Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07520


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Full Text
Armo XX
Sabbado 7
fbtida Do* conana.
Coanns e Parahlba, aegunda* estilas fclrai.
Rlo-Orande-dn-Norte, quinta* fe Ir a* o melo-
da.
Cabo, Serinbacm, Rio-Formojo, Porto-Calvo
e Macelo, no I., a 11, c 21 de cada tnz.
Giranhun e Bonito, 8 e 13.
Boa-TUta e Florea, a 13 e 38.
Victoria, l quimas reir*. '
Olinda, 4odM o* diai.
l *
/Mlng. a2.ii3h.e38ui.dat.
Puma d lo. 7Crejc ,6 ilib f ,2m d
(Chela a4, i 3 h. e4 m. da m.
"Uaam o boj.
Prlmelra ai 6 hora) e 54 minuto* da Urde.
Secunda ai 7 horas c 18 ininiuoi da manla.
~~IB"
N. 16.
B90 tfM0aia>0lO.
Por tres rnezei (adititadoi)
Por seis mete* >

BIAI DA IIK1
32 Seg. S. Mafia Magdalena. Aud. do J. dol orf. e
do m I. v.
23 Terd. Apolllnarlo. Aud. do chae, do J. dal. v.
24 (JuarL S. Ibristlna. Aud. do da 2. r. do civel.
25Qui.lt. **S. ihiago.
!M> >eit. S. yofrooio. Aud. do i. doi orf. e do m.
. Jai,. .
27 Sab. S, Pantaleao. Aud. da Chae, e do J. da 2.
v. crunc.
ffi.Bpjpd. 8. Anna mal da Mili de Ueoi.
antoin o jumo.
Sobre Londres. 27 a 27'/, d. por litttOO r*.
Paria, 346.
Lisboa, 100 por cento.
Curo.Onca heipanhoei......... 29/1)00
Moeda*de6400velhas.. 16"5>0
de 6/400 novas. 16/100
de 4/000........... 9/100
/Vais.Patacoei braiileiros...... 1/0"
Pesos coluranarios....... I/t'50
Dilos mexicano*.......... 1/800
a 80 diai-
PARTE -0FF1CIAL.
GOVERWODA PBOVINCIA.
EXPEDIENTE DO M A 17 DE JUI.HO.
OfFIeio. -- Ao cpmmandante da armas.
par mandar inspeccionar ao paisano na-
qolm Miguel do Amaral, que se offerecu
pira t-rvi- nn eierciloT
m.-M Jurt relator da junta de justic,
Mnitiihdo par* depois de yistn, ser
apreieniado em sssao da mesm junta 0
K?**' 'bal feltp-ao soldado d" quinto
av fuz"e,r09- Antonio Jos Cu-
mar>.--(frmm,neou-se ao commandanie
.dts arma*.
Dilo.-Aocommanilante superior da gU'rdi
nacin! de .Olinda e lguarss. recommeo-
daiidoa expedlcflo de suis orden, flm de
que aja dispensado do servico activo o se-
gn io-rgento do primeiro batalhSo do
municipio de Olln la, Francisco das ChKs
liandeir, visto achar-se nbmrado inspector
de qoarteirfio na freguis de S.-Pedro-
Marlyr.inloirou-se an chefe de pn|ri.
Dito.-Ao Inspector da thesouraria d* fa-
z^nda provincial, aulorisando-o a pagar a
Antonio Leite de Azevedo qusntia de rTs
1:500,000. pela qual Ibe rol comprada pelo
procurador fiscal da mesm* thesouraria
urna casa sil* na villa do Caruai [ara ser-
vir de fadeia e quailel, e nella ter em lugar
asCe da cmara municipal e do jury
daquel.le termo.-FIzerau-se as convenien-
te ommtinic'cVs.
Dito An mesmo, par que mande pagai
ao arrematante do dcimo terceiro laren da
estrada da Victori-, hicbarel Antonio Pe-
reira BarrorodeMnraes, tift do certifi-
cado 'passado pelo engenhelro director das
obra publica, a importancia da ultima
praticSo da arremataclo das mesma*
ohi*, vistd ter->-ag recibido definitiva-
mente.Neste setitindo offlciou-se ao mes-
lo diicclor.
Dito -oawmp,para mancUr pagar a vis-
ta do certificado passado pfSwogenheiro di
rector das ubraa publica, ao arrematante
das obras do jinlini botnico em Olind
Jote Concalves da Porciuncula, a quantia
de 719,180 ris. porque fram arrematadas
as M'iu'unadaa obra, valo ter-se-as reee-
indo defenitiim.nte.-Uiciou-se oeste sen.
tio o mesmo director.
DIo.-tAo engonhairo administrador das
obras publicas, para mandar concertar o<
arrombamenioa que os presos da eadei*
denla cidadeflzeram na enfermara >lu mm-
ma caileia e no seguro. -Cooimunicou-sc
ao ebefe de polica.
DEM DO DA 18.
ORIcio.Ao Esm. presdeme da Parahih,
diziu.lo que a guia do segundo-lenle Joa-
quim PabricuideMutlos.ja fifi enlieguepel-
pagadoria militar desta provincia ao len-
le do quarlo batalhSo de arlilliaria a p Fe-
liciano de Souza Aguir.que a soricitoo por
parte do retando.segundo-lente.
D loAo mesmo communicindo que, S
SI. almprr.'dor. segundo foi declarado ero
aviso de 24deaiaio ultimo pedido pela
secretaria de estado dos negocios da guerra ,
ao presidente da Paradina, h >uvera por hem
no mear o majorda primeira classe do exer-
cilo .SergioTeilulisnu Castalio Hranco.com-
mandanleda fortaleza do Cabedeliona mes-
ma provincia, recommeo lando que quanlo
antes facs seguir para aquella proviaci
mencionado major ()0l iou-se 10 inspec-
tor da pagadura militar esigiudu-se a gua
do dilo major.
Oito.-,A. director do lyceu iolairando-o
doler mandado passar provisilo de-profes-
sor da sieiraalagirsmmaUcai.Una do mes-
mo lyceu ao. pid>e Jguacio/j-aneisoo dos
Molas.loieliigaoGiou se. o iaspeclor d.
tlieaouraris da lsuda'provincial
Oilo.Ao inspector da pagMdoria mil.lar,
jisrs insudar pag.r ao toneote-orouel Feli-
ciano Antonio Fslrflo, commandanie do
ijuiolo bataltio do fuzileirus a quantia de
B,640 ris, importancia das deapiaas pur
e\fi fetas com o enterrameulo do cadver
do soldado do mesmo balaliiflo Aolonic
rra acUco Piulo.-- Coma, un ico o-se ao ooro-
maifdaiite das aruua.
Dilo.-Ao juiz da direilo da co o a rea de
Garanliunsduendo que mandou examinai
n thesouraria de.fazenJa a nnla de 5 OVO
Mis n. 37151, decima-qiiart* aene assigna-
da por Antonio Jos l'eisoto, e foi declarado
pelo ilispectur danunlla ranarlies.'. -:-.:
Saje, ver das copias que remelle sob n
mero) I e ?, tr rrenda nota que devoive,
perreiUnienlo igual as verdad*iras, e que
romo tai deve ser considerada e reconheci-
da na ciicuiscfio.
ilo.--Ao juiz municipal do termo de Goi-
ann Kenieltu por copia a Vmc. o oflicio
incluso do procurador liscal interino da tbe-
-'" tenda, scompahhado de oo-
tros dous em que communica a esta
preilStnana, ler dirigido a esse juizo urna
p.ecatona para o lim de fazer-se o inventa-
rio dos beos do vinculo instituido no enge-
nho Novo de Goiasma, que iioje tem -dei-
xado de aercumprid*. allendendo a esa.
represen'acBu Ihe ordeno, que com toda *
brevidado Mi d o devilo Pumprimento,
inforH.audo-me dss rasdes porque temtlui-
ado de ser Cumplida a referida precaloria a
despeiid das orien's desta | resi^enclra lal
rspede. -Inleirou-a sO'IRestliO pfOCU.'Sdof
liscal.
i sjdeoieda provincia,usan-
do da attubuico quelite cmpite pelo J 4."
do rl. 24'da carta de le de 12 dea^oslo de
1834, lole que par. a boa esaeuco do
II do art. 84 da le provincial n. 6I de 28
do uiez passado se observa no que forem ap-
pesveis os reglamentos e mais disposi
cOes adoptados nesta provincia par a co-
Iiranca do imposto da dcima sobre os pre-
dios urbanos -Uemelteg-se copia so inspec-
tor ds thesouraria ds fazenda provincial.
' i f|i ii UlMJn
EXTEMOR

AS BKLACOES DA INGLATERRA COM A
FRANfJA
N3o querenloaggraVar por nenhuma ex-
pressJo de censura ou alarma o aspecto si-
nslro de nossis rela^fls com a repblica
francezs easoutras potencias da Europa;
deplorando profundmertte os resultados,
quasi que dizomos a catsstrophe. dessa po-
lilica immoderada, perversa e deshonesta,
contra a qgal lemos incessanlemente ergoi -
do voz, defendendo a honra do' paiz e a
paz da Europa, abslivemo-nos hontem de
dar toda a importancia dnvlda a revocaclo
doembaixador francez de Londres, e so-
mente In licmos em termos geraes a Inter-
rureflo serla que desgrtcadamenle tinht oc-
corri lo em nossas relacfles com-o msis po-
deroso dos estad cofilinentaes, etamhem
squeire que nos fica mais prximo ; porm
o tealpo | ara uffla tal relicencia ha j pas-
sado, a os subterfugio debaiXo do quaes
sefezuUimamenle urna tentativa parades-
farcaro|hclo da revocacSo peremptoris de
Mr. Drouyn de l.huys sao j indignos. A ca-
sa tes lord, cheia como nunca de pares de
Inglaterra, retuinbou noile passada com a
invectiva indignada de lord BroUgham, 0
qual perguntou sobre que fundamentos p
tinha altribuilo na noite antecedente ore
gresso de Mr. Drouyn i|e l.huys Pars a un
mero arranjment de Conveniencia, q>n.
do Ja os ministros tnham pleno conheci
ment de una ordem de revocacSo o ple-
na e positiva quanlo podia ser enviada a
iim minrslro estrangclro. Negar que um UI
despacho he urna caria de revocaeflo, e urna
carta qnoasslgna motivos positivos pin el-
la, heou urna illusflo obstinada, ou urna
invencaogrosseira; porquanto na mesraa
ora em que essa asserso foi feit*. o mi-
nistro rrancez dos negocios eslrangeiros fez
publico e conclusivo esae documento, len lo
da tribuna da assembl^ nacional o lespa-
cho que liulu chegado a Londres no da an- "ado.
tecedente, e que r.-moveu toda a duvida re-
lativamente A eilingo da ruptura.
Na casa loa commUns, como lord Pl-
merstnn nSo se arrisragse a appnreper, lord
l'ihn Itussell foi obrRado a conCesaar. que
ase despacho tinha sido lido ao. secretario
loa negocios estianReiros, circumslancia
-ala deque a lingoagem do despacho loma
impo*slvel duvidar-se; porm essa conlis-
so foi smente extorquida do presdeme
dos ministros depole de urna serie de dea-
cu Ipaa evasivas, to indignas de su pro-
pra posipUo, como deste imporlanle objec-
lo; por qnauto elle alUntou insinuar que
Mr. Iirouyn de l.houys tinha ragreasado pa-
ra a Franca simplesmente, porque sua mis-
sSo relativamente aos negocios da Coca ti-
nba terminado, equivooacfio certamenle a
mais grosseira e miseravel.
O despacho determinou com a niaior pre-
csSo o verdaJeiro estado do negocio e a
exacta natureza da offensa que tinhs sido
fela Franca. Tinha sido concordado,
Itz o general l.-iliiili m aua comrounlcacllo,
que as pedidas coercivas a que a Ingla-
terra ja tinha n corrido, seriam suspensas
durante ocurso da nicdiacSo, oque ae Un.
rranaojeiilojulgado pelo mediador fran-
cez, digno de ser aceito, fosee rejeitado pe-
lo mediador inglez, o uliimo referera o ne-
gocio a landres, ntt " [urca, Sobre este ponto tinhaoios recehi
do as promeiM ai mus fufmaei, pnrm Uto
nao obxtuMe, nao firula cumpridai. a Em nu-
tras paUvras lord P-lmcrston he accuaadn
pelo n.inistro francez dos negocios eslran-
geiros, e sao-em presenca da a.ssembla na-
cional de Franca, na msis solemne forma
escripia que a condece na correspnnJoncia
das nacOes, de prevariwcSo e decepco para
rom um estado que elleOngio tratar como
sou mellior alliadn, eem urna transac^ao m
i|iiales. seus bons rnelos aflm de aclocar as cohse-
inenclas da violencia e injastice pratica a-
pelo mesmo. Isto nfie foi anda ludo, poi
quando as circumiUnciis se lornaram co-
ndecidas, o o* resultado* de um mero enga-
llo, ou desinlelligenci poda ni ler sido re-
uieuiauus, iuu'uuoio quu u miiiiairo ingle?
recusara positivamente adherir conveliere
cooelbida em Logdres, Lem como a Franca
requeren. O govemo f'tncez foi portante
de opiniflo'que a retideoca aqu de Mr
Drouyn de Lhuys, cuja firme**, moderacSo
b doih aaoao meircem o maior louvor, nilo
era maiseomfialivel.com a diguidadu.da ra-
public*. Qualifuerque livessa sido a causa
qui houvessa produzido a iolerrup<3o de
nossas relacOes amigaveis coro a Franca,
qualquerque houv'esse sido o momento cm
qess facto tivesso tldo IdgBr; nfisu'cpn-
aideraiiamos senipre com o tnala.ainceri'
petar, porm vendo que essa ulerrui ejo be
juslificdda s e inleiramenle pela allegada
na fe do ninislio ingle, n?i.obre ue-
num grande ayatema de poniie, nao por
u.nlium acto pratica lo em defensa do rn-
iereases nacionae*. o da bwfiN da cora
i" itaiinica, ikIo podemos dixar de enver-
gonnar-no de recofdar o castigo (lo ultra-
ije, ea hiimilhagao de usos tal accaaeuo ex-
iede al i|tm anxiadadu de uan some-
Hianle qucstlo. Anda aspramos una ex-
ilicacACoaupleta denlas IranaaccA-s, po-
lm he claro pela eridaooa dos proprios
aconteeimntos, que lord l.lmeislon, ou
por negligencia, ou de proposito occoltou a
Mr. Drouyn de l.huys tpjdo o conbcimento
de que Mr. Wise anda tinha iiistruccocs que
ocompellam a renovar as medidas coerci-
vas depois que a interposii;5o franceza nn
Creca livesse terminado ; enlrelanto que da
Loutra parle elle occoltou Mr. Wise lodoo
conheci ment da negoeiacflo que tinha aido
aderla em Londres. Esta dupla suppressSo
dpq.de eht Uo portante saber-se, foi a
causa directa da renovado ilas hostilidades,
que os bons officios da Fraoc lnham ex-
pressamente por lim obviar. A recusa *ub-
sequente do minialro inglez de por em exe-
cuefio os termoa mss brando de conven-
ci sssignsda *tn Londres, n3o deixnu ao
goverio franbrt odtra ojiqSo mais que a re-
voca(So de seu ministro, como a demons-
IracSo a'mais significativa deque approva-
va a conduela do mesmo e reprovava a do
governo inglez.
Se algunia cousa de neceaara para dar
mais fr^a a estas considervafes, ahi eslSo
s aclamaces com que, sentimos dize-lo, a
assembla franceza rocebeu a communica-
q3o de um despacho tSo pouro calculado
para preservar as relscoes pcuicas dos dous
paizesj mas o grito de a y plauso que so le-
vantou de lodosos beos daquella vasta
sala, excepto smente os ds tneiitanhs, nto
foi, aaslm o eremos, um grito de bostllida-
Me contra o povo de Inglaterra, porm a ex-
presado rstrondosa e irrisistivel dessessen-
iimentosdeexeerscao que toJasas nacOes
slrangeras.lia iniiilo.enlreleni ronda lord
Palmeraton, aenlimentos qua fram levados
o maior auge pelo sou recente procedimen-
lo costra o desamparado reino da Greeia.
