Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07510


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Full Text
Anno XXVI
Segunda-fera 18
VABTIDA* DOl OOBBXIM.
Golaona e Parihlbi, legundue taita felrai.
RIo-Grande-dn-Norle, quintal feiri ao melo-
da.
Cabo, Serinhiem, RIo-Formoio, Porto-Calvo
e Macelo, no I .*, a 11, e 21 de cada mei.
Garaobtins e Bonito, a 8 r 23.
Roa-Vlita e Flote, a 13 e 28.
Victoria, f quintal felra.
linda, iodo* ot dlaa.
usa.
/Mlng. a 2. s 3 h. e 38 m. da t.
d-.... ,. Iora a 9. oi 7m. da t.
Panas a lo*, c^ ,fl ,. 4 h e 12 m d, m
(Chela a 24, ai 3 u. e 4 m. da m.
tlMMIl as BOJ*.
Prlmelra as 8 horas e 30 minuto, da manbu.
Segunda ai 8 hora e 45 minutoi da tarde.
t-i-1 "
de Julho de 1880.
N. I6.
*
I.U
raaooa DA U10111po.
Portresmezes (udUMtAot) 4/008
Por eismez 8/000
Z>I*J DA >!'*
15 Seg. S. CamlUo'de I.ellii. Aud. do J. do orf. e
do in 1. v-
10 Tere. Mona Scnborado Carino. Aud. do cbanc.
du J. da 1. v. do cv. c do do feito da fazenda.
17 Quart. S. Aleixo. Aud. do J. da 2. v. doclvel.
18 Quii. S. llarlaba. Aud. do J. do orf. e do m.
d.l.v.
19 Sen. S. Vicente de Paula. Perlado.
80 Sab. C Emiliano. Aud. da Chae, e do J. da 2.
T. prime.
patatos u 13 de jiho.
Sobre Londres. 27a27'/, d. por 1/000 n. a 60 .lia.
. Pari, 346.
Lliboa, 105 por cen to.
0ro.Onca beipanhoei.........29/000 a 21/SO
' Moeda de 6/400 velhas.. 16/.VK) a 16/700
. de 6/4110 ora .. 16/100 a 16I20U
de4/000........... 9/100 a 9/201)
Fasta.Patac5ebrasileiro...... 1/H80 a 2|W)0
Peaoicolumnarioi....... 1/U80 a 2|00.
Dito mejicano.......... 1/820 a 1/8-10
uanoa, wao o uia. iniu iip. uiuu i.i. Porumanno 15/000 81 Pon. O Anjo Custodio do Imperio. meiicauoi..........^, *"
BRO DE PEMilBlEO
i i~~u iaa*wjMx^^
MINISTERIO DO IMPERIO.
DECRETO N. 678 DE 15 DE JUNHO DE 1850.
Altera as ar ti gas 43 14 do decreto n.
632 de 11 d* agosto de 1849.
Convivido delerminir com mais preeisSo
e elaraza o melhodo estabelecido no arli-
!os 13 e i4 do decreto n. 632 de 97 de agosto
4849 para a expedirn doa diplomas df
qu tratam os mesmos artgos : liel por
bem que o mencionado decreto se.execuU
com s sepuintes alteracOes :
Artigo. I. A nota da que trata o art. 13
do decreto n. 632 de 37 de agosto de 1849,
aer entregue na provincia ao agraciado,
para que ent vista delta possa pagar na rece-
bedoria, oo na reparlIgSo da mesma provin-
cia, a cujo cargo se adiar a arrecadacBo das
rendas internas, a importancia da respecti-
va joia, novo direitos, sello, e emolumen-
to recebid como em deposito por conta d
secretaria de estado a quo pertencer, e re-
mettida do flm de cada semestre i respecti-
va thesouraria.
Art. 9 Do recebimento se dar parte
oonheclmento em forma, para que com elle
poesi requerer ao presidente da provincia a
expadiclo do seu titulo.
Art. 3. Os presidentes das provincias logo
que Ibes sejsm apresentidos os rooheci-
mentos, de que trata o artigo antecedente,
os remellerSo compatente secretaria de
estado, ira quul se expedir o titulo, fazen-
do-se no curpo da carta expresas meng.lo
das quintil pagas por conta da joii, novos
dir i ios e sello, eom referencia ao respecti-
conhecimento em forma.
Art. 4. No fin de cida semestre saesr *
thesouraria letra sobre o thesouro puhlici
di imroriancia dos emolumento arrecad-
dos no mesmo semestre, a fsvor da secreta-
ria de estado por conta da quil tiverem sido
recebidos, e a remeter ao respectivo ofll-
ciai-uiaior. ,
O visconde de Mont'alegre, conselheiro
de catado, presidente docomelho de minis-
tros, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios do imperio, assim o.tenha entendi-
do e faca execular. Pslicio do llio-de-J-
neiro, em 15 de junho de 1850, vigsimo
nono da indepedencia edo Imperio.Com
a rubrica de 8. M. o Imperador. Visoonde
de Moni" alegre.
