Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07514


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Full Text
Anno.XX.VI-
Sexta-feira 19
mbtiiui doi oMMioa.
Golannae Parahlba, segundas iihUi fettra.
RlcsJ*aade-dr'-tiorte, quintas ekai aotnelo-
Cabo, SerihMi, Rio-Formoao, Porto-Calvo
e Macelo, up 1.*, a 11, e 21 dt c0* >
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista,e Flore, a 13 e 28.
Victoria, i quinta fciraa.
Olinda, todo os dial.
T
aratsusu
X>*1.
-f"
P* uia ui.
Wat;, a 2, t 3 h. e 38 m. da t.
lova a 9. oi 7 m. da l.
Cresc. a IB, ai 4 h. e 12 a. da m.
Chela a 24, s 3 h. e 4 m. da m
raiiaia o* boj.
rMmeira aos
Segunda aos
30
54
minuto* da Urde,
uilnutoi da inanba.
fie .Julho de 1850.
________ j_____
If. 160.
srBBOOe DA B)M*>ai tolo.
?ortreiueze (adstaiswo) 4/000
or seismezet 8/000
| Por um au iu__ s 15/000
mas a san*.
15 Sea;. S. Camillo de Lellls. Aud. do J. do orf. e
do m l.v.
16 Tere. Nona Senhorado Carino. Aud, do chae.
do J. da t. v. do civ. do do feltoi da fzenda.
17 Quart. 3. Alelio. .Aud. do J. da 2. y.doclvel.
1S yuint. S. Alarloha. Aud. do J. dos orf. e do m.
Jal..-
19 Seit. S. Vicente de Paula. Feriado.
20 Sab. S. Einiliauo. Aud. da Chae, e do J. da 2.
y. crispe.
21 Dom. O Aojo Cuitodio dolmperio.
OAMBIO SJM 18 BX JDIBO.
Sobre Londres. 27 a 27'/, d. por 1/000 r. 00 dial.
. Paria, 346.
I.iiboa, 105 por cento.
Ouro.-OntMhepaohoe......... 29.JO00 a 29/50
MoSXa de 6/400 velhaa.. 16/500 a 16/700
de 6/400 ora .. 16/100 a 18|200
. de4/KX)........... 9/100 a 9/200
rVM.-Patacdet braalleiroi...... 1/WW a 2/OW
Peaoi columnarioi....... liggO a 200
Dito mexicano.......... 1/820 a 1/84"
lttstyajaiXStsSXSXtmstSla^ j,
DIARIO DE
.Vnoioawau
ERRATA.
Ni correspondencia p"bticerta honten,
leil-se assignatnrt -- Aritoo* Gonod ;
onde diz cornpor a snciedade leia-se -,
corromper a sociedde, te.....
r,nmmando Qvtirtel gineral na cidade io ftteife, em 1T de.
julho dt 1850.
ORDEH DO DA. N. M.
Em cunipriniantu do Ji-posto no imperial
viso de 27 de Julho de campo gradale Antonio Correa Sera,
comlrianda.nle ds armas desta provincia.
daHi principio i ins eceflo dos corno ac.-
totlmenta existentes nesta putrnieflo no
dia 25 do crrante me, e indicando ua-
renta e oilo horag anteado dia, que fie pre-
nsado o halalhUo que em primeiro lugsi
deveri ser inspecriontdn.
Ftancitcv Carloi Bueno Dtschatnpt,
capitSo ajudante de ordena.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SESSAO DE 12 DE JULHO DE 1850.
pO (XM. SEN1IO
rauPEKCu
gELBIKIRO AZEVKDO.
COI-
A's 10 horas da niiohaa,achandq-se presen-
tes os Srs. detruibargadores Ramos, Luto.
Sonta. Rebello, Luna Freir, e Telles, fsltandn
oom causa os Srs, desenihargadores Ponce,Bas-
tos e Villares, o 9r. presidente declara abena
a sessao.'
Fpi apresentado em mesa in ofrlcto do Eiro.
presidente da provincia de 9 do correte, a que
acompsnhou Incluso uin esemplar da talla
com que S. M. o Imperador, no <1U 3 de mal
ultimo encerrou a primeira e abri a segunda
sesso da asscmblfla gara! legislativa na ac-
tas! leglslatora.
lOLGitKirroi.
Ag^raoot de petieoti.
Aggravanlr. Jones Patn I C. aggravada
Francisca Thomazia da Concelcao, juiz Rela-
tor o Sr. desembargador Ramos e sorteados
m senbores desembargadores Lelo e Luna
Freir. Deu-se prnvimento.
Aggravante, D. Francisca ThOmaiia da Concei
cao lluuha; aggravado, Foi Brother, juit re-
lator Sr. desembargador i eio e sorteados
o Srs. 4cembargadores Telles e Luna Frei-
r. Deu-se provfineolo.
Apptlldfa erimi.
Appellante, o juiz presidente do jury deita cl-
dade; apprllado, Antonio Joaquim d'Annun-
clacao. Mandoa-se para novo jury.
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Joa-
quim. Maudou-se para novo jury.
AppellacHtt 'mis.
Arpillante, Antonia Mara do F.ipliito Santo ;
. appellado, JoaOregorio lavares. Despre-
ar.imosembargns.
AaMKliaBv, JosaA/TnatO deUaccdo; appella
o, Luiz Gotues Slllsiu. Defpresaram o
Appell'n'te.Joiiei'Patn t C. appellado, Fran
claco Josquim Duari. Deaprezaram os em-
bargos.
PISIOKlcSlS.
do, Francisco Antonio Perelra da Silva. Ao
Sr. desembargador Rebllo.
Appellante. Manoel Romualdo da Silva; ap-
pellado, Estevlo Jos Paes Brrelo. Ao Sr.
desembargador Souza.
Appellante, Auna ElUabelh ; appellado, Alfon-
so St. Martin__Ao Sr desembargador Telles.
Appellante. Jos Manoel Monteiro Braga; ap-
pellado, Deane Ynule at C. e outros. Ao Sr.
desembargador Ramos.
Nao Foram julgados os mals Fritoa com da
assignado pelas Faltas J mencionada.
Levaotou-sc a sesae depis do anua hora da
urde.
INTERIOR.
Appellante,
*r, o administiadores do hospital
dos lazaros; appcllada, Rita llana do Carino.
__Hlrcou-se o primriro dia til.
a vi os.
Paisaram do 5v. deiembargador Leio ao Sr.
deaembaraador Souia as segulotes appellacdc
em que sao:
Appellante, Joaquim da Silva Castro ; appella-
do, Antonio Joaquim da Silva Castro.
Appellante, Manuel de Aluielda Urna ; appe 1-
lada, Haiia Joaquina dos Anjos.
Appellante, Antonio KabISo de tfcndooca,
sua mulher; appellado, Estevlo Jos Paes
B.irreto e tna irinlher.
Pasiaram do Sr. dereliiftrgador Rebello ao
Sr. desembargador Lona EVetro as sguinle
appHUcoes nm que ala:
Appellante, Jos da CoslsTGuiiuarae appella
4o. Joaqusm Antonio do Forno.
Appellante e appellado conjunctaiu:nte, Joo
de Carvalho Raposo e o julio.
Passarim do Sr. desembargador Lana Freir
ao Sr. dearmbargador Telles as seguinles ap-
peliacdei em que sao:
Appellante, o Juizo ; appellado, Francisco Al-
ves da Cunta
Appellanie. Ellas Coelho Cintra: appellado,
Agoiiinho lleniiques da Silva.
Panarain do Sr. desembargador Telle ao Sr.
desembargador Ramoa as aeguinlea appeliacei
emqueso^ ,..
traiau-, .-.-.^. -- ...f wm
appellado, Msnpel Alvrs Guerra
AppeHsate, o iwixoi appellado
IV insude.
Appellante. MarJa da Mats*ldade da Inventan
da .'aula Ci uz appellada, Haria Manoela de
Apcllantet, Llriz Rruguiere e outros ; appella-
do, Avrlal It li luios e outros.
Appeflante. o jizo; .ppcllado, Manoel Jos
Feruaadaa.
' atsTaiscieot.
lucorrente, Benlo Jo da Silva Magalhics; re-
coWWbr'Julzo. Ao Sr. desembargado!
Ramas.
AeoorreiiU, Jos Manir Lopes; recorrido, o
juizo. Ao Sr. desasatlMusvavAor Leio.
Appellante, Jos Pinta Lopes; ajwellado, o
juno. Ao Sr. deeiut>argador Lelo.
Appellante, o juizo; apellados, Joaquim Jos
de Sant'Auna c Francisco Antonio de Paula.
-
Ao Sr desembargador Souza
Appellanle, o julto ; appellado, Joaquim Gon-
calves Culmarles. Ao Sr. dsBembargado
Lelo.
Appellante, Antonio Fabiao de Mendonca sua
inulber; appi-lladui, Estetio Jos Paes Hai-{
. reto e"tua mulher. Ao Sr, uesembargadorj
Soma.
Appellante, JoslWlWiIno Perelra; appella
HIO-DE-JAWEIKO.
CAMA R A DOS SEKOP.ES DE-
FUTADOS.
SESSAO' HE 89 DB JUNIIO DE 1850.
PaUlDERClA DO 8B. HINRIQUIS DI BElKRDB.
fefoima da guarda nacional.
O Sr. FtrrHra Pinna :~9r. presidente, ha-
vpn.loeu apreaenladoo projecto sub.titu-
tivoquea cmara tem-se dignado conside-
rar como o principal objecto de suas refle-
xoes, estima-iaque se meoffxrecegse oc-
caaifio opportna para explicar cada orna
de auaa ditposicOes, anda aitnais minu-
eiosag, para expr as rasfles que me ioduzi-
rara a alterar diversos artigos dooulro pro-
jecto que foi apprnvado em segunda diseu-
*o na sessSo de rt46 Considerando, po-
ror, que urna tal expoJMOO nllo poderia
deixar de ser mui tonga, qoeeu nllo poderia
emprehende-la sem abusar da psciencia da
cmara, pois que o bom senso e a illustra-
cSo de cada um de seus membros dispensa
a maior paite de miuhas explica(0es, li-
'iilar-me-hei a respondor s objecaps, que
at agn tenho ouvido quanto i doulrma
do projecto, principiando por aquellas que
me parecen mais importantes. Se por aca-
-o slgumas dellaa me escapar, ou no fr
por mim bem comprehendida, se r-u houver
ie reproduzir algumas respostas ja dadas
por outros illustres oradores que tem defen-
dido o projecto, papero ser desculpado, vis-
to que nlo feacham anda impressos todos
os decursos proferidos al lioulem sobre a
materia.
A primeira objeccJk) foi oflereri Ja pnr um
honrado deputado da provincia de Mis
O rae, a quein consagro, ha mais do SO
annos, particular e nimio sincera amiza-
de, rajas observares ou;u sempre com
embora se ache efleem opposiQSo,' prazer,
enibora combata nmihss ideias, porque ob-
servo que o sab i fazer sempre com a urba-
mJade e modera(3o qbe Ihe silo proprias,
respeitando, como multo convm, asinten-
oOes de seus adversarios. ( Apoiaioi.) Esta
objeciBo, Sr. presidente, he de nalureza tal
que, senobre deputado poiesse produzir
em sau abono algumas rasOes capazea de
abalar as conviertes da camar*, ioutilisado
ficaria todo o nosso trabalho, porque ella
versa sobre a competencia ta assembla ge-
'al para legislar a respeito da guarda naci
nal. Eu estnu, porm, certo de que toda a
cmara se ha de recordar ainda da conclu-
deutiwima resposla dada pelo nobre minis-
tro da justica a este tpico do discurso Jo
Ilustre deputado, e creio que elle niesmo
nao insistir ns opiniSo que euuncioude
perlencer ainda hoje esta allribuirjao s as-
semblas provinciarca.
H' eerto, s.:nlior.'s,logo quedepois da pro-
m ulgayo dio acto addicional, fui geralmen-
te amitUda a inlelligencia de que compe-
la is aaembla proviaciaes legi>lar sobre
aguarda naciunal, axcpto na parle relativa
aos commandos superiores, e que muias
ou quasi todas ellas o fizeiam ; maa eu creio
que, ainda que nflo livesae bavido a lei da
inlerpretacSo, se se coutinuasse por muilo
t< meo nesta 'pratica, o Brasil intero reco-
nheceria que urna tai opiniao era insusUn-
lavel,enibura (.iresse algumapoioua leltra
do irotaaio acto addieiom.li, e que nos ou ba
vamos de esbarrar no impossivel, ou ca-
iiirTsmos no mais cmplelo estado de con-
fusflo. ( Apotadoi. ) Sim, seiihures, se o im-
perio do Brasil, divid Jo em provincias que
san todas auhurdinaJas a um cintro com-
oium, loJas tujeitas a um s pacto funda-
mental e aoa meamos cdigos, conslilue
urna t nacfio, como seria poasivel que a
guirJa nacional conservaste, Ja nao digo as
suas fecoea caracterialicaa, mas ain la o
ganisafflo, se sua existencia Ucaaae nerc
Manoel Jos oolade de 19 corporaijoes dislnotas e
indepeudenlas anlre ai ? (/tpaiasfos. ) Se a
(Oiga publica organissds sob a denominadlo
de guarJa nacional tem por principal objec-
to-ue sua insliluiflo defender os uiais pre-
ciosos inloresses de lo Jo o imperio, isto be,
a sua liberdade, a Sua independencia e a
propra cun.-titucAo; m au govarnu impe-
rial, bulliente a elle porsi OU i'Or seus dele-
gados, deve competir atlrlbuico de dis-
por desaa frca, deemprega-la contra os
mimigos internse externo, como poderla
elle deaempenhar eaae sagrado devrr ven-
do-se embarazado pela lugisUv'90 particu-
lar de cada urna provincia, e na obriga{3u
lerespeila-U* ( Afviadm-) Cuuio, aeuho-
rea. poderia o guverno loipenat-Ue tur minar,
por exemplo, que urna parle Ja guarda na-
cional auxiliase* o exarcito em tal ou tal
ponto do imperio, ao unta lei provincial
bouvesse, em virlude da qual nlo podesse a
guarda nacioual sabir du seu municipio, Ja
sua comarca ou da sua provincia ? Coiiiu
determinar que fosse chamada ao ser vico
lei provincial tivesse eattbeleciilo uma ola
aincagao inleiramente diaersa ? Cssas e nu-
tras aemelbantes consiJeraqO's fazom-me
erar com toJaa convietlo que, embora o
cto addicional nodeasa almillir diversas
ialelligenoias-sobre este pnnto, nlo he mals
poasivel, viita da le lia interprelacio,
Jiixar-sede reconhecer par um s momen-
to que he da exclusiva competencia da as
sembles erallegislar sobre a guarda nacio-
nal (apotadot), e que nada a esle respeito
porte ni fazer as assembla* provinciaea. ( -
poiaht.)
0 principio da unidsdn da gulrda nacio-
nal foi recoobecido e proelsmsdo pela pro-
pra assembla constiliiinle da Franc,, des
de os primeiros momentos da sua existen-
cia, sendo levado aoexcesso de se Ihe dar
um nico commandanie geral em todon
reino ; mas eu nllo querere certamenteque
vamos Ulo longe, s observo que quem re-
Hectir sobre esla materia nflo portera deixar
.le reconhecer queso a organisicSo e a exis-
tencia da guarda nacional continuassem
licardependenles do arbitrio das assembla*
provinciaes lerismos de lutarcnm graves
embarceos, lariamostalvez desoff er mui
serios desastres, que finalmente poderia ha-
ver em carta provincia urna porcSo da forc
publica com o nomo que te (he quizesse
Jar. mas nunca a guarda nacional propia-
mente dita. ( Af>i Por esta occasiSo tratou-ae tambem de
diseutiro direito que o governo tem eier-
cido de sus.ienrter leis provinciaes depois
de ssnecionadas pelos praaidentes; niaseu
no entrarei nesta questlo, tsnto porque
sua decisivo, qualquar q'ie ela.seja, nlo po-
de ter influencia alguma sobre a destino
leste projecto, como porque a oeeasiflo rn<
nlo parece a mais propria, e finalmente
porque nada leria deaocrascantars rasdes
que o nnhre ministro da justi;* allegou pa-
ra justificar o procedimento que ltima-
mente tee o governo imperial a respeito
rte uma laida provincia de Minas. Peen t-
mente permisslo para dizer que nflo posso
deixar de admirar os grandes escarceas que
por tale motivo levanta hojea illustreop-
nosiclo, qusndo considero que logo depois
da prumulgag.lo do acto iiidicional, quan-
lo eslava ainda mui viva a lembranca do
debste havido a respeito do aentirto decaa
um de seus artigos, qusndo nflo havia lei
alguma que o interpretarse, divetans minia-
tros do lado poltico dosnobres deputartos
jntafaram-ae autdrisados a suapenrter leis
oroviirises, os poeqoo prejmifrassem os
impostos genes, ou por outrns motivos
cortamente menos ponderosos e urgentes
rto que aquellesiju" o n.rtire ministro alle-
gou a respeito da provincia de Minas-Ce-
raes. (Apoiadoi.) latosa prova evi Jen te-
mente com virios documentos, com varias
ordens desses ministros a que me retiro,
que se acham nos archivos desta cmara.