Este procedi ento excitou, beni como logo
no principio dissemos, a inlignacSo do
mundo clvlisado contra 0" seu author, e
posto que por uina renova^o ds compuls.lo
naval, sgas reclamacoes pecuniari forsm
por lim extorquida Grecia, .a queslode
direilo publico e de dever publico, est su-
jeila a um tribunal mais elevado, eaer jul-
ada perante a Europa. O povo da Ingla-
rrra por sua parte nRo tem moslrsde ne-
nhuma disposcao para sustentar lo baixs
contend, e lem visto com pezr o emprego
que S (em feto dos mais nqbres rmamen-
os uavaes. Elle uilo podo tolerar, e anda
menos approvar nenhuma violacSo directa
ou evasuda bi te (teste paiz para com um
He pois chegado o lempo em que
soberano e o povo da Inglaterra, ou de-
Cemecarei por urna emenda offerecida
hontem pelo honrado deputado pela I'ara-
Inba. que lem por lim mandar excluir do
alistamrito da guarda nacional todos os
ndviduos que nflo esliverem isenlos do re-
crutamenlo par o exercitn e armada, e com
'lies formar corpos auxiliares, i imilacAo
las exlinctas ordenanzas. Confesso, Sr.
presidente, .que um dasquestOes mais gra-
ves que se pdem suscitara respeito da or-
aiiissQo dt guarda nacional versa sobre a
conveniencia ou iin conveniencia de ser ii
a ella admilli los individuos que eslejam su-
jeilos ao recrutamenlo. Reconheco como
honrado deputado que a pratica t hojo se-
guida de recrutar individuos alistados na
guarda nacional he sujeits a graves incon-
venientes, e lem dado causa a muitos des
gostos; mas parece-me lamhem que no mo-
mento actual uo nos ser possivel resolver
es ti difllculdade. Seria lalvez minio til
que nos Iratassemos de urgansar por urna
s le toda a frea publica ; que essa lei dis-
tribuisse em diversas classes os cijadilos
idneos .par pegar em armas, destinando
un para' o servico do exereito, outros para
0 da guarda nacional, outros para os cor-
pos de polica provinciaes e outros finalmen-
te para o corpos auxiliares, cuja crearlo
1 'inlira o nobre deputado. Sendo, porm,
este traballw de nflo pequea difnculdade,
nflo eslandp anda preparado para entrar
em discussflo, parece-me quo.convm con-
cluir a lei da guarda nacional de que nos
oceupamos, porque, feita ella, quando se
houverde confeccionar urna nova le de re-
crutamenlo tilo reclamada pelas circoins-
lancias dto paiz nada impedir que se reto-
quen asilases da qualificaQflo da guarda
nacional, ou que sj desig'nem as classes del-
la qu" devam licar sujeilas ao servido do
eiercilo.
A emenda do hoarado membro contm
certamente urna ideia que pie ser desen-
volviila com mula utili ladn par o servicn
publico, mas s sus atopgflo ne'ste momento
imiioriaria a reforma de pontos muito es-
scncai's do projecto que discutimos ; refor-
ma que mal poderiamos levar a efleito sub-
sislindo a legislaco que actualmente regu-
la o recrutamanto.
Ao ait. 31 do projecto offereci orna emen-
da, que nflo procurare! justilicar com mul-
las palavras, por isso que me parece obvia
a sua conveniencia. Ella tem por fim deter-
tes n crtrte, pnder tirrtbem o governo
permittir que Sejam passadas pelos presi-
dentes.
O rtobre deputsdo argumenta com as dis-
posic/es do projecto que passoo eni segun-
da discussflo; mas ou observo que, anida
seguindo-se a sus opiniflo, elle nflo poda
ser considerado como mais favoravol As
provincias di que a emenda substitutiva.
He Cirio que o art. 23 daqaelle projclo'pnr-
mittla que as nomeacoes para lodosos pos-
to fissem feitas as provincias; mas.se-
.'ijiidii a ilispnsicSo do art. 29, licavam ol-
las ainds dependentes do conflrmacflo im-
perial
O Sr. Diai tle Carvalho : F.u nflo a loptei
esta parte.
OSr. Penna :Bom ; mas eu estou mos-
trando a dilTerenc que lia eutreum e ou-
tro projecto, e dando as rasOes por que ttm
pareco proferivel o substitutivo.
OSr. \:ambufa ( rrftrinio-to ao Sr. Das
'le Carvalho ) : -- 0 nobre. deputado j feco-
ntieceu, em goral, que este projecto substi-
tutivo he melhor do que o outro.
O Sr. Penna :Alm dssa dependencia do
confirmscflo em que licavam todos os offl-
eiies, en considerei que na pratica podc-
ri dsr-se o gravssimo inconveniente do
flo ser confirmada qualquer nomeaeflo fei-
ta pelo presidente ; tendo, por consegu ule,
de voltar condiceflo de simples guarda
um homem queja tvesse sido reconheciilo
como oflicial o exercido o posto, o que nflo
podia deixar de sor prejudicial ssubord-
nacfloea regulariJadc do servico, mas at *
nntrr-io a todo o systema da noa legis-
laco que discutimos. Por todas estas rs-
sOes, continuos sustentaros arligos do pro-
jeclo substitutivo, coja execueflo espero se-
ja muito vantajosa ao servicn publico, sen-
lindo nflo poder aceitar a emen la do honra-
do deputado.
O nobre deputado pela Parahih, cotnba-
tendo a disposcao do projecto suliatilitivn
que permitida escolha dos commandantos
Jos corpos de entre os guardas que tverem
asqualidale; de eleitor, propOe que l'a
seja limitada ao crculo dos respectivos of-
caes; e, comquantn esta ideia fosse j
adoptada na segunda discussflo. nflo posso
iiojo deciilir-me aceitar a sua emenda.
Q'ialo aos posto subalternos al capitflo,
paree i-me mulo possivel e conveniente es-
lahelecer, como o projecto estahelece, a rn-
vem diapAr-se a solfrer por estas cousas, ou .'minar que nflo possam ser Horneados of-fgularidade do accesso; mas a respeito dos
ilevem acabar com a i'Olilica que ha comtu-fciaes inrariores da guarda nacional senflo
ildo a Uo deplorareis e injuriosas enns- jos individuos que esliverem isentos do re-
quencias. Noa outro paiz> s ja sullicienle-l cr"l,meu!o para o exercito e armada. As-
iiirutH dlsposlos a encarar com a inveja
trauquillidade e o poder nflo perturbado da
Grfia-UraUnh, essas maairesiacOeade fr
t oppreesora lem levado a aversSo a um
ponto tal, que nenhuma naeflo polo pru-
dentemente despresar, peni desaliar em
perigo ; elles lm conseguido, nflosmen-
te. unir p la semellian^a de injurias, de po-
liLiea odeiifceatidaile, os syslemas oppos-
tos a Hieres da Ruasia, Austria e Franca,
senao .lao.bem uni-lns nidra na; e n
lem donado ao ministro britnico, oulros
alijados mais que os republicanos verme-
Idos e as ficcoes revolucionaras, que e'spe-
rm a su animacSo aprbt>cc.ao, as oulras
airo, remove-se o inconveniente que agora
seda, de seren muitos individuos illegal-
ineute favorecidos pelo* edefes dos corpos
com essas rbmea(oes, s para licarem iS"ii-
los qoeja teem apparecdo por seren al-
guns dalles recrutados.
Os arts. 2ie 23 envilvem urna das ques-
lOes mais graves que se suscitan) sobre; a or-
ganisaeflo da guarda nacional, i>to fio, o
modo da nomeaeflo dos seus offfr-iaes. 0
honrado deputado por Minas enlenJc que
ella deve competir ao governo, maspiupOo
que os presidentes de provincia aj im aulo-
rsados a faz-la at o posto de tenente-co-
porces perturbadas da Europa.
Quauto a nos, nflo leudo em vista outro
objeclo mais que a manuteneflo deseas re-
Ucoes amigaveis com todas as nutras po-
tencias que silo esseoetacs ao hem geral das
iiacVs, o crendo que essas relages s p-
dein ser permanentemente asseguradas pelo
respeito e conliama dq mundo, da mulo
que avisamos ao pdblico dos perigos para o
quaes amos cor. ando. Nos lemas comba-
tido .Unto a spalhia como as allegacOes fal-
sas qua servirem para desfalcar as conse-
quenciaa mlu/aes desse espnito inquieto e
iijutoso. Essas consequeneias acha'm-se
presentemente realis*de:n parte. Ellas
se lornaram favora vel mente anda mais se-
nas do que sSo agoia pela ittilude que a
Itussia, unida com a Franca, |de aasumir,
ou ja assumio. lie solanlo um dever do
goverooe do parlamenta), exmnnar qual a
carielra que podera ser agora seguida com
manos injuria de nossa diguidade e de nos-
so* nteresses; e lobretudo, he do seu de-
Ver lomar cuidado que, defenderido os di-
reilos e i honra da C.rSa-Uretand, leulia-
uios a verdade e a j'uiUc de nossa parle,
pois ha grande raeflo paia recetar que em
tod* ec di.-puU, |l boje Histentada, nflo
lemus por nos, nem una e nem oulra eous.
vaioira.i
ronel inclusive, escoldendo os espilles
INTERIOR.

IUO-l)E,IA>KH{0.
(JAMAHA DUS SUS. DISPU-
TA DOS.
DISCURSO 1)0 Sil. DKIM I'AIIO FERREIRA
: PEANA. NA SKSSU HE M DE JUNHO,
DIS(,UTtftUO-SE A IttFIlilA. UA GIJAli-
li V NACIONAL.
! O Sr. I errara Penna -. -- Sr. presidente,
nSo teudo podido incluir no primeiro dis-
curso que profer sobre esta materia todas
h* observar.Oes que devena fazer, procura-
re hoje completa-las, porque anlendo que
lie hieu dever nBo> s jusifinar- pertnte a ca-
mera e o paiz u Ira baldo que tira a honra de
ofterecer a asiA coosderaeflo; mas taoibem
dar as rasfles pelas quaes nao posto con-
correr coro 0 meu voto para que sejam ap-
provada}, algamas das emendas que se a-
xliam sobre a masa. N esla obaerva^vs
proeurare resumir-me o mais que for pos-
rivel.
I VEL 1
subalternos de listas trplices, formadas
por votacilo das pracas das oompantiias, e
queso fique reservad ao governo imperial
a dos commandantes superiores, e dos olTl-
ciaes do seu estado-malor.
Em quanto eram temporarios os postos
da guarda nacional, poder-se-hia ain la al-
legar atguma lasflo para que fossem tsm-
licn electivo mas una vez que elles se
torn un vitalicios, conforme a opiniflo ma-
nifestada pela maioiiade todos os partidos
polticos, parece-me que o principio da ele-
gibilidade daris em resultado muitos in-
convenientes e nenhuma vantagerh real,
preju licando essencialmente a disciplina e
subordinado, como etperionca j nos
lem mostrado, a tiau tornando a ordem re-
gular do accesso que o projecto eslabelece
cono um meio de remunerar os servioos
prestados pilos olHcisrs, como um limi-
taeSo do arbitriodo governo as escullas.
Uemais, se a lei de 18 de agosto de 1831 de-
lerminava que os ofllciaes dis c'ompinhias
fossem Pleitos polas pracas, laa.bem nflo
pcr.nitia que elles servissnm em qualquer
outra companhia.e al os privava dos pos-
Ios quanlo se susenlavam dodislricto por
certa lempo ; o que nflo acontece a respei-
to de oltioiies vitalicios, que odnm i..r n
sgom deunapita outros corpos, e que'cr?
ifio |acs deve'in ser reconhucidos eni lodo o
imperio.
Tamhem observo o nobre deputado que
nomea^ao dos commandanie dos corpos
devo continuar a ser l'eila pelos presidentes,
liara que as provincias nflo fiquem privadas
dessa regala de que j gozam ; mas eu nflo
POMO coinpredender m que consiste til
regala. o facto de ser o lenenla-corouei
noineado na provincia, ou na corle, resul-
ta, por ventura, maior ou menor benelcio
aos povos ? Creio que nto : e se temos prin-
cipalmente eni vistas a commodidade das
pessoas despachadas para a guarda nacio-
nal, ella licara bein consultada pelas dispo-
sicOes do projeclo, porque permita que a
maior paite dos olliciaes, isto he, ossubal-
ternose capies, sejam delinilivamenle bo-
moados lias provincias.
V.'vendo ser ofllciaes de lirrna os roajore
ante-, he cloro que a da corte pie
parnr aua iiuiriecdo ; equaulo doscoin-
uiauiiites dos corpos, alm de euteuder
que deve competir ao governo imperial, eni
rasflo Oa iinpoilaucia do poato, nu creieqee
elles meamos lite Uario maior aprecoseu-
do asini feita ; m* se houver grande de- ,.
mora OU tficommodoein Solicltaf a pateo- paizanos ; equantoaosoorpoa do nierior
_
commandos dos corpos enlendo que se de-
ve deixar ao governo msis ampia liherdado
le escolha, par que sejam conferidos a ho-
mens que possam exerr los com maior
vantagein do airvico publico, isto he, nos
as despejas iimeren'es a um tal posto, e
quo forem mais dislinclos e iiifluenle pr
sus pfcflo social, pela eslima e considera
eflo dos habitantes do lugar, etc. ;comli-
',""> 's estas que nem seinpro poderiam achar-
te reunidas no oflicial a quem se, conferiss'
o direilo de accesso. Nom sedigaque be
isto urna nividade, poi nos vemos que as
mesoias Iesdas xiinclas milicias ni mi I,i
vm escolhor para coronis e tenentes-co-
roneis, etc sempre com a devida propor-
eflo aos postos das pessoas residentes nos
proprios districtos, as que, estando em boi
lisposicffo, tivessem maior 'epresntaSo,
por nohreza, talentos, riqueza e bom com-
portamento ; eeu creio que a pratica 'Con-
firma na maior parte dos casos a utilidaile
lesta disposicilo. No momento d nomea-
eflo do coronel podia acontecer que nm
o nutro oflicial s mostrasse descontente,
julgando-sa i r.'teri lo ; mas se o nomeado
ers ivalmenio digno, as snas boas qualfda-
les, e a ciicumstancia de ser o posto vita-
licio, eoiiiribiiiim para que elle coacilias-
encia dos seus subordinados, e assim mar-
chava hem o servQO publico
O Ilustre deputado pela Paraliyha tam-
ii'ui impugnou o art. 23 do projecto, em
'|ue se determina quo os msjores e ajudan-
tns dos corpos da guarda nacional sejam no-
mea lo dentre o olliciaes do exercitn, a pre-
sentando como principies argumentos : pri-
meiro oprejuizo que soffrer o servico do
'Xercito com i falta dos ofllciaes assim des-
pachado para um c ninnissao quasi inac-
tiva em que terflo necesssriamonle de
jardee os hbitos da disciplina militir ; sa-
turnio n grande dispendio qua o thesouro
oacion.il lera de fazer em gralilicacO-s aos
maiorraa ain.lt..,!* n,'0 ,;,*f^'^' o- -*_
culaem4o, suppondoexistirem no impe-
rio 200 batalluiis da guarda nacional, dis-
pendio que sera tambem poueo proveitoso,
'orque os ofllciaes terflo provavelmente de
passar a maior parte do lempo sem oceupa-
ejo ou exercicio algu.n.
F.slas objetos do honrado deputado to-
i io grande peso se o governo bouvess.i por
ventura denomear luajore*. e ajudanles de
linlia para lodos os corpos da guarda nacio-
nal; mas posto asseverar Iho que nflo do
essa a uleii(3o do aulur do projecto, quo
bein condece, a vista di) quadro dos olli-
ciaes do exercilo, que os.uflo lia dispou-
veis em numero sufUoianle,. o porf Mslkkja-
s3o devemosespeiarqu^ o. goyeruo..*des-
.ache coiu preferencia para as capilae* daa
provincias, o oulros lugares importantes e
populosos, onde a guarda nacional he quasi
ieuipr.1 edamada a.servico. lira, devendo
os majores e ajudanles seivil de iaslructn-
para que ae maiitend a sua disciplina pela
uianeira mais couvemenie aa neceraaidadea
lo servico, parece-me que nflo ae poda cea-'
siderar intil a despeza que ae houverde
fazer com as sus gfatiUca^es, censando as
que actualmente peicebom os iislructores


::L's
*^
'o-jfc.'i;.
-
-<> i f*.*Msi ..4 .
.
das provincias que se scharem mal organi-
aados ou desarmados, por nSo terem de ser
habtualmente chamados a servico, nenhu-
ma despeza fara o estado, porque o proprio
projeclo determina que os seus ofllriseso.s
instruam gratuitamente, e que as funcQoes
do rnsjor r* ajudanle sejam exercidas por um
capitn e um subalterno, emqusnto aenflo
dersnecessidadedepreench-lbs com odi-
ciaes doexercilo.
