Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07512


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXVI.
m
Quarta-feira 17
PAKT1DAI BOB oounoi.
Goisnnae Parihiba, segundas etexlas felras.
Hio-Graudr-do Norte, quintil llras ao meio-
^dll.
Cabo, Serlnhiem, Rio-rormpto, Porto-CilTO
e sfamud, ao 1.*. a 11, r 91 de cada mez.
Garanhum r. Bonito, a 8 r 23.
Hoa-Tlata e Florea, 118 e 28.
Viciarla, s quinta feira.
Oltoda, lodos os das.
---a
Pmiu ai io.
Mina;, a 2. i3
Nova a 9. o
h.e
1 m. da t.
ni. da t.
JCresc. a 16, i 4 h, e 12 ra. da m.
(Chela a 24, > 3 h. e 4 m. da m.
mu ai moje.
Prlmelra ai 10 horaa e 64 minutodi minhii.
Segunda 11 hora* e 18 minuto da Urde.
de Julho de 1850.
N. |08.
a-JSBOO Bl aDBSOllIFQAO.
Porlreimezei (sutsantsuloi) 4/000
Porieiimexei 8/XJ0
Por um anno 15/000
i 11 aawaBajaaBauaM*a>
da A axafAJVA,
15 Seg. S. Cimillo de Lelli. Aud. do J. dos orf. e
do m l.v.
16 Tere. Nossa Senlior. .o. Aud. do chano.
- tWi. da 1. v. do clv. e do do feltos da faxenda.
17 Quirt. S. Aleiio. Aud. do J. da 2. v. doclvel.
18 Quint. S. Mariuba. Aud. do J. dos orf. e do tn.
di l.v.
19 Sen. S. Vicente de Paula. Feriado.
20 Sab. M. Emiliano. And. da Chae, e do J. da 2.
v. crime.
21 Dau. O Aojo Custodio do Imperio.
. ira ii mi
CUMIO KM 16 BI JUMO.
Sobre Londres. 27 37'/, d. por 1/000 r. a 60 diai.
. Parla, 340.
. Lisboa, 1 oft por oento.
0ra.Oncaa uetpanhoes......... 29/000 a 29/SO
Moeda. de M40 reinas.. In/MH) a 16/700
de 6/400 nova.. 16/1(10 a lBfill
de 4/000........... 9/100 9/2UU
/V-U.-PUc8es brasileiros...... 1/1180 a 2/000
Pesos columuarios....... 1/980 a 2/00.)
Ditos mexicanos.......... 1/820 a 1/840
ssu:aaAaBaaawiaBxexexsesssMPaMaAMBBiuu*M.
PERMMBICO.
RECTIFICACAO.
O ilvsr, que concedeu o privilegio pera
a cobranca das divids do hoapiul de Nossa
Sen hora do Para izo, e que doixou de ser ci-
tado ni exposicSo feila pela administrseflo
des hosptaes de caridad, pubblicada no
supplemr-ntoao Diarlo de honfem, lie de 19
de agostotfe laf. Entre outros erro, que
ririlmcnte serilo suppridos pelo leiiof, no-
ts-se especialmente o que se achs na segun-
da pagina, segundo psragnpho, no qual se
escreveu pilivraou patrimonio--em lu-
gar da pilivn-sos quaet, devendo assim
ler-ae aquello paragraphoNa ioslituicno
da capella sempre ae di a dala mixta de
se continuar a pied.de do instituidor, e de
se favorecer os membros de urna familia,
sos quaes vam transferidos ot bena com
certos encargos impostos pelo instituidor
o maiscomo na pangriphie-.
|
PifflTE OFTiq/U -
MNSTERu da fazehda.
tbactq do expediente do da 10
re mno.
Ao inspector da alfandega, que em vista
do que representou a respeito do brigue
Hemtf'Ckarlolte, de que he capitffo lieny-
hon, pettancenta a Stockholmo, entrado
por tranquil, com manifest para lelsigcer,
liando depoii entrada por inteiro, deve re-
formar nseu despacho da multa, ni frm
do artigo 215, pela Irregulari lade do ma-
nifest, puis que segundo informa e const
dos pspeis. s mufla nBo poda sersenSOa
do artigo 159, que he a que llie deve ser ap-
phcidi.
i
GQVERtDA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO 1)1 A 11 DE JULHO.
Ofilcio.-Aocommandsotedssarmas, pin
mandar inspeccionarlo paisano Severisnn
Leonardo de Souza. qu fe oflereceu Pira
assenlsr praca ni compinhinii de artfices.
Dito.Ao inspector da thesourarii da fa-
zenila, declarihdo, que pode mandar des-
pachar livrn de direiloso peqneno escsler
etkfuui mandado para o servico di alfsnde-
ti, quaf s ach ueste porto i bordo di
leratuglea aoid-Fish.
Uito.--Ao.juiz relator da Junta de justici,
ira os i lindo pira serena apresenlados em
sessSo da sarama unta os procesaos dos sol-
dados Claudino da Silva do terceiro bita-
IhfljJe arlilharia p, e Lua Antonio Pe-
reirr do quinto da fuzl- iro*.- lolelligen-
cioo-se 10 commindanle daiarmis.
Dilu.Ao inspector da pagadura militar,
devolveodo para tero conveniente destino
guia do lente Manuel Porfirio de Castro
Araujo, que por motivos iltendlreis deixou
de seguir para corta a reunir-se ao sexto
bilalhilo de ccalorea qus pertence.
Dito.Ao inspector da thesourana ds fa-
xenda provincial, para mandar pigino en-
genbeiro director das obras publicas, de-
pm'a de examinadas as cuntas das despeja-
feitas ale SO de junbo ultimo com a casa de
d'tencfio, o saldo da Vz.&OO ii, que ae Ib
est a derer.Commuuicou-se so mesmo
engenheiro.
Hilo.Ao mesmo, para que minda adan
lar ao ngenhero Milel, a quintil de ri>
2:000,000, pin eoniinuiQflu das obras do
vigsimo-quinto lineo da irada da Vic-
toria, vino ichir-se etgotadt a ultima
piesfto, que se Ihe mandou entregar pan
o mesmo Uro Intelligenciou-se ao enge-
i.lieiroditeclur dss obras publicas.
Dito,Ao mesmo, ordenando que mande
igar ao engenheiro Milet, a quintil de
1,4(0 rls de saldo das despaiss feitaa em
o mez de junbo ultimo, enmos Irsbslhosd
sexuada parte do nono lineo di estrada da
eianl'licou-so ao director dii.
obras publicas.
FOLHETIM.
THEATRQ DE SANTA ISABEL.
O KUf rolhettaisla da Vnio lein-ie encar-
rrgado deanalytir o theatro de Sioti-lsabrl;
be rile uin setvico relevante, segundo o nos
so frico cdtender, e do qual multo provello
pode lirir publico pernambncano. Sim, bs
nunca liveinos theatro ; ama cas nial decora-
da) ende tnrli duzia de curiosos se rrunlio pa-
ra reprcsealir tem mrtdodn, semgosto, sein
encola, teiu o menor conherimeiito scenico, fa-
'--II. nulluMUa An ..
uio dramtico, nunca, nunca'inereceu o noie
de theatro -. boje oda o temos, e se mo como
devera ser, ao suene o mrlhor qaa be posatval,
atientas ai clrcumstaocias : seria perfeito. se a
pressa com c|ue fol aberto o Ibealro de SaoU>-
isibel, nao fuste inallvo mili que plausivrl pi-
ra nao i la compauhia quiudo nao t da
perfrila, ao boa : podamos esperar ala-
da ; un pouco mais de demora, e o nniso Ibea-
lro era cao, Germano, digno em-
prendo ou detector aja teve lempo par etco-
ihi, clrcumsUncii he esta da todoa bem tbi-
da. Confiamos que cita Ht envidar todoa os
sea riforcos pin corresponder 4 nona eapec-
tic.io. jaiisfaier os not irailo
a com' dramtica cotu a acquisicao de
novse bous artistas,
Quimln teve lugar s abertura do theatro no
>, ni nao esta vamos uesta cldade;
los de notio pirtirulir loterrsie su le-
an interior da provincia, e fol lumente
em flus de junbo pioxiuio paiudeque podemos
ser reslllaido a naita habitaio do I
motivo uosprivou de desde logo nao termo
Dito. Ao mesmo', determinando que
mande pagar ao engenheiro Milet, 28.370
res visto ter despendido com os reparos
c usados pela chuva nos atorros do decimo-
sexto lineo da estrada d Victoria, a quan-
ti de 438,370 'is, para os quaes recebeu
smente a de 400,000 ris.
Dito.-Ao mesmo, para mindar adianlsr
ao engenheiro director dss obras publicas,
s quintil de 9:000,000 ris, pin oontinui-
co das obras do theatro, por se schar qussi
esgotad a ultima prestacSo que se Ihe man-
dn adiantar para o mesmo flm.Commu-
nicou se ao mesmo engenheiro.
Hilo.Ao mesmo, para que mande entre-
gar ao engenheiro Joto Luix Vctor Lieu-
thier, a qusntis de 158 980 ris, em que im-
portara m as deapezas feitas com os reparos
da ponte do Csxangs.Intelrna-ne o enge-
nheiro director das obras publicas.
DEM DO DA 13.
Ofcio.Ao commandante dis srmas,
eommunicindo que S. M. o Imperador hou-
vers por bem conceder dous mezes de li-
ceo c com suido simples, >sr? ir a corte
tratar de negocios de sua fsmilia ao lente
do quinto batilbfi de ciqidores l.uiz Hila-
rio Setubil."lotelligenciou-se so iuspeclor
ds pigsdorii militar.
Dito.Ao mesmo, inteirando-o de ter S.
M. o Imperador, segundo fol declarado em
aviso do ministerio di guern de 19 de ju-
nho ultimo, por decreto Je 19 do mesmo
mesmo, concedido pisugem ds uns pan
outros corpas do exercito, sos ofllciaes
cnnstintes ds relelo que remelle por
cpii:
RELACAO A OUE SE REFEIvE O OFFI-
CIO ACMA.
Pira o primeiro bitilhSo de arlilharia a
p, o seguado-tenento do lerceiro baialhSo
da mesmi irmi. Joiquim Firmino Xavier.
Para o qu iolo bitalbfto de fuzileiros, o le-
n-nle ds compinhii fin da p.ovincii do
Espirlto-Sinto, Bermrdino Fiere Maciel,
e o ilferes do stimo batslho de caladores,
Leand'O Correa do Lago.
Para o selimo bitilnSo de desdores, o
sferes do quisto balalbSo de fuzileiros, Vi-
cente Ferreirs de Lima.
Dito Ao mesmo, Lransmeltindo para
Ibes dar o conveniente destino a f de nffi -
ci do primniro-tenente do quarto batalhSn
ile irtilhiria i p Benedicto Mirtino de
Csmpos. e bem assim copias dis dos primei-
meiros-tenentes. Antonio Joiquim de Al-
meid e Benedieto Jorge de Firiis, este di
compmhia de irlifices dests provincis.e
aquella do lerceiro bitalu-o de iitilhiria
p.
OlioAo mesmo, icienllflciade-o de ter
9 M. o Impersdor, concedido licenca regis-
trada, a lloi de estudsr os preparatorios
niri se matricular no curso jurdico so ca-
dete da compinhu fin di Panhibi F/sn-
cisco Clementino ds Vssconcellos Chives.
Dito. Ao mesmo, communicindo que,
segundo constou desviso do ministerio da
goerra de 25 de junbo ultimo, S. al. o Im-
perador, bou vera por bem eoncoder pissa-
gem pan o stimo batslh3o de cicsdores,
so segundo cadete do primeiro di mesmi
irm Joo Peres Gomes, e prevenindo-o, de
que o menciomdo cidete, nos termos do
referido aviso, deve seguir os priroeiri oc-
casiao reunir-se io corpo a que lies per-
lencendo
Dito.Ao inspector ds thesounri de fi-
endi, communicindo pan fizer constar
so inspector ds ilfandeg, e sosdministrs-
lor di mesi do cousulido, que S. M. o Im-
persdor, segundo constou de iviso do mi-
nisterio dos negocios eslrsngeiros do pri-
meiro do correte, houvera por bem conce-
der o exequtur a nooseacjlo do subdito
brasileiro Joflo Ignacio de Meleiros Reg,
pan consol di republici do Per nest pro-
vincia. Inteirou-se ao chafe de polica e
10 cipitOo do porto.
Dito.--Ao Inspector da thesoursrii di fi-
zendi provincial, pin msn lar idiintar so
engenheiro JoSo L. V. Lieulhier, s quntia
de um conlo de ris, psrs continusffio da
obra da arrorabamento do pantano de
Olinds.
Dito Ao mesmo, pira que mande pagar
io engenheiro JoBo L. V. Lieulhier, i quin-
til de 123,140 res, que se Ihe est a dever
de saldo de contas das despezss feilss st
30 de junho ultimo com ss obrss do dci-
mo-segundo lineo di eilnda do l'ao-
d'Alho.
Dito.-Ao mesmo, ordeninndo que msnde
sdisntsr io engonheiro Jofio L. V. Lieulhier,
i quinta de 215,300 ris, para conclusSo do
escoiment dis igois do rracho da Malena
--lntel|igenciou-se so engenheiro directoi
das obrss publicas.
Dito. Ao mesmo, determinando que
minde psgsr so engenheiro Milet, i quin-
til 521,180 ris, importancia do saldo das
lespezis por elle feitas com os repiros ds
estrsdi di Victorii st 30 de junho ultimo.
Scientiflcou-se so engenheiro director
dss obrss publicas.
Dito.-Ao engenheiro director disobns pu-
blicas pr mandar isvrar termo de rece to-
mento definitivo das obras da esdeia de
Goisna, visto achar-se em estado de serem
recebi las.-Communicou-sa so inspector ds
thesounrii ds fazends provincisl.
"TT 'i i I '" ~r
INTERIOR.
encelado o tribituoa qne a.ora nossubmelte-
moi eipoolsfneamrnte. Sim, ful depots di nos-
si cbrgida'que traaos issiatido nlguinas reci-
tal, e rutao nao podemos delxar de ceder ao ar-
ilcnte desejo de acouipaobar o Klapa, cuja lel-
tura Unto aoa maravii ou. e para logo uoi re-
solvemos a miuifestir ao publico o oosso fraco
julzo pelai diversas e virias sensscdei que ex-
perimentamos, lourando o qae fr bom, e le-
vemente censurando o que for inao e coin-
quant* arjam frica as asuat (oren, no re
nonhecamos inulto i quem do Klapa, lodarii
jiilgimos nao oQend-Io quando emprebende-
iuui o mesmo trabalho que elle, urna vea que
todos temos igual direito de einiltir o nosio
juizo sobre qualquer objecto. Nao usaremos
de um esrvlo guindado, nem de una lingoa-
gem de rloqueocia, nos nao a temos, emprega-
remoi expressOes simples, mis leiei, francas e
vr,l. IIO DE-JANE1KO.
k-AMARA DOS SEISHORES DE-
PTADOS:
SESSA0' DE 38 DE JIMIO DE 1850.
FIRSIDMCU DO SI. HENRIQUSS O IRIKirOg.
Conliabamlo di Afrieanoi.
{ ContiouscRo do n. 157.)
O Sr. Mtnltsuma ( Movimenln de attenco,
profundo itlemcio ): Sr. presidente, he gra-
ve o objecto coja discusso foi encelada por
nccaiio da fixacSo dis fArcas de mar. Ne-
nhumi lenfSo tenho de rallar sobre o -
surrlplo do pmjecln. NSo sendo ds profis-
sSo, e lendo no nnbre ministro, cujas luzes
lirigem tan importante repirticSo, bem fun-
didi cnnfinci. era de meu dever esperar
suis informicoes pira dar o meu voto, se-
gundo a conflmci que nelle deposito. En-
tretanto, Sr. presidente, ilgumss proposi-
co>s ouvi que me denm s rorsgem de pedir
a pilivri pan fallir em um issumptoque,
como disse, he, meu ver, da maior trins-
cendncl e grividade.
Senhores, eu procirarei estibelecer os
fictos, ou i minein por que se tem boje dis-
cutido i quesillo do trafico, nesta casa, do
modo o mais simples, ou, e segundo s mi-
nhs reminiscencia, do modo m-is exacto.
Parece-me que a nobre miiorii tom sus-
tentsdo que s honra nacional se icha offen-
lid pelo governo inglez, a que he necessa -
rio que a nieto b'isileira, guiada pelo il-
luslndo governo que preside sos seus des-
tinos, sejs ilcsiffronlsds ; s nobre oppnsi-
980 de seu lulo nSo tem sustentado a mes
ms proposir.Sc) ..
