes da partida do impera-
dor para l'lombieres, as damas de honor, depoii de
ierem levado o principe imperial a ama. de.iaram
nao sei porque, a cmara um instante. Apenas ella
vio os 'cus ilous argos atestados, a pobre Bnurgo-
nhec, toda palpitante de felicidade, lira o peito da
boca do menino, beija-o, acarcia-o, fa-lo altar,
diaeodo cim paiao : ineucoelhinho, como es bello!
como es bello, meu coelhinho !.. Ao ouvir estas e-
clamar.iei irreverentes, as damas de honor correm
precipitadamente, arrancam o menino dos bracos
1 i ama, bradando com m licuaran ,i Que horror !
i Samar o principe coelhinho .. A pobre ama,
que jolaa ter commellido um crime, sem o saber,
se poz a chorar, a solucar. o menino fez o mesmo ;
vendo chorar o principe, as damas de honor bruda-
raiu a.ma maiB forte contra a ama. A este romor
nao aroslumado, Iodo o palacio se ag-lou, julxou-se
que acontecer algomi de-arara ao principe impe-
rial, o imperador, a imperalriz enrrersm e se infur-
niaraui com anciadade da causa de semelhanle gri
os. As damas de honor bradam ambas ao mesmo
lempo : senhor .' h um horror um crime de
laza masestade a ama leve a ouatla de chamar a
S. A., o principe imperial, seu coelhinho !... a A
esta revelaran inesperada, a imperalriz se po a rir
como um huir ; o proprio imperador nao se pd*
conservar serio, e balrndu devasarinho sobre o
hombro da Bourgoohez, qoe ainda solucava. Ihe
dase rindo-se.-Tranquilise-se,am:i, islo nao'he nada;
mas pelo amor de Daos nao chame mais a meu lilho
seu coelhinho !
No lempo da repblica, om representante do
povo, alravessandu todas as manlias, a ponte real
l'ara ir a -embica, nunca deizava de dar um sold
aumcejo, dizendo-lhe: loca-me a Marulhezn.
t o ceg que pedia esroolas dirigido por urna velha,
rcgalava os ouvidos do represenlaote com a uossa
velha aria revolucionaria. Dcpois do golpe de es-
tado do 2 de dezembr, o ewepresenlante atraves-
sando a ponte real, deu nimia um sold ao ceso,
dizendo-llie, loca-me a Marsclheza, Oh senhor,
be irnpossivel, responden este. O anuo passado o
nusso ez-represenlanle, atravessando ainda una ve/
a ponte real, deu um sold ao ii.esmo cegorepelin-
do-lhe, toca-roe a Marselhtza.Aii.rla nao, res-
pondeu baiiinho o ceg.Eralim, ha poneos das
" representan le. fiel a suas convicres, deu um sold
ao ceg, repelindo Ihe por habilo : loca-me a Mar-
setlteza. Uaqui a pouco. lenlmr; respnndeo este com
um ar misteriono. ar-ie-ba caso que este ceg ade-
vinhe ? O futuro no-te dir.
O duque da Caumonl, I.aforre, cuja mulher foi
assaseinada, ha seis imv.es, pelo seu palafrenero, he
um dos homeiis man espirituosos da I-ranea: poo-
eoa illas depois do dous oe dezembro. achava-se elle
em seo circulo, com posto quasi eiclusivamente de
leailimislas. Cada um glozava de melhor a melhor
sobro as cenias de Luiz Napoleao e dos seos cm-
plices ;reiuava tal estrepito, cumo acontece em om
oro lioal na opera. Ue repente abre-se a porta, ap-
parece M. Fould, um dos raros companheiros do
circulo, sobre Indo desde que he ministro das fi.
naneas de Luiz Napoleao. A' sua vista, (odas as
roiiversacet eestam, como por encanto, e reina o
mais prnfun lo silencio... qoe uloncio brada o ,,u-
|ue de Caumonl, I.aforre: ouvir-se-hia um minis-
tro ruubar !....
pezar de seo nasrimeoto, ede lodos os laros, qoe
0 uniam ao parlido legilimisla, o atractivo d 30 mil
Iraucos de dotacSo sednzio o duque, como a muilos
oulros, eo aono passado aceitn o Ijigar de senador.
1 m dos sens primos, o duque de Laferl, crci que
Ceuro do fallen.lo conde Mole, Ihe esprnliava um
lia, mu encrgicamenlp, a sua apostaste : Sou mais
leailimisla, do que tu', rcplicou espiriluosameule o
luque de Coumunf, l.aforce; de,za rollar os Hour-
bons para a l-'ranra, e aposto qoe entrare! uas Tuilei-
rias autes de ti. u
Deve saber, que o principe Jerorivmo, esposara em
primeiras nupcias, urna americana'di nomo Paitar-
an. Napoleao I nao quiz recnobecei' este casamen-
to, e o ni ni.ion aiinullar pelo ron- din, de estado,
mas a corte de Roma, sempre recusou MneeJonai es-
te divorcio. Nasceram lilhos desle matrimonio, que,
segundo as leis religiosas, he perfeilamriue legitimo.
I.m principe lilho do principe Jeronyino e m. .lama
l'alterson veio Franca, depois do imperio, e serve
boje no exercilo o puslo de secundo lem ule. Ouize-
ram impedir que usasse do nome de Bonaparte, of-
fereceram-lhe em (roca brilhantes compensarles,
mas o rapaz declaren, que para si. nenliunia com-
pensarlo ml:i equivaler ao nome de Bonaparte, c
que o conservarii. O imperador levou o negocio pe
rante o conselho, que instituto para regular as
quesles, que dizem rnpeito Familia imperial. Se
a legitimidade dos filhus do principe Jeronymo e
de madama Paderson fusse reconhecida, triompha-
riam os lilhos do segundo matrimonio, de snrle que
o principe Napoleao s surcederia dcpois delles. O
imperador parece querer deixar esta espada de a-
mocles suspensa sobre a calera dos Jeronymo?.
A familia Bonaparte parece ter uro gosto mui pro-
nunciado pelo divorsio : nesle momento trala-se,
peraute a corta de Roma, para obler-se o da prin-
cesa Mathilde. Ella casou-se em 18M> em Florenra
rom o principe DemidolT. Mas, no dia seguinlo do
casamento, separou-se do marido, em con*equencia
de faclos He graves, que o proprio imperador Nico-
lao tomn a deleza da mulher ultrajada, e ordenou
ao principe DemidolT, que po/.esse sempre eutic si e
sua mulher um espado de I) leguas. I'oi smeule
depois do imperio, qoe a priuceza .Mathilde dei*ou o
nome de princeza de Demidoll, e reuunciou a pen-
sad de -200 mil francos que o principe foi nbrigado a
fazor-lhe. Hoja pretendui annullar este casamen-
to ; o cardeal l'atrizz foi encarregado desla uegocia-
cao, perante o Sanio 1'aJrc,iras sabe-se que, em to-
nos os lempos, a corle .le Rama sempre se moslrou
opposlii ao divorcio. Dizem que o imperador que-
na casar a prima com el-re .le Sar.loiiha, Vctor
I- mm.in n I, e por issu procura dillicullar a reconci-
liadlo da Sania Se com o I'iemonle.
7 de agosto. .
O imperador voliara'ainaiibaa para S. Clon 1, on-
de permanecer' ale I j. ludo esta' prompto cm
Biaritz, para receber o imperador e a imperalriz,
cuja partida lera' lugar a 16 ou 17. Ordens mais
severas bao sido dadas para impedir os ministros e
todas as personageus puliliew, de ir perturbar SS.
MM., no retiro de Biarilz. Todas esla, precaure*
fa/em acreditar o boato, de que o imperador esta'
doenle, e mui doenle, mas, segundo eslas informa-
me, que nao parteiii dasmelhores foules, posso cer-
tilicar-lhe que elle esla'bom, e tu lo induz a crer,
que elle faz uma charada, coja adeviuhariu sabere-
mos bie\tute.
O accordo, que foi um dos motivos da queda do
gabinete Sillanlia, > acord que foi um dos gran-
de- eavallos de balalha da opnoeifla de eulan, o ac-
corda que era o inonalro horrendo que amearava a
nossa independencia e nacionalidadr, o accordo, ron-
lia que queriam revallar cn e Ierra, passou lao
mansiiilin, que eia um aoslo vc-lo : e a npposieao
que lano se linh.i apavurado ao presenli-lo, desla
vez eoneu Ihe a man pelo pello, e disse-lheque
fosse depress. Ue curioso ludo isto, e eminente--
nenie ridiculo.
O proceder que a anlica npposieao lem lido, prora
unicamenle que a poerra que razia era s peeaoai e
n.lo s cousas. Nao se explir.ini de oulro modo as
volacoes ullimai.
libadas as cmaras, oa dillcreules parlidos rilo
impanha elci-
vez parece que
BlAi'O 6E PiSrtf^r.b TttCI ft\:A 2 t. SETIMBRO C I8S6
leremos um elemento novo na contend, lie o
lido iniciielisla que em alguna sitios se prepara pa-
ra ira' runa, l'or ora nao se aaDe a que parciali-
dade s encostar.
O norerno nao sera mero espectador na lata, Como
se |.i-ii-,.\ ... lia de influir e grandemenle. A cir-
cular do ministril do reino dirisjda aos envernado
res civi he bom clara. Recommenda loda a mode-
rac.au, lodo o respeilo a' le!, alislencao do eni|>reKo
de fon
BO domingo a imito a c vallo, seguidos de nm r<-
quadiao; aquello wlleddo aos grupos e inliniaiuo-
oapara quedispersassei.
(juanlo a't medidasTadoplar para a barateza do
pan, nlo se sabe ao cerlo quaes aatSo. lia .iillereii-
les upinii.es, mas nao vira a (azer-se oulra colisa
que ruloseja formar a enmara municipal depsitos
de trico, e entrar em coucorreucia: com as particu-
lares.
Ileso a lilierdade, a concurrencia que resolve eslas
qoeiles, e que diminue o preco que os Ignorantes
e desvairados julgam poder diminuir pela violencia,
pelo alaque au principio de propriedsdc, pela in-
jostica, pelo mximo e iiiiinmuui.
Moje Lisboa esla' tranquilla, mas ha milita gente
que mo conli.i ne-ta Iranquillldad. Diz-ae que
sela feira, que In- din sanrlilicadu, llavera' nova e
mais lerrivel etplosao.
Nola-se n.io t,r o goveroo fcilo urna proclamac,lo
em que fallaase com verdade e energa.ao pu\o.
as provincias lem npparecido symplomaa de
icuaes desurdens. Em Caslello ISraneo iucendiaram
dual medas de Irigu, e ha quem diga q.-e por loda
a parle vao lelienlar desurdis no mesmo sentido.
Islo faz lemlirar o qoe uceedeu em Hcapanlia, e
o futuro aligura-f-t earregadu e sombro. Em
llespiinha bavam incendios de fabricas e searas
Km Coianiia rios homens poderosos pelo tea informado dea medulas do novo presidente de l'er-
presiigio e r.irluna eslao em campo pleileando ai' nambuco. ap.nl ou a occasiao para fazer do Sr. con-
eleires. l'm coinuiaiidaiile superior da guarda seiheiro Sergio iei\eira de Maredo o ruis lacnico,
i nacional, oulro delegado de polica, e ambos co.tr
iiisia. Qoal Iriumphara?!
O Sr. Ilr. I mira, piovedcr d* saude, acba-e
reenlie^o nu s. u caico, c suspeml u.is quaren-
teuas.
.//. tim.niliiia.
nao osicnlarao de auloridade, mas leml.ra por (oda a parle, e o enverno ja' nao liuha fiirra
os governadores civis que o dever das autoridades para reslahelecer a ordun. I.avrava uma anarchia
he inliuir pa.a que a cmara venha urna materia horrivel por lodo o paiz.e nem os luzlamenlos bas-
que apnie a poltica do govemo. S-esla rncular los- lavam para reprimir aquellos arlos de elvageria
se es. ripia pelo govcino pa-sado oque nao di- Ne-le lempo um grave cnillilo se su-eila cutre Es-
riaui Mas, alten temn, alleri peimeri. A cir- ro-sura e O' llonnell. Do conllilo entre Os dous re-
cular passou desapercehida para u jornaea da an- sulla a dlwoloeAo do ministerio, sendo incumbido
liga oppo.sicao, e os que lano horror linliam ao cha- O' Dnm.rll de formar orna ailrninistrarao. A larefa
peo do Rodrigo da toi.sera, parece que nao se as- nao foi .lillicil, pois que elle linha as cousas prepa-
suslam Como do Julio bamea. Naluralmenle por ralas muiro de anlemao. O ministerio foi foriiiado
que lem esperancas de la -e rncaiurem. I de moderados, e feilo o programa)! apre A ulica mamna, oo .ules, a regeneraran, for- i,o congresso. Esle da um vol de censura conlra o
mou rima commissao dereclora pan. as elec,Oes. En-, novo gabioele, e declara-se era aesaSe permanente,
tram nella os pr.iicipacsnomes regeneradores, e diz- A milicia pega em armas sem ordem, sem chefe e
seque esla commissao esta de accordo com o go- sem unidade para resistir ao golpe de Estado. O'
"I?*!_____ ,. onnell, que havia concentrado torcas em Madrid
Os progre-sistas dissidentes, a que hoje se chama ; rene o exercilo, e a' testa de -M mil homens julga-
htsloricos, lormaram Umbem a sua commissao. I'a- se forte para dissolver o congresso.
ra onde se encostara' o governo V I ns e uniros A milicia suslenla o cnneresso'e a lula se Irava.
julgam que para o seu lado. Ora o que he veidade Temerosa foi ella, tomecada no da 14 de millo .,u
eque o governo nao pode formar maiuria u com j lerminou no dia lli. A arlilharia e Tuzilaria Irnos
os MHoncos, e he mu.ha opiniAo que elle se apoia- em Madrid por espacu de Ires .lias, ao cabo dos
a" nos orifico*- e nos hMorieoi. ; quaes a assembla linha lugido, a milicia eslava der-
t. os prugressislas praticos ou nao/ii*foricos, co- rolada e a tropa senhor.. de Inda acidade
mo se chama aos que apuiavam regenerarlo, po- A rainha moslrou-se corajosa, pass.mdo revisla a
dem perleramente apoiar o aclual governo, pots Iropas ao alcance das hallas ; mas aquelle aclu de
que oseo programm he sem duTerenca alauniao coragem ha de lalvez Irazer Ihe .lias de muilo amar-
do governo passado. Os traeos principaes da soa po- gor. porque as aulipalhias que contra ella havia
linca apresentados na circular que dirigir aos go vem junlar-se ag.ua aquelle laclo, semelhanle a um
vernadores cms -ao exa.-lameute os principios pelos, oolro pralicado por urna inven rainha, fado qoe
quaes govemava a adniinislracao transada. : lanas lagrimas Ihe cnslou c une foi um dos princi-
pias o qoe he curioso em ludo islo he o fanalis- paes capitulo, de arcusarao conlra ella
no e a inioleraiicia ministerial dos progrcssislas j o' Donnell por em qnanlo nao lernabusado do po-
fiis/oncos. So elles querem apoiar o governo, c nao, der, mas enlre os politieos pasea como cerlo ciuc >
admiUem que om regenerador o apoie, sem que reacjio nao larda a supplaular o hroe de Vjralvarn
Oigam que esse regenerador lem pensameiilo re-1 e a sseDhorear-se oulra vez da desgrararia lles-
servado. Assim, os seus joruaes clamam coman- panlu.
lemenle que osmio hitloricot mo levara oulro Um A resistencia de .Madrid ao golpe de Balado foi
em visla semlo formar a maioria da futura cmara | secundada pelas provincias. Em grande parle dellas
para um bello da darem um velo de censura ao reb-nlaram reacrf.es. que a trepa suflocou. excepto
anile i.oulo, c levarem ao poder o seu querido n'om ou noulro ponto, onde esla lomou a narla da
ronles. milicia. r
No meio desles apicslos eleiloraes, graves suc-l Na Calalunlia liouvc graves dcsnrdens c em Bir
cessos v.eram sorpremler i capital. | celona baleu-se a .ropa rom a milicia uas barrica-
Lomo sabe, un* temos esiado a bracos com uma das por esta levanladas.
crise alimentar. As causas da cari-lia silo militas Saragoca resisti por" muilos dias ao governo de
e variadas, mas figura em principal logar a escs- Madrid, que sobre ella fez avancar um
sez da colheila, nao ... em Portugal como na maior exercilo. NSo chegou a eslahelecer-je si
parle dos paizes da Europa. I capitolon.
Ora quan.lo a careslia lem molivos desles ; ore- llojc quasi loda a llespauha esla' pacificada, e
lieqna.i impossivel. Os males podem ser apenas umaon outra partida conserva Vi armas na
BEPABTigAO DA FOI.ICIA.
'Secretaria da polica de l'ernambuco \* de se-
i n.i.ni de Iri.il!.
lllin. e Exm.ar.Levo ao couliecimenlo de X.
Exc.,que das dlfferenlea parlicipaci.es hunlem e boje
recebidas uesia repartirlo, consta que se deram
as seguiiiles oernrrencias :
_ Forai presos : pela subdelegara da Ireguezia do
| Reclfe, o pardo Antonio Francisco dos Pasaos, por
(crime de ferimentoa, os prelus escravos Manoel e
Silveria, por andarem fgidos.
Tela subdtlcgiicia da fregoezia de Sanio Antonio,
o pr.io liberto e a parda Felicia Mara do Carmo,
I ambos por desordem.
K pela subdelegara ra freguezia da Boa-Vista,
os pardos Damioe l'achoco, por eflensas phisieas ;
Ihi-inote.i Candido de Torrea Bandeira, por ser en-
conirado fura de horas e lazer-se Nspeilo de ser cri-
minoso, e o prel.i Cetario, escravo do Dr. Jos Jua-
quun de M .raes Sarrueiuo, a rcquenmenlo dcsle.
Refere o subdelegado da freguezia do Recife que
amanheeeu hojearrombado o armazem u. 20, que
ica em lenle do caes d'Apollo, cujn .Tiomhnii.nl.
pnrpiu o mais cmplelo elogio que Ihe poda tecer
O que nos parece mais lisongeiro para S. Ese., he,
que e.-se elogio parlisse da bocea de lord Clarendou,
com quera elle leve, segundo Consta, discnssoes as
mais azedas acerca desse momo negocio do traheo,
da iulerveiicao em Montevideo, e da navega.'ao do
Amazonas. Lord Clarendou disse no iiiein dos poia-
dos da camal.i, que nao bavia liumem mais honra-
do e mais zeloso do que o Sr. Maccdo. A repula-
cao e a gloria dos servidores ib) estado sao urna
propriedade nacional, que lodos devenios preservar,
e corlamente se Inda a proviueia e l'ernambuco
com tnat dittenfoes e seus parlidos se adiaste na
cmara dos Inris, havia de unir seus apoiados aos
da aristocracia Ingeza, que musir ler conservada
uma agradavel recordaran do ministro qoe nos re-
presenlou iiaqnelia corle, c que tantas transacc/ies
ventajosas ao Brasil all i.liimou.
Toda essa dis.us-.io foi lisoiijeira para o Brasil, e
he bom que se v couliecendo a consideraefio que
merecemos no mundo civilizado e a eslima que me-
recemos da parle das mais poderosas nacAsa e por-
que mereeemos essa consideradlo e estima.
NOSSAS RELACO'ES Co.M o BRASIL.
< l conde do Malii.e-inii j levanlnu-se para exigir
a apresenlaco de toda a co.iespon.len. ia, que l-
timamente linha lulo lugar entre o goveruo de S.
M. ou o ministril ingle no Rio de Janeiro, e o gu-
vemo do Brasil, acerca do trafico de escravos. Como
foi pralicado pelo trillado, onde os ladres sobiram "a ,nulri1 c,l"a'a do pailaiuculo a exlnhir.lo de se-
e arregacandu S lelhas, quebraram as ripas desce-
rara pela abertura ao armazem, abrirn uma das
portas fecha.las por dentro cora Iranca e por ella le-
'.ii.un ti" eiiat com sabio perleucenles ao oego-
cianle Tasas & Irujaos.
Das ineui lonada- parlicipac.ies consta mais. que
na referida freguezia do Recite se apreseutaram em
a nuile de .10 de agosto lindo sement H pracas da
guarda narioual, para o palrulhatneuto e 6 em a
uoile de di.
Dos guarde a V. Ele. lllm. e Exm. Sr. con-
selheirn Sergio ieixeira de Macelo, presidente da
provincia.o chafe de polica, Dr. l'oUcarpo Lover
lie l.eao.
corpo de
lio (lorque
allenoados, nas nao pudem as lorcas humaua
ze-los desapparecer inleiramenle.
O preco do pao foi eocarecendo, e para evitar
uma exagerada subida, nao se desruidaram os po-
deres pblicos de tomar as providencias necessarias.
A entrada decereaes foi panailtida livre de .iirei-
los.
I'orem e?la medida nao poda produzir desJe logo
os seus benficos clleili.se nem ella pedia remediar
inleiramenle o mal. A prodcela linha sido menor
du que as necessidades reclamara, e nao havia seno
a soffrer com resignarlo os males da caresta, appe-
lando para um melhor futuro.
O preco nao dimuiuio e antes foi um augmento.
O pao linba chegado a 80 reis, e os entendidos di-
ziarn que esle preco era exagerado em rclacilo ao do
alqueire de trigo. D'aqui vnzes vagas de que havia
monopolio, e propostaa de dilTerenles alvitres a lo-
mar.
Estas vozes foram crescendo, e o povo comecou a
clamar conlra os monopolistas.
lia sempre qoem especule com a ignorancia e a-
paiies do povo, e desla vez nan lallarara insl
res.
i. i.-1 > .[.mi a espaihar-se voies de rcpresentacOes
ao ministerio, represenlajes au n.uuarcha e n3o sei
que mais.
O caso he que na sexla-feira pasuda urnas duzen-
las pessoasse reuniram e camiuliaram para Belem,
para lavar uma represeiilaeao ao marquez de Loule.
De I* voliaran para Lisboa, dando vivas a D. Pe-
dro V, ao pao barato, e morras aoi monopolistas, in-
dican.lo alguns ames, laes romo o do par do reiuo
Josu Mana Kugenio. que lem uma fabrica de p3o \
(LISBOA
U de agosio de 1836.
A cmaras ferhaiam-se no dia 10, tend.i D. Pe-
dro v assislido i ttalo de encerramenlo, com o ce-
remonial do cosime em casos laes.
Nos ltimos das as cmaras volaram leis a vapor.
As eommisso.s trabalharam mais nesses .lias do ouc
linhamlrabalhailoe.n muilos meics. A maior parle
dos projeclos nao foram d,sculid,, e, dire mesmo,
alguns houveram que nern foram lidoa. O poder das
commissoes mantfesla-se nos ullimai das d. sessao,
e ha tal commissao que, nao si, ,na, mis abusa do
poder, con veri elido o em tvrannia.
Enlre aquellas leis volatas rapuii mente, ha algu-
mas mullo unportaotes, e que as commissoes linham
meditado. Para o ullramar legiaioo-M como nunca,
levido em parle, nos ltimos rlias, ao visconde de
s, que tem um empenho decidido em que as nossas
i iloni.H prnsperem.
O seu antecessor ji linha feilo muilo, como o pro-
vam varias leis por elle referendadas. E quodilTe-
renca dos lempos de agora para os que pastaran] '
lia annos nem se fallava em colonias, hoje todos se
urcopam dellas, e llgumai disemines relativas an
I llramar prenderam a aliento da cmara muilo
lorlemente. Oxal e continu nesle caminho, e nao
se abandone lao boa causa.
. O accordo de Londres, qP eslava eiquecidn na
cmara dos p.res pela qadt do uiiuisterio Saldanha,
saino ahnal da commissao daquelU cmara. As al-
teracOes que no accordo flterim, nao queriam dizer
nada, mas a anliga Opooticao qun lar grande impor-
tancia a esas allerar;es. cm o lim de volar o ac-
cordo, e dizer que mo eslava ein conlradicro.
As alleraccs cin-i-liain em eliminar osartigos re-
lativos a einpreslimis e preferencias. Ora, claro es-
lava, que mi se faado ernpresliruo, Balo havia a
fallar em lal con-a no accordo.
Na volacao qoe houve na caninij- dos depuia tos
e negocia em trigos. Tuda a larde percorreu as ra
aquelle grupo de popolacii, sem qoe as aulorida-
des o lizessem dispersar, e a noile foi poslar-se no
Roco.onde esleve ale a meia noile mulio a sua vou-
(ade.
O commandaule da municipal appareceu all, se-
riam 11 horas, e convidou-os a separar-se.porem nao
foi obedecido. ,
O sabbado passou-se sem novidade, mas no do-
minen a larde uumerosos grupos comecaram a for-
inar-se, convergindo ledos para o Roco. D'alli se-
pararam-se algun. macales, dirlcnidu-se ana para a
labrica do Jos Maria Eugeniu, que lenlaram ar-
rombar e incendiar, oulros para casa desle cididao.a
qual | relenderain fazer u mesmo, e oulros para casa
de dillereules padeiros.oude platicarm actos de vio-
lencia roubaiulo e maltratando os donos das paila-
ra'.
A esle lempo formavam as tropas da guratelo, e
dirigiam-se para dilTerentes praeaa da cidide, "onde
acampavam.
A for^a que chegou ao Roci con*.o general a sua
frente fez evacuar a praca, dando juntas cargas de
cavallaria, mas tem fazar uso das espadas.
Os grupos porem nao se dispersaram. Abando-
naran! o cenlro da praca e collncaraiii-se as esquinas
das ras. D'alli deslacou a Icopa alguns piquetes
de cavallaria e infantaria, para delT-uder a fabrica e
a casa de Jos Mara Eugenio, assim como Igur.s
padeiros que erara atacados. Estai Torcas chegaram
a lempo de liyrar do incendio a fabrica e a casa da-
quelle civallein), mas nao de livrar alguns padeiros
de serem roubados.
A auloridade uao andnu com a energa que o caso
reclamava, e aquella brandura deu em remllado a-
niinar a populara a remr-se na segunda-feira em
maior forrea.
A tropa esleve loda 8 noile de domingo em ar-
mas, e pela manhaa recolheu a quarleis. Cabe aqu
dizer qoe a guarda municipal, incumbida de def-
fender a nossa vida e propriedade, era a propria que
incilava a plebe no tomull... O regiment lli lao-
hem se moslrava favur.ivel ao pavo. Ha qoem al-
Iribua islo a polilica, explicando esle proceder pelo
espirito cabralisla, que anima estes dous corpos.
Eu nao sei so deva allribuir aquelle infame proce
dimenlo a polilica, peis, ao passo que uns dizem an-
