Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07522


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Full Text
Anno XXVI.
ama*
Te rija-fe ra 30
mn>n
Golanna e Parahlba, segundas escitas felrai.
Rio^)rnde.dnNotle, quinta* feiraa M) meio-
dla.
Cabe, SerlohSem, RIo-Formoto, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.*, a 11, e 21 de cada mez.
GaMabunt e Bonito, a 8 e 18.
Boa?i*ta e Florea, a 13 e 38.
Viessttn, a quieta* falraa.
(Miada, todo* oa dtaa.
S -. ......**Jsj*sa**a*maaa*maai
Pailas ai un.
Ming. a 2, 3 h. e 38 m. da t.
Nova a 9. o 7 m. da (.
Ocie, a 16, a I h. e 12 m. da m.
Chelas* 2i, a 3 b. e 4 m. da m.
Priradra aa 9 horaa e 18 minuto* da tarde.
Segunda aa 9 horaa e 42 mioutoa da nuoba-
de Julho fe 1880.
N. 168.
s-atooos da eoauoaur-glo.
Portreainexe* (adismUuios) 4/000
Por acia meie* a 8/000
Por ttin aono > 15/000
bias na nuil,
29 Seg. S. Olivo.
30 Tere. S. Rtifloo. Aifd. do chano, do J. dal. T.
81 Quart. 8. Ignacio de l.oyolla, Aud. do J. da
2. v. do civil. ,
1 Quii. S. Pedro ad vincula. Aud. J. doa oa/. e do
m da l.v.
2 Seil. Nossa SenhoU doa Anjos. Aud. do J, da
1. v. docive do doifeiloa da faaenda.
3 Sab. Invenco de y. Estevas. And. da Chae,
e do J.d 2. r. do crime.
4 Doin. S. Ooinidgoi de Gutmao.
OAKBioai
129 BE JOLHO.
Sobre Loadres. S7,/,27'/'d.porl/OOOra
. Parla, 346.
> Lisboa, lOOporeento.
Oar.Oncaa bespanhoet......... 29#0OO a
Moedas de 6/100 velhai.. 18/500 a
de 6/400 noraa. 16/100 a
. de 4/000........... 9/100 a
Prala.Ptacdes brasilelro*...... 1/60 a
Peso* colnmaarlo*....... I|tft0 a
Ditoa meiicanoa.......... 1/800 a
aSOdlar,
1/980
1/970
1/926
DIARIO DE
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA JUSTINA.
Decreto de 98 de Junho. removeodo o Jola da
direito Pirmino Rodrigue SMr, da comarca
de Sapocahy para a de Piracicava, na provincia
de Minaa Ccrara.
dem de 5 de julho, reconduzlndo o bacharel
Sergio lx>pea Falcao, no lagar de juix munici-
pal 6 de orptwo doa termo* reunldoa do Dea-
terro e S. Miguel, na provincia de Santa -Catha-
rina, por lempo de qoatro annot, na confonni-
dade da le.
dem, dem, reconduilndo o bacharel Lula
rVrrrira da Silva Mala, no lugar de juia muni-
cipal e de orpliSo do termo de S. Joo da bar-
ra, da provincia do Rio de Janeiro, por lempo
de qualro annoj, na confu uildadc da le.
dem de 8 dito, mandando que fique aem <-f.
felto o de.8 de abril do crrante anno, que re-Lsaiin o haver requlsitadoo engruheiro dlr'ec-
inoveu o jnii municipal e de orphaat Joaquim tor daa obraa publica.s--Comiuunlcou-se ao
L'ra.filin^ D K.ilrn i'niillnhn ifr\* lavinna inimi '________ a:
Francisco' Ribelro Coutlnho do* trrmoa reuni-
do* de Ara e Quelut para o de Pindamonhan-
gaba, na provincia de >. Paulo, e continu este
bacharel no eaerefelo de jola municipal e de
orphos de Arcase Queluz.
Uleu.de l0do cisco Mara Yellio da Velga juia municipal e de
orphoa do* termoa reunido* de 8. Joo d'KI-
Rei t 8. Jos, da provincia de Minas Gerara,
por lempo de 4 aono*, oa conformidade da le.
dem, dem, Mein, ao bacharel Antonio Le-
ine da Mlva jala inunlcipale deorphos do ter-
mo de Piudauuuiliaogaba, da provincia de S.
Paulo, por lempo de 4 anuos, na conformida-
de da lei.
Mein, dem, idein, o bacharel Iiidro forge
Monleirn lula municipal e d orphoa do termo
da Carra Mansa, da provincia do Rinde Janei-
ro, por lempo de 4 anno*, na conformidade
dale).
dem, dem, vemovendo o Julz municipal e
de orpbioa bacharel Manoel Pirmino de Mello,
do termo da Sobral, da provincia do Crar,
para o termo do Cabo, da provincia de Per-
Bambuco, por aasiui o haver pedid.
IJeasi. dem, idein, o bacharel Viriato flan
deira Duani il lugar dejuiz dedireltoda co
marca de Colaba, e de chefe de polica d pro-
vincia de Mam Grosso. para o lugar de julz de
dlrello da comarca de Camela, da provincia do
Para.
Carvalho por cantar mal* de21 aono* deservi-
co e o haver requerido, e bem assim o profes-
sor da merma diiclpllm da povoaciio do Alil-
nho Franciveo Joaquin da Barro* brrela por
ter provada achar-tc lmpo**ibllllado por mo-
lestias de continuar no magisterio.Nestc sen-
tido lij*ram-e a* eonvenirntes communica-
edra.
Dito.Ao intimo, iclenliteando-o de ter
mandado passar provis* de profesiorada ea-
delrt de prlmeiras letrai|da poroacio do* Ato-
gado* a Mara CoeRio da Silva, que lora ap-
provada eu> ooaourso.Eapeiram-se aa con-
venientes cominunlcacdea.
Dito.Ao Inspector da thcfourarla da fajen -
la provincial, para mandar ariiantar ao enge-
nhelro Mlleta quantit de dous cont* e qul-
nhentos mil re), sendo um cont para anda-
mento da obra d- ponte do rio Tapacur. onlro
para a conlinuacao do declmo-seito laen da
estrada da Victoriano resto para andamento do
vigsimo-quinto lanco da meaina estrada, por'
mesino director.
sJUJaL
INTERIOR.
MINISTERIO DA GUERRA.
11KI.ACO DUS UFFICIAES QUE POR DFCRE-
JODKtfA l)TA, PASSAM DE UNS.PARA
OU1ROS CORPOS DO EXERCI10.
Para o frinseira batalkto de fuzlleiros.
0 capilao da legundo da meama arma Joo
llanoel de Carvalho, para > quinta conipanhia:
o lente dotnesmo balalh Miguel Weoce*-
lo.Gid>dr, t o alie rea do niesino batalbo An-
tonio Marque* de Souza.
Para o legando balulhio l fniileirt.
O rnajor graduado do prlmelro da moma ar-
ma Manuel da Gama l.obo d'Eca, para a quinta
companhlo ; o capiiio do lercelro da inesma
arma Andie Aires de Oiiveira JMto, para a oi-
tav* eompanfcla ; capito do quart* da inr<-
Hta arma Antonia de Sampalo, para a aexta
companbia ; o capito do quinto da inesma ar-
ana Joo Ricardo de iluu-ida. para a primeira
cuuipaubia ; o capito do stimo da mesma ar-
ma Joaquin Joo de Meneiea Doria, para se
lima coiiipanliw o capito dooit voda inesma
arma Lula Domiiigues de Araujo, para a lercel-
ra coiapanhia ; e j> capitaa graduada do prl-
melro da mcsuia arma Femando Machado dr
Souza.
Pira v Itrceiro halalkio il fuzillirot.
O capito do segundo da mesilla arma Ma-
noel Pedro da Silva, para a quinta.coinpauliia.
Para o uarto balalhdu di fmtltiroi.
O major Jgraduado do secundo balalba da
meama arma Jos Domingue* doCouto, para a
oiiava coiopanhia.
Vara o quinto batalliaodt fuiilitros.
O capito do aegundo da mesm* arma Joa-
quin l.uli de A*evdo, paraategundaeoiupa-
uhia.
Para o stimo bolmlkio ata fttuleiros.
O capillo do legando da meama arma Jos
Antonio da Silva Lope*' P"" *""" compa-
nhia ; e o lente da lucamo batalbo Auieri-
c Antonio Cardaao.
Para o fhw talolhio de fatMiim.
0 major graduado do segundo da inesma ar-
ma Antonio Tai de Almelda, para a oitava coni-
anhla ; e o alferes quartel-ineatre do niesmo
atalho Lola da Cunba Pavoiide de Meneaet,
para Aieiaa-
Para o siqunde balalh&o di tocadores.
O major do segundo batalbo de fuzileiros
Joln rpomueeno da Silva Portella.
Palacio do Rio de Janeiro, rm I de julho de
18S0.aVaawl Vsliunlo ti Seui* Millo.
Por decreto da inesma data paasaram para a
segunda classe doa ofnciaea da exercilu, no*
termo* do I do art. di le n. 60 de I de de-
irinbr* de 1841 oiuajor do quinto batalbo de
fuiilriro* Pedro Paulo de Moraes Reg, e o l-
enla do primeiro da inesma arma Joo Cario*
l'crclra Piulo.
GOVERNDA PROVINCIA.
EXPEDIENTE 1)0 DA 80 DE JUI.IIO.
OBclo.Ao commandanle daa armas, para
mandar auentar praca eia um dos corpo* da
tuarnica.i drsta cldade ao paisano Joaquin
liguel do Amaral, que para ls*o *e ofiereceu
voluntariamente, e ful julgad* apto pela junta
de laude, certo de que lam arbitrado ao referi-
do paisano a gratificarn de cento evlnte mil
icii, para Ibc *er paga 30,000 ris vista, ea
mal* ein prestaces anensae* de 10.000 rels.-
I iileirmi. a* >nliiAn#rlnr il* nav.idnrh lulUr.
Dito. Ao me sino, para que mande por dii-
..poaico do Dr Ignacio Weijr da Foaaeca. um
Ididu de avallara para o acouipanhar sus
occasies, ein que elle for tratar da* peisoas
pobre* acomiiiellida* da febre reinante aa pn-
voaede* de Ipojuca, Scrinhem e Rio Forujoio.
iAUo.Ao director da rveea, intelrar
ter jubilado a professora de primeira* letra*
ll0 biria (Jo ReciCc Mara TUcodon Vianna de
ItKr-DE JANEIHO.
CMARA DOS US. DEP-
TADOS.
DISCURSO DO Sil. nirUTAnO FERREIIH
MEMA. NA 8KSSAO DK 26 DE JUNrlO.
DISCUTI3ID0-SE A ItEFOIlM DV CIIAR-
DA NACIONAL.
( CtMclusto do n. 167.)
0 Sr. iftrreir Peana ( Continuando):
O nubra deputido pala Parahiha ofTerece
nutra emenda ao mesmo artigo, declarando
que a* dispoaicOes relativas aoi soldados ,-
oulciaes de primeira linha que se iautilisa-
rem por ferinientm, ou que morrerem em
aceflo, gn apalicaTeis ao* guardas nacio-
naes e offlclaei em circumilanciaa Ideutlcas
ou anloga*, e eu nao tenho rasan alguina para
impugna-la ; mal devo explicar que nao Iratei
deite asiumpto no prujecto, por observar que
a lei de 18 de agosto nao teni dpisado de ser
al agora cumprlda do modo nossivel na par-
te ein que reservou assemble* geral a decre-
taco da* recompenaa* devidas ao* guardas
nacionaes na* circumslancla* indicada*.
U mesmo nobre deputado Tez muijudicin-
*ii observaedes sbreos iuconveniente* de
ftcarem sujeitos a lodo o rigor da* lei* milita-
re* oa gualdas nacionaes chamados ao servico
dos coi pos destacad', ponderando entre ou-
tras rasAea a poasibilidade de anUVereui o cas-
tigo da chbala, do qual ealo isentos os cade-
tes do eierciio, que nem sentareacro de qiu-
llilaes ra*l(*tinclas. Sigo em grande par-
te a* oplaide* do nobre deputado, mas devo
lambem ponderar-lh que, ae he urna n< ces-
sidade real do nono pal* chamar a guarda na-
cional para auxiliar o exerclto, faiendo cauaa
cmniniim com elle em suas operaedes, multo
dimcilmentc *e poder estabeleccr a diveni-
dide de penas sem prejui'o das meain ope-
raedea e da disciplina, e que, dado o calo de
ser designado um cldado lio disuado por
ana fortuna e posicao social como figura o no-
bre deputado, ser-lhe-ha lambem perinlltldn
apresentar ein seu lugar um siibstiuito. Eu
eiou inuit'i longe de querer sustentar a con-
veniencia do castigo da chbala, que he auto-
risado, segundo creio, nao por expressa dlspo-
sleo de le alguuia, mas s pela pratica cons-
tante, e ein substituicao do da* punchadas.
de que tratam os regulatneatos militares, e
que ae juica muito mal* prejudicial aaude
di* soldados; mas emendo que nao be cita a
occasio maU opporluna para resolver esta
queslo. Cabe ao oorpo legislativo, quando
tratar de fazer a ordenanza do exercito, deci-
d u tal cadigo deve continuar ou ler subs-
tituido por outro, e se coovin ou nao conser-
var a ciaste do* cadete*: t ento'poder-se-lia
ai.enlai no meio que taai* convirr para esta-
beleccr toda a igualdade que lor poisivel en-
tre as pracas do exercito e da guarda nacional
destacada.
O aobra deputado por Hias propde a aup-
preaso do art. 60do piojecto, noqual ae de-
termina que o corpo* da guarda nacional,
quando torera chamados ao servico de guerra,
coiisrrvcm a sua organlsaco, srmpre que nis
lo nao houver inconveniente; mas eu nao
pono descobrlr rasao alguuia que justifique
esta emenda. O artigo so por fin preve-
nir a aaso, que nao be impnMivel, porque j
e teem visto rxeinplos de otlerccer-u a mar
char um baulbo iutelro, ou-a niaior parte
drlle niaa itauki sio acontecer, ter *em
pre o govrroo a traerdade 4e dar frca de
tacada a organlsaco que mala convier.
Dous nobre* deputado* pelo Rlodc-lanelro
.presentaran! uina envenda modificando o art
63 do projeclo, na parte relativa as grada
efie* e nnnra aue nninneteiu nos fjudanle* de
orden* a secretarlos gerse* do* comraaucs
superiores, etc. Se n* iraiaisemos agora da
primeira organitac^o da guarda nacional, eu
insisti/i.tnaspprovaco do artigo do projeclo,
tal qual le cha redigido, mas acbaudo-*e j
um grande numero de ofclae no goto desaas
mesmas graduaces que t emenda designa,
nao tere! llmciildade rm aceita-la,
Ao *rt. 6A oflerrcl Analmente tima emenda
declarando qne contina em vigor a novsi-
ma reaoluco qne autorisou o governo a dar
urna orgaoiucao especial guarda nacional
da* provincia* fronlelrai, e parece-mc que e-
larrmo* todos de accordo obre a ua appro-
vaco, para que, alni da* providencia* que o
projeclo conlm, possa elle adaptar qaiars-
quer cintras que por ventura srjam exigidas pe
las circunstancias particulares da inesma pro-
vincia.
narrado, Sr. presidente, concluido do modo
qne me fol powivel a jnseaco daquella*
liarte* do assjjecto qne teem sido impugnada*,
e eanosto as ratdes pelasquaes nao poiaoap-
provr varias emenda* que *e acham aobra a
iireta, considero-me agora obrigada a dar al
guraa rni.osia ao honrado deputado pela pro-
vincia do Para que fallou honteni.e que inulto
siulo nao ver presente na casa. ( Para aireado
ao siU Sr. Sorna fraae,)
Alt**tSti. epatadas t-J e*t presente.
O Sr. Peana :-Oj*ando eu percebl, Sr. pre-
aidente, que aopposico,ao sopor mel da
imprenta, mas tambera da tribuna, pretenda
converter e*lc projeclo m um instrumento
de guerra contra o partido poltico que te acha
ein minora netla cata, e que algunia* peitoas
procuravam chamar sebre o inesiiio projeclo
todo* o odios daquella parte da popuaco
Sua ao pode bem ettada-lo e comprehrn-
-lo, fazemlo-ihe crer que elle enntm asdis-
notifOVt mals oppressivat, e at tyrannicas,
jnlguei conveniente observar que as suas base*
etsenciaes tuham sido ate certo lempo acei-
tas e ariprovadas pelo proprio partido da op-
posico, que elle havka pastadOKAa tetso; de
1846 da aeguoda par* Urceira dlscusso, por
votacao da maiorla da cmara, qual perten
ciam dous honrados deputadot que hoje tor-
iiiaui parte muilo diitincla da minora. Ora,
prrgunlo eu, haveria nesta minha observaeo
afeuiua recriminaeo que se possa considerar
odiosa, como deu boalein a entender o nobre
deputado pelo Para, dlzenlo que eu secutara
o nono Ilustre collega o Sr. Antao? Se mi-
nha* palavrai envolvein algurna odlotidadc,
serel omito franco em dlier que a* retiro,
parque nao tenho a menor menean de dors-
tar os nobres depulados ; mas cniao licite i
tambera eutendeodo que he iiupottivel toda a
dlscuno entre mis.