O Sr. Soma Franco :Ufo apoiido.
O Sr. Uoniezuma :...bem que eu crea
que nutro os mesmossentiraentos ; isto he,
nao posan icte litar que hsj no Brasil um
so brasileiro que nSo deseje ver a nac,lo
dessffroritsda, urna vez que um governo
qualquer a insulte ( uumtrotoi apoiodos ) ; e
insulte se desde que se ofrende indepen-
dencia, es soberana nacional; insutla-se
mesmo desde que u executam os trata los
como leem sido. ( amlsaapoiadot. ) Mo me
oceuparei, Sr. presidenta, dss proposicOes
emiltidas pelos honrados membros que per-
tencem ao lado a que tenho a honra de per-
tencer; mis oceupar-me-hei das proposi-
r;0ei com que illus'radi opposicSo tem
suslenlsdo 1 sus falla de conlimci a este
altura! de lemimenio.
J vi
valgnnde o cvico, nos o julgimoi Indis-
penaavel lauto para oa leitorea, como para nos
que nos conbecrinos. Entremos na materia.
Tivemos na nolie de 13 do crrante a repre-
tenlaciodo drama D. Mara de Alencastro, bel-
la prodcelo do eugenno feouudo do insigne
autor dramtico o Sr. Jfendes U-aU.O-o dare-
mos ao publico urna aoalyae di pee, outro he
o iiosso Ah ; o aome do sea autor que be bem
conhecido por sua grande iutirucjao, bem moa-
Ira o que ella he, deixaremos o trabalbuda ani-
Ijte ao Klapa. nao Iheqaerema roubar esta
gloria que ihe resulla doi leus vistos coohrci-
mentos histricos; fallaretnot stiinenle da sui
eiirurlo porque sotemos em vista corrlgir ua
difeltoa que anda aeeneoutraiu em mullos doi
nessas arlislas diamaticos.
irte de D. Joao de Aieacaslro, repre-
sentada peln Sr. Germino, fui' bem draeinpe-
ubada e saiisfez aoa espectadores, mas era pa-
ra den jar que 1 sui apparicao ao segundo le-
la fotie mil aartmada. O Sr. Germino hbil
arllsu, j coabecedor da acea, no verdor dos
acut anuos, e com o talento que lem, nao esi
muito longe da perfeicao. Podem a ma vonta-
de, e o charlatanismo algumas vetes depreciar
o mrito iocontrailavel da Sr. Germano, mis
nunca poderi negar que, ae elle nao be o ine-
ior artista brasileiro, ao menos em l'ern.iili-
aco nao apparecru aindi outro que o eice-
desse ou mesmo que Ihe fosse igual: despido
de orgulho, inteiriinente doci, o Sr. Germano
aceita contente e agradecido quaisquer adver-
tencia que so Ihe faz, c be cita a sui uuior vin-
tagem.
0. Mirla de Portugil (1 Sra. Joannaj n.da
notdeii'j desejir;r pin sermos justos, de-
venios confessar que muito bem merecidos fo-
raiu os estrondosos applausui que recebeu.
Entretanto he-nos penoso diier que Antonio
Oonli (oSr. A. M. da Cotia)em nada se distin-
gui, sejamot francos : esta parte foi comple-
tamente enterrada. U Sr. Costa em sceni pi-
receu-nos miit um hoineui pu.:^^c, ...iUo
e cobirde, do que este dspota Italiano, que,
por muito lempo valido do re, senlior da cor-
le, opprimio eoin sua incalciilavcl tyrannia o
reino de Portugal. Foi, lie verdade, a prlmei-
ra vex que oSr. Costa appareceo em um thea-
tro publico, poda muito bem acanhar-se, mas
nio devia csirear a iui cirreira por uiui parle
tao dlficil, nem Ihe podia valer esaa pequea
pralica que teve 00 theatro de Apollo; conhe
cerns a grande dillerenca que val de um thea-
trinho paiticular, onde t repreaenuin curio-
sot sem conheclmentos cemeos, tem inelbodo,
tem licio algUma, mais do que o Impulso da
inatureza, e umitas vetes da lenisridade, e 011-
Ide es riprctadores sao mudos, para um Ihea-
itro publico, onde os expedidor, permilia-ic-
oot a eiprcisao, sao os meslre e osjuizes
Perdoe-nos o Sr. Costa a nosia franqueza. No
terceiro acto, quindo os remoraos e aiualvi-
detase combalein forleinenle a'alina de Anto-
nio Conli, taaa ao Sr. Costa fot frt, foi mortn,
fol mo, excepto a ultima scena,- recebendo
um tiro, que Ihe dispara D. Antonio de Portu-
respeilo 1 urna dellas foi, que o governo sc-
tuil nSo tem cuinpridoo sen dever. impos-
to pelos tratados, reprimindo o trafico de
Africinos !' Umi prnposiclo tiesta ordem,
senhores, spresentads e sustenlads ni ca-
sa, deven vir immediatimente icompanhi-
li das provss (inviloi apoiadot); e de pro-
vas ties, que de modo ilgum idmitlissem
luvidas, stente sui incontestivel trans-
cendencia. J'i he urna questSo de intc-
resse interno, he umi quesillo que vai fszer
figurare naQilo brssileirs perantess nic0s
estrangeiras como infiel sos seus contratos
solemnes e engajimenlos internaciomes
{ Kumeroios apoiadot.) En oreciso porcon-
seguinte que o honrado deputado, que spre-
s- ntou na casi una tal censura ao overno,
dissesse immediitamenle : 1 Em taeselees
occasiOes o governo protegeu e defendeu o
trafico; em ties e ties occisiSes, pudendo
reprimi-lo, 1180 o fez. Ouvi porlinto com
estranheza, permilts-me o honrado deputa-
lo que eu use deste termo, peco-lhe mil
oerddes psrs dizer que senti na fundo d'al-
ma que o honrado deputado fizesse essa cen
suri ao guverno sem que au mesmo tempn
presentasse ss provss. ; Apoiadot.) Dessa
msneira de argumentar ha de o governo in-
glez lanzar mo quando quizer justificar os
insultos qcie lem feito so Brasil ( muilt a-
poiadog): elle dir qua no proprio parla-
mento brasileiro houve representantes da
usr;io que suslentarsm que os tratados n.1o
teem sido executados ; niio hi de ser o go-
verno inglez quem bs de exigir ss provas,
quem hi de por em duvids as proposites
lo honrado deputido : pelo conlrrio, elle
dir porcertoque os tritadoi n.lo tem lido
execuclo ilgumi da pirte do governo brasi-
leiro. Ilivera tilvezilgurga vozquepergunte
na IfTglaterra quaes os meios que teria o go-
verno brasileiro pira reprimir o trafico; mis
entreunto o govertioinglez defender-se-ha,
dizendoque foi no proprio parlamento bra-
sileiro, que isto se disse e allirmou. ( Apoia
doi. ) Senhores, eu creio que a cam .ira lem
do todos os depoimentos feitos por ofll-
ciaes (ngtezes relativamente so trafico ; em
um desses depoimentos epparece urna cir-
cunstancia, e he, que o Brasil est na reili
lade dividido a respeito desta questSo, que
1 represso do trauco lie opinio que 11:10
se pode dlzer nacional, que o trafico he sup-
portsdo por urna psrte da niQflo, e ndo sus-
tentado por oulra. No se dir timbera bo-
je que no proprio pulimento brasileiro
houve um representante, da nacno, e repre-
sentmta distincto, e de cujas luzes o piiz
est convencido, ei quem prest is maio-
res coisideacOes, que disse que o govern
nSo tinha executado os tratados, polendo
xecula-los, que nflo tinha reprimido o tra-
fico, podendo-o reprimir ? NSo ser sto,
senliores, umi secusacSo que ta de rever-
ter absolutamente contra nos? Que prova,
e exuberantemente, que com rasilo Ingla-
terra tem oflendido 1 soberana nacionil
hrasili-ira, que comjuslca os seus vasos de
guerra teem entrado nos nossos portos, e
leem mesmo solido das nossas fortalezas
feito aprisionamenlos ? ( Uuitos apoiadot.)
Eu desejo portanto, Sr. presidente, que nes-
la casi proposir; fimquinto tendera estsbeleceri pnlitica ex-
terior do governo, seja tratado com a maior
prudencia, com o maior sangoe frro, com o
miio' iiielindre.coni 1 maior circninspeccSj jD-'m o sabe, he vir pira el
que fr possivel. ( Uuitos apoiadot. ) Em no
med mef o nfio demos armas contra nos.
Senhores, nilo he necesssrio que cu lembre
s camar a importancia que nos paizes es-
trangeirus sempre teem as opinides do par-
lamento, a frca moral quoa voz do parla-
mento deve dar ao governo pin sustentar
estas ou aquellas medidla, principalmente
em objecios pendentes de negociantes ex-
ternes. Por conseq uoncia, me parece que o
honrado deputido deven ser, permitls-me
iue Ihe diga, muitc mais prudente do que
fui relalivimente s censuras que fez 10 go-
verno brasileiro. E permillir-me-hi 1 c-
mara que eu pergunte i nimba consciencia,
ssssssissxsiBSBaaaBaatasaBBB
e consciencii de todos os Ilustres depu-
tidos que me fizem s honn de onvir, quies
OS factos que denunciim que realmente o
governo brasileiro n.lo. tem reprimido o
trafico, podendo-o 11 Nilo temos nos ou-
vido cismaren) altamente contra o desfavnr
que merecen) peranteo governo do riosso
piizessesque voz publica in les inleres-
sidos no trafico? ( Muilot apoiadot.) NSo
condece nos nos o estado da nossa esqu-
dra '! Nilo sabe-nos nos as difllculdsdes que
terii o governo em montar navios do guer-
ra que cobrissem tola a nnsss costa ? ( Apoia-
dot.) U'n litoral de novecentis e tsntis le-
gois, por ventura poderia ser defen lido a
oonto re ser pnssivel obstir-se o contraban-
do ? E nao se sabe oue no h meio algum
deevilsrum cnntnbsndo qualquer, senflo
destruir o interesse do conlrahandisti, e
que, emquinto esse interesse existir, ha du
existir o contrsbsndo? ( Kumerotosapoia-
dot. 3 Senhores, ain-la 1 pena de morte nao
he sufliciante para eviti-lo .' Nao ha rigor
algum que seja capaz de pdr peas ao inte-
resse privado, quando ella he sufllcienle-
mente grande pira animar ocontrbandis
ti 1 Cuno pois censurar com fundamento
a adminsiracilo brazileira por nSo ter ex-
tincto o trafico? Como dizer-se que o go-
verno tem protegido o trafico, e n.1o tem
cumprido os tratados, porque o no tem do
lodo obstado ? { apoiadot.)
Ponho de parte, senhores, e a cunara lia
depermitllr quemenSo lembre da propo-
sicio I incid hoje nesti casa de que o go-
verno actual subi ao poder pela escada
posta ou arrinjida pelos contrabandistss
deesrne humana Se fosse licito oceupar-
me de til proposi^So, eu perguntirii tam-
ben) ios outros ministerios quaes frani as
escalas por onde subirn) ? (apoiadot.) Si
isto fra permitli lo, se estas recriminacOes
se flzerem a cada instante, como lio possi-
vel estabelecer-se a psz no nosso paiz, co-
mo se poder conseguir de todos nos viver-
mos unidos, para sermos fortes, para que o
estrangeiro no menospreze a honra e dg-
nida-le nacional ? ( tuitoi apoiadot.) Che-
gsr por ventura essa poca ? NSo ter.lo tre-
gua os odios pblicos? Julgo queda parte
da honrada opposcfto est o provar 10 paiz
a elGcacii de seus dssejoss tal respailo. Sr.
presidente, abandoiiem-se is recriminactjes,
aprsente 1 nobre opposicSo, tSo Ilustrada
como he, tilo patritica comoeu a reconhe-
co, o seu programma, convence 10 paiz quo
s medulas adoptadas pelo governo actual
silo todas absurdas, mprollcuas, injustas,
incapazes de proinoverem a f.-lici la lo do
paiz, e que a prosperdade, a riqueza, a paz,
a ordem, a iiberdade smente serSo ohlid.is
seguindo-se em lulo e por ludo ss medidas
nropostas pela honrada opposicSo. ( Apoia-
dot ') E cont contigo nesse da unido a no-
bre opposic<1o...
MuitotSrs. Deputadoi :--E nos todos.
OSr. Monlesuma : E com que cootents-
monto, senliures, ir-me-he alistar as li-
leiras da opposicilo, que ser entilo gover-
no, eu, que tambem ja mihtei, em das que
eu chamo diis de gloria, com ilguns dos
honrados membros que hoje esto 111 oppo-
sioOo ? ( Apoiadot.) Nilo ser novs essa car-
reira para niim, conlatilo que se musir o
caminlio. ( Ritadai. )
OSr. Itlio Franco: 0 nobre deputa io
gal (o Sr. Silvestre) cahindo, como be natural.
pira o lado d'oude Ihe velo a bala,a sua queda,
Sr. Costa, foi boa, foi digna de applausos.
Nao deixaremos de confessar que o Sr. Costa
lem algumas propriedades para o theatro; se
continuar, se estudar, ae nao estiver possuido
de mal entendida e fofa preaumpeo, e aobre
ludo se for dcil em receber as advertencias
que Ihe foremfeitis, vir a ser bom, e us le-
reinos a gloria de ser o seu principal aprecia-
dor. Temos esperanca de que oa repetlcao do
mesmo drama, que nos proinette dar o Sr. Ger-
mana na noite de 17 do crreme, o Sr. Colla
nos satisfar corresponder aos nosios since-
ros dselos. Permita, meu rico senhor, que
linda Ihe facimos una brevissima advertcn
ca; el-li: a sua expressio he tal que se nao
pude perceber urna sd phraee; e este defelto,
quanto a us, he o maior de lodos; sua pro-
nuncia deve ser clara e lutelligivel, esta he
urna das primen iiiuoe oa ueclimacao.
I). Antonio de Portugal o Sr. Silvestre) nao
esteve mo, pouco teve a fater, e o que fez ful
bom : s Ihe notamos alguma fraqueza na vos,
e urna Jovialidade fra do seu carcter : quan-
to aquella, tem o Sr. silvestre toda a descnlpa,
sabemos que accoiumetiido de uuia curiissima
febre Intermitente, ainda se nio icha de ludo
rstabelecido ; e quinto a esta he seu genio,
sim he seu genio. Discpulo do Sr. Germano,
seguindo assuai liecte, o Sr. Silvestre militas
etperancas nos d.
I). Francisco, (o Sr. Coimbra) D. Goncalo (o
Sr. lUymuiido) agradaram-noi. D. Nuno da
Cunta (o.Si. Sebastin) esleve soffrivcl : pare-
ce que este Sr. ji val melhonado. I). Hmingo
(o Sr. Cibnl) quisi nada fez, mas o Sr. Cabr.l
ne sempre o mesmo Sr. Cabra!:.... nao sabe-
mos oque quer o Sr. l abril com o seuimiu-
dido lechar de albos ; paciencia, bemol de aof-
rr-lo.
A Italiana Laura (a Sra. Emilia!): sentimos in-
tensl dr pojr nos verinos obrlgidos a confes-
sar ama ingenua verdade, quando oraos o pri-
OSr. Monte urna :Eu 1180 insistirii mi>
sobre o objecto se acaso niio ouvisse su meu
illustrado collega linda insistir tamben
na p'opoiicilo opposta, de qu 1 nio he umi
uecessidade das opposifes spresentsremo
seu programma.
O Sr. Antao : He necessi Jide em todos
os paizes que ni reilidade silo regidos pelo
syslema represaolativo.
O Sr. Monttzwna : No Brasil existe sys-
tema representativo, portanto s oppusicAo
lem mcessidade de ipresentsr seu pro-
gramma.
O Sr. Anido :~NSo existe ai reilidide.
O Sr. Montetuma :A prova miis exube-
ineiio dos seus admiradores. Tao bella, tao
meiga, tito encantadora, de tao lido semblan
te, quando ipparece na scena, a Sra. Emilia
excrce urna poderossima Influencia sobre
todoi os espectadores; mas apenas princi-
pie a fallar, com urna s palavra destre in-
icuamente essa Influencia que ella tem o
poder de crear com a sua simples appiri-
fo. Sempre fria, sempre montona, parece
que nao le possueda parte que representa, ou
que nao lem consciencia do que fu : as sce-
uas mais senlimenlaes e palhelicas, fai sempre
inorrer as mais bellas produeces d'arte, os
mais sublimes rasgos da iinaginaco c doenge-
nho. Nos, porin, Ihe lupplicinioa que tenba
mal gosto, e que d 1 si mesma essa impor-
tancia que a sua bella preseuca requer.