dar nesle tumulto dedo cabralisla, dizem outros que
andam regeneradores.
He possivel que a guarda municipal fosse favoia-
vel ao povo, por eslar animada dos meemos senli-
inenlos que elle, por ignorar romo elle a causada
caresta, por persuadir-so que o meio de fazer
baratear o pan, era aquelle, e por sentir como o povo
os males resultantes da elevadlo do preco.
Ha poucos soldados oa municipal, que nao lenham
mulher e lilhos a qoem sustentara, e o prejo exces.i-
vo do pao deve colroca-los era graves apuros. No re-
gimenlo lli acontece quasi o mesmo, e a ma vunlade
com que este se mova, a sua inipa.'sibilidade pre-
senciando scenas indignas, pode explicar-se pelo
mesmo motivo.
One vergonlia Que tropa esta, c que paiz A
genle seria de Lisboa, lodosos que leem alguma
cousa estila indignados, censurara altamente o gnver
no pela sua pouca energa, e pedem a dhaolocfo da
municipal o lli, como salisfacfio dada a capital, que
no domingo e segunda-feira" foi euxovalhada par
bandos de gaialus.
Mas interrumpa Dirracfo. Na segunda-feira lo
man. fogindo acostada pelas Iropas qoea perse^uem.
O* riegelos de Ilaha vao se complicando. A Aus-
tria roncenira grandes fuas na fronleira do Pie-
iiionle, esle responde com um formidavel arma-
inenlo na praca de Alexandra, sendo nolavel e
muiio Significativo o relaloilo do ministerio que pre-
cede a medula que urge naquelle armamenlo. A
linguagem que emprega o governo piammilez he
clara e euergica. Arma Alexandra para responder
dignamenle a' atltode da Austria.
A quesillo eulre aqoelles dous paizes pude ensan-
guenlar u Europa, e determinar o rnmpimenlo da
ligacilo fortuita que existi enlre a Inglaterra e
I-rauca, mmica- irreroiicilinveU, e que s urna ur-
gente necessidade e um grande perigo pode unir.
O cholera diminue cnisirieravclmenle. Na Ma-
deira lem feilo horriveis estragos, e lana gente ha-
via sido atacada, que ja' nao havia medicamentos.
Daqul parti o Mmdello levando mdicos, cirttr i-
ies. hnliearios, matilimeiilos, camas e remedios.
E-palhiiu-ie aqu a noticia de que a febre ama-
relia eslava no Porlo, leudo si lo importada pelo na-
jo- | vio uarte II Melhor averiguado o caso, souhe-
se que a febre que linha apparecido era biliosa e que
nao apresentava oeyrptenlas da marella, nem era
o vomito negro como lambem se dissera.
A corle esla' em Cintra e lana gente seguio o.)
e>emplo da corle, que nao ha um qiiarlo, nem uma
casa para alugar naquella villa.
O cholera anda all nao appareceu, e ludo quanto
se lem dito a tal respeilo nao he verdade. Sa la'
apparece, foge ludo espavorido, como se fora ci-
dade onde o mmico cmiasse para dar saque.
A ctimpanhia Lusn-Brasileira parece qoe se desfaz.
MAI'PA des doentti tratado* no hospital re-
gimen tal de l'ernambuco no me: de aaoslo
de ISJ6. J
Hospital regimenlal de
Pernamr.uco |"dcseleni-
bro de 1806.
Soturna
lU
til1 s.l
ti
Os
nare
paluc
Ob*cr carnes
fambem era melhor qeiior-aa de viagens para o
Hrail. porque mo lie eom dous barros e arruina-
dos, que se suslenla uma carreira un conroirencia
cum uma frunce/., e onln inglexa. linha um bom
raturo aquella companhin, mas daqoclle modo nao
poda fazer nada. Ha economas que sao desperdi-
cios. A dos vapores esla' nesle caso. Quem nao
lem atiiiamenln nao vai a guerra.
PIKtfiAajilfCD,
PAGINA AVULSA.
Os Srs. acadmicos promovem uma larga subs-
crpi-iVi para a fcslividade da procisslo de Nossa
Sendera do Bom-Conselho : j.i eslao avalladas as
assigtiiiluras. e espera-se, que a Irasladarao seja
fela rom loda pompa e soleinuidade.
O Exm. director da academia nao heiudilferentea
essa prova de religiosidade das no-sas esperau^as, e
os Srs. lentes Drs. Aulran e Braz, muilo se bao ei-
forcado para que essa pa manifeslacao nao fique,
como lado o mais de bum que se lem q'ueridoeslalair
entre mis, muilo principalmente a respeilo das cou-
sas da nossa religiSo.
Antes de houlem lomou posse a commissao Ho-
rneada pelo juiz respectivo o Sr. Dr. Rufino Augus-
to de Almeida. para lomar conla dos bens e igreia
do Rosario de Sanio Antonio.
Consta-nos que ae encontrara a maior rtlacharilo
possivel, em ludo que dizia respeilo a aquella Ir-
Mudada.
Ua, oa freguezia de Sanio Anlonio, orna mu-
lher, que peior do quequanlasmessalinas exisliram,
lem sido a causa de quasi todos os disturbios que
leem havido cm diversas ras, oude por castigo da
moralidade poblira lera residido. A polica de
Sanio Antonio tem feilo por diversas vezes sentir
a esse chamariz, que nao impunemente se calca
publicamente ss leis da huneslidade, mas ella he in-
duinavel, e ai daquellc que Ihe c.ihir nal uuhas.
Dizem que \ico-Carleira sni para casar : in-
feli mulher !
No sahbulo, quaodo mademoiselle Josephina
percorria os camarotes noticiando i seu beneficio de
amanhaa, chegou a um delles, e quando o dono de
urna duna Icvantava-s-j mui cortezmetile para rece-
be-la, a dona levada de um terrihilissiino assnmo
de ciurnes, bradou-lbe, puxando bruscamente pela
aba da casaca.
Asseute-se!... Onde vai
O pobre mal pniile e-tender a mo para receber
o i! nirad cartaz! Se fosse luiviulia a peigunla, al-
guein iiilu ouviiia.
A ra .la Alegra est por momentos pisaando
de alegre | Iraveasa... Oh Ora bem, ha muilosan-
nos que essa ra goza de bom nome, e Dos queira
que conserve a sua alegra natural...
Con-la-nos que algumas bandas de msica que-
rem se furlar de dar-nos o alegrao de as ouvirmos
no prximo 7 de Miembro.
O dia he soleiiinis-iino, mesmo porque nease dia
deve haver dislrarcao.
Devem ao recolh'er locar em palacio. n3o sim-
plesmenle u liymno nacional, mas sini as inelliores
svmplionias que soubercm, e depois' peic.rrer as
, ras consolando nsln-les e animando os decapon-
go pela manhia comecaram os grupos perrorrendo '"dos. Semlo quizerein, nos iremos pedir aos di"-
as ras em grandes vozerias e arroinhainlo as porlas I "l,s conimdiiuaiiles dos carpos, que me nos privem
de quanlos padeiros ericonlravam, para os saquear desse prazer.
Estes magoles armados de paos aiularam al a lar-! ^""io sao olo as bandas militares, devo hive or-
de, sem que a auloridade lomasse providencias. S.i dem *"',e preaeniarem.
enlo a guarnicilo sabio dos quarleis e lomou posi-! Aorecolher. dovorflo comparecer mais cedo: as 7
(oes em dillereules largos. Piquetes de cavallaria e f,er,a excellenlc hoia.
infantina percorreram as ruis, desfazendo os gru- A? relirarein-seiiiiu .lvenlo locar, senao era lar-
pus. No Roci um pelolilo de caradores .leu uma ?a dislancia urna da oulra. para -o apreciar cada
carga de havouela, e em oulros sitios a cavallaria ttm'1' e "'"> "*r MniitSo na harmona, e nao per-
carregou. j turbar a que lirar locando.
A arlilharia postAu-se cm dillereules pracas de I l'ovu nao dever.i se pronunciar por nenhuma.
morres aeraos, e loda a inhalarla que lomava'posi-' l",r1"c 'odas sao eicelleules.
c.lo, carregava logo as armas. 1 Aeahem-se cora essas rivalidadtt, sempre preju-
Esla atlilude iullmidou a plebe, a qual comecou J'0IHes procressn e animac.i i das arles,
a dispersarse. Ai de/, da noile nao havia um 's "' arlisias dever.lo conrorrer muilo para querc-
g'opo. e a n.o a noile a tropa recolhia a quarleis, J" '""quillidade, e domine so o regosijo do
| que falleceram foram j de liiberrulos-pulmo-
s, -1 de varilas confluentes, e 1 de gastro lie
)r. I'rtuedet Gomes de. Souza Pitonga,
1cirurgiilo eucarregado.
BKLACAO' DOS BAITISADOS DKSTA I-RE--
libEXlADE SANIO ANTONIO DO RECIPE
UESTE MEZ DE ACOST DE 1856.
Aos -J.Mana, parda, nascida ha 7 mezes.
Aos 3.Joaquina, branca, nascida a 8 de agosto de
IS.4.
dem.Narrizii, branca, nascida a 30 de junho do
correute anuo.
dem. Belarmino, braiiro, uascido ha 1:1 mezes.
dem.Maria, blanca, nascida a -2> de abril do cr-
reme auno.
Aos i.Olimpio, bronco, nascido ha 2-2 metes,
dem.Francisco, pardo, nascido ha 2 mezes.
dem.Emilia, parda, nascida a 1.1 de maio do
crrenle anuo.
Aos 10.Severino, crioulo, escravo, nascido a 33
de fevereiro do auno prximo passado.
dem.Laiircnlino, pardo, escravo, nascido a 3 de
junho do correute auno,
dem.1 irrun... parda, exposla ha 5 mezet.
dem.Leonor, branca, nascida oo 1 de jullio do
correnle auno.
dem.Maria, branca, uascida a 31 ce maio do
correnle anuo. .
Aos II.Manoel, pardo, nascido a 17 de juubo d0
correnle auno.
Aos 12. Thereza, branca, nascida ha S mezes.
dem.Mana, branca, nascida a 7 de junho do
correnle anuo.
Aos H.~Mauoel, pardo, escravo, nascido ha S
mezes.
Aos 1...Francisca, parda, escrava, nascida a 10 de
jullio do correnle anuo.
Aos lliNero, branco, uascido u 12 de maio do
artno prximo passado.
dem.Niceas, branco, nascido a 22 do correnle
mez. <
dem.Angusln, branco, nascido ha 5 mezes.
Aos 17.Jos, iirancu, uascido a 2 de junho do
correle a'.iin.
Iit.-m..1,.., inii.a, parda, nascida a 13 de junho do
correnle anuo.
dem.Jos, branco, nascido a l. de maio do corren-
le anno.
dem.Quirino, crioulo, nascido a :l de junho do
correnle anun.
dem.Maria, pjrda, nascida a de maio do cor-
rete auno.
Aos 20.Ermina, branca, nascida a rio correnle.
Aos 23j-Luna, parda, uascida ha 15 anuos.San-
tos leos.
Aos 25. Mara, croula, escrava. nascida a 20 de
julho do rorrele anuo.
dem.Manoel, draoco, nereida ha .1 mezes.
dem.Luiza, branca, uascida a 22 de fevereiro do
correte auno.
dem.Henriqtiela, branca, nascida a de marco
de 1850.Sainos leos,
dem.Rila, branca, nascida a de marco de IKO.
Santos leos.
dem.Fabricio, branco, nascido a 21 de julho do
correnle auno.
Aos 35.Maria, branca, nascida a 17 de fevereiro
do correnle anno.
Ao lodo 35.
Freguezia de Sanio Anlonio do Recife 31 de agos-
to de 18...0 coneg vigario, Venancio Heu.i-
ques de Rezende.
inelii'iile correspondencia havia. sido proinetlid ape
lo oolue lord, chele do gabinete, suppuoha elle qae
o nobie cunde ( Clarendou | nao davidaria prestar
apoio a sua mojao. Parecera pois esrusado que a
cunsidcracao de Ss. foste dolida sobre este assump-
lo; mas era elle de sunima importanria, e oulra op-
purluiiniadc laivez se Ihe nao oflerecesse de chamar
alleociio sobre elle na preseute sessau. Pareria qoe
em cousequeuria de uma correspon.lencia, que elle
ulo poda qoalilicar seuao de mal pensada, o gover-
no brasileiro aehava-se profuiidameulc maguado
com o governo desle paiz, colligimlo-se das discus-
oel da cmara dos depulados do Brasil que um i
ruptura das ielan.es amigaveis entre os dous paizes
err cousa imuiineule.
No Seu eonceilo a ,-imza.le e allianea de nen-
hun oulro paiz laivez ossem de maior valor
para a Graa-Bielanha do que a anusade e alliaii-
cado Brasil, que linha legtimos ttulos assvmpa-
lllicat da Inglaterra, tanto pela sua posi rao' com
pela elevar.io de seu carador Sem que prclendes-
se ollcnder quer aquelle govcttio quer o da Sarde-
eda, elle poderia dizer que o Brasil de a Sardenda
da America do Sul ; poiqoanlo ao passo que todos
os demais estados, exceptuando o Chile, gemem sol
o despolismo da anarcba republicana, os Bratileiroi
gozam de um governo constitucional, a sombra ilo
qu.d crescc diarianmne a sua prospendade. O seo
commercio cum a (ir.la-llrelanh.i he immenso, e,
alientan lo para as perlurbacoes e successos que por
ventura podem alterar as uossas relaees com os Es-
tados-Luidos, a allianea de nenbum'oulro paii sera
de mor importancia do quo a do Brasil, caso bou-
vessemos ile declarar guerra aos EsUdu'-L' nidos. Se
nao eslivessemos em bous lennos com o Brasil, cor-
sarios poderiam sabir das suas cosas para mole-lar
os uossos navios, c ivcnlureiros dos Eslados-I'iidu-
ciiusariam dest'arle grave damno ao nosso eommer-
ciu. Sem|.re houve ami/.ade entre a linla Brelanha
e o imperio ; mas susciluraiu-se dispulas motiva-
das pelo Iraliro de escravos, que era ctercido em
larga escala e com extrema barbaridade lio Brasil.
Em 1820 fura celebiado um tratado com o Brasil
para a completa alndtru do trafico, e commissoes
millas foram eslabelecidas para julgamento de tal
enme. Os negocios, porem, sollreram pouco depois
lao vilenlos abalas no Brasil, que o trafico nao foi
supprimiiio como fora conveiicionado, e em 1845 a
nobre conde | Aberdeen ) que eniao era ministro dos
negocios eetrangeiros, tomou uma enrgica delibe-
racilo, que elle oador nao reprovava, pois que li-
nha preeiirhido o fim a que se deslinava, e era lai-
vez neerssaria naquella poca. Por um acto do par-
lamento fui o trafico de escravos prohibido loa San-
ditos inglezet, aulorisadoo cruzeru brilanuiro a cap-
turar quaesquer navios empregados uesse commercio
nos aguas du Brasil, e a estender a sua iuspecrao
sobre todas as aguas do imperio, aprisionando as em-
barraces uegreiras ale debaixo das baleras das fer-
atelas brasileiras. Medidj mais violenl: n3o poda
sor adoptada, e o governo do Brasil, bamilhado e
indignado pelas disposiroes de semelbante le, leve
nao abtanla de curvar-se ante a superioridade da
forra desle paiz.
Os anuos corrern!, e em parte pelos estorbos de
nossos cruzeiros, e em parte tambera ( he jeslo de-
clara-lo mediante a sincera e leal cooperaban io
goveruo brasilciro, t> iralico iiaqrrelle pala declii
mui rapiilametite.
Em I8"2 a inilaciln c liumilliacao ilo governo i-
pertel erara grandes, porque parecia-ihe que a
Brelanha havia legalisado uma especie de uii
para o lim Je abolir o Iraliro uegreiro. 0 P
de lord Derby pensou que era chegaila a occa;
modificar a arcio dessa le, e disse que dep.
tamanha conlianca na lealdade do governo b
ro, ras suas diligencias para reprimir o Irafic
sem revogar esse acto, pretenda todava susp
Ihe a evecur.lo. At agora lem elle estado e
vamente suspenso, e o Iraliro continua a dec.
de surte que no decurso de 2ou 3 annos apenas .
un Ires navios negreiros tem apparecido as costas
ilo Brasil, os quaes hao sido aprisionados c condem-
II.idos. -
Enlrelaiilo, om lins de 18-Vi um negreiro conse-
guio desembarcar o seu carrcgamenlo, e desses es-
cravos 17 foram roubados e levados para o iulerior
do paiz. Desses 47, 10 ou 12 evadiram-se, de mo-
do que so cerca de 20 poderam ser capturados. O
Sr. Jertiinglitin. nosso eucarregado de negocios no
Rio, dirigi ao governo brasileiru uma nula de cujo
lora o menos que se pode dizer, be queera demasia-
dameule descorlez.
Receiava estar fura da ordem. e cortamente seria
anmalo ler um supposlo despacho, pelo llieor em
qoe se aclis publicado as follias publicas, quando
elle orador eslava requeren 1o uma copia exacta de
toda a correspondencia ; mas que uo havia exagera-
cao de sua parle qualilicando-a de extremamente
descorlez.
Mr. Jerninghan, depois de haver manifestado o
profundo pezar do governo inglez pela frouxidao do
governo brasilciro, passou logo a declarar que, se
liiiuvese repetirn de lal motivo dequeixa, o bu-
milhante acto de 1815 seria posto cm execoc,ao ; e,
nao salisfeilo rom esla modificante ameara adan-
loue ainda em dizer, que os navios da "mannha
britnica peneliiriam nos pottos e nos do imperio
para capturar os negreims, e que, se os tribunaes
brasileiros nao condemnassem os criminosos, encon-
trarc-liiain tribunaes inglezet que o onsassem
fazer.
Dorador havia afagado aespranca, desde o mo-
mento em qae o nobre conde entrara para a secre-
taria dos negocios eslrangeiros, que um cerlo eslylo,
que distingua particularmente a Correspondencia
.laqueMn reparlicao, lera lim. O Silvio, a que allu-
ilia, comecara a predominar no anno de ls ;n .. da-
ruu ate 1S1I. Desapparecera cniao, mas tornara a
ser adoptado em 1810, e continiioii al lins de 1851.
dos, assim que chegaram i, bmberibeira, seguiram Kra eslylo mu- peculiar. Ouaesqucr que fosaem as
pe.o leiln da nova estrada, destinada a receber os i circumslancias o despacho eslfreotvpado'principiava
Inlhos de ferro, desvando-so dessa linha apenas em i sempre eipressando o vivo de>rouienlameolodo go-
Sabbado, 30 de agosto findo, o Sr. presidente da
provincia visilot lodos os trabalhos do caminho de
ferro, acompanhado do Sr. cnsul de S. II. Ilrilan-
nica, de Mr. Scoll Toker, engenheiro em chefe da
companlu, de Mr. Beles, engenheiro cm edefe,
represeulanle do empreileiro, do Sr. F. R. de Mel-
lo Reg, director Interino das odras publicas, dos
senhnres Jusc Mamede Alves Fcrreira, J. B. G. Al-
canforado e de oulrai militas pessoas.
"arlindu lodos oca vallo da povoacilo dos Afoga-
alguos lugares, onde oao eslao concluidos os aler-
ros, ou em que se lem de fazer poules, e assim pei-
correraru a eilencao de 13 milhas al oengeiibo Ce-
dro, que he presentemente, o extremo da linha de
Irabalho, em cuja estanto se acliam empregados
1,200 operarios, pouco mais ou menos. A raaior
parte das obras de ierra estn feilas nesla zona.
Todo o servco eslava eteculado cora perfeicilo, os
valadus dos aterras bem regularisados, as 'curvas
bem ti aradas, os diversos grupos dos Iraballiadores
bem distribuidos, n'uma palavra ludo allestava boa
ordem c systctna.
S. Exc. foi informarlo por Mr. Beles, que lodos es
operarios lem geralmenle apreteotado excclleiile
verno de S. II. e aeabava por alguma ameara. O
ministro dos negocios eslrangeiros sempre soprava
no seu rlarim a ola mai subida na solfa, desor-
le que uunra Ihe er* [.ossivel prnfeiir outro qual-
quer som sem ilescer na escala. Suppuoha que nao
era um acerladu llicur de dirigir as uossas relacales
exteriores, porque as nacoes fortes retribualo com
reapostai inslenles, e as flacas conservavnm una
desafTtiCiio ao governo iugtez crvsUlisada no es-
pirite ; deslleic.lo que poderia degenerar em odio
ao povo inglezi.ur.un, oucanv. Coraquanto hou-
vease laivez de censurar ao seu imbre amigo pelo
excesso do fortittr i re, elle uunra antectpara o
ler de aci-iisaJo, como no caso vdente, de falla
oomnortamciilo ; rao r.ioriceradus, doceis, e pela du tuatiter in modo. A nola do ministro bra-ileiro
mor parle dedicados ao Irabalho, circumstaucia une : revelava colera e morlilicacAo. mas eslava escripia
I...I.I.. I. a.._:!.: *.______ ... ^ I____;__________ .- ..
de
llenando alguns lories piquetes pela cidad
As medid que o governo adoplou e que lionlem
appareccram no upplemenlo do DraTi
que o caso reciaiu
dia
muitu lia contribuido para o lisongeiro eslado
adianlamenlo, em que se acbam os traballios.
Os engenlieiros iinntinciaram icualmeule que a
primeira seccao do caminho de ferro, al a villa do
Cabo, eslaria prompla por todo o mez demarco
prximo fuluro ; qje a resonda que deve terminar
na Escuda, estara concluida al dezembro de I8.".7,e
a tercena que dever.i lem inar-seem marco de I8.18;
se assim acontecer, leremos concluidas as duas pri-
meirat secces dentro do prazo marcado para a pri-
meira, prova inconteslavel da grandeaclividade de-
senvolvida us trabalhos.
Concluida a visita dos Irabalbos, foram lodos con-
duzdosein carros as proximidades da punte dos
Crvateos, onde se acbava construida uma linda bar-
raca formada de peinas verdes de coqueiros. orna-
da eom roriinas verdes e amarillas, tudo afranjado
cora multo goslo c elegancia.
Vhi foi servido um eicellcule luchen
em linguagem muilo digna. Nao deaejava citar a
nola, mas o mioislro bristleiro diste qoe havia ex-
plicado esse mesmo fado a Mr. Jerninghan, que
havia demonstrado a Mr. JJernlnghom que muiros
dus escravos linham sido recapturados, e que Ihe
havia prnmeltido a prlsSa de quanlos mais fosse
possivel ellcetuar-se. F>la entrevista leve lugar em
principio de fevereiro, c a ola foi laucada a 7 de
marco. Era de suppor que nesse inlervallo fosse
i e.-eludo alcom de.pacho da secretaria dos negocios
estfangeiros em resposla ,is pruneiras participadles
enviadas para aqui em referencia a e-sa Iransarcao.
O ministro brasilciro moslrou subseiiuentemente que
s.i reslavam 20 escravos pur capturar, c decta-
rou que as pesquizai arliavatn-se paralysad.is, em
consequeucia da existencia da febre araarella, que
leria cerlamente de causar estragos ronsjderaveis uas
lmenlo do Diario, n5o sao as !ve laslar-se da lei. porque a aberracan da lei
Em circumslancids lies asan- i "a" ne libenlade, nao Coi e nem nunca sera
O enthiisiasni) mo he brenca
tropas einpregadas para esse lim. O ministro brasi-
, composlo teiro expoz circumstanciailamenle as dillicul la les
de iguarias e vinliosd-! diversas qualidades. Flie- i inhereotes a nalareza lopographica do paiz.e ter-
ram-se dillereules brindes icompaohados de discur- I mnou o seu despacho exprima lo o sen pasmo pela
sos, que bem demoiitfravam a boa harmona e sin-1 hnmilbanle amosca do ministro inglez, qaanrio, pou-
cera ainsade, que existe eulre o Brasil e a Grao-1eo "! a i de fevereiro, Mr. lerningham havia
Brelanha. felicitado o governo brasileiro pelu aprezamenio do
Depois volltrain lo los para a cidade, onde checa-1 Marj Simllic.
rain as sei. doras da larde, e acompanbaram S. Evc. Na reoniio das cmaras linuve matiifeslac.lo de
Ble O palacio da sua residencia. grande indignarlo por haver sido dirigidascrneiliai.-
l-azeinus votos para que a empreza continu com "' "ola ao goveruo hrasilciro, indicn-rilo parlilhada
....."s" l'"rque eslava islo nos nossos inlerrsses, ca-
lmo porque elle h.,via feilo ludo quaulo eslava ao
tseo aleanee para a represa.......raficonegre.ro.
oucam, ooeam. Da boa te .lo geverna brasileiro1
Iml.a o orador pr, va- cu ls.,2, quando acou-alhara
au ieu nobre amigo c,|e ,,c ,)erN a >u
s.i ilo c!o. '
Agora linha Umbem Informac/Jes parlkularea d i
rnesmi boa fe, as qoaet podia confiar, e, can... ..
Irahco su poda ser efllc-zinenle reprimido pur de-
terminadlo do goveiuo brasileiro, elle supplicav ao
imhre lord, na que houvesw d- mo.lerar-se a si,
pois que uo havia recete de inuleit e uisulluosa.
ani.icas de ua parle, mas im ,|L. ,.|,|r Ie|
gios-eiru e damuoso de -eus subordinado*, (lu.ain,
oui.-iim ti nobre eonde conclolo requerendo a pro-
diirco d.isdncumeiiliis.
O conde de Clarrndoo, que indhtinelamenle se
podia ouvii. parereu d zer que preslav a sua an-
iiiienci a uma grande parl ilo discurso do nobre
conde. Pensjva que o nobre conde nao havia por
ormaalguma exagerado a iiiip.rlaiina que rnmpre
ligar as amigaveis rela^det desle paiz eom o Bra-,
apreciando curieciaineiite os beneficios que dellas
pulem re-ullar.
Somos mui reeonbecidos,e o nosso rocoolieei-
menlo ha lido constantemente pelenleado no parla-
mente, na imprenta, e em i.dus os din amonio! ul-
liciaesao govetne brasileiro pelu modo porque se
lem havido ua renressAii do Iralicu de escravo. A
suas vistas em referencia an arlo, a que alludira,
eram as mesmas que o sen nobre tmigu aeabava de
enunciar. O acto uo eslava actualmente em ee:
cucao, e o governo bratileiro sabia perfeilanieole
que o goveruo de sua inageslade nao se opputiha a
que fustero alteradas as disposiroes daquelle acia,
se porveiilura outras iJenlicaineiile coercitivas ten-
denles a ciiiiecucao do mesmo fim uos ossem asse-
guradas por um tratado.
L'm seuielhante tratado arha-se, ha cerca de dous
anuos, em Contjderacao, mas o goveruo brasileuo
recosa annuir as mesmas cut.lices.
Era, pois, por culpa do governo brasileiro e n.lo
nossa, qoe o acto aiuda exista, e com elle o poder