NSo quero com isto dizer que se devam se-
guir tortos os precedentes, urna vez estabe-
leci los.sejaai bons ou mos ; nflo quero di-
zer que os erros de uui ministro po'sam ser
allegados como ra-0os ju-ti!iealivs em fa-
vor do seu successor quanJo os imite;.te-
nho tmente em vista notar que nflo me pa-
rece m muilo sincero* cerlos senbores que
hoje denunciam como stientalnrios da cons
lituicab e das liberdades publicas tquelles
mesmnsactosa que prestara m outr'oracom-
placento asseiitimenlo, os quacs nflo Ihes
merecer ni o menor reparo. ( Apoiadot.
O Sr. Mello Franco di um aparte que nflo
oovimos.
O Sr. Penna :--NSo sei particularmente a
opiuilodii nnhre deputado sobre este pon-
to, mas creio poJer akllrmar que nflo fez re-
clsmacSo alguma sobre os actos a que Ilu-
do ; e se estou engaado, o nobre deputado
podar eselsrecer-me.
liepoisdn haver enunciado a opiniflo que
tenho referido a respailo da incompetencia
da assembla geral ptra legislar sobre a
uarda nacional, passon o honrado deputa-
do por Minas a declarar que, comquaoto
as sesses de 1815 e 1816 houvesse presta
do seu assenlimento s bases do orejelo
quo agora discutimos, ou pelo menos nflo
Ibe houvesse feilo formal impugnadlo, nflu
poderia preceder agora da musma maneiri,
porque reconliece que as disposie6'S deste
projecto. rrrineipalmente a que estabetece
s vitaliciedade dos posto, lendem a conser-
va r ou a fortificar a actusli Jade, para o que
ella nflo pode concorrer com oseo voto, por-
que t administracflu actual nlo Iba merece
coofiaiica. Cieio ter csmpwhendido bem o
nensamenlri do nobre deputado, e l>3o pos
so deixar de louvar a Iranqueza uom que
elle nos deu esta explicacJo, que esl de
yerfeito accorJo com o que ainda hontem
li em um jornal, quesedix urgi genuino
Jo parliJo liberal Alosa diz cum toJa a
franqueza que e partido uue boje se aclis
am oppoaicao julgava sem duvida que esta
lei a guarda nacional en boa, mas quu re-
flectindo e cahindo cm si, hesitou ein con-
cluir a sua discussJo pelo recelo de que,
sendo remetlida para o sanado, o partido
saquaroma, que all se achava em maioria.
nlo Ihedsse andamento, e guarJasse essa
irm para fazer prsenle deila a seus ami-
gos, qumo aubiasam ao poder.
USr. Mallo r>as"a|^:-rullo be siuipliciJsJe
desse jornal.
OSr. Penna :0 nobre deputado diz que
he simplicidade, e eu digo quo be um aclo
lo franqueza, .que "3 oierqodsenflo lou-
vor ( ajwiuafo* J, principalmente quauJo ve-
jo que tala de- accordo com s declararlo
l'eil* polo nobre deputado, a tujas objecfe>
ntlou rospondendo lista explicaclu lio
franca- poder* parecer murta aatisfactoria
ve ailmiltir qualquer principio, ainda que
sejH bom, qusndo da sua artmiasflo possa
resultar alguma vantagem a seus adversa-
rios polticos, embora venln asse mesmo
oarlido no futuro a gozar isual vantagem ;
milita gente hivnr queapplauda essa pol-
tica que s allende aos ioteresses do mo-
mento ; ms en peco licenga para abservar
ao nobre deputado que, procedenjo desta
maneira, rejaitanrto hoja as bases de urna
l-cislaclo que o seu partido poltico appro-
vava eaotitava at o ultimo momentnam
que atteve nst portee, cellota-saam uaaa po-
sieflo singular...
OSr. Diat de Carvalho di um aparte que
nflo onvim is.
O Sr. Penna: Colloca-se em uma poti-
Qflb muilo singular, e certamente muito me-
nos vanlujosa do que aquella em queeume
achocollocado com aquellos membros da
'ama que approvam o projecto. Para pro-
va'que o parliloda opposigilo aceitava t]
bases da legislarlo que agora discutimos,
sT-ine-hi fcil presentar numerosos do-
cumentos; citando em piimeiro lugar a pro-
pria discussSo que leve este projeclo as
se-s0es de 1815 e 1816 ; uma representadlo
que, se bntn me record, veio da assembla
provincial de Minas, pedndo a converslo
do mesmo projecto em lei, como muito ca-
paz de satisfazer asnecessidades publicas;
a legislacab de diversas provincias Taita
ol a influencia do mesmo parirlo; e final -
mente a loi da assembla provincial de Mi-
nas promulgada em 1818, que foi suspensa
pelo governo geral. Creio que i vista des-
tes fados ninguem poder negar que o par
tido que se acha hoje em opposigilo quera
as bases desta legislarlo, isto lie, queras
vitaliciedarte dos postos, o provimenlo del-
e pelo governo, a qualificacflo feita por
illiciaes, etc., e que nflo ha por cooseguin-
te ponto algum de seria divergencia entre
ios ( apoiadot); mss entretanto noto que
os honrados deputartos que represenlam a
ODposigaoneala casa nflo iluvidflo agora pro-
nuncar-89 contra estas disposii;0es do pro-
jecto ;.
O Sr. Souza Franco :--E hilo de pronun-
ciar-se mais, se Ihe Jerem occasiSo de fal-
lar ; eu me pronunciarei abertameote con-
tra elle, espero quo venha a minha vez de
fallar.
O Sr. Penna: Entao mostrar que et em
contradiccao coinsigo mesmo, o que eu nao de-
aejo. at.
U honrado dcptaUrtOi Dasllg dlsansrao astoo
respondendo, (lew urna esplicacio do motivo
por i|ue este projecto nXo passoa na sessao de
1816 ou 1847, e eu niodurido admitd-la at
certo ponto, mi nao completamente. Eu nao
duvido que seja exacto, como dase o honrado
deputado que algum dos membros da cmara
rte euto oudo ministerio, divergissem em opi-
niao sobre pontos ctsenclaes .leste projecto
menos o honrado deputado o Sr. Anta, que
commigoo assignou, menos o honrado Sr. Sou
la Franco que at nos amiliou com suas luzes
na dlscusao.
O Sr. Sonta franco : Combat mullos ar-
tigos.
O Sr. fVaMi Limlltaudo-se a oflerecer pe-
queas emendas, uma das quaes referia-se
idade dos guardas, que elle quiz que fosse de
18 annos, e nao de 16; aoque a cmara aonuio,
como deve constar das actas e dos debates im-
pressos no Jornal.
O Sr. Suutit Franco: Eu peco que me dem
qccaslo de fallar.
O Sr. Pinna: Creio, pols. que a divergen-
Lcla de opiuies nao foi a raio principal por
que o projecto deiiou de pastar enuo em ler-
ceira dicusao ; foi mals provaveluiente a fal-
la dcteinpo para estudar-se uma materia que
he complicada, e eiige muito trabalho e asil-
duidade, como tambem a rasao j dada pela
l'..lli.i a que me refer, Uto he, o recelo de que
a maioria do seoado drizaste reservado o pro-
jecto para o fuer converter em lei quando,
mais conviesse ao partido poltico que hoje
esl no poder. Eu dltse, c repito, que a posi-
co que agora occupain aquellea que sppro-
vam o pro|ecto he mais vantajosa do que a da
honrada oppoaicao, pols que ao menos mostra-
mos mais coherencia, mostramos que somos
movidos porcoovlcces, aceitando hojeaquil-
lo mesmo que accltavamos em 1845 e 1848,
qii.uulo doininava urna poltica diversa da que
actualmente domina. E qual ser a rasao des-
te procedimento? Ser porventura poique con-
ie corpos destacados ceita classe do guardas! no cuucetlo dos partidistas mais etagera-
nacionaeacom preferencia a outras, se uma| Jos, que eiileudata que uui partido uao (Je-
tamos com um ministerio coiupotlo de amigos?
Pela iniuha parte declaro que deposito inteira
coorlauca em cada uin dos uiembroi do minis-
terio actual, e estou multo convencido de que
elle saber fazer desta lei o uso mais aconm.o-
dado aos inleresaes geraes do Imperio ; mas
tambem declaro que uo he esta a raslo que
determina nestas circumstancias o meu proce-
dimento, porque nao sou lio inexperto que nao
conheca quanto he fcil a mudan;a daa admi-
iiislraccs entre nos, e que muitas vezes os par-
ii,i.>- nniiii^.., nr. cruiados siueute nel in.n-
ria da coiifian'ca, procuram presentear seus
amigos com medid. 5 desia ordem, tem sido
victimas de sua iinprevideocla, desaa facili
dade.
O Sr. Mella Franc :Eslejhe um exccl-
lente prsenle.
O Sr. Penna :Julgo-me com todo o di-
roito a ser acreditado quando alllr-no que
procedo hoje com as mesmas inlences cum
que proceti em 1845, 18A6 e 1847; que te-
nho agora eatuJado nesle projeclo com a
mesma boa vootade e escrpulo com que o
liz nesses tonos (apoiadot), leudo s.nenie
un desejo, isto lie, o de ver dotado o paiz
com urna lei que reio ninguem deixar de
recotibucer que he altamente reclamad
pelos seus interesses, com uma lei que ga-
ranta os direitbs de ambos os part Jos, s-ija
|uI fr a poltica que domine (Apoiadot.)
i'art conseguir istu tenho feito os osforcos
le que sou capaz; mas, seo meu trabalho
nflo satisfaz as necessidades publicas, se
elle tem defaitos, como deve ler por mul-
las rasOes, eu darei lamben provasdasin-
ceridade de mmilis vistas aceitando quaes-
quer emendas nlo s da maioria, como da
ouposiclo, urna vez que se me conveoca da
utililsdedellas. Eslimarei mesmd que mui-
tas empndas se ofTerecam para serem dis-
cutidas, porque o nosso principal ioteresse
he fazer uma le eterjuivel, e acoomodada
scircumstancias do imperio. {Apotadot )
\ opposicSo mais temivpl, em meu enneei-
to, ser adquelles senbores qued'sser^m
qu"i o projecto nlo presta, e todava alo
aprsenlarem suh>tlttiicflo alguma ; eslt at-
ril a peior das hostilidades, porque emflm o
imperio oio p le continuar a ter a guarda
nacional no estado de desorganisacilo em
que actualmente se acha, estado que nflo
s influ' muito inmediatamente sobre o so-
cego e segurante publica (apoiadot), mas
tsmhem occastona o dispendio, que nem
sempre he til, de grandes sotnmas do tho-
souro nacional.
0 honrado deputado pelo Para acaba de
dizer-me que se tiver occssiSo de tomsr
parte nesle debate...
OSr. Sonta Franco:Pecb que me dei-
xen fallar; no volon pelo encerramento
OSr. Ferreira Penna :Ha de se pronun-
ciar abertsmenle contra esta lei, sm tods-
via mos'trar-'sn contraditoria comsigo mes-
mo. Eu espero ver mais esta prova dt 6um-
mt habili lartn"do nobre deputado.
O Sr. Aprigio :C'ett trop (or.
O Sr. Ferreira Penna :E nflo sabenJo
tambem se terei occasiSo de replicar, vou
lesde j dizendo que darei por justificada a
opposicflo que os illustres deputartos da
maioria fizerem a este projecto, se elles
provsrem que as ementas substitutivas re-
formarlo ess'iecislmente o quehavla passa-
lo em segunda discussSo, de um modo me-
nos liberal ou maisgravoso aoscidadlosqui
teem de servir na guarda nacional. Creio
que ser muito dillic.il prova-lo, eqoequal-
quer pessoa imparcial que se der ao traba-
llio de fazer a comparaeflo dos dous pro-
ertos'reconhecer que o substitutivo con-
tmalgumas disposices muilo benignase
liberaos que nflo se enconlram no que pas-
-ou em segunda rtiscussSo. NSo digo islo
com inten^flo de fazer uma censura a cma-
ra de 1816, nem era possivel queeu a fizes-
s", porque recabiria sobre mi ni proprio
.apoiadot); mas he innegavel queoexame
mais redectido desta materia suscilou algu-
mas providencias ulcs que a principio nflo
tiuhsm occorrido; e para prova do que
digo, citarei ao nobre deputado 'tres dispo-
siS?s entre outras. Urna Julias he que
itempta do servico da~guarja nacional os
rllhr dos hooufH*'destituidos de fortona,
isto bs, dos qu* apenas tun a reo la Je 800/
r?. para sua subsistencia o de sua familia.
Esta disposiclo paroce-mesummamenle li-
banl e benigna, embora tenha sido encra-
la por algn* uobres deputados sob uma
face muito diversa. Outrt Jsposicflo cuja
benignidade nflo se porte contestar, he a
que manJt que sejam destacados para auxi-
liar o exercito smente os guardas oacio-
ii ios comprtdiendi Jos na lista do servico or-
dinario, pois que a lei de 1831 tambem su-
jeita a esso servico os da reserva. A mes-
is le tambem permitte que um guarda
nacional destinado para o servico de cor-
jos destacados possa dar um substituto;
lias responsabillsa-o por esse substituto
Jurante um anuo, em caso de desereflo;
esta dis.iosn'io me parece nflo s severa, co-
mo iniqua, e por isso a abol no seu pro-
j-cto. Repito pois que, se entrarmos com
toda a calma, e despidos de toda e qual-
iuer prevenfflo, ni comparagao dos dous
projectos, os honrados deputartos, apezar
Jetla a sua hsbiliJade e finura, nflo po-
leiflo provar que o substitutivo be menos
liberal ou mais gravoso aos povosdoqueo
approvado na segunla discussflo.
Um honrado deputado pelo Ro-de-Jaoei-
ro, que orou en segundo lugar, sustentou
muito bem o prujecto, de cujas dispotices
se acha asss inleirado; mas observando
qqe a guarda nscional tere uma ongem re-
volucionaria, manifestou o recojo de ser
ella constantemente erapregtda em servico
activo, porque Ihe paroceu que, para con-
seguir este servico, ver-nos-hemos na ne-
r.essi Ja Je. de milita risar loJaanacflo, isto
he, toda a guara nacional, que constiiua
uma grande parte Ja nacflo, sujei tan Jo-a t
regulamenlos muito severos, ou baviamos
le consentir que a mesma guarda nacional,
sujeita aponas a regulameotos muito sua-
ves, seconslitua como uma permatnente
ameaca a ordem publica, sendo-lbe fcil
abusar das armas que a nacflo Ihe confia
para fins muito justos e ululares. Nlo me
cansou csiranheza alguma a proposioBo do
nobre deputado, quando diese que a guar-
da nacional leve uma ongem revoluciona-
ria, porque elle nflo fez mis do que enun-
ciar uma verdade histrica, mis eu creio
que o mesmo honrado deputado nflodeixa
Je reconhecer que, embora nascesse a guar-
da nacional na poca da revolu$So franceza;
p Je nflo ser revolucionaria em sua tppli-
casflo, quero dizer, que do seio da propria
revoluclo poda nascer um principio, urna
institutcSo garanlidora da ordem publica.