Fiudou o especUculo pela comedia em um
auto Judas em sabbado de alielui. '1 o-
dos, uuc nella tiveram parle desempenhiriiu
iiiuiu umi, com |, ,,vl^r:^^-C z c^w mv c-
quidn Jos Pincola (o Sr.lliyinuudo) sui li-
lil Miricou tu Sri. Joinni) e o Faustino (o Sr.
silvestre.)
Aqui a Sra. Emilia fol outra, desempenhou
miravilbosimente su parte, e coniessamo-
nos arrebatados de praser.
Cabe-nos iqui dlzer alguma coma da or-
questa ; est boa, he pena que nao estela aug-
mentad : o seu digno director, o Sr. Theodu-
ro Ores tes, he bem conhecido do publico per-
u.iuiucino.
- Concluimos pedindo ao nosso colUg o Kda-
pl, que desculpindo a nossa pequculu-i 1
ile conhecimeatos, e atleudendo a qae he em
1 vex primelri que eicreveiuos pin o publico,
aceite a aossi coadjuvaco; be frica, he de
ptgmeu, mis pode as.ioi mesmo servir. Pedi-
mos igualmente 10Sr. editor do IHari de Per-
namuca pin continuar a publicar ao seu jor-
nal os nossos julios a respeito do theatro de
SantA-IUbcl.
* ? *
* L


JL
rante de que no Brasil ha systems represen-
tativo he acharmo-nos aqu reunidos (*n'-
totapoiaiot) ; anu discutimos os interesses
publico ( continan os apoiados); aqu cen-
suramos o eoverno ; nqu defendemos a>
Iinerdadea publicas e firmamos poltica do
governo ; aqu darnos nossa corifinca so*
ooiiselheiros da corda. ( Numerosas apoia-
dos.) Consegulilemente, a opposieflo esta
no rigoroso dever de a presentar o seu pro-
gramla, e eu estou intimamente conven-
cido que todos nos hevemos de querer lw
a gloria de parlilhar as opimfles da nobre
onposicso, se ellas tmrem de fazer a feli-
cidad do pan. ( Numerosos apotrlos. )
Disse o honrado membro que nem sem-
pre as opposicfles a presenta m o seu pro-
gramla : eu digo ao honrado membro qu>
as opposicrs somonte deixam de faze-lo
qtisndo ellas no leem f as msl ituic.Vs dn
Piz {muitotopoiados), quando ainda no
teem a certeza daquilto que devem querer
(apoiados), qnndo entre ellas exislemdif-
ferentes rrencas. ( Apoiados )
OSr. titilo Franco :~Quizemos apresen
taremendas ao discursoda resposta i falla
do throno, e a maiora nlo conseotio, en-
cerrou immediatamente a discussflo.
OSr. Monlesuma:-- A censura cahir so-
bre a maiori, ella responder perante o paiz
por tudo quanto llzer de arbitrario; mas
continu a nobre opposieflo a empregar os
meios constilucionaes, dignas dos illuslra-
ilos membros que a compoem.
Disse o honrado membro, censurando ao
governo, que S. Exc. o Sr. ministro da ma-
rinh, cm urna das sessOes passadas, disse-
ra quehavia de empregar, relativamente ao
governo inglez, todos os meios diplomti-
cos, por eniquanto.
O Sr. Mello franco :Essepor emquanto
foi correcQflo feila depois, naquellaocca-
siilo nos disse por emquanto.
O Sr. Monlezuma : Ku ouvl ao honrado
membro declarar, quando fallou ha pouco,
ter dito o ncbre ministro que por agoia
havia de empregar todos os meios diploma-
ticos, e creio tambcm ter litio no Jornal do
Cnmmcrcio islo mesmo no discurso do Sr.
ministro.
Um Sr. Depulado : llavia de ser no Cr-
relo Mercantil, porque o Jornal do Commer-
cio inda nao publicou o discurso do Sr. mi-
nistro.
OSr. Muntezuma :-Sim, he verdade; no
Correio Mercantil, onde vem um pequeo
extracto dessa seasflo, eahi apparece a phra-
se por agora. Ora, creio que o Crrelo
Mercantil nflo pode er suspeilo. ( Apoiados
risadas. )
Senhores, relalivamente
!2!
inglez o reconheceu, e creio que me fez elo-
gios : mas nflo me foi possivel reprimi-lo,
solemnemente o declarocom franqueza.
Nflo est as forjas de governo algum re-
primir o contrabando emquanto elle der in-
teresse aos traficantes {apoiados), e ba de
dar esse interesse emquanto a opiniS pu-
blica Ihe nSo fr verdaderamente desfavo-
ravel. Nesta casa fui eu censurado por ter
dado providencias que se acreditaran i I lo -
gaes, masque eram apenas severas a esto
respeito, como fosse embargar embarci-
cOes, arma-las e manda-las par o Rio-Gran-
de do sul. Kinflm, expuz-mo a toda e qual-
quer responsahilidade, eo resultado qual
foi P O trafico ainda chegou a quarenta e
tantos mil pretos! Ja disse que o governo
inglez fez-ine elogios pelas providencias
que tomei, porque,quando depois estive na
Inglaterra, disse-me lord Palmerston que,
i respeito do meu comportamenlo como mi-
nistro, o governo da ranha eslava muito
satisfeito. Cumpri portanto com os Irala-
'os; mas o meu ministerio s servio para
nrovar que nflo he a forca, mas a rasRo,
niio he a violencia, mas a persuasflo, que
lia do extinguir o trafico.
0 Sr. Azambuja :E os Inglezes porque
nflo tem acabado com esse eomtrabando,
apezar de todos os seus cruzeiros ? (Apolst-
dos.)
OSr. Monleiuma :~l)iz muito bem o no-
bre deputado he exacto. Porque no teem
os Inglezes conseguido isto, com todas as
suas medidasde repressSo f Senhores, vos
sabis que capites da armada ingleza tem
confessado que he j tempo do se acabar
com essas violencias que o governo inglez
est praticando diariamente no nosso paiz,
nelo que j no Brasil nSo se pode olliar com
bons olhos para um Inglez, confundindo-
eo subdito inglez como seu governo. Eu
tenho todos estes trechos em um livro do
minlias notas para a todo o tempo servir-
me dclles
Esupronhamos, senhores, que o gover-
no brasileiro, ouvindoa voz dopa7, diri-
gido pela opiniilo publica, relaxava as me-
didas a este respeito, supportava que o tra-
uco se fizessse, nao empregava todos os
meios coercivos sua disposico, era elle
i'ensuravel porque ceda i opiniflo pul.lira ?
I'orqiesenflo puha em guerra viva com
ella ? He porvenlura de urna pequea mi-
noria da nac.to a opiniflo deque a nossa
agricultura nSo pJe florecer sem escravos,
nflo tpde nu sino suslenlar-se sem elli-s .
(Muitos apoiados.) Esta opiniflo, senho-
res, he absolutamente nacional, hoabsur-
la ; estou convencido que seria mais pro-
gf Iros, nao ha sean dou
ou o da forca, ou o das negociarles dipl misil-
cas ; eu, pelo menos, nao posto conceberuin
outro meio, porque mesmo as represalias rn-
tro na escala dos me los da forca. Os meios di-
plomticos lo ordinariamente aquellra peloi
qaaes se rnmrca qualquer negociado. Que
multo be, pois, que o lloarado Sr. ministro da
marlnha dlttene que o governo por ora liuha
adoptado os meios diplomticos.' E nem otitra
cousa se deverii esperar da parte do governo
Brasileiro. Tendo o governo brasileiro a raso
de seu lado, esta raso so pode ter ernhecida
pirante ai nacet cultas pelos meios diplom-
ticos, porque os meios de forca ordinariamente
sao rinpregados naquellas quesles ou por
aquello governos cm quem nao preside a Jus-
tina, ou em quein a iustica he dubla. ou quan-
do se acliam esgolados lodos os nulos diplom-
ticos. O governo brasileiro, portanto, eoin ra-
so adoptouos meios diplomticos, e eu estou
convencido que esses meios sao de urna gran-
de importancia, principalmente em referencia
a Ulna nscrio lo Ilustrada e lio ciiuda como
be a uacao ingleza. naci que umitas vetes,
dando toda expauso aos principios severos dr
ju-lica que a animam, obriga o seu goveroo >
mudar de vereda ; e se eu quizeaae lembrar a
cmara alguna ejemplos a ette respeito. tem-
eraria o mais moderno, relativamente aGrecia.
Em que embaracos nao ae ten visto o governo
inglez por ter adoptado a respeito daquella na-
ci urna medida absolutamente contraria ao
espirito publico inglex ?! ltimamente vio se
nbrigada a aceitar os bons olHcios do governo
francs a respeito da toluco daqueitu grrga.
E o goveruo ingle, na posicao em que se acha,
aceitarla os bons olhcios do goveruo franc
se acaso nao se visse na neerssidade de ceder a
opiniio publica, e procurar una tangente
por onde labiste ? Hoje pde-se dizer que a
qiirsio est terminada a favor da Grecia, e que
esse 1). l'-i ifico que tem servido de insirumeo-
io, esligmatitado na Inglaterra, apenaa collier
o dissabur do papel que representou. Ko ines-
>no caso est este Sr. Jorge Crofl, que est ter
vindo de insimlenlo em urna reclamaco fei-
la pelo governo inglez ao governo portuguei.
Moranlo, deve-se fallar inlrlligencla da na
jio ingiera cun os meios diplomticos. pota-
dos.) K se acaso os meios diplomticos nao sao
bstanles, seo honrado membro censura a ad-
iniuistracao por ter einprrgado estes meios,
porque rasan nao declara franca e lealmenle.
permilta.me usar desta plirase. que a Ilustra-
da npposicio quer a guerra, que ella s v oa
guerra a salvaco da honra e da dignidade do
paiz? Porque nao nos diz isto francamente:'
."-enliores, quem poderla censurar uuia tal ex-
plosio do patriotismo da illustradaoppos'icau?
Kssa inanifestacao unisona da Ilustrada oppo-
slcao lata vr na Inglaterra que ha no tirtsil
um partido que deseja a guerra, que nio en-
lende que com os meios diplomticos se possa
j conseguir a desaflronta da honra e dignida-
de nacional.
Nrnhuma duvida tenho, senhores, en
ronsidt-rar urna tal manifestado cono a
mais brilhanle aureola de gloria da Ilustra-
da opposieflo. Respeito as ntences d
nobre o.posicflo ; mas nSo posso aceitar
como prova d que existe em seu corado
esse germen de ardenle patriotismo que fsz
estremecer pela honra e dignidade do pj/,
urna censor estril, e concebida quasi nos
n.esmos termos com que a iiefendeni os qui
a nlT-siideai e insultam. A maioria, assom-
nraim fKimi (.i pi.sicuus apresentadas lioje,
como nSo eslranharrque a nobre opi osicS
censure os meios diplomticos, e nSo esta-
beleca meio algum por que se deva salvat
a honra e dignidade do paiz ? Nflo he isli
dizer que u governo inglez tem toda a jus-
lica na maneira por que procede ? potados, i
Senhores, lie tflo grave o objecto, que se m
nSo levara s mal que diga que desconfi
inesmo de mlnhas opinloes acerca delle,
de cerfp tive toda a repugnancia em falla
lioje'sobreelle; mas fui arrastia lo a ped,
a palavra, 6 a fallar de improviso por-
que, tendo sido ministro dos negocios os-
tra ngelros ; e tendo servido na Inglaterra
no elevado carcter de enviado extraordina-
rio ministro plenipotenciario, seria digno
de reparo que hoje mesmo nflo solicilasse
honra de oceupar a attencSo dos meus hon
rados collegas, Sr. presidente, confessoa
V. Exe. que quando fui ministro cumpri re-
ligiosa* en te os tratados, procurei repri-
mir o trafico tanto quauto pude ; o goveroo
a negocios estran- llicuo o Irabslhu difliomein livre doqiasdo
wifrA8 "!"ipre8ar'l"0,ne,n f*crilV0 ms nacflo aima nflo
est convencida disto! E iio he a forca
nem a violencia que ha do convencer : pelo
contrario, a forca traz comsigo inherente o
mal de excluir a persuasflo-
E o governo, que, que recftnhecndo esta
ver-ade, ainda insistir em que um tratado
imprudentemente feito deva ser rigorosa-
mente executado, o governo que pretender
forcar com represalias e insultos a dignida-
doe soberana nacional, tantas o tamanhas
repugnancias, tintas dilTIcullades e inle-
resses, este governo querer a pros; crida-
de do paiz, querera a existencia delle T
Ssnbores. nflo fagamos esta injusiica ao
governo inglez, e muito menos nacflo in-
gleza. 0 governo daquello paiz ha bem
limaos annos deu urna prova de sua modc-
raco em circunstancias idnticas.
Todos nos sabemos a maneira por que as
cmaras francezss recebera ai o tratado re-
lativami'titi! ao direito de visita. Imnielia-
lamenle que a volaeflo leve lugar na cmara
dos deputados, M. Guizot, ministro entilo,
communicuu ao governo inglez qun nflo
era pns.ivel que aquelle tratado subsislis-
sa tal qual, que o governo nflo tinha meios
de faier execular um trr lado a que a oseflo
se oppunha. (i governo inglez consentin
na revisflo do tratado, e o tratado foi alte-
rado. Este escoplo por que motivo nflo
sria seguido comnosco, urna vez que fran-
c e lealaiente se fallasse, sendo neemDM.
rio, ao governo inglez a este respeito i1 [Mu
tu apoiados ) Assim, se o governo se visse
na necessidade de relaxar as medidas rela-
tivas a repressSo do trafico, nflo sebo ililTI-
culdatle alguma em crer que o governo in-
glez consentira em urna revisflo do tratado.
Cor ventura ha poucos das nflo lemos nos
a resposta eminentemente sensata dada pelo
ministro dos negocios estrangeiros no par-
amento inglez relativamente pristi nos
Estados-Unidos de alguna subditos inglezes,
liomons de cor, declarando que nflo era pos
sivel de modo algum impedir-se aquello
acontecimento, porque elle era (Dio da le-
gislacflo do paiz, legislacflo completamente
excepcional, e aconselhad* do corpo legis-
lativo nicamente por preconcebios odiosos
i aiitiilmstflos? Nflo envolve porm esta
resposta o respeito o mais formal prestado
pelo governo inglez ao carcter, aos pre-
conceitus de todas as nacOes ?
O Sr. Silviira da Molla :Das nacOes for-
tes.
governo brasileiro era indolente, que nSo
'defenda os noasos interesses, que nflo ti-
nha a liabiliiladc neressaria para tflo dilliril
ncgocac,IIo, que nflo segua urna poltica
com firmezn, ehlflo as censuras da honrada
opposieflo teriam o meu voto, porque nflo
sei defender o governo sem defender a hon-
ra do paiz, porque nSo ti defender um
partido sem defender os interesses da na-:
c,3o ntfira ; mas quando vejo que a polti-
ca do governo asenta sobre bases tflo sol
das, o que elle tema activilade, a Ilustra-
cufie firmes proporcionadas gr*J.dade
do objecto, nflo posso deixar dedar-llieo
meu frsco apoio, nflo* posso unir minha
dbil voz s vOzes cloquentei da Ilustrada
opposQflo. [Apoiados) Porque nflo em-
pregou a Russia o meio da forc para con-
seguir extrdic3o de seus subditos da Tur-
qua .v A Russia e-lava enUo eonstituida
medianoii da paciliracleda Europa gran-
de representante do principio monarchico
no continente, enflo tari forca neceasa-
rla para obrgr a Turqu a entregar-'he
os seus subditos rebeldes.
Na realdade, senhores, as nscOes cultas
nflo teem outros meios adoptar senflo os
meios diplomticos, guerra he para o
caso extremo, he para outros lempos, he
mais a lillia da barbaridade do queda civi-
lisacflo. (iipoedos, Por conseguinto, em
minha humilde opiniflo, creio que p gover-
no brasileiro toe merece elogios, e elogios
da nacflo inleira, pelo modo prudente, e
ao mesmo tempo nobre, generoso e enr-
gico por que se tem comportado. Dmos-
Ihe portanto, senhores, toda nossa confian-
ca, para que lenha toda forca moral recla-
mada pela presente emergencia. {Numerosos
apoiados. Uuito bim.)