de ainearar o Brasil. Se bem que o trafico hnuvesse|si-
do reprimido, certa, oceurrencias, no decurso de an-
uo e meio a esla parte, linham lido lugar, que gera-
vam serias appreheuses pelu futuro no apparecimen-
lo do trafico. O governo brasileiro nao iavia adop-
lado medidas para a efiecliva colonisacaJo e emigra-
can. A escravalura havia denescido, causando nella
nao pequeos estragos o cholera e a f-bie amarella.
Daln a escassez de bracos pira o Irabalho rural.
alca enorme nu preco dos escravos, e a tentarlo para
au'iilurar-sc cm lu proveitoto commercio dmasia-
damenlc desenvolvido.
Subiam os preros, e recejes havam ile tenlalivas
para supprir o mercado de escravos. Essas tentati-
vas haviam sido projerla.ias mi correr do anuo pea-
lado, e em grande escala, contando os ii.leressados
com a durarn da guerra em que nos achavaiuos eni-
penhados, e eom a conseqiieiite dillirublade que te-
amos de enviar uma forra naval sullicienle para
obstar a renovarlo do Iraliro.
No decurso do anuo passado o aviso fora liausmil-
lldo pelo governo brasileiro ao presidente de l'er-
iiamhuco, de que um negreiru projeclava reaiisar
um desembarque de .lituanos uas cuitas daquclla
provincia. Cliegnn elleclivamenle a embarcarao, c
exa.-lamenle nu pnnio indicado, mas a polica te
chava ausente, e s depois de algum lempo, por de-
liberadlo de um cavalleiro da vizinhanca, o qual as-
suinm as funecoes de agente de polica, foram ICO
escravos apprelicudidos. O navio era urna e-cuna
de 130 toneladas, que Irazia a bordo nao menos de
250 Aldeanos. T.io descuidada atulava a polica, lao
puuco.lesejo exislia de impedir a miro luro da car-
ga, que duus das depois da chrgada da embarcarao
um individuo appareceu e roubou O negros, e aiuda
dous das posteriormente uuia oulra pessoa escolheu
mais GO.
Kepreseiitari.es foram enderezadas ao governo bra-
sileiro sobre o assumplo, era termos cerlezes, con-
forme os desejos do nobre conde. Qurixat de ne-
gligencia e connivencia loram articuladas contra o
presdeme de Periiambuco, o qual nao sei nao provi-
denciara de modo que a polica impedisse o desem-
barque, mas como tambera se oppunha a que as in-
vesligares do faci tivessem lugar no poni era que
ora pralicado, removendo o Ihealro dellas para um
lugar distante 6 legoas do ponto do desembarque,
onde lestemanbas oculares dn crime poderiam com
lariiidade ser encontrada. Alera diilo, para que o
cavalleitu que havia elfecluado a apprehenso dos
IbO escravos ralo podesse depor oo proresso, o pre-
sidente o linha incluido no ruidos indiciados, e as-
sim privou-o de ser testemunlia. Quando esles fac-
los chegaram ao reo Conlnciivenlo. ( do conde de
Clarendon, ) elle ordenou.a Mr. Jerningliam, no
caso de que as auloridades rrasileiras nada decidis-
lem, que declaraste io governo do Brasil que o go-
verno- OeS; Magcslade se julgaria i- porosa ol.iiga-
(3o de per en eseeoetlo o acto do, ment a que
0 nobre conde se havia referido.' i.O nobre comle
reporlou-se ao depois para um ollicio de Mr. Jernin-
jm, datado de 1i de marro, em e qual este caval-
isaneionava que por lodos os curreios recebia
inrormacoes de nova} desembarques nat cialat de
leriiainLuco, e quenas de que era uma diligencia
se razia para a entrega dos escravos extraviados. Mr
rninahamaccresccntava que havia levado nepuci.
xihecim. mii.-s.ru y..si-,ei. n...-^i"iio as
carla>>ltjiinres do cnsul miHBIrWKbivdmeo.
sobre a materia em queslao.)
I'oi neslas circumstancids que Mr. Jerninghan se
julgou autoii-a -u para proceder de coulormi.la.1e
eom as suas inslrucs.les, dirigindo ao governo brasi-
leiro a nota que fora citada pelo nobre conde.
He exaclo que o governo brasileiro se molestara
e eucolensara-se cora aquella communicscao. He
exaclo que debates haviam lido lugar as cmaras
brasileiras acerca dessa nula, e que u ministro bra-
sileiro Ihe linha dirigido um. queixa. fazendo seulir
quanto se havia modificado o governo brasileiro com
Ulna tal Ilolilirac ni.
Elle ( o conde de Clarendou) havia replirado, na-
turalmente, que nao era da inleoeao nem do deseje
do governo de S. Mageslade causar morliliracao ao
governo brasileiro, mas que semelbante iuliuiaro li-
uha sido feila por haver receio de que, por lfeilo
das llteracOee uas circuraslaucas do Brasil, grandes
preparalivoi ossem levados elleclivamcnte a execu-
v3o para a renovado do trafico, e fora determinada
por amigaveis intences.alim de que|o governo daquel-
le paiz providenciasse acerca dos meios|convenientei
para embargar a realisacao de saineteantes pro-
jeclos. Elle conliava que toda a malevolencia lerie
a esta hora desapparecido de lodos os nimos no Bra-
sil por esse motivo, e que o seu governo hay aca-
bado por recouhecer a juslica das reprseosles que
Ihe haviam sido dirigidas, como em vrdade elle
orador era induzido a acredilar, irquanlo linha
ja demillido o preiidctilo de P' ambuco, e dado a
mais plena prova de sua sme .oade oa obra da sup-
pressao do trafico, nom' ndo ptra aquello lugar o
eu ex-minislrn nesle paiz, pessoa que por ningiiem
he excedida etr .rara e reclidao de sehtimeiitos.
| Oucam.)
Nestat cir -mslancias, e depois das explicacei
que foram dadas, confia elle orador que o governo
brasileiro ja nao nulremalquerriira por esla que.tau,
e absolver o governo de sua magestade.de qualquer
ialencao de morlilica-lo.
Em referencia aos diicumenlos, cuja aprcsenijrao
requetera o nobre conde,parle j eslao iropressos c'oro
diversos papis relativos a.. Irafico de escravos, e o
restante da correspondencia de mareo ale c.la dala,
sei para o anno seguinle se imprimiro.
O conde de Aberdeen disse, que o aclo que fora
mencionado, havia sido propoeto por elle fia cerca
ile 10 a II anuos, suppo-lo que mo grado seu. Elle
era de opiuiao que as circumslancias da poca da
sua passagem o juslificavam, mis que iiidnhilavel-
menle era urna medida de eatrema severnlade, ni-
camente aconselhada pela fnrea da necessidade. Ncs-
sa occasi.lo elle asseguraia ao enverno brasileiro seu
vivo petar prtenle propor uma lal medida, e que
nada Ihe causara maior prazer do quo ver-se habi-
litado um dia para propor a sua revogacio.
Elle nutria esperanza de que a puca" da revega-
r3o havia rliegado, e anda hon'.em tedispuahai
fallar sobre o assumplo e,.m osen nobre amigo, se-
cretario das reanles cslrangeiras, mas senlia dizer
que aqulln qoe elle pensava haver sido cumplela-
iii.nle realisado pelo governo brasileiro,nao linha li-
ilo lugar, c de mais que sviriplnuias havia de reno-
vacan do trafico. Neslas circumslancias, nao pudia
censurar a ameara. comn a qualiieavam, de nina
renovacao do arlo; mas tile mln su esperava que.
1 villa das oceurrencias, a conduela do goveruo hra-
sileirj fosse e cnilinuasse a ser lal, qu- lornatiea
execucao do aclo desneres-ano. romo que lurna.se
igualmente a sua inteira revogac.lo justificada e pro-
licavel.
Elle coDcordava inleiramenle com o nobre conde
que senla-se do lado oppnsl.i, na opinio de que e-le
paiz esta' na obrigaca.i de Halar o Brasil com mais
do que ordinario int*re*se, porquanlo a sua condue-
la, ha sido bem diversa da dos do mais estados da A-
merica do Sul 'Oucam .
A conservaban das relaees amigaveil com aquelle
paiz era muilo para desejar, e elle conliava que a>
explicacoes do governo de sua mageslade seriara am-
plamculesullicientes para alcanrai este fi,. (Oucam,
oucam.; rimes.
Cunha, tend, irbalnada 13 dtat consecutivo., ..
quesejuU...a.ol. proces-os, conlendo 18 preso
lomaram parla u, ir.balh.., canta aivos.dc, ,',
Dr trancro l.uc-s de Sauza Rangel. qu.,ep,e
letendia i chamada da (u,,,^, o lenle coronel
IVdro Mar,...., I alca... ,,,,. mrveajfaj, alr ,
0 Dr. Ilv pobl Do.nell., u Albuquerqu. Mello e .
padre falr.cio Manoel de Souza, que dizeu, ,
a.-ade,,,..-.. do quarlu d, ,.,
Recife : nao fallando na liabilidade oo pnmii
iu e pralica tl.i segundo. astever.ram-nKr qtr
os dous principiantes, Dr. Ilvpohlo a padre Paln
ci -atisti/orain a expeclaliva .nteos ouviulrs : --
i-.ipav t a cadena da promuloria publica o Ilr' Fi
linio Jo,i-iiAl.i.eid. Ileiinquc, que bnlhaiiien,,.,,.
le deseinpn.ha o lugar que dignamente .xrapa .-
la romaica : u Inbunal leseuvolveu um caiader
complelaineult juslneiru e digno de elogio, j, ,.
bliiiie |........,.i de i.-, mil in-liluic.o : lo prufCT,^
uma n densaoqu- nu fo-se sellada eom a cotth. a,
jusilla.
Prata Dos que sempre o jurv desle termo p.-
re la do mesmo muda !
Niteiliedou enuatM das roudrmaacoe, appel-
lan.es e a molv,.;,.,,. po,q, r0Ir.o !,, M.r*
ae saber de ludo ..,o cm Maetadta, e nesla impre-
claudico.! o neu amig... w
| Algumas multa, foraaa imnmat ao, joia,l fM-
to, que i,.. romp.receraro .........n j __, ___
uTvMas'Tr-3''.'" '-' ,uJ"4 -" ter.-S-
e, ,a "',,"SC" *' K'1'1 J'-e'' ''-" n*.
ei.rermi.lade.....,,., 1MU oj lb,,vldo J
nao se, se ,en.. su .,-.,.....,utllcM do", "
Por tocar ne-ta pala*,., a|s horrorosejembro-me.
do n.isto delegad,. ; e eolia ao q.ero oVi emT
leneio uma cari.,,ha do meo amig... q ,.|, J,
svmpaibia a esle agente da polica, to me da anea
noticias ; eit ai toas palavrat :
27 de julho.
Meu amigo.-Sempre Ihe di,e qae o oom.
delegado tem nnle termo aiilipalh,, a qua Z,
as pessoas .selle; veja que agor.. apparece.4o
reuni.ics do jur). a uma ou oolra diriga anas Mla-
vras ; ex.tretanto que, como be, all to activa ,
gente de primeira ordem, ele.
Algumai pritoes lem feilo e he miavel ene aio
da au podesse pf em custodia om ai crimine-, o.
reo de culpa formada.
leu lo i,| r......na BraDje pairad,, jw
rielo de t.ur.nbem desle termo, prender a ajaj -
lenre Iviaqolinio, cruniaoto de mortes, leve, se-
gundo diicm, asimplicidade.le por em cero
ama casa visinha a de sua residencia ; pelo ,
aquelle ramba lor das. le. e d.s autoridades, leudo
denciad"ete"|,a' '"^ "*'" delU cam an,*-
a r.-lando reun los em un rmpreftada de a-n-
Minnol Perc.ra Borget. o proprio delegada em pes-
soa foi surrar e prender a lodos, o que nao pede....
eonsegnir, porque elles oneram. arada deo ern-
c.o ao aaorr.gue que empuuhava em um ewr.v 1a
ara. i. | aula, que he visinha do delegad. ; de-
pois do que deu sa5 ordeD, ,.,ril ^ ^
tr.inaiiiadores e os mesmo. e ?JL*.'e!2! ai,",a p""er,m i alM- i"> m
que se preslartm a lio injusta rorrerrjo : de lado
t-so resullou aiuda mai- a pctlurlwsa'a di fabrica
do Sr. I crcira, que a cada pa.so rccebia ;.viv d.
que eram conduzdosa c..de,3 para teretu turrada,
cora o que sobresaltado, ab.udot.ar.ra o ..... oorf,
trabalbayam, ele. Semelhanle fado p.rer. inrr.vel
meu amigo, e ale indigno de ronlar-lbe ; ooren
eomo inMizmei.te he pura verda le, nao etoMta-.
uai suas unna-. ^^
Outras prises tem havido. como a de um rece dr
Maraca,,.,, que ve.o a esla villa requerer ||.,
de eu I,Hu ; porem ambos foram sollos deneis de
solTrerem injustamente alguns das de prisa*
Nao quero esquec-r-me dizer-lhe, qae 'palicu
era an.iado 13o vigilante, que a cadeia vive cea),.,
leinente eheia de preso.,e da lao gr.nd, intereate a.
seu carcereiro, que, wndu ourivet, do boa vontadr
troca o ouro, que pode apurar em ten radial, pelu>
pres, e preralcos, que Ihe da. at chavea forrea, e.-
quelli triste habitar-Jo.
a Ha um mez se acha presa era tal Vicente Mo-
reira, que ten 1o toflrido por muilo tempe eseravi-
dao, de qae bbertou-se agora, .reuml. ov, diaer.
delegado aecuta-o do crime qaal.lieado no ail. -ld.
nosto cdigo penal, emboca a ollend.da ,. mm,ot de
13 anuos, como provoo o preso com a compelen le
cenidao de haplismo. ,,e o delegado conserva esa
eu poder, com o requerunenlo da parte, etc., abr
cau,lo-a d esparte a dar uma juililictca. i.dirial
coulra a pudicicia da ol -mi.lid..
ir Ah meu amigo. .,.., inleressanle aria, para
esle caso e conlra semelhanle iUegalidade, urna-m-
dem de llabe.s-Corpus? !
i Al oulra vez, etc.
Vollendo d-Campina-l,rinde o pnz da direilc in
lerii.o desla comarca, para a capital desla pro.inr.a.
nnder.ii lmar atiento na -sseniblea protincitl. dr
que he digno membro, patean o exercic.o de teu car-
go ao r. t.erv.tio Campellu Pire revena. m./
mumcpal daste termo, e de qoem anda Ihe na. tal
e. elle lie dessa provincia, e oor coasegainie ah
bem conhecido : cpmecoo ejj; ot Irabalho. fazend.
. i..ef.., ,rv a que deu lu>ar .. |ein>el n.iael-
- nos .-.oto i : caaolumoi, q.i. .lesa-.ivolv. a
mis, uma louvavel iinparcialidade.
i*tn. 0 ** de ju.t municipal, a asjlmaa
lo ur. Jeao Anlonio I-eriMiidetde Carvalho. uritaei-
ro suppteole, que anda nao havia exercid. ...en-
cargo, lendo occasia.. de pa....| ^aonaJo\.,,
pie.,!.!; entretanto que agora, n. ..lstame >e arb
.L il".','.' """P-0 rom "'"nenio das parles, pas
inda ..lo deu uma su audiencia neila villa, ele.
Muilo se lem fallado na .lera.asAo do aeleal ele
gado, e ate dizera. que ja alguem denunciara ai ...
tendales competente colra aquelle. agente da r,d.-
r a eu de minha parle se tivene a disl.ucta de fol-
lar a ua Ble. o Sr. pre-idente, f.r-lb.-h.a a -....,.,-
le supplica, pur meio detle raciocinio.
Se O aclual delegada he o cholera, cerno elle ajn>
1 t, i""""""""' teve tao grande empe-
lto.,,VW"nr^"'"il13 'l-demia, peto amor
... "' M di agotto.
JR" !3 "> frcgoexia a ,.,m da
lihcacKdos volinles, porque o deteov.lv
uie-se a dictadura, e nao se teme a reiponsabilidade.
A guarda da cidade devia ser confiada ao couiinaii-
danle da terca armad
e-l i, n.in descancado..
ar|oclle estar
eternamente ligado aos coraeoes pruileiilemente Ji-
vres, e esla ao* espirites desenfreiadoa a quera a pa-
I ivr.iliberiladelera a misma significara,, de
anarehia
porque. s assim os cidadilos
As garantas deviam ser sus-
pensas e lodo o ncr devia haver conlra os pertur-
badores do soreg publico, conlra esses bando, de
n-aos e de loncos, ,,,,,, na0 e conlenlavam cora o la- ..
lar o pao, mas lim roulia-lo e mo ,', roubar aquelle lll"''r."no' I"6 idolatra um mouaicha.
alimente, se n.io lodo que eiit-onlravjn Aviste disto e mail dos aidos. quem n.lo te
As medidas publicadas nao .ao lo ,,'g.....sascomo tS^l ?%? '
qoiiera. .san apenas recn.nmeiida,-,,.
por lodos os partidos. O imperador svinpailtisava
com es-as demonsiracoes de desapprovaco. Toda a
imprenta etlava violeiilameute exacerbada contra
nos, e tlousdu* mais dislinetos uralures bavam de-
nunciado o nossa conducta coma exeetsivamenlen-
A liberdade que nao he prudente, he a das hor-
das que adof.nn um macaco, e nSo a de nm povo
m ca-
maitn
as miisicas devera
presenc,,,a\,.-.e7,,.s curiosas. A antigaulp,;-.'-' *2^ZZ^ZSZ2Z32X^ t&SZ?tSU' "" '""""*">
quena ler o gestiono de volar com o governo, e por-1 dem para eollueii i municipal ,,- ,i,s,,os,r ,',;, ". i c"1',Ic,l'aC-'o polilica.
lano razia lodo o einpeiiho para que a votaoAo re- neral, inslrncroeas auloridade. ailmiiiisli'uvasnar. ~,,"'i '""-';l<- "" anles dous demonioi prelos,
cahitsesosubreaseniiiiacies feilas na cmarahe- poderem requisitar qualquer lorea, afim dedisoer! [P*r1ue tembem os ha braucos leem pur cosame,
reditiria : mas a .ntica in.ii.in,!. n norr,.i.ii n **- i sar ns crui.,,. d.. mn.s .t lian --- .._ l"das as noilr-s, f,i/,;r sem a menor r-r,.,,,., n
o mesmo ardoi eaclivjdade, que al hoje tem ma-
] ni Testado.
----ajRfc*S
Publicamos.lal como se contera no 77re.-de 2de
|ulho,a discussn que leve lugar eulre os condes de .iU,.', e msiillunsa
: Malinesiiurv.dc Clarendon e de Aberdeen ua cama- : Varios inembms das cmaras, laivez menos a-ssa-
ra das paree ingina sobra as relan.es rom o Bratil. Iniente, porem cora igual forra de detrimento,
j l.urd Malmesburv. que a pr.ivj.rou, he o ministra disseratn aberlainenle : n Se devenios terconilde-
[ lurv, que era I8"i!i revogoo as ordens vilenlas da- < ri,llos c"."10 'n"r"* servos e criados da (ira-ltrela-
'-las an cruzeiro inglez em notsas cestas por lord Ioni' i~~^* ''ia-iirelanha tlem injurias e amea-
Palmerslon. Lord Aberdeen, amor do. para ni, IMa tirar-noi, ecompaahtn 1o-a talve/de tnedi-
liiimilhaule bil de IRt, appruveilou mais ,-.|H oes ''
; casio para repetir o pezar com que tomou essa me-
; dida. I.ord Clarendon he o actual ministro dos-
negocios estranceiro'
reditaria ; masa anliga maiari.i.qieperceben a es-i sar "*-rup..s de mais de dez pessoas, es".,iVioirrI |M,a,.M ,I0I|P*. sem a menor ceremonia o
perleza. Iranslornou-lhe os planos, resolvendo que medida semelb.ule. despejo na meio da roa, sem Ihes importar a<
es qne diziamrej.ito-renravavame aceerda. a ee O re veio bonlem n Cintra pira presidir o e... .?!2!.q,aJ,*,,,m- **"* ,,0O ^n-nioi prelos
que diziam-approvu-queriam que elle ti ronver- seibo de K.i...... i...'."!." "...L P ..' eon- *in eacrayai ,le uma p^
tesse em le do etla.lo.
anda mais violentas, ne-le caso oque temos
1 melhor a fezer be prorurar .miras allianrat. a E
enlai, passaram a indicar claramente as vlllagent
e por consequeucia Jalla te- : ,|e UI,M alliain;.i rom ns Etlidos-Inidos, nulando
A aoga opooticao eslava fariosa, a a muilo cosa I telha, mas ju
la den om vote eoolnrio ao Kabinele, que, diga-te a grande med
Aerdade, he superior aquelln por, eaiua- miserias. I O ministro
gando as inlonnaroes tillirialineiite rocebldas, ei'ue no 1e_rasparte a cscravidilo, neiibuma |dilii-
porlinlo maniera as aecusares feilas ao cx-presi- ruldadc leriain da enronlrar.
denle desla provincia o Sr^ Jas Bento. Sobre a Pergeniada au nobre lord te nmn lal allianea an
conducta .leste senhor lem havido uma laslimavel lira o-Brasil ees Estados-Unidos era eoa
polmica, que parece ainda dura, e qu Indos os
bous Brasileiros devem lastimar, porque ella ja den
lugar a uma humilbacao tal para ns nossos bros,
romo foi essa nota de Mr. Jernnghan, qae mesmo
no parlamente inglez parecen inslenle, inpolilha,
e inmerecida, i nrd Clarendou sem estar aioda
ta para ser
desojada por esle pau t [oucam. Altendendo i,
o nosso avultado co.nmefcio con. o Brasil, para a
na situarlo poltica, para sua descendencia de nos-
sos mais ulicos alliadoa, o Portugueses, elle ro-
gava ao nobre conde qne trihnlae an governo
braaileiro o respeilo a que o repnUva com diriito,
Parahida.Villa do Pilar.
Srs. redactores.Vite mais que quizesse escre-
vcr-lhes durante o mea prximo pastado, ndo me
foi pos-nel assim 0 cnmprir. porque, alera de mo-
rar .lisiante desla villa, e ser um matulo todo dado a
nceopacora ruraes, acrece que, sendo caletre era
minha vida epistolar, desconfiando eom raza* de
meos mor cimentes era material de ledras, nao quiz
teguudar-lhe minha. noliciat, sem que 11 vene ..
goslinho do ver estampada em sua ronceiluadt fo-
lr,a, a minha primeira mantel.
Por oulio lado o raen amico, lnempculiado. cn-
mo Ihe disse, era sempre rn-- c series recelos de que eile estoja eoinpiomeilido. E
qii-.n sal.e se eslara com medu ? mas ua... ri.lo devo
assim pensar ; porque foi elle quem me den cora-
geni e que me lembrou a verdade, como o pilladlo
do noticiador putiliro.
Porem, como ia tomando n. mena apnnlamcnios
me seja pennilli :n. para i.a di.perdira-te, rela-
lar-lhe por ordem ihron. lgica, as noticias que
chegrram ao meu c-mberimeiilo em rs das tantos
em que, como ebriilio, cslumn -ahn de meu apu-
lenl.., e ch.zor a matriz dcsl.i villa, paia asiislir ao
sanio sacrificio da miwa.
13 de julho.
Ja findaram-'.e as sestiles, do jurv, prendido iale-
rtnamente pelo Dr. Aimizin SUilhiel Carneira di
ra nao dea lugar a ito, manden S. Eir.
idenle da provincia por ronsolla do jeiz de pa/
em exercicio, que a junta qualilicad.ira procedes^ a
revi-ao, romeraudo no da 12 dote.
Em unid,, daquelle, trabalhas.ordenoa o delega-
do ao eaorivio da junta, qoe a Urda Ihe leva.se oli-
vro parereve-lo; e.qoereudo o etcrivio atsim com -
pnr, IM respondea o juiz de paz. presidente da nu-
la, que o delegado nao linha eouta algoma com o li-
vro de qualihcacao, e qae a lista dos votante estova
Muda na porla da igreja malriz, onde lodos a po-
diam ler, e que quem quirette reclamar, te eaxreosn-
la>se na forma da lei, ele.
Entretanto, o delegado ouvindo isto do eaerivao, a
to mesmo lempo do presidente da junta, diste cm
gritos que atordoaram os habitantes desla v.lla, qae
nao queriam que elle vfsse a lista dos q.aliacd*s.
porque estavain fazendo a .ua revida eom upa, McT,
ao que llic observou o joiz de paz, que eile- o, ..,.
me.nbros da ju.it. eram incapaze, de commetfv n-
.iicindales. e que e-tavam reaudns na izrru matriz
e que q. gtom f.e reclamar o seu d.reil.
g." I,e "* "cana. O delegado c.......... -_
crescenland,,, quc havia empenho em arre la-lo da.
ele,i;es, mas que elle as vencera, desate co qoe des-
se, fos.e como tesse, ele. ^^
Conta-se por cerlo, que aquelle emprega lo da r-
l.cia esla unido con. o partido da oppotira,. pana
-uerrear as eleices, o umro lado a qoe p.leecia -
e ue na fregue/ia do Taii..., detle termo, lambe.
n elbanlejuncrao he miscravel. e verConh,a, pareo
delegado, e os seos senario..
^SfTSS rrrsu do l.ip... .ind, .e nao fes a
"\"....."'" obtenle haver ordem do governo. al-
lentea os mesmas motivos, etc.
N..o sei se querer..! om.ll.r es^ formilidirla *s-
sencialissima da |ci 7
No lugar denominad.. Meltnrias, daqoella fregue-
zia. no da |. desle correnle. prenderam .. prete N-
da.nn.teeroulmda ,re| Alexendre-orreir.de
i..n.a. leudo Nicol.,., ,e,,,t| trop., e lend-.
dous soldados della, fui la.|H-m maAr.ia.lt,. p.r, ef-
reeiaar-se a prisa.., ele; ntrelas*.,dizem que pon-
de fuer da ra-a do .,.bdeleg..1,.. He que perde, ar
ludo quanto Marlha liu. pre(ll Slfolll SStZ
casa de um do, juizes de p.z d.quella fregaezia. ,
eu nao digo ii.,da
Zt,Z ''i6: ,,P m""v" ",e Htei *te do
mirarle P """"'"'* *" fl-'"- e tolerar e
na,, ^.parecer oulra penna. que ,upr. ., Sm
Saude e felicidade sempre Ihe desejo.
O matulo do rreis/ro.
Srs. redactores.-liem tonveneido eslava
que nrcu nome tonlinuaria a iazer em ele.
Do esqucciniento. com o que assas me con
lormavu. ; pois nada mais apeteco do qut:
vivor o mais parliciilarmentri que poaaivrl
seja ; porem no se tlignou nisso consent!
o Sr. redactor do aUbernl.a querendo Ul-
vez que Um devease a linaza dcve-lo anda es*-
eriplo om leltra redonda, oque nSo lie pc-
queiR-Titiiira
Para provade muitn lilicralquc hr>o scnlioi
redactor do Liberal, emeoniradizer urpe
COta instancia em sen n. 1131 do lllm. Si.
I'r.^cliefo de polica, que lome em cnriside-
lat-o o iminineiilt' perigo cm que esta a or-
dem publica, por ler eu ueste engolillo cen-
to e tantos as.s.issinos, que l'azem o terror
desloa contornos.
Com ctlcio,sciil,orc- redactores sopan-re
que o aLiber.-il* ou tem inulto ruaos cor-
respoiiil'-iilo, que IDo mal o informaiu, mi
nSo se peja de eunlra.itzer os faclos, t- |n
ISSO nao leti'i.i por lim dar salialacties a
quem assim procede s me dirijo ao NajjWt-
lavel publico; cerlo de que fnra de iniui
dillerenlc eonceilo, atlcn-Jendo ao meu com-
porta men to.
llavera oito aniios.seiilmres redaetorcs.que
iiesic districto me domi.iliei, e uelie le-
nho rezidido sem commetler um sa dilir
lo, e sempre gozado de lana, ou qejinia
considerado enlre as auloridades locaes,
MELHOR EXEMPLA
i V