O nobre deputado pelo Para deve crer que
nao pretendo de.m*ueira alguma offendd-
lu ueste debite, porque sabe que al hoje
temos mantillo reUces amigaveis, e que
q lando tire a honriMe presidir a tua pro-
vincia, nlo houve entre nos rasSo alguma
de queiza, tendo eu at s fortuna de contar
roo amigos particulares alguasque tam-
be ti o sBo do nobre deputado; mas parrjee-
ne que lo las estas cuu.si JerscOos nlo po-
den inhibir-me de explicar oa facts e de
Jefeudor-me, quando vejo que aquellas mes-
mas pessoss qne trabalharam enmigo na
commissSo destn projeclo, proenram hnie
apretenla-lo ao> olhos da naci como effei-
to de um plano concertado contra as liber-
daJes pubcuj.
O nobre deputado, annuindo a um convi-
te qui) I lie Qx na seisfin do ilia 3-2, dis lia vi* demostrar ni primniri opportuiiidi-
dequeeat projeclo era essoncialmenle di-
erro daquelle que tinha sido aiprovadu
em 1816, que o seu voto nSo se achara com-
oromellido na questo, ele, e honlem pro-
curou curnprirasua prometa ; mas como,
enhorna* De urna maneira que nao pule
deixar dodizer que u;lo me pareca projria
da sua raconhecida illuitraco, nem convh-
nienle a um tiomem que se ach enlloca io
na posifSo do nobre deputado, que lem j
oceupado, naturalmente ha de anda
oceupar, os maii alorado* cargos do es-
tado. '
O nobre deputado, avilando quinto foi
tosaivel a comparaefin da projeclo com a
si de 18 de agosto di- 1831, o com o outro
que se discuti en 1846, invenlou disposi-
gOes que nelle n3o exislem, s para ter o
prazer de combate-las, e deu a slguns ar
Ugos urna intelltgencia diametralmente op-
posla I sua leltia e espirito. N2.o posto re
pelir agora, nem mesmo em resumo, todo
3uanlo diste o nobre deputado, porqueain-
nAo sabio impresto o seu discurso, para
t qual appello ; mas lembra-me que elle co-
met;ou por alllrmar que se mililarsa toda a
nacSo, aue dora em diinto niuguam dei-
zar de ser soldado...
OSr. Sou-.a /'raneo : linda repito o
mesmo.
OSr. Pinna :...que o cidadflo brisilei
ro, e principalmente o pobre artista, nflo
po lera mais tratar da sua vida, porque a
lei o subordina, sem um momento do des-
canco, a urna inlinidsde de superiores, des-
de o anspecad*, al mais elevada paten-
te, sujeitanJo-o al ao castigo da chbala,
ele. Assim nos vimot lambdin que o arti-
go do projeclo que lem por lim mandar abo-
nar venc mantos guarda nacional desde
o primeiro dia em que se reunir para o ser-
vico de destacamento no seu proprio muni
cipio, foi disculi lo pelo nobre deputado co-
mo ae sujeilisso constantemente a guarda
nacional s leis militares, sin la nflo liaven-
do ininiigos a combater ;.que oulro artigo
que lem por flm muilo manifest poupa
aos olliciaes e pracas da guarda nacional o
vzame di prisao as cadeiat civiseotn ou
tiotreos.delerminindoquesejam preferida
as fortalezas, quarteis e casas de cmaras
foi interpretado pelo nobre depuUdd) como
se contiveste urna dispoticSo nova que man-
daste meller os gutrdis nscionaes as ca-
lens e noa troncos { que iquelles meamos
arligos que tratam da vitalicUdade dos pos
tos fram lambem interpretados pelo nobre
deputado como te deizissem a sorle de lo-
dos os ofcise*deoendeulede (Ilimitado ar-
bitrio do governo, quaiio.u ^ern::'.'.;
que aejam lempoririamenta dispensados do
ezercicio os commandiutes dos corpon,
quando iaao convenlia io servico, conser-
ve ndo todsvia nao equivale a urna demissilu.
O.Sr. Souia tranco:Mas o partido que
dispensar um commaudaule nSo pode bo-
rnear oulro ? -
O Sr Piaa :-Ditsa mus o nobre depu
lado que elle nao lem conbecimenlo de paiz
algutn, regido pelo svatemt representativo,
que ii6 ezemplo dou-.ua orginitacao tilo
militar comiesU ; que s proprta Inglaterra,
com vinle milhoes do liabitinles, lem ape-
nas viole tela mil milicianos; que a caa-
ra da 1846 nao spprovou as bise* deate pro-
iecto: que timbem o minislerio aa nflo ap-
provava ; que elle emfim combaleu mullos
dos sepa arligosDrincipaes, e que at decla-
rou uueesUY8!sposlo rejeita-lo. Desejo
aber sa lio tato, ejjciaoioute o que disse o
nobre deputado...
O Sr. So**a trastea :Declaro que ealav
disposto a volar contra lodo o projeclo.
O Sr. Punta :Creio que refer belmente
o que onvi ao nobre deputado (anotadas);
ese ha inawclidflo da minha parto, be por-
que nSo repito tudo quinto elle disse, nflo
porque iccrescentn cous alguma.
Ora, senhores, pira provar que o pulido
que se achava em maiorii na esmara de
1816 approvou as bases do projeclo, no pre-
iso de outro documento alm do mesmo
projeclo que se redigio para terceira discus-
slo, e corre impresso. (Afolados. ) Bem ve-
jo que ha urna coa retada a que O nobre de-
notado pote recorrer, dizendo : II.i ver-
dade que foi approvado em aeganda discos-
alo, maso prnjfieto substitutivo be snuito
diverso, e conlm dispoiicOes muilo mais
vexatnrias ou menos liberaes do que aqiel-
le. Hat eu o tenho convidado a entrar des-
apaizonailamenle no ezameeconfrontacSo
de ambos, e o nobre deputado se recua a
isso, procedendo assim com muita pruden-
cia, porque a conclusflo nflo poda deizar
de ser-lhe desfivorsvel, recoohecendo toda
a gente, como ja observei, que o novo pro-
vecto conlm disposicOes muilo mais benig-
nas do que o ipprovado em segunda dis-
ctalo.
Estando evidentemente provado que a c-
mara de 1816 adoptou as bases do projeclo.
lambem sDresetttsrei, para mostrar qual
era a opio So do governo, um documento'
que me parece nSo poder ser mais autiienti-
co nem mais valioso : he o discurso de um
Inirnem que eu respeito muito por todos os
titulo*, aneo Brasil todo considera como
lutori'lade na materia, e que de nenhumi
maneira pode ser snspeitpaos nobres depu-
lados : filio da Sr. marechal io9o Paulo
los Santos Brrelo, que, sendo entflo mi-
nistro ila guerra, leve de emiltir a opiniSo
Jo governo i respeito do projecto.
Durante o debite, e quando se tratavs do
artigo concernente vitaliciedade dos pos-
tos, foi ella muilo combatido pelo Sr. de
pillado Campos Mello, que propoz o ade-
mento por alguns diis, para que a commis-
sSo viste se seria possivel fazer alguma
reforma que concillaste o principio da vita
liciedade dos postos com a amovihilida le
doscommandos, ou achar um meio termo
entre os inconvenientes da vitaliciedade e
os do Ilimitado arbitrio as nomeaces
Ust idiimento pasaot, declsrindo o Sr.
ministro da guerra que o jnlgava necessa-
rio para po ler conferenciar com os seus col-
legas, o que al enlSo nflo hava feito, por-
que linham linda pouco lempo de eserci-
cio, e nutros muitos negocios importantes
e urgentes reclamo a sua altencaO. Ouca
*gora a cmara oque disse o honrado mi-
nistro na sesso de 90 de julho ll)i Sr.
Presidente, em cumprimento do que hivia
promellido a esta augusta cmara quan-
do pe ti o adiament por 3 dia3 para po ler
consultar a opiniSo de meus collegas sobre
* vitaliciedade dos postos da guarda nacio-
nal, venho hoje sitisfaier aquella dever
Comquanto o governo nflo possa adoptar
iuteiramente todos os arligos que j sr
acham votados, porque reennhecea neces-
sidade de algunas modifieacAas, pira o que
j havia pedido Ilustre commissSo, que
organisnu este projecto que desejava com
ella conferenciar quando o proj-'Clo pissas-
se i tercein discussflo, adm de fzerem-sp
ai convenientes mendat.todavia direi que o
governo adopta vitaliciedadedot posto dos
oluciies da guirdi nacional, reservan lo-se
o direito de ezonerar dos commandos aquel-
les que nflo deverem* ser nelles conservados.
O governo julga mis >ensavel este direito,
para que a guarda nacional salifica os fins
a que he destina la, e pan evitar-se os em-
baraces quepoderiam provir i marcha di
dmnistracSo,se os com mandantes nflo po-
des \m ser exonerado-', quindo assim con-
viosse ao servico publico.
a A experiencia lem mostrado que sem
estabilidade nos postos nflo pode a guarda
nacional apresentar os resultados que della
te p le esperar, estando sujeita aosesp-i-
c ios eso arbitrio que infelizmente temos
observado: parece pois sufliciente que ao
governo fique reservado o direito de ezo-
nerar doa commando de quilquer natu-
reza os ofliciars que Ihe nflo merecerem con-
Hanca. Qkando ped Ilustre commsslo,
que organisou este projecto que ao passar
a t jrceira discussflo foste o governo ouvldo;
tinha em vista que talvez fosse conveniente
modificar-M o modo da qualiotcSo, po-
dendo ser incumbida desta operaeflo a junta
que pelo projecto da lei de eleif;0)8 deve fa-
zer a quIUca<;2o dos vota ule* e eleilores,
persusdindo-rae de que mais conveniente
ser que esta mesma junta ezerca ambas as
funeces.
Oque acabu do jiaer iie umi rellexflo
para mostrara conveniencia cloquea gover-
no seje ouvido antes, que o projeclo que so
liseule passe lercoira discussflo. Nflo
posso alargar-me mais a,este respeito, a-
,'inrdando-me para conferencia que es-
pero ler com os illustrea membros da com-
misso especial,depois de fioda esta segn-
la discusslo. a
Seguio-seum discurso do Sr. Dr. Manoel
favor do artigo, e depois delle disse lin-
da o nobre ministro :
Quando eu ha pouco disse que me pare-
ca que talvez fosse mais conveniente modi-
licir-se o modo da qualificaco dot guardas
lacionaes, podendo ser enctrregadi della a
uula que pelo projeclo de tai da eleicOie
esta incumbida aartlesignaca* dos votantes
e ebiitorea, nlo rejeitet a base da quihlici-
Qflo doa guardas, eslabelecida ni presente
!i : rtio alterei em nada coRdieAaez-
gidaa para ser guarda ; lombrei nica-
mente outros funcionarios para a qualilici-
C&o.
J em outra oecasilo declarei, a agora
repito que o governo adopta as basas deste
projeclo. Permitla-me V. Ezc. que eu fa-
ca urna muito breve digressflo, veo a ser,
que talvez tambern conviene que a apura-
Qilo do recrutas para o exercito fosse foita
pela mesma junta qualiflcadora dos votan-
tes'e elegiveis, pois desl'arte dispenssr-te-
hiflo tantas juntss como exigan OS projec-
los da lei de eleicoes, da le da guardi na-
ciooal da lei do recrulamento
Dirai linilmenla que o governo desoja
que continu a discussaO deste projecto, es-
perJndo que antes de pasgir lerceira dis-
cusso a Ilustre commsslo especial ae pres-
tir confererref* que j Ihe fftra pedida a
lim de se proporem as modificacOei que por
ventura possnn ser julgidas convenientes. *
Julgo ler provado, senhores, que o mi-
nisterio do 1816 tambera approvav as bases
Iesi-) projecto apoiadoil, propondo anenat
urna snodificicflo a respeito da amovihilida-
de dos commandos, modiicacflo que ru
idoptel por parecer muito raioavel e neces-
s irii, como se v do meu projeclo substi-
tutivo, e que o nobre deputado pelo l'ar
considera hoje como um dos principies de-
feilos do mesmo projecto, sendo ah o re-
quinte do arbitrio conferido ao governo.
\gora mostrarei quaes eram as opniOes do
nobre deputado sobre s materia noinno de
1816, pin que a cunar* veja se ellas estilo
le accordo com oque elle disse no seu dis-
curso de hontem.
O.Sr. Apriqio :Uto.ha de ser bom.
OSr. Peana : -Quero recorrer so Jornal
do Commeroio abi achara tola a discussflo
que houve sobre o projecto as sessoes de
J5e27 demaio, 4, 5, 13, 15, 16, 17, 18,
20, 22, 25 e 26 de junho, 6, 7, 8, 20, 21,
28, 29 e 31 de julho, e veri que, quanloao
alistamenlo, limilou-se o nobre deputado a
offerecer ums emenda que marcava a dade
de 18 annos, em vez da de 16, para ser guar-
da nacional, emenda que foi aceita pela
commissSo e p*la camua ; ver que o no-
bre deputado nffereceu outra emenda sen-
tando da guarda incional os caixeiros das
casas de commercio (segundo a deflniQflo do
endino do commercio} que fosasm menores
de 21 annos, e que offerecendo-lhe eu al-
gumas duvidas ou objeccoes, fez-me elle ver
que com a nova organitacjlo quose a dar -
guarda nacional, e seu slistamento por oITl -
ciaes vitalicios, os abusos serian em nuito
menor numero (risaddtj, ver que'o nobre
deputado fez algumas consideracOes sobre
o inconveniente doezigir-se um grsnde nu-
mero de prac*s para formar companhia, ou
batalliiJo, por ser muito penosa aos guirdis
dos distrelos pouco povoa losa marchar de
grandes distancias para o lugsr da parada ;
ponderando tamben que nflosedeviiezi-
gir que em todos os lugires osofDciaes ti-
vessem a rend deeleitor, por haver muitos
iistrictos onde serie difficil schi-los com
essi renda, postoque muito idneos para o
servico.....
O.Sr. Sonsa Franco da um i parle qne nao
podemos ouvir.
O.S'r. Peana :--Creo que he isto mesmo
que eslou dizendo ; e se eu for inexacto em
alguma cousa, eslimarei que o nobre depu-
todo me a Ivirla, iu que nflo tenho a me-
nor intenefio de alterar o sentido das suis
pilavras, nem de olTen le-lo ; quero stven-
t-i juslillcar O meu Iprojeetn.
O Sr. Soasa Franco :Justificar commi-
zo i
OSr. Peana:K minha justificscSo rrlo
he dirigida ao nobre deputado ; mas como
4 nobre deputado, homem Iflo importante,
e que oceupa um lugar tilo distincto na re-
presentaoflo nacional, disse hontem en voz
muito alta, e como se estivesse disto con-
vencido, que o fia do projecto be escravi-
sir a nacflo.....
O Sr. Soasa Franao :0 flm nflo, o resal-
tado.
O .Sr. Pinna :.....escrivisira naci, mi-
litarisando toda ella, e sujeitando-a ao ri-
,'or das leis militares, eu devo mostrar que
i projeclo nflo tem esse (Id) ou resultado,
que te o tem, o nobre deputado o desejivm
t agora como eu.
O Sr. Souta Franco :Ahi he que nflo ha
ptaetldftO/-
O Sr. Penna : -He verdade que no decur-
so da segunda discussflo, e qusodo ella so
acbava muito adianlada, o nobre deputado
observou que a cmara nlo Ihe hav* pres-
tado tola atlencflo de que era digna, que
slguns il-tigos tnhim sido mutilados, e que
assim a o projecto perdendo o direito sua
apprpvac&o ; mas quses seriam, sanhores,
as rasdes por que o nobre deputado assim
seezprima? Seriam as mesmas que hoja
allega ? Seria por Iba parecer o projecto
contrario a constituigao, ou capaz ae escra-
visar ot Brasileiros ? Nflo, senhores, o no-
tire deputado alacava slguns arligos do pro-
jecto por motivos muito diversos, queren-
lo, v. g., que fossem vitalicios ou perma-
nentes na guarda nacional os aos joros e
ajudantcs de linha (ok! o !), que se levas-
sem em cunta pira a reforma dos ofciaes os
servigo prestidos antes da p/umulgaclo
la nova lei.....
OJ'r, Soasa 'rassto: Eatao o que se sega*
he qase eu alacava o parecer oa commisso.