Eis portanto, Sr. presidente, a opiniflo
que me pareceu dever ennunciar perante a
c mar e o paiz,e pego por ultimo aos meus
ilustres collegas que a respeito daquella
meaja com que pareceu terminar um de
seus argumentos o honrado membrb que
fallou antes do mim, dizendo que s-> nos
nflo execulassemos os trata los, haviam de
vir gr.-ves consequencias, pe^, digo, se-
nhores, que nos resignemos, qualquer que1
seja a nossa sorle. Conscio o governo co-
mo deve estar de ter cumprido seus deveres,
sem dar ouvidus a censuras injustas, tenha-
inos a firmeza necessaria para sjpportar o
o mal, comanlo que a nacflo brasilera nflo
solfra o menor desar ou fronta relativa-
inenle sua independencia e nacionalida-
de. (Numerosos apoiados.)
E ainda peco aos Ilustres membros da
opposifSo quesgim outna ver Ja quando
se tratar de negocios estrangeiros, seja
uso o nosso i ensarne uto tiesta cis,embora
divi'jmios acarea dus meios de realisar.
.tfuiioio/oiurJo.)
Se a illustrada opposieflo quer a guerra.
icclaro-o fiancumente. Saiba a Inglaterra
que qualquer governo que violaros direito.-
i nossa independencia e ncionalidad.
clur no Brasil ou iinoieiMilamente pe*
guerra ou pelos meios diplomticos, cons-
tantes adversarios. ( utrnosos apoiadts ;
muito bem, muito bem.)
Uuilos Srs. deputados saben dos seus
bancos e vatn cumprimeolar ao ora Jor.
o insulto aind mais revoltante.
Quixum cdado salvar o contramestred
escuna, que eslava baleado, e que ainda se
achsva bordo, soffr. moroperlo8
lo arrogante inglez ; all e dirigi, e fez
vef ao Quicial ( que se presumo ser o pro-
prio commandanle do vapor J qun elle res-
petasse a bandeira nacional quoalli tremu-
lava, que so achava vilipendiada e sobre-
maneira menoscabada, em face de tflo re-
volunte allentado.
E qual serla a rejposta desse efllclal da
marinha ingleza Puxt da espada, e corna-
ca a corlar a bndeir, que llcou em tirs /
E logo depol, essas mesmas liras consumi-
ls pelas cHammas, como o foi escuna Ri-
val l)esembrcdo da escuna o contrames-
ire. eje no bote com o aeu bah, que conti-
uha sua roup e dmlieiro, foi delle privado ;
-i la foi o seu bah, sua roup o seu dinhei
ro.' Nflo queremos denominir de pirataria
semelhanlB allentado ; porm confesssmos
que nflo sabemos como classica-lo.
(Jornal do Commercio.)
*m*MM^mmmc?aMam*imumm^ma^mm*
PEiMAWBCO~
SBBBSBBBSBBSBBBBStBSSSSBm
RECGBEOURIA. DE RENDAS GEIIARS
INTERNAS.
d 16...... 3611,585
,ADO PH0VINC1AX.
it 15......1:254.658
llorad 1 7sj|,43
ifi-Br v--xie:----T r -" '^MTr
.Vlovimento do i*orto.
n'aoto entrados no din II.
Baha-3 dias, Male nacional Amelia, de U3
toneladas, mestre Josquim Jos da Sil rei-
r, equipagem *, carga vario gneros ;
sNovaes& Companhia, PasSsfelro, ot
Domingos Pereira de Mallos e 33 escrtvos
entregar.
Parahiba 8 dias, hiate nacional fmleleao,
do 87 t/2 toneladas, mestre Jos "Huirte
de Souta, equiparen S, carga lenha ; a
Jos di Silv lien tonca Viann. Passi-
geros. Ilernardino Jos Bandeira e Clau-
dio Jus de Sinl'Anna Cruz. >
ATTENTADO ATROZ DU C01IMANDANTE DO
VAPOR i.ngLez COHOHANT.
OSr, Yon//zuma :--Discord d opiniflo
do meu honrado collega a este respeito
Eu Taco um conceito muito elevado da mo-
ralidade do gov.rno inglez; governo in-
glez tem sen.pre sido aquello que mais tem
sustentado os inleresses das nacoes Iracas,
o? piTiiutta-se-me que diga, obrando assiu.
obra de arcordo com os seus mais vitaes in-
teresses, porque |he com as iincries peque-
as qua a nafflo ingleza negocia, e se enri-
quece. Por conseguinte os seus interesses
estflu idenlilicadoscom esta mxima do di-
reito das sontes, de resoeitar as neAe f.-
cas. ISole-se mais que o goveruo inglez
esta em urna posieflo lambem boje dilTeren-
te ; jipenprimeir vez se vio na caman
doscommuns apparec r urna moeflo para
que nflo su continu nos meios do forca re-
I ilivaiuenlo ao trauco, e seseaba cornos'
cruzeiros da costa 'Afric. Esta moeflo
deixou apenas de passir por Irinta e tantos
votos e nessa occaso, senhores, fallou-
se no parlamento a linguigem mais seduc-
tor ducoraeflo brasileiro. {Apoiados.) Que
mullo he, portanto, que adoplando-so o
principio da revisflo do tratado, consiga o
joverno brasileiro por meios diplomticos
a soluclie das questOes que hoje nos oceu-
pam, o todo o Brasil I' Eu pois, senho-
res, nflo lenlio a menor duvida de dar o meu
apoio solemne apoltica adoptada pelo go-
verno brasileiro (apoiados. J; lie sem con-
Iradicta a poltica a mais rasoaveJ, a
adaptavel as nossis cirrumsuncias {muitos
apoiados); nem be possivel que lissiiamos
por ora para oulra. Se acaso eu visse que
Sr. redactor. Estando fabricando em
Cabo-Erro a escuna Kivff, de minha proprie-
lad, chegou aquella baa, no di 26 do
crrante, o vapor inglez Cormorn!, e des
embarcando sesseuta homens armados, en-
iraram no porto, e dirigin lo-se ao fun le-
louro, abordaram a escuna, e a incediai.m;
m pormenurea deste contectnenlo esto
relatados aa correspondencia junta, que
Vmc. far o obsequio de publicar tal qual
ms foi remettida, e vista della todo o
mun lo pdeajuizar, pois que no precisa
commentos.
illentado dentro do porto da cldetd de Cabo-
Fri, por um vapor de guerra ingles, no dia
26 dejunho i 1850.
Eram cinco horas da tarde quando se ap-
proximou i fortaleza de San-Matheus da
barra desta ridado urna fragata de guerra
lo vapor inglez, o (ormoraaf, o all pai-
rando sobre as rodas, lancou ai mar
lous lanchdes e urna baleeira com gente ar-
mada, e em numero de mais de ci.icoenta
homens, e os respectivos oflicises munidos
de cintos de pistolas.
Um dos liiiciiAi's, ('bogando o porto d-
fortaleza, lantjou um oUlcial, trazendo m
uiflii um papel, que dizia ser o bil que ha-
va passado no parlamenta inglez, pelo qual
eslava aulorisedo a entrar em qualquer por-
to do Brasil, eahi registrar toda e qualquei
emiiare.ac.au que lile conviesse. Ao passo que
isto se passava no porto da Fortaleza, o ou-
iro I uicliflo ea baleeira encaminhavam-se
para barra, apezar do porta-voz Ihe inti-
mar repetidas vezes que nlo entrassem s-
siin armados, que respeilassem a fortaleza
e a bandeira nacional tudo foi menoscaba-
do, e os lancbOes o a baleeira enlram na
barra I Atemorisado o commandanle di for-
taleza, icob*rdou-se i lal ponto quo, -
brindo n:flo do direito de que se achava
revestido pr sualenlar e mauler a digni-
dade da nacflo, deixou ludo entregue a dis-
ericllo, ou autos a voulade cap idiosa dos
invasores Ilenlro os dous lanchos e a ba-
leeira, dirigiram-se a escuna nacional Rival,
que se achaya oni obra Ao ancoradouro, a-
bordaram-ua, precedeudo urna descarga de
fuzilaiia, de que resultou licar baleado o
cuulraiuestce. Imiuedutaineuleque seapo-
der-ram da escuua, culilaudo a euuiDairem
que a seu burdo Iraballiava, e que assioi as
saltados atiruiain-se ao mar com perigo de
vida, largaram as correles e fram rebo-
cando i escuna para lera da barra : a mar
v.isava, 0 leudo em ci-n-equencia encalhado,
deilaram-llie logo, depois de ir um dos (an-
choes a burdo do vapor buscar o uecossario
combualivel, Eram ouvo huras da uoite ja
a escuna nacional Rival se achava quasi cun-
sumida pelas coa mas, o com ella a banJe-
ia nacuual, que sou bordo Iremulava I
foi eutflo que a forca armad ingiera, aban-
douaudo-., buscou o vapor, que, receben-
do-a, Tez-se ao mar.
Nole-se, porm, que duraM* toda esta
iircarrenca, o vapor conserv^,-ra sempre
sobre as rodas, junio a fuitalczc, debati
de sua batera Uesto revolUulo ius ilio fvi
leatemuulia a niaior paite lia populcfl0 des-
ta cidade, inclusive ss lutundades, que
concorreram a preaenci-lo. Nflo devenios
THESORARIA DA FAZENDA.
No prlinelro da Julho de 1890, na casa dos
cofre da thesoauaiia da fazeuda desta provin-
cia, eslaodo presentes, o lllm. Sr. inapeclor
Joao Soncalvea da Mlva, e os senhores conta-
dor Jos Victorino de Lemos e procurador fis-
cal Interino Antonio Epainlnondaa de Mello,
procedeu-te ao bala neo da receita e despezad
inclina thesourarla no segundo semestre do
etercicio de 1849 a 1850, sendo thetourciro o
8r. Domingos AflbotoNervFcrreln.e conferi-
dos todos os documentos de receita de n. 120 a
354, e de despesa de numero 160 a 366, com o
livro cala e seus auxiliares, dando-se dous
cortes de tbesoura nos documentos de despea
proporcio que se foram acbaudo legaea; bem
como os saldos com as soinmas exilenles, se
achou ludo l'amcio, scudo o saldo efl'eclivo, con-
forme os ditos livros cala e auxiliares, de no-
vece utos ollenla e aete cootos aetecentos seten-
ta e cinco mil duremos e tres rl (937:775,203)
sendo 194,203 risein inoeda de cobre, rin
287:482,000 em notas, 592:i36.840 ris em
uilhetes d'alfandega, 17:945 65< rs. em le
tras vencida e 89 616,508 ra. em lellnt a ven-
cer nos anuos liu.ucciros de 1850 1851, e 1865
a 1866 que paasou para a receita do terceiro se-
mestre do mesmo exerclcio.
E para conatar eu Ignacio dus Santos da Fon-
saca, ofncial-malor da secretaria escrevl o pre-
sente termo em que todos assigaararn. Joto
(ioncalres daitva, Jos Kictorjao de Lemos, Anto-
nio Epaminondos de Mello.
Certifico coi virtude da ordem verbal do Sr.
coronel Inspector desta pagadoria militar, que
o leordo balaoco semestral da cala da polvo
ra constante do termo lavrado no livro compe-
tente no priuiero de julho de 1850, be o se-
gulnle:
Anuo do nasciiiienlo de Nosso Scnhor Jess
Cbristo de 1850 cui o priineiro dia do uiez de
julho nesta pagadura militar em prese09a do
lllm. Sr. inspector da tbesourana de fazenda
iodo Gon^alvei da Mlva, pessoa designada pelo
Kxm. Sr. presidente em ofticlo de 20dejunho
lindo para assialir ao rame, e da do Sr. Ins-
pector chefe da pagadoria Jos de Brito IngleZ,
foi aberla o cofre re.pectivo pelo Sr. Domin-
go* Alfonso Mcry Ferreira, tbesourelro geral da
fazenda, e eucarregado dos pagamentos mili-
lares aliin de examioar-aa 01 fuudoa ao referi-
do cofre da plvora exi,teaLe, e lavrar-se este
termo como dispe o Imperial aviso de 10 de fe-
vereiro de 1845. E leudse tudo assim fiel-
mente cumprido verificouse existir a quanlia
de um cunto quatro mil cento e noventa e olio
rilar.
E par* constar se fez este termo em que as-
signaran) os cima mencionados, e eu escrivo
interino. Juio Goncmlvet 4* Silva, Jos de
//rilo Ingles. Domingos Alfonso Nery Perreira.
Jomquim fretro bmeius.
Ceriitico em virtude da orden) verbal do Sr.
coronel inspector detta pagadoria militar, que
o teor do balancete semestral constante do ter-
mo lavrado uo livro competente, em o pri-
ineiro de julho de 1850, he o srguinte:
A nao do nascimento de Nosso Senhor Jesiit
Chrislo de 1850 em o priineiro dia do itiez de
julho, nesta pagadoria militar, eiu presenta do
lllm. Sr. Inspector da thesourarla da faaeoda
'oo Goncalves da Silva, pessoa designada pelo
Gnu. Sr. presidente, ein offlcio de iu de junbo
lindo e da do Sr. inspector chefe desta pagado-
ria Jos da mito Ingles; foi aberlo o respecti-
vo cofre pelo Sr. Domingos Allomo Nery Fer-
reira tbetouieiro geral da fatrnda, e encaric-
gado dos pagamentos militares, afim de eia-
minar-se os fundos no referido cofre existentes,
e lavrar ae esta termo, como dlspoe o imperi
aviso de 10 de feverelro de 1845. E leodo-ae
ludo astim fielmente cumprido, verificou-se
existir a quantla de quatroceoloi setenta e dous
contos oitocentos e seis mil duientos esessenl
e um ris, sendo em dinbeiro dessete conloa
ollocentos nvenla e quatro mil oitocentote
trlnla e dous rls, e em documentos por liqui-
dar quatrocenlot ciucoeol e quatro conloa
uovecentos onze mil quatrucenlos e viole e no-
va rls.
E para coustar se fez este termo em que as-
siguaram os referido cima, e cu escrivao in
leriuo. Joo tionfislvis doilpa losde Bri-
to Ingle:. Outaingot Alfonso er/ Ftrrtira.
Jonquim Partir lutot.
EDITA L
Ileparlit^ao da polica.
PARTE DO DIA II DE JULHO.
Nlo consta qua ere o dia de honlemti-
vesse liando nesta cidade nutra occorren-
i-it, excepeflo de ter sido preso ordem
do subdelegado da freguezi de S.-Frei-Pe-
Iro-Goncalves do Raeife, Ricardo Sosres,
uar oorreaj(lo.
tOMMEHCIO.
Olllm.Sr. inspector da theaourans d
fazenda ifiaoda fazer publico, que pela mes-
ma thesourarla se hs do arrematar por um
Irienoio, e por quem maior lance offerecer,
a casa e telheiro contiguo, sita oa cidade de
Olinda, e que servio de cavalharlce do ez-
linelo corpo de arlilharia.
Aspessoasque se propozerem a esta ar-
remaUcflo piem comparecer no lugar do
coslume, pela volla de onze horas, nos diaa
15, 17 o 19 do crrante mez.
Secretaria da thesourarla d fazenda ae
l'ernambuco, 12 de julho de 1850. No im-
pedimento do ofllcial-maior, Antonio Luis.
do Amoral e Silva.
Deca raides.
O Sr. director do lyceu manda parti-
cipar 1 quem convier, que se acha abertJafc
matiicuU d'sula de tachvgnphia, pa^H
qual se faz mister observar a portiri de fi.
Exc. abaixa transcripta :
c O presidente da provincia, usando da
sltribuicflo que lhe confere o artigo 10 ca-
lilllo 2 da lei provincial n. MI dol dn
junho de 1819, resolve substituir o artigo
8.* do regulameoto feito em virtude da cita-
da lei de 31 de agosto de 184* peto seguin-
te artigo substitutivo :
O director do lyceu s matricular* na
aula de tichigraphi os que liverem pago a
matricula exigid para todas as dsciipli-
nas, e que ae musirarem examinados e
approvados na grammatiea portugueza ,
lalm disto derem prova de saber ascre-
ver correctamente. Palacio do governo de
l'ernamhuc, 9 de JuMio de 1850. Jti Il-
defonso de Souta Ramoe. Conforme. Ma-
noel Clementlno Carnein ra Cunha.
Secretaria do lyceu, 12 de julho de 1850.
- Januarit Alexandrino d Silva Rabello Ca- ,
eca, professor de desenlio e secretario.