O inconveniente de perderem -esses odi-
ciaes o< habitos| militares quando se ada-
rem empreados em urna commissiopouco
activa, n.to po le ser t.ln grave como pare-
ce ao nobre deputado, porque nca ao en-
verno o direito de chama-Ios as nieiras do
exerclo no momento em que o julgar con-
veniente ; e quinto pnsaibilidsdd de se-
ren oiuitng delles despachados por mero
favor para lugares onde naja poueo ou ne-
nhum servico a fazer, tamlrem lie cousa qw
niJo rereio mullo, porque custa-me a cre'r
que o ministro da justica, que deve particu-
larmente interessar-se pela boa organisa-
clo da guarda nacional, e o da guerra, que
precisa tambem de olliciaes para diferentes
rommisses, se combinem para Ihes darem
um destino intil ao servico daroesma guar-
da nacional e do rxercito.
Em sumis, direi que por ora s tenho
em vistas, como possivel, a nomeacSo de
majores e ajudantes de linha para os corpos
lugar mais importante, eque nSo biveiido
iniciaos em numero suflleienle para todos,
nflo descubro inconveniente algum ero (1-
carem vagos esses posto* em muitos rielles,
alqueucorpo legislalivo, tendo em vista
um mapua gvral da forca da guarda nacio-
nal, decida se convem augmentar o nume-
ro dos iluiiaes existentes em certas classes
doexercilo, ou tomo qualqucr outra deli-
berado.
PropOe um honrado deputado pela pro-
vincia do Rio-Grande do sul que a nomeacSo
de nfflciaes do exercito para majores e aju-
dantes s seja permillida para o caso de se-
rem os corpos da guarda nacional emprega-
dos em trrico extraordinario ma* eu nao
sei qual a intelligencia que deva dar sus
emenda, por nflo encontrar ni lei essa de-
finicao Se o nobre deputado emende por
servico extraordinario iquelle que a lei cha-
ma de curpos destacados, desnecessaria he a
emenda, porque o governo j se acha auto-
risado a nomear, nao s majores e ajudan
tes, masquaesquer outros olliciaes, e se a
ementa refere se nicamente ao servico
que a lei chama de destacamento, nflo he
possivel conciliar-se a sua doutnna com as
oulras dispusieres do projeclo.
Encarando esta quesi.lo por todos os la-
dos e desejsndo que a cmara pese em sua
sabedoiia uilo s as vantagens, mas tam-
bem os inconvenientes de cada urna das dis-
posices do projeclo, cu devo agora repe-
tir urna observadlo que tenho ouvido a
algumas pessoas, e que parece de algum
peso, istohe, que quando o governo qui-
zer oppumir seus adversarlos polticos, e
principalmente quando tiver inleresse em
vencer urna eleicflo, poder rteorrer a esta
faruldade de nomear majores e ajudant de
linha e esculh-los de proposito para certos
lugares, inrumbindo-os, nflo da instrurcao
da guarda nacional, ms de arrancar os vo-
tos dos guardas por meio de vexames prsti-
cados a pretexto de servico. Adoilloa pos-
siliili Isde de tflo escandaloso abuso, por-
que j temos visto casos semelhantes, mas
a cmara tambero reconhecer enromigo
que nflo cabe nos clculos da prudenca hu
nana prevenir por meio de rearas escripias
torios os desvarios de um governo que seja
infiel ao seu dever, ou mal intencionado.
O Sr Asambuja :Apoiado, islo he urna
ver da de.
O Sr. I'enna :--0 execntor de qualquer
lei pode abusar das suas disposices mais
justas e benficas, mas isto nSo he rasflo
para que deixemos de fai-la pela maneira
mais conforme couveniencia publica. (A-
potados.)
A' parte final do ait. 24 off.reci urna
emenda cur.-egimlo o defrilo que escupou
na redacto, pois que ah se conf ro ao go-
verno a faculdade qjuo as leis actuaes llie
nSo negam, de nomear ofliciaes do exercito
para os commandos superiores das guar)
nicionaes, sendo alias da minha inieocflo
intensar smente o abono das gratiGcaces.
O honrado deputado por Minas que comha-
teu este artigo, ponderando o accrescimo
de despesa e outros inconvenientes de taes
nomeaces, limiloo-se por ultimo a propj
que os nomeados s percebam o sold e a
gralificicflo addicional ; mas eu sinto nao
roder conformar-me com a sua emenda,
fleconheco que o thesouro nacional pode-
ria ser gravado com desoezas imitis se se
i.omeassem olliciaes militares para todos os
commandos superiores do imperio ; mas
limilando-se a providencia s espitaes das
provincias de primeira ordero, e aos muni-
cipios que conflnam com paites eslrsngei-
ros, e sendo de esperar, que o governo s
use desia faculdade quando as circumslan-
cias o exigirem, nflo me parece convenien-
te reduzir lanto os vencitnentos dos que
honverem de ser nomeados. I'de aconte-
cer mullas vezea que s guarda nacional da
Babia, Pernambuco, ou de oulra capital,
seja chimada a supprir a falta da tropa de
jini i>ai. u ui>vu as guarmcHo, como
se observa constantemente na corte ese o
governo julgar necessario nomear para coni-
mandanle superior um ollicial militar, pa-
rece tambem de justica abonir-lhe os ven-
cimenlos que forem rasoaveis, ou corres-
pondentes 10 seu exercicio, que nflo he
rertaroenle menos trabalhoso do que de um
commandante d'armas.
O art. 85 extingue os poslos de promotor
e secretario dos conselnos de disciplina,
determinando que a sua nomeacSo se faca
para cada conselno, como a dos outros vo-
gaes, e creio que uinguem o impugna, por
haver a experiencia mostrado a desnrcrssi-
dade de' taes poslos ; mas ha urna emenda
assignada ix r doos honrados depulados
pelo llio de Janeiro, declarando que se o
reo no fr ollicial, poder servir de pro-
motor om inferior, cabo, ou guarda, e que
se fr ollicial, tambero devera -|n o pro:
motor, mas de graduarlo inferior i do pre
siderita do conselno. I'arece-me que islo
poden* ser explicado ros regulamentos do
governo ; n as orna vez que se spresentou
a emenda aso vejo ineonveniente algum em1
approva-la. (Apoiados.)
t) ari. 96 declara que s poderflo ser no
pleser de 18 snnos psrs cima. Podendo
porm suscitar-ce slguma duvids a resoeito
os (linos-familias que no llverem a renda
que a constituii;8o exige ara ser eleito, en
'eolaro em urna envenda que he applieavel
este caso a disposicflo relativa qualific>-
':1o, isto he, que pode ser nnmeadn ofll
i'iat o filho-familia que estiver qualificado
guarda, sinda que Ihe falte renda propria.
se seu pai a tiver conforme a regra que'o
orojeelo eslabelece. Creio que assim Pica-
r o governo habilidado para escolher bons
nITiciaes d'enlre a classe dos jovans que.
considerando-so anda filhos-fanilias, reu-
nem as condiQes necessarlas para bem ser-
vir os postos, e de ordinario se prestan 1
isto com muito prazer. ( Afolados. )
Ao art. 97, no qual se declara que os of
ficiaes honorarios do exercito e os guardas
de honra, ficam comprehendidos na disposi
(So do art. 93 da resnluclo de 35 de outubro
Minas ums emenda supprimindo as palanas
--Guardss de honra ;mas eu creio que, re-
flectindo sobre este ponto, elle nflo duvi-
dara retira-la. O artigo da resoluQflo he
assim concebido : 0< olliciaes dosextinc-
a tos corpos de miliciss que nfio vencem
a sold, os de ordenanzas, e os da guarda
de honra, qoe segundo a lei no t-uliain
perdido ss suas patentes, e que tiverem
os requisitos cima declarados no art. 13,
podero ser pleitos olliciaes da guarda na-
cional; sendn-lhes livre porm deixsr de
aceitara eleicflo quando esta fr para pos-
a tn inferior ao das suas gradusctJes
Ora, o honrado deputado entende, S'gun-
ilo o que colligi da sua argumenUcfio, que
hedesneessaria a disnosicSo do projeclo a
respeito dos guardas de honra, isto he, das
simples pravas da guarda de honra, por
nflohaverna guarda nacional posto algum
de ollicial que seja inferior ao deslieres, de
cuja graduseflo ellos j gozam em virtude
do decreln da sua creafto.
O Sr. fiai de Cartalko: Apoiado..
O Sr, l'mna i Note porm o honrado de-
putado que a resolufo de 1832 s manda res -
pelar as patentes, e que nao as leudo as pra-
f ts do eatincto corpo da guarda de honra, em-
bnra le conferiase a lodaa ellas a graduajo de
alfcre, muila gente entende que esli hoje
obrigadata servir como simplesguaidat naci
naes. (Apoiadoe.) He pola o flu do artigo ga-
rantir-llics isenco, como j se retolve a rea-
pefeo dos ofnciaes e pareceudo-me Isto de jus-
tica, no posto aceitar emenda tupprcitlva.
(Apoiadoi.)
Ao art. 31 olTercci una emenda explicando
(!!- a faculdade que teiu o governo da dispen-
s ir do ejercicio os Cummandantel superiores,
os nmclaet do seu estado malor, e 01 com man
dantes dot corpnt, he tambem applieavel aos
commandantea das aeredea de baialhflea e es-
quadroesavulsot. Dando-te a retpeito de uo
e muros as mesillas rasiies, eu capero que a,c-
mara se digne approvar eata emenda, que a-
clara o teutido do projecto.
O honrado deputado par Sergipr, diicorren-
do sobre rite artigo, diste ,|ue nao coinprehen-
dia bem o que era eata dispensa do servico pot
lempo indeterminado: e o honrado depuladd
pelo Para obaervou que ella equivala urna per-
felta (lemisio. Devo, pois, eapllcar que ad-
niitida a vilalicledade dot pottoa como princl
pi cardeal deale projecto, occorreu Ingo que o
governo poderla acbar-sc em inuitos embara-
ces quando tivetae nrcctsidadc de ter auxilia-
do por commandanlet de corpot que o bostili
taitem abertainenle ou que nao lucrecesaem a
tua panlciil.ir conflanca. Este inconveoleule
nao defxou anda de ser reconhecido por urna
s daa pettoat que tein eatudado a quetijo, e
todos concordan em que aduiiilida a vilalicle-
dade dot poslos. ser inditpensavrl deltar ao
Koverno alguma liberdade de aeco aobre 01
commandos, pois que seria injusto e al ablui-
do fat-lo responsavel pela manutenco da
Iranquillidade publica e obriga-lo a servir-se
de agentes que nao Ihe inerecessein conauca
He etia, pois, a raso do arligo que no per-
mute a deinittao dot omciaet da guarda nacio-
nal, mas permitlc que ot cuinraandantet tejara
dispensados do ezercicio, gozando entretanto
at honras Inherentei a seos postas A dispen-
sa poder durar ernquaoto subsistir a ratao da
talla de conli inca, e logo que haja um novo ni i -
nfitro ou presidente que deposite conflanca no
ollicial, poder chania-to ao rflectlvo ejercicio
do teu pollo, que entretanto lera tido oceupa-
do pelo tubttiluto que a lei designa, evitndo-
te asaiin ot muitoa inconveniente! que hareria
em Harnearse outro ullicial vitalicio para sup-
prir a vaga.
O honrado deputado por Pernambuco que
falln hoiiieiii, reconhece que 01 postos devem
ter vitalicios e da esculla do governo, mas leva
a sua opinio a mu ponto que rae parece ei-
eessivo quando diz que os proprios comman-
danlet devem ter permanentes, pola que ne-
liiima raio poder haver que nbrlgue o go-
verno a dispensa-Ios do ezercicio, a nao aer o
interette de vencer alguma eleican. Ku n.in
duvido que no tempo amigo, tb o regi.nen de
outro sysieuia, quando nao era licito ao cida-
do discutir os negocio! pblicos, quando nao
havla partidos polticos, nao duvido, digo, que
folie possivel a permanencia dot commandan-
tea no servico de leus poslos, porque bastarla
que fostem homent de bem eiatelligentes, pa-
ra que deiempenhaitein o seu dever em todo
o caio; mas boje que temos o lyitema repre-
sentativo, hoje que a naci ae acha dividida,
em partidos, oje que a poltica Influe nos ine-
nore acioi do servico publico, boje que inul-
tos funeconarot conalderain como ponto de
nra trabalhar quanto Ibet fr poi-ivel para
que o pettoat do governo teja substituido por
outro da aua parcialidade, nao rae parece ad-
inltiivel a iheoria do honrado deputado, por-
3ue a ezperiencia tambem not motira que ain-
a querendo ura presidente de provincia inos-
trar-se fmparcial e comnletaaaaua iinnho s
lutat dos parlidot, lio miiiloa ai roibaracos
que ae oppoem tua marcha, 'te dte tem de li-
darcoincoinmaudaniet de forcaaque tambem
desejam servir a interettes que alo diversos
dot da adininalracao. {Apoiadoi.)

x2m
I Vf.'lUar,,

Ao nobre deputado por Sergipe parece dea-
oeceisaria a crcaco dos ebefes do eslado-
malor, por seren ai suas atlribuicOei quaii
iguaet i do! commandanlet tuperloret, e lan-
o que o mesmo projeclo permille que em cer-
tos caaoi exercam cuinulatvamente ainboiot
poitoa; e eu exporei algttraaa ratet que, a
uieu ver, justificara etta creaco. Entrndo.
como j ditie, que por via de regra devem os
pusim da guarda nacional ter conferido! aot
cldadot residentes nos distrieloa dot corpos
que mais le diilinguireiu por seu bom compur-
tauento, fortuna, policio social, etc., e creio
que uinguem desconhecer que esta regra de-
ve 1er por mullo mais fortei ra-e observada
no provinrnto dos commandoi superiores He
porm lunegavel que eulre os limneus que ir
achainein taesciicumslaiicias oidltoi ha que,
ilesejaodo prrstar-ieao tervico publico, e ten-
do bailante geueroiidade para despender com
elle o leu diuhelro, como muitas vrzes ir f.u
necessario. nao tem todava noces algumas
militares, neui podein dlstrahir-se daadininis-
tracio de suas fazenda e negocio! para cuida
rem como convin de lodos 01 delalhei da
nesmo tempo que ae aproveltar no ezercicio
deite posto o presumo a Influencia de um rl-
'o fazendeiro od praprletarlo, haver quem ie
dedique eapeclalmcnlc a certaa funccei que
Me n.o pode beuixercer, eoraa aejam as de
dirigir a iniruccao da guarda nacional, regu-
lar a eicripluracao de todos ai livros e mappas,
guarda e distrfbulcan do armamento, que he
ohjecto de grande diipcndin para o citado, ele
Taes sao, segundo o projecto, aa principan I-
tribuicei doi chefes do eiladn-tnaior, que o
governo poder tambem escolher de entre os
olliciaes do exercito, mrmente ae fr paisano
1 commandante snpperior de alguma capital
ou lugar importante.
A' ultima parta do artigo 35 offereci urna
emenda tomando mais clara a disposlcao do
projecto, pela qual ae determina que os offl-
claei que ntudarem de domicilio possara flear
ggregadoi a outros corpos. A emenda expli-
ca que itto ter lugar inda quando o ollicial te
nude para diversa provincia, por ser da loteo-
(So do projecto garantir-Ibes a vilalicledade da
patente, nao s naquel la onde forem nomeadoi,
nal em todo o imperio
Outra emenda que otferecl ao artigo 37, tem
por ti ni combinar a douirina do meaino artigo
com 1 do artigo 50, para que fique claramente
entendido que no cato de comraetter o officlal
algum dos criuics que a lei considera como
motivo para a perd do posto, nao he eata a
nica pena que necetsa'lainente ae Ihe deve
iinpAr, e que o couunandantet e o conaellm
de disciplina podem tambem appllcara de re-
prehentao ou pristo pur malor ou menor pra-
zo, segundo a gravidade e circujnttanclai do
calo.
O Sr. Atnmlmja i Assim aalva-ae alguma
contradice ao que parece exittir.
O Sr. Pmna : Kolemler o artigo de outra
maneira, lato he, tein admltiir a gradacio d
penas, parrce-uie quesera absurdo, porque o
i'unarlho de disciplina ver-te- ia na collisajo de
absolver o reo ou de pnni-lo com a balxa do
posto, atada quando o crlme toase acainpanha-
do de circumaiancias que aconselbusein a im-
posicio de oulra pena muito maior.