JNTRADO


t
i
I
i
que molem honrado, a tlmUindo--me as
funoces publicas do termo para o qual
mesmo autos de minha cliegada a elle,
recebi nomea^ao de supplente do subdele-
gado pelo Exm. es-presidenle Tosta, o ago-
ra rocentcmentc ftii segunda voz romeado
primeiro supplente do subdelegados quinto
do delegado, o que coinprova que su na opi-
niao do "Libralo podorei passar por potes-
tade capaz de amistar a toda opposicao le-
al.
" Finalmenle.senhon-s redactores pira que o
publico fique intcrado de mcu modo de
proceder, deelaro em alto e bom som, que
nao existe neste cngenho um so morador
criminoso ; porque lenho a cautela de nSo
lar morad senao aosque me apresentam
altestado de suas conductas.
I'arece.senhores redactores um phenomeno
conter-se acento e tantos facinerosos,sem co-
metlerem um fado pelo qual a polica Ibes
tomassecontas,e preciso seria que os dig-
nos Srs. delegados doste termo, ecomex-
pecialidade os dous ltimos, que para elle
tem maudado o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, nao fossora dignos da conlianea do
governo paia consentir cm lauto abuso,
ou ao menos que.fossem tao capazes de tor-
cer os tactos como o senhor redactor do Li-
beral, a quem muito respeito por tao bella
qualidade.
Desculpoai senbores redactores 13o extensa
massada,edigne-sc dar lugar em suas pagina
a estas Jlnhas, para intelligencia do res-
peitavel publico ; pelo quemui grato Ibes
sera o seu attento venerador e asignante.
iodo Florentino Cavlcanti de lbuquerque.
Senhores redactores. Tcno de dar o racu
voto como volante na freguezia da Victoria, re-
clinen do-vos os bonesios cidadosaos lugares de c.a-
maristasejuizes de paz.
Pai a vereadores.
Os lllms. Srs. :
Coronel Jos Cavlcanti Ferraz de Azevedo.
Major Manocl Duarteda Costa.
Capitao Joaquim de liollanda Cavalcauli.
Jos Mariius Pereira.
Yigario Francisco Xavier dos Santos.
Capitao Caetano Correia de Queiroz.
Coronel Tiburtino Pinto de Almeida.
Major Joo Francisco de Araujo.
Facultativo Jos Abes Tenorio.
Para jui/.es de paz.
Os lllms. Srs. :
Major Christovao Dionizio de Barros.
Capitao Joaquim de Hollanda Cavalranti.
\ gario Francisco Xavier dos Santos.
Capitao Antonio Pedro do llego Brrelo.
Jironumo da Cotia de lbuquerque Mello. I DESPACHOS DE
Airen*.
Francelino Americode lbuquerque Mello.
Alteres.
v fiw&s$rei4>.
HACA DOKEUFEt. DE SETEMBRO AS 3
OIIAS DA TARDE.
Colares olliciaes.
Oescoulo de leltrasfj < ao anno. '
t'rederico Rnbilliari, presidente.
/'. Borges, secretario.
______ CAMBIOS.
sonre Londres, 27 l|i .1. por I?nominal.
Pars, 350 a :t".."> rs. por fr.
Lisboa, JS a 100 por'. de premio.
Rio de Janeiro, l|2a I por 0|0 a 15 e :0 das.
Acr,6es do Banco, 60 a Til 0|0 de premio.
companliia de lleberibe 51*000.
a Companhia Peroamboeana ao par.
Utilidade Poltica, 30 por cento de premio.
(i ff Indeinnisadnra. 52 dem.
da estrada de ferro 50 por Om de premio
sobre a enirada, igual a :ll21ll reis por
aceto.
Disconlo de lettras, de li 1|2, 7 c 8 por 0|fl.
DIARIO DE PEMAiBUCO TE'CA FMM 2 DE SETM6R0 H IS56
BXPORTACAO Pfci.A MESA
Senhores redactores.Tendode daro mcu vo-
to na prxima eleicao para juizes de paz e camaris-
tas desia cidade da Victoria, freguezia do Santo
Antao. recommemlo ao publico desta cidade os ci-
dados honestos e honrados que muilo ganhar a
uossa comarca com elegereni
Para vereadores:
Oa lllms. Srs.
Capitao Amonio Pedro do Reg Brrelo.
Coronel Jos Cavalranti Ferraz deAzevedo.
Sollicitador Alexandre Bezerra de lbuquerque
Barros.
Atieres Alexandre da Hollanda Catalcanli.
Padre Joaquim dos Prazares Brayaer Lins.
Joao de Barros Pimental.
Capitao Hermes Plinio de Borba Cavalcauli.
Major Joao Francisco de Araujo,
Facultativo Jos Alves Tenorio.
Para juizes de paz.
Vigario Francisco Xavier dos San tu-.
Professor Jos Pereira Borges.
Dito Joao de Moura Florencio.
Coronel Jos Cavlcanti Ferraz de Azovedo.
AO POtTA'rCT""'
Nlo me cliaroes, poeta, covarde,
Por uao crer sos sorrisos d'aroor ;
No cernidos c^ brisa da larde ;
>em d'aiirora^. .Vtn """%*.
Nm sorrisos d'anior si nao reio,
He que amor para mim uio fiorri ;
Oo gemidos da brisa descreio.
Porque a brua gemer nunc.i ou vi.
Como queres qu'ou creia n'aurora,
Que dispona toucada de llores,
Si de gozos na vida una hora
Jamis live, e me nulro de dores !?
Podes cr-lo, que passas a vida
Diisl'ructainlii d'amor as caricias ;
i.ine nao nutres a esp'ranea perdida,
De gour deste mundo as delicias...
Eu por mim uiko consiulo se diga
O saiei lio be peccado mortal.
Porque o bouiem da vida desliga .
Porque u livra do mundo infernal....
Nao sao dinos seeaso' de gloria
Esses grandes heres suidas.
Que gruvaram seus nnniesna historia,
Por se ter despojado das vida*.;
Chartleriu (oi covarde lalvez, ^^
Quando a tara imputihou de veneno,
V. tranquillo a bebeu d'uma vez,
Vendo a murta com rosto sereno '.'
De chrislo desmenta elle o minie,
Poudo am termo os pesares da vida ;
Preferindo ser morto de fnme
(i veneno beber do suicida '.'
De l'lijnii por ventora essa amida,
Cojos cantos a Grecia abysmou,
Picara dos ecos sem eutfada,
Porque as ondas do mar se arrojou 1
Por ventura esa marlyr d'amcr
Nao devia pnvar-se da vida,
iNesse e\cesso qoe leve de dnr,
Quando foi pelo amante trahida '.'
Por ventura Cal,~Io foi covarde
Em cravar no seo peito o punhal,
Quando qoiz escapar rusldade
Do tyranno, que Ihe era rival".'
Porvenlura deixou de ser forte,
Desmentio seu carcter romano,
Preferindo as cadeias a mnite ;
Nao querendo rurvur-se ao ly ramio *
To me chamas rebelde, descrida,
Por nao crer no que existe nos ecos ;
Mas respondo que sou suicida.
Porque sigo 01 cxemplos de Dos !
Tu nao vistes morrer suicida
So--" Dos de hondadaJesu- ;
Dar > ultimo aleulo de vida
Pendurado nos bracos da cruz ?
Como, pois, hci de amar esta vida.
Que p'ca mim s tem sido de dores '.'
' Eu n.io posso hei de ser soicida ;
Mas sere suicida d'amores.....
Recifa 92 de agosto de 1856. '
Duro.Ouras hcspanhnlas.
Moedas de (>SiOU velhas
" b HsluO novas
481XK). .
Prata.Palaces brasileiros. .
Pesos cohnnnarios. .
o meiicauus. ,
28o 2SS.-)00
165000
IftSXIO
JOOO
230OU
250(10
1J86U
ALKANDEliA.
Reudimenlo do ilia 1......I5:.198$9!i
Decarrc Barca americana ilirefarinha e cha.
Brigue porloguezLua IIIdiversos gneros.
IMPORTACAO
Barca americana a Alice, vinda de Richmond,
consignada a R. Rooker & C, manifeslou o se-
guiote :
3,130 barricas farinha, i.'.i meias caixas cha' ; aos
mesmoi.
Barca ingleza Snow.lon, a vinda de Terra Nova,
consignada a J. Crahlree & C, manifestou o se-
guinlp :
1,524barricas bacallia'o ; aos mesmos.
Briaue porluguez Laia III, n vindo de Lisboa,
consignado a F. S. Kabello & Filho, mauifestou o
seguate :
165 barris loucinho, 12 ditos banha de poreo, 1 di-
to paios e presuntos, 100 ditos cal, 25 ditos e 5 pipas
vinho, 60 caias cera em Telas, 30 moios de sal, 20
canaslras batatas : aos consignatarios.
100 barris vinho, 20 aurrelas dito, 50 barris vi-
uagre. H caixas rap ; a Amorim & limaos.
(0 barris a/.eile doce, 110 ditos loucinho, 15 barricas
alpisla, 6 saceos erva-doce,; a Joao Bernardo do R.
Valcnc.a.
3 pipas vinho ; ao carreeador.
50 canaslras batatas, ,'ttl caixas ceblas, !M) barris
loucinho ; a Jos Marcelliuo da Rosa.
1 barrica fezes, I caixa pilleis ; a Miguel Anto-
nio da Costa e Silva.
50 hairis cal, I dito vinagre ; a Antonio Monta
Machado.
12 ditos e 6 aurrelas vinho, 10 barris vinagre, 10
ditos cal, 6ancorelas azeite-doce ; a l.uiz de Olivei-
ra Azevedo.
t caixole boectinbas para plalas, 1 dilo alecrim,
4 fardos plantas mediciuaes, l caixa mercurio, I bar-
rica moitarda, t dita camphora, 1 dita greda, 1 di-
ta er, 1 dita gesso-inate ; a Anlouio l.uiz de Olivei-
ra Azevedo.
2 barris vinho ; a Joao Evangelista da Costa e
Silva.
11 barris chouriras e presuntos ; a Anlonio Alber-
to de Souza A.
10 ditos vinagre, 2) ditos cal ; a Joao Pinto Regs
de Souza.
40 ditos chouriras, 20 ditos loucinho ; a Palmelra
iv Relimo.
10 meias pipas e 25 barris vinagre, III) ditos lou-
cinho, 25 ditos chouriras; a Joo Aulonio da Cunda
.V Irman..
2 caixas palitos ; ao capitao.
150 barris cal, 10 caixas cera em velas, 1 caixole
maesas, 3 ditos doce, 2 ditos I echaduras e oulras fer-
ragens ; a Lino Ferreira Pinto.
1 caixote canilieiros, e perfumadores; a Joaquim
Mendes Freir.
I barril vinho, I dilo vinagre, 1 dilo bolacha, 2
caixas drogas inedicinaes, 1 lila vidros vasios, I dita
agua ingleza, 1 pacole peueiras de rame, 6;t Loros de
pao campeche ; a Vicente Jos'de Brito.
22 pipas, 12 meias ditas e 60 barris vinho ; aMa-
noel Joaquim II. e Silva.
82 barris cal ; a r I fardo alecrim, I dito ratania ; a Joaquim de Al-
meida Pinto.
!) caixas velas, I barrica uesso, I caixa broxas, >
DO CONSUI.4I O DESTA CIDADE NO DA
I. DE SF.TEMI KODE 1836,
LiverpoolCaler; ingle/.n uSeraphina, Jnhiislon
Pater ^ Compajihia, ul saccas algo Ao.
Rueuos-Ayrcs krieiio diuainarquez C lurrieru,
Amoiiin IrmAijs i\ Coinpauhia, 236 barricas assu-
car braneo, 25 pipas agurdenle.
FaliniiulliBrigui hamburauez ((Miranda, T. M.
Viuassa, 5,000 ponas de boi, 1,000 cauros verdes.
RECEIIEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PBRNAUBDCO.
Rendiinento lollia 1...... 1:3944240
BENDIMENTO DA REIIEBEDORIA DE REN-
DAS INTERNAS CERAES DE PERNAU-
BL'CO DO ME/. DE ACOST CRREME, A
SABER :
Furos de terreno! de marinha. 339731
Ladennos......... 803000
Siza dos liens de raz..... 6^149309
Dcima addirioual das rorporares
de niAo mora.....'. II-I20
Direitos uovos e velh JS e de c'nancel-
laria.......... 6569281
Ditos de patentes dos olliciaes da
guarda nacional...... l:n|n- i
Dicima de chancellaiia..... 1669883
, Mulla por inlraccio do regulanicnlo- 49301
Sello lixo e proporcional .... 0:3573173
Emolumentos........ 23391 SO
Impo*to sobre lojas, e casas de des-
ceios ......... 3:6079630
Dilo sobre casas de movis, roupas,
ele, fabricados em paz estran-
geiro.......... 1609000
Dito sobre barcos do interior 129800
Taxa de escravos....... 3769000
Cobranra da divida activa. l:378j(08l
liideinuisa;e......... 2109000
Reccita eventual....... 63OOO
26:1779698
Reeebedoria de Peruamboco 30O agosto de 1856.
O escrivao,
Manocl Anlonio .Sillines do Amaral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendnnento dodia 1..... 1:9369138
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO
PROVINCIA I. NO MEZ DE ACOST DE 1856.
Direitos de 3 por cento do assucar
exportado........ 13:0439356
Dilo de 3 por cenlo do alindan. 1:17'J?tilt>
Dito de 5 por cenlo de mais geueros 1:450-570!)
Dilo de 1|2 por rento do cafe. 19970
Capa la/ia de 160 rs. por sacca de
algndao ,..... 2329800
Dcima urbana....... 8:2489489
Etrravos despachados..... 11:800-5000
Meia siza dos escravos..... 1:1089200
Sello de lieranraj e legados 1:6069818
Imposto de i por cenlo..... 1319760
dem de 3 por cento...... 549120
Emolumentos de polica .... 179(00
Beus rio evento....... 909800
Mullas.......... 2069040
Novos e velhos direitos..... 3449479
Tata de instrucrao publica lOjiOo
Juros.......... 819617
Cusas. .......... 4319672
19:9629609
psulado provincial 30 de agoslo de
1856.O 2." i-cnplural.it ,-.,
l.uiz de Azeredo ouza.
PALTA
do.t preros cor rentes do catitear, algodio, e mah
gneros do ; aiz, que se desparluwi na mesa do
le l'crnambueo. na semana de 1
a 6 de telemiirode 1856.
Assucar em ca xas braneo l. qualidade
n 9j 11
Mesa do co
as da le. Este se pas-ou em viilude do ineu pro- | O PERNAMIil CANO nao poda deixar pastar es-
vnnento, que tica em poder do escrivao, que afta I la noile aein que apreaeule algons oovot exercicios
Rerife no primeiro da de equilibrios, nunra vi-ti.s, iobra o rame.
01 IN'l \ PARTE.
escreveu, uesta cidade dn
selembro de 1836. Eu CalJiuu Teinistucles Ca-
bral de N'asconcellos o e(crevi.
Ruliuo Augusto de Almeida.
:!
mase..........1
bar. e ac. braneo. ...
maseavado .
a refinado..........
Algodao em pluma de l. qualidade
o j 2.a 11 ir
o 1) i 11 3.-' )i 11
.> em caroro.........
Espirito de agurdenle......caada
Agurdenle ci chara........
di caima....... a
i> rt sillada..........1
1 di 1 reiuo ........
ditas e I fardo drogas e polos de lonja ; a Moreira
'iJfcre
\ i^-Fragosa.
9"m^"WjjT
JosdeT
1 eaili. ,:^!9BBS & l.ima.-
IOO barris cal, 5 caixas bolaclunhas 2,tKK) moJlios Cafe
rebolas; a 'I boina/, de Aquiuo Ponsec^flTti- ,,
llio.
100 barris cal; a Bailar & Oliveira.
1 caliles movis ; a Vicente Alves de Souza Car-
valho.
1 caixAo livros e bracas de halanca ; a Mauoel
lavares Cordeiro.
1 barril carne, I caixole banha ; a Campos A
Lima.
6 barris peixe ; a Joo M. Cordeiro Lima.
1 caixole livros iinpressos ; a l.uiz Antonio de Si-
queira.
'tii pipas abatidas ; a Joo Jos de Carvalbo .Mo-
rar-.
100 barris cal ; a Manoel S'unes da Silva.
1 caixa livros impressos; a Jos Anlonio dos San-
ios Lessa.
.50 barris chouriras ; a Joao da Silva Rega-
das.
RENDI.MEN IO DO ME/. DE AGOSTO.
Reiiiliiiieiitn lutul
Restituirnos
109.-9329*62
3399565
Rs. 109:5925897
liuportanio.
Direitos de, uno. ."......
Ditos de 1 por io de reexportarlo
paraos portos do "periu......
Ditos de baldearlo. .7........
Expediento de 5 por cento dos gneros
cslrangciros navegados por cilmla.
gem..............*v .
Dito de l|2 por e. dos generoa do pan.
Dilo de I l|2 por r. (los gneros livres.
Annaienagem das inercadorias.....
Dita da plvora.............
Preinin de l|2 nrrenlo doa BMi^nadoa
Mullas calculadas nos deapaehoa. .
Interior.
Sollo fixo................
I'alcnles (Insilispachanles geraes. .
Ditas ditas especiaes. .........
Emolumentos de ccrlides.......
400:1029104
119400
100
5119311
737-5356
.(8995111
1:4709865
:W3-19
2:1809X32
879521
289800
I2S90O0
239000
155640
Ceoebra .
.
Licor .
D ....
uTroi pilad
em casen
'!e mamona
u inei
n de icixe
.cau .
>es .arar; s
" Papa
olachas .
discoitos ,
hnm .
resslo
o om case
muido
Carne seccii
Cocos com r< sea
Charutos bo
lis .