\ssim coma do chaos ntsceu a luz, assim
como as ujidemias que flagellam a humani-
Jadefazem spparecer jjran Jes medidas sani-
tarias, de que ninguem se lembra em cir-
cumsttncias ordinarias, assim como no co-
meco da medonha crse que est pistando a
Franca, quiudo a guilholina pareca aojee-
cr muius ctbesas illustres, foi proclma-
la e a imitliJt, como principio fundamen-
tal dacooslituieflo do estado, a sublimes
lu.ninosa idel da abolilo da pena de mor-
le em materia poltica (apoiadot); assim
latnbem po lia nascer da rovolucflo a guarda
nacional, para vir a servir como o mais for-
te obstculo aos excetsos reroluciouirios.
(Apoiadot.) He .islo o que confirma a hiito-
riadaproprH.lfra.nca, quando nos dizque


indi no lempo di revoluto comecada or
178B a guarda nacin! prestou grandes ser-
vico ordem.
O Sr. Rocha :-F lod.s ti revofocoe*.
o, (mmi--a pnmrira inscripcilo de
suas bandeiras, tibvadt ou morte, foi subs-
tituida pelas ptUvris-liberdade e ordem pu
/reo, eje eoi1830, quando o re cidadSo
se chava a bracos com as faccoes armadas
que Ihe disputavam olhrono, nos vimos
que o seu Ilustrado governo solicitava das
ranuras, com a maior instancia, a reorga
jiigac.no da forca cvica, como a medida
maiselllraz para proteger o repooso e se-
guranza da sociertede. (Apoiodos.)
Anda na revolucSo actual tem a guarda
nacional-da Franca desconcertado por mui-
tas vezes es tenebroso planos d:>s incansa-
veis initnigos da ordem, ese j.assamos a
considerara historia do nosso paiz eri par-
ticular, itflo podemos dentar de rrconhe-
cer que, apezar da sua pessima organis
cao, lem ella prestado relevantes serviros
niouarchia e s instituicOes juradas. (Apoia-
dns.) r
O St; lincha :Apoiadissimo.
O Sr. Ptnna :Qoem poder negar os va-
Hoos serviros prestados pela guarda nacio-
nal da corte e provincias, tanto em 18SI t
183a como en outras pocas? ( A petados.
O Sr. Mocha :--Apoiadissimo.
O Sr. Penna :He urna triste verdade que
alguma parte della se tem envolvido em
noRg desgranadas eommocaes internas;
masalm de nSo caber nos clculos da pru-
dencia humana a prcvenco de todos os
niales a que est sujeita qualquer nacSo, he
lambem innegavel que a grande maioria da
guarda nacional se tem sempre ligado ao
governo (anotados', e que a ella se recorre
constantemente, nfio sopara serestabele-
cer a ordem quando alterada, mas tambem
para o servico ordinario da 'jrr;i5c por
queoexercito acbou-se por muit lempo
reduztdo e quasi desorgan'sado, e anda
hoja no temos meios de mantelo em um
re correspondente a todas as necessidades
uo um paiz Iflo vasto. (Apofodos.)
Assim pots entendo que anda que alguna
pongos se < ossam enchergar na instiluicSo
da guarda nacional, ser-nos ha possivel e
milito possivel, como olis nistro dajustic, procurar um meio termo
entre os extremos, istohe, reformar a sua
organisaco de maneira que ella preeocha
os flns para que fui creada, sem que a na-
Cflo se eonverla em corpo militar, sem que
os Chladflos se vejam continuamente distra-
dos de suas oceupacoes habituaes, sem
quoa presenc da propria guarda nacional
venim a ser urna constante ameici ordem
publica.
o >r. Saydo Lobato di um aparte que nSo
podemos ouvir.
OSr. Penna Aprecio muito esta decla-
racSo do nobre deputado, porque mostra
que, comquauto flzesse as observaces a
que tenho respondido, elle reconhr.ee que
o projecio resolve quanlo he possivel as df-
licul lados da quesillo.
Eu estimara muito poder seguir a opi-
ni3o e os desejps do honrado deputado,
quando (Hz qu. a guarda nacional nao deve
ser constantemente empregada no servico
ordinario da g*uarnic8e, ou proprioda poli-
ca, roas licar smenle reservada para mi-
li r o ejercito lias grandos commocoes, ou
em caso de guerra externa. Seria talo com
effrito muito rasoavel
Comecou o nob'e deputado por observar
que nos procederamos mas acertadamente
so nos limitassemos a dar ao governo as ba-
-esda orgnisac9o da guarda nacional, au-
torisando-oa dasenvolve-las.
Ei' no duvdo que em circumstancles ex-
traordinarias e urgentes possa e deva mes-
mo una cmara, que, como esta, deposite
inteira confianca no ministerio, proceder
por semelhanto maneira ; mas creio tatn-
2-
., muito justo e con-
veniente aos Brasileiros, porque o servico
continuado da guarda nacional he realmen
to muito oneroso, mas eu o considero de
absoluta necessidode em nossas actuaes cir-
ciimsiancias.
Ainda que nSo orginsassemos a guarda
nacional, |ole o nobre deputado estar certo
de qu% es-a forca que existe uo seio da na-
cilo liavm desenyolver-se e operar todas as
vezes que as circunstancias o exigissem,
embora o nSo determinaasem as autoridades
oroplenles, poique cada cidaduo que s
visse ameacado en sua pessoa ou sua pro-
Baviadr, usando do direito de |Topra de-
la, recorrera s armas para repellir a ag-
mso, ou i ara pacificar o lugar da sus
residencia. Isto porm he o que nSo pode
convir seciedade, o ao legislador cumprc
estudar o n.eltior meio de organisar a forca
publica, para que o individuo nSo se veja
na trate necessdade de defender-se a si
proprio.
Ora, dispensando-se a guarda nacional do
servico ordinario, a cargo de quem licara
elle?
O $r. Soy/io Lobato :Eu dissedispensar
o mais possivel,
O Sr. Penis :|jo mesmo he o que de-
tcimina o proj cto elle olio permute qu.
a guarda nacional seja empregada senilo
em caso de urgente npcessidadi", e quando
no boiiver tiopa de polica nem de lnha.'
e ueste ponto estou inteiramente de accor-
do rom o nobre deputado : o que me pare-
ce nipossivcl he a dispensa absoluta, por
que no tenho cunheciniento de urna s
provincia onde nflo seja nec tas oeca6>S, ou quasi sempre, chamar ao
servico da guarnido alguma parle da guar-
da nacional [npoiodot), cerno que cata mi-
nha assercS nfio pJe deixar de ser con-
fi'mada pelos representantes de cada
urna deltas.
I'arcreu-me ouvir ao nobre deputado, em
umapaite, quesera possivel organiaar-sr
unu forr;a municipal para fa/cr a polica de
cada localid.ide ; masem tl casua queslo
sei Minenlo de nomes, porque, ou essa
forcea, qualquer que eila seja, no lia de
juesiar tonos os selvigo a que seaesiina a
guarda i/arional, ( guaes dflicfaldades e inconveiiienles na
sua organi>at.1o. {Apidoi.
O Sr. Soyio i*buf :A n mlia observacSo
era mais dirigida contra os abusos do que
contra a vejdaileira in|i lligeucia da le, t
tanto asKian, que eu defend o projeclo.
OSr. Penna :Beni; agora conheco que
a nuasa dis repanciaa be quasi nenbuma, e
muito apieci a manifesiBr,8o que o nobre
ili'puUU ten feilo de suas opiniOcs sobre
i, pru> cto.
U honrado deputado por Sergipe, que fal
Inu lionlein em ultimo lugar, disconeu so-
iin'o projeclo de maneira tal que eu nilo
i ude bem perceber se elle esta disposloa
adptalo rom alguma emenda, ou a rejeita-
lo coui|iletamrnte; mas pau-ce-me que se
os nicos defeilos que ihe descobre sfio
aquellfs de que lez meneflo, muito convi
e restando ainda da actual sesso o lempo
'lecessario para a dicusso da le.faltaramos
ao nosso dever so delegassemosa outropoder
o direito e a obrigacSo de resolver quostfles
tilo importantes como as que ella compre-
bende, (potados.) S*j nfio devem ser objec-
to de urna loi as condicOes do alislamentn
dos'cidadSos olirigados a servir na guarda
nacional, as penas a que ficam sujeitoa, os
casos em que devem Incorporar-se ao exer-
cito para o servico de guerra, o tempo e a
maneira do servico ordinario, a nomeacjlo
dos officiaas e a durarlo do seu exercicio,
fesso que tambem no sei de que oulros ob-
iectos mais importantes teri deoreupar-se
o corpo legislativo, ( Apoadot. ) Para dar
quaesquer bases ao governo, seria indispon
savel tratar destes pontos capfiaes cum al-
gumas expliracfles que, pondo bom clara a
'onlade do legislador, limitassem Igual-
mente a autoridade; mas he isto pouco
mais ou menos o que so f-iz no projeclo,
lejxardo-se anda muitas ilisposicOes para
serem incluidas nos regolamentus(apofa-
dot); e tanto que um i\obre deputado por
Minasojulga defeiluoso, ou omissi sobre
alguns pontos que loe parecrm essenciaes,
como sejam as licencas, a presidencia dos
conselhos, a designado da< paradas, etc.
(luvindo opiniOts tilo diametralmente op-
fstss, e aa-podendo C3ftcHa-l-, imiio-
uie a responder com o bem gonhecido rflo:
Quem formod casa na prafa
* A muito se aventurou :
a l'ns dizem que licou baixa,
Outros que d'alta passoo.
Tamben tenho ouvido a pessoas, nflo s
nesta casa, como fra della, qu proco loria
mos rom muita sabedoria se reorganisasse-
inos a forca civioa, cooservando-lhe rnen-
le o nome de guarda nacional, e applican-
do-lheemtudo a legislac.no das extinclas
milicias ; n as julgo po ler aflirmar -que
lueiii o diz nfio tem estudado toda esta
quesillo como coovm, nem atiende is mu-
dancas que tem havido em todas as cir-
cunstancias do nosso paiz ; se eotrasiemos
nesse exame eu estimara que se me apon-
tassem as dispusieres dos regulamentos das
milicias que por ventura convenha restabe-
lecer, alm degellas que j se acham'in-
cluidas no projeclo. Ser hoje possivel a
quilificacfio dos guardas nacionae pela
maneira do recrula i.eutu que se faza para
as milicias? llavera alguem que euteuda
que os guardas nacionaes devem lie ir sen-
ios romo os milicianos de quaesquer finias,
taxas e outros encargos d\i tributos impos-
los pelas cmaras? (.ouvira conceder-ihet,
o privilegio do foro, e aos lilbos .dos olli-
ciaesa qualidade do cadetes? (Juera tivess
V. assim paosando molteu-se-me om cabera,
que talvertloHiesfo mal em por por es-.
cripta os prinolpios dessa jufsiprudencia,
cousa que na oecasiSo poupar-me-hia mui-
tas palavras ; que depois que eu houver
posto a cabeca onde tem os ps meu av, po
lera aproveilar aos homens de bem, que se
harem dos meus conselhoi.
Tenho doterminado faz-lo ; e j me flgu-
ro,quo zombaria nfio f liem que nfio se daodo taes circums'aocias,' fession.il, que-gastou cinco inBM em eslu-
dar a iurisprudencm em l'avla^s*be Dos
de resolver estas e outraa semelhanies
queslts nSo poderia deixar de reconhecei
que grande paite dessa mitiga legislac,9o
seria hoje ioexequivel, e que das suas dis-
iiosicAts nuis uleis e pr.ilicuvea aciaiii-sc
ilgumas incluidas no projeclo que su discu
le, e outras o poJein ser tanibom nos regu-
Idinenlos do governo.
( Continuar se hu.)
sS
1H/.R10 1)K PRKSAIBUCO.
msoiri, la i idiho Datase.
Hoje peles 10 e meia horas da manhSa,
baleu-se no arsenal de marinha a cavilli
da caverna meslra de um brigue de guerra
que all se est ronstruindo, com87l|gp.s
Je compimentoquilha llmpa, 97 pelo
convezderoda roda, 38 de bocea, elide
pontal.
A ceremonia foi presidida pelo adminis-
trador da provincia o Kxm. Sr. Jos lldafon-
su de Souza Ramos ; e eslivi rni a ella pre-
sentes o Exm. coDimandante das .armas,
bem como todos os ofllcises da marinha
Tjrasileira e eslrangeira, aqu existentes.
Terminado o acto, proseguirn) em seu
irabalho a mestranca e os ofliciaes sendo
que, ao terminar o dta, eslavam ero aua
respectivos lugares a roda de proa do navio,
o cadaate e dezesete cavernas.
V.aRIRADE.
o nourori seu doutrina.
(V.onttnua;odo n. 157.)
Depois que abanionei o meu commercio
ambulante, em o qual ganbei melhor nome
iu dneeiro, lembraram-se os de Brianza,
nfio sei porque, de trahaformar-me em urna
especie de advogado, de imneira que depois
do ha ver feilo bem ou mal oa meus nego-
cios, live de oceupar-me dos dos oulros,
comouanto pouco desojo sentase de ha-
de sabio" Sendo, porm, as uiinhas consul-
tas gratis pro ei, nfio faltuaui freguezes ;
esein vangloria declaro, que puucos letra-
dos leem tanta platica no sen esludo, guan-
ta eu live em pouco tempo no meu. Verda-
de he, que aquelioa nfio a adquirem pelo
'iicsino meio ; pois que o procura-Ios custa
sangue : mas poroulro lado eiles ludo fa-
zein poristendcr o multiplicar aa izitaa
das mesmas pessoas, ao passo que ou pelo
contrario nada punlia lauto a peito, como o
acabar logo com aa demanJas o cum oa cli-
entes.
I'o.sse, porm, como fosse, a conlianca
coa> quo me houravam, impunha-me deve-
res, e para prchenrhe-los dovidamente, cri-
me na obrgac,fio de adquirir certos cuuhu-
cia cutos, de que me senta baldo. Esse pe-
queo estudo, as n IV xOes que me ello sug
Felfea, e a experiencia que adquir pela
iratica. couduzrani-me pouco e pouco a
furmara meu modo urna especie de cdigo
quantos empratics-la, se ouvir fallar a este
advogado daa causas perdidas; a este doutor
de Valencia, longa veste e cuita seleneia.
Deixa-lo rir, meu charo compatriota, e bem
podes ser, que, a dares-me ouvido, sejas tu
oque te riaa por ultimo. Eu^nlo te cilarei
nem grego, nem latim, nem lingoa d'oc :
nunca estudei nem o digeslo, nem as pan-
dectas, nem couss semelhairtes : mas se
bem he, que as sit>a quem deve discorrer
sobre a justica, e dislribui-la, nflo succode
o-mesmo com quem tm dea pratirar e obe-
deeela ; o este he justamente o nosso caso.
1'ec.am, pois, osen ofllcio os letrados; que
nos procuramos dar-lties o menos que faler
possivel, san todava irmos muito adianls,
nem recusar ouvi-los, quando a necessda-
de ou a prudencia o lequelram.
Sempre me lembrarei do medico de HonCl-
cello, que dala. lle-mais fcil prevenir una
noletlia do que cura-la. Aiaim tambem
creio, charos amigos, que mullo mais faaril he
evlcar oa litigio, do que livrar-ae a gente dri-
les, urna vea coinecados. Kinquaato a agoa ea-
t bata, pode fazena uindlque; mai aeae ea-|
fiera que a torrente engrone, eata levar dlan-
t de ai laveuraa lavradoira. lato precita
prever ; pola que o boin aemo he como um te-
lescopio que fat ver de touge o mal e o bem.
Sem eaae precilo Inatrumeolo anda-se > apal
padellas para aqu, para all, para acola. Que
iniaeravels excusa* alo aao: tu nao labt i awm
m'o tlitiera ? Qmm o poderia imaginar? Ao* In-
considerado cabe faaer multas vezes deltas, e
d'ouiraa eaclamacora; mas quem tem.asal na
niolelra nio ae eapde a isso ; porque o aeu te-
lescopio o previne.