O arsenal de guerra compra doze es-
leirs com ssaentos de palhioha : quem ss
mesmas se propozer a vender comparecer
n sal da directora, no dia 18 do crrente
mez, trazendo su proposta com o ultimo
preco em cari fechada, e amstrala
l'ela capitana da porio se
convida, em virtude das ordena
recebidaa do Exm. Sr. preaj^nte
dn provincia, em oilicio de *Wdo
corrente, a toJos oa chefes de fa-
milia que queiram alistar seus i-
llios, ou tutelados, menores, na
companlita de aprendiies mari-
nheiros, a comparecer, na mea-
ma capitana em todos os das uleis
as horas de aeu expediente.Ca-
pitana do porto de l'ernambuco,
15 de julho de l5o.-* Jiodrigo
Theodoro de Freitas, capilao do
Porto- .
Thcatro de 8. Izabel.
10* RECITA DA ASSIGNATURA.
lile, 17 de julho de 18/J0.
Repreentr-sa-ha o inleressaole a muito
appliu lido dram en tres actos.
1). MARA DE A1.ENCASTR0.
Terminara o espectculo com a graciosa
trigl-Tarca.
O Diltllante.
Combara is 8 horas.
Os bilhetes scham-se a vanda no lugar do
coalume.
PuMicatjao litier.iria.
ALFANttEtiA.
itendimeutodo di 16.....9:59,28
Destarreaum mojo 17.
i'Ucho -- Emulacdo generoa nacioaaes.
i'alacho Amelia-- fumo e charutos.
lingue Novo-Vencedor mercsdoriis e
,,cebulas.
'tacho Marla-Joaqtttma dem,
tifigUe Olinda fumo e nbSo.
CONSULADO GERAL.
Itendiaseoto 4o da 16.....
Diversas provincias......
Raphael, paginas da jventude.
Esta excellente obra de Mr. Lamartine,
chegada racontemenle do Rio de Janeiro,
vertida em bom portugus, e precedidade
um inleressaiite prologo *lo traductor,
achi-is venia, pelo mdico praeo de res
3,000, com eneadernaclo inglez, n ra da
Cadeia do Recife, n. 38, eaa ra Nova, n.
II. O mrito da obra ha tiritado pelo
uome do au'or, nella depara instrecclo e
deleite, o plnlosopou,u rwinanctsia. o poeta,
Hgeralinente quem qua quo queir apre-
ciar um bello escupi ^^^L
2:330,5*8
110,109
2:*40,IS7
EXPORTACAO.
Despacho maiilimo no dia II.
California com escala oelKtlio-de-Janei-
couclulr o resumo ueste inaudito atontec-1 ro vapor americano lFt7so-C.-//uai, de S*5
metilo, sem referirmos um facto que lorua'toneladas; Conduz o seguinle : lastio.
Para o Aracaly segu, no nitM do cor-
rente, o patacho S.-Cne, mostr Josquim
Pereira : psr carga e paisageiros, trata-se
ao lado do Corpo-Santo, n. 25, loja de mas-
simes, ou com o meslre.
- O Nictheroy sabe impreteriveHnonte no
dia 17 do crrante julho; recebe ainda al-
guma carga e pequeim un no
mesmo qnTzerto*lTgai aves
frele, dinja-se Viuv
pracinh do Corpo-Snto, n. 16. I ".
ra Habla sahe irurtlaca Corlo** no
dia 10 do corrente impreleriveloieute :
de anda reeeber algum carga nnuda, bem
itssageiros ; iraU-se com o mestre
S Araojo,
aa ra da Cruz, n. 33.


WF
aasasa.
P-P^
Para Lisboa pretenda isliir al o da 7
di agosto vindouro o brigue poTtuguez
yovo- r$nevor, por ter i miior psrle il
carga prompta : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, pira.o que
offereae os melhores commodos, dirija-se
sos enslgnaurlos, T. ile Aquino Pontee &
Filho.nirna do Vigario, h. 19,|prinelro
andeV, Oan capillo na pra{..
t HJUl-W
Avisos diversos.

Joaqun Baptista da Silva, retira-te
para frt'a da provincia.
- Or. F. Voule, socio da casa commer-
cial iogleza dn [Vane Youle & C, queira nSn
ae retirar par* Liverpool sem ajustar coala
coro Antonio Bernardo Rodrigue Selle.
Tendo aido dirigido ao Sr. mprezario
do Uieitro de Sanla-lzabel, um pedido rara
que o Sr, Sania tloza cantaste alguna
aquellas arias, com que tanto diveitia o
Cublico, houve quem se lembrasse de pn-
liear pedidos em contrario, laxando-as de
ioioioraes e improprias. He de balde que
re pretende talvez por este modo desacre-
ditar o Sr. Santa-noza. 0 publico fax pen
justiga ao seu mrito. Agrada natural de
que elle he dotado; e a viva.simialhia com
que he sempre acolhido quando apparere
ni acea, o conslituem um actor mnente-
me n le popular. Temos tido occasiSo de
ouvir algumas das suas arias sem que nella
deparsemos com essas immoralidades to
apregoadas; e declaramos francamente a
case senhor, quem aprouve intitular-Be
Paj/em til Anubarrla, Garoalhada, Pedro
Cita e Captivo de Fu, que estimaramos
oais ouvir as cantigas do Sr. Santa-Roza
do que continuar a asistir as multiplica-
das repetgoes de pegas 190 Vistas e antgas
como estas, cujonome lomou, e D. Mara
de Aleneaitro, que tambem de re ser inclui-
da na coma. Assim rugamos ao Sr. Ger-
mano que, quando nflo julgus conveniente
aatitfazerao pedido do Apologista, ao me-
nos Tafa spparecer mais vezes em scena, e
es) papis dignos do seu talento, o Sr. San-
ta&lloza, com o que estamos certos, o pu-
blico llie Picar sunimtmente grato.
O Juitictiro.
--OSr. Apreciador, a cujo respeito ape-
nas dissemos no nosao ultimo annuncio o
que juStaoienU devora ser dito a um fatuo,
que sem o menor criterio sola a esmo pro
posicOes absurdas, espiohou-se demasiado
comnoseo, e no Diario n. 156, qual disso-
luta regaleira, passa-nos solemne descom-
postura Agradecemos muito a S. S. o ter-
iios dado occasiSo de o suppdr, l nflo s-
menle lulo, como slegora, porm consum-
na'Jo Inucn, que, para uem seu e socego nos-
so, JA devera estarna cata dos orales!
O Apologitla.
--Precisa-so da usa forneiro : na ladarti
va, ra do Cotove lio, n. 29 e 31.
Antonio Joaquim Salgado, pede a An-
tonio Soares Brinco, que por esta folha pu-
blique os documentos que existeai em seu
I oder, que provem i)3o dever a conla
. que o nmunciaiite Ihe esta cobrando iSu le-
gtimamente; certodeque, em quanlo nfio
ofizer sera tido pelo publico como merece,
"lamis Ihe dar palli >.
-- Mu dia 14 para 15 do correte, foi rou-
badolos Ferreira dos Sanios, levando-lhc
varios objeclos abaixo mencionados, e por
issopedea qiihlquer pessoa aqueni lliefrem
- ofTeieridos ta.-s objectos, de os appreliendoi
e nandaro aviso na ra do Apollo, n. 21,
'"i0* ourives. o qual pagar tortas as des-
peral que a**Tizrr: 9 pares de brincoa de
ouroconi algum uso, t medallia de ouro,
por acabar, Uns pedamos d barra de ouro,
una bi i neo* de filigrana, alguna pvdacoa de
lio de ouro, 8 parea de. fuellas de prala poi
acabar, lidius du calca, varios bocados de
prala, urna porefln de moldes de colheres
de sopa e de cha, um aimel dito dourado o
oulios maisobjei'tos mludos.
OSr. LbureBCO Jos de Arsgflo pode
procurar] pregado Commercio, u 6, u.na
carta, viuda da Baha.
--Aira. I) MrU Barbosa de Camino e
Audrade poda yre*ir urna carta na praca
du Commercio, n. 6.
Fas-aportes.
Tiram-se passapoi les para dentro e fra
do imperio, correm-ae folhaa, desparham-
se estira vos e liram-ae litulus de residencia
para sempre: para este lim procrale na
prag da Independencia, livrana na. e 8,
e na ra do QueimaJo, n. 23, loja de miude-
zaa do Sr. Joaquim Montelro da Cruz.
ioaquim hibeiro l'outes comirou por
ordem doSr. Fiancisro Domingueada Cruz,
moiador em Campiua-Crande, hieio bilhe
le da sena lotera concedida a beneficio das
ea pul I fea a da cidade de Niclheroy do
Hio-de-Janeiro.de a. 212.
' t. Sr. amantes da Marmota.
Alil-ferMe* Mr. ferlo o n. 31 desse pe-
ridico, por" ejocm tantos suspiros dais.....
t que bem recheada a acharis hoje .' Veda,
Je os artigo que conten Vista scienli-
. moral e proveilota -- O rei, o povo e a
Urna remessa ao Conciliador e poesas.
Kaias das que sempre estimsstes. A ela .'
lia I Ao aueio-dia, nos lugares do eos-
turne.
Pede-se o 8-. fiscal da Boa-Vista, resi-
dente no llecife, (segundo se diz ) que. por
alma dos seus defuolos mande dar esgolu
s ooiansss agoas ampogadas na ra do
Hospicio, as quaas ealfio aerviodo de foco de
molestia vizinhanca. Alleoda tambem S.
S. para a possilga, em que volvem-se e re-
voltaan-ae numerosos torcos, anir* 4a
Caoiaraoeoaeccu oi r'eireros, poia Ihe
incumbe o seu aksver, mxime quando S. S.
este auno conseguid, augaieolo "de ordena-
do d^4ja|a^44jrovii<(nal, o que Ihe pode
servirJHI ara demonstrar o seu
l'eeaita se da um feilor para um enge-
nho, atltlatite 8 legoas desU cidade: no
Alerro-da-Boa-Vista, n. 63, segundo andar.
Llaelano Vieira da Sil-
va fox puLHco que segne para o
Pio-de-JantHro no bt-jgue-escuna
ooa.l Alegra o escravo Bel
zario por ler reeebido ordetn do
ltio-de- Janeiro do Sr. Francisco
Soares Marques, negociante d-
. praca
Pergunta se, osedeseja saber,
S >m ao pargunlador olTonder,
AoSr. carne seces novo da ra da P.raia,
seos seus freguezas dos quarenta eogenhos
n3o teem apparecido, que para isso Ihe saja
preciso ir ao engenho Arod e Liberdade
procurar Invradores, e oTerecer-lhes carne
liada at Janeiro futuro : islo deseja saber,
por este mesmo Diario, o seu amito
Patulea do Porto.
O lente-coronel Joflo Pedro de Arau-
joe Aguiar, director doarsensl de guerra,
mudou a sua residencia para o mesmo ar-
senal.
Precisa-se de um liomem que saiba
perfeltamente retinar assucar, ptgando-se-
Ihe bom ordenado ; lambem se aluga, ou
compra-se um escravo qieentenda da mes-
ma ollicina : paga-se* bem : na ra da Ca-
dete do llecife, loja n. SO, ou no Varadouro
de Olinda, refina^ilo de assucar.
Precisa-sede urna ama forra, ou capti-
va, para criar um menino de 3 mezes ; na
ra do Crespo, n. 13.
Precisa-se alugar urna preta para o
trafico de urna casa : quem a (ver, dirja-
se junto aoquarlel da polica, o. 8, loja da
pintor.
O Sr. Jos ds Costa Albuquerque Ma-
ronhfio queira quanto antes pagar a pessoa
que nSo ignora, a quaotia de 32,000 rs. que
receheo para pagar em lijlos e como o
nSo tenha feito, se exige a quaotia rece-
ida.
--Precisa-sede urna ou duas canoas para
conduccSo de areia : na ra do Livramento,
n. 34, loja. Na mesma compra-se bom li-
jlo de alvenaria.
OsSra. msicos do quinto balalho,
de F. Jos do Reis, Joio Baptista da Trin
dade, Pedro Alexandre Baptista, Francisco
AlemndreGouveia e Luiz Domingues, quei
ram lera bondade de irem pagar as auaa
contas que estilo a dever ha mais de dous
snnos, ns ra da Guia, n. S.
Na esquina da ra do Cabuga, loja n.
II, juntoa botica doSr. JoSo Moreira, de-
seja-se fallar aot Srs. abaixo usignados:
Joaquim Cordeiro Bibeiro Campos, psdre
Camilo de Mendonfa Furtsdo, JuliSo Mara
Fjeire, Antonio da Silva Angelo, Francisco
Caetano Pereira CuimarSes, Joaquim lava-
res Rodoval.
llanoel JosFerreira, morador em F-
ra-de-Porlas, ra do Pilar, e que tem vida
martima, declara que por haver outro de
igual nome, sesssignara, de hojeem dian-
te, por Maooel Jos Ferreira da Costa.
Tiram-se passaportes para dentro e
fra do imperio, com loda presteza, e por
menos preco do que em outra qualquer
parte : tambem despacham-se papis para
todas as repartieres publicas: na ra do
Crespo, n. 16, se dir quem he.
O abaixo assignado, rendeiro do tra-
piche da companhia, e proprielario do pon-
to de embarque da ra do Bruin, faz ver sos
Srs. negociantes desla praca e mais pessoas
interessadis, que continua a embarcar os
volumes miudos pelo prego da 60 rs
L. A, R. de Almeida
Aluga-seo terreiro andar do aobrado
da ra larga do Hozar o, n. 36 : a tratar na
botica de Barlholomeu Francisco de Souza.
Quem annuncin querer comprar um
piano usado,quetenha boas vozes, que-
rello um com as qualidades exigidas, e por
preco commodo, diiija-se ao pateo do l'a-
raizo, n. 2i, que ahi se dir que o tem.
Aluga-seo primeiro andar da cata n.
21 da ra Nova : a tratar na ra do Quei-
mado. n. 10, loja.
NodiaSS do correnle, s horas da
tarde, na porta da residencia do IIIm Sr. Dr.
juiz de orphflos desla cidade, lem de ir em
praca a requeri.ehto de Frederico Chaves,
a escrava Joanna, pertnncente ao casal da
fallecida Harianna Jess das Neves.
Precisa-ae de um fellocpara um sitio,
o qual saiba lirar leile : no Alerro-da-Boa-
Visla, n. 17, fabrica de licores.
D. Francisca Joaquina do Nascimento,
avisa aoSr. Dr Joflo Ferreira da Silva, que
o ar renda ment do seu sitio, em que o mes-
mo se acha, que se (Inda no lia 31 do cor
rente jolho, pois se faz o presente para o
me-moSr. I)', nfio se chamar i ignorancia
de entregar a chave do mesmo sitio no cita-
do da, conforme o papel de trato que exis-
te ; outro sim, que o mesmo nflo poderi
meter o quartel que se acha a dever no fin
lo dito arrendamento, nem a chave no de-
posito geral, ab pena do aer levantado
sua cusa.
Precisa-se de um bom forneiro : paga-
se bem: na ra da Senzalla-Velha, n. 106.
Precisa-se slugar ums esersva, que sai-
ha cozinhar e lavar: na rus do Dique ou
Palacete, sobrado n. 1,
Aluga-se urna casa na Passagem-da.-
Magdalena, com duas salas, 6 quarloa, co-
zinha, sotflo com 3 quartos, janellas no oi-
Uo, bastante fresco, quintal, cacimba e
ptimo banho no fundo da casa: a tratar
na ra Hireila, n. 3.
A pessoa que annunciou querer com
prar um piano, querendo um muito bom,
dirija-ae ao Aterro-da-Boa-Vista, n. 14, loja.
go Barros, rus das A^as-Vanles, sobrado
n. 78. que ser bem recompensado.
Urna senhora solieira, do bons cost-
rese honesta, se ornpOe a ensinar meni-
nas, assim como aceila pensionistas e meias
peusionisls8, conforme o justo. Sendo que
os pas de farnilis a queram proteger, afir-
ma-se o bom tratamento, zelo e culdtfdo
para com suss alumnas, ensinando-lhes a
ler, escrever, contar 'i quatro especies,
doutrina christla, coser cliflo, fazer lava-
rinto, bordar de seda, de linho, o marcar,
quem de seu presumo se quizer utilizar:
dirija-se a ra Nova, n. 52,'segundo andar.
Fugio, no dia 5 do correnle, da proprie-
lade do tenente-coronel JoBo Chacn Ca-
valcsnti de Albuquerque, urna preta oriou-
la, de 1S annos, com os ps apalhetados;
tem urna marca de ferida c outra na cabera ; tem a caheca batida de
um lado : quem a pegar ou del la der noti-
cia na ra do Livramento, n. 14, a Francis-
co Cavalcanli de Albuquerque. ser recom-
pensado generosamente.