or 111.ino-
11 re,
Cera de cari
em velas
Cobre novo
Couros de bo
11
)
verdes.......
espilados ....
de cura.....
c ibca corlidos
Caachimbo.
Esleirs de rireperi.
Doce de cali I
-1 u 'da
i) secco
11 jalea .
Estopa nacional
u eslran;;
Espauadore!
Farinha de
FeijAo
F'uino
ho:n
ordi
cm f
409:5921897
^
O abaixoassiguado pede ao respeilavcl publi-
co, que suspenda eo juizo sobre a corresnondencia
iua appare>-ea inserida no Diario de Pernambuco
n. 204, em 29 de agoslo correle, ale qoe em lem-
po opporluno mostr por dncumculos, que a denuu-
c-ia, em que se basea o annimo correspondente,
ful dada por om seu inimigo capital para o desmo-
raltaat em lempo de eleicao, como agora tambeo
lancou mi della o iuimigo da imposturapara o
mesmo lira, cuja denuncia de 1 i anuos, que foi re-
inetlida ao promotor publico, a pedido do abaixo as-
sanado, para proseguir nos termos da le, nao pro-
gredio por 1er falsissima, c o dilo promotor no en-
controu una leslemiiuha que servisse de prova ;
;ioisdesde ja desalio a esse annimo, que aprsenle
a mioha pronuncia sobre os (actos apuntados na re-
ferida denuucii1, qoe oi considerada como um pa-
pel sujo. Cidadcda Victoria 30 de agoslo de 1856.
Jos Cavalcauli Perrax ,ie Azevedo.
O. abaixo essignados, ofliemas do sexto batalhao de
lofanUna da guarda nacional dos Afogados, pe-
nhorados do mais sincero reconhecimenlo e erali-
lAo, rallariam a um rigoroso dever aa nao provas-
>em seu reconhecimenlo e amisade ao lllm Sr
major cuminandanle interino do primeiro baUlhao
de arhlharia da guarda nacional, Alexandie \u-uslo
de Friss Villar, e aos Ill.ns. Srs olliciaes do mes-
mo batalhao. pelas maneiras urbanas e allenciosas
com qoe os tralaram durante (i2 dia< que liveram 1
honra de fazsr parle do mesmo balalhflo, qUe esleve
aqua/lelado, e bem assim aos lllms. Srs. oftViaes ile'
pnmeira linba,com quem sempre deram guarnirAo
prat.a.
Auies meollo de cnlrarmos no quarlel, ja conlle-
vamos ao lllm. Sr. major mi.iiiainlaiile inl-rino
em quem sempre rccoobeceinos maueiras e educa-
cao, e cerlamente nos nao engaamos no juizo que
liriiiamos a seu respeito : porlanto, gralos a esses
obseipiios.somos levados pelo dever a palenlear uosso
reconlieciinenlo e sralido.
Recifo I de selembro de 1856.
Chrhtocio de Hollanda Ca aleante.
Cepill,
Manoel Goureta de Soura.
Tmenle.
Ucrnardo Damiao Franco Jnior.
Tenenle.
. Joo ttibeiro l'essoa di Laceria Jnior
Alteres.
.Vrts *ef/itHtr>
Dinheiiii .
Assimiadns .
rsperies.
, 283:0709321
. 126:5229576
Depotito*.
Em bataneo un ultimo de
julho..........
Entrado* uo rorrcnle mex
32*829609
3999185
Saludos
1:2389391
79400
Exisieoles...........
Na feqiitiites etpeeiet.
"inheirn..... 5559183
Letra......3:6759806
4:2309991
ContrUmiriio de enridade.
Reiiiliincnln ueste mez......... 5325819
All'audega dcPeruanibiico 30 de agosto de 1856.
o escrivao,
Faustino Jo< dos Sttnlox.
CONSULADO tiEUAI..
Rendimenlo do da 1. ..'... 1:7019882
^VIll^A^ PROVINCIAS.
Rendimenlo do da I 1093170
RENDIMENIO DA MESA DO CONSULADO DE
PERNAMBUCO NO MEZ DE ACOST DE
1856.
Consulado de 5 por cenlo. 29:7.i0.-&i!)
29:7108859
ano
Iba bom.
ordinario
reslolho
I pe acuanl i .
Coinma .
(ieugibre.
Leuda de ai:
Pranchas d
11 1
Costado de
c. t|
11 de
Cottadinho
Soaldo de
Forro de d
Custado de
l.o-t.i Imito
Soaltio de
Forro de
duas arrodas
dobim.
taios
. canalla
. bolija
. caada
garrafa
11111 al.lucir
... i>
. camula
... n
...
. una
. 11111
... 'jii
... 11
alia e
a 11 ha .
primor
Dio d'nhra
salgados .
milheiro
urna
eiio. mao
grandes .
pequeos
mandioca ,
inilho ,
ararula ,
d'olira
alqucire
11
alqucire
i
alq.
cenlo
de dilo
lito. ,
lo
louro .
de dilo
lio .
ilo .
edro .
Toros de la .ajuha .
Melado.
Milu .
Pcdra de
has grandes .
pequea- .
loros.......
b amarello de 2 costados urna
louro.........
|nnarellode35a'iOp. de
a 3 de I..... b
tilo usuaes.,..,,
quiiil.il
du/.ij
Varas de puieira"
a piilhadas
a 11 <] uiris
Em obras 1 odas de sicupira para c. par
1 .1 ixos
molar
tillar .
1 cholos
lioi .
Anrnrageni..... . 1:1038700
Direitos de 5 por cenlo na
compra e venda das em-
barcarnos ..... H0?>000
Expediento das capitanas. 6IO935O
Mullas....... 65670
Sello lixo e proporcional. . 6799180
banuuiinenlos de ccrlid-c*-. 6992O
Dicertat provincia*.
Dizimn do alliodflo c oulros
gneros do Kio Grande do
Jiorle....... 69900
Dilo dilo dito dito da Para-
hiba........ 5089671
Dilo do assucar, o oulros
gneros da ilil.i..... L'l 1-9121
Dilo dito do Rio Craiidc do
Norle....... 129325
Dilo dito das Aleadas. 3779510
2:8663820
32:6079679
Ponas de
Piassava
Sola ou v
Sebo em ruma
Pclles de .trueno
Salsa parr Iba .
Tapioca .
Indas de
Sad.ln
Vinagre di
qucla .
doi
'Mobimmv $9 pptto.
BahaII
228 Ion
equipa;
ii;o Lu
da liad 1.
Assu'.
1:1499157
33:7569836
Depotilos aaMdoa
Dito
2:2139137
s extsteaiea...... 1:1499885
Mesa do consujiado de Pernambuco 30 de agos-
lo de 1856.n escrivao, Jarome Gerardo Ma-
na l.nmarhi de o filo.
CanalE
-si... i r
ipa
ranada
alqueire
una
ii
rento
mol lio
nieio
a
unta
l
a
. cenlo
pipa

9
1-5000
29700
55120
6500
69100
59700
19625
9900
9590
-81K
>700
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6.-0IK)
9360
I63OOO
39200
MOO
5120
30-5000
Exislindo nos irroatens da allainlega, alcm do
lempo marcado pelo regulaiiieulj de 22 de juuliu de
i o., os voluntes abaixo ineuciuiiados, rao convida-
dos os seus donos ou consignatarios a vir cespa-
eda-los 110 praso de 30 das contados da dala desle,
lindo o qu .1 aeran arrematados em basln publica,
sem que em lempa al^uin se possa leclaiuur contra o
elleilo desla venda, o seeuinle :
Marca A M. n :. I rana Minia polo drigue Ale-
gren em 2t) de jolito de 1853, consignada c Jos
_ Mariius de Siqueira.
Sem marca, ,o pdrasde caularia pelo brigni |irlu-
guez uMaiia Feliz em 5 de selembro de 1833 ; a
^ Anlonio Valeuiim da Silva Barroca.
Urna gainla ipIo mesmo navio em 15 de seleuibro
de 1853 ; a Joo do Motile.
Urna canastra valla pela barra portuguc/.a n$aota
Cruz, cm 19 de dezembro de 1833 ; a Francis-
co Alves da Cunha.
Marca F. 16 caixoee pdlo mesmo uavio, na inesma
dala ; a Jo?e Fernoiides l'erreira.
Lelieiro, I caixote pelo mcsino navio na mesioa da-
ta; a Mauoel Joaquim Ramos e Silva.
dem, 2 aucoretas vazlaa, pelo nie-mo navio, na mea-
ras dala ; a Joaquuu Autuues da Silva.
Marca T. I). I.., I caixote vallo pelo brigue u Irium-
pluuitn, em 19 de abril de I Sil ; a ordem.
390 paroleiras pelo Inigue porloguez Laia II, em
29 de dezambro de 1831 ; a l'raueuco Sevenano
Kabello i\; ludo.
300 ditas pelu mesmo navio, em de maio de 1855;
a Tboinaz de Aquisto Fouscca & tildo, 500 ditas
pela barca ponugueza urolidou, em 11 de malo
de 1855 ; a Joaquim Jos Apaliuario.
Marca A. C, I barril vazio pelo brigue portuguez
((Experieiicao, em 13 de juuho de 1855 ; a'Tlio-
maz de Aquuio Fouscca \ Filho.
dem P, 30 eaixules pela tarea purlugueza ctirali-
dao, em l(> de uoverubro de 1855 ; a Heury
Payante.
dem M, 10 barricas, pelo mesmo navio, na oiesma
data ; a Joan 'Lavares Cordeiro.
dem F. B. .Mulle;, l ciubrulho pelo navio Olio,
em 29 de maio de l5 ; a ordem.
dem V. L, I caixa pelo navio liai.ee/ i(Jos,u cm
Ili de Janeiro de 1851 ; a Virlnr Lssne.
dem R >\ II, | dita pelo navio franco/ n|teaDjeu,u
em 30 Ue juldo de 1853 ; a Oliveira Iriuaus.
Sem marca, 23 aduellas pelo drigue purlugue? "Laia
ll.ii em 1 de maio de 1855 ; a Tliomaz de Aqui-
uo Fonseca iV Filho.
30 ditas pelo brigue porloguez "Experiencia,u em 13
de juuliu de 1855 ; aos mesmos.
Morca R i\ C., I barril vallo pelo brigue portuguez
Rpido, em l de julho de 1855 : aos mesmos.
dem li. $ C,, 2 caiKoles |iclo hiaie nacional |oLin-
do Paquete. em 23 de maio de 1833; a ordem.
dem F. Kalkman, I embruldo pela barca ingleza
Bonita, em I oc mam de 1831.
dem Adaiusoii, I dito pelo Bario inglez Racbel,a
em 25 de junlm de 1831.
dem A. S. Corberlh, 1 dilo pelo uavioiuglez lda,i(
cm 26 le o.i,o de 1851.
dem K B, I dilo,pelu navio inglez Palestino em 3
de julho de 1851 ; a kalkman lrmaus.
dem triangulo, 1 dito pelo mesmo navio, oa mes-
illa data ; a j. Iv. Aj C.
Id-m II. M., n. I, 1 caixa pela barca inglesa Hel-
ia, em 15 de mareo de 1852 ; a Diaue \oule (V;
c
Sem marca, I caixa pelo navio Amisadeo, em 22
de fevereiro de 1853 ; a ordem.
Falo de passaueiros.
11 colxoes, 3 Irave-seiros, 1 sacco, I cesta, 1 lata,
16 caixas, 1 liaho', 3 garrafas, ti einbrulhos, 16 ca-
dernos de papel, e I2carleiras.
Alfandega de Pernambuco 28 de agoslo de 1856.
O inspeclor, lenlo Jos Fernaudes Barros.
DE
CORDA TEZ A.
(Eslrca da beneficiadi a joven Fluminense.
A JOVEN PARAENSE execulsru sous aprecis-
veis e diMiriillosoii exerricics sobre a curda.
A BFMEPICIADA fara soa estra dansando ao-
bre a corda, maitos lindos e difllcallose passus de
elegancia, execoiando aOnal, o
SOLO INGLEZ.
O PEKNAMBI'CAN se distinguir execotsndu
sobre i curda ddicullosos dans.idos, entre os quaes
a linda
rs^Os.-^. -if^jx.
Dando Om a todos os (rabaldos, com a scena c-
mica do
SOLDADO EMBRIAGADO.
lie esle o espectculo que fe/, a esrolda para olle-
recer ao illnslrado puiilno desla capital, esperando
ser bem acolhida. por aquelles que. por mais de
urna ve/, a tem honrado com sua benevolencia.
%'w&$ M 'U;.;, &j.
de Janeiro.
o
brigue nacional FIRMA
lahir no dia 7 do cerrarte para
pretende
o Kio de
Janeiro, tem quasi sen carregamento
completo: para o resto e escravos are-
le, para osriuaes lein exccllcnles coinmo-
clos, tfati-se com os consignatarios
vaos A C., ra do [Yapichen. ."i..
to-

m
segneem poucoadiaa .1 veleira sumaca uCaslroa, de
primeira marcha, por ja ter a nnior parle de sua
carga a bordo ; para o reslo Irala-ae com sen con-
ienalario Domingos Alves Malheoa, na ra <:e A-
1 olio n. X\.
aieara,
e
Alara-
ara
PrecUa-SP prifa : quom esiiver nelas clrciifnstaQcUt, dinja-so
ao ->/l.',i'! t I 1 1,11 il_ Smtd Thi'feza, que acliara1
com quem (ralar.
i'iecisa-se .ilujj.r n.i fremip/ia urna
casa terrea boa, mu lobrido de um audir/que lenha
rommitdos para ttmili i, o pj'^d-se alu JO^tMjU roeu-
satt : quem liver ononeie.
Spvete8
lloje as li horas emeia havera' excellenl^s sorveles
de ananatea abaeaxis, no aterro da Boa-Vista 11.
3, se nao cliuver u.uilo.
Precisa-se alusar mn ilio perlo da prara. qbe
leuda ho 1 baixa deeapim j' plantado, para invern cor fula, alio, rorpo regular, l-m um sieu.il nrel
.. n.l.. BU. Ju. ..'. .B...ai....... .- I .____ ______..;,_!. ., -
Coiitiuoam a
Antonio, de narAo .
nos de' ida ie, de aliara
cor prela, nulo re 1011 lo, t
Cheio do rorpo. eoovorsa p.
herdeiroe do liuado Caelano lio.
o oulio de aense Verissium, de nay.
algom lano espadando, rosto regular. .
oa lados do rosto mares de laidos de sua .
as lio le, alguin tanto cangueiro, pes grana..
unas marras de chicote aiiila novas as costas ,
16* esclavos fugiram junios no dia 3 de agoslo
eorrenle auna : quem os appreheuder eondaaa-os a
engenho Anea-Fra da Iregueiia de S. Loorenco da
Malla, u ue-ta prara 11.1 ra da iiui.i 11. 61. |ii Mi-
ro andar, que sera' ieiicro*amenle recompensado.
I'iigio a do me; passado, o prelo Sebastian.
>t TRIBUNAL DO COMMF.KCIO.
Por esla secretaria se faz publico, que por decreto
de 7 de agoslo lindo foram mudadas as sessoes ordi-
narias dus tiidunaes do coinmercio para as segundas
e quinlas-feiras de clda semana, e sendo impedidos
laes dias sero nos substqueules. Secretaria do tri-
bunal do coinmercio de i'ernainhuco !. de selem-
bro de 1836.O ollicial maior inlerinn,
DiiiamiTico Augusto do Reg Bangel.
De ordem do lllm. Sr. iuspeclor da (hesoura-
n.i de telenda desla provincia se faz publico, que
fiea transferida para o da (i do correle a praja dos
objerlos que foram comprado! para os hospitaes dos
cliolericos, aiinunciadns 110 edilal de 23 de agosto
ultimo. Secretaria da Ihesoararia da fazenda de
Cernambitco em 1. de selembro de ISjt!.O ollicial
maior, Emilio Xavier S. de Mello.
A directora da caixa lilinl convida a quem ce-n-
ver, que a laxa dos desearlos ronlinuara' a 7 por
lettras, cojo venrnnenlo for ale lins de aoveinbro,
mas para as que st veneervm de desemhro em dian-
le sera' de S llccife 1. da lonio Marques de Amoriin, secrelaffiojr
COiNSEI.lIO Ali>!IMSTI!AIIVO.
O consellio edminstrn*:vo, em virludedeantorisa-
raudo Exm.Sr. presideoln di provincia, tem de con-
tratar a compra dos objeclo te;'iiales :
Par 1 o hospital re^imenlal.
Camias rom arela do 6 earrocas ende ama, 2."; cal
prela alqueire; medida nova, 800 ; dila branca al-
queires medida nova, 10 : lijlos de Ivenariagros-a,
luilheiros 12; ditos de Mrilbo compridos, ditos U;
ditos de ditosqaadradoa, ditos 3; laboas de assoa-
Iho de louro com 2 palmos de largura, duziasK ; di-
(as de looro para forro, doziaa; (lilas de assoalbo
de amarello com 2 palmas e mfio de largura, dilas
2 ; oleo do lindar a, arrabal i ; tinta cinzenla de
oleo em massa, ditas .1 ; dita roxo-terra de oleo em
massa, dila 11(2; pregos de assoallto, inilhei-
ros 5.
Qnarlcl de ravallaria.
Canoas com areia de 11 carroras, 21) ; cal prela,
alqueires2IU ; cal branca, ditos It) ; lijlos de alio-
nara grossa. niillieiros 2 ; laboa de louro para forro,
dnzias 2 : oleo de lindara, arrobas 2 ; tinta cinzeuta
de oleo em massa, dila I ; tinta ruxo-terra de oleo
em massa, dila 1 : pregos de forro, 30.
Fortaleza do lirurn.
Cal prela,alqueires, medida nova, NO;dita branca,
alquetrcs ti ; dodradir,as grandes de cruz, pares 21) ;
pregos de assnalho, 3,(KM); dilos de forro, 3,IKK) ;
doliradicas medias, pares 21).
F'orle do buraco.
Cal prela, alqueire, medida nova,2(K) ; dila bran-
ca, alqueires ti ; parafusos de ferragens, duzus 21);
1lobr.oi11_.1s graudes de cruz, 21) ; feixos pedrezes
grandes, lli; dilos pequeos, Ili ; aldrahas galas",
8 ; oleo de liuhara, arroba t ; tinta branca de oleo
em massa, l|2 arroba ; liula roxo-terra de oleo em
massa, meia dila ; secante, libras i.
1,1 o-ni quizer contratar estes objeelos, aprsente as
suas propuslas em carta (echada, acompanliadas das
amo-Ira-, na secretaria do consclho as 10 horas da
10.111I1 -a do da 5 do prximo mez.
Secretaria do eonaelho administrativo para furne-
eimentu do arsenal de ju-rra 2'J de agosto de
I8.").
A escuna nacional JOS, capitao Ma-
nocl .lose Prestrello, vai seguir com muita
brevidade, ou a um s dos porlos in-
dicados, se completar seu carregamento
pata qualquer delles: tpiem quizer car-
regar queira enlendcc-secom Antonio de
Almeida (ornes, 11a ra ilo Trapiche d.
l, segundo anclar.
Para o Aracalv segu nn dia 3 de selembro o
em condecido dale dCapbarilie : quem 110 mes-
mo quizer carrejar ou ir de passagem, dirija-ie a
ra doVigario u. .">.
Para Macein segne com hrevidade a barrara
Boa Sorte : quem nella quizer cairega*-, ec.tenda-se
com Jo Joaquim Dias F"ernande-, 111a da t.adna
do Itecile, ou com o meslre Manoel Jos da Molla.
Para i Baha
O veleiro patacho nacional oEsperanran, pretende
segoir para a Baha com muila hrevidade, por ter ja
a bordo parle de seu carregamenlo ; para o reslo os
pretendenles eiilcndam-se com o seu coesicnalario
Antonio Luiz (le Oliveira Azeve.tu, ra da Ouz n.t.
Para o Porta, o brigue portuguez Bom Suc-
ri--o pretende saiiir com a maior hrevidade possi-
vel; quem nn mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sattem, para oque tem excellenles cumiuodo, enten-
da-se com os ronsiaualarios do mesmo, ou cura o ca-
pitao o Sr. Manoel (jomes dos Santos Sena.
a verflo, e que chegue para "1 a H cavallos : quem ti.
ver aoouncle.
Aluga-se o sesunde andar da casa da ra da
Cuia u. til a familia hunesla, o qual se aeda dereule
e leni bastantes commodos : a Iralar no primeiro an-
dar da nieMiia casa.
A fesla de N. S. do Bom Parlo da 00 dia S do
correle.
Os abaixo asaignados fazem poblieo, que tendo
terminado em 31 de agosto prximo lindo o pealo da
s.iciedadc que gvrava sol a lirma de Soares A; Com-
pandia, concluiiam ami^avelmenle a dis-olurao da
mesma, licaudo o socio Jos Soares Piulo Crrela en-
carrecado da lquidacao de sea aclivo e passivo, con- j
linuaudo por sua conla particular uo mesmo KVro de
negocio. Kecile I. de selembro de IS.'itiJo- Soa-
res Pinto Correia, Jos Curio Monteiro da Franca.
Joo Pinto, eensiderando-ael sent de dividas,
roga a qualquer passoa quo se julgar seu credor de
qualquer quanlia. declare por esla follia.
Precisa-se de urna ama de Icite : na prara da
Independencia lis. 30 e 38.
I'recisa-se de um caixeiro que d fiador a sua
conducta : na roa Direila 11. 20.
Fructuoso Jos Pereira boira e sua senhora,
[tela presteza de sua viageni a' curte, nao poderam
despedir-se de todas as pes*oas de sua intima amiza-
de, pe .lein desculpa, e ollercccm os seus prestimos
nesse lugar de sen destino.
D. Joaiiua Mara da ExallacAo Simes, \iu\a
de Paulo Pereira Sime, fox publico que esta' pro-
cedendo a iuvenlaiin pelo juizo dos orphAos, escri-
vao Facundo ; aquelles que se julgarem ciedoros do
casal inventariado, apreseulem suas cotilas ao seo
advogado com escriplono na ra das l.aranueiras 11.
. primoiro andar, das 9 as \ horas da lar le.
O capililn Anlouio de Souza Oliveira Mello,
senhor do engenho Maxicoaba da comarca do l.i-
inner >, freguezia de Bom Jar lim, declara ao pudi-
co, que comprou a propriedade denominada l.agoa
Cnmprida a Antonia Marta do rispidlo Sanio, a
qual so mudou para a comarca de Sanio Anio 00
vildi da Escoda, anude fallecen ; e como no invena
rio a que proeederam mencionan cinro latirs acei-
tas pelo annnneianle, a vencer de revertir a feve-
reiro de rada auno, declara cm lempo, que ningurm
fara transaccjte com as mesmas lettras, vi>lo que
anda nAo se euenpriram as condicaftea da escriplra,
e por isso nlo terao pacas sem estar ludo lcgaliado.
Uerife 1." de selembro de I.N.id.
Paulo Jordaoda Suva e Francisco Antonio
Florencio de Carvalbo, moradores em Ciruaru', fa-
zem srienle ao publico, deque ninguam roo pee a
Josepha liuilhermina da Silva os escravos Riti, que
ja dizem estar vendida, por n.lo ser vista mtis na
(erra, e Delpdino, mais condecido por Januarin, o
qual ainda aqu esla. e dizem que lera o mesmi des-
tino, por.pie ditos escravos se arham caucionados
aosaniiiincianles desde I!) de juuho para salisfarao
do que etles. em lempo opporluno, pretenden! exi-
gir la sobredita Joseplis.
Offerpce-se urna parda de meia idsde para ca-
sa de om li ooion soltciro, a qnal f.iz todo o serviro,
engomma e lava: no Porte do Mallos, serrarla de
Sr. Biheiro, se dra'.
Avisa-*c ao Sr. Vicenl'Jos|da Cosa, que nao
pague a letlra que passou a Pedro de Assis Campos
Cardim, pnr ler a dita leltrase perdido.
Precisa-se de una escrava para vender falos;
a peasoe que queira alagar, dirija-se a ra de S.
Goneallo n. 30.
No dominzo. 7 de selembro, principia o sete-
nario do Senhor Bom Jess dos Passos, na ordem
lerceira do Carino.
, Na ra do l.ivramenlo n. 20. precisa-se de tima
eosummadeira que se queira sujeilar a dar a roupa
lavada e enzommada com perfeicSo ; quem quizer
pode dar a resposla na mesma casa, c sua morada
para ser procurada.
Lotera
lv*W.
O agente Itorja fara lellao em seu annazem, 11a
ra do Colico 11. 15, de diversos escravos de ambos
os sexos, bem como, i prelas mocas de bonitas figu-
ras, ptimas ':_ iiiimau 01 is ,.. cosiureiras, 3 dilas
tanidem mocas, exesllenlea eoainbeirea, urna linda
mulata com diversas habilidades, una dita que Ira-
balda ptimamente em inissas, dores etc., 1 mole-
cole rrioulu com principio de Collona, I dilo bastau-
tc robuslo, prnprio para lodo o serviro, 2 pretos de
meia idade Irabalbadom em sitio, I dito ollicial de
sapateiro, 2 niolequinhos e 1 mulalinha, e oulros
muilos escravos que se acharao paleles no referido
armazem, para exame dos senhores pretcndeules.no
dia do Icilao: scxla-feira, jdo correte, as II horas.
Leudes.
liosas Draga Ov C, antoleilto, por in-
lervencao do agente Oliveira, do restan-
te de todas as fazendas para lquidacao
de contas : quarta-feira ."> do crtente, ao
meio-dia em ponto, no seu armazem,
ra do Trapiche n. 14.
O a::nle Itorja fara IcilAo em seu armazem,
na ra do Collesio 11. 15, de ama immensidado de
odjectus de diOerenles qualidades, consislindo em
orna oplima modilia de Jacaranda com pedra, urna
dila sem pedra, uina dita de amarello. diversas obras
avulsas, bem como sofasde jacaranoa', dilos de ama-
redo, cadeiras, censlos, marquetas, commodas, se-
cretarias de mozno, guarda-loiica e eoupa, appara
dores, lavatorios de varios modellos, dous ptimos
pianos de Jacaranda' de armario, um dito de mesa,
varias obras de ouro e prata, relngios de ouro para
algibeira, suisse e palele inglez, novos, mn rico
candeladro pe de bruuze, Linternas indas de cidro,
calimbas e vasos de porrellana e de vidro para en-
fele de sala, vidros linos e luura para serviro de
mesa, valias quinquilleras, nina nra radciriiiha,
nova, forrada de velludo, e oulms muilos objeelos
que fiira impossivel eniimera-los, es qnaes se arlia-
f5??f? BemtJm* '"""'''a Lins, coronel rln patentes no dia do leilSo ; assim como ao meto
da em puni se adiara' em frente do armazem um
bonito cavado easlaoho, bstame gurdo, coro diver-
sos andares : quinla-feira, i do corrate, as 11 do
ras da mandila.
O asente Vieira da Silva, na ra da Madre de
Dos 11. 32, laz leilio terca-fira, 2 do crrenle, ao
ineiu dia em ponto, de diversas odras de marcincra
novas e usadas, e diversas obras de ouro e prata,
burra de ferro muilo boa, 2 pianos novos c fortes,
dilo em inein oso. c mais objeelos que liverem 110
dilo armazem, que ludo sera' vendido.
-- U senle Vieira da Silva laz leillo de IV) sac-
cas com familia de muilo doa qualidade ; quarta-
feira 3 de Miembro ao meiu da em poni, no arma-
zem do senhor Paula Copes, defroute da e-eadinliu
da alLii'lc-.!.
presdeme.
Antonio Uom$ Leal, (enentc-coroiiel
vindo de secretario.
&
vogal ser-
isserre sl Tisset
Flores, tuiiaui lettras so-
bre o
Para.
THEATUO
UE
Santa Isabel.
Sacio entrado no dia \.
dias, brigue bresileiro' o! elici ladeo,
ladas, capitao Francisco da Silva Molla,
cm 15, carga SU loneladas de rea; a Anlo-
; de Oliveira Azevedo. Perlence ao porlo
Veio receber pralico e segu para o
10- KEPUESEMACAO
W)SG)ii\NDESEBRILHAJvTESSOIKES
da compaahia
ROBERT E DEYEil'X.
Quarta-feira 3 de setembro de 1856-
GRANDE D1VEKT1MENT0
a benecio da joven artista Ilumnense
JOSEPH1NA ROBEBT.
I.ogo <|uc os Srs. professores da orclieslra tivercm i
tocado urna linda nuvertura, dar principio ao di- i
verlimeuto quelive a honra de escolherpara enlre- j
Icr ao Ilustrado publico desla cidade, e com espe-
cialidade a ledos que me dediram prntecrao e aro- i
dB "-;~ liarles, da '
Hem liiaite.
SatO saJiido -io mesmo din.
cuna ingleza 'oBlondo capitao James
carga assucar.
fciStS.
0 1 Itn. Sr. iuspeclor da lliesonraria provin-
cial mam a faxer publico, que do dia 2 do correle
em dianti pagam-se os ordenados e mais despez-.s
provincia a veriDcadas al o lim de agosto prximo
liouo. Sicretaria da Idesouraria piovinci.il de Per-
uaniliuco
O Dr. K
MUTILADIT
I. de selembro de ISjti.O secretario,
A* t. d'Aiiuunciarao.
afino Augusta de Almeida supplente
do
juizo municipal r provedor dos residuos e capetas
nesta c dade do Itecile e seu termo.por S. M. i. e
C. que Dos guarde etc.
Fajo s iher a lodos os thesoureiros das irmanda-
des, e co ifrarias do lermo do Kecife, a quem clie-
gar o con lecimento do prsenle edital, que no prazo
deoilo das cantados da dita deste sao obrigados a'
apresen!! rem urna relcelo circomstanciad das ca-
sas que compoem o respectivo patrimonio, com de-
signarlo la roa,numero,nome dos inquilnos,e da ren-
da,que c da om piga.o que snr'.eomprlda sob as pe-
lliimeuto, o qual acha-se dividido em
maneira segunde:
PKIMElItA PARTE.
Miirrtca branca e physica.
Dillercnles passagens e sorprcas de plivsca, mc-
bimorplioses e msgica branca, enlroleranao publico
por esparo de moa dora.
SEUUNDA PAKIE.
Exercicios na corda bamba, pelo
Por pedidos de lilailas pesoas de que a deneli-
ciada precncheu esla segunda parte com oaaprecia-
veis exercicios do VAMIiA, sobre a corda bamba
TEKCEIltA PAKIE.
Dansada pela ber.el.ciada, que se achaudn anda
iucommodada, nao pode deixar de fazer qualqupr
O agenlc Vieira da Silva la/, leilflo quarla-fcira, :l
de selembro, as II horas da manliaa, no armazem do
Sr. Antonio Aunes Jacame Pires, ue 27 aneen rom
cevada, em lotes a voulade dos rompa loro-, por
conla e risco de quem perteocer.
O agente Oliveira lar leiiao, pnr coala e ris-
co de quem perlencer, de cerca de 300 barricas de
oplima farinha de Irigo, marca MMM, desembar-
cada no no" de iiilli' prximo passado : lerra-feira,
2 de selembro prximo, as II horas da manda,
armazem do Sr. Jos Duarle das Neves, becco do
Goncalves, no Kecife.
O asente Oltueira far leiluo, por conla de
quem perlencer. do casco forrado de cobre, maslras
e gurupes, leiros e correles, dol c lanrda, e ou-
lros perlences do brigoe nacional Nern, lotarao
de 10,004) arrobas, e tal qual se echa ancorado "na
volta do i 'Oto do Mallos, onde os pretendenles sao
convidados a ludoexamiuar com auteciparao : quin-
la-feira. | de -lenibni prximo, ao meto dia em
ponto, no lugar do eslaleiro do Sr. Jacinlbo ElesbAo.
'&$$ ^^rrdod.
Precisa-se alugar um prelo para
Irabalhar nesta typographia: a fallar na
liviana US. e S, da prnca da liulepen-
Jencia.
Lfiassa
ais-