OSr. Peana : -- Sim, atacon algn* artigo*,
queixjndo-e de nao querer aenrniniato ac-
t-eitar emenda*, mas nao ao acia sentido em
que o f*i hoje ; e do* proprio* Sonsa** a qae
me retiro lambem consta que aa opio loes do
nobre deputado foraiu inulto victorioaamante
combatidas pelo meu Ilustre collega da com-
mitao, o Sr. Aolo. (Afaiadas s risadas frass.)
Eu abusarla, Sr. presidente, da atiene a da
cmara, ae nM>r agora ler tudo quaotn dis-
se o nobre deputado na segunda discus.o, pa-
ra fazer bem aliente* as diversa* disposice
do projecto que elle combaten, e aa rasoe* par
iue o fez; e por sso liiuilar-me-hel a presen-
lar um dos discursos ein qne elle manifest
suas oplnie em geral obre a inilitulcoda
guarda nacional, obre aa bae em que dore
sentar a itw orjanlaeJo. DepoU de iivi-l,
.........


a
10
!
a cimira decidir te o nobre depulado (inlu
dirello a vir direr-noi honlem que rite prnjer-
to militarin a naco.transforii andoo< clda Ios
ni toldados de linda. que a sha promulijacao
acabar com ai libertades publicas, que nao
lia u nao alguma civilizada 011 regida prlu js-
Irma representativo, i|u<- aprsente o cxemplo
dr spinelhanle organisacao militar, ele, ele.
Entrando cm dlicui So, no dia 12 de Junlio
de 1846, o artigo 5" da projeclo, com una
emenda do Sr depurado Carvalhn cSilva, que
mandara eliminar da guarda nacional os me-
nores de 21 annos, diaie o Sr. Souza franco {t.)
(i A emenda do nobre depulado pelo Ceara
no me parece auaieatavel na parle mi que
exige 21 annot de Wade para o allstainentoon
guarda nacional. Serla o meio de prlv.i-la de
urna ciaste numerosa de Braslleirns, e classe
rin que de ordinario ha mals voluntarledade e
promptidao para o tervlco das armas....
O Sr. I'innm (intrrrommendo ro): ~ lato estai de aecrdo com o que ditse
bonlem o nnbre depulado?
o Sr. Apri'gi'o: Nao, de cerlo.
OSr. Pennaleonlinuanioa lr): Em regra,
rnhore, a guarda uacional n.o be seoao cor-
lio auxiliar do exerclto, par o servieo ordina-
rio em lempo de paz, e para o servieo de cam-
jianha em lempo de guerra ; e se a constitu-
,;lo obriga a todos os Hraalleiros a pegar etn
armas em drfea da patria, be preciso aaiisfa-
zer este preceilo constitucional, armando a to-
dos os Brasileiros.. *
0 Sr. prieto: Oh! Com etTello!
"ir. Sonta tranco : Mas nio com a orga-
nisaoao militar que o Sr. quer.
OSr. I'cnna:Qual nrganisacao iniliur?
nde est ella no projecto ? tomo o prora o no-
err depulado que eu a quero de um modo di-
verso do que queramos em 1846? (Contina u
Irro ditcario).... a armaudo a todos os Hraiilei-
ro* desde que suas forras ph)sicas o perinilaain.
Se fosse postivel dispensar os servicos milia-
res do cidadao em lodo e qualquer caso, eos
til, auuros podesseui com as oespezas necessa-
liat parauinexerclto permanente bastante pa-
ra o servieo ordinario e de guerra, se fosse con-
veniente dtstrahir dos trabalbos ordinarios pa-
ra oceupar cll'ectivamenle as armas giande
numero de ridadot, e nao houvesse nisso gra-
ve perigo para iasliluices libetaes, seria o me-
llmr jeteme....*
0 Sr. Soma Franco : E eu era absolutista
enljo, como o nobre depulado quer fazer crr!
O Jr. Penna : Eu nunca disse que o nobre
depulado era entio absolutista, nem quero in-
terpretar ou inverler o, sentido de suas pala-
vras: apresento-as laes quaes as profcrlo para
que a cmara ajulze. (Continua a lr),... a seria
o inelborsystema aquella ein que, einpregan-
do-se uns exclusivamente as armas, ticasseiu
outros totalmente livrrs de seu rgimen tem-
pre excepcional, tempre contrario aoi direitos
e garantas do cidadao. Mas, pois que o nao
pode ser, poitqne todos devein estar prepara-
dos para defender o paix contra as aggrcsses
e> lernas e internas, lie preciso nao ettender a
exclusao pruvenienle da renda e idade a ponto
de deixar lora grande numero de cidados : he
preciso que todo estejam promplos para, na
forma da constltuicao, pegaretn em aruias cm
defesa da patria....
0 Sr. Sonsa franco Isto he, que n!o este-
jam alitcados lodos sordensdo gorerno.
Algnnt Sn rfmladot : Oh I oh !
O Se. /'rana (toaliauande a lr o diicurto.)
m O Sr. t'arfulhu Siloa : A guarda nacio-
nal he urna milicia qualicada.
< (Sr. Sonta Franco :-~ Eu nao comprrhen-
do lji-in a expreaeo milicia qualiiicada po-
rin comprebendo a conililuico, que exige
que todos peguem em armas para defeuder a
patria, eentendo que cala obrigaco no te II-
luita aos que sao cidados activos, inaschega
a todos os que gosam as vautagens da socieda-
de. rila protege o cidadao desde que atee,
este Ihe deve sua vida e eiforcoi desde que pu-
de manejar as armas, isto he, desde os 18 an-
uos, e fajo excepeo da idade anterior tmente
em beneficio da educaco Iliteraria, mercantil
e dos oBicios mchameos, porque, alein do
servieo das armas, precisa a sociedade inultos
outros para que deve dar lempo aos cidados
para se habiltatelo. E nao se diga que teja
isto miliurisar o paix....
0 ir. Aprifie: Sr. Souza Franco! diga que
inuilnu d upuno. (Iliiilai.i
OSr. Souza franco : Alistar nao he milila-
risar; (Od! u) mililarlsar he na forma por
que o sr alista.
0 Sr. I'inna: He o que o nobre depulado
nao pode provar. [Continua a Irr o ditcarto).-.
> E nao ae diga que srja isto mililarlsar o palz;
n.io, e com os puyos adianlados em civilisaro
Comprebendo que qurm quer evitar a guerra
intestina ou eslrangelra ou lialiiliur-se para a
suli'ocar, prepara-e na paz, e tem os cidados
todos alistados. (Hitada.) O meto, porein, de
rvliar a iiiilitariaco do pas he conservar as
fn.-irdas naciouars nu milicias com lodas as
garantas uo lempo de paz, c siijeita-las seve-
ra disciplina no lempo de guerra. Asaim fa-
zem os Estadot-Uuidos, onde os milicianos sao
cidados durante a paz, porciu toldados duran
te a guerra...,
0 Sr. Sonta Franco : -- lias nao quero solda-
dos durante a paz com chibata.
Lm Sr. OepuKtdo : He bus! E qual de nos
os quer?
OS. Peana (continuando a Ur o iliuurto):
.... e (e traiasse de um plt mullo povoado r
rico, eu me inclina'iia malor dispensa na ida-
de, e a exigencia de reuda tnperlor ein os clia-
inados guarda nacional; mas, entre mis que
n.o temos populacho e que tomos pobres, et-
p'eeialmenle oa habilantet do interior, a adop-
cao do principio de mala idade c uiait subida
renda tornarla ponco numerosa a guarda na-
cional. E qoaesot inconvenientes, seuhores?
O principal serla redobrar o servieo sobre o
pequeo numero ahilad ; e nos lodot sabemos
que tem sido em regra to pesado o servieo da
guarda nacional, soixe tudo nat pracas do lito-
ral, que prliueiro que ludo he ueeessario alli-
viar a populaco, e dar-lhe occasio a se oceu-
par de teut trabalhas domsticos, e o nico
nielo de o fazer he dividir o servieo da guarda
nacional por inaior numero de prttoas. A' vis-
ta do que expuz, voto pelo artigo tal qual, t-
mente com a ininba emenda, que em lugar de
30 annos exige 18 anuoi para o alistamruto da
guarda nacional.
Crrio, Sr. presdeme, que por mais que eu
esludaaee, nio seria capaz de dar ao diteurto
proferido honlein pelo nobre depulado pelo Pa-
ra urna reapotta mals adequada, nem mais
elequeotedoqueestaque se acba as suas pro-
ptlas ptlavras que acabo-de lr. (Apoiadtu.)
O *>. Zonto Flanea: Peco a paitara para
responder.
OSr.Pinna: Ejulgo-me al com direrto
a raperar que no csso de continuar o partido
da opposiciio a atacar as baara deate prajeclo,
venlra en meu ensillo para drfende-lo nao a* o
uobre deptrtad, suat lambem o meu illusirr
oollrgada eoiatalasoo (oSr. Auto) que lio lia-
aMatt>aaUe o Msieulou no debate de l846\ (.Vu-
miwi aaoieviua. nuilo oras, tnila bcm.)
O ..nado adoptar... em tegund, dl.cuMao.al.ncontr.d.^&^<^%$^
resoliicSoque aulorisa ogoverno dar estatu-
toa aoa curaos jurldlcot e t etcolaa de medi-
cina, eomum Jitago addltivo do Sr. Ilapliatade
Ollvelia ; ruvtercelra o projecto relativo i ter-
ra devotntaae c lonlaacao ;bem como oque dli
rapciio compc.encla dot elrilorra de qur
trata o artigo 80da le de 19 de agosto de 184b
i ara lomare ni parte nat eleicOet de senadores
que tehouver de proceder durante o teu
mandato.
A cmara dos deputadoa resolvere que paa-
sasse para a terceJradlscusaao a KM do orf amen-
to pera o anno flnancelro fuluro cora oe trgiim-
te arllgot addltivot que tlnhem tido appro-
vadot: .
" Ogoverno he autorisado a elevar desde ja
os direitos de nevegecao ecoinmercio eobre o
navios e mercaduras nglrzai.
Nocetodediminulcao da receita publica,
em conseqneucia de rompliuento com o ea-
tranuelro, flcW governo autorisado a reduzi
proporclonalmeniecom a meania dlminuicau
ale oporcentotodaaat verbaa dedeapesavo-
tadaa no orcatnrnto, e oa venclinenloa de lo-
dot aquellet que recebem etlineiidlo dos co-
fres publlcot, rlnciplando pelo aubsldlo dos
mrmbroa do corpo legislativo, exceptuando
porein o aoldot des pracas de prel e trinada.
-Ot direitos da exportacoe baldeacao pa-
ra a coate d'Afrlca ficam elevadot a mal de 5
por cenlo ,
' Os direltot sobre o cha aerao cobradoa
sem fazer-te difl'erenca entre cha bom <-u ava-
riad0' j
" Ficam isentas do imposto de 5 por cenlo
aquellas eiubarcacdes queaehlresn dos eaUln-
ros e nao tlverem ainda nevegado por con|a
de alKuein. '. ,
' Supprlmase a ultima parle do art. 5.' do
orejelo substitutivo, a qual prohibe o supprl-
uieiito ao exerciciocoireule pelo lindo, e vice-
versa.
' O imposto de polica que pagara as carro-
cas para a rende da cmara municipal da ci-
te Oca elevado a 12. e a 16/ o que pagas
carros, deveudo ser cobrado em duas presia-
coes gueet.
" A gondolate mnibus pagarao 25/000 rt.
par a renda da cmara municipal, alcm dot
l800rt. que j pagam para a do eslado.
O producto dettas imposifct ter applicado
pela referida cmara nicamente na conttruc-
cab, reparo, e onservac.ao das calcadas da c-
dade, formando deltas lubrica especial de re-
ceita no seu orfamento e balance.
' Ogoverno flcaautorlrado a mandar abrir
.una enreda que laca comuiunlcara cidade de
Caxias com a capital da provincia do Para, con
cedendo piivllrgioia particulare ou a com-
panbias ppr lempo limitado.
u governo llca autoiliado detde ja a rala-
brlecer a navegacio com barcos de vapor no
Amazonas c eguis do Para, conaiguando pres-
iacese quera se propuier a maut-la, ou cm-
pregando barcos da nayao que slrvam para
coneioa, tranaporle e rebocagaoa, cheguem
alias proviuclat vlilnbate ot Kttadot csirau-
geiros counautet.
Ogoverno tica autorisado a despender com
o que falla para completar o gabinete de phy-
aicada escola de mediciuado Kio de Janeiro a
quantia de 2:000/000 rs.
" 0 governo tica autorisado a mandar pro-
ceder desde j aoa necesaarioa reparos uo pa-
lacio arcliiepUcopal da liahia.
" O govci no he autorisado para mandar ven-
der em basta publica na dous armaiens que
poaaueo estado ne cidkde do Hlo brande, ai-
tiouaruada Peala, procedendo novas avalia-
cOet doa nicamoa. 0 produelo deau venda se-
a applicado ao melhoraineuto do nielo circu-
lante, ou empregado na compra de apolices
para aerem amortizadas conforme parecer
uaia conveniente ao governo.
" No numero dos liluloa de que Irela a ta-
bella anoexaeo arl. 18 da le de 15 de Juohu
do auno correte clao comprebendiua as
lettras da ierra.
' Orendiuieolo do evento he renda pro-
Sa revogadoe oa artigoa *7, 58 e 25 s
lei n. SO de 20 de outubro de 1838.
" Fica revogado o 6 do artigo II da lei do
orcamenlo decretada para o exercleio de 1850
-1851.
O imposto sobre os caineiros coinprelu l-
ele tambera o gado rabrutn.
O. livroa de eacripluracao do thesouroe
thesourarias, relativos ao exercleio de 1850--
1851, conliuuarao abortos por mais um auno
alcm do prazo marcado no decreto de 20 dr
feverriro de 1840, alim de que durtute eaae
lempo ae liquide e pague lodo o pasaivo do
lieeouro existente no fim de .'Miembro de
1851, alea imporlancia doa credllos aberlot
para oa servicos respectivos doa taldoa ent.io
vei iiicados no tliesouio e ttictoureriea, e doa
errdiloa votados para pagamento de exerci
cos lindos. .
" Fica o governo autorisado a tatlsfazer as
prajat de pret do exerclto e armada o que se
llies dever e lenha cabido em excreicios lindos,
decretando para isto crdito, do que dai an-
imal meu te cunta ao corpo legislativo.
" Art. I." O governo lica autorisado para ven-
der, da forma que julgar mais conveniente aoi
inleresset da fnzeuda publica, m bena da ca-
iii II i do llambc na provincia de.Pernambuco,
Instituida por Aiiui Vidal de Negreiroa, c ho-
Je perlenceule ineaiua hienda; e para proce-
der-te ao inventario / conveniente oemar-
caco das ierras quaodo nao faca com os com-
prador algun ajuste que o exonere de qual-
quer retpuiittbilidade.
" Arl. 2.* A venda te far tempre em baila
publica, e com as dentis forninlidadrt e gt-
rauliat exigida! uoa contractos com a hienda,
nao podeudu o prazo das lettras que receber,
qu'-'.udu nao poaaa ou nao srja conveniente rea-
isar a venda a diubeiro de contado, exceder a
dez annoa.
" Art. 3.* Serio reaervadoa as povoacoes e
fregueiias os terrenos necestarioa para lugra-
dorot pblicos e abertura de ettradas, hcan-
do ot ditos terreno! encorporados aoa proprios
iirovinci.es para que a aucmblea pioviucitl
dispouha do" reodimento dellet ein benelicio
dat munlcipalidadet, eincujo termo etiivereui
situados. j ... ,
*" ." 0|j.wuvw v rc.. uw .*.cr.-
dot beos ser applicado ao melhoremenlo do
nielo circulante, on euipicgado nacompia de
apollcet para seren auiorliadaa, confe
parecer mais conveniente ao governo.
O projeclo da lei tobre a leprrtto lio traiico
que lora approvado pelo senado eni 1837, e dis-
cutido pela cmara qualrienual em 1848, licou
reduzidoaiseguiuie depoiede emendado pela
referida camera, e assiui enlraj era lerceira
dlacuasao :
a Ait. 1. He prohibida a linportecio de ee-
cravos e pretos livret no territorio do Uraall, ne
qual nao ae emende couiprehenuida a paata-
gcni deuaia para outra provincia.
Ait. 2. Nao ae eneeiram neata prohlblcoo :
i |, O escravoae pelos livres matricula-
dos uo aervico de embarcacet perleneente a
qualquer najtaaytidea etcravidau |ierniituda,
vcnlicaudo-te a Identidade dat pesaoaa \,iala
do paaaaporte, matricula e mus papeit da cau-
Uarqaclo, e aaaignando o mestre temi de re-
naanHr>i-los: e uu caso de ae extravierem seio
presos e reexportados cuta do mismo meslre
logo qut encomiados forera, para o que presta-
r o mestre flanea iduuea aos gastos da reex-
porlacio
. A hora adiautada, em que recebemos hon-I g~ n. eicravot que rearettarem ao Bratll,
teus at gazetas luminentes, e bahienaa, nos nao 3 d fugldo ou ,lhia0 p, conseoUmen-
iwiiiiitiloquelnserissimos em on. anterior do "
Diario tudoquaulo nrllas vimos; e pois, le-
0IABIU l)E PIlaAIBCC.
mtcirs, di tolmo bjc ta.
remos de continuar hoje o extracto das noll-
ciat com que all deparuiot.
leudo dclle fgido
lo de scus senkorrs.