Artigo, t. O engenhelro da terceira sec-
gBo, Gca autorisado^ guiar-se para execu-
gilo da obra da ponte do rio Tipacor pelo
novo projeclo e ornamento approvado or
esta presidencia em data de 35 do mez pr-
ximo rindo.
Art. 2. O arrematante e seu dador (lcsm
desonerados de toda a respnnsabilidade
quinto i execueBo da obra, segundo o novo
plano, Iev'ndo-ae em conta a obra feita, e
os matdriaes que se acham ao p da mes-
ma pelo preeo .da erremitago, deluzidns
os 10 por ceqto di multa, que Ihes foi ap-
plicida pel portara de 11 de margo do cor-
le anno.
Art S. O arremitinte nao ser indemni-
sado da importancia da obra feita e dos ma-
ieriaes, sem que prinviro o respectivo eo-
geoheiro os lenha recebido, e lavrado-se o
competente termo.
Art 4. Os materiaes que forern entregues
pelo arrematante serSo applicados, quer
para a obra da ponte, quer para as que se
executarem na visnhinga, fazendo-se nos
respectivos ore melos os convdenles
.batimentos.--Envaram-se copias 10 ins-
pector di thesounria da fazenda provincial,
e ao engenbeiro director dis obras publicas.
GOVERNO DAPROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 4 DE JULHO.
OHicio.--Ao commandante dis armas,
pira mandar inspeccionar lo'raisano Filip-
pe de Ss miago, que se offercr-cu pan assen-
prici no segundo batalbSo de caca-
Dito
lito.Ao mesmo, lntelrando-o de lerS
M. o Imperador, segundo constou de aviso
do ministerio da guerra datado de 19 de ju-
lho ultimo, concedido piseagem para a
compaa lisa de civilliria desta provlncii,
ao soldado do scxlo btalh.1o de cagaiores
Thomiz Curios Augusto de Figueiredo.
Dito Ao inspector di thesouraria de fi-
zend, remoliendo o aviso de urna letra da
quantia de 1 .-785.140 ris. lacada pela llie-
souririi do Itio-Crande do norte, a a favor
de Harroca & Pnheiro.Pariicipou-se ao
presidentedaquella provincia.
Dito.Ao mesmo, communicando, par
que f*ca constar ao inspector da alfandega,
ao administrador da mesa do consulado,
que segundo constou de aviso do ministe-
rio dos negocios strangeiros de 23 le mao
ultimo, S. U. o Imperador concedeu o seO
imperial beneplcito a nomeacSo dada ao
Sr. F. II. I.uttkens, pan exrrser as funccCcs
do consulado de Iiinamarc nesta provincia,
durante a ausencia do arspeclvo cnsul
Neste sentido ofliciou-se ao chefe de polica
e ao capitSo do porto.
Dito.Ao mesmo, Iransinillindo o aviso
de una letra da quanlia de 485,800 ris.
sieada cela thesouraria do lt?o-Crande do
norte, sobre a desta, em favor de Diogo&
Heoiique. Pirticipou-se ao presidente
diquelli provincia.
Dito.Ao inspector da ilfandega, pan
Sue, em cumpriuienlo ao aviso do minisle-
o da fazenda datado de 21 de julho ultimo,
proponha pessa apta para exercer o lugar
da sjudaule do guarda-njr di mesma al-
findega.
Dito.Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, iuleirando-o de haver ao-
Sruvado o orcimeolo, que pela repartir;fio
a obras publicas se procedeu pira o cal-
lamento de 650 bragas do terreno do dci-
mo quinto lauco da estrada da Victoria, e
ordenando que faca por em irremilicSo a
referida obra, que ser executada nos ter-
mos do citado orcimento, do qual remet-
tr copiaInteiron-se ao director das obras
publicas.
Dito.Ao engenbeiro director das obras
publicas, autorisando- a mandar lavrar o
termo de entrega da obra do decitr.o-terrei-
ro lingo da estrada da Victoria, da qual era
arrematante Antonio Pereira Barroso de
Monos, visto estar a dita obra em estado de
ser recebid, conforme declirou o erige-
nheiro ||, A. Milct.
Portarla.-Mandando passar patente de
tfnenle-roronel chefe do primeiro batalbSo
da guarda nacional do municipio de Santo-
Anlflo, a Aninnn de Si Crsicsn I4ns;
('onimunicou-ae ao oommindanle superioj
respectivo.
Dita.-O presidenta da provineii, alten-
danuo ao que Ibe representou o enjenhero
director das obra pubficis resolve:
Commaiido das armas.
Quarttl general na drade do Recfe, em 8 de
julho de 1850.
ORDEM DO DA N. 55
Tendo o Exm. Sr. presidente da provincia
em ofllcio de 5 do correte enmmunicado,
Sueencarregra aotenente daquarta classe
a exercito oSr. /ofiodeSIqers Campillo,
do registro do porto desta cidade, e Hornea-
do interinamente o S*. alferes do estado-
maiord segunda classe'Luiz Gomes Ferrera
que exercia este emprego,para o lugar de a-
jutante do guarda-mr da alfandega desta
orovincia, oSr. mirechal de campo gradui-
do Antonio Coira Sera commandante das
armas, assim manda declarar guarnicSo
para seu conherimento.
Outrosim, o mesmo Sr. marechal, publi-
ca o aviso que haixnu pela secretaria de es-
tado dos negocios da guerra de 14 do mez
de junho prximo passadn, e que segu
transcriptoali de 6er restrita e litteralmeo-
te observado.
Avilo circular.
' lllm. Exm. Sr.Sui Mag'stade o Impe-
rador, maula recommendar a V. Exc. a exac
la observancia do disposln no plano que
bmou com o decreto n 539 de 23 de agos-
|tV> de 1847 para organisacSo do corpos do
exercito, na parte relativa ao numero de
msicos quedevim ter, afim de evilar-se o
abuso de liavcr em alguus delles grande nu-
mero de pracasdstrahidas do serii;u por se
acharen) entretidas naquelleexercicio oque
communicoaV. Exc. para sua intelligenca
e oxecoc.io.
lieos guarde a V. Exc. Palacio do Rio-
Je-Janeiro, 14 de junho de 1850. Uanoel
i'eliiarilo deSouna e Mella, Sr. presidente da
provincia de Pernimbuco.
Cumpra-so registre-se. Palacio do gn-
verno de Pernambuco, 3 de julho -de 1850.
Si.uxa Humos.Con forme, Uanoel Clemenlino
Carueiro del Cunha a
Franeiico Cnrloe Bueno Desehampt,
capiSo ajudinle de ordens.
EXTERIOH.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PKItNAIIBUCO.
- Uiba, 12 de abril de 1850.
Pelos symptomis rilemos, s crise minis-
terial parece ter passado. A commssSo'de
legisligilo da cmara dos pares, oode actu-
almente pin o projeclo sobre i imprensa,
tem lidovariis conferencias com o conde
de Tluirnar para lile propr varias emendas,
a que elle, por ver que tal qual Ihe nSo sera
approvado, tem accedido, a ponto que si-
hir urna cousa nleinmente nova. A maio-
ria da cmara dos deputados tem levado isto
muto a mal, de sorte que se diz que o go-
verno, pan evitar colfiaoes, far eom que
este proiecto se nSo discuta na presente ses
s3o, pedindo a discussfio do ornamento, da
le de meios e oulrss, que pdem levar o
resto da sessSo, que fui adiada al ao iim de
junho.
Continan), porem, as assignaturas de to-
das as terna do reino contra semelhante
Alguna desle protestos teeni sido envrados
direclamentH i cmara dos pire, onde as-
sim como em todo o piz, hilo proluzido
grande impressSo, no pela multiplici-
dado.mas pe qualidadecathegoricade mu-
tos dos ass;gnintes
O duque de Saldanb nSo foi ao beiji-mflo
no da dos annos da rainh, no que se fez
grande reparo. Oaggravoque elle recebeu
do pifo, justifica estas demonstracOes de
resenlimenlov O duque de Palmella ( que
tem ltimamente passado com muitis me-
Jhorss ) prmoveu, entre varios fldalgos e
nulros poderosos do partido moderado pro-
eressislae do carlista, urna subscripeflo pi-
rt IndemnisarerB ntensalmeolo o duque de
Sildmha dos vonclmentos de que foi pri-
mado pela demissflodo rargo que Ihe foi
dada. Isto Um-se effectuado cem ponlui-
lidade. .....t
uuiupiicaiKiu o uiiicGS S ?!E
iiu-ao
hielos contra o* piocedimento do conde de
homar para com o duque de Sildanha, e
contra ci projecto de lei da imprenaa. 0 rnai.
^otavol deste escriotos be o que tem poi
l.iulo : O duQue ie Saldanha e o ctndt Tho-
mar, feilo^pelo deputado Itebello *a Silva.