Charos amigos, queris vlver em socego, con-
servar a pas eafauuda, e dormir aoinnos tran-
quillos? Duas couaaa.bastam : cortar por con-
testaedra com as peaaoaa e fuglr de compro-
iiiettliufiitos com a socledade. rao estes oa dous
niU'laniFiitos da iniaha jurisprudeucia. Veja-
mos que amiplicea doutriuas podemos formu-
lar a este reapeito,
A priinelra preciaao do hornein he nio aof-
freruial: logo o aeuprimeiro dever be nao o
fazer aouirein : no que por prime!ro para-
grapho do nosso tldigo escrevereinoa. Vo
/( a oulrem o que nio quittrai le fiteisem. 8e
gostamos de gozar trauquillaineole da ooaia
honra, tas uoasus bens, do* direito* da noata
pessoa, re*peiteiuo* ao* oulros na honra, na
pealo*, noa bens. (.ao que morde, lera loor
dldo gato que furia aera balido, e qualquer
.iiiimal de doui ou de quatro pa, que mal
obrar, mal lera.
Brflccti, que o moi tralainentoi e a* in-
jurlasjiao auguientam a raio, aeuao de quem
o recebe. A rasao do oais forte nao he a me-
lhor, senio por inoineotoi; pois que ha nina
nao mala forte que adosoais forte,
jualiea Rede o lobo iSakliaMr O
mas sobrevem o caeador.ajQaJ uiata o
oa direito* do voaao vltiiVo vos cauain io-
comiuodo e odio, uluagei e violencias, nao vus
deaasaoiubiaie, e auu brlga no tornar as
cousaa em vosio proveito. Umaeiplicacao po-
de prevenir una iolmisade; porm as ms pa-
lavraa para nada atrcalaia, aaiu murros e pu-
nhadaa Indirellain o* negocios. L'iua tigella
".ni ae coocerlN enm paulaa%s, nem uina r.be-
ca se atiua a arrllar: he naisirr ajuutas-os cacos
de una e eacutar o aoui da oulra. Cada um
entre um poucu com o seu lias couaas da vida,
e andaremos lodos melhor. Dar urnas em chelo
oiiiras'em vo, afuuxai d'aqui. para apenar
d'aill, he este a meio de entendr-se, e de vi-
ver em acedrdo e amiaade. fructos que e
aplnhaiu um coui o ouiro e ae liraui reuipro.
canwote, o ar sol sujo amadurecein uu*
o* que se nao impedeui, nem ie acrnbaiu (aire
si, diseuv-olveiu-se e i'aiein-se billoi Aisiw
n* procedamos de maneira que cada din goze
do que he aeu sem destruir o de outreiu ; por-
que, euvo-lo repito, a violencia e-a angas
dio prova de inveja e de egoisuio, dejuaiica
uao.
A nica forca, que sempre tem raao, be a da
verdade. Quem he sincero be Cuite; quem
quer engaar hf.fraco ; porque a boa f auda
a p .i e passo cota o bom direito, e a faUidade
asienta acuipre iobre u lalao. SO o hoiuem de
brin piide eitar quieto ; porque nao tem muela
tai que esconder, emquaaao que aquello que
coucebru um man deaigoio ou cuiumetieu
nina accao m nao pode proceder em menti-
ras. O primeiro est em urna fortaleza inex-
pugnavel: Cafamos, poli, por collucaruio-uoi
neau. Mal a *u lealdade nao no* lolh* de
eslarmos aopre aviso contra o luo. Poaiu
liar-ine no ci que me festeja; maa cumprc
le ollio as mrbidas uulias do gato. Mullo
boa f, e urna de*coutiauca raioavel ajo o* dous
srgrrdos para ter seiupre raaao, e nunca finar
logrado.
Mal porque ratuo voi fallo em tinceridade a
propomo do reiptilo da pessoa deoutreiu? lie
porque em meu entender a dobrez c a menti-
ra, vicios o* iii*l* bixos e villes, sao ao mea-
ino tempo uiu dos maiorc ultrages, pelos
quaes podemos toruar-noa culpado* par* coin
oa outroa. Perdn de inulto melhor grado ao
nilhafre que vem roubir-me doierrelroos
piniainhos ao pino do ineo-dla, a debaixo dos
meus proprloa otttoi, do que aearax>ua da tm-
posa que vem pparo.'-oa da aoiteuo galliuhei
ro. Final tenle, pois, que uoa uosso deveres
e Interessea tuda se ueadcla, lato leva-uie a
fallar do respeiio fazenda albela.
bem ael que afguuiaa vrxea deve ier duro de
tragar o ver a ceno* sujeilua poasur toda a gra-
ca de Den sem fadiga no muudu, cmquaulo
nos a auarmoi, a irabuearinos, a morejarmoi
achamo.no* com uin puuhado de moscas na
uiao. Ma:
da um ln
ponuir alguma cusa, ainda que leja o'ves-
delta: oque he mu justo ; porque o renov
vive da rali d'arrore. Nio perguntels, poli,
porque fulano, licrano oa bellrano tem taotai
galla* ao sol, sem hnver movido uin dedo para
idquirl-laa. Seu pal, bu lau av ai ganharain
com o proprio irabalho, e por Isso legtima-
mente Ihe perlencem enes bem.
(Conti*uir--ria.)
Keparti^o da polica.
PARTE DO OrA17DEJULHO.
Foram presos : ordem do delegado do
primeiro distrlcto deste termo, o rardo
lodo, escravo. do coronel Figuelredo, por
rroodis phisieas : ordem do subdelegado
a rragoozia de S.-Froi-Pedro-Goncalves do
Recife, o Americano Eduardo, por briga : e
* do subdelegado da fregueila da Ba-Vista,
Luciano Magajiaes Ribeiro, para averigua-
res policiaos.
""BMiaWBBaajHBjj^^
COMMvtftCIO.
ALPAcrlktiA.
Rondimnt do da 18 ... \ 6:2o,857
Descorre fam haje 19.
Hiite Amelia ~ fumo e charutos.
Brigue Novo-Vinotdor snereadorias.
Patacho Maria.ioaqrtna -. dem.
Patacho Kmntacdo gneros nacionaes.
CONSULADO CERAL.
Rendimeato do da 18.....1:347,431
Diversas provincia....... 3,319
..350,740
EXPORTACAO.
mtpachot maiitimos no da 18
Aloobaca, garopeira Sant' Anna-do-Sacra-
mento, de 30 toneladas : conduz o aeguinto :
140 alqueires cal, 40 arrobas carne secra. 2
caixnhas velas de carnauba, 1 caixflo sa
b3o, 1 dito doce de goiaba, 8 barricas baca-
lliao, l barriquiulia bolachinli*.
Aracaly, ti 1 a le nacional Novo-linda, de
88 1/4 toneladas : conduz oseguinte; los
volumea fazendas, I fardo papelo, 16 res-
mas papel, S volutnescuuros, t fardo tahoj-
udas, 5 pipase II barris vinlio, 36 barricas
farinha de trigo, 4 caixas vidros, 9 volumes
ospeciarias, 8ditoslouca,53ditos ferragens,
6 barricas bacalhao. t dita breo, 10 volumes
licores, 3 bsrris e I carta azeite -doce, 11
barris inanlega, (barrica graxa. n ditas
genabra, S ditas crveja, 1 volume chapeos
de sol, 9 quintaos, S erizas o 1 barrica
chumbo, 6 caixas cha, 3c*usstras albos. 3
ancorlas azeitouas, lOoaixas drogas, < bar-
ril vinagre, 1 caixa agoa de Colonia, 85 vo-
lumes miudesas, 34 barris assucar, 5 bsrris
bolachinha, 3a caixas sabio, 3 barris e 10
gairafes ago'ardenle, ti rolos fumo, 3 cai-
xs chapos, I dita cera, 1 sacca arrox, 34
caixas charutos, 1 diU e 38 ciixotinbos do-
ce, t caixa rap, t dita sapatos, 1 alambi-
que, 1 serpentina e i bomba.
RECKBElUjRIA E RENDAS GERAR8
INTERNAS.
Rendimeolo do da 18 .... 351,014
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmenio do da 18......1:103,708
da mesan escuna, apresentan-fo titulo quo
Kove nOose echaron imoedidos.
Alfandega do Pernambuco, 5jde julbo
de 1850. 0 inspector. Luii Antusio de
Sampnio Panna.
-<-Pela inspectora de alfandega se faz pu-
blico que, no da 1 mrtz> ,je_
pois do meio-dia; anorta da iriesma, se hio
de arrematar 40 pecas com 400 (neos da se-
da, sendo 900 lavrados e 300 lisos, por fac-
tura um 1,100 rs., tola 1440,000 rs .impug-
nados pelo segundo osenptursrio Antonio
Eranclsco de Moura, no despacho n. 378 de
17 do crranle i sendo a arrematarlo sujei-
ta a direitos.
Alfandega de Pernambuco, 18 de julhi
de 1850.--O tospector, Luis Antonio Sampaio
fianna.

Declara;oes.
Pela capitana o porlo se
convida, em virtude dea ordetis
recebidas do Exm. Sr. presidente
da provincia, em oflicio de 13 do
correte, a lodos os chefes de, fa-
milia que qaeiram alistar seus -
llios, ou tutelados, menores, na
companhia de Bprendiies mari-
aheiros, a comparecerem na mea-
ma eapilaniaem todos Osdiasuteis
as horas de seu expediente.Ca-
pitana do porto de Pernambuco,
15 dejulho de t85o. Jiodrgo
Theotbro de Freitas, capilao do
porto.
CONSULADO OE PORTUGAL EM PERNAM-
BUCO.
Joaqulm Baptisla Morlra, bacharel formada
m direito, eanedteiro Sa ordem de Chrislo,
cnsul de Portugal em Pernambuco, por S.
H. Fidetiitima a Seuhora Mara II, que
Dos guarde.
Faco saber a todos os meus, compalriotas
residentes nesta cidade e provincia, que por
ordem superior, que me fui transmittida, e
specislmente recommendaia, para o Om
le se poder dar o conveniente cuipprimenlo
asdisposices sobre eititisticas e outras,
se devem apresenlar nesta consulado lodos
subditos portugueses, que, leudo aqu li-
tado a sua morada, aiodase nio liouverem
elle matriculado, como Ibes cumpre, no
s para a devida regularidad, maa para que
assim se posas mais promptameote dar a
compalrve! protecclo deste consulado.
Convidando, pois, os meus compatriotas
aocumprimento desta dever, no mais breve
ospaco de lempo, Ihes lumhro lambem or
esta occasiOu o dever que igualmente teem
de se mumrem dos respectivos ttulos de re-
sidencia, na forma dos regulameqtos poli-
ciaes deste imperio, para se livrarem dos
embareos que Ibes pode esusar a falta del-
les, e melhor e mais perfeilamenle lerem
direito competente garant* das autorida-
des brasileiras, es respectivas isempces
como estrangeiros.
Consulado de Portugal em Pernambuoo,
laoa 17 dejulho do 1850.--yoajaii Arplis-
VJOVimentU dO i*<)rlCK la Horeira, cnsul.
. Savia entrado no dia 18.
Psrahiba-6 das, hiato nacional Ftar-do-
Recife, de-37 tundidas, meatre Aiitouio
Uanoel Affonsn, equipagein 4, car^a lo-
ros a Luiz Borges de erqueira. Passa-
geiros, os Urasileiros Autonio Frlix da
Costa e Domingos Jos deAlmeiJa, e os
Portuguezos, Cbrist'ivflri de Souza Ara u-
jo e Jos Francisco de Oliveira.
Navio sahido no mesmo dia.
Jlacei Rrigue austraco k'erast, capitflo
M. Serovich, em lastro.
Obsiriacd\.
Fundeou no Lamerflo urna barca ingleza,
ne comraunicou com a trra.
EDITA ES.
Faco saber, que achando-se vaga a ca-
ileira de rhetorica do cnllegin das artes da
academia jurdica de Olinda, por demissSo
que pedio ao governo imperial o seu pro
fessor, Jos Francisco de Raiga, est posta a
concurr a dita cadeirs, com o prazo de tres
mezes, contados ds dala deste e lilal. E,
para que chagua noticia de lodos, man-
dei aflixar este nos fugares do coilume e
publicar pela imprensa. Secretaria da aca-
demia juri lira de Uliniia, 15 de jumo de
.1850. Viscondeds Goiannn
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da
fazenda manda faxer publico, que pela mes-
m* Ihesouraria se lia do arrematar por um
triennio, a por quem maior lance oflerecer,
a casa e telheiro contiguo, sita na cidad de
Olinda, e que servio de cavalhance do ex-
(incto corpo de artilharta.
Aa pessoas que se propozerem a eata ar-
remalac.no p Jem comparecer no lugar do
eoatume, pela volta deooxe horas, nos dia*
15, 17 a lo do corren te moz.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda de
Tlicalro de S. Izabel.
H. RECITA DA ASSIGNATURA.
Quarta-feira, 94 eU julho de 1860.
Representar-se-ha o excellante drama em
5 actos, original porloguez,
0 CAPTIVO DE FEZ.
Rematar o espectculo a graciosa come-
da em 1 acto
O dous Pltrrole,
Comecar s 8 horas.
Os bilhetes achatn-se venda no lugar do
cos u me.
PtiblictiCAd litierar 1.
Baphael, paginas da juventude.
Eata excellente ou/a de Mr. Lamartine,
chegada recontmosle do Itio de Janeiro,
vertida em bom portuguez, e precedida de
um interessaul* prologo do traductor,
icha-ae (enla, pelo mdico proco de ri
3,000, com encaderiucSo ingleza, na ra da
(iadoia do llacif, a. 38, ona ra Nova, n.
II. O mrito da obra he attrslado pari
nome do au'or, sella, depara instruecSo e
deleite, o plulosopbo.u romancista, o poeta,
ege'ralinente quem quar que queira apre-
ciar um helio ecri(ho
wm
Avisos marititoos.

Pernambuco, 13de julho de 1850. No im-
1. pens.us*.be.iipercebereiaqueca- pedimento do ollleisl-maior, Antonio Luis
"..*.. p"!".m. *S!X2ZJS9** do Amarte Silva.
O lllm. Sr. iasncclnr d* iha>ni>p>-i-
aenda pruviucial cm cunipriineulo da reaolu-
fo do tribunal administrativo de 4 do corre-
le manda faaer publico que noi diai 17, 18 e
na que o nobre deputado eonsignasso as
suas idcias em emendas escripias, por que I do bom sonso, simples com elTeito, masque
ni podenamos la I vez chegar a Um ae-1 nunca dixei de consultar ao depois, e que
corda. Entretanto pssarei t considerir asi anda observo pontualmonie, todas a* vezes
bservacoes por elle feitas. I que oulrem recorre imim para consultar.
perturbado nesia pusse. A coiovia nao ae re-
volta luenoa que u pumbo, quando cuco quer
uccupar-lhe o uiiibo. bula o galinho,'e pOe
de tora as unhas contra o cao que val metter o
fucinho no seu comer; porque em lodos os vi
ventos lie uin losliucto o auiurda propriedude
Ksie oo* brulo chrga al precilao ue liras ao
oulro: mas oo huistcm raauavel que sabe que
quer diaer o juaio a o injualo, be acompaubadu
do relpeito aos terca de oulrem.
Quem falla a isto, epoe-se aos caillgoi, ai
represalias e iu(aiitia. Nao he verdade que
nio queris que nutro tenha inleuloa na vossa
cabana, lio voisucuiral, pjajrossu quinlalamlio,
na voiia loginha? n.t*pe*JBvi laiubciu o pa-
lacio, aquiula e ai grandes manulacluraa dol
ricos; porque se uao tendea aam palacio, nem
caslello, nem grande lavoura, ha quem uno
posma nem uiu quintal, uesu uiu aristarlnlio,
nem um casebre : mas sai que traa alguma
cousa, que adquiriraua ceiu irabalho, como as-
sim o ganbaram, lie prupi icdade apa ; o mis-
ino acontece a respeilu dus jornlenos ; he
iiiistrr pagar-Ibes o salai i o poli o cavallo que
volta de irabalbar na carroca, icio dircilo i ce-
vada ; eae Ib'a nao dail, *er tentado pelado
_ _9
de aeleuibro prjimo vindouro ir praca pa-
ra acr arrematado a quem mais der, o im-
posto dodlzlmn do gado cavallar nos munci-
liioa srgifimei:
lirrjo avaiadw aunualmenle por 61,000
Cimbra* 1*2.000
I1 torra e Florcita 324,0'HI
Boa-Villa eja 216,000
A arrematado ser feila por lempo de trea
annoi a coutardo primeiro de Julho de 1850 a
JOdeJuuho de 1853.
O licitamos que e propoierem a rita arro-
iiiitafdei, coinraarecam na sala da* leasSea do
momio tribunal atoa dlaa cima Indicado* pelo
meio dia, com iedj Hadare* competentemente
habilitado!. ,. )
Secreuria da ihesouraria da fazenda provin-
cial de Pernaubuco, 5 de julho de 1850
O 2." eiciipiurario acivindo de aecrelario,
Pancista Amonio Cavalctmi osseira.
Pela inspectora da alfandega engajam-
se marinheiros de classe superior, vencen-
do 18,000 rs. monsaos, piimeiros marinhei-
ros 14,000 rs. e grumotes 9,000 rs., para a
Para a Figueira com escala por Lisboa,
com tod* a brevidade, o patacho portogziez
Hara Joaquina, de que he capitflo Monoel
ia Cosa e Silva : quem quizor carregar ou
ir de passagem dirija-se aoaavsus consigna-
tarios F. S. Rabello & Fllho.
Para a Baliia sahe
di is
, em pou-
o palhabote acional
tem parle da carga"
a no mesmo quizer
cos
Anietid;
(>i uuii/ia
cirr*%ar, ou T? de passagem, di-
rija se a.Novaes 8c Companhia,
na ra do Trapiche, n. 34.
-- Para a Radia sahe a sumaca Carlota no
dia 20 do crrante impreterIvelroente : p
da ain la recebe/ alguma carga mluda, bem
como passageiros: tratase com o mostr
JosConcalvas Siaias, ou com S Araujo,
na ra d* Cruz, n, 33.
Para Lisboa pretenda sabir al o dia 7
ds agosto vindouro o brigue portuguez*
Novo-Vencedor, por ter a maior parle da
carga prometa : quem* no mesmo quizer
csrregar OH ir do pas&agem, para o que
uhVeca os raelhores cowmodos, dirija-ae
consignatarios, T. de Aqu no Fonsec* &
Kill.o.
aniar,
cedepol.jasc
delic a leus boa .a a outros erdeiros quelur, dirijam-so guardamoris, ou a bordo
vigaiio, 49, primeiro
apilan na praca.
Avisos diversos.
Lar qqo entenda
.le
lio pequeo ha largo de S.-Pedro, o. 4.


f



Por um hmem sem bro, honra, e pu-
donor por um vilc despresivel nullidade
sari tiiio e conh-cido o tutor da oorrespon-
denci, Antonio fong, se por esta folha, e
sem demora no publicar gnu nome e os
("aquelleade quem tillt. fini'negoolante,
da ra do Cretpo.
Lava-re e engomma-se roupa de ho-
mem e senhora : no patao do Terco, n. 17.
Precisi-aa de um horneo) psra vender
leite : o* ra do Piren, n 8.
D.'W. Bnynon retira -se para fra do
imperio, levan 'o em ua companhia suaae-
ntiora e urna (i ba menor. .
-- Piec^n-sede um hortelSo : na ra da
Cruz. n. 46, pnmelro andar.
-Alogam-se eirravoa para todo o servi-
code qualquer eaa. sendo [uindelles ea-
noeiro :na na do Vtgarlo,. 7.
Quem nio o eonheeer que costar-.
Um morador da (ua do Crespo, qua per-
teore a classe locista (do que muio se
honra ) roga ao Sr. Antonio Gongo autor da
oorreapondencia do Diario l Ptrnatntme
n. 159, declare por esta folha, em primeiro
lugar seu nome por extenso, em segundo,
osilaquelles que formam o tal club de qua
tanlo te julga olfenlido, para que lie
pnssa saber se seu nome entra no roldas
pequeas exceneoes, e o publico avalie
se aua mare (MaS eapacidada Bulliriw,(.'
para avallar pontos de honra, ou je sari al-
gum ealuteirn, que perseguido por aeus
credores', queira vingar-se (lo vergonzosa-
mente Oc.dGia.
urna 8ra. viuva esuas (Ibas, propem-
M a eosiaar a ler, eecrever e contar, assim
como, cozer, bordar de linhe, de reloz, de
tpele, e lavarnto : os Sri. pas que qui-
veretn dar ea instrueean mx f!!n:5,
e por conseguate aprovelar o seu presu-
mo, as acharflo com a sua escola estabele-
cida em casa de sua morada, nn ra Velha
da Ba-Vnla, h. 70, aaseguranlo-lneJ o
niaior desvcjlo. e zelo na educado das
meamaa.
-'- Hoje, 19 "lo corrate, se ha de arrema-
tar, as 3 liorna da larde, peranle o juiz d
paz Ja frguezla de S.-Jos do Itecife, os
por cus anpreheaddo* pelo fiscal inleriudila
ntrama freguezia.
D-ae po-de-hi e bolinhos de venia-
gem a prelaa, sendo boas vendedeiras, e
com responsihilidade de seus tenhores : n
ruadas Crii7.es, n. 10.
Prechwwe de un ama de leite forra
ou captiva, e que eo lenha molestias : na
ra Nova, n 67
frr.-B.TB. Cardoso queira apparecer na
ra df'Caldeireiro, atrs dos Martyrios, so-
brdatele, n. ?, ou annuncie para ser procu-
rado.
A quem pertenec-.
Rotm-se aos Sra. abati declarados, que
tenlam a hondada ate virou mandarem
pavar suaa coirtas a* ttaavNajva, loja de al -
taita, n. 18 i l)r. Lnurar oAtelinn de Albu-
querque e-Mello 19,800 ra. de 1846 a 1817 ;
Br Poicaron Cezar de Barre, na Baha, ra.
10000.de 1848- tic. Antonio Joaqum de Fi-
guciredo Seabra, promotor do Limoeiro.
82,188 ra. J de 1844 ; tejiente Manoel Caval-
cauli da Silvaira, natural da Carabiba, rs
53 520, d 1849 ; alteres llego Brrelo, maja
cuiahecidoporGerapinima, no Par*, 40.980
rs. ,d184; aja.lre Pedro Bubosa Fraire,
m Goiannirrha, 15,500 rs. de 1844 a 1847 ;
padre Calalo Corraia da Nobrega, na l'a-
rahiba. 905,380 rs. de 1842 a 1811 ; Caeta-
iiii Jos Coeltto, ra do Brum, 97,180 rs., de
1844 a 1845 ; Caetano Aureltano de Car-
valho Cont, em'prpgndo no consulado, rs.
11,400 de 4819 WlS : Fianeisco Caetano
Pereira Cuimarfles9?,000 rs., d*1845 ; JoSo
Leite do Rodoval, em Appucos, 38,000 rs.,
Ce 1837 ; Manoel Joaqum de FigueiredoSea-
braj 41,780 rs., de 1844; Jos dos Santos,
na Limoeiro, 91,080 re de 4843; Beato
Marlins Concalvas IJahO, empregado no
arsenal .le guerra, 81,500 ra. de 1814; Jo-
s Romoaldo Comes dos Santos, emprega-
do na paga doria geral, 8,000 ra.. de 1847 ;
Francisco Soares da Silva, morador no Ca-
bo, 12,000 ra., de 1843 ; Manoel Theodoro
13,000 ra. de 1842 ; Francisco Berenger de
Almeida Cuedea 10,000 rs., de 1845; Jos
Joaqum de FigueireJo, no Maranhfo, rs.
21,000, de 1819; Jos Rodrigues Pinheiro
20,640 rs .de 1818;Maaoel Rodrigues Pi-
nheiro 3.500 rs., de 18W; Jos Thomaz da
Silva 17,400 rs. de 1843 ; Manoel de Olivei
ra Cava lean te 3,000 ra., de 1,885; Francis-
co de paula e Albuquerque Maranho ris
18,000, de 4*43; Joaornim-Kurebio 7,680 rs.,
de 1841; Jos "Pereifa da Costa, engenho
Muttnote, 8.000-r*. do-ts*; Manoel J.a-
quimVo'nego Ba-roS'1*"to8"re., de 1845;
Manuel da HocHIr'Lma, ne engenho Bom-
Fim, 83,000 rs Je 1844 a 1845; Manoel joa-
qum ue Meltp'kfloo ra., de 1849; Filippe
Dinlr CavajfeantTflo Timb, 9,ooors., de
1843; Antonio Machado Bitineourt 8.000
rs. de 1813 ; Thomaz deAquno da Silva
i,
te jornal, silo chamados casa n. 9, da ra
la Guia ; respondem, que emquanto o an-
uuncisote no os chamar ueudun arlem
p le ir dltondo com aeua botOea opio at
itium perdidi.
Para alugar.
Precisa-se de urna preta que atiba ven-
der fazendas : na ra da Cadeia do Recite,
a. 23.
- Rouharam. da escadinha da alfandega,
urna canastracom 4 arrobis e 90 Iibraa d
atatas : roga-se a quem Cor offereoida de
tadaalf>ndega, do Sr. Daa Ferreira, que
sa gratificara.
-- Aluga-so urna parda de bons coalumes.
e com as precisas habilidades para ama de
qualquer casa, anda mesmoque ha ja fami-
lia : quema pretender, dirija.se pa das
Crnzea, n. 41, segundo andar.
Os credores do Snr. JoSo
Evangelista d* Costa e Silva, de
seu filho, o Sr. JoSo Manoel da
Costa e Silva, e de sea genro o Sr
Domingos Jos da Cunha Lages,
ao convidados pelo presente an-
iiunci a reuniem-se hoje', 19* do
corrente, na sala da associacao
commercial, ao meio dia.
O Snr. Francisco Antonio Pereira dos
Santos queira ter a bondade de ir pagar a
quantia de 111,800 rs. que deve na ra do
CahugA, n. 3 ; e emquanto o nlo fizer, o seu
nome nSo satura desta folha.
Roga-se ao Sr. padre Jos Xavier Men-
doso favor de ir i ra da Roda, n. 15, que
se Ihedeseja fallar.
ATTENCAO-
Para que o reapeitavel corpo do commer-
cio leona de repellir qualquer calumnia,
que possa resurgir contra o abaizo aasig-
uade por lingoas desatinadas e impruden-
tes, sulUciente he o resumo que abaixo vai
transcripto para triumpho daquelleque rao
rega recebar.
PERUMBUCO, 15 DE JULHO DE 1850-
llitumo do halanto da venda tila na ra do
Pilar, n. 92, perlmeenlt ao Sr. Domin-
gos da Rosa, e na qvdlidadt de socio o Sr.
Antonio laelnlho de Medeirot Uulra.
Importancia dos gneros, ar-
micjle,uleiicilios edinheiro apa-
rado al hoje, da semana, co-
mo niostra a relacSo.
Dieideu tetvat.
'51
11
Pertencentea ao soeio nutra.
dem ao socio Roza.
Despeza particular do socio
Dutra.
dem, idem do cai-
xeiro Eustaquio.
A dedusir.
Importancia de g-
neros comprados,des-
te 94 de maio do cor-
rente at boje, como
mostra o livro das en-
tradas. 731,(10
dewtr.
"Importancia de di-
nheiros apurados ,
leade a data aupra,
como mostra o respec-
tivo livro e entregues
ao socio Rozas. 578,008
Uostra a casa ter
de credores deade o
principio da socieda-
de at a diasoluclo da
meama.
965,580
59,800
13,180
4,880
9,320
1:038,500
-- Antonio Jonquim Vidal comprou por
orlem do Sr. Francisco Antonio Fernan-
d-sda Perahiba-meo bilhele da lotera
das obras publicas la ciilade de Nictheroy
O. 3540, que (lea em seo noilfir,
Antonio Joaqum Vidal tem cassado os
poderes quedeu para eobranca a Joaquitn
Florido Fernandei Lima desde 17 deste mez
le julbode 1850.
ttefiimw wmmmmmm
IIomreopnth;i.
Na Babia escreve o Dr. Mello MoraeaB
um ]orit*l homceopathico intitulado!
_E0ICO DO POVO, no qual se desenvol-'
Tjvem asquesles da medicina homreo-
oalhica, e se dflo preceitos praticos pa-
ra o curativo das enfermidades.
No consultorio central homceop'athi-;
cede Pernambuco, ra do Trapiche-i
Novo, n. 15, recabem-ae assignaturaa
para este jornal, a .000 rs. por tri-X
mestre.
aaaaf aanaaijMr-j.a.m. m^ mmm)ammmmmmmm\%mm\iat'^e.UtAet^^^ ST
WWWawmmaVm mwWWmWmtWmmlt
Os abaixo assignsdos fazem sciente ao
reapeitavel publico queamigavelmeate dis-
solveram a sociedade que linham na ta-
berua da traveaaa da ra do (juema-lo, a.
5, que gyrava debaixoda firma de Antonio
la Cunta Vaaconcelloa & Companhia ; as-
sim como flzeram venda da dita taberna, e
nada ju!gra dever neata praca ; maa quem
se aclurcom direito, pode apreiealar auas
coalas. Recife, 11 de julhode 1850. An-
tanio da Cunha fatconcelioi. Jote Gome* da
Silva.
ammTumaamVmmmwWmMmmwmmmMmfaBm
Compras.
158,110
882,450
Comprr-se um aellim inglez usado
norm em hom estado: na ra da Cadeia do
Recffh, n. 58, loja.
Compra-se urna negrinha prt urna
encommenda. 00 mesmo mulatinha : na ra
larga do Rozario, n. 35, loja.
- Compra-se urna casi terrea no sendo
muilo pequea e com quintal : na ra da
Senzalla Nova, n. 43, se dir quera compra.
Compra-se urna carrosa quesirva para
carneiro : no hecco da l.ngoejta, n. 3.
Compra-ge um boi de carro que esteja
gordo : na ra de S.-Amaro, n. 10.
Compra-se um theatro Ecclesiastico,
que esteja em bom uso e s*-ja barato : lam-
beta vende-seum jogo de breviarios com
nuito boa lettra, por ser grande, e em bom
estado, por prego commodo : na ra Direi
ta, n. 71, loja de ourives.
-Compra-se urna Hauta de 4, 5 ou 6 cha-
a, que seja boa, e um metholo para a
tnesina : na pra^a da Independencia, n. 17.
Compra-se um porfo do lages de
oedra para ladrilho : na ra'Nova, sobrado
que se est edificando.
Compra-se. na ra do Cabug, loja de
luatroporlas, do Duart'e, urna cazula bran-
" asta encarnada, forrada de roxo
verde, e do mesmo modo esto-
plo, ludo de damasco com galflo
e relroz, um missal ro nano, um cslix de
orata dourado por dentro, com tojos os
seus pertences.
mo para milo e capa de charutos :
nos armazens do fallecido fira-
guez e Dias Ferreira, no caes da
alfandega, a tratar nos meamos,
ou com ovaes & Companhia, na
ra do Trapiche, n. 34.
Vende-so um grande sitio no lugar do
Manguinho, que tica defronte dos aillos dos
Srs. Carneiros.com grande casa de vivrn-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, bsixa decapito que su&J
lenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba com
bomba e tanque coberto para banho, bas-
tantes arvbredos de fructo : na ra da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um andar
Metal amartillo e p e^os
a9eaa9ae99saagsCMHM
gomma, cose muito bem e cozinba, e he de
nacSo ; urna parda multo hda costureira,
? ngommadeira e cozinheira ; duaa pretas
para todo o servido, com algumas habilida-
des ; um mulatinhode 12 annos, bom para
pagein ; um dito bom ofllcial de alfaiate ;
assim como ontros muitoiescravos : na roa
da Cadeia do Recife, n. 51, primeiro andar.
Cdigo do commercio do impe-
rio, e compendio de pralica do
processo,
vende-so por 5.000 rs. na casa da residencia
do doutor Lourenco Trigo de Loureiro, na
ra da Saudade, defronte do Hospicio, e na
livraria da praca da Independencia, ns. 6 e
8; assim a segunda serie do ndice ctirono-
logico da l-gislaco brasileira de 1850, coa-
lendo o cedigo d commercio do Imperio
para forro do navios, por preco commodo; I ltimamente saoceonado, como o novo
compendio de pralica do processo, obra in-
Vendas.
Uastos 0,400 ra., de 1843 ; Mauoel Porfirio
Helgado, e.11 Banaaeira, 74,940 ra., de 1815;
AuloViuSuzano da Coala Teixeira", no Rio^
CranJedo Norte,8,000ra., de 1840. Sardo
lembrados osmais, que estiverem compre-
hendidos no mesmo lempo, enflo tiverem
daJo cumprimento de auas coalas.
ti Sr. alfe-es L. J.!. tenha a bondade de
indar agar 40,000 ra., que deve dosde
47, na ra Nova, n. 18 ; ge o nao flzer ve-
1 a o sen ndrr'e pt exti-oso. at que pague.
Aiuga-se urna casa oom soiao e grande
quiulai coni mullos arvQredos, na SoJeda-
de, a. 42 : a tratar na casa imroediata.
Aluaja-se um grande armazem na ra
do Urum.em Fra-de-Porlaa, do sobrado
jui.lo a fundiefio ngleza, lado do sul : a
tratar na l i. S, armazem.
Aluga-se um sobrado com grande quin-
tal, no luga ombados, u. 1: a tra-
tar na Lingoeta, o 8, armazem.
Troca-se
urna porcSq de lTaj^H neo de excel-
leute qualidade, e di aohos,
por papel de^eao e almaij: oa ra da Cruz,
n. 13
Preoisa-se alugar um preto cojaheiro,
para urna casa de pouca familia, qu
liel e alo se oaibtu:
vramea o, n. 20
l'iici.-' para
uQia^^H
Creapo n. 1/
Em eaaa de msico, at os gatos mian
por wlfa ; per cm.aqu, mua.cos
quttqen aununcio inserto m o n. 158 des-
Imporlancia do bataneo ante-
rior : a taber;
Airmacilo,pipas va-
sias e barricas vasai,
ele., etc. 355,520
Kxistiam em geno-
ros oa caaa. 326,985
Lucro que o socio Dutra apre-
seotou, captivo as deapezaa de
I mez e 21 dias.
682,505
199,945
fetpezat; aiaber:
Alngoel de casa da -
I mez a 91 diaa a 10/
rs. 10,993
Impoalo do banco
do meaxo lempo 9,040
dem de agu'ardaa-
te do mesmo lampo 4,514
Afaricfioe rever dito 9,408
Comedoriaa!! ( ar-
bitradaa pelo socio
Roza da 1 mez e 91
dias a 120 ra. cada um
dia.) 81,900
Ordenado do eai-
xeiro 8,480
BaUociados 5,000
Lotera do l\o-de-
Janeiro*
Aos 0:000.y000
Na prafa da Independencia, n.
4. vendem-se bilhelcs, meios,
quartos, oitavos e vigsimos da
scxla lotera a beneficio das obras
da ciiladedcNiclheroy.
Vende-se um moleque de nacjlo Costv,
le 13 a 14 anuos : em Fra-de-PurtaS, ra
do Pilar, n. 85, segundo andar.
Veodeni-so ricaa cambraias de cordo-
zaho cor de rosa, azul eroxs, pelo bara-
lissimo preco de 500 ra. a vara : na ra do
Creapo, n. 19.
Vende-se urna escrava muto boa lava-
deira, cozinheira e hbil para todo o arran-
jo de urna casa de familia ; he vendedeira de
ra, e de nome Mara: oa ra da Aurora,
sobrado de um andar, o. 43, do padre Anto-
nio Jos de Souza.
Lotera do Rio-dc-Ja-
Potassft nacional,
a mais oova que ha no mercido, por meaos
20 ra. do que em outra qualquer parte : ven-
de-se no armazem de A. V. da Silva Barro-
ca, na ra da Madre-de-Deoa, n. 28.
Attencao
Vendem-se chitas finas, a 160, 180 e 200
ra. o- covado ; nacados largos em cassa. a
240 rs. ; meiaa para sentiora, a 160 rs. ; di-
us para meninas, a 300 rs.; pequeos len-
cos com bico.a 500 rs. ; ditoa muilo gran-
des para cabeca, a 1,000 rs.; madapolSo de
vara de largura, muilo (no e com 40 jardas,
a 8,500 rs. a pega ; algodSo trancado de lis-
tras, encorpado e amei icano, a 200 rs. o co-
vado ; dito azul superior fazeuda america-
na, a 22(1 rs. o covado ; dito trancado brin-
co, a 910 rs. a jarda em pecas ; madapolSo
fino, a 3,800, 4,000, 4,800, 5,000 e 5.200 rs.;
meias americanas cruas e encorpadaa, a
4,000 e 5,00) rs. a duzia ; riscadinhos ge-
novezes, muilo finse proprios psra roupa
de meninos, a 320 rs. o covado ; lencos de
seda de excellentes padrOes e muilo finos,
a 9,400 rs., alm destas fazendas na um sor-
timento completo de fazendas de bom gus-
to que se vendero por preco baratsimo
para se adiantar a venda das mesmas : na
ra do Collegio, o. 1, loja da estrella.
.- Vendem-se pecas de chitas pardas, co-
res muito fixts, a 5,800 rs e a retalho a
120 e 160 rs. o covado; pecas de madapo-
19o comalgum mofo, largo e com 20 varas,
a 2,500 rs. ; estoupa, a 4, 6, e 8 vintens a
vara ; lencos grossns para tabaco, a 120 rs.;
11111 fole de Mear forangas, por 5,000 rs. :
na roa larga do Rozario, a. 48, primeiro
nadar.
. A 5 e 0,000 rs
Cadejtas de pi d'oleo e de Jacaranda,
mu bem fabricadas ao Porto, ltimamente
sabidas d'alfaodega: oa ra do Collegio,
n. 13, segn lo andar.
A 4, S e 7,000 rs.
Sapatos de couro de lustro de urna sola ;
ditos de bezerro de sola e vira, e gaspeas :
tU'lo para hornera, manufactura de Nanles !
oa loja de miudezas junto ao arco de Santo
Aotonio.
--Vende-seo romance Conde de Monte-
f'.liMsio, eui 6 voluntes encadernados, por
15,000 rs. : na roa do Queiuiado, n. 19, loja
jNa loja do sobrado amarello*
s> nos qua tro-cantos da ra do
* Queimado, n. ag vendem-se ^
aCrlcs de cassa seda padros novo scom*
flores de seda e com 15 cova.los-*
"> o corte a 8,00o*
JCrles de cassa de cores, a 2,000*
,?Cravatinlias de seda para Sra.
a 1,000,
100,701
Lucro que mostra ha ver livre
daa peaadaa despesas !! Liquido Rs 99,944
Antonio Jaeintko de medeirot Dutra.
0 Sr. de engenho que precisar de ma
i"a uaii, ymim ousinar prinieiraa letlra>
para tomar conta da escrulurac.lo tenden-
te ao tneamo engenho : dirija se a ra direi-
ta, n. 18, segundo andar.
No dia 99 do corrente, ia 4 horas da
tarde, na porta da residencia do lllm. Sr. Dr.
juiz de orphSos desta cidade, lemdeirem
praca a requeriraento de Frederieo Chaves,
a escrava Joanoa, perteocente ao casal da
fallecida Marianna Jess daa Neves.
D. Francisca Thumasia da Goaceico
embaica para o Rio-Grande de Sul o seu es-
eravo crioulo, de nome Rafael. ,
Preciaa-ae de urna ama oom bom laite i
no Atarro-da-Boa-Viata, o. 48.
Sociedade
Uarmouico-Tlieatral.
O ptimeiro secretario scealiflca aos Srs.
socios que a dialribaieSo de bilbetes para
ia de 90 do corrente, ser Teita no
ibaalro.
)uem annuncou comprar ama preta
pmfei Mira e que]
cose, dirija-se ra da Cruz, 11 35.
neiro.
Aos 20:0000,000 rs.
Na ra do Rozario larga, botica a. 49,
vendem-se bilhetes da sexta luleria conce-
dida a beneOcio das obraa publicas da im-
perial cidade de Nictheroy.
Iittairos .... 22,000
Meios.....11,000
Quartos .... 5,500
Oitavos .... 9,758
Vigsimos. 1,300
Mar nielada.
Vende-se na ra da Cruz,
no Recife, armazem, n. 13.
camelada em caixinhas,
dnduas al dezeseis libras,
a melhor que at hoje tem
vndo a este mercado.
Uuem quer comprar
Barato e bom
Deve aproveitar
A oecasifio.
Veodem-ae cortes de cassa-chta multo fi-
na, a 2,000 rs. ; ditos de camhraia com lis-
tras e quadros de cores, a 3,000, 2,500 e
3,000 rs. ; dilns.de cambrala bordados de
cores, a 2.500 rs. ; crt"s de collele Jde vel-
ludo, a 1,000 e 9,500 rs.; ditoa de aeda e
gorgurBo, a 9,000 rs. ; corles de casimira
fina, a 3,000 ra.; Iaa e seda para vest lo de
senhora, a 600 rs. o covado ; garga de 18a r
aeda, a 560 ra. o covado ; I3ea de corea para
vestidos, a 940 rs. ;ajjJta|ios de sol, de pan-
ninho para meninos andarem na escola,
1,600 rs.; fazeuda raoceza muilo encor-
pada com liatra ao lado, luigindo perfeta-
mente casimira, a 9,000 ra. o .corte ; les
muito finas e do bonitos padrdea, a 9,400
ra. o eorte ; lencos de 19a e seda, a 040 rs.
ifla eaeoceza propria'para veatlpo de pelas,
a 90o rs. ; eoutraa militas fazendas por di-
minuto preco : oa ra do Creapo, n. (5, lo-
ja de Joaqun de Olivera Mar Juoior.
Vende-se, por preco commo-
Jo, polassa em barriquiahas j fu-
^.t.nvasde pellica para sonhora, a soti
^Lencos de seda para grvala, a 800 1/^
^.Corles de calcas de casimira, a 4; 5 e 6/*
tAAAAs)iAa.AaA*AA*li*t
Vende-se urna negra de 15 annos de ida-
dade, muito hbil para qualquer servico,
cose, coziaha e engooima : na ra da Cadeia
de Santo-Antonio, segundo andar do sobra-
do da esquina do Ouvidor, n. 14.
Bom e barato.
Na ra do Queimado, vindo do Rozario,
Sganla loja, n. 18, vendem-se lencos de'
selim de cures para grvala, a 500 rs ; di-
tos de cassa, a 240 rs. ; cambra i as para Vea-
tidos, pecas com 20varas, a 9,000 rs.; meias
de seda de cores para homem, a 500 ra.;
ditas brancas, a 640 rs ; dilaa pretas, a 800
rs. ; ditas de laia para padre, a 2,000 rs. ;
panno fino cor de azeitona, a 3,000 rs.; dito
preto, a 3,2*0 rs.; e outras multas fazen-
das porcommodo preco.
Vendem-se um escravo bom sapateiro,
e urna negra de bonita figura, com idade de
22 annoa, sabe cozinhar o diario de urna
casa, lava roupa o engomma aufrivel, faz
renda, lece panno dealgodSo, tambeui coze
alguma couaa : na ra do Queimado, o. 14,
se dir quem vende.
-- Vendem-se rap rollo Hamburguez
em garrafas, meiaa de aeda preta de peso,
para padres, son horas o meninas, d na dita
curta de peso, para homens, barretes para
padres, {facas de marphim para papel
meias de algodSo para meninas a 200. 160
o 120 ris : na ra da Cadeia, n. 15, loja do
Bourgard.
-- Vendem-se 182 oitavas de prata e 7 di-
tas da ouro de lei, ludo em obraa Tedias .-
ia ra oa Caeia ao Recite, o. 5, loja de
miudezas.
Vende-se mel de assuear a 900 rs. a ca-
nada : na ruada Coocordia, retinara fran-
ceza.
-- Vendem-se dous balcOes grandes, todo
de amarello, cada um com duas gavetaa e
parteleira ; assim como urna grande mesa
tambem de amarello, e nus grandes arma-
rios, proprios para fazendas finaa : na ra
do Crespo, n. 19.
Vende-se a fabrica de charutos do Ater-
ro-da-Boa-Vista, n 5, sita em lugar bem
afreguezado : a tratar na mesma fabrica.
teressanle por sua brevidade e exactido a
quantoa se propOem o ofllciode julgar, ad-
vogar, ou procurar ao foro. Nos meamos lu-
gores continua-se a subscrever a 31,000 rs.
para o ndice chronologico, explicativo e
remissivo da legisUcSo brasileira de 1822a
1818, cujo terceiro volume devd brevomeo-
lo sabir a luz.
* f f f f f f W f f f f f f tf W9
>> Manteletes a 90.000 rs. **.
9J> Vendem-se manteletes prtos e mo-8
8>dernos, vindoa de Franca, pelo dim-^
*nuto preco do 20,000 rs.: oa ra do*
*Crespo, n. 9, loja de de J080 Antonio*
JTGomes CumarSes. 2
*A***SA4*fciA*A*AA4.*AA
A 9,800 rs. o covado.
. Vende-se o melhor seti m prelo reacio pa-
ra colletes e vestidos de senhora, pelo di-
minuto preco de 2,801 rs. o covado : na ra
do Queim -lio, n. 9. D3o-se as amostras aos
compradores.
Vendem-se escravos baratos,
como sejam : molecutes de boni-
tas figuras ; moleques, negras mo-
cas e pretos de todo o, servico :
na ra das Larangeiraa, n. 14? se-
gundo andar.
Deposito da fabrica de
rodos- )s-Snilos na Baha
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C.
ia roa da Cruz, n. 4, algodSo trancado
Isquella fabrica, muito proprio para saceos
la assuear, roupa de escravos e fio proprio
,>ara redes de pescar, por preco muto com-
uodo.
AGENCIA
Ja fundiciio Low-Moor,
kt Dk SKNZALT.A-SOVA, M. 4>.
Neate estabelecimento conti-
ua a haver um completo sorti-
nsnlp. de moendas e meias moen-
Is, para engenho; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido a
odo, de todos os timanaos,
>ara dito.
A 8,000 rs. cada um.
Chales de seda grandes
e de bom goslo.
Na loja de CoimarSee & lienriques, na
ra do Crespo, a. 5, veodem-se chales de
seda, grandes, de bom gosto e de bonitos
padrOea, a 8,000 rs. cada um ; cortes de ca-
se mira de cores, de muito superiores pa-
drOes mo ternas, pelo barato preco de 6,000
rs. cada corle; merino prelo fino francez, a
2,500 rs. o covado; dito inglez, a 1,440 rs.
o covado.
\ rados de ferro.
Na fundicSo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos m-
telos.
, l'echincha paraosSnrs.
mestre s sapateiros.
Couro de lustro a 3,800 rs. e be-
zerro francez a 3,000 rs. a pelle.
JoSoTiburcio da Silva GuimarSes, com
loja de calcado, no Aterro-da-Roa-Vista, n.
58, avisa aos Srs. mestres das olTIcioae de
sapateiro, que elle tem para vender supe-
rior couro de lustro da melhor qualidade
que existe no mercado, e pelles grandes,
vindo ltimamente pela escuna Aurora de
ilantburgo, pelo baratissimo preco de 3,800
apelle; bezerro francez, a 3.000 rs. a pal-
le, eem quartos a 800 rs.; e lodosos mais
aviamenios para calcado, que ae vendem
por menos 10 / do que em outra qualquer
parte, e para conhecimeoto Oa verdade os
Srs. sapateiros vilo ao mesmo estabeleci-
mento que a recoohecerSo.
Tai xas para engenho.
Na fuudicSo de ferro da ra do Brum,
icaba-se de receber um completo sortimen-
ode tanas de 4 a 8 palmos de bocea as
qaaes acham-se a venda por preco com-
uodj e com promptidSo ambarcam-w.
, lBP!A
uiHibaof oiuojuy ap afo| eiapeQ
>p iiu eu jjpuaA b as-iuenujiuoD
:0^9 ?|B Jd soi|iiioi;
'VqOUlirOdtl K luau^aq:)
Vende-se um sobrado de um andar, na
roa da Senzalla-Velha, n 93 : na ra do Paa-
seto, o. 7, loja de fazendas.
-- Venrtem-se tres pretos bons gastado-
res de ra ; urna preta do 90 annos, que eo-
ou carregam-seem carros sem despezas ao
somprador.
Boa farinha.
Na ra do Livra meato, n. 14, vende-se
farinha de boa qualidade, a 9,508 rs. a sacca
-- Vende-se o grande e novo engenho
Paraizo, na ribeira de S.-Antonio-Grande,
provincia das Alagas, com* ierras novas e
grandea maltas, fazendo grandes safras, e
com todas e excellentes. obras, como enge-
nho, casa de purgar, otaria, serra Tagua,
caaa de familia d'agoa com grande fomode
ferro, casa de vivenda, aenzalla, e grande
estr i liara : ludo de telha, novo* bem aca-
bado, de grandea dioiencoes, bem como ex-
cellente cercado de macia-preta para durar
mullos annoa: os pretendeotes, dirijam-se
a Pedro da Cunha Carneiro de Albuquerque
uo meamo engeobo, e para informac/Vee
neita praca, ao Sr. commendador Manoel
Concalves da Silva.
Prelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se sancas grandea com s arro-
bas de trelo, chegadas no ultimo navio
de llamburgo : na ra do Amorim, o. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.


_
RuadoLivramento, n.ll
Vende-se cslcado francez, obra amito
lio*, sendo borzeguins de fuendis de core?
rom hiqoeira de couro de lustro pura me-
ninos, a 900 rs. o par; spalos de duraqur
preto para senhora a 1,440 rs.; um'par de
brincos de fllagrans com bnlhantes.fmuilo
em conta.
A 1,000 rs. o corle.
Na lnja n, 5, que faz esquina para a ra
do Collegio, vendem-se cortea com Scova-
dose meia de-brimde algodSo trancado de
lislras e dequadros, pelo barato preco de
1,000 i s. c. i iitu corte.
Vend .i-geealugam-se as mellares bi
clias hamburguezas que ha no mercado,
tanto em porrn como a retalho : na ra
das Crnze, n. 40, taberna de Domingos da
Silva Campos.
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escures de algo-
dflo, proprios para escravos, por serem de
muita durarlo, pelo diminuto preco de 64o
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volts para a cadeia.
As novas cansas sublimes
a S.S40 rs. o corle.
Na lnja de CuimarSes & Henriques, na
ra ro Cresfo, n. 5, que faz esquina para a
ra do Collegio, vendem-se novos corles de
rasgas finas denominadas sublimes, pela
sua boa qualjdade e barato preco.
--Dhegaraw novamenle a ra da Sen-
zalla-NnvL-, n. 41, relogiosde ouio e prila
patente inglcz, para bomem e senhora.
Chita irancezas finas a
320 rs. cada um covado.
Na ra do Crespo, n. 5, confronte ao ar-
co de S.-Antonio, vendem-se chitas Trnce-
las finas e de modernos padrOrs simia nio
Vistos neste mercado, pelo barato preco de
320 rs. cada um covado ; panno prelo, pelo
barato preco de 1,800 r. cada um covado;
lencos ile cambraia hrancns e abeitos pela
beira.a 9,800rs. rada una duza.
Lotera do Riode-
Janeiro.
Aos 20:000,000 rs.
Na ra da Cadeia do llrcife, n. 24, lel
de cambio da viuva Vieira & Filliu, vendem-
se bilheles, meios, quartos, oilavos e vige-
sinosila6.' loteiia a beneficio da* ohias
publicas da imperial ci.'ade de Niiheruy,
cujas'odas deveriam correr de 18 a 20 ro
correte mez.
Pechincha
para os amadores da sania
economa,
lima poreno de finas cassas, francezrs de
4 palo ose meio de largura, de lislras azufs
e enea nudas, com flores de (odas as cores,
gustos muilo bomlos e miniemos : estas
rasase foram arri matadas em ItilSo, por Is-
s<) ^e vi ndeiii pela metade de seu valor, di-
nlieiro a vista, a 240 rs. rada um covado:
oa ma do Crispo, n. 14, toja de Jos Fran-
cisco Da*.
Vinde-se urna balanza anda nova1,
muilo em conta: na tua da Cadeia, n. 2.
sobrado confronte ao llicatro de S.-Fian-
cisco. .
Vende-se barato
Para se acabar
Sapatosdo Aracaty
A oito rentos res o par.
Na roa da Cruz, n. 30, confronte i ra d
I.ingerta e esquina do beccu o l'oito, ven-
ileii -se supi'iioies naialos i.'o Aracaty, pelo
iliiiiiiiuln piero de 80o rs. 0 |tr; clia|Cos
depalba ; esteias ; courinho* de cabra e
sola : ludo por menos preso do que em ou-
traqualquer paite.
Vendem-se, no fim da la da Aurora,
n. 4, iluis rarlelras para escriplorio, de urna
a face, onde | deni eterever 3 pessoas, rom
as grades dobrad* |ara oa litro, poi
30,i 00 rs. cada urna ; um linio de lamboies
antigua com agulIhOes e rodetes, por 300/
rs. e temos de rodiles, a 20,000 r*.
Vendem-se 3 Vtccas ile ma lorina,
junta* ou separada: i a praca da Boe-Via-
ta, d. 6, primeiro andar.
Vendem-se lencos de seda para algi-
baira, c que lambem serve para hombros de
senhora, pelo din nulo prei*o de 1,000 rs. :
a ra Suva, n. 2, loja.
Cdigo do ci.mmcrcio Lra&ileiro.
.Vituciii-a*) tudigua du comu.miu 00
imperio do Brasil, a5,000 rs. : no pateo do
Collegiu, casa do livro azul.
-. Vendem-se chai eos do sol para meni-
nos, a 1,500 r*.: na ra larga du lloosrio,
o. C, loja de miudezas.
Vende te Magnum Lexicn ; Horacio ;
Virgilio ; Saluslio ; Tilo l.ivio j Diccionario
geugraphico e commerciante, 5 v. ; Geo-
graihiachiojiologia de Vrtrez; llefuUcflo
de Tallei'and ; Hezout ; Crammalica ingle-
za ; dil frsnceza ; Consin ; Viganoa ; C -
raroui ; Afl'onso Africanu ; Novo testamen-
to Canons; Tompsom ; Cuararapet; His-
toria agrada ; o Pastor e a ovelha Cantos
sagrados, a 2u0 rs. ; o Ceido d'alma, a 80
rs. : turio mais barato do que em outra
qualquer paite : na ra do Crespo, n. 11.
lili.' que pee-hincha !
Veodem-se palitos de brim de linho ama-
relio, pelo diminuto preco de 9,500 re.; he
a Ultima moda. Venham pechiiicha qui
lie pouca, antes que ae acabe: ua ra do
Cullrgio, n. 1, Iojm da ealrell.
A 5oors.
Vende-se cha hysaun de superior qualida-
de, pelo diminu preco de 500 rs. a libra:
Ut ra do Crespo, n. 23.
Panno pardo fino a 4,000
rs cada um covaco.
Na loja da esquina da ra do Crespo, n 5,
vende-se panno fino pardo e cor de cafe,
Silo baralo'preco de 4,000 rs o covado;
lito preto e azul, a 3,000 rs. o covado, e de
'uiras muitas cOres e qualidades, por dimi-
nuto preco.
Ao barato preco de 140
rs. o covado;
Na loja n. 5, rieGuimarBes & Henriqnes,
vendem-se chitas escuras, pelo diminulo
nreco de 140 rs. o covado, e de oulras mui-
tas qualidade- ;>or diminuto preco.
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. 6, nm
novo sorlimento de fazendas ba-
ratas,
como sejam : cassa-chilas multo finas, de
rrires fixas e com 4 palmea de largura, a
190 rs*. o covado ; corles de ditas a 9,000 e
9,400 rs ; riscadodo linho, a 940 rs. o co-
vado ; dito de algodSo americano para es-
cravos, a 140 160 ra. o covado; dito mona-
tro com 4 palmos, a 900 rs.; zuarte azul, a
900 rs. o covado ; dito furta cores, a 200
rg. ; chitas de cores fixas e de bonitos pa-
drees, a 160 e 180 rg. o covado; cortes de
uslflo, a 600 rs. ; chales de tarlataa, a
1,980 rs. ; meios ditos, a 320 ra.; coberto-
res de algoilflo de cor, a 640; alpaca preta de
corrio e com sele palmos de largura, a
1,980 rs.o covado; e oulras muitas fazen-
Issem conta.
* #**?
A TURCA.
Chegaram os muilo procurados cyr-#
Ces de tapete para sapatos, leudo gran-*
#variedade de goslns: vendem-se na*
9 loja do sobrado amarillo, nos qualro-f
capto* da ra do Quelmado, n. 29. *
# Teeidos de algorfa o tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Saiitos.
-Va ra da Cadeia, n. 12,
eodem-se por atacado duag qualidades,
proprios; Pra saceos de assucar e roupa u>
dscravos.
Moend> s superiores.
NafundicSode C. Starr 4* Companhia ,
em S.-Amaro acham-se a venda n.oejidis
Je raima, lodas i!e ferro, de um mcelo e
construcfSo muito superior.
Chepos de sol.
Vendem-se chapos de sol, de seda prel-
enm baira Uvrails, a 6,000 rs. ; ditos furtaa
cies, a 6,500 rs.: estes chapeos silo mui-
lo ln'in construidos, muito fortes e de bos
seda : na ra do l'asseio, n. 5, fabrica de
chapeos de sol.
Ol! que pechincha !
Fazendas i reas lor precns nunca vistos,
om alU-iirn boa qualidade dellas.
Alpaca decordSo que parece barragana,
de loilas as cores, a 640 is. ; sarja de lila de
duas larguras, a 640 rs. ; merino.*, a 1,600,
2,000, 3,000 e 4.000 ra. ; panno prelo lino, a
3,000, 3,800, 4,000, 5,000 6,000 e. 8 (K 0 rs.,
egle le panno o mais fino que se i le ima-
ginar e tem de larguia 60 pollegadas ; luvas
pelas de seda para senliora, a 390 rs. o par;
e aimla resta urna foi(,Ho de pecas de cassa
lisa fina, com 12 jardas, a 2,500 is. por
ter a dobra de fra alguin sujo : no Alero-
da-Boa-Vista, n- 18.
l\ay> Haulo-Coideiro:
vende-se na ra da Cadeia, n 32, segundo
andar; ra do Cabug, loja do Duare ; no
Aleiro-da-Bot-Vista, loja do Estima.
Aloalbado de linho de
California com 6 pal-
mos de largura.
Na loja de GuinarSrs & Henriques, na ra
do Crespo, n. 5, vende-se o novo atoalhatln
california de puro linho e com 6 palmos de
l.rgura, pelo ba>ato preeo de 1,120 rs ; as-
sim como ha de 5 palmos de largura, a 1.000
rg. a vara.
Aos fabricantes de velas.
Na ra dos Tanoeiros. arroazem n. 5, vcn-
de-se muilo superior cera de carnauba, por
menos |rceo do que em oulra qualquir
,>arle.
Cha liysson.
Na padar i* por bailo do sobrado da pra-
(.a da S.-Cruz, n. 106, vende-se o melho cha
liy.-guu que he possivel neste genero, como
lia imito iio tem vindo ao merca.lo, o pre-
(o he muilo em conta, para se adquirir mais
liegue/es : lambem se vende assucar refina-
do da fabrica da ra das Larangeiras, de
|>iiiiieir e.segunda qualidades; caf mui-
do cevada loriada e nioida. qualquer desle
gneros so puros sem a menor mistura.
Vendem-seduus moleques de to a 12
anuos, multo lindos, e bous para ludo quan-
(oosquizeremapplicar ; urna parda de 25
annos, perfeila engommadeira e eostureira,
n Iim Itna mururn j Jn? JT*t CCS .".- T,.*-
mas habilidades ; urna lila boa quilandei-
ae lavadeira ; urna dila com urna lillia de
8 anuos, e que he boa para vender na ra e
servil a urna casa ; dous prelos bona par o
servico de casa : na ra do Collegio, n. 21,
primeiro andar, se dir quera vende.
9 Deposito geral do superior ra~
i) p A rea-Creta da fabrica ^j
& deGantois i'ailhet & O. O
na Babia.
4
H
le
Que ni admirar
venha ver e comprar.
Na ra do Crespo, esquina
volta para a cadeia,
vendom-se pannos pretos, a 3,000, S.600 e
5,500 rs. o covado; dUo azul, a 3,000 rs.;
dito cor de rap, multo superior, a 4,000 rs.:
ertesde easemlra prala; muito boa, a 3.200;
5,000 e 10,000 ra. ; ditos de selim de cores
para colletas, a 1,600 rs.; ditos de gorgu-
r5o, a 1,280 rs.; dito* de brim branco de
linho para calesa, a 1.600 rs.; ditos de fus-
tSo para rolletes, a 600 rs.; ditos de crista
para vestidos, de muito hom gosto, a 9,400
e 9.500 ra.; cortes de brim amarello du pu-
ro linho, a 1,600 rs.; cassa preta, a 140 ra. o
covado ; ditas de cores muilo bonitas, a 900
e 280 rs. ; alpaca preta de cordSo, com 7
palmos de largura, a 1,980 rs. o covado,
sendo esta fazenda muito propria para cal-
Cas, sobre-casacas e vestidos, por ser muito
forte econmica em raaSo da largura; ris-
esdo de linho azu'zinho, a 940 rs. o cova-
po; lencos da seda para grvala, a 1,980
rs. ; ditos psra algibeira, a 1,280 rs. ; zuar-
te azul de vara de largura, a 900 rs. o ova-
do ; dito furta cores, a 900 rs. ; riseedo
monstro, a 200 rs. ; picota muito encor-
nado, proprjp para escravos, a 240 e 180 rs.
o covado ; riscadode algodflo americano, a
140 rs. o covado ; corles de brim de lislras
decOres, s 1.000 rs.; ditos com listra ao
lado, a 1,980 rs. ; ditos escuras, a 1,980
rs.; pe rs.; dilasesruras decores fixas pora casa ,
a 160 e 180 rs. o covado ; chales de larlata-
na, a r,280 rs. ; matos ditos escuros, a 320
rs. ; lencos de carga para grvala, a 330 rs.;
meias para meninos, a 100 ra. o par; ditas
muito superiores para senhora, a 400 rs.;
lencos peqnenos de lia com tres ponas pa-
la escravos, a 140ra.; casaa de xadrez para
vestido a 320 rs. o covado ; pecas de cam-
braia lisa com 8 varas e meia, a 2,700 rs;
dita muito lina, a 640 e 720 rs. a vara ; cha-
peos de sol, de paoninho com bastes de ba-
Iih muito bous a 2,000 r*. ; e oulras mui-
dlas fa'/endas barataa que a vala dos corr-
prsdores se faifio o* presos.
Os amigos riscadosmons-
tros a 2H0 rs. o covado.
Na loja de GuimarSes & Henriques, ven
ilem-seossnligos ligeado* nionslros.de 5
palmos de largura, e de padrOes novos, a
280 rs o covailo ; riscados california, de co-
res linas e muilo encornados, e tambem de
cores escuras, pelo barato preco de 900 rs
o covado.
A 1,000 rs. o corle de
Ca Iv". S.
Vendem-se brins lran5ados de!
lislras ao lado, dos mais moder-
nos padrSes, tendo tambetn cor
Je gnnga, a I,oro rs. o corte de
calcas : na ra do Qneimado, n.
8, loja conlronfe a botica.
Com 8 palmos de largu-
ra o novo a Igodo mons-
tio trancado california.
Na loja confronte ao arco de S -Antonio!
n 5, vende-se o novo algodflo monstro tran-
cado, com 8 palmos de largura, palo baratd
preco de 800 rs, a vaia.