Francisco Pinto Ozsrio clmn.lia denles rom a
verd.i Hora mam adamantina, c appllca ventosas
pola atra-i;.io da .ir : pode ser procurado confronte
ao Ko.-arii de Santo Antonio n. 2.
Alnga-se um eaeraso possanle para ludo e qual-
quer serviro : quem o pretender dirija-e a toja da
O ABAIXO ASSII.XADO venden os se-
guintei premios da primeiro parte da
primeara lotera do recolliimento de
Oliinl.i ; os pcssuidores Iojjo que saliir
a lisia pli'tn v'i-r receber a garanta no
aterro da Boa-Vista n. iS.
I quartou. (i! 2:!H).j
1 dilo i> 1.VJU-- 1)003
2 ditos i> C33 1003
I dilo n .r,.-)-- -203
I bilheleu. 5389 200?
Tem exposlo venda no aterro dn lioa-Visla ns.
-18 e 56 os seus muito felizes billieles, meins e qaar-
los da primeira parle da quinta lotera do Cvmnasio,
a qual corre no sabhado, 0 do eorrenle mez*.
Bilhetes inteiros 3580(1 Recebe .">:(MK|i
Meios :io000 o 5003
Ouarlos 13.300 1:23o?
Itecife 1. de selembro de 1836.
Anlonio da Silva Guiarles.
AOS ENTENDIDOS DA GUARO4 NACIONAL.
Pergunla-so : 1 Podero ser considerados guar-
das nacionaes, c destacar os cidadtos inora dores em
ama das freguezias do municipio do Itecife, onde
deixou de baver a respectiva qaalilica^Ao desde
IS3I ; e lendu principio essa qualiliracAo no dia l:i
de julho prximo passado, ainda nao foi revista pelo
consellio competente na forma do art. 21) da lei n.
li02 de 19 de selembro de 18311, o qual couselho ten-
do de observar as dispnsir,oes dos captulos segundos
dos decretos 11. 722, de 3 de oulubro de 1830, n.
11:10 de 12 de marro de 1853, pode em visla de suas
allribuircs farcr grandes alteradnos na quatificar.a'o,
que lein de rever, t mo mais sendo ella feila sem as
formalidades prescriplas na lei e regiilaincnlos '.'
2. Poder o coinmandanle de nm batalhao da
guarda nacional do municipio do Kecife, que ainda
esl por organisar-se, segundo a diposirAo do art.
11 da referida lei 11. b()2, fazer a proposia doa olli-
ciaes para o dilo balalliSo, sem que a qualilicacao, a
que se procedeu no lim de 5 anuos leuda sido
revista pelo couselho compleme, visto como po-
de acontecer que alguin dos propostos seja por
qualquer circunstancia eliminado do alistamentn
feilo pelo respectivo conseldo de qualilicacao, ou
mesmo transferido para a lista dn serviro da reserva,
dando-se nesle caso o adsurdo de ser Horneado olli-
cial qutni nao o pude ser ?
,'l. Poderao os nileressados em que destaquemos
pobres oi.laloo-. da mencionada Ireguezia, soccorre-
rem-se a antigx organisaro da guarda nacional, para i
na cara, nariz afilado, denles limados, tem siealri-
(M de redo as rusias,porein ulicas, reprsenla le
23 aonos, 000 lu/io e be de suppor que ande rom
elle, um cavallo alazao cavilo, de (rente iberia, e
marca de crrelas 110 peiio por ler sido de carro, e
(res fies entrados : qualquer pe-s a que os pesar.leve
losen senhor F. Cezari de Mello Jnaior noen-
geiido Kulizm, ou nesla praca a I). S. Campos, nao
recompensara.
A passoa que annunciou precisar de MWrsOllii
rs. a premio, dando por hvpotheca nma prela, ou
um mulato sapafirn, dirija-se aloja de Joao Ju-
ipiim Azevedu de Andr.te na ra do Crespo, sjoe
dir quem faz este negocio.
francisco Barbuza Kodrigues, sobdilo brasi-
Iciro, vai fazer mu viagem ao centre, a lisiar de
eus negocios, c declara que nada devr.
\" aterro dus Afosados o. 1(17, primeiro andar,
precisa-se de urna ama, que tetiha bom leile, e *m
nao leuda I1II10.
Jos,- liento le Nui/vi edicial de catiteo, retira-
se para a cidade da Parabiba.
/i reronnaistance r( la sen-
cenir que fon rontert des tr-
'ices, oh des hienfiU ftf'on o
""
O abaixo assignado solTrendo ha mailos annos n
mal da elepliaotiasis dos gregos, e depon de bavn
passado por todas as experiencias medicas no bee-
pii.il dos lazaros, mida por espira de Iras anases-
tse recolhido, e fui sempre trala'do) la melhor brnu,
j pelu medico oiuai re .-a 1o daqoelle do-pilal i
lelo regenle, e ja em lira pela lllms. admilstnrja
dus estabelecimenlos de caridade, que iocansevei-
sempre se moslraram en. mitigar os llnmento- do-
doeules, mas n.io leudo euconlrado alivio algum ea
san mal. quu a Providencia que deparaste casa a
Sr. Manoel Borges de Mendonra, que sem neaham
oulro interesae mais do que o de ser nlil k heane-
nidade, o cliaiuou a soa cafa para ser por elle Ira-
lado, e gracas ans seus desvellos, boje se acha selva
de tan bornvel mal. t.lurii a por lanto o Sr. Manoel
Borges de Meniloiira receber esla demni.sirae.ci dr
sua gralidao pelo benelicio qoe acaba de pees
lar-lhe, e fique rerlo que o eu recondecimenlo ja-
mis sera olvidado |lo seo agradecido
I: Kecife I de selembro de 1836.
No dia 27 do mez prximo passado fogio da
engeulio S. Severa, freguezia de Muribeca, nm
escrava de naci, de nome l.uiz, com os -isnaes v
guiles: alio, corpo reforcado, nidos brancas,poaca
barba e pe- erosaoa, aleija(o de um dedo de sata di-
reila proveuienlede um laido, idade, poneo aaaisua
menos, 35 -, m lnui>s : rosa-se a qoem o apprahen-
der leva-lo ao mesmo engenho, uo ao Sr. capilto
Mauoel Eleulehodo Kego Barros, morador nos Cin-
co Ponas, sobrado n. 44, qoe ser recompensado.
Como se ignora quem seja o correspindenle do
Sr. Amei 1,-0 Xavier Pereira de llrilo, e nan se aiba
o engenho onde reside, roga-se-lhe o favor da man-
dar a Iravessa ds Madre de Dos n. 18, para nego-
cio que loe inlercssa.
ATTESCAO'.
Os senhores de eusenlio, fazendeiros. agricullores.
e mais pessoas que por moraren no reeoneavo da
provincia tenham deixado de dar a seas filNos oeo-
nhecimcnlo preciso das grammalicas pnrlngnexa,
francesa a latina, e mais conhecimento* scienMieae.
e o queiram fazer, odiaran orna casi para SJM pea-
lo 1.1, dando-se bom tralamenlo alimenticia, a o snam
necessario, medanle ama razoavel meosalMada:
quem quizer contratar pode procurar na ra do "as-
lenlo u. 18, lerceiro andar, que adiar com quem
tratar.
Precisa-se alugsr orna escrava : 00 aterro da
Boa-Vista o. 16, 01,1.
O Sr. Jos Maria Placido de Magalhaes quei-
ra ir pasar 773000 que deve ua ciarla dos Cor-thoa.
LOTERA da proyihcia.
Salttstiano de Arniino Ferreira avisa mu
respeitavel publico, que vende a' dinliiri-
10 a'vista, sendo a i|uantia de IQtUM
para oiira, os seus bilhetes, meiose quar-
tos, pelos preros abaixo declarados, na
ra da Cadeia do Kecife, luja de miudvs
de Jos Fortunato dos Santos Porto.
Bilhetes r><,500 recebe 5:000.s000
Meios Sf00 .. 2:500(00(1
(Juartos IsiOO 1:25000O
Salusliano de Aquino Ferreira.
; a O abaixo assignado l-m a honra de con- :'U
g. vidar os Srs. membros da comnussAo direc- ':'
;* lora do MONTE-PIO-ACAEMICO. e os ?.
-,,; Srs. e-iudanles do primeiro anno da ja- i,['
;'.J cullade de Uireilo, para qoe emparegam f\
;. 110 da ti do eorrenle mex, as 4 hers da ."
''.' lanle. na caa da residencia rio lllm. Sr. I)r. fr.3
. L presidente e tdesoureiro, afim de n ornea rem J.
\J por escrutinio secreto nm socio director S*
i}- P'lo mesmo anno, em ubslilunao ao que 5
--j ii iva sido anlerinrmenla eleilo.'Iraocis-
g co Ferreira Correa, primeiro eerelaria. w
-.J Itecife 1u de selembro de 18-6.
@^.^S3v^ &&&##
Na ra do Brum, fabrica de velas, preaea-se
de una lavadeira.
No dia -js do correle fugio urna escrava de
nome A instara, a qual lem os signaes segaintes :
estatura regolar, olhos graudes, com falla da dente
na frente, levoii vestido de chita desbotado, nasa li-
ga de prala n'um cordo prelo, uo pescoco, o panno
da Costa ; foi visla na Boa-Visla com om balsio com
chicaras e dinheiro, dizendo que eslava comprando,
ella costuma vender cangica, e lem prenles om nasa
rasa no Pocinho : quem a pegar leve-a a roa de S.
Francisco defronle da ordem lerceira, cana dn Igna-
cio l.uiz deBrilo Taborda, qoe sei.i gratificado.
LOTERA da proyihcia.
Primeira parte da 1* lote-
ra do .ieeolhimiito
du Cijiiceiyfto i'c Oimla.
) abaixo ssignalo vcn-
(i
654 2:000^000 em 1 quarto.
os chamar a destacamento, leudo sido exmelo o ha- ,
talhao a que oiilr'ora pertenrersm, em virlude do i (K'U JlS Sl^i^UillteS SOl'tCSI
citado artigo i i da referida le, e lambem porque
pelo arligo '.17 do sopracilade decreto de -j:, de oolo-
bro de 1830. lia muito esl em execurilu a nova
lei "'
1. Avista do oxposto, podero csaes cidadaos ser
obrigados a se prestar ao sen ico de destacamento,
nao estatuto ainda qu.difirados devidameute ; cquan-
do se recu-em a prestar esse serviro podero ser pu-
nidos Icaglmcnlc ?
O veterano guarda nacional.
Precisa-se de urna mnlher honesta par Caaer
cumpantiia a ama seiiliura viuva, dando-se o susten-
to c roupa : quem esiiver neslas circumstancias di-
rija-se a ra do Jardim n. "il.
Jos Valentina da Silva mudou a sua aula de
lalim da Boa-Vista para o bairro de Sanio Anl nio,
Iravessa da Caoeia >ova, jiinto ao n. .'i, aonde con-
limia a receber por prero muito commodo, como he
publico, alumnos pensionistas e externos, dando bom
tralamenlo. O anniincianle espera receber dos pais
de familia a mesma prolecco que recebeu duranlo
os annos que Businou na Boa-Vista.
1590
1.")'.)
665
I 405
I! ir,
646
ir.:
784
Mo
JOOsOOO cm -2 ditos.
iOO.sOOO cm 1 mcio.
lOOfOOO em I quarto.
I00SII00 cm I meto.
IOO.sOOO em I meio.
50*000 em 1 quarto.
500000 em bsUtete inicuo.
50x000 em 1 meio
Lotera
do Gjmnasio Peruamlji-
cano.
Aos 5:000.; e 2 000 000
Corre indubitavelmente sabbado 0 de
selembro de 1850.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavel poltico que vendeu as seguiu-
-mnte--orle, da primeira paile ua primeira lotera
do recolliimenlo da CoiMeir.'.o de Otiinla, cxlrahida
a 30 de acost de 1836.
I quarlo n. 634S:0009
I meio o 1403 KM).?
1 quarlo 663 !()()-
1943 100a
(illi 50b
Ts'i 509
venda seus muita (ed/e-
bilhetes, meios e quarlo-, da primeira parle da quin-
ta lotera do livninasiu Pernambucaiiu, as lujas ja
condecidas do respeitavel publico.
Os dous premios grandes cima referidos, nao es-
13o sugeilos ao descont dos oilo por cenlo do Impos-
to goral, o rjual descont sera pago logo que saia a
lisia, sendo o proco de seus bilheles os sesnintei :
llildete iuleiro 59800 recebe por inicuo -VilOs
Meios 3000 .. Mt^
Ouarlos l-iiiti .. l:dS0B
Pcruambaco I. de selembro de ls."ili.
Salusliano de Aquino l'erreira.
I inein
I (nal to
I meio i
O mesmo lem exposlo
escrtptorio do mt-s-
idu sao paj^ua ti&o s m 8
|)or cenlo da garanta, -
nio o preiuio por loteiro,
ou na praca da Indepou-
delicia oja n. 40.
*. Layine.
Paz-sealmoro ejantar para MnjL com maito
sseio e limpeza, sendo parto inanda-se levar : lam-
ben! lava-se, engomma-c e eoiinha-se : na Iraves-
sa do Carioca, armazem u. 0.
Alusa-se urna ou daos canoas de carga da I,(K i
a I.Iiki lijlos de al venara grossa : no caes da He-
mos, sobrado de dous audares, no primeiro andar.
IIiga-sc aoSr. Miguel Alexandrine da Fonse-
ca (ialvao o favor de vir ao Passelo Pnblico, lujan.
II. para negocio que Ihe du espeito.
Precisa-se de 6060 juros por seis meses, x*
hvpotheca de una escrav lavadura e cozinheira. mi
de um eeeravo mualo, upaleiro : qnem os qiitcr
dai aiiuunrie por esle Diario.
-- Precisa ea de orna ama para faz-r oeri.;n
dituio de una casa de ponca familia, dando-se pre-
rereneia se for escrava : quem preteuder dirija-** ao
rmaseos da ra do Collegio n. 1.1, ona roa oas Cm-
eea n. II. sesuudo andar.
itoss-se ;io Sr. (hesooreiro das loteras da ;iro-
vinria e ao Si. Polirarpo Jo-o l.avme, que ten.lo.-c
l-er ido o lulbele uileiro da pruaeira parle da pri-
meira lotera concedida pela lei provinrial n. :;7n de
l*i de maio de IKVi. ao recolliimento da Cnnreiran
de Olinda, de n. _siii. para nao pagar se nao a seo
proprio dono, q ho o Sr. Joaquim Antones de O-
Iivetra.W^
Cre*, ugar ti prelas para armazem de
a-suear : quem tivs-r c quizer alujar, dirija-ss roa
do Apollo, armazem n. 10, que aehari com quem
Iralar.
Precisa--* de um bom forneirn i no palee do
Terjo n. .'"8.
Precisa-se de urna ama que saina cozinhar,
sacrilicio para lomar mais completo esle divert-1 roa do Crespo 6. foria ou escrava, n.lo se olha a prero: ua roa da
menlo, esperando que o publico a desculpara de! ~*a rita Direila, casa de pasto n. II I, ds-se de Cruz do Itecife u. 50, secundo andar."
algum a falla que porvenlura possa commoller. comer a urna pesaos, sendo almoco e jantar, diversas Desapparrceu no da Si do crrenle urna pre-
Ol'APTA PARTE comidas, com muila limpeza, porj UoOU mensr.es, la de nome'ldereza, crioula, estatura mediana e re- ; inanhaa as' :t ou 4 da larde.no escriplono do Trapi-
le nao leolo quem venha buscar a comida, manda-se feila de corpo. com falla de denles na trente ; levou che Ramos ou armazem da illiiininai o poltica, antes
levar querendo, e nao querendo em casa lem um vestido de chita escara, de lavor miudo : quem a j e depois dessas horas em casa de sus residencia na
quarto separado para comercio as pesios capares. I pegar leve a ra do palacio do Biapo n. 1. I ruado Imperialo. lii.
Prxedes da Silva (iusmao pode ser procurado
para qualquer ngucto de seu pai, das '.I horas da
UVME FBOL'XO.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


Illm. Sr. juiz decapellas. Honamos a V. S.
que perpunte ao juiz di irmaudade Ue >". S. do Ro-
sario do bairro de Sanio Aiilomo, que lim deu ao
diuheiro do lerrcuo confronte aos Marlvrios, iiue elle
venrieu, e lamliein i uta .le Saata Ephlcsnti,qoi fui
vendida, c a Igreja cada vez vai de mal a prior, e
perg'unte-llie mais pelo krienn que eslava eiu rietni-
WTr ..ja de ourives a ru. K,^Void. .SdT(>:?Bir^b.Wd.d?S:
- hz*~vz^\*"---2-"'--veudeuA,:::;:^;;":;,;;.
,11 publico, que eslao recebando COOtinui-
^ a* mais modernas obras de noro, lano para
...ras como para homens e meninas : os precos
.iiliiiu-im razoaveis, e pas.am-se ci.uta com rs-
ponsabilidade, especificando a qualidade do ouro de
14 ou 1S qoilales, ficatido assim sojeilos os ir.esmus
pnrqaalquer duvida.Ser.phim \ Innao.
Na ra doa Copiares em seguinle ao becco do
l.obalo, quarla casa depois da venda, n. 21), r-
iiijne bandejas de bolo, e lamben) se dil" bolos
de venriagem pagando-se qualro vileos por pataca.
Na mesma casa prec.a-se alocar uioa prela para
vender na ra. pagando-se mciisalmenle.
Na loja de madama Roulier, ra Nova n. ."H,
lem, reeebido de Franca, ferros de recortar baba-
do para vestidos, os mois modernos que lem viudo ;
esparlillins ; saias de dinas, muilo modernas ; veos
da fil lavrado para chapeos de lucio ; bicos pretos
de lindo ; enfeiles e llores para cabera ; bicos de
bloode ; loques, a todo o mais necessario para bai-
las e theatrn.
Atienen o.
Oflerece-se nesla praca urna casa capaz a (odo o
-e.nhor de fura,que quizer mandar aeus filhos apreu-
der os preparatorios, lendo todo o desvcllo com a
saa roupa, comida e iriolestia, mediante certa paca
raioaval: a Iratar com o Sr. Jos Gomes Leal, na
ra da Cadeia do Recite.
PLBL1CACAO' MTTERARIA.
Canlo. e pranlos, poesas de J. I. Ribeirn da Cu-
nha ; o re.lo dos ejemplares acha-se a venda na loja
do Sr. Jos Noguevra de Sooza, junto ao aren de
Santo Aolooio.
Aviso commeciral.
Na loja e armazem de fazendas da ra da Cadeia
do Recite u. 50, deronte da roa da Madre de Dos,
acharan os senhores que commerciam com fazenda.
para fura deala cidade, e o publico em geral, um
bom aortimeuto de fazendas novas, boas e baratas,
que a dinbeiro vista se vendem por baralissiinos
precos, as.ogi.raiulo-.e seremelles iguaes pora todos,
e que neste eslabelecimenlo adiar quem o frequen-
Jar sisudez e aerado, pelo qi-.e espera scu oroprie-
tario se torne bstanle concorrido de (reguezes.
fama
rimeira.
ug.-.e o segundo andar rio sobrado di fu
I" 112, com bastantes roiumo-iBaaV-, por
ailu eommoilo a vi.ta da casa :Ftratar u..
P
ATERRO JJA BOA-VISTA N. 8, DEFRONTE
... DA BONECA.
fr, Joa1,",n <>oncalves da Silva faz ver aos sens
r*uezes que recebeu novo aortimento de mullos
-eneros ealranteiros de superior qualidade : latas
com biscoilos liuos sonidos de todas as qualidades,
loiacninha de soda, presuntos para fiambre, ditos de
l'. S.' ia,Hmt*' conservas, manteiga ingle/a a 400
wnfT.'800, 960' l5:fl,0> holichioha amejicaua a
Hin sunerlor clia' hysson, dito clum, dilo do
na*, primean sorle, qocijos do reino, ditos de
naia, diloa do aerlo os melhorea do mercado,
champagne em garrafas e meias, vinho ensar-
mZ. Las,mell""'e qualidades, como seja, du-
M do Porto, feitoria, xcrez. moscatel, de Selo-
snn!. ,' Borae,ul1 cognac, massas finas para
upa ae todas as qualidades, e muitos oulros gneros
?.t.a "*}-' ?l.6' mais bara, d0 1* em oulra
>*'ie, a dinheiro i" vista.
Deposito de vinho de champug- %
9 ne Cnateau-Ay\, primen? ((i- ?.
9 Wad, de propriedade do conde gft
Q Mareuil,ruadaCruzdoRcifen. Q
V 20: eslcvinlio.omelliordetodaa g
W Champagne, vende-te a olis cada $
9 caixa ; acha-se nicamente em ca- ffi
@ sa dcL. Leconte Feron & C. N. Q
-As cakat sao marcadas a fo- Q