Precisa-se alugar urna preta para servir
urna casa de pouca familia : na ra larga do
Rozario. n. 36. loja de miudezas.
~ OITerece-se urna ama para lavar, en-
gommare coser: na ra da Gloria, n. 16.
0 Sr. Francisco Antonio Pereira dos
Santos queira ir pagar a quanlia de 111,600
rs. que deve na ra do Cabug, n. 3 ; pois
eroquanto o nflo flzer, O seu nome nfio sa-
tura detta folha.
Aluga-seo terceiro andar e sotflo da
casa n. 44 ds ra do Trapiche : a tratar na
ra do Vigario, n. 7.
Qualquer bomem solteiro que quizer
alugar urna sala com dous quartos de un
primeiro andar no pateo do Collegio, diri-
ja-se ra do .Nova, n. 63, segundo andar.
Pede-se aot Srs. que devem calcado na
loja do abaixo assignado, venham quanlo
antes pagar ; do contrario, verflo seus no-
mes por oiiensj, pois basta o lempo que
ha decorrido. Belarmino doi Santoi Bui-
do.
Precisa-soalugar una escrava, que sei-
ba engommar, para servir em urna casa es-
trangeira : na ra da Concordia, relinaria
franceza.
-- Quer-se alugar um preto para o serv-
So decampo : na ra da Aurora, escriplorio
e C. Slasx & C.
Alup-se o segundo andar do sobrado
do Alerro-da-Boa-Vista, n. 3.
-OSr. Dr. Antonio Jos de Souza Go-
mes, baja de ter a hondada de ir loja de
fazendas da rus do Passeio, n. 31, para re-
cebar urna caria.
Precisa-se de um pequeo de menor
idade, para caixeiro de urna taberna : no
Atcrro-da-Bos-Vista, n. 20, taberna.
Anda se continuam aforar terrenos no
sitio do fallecido barSo de Itamarac, com
mais de 251 palmos de fundo : os prelen-
dentes, dirijam-se ra do Pires, n. 19.
Compras.
Compra-se urna negrinha paia urna
encommenda. ou mesmo mulatinha :'na ra
larga do Rozario, n. 35, loja.
-- Compra-se urna casi terrea nflo sendo
muito pequea e com quintal: na ra da
Senzalla Nova, n. 13, se dir quera compra.
-Compra-se um negro cozinheiro para
fra da provincia : annuncie, ou declare
nesla lypographia.
Compra-se urna cabra bicho ) mansa e
boa leiteira : na ra Bella, n. SI.
Compra-se urna ronstituieflo do biapa-
do, in folio, da antiga edieflo: na ra do
Hospicio, n. 9.
- Compra-se urna carrees que sirva para
carneiro : no becco da Lingoela, o. 3.
Compra-se um diccionario da lingoa
Trancara por Fonseca, ou outro. qualquer
autor, porm que seja moderno: quem ti-
ver annunrie, ou dirija-se ao pateo da San-
ta-Cruz, pidaria pur baixo do sobrado nu-
mero 106.
Na ra da Cadeia do Recife, n. 49, com-
pra-se um piano usa-o. que tenha boas vo-
zes, cujo preco nflo exceda de 300 a 350,000
rs.: quem tiver annuucie
Vendas.
CONSULTORIO CENTRAL IIOXOEO-
PATIIICO DS i'EBNAUBUCO.
Dirigido pela
ir. Salino litigarlo Luigiro Pinko.
Ra du Trapiche, a. i5.
Todos os das utels ae darlo comultas
e remedios de gra(a aoa pobrea, deaue
pela inanhaa at as duaa horas da larde.
Ao corrraponarncial t InformacSes
podero aer dirigidas verbalmrnle, ou
por eacripto, deveodo o doeote indicar
pr i m o Ir u o nome, a idade, estada, pro- '(
flsaio, e conalulcto ; aeguado. aa mo-
leatiaa que lemlido c oareinedioa loma-
dos ; terceiro, a poca do appareclmen-
lo da molestia actual, e aateacripcao mi-
nuciosa doa sigoaes ou sjntptaiua* que
aofla-e
Pr. Satino Olegttlo Lnittro Pinho.
Precisa-se de ums ama para n servico
interno de urna casa depones familia: na
ra da Cadeia do Recite, loja de ferragens.
n. 56.
Dessppareceu, no dia 5 do correnle, do
rngtwho luribequmha, o pardo Joaquim,
baixo,corpo regulrnoslo redondo, cabellos
crespos e ps pequeas ; ievou cala parda
e cami/a de madapoln, outra dila de algo-
-Mtcisa-se dos servaos de um copi$U,', o de palha ; ter 18 annos :
que launa boa lotr epedilo : na ra ,0 mesmo engenho, ou
do Hospicio, n. 9. eUi casa d laaoel Eleuteno do R-
Vende-se urna negra de 15 annos de ida-
dade, muito hbil para qualquer servico,
cos, cozinha e engomla : na na da Cadeia
de Santo-Antonio, segando andar do sobra-
do da esquina do Ouvidor, n. 14.
- Vende-se urna'escrava : na ra de San-
ta-Rita, n.47.
Vendem-seas seguintes obras, na loja
do Sr. Estima : Coeiho da Rocha, Direilo ci-
vil, Obras camplelas de Cameles, da melhor
edieflo, por precos muito e muito em con
ta: no Alerro-da-Boa-Visla.
- Vende-se a casa de dous andares, n. 7,
da ra do Burgos: ueste lypographia se di-
r quem vende.
- Na ra da Cadeia do Recife, n. 49, ven-
dem-se chapeos de pal ha do Aracaty a res
16,000 o cnto, couros de cabra superiores a
26,000 rs o cento, e inferiores a 21,000 rs.,
sapatos brancos a 750 rs. o par( (lado ),ei
700 rs. a diobeiro.
Baratinhosim,
liado nao lem.
Vende-se msnleiga muito boa, a 300, 400
e 640 re. ; dita franceza, a 530 rs. ; banha
de porco, a 330 rs.; toucinho. a 120 rs. ; es
permaeeteem caixinhasdeS e 10 libras, ea
OeSr:.; ~?"*nha. a 180 rs.; farinha
dollaranhflo, a 100 rs. ; dita de aramia, a
200 rs. ; alelria, a 380 rs. ; macarrto. talha-
rim e macarronete, a 240 rs.; velas de car-
nauba, a 330 rs. ; chs que tor sua hondada
e commodo preco do 1,920 rs., tem tido boa
eztraccflo ; qoeijos novos, a 1,600 rs. ; vi-
ulio de feiloria engarrafado, que de velho
j esta tranco, a 560 rs. : tambem anda ha
una porQo de cerveja de 160 a 340 rs. : a
ella antea que se acabe ; azeltonas novas, a
330 rs. a garrafa : ludo perfeltamente bom :
na ra Nova, n. 71, ao p da ponte, e de-
fronte da Conceicflo, n. 40.
Batatas.
Vendem-se btalas muitosunerii res: no
caes da Alfandega, armazem de Das Fer-
reira.
Vende-se um moleque crioulo, de 18
annos, sem vicios nem dbitos : na ra do
Cabug, n. 9, primeiro andar.
Vendem-se suecas com m lho bom ede
bom tamaito: no Itccco-Largo, ao Recife,
venda que volts para o porto dtt canoas.
Xarope do Imbaiba composto e preps-
tido pelo pharmaceuliro Jos da Cruz San-
os. Esto xarope lem o maior elogio na cr-
tsdo Rio de Janeiro, lano pelos medicse
seus habitantes, como pelos effeitos que
produz as inolestiss]squeheapplicado;hem
comoaffetscao do polmflo, Ihysicss pulmo-
nares, oronehile, catarros sgudos e crni-
cos, coquelux*, e outras molestias que por
fraqueza de estomago e constipaefio, pro-
duz a maior ruina no corp humano, tor-
nando dests forma incapaz de dirigir seus
irabalbos. Vende-se ns botica de Jlanorl
Luiz de Abreu, na praca da Boa-Vista, n. 32,
na mesma botica se vende remedio contra
os embriagados, vindodo Rio de Janeiro, e
tintura de losns romana.|
[ Ao bom gosto pari- ]
sien se.
Vendem-se os mais ricos elegantes
*|chapeos de selim de cores, com plomas1;
9e ricos caixos de dores, para meninos et
meninas; muito superiores chapeos do
JChile, finos, de abas pequeas e copaP
fbaixa; ditos da Italia, para homens e
meninos, com enfeites e sem ellos; plu-9
mas brancas de 10 a 14pollegalas de
comprimento, proprias para chapeli-9
as eanginhos : tudo por precos rasoa-a
veis: na praca da Independencia, ns.jg
2i. 36 e 38. I
wmmnnwwvmm mmmmti^m*
Vende-se um cavallo alasSo, pequeo,
muito bom andador baixo, novo, proprio
para senhora ou menino, pelo barato preco
de 110,000 rs. : na coebeira da ra da Flo-
rentina.
Qiirjos londritios de
S a 7 libras.
Vende-se, na ra da Cruz, no Recife, ar-
mazem de Manoel Francisco Mirtms, quei
jos londrnos muito frescos ; presuntos in-
glezea para fiambre; mantas de toucinho
inglez ; conservas nuezas e francezas : lu-
do novo e por preco commodo. No mesmo
armazem vendem-se semeniesde hortalice
le ililTerentcs qualidades e novas ; bem co-
mo chocolate decanella, de Lisboa.
Farinha de S.-Catbarina
por prego commodo : vende-se na prega do
Corpo-Santo, n. 3, e na ra da Cadeia-Ve-
iha, n. 1. Est se acabando, e pouca ha no
mercado.
Farelo novo a 5,500 rs
Vendem-se saccas grandes cml arro-
bas de farelo, chegadas no ultimo navio
de llamburgo : na ra do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Na ra da Cadeia do Recife, n. 49-
vendem-se chapos de palha do Araraly, a
16,000 rs. o cento, couros de cabra, supe-
riores, s 36,000 r. o cenlo, e mais hbaixo.
a 34,000 rs. ; sapatos braucos, a 750 rs. o
par, e 700 rs. a dinheiro.
Na ra da CaJeia do Recife, loja de
fazendas.de Frsncisco Concalves da Silva
Pereira, n. 40, vendem-se bilhetes da lote-
ra do Rin-de-Janeiro, chegados no vapor
S.-Stbattio.
Vende-se, por prego muito em fonta,
hervilh.-ise sarlinhas em latas; conservas
f anee/as ; cognac verdadeiro ; nhsinlh ;
vinho lino de clor rougent e champanha:
na ra do Aterro-da-Boa-Vista, n. 1.
Papel de peso fino.
Vendo-se o melhor papel de peso branco
e azul que tem vindo a este mercado, a seis
mil is. a resma : no pateo do Collegio, ca-
sa do Jivro azul.
Mtrssss de vapor.
Acha se, aborta a padaria da ra do Bur-
gos, Forte do Mallos, na qual se achar
diariamente todas asquali lnle de massas
linas, Irabalhadaa por machinismo ; lam-
bem se f,i linca ni excellenle pao e bolaxi-
uha de araruta, ditas inglezas, boluxOes
quadrados e redondos, e outras mais mas-
sas tudo obra prima : as mesnias se acharflo
no deposito do pateo doTergo, o. 10.
--Na casa de modas francezes'de Buessard
Millochau, no Aterro-da-Boa-Vista n. 1,
vende-se um grande sortimenlo de chapeos
de palha de tolas as qualidades para se-
hora e meninas ; bom como um rico e.s-
colbi diento do capotiuhos e manteletes de
seda das ultimas modas de Pars, os quaes
se vndenlo por prego muito commodo.
Farinha de u.andioci.
Vende-se farinha de mandioca
nova, de S.-Calharina, a melhor
que ha no mcrculo : a bordo do
brigue-escuua Olinda, entrado
neste porto no dia n do crrente,
e que se acha funtieado em frente
da escadinha do caes do Collegio,
trata-se a bordo do mesmo, ou na
ra do Vigario, n. 19, com Ma-
chado & l'iubeiro.
Vende-se um escravo da Costa, mogo,
sem vicios nem achaques, he muito fiel,
ganhador, relina assucar e faz outros ar-
ranjos de casa : na ra Velha, n 61, aleas
10 horas do dia, e na ruado Livramenlo,
n. 32, botica, als 3 da tarde, onde se dir
o motivo da venda : tambem se troca por
oulro, proprio para o servigo de campo.
Vendem-se2 nares de caslicaes militar-
nos e urna grande salva para6 copos,ludode
prala, por mdico prego : na ra dasTria-
cheiras, u. 50.
Quem duvidar,
Venlia ver e comprar.
Na loja de Viuva Freitas CuimarSes ven-
dem-se fazendas por baratissimos pregos,
abaixo mencionadas, que por suas ptimas
qualidades os freguezes nSo deixarflo de
comprar, como sejam : cortes de brim bran-
co de lisiras e de puio linho, a 1,000 rs. ;
pe(as de zuarte com 34 covados e 5 palmos
de largura, por 4,000 rs. ; chales de chita
scuros, a 500 rs. ; panno azul, a 1,600 rs. o
covado ; brim de palha e linho. a 340 rs. o
covado ; alpaca verde escura de cordflo, a
i00 rs. o covado ; merino de todas as cores,
a 600 rs. o covado ; meias de seda bertas
para senhora, a 1,880 rs. o par; bico bran-
co, a 80 rs. a vara ; corles do lfla para cal-
cas, a 1,000 rs. O vendedor pede sos fregue-
zes, que aproveitem a quadra, pois nem
sempre apparecem destas pecbincbas.
Vende-e, por preco commo-
do, polassa em barriquinhas ; fu-
mo para milo e capa de charutos :
nos armazensado fallecido Bra-
guez e ias Ferreira, no tes da
(\lfandcga, a tratar nos meamos,
ou com Mvaes &c Companhia, na
ra do Trapiche, n. 34.
De patente a lo,ooo rs.
Grande sortimenlo de chapeos de sol, de
patente inglez, pelo baralo preco de 10,000
rs cada om, com basteas de bsleia e do ago;
dito mais pequeos para meninos ; ditos
de seda preta, a 5,500 rs. ; ditos de cores, a
8.000 rs; ditos de panninho, a 2,800 rs. ;
chapeos brancas de cnslor, patente inglnz,
ede aba larga, a 13,000 rs ; ditos de aba
eslreita, a 9,000 rs, ; ditos franceses, dos
melhores, prova d'agoa, a 8,000 rs.; ditos
modernos, a 7,000 rs.; chapeos do Chile,
pelo barato prego de 6,500, 7,501, 8,000 e
9,000 rs. ; bem como um completo sorti-
menlo do fazendas finas egrossas, por mui-
to barato prego : na ra doQueimado, r>. 87,
armazem de fazendas, de Raymuodo Car-
los Leite.
Metal amarello e p es;os
para forro de navios, por prego commodo ;
P >tasa nacional,
a mais nova que ha no mercado, por menos
20 rs. do que em outra qualquer parte : ven-
de-se no armazem de A. V. da Silva Barro-
ca, na ra da Madre-de-Deos, n,36.
Presuntos do Porto
de superior qualidade, por prego muito
commodo : vende-se no armazem do Joa-
quim da Silva Lopes, na ra da Madre-de-
Deos.
AHeneao
Vendem-se chitas finas, a 160, 180 e 200
rs. o covado; riscados largos om cassa, a
840 rs. ; meias para sennora, a 160 rs. ; di-
tas para meninas, a 300 rs.; pequeos len-
gos com bico, a. 500 rs. ; ditos muito gran-
des para calinga, a 1,000 rs ; msdapol.lo de
vara de largura, muito fino e com 40 jardas,
a 8,500 rs. a prca ; algodflo trancado de lis-
tras, eocorpado e amei icano, a 200 rs. o co-
vado ; dito azul superior fuze.oda america-
na, a 220 rs. o covado ; dito trangado brin-
co, a 310 rs. a jarda em pegas; madapolflo
fino, a 3,800, 4,000,4,80, 5.000 e 5,200 rs. ;
meias americanas cruas e encorpadas, a
1,000 e 5001 rs. a duzia ; riscadinhos gc-
novezes, muilo finse proprios para roupa
de meninos, a 320 rs. o covado ; lengos de
soda de excellentes padrOes e muilo fios,
a 2,400 rs., alm destas fazendas na um sor-
timenlo completo de fazendas de bom pos-
to que se vendern por prego baratsimo
para seadiantar a venda das mesmas : na
ra do Collegio, n. 1, loja da estrella.
