Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07519


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Full Text
Anno XXVI.
Sexta-felr 26
PASLTWAS KM OOBBXUO*.
Colanna e Parahiba, segundas nnlu felra.
Rlo-C-rande-dn-tlorle, quinua feiras o njrlo-
dU.
Cabo, Serinhiem, flio-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, nol., a 11, 21 de cada me*.
OaranbuDS e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-Vista e Flore, a I3e28.
Victoria, i quinta fcira.
Olinda, todos o das.
xtxfxststKaisxasM.
/Wng. a 2, 3 h. e 38 m. da t.
__ tNora a9.aos7ni.dat.
Paisas o lo. ,6_ ,, 4 h. e 12 m. da m.
(Chela a 24, i 3 h. e 4 m. da ni.
WkMAMAM. KOn.
Primera ai G horas e6 minutos da Urde.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da manbaa.
de Julh o de, 1850.
N. 16.
rataoos M WUOBjfglo.
Por trea mezes (diealado) 4/QDO
Por seis rnexes 8/900
Por uhi anno 15|O00
da a ana-AM*.
23 Seg. S. Mara Magdalena. And. do J. dos orf. e
do m l.v.
23 Tere. Apolllnarlo. Aud. do chae, do J. dal. v.
44 Quart. S. i.liritllna. Aud. do J. da 2. T. do clvel.
25 Quiet. **S. Ihiago.
26 Sext S. Synfronio. Aud. do J. do orf. e do m.
27 Sab; b. PanUleSo. And. da Chae, e do J. da 2.
. crlme.
28 Dom. 8. Anna mi da Mal de Dos.
cambios n be jvt.no.
Sobre Lnndrei. 27 a 27'/. d. por 1/000 rs. a 90 dlv.
- ParU, 346.
. Lisboa, 100 por cento.
Owe.Oncas heipanhoe......... 29/000 a W/S**'
Hoedasdeb*00velhas.. 10JW> a 16/700
. de 6/400 ora.. IB/100 a 16/000
. de 4/000........... 9/100 a 9/200
/Vafe,Patacoebrasileiros...... 1/60 a 1/98
g Peso.columuario....... l/>50 a 1/WO
DUos mexicanos.......... l/b00 a 1/82C
i i l'l I '!' i' ...... '
GOVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 16 DE JULHO.
Offcio. -- Ao comrndanle das arma,
exigindoOT nqvna rejnessa da cerlidflo da
guia oi qu paou do quarlo bsUllio de
riilbria a p para o exmelo baUlhfloca-
tliarinense p *x.-*oirtado Severlno Machado
Dito. Ao presidente d* relagSo, Inlej-
rando-o de achar-se necunada desde o di
12 do corenle pelo primeiro supplente, Du
arte Coelho de Albuqu-rque Mello, a vra di'
juiz municipal e-d'orphflos dtftermo da fa-
bo, visto ter-se lindado naqueIIadala o qua-
liienuio de Francisco Alfonso Ferreira, que
exercia semelhanle cargo. Intelligenciou-
se ao inspector da thesourarie da fszend.
Dito. -- Ao commendador Francisco An-
tonio de Oliveira. -- Pague V S. dos dinh.'i-
ros, que por ordem desta presidencia eis-
lem depositados em seu poder, pertencen-
le.s subscripdlo agenciada na cortea quan-
tia de 1:900,000 rs, s pessoas mencionadas
a inclusarelaflloatjignada pelo secreta' o
interino da provincia, as quaes julguei ha-
bidtadas para srfrein contmplalas na dis-
Inliuicflo da mesma gubscripefln, deven lo
rase pagamento ser felo s pioprias pessoas
ou aos seus legtimos procuradores, lien
corno que as quanlas arbitradas para os or-
phflossejam entregues ao seus tutores com-
petentemente nomeados, ou aos procura-
dores que estes huuverem de constituir pa-
ra esse reeeoimento, declarando-me V. S.
quala quanlia que anda Oca exslindo sob
sua guarda.
Hela fio a que n nfere o oflicio cima.
1 Uanoel e Antonio ilhosdo
finado Manoel llufino de Barros,
sendo 50,000 rs. para cada um. 100,000
8 Tbeutunio Jos de Sanla-
Anna ,................. 50,000
3 Geraldo Gomes Rodrigues
Azedo.................. 50,000
4.* Joflo Pereira das Neves. .. 50,000
5.* Francisco Alves Ferreira. 50.0fln
6 Antonio Lucas de Farias 50,000
7. Augusto de Souza e Albu-
querque. ............... 50,000
8 Francisco Jos Cavalcnte. 50,000
9.* alaria Francisca da C.oncei -
ceicfln, vi uva de Manoel Franets-
eo Machado, coro A lillios. sendo
200,000 rs. para a dita viuva. e
50,000 ra. para cada filho..... 400,000
10. Francisca das Chagua do
Espirito Santo, viuva de Pedro
Molasco Cavalcante co oito 0-
Jiuis, sendo 900,000 rs. para a
dita viuva, 6 50,000 rs. para cada
fllho................... 00,000
|l. Quirino Carneiro da Cu-
nha.................... 50,000
l. Hoza de Vitibo, viuva de
Alauoel Alejandre com qualro li-
Usoa, sendo 300,000 t. para a di-
ta viuva, e 50,000 rs. para cada
firho................... 400,000
1:9CO,000
Dito. Ao capitSo do porto, inleirando-'
o da ler nomeado o juiz de direito interino
da primera vara deala cidade Mi noel Jos
da Silva Neiva pira servir o lugar de audi-
tor noconselhode que trata o artigo 4.' do
decrete n. 358 de 14 de agosto de 1845, e pan
ra memhro do meamo conselho ao capitflo
lente da armada Antonio Francisco Perei-
ra. Reste sentido olllciou-so ao referido
juiz de direito, su mencionado capito t-
nsate.
Dito. Ao inspector da pagadoria mili-
tar, para que cande entregar a Bernardo
Jo- da Cmara os vilo cavallos [erlenceii-
tes f.zenda nacional, os quaes sendo jul
gados incapazes do servido fOram por elle
arrematados pela quantia d 150,000 r,
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, communiesndo que por
despacho de bontem conceder doua mezes
delicen^s eom o respectivo ordenado ao
continuo da secretaria da presidencia, An-
tonio Paulino da Silva, pa tratar ue sus.
sads.
Dito. Ao roesmo, para que, vista sis
ifirorntacfio do engenheiro director das
otras publicas, mande entregar ao vigario
da freguezia de Itamaraca, ou 4 pessoa por
8He competentemente autorisada, o reato
a quantia oreada para a concluso da obra
-- >.:_ .-_,.ll-
MIJ^ ll|fllu,UI lUSftoa. H-^M-..a lilla,*- |||-
leirou-se ao meitno engenneiro.
Dito. Ao mestno, para, 4 vista do cer-
tificado do engenheiro director das obras
ublicas, mandar pagar ao arrematante de
I.* laen da estrada da Victoria, Luiz d.
Franca de Allemao Cisneiro, ou pessoa por
elle autorisada, a importancia da terceira
prestacHo. por que foi arrematada a referi-
da obra, com o abalimento, porro, de ri>
600,000, em queconcqrdou o mesmo arre-
matante, en rastlode algumas rallas que fu-
ra tn encontradas U encucfloda dita obra
Inlelligeuciou-se ao mencionado enge-
nheiro.
Circular. Aos delegados aub lelegados
da provincia. Podendo aconteoer.que no
sejam conhecida em todos os lugares todas
as regrasestabelecidas para o recrutarren-
lo as instrucQfles expedidas as diversas
datas de ifi a jiiio do ibi-, 3 de novein-
bro de 1834, e ( de abril de l8414Bcumprin-
doqueas ditos instruecea sejam litteral-
mcnleobservadas; julguei conveniente,em
additamento e explicacfto circular data-
da de lionlem, anontar aqu aigunius das
dissjssicocs das ditas InstruccOes :
Estm isemptosdo reerntamento os ho-
mens maiores de 95 anuos; os casados quan-
do voluntariamente nflo estejam separados
das mulheres.ed-m proteccaoa estas, o ir-
mffo de orphflas que ttver a seu cargo a sub
sistencia e educaco das mesmas ; o filho
nico do lavradorj ou um 4 sua escolha
quando houvor mats de um, cultivsndu ter-
ras.ou propriss, ou aforadas, ou artlflda-
das j o filho nico de vfuva ; o feitor ou ad-
ministrador de fazenda com mais de seis
escravos ou de plantac3o, ou de criaqSo ou
de olarla; os tropeiros e boiadeiro*; os
mestres de oflicios com loja aberta, ou de
quaesquor ofllcinas; os pedreiros, carpin-
leiros, canteiros, pescadores, e ofllciaes de
outros offlcios semelhantes, urna voz que os
exorcitem cffectivamente, e tenham boni
comporUiriento; o* marinheiros, grumetes
e mocos que se acharem embsrcados, ou
matriculados os arraes effeclivosde barcos
de contiozir mantimentos, e outros gneros;
as casis de commercio degrosso tracto
tres caixeiros ; as do segunda ordem dous ;
as de' pequea um; lodo* os estudanles
que apresentarem attestadosdos respectivos
professres qe cortiflquom a sua applicac.lo
e anroveitament ; os guardas nacionaesde-
vidamonte qualiflcados, e que estjvercm far-
dados, efrtrem promptos para o-gervico. Os
recrutas, que Trem spurados nos distric-
tos, serflo remettidos ao ctiefede policia na
capital para terem o destino dbhveniente ;
devendo viracompanhados de urna relacilo
em dupiieata em que se declaren seus Bo-
rnes, idades, naturalidades, estado e profis-
slo, ssignada pelo encarregado do recru-
ta ment.
Se antes da remessa algum recruta alle-
gar isempco fundada as disposi^Oes dss
instrucQfles, dever ser retido marcando-
se-lhe o prazp de tres dias para dar a sua
prova; e, dajBsida ella, sendo conduciente
u mesmo JPtresenija da notoriedadn dos
fados allegadllTdevera sor immediatamcn-
te. excuso pela mesma autoridade que h.,ii-
verfeito o recrutainento ; porqusnto seria
iniquo cxpdrsos vexames de urna prisflo e
aos i neo in modos de urna viagem com o pre-
texto do recrutsmento a guem dclle esti-
ves'se escuso ; demais asim se grava os
cofres pblicos com urna despeza desne-
cessaria, e om pura perda.
Todas as autoridades civis e militares s3o
obrigadas a prestar o auxilio a favor do re-
crutamento, que Ihes for requisitado pelas
cessoa* encarregadas dello, e as informa-
5 rem, debaixo da pena de um aires mezes
de pnsao, e mulla de cem a duzenlos mil
ris.
Abonar-se-ha a todos os recrutas, desde o
dia de sua prisflo al a sua entrega nesta
capital, urna gratificarlo diaria de 240 rs.
para seu sustento e vestuario. Esta diaria
dever ser adiaritada aos inesmos recrutas,
calculada a distancia, e fazendo-se a coti-
la na razflo de quatro legoas por dia.
As escoltas que condtizirem recrutas, son-
do de guardas nacionaes, ou paisanos, abo-
nar-se-ha sold eetapecorqoa pracas do
tropa de lintia, desde o dia em que sahircm
de suas casas at vollarom a ellas; os pa-
gamentos sero feitos na pagadoria mili-
lar em vista das guias e prets, que dcverSo
ser a presentados em dupiieata ; podendo os
encarrgados do recrutsmento adianlar As
escoltas os vencimeutos que Ihes competir
pela vinda. H^T
Cor isso qu so marcam as excepcdes ci-
ma exposlas para nflo serem comnraliendi-
dos no recrutsmento os que as tivercm a
seu favor, nflo se segu que devam ser in-
dislinclamenle recrutados todos os que nes-
so caso nflo se scharetu ; antes os encarre-
gados do recruta ment devem exercer n'es-
Ueobjccto prudente diicrico, conciliando
os interesses do servieo com os das, arles,
commercio e agricultura, de modo a serem
poupadus os noniens pacficos e laboriosos,
e fazendo principalmente recahir o recruts-
mento aobre aquelles que, alm de nflo te
rem isempeflo leyal, viverom em criminosa
ociosidad, ou nflo liverem alguma oceupa-
Qflo honesta.
Dos guarde a Vine. Palacio do governo
do Pernambuco,46de jullio de 1850.
occasiflo nflo fra eonsultsda a prudencia,
que deve carart -risar a um ollicial da cias-
te do cima mencionado, nem guardadas as
regras de simples urbanidade, que se re-
quer em pessoas de elevada esphera, pois
que palavris descomedidas, injuriosas e
desalientas proferidas contra quem quer que
seja.sempro fram multo mal nbidas, al
eai pessoas de mediana educarlo, quanto
msisem um nfficial que. cinge urna espad,
e que deve por isso mecnn dar oexemplu
de toda moJTiraQ-o e civilidade.
Persuadido, pois, o marechal de campo
graduado que o lempo decerrido de prisflo
lera feito com que r Sr. capit.lo Domingos
le Lima Veiga, entrando na justa aprecia-
cSo de su* conduela, conheca a sua falta,
espera que nflo dar motivo a urna repressSo
mais severa, e que arrependi lo de um ex-
cesso, a que Tora levsdo inconsideradamen-
te, prove por actos posteriores que o seu ge-
neral se nflo engaar, julgandu que o mes-
mo Sr. capitfln he capaz de oorrigir-.se,
quando nflo pelo seu proprio decoro, ao me-
nos pajo da nobre classe, a que tem a hon-
ra de perteucer ; e por isso ordena que seja
posto em liberdade.
Antonio Correa Sera.
Appellaote, Manoel Pires Ferreira ; appellado,
Fernando Francisco de Agular Mootarroius.
Ao Sr. deicnib.rgador Lean.
Appellante, Jos da Silva Cisneiro fluimarrs
jjippellado, Leopoldo Calo de Mello Guaran.
-- AoSr. desetnbargador Souxa.
Appellante, o Julio ; appellado, Willian Wel-
llox. -- AoSr. deseinbargador Rebollo.
Lcvanlou-se a easo a urna hora da larde
TRIBUNAL D.\ HELACA'.
SESSAO DE 82 DE JTJLHO DE 1850.
DO exm. gsJMiioa
raisioiNcis
SKLHKIRO iZEVRDO.
cos-
Coiuniando das armas
Quarttl gtneral na cidade do Rieife, em 31 de
jutko de 1850.
ORDEM DO DA N. 00.
lejiuil-ac |iiuiiuu ciii CC""n ud Vif'ZZ-
tigacSon procedimenlo inslito que tivera
o Sr. capilflo Domingos de Lima Veiga do
segundo batalhOo de caladores cotf o Sr.
Or. Alexandre do Souxa Pereira doTfmo,
encarregado do hospital regimental, esta
helecido nesta cidsde, que o mesmo oQlcial
a pretexto de visitar as pravas do sua com-
panhia em curativo, all so dirigir ; o ma-
rechal decampo graduado, cummaodanle
das armas, mandou prender aquella capit.lo
na fortaleza do Brum, e por esla occasiflo
manda estrsnhar aemelhant* proced men-
t, que nflo cabe nos bros, nem' mesmo no
orgulho, por excessivo que seja, de um olli-
cial que se respaila, e anda, inuito menos
na urbana deferencia que se deve aos que
dirigem reparlices tflo importantes como
he a de saiJe do^esxercito.
. Longe-de pretender o marechal de campo
diminuir em nada o pundonor, que leve ler
'|uuiuei uiiicui liuexercito, est mesmo
ejaMpooto de liunra, que deve ser o esltmu-
grandes acefles, e de todas ss virtu-
des, que enuobrecem a profisso militar,
pelo contrario folg de ver qee esse estimu-
lo n3o arrefece entre os seus companbeiros
de armas; porm sent declarar, que nesta
A's 10 boras da manhaa, aehando-se presen
tes os Srs. desenibargadores Ramos, Villares,
Hastos, Leao, Souza, Rebollo, Luna Freir
Tollos, rallando com cauta n Srs. desembarga
dores Ponce, o Sr. presidente declara aberta a
Resto,
JUI.CiMI.1TOS.
Afptll*c4i erimn.
Appellante, Cosme Francisco de Oliveira; ap-
pellado, o julio. Mandaran a novo jury
Appellante, Manoel Luis da Costa ; appellado,
o julio. Nao toinaram conheciinento.