No armazem de Joaquim da
do -um illles ptimo gpateiro; ur pardo
le 22 annos, perito cozinheiro, bolieiro e
empalhsdor; orna parda de 22 annos, com
habilidades; Upretascom algunas habi-
lidades, boas vendedeiras de ra, e que silo
nropriag par todo o servico: na [ra do
Collegio, n. 3.
Vende-seumaiolalinha escura, de 15
annoa, bstanle sadia e vistosa,que cote,
marca e cozinha ; urna negrinha de 19 an-
nos, queja sabe coser, ne propria para
qualquer enslno : na ra da Cideia-Velha,
n. 41, loja de fazendas.
- Vandem-se9 ralogios patente de ou-
ro, urna correte, bandera e resplandor
para Menino Dos, botes de punho aber-
tura, 9 salvas de prata, um faquejro, um es-
pevitador, 1 anparelno para ch*, 2 paras de
oasticaes, 1 dito de serpentinas, 2 duzias de
facas e garios, urna bride, urna colher para
soupa, 12 ditas para cha, e oulras obrss de
ouro e prata: na ra estreila do Rozario,
n. 98, segundo andar.
8a! do Aes:
vende-se a bordo da sumaca X.-Joar1, fon-
deada dHfronte do trapicha do algodSo, ou
na ra da Cruz, n 24.
tya toja de Fernandes da Luz &
Irmao,na ruado Livramento.n. lo,
vendem-se corte* de brim trancado branco,
a 1,120 rs. ; ditos de cor, a i,00 rs. ; cor-
les de cassa-ehita, faienda muilo fina, a
2,500 rs. ; cbila preta da lustro, a 100 rs: o
covado ; dita de cor, a 160 rs.; riscado
monstro. a 210 rs. o covado; e um candiel- .
ro de 3 luz.es, por preco commodo.
para o que ae quizer applicar: na ra do
llrum, asando o chafariz, a esquerda, se-
gunda casa terrea.
Vende-se orna aacrava da Coila, de bo-
nita figura, com urna cria: na Bda-Vist,
iravessa do Veras, u. 15.
Vende-se orna canoa boa pira abrir;
urna dita de milheiro de lijlo, em boro, es-
tado; um eocoramenlo de canoa ; 2 falcas
de amarello para canoa ; aal de pedra, a
1,600 rs. dito de salgar couros, a 1,000 rs. ;
dua* bucar Jas de oanoi j usadas, por pre-
qo comroo^o : na ra Inperial, n. 290.
Vende-se urna eaorava de 23 a 25 an-
nos, de boa figura, que cozinha o diario do
urna casa e cose chflo ; na ra do Queimi-
do, n. 65.
Por seu donse querer retirar
vende-se a taberna do ^terro-da-Boa-Visti,
n. 80, com poucos fundo, e cora commo-
iloa para familia, e que he propria para al-
gum princijiante.
Na ra do Creipo, n. lo,
vendem-se chitas encarnadas de
liatras e quadros avelludados, pelo
barato pretco de aoo rs. o covado.
A rilas fregueies que he occasjSo.
Vendem-se duss vareadas novas, de 10
palmos cada urna : na ra Nova, aobrado
q uoaeestaedrnca ndo.
Escravos Fgidos,
Vende-se rap Paulo -Cor-
Domingos Alvesllatheus, sgcnle da*
^fabrica de rap superior Areia-Vreta da*?
^Balua, tem aberlo um deposito na rua^
^d Cruz, no llecife, n. 59, primeiro an-vj
v,i,r, onde ae achara aempre deste ex -V
^celleulee mai acreditado rtfp: ven-V
vj>de-se em bolea de urna e meia libra,3>
por preco commodo.
Vende-se para se acabar com uae pe
quena poicSo de canas de velas de carnau-
ba, sendo as bem couhecidas do Aracaty,
por sua qualidade, he de 8 em libra, a 3oO
ra., conlendp cada cix um arroba : na
Irua do Oueimado n. 15, loja de fazendas.
Silva Lopes, vende-se farlo, a
3,ooo rs. saces, e farinha de*tri-
go franerza da marca BarSo, por
preco commodo.
Vendem-se rodas de arco de pi para
pipase bsrricss ; caixas de pinho vastas-
piegos ripaes, proprios para pregar barri-
cas cal virgemde Lisboa; fio porrele do
Porto : ludo por preco muito commodo :
na ra da Cruz, no flecife, n. 49, primeiro
andar.
Navalhas de patenle.
Vrndem-se navalhas finas de
patento para la/er barba estojo*
completos de todos os ferros par
cirurgia, obra muilo fina, por pre-
co commodo : na ra da Cruz, no
Herile, n. 43< toj> Antonio Carnciro de Souza Aze-
vedo.
Bichas de Bambrgo.
Vendem-se as verdadeiras .bi-
chas de Ilaaibiirgn, os ceios e a
retalho : tanibem se alngam e vo-
se applicar a cjuem piecisar : na
ra da Cruz, no ttecife, n. 43, lo-
Jn de Joaquim Antonio Carneiio
de Souza Azcvedo.
- Vendem-siiauarra ao tarro: a ra
c-----
Vende-ae om piano do oiui-
(o boas vozes quasi novo : no pa
teo da Penlia, ti. i5,se tliio mo-
tivo da venda.
. Vrndem-se tainha de Alagoas, novas,
a!20rs. : no caes da Alfandega, armaiea^
n. 5. j
Vende-se a laberua sita no Varailourn
de Olinda, na casa do Sr. Joaquim Francia-]
cu de Alem, ou retalham-se os gneros da
mesma, consisliudo cm pralos, ligellas, b-
lea, chicaras, i ir esmaltados, bscios e lia-
ciaahranc a e pintadas, genebra, vinhoen-
garrafado le uperior.qualidade, arroz del
vapor, vinho branco linio: ludo aupen
rior, ea vista taz f.
Vendem-se ti escravos, a saber : 3 ea-
cravos, sendo uru dellesoarreiro ; um opl>-
iim multliiilio de 10 auuus ; um dito de 94)
hiiiiu ; una aiulatinli de 14 anuo, quo
cose bein, engomma liao, e he recolhiila ;.
urna negiiuha de lannos ; urna parda di '
8 anuos, que Uva e coz'nba ; 6 escrava
mocas db todo o servico ua ra ireil,i
n, 3.
- Vendem-se 10 lindos moleques de 12 a
18anuo; 8protosda20 a 9B annos, *n
deiro, chegado agora do Rio-de-
Janeiro : na ra da Cadeia, n
Sg, loja de Jos Das da Silva.
Vende-segraxa em bexigas
vinda ltimamente do Kio-Gran-
de : na ra da Fraia, n. 3a.
Na ra do Llvramento, n. 10, loja de Fer-
nandes da Luz k Irmao,
vendem-se 9 pbrtas de amarello, muilo Tor-
tea, da largura de 5 palmos e 11 de cum-
plimento, por prei*o muito commodo.
V itihos Finos.
Na ra da Cadeia, ni, vendem-se excel-
lentea viahos engarrafados, sendo do Por-
to, Mader. Rucsllas, Carcavellos e musca-
lel deSetubal.
lie muilo barato.
IDsguiao monstro.
.Vende-se esguiSo de algodSo, fszenda
muilo fina e de 4 palmos de largura, muilo
proprio para camisa, toalhaae outraa mui-
ta obras, pecas com 10 varas, pelo barato
preco de 9,560 rs. ; cliilas esedraa finas e
moit fixas, com pequeo mofo, a 160 ra. o
covado ; corles de brim de lislras cor de
gings e de oulras muitss cores, pelo bsrato
pre^o de 1,280 rs. ; brim trancado branco e
de lustras, muito encorpado, pelo* barato
prego de 1,000 rs. o corte: na fu do Cres-
po, n. 14, loja de Jos Fsanciseo Diaa.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba muilo supe-
rior, a retalho e em poreflo: na nn da C'uz,
n. 36, confronte a l.ingoeta, esquina do
becro do porto.
Vrndem-se bandas para oOlciaea de ca-
cadorea, por preco commodo : na praca do
Commercio, n. 9, primeiro andar.
He muilo barato, 4140 e
300 rs.
Vendem-se -chitas trance jai cor de gan-
ga e cor de rinza de lislras, fazends muito
lixa, de lindos padrese gosloa muilo mo-
lernos, pelo barato preco de 940 rs. o cova-
do ; brim da puro lindo e de quadrinhos
rniudos, pelo barato preco de-360 rs. o co-
vado : na ra do Crespo, n. 14, loja de Jos
Krancisco Das.
Vendem-se e alugm-*e bichas de Lia-
boa, s msis novs, e por preco mais bsra-
to que ha no mercado : na ru do Collegio,
n.S, taberna.
-- Vendem-se 4 ecrsvos rom ofllcio.de
ferreiro, carpina, baibeiio e carreiro, lodos
mocos, e sem vicios uem achaques: ven-
dem-se par pagamento de urna divida : na
ra do Livramento, n. 4, ae dir que vende.
Vende-te rap Paula-CorJeiro, muilo
superior: na ra da Cadeia, luja de JoSo
Jos de Carvalho alor*es.
Vendein se diccionarios da
liogoa portugiieza por Constancio,
terceiru e ultima ediefio, ricame.i-
te encaderoados, a 9 000 rs. cada
um : no pateo do Collegio, casa
do livro azul.
Para o Commercio.
Vendem-ae livros em branco, paulados*
riscados, papilde llollanda, com 800 fo-
lias, por 5,000
liitua com 800 dilas, por 4,000
lutos com 100 dilaa, por 9,000
No paleo do Collegio, caaa do livro azul.
Yesdc-r.-St Ms==sei d =;:?
a, em oitavo ricamente encader-
oados, o com muitas eslampas,
por t,ooors. no pateo do Col-
legio, caaa do livro azul.
Contina-se a vender feijlo mulatinbo,
a 390 ra. e prelo, a 900 rs. a cuia ; arroz
brauco, a-390 ra. a cuia, e em libra a 60
n.: no paleo do Carino, n 2, venda nova.
Na ra das Cruzea, 11. 99, segundo an-
dar, venda-stt uaaa esciava crioula, de ele-
gante kguia, que eugoinina, cose cbo, co-
zinha bom e lava de aabfio ; urna dila de na-
ci Angola, com as mesma babilidada;
ama dua de nai.no,que cozinha bem o diario
de urna caaa, lava da sabfio, e ha piopria
para lodo o servico de casa e ra ; um es-
cravo proprio para o servico da campo.
Venue-sa u sitio no Alerro-Joe-Afo-
ijados, contendo 4 mofadas de cita pe-
quea e urna grande con sollo e copiar
la parte de detrs, toda de pedra e cal : o
iiiiu t -ni bastanl-'S irvorelos de fructo e
-oqueiros, com ceo palmo* de frente e oais
le 600 de fundo: lambem se aluga: na
ra de S.-Amaro, n. 10.
Vende-se urna preta e um preto, aiu-i
boa da elasjantes Bajuras, sadios, e opuoos
Fuglo do engenho Cancclor, comarca
e Nizareth, o preto Francisco, que fui es-
cravo de Lino, senhor d' engenho Tapacu-
r, o depois de Francisco Paes Harreto, do
engenho velho do Cabo ; he crinulo, de 30
annos pouco mais ou menos, altura regu-
lar levou Camisa de rosdapolfio, calesa de
brim ou algodflziuho, chapeo redondo de
massa ji usado : quem o pegar leve-o ao
dito engenho, ou nesta praca. ao armazem
de assucar de Vieira Pereira da Cunta, quo
recompensara.
Fuglo, no dia 30 do atr-z psssadr, o
preto Joto, de nacSo Benguell, de altura
regular, grosso do corpo, barba serrada, e
corp alguna cabellos brancos cojo escraio
trabalbava no 'arsenal, e ltimamente em
armazem de assucar: quemo pegar leve-o
ra de Apollo, n. 4, quo ser recompen-
sado.
OO^OOO.
Fugiram de bordo do brigue
Sem-Pur, vindo do Kio-e-JAoei-
ro, doa escravos, sendo um de
norne Sabino, de cor parda, esta-
tura regular, de ao annos pooco
mais ou menos ; levou calcas e
camisa azues, bonete encarnado:
o outro de nome huzebio, criou-
lo, de a4 aunes poucc mais ou
menos, estatura alia-, levou caltas,
camisa e bonete azues. Boga-seas
autoridades1 policiaea e capiles de
campo, que os spprebendam e le-
vem-nos roa do Trapiche, n. 34,
casa de Novaes & Conpanhis, que
recompensar.
Kugio, ha 9 para 10 mezes, o crioo|o
llaphael, de 35 annos, altura regular, quei-
xo redondo, pouca barba, olhos muito vi-
vos tem nos pe* um dedo corlado pela
junta; he serrador; muilo rbelorico no
fallaf; auando anda empina aa nadegas pa-
ra Iris .- Miguel, crioulo, meio fulo, cabello
pinlando.de 46 a 50 annos, baiso, com fal-
la de cabellos que esta quasi calvo, IMACa
barba, queixo lino, olhos vermeihos.e arre-
galados, mnilo ladino,o conversador, cheio
do corpo as paz, pernas finas, ps peque-
nos ocom o mesmo urna eserava de nome
llosa, crioula, bem prela, altura regular,
com marca de fogo no rosto do lado esquer-
do descendo aos hombros, pa, e braco, em
partes que parece agoa quente : quem os
pegar leve-os so engenho llhs-de-Bello, ou
nesta prc" a Antonio Alves de Miranda Cui-
marilcs, na rua'Urrelta, n. 69, que se re-
compensar* com 30,000 rs. por cada um.
Acham-se fgidos, do engenho Santo-
Andr, na freguezia de Una, desde aovem-
brodo annopaaaado, os escravos crioulos,
de nomes : Simplicio,, idade 21 annos, alto,
secco, aem barba, beicosum tanto grqsao>
bocea grande e ftia por ler oa cintos cfi'eio,
denles grandes, gosls de tomar (abaco, e
quando o loma, quasi aempre, deixa sojas
as venia* : Antonio, tambe* carraro, ida-
de 30 annos, silo, grossura regular, ea-
padaudo, pouro barbado, cacundo, bocea
grande, beicoa um tanto groasos, tem lat-
a de deatea na frente, jola de fumas* ca-
chi mbo e tomar tabaco, eusatrazar conta
gnudaa o pescos.o ha noticia que aniam
em um couto, nasmsltas do engenho Ca-
morim, n freguezia d'Agoa Preta, edahi
aoongenno Pirangi, que nflo dista muilo,
por tero Antonio, deste engenho urna es-
crava, com quem tem amisade : roga-ia) as
autoridades polica' e capilflo de campo,
que o apprehendam, e levem-oa ao dito
anRenho, que serio recompensados com
oo.uou rs.
Fugio, no dis 30 de junho do correnfc
anno, do engenho Selubal, freguezia do
Cabo, um molecole, de nome Elias, crioulo,
de 94 snuos, bem preto, olhos grandes, na-
riz afilado, com toflos os denles na frente e
limados, corpo espigado, pernas .fines; he
bem fallante, ladino e pachola ; Tvou cal-
Cas jaquel*echapeo prelo; consta que fui
sedusido, e anda pelo llecife. Uoga-se ss
autoridadea policises, capifte de campo,
ou oulro qualquer pesaos, que oapprelien-
dame levem-no a eu senhor, Joaquim do
Reg brrelo, ndito engenho, ou a Do-
mingo da Silva Campos, na ra d*a Cru-
zas, n. 40, que serfio generoaaaiante gra-
tificados.
Deppareceq, no di 13 do corrrnte,
pelas 3 huras da tarde, Den preto da Costa,
de nome dmenle! de altura corpo re-
glales; te 1 cicatriz ns cabeca, pro-
veniente da nui lalho que levou ; tem os de-
dos da aaJJS direila um pouco encolhidos,
proveoleWe de outro lalho que levou no
braco; levou camisa deafgodaoda larra da
mangas curtas e em folha, acalcas azues :
quem o pegar leve-o i ra Imperial, n. 95,
ijiieea^oimPmwdo. -______
Ptum. :*Narar.MM. r'-Mrauu. 180


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