- Vendem-se pegas de chitas pardas, co-
res muilo lixas, a 5,880 rs. e a retalho a
1-20 e ItiO rs. o Covado; pegas de madapo-
ln com algum mofo, largo e com 30 varas,
a 2,500 rs. ; estoupa, a 4, 6, e 8 f m>ns a
vara ; lengos grossos para tabaco, a 120 rs.;
um fole de folear formigas, por 5,000 rs. :
na ra larga do Rozario, n. 48, primeiro
andar.
Quemquer comprar
li.iiiito e bom
Deve aproveilar
A occasiflo.
Venden se cortes de csssa-chts muilo fi-
na, a 2,000 rs. ; dilos de cambraia com lis-
tras equadros decores, a 2,000, 3,500 e
3,000 rs. ; ditos de cambraia bordados de
cores, a 2.500 rs. ; cortes de collete Jde vel-
ludo, a 1,600 e 2,500 rs.; ditos de seda e
orguro, a 2,000 rs. ; cortes de casimira
fina, a 5,000 rs. ; las e seda psra visli tn di-
senhora. a 600 rs. o covado ;'garga de ISa o
seda, a 560 rs. o covado ; Ifles de cores para
vestidos, a 240 rs.; cha;eos de sol, de pan-
ninho para meninos andarero na escola, a
1,600 rs.; fazenda raneza muito encor-
pada com listra ao lado, fingindo perfelta-
mente casimira, a 3,000 rs. o corte; Ifles
muito finas ede bonitos padro>s, a 2,400
o coi te ; lengos de ISa e seda, a 640 rs. ;
13a escoceza propria para veslipo de pelas,
a 30o rs. ; e outras mutas fazendas por di-
minuto piego : na ra do Crespo, n 15, lo-
ja de Joaquim de Oliveira Maya Jnior.
Mar melad a.
Vende-se Ha rui da Cruz,
no Recife, armazem, n. 1.1.
narxelada em caixinhas,
do duas atdezeseis libras,
a melhor quest hoje lem
vindoaesle mercado.
Lotera do Rio i e-Ja-
neiro.
Aos 20:000,000 i s.
Na rus da Cadeia do Recife, n. 24, loja
de cambio da viuva Vieira.& Filho, vendem-
se bilhetes de lotera a beneficio das obras
publicas da imperial ciiade de Nilheroy.
- Vende-se urna negra por 350,000 rs.,
que sabe cozinhar e lavar da sshflo, islo por
procisSo: na ra Nova, n. 58, primeiro
andar.
Loteria do IIio-de Ja-
neiro.
Aos 20:0000,000 rs.
va ra do Rozario larga, botica n. 42,
vendem-se bilhetes
Inteiros .... 33,000
Meios.....11,000
Ouartos .... 5,500
Oitavos .... 8,750
Vigsimos. 1,300
Vendem-se diversos escra vos, chegados
da llahia, como s bonitas figuras, e que sflo ptimos, cozi-
nheiros ; um dito bom bolieiro ; 4 moleco-
'es bons para qualquer servigo; dous u o-
lequcsptimos para aprender algum olli-
io ; duas prelas boas eogommadeiras ; 2
lilas boas ciizinheiras ; duas ditas de amia
dade, lavadeiras : ludo por preco muito
im conta, pois se deseja remoller as, coin-
jetentes cdulas para virem oulroa escra-
'os : na roa das Larangeiras, n. 14, segun-
lo andar.
Vende-se superior cera ae carnauba :
as Cinco-Poulas, o. 66.


~"
l-f*
-"V

fttiadoLivramenlo, n.lfl
Vende-se cabido francez, obra muilp
boa, sendo borzeguins de fazendas de cores
com, biqueira de couro de lastro para me-
ninoi, a NO ra. o par; palos de duraque
{reto para senhora a 17140 rs. ; um par de
rincos de filigrana com brllhantcs, muitn
em conta.
Vende-se um pardo de 27 annos, de
boa figura, perito official de alfaiate, e rro-
prio para pagnm ; um preto de nacflo Na-
go, corpolenlo e proprio para todo o ser-
vido, por preso commodo : na ra da Ce-
deia do Recife, n. 39.
Vende-se urna preta de 3o
annos, com algumas habilidades,
por preco muito barato, por estar
doeote : na ra das Larangciras,
n. 14, segund andar
A 1,000 rs. o corle.
Na loja n. 5, que faz esquina para a roa
do Collegio, vendem-se cortea com 3 cova-
dose meii de briol de algodfio trancado de
lislras e dequadros, pelo barato preso de
1,000 ra. cada um corle.
Vendem-see alugam-se as melhores bi-
chaa bamburguezas. que ha no mercado,
tanto em porc.Ho como a relalho : oa ra
dasCmzes, n. 40, taberna de Domingos da
Silva Campos.
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escuros dealgo-
dSo, propriospara efctavos, por serem de
muita durac.lo, pelo diminuto preco do 640
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volta para a cadeia.
Deposito de Pofassa.
Vende-se muito nova potassa
de boa qualidade, em barriszinhot
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
tempo se nao vende: nc Hecife,
roa da Cadeia, armazem n. n.
As novas cassas sublimes
a !,240 rs. o corle.
Na loja de GuimarSes & Henriques, na
ra do Crespo, n. 5, que faz esquina para a
ra do Collegio, vendem-se novos cortes de
cassas finas denominadas sublimes, pela
sua boa qualidade e barato preco.
Chegaram novamente i ra da Sen-
zalla-Nova, n.48, relogiosde ouro e prala
patente inglez, para homem e senbors.
Chitas trancezas linas a
340 rs. cada um covado.
Na ra do Crespo, n. 5, confronte ao ar-
co de S -Antonio, vendem-se chitas Trance-
zas finas e de modernos padrOes anda nlo
vistos ueste mercado, pelo barato preco de
320 r*. cada um covado ; panno preto, pelo
barato preco de 1,600 rs. cada um covado-
lencos de cambraia brancos e abertos ocla'
beira, 2,800 rs. cada urna duzia.
A 640 rs. o covado de al-
paca preta lina.
Loja n. 5,
de GuimarSes & He'nriques, que faz esquina
para ra do Collegio, vende-se alpaca pre-
ta lina, pelo diminuto preco de 640 rs o
covado, preco este por que nunca se vendeu
fazenda igual.
Farelo a 3,000 rs. a
Panno pardo Gno a 4,000
rs. cada um covaao.
Na loja da esquina da ra do Crespo, u *,
vende-se panno fino pardo e cor de caf.
aelo barato preco de 4,000 rs o covado ;
lito preto e azul, a 3,000 rs. o covado, e de
luirs muitas cores e qualidades, por dimi-
nuto prego.
Ao barato preco*de 140
rs. o. covado.
Na loja n. 5, de GuimarSes & Henriques,
vendem-se chitas escuras, pelo diminuto
preco de 140 rs. o covado, e de outras mui-
tas qualidades por diminuto prego.
Acaba de chegar
loja da rut do Crespo, n. 6, um
novo sorlimento de fazendas ba-
ratos,
como sejam : cassa-chitas muito finas, de
cores fizas e com 4 palmos de largura, a
120 rs. o covado ; cortes de dilas s 9,000 c
2,400 rs,j riacado do linho, a 240rs. o co-
vado ; dito de algodfio americano para es-
cravos, a 140 e 160 rs. o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 200 rs.; zuarte azul, a
200 rs. O covado ; dito furia cores, a 900
rs. chitasde cores fizase de bonitos pa-
drees, a 160 e 180 rs. o covado ; cortes de
fustHo, a 600 rs. ; chales de tarlatana, a
1,280 ra. ; meioa ditos, a 320 rs.; coberto-
res deslgodlo de cor, a 640; alpaca preta de
rordo e com aete pal nos de largura,
1,980 rs.o covado ; e outras muitas fazen-
das em conta.
##
A TURCA. *
Chegaram os muito procurados cr-ff
tea de tapete para .patos, leudo gran-*
^variedade de gostos : vendrm-se na$
Sloja do sobrado amarello, nos qualro-#
cantos da ruado Quelmado, n. 29. S*
* m e *#<
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na ra da Cadeia, n. 5,
'endem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Moendss superiores.
NafundicSode C. Starr 4 Companhia
em S.-Amaro, acham-se venda moendis
de canna, todas de ferro, de um modelo e
conslruccio muito 'superior.
Chapeos de sol.
Vendem-se chapos de sol, de seda pret-
com barra Uvrada, a 6,000 rs.; ditos furtaa
cores, a 6,500 rs.: estes chspos silo mui-
to liem construidos, muito fortes e de boa
seda : na ra do Passeio, n. 5, fabrica de
chapos de sol.
Oh que pechincha !
Fazendas prelas por presos nunca vistos,
em altencQoa boa qualidade dellas.
4
(liem admirar
venha ver e comprar.'
Na ra do Crespo, esquina que
volta para a cadeia,
vendam-se pannos pretos, a 3,000, 3,600 e
5,500 rs. ocov*do; dito azul, a 3,000 rs. ;
lito corderaje, mullo superior, a 4,000 rs'.;
cortes de casesaira preta, multo boa, a 3.200,
5,000 e 10,000M.; ditos de selim de cores
para rolletes, 1,600 rs. ; ditos de gorgu-
rio, a 1,280 ra.; ditos, do brim branco de
linho para calcas, a 1.600 rs.; dftos de fus-
tSo para coljetes, a 600 rs.; ditos de cassa
para vestidos,.de muito bom goste-, a 2,400
e 2.500 rs.; cortes de brlm amarello de pu-
ro linho, a l.aOO rs.; cassa preta, a 140 rs. o
covado ; ditas de corra muito bonitas, s 900
e SO rs. ; alpaca preta de cordo, oom 7
puliros de largura, a 1,280 rs. o covado,
sendo esta fazenda mullo propria para cal-
cas, sobre-casacas e vcs.tdoe, por ser muito
forte econmica em raafie da largura; ris-
cado de linho azu'zinbp, a 240 rs. o cova-
po ; lenQoa de seda para grvala, a 1,980
rs. ; ditos para algibeira, a 1,98 rs. ; zuar-
te azul de vara de largura, a 200 rs. o cova-
do ; dito furta -cores, 900 ra. ; riscado
monstro, a 800 rs.; picote multo encor-
pado, proprio para escravos, a 240 e 180 ra.
o covado ; riscado de algodSo americano, a
140 rs. o covado ; cortes de brim (je listraa
decflres, a 1,080 rs.; ditos com Hslra so
lado, a 1,980 rs. ; ditos escuros, a 1,280
rs.; pecas de chilar muito benitas, a 3,500
r*.; dilas escuras decores fizas pora casa ,
a 160 e 180 rs. o covado ; chales de tarlata-
na, a r,280 rs. ; meios ditos escaros, a So
ra.; lencos de cassa par eravata, a 390 ra ;
meias para meninos, a 100 ra. o par; ditas
muito superiores para senhora, a 400 rs.;
lisJa}os peqneooade 18a com tres ponas pe-
rs escravn, a 140 ra. : cassa de zadrez para
veatido a 320 rs. o aovado ; pecas de cam-
braia lisa cnm8 vajras e meia, a 2,700 rs;
dita muito fina, a 640 e 790 rs. a vara ; ch-
peos de sol, de panninho com bastes de ba-
lis, muito bona a 9,000 ra.; e outras mui-
tas fazendas baratea que a vista dos com-
pradores se fsrlo os precos.
Os autigosriscadosmons-
Iros a i0
sacca,
e o melhor que tem vindo a este mercado
na ra da Uadre-de-Deos, armazem de Vi-
cente Ferreira da Costa,
Pechincha
para os amadores da santa
economa.
Urna porcOo de finas cassas, frsncezas de
4 palir os e meio de largura, de lislras szues
e encarmdaa, com flores de todas as cores,
gostos muito bonitos e modernos ; estas
cassas foram arrematadas em leilfio, por la-
si n venden* pela metade de seo valor, di-
nheiro a vista, a 240 rs. cada um covado
na ra do Crespo, u. 14, loja de Jos Fran-
cisco Diaa.
A ultima moda.
0, Para roupinhos de vestidos Velludo
gjkde trtres, confoinie os ltimos iguri-5
iilios: vende-se na ra do Crespo, n 9,S
lijn a ma re Is.
Vendem-se enchameia de sedro, do 20
a 30 palmos, proprio para obras de casas,
por preso commodo: na ra do Vigario,
n. 5.
Vendem-se os sobrados de dous an
dares, em chaos prCprios, sitos no pateo de
N S. do Terso, que faz esquina para o bec-
co do Lobato : na ra Diieila, n. 65.
Vende-se urna balanza anda nova,
muilo em conta : na ra da Cadeia, n. 9,
sobrado confronte ao Iheatro de S.-Kran-
Alpaca decordflo que parece barragana,
de todas as cores, a 640 rs. ; sarja de 1,1a de
duas larguras, a 640 rs. ; merinos, a 1,600,
2,000, 3,000o 4.000rs. ; panno prelo fino R
3,000, 3,800, 4,000, 5,000 6,000 e 8 Oto rs.,
este he panno o mus lin.t que se pode ima-
ginar e tem de largura 60 pollegadas; luvas
pretas de seda para senhora, a 390 rs. o par;
e anda resta una porefio de pecas de cassa
lisa fina, com 19 jardas, a 9,500 rs. por
lera dbra de fra algum sujo: no Alerro-
da-Boa-Vista, n- 18.
Hap Paulo-Cordeiro:
vende-se na ra da
cisco.
Vende-se barato
Sapa I o-, do Aracaly
A oilo ceios riso psr.
Na ra ds Cruz, n. 30, confronte ra da
Linguete e esquina do becco do Porto, ven-
dem-se superiores sapatoa do Aracaty, pelo
diminuto prr(o de 800 rs.o par; chapeos
de paltia ; esleirs ; courinhos de cabra e
sola : tildo por menos preso do queem ou-
tra qualquer parle.
Vende-sa una porsSo de saceos de es-
topa vasios, que foram de caf e fai inha : na
roa de Hurlas, n-52, taberna com a frente
amarella.
VendeUp-'se, no flm da ra da Aurora,
n. 4, duas rarlelras para escripiorio, de um
a face, onde pdem escrever 3 pessoas, com
as grades dobradas para os livros, poj
30,000 rs. cada urna ; um lertio de tambore>
antigs cooraguilhOese rodetes, por 300/
ra. e ternoa de rodetea, a 90,000 rs.
Vendem-se 3 vaco de rafa lorin,
juntas ou separadas: oa praca ds Boa-Vis- Idem-se duas redes de gosto para queaj stbe
t, o. 96, pnmeiro andar. (apreciar o que he he bom.
Cadeia, n 99, segundo
andar ; ra do Cabug, loja do Duarte; no
Alerro-da-Bua-Vista, loja do Estima.
Vende-se um terreno
ji plantado, com 94 palmos de frente e*J0
de fundo, com alicerce para casa de sobra-
do, tendo a frente ja murada, em chSo pro-
prio, na nova na que segu da Solidadr
para o Manguinho, e que divide com o sitio
daSra. D. Antonia Francisca Cadaval : a tra-
tar com o sangrador Jos Adelo, junio a
igreja do Rozariodo bairro de S-Anlonio,
que dir quem o vende, e assegurs-se que
esta propriedade est livre e desembara-
zada.
Vende-se urna escrava do 30 annos,
querozinha, lava de sabilo e varrella ; he
muito sadia, fiel, e nSo tem vicios, o que
tudo se aliansa ao comprador : na ra larga
do Rozario, n. 24, segundo andar.
Atoalhado de linho de
California com 6 pal-
mos de largura.
Na loja de GuimarSes & Henriques, na ra
do Crespo, n. 5, vende-se o novo auxiliado
califoruia de puro linho e com t palmos de
largura, pelo baiato preso de 1,120 ra ; as
simcomo ha de 5 palmos de largura, a 1.000
rs. a vars.
Aos fabricantes de velas.
Na ra dos Tanoeiros, armazem n. 5, ven-
de-se muilo superior cera e carnauba, por
menos preso do que em outrs qualquer
parte.
Cha liysson.
Na padaiia por baixu.do sobrado da ;pi
I Tft da Si -'ril nm iftR tpndp.ianm.I..Ki
l'iysson que he possivl nesle genero, como
ta muilo nao tem viudo o mercado, o pre-
So he muito em conta, para se adquirir oais
Treguezes : tamben) se vende assucar refina-
do da fabrica da ra das Larangeiras, de
prin.eira e segunda qualidades;. caf mol-
do ce va da torrada e nioida. qualquer destes
gneros sao puros sem a menor mistura.