O artigo il do projecto reconbece a vitalicle
dade dos postos da guarda nacional, conferidos
ein virtude de legitlacao provincial anterior
interprciacao do acto addlcional, como se ex-
plica em oulra emenda que oflerecl, e ntop-
niet que te maiiifeitam tobre elle ponto sao
lio diversas, que al um honrado deputado da
oppnsicio, que impugna at baaei do projecto,
veio a achar-te de perfeito acc-.rdo com outro
honrado meinbro da raaforia que tem tomado
a peito a tua dtfeta. Amb ellet entenuciu
que ic deve lupprimlr o artigo 42 que reco-
nbece a vilalicledade dot poatot garantido! por
legitlacao provincial, assim como a ultima par-
le do artigo 41, pela qual ae pennitte que os
servicoi at agort prettados pelos offlciaei da
,-uarrla nacional poaram ser levados em cunta
para a concessio das reformas de que trata o
projeclo, por parecer aos nobres diputados
que, alm de nao haver meio algum seguro de
apurar boje taet servicoi, teria injusto privar
deise beneficio muitos cidadioi que eouiquan-
to lenliaiu ter vida em lempos anteriores, nao
occnpain actualmente posto algum. Eilai
questes lio realmente gravea e digna* da par-
ticular attencao da cmara; por mais porm
que reQicla sobre ellas, nao posto Jecidir-me
a auppriiuir o arligo. Nao digo queasasiem-
blai provinciaet procedeiiem com acert le-
gislando como legislaran) tobre a guarda na-
cional; nio duvido que fosse contraria ao espi
rilo do proprio acto addicional tuda casa legis-
I icio que creou postos vitalicios e aulurisoii a
reforma dot ofUciaea com honras militares;
mas, sendo tambem um faci Inoouteslavcl
que a uicsma lei da inlerpreuco reapeilou as
leii provncaea at ento promulgadas, acbo
sumuia ditliculdade e iiicouveiiieutei em au-
ouII i-las hoje, daa)do por nao exilente ludo
quanlo ae fez en) virtude dellat. {poiadu )
Se este argumento nio parecer procedente -
liielles tenhorea que entendem que o poder
legislativo, interpretando o acto addlcional,
apenas suspendeu o seu joiso sobre estas lell
provinciaet, tein decidir da aua conaiituciona-
lidade, apretentafe outra raso que rae parece
ponderla, qual a de lerein ldo uuiiios deties
olliciaes vitaliolos recoubecidos como taei e
em pregados pelo governo imperial ou por aeut
delegados, com sciencia e conienliinento do
corpo legislativo, como aconteceu a respeito
do digno lenenie-coronel da guarda nacional
de Pernambuco Francisco t.aroelro Machado
lliot, que, em virtude de ordew miaba, reuni
o batalhio de seu cumulando no momento em
(ue rebentou a revolta eque ful ltimamente
remunerado com urna pernio pelos relevantei
servicoi all prestadot. E ser conveniente,
aera justo que agora te declare que taca postot
nio develo subsistir, que este recenhecimento
anterior nada vale ? Ueinalt, teuhores, qual
He o grande favor que o projecto concede aot
actuaet ofAciaes vitalicios das provincial ? Dii
que s serio obrigadoi a aervir em poitoa
iguaea ou superiores aos que actualmente oc-
cupam; mas lambn delermiua que srjam
privados das tual patentes le nao aceitaren) ai
noval nomeafei
U projecto s pode ser considerado como
muito favoravel aot ofliciaes reformados, por-
que reconbece a vitaliciedade de suas patentes,
iaenlando-os de todo o servico; e eu nioduvi
Uo que potta ser justificada com bas raset
alguma emenda que teuha por fim equipra-
los aot olficiaet ett'ectivot, quando nao ae a-
chein realmente Imposibilitados por idade ou
molestia, para que nio conlinuem a gotar as
honras que sao propriat de elevada patentes
muitos individuos que nunca prestaran! servi-
co algum real, e que liverain reforma ou por
mero lavar dos prndenles, ou por trre hos-
til admiiiiilracaO. A auppreasao, porm, de
todo o artigo 42 nao me parece raaoavel nem
conveniente, ltenlo o grande numero de of-
ciact vctallcias que exiateiu, nio s em varias
proviocias dottorie. nial lainbem em algumai
do mi. Quanto ultima parte do artigo 41,
observares que a sua fiel execuco oao poder
dar origem a injustica ou desigualdade que r-
cela o tronradu depuiado por Minas. Ah se
permille que os servicoi .at agora prestados
neln aolnaea omeiaea jain levados em conta para a concessaoda re-
forma em caioi especialmente recoiumenda-
veii, e pela maneira que determinaren] 01 re-
gulamentos do governo; mas ni* veda que o
inclino se piatique a respeito daquelies cida-
daos que tendo j tido ofliciaes, se a
utidos. Se riles forem uovainenle de^Bcba-
doi para qualquer poitu, poderlo la 111
contados leus servicoi anteriores, con
tica a respeito dos itulitarrs do ese '
funcciotiarios de outrai clatset, que
forma ou apotcmadarla.
dar se aobaia (parte dos
canos.
referidos Afri.
Correspo.idenca.
Sr. Josqnlm de Oliveira Hala Jnior.
Como sus merc, na carta que com direc-
clo ao Sr. Josquim Fernandes da l.uz, fes
publicar por este Diario, lembrou-se de fal-
lar em meu nome, dando como baldo de
vr.dade quanto eu dissera em reiposts a
que Smc. enderesssra a respeito dos ala-
guis, nSos da casa em qtieStnc. tem loja.
innflo tambem daquella em que a tem os
Srs. Jos da Silva Campos 01 C releva que
Kmpereca eu ante o publico sensato psrs
leverar que he pura verdade quinto
naq tiella occasiflo cerlifiq ueibem como que,
levando eu ao conhecimento de meu irmflo
* escapatoria a que Smo. como verdadeiro
capa locin,|e soccorreu qusndo Ihe eu com-
muniquei sua daliberagflo, recebi o'dem
lelle para o mandar ajuizsr, e Ique dexei
de cumprir esta orlen! smenle para fur-
tar-me a questinnar com um picaro que
sempre despresei, nio tanto por sua figura
asquerosa e nausesbunda. quanto pelo seu
procedimenfo, em tildo Indigno do horneen
qu* se estima.
Quanto a haver quem diga que ss'duvidas
acerca dos recebi entos dos slugoeis da
caa em queso acha en eslabeleciJos os Srs.
Campos & C datam da compra da loja,
misier se fsz observar que ha nisto com-
pleto engao, pois que desss dsta emdisnte
apenas tem hsvido alguma perplexidada so-
bre devesse ou nSo assignsr ums escriplu-
s-de trsto. \
Por tan tn, Sr. Mais, cuide em pagar estes
decantados singuis; esforc-se por ser
homem de bem, se de lanto he capaz ;
procure meios de defuzt mais honestos, se
he que podem elles estar so seu alcance ;
-nflo proced como.iquelle que, braco a
braco com encapellatlas ondas, e prestes s
afogar-se, agarra-se i frgil palbinha como
a urna boia de salvicfl.
Falla sua merc em pureza de conscien-
ia !..... Oh! Sr. Uaia, que he essa a manir
das irrises .. Essss palsvas, Sr. Maia,
tilo cabem na bocea de sua merco,nem po-
iifln sahir-lhe dos bicos da pennat
NSo, se lal S'iccedesse, lijos que 6 conde-
ce perfeilamente, Sr. Maia, que le nn fun-
jo do seu rugido coradlo, que-sabe do seu
nassado,do seu presente e do seu futnro.in-
lignar-se-hia de tanta hypocrisia ; e, justa-
mente irritado,o emmu leceria, ou o fulmi-
11 ira com umraio.para lirar-lhe a aceto que
na merc abusara, para lancar sobre o pa-
pel mentiras to palpitantes!... Kssasexprs
sps.pois.nflo sflo suss,alguem,sem ser o seu
Confessor, malignamente Ib'as emprestou.
Vou concluir, Sr. Maia e o farei decla-
rando solemnemente que o desmentido que
ah deixo escriplo fol smente dietsdo pelo
respeito quedevos mim mesmo eso publi-
co, e no pels imprssflo que porventurs
em mim flzessem as suss palavras; pois que
estas nflo medespertsram senSo desprezo
psrs com o misersvel que as emoregou.
Ao terminar, previno so Se. Maia deque
Jho nSo darei resposta alguma, qqalquer
que seja s provocaeflo que anda urna vez
elle porventura mefara: minas vida laborio-
sa, o ardente desojo que tenho de bem cum-
prir as obrigar,es a que me ella snjeila, os
osforc-os que emprego para chegar aseme-
Ihsnle desidertum roe pcrmiUein que
me oceupe de polmicas pela imprensa
Sou ele Jo*o A. G. Guimariet. Hecife,
6tojulliode 1850.
COMMERCIO.
ALFAMIKCA.
Hend ment do da -2G.....
CONSULADO CEHAL.
Hendimento do dia 6.....
Diversas provincias ......
2:618/280
953,9*0
18.333
2:2,593
ro existile no (1ro ds rus da Roda, na pra-
C* do espiro, perlencente a crioula Mana da
Contyirjflo, afJm de que, sendo pelo mes-
mo Etm. presidente veriflesda a ulili-
dade municipal, posta a cmara tratar da
desapropria^So do mencionado lelheiro, nt
forma ds le.
E, psrs constar, se maodou publicir o
presente. Paco da cmara municipal do He-
eife, em 92 de Julho de 1850. Frantiieo
Antonio de Olitatra, presidente. Manat
Ferrelra Aceioii, secretario interino.
Declarat^oes.
Pela insoectoria do arsenal de msri-
nhs se convida a todus os chafes de familia
que queiram mandar ensillar a seus filhos,
ou tutelados, que tiverem a idade de 12 sn-
nos psra mais, o cilicio de carpinloiro de
machado, a se entanJerem com o respecti-
vo inspector em lodos os diss uteis oas ho-
ras do expediente.
Inspectora do arsenal ild marinhi ds Per
nsmbuO, 26 de julho de 1850. Rodriga
Thiodor* de Freilai, inspector.
PAUADORIA militar.
De ordem do !!!m. Sr. coronel inspector
Jos deBriio Inglez em cumprimento da
portara do Exm. Sr. presidente da provin-
cia de 99 do corrente, se fsz publico, que
esta pagadona pretende comprar, alim de
serem remeltldos para a ilhs de Femando
de Nnrnnha, os Objectos seguintes : ferro
vergallifln redondo de S 1/2 polleg'sdss do
grotsura, %0 palmos ; dito da Suecla, verga
fina, duas arrobas ; acogrosso, meia arro-
ba, sen-loda melhor qqalidade que houver'
no mercado .- as pessoas qoe tiverem estes
objectos e os qoizer vender, apresentarflo
uas propostas em csrta fechsda, no dia 97
do corrente
Pagadoria militar de Pernambuco, em 93
le julho de 1850. No impedimento do es-
crivflo, o ollicial, loaquim Ptrdlra Rallos.
Antonio Egidio da Silva, segundo t-
ente encarregado do reconheci ment, me-
IiqSo e deroarcafflo dus terrenos de mari-
nhs, convida aos Srs" abaixo transcriptos,
que requereram afortmentns de terrenos de
'riarinlia a compsrectfrem, ou seus procura-
lores, ns casa de sua residencia, na ra Di-
reita, n. 78, para se Ihes marcar o dia em
que se tem de proceder medicJo, demr-
catelo e 3valia(So doseus terrenos, aliro de
seietn passadosos ttulos respectivos deafo-
ramenlos pois thesouraria da fazanda : os
lier leirns do fallecido Antonio Teixeira Lo-
pes. D. Josefa Rufina de Souza Rangel, Jos
Marrelliuo Al ves da Fonseca, benleiros do
fallecido Jos ds Cunha Teixeirs, Manuel"
ConQsIves Pereira, Jos LuirdeSouza, ad-
ministratjflo do patrimonio dos ni pililos, Jo-
s Policsrpo de Freils, Luiz da Azcyedo,dos
Ssntos procurador de Anua Rila de Faria,
Antonio Joaquim deSouza Ribeiro.
Avisos martimos.
( Continuur-ie Aa.
- iganitacao, ditci| lina e trrico da guarda na-
meados oflicaes os guardas que tiverem aa["lon,,.v Parece-me, poli, que creado" o, chefe.
qualldades de eleitor, exceplo a idade, poisf de estado-maior ser mais fcil achar quem
que esta, segundo a doutrins do projeclo,'possa oecopar ocouuuando superior, eque ao'
mcoirr, is > jdlho di isss.
Xa ai 17 do correle, apretieniidu o or.
Rndolpho JoSo Karata de Almeida, delega-
do supplente em exercicio na freguezia de
Santo-Antonio desta cidade, 17 Africanos,
importados da llallis no hiate Amella, i con-
signagao dos Srs. Novaes & Corcpanliia, em
coosequencia de os reconhecer bucees : fez
oren-lar o Consignatario dos anesmos, e o
Sr. Antonio Ricardo do Reg, em ctijo po-
EXPORTACAO.
Despacho martimo no di 26
Psrahiba do norte, inste brssileiro Exala-
cio, de 37 toneladas : conduz o seguinle :
156 barricas de bacalho, 4 pipas e 43 bar-
ra vinho, 9 pipas vinagro, 1 caixs ferra-
gens, 3 barricas genebra, 19 lian is msnlei-
ga, 9caixase 10 resanas papel, 4 ciixas miu
iezss, toditas cha, 15 barricas cerveja, t
lita alpiste, 5 caitas Velas de esteralina, 4
voluntes louca, 8 ditos fazeudas, 3 Canas-
Iras batatas, i queijos londriuos, 600 arro-
bas careesecca, 70 Clitas sabflo, 7 ditas ve-
las de carnauba, I sacca arroz, 1 fardo fu-
mo em fulln.
HECKBEUORIA. DE RENDAS GERARS
INTERNAS.
Readimento do dis96. 509,356
CONSULADO PROVINCIAL.
Bendlmento do dia 96.....139,504
'oviohmHo d< forlo.
flania en Irado n dia M.
Terra-Nova -- 38 das, brigue inglez aVury-
Baker, equipagem ti, carga 1,813 barri-
cas com bacalho ; a N O. Bebor & Com-
panhia Fundeou no Lrr*eirSo.
EOITAIS
0 Illm Sr. inspector da Iheinuraria da fa-
zenda provincial, em cuiuprlmrnlo da rrsolu-
(o do tribunal administrativo de 4 du corrente,
manda fater publico que us dlaa 3(1 e 31 do
presente e prlmelro do prximo futuro mex,
Ir praca prante o mesmo tribunal, para ter
arrematado a quem mait der, o imposto de 90
por cento de ago'ardente do consumo no mu-
nicipio do Hecife, avallado anuualmenle cin
0:870 000 ra.
A arreinalaco aera frita por lempo de um
anno a contar do priiueiru de julho crrente a
30deiunhodelS5l.
Os licitantes que se propoierein a dita arre-
matacmi cunipai fcam ua sala das tesioes do
meiiiio tribunal not dial cima lodicadot pelo
meio dia, com 01 aeua fiadores competentemen-
te habilitados.
Secretaria da tberouraria da fazrnda provin-
cial de Pernambuco, 8 de julho de 1850.
0 2.' rscrlpturarlo aervlndo de aecrelario,
t. A, CatmUanli Onsttro.
-- A cmara municipal des cidade faz
publico que lem nesle dala olliciado ao
Etm. Sr presidente da provincia, mostran-
do conveniencia de ser demolido o telbei-
Vende-se o Brigue nscional denomi-
nado l'iratinim, de boa construc$6o, de
204 toneladas, promplo de um ludo psra
navegar a qualquer parlo com boa lancha e
bote, o qual se acha fundiado no ancoura-
douro da descarga da carne seces para ter
examinado por quem o perlender, e para
ajustarse cora os consgnatenos Amorim
limaos, ra da Cadatia, n. 39, prioieiro an-
dar.
-- Para o Aracety lem de seguir viagem
com brovidade o hiale Flor 4* Cururlpe, de
prmeira marcha e forrado de cobre : quem
nclle perlender car regar, pde-se entender
com o meslre 9a mesmo, Jos. Pereira no
trapiche d'Algodfio, ou na ra da Cadaia-
velha. n 17, segundo andar.
- Para a Ftgueira com escala por Lisboa,
com lodt s brevidsde, o patacho portuguez
Umria oaquino, de que he capitflo Manoel
da Costa e Silva : quem quizer carregar ou
ir de passsgeadirijs-se sos seus consigna-
tarios V. S. Rabel lo & F.'lho.
