Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07521


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Full Text
"=C?
^w^^p^^p
_Am
nno XXVI.
"Seffnud-feira 99
runsu soa ounot.
Goianna e Parahlba, segundas etextat felras.
Rio-Grande-do Norte, quintal feiras aomelo-
dia.
Cabo, Serlnhiem, Rio-Formoao, PorU^Celvo
e Macelo, no 1., a II, e 21 de cadamez.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-VIsla e Florea, a 13 e 98.
Victoria, a quintal felraa.
Ollnda, todoa oa lia.
4^i^iiaaaaavaBiBBflBaaaifjBBBissjassjssaBBBiHiiiiiiHai
/Mlng. a 2, a 3 h-ij38iii.dat,
P,-*a* vi J?0''* i* ?m. da t.
lCheiaa24,s3h.c4m.dam.
"" OJB.
Prlmelra aa | horat e 30 minuto da tarde.
Segunda ai, boras e M mioutot da naab-,
de Julho de 1850.
N. 167.
r*oae da OBioairplo.
Por tres mezea (adan lado) 4/000
Por seis meze a 8/000
Por um auno__ 15/000
SIA> DA aZMAJTA.
29 Seg. S. Olavo.
30 Tere. S. Rufino. Aud. do chae, do J. dal. v.
31 Quart. S. Ignacio de l.oyolla, Aud. do J. da
2. v. do cltel,
1 Quint. S. Pedro ad vlucnla. Aud, J. doa orf. edo
ni da I. t.
2 Seit. Nona Senhota doa Anjos. Aud. do J, da
1. v. doclve do dos feitos da faaenda.
3 Sab. 'Invencao de *. Kstero, And. da Chae,
e do J.da2. r. do crime.
4 Doui. Domidgos de Gusmao.
I
oamioa n 37 di joxho.
Sobre Londres. 27'/,27 t Paria, 346.
Lisboa, 100 por cento.
Otro.Oncaa hespanhoes......... 2/000 a
Hoedas de 6/400 velhas.. 1G/500 a
t> de6/100 oras.. 16/100 a
de 4/000........... 9/100 a
fraM.Patacdes brasltelros...... 1/61 a
Pesos columnarioa....... l/l>50 a
Ditos inexlc.noa.......... 1/HOD a
29/5PC
16/700
16|200
9/20-1
1/9X0
1/1170
1/820
PEM4MBM10.
PARTE OFFICIAl.
GVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 19DEJUI.H0.
Ofllcio.-Ao Etm. preid>nte fia provincia
do Cear, remetiendo para que tenha o con-
veniente destino a guia do alteres Joflo Jos
de Bruee, que seglo para al!:.
Hilo.Ao F.xm. presidente do Para, trans-
miltlndo para que Ihe Ha o rnnvenints dea-
tino a guia do alteres do quinto batel hilo de
eacadores Maximiano Joaquim de Almeida
Pinlo:
Dito.Ao enmmandanto das armas, reen-
viando o requerHnenlo, em que Francisca
alaria de llorges, pede haixa do servico para
charel Jos1 Bandelra de Mello, o mandara en-
trar no eierelcio do novo quaitrlenlo em rato
de haver aido reconduiido por decreto de 12
de junho ultimo, raarcsodo-sivlhe o prazo de
tres mezei pasa' a aprsenla;? o do respectivo
titulo.
K Igualmente apreaentando c rnelo do ha-
chare I Jado Paulo de Miranda, datado de23
deite mesmo mea e.n que participa ao Eira
presidente da relacao o ter entrado no dia an-
tecedente no exercicio do seu emprrgo de juli
de dlreito da oouituarca do Po-d'Alho.
JULG.MSNTOS.
//aeat-eorasia.
Paciente, Manael Jaeoinc Reirrr.i ; detentar, o
Dr. chefe de polica Interioo desta provnola.
Mandaran! paaaar ordem ao carcerelro da
cadela detta cldadc para aprea'ntai o pa-
ciente no tribunal na tetsiode 30 do corren-
te s II boraa da manh.a, e ao Dr. chefe de
-. polica para dar os eaclareclinentos neeeaia-
Manoel l-erreira, }oi ,,', ,u|flqufl priso at o meamo
msico do quarto halalh&o de art i linaria a'
p, aflu de dar-lhe haixa, logo qrJ^^^fl
ler lugar nos termos do avio do ministerio
di guerra de I de abril do 1818
DitoAo mesmo, para mandar inspeccio-
nar ao paisano Severiano Leonardo de Son-
sa, que ge odereceu para servir na compa-
nhia de erlilicea dsla provincia.
Dito.~Ao inspector da tliesouraria de"fa-
zenda, transnnlliiido os avisos de duas le-
tras, orna na importancia de 500,000 ris,
e a outra na do 270.000 ris, sacadas pela
thesouraria do Rio Grande do norte sobre a
desta, e favor, a primeira de Antonio Denlo
da Costa, e a segunda de Antonio* Carvalho & C.-l'aitcipou-se ao presidente
daquella provincia.
Dito.Ao mesmo, direndo flor sciente de
Ur Msnoet Antonio dos Pasaos e Silva"arre-
matado em haala publica a renda trienal do
tellieiro e casa contigua, sita na cidade de
Olinda pela quantia de 161,100 ris, appro
vando a dita arrematado de conformidad!
com o axposto em o seu olHcio.
D0.--A0 mesmo, transmit indo o aviso
de urna letra da quantia de 860,000 ris sa-
cada pela thesouraria do Rio-Grande do
norte sobre a dest, e favor de Antonio
Cerqueira de Carvalho & CCommunicou-
se ao presidente daquella provincia
Kilo.Ao juiz relator da junta de justica,
remetiendo para depois de visto ser apre
sentado em sessS da mesma junta o pro-
eesao verbal ctoao soldado do quinto lia-
tslliflo de fuzileiro, Pedro Ferreira de S.-
luleiro j-se ao commandanla das armas.
Dito.Ao.inspector da thesouraria da fa-
zrndaprovincial, para mandar adiantarao
engenheiro director das obraa publicas a
quantia do. dous contos de ris, que requ-
SitOU, para continuado da obra da cae* de
detencSo, visto achar-se concluida a presta-
eflo que ltimamente recebeu para o mes
aio liti), confofine parlicipou i esta presi-
dencia. Sciaolilicou-se ao mesmo engo-
nlieiro.
Dilu.Ao delegado do termo do Rio-For-
Biozo. Tundo chegedo re presen la roes es-
ta presidencia, quoa rebreamarclla flageMa
as povoafOes de SeriohSoro, Ipojuca e cida-
de do Hioe'etaioto, tenbo enearregado ao
Dr. Ignacio Nery da Fonccca.o Iratamento
das pf ssOss pobres deseas povoarAes, e o
furneciineulo dos med menlos precisos.
O que communico Vine, para sus inlelli-
geticla, e para que o Tac constar as pessas,
i quetn convier, recommendo-lhe, que
presto ao dito pi ofessor toda a coadjuvac9o
possivel para o bom degempenho da com-
iniss3o de que vai enearregado Iguaes aos
subdelegad de liiojuca e SermhSem.
PerUna.Ao agenie da companhia das
barcas de vapor para mandar dar passagem
pata os lugares indicados na relacSo que re-
melle, e no prnneiro vapor que se espera do
norte, ao ofliciat,- o pracas mencionadas n.
metiai relaco.
BaSLACA A K 8E ItePERE O OFFICIO
CIMA.
Piro a *d.
Primeiro baUlblo de arlilharia, aegondo-
tenenle Joaquim Firmino Xavier, eo segun-
do-sargento Antonio Airen Peixolo.
Segundo bataihSo de fuzileiros, soldado
Manuel I.uiz da Silva.
Stimo baUlliQa de cacadores, segundo-
cadete iodo Pirca Gomes.
Para a Baha.
Deposito de recrulas da Balita, segundo-
sargento Antonio Joaquim da Coala, eolia*
dos, Jos Feliciano da Cosa, Thomaz Tlteo-
jihilo. Germano Perein e Lucindo Dias da
Cruz. -- Inteirou-se ao commandante das
armas
Dita.uraenanao a visia daa nformacoes
do inspector da Iheguuraria da fazenda pro-
vincial e do adaim>trador do consulado,
que o continuo da exmela inspecso do as
socar e algo.iSo Antonio Rodrigues de llu-
raes, paase, a servir no referido consulado,
nos termos flo 4 art. 28 da iei provincial
n. 61 oo de junlio ultimo.- Scieolilicou-
ae aprefondo inspector.
da a liora dealgnados.
Appellacdti eitm.
Apellantes, Jos Vielra Brasil e outros; ap-pel.
lado, Jos Fernandes da Crui. Reformo*
sea sentenja cuidarte
* I miiGK.grs.
Appellantea, Joaquim Goncal ves Vielra 'Culma-
raea r "Utto ; appellada, a administr.i(ao doa
estabeleclinentos de carldade dcsta cidade.
O primeiro dia til.
Appellante, o juila ; appellarto. Ma.aeel Jai
Fernandes. O primelra da til.
Appellantea, oa adminlatradores dajtatrlmnnio
dnsorphns "esta cidade ; appellido. o Eim.
biapo de Marlanna. O primeiro dia til.
Appellante, Anselmo Goncalvea Pereira ap-
pellado, Manoel Carneiro I^al. -O primeiro
dia til.
Appellante e appellado conjuntamente, Fran-
cisco Carneiro da Silva e Jote1 Franclico
llr.inco O primeiro dia ulll.
Appellante, o prncurador-fisc.il appellado,
. Francisco Al ve da Cunlia --O primciio dia
til.
D1LIOEHCU.
Appellante, o julio dos feitos da fatenda desta
cidade ; appellado. Willian W'ellkoi. Man-
LTRIBUJIaL DA' RfiLACAO*.
SESSAO DR 27. DE JULHO DE 1860.
mstOEMCii do bxm. sbniio coa-
__ ^ SKLBRlaO AZIVF.DO.
A'i 10 horas da uianhaa.acbaado-ae presen-
tes 'oa Srs. desemba'rgadores Ramos, Villares,
Naatos, Leas, Soui, Krbello, e Luna Freir'
fallando com causa na Srs. desembargadores
Ton sTccs, oSr. presidente declara aberu
aaaaHa.
He presentado em mesa um offlclo do Ext,
presid ule da provincia de 24 do 'crrente p-r-
ticipaudo que havendo-se finalizado no da 18
do relerldo inez o uuatnenlu do jnli munici-
pal e deorpbaot da termo de Nazarelh o ba-
daram continuar vista aoSr. desembargador
procurador da coroa.
SEVIS0E.
Paasou do Sr. desembargador Ramos ao Sr.
desembargador Villares a segulnte appellaco
em que sio :
Appellantes, Domingos Rodrlguea de Aran Jo e
outro ; appellados, Jote de Luna Ribeiro de
Carvalho eoutroa.
Passaram do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembargador liastos as segulutes appel-
lacdeaarso que aao :
Appellante, Keliciano late Henrlquesi appel-
do, o julio.
Appellante. Gabriel Uatheua EvangelUu i ap
prll.llo, O IllitO.
Appellante, Francisco de Paula Pires Ramos ;
appellado, Manoel Goncalvet Guerra.
Passaram doSr. desembargador Bastos aoSr.
desembargador Leao as teguintes appellacoes
em que sSo :
Appellante o julio ; appellado, Antonio Alvet
de Miranda Gunnaraea.
Appellante, Jos Rodrigues Ferreira ; appella
do, o joi/.o.
Appellantea, Machado fc Pinheiro ; appellado,
Francisco llartint de Leraos.
Passou do Sr. desembargador Leao ao Sr.
desembargador Souia a teguinte appellaco
em que ao :
Appellante, Manoel Pires Ferreira ; appellado,
Fernando Francisco de Aguiar Montarroioa.
Paasaram'do Sr. desembargador Souza ao Sr
desembargador llebcllo as teguintes appella-
edet emque alo:
Xpprllantc, Jote da Silva Clsnelro Gulinares
appellado, Leopoldo Calo de Mello Guaran,
Appellante, Jos Piuto Lopes; appellado, o
jll|XO.
Passaram do Se. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir as seguintct
nppellacAes noque aao:
Appellante, Jos Joaquim Rcicrra Cavalcanti;
appellado, nenio Jo da Costa,
tppellantr, Francttco Carneiro da Silva ap-
pellado. Jo Alvet de Carvalho Ceiar.
Appellante, Ignacla Tlionisiia do Sacramento ,
appellado, Jos Ferreira de Orivelra Diat.
Appellante, a preta Manoela; appellado, Ma-
noel Francisco Rebello.
Diaraiioifoaa.
Recorrente, o julio ; recorrido, Jnao Luli Pe-
reira. -- Ao Sr. desembargador Villares.
Recorrente, Jote Segismundo Liberato ; recor-
rido, Joio da Silra Ribeiro Opea. Ao Sr.
desembargador Hastos.
Secorrenir. u julio recorrida, a cmara mu-
nicipal desta cidade. Ao'Sr. desembarga-
dor Souia.
Aggravante, Francisco Marques da Silva ; ag-
Sravado, Flratino FraacUco Xavier. Ao Sr.
oeuihargador Villares.
Appellante, o Julio apf-ellado, Joaquim dat
Moc.it Tiinbtinbo. Ao Sr. desembargador
neorlto
Appellante, o promotor: appellado, Feliiardo
Toscano de Brlto. Sr. desembargador
Lana Freir.
N. B. Na tettao de 20 da correle foi propos-
ta a appellaco ehmbtas-corvm em que aao pa-
ciente Antonio de Fariaa brandao (,'ordeiro,
dlgnoU'ie a ordem de habtm-c rput i riata doa
autos cirmes pelot quaes est sendo proertta-
do o paciente.
Levantou-te a tesslo as dual boras da tarde.
INTERIOR."
KIO DIvJANElKO.
CMARA DOS SRS. DEPU-
TA DOS.
BISCUBSO DO SR. niPIITADO FERREIRA
l'ENNA. NA SESSAO DE 26 DE JUMI,
DISCUTIM1-SE A REFORMA DA GUAR-
DA NACIONAL.
( Caaliauflcdo io n. tSI.)
O Sr. t'trrtira Penna ( Continuando):
O art. 43 determina que o uniforme a dis-
tinctivos da guarda pacional sejam desig-
nados pelo governo, e so posssm alterar-ge
em virtude de decreto, impnndn urna pena
quetn os usar diversos ; e esta disposie,So,
que me parece muitiuimn rasoavel e indis-
pengavel, foi tambem eontrarisda plo hon-
rado deputado de Minas por urna maneira
que nSo deixou de ad'oiirar-me, porque elle
quer que nfio ae imponha pena algtima, o
que aeria bastante, a meu ver, para tornar
irrisorias Indas a sposiQOes da Iei. ( A
pofaiot. ) Aclualmeiite s observa qu*wal-
faieteg e sirgueiros alteram o psdrSo do
un'forme como nonvm a aeus inleregses
particulares ou a fantasa deum ou outro
commandanle, e parece que o governo lem
tolerado Islo, jl porque a experiencia mos-
tr quo essss alterac s lem contribuido pa-
ra que mullos olDc de meihor vontade ao servido, como se v6
negta eorte, onde se lem apresnlado bala-
IhOes muilo numerosos e huidos (apota-
tos), j porque enlendeu que, estando a
liscutir-se urna nova le que poda atiiori-
sar o uso do novo uniforme, no seria justo
obrigsros oflieiaes a perder toda a despe-
'aja feila. lie. purm,manifestada a ne-
cessidade de por um limite a taas Itera-
cOes, quepdem preju licar essencialmente
p servido, pois que olciaes haver muilo
capazes que deitem de prostsr-se a elle por
nSo poderem fazer frequentes mudanpag
de uniformes to ricos romo os que se osam
oa corte, llm cumnian laolo superior gasta
boje LOM.OOO rs., sciio me engao, para
ardar-se.
( Ha iim aparle.)
Agora ouco dizer que um mejor no gas-
ta menos de 1 OOO.OO rs. e un commsndsn-
te superior 1,600,0n0 rs., e nSo he juslo
queseja obrigado a repetir to grandes des-
pezas quem se presta gratuitamente ao ser-
vico publico. Apoiadoi.) Tambem nilo me
parece boa a disnusicilo que faz dependen-
te de urna Iei quatquer mudanza de unifor-
me t antes entendo que esaa faculdadedeve
er conferida ao governo par usar della co-
mo as circunstancias exigirem. e tambem
hmliro que convir nSo s esliblecer um
uniforme mui simples e econmico para o
servic>> ordinario, e outro mais rico para as
grandes paradas e festividades, nas tam-
bem a dmillir differenca entre os corpos das
zrandeg cidadea e os do interior das provin-
ciaa, poig no he justo nem nrcessario obri-
i?ar os officiaes e praeag.ae residen) em
'llilricfoe do sertSo a ter um fardamento
igual ao que se usa na corle. 0 nobre de-
putado por Minas disse que Ihe pareca es-
cuaada qualquc- pena, porque as mudaness
do uniforme s se fazem com o eonsenli-
menlo do governo. e no lia meio algum de
puni-lo por semelhante IransgresaSo Jelet;
as eu obs'rvarei que, seja qual for a nova
designadlo que se haja de fazer ser gempre
indlspensavel cominar una pena aos que a
no observaron) exactamente, e que, passa ri-
lo o artigo do projecto como se acha conce-
bido, ja no haver rasBo alguma para jus-
tificar a tolerancia do governo que agora s
nola.
O aft. 46 determina que os majores e aju-
danteg sejam instructores dos corpos, ven-
cendo pelo ministerio da guerra o sold cor-
respondente s siihs ptenles militares, e
pelo da justica as gratificares como se eg-
livessem empregadog em um corpo de 1i-
nba. Ninguem tem impugnado eta disno-
siclo, excepto o nobre denotado por Per-
namhuco, propondo que se lites abonem as
gralilicac>s correspondentes ao exercicio
que tverem na guarda nacional msg o no-
bre deputado por Minas requer a suppres-
so da ultima parle do artigo, em quo se de-
termina que os corpos q*bc nSo tverem me-
jor nem ajudaule sejam gratuitamente ins
truidos por seus proprifg ofliriaes, Eu no
descubro nesta dispqi&o os mesmos in-
convenientes queHif^Ku o nobre depila-
do, porque, alm desno ser necegsario le
em continuada inslrucco lodos os rorpos
da guarda nacional, he bem provavel uu<
muitos olciaes que j tem ou p lem fcil-
mente adquirir a pratica necefaria para
ioslruir as comnanhiag ou corpos do seu
eommando, se dediquen) a islo de muitu
boa vonlade, nioi -lente duendo a le qu.
aquellos que ge distinguirem porguaassi-
duidalte nagge geivico seiSo g*ltrdoado>
com um posto de accesso na 'lorma.
O Sr. Atambuja : Islo compensa bem
falta de gratificarlo que foi notado pelo no-
bre deputado.
OSr. Peana :Creio que aquellea officiaef
que qui:?r?T tieiecer louvores, dtstin-
giiindo-se no seryieo, nilo exigirlo retribu
(flo alguma pecuniaria pela inslruccSoda
sua companhia ou corpo, aendo esse um
dos p> incipaes deveres que a Iei Ihe impoe ;
mas anda quando a etigissem, eu nilo ge-
ra de vol que sea uto rutease Uo grandi
despeja.
O nobre deputado procurou sustentar
sua emenda allegando a injutitica que ha-
veria em negar aos ollirses da guarda na-
aunal os vencimenlos que ae conceden) ao
I hnha, sendo igual o se/vico quepres-
lam ; mas nilo ve o nobre deputado quo uns,
seguindo a carreira militar, s vivem do
seu sold, e pdem ser mudados pelo go-
verno de uni para outro corpo, e pata loga-
res muito distanles, e que os oulrog alio U-
zendeiros, negociantes e proprletartoa, que
residen nos dislriotos dos corpos e tem uu-
traa proliasOes ou. meios de vi Ja .' Eu creio
que estas raaocs justnicam perleitameme a
dilferenca que se ola ngs disposicOes do
artigo En vii lude delle deverflo Umbein
ceasar as nomeaedes dos inatruclures paiaa>-
iio, ou eslrauboa a guarda nacional, que,
aao -tendo ingerenoia alguma aa eoonotnia
e disciplina dos corpos, limilam-gea ensi-
nar algumas vafes o manejo, vencendo cons-
tantemente gratificarles, de aorte que ae
pile.afTirmar que ge umou nutro lem pres-
tid.) servcog reaes, a maior parle delles tem
sido conservada por mera contempladlo ou
favor.
O art. 52 trata da organisacitn dos conse-
Ihos de disciplina que hilo de julgaroscom-
mandantes superiores, mas parece-mnde-
feituoso, porque admilte a possihilidade de
serem ellos oondemnadosa certos das de
orao, he em recursos, por officiaes que
no Ihes sejam superiores nem iguaes em
gradulo. Esto defeito he que eu procuro
corrigir por meinde una emenda que Ibes
concede anpellacfio do toda e qualquer sen-
lencacondemnatoria.
O nobre deputado por Sergpe declarou
nue no nodi dar gus approracSo ao art.
51 do ptnjecto aparte emque permiti
que oa officiaes tenham por priso guas pro-
orias cnsas.se os commaodajteso permit-
lirem attendendo nalureza do crime e
conducta dos mesmos officiaes. Ora, sen-
do geralmente reconheci lo que n.lo he pos-
svpI npm conveniente aujeitar a guarda
nacional, quando nSo se ache em se vico
de csmpanha, a todo o rigor de disciplina
da (ropa de linba, e que as penas da legis-
lacSo que discutimos devem aer calculadas,
uflo tanto para prnduzirem o veame e cons-
rngimento pliysico como oara lerem um
effeito moral, nilo posso conformar-me com
as rasfles que o nobre deputado nppoe a es-
ta disposicSo do artigo, quando observo
que a honenagemheconced'.da aosproprios
olllejies do exercilo, alias sujelos a urna
legslaqo muto mais severa.
Ao art. 55 offereceu o nbVe deputado
oor .Minas uuia emenda giipprimindo as pa-
lavrassem que os olciaes e pracas se re-
vezem diariamente; mas parece-me qoe
essa suppresso ple dar lugar a duvidas
sobre a intelligenca do mesmo artigo. Elle
tem por objecto determinar que, quando a
guarda nacional f ir ompregada em aervico
por dias surcessivoa, sn Ihe abonem os de-
vidos vencimenlos, nSo do leiceiro dia em
dianle, como actualmente se pratica, mas
desde que as pracas comparecer*! ou sa-
h i re id de suas casas ; e as palavras que o
nobre depulado-quer supprimir fdram ah
empregadas para distinguir com toda a cla-
reza a outra qualidadn do servico em que
as pracas silo substituidas diariamente,
que a Iei chama ordinario, e que deve aer
gratuito.
O Sr. Diat de Carvalho d um aparle que
nilo podemos ouvir.
O Sr. Penan :Nilo duvido que tenha com-
prehendido mal a argumentacao du nobre
deputido, e que a nossa quesillo seja pro-
priamente de redacco ; mas devo declarar
que, dcniudo a Iei tres qualidades de ger-
vqo, a saber, o ordinario, o do destacamen-
to dentro ou fura do municipio, e o de cot-
pos destacados ( defini(Oes que nilo silo bem
claras e exartas, pois que muita gente con-
funde o servien ile destacamento com o de
corpos destacados ), eu s tive em vistas ap-
plicar as dispusieres do artigo ao servico
de destacamento propriamentedito, exclu-
indo o servico ordinario.
A este mesmo artigo offereceu o nobre
deputado urna emenda addjtiva contendo
urna disposicAo certamente digna dos ap-
plausos de lodos os homens bem intencio,
nados, pois que ella determina : primeiro-
que os guardas nacionaes qualificados vo-
tantes no sejam empregados em aervico
de destacamento Tora do lugar de sin resi-
dencia desde o dia em que se convocaren)
s assemlilas parochiaes para aeleicSodos
eleitorcs d parochia al aquella em que se
concluir a mesma eleicno, excepto nos ca-
sos de inviisilo eslrangeira, de rebellio,
sedicilo ou insurreiQflo na provincia; se-
gundo, que no sejam lambem empregados
em qualquer outio servirlo fra do seu do-
milicio ai o nao poderem desempeohar a
lempo de assistir eleicilo ; lerceiro, fjnal-
menle, que nSo se reunam por qualquer
motivo, anda mesmo em seus domicilios,
emquanto estiverem funecionando as me-
s-g parochiaes, salvo nos casos de perturbv
(Ao da Iranquillidade publica, at que esta
so restabeleca, ou deja aeacbarem reuni-
dos, na forma da Iei, para o aervico de des-
tacamento.
No pdem ser mais nobres e generosas
do que sSo as intenfes do nobre deputado,
quando lembra meios da garantir ao cida-
iflo que he guarda nacional o exercicio do
precioso direiio que a constituido Ihe con-
ferft de votar as n,mi,lB nurn^hU-- .
mas parece-me que nos-nodo'vemos tra-
tar de prevenir por novos artigos de Iei to-
los quanto abusos po'sstm apparecer no
imperio, sendo elles commeltidos contra as
mais claras e lerainantea disposiciVs de
ouirss lea em vigor, pois qaje em laeg ca-
sos a providencia que cumpre adoptar-36 he
respoosabilidade de aeus infractores-
O Sr. Diai de Carvalho d um aparto que
a nfln ouvimos.
O Sr l'enna : Se nSo houvor quera fat^a
ffectiva esta' reapnsabilidade, tambem
nilo baver quem execute qualquer provi
dencia que a Iei estabeleca de novo ; mas eu
nflo penao aasim, e por isso digo que aerflo
bastantes aa ordeus do governo e dos presi-
dentes para acabar com eaaeaabusse vio-
lencias que o nobre deputado com raa.lo la-
menta, se he que elles existen).
O Sr. Oiai dt Carvalho : Puis duvida ?
E&islem, existen).
O Sr. Pettna :-Eu no tenbo conhecimen
lo exacto doa fados a que Iludo o nobre
deputado, e recordo-me de lerouvido di,
versaa explicacea : mas em lodo o cago di
mmmmmmmmmmmmmmm^m i -
fgsemblas parochiaes, a pretxlo do gervi-
d da guarda nacional, ogeidadSog a quem
a Iei garante por todos os meios a livre cx-
pressllo do seu voto ; nem vejo mesmo as
leis actuaes artigo algum que autorise un
commandante de corpo ou companhia a fa-
zer ashir as pracas em qualquer diligencia
para lugares mais ou menos remotos, sem
que preceda requisicAo diautoridade ci-
vil. Se nasleis actuaes eu visse qualquer
disoosicSo que directa ou indireptamente
aulorisa t". essa pratica, n.in duvidaria des-
le ja adoptar a emenda do nobre depuiado ;
mas ge he um abnso manifest, ao governo
cabe chamar ao cumprimento de seus dnve-
res O1) fazer punirs autoridades quo o com-
mettem. Se, promulgada urna Iei muilo
clara providente, como he oeste ponto a qua
regula as eleiQes, nos tivessemos de fazer
novas lelj para corrigir, nSs os seus deli-
tos reaes, mas todos os arbitrios que a ima-
*inacSi> humana possa inventar, seria inter-
iniuav"! a nossa larefa.
A Iei de 18 de agosto de 1831 determina
que, quando a guarda nacional houver do
formar corpos destacados para auxiliar o
exercito, aejam com preferencia chamadas
certas classes, comeran,io-se pela dos sol-
teiros, dos viuvossem filnos, e'c.; o esta
isposicao he resueitada pelo projecto, ape-
zar de se haver j reconhecido em Franca
que nem sempre ho mais conveniente fazer
sahir de um diaincio tolos os individuos
que se acham comprehendidos em urna s
das claggea ; nas o nobre deputado pro. fio
em ima emenda additiva ao art. 58 que os
conselhosde qualificIoe o jury de revis-
ta sejam tambei) obngados a expr ao go-
verno as raSes do seu procedimento quan-
lo passaram a designar individuos perten-
centes a qualquer classe antes de achar-se
eggolada a anterior. Parece-me mui digna
de ser aloptida esta providencia ; mas tim-
ben) cnlendoque ser mais propria dos re-
gulamenlos do governo, visto que elle fica
autorisado a prescrover todas as regras para
os trabalhos dos conselbos, etc.
(Continuar-te-ha )
DURIU DE PMSMBIM
dEcirs, as de jumo at taja.
O vapor Imptrndor, chegado boje dos pnrtoj
lo aul, trouie-nos jarnaes fluiniuenaes at 18 e
habannos at 24 do correte.
Na corte contiuu.iva a prender, mais que lu-
do, a attencao publica o inslito procedimento
doa crui.iilores ingleies, que comuniales e
pouco respeitadnret do direit i das gentet, pro-
seguiam nos intuitos e provocares de que os
leitoreij lerinconheclmento.
A este respeltu, una carta de 14 do correle,
que ora temos i vista, dii o teguinte :
Os Ingleiet, segundo sen louvavel costu-
ine, nao nos teein declarado guerra, mas no-la
estiio elleciivaiuente faiendo. Tren) aprisiona-
do e quelmado embarcaedes dentro de nostos
portos, e ltimamente entraran) em Parana-
gu, tomarain tres navlot depoit de haverem
destruido um. Findoa estes actos, o taporque
os praticra fo Carnurnu) procurou. eacapar-
mas, .10 descer o rio. a pequea'fortaleza
da barra o chaman falla com um tiro de ba-
la : o vapor reposlou, e durou o combate aj
que licou elle fra do alcance do forte com al-
gumas ararlas no costado, e dous ou tres ho-
mens morios; no entinto que a casa do com-
mandante do forte soll'ria pequeo deleriora-
inento no lelhado.
a No marquciinou o vapor duatdas einbir-
c,i(des que aprisionara, e inaudou outra pira
Santa-Helena; c, tendo chegado a Santos, rece-
ben o ei-cniiim.iinl.intc de outio vapor que.ahi
se achava, e pnz em trra um Individuo que
obrigra a servir-lhe de pralico, eque, sd de-
pois da sahida do cruzador, se animou a refe-
rir o aconteciinento.
Como auianliiia he que.o ministro vai res-
ponder s inierpcliacdes que a respeitode fac-
los anteriores a este fueran deputado Silveira
da Molla, nao terel lempo de communicar Ihe
nada, se o /'aperador sahirainanha mesmo.
A opiniao he que nenliuin dos navios apre-
tados he innocente ; porque alguna, pelo me-
nos, ae empregaram no trafico em poca nao
muilo remota. Mas. em todo o cato, creio
que os Ingleies nao teein direilo de vir tomar
uosaaseiubarcacdesdentro dos nossos portse
debaiio de noasat bateras, nem lio pouco o de
julga-lat a bordo dos aeus navios, principal-
mente por facloa de outr'oia.'
A narrativa do nosso amigo, quanto ao aoon-
teciineiito de Paranagu, he confirmada pelo
|ue ae conten as seguimes pecas officiaes.
lllm. e Exm. Sr. Apresso-me a apre-
aentar a V. Fxc. as copias inclusas, as par-
ticiparles que aci lio de receber do coin-
mandonlA militar do Rnlo < An p-- .
torda sexta comarca, ceres de um faci
lia muito poucjsdias occorrido na cidade
de Paranagoa, onde o vapor de guerra in-
gloz Cormorant, entrando |iola barra, apre-
sou no ancoradouro quatro navios naeio-
naea, o osconduzio a reboque para fra,
moliendo a pique um dos navios, incen-
diando a doua, e remoliendo o ultimo, que
era una galera, para a ilta de Smts Hele-
na. V. Exc. ae dignar tomar este facto na
devida consideracflo.
Dos guarde a V. rtx. Palacio do gover-
no de S. Paulo, 0 de julho de 1850.-;- lllm.
e Exm. Sr. visconde de Mont>'a8ro, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios
do imperio.O presidsJnie, ficinie fires
da Hola.
a lllm. eExm. Sr. Nese momelo qua
s3o II horas e uiea da noite, chega ao mea
quartel o juiz municipal Firmino Jos Msria
Xavier, e me- da que baje desembarcou
nesia cidado de bordo de um escaler per-
encent ao vapor de guerra inglez, que
fundeou hontem na praia deCoes
um hu-
. mera Brasileiro, de nome Manoel Filippe
goquo be um abuso revoltanteafaalar dasIs.-Tiago, que Ihe referi o seguale:- Que


""**? : ;
T
ji
&
w-.
estando pescando fora di barra em Para-
nrgol no dia 29 de junho pretrito, all
chegou o vapor de guerra inc.'oz, a o re-
colhpu a spu bordo p-ra guia-lnal co'a
di', oque no dia seguidlo aprcsou dentro
os brigues Sereia e Lamida*, e una galera,
rojo nomo ignora, eque depois disto sabir*
no dia 1." do'corronla rebocando as tres
embarcacOes, e quando chegou perto da
fortaleza, esta lhe atirou um tiro com pol-
vosa seca para o faier parar, e como nflo
fuste aiteudi la, principiou efazer-lhe fogn
com baila, sendo correspondida pelo va
por, dequeraeoltou ficarem muilo arrui-
nados os dcus brigues. os quaea fra da
barra forflo queimados pelo vapor, que
tambern sotTreu algt/fcia avaria na popa r
roda, oque lhe morreram dous marinhei-
roseum soldado; quanto gatera diz o
dilo Manuel Filippe qne Mra mandada para
Santa Helena- F. como me consta pelo Jor-
nal rio Commerrio de 2 do correnlo que em
Caho Fro houve anda maior altrnlado,
julgo do n.eu dever dar disto sem demora
parte a V. Exc. para ordenar que a fortale-
za da Barra seja reforcada, no entanto que
passoa prevenir ao tenente-corouel com-
mandanle para estar com toda a vigilan-
cia, pois dSo tem senlo doze pracas de
guarnirlo.
a Heos guarde a V.'Exc, muitos annos.
Quarlel do rommamlo militar em Sanios, 4
de julho de 1850 lllm. e Exm. Sr. Dr. Vi-
cente Pirt>s da Molla, presidente desla pro-
vinciaO brigadeiro Jos Olinlo de Carva-
llio e Silv.--Serrelaria do governp de S.-
Paulo, 6 de julho de 1850.-Joo Carla* da
SilraTtttn.il
lm. e Exm. Sr. Dr. Vicente Pires da
Molla.Santos, 4 de julho, as 10 horas da
nnite.Neste momento sei de acoutecimen-
tos muiln graves que nSo posso deixar de
communica-los a V. Exc. Ha cousa de qua-
tro dias que o vapor inglez Cormorn t en-
trtndo pela barra a dentro de Paranagu,
ahi apresou quairo navios; osparanagua-
enses acudiram a fortaleza e zeram lodo o
possivel esforco para evitar tal violencia ;
o resultado (ui haver vivo logo entre o va-
por e a fortaleza, e conseguir o mesmo va-
por inglez melter no fundo um dos barcos e
sahir rebocando os tres, dos qua. s queimou
dous, e remellen o ultimo para Santa-Hele-
na. Ettefarto fui, segundo consta, puado
boje do pralico, que os mesmos inglezes to-
maram em Paranagu e aqui licuu, o qual
com muito medo, dizem que o referir,
pnis que o Cormorant cbegou barra desla
cidade bonlem pela manilla. Ccnflrma-se,
poim, esla noticia pela raslo seguidle. O
ex-commandanle do fiflcman Croiton acha-
va-se ne-u cidade, e sendo a nica pesaos
que leve esta communcaclo guardou si-
lencio at que se pozesse fra d'aqui (o
queja fez ) receloso que, so o boato ou a
noticia do faci fosse conhecida, a gente
desta se dispozesse a attenlar contra elle ;
o quena verdade eu julgo muilo provavel
que acontecesae.
a Hontem quando o Dr. chefe de polica
mandou a Valencio para a fortaleza da Bar-
ra, levantou-se um boato, que pareceu ftil
e insultante, de que se levava para ser en-
tregue aos Inglezes, mas agora eu pens
que o tal Cormorn! be capaz de tentar li-
ra-lo de tal fortaleza, que nem tem guarn
co para urna peca. Posso afllancar a V.
Exc sobniinha palavra de honra, que nflo
pretendo ser favoravel a Valencio, e que es-
te receio he manifealado pelos que sedizem
aqui seus ioimigos, ou anles por aquellos
que o mesmo Valencio assim os considera,
e slo estes mesmos que me dizem que es-
forc-me para remove-lo daquella fortale-
za. No numero das pessoas que pensam
bem podi-rei enumerar por ser conhecido
de V. Exc. o Sr. Jos Baplista. V. Exc. dar
as providencias que julgar acerladaa. Se
neate momento nflo me fra dito que o por-
tador deste segua pela madrugada, eata
ira is inflo de V. Exc. por um expresso
meu.Joo Ignacio Silveira da Molla.Se-
cretaria do governode S.-Paulo, 6 dejulbo
de 1850. -lodo Cario* da Sita Telle*.
Estas e outras provocares, como que
meditad'S e realisadas para darem em re-
sultado successos lamentaveis, e qifflt nun-
ca dexaremos de reprovar, j os vSo i ro-
dujndo, apezar do empeubo com que ho-
nietis sensatos se esforcam por demonstrar
aopovo que se deve rile absler de procurar
vingar-se em umoulro subdito boulanieo
o insultos que recebemos do actual gabine-
te de San-Jmaes,que,por sua poltica loo le-
fal-ada e fallaz ante as n*c>s poderosas
quando desabrida e brutal ante aquellas
que reputa tracas, esta tSo desacreditado
que, alm de nflo str honrado pelas gran-
des potencias da Europa com o respeito que
ellas tribularam a que o anteceden, hcqua-
l'licadn de prfido e trahidor pela propria
imprensa do seu paiz.
Sien, o povo, iDaxiffrido de Unta violen-
cia.ou arroa-se e nflo consulte que os cruss-
dorea levem a efTeito aa pesquizas que ten-
tara fazer a bordo das embarcas, Ces nacio-
naes, como succedeu em Angra-dos-Reis.
onde porcio de gente armada privou alguns
l*nrho>s pertencenles a navios inglezes de
registraren), no dia 1 do corrente, os va-
sos braaileiro que abi se achavam fundes-
dos ; ou, mal aconselhados, e nSo que-
rendo distinguir os Inglezes pacficos do
seu governo provoca tor s violento, nem
prorompe em actos menos dignos de quem
tem pret* nclo aos foros da civilisado, romo
se colligira do artigo infra do Jornal-do-
Commercie de 9 do rorrelo :
Aoio-liuolem, pelas 6 horas ds larde,
tres inglezes perlencentes s divisfio naval
britaniea, esperavam em S. Domingos pela
barca de vapor de Nilheruhy para se trans-
portare! corte, quando foram acummet-
tidos e espancadns po'r algumas pessoas que
rasualmenje all se achavam. So uieio da
' desorden) eppartcou felizmente um caval-
leiro, que nos dizem ser o Sr. Brilo, o
qual ebrio de imlignacflo, elprobrou a esse
genio 0 seu criminoso procedimenlo, e,
protegendo os Inglezes, os acumpanhou at
i barca.
Ve.sa sesma tardo tioha sido insulta-
do no largo do Pago un Altenlo que frs
tomado por Inglez ; lriflo sido maltrata-
dos alguna ofllciaes que se achavam no ho-
tel Pbaroux aenflo tivrsse intervindoa auto
ridade policial que os poZ a salto ; e foram
es,ncadjp algum marinheiros eslrangei-
jos no caes do hotel Pbaroui.
Entretanto, em urna qnestlo como esta
emquesescha edmpromettido o brio na-
cional, aiopposlcBo tenia esreculsr dema-
nelra a obter ganho causa ; queramos di-
zer,--ascencflo ao poder--. De feito, ou
ella se prcTlece da ocrasilo para exarca-
bar contra o governo as paixCes das classes
menos Ilustradas; ou faz correr boatos
falsos, como cnlligitnos de urna carta de 16
do correte que ora temos i mo, e 9m que
urna pessoa fidedigna nos refere que algn-
oppos'cionistas mandaran dizer para as
provincias que, dias antes, o senador Pau-
la Souz, ao sabir do paco fra victoriado
rolo povo, ao mesmo tempo que os minis-
tros ersm Insultados e apupados, asseve-
rsndo-nos que semelhante f*clo se nflo deu.
e* apenas existe as escaldadas imaginacOes
daquelles que o inventaram para readquiri-
rem amortecida, senlo perdida clientella;
ou,* mesmo da tribuna, procura com-
mentar os deplorsveis eventos, que ahi.dei-
Tamos mencionados, de modo a attribuir
ao governo tudo quanto leem ellcs de mo
Estss nossas proposiefles baseam-se em
factosconhecidos por todos j mas, Isto nflo
obstante, comproyarehios oque na ultima
dellas secontm, transcrevendo nesla co-
lumna do Diario a discussflo que houvera
lugar na cmara dos deputados em a sessflo
de 9 do rorrete entre o Sr. ministro da Jus-
tina e o Sr. Mello Franco, com referencia a
esse espancameoto de que os leitores j es-
tilo inleirados ; discussflo, em que o Sr. Eu-
sebio fui ouvido com muitissima atteneflo,
e applaudido quasi que a cada phrase.
Acabara de sor approvado um requeri-
mento em quo o Sr Monlezuma propoz que
se pergunlasse ao governo: 1., seja tinhan
sido pagas pelo governo inglez todas ou al-
gumas das presas feiias na Costa d'Africa
elo Cruzeiro daquella nacflo, e reclamadas
al 1831; 2.*, se o haviam sido as outraa que
liveram logar depois dsquelli poca, e o
governo julgou legal reclamar ; 3*,quan-
to montavam asprimeirase as que liveram
lugar depois de 181* : senSo quando o Sr
Mello Franco pede a palavra e, toado-a ob-
tldo.se exprime assim:
O Sr. M$llo Franco Sr. presidente,
nflo me opponho ao requerimento apresen-
ado pelo honrado aiembro, lenciono, po-
rm, fazer-lhe usa additamento. V. Exc
comprehende que, no estado em que ae
aclia o paiz, convm nSo s que procedamos
com muita prudencia, mas ainda que nfl
leixcnios a opiniAo publica desvairar-se. V.
Exc. sabe que alguns actos se tem prsiieado
contra a seguranza de eslrangeiroa domici-
liarios no Itio-ne-Janelro ; V. Em. compre-
henderi, sem duvida, a gravjdadedesome-
Ihante acontecimento. Posto que eu seja
membro da opposiQflo, nflo acredito, neo
era possivel acreditar, que o governo, qual-
quprque elle fosse, do meu paiz, consentis-
se em tsl......
t'm Sr. Diputado: Tem dado provi-
dencias.
< O Sr. Helia Franco:'-- He por isso mes-
mo que desojo que o ministerio se explique.
mi nue algum membro da maioria nos d
alguma inf irniapflo. A quesIQp actualmen-
te pendente he urna queseo gravissima
compre, prtenlo, que nflo a confundamos
ile maneira alguma, que nflo deixetnoa que
a opiniSo publica se desvair, como j disse.
a Antes de hontem e hontem alguna es-
Irangeirns leem sido accomnieltolos naa
ras desla cldado ; consla-me mesmo que
alguem tem insultado eslrangeiroa. Des -j -
va que o ministerio nos dissess se por ven-
tura os desordeiros que teem tentado contra
a seguranza desses eslrangeiroa que estilo
sb a f do paiz sSo brasileirSs, ou se pr
ventura so desses honiens que querein for-
mar certa opiniSo, que querein levar o paiz
oos'i al onde I Todos os eslrangeiroa do-
miciliarios entre nos teoui ioluno diieilo
uossa |ii otecgflo ( apoiadol desde que el lea
respeitam nossas .leu*.-...
a Vm Sr. Depalada : Quem negou isto ?
O Sr. Wandertey : Esta fra da or-
dom.
O Sr. Helio Franco:.....he cobarJia
porlanto que eslrangeiroa quoexistem en
Ir nsse prevalecam dos tristes acoulcci-
inenlns que lodos sabemos.....
Algn* Sr*. Diputado* : Esla fra da
ordem.
OSr. Vret'dtnte : Perdoe-me os Srs
deputados ; eu nflo sei se o addilamniito qur
pretende fazer o nobre orador heno sen-
tido em que se tem pronunciado.
. Sr. Mello Franco : Agradeco a V.
Exc. Continuando no que ia ilizendo, en-
leiulo que devendo o paiz inleira proteceflo
a lodos oseslrsngeiros sem diffrrenca de
nacionalldade, he nosso dever proteger a lo-
dos aquellos que nflo leem culpa, que nlo
teem contribuido de modo algum pariqi_e
o paiz seja victima doa atteulados que se
tem praiicado.....
a O S'. Saydo Lobato ; Mas ninguem
poz isto eso questSo.
O Sr. Mello Franco: Nem eu estou
pondo.
O Sr. Saydo Lobato .--Entfio para que es-
t dizendo islo ?
Vm Sr. Deputaio :--Sabe que 0 governo
nflo (em dado providencias?
OSr. Mello Franco: Nflo digo isto. A
rasflo porque quero fazer este adJitamen-
to,he para que qua.ulo anles cesse a anxieda-
d{ desses que sejulgam em perigo. Opal/.
de maiiler-llies a hospitalidade quelhes
querimento, perguntanlo ao governo
por ventura os alleuladoa qa* lem havido
em diversos lugares da cidade tem sidu
p.iiniiieiii los por estraogeirOs conlra es-
irangeiios.oiAe por ventura..."
v I m Sr. Deputado :-Islo nflo tem relacflo
alguma com o requerimento.
Uulro Sr. Deputado: He novo requeri-
mento.
a OSr. Mello Franco:Ha um addita-
mento ao requerimento...
Alguma* vosea He cousa muilo diffe-
reute.
a O Sr. 'Pretidmt* : Esua#isto que o ad-
ditamento que quer fazer o nobre depotado
nlo tem relacflo alguma com o objeclo
[opoiaiot); heum novo requerimento. O
que o nobre deputado pode fazer he pedir
urgencia em tempo oppurtuno para ofle-
rtcer o seu requerimento, pois que a ma-
laria delle nflo tem relacflo alguma com o
que se discute.
t OSr. Mello Franc:-K urgencia fo ven-
cida ..
Algum Sn. Deputado*: Para apre-
sentsr um requerimento sobre presas.
O Sr. Vello Franco : Aqu s obedeco
a S. Exc. o Sr. presidente, elle he que ha
de marcar os limites, em que devo dis-
cutir...
O Sr. Previente: -Os additamento?
devoro ter relacflo com a materia que se
discute. Ora, a materia de que trata o no-
bra deputado be objeclo de um requeri-
mnnlo, nflo d" um additamento ao reque-
rimenlo que f"i presentado.
a O Sr. Mello Franco :EntSo V. Exc. nflo
consente...
ii O Sr.Presidente :Se o nobre deputado
entende que eu nlo tenho razBo, apelle pa-
ra a camnra ; nflo desej o por modo nenhum
coarctar aliberdadeda tribuna.
a OSr. Mella Franco :Eu nflo pretendo
appcllar para a cmara. .
a O Sr. Presidente : Pode o nobre depu-
tado apresentar o seu requerimento j mas
nflo aildita-lo ao que se discute,pois que he
materia integramente nova.
O Sr. Mello Franco : Pois bem, arre-
gentare! em tempo um novo requeri-
mento.
Logo que S. S. terminou o seu diseurso,
o Exm. Sr. ministro da justica se sspressou
em responder-lhe, e o fez victoriosamente,
como os leitnres vflo ver :
O Sr. Euzebio de Queirot ( ministro da
jislica ) :Contieco que a discussflo que o
nobre deputado quiz iptroduzr nesta ma-
teria he inteiramnte fra da ordem : entre-
tanto depois das suas palavras julgo neces-
sario dizer sempre alguma cousa em res-
posta. Para isso peco licenca cmara pa-
ra diaer que o nobre deputado poda flear
rerto que o governo eouheco bes* os seus
leveres (apoiudus ha decumpriroom tud
aquiilo que a iei manda empregar em ca-
sos semelhanles...
Algn* Sr*. epulado* :-Nflo tentos du-
vida.
OSr. Ministro da iuttea :Se alguns tra*
licaotes de Africanos, sa alguns extremos
oposicionistas p.lem desejar crear emba<
reos adminislmcflo, fiquem certosuns e
oulros que o governo ba de saber tornar
edicaz a protec(3o que o paiz deve a todo
o eslrangeiro ; ivimero*o*opoiadot ), a todo
oestrangeiro pacilico que entre nos esteja.
( Muilos apoiados. ) Eu es'ou persuadido,
Sr. presidente, que a ndole da populado
10 Rio-de-Janeirn nos garante que nlo ha de
m>s, se fr necessario, o governo nflo re-
cuara dianie driles, e asseguro ao nobre de
oulado que a maior vigilancia sobre a se-
ijuranga publica o governo tem recumoien-
lado, e nflo tem rasflo para ealar descomen
t.e da maneira porque as aotoridadrspoli
ciaes teem-se portado ( muilo* mfoiado* ); e
* prova est em que, dando-se esses acon-
tec mentas que lodos cuntir !m, e que nflo
pdem deixar de magoar o coracSo de te-
ios os brasileiros { apoiado* geraet ), apezar
disto, em unta cidaoe tfio populosa, de tan-
tas e (Diferentes elasses, nflo tem apparoci
do rasas violencias, esses insultos que tal-
vez em outras e em igoaes circunstancias,
nflo fosse fcil evitar. ( Apoiado*.) Mas po-
de o nobre deputado flearcerto que oeste
nonio nos estamos inteiramnte de accor-
lo ; os interesaos do paiz red a mam que a
prolecclo dada a todos os eslrangeiroa pa-
cficos que aqui esiJem aja a mais e(l-
eaz. ( Muitos apoiadoi ; muilo bem Muilo
bem.' J >
Communicado dest'arteaos leitores quan-
to ha de mais interessinte acerca do proce-'
iliinenlo da Inglaterra para comnosco, ede
actos de mal i uteudida represalia da parte
de algumas pessoas do poro pal a com sub-
ditos daquella nacflo, pastaren os a inserir
neale numero do Diario o restante da carta
a que em primeiro lugar nos reportamos, e
que he o seguinte :
Sexta fera ( 12) tivemos sessflo secre-
ta. O objeclo era publico, porque fra dado
para ordem do dia ; o resultado foi publi-
cado : o segredo, pois, consisti na discus-
sflo, para que cada um podetseconvooien-
lemenie emittir a sua opiuilo.
a Km 1818, dlacutla-te ua cmara doi depu-
tudos una le proposta no aenado pelo inar-
<|ii<' de Marbaceaa em I8il7, nroliibindo o Ira
Hco e mugando a le de 7 de novembro di
1831: aoclirgar-eeeo artigoI3gueera o ultimo,
tornou-ir a aeaaio aecrcta. e fleuu elle adiado
a Dula riae ai ligo Neubuma aejao noae-
r ter intentada em virtude da le de 7 de no-
vembro de 1831, que lica revogada.
Na eonjuiiriura actual, o ministro dot et-
traogeiroa pedio que a diaeuatao de lal arligo
houvetse lugar eut aeito cereta; e, adoptado
i'ste alvitre, l.'i o inrsiiio artigo rejeilado.
Esta rejeifo Uui gravea ineonveuieule
bem o tei; porui a adopfo t-lot-hia uiaio
res :' era nina violaco da palavra legialallva,
um retroceaso que ae oppunha ao tratado, c
insistencia da naci com que o celebriuoa
Kra iato adinitsivrl?
a Alguns gritan.....Guerra, guerra com o
Ingleirs. no JoaCrande grllam : -Guerra,
guerra cuan Koaoja* Era precito ter habitante
do palacio de Jote Lie me ule ua Praia-Veruie-
Iba para peatar coioo tal gente. S^guraauan-
te o aaugue ferr nat veiaa vista doa altela*
dot do agrniea dogoveruo inglez; mas o que
fater? Ter una guerra deavantajoaitiiina Y
deahonrota, porque, em verdade, falta-ooa mo
tiros i|ue juili/'o|Uui a violceo de um contra
lo com a Inglaterra? Preliro t-la coio Boeaa
que o.io com a Inglaterra, priacipaluieota a6b
tac fondamciilo, e uttaoe coio ambos ao ni
mo lempo. Gritcm, pon, a voutade ot eaWr-
radot.
Miaba opiuiao, entretanto, he queaeaa-
furcem o ffnvernn e maaulnriiiadea Uiitm t%;
rrpriiiiirein o Iratco o mais rll'ecllvamrnlc
que lor pottlvel, e que nao deixem de repallir
os Inglczet que tentarrui, dentro doa nossoa
pnrtoa, debaixo de ooaaaa bateriaa, vititar, e
muilo menos apprehendcr ou quriinar navlot.
Corre, mai nao sel ae he curto, que (oi dc-
luiltido o coiniuaiidaoiedi fortaleza da Sanla-
Crut, e removido Pedro lvo para a da Lage.
r.oino J dittemot, cita carta foi eacri|vla a
M do crreme: o amigo, porm, a quem de-
veino-la, audilou-a Com a teguiule :
Hio, i dt juthiia 1850.
a Como o Vapor ae demora neale porto ale
amanliaa, Iculio lempo de fallar lhe na Inler-
pallafio do deputado Silveira da Mulla, reinet
tendo-o para u ornat de boje .jue conten, eiaC'
taiueote todo o occorrido, a a completa adhe-
tao da cmara aot principios do ministro,
queettao inteiraineuie de aecrdo com aa que
einilll oa iiiiuba de 14. ^^
A tcisan de boje fot tecreta, o a de ataaohaa
lambem oter; trat.-se da terceira discutilo da
!cl Sobre o comioc.via c Afucaoot. yuauo a
niiin.ilevU ella ser publica, jiurque, cuino ei|
geral a cmara esta energicuirnie decidida a
coadjuvar o governo, iieuhum perigo baveil
ni apparecer qual<|urr propo.iciiu maltou mr-
uotiiiOiscreta, pola que acrla iiuntediaia e vie
toiiotamento combatida e oin fora que, eui
materia em que te acba envolvidos iulerettea
vllaet do paiz, toase esle llluslrado peladis-
cutaSo, j que durante M annos que leem de-
corrido drpolt da Irl de 1831, e 24 depois dn
tratado, alguntgeoiot mos a te lein oceupa-
dn de ubsecar e eilravlar o espirito dot agri-
cultores e da populacao era geral; tanto umis
quanto, trataodo-te de una Irl e nao de uina
medida de momento, adlacutiao reclama toda
a publlcldade e nlo deve flearoceulta, Mat,
rinilin, o goveroo o enieadeu assim. Para a
cmara nlo era precito o bello dlacurao qur o
O. Jote proferto hnje: rata o publico ganha-
ria mullo com aua tritn, e necetaarlaiurnle o
applaudlrla Unto, como Ih'o applaudiram
aeua oollegaa. Em todaxocaso, fora para dese-
jar que o presidente, ao dar para ordem do da
a tercelra diacussao deaaa le, declaratse logo
quea diacottlo teri.uecrela, para que o publi-
co, pela aniirdadc em que rali de ouvir dia-
cutir a Iei, nao concorretse a galerlaa, e nlo
deaie moslrat de detgoatoa, promoveodo um
disturbio, que. coinquanlo tlveaae aldo peque-
no, era por Utodelzou de ter deaagradavel.
A 9 do crrante, S. M. o Imperador, a-
companbado dos Srs. ministros da mari-
nha e guerra, do encarregado do quartel
general, do intendente da marinha e do
inspector do arsenal.assistio qs fortaleza do
Villegaigoon o exercicio de artilharis e fo-
guetes de congreve.
Tinham sido nomoados juizes dedireito
os Srs. Jos Filippe de Souza Lofloe Fran-
cisco Soares de Goveia : este para a comar-
ca de Sapocahy, era Minas Geraes ; e aquel-
la para a de Flores, neata provincia de Psr-
nambuco.
Por decreto de 10 do corrente, fra no-
meado juiz municipal e de orphloe do ter-
mo do Sanlo-Anlflo o Sr. Gaspar de Meoezes
Vasconcelos de Drumond.
A 17 chegra corte o Sr. bario da Boa-
Vista.
Da Dahia, sabemos que a provincia fiea-
r em gerfoita traaquillidade, e que a vota>
eflo de 18 collegios na eleiclo de dous sena-
dores, que se est ahi procedendo, ira
seguale':
Os Srs. Dez. Testa
G. Martins
C. Silvestre
Jlo Joaqun
ar:
Cornelia)

1190
1180
930
844
813
471
votos.
t
Correspondencia.
Sr. Joia Antonio Gome* Guimaiei-W n
sua retpeitival Carla inserida no Diario de
l'ernambuco, da 87 do corrente j e ain la
que bem contra meu goslo, tenho da res-
ponder-lhe, mas ser nicamente reapeito
ao pagamento d'aluguais e um pequeo
agradeetmento a V. 8.
i Jteclaro, pois, persnte o respeitsVel pu-
blico, queja paguei, e paguei mesmo an-
tea de veocer-se aquantia exigida, ao Sr
Antonio da Cunha Soares Gumarfles, como
ja prove por urna carta do mesmo senhor,
lambem publicada pelo jornal: eficadig-
nidade do recobedor mostrar sociedade a
plena veracidade desta Iransaccflo, bem co-
mo escralrcer-lhe se he ou nlo verdadeir
a carta referida, cujo conteudo oSr. Co-
mea Gu imarles repula falso. Sr. Jlo An-
tonio, escrever e culocar pontos de admi-
raeflo, aqui e all, chamar a odiosidad a do
uublico menos experiente sobre esta ou a-
quelle individuo, fazendo entre apparerer a
.leacoiillanca de um proceder enigmtico,
custa milito pouco, mas se V. 8. trun
nergja precisa para levar ao (Im a tarefa
queiacetou. explique, piovo por qualqner
maneira um ponto a da minha vida pelo
qual a minha consciencia nflo possa viver
tranquilla, um facto se quer que me colo-
que no numeio daquelles. que ae casaram
com o !capa locismo r isto, he um pouco
mais costoso se nlo he inteiramnte diicil ;
todava eu aguardo assim como recelo s mu
o esperar o loestimtvel mimo dos termos
que V. S. mais aprecia e presa, os quaes
nflo parecendo ser propriedadn su*, porque
nlo he posaivel que lio extraordinaria Im -
guagem toeasse a puresa dos labios daquel-
lei, que firmou a sua ja apursds educaeflo no
foco das scienciasna grande Paris.....le-
va-iiie a crer qua este seja aborto, filho d
mente escmdecids d'algum amaldicoadodo
apostlo. Agradeco, pois, a V. S. as ma-
nei'as cavalheireacas com que me tratnu,
e simo nlopossuir raro talento quefteul-
tando-me lancar mo dos termos maispa-
thelicos,daa expressss as ossis mimosss lhe
dsse urna retribui(9o romo V. S. merece ;
e pois que me faltam taea pred cados dis
culpe V. S, a minha insulBciencia e receba
nicamente a boa vontade deste quo apro-
veta o feliz ensejo para reiterar a V. S. so-
lemnes protestos da mais extraordinaria
admiraclo.
N. IIA linguagem de que me serv na
presante carta nflo he a que merece aquellr
a quem respondo, mas a qua julguei dig-
na de um publico illualrado a quem res-
oeito. Joaquim d'Oliveira Maia Jnior,--
Recife, 87 de julho de 1850.
Piiblicugoes A pedido.
lllm. Exm. Sr. preiidenle da provincia.
Nos abaixo aaaigaados, habjlaules da co-
marca de P,o d'Alho, requeremoa a V Exr.
que aa digna de reintegrar abacharel He-
meterio Jos Vellosoda3ilvirt Jnior, no
lugar de promotor aajbliro desta cidade.
.llOCCuv, t de reunir as qualidadas precisa para bem
preencher as altribuic?s do referido em-
prego, como bem mostrou desde II de de-
sembro de 1849, at 11 de fevereiru do cr-
rante anuo ; de mais a maia aervio o refe-
rido emprego com pleno agrado de todos
por sua honradez e boa conduela civil e mo-
ra I Pao d!atho, 10 de julho de 1850.
Bichares Joaquim llygino da Mola Silvei-
ra, juiz ssriiiivcipal a de direito inlerino da
comarca{ dito, Manuel de Oliveir'a Caval-
can de Albuquerque, juiz municipal sup-
plenle em ejercicio ; Profiri da Silva Tava-
i as Coutiubo, delegado supulotlleem exer-
cicio 5 Alvxan Ir Uarbo/a da Silva, sub-
delegado da villa; Aoureugo Cavalcanli de
Aliiuquerque, tanante-coionel reformado ;
o vigario, Jos Huliuo Gomes Pacheco ; dito
da Glor a do Coila, Joaquim Ignacio Con-
calves da La; coadjuctor, Francisco d
Assis Souza Hamos ; padre Antonio Felicia-
no Padilha ; Jouo uosSantos NunesdaOli-
veira, majur e senhor de eugenlio ; Fran-
cisco do Mego e Albuquerque, coronel de
legiSo e presdeme ua amara muicipal;
Francisco Jos de Barros e Silva, coronel
de legilo reformado e senhor de engenho;
capillo Manoel Francisco Ramos, propie-
tario : FfUoiSPO Jotqoim Pa dilhs, escrivlo
irivativn do jury ; Manoel Jos de Santa
\nna Reis, soretfirio da ea niara ; cap.tlr,,
ln Mara Jo Santos Cavat canil proprie-
tiro: Mauricio Francisco de Lima, supplen-
te dn juiz municipal; ba cha/el Antonio
reixeira de Borb. Placido Acuiuli Villa Sec-
ci, contador e distribuidor dojulso; Hon-
rique Jo- Brayner de Soma llaogel, aegun-
lotsbellifloeescrivlodoor imoecrvel ; ci-
rorglflo Vic-nte Ferrer d iFtguerelo; pro-
fesaor publico da vflls. Fra nclseo Jos da
lilva Perera ; dito daT.lorii', Joflo do Pra-
lo Martins Riheiro; Mmot I Antonio de
souaa Costa, juiz de paz da freguejia da
Gloria ; padre Manoel Gomes de Brito; co-
lector Severino Candencia Fur lado da Mn-
donca ; espillo Thomaz Jlo M Caroalho,
senhor de engenho ; padre Victmle rer-or
l'Albuquerque, professor jubilado ; capillo
Francisco Cavalcanli dos Santos, senhor de
engenho; baoharel, Antonlp Teixelra de
Borba.
E mais 174 asslgnaturas da proarielsrios,
olllciaes de guarda nacional, inspectores de
quarteirlo, ete., etc., que so todo fazem
20 sssgnaturSi.-Reclfe, 8 de julho de
l850.-tfaa nior. ,
Ao llliu. Sr.Joo Arcenio BavraVai-
en, trnente reformailo eoiiaAav
corado com a enw e iliNtiiiqaio
da eainpanha de MontajTltltSi
cjDcteOa
Emquanlo o beca d'aobr'olho Injusto,
De enfunada carranca, at lela torcradd,
Roda, puchado a doua, altivo e ledo,
A rpida bcrlloda:
Emquanlo, IlluaUatdo o Ihroao, a patria,
"foliUtscrviibrbem Iranqullloa
ui baltela raqutica a loogoa Cragot
As lagrimal dot povot;
Rinquanco o criineein lorreet viatotoa,
imaHadot com aangue, rio praolo erguidos,
[travs de mil porilcos toberbot,
Pouiaein aoft brilhanlrt;
Kmrruanlo tem pudor, tem veo, sem freio,
Oeifatrndo-ae em cnrva barretaalaa,
A prostrada lisonja l terquela
O palacio dot grandet r
Sd cu, fllha dot cos! T t virlude :
Orfiohat oa penuria, e no abandono!
gue toliurloett, corno he deaerlo
Tcu venerando alcacar l
Deiprovido o leu lar? Onde oa leua cullot*
Onde ot Inaenina leut f Teua sacrificios?
Ja mlnitlros nao leen ? Nao teua altares?
' Roubarain-le oa perfanaea ?
Pola que' Frndida a cupolasaeTada ?
Forran las paredes verdel planlaa ?
Surgein abrolhat mil, e oa cardos creacem
Hat solitarias portal?
Oh! Secuto de horror I... Tempot de infamia !
Sao outroa os inortaet, o inundo he outro I
Hastarda geraca! Manchaste a ierra:.
basta de sacrilegio,
Perds, rcenla / Sotl're loma'-le,
K' virlude fallri, coruiigo (alio:
((ai garra da penuria a da tadjgrnou)
E't da virlude a copia.
Como pliilosopho, nao (einet;
No iiiedouho entelo leiqerario,
A lo uto partea a all'rontsr aotCot
Bracejane o'a uiorte.
Geoeroto e honrado ardrndo em Gloria, ,
Trua annot. liberdade, a chara prole,
Tudo tacrlfiVanle id governo, deste ludo pa-
gue re cebes te derla? (Irla
Oh! deshonra! Oh! lauco!... Qu'retta atada I
Vive o juico entre nos tem reeonipent,
lieigostoi o p"egae, a fuuie o traga,
A stira o fulmina. -
Que uialt Hiera ao mrito tubtsja*
\ afia de anlhropophagoa telvagent,
Sonioi lilhot da luz f Aa lela uaisni ?
E onde a moralexitie?
Cmbora rcenlo ConsCaocta he todo :
Mancha a vlrtode a dadiva do crime:
Tej meamo coracao fax leu Ibeiouru :
O leu premio t t mesmo.
Por um tem admirador.
VAtUEDAlJI.
APOLTICA DECARLAMBROGIO.
' No'tou eo o priinriro, neiu lerei o ultimo a
notar que em o nono trculo muitot leem a me-
la de fallar em poltica aem deata entender
couaa alguma, raciocinando, coma o farla una
urdo a reapeico de msica ou um ceg a rea-
peito da corei. O menor inconveniente qua
disto deve resultar, ha nina coonderavel perda
de lempo em diapulaa ociosas, pr a bocea,
srguudo o diaer valgar, onde lhe nlo toca. Oa-
tro nuil grave he u risco de delaar-ie a gente
arrastrar a falso* caminhoa por penoai ou mal
intencionadas, oa tnail asCuCat; porque He
uo aabe he eacravo de quem sabe, e o que seas
ot olbot fechados erra a nlrada a nao ebrga
meta; e o primeiro aaaliVIlor que encontra,
pode leva-lo aoode ae In'aolojar.
Para fallar-voa, como ao confetsor, direi que
tanibeiii eu etllve a ponto d< deitar-ute cahir
netaa loucura, metiendo ae-me esn cabrea a
niania de pescar aem rede noa marea da aolkat-
ca. Mat por erTeilo de um habito mol vaata-
joso que adquirir, de estar em guanta coaita
niiui inrino, soubr. Deot louvado, parar a tta-
no e ditae : Alto l, l.arlambrogio I Antea de
discorrer sobre aa couaaa comecrinoi por co-
uUec-ias; porque t o louooa Asilan do qua
igooraiiiou creesnaaber o qua nunca aprende-
rn!. Vcjimos, poli, do que aa trata, a que
couta be poltica.
Se bem emendo, poltica Re a arte de gover-
oar. E ser pottlvel, que enere nuuca em a
.veya u muuaicua o later-ine aeu minltCro,
ou conielbelro de estado? Para Isso to preci-
sas outrat barbat, que nao aa minhat. Assim
que parece-uie, que he perder am tsinpo pre-
cioioo iustruir-me uotdeveredetaeafunccdM,
e ealudar uiua aciencla que nuuca tarci procl-
aao de per eiu pralica. Que me importa si bar
como te maneja o leme, ae nao ten* a eu de o
governar ? He verdade que navego na meaina
barca.e inulto me importa que eala alo vi 1i pi-
que: mat faieudo votol para que ol que a diri-
gen! taibain mal do que eu, e navegue,como
te deve, nada inait me reliar a fazer ? Nao po-
derei contribuir em uada para a maocer em
equilibrio e fat-la ir por "liante f Sa ha urna
ciencia poltica para aquellei que governam,
nao haver lambem urna, que ebtiue aoi ou-
troa a ajudar useiforcot e aprovritar-te de to-
dai at vaolageui de um boin governo, a tirar
dclle a maior conveniencia potsivel?
epoii de haver rmninadu por mullo lempo,
acliei, cbari leilorri, que rica he a teirncia
que nos he propria: poltica rui pouco cum-
pltatla, aobre a qual a.ss teuho shediaae, o
(le calendo, devo comutualcar-vos para Moa*
licio de cada um e da patria.
Se eu fallaste a lapuuiut, a eata pobre gente,
que vive cutre os rierion grlus do norte, que
habite um tolo despido de llores e da verdura,
que por aelt metas nio v olho de aol, ae lhe
tallaue, diga, do Athnr da palria, alada aaaiiu
far-ihe-hia palpitar ofafl, a acate deipcr-


------------------
lrl tantlmentoi entorpecido*. Moa falto nm
ineiii compatriota, nos tildo, dnlt bel a ir glo-
bosa Italia, trra ile honra, de engenlm, de In-
duatria, da* beI)** arfa, Ierra de memoria* e
de caperanca- Qua pilrla merecer melhor
o amor de trUt nios Lembral-vo*. qlr* par
oontetvr-ae o que se pnasue, hemUter ama-
Ir. I Aqiielle. a quem nao Impnrtam nein o
bem, nein a honra, he um Intntalo, que aca-
bar deva na vergnnha e na miseria.
0 brnt e o commodo* que a patria offerr-
ct. lio ro proprledaaV ; porque a tndnt per-
tencem : e do me a todas perlence eaJa um he
prr.prleiar|o. Ha upa d'enlre vo qru"ie nao
arhe mal* baatadn, quando a patria he mal
Tica ? Ta nm A, que nfio traga mal* alia a ca-
brea, quandn .ve o seu pal mal* honrado? Ha
uinsqr.e nln Aqu trale a abatido, quando
aaalm vi a ana trra natal? A patria he mil
vossa, inti amante e plcdosa, qne a todos nu-
tre e protege] ella continuar aaze-lo, para
que vrva: porque e inorretae, nao del aria he-
ranea Pelo qne.se o recooheclmenio vo* Im-
pele amor, e dedlcscao para com ella, tambem
a if*o vo* aeomelha o lntere*e proprlo. Eit*
he a Toaaa poltica.
ta tIi dea. qne o gorerno da rota patria hon-
ra o trahalho e a indltala ; ae se einpenha em
fazer que eila prospere, em augmentar ai ri-
quezas, em desenrolrer os engeaboi, em im-
pedir A menor numero possivel actos Inno-
cente!, em diffunrlir sobre a malaria as com-
inodidades, a inatruccao, a abaatanca, em fa-
1er todo em minina para o bem de todos, anal -
o. Os gavTfianU to luitiiuido, como o bom
pastor, ni para tosquear e arrastrar as ove-
jhaa aoinstadoiirn, aenlo par ai conduilr o
pasto, repara-las do fro, da fome e do lobo.
Filesderem faserji'tlcaseinpre. e a todos, pro
trger o fracs, sustentar o pobre, corocoar as
artel e a Industria, sustentar o* interesses e a
honra da naca. Se aaalm pralicam os rollos,
quaoobrlgado* nio sal a ama-Ios, a reveren
rla-loi, a fizer sacrificio* pira os conterrar!
Esta he a votaa poltica.
Entre as Initiluicdes do gorerno compre-
hendein-se aquelles niela estabeleclmentos,
que assrgurain sustento e soccorros aos po-
bres : hospitaes, caaas de corrercSo. trabalhot
dirigidos a favorecer as eommunleacoes e aa
rrlacnes cominerclaes, ramo a posta, aa dili-
gencias, as estradas, 01 caara, as pona*, e
bem aasim as eaoolaa e ai Institulcoes para as
ciencias e bellas artes, os premios pra os
bons, as reclusdes para o* mos, polica pa-
ra prevenir os dellctos. e a jusllca para os pu-
nir, a vigilancia para a srgatanca publica, pa-
ra a sande, para aformosrameniorias trras, e
das cldades. Se de tudo Isto se oceupa zelosa
mente a voaio governo; amai-o, ajndai-o
quanto poderes: e quando ouvirdes desses
praguentos a repetlr-vos : tudo vai mil: isto
poda Ir melhor, tin outros paites slb ouira
forma de gnverno....; per unial-lhea oque Ihe
snbatltuiriam elle; e redecir o que aucrede-
rla.. e a taea descontentes tnrasse dar lei, e
fai-laa observar. E qnem abe, ie voa con-
vencereis de que a sita inania he faier levantar
a quem est aisenUdo para Ihe tomaren) elles
o lugar Pode ser. venhiis a perceber que tl-
nhi rasan Ctrlainorogio,, quando voi diila
nio ha Ovo que nao pona gorar: por toda a
parte ha teu pedaco de bein e de mal.
Se a diicordia entra no crtlco, o mel per len-
cera aos sangdet: aasim, pola, se um poro nn
be unido, abre o seln ana seus Inimlgos. Des-
confiai lempre, meus bons compatriotas, dos
qne procuran) suscitar entre vos odios de par-
tido!. Estes ises querein pescar em agnae tur-
ras: esperam cnlher na deto'dem algnina con.
ta, tean se importar com o mal qne d'ahi pode
viraopalz. Contam-voa bellas parolln, p o-
meltem-vnt mundos e fundos ; mas, ciede-
nie. que riles s pAem a mira no proprlo lnte-
resse : do vo**o fsxeni escarneo. Toda* eisai
dlaienaoeiqueiemelain, ettet odloi de paii a
pal*. e*e nnines de mofa e vituperio, ene ar-
dor de oplnlrles encontradas nio lo aenn
melns inventadna para tornar vo* Instrumen-
tos da ana ambicio : e nio redelem que alt-
eando un* eoDira o* outros, rnfrsqueccm a
naci.
Ella he a sua poltica : a vosa* srja a de vos
nio Visarn embar. Mal pelo rato qne s
alienta para a laca dn lonrlnhoe nao para a ra-
toelra I Um rabo suspende grande* pedras de
matmotts ate' a cornil* do edirleia: titas *e parardet oa An* dense eaho, bastar um meni-
no para ot quebrar. NAo not Heixemos. por-
tanlo. desunir te queremos ter fortes. O ntes-
mo jrnnlece na* familia*. Emquanlo I uos
detunidnt lillgam entre al, o patrimonio dele
rinra-ae, o trahalho nio produi, e os liivejot.
o devoram. Pelo contrario, se os irmos sao
concorde, ningnem ousa ntaca-lot; porque
um protege o outro : e le ir aireve a ilgum
o* mal* taltam-lhe nat anrat: por itso os seus
esforc prosperan) e o patrimonio cresce. A
patria he a grande familia : viramos como ir-
maoa que he esta a poata poltica.
A in erra creice pon"; mis para colh'er
trigo he miater lavrar o Lampo. Deale modo a
mlterla vem por al; a proaperldade, pore'm,
nochega enrtodepoit de trabalhn e conttaa-
cla. Aprat-le a abadane*, nien rharo leltnr ?
.Vio penrrt que a adquire* pondo-te a discutir
tobre a caresta dot genero*, obre a eacaecs
dos talarlos, tobre a ruina do rninnirrcio, to-
bre dimruldade do* lempo*. Toda* eitat la-
imriaa nada aproveilam; porque n fortuna he
una urda qne nio ouve a quem a chama, e s
comprebende aa acto, l'rabalhar h* o aig-
nal que ella percebe, e a que lempre rei-
ponde.
CoaiitBor-i.an.)
6.600-ri. o de segunda.
Vienm ao mercado 706
ucea*.
Ajsucer Nao lem hivido entradrs,
e os presos sflo nominaes ;
- tendo hitido mui diminu-
ts venlss do eacaixado de
800 a 900 rs por arroba so-
bre o ferro, e do eniacca-
do branco de 1,800 a 2,200
rs. por a/roba das qualida-
des baitas.
Bacalhio Chegaran dous carrega-
mento com 3,658 barricas,
que fdratn vendida* a preco
oceulto. Com estes carre-
ganiemos o deposito mon-
ta a 8,500 barricas, tendo-
se retalhado de 8,500 a
9,000 rs.
Batatas Venderam-sea 1,000 rs. por
rroba.
Carne secca 0 nosso mercado foi suppri-
do com quatro carregamen-
tos, somando 30,000 arro-
bas Osfrecos variiram
de 2,000 a 9,600 rs. por ar-
- rob*. r1cm em deposito
50,000 arrobas.
Farinha de trigo Sem atteracSo. A existen-
te monta a 4,500 barricas.
Manteiga Vendeu-se de 52o a 540 rs.
por libra da ingleza, de
200 a 360 rs. a da franecza.
Toucinho dem de 6,000 a 7,000 ra.
por arroba o de Lisboa.
Vinagre O de Portugal vendeu-se de
70,000 a 80,000 rs. por pipa.
Vinho- Fizeram-*e vendas do da
Pigueira deria 124,000 a
131,000 por pipa.
V.elis -----------Ven leu-se a 560 rs. por li-
bra da de composico.
Plcaram no pono 38 etabarcacOei, i a.
ber: 1 americana, t austraca, 2T brasilei-
ragj i dinamarqueza, 1 friucem.S inglezai
u 9 porluguezas
RIO-DE-JANEIKO.'
CAMSIOS ODIA 17DEJCLHO.
'Z
m
lluntcr, equiparen) 16, carga fazendas;
a James Crablres & Co-npnnhia. Passa-
geiros, os InglezVs Samuel Crabtree, Ge-
orgia Patchett.
Stn-Matlipus 16 dia<, s'.fi'.ac nacional
Santo-Antonio, de 93 toneladas, meslre
Manoel dos Santos Braga, equipageo 9,
carga farinha ; a Cyriaco da Costa Mo-
reira.
EDITA L
Cambios sobre Londres.. *.
a Lisboa .
Pars .
> Hamburgo ,
Metaes. On;as hespanhlas .
da patria .
Petas de 6/400, vclhai.
Modas de i/tb. '. .
Pesos hespaiilides. .
da patria. .
i Patacci ....
Apollces de 6 por cento .
a provinclaei
26 3tfa27
61)0 a 843
30/050
30.500
I6J900
'a9|S0O
1/W
1/940
h6li2i,ei-di
. 87 1/2 /.
(Janul do Commrrco.)
BAHA.
CAMIlaS KO U 23 DS JCUIO.
7
Pela inspectora da alf^nlega se faz
publico, que no dia 1.* de agosto se bSn
de arrematar em hasta publica, porta d
mesma depois do oeio dia, 90 relogios
de metal dourado, a 95.000 rs. cid* um,
total 9:250,000 rs. ; dous ditos de prata a
30,000 rs. 60,000 rs.; seis ditos de dita de
aneara a 50.000 rs. 300,000 rs.; um dito
de repelicSo 40,000 rs. e18 caixinhis para
os meamos no valor de 640 rs. rada urna,
total 11,520 rs. : apprehendidos peloet-aju-
dtnte do guarda-mr Florencio Jns Car-
neiro Mont*iro,a bordo da polaca franceza
Heliopules por nSo se aebarem manifesta-
dos, sendo dita arrematacilu livre de di-
reltos.
Alfandega de Pernambuco, 27 de julho
da 1850O inspector interino, liento Jnr
Fernanda Barros.
Declara^oes.
Londres.......
Pars........
Hamburgo......
Lisboa e Porto ....
METIS.
Onca heipanhlas. .
> mejicanas .
Peca* de 6/400 ....
a nova* ......
Moda de 4/00. .
Pataces bratilelros. .
a heipanhes .
mexicanos. .
350
650
105 a 110
31/000 a 31/500
31/000
17*000
16/000 a 16/500
9/200 a 9/400
S/80
9/M<0
I/K80
(Mercantil.)
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
liendinento do di* 27.....8(979,594
CONSULADO CERAL.
Rendlniento do dia 97..... 934,579
Uiverii provincias...... 18,935
242,814
>r"ii l H.VA.
Dttpaeko mtiiltmo no Ha 27
Itio-de-Janeiro, palaclio nacional Niclkt-
foy, de 1&4 toneladas : oonduz oaeguinte:
500 barricna 50 saceos com 4,366 irro-
bise libras de aasucar, 1 caixflo eapaua-
dorea, 6,600 cocos rom casca, las duzias de
lilos de beber agoa, 164caixas com velas,
3 dllia calfadoi, I dita doce, 11 saceos a
mendoas, 6 volumes fazendas, 1 ditolivros,
40 arrobaa de eatopa, I c.ixa aaaucar refl-
uido.
HECtBEORIA DE RENDAS GERAES
INTEK'HS:
ltendimento do da 37.......1:179,5:0
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendlanenio do dia 97......502,619
PRACA DO RECIPE, 27 DE JULHO DE
taiSO. A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revuta itmanal.
Cambios As traosic^Oas da semana
elTertu*rui-se de 97 1/4 a
97 1/2 d. | AlgodBo- Pul menos procurado. -- As
vendas regul*/1 de 8,800
I 7.8O0 rs. por arroba o de
primelfii Kkftt, 8 de 6,400 a
.?ovnjuemo to *orto.
Natas entrados ata iia 27.
Acarac pelo Asa 19 diaa, escuna nacio-
nal Mara-Firmina, de 199 1/3 toneladas,
mestrn Jlo Bernardo da Roa, equipa-
gem 10. carga sal e sola ; a Jos Antonio
Basto. I'issagoiros, os Brasileiros Thomaz
Ferreira Barros, Jos Antonio Barros com
. t escavo Antonio Reinaldo de Miranda.
Araesly -- 14 das, hiate nacional Duvidwe,
de 43 1/2 tnneladaa, mostr Jos Joaqun
Aivesda Silva, equipagem 6, carga algo-
do, sola e coaros galgados ; a Jos Ma-
noel Martina. Paasageiros, os Brasileiros
Joaquim Francisco de Paul, Joanaa Joa-
quina do Rozarlo e 3 menores.
Parahiba 5 das, lancha nacional Tres-
Irmet, de31 1/3 toneladas, mestie Pran
cisco Curreia da Silva, equipagem 4, carga
toros de mangue; a Jeaquim Duarte de
Azevedo. I'assigeiros, Adriano Jote Lu-
c! e Gabriel da Obsta Monteiro.
Navio tullido no metmo iia.
Parahiba Hiate nacional Kxataco, meslre
Jos Duarte de Souta, carga varios gene
ro. Pasaageiro), rV.'rXvid, o padre Je-
auino, o pidre Joo Jos do Espirito Si li-
to, Maria Preisca da Cunceic&o, Anto-
nia Mana da ConceicSo, Manoel de 11 o I -
lamia nios com t escravo e Joflo Corrniada
Silva.
Okurvaco.
Fundeou no LameirSo urna barca ingleza
e um brigue bratjileiro, nfio eommunica-
ran-aecom a terrf -J
^ /lautos entrados ao dia 98.
Rio-de.jineiro e pori .s intermedios 9 das
e 18 horas e do ultimo porto 15 horas, va-
por Imperador, comnandanta o primero
tenente Ign^elo^^Bfenio Ta vares. Pasta-
geiros : pa'i esta provincia, o Dr. Jlo de
Souza Santos Jnior fon sua familii, o
Dr.J Jos Peitoto de Abren lima com
escravo, D. Candida Florencia de Aze-
J t;aHam t *;, InBrt PriiiCC
de Oliveira Botta, D. Amelia Cardoso e
Alcntara, D. Henriqueta Maria de Hallo
com urna rscriva, Ballazar Antonio doa
Reia, o Francez Francisco Duprat, Jos
Goncalves Malveira. Jos Joaquim Ferrei-
ra Rahelio, Jos Antonio de Men Jone*
com 1 escravo, Jos Antonio Araujo, 8
pracaa de piel a 5 eaeravos: para o Borle,
o capilSo de fragata Luiz Carta de Al-
tneida, o primeiro lente Padrd Hawdei-
ra deGouveia cotn sus senhor, Joaquim
F. de Mello OxalS com 1 escravo, Igaacio
ds Silva Melloe Mauricio Anlui>ev*Car-
valho
Baha pelo Aaafi 7 dias, bfigua iacional
Emilia, da 155 toneladas rapilflo Antonio
Jos da Silva Greca Jnior, eqtiipagem 13,
emlisiro; a Lima Junio* Gonipanhia
Bahi. -Sdi.s, hi.te aacicsval Ufeira, de
8tonelrtat,tnslr4iloilo Eneas Gus-
i*Vu oaiviu, trquipfifetTi S, Carga aigo-
dflo e tabaco ; a UBI Borgea de Cerquei-
Psasageiros, Antonio Borgea Cslvo
ITen*, Alessndre Rodrigues Barsts, Bis-
aileiroa; e II eaeravos, sendo recolhuios
esdeis I psrs sveriguscoes ds polica.
Liverpool 42 das, bsres inglaxa J?f*Vr-
ADVERTENCU.
Tendo de prnceder-se neste municipio
do hecife i colleti do imposto de 20 por
centj sobre o consumo das sgo'ardentes de
prodcelo Brasileira, pira fazer desapare-
cer alguinas arbitrarledsd**, taes como as
qu sempre aparecem as colladas de im-
postea, leenbra-se sos Srs. collectores, que
devem ter ttiuilo em vista o srt. .7 do regu-
lante*]!* de 28 de Janeiro de 1832, que as-
sim se exprime:
Nos lancementos se designar a res-
pailo de esds urna taberna, laja, fabrica,
engenho, ou cisas d'slsmliique, a quanlida-
de da ago'srdente de que deve pagar a im-
posicfo, a dita designadlo ser feit* pelo-
eclleetures, por meiodeum rasoavel arbi-
tio, com atlenco s cireumstancias que
plem influir para o maiorou atanor cota*
sumo. >
Assim, pois, quaes 8.1o as cireumstancias
mais podrosla quila respeitosadSo actual
mente na presente coll cti, da que s dis-
posicSo do ari. 9, do til 11 das posturas
tnunicipaes, quediz Sssim :
Fies prohibida a venda da sgo'arden-
tes aos eaeravos sem que presentero lii I he-
les de seus aotrboies por elles sssignsdos,
queaulorisem a venda: os infractores se-
rlo multados em 30/000 rs. e na reinci-
dencia aoflreilln alm do duplo da multa,
15 diaaTda prisSo. >
XarlSssnguras vindasdosul para os Srs :
Antonio Jos de Siqueira, Antonio Lu?
dos Santos, Domingos Martins Pontos.
FraDcison Jos da Costa, Joaquim Ferreira
Mades GuimarSes, Joaquim Francisco San
tos Mai, Joaquim Ignacio Clemente Almei-
da Satioho, Joo Cunha MagalhSes Jnior,
Jos Paulo da Ponaeca, Luiz Antonio Siquei-
ra, Manoel Joaquim llamos a Silva, Salva-
dar llaniiquea da Albuquarqaia.
Asm*'as que deve conduziro
vapor Imperador para os por-
la do norte, prii.cipiam-
so a fichar boje ( 29 ) a urna hora da tarde,
e reeebe-se correspondencias com o porli-
duplo st Ss duss horas.
mais perfeito que existe nesta cidade, para
lous ou um cavallo, um carriaho dcscober-
t", um dito coherlo h cavallo. todos com
irreios : lercs-feira, 30 do correte, s 10
tiora* da manha, no sitio onda morou di-
'oStewarl, na estrada de S.- '.maro, pri-
neira casi eaquerha, pagsando a ponte.
OSr. conaul da repblica fianceza, es-
tando prestes a relirar-se para a Franca, f-
rS lellflo, por interveneflo do corretor Oli-
veira, de toda a mobilia da sus casa de
campo, consistindoem um ptimo piano de
tres co'das com cixa de Jacaranda, espe-
Ihos grandes com molduras douradas, re-
logiosde cima de mesa, sof, cadriras e
poltrona de jcara irla, consolos com pedra
narmore,' mesa de ssls, dita de charSo, ar-
mario de aarello e cetro, aparadores,
i'ommoilas de amarelloede juraran l, lai-
tos de farro singelos, e oulros com adoraos
i mosquiteiros, um dito grande com col-
x3o de clins. um toilele cotn pedrs mar-
inore, secreta nova, hanheiro com cylin-
Iro, pedra de filtrar, almario e mesa de
cosinha, fomo para pastis, espeto de mia-
i'liinismo com pon lula, implementos agr-
colas, guarda-louca, mesa grande de ji ri-
lar e nutras, porcellanas, cristaes, entre es-
tes um ser vico completo, quadro s oleo com
retrato de JetTerson, um carro americano
nuilo leve para um ou dous cavalios com
arreios novos, cavalios para sella e carro,
caixas de varios tamaitos, vinhos cham
panha, brdeos e outras qualidad-s, garra-
fas vasias, e muitos outros artigos utois e
uecegsarios : sabbsdo 3 do agosto, s 10
oras da mandas, no silio pertencente ao
Sr. Lentos, passado o viveiro e onde mo-
rou oSr. Bieber, e do mesmo lado, na
Magdalena.
Thcatro de 8. Isabel.
Deveri* hoje, 99 do correte, bivir es-
pectculo neste theatro, porin o estado di
sade do artista empresario nSo o permita,
e fici o espectculo j'aonunciado transfu-
rido ptri guar lo si designar.___________
Avisos martimos.
~ Vende-so o Brigue nacional denomi
nado Piratinim, de bos construccio, de
201 toneladas, prompto de um tudo par.
navegar a qualquer parle com boa lancha <
bote, o qual se acha fundiado no ancoura-
douro da descarga da carne secca para sei
examinado por quam o pertender, e par
ajuslar-ae com os consignatarios Atnorim
Irmlos, ra da Cadeia, n. 39, primeiro an-
dar.
Quem quizer carrega* no brigue aus-
traco stir, cspitSo M Tadejevicb, para Tri-
este, dirija-se aovico-consulad austriico,
ra da Cruz, n. 4.
Para o MaranhSo tw, com a maior
brevidade possivel, o btm condecido bri-
gue-escuna Laura : qurm so mesmo qui
zer carregtr, ou ir de passagem, para i
que lem excellentes commodos, dihja-se ao
capitOona pitea do Commercio, ou a No-
vaos Compandia. na ra do Trapiche,
a. 34
-Para Lisboa pretende sal ir infaltvelmen
te at o dia 7 de agosto vindouro o brgui
portuguez Novo-Vencedor, por ler s maior
parteda carga prompta : quem no mesmo
quizercirregar ou ir da ptssagem, para o
que offerece os melhores commodos, dirja-
se aos consignatarios, T. de Aqu no Fonsec*
Fiio, na ra o V'igaiiu, u. i, pr.^i.u
andar, ou ao capillo na praca.
Para o Ancaiy teni de seguir viagem
no di i 7 d" agosto impreterivelmenle o hia-
te Flor de Cururlpt, da primeira marcha i
forrado de cobre, por ter a maior parte d
carga prompta :quem nclle pretender car-
regar, pode entender-sa na rus da Cadeia
do Recife, n. 43, primeiro andar.
Para a Balita aahe, com a maior brevi-
dade possivel, jt hiate nacional Amelia
quem no mesmo quizer carregar, dirija se
ao me.slre, na eseaUnda da alfandega, ou t
Novaes & Companhia, na ra do Trapiche,
n. 34.
Avisos diversos.
- _____i_
Pergonta-se ao impressor do Patulea se
conhece Antonio Maria do Carino, natural
de Lisboa, ( o que parece da ra da Madra
ga ) viudo no brigue r'ei\r.ech-gado a es-
la ci'ladnem 13 dedezembro de 1833, agre-
gado familia do finado AntooioJos M*r-
roquim, e que em 1812 mudou o nomo para
Antonio Maria O'Conuel Ge'sy, e que lti-
mamente veio fgido do l'ao-d'Alho, donde
era morador, por causa dos seus bons fei-
tos: com sus resposla mais tetn que I lie per-
gontar O arrinegado.
Vende-se s venda da' ra do Collegio,
i. 17, livre e desembarazada da praca, com
'undosa vontade do comprador, bem afre-
uezada, tanto para a lera como para o
mattoe dep-quenoaluguel : o motivo por
due se ai este negocio se dir ao compra-
dor.
A' vistsdo snnuncio que o sbaixo as-
gnado teru feito nada lem podido conse-
guir, logo assim pede-sc aos Srs. Francis
eo Delgado de Borba, Jos Norberto Casado
Lima, Tilo Livio Porto-Carreiro, Juo Couti-
nho, quedirijam-sea luja doabaixo assig-
do: bom como lem de continuar com ou-
JLeiloes.
O corretor Olivajra f*r leilfo di mo-
bilia do fillecido iiegecunle JoBo SUWtrt'
oonaiatinduetn sopliss, cadeiras, consolos,
mesas de sala, esledos grandes e pequeos,
commodas. guards-ioupa, loucadures, ls-
lernts, mesa do jantar, c.iuas da casados t
outras pin meninos, crystaea, louca pr
mesa a sebretnesa, apparelhos para ene, um
ptimo oculoae verso longe, trata de co-
Ann, de966 tonelsdss, espito Tqomis zinhi, etc., sssin como do um carro o
iros Srs., sem lera menor comtempla(So,
caso n3o venham pagar o que devem.
Beta/mino dos Sontos Blido.
Reaponde-se ao Sr. que no Diario de
Pernambuco n. 166 de 27 do correte julho
(revalo o commandanle do forte do Bura-
co deesa mistura d'agoa salgada, que S. Me.
ilirma ter feito o canoeiro queeonduz este
k-enero para o consumo do mesmo forte,
que lia milito he de boa qualidade a agoa
(uealli ae recebe; e que oortinto algum
-quivuco parece ter lia vi lo da parta de S
Me., ou de quem o informou : todava o ac-
tual commandanle Ihe agradece o aviso.
M usica.
OteroeirobatalhSo de arlilharia a pede
orimeira linda quer contratar um mestre de
msica : portanto, quem esliver neste caso
nresente-sa noquarlol do Hospicio das 11
horas do dia a 1 da tarde, ou das 6 s 9 da
mandila, na ra atrs da matriz da Boi-Vis-
ta, a tratar com o primeiro tenente Mermes
Ernesto da Fonseca.
Deaappareceu do BeccoLtrgo, da por-
ta da luja de ourives, um cavallo pndrez. pe-'
queno e muio sellado, com cangalha e um
nar de racuaes, e dentro desles urna porciTo
de limoes : quem o pegar leve-o ao Aterro-
los-Afogados a Antonio Luiz de Freitas, que
ser recompensado.
--OSr. Francisco Breoger de Almeid
Guedcs. morador em Bebetibe, queira ir
ruadoCabug.ti. 3, a negocio de sen in-
leresse
~ OSr. Jos Paulino de Almeida, mora-
dor na Estrada Nova, queira ir a rus do
Cabuga, n. 3, a negocio de seu iule-
ressa
O Sr. padre inglez, morador na Passa-
gem da Magdalena, queira ir ruado Ca-
buga, n. 3, a negocio de seu interesse.
Appareceu, ha dias, no engenho Caxi-
todeS. Amaro de JaboalSo, um pretq de
nome Manoel Ciasaoge, que diz ser escra-
vo de um Vianna, morador na Boa-Vista :
seu senhor dinja-se ao tneamo engenho, ou
ua ra da Aurora, n. 92
Aluga-se urna grande casi e sitio que
vsi st o rio, na poroaclo do Monteiro : *
tratar na ra da Cadeia do Recife, n. 55,
com Joo Jos de Carvalho Morase.
- Domingos Ferreira da Silva GuimarSes
deixou de vender ago'ardcnte em sua ta-
berna.
O Tanjsnio.
Atnanliaa apparecer luz do
dia um peridico intitulado lan-
jdsmo, escriplo no estilo joco-cti-
lico : quem quizer conHce-lo e
saber o que- elle he, procure no
pateo do Collegio,. casa do livro
azul. Vende-se pop lo rs. cada
exemplar
Oabtixoisaignado continua a ensinar
graminalici powQjueza, latina e franceza;
bam como musi vocal e instrumental de-
bsixo de pn-ceiio, e poderi dar algumaa
licoee externas pa-Vista, ra da Matriz,
n. 5. Padre Pedro da Silva Brandio.
Manoel Ferreira Lopes deixou de ven-
der ago'ardente na aua taberna.
Joaquim Fernandas da Cunha deixou
da vender ago'ardente de produccSo brasi-
leira em aua venda.
Da ra de Agoaa-Verdes, n. 28, furia
asm de Cima de urna mesa duss voltsa de
cordflo deouro com 10 oitavaa, urna mu- la
de dous mil rs. com argoia para enfiar, urna
flga de uoicome eucasloado em ouro, um
bracinho tolodeoaro :eates pe^as estavam
andadas em o dito cordSo : suppOe-sc ter
sido tirado por um pardo, ou preto, com
calcas ejnquats de riscado azul e edapo de
palda. Roga-se a quem as ditas pecas f-
lem olTerecidas, ou j astenham comprado,
deas levar ra do Livramenlo, n. 1, pri-
meiro andar, que se Ihe dar o importe que
ti ver dispendido, e d-se-lhe palavra de
honra do nSo se proceder contra o compra-
dor.
Pede-seaSra. D. Francisaa do Rago
Barros que nSo se assigne, mesmo a rogo
de sua mSi papis a grande transacQo, de
naoessario nSo mais assignar sem teste-
mundaa.
Pede-sa so Sr. Joo Bapti'ta Carneiro
da Cunha favor de dirigir-.- ra do
(Jueimado, segn la loja, n. 18, a negocio
- Deseja-se saber se existe nosta provin-
cia Aurelio da Cruz Barrozo, da provincia
Traz-os-Montes, lugar de Font--Morc, ou
se algueni tiver noticia delle etn qualquer
parle, hija.de o fazer saber no escriotorio
de F S. .tabello ffl Filho, ou annuncie por
eslafolha.
A pestoa que deseja saber quem sSo os
herdeiros do fallecido Joaquim Nunes Pe-
reira de Farias, dirijs-se a Passagnm-da-
Magdalena, estrada que segu psrs o Locas,
prinieira casa antes ds pontezinda, ou an-
nuncie sua morada.
Fabrica de asphalto, em Fra-de-
Portas, em frente do chafariz da
ra do lrnm.
Esta massa tem a vantagetn de servir pa-
ra toda a qualidade de obra, e ha na verda-
de de grande economia;e apezar de ser mais
caro do que o tijolo. he mais ha rato do que
a pedra, por aer de eterna duracSo.e de mais
Derre'cto, como se v na calcada d rus No-
va, do Sr. Roberto, e em outras obras par-
ticulares. Os Srs. de engenho e proprietarios
pdem aproveilar para ladrilhar casas, ter-
rados, passeios de ras, "para o perfeicoa-
mento da cidade, tanques, igrejas, encana-
mentos de toldados, por esta massa vedar as
agoas, soleirasde sacadas que se acharem
em mao estado, pois j se concertaran) al-
jumas; assim como se pode fazer te reros
para seccara.ssucar em grande escala, ece-
reaes com pties no mesmo terreiro, estes
subterrneos, vaos de assentanientos de
caldoiras, eoutras obras: para tratar em
dita fabrica.
Jos Euzebio Alves da Silva embarca
para fora da provincia a sua escrava Rusa.
Compras.
Cnmpra-se um preto moco que nSo le-
nda vicios : na ra Direita, sobrado o. 21.
Compri-se, estando em bum estado, a
rrcreagSo philnsoihica pelo reverendo pa-
dmTheodoro de Almeida : na ra da Con-
ceirBo, n. 20.
Vendas.
-- Ainda se continua a vender saceos com
milho : no beccu Largo do Recife, venda.
Vende-se ura casa terrea oa ra da
Ponte-Velda, n. 56, concertada e pintada ds
novo : a tratar na ra do Cabuga, n. 3.
- Por precns muito commodos para li -
quidacSo de cuntas, venie-se urna bomba
le ferro, p'opria para caci nba, com 31 pal-
moa de com nuienlo ; duas ditas de pao;
'Ideiras de cubre, sendo urna grande a
ima pequea ; 45 bracas de corrente de
ferro para marraces de navios; ditas fi-
nas para escotas diversos pannos de lona
e brim ; masUros ; vergas, retranca, e ou-
tros paos mais; limito-s; e oulros muitos
ohjectos pertencentes a navios : na ra do
Vigario, loja n. 5, ou no Forte-do-Mattos,
na prensa de Manoel Ignacio.
Ven lo ti -se os seguidles livros : trigno-
metria, por l.acroix ; LobSo, segundas li-
nha, 3 v ; Theotogia moral pelo padre Mon-
te ; a virgen) da Polonia ; Diccionario por-
tuguez por Moraes, 2 v.; Dictionary englisb
ior Vieira ; Segredo da hatureza ; Novo tes-
amento : na pisr; da Independencia, n. 12.
Na ra das Cruzes, n. 22, segundo an-
lir, vende-si uiih criuula de bonita figu-
ra, que engnmma, eos) chSo, cozinha e lava
li-salan ; duas ditas de nac,no, que cozi-
nliam c lavam do sabSo ; un pardo de 22
anuos, ofllcial de alfaiale, e que de o limo
.agem ebolieiro; um preto crioulo de 30
annos do servico de campo.
Vende-se urna bonita escrava moca o
sem vicio algum, por preco commodo na
ra doltsngel, n. 81.
__Vende-se ums porcSo de pombos mui-
to grani'es e ptimos, por pequeo prer;o :
na ra Dtreita, n. 40, segundo andar.
Marmelada.
Estfin a findar-se as la-
tindas de duas e tres librss
deste msgnifico confortativo
peitoral: os necessitados de-
vem com tempo prover-se,
dirigindo-se ra da Cruz,
n. 13, armazem.
urna machina de serrarla
trabalhar com bois, ou ca-
valios, ptima pars engenho, por ser mui-
to propria para agoa, ou vapor : no Aterro-
da-Boa-VIsta, n. 27. a oualriiiee hora dia.
Vende-se urna casa Ierres feits ha
pouco tempo, com commodos bastantes
para urna familia, sits na ra da Palma : na
ra do Sol, o. 9, se dir quem vende.
Vende-se nm aitio na travesa da estra-
da do Arraial. juntoao silio do Costa, per-
tencente > JoSo Goncalves, com bois bai-
tas e laderre, a'lguns arvoredos e urna caaa
de taipa ; na ra das Cruzes, n. 25.
_Vende-se um bonito preto bastante ro-
busto, canoeiro, trabalhador de p e enxa-
la tambem vende-se urna canoa forte de
carga de um milheiro de lijlas, na qusl o
nesmo escra vojlrahalda no aterro da factura
la cadeia ; urna preta de Angola, com al-
gumaa habilidades : na na larga do Hoxa-
rio, o. 48, primeiro andar.
iNa loja de Fe nandes da Luz & lr-
m5o, na ra do Livramento, n. io,
vende-se selim preto muito fino, a 500 ra. o
covsdo ; citea de casemira creta mullo fi-
na, a 6,000 rs. ; dita azul, a I.4O0 rs.
Vende-se a cass de bebidas da rita do
Trapiche, n. 28, proprio para qualquer prin-
cipiante, pela boa localidade e poucus fun-
dos : na ra da Cadeia de S.-Antonio, o.
26, lerceiro andar.
~ Vende-se
montada para


_ *.. -*< .

Rua rioLivrament, n.lf
Vende-se cslgsdo francez, obra niuilo
boa, sendo hor7Pguins de fazendas de cores
com biqueira de couro de lustro pura me-
ninos, a 900 ra. o par; snalos de duraque
preto prr senhora a 1,4*0 rs.; i:m"pr de
brincos de lilsgrana com brilhanln, muito
em conta.
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escuros dealgo-
dflo, proprios para escravos, por seren de
muita durado, pelo diminuto prego de 610
rs. cada um na na do Crespo, esquina
que volts pars a cadeia.
Chegartm novamente rua da Sen-
zalla-Nova, n. 49, relogiosde or o prats
patele ioglez, para bomem e senhora.
Pechincha
para os amadores da santa
economa.
Urna porgflo de Anas cassas, franeezas de
4 paloose meio de largura, de llslras azues
e enea midas, con dores de todas as cres,
gostos muito bonitos e modernos : estas
cassaa nram arrematadas em le 18o, por s-
s<> (t vendem pela metade de seu valor, di-
nheiro a vista, a 940 rs. cada um covado :
na rua do Crespo, n. 14, lojt de Jos Fran-
cisco Das.
Vende-se barato
Para se acabar .
Sapa I os ilo A rara I y
A oito ceios ris o par.
Na roa da Cruz, n. 36, confronte i rua da
J.ingola e esquina do neceo do Porto, ven-
dem-se superiores snalos do Aracaty, pelo
diminuto preco de 800 rs. o par; chapos
de palba ; esleirs ; courinhos de cabra e
sola : ludo por menos preco do que em ou-
tra qualquer parte.
Vende-se superior vintao da Figueira
( do velho) a 1,600 rs. a c ndale a 240 rs. a
garrafa, e outros [gneros em tonta para li-
quidar; tambem se vende a mesma venda
com fundos a vontade do comprador, por
seu dono se querer retirar : tudo na rua do
llangel, n 8.
A 5oo rs.
Vende-se cha hysson de superior qualida-
de, pelo diminuto prego de 500 rs. a libra:
na rua do Crespo, n. 33.
Vende-se urna canoa boa para abrir;
urna dita de milheiro de lijlo, em bom es-
tado; um encolamenlo de canoa ; 2 falcas
de amarelio para canoa ; sal de pedra, a
1,600 rs.;dilode salgar Couros, a 1,000 rs.;
duas bucardas de canoa ja usadas, por pre-
go commodo : na rua Imperial, n. 920,
A 2,800 rs. o covado.
Vende-se o melhor setim preto macio pa-
ra colletese vestidos de senhora, pelo di-
minuto prego de 9,800 rs. o covado: na rua
do Queimsdo, n. 9. ngo-ee as amstraseos
compradores.
Vende-se um jogo de bancas e orna du-
da de cadeiras, proprla^ara sala de juntar,
tudo de Jacaranda : no becco do Azeile-de-
Peize, sobrado n. II.
Na rua do Crespo, loja de 4
ha um completo
cassas prelas que
portas, n. 1 a,
sorlimento de
S3 vendem por preco commodo.
Vende-se, por prego muito em ronls,
hervilhasesardinhas em latas; conserva
fanrezas; cognac vrdadeirn ; ahsinlh ;
vitiho lino de rlor rougeot e champanba :
na rua do Aterro-da-Boa-Vista, n. 1.
Mass-is de vapor.
Actia-sn aborta a padaria da rua do Bur-
gos, Forle do Mallos, na qual se achara
diariamente lodas as qualidades de massss
finas, irahalhadas por maclnnismo; tam-
bem se fabricam eicellenle pao bolaxi-
nlia de araruta, ditas-inglezas, bnUxoes
quadrados e redondos, e outras msis mus-
gas ludo obra prima : as mesmas se achanto
00 deposito do pateo do Teigo, n. 10.
Farinba de mandioca.
Vende-se farinha de mandioca
nova, de S.-Calharina, a melhor
que ha no mercado : a bordo do
brigue-escuna Olinda, entrado
neste porto no da i a do correnie^
e que se cha Tundeado em frente
da escadinha do caes do Collegio,
trata-se a bordo do mesmo, ou na
rna do Vigarip, n. 19, com Ma-
chado & l'inheiro.
Presuntos do Porto
de superior qualidade, por prego muito
commodo: vende-se no armazem de Joa-
quim da Silva Lopes, na rua da Madre-de-
lieoa.
Farinha de S.-Calhmina.
Vende-te a bordo do brigue Val*, chega-
do em direitura de S.-Calharlua, farinha
muito superior, esta fundeado defronle do
caes do Hamos ; tambem se trata na praga
do eommercio, n. 6, primeiro andar, com
Na noel Ignacio de Uliveira.
Cha brasileiro.
Na rua Nova, n. 11, vende-se superior cha
nacional, em caixinhas de oilo libras, a
9,000 rs. a libra: tambora se vende a reta-
lio, a 9,940 rs.
Avisa-se aos Srs. fabrican-
tes de celas, que na ruta da Praia,
n. 3a, vende-se carnauba ograxa
em bexigas, chegada ltimamente
do Rio-Grande.
Boa farinha.
Ns ras do Livra ment, n. 14, vende-se
farinha de 60a qualidade.a 2,500 rs. a sscca.
Veode-se urna preta crioula, moca e
asuito bonita, que borda, cose, engomla,
coz 111 ha, lava, faz doces e o mais arranjo
de urna casa, ludo com a ruaicr perfeigo;
tambem trata de meninos, veste, prega e
penteia urna senhora perfectamente ; ha
bem propria para se dar a orna noiva: na rua
larga do Rosario, n. 95, loja.
Vende-se rap Paula-CorJeiro, muito
superior: na rua da Cadeia, lojt de JoSfl
Jos de Carvallio aforaes.
Acaba de chegar
loja da rna do Crespo, n. 6, um
novo sortimento de fazendas ba-
ratas,
jomo sejam : csssa-cbitas muito finas, de
cores fixas e ^m 4 palmos de larf.-a,
320 rs. o covado ; cortes de ditas a 2,000 e
2,400 rs.; riscadodn Iinho, a 240 rs. o co-
vado; dito de algodflo americano para es-
cravos, a 140 e 100 rs. o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 200 rs.; zuarte azul, a
-200 rs. covsdo ; dito furta cores, a 900
rs. ; chitas de cores fixas e de bonitos pa-
drees, a 160 e 180 rs. o covado; cortes de
fusiio, a 600 rs. ; chales de tarlatana, a
1,980 rs.; meios dilos, a 390 rs.; coberto-
res dealgodSo de cor, a 640; alpaca preta de
cot'Ijio e com sete palmos de largura, a
1,980 rs. o covado ; e outras muilas fazen-
das em conta.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-Santos.
Va rua da Cadeia, n. 5*2,
endem-se por atacado duas qualidades,
roprias para saceos de assucar e roupa de
scravbs.
Moendas superiores.
Na fundigodo C. Starr A Companhia ,
-mi S.-Amaro acham-se venda mor ndas
le canna, lodas de ferro, de um modelo e
eonstrucgSo muito 'superior.
Chapeos de sol.
Vendem-se chapees de sol, de seda pret-
com barra lavrada, a 6,000 rs.; ditos furias
eaes, s 6,500 rs.: estes chapeos sAo mui-
to bem construidos, muito fortes e de boa
seda : na rua do Passeio, n. 5, fabrica de
chapeos de sol.
Oh que pechincha !
Fazendas prelas por precos nunes vistos,
em attencSna boa qualidade deltas.
Alpaca derordo aue parece barragana,
ile lodas as cores, a 640 rs.; sarja de 1.1a de
duas larguras, a 640 rs.; merinos, a 1,600,
2,000, 3,000 e 4.000 ra.; panno prelo lino, a
3,000, 3,800, 4,000, 5,000 6,000 e 8 0*0rs.,
este he panno o mais fino que se pode ima-
ginare tem de largura 60 pollegadas ; luvas
prelas de seda para senhora, a 390 rs. o par,-
e anda resta urna porcAo de pecas de casta
lisa fina, com 12 jardas, a 9,500 rs. por
ler a dohra de fura algum sujo : no Aterro-
da-Boa-Vists, n- 18.
Aos fabricantes de velas.
Na rua dos Tanoeiros. armazem n. 5, ven-
de-se muito superior cera de carnauba, por
menos preco do que em oulra qualquer
parle.
A 1,000 rs. o corle de
calcas.
Vendem-se brins trancados de
listras ao lado, dos mais moder-
nos parlrcs, tendo tambem ror
4
Vendem-se pisnoa de exrellentes vo-
zes; tenas de vidro, em grandes e peque-
as porches; sag fino em barricas de 80e
160 libras ; cevadinha ero garra foes do urna
libra: ludo de mu boa qualidade e recen-
teniente chegado: na rua da Cruz, n. 48,
armazem.
Vende-se tinta paraescrever,
em garrafas, muito superior : na
rua larga do Horario, n. 36
Vendem-se, na loja n. 9, na rua Nova,
Iras da matriz, sapatos de duraque para
meninas, que servem para andarem na es-
cola, a 800 rs. ; ditos de marroquim ; cha-
peos de sol, do seda, a 9,000 rs.; botins
gsspefJos de couro de lustro com duraque
de cores, para meninos, a 3,000 rs.; sapa-
tos de couro de lustro para meninas; ditos
pars homom, a 6,500 rs. ; lanternas de p
de casquinha, a 10,000 rs., dinheiro a vista.
A 8,000 rs. cada um.
Chales de seda grandes
e de bom gosto.
Na toja de CoimarSes & Henrlques, na
rua do Crespo, n. 5, vendem-se chales de
seda, grandes, de bom gosto e de bonitos
padrOes, a 8,000 rs. cada um ; cortes deca-
semira de cores, de muito superiores pa-
drOes modernas, pelo barato preco de 8,000
rs. cada corle; merino preto fino francs, a
2,500 rs. o covado ; dito inglez, a 1,440 ra.
o covado.
Yiuhos Finos.
Na rua da Cadeia, n. 1, vendem-se encl-
lenles vinhos engarrafados, sendo do Pqr-
to.Madelra, llucellas, Carcjveltos e musca-
tel deSetubal.
Cera de car na riba.
Vende-se cera de carnauba mpito supe-
rior, a retalho e em porgflo: na rua da Cruz,
n. 36, confronte a Lingoets, esquina do
becco do porlo.
A 6,500, 7,000, 8,000 e 9,000 rs.
Vendem-se chapug de mola de merino
preto, a 6,500 rs.; dBps do seda franceze
para homem, da ultima moda, a 7, 8, e 9,000
rs. : na rua Nova, n. 2, loja. s
Vendem-se amarras ue tarro: na rua
la Senzalla-Nova, n, 49.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por prego muito commodo.
Vende-se um escravo da Costa, moco,
sem vicios nem achaques, he muito fiel,
ganhador, refina assucar e fax outros ar-
ranjo* de casa : na roa Velha, n 61, al as
10 horas do dia, e na rqa do Livramento,
n. 22, botica, a t as 3 da Urde, onde se dir
o motivo da venda : tambem se trocs por
outro, proprio para o servido de campo.
--Na eaaa de modas francezesde Buessard
Millochau, no Aterro-da-Boa-Vista. n. 1,
vende-se um grande sorlimento de chapeos
de pslha de todas as qualidades para se-
nhora e meninas ; bem como um rico ea-
colhimenlb docapotinhos e manteletes de
seda das ullimas modas de Paria, os quaes
ae venderSo por prego muito commodo.
A radps de ferro.
Na fundilo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arado de ferro de diversos mo-
delos.
He muito barato
Cassas prelas.
Vendem-ae finas cassas relas de 4 pal-
moa e meio de largara, facenda muito fina,
de quadrinhos e llslras assetmadts, pelo
em gaiolas muito bem feitas : emS.-Ami-
ro, na venda aop da casa doSr. Manoel
Cardozo da Fonscca
Vendse um moleque
deSOjnnos, coro principios de aapateiro, u
que he de bonita figura : no Hotel-Francis-
co, das 6 s 8 horas da manha, e das 3 as i
da tarda.
Veode-se urna psrda escura, de 35 an-
no pouco mais ou senos, d bonita figura,
que cose, engomma.Tozinha, faz renda, la-
va de sabio e vsrrells, o faz todo o mais
arranjo de casa : esta parda he bem pro-
pria pare ama de easa, mesmo de homem
solteiro, attendendo a ana boa conducta: ni
rua larga do Rosario, n. 46, primeiro an-
dar.
Vende-se 3 bonitas pretas com habili-
dades, urna daa qoaes he perfeila engoin-
nadeira, cotiuheira e eoiesofTrivel, e nu-
tra perfeitaengommadeira efaz o mala ar-
ranjo de urna caas, sem vicios; quatro di-
tas para todo-o scrVigo de una caaa e bou
quitandetra* ; urna psrda multo boa engom-
madeirs, costureira e muito carinhoaa para
meninos, e do boa conducta ; 6 p re tos mui-
to 'mocos baa para todo o ser vico ; urna
preta de mia idade por 950,000 rs. ; assim
como outros muitos escravos : pa a da
Cadeia do Recife, n. 51, primeiro andar.
No deposito de caldeireiro de Joaquim
Antonio dos Ssntos Andrade, na rua Nova,
n. 9V, receberam-se cadilboade lapis de to-
dos os tamanhos, que se vendem por prego
commodo.
barato preco de 320 rs. o covado; ditas mui- /
lo superiores de atreoadeiras, a 3(0 rs. ; V
rSX^ZTX^PtZ^r: TcMios-os-Santos na Baha
Deposito da fabrica de
l
de ganga, a l,ooo rs. o corle de
calcas : na rua do Qneimado, n.
8, loja confronte a botica.
Novo methodo
praticoe theorico da lingos franceza, por
L. A. Burgain,
preco 5.000 rs.:
he chegada novamento do Kio-de-Janeiro
esta excellente grammatica, vende-se na
praca doCommerciu, n. 9.
Salsa-parrilha deSands
para rentovor e curar radicalmente todas as
enfermidadea que procedem da impuieza
do sangue, ou habito do syslems.
Esta medicina cala operando constante-
mente curaa quasi incriveis, de molestias
que procedem da impureza do sangue. A
infeliz victima de molestias hereditarias
com glndulas indiadas, ervos eocolhi-
dos, eosossos meios arruinados, ficou res-
tabelecida com toda sua sade e ficas.
doento escrofuloso, coberlo de chagas, cau-
sando nojo a si mesmo, e a quem o servia,
licou perfdito. Centenares de pessoas que
unham sufTrido ( por anuos, a ponto de
desesperaren! da sua sor te) molestias cu-
taneaes, glndulas, iheumalismo chronico
e multas outras enfermidadea procedente
lo desarranjodos orgios de secreto e da
circuladlo, teem-se erguido quasi milagro-
samente do leito da morle, e boje, com
conslituices regeneradas, com prazer at-
iestan] a illicacia desla iueatimavel prepa-
raclo,
Comquanto tenham apparecido grandes
curaa at aqu produzidaa pelo uso desta
eslimavel medicina, con.ludo a experiencia
diaria aprsenla resultados maia nota veis.
a New-Yurk, 22 de abril de 1848
Sra. A. B. e D. Sands. Julgando aer
um dever para com vosco o para com o pu-
blico em geral, rometlo-vos este certificado
das grandes virtudes da vossa salaa-parri-
Iha, para que outros que boje eslfio sof-
frendo ealabelefam melhor a sua coufianca
e -(ini sem demora uao da vosaa medi-
cina.
vi-me peiscgiu uum una grande fe-
rida no toruozelo, que seesleudia pela ca-
nda cima at o joellio, langava grande
purcio de uojeula materia, com cumichOea
que me privavam muilas nuiles do meu des-
canto, e eram mullo penosas de suppor-
lar
Osr. biogo U. Connel, que havia aido
curado com a vossa salsa-parrilha, recom-
mendou-me que eu lizesse uso della.o de-
pois de haver tomado cinco garrafas fiquei
perfeilamenle curado.
Tenlio demorado um anno mandar-vos
um cei tilica do, para reconhecer com cer-
teza sea cuia era permaneute, e tendo ago-
ra a maior satisfago em declarar que nflo
lenho visto, uem sentido cousa alguma du-
rante todo este lempo, eacho-me pe falta-
mente restabelecido. Wu vossa,etc.
SaruA aV. ntin.
940, rua Delancey.
Nesta provincia o nico agente desle ma-
ravilhoso remedio he Vic ule Jos de Urito,
com botica na rua da Cadeia do Itocife.
Vende-se cha hisson de superior qua-
lidade, em canas e meias dilas, a lotes a
vontade do comprador na rua da Al laude-1
ga-Vellia, n. 36, esenptorio de Uallieus
Auslin & C,
Potassada Russia.
Vende-se superior potaasa da Russia, da
maia P'iva que ha no mercado, por preco
com mudo : na ruado Trapiche, n. 17.
Vende-se supeiior cera de carnauba:
as Cinco-1'oiitae, n. 66.
Metal amarelio % pregos
para forro de navios, por pesjajo commodo;
Ptassa nacional,
a mais nova que ha no mercado, por menos
-20 rs. do que em outra qualquer parte : ven-
de-se no armazem de A. V. da Silva Barro-
ca, na rua da Madre-de-Deoa, n. 96.
Por 418,000 rs.,
vendem-se os maiaasaeiadoa eapolinhosde
chamalole de seda, de gorgurfio, protn e
de cores: na rua do Queimado, n. %,
uiinbsor oinojay ap sloi vppe^
gura, a 240 rs. o covado; ditos de quadros
muilo fino, a 360 rs. : na rua do crespo,
n.14. loja de Jos Francisco Ilias.
o armazem' de Vicente Frreira
1 Costa, na rua da. Madre-de-lteos, vende-se
vinho da Figueira, o mais superior que a
este mercado tena vindo, em harria de 5 a 10
caadas, a 8e 16,000 rs. o barril.
Vende-se, no armazem do fallecido
Rraguez, polassa muitp nova, chegada ul-
limamente do Rio-de-Janeiro, por prec,o
commodo.
No armazem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farelo, a
3,ooo rs. a saces, e farinha de tri-
da marca Bario, por
Vende-se en easa de N. O. Bieber & c.
a rna da Cruz, n. 4, algodSo trancado
laquella fabrica, muito proprio para saceos
le assucar, roupa de escravos e fio proprio
pira redes de pescar, por preco muito oom-
modo.
Vende-se um sitio muito grande, com
caaa de taipa, muilo boa para familia, na
povoac.no do Monteiro, entrando no neceo
doQuabo at. a ladeira do Mudo, conten-
do immenaidades de frueteiras, como se-
jam : as mimosas larangeiras, jambeiros,
goiabeiraa, jaqueiraa, dendezeirns, eajuei-
roa, coqueiroa, cafezelros, oiticor e outras
muilas fructoiras que pelassuas variedades
e bom gosto tornam-ae muilo reoommen-
daveis, duas excellenles baixas com capim
de planta, que pode sustentar dous caval-
los annualmenle, urna estribara aoffrivel
junio a oiesma casa, terreno e pasto delica-
do rara 3 vaccas ou mais emflrh he um si-
tio proprio para qualquer passoa que se di-
dicar a agricultura, porque, alm de tirar
bom lucro, goza do aaudavel ar e alegres
gorgeios dos mimlos passarinhos : vende-
se pelos denos nOo poderem continuar eom
elle, e por so faz-se toda iransaccfio : na
rua de Conceicfio da Boa-Vista, n. 9.
Vendem-se 40 saceas coin tremossoa :
na rua da Cruz, no Recife, n 47, laherna.
Vende-se um pililo grande de ferro de
fazer plvora, dous bancos com assento de
palhinlia de 19 palmos de comprido, urna
mesa com lampo de pedra marmore com 7
palmos de comprido, um sof de Jacaranda
em bom estado : tudo por prego commodo;
na rna do Rangel, n. 8
-- Vende-se meia duzia de vaccas pari-
das e solteiras, prophamente para criar, a
Bp BIU BUJapiMA B 3S-UlBnUt|UOu ..................
W > b ?13 Md soquioiv ft.Twft.^VSrO^rpV!
'viptiqood i? uianJaij:)
Quem qoer comprar
Barato e bom
Heve aproveitar
A occaai.lo.
Vendem-se corles de caua-chita multo fi-
na, a 2.000 ra. ; ditos de cambraia com lis-
tras e quadros decores, a 2,000, 9,500 e
3.000 rs.; ditos de cambraia bordados de
cores, a 2,500 rt. ; cortea de collete de vel-
ludo, a 1,600 e 9,500 ra.; ditoa de aeda e
gorgurio, a 9,000 rs.; corles de casimira
lina, a 5,000 rs.; la e seda para vestido dt
senhora. a 600 rs. o covado ; garca de lia e
seda, a 560 ra. o covado ; I3es de cores para
veslidos, a 240 rs. ; chapos de sol, de pan-
ninho para meninns andarem na escora, a
1,600 rs.; fazenda rancesa muito enenr-
pada com lislraao lado, fingindo perfeita-
mente casimira, a 2,CoOrs. o rrte; lies
muito linas e do bonitos padrOes, a 2,400
rs. u coi te ; lencos de ISa e aeda, a 640 rs.;
lia escoceza propria para veslipo de pretas,
a 20o rs. ; eoutras muilas fazendaa por di-
minuto prego : na rua do Crespo, n 15, lo-
ja de Joaquim de Oliveira aJay Jnior.
- Vendem-se pegas do chitas pardas, co-
res muito lixas, a 5,800 rs., e a retalho a
120 e 160 rs. O covado ; pegas de madapo-
ln com algum mofo, largo e com 20 varas,
2,500 rs. ; esloupa, a 4, 6, e 8 vintens a
vara ; fncoa grossns para tabaco, a 190 rs.:
un folede totear formigas, por 5,000 rs. ;
na rua larga do ltozario, n. 48, primeiro
andar.
wfffwtwwm
JDc-positoda fabrica de2
lodosos Han tos, na
* Babia- ^
a> Vende-se, em easa de Domingos Al-*
ves Malheua, na rua da Cruz, n. 59, J
*primeiro audar, algodflo trancado da-J
*quella fabrica, muito proprio para aac-2
?cos e roupa de escravos; bem como^
Jlio proprio para redea de pescare pa-^
>vios para velas, por prego commodo.^
iAMt
Vendem-se IS2 oilavas de prata e 7 di-
tas de ouro de le, ludo em obras vetlias;
na rua da Cadeia do Recife, n. 5, loja de
miudezas.
- Vendem-ae ps de larangeiras, boas de
se planUrem; bem como sementea de cou-
veerepolho: em Parnameirim, sitio jun-
to a estrada do enearremento.
*- Vende-se um oeulo grande de ver ao
loge, por prego commodo : na rua Augus-
ta, ii. 83.
_ Vende-ae a ttss r. 25 da rua dos Co-
piares, e por isao quem ae jutgar com al-
gum direilo a enesma casa, sem que seja
actual propnelaria, Innocencia Mara da
ConeaicSo, naja de declarar por esta folha
no prazo de trea diaa: oa prelandentee, en
gO franceza
preco commodo.
Vendcm-se sapates de cou-
ro de lustro, Jeitos no paiz, de
ponto fixo, s 4,000 rs. ; ditos de
tres solas, a 4oo rs.; ditos de
bezerro francez, a a,5oors. ; dito
a a,ooo rs. ; ditos de bezerro da
Ierra, a a,ooo rs. : na rua da Ca-
deia do Recife, n. 9.
O mais barato que tem
apparecido no mercado.
Vende so urna porgio de chitas francezas,
as mais finas qne teem apparecido, de as-
senlo azul, cr de co, cor de ganga, muilo
bonitas, e encarnada cor de rosa padiea
roiudoa deatrepadeira, corea rortto Oas, e loutr, me|a dutia de garrotes pouco mais
de quatro palmse meio de largura, pelo ou menos, fillios do paito : noalio do Ha-
ba/ato prego de 320 rs. o covado ; as mais
deira, o mais delicado que se pode dese-
nliar, a 480 ra. o cavado : de tudo se d
amostra com o competente penhor : na rua
do Crespo, 11. 14, loja de .Jos Francisco
Diaa.
Nvidade.
Acha-se a venda no armazem de fazen*
das de Raymundo Carlos Leite, na roa d-
ijueimado, n. 27, llnissimo panno de Iinho
do Porto, em pegas de 18 varas, a 800 ra. o
ff**fffWffffffff4l
?Na loja do sohrado amarelio*
nos quatro-cantos da rua do
Queimado, n. 39.vendem-se
^Cortes de cassa seda padrOes novo acongj
flores de aeda e san 15 covados4t
o corte 8,000-C
*C.rles de cassa de crea, a 2,00o*
*Gravalinhas de seda para Sra. a I.Ouo*
Ji.nvas de pellica.para senhora, i 80o^
^Leugos de seda par grvala, a 800 1f2
? Cortes de caigas de casimira, a 4, 5 e 6/2
*
A. Colombiez, com loja na rea Nova,
atrs da matriz, vende lencos de cambraia
de Iinho muito finos, eooi bordados e bieo
em roda ; ditos dealgodSo fino imitando os
de Iinho i ditoa com arrendados as ponas;
titos de Iinho com llareg as ponas ; ditos
hrancos lisos que aervem para homem com
larras de cordSo ; ditos para meninas, a
240 rs.; ditos de seda para grvala, pretoa e
de cores ; ditos de aeda, fazenda auperior
para aenbora; ditos para meninas; ditos
para algibeira de bomem, a 1,600 ra.; dilos
1,000 ra. ditoapara gravita, a 500 rs. ; e
outras muilas fazendaa baratea com dinhei-
ro a vista.
Vendem-se 9 lindas mocamaa da 14 a
16 annns, engooMBadeiraa e ooatureiras,
urna dellaa fas bem lavarinto; 9 prelas boas
(Uitairdeiras ; 9 ditas de todo oaervico, de
bonitas figuras; 2 moleques de 17 a 18 en-
nos ; 1 preta boa quitandeira, por 350,000
ra.: no pateo da matriz de Santo-Antonio,
sobrado, n. 4, se dir quem vende.
Vende-se um terreno, com 400 e tantos
palmos de fundo e 90 e tantos de frente, no
liairru da Boa-Vista, cuja frente bola para
o bateo.das Barreiras, proprio para se edi-
licar duas ou tres moradas de casas : quam
pretender, diriia-se a rua do Col vello, nu-
mereVftSI.
Ven louma|oa1lavadeira, e a outra de todo o
servico de casa ; um preto perito oozinhei-
ro : oa rm da Utiz, n. 28.
Venda-a* awa diccionario dMorara da
'luartaedieflo-, anda novo; duaa venezianaa
de verandas ; duis grades para janeiias, de
amarelio e novas, que Picaram de urna obra:
no paleo do Carino, 0.2, sobrado novo na
esquina da rus de llortas.
Pausaros.
Vende-se urna sabia da praia, orna dita da
lendaavse com eeu bastante -procurador, I malta, doua bioudos, dous curios, um eo-i
na Ctaeo-Ponlaa, n. 6.Recife, 94 de ju- Icontro, urna bengueliuha, 4 canarios de
loo de 18*0. Il'ortugal: todos muilo boas canUdorw, 0
cambira, no Remedio.
Esleirs para forrar salas
Vendem-se esleirs brancas em rolos de
40 jardas, preprlas para forrar salas, por
prego commodo ; na rua da Cadeia do Re-
cio-, n. 48. loja.
Vende-se urna prensa, ou armazem da
recolher, no Forta-dn-Matlos, n. 90, que
foi de Alexandre Lopes Ribeiro, a qual. tem
71 palmos de frente e 110 ditos de furrina,
estando bem titulada, e prximae alfaode-
ga, sendo por isso preferivel a qualquer ou-
lra : na rua da Aurora, n. 4.
mmmmmmmmammmmmmmmmamm
Escravos Fgidos.
Fugio, no dia 29 de junho do correnle
anno, do engenho Setubal, freguezia do
Cabo, um molecole,de nome Ellas, crioulo,
de 94 annos, bem preto, olhos grandes, na-
riz afilado, cem todos os denles na frente e
limados, eorpo espigado, pemaa lima; he
bem fallante, ladino a pechla ; letn cal-
gas jaqueta e chapeo preto ;. rate que foi
seduzino, e anda pelo Recife. Rgga-se as
autoridades policiaes.- capiAcs de campo,
nu outro qualquer peasoa, quo o apprehen-
dam e levem-no a seu senhwr, Joaquim do
Reg Brrelo, no dito engenho, ou a Do-
mingos da Silva Campos na rua daa Cru-
zas, n. 40, que serio generosamente gra-
tificados.
Fugio, no dia 93 do corren te, o preto
Caelano, de nagflo Cahund, de 25 a 30 au-
nas, de catalura regular, cheio do enrpn,
cr um pouco fula, cara redonda e picada
de bexigas. quasi nenhuma barba ; tem no
vasio um aignal de caustico ; he quebrado
da ver ilha esquerda, pelo que pode ser l>em
conhecido. Roga-ae aa autoridades policiaes
ecapllSra de campo, que o apprehendam e
levom-no rua larga do ltozario, padaria
n. 48, quesenlo generosamenla recompen-
aajamajjajHHBjl
OO^OOO.
Fnjiram de bordo do .brigue
Sem-Par, vindo do hio-de-Janei-
ro, dons escravos, sendo m de
nome Sabino, de cor-parda, esta-
tura regular, de so annoa pooco
mais ou menos ; levou calcas e
camisa azues, e bonete encarnado:
o outro de nome Euzebto, ert'ou-
lo,dea4 annes noucc maia ou
menos, estatura aha; levon calcas,
camisa e bonete atoes. Roga-se as
autoridades policiaca ecapiUesde
campo, ue os spprehcndam e le-
vem-nos ruado Trapiche, o. 34.
casa de INovaes Se Companhia, que
recompensar.
PaaN.: s* "r. ai u. r. na psria 1850


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