^agravo t pelica.
Aggravantr, D. Mara de PiohoBorges ; aggra-
vado.Prxedes da Fpriscca Coutlnbo e outros
Negaraut provimento.
Appillaclt rirll.
Appellante, Alexandre Jua Gome appellado,
Jos Antonio Gome Jnior. Julgaram nao
provada a eacepcao
Appellante, o Juixo appellado. Noutol No.
Ironi de Alencar Arripe eom o ludlco do
santos lugares. Conlirmou-se a sontenca.
Appellante, Joaquim da Silva Castro i appella-
do, Autonlo Joaqulin da Silva Castro.Des-
pretarain oa embargos
Appellante, Manoel de Alenla Luna appel-
lada, Maria Joaquina dos Anjo. Desprexa
rain-ie o embargos
Appellanies, a santa casa da Misericordia dr
Lisboa e Antonio Alvcs Vianna; appellado, o
julto. Coulirmaraiu a senionca.
Appellante, Joan de Carvalh i Itaposo; appol
lado, o jui:o de ailienlea e o dito. -- Despre-
tarain os embargos.
Appellaote, os adminlstradoro do hospital
de caridadr; appellada, Rita Maria do Carino.
Desproiarani-se o embargos.
Appellante, Joao de Allemo l.isnelro; appel-
lada, D. Anna Joaquina Lio Wanderloy. Jt
Conlirmou sr a sontonea.
Appellante, Antonio Germano da Noves; ap-
pellado, Me. Calmont at C. Conlirmaram
a sentenca.
Appellante, ojuio dnsloito Ja cidade da For-
lalcia; appellado, Joiio Cbnsoslomo de Oli-
veira e outros. Conristaraui a enteiica.
Appellante. Manuel Porefra Oinlz; appellado,
o. reverendo guardio de San-Francisco desla
cidade e o procurador Otcal. Despiezaran
os embargo.
Appellaute, o juizn c Manoel JoaquimSoare;
appellado, Lalbam i Uibeit. i:oufirtnda
a sentenca.
BESICNlcSli.
Apellantes, Jo Vicira fratiI e outros; appet-
lado, o julzo. O primeiro dia til.
atristo*.
Pasiaram do Sr. deseinbargador Ramos ao
Sr. detembargador Villares a seguintesappel-
cos em'qne sao :
Appellante, I.ulz Beranger, I.onoir Pi'get & C.
c outro ; appellado, Avrial tV Iriuus e ou-
tro.
Appellante, Jo Manoel Mnnleiro Braga ; ap-
pellado, Deaoe Youle fe C. e outros.
Passaram do Sr. desembugador Villares ao
Sr. doieinbargador bastos aa seguales appel-
lafe em que sao :
Appellante, Joanuim Galdino Aires da Silva;
appellada, Roano Jos Crrela de Almelda.
Appellanles, os adinlnlstradorej do patrimonio
h ornhaoa doata cidade e autro ; appella-
do, O tm. bispo de Mariaim, ,<. ;,-
bilitado do Aado padre Francisco Sabino.
Appellaote, Aodr Alvo de Miranda Giuinu
rae ; appellado, o curador beranfa ja-
cenle de Jote francitco Colares e outros. ,
Appellaote, Jos Rodrigue Ferreira ; appella-
do, o juixo.
Appellante, Pedro Aire; appellado, Jos de
Araujo Lima.
Appellanles, Machado & Pinhelro ; appellado,
Francisco Martin de Lcuios.
Pasiaram doSr. descml>argador Basto aoSr.
desembaigador Leao a seguales appeUacoe
em que sao :
Appellante, Thoma de Aquino Fonseo ; ap-
pellado, Manoel de Oliveira Faneco.
Appellante, Anselmo Goncalves Pereira ; ap-
pellado,'Manoel Carneiro Leal.
Paisou do Sr. desewbargader Luna Freir
an Sr. deseinbargador Telles a srgulnle appel-
lacio om que sao :
Appellante, Jos Maximino; appellado, Frau-
EXTERIOH.
cisco Auloniu Pereira di 3i.
lTuei(i.
Appellanlr, Bcrnardlno de Sena; appellada,
Jos BaplialaRiboirn ik Fui*, Ao Sr. dcs-
e nihar g ador V i liare.
Appellaute, F. Power; appellado, Poiualeau.
Ao Sr.dcieinbargador llaitos.
Aexeriencia dos dltmos annoslem de-
monstrado que nada he mais essencisl pan
orna completa compreheneflo das causas po-
litices que tem produzido ISO espantosos re-
sulta los nos principses eslsdos da Europ
central, do que urna ohservacflo cuidadosa
do progresso dos acontceimenlos nos esn-
tfies suissos.
A posieflo geographiea da Suissa, collo-
ca-a es) contacto directo com as fron-
teiras da Franca oriental, da Allevanha me-
ridional e da Allemauha septentrional,
isto he, com as porres ,1o territorio desses
paizes que sflo mais sujeitas" a desordens
O habito social do Suisso d luaar a urna
passagem constante de grandes eorpos de
operarios dos estados visinhos, porm mais
especialmente da Allemanha ; e por espat;.'
de muitos annos as combinacOes revoluco-
narias,ou os lojs secretas dos cumniuni-t t-
germanicns, tem sido formadas na Suissa
com talhabilidadeque o operario ambulan-
te que passa por esse pai/, nflq pode deixar
do frequentar esssescols de alheismo, de
socialismo, ede mmoraidade, e de levar
eoiisigo, regressan lo a Ierra natal, ss per-
niciosas efles que nellas ouvio.
A liberdBdep(iltlicadaSujs.a divisflodos
canles.a fraquez do govertro federal,* do-
minar;flo do partido radical desde 18t5, lu-
do tem concorrido para nutrir esses elemen-
tos destructivos, e permifjjr, quando nflo
pro i over, urna especie de agilatjSo popular
sftcrela, que senfduvi la tem sido mu peri-
goaa e mu injuriosa paz e segranos dos
estados adjacentesr
O Iriumplioajec o partido radical alcan-
cou pela f6rca des annss no anuo de 1S7
sobre os principios da independencia canto-
nal c da lber iade religiosa, tem itdo, bem
como naquelle lempo predissemos, o pre-
ludio de operc,es muito mais vastase for-
midaveis contra a conslluicflo actual da
Europa; e algumaspubcacfles reeentesde
um carcter roui extraordinario, tem lau-
cado considerarel luz sobre a influencia
adquirida na Suissa por homens taes con.n
Weiding, Mrr, e outros, ps Cliefes obscu-
ros, poim poderosos dos communUlas al-
lemflas, sobre as classes a que dirigem suas
letestaveis doulrinas. Poro n a despeilo dos
males que os excessos o a douiinaQflo desse
partido tem causado arrs cantdes Suissos,
lie'i como dos males sin Ja maiores <|Ue elle
tem causado aos estados visinhos, nunca
cessmos de oondemnar o projecto de intvr
venlo estrangeira, porrfuanio nflo podii-
mos esqu-enr que a Suiss he um p-iz no
qual o exercicio das instituic,0i's livres he de
nflo rcenle data, ou moderno cresciment;
que as doulrinas de nova iuvencJo que tem
corrompido tanto e desvairsdo o pnvo da
Suissa, sflo de origem estrangeirs, e liflo de
desspparecer necessariamenle; que a inde-
pendeccia e neulralidade da confederaQfio
sflo anda os objeclos principaes de c.tda
partido, cque nada he mais calculado para
desfazer a reac^flo natural que o bom sonso
e a experiencia do povo nos levaram a anti-
cipar do que uma occipacflo estrangeira.
Estas considerares nunca foram de mais
itnmediala importancia do que no lempo
piesente, porquanlo foi smenle um desses
dias passados que a conducta judicos do
governo francez, e a autoridade federal evi-
Uiam uma nova proposta deste genero ; e
detitio de um periodo anda mais recente
uma demonstracSo fui feila em favor do
principios coosetvadores pela populacho do
poderoso canino de Borne, a qual justifica
esperance de que as prximas eleici's
daquelle oslado bstanlo para den ibar o
partido dominante, e restaurar ao poler
aquello que s pJe terminar a ievolu;flo
com o apoio do povo.
No dia 25 de marco uma grande assem-
bloa dos elettores de Berne se reuni era
llunzingan, nflo longe da cidade capital da
coofulera^flo.
A despeilo do prolongado rigor da esti-
(So, a qual anda inlerrompia ascommuni-
cac,oes usuaes naquella regtflo motilanliusa,
ic&punia u' c;c-C- -- ;r.jj,,-* un,
lempo severo, urna reunan de nflo menos
iel8,000 homens leve lugar naquelle sitio.
Os dous patlidos reuniram-se separada-
mente, putiii perlo um do outro. Ott cn-
servadures om numero do 12,000 no "m^ol^"" V"^""
do Leflo; os Ha dicaes em uumero de 6.0JO, v lhnrM
____' .i n.on i:.., ,;.r<-A liooir. na Sanilores,
rados da oausa pop'ilsr, otitr'ora seus tai
inigns. Esla reconcilia^flo foi saudala, nflo
dmenle naquelle sitio, senflo tambem por
toda a Suissa com o msior enthiisiastn, e o
que se passou naquelle dia, nflo deixa ne-
nhuma duvida de que as eleicfles de maio
reslarar*m os chefes do partido moderado
o poder. Est* mudenca dar* uma vanta-
gem cotisideravel causa consBrvsdnra na
Suissa, e mais especialmente enllocar o
governo federal de que Berne he presente-
mente a sede, em um postilo de segran-
os, e poder de que elle nunca gnzou depois
que comee*ram essas perturbares.
As i|iii'sl'"'s polticas qne os governas da
Suissa tem que resolver, nflisflo essas qites-
I6es de formas de governo e direilos polti-
cos que tem causado tanta perplexidade e
III vflo aos oulros paizes.
A suissa he e ser sempre sem duvi-
da neuliiima, ornis republicano e o mais
democrtico dos estados da Europa ; ese
'ia nesta parte do mundo um lugar em que
a democracia mo lerna possa eslabelecor
um governo regular e tranquillo, he sem
contradicho nos cantos suissos, que a ex-
aeriencia poder s t f iia dehaixo das mis
favnraveis circumstancias Dove ser por-
tante bem entendido que o termo Conser-
vador ou Anli-revolucionario -applioa-
do Suissa, nflo envnlve nenhuma limitaeflo
dos direilos polticos do povo, nenhuma im-
,dicQfln com suas actuara ioslituicOes.
O principio quea parle conservadora da as-
sembla reunida em Muzingen especialmen-
te rec.onheceu, foi a necessdade de elevar
ao* poder, homens capazes nflo smente de
restaurar a ordem, e per fim aos abusos li-
nanceiros do part lo radical ; senflo tam-
liem, e isso sobretudn, de presrvar a Suis-
sa das invasO'S das mais destructivas dou-
tntiHs, e dos mais ousidos agentes das re-
voluces estrangeiras, e de prevenir que
sua propria neutr.ilidade seja convertida
por esses eslrangeiros em um perigo publi-
co e offensa universal.
"^Se a Suissa fosse uma nacflo separad e
destacada, a correnti de seus negocios in-
ternos corrora irovavelmente som mata
irregulardsde o nteresse, purm sua con-
nexflo cum os paizes adjaceoles, he tflo
constante e directa, sssim pela entrada esa-
Itida de uma populacho inleira, como tam-
bem pela sua communhflo de lingoagen
com a Allemanha em uma porcSo. e com a
Franca em oulra, que tola a revoluto que
appareeeem um cantflo suisso, tem emsi un
lioileroso elemento eslrangoiro, o toda a re-
volucflo queappareo em um te.ritorio ad-
acente tem alguna lios que se reunom na
Suissa.
O primeiro dever e o inleresse real de un
guvorno illustredo na Suissa, he prtenlo
acabar co n essas intrigas estrangeiras, qus
.leiiuiliim a paz, e sufTocam a verdaJeira
poltica nacional do paiz.
(Timei.)
INTERIOR.
no campo do Urso. Uma cerca ligeira os
separava.
Desde as gargantas do Jura, al os valles
alpinos do Oberlatid bernense. essas colum-
nas resolults de cidadflus desarmados, se
tinham lirmemenle potlo em marcha para
leslilicarem sua adhesflo, quell s princi-
pios de gOveruo que sJo os nicos t]ue pu-
dom presaivar a orden su coiumunhflu
e a independencia de seu terrilorio. A nev
que caba pesadamente, c ssuu quando ellos
cliegaram ao lugar ua reuuiao.
Ums'con.missao foi nomeada debaixo da
ilirercflo de Laniiammen Blaesch, que he
actualmente o chefe dos conservadores ber-
nenses, epela primera ves depois da des-
truic,9o do governo patriciano de Berne em
1831,08 cabeess desse partido eos principses
membros das Ternillas -*ernnses, sthiram
pas dar sou apoio publico aos chefes niode-
lili*-l)K .JANEIRO.
GAlttvttA DOS SRS. DEPU-
TA DOS.
DISCURSO PBOFEftlDn PELO SU. PAULA
IUPTISTA NA SESSAO Dlv 25 DO CB-
RENTE.
O Sr. Paula Rapliila : Sr. presidente,
quando se trata de armar a nacflo, e fazer-
se de lodos os ci lalilos soldados, deve-se
primeiro que tu lo reconhecer que psta me-
dida nflo pii le ser dictada para fins com-
muns e ordinarios, mas para fins nobres,
honrosos c tflo distinctos como a medida
he em si mesma; deve-se reconhecer que
osla nsQo nflo p Je eitar armada, e todos
os cidadflos nflo p lem ser soldados senflo
para defenderem a sua independencia, hon-
ra poltica, instituicOes juradas, e tambem
a sua liberdade. Estas palavras exprimem
o meu carcter poltico. Sou homem de
paz, j uma vez o disse ; mas hoje vos digo,
senhores, que tambem sou homem do justi-
a e liberdade. ( Apoiadoi. )
Diga-se, portento, oque sequlzer dizer,
cada um quo pense como quizar pensar so-
bre a melbororganisacilo da guarda nacio-
nal) que, quanto a mim, neste assumpto
lia uma ver Iade que ser sempre inconles-
tavel, e nunca a perder! de vista; e esta
verdad* h > que a guarda nacional nen deve
ser orgaaUs la de modo que possa servir as
faccOes efei seus delirios contra os grandes
interesses da sociedade (apoiadot ), e nem
deve ser organisada de modo que sirva de
ceg instrumento s ambiges Jo governo.
em pocas passadas e cala-
mitosas para o paiz nos vimos a guarda na-
cional empunhar as armas para seguir o
espirito de turbulencia e desordem, e de-
fender interesses de faeces contra ordem
oublica, eu, sem ter a menor intsneflo de
offeniler o melindre do alguem, perguuto :
ja examinamos com a allencflo que o caso
exige as causas que conrorreram para esta
lesmoralisacflo, em que entflo s* precipita-
ra a guarda uaciontl? Ja procuramos si-
heraocertose estas causas fraai especiaos
e nascidas dos vicios e defetlos do systema
ontSo adopUdo para a sua organisagflo, ou
se l'o'sni causas de uma erigem mais am-
ida e Torunda de niales que affectaram o
mesmo exeroilo de primera linha, e ttm-
tiem o desmoralisrllo t E ja tamos como
cous i averigala se estes malea provieram
do povo, ou anles do elemento popular, quo
uns acham-n'o bom, ptimo, ou se provir-
BSSSSxfe



>2
ram da inesma autoridade publica e do mes
mo governo, que outros achim-n'o boni,
perleito. e quem entendem que guanta
nacional deve estar rigorosa o reslrictamen-
te sujeila ? Quer me parecer que n5o perde-
ramos o lempo discutindo estes pontos conf
calma. Man, seja o que fr, eu no quero
nesta occasiflo occupar-me do pastado, mas
somonte do presente quero fallar da ac-
tualidad?, e dilero que me parece de mus
importante sobre este projccto da guarda
nacional.
Senhores, j uma vez se disse nesta casa
quera eslava solitario : nfloimporta ; con-
tino em minha roarcha,e a apronunciar-me
contra esta actual idade.que enfrnq ueea a nos
todos, que, sarvindo iu mesmo lempo, nSo
serve a nenlium dus partidos (apoiadosi,
que nunca nos podera dar outro resultado
sendo a continua(3o da mesma poltica de
violentas rear^Oes,estranhados odios, vivas*
dissencoes e esteris lulas. Kquauto mais
pens o refl co sobre os meios proprios e
ellicazes para tirar o paiz tiesta m situacflo
em que elle an acha, mais me convonco de
que nSo posso, e nem devo votar por um
systema que, dando ao governo o podei
discricionario de demittir ad libiium do ser-
vico os commandantes dos corpos e com-
mandaotes superiores da guarda nacional,
tendea pOr mesma guarda nacional anda
mais subordinada ao govnrno do que o mes-
mo exerrito de primeira linha. .Nilo basta-
r ao governo o direito de nomear ? NSo
tem ello a precisa moralidade para fazer
boas nomeaces? As nnmecde nflo reca-
hcm (si ci'adSos in 'epeodentes, industrio-
sos, agricultores e senhores de grande pru-
priedade territorial? NSo teem estes ho-
uiens interesse no bem do paiz ? N9o teem
direito de reprcsentarem uma opiniflo ?
i'ois o governo be que ha de ser ludo T
Senhores, a autoridade publica nilo he a
nica frQa que existe. as saciedades ha
una outra forca, que tem o seu assento us
coracAes, que domina os espiritse dirige,
sem presenlir-se, as vontades, e esta forca,
cu nilo ei se anda mais poderosa, be a lor-
ia da opiniflo' (pojados j; opiniflo que nilo
existe no nosso paiz, que he de absoluta ne-
ccasidade que exista, e que rom esforcos
patriticos devenios lodos querer que ella
appareca. que se desenvolva e governe. Ku,
senhores, que ja Ivb a coragem de dizer
nesta casa que no paiz nfio ha opiniSo pu-
blica, e smente opiniSo de part ios, esta
verdade, por inim pronunciada, foi qualf-
cada utopia. Aquelle, poim, que, chaman-
do esta verdade utopia, hoje no senado Tal-
la em opi..i8o publica, e soccorre-s a esta
chimcia para sustentar que ella he queai
tem querido que os magistrados no nosso
paiz sejam polticos, este no, no he uto-
pista, nSoquer illusoes, mas he positivo,,*
so profere verdades I
Procurmosos meios desahirmos do ci-
tado actual, procuremos dar frga opi-
niSo; temos o principio de publica discus-
po, leiiliamos'tambem boa volitado.
Ha um aparte. ) ^*
NSo queremos sahir ? NSo he poasivel
que o consigan os f Enlflo para que occu-
parmo-nos aqu coni palavras ocas, e para
que repetir, como aqu se tem repetido, que
oestado do paiz he mao, cercado de emba-
razos e perigos, e seu futuro ameacador ?
EnlSn, senhores, nada tacamos, nada diga-
mos, e eotreguemo-uos logo s cegas fatali-
dades.
O Sr. Cruz Machado : Aprwente um pro-
jecto substitutivo e os meios praticos.
O Sr. Paula Baptitta : NSo ha projecto
substitutivo. O projecto substitutivo he um
systema meditado que exprima as necesi-
dades do paiz e boa vontade ; os muios pra-
ticos sBo uns de que ja fallei : isto he, di-
nSo consentir mais que a guarda nacional
seja instrumento deeleices edemesqui-
nlios interesses de partido e de todos quen-
tos, no meu modo de pensar, tendam a dar
eslabilidadeao paiz. Estabilidade, senho-
res Quandoem um paiz a instabilidad*.' he
tanta que com ella ja as anibieoe. especu-
lam, nella depositam as esperancas, nest*-
paiz nin|juem qner trabalhar para n futuro.
Ser governo, governar, se poasivel fr ama-
nhfa, heje mesmo, eia a nica prelencSo e
desejo. Sem estabilidade ludo he confusSo
deso dem ; pelo que, senhores, me pare-
ce que, ante de ludo, o qua se deve procu-
rar he ewtabelecer as garantas de estabili-
dade. Hahi poder-se-ha bem caminhar para
o progresso ; mas antes, pens que nSo.
Fallou-seem projecto substitutivo e meios
pralicoa : bem ; vamos tratar disto. Qual
he a primeira necessidade de toda a socie-
dade, principalmente daquellas que teem o
rgimen constitucional, e as quaes as am-
bicies eslSo em lula eaa ideiasem movi-
mento, senSo a boaadnuuislracflo da jusli-
Ca ? senbores, eu ji nSo proclamei nes-
ta casa a emancipacSo do poder judiciario
como uma necessidade constitucional re-
clamada pelo bem da sociedade, e como
nieio de saturnios da actualidade? J nSo
moatrei que na actualidado a administracSo
da jusiica nSo eslava, a nem poda estar sa-
tisfeits com juizes polticos ? Agora eu vos
digo mais que 'ha um grande per ign paira as
sociedades sempre que as amb oes con cor-
rer. tf>(, nara um oonto e se enron-
tram ca mesma estrada. Quando as ambi-
SOes corren) por difTerentes h fos, ou qun-
o no seu desenvolvimento ellas se esten-
dem por diversos campos, eacham campo
para desenvolver-se, entSo, spplicsdas e de-
dicadas sos diversos misleres sociaes, con-
servando o typo de moderacllo, ellas se tor-
nan) olis a si e i sociedade; mas quando
ellas se acJumulam, a lula ha oesereear-
chica ; ellas se enfurecem, e mu tas vezes
nem sSo otis a ai e nem sociedade, que
nestajajfso eoffre o duplo prejuizo, j de nSo
" las oulras necessidades vilaes, e
liado suas forjas vSodrfinhando,
(cr nutrindo em seu seio lutaa for-
l4K"s%o> que ella sinta frcas para conte-
las nos Justos limites do bem publico.
O Sr. Cruz Machado : Por ora est naa
nuvena.
O Sr. Paula Baptitta :Eis o que realmen
te se da com up>a magistratura poiiica, e
com uma magistratura dependente dos fa-
vores e do arbitrio do governo. Ella entra
as lulas, tem inteiesses nestas lulas, ja
nSo i Je julga-laa, ja nflo pode preparar o
triumpho para a melbor opiniSo, ella mes-
ma se divide e llca sendo, como j uma voz
disse, ou perseguidora ou perseguida. En
que he que tenn-s visto senSo isto mesmo ?
He isto tanibem utopia, ou, para os bo-
rneas que querem os Tactos, be isto um fac-
i acontecido, sentido, visto e xperimen
'adn?
[Ha ubi aparte que nao ouvimot.)
Snhores he bem difOcil argumenta'
com bomens que querem os principios i
lepois, sem negaren) as suas naturaes con-
secuencias, os reprovam e condemnam. li-
cor ahi que se pode bera explicar estas in
coherencias, este meio positivo de se dis-
cutir cerina negocios pelo qual se acha que
com o mostrar-se que outros fu- ram a mes-
macousa, (lcam justificadas iguaes violen-
cias eaberracOes da \ei (Apoiadot.)
Assim, pois, entendo eu que se devia
esn-ear o campo das lutaa, que se devia des
locar estas ambicOes accumuladas, que se
devia retirar desta ruinosa poltica, que
persegue o paiz, aquellos que deven le
actividade e sciencia, nSo para Ihe lar ain-
la mais forca e incremento, mas para repri-
mi-l, modera-la e obriga-la a tomar nove
specio, e a parar para seguir novocaiui-
nho. ag
NSo se quiz a Independencia do pooTT
judiciario. minha opiniSo nSo foi aceita, os
partidos da actualidade enlendem que pre-
eisacn da magistratura, que ahi devem exer-
cer influencia, que ahi devem ter amigos,
parece que temem a estabilidade Pois,
em verdade digo fe seja-me licito faier es-
tas previsOes) que, se passasse a indepen-
dencia dos magistrados, e erles se eulregas
sem sua missSo judicial, verismos logo
como o termmetro das paixoes polticas
desceria consideravelmenle, e o mesmo go-
verno ver-se-hia mais desligado de compro-
nnssos, mais livre de pesadas exigencias, e
mais deaembarat-ado para obrar. {Apaiatlos )
E sabis qual devia ser logo o segumlo pas-
an, ou meio pralico depois deste." Eu nilo
tenhoas grandes habililacjs para ser mi-
nistro.....
O Sr. Goma Itibtiro :-NSo, senhor, isto
nflo.
O Sr. Paula Baptitta :Mas se eu fora
ministro, eu fallira precisamente cor,
procurara esclarecer o paiz sobre a neces-
sidade da medida, tomara a mun toda a
responsabiliJade, o procedera a uma relr-
ma nopessoal da magistratura sem alinelo
a disiincSo de partido*.
O Sr. Aprigio : Contasse com o meu
voto.
O Sr. Paula Baptitta :--Ao que me pare-
ce, com estas medidas, proporfSo que
a opiniSo publica fosse ganhando lerrena,
ns interesses transitorios das facefles ha-
viam do ir senl indo falta de apoio, e a causa
publica fundajjoalicerces mais fortes c se-
guros
Vamos i guarda nacional. Se no estado
aciual do paiz convem deslocar amhicoes.
dar-lhesnova ntreocSo, me parece que lam-
bem convm quebrar as machinas e os ins-
trumentos com que o espirito ceg de par-
tido sici ilica os interesses do paiz para bem
de seu proprio interesse. Um ilestes ins-
trumentos tem sido a guarda nacional, pela
facilidade com que se faz uma inversSo ge-
rvl nos nfliciaes, commandantes de corpos
e coanmandsntea su^.eriores. Uuia mudan-
ca no pessoal he tucffj quanlo lia a f-zer-se
na actualidade, que com ella tudoest com-
pleto, consummado e perfeito ; entretanto
que esta medida, que, hornea pensar, ag-
grava o ino estado do paiz, iica anbalstin
Jo com o pnjerto em discusso ; porquanto
elle sancciona o mesmo principio, aulori-
sa a mesma restica do governo, s> mpre
que quizor, poder demittir do servico os
commandantes dos Corpus, commandantes
superiores. .
O Sr. Crut Machado :--E os bfllciaes de
companhia ?
O Sr. Penna :--Jlas sempre conserva di
as suas patentes.
O Sr. Paula Bnptitta :~Com isto nSo S'
il um passoadiarlte, porque, apeaar de n3
se dizer at agoia que os commandantos de-
mi it'dos flcavam conservando as patentes,
todava ficavam sempVe gozando das cousi-
dcracOes dos cargos e postos que haviam
oceupado; e lana que nunca alguein foi
demitlido de um posto ou commando para
servir de sol lado.
Um Sr. Diputado :as Alagoas fot um
O Sr. Sihtira da\Motta -.--Aconteceu a um
lenente-coronel no lempo eta que dumina-
ramosaesihores da opposicSo.
OSr. Paula Baptitta :NSo lenho conhe
cimento destea fados, e se existen), be
uma ou outra excepcSo talvez. Quanto s
nomcacoes, ellas nSosSo para mimohjectu
que eu queira discutir.
O Sr. Penna :--Quer que os oOlciaes se
jam poreleicSo ?
O Sr. Paula Baptitta :--NSo senhor. Me
parece que mu lenho pronunciado com toda
a clareza. Sejtm da nomeacSo do governo;
mas quero estabilidade nn servico, quero
que elles tenham granlia, que nSo pos-
sam ser retirsdo do servido senSo por m-
possibilidade, ou motivo oondemnaveli jul-
gado pelo respectivo conselho ; quero inde
pendencia em suas opiniOcs, quero, para
dizer ludo de urna vez, que a guarda na
conal nSo sirva para exprimir a vonta te do
governo em um objecto como ele^des, eii
que ella deve exprimir vontade propala. Na
actualidade he o que eu julgo que cnvem,
porque lie iste mesmo oque ataca um dos
males da actualidade.
E, ;rs;crri, 5n* mo'ivo ha paraesla re-
luctancia ? Minlia opiniSo me parece que
deve aer aceita sem observaeflo, poiiquea
poltica dominante he quem tem de fajatr a
nouieacOes ; naturalmente ha de nomeat
aliados seus, > por isso, quando algum da
deixar o poder, devera contar com eat
apoio. Os escrpulos e os recelos, pois.
devem ser para a opposicSo. Eu quero que
baja opiniSo, que o governo nflo seja ludo,
porque confio que quando as bases forem
oulras e so for eonheceodo quu se nSo podi
governar com meios arlificiaes, sediscuti-
iflo ideias uleis, a nflo tei ho medo deque"
persista aate emperr, obstinaejio, tenacl
dade e odios, que sSo fructos da poltica de
personalidales sem principios.
. O Sr. Souia franco da um aparte que nflo
(tuvimos.
O Sr. Paula Baptitta >-Sim mas estas
ideiaa uleis nSo pdom ser discutidas com
inlngaa de parlidua {upuiadua'i, in lqa-
rsm uma lgica mui gravee rigorosa.
Nesto pensamento, senhores, quo me do-
mina na discussfio para nflo dever persistii
o livre arbitrio do govoruo para demiltir do
servifo os commandantes da guarda nacio-
nal, aquellea que o acham repugnante, d-
zem que ha contra elle uma objeceflo viva e
ningucm pdemaia-ls. Sim; dizem efies
que se es commaiiJaules da guarda nacio-
nal nflo forem da mesma polilioa do gover- comman.raBtss dos corpos e commanlan
no, n3olheaiietCerao conflanca.eat mes- es suaeriores, tenho tambem a opiniSo a<
nopoderSo pd'onibaracos ao governo,' e<- nSo se poder destaear a guarda nacin*
niivar-seao cumprimehto da requisico>s em lempo depaz e lempos ordinarios, e
!.#-* mu* Iham A-.m rAlan* n,.rtftntf\ ado ratnln mofltnil i vi. OS diSCUSS
iustentar Qlbos, homens que devem ser
respeitado e garantidos em aua posigSo de
lionra e honostidade. E o que he esta guar-
a destacada? verdadeira tropa de primei-
ra linha ; e aasim, para servico muilo com-
iiMjns e irdioaiios, sem urgente necessida-
de, muitos cidadflos que nSo podem aar
soldados de linha, deixam industria, fltJws
cssa, evSo-seaquarlelar, vio'ae*U|f)ldados
de primeira linha. Esta objeccSo, digo ais-
la, tem toda a forQa, quanJo se quer en-
tender que a guarda nacional no nosaopaz
leve aer instrumento dos interesses dos po-
lticos quo devem trabalhar para prelen-
coesdealguns Mas, para quem couhecer
a sua misa&o de honra, a objeceflo nao tem
fjrca.
Todo o cidadSo he soldado, eu lambem
sou soldado e vos todos o sois. (.Apoiados.)
Quando perigar a patria, quando perigarem
a instituiQdes jurada e o direito de cida-
dSo, eu, apezarde Traco, empunharei uma
arma, mas para sustentar reaccoes, para
se-faier eleco>s, e se fazer este ou aquelle
individuo senador, nflo ; para isto, eu nSo
sou soldado, nflo sou guarda nacional, e
ninguem o deve aer. (hpoiadtt.)
Considerada a guarda nacional, como ella
deve ser, qual lie o servico imporlanlissi-
nio que, a beneficio da causa de todos, nilo
possa ser prestado na guarda nacional pelo
homem que nSo partilha a opiniflo do go-
verno ? Ser uma eleicSo no sentido de ab-
soluta sujeicSo ? NSo, isto nSo he servico
para gualdas nacionoes, para homens que
devem ter nesta parte vontade p'Opria, que
devem de estar garantidos contra todas u
violenciaa. E ser para eleicdes que se
luer a guarda nacional? I'ois he isto jus-
tamente o que eu entendo que nSo devo
querer, e por conseguinte para mim, e para
os que pensam como eu, a objeceflo nfto
tem forca.
Alm disto, para os commandantes que
recusam prestar frca requisitsda pelas au-
toridades competentes exislem leis, e deve
existir disciplina. Nste caso elle he reo,
ue criminoso, deixa decumprr importan-
tes deveraa, deveJjhasar por'conselho, e ser
lievidsniente demitlido ; e em lodo o caso,
quanto melhorafloaerqueopaz, em vez
de ter insirument deeleicflo, tenha opiniflo
.. !..> Iiii.it, on%,rici\.k. aAC>i.,,_
IUVIH. rmtm ^--------------------- -.---------r------------
(a nicamente que exista a Turca do gover-
no h a autoridade, OS inconveniente da ob-
leccfl" sao reaes e mais que reaea, e nem
me levantarei para nega-lt
quem est vendo, sentindoe deplorando os
esultados desla pralica, e quer acabar coro
O'ir icill^u uaa ya*, j -pr- -----------
este respeto meanauj vi, na discussflo d
fixacflo das frcas de ierra, que estou venci-
lo na cmara. Quanto ao mais nada digo,
a mesmo, senhores, me parece que pouen
ha a dizer-se. O mesmo partido, hoje em
opposicflo, foi quem approvou esle projec-
to em primeira e segunda discussflo. ( 4-
poiadot. )
Eueatou longe de querer deaflar suscep-
tibilidades e ofrendar algum dos collega-
que me ouvem. Um dos honrados doputa
dos por Minas disse que este projecto Tora
approvado em primeira csegunda discus-
sflo, porque o seu partido eslava em roaio
ra e no poler, e que hojeo reprov, por
quo elle ei Tora do poder. Esta declara
|iinai->'u ** .- .^^---.T~- .
le forca que Ihea forem.feitas; portanto
n o governo t>-0) ^or seu princidal dever a
nanulenfflo da ordem publica, elle deve
lar a si sujeila esta Torca, deve ter o direito
le entregar o commando, adireccSo delta
i ofilciaos de sua escolha e conflanca.
Esta objeceflo pode ser Viva para o pensar
daquelles que teem enllocado a guarda na-
cional na mesma situado da tropa de pri-
meira linha, da sorte que boje nflo se pro-.
cura discutir especialmente as rasfi's o mo-
tivos que pos-am autorisar o deslacar-ao a
,'uarda nacional, e muilo fcil mente se diz,
governo poder destacar dez, quiue, vin-
e mil homens de guarda nacional. E quem
fio estes guardas nacionaes. Homens la- quoeiineaia lora uo poner, cm aiam
donosos, homens com familia, homens pilo he uma prova de minha opiniflo em fa
iue precisam do trabalho quolidiano para vor da estabilidad?, que nflo temos, e da
. ...... .i-.- qui| precisamos. Por esta declarado se
deve concluir que as leis ni tlavem ser fun
liadas nos oleresaes do paiz, mas nos inte
resses do partido que governa ; que os in
teresaea dos homens do paiz nflo devem aar
o Interesses do futuro, mas os do da, ou
do momento.
O Sr. Silveira da Mottm :No ha estabili-
dade de conviccOes.
OSr. Paul* Baptitta :O honra deputado
exprimio-semui bem ; ludo he inatabilida-
de na paiz, ate as convienes nflo ha esta-
bilidade.
Tenho dito, Sr. presidente, o que na oc-
casiflo me tem occorrido sobre a materia
que se discute. Portanto, termino o meu
discurso, pedindo sos honrados diputados
que me ouviram com Unta altencSo, que
me desculpem, ae uma ou outra expres-
lo minha eicapou-me capaz de tiffander
alguem.
O Sr. Crut Hchalo : O nobre deputado
he muilo cavalleiro e delicado, nflo pode of-
fender alguem.
I
S. que mAdil dar a oertldSo pedida. Peda a V.
S. lllm. Sr Br. julr. da teguoda Va dereri-
CrrtiAq've. Ilecie 24deJulhode 1830.
fariutt
Manoel Jos* da Motta eacrlvSo do elvel deata
cldade do ReclTe de Pcrnambuco por S. M.
I. e C, o Sr. D. Pedro TI aqaem Den guarde,
etc.
Cornspo.ideiicia.

Srt. redactor.--Nunca se vio a calumnia
ostentar tanta insolencia e atrevimento, co;
mo na correspondencia que contra mim foi
inserta enon. 163 desla follia, assignada
pelos inculcados Centuradorei.
Nunca se vio tanto cynismo em aggredir
a honra alheia, como o que alardeara os di-
tos Ceuturadore. Kre mellmr talvez en-
trega-los ao despreso, porque elles despre-
siveis silo; mas cumpre esclarecer o publi-
co, e explicar o acontecimento que Uvera
lugar no da 30 do correle, ej^ordem a fa-
zer triumphara verdade, eaUjMaiitar a im-
postura ealeivotia.
T Alvaro Pereira de Si, porque para isto tnha
rrcebido ordem do lllm. Sr. eommandenle
do batalhSo, em conaequenefa de haver o
mesmo alferes se ausentado do servico des-
de fevereiro de 1819, sem ter obtido a com-
petente iicenca ; e como sendo-lhe intima-
da a ordem de prisfio na porta do theatro
de Apollo, elle se evads para dentro do
mesmo, entend que o poda acompaohar
10, lenna opiniau "".>- t r_.-._ --------r-
imissOeseesqui- pa'a effeeluar a captura, visto que nSo re-
tamo a quesillo he pulo aquella Ihealro casai_de^morada dec^-
. niccefloem si he m.isuma ra- aa e ate attrbu.ndo-a a nflo ter o referido
Z par." que o governo nflo pos, continuar elferM ido agrad-car urna soltura. M. era-
no arbitrio de demittir, sem causa, sem veis .'0 m.jor do corpo ho eaUanho a todo
motiv o coaim.ud.nles d. gu.rd. na- sto ; seu p
Certifico vllts doi auto de ajxt trata a pe-
llcio aupra aer o teor da pelljao e sentenca
pedidas por cerudio do theor, forra, modo e
utaneira aeguinie:
DI/, a vluva Vlelra U Fliho que apreaen-
undo-ie em aua toja no Reclfa no dia 15 do
s crreme Ignacio I.lnji Maacareiiha, brinco, a
- deacontar um mel bilhete da loierta do Rlor
de-Janeiro premiad coan dou conloa de reU,
o supplicanle dliaa que nJo poda negociar o
ollbeie por ler oeaaa dia lello pagamentoa, e
nao ter meeda i e entao Joa Joaqulm de o-
vae que preaeote te achava declarou que elle
eolrava como loteressado no rebate fornecendo
um cont e trcaantos mil rl, e eolio o aop-
plicanie vendo que cein eaae eonnivao ewlaa-
vaeapodta faaer o pegeclo, acudo a aoctedade
Novara em a dlu quanlla de um conloe Ire-
cnloa mlt rl, e paaaaudo um vale de cem
mil rl ao portador ; e concluid aaaun'o ne-
gocio, coocordou dar a Novae uma lellra co
mo (lulo representativo da parte qpe Novae
lem no dlio mel bllbete, ma como iiao nao
declaraaie na leltra ein raiio da Boa re que
houve no negocio, he de iup|ir aupplicaa
le que no prato de AO dia porque foi pascada
lettratrria ja ido rcoebido o valor do mrio bi-
lhete, agora o auppllcante vem faxer raa re-
clainafo porque auceede FraocHoo Airea da
Conha requerer um embargo, duendo qua ha-
viam tirado do correio uma caria com um meio
bilhete da loterU do Bio-de-Janelro, e requar
a V. S. queanao.de tomar a ana recUmace por
termo e Intimar acsuppllcado. .pede a V. S.
II,u. Sr. Dr, lult da jeeiinda varadererimenlo.
E R. Me. Vluva, TUira U 'faor.
Toine-se felta a intimacao pedida. Recite,
20 de iuoho de 185o. Cotia Mntut.
> A' vista do depolmento da tettemuoha
de folha a folha 11, Julgo por aenlenca o al-
legado a folha t J>ra produxlr o rlTeito de
dirello e cuU. Cidade do Reclfe, 18 de 1850.
- Jo*> Ploriftt Viet Barreta.
E mal ae nao continha em ditapellcao e
aenlenca aqui ludo copiado que eu ecrivao no
principio delta declarado e no fliu da mearas
abalxo aialgoado, benv e fielmente fia extrahlr
norcertUio do proprio original ao qual rae
reporto e val a prente aein cousa que duvlda
faca por mim ubcripta e a.algnada netta cl-
dade do Reclfe de Peroambucoao 4 de Inlho
lo anno do naMimento de noato Senhor Jeau.
i'hrlito de 1850, vlgetimo-nono da independen,
cia e do Imperio do Braail. Subcrevi e alg.
nel em fe de verdade. ~ MaaoW ioti d Afolla
COMMER&IO.

ALFANHEGA.
Kendimento do da 24.....
fetcarretam hoje 26.
Brigoe Haidti bacalbo.
Brigue -- oura mereadorias.
CONSULADO GEHAL.
nendioento do dia 24 .. .
Diversas provincias......
5:291,019
1:059,923
51,857
1:114.780
EXPORTACAO,
Dupoehee naritimmi na dae 94.
Baha, sumaca nacional irlo/a.de6l/
toneladas : condux o segulnte : 2* yolumes
ferragens, 33 eaixaa clavinoles. 10 ditas fa-
zenias.cauaamiudeza, 1 dita barbante,
65 dlas sebo, 360 barrica bacaltlo, 16 ca-
ira cslgmalaar abuso, o
vaneas crimino* ? Poitanto a queaiao ne iiuio 4uan. ------------.""
ibvia Para quem entoode que no p.iz bs- dadflo algum. e por rons^guinte nos termoa
..:"':..___,i nnKe.ni.iIiW.Jnmiv.r- do art. 179, ^ 7 la consluoicflo, e art 909
do cdigo criminal. Os eensuradoros po
.m avezados a zombar daltie. do pa.a.a.
vaularei pare nega-lus ; ma, par Um.garam-se porque eu assim proced..-
barateando-me insultos, oram por uma nMlnt ,,n M btrrs carnea ensaecadas,
tangente tocar no major do corpo a que per- cl|M 0,,je(,l()S de daguerreolypo. i ditas
iubUittoiie. quer tambem a fdrea d. lenco, qual.hpando a priaflo como despeilo- vellMe c,rnluba. IW ao.lK)a palhadedi-
":..;____;.... i...... .. > ,,,ioditos eslaiiras, 10barre I cana doe*.
barrls azeitede carrapeto, t dito dito do
peixe. .'
Ilarcellona, brigue hespanliol Carrraimco,
le2J2 toneladas: cunduz O seguute : 780
caceas com 4,147 arrobas e 28 libres dee>
godflo, 18 couros aeMjedos.
RECKBEOOHIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Kendimento do da*......3:165,480
CONSULADO PROVINCIAL.
P.endlmento do dis2. 409.830
tgtgtB^^^^^SakWkmWa^^a1KhWaWKh9
novimento o *orto.
Mal
' Senhores, be preciso acabar com os meios
ephemeros de Ira va irnos tantas lutas, ali-
mentadas por uma poltica que -,nos estraga
as frcas intilmente, poltica que he fonte
prxima dos nossos males. Digo, fonte pr-
xima, porque ella tambem tem suas causas.
\;io posso alargar-me; me parece que com
isto dara causa a que o Sr. presidente ese
chamasse ordem, quando nflo, talvez po-
desse convencer alguem de que estas cau-
sas nSo estau nesta conslituieflo Iflo liberal,
tflo nossa amiga, e tilo espancada e maltra-
tada (apoiadot); que estas causas nflo sflo
taaa (apomace;; quo can m mu------- ,.-., ... Durl
es.es 'pretextos, de qu,.u... civil,...- ^^X&
quinha|que o Usa Sis.Cemurodore dalle Ta-
zeni. A prisSu leve a causa cima indicada ;
e quando nSo fo*se a mea na smeteme,
nlo oram eertamenle os Centuradore os
habilitados para interpOrem seu juizos so-
bre malcra de semelhsnte ordem. Elles
que se ufanara de tciem dado apupadas, II-
Ihaa sem duvida da nimia condescendencia
da autoridade policial que all aa achava ;
condescendencia que por lodos os re.poilos
merece ser deplorada : elles dascendo es-
calla das vilanias e indignidades, tornaram-
se semelhsntes eos muleques, nflo eatflo em
vordaile no caaode acoimarem-mede inTrac-
nacional e
-._ f--~------ ., .. -..
CSo e moralidade. De minha parle promot
to, sustento e juro que nunca hei de subs-
crever este injusta uffouai fela aos braai-
Iciros e ao meu paiz. ( Apmadnt. )
Repito, precisamos de estabilidad*, ve-
mos com passo lento e rrflectido, lenhs-
mos resignaC"0 e Da vontade.
OSr. Aprieio:-De este conselho oppo-
lieto
0 Sr. Paula Baptitta :-;Se eu podeise por
a opposicflo a geno de minha ideias e con-
vicc ella? Comprehenda ella as verdadeira
conucOes da ordem e da liberdade, tenha
conviccoes Tortes, discuta seriamente os
meio de sabirroosda actualidade o (azor a
felirdade e ventura do paiz,que cu eslare
com ella.
O Sr. Sousa troteo :--Ji est ; no o conta
mos do nossO lafl. u_ _f
O Sr. I'aua jina -S ..C pGJiiVC.
Seeu quero a ordem, seja pugno pela es-
tabilidade, se quero alimentos silos para o
espihlo do povo, posso esiur com um par-
tido do qual parte o piincipio da resis-
tencia armada .' ( Apoiadot. ) Com um par-
tido quo nflo comprehende a constitui-
dlo que temos, tflu livre, tflo amiga de to-
dos os brasileiros. qucrcoostiluinle T( A-
paot. )
0 Sr. Presidente :-Observo ao nobre de-
putado que o que est em discussJo he o
projecto sobre a guarda nacional.
OSr- Paula Heptitta :--llespeilo a V. Exc.,
enlrarei na ordem, porm antea disto mais
duas palavras, para concluir o meu pensa-
mento em rosposta ao aparte.
Poaso i atar com um partido, que, quan-
do pretende por-e a frente de refoi mas, e
us seus Miembros se confessam homens do
>rpgreaao, antigua do povo. levantan, as
mis macbadiubas para derrabar urna arvo-
re que- .la abrigo humanidad infeliz,
qual o direito de agraciar t ( Apoiadot.)
Passo de novo guarda nacional. Os apar-
tes beque me evacii alera des lianiles da dis-
cussflo.
Tenho fcilo bem ver quea minlia oppo-
sicflo o piojecto liana parto que cuucede
arbitrio ao governo para as deoiiasOes dos
decOro publico. Um Boulisbia, uai Ca-
nia, um tocio iat pukinehat, e oulros que-
jando, nflo sflo entidades laet que possam
dar ou tirar eredilo.de alguera. Ameslra-
dos s tralicanciaa, o pedem ser nellas
grandes ; e portanto, se sflo elles os Centu-
rodaren, como alguem supto ; sesalnndo
de alguma bacchanal aasignaram a corres-
pondencia a que me redro, [raneamente Ibes
digo que nada adiantaiam.porque eu eu pu-
blico que os couhece, I lies damos o despreso
merecido, mrmente por ser noloris a in-
justas con que me aggrjdem, assscindo-
ine injurias, que s bomens ebrios pode-
rism. inventar conlra aquelle que nem
mentalmente os offeiulera. Sou bem conde-
cido nesta cidade ; nflo vim l das llagas
trans-allanlicas. aqu naaci e aqui vivo, aera
que se aponte faci algum que me possa
desairar; portanto, nlo sflo o Srs. Centura-
w..-.. ... i,9,, je tisinr a minha reputacSo,
principalmente por um lacio que oure ue
conrormidade com a lei, e sera infrarcSo
dos principio de honesldide e decencia,
que muilo sei respeilar.
Emquanlo, pois, os Srs. Centuradoret tie
nflo derem s prova de que o theatro de Apol-
lo est nos termos dosaris. da constituico
e cod. ernl apoutados; emquanlo nflo nioa>
trarem que obret com abuso e exc aso, pro-
curando executar a ordem de meu legitimo
superior; ein quanlo fioaliuenle me nilo
coiivenci-rem que procurando effeeluar a
prisflo do alferes Alvaro, eu postergara aa
regra da moderaeflo e piu lencia ; consin-
tam quefeuosqualifique como infamissi-
mos caluuiliiadons, lam vis e despreaiveis,
como a mais vil alimaria deque ha noticia.
Tenham. rs. redactores, a bon lade de
dar publicidde estas lindas que em di Ta-
za de aua honra lliu remelle u seu leilor.
Munoei Lu ti flig.i.
m i '..........
/Vacio nafrado o dia 94.
Rio-Grande do sul 32diss, brigue nacio-
nal ero, de IW toneladas, capullo Ma-
noel Jos llibeiro, eqoipagem 16, carga
carnee sebo ; a Leopoldo Jos da Costa
Araujof _,
Daltimore -- 55 das, vapor americano IFai-
hington, de 209 toneladas, eapitSo Joel
onney, equipagem 17, en Ualro a Pos-
tor & Companhia.
liaviot tahidi ne **. dta.
Liverpool Galera ingleza Sword-Fltk, ca-
pilflo Ricardo Creen, carga swucar eal-
godflo. Passageirqs, Willam May. Ricar-
do lieffermann, a viuva deStwart com sua
familia a uma criada, F. Yuule com sua
senhore 2cri.los.
Barcelona Brue llespanhol Currutaco,
eapitSo Manoel Soler, carga algodo.
Navio tahido na fia 95.
Babia Sumaea nacional Carfefa, captilo
Jos Goncalvcs Simas, carga varios gne-
ros. Passageiro, o Brasileiro Joaquim l.o-
v, J Cci'.c .'.!"J?"rn>Ui-
rublicatpAo a pedido.
Dix a vluva Vleira Si Filbo, que para bern
de aru dlrelio preclaa que o mcrivio Molla a
vina doa amo de noilflcafao da auppllcante
contra Jote Joaquim de Novae Ibe d por ser
lidio o teor da priiciio a folhaa 13 entenea a
folbas 10 que Jnlgou areclaraaciojc requer a V.
EDITIS.
O lllm. Sr. lotpcclor da iheaourarla da fa-
xenda provincial, em cumpriuienio da.reaolu-
co do tribunal ajiuiniairalivo dc4docoerenif.
manda faaer publico que n dlaa 30 ai "
preaente e pflnaelro do prximo futuro
ir i praoa peraote o mcamo tribunal, para sfr
arreuialado a quem mal der, o imposto de v>
por cent de ago-ardenle do oonaiaane no inu-
olclpio do Reclfe, avallado anoiaalnW ein
Ta^U.. .era mtg*Xu
anno a coi.Ur do prliuak-*^i-"" *""
V- ebrtXBXTSti d fnda provln-
,fi'dVi5nsnKS.**inUi.tel--l.
OtS !dpu..rio aarvlndo de secretario,
P. A. Ca-leemUCoutteir.
' pela inspectoradMlfandagasefazpu-
blico, que silo precisoe onze eeUios de em-
berib ou massarandub., W*-*1 f1'""
de coniprim i pollegad. de^gro
fj, fi.bbri d ponte da des* g'.
ol qu.es se ajuslaro com quem os lorueccr


a*
por menor preco, dirizindo-se para csse fin
a dita rparlic'io, durante as hora* do ex-
pediente, al o uliimn ilo crrante mez-
Alfsndeg de Pernambucn, 2S de julho
de 1850. -ninspeclor uterino, Benlo ot
Fernanda Barra
Declarares,
^**# l'l H. .1 ....... ^
PAGADORIA MILITAR.
De ordem do lllm. Sr. coronel inspector
Joi deBrilo Itiglez em eumprlmento da
portara do Exm. Sr. presidenla da provin-
cia de 93 do corrente, se faz publico, que
esta pa*sdona pretende comprar, lim de
seren remettidos pira a lha de Fernando
de Nnronha, os objectos seguintes: ferro
vergalhSo redondo de 31/2 pollegada* de
grossurs, W palmos ; dito daSueela, verga
fina, duas arrobas; nogrosso, meia arro-
ba, enloda melhor qualidade que houver
no mercado : as pessoas que tiverem estes
objectoa e os quizar vender, apresentarflo
suaa propostas em carta fechada, no dia 97
do corrente
Pagadoria militar dePernsmbuco, em 93
de julho Be 1850. Ho impedimento do es-
crivBo, o oflicial, oaquitn Pireira Batios.
< .------------------
Theatro de S. Isabel.
Em consequencia da mole-tii do artiata
administrador a i ndt alo pode ter lugar o
espectculo anounciado.
Theatro de S.-Francsco.
.BULLAS AHTES
O falsificador de mneda no subterrneo.
\ iilllma noite de Pompea.
i) ultimo acto do drama Preciosa.
A canala do imperador Maximiliano ein Tyrol.
IV citlade'de Hrcinen.
llamburgo em olto partea.
Sin-Prteiburgo geratmenle.
A igreja do patriarclia Uaach.
'5"
GRANDE GALERA OPTICa.
Tendo-ie brevemente de abrir neite thea-
tro nina galera ptica ein coiinorama, neora-
, diorama, relevo e physlca em a qual se-
eipoaiai para recrelo do reapeltavel publi-
co, as magaificaa e curilas viatai das princi-
liaei cidadei e edificio! uionumenlaei mal
Importante! do inundo ; o director da dita ga-
leila convida a toda ai pessoas, particular-
mente aoaSri. chefei de familia que peloi gra-
ea iqcoiumodos de urna looga viageui enor-
mes oeanelaa nao ponam viajar coni auai fa-
iniilai, devlrem dIU galera deleftar-se, ven-
d o objectos lao pruprloi e verdadeiroi co-
mo se foaiem o origina,!; (ul he a seinrlhan-
ca) e chaina a allfnco de todos.para que Ihe
imteiu ajnalqucr drfriio, o que. ulo he poisl-
vel. O ineiiuo director, para mais facilitar a
eipectatlva peral tein eitabelecido asaignaturai
coiumoda por quatro ineiei, trinpo que ha de
durar a cinosicao todas as noilrs ; e por iiio
naga a todas ai peubas que quizerem tubicre-
ver dedlrigiiein-ie ao uielnio theatro, parale,
rem inscriptos seas noines,pagando logo adan-
- lado,- advertanlo que logo que haja uin nu-
Heiv de aiaiajnaniea marcir-ie-ha o dia da
abertura, cenlo ann^jujclao antes.
VISTA GF.RAL Drflw* GALF.RIA F.MCOS-
alOBAHA, NEORAMA, DIORAMA E
RELEVO.
Perpaasbnro em tre partes.
llio-de-Janrlro einoilo ditas.
, lllo-de-Jantiro feralmente.
Harina.
Lisboa.
Porto, pela VirU Nova.
Colmbra.
New-Yoik noa Estados-Unidos.
A ierra de Pancorvo na Heipanha.
A galera nacional em Londres
Uiua pruclsio de coi-pu de Dos em Sevllhi.
Al mineras pin Pars.
A columna de Aleaandre em Sau-Pelersburgo.
aples pelo caes novo.
A ra de Alcal em Madrid.
A praca real de Rruiellai.
A cathrdral de Mllo.
A praca de Saa-Marcoi em Venca.
A ra Real de Berlliu.
Trieste em duis parles.
O Pico de Teneriftc.
O Interior do tmulo do Imperador Maiimlla-
em Impruck.
larior de urna casa de banhos ein Vlenna.
A cldade de Tupis na Turqua.
A iif em de Napoleso lobre o Alpes.
Um banquete dos fradei, eiu um convento ua
O corredor do convento de San-Francisco na
Relfica.
O naufragio da fragata fraoceza Uiduza.
Um luaer.il dos fradei para o ceiniterio em
Roma.
A destrulcao de Cartlago pela general Scipiao.
Plago liolabella na Italia, noiiede la.
O WpltSo BesiJ no role artieo.
A aurora barril no niesino polo.
O arsenal de guerra em Moscovia.
Il.esda naAllemanha.
Vlenna pelo lado do lardlin da Prala.
Part pelo arco do tilumplio. ,
A praca del popa/a em Roma.
JentMlm.
t.'onat-.niiiiopla fro mar de Miriiiara.
Frankrorle do Maine aa Allemaoba.
Napes arlo i.du do Voinvio.
A sabida de Morara com o Israelitas, do
fcgvpt.
St nkulino, capital diSulsila.
O interior da cmara daa drputados ein Parli.
O tmulo de O'Connel na Irlanda.
A Ponte pensil na baha da Memj na Irlanda
A retirada de Napoleo ou a pauageui darlo
Mates na Ruisla.
G illicmburgo na uecia.
A alfandega de Uublia ua Irlanda.
Plfinouth ua Inglaterra.
O noulevird de saata-Magdaleoa ein Pars.
A ra oe MouvMana em Londres,
A entrada da ratona Violarla em Gotka.
A cldade Je Menina.
Dita de Zarich na Susia.
Dita Tliuq aa suissa.
L'ooslaollnopla pelo lado do Bosphiru.
Acatbedral de Leao.
As ruinas do templo Medlnet-Hibrrnao.
Os obeliscos no templo de Luior na Egypto.
O castigo dos vndalo! ein Roma.
A cldade de llruiellaso jardiui da Relia-Vista.
O Interior de urna casa decampo na Italia,
mostrando um enterro.
A insurreieo doi Jantsaroi ein Comtantlnopla.
A destrulcao da cldade de Jeruialan por Na-
buco de Nozor.
Uin basar na Italia.
O Tnel ou galera debaixo do Tamisa em Lon-
dres.
O Tnel gigante na Irlanda,
Aliona (cldade) nos suburbios de Hamburgo.
U imputo de D. Pedro I ein Lisboa.
t) Santo srpulihr em Jeruialm.
O tribunal da nquiicHo na llespanha,
U interior dai pyramidei do Egypto.
O Interior dil minas de sal, na Austria.
O interior do templo de Bdha na china. .
O interior dar catacumbas de Pompea.
O Interior dai catacumbas de San-Loureuco
em Roma.
O interior dai catacutuba de San-Sebastio em
Moma.
O interior das catacumbas de aples.
O Interior dai catacumba de Palermo.
0 interior dai de San -l.'onlno em Roma.
O interior da gruta Paiulllpe em aples.
O interior da capella de Santallosalia ein Pa-
lermo.
O interior de urna sala turca em Damasco.
O interior da gruta Capre na Italia.
A gruta de Antipris no Egypto.
0 Interior do Vaticano em liorna.
O interior da capella de San-Pedro ein Cordnvi.
0 Interior das catacumba no Egypto.
Um janlar, conforme o coitume prsico.
A cldade de Londres pelo Tamisa.
A cldade de lima, na America Heipanhola,
San-Francisco na California.
Ai muas da California.
PUYSICA.
Illuiot di/ferenle denominada Slrobnicopptlo
profttior Stanpftr di Fienna.
Osanimaes do mundo amigo ein seus esque-
leto.
O esqueleto da gnnde serpete Hydrarchoi,
que esta espoliar na sala de Apollo em New-
York
Diversas experiencias com o liydro otigenlo-
gaz-microscopio.
As duaa taces da trra.
ii mootanhas da la.
0 systema planetario.
Frico dai anigntlurai por tod* a expotifo ss
ualro mrif, loda ti noidi.
Ilonieni 6,000
Familias uaa homem e urna tenhora 10,000
Por augmento de cada umaienhora 2,000
Mnicas da laeima familia at 12 aonos gratis.
Avisos martimos.
Vende-seo Brigue nacional denomi-
nado Plratinim, de boa conslrucQSo, de
201 toneladas, prompto de um ludo para
navegar a qualquer parte com boa lancha e
hole, o qualse acha fundiado no ancoura-
douro da descarga da carne secca para ser
examinado por quem o pertender, e para
justarse com oa consignatarios Amorim
Irmfios, ra da Cadeia, n. 3, primeiro an-
dar.
Vira o Aracsly lem de leguir viagem
com hrovidadeohiate Flor de Cururipe, de
tirmeira maicha e forrado de cobre : quem
nelle pertender csrregar, pde-te entender
com o mesire do mesmo, Jos Pereira no
trapiche d'Algo>L1ii, ou na. ra da Cadeia-
velha. n 17, segundo andar.
-- Para a Figueira com escala por Lisboa,
com lotla a brevidade, o patacho portuguez
Marn loaquina, do que he cspitSo Manoel
li Costa e Silva quem quizer cairegar ou
ir de passigem dirija-se ios seus consigna-
tirios F. S. Rabello & Fiiho.
Para Lisboa pretende sahir at o dia 7
li agosto vindouro o brigue portuguez
favo-Vencedor, por ter a maior parle da
carga prompla : quem no mesmo quizer
csrregar ou ir de passagem, pira o que
'iffurece os melhores commodos, dirija-se
ans consignatarios, T. de AquinoFonsecs &
Filio, na ru do Vigario, n. 19, primeiro
n Jar, ou an capillo na praca.
A escuna Emilia, de que he capitSo e
prttico Atito'inSilveira Maciel Jnior, de-
ve chegar doCear por estes 4 dias, e se-
guir pare o mesmo porto, e para a do Pa-
ra, com a malnr breviJaiIrt : quem na mes-
mi pretendercirregar, poderi'entender-se
com Joilo Carlos Augusto da Silva, na ra
da Cruz, n. 13, armizem.
Quem quizer csrregar no brigue aus-
traco Mir, capitn M Tadejevicli, para Tri-
este, dirija-se ao vice-coniulido auslrisco,
rna da Cruz, n. 4.
Avisos diversos.
Mea Luzerna na Suia
Jl.lla .* ruinas de Habylooia.
A cldade de VV-aaat^BaS
BljjpU.
rui ni America Heipa-
--OITerece-se, por preco commndo, uns
ornamentos completos para a relebracSodo
ainlo sicrifcio da missa : quem precisar,
liriji-se ra larga do Rozario, n 8.
-Quem tiveruma esersva para alugir,
que ssiba cozinhar, t-ngommar e lavar, e
que nSo se embriague, dirija-se travesa
do Diqu, n. 9.
--No dia 31 do corrente, pelas quatro ho.
ras ua tarue, na ra r*u*a, / Di.
juiz do civel da segunda vara, se ha de ar-
rematar a armacjlo, ulencilios e gneros da
taberna do (luido Jos Ferreir, da Silva l.ei-
te, sil* na ra Nova, u. I : quem a preten-
der curppareca que he a ultima praca, cujo
valor coo&la do escrlpto em poder do por-
teiro Serra-Crande.
rrleu-ee urna ciisa de tartsruga pe-
quea, indo pela rus do Ringel, Assumpc3o
el'idre-Florimno at lo pateo do Terr;o :
quem a achod)e a quizer restituir, dirija-so
ra do Queiinado, loja n. 67, de Jos Mar-
tins da Cruz, que se pagar o achado.
- Si libido, 7 do crtenle, polis qualro
horas da tarde, na prica publica doSr. Dr.
juiz di segn Ja van se til de arrematar 2
atoradas de casas terreas, rii ra do Caldei-
rei'O, una na ra de San -Francisco, e um
sobrado na rui lirga do Rozrio, pertencen-
tes ao liuado Antonio Joaquim de Azevedo:
os pretenden tes comparec m por ser a ulti-
ma praca.
Sociedade Apollinea.
A cusnruissflo administrativa da socieda-
Je Apollinea lem marcado n dia 10 de agos-
to proiimo ful uro. para ler lugar a ana par-
luda ordinaria, e na conformidide dos es-
titutos devem os' Snrs socios remello o
pedidos de conViTa'los a rasa da mesms
sociedade no dia 15 do cnrrenlo a tarde,
flm de eerenr cotisj lersdoj pnla oommis-
sSo, que tem de reunlr-sn nesse dia, para
o mencionado lim.
--Alguma mulher de idide, necio
nil.ou est'angeirn, brinca, ou pirdl, que
queira servir de compmhii a umi senbori
viuva, din lo-se casa pan morar, eomid e
roupi, appsreca ni roa do Collegio, n. 16,
primeiro andar, ou annunciu sua morada;
o adverte-se quea dita lenhora viuva nSo
tem lllhos, e nao exige servcos, ilm de
que voluntariimente queira fazer ; e offe-
rece-sa ontrss commodidaJes que com
vista se dir.
--1(oje, 96do corrente, s 4 horas da tar-
ue. ni rui dis Flore, ni prac do Sr. Dr,
juizdocivel, se ha de arrematar urna preti
velha, diversos movis, e uns obras de
praii eouro, penhorados por Jos de Me-
deiros Tavares a JoSo Francisco Ferrein.
Desencaminhou-se una leltra di quin-
til de 920,100 rs. sicida por Joaquim di
Silv Coelho, di Parahibi, contri Me. Cl-
nont & Compinii, desti pnca, a 90 dias
vista, s favor dos ibiixo issigaidos : roga-
se a quem a tiverachado de a restituir ios
ibiixos issignidos, visto estarom os acei-
tantes prevenidos : adverle-se que dita lel-
tra tem o inimaru 3,691. Bernardina ot
Montelro k Irmlo.
Roga-se ao Sr. que lirou do correio
umi carta para Jos Antonio Pereira Reg,
n. 251, o favor de entregar na ra de Apol-
lo, n. 23.
Manoel Joaquim de Souza faz sciente
10 reipeitivel publico que d'on em diinte
so sssignara Manoel Joaquim de Sou7s Ra-
mos.
Pissiportes e ttulos.
A intig agencia da rui do Ringel, so-
brado, n. 9, conlin i a tirar psssorles pan
dentro e fra do imperio, despachar es-
cravos, correr folhis e requerer ttulos de
residencia, qur com prazo. qursem elle:
ludo com a mcsmi presteza e commodida-
des nos ajustes.
Manoel Huirte Rodrigues, morador ni
ruido Trapiche, n. 26, avisa ios seus imi-
gos e freguezes pjisrmaceuticos, que pelo
vipor Paraeme, entra lo no dia 2t do cor-
rente, recebeu umi pequea porc.1o de ro-
los de salsa-parrilha, moito nova e muito
boa: os quedelli precisirem, plem pro-
curar intes que se acabe.
Caf fraileis.
Rui Nova, a. 6g.
Todos os dias, dai 5 horas em
diante, liaver caf feito com per-
(ec3o e asseio.
No sobrado n. 10 da ra da Calcada, ni
freguezia de S.-Jos, ilugi-se urna escrava
parda para ama de leite.
Precisa-se de um caixeiro que lenha
ortica de venda, e que d (la ior i sua con-
ducta : em Fn-de-PotUs, n. 135.
D-se pSo-de- lo e bolinhos de venda-
gem a pretas, sen lo boas vendedeiras, e
com responsabilizado de seus senhores : i a
ra do Rangel, n. 15, 'sobrado di um andir.
Na mesma casa se vende una rica cadeiri-
nhi, por prego cominodo.
Afuga-sH O qusrlo andar e sotflo d
casa de Francisco Alves da Cunha. na rus
d.*. IIrutu, com commodos para familia,
nwilo bem repartido, ultinameule edilica-
do o pintado ; bem como dous armazens da
m -s'iia cas, com fundos para a mir pe-
lueni, proprios para um grande armazem
de assucar : i tratar na ra do Vigario,
n. II.
-Prepisi-se alugir urna pela escrava,
que saiba vender na ra : na ra do Ran-
gel, n. 9.
Precisa-sede dez milhciros de tijollos
de ilfemrii groca e urna rauda grande (Sa-
ra carregar trcia : no Aterro-da-Boa-Vista,
n. 16.
Rufino Jos Corris do Almeida em-
birc pira o Rio-de-Jineiro sua escrav
crioula, de nome Getrudes.
- Una mulher parda, de meia idade, se
ofTerece para o servico interno de umi casa
de pouc familia, a qual d fiador sua
conducta': quem deseu prestimo sequizei
ntilisar, dinji-s3 i ra das TriHChoiras,
n. 25.
-- Precisa-se alugar um preto, proprio
para urna fabrica de chocolste. pagando-se-
ibo por mez i na ra do Trapiche, n. 31, es-
criptorio deNovies & Companhia.
Precisa-a* d-i um primeiro caixeiro
para um arrflazem de assucar, o qual enten-
da de comprar, vender e administrar dito
armazem, a quem se dar lim boro ordena-
do : a tratar com Antonio de Moraes Gomes
Ferreire, no Mondego, lodos os dias de ma-
nhla atis9 horas, e de tarde das 3 s 5
horas.
Alugs-se,porinno,e por preco rasni-
vel, urna grande e bella casa, muito fresca,
perto do rio, com commodos para urna nu-
merosa familia, em S.-Anna de dentro, aon-
de morou o Sr. negocio tnglez Royle, a qual
tem duis cicimbis com boi igoa, btixa de
capim pira umoudous cavados : a tratar
com Luiz Comes Ferrein, no Mondego.
-- l)i-seil um cont derisa juros so-
bre penhores de ouro e prata : ni ra de
S.-Ititi, n. 14, se dir quem d.
Quem quizer oo~?'*r- ou mnit~-
zer ornamenlos pira igrejis, de todas a
qaalidades, dirija-se ra Velha, n. 47,
mo estado, com tanto que sejam moder-
nos: nesta typogriphia se dir quem com-
ira,
-- Compra-se, na ra do Cabug, loja de
lustro portas, do Duirte, umi cizula bran-
ca com sebssla encarnada, forrada de roio
com sebasta verde, e do mesmo modo esto-
la e manipolo, ludo de damasco com galfio
le retroz, uro missal romano, um calis, de
nrata (Inorado por dentro, com todos os
seus pertences.
Compra-se umsoleira para urna janel-
la, com 7 palmos de comprimento e dous de
largura: ni ruada Cadeia doRecife, n. 50,
loja.
Vendas.
Vendem-so ricas cambraias de cordto-
zinhn cor de rosa, azul eroxa, pelo bira-
issimo proco do 500 rs. i vara : ni ra do
Crespo, n. 12.
Vendem-se peonas muito alvas e finas,
iroprias para flores, ou ootra qualquer obra
leste genero : na ra da Cruz, armazn nu-
mero 48.
Vendem-se letOes de espeto : na ribei-
ra di Bos-Visti, n. 40.
Ao midamismo
Do bom tom,
Quindo ha pechinchas
N3o se perde occasiSo.
Na loja da ra do Crespo, n. 10, de Viuva
Freitas GuimarScs, vendem-se gollas de
cambraia de todos ostamanhos, pelo bara-
to preco de 160 rs. cada urna ; cortes de ISi
para calcas a 1,000 rs.
Para a decania.
A pratica judicial de Vanguerve, exceden-
te consulta para os que principiam os ofTt
cios de juiz e advogado : veo lo se no paleo
Jo Collegio, casa do livroazul.
Vendem-se saccas de milho com alquei-
re a 4.000 rs.: no liecco-Lirgo, venda.
-- Vende-se, em conta, um carro de 4 ro-
las, quasi novo, com assenlos pira quatro
uessoas, com cubera para lempo de inver-
n : para ver e ajustar, na ra de Apollo,
cocheira do Lourenco.
-- Vende-se urna preti de naco, que co-
zinha o diario de umi casa, e he boa qui-
an leira ; urna dita d meia idade, que co-
mida muito bem de forno e fogSo, refiaa
assucar, engomma, cose, e faz doces de to-
dis is quilidides; nSo tem vicios nerr.
achaques: o motivo por quo se vende he
por nSo querer servir ao senhor : na rui da
Concordia* passando a pontezioha, i es-
querda, segunda casa terrea.
Vende-se umi bonita escrava quitan*
leira, moca, com urna cria de mais de au-
no : lamben se vende um carro com mui-
to pouco uso de carregar na alfandega : na
Boa-Vista, travessa do Veras, n, 15. *
Vende-se urna prensa, ou armazem de
recolher, no Forte-do-Matlos, n. 20, que
foi de Alejandre Lopes Ribeiro, a qual tem
71 palmos de frente e 110 ditos de fundos,
estando bem titulada e prxima e alfande-
_, sendo por isso preferivel a qualquer ou-
tra : na run da Aurora, n. 4.
Vendem-se, na ra do Cabug, loja do
Omite, franjas e riquififes para mantele-
tes ; ISa para bor lar; toucas de lita para
senhora e meninas ; boneles para homem,
charuteiras de velludo ; chapeo de sol para
meninas, a 1,600 rs ; tesituras para alfaia-
le, barbeiro e para costura, fabricadas em
r.uimar.lns; castirjaes de vi Iro, a. 1,100 rs.
o par ; mantinhis para pesclo de seuhuri,
a 1,000 rs ; capellas de flores de liriiua ; e
campanillas de nova invencan, a 2,500 rs.
-- Na ra do Cabug, loja do D Jarle, ven-
uem-se volantes, trinas, galdes e rendas
brancas e imarellas, espeguilhas, por miis
commudo prefodo que cm oulra qualquer
parte.
-- Na rui do Cibug, loja Je quatro por-
tas do Duarte, vendem-se oculos de thea-
Iro, a 3,500 rs ; e meias de cores de muito
boa qualidade, para meninos e meninas.
Iiiclias
Na ra do Collegio, taberna n. 5, von-
dem-se o alugam-se bichas muito novas,
chegadas ltimamente de Lisboa,- por mais
barato preco do que em outra qualquer
parte.
Vendcm-se duas oscravas robustas, sen-
t umi boa lavadeira.e a outra de lodo e
servido de csa ; um preto perito cozinhei-
ro : na ra da Cruz, n. 28.
Vende-se um diccionario de Moraes da
quirt edicilo, anda novo; duis venezianas
de varandas_; duas grades para janellss, do
imarello e novas, que ficaram de urna obra:
no pateo do Carmo, n. 2, sobrado novo na
esquina da rus dellortas.
Plisaros.
Vende-se urna sabia da praia, urna dita da
malta, dous bicudos, dous cuiis, um en-
contr, urna benguelinha, 4 canarios do
Portugal: todos multo bous cantadores, e
em gaiolas muito bem feilas : emS.-Ama-
ro, ni venda ao p di cisi dti Sr. Minoel
Cardozo di Fonseca
Vende-s'e 1 oseravo muito bom ferrei-
ro ; um moleque de 11 inoos 1 bom cir-
reira ; umi preta muito hna quitandein,
lava de varrella, o he proprii para o camno:
todqj sein vicios nem echaques e muito
mocos: vendem-se para pagamento de
urna divida : na ruu do Livramei.to, n. 4, se
dir quem vende.
~ Vende-se3bonitas pretas com habili-
dades, urna das quses he perfeita engom-
madeira, cozinheira e cose solTrivel, e ou-
tra perfeiti engommsdeira e faz o miis ir-
ranjo de um casa, sem vicios; quatro di-
las para todo o servido de una casa e boas
quitandeiras; una parda muito boa engo-n-
ma leira, rostureira e muilo cariuhosa para
meninos, e do boa conducta ; 6 pretos mui-
to mocos bom para todo o servico ; urna
preta de meia idade por 250,000 rs ; sssim
como outros muilos escravos : na ra da
Cadeia do Recife, n. 5t, primeiro andar.
I.ivros a venda.
Vendcm-se 20 exemplares do direito na-
tural por Ahrens, dous volumescada exem-
plar, lr.idu"(;So portugueza, a 2,500 rs ci-
da excmplar, e sendo que haja quem queira
comprar as vinte obras juntas, far-se-ha um
abate re"g:ilar : no pateo do Collegio, cisa
do livro azul.
Novo metliodo pratica e theorico
da lingoa franceza,
por L. A. Rurgain. sSochegidos novamen-
te do Rio-de-Janeiro esta vxellente gwim-
matici : vende-se ni prifi do Commercio,
n. 9.
No deposito do caldeireiro de Joaquim
Antonio dos Santos Anirade, na ra Nova,
n. 26, receheram-se cadilhosde lapis de lo-
dosos lmannos, q"ue so vendem por preco
commodo;
Dposilo da fabrica de
roaos-3S-S tu tos na Baha
-Vende-se em casa de N. O. bieber & C.
< roa da Cruz, d. 4, ilgodSo trancado
la.]uella fabrica, muito po,.rio para saceos
desssucir, roipa de escravos e (lo proprio
para redes de pescar, por preco muito com-
llO'lll.
Moreira fck Vellozo com loja
na rna Nova, n. 8,
apressam-so em innunciir i seus fregue-
zes, que se icha venda ni sus loja : ricos
capolinhos de chamalote, setim macan, e
ros de aple com listisjissetinadis, guar-
necidos do muito boa franja e feitos pela
goslo mais moderno; chaposinhos de se-
da desaliados, proprios para criancis de 4
a 12 mezes de idade, que se pode Mi mear
ser, naqudle genero, o melhor que aqu
'''iii viudo ; chitos de se la de qualquer
cor, para senhwa e que nilo excedem de U
a 10,000 rs. cada un; chapeos do palha
para senhora, prumplos ou sem cnfeiles;
cbaposinhos de palha abertos ou arrenda-
dos do feitio dos de senhora, mas que ser-
ven! para meninas de 3, 4, 5 o r. anuos; um
linimento completo de trancas dse la para
guarnecer vestidos; igual sorlimento do
franjas pretas, que miis se usim para man-
teletes ; oulro de Otas de setim largas e es-
trellas de boa qualidade, lindos padrfiese
pouco dinheiro ; sapatos de setim para se-
ulioia milito novos e bem alvos; borzeguins
iara senhora ; alacidores para os ditos;
nquissimos ramos de flores para chipos;
capellas para noi va ; sedas de todas as cores
para chapos; bicos de seda brincos, lar-
gos e estrettos, imitando muito os de blon-
Na ra do Cabug, loja do Ruarle, ven- de ; sedas brancas e de cores para vestidos ,-
tratar com Joflo Joiquim de Soza Abreu
e Lima.
Alugi-so umicrlouli ja idosa, para o
servico de casa : ni ra da Guia, n. 46.
--Precisa-se do um feilor quo entend
de jardim, podir, e enchertir, para um si-
lio pequeo : no lirgo de S.-Pedro, n. 4.
. .
Compras.
Compram-se, para urna eneommenda,
ecravos de amtios os sexos, de 101 40 ni-
os : ni ra do Ring* I, n. 57.
-- Compram-se alguna escrivos pira o
gento : a filiar na rui dis Cruzas, n. 40.
Compra-se urna escrava de boa figura,
que saiba bem coser, engommar, cortar t
rizer um vestido : he pira fra da provin-
cia : ni praca do Commercio, n. 6, | nmei
ro andar.
Compii.se orna geometra e unta tri
gnometria por Lacroi i : quero tiver e qui-
zer ven ler annuncie.
Compra-m um par de contlos e um
soph de jicarand, lindi que estejitn em
em-se quadros de diversos santos, com
molduras douradas, a 500. 600 > 800 rs. ,
estampas finas; e chapeos de mola, a 5/000
-- Ven le-se a cssi de bel idas da rna do
Trapiche, n. 28, propiio i ara qualquer prin-
cipiante, pela boa localidade e poucos fu-
ios : na ra da Caleia do S.-Antonio, n.
26, terceiro andar.
Vende-so i cisi n. 25 di ra dos Co-
piares, e por isso quem se julgar com al-
gum direito a mesan casa, sem que s ji
i actual proprietaiia, Innocencia Mara di
Concei(So, hija de declarar por esta folhi
no prazo de tres dias : os pretendentes, en-
lenJam-se com seu bastante procurador,
nasCinro-Pontis, n. 36 -Recife, 24 de ju-
lho de 1850.
Vende-se um pirdo com boniti figura,
oflicial de ilfaiate : ni ra da Iluda, n. 78.
V> ndose um moleque
le 20 anuos, con principios de sspateiro, e
que he de bonita (igurs : no Hotel-Francis-
co, das 6 as 8 horas da manliJa, e das 3 as 4
da Urde.
- V.mU... nm. m.I. --... A~ --
'----- ------r-, ~mm .MV,-p ^*- JJ ll-
OtaS pouco mais ou menos, de bonita figura,
que cose, engomma, cozinha, (az renda, la-
va de sabfloe vafrella, e faz lodo o mais
arranjo de casa : esla parda he bem pro-
pria pira ama de casa, mesmo de homem
solteiro, atieudcndo a sua boa conducta: na
ra larga do Ruzario, n. 46, primeiro an-
dar.
Vende-se nma casa terrea na ra dos
Gopirrs, n. 17, amigamente becco do Lo-
bato : na ra do Livrameiilo, n. 92, botica
do Cnagas.
Vende-se vioho do Porto, em barris de
quirto e quinto ; izeilonas superiores :
reos para binicase pipas; farinha dotri
go; lio porrete; cevada ; pregos de todas
is qualidade, cm ba:ricas; enxadas do
Porto,; coeiros de ilgodgo ; linhi de roris;
relioz fino do Porto : ludo por preco com-
rnodo : na ra do Vigario, n. 11, armazem
ue franciscoAlvesda Cuoha.
Vende-so huma negra.de idade de 17 a
18 annos, cose chao, faz lavarioto e engom-
ma liso : a tratar na ra da Mangueira,
II a **
Vende-se urna negrinha, de idade de
13.a 14 anuos- nesla lypographia se dir
quem vende.
chamalote prclo ta melhor qualidade ps-
sivel; I uvas de pelica para senhora e pira
lio nem; frascos de igoa de colonia n. 21,
que conlcm mais de urna garrafa ; lencos
de setim pretos e de cores para grvalas,
e finalmente um escullalo sorlimento da
perfumaras de todss as qualidade! e de to-
dos os presos.
-- VenJe-se um sitio muito grande, com
casa de laipa, muilo boa para familia, na
povr*h(3o do Mouteiro, entrando no becco
doQuiaboata ladeirado Mudo, conten-
Jo i inmensidades de fructeiras, como se-
jam : as mimosas larangeiris, jimb-iros,
goisbeiras, jaqueiras, dendezeiros, cajuei-
ros, coqueiros, cafezeiros, oiticor e outrss
muil>s frucleiras que pelas suis variedades
a bum goslo toruaiu-se multo recotnmen-
daveis, duas exccllenles baixas com capim
los annualmente, urna estribara solTrivel
junto a mesma casa, terreno e pasto delica-
do para 3 vaccas ou miis, emfim he um si-
lio propiio pira qualquer poasoa que se di-
dicara agricultura, porque, afm de tirar
uuiu lucro, gua uu aauavei ir e alegres
gorgeios dos mimosos passarinhos : vnde-
se pelos 'loos nSo poderem coniinuir com
elle, por isso fiz-se toda iransaccSo : na
ra da Conceicflo da Boa-Vista, n. 9.
~ Vende-ae um pillo grandn de ferro de
Cazer plvora, dous bancos com assento de
palhiuha de 12 palmos de comprido, urna
mesa com tampo de pedra marmore com 7
palmos de comprido, um sof dejaciranda
em bom estado : ludo por precoKtotnodo :
ua ra do Rangel, n. 8.
Vende-se superior vinbo di Figueira
( do velhoja 1,600 rs. a cinada;^ a210rs. a
garrafa, e outros gneros em quidar; tambero su vendo a mesma venda
com fundos vontade do comprador, por
seu dono se querer retirar : ludo na rui do
Rangel, n 8.
-- Vende-se umi dis.flWlhnres vendas, ni
rui di l.ingueti, n. 9, propria para qualquer
principiante, por ter poucos fundos a tra-
tar na mesma.
Vende-se um pido grande, uro guarda
roupa eduis comoiodn velhas de modelo
anligo : na ra de San-Francisco, can de
um indar, confronte 10 Iheilro.
Vendem-se 40. "siccis com tnmossos :
ni ra da Cruz, do Recife, n. 47, taberna.
_____
______


..,*%**.

RiiadoLivramento, n.M
Vende-se cilcido frmoez, obra mu i Ir
boa, sendo hur/eguins de fizendts Je core?
com biqtieira de couro de lustro para me-
ninos, a 900 rs. o par; snalo dt duraque
preto para fenltnra a 1,440 rs. ; umpar i!e
brincos de filigrana com brilhantcs, muito
em conta.
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escaros de algo-
dSo, proprios .ara escravos, por se, i
muita (luraeflo, pelo diminuto preco debi
ra. cada um : na roa do Crespo, esquina
que volta para a cadeia.
Chegaran novamente ra da Sen-
zalla-Nova, n. 12, relogios de ouro e prata
patente inglez, para bomcm e senhora.
Pechincha
para os amadores da santa
economa.
Urna porcjo de Anas eassas, francezis de
4 palerose rneiode largura, de listras azues
e encarnadas, coa flores de todas aa cores,
gostos muito bonitos e modernos : estas
eassas foram arrematadas em leilo, por is-
so se vendem pela metade de aeu valor, di-
nheiro a vista, a 340 rs. rada um covado :
aa roa do Crespo, n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Das.
Vende-se barato
Para se acabar
Spalos do Areraly
A oito ceios ris o par.
Na rua da Cruz, n. 36, confronte i ra da
l.ngnta e esquina do neceo do Porto, ven-
detr.-se superiores patos do Aracitty, pelo
diminuto preco de 800 rs. o par ; chapeos
depalha ; esleirs ; courinhos de cabra e
sola : ludo por menos preco do que em ou-
tra qualquer parte.
Vendem-se 3 vaccas de raca lorina,
juntasou separadas: na praca da Boa-Vis-
ta, n. 6, pnmeiro andar.
lili! que pechincha !
Vendem-se palitos de brim de linho ama-
relio, pelo diminuto prer^o de 8,500 ra.; he
a ultima moda. Venham i rechincha que
henouca, antes que se acabe: na rua do
Collegio, n. t, loja da estrella.
A 5oo rs.
Vende-se cha hysson de superior qualida-
de, pelo diminuid preco de 500 rs. a libra :
ni rua do Crespo, n. 33*.
Vende-se urna canoa boa para abrir;
urna dita de milbeirode lijlo, em honi es-
tado ; um encolsmento de canoa ; 2 falcas
de amarello para canoa ; sal de pedra, a
1,600 rs. ; dilode salgar couros, a 1,000 rs.;
duas buhardas de canoa ja usadas, por pre-
co commodo : na rua Imperial, n. 220.
A 2,800 rs. o covado.
Vende-se o melhor setim preto maceo pa-
ra odeles e vestidos de senhora, pelo di-
minuto preco de 2,800 rs. o covado : na rua
do Queimado, n. 9. Dfio-se as amostrasao.-
compradores.
Cartas de jogar.
Vendem-se cartas francezaa, aa mais finas
queha.a 800 rs. cada baralho, ditas ordina-
rias a 400 rs. : na rua do Queimado, loja de
* miudezas junio loja de cero, u. 33.
Vende-se um jugo de bancas e urna du-
zia de cadeirat, propria para sala de juntar,
ludo de Jacaranda : no beceo do Azeile-de-
J'eixe, sobrado n. II.
Na rua do Crespa, loja de 4
portas, n. la, ha om completo
sortimento de eassas pretas que
ea vendem por preco commodo.
Queijos londritios d
3 a 7 libras.
Vende-se, na rua da Cruz, no Recife, ar-
mazem de Msnoel Francisco Maitins, quei
jos londrinos muilo frescos ; presuntos in-
glezes para fiambre; mantas de bsucinho
inglez ; conseivas in^lezas e frtneezas : lu-
do novo e por p'ec,o commodo; No mesmo
armazem vendem-se smenles de hortahee
ile dilTerenles qualidadrs e novas ; bem co-
mo chocolate de canella, de Lisboa.
Vende-se, por prerjo muito em ronta,
hervilnatetardinhas em latas; conservas
francezaa ; cognac verdadeiro ; absinth ;
vinho fino de clor rougeot e champanha :
na rua do Aterro-da-Boa-Visla, n. I.
Mssas de vapor.
Acha-ae aberta a padaria da rua do Bur-
gos, Forte do Mallos, na qual se achara
diariamente todas as qualidades de massaa
finas, trabalhadaa por machiuismo: tam-
ben se fabricara excedente pao e olizi-
nha de araruta, ditas inglezat, bolaxOes
quadrados e redondos, e outras mais mas-
saa ludo obra prima : aa mesmas se acharo
no deposito do pateo do Terco, u. 10.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinba de mandioca
nova, de S.-Catharina, a melhor
que ha no mercado : a bordo do
brigue-escuna Olinda, entrado
n..i. w^t*n no Ata i An cnrwnl
"9imm lt~v*~ "" ** *
e que se acba Tundeado em frente
da escadinha do caes do Collegio,
tratante a bordo do mesmo, ou na
rua do Vigario, n. 19, com Ma-
chado & finheiro.
Presuntos do Porto
de superior qualidade, por preco muito
commodo: vende-se no armazem de Joa-
quimd Silva Lopes, na rua di Midre-de-
l'eoa.
Farinha d< S.-Catliai ina.
Vende-se 1 bordo do brigue Val?, chega-
do em dlreltura de S-Calharma, farinha
multo superior, esta fondeado defronle do
caes do Itarqps ; tambem se trati na praca
docommercio, n. 6, pnmeiro indir, com
Manoei goaou t Oliven.
Veode-se a armado da ven-
da daa Cinco-Fon tas, n. 91, pro-
pria para principiante, por ser o
aluguel de ^.,000 rs. mensaes : a
tratar na mesma venda.
Acaba de chegar
loja da ru do Crespo, n. 6, um
novo sortimento de fazendas ba-
ratas,
como sejam : cisst-cbjtat multo finas, de
cores fixss e com 4 pilmes de lirgun, a
190 rs. o covado ; cortes de ditas 1 9,000 e
2,400 rs. ; rlscido dn linho, 940 rs. o co-
vado ; dito de algodo americano para es-
cravos, 140 e tO rs. o eovado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 900 rs.; ruarte azul, a
200 rs. o covado ; dito furia cores, 900
rs. ; chitas de cores fizas e de bonitos pa-
drees, al60e!80rs. o covado; corles de.
funtfio, a 600 rs. ; chales de tarlatana, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 320 rs.; coberto-
res de algodflo de cor, a 640; alpaca preta de
cordao e com sete palmos de largura, a
1,980 rs.o covado ; e outras niuilss' fazen-
das em conta.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Va rua da Cadeia, n. 55,
eodem-se por atacado dais qualidades,
jroprias para saceos de assuear e roupi de
scravos.
Moendas superiores.
NafundicSode C. Starr A Companhia ,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas.
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construecSo muito 'superior.
Chupos de sol.
Vendem-se chapeos de sol, de seda prel-
com barra lavndi, a 6,000 rs.; ditos furlaa
cores, 6,500 rs.: estes chpeos sn mui-
lo bem construidos, muito fortes e de boa
seda : na rua do l'asseio, n. 5, fabrica dr
chapeos de sol.
Oh que pechincha !
Fazendas prelas por precos nunca vistos,
em altencBna boa qualidade dolas.
Alpaca de cordo aue parece barragana,
de todas as cores, a 640rs. sarja de 1.1a de
duas larguras, a 640 rs.; merinos, a 1,600,
9,000, 3,000 e 4,000 rs. : panno prelo fino, a
3^000, 3,800. 4,000, 5,00" 6,000 e 8 000 rs.,
este he panno o mais fino que ae pode ima-
ginar e tem de largura 60 pollegadas; luva?
prelas de seda pan senhora, a 390 rs. o par;
e anda resta urna poreflo de pecas de cassa
lisa fina, com 12 ja rilas, a 2,500. ra. por
ler a dobra de fra algum sujo :' Alerro-
da-Boa-Vista, n- 18.
A os fabrcenles de velas.
Na rua dos Tanoeiros, armazem n. 5, ven-
de-se multo superior ctfra de carnauba, por
menos prego do que em outn qualquer
parte.
He muilo barato.
lsguiao monstro.
Vende-se esguiSo de algodflo, fazenda
muito fina ede 4 palmos de largura, muilo
proprio para camisa, toalhas e outras min-
ias obras, pecas com 10 varas, pelo barato
preco de 2,560 rs. ; chitas escuras finas e
muito fizas, com pequeo mofo, a 160 ra. o
covado ; cortes de brim de lislraa rdr de
ganga e de outras mullas cOres, pelo barato
preco de 1,280 rs.; brim trenzado branco e
de listras, muilo encorpado, pelo barato
preco de.1,000 ra. o corte: na rua do Cres-
po, n. 14, loja de Jos Francisco Das.
A 1,000 rs. o corte de
cakttia
Vendem-se brins trancados de
listras ao lado, dos mais moder-
nos padrSes, tendo tambem rr
de ganga, a l,ooo rs. o corte de
calcas : na rua do Queimado, n.
8, loja coulronte a botica.
VWVVfffV WlWWfv
Drpuiloda fabrica de;
i lodosos Santos, na
ilahia.

S. Vende-se, em casa de Domingos Al-*
ves Malhers, na rua da Cruz, n. 52,*
?primeiro audar, algodflo trancado da-J
aquella fabrica, muito proprio ara sac-^.
f?cos e roupa de escravos; bem corno^
^(io proprio para redes de pescare pa-^
^vios para velas, por preco commodo -tj,
AAAAAAAAiAAAt
Novo meihodo
pratico e Iheorico da lugoa frincea, por
l.. A. Burga in,
preco 5.000 rs.:
he chegada novamente do Itio-de-Janeiro
esta, e\cellente grammalica, vende-se na
.iraca do Commercio, n. 9.
Vende-se doce de goiaba de primelra
e segunda qualidades : na rua das Cinco-
Pontas, n. 83 taberna.
Iiistrunientos para m-
sicas.
Vendem-*e instrumentos para msicas
Uilitarrs ; hem como niannn viulOcs mul-
lissimos ricos : na rua da Cruz, n. 10, casa
de Kalkmanu Irmflos.
Catieiia* de palhiuha,
esohs para meninas: vendem-se na ruada
Cruz, n. 10, casa de Kalkmann IrmSos.
turras de ferro
de muito boa qualidade, e com legrado pa
ra as abrir: vendem-se na rua da Cruz, n.
10, casa de Kalkmann Irmflos.
Charutos de Havaiin,
de superior qualidade : vende-se na rua di
Cruz, n. 10, c.sade Ktlkaiiiaiin Iribfios.
Vinlio de Bordeauk,
de superior qualidade : vende-se na rua di
Cruz, n. 10, casa de Kalkmann IrmSoa
Vende-se um rico mante-
lete de velludo preto : ta rua do
Crespo, n. iG, loja da esquina da
rua das Cruzes : tambem se ven-
dem manteletes de seda preta e de
cores, por mais barato preco do
que em outra qualquer parte. a
Quetn* admirar
venba ver etoroprar.
Na rua do Crespo, esquina que
volt a paras cadeia.
vendem-se pannos pretos, 3,000, 8,600 e
5.560 rs. o covido ; dito azul, 3,000 ra. ;
dito eOr de rip; multo superior, a 4,000 rs.;
cortes de ca se mira preta, multo boa, a 3,200,
5,000 e 10,000 ra.; dilos de setim de cores
para colletea, a 1,00 rs.; ditos de gorgu-
ro, a 1,980 rs.; ditos de brim branco de
linho para caleta, a 1.600 rs.; ditos de fus-
ilo para colletea, a 600 rs.; ditos de cassa
para vestidos, de muito nom gosto, a 9,400
e 2.500 rs.; cortas de brim amarello de pu-
ro linho, a 1,600 rs.; casta preU, a 140 rs. o
eovado ; ditas decores muito bonilas, a 900
e980rs. ; alpaca preta de cordo, com
palmos de largura, a 1,980 rs. o covado,
sendo esta fazenda muilo propria para cal-
cas, sobre-casicts e vestidos, por ser multo
forte econmica em rasgo da lirguri; na-
cido de linho izulzinho, a 940 ra. o cova-
po; lencos- de aeda pira grvala, a 1,980
rs. ; ditos para algibcira, a 1,980 rs. ; tuer-
te atol de vara de largura, a 900T8. o cova-
do ; dito furta cores, a 900 rs. ; riscado
monstro, a 900 rs.; picote muito encor-
pado, proprio pira escravos, a 240 e 180 rs.
o covado ; recado 140 rs. o covado ; cortes de brim de listras
de corea, a 1.000 ra.; ditos com lislra ao
lado, 1,960 ra. ; ditos escuras, i 1,280
ri.; peen de chili* muito bonitas, a 5,500
m. ; ditas escuras decores fizas pora casa
a 160 e 180 rs. o eovado ; chales de tarlata-
na, a r,280 rs. ; malos ditos escuro, a 390
rs. : lencos de cassa para cravatt, a 390 rs.
meai pin meninos, 100 ri. o pir; ditis
muito superiores pira senhora, 400 rs.
lencos pequeos di ISl com tres pontat pa
ra escravos, a 140 rs. ; casta de zadrez para
vestido a 390 rs. o covado ; peces de eim-
hraia lisa com 8 varal e meia, a 9,700 rs;
dita muilo fina, a 640 e 720 rs. a vara ; cha-
,ios de sol, de panninho com hasiet de bt-
leii, muito bons a 9,000 rs.; e outras mul-
tas fazendas barslaaqbe a vista dot com-
pradores se fardo ot precos.
No srmatem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farelo, a
3,ooo rs. a saces, e farinha de tri-
go franceza da marca BarSo, por
preco commodo.
Navalhas de patente.
Vmdeni-se navalbas finas de
patente para fazer barba ; estojo
completos de todos os ferros par
cirurgia, obra muito fina, por pre-
co commodo : na rua da Cruz, do
Recife, n. 43, loja de Joaquim
Antonio Cameiro de Souza Aze-
vedo.
Bichas de Hambnrgo.
Vendem-se aa verdadeiras bi-
chas de Homburgo, aos centoe e a
retalho : tambem se aliigam e vao-
se applicar a quetn precisar na
rua da Grut, no Recife, n. 43, Ur-
ja de Joaquim Antonio Carneiro
de Souza Aievedo.
- Vendem-se amarras Ou tarro: Da rua
Ja Senzaila-Nova, n. 42.
Potassa da Russia.
Vende-se superior potassa da llussia, da
mais P'.va que ha no mercado, por preco
commudo : na rua do Trapiche, n. 17.
--Vende-se aupeiior cera de carnauba:
as Cinco-Pootas, n. 66.
Iletal amarello e p:e^os
pin forro de nivios, por preco commodo;
P<>ta>sa nacional,
a maisnovt que ha no mercado, por menos
20 rs. do que em ouln qualquer parle : ven-
de-se no armazem de A. V. da Silva Barro-
ca, ni rui di aliclre-de-l>eos, n. 26.
Por '1*1,000 rs.,
vendem-se os mtiattseiidos ctpotinhosde
chamilnie de seda, de gorguro, preto e
do cores : na rut do Queimado, n. 9.
' P!A
uiinbcop oiuoiuy ap Itj eiape^)
ep enj bu aupu9A 3s-uienui|uoD
'OVO ?lVJ |?Jt,d oqiiioi*;
t.'t[jniipod i? uj3ii!ai|D
Quem quer comprar
Barato e bom
Deve apr.oveitar
A oecaaiflo.
Vendem-se cortes de' cassa-chita muito fi-
na, a 2,000 ra. ; di|oa de cambraia com lia-
Uatequadroa de cOres, a 2,000, 2,500 e
3,000 rs. ; ditos de cambraia bordadot de
coics, a 2.500 rt.; crtet de collele [de vel-
ludo, a 1,600 e 2.5S0 **', dito de teda e
KU'gui^u, I 2,UUU ra. CwUw uo viuiii
lina, i 5,000 rs.; lia e seda para vtsti lo de
senhora. a 600 rs. o covado ; garca de 13a e
seda, a 560 rs. o covado;' lies de cores para
veatidos, a 940 rs.; chapeos de sol, de pan-
ninho para meninos andarem na escola, a
1,600 rs.; fazenda ranceza multo encor-
pada com lislra ao lado, fingindo perfeita-
mente casimira, a 9,000 rs. o corl; lAes
muito finas e do bonitos padrOes, s 9,400
is. o corle ; lencos de lili e sedt, i 640 rt.;
ISi etcoceza piopria pan vetlipo de pretil,
i 90o rt. ; eoulrta muitit fazendat per di-
minuto pieco : na rua do Crespo, n. 15, lo-
ja de Joaquim deOliveira Hay,, Jnior.
Vendem-se peen de chitas pardal, co-
res muilo lizas, a 5,840 ri e retalho i
120 e 160 rs. o covado ; pecas de madipo-
ISo com algum mofo, largo e com 90 varos,
a 9,500 rt. ; esloupi, *, 6, e 8 vinteni
vira ; lencos gruttot para tabico, a 190 rt.:
un fule de foletr formigis, por 5,000 ra. ;
na rua larga do Rozario, n. 48, primeiro
andar.
Vende-se 1 cavallo raco, batante gor-
do carregador baiio al iirgo,moito mauso,
proprio para aenhora: na eocheira pop detrs
da loja de louca do Sr. Kragozo, na rua da
Cadeia do Itecifa.
Viilhos Finos.
Na rua di Cideli.i; 1, vendem-ie exael-
leptes vinhoiengirrifados, sondo do Por-
to, Madeira, Bucellas, Ctrctvellos e musca-
tel deSetubal.
Cera de carnauba.
Vende-ge cen de carnoba muito supe-
rior, i retalho e em poreflo: ni rua di Cruz,
n. 36, confronte i Lingoett, esquina do
becco do porto.
He muito barato, 240 e
360. rs.
Vendem-se chitas francezis cor de gan-
gi e cor de einza de listras. fazenda muito
fita, de lindos padrOese goatos muito mo-
dernos, pelo barato preco de 940 rg. o cova-
do ; brim de puro linho e *e quadrlnhos
miudos, pelo barato preco de 380 rs. o co-
vado : na rua do Crespo, n. 14, loja de Jote
Francisco Da.
-- Vende-se rap Piult-Cordeiro, atuilfl
superior:' na rua da Cadeia, loja da lo&o
Jos de Carvalho Mories.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
amoetra com o competente penhor: ni ru
rio Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
Oias.
--Vendem-se bandas psra ollicioes de ca-
ladores, por preoo commodo : na prac do
Commercio, n. 9, primeiro indtr.
Escravos Fgidos.
Fugio, nodit16do crrante, e neste
mesmo dis foi encontndo na povoaco dos
Afogsdos, em dlreccflo da estnda do Cabo,
onde ja foi de outra vez que fugio, Silve-
rlo, crioulo, ofTIcial de pedreiro, de 91a 22
annos, estatura um pouco menos da regu-
lar, csra larga e som barba, eorpo bastan-
te reforjado, bracos compridos, coxss e
nemas grossas, nadegas muilo salientes,
psgrandaaedalos; he muito regristt e
contador de historial: qnm o pegar leve-o
i rua da Aurora, n. 12, que ser* generosa-
mente recompensado.
Fugio, dil 20 do crrante, m mole-
que de ndc.no, que parece crioulo, por ter
sido comprado muito pequeo, esta Ihe
aponiendo a barba, de nome Nicolao, bario,
cor preta, tem urna marea em urna das fon-
let de ferida, do lamanho de urna moeda de
80 ra. em prata, com um pequeo furo na
mesma marca, 11S0 inda deiembaMCido
por estar d reumatismo nos pos; tuppOa-
. lu^u..!.:. Am I ;. Iseestsrtcoittdopor^lguem: queaa o pe-
mutto superior cal yirgem de Lis- \ {w^ %Q Mervro_d,rBo,-visia, ir. M. 1
boa, por preco muito commodo. |gu senhor, Vicente Antonio do Espirito
-Vende-se um escrivo di Coitt. moco, Santo, que rroieati proceder conU ajual-
sem vicios nem achaqoei, he muito fiel, /querpessoa que o tiver acollado,
eflna assuear e faz outrot *t-\ 50,000 rs, de gralificacOo.
gaohador, refina assuear
ranjoadecatt : na rua Velha, 11 61, at aa
lOhoratdodia, e na ruado Livntnento,
n. 22, bolici, tt as 3 da Urde, uinie ae diri
o motivo da venda : tambem se troc por
outro, proprio pin o lervlco de cimpo.
--Na casa de modas fnncezesde Buessird
Millochiu, no Aterro-di-Boa-Vista. n. 1,
vende-se um grande sortimento de chapeos
de palha de todaa aa qualidades para se-
nhora e meninis ; bem como um rico t-
colhimentodocapulinhoi e manteletes de
seda das ultimas modst de Pars, os qutes
se venderlo por preco muito commodo.
Loja de modas, rua Nova, n. -34.
Madama llosa Uardy, modista
hrasileifa,
de novo tnnuncia 11 senhorat las ptJri-
ciis queicaba de receberpelo navio Okmfc
Roger, um lindo sortimento de chapot de
seda para senhort, de grot de iples e
de gorgurllo enfeiladot com pluroit e flo-
reade todat aa corea e di ultimt moda;
chapeos de palha pira senhort e menina,
Ones e ordintriot; trmacOelTlra cobrir de
aeda e de crep, a 1,000 ra. ;|eedn, gorgu-
rfles, rasa, rendes de fil de aada de toda
ai cores par enfeirtr chapeos ; crep e litas
lo seda de todas as cores; mantelete! e
ctpolinhos de groi de aples furta-cres
a pretos; ditos de chsmilole preto, 90,000
rs. ; lindos ctpolinhos de (li de seda pre-
lo, da ultima moda, a 15,060 is. eada um ;
tranca de seda de todaa as crea para en-
feitar vestidoe ; bicos de aeda; setim brin-
co liso, muito Itrgo.e de bol quilidade
pin chipos; meias de aeda brancas e pre-
las ;iuvas; ttpitotdecourode lustro pt-
ri senhora ; perfumaras fins ; lencos de
cambraia bordados e com luco de linho ;
toucas de cambraia de linho bonladaa, e de
fil de linho, guirnecidn com bico de li-
nho vrr<1d*iro, Caita* na Franca para me-
ninat jcimisinhude cambraia pin sent-
ra, com golas de cambraia de linho e bico,
a 3,060, 4,000 e 5,000 re. Na mesmi loja ha
toucas muito lindas, feitaa aqu para me-
ninaa: tamhem ae-fazem manteletes, capo-
tinhos e vestidos ; enfeiUm-se chpeos di
ultimt moda, por preco mait banlo do que
em outrt qualquer parte.
Arados de ferro.
Na fundicBo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
Jelot
He mnito barato
Cassas prctas.
Vendem-se llnss eassas prelas de 4 ptl-
mote mcio de largura, fazenda muito fina,
de quaJrinhos e lislras alietmidit, pelo
barato preco de 320 r. o covado; dilas mu
lo superiores de atrepadeiras, I 3(0 ri.
riscidinho de puro linho, proprio para jl-
quetat, fazenda de 3 palmos e meo de lar-
gura, a 240 rs. o covado ; dilos de quadros
muilo fino, a 360 rs. : na rua do Crespo,
n. 14, loja de Jos Francisco Din.
No armazem de Vicente Ferreira da
Costa, na rua da Mdre-de-l)eos, vende-te
vinho di Figueira, o mais superior que
este mercado tem vindo, em barril de 5 10
cnidas, a 8 e 16,000 rs. o barril.
Eecravo cozinheiro.
Vende-se um escravo cozinheiro, muito
obediente elrauaibedor : ua rua do Colle-
gio, n. 1.
Vende-se, do armazem do fallecido
Brtguez, polaata muito nova, chegada ul-
umameule do Hio-de-Janeiro, por preco
commodo.
Vende-te urna preta de naco, de so in-
nos, bot vendedeira de rui, coziohi o aia-
riodeuma cas, lava de sabfio e vairella
com perfeifllo ; ha muito robuata, aadia, e
,ia> I.... rniutiiMal o oua aa alianra : o mo-
tivo por que ae vende he por preclslo : ni
rua estrena do llozario, n. 2, terceiru andar.
Vendem-se sapatoes de cou-
ro de lustro, feitos no paiz, de
pouto lixo, a 4 rs. ; ditos de
tres solas, a /j,ooo rs ; ditos de
bezerro francez, a a,5oors. ; dilos
aa,ooo rs. ; ditos de bezerro da
trra, a 3,000 rs.: ua rua da Ca-
deia do hecife, n. 9.
O mus baruto que tem
a parecido no mercado.
Vende te urna porfo de chuts frmcezii,
as mais liuaaqM leem apparecido, de as-
iento azul, cor de ceo, cor de ganga, muilo
buoilaa, e encarnada cor de rosa padres
miudos de alrepadein, cret muito lilis, e
de quatro palmea e meio de largurt, pelo
uarato prreo de 320 rs. o covado ; ai maia
linas eaatit que leem apparecido no mer-
cado, de lodaa aa cret, padroea de atrepi-
Jeira, o mait delicado que te pode dese-
nliar, a 480 rt. o covado: de ludo ae da
Fugio, no dia 16 de junho, da villa do
Porto-Calvo, comarca dat Aligit, o pardo
Viclorianno.de 29 tnnu, estatura baixa,
grosso, pernal grossas, meio acaboclado,
sonco, rosto redondo e carnudo, cabellos
cateados, mal sabio com elles cortados,
pouca barba e rapada ; levou chapeo de
couro, camisa de algodflo de lislraa, jaque-
ta da mesma fazenda, duaa esles, urna de
algodSo tinto e a outra de listras escuras ;
foi encontrado ni estridi pira S.-Anillo e
Caruar, eemqualqner destes dous luga-
res elle lem conheciwenlose prenles. Bo-
ga-s as autoridades policiaes e capiules de
campo, que o apprehrndatn e levem-no
rua da Cruz, no Kecfe, n. 28, rasa de Joflo
da Coala Urna Jnior, ou em Porto-Calvo,
a -Joaquim Bodriguea Tavares de Mello, que
receberflo gratficac-lo a cimi.
-- Fugio, no dia 12 do correnle, do enge-
nho Queimadas, freguezia de Una, doWmo
di eidtde do Itio-Formoso, um escrtvo
crioulo, moco, bem prelo, representa 30
aamos pouco mait ou menos, estslura re-
galar, olhos grandes, pernas finas ; suppflr-
se ter ido ou para Porto-Calvo, oh le sido
seduz'do e conduzido por sertinejos, que,
dizem, iSomondorei em Ctrirys-Vi-thot, os
quies arranchndose no dito engenta o
ennduziram. fioga-se as autoridades poli-
ciaes, caplfles decampo, que o apprehen-
dam e levem-no ao dijo engenho, ou no Re-
cife, ao 8r*.JJlajrjofI Conctlvrs di Silva, que
terSo bem recolnpeniados. O referido es-
crtvo chama-se Chratovilo ; he em fal-
lante, e desembarecado ; pertence D. An-
ua Vrctoruia de Mello, senhora do dito en-
genho.
100,000 rs.
Contina fgido o escravo Francisco des-
de 1818, quando se erado do poder do Sr.
I.uiz Jos de S Araujo em Pemambuco. Es-
te escravo foi comprado a Domingo! de Oli-
* f*ta,-nondoT no lugar Arecati-Atsu
desla provincia dclle nto ha nutra noticia
mais, que liaver elle tomado para os sertoes
dests provincia. Este escravo representa ler
vinle c tantos annos; he de estatura ordi-
ntria e rhein do corpo, rr cibra-negre
cabello nBo complelamente carapinhado, e
aim um tanto sollo ; tinha no rosto bastan-
tes borbulliat ou espionas que Itlvez con-
serve. Provivelmeele ter* mudadojde nome,
pois que h bstanle ladino la-se aquella
quanlia de 100,000 ra. a quem o entregar
nesta eidade ao abaiio issignsdo, e em Per-
namhuco lo Sr. I.uiz Jote de S Araujo, mo-
rador na rus di Cruz do Ryife. Cetra,
18 de junho de 1850. Jos Smitk di fat-
coneellos.
Fgio, no dia 99 de junho do correnle
anno, do engenho Sctubal, frrgueiia do
Cabo, um moleeote, de nome Elias, crioulo,
de 94 innot, bem preto, olhos gnndet, na-
riz afilado, rom todoa o denles ni frente e
limados, corpo espigado, pernal finas; he
bem fallante, ladino e. pachola ; levou cal-
cas jtqueta e chapeo preto ; consta que foi
seduiido, e anda pelo Reeife. Hnga-se ai
autoridades policiaes, capiflcs de rampo,
ou outro qualquer petsoa, que o apprehen-
dame levem-no a sen tenhor. Joaquim do
Reg Brrelo, no dito engenho, ou a Do-
mingos da Silva Campos, na rua das Cru-
zes, n. 40, que terSo generosamente gra-
tificados.
- Uesappareceu, no dit 13 do correnle,
pelaa horas da- larde, um preto da Casta,
de neme Clemente, de llura a eorpo re-
gulares; lem urna cicattiz na cabeea, pro-
veniente de um talho que levou ; tem oa de-
dos da mSo direita um pouao encolnidos,
proveniente de outro talho que levou ""
braco ; levou rantea de algodio d larra de
mangas curtas e em folha, e raleas azues :
quem o pegar leve-o i rua Imperial, n. 95,
que ser recompensado.
aviVuuu.
iMigiram de bordo do brigue
Sem-P ro, dous escravos, sendo om de
nome Sabino, de cor parda, esta-
tura regular,, de ao annos pesco
mais ou menos ; levou calcas e
camisa azues, e bonete encarnado:
o outro de nome Euzebio, criou-
lo, de a4 aunes poucc mais ou
menos, estatura alta; levon calco?,
camisa e bonete azues. rloga-se as
autoridades "policiaes t cSptSes de
campo, que os apprehendam e le-
vem-nos ruado Trapiche, a. 34
casa de Novaes 6c Companhia, que
recompensar.
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