goConde de Mareuileosrotu-
@ los las garrafas sao azues. &
ao publico.
Manoel Joaqoim de Miranda, oflicial de"escolptnr
faz ver ao publico e aos seus freguezes, que mudoo
a sua residencia para o aterro da Boa-Vista n. 17
recebe toda e qualquer encnrrmendr de santos tanto
de pintora como deesculplura. com perfeicao c pres-
IOI, assim como lioipa e roncera imaaens'de pedra,
pinta e as doora, e lamhem Iroca imagens velhas :
quem de seu prestimo se quizer utilisar, dirija se ao'
alerro da Boa-Vista n. 17.
Precisase alugar dons ou (res pretos para um
sitio, paga-so bem : na ra da Cadeia do Recite n.
Ib, primeiro andar.
S J. JANE, DENTISTA, S
0 contina a residir Da ra Nova n. 19, primei-
4J) ro andar.
Companhia Per-
nambucana.
A direccao avisa aos Sis. accionistas,
que para complemento do capital da
mesma empre/.a, tem deliberado emittir
novas acoies, mas devendo ser preferidos
de conformidade com o ait. 5-dosestatn-
(os, nadistribuico de taes acoles, a'qml-
les senhores que ja' sao na mesma interes-
sados, fica, a contar de boje, marcado o
prazo de 30 dias, para a inscipcSo de
us nomes, com declaracio das acres,
que quizercm tomar, no su escriptorio,
no forte do Mallos n. 10, sendo a rri-
meira prestaco de 30 por cento. Recife
27 de agosto de 1850.Antonio Marrtues
deAmonm, secretario.
O
3$ Manoel Lassiano de Oliveira l.edo avisa ?s
rj aos teus collegas, que elle vai dar princi- *
Sif po a um curso de Geometra, no 1 de se- W
tembro. para aquelles que se quizerem ha- A
bililaraoexame em novembro : quem qoi- r
^ zer frequenl.ir dar' quanlo antes o nome a Y"
^ matricula, e pagara' por mez V-000 adan-
lados, ra da l'eiiha a. (i, segundo andar. ;
ra de tudoislo.
Aingi-se o segando
Imperial
prero mu
roa imperial n. 5 junio a matriz nova.
I recisa-se llagar urna escrava que saib? coer.
lavar e enguinmar, para o serviro de urna familia
ing eza : na ro do Trapiche Novo n. K), .m caaa
'le Paln Nash & Cmpanhia.
Ra Nova n. 1N loja de .M. A. Cajii K C Con-
tmua sempre a 1er um grande sorlimenlo de obras
re.las de atraale, tanlu superior, como mi infe-
rior, camisas franeczas, brancas e de cores, gr-
valas, colani.hus,chapeos france/.es, ditos de sol de
seda e pai.i.inho.suspe.isorios de borraeha.mill para
seuhoras, hornera, meninos, tezcndjs paia fair-se
qualquer obra de cnroiniiienda com a maior preste-
za e bom desempenho, em lira qualquer pesoa que
vier a esla luja, tirara um fado completo e por me-
ro mais roinmodo do qoe em oulra qulqucr parle
ARMA/liM. Rl A DA CRL/ N. II.
J. Iraeger tV Companhia avisara aos seu fregue-
zes e ao publico era eeral, que pelo navio rhegado
ul ia.ameule de Hamburgo receberam uui grande
e bem escolludo sorlimenlo de genero., bebidas e
conservas de lodas as qualidades, romo
Comidas: presunto da Weslphalia de ptima quali-
dade, salames de doas qualidades, quij.,s de nata,
uisso verde e de I.imhurso, carne de lomo, haren-
ques em pequeuas barricas, sardiuhas dito dilo, ca-
viar em latas de I e libras, repollio em barris de
18 ditas, teijao verde ditos de dita, biscoilo de Ham-
burgo. ,
Conservas inglezas: froclas Tinas, legumes, mo-
Ihospara todas as comidas, doce, ele.
Conservas francezas: azeile doce, alr.iparos, mos-
larda em po em frascos de 2 e :l libras, asperges,
ehoui, carrones, pelelspon, dioux-llcurs, raves, ra-
gouis de veau, de boeufet de homard, boeuf a la-
mode, petets-saucisses, boodin blancet uoir, pales de
lievre, de saumon de poullet, brochel, etc.
Beb,!,, : cognac, pal brandy de opl.ma qnali.ia.
de, vinho do Porto, vinho hordeaui, marca Pichn
Congoeville, o mais lino que lem apparecido nesie
mercado, vinho do Rhenu, marca Nierstemer. por
preco minio commodo, champagne marra Brurl.
foucher A C, de Mareuel, reino da Jamaica, de
ptima qualidade, abswitho, eilract de Pun h bilez
Jarope de vinagre, licor do pimenla ile horlclAa co-
racao dilo, marrasquino de zara, baunilhi, annisel-
le, etc. Participan) na mesma occasio aos amantes
do bom pelisco. que acham lodos os dias luncheon
de 11 horas em dianle ; assim como as secundas '
quinlas-teiras sallada de harenque.
Estabeleeimento
photograpliieo
Pelos ltimos navios rheaados do Havre se rece-
beram nesle eslabelecimenlo muitos arligos de hom
goslo, como sejam, molduras douradas ovaes, lisas e
ornadas, ricos caizilhos prelos douradoa no \idro,
quadros pretos e madeira natureza, lindissimas rai-
xiuhas de Iodos os lainanhos al um palmo quadra-
do, ludo conforme os modcllos mais modernos de
r"aris. A galera artislica se arha assim completa-
mente prvida, e os amadores que aprecian) um re-
trato perteilo podem approveiiar-sc desla oceasiao
opporluna para serem plenaroeule servidos segundo
seus desejos e caprichos. Os preces sao os mais m-
dico* e sempre mvariaveis. O eslabelecimenlo pho-
tographico se encarreaa de lodas as encommenrias
que se referem aos dilterenlcs processos da phologra-
phia e dagoerreolvpo com applicaro de piutura fina
e perfeilamente appropriada. Acha-se preparado
um erviro esjiecial para tirar relralos ero qualquer
casa particular daquellas pessoas que nao quizerem
ir ao eslabelecimenlo, como tambera de pessoas fal-
lecidas, l-azem-se copias de sitios c de todos os
raodellos e objeelos de arle nao s em daeuerrcol\po
acnilo conforme as maiores dimensoes phulographicas
em vidro ou papel. Tiram se relralos lodos os das
desde as 10 horas al a 1 da laide, horas as quaes
se adiam reunida as melhores condicOes de luz em
urna galena envidraeada appropriada a este lim. O
propri-lano do eslabelecimenlo approveila esta nr-
casiao para advertir aa pessoas que liverem de facer
alguraa encommenda para daguerreotvpo, que se de-
vemdar pretal era nao perder a nica occasi.lo que
ines he ol/erecida, visto que o daguerrcolv pista lem
de deuar esla cidade deulro deipouco lempo para se-
guir oulro destino. Lili sorlimenlo completo de
obras folheadas d'ouro, como escoletas, allinele,
polceiras, ele, ele. achara se a d.sposiro rios se-
nhores rreguezes, para collocar-se relralos em ponto
redundo. '
de Ierra
engeiiho
rio Paro
enseulio
ras : que]
Sanio, a
Ihcrmp f
Ve
de cures
Soulhall
Vel
Direila

mAmo tt rsnunm u^* nm i seteuibro u ssb
Ve idc-se ou Iroc.i-se por um silio meia legoi
e comprido e um de largo, uni'lcrjo"ri
Momhuea, (lisiante qualro legoas da villa
le Camaraaihe, prnpria para levantar um
mais meia legna auiiexa as memas 1er-
m a pretender dirija-se a praca do Corno
Iralar com o director geial Heurique tiui-
lleple.
ule-s luporior liuha de al/odao branca e
em nuello, para costura : em cas* de
Mellor & Cumpanhia, na do Torres n. .'IS.
ide-seciva uiatle as libras a 940: na ra
2, taberna.
CAL E POTASSA
Vend -ss.p.riassa di Rus-ia e amcriraoa, chegadl
nesles d M, e de superior .pialidade ral de Lisboa
la mais nova que ha no mercado : nos seus dei.o-j-
a de Apollo n. I A, e J II.
'i
los im n
GK
Atlcnco!;
Va roa do Trapiche n. 34, ha
su|ieror rape' Princeza do Brasil.
gado recentemenle
Cll
le
cu
'"' :

tic
- do Kio de
Janeiro, em qualidade pouco dif-
e do de Lisboa, ao passo que
ta apenas l.sKlO a libra ; a tile
iles que acabe, |iois a remessa
pequea.
*-' t ** .y u.-
'^? \*y ^ rjv

.0 s*y
$

i
A HOMEOPATHIA E 0 @
CHOLERA 8
nico ttatamento preservativo e *Z
curativo ilo cholera-morbos, 9
0 PELO DOCTOR <$f
^Sabino OlegarioLudgeio Pinho. #>
Segunda edicrao. S
A beuevolenria com que foi aeolhida pe- W
(A lo publico a primeira edicrao deste opus- (A
3g culo> esgolada no curio esparo de dous me- J?
s es nos iudiizio a reimpressa'o* lak
Cusi de cada eiemplar......1J0O0 Uk
Carleiras completas para o Irala-
menlo do cholera e de moilas ou- 6(3
Iras molestias, a..........30)000
Meias carteiras..........IlxlOO
Os medicamentos sao os melhores possiveis.
Consultorio central homcopalhico, roa
d*Santa Amaro .Muii.Io^iimi n. (i.
Ma da crazirsT
Anlonio Barbosa de llarros faz scienle ao publico,
que mudou a sua sala de barbear da eaia n. (rl da
ra da Cruz para a de n. .! da mesma ra; na 7nes-
ma sala se achara as mais modernas bichas de llam-
borgo, que se vendem aos ceios e a relalho, ealu-
gara-se, ludo mais barato do que em oulro parle.
Precisa-se de um bom amassador: no paleo do
Terco n. iO.
Pede-se ao.Sr. Ihesoureiro e aos caulelistas
em geral,que n3o pagoeraliim quarlo da 1.a parle
da l. loleria do rcrolhimenlo ria Conccirao de O-
linria.era que sabio a sorle rie rious ronlosloquil esla
assignado cora aa iniciaes de J. A. Cuuha, a quem
perleuce.
L'ma criada eslrangcira, que (em rie resressar
para a Inglaterra ueste mez com a volla do vapor
inglez Fyne e coja passagein ja ada paga, nflerere
osseusserviroa a qualquer senhora ou familia que
lem rie faicr a mesma viageiu : os prelcurieules di-
rijam-se ao Trapicho Novo n. 1l.
liolao fraocez.
Vende-se o verdadeiro rolao rancez
tanto in port;ao como a retaio : as lo-
ja dos ISi s. Joiio Gonealves Ferreira e Ma-
noel Jos Lopes, na jua larga do Rosa-
rio nsj 8 e 10.
ri.Tn' 2 ?fnam Vlll|e-"' nm e.crava
ria Cosli, bonita hgnra. ptima quilandeira. e un.
Bichas de Ham-
burgo.
JlPSVt rfe Meh" d llimburgo, a
ra eslreua rio Rosario n. I, rrcebeu-se pelo lii-
Tr- ,.V,n,,'laE"r0pa- "m "ande sorlimenlo
l^Z a r*000, P"r n,e,,os desse dinheiro se
poTa.ofcLUmPrar maS dB Cem' :'- Cada u
lfii"Vlnde"Se ".',"' f11"103 s" rs- ''>". a=u' a
V s7rmn:ii.',iH0:I?'fro',le "lalnzdaB'a-
vuiia.joct, quinado Hospicio.
noT y-'"'!*'? fkmm d'' rna ',l1 Corredor do Bi,-
dos a raur I"", 2 qU"M- C"W <""""< SZ
oos a tratar na mesma.
.ypndem-se 20 portas de janellas rie peito com
Mo^a'^Uarr,'.'^0 *-"" ^
SEtSBRMaSEl\ftnSO
^ a loa devintos Coellio, na W
::: do Oiieimaclo n. I!). O
Vendem-sencas serias lavrartas para ves- .{;
idos, dllai rie cores quadros escossezes, pe- f.
I" baiat.simo preco de 19000 o rovado, X
A for,e1S(le M*">iira de cor a ,-000 cada um
%E!!2!mtmm*t
Farioha de San-
ta Calliarina
CaelanoOnacodaCM., ao lado do Corp^sInT,
Bonecas france-
zas.
\ endein-se niuilo bonitas lioneras franeezsi, pelo
baratiaaimo preco de I3JS0 e l.N*0O : na ma do
UoMsiado, na bem cenhecida loja de miudezas da
boa fua n. :I3.
ya da boa f.
aZe"'lt''Se dlal> de 1ualros te honilos MdrM a
KM) n. o rovado, dilos liso* de bonilas cures a 7.11,
diales de mermo lisos com franjas de relroz de bo-
lillas cores a :;. dilos com lisiras de seda a Ib: na
ra do Oueimado, nos qualio cantos, lja ,lP ren-
da da boa fe n. -jo, defronle da loja de miudezas da
boa lama.
Kelogios de pateirte
mglezes de nuco, de sabonete e de vidro :
vendem-sea prero ra/.oavel, em casa de
AugustoC. de Abren, na ra da Cadeia
do Recife, arma/.em 11. .l.
l
1
'':$ da,w' """V"'". diales rie marin bor- S
m i i,,vell"'l- os "> ''"'"los qoe teem ^
Hedes de
pallia f..
tas no Pa-
ra de mni-
tosuperior
Rosto: na loja de qualro poitas, da ra
da Cadeia do Recife n. 48.
Redes de algo-
do tecidas com dot.s ios, eilas no Ma-
ranbao: na loja de qttatro portas da ra
da Cadeia do Recife n. V8, de Narcizo
Mana Carneiro.
aslhnia, p euriz. escarros rie iaosne, dor de eos
toSlSL*t0JFl!U* no eMV, coqueluche-
bronchite, dor na garganta, e todas asmoleslias
dosorgaos pulmonares. uds
"TA DAS BOAS (IllAL
dades lie uiuito barato.
\ciide-se papel de pe pode haver nesle genera a 3, i, ."i c (i^MXI a resma
papel paquete minio lino e Je muilo boa qualidade-
propria.nenle para se escrever por vapores para
turopa em consequencia de nao se pasar grande-
pones de cartas, em resmas, meias resmas, quera*
ue resma, ou mesmo em qiiadernosa SO rs., papel de
lint,,, verdedeirameatl almaro e proprio para arlo-
iV. i rt r(',nla "'''"a' peonas de ac de
Meode lanr, eonhecidas pelas melhores que "ha a
UBW0I calimba com I do/.ias, dilas sem ser de lu-
co rie laura, mas lambem muilo boas a (il) a r livi-
2S [HSt*t> dVzia de Upi '""lissimo finase
55, .00 e .ilMI rs.. ditos para desenlio a (M) rs. a
duzif, caivetes muilo liuos e de todas as qualidades
c preros, tinta ngleza muilo boa e barata: na ra
do Uaeimsdo, loja de miudezas da boa fama n. 33.
TAI XAS PARA ENGENHO.
Na fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o chafariz, contina lia-
ver un completo sorlimenlo de taixes de ferro fun-
dido e bando de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
achara-se a venda, por precio commodo e com
prompudao: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despera ao comprador.
Vende-se cm casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzala-Now n. 42, sellins ingle/.es, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e casticaes'
broozeados, rologios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio d vela, chumbo de rauriico, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Rclogios
cobcrlos e descoherlos, pequeos e srandes, de ouro
, ,i Pf '"3l"' de om dos nioll.ores fabri-
cante, de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
e oraras?Soulhil1 Mel,or o-SCJS
obeitores de laa hespa.
nlii s milito eneorpa-
dose grandes.
Vo^a'nl'rTrr 7Md vo.ia para a ra 4a Cadeia.
a1.rJmi'.C.'.'M,|"e",SOrl,Denl0 dc irdadoi comose-
?,.',.:? ro'" ""'ns,s' c""i.ho., peililho, .
\ZZnr?m',T' C,'"inhas e Plih";l.mbeiB
ara \Z2ftP>on'"""'" de "- "ores, eofeiles
[tu',' '?'.....,as f ? verdaderos e modernos bicos
rieluiho. naruariaf.adeia-Velha 2*, primeiro
Vende-se um bonito mulato de IS
annosde ,dade, p.oprio para bolcciro:
a tratar na rna do Vicario n. 51.
CassfiM protas para luto.
uZe"l'\S' T** Pnl** m"i,n fin" PfpHas para
dojS: h?'"'""> nreC le 180* vara': na rol
o yueimado, nos qual.o canlos, loja le fazendas di
ama? defron|e da loja de miudezas da boa
Refina lia do Monteiro.
No deposilo da ra da Senzala-Ve-
ban. II (i, vende-seassucar relinado de
superior q.r ilidade, de arroba para cima.
Lencos d cam-
braia de liulio
A 5'iO, 400, SOO. c. 040
NoTo'n" "a de :dl'ard0 WjFMUTM do Trapiche
l.er o, e riese"!!"",ln"M "a"lH, ,el"fi,(" de '>' "
Fazendas por
milito ilcitos do
sen valor, n
portas, na roa
(!o
l do (Uc.iiih
n.
JO.
Continaa-M a vender nesla loja o resto das riten.
da> ila leja da roa do Crespo, que foram animaladas
e se vendem pelos aeguinles preco :
Mariapolao eolrelino a -ifKOO, ;l>"e
Dito minio lino ile jarda
lilo mu,lo lanzo e muilo lino com 35 varas
Algodaozioho de ) Jarda*
Hito bom americana
Uiit.is de cores, bous padroes a 5J, :,->,V)0 e
(.orles de calca de casemira prela a .'ia300 e
Pilos de rllele de elim prelo superior
Bnm de hubo de quadros, o covado
Dilo (raneado, a vara
Pannos pretos e de cores a :i? e
Chile larsa france/.a, o covado
l)ila> c-lreilas de cores, o covado
Algodao a/ul mesrlado e de lialras, o covado
Corles ilo cassa elula
Ditos de dula larsa
Gravalai de seria de cores
Lentos de canea c dcclula, finos
:te5oo
ijNIIII
133000
3000
{Olll
(i^HKI
G9U00
:t: joo
(MI
3jvjO
JIKI
Ifill
lia'
19600
l'.tio
(lid
,-.IK]
Attcncao.
400, SOO,
Cada (no.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a rna da Cadeia.
Vende-se
cemento muilo novo, chesado em l de maio prxi-
mo pastada de Hambnrgo, por preco muilo em enn-
a vi.la da qoalidade, lano em porrlo como em
barricas e tinas : no armazem rie mileriiei ua ra
da Cadeia de wuto Anlonio n. 17.
Pianos.
Vendem-sepianosvcrlicaea inglezes, de elesanles
modellose Medientes vozes, fabricarios por um dos
maisaeredilartos autores, preciado na exposirSorie
Loja da boa f.
Vende-se panno prcto c azul, lino, fazenda muilo
l.ondresrn.7rmazen;''d'e,'K;rs;roI" ^SSTa^I && P!? V"a'*0 pel ,,llra"'si P'^ro de
panhia, pra-a do Corpo Santo K,PkW Com- MO o covado, alpaca prela milito lina i 640 e co-
, i '.i vairiiu aanio. vado, merino srlim. fa/emla {.. ,r _.i., _
Leioifios
mgezes de pa-
tente,
VENDE MIIIO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-se libras de ludias rie boa qualidade n.
50, GOe 70 I IftlOO, dilas muilo finas den. tOCa
120 a 18600, duza de letooraa muilo boas para cos-
tura a t?, dilas muilo lioa-e urandes a l?JIKla ilu-
Zil, pecnihasriehico eslreilo a 360, csllllhls com
mullas Iranre/.as muilo linas a KiO, raninhas com
II. nnvello. ile ludias rie marra malliaamo linas a
2HO, braceletes encarnados moilo bonitos |iaia meni-
nas c seuhoras a 2(10 rs., meias braucas muilo linas
para seuhoras a 2O 0 :lliO rs. o par, mcariasdc ll-
nhas iiioiiis-iino finas para bordar a looe lt0,| hn-
loes demailrepernla multo Bnospari ramisasa(l(l rs.
a srosa, boloes muilo liuos de aro para rabas a iS0|a
prosa, livelas douradas muilo finas para ra. as e rl-
leles a 120 rada urna, penles de hatea milo linos
par alisar a .MK) rs., peras de lila de ludio com li
va/as e niela a .iO rs., caixinhas com Blleles france-
zcs a iiii rs.. carreteis de ludias de 200 jardas de
muilo boa qualidade e de lodos os nmeros agOla.,
'."'C1'* r.....40 erampas e de muilo boa qualidade a
< >.. pares de suspensorios a id rs., lorcida< para
candan a 80 rs. a duz., carleiras de marro.iuim
para akiheira com molas douradas a 600 rs., cane-
las par., pennas de aro a 20 c 10 rs., meias branras
e erais, lazenda ramio boa. para hornera a IDO e 2U0
rs. o par. Irancinhas de laa de caracnes e rie lorias as
coro a 100 rs. a pecinha, penles rie chifle para ali-
sar, lazenda muilo boa a *HI rs. a duza, erozM de
boloes de loara piulados |iara camisas a 210, peca
le hla decs de lodas as lergnreaa 240e :I20, liuhas
brancas de carreleiscom IIK) janlas do autor Alcvan-
ilre lili rs. o carretel. Hullas prelas de meadinhas,
razenda muilo boa a 20 rs. a meariinha, carias rie
alluieles da melhor qualiriarie que ha e com 2."> pen-
les a 110, penles iberios rie balea para alar cabello,
razenda minio boa a 2? Escocia para meninos, brancas e ria cores a 210 e 320
o par, trolas de Bvetai para s.ipalos a .".til), caixinhas
enveriiisadas com palitos de rogo de velinhas de boa
qualidade a 120, dilas de pao com palitos de rogo de
boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 caix.uhas de
pliosphoros propiamente para charutos a 320
ClsISti muilo bonitos para bengala a 10 rs., sa-
I palinhos de laa para ciiauras a :|IM) rs. o liar,
tranceliiis prelos para rehuios, fazeuria minio
joa a 140, uesvinbaa muilo boas para denle* a
ion rs. Alem de lorias eslas miudezas vendem-se
Oulra. muilissimas, que a vista de sua. boas qua-
lidades e baratos uracos lem cansado admirarao
aos proprios compradores : na ra do Oueuna-
do, ua bera condecida loja de miudezas da boa
lama u. i.i.
v RA LOJA DA BOA FA1.4.
vemie-se bandejas randeae mnito linas pelo ba-
ralissio,.. prero de 39000, i000 e 58000 res, oru-
nwde armacao de aro rie lorias as sraduares a
BOU res, lmelas com armario dourada a IjOOl reis,
dilas com armacao de tartaruga a 18000 reis .lilas
coio armacao de bufalo a 500 reis, oculoseom arma-
rao dc metal braDco a 00 reis o par, lonetas com
armaras de larlaruna rom 2 vidros a 3.1J00 rei-, rl-
ros chicolea para cavallos de hornera e senhora pelo
harati.simo prero de N00 reis rada um, gravaUl de
da muilo bonitas a 18000 reis. bonitos alacadoies
d>rna|ini para rasara pelo bantissimo prern de
'.i res, suspensorios linos de borrarha a 100"reis,
peines inuilissimo linos para suissa a|500 reis.escovas
muilo linas para cabellu a filo res, capachos pnta-
nos compridoi e redondos a 700 e Ijooo reis, bo-
loes hnissimos rie madreperola para camisas a IJ200
rs. a grosa e 120 rs. a du/ia,ricas canelas para penna
de aro a 120 res, ricos porla-relosios a IN<00 res.
canas de metal muilo finas para rap a MI o 600
res, cscovas Bnissoaa par., unhai a .120, 500 e 010
res, cscovasirara roupa e cabello o melhor nnepode
haver a 19000, lr200. 18300 e 2o reis, pince.s linos
I '^LV :"" "'*' t" de '* Sirio.'......s
... 'JI ",as ,,e eab0 ''"> bi,l,llro inuiliss.raa
Unas a G8000 a duza, ditas linissimas de cabo de
nerum o melhor que pode haver a 15-3000 res a
aulla, camisas de meia muilo linas a 1^000 reis, ri-
cas aboluailuras de madreperola e mell para col-
ote e pililo, pelu barato preco de 500 e 000 reis,
liuisaimas navalhas para barba em eslojos de urna e
auas navalhas pelo baratissimo prero de SHH) o es-
tojo, candieiros amerirano. muilo bonilos proprioa
paracslHdai.lesoomcsinopara qualquer cs.ahele-
riiuenlo, pela boa luz que ria a commolida '>
le se poder pendurar ou por-K emcirai deqo.- W
mesa, polo barato preco de 5800 res, pa'laf
guardar papis a SOO reis, espelhos para paren
a.-marao riourada e tem ser dourada pelo har
mo prero de 500. 700-0 UpOM) reis, Qniaimas ,
ras canas par. rap a 28500 e 38000 res, papel
coies de folh.s pequea, em quarlo de resma d
baralo prec.o de 720 reis, e oulrasmuilsaimas ce I
sas, que ludo se veude mais baraio rio que em ouli I
qualquer loja : na ra do Oucimado na bem.conlie
ida loja de miudezas da boa fama u. 3:1.
I.AilYKINTIIoS.
>cndein-seleuroseloalhasdelab%rinlho. assen-
lario em lina cambala de liuho : na 'roa da Cru n
ti, prunoiro andar.
Pariiilia c mandioca.
Vend.;-sc superior farinba de Santa
Cailianiia, em saccas que tem um alquei-
ie (medida vcllia) por preco commodo:
no arma/.em de Novaes C., na ra da
Madre de Dos n. 12.
Vendem-se madapoloes linos e de oolros, com
um pequeo loque de avaria, a prerus muilo bara-
tos: na roa da Cadeia Velha n. 21, primein. andar.
A 5$500 a du/.ia.
Lonco, de cambraia de linho para alsibeira : na I vende i','," """.,";'U" ^"0,a--'e""io
rna do Crespo, lo|a de Adriano & Caslro 0. 16. "-"uc-M. Ulna roda de Ierro para mandio-
ca, e urna prensa de madeira tamben) em
multo hom estado, para a tabricarao '
lamina. *
os melhores fabricados em Inglaterra: m eaa de
lleiirv l,ibsou : ra ria Cadeia do Reciten. 5'
Sorlimenlo de razenda. novas, boa e barata,
na loja n. .*) da ra da Cadeia do Keeire.defronle d
ra da Ma.lre Dos : chicas de cores lixas, e bonil...
padroes a USO, 1S0, e 200 r.. ., covado, e em era a
6, .0100, b-800 e 78, dilas larga, e tmSmSm^
cezes largoa de novos padroes a 210 o covado, c.irirs
ilJu?*",; "," ',,e CreS i,',i"la'* 7 varas .
I88W, dilos de barra par. acabar a 18600, chale.de
mermo pequeos de barra a 2?, CIHU francezas de
core a KM) c .HHI a vara, cassa para babadosa 200 ,.
a vara e IjbOO a peca, chales de merino lisos muilo
linos rom rraoja de relroz a 5#\ dilos borriado. de
matiz a Sj.ditos bordarios de urna so cor muilo li-
!.lu111",.'J',osdecl'all> c"> bs asselinadasa
h->>00, selini prelo inaco proprio para veslidos ,
cneles a 2.3 o covado, orles de seda para veslidos
Soslos moderno, a 20; e 30, grosdemple prelo, su-
perior qualidade IgNOO, 20 e 28100 o covado, len-
cos de cambraia de linho bordados a 5?, dilo. a imi-
tcao com bieos largos para mo de senhora a IS,
ri.los de seda cora estampas das batalhas da Crimea
rs. el;, panno rie linho fino para lencoes cora ->
vare, .le Urgura a 25100 a vara, peca, rie silecia lar"
ga de puco lido, lina, com 2-S v.ras, prnpria para
camisa de senhora e loallia.de labxriulho a 16
ditas de brelanha de linho, lina, para" o mesmo lm',
com 10 varas a peca a 7?, colleles de seda em cor-
le.a 28, casemira prela rie boa qualidade a 23 o co-
vado, paono prelo e azul, lino, a 3>600 e la, e muilo
superior, appiovado na exposivao de Paris a 7s sra-
oa,|u'""Sa^b0",'nV' l5, l,r"" de in-rtrinho. J,
pililo, a 200 o covado.rorles de brim de puro linho
padioes iiileiramenle noves para calca a 39900 pe-
as rie panno Je liuho li,, com 12 l'[2 varas a 8>. I
riilas rie llamburto lino, proprio par. ceroulas, fa.
Ihl.01lenco., a 10o. e I lS a peca, ma-iapoloe. rie
boa qualidade de 2o500 ate 8-5 a pera, coberlore. de
algodo, grandes, minando 1,1a ., I20o. e dilos d. da Ballia.
laa a 28. sa.as de canoUo para senhoia a 3c. e dla
horriarias a 5, e oulras muila. fazenrias, que a di
nheiro ,i,ia se vendem por baratissimo preco, i
d.1o-se amostras.
camisas francezas.
Na- loja da Eslretla, ra rio Ouoimado n. 7, ven-
uein-se camisas Imncezas final e rio ullimo goslo,
pelo haraiissimo preco rie 28300 e 38000cada urna, e
alpacas de seda a lito o covario.
Aos senhores de engenta.
No becco rio Oonralve., armazem de Jos I luirlo
venda-* a verrtadeira rarinh. gallega, em meias ba
rica., por commodo prero.
Moinhos de v
j coi .umbas de repuio- aehai-
xi. rie capim :_na r.inri Bowman
. o., roa do Brum ns. fi, 8 e 10.
Na loja das seis
portas
tti frente do l.ivramciiiu.
ran:al'1.aV!.e, rr? l""'laS a Seis vi""n'- '"'" '"""
cada, a meii pataca, riseados de Ir, palmos rie la-
go proprios para roup, rie prelas a seis vintn, o
covario por calarem molhado. ria cl.uva e agua rtoce
rea V'0 P?5* e",'arn'",* om flor ama-
relia i duas pataca. ;'da-,e de ludo amostras, levan-
Sue" fi?" ,,e"hr qUC Cubra >alur d0 1 .
No silio denominado Chora-.Menino
Perfumaras de
bom gosto.
Na toja da boa rama encontra-se sempre om rico
s0rl!me..... ,1e psrfumaria. de lorias a. qoaliriades,
sendo seu auloro roeli.or que ha em Par., riqusi-
mo- frasco, rie e.lraclos muitissimo finos, pelo barato
>r*.i de IjMOO. |300, 28 e 28500. jarros rie ,Krel-
laua delicados e de modernos uoalo. com banha fran-
'a ruil| .j. fraM,og Cua ewtencia d, Irua
'-i', paos de pomada franceza muilo boa a 100 r...
'>'> pequeos e grande, da verdadeiro oaSM d>
uilo.i.a do p,e, a 180 e 1/000, abnele, finos e rie
'"'rus qoall-faecf.pos para rienleso melhor que r.
'""'; "ra. muila. perfumara., qoe M ven-
heeil '/"": "" "" uOuelm.do, bem c-
iherida loja de miudezas ria boa fama n. 33.
y
purnamhiicana.
rht-in a, -u "' >? "' /"""'<. m .halaren.
I.Vlioh.f R J ""' prreorie
i-iouuua arroba, encauotadas, averlind. .. n. .
menor SsnMIdada qoe .. veude relX fcJ'ite.
arroda, e sendo p.,s a v, ,M,ltm "
C Kecire n.^,. '^r^TS ZStm-
Vinho do Porto, superior eliam-o.
fcm raixis de 2 duna, e em barH, rt, -n-JL __
rentemen.e edegado pelo brigoe ,Trov?dorV**'eno4
IECHAHISIO PARA ElfiE
MHO.
NAvm\!mI),a0 ,)E ferro >o une-
MILIRO DAVID W.BOWMAN. M
5arM)0 BRUMl PASSANDO O oHA
ber : moenriase m^^ZT2 li'*" '"*'-
coostrucrao ; (aixa, de ferro, nnddoT71SZ
superior qualidade e de lodoso, l^.i. V
den.arias'paraagua ou ^VSftiS
coes; crivos e borca.de orn.ldae'tSZtZ T^"
eiro. aguillies.bronzes,pararu.ose..itL-
boa de mandioca, ele. eP",lu*os e "Hhdeo,osoi-
NA MESMA FUNDICAO
.e exeruiam todas as enrommenda. con. sjjMm
Xarope do Bos-
que verdadeiro
agentes no Rio de Janean os Sr."X ?""
nh.a, ra do Hospicio n. 40 na boli>. riAsS^'*"
signado, que garlle ser verdeo ***' -
Barllrolomeo Kranris. o de Sooza.
Em casa re ti. O. Bic-
bcf& C, ma (HiCVnv?
ii. 4, vender
AJgod&O pm saceos de aituuir.
Dito Iraneado pa,a ditos, a m**,*,
alna. ^
Lonas.
Brinziio.
Perrada Suecta.
Arcano para purificar o asu< ai H ,.,-
MO do Dr. Stollc. com o methodo em
'"'(jua porlugut-za.
BlUN(:Bsa(le N. O. BiImt
^/S* -'. r,, 'h Cruz n.
4, vende-se
I'uiio^J-* das urt.A^reslahn.- .!.,
i eoe moderna eonMnia;ao.
n. O. BpImt
Cruz
n
CV
^i
-:.-:
nesla
Jos
AVISO.
Faz-se preciso saber se existe
piara ou em suas comarcas, o Si
Joa<|uim Leite Bastos, o qual consta ter
tomado estado com urna senhora viuva
lazendeira: roga-se ao mesmo senlior,
ou qualquer pexsoa que do mesmo tiver
conhecimen), de se dirigir a' ra da
Cadeia do Recife, loja n. -H.
ao muco.
IVo armazem de fazendas baratas, ra do t?|
Collegio n. 2,
vende-se um completo soriiment de fa- 1
zemlas linas e grossas, por mas bsalo M
procos do que em oulra qualquer parte, ^
I tanto em porces como a relalho, aflian- M
?3 fando-se aos compradores um s prero S
% para todos: esle estabeleeimento abrio-se "
jgj de combDarao com a maior parte das ca- 3
^ sas commcrciaes inglezas, francezas, alie- S
B mos e suissas, para vender fazendas mais *f
S em eonta do que se tem vendido, e por isto jw
M ollerecem elle maiores vantagens do que 9
M outro qualquer; o proprieiario de?le im- B
S portante estabeleeimento convida todos X
y os seus patricios, e ao publico em peral, H
| para que vendan) (a liem dos seus inle-
m resses) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da roa do Collegio n. 2, deAn-
&
Paula i\-j Santos e .Manoel r"o Sanios pja|0
admini.lradore. Horneados ,i roatai illida d- Uiaoel
Jiuqom Alvaa Pilomba, aviiam rio.j,. nnborea
credores, quc devem ipreaeolar slaiatiTliTos al o .lia
6 de seteml.ro, na ra do AmoriA) n. 48, escriptorio
do laua^V santos, afim .le seren conferido, e fa-
zer-ic o dividendo do liqoilo da mesma m.ssa, nao
podendo. depois desla data, seren altendirias quaes-
quer reclainacoe..
Jopo Corma de Carvalho, com loja
de alfaiate na ra da Madre de Dos n.
", precisa de olliciaes, tanto de obra
grande como muida.
fampr:*8.
AVISO
Compra-se para urna oneoir.menda na
ra da Cadeia do Reeilc n. 7, loja de
Anlonio J.o|>es Fereira de Mello xx; C.,
um casal de pavees que sejam novos, pa-
ga-te bem : a tratar na mesma.
Compram-se apolices ria riivi.la provincial ; na
roa das Plore, n. :1T, primeiro andar.
Compram- be : na ra larga do Kusario n. -J loja.
Compra-se calcado de toda a quali-
dade, agradando o pceo: na ra Direi-
ta n. 4$, loja.
Comprnm-se vaccas qoe eslejam paridas de
prximo : na ra da Aurora n. i i, ou aununcie.
Compra-se um sobrado que eja ren.loso c em
boa ra : na ra .lo Collegio n. B, primeiro indar.
Compra-'c um joo rie riiecionarios perlnsnes
e inglez e ice-veras, por Vieim, frmalo grande, e
dc ediccao moderna : quem livor aiinuncie para ser
procurado.
Compra-le papel de peridicos a 33000 a arro-
ba : no pateo do Carino, quina da ra de Hurlas
n. -2.
Cnmpra-'c os estatutos da caixo eronomira,
seja desla ou de qualquer oulra provincia : na li-
*rani_n. > e 8 da praca da Independenrii.
mm$<&.
Manual cleftoraS
Vende'Sc o manual eleitoral, coicndo
reioseedca',al^<'n^ri0lC"",V0 d M"c'' cnm ""
M^rr.:daPCadenrV,SlOUdCOd,C"d"Sr-
mercado, a qu.d peg, 230 feixes de capim n'iha
tr22* SMe' dCfrm"e ""'"acalque
se esla cdihcando, por prero commodo.
e -7)e'tantCo"einU,|",le.,rP':0 Cm '" '"i""" ,le frel,!
rnfrio .Vi r .'d a,,: a caml,0d do Kel.ro, na
'":"' a' Sr. Jos Joaqun) li, Fernandos : a Iralar con \n
lomo Pereira Mendos, ra da Praia ..."
Banco e ferramenta
naa"e,.Ve,,de-Sebara,0:a-^al.raia
-- Vendem-se dous carros inotezea rie i r,.
a lei regulamentar das eleirnes,
cielos e decisie.s do governo por
na livraria ns. (i e 8, da praea
dependencia.
tt ra Nova n. 4, a heiro ou
fe! prazo: a Iralar na mesma. :%
AVISO.
xi fe n Anton -opes Pereira de
Mello 4 C, ..a ,ua da Cadeia do Hecile
n. 1, conlinua haver nm completo sorli-
menlo das ja" bem eonhecidas velas de
carnauba do Aracaly, por p.e.o com-
modo, cm porraooii a relalho: a tratar
na mesma.
aZEttJfti^Tlr zz
STSeT EJt f "Te,,as w* ME
ruto, des. I-elix, chegados ltimamente da Baha.
Em casa dellahe Scnmettau&C, ra
da Cadeia n. 57, vende-se :
Um grande sjorlimenlo de vidros de cs-
|)('lllO.
de patente Lngle
latente suisso.
Vende-w o sitio com casa rfe sobrado do falle
cirio Georse Kenworlhy, 110 lusarde S.Jos do Uan-
gumho, com arvoredos do fruelo e mais bemleitorias
que nellc se acham, sendo as lenas do referido sitio
proprias : qnrm o pretender procure em raa de Sa-
mu-.i I .Johnston S Companhia, ra da Scnzala No-
AGENCIA
Da fundicaeLow-.Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelccimentoconlinia ahaver um com-
pleto sorlimenlo de moendas e meias moendas
para enj;enho, machinas do vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dito. r
Emcasa de M. Calinonl & C, piara do
Corpo Sanio n. 11, ha para venden
scguinle :
Taboado de pinho, alcatrao e pixe da
Suena. *
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
ludo muitocoinmodo.
Para as seuho-
boffj o
ras
barato.
PABATIMACASM
TRICOPHEREO
Ou composicao' medicinal do profes-
sor A. C, Barry.
Tira caspa, at ereseer o cabello, e lem entra*
muila. apphcacoes. qilu ,10 ro,,res(o te ver, e agua
para Ungir o. cabellos, ludo por mdico prejo : na
ra estrella do Rosario n. -2, loja de barbeiro.
e os de-
I 280:
lli' ^ I elogios finos
i Dilos ditos ile
t j Cornos de ;;r.i
2 Emilias seccas
1 Vinho do BJll
I Conservas al i
dades.
I udo porprer
em {j.irrales.
losiijierior.
tentaras de
ointnodo.
boas
MUTICS

' rendi>m-sfi sellins com perionces,
nte inglez e da melhor qualida-
ue tem vindo a este mercado :
armazem de Adamson llowie
.ruadoTrapichen. 42.

iadln wi t V pe.n'*S "e larlar"-' Pira atar ca-
bello a 4*300, Iliel de seda rie cor,, mailiolmo lio-
'r V"'a r1r'^."'-ds de u,u a um a'"'. pelo barato
preco de laNim par, lencinhos de relrz dc lodas as
cores para seuhoras c meninas a I?, louca. de laa
ara senhora e meninas a .300 rs., camisas de meia
para enancas ale a i.lade de um anuo a :>1K) r~.
ne.as brancas de algodao para senhora muili.si^o
inei a .MXI r... dilas brancas e prelas rie seda o me-
lhor que se pode encontrar a Aje V.0 o par, rica,
caixas para guardar joias a HtKI rs. e 1, caixa, min-
io ricas con. repartiinenlos nicamente propri.i, para
C,Z,u?''|,el" l''"'ali's'""' l'r<,r." de 2500, 38000 e
15.(11, travest de verdade.ro bfalo para prender
c mellos, pelo baralissimo pre-;o de 1>, dilas de lar-
lar, isa a 38500, riro. leqnea com pinino, eespelho, e
P'uturas hn.ssimasa i>, penle de bufalo muilo linos
para tirar piolhos a 500 r,., tesoaras linissimas c de
lorias as qual.riartes, ricas (raneas de seda de todas as
crese larsuras, ricas lilas,le seda lisas e llvradas
de odas as largura) c cores, bicos dc linho linissi.no,
ne nudos pudines e lodas a, larsuras, .cas Iranjas de
alsodao brancas e de cores propr.a, para cortinados,
o oulras mu.lissii.ia. cousas que lu.lo ,e vende por
lao barato preco que aoa proprio, compradores ser-
vir, de admii.ic.io : na rna do ijueimadn, .... bem
conher.da loja rie miiirie/.as da boa lama n. 33.
Para os i.amora-
dos.
Vendem-se fllias de p.pel mnilo bonilo, proprio
para corrpspo.i.|encia da uamorados, pelo barato
preco de JO, t>0, 0 e 100 rs. : na ra do goeimado,
na bem conbtcida loja de miudezas da boa lama
o. 33.
vado, merino selim, fazenda superior para pililo, a
IJbOtl o covado, canlao prelo muilo lino proprio para
venido, a I? o covario, setim pelo macao, fazenda
superior a 28000 o covado, srosrienaples prelo muilo
lino para vestido a 25 o rovado, superior sarja prela
hespanholaa 28240 o covado, rnnreza prela muilo
lina a NIO rs. o covado, corles dc colleles de sorsu-
rao de seda, fazenda muilo boa a 23, cortes de fus-
locs de bonitos padroes a 610, brim trancado branro
do poro linho a lj e 18440 a vaia, briol trancados
' .nrM rte mui, bonilos padroes e de puro liuho i
I;il) a vara, dilos dilos lambem de hondos padroes
a Kllll r,. a vara, dilo trancado pardo tambein de li-
ndo a IAM rs. a vara, dilo liso largo a ]480, Ranga
am.irella- lisas c de quadros, fazenda muilo .uper.or
a 320 e 380 o covado, dilas de cores escuras de u-
tiros e lislras, de muilo bonitos padioes para ralease
palilosi (00 rs. o covado, corles de calcas de bonitas
cascmiras de alsod.lo, pelo barato preco de lol-tt
brimz.iihos de qoadros de puro linho a 210 o covado
panno rie linho muilo fino a lili) a vara, pcilos mui-
lo linos para camisa brinco, e dc core, a im) e .500
rs., camisas de meia muilo linas a lj e 19120, luvas
prelas de toreal para senhora, fazenda n-uilo supe-
rior a HUO rs., ditas dc seda .le todas as cores para
homem e senhora, pelo baratissimo prec/i do Ijaio o
par, dilas dc lio de Esencia para meninos e meninas
a iOO rs., lencinhos rie lilcl muilo bonitos a t.--, ricas
gravitas de seda prelas e decores a lj>, meios" lencos
pe seria para grvalas a 00 rs., riilos pretos n.ailo
bous a la, pera, .le cainbraias rie .lpicos com S va-
ras e meia a 39200, e 440 a vara, ditas adima.ca.las
muilo boa, para cortiuados a 12?, cambraia lisa mul-
lo lina com urna vara rie largura, pelo baralissimo
preco de .'diO a vara, lencos de cambraia muilo lino,
lodos brancos e com barras decores a :I0II rs.. leocn.
rie chita trncese! muilo bons a 400rs., chales "rie
alendan de cores de bonilos padroes a SOO rs., risca-
rii.ihus muilo linos e rie muilo houilos pariresa 160
0 covario, lilo .lo linho liso muilo lino i )) a vara
dilo de llores i 18280, meia, prelas de seda para sc-
nboia, fazenda muilo superior a 250 par, dila. bran-
ca. muilo linas a :ij o par, dilas brancas de alsodao
nuilu lina, a 2() c 320 o par, dilas brancas muilo
linas pin meninos e menina, a 240 o par, e alera de
ludo i,lo oulras muili.sima, fazendas, que a visti de
sua, boas qualidades c baratos procos, he que oa se-
ohores frecuezes, amigos do hom e barato, conhec.s
rao o que he pecbinohi : na ra do Oueimado. no-
qualro canias, ni loja de fazenda. da "boa feo.22
dclronle da loja dc miudezas da boa fama.
I m rico piano d Jacaranda, de om rio, mell.ure-
e man acreriua.^s autores .le Parta : vende-se na
ua da t.ruz, annazem n. iO, no Kerife,
Vende-se umeavallo rusto, bonito e
anda bem em carioca : a tratar no sitio
denominado Chora-Menino.
Venriem-se suecas grandes com leijao molal-
nho muilo novo, e por preco commodo, latas com
"leo de ricino o nielhnr que ha no mercado a 360
a libra, e em sarrafas de I l|2 libra a (SOO r... ludo
na ra do \ gario n. 3.
Na ra do Crespo n. lli, continan.
a estar a venda asmis superiores toditas
de puro linlio que tem vindo ao mer-
cado.
Vende-se a laberna sila no becco do Campelo
u. i. c na mesma taberna lambem se vendem ar-
marios propuos para laberna, I mninho de efe,
Anem
Em cusa C'., ritH da
Miilc-se
Cemento romano.
Paralo.
Vinho deMadeira c nllramar.
Lii mem riVT "" fi,""d l,nde"- <*"* oll.sa.
XAROPE
DO
BOSQUE
Ko tran.fe.ido o deposito deste sirope na a I
Oca de Jos da Crur Santos, ni ro. No\, n 53^'
girrafa. .jOH, meia. Maono sen.t. r.il .'il!
POTASSA E CAL YIR6HL
dT r Tbem cnnbecido ^p05'10 *S*
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ba para *m-
der anulo superior poussa di Russia, di|i do R
de Janeiro e cal virgen, dc Lisboa em ped". Indo
i precos mimo favoraveis, con os quaes arar
dos remadores salisfeilos.
3*ct*t>0 rwg*>.
com correte, ludo a Iralar na
relogio de ouro
mesma.
NAvalhas a contento.
Continna-H a vender aSjjOOO o par'preeo r.ioi a.
I bem eonhecidas navalhas de barba,felas pelo h-
bil labricnle que ha sido premiado em diversas ex
posones: vendem-se com i condirao de nao agr
dando poder o comprador devolvc-las ale :10 riias
depois da compra, rettlloindo-se a importancia :em
KcciuVn Ib'*'0 C' dC AbW"" na rua da C"1ela d0
Vinhodo Porto.
Vende-se vinho do l'orto muilo fino, em barris de
quarlo : na rua de Apolla n. 10, armazem de ai-
sucar.
Ao.enlou-se ria ca.a rio abaixo asima. a
m.ngo : riaSo. om u SS^LZ^
niade rie Ir i ma e tres ai.no, he baln rom a. n-r...
LUYAS PARA HOMENS SE-
NHORAS.
\en.lcm-se superiores lova,.le;pellica muilo novas
para homem e senhora a l;2S0 reis o par, .lilas de
seda muilo boas e sen. dcfe.lo alcum amaiella,, pre-
las e brancas para houiem e senhora a MOUO reis
0 par. dila. prela, de toreal muilo boas a KOI) reis o
par. dilas .le lio de Escocia brancas e rie cores para
homem c senhora a 00. 500 e 000 res o par .lila,
dilas para meninos emenina, a IOO reis o par, lavas
.le ..cria ricas de lodas as cores e bordada,, com
guarnirn, par Mnltora a tSflUO0 38300 reis o para
eonlriimais qualidades de luvas, indo na rna
do U.ieiin.irio na bem conhe. ida leja de miudezas de
boa lama u. 33.
Cal virgem de Lisboa, rliegad: no bri -n
-Con-lanleii : no, arma/ens rie Foasaea, Medeirus &
l.ompauliia, rua do Trapiche,
Meias (le laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias pretas de laia paia
padres, pelo baratisiimo preco de Issiio o par na
ma do Queimado, na bem conhecida toja de miude-
las da boa fama n. 33,
Veuile-secaldel.i.boaullimameniecliegada.a.-
siincomn|.olassadaKussiaverdadira:napraeado
Corpo banto 0.11. *
Agua de Seltz < limonadas ;a/.osas.
'. endem-se na rua da Crur. arma/ein n. 10 lio-
nas machinas de p.r em cima .le me-a ou spparador.
para Tazer agua .le SetU ou limonadas sar.o.as, a lo-
ria hora que se quer deslruclar eslas laudaseis hebi-
llas, boje lao preconi,adaspnr lodoso, facultativos
5ao de nova o venci que agora appameu em l-a-
ns, bem como os in^redienles necessario.que se ven-
comino!!, me"na',Dcllina-- '"do por preco muilo
RTAS FIMSSIMAS PARA VOL-
TARETE.
\ endem-.e superiores carias Trance/j, pa, volt,
rete pelo baraUstin preco de SOO rs. o baralho ,
na rua do Ooennado, iih bem conlicrida loja de miu-
de/as da boa faina n. .1.1.
Cal ile Lisboa
nova, e polassa
superior.
rtissiana
O drpo.ilo de ral di roa .la Cadeia rio Kecire n
iO, acaba de recebar pelo ultimo navio de I isbna
barris com cal nota em podra, assim como dilo. rie
polaisa roisiana de superior qualidade, sem exagera-
cao a melhor qoe lem viudo ao mercado, rom cuios
arl.gos os .endure, de engenho podem sem recelo
larer liom a.sucar, em qualidade, peso e otrora e
o, vea le por preco commodo Anlonio Comes da Cat-
aba e Silva, u. rua Oa Cadeia do Kecile, loja ,,. 50,
.terrnlo ria rua da Madre de Dees, havenrio neste
deposilo um reslo de barris com cal da safra pista-
da, que se veudem por barato pre^o.
MELHOR EXEMPLAR
13 e la sera' Bracadn.
Jos Jeronymo Monieiro.
AVISO.
CI.NCOK.NTA Mil. REIS.
de io.de !l a 2-, auno., pooco m,h ^ "?
o. signae. segoinle, : rosto eompndo e deS,lT
cor lula, cabello cercilhado, olho. ..m .S;
eamorlec,rio,,bee,srotto,i WDO L>g*g"*>'
gro.so que encobre a ralla que lem aTVZL*
cima, ralla um pouco alrapalh.do devil rlT. T.
denles, pooc barba e rala, e bniode. i ''U *
wqoerd. junto ao dedo mnimo .ma -.u?- U* 5"
y saludo, a, ...dea. um pouco rST o"""
lar lem um cei.o par. lado, cadeir^!,, *""
("ja lina, pe, ap.lli.tario, e um SS?ag.y-
calca rie algo.lao a/ol de.boladn ..1 *?* : """
".cario, chipe, rie peih ^2 oiltem "T* *2S*
. cosluma embra2.'r-s. t*2L 2 Z"S?*!'-
ronvmo V.lella e do Sr. hr ^- 5* r' H~
"-ro. lonseca, .am,^nE^^^^-
ler llamn : o aha xo j- ? A'&ort r.-
to. aril.Bc. nero."^,,. L^^JH^^
le.-l em sua esa, L*T'e~ter
seaonrio andar, ou r ,"?f" "^-V"* ':.
BasSSSSnTS
i ,B enram.i.has.e, ou qoe eslea -~ "
! ta locar : roKa-,e por.an.o 7Z, -*?
>;: gral-lica na a do yoe.m.do ^,^SSS^
ch.il do co.pe. cor lui.. SSS gret," "S""-
empinsem no roslo, p,i|, p*,urilm> r or!J,''T
auma, cica n/e na, eaola*, lem um pe a rirnTm.i.
fONOsde ber, ..pela ; levoo c.miM^de K '
nho.um ve.l.dodeclui, encarn.rta. oulro de7,'
I.,,,. ano prelo. lem ,id occuruid. em^rV.eo V.
roslobl, levou urna caneca. |.e',,r \ZTmS
occi.pe em vender a;:,... quando (o.r trZd.V.
me anriar pelos arrabalrie, de,,. ','"] *> e..oa podera- peu.r e lev.r ao^e.V,,?"'?,":
Campos,, roa da. Cru.es n. 10, r"^^!!
I'ERN, TYP. DBM. F. DBL[lT~tr


v
'"


Full Text
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