Para Lisboa pretende sabir at o da 7
le agosto viodouro o brigue portuguez
Novo-Vencedor, por ler s msior psrle da
carga prompta : quem uo mesmo quizer
c-rregar ou ir de passsgem, para o que
otTereca os meihores commodos, dtrijt-se
sus consignatarios, T. de Aquino Fonseca &
Filbo, ns ra de Vigario, 11. 19, primeiro
snlar, ou ao espitan na praja.
A escuna Emilia, de que he capillo e
prtico Antonio Silveir* Maciel Juniur, de-
ve chegar do Ceari por estes 4 diss, a se-
guir psrs o mesmo porto, o psrs a do Pa-
ra, com s msior brevidade': quem ni mes-
ms pretender carregar, poder entenaef-.se
com Joflo Carlos Augusto da Silva, na rus
da Cruz, n. 13, armszem.
Quem quizer carregsr no brigue aus-
traco i>; capitflo M Tadejevich, para Tri-
este, dirija-se aovice-consulado austraco,
rus da Cruz, n. 4.
Para o MaranhSo sslie, com a msior
brevidsde possivel, o bm condecido bri-
gue-escuna Laura : quem no mesmo qui-
zer csrregar, ou ir de passsgem, psra o
que tem excelleoles commodos, dirjs-se ao
capilBo na praca do Cotnmercio, ou a N i-
vaes & Companhia, ns ra do Trapiche,
n. 34.
Para s llaliia sabe, com a malor brevi-
dsde possivel, o hiale nacional Amelia:
quem no mes no quizer c-irregir, dirija se
ao me.-tre, ni escadinhs da alfjn lega, ou a
NnvaestV Companhia, na rus do Trapiche,
n.34.
Lt'ilao.
O coi retor Oliveira far leilflo da mo-
bilia do fallecido negociante Joflo Sttrwarl'
coiisislindo em sopbss, esdeiras, consolos,
mesas de sala, espelhos grandes e peajuenos,
cummodas, guarda-roups, loueadOTes, la-
t rnas, mesa de jantar, c uias d casados e
otitrss pare meninos, errstaes. loucs para
mesa e sobremesa, apparWnospere ch*. um
mtimo oculo do vernJMlgo. trej de co-
zinlis, etc saslm como de um carro o
qiais p8rfa!to qo .late nests cidide. pars
dousu um cavallo, um car.rinho dcscober-
lo um dito coberto e cavsllo, todos com
ar'reios': terca-feira, M do corrente. s 10
hora ds manha, no sitio onda morou di-
to Slewarl, na airada de S.-Amaro, pn-
meira cUtk^quiMh^pati^^PO!^^
"Avisos diversos.
Otferece-se, porpre^o commodo, una


-
ornamentos completos para a celcl>ra(So do
ganto aacrilicio da missa : quem precisar,
dirija-se ra larga do Horario, n 8.
A Marmota.
Saino honlem do prelo i Marmota n. 33,
csi inlrresgante pira os redos e mocos,
trz um artigo sobre a instriiccSo publica,
noticia! do inferno, urna carta de Ferrabrax,
a manel'a depassareehoras, urna remessa
ao Conciliador, ricas e novas poesas, final-
mente est de chupeta ; a ella, ella, fre-
guezes, coni 80 rs. acharis vtnda no A-
terro-da-Boi-Vista, loja de ntiudesas, n.
i*, dos Srs. Estima & Ramos ; ra Nova, lo-
ja de louca, n. 7, do Sr. Joflo Ignacio ; ra
do Rozario estreit, deposito de assocar do
Sr. Cardiai; e na praoa da Independencia,
lojade miudezas, n. *.
Aluga-seuma preta captiva ou forra pa-
ra fazer o servico de urna casa de Unas pes-
soas : na ra do Queimado, n. 22.
-- D-se at uro cont de ris a juros so-
bre penhores de ouro e prata : na ra de
8.- Rita, n. 14, se dir quem da.
Ilyolhfca-se pela quantia de 600,000
rs. a terca parle de um sobrado de um an-
dar, de maior valor, sito nesta cidade: quem
tal negocio quizer fazer, annunrie.
bapparceu, no da 86 do rorrente,
da ra do Vigaiio, n. 3, um dog de rafa in-
giera com os signaos segAiinles : cOr preta,
ps pardos, com urna marea branca no pel-
lo ecoleira derouro : .quem o legar, quei-
ra leva-lo mesma ra, o. 3, que aer bem
recompensado.
Alugam-se os primoiro e segundo an-
dares (la casa da ra da Madre-Ue-Deoe, n.
26: a tratar no armazem da mesma cas,
dss 11 horas da manhfia al as 3 da larde.
Precisa-se de urna mulher forra, que
saina eozinhar perfeitamente : quem esli-
ver nestas nrcumstancias, appartca na ra
da Cruz, n. 53, no ultimo andar.
-- Aluga-se-um famoso escravo para todo
o servico : un ra do Livrameulo, sobrado
n. 1, no segundo andar.
-Rodrigo da Costa Carvalho niudou o
seo eacriplnri para a ra da Cruz, n. 95.
~ Jos Euzebio Alies da Silva embarca
para lora da provincia a sua escrava Rosa.
Precisa-se de um feitor que entenda
de jardim, podar e enchertir, que lie para
um aillo perto da.praca : na ruada Cadeia
do Recife, n. 80.
Lembra-seao Sr. N. S". o pagamento
d 38,tOO rs. de aluguel de Casa en que mo-
rn na ra lo.p> rial, cm marco de 49, e se
n.lnaedignarfazc-lo, se diri ,nais alguma
causa.
Manoel Antonio dos Santos declara
que por ha ver outo de igual nonie, de hoje
cm diente, se essignaiA por Manuel Anto-
nio dos Santos Fontes.
-- Deseja-se saber se existe nesta provin-
cia Francisco Jos da Costa, natural de Por-
tugal, freguezia de S.-Tiago de villa Secca:
na ra do Collcgio, taberna n. SS, a nego-
cio de seu intereeso.
Offerece-se una mulher para ama de
cassdepouca familia, a qual engorme e
cozinha : no becco do Lobato, n. 10.
A' v Isla do annuncin que o abaixo as-
signadp lem feilo nada lein podido conse-
gu', l'ogo assim pede-so a< s Srs. Francis-
co lli-lgadn de llorha, Joaquim Urbano. Lu-
inarui. Jos Norberlo Casado Lima, Tilo
Lirio PorJn-Carreiro, Joflo Coutiuho, que
ilirijom-se a loja do abaixo assigndo: boas
imiiiii leu de continuar com uulros Srs. ,
si'in ter a menor coniini,>la'c3o, caso nSo
venbam pagar o que devem.
lelurmino iot Simlot llolcdo.
llanoel Marques da Costa deixou de
vender ago'ardenle de prodcelo brasi-
lera.
Manoel Antonio da Silva deixou de ven-
der ago'ardenteem sua taberna.
Previne-so ao Snr. commandanto do
forte do Buraco, que o canoeiro que da
agoa para o consumo do mesmo forte, ara
ha de encher s canoa com agoa salgada, lo-
go defron'e da ra da Aurora.
Precisa-se de urna ama para comprar
p eozinhar: no Aterro-danares-Vista, n.
5, fabrica de charutos.
Jos Francisco deMalozmhos faz scien-
le ao respeltavel publico que d'ora em dian-
te se assignara Jos Francisco de Mallos.
A rmandade da gloriosa S. Anua da
igrejada Madre-de-l)eos pretenda solem-
nisar com a pompa devida a fasta da mesma
Santa, no dia 8 do crrante, com missa
ora, sen lo orador da fesla o reverendo pa-
dre mestre JoSo Capiistano de Mondones, e
do Tc-Dcum, o reverendo Uei Cantillo. E
para mSls.billhanlisnio de tilo religioso ac-
to, convida a todos os irinSos e devotos, se
dignooi comparecer com a sua assisloncia.
r l.ri-B e engommi-se roupa de ho-
mem e senhora : no paleo db Terco, n. 17.
Arrenia-se um grande sitio margem
do rio confronto ponte de llenos, com
grande casa que acommoda qualquer fami-
lia, estiiharia para quatru cavallus e ulna
grande baixa para capim, haveildo ji gran-
de quanlidade, slgumas fructeirss e ba
agoa : na ra Nova, n 67.
Aluga-se um prelo cozlnhciro, sem vi-
rio e proprio para qualquer outro servico :
uo armazem da ra Nova, n. 67
-- l.ra-.e eengomma-se, e luma-se cos-
turas de loja : ludo por preco cominodo na
a sua conducta : na rus Direita, padaria nu-
mero 79.
Negocia-se, na travessa de San-Jes do
Manguind, um terreno cun as seguiutes
bemfeitonas : um telheiro proprio para duas
caaas, e no fundo deste urna casa delalpa,
tola ledrilhada a com commodos: ludo
por diminuto preco : a fallar no Aterro-da-
lloa-Vista, loja de sellelro n. 58, que se di-
r quem faz este negocio.
Aluga-se um molequede 14 annos, pro-
prio para todo o servido do casa e roa .
quem precisar, procure no pateo do hospital
do Paraizo, sobrado da esquina, n.4.
Manuel Alvea da'Costa Pereira faz scien-
te a todos os seus credores que hajam de
presentar suas contas, no prazo de tres
dias, contados da dala desto (24) para seren
conferidas.
Troca-se urna imsgem de S. Jos, que
lenlia palmo e meio de altura, e aeja per-
feta : na ra das Cinco-Pontas, n. 82, ou
annuncie.
Deseja-se saber quem so os berdeiros
do Portuguez Joaquim Nunes Pereira de
Faria, fallecido em 1838, para se Ihes fallar
a interesse dos meamos.
C. J. Astley & C. mu da rain
seu rNcr iptorio e armazem de fizen-
Jas para a casa junto, que anli-
gamentefoio Iloiel-Pistor.
Aprigio Jos Cesr, eatabelecido na
cidade du Ccart desde 1834, tendn lido con-
tas nesta praca com diversos negociantes,
declara pelo presente que nada deve nesta
praca ; mas quem se julgar seu ciedur, lan-
o por documentos como cunta de livro,
queira dirigir-se ra da Cruz, no Recite,
ir,33, para ser salisfeito, no prazo de 15
lias, depois do qual nao ser altendid
qualquer reclamacAo que possa apparacer
para o futuro. Recife, 22 de julno de 1850.
--Precisase lugar urna preta para ser-
vir a urna casa de pouca familia: na ra
larga do Rozario, n. 26, loja de miudezas.
-- Dionizio Lopes faz publico que de hoje
em diante se sssignar Dionizio Hilario
Lopes.
ltenlo.
Fugio, no da i3 de correnle,
um prelo da Costa, de noms Cle-
mente, reprsenla ter 35 annos
pouco mais o menos ; leou ca-
misa de algodao da trra em fa-
lla e de mangas cu i tus, calcas de
ilgodciozi.iho toncado azul ; tem
os dedos da mao direita um ponco
encolliidns, proveniente de um ta
Iho que levou sobre o braco ; as-
sim como tem um outro tal lio so-
bre a cabeca procurando a testa,
se torna bem conbe-
cido : quem o pegar leve-n a
^
Theresa Maris de Josns Lelo, avisa ao res-
peitgrel publico que os bens de Jos Fren-
risco da Trinesdo, ex vi dosarligos 27, 2f,
30 e 31, S 3 e32 do cdigo criminal, estilo
lega!.nenie hypothecados a satisfacSo do
damno.qua o mesmo Jos|f*renciscu da Trin-
dade causou a dita Tlureza Mara de Jess
Lefio, entilo solteira, por meio de varios cri-
nies de eetdlionato, que eoinetteu contra
ella desde 1845 a 1848, e por cuja .atisfaeflo
oannuncianla, juntamente com sua dita
mulher o estilo demandando pelo juizo do
civel desla i'idade ; por isso ninguem pode
contratar validamente com o mesmo Jos
Francisco da Tiindade sobre alienacilo, tro-
ca, doacilo ou hypotheca de alguns dos
bens que elle poesue.
Na ra Nora, loja n. 58, se diri quem
d 400,000 rs. s joros, com hypotheca em
casa terrea.
- Pede-se ao Sr. JoSo Eduardo Chardon
que antes de sabir ?ara fra do imperio v
ou mande pagar na roa da Uuiilo, a quantia
de 20,000 rs do que S S. nSo ignora; do
contrario, o annunciante lera a honra de
o acompanhar al a bordo com esle a (inun-
do:
nmmftikfitkttlkft\istMtfftf9Ntittklt\r
a>oW*vavW.* IISJro^r^Wj^^jWT'^Saviia'^lOiw^^^,*'WOW^'W 1*
# 1
" CONSULTORIO CENTRAL IIOMOEO-
PATHICO DE l'BRNAMBUCO.
Dirigido pelo
Dt. Sabinf OItgaro Migira Pinito. g
Ra du Trapiche, o. i5.
Todui oa dias uleia e darao consultaa
e remedios de grata aos pobre i, desde
a cabeca
por i.-so que
quem o pegar leve-n a ra
Imperial, n. 25, que ser gene-
rosamente recompensada. Este
preto suppSe se estar aoitido
nestas casas de, naco, pois he de
coslnme as-im praticar.
Signses do escraro fgido a 10 deju-
nho de 18SO: JoBo, pouca barba, idade 25'
annos pouco eoaia ou menos, nSo muito
nrelo, altura menos que regular, ps bem
feitos,falla brando e explicado,tini no quei-
s i lado direito uns carocus, julga-se
molestia, e da mesma qualidade lem nos
peilos : quem o pegar lare-o na ra da Ca-
deia do Recife, n. 36, no escritorio do Sr.
anual Concalves da Silva, a Jos Joaquim
e Miranda, ou no engenbo Gai|- a Manoel
Jos da Cmara Pntenle!.
--Precisa-se lugar urna ama secca de
bous CMlumes, e quo saina bem eozinhar,
ara uva casa de pouca familia. Dirigir-se
ra das Tnnch'iras, n. 19.
-Na ra Direita, u. 63, precisa-se de um
perito odicial da sapaleiro.
Ra
!
Precisa-se de quulro conloa de ris _
premio por qualro annos, pagando-se sn-
nual nenie o premio, e hypoih. cando-se pa-
ra segoranta um predio de valor : na rui da
Cadeia do Recife, loja n 50, se dir.
Quem precisar do urna ama de leite,
dirtj-a-sef Estancia, atrs da igreja.
* tro ifiiNii
O lbum
POS ACADMICOS OLIffOENSES.
Acaba de ahir o nume'o 5 deste pe-
riodico coolendo artigos de sciencia,
lilteralurs e religiSo. Assigna-se por
JJ 2,000 rs. durante o anno lectivo no
J Recife, na livraria du pateo do C.olle-
gio, casadoLirro azul, e em Olinda,
9> em casa de Leandro llezerraMoqteiro.
A ulrosim : os assigut nles, que nlo
O* recebe rain amia o iiuiiiuro 4, io-
deoi-se dirigir ss mencronadas casas. _
cifiiiio mm **?. rftb,,.^
-- O Sr. Francisco Antonio Pereira dos
Santos qneirn ler a bonJade de ir pasar a
m quantia de UI.6C0 rs. que dere, na ra do
LabugA, U 3, u euiquaiito n nSo llirr o seu
nome nao satiirA doata folha.
I ....
r>
a
o Q cimatlo, ii. 9
S-Felix.
Chegaram os verdadeiros charutos de S -
Flix. A elles antes que se acabem.
Manoel Uuarte de Faria,
doutor em medicina mudou sua
residencia para ra Ijrga do lo-
zario, n. 38, primeiro andar.
I>aguerreotypo
Do artista \ nguslin I.citarte
Tira retratos, paisagens, copias, etc., des-
de o tamaito o mais pequeo al 10 polle-
gadas( tamanlio que aqu anda ninguem
lirou) e muitu superiores, pela iuvencao
de Duguerreor, tanto em tumo romo col
ridos, em qualquer occaaiflo, e em muito
pouco teanpo, poia que em 19 segundos po-
de se rer um retrato e muito perfejlo, e sen-
do paisagens ou copias liram-se em muito
menos lempo, alineando e garanlinJn, in-
to a durabilidadedas cOre, romo a perfei-
t! ;?*?**nanca o m#amo ae ohriira ir ti-
rar em qualqner casa e a (qualquer hora. As
peasoa que se dignaren) procura lo, pdem
dingir-so ra da Cadeia, n. 26, terceiru
andar, das 8 horas da manhSa s 4 da tarde.
A o Publico.
Nos Coelbos, n. 13, defronte do hospital
novo, acaba -de abrir-se um estabelecnuen-
tu para a ronfeccilo completa de carros de
to las ss qualidadea : os modelos sSo sem-
pre do ultimo goslo, ou segundo rontadej
dos freguezes. Tudas aquellas uessuas qu;
se diguarem honrar este eslabeleciaieul
com a sua conlianga, serlo aer.vidas coso
promptidio e seguranca, lauto a respeilo de
obra nova, como relativamente a qualquer
especie de concert ou troco: guarnices,
pintura, rreios Neste eslabecimento a-
cham-se venda duas carruagens notas.
- Quer-se aligar unjescravo : na ra da
Au ora, escriplurio de C, Starr & C.
- O Sr. Manoel de Souza Pereira, dirja-
se ra do Sol, n., pas o lim que nio ig-
ito/a.
Reata anda 200e tantos palmos de ter-
reno para se aforar no sitio do Hospicio, do
fallecido bario da llaniaraca, os pretenden-
lea dirijaen-se a ra de Prea, n. 19.
- Paulino Manoel Thont Caboato, por
e cotno administrador de sua mulher,
4 pela utanhaa al as duas horas da larde.
j| A corretpondnclas e inforuin(oea
podarao ser dirigidas verualinenle, ou
por acrlplo, drvendo o aoeoie indicar
primeiro o nome, a idade, estado, pro- i
lissao, e oonaliluico segundo, as mo- ;,
leatias que lem lidoe osreinedioa loma- i
doa tercafro, a poca do appareciuien* a
lo da molestia actual, e a deacripcao mi-
nuefoaa doa aiguaes ou syiuploinas que 9
sullre 9
Dr. Sabino Oltgaiio ludgho Pinho. 'i
i_______
mwrwwmwwmwwum*imm*
Fassa portes.
Tiram-se passaportes para dentro e frs
do imperio, despacham-se escravos e cor-
rem-se follias : no pateo da matriz de San-
ie-Antonio, aobrtdo n 4, segundo andar.
O abaixo assignado, reodeiro do tra-
pichada companliia, e proprietario do pon-
to de embarque da ra do llrum, faz ver aos
Srs. negociantes desla praca e mais pessoas
interessadrs, que continua a embarcar os
voluntes miudos pelo preco da 80 rs.
L. A. It.de Almeida
Quem desejar ter leite de superior qua-
lidade, procure no Recife na ra do Tra-
piche, n. 44, todas as manhfiaa entre as 7 e
9 horas ; tarohem roulrata-se dar todo o an-
no a um a preco rasoavel: a fallar ao pre-
to no dito armazem.
Na esquina da ra do Cabugs, loja n.
11, junto a botica do Sr. JoSo Moreira, de-
seja-se fallar aos Srs. abaixo assigna los :
Joaquim Cordeiro Ribeiro Campos, padia
Camilo de Mendonca Furtado, Julio Mara
Fjeire, Antonio da Silva Angelo, Francisco
Caetano Pereira Cuimarfies, Joaquim Tara-
res Rndoval.
L O Sr. de engenho que precisar de urna
pessoa liabil, para ensiuar prineiree letlras
e para tomar conta da esrripturaco tenden-
te ao mesmo engenho : dirja-se a rus direi-
ta, n. 18, segundo andar.
-- A negocio de seus interesaos deseja-se
noticia ilo Sr. Francisco Luiz, da palliac
dos sitios da lleirada, disinrln de Coim-
bra, e esleve aqui oceupado na fabrica das
caracas; bom como do Sr. Jts Januario
Soares Ferrelra, sobrinho db fallec Jo padrt
Antonio Soares Ferreira, e casadp com a
Sra. D. Ignacia Joaquina de Jess Ferrei-
ra, ou queiram procurar a viuva Cudino&
Filho, na pracnha do Corpo-Santoou an-
nunelem suas residencias.
Precisa-se de um homem portugu >z,
pref riu lo-se natural das lllias, para feito-
risar alguns escravos em um engenho, dis
tanle desla capital 18'legoas : quem esti-
ver nestas circumstancias e souber ile-
sempenharo lugar, dirija-se rus da Man
gueira, n. 12, onde adiar rom quem fal-
lar eajuslar o pref o do.ordenado que se
conrencionar.
- Na ra do Sebo, n. (10, se aluga o bem
condecido moleqne Jonas.que cuzinlia.com
pra, he fiel, no tem vicios, e acuslumsdo a
servir a esirangejroa.
No dia 31 do corren!?, pelas quatro ho
ras da tarde, na ra Nota, a porta do Dr.
juiz do civel da segunda ara; se ha de ar-
rematara armadlo, utensilios e gneros da
taberna do finado Jos Parreia da Silva Lei-
te, sita na ra Nova, n.;j|: quem a preten-
der comparece que he a ultima praca, cojo
valor coosla do escriplo em poder do por-
teiro Scrra-Craiidu.
Perleu-se urna caixa de tartaruga pe-
quea, indo pela ra do Rangel, AssumpcSo
ePadre-Flonanno at ao pateo do Terco:
quema achou e a quizer restiiuir, dirija-ae
a ra do Queimado, loja n. 67, de Jos Mar-
tins da Cruz, queae pagara o achado.
**%vmmmwmmmm vmmwmmu
Horaceopathi.i.
Na Rabia escreve o Dr. afelio Moraeaa
sfum joruai iiu.a:?.;-:,.:i?'} iniiiui.d*
MEDICO DO POVO, no qual ae desenvol-J
"".Oes da medicina homceu-t
dito preceiios praticos pa-fe
(ivodas enfeniiidades.
nsultorio central homcoopathi-r
Pernambueo, rus do Trapiche-,
15, recebem-se assignaluras?
jornal, a 2,000 rs. por tri S.
dr'i m&tmmmmwmt
ado, 27 do crrenle, pelas qualro
(a, tarde, na praca publica duSr. Dr.
segunda vara se lia de arrematar 2
moradas oe casas terreas, na ra do Caldei-
reho, urna na ra de San-Francisco, e uri
sobrado na ra larga do lluzario, perlencen-
tes ao finado Antonio Joaquim deAzevedo:
os prelendeoles comparecew por ser a ulti-
ma [,aga.
feoclcdatjc Apoliinea.
A cmmissSo administrativa da socieda-
de Apollinea teiri marcado o dia 10 de agos-
to prximo futuro, para ter lugar a sua par-
tida ordinaria, e na conformijado dos es-
tatutos devem oe Snrs. sucios remello os
pedidoa do convidados a casa da mesma
sociedadeno dia SO do correle a tarde,
alim de seren couaiderados pola comoiis-
sSo, que tem ile reunir-se- nesso da, para
o mencionado lim.
Alguma mulher de idade, naclo-
ni.ou esl angeira, branea, ou parda, qu
pieira servir de cimpauhit a urna senhora
roupa, appareca n< ra do Collegio, n. 16,
primeiro andar, ou annuncie aua morada
> sdverte-sequea dita senhora viuva no
tem (iihos, e nSo exige servcos, alm de
iue voluntariamente queira fazer; e offe-
rece-se outras commodidades que com
vista se dir.
l)esencsminhou-se urna lettra da quan-
tia de 920,100 rs. sacada por Joaquim da
Silva Coelho, da Carabina, contra Me. Cal-
nont & Compaa, desta praca, a 20 dias
vista, a favor dos abaixo assiguados: roga-
ses quema ti ver adiado de a restituir aos
baixos assignados, visto estarem os acei-
tantes prevenidos : adverle-se que dita lel-
ira lem o numero 3,691. Bernardino ou
Honteiro i rindo. *
Manoel Joaquim de Souza faz sciente
ao respeilavel publico que d'ora em diante
so assignar Manoel Joaquim de Souza Ra-
mos.
Passaportes e ttulos.
A antiga agencia da ra do Rangel, so-
brado, n. 9, contina a tirar passortes para
dentro.e fra do imperio, despachar es-
cravos, correr folhas e requerer ttulos de
residencia, qur com prazo, qur sem elle :
ludo com a mesma presteza e commodida-
les nos ajustes.
Manoel Duarte Rodrigues, morador na
'Ua do Trapiche, n. 26, avisa aos seus ami-
gos o freguezes pharmaceuticos, que pelo
vapor l'aratiiu, entrado no da 21 do cor-
rente, recebeu una pequeua porcSo de ro-
los de salsa-parrilha, muito nova e muito
lina: os que ilella precisaron, puJein pro-
curar antes que se acabe.
Caf franjis.
Ra Nova, n. 69.
Todos os dias, das 5 liorna em
'liante, liaver caf feito com per-
feicSo e usseio.
Precisa-se di um primeiro caixeiro
nara um armazem de assucar, o qual entro-
la de comprar, vender e administrar dito
armazem, a quem se dar um bom ordena-
do : a Iralarcom Antonio de Moraes Gomes
l'erri'ira, no Mondego, toJos os dias de ma-
uhfla at as 9 horas, e de tarde das 3 s 5
horas.
Aluga-se, por anno, e por prerjo rasoa-
vel, urna grande e bella casa, muito fresca,
perlo dorio, com commodos para urna nu-
merosa familia, em S.-Anna de dentro, anu-
le morou o Sr. negocio Inglez Hoy le, a qual
tem duas cacimbas com boa agoa, biixa de
capim para um ou dous cavallus : a tratar
com l.uz Gomos Ferreira, no Mondego.
No subrado n. 10 da ra da Calcada, na
fieguezia deS.-Jos, aluga-se urna escrava
parda para ama de leite.
Precisa-se de um caixeiro que lenha
pralica de venda, e que d Dador sua con-
ducta -. em Fra-de-Poitas, n. 135.
--D-se pSo-de-loe bulinhos de venda-
gein a pretas, sendo boas vendedeiras, e
com responsabilidade de seus senhores|: na
ra do Rangel, 11. 15, sobrado de um andar.
.Ve mesma casa se vende urna rica cadelri-
nha, por preco com modo.
M*l^ssj!aaaapaaaaiieaawaaaaaaaaqai
Compras.
Cnniprain-se, para urna encommenda.
escravos de ambos os sexos, de 10 a 40 an-
nos : na ra do Raugil, n 57.
Compra ni so alguns escravos para en-
genho : a fallar na ra das Cruzes, n. 40.
- Compia-se una escrava de boi figura,
que seiba bem coser, eugomniar, cortar e
f cia : na praca do Comutercio, n. 6, 1 rimei-
ro andar.
Compra-se um par de consolos e um
soph de Jacaranda, anda que eslejam em
mo estado, com liiito que sejam moder-
nos: nesta typographia se dir quem com-
er.
C mpra-se umsnlera para urna janel-
la, com 7 palmos de comprimenlo e dous de
largura : na ra da Cadeia do Recife, n. 50,
laja
Compram-se latas que tenham sido de
holachinha de aramia : na ra Imperial,
n. 107.
Compra m-se, para fra da provincia,]
escravos de ambos os sexos, de bonitas fi-
guras, com habilidales: na ra larga do
Rozario, n. 48, primeiro andar.
Vendas.

Milho novo
Na ra do Rangel, armazem, n. 36, ven-
Je-se milito novo por commodo preco.
Cartas raiicezas para
vollarfl \
Vendem-se carias francezas para voltere-
ta, o niais lino que se pJe encontrar, pelo
barato prego de 700 rs. cada baralho : na
ra do Queimado, luja de miudezas, junto a
loja de cera, n. 33.
Ktries bordadas.
Ni ra do Rangel, armazem n. 36, ven-
lem-se duas redes de gusto para quem sabe
aprecar o que he bom.
Vende-se una casa terrea' na ra das
Trincbeiras, com commodos para familia,
e una meia agoa no fundo da mesma : na
ra du Rangel, 11. 64.
Sapalos de lustro.
Vendem-se s*patos de couro de lustro
para meninas de 8 a 10 anuos, a 500 rs. o
par ; ditos para senhora, a 1,600 rs : no
Aterio-da-lioa-vUla, n. 38, loja de JoSo Ti-
burcio da Silva Guiuurile*.
Na l'raca da Independencia, n.
33, loja de calcado,
acabam de cliegar de novo cortes 'de tapete
para bontein e senhora, a 900 rs. o par; sa-
palVs do A'Bcaly.a 900 rs.; pelles de couro
de lustro, a 3,700 ; ditas de bezerro fran-
cez, a 3,500 rs. ; sapalOesde lustro 1 ditos
de bezerro fraocez ; ditos da ierra ; sapa
loa de lustro para aenhora e meninas : ludo
por pieco commodo,
-- Vendem-se 16 escravos, sendo : a mo-
loques de 16 annos, ptimos para todo o
servico ; um dito de 22 annos, do senrico de
campo um dito de 28 annos ; um dito de
18. ptimoofficial de sapaleiro, e que
bom pagem ; um lindo raulatinho de Id
nos; urna negrinha de 15 annos; 4 ditas
de 18 a 20 annos, co-n principios d" costu-
ra eengomntaao ; 3 lindas pardas oiras, de
bonitas figuras, com as mesmas habilida-
des ; duas eseravas com as mesmas habi-
lidades ; duas escravas do servico de cam-
.po : na ra Direita, n. 3.
Vendem-se cpjeijos mui fres-
ces e o mais superios que lem
indo'do Gear : no largo do Li-
vramento, 11 ao, os pretenrlenles
n3o se demorem porque se acabim,
por ter vindo poucos.
A na existe urna ponjHo de excellen-
tecanella, a ella antes que so acabe : na
jua de S.-Amaro, o. 16.
Vendo-se ums parda que cose bem, f.i/.
lavarinto, engomma e co tipil a o diario de
urna casa : o mnlivo por que so vende he
ter seu senhor do retirai-se para fra da pro-
vincia ; um preto bom ollicial de serrador,
entende de sapaleiro, e he bom carreiro,
por isso proprio para andar com carroca :
na ra do Rangel, n. 38, segundo andar, se
dir quem vende.
lian lele tes.
Chegaram ltimamente ra do Crespo,
loja de quatro portas, n. 12, novos manle-
letese capotinhosde gros de Nades, fur-
ta-cres, o mais ricos que he possivel, tan-
to pela superior q-iadado como pelas lin-
dis coras, vendem-sa por pro?) rasoavel.
Vende-se superior leite puro, a 200 rs.
garrafa : na ra larga do Rozario, na por-
ta da esrada do sobrado n. 44.
Vendem-sc Clin los moleques de 12 a
18 anuos ; Sprelosde 20 a 25 annos, sendo
um delles sapate ro ; um pardo de 22 an-
nos, perito cozinhero, bolieiro e empalha-
ilui ; urna parda do 20 anuos, com hbili-
da les ; 10 pretas com algumas habilidades,
n que silo proprias pira lodo o sorvieo : na
ra do Collegio, n. 3.
Vende-se a armaeflo da loja da ra Di-
reita, n. 60, muito propria para sapatos,
couros, etc.: a tralnr na mesma loja.
Vendem-se dous relogios de ouro pa-
tentes, urna correle, 2 coraces, 1 appare-
lhodeprala,2 salvas, castigaes, serpenti-
nas, 1 par de esporas, 1 assucareiro, urna
bride, e outras obras de ouro e prata: na
ra estrella do Rozario, n. 28, segundo an-
dar
Vende-se um armario com 15 palmos
de comprimenlo, 12 do altura e 3 e meio de
largura, lodo de amarello, e com reparti-
mientos, o qual desarma-se todo, e lio pio-
prio para armazem de fazeodas para guardar
sedas, ou outra qualquer fazenda, por pre-
to cummodo : na ra Nova, n. 5.
Vendem-se peonas muito alvas e finas,
proprias para flores, ou outra qualquer obra
deste genero : na ra da Cruz, armazoai.nu-
mero 48.
Vendem-se leitOea de espelo : ns ribei -
ra da Boa-Visla, n. 40.
Ao niadamismo
Do bom tom,
Quand ha pechinchas
NSo se perde occasiSo.
Na loja da ra do Crespo, n. 10, de Viuva
Freilas CuimarSes, rendem-so gollas de
cambraia de todos os tamaitos, pelo bara-
to prego de 160 rs. cada urna; cortes de lfla
psra calcas a 1,000 rs.
Para a decania.
A pratica judicial de Vanguerve, exceden-
te consulta para os que principian! os offi-
cios du juiz o advogado : vende-se no pateo
do Collegio, casa do livro azul.
Vendem-se saccas de milnocom alquei-
rea 4,000 rs.: no Recco-Largo, venda.
Vende-se, em conla, um carro de 4 ro-
das, quasi novo, com assentos para quatro
pessoas, com cubera para lempo de inver-
n : para ver e ajuslar, na ra de Apollo,
coebeira do Lourenco.
-- Vende-se una pasta de na co, quo co-
zinha o diario de urna casa, e he bos qui-
tan leira ; urna dita do meia idade, que co-
zinha muito bem de romo e fogSo, refloa
assucar, engmm*, cose, e faz doces de to-
das as qualidades; nilo lem vicios nena
achaques : o motivo por que ae rende he
p ir nSo querer servir ao senhor : na ra da
Concordia, passando a puntezinha, es-
querda, segunda casa terrea.
Vende-se urna bonita escrava quitan-
deir.i, moca, com urna cria de mais de an-
no : tiiinbem se vende um carro com mui-
to pouco uso de carregar na alfandega : na
Roa-Vista, travessa do Veras, 11. 15.
Vende-se urna pr.nsa, ou armazem de
recolher, no Forle-do-Matlos, 11. 20, quo
fui de Alexandre Lopes Ribeiro, a qual tem
71 palmos defrentee 110 ditos'de fundos,
estando bem titulada, e prxima e alfande-
ga, sendo por isso preferir! a qualquer ou-
tra : na ra da Aurora, n. 4.
-- Vendem-se, us ra do Cabug, loja do
Duaile, franjas e riquififes para mantele-
tes ; 13a para bordar; toucas de la para
senhora e meninas ; bonetes para homem;
charuleiras de velludo ; chapeo de sol para
meninas, s 1,600 rs ; tesuuras para allaia-
te, barbeiro epara costura, fabricadas em
GuimarScs ; castices de vidro, a 1,100 rs.
o par ; maulinhas para pescoco de senhora,
* ?,?CC r ,:;pc!!;s 'e f!"r 'i I":::; : ;
campainhasde nova nveneflo, a 2,500 rs.
Na ra do Cabug, loja do lijarle, ven-
uem-se volantes, trinas, galOes e rendas
brancas e aniarellas, espeguilhas, por mais
cummodo precodo que em outra qualquer
parle.
Na ra do Cabug, loja de quatro por-
tas do Duarte, vendem-se ocuius de thea-
tro, a 3,500 rs.; enteias de cores de muito
boa qualidade, para meninos e meninas.
Bichas
Na ra do Collegio, taberna n. 5, voo-
dem-se e alugam-se bichas muito novas,
chegadas ltimamente de Lisboa, por ais
barato preco do que esa outra qualquer
parla.
Na ra do Cabug, loja do Duarle, ven-
dem-se quadros de diversos santos, com
molduras douradas, a 500, 600 e 800 rs.,
estampas linas; e chapeos de mole, a 5/000.
Vende-se a casa de bebidas da ra do
Trapiche, n. 28, proprio para qualquer prin-
cipiante, pela boa localidade e poucos fun-
dos : na ra da Cadeia de S.-Antonio, n.
26, lerceiro andar.
*- Vende-se um aculo grande de rer ao
longej por preco commodu : na ra Augus-
ta, u. 33,


.>>-..
.-tai. -*
wmm
RiiadoLivramento, n.lfl
Veade-ae cacado frmccz, obre milite
boa, sendo horzeguina de fazendas de core
com hiqueira de cooro de lustro pura me-
ninos, i 900 ri. o par ; santos de duraqur
preto para senhora a 1,440 rs.; um'parde
brinco* de filagrana com brilhantes, muitn
m conti.
AosSrs. de engenho.
venderh-ge cobertores eseuros deilgo-
dJo, propriospara escrevos, por eerem de
iiiuitiduracflo, pelo diminuto veto de 6+0
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volts para a cadeia.
Chegaram oovamente ra da Sen-
zalIa-Noya, n. 42, relogiosde ouro e prata
patente i nglez, para homem senhora.
Pee hincha
para os amadores da santa
economa.
l.'ma porcSo de Unas casitas, francezaa de
4 palmos e aneio de largura, de llalras azuei
e encarnada*, con flores de todas as cOres,
goitos muito bonitos e modernos : estas
easaaa foram arrematadas en leilSo, por is-
* se vendem pela metade de seu valor, di-
nheiro a vista, 240 rs. rada um covado :
oa ra do Crespo, u. 14, loja de Jos Fran-
cisco Dias.
Vende-se barato
Para se acabar
8a pato to Araeaty
A oito ceios riso par.
Na roa da Cruz, n. 36, confronto a ra da
Lingota e eaquina do becco do Porto, ven-
deoi-se superiores sapatoa do Araeaty. pelo
diminuto preco de 800 rs. o par; charcos
de palha ; esleir* ; courinhos de cabra e
sola : ludio por menos precu do que em ou-
tra qualquer parte.
Oh que prchincha !
Vendeni-se palitos de brim de linho ima-
rello, pelu diminuto preco de 8,500 rs.: he
ultima moda. Venham a redunda que
bepouca, antes que se acabe: ua ra do
Collrgio, n. I, loja da estrella.
A 5oo rs.
Vende-se cha hysson de superior qoalida-
de, pelo diminuto preco de 500 rs. libra:
na ra do Crespo, n. 93.
Vende-se urna canoa bo* para abrir;
urna dita de milbefro de tijoln, em bom es-
tado ; um encolamenlo de canoa ; 2 falcas
de amerello para canoa ; sal de pedra, a
1,600 rs. ; dito de salgar muros, a 1,000 rs'. ;
doas bucmlas de canoa ja usadas, por pre-
co commodo : na ra Imperial, n. 220.
A 9,800 rs. o covado.
Vende-se o melhor setim preto macio pa-
ra colletes e vestidos de senhora, pelo di-
minuto preco de 2,800 rs. o covado : na rus
do Queimado, u. 9. DSo-se as amostras aos
compradores.
Carlas de jogar.
Vendem-se ca tas franceza*, as mais finas
que ha,a 800 rs. cada baralho, ditas ordina-
rias a 400 rs.; na ra do Oueimado. loja de
miudezas junto i loja de cera, o. 33.
Vende-se um jogo de bancas e urna do-
zia de cadeiras, propna para sala de juntar,
todo de jacaranrfi : no becco do Azeile-de-
Peixe, sobrado n.ll.
Na ra do Crespo, loja de 4
portas, n. la,
ha um completo
sortimento de cassas pretas que
a veudem por pirco ccmmodo.
Vende-se um rico mante-
lete de velludo preto : na ra do
Crespo, n. iG, loja da esquina da
ra das Cruzes : tambem se ven-
den) manteletes de seda preta e de
cores, por mais barato preco do
que em putra qualquer parte.
--Vende-se, por preco muito em conta,
bervilhasesardinhas em lata ; conservas
francezas ; cognac verdadeiro ; absinlh
vinho fino de clor rougeol e champanha
na ru do Aterro-da-Boa-Vista, n. 1,
Miissiis de vapor.
Acha-se aborta a padaria da ra do Bur-
gos. Forte do Mallos, na qual se achara
diariamente lodas asqualidades de massas
finas, irabelhada por machinismo ; tam-
bem se fabriram eicellenle po e bolaxi-
nha de araruta, ditas inglezaa, bolaxOe*
quadrados e redondos, e outras mais mas-
as ludo obra prima : as mesmas se acharSo
o deposito do paleo do Ti ico, o. 10.
Farnha de mandioca.
Vende-se farinlia de mandioca
nova, de S.-Calharina, a melhor
que ha no mercado : a bordo do
brigue-escuna Olinda, entrado
neste porto no dia i a do torrente,
e que se acha fundeado em frente
da esfadinha do caes do Collegio,
trata-se a bordo do mesmo, on na
ua iu i.-;c, r.. iy, tom Ma-
chado & l'inheiro.
Presuntos do Porto
da auperior qualidade, por preco muito
commodo : venda-se no armazem do Joa-
qun da Silva Lopes, na'ra da Jladre-de-
Ueoa.
Farinh de8.Calharna.
Vende-se a bordo do hrigue Valli, chega-
doemdireitura de S-Calharina, farnha
muito uperior, esta fundeado df fronte do
caca do llamos ; tambem so trata na praca
doroaimercio, n. 6, primeiro andar, com
Manoel Ignacio de Olivelra.
- Vende-se a armacao da ven-
da das Cinco'-Ponla.N, n. 91, pro-
pjia para principiante, por ser o
singue! de 4>ooo rs. mensa es : a
tratar na mesma venda.
Cha brasileiro.
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. 6, um
novo sortimento de iazendas ba-
ratas,
como sejam : cassa-chitai muito finia, i
cores fuas e com 4 palmos de largura, 1
ISO n. o cora*; cortes de dita* a 3,000 e
2,400 rs. ; riscado d vado; dito de algodto americano para *s-
cravos, a 140 e 160 rs. o covido; dito mons-
tro com 4 palmos, a 900 rs.; zuarte azul, a
900 ra. o novado dito furia cores, a 900
rs. ; chitas de cores fizas e de bonitos ps-
droes, a 10 e 180 rs. o covado; cortes de
fustflo, 1 600 rs. ; chales da rlatana, a
1,280 rs.; meios ditos, a 320 ra,; coberto-
res de algod.lo da cor, a 640; alpaca preta de
cordo e com aale palmo* de largura, a
1,960 n. o covado ; e outras multas fazen-
dae em conta.
Tecidos de af&od&o.tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
.Va ra da Cadeia, n. 59,
-endem-se por atacado doas qualidades,
aroprps para saceos de estocar e reupa de
scravos.
Mends superiores.
Mafundicaode C. Slarr A Companhia
em S.-Amaro, acham-ae i venda enciendas
de canoa, todas de ferro, de um modelo e
comtruccSo muito luperior.
Chapeos de sol.
Vendern-ie chapeos de sol, de seda prei-
com barra lavrida, a 6,000 rs.; ditos furias
cores, a 6,500 rs.: estes chapeos silo mui-
to bem construidos, muito fortes e de boa
seda : na ra do l'ssseio, o. 5, fabrica de
chapeos de sol.
Oh que pechincha !
Fazendss prelss por precos nunca vistos,1
em atten^So a boa qualidade deltas.
Alpaca de cordflo oue parece barragana.
de lodas ss cores, a 640 rs.; sarja de 13a de
duas larguras, a 640 rs.; merinos, a 1,600,
2,000, 3,000 e 4,000 rs. ; panno preto Uno, a
3,000. 3,800, 4,000, 5,000, 6,000 e 8 O0 ra,
este be panno o mais fino que se pode ima-
ginar e lem de largura 60 podeadas ; luvas
prelas de seda para senhora, a 390 rs. o par;
e ainda resta urna poreflo de petas de rassa
lisa lina, rom 19 jardas, a 3,500 rs. por
ter a dohra de fra algum sujo : no Aterre-
da-Boa-Viita, n 18.
Aos fabricantes de velas.
Na ra doi Taooriros. armazem a. 5, ven-
de-se muito superior cera de carnauba, por
menos preco do que em outra qualquer
parle.
A 1,000 rs. O corle de
calcas.
Vendem-se brins troncados de
listras ao lado, dos mais moder-
nos padiSes, tendo tambem cor
de ganga, a 1,000 rs. o cile de
caicas : na ra do. Queimado, o.
8, loja confronte a botica.
? Deposito geral do superior ra-
9 p Areia-l'reta da fabrica q
O de Gaotois l'ailbet & C.
na Baha.
i Domingos AlveiMalheus, agente da?
~fabrica de rap superior Areia-l'reta dar
^Baliia, tem iberio uro deposito na rua~;
*da Cruz, no Itecife, n. 52, primeiro ao-?
Vdar, onde acachara sempre dette ex-v
Ocellenlee mais acreditado rap: ven-C
de-se em botei de urna e meia libra,C
por prec,o commodo. C
Novo melhodo
praticoe theorico da liugoa franceza, por
L. A Burgain,
preco 5,000 rs.:
liechegada novamente do Itio-do-Janeiro
esta (icellente grammatica, vende-se ni
pia;a doCommercio, n.2.
Vende-se doce de guiaba de primeira
e segunda qualidades : na ra das Cinco-
l'ontas, n. 82 taberna.
II (reir & Velloso
vendem muito bom damasco de seda de
qualquer cOr, pois acabam de recebar un
bello sortimento dessa fazenda, que tanto
he boa em qualidade comoem preco com-
modo : na ra Nova, n. 8, loja.
A visase aos 8rs. fabrican-
tes de velss, que na ruii da Fraia,
n. 3a, vende-se carnauba e graxs
em bexiga?, chegada ltimamente
Jo Rio-Grande.
No armazem de Joaquina de
Sjlva Lopes, vend-se farelo, n
3,ooo rs. a sacca, e farnha de tri-
go franceza da marca Bario, por
preco comruodo.
Vende-aacera de carnauba de primei
ra qualidade, por menoa prego do que em
outra qualquer parta, a diobelro a vista
na ra do Azeile-dc-Peixe, n. 1.
Ba jSova, n. 9ar-
mazem.
Vende-se nesla casa vlnhos de todas as
qualidades em quarlollai e engarrafado, li-
cores de soperiorrs qualidades, coneryas
alimentares. Conserva em vinagre, conseft.
vas de fruetaiem calda, cognac vieux, vjv
minili, kerache ahsenlhe suisso, champa-
nhe, genebrt de Holanda, frascos com asoa
de Qor de larangeira.azeite fino em garrafas,
velas d'spermici'te supenor.salame d'opli-
nn qualidade, charutos das melhores qua-
lidades, que aqu veem da Baha; aaiim
como tambem hiverl todos os dias, da 5
lioris em vante caf feito, com prefeicfio e
asaelo..
~ Vende-ae urna negrinha racolhid, de
<6annoa, com habilidades, e sem vicies
nem achique j na ra da Cadeia do ftecife,
n. 34.
-Vende-te urna parte d aobrado de 9
andarse aetOo,.ne ra larga do Hozario,
n. 48. avallada esa 1:500,000 rs. t na ra dai
Triucbeiras, n. 4S, aegundoandar
- Vendem-sepisnos de exrellentea vo-
bra : ludo de mu boa qualidade e recen
Umeute ebegado: na ra da Cruz, n. 48,
armazem.
em
ru
Vende-se tinta para eiscrever,
i garrafas, muito superior : na
a largado B iaro, n.3g
Vende-se a taberna das Cin-
co-Ponas, n.91, com os fundos
a vontade do comprador, ou sem
el les, bem afreguezada para o
mallo e para a Ierra, e Um com-
modos para familia.
-- Vende-se bom vinho da Figueira, a
180 rs. a garrafa, trazudo o freguez o cis-
co : na ra da Senzilli-IVova, n. 9. taberna.
Vendem-se, oa loja n. 2, na ra Nova,
atrada matriz, sapitos de duraque para
meninas, que servem para andarem na es-
cola, a 800 rs. ; ditos de marroquim ; cha
pos de sol, do sedi, a 2,000 ra.; bo
aspeados de couro de lustro' com du
de cOres, para meninos, 3,000 ra.; ai,
tos de couro de lustro pan meninas; ditos
para homem, a 6^00 rs. ; linternas de p
de cisquinhs, a 10,000 ra., dinheiroa vista.
Vende-ae urna porco de
barris que oram de oleo de* lnha-
ca : na ra larga do Bozario, n.
36, botica de Bartholomeu.
A 6.500, 7.00, 8,000 e 3,000 n.
Vendem-e eiapoa de mola de merino
prelb. a 1.500 ra. ; filo de seda tranene*
para homem, da ultima moda, a 7, 8, e 9,000
re.: na roa Nova, n. 2, loja.
.- Vendem-ae imarrai u ierro : na u
la Senzalla-Nova, n. 42.
Vinhos Finos.
Na ruada Cadeii, n. 1, vendem-se excel-
lntea vinhos engarrafados, sendo do f'or-
to.lladelra, Bucellaa, Carcivelloi e musci-
tel deSetubal.
Cerade carnauba.
Vende-se een de carmuba multo supe-
rior, a retilho e em porreo: na rui da Croz,
n. 36, confronte a Lingoeta, esquina do
beco do porto,
He ntuto barato, 240 e
:00r.
Vendem-se chitas francezas cOr de gan-
etcor de cinza de listras, fazenda muito
i, delindea padrooi e gostoa muito mo-
derno*, pelo barato preco de 240 ra. o coa-
: briaade puro linho e de quadrinhos
aaiudee, pelo barato prego de 960 ra. o co-
ado : na ra do Creipo, n. 14, loja de Jein
Francisco Dias.
Vende-se aap Pault-CorJeiro, muito
superior: na ra da Cadeia, loje de JoSo
Jos de Csrvalho Mories.
Antigo deposito de cal
virgera.
'Ra reo, do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lia-
bda, por prefo muilo commodo.
-Vende-ieum eacravo da Costa, moco,
sem vicios nem achaques, lie muito fiel, /
ganhador, refina aisucar e faz OUtros sr-Ulrs da matriz, vende lencoi de caeabraia
ra.njos de casa ; ni ra Velha, n 61, at aa de linho muito fios, com bordados e.bico
n o competente penhor: na ru
do Crespo,' n. 14, loja de Jos Francisco
Diai.
Novldade.
Aehi-se vend no armazem de fazena
dai de Riymoiido Cirios Leite, ni re d
Queimido, n 27, flnissimo panno da linho
Jo Porto, em pecii de 18 varea, a 800 rs o
vira.
Charutos de S.-f e!.
No deposito de charutos finos da Bahi,
oa ra da Cruz, no Reoife, n. 49, vendero-s
(odia aa qualidades de Dona charutos d
Babia, por maia barato proco do que em
outra qualquer parto, em rasao da ae man-
darlvir de conta : ifinci-se aos comprado-
res pela qualidade, notando-ie que aempre
se est recebendo noves e: variado* aorii-
menloi da melhores qualidades que li se
fibricim.
Wa lja ffo sobrado amarello-*
a> nos quatro-cantos da ra do *
5 Queimado,n. 39,venderh-se *
aVCrtes de cusa seda padroes novo scoajS
> flores de teda e com 15 covados^s
2 < c"1"1* 8^00o
JCrles de cus de cre, a 2,00o*
*Cnvilinhis de tedi pira Sn.. a 1,00o*
^l.nvasde pellica'para senhora,
neos Je seda para grvala, a
Oo:
800 1/S
fsatuiBisssxatiS&i
. A;Colombiez, com loja na ra tfov*.
10 horas do dia. e oa ruado l.ivrmento,
'jS'.ica. g| as 3 da tarde, onde' ae d
0 motivo da vend : timbem se troc i
olro. propriq pira o servico de campo._
--Na casa de modas francetesde Buessard
Millocluu, no Alerrq-di-Ba-Visla. n. 1,
vende-se um gnnde jrtirnnto de cbipoi
de palha de todas is, dualidades pan se-
nhora e meninas ; bem como um rico es-
colhimentodecapotinbos e manteletes de
seda das ultimas modas de Paria, os quiei
se venderSo por preco muito commodo.
Loja de modas, ra Nava, n. 34-
Madama Rosa Hardy, modista
brasileira,
de novo annunci ai sen horas luaa ptlri-
ciaa queaeeba.de reeeberfpelo navio Cont
Hoger, um liado sortimento de chapeos de
seda pan senhora, de groa de aples e
de gorgurfio enfeitados rom plumee e flo-
Ires, de todas as Cores e da uttiaoS moda;
chapeos de palha para senhora e meninas,
Ono* e ordinarios ; arnucOes pira cobrir de
seda e de crep, a 1,000 ra.; fsedia, gorgu-
rOes, filis, rends de fil de seda de todas
a cures para enfaitar chapeos ; crep e fitas
do seda de lodas as crea; manteletes e
capolinhos de groa de aples furia-cores
e pretna; diloade chimalote preto, 20,000
rs.; liqdoi capoliohoi de fil de aeda pre-
to, di ultima moda, a 15,000 ra. cada um ;
ranea de aeda de todia aa cores psrs en-
fejtarvestidos ; bicosdeaede; setim brin-
co liso, muito largo, a de boa qualidade
para chpeos; meiaede aeda brancas e pre-
tal; iuva; lacwUa de couro de lustro pi-
ra senhora; perfumaras finas; lencos de
camhraia bordados a coas bteo de linho ;
toucaa dr camhraia de linho bordada, e de
Potassada Rtissia.
Vende-se superior potasM da Russii, da
miiip-ivaque ba no mercado, por preco
conimudo : na roa do Trapiche, n. 17.
- Vende-ae.au pe ior cera de carnauba :
as Cinco-Pontas, n. 66.
Metal amarello e pi ecos
pira forro de navios, por prego commodo;
P< tassa nacional,
a mais novs que hi no mercado, por menos
20 rs. do que em outn qualquer pule : ven-
de-fe no armizem de V- di Silv Birro-
ca, na ra da Madre-de-Dos, n. 26.
Por <2,000 rs..
vendem-se oa auiaasseiadot capolinhos de
chaoulote de seda, de gorguro, g.reoa e
de cOrea : na ra do Queimado, n. 9.
lile de linho. guarnecidas com bico de
1 rn. Oho verdadeiro, feitai na Frano Din l
Boa farinh.
Na ra do l.ivrmento, n. 14, vende-ae
farnha de boa qualidade, 1 2,500 ri. 1 aacce.
A i. rs. cada um.
Chales de seda grandes
c de bom gosto.
Na luja de CuimarSea et llenriquea, na
ra do Creapo, n. 5, vendem-ae chalea de
seda, grande?, de bom goslo e de bonitos
padres, a 8,000 rs. esda um ; cortes de ca-
semira de cores, de muito superiores pa-
drOes modernas, pelo barato preco de 6,000
ri. cada corte ; merino preto lino francez, a
2,500 is. o covado; dito ingles, a 1,440 rs.
o covado.
Vende-ae ubii preti crioula, moca e
muito bonita, que borda, cose, engomma,
cozinha, lava, faz doces e .0 maia arranjo
de urna casa, ludo com a na ier perfeicflo;
tambem trata d meninos, veste, prega e
penteia ama senhora perfectamente; ha
bemfiropria parase dar a urna noiva: na ra
lirga do Roiario, o 35, loj.
Vendem-ae dous cavalloi que andim
I. r ,0PiA
uiinbtor oino)uy ap tfoj iiapeQ
ep eiu bu. Jjpu3A as-uienuiiuoD
'OVO Vft*o Bjud soquioiv
i'ipiiiqoad y maiiSaqi
Ouem quer comprar
tiarato e bom
Ueve aproveilir
A occasiln.
Vendem-ae cortes de cassa-ehita multo fi-
na, a 2,000 ra. ; ditos de cambraia com lis-
iras e quadro de corea, a 9,000, 2,500 e
3,000 ra. ; ditos de cambraia bordados da
corea, a 2,500 rs. : cort'S de collele Jde vel-
ludo, a i,600 e 2,500 ra.; ditoa de seda 4
orgurSo, a 2,000rs. ; crtes de casimira
un, a 5.000 rs.; lia e aeda para vtili *nliora_._a 600 rs. o covado ; ga, rea de a e
""i iv u cuvao; iaaa ae.cores par*
vestidos, a 240 rs.; cbapu*,de api, de pan-
iiinho para meniioa andarem na.cacla, a
1,600 rs.; fazenda rinceza muito encor-
padacoai lislra ao lado, fiugindo pe/feiU-
roente casirnin, a 9,000 ra. o corte ; liles
muito finsa e do bonitos padrees, a, 9.100
ra. o corle ; lencos de'Oi e teda, tjUm
ISa escoceza propril pin veslipo da pretil,
a30o rs. ; e oulraa muitai fazendas por di*
minuto pre^o na ra do Crespo, o. 15, le-
ja de osquim deOttvelra afay Jnior,
- Vendem-se pecas de chitas pardas, co-
re muito lizas, a 5,800 n., e a retalho a
120 e 160 rs. o covado; peen de midpo-
13 com algum mofo, largo e com 20 vara'a,
a 2,500 rs. ; toupa, 1 4, 6, e 8 vintn* 1
vara; lencos groeeorpira tabaco, a 120 ra.:
um folede folear forrrrigis, por 5,000 ti.
ni ra larga do Hozarlo, n, 48, primeiro'
andir. r
Vende-se 1 civallo roco, bnUnle jftir-
do cirregidor baiso at lirgu.nvujto mauao.
proprio para lenhora.ni eocbeiripor.dalra
ideiro, feltai na Fr.n
uinai; camisihai de cimbris para senho-
ra, com golas de cambraia de linho e bico,
3,000, 4,000 e 5,000 IS- Na mesma loja ha
toucaa muito lindis, feitas aqu para me-
ninas : tamhem ae fazm iiiinleleles, capo-
linhos e vestidos ; enfeitim-se chapoida
ultima moda, por preco mais barato do que
em outra qualquer parte.
Arados de ferro,
NafundicSo da Aurora eru &-Amaro,
vendem-ie aradoa de ferro de diversos mo-
delos.
He muito
o
emroda ; dito de algodflo fino imitndoos
de linho ; ditos com arrendados as ponas;
01 de 11 litio com Dores naf ponas ; ditos
__ncei liso que servem para homem com
harraa de cordo ; ditos para meninas, a
240 rs.; ditos de aeda para grvala, pretos o
de corea ; ditos de seda,, fazenda auperior
para arnbora; ditos para mninn; ditos
para algibeira de Immqro, 11,600 rs. 5 ditos
a 1,000 rs.; ditos para grvala, a 500 ra. ; e
outras muitaifazenda baratas com dinbei-
ro a vista.
Vendem-ie. 162 oitavas de prata e,7-li-
(as 4 ouro ije tai, ludo em obras vlhas:
na ra da Cadeia do llecife, n. 5, luja de
miudezaa.
--Vende-ae farinba em siccas, a 2,800
e 3,00rs.; (riza ingleza superior; e outros
mais gneros em conta : em Olinda, ni ta-
berna da eiquina que volta para o Reclfe.
Vendem-se 2 liodaa mucamas de 11 a
16 inni's, engommadeins e eoaiureiris,
omi delln faz bem lavarinlo; 2 pretis boas
quilandeiras ; 2 ditas de todo i.servico, de
bonitas figuras; 2 moleques de 17 a 18 an-
nos;t preta ba quitandeira, por 350.000
ra. : no pateo da matriz de Santo-Antonio,
sobrado, n. 4, se dir quem vende.
--Vende-se um terreno com 400 e Untos
palmos de fundo e 90 e tantos de frente, no
bairru da Boa-Vista, cuja frente bol pan
o becco das Barreiras, proprio para s edi-
ficar duas ou tres moradas de casas: qu.mi
pretender, dirija-se i ra du Colovello, n-
meros 29 e 31.
Na ra das Cruzea, n. H, segundo an-
dar, vendem-se 3 pretil de na(ao, da 26,
SO a SSinnos, de ptimas figuras, que en-
aosimam, cosem, eozinham e lavam de sa-
bflo e varrella ; urna Crioula de bonita li-
sura, com aa mesmas habilidades; urna
linda negrinha de 11 ac,So, de 16 aunoa, pti-
ma para o aervieode urna casa ; um escri-
vo ptimo pira o servico de cimpo.
Ni ra do l.ivrmento-, loja n. 10, veo-
dem-ae corlea de catirr ira azul, a 6,000 ra.,
e preta, muito fina, a 6,900 ra.
Vende-se cha hisson de auperior qua-
lidade, em cailia e meiaa ditas, a lotes a
vontade do comprador : na ra daAlfande-
ga-Velha, n 36, escriptono de liatbeua
Austin&C,
Vendem-se pea de lanngeiris, boaa de
ie plantarem; bem como sementes de eou-
veerepolho: em Parnameirim, sitio Jun-
to e>trada do encmenlo.
multo be baixo.meio; na ruad. Auro- ZJf&^S&Jfi^jrg
Na ra Nova, n. II, venderse superior cbi n- *? Cadeia do Recife.
nacional, em caizphaa de oito llbraa, al Vende-se cera de carnauba multo al va, I Vende-se um retogio detall njuito
<.o00fa.a libra: lambe se vende a- reta-1 por proco commodo: na ra da Cadeia do Iboln regulador e tofo, por preco comuio-
l,o, a 8,940 rs. >fltcife, n. 43. fdo : ni ra de lionas, n. 90.
Cassas pretas.
Vendem-se finsseassis pretas de 4 pal-
mse meio de largura, f.zenda muito lina,
de quadrinhos e listras asseiinsdas, pelo
barato prejo de 320 rs. b covado ; ditas mui-
to superiores d stieoadeiras, a 360 is. ;
nacadinho de puio linno, proprio para ja-
quetai, fazenda de 3 palmos e meio de lar-
gura, a 940 rs. o covado; ditos de quadros
muito fino, a 860 rs.: na ra do Crespo,
n. 14, loja de Jos Francisco Dias.
Na armazem de Vicente Ferreira da
Cosli, ni ra da Madre-de-l)eos, vende-se
vinho da Figuein, o mais auperior que 1
este mercado tem yindo, em barril de 5 i 10
cnidas, 18 e 16,000 rs. o barril.
F.srravo cozinliciro.
Vende-se um escrlvo cozinheiro, muito
obediente e trabalhidor 1 na ra do Colle-
gio. t.
Vende-ae, no umazem db Tallecido
Briguaz.potassi muito nova, chegada ul-
linumente do flio-de-laneiro, por precio
commodo.
Vende-ie umi preti de ricSo, de 30 in-
no.4, boa vndedr ira de rua.cozinlia 6 da-
rio de Orna caa, lava de ubilp e varrella
com perfeicSo ; he muito ropuili, aidli, e
** ~ x.iiuui.1*, v |uu tm alianza O m'.w-
tivo por que le vende he por precfsAo: a
ra ealrria do Kozrio.'n. 2, tereciru andar.
Vendem-'s sapaloes de coti-
lo de lustro, feitos no pas, de
ponto >x, a 4.000 rs. ; ditos de
tres sota?,, a 4,000 fs ; ditos de
bezerro raivcez, a,5oors. ; ditos
a a,ooo rs. \ diUs de bezerro da
trra, 3,000 rs.: na ra da Ca-
ricia da Hrcife; n. 9.
O mais barato que tem
a pai ecllo no mercado.
Veada ao urna porlo de chltii fnncezis,
ai maia lina qne- taem aptarecido, de as-
s-uto azul, cor de co, rr de ganga,'muito
bunitai, eencirnida cor1-de ron pidruei
miudos de itrepadeira, cores muito lizas, e
do qu.-Uopilmose meio de. largura, pelo
tiarato prrcu de 390 1*. o covado; aa mais
liuai casaia qfie teew apparacida no- me/.
cido, de |tdti M.cOrea, uaiiroai du ilrepi-
iejra, o man deliaado xjue se poda Escravos Fgidos.
Fugio, no dia 29 de junho do correle
anno, do engenbo Solubil, freguezii do
Cabo, um mofente, denom Elias, crioulo,
de 24 anuos, bem preto, olbos grandes, na-
riz afilado, com todos os denles na frente e
limadna, corpo eapigado, pernea ftnia; he
bem fallante, ladino e pichla ; levou cal-
tas jaquel* e chapeo preto ; consta que foi
seduzirio, e anda pelo Recife. Iloga-i al
autoridades policjiea, capillw de campo,
ou outro quilquer peaaoi. que o apprehen-
datne levem-no a seu seolior, Joaquim do
Reg llarreto, no dito ertgenho, ou a Do-
mingos da Silva Campos, na ra du Cru-
zea, n. 40, que serSo generosamente gra-
tificado!.
-Fugio. no dia 83. do correte, o preto
Cietino, de naeSo Cahundi, de 25 a 30 ali-
os, de estatura regular, chelo do corpo,
cor umpouco fula, cari redonda e picada
le bexigas. quasi nenhuma barba; tem no
'asi um signa! de caustico ; he quebrado
da veiilha esquerda, pelo que pude ier liem
conhecido. Rogi-se ai autoridades.pllciaes
e capitfies de campo, que 0 apprbendam <
levem-no k ra larga do Hozarlo, padaiia
n- 48, queierSo generotimente recompen-
sados.
libar, a 480 ri. o oovado : da ludo ae di
<20$Ql)0.
Fiigirsm de bordo do Irrigue
Sem-Par, vindo do Hio-de-Janei-
ro, dous escravos, sendo mu de
nome Sabino, de cor parda, esla-
lura regular, de ao annos pouco
mais ou menos ; levou calcas e
camisa azues, e bonete encarnado;,
o outro de nme Euzebio, criou-
lo, de 24 annos petico mais ou
menos, estalra alta; levou calcas,
camisa e bonete atoes. Hoga-se as
autoridades poliriaes capilJesde
campo, que o |>i>rciciinaui t le-
ven)-nos ruado Trapiche, n. 34
casa de Novaes & Companhia, que
recompensar.
PeSl. : Si TTF. M U. W. HMI4 1850


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