Est redigido com tal vilentia, e consigna
(So importantes fictos, que o conde enten-
deu que Ihe era forgoso responder, e en-
carregou des^e trabalho o redactor da Lei,
Mendes Leal -espera-* em poucosdiaa a
puhlicago desle curioso opsculo. Outro
fnlheto intitulado o mrechal Saldanha e os
teuidetractores, esoriplo polo deputado Itous-
sado Gorjsr, tambem tem dado que fazeraoa
jomaos ministriles ; mu he incontesta-
velmente inferior ao de Rebeo. liscuju
declarar que todo estes papis teem sabido
anonymo.
No parlamento nSo tem havido cousa no-
Uvel. Esperam-sa as propostas do minis-
tro da fizenda^que to lavia no inspiram
grande conflanga. Presente-se, porcm, um
certo desanimo ni mora, e pouca so-
liliredade no gabinete, sobretudo dese-
jos de fizer iargar a pasta ao ministro da
guerra.
Activam-e as obras das estradas, e o es-
pirito publico esl apathco, aguardando o
xito da lei da imprensa.
Tem aqui causado grande consternucSo ss
noticias qut chegam dos estrsgqs que vai
fazendo no Brasil a Tebre amarella. Fazem-
se quarentenas rigorosas, e* lecera-se que
ella c-chegue por imporlagSk).
Os progressistss esperam que a eleigSo
da Pars recaa no can lidato socialista e o
menos contentam-se com estas luisa dos
seus proprios correligionarios.
DESENLACE DA QUESTA GRECA.
ilinoii, )Hi atril i, 1850.
I annunciel a Vine, em a minha caria de 23
do crreme, que uin.i conferencia final leve
lugar entre Mr. Wve e o baroGrns no dia 2i
a bordo da nao franceza Inflexible sem rrsult.i-
do algum. Ante de le icpar.ir do ministro
ingle, o barn Groi euprMou ao mesmo o
profundo pelar que lentia de nao ter ldo bem
uccedido em ua negocM(o, e com quanto
desde aquello momentodevesse considerar ua
inltaSo como terminada, todava ofiereceu seus
lervlcos a Mr. Wyse para continuar a obrar co-
mo particular entre o representante de S ina-
gestade e o governo grego.afim de vir se conie-
gula o ajuitanento da quealio. Mr. Wyse a-
gradeceu ao barao Gros o leu ainlgavel ollcrc-
cimento, e declarou-llie que senta mu to nao
poder aceita-lo. Ho dia 23 barao Gi os di-
rigi ao Sr. Londo, ministro do negocio es-
traugeiro da Grecia, a segulnte nota, annun-
ciando-lbe a termina;. deigracada de la
niissan :
O aballo aisignado, ministro plenlpoten
ciario, encarrrgario de Interpor o bons ollii-io-
da Franca para obler nina teruiiiiaco amigas
redas dlfferenca actualmrnlc exilenles en-
tre a Grecia e a Inglaterra, tem a honra de in-
formar A ua eicellencla, o Sr. Lindos, minis-
tro dos negocio estrangeiros de S. M. hellenl-
ca, que achando-se obrlgado a eiperar nova
inslrucces do leu governo, considera do seu
dever absler-sc de mal inlervencao olllcial
nesse negocio que reqiterera o exercicio de
cus bons rnelos.
O ibiixo atsignado ttndo-se appressado
em fazer a mesma comuiunicaco a sua excel-
lencla o ministro Ingle pedindo-lheao mesmo
lempo que maiiliresse o iluta quo, al que o
governo de S. *l. briannica livessie lempo de
lomar uina determinacao roiivenieiile lobre
esle objeclo, recebeu boje do eicellenlissimo
Sr. Tilomas. Wyse uina re'sposla qne julga-se
obrlgado, posto que Ihe peie, a communicar ao
governo de S M. hellcnica. O ministro da In-
Slaierra expressa ao tallo assi^nado o pro
mido pesar que sent je nao poder acceder
aos deaejo por elle manifestados ; porquanlo
suas inslrucces nao Ihe ncrinillem manter o
aiu auo at que icnha coinniunlcado com a
sua corte sobre presente postura dos nego-
cios, sendo com grande dor que Ihe dav a en
tender ao mesmo lempo, desagradavcl dever
que la cuuiprir, isto be, communicar ao com-
mandante em chefe do eiquadro de S. M. que
devia por em exrcucao ai medidas nereiiaras
para obler a salislacj) eligida pelo governo
de S. M. brllanolca.
He com profundo pelar que o abalxo as-
(ignado fax una commuoicacao delta naiurea
a S. Exc. o ministro dos negocios sirangeiros
de S. M. hellenica, pedindo ao mesmo lempo
ao Sr. Londo que aceile, ect.
a L. uro..
A 24 do carrete a fragata de vapor franceza
Pautan ehegou ao Pyreu -com despachos para
o barao Gra. Estes despicho erain datados
deParliall de abril. O ministro a nego-
cios estriugeiros di Franca em urