Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07518


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Full Text
Apio XXVI.
Quarta-feira 24
partidas soa ooaanoa.
Golanna e Parahiba, egundaa sella fe I ra.
RIo^rande-doNotte, quinta* felra ao meio-
la.
Cabo, Sernhacm, Rto-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no I.*. II, e 31 decadamex.
Garaobun e Bonito, a 8 e 23.
Kua-Vltu .Flore, a 13 e 28.
Victoria, quintas feira.
OUada, todo o dl.
PW" ZPSMS.
Ming. a 2, a 3 he 38 m. da t.
Hora a 9. o 7 in, da t.
Creacal6.ai4h.el2m. da m.
CheU a 24, 3 b. e 4 m. da m.
rmllJUB MOJ.
imelra a 4 hora e 3ominuto da tarde.
ai 4 bcraa e &4 tlamo diaaanbaa.
-L. -1-
de Julho de 1850.
N. 164.
vaxgoa DA HnW I Por treaiueze MMtMtodo) 4/000
Por ieli meu* ^
[ Por uui auno 1.
,.i|,.J |,!tfgLJHJ
MAS DA BKMAVA.
22 Seg. S, Mara Magdalena. Aud. do J. doa orf. e
do m l.v.
23 Tere. Apolllnarlo. Aud. do chae, do J. dal. v.
24 Quart. S. ChrUtioa. Aud. do J. da 2. v. do clvel.
25 Quint. **S. Hiiago.
26 Seat. S. vofronio. Aud. do J. doa orf. e do in.
dI.T.
27 Sab. S. Painalcao. And. da Chae, e do J. da 2.
crime.
28 Doin, S. Anna mSl da Mai de Peo.
CAMBIO* *m 23 BE JULHO.
Sobre Londres. 97a27'/ d. por 1/000 ra. a 60 das.
. Par, 346
Lisboa, 100 por cento.
Oar.Ooeaa heapanhoe......... 29/000 a 21/5C*
Moedas de 6/400 velhas.. 18#500 a 16/700
. de 6/400 noTas .. 16/100 a 1|200
de4/000........... 9/100 a 9/900
rVaa.-Pataede braaileiro...... 1/P60 a l/8
Pesoa oolumnaros....... 1/HM a l/70
Ditos mexicano*.......... 1/tOI) a 1#BM>
iMonei > 8/0001 v. crme. Peso oolumnarlo....... i/w.> a
m anuo 15/BW1S8 Dom, S. Anna mal da Mai de Dos. Pito meilcano.......... 1/tOI) a
- l'-.J'lilfe ...... .?-^U-liL-------------------'- Jl--------------i-LJli-i-LJ-------------------1----------J*^
PMIUMBICO.
PARTE OFFICUt.
.....i-i mi......
MlNiSTKB HA.FAZEIIIXA.
TOORXPKPIEUTE DO DA 17
F^ DE JlrMIO.
Ao inspector da alfandoga, que foi inde-
ferldo o rcqeerimento de Arthur alosa &
Comoaiihia anhrea mulla imposta m for-
ana alo arl. 937 do regulantenlo de uve ju
nho de 18S0, pelo caso do peso verQca-
do na conferencia da sabida do despecho a.
'2,916 te SO do malo, to sendo devida ao
ailministrador do 'trapiche da ilhaa irregu-
laridade, sea houve, nudespacho, e sondo
imposta a multa debidamente, o naestno
administrador pertenceasua impi leticia.
W18.Ao inspector da alfandega, em
solugAo aqua> apreseulou Ai U da uveiu,
que, ees vista dos fundamentos da consul-
la da eecco do eonaelno de eslado de 17 de
fevereiro, resolvids cm H de msio, a ves
peito ds falla ou extravio, islo he, deeappe-
recimeuto ou roubo de mercaduras conlia-
das ao cuidado a guarda daseapaUzas e
liis do alfandega. aeba-se n vigor o art *PPJ"iJ,*^'"0.'ft
49 do regulamento da 92 il*|unho de 18M, '_ 1 !. ,
por cuja disposicfio toda a mercadoria falta
ou extraviada dentro da alfandega deve ser
psga aos respectivos dooos, segundo o valor
que lhe fr arbitrado ; visto que s dsposi-
cao do arl. 49 do regulamenlo de 37 de fe-
veieiro de 1849 so lie relativa ao caso de
dainuo. em que a mercadoria deve sor ava-
llada segundo a tarifa.
i 11
Comniftiidt das armas
Ordena Sr. mar renal de campo gradua-
do Antonio Correa Sears, commandanle
das armas desta provincia, que todas as pra-
eaa de pre* reformadas, perteneentes a eata
g as'ncalo, se presenten! neste quarlel-ge-
neral.no da 1 .? do-futuro mez de agosto,
r*laa 10 hora*lo da.
juaitel-genersl as eidade do Recife, 91 ale
julho de 1850.-- Francisco Carlos llutnv Des-
champe, eapitao ajudante d'ordens.
TRIBUNAL DA HELACA
SESSAO DE 30 DE JULHO DE 1850.
rawioBNcii do axsi. sinuoi coa-
actaeao SZIVRoo.
A'a 10 harai da manba, achando-se preaea
Sr. deicinbargadorea Ramo, Villares
Soma, Robeilo, Luna Freir e Tellea, fal-
te oa Sra. deicinbargadorea Ramo, Villares,
Leio, Soma, Rebello, Luna Freir e Tellea, fal
lando com cauta O Sr. dcteu Pm
c, Kaato, o Sr. preiidente declara aberU a;
ksasja,
rolarprraenlado um offlcla do Esin. presiden
la se, commauicaudo que em 12 do correnle fiua-
llia-ie oquatririiio do jui uiuuicipsl e de or-
illaos do termo do Cabo Fiancisco Affonio
crrflra. e queei" vara seajolia oceupada dei-
je aquel le da, pelo luppleakie Duarie Goelho
de AJbuquerque Mello.
J JULOIHSMTOS. j
Dmvtui.
Deauaclanle, Joa Antonio Perelra Pacheco -
denunciado, Dr. Trlao de Alinear Ai.ir i;
pe: relatar o Sr. dneinbargador Villares,
juise aorteadoa as seattasres steMiolNKgado-
ie Telle, Luna Freir Souia. iuigou-se
improcedciile a denuncia.
Appd&tm cran.
Apellante, o juno appellatWa, Maaael Ven-
tura e Ped.o lavare de Lima. Mandou-ae
paira aovo juij.
jajami,
Afgravante,' Joanaa Fraaclaea dasChagas ag
gravado, o |ult de orpliao dota cldade : re-a
ator oSr. fjesefBbjrgijlpr'SouH, sorteado
u icnhorea draetabargadue Luna Freir e
Leso. Nio louiacam coiihocluieuto do ag-,
grava por nio i
rv*> -
Appcllante, loaquim Lopes da Silva ; sppella-j
do, Luis Luiiodio Perelra. Heibruuratn *
aeulenca
Appellaote, Mara da Materoidade da Inveacau
da Santa Crui; appellada, Mara Manuela!
de Jcaua. CenfirtuaratM a sen tenca.
AppelUrltc, Ijii Seveiino Marque liacilliao
appellado, Antonio Jcue Mar<|U Bacalbi
poraru curador.
g*' '
Apprllanie, loo FtoaeUco Reg (.oplirncun]
inulher; appell.do, Jn.'.o Flippe de S0112
Leao. llcceberaiii-seos artlgos de habilita-
cito masidou-ae qua a pane contrare ou
confeaae.
AoacUaute, los tcijo de Mello; appcllado,
'"ot Gabriel de Morara ayer.Receberam
. _.... a* K*KinaUBaBK74aa^ Basasasasl
Ap'elanVeT beru c Rrandio ;
lado, Manuel Ji bailo. Deafreza
ram-ae o embargo.
Appellanlej, Jonhilon Pater t C. t nutro;
appelUdas Maaael de Souza Cuimarae. -
Conlirinou-te a entenca.
Appellaale. Jutlniano Antonio da Fonseca
a#sv rkC -Despresaram-
S< os euibarg
easioaicSas,
Apprllanie, Aatnlo Germano da Nev; ap-
peilados, M. Calwoal C. -O priiuclro da
til.
Appetlence, Joio AllamioCiinel; appel-
lula, D. Anna Joaquina Las Wasrtferley. -
U prlinrlro da til.
AppBttaute, Manual dt Almeida Um; appel*
lads, alarla Joaquina dos Anjo.--
as Sr. detavokargador procurador da cor a,
lobera ni a e'faztnda nacional.
Appellante, Antonio Fablao de Mendonca e sua
mulher; apprlladoi, Eltrvib Jote Pac Br-
ralo e sua mulher. Maodou-se avallar a
dUitna.
amsoaa.
Paaiaram do Sr. desembargador Ramos ao
Sr. deiembargador Villares a legUInlasapoel-
vrs em que aAo :
Appellante, Gabriel Matheua Erangellata, reo
preao ; apprllado, ojiiiio.
Appellante, a Juizo ; appellada, Maaael Jas
Apprllanie. Francl'co de Pabla Pire Ramos ;
appellado, Maooel Concalvea Guerra.
Appellante, JoaquImGoncalvea Vleira Cnlma-
rae e Joa Byglno de Miranda; appellada,
a adiniaialracaa dos eatabclcclmenlo de ca-
ridade.
Paisou do Sr. desembargador Lca ao Sr.
deierobargador Souza a seguate appellaco
eui que o:
Appellante, Joi Pinto Lope; appellado, o
JU|0.
Passou do Sr. desembargador Souza ao Sr.
Jeseinbargador Rebello a aeguinte appellaco
em que sao :
Francisco Carnelro da Silva ; ap-
Carvamo Porto.
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Lona Freir as aeguiote
ippellaces em que aso:'
Appellante, Joa Mazimlao Pereira Vianna;
appellado, Francisco Antonio Pereira da
Silva.
Appellaate, o julzo; appellado, Joaqulm Jos
de Saot'Annae Francisco Antonio de Paula.
Patasraudo Sr. desembargador I.unaFrrlrc
ao Sr. desembargador Tellea aa segulntes ap-
pellacdea em que alo:
Appellante, Jos da Costa Guiarles; appella-
do, Joaqulm Antonio do Forno.
Appellante, o bacbarrl Maaoel Jos Pereira de
Mello; appellado, Job de Barros Braadao.
Rrcorrtntea, Joa de Puly e outro; recorrido,
Keller Calluri'& C. e outro.
Passaram doSr. desembargador Telle ao Sr.
desembargado* Villares aa> seguinlcs appella-
ce em que o :
Appellante, o Julio appellado, Francisco Al-
ves da Cunha
Appellante, Feliciano Jos Henriques; appel-
do, ojaslta.
DiSTaiaoledES.
Prlicao de aaiess-eorpai de Antonio de Fria
de Braadao Cordeiro. Ao Sr, desembarga-
dor Rebello
Aggrarante, D. Mara de Plnho Borge ; aggra-
vado. Praxedra da Fonseca Coutinho.' Ao
Sr. desembargador Kebello.
Has Toram Jnt4 cm m leita coan alia
assignadn prla altai j* mencionadai.
Levantou-ac; a aessao a urna hora da tarde.
PE NAMBUC0
CMARA MUNICIPAL DOiECIFE.
sass.O axajasoaotaaau os I i di jwjso oa 1850.
Pmldtnoi* 4oSr. Olivtira.
Presentes oaSrs. Msmede, Csrnetro Mon-
leiro. Visaos, Henriques da Silva Pisos
Perreira, faltando os oais eeohorea, abri-
se a aessao, e foi lid a a approvsda a acls ds
^^fenie.
^^^o o aeguinte expeJiente :
oflicio do Exm. da presidente provin-
insmiliiiido emobservsncia do aviso
1 pela secretsria de estado
dos negocios do imperio em ilaU de 4 de
rltimo. um exeoiplar d falla coa que
S. M o I. no da 3 do referido mes encer-
roo a primeirs e abri a segn la seasBo
da assambla geral legislativa, na actual le-
gislatura. -InUiradca.
Outro da amara municipal do Limoeiro.
sccussndo recaafefat'.alo ttoata. em que Ihe
ooosmunicou a paae do actual Exm. presi-
dente da provincia -Inteirsds.
Outro do liscal do b.-Anlomo, participan-
do ser a importancia daa mullas dadsa em
dita frrguetra no mee de juoho ultimo de
407,090 rls, das quaes tinham-se ja recebi-
do mais do roetsde.Inlelrada.
Outro do mesmo, dando as rasoes porque () illm. Sr, Luis Antonio de Ssmpsio VI-
i.aut aampro toe sera possivel achar-se na .nna, inspector da alfandega desta provm-l
s is autoridades conaliUii las he permitli-
do olTicisr urnas as outrss, e nao aquslquer
psrticulsr a quero cabe o dimito do pelico.
Leu-se e approvou-fd um parecer da com
missnod polica, opinando que se delirisse
'fsvorsvelmente o reqoerimenlo assigna lo
pelo fiscal do fuco Josquim Tarares Koda-
vslho, e ajudante do pbrteiri) Francisco Jos*
AlvesGams, ipedindo para fa7erem traes de
seus empregos; e em consequencia roandou
a cmara nassar-lba dtplowas.
Foi tambem approvado um parecer ds
commiaaflo do ngatfOes rrlativsnonie sos
oflicios do inspector do srsenal do mariolii
de 9e 6 do crranle, e so requerimehto do
professordeprimeirss Irtrss da fregu'zia da
Vsrzea Rento Francisco de Parias Torres,
feito ao governo da provincia, e pelo mesmo
governo mandado a cmara a informar, de-
liberando esls ao respondes ao inspector
no sentido indicado pela commissflo, e se
pedisse ao Exm. presidente da provincia
autorsscSo para fszer 11 Iraspssso do terre-
no pedido.
O veresdor Csrneiro Monteiro, membro
la commigsSo de polica, decltruu que ha-
via examinado, e achado conforme as cori-
tas a prese na das pelo procurador, da recei-
ta e despeza municipal no tcimeslre que*de-
correu de abril s junho deata anuo, bem
que nolasse apperecer anda em um docu-
mento de despezas com efeiedes a mesm
irregularidade ja conln-ci la, de pagamentos
feilos por cotila, e Uto UlfRfjoe nSotero
vereadr'encarregado de remediar esle iu-
copveniente apresentailu parecer peale sen-
tido.-Foram approvadss ditas coplas.
A requerimrnlo do Sr. vareador Carneiro
Monteiro, forsm npoiesdns aWras commis-
sdes, a sah. r : polica os Srs. Visnna e Hen-
riques da Silva edilicHC.no os Srs. Pires
Ferreira e Carneiro Munl-iro ; pelic,0cs, es
Srs. Msmede e Figueire lo ; e ssJo, o Sr.
Dr. aloraos, fa i Laudo anda outro membro
para esta ultima.
Deliberou a amara que ae pedisse ao
Exm. presidente da provincia, para logra-
douro publico, o terreno compreliendido
entre o trspixe novo, eo de Aug-lo Francis-
co Csrueiro ; sssim como, que S. Exa. dsse
as conveieule orJens alim de que se faca
na ra da Aurora a pequea extensao do
eses que falta.
Msndou-M ordem ao tiscal do Poqo pars
continuar com oa reparos da estrada de S.
Anna, e ao cordeador para-levantar aa plan-
tas d'> terreno eulre o Ir.iwaa novo e o de
Angelo Francisco Csrneiro, do que possue a
estilara 00 forte do Matlrs, e do da tua da
Aurora, da parlesmente que nao tem raes.
Deliberou a cmara se pagaste o ordena-
do do porte 1 ro 1 roporciontlmenle aos sju-
dantau que tem servido este eotprego, a
principiar do da 6 de mato ullimu at hoju,
vislo u aSo ler exereiJo o ajudante Francis-
co Jos Alves Gama, que para elle fui inte-
riMuiente uomeado naquelle da, e nomeou
ajudante Candido de Kouzi Miranda Cou-
to para ta:er as vosea de 1 orteiro, em quan-
to este cali ver em ouiro exercicio.
Autorisuu-se ao procurador a vender toda
a lenlia existente no sitio destinado para
cemilerio, ao individuoque a quer comprar
a rasAu de 5,000 ris porcuno, que nao re-
cais mais de 1.40o t>julos.
Dispaenarsni-se as petices de Augusto
LSuarie de Moura, de Antonio de Locio e Sil-
bes, da Anatlacio Xavier de Coulo, de Itcr-
usrdo Cardozo Ayres, de Francisco Msrinhu
de Aibuquerque, de Firuiiuu 1'essOa da Ga-
ma, de Juaquim 'lavares llodsvallioeFran-
cisco Jul Alves Gama, de Manuel Figueita
de Ferias, e llanoel l.uu ds Veigs, e levsu-
luu-ae a sessu.
bu, Manutl t'trrtif Aecwli, secretario in-
terino a S-revi. Oliceira, presidente. --
Ftaaiwi Mumtde. Carneiro MonUirv.
tinriquci da Silva.- tirrtua.J-'tgueircdo.
prozsr oa estultos arrufos de certos preju-
licados por esta nova ordem de cousss o
que alias consl la o seu maior panegerico)
conscin de que o seu renome se perpetuara
aa memoria dos seus concidadSos. verda-
leiro* patriotas, bem como pode ufsnar-so
uflo s de ter prestado ossa relevaotissimo
sorvico s esla provincia, se nSo tamhem que
~ xa asudosss recordtQAes, e sympsthins
entre os bons Pernambucanos, os honrados
negociantes e honestos empregados pbli-
cos, os quaes lhe tributarilo sompre a maior
considerarlo e reconheci liento que Ihe'so
devidos. Os cos permittam 18. S pros-
een viagnm e sfruico de todas ss venturas,
orno cordislminte lhe deseja.
Vm Pernambucan.
CoiTtspo.,ciencias.
Como) 11 meado.
Appeluuaw. Joaquis da MraCastro; anssAa-
do, Aulonio Joaquin da Silva Lastro. O
prlm-irsaiat
Appellaue, Joo de CarvalUo Raposa
lado, o juiti). O |umu iro da til.
aiuaacu.
Appellante, o Julio ; appellado, Antalo Joa-
qulm Goovlr. (rtrakiVTaiVTaiVTaiVTaiVTaiSa cara-
dor da herauca, a curador geral de ausentes,
es ds cmara, em das de vassio.lutei
rada.
Outre lio mesmo, participando o estad
rm que tinba achado aa arrota* plantad
no largo do palacio do governo. Que a:
determinaste o fiscal mandaste replantar
as errores morlss, concertar o gradtl, que
se aeha arruinado, e 4itV as toaang. s, que
existem no mesmo largo, e qoo destroen.
ditisirvores.para cojo trabafho o enesrre-
m'terio, Manoel de S e Souza, te ordem
para Use dar dous serventes, e bem aasim,
Modaase tambem plantar arvores na ror
do paaaeio publico, nos espocua que aa ao
ten., e na de S. Frsi.cisco em seguimentoa
do eoti^^HBlandendo-se para islo eom o
v^idente.
procurador, presentando a con-
za feils c, certos, pin-
tura e mait aceio da cata das sessOes drst-
cmara, na importancia de 9ti9,94* commisafie de polica.
Outro do mesmo, diz>s>do>]ua era preeiso
que a cantara lhe mandssae aar aigum Ji-
nheiro para conlinuacao de obra dosque
duelo dopsteodoGarmo, visto eoain o asi-
do que tinba em seu poder de 458,000 1 is,
letn de ser consumido no pagamente a fa-
obrss que fet
xtsVae a CbriatovUo Star, de
para o massno sqoodajeto-- Jomo de Garvalbo Raplo; appel- rdem aos claviaulanoapara urarein do co*
fr eeulregrom ao procurador a quaulia
de 60,O0 ris, para o lisa indica
Outro de Joaquim Jos GaroaJ^^^^^H
re,aob/e cuja materia asaonlou a cmara de
nao tomar coubccimenlo, por enten lor qua
ca, pruxisuo ala a deixar-noa, e a seguir
para a corte do Rio de-lapeiro, onde o Kxm
Sr. ministro da fazeuJa Jos Joaquim llo-
drigue Torres, que com notavel xelo e re-^
coihecida tolicilude promove a liscalissQao
da renda, publica, e couaegu.alemeole a
prospcridxde do eslado, currespondeiido so-
brenianeira a confianca, que a todosisempre
iuspirou se prepoe incumbi-lo de outrs
commissito de summa importancia. S. Exc.
i;-;;;'..-:, cju; :-l"< distinguir o mrito
onde quer qoe elle esteja; prolenndp ptra
as mais importantes e dilllceis commisses,
em ptol dopaz, aquelles empregadoa, que)
se fzetn credores da sua contienes. E por1
certo S. Esc. nflo poda f*zer meltio/esco-j
Iba do que no Illm. Sr. Sampaio Vianna,
uessoa de subida intelligencia,.fina educs-i
cSo'e funecionario publico de una reputa-.
c9o illibada. Nilo seperswda algtiem que'
s9o fofos elogios produzidos pela lzonja
porque quero traca eslss toscas liohas viv
em inlera independencia da posicOo do SrJ
ssmpsio Visana, mais presa a honra e a ver-
dade sobre ludas as cotisideratOes : ah es-I
tilo os fados que bradatu de bem lio, el
coitfuudoin a certa sucia da parsitas ute-l
resseiros, aquem elle ulo procurou e nem
devls aatisfazer.
Saiba o Brasil inleiro que o- Sr. Sampaid
.seguir em 19 mezes da tua
inspectora le alfandega deta eidade, o,
aceres 00 conlos, oa* quaes se nao
l'oia a mais pcrliia liscsUsacOo por S. Si
>elaa insacia-
chugos dos co/res pblicos l
1 Sr. Samptio Vianua dte des-a
Sr. Joaquim los Fernandas da Lvs.
Qusndo pdi s S. S. queesclsrecesse o res-
peitavel publico, sobre o motivo quaS. S.
julgavs partir de mim relativamente ao
nSo recebimento do aluguel que da loja dos
srs. Jos da Silva Campos & G., pertence
aoSr. Domingos Antonio Gomes Guimsres,
nSo ti ve em vista merecer seus favores,
mas antes fazcr-lhe de que expliesndo-se
S. S. perante o mesmo como devia nSo pas-
sar por homem sem f, e pouco verdadeiro,
acreditando que lodosos insultos que S. S ,
contra mim propalava tivessem sua origem
1'algneiii que menos puro e consciencioso
do que oSr: Femeniles da Luz, no se peja
de o(Tender pessoas a Quero nSo lembr
nem mesmo as mais opportunas occasies,
i queiia fazer-lhe jusiica, porque nunca
me persuad que um meu companhelro lia
'anlos anuos, fosse capaz nflo s d'acrn.lt
tar mas al de fszor publico que eu ole fur-
tava ao pagamento de 33,333 rs. d'aluguel
leminlia loja, ao Sr. Domingos Cuima-
r3et.
EcomefTeito, Sr. Fernn les da Luz, he
necessario ter diminuido muito aquella bro
a dignidad* de aueS. S. era tilo orgulhoso
para descer i itafamia de tilo despresivel pro
ceder ; bem como lie penoso k minha cons-
ciencia ter de tocar em alguns factos da
preciosa vida deS. S nSo como poaera e
S. S. merece, roas to de leve qua nio he
possivel fize-lo aquella s quem S. S. to
sem CQnsiderscSo e ssquecidu de si mesmo,
tito covardemenle compromelte e olTonde.
Sr Fernandes da Luz, eu nunca preci-
sei de resposla sua, o que se me tornsva
necessario ers e he sustentar inclumes
minha digni'lade perante o respeitavel pu-
blico, e prescndmdo plenamente daquella,
he s esta que pretendo despir de qualqner
conceito mo que dclla se tenha foito, e
para provar a minha sisudez bastam os do
Guenlos que seguem a presente, os quaes
nrio s me purihVsm das venenosas expres-
sis coro que S. S. lentou ompesiar a minha
rcpulaclo, como inT.bcm alcan^am dece-
didainente a resposta pouc verdadeira do
Sr. Joilo Antonio Gomes Cnimataes, na
parle'que diz respeito suspenso do rece-
bimento itos alugueis por excusa do meu
pagamento: e provam sob jmente quo S
S. falln descaradamente venlade quan-
doalTisncou como legtl um fado inteira-
rnente falso.
Sr. Fernandes da I.uz, nos distamos mili-
to um do outro,' e binn fra que nos im-
porlunasseroos tanto quanlo a distancia que
nos separa : creioqueS. S. me entender
bem e he por este motivo que nflo me su-
jelei a pedli-lbe urna resposta, inte uni-
ctmente urna rxplicacSo o publico, par
este ajuisar da falsidade que se me argir,
e alfim para livrsr-me dedizpr a S. S. cou-
sas em que nunca desejei tocar.c qua boje
se tornou irremediavcl ftze-lo. Eu nflo es-
crevo psra o publico con o fin de entreter
polmicas com S. S., porque Dejis me livre
de tsl tentacSo, mesmo porque nilo quero
arreda-lo do desvelo e religioso esmero que
9 S. emprega no negocio1 de que se echa
encarregado, dou-lhe os parabens por S.
S. niu querer distrir-se a poni de deixar
ir pela agua abaixo (como em outro tetn-
po) aquillo que se achava a seu cargo ;
eonscio desla necessj latid prometi que a
.nflo ser em desaggravo de minha honra,
nunca nuisincominoda-lo perante o publi
C0.--S011 ele Sr Fernandes da .Luz.
Joaquim de Olivtira Maya Juniar.
Digncm-se, Srs. redactores inserir
prsenle csrta e as duas que se seguem, no
seu respeiloso jornal, que muilo uhrigarln
ao s'U assignanlo,
Sr. lml'i Antonia CnmM (luimnrMtt Rnr/n.
lhe o dislincto favor de me responder ao p
desls, se parle de mimo motivo pelo qual
Vmc. 11J0 quer receber parte do aluguel
le peilence ao Sr. seu mano da loja dos
Srs. Jos ds Silva Campos & G., e dignan
io-se annuir a meus desejos, fiColterine
igualmente fszer de sua re>posta o uso tfbe
me fr necessario ; e ser-lhu ha tampre obrt-
gado, o de.Vnic. venerador e ohrigado.-l
Joiquim O. Maya Jnior.Sua cas, 12 de
julho de 1850.
Sr. i. O. M. Junor-Para satisfazer
seus deaejos.leulioa dlzer-lhe que.mandan
loem nome de meu inanuo por unidos meus
caixeiros receber de Vmc. o aluguel da loj,
o pondo Vmc. duvida no pasamento, pri-j
meirtrdizendo que ja a oplrem tinba pago,.
depois quo por pedido de alguem a quem
tesejava servir, nflo pagava al segunda or-
dem, vala do que levei ao connecimeulu
do dito meu mano sua resposta ; pelo quei
recebi ordem de suspender o recebimenloj
os alugueis da loja dos Srs. Joa da Silva
Campos & C, Gomo eoi nada disto se Ite-i
a a verdade e nem se oltende a pessoa al-
guma, pode Vmc.fazer o uso que Ibe aprou-
ver desla minha resposla. De Vme. atterttlo
venerador.Joio Antonio Coates Cuimmrts.
Sr. Antonio da Cunha Soares Guimaraes.
Rogo-lhe o particular favor de responder-
me ao p desta tea duvida que o Sr. Do-
mingos Antonio Gomes Gu maraes, dacti
ou nilo des-ie compra da loja, elTetuada
pelos Srt. Jos da Silva Campos & C, o por
isso muilus mezes antes de Vme. receber
de mim a parte qoe me competa pagar ao
mesmo Sr. Guimardes, por cuio obsequio
lhe ser sampro nlirigado. o de Vuc. ami-
go e obrgidoC.--Joii7u'i O. Maya jnior.
Sua cata, 22 de julho da 1850.
c .Sr. J. O. H. luniorEm resDOtla sua
carta tenho a responder-lhe,que;a duvida qun
meu cunbado oSr. Domingos GuiosrJes
poz no recebimento da parte que lhe per-
lenco da loja dos Sra. Jos da Silva Campos
01 C. data juslaiuonle des le o da da eosn-
ora da mesma loja, ignorando tolavia o mo-
tivo por que o mesmo tenhor assim obrava ;
declaro igualmente que j havia levado
em conta a parte, que Vmc tinba a pagar
a meu mullido, muito anles deste a man-
jar receber. Esta he a pura verdade, tudo
mais em contrario he falso e pJe fazer de
minha resposta*o uso que lhe aprouver, e
no mais sou dnVmc. atiento venerador.--
Inf'jm'o da Cwiha Soares (luimares. Sua
casa, 92 de julho de 1860. *
Sr. redactores.Rogo-Ibes o favor da in-
serir em seu estimavei jornal estas pnucas
liottel, quo serven! de primera resposta a
dous exigentes do club da ra do Crespo.
A primera parsonsgem do club be, por ora,
um semi-logisla, que tendo uina vida enm-
marcial, tima vida inteira tSo maculada, se
acha anda emprtsado para dar conlas do
resultado do negocio de urna casa que adm .
lie um singular capa locio ; e nilo obstante
islo n9o duvidou ir desacreditar um logista
as casas dos Srs. Ingiezes, mesmo a aquei-
Sa quem ella nilo devia nem devera nun-
Se quizaren) urna explicacSo mais ex-
plcita digne-se sssim o exigir. A segun-
da he um pobre moco que deven lo aprovei-
ur urna a urna as horas que lhe sobram do
seu servido para agradecer a Dous o bave-lo
feito sob os auspicios d'alguem outra vez
logista, o que por si a nSo poda ser ero
consequencia etc. voss me entende, nflo
entende, Sr. moc,o! Deslembra-se desse
santo dever e 11S0 se peja de aboeanhar a
vida de possoas que devra respailar, para
que respeitados fossem os factos que se dflo
na sua. A tercelra he urna persnnagem de
aspecto sinistro com visos de rico; e que
oceupando-se portento em um negocio de
lucro, mas de pouco Irabalbo 'rebate de
ledras) o lempo lhe sobra para fazer urna
listincta parte no parlamento da corrupto o
do discrodito.e diz o respeitavel publio fva-
Iba a verdade) qua o tal senlior enriquecer
com demasiada lievidade por causa de u na
caixa .eflmliin cousss do publico e que s elle
o lieus he quem sabem por ora. As tres
primeiras capacidades, pois, tem ji tua
resposiiulia, nflo me orcuparei hojedesses
que eomo os comparcas no thea'ro fazem
oarlo diminuta, porm se essas mesmos
exigirem que Ibes diga alguma cousa serio
alten lidos Meus Senlioresinhos, quero niio
lem culpa no csrlorio pergunta eassigna
sem nome psra mostrar sua cspacidade e
innocencia, e pars receberem a allirmaiiva
ou negativa do autor da correspondencia e
seria mesmo melhorque ochamassem A res-
ponsabilidade para os desmascaie : nio ha
assim 1' eu acho boro.
V mais um cavaquinho intil, porm,
que ten seu lugar. O autor da correspon-
dencia devera alguma cousa a alguem, po-
rm, nunca foi, nem lie perseguido por
seus credores, porquanto tem com que pa-
garsem recorrer aquellos meos.....Se qui-
zerem uros resposla melhor sirvam-se diri-
gir-te peasoalmente a.Antonio Gongo.
V RI iSPAPES.
i,, ^
Carlanibrogio.
AIMDA O DOlirOR SEM DOUTIIINA.
(G'j/inua(5o -aPaiseuios segunda parte do meu cdigo.
Quando faei sociedade com outrein para uta
negocio ou para qualquer emprez*, bem certo
elai que cada mu ba de ter a sua quota assim
dos lucros, como dos iudoininodos c prejuizos.
O uiesiuo, poli, acontece na sociedade civil:
paragoiar das vantagens. que ella garante a
cada um, he inister que cada um se snbmeita
ao aacriricina niir rila ImnA^ Rasaa 'vanta-
gl> consistciuprincipaliuciite em dar legu-
ranca a peaaoas e aos direito de cada um con-
tra os atientados dos poderosos e do maus.
I'araoblcr lato cunipre que baja um governo,
nina administraco, tribunaes e forja armada;
e he lao justo quanlo indiapeasavel, que cada
um cuntrihua da sua parte para utenlaro
gravamea cominana ; e tac aio o acriticio
quealie inister fazer.
O Instrumento ein que est estipulada essa
grande sociedade, he o cdigo da lei. onde
estao determinadas toda a auaa condiede,
condiedes Unposus pelo legislador, cujo prin-
cipal dever he procurar o bem dcada a Uaeao.
A le prohibe o que pode oft'ender os outro.
Se pola osles tentado a usar de rUIracfa ou
de malicia para Irater ao vasao uioinbo a agoa
alheia, vede nao cabais na voiaa pt-opria va-
loeira ; porque a juslica ser mai hbil que
vd; ella tem um olho que ye ao travs de lu-
do, em qualquer dlsuncia, e mu braco que
ebega at oude quer.
--. nr-serere o que be necessario so be
eral, ao lntereate da comuiunidade. Sao por-
lauto preciso os impostoa para acudir s des-
peas do governo, da adiulnitlrafao, da Juallf,
lo culto, da guerra, para'Oonservar as estrada,
os canses, as pontea, o hopitae, a eacola
publicas, e outroa ubaleciaBenios uteU. Ca-


'.......
'JiriUt** ."- i^*Cl.
MU
ams*
da um, pois, deve pagsr proporcao dos seui
mtioa c das precisles do estado ; e negar la
divida justa e sagrada cria deuraioadu. como
o nao pagar a sua parte das desperas conimun
rm utna ,associacio particular. Bem i, que
lalvez o Impoitoi sejam gravosos; mas o que
se ha de faier, logo que se reconhece lerrm
urrf ssarios ? Esta he mals urna raaio para que
o lardo seja bem repartido. Ecomeffeitoquan-
to mala carregada a carroca, unto mais eiigis
que todos os cavallos puebem eaquelle que
3iiitcssc dcixar aoa outros s trabalhar, terla
e levar boas chlcotadas.
NSo murmuremos contra os pblicos encar-
go! e principalmente nao pretendamos subir-
hir-nos a estes com subterfugios e velhscarias.
He prejuizo coiiiinum que nao tica mal o enga-
ar o fuco, a seus agentes e colleclorcs. Nao
vos deiieis Iludir : aflu de ser isso guardar a
faxenda alhela, c lo mo, como o nao pagar
oulra qualquer divida, corre.se o risco de vlr
a pagar mais final de contal. As multas, os
sequrstros al a prisao cabera ao trapaeelro e
ao contrabandista descoberto, que paga tam-
bem a quola dos outros ; e urna pataca poupa-
da com subterfugios vem mullas veses a cuslar
mil rli e mala.
Nao nos deveinoa persuadir de que sabemos
mais, do que os que nieram as leis. Que pre-
cisan ha (diris vos) de ir prefeltura para dar
a dala certa deste aclo, ou de levar dioheiro ao
coliector? Morre uin pal de familiar todos sa-
bemos o que elle poasuia: do que serv r o In-
ventarlo ? Este raciocinio parree-voa hoje bom:
mas o que dirlels, se mals Urde viesse alguein
conlestar-vos a data do vossn acto, a pedir-vos
conla de una cousa que de facto nao bouvesse
entrado nos bens do defunto? Onde procura-
rais pr< vas e documentos para preniuuir-vos
contra reelamaedes Injustas? Eis casos por vos
nao previstos, nosquaes pensou a le, presero
vendo acertadas preesuedes.
A este proposito, charos amigos, devo dlzer-
vos urna cousa que tenho aprendido da expe-
liesscia : que alni da falla de boa fe, he iiiipra
drnria o declarar em inslrumenlos pblicos o
que nao.be vrnlade. Multas vezes succede, que
para evitar alguina drspeta nas compras, as
vendas, nas facturas e em varios contratos.dla-
simula-se o preco, e invenlam-se mil cavila-
joes. Mas esses tilulos Inexactos c mentirosos
podem ser lonte clr infinitos processos; porque
a lei nao protege, senio a verdade e a franque-
za : todas essas astucias que sa chainain lettras
Ungidas, ante-datas, fiadores suppostos, etc..
ect., dirigidos a i Iludir o que a mesma lei ha
prescripto, podem ter funestas corsequenciss.
Pujamos, pois, de recorrer a taes dolos, pague-
mus o que be devido e nunca mintamos.
De todos os pblicos gravames o mais pe-
sado sem duvida be o recruismenlo. Con-
fesso que he este um bem penoso sacrificio :
mas se me souberdes indicar outro meio le
ter um exercito, que mantenha a orden in-
terna, que faca rtspeilar as fronteiras do
paiz,quedefenda as nossas familias e fa-
zendas contra estranhos, ou se me poder-
des demonstrar, que essa forc armada he
intil ; dar-vos-hei mil rasoes para mur-
murarde*. Basta, porm, o bomsenso para
comprehender como o exercito seja mais
que muito indispensavel: e s o que a esto
respe i lo se deve desejar he, que tal onus
seja igualmente repartido, e recaa sem dis-
tincc,3o sobre todas as familias ricas ou po-
bres, do campo, ou da cidade. Para este lim
creio, ae nflo pode aclisr juiz mais impar-
cial, do que a sortr, eesta Justamente foi a
escolhi da lei, a qual, sealgumadistinccSo,
algum privilegio estabeleceu. foi em favor
dos doentes incuraveis, do lilho nico de
viuv, do msrido bem casado. Por meio do
valor e do bom procedimento mesmo no
exercito pde-se adquirir bonra e obter ec-
cessos.
Em vez, pois, de murmurar e vociferar,
submettamo-nos, meusin igos, lei: bem-
digamo-la, smemo-la, pois que a lei boa he
a nossa melhor salvaguarda e protectora. E
para moslrar-lhe toda a nossa venerar;9o,
respeitemos a aquelle, queem nome della
esta revestido de autoridade ou de frca.
Toda vez que ouvir gritar contra os funccio-
narios pblicos agentes do poder, disse
logo em uieu coracSo Quero ISo m dis-
posi(So moatra aos servos, nSo a tem boa
para com o amo, ou ao menos guarda al-
gum odio contra este : e recordava-me do
proverbio : qvem ama a BeltrSo ama ao seu
ein. De fado esses empregados silo serven-
tes da lei, como todos nos somos ; e de ne
ressidade osdevemoa.respetar; pois que o
thrsouro conimuin be confiado guarda de
todos. Se vissets um homem, estragando
um monumento publico, dSo llie dirieis -
Esta obra he nossa, porque a destrois ? A
lei he o mais precioso monumento, e vos de-
veis Interessar-vos por que ninguem lhe
cause damno.
E o que direi dessss graves circumstan
cias, quando a lei vos chama para vos mea-
mos fazerdes juslica f Seris convidados pa-
ra os processos como juizes de ficto, encar
go honrosissimo, telo qual sois Constitui-
dos escudos da lei contra osque ousam vio-
la-la, e luidla do innocente, que de outra
sorte poderte ficar perdido. Nlo vos mos-
tris inrommodados para urna funccAo 19o1
delicada e sagrada.
Podis, outro sim, ser citados como tes-
lemonbas perante um tribunal, encargo im-
portante, a que nlo he licito a ninguem o
escusar-se, e cujas ohrigacOes releva conhe-
cer. Vos deveis declarar simplesmente o
que sabeil sobre o negocio que importa
jtislifs. Deveis dizer a verdade inteira, e
nada, seno a verdade, deque daris jura
ment perante Dos e os homem. Se com
um falso testetnunho (Uestes absolver um
ico, seris culpados para com a sociedade
de todo o mal que este bouvesse de com-
nieltrao depois. Se o voseo falso depoi-
menio tendse a lazer condemnar um in-
nocente, vos seriis reos da pena que lhe
cotibesae. Mas esta responsabilidade nSo
vos retrsia ; que quem tem a conscieocia
Jimpa, e pura inlengo, nSo lis que lomar'
atrs no desempenlio de qualquer dever. De
mais supponde, que sois vos o secusado in-
juf-tarr ente : gostarieis, se recusssse de de-
por a trstemunha, que vos poda prove
lar ? fas* o qut ieots, tvteeda o que meceder.
Eis-aqui. O leitores, toda a mmha scien-
cia legal. .t9p he longa, nem diflicil: para
camiiharmos direilo nSo lie preciso que a
estrada srja esclarecida por limpios ; pode
bastar urna pequea luz, principalmente se
fora de bom tenso. Da minha parte confes-
ssr-vos-liei, que, issim pralicando, evitei
en mesmo, e fiz evitar a outros as brigas, e
os letigios, que podramos ter com particu-
lares, ou com a sociedade Um processo he
um sino, que vos strfla as ouc,as de da e d
noite sem nunca deixar-vos descancar nem
dormir; be urna bomba meltids ns voss
gaveta, que vsi chupando at a ultima gota
(Continuar-te ha.)
A POLTICA GERMNICA.
At boje i expreavto Jeltepbisica ger-
mnica tem sido commummenle empregi-
te para exprimir urna ideia completa de
profuodeza e rnystiflcicSo incomprehensl-
veis ; porm snspoitamos que para o futuro
essa me-ma ideia ser signillcada de prefe-
rencia pela expressSo. a Poltica germanl
ca a qual ser considerada como tendo
mais forc e energa. Com elTeito causa do
ver. quanto esses pobrosallemSaa tem silo
bigodeados. Elles tem feilo revolucoes, tem
levantado barricadas, tem sido espingar-
feados e entercados no mais orlhodoxo es-
tillo, tem reunido parlamentos, tero procla-
mado dreitos, tem (listeado bandeirasger-
mnicas, tem sido dirigidos por um presi-
dente archiduque e todava nada tem con-
seguido. lllusSo.' O archiduque foi-se, e
com elle foram-se tamben parlamento, di-
reilos, bandeiraa a ludo.
Esta foi a primeira scent do psnloaiimo.
Ilepois, romo a Austria tivesse cabido em
um terrivel atoleiro, a Prussia envida todos
es seus estarlos para i mpedi-la de sabir da -
hi, e forma urna liga de tres grandes res e
mu i tos principes pequenos, para ser por
ella representada e dirigida; masa Aus-
tria, tendo sahido do atoleiro com a asis-
tencia da Russia ( ou tendo cnido em ou-
tro, como quizer o leitor) ach que o que a
Prussia chama sua disoluc,.1o na Allema-
iiln, he antes a dissoluQlo da Alleminha
na Prussia, e de sua parte forma ismbeni
urna liga de quatro res, pela qual seduz
doua dos membros da trindade prussian, e
deixa a edite de Berlin com urna nisera-
vel cauda de principes pequeos pira for-
mar como poder urna Allemanh'a grande.
Que a Austria fosse sempre sris nas pro-
postas de Munich he cousa que ninguem a-
creditou, porem essas propostas fora ni bas-
tantes para prevenir o successo da prussia.
A dieta de Erfurlh leve que reuoir-se sem
s Saxonia ou llanovre, a a partida foi jogada
sem o principe de Dinsmarci.
U principe do CoburgoGotha propz de-
pois umi reunio dos principes germnicos
em Cotlia,a Prussia psreceu inclinada a aprc-
var esta proposta ; mas a Austria, tendo es-
trangulado Erfurth, prepara agora um gol-
pe emGotha. Ella assume sua primeira po-
sifcjlo como cabera da confederarlo germ-
nica e convoca o Plenvm pira reunir-se em
Frsnkfort debaixo de sua presidencia. A
Prussia declara que nada fara em Erank-
foit, e negando o dlreito da Austria a oceu-
paro primeiru lugar na Allemanhi, adopta
o projecto Gotha como seu, e convida os
principes para se reunirem em Herin, e
com cffeito elles 1 se acliam agora ban-
qjnetesndo-se, danzando, blasonando e dis-
putando A Austria lem introdurdo a dis
cordia entre elles, e a Prussia por sua par-
te invidara os seus esforcos para introdu-
zir a divisSo entre os confederados reuni-
dos em r'rinkfort Alguna dos pru-s'unos
al j comecain a filiar largamente ceret
do oflerecimento da coroa imperial a Ere-
derico Oiiilherme da recusa condiciomtil
que este fizera Ji mesma. Elles parecem
esperar que o olTerecimento ser reno-
vado.
Todava a ultima combina^So nota ve! do<
qu'dnunei germnicos nos toca de mis per-
lo. Os prncipes thuroglanos (os Cobur-
gos ) querem reunir seus estados, pira for-
marem um reino ; por este meio muitos
principes ver-se-bio livres de vassallos In-
subordinados, os quaesa sua fraqueza nOo
Ihes permitte conter; todos os principen
ganhartto o titulo de Alteza real; o que no
he de pouco valor pira um allem.lo ) e 0
sogundo (ilho do principe Alberto ser co-
rosdo ro deThuiinga .' Ser preciso que
o mancebo nao tenha herdado nenlium grao
do sensoenmmum inglx para nSo prefe-
rir deixsr-se licar onde est.
Tal he a poltica germnica I Nossos lei-
tores sabem multo bem que no somos ami-
gos do republicanismo em seus recentes
desenvolvimentos germnicos porm de-
claramos alto e bom som que preteriramos
anda mesmo urna repblica germana, a
sermos ludibra los nesle estillo por urna
multidSo de principes miseraveis e ambi-
ciosos, muilo embora tivessemos que ouvir
os longos e enfadonhos discursos dos pro-
(essores allemSes, milito embora tivesse-
mos que submergir-nos em toda a imprac-
ticsbilidade das Iheorias germnicas; po-
rm ha um ponto tiestas contestares que
pilern ter mais efleito sobre a Ingliterr
ainda mesmo que a suscessSo a cori de
Thuringia ; este ponto consiste emas mu-
danzas commerciiesqueellis provavelinen-
te produziiSo. Os leitores estarlo lembra-
dos que a Austria proourou obter populan-
dade entre os manufactores germnicos,
do Zollverein, otTerecendo abrir o commer-
cio das provincias do Danubio i Allemanhs,
e augmentar ao mesmo lempo os dreitos
>lu importaeflo sobre as manufacturas es
Irangeiras ; e agora a Baviera est j roen-
do a isca 13o fortemente que nlo ba duvida
deque cahir noanzol.ecessarom bieve
do ser membro da UniSo das alfandrga
prussisnas. Par prevenir mais desercOe
e recrutar suas forcas, a Prussia vai propor
urna grande reducefio nos dreitos de im-
r-ort>;i1o que pagam os productos coloniaee.
parlicolarmeute o caf e o assucar ; e um
augmento de dreitos sobre os gneros ma-
nufacturados, particularmente, es fazendas
dealgodloelaa. Por este meio ella espe-
ra ganliar llanovre, Schweiin e Oldembur-
go ; e lalvez mismo llolstein e as cidsdcs
iiccaaitias. n .lunw t'iTZZZ Hui^ in
entrar na liniflo das alfandegas prusianas,
e dizem que ll.-rr Oechelhauser, o qual fon.
enviado pira esa (Isa, ja lem dado muitos
passos para um accordo entre esle dous es-
tados.
Esta materia he bem digna de nossa con-
sderaco, por quanto ocommercio inglez
'eceber um golpe pesado se lies* medida
forem idoptadas, nBo obstante screm ellas
bem proprias para conlraiiar a influencii
da Austria, ou augmentar a da Prussia.
1_________, (Kxaw:er )
Mullas vezes floglr o que disiente
Seu proprlo coraclo, aeu ptnsamento ;
i)ar scena, o que o drama exige d'arte,
\' mmica, o que o genio nico Inspira ;
Imitando, exprimir a nalarea,
Dar consistencia, dar realldade
Vos aflretos, dor, ao peljo, ao suato,
V' dlclmuiacao, i torpe intriga :
Kis do aviar a misino, dlfBcll, ardua,
'tue atrae, que prende, encanta e mofalisa,
K como que resume dos humanos
N'uina s existencia os mil contrastes !....
Oh! Tkalma a sombra tua, eis que ravda
Voceo de linda, aobre a fronte eabelta
Do consumado artista, o grlo Gerasano
onhecedor profundo dos preoeltoa
Dascellestes irmaaa que predotnlaain
No mundo ihrairal: Um, obI Melpomene /
Oh faceta Thalia encanudora I
Germano, o vosio alumno, he de vos digno!
fre espectador, austero sempre.
Por de mais exigente, injusto s veies,
No campea* do palco reconhece
Observa, trata, inede, v, esenta,
O carcter, costuraes, preconceltos,
O herosmo e (riquezas d'lia tres aecnlos,
O egosmo, a Irnpiedade do seu teoapo
D. Joo Je Alnculro todo inleiro,
Amante, denodado, patriota,
Presa dos sellos, junto ao cadafalso
O mesmo sempre, generoso e terno,
fadro Cmi orgulhoao. um louco, um Implo,
A quein do co o ralo, abate e humilba!
F.xrmnlo pavorosa para aqurlles
Que almeijain lud-scr, sendo lao pouco,
T;io pouco como o orgulho, e como Jolas
Quando falta a virtude, e falta o mrito.
Oh! Germino! San elles a quem vejo,
Ou s t, de quem falto, a quein sado t
He ludo junto, s tudo: a gloria d'arte,
Dominador da scena, Dos da mmica,
Que os altelos diriges, que arrebatas,
Vue os hroes d'aiew tmulos revives
Cutre iml attelcdes, mil incidentes,
Taes como a nalurea oa produiira,
Taes coiuo a educaco, o genio, a sorte.
Na scena universal ibes dru remme:
Ene reoome recebido como
Moeda de dous emitios: honra ou Infamia !
Uas t. sublime actor, l s teau (tersa!
Porrfue das a virlude Ivpo escolio
Com que ella ae aproxima 4 divindade i
Porque dos vicios piolas o negrume
Fulminando as paixoee no horror doquadro!...
('orno em leus admans, como em leus labios
Vibra amor, ndo amor desconlieclrel
Aos olhos da ambicio e da Impudicia.'
.Nos pactos de etiqueta onde commercio
Que de Hjmineo k nenie ao templo arrastrara
rorcados ou atbeos, algoaes, vlctliaas! I
Como em leus cellos retumbantes sam
Acceutos, que coiuuioveiu, que incendeiam
A iiieuic, os coracoes peroa'iiibucanos
Jomo nas veses eiu que a voxda patria
Os convida 4 victoria, debellando
Os botes da auarchia e do estrangeiro !
Que a terca do Hrasll consiste sai prisa*
Na liberdde, e ordem sobre tudo;
Tua reputacao est armada!
Eia, arante prospera, anima, adealra
Da parmeisa Tlulia, alumnos apios:
Que a mais bella das artes, mais difficil,
De viagrm pomposa ao nove mundo
l'artindo do Pyrro, dcixandoo Tibr
1} Sim, o MmauuiTi, o Ttf*. TasiM,
Sobre o Capibarlbeent tna escola
Eocontre aijllo, um tbrouo, appuuaso.luce
PorJ. fl. i S.
UcparliQo da polica.
PARTE DO DA 23 DE JUDIO.
Foi recolhido i cid -ia desta cidade o es-
cravo fgido Manuel, que dii perlencer a
loSo Benlo Barboza, da provincia da Babia,
o qual fora remettido pelo subdelegado
lo districlo de S. Bento do termo de Gara-
ranhuns : e presos ordem do delegado
do pn-oeiro districlo deste termo, a preta
Catharina Mara, por crime d* furto; en
crioulo Augusto, para avariguacO** poli-
ciies; ordem do subdelegado da fresjue-
lla de S -Frei-P*dro-Goncilves do lUSMte, o
eacravo Joaquim, por furto : steroarda Ma-
n di Conceic&o, por briga ; o l vntoiio Pmxoto de Ditaneourt LiaoJoa-
quim dos Santos, pira corrulla m-
lem do subdelegado da fregiM
vntonio, aa praias. Benedicta eaerava
los Amarara, e Mina, eaeraja de J
l'ublicucao a pedido.
A 9 I Mi neto actor, o Sr. Germano
Fiuuciseo tfe Ollvcir, eiupiehu-
rlo-directoiilo tbeatro de Muittit-
Isuix 1, no excellente deaeinue
iiho dos fomoss dramas re-
dro lem, Mt. JUarla de ,Jleu
catiro.
ELOGIO.
Dot tuiciiot iirti a* oia Ierra.
ClMC-BS.
Das ilhelas paixes Idmar o tvpo,
Reproduzir a aeco, o atiabo, o gesto;
Jos, a psrd* Antonio Martina Barbosa,
para averiguaeaes policas:'a ordem do
subdelegaio da freguezia da Ba-VMa, O
preto l.oureaco, esersvo de Francisco Bad,
para correc(3o: ordem do .ubdeiogido
do primeiro diatricto da freguezia dos AlTo-
grdos, o Porluguez Viceoie Jos Ferreira,
or crime de (norte : e do subdelegado da
freguezia da Varzea, o pieto Antonio, ea-
cravo de Candido Lobo, para awigueeOae
poiicises.
dem 28 das, escuna nacional Eurepliln,
do 116 toneladas, cspitBo Jos Alves de
Urito, eqtiipigem II. carga, carpe secca ;
i Viuva Gsudino Fi]ho.
dem 39 das, patacho nacional Attrea, de
1*7 toneladas, CpiUoJoSo Ignacio Fer-
reir, eqoipagem li, carga carne secca;
a Bailar czOlvein.
Malaga -- 37 das, patacho hespenbol Maro-
asa, de ta3 toneladas, capitSo Gerardo
Marlinho, eqipagem 10, carga vinbo ; a
JoSo Pinto de l.emos & Filho. Segu
para Buenos-A yes.
Naviot suhidoi no meims dia.
Portos do sul Paquete de vapor Pan***,
commandante o capito de fragata J .Fran-
cisco da Costa Poreira. Alm dos pissa-
geirosqne trouxe dos portos do norte pa-
ra os do sul leva a aau bordo : Serafina dos
Anjos, o Dr. Manuel Mendes da Cunhs
Atevedo, Jos Thomaz de Aguiar com sua
familia, Francisco Careo Sardo, o segun-
do tente Joiaum Firmlno Xavier, Spe-
ridiao Eloy de Barros Pimentel, Bernardo
Pereira do Carmo com sua aenhora, o ins-
pector dg ilfindega I.uiz Antonio de Sam-
paio Visnna com sua familia, 35 recrulas,
I cadete, 9 sargentos, soldados e 1 des-
ertor do corpo de imperiaes marinheiros.
Alcobaja-- Lancha nacional .Sant'isma-a*
Sacramento, mestra Tsrgino Borgea dos
Santos Figueiredo, em lialro.
EDITA ES.
OIIIm. Sr. inspector ds lliesoariria da
Tazenda provincial, em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente de do corre-
le, manda fazer publico, que nos diss 39,
a3 e 94 do mesmo mex, ir praca, peran-
te o tribunal administrativo da mesma lhe-
ouraria, para sor arrematado quem por
menos fizar, o calc monto de aeiscentss e
cincoenta bracas do terreno do 15. IsnQo
la estrada da Victoria, avallado em rls
3 575,000, e sdb as clausulas especiaes anal-
to transcriptas.
Aa pessoas que se propozerem a sata ar-
rematicSo comparererflo na sala das ses-
soes do sobredito tribunal, nos das cima
mencionados, pelo meio-dia, competente
mente habilitadas, na forma do artigo 34 do
regulimento de 7 de miio do crrante anno.
Secretaria da thesoursria da fazenda pro-
vincial de Pornambuco, 8 de julho de 1850
- O segundo escriturario, servindo de se-
rrelario, Franeiteo Antonio Cuvulcante Com-
ulro.
a Clamulas especian.
i.' O empedrameoto do 15. lanco da
estrsda ds Victoria far-e-h| da conform-
ilade com o orcatnealo approvado pela di-
rectora em conaalho, e apresentado i ap-
orovago do Eim. presidente pelo pre^o de
3:575 000 rs.
3.a Os tnbalhos principiarlo no praio
de um mex, e acabarlo no di seis mezes,
ambos contados da entrega do termo da ar-
remetacao.
S 0 arrematante nSo podar botar a
S'gunds carnada da pedraasem que para is-
so seja autorisado per esoripto pelo enge-
ubeiro encarregado, o qual s dar esta au-
lorisaQlo depois de examinada a pnn.eira
carnada, eachando a coafrme asregrssda
arte e convenierrttfmeote socada, lavrando-
se de tudo o cooipetenle tormo.
A imprjTt*uati ate rs*aa*J.ir.ao devidir- -
se-ba em Iras preetaeoea, aa quaes serao pa- M,tn
gas ao arretualauto da maneira aeguinle : sjc-aci
4/10 depois de lavndo o tormo de que tra-
te a ciauaala terceira para o exame da pri-
meira carnada de pedia ; 4/10 depois de ul-
timado o empadra ment afeito o recebH
ment provisorio; 9/10 depois da entrega
definitivamente.
Para lude o que nlo est determinado
nas proseles clausulas, seguir-se-hflo as
tjtes do regola melo vigente de 7 de
asa lo do corrate anno.
Recite, 1. de julho de 1850.--0 enge-
nbeiro chafe da torceira scelo, H. A. Mi-
le. Approvadaa pela direcloria em conse-
Ibo, em sesalo do dia 1 de julho de 1850.
O director. Jote Mamut)* Alo* tirrtin.
- Jaco iMi* \ict*r LUutkkr. U. A. Miltl
P.O. Partir.
O Illm. Sr. inspector da ibesourarte da fa-
Igaacie ato iefo, p" o mesmo lis; eo
eserivo VicWfM por crime de rswbo : a or-
dem da suMrJrMsdo da freguezia de S.- *_P| Jt"^^pItaJS^!LTi.0T
do Exmi Sr. presidente
COMMERCIO.
AI.FANDBGA.
Rendimenlo do dia 93.....
D**tarr*t* Asy'a al.
Hrigue Notoft*etor legato.
Itrigue //af bacalho.
Ilrigue -- llugh arrio.
CONSULADO GERAL.
Diversas provincias......
4:302,623
74,333
434,795
EXPOBTACAO.
Despacho martimo no afta 93.
Liverpool, galera ingleza Sieori-Fith, de
524 toneladas : conduz o seguinte : (S cai-
xase 1.040 saceos com 8,651 arrobas e 16
libra! de assucar, 1,13* sseess com 7,379 sr
robas e 24 libras da algodao, 1 caixa 1 em-
brulho doce.
RECEBEDORIA DE RENDAS CERAES
INTERNAS.
Rendimenlo do die93. ... 833,949
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 93......459,639
v ovimento do orlo.
Ifavie mirado no dia 99.
Rio-Crsnde do sul 98 diss, brigue nacio-
na^^nonm, de 191 toneladas, capillo Pe-
dro Nolasco Vieira de Mello, eqipagem
14, carga carne secca; a Amonm & Ir-
ruios.'
da provincia de 27 de
janho prximo passado, inanate faier publico
iue, nos dias 93, 23 e 94 do carrate ir a pra-
(i perante tribunal daalnlstrativo da mes-
ma theaourarta, para ser arrematado .a quem
nrmenos ttier. a obra stoempedrsinen'to de
900 bracas nos 3.*, A.' 5* lmeos da estrada da
Victoria, avallada em 3:135.000 rs., e seb as
clausulas especiaes bailo transcriptas.
As pesaos* que se propoierem a esta arrema-
tarlo comparecaui na sala das sesaors do so-
bredito tribunal nos din aslma mencionados,
pelo meio-dia, conapeteoiemeale habilitadas
na forma do artigo 24 do regulamenlo de 7 de
Uiaiosjo correnleanno.
E para constar se niaudou iBxir o presente
e publicar pete Uinri.
Secretarla da thraourarla di tazenda atrevas
cial de peruaubuco, primeiro d* julho de
1850.
0 secretirlo,
Anlimi Ptmlru if AnnuncUfi*.
Ctenasl*' fteioet da orr.a*lfo:
" 1.* O esjapeatrar&ruto de 300 brajis cr-
ranles de aaVada nos 3.*, 4.' e 5.' Uncos da
estrada da Viciarla fir-se-ha de cooformidade
com o orciuieoto approvado peta directora eji
pelo preco de ralis 3:135.000 rs.
a f Os trabalhoi principiarlo n* prazo dej
am mez e arrio acabados no ato seb) exea, asni
lia* coa lado* da entrega do Urano da arrema-
tarlo.
a 3.' A pedra aera previamente esamtoada
pelo engeabeiro encarregado da obra.
4.' O arremaiaeie nao poder pora segn
da carnada de pedrs antes que o engenheiro
tenha examinado a primeira e aehado confor-
me, do que se tevrar o termo competente
a 5." pegamento far-se-lis em tres presla-
edea, sendo quatro dcimas parles driiol* de
nabida a primeira carnada. Ouiras quatro dr
pola da entrega provisoria e o reto depois da
entrega definitiva.
a G.* Para tudo o que ui* est determinado
naa presentes clatisulaa segulr-se ha o que dls-
poe o regulamenlo de 7 de malo do correle
anuo.
a Reelfe, 25 ate jnnb* de (850.
O eogerabelrachrfe ds 3.a sessao,
Tt,A.Mlttt.u
Approvadii pela directora em conaelho, em
etsaodc25dejunbo de 1850. -Odirector. !
ti UmnUt Alen ferriir*. i. lelos LtinUr.
- H. A- Milet.
A cmara municipal dert cidade man-
da publicar para coohecimento dos aeus
municipios a circular abaixo iranscripts,
que o Exm. presidente da provincia expedio
em data de 13 do corrente s autoridades
eucarregadaa do reerutamenlo, rocommen-
da n do-I bes em pregue m todos os'seus esfor-
cos e influencia, afim de se oblerem pravas
voluntiriss para o exercito.
Paco da cmara municipal do Recite em
sessflo de 32 de julbo de 1850.Fncitco
Antonio de Oliveira, presidente. Manuel
Ferreira Aceioli, secreta lio Interino.
( A circular de que trata o edital supra ho
i que foi publicada no expediento dogo-
verno de 13 do corrente, em o Oiorte n.162.)
Pela inspectora da ilfsndega se taz pu-
blico, queslo precisos onze esteles de em-
heriba ou mssaranduba.com trinta palmos
decomprlmenlo e oito pollegadas de groj-
sura, para as obras da ponte da descarga,
os quas se ajusiarSo com quem os-fornecer
por menor preco, dirigindo-se pars esse fim
dita reparliclto, durante as horas do ex-
pediente, at o ultimo do corrente mez.
Allandega de Pernambuco, 23 de julho
de 1850. -o inspector interino, Binto U
Fernanda Barro. ^^_____
lleclara^oes.
PAGADORIA MILITAR.
De ordem do Illm. Sr. coronel inspector
joa de Brilo Inglez em cumprimento da
portara do Exm. Sr. presidente da provin-
cia de 99 do corrente, se tez publico, que
esta pagadoria pretende comprar, aflra de
serem remeltidos psra a ilha de Feraando
de Noronha, aa objectoa segointes : ferro
veejralhlo redondo de S 1/2 pollegadas de
grossure, 46palmos; dito daSuecis, verga
lina, duas arrobas; seo grosso, meia arro-
ba, guillo Ja Bielbor qualidado quo bouver
no mercado : as pessoas que tiverem estes
objectoa e o quizer vender, apresentaro
sua* propostas em carta fechada, no dia 27
do corrente
Pagadoria militar de Pernambuco, em 23
de julho de 1850. No impedimento do es-
crlvlo, o ollicial, loaquim Ptrtira Bata.
Pela capitana do porto se
convida, em virtude das ordena
receidas do Exm. Sr. presidente
da provincia, em ollicio de l3 do
corrente, a lodos o* chefes de fa-
milia que queiram alistar seus fi-
llios, ou tuteladon, menores, na
companbia de aprendiies mari-
nheiros, a comparecerem na mes-
ma capitana em todos os das otis
nas horas de seu expediente.Ca-
pitana do porto de Pernambuco,
i5 de julho de 185o. Jiodrgo
Theoaoro de Frtitas^ capitio do
porto.
-- Antonio Egido da Silva, segundo te
nenie encarregado do recnabacimeuta, me-
dicflo e demarcs^lo dos terrenos "to mari-
nha, convida sos Srs abis* iWirriptoB,
que requereram aforamentos mirinha a comparecerem, m aeus procura-
dores, na casa dess raaideacia, aa ra 01-
reita, n. 78, para se Ihea marear o dia em
que ae lem de proceder medicSo. detatar-
caclo e avaliicAo dos seus terrenos, aflm da
m paasadoa oa titule* resprcf iros de afo-
entos pela thesouraria herdeiroa do fallecido Antonio Taixeira Lo-
pe, b. Josefa Rufina de Soma Rangel. Jos
Mareellino Alves da r'onseca, lierdoiraa de
fallecido Jos da Cunha Teixeira, Manoei
Concalves Pereir.i, Jos LuizdeSouzi, ad-
minislracflo do patrimonio dos orplidos, Jo-
s Policarpo de Freitas, Luiz de AzeVedo dos
Santos procursdor de Auas Rita de Faria,
Autunio Joaquina deSouza Ribeiro.
Theatro de 8. Isabel.
Em consequencte da enfermdada de que
foi accommellido o artista administrador, e
por se nSo schar ainds em testado de bem
desem peonar seua devere no espectculo
annnnciado para hoja 34, fica o meemo
transferido para aabbado, 37 do correato.
Avisos martimos.
i '..... i I a i i
Vrnde-ss o Britua nacional denomi-
nado Piratinlm, de boa cuntlrucclo, de
01 lonelidas, promplo de um lodo paca
navegar a qualquer parte com boa lancha e
boto, o qual se sebs fundisdo no sncours-
louro da descarga da carne seces para ser
examinada por quem o pertehder, e para
ijuslar-se com os consignatarios Amorim
Irmlos, ra da Cedis, n. 39, primeiro an-
dar.
Para o Arscity lem de seguir vagem
com brevidada o hiate Flor de Cururip, de
primeira marcha a forrado de cobre : quem
nelle pertender csrragar, pde-se entender
com o mestre do mesmo, Jos Pereira no
Psra s Kigueirs com escala por l.isboi,
com tods s brevidade, o patacho porluguez
M*ria loaquina, de que be capitSo Uauool
da Coste oSiivi: quem quizer carregar ou
i Jo sraaasaoiu unij-e ao nui vunaiajiis-
tarioa V. 8. RabeJIo & Filho.
Para Lisboa pretende sabir at o dia 7
te agosto vindouro o brigue porluguez
trovo- Vtmttdtr, por ter a malar porto da
carga prompte : quem no asesino quitar
carregar ou ir de pissagem, para o que
offerece os malbores commodos. dirija-so
aos coosignTtsrioa, T. de Aquino Ponsecs &
Filiio, na ra do Vigario, n. 10, primeiro
andar, ou ao capillo na prcA.
Pata a Baha salie, em pou-
eos dias, o paibabole nacional
Amelia \ tem parle da carga
prompta : quem no mesmo quier
carregar, ou ir de passagem, di-
rija-se a Novaes & Companliia,
na roa do Trapiche,. 3J.
A Ana J5r*jito, de que he capitato a
pr.tico Antoi io Silveira Maciel Jnior, de-
ve chegar doCear por les 4 diss, a se-
guir para o mesmo porto, o para a do Pa-
ra, con a maior brevidade : quem n* mes-
nsa pretender carregar, podar ntenaar-sa
com Judo Csiios Augusto da eil na ru
da Cruz, o. I3,srmazem.


~ Quem quizar erregar no brigue ni-
trito) *"", capitn M Tadejavich, para Tri-
este, dirija-te o vice-consulado austraco,
nn da Gratn. 4.
i lilinin.....mmmmmmmmmm
Avisos diversos.
Ltvi-?e e engommt-sa roupa de ho-
nieme senjiort : no paleo do Tere, n. 17.
0 rscrivfiqyla sama caa da Misericor-
dia da cidade de 01 inda, em observancia do
que determinou a mesa da 21 do rorrenle,
fai publico, alim de cnegar ao conliacmen-
todfls interessados, que Antonio l.oho de
Alhprtim de Miranda llenriques sclia-so dc-
mittido de procurador da mesma sania ca-
sa, e nomeado em seu lugar JoSo Luft de
Almeida Ribeiro, com quem oa devodores
dclla ae devero entender, porque serflo de
nenhum effeito quaesquer pagamentos que
se flzerem iquelle Alberlim, eobrlgido os
devedores a novo, no caso de a elle darem
qualquer quantia ; e nesta occisifio se faz
publlcotimbem que os recibos d'ora em di-
ante aerio rubricados no verso pelo respec-
tivo thfsoureiro Francisco das Chagas Sal-
gueiro, alm da assignatura do novo procu-
rador edottbaixo assignado na frente dos
ipamos recibos, e os que assim nao estve
rera nSo serio validos, segundo a delibera-
efio que tomou a meta de 11 do andante mez
Cidade de Olinda, 22 df julho de 1850. lo-
t Emlaaui Mantel Monteiro, escrivfio da
santa casa.
Tendo de faier-se a codela do consu-
mo de ago'ardeole de produceAo brasileira,
rogs-ae aos Sra. collectores de terem em vis-
ta o titulo ti artigo 9 das posturas munici-
paes. Fie prohibida a venda de agong-
ardentes aoa escravoa, sem que apresentcm
bilhelea deseu senbores por elles assigna-
do, que autorisem a venda : os infractores
serfio multados em 30,000 rs. e ua reinci-
dencia soOreruo, alm do duplo de multa,
15 diaade pristi.
Arrenda-se um grande sitio margem
do rio confronto i ponU de Uchoi, com
grandecaaa que acomoioda qualquer fami-
lia, estribara para quatro cavalloa e urna
grande baila para capim, havendo j gran-
de quantidadp, algumas fructeiraa e boa
agoa : na ra Nova, n 67.
Aluga-se umpreto cozinhelro, sem vi-
cio eproprio para qualquer oulro servico :
uo trmazeni da ra Nova, n. 67
Lava-se e engomma-se, e toma-se cos-
turas de loja i ludo por preco commodo ; na
ra do Amorim, n. $3.
Precisa-so de qualro contos de ris a
premio por qualro annos, pagando-se an-
nualmente o premio, e liy poihecaiido-se pa-
ra seguranc" um predio de valor : na rui da
Cadeia do Itecife, loja n. 50, se dir.
Quem precisar de urna ama de leite,
dirija-se Balancia, atrs da igreja.
Quem annunciou querer comprar um
pilo de peo grande, dirija-se 4 ra da Cruz,
n. 54, segundo andar.
* O #
O lbum
DOS ACADMICOS OLINDENSES. #
Acaba de sabir o numero 5 deste pe-
riodico conlendo artigoa de ciencia,
) liltpratura e religfio. Assigna-se por
2,000 ra. durante o anno lectivo no
Itecife,na livraria do patedo Collegio,
casa de Livro azul, e em Olinda, em
X casa de Leandro Itzerra Monteiro.
Oulroaim : o assignanle, que
# nle ieceleram ainda o numero 4 po-
dem-se dirigir is mencionadas catas, #
0 Sr. Frncisco Antonio Perein dos
Santos qneira ter a bondade de ir. pagar
quontia de (11,600 rs. que deve, na ra do
Cabugi, n. 3, e emquanlo o nfio itr o seu
nomp nfiosahiri desta folha.
Piecita-sp de un eaixeiro que d fiador
i sua conducta : na ra Direita, padarii nu-
rapro"9.
-- Negncla-se, na travesa de Sin-Jet do
Manguinho, um terreno com as eguintes
hcmfeitorias : um lelheiro proprio para duas
casas, e nu fundo desle ua casa delaipa,
toda ladrilbada e com commodos: ludo
por diminuid preco : a fallar no Aterro-da-
lloa-Vista, loja de elleiro n. 58, que e di-
r quem faz este negocio.
' Aluga-se um raoleque de 1* annos, pro-
prio para todo o servido da casa e ra
quem precisar, procure uo pateo do hospital
do Paraizo, obrado u> esquina, n. 4.
--lliiiot! Alve da Costa Pereira faz scien-
tea lodoa oa seus credorea que hajim de
a presentar suat conlas, uo prazo ile tres
diss, contados da data desle (24) par* serein
conferida*.
Os credores de Joto Ferris* da Coila
liajim de apresentar toas conlas li o da
31 do crrente, a Onofre Jos da Costa, pa-
ra se ratiar a quantia de 810,800 ra.
-- Troca-se urna imagen) de S. Jos, que
lenha palmo e meio de altura, e seja per-j
feita : na ra das Cinco-Pentaa, n 82, ou
annunpie.
Deeeja-ae saber quem silo o herdelrot
do Portuguez Joaqun Nunes Pereira de
Faria, fallecido em IMS, para e Ibes fallar
a lulerease dos mesaios.
C. J. Atley & C. mudaram
seu escriptorio e >r mazem de uea
ra* nara ea ilinto. I;
gamenlefoio HolelrPJstor.
Aprigio los Ceiri, eslabelecido na
cidade do (.'car* desde 18(4, leudo lido ron-1
tas beata prari com diversos negociantes,
declara pelo presente que nada deve nesta
rica ; mas qiieatie julg.r seu ciedur, Un-
pr documentos como conla de livro,
quira riiriglr-te ra da Gru, no' Recife,
n. 33, para aer aatitfeilo, no prazo de 15
das, depoil rio qual no ser attendida
qualquer reclamecto que posea apparecer
para 0 futuro. Itecife, 22 de julho de 1850.
Precisa-se t lugar uma pela para ser-
vir a urna casa de punca familia: na ra
larga do Rozan o, n. 26, loja de miudezas
Dionisio Lopes faz publico que de hoje
em diante se asignara Uiouizio Hilario
Lope*.
Atttncao.
Fugio, no dia l3 do correnl,
um prelo da Costa, de oom Cle-
mente, representa ter 35 annos
pouco mais ou menos; levou ca-
misa d algodo da' trra ero fo-

Iha e de mangas curtas, calcas de
Igodozi.iho trancado azul ; tem
os dedos da rno direits um pouco
encolbidos, proveniente de um ta-
ino que levou sobre o braco ; as-
sim como tem um outro tallio so-
bre a ca.beca procurando a testi,
por i;so que se torna bem conde-
cido : quem o pegar leve-u ra
Imperial, n. 25, que ser gene-
rosamemte recompensado. Este
preto suppoe-se estar acoitado
nestas casas de naci, pois he de
qostume assim praticar.
Precita-se de um caiseiro portuguez,
le 12 a <6 annos, eque aaiba bem ler, para
uma venda : na ra da Aurora, n. 48.
-Signaes do escravo fgido a 10 de ju-
nho de 1850 : Jofio, pouca bubl, idade 25
annos pouco mais ou menos, nfio muilo
relo, Itura menos que regular, pea bem
feitos,falla brando e explicado,! im no quei-
xo do lado direita um crneos, julga
molestia, e da mesma qualidade ten nos
peilos : quem o pegar leve-o na ra da Ca-
deia do Recife. n. 36, no escritorio do Sr.
Mannsl Goncalves da Silva, a Jos Joaquim
de Miranda, ou no engenho Caipi a Manoel
Jos da Cmara Pimental.
Joao Evangelista da Costa
e Silva, vendo um annuncio em
que se con vi dtm os seus credores
pira se reunir em no dia 19 do cor-
rente na bala da associaco com-
mercial; declara que nSo tem cre-
dores, porque nada deve, e se al-
guem se julgar seu credor, apre-
sente-se com o titulo para ser 1 in-
mediatamente pago.
- Precisa-se alugar uma ama secca de
bou codumes, e que saibi bem cozinhar,
para una cata de pouca familia. Dirigir-se
a ra dai Trincheins, n. 19.
I Homneopalhia pura, g
l^oreparada por Mr. Catellan, discpulo deO
...jllalinemann, e director da prmeiraQ
Pharmacia homceopalbica especial doQ
l'aris. Q
da ra da Cadeia de S.-Antonio, n. 22,Q
QdirigidopelofaculttlivoJ, B. Casano-Q
mH, calara aberio todoa 'os dias uteisQ
Xdeade is 7 oras da manbSa at is 2 da
^tarde. ^ g
^ Os pobres eoatinuarto a receber con-***
Osultase remedios gratuitamcnle.
O N9o sendo para se iraiar pela homoeo-9
Opalina pura, ha escuzado procurar o
director desle consultorio. 0
9OQ0OQ4a#>#OO9d
Aluga-se uma parda de.bons coslumes
e com as precisas habilidadea para ama de
qualquer caakaiad metas que baja fami-
lia : quem a intentar, dt*> m A ra daa
':rnzes, n. ti, aegundo aadar.
Na ra Direile. *. fimitm-t alugar
um escravo, que teja perito ofllciai de sapa-
leiro.
-- IIypotheca-se pela quantia de 600,000
rs. a terca parle de um obrado da um an-
dar, de maior valor, tilo nesl cidade : quem
tal neocio quizer fazer, annuoce.
Fredenco Voule, ocio da casa de fiea-
ne Toula & Companhia, retira-ae para In-
glaterra, deixando encarregado doa nego-
cios da firma a seu irwao Alfredo P. Youie,
e na falla deate a William Youle, e Walter
Grainger.
Ouer-se aligar uta escrtvo : na ruada
Aurora, escriplono de C. Starr & C.
Sr. Manoel de Souza Pereira, dirija-
se i ra do Sol, n. 9, paia o fim que nSo ig-
nora.
Reta ainda 900 a tantos palmos de ter-
reno para se aforar no tilio do Hospicio, do
fallecale barBo de llamarac*. os pretenden-
tes ilirijam-se ra do Pires, n. 19.
Homoeopathia.
Na Baha escreve o l)r. Mello MoraesJ
_um jornal hoar.ccopathico intituladoi
(MEDICO DO POVO, no qual se deseovol-j
tvem as questfles da medicina homoBPi
jjpaihica, e te d3o preceitos pralicos pa-
kra o curativo das enfermidades.
. No consultorio central homoBopalhi-
j^co de Peinambuco, ra do Trapic
tsNovo, n. 15, recebem-ae assignatura
gpara este jornal, a 2,060 rs. por tri-j
J|maatre.
**:* M*Mlf ttttWJJJfc
Paulino Manoel Tliom* CaboalSo, por
ai, e como adminiatrador de sua mulher,
ThereA Mara de Jess Lefio, avisa ao res-
peitavel publico que os bens de Jos fran-
risco da Tiindade, ex vi dosarligoa 27, 29,
30 e 31. 3 e 39 do cdigo criminal, estilo
legalmenle hypolhecado* a atlisfagao do
damno,queo meamo JotqFrancIsco da Trln-
uuo ciuwv il liiereza aria de Jess
Lefio, eiilfiosolti ira, por taeio de varios Cri-
mea de ealpllionato, que cometleu contra
ella desde 1845 a 1848, e por cuja satisfaclo
oannuncianle, juntamente com ua dita
ir o eto demandando pelo juizo do
fivel desta ridade j por isso ninguem |de
contratar validamente com o mesmo Jos
Frauciteo da Trihdade aobre alienacilo, tro-
ca, doaefio ou hypotheca de alguna do
trena que elle possue.
Manoel Duaite Je Faria,
doutor em medicina mudou sua
residencia para ra Isrga do Ko-
zario, n. 38, primeiro andar.
Preeita-ie alugar uma prela escrava,
que salba vender na ra : na ra do Rsn-
gel, 9.
I'reciss-se de dez oilheiros de tijoliot
^Hl)"ii groca e unta canOa grande pa-
ra carregtr areia : no Aterro-da-Boe-Vula,
o. 16.
Rufino Jos Corris de Almeida em
barca para o Itio-de-Janeiro ua escrava
crioula, de nome Getrudet.
Uma mulher parda, de meia idade, se
'5-
familia, a quil dA (ador i su
: quem do seu pre.-timo se quizar'
dirji-aa ra das Trincbeiras
de pouca
conducta
ntilisar,
u. 25,
Precisa-se alugar um preto, proprio
para uma fabrica de chocolate, pagando-ge-
Iho.por mez : na ra do Trapiche, n. 31, es-
criplono deNovaes & Companhia.
Preoiaa-se da um primeiro eaixeiro
nara um armtzem de assucar, o qual enten-
da de comprar, vender e administrar dito
armazem, a quem ae dar um botn ordena-
do : a tratar com Aptonio de Moraes Gomes
Ferreira, no Mondego, todos os dias de m-
nhfia alis9 horas, e de Urde das 3 As 5
horas.
Aluga-se, por anno, e por preco rasoa-
vel, uma grande e bella casa, muilo fresca,
perto do rio, com commodos para uma nu-
merosa familia, em S.-Anna de dentro, aon-
de morou oSr. negocio tnglez Hoy le. a qual
tem duas cacimbaa com boa agoa, brixa de
capim para um 011 dout cavados : a tratar
com Luiz Gomos Ferreira, no Mondego.
Ii-so al um cont de ris a juros so-
bre penhore de ouro a prala: na ra de
S.-Biu, n. 14, se dir quem di.
Quem quizer comprar, ou mandar fa-
zer ornamentos para igrejas, de todas as
qoalidades, dirija-se 4 ra Velha, n. 47, a
tratar com Jofio Joaquim de Souza Abreu
e Lima.
Aluga-se uma crioula j dota, pare o
servico de casa : na ra da Guia, u. 46.
I>reci-e de um feitor quo entenda
de jardim, podar, e enchertar, para um si-
tio pequeo : .no largo de S.-Pedro, n. 4.
Passaportes.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
do imperio, despacham-se escravos e cor-
rem-se folhas : no piteo da matriz de San-
to-Antonio, sobrado n 4, segundo- andar.
Fugio no dia tu do rorrenle de trras
do engenho llhs do morgado um escravo de
nome JoSo, cabra, baixo, rosto bastante
eheio de espionas, representa ter 26 annos
de idade: quem o apprehen-er o poderi
levar i ra da Praia de Santa-Rita, n. 17,
a seu senhor, que seri recompensado.
Pede-se aos 8rt. quedevem calcado na
loja do abaixo assignado, venham quanlo
antes pagar ; do contrario,.verti eus.no-
mes por extens 1, pois liasla.0 lempo que
ha decorrido. -- Btlannino a*t Sanios Bui-
do.
O abaixo assignado, rendeiro do tra-
piche da companhia, e proprietai io do pon-
to de embarque da ra do llrum, faz ver aos
Srs. negociantes desta praca e mais pessois
interessadrs, que continua a embarcar ot>
volumes miudo* pelo preco de 60 rs.
L. A. H. de Almeida
Jos da Maya contina a dar lines de
nglez, e pode aer procurado no eacriptorio
dos Srs. C. Starr & Companhia, na ra da
Aurora.
Quem desejar lerleile de superior qua-
lidade, procure no Recife na ra do Tra-
piche, n. 44, todas as manhfias enlre as 7 e
horas ; tambeni conlrati-se dir lodo o au-
no a um s preco ratoavel:_ fallar ao pre-
to no dito armazem.
OSr. Mu colino Jerony-
mo (o calves dos Santos
queira ir pagar o retrato ua mandou tirar.
-- Ha pouco deaappareceu do irofrto em
que eslava fechada, no lugar dos Remedios,
uma canoa de carreira, de um so pao de ce-
dro, pialada anligamente de vermelho, ain-
da por encavernar, anteado banco tem uma
travesa no fundo ; tem algumas queima-
duras de fugo no paneir; levou correnli
nova: quem delta ouber ou der noticia,
sera gratificado por seu dono, Smeilo Cor-
ris Cavalcanti Macambira.'iio mesmo lugar
doa llemediot.
I'recisa-se arrendar um sitio com ar-
voredos e baixa, cata de vivenda, estriba-
ra eeneheira, tendo na Magdaleua, Man-
guinho al a Ponte-do-Urlia : ua ra do
Livra meato, n. 33. ^
-- Aluga-se o segundo miar do obrado
da ra do Torres, n. 5, pegado o eacriplo-j
lar eajoslar o preco do ordenado que se
eonreneionar.
Precisa-se de um moco de 14 a 16 an-
nos, pira eaixeiro de uma venda na villa do
Boiiiio : a tratar as Cinco-I'ontas, n. 66.
-- Nj ra do Sebo, n. 10, se aluga o bem
contiendo mnleqne Junas,que cozinha,com-
pra, he fiel, nSo tem vicios, eacostumado a
servir a estrangeiros.
Na ra Nova, loja n. 58, se dir quem
ft 400,000 rs. a juros, com hypotheca em
casa terrea.
Pede-se ao Sr.-Joaquim Silverio de Sou-
/.que tenha a bondade de apparecer no
Forte-do-Mattos, prensa do Braga velho, a
negocio de seu interesse.
Precisa-se de um oflicial de ferreiro,
que tenha iutelligencia sufflciente para re-
ger uma, tenda dentro deita praciiquem
'-sliver nestas circumstanciat, dirija-se 4
ra dos Quarteis, n. 18, que te diri com
quem se deve tratar.
--Quem pretender vender os ns. 56, 57,
.8, 114,143,144, 145 a 147 do Oarfo do Oo-
vtmo de Portugal, p le dirigir-se i ra da
Cadeia do Recife, n. 40, terceiro andar, das
8 horas at ao meio-da.
I'recisa-se de um homem portuguez de
hoa conducta para eaixeiro de um engenho
listante desta praca 12 legoas, aancando-
-e muito bom tralo: na ra da Cadeia do
Itecife. n 55, loja.
-- Pede-se ao Sr. JoSo Eduardo Chardon
1 ue antes de sahir para fra do imperio v
00 mande pagar na ra da Unifio, a quantia
le 20,009 rs do que S. S. nfio ignora; do
contrario, o annuncante teri a honra de
o acompanhar al a bordo com este annun-
cio.
Troca-se
urna porcSo de livros em branco de excel-
ente qualidade, e de diversos tirainbos,
por papel de peso e almaco: na ra da Cruz,
1.13
Compras.
Compra-ge uma escrava de boa figura,
que aaiba bem coser, engommar, cortar e
fazer um vestido : he para fra da provin-
cia : na praca doCommercio, n. 6, primei-
ro andar.
Comprarse uma geometra e uma tri-
gnometria por Lacroix : quem tiver e qui-
zer vender annuncie.
Compra-seum par de contolos e um
opha de Jacaranda, ainda que estejam em
nao estado, com tanto que sejam moder-
os : nenia lypographia se dir quem com-
pra.
Compra-se, na ra do Cabugi, loja de
luatro porlas, do Ouarle, uma cazula bran-
ca rom sebaila encarnada, forrada de roxo
com sebasta verde, e do mesmo modo esto-
la e manipolo, ludo de damasco com galfio
le relroz, um miasal romano, um cun de
nrata dourado por dentro, com todos os
seus pertencet.'
Ci mpra-se um soleira para uma janel-
la, com 7 palmos de comprimenlo edout de
largura : na rut dt Cadeia do Recife, n. 50,
loja
Vendas.
Veodem-se ricas cambraias de corJfio-
zinbo cor de rosa, aail eroxa, pelo bara-
liasimo preco do 500 rs. a vara : na ra do
Crespo, n. 12.
--Veudem-se duas osera vas robustas, sen-
louma boa lavadeira,e a nutra de todo o
srvico de c ro : na ra da Cruz, n. 28.
Vende-se um diccionario de Moraes da
qnarta ediefio, anda novo; duis venecianas
ile varandas ; duas gradea pira janellaa, de
amarello e novas, que ficaram de ama obra:
no pateo do Carino, n. 2, sobrado novo na
esquina da ra de llortas.
Passsros.
Vende-se uma sabia da praia, uma dita da
patta, dous bicudos, dous curios,
um en-
r o dut SrtVjoa^Yiiir deTe'iiio^ "n1. benguelinha, 4 cimriot de
tratar na ra da Cruz, u. 33, com SI
Araojo.
Na esquinada ra do Cabugi, loja n.
11, junio a botica do Sr. JoSo Moreira, de-
seja-ae fallar aos Srs. ep Joaquim Cordeiro Ribeiro Campos, padre
Camilo de .MeiidonQa Furtado, JuliQo Mara
Fjeire, Antouioda Silva Angelo, Francisco
Caetano IVreira CiiiinarSes, Joaquim lava-
res Rodo val.
I). Anna Isabel de Souza Lefio, viuva de
Antonio Francisco dos Sautos Braga, faz c-
ente que eati procedendo o inventario do
seu casal ; por isso roga ia pessoas que teem
conlas com o dito casal as liajinn de apre-
sentar no prazo de 8 dias, contados desta
dala, para seren inventariadas. Recife, 17
de julho de 1850.
-- Roga-se aoSr. Jos Antonio de Lima,
segundo cadete do segundo de artilharia o
obsequio de dirigir-se as Cinco-Ponas, n
4, para conclusfio do negocio que Ibe nfiv
he eitranlio
-- OSr. de engenho que precisar de urna
pessoa hbil, para entinar primeiras letlra
e para tomar conta da escripluracjo tenden-
te ao mesmo engenho : dirija-se a ra direi-
ta, n. 18, segundo andar.
- A nesocio deaaas interesse deseja-se
noticia do Sr. Fraociscu Luiz, da palluca
do* sitios da Beirada, dialricto de Coini-
bra, e estove aqu occuptdo na fabrica das
caracas; bem romo do Sr. Jos Januaiio
SoarasFerreira, sebrinhodo fallecido padre
Antonio Soares Ferreira, e casado com a
Sra. Ii. Ignaci* Joaquina de Jess Ferrei-
ra. ou queiram procurar a viuva Gaudino &
Filho, na praciuha do Corpo-Sautoou an-
nuncieiu suag residencias.
Roga-se a quem or offerecidaJiumi.
ban leija de prata pequea e com uma tesou-
ra de .ri^ar velus, de nfio fazer negocio al-
gum, e ler em seu poder, por ter sido fur-
ladaa ao dia 17 do correle, a qual Un
firma com as leltra seguiole^ J. C. C. L.:
quem s tomar podera ir entrega-las na rut
da Praia na casa de Jos Cordeiro Leilo qui
seri recompensado.
Aluga-se o segundo andar Oa caaa da
roe a Roiario largo, n. 3, a fallar na bu
tica da maavnacaaa.
Precia-te de um homem portuguez,
preferindo-ae natural das libas, para feilo-
riaar alguna escravos em um engenho, dis
tante deata capital 18 legoa : quem esli
ver nitas circumslancias e ouber de-
seinpenharolugr, dirija-se 4 ra da alau-
gommam, cosem, coznhim e tavam de sa-
bio e van illa ; urna crioula de bonita fl-
Kura. com s mesmas habilidades; um>
linda negYinha de na^fio, de 16 annos, pti-
ma para o servico de uma caaa ; um escra-
vo ptimo para o servico de campo.
Na ra do l.ivramenlo, loja n. 10, vea-
dem-se corles d casimira azul, a 6,000 rs. ,
e preta, muito fina, a 6,200 rs.
--Vende-se uma preta de bo- ita figura,
que cozinha o diario de uma casi, ngom-
ma, e sabe fazer bolos : na Camboa-do-Car-
mo, n. 24.
Na ra do Crespo, n. 10,
vaade-seseda branca com listras e flores,
pelo baratissimo prego de 500 rs. o corado ;
setim cor de rosa, i 480 rs. o covado ; cor-
les de cambraia bordada, a 2,000 rs.; dito*
de cambraia de barra, a 4,200 rs.; pecas de
esguifiode algodfio de 12 jirdas, a 3,000
rs.; meias de seda brancas brdalas para
seuhora, a 1,000 rs, o par ; camisade meia
iizups, a 500 rs.; lila trancada cor de caf,
a 200 rs. o covado ; cobertores de laa, a
1,400 rs ; e outras muitas fazendas por ba-
rato proco. Os bicos brancos de 80 rs. a vira
linda se nfio acihiram.
Vendem-se 100 barril vasiot quo fram
de mant-g.ia a 12J rs.cada um, feijo pre-
lo, a 160 rs. a cuia ; charutos regala tupe-
rior qualidade, a 1,000 ra. a eaixa : no pa-
teo do Carino, n. 9, venda nova.
AGENCIA
ia fundicao Low-Hfoor,
BDl DA SKNZAT.T.A-NOVA, N. l\1.
Nete estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
nenlo de moendas e meias moeu-
das, para engenho; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido
coido, de todos os timanhos,
para dito. ^
-- Ven Jcm-se 9 lindas mocamat de 14 a
16 annos, engommadeiras e costureiras,
uma dellas faz bem lavarinto ; 2 pretas boas
lutanderas; 9 ditas de todo o servico, de
bonitas figuras; 2 molequegde 17 118 an-
nos ; 1 preta boa quitandeira, por 350,000
rs.: no pateo da matriz de Santo-Antonio,
sobrado, n. 4, se diri quem vende.
A visa-se aos Srs fabrican-
tes de veUs, que na rufa da Fraia,
n. 32, vende-se carnauba e graxa
em bexigas, chegada ltimamente
lo Rio-Grande.
Boa lamilla.
Na ra do Livraroenlo, n. 14, vende-se
farinha de boa qualidade, a 2,500 rs. a siecs.
A 8,000 rs. cada um.
Chales de seda grandes
e de bom gosto.
Na loja de Gaimarfies & llenriques, na
ra do Crespo, n. 5, vendem-se chiles de
sedi, grandes, de bom goato e de bonitos
padrOes, a 8,000 rs. cada um ; cortes de ci-
s.'mira de cores, de muito superiores pa-
drOes modernas, pelo barato preco de 6,000
ra. cada corte ; merino prelo Ono francez, a
2,500 rs. o covado; dito nglez, a 1,440 rs.
o covado.
ffffVVtfftVfVtftfffV*
*Na loja do sobrado amarello*
V nos quatro-cantos da ra do -SI
i^. Qteimado, n. ig,vendem-se ^
a^Crtes de cissa seda padrOes novo scom4|
* flores de seda e com 15 covaJos-J
J> o corle a 8,000*
'Cortes de cassa de cores, a 9,000*
*Cnvaiiiilias de seda para Sra., a 1,0002
^.Lnvas de pellica para senhora, a 80o2
^.Lencos de seda para grfjvata, a 800 I/.4K
.>Cries de calcas de casimira, a 4, 5 e 6/*
Novidade.
Acha-so vend no armazem de fazena

PortiiK!: lodos muito bons cantadores, e
em gaiolas muito1 bem feilas: emS.-Ama-
ro, na venda ao p da casa do Sr. Manoel
Cardozo da Fonsera
Vende-sel escravo muilo bom ferrei-jdas de Raymundo Carlos Leite, na raa d-
ro; um molequo do 11 innos; 1 bom ear-
reira ; uma preta muito boa quitandeira,
lava de varrella, e he proprii para o carneo:
todos sem vicios nem tebaquet e muilo
mocos: vendem-se ptra pagamento de
umi divida : na ra do Livramento, n. 4,- te
diri quem vende-
Vende-se chibisson de superior qua-
lidade, em cainse meits din*, 1 lotes
vontailc do comprador : na ra da Alfande-'
ga-Velha, o 36, escriplono de Malheus
Austin & C.
Chibrasileiro.
Na ra Nova, n. ti, vende-se superior cha
nicionil, em caixinbat de oio libras, a
2.000 rs. a libra: la mbemse vende a reta-
Ibo, 2,240 rs.
-- Vende-se um terreno com 400 e tintos
palmos de-fondo e 80 e tantoa de frente, no
bairru da Boa-Vista, coja frente bota para'
o becco das Birreiraa, proprio para te edi-
ficar doaa ou trea morada 1 de casas : qujm
pretender, dirija-*e i ra do Colovello, n-
meros 29 e 31.
oCferece pira o trrico interno de un casa gueirr, n. 19, onde icbari com quem fal-
Lotena uo iiio-dc-Ja-
neiro.
AosttO:0000,000 rs.
Na ra do Rozrio larga, botica n. 42,
vendem-se bilhetes da sexta lotera conce-
dida a beneficio daa obras publicas da im-
perial cidade de Niclheroy.
luieros .... 22,000
Meios.....11,000
Unirlos .... 5,500
O la vos .... 9,750
Vigsimo! r 1,3u0
Ba o Q leimado, n. 9.
S.-Felix,
Chegaram os verdadeiros charutos deS-
Felix. A elles antes que te ac bem.
- Vendem-se dous cavaiios que andam
mullo bem baixo e meio ; aa ra da Auro-
ra, n. 44.
- No Becco-Largo taberna que volla para
i lo poilo dar canoas, vende-se milho em
* conta.
Na ra das Crozes, n. 99, segundo an-
dar, vendem-se 3 pretas de nacflo, da 26,
30e 35 annos, de ptimas figuras, que eu-
Queimado, n.27, linissimo panno de linbo
do Porto, em pecas de 18 veras, a 800 rs. o
vara.
No deposito de assucar
la ra ra do Rangel, n. 43, vende-se su-
perior carnauba, por commodo preco e
cestos de gosio para guardar roupa.
Chrguem ao barato.
A 240 rs. o covado.
Vendem-se cissis francesas de lindos pa-
drOes e com 4 palmos e meio de largura, a
240 ra. o covado : na ra do Queimado, o.
8, loj i confronte a botica.
Vende-se a taberna do becco do Mon-
teiro, n. 6 ; a Iratar na mesma taberna.
Vendem-se saccas com farinha, a 9,500
e 3,200 rs.; ditas com milho, a 4.500 rs.;
arroz branco e de catct: ludo por preco
commodo, que agradara ao comprador ; no
uecco lo Carioca, armazem de Antonio Pin-
to Soares, parede e meia ao tanoaim
Ra. do Livramento, loja n. io
"de Fernandesda Luz & Irmo.
Contlnut-te a vender fazenda de todas a*
qualidades por prego commodo.
Na ra do Livramento loja n. lo.
Vende-se 2 portas de amarello muito for-
tes,da largura de 5 palmos e de comprimen-
lo 12, por preso commodo.
Charutos de S.-Fefii-
No deposito do charutos Unes da Baha,
na ra da Cruz, no Recife, n. 49, vendem-se
todas as qualidades de bons charuto) da
Babia, por mala barato preco do qua em
nutra quilquer parte, em ratfio de se man-
dar vir de conta : afianra-te aos comprado-
res pela qualidade, notando-se que sempre
se est recebando novo* a variados sorti-
mentos das melhores qoalidades que 14 se
fabrican).
Vende-se uma preta crioula, maca e
muilo bonita, que borda, cose, engoaima,
cozinha, lava, faz doce* a o mai* arranjo
le uma casa, ludo com a maier perreicao;
tamben) trata de menino, vale, prega e
lentela urna senhora pcrfeitamenie ; ha
bem propria para te dar a orna noiva: aa raa
larga do Rosario, n. 35, loja.


.. .<.- -r. ii/mmbitmxit.
'-..-... -gi i -i...--:-..--
RuadoLivramento, n.H
Vende-se calcado franccz, obra nmilr
bo, sendo hoi ,cguing de fazendas de cores
rom biqueira de rouro de lustro para me-
ninos, i 900 rs. o par ; sapatos de diiraque
preto para senhora a 1,440 rs. ; um'par de
brincos de filegrana com brilliantes, muilo
0m conti.
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores eicuros de algo-
dio, proprios para escravos, por serrm de
muila duracflo, oelo diminu preco de 640
rs. cada urn : ha ra do Crespo, esquina
que tolla para a cadeia.
-- Cbeg-araro notamente i ra de Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogiosde ouro e prila
patente inglez, para homem e seuhora.
Pechfncha
para os amadores da santa
economa.
Um porcilo de finas cassas, francezis de
4 palmos e meio de largura, de llstns azues
e encarnadas, com flores de lodaa as cores,
gostos nruito bonitos e modernos : estas
cassas fnram arrematadas em leilflo, por la-
so se vendem pela metade de seu valor, di-
Dbeiro a vista, a 240 rs. cada um envado :
oa ra do Crespo, n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Dias.
Vende-se barato
Tara se acabar
Sapa tos do Aracaly
A oito rentos riso par.
Na ra da Cruz, n. 36, confronte i ra da
I.ingoeta e esquina do becco do Porto, ven-
I lem-se superiores espatos do Aracaly, pelo
diminuto preco de 800 rs. o par; chapeos
depalha; esleirs; courinhos de cabra e
sola : tudo por menos preco do que em ou-
tra qualquer parte.
Veudem-se 3 vaccas de raca lorina,
juntas ou separadas : na praca da Boa-Vis-
ta, a. 6, primeiro andar.
Oh que pechincha !
Vendem-se palitos de brim de linho ama-
relio, pela diminuto preco de 9,500 rs.: he
a ultima moda. Venham i lechincha que
he pouca, antes que se acabe: Da ra do
Collegio, n. 1, loja da estrella.
A oo rs.
Vende-se cha hysson de superior qualida-
de, pelo diminuto preco de 500 rs. a libra:
na ra do Crespo, n. 23.
Vende-se urna canoa boa para abrir ;
urna dita de fnilbeiro de lijlo, em bom es-
tado; um cncolamenlo de canoa ; 9 falcas
de amarellp para canoa ; sal de redra.a
1,600 rs. ; dito de salgar couros, a 1,000 rs.;
linas linearlas de canoa ja usadas, por pre-
C0 commodo: na ra Ini erial, n. 22u.
~Vendem-se bandas para oiciaes deeaV
endures, por preco cominodo : na prarja do
Commercio, n. 2, primeiro andar.
A 2,800 rs. o covado.
Vende-se o melhor setim preto maceo pa-
ra cnlleles e vestidos de sei hora, pelo ui-
minuto prreo de 2,800 rs. o covado : na ru
do Queimado, n. 9. Dflu-se as amostras aos
compradores.
Cartas de jogar.
Vendem-se carias francezas, as mais finas
queha.a 800 rs. cada baralho, ditas ordina-
rias a 400 rs. i na ra do Queimado. loja de
UiiudezaS junto loja de cera, n. 33.
Vende-se um jogo de bancas e urna du-
zia de cadeiras, propria para sala de juntar,
ludo de jacaran : no becco do Azeile-de-
Peixe, sobrado n. 11.
Vende-se um rebuco em ptimo estado:
na ni doTrapixe, armazem, n. 15.
Qucijcs loiulrinos de
i a 7 libras.
VenJe-se, na ra da Cruz, no Recife, ar-
tnazcm de Manoel Francisco Mailms, quei
os londrinos muito frescos ; presuntos in-
glezes para fiambre ; mantas de toucinho
inglez ; conseivirinczase francezas : lu-
do novo e por preco 'commodo. No mesmo
armazem vend m-se sen entes de hortalire
de difiranles qualiJade e novas ; bem co-
mo chocolate de canella, de Lisboa.
Vende-se, por preco muilo em conta,
bervilhasesardinhag em latas; conservas
francezas; cognac verdadeiro; absinlh ;
vinbo lino de clor rougeqt e champanha :
na ra do Alerro-da-Boa-Vista, n. 1.
Massas de vapor.
Acha-se aberta a padaria da ra do Bur-
gos, Forte do Mallos, na qual se achara
diariamente todas as qualidades de massas
linas, trabalhadas por macbinisino ; lam
bem se fabricara eicellenle *pflo e lolaxi-
nha de ararula, ditas inglezas, bolaxOes
nuadrados e redondos, e outras mais mas-
sas tudo obra prima : as mesmas seacharSo
no deposito do paleo do Tufo, n. 10.
Farinha de mandioca.
Vende-se fari ti lia de mandioca
nova, de S.-Catharina, a melhor,
que na no mercado : a bordo do
brigue-escuna lindu, entrado
neste porto no da 13 do corrente,
e que se acha tundeado em fieule
da escadinha do caes do Collegio,
tiala-se a bordo do mesmo, ou na
na do Vigario, n. 19, com Ma
chado& Hnbeiro.
Presuntos do Porto
de superior qualidade, por preco muilo
commodo: vende-se no armazem do Joa-
qurinVBlIva Upes, na ra da Madre-de-
coa.
Redes bordadas.
Na ra do Rangel, armazem n. 36, ven-
dem-se duas redes de gosto para quem sabe
preciar o que be bom.
Caf puro.
No deposito n. 43 da ra do Rangel, ven-
de-se cafe puro, por preco commodo; igual-
mente aasucar, aasafates para roopa, e car-
nauba a retalho.
Na ra do Crespo, toja de 4
portas, n. la, ha um completo
sortimento de caasfls pretas que
s veodem por preco commodo.
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. G, um
novo sorlimento de fazendas ba-
ratas,
como sejam : eassa-chitas muilo finas, di
cores litas e cm 4 palmos de largura, a
190 rs. o covado ; cortes de ditas a 2,000 e
2,400 rs. ; riscadodrt linho, a 240 rs. o co-
vado ; dito de algodSo americano para es-
cravos,a 140 e 160 rs o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 200 re.; zuarte azul,
200 rs. o covado ; dito furia cores, a 200
rs. ; chitas de rres fizas e de bonitos pa-
droes, a 160 e 180 rs. o covado ; cortes de
fustSo, a 600 rs. ; chales de tarlatana, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 320 rs.; coberto-
res de algodflo de cor, a 640; alpaca prela de
cordo e com seto palmos de largura, a
t ,280 rs. o covado ; o outras inuitas fazen-
'lasem conta.
Tecidos de alpodao tran-
cado da fabrica de IV
dos-os-Santos.
tfa rtia da Cadeia, n. 89,
i'ndem-se por atacado duas qualidades.
^roprias para saceos de aasucar e roupa dr
Meravof.
Moendas superiores.
Na fundicB de C. Starr & Companhia ,
din s.-Amaro, acham-se i venda moendas
le canna, todas de ferro, de um modelo e
construcc.lo muilo 'superior.
Chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol, de seda rret-
com barra lavrada, a 6,000 rs.; ditos furlaa
cores, a 6,500 rs.: estes chapeos eflo mui-
lo bom construidos, muito fortes e de boa
seda : na ra do Passeio, n. 5, fabrica de
chapeos deso.
Oh !. que pechincha !
Fazendas prelas por precos nunca vislos,
em llenc&oa boa qualidade deltas.
Alpaca de cord.lo que parece barragana,
de todas as cores, a 610 rs. ; sarja de 13a de
iluas larguras, a 640 rs.; merinos, a 1,600,
2,000, 3,000 e 4,000 ra.; panno preto fino, a
3,000, 3,800. 4,000, 5,000 6,000 e 8 0(0 rs.,
este he panno o mais lino que se pode ima-
ginar e tem de largura 60 polleeadas; luvas
prelas de seda para senhora, a 390 rs. o par;
e ainda resta urna piirco do pecas de cassa
lisa fina, com 12 jardas, a 2,500 rs. por
ter a dobra deXra algum sujo : no Aterro-
da-oa-Vista, Bis.
A os fabricantes de velas..
Na ra dos Tanoeiros. armazem n. 5, ven-
de-se muilo superior cera de carnauba, por
menos preco do que em oulra qualquer
parle.
lie muilo barat \
Esguiao monstro.
Vende-se esfuiSo de algodflo,' fazenda
muilo lina edel palmos de largura, muilo
proprio para camisa, toalhase oulras mui-
las obras, pecas com 10 varas, pelo barato
preco de 2,560 rs. ; chitas escuras finas e
muito fizas, com pequeo mofo, a 160 rs. <
covado; corles de brim de lislrai ganga c de oulras rr uitas coica, pelo barato
preco de 1,280 is. ; brim trancado branco e
de listias, 11 11 i lo i-ncoi pailn, felo barato
pieco de 1,000 ra. o corle : na ra do Cres-
po, n. 14, loja de Jos Francisco Dias.
A 1,000 rs. o coi le de
CoktS.
Vendem-se brins troncados d<
listras ao lado, dos mais moder-
nos padioes, leudo lambem crj
de ganga, a 1,000 ra. o corle di
calcas >. na tua do Queimado, n.i
8, loj 1 conlronte a botica.
Carnauba de primeira
sorte,
em siccas e barricas, a 8,000 rs. a arroba:
na ra da Cruz, no Recife, n 24,
ogooooooooooooo
-"
9
O deGantois l'ailhet & C.
na Babia.
2 Domingos A Ivs Natheus, agente da A
Xfabrica de rap superior Areia-Preta da^
^Babia, tem aberlo um deposito na rua^
"**da Cruz, no Hecife, n. 52, primeiro an-*^
dar, onde se achar empro deste ex-W
cellenlee mais acreditado rap: ven-V
de-se embotes de urna e mua titira,<>
por preco commodo.
0^>
lloicira & Velloso,
teem para vender as mais superiores nava-
Ibas que presentemente se uconlram,
nflo diividam provar o que dizem, porque
teem o teslemuiiho de varias pessoas
quem os annunnaiilcs teem vendido, e que
ceriiucam serem as uieiuores : a luja sonde
nicamente te venden he na ma Nova, 11 8
^a loja de Moreira & Vellofo,
vendem-se lindos loucadore de Jacaranda,
muito proprios para rapazea solleiroa, tan.
lo pelo qualidade do objecto como pela
commodidade do preco que no excede a
4,000 rs. : na ra Nova, n. 8.
Novo mi'lhuilo
praticoe theorico da lingoa franceza, por
L. A. Burgain,
preco 5.000 rs,
he chegada novamenlo do Rio-de-JaneirA
esta excellente jVammalica, Vende-se na
praca do Commercio, n. 2
. Vendem-se 4 vSos de caixilhol, propriol
para armado de loja : na ra do Cabug,
loja de Joaquim Jos da Coala.
Vende-se a amtacSo da ven
da das Cinco-Footas, n 91, pro-
pria para principiante, por ser 4
aluguel de 4.000 rs. mensaes : i
tratar na mesioa venda.
Vende-se doce degoisba de primeira
e segunda qualidades: na ra das Cinco-
fontas, n. 89 taberna.
Na
Quem admirar
retina ver e comprar,
ra do Crespo, esquina que
rolla para a cadeia,
vendem-se pannos pretos, a 3,000, 3,600 e
5.500 rs. o covado-, dito azul, a 3,000 rs. ;
dito cor de rape, muito superior, a 4,000 rs.;
fortes de casemiraprata, multo boa, a 3,200,
5,000 e 10,000 rs. ditos de setim de cores
para colletes, a 1,600 rs.; ditos de gorgu-
rao, a 1,280 rs.; ditos de brim branec de
linho para calcas, a 1.600 rs.; ditos de fus-
tSo para colletes, a 600 rs.; ditos de cass
para vestidos, de muilo bom gosto, a 2,400
e 2.500 rs.; cortes de brim amarello de pu-
ro linho, a 1,600 rs.; cassa preta, a 140 rs. o
covado ; ditas de cores muito bonitas, a 900
e 280 rs.; alpaca preta de cordlo, com 7
palmos de largura, a 1,980 rs. o covado,
sendo esta fazenda muito propria para cal-
Cas, sobre-casacas e vestidos, por ser muito
forte econmica em rasBo da largura; rls-
cado de linho azulzinho, a 940 rs. o cova-
po; lencos de seda para gravata, a 1,980
rs. ; ditos para algibeira, a 1,280 rs. ; zuar-
te azul de vara de largura, a 200 rs. o cova-
do ; dito furta cores, a 200 rs ; riscado
monstro, a 900 rs.; picote muito encor-
pado, proprlo para escravos, a 240 e 180 ra.
o covado ; riscado do algodflo americano, a
140 rs. o covado ; corles de brim de listras
decores, a 1,000 rs.; ditos com lislra ao
lado, a 1.2S0 rs. ; ditos escuras, a 1,9a
rs,; pecas de rhitai niuito bonitas, a 5,500
rs.; ditas escuras decore fizas pora casa ,
a 160 e 180 rs. o covado ; chales do tarlata-
na, a r,280 rs. ; melos ditos escuro, a 3-20
rs.; lencos-de cassa para gravata, a 320 rs
meias para meninos, a tOO rs. o par; dit
muito superiores para senhora, a 400 ra.;
lencos peqnenos de Ifla com tres ponas pa-
ra escravos, a llOrs. ; cassa de xadrez para
vestido a 320 rs. o covado ; pecas de cem-
liraia lisa con, 8 varas e meia, a 2,700 rs;
dita muilo fina, a (4S e 720 rs., a vara ; cha-
peos de sol, de panninho com bastes de ha-
lis, muito bous a 9,000 ra. ; e outras "mul-
las fazendas baratas qe a vista dos com-
pradores se faro oa precos.
r- No armazem de Joaquim ds
Silva Lope, rndense farelo, a
3,ooo rs. a sacca, e farinha de tri-
go franceza da marca Bario, por
preco commodo.
S;iva]has de patente.
Vcndeni-se navalhav tinas de
patente para fazer barba ; estojos
completos de todos os ferros para
cirurga, obra muito fina, por pro-
co commodo : na ra da Cruz, no
Recife, n. 43, loja de Joaquim
Antonio Carneiro de Souza Aze-
redo.
Bichas de Hambnrgo.
Vendem-se ss verdadeiras bi*
chas de llamburgn, aos ceios e a
rclallio : larbem sealiigame vio-
se applicar a quem precisar .- na
ra da Cruz, no Becife, 11. 43, lo-
jn de Jonquini Antonio Carneiro
de Sou/.a Azcvedo.
-Veudem-se amarras ae tarro: na
la Senzalla-Nova, n. M.
roa
Ihor local posslvel; na ra dss Lirangf-
ras, n.27. Urea com quintal; na ra Ve-
lh. n. 55, terrea, bastante grande.com
quintal e cacimba, o com una mei agoa
que bota para a travessa da Campia, o. 9 ;
na travesa dos Quarteis, terrea com oto,
feita a moderna, que bota a frente para a
ra de S.-Bom-Jesus-das-Cnoulas, n. 13;
na prac* da Boa-Virta, n. 20. terrea, coro
um grande armazem : a tratar na ra do
Crespo, n. 23, loja que faz esquina para a
ra do Queimado. -
Vinhos Finos.
Na ra da Cadeia, n. 1, vendem-se excel-
entes vinhos engarrafados, sendo do Por-
to, Madeir. Bucellas, Carcavellos e musoe-
lel deSetubal.
Cera de carnauba.
Vende-se'cera de carnaBa muito supe-
rior, a retalho e em porcilo: na ra da Cruz,
n. 86, confronte a Lingoela, esqui* do
becco do porto.
He muito barato, <240 e
300 rs.
Vendem-se chitas francezas cor de gan-
ga e,0aV de cima de listras, fazenda muilo
lixa, lelindos padroese gostos muito mo-
dernos, pelo barato preco de 240 rs. o cova-
do ; brim de puro linh e de quadrinhos
itiiudos, pelo barato preso de 360 rs. o co-
vado : na ra do Crespo, n. 14, loja de Jos
Francisco Das.
com perTelc'0 i he muilo rbsls, iaOTir
le boa conducta, o que se a llanca : o mo-
tivo por que ae vende he por precisSo: na
ra estrella do Rozario, n. 9, terceiru andar.
-- Vende-se 1 cavallo ruco, bastante gor-
do carregador baixo al I ro,muito mauso,
proprio para senhora: na rocheira por detrs
da loja de louca do Sr. Fragozo, ni rus da
Cadeia do Recife.
Vende-se um escravo, proprio pira en-
gaito : na la Direita, n 11.
Farinha deS.-Catharina.
Vende-se a bordo do brigue Valle, chega-
doem direitora de S-Catharins. farinha
mito superior, esl'a tundeado defronte do
caes do llamos ; lambem se trata na praca
do rommeroio, n. 6, primeiro sndar, com
Manoel Ignacio de Oliveira. ,
Escravos rugidos
Fugi, da 90 do corrente, um mole-
que de mtfio, que parece crioolo, por ter
sido comprado muito pequeo, esta Ihe
acontando a barba, de nome Nicolao, baixo,
cor preta, tem urna marea em urna das fon-
le de ferida, do tamanbo de urna moda da
80 rs. em prala, com um pequen^ furo na
mesma marca, 1180 anda desernbaracado
Ipor estar da reumatismo nos ps; suppe-
se estar acoitado por alguem : que o pe-
gar leve-o ao AUrro-ds-floa-VisU, n 62, a
seu aenhor, Vicente Antonio do Espirito
santo, que proleala proceder conUa qiaal-
Vende-se rap Paola-Cordeiro, moilo/quer pessoa que o tiver acoitado.
perior: na ra da Cadeia, loja de JoBoV 50,00 rs. de gralificacBo.
de Carvalbo Horscs. Fugio, no da 16 de junho, da
superior
Joa
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. Pj, ha
muito superior cal virgem d Lis-
boa, por preco muilo commodo.
Vende-se um escravo da Costa, moco,
em vioios nem achaques, he muito liel,
ganhador, refina aasucar e faz outros ar-
ranjos de casa : na roa Velha, n 61, al as
10 lioras do dia, e na ruado Livramento,
n. 22, botica, a t s 3 da tarde, onde se d ir
o motivo da-venda : lambem se troca por
outro, proprio para o servicn- de campo.
-Na easa de modas francezesde Buesaard
Millochau, no Aterro-da-Boa-Visla, n. 1,
vende-se um grande sorlimento de chapeos
de peina de todas as qualidades para se-
nhora e meninas ; bem como um rico es-
colliimentodocapotinhos e manteletes de
seda das ultimas modas de Pars, os quaes
se venderSo por preco muilo commodo.
Loja de modas, ra No1
Madama Kosa llard
brasileira,
de novo snnuncia as senbors mas paitl-
oias que aeaba de reoeber pel*1 Hoger, um lindo sorlimento de chapeos de
seda para senhora, de gros de aples e
le gorgurSo enfeitados com.plumas e flo-
res de todas as cores e da ultima moda;
chapos de palha para senhora e meninas,
finos e ordinarios ; armar;os para cobrir de
seda e de crep, a 1,000 rs.; (sedas, gorgu-
roe, fitas, randas de fil de seda de todas
s cures para enfeilar chapos ; crep e fltaa
le seda de loda as cOrea; mantelete* e
de aples fui la-cores
villa do
l'rto-Ci.lvo, comarca das AlagOas, o psrdo
Victoriaiino, de 29 annos, estatura baixa,
rgrosso, lernas grossas, meio acaborlado,
sonco, rosto redondo e cirnudo, cabellos
caxeados, mas sshio com elle cortados,
pouca barba e rapada; levou chapeo de
couro, camisa de algodflo de listras, jaque-
ta da mesma fazenda, duas calcas, um da
algodflo tinto e a oulra de listras escuras ;
foi encontrado ns estrada para S.-Anto e
Caruar, eem qualqner desle dous luga,
reselle tem conhacimentos e prenles. Ro-
ga-ie t* autoridades policiaes e.capifiea de
campo, que o aiprehenrtam e leveni-no
roa da Cruz, no Recife, n. 28, casa de iolto
da Coala l.ima Jnior, ou em l'orlo-Calvo,
a loaquim Rodrigues Tarares de Mello, que
receberflo a gratilicaeflefa cima.
-- Fugio, no dia 12 do correle, do enge-
nho (Juaimadas, freguezia de lina, do termo
da cidade do Rir-Kormoso, um escravo
crioolo, moco, bem preto, reprsenla 30
annos pouco mais ou menos, estatua re-
gular, olhos grandes, pernas finas ; suppfle-
se ter ido ou para Porto-Calvo, ou ter sido
seduz'.do e cunduzido por serUnpjos, que,
dizem, somoradores em Carirys-Velhos, os
quaes arranchando s no dito engenho o
conduziram. Iloga-se as autoridades poli-
ciaes, capitSes de camp, que o appraheo-
lam e levem-no ao dilo engerido, ou na Re-
cife, aoSr. Manoel (.odcalvrs da Silva, que
serflo bem recompensados. 0 referido es-
cravo chama-se Christovflo; he bem fal-
lante, e desernbaracado ; pertence a D. An-
ua Victonna de Mello, senhora do dilo en-
genho.
100,000 rs.
Contina fgido o escravo Francisco dea-
de 1818, quando se eradio do poder do Sr.
I.uiz Jos de S Araujo em Pernsmbuco. Es-
? Deposito geral do superior 1
ra"
pe AYeia-l'reta da -fabrica
Potassa da Russia.
Vende-se superior potassa da Russia, da
mais p-iva que ha no mercado, por preco
eommdo : ns ra do Trapiche, n. 17.
--Vende-sesopeiior cera de carnauba:
as Cinco-Ponas, 11. 66.
Metal amarello e piegos
para forro de navios, por preco commodo;
Potat-sa nacional,
a meia nova que lia no mercado, por menos
20 rs. do que em oulra qualquer paite : ven-
de-se no rmatem de A. V. da Silva Barro-
ca, na ra daVafsdre-de-Dios, o. 96.
VoVl,000 rs.,
vendem-se otBa is asseiados rapotinhosde
cliamalnle de seda, de gorgurflo, ureos e
de cores: na ra do Queimado, n. 9
Vende-se um habito da ordem de Aviz:
aa praca da Independencia, 13 e 15.
iii 111 bco oiuoiuy ap i0| B!ar'B0
iip eiu bu JpuaA as-uienui|U03
:0'/) 9\90 ejfd oqu0|4j
itp 1111^0.1(1 e uian^aq)
Quem quer comprar
Barato e bom '
Iteve apruveitar
A oecasio.
Vendem-se cuites de cassa-chlla mallo fi-
na, a 3,000 rs. ; ditos de cambraia com lis-
tras e qnadros 3 AAn m iliilt.MC .mhraia hiii"^-.*"? ^
cores, a 2,500 rs. ; cortes de collele de vel-
ludo, a 1,600 e 2.B00 rs.; ditos de seda e
govguro, a 2,000 rs. ; cortes de casimira
fina, a 5,000 rs.; lis e seda para vi sti lo de
senhora. a 600 rs. o covado ; garca de 13* e
soda, a 560 rs. o covado7 Ifles de cores psra
vestidos, a 940 ra. ; chapos de sol, de pan-
ninho para meninos* andarem ns escola, a
1,600 rs.; fazenda rsnceza muito encor-
pada com lislra ao lado, flngindo perfeita-
menle casimira, ,C0O rs. o corte; liles
muilo finas e do bonitos padrVs, a 2,400
rs. o corte ; lenco.8 de Ifla e seda, a 640 rs.;
I8s eseoceza propria para vestlpo de pretss,
a 20o rs. ; c oulras muitas fazendas por di-
minuto preco : na rus do Crespo, n 15, lo-
ja de Juaquim de Oliveira May Jnior.
- Vendem-se pecas de chitas pardas, co-
res muilolixas, a 5,81O rs., e a retalho a
vara ; lencos grossos para tabaco, a 120 rs.:
um tole de folearformigas, por 5,000 r*. ;
na ra larga do Rozano, n. 48, primeiro
andar.
- Vendem-se al propriedades de casas
as seguinles ras : do Queimado, n. 1, de
i andares com loja para fazeodis, o me-
iranca de sed. .
feitarvestidos; bico*deseda; setim bran-
co liso, moilo largo, e d boa qualidade
pare chapos; mele de leda brancas e pre-
tas ;iuvas; sspstoi de courtj de lustro pa-
ra senhora ; perfumariaa finas ; lencos de
cambraia bordados e com bico de linho ;
toucsi de cambraia de linho bordadas, e de
fil de linho, guarnecidas com bico de li-
nho verdadeiro, fitaB na Franca para me-
ninas ; camisinhai de cimbris para senho-
ra, com golas de cambraia de linho e bico,
3,000, 4,000 e5.000 rs. Na mesma loja ha
toucsi muito li:idas, feitas aqu para me-
ninas*, tamheih se fazem manteletes, capo-
tintos e venidos ; enfeltam-se chapos da
ultima moda, por preco mais barato do que
em oulra qualquer parte
Arados de ferro.
Na fundicS da Aurora, em S.-Amaro ,
vendem-se artdus a ferro de diversos mo-
delos.
He muito barato
Cassa. pretas.
Vendem-se finascessas pralss de 4 pal-
mse meio de largura, f.zendi muito fina,
de quadrinhos e listraS insumidas, pelo
biralo preco de 320 rs. o covado; ditas mul-
to superiores de atiopadeirai, a 860 is. |
risesdinh de puio linho, proprio para javl
quetai, fazenda de 3 palmos e meio de ler.J
gura, a 240 rs. o covado; ditos de quedas*
muilo fino, a- 960 rs.: na rus do Crespo,
n. 14, loja de J os francisco Das,
No armazem de Vicente Ferreira da
Costa, na ra da atadre-de-lleoa, vende-se
vinlio da Fgueira, o mais auperior que a
este mercado tem vindo, em barril de 5 a 10
eanadia. a S o 16.000 rs o barril.
Vende-se um prlo crioulo, ue Don 1 la
figura, com principios de sspatairo e car-
(eiro, rorissoproprio para andar coro cr-
nica ; he aadio, nflo tero vicios: vende-se
por nflo'querer estar no mato 5 um mule-
que e urna preta com habilidades ; na rus
do Rangel, n. 88, legundo andar, se dii
quem vende.
Kscravo cozinheiro.
Vende-se um escravo cozinheiro, muito
obediente elrabaltudor: na ra do Culle-
gio, n 1.
Vende-se um rico mante-
lete de velludo preto : na roa do
Crespo, p. 16, loja da esquina da
ra dan Crines : Utnbem ae ven-
dtu manteletes de seda preta e de
l^octw rs. o'covado; pecas de madapo-, crt, por mais barato preco do
100 com lgum mofo, largo e com 20 varas,
2,500 rs. ; estoupi, 4, 6, e 8 vintens 1
desla provincia. Fsle escravo representa ter
vinle e tantos annos; he de estatura ordi-
naria e rheiodo corpo, rOr cabra-negro
cabello nao completamente rarapinhado, e
tim um lano sollo ; tir ha no rosto bastan-
tes borbulhas ou cipinhaa que tslvet con-
serve. Provevelmenle lera mudadofde nome,
pois que he bastante ladino M-se iquella
quantia de 100,000 rs. a quem o entregar
ueste cidade ao abaixo assignado, e em Per-
nambucu ao Sr. I.uiz Jos de S Araujo, mo-
rador na ra da Cruz do Recife. Cear,
18 de junho de 1850. los Smilh de Fai-
concewt,
Fugio, no dia 29 de junho do corrente
anno, do engenho Sctubal, freguezia do
Cabo, um molecote, de nome F.las, crioulo,
de 24 annos, bem preto, olhos grandes, na-
riz afilado, com todos os dentes ns frente a
limados, corpo espigado, pernas finas; lie
hem fallante, Mdino e pachola ; levou cal-
Cas jaquela e chapeo preto ; ropsla que foi
seduztdo, e anda pelo Recife. Iloga-se as
autoridades policiaes, capliflcs de campo,
ou outro qualquer peisoa, que o apprehen-
dame leverti-n 1 seu seohor, Joaquim do
Reg Brrelo, se dilo engenho, ou a Do-
mingos da Silva Campos, na ra das Cru-
zes, n. 40, que serBo generosamente gra-
tificados.
-- Desappareceu, no dil 18 do corrente,
pelas 3 boraa ds Urde, um preto da Casia,
de nome Clemente, de altura e corpo re-
gulares tem Orna cicatriz na cabeea, pro-
veniente de um talho que levou ; tem l de-
dos da mSo direita um pouco encolbldos,
Creveniente de outro talho que levou ni
raco; levou camisa tealgodSoamefla da
mingas curtas e em folha, e calcas szuts :
quem o pegar leve-o ra Imperial, n. 25,
uue sei reenmnensado.
SiOO^OOO.
Fugiram de bordo do brigue
Sem-Pur, vindo do Bio-de-Janei-
dous escravos, sendo um de
que em outra qualquer parte.
Vende-se, no armazem do fallecido
Braguez, potassa muilo uova, chegada l-
timamente do Hio-de-Janeiro, por preco
coman
Vende-se urna preta de naeflo, de SO an-
uos, boa vendedira de rus, cozinhs o dia-
rio de ums case, Isvi de sabflo e varrells
ro, aous escravos, senuo um
nome Sabino, de cor parda, esta-
tura regular, de lo annos ponco
mais ou'menos ; levou calcas e
camisa azues, e bonett encarnado:
o outro de nome Euzebio, criou-
lo, de a4 lios poucc umms ou
menos, esUtura alia; leron calcas,
camisa e bonete azues. Koga-se as
autoridades policiaes e capitSes de
campo, que os spprebendamo le-
vem-nos roB<> Trsficbe, n. 34-
casa de Novaes &c Companbiarque
recompensar.
Ptiuj. : r* ttr. ai, r. mpiria. 18W


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