Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07523


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Full Text
V,'
W
Anno XXVI.
Quarfa-feira 51
PABTIDAB DOI COBBJriOS.
fiolanua Parablba, segundas e*eitas reirs.
Rlo-Grande-do-Norte, quinta* feirts o meiu-
dl*.
Cabo, Seriuhaeni, Riu-Formoso, Porto-Cairo
e Macelo, do 1.', a 11, e 21 de cada mex.
Garanbun e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-Vltta e Flora, a 13 e 28.
Victoria, squlntaafeira*.
Ollnda, todoi oa dia*.
Paisaa tu tn
Ming. a
Aova a
Oesc. a
Chela a
2, as3h.e38ra.dat.
9. oi 7 in. da i.
16, as 4 h. e 12 m. da m.
24, s 3 h. e 4 m. da ra
* di won.
Primelra aa 10 hora t
Segunda ai 10 horas e
6 minuto* da tarde.
30 minuto* da manbaa.
) Julho de 18110.
N. ICO.
rnrqoK da avmaa.tr<}lo.
Portresmez.es (*ii*tadai) 4/000
Por seis mezei a 8*000
Por uhi anno l.yooo
'A.
?9 Seg. S. Olaro.
30 Tere. S, HuBno. Aud. do chae, do. J. dal. v.
31 Qiiart. 8. Ignacio de l.oyolla. Aud, do J. da
2. v. do civil.
1 (Juiit. 8. Pedro ad vincula, Aud. J. do* orf, edo
ni da 1. v.
2 Sext. Nossa Senhota doa Aojos. Aud. do i, da
1. v. dociv e do dos fciioi di laaenda.
3 8ab. Invcncod,* >s. KstevSo. And. da Chae,
edo J.da2. r. ddrimr.
4 Diuii. 8. Uomldgos de Guarni.
A>l
OAJtBIM M 30 X JLHO
Sobre Londres. 277,27 e1/ J. por 1/000 r, aMdlai,
. Parii, 346,
Lisboa, 100 por cento.
uro.Oncat hespaohncs......... 29/000 a 29ftKW
Moedas de 6/400 velhas.. 16/300 a 16/700
de 6/400 oras.. 16/100 a 16|2l)0
de4/000........... 9/100 a 8/200
PrtU.Patac8es m-atileiro*...... 1/6) a 1*980
Peso* columnario*....... l/'&O a 1/J70
Ditas meiicaao*.......... 1/800 a 1/B2G
.^K-HWiSagB
PARTE OFFICUl.
HIMSTERIODO MPEIUO.
EXTI1ACT0 DO EXPEDIENTE DO DA
DE JULHO.
A' lllma.cnmaramiinlcipal da corle,dcelsran-
.do.se que nao lhe he permluido mandar solirr-
ftar na execuco do* lulo de infractor* de
posturas larrado* por seus Aseara, aob qual-
qurrmolivaoupreletoque*rja, neui lopou-
co luanda-los reformar antes de oslaicr ajiii-
*r, *eja qual for o derrito na materia da autoa-
cio, por lhe ser tal arbitrio redad pela natu
rexa e estensao desuas attrlbuicoci.
MINISTERIO DA FAZEWDA.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 25
DE JUNHO.
Ao inspector da alfndr|a. pira mandar al-
llriar da inirlta o capilo da galera franceta
Imperad.* do fraiit, de que so consignatarios
Arrlal Irmos C, visto que, pela Infonnaco
esarada no documenta n. i, *e inostra que o
volun.es cflectivamenle entrara ni ersl.tem na
alr'andrga, aocrescendo nao barcr pran liml-
tado para recurso de multa*, como se decla-
rou rm ordein de 17 de marco do anno passado
A' thrtourarla'dn Kspiritn Santo, rrspon-
de-se ao ofnclo de IB de abril, em que propdr
as irgulnlrs dueida: I,', se trocando se urna
por outra duas proprjedades foreirii em terre
nos de iiiariiiha* drvem ambas pagar laudrinio
ou te jmenle do excrato do valor que una ti.
ver sobre outra, ou te trndo Igual valor jir-
nhiiin laudrmio pagaiu ; ? se a licenca con-
cedida para a renda o rscambo c traspasar
dftsaa propiedades est compre hendida na
disposicao do art. 46 do alvar;r 1061, e ilerer pagara*novo* dirrito do 44 d*
tabellada le de30 de noveinliro de 1841 ; qne,
qu nto primrira, Aeanpre se deve pagar o lan
drmio de urna e outra propriedadr, quer tc-
nliam ou nao igual ralor, assiiu o determinas
ord.,liv.4, til. 33, princ., qual nao fax disllnc-
cio ; quanto a segunda, as lieenca* estn sn-
avlio de II de fevereiro do anno de 1848 com-
municado a esta pagadorla em ofnelo da presi-
dencia de 15 de m.ircn seguinte pelos precos
dos genero* em conformldade do* decreto* de
4 de Miembro de 1828. quantldade* e espe-
cie* no nieaino decreto declaradas, e hem as-
lin do decreto de 24 de uovembro de 1830,
siodo em coosequencia a medida dealquclre
a, do Kio-de-Janeiro que he ageral do Imperio,
a nesta provincia canUeclda alqueire ou medl<-
da nova.
GNEROS.
Farlnhademaud
diuca .
Carne fresca.
Carne secca.
Arrox ....
Toucinlin .
Sal......
Lcnh*. ,
Feijio. .
|l.* ripele. .
2.* especie. .
Termo medio I
reculado dia-1
riameote .'
[Pao par* doen-)
tes do hospital)
2/000 alq
VW0 arr
31840 .
1/840 .
7/000 .
9/U00alq.
1(140
I lib
Irt .
4 0119
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50
60
0
4U
5
M
235
240
iMa'/.a.
80
Forregent.
Mllho 1,280 rt. o alqueire 1,80 de al-
queire a
Caplin, IU0 i. o inolbo.dou* inolbos a
4Mta* ao i'llo f,x do a rt. 2 do rrguUiuentn de
li de abril de 1844, por ereni duriiuirnlos que
seieindrapreteiitar para prodiixlrein o devido
ell'eito, isto he, pai*ar-se a eicriptura.
GOVERNODA PROVINCIA
EXPEDIENTE DO DA 22 DE JUI.H0.
Olftcio.Ao eommandante das armas, intei-
rando-o de trr o V.xn\. presidente da Parahiha,
cmninunlcado que > alfrres do quinto bata-
Ihao de fualleiros Vicente Ferreira Lima, que
c achara naquella provnola nm licenca, u-
gulra no vapor Pmrtenn a reco!her-*e ao rr-
perlivo batalho.
Dito.Ao momo, para que mande aatenlar
praca como voluntario, rm un dos corpns d.i
guarnico desu provino)* ao paisano Sererla-
no Leonardo de Snuxa, que foi julgado apio
pela jnnt de sade, certo de que tein arbitra-
do ao mrtmn paisano a grallficaco de 120,000
reii, sendo 30,000 ris pagos A vista, e o rrsto
em preslacpri mensars de 10,000 ris.lntelli-
genciou-*e ao inspector da pagadorla militar.
Dito.Ao inspector da thesoi:raria defaieu-
da, traostnitllndo os avisos de cinco letra* na
importancia de 4,161,640 re*lacadas pela ihc-
souraria do Itio-Ciande do norte, sobre a des.
ta, e a faror. duas d Francisco Ignacio Ferrei-
ra Jnior, aaa outrat de Jos Gomes da Silva.
Canut Ildefonso Emrrrnclano c Joaqulm Ig-
nacio Pereira.ScientiHcou->e ao presdeme
daquella provincia.
HiloAo mcsiiio. rrcommendando a expe-
dvio de suas ordrns, afim de serrn despacha-
das lirret de dlreltos, 290 toneladas de carvo
de pedra, que vieram no brigue Ingles Hugk, r
l'orain Tomprada pelo Inspeelor do arsenal de
niarinha parause daquella reparticao pelopre-
(o de 10,600,ral* a tonda la___Iutriiou-te au
infamo Inspector.,
DitoAo juii relator da Junta de justi(a,
transmitiiiidonara seren apretentadoi em ics-
sao da iiiesma juma os procesaos verbaes feitos
ad* soldado* Ma,nocl los,do lerceiro batalho ie
arlilharia a pe\ eMhorl Jos PerclH.do niilu-
to de fuxllefroa.-IirlellBicldu-se ao comiuau-
dsnle da* arma*.
Dito.-Ao inapecur 4a paadorU militar, re-
meuendo.para oa lin*eixeieniej,eguudara
da guia passad.i pels tlieaouraria do Maranbo
ao capito Anluuio Jos dos i'assos.
Dlto.Ao julx municipal da prlmrlra rara,
transmiltindo.paratereiiioconrenientedestino, |
os autos de ristori* e Idrntidadr de pessAa, qur
se pret*r\len-o* cadsrrres rio* sesHrnciados dr
juslica yprlaaa Alrrs de Writo e Mannrl An-
loiiln da Jrias, que falleccram na ilba de rer-
naiuto.
Dio.Ao cominandantc superior da guarda
nacional de Ollnda. para mandar postar em
fieule do convento de S. Francisco daquella
< idade Su dia 11 de agosto futuro, urna guarda
de honra para sol mnisar a festa de Nossa Se-
i,ln.ra daiNerrs, que dercia ter lugar no mea-
mo dia.
160
320
480
Obttnac&ti.
Begulou-je a pagadorla pelif nuantlai que
oorcamenlo gerol designou para o exercicio
oorrente de 1850 a 1851, quantlas que nao po-
da exceder como |el amina, au econmica,
podendo rrllzmente acommoda-la* aos preeos
dos artigo das etapes.c forragem no mercado;
leudo de*l arte conoiliado com oorcaitwnto as
dipoicaes das ordens imperises e decreto ri-
lad no encabecamento da tabella, e tein sido
nestas rasues fundadas no orcamento, que a
pagadorla se tein entrincheirado contra a op-
poslcao que constantemente a tabella tcm lof-
frldo; ma* lempre approrada pelo* Rxm* au-
lecessore* de V. Exc. e pelo gorerno Imperial.
Pagadura militar de Pernambuc, 5 de iu-
nho de 1850. Jase di Btitt /nyl.x. coronel l*-
prctor.
Approvada. Palacio do governo de Pcrnara-
buco, 12 dejunho de I8ji>. -- Sims* Atmoi.
Conforme.--O offlclal-inalor, Manat Clemtn
tino Carntiro da Cunlu.
I ranciiru Curios Bueno Diichampt,
Capullo ajudittte de ordens.
0 Sr. padre Antonio Francisco Goncalve*.,
que por decreto de 20 do mez lindo foi no-
meado capeliao doqiarlo batalho de ar-
lilharia a p, comprela noqutrtel general
ln commindo das armas desta provincia,
par* objeclo de sf rrlco.
QuarUI general na cldade do Recife, 30
Iejulhodol850. Francisco Car/tu Bueno
Deunampt, capitiio ijudante de ordena.
s*
mrEiiiQik.
IMO-DG 4A>L'IK().
CAM\KA DOS SRS. DEPU-
TA DOS.
SESSAO DE 15 DE, JUCHO DE 1850.
Prttidcncia Sr. do Hubriei Mmdit iot Santa
iauMtxo.-InlerpttltntU o Sr. Silveira da
Molla sobre os actos pratieados pelo cruzei-
ro ingles, fisrursos ios Srs. Silveira da
Molla e Haulino Jo*} Sia'es i* Sonsa.
......-------..._..uu, cu> coaisoriniaade de
prnpesu de etMtte de polica, do orgode sub-
delegad do paUx-iro districto da frrgueaia de
Naaarrlli a^laporl da Muiu Silveira, e nume-
aiido.paia u substituir a Francisco Guedr* Fer-
reira de lrlioInlelllgeiicipu-sc ao inesmo
chrfe d polica.
Dita.Ordenando ao agente da* barca* de
vapor, que mande dar pas*agem para a corle
na barca /'araras ao inspector da a I laudes;
drstt cidade lasis Autusio da Saupaio Viaoua
Commando das armas
QtKtrlti fsniral na ci* -t Rseife, tm 97 rfe
Mo de 1850.
0RDEM DO DIA N. (II.
O Sr. njarcclisl de campo, graduado Antonio
trr> Seira comuiaiidanie das armas, manda
Iransciever na presente ori/riu do da para ro-
....inm A.t esrrefin euljirntei
i-<-la guarnico a tabella ou arallaco daieta-
pr* rTbrragens, para o prlmeiro teinetlre do
crrente anuo nnanerlrn, aqual sracha apprn-
v*j*)a>JH'lu txm. Si. presidente drata provincia
s Tabella od a valiaco das napes ? farragen;
para tropa de primelra llnba no semestre do
p'Uaciio de jolho ao l'llkBft Jffl dsitJMilirr de
'"SO. iaruMilada ttu eunipriinenlo do imperial
Al galerita, tribunal e arredore da ca-
ro'a sprescntim o mesmo aspecto que o
de gegunda-feira prximo passtdo Por to-
da a parte fe divium os meamos signe** de
riva curiosidade. Pouco antea do meio-dia
o coucor.o numeroso que pej o* corrxdo
reae a sala do archivo invade o recinto da
camtrt b apinhoa-tfi norspaco quefloapor
tras, de* bseos, doa Sra. deputado*. onde
se conserva silencioso o na albor orden)
Ao meio-dia eiUram na sala os Srs, mi-
nistros dos negocios estrangeiros e do im-
perio.
OSr. rSesidtntt:- Entrara em discnstilo
aa internellarAjia de, o-^ c;i^;, .. _..
( Movimento dt aUeneio.)
OSr. Silveira da Mella : pego a psla-
rra.
O Sr. Presidente :-Tem a patarra.
( AlftnsSrs. Drputmdts. tanto u opposiro
como da meioria, peden a paterna. )
O Sr. Silveira da Molla : Sr. presidente,
houve llvez da minha parlealgoma teme-
ri Uile, ou immodeslia, tomando rn a ini-
ciativa de inlerpelltr *o nobre miajaim do*
negocios eslrangeiros sobra ponlMle tan-
ta grtvidtde neiindM, quasHkilSw ure
be de ordinario raid pola opajItroCo dos
parlamentos, sempre por aquellet' homen^l
cuj
cmaras do Brasil, flcssseto silenciosas, mu-
das e queda diantn dos ultrajas qiiS to 'os
os dias asamos solTrando. I>i tilo oodia,
D'iis, Sr. prcsiilent-, deixar do possuir-m
dn almima justa indignaojlo ; cono ciiltilSn
brasileiro, eu nfio poda deiiar de possuir-
me de alguma emogao diante desset suc-
cessos. Ndssa cauS st-talviv g primeira
rasilo por que, cedendafo impeto, a um*
HisBiragSo prupriamenle minha, e que f-
cilmente se pode exiillcar, tn nui esas la^efa
que talvez n'uma camarai.rjli^iade illustra-
<<5es como esta devesse p-rtencer antes a
alguns homens cujos servigos ao paiz os ha-
villtassem para levantar com praveito aqu
* S'ia voz quanlo se trata deitis qmsloes
C^4 apoiaiot )
Sr. presidente, as violencias do cruzeiro
silo de nuil data muito antiga. Esta histo
fia Migara o parlamento de um t>aic qu"
So precisa ler cssps faclos en paginas, en
ptpel, o parlamento de um paiz que te-n
fisto com osseus pioprios olhos os nlt a-
s qu tem soffri lo A historia desses at-
tentados he, como diss; muito antiga :
desdo o tempn em que lizemos ptrte do rei-
no utu lo de Portugal, qutn lo o trafego era
apenas prohibido ao norle do quador, j
eomegavam esses atienta los. Desgragida-
mente figuram ahi as nosaaa reclamagoes
os episoilios da historia desso lempo. Es-
ses alternados continuaran nSo s depois
!|ue terminou a nossa uniSo ao reino de Poi-
gal, mas tem tolos os dias aeasgravado
oa.la vez rnais. Ou fosse em relagfio ai tra
lado do 1810, eilo ainla Portugal ( o pn-
meiro que a Inglaterra obteve dtquella na-
), ou fosse em ralagSo ao traalo .|e
1815, ou em relago *o tratado de 1817, ou
os rligos addlcionacsa este tratado, ou
0s do 1823, ou aos de 1826, leitos ji com o
Utasil, o certo he que nos tivcmos*mpre
'(ueixumes craviss'mos, porque* Inglater-
ra lem levado sB'npre seus esforV'os otra a
cessagflo do trafego muito alm do direilo
escriplo, do direilo desses tratados, mui-
to alm anda do direito internacional abso-
luto.
Mas, Sr. presidente, sendo muito antiga
esta historia das violencias que o nosio paiz
solTre doa agentes do governo bntannico.
Uudo-se ltimamente aggravado essas vio-
Isncias ao ponto inaudito de agora entra-
rota navios de guerra de S. M Britannic*
nos nossos portos, as nossas enseadas, de
daaeaibarcarem gante nrmnim em noasas
praias para fazer setos de verlncagffii de de-
pdsiios de Africanos, tendo chegado essas
violencia! ao poni do cruzeiro incen liar
navios diante d te das nossas fortaleza^, po leria eu, Sr
presidente, quando esses fados tinham che-
gado a esta gravidade, a este escndalo,
quando o paiz eslava ulcerado, e ulcralo
o ultimo ponto, poderia eu, por muito que
quizesse ceder aos conselhos da pruden-
cia, por muito que eu coaliasse e contieno
governo quo preside aos des'i nos do paiz,
poderia cu deixtr de querer provoor no
parlamento umi tnanifestaguo de reclamo
que o paiz faz contar estes soffrimentos ?
Por certo que nSo ; e niato tenho urna gran-
ito rtsSo da poltica iolerna.
NSo comprebendo, Sr. presidente, que
nenbun governo, por oais forte que seja,
poasa manler-se n'um paiz constitucional,
posa corresponder tos seus lina, qutndo
esse governo su vir abandonado das sym-
patbias nacionaes. tiUo po len lo eu coee-
bernue essa frg moral de que os gover-
nosdevem esttr revestidospossa sentir que-
bn ou diminuigao, qutndo por>ventura o
paiz enxergue no seu proced ment algimi
abandono ( n3o direi esqueciinento) das
susceptibilidades nacionaes, eu devia dizer
alguma oousa no parlamento que podesse
arredar do sobre o governo que merece a
minha conlianga o conceito ou a opini,1o
de que elle por ventura seresiguiva ao es-
tado de melindrosa ofTenii que o nosso paiz
solTria todos os das. A opiniSo ( e este foi
um dos grande*' perigos que encarei ), a opi-
niaoolhtva com dor para os acootecimen-
lo externos ; olhava para o governo, e va
que o govefiio, como eu crcio, alincada-
soenle irabalhava para trredar os males d
que a opiniSo se auiirgurivt, mas ella vi
o governo impotente nessa tarefa. Ora,
desde que o governo tica ni opiniSo do
ptiz como impolenu pin arredar as of-
fensts di niciunalidade, o governo caln
na opinl.lo do ptiz; en isto que eu que-
ra evitar.
F.rm. nnit Cr. nreaidente. Dtri nronnrAn
nar ao governo do meu paiz una occtsiSo
solemne de manifestar a vontade Arme que
lesgracadatnenle s.fo tambom numeroso,
praticados para com navios de btndeir*
BrasileJC no alto mar, e mesmo as nossas
oslas, (em nniarecldo ; mas a cmara sabe (fi htm !) "
|uc as medidas tolas de ropressSo do go-
verno brilannicn contra o trafego tem en-
'-onttado na ojinjSo do.sou piiz um i grap-
le oaposigSo; o cruzeiro inglez tem sido
odiado talvez pela maioria ila opnio da In-
latnrra como um erro deploravel do go-
verno britannico ..
OSr. Carnetro da Cunha :Apoiado.
O Sr. Sllceira di Hotta .....como urna r-
p-esslo desmedida, que t>m aliena lo mui
tassynpathhs, que tem sido um dispendio
intil, ineulcaz, porque o trafezo lem Iri-
umpliado sempre de todos os esforgos das
oaces combinadas que tem vigiados cos-
ta d'-Afrlca. l)aii resoltou talvez o aggra-
ls nossas elrcuiislaocias O cruzeiro
cando um ficto qoe \k pertencn historia,
tilo eston justifican lo urna doutrine, nfio
'8>ou justificando o trafego. {Apoiatus. Mui-
inglez que al agora fazia as suas princl-
oaes operacOs na costa i'Africa, convenci-
lo, apetar dt obstnag.lo dos apoiadoms
dessa medida, convuicid-i talvez da nefil
oacia dusse meio, tem mudado as suas me-
didas repressivas para a costa do ilrasil. A
cmara tuda sabe que at mesmo no parla-
mento lirlaiinico leviniou -s mi-na voz pode-
rosa contra a contiiuag.lo do cruzeiro da
costa d'-Afrca, contra a continuado des-
ss me lilas repressivas conlra o Irafego
E"8a OpiniSo poderosa do Sr. Ilul, que ap-
riarecau no parlamento brilannico quasi
ti-iiirnphant-, talvez inluzisse o ministerio
que preside actualmente aos deslinos da
Cr.la-Rretanhs a mudar da pnliljea. tlque
resultou dahi, Sr. presidente ? Ilosullou r
aggravo das nossas circumstancias. Os va-
nnres que tem cruzado na costa d'-Africa
f'liain envalos para a costa do Brasil, as
rfoletniai que al a^ora alli se lizertm tom-
se feito em maior escala na costa do Brasil
e nos nossos portos
E donde vem, senhore, rgsa conelusSo
que lira o governo inglz quando pplic
as C9stas do Brasil as violencias feitas al
agora na cost d'Afric ? Essa concluslo, o
governo inglez tira de um principio falso,
qual he o de suppr (como lem enunciado
en to las as suas pegas ofllciaes) que o go-
verno do Brasil t*m sido infiel a toda* as
seas promessas. que lem faltado aos seus
compromissos.Desla imputacSn de desleilda
le fita ao governo do Brasil lem resultado
a continuago dos rigores cun que o gover-
no branico quer terminar O lralr*;u nesle
imperio.' Dahi tem resultado todos o *oto.
Mas, Sr. presidente, quanlo se v que
tudo quanto ha deg-ande na nossa indus-
tria aercola....
O Sr. Maraes Sarment :-Muito grande !
Est freso.
O |s> Silveira ii Molla :-Se esta indus-
tria d > nosspai> est atrazdi.renie(a>ono
'?re deputado qne a quer amesqninhir an-
da rnais !npiiadoi\; reflict o nobre depula-
do que a importancia que tem o nosso mer-
:ado no conceito, ni opiniSo "da Europa,
|ue este mercado no obten este conceito,
esta importancia, sendo pela extenslo, pelo
poder delle. Din le vem o poder di noaso
rea lo? Ser* oorventura pelos g-andes
tem da deaviar essas sernas de dor que s.
ntcionalidade presencia todos oaNiias; fui
para proporcioiiar-lhe esla ocrasiflo solem-
ne que eu lambrm achei que fazia um ser-
v (o ao n.eu paja, cliainando-Q i scena en
que a representadlo nacional o escuta, eiii
que elle i do tranquilisar a cousciencia u-
blica, o dizer-lhe : N3o, o governo do Bra-
sil est alerta, as ofiensm da nacionalidad.
nSo sflo itidifTereiites, e tanto nSo o aSo que
temos dado estas ou aquellas providnecias
temos turnado estase esls medidas. t'reio
voz prealigiosa nos mesan os parUmen-f^01* l'.ue leno f"'10 eslBS '"'""Pellacaes por
los Ibes da direito, ascendrirte Heeaasarin I um* 'nspiragao propriamente minha, tic
para levntarem-n ao ponto em que as cir- tt( a? B0TeJB0 uro servlgo relevante.
oumslancaa exigem, quando ae trata de
nelhanles ms-leras. Has, Sr. presTdente,
diante dos ltimos lamenlaveis aconteci-
aiftc* qiie ivm lia fuete ftido, ulcerado
to profundamente a nossa nscioualidadi
{upoiau achei qne cuinpria um dever,
Irazendoao parlamento braaileiro una mi-
nifealagSo contra osattentados commetli-
dos pelo cruzeiro inglez as nossas cusas,
nts nossas enseadas, nos nossos portos. E'.<
mo poda conceber que estando.abarlas js
Aliu diajK/S.r. presidente, devo aiiidu
matiires,lar a.|C*piar uuia raiSo rots qu.
me .1. a esle uusso. Como dase
ao principio, ai violencias do cruzeiro ui-
{lez sao niuilo antigua, mas estas violencias
preseulaai nesles ltimos lempos una mu
tianga de sistema na sua applicag5o. Al
agora a Inglaterra le o e.mpregado llos
osseus esloigos eos da quintupla allitnc
uas grandes mgOea da Europa ua costa if-
Afrlc* ;a( lia pouco um ou outro factoque
verdad"iramenle exorbitanles de dir.'it ,
como he o celebre bil de 1843, conhecidi
feralmente pela autoriJade do nomedelord
\berdeen dahi veem as instrucgOes dad's
ao cruzeiro ingle/, para exercer actos dead-
judicagOesde proprie ladei brasileiras, para
exercer so'os de jurisdicglo a respeito de
subditos brasileiros, pan exercer actos de
iurislicgo nos nossos mires, e al dentro
dOS nOSsOS poli is !
Sr. presiden(e, lodts as consequencias
de violencias a que tem sido levado o gover-
no inglez, s.lo diduzidas, como dase, de
um principio falso, sao dt'duziJas da falsa
imputagSo qua se faz ao Brasil de sua des-
lealdade. Eu nao aoi que s^ possa, com
rasilo, imputar >o nosso paiz esta desleal-
pade. O tnfego tem continuado no Brasil
(eu o digo com profunda magos,, porque
nunca fui paitidista delle, nunca fui sen de-
fensor, nunca d lh tirei proveito directo ou
indirecto), o trafego tom continuado no Bra-
sil por urna iudeelinavel necossida le di sua
sitjiag.'io. (Apoiodose ndo apo'aes parlen de
versie Mrfos. ) lia no Brasil ejo'pinio feita
da ne vsid id.i dos bragos africanos, e essi
qpioiSa data da poca do Brasil como colo-
nia, como r.ino unido c como imperio.....
I'in Sr. Deputado : Mas he falso.
O Sr. Gomes Hibeiro : Como imperio,
nto. .
O Sr. Silveira da Molla-. Essa opiniSo
(devo ter a cora ge m de o dizer), essa opi-
niSo tem no Brasil raizes muito profundas...
Diversos Srs. fleputados : Nao apoiado.
O Sr. Jasen do Paco :Ha urna purt ver-
lade.
O Sr. Maraes Sarment : -Tem raizes nos
oeitos dos africanistas ; lem raizes nos pal-
tos dos estpidos ou dos velhacos.
O .Sr. Silveira da Molla :Esla opinilo,
Sr. presidente, pode ser deplorada, como
faz o nobre deputado, mas nilo i Je ser ne-
gada, nSo pode ser contestada, porque nflo
se pode contestar a luz do sol ao meio dia.
dpoiados.) O trafego tem continuado no
,.m>. p. U"l" .MMliaai Hl'tCWlUiUO MU
la situacuo..., (fiio apoiados. )
O Sr. Comea Ribeiro :NSo he exacto.
OSr. Jase* do l'efo :-Ho urna verdade
quem a p le negar ?
O Sr. Silteira da Molla :~0 trafego, Sr.
presi lente, tem continuado" no Brasil por
ma neoessidade da sua siluagao. Por quem
fnram derrubidas e cultivadas as mallas
virgens quo hoje so oidades,e grandes mer-
cados no imperio ? Pelos luagus africano*...
Um Sr. Diputado: Tem sido lambem
bertas por bragos livres.
- Outro Sr. Deputado :-E isto he rasilo .-'
0 Sr. Silveira da Molla : Estou dando
una rasilo para explicar isso que o nobre
deputado chama prejurao, preeonceito do
Brasil. Este preeonceito veta da evidencia,
vem de que todo o mundo emerge que o
que ba do indusia agrcola no Brasil be de-
vido a bragos africanos.
O Sr. Junten do Passo :He una verdade.
Outro Sr. /Je/miuio-'-Kuiquarrto uflo bou-
ver bragos livres.
O Sr. Candido Mendes :Mas nSo deixa de
htver preeonceito.
O Sr. Presidente :Attaneo.
OSr. Silveira da Mola .Talver nffo'me
Jlzesse bem compreheoder: estorj expli-
roduetos das fab'icas que o nosso paiz ex-
P rU ? ( Apoiados ) N3o vem unictmsnti
importancia do nosso mercado da expor-
'agiio dos gneros chamtdos coloiaes, c-
cono silo, caf, assucir, fumo, algodSo e
o oros gneros? 'Apoiados.)
O Sr. Moraet Sarment :--Ninguem nega
O Sr. Silveira da Molla :Como pos quer
o nobre deputado amesquinhar umacon^i-
Jerag.lo que eu fiz para explicar a raz de
im faeto. e nSo para estahelccer tima dou-
trlna? (apoyado, muito bem, muito bem.)'
Sendo, Sr. presidente, incontestavel que
verdaderos interesses formaram no Brasil
o nio, embora transitoria, de qne o
irafico he neoessario pan o seu engrindeci-
mento; sendo inconiesiavel, Sr. preslden-
t", que esta opiniilo tem por si nSo so exem-
plo doquesepassava no Brasil como colo-
nia porluiieza, como ttmbem do que se
nassava principalmente as colonias ingle-
'as, porque o nobre deputado ha de saber
ilion bandeira que mas tem feito o trauco
no mundo tem silo a bandeira Ingleza (mul-
los apoiados), e que to las as nages que fa-
ziam o trauco para suas colonias, todas ellas
untas,nunca oliegaram a fazer o tra freo que
a nnnnliu ingleza fez de eseravoa...ea sua
celebre companhia do mar do sul...
O Sr. Sonsa Franco :Foi no seculo pts-
stdo.
O Sr. Silveira da Molla:Nfio foi no se-
culo passtdo, o nobre deputado est enga-
ado. Na poca da derlangilo da indepen-
lencia da America ainja o governo inglez
insista para fazer o t'afjco que as colonias
/* repelliam.
Os esforgoe da governo ingle para repri-
nir o trafico s3o de muito recente data, alo
le pouco mais de 40 nnos, o seu primero
acto prohibind.i o trafico he talvez de 1807.
O Sr. Goma Ribeiro : De 1814.
O Sr. Silveira da Molla : He de 1807.
Quando esta opiniSo da necessidade de bra-
cos africanos era apoiada pelo concurso de
urna grande nago, de uitt nag.1n to Ilus-
trada como he incontestavelmente a Ingla-
terra, ha al.iitn i rasilo para se poder ao me-
nos explicar como searreigou no esoirilo
le nossa pupulagSo esta opiniilo, embora
desastrosa, de que nSo se pJe cultivara
trra da tona trrida senocom bragos afri-
canos. Olhoonobre depilado, que tanto
amesquinlia as rasOes que cooduziram os
d ir lentes pai/.es a adoptar a eseravatura,
olhe para o que acontereu nos Estados do
sul da America do norle, olhe o nobve de-
putado para os escrp(ores que nos team ex-
plicado o engrandecimento desses estados,
ver se acaso a derrabada de suas maltas,
suas plantarles de arroz em sjus pantanos
era possivel que se lizesse com a colonist-
gilo quelinha ilu para os estados do norte
da coiifdleragito ; e veja o nobre deputado
se aciso no se poderia sustentar, como
opiniSo inconcusas boje, que se nflo fosse
o concurso valioso dessa nstituigSo, embo-
ra viciosa em sut raz, a escravidao, nSo
podoria ha ver no Brasil a industria que ha. .
O Sr. Maraes Sarment :--0ra, se po lia'....
Os amigos do trafico lie que pensam que
nflo.
O Sr. Silveira da Molla :--NSo se trata de
amigos ou inimigos do trafico, porque creio
que ninguem aqu saja amigo do Irafico
intuitos apoiadis]; todos nos queremos en-
vidar nossos esforgos para reprimi-lo efJJ-
caznienio nos todos queremos das* ao
goveino urna dictadura completa para que
elle possa reprimir o trafico, porque nSo
queremos que travs da nurem do ntico
esteja a nossa bandeira soiTrendu uitrages,
e os nossos pottos soffreiido attealados.
I utas apoiados.)
Sr. presidente, esta opiniSo que sa for-
mou no Brasil, assimcotno esa todos esses
estados, e no Brasil principalmente, nos
lempos prximamente anteriores e poste-
riores ao tratado feito cosa Portugal, eaaa
opiniSo, Sr. presidente, foi urna opiniSo
sempre muito poderosa no aoaso paiz, po-
derosa pelo ascendente moral que tinha,
pela convicgflo que tinha o nosso paiz de
que nBu era possivel htver laroura sem bra-
vos africanos. Anda hojeen desalio a mui-
los desses enlhusiastas que se espraiam pe-
las regides do ideialismo, que conversen
com nosso* fazendeiros...
O Sr. Mbratt Sarment Honrrsela Taita
a esses que se espraiam peras rgiftes do
ideialismo, porque he mtis honroso' deqae
espraiar-se pelas regiOes do materialismo.
O Sr. Presidente [com forra):--A questBo
he grave o solemne, meus senhores ; eco
aos.nobres deputado que nSo interrum-
pan" ao orador, {fyoiadoi.)
(ConlanoT-sa-lto.)


-.1.
DIARIO DE PHtUIBDCO.
mcira, 3* DI IDIHO DX lis*.
Eis-aqui as noticias que hontem promet-
t .nos dar :
Aiu.
As disiencGes com a Inglaterra j nSo oc-
cupam tanto a populacho desse *paiz como,
anda lia bem 'pouco lempo, occupsvam.
Presentemente a.ordem do dia em Paris he
um projecto aprsentado pelo ministro da
azenda assembla nacional, elevando a
dolacSo do presidenta da repblica enor-
me somma de .1 0OO,C00 de Trancos ; e tal he
o eropenho que o ministerio tam em que es-
t projecto teja approvado, que, segundo
annuncira o Evenement, resolved conside-
rado como urna questflo de gabinete, e reti
rar-sc no caso de ser elle rejeia-lo.
No di 8 dejunho, dlscutindo-se na as-
sembla se se deveria ou nSo remetter o
projerto a urna commissfln para dar sobre
elle o seu parecer, o ministro da fazenda, o
do interior e o da instruceflo publica, diz o
correspondente do Times, suslentaram-no
('un grande energa e perseverante, e de-
clararam francamente que n8o consent-
nain em neiihuma modifieaeflo. Os mem-
hrasda^assembla que o defenderm, sus-
tentaran) que seria summamenle impolti-
co rejela-lo, nSo lmente porque o poder
expeuijto (caria por este meio humilliado ;
entretanto que o partido da ordem devia
empregar todos os esforcos para augmentar
o reepeito a que toda a auloridade tem di-
reilo, senflo tamben) porque no poderia
deiiar de resultar inuilo mal para o paiz de
qualquer divisSo deopiniSo nesse partido ;
puissua nniflo era Indispensavel contra as
intrigas doa socialistas.
Os defensores do projecto, diz anda o cor-
respondente do Times, observaran) que a
Franca exige daquelleque tem a auloridade
suprema umceilogro de esplendor con-
veniente ; que os actos de benecinncia sito
urna da* mais absolutas necessidades do
poder, e que heinvariavelmente ao rhefe do
estado que a desgrana e a indigencia pri-
meramente se dirigen) para pedir soccorro,
assim como tambera he delle que as artes,
asscienciase a literatura es rum prulec-
c2a)e aniniacflo. O ministro da justca disse,
que ogoverno tinha adquirido a mais com-
pleta conviceflo de que a dotacto dada pre-
sentemente ao presidente da repblica esla-
va mu longe de ser sulliciente, e que elle
considerava como injusto deixar-se correr
por contado mosmn, obrgar,Oes que sao a
consequencia inevtivel da Hisicflo exalta-
da em que a conanca do povo o tinha col-
locad*.
A opposiclocombateu o projecto por de-
ferentes lados.Os membros do partido le-
gilirnista, praticulannenle a fracefto extre-
ma, pronunciaran) se contra a ideia de dar
se-lhe o carcter de urna dotac&o perma-
nente. Elles dissersm que seria sufficieute
pagar as divida* do presidente sem crear
para o mesmo o que consideravain ser equi-
valente urna lisia civil.
Mr. Bonhier de l'Ecluse cliegou a cons !e-
rar a medida como sendo nada menos do
que urna tentativa para estabeleccr urna
quasi monarchia ; elle dase que o presiden-
te de uma repblica devia salisfazer-se com
urna po.iicflo modesta.
Finalmente, Mr. de Mornay eMr. Creton
disseram, quereceiavam muito que, se a
medida fo-se concedida, o governo ira mais
longe, e dentro de pouco propone a pro-
longac,flo dos poderes do presidente.
Os republicanos vermelhoscombateram a
medida como inopportuna, inconstitucional
e impoltica. Ellea rtiseeram, que ella nflo
augmentara em nada a dignidade do poder
executivo, entretanto que produziria gran-
de descontontamanlo no paiz, o qual recla-
mava em altas vozes muila economa. Mr.
Itapellin pergunlou ao governo porque ra-
?8o, adiando que a dotacSo do presidente
era insufliciente.nflo proposcram augmenta-
la na le do orcamento de 1.850 ? Elle sus-
tentou que nflo era a necessidade, porm o
deerjo de constituir uma lista civil, que de-
ra apresenUcio de tal projecto, e qua nao
eia ao presidente, porm ao principe que se
quera dar ami doi.co.
U general Subervi disse, que em 1799 o
primeiro cnsul leve smente: uma dotado
de 500,000 francos, e que nao obstante isso,
o consulado duruu qualro anuos sem que
ninguem requeresse augmento de dotac.flo,
residindo o primeiro cnsul as Tullierias,
c fa/endo ah un brilliante ligura.
A com m i asi nomea la pela assem Idea pa-
ra tomar o projecto em conside acSo e dar
sobre elle o seu parecer consta du 15 in-m-
broe, os quaesse acham divididos em suas
opinies. Cinco admillem o projecto tal
qual; quatro adiiiillein-iin tamben), porm
com modificaces ; un anda nSo declarou
a sua opiniio, e os outros cinco lejeilau-nu
la lolum.
A incerteza da votaeflo da assembla acer
ca drsse projecto tem produzido muito maos
e amito*.
As Iraneaccoea mercanls aclum-se sus-
pensas, e cr-seque provavelnieiile perma-
necis no mesmo estado, al que a quelflo
ae|a eciuiua.
Muilas pessoas receiam que, se o projec-
to fr rejeitado pela assembla, nao jmen-
le o ministerio se retirare, senSo lambem
que o proprio presidente da repblica resig-
nar o seu posto ; p.'is nflo tem me i os pare
coulinuar nelle. Comquauto todos no le-
nbam este receio, todava nSo ha quein nflo
viva inquieto.poi* ninguem duvida que com
acessaeflo da unifio e boa indiligencia entre
oa doua grandes poderes do estado o crdi-
to se desvanecer, a confiance desapparece-
r, e o eomaiercio e a industria delinbarSo.
Estas rasOes ei-se que fario com que a as*
sembles, anda contra a sua convicio, vo-
leo augmento da dolarlo.
Em Ueziers (HeraultJ a polica descobrio
ltimamente uma grande conspirad-So, dods
das antes do i razado para o rompimento.
(Js ebefes deala conspirarlo, osquaes eram
cinco, intiluiavam-se commissar ios iniciado-
res ; ellea eram encarregados do poder exe
cutivo da aociedade, e bem assim de tomar
o juramento aos adeptos e de toda a parle
confidencial e linanceira da associar;flo.
Alm desles ebefes principae* haviam tam-
ben! chefes de cohortes intitlanos centu-
riones e decurOes, estes eram obrigadns a
furnecer plvora a cada n.embro de suas
decurias, e a rmpregsr-se no fabrico deste
artigo.
A associarjo contava smente em Beziers
16 centuries e 160 decjres. e alTlrma-se
que tinha ramiflcacOes por todo o sul da
Tranca. Osprincipaes chefes fram presos
pela polica, a qual encontrn em poder dos
aneamos, papis de grande importancia.
Corra que os socialistas das provincias
ertSo deshavidos com os de Paris, aos quaes
exprobraram speramente em uma confe
renca que recentemente Uvera lugar na-
qunlla capital, a sua vacllacflo e timidez,
deixando passar ltimamente a mais glo-
riosa opportunidade nflo s de estabelecer
err, Tranca a repblica real, senSo lambem
de fundar a repblica universal. Ellea de-
clararan) que renunciavam toda a obedien-
cia commissfln central, e que para o futu-
ro as provincias procuraran) a sua salvado
em sua propria energa, e que quando os
Parisienses decidissem leventar-se, nflo con-
tasseun mais com a cooperagflo dos departa-
mentos.
Morreu em Paris o celebre chimico Cay
l.ussac, o governo ordenou que uma estatua
de hronze fosse levantada em su i honra.
Vina carta de Ceuta datada de 31 de inaio re-
fere que un exerclto inuurisco coimnandado
por dous pachas, um branca e outro preto. la
marchando para a frontelra da Algerla com In
lencoes hoalia ao Franceze.
Mr. Thlera parti para Londrea nodialOde
junho prximo pausado, aln de ver anda Ulna
re o ex-re Luii Fillppc, que e acha pulgo-
samente enfermo entretanto, corra ein Paria
(|ie o distiru-to eslaitisia ia lainbein incumbido
de empregar a aua inlliiencia par- ver ae pode-
rla remover oa eacrupulos da du jueade Or-
leans relativamente ao riaco que poden) cor-
rer osdireitos de aeu fllho. e tomar attim pos-
sivel a reconciliaco do doua ramos da lami-
lia bourbon. a que esta cubera ac temoppos-
io at ao presante.
Htsoanim.
Nada de eitraoidlnario atavia lido lugar nea
e paii. A rainha Isabel j tinha entrado no
seu nono mea, e eslava mui prxima Je ter o
seu bom aucceaso. As pessoas nomeadas para
asaisiireui a cale acto sao as seguintea: Oa
uiioistros e oflflclaea principad do paco ; urna
deputaco de cada urna das camaias legialaii-
vas; urna deputaco doa grandea dellespanha,
a qual dever constar de dous mrmbroa somcu-
te ; na capiles generaea do rxercito e armada;
nainembios da orden) do Toiao de ouro; o
presidente do tribunaea; o vlce-preldente
do edine'lio real oa inembros do anllgo cou-
elbo de eatado; o arcebispo de Toledo; o p>-
triarcha d ludia; o c-pilo general de Ca-
tella-Nova ; o chefe poltico de Uadrid ; o al-
caide de Madrid; uma deputaco de dous mem-
bros do couaelno gerae ; e o delegados das
Asturias.
0 scgulnte decreto real fol publicado pela
Gacela :
lomando em consideracao oa regulainen-
toa eatabeleeidos poruieus augustos predecra-
sorea, e bem assim os amigo coaluine da li.-s-
panha relativamente ao posto que deve ser oc-
cupado pelos priucipaes lierdi iros preaumpli-
vo da corda e coiifurmando-uie com a piopos-
la do ineu conaelho de gabinete, ordeno que o
succeaior iminediato da cora de conformla
de com a conitiiuico da monarchia sem dis-
tineco de exo continuar a aer denominado
principe daa Asturias com a honras e prero-
galivasaddida a esta alta dignidade.
O iiikuistro do negocio eslrangeirns e o da
juslica liiihain tidouma looga couTerencia com
o nuncio do papa e cria se que urna concorda-
ta seria brevemente aisignada entre a Heapa-
uba e Roma,
duque e a duquezi de Montpenjier eram
esperado a cada momento eui Madrid ; o go-
verno lirapanliol havia dado orden para ijuc
Ijssi'iii recebidot com Coda a honras devidas
sua alia gerarebia, e para este lim tropas ti-
uhaiu sidu eslaciouada ao longo de toda a es-
trada que coiiimuiiicaSevilha com Madrid,
frvtlia.
Segundo o ]\ tier/ciiung do primeiro de jo-
iiho, o Sr. Vou Manieullel, ajudanle de campo
do rei, o qual acompaohra o principada Pros
sia Varsovia, entregou ao ciar urna carta au-
tngrapha do rei, na quat eate declarara que a
Pruasia nunca jma consentiria no realabele-
cimento da amiga dieta germnica, e que a po-
ltica do principe de Schwarxeuburgo era a cau-
sa dos obstculo que impedan! uin aecrdu
entre o governoa. O rei da Prusiia convidara
uessa caru o ciar a empigar a sua iulluencia
para o Hu deetj'eituar urna inudauca ua pol-
tica da Austria.
O Elturleld-Ztttung. eacrevendo sobre o mes-
mo ubjecto, di que o Sr. Vou llanicuiTel fura
mui bem recebido pelo ciar, e que a nica cou-
,i que o gabiuele de Uerlini pedir, fura que
no caso de mu conflicto entre a Austria e u
l'russia, o ctar nSo favorecee nein a um uein
a outro deiaes governo; aln de que liso nao
dsie lugar a urna guerra europea.
Quanlu ao preparativo bellico feitot pela
Prmsia, ei aqui o que a seu respeito da a Ot-
are, gaaela franceza :
A l'russia arma i ella lein direito de o la-
iii, e at naa actuaea circuuistaucia esta he
a aua obrigaco. Seria com elfeito para es-
tcanliar que, adiando se cercada ao norte pelo
grande exerclto ruo, a leste pelo grande ex-
ercito auatriaco, o aul pela Uaviera e pelo
Wurtrmberg, e Boalmenle ao oeste pela Fran-
ca, cujo elabelecimento de pal sunca fui mais
prximo de um isiab lecimeiilo de guerra,
ella nao toiuaaae grande precancoes. Us 18
millie de dollars que as cmaras de llerlin:
coucederam ao gabiuele brandeburgo, tendu
empregadoa eui por o esercito pruaiauo em o
p de guerra, tomani.uma signiheaco patri-
tica, cuja prudencia ninguem pode disputar.
Com excep9o da Frauca, cujo negocios ca,.
aendo discutido na Allemanlia, a l'russia esta
cercada de iniuigo. No interior ella tem que
i-rfrear urna demagogia foriuldavel, e gover-
nar uma democracia aluda maia formlavel.
Ella acha ae em completa discordia com o
Wurleinberg e aSaxouia; ella tem olfendido e
exasperado llauuvre, c acha-e em nios ter-
mo coui Miiuich. Alui dio be bem potaivel
fue a Austria faca paopoata detagradaveis e.n
laukfort; e comquanio um rompiuiruto en-
tre as corte de Pulldain e Vieuua poisa pre-
sentemente parecer extraordinario, todava
nao he iiupoaaiicl. Finalmenie nao devenid
esquecer que ovar em Va novia exerce aeu of-
flcio de arbitro cercado de IOU.0O boiiien. A
Prusiia, porlanto, tem todo o motivo imagi-
navel para armar, e por nossa paru, nao nos
dareino ao trabalho de coujecturar qual o mu-
livo (iue |ireentemenle mais a obliga a faz-lu.
Nao ha nenhuin qu nao eja suIHcienle e am-
plauenlesurttclcute, parajulilicarua Inquie
taco e suaaprecjuies.-
U governo tiuha reformada a le aobre a im
prensa, regulando-a de modo que o revolucio-
nario no podcseiu faciliuenie aervir-ae deila
para rspalhar ua deuuina aubveraiva da
ordem e da aociedade.
Nos principado de llohriixolltrn a coutti-
tuico prnssiaua tinha sido proclamada, e lo-
do o lunccionarios pubiieos juraraiu defen-
d-lae guarda-la.

Saxonla.
vimenlo visivel houvesse que juetiflcasaie
.asas medidas.
NSo satisfeito com ter dissolvido a dieta,
e rovogsdo a actual le de eleifBo, o rei re-
snlveu convocar aunedlatsmente o Und-
tag que existia em 1818, isto he, nflo um
I.andlag eleito. como esle, segundo a lei de
1831 : porm a mesmo que exista naquelle
lempo, o qual. tea do sido substituido pela
diets dissolvia, era considerado gertlmen-
tecomo defunto.
O ministerio declarou que fura elle q uem
sconselhra ao rei este acto, e que o llzera
porque a administrsco dos negocios pbli-
cos com as astemblcas eleitas, segundo a
oova le, se tinha tornado inteiramenle im-
possivel.
Regulsmentos restrictivos foram lambem
publicados a respeito da imprensa, do di-
reito da assooietjlo e das reunides publicsa.
U anllgo landlag devia reunir-se no pri-
meiro do corrente julho.
A Saxonia sepsrou-se do Bund prussisno,
o era crenc*. geral que linht aceitado sem
reserva a allianc.a austraca.
Hussia,
0 imperador, como j noticiamos, acha-
va-se em Varsovia, a capital da Polonia, e as
fortalezas desse reino estavam sendo postas
em estado de defensa.
Segundeas gazetas allemes, uma agita-
Cfio revolucionaria se tinha manifestado em
S. Petersburgo eMoecow.especialmeute as
scol's superiores e entre os estrilantes. A
consequencia dessa agitsQiU) foi o czar pu-
blicar um decreto, prohibinilo os nalurae*
da Polonia de entraren) as escolas superio-
res das duas capiles russas e de llorpat,
havendo al quem sfllrme que esses eslabe-
lecmentos seriain supprimidos. _____
turril .i-.-t i 11 i "i
COMMEBC.O.
ALFANDEGA.
itendimenlo do da 30.....7:711,850
Detcarrtfa Ao;" SI.
Iliate Duviiloso gneros do paiz.
Escuna Maria-t'irmina meios de sola.
Iliate -- Ligeiro gneros do paiz.
Barca Hury-llmult bacalho.
Barca Enher-Ann mercaduras.
CONSULADO GERAL,.
Itendimeato do da 30..... 443,843
EXPUIUACAO.
Dtspacho vimrlimo ate fia 30
Luanda, brigue brasileiro Echo, de 330
3/4 toneladas: conduz o seguinte : 316
1/2 pipase 151 barris ago'ardente cachaca,
-230 latas e 3 barricas assncar, 100 banilnlio
loca, 32 barra mol, 80 saccas arroz e 300
meios desolla.
BECEBEURIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Itendimenlo do da 30.....1:388,727
CONSULADO PROVINCIAL.
itendimenlo do dia 30......489,201
vtovimento do Porto.
Navio entrado no dia 30.
Baha 8 das, barca austraca Ptrsagno, de
417 toneladas,, capilflo V. Magarovilch,
equfpagem 12, carga assucar; a N. a Bie-
br& Compaiihia -- Esta barca fundeuu
hontem no Lameirflo, arrbou a este por-
to com agoa aberla, segua pa'a Trieste.
fiavioi lahiiloi' no tnetmo dia.
BahiaGalera ingleza Falima, capitflo H.
Laind, em lastro.
Ass Brigue nacional Emilia, cspilSo An-
tonio Jos da Silva Craja Jnior, em las-
tro. _____
KD1TAISS.
' Depois que o rei desle psiz dissolveu ss
duas caninas de que se compuoba a dieta,
bem como j hontem noticiamos, o gover-
no julgou necessanu tomar precauc'a mi-
I llares em Dresden contra qualquer rompi-
mento, que podesse spparecer, bem que
entre o povo daquella capital ueuhuin uio-
O liba. Sr. Inspector da iliesnuraria da fa-
/.enda provincial, em cumprimenlo da reaolu-
co do tribunal administrativo de 4 do crreme,
manda faier publico que nos dia 30 e 31 do
presente t prliuelro do prximo futuro tner,
ir pi ac peraote o momo tribunal, para ser
arrematado a quein maia der, o imposto de SO
por cento de ago'ardente do consumo no inu-
nicipio do Itecife, avallado annualinenle em
l:S7ll IHM rs.
A arrematacao aera feila por lempo de uin
anuo a contar do primeiro de julho corrente a
30 dejunho de 1851.
0 lii-ilint' que se propoierem a dita arre-
inab)(iio comparecam na aala da sesse do
inrsuio tribunal lio diaa cima indicado pelo
meio dia, com oa aeu fiadores competeuleuien-
te habilitadoa.
Secretaria da tbesourarla da fairnda provin-
cial de I'ernambuco. 8 de julho de 1850.
O 2.* eacriplurario ervindo de secretario,
F. A. Lavalconli CoHsmro.
OUlm.Sr. inspector da Ihesouraria da
fazenda provincial, em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia de
18 do corrente, manda fazer publico, que
nos das 30, 31 io mesmo el. do prximo
futuro, parante o tribunal administrativo,
ir praca, para ser arrematada, a quer
por menos flzer, a obra di ponte do Luca
avallada em 462,000 is. e subas clausulas
especias eb ixu declaradas.
Os prelendenlescomparegam ira saladas
sessOes do soliredito tribunal, nos diss ci-
ma imlicadns nelot umio-dia. competente-
mente habilitados, pa forma do artigo 24 do
reglamento de 7 db mao do corrente anno.
E para constar se man lou afllxar o pre-
sente e publicar pela imprensa.
Secretirja da Ihesouraria da fazenda pro-
vincial dePernamliuco, 19 de julho de 1850
O segundo escriplurrio, servindo de se-
cretario. Francisca Antonio Cavatcantt Com-
peiro.
a Clausulas espeeiaes para a arremalaca.
Art. 1 Os IreJJslhos e obras pars o
concert da ponlezioba do Luca serS > feila
pela forma esubas condicOes indicadas no
orcamento apresentado tiesta data ao Exm
Sr. presidente da provincia, pelo preco de
462,000 rs.
a 2 As obras principiaro no prazo de
um mez, e acabarlo no de tres mezes, am-
bos contados em conformidad do artigo 30
capitulo 3.* do regotamento. *
m 3. O pagamento do Importo da irrc
mataeflo reali/ar-sc-bs depois dss obras to
das concluidas, e examinadas ptlo enge-
ntielro.
a 4.* Para tu lo o maia que nflo est de-
terminado pelas presentes clausulas aeguir-
se-hs intelramente oque dispoe o regula
ment de 7 de maio.de 1850. Directora dts
obras publicas, 25 tW junho de 1850. Appro-
vdas pela directora em conseibo de 15 de
julho de 1850. Jos Mmale Alaes Ftrrelra.
- Jott luis Vctor UtsUkitr. H. A. Mlltt i
.-Approvo. -Palacio do govorno de Per-
nambuco, 18 de julho de 1850. -Souta Ha-\
nos. Conforme. Manoel Clmenlino Car-
-eiro da Cunha.- Conforme.-0 segundo
escriplurrio, servindo de secretario, fran-
cisco Antonio Cavalcants Cousseiro.
Pela inspectora da lfandega se faz pu-
tilco, que no diaV-de agosto se ha d ar-
rematar em hasta publica na porta da mes-
ma, depois do meio-dia, 3 caetas de prata
com o peso de 412 oitavas a 320 rs., 1,440
rs.; 6 penss de ouro psrs escrever com o
peso 3|4deoUva s 600 rs., 1,800 rs ; 9
luziasdepennas de ac a 800 rs., 1,800 rs.;
e 38 canelas de pao a 40 rs., 1,120 rs. acha-
to de mais pelos escripturarios na confe-
rencia do manifest da barca ingleza Tho-
nas-ttellor ; sendo o arrematado livre de
lireilos.
lfandega de Pernambuco, 30 de julho
le 1850O inspector interino, Bento los
Fernandes Barros.
Pela inspectora da lfandega se faz
publico que no dia 5 de agosto, depois d
meio-dia, se ha de arrematar em hasta pu-
blica, porta da mesma, uma calxa com
im cobertor de 13a, singeto, no valor de
2,200 rs.; spprehendido pelos escriptura-
rios por accrescimo ao manifest da galera
ingleza Berma, na forma do art. 155 do
ragulamanto; sendo a arrematarlo livre
de direitos.
lfandega de Pernambuco, 30 de julho
le 1850.-Oinspector interino, Bento los
Fernandes Barro*.
Pela inspectora da lfandega ae fz
oublico, que no dia de agosto do corrente
auno, depois do meio-dia, se ha de arre-
natar em hasta publica na porta da mesma,
o seguinte, spprehendido por accrescimo
ao manifest da barca franceza Conte-Roger
i>elos escripturarios, que Ikeram a confe-
-encia ; a saber : um embrulho contando
estampas com differentes pinturas a fu-
o, uma 100 rs., total 60)rs. ; um par de
Hiispensorios de Ulagarca bordado 1.000 rs.;
(4 meiasfolhasde papel em muses, 80 rs.
pareada meia Tulla, total 1,120 rs.; um
(.Bihrulho contando cinco escovas para den-
tes finss, ums 166 rs., total 833 rs. j uma
fianeta para pennas de ac 80 rs.; dous re-
tratos pequeos redondos com vidro e
circulado de metal, om 320 ris., total 640
rs -tres rzanos de osso e vilro enfeita-
dos um 330 ris. total 960 ris.; urna
caixinha com 200ilhoses500 rs : tres cr-
relos das damas, um 340 rs. toW 720 rs ;
um embrulho contando tres retratos, um
1.000 total 3.000 rs.; um cesto com uma
peca de cobre, pesando II libras, libra 500
rs., total 5,500 rs.; sando a arrematacao li-
vre de direito. ..,,. .
lfandega de Pernambuco, 30 de julho de
1850.--O inspector interino, Bento os Fer-
nandes Barros.
-
de 1850.No impedimento do escrWSo o offi-
eial, Joaqnim Pertira Batios.
Vssociacao cotnmcrcial de Per-
nambuco.
Em cumprimento do isposlo no artigo
iiuinto do capitulo lercero dos estatuios, a
lireccflo convoca a reoniflo dos Srs. sssoeia-
losem assembl geral, psra quinta-feira,
primere de agosto, pelas horas da ma-
nhfla, na sala da sssociclto. O secretario,
Si/ea Barroca -
Pela subdelegada do Rectfe se fiz pu-
blico, que foi spprehendido no da 28 do
corrente um cavallo com caogalha e cas-
suaes, nos quaes tinha uma poreflo dol
mOes, sondo dito cavallo deposilado : rjuem
(t seu dono dirija-se referida subdelega-
do para Ihe ser entregue.
Theatro de S. Isabel.
fl. RECITA DA ASSIGNATURA.
Boje, 131 de iulho d* 1850.
Ilepresenlar-se-ha o muito intaressanle
drama em 5 actas, original portuguez,
O CAPTIVO DE fEZ.
Terminar* o espectaculo a no t gracio-
sa comedia em um acto
0t dotil Utrrat*.
Comecar* s 8 bort.
Os bilhetes acham-se venda no lugar do
costume.
Declarares.
Pela inspectora do arsensl de mari-
nha se convida a lodos os chefes de familia
que queiram mandar ensillar a seus lllhos,
ou tutelados, que liverem a idade de 13 an-
uos para mais, o ofiicio de carpinteiro de
machado, a se entenderem com o respecti-
vo inspector em todos os das uteis naa ho-
ras do espediente.
Inspectora do arsenal da marinos de Per-
nambuco, 36 de julho de 1850. Rodrigo
tneoioro de Fretlas, inspector.
PAGADURA militar.
Pela pagadorla militar delta provincia, se
faa publico na conformidade da ordem do Es ni.
Sr. preaidente, datada de hontem, que para
foiiiecimeuto do presidio da ilha de Fernando,
compra a pagadorla os aegulutea generas para
oa dill'erente uiviiere do mesmo pretidio: a
peasaa que o tivereui, e Ihe coovier vnde-
lo, apresenlaro auaa propoitas em carta fe-
chada no dia 3 do prximo futuro mea de agoa-
lo neala pagadorla. du meio-dia al uma hora
da tarde do mesmo, prevenindo-e q_ue os g-
neros que se pretende comprar, aerao da ine-
Ihor quaiidade que tlvr no mercado, que de-
cidido que aeja o preco do ni.sino, aeaprnmp-
tarao dentro de olla diaa a coatar do dia do
ajuste, e que naa propuatasse dever declarar
o menor preco, allinde ae evitar ieilo por mo-
tivo que fcilmente ao obvios.
RELACAO DOS GNEROS CIMA CITADOS
Para o servir das fortalezas.
Pan ou maslros para bandeira6, bandeirai
imperlaesO.
Para o fabrico do fono da ral.
Tilolloa de alvenana batida 12,000, ditos de
ladrilho para a bocea 1,000.
f.irn o a/ifo rural.
Poitaa de embira branca de vlnte braca 5",
caldelrdes de ferro estauhado para 50 praca ca-
da um 2.carro para carrear cmplelo e nao mui-
to grande 1, rollo de inadeira propiioa para
eixo de carro, cora oito palmo de compri-
nirnto 6. cangas pira boi 12, cangalha de ina-
deira, que Ihe nao d blxo 25, esleirs para
cao jaibas 25, ciuae grande 6 parea.
Para o tervieo du igreja.
entlc' de inadeira prateado20, espanador
de pena I, vato com eolber de prata para la-
vatorio doa enfermos I.
Para o tervieo das diferentes officlnas e
toras da ilka.
Corda para aadaimea 504). falla de Uandrea
doblada I caixa, ferro da huecia 4 quintara.
CarvAo de pedra 4 tonetlarlaa, cobre em folha
l::Z -< l.li. Hli a;i. lli IIKraa fn da
molla do chato 16 libra, rolla da falla (6 li-
bra, eatanho eui verga 10 libras, chumbo em
barra I quintal, coinpacoi de ferro aortldo 10,
ferro de capa com cepos 6, larra para arma-
ineuto I, Verruma caibrae 25, dita ripae 25.
ditaa caliae 25, ditas de gusrnico 25, prego
de guaraicao 5 inllhelros. buao de pescada 8
llhr.s, oleo de liubafa I barril, liuta verde prr
parada 8 libra, auiarelln frauce 4 libras, al
vaiadefiio 1 arroba, ail 1 libra.
Para o almoxirifado.
Papel alinaco fino 4 resmas, penaade elcre-
ver200;^ai de lapci flnaa 36. folhinha para
o anuo |Hk>I 2, lirros em branco paulados
de 20 rJ9n 4, dito dito dito de 72 folhaa 4,
diloa dito dilu de 30 dilaa 2, papel almajo pan
indo uma reama, penacho I.
Para as dietas do kosaila.
Assucar branco 10 arraba, bnlaaa 20 arro-
llas, airoilaacca, cba uma uaixa com i3 li-
bras, aielte doce 10 caada, al4alquelrr,
garrai 6 pecas, colher de metal branco para
so upa 38.
Para o sertlto da escolla de primeiras letras
Theaouro da mocidade I volunte, resumo da
historia sagrad 2 voluines, Slmao de Nantu
voluine, cathrciimo de doutrina ebristaa 2vo-
lumes, graininatica porlutfueza 2 voluuim,
geographia pralica I voluine, methodo ficlll-
uio de aprender a Irr3 volumes, cartaa desrla-
bai 12, taboadaa 12.
Para pruviatentos do armase m.
Aacalhn 2 barricas, carne iccca 20 arrobas.
Pagadorla militar de Pernaiubuco.OdeJulbo
Publicaca litterariu.
Raphael, paginas d juvetitude.
Esta excellente obra de Mr. Lamartine
chegda reconletrjenta do Rio de Janeiro,
vertida em bom portuguez, e precedida de
um interesssnte prologo do traductor,
acha-se venda, pelo mdico preco de rei*
3 000, com encadernaco ingleza, na ra da
Cadeia do Itecife, n. 38, e na ra Nove, n.
II. O mrito da obra be atiestado pelo
nome do eu'or, nella depara instruccBo e
deleite, o philotophu.n romancista, o poeta,
ugeralmente quem quer que queira apre-
ciar um bello escripto.
Public teo tramattea.
Acaba de sabir luz no Rio-de-Janeiro,
e acha-se venda a mil ra., nesta cidade,
praca da Independencia, livraria ns. 8 e 8, o
excellenle drama
GIRALU0 SEM PAVOR,
ou
A lomada do Evora
em quatro actos e cinco quadros
por
Pedro da Rocha Filgueiras, com dual estam-
pas.
mMMmsmtWmmmmnmmWmmslsmmmsmWmmmmW
Avisos mar i timos.
-- Quem qulser carregar no brigue aus-
trisco afir, capiUo M Tadejevich, para Tri-
este, dirija-se so vico-consulado austraco,
roa da Cruz, n. 4.
Para o Aeeraeu sane o blata Sam-Jou.
mestre e pratico Jos Manoel Rodrigues :
quem nelle quzer carregar, dirija-se ao
mesmo, no trapiche do afgodlo, ou na ra
da Cruz do Recile.n. 34.
Para Lisboa pretende sahir infalivelmen-
te ata o dia 7 de agosta vindouro o brigue
portuguez Novo-Vencedor, por tar a maior
parte da carga prompta : quem no mesmo
quizer carregar ou ir de aessagem, para o
que nlTerece os melhores cossmodos, dirja-
se ans consignatarios. T. de Aquino Fnnseca
dt Filbo, na ra de Vigario, n. 1, primeiro
andar, ou ao caplt Jo na praca.
- Para o Aracatv tam de seguir viagem
no dia 7 de agosto impretarivetsMBta o hia-
to Flor de Cvruripe, de primeara marcha e
Torrado de robre, por tar a maior parta da
carga prompta : quem nelle pretender car-
regar, pode entenderse na ra da Cadeia
do llecife, n. 4o, primeiro andar.
-- Para a Baha sahe, com a maior brevi-
dade possivel, o hiale naeioMl Amelia :
quem no mesmo quizer carregar, dirija se
o mestre, na escadinha da lfandega, ou a
Nones & Companhia, na ra do Trapiche,
-3* ,.
Para o MarnhOo eom escala pelo Cca-
ra sahe, com a maior brevidade possivel,
o bem conhecido brigue-escuna Laura:
quem no mesmo quizer carregar, ou ir de
passsgem, para o que tam eicelleotas com-
nodos, dirja-se ao oapitio na praca do
Commercio, ou a Novaea V Companhia,
na ra |,do Trapiche, n. 34.
Leilao.
OSr. cnsul da repblica (lanoaza, es-
tando prestas a retirar-se para a Franca, fa-
ra leilfio, por intarvooeflo do corretor Oli-
veira, de tola a mobilia da sua casa de
campo, consistindoem ura ptimo piano de
Ira eordas com caix de Jacaranda, espe-
taos grandes com molduras douradas, re-
oslos de cima de masa, sof, cadeiras a
poltrona de jaciranl, consolos com pedra
marmore, mesa da sala, dita de charlo, ar-
mario de emareUo a cedro, -aparadores,
o nmndas do amarello e de Jacaranda, lei-
tos de ferro singlos, e oulros com adornos
e mosquiteiros, ura dito grande com col-
lio de dina, um loilele com pedra mar-
more, secreta nova, baiiheiro com cyliu-
dro, pedra da Urar, almario a mesa de
c.isinha, torno para pastis, spelo de mia-
chinismocoro pndula, impleraenlos agr-
colas. guarda-louea, mesa grande de ji li-
tar e unirs, porcellanas, crislaes, entra es-
tes um servico completo, quadro a oleocuaa
retrato de JelTerson, um carro americano
muilo leve para uin ou dous cavallus com
arreios novos, cavallo pasa sella carro,
caixasde varius- tapieohoe, vinhos cham-
panlia, bordcoam.ouiraa qualldades, garra-
fas vssiaa, e matas oulros arligos ulois e
neceaaario* : sftbsds 3 de agosto, s 1
horas da mentas, no sitio perteurente ao
Sr. Lemos, passsdu o viveiro e onde mO-
rou oSr. Bicber, e do mesmo lado, ua
Magdalena.
, jil ni mmmmymmMmmmmmmmmmm
Avisos diversos.
- No paleo do Terco, n i, seguado in-
dar, se dir quem d diobeiro a juros.


IJ
__________________________
A quem por dircito competir.
A boro da humanidad e mesmo da pro-
propriedadeide rada um, pede-se providen-
cias reapeilo de ceibos cirros, ou carretas,
que conduzem voluroes no trafico do com-
merrio, puchados por escravos, ampregado*
diariamente no ganho. ttm lo ditas carretas
construidas sem proporcflo alguma ; isto he,
tilo haixas, como sao, demandam oeccssa-
riamente o duplo di Torca de quepo le dis-
por um homnm hem robusto ; e porconse-
qupncia deveri empregar esforcos sobrena-
turaes para fazer rodar uro carreta, qusi
sempre sobrecarregada de peso excessivo,
dando em resultado a perda de side do
muitos escravos, ignorando-se, ou desco-
ubecendo-se muitas vexes a causal dessa
pe/da. E como j* tenham apparecido aiguns
ilpstea mos resultados, previne-se a quem
liver escravos para nflo os admittir em se-
melhante trabalho, poia que estupidez da-
quelles, e a imprudencia de quem Ues car- ou con,8 daJr" Jur?s- Com hyP0.lne?'.
No domingo 28do correntn, desippi-
receu do sitio do Sr. Dubourq junto do sitio
do Sr. Manoel Concalves da Silva na F.stan-
ria, una espingarda de dous canos tron-
cliadns, um potico mais cumpri Ja de que as
ordinarias, tem na culalra esta marca fe-
chada em circulo-E I.G *. Rogs-seas pes-
soas que tverem ronbeeimenlo da dita es-
pingarda, de spprehende-ls e leva-la na rus
Nova, n 22, que se pagar 0 trabalho.
Precia-sede um flor : no Aterro-da-
lloa-Vista, n. 3
Preciss-se de urna pessoa que tiib en-
gomnur, coznhar, para casa de pouc fa-
milia, a qual de fiador i su conducta : ni
ra largado Rozario, n. 36, botica do Bar-
tholoroeu.
--Precisa-se alugar um preto para todo o
sofvijo: pagi-se bem : no caes do llamos,
no segundo sobrado.
*- A pessoa que annunciou precisar de
rets eilabelecnu, sSo duas fontes de rui-
na, que multo eonvem reparar-se. Assim o
pen*, espera iV prtindie^do.
-'- A pessoa que se ch eurarregada dos
negocio de Francisco Concalves da Silv,
ou que lie seu procurador, qileira mnuri-
ciirsu morada, ou dirigirse a ruad Au-
rore, n. 48, pir tratar de negocio urgente.
t- Aluga-se o segundo indar do sobrado
da ru do Fugo, n 18; tratar no Aterro-
da-lloa Vista, n. 80.
Prrcisa-se slugar um sitio perto da pre-
ca, que tenha boa cisa earvoredos : quero
olvete quizer alugar, dirija-se i ruada
Cruz, no hecife. n. 37, escripiorio de troc-
eo* Cotipsnhis.
Nodia 1 do maz vindouro (agosto ), pe-
las i horas << Urde, m porta-- do Sr. Dr
julz de orphitos, na ra do Rozario estrella,
tem de irem pnca a armacio da loj n 14,
da ra do Queimado, a qual he i ertencenle
aos herdeiros do finado Luix Jos de Souza
a requerimento do teslijjieuteiro.
Deeja<-se saber se existen nesta cids-
deosSrs. Francisco Antonio Pontual, Fran-
cisco Pedro da Coila, Francisco Joaquim Ma-
chado. Francisco de Paula Silva iuoior,
Francisco Goncalves da rosta e Francisco
de Souza llego Mouleiro, no caso de exist -
rem, queiram innunciir suas moradas para
se Ibes Tallar a negocio de seua iuteresses.
Boa graliGcaco.
Roga-se as aulorida les policiaes, capitiles
de campo e a qualquer pessoa do povo pren-
dara um escravo de nome Fortunato : este
escravo fugio em dias do mez de oulubr.;
tea 18 a 20 anuos, crioulo, heicos grandes,
candas compridas; tem duas fstulas no
queixb inferior urna de cada lado: o mes-
mo foi encontrado no dia 93 do crreme
mez dejulho com uin balaio, qu ia tomar
carne em Cruz-de-Almas : a pessoa que o
encontrn drrigiu-se a elle para o prender,
porm Ihe nSo foi possivel por ler elle cor-
rido para um sitio e o perder de vista : este
moleque lem sempre estado no Arr.ial Ira- "
balitando a diversas pessoas, e lie conhecl-
do por lodos aquelles moradores por Miguel,
por ter elle muJado o nome : consta que
fuginJo para Beberibe para cass de um Sr.
de nome Jacinllio, de li fugara para outra
parle : quem o pegar leve-o ra do Livra-
niento, n. 14, a Francisco Cavalcanti de Al-
buquerque, que recoopeusar generosa-
mente.
-- Piecisa-ae de um caixeiro poituguex,
que tenha pratica de venda : quem se achar
nestas circumslinciis, dirija-se, dando fia-
dor sus conducta, ra da Cadeia do Re-
cife, n. 43.
Quem quizer dar 1.400,000 rs a pre-
mio, dando-se por seguranca duas mo-
ndas de casas e alguna escravos, annuncie
sua residencia para ser procurado para fa-
zer-se ludas as declarares necessarias, e o
ajuste que convier as partea.
Quem quizer dar 150,000 rs. a premio,
dando-se por seguranza penhores, annuncie
para ser procurado.
JoSo Fernandes f em dianle se assignar Julio Fernn Jes Ha-
mos de Oliveira.
- Domingos Jos Francisco Mala Taz ati-
ente que de Hoje em diante se assignar L'o-
niiugua de Castro Mm.
Prfcisa***#alugir urna casa terrea ou
um I* andar no bairro de Santo-Antonio,
com tanto que tenha commodos para pe-
quena familia, arja em boa ra e com quin-
tal : a tratar no hotel Francisco.
Precisarse de urna ama de leile, prefe-
rlfido-sa eserava : mi Cioco-Pootis, u. 36,
sobrado, no 4* indar.
O ibiixo isiigiiado preciaa de um cai-
xeiro que tenha pratica de venda e d fia-
dor i sua conducta : no paleo do Terco, nu-
mero 7. Hanutl Jote Ftlix da Rota.
Assevera-se gratificar.
Desippareceu, no dia 33 do corrente mez,
da casa da beira do rio do l'oco-da-Panella
o escravo crioulo de nome Ignacio, repre-
senta ler de 40 a 45 annos, estatura bem bai-
la, corpo regular, rom marca de pannos no
rosto,cahecaj pintando, barba regular.fal-
ta de denles na Trente, corpo com bstanle
marras de gnmmaa, de pannoa ede chicote;
levou camisa de algodo americano riaca-
do, ditas brancas de algodaozinho liso, cal-
Ci de durique, ditas dealcodfio americano
de lislras, dita de chita prela, collele de se-
lim mario, chapeo de palha a lencol de al-
liodiloznho ; quem o apprehrnder leve-o i
ra de Moras, 0.00.
De-so um terreno com as melhores
proporcOes possiveis para um engenho d'a-
gua, na Treguezia de Ipojuca, a quero o qui-
zer levantar pelos anuos, que se ooovencio-
nar : os pretMdentes iiinjam-se so engenho
C-xoeira da mesma freguezia a fallir com
feu proprietario Theotouio di Silva Vieira.
Mria Joaquina de S.-Thom, erofes-
sora tubstilota daa cadeiras de prirocjras
leltras desla cidade, faz publico, que paisa
a reger a cadeira de primeiras leliras do Ite-
cife, por se haver jubilados respectiva pro-
fessors, I). MsriaTlieodore Viauna de Car-
va Iho : prtenlo avisa as alumnaa da refe-
lida aula que compirecim na oasad'aula,
ruada Somalia, n. 70, lerceiro andar.
cha-seero cisa dei.uiz Comes Fer-
reirs, um mulalinho de nome l.ncss, que
representis annos, o qual diz ser escra-
vo de Porlirb Antonio da Silva, morador em
Ulindi; oq-ial procuravaquem ojompras-
se: q uern for seu senbor q ueira dirigir -se i
c.aia do annuneianle no Uoudego pira rer
de|le entregue ou vendo-lo caso queira, fi-
Crt '"***** ** "* *ponssbilisa
'lirija-sei ruado Rangel, n 36, primeiro
andar.
Innocencio Gomes Pinto avisa ao pu-
blico que deata dala em dianle se assigna-
r Innocencio Ernesto Adolpbo. Uecife,
29 dejulho de 1850.
Precisa-se de urna ama para o servi-
co de portas a dentro de urna cass de pouca
familia : no Hospicio, n 34.
--Aluga-ie o sitio da Tacirun: a tratar
no Aterro-di-Boa-Vista, n. 47, segundoan-
der.
Precisa-se de um pequeo brasileiro
para caixeiro de um armazern de farinha,
o qual d fiador i tua conducta, e nSo exce-
da de 10 annos : ns rus do Itangel, deposi-
n. 43.
Lembra-se ao Sr. fiscal da Boa-Vista
realisaflo de sua benigna promessa sobre o
esgotodss agoas empocadas na ra do Hos-
picio, pelo quo os morsdores da mesma ser-
llie-hSo milito e muito agradecidas.
OITerece.se um mogo de 26 annos, psrs
administrador de engenho, ou outro qual
quer lugar, tanto nesta praca como frf
'lela, o qual tem pratica, e he de boa con-
ducta : qnem de seu preslimo se quizer uti-
lisar, dirija-se i rus do Alecriio, cass que
llca na freotedaden.il.
Quem pretender vender os ns. 56, 57.
58,114, 143, 144, 145 e 147 do piarlo do
Governg de Portugal, do anuo de 1848, diri-
ja-se a ra da Cadeia do Recife, n. 4, ler-
ceiro andar, das 8 horas al aomeio-dia.
-- Queaj^ncisar um caixeiro brasileiro,
'le 16 iiiiioapsnnuiicie.
- Alugim-se os segundo e terceiro sn-
dsres do sobrada da esquina da ra larga
do llozario, n. 39, defronle da Igreja a tra-
tar na mesma casa, de manhfla al stt ho-
ras, e de larde das 3 em diante.
-Quem acliou um oSo de fila com colei-
ra de couio ao pescoco, qtiereudo restitu
lo, dirija-se i ra Nuva, ioja n. SI, quesera
recompensado.
Precisa-se de tres contos de ris a pre-
mio de um e meio por corito, cujo premio
ser pago lodos os mezes, e dando-se pos
seguranca dessa quantia um sobrado na ra
Imperial, que boje vale bem 6 a 7 contos
de ris : quem este uegoeio quizer fazei
annuncie.
Jos Cypriano de'Moraes lima Iraspas-
sou a sua venda da ra Urga do Rozario,
n. 29, ao Sr. Julio Henriquea da Silva, o que
faz publico, e cario a quem aa julajar seu
credor, que est promplo a psgir o que de-
ver.
Olllm. Sr. Dr. Jlo Francisco da Silva
Braga tem urna carta, v nda de Pijab-de-
Flores, na ra do Itangel, n. 9, sobrado.
Precisa-se alugar urna preta para
servico de urna casi de pouca familia : oo
Hotel-Francisco.
O bacharel A. II. de Torres llaueira,
professor adjunto de rhelorica e geogra-
phia no iyceu desla cidade, prop6a-se a dai
lices da mesma disciplinas, e bem assim de
philosophia e francez: quem de seu pres
limse quizer ulilisar, dirija-se i casa de
sua residencia, na ra estrella do Rozario,
n.41, aegun lo andar.
- A negocio deseus interesies deseja-se
noticia do Sr. Francisco l.uiz, da palhaca
dos sitios da Beirada, districto de Coim-
brs, e esleve aqu oceupado na fabrica das
caricas; hem como do Sf. Jos Januario
Soares Ferreira, sobrinho do fallecido padre
Antonio Soares Ferreira, e casado com a
Sra. I). Ignicii Joaquina de Jess Ferrei-
ra, oo queiram procurar a viuva Caudino &
Filho, na pracinha do Corpo-Santo ou an-
uuDCiem suas residencias.
Ni rus do Sebo, n. |I0, se aluga o b -m
condecido moleqne Jonas.que cozinha,com
pra, he fiel, nao tem vicios, eicostumsdo a
Seivir a eslrangeiros.
No dia 31 do correle, pelasquatro ho-
ras da tarde, na ra Nova, porta do Dr.
juiz do civel da segunda vara, se ba de ar-
rematar a armacio, uteocilioa egneros da
liberna do (nado Jos Ferreirs da Silva Lei-
le, sita na ra Nova, n. 1 : quem preten-
der comparece que lie a ultima pnce, cujo
valor coaita do eseriplo em poder do por-
leiro Serra-Grande.
Par ieu-ae urna eaixa de tartaruga pe-
quena, indo pela roa do Rangel, Assumpcilo
e Padre-Flonaano al ao paleo do Terco
quem a schou s a quizer restituir, dirija-se
a ra do Queimado, laja a. 67, de Jos alar-
5
tintes prevenidos : adve'te-se que dita let- rus do Rangel, n. 15, sobrsdo de um andar,
ira tem o numero 3,691. loriramos mais Na mesma casa se vende urna rica cadeirl-
que a letra anda nSo est firmada por nos, nlii, por prefocommodo.
e qualquer traspar;o que aperrea he falso
Bernardina ot Monleiro & rmo.
Manoel Joaquim de Soi'/.i l'.z scieote
ao respeitavel publico que d'ora em disnte
so assignar Minool Joaquim de Souzi Ra-
mos.
Pisssportes e (lulos.
A antiga agencia da ra do Rmgel, so-
brado, n. 9, contina a tirar pissortes para
dentro e fra do imperio, despichar es-
cravos, correr folhas e requercr ttulos de
residencia, qur com prazo, quer sem elle :
tudo com a mesma presteza e commodida-
des nos ajustes.
Manoel liuarte Rodrigues, morador na
'ua do Trapiche, n. 26, avisa aos seus smi-
gos e freguezes phsrmaceuticos, que pelo
vapor Paratnte, entrado no dia 21 do cor-
rente, recebeu urna pequea porcSo de ro-
los de salsa-parrilha, muito nova e multo
hna: os quedella precisaren), pJem pro-
curar antes que aeacibe.
Daguerreolypo.
Do artista A ugustin Lettarte
Tirs retratos, paisigens, copias, etc., des-
de o tsmanho o mais pequeo at 10 polle-
gadas ( lamanho que aqu anda ninguem
tirou ), e muito superiores, | ela nvenco
le Daguerreor, tanto em fumo como colo-
ridos, em qualquer occasiSo, e em muito
pouco lempo, poia queem t2 segundos p-
de-se ter um retrato e muito perfeito, e ten-
Jo paisagens ou copis tiram-se em muito
menos tempe, afirmando e garantindo, tan-
to a durabilidade dascOres, romo a perfei-
U somelhanca : o mesmose obrig a ir ti-
rar em quilqner casa e a |qualquer hora. As
t-essoas que se dignaren] procura lo, pdem
lirigir-se i ra da Cadeia, n. SO, lerceiro
andar, das 8 horas da minhSa s 4 da tarde.
ltentelo.
Fugio, no dia l3 do corrente,
um preto da Co.sta, de nome Cle-
mente, representa ter 35 annos
pouco mais ou menos ; levou ca-
nina de algodo da trra em fo-
Iha e de mangas curtas, calcas de
algodSozi.iho trancado azul ; tem
os dedos da mao direita um ponco
encolbidos, proveniente de um ta-
ino que levou sobre o braco ; as-
sim como tem um outro talbo so-
bre a eabeca procurando a testa,
por i: so que so torna bem conde-
cido- : quem o pegar leve-o ra
Imperial, n. 25, que ser gene-
rosameinte recompensado. Este
preto suppe se estar acollado
nenias casas de nscao, pois he de
costtime assim praticar.
Deseja-scsi ber se existe nesta provin-
cia Aurelio da Cruz Barrozo, da provincia
fraz-os-Monles, lugar da Fuuta-Murc, ou
*elguem liver nollea delte em qualquer
parto, haj de o fazer saber no escM'pturio
le F. S. Habello & Filbo, ou annuncie por
estafolhs.
Troci-seuma imigem de S. Jos, que
tenha palmo e meip de altura, e se ja per-
feita : na ra das* Cinco-Pontas, n. 82, ou
annuncie.
-- 0 Sr. psdre inglez, morador na Passa
gem da Magdalena, queira ir ruado Ca-
linga, n. 3, a negocio de seu interesse,
Aluga-se urna grande casa e sitio que
val ateo rio, na povnaco do Monleiro
tratar na ra da Cadeia do Recite, n. 55,
com Joflo Jos de Carvilbo Morios.
O abaixo assignado continua a ensinar
grammalica portugueza, latina e franceza ;
bem como msica vocal e instrumental de-
baixq de preceilo, e pnderi dar algumss
lC0es externis Boa-Vista, ra da Matriz,
n. 5. Padre Pedro da Silva UranHio.
0 Sr. Francisco Brenger de Almeida
Guedcs. moridor em Beberibe, queira ir a
ra do Cabugi, n. 3, a negocio de sen in-
teresse.
OSr. Jos Paulino de Almeida, mora-
dor na Estrada .Nova, queira ir a ra do
Cabuga, n. 3, a negocio de seu inte-
resse
A' vista do innuncio que o abaixo as-
signado lem feito nadi tem podido conse-
guir, logo assim pede-se aos Srs. Francis-
co Delgado de Borda, Jos Norberlo Casado
Lima. Tito l.ivio Porto-Carreiro, JoSo Couli-
nlio, que dirijam-se a Ioja do abaixo assig-
nado : bom como tem de continuar com ou-
tros Srs., sem ter a menor comtemplaco,
caso nSo venham pagar o que devem.
Helarmino dos Sartiot lloUHo.
Tergunla-se ao iinpressurdo PaUlaae
conhece Antonio Mara do Cirmo, natural
de Lisbs, ( o que parece da rus da Madra
goa ) viudo no brigue Fnix, e chegado a es-
ta cdsde em 13 de dezembro de 1833, agre-
gado familia do finarlo Antonio Jos Mir-
roquim, e que_em 1812 mudou o nome para
Antonio Mara (rCouuel Ceisey, e que lti-
mamente veio fgido do Pao-d'Alho, donde
era morador, por causa dos seus buns fei-
tos : com sua resposia mais tem que lhe per-
guntar 0 arrenegado.
-- Havendo-se extraviado duas letras pss-
ssdas pelos Srs. Jos An'ncleto da Silva e
reverendo padre raestre Manoel Thnmaz da
Silva a favor da finida D Barbara Francisca
da Fonseca, o abaixo assiguaio e mais her-
deiros previnem sos referidos Srs. que n.lo
paguem ditas ietras seuSo aos annuucian-
tes, que pelojuizo competente vio provar o
seudireito. Na mesma conformidad pedr-
se ao Sr. hionizio Hilario Lopes que dete-
nha em sua mSo a quantia de 450,000 rs. ,
lino em conlianca I lie deu para guardar a
referida I). Barbara ; eo mes no dever en-
tender o Sr. Antonio Jos Pereira do Lago
rom o que tambero tiver, que, segundo de-
claran, 83o 60,000 rs. Manoel 'mueca de
Hedeirot.
Deseppareceu, no dia 25 do corrente,
urna eserava crioula, de noma Senna, de 3o
a 35 annos ; levou vestido de chila preta, e
lem as perms muito tortas, o que se costu-
ma chamar quebra-mangue ; consta andar
pela Soledade : quem a pegar, leve-a ra
lo Mondego, n. 44, que se recompensar.
Compras.
:-- .i, /--.,.. ,,
Sociedadc Apolliuea.
A comssissiosdminislrativa da socieda-
de ApolliaMS tem marcido n dia 10 de agos-
to prximo futuro, para ler tugara sua par-
tida ordinaria, e na conformando dos es-
tatutos devem os Snrs. socios remelle os
pedidos de convidados a caaa de mesmi
socedade no dia 30 do corrente a Urde,
lim de serem considersdos pels cooimis-
sn, que tem de reunir-te nesso dis, par
o mencionado Usa.
- Alguma smMiar de dada nacio-
nal, ou estriMteiei. branca, ou parda, que
queira servir de companhia a urna sonhora
viuva, danlo-se casa para morar, comida *
roupi, appareca na ra do Coilegioj o. 16.
primeiro andar, ou annuncie sus sjavada;
o adverte-se quea'dita senhora vitnra no
tem dlnos, e nflo exigo servcos, slm de
que voluntariamente queira fazer ; e uiTe-
rece-se outras commodidades que com
viita se dir.
Dseencaminhou-se urna lettrs da quan-
tia de 920,100 is. aseada por Joaquim da
Silva Coelho, da Parahiba, contra Me. Cal-
boiiI Compaa, deata praca, a 90 dia
vista, a favor dos abaixo aasignados : roga-
se a quema tiver echado de a restituir aos
Ra .oQ 'rimado,n. 9
S.. Flix.
Chegaram os verdadeiros chirutos de S.-
Felix. A elles antes que se sesbem.
Aprigio Jos Cesri, estabelecdo na
cidade do Ccar desde US*, tendo tido coli-
tis nesta praca com diversos negociantes,
declara pelo presente que nada deve nesta
prses ; mas quem se julgar seu credor, tan-
10 por documentos eomoironta de livro,
queira dirigirse ra da Cruz, no Recife,
ii. 33, para ser satisfeilo, no prazo de 13
dias, depois do qual nao ser stlendida
qualquer reclamicfio que posss appareeer
psrao futuro. Recife, 22 de julho de 1850.
Precisa-se aiugsr urna preta para ser-
vir a urna casa de pouca familia: na ra
larga do Rozario, n. 24, Ioja de miudezas.
- Dionizio Lopes fsx publico que de hoje
em disnte se assignar Dionizio Hilario
I xipes.
A o Publico.
Nos Coelhos, n. 13, defronte do hospital
novo, acaba deabilr-seum estabelecimen-
10 para a confeceflo completa de carros de
todas ss quslidades : omodelos s9o sem-
pre do ultimo goslo, ou segundo vonlide
dos freguezes. Todas aquellas pessoas que
se dignirem honrar este estibelecimento
com a sua confianes, serflo servidas com
promptidao e segursoca, tanto a respeito de
obra nova, como relativamente a qualquer
especie de concert ou troca guarnigOes,
pintura, arreios Neste eslabecimenlo a-
cham-se venda duas carruagrns novas.
Pede-se ao Sr. Joflo Uaplistl Carneiro
da Cunha o favor de dirigir-se ra do
Queimado, segunda Ioj, n. 18, a negocio.
Caf franjis.
Todos os diaa, das 5 horas em
diante, liaver caf Jeito com per-
feicao e usseio.
--Precisa-sads um primeiro. caixeiro
pira um armizetn de issucar, o qual enten-
d de comprar, vender e idministrir dito
armazem, a quem ae daii um bom ordena-
do : 1 Ira lar com Antonio de Mones Gomes
Ferreira, no Uoudego, todos os das de ma-
ntilla alis 9 horas, e de tarde das 3 s 5
horas.
--Aluga-se, por auno, e por preco rasna-
vel, urna grande e bella casa, muito fresca,
perto do rio, com comaioijos psrs urna no
merosa famlia,*em S.-Anna de dentro, ion
de morou o Sr. negocio inglez Roy le, a qual
Compra-se urna casa terrea que tenha
hons commodos, bom quintal e cacimba, e
seja situada no principio de Fra-de-Por-
lis, ou no Recife : na ra da Cruz, no Reci-
fe, n. 64.
Compra-se urna prela que saiba bem
engommar, cozinhar e coser, e que nSo te-
nha vicios nem achaques, o que o ienhor
flanear : na ra da ordem terceira de S.-
Frincisco, n. 6, sobrado de um andar.
-- Compra-se um preln moqo que nflo te-
nha vicios : na ra Direita, sobrado n. 21.
Compra-se urna eserava de boa figura,
que saiba bem coser, engommar, corlar e
fazer um vestido : he para fra da provin-
cia : na praca do Commercio, n. 6, primei-
ro andar.
Compram-se latas que tenhsm sido de
bolacliiulia de ararula : na rus Imperial.
o. 167.
--Compram-se, pira fra da provincia,
escravos de ambos os sexos, de bonitas fi-
guras, rom habilidades : na ra Urga do
Rozario, n. 48, primeiro andarv
Compra-se urna geometra de l.acroix,
em uso, em francez ou portuguez : na pra-
Ca da Independencia, livrarn ns 6 e 8
Lotera do Rio-de-
Janeiro. -
Aos 20:000,00i rs.
Na ra da Cadeia, n. 17, Ioja de
[miudezas, vendeni-se Libeles,
meios, quaptos e vigsimos da s-
tima lotera a beneficio do thesou-
ro publico.
Vende je algodo da Ierra de b*W qua-
lidade na ros do Queimado, n. 31.
Vendem-se, por preco commudu. 8 esn-
dieiros de gaz; um diccionario clacico,
nharmacopa, e catalogo dis plantas me-
dicinaos da F.urupa e Brasil, ultima edicto
de 1816 ; Prosodia em vocoboloriam B'lem-
que : na ra da Cadeia do Recife, n. H,
Ioja.
Vendem-sesapstos da couro de lustro,
a 4,000 rs.; ditos dito de orelha, a 3,500
rs. ; borzeguinsde difTerentes qualidadej
superiores pelles le lustro, a 3,4u0rs.: na
ra do Vigano, n.*2l.
Marmelada de Lisbd).
Vende-te ni rna da Cruz, n. 62, armazem
de Manoel Francisco Mirlins, marmelada de
Lisboa, muito nova, e em litas de urna o
duas libras, por prego comino Jo.
Alten cao.
Na ra do Queimado, Ioja. a. 37 A, da
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior,
vendem-se 2 excellenles oculos de ver so
unge, or preco commodo ; na urna espsda
pirauflicial de fileira.
> f f ff tf f f Wfvf f f tf ftf
4r> Vende-se duas casas terreas, sitas na<
*lnvesa do Peixolo; um pardo moco e**
*robuslo, apio para qualquer servico *
Jna prc do Corpn-Sanlo, n. 2. prim'ei-j
.yro andar. ~
Vende-se urna eserava de bonita figarat
de 18 anuos, bastante habilidosa, e que he
cozinheira, lavadeira, quitandeira, e en-
gomma chflo, sem vicios nem achaques : o
motivo por que se vende se ilr ao compra-
dor : na ra de S.-Francisco, n. 68.
Ven le-se um preto muito robusto: na
ra Direita, n. 14.
Oleo de linhaci
em botijas .- vende-se nos arma-
/.ens da ra do morim, ns. 56 e
58, e do \nne.i, no ces d* Alfan-
dega, a tratar com Manoel da Sil-
va Santos.
-- Vende-se rarmba de prmeira sorte ;
saccas com farinha da trra, muito fina e
alva ; courinhos miudos ; esteiras ; chapeos
le palha ; farinha de ararula, em barricas ;
ciixis com velis do Aracaty; sipitos em
poreflo, de todas as quili Jadcs : na rus da
Cruz, no Recito, n. 24.
I'echincha fresca.
Vendas.
tem duas cacimbas com boa agoa, biixa de
capiro para um ou dous cvanos : s tratar
com Luiz Cornos Ferreira, no Moadego.
No obrado n. 10 da tua da Calcada, na
freguezia de S.-Jos, aluga-se urna eserava
parda para ama de leile.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
pratica de venda, e que de fiador sua con-
ducta : em Fra-de-Poit-s, n. 195.
)-se pao-de loe bolinbos de venda-
gem a prelas, sendo boas vendedeins, e
baixos lnguidos, visio esterero 01 acei-|com responsabilidade de seus senhores: na
Lotera do Kio-de-
ranoro.
Aos 30:000^000.
Na praca da Independencia, n.
4- vendem-se bilhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos da
7.* lotera a beneficio do thesou-
ro publico.
-- Vende-se urna preta : na ra das Trin-
cheins, n, 42, primeiro andar,
Vende-se urna cabra hirhn 1 rom ;,
muito boa leiteira, propria para dar de ma-
mar a criancas, por ser muito mansa e es-
lar a isso acostuniada : u* ra das Cinco-
Ponlas, 11. It2.
Verdadeiros de S.-Fe^lix, a a,8oo
rs. cada caix'.
Pelo vapor Imperador vindo dos portos do
sul chejou urna pequea poicflo deca-
xas com charutos verdadeiros de S.-Flix, e
se vendem a 2,800 rs. esda caita : na ra
do Queimado, Ioja n. 17. junto botica.
Vendem se os memores sapalos feilos
no Aracaty, por menos preco- do quo em
oulra qualquer parle, isto para liquidar
contas: na ra larga do Rozario, o. 35 Ioja.
Na Praca da Independencia, n.
33, Ioja de calcado,
acabam de chegar de novo cortes de lcete
para homnm e senhora, a 00 rs. o par; .-
patees do Aracaty.a 900 rs.; p||es de couro
de lustro, a 3,700 ; ditas de bezerro fran-
cez, a 3,500 rs.; sapalOes de lustro : ditos!
de bezerro fraucz ; ditos da Ierra ; sapa '
tos de lustro para senhora e meninas : ludo
por pteco commodo, .
Vende-se um preto crioulo moco bom
serrador : na ra do Rangel, u. 38, segundo
andar, se dir quem vendo.
Vende-se superfino queijo do serijo, a
100rs. a libra : nos quatro-cantos da Boa-
Vista, esquina de S.-Concalo, venda por
baixo do sobrado n. I.
Vende-se urna casa terrea no Atterro
las Cinco-Pontas, a diante do vivero do
Muniz :no Aterro-da-Boa-Vista, n- 47, se-
gundo andar.
Vendem-se superiores bandas para offi-
ciaes de candores: na ra do Crespo, n. 17.
Vende-se um lavatorio de mogno, no-
vo, com to los os seus preparos de louca
franceza; umpard'e lanternas lavradas; 3
lisn Jejas em muito bom estado: na ruado
Livrameffvb, n. 7, Ioja desapatos.
Vende-se a obra muito procurada
Kluber, direitodas gentes, em dous volu-
mes novos, para o sogundo anno da acade-
mia de tilinta, por preco commodo: no
Alerro-da-Boa-Visla, Ioja do Sr.Kstimi.
Livros que se vendem pela quarta
parte de seus valores, no pateo
do Collegio casa do livro aiul:
Voyageenltalie, conteoant l'hisloire
el les anecdoles les plus singulie-
res de 1*1 tal te, et ss description ;
les usages, le gouvernement, le
eommerce, la litterature, les arts,
l'iiist"i uaturelie, et les anliqui-
ts; avec des jugemens sur les 011-
vrages de Poiuture, ele.; em 9 v.
grossos por Mr. de a La Laude
Voyage du jeune anacharsis em Grece
por J. Barthelemy ; em 7 v.
OCuvre completes d'Abb de llibly ;
em 10 v.
Le Censeur Europeen, ou examen de
divers questions de droit publie
0 de divers ouvrages lilteraires par
M. M. Comte et Dunoyer; 11 v.
OEuvre de L- B. Pcard ; 11 v.
Collecco de DissertacOes por Lobfio;
1 v.
Tratado das obrigar;0es reciprocas de
Lobflo ; I v.
OEuvres de U. Pstissot; 4 v. grossos
OKuvres choisies de Volney ; 1 v. dito
Filosopliii chimica ou ver.iailns fon-
damentaes da chimica moderna,
por Fourcroy; 1 v. em quirto
VenJe-ae um escravo de naci
unelli, sem vicios nem achaques, he ga-
nhador e trabalha tambem de enxada : na
ra da Cruz, n. 49, primeiro andar.
Marmelada.
_ Eslflo a findar-se as la-
tinhasde duise tres librss
deste magnifico confortativo
iiritoral: os necossilados de-
vem rom tfmpo prover-se,
Jirigindo-se ra da Cruz,
n. 13, armazern.
-- Venue-se una casa Ierres feita ha
pouco tempo, com commodoa bastaates
para una faoiild, sita na ra da Palma : na
ra do Sol, nC 9, se dir quom vende.
Vende-se urna msrqueza de amirello,
T,Cia duzia de cadeiras, um luucadur, una
jogo do mangas devidro : ludo com pouco
so, e por preco commodo : ua ra da Prara
doCaldeireiro, n. II.
-- Vende-se a taberna sita na roa do Vi-
gario, n. 3, muito propria para quem qui-
er principiar, por ler poucos fundse mes-
mo por eslar muito afreguazada : o motivo
por qua ae vende se dir ao comprador; ni
ra do Codorniz, n. 7, taberna.
6,000
5,000
4,000
4,000
4,000
1,600
1,600
4000
2,000
500
Ben-


,*>.,.* .*.
. w>- > -.w' -
AosSrs. de engeuho.
vendem-se cobertores escuro de algo-
din, propries pan escravos, por serem di
muita duractio, pelo diminuto preco de 641
rs. cada un : na ra do Crespo, esquina
que volta para a cadea.
--Chegaram novamente i rna da Sen-
zalla-Nova, n. 49, relogios de ouro e prata
patente inr>z. para homern enl'ora.
Vendr ,1 se amarras at- ferro : di rut
da Senzallr.-Nova, n. 42.
Pechincha
para os amadores da santa
economa.
Urna pori;3<> de finas cassas, francezas de
4 palmos e meio de largura, de lislras aznes
e encarnada, com flores de todas as cures,
gostos muito bonitos e modernos : estas
cassas foram arrematadas em leilSo, por ja-
sse vendem pela metade de seu valor, di-
nheiro a vista, a 940 rs. rada um covado :
naru do Crespo, n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Das.
Vende-se barrio
Para se acabar
Sapa tos do A racaty
A oito ceios riso par.
Na roa da Cruz, n. 36, confronte i ra da
l.ingocta a esquina do becco do Porto, ven-
dem-se superiores snalos do Aracaty, pelo
diminuto ptecode 800 rs. o par; chapeos
de pallia ; esleirs; courinhos de cabra e
sola : ludo por menos prego do que ero ou-
traqualquer paite.
A 5oo rs.
?ende-se cha hysson de superior qualida-
de, pelo diminuto preco de 500 rs. a libra :
na ra do Crespo, n. 99!
A 2,800 rs. o covado.
Vende-se o melhor setim prto macao pa-
ra coHeles aves!idos de senhnra, pelo di-
minuto prefb de 9,800 rs. o covado : na ra
do Queimado, n. 9. D3o-se as amostras ao>
compradores.
Na ra do Crespo, loja de 4
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. 6, um
novo sortimento de fazendas ba-
ratas,,
como sejsm : cassa-ebitss muito finas, di
cores fizas e com 4 palmos de largura, i
120 rs. o covado ; cortes de ditas a 9,000 r
2,400 rs, ; risrado dn linho, a 940 rs. o co-
vado ; dito de algodo americano pera es-
cravos, a 140 e 160 rs. o covado; dito ir.ons-
tro com 4 palmos, a 900 rs.; zurte azul, a
200 rs. o covado ; dito furta cores, a 900
rs.; chitas da cores fizas e de bonitos pa-
irOes, a 160 e ISO rs. o covado; cortes de
fusliio, a 600 rs. ; chales de tarls'tana, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 320 rs.; coberto-
res de algodSo de cor, a 640; alpaca prefa de
cordo e com sete puliros de largura,
1,980 rs.o covado; e oulras oiuitas fazen-
das em conta.
Tecidos de algodo Tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Va ra da Cadeia, n. 52,
eodem-se por atacado duas qualidadea,
iroprias para saceos de assucar e roupa de
Mera vos.
Mcendss superiores.
Na fundicto de C. Slarr A Compendia,
4
it_>p
portas, n. l?,
ha um completo
sortimento de cassas pretas que
se vendern por preco cemmodo.
Mnssas de vapor.
Acha-se aherlaa padaria da ra do Bur-
gos. Forle do Mallos, na qual se achar
diariamente todas as qualidades de massas
finas, Irabalhadas por Jmachinismo ; tam-
bera se fabrican eicr-llente pao e bolaxi-
nba de araruta, ditas 'inglezas, bolaxoes
quadrados e redondos, e outras mais mas-
tas tudo obra prima : as mesmas seachaiOo
do deposito do pateo do Terco, n. 10.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinba de mandioca
nova, de S.-Catharina, a melhor
que ha no mercado : a bordo do
brigue-escuna Olinda, entrado
neste porto no dia ia do corrente,
e que se acha tundeado em fenle
da esradinha do caes do C'ollegio,
trata-se a bordo do mesmo, ou na
ra do Vigario. n. 19, com Ma
chado & 1-iiilieiro.
Prrsuntns do Porto
de superior qualidade, por prego muito
commodo: vende-se no armazem do Joa-
quim da Silva Lopes, na ra da Madre-de-
Deos.
Farinha de$.-( alhiitina
Vende-te s bordo do brigue Val, chega-
do 1111 dirrilura de S -Calharlna, farDha
muito superior, est tundeado defroule do
caes do llamos ; lamberu se Irala na piaca
do rommereio, n. 6, primen o andar, com
Manoel fgnacio de Olivelra.
Cha brasilero.
Na ra Nova, n. II, vende-se superior clin
nacional, em caiiinhas de tillo libras, a
2,000 rs. a libra : tamben) se vende a reta-
Ibo, a 2,240 rs.
--Vende-se rap Paula-Cordeiro, muito
superior: na ra da Cadeia, luje de JoSu
Jos de C.arvaiho Moraes.
Vende-se urna parda eseura, de 35 an-
uos pouco mais ou menos, de bonita liguia,
que coso, engomma, corintia, faz renda, la-
va de sabio e vanella, e faz lodo o mai.s
arranjo de casa : eala parda he beni pro
pria paraawa de casa, mesmo de liomem
solleiro, atlendeodoa sua boa conduela: na
ra larga, do Hozario, n. 46, primeiro an-
dar.
Vende-se auperior leile puro, a 900 rs.
a garrafa : na ra larga lio Hozario, na por-
ta da cacada do sobrado n. 44.
Na ra do Cabug, loja do Duarle, ven-
uem-se volantes,, trioas, galOes e rendas
brancas e eotarellai, eapeguilhas, por mais
cominodo precodo que em outra quilquei
parte.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na llalli,.
Vende-se em casa da N. O. ieber & C.
a ra da Cruz, o. 4, algodSo trancado
Aquella fabrica, muito profiri para saceos
de assucar, roupa de escravo ello proprio
para redes de pescar, por precio muito com-
modo.
Vende-se ums casa terrea na ra dos
Copiares, n. 17, aiiligaanrnU becco do Lo-
bato : na ra do Livrameuto, n. 22, botica
doCnsgas.
Cari s fraacezas para
vollarclefe
Veaulea-te carias francezas para vollare-
te, o mais lino queae p.ie encontrar, pelo
I .ara lo preco de 700 rs. cada barallio : na
ra do Queimado, loja de mudeza, junto a
luja de cera, n.33.
Sapatos de lustro.
Veiideai-se spalos de couro de lualro
pera manida* de 8 a 19 anuos, a 00 f. o
par; ditos para aenhora, a 1,0O*rs : no
Aterro-da-Boa-visla, n. 58, loja de Joflo T-
burrio da Silva Cuimarfle*.
Veude-sewtade da casa terrea, sita
na ra dus Pesoadores, n. 25, a qual se rcha
concertada de nevo, e ten) bons commodos
1 a 1 ua da Cruz, ao llecife, n. 4.
111 S.-Amaro acham-se venda moendas
le ranna, todas de ferro, de um modele e
construcefio muito 'superior.
Chapeos de sol.
Vendem-se chipos de sol.de seda pret-
com barra lavrai's, a 6,000 rs.; ditos furias
coi es, a 6,500 rs.: estes chapeos sSo mui-
to boni construidos, muito fortes e de boa
seda : na ra do Passeio, n. 5, fabrica de
chapeos de sol.
Ol! que pechincha .'
Fazendas prelaa por precos nunca vistos,
em altencfloa boa qualidade dellas.
Alpaca de cordSo aue parece barragana,
de todas ss cores,a 640 rs. ; >a 1 ja de lila de
las larguras, a 640 rs. ; merino, a 1,600,
2,000, 3,000 e 4.000 rs.; panno prelo lino, a
3,000. 3,800, 4,000, 5,000, 6,000 e 8 01 0 rs.,
este he panno o mais fino que se pode ima-
ginar e ten de largura 60 pollecadas ; luvas
prelss de seda para snior, a 390 rs, o per;
e anda resta urna roreflo de pecas deesssa
lisa fina, com 19 jardas, a 9,500 rs. por
ler a dobra de fra algum sujo : no Aterro-
da-Boa-Jfisla, n- 18.
A os fabricantes de velas.
Na ra dos Tanneiro. armazem a. 5, ven-
de-se muito superior cera de carnauba, por
menos preco do que em oulra qualqucr
'irte.
A 1,000 rs. o corle de
calcas.
Vendem-se brins trancados de
listras ao lado, dos mais moder-
nos padrSes, tendo tambem cor
de ganga, a 1,000 rs. o corte de
caicas ; na ra do Queimado, n.
8, loja confronte a botica.
Novo melhodo
pratico e theorico da liugoa franceza, por
L. A Burgain,
precio 5,000 rs.
hechegada novamente do llio-de-Janeiro
esla excellenle grammalica, vende-se nt
iliaca doCommerrio, 11 9.
Vende-se cha hisson de superior qur-
lidade, em caixas e n eias dilas, a lotes r
vontade do comprador ; na ra da Allande-
ga-Velha, n 36, escriplorio de Mallieus
Austin & C.
Vrndem-se colleecdes com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do Hecife com a
alfaudega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de Olinda, a ponte do Cn-
chang, l'oco-da-l'anella, e a ra
da Cruz cgui o arco do Ifom-Jess;
bem como duas grandes vistas de
?ernambuco: na ra da Cruz, n.
o. casa deKalkmann limaos.
A 6,5oo rs. dinheiroa vista.
Vendem-se sapatos de couro de lustro
frsncezes, forma ingieza, pelo diminuto
preco de 6,500 rs. o par ; chaf eos de p|h,
-Vendem-sepianos de exrellentes vo-
zes; telhdevi.iro.em grandos e peque-
as porcOes; sag fino em barricas da 80 e
160 libras; cevadinba eai garrafoes do urna
libra: tudo de mu boa qualidade e recn-
tenteme cbagado: na rus da Cruz, n. 48,
armazem.
Vende-se linta para escrever,
em garrafas, muito superior : na
rus larga do Hozario, n. 36
Viiihos Finos.
Na ra da Cadeia, n. 1, vendem-se eicel-
lentes vinhos engamfados, sendo do Por-
to, Madelra, Bocellas, Carcivellose musca-
le deSetubal.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba muito supe-
rior, a relalho a em porcSo: na ra da Cruz,
n. 36, confronte a Lingoeta, esquina do
becco do porto.
Potassa da Russia.
Vende-se superior potsssa da Kussia, da
mais p 'iva que ba no mercado, por preco
commodo.: na ra do Trapiche, n. 17.
Vende-se su pe ior cera de carnauba:
as Cinco-Pontea, n. 66.
Metal amarello e piegos
para forro de navios, por prec,o commodo;
l*< tassa nacional,
a mais nova que ha no mercado, por menos
20 rs. do que em oulra qualquar parte : ven-
de-se no armazem de A. V. da Silva Barro-
ca, na ra da Jladre-de-lleos, n. 26.
Por *1 '2,000 rs.,
vendem-se os maia-asseiados capolinhotde
chamalole de sede, de gorgurfio, prelos e
de cores : na ra do Queimado, a. f.
. *IP!A
uiinbeor otaojuy op tto| siapB[)
leUanilha, muito tinos ; rannas da Indi
vordadeira para fazer bengalas : na ra No-
va, n. 2, aeres da matriz
Na ra do Cabug, loja do Duarle, ven-
lem-ae quadros de diveisos sanios, com
molduras doura'das, a 500, f 00 e 800 rs.
alampas linas; e chapeos de mola, a .'./OOo'
Vende-se urna porcSo de pomho. mui-
lo grandes e ptimos, por pequeo prec,o :
na ra Diieita, n. 40, segundo andar. *
--Vende-se a arniac.au da loja da ra Di-
reita, n. 60, muito propria para sapatos,
couros, etc.: a Ir lar na mesroa teja.
I ilcii.i i-I 11 Rin-fle-J*-
neiro.
AosUO:0000,000rs.
Na praca da Independencia, loja n. 3,
que faz esquina para ra do Queimado.
Crespo, vendem-se bilheles, meios, quar-
los, oitavose vigsimos da 7.' Iteria a be-
m licio do thesouro publico. Nesla loja est
patente a lisia da 23.a lotera a beneficio 4o
monto pi geral.
Vendem-se e alugam-se bichas de-llam-
burgo : la ni he ni v3o se applicar em qual-
quer parle, por menos preco do que em ou-
lra qualquer parle : no AUrro-da-Boa-Vis-
la, 11. 70, ao p da relinaciio de assucar.
- Vende-se rolim para cadeiras: na ra
do Trapiche, n. 84, casa de Novaes & C.
Vende-se unta escrava crioula, de boni-
ta figura, de 20 a,89. anuos, que cose bem,
ongoima, faz renda, ooxiulja o diario de
Urna em, e hfio tem vicios neo achaques:
na ra Augusta, n. 26, sobrado.
ende-se urna benita escrava mota,
quilendeira, com urna cria de mais de um
nuo ; tambem se vaaide um carro do carre-
jar na alfaudege : na Boa-Vista, travessa do
veras, u. 15.
Vmde-SP avenda da ra doColli-gie
n. 17, livree desembarazada da praca, com,
fundos voi.tade do comprador, bem afre-
KUi-zade, lano para a lena como para u
mallo e de pequeo aluguel : o motivo I
quo se faz 1 ste negocio se dir ao compra
ilor.
Na loja de remandes da Lu 8
nao, na 1 na do Livramenlo, n. 10,
vende-se setim pretoniuilo lino, a 500 rs. o
covado ; cuites de casemira prrta mullo fi-
na, a 0,000 rs/; dila aiulr a 6,400 rs.
V>nein->e6 linio* molequea de th a
18 anuos ; 5 prelos de 20 a 25 annoa, sendo
um delles sapoleiro ; um pardo de 92 an-
uos, perito cozinhe.ro, bolieiro e empalha-
doi ; urna parda de 20 annos, com habili-
dades ; 10 prelaa com algumas habilidades,
quesSo propria* para lodo o servico : na
ra do Coliegio, n. 3.
tvtvtvmffftffffffM
^Deposito da fabrica dej
I ocios os Santos, na 2
Ilahia. \
j*> Vende-se, em casa de Domingo* Al-1*
ves Malheus, na ra da Cruz, n. 52,*
*primeiro andar, algodo trancado da-.*
aquella fabrica, inuitu proprio para sac-7
JJ.COS e roupa de escravos; bem comoj
^lio proprio para redes de pescare pa-^
S>viospara velas, por preco commodo.^
4eUAAA*A**AA
\endoui-se pe* de larangeires, boa* de
se plaiiu rein ; bem como sement* de cou-
veeiepolho; em l'arnaeieirim, sitio jun-
to a estrada do eneanaineulo.
-Vende-se uai oculo grande de verso
longe, por pre^o commodo : na ra Augus-
ta, ii 33.
Na ruado Cabuga, loja de quatro por.
la* do Duarle, vendem-se oculo* de tliea-
Iro, a 3,500 rs ; e meias de core de muito
boa qualidade, para meninos e menina*.-
Veude-seurna bonita escrava quitan-
deira, moca, com urna cria de mai* de an-
uo : lainbeoiM venda um carro com mui-
to pouco uso de carregar na alfaudega : na
Boa-Vala, travessa do Vera, n. 15.
Vende-se una casa terrea na ra das
Trincheiras, com commodo* para familia,
e uma meia agaa no fundo da mesma ; na
ra do llangel, o. 64.
-- Vmde-se una i ret de nato, que co-
zinha o diario de ulna casa, e lie boa qui-
laneira ; urna dila de meia idade, que co-
zinha muito bem de forno e fogBo, refina
assucar, engomnm, cose, e faz doces de to-
das as qualidades; uflo tem vicio* neu.
achaques: o motivo por que se vende h<
por uflo querer servir ao senhor : na tua da
Concordia, passando a ponlezinha, es-
querda, seguuda casa terrea.
Antigo deposita de cal
vrgem.
Na ra do Trapidie, n. 17, h
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
-- Vende-se um esersvo da Costa, moco,
aem vicios nem, achaques, be muilo fiel,
ganhador, refina assucar e faz outros ar-
ranjo de cas : na ra Velha, n 61, aleas
10 horas do dia, e na ruado l.ivramento,
n. 29, botica, a t s 3 da tarde, onde se dir
o motivo da venda : tambem se troca por
outro, proprio para o servico de campo,
\rados*de ferro.
Na fundicSo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos, i
He muilo barato
Cassas pretas.
Vendem-se finas cassas pretas de
mos a meio de largura, faxenda muito fina,
de quadrinhos e luirs atsetinsda, pelo
Barato prego de 390 rs. o covado; dita mui-
lo superiores de atreoadeiras, a 340 rs. ;
riscadinho de puro linho, proprio para ja-
queta, fazenda da 3 pal moa a meio de lar-
gura, 940 rs. o covado ; dito* de quadros
muilo fino, a 300 rs.: na ra do Crespo,
n. 14, loja de Jote Francisco Diss.
de Vicente Ferreira da
necldos de muito boa franja e fritos, pelo
goslo mais moderno ; chaposinhns de se-
ds desabados, pfoprios para cnanc/s de 4-
a 19 mezas de idade, que fe pOde alllancar
ser, naquelle fenero, o melhor que aqui
tem vindo; chapos de seda de qualquer
cor, para senhorae quo nSoexccdem deli
16,000 rs. cada um ; chapeos de palha
para aenhora, prompts ou sem enfeites;
ciiapoainhos de palha abarlos ou arrenda-
dos do feilio dos de souhtfra, mas que'ser-
vem para menina de 3, 4, 5 e6 annos; um
|forIimento completo de tranca de seda para
guarnecer vestidos; igual sortimento de
franjas pretas, que mais se usim para man-
teletes ; outro de Olas de setim largas e es-
trellas de boa qualidade, lindos padrees o
poucodinheiro ; sapatos de setim para ae-
nhora muito novo e bem alvos ; borzeguins
para senhora ; atacadores para os (los';
riquissimos ramos de flores para chapeos ;
rapollas para noi va ; s,edas de todas as cores
para chapeo; bicos de seda tira neos, tr-
jeos e estrenos, imitando muilo os de blon-
da ; sedas brancas ede core* para vestidos;
chamalole prelo da melhor qualidade pos-
sivel; luvaa de pelica pira senhora e para
horneen ; frasco* de agoa de colonia n. 24,
que conten mais de urna garrafa ; lencos
de setim pretos e de cores para grvala,
e finalmente um escoliiido sorlimento de
perfumaras de todas as qualidade* e de to-
dos os precos.
Vendem-se, na ra do Cabug, loja do.
Duarle, franja* e riquilifes para maulele-
Na armazem de Vicente Ferreira da tes ; ISa para bordar; toucas de ISa para.
Costa, na ra da Madre-de-Deos, vende-ee 'senhora emenioae; bonetes para hqmem;
vinho da Figueira, o mais superior que a tcharuleiras de velludo ; chapeo d aol para
este mercado tea* vindo, em barris de 5 a 10
canadrs, a 8 e 16,000 rs. o barril.
4 pal-
Vende-se, no armazem do fallecido
Bregues,.potassa muito nova, ebegada l-
timamente do llio-de-Janeiro, por prego
commodo.
No armazem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farelo, a
3,ooo rs. a saces, e farinha de Iri-
ep nu bu japuaA as-uienupuoD ^ franceza da marca Barfio, por
OHl^l^PJHd SOl|U|OI4' frec0 commodo.
i?i|jiijhaad y tif.ttiSaii )
Vendem-se sapatOes de coV-
ro de lustro, feitos no paii, de
ponto fixo, a 4,000 rs. ; ditos de
jtres sola", a 4,000 rs. / ditos de
bezerro francez, a 2,5oors. ; rlito.s
1*9,000 rs. ; ditos de bezerro da
erra, a a,ooo rs. : na ra da Ca-
llis do Hecife, n. 9.
O mus bar 10 que lem
iar parecido no mercado.
Vende se urna porcSo de chita franceza,
as mai finas qne teem apparecido, de as-
ento azul, cor de co, rOr de ganga, muilo
bonitas, e encarnada cor de rosa pad>es
talludos de strepadeira, cores muito lizas, e
de quatro palmos e meio de largura, pelo
barato pn-co de 320 rs. o covado ; as mais
finas cassis que teem apparecido no< mar-
eado, de todas as cores, padroes de strepa-
deira, o mais delicado que se pode dese-
nliar, a 480 rs. o covado: de ludo se di
moalra com o competente penbor : na ra
' Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
pa.
Novidade.
1 Acha-se a venda no armazem de fazena
das de Raymundo Caitos Leite, ns roa d-
ueimado, n. 27, llnissimo panno de linho
lo Porto, em prcas de 18 varas, a 800 rs. o
ara.
W*Wt??f?ftffff
Na loja do sobrado amarello*
nos quatro-cantosda la do
Queimado, n. ag vendem-se *
avcrles de casaa seda padroes novo scom*
*> flores de teda e com 15 covadns-*
*V o corle a 8,OOO*
^Cortes d cassa de cores, a 2,000*
?(ravatinlias de teda para Sra. a 1,0002
Lnvasde pellica para senhora, a 800S-
lencos de seda para grvala, a 800 1#2
.Corles de calcas de casimira, a 4, 5 e 6m
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA?
I -- Vendcm-se 2 lindas moca mas de 14 a
16 annos, engommadeiras e coslureiras,
um dellas faz bem lavar i rilo ; 2 prelas boas
Iquilandeiras ; 2 ditas de lodo o servico, de
liniiita figuras ; 2 moleques de 17 s 18 an-
nos ; 1 (reta boa quilandeira, por 350.000
meninas, 1,600 rs ; tetourat para alfaia-
te, barlieiro e para costura, fabiicadaa em
Guimarfies ; aslicae* de vidro, a. 1,400 rs.
o par ; maiitlnlias para pescoco de senhora,
a 1,000 rs '; capailas de flores, de laranja ; t
campanillas de nova invencp, a 2,500 rs.
Bichas.
Na ra do Collelo, taberna n, 5, voo-
dem-se e alugam-se bicha* muilo novas,
chegadas ltimamente de Lisboa, por mais
barato preco do aue em oulra qualquer
parle.
Manteletes.
ciipgaram ltimamente ma do Crespo,
loja de qualro i orlas, n. 12, novos mante-
letes e capolinhos de gros de Naeles, fiT-
ta-edres, o mais ricos que lie possivel, lau-
to pela superior q da 6 cOres, vendem-se por preco rasoavel.
Vendem-se cjueijos mui fres-
caes e o mais superaos que tem
vindo do Cear : no largo do Lt-
vramento, u. 20, os pretendenles
n3o se demoren) porque se acaba m,
por Ler vindo poucos.
L'm burro.
Vende-se um burro muilo mamo e ps-
eiro-ioailo Queimado, n. 14. ___
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O es
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Pelo vapor Imperador, sahido do Ro-de-
Janeiro no da tg de corrente mez, e entra-
do neate porto no dia' 98 do memo mez,
receberro te pi, e juntamente biltietes, meios, quar-
tos. oilavos e vigsimos di 6.' lotera a be-
neflsM da impajul cidade de Nicthert.y,
cujas rodas poilesja afllrmar terem corri-
do no dia 19 do rf*ente: o* ditos bilheles
acham-se a venda, todos os dia, das 8 he-
raa da mandila s da Urde, na loja de
cambio da viuva Weira & Filhoi, na ra
da Cadeia do l^clfO^n. 24.
Choco!;! te bnmceopaihico
No Aterro-da-Bo*.Vist, n. 17, fabrica de
licore, acharlo icmpre operfeilo chocla-
tedesaudeehomoeopithico, pelo precede
500 r. a libra.
Vende-se um escravo robusto, acos-
tumado ao servido de campo, por pr
commodo: na ra do l.ivramento, n. 14.
. : no psteo da matriz de Santo-Antonio,
obrado, n. 4, se dir quem vende.
, -- Vende-se um terreno com 400 e tantos
{palmos de fundo e 90e tantos de frente, no
dairro da Dos-Vista, cuja frente bola para
|o becco das Barreiras, proprio para se edi-
icar duas ou tres morada* de cusas: qusm
releoder, dirija-se ru do Colovello, Hu-
lleros 2 e SI.
Vendem-se 4# secea* com tremossos
Ina ra da Cruz, no Hecife, n. 47, labema.
Vende-se meia duzia de vaccas pari-
Jaae aolleiraa, propriamenle para criar, e
oulra meia Ouzia 4* garrote* poneo mais
ou menos, fllho do pacto : no litio do Ha-
Vambir, ne Remedio.
Esteiras para forrar salas
i i-iniciii-se niriitiuiiiitiign ru!u> u'
40 jarda, propria* para forrar aalas, por
j>rC;0 commodo i na ra da Cadeia do Re-
cife, n. 48. loja.
Vende-se ucn sobrado deum andar na
ra da (enzalla-Velhe, n. 23 : na ra do
l'aaeio, n. 7, loja.
Vende-te farinha de S.-Catharina, de
muito boa qualidade,a 2,800 rs. o alqueire;
lacea* com milho, a 4,000 r*. ; dita com
familia dqS -Malheus, a 2,800 rs. : no nec-
eo do. Carioca, armazem junto ao Unoeiro.
Vo inesuiu armazem deseja-ae fallar ao Sr.
Jo-e l'cres liaranIio, para negocio de leu
interesse; enflo appareoend, er publi-
cado o motivo por que se Ibe drseja fallar.
Vende-se rap. Paulo C.'or-
leiro : na ra da Cadeia do lleci-
fe, n. 5q loja de Ferrsgans, de Jo-
s Das da Silva.
JUoreira rk Velloio com loja
na ra Nova, n. a,
m-e em ununciar seu frague-
que sa actia venda na sua loja : rico*
jlinbos de chamalole, setim macao, e
ros 4> Dspoie osa l4aJ>*a*linadaj, guar-
Escra vosTFugidos.
Deiappareceu, no dia 30 do julho, um
preto de nome Francisco, de na<;So, do es-
tatura alia ; levou caifas e camisa de risca-
do, chaj o do Chile envemisado de preto :
quem o p'gar leve-o ao Alerro-da-Ooa-Vi-
ta, padaria n. 68, que ser recontpensado.
Fugiram, do engjftbo S.-Andr, ha 9
mezes, oe escravos goinles : Simplicio,
crinlo, de 21 anuos, earreira, alio, ireen,
sem barbs, bocea grande, beico* muito
grossos, denles grandes, pernas e ps pro-
porcionae, falla giossa e lita : Antonio,
tambem crioulo, e carrelro, de SO annoa,
alio, de grossura regular, espadaJo, cor-
cunda, nouco barbado, rosto romprido,
bocea e heico inferior muilo grandes, al-
guna denles da frente podres, toma labaco,
e fuma cachimbo; traz e uta de contas gran-
des ao pescoco. Roga-se as auloridades po-
liciirse etpitSet de campo, que os appre-
hendam e levem-no so dilo engenlio, ou na
pr*c da Boa-VMj, n. 10, qne tero recom-
pensados com too,ooo rt.
Fugio, no dia 25 do correnle, ama pre-
ta de nome l.uiza, de nacllo ocambique,
cega de um olho, representa 40 annos; le-
vou vestido de chita roio novo** outro de
lila prrta vclho ; he muito condecida por
lleheribe, Monteiro e Manguinho, por ser
lavadeira ; lem sido encontrada pelas ven-
das do Manguind vendendo laranjas :|qui m
pegr leve-a ra da Cadeu-Velha, n. \,
que ser recompensado.
--Fugio, ro ola 17 do correnle, um mo-
leque crioulo, de nome Luciano, de 18 an-
noa pouco mais ou menos; he offleial de
sapateiro ; he baixo, grosso, sem baiba,
rotlo compri Jo, beico grossoa, bem filian-
te, cosluma andar calcado, o dizendo ser
forro, llegt-se sos mostr* sapateiro* que
niloo admiltam em sua loja sem enlende-
rem com o abaiso assignado atsim como
roga-se tambem at autoiilades policiaes e
capirs de campo, que o appreliendam e
evem-no ra da Cruz, uo Recife, u. C4,
que terSo gratificado*.
teurtvto lui* dai Ntm.
Fugio, no di* 16 do corrente, e neste
mesmo di foi encontrado na povo*c8eiiot
A Togados, em directo da estrtda do Cabo,
aomlej foi de oulra vez que fugio, Silva-
no, crioulo, official de pedreiro, de 21 a 29

lar, cara larga e sem barba, corpo bastan-
te reforfado, bracos compridot, cosa e
perna grosias, nadegas muilo salientes,
ps grandes e matos; he muilo regrist* e
contador de histori : quem o pegar leve-o
ra da Aurora, n. 12, que sera generosa-
mente recompensado.
Fugio, no dia 12 do corrente, do enge-
ndo Queimadas, freguezia de Un, do termo
da eidade do Itio-Formoso, um escravo
crioulo, moco, bem preto, reprsenla 30
annos pouco mai ou menos, tristura re-
gular, odos giandea, pernas fina ; uppoe-
se ler ido ou para l'uiiu-talvo, ou ler (ido
seduz'do e couduzido porsertsnejn, qne,
dizem, somoraalores em Carirys-Vellios, os
quaes arranchndose no dilo engenno o
conduzirsm. Roga-se as autoridades poli-
ciaes, capiSes de campo, que o apprehao-
dam e levem-no ao dilo engenhu, ou uo He-
cile, a Sf. Manoel Gongalve da Silva, que
iei3o bem recompnsalos. O referid es-
cravo chama-se Christovilo ; ha bem fal-
lante, e desembaracado ; uertanoe U An-
ua Viclonua de Mello, senhora do dito ea?
enl^ k^sjjjsjsai
as.


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