. Art. 3. At embarcecet braaileiraa encou.
tradaaeui qualquer paite, ou a* estrangclra|
ros, on marea terrltorlaea do Brasil, tendo a
seu bordo escravna, on prelo llvrea, nao ex-
ceptuados no art. 1, ou hevendo-ot detern-
barcado, aerio apprehendidat e contlderadas
Importadoraa de eicravot. Aquellta que nio
liverera eacravot a bordo, nem oa houverera
nroilnianiente desembarcado, pordm que ae
enconirarem com os aignaea de se etoprega-
rem no trafleo de teravoa, serio igualmente
apprehendidat, e consideradas como tendo
coinmeltldo tentativa de Importacla de eicra-
vot. .
Arl. 4. O governo imperial marcara em
regulainento otilgnaet que devem constituir a
preiurapcio legal do destino des euibarcacet
do tranco de eicravot.
. Art 5. Sio autores do crime de ltnporU-
cio de eacravoa, nu de preloa livree, e da ten-
tativa deaaa Importaco, o dono, o capileoou
mratre, o piluw e o contra-meelre da etubar-
cacio c o aobre-cerga. Sio cotnplicea e equl-
iiogem, e oa que coadjuvarein o desembarque
de eacravos ou pretos llvrea na territorio bre-
sileiro, ou que Concorrerrip para oa occullarjao
conliecimento da autorldade publica, ou para
ot lubtrahlr apprehenso no raer, ou em acto
de desembarque, tendo peraeguldos.
Art. A linportaco de eacravoa e pretos II
vres no territorio do imperio Ac equiparada
ao crlme de piraUria, e aera punida com a pe-
na de degredo de quetro a doze annos. e de
multa de4:000/. A tentativaea compllcldade
terao punidas aegundo aarcgrai eaubelecldat
no cdigo criminal.
. Art. 7. As enbarcacea de que traleo oe
a'rtlgos 3 e 4, e todos us barcos empregadot no
desembarque, oceultacio ou extravio de ei-
cravot ou pretos livrea. tero vendidos cora to-
da a carga encontrada a bordo, e o aeu produe-
lo aeri applicado era benelicio doa apresado-
rea, deduiindo-ae um quario para o denun-
cenle, ae o houver e o governo, verificado o
jiilgamenlo de boa preaa, retribuir a irlpuht-
fo na embercaco apretadora com a omina
le 40/por cada um Africano aprehendido, que
ter distribuida conforme as lelt a rrapelto.
. Art. 8. Todos os eicravot ou pretos livres
que forera apprehendldoi, ou no alto mer OU
nea coatas, antes do desembarque ou no acto
lelle, ou ininieili llmente depoil ein irinucns
e deposlloi tltoa nal coitti e porloi, lerio reex-
por tallos por cunta do govemn para ot por tos
donde vierio, ou para qualquer uutro porlo da
frica, que mait convenleute parece/ ao go-
verno : e eniquenio nio 455reu reexportados
serio empregados era irabalho, debalso da tu-;
lele do governo
Art. 0. Nao ae dardo peaaaportea aoa na-
vloa mercantei para oa portoa da costa d'frica,
sera que aeua dunoe, capitn ou mealrea, le-
uliain aislguado truno de nao receberein a bor-
do dellet eteravo algalio, prestando o dono llan-
ca de urna quantia Igual ao valor do navio e
carga, a qual llanca seii levantada quaodo no
ctpaco de desoll niezea uo.lcuha liando ap-
prehenso ou denuncia do navio aflencado,
Art. 10. Todos oa apreiaurntaa dai em-
barcecet de que tretam ot artigas 3 e i serio
julgadol eiu pi uncir instancia pela auditoria
da uiarinha, e em teguuda pelo contelbo de
estado. O governo marcar cm regulamcuto
a forma do pionsso eui primrira e segunde
lnilancla, e podr crear audttore de mtrinha
nos portos onde convenlia, deveudo aervlr de
auditores ot juizes de dirello da respectiva co-
marca qu* para isso forera designados.
Art II. Os audlctoret de marinha lerao
o competenlet para |iroeessar ai petioai in-
cursas no crlme de importaco de eicravot, ou
de tentativa de imporlacio, procedendo at a
pronuncia iuclusivemenle, O julgamento po-
rein de taea pessoas te far no toro cominuiu, a
Cenlo e viole negociantes deiigiram 4 coitH
nlssao da piafa do, coinraercio do Rio de Ja-
neiro a legninie renretenUfo :
///as. Srt. immbrmJa rammiuna ata prac*.
Os aballo a^aignadoi, negaciautet do Kio
de Janeiro, consignatarios e propietarios de
barcos einpiegadas era comiuercio de caboia-
aem, vm a pretenca de VV. Ss.
A nlnguem he boje deicouhecldo o abuso
de apprehcnsea praticado pelo governo bri-
tnico tobre barcos empregados em coinraer-
cio de cebotageui; equellrs que podem cora-
sigo levar, carregain-not; ani oulros nietiem a
pique ou quelmaut-noi.
Ha mu grande perigo boje na navegacio
cotleira. Niugueiu te pode Julgar ir guio,
viuUoa barco! que nem cilio construidos se-
nao para navegaaio de cottai, nio ido poupa-
ilos. Nao ba papis, nem documenten, nem
srguranca que Ihes valha para com o cruzeiro
britnico.
lie um svitetna de coriarioi, e nio de na-
vio de guerra ; tao aclot de vandalismo, e nio
de hornera) civllisados.
evitas clreuuislanciat, ainedrontadoi ot
abaixo aitiguadoi, e para nao lacrilicarera
suas fortunas, correni a VV. SS., e
l'edein-lbet te dlgneui de repieientar ao
governo imperial para que baja por bera to-
mar providencias, aflu de talver e der irgu-
ranca c garanta ao coinraercio de cabotagem,
tielni meiot que sua isbedorla, e patriotismo
Ihe inspirar. K R. M.
Aa data do Rin-rande alcancatn a 3 do
correnle, as dePnrlo-Alepre aitdopissa-
do, e a de Montevideo a 3C.
lieiiuiva a maior iranquillidade em toda a
provincia de San-Pedro.
Em Hu-Grande Miicnlra-ie o negocian
te france Cesar lirue, receloso porventura
de nao poder itislenlar o aeu crdito cotn-
mercial.
Jtm Porlo-Alegre nada occorrra ale extra-
ordinario
De Montevideo, gtbia-ae ser iaveacta
noticia dada i els folhea riogranJense acer-
ca da manieetacAo da febre anarella a bor-
do doa vasos fraticeiea que para all condu-
zlraiu a frrja eS|iediecOOana ; beni coniu
que Oribe responder em leraios vilenlos
urna leclantagao do encarregado de nego-
cios do Brasil junto ao governo oriental,
accrrtceulan lo que nada faria que podeasr
favotocera Brasileirosemquanlo ogoverno
imperial nao dsM ao general Rosas lodas
ss satisfacOes, por eatexigidas.
tuaiitiianiiiie deoiais relerem as fulhas
montevedianas, eia como O resume o Jornal
do Commerao -.
a noticia mala imprtame he a de ter
terminado em Baenoa-Ayrrs, no dia 18, a
negociacao le i'idour, aasignando-se urna
cutiveiJu;aoau/ri/frii argentino e Irancez para por termo as dill'e-
rencas existentes sobre a quesluo de Monte-
video.
a Segundo informacea que temo por su-
Ihenlicaa, o alniiraiKe Le l'rdour abandu-
tuiu lodaa as uiod.iieac.oes que o seu gover-
no exiga fossem ieita ao projeclo de tra-
tado cunvencionado o anuo pastado, e nao
duvidou aatignar oulr* cunvenco igual a
piimeira, com a nica excejuSo da aeguin-
le alteracao, lavoravel eoi luao as vistea do
governo argn lino
. a retirada doesivcilo argentino sera si-
multanea com o desarmaoiento da legtoes
eslrsngeiras em Montevideo, conservndo-
se, po m, nu Estado Oriental um numero
de iiopisirgenlinis igual ao da tropa e tna-
rlnneira rrauceie. r
lious mezei depois do licauas as rali
flcticOes e de feita'a pi/, embsTcarSo pata a
Fraufe ai tropas francezis, e t depoii da
sua sabida aeri evacuado o territorio orien-
tal pelas tropas argentinsl.
Dissemos aeim que o almirante l.e Pr-
dous, vendo repellidaa lodaa as modinc-
(Ona propostas pelo sea governo, aa abando-,
nra, e subscrevraa todas aa exigencias do
governo argentino. F.xprimimo-nos mil.
II i urna modiucacao a queannuio o general
llosas, maom a costumada reserva.
a 0 projecto do anno passado, que o go-
verno franeeirecusou ratificar, estipulavs
que as Torcas nevara frene-zas salvariam
com 21 tiros i bandeira argentina no acto de
devolverem os vasos de guerra por ellas do-
lidos. 0 governo frencez.'aceitando estesr-
tigo, exiga que oa argentinos respondes-
sem aquella aalva. O general Rois accedeu
a esta exigencia, com a declarando porm
deque o fazia, 1180 por obrigacao, mas sim
por complacencia !
A convencSo assignada em Huenos-Ay-
rea nfio comprehende senSo as dilTerencas
com o governo argentino. Tudo o que diz
respeito oxclusivantenle ao Eslado Oriental
sera tratado em conveneflo separada como
general-Oribe, e para esse flu era eapertdo
o almirante l.e Pidour no Cerrito.
as caries que leo* viaUdizem queo
almirante, de eccrdo coro o Sr. Southern,
ministro inglezem Buenos-AVres, que se
(resume obrar neste ponto por inepiracoes
do general Rosas, proporia ao general Ori-
be : 1.a, asuspensio de hostilidades ale se
receber a resposta dc-general francei; 9.',
i realituic,!Io dos bena confiacidoa; 8., a
enuncia por ptrte de Oribe do cargo de pre-
side..**, da repblica ; *.*, a nome.e,8o de
uro governo provisorio que mande proce-
der eleicio de presidente, sendo compos-
to esse governo de dous membros bornea-
dos pela assembla de Ceirito, de outtos
dous Horneados pela assembla de notaveis
le Montevideo, o de um ptestdehle, que aera
o genertl Oribe.
Urna dts cartas a que alluditnos accres-
A
trduse
panado.
cenia :
a A lembranca deste governo provisorio
he multo apoiada por Southern, que pro-
melle garantir lodos os acloa deese gover-
no. K porque nflo .' Oribe pode contaraem-
pre com tres votos, e porlanto ara tudo que
quizer. A quein aproveila pois a garanta da
loglaierrar
llt grande empenho pw parte de Bue-
nos-Avies em assegurtr a condicflo do ar-
misticio completo, yuerem amarrar os bra-
eos i puta, e dispor como Ibes cntler tata
fress sitiadoras. _
a Quem nao ve porm o alvo a que au-
ram ? Todos, creio eu ; maa ae ainda ba al-
guem cgo, ebra-lheos oltioa a noticia de
alar notueado Urquiza general em ebefedo
exercilo argentino. ....
a A tropa franceza eslava anda bordo,
a o seu desembarque dependa do resultado
da negociacio que o almirante Le PiJour
ia encelar no Cerrito.
Accusaniojornaea portuguezes al ti de
iutibo ultimo, o HirtmUt da baha diz :
a Portugal continuavaem tnuquillidede,
e o ministerio, a despeilo da guerra da im-
prensa eppoiciooista, conaervava-ae Orme
no seu posto, deeenvolvendo com summa
nabili lado os melhoramentos moraes e oa-
leriaes do reino. l'rogreJia por til forma a
industria, que s no dlstricto do Porto ron-
lava m-ae mais de 850 fabricas com 15,000
pessots neltes empregedas.
Obispo do Porto ordenara que se fi-
zesseni preces em todas es igrrjas, capellis
c oratorios de sua dtoceaepara aexlinccfo
da febre emarellt no Brasil. Era immensa a
concurrencia aos lemploa daa peasoas que
itm implorar do Altisstmo o termo dos ma-
les que ainda tiriigem ea babitaotea deste
paiz.
e As nolieiis da Inglaterra alcanasm por
va de Portugal a 7 de junho. S. M. o re da
Prusaia j ae achava melhor da feridt que
linlia recehido.
* Eia o que se l no Pirioiico dot Vobrit
do Porto sobre o reslo da Europa :
a Noticia* do Pagitite.
_ As folhas chegam t 7 de junho. A di-
cussSo doa negocios da Grecia que-ttavia de
ter lugar na cmara doa lurda no dia S ficnu
novan ente adiada para o dia 9, a insistidas
do marquez de Lansdowne e com hastanl>
custo da parle de lord Stanley. O marquez
de Unsdownesltegava que conltnuavam as
negociacoes con a r'ranaj, e que wperava
que em bieve ae eonaeguiriam reaullartos
satiifiClorios, que podensm ser prejudice-
do pela diKurs3o. O Times observa a este
respeito que o minisloiio britannico anoairt
grande tendencia para satisfnzar complelt-
uiente as esigencias da Franca : maa que
por oulro lado, durante a discussSa com
r ranea, ae receben da Russis outra nota
mais peremploria que moatra que vSo aof-
frer alteracao aa relacoes permanentea dt
Inglaterra com o continente.
a Corra que Mr. Thiers esteva a partir
para Londres -, eala viagem excita muito a
curioaidade. Algumaa pessoas presumem
q-je tem relacao cofts a reconciliecno que se
espera entre os dous ramos dos Bourbons;
mas nflo obstante as esperances que ae ti-
niian, as negoctr;0ea fomperam-se. Parece
que lodoa os Bierotoros de familia d'O'leans
esli pela cnciliscSo, meos a duquesa de
Orleans, e eata ptir escrupuloa de cotiseien-
cia, pola receia damnilicar o uturo de seu
llino o conde de Pane entrando em alguma
conveneflo. Suppoe-ae que Mr. Thtera ven-
cera oa souj oicrupuio.
a Umdespscho lelegraphicode Vienna de
3 diz que o imperador sahira daquella capi-
Ul para Varsovia.
Corra que Mazzlni com dez companhei-
ros tinha paseado por Paria para Loudres.
Tinha-ie apresentado um bil para dar ao
presdeme tres milhOes de francos para dea-
uezaS "* prestagio he de aeiscenios francos.
a As batntraa do Wurleniberg votarem os
impoil'a por dos annos; o rei insiste em
que'eje tor tres na conformidade da cons-
tituifio'de 1819. A menssgem do rei, inais-
liudo nest* objeclo, indica que as captaras
serio adiadas ou disaolvidaa.
A le eleitoral pissou na taaembla
franceza por oraiorra de 200 e maia vol.
nos diversos'irligos e ja foi publicada Do
Moniteur. Os oapathos telegraphicos rece-|
bidos daa provincias dio ludo em completo
soesgo,- em Totlrs BSsi;tlrm maia de 9o,ooo
pessoas a piOCissflO de Corpu$-Cltri$ti.
a O re deSaxonia dissolveu as duas c-
maras na conforxidade da lei
a Tinbs chegado Londres o embaixador
heaianhol Isruru, e estiva na bospedeii
Jlivart, com grande squito.
,lr-4n chegida de Uverpool,
le-n'oa o timci de 5 a 13 de Junho prximo
..ado.
Aarelacca ar|avela entre a Franca e a In-
glaterra aluda nao tldnim sido reatsbeleelda,
criase, entreunto, rjue nio tardarla muito
que o iiio foaaetn pois que o governo Inglez
nao julgendo prudente arrollar por mili lem-
po a nublica anlinadveriao. coinraqnleira ao
gabinete freneez que eatava prompto para acei-
tar a convenci fella era Landrea. e eonalde-
rar como nuilo e de neuhinn eirelb) tudo quau-
to Uvera lugar em Alhenas.
No primeiro de junho o rai_ qe Slttni
lissolveu as duas cmaras da dala daquelle
paix; pela rasio de fizaren onspslCSa i
oolilica seguids pelo mesmo.relatWenxeole
i quesillo germnica, e bem assim por amo
lerem querido votar por um empiestimo
que elle propnzera, aem que esa* poltica
nflo fosse muala. .
A dtet Wurlemberg lamben rol adiada
jlo sobbrano daquelle eslado no dia S de
junho prximo piasado. e corria em stuth-
gard que este aclo Uvera por llm avitar tjue
um membro da meama, o Sr. Mobl, apre-
sentasse um requerinreulo a respeito da
questio germanice.
0 ral da Prusa achava-se ji quasi bom
do tiro que lavara no braso; porm eatava
soffrendo de gotla m um p, o que impo-
dia-o de andar.
As preparaces militare* conttnuam na-
quelle reino, e o gorerno havia dado ordena
para que aa fortalezas de segunda claase
fossem todas postas em catado de defensa.
O imperador da Buasia achava-se etn Var-
sovia, a capital da Polonia, onde dizia-aa
que se reunira um congresso para o lim da
regular as dilTerencas existente entre a Ana-
ira ea Prussii.
Em Londres oa consolidado flearam a M
Ja8, os fuodos brasileiros a 88 ;eos quatro
por cenlo portSguezea iJt,
Nu seguule numero daremosooaa mais
indviduicflo as noliciaconlida nat gaza-
tas que recebemos, o que nflo laxemos boje
por f. lie deeapaco.
Iteparico da polica.
PARTE DO DIA a* DE JUCHO.
Nada mais otoo-reu neslacidatleemodia
de honlem, altn de terem aidb presos br-
lem do subdelegado da freguezia de S--
loa, o Poiaugueze Jos Fernandas Torres
e Jos Hibatro, por crime de estelionato.
DEM DO DiAM.
Segundo as per ticipacoee hontem e hoja
recebidas foram presos: ordem dosubde-
legidodo primeiro tiUtricto deste termo,Ale-
tandre Zacirits firrelo, por nfio ter dado
conta do deposito, que Ihe havia sido coo-
flado ; ordem do subdelegado da fregue-
zia de Santo-Antonio, Manoel da Jess Mon-
teiro, para avuriguaefles polciAes ; os ea-
cravoa Maooel por Turto, e Domingos por
ilcsordeiro; e do subdelegado .da fregue-
zia da Boa-Viate, Minoel Barbosa, para
averiguaQes policiaca.
O subdelegado do primeiro districlo da
freguens de JahoalSo en oulcio de 83 do
correte, e desta dala, communcou que
ha vis apparecido dentro de um riacho o ca-
dver do prelo Judo, esrrevo da Manoel Pi-
res Perrelra.o qual venlicou-se ler morrido
afogado; e que no da 85 fra presu Jos
Marques de Souia, por uso de fasM de punta.
0 delegado de polica do leraao de Ca-
ruir particpou que haviflo silo perpe-
Craao* dous assasslnalos, um ein tido wez
patsado ns pessoa de Jos Barbota, por
lo3o Mximo, morador na ribeiri de Una do
termo de Bonito, que a pesar daa diligen-
cias empregadaa nflo tinha ainda sido pre-
so ; euulioeinol.' dototreptena pessoa
do tenenle-coronel Joiquim Jos da Silva
Vieira com um tiro de emboscada, sendo
que sinda se uto tinha deacobarte o autor
desle atteolado.
O delegado do termo deOurieury tamba
communicou por oulcio de 5 do corren-
te, que uo dia 17 do mex passado fora crnel-
metile esp'ticado o negociaqte de fazen lai
Joaquim Alvea Cavalcaule, do que pouco
dapuis veio a fallecer, nSo tendo sido preso
oauler desle crime, bem que para isso se
tivessem feto tu las as diligencias.
DEM DO OA 87.
Foram honlem presos : mlnha ordem o
pardo Concalo escravo do desembargador
Jeronymo Marliniano Figueira de Holl, por
assiui o ler requerido aua, aenhora } a or-
dem do delegado do primeiro dlstricto desle
termo, Manoel eermpno de Olveira, como
indiciado em crimode ovorle; -4 ordem do
eubielegado .la freguezia de S,-*V.-Pedro-
Concelves do Recle, o portugus r\>nn-
que Manuel da M*o, po iufracSu de
postura municipal ;,o cabo ate guarda na-
cional Manoel Olegario da Fonaeca, por ba-
ver sollado um preso ; e a do aubdeiogado
da freguezia da Boa-Vista, o prelo Joflo es-
cravo de Joao Deodato, para correccSo.
CQW,v.hCtO.
ALFANUECA.
Kendimento do dia 89 57M,(U
Oaiearroa* koj* M.
Hiato -- llfttro-- g#uero do paiz.
Hiato uvidoto -- idom.
f-scuna Mtrlo-ffrnVm itrem.
Rrigue BaiiH bacalho.
Brigue -- Mtiry-llunuU dem.
CONSULADO CItAL.
Kendimento do dia 89. .
Diveraas provincias -
586,893
8,878
RECEBEOORIi DE flEM
Kendimento do di89
CONSUDO PROVI
Kendimento do diada*.....
liOTHlAi f f"H'""'-l*ES-
Lioernoo,, 14 t*f iu>aa *I850.
rocurado.
por
cu
k mbiclule A*einjna fol malt nrocurau;
Mu o, utnol dial fo'j^Suu
rlllof w vendilldram de ^^S.
Illa *- "w* "" '------
urna pequea partida
tegalM.
odo -
.. iodo. >


noticia* da Ma de espedido contra Cuba (o-
ram conhecidos, nSo poderlo realllar-ie por
multo lempo, comtudo Rzeram-se avultadissl-
ni.n Iraosacgdes na* discripcri doBraill.daa
quaes 1.000 caixas da Haba apena chrgaran
tnrain tomad prlut refinadores de 17 i. a 18
(. 3 d, e500 lacro* de aiaucar maicavado Infe-
rior da Pernambuco a 14 s por quintal', 3o
barrica* ds Porio-Rico comprada* a 35 9 p. a
sis. pagos os direiurs.
Caf.
No principio da semana o caf de Ceylon (bi
vmdldu a 46 *. por quintal, porm a procura
cessou repenliu*menie. e balxou pouco nial*
ou ineno 3 a. por qulnt.il pra se poder errel-
luar algumas venda; 50 laceas coin caf co-
lonial", foram rendidas por 43 a 57 a. 6d. por
quintal. O mercado e*t totalmente deanl
Diado. -
Alo4i0,
KatA o merc#do uin pouco desanimado <
baiiou un oilavo de dloheiro por libra. O
especuladores tomarain. 2,740 s'accas da Ame-
rica, 200 do Maraoho, 150 do Egrplo, e 830 dr
urrale, e para exportacu 4.980 da America
1.430 e Peroaiubuco, 250 do Maraohao e 150
de Surrate. A* Tandas ate hoje montan por
1.025,800 cea A-venda desla aemsaa or-
earan por 2BVW saccai. A iinportacoda uies-
ina semana loi de 27.032 larca. A Imporlacao
al e.ta data inonuvaein 789.844 laceas. O de-
posltoat hoje comlava de 541,170 saccai. Para
eipcculacao al esta dala 328,0*) sacoas. Para
xportacao 72,580 sacoa.
vsovimento do Porto.
porluguez Hovo-Vmeedor, por ter a maor
parte da carga prompla*. quero no mesmo
quizereirregar ou ir de pasegetn, para o
iiie offerec* os melhores commodos, dirija-
i os consignatarios, T. de Aqulno Fonseca
& Filbo, n ra do Vigario, n. 19, primeiro
andar, ou o capliao na prage.
- Para o Aracaiy tero de seguir viagem
nodia7di>ago8toimpreterivelmente o hia-
to Flor de Cururipe, de primeira marcha e
Torrado de robre, por ter a maior parle da
carga prompta : qoem nelle pretender car-
regar, pode entenderse na ra da Cadeia
do Becife, n. 43, primeiro andar.
Para a Baha sane, com a maior brevi-
da le possivel, o hiate nacional Amelia :
quem no mesmo quizar carregir, dirija se
a mostr, na esoadinhada alfandega, ou a
Novaes & Companhia, na ra do Trapiche,

Para o MaranhSo com escala pelo Cea-
r sahe, coa a maior brevidade posstvel,
o betn condecido brigue-rscuna Laura:
quem no Biesmo quizer cerregar, ou ir de
pasaagem, paraoquelemexcelientes com-
nodoa, dirija-so ao oapilao na praga do
Commercio, ou a Novaes & Companhia
m ra | do Trapiche, n. 34.
Navioi Miiot o Ha 29.
Itio-do-Janeiro Palacho nicional Nicthe-
ry, metlre Antonio Jur de Araujo, carga
varios gneros
Porto* do norte Vapor imperador, com-
mandante o primeiro lente Ignacio Eu-
genio Tavare*. Almdospasssieiros que
irouienos portas dosul para os do norte
leva a tro bonlo : para Alaranhao, Agos
liolio Merme*.
OburvacSo.
Fundeou no Lemeiifiu nina barca auslria
ea 0 nllj tevecomaiuuicagSo com a Ierra.
smiAiss.
Olllm 8r. inspector da iheinurarla da fa-
-/ead provincial, em rnmprimenio da resolu-
clo do tribunal administrativo de 4 do corrrntr.
manda faier publico que noi fflal 30 e 31 do
prsenle e prjmelro do prximo futuro mes
ir a praca peranie o memo iribnnal, para *er
arrematado a qnrro mal* cler, o imposto de 20
por ce oto de ago'artfeme do soosuano no mu-
nicipio do Becife, vallado animalmente em
:K70 000r*.
A arreinatacao er frita por lempo de un
aooo a cooiar da prituclto de julliu crreme a
30 de jantte de UW>
OllclUblesone *ej*peeeiii a dita arre-
iniuc" contparceam M '* da* aeaade* do
ineamo tribunal ui da dina indicados pelo
inflo dia. com us leus Q le habllltadns.
Secretaria da tlle.oiiraria da fairndn provin-
cial de Prrnaiiibueo. % de laflbn de 1850.
O.* eactipinrawto errindo de secretario,
/ A. CtmlrnuU Canutiro.
Pela inspectora ala alfandega se faz
publico que, no dia 2 do ssez de agosto pr-
ximo futuro, depai*vd*>4nso-dU, se ha de
arrematar na portado ruetiua alfandega os
objectos abandonados por Francisco Joa-
qun! Cirdoso, nostormoaduji* du ''
iM3 do resulamento, sendo arremslacSo
livre de direiros, a saber : uoa bnI conten-
do la*) libras ale preuinlo no vakxr de 26,000
rs. ,10 lineas de Carnes ensiccadas no va-
lor de 8,000 r*., eduaa libras de lingos em
salmora no valor de 0O ra. ,_*
Alfandega de Pernambuco, 29 de jumo
d*1830 inapector interino, B**U Jo
l'emandet garras. _______________
ec.at-a<;es.____
--Prlsinatiecioga. do arsenal de msri
nhsae convida a lodos os chefe .de familia
que qiieraa*pandar .eiisinar a seus filhos,
ou tutelados, que |i*eren a iJade de 12 sil
nos paramis, oofllciode carpinlero de
inacbado, a se enlen Jerem com o resptcli-
vo inspector cm todos os das uleis as ho-
ras do expedienta.
Inspecloriadosisenald.) narinha de Per-
nambuco, SO dejulho de 1850. Rodrigo
Tkto-Joro de Freitai, inspector.
AaSuciayo cotiiuiercial de Fer-
nambuco.
Km runiprimenle do dlsposlo no artigo
d.nielo do capitulo terceirodos estatufos.
direcco convoca a reunido dos %n. sisncia-
dns'em asenStiles ger*l, p*ra quinla-feira,
pnrnei'e deagostf, |ela 11 hora* da m
nha, na al da e*ooar;!io. Osscrelsno,
Silta flerwea-' '
Thcatro de S. Isabel.
lt.a RF.CirA DA ASS1CNATUBA.
Quarta felra, 31 de jullio di 1850.
neprisenUr-se-iia p muilo inleresssnl
drama em 5 actos, original portuguez,
0 CAPTIVO DE FEZ. *
Termina ra espectculo a nova grseio-
ss comedia em un selo
O don* Pitrrii.
Convocars i* 8 horas.
O* bilnetcc scham-so i venda Do lugar do
coslasne.
PtiblicHcho mierari
;i.
Raphae!, paginas da juvenlude.
E*t* excelrente obra de Mr. Lamartine,
cliegada reconieuienle do Rio de Janeiro,
* em bom porluguei, e precedida de
inleresssnl prologo do traductor,
ch|-se ve.nJa, ueo mpdico preco de ti
a.00p. com eneartrn'sjilloiingle*, na rus d
(Jadea do Itrc e na ra Nova, n
II. 0 meiilo da obra he atleatado pelo
uome do au'or, nella depara iiiatrucc,Ao e
deleite, o philoophu.o romancista, o poeta,
egeralinente quem quer que queira apre-
ciar un bello escripia.
mm~*'L I
Avisos martimos.
Quem uuirer csrregaf no brigue sus-
trisca Mir, capiUo.at. TadejeVich, para Tr-
oste, dirija-se au vice-ooniulsdo. ausUiseo
ra da Crnt, a
arir UaHafc *wloaid0i8liUisi(aiivlman
le ale odia 7 de agosto rVinihuKO obligue
Le i loes.
rigir-se a loja de a'fnit: d na Nova, n.
35, aMOCio que llie diz rvs.icilp.
IjOz Joe5 MarqncM
-- correlor Uiiveira fara leiao da mo-
blla do fallecido negociante JoBo Stewart,
consistindo em sophis, cadeirss, consolos,
mesas de ssls, espelhos grandes e pequeos,
commodas. guarda-roupa, toucadores, la-
ternas, meu de jantar, cimas de casados e
outras para meninos, crystaes, louca para
mesa e sobremesa, apparelhospara chi, um
ptimo oculo de ver ao longe, tre.n de co-
zoha, etc., assim como de um csrro o
mais perfeito que existe nesta cidade, para
dous ou um cavallo, um carrinho dcscober-
to, um dito coberlo e cavallo, todos com
aneios: lerca-fera, 30 do correnle, s 10
hora da msnhSa, no sitio onde morou di-
to Stewart, na estrada de S.-Amaro, pri-
meira casa i esquerha, pssssndo a ponte.
OSr. cnsul ds repblica fisncezs, es-
tando prestes a relirar-se para a Franca, fa-
ra IeilSo, por inlervenco do corretur 01 i-
veira, de toda a mobilia da sus csss de
campo, consistindo em um oplimo piano de
ires codas com caix de Jacaranda, espe-
dios grandes com molduras doursdss, re-
logiosde cima de mesa, sof, cadriras e
poltrona du Jacaranda, consolos com pedrs
marmore, meas de sala, dita decliarSo, ar-
maiio de ai arello e cedro, aparadores,
commodss do amarello e de Jacaranda, le
losde fero singelos, e oulrus com adornos
e musquileros. um dilo grande com col
xaodeclna. um toilele com pedra msr-
mure, secreta nova, banheiro com ryln-
Iro, pedra de illrar, almario e meas de
cosinlia, forno para pasleis, espeto de mis-
rhiuismocom pndula, implementos sgr-
colas, guarda-lourja, mesa grande de jli-
tar e outras, porcellanss, crslses, entre es
tes um servico completo, quadro s oleo com
retrato de JelTcrsnn, um carro americano
muilo leve para um ou dous cavados com
arreioa novos, csvsllos psra sella e carro,
caixa de varios lmannos, vinhos chsm
panhs, brdeos e oulrss qualidadis, garra-
fa vssss, e muilos outros arllgos ulois
necessaritia : aabbado 3 do agosto, is 10
horas d* manliSa. no sitio' pertencente ao
Sr. Lemos, psssado o viveiro e onde mo-
rou o Sr. Btcber, o do mesmo lado, na
Magdalena.
aaaajjs>SjM*Ma*JaBja*aajaaaa9*>*aWaW^^
Aviaos diversos.
5rs. rnPif torei.Vendo Inserida em seu res-
Seilavel Jornal urna carta do Sr. Juo Antonio
oinea Ciilmarrf, dirigida ao Sr. Joaqiiiin de
Ollveira Maya Jnior, na qual pede ao inclino
rnhor o* oluguria que percebe de *ua loja,
meu cunhado o Sr. Domingo* Antonio (jomes
Oulmarei, e bem aislm desineniindoo queeu
baria auereradn por urna carta miuha que fes
imprimir, cumpre-me dlier ao Sr. JoSo Gui-
inarVs, que a mim e nao aoSr. Maya, se dev-
ra elle dirigir, norquaoto fula minlia j refe-
rida caria que prorou ser falsa urna parle
daqurlla que Vine, cicrevra em reipoila a um
esclareciniento pedido sobre a luspemo do rc-
cebimento dos alugueis da luja doiSrs. Silva
Campos & C,; e assereraoda de novo que esia
rrsposta fui pouco verdadclra, declaro mal*
que se rece os alugueis em queilao, do Sr. I.
O. Maya Jnior aartala antes do veneimenlodos
mesmus, vista do que nada mala deveudo, he
de mi" nicamente que o Sr. Joja Oiiimaraes
deve reccbe-loi, o que i devraWBello, logo-
queoSr. Maya o fes scicnle de*f*H|| qiiantia
Ora por mim receida, esiiim preenchera a
forma delicada pela qusl se devem lodos esho-
meiii coiiduilr.
Dignrm-se, Srs. redactores, inserir em drs-
aggravo da verdade otTendida eslaa poucas II-
uba, con o que Ueqularo o seu assignaule
A. CuahaS.G.
Urcife, 29 de juluode 1850.
Hsveodo-se extraviado duas letras pas-
eados pelo Sis. Jos Aniisclelo da Silva e
reverendo psdre mestre Manoel Tliomaz da
Silva a favor da liiiad* U Barbara Francisca
da Fonseca, o abaixo assignalo e mais her-
ileiros previnem aos rrfaridosSr. que o3o
paguem ditaa ietr aeno aos annuncisn-
le*, que pelo julio competente vDo provsr o
seuiiireilo. Na mrsma conformidade pde-
se so Sr. Dionizio Hilario Lopes que dele-
nlis em sua mo a quanta de 450,000 rs.
que'cn co&liaoca I lie deu para guardar a
roferida I) Barbara ; e o mesmo deveri en
com o que tambe tiver, que, segundo de-
clarou, sao 60,000. rs. Manotl Foneeca di
mtdeirot,
Desapparrceii, no dia 25 do correnle.
urna escrava crioula, de noma Serina, de 30
a 35 anuos ; Isvou vestido de chita prela, e
lea as peruas muilo tortas, o que se coslu-
mi chamar quebra-mangue; consta andar
pela Soledad : quem a pegar, leve- ru
do Mnndego, n 41, que se recompensar.
Prvcisa-se de dous conlos de ris, e poi
egu>anc* hyrotnoca-se um sobrado em ra
publica desla cidade : quem tiver annuncre.
-- Piecisa-aede um caixeiro que tenba
bstanle pratira de venda, e d fiador sus
Conducta : na rus da Lingoel, n. I.
Jos Antonio Basto embarca para um
dos porto do sul o seu esciavo pardo, de
noma Alexaodre.
Urna pessoa baslanle habilitada com
oonbecimeolos com.mercises, propde-se sr-
ranjar qualquer escriplursrj3o o conlss poi
maia complicadas que ellas sejsm : quem or
seu prestalo se quizar utilissr, eulenJa-se
com o correlor uiiveira. *
arcj/n's, esiabe-
lecido na ra do Hangfl, n. 8, pre
cisando para cerlos negocios, pro-
var que as propriedades que pos-
sue ne^ta cidade se achim livres e
desembaracadas de qualquer orius,
pede a quem se achar com direito
a ellas, publique por esta folba ; t
fax publico o seguinte recibo.
Beoebi do Sr. Luiz Jos Mar-
ques a quantia de tresento? e seis
mil e sete centos ris por saldo do
principal e juros da bypotheca
que em meu poder tenlio, perten-
cente ao Sr. Manoel l'erretra Li-
ma, cuja se vencen em ig de maio
do correnle auno, e pelo presente
me obrigo a assignar a escriptura
de deshypotbeca. Kecife, 27 de
jodio de i85o. Como procura-
dor de Manoel Ferreira Lima, Ma-
noel Joaquim Alves P i lomba.
Aluga-se 1 preto robusto e moco, pro-
prio para todo o sei vico : na ra da Guia,
U.
A Marmota.
Oh que Marmota he o n 3, que hoje so
meio-dia se achara fra do prelo. Achar-se-
lia a venda nos lugares do rostume, e de no-
vo no consultorio ds houiCBopalhia fresca.
O Tanjas no.
Appsreceu hoje o /"o;isao : vende-se no
paleo do Coilegio, casa do livro azul.
Necessita-se de una orna
que lenba bom leile : no Aterro-
da-Boi-Vist8,n. 48, loja.
-- Precisa-se de um homem de idsde, que
aeja casado, para feitor de um slio perto d
prar;a: quem estiver nist circumstmeia,
dinja-se a trsvessa ds Concordia, n. 5, so-
brado.
Precisa-se de dous olllciaes de ssps-
teiro para trabalharem em sapatfles de lus-
tro, sendo perito: no Alorro-Js-Boa-VUti,
n. 58, loja de eslesdo.
Charutos de S.-Felx
No deposito de charutos Unos da Babia,
na ra da Cruz, no Hecife, n. *9, vendern-S'
tolas as qualidades de bou charutos ds
Bshia/por mais barato preco do que em
eutra qualquer parte, em rasSo de se man-
dar vir de cenia' sfisnc,s-se aus comprado-
res pela qualidade, notando-M que sempre
stesta recebendo novos e variados sorli-
menlos das melhores qualidades que I se
fahrieam. '
--Msnoel Alves da Costa Pereira faz scien-
le a todos os seos credores que hajam >l
a presentar suas conlss, no prazo de Ires
das, contados da data deste (24) para seren
sjbferidas.
-C. J. Astley 6CjC. mudaran
eu escriptorio e rmazeni de nea
das para a casa junto, que anti-
gamentefoio Hotel-Pislor.
-- Offereco-se, porprerjo commodo, un
ornamento completos pas a celebrscJIo di
ssnto sacrificio da missa : quem precisar
drija-se rus larga do Bozario, 11 8.
-- Aluga-se urna preta eapliva ou forra pa
ra fazer o servico de urna cssa de duas pes
soas.: na ra do Queimado, n. 22.
-- D-se at um cont de ris a juroa so-
bre penhores de ouro e prata: na ra di
S.-Bila, n. I, se dir quem da.
Ilyollu cs-se pela quantia de 600,000
rs. a lerfa parle de um sobrado de um an-
dar, de maior valor, sito nenia cidade: quem
tal negocio quizer fazer, annuncie.
AJugam-seos primeiro e segundo sn-
dares da cass da ra da Madre-de-eos, n.
36 : a tratar no armazem da mesma casa,
das II horas da manhaa al s 3 da tardo.
Precisa-se de urna mulher forra, que
ssiba cozinhar peifeitamente : quem esti-
ver nestas nrcumstsnciss, appareca na
da Cruz, n. 53, no ultimo andar.
-- Aluga-se um famoso rscravo para lodo
o servico : na rus do Livraineu'.o, sobrado
n. I, no segundo andar.
Itodrigo da Costa Carvalho mudou
seu escriptorio para a ra da Cruz, n. 95.
Precisa-se de um feitor que eotemls
de jrdim, podar a enoherlar, que he par,
um sillo perlo da prac,a : na ra da Cadeia
do Becife, n. 60.
Lembra-se ao Sr. N. S. o pagamento
de 38,400 rs. de aluguel de casa em que Mo-
rou ni ra Ir.-.pirial, em marco de 49", e si
nQosedignarfsze-lo, ae dir uiai algnma
cousa. -
-- Desejs-se saber se existe nesta piovin-
cia Francisco Jos da Costa, natural de Por-
tugal, freguezia de S.-Tlago de villa Secca.
na ra do Collegio, taberna n. 25, a nego-
cio de seu inieresse.
Precisa-se de ums ama para comprar
e pozinhsr : no Aterro-da-Boa-Viata, n.
5, fabrica da charutos.
i.a Vtuiahm de Msloxinhos faz scien-
le ao respeilavel publico que a ora em dian-
te se assignar Jos Francisco de Mallos.
Liva-se eengomma-se, e toma-so cus
turas de loja : ludo por prego commodo I n
ra do Aoiorini, n. t'i.
Precisa-se- de quairo conlos de ris a
premio por quairo anuos, pagando-se su
iiuslmeiile o premio, e hypolhecando-se pa-
ra seguranca um predio de valor : na ra da
Cadeia do llecif,', loja n 50, se dir.
O Sr. Francisco Antonio Pereira do
Santo queira ter a uondade de ir pagar s
quantia de 111,600 rs., que deve, na rus do
Cabog, n. S, e emquanl o alo lizer o seu
oome nBosaiiira desla folba.
-OSr. Manoel de Souza Pereira, dirijs-
se ra UoSol, 11. 9, para o finque nao ig-
--Narni Nova, lojs n. 58, so dir quem
I 400,000 rs. a juros, com hypothecs em
cssa terree.
Pede-se ao Sr. Joflo Eduardo Chsrdon
|ue antes dssshir para fra do imperio v
iu mande pagar na ra da Unido, a quanli
le20.000 1 s .doqueS.S. n3o ignora; do
contrario, o annunriante lers a honr de
1 acompsnliar al a bordo com este snnuu-
cio.
Passaportes.
Tiram-se passanortes psra dentro e fra
lo imperio, despfcham-so esersvos e cor-
rem-se folhas : no pateo ds matriz de San-
lo-Antonio, sobrsdo n. 4, segundo andar.
- O abaixo assignado, rendeiro do tra-
piche da companhia, e proprielario do pon-
to de embarque da rus do llrum, faz ver aos
>ra. negociante desla prsc,a e mais pessoas
inleressadis, que continua a embarcar os
volumes miudos pelo prerjo de 60vs"
/.. A. R. de Almeida
Quem desejar ler leile de superior qua-
lidade, procure no Becife na ru do Tra-
piche, n. 44, todas ss manhSas enlre ss 7 e
9 horas ; tamben) conlrata-se dar todo o an-
uo a um s prego rasoavel: a fallar ao pre-
to.no dito armazem.
Jos Euzebio Alves ds Silva embares
pira fra da provincia a sus escravs Bosa.
Compras.
Compra-se urna cssa terrea que lenha
boos comino los, bom quintal e cacimba, e
seja situsds no principio de Frs-de-Por-
tas, ou no Becife : na rus da Cruz, no Beci-
fe, n. 61.
Comprs-se ums preta que suba bem
entornillar, cozinhar e coser, e que no le-
nha vicios nem achaques, o que o senhor
afisnear : na ra da ordem terceira de S.-
I'r. ncisco. n. 6, sobrado de um andar.
Compra-se um preto moco que nSo te-
lilla vicios : na ra Direita, sobrado n. 21.
-- Compra-se, estando em bom estado, a
recreado philosophica pelo reverendo pa-
dre, Theodoro de Almeida : na ra da Con-
cci(Ao, n. 20.
Compram-se, para urna eneommr-nda,
escravos de ambos os-texos, de 10 a 40 an-
uos : 11a rus do Biug 1, n 57.
- Compra-se urna escrava de boj figura,
que ssiba bem coser, engommar, cortar e
fazer um vestido : he para fra da provin-
cia : na prega doCommerci, n. 6, inmei-
ro andar.
-- Compra-se um par de consolos e um
opli de Jacaranda, aindaque estejam em
nao eslado, com tuilo que sejam moder-
aos : nesta lypugriphia se dir quem com-
.irs.
Comprsm-se lates que tenhsm sido de
l>olrhinha de aruruia : na ra Imperial,
167.
Compram-se, para fra da provincia,
escravosde ambos os sexos, de bonitas fi-
guras, com habilidades : 111 ra larga do
Hozario, n. 48, primeiro andar.
Lotera do Rio-de-Ja-
neiro.
Aos2O:0000,00Qrs.
Na praca ua Independencia, lojs n. 13,
que Taz esquins para ra do Quel',ado e
Crespo, vendero-se bilhetes, meios, qur-
lo, oitavos e vigsimos da 7.* lotera a be-
neficio do Ihesouro publico. Nesta loj
patente a lista da 23. lotera a beneficio do
monte po geral.
Vendern-se duss esersvas de nagao,
tendo nma 18 annos e a oulra 16. ambas 00-
sem bem costura chSa e ensaboflo, urna
dellas faz ronda e bico : ven>.m-se por ne-
cessida^le : na rna da Paz, n 3i
Vodeni-soe alugara-se bichas de Him-
burgo : tambom vao se epplicar em qual-
quer parte, por menos prego do que em ou-
tra qualquer parte: no Aterro-da-Boa-Vis-
U.^70, ao p ds rellnaglo de assucar.
Vende-se rotim psra cadeiras : na ra
do Trapiche, n. 34, casi de Novaes t C.
Vende-se urna escrava crioula, do boni-
ta figura, de 20 a 2 annoss que cose beai,
engomma, faz renda, cozinha o diario de
urna casa, e nao tem vicios nem achaques:
na ra Augusta, n. 26, sobrad.
Vende-se um sobrado de um andar na
ra da Senzslla-Velha, n. 23 : na ra do
Passeo, n. 7, loja. _
Vende-se rap Paulo Cor-
deiro : na ra da Cadei 1 do Iteci-
fe, n. 59 Ioja.de Ferragans, de Jo-
s Das da Silva.
Chocolate homo3opatii.co
No Aterroila-Boa-Vsta, 11.17, fabrica de
licores, acharilo sempre o perfeito chocla -
te de saude e homcoopathico, pelo prego de
500 rs. a libra.
.ora.

- Beata tind 200 e tanto palmos do ter-
reno para le aforar no sitio do Hospicio, do
fallecido barSo de Mamarse,os pretenden-
tes dirijsm-se ra do Pires, n. 19.
-- O Sr. de engenho que precisar de urna
pessoa hbil, para ensinsr primeirss leltra-
e psra tomar Cunta da escri^turagBo lendeii-
Veud.ts.
Lotera do Kio*d-
alaneirof
Aos 20:000^000.
Na prae.i da Independencia, n.
'i. vendem-se bilheles, meios,
quaitos, oitavos e vigsimos da
7.a lotera a beneficio do tbesou-
ro publico.
Vende-se urna msrqueza do amsrello.
ncia duzia de cadriras. um toucador, um
jogo de mangas de vidro: ludo com pouco
uso, e por prego commodo : na ra ds Praia
doCaldeireiro, n. II.
-- Vi nile-sc a taberna sita na rus do Vi-
gario, n. 3, muilo propria para quem qui-
mo por estar muito sfrrguf zada : o motivo
por que se vende se dir ao comprador; na
ra do Codorniz, n. 7, taberna.
Vcnde-se arroz, a 1,300 rs. a arroba,
esendo e surca anda por menos : no pateo
lo Paraizo, n. 20, taberna.
P Vendrm-se dous fitriros e duas banqui-
nhas envidracadas: ludo de amarello : na
rus do Collegio, 11 1.
Vendem-se 10 scgOes da companhia de
Betie'ibr*, asquae se rham em dia : na
ra da Cruz, nu Becife, n. 64.
Alte 11 cao.
Na ra do Queimado, loja n. 37 A, de
Antonio Jos Bodrigues de Souza Jnior,
vendem-se2excedente oculos de ver ao
longe, ror prego commodo ; ee urna espada
jara 1 llicial de Oleira.
f tf ttf tf f f f Wff f ff f
* Vende-se duas casas terreas, sitas na4E
*>lr vesa do Peixoto; um pardo mogo e*
^robusto, apto para qualquer servigo *
*na praga to fjorpo-Sanlo, n. 2, primei-*
tf2
si
93
. ro andar.
--OSr. Joaquim Ignacio Clemente Al- te'ao mesmo engenho : dinja-ee a ra direi-
l-'fa, n.
meida Sarioho queira no preso de 3 das di-
ta, segundo andar.
.UAA****M*AA**!it
_ -- Vende-se urna benita escrava moga,
q'uilandeirs, com urna cria de miis de um
iina i.f.ih^.n .a v.....i. ir.i c.,rrc Je r^r,o-
gar na alfandega : na Bja-Vista, travesea do
Veras, 11 15.
Vende-se familia de S.-Culharina, de
muilo boa qualidade, a 2.8O0 rs. o arqueire;
sacos com milho, >-4,uO0 rs. ; ditas com
farinhadoS.-Malbrus, a 9,800 rs. : no bec-
co do Carioca, armazem junto ao lanoeiro.
No mesmo armazem deseja-se fallar ao Sr.
Jo.- Peres Marnhlo, para negocio de seu
inieresse; e nSo apparecendo, ser publi-
cado o motivo por que se Ihe deseja fallar.
--- Vende-se urna cssa assobradada n
frente, em Olinda, ra do Cabral, ~vm chaos
proprios : no paleo do Paraizo, n. 12.
Vende-se um eseravo cabra de habili-
dades, 1 referndo-se para fora da provincia :
M ra do Mondego, n. 44.
Milho novo.
Na ra do Bangel, armazem, n.^.J*. ven-
de-s" milho novo por commodo prego.
Vende-se um eseravo robusto, acos-
tumado ao servigo de campo, por prego
commodo : na ra do Livramento, n. 14.
-- Vende-se melada da cisa terrea, sita
na ra dos Pescadores, n. 25, a qual se acha
concertada de novo, e tem bous commodos:
na ra da Cruz, do Becife, n. <4.
O)
aa
O
-i ____
Pelo vapor Imperador, sabido do Bio-de-
laneiro no da 18 do correnle mez, e ntra-
lo neste porto no dia 28 do mesmo mez,
recebe 1 u; as listas di 23." lotera do mon-
te pi, e jumamente bilheles. meios, qusr-
tos. oitavos e vigsimos da 6.' lotera a be-
neficio da imperial cidade de Nictherny,
cujas rodas po lemos afiirmar lerem com-
i no dia 19 do correnle : os ditos bilheles
acham-se a venda, lo los os das, das 8 ho-
ras da manhSa s 6 da larde, ns loja de
cambio da viuva Vieira & Filhos, na ra
da Cadoia do Hecife, n. 24.
--Vende-se um grande sitio no logar do
Manguind, que tica defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quairo agoas, grande senzalls, co-
ebt'ira, estribara, baixa deespim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba com
bomba o tanque coberlo para banho, bs-
tanles arvoredos de Inicio : na ra da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um andar.
Sapalos de lustro.
Vendem-se sapalos de couro de lustro
para meninas de 8 a 10 annos, a 500 rs. o
par; ditos para senliora, a 1,600 rs : no
Atarro-da-ltoa-vista, n. 58, loja de JoSoTi-
b'jrrio da Silva G limantes.
-- Vendem-se 16 escravos, sendo : 2 mo-
leques de 1G annos, oplimos para todo o
servigo; um dilo de 22 annos, do servigo da
campo; umaditode28 annos; um dilo de
18, o.ilimo oflicial de sapateiro, e que hs
iiom psgem ; um lindo nulatinlio de 10 an-
uos; ums negrinua de 15 annos; 4 ditas
de 18 a -20 aii'iim, co n principios de costu-
ra eeiigonimaio ; 3 lindas pardasmogss.de
'militas fizuras, com as mesma.s habilida-
des ; duas escravas com as mesinas habi-
lidades ; duss escravas do servigo de cam-
po : na roa llireila, n. 3.
--Vende-se a armagfio da loja da ra Oi-
reil", n. 00, muito propria psra sapalos,
couros, etc.: a Inlar na mesma loj*.
-- Anula se continua a vender saceos com
milho : no berco Largo do Recite, venda.
- Por pregns muilo commodos para li-
quidagSo de cuntas, venle-se ums bomba
le ferro, propria para cacimba, com 31 pal-
mos de comprimento ; duas ditas de pao ;
caldeiras de cobre, sendo urna grande o
urna pequea ; 43 bragas de crtente de
ferro para amarrages de navios; ditis -
nss para oselas ; diversos pannos de lona
0 brim ; maslaros; vergas, retranca, e ou-
tros paos mais; moil/s; e outros muitos
objeclos pertencente i navios : na ra do
Vigario, loja n. 5, ou no Forte-do-Halto,
na prensa de Manoel Ignacio.
Vendem-se os seguinte livros : trigno-
metria, por Lacrois ; LobSo, segunda li-
nha, 3 v ; Theologia moral pelo padre Mon-
te ; a virgem da Polonia ; Diccionario por-
tuguez por Moraea, 2 v. ; Dicliomry english
1 or Vieira ; Segredo da nalureza; Tiovo tes-
tamento : na piacada Independencia, n. 12.
Na ra das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vende-se urna crioula de bonita Hon-
ra, que engomma, cose chao, cozinha e laya
te sabSo ; duas dita de nagfio, que cozi-
nhame lavamdo sabio ; um pardo de 22
aunus, olUcial de alfoiate.e que he o;>timo
pagem e bolieiro ; um preto crioulo de 30
unos do servigo de campo.
Vende-se nm sitio na traveaae da estra-
da do Arrai*l, junto ao sitio do Costa, per-
tencente a Jofio Congalves, com boas bai-
las e ladeirs, alguna arvoredos a urna casa
de hipa ; ua rus das Cruzes, n. 25.
Vende-se um bonito preto bastante ro-
busto, canoeiro, liabalhador de p e enxa-
da ; lambe ni vende-se um canoa {orle de
carga de um milheiro delifoJos, na qual o*
ujemoecravoilrblha no trrod* fuetura
.I cadeia ; urna preta de Angola, com l-
gums habilidades : na ra larga do Hoza-
rlo, n. 48, primeiro andar.
Vende-se ums mchica de senaria
montada para-wh!he r-om bois, ou ca-
vallos, optim para engenho, por sor mui-
lo propria para agua, ou vapor : no Aterro-
da-Boa-VisU, n. 27, qualquer hora do
Jia.
Vende-se urna bonita escrava moca e
sem vicio algum, por prego commodo- na
ra do Bangel, n. 81.


* J*'*m. -
<0
RuadoLivramento, n.il
Vende-se calgado francez, obra milite
boa, sendo boneguins de fazendas de core?
cora biqieira de rouro de lustro para me-
ninos, a 900 re. o par; snalo* de dursque
preto para senhora a 1,440 rs. i um pardr
brincos de filigrana com brilhanles, muito
em conta.
Aos Srs. de engenho.
vendem-se cobertores escures de algo-
dflo, proprios para escravos, por serem de
muita dureg.lo, pelo diminuto prego de 040
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volta para cadeia.
Cbegararn novsmenle i ra da Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogios de ouro e prata
patente ingles, para bomem e senhora.
Pechincha
para oa amadores da santa *
economa.
t'ma porgflo de Anas cassas, fraocezaa de
4 paleos e meio de largura, de listras azues
o encarnadas, com flores de todas as cores,
gostns muito bonitos e modernos : estas
cassas foram arrematadas em leilflo, por is-
so se vendem pela metade de seu valor, d-
nheiro a vista, a 240 rs. cada um covado :
na ra do Crespo, n. 14, loj de os. Fran-
cisco Das.
Vende-se barato
Para se acabar
8apatos do Aracaty
A oito ceios ris o par.
Na ra da Cruz, n. 36, confronte i ra da
Lingoti e esquina do becco do Porto, ven-
dem-se superiores tpalos do Aracaty, pelo
diminuto preto de 600 rs. o par; chapeos
de palha ; esleirs ; courinhos de cabra e
sola : ludo por menos prego do que em ou-
tra qualquer parte.
A 5oo rs.
Vende-se cha hysson de superior qualida-
de, pelo diminulo preco de 500 rs. a libra :
na ra do Crespo, n. 23.
A 2,800 rs. o covado.
Vende-se o mejhor aetim preto maceo pa-
ra colletes e vestidos de senbora, pelo di-
minuto preco de ,N01 rs. o covado : na ra
do Queimado, n. 9. D3o-se as amostras aos
compradores.
Na ra do Crespo, loja de 4
portas, n. lo, ha um completo
sortimento de cassas pretas que
69 vendem por preco cemmodo.
Vende-se, por preco muito em conta,
bervilhasesardinhas em latas; conserva
francezas ; cognac vprdadeiro ; ahsinth
vinho fino de clor rougeot e champanha
na ra do Aterro-da Boa-Vista, n. 1.
Mossas de vapor.
Acha-se abarla a padaria da ra do Bur-
gos, Forte do Mallos, na qual se achara
diariamente lodas as qualidades demasas
finas, Irabalhadaa por machinismo; tam-
ben se fabricam eicellenle pSo e bolaxi-
nha de araruta, ditas inglezis, bolaxOes
luadrados e redondos, e outras mais mii-
sas ludo obra prima : as mesmas se achaiflo
no deposito do paleo do Terco, n. 10.
Familia de mandioca.
Vende-se farinha de mandioca
nova, de S.-Calharina, a mellior
que ha no mercado : a bordo do
hrgue-escuna Olinda, entrado
neste porto no dia n docorrente,
e que se acha fundeado em frente
da escadinha do caes do Collegio,
trala-se a bordo do inesmo, ou na
ra do Vigario, n. ira, com Ma-
chado & fiuheiro.
Prf su utos do Porto
de supe.rior qualidade, por prego muito
commodo: vende-te no aramem do Joa-
quim da Silva Lopes, na ra da Madre-de-
neos.
Farinha de S.-Cathmna.
Vende-se a bordo do brigue Val, chega-
tlo ( m direitura de S -Calbarlna, lamilla
muito superior, esU fundeado defronte do
caes dolamos ; Umbem so traa na praga
do comoiercio, n. 6, primoiro andar, com
Ha noel Ignacio de Uliveira.
Cha bratileiro.
Na ra Nova, n. il, vende-se superior cha
nacional, em caisinhas de oito librea.
2.000 rs. a libra: tambern te vende a reta-
lio, a 2,240 rs.
Avisa-se aos Srs. fabrican-
tea de velas, que na r.a da Praia,
n. 3a, vende-se carnauba e graxa
em bexigax, chegada ltimamente
do Rio-Grande.
Vfnde-se urna preta ciioult, moca
muito bonita, que borda, cose, engomma,
cozmha, lava, faz doces e o mais arranjo
de orna casa, ludo com a maier perfelcBo ;
tambero trata de meninos, veste, prega e
- -*-- unhnr. "crfcitn:ci:tc ; he
bem propria para se dar a urna noiva na ra
larga do Rosario, n. 35, loja.
.- vende-se rap Paula-Cordeiro, muito
superior: na ra da Cadeia, loja de JoSo
Jos de Carvalho Moraea.
Vende-se uin moleque
de 20 anuos, com principios de sapateiro, e
que he de bonita llgura : no Hotel-Francis-
co, das 6 at 8 hora da tnaobSa, e das 3 as 4
da Urda.
Vende-se urna parda escura, de S5 en-
nos pouco mais ou menos, de bonita figura,
que cose, engomma, cozmha, faz renda, la-
' va de saMo e varrella, e faz todo o mais
arranjo de casa : esta parda he bem pro'
pria para ama de case; mesmo de homem
solteiro, attendendo a sua boa conduela: na
ra larga do Hozarlo, n. 46, primeiro an-
dar.
Vende-se superior eil puro, BCO rs.
agarrafa: na roa larga do Hoz ano, na por-
ta da cacada do sobrado n. 44.
.Ha ra do Cabuya, loja do Duarte, ven-
uent-se volantes, trinas, galas e remita
brancas e amarellas, espaguilhas, por mais
commodo pregodo que em outra qualquer
tarta.
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. 6, um
novo sortimento de faxendas ba-
ratas,
como sejam : cassa-ebitas muito finas, de
cVes fixas e com 4 palmos de largura, a
390 rs. o covado ; cortea de ditas a 2,000 e
2,400 rs. ; riscadodn linho, a 240rs. o co-
vado ; dito de algodflo americano para es-
cravos, a 140 e 160 rs. o covado; dito mons-
Iro com 4 palmos, a 900 rs. ;zuarte azul, a
200 rs. o covado ; dito furia cores, a 200
rs. ; chitas de cores filase de bonitos pa-
drees, a160e 180 rs. o covado; cortes de
fuslfio, a 600 ra.; chales de tarlatana, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 320 rs.; coberto-
res de algodflo de cor,, a 640; alpaca preta de
rordo e com sete palmos de largura, a
1,280 rs.o cavado; e outras muitas fezen-
ds em conta.
Teeidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-San tos.
Na ra da Cadeia, n. S'i,
endem-se por atacado duas qualidades,
jropriaa para aaccoa de estucar e roupa de
cravos.
Moendas superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhi
m S.-Amaro, acham-se i venda moendas
le eanna, todas de ferro, de um modelo e
construccSo muito 'superior.
Chapeos de sol.
Vendem-|B chapeos de sol, de seda prel-
com barra Uvrada, a 6,0M> rs. ; ditos furtaa
cores, a 6,500 rs.: este*.chapeos sflo mui-
to bem construidos, muito fortes e de boa
seda : na ra do Passeio, n. 5, fabrica de
chapeos de sol.
Oh que pechincha !
Fazendaa pretaa por precoa nunca vistos,
em altenc!loa boa qualidade deltas.
Alpaca de cordfio aue parece barragana,
de lodas as. cores, a 640 rs. ; sarja de Illa de
.liias larguras, a 640 rs. ; merinos, a 1.O0,
9,000, 3,000 e 4,000 rs.; panno preto fino, a
3,000, 3,800, 4,000, 5,000 6,000 e 8.000 rs.,
este he panno o mais fino que se pode ima-
ginar e tem de largura 60 pollreadas ; luvas
pretas de seda para senhora, a 390 rs. o par;
e anda resta urna porgflo de pecas de cassa
lisa fina, com 12 jardas, a 9,500 ra. por
ler a dobra de fra algum sujo: no Aterro-
da-Boa-Vista, n- 18.
Aos fabrcenles de velas.
Na ra dosTanoeiros. armazem a. 5, ven-
de-se muito superior cera de carnauba, por
menos preco do que em outra qualquer
parte.
A 1,000 rs. o corte de
calcas.
Vendem-se brins transados de
listras ao lado, dos mais moder-
nos padioes, tendo tambern cor
de ganga, a l,ooo rs. o corte de
calcas : na ra do Queimado, n.
8, loja conlronte a botica.
Novo methodo
praticoe theorico da lingos franceza, por
L. A Burgain,
preco 5,000 rs. :
he chegada novamenlo do llio-do-Janeiro
esta excellente grammalica, vende-se na
praga doCommercio, n.2.
Vende-se cha hisson de superior quf-
lidade, em caixase meias ditas, a lotes a
vonlado do comprador : na ruada Alfande-
ga-Velha, n 36, escriplorio de Itatheus
Austin&C.
II o i eir & Velloso
leem para vender as mais superiores nava-
llns que presentemente se enconlram,
iiflo dvidam provar o que dizem, porque
teem o testemunbo de varias prssots a
quem osannnnriantes teem vendido, e que
ceitificam serem as melhores : a loja aonde
nicamente ce vendem he na ra Nova, n 8
Na loja de Moreira & Velloso,
vendem-se lindos toucadores de Jacaranda,
muito proprios para rapizes solteiros, lan-
o pelo qualidade do ohjecto como pela
comniodidade do prego que crio excedes
4,000 rs. : na ra Nova, n. 8.
Vende-se 3 bonitas pretas com habili-
dades, urna das quaes lie perfeita engom-
mader, cozinheira e cose soffrivel, e ou-
tra perfeila engominadeira c faz ornis ar-
ranjo de urna casa, sem vicios; quatro di-
las par lodo o servico de urna casa e boas
quitaadeiras urna parda muito boa engom-
madeira, costureira e muito carinhosa para
meninos, e do boa conducta ; 6 pretos mui-
to mogos bont para todo o servico ; urna
preta de meia idade por 250,000 rs. ; assim
como outros moitos escravo: na ra da
Cadeia do llecife, n. 51, primeiro andar.
- No deposito de caldeireiro de Joaquim
Antonio dos Santos Andrado, na ra Nova,
n. 26, receberam-se cadilhoade lapia da lo-
doso lmannos, que se vendem por prego
commodo.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Bahi
Vende-se em casa de N. O. Bieber & c
u ra da Crdfe, n. 4, algodflo trangado
Jaquella fabrica, muito proprio para saceos
deessucar, roupa de escravos e fio proprio
para rodea de pescar, por prego muito com-
modo.
Ao madamismo
Do bom tom,
Quando ha pechinchaa
NSo se perde occasiflo.
Na loja da ra do Crespo, n. 10, do Viuva
Frenas Guimarflcs, vendem-so gollas de,
cambraia de lodos os tamaitos, pelo bara-
to prego de 160 ra. cada urna ; corlea de 13a
para caigas a 1,000 rs.
Pira a decania.
'4
Vendem-e pianos de expelientes vo-
zes; tenas deliro, em grandes e pcaue-
nas porgues; sag fino em barricas de We
160 libras ; cevadinba em garrafOos do urna
libra : tudo de mu boa qualidade e recen-
umentecbegado* na ra da Cruz, n. 48,
armazem.
Vende-se tinta paraescrever,
em garrafas, muito superior : na
ra larga do Rozario, n. 36
A 8,000 rs. cada um.
Chales de seda grandes
e de bom gosto.
Na loja de GoimarSes & Henriques, na
ra do Crespo, n. 5, vendem-se chales de
seda, grandes, de bom gosto e de bonitos
padrOes, a8,000ra. cada um ; cortea daca-
semira de cores, de muito superiores pa-
drees modernas, pelo barato prego de 6,000
rs. cada corte; merino preto fino francez, a
2,500 rs. o covado ; dito inglez, a 1,440 rs.
o covado.
Vinhos Finos.
Na ra da Cadeia, n. 1, vendem-ta excel-
entes vinhos engarrafados, tendo do Por-
to, Madeira, Bucellas, Carca vellos e muica-
tel deSetubal.
Cera de ca rnatiba.
Vende-se cera de carnauba muito supe-
rior, a retalho e em porgilo: na ra da Cruz,
. 36, confronte a Lingoeta, esquina do
becco do porto.
Vendem-se amarras a< tarro: na roa
la Senzalla-Nova, n. 42.
Potassada llussia.
Vende-se superior potista da Hussia, da
mais vivaque ha no mercado, poc prego
eommudo : na ra do Trapiche, n. 17.
Vende-se superior cera de carnauba
as Cinco-Pontas, n. .66.
Metal ainarello e presos
para forro de navioa, por prego commodo;
P. tassa nacional,
i mais nova que ha no mercado, por menos
90 rs. do que em outra qualquer paite : ven-
de-se no armazem de A. V. da Silva Barro-
ca, na ra da Madre-de-lieos, o. 26.
Por 'i'2,000 rs.,
vendem-se os msisasaeiadoa capotinhosde
Cha malote de seda, da gorgurfio, pretos e
de corea : na ra do Queimado, o. 9.
, PA
tumblOf oiuojuy ap tfo| Biape^)
ep aiu eu japuaA e a-uienui|u03
:0^9 ?)|;0 ej,(l soi|iiioiv
'Mpuiipad t? iuan3t| >
Vr nde-se a veoda da ra doCollegio
n 17, livreedesembaragadada praga, cor,
fundos vontade do comprador,. bem afre-
guezada, lauto para a letra como para o
mallo e de pequeo aluguel : o motivo por
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, he
muito superior cal virgem de Lia
boa, por preco muito commodo.
- Vende-se um escravo da Costa, mogo,
sem vicio nem achaques, he muito fiel,
canhador, refina aasucar a faz outros ar-
ranjos de casa : na roa Velha, n 61, at as
tohoraado.dia, e na ruado Livramento,
n. 99, botica, al as 3 da tarde, onde aa dir
o motivo da veoda : tambern se troca por
outro, proprio para o aervigo de campo.
A rados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, eni S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
He muito barato
Cassas pretas.
Vendem-se finas cassas pretas de 4 pal-
mote meio de largura, ftzenda muito fina,
de quadriphos e listras assetinadat, pelo
barato prego de 320 rs. o covado; ditas mui-
to superiores de atrepadeiras, a 310 rs.;
riscadinbo de puro linho, proprio para ja-
quetas, fazenda de 3 palmos e meio d lar-
gura, a 940 ra. o cavado; ditos de quadros
muito fino, a 860 rs. 1 na ra do Crespo, por ter poucos.
raorum Dial. "... t .
Vendem-se, na ra do Cabug, loja do
Duarte, franjas e riquififet para mantele-
tes ; 18a para bordar; toncas de Illa para
enhora e meninas ; bonetes para homem;
charuteiras da velludo ; chapeo de sol para
meninas, a 1,600 rs ; teaouraspara alfaia-
te, barbelro e para costura, fabricadas em
Cuimartes; castigaos.de vidro, a 1,400 rs.
o par ; mantinhta para pesoogo de senhora.
a 1,000 rs.; espolias de flora de larsnja ; e
campainhisde nova invenefio, a 2,500 rs.
Bichas.
Na ra do Collegio, taberna n. 5, ven-
dem-se e alugam-ae bichas.muito novas,
chegadas ltimamente de Lisboa, por mais
rato prego do que em outra qualquer
parta.
Manteletes.
Cbegararn ltimamente i roa do Crespo,
loja de quatro portas, n. 12, novos mante-
letes e capotinhosde groa da Naules, fur-
ta-cres, o mais ricos que he possivel, tfen-
(o pela aoperior qualidade como pelas lin-
das cret, vendem-se por prego raaoavel.
Vendem-se queijoj nui fres-
caes e o mais superie* que tem
vindo do Gear : no largo do Li-
vramento, n. ao, os pretendentes
uo se demorem porque se acabim,
dor.
Na loja de FerViandesrla Luz k lr-
rnao, na ra do Livramenlo, n. 10,
vende-sesetimpreio mullo fino, a 500 rs. o
covado ; cortes de casemira preta multo fi-
na, a 6,000 ra. ; dita azul, a 6.400 ra.
~Vendem-seClin los moleqaea de IV a
18 anuos ; 5 pretos de 20 a 25 annos, sendo
um delles sapateiro ; um pardo de 99 an-
nos, perito cozinhero, bolieiro e empalha-
doi ; urna parda de 20 anuos, com habili-
dades; 10 pretaa com algumaa habilidades,
e que sflo propriat para todo o aervigo: na
ra do Collegio, n. 3.
- Vendem-ae pegas de chitas;pardat, co-
res muito lixas, a 5,800 rs., e a retalho a
190 e 160 rs. o covado ; pegas de madapo-
ln com algum mofo, largo e com 90 varas,
a 9,500 rs. ;'astpupa, a 4, 6, e 8 vinlena a
vara ; lengosgrbssos para tabaco, a 190 rs.:
um fole de folear formigas, por 5,000 ra. ;
na ra larga do Kozario, n. 48, primeiro
andar.
? Deposito geral do superior ra~S
O p Areia-I'reta da fabrica q
O deGantois Pailhet&C.
na Jlahia.
2 Domingos Alves Malheus, agente da^
Xfabrica de rap superior Areia-Preta daT
^Baliia, tem berto um deposito na rua^r
A prniiea fndieial de Vangucrve, excellen-1
te consulla para os que principian) os oTI
ctos dn juiz e advogado : vende-se no pateo;
do Cellegio, casa do livro azul.
- Na ra do Cabug. loja do Duarte, ven-1 Vende-se urna caaa terrea n
,*-,. auadro de diversos santos, comlTrincheiras, com eommodoi para
da Cruz, no Becife, n. 59, primeiro an-
dar, onde se achara sempre dette ex-jf
cellenlee maia acreditado rap: ven-
de-se em boles de urna e meia libra,
por prego commodo.
O000
Vendem-se 162 oilavat de prata e 7 di-
tas da ouro de lei, tudo em obraa velhas;
aaruada Cadeia do Racife, n. 5, loja de
uiiudezat.
Vendem-se ps de larangeiras, boas de
se plantarem ; bem como tenientes de cou-
veerepolho: em Parnsmeirim, aitio jun-
io a estrada do encana ment.
* Vende-se um oculo grande de ver ao
longe, por prego commodo : na m -jj':;-
ta, ii 33.
Vende-se a casa n,25 da ra dos Co-
piares, e por isso quem se julgar com al-
gum direlfo a mesma rasa, sem que seja
a actual proprietaria, Innocencia Harta da
ConceigSo, haja dedeclarar.por esta folba
no prazo de tret dia: os prelendenlet. en-
lendam-so com seu bastante procurador,
naa Cinco-Ponas, n. 36,Itecife, 94 de ju-
Iho de 1850.
Vende-te, em conta, um carro da 4 ro-
das, quasi novo, com astelos para quatro
nestoas, com cubera para lempo de inter-
no : pata ver e ajustar, oa ra do Apollo,
cocheira do Lourengo.
. Na ra do Cabug, loja de quatro por
tas do Duarte, vendem-se ocuuM de tbea-
tro, a 3,500 rs ;e meias de crft da muito
boa qualidade, paraineninos e meninas.
~ Vende-se umfe tortita escrava qoitan-
deirj, moga, com urna cria de mal de an-
uo : tambern te vende um carro com mui-
to pouco Uto de ctrregar na alfandega : na
| Boa-Vista, traveasa do Veras, n, 15.
ra das
familia,
n. 14, loja de Jos Francisco Dias.
No armazem de Vicente Ferreira da
Costa, na ra da Madre-de-tieos, vende-ae
vinho da Figueira, o maia auperior que a *S rra98
este mercado tem vindo, em barra de 5 a 10
caadas, a 8e 16,04)0 ras o barril.
Vende-ae, no armazem do fallecido
Braguez, polassa muito nova, chegada l-
timamente do Rio-de-Janeiro, por prego
commodo.
No armazem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farelo, a
3,ooo rs. a sacca, e farinha de tri-
go franceza da marca Bario, por
preco commodo.
Vendem-se sapalSes de cou-
ro de lustro, feitos no pas, de
ponto fxo, a 4>oo rs. ; ditos de
tres solas, a 4,ooo rs.; ditos de
bezerro francez, a i,5oors. ; ditos
a 1,000 rs. ; ditos de bezerro da
trra, a a,ooo rs.: na ra da Ca*
deia'do Becife, n. g.
O mais barato que tem
naribei-
que
arparecido no mercado.
Vende so urna porgflo de chitas francezas,
at maia finas qne leem apparecido, d as-
sent azul, cor de eco, cor de ganga, muito
bonitas, e encarnada cOr de rosa pad'Ges
miudos de atrepadeira, cores muito fixas, e
de quatro palmse meio de largura, pelo
barato prego de 320 rs. o covado ; as mais
linas cassas que teem apparecido no* mer-
cado, de lodas as cores, padrOes de atrepa-
aa'douradas, a 500, 600 e 800 rs. ,le urna meia agoa no fundo da mesma : na
estampas linas; e chapeo do mola, a 5/0t>.rua do Rangrl, n. 6.
que se faz cate negocio te dir ao compra* jejrai 0 mtlt delietdo que ae .pode dete-
nhar, a 480 rs. o covado : de todo ae di
amoetra com o competente penhor : na ra
do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
Dia.
Novidade.
Acha-se a venda no armazem de fazena
daa de Raymundo Carlos l.eite, na roa d-
Queimado, n. 97, linissmo panno de linho
lo Porto, em pecas de 18 varas, a 800 ra. o
vara.
ffffffffffWffffffff*
'Na loja do. Sobrado amarello^
nos quatro-cantos da ra do
T Queimado, n. ig vendem-se ^
>Crtes de casta se Ja padrOes novo tcom4l
* dores da seda e com 15 covados*
* o corte a 8,0*0*
*Crtes de cas de cOrea, 2,000*
*(;ravalinlias de seda para Sra. a 1,0002
~ Lnvaa de pellica para senhora, a 8002
LLengot de seda para grvate, a 800 1/^
^Corles de caigas de casimira, a 4, 5e6/4
4AAA*A9
Vendem-se 9 lindas mucamas de It a
16 annos, engommadeir-s e costureiras,
urna dallas faz betn lavarinto; 9 pretas boas
quitandeiras ; 'ditas de todo o servico, de
bonitas figuras; 2moleque!de 17 a 18 an-
nos ; 1 preta boa quitandeira, por 350.000
ra.: no | aleo da matriz de Santo-Antonio,
sobrado, n. 4, te dir quem vende.
Vende-se um terreno com 400 e tantos
palmos de fundo e 90 e lanos de frente, no
hairru da Boa-Viata, cuja frente bota para
o becco das Barreiras, proprio para se edi-
ficar duas ou tres moradas de casas: quam
preteoder, dirija-se a ra do Colovello, n-
meros 99 e 31.
Vendem-se 44) Mecas com tremotaoa:
na ra da Cruz, no Rectfe, n 47, taberna.
-- Vende-se meia duzia de vaccaa pari-
das e solteirtt, propritmente para criar, e
outra meia duzia de garrotes pouco mais
o'i menos, fllhos do pasto : no sitio do M-
oambira, no Remedio.
Esleirs para forrar salas
Vendem-se esleirs branca* rolos de
40 jardas, propnas para forrar salas, por
prego commodo : na ra da Ctdeia do Ite-
cife, n. 48, loja.
Na ra do Crespo, n. 10,
vende-te teda branca com listras e Dores,
pelo baraliasimo prego de 500 ra. o covado ;
aetim cor da rosa, a 480 ra. o aovado ; cor-
les de cambraia bordada, a 9.000 ra.; dito
de cambraia de barra, a 4,900 ra.; pagas de
eiguifloda alffodlo de 19 jardea, a 3,000
ra.; meias de seda brancas bordada* para
ten hora, a 1,000 re, o par; oamisaade maia
aaues, a 500 rs. ; lila trangadacr de caf,
a 200 ra. o novado ; cobertores de loa, a
1,400 ra j a outras mullas fazendaa por ba-
sto prego. Oa Incoa braneoa de 80 ra a vara
anda Halo acabaran.
--Vende-se urna preta de nagflo, que co-
zinha o diario de urna casa, e he boa qui-
tandeira ; urna dila de meia idade, que co-
inha muito bem de forno e fogflo, relint
attucar, engomma, cose, e faz doces de to-
las aa qualidades; nao tem vicios nem
ichaquea : o motivo por que se vende he
por nflo querer servir ao senhor : na ra da
Concordia, pastando a pontezinlia, es-
querra, aeguoda ctsa terrea.
Vendem-se leitdee de espeto
da Boa-Vista, n. 40.
da Independencia, n,
33, loja de calcado,
acabam de chegar de novo cortea da tapete
para homem e senhora, a 900 ra. o par; sa-
patOes do A'acaly.a 900 ra.; pellas de couro
de lustro, a 3,700 ; ditaa de bezerro fran-
cez, a 3,600 rs.; sapatOesda lustro ; ditos
de bezerro francez ; ditos da Ierra; sapa'
tos de lustro para aenbora e meninaa ludo
por piego commodo.
Cartas francezas para
vol trete.
Vendem-ae cartas francetas para voltare-
te, o mais fino que se p le encontrar, pelo
barato prego de 700 rs. cada baralho : na
ra do Queimado, loja de miudeze, junto
loja de cera, n. 33.
Moreira & Velloso
Continen, a vender galneteiros cora
4 vidroa por 9)500 ra.; espertilbo de puro
linho pelo baraliasimo prego de 6 00 ra.;
tpalo de marroquim preto por 1,900 rs. o
par, dilos de couro de lustro por 2,000 rs.
o par; luvas de trogal por 1,000 rs. o par;
luvas de castor verdadelro, brancas e ama-
relias, mas que so se vendem por 8,100 rs.
Cada par; mantas degarga muito lindase
5,000 rs. cada urna, e outras multas fazen-
daa que por agora deixarn de ser aonuncia-
dat; na ra Nova, n. 8, loja.
Aviso aos Srs. artistas sa-
pa te iros.
Moreira & Velloso,
toa ha m de receber o mellior e maia bello
couro de lustro que a este mercado tem
vindo ; porque o lamanho dat pellea e qua-
lidade do cooro ha tal que rruilo deve agra-
dar aot Srs. uieslres sapaleiros, para me-
llior eervirem a seus freguezes i o prego a
vala da qualidades se dir, mas afiauga-
aeque ser commodo bem commolo : na
ra Nova, luja n. 8, onde se vende nica-
mente o dito couro.
.- Vende-ae urna daa melhores vendas, na
ra da Unguela, n. 2, propria para qualquer
principiante, por ter poucos fundos: a tra-
tar na mesma.
Vende-se orna casa terrea a ra dos
Copiares, n. 17, anligamente becco do Lo-
bato : na ra do Livramento, n. 92, botica
do Chegae. ______ .
Escravos Fgidos.
-- Fugio, no dia 95 do correte, urna pre-
ta de nome l.uiza, de nagflo Mocambique,
cega de um olho, reprsenla 40 annos; le-
vou vestido de chila roso nnvo outro de
lila preta velho ; he muito conheclda por
Beberibe Monleiro e Manguind, por ter
lavadeira ; tem sido encontrada pelas ven-
das do Manguinho vendendo laranjaa J/jurm
a pegar leve-a ra da Cadeta-Velha, n. I,
que ser recompensado.
Fugio, co dia 17 do crrante, um mo-
leque criouio, de nome Luciano, de 18 an-
nos pouco mais ou menos; he oJDeial da
tapateiro ; he baixo, grosto, aem barba,
rosto comprido, beigof grotsoa, bem I"*"*""
te, costuma andar calgado, o dizendo aer
rorro. Iloga-se aos mcalre apaleiros que
nBooadmittam emsua toja aen) enlende-
rem com o ahaixo aaaignado ; assim como
r'oga-aa tambern a auloi idade poticiae a
capifles de campo, que o appraltendam a
lvem-no ra da Cruz, no Becife, n. 64,
que serfio gratificados.
Mn-anca Luis da* Vira.
Fugio, no dia 16 do coirente, e neste
mesmo dia ol encontrado na povoagle dot
Afogados, em direego oa ettrada do Cabo,
aonde j foi de outra vez que fugio, Silve-
rio, criouio, officialde pedreirode SI 99
lar, cara larga e *em eerba, arpo bastan-
te reforgado, brsgos comprido, eoiaa e
pernal grotas, nadegas muito aalienlet,
ptgrandese cnttds; he muito regrista e
contador de historias: quem o pegar le ve-o
ra da Aurora, n. 19, que aera generosa-
mente reeompenaado.
Fugio, no dia 19 do crranle, do enge-
nho Queimadas, freguezia de Una, do termo
da cidade do llio-Kormoso, um escravo
criouio, mogo, bem preto, repreeente 30
annot pouco mais ou menos, etj|ura i
guiar, olhot grandes, pernas finaaT7*0***
se ler ido ou para Porto-Calvo, eu. ler a
seduz'do e conduzido por aertane |*, qpV
dzm, soaoradore* em Carirjrs-Velhos, r
quaes arranchando* no <.to engenbo o
conduziram. Iloga-se aa autoridades poli-
ciaet, capitae* da campo, que o apprehen-
dam e |eem-no ao dito engenho, ou no lle-
cife, aoSr. ianoel Goncalvea da Silva, que
serio bem recompensa ios. 0 referido es-
cravo chama-te Christovito ; he bem fal-
lante, e deaembaracado ; pertence al. Aja-
na Victorine de Mello, enhora do dito *a-
genho. _______^^^^^taaaai
Pasas.:
'


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