Vendem-sedous moleques do 10 a 12
annos, muito lindos, e bons para tudo quan-
lo os qui/.erem applicar ; una parda de 25
annos, pcrfita engommadeira e coslureira,
e he boa uiocama ; una preta com as mes-
mas habilidades ; urna dita boa quilandei-
raelavadeira ;uuia dila cun urna lilha de
8 annos, e que he boa para vender oa ra c
servir a uiua casa ; dous pretos bous para u
serviso de casa : na ra do Collegio, n. 21,
primeiro andar, te dir queui vende.
Hedes bordadas.
Na ra do Kangel, armazem n. 36, ve
a iiw rs. 6 covado.
Na loja de f.uiararfies de Henriques, ven-
dem-se os antigos riscados monstros, de 5
palmos de largura, e de padrea novns, a
280 rs. o covado ; riscados california, de co-
res finas e muito encorpados, e tambem de
cores escuras, pelo barato preco de 900 ra.
o covado.
Fazendas bsra tas.
No armazem de fazendas, de Raymundo
Carlos l.eite, na ra do Quemado, n. 27, ha
um bello sorlimento de fazendas de todas
ts qualidades, por os precos msis comino-
dos que se teem vendido, s saber : pesas de
madapolo da India, com 24 jardas, muilo
fine, a 3,200 rs.; dito muilo fino e encorpa-
do, com 4 palmos e meio de largura, muito
propiio para camisas de escravos por ser de
muita durasSo, a 3,600 rs ; alpaca de cor-
dfio, de lindos gostoa, e de diversas eOrea,
proprio para palitos, casacas e caifas, a 800
ri. o covado ; dila preta muilo lina, a 800
rs.; oplimo riscado francez de varias corea,
a 280 ra. o covado ; cortes de brim pardo
para caifas, a 1,400 rs.; ditos de quadros
uiiudus, muilo bonitos, a 1,000 rs.; risca-
do monstro, 210 rs. o corado ; corles de rhi-
ta chineza, goito escolhido, a 3,500 rs.;
atuslnada enlranfado com 7 palmos e meio
de largura, a 800 rs. a vara.
Salsa-parritha de Sands
para remover e curar radicalmente todas as
enfermidades quo procedem da impureza
do sangue, ou habito do sj
Esta medicina esta operando constante-
mente curas quasi incrlveis, da molestias
que procedem da impureza do sangue. A
infeliz victima de molestias hereditarias
com glndulas indiadas, ervos encogi-
dos, eos ossos meios arruinados, flcou res-
tabelecida com toda sua aide e fress. O
doente escrofuloso, coberto de chagas, cau-
sando nojo a si meamo, e a quemo servia,
lcou perfeito. Centenarea de pessoss que
tinliam soffrido ( por annos, a ponto de
desesperaren da sua sorte ) molestias cu-
taneaes, glndulas, rheumatismo chronico
e muitas outras enfermidades procedentes
^Hkarranjo dos orgias de secres&O e da
ido, teem-seerguido quasi milagro-
samente do leito da morte, e hoje, com
conslituisOes regeneradas, com prazer at-
leatam a efilcacia deata ineatimavei prepa-
raefb.
Comquanto lenham apparecido grande
curas al aqui produzidas pelo uso desla
estimavel medicina, comtudo a experienci
diaria aprsenla resultados mais notavejg
New-York, 29 de abril da 1848 .'
Sre. A. B. tu, Sands. Julgando ser
um dever para^om voaco e para com o pu-
blico em geral, rometto-vos este certificado
das grandes virtudes da vossa aalsa-parri-
Ibs, para que outros que hoje estfio sof-
frendo eslabelesam melhor
*^
les, chicaras, pires esmaltados, bacios e ba-
cas branes e pintadas, genebra, vinho en-
garrafado le superior qualidade, arroz de
neo e tinto : ludo supe-
s-je Msgnum Lexicn ; Horacio ;
VirgTTro ; Saluaho ; Tilo lirio ; Diccionario
gsographJaef pommcrciante, 5
rarhiaechronoogude Vellez: Rahftasfio
de Talleirand ; Bezout; Grammatica ngle-
z; dita franceza J Consln ; Vigarlos ; C-
ramuru ; Affonso Africano ; Novo testamen-
to ;Canons; Tompsoin ; Cuaranpes ; illa-
loria Sagrada; o Pastor e a orerha Cantos
sagradoa, a 900 rs.; o Gemido d'alma, a 80
rs.: tudo mais barato do que em outra
qualquer parte : na roa dd Crespo, n.n.
Prwjfecommodo.
Vendem-se 50 latas para arroba da assu-
car: na roa do Rangel, n. 1.

sera vos Fgidos.
- Fuglo, no dia 30 do mez paseado o
pretoJeSo,de necffo Benguella. de altura
regular, grosso do corpo, barba serrada, e
com alguna cabellos brancos ; cujo escravo
trabalhavab arsenal, e ltimamente em
armazem da assucar: quem o pegar leve-o
a'ruadeApolfo, n. 4, que ser recompen-
aado.
!eoo#ooo.
Fugiram de bordo do brigue
iionuuesiaeiesam memora sua conflanca c d j j -. V Vo.
eh 'rn dous escravos, sendo um de
clns. a
Vi-me perseguido com urna grande fe-
nda no tornozelo, que se estendia pela ca-
nella cima al o jolho, lanc.ra grande
porfo de nojeoia materia, com comichees
que me privavam muitasnoites do meu des-
canso, e ersm muito penosas de auppor-
a O 8r. iogo M. Connel, que havia sido
curado com a vossa salsa-parrilha, recom-
mendou-mequeeufizesseuso della.e de-
pois de haver tomado cinco garrafas fiquei
porfeilamenle curado, a
Tenho demorado um anuo mandar-vos
um certificado, para reconhecer com eer-
teza se s cura era permanente, e tendo ago-
ra ai maior sslisfasBo em declarar que nOo
tenho visto, neo sentido cousa alguma du-
rante todo este tempo, e acho-me perfeita-
menteresubelecido.-Sou voasa.etc.
SruJt M. Iniirt. *
.. 240, ra Delancey.
wests provincia o nico agente deste ma-
ravilhoso remedio he Vic nte Jos de Brilo,
com bolica na ra da Cadeia do Recite.
ro.
A 1,000 rs. o corle de
c;ilvas.
Vendem-se brins troncados de
listras ao lado, dos mais moder-
nos padroes, tendo tambem cor
de ganga, a l,ono rs. o corte de
calcas : na ra do Queimado, n.
8, loja confronte a botica.
Com 8 palmos de largu
ra o novo algodfto mons-
ti o trancado california.
Na loja confronte ao arco de S -Antonio,
n 5, vende-se o novo algodfio monstro tran-
cado, com 8 palmos de largura, pelo barato
preso de 800 ra. a vara.
No armazem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farelo, a
3,ooo rs. a saces, e faiinha de tri-
go franceza da marca Bario, por
preco commodo.
Vendem-se rodas de sreo de pi para
pipase barricas ; caixaa de pinhe vasias;
prego* ripaes, proprios para pregar barri-
cas; cal virgen de Lisboa; fio porreta do
Porto: ludo por preco muito ommodo :
na ra da Cruz, no Recite, n. 49, primeiro
andar.
jNavalhas de patele.
Vcndem-se navalhas linas de
patente parafazer barba ; estojos
completos de todos os ferros para
jeirurgia, obra muito fina, por pre-
co cnmmniln no r'J5 da tlruz. nn
Hecife, n. 43, .atoja de Joaquim
Antonio Carnciro de Souza Aie-
vedo.
Bichas de Dambnrgo.
Vendem-seas verdadeiras bi-
chas de Hambnrgo, aos ceios e a
relalho : UiuiLem se alngapi e vio-
se applicr a quem piecisar : na
ra da Cruz, no Kacifc, n. 43, lo-
ja de Joaquim Antonio Carneiro
de Juiu.a Azevedo.
-- Vendeni-eeamarras ae ierro: na roa
la Senzalla-Noa. n. 49.
Vende-se um piano de mui-
lo boas vozes equsinv* : no pa
leo da Fenha, o. i5, se dir onio-
" livo da venda.
Deposito geral do superior ra-<
<> p Areia-Preta da fabrica j
de Gaotois l'ailhet & G.
q na Bahia. O
^ Domingos AlvesMatheus, agente da
O fabrica de rap superior Areia-Preta da"
Baha, tem aberto um depoaito na ra
gjda Cruz, no Recife, a. 52, primeiro an-O
]T dar, onde se achara sempre .deste ex-0
^cellentee mais acreditado tap:
meia
J**de-se em botes de ums
9por preso commodo. q
Lotera do Kio-de-
Janciro.
Aos 20:000^000.
Na praca da Independencia, n.
4. vendem-se bilhetes, meioa,
quartos, oitavos e vigsimos da
sexta lotera a beneficio das obras
da cidade de Nictheroy.
Moicira & Velloso
nome Sabino, de cor parda, esta-
tura regalar, de ao annos pooco
mais ou menos ; levou calcas e
camisa azes, e bonete encarnado:
o outro di acm s:sbb, criou-
lo,de 34 annos pocc maia ou
menos, estatura alia; levou calcas,
camisa a bonete azues. Boga-s as
autoridades policiaca e capiles de
campo, que os apprehendam e le-
vem-nos ruado Trapiche, u. 34,
casa de Novaes &c Companhia, que
recompensar.
-- Fugio, ha 9 para 10 mezes, o criou|o
Rsphael, de 35 annos, altura regular, quei-
xo redondo, pouca barba, olhos. muito vi-
vos; tem 00a pea um dedo cortada pela
junta; he serrador; muilo rbdtorico 00
fallar; quando anda empina aa Mdegaa pa-
ra Iras: Miguel, orioulo, ateio fulo, cabello
pintando.de 46 a 50 annos, baixo, oom fal-
ta de cabellos que rsts quasi calvo, pouca
barba, queiio fino,olhos vermelbos srre-
galados, muito ladino e conversador, cheio
do corpo as paz, pernaa linas, pea peque-
nos; e com o mesnao urna escrava da nome
Rosa, croula, beovpreta, altura regular,
com marca de fogaraw roalo do lado esquer-
do deseando tos hombros, pa, a braso, em
partes que parece agoa quente: quem. os
. pegar leve-os ao engenho Ilha-de-liello,ou
.'e"'2 fiesta prasa a Antonio Alves de Miranda Cai-
^ |marilea, na ra DirelU, n. 6, que se re-
compensar com 30,000 rs. por cada om.
Vugio, do engenho novo do Cabo, ba
dous mezes pouco niais ou menos,'ma
preta criouls, de nome Anca, de 18 annos,
alta, magra, com os beisoa groasoa, naris
team para vender as mais superiores nava-
lhas que presentemente se enconlram, e
no duvidam provar o que dizem, porque
teem o testemunho de vsriss pasoss a
quem os annunriantes teem vendido, e que
certificam serem as melhores : a loja aonde
nicamente se vendem he na ra Nova, n. 8
Na loja.de Woreira & Velloso,
vendem-se lindos toucadorea de Jacaranda,
muito proprios para rapases solteiros, Un-
i pelo qualidade do objrcjo como pela
commodidade do preco que nSo excede a
1,000 rs.: na ra Nova, o. 8.
Cdigo do commercio brasileiro.
Vendem-se cdigos do commercio do
imperio do Brasil, a 5,000 tt.: no pateo do
Collegio, caaa do livjro azul..
Vendem-ae chai eos de sol para meni-
nos, a 1,500 rs.: n ra larga do Rooario,
n.26, loja de roiudeai.
Vendem-ae lentos de ssda para algi-
beira, e que tambem serve para hombros de
senhora, pelo diminuto preco de 1,000 rs.:
ua ra Nova, n. 9, loja.
Na loja de Fernandes da Luz &
Irmao.naruadoLivrameno.n. lo,
vendem-se corlea de brim transado branco,
a I,ISO rs. dito de cor, s 1,000 rs.; cor-
tes de cassa-chita, fazenda muito fina, a
3,500 rs. ; cbits preta de lustro, a 180 r. o
cuvado ; diU de cor, a ICO ra. ; riscado
monstro, a 10 1a. o covado; aun candiel-
ro de 3 luzes, por preso commodo.
ve=di-;c rsp !'?!-( or-
deiro, chegado agora do ttio-de-
Janeiro : na ra da Cadeia, n
5(j, loja de Jos Das da Silva.
Vcnde-se gtixt em bexigas
vinda ullimumenle do Rio-Gran-
de : na i na da I'raia, n. 3a.
Na ra do Mvramenlo, n. la, loja de Per*
nandss da Luz & Irmao,
vendem-se tpoi Us Je amarello, muito tor-
tea, da largura de 5 palmoa e ti de cum-
plimento, por freso muito commoJu.
Vendarse uro prelo proprio para en-
itoaho; araruta, a 200ra. ; cha l'auliata, a
,000 rs. : M NaaHMraiU, n. 14.
-- Vepdem-se tahSMaa de AlagOas, novss,
a 130 rs. : noe-teada Alfandega, "armaaem
11. a.
- Vende-se a laberaa sita no Varadouro
iida, a cass do Sr. Joaquim Krancis-
Alem, ou retalham-se ua ganaros ds
Imesans, consistindo esa pralos, Ugellaa, bu-
11. a.
le Olii
o de I
esana
Jequeno, chato e com aa ventas arrakua-
>s ; foi vi^la para aa banda* da Murlatea,
no engenho l'enanduba e a este Hecife :
quema pegar leve-a ao dito engenho que
ser recompenaado.
Fugio, do engenho aovo do Cabo, des-
de Janeiro do corrente auno, o rooleque De-
nediclo, crioulo, com principios de carrei-
ro, alio, nariz bislante chato, com falta de
denles na frente, ps grandes :- quem o pe-
gar leve-o so dito engenho, qa* aera re-
compensado.
-- Acham-se fgidos, do engenho Sanlo-
Andr, na freguezia de Una, desde noveni-
brodo annopassado, bs escravos crioulos,
denomes: Simplicio, idade 21 annos, alto,
secco, sem barba, beisosum Unto grossos,
bocea grande e fel por ter os cantos cneios,
denles grandes, gosta de tomar tabaco, e
quando o toma, quasi sempre, deixa aujta
ss ventas : Antonio, tambem carreiro, ida-
de SO annos, alto, grossura regular, ei-
padaudo, pouco barbado, cacundo, bocea
grande, beisoa nm tanto grossos, tem fal-
la de denles na frente, gosts de fumar ca-
chimbo e tomar tabaco, eusa trazer coritas
graudaa ao.peicosso : lia noticia queandam
em nm couto, as maltas do engenho ('a-
morim, na freguezia d'Agea Ifta, e dibi
ao engenho Pirangi, que nflo dista muilo,
portero Antonio, oeste engenho orna es-
crava, com quem.lem misade : rsjfaMM as
nlorldadea policiaca e capilSo de oempo,
que os apprehendam, e ietw-M ao dito
engenho, que terfio. reconvMMafos com
100,000 ra.
Fugio, no dis aj de junho do corr
nno, do engenho Sctubal, freguezia
Cabo, nm molecole, de nome Elias, criou
de 94 snnoa, bem preto, olhoa grandes, na-
riz afilado, com todos os denles na frente a
limados, corpo espigado, pernas finas; ha
bem fallante, ladino a pachol* ; levou cal-
cas jaqueta e chapeo preto: consta que lol
seduziuo, e anda pelo Recife. Iloga-se aa
autoridadea policiaca, capules de campo,
ou outro qualquer peaaoa, que o apprehen-
dam e levem-noa seu senlior. Joaquim do
rgo nrrelo, DO tillo ngantiiu, ou >-
mingos da Silva Campos, i.a ra daa Cru-
zes, n. 40, que aerSo generosamente gra-
tificados.
D'aapijareceu, no dia 13 da crranle,
pelas 3 horas da tard, u 1 Costa,
de nome Clemente, di
guiares; tem urna cicatriz na cabeca, pro-
veniente deum lalho que levou ; tem os de-
dos dan fio direila um pooco enoolhidos,
proveniente de outro lalho que levoo no
braso; levou camisa de algodflo da larra de
mangas cuelas e em foiha, e calcas zoes ;
quem o pegar leve-o a ra Imperial, n. 85,
que seri recompensado.
Fugio, do eagaolaa novo do Cal
dia 2; de junho, um preto crioulo, oOcial
do carpida, de nome l.uis do Sanios, de 24
annos, alio, corpo rtgular, orelhaa reque-
nas, as mSos e ti i grandes,
tem barba ; he bastan nlo : quem
o pegar
recom
oulo,
ecompM
DIM. F. DKValiU. 1850


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E6TQI4FGQ_P6KLSC INGEST_TIME 2013-04-26T21:04:34Z PACKAGE AA00011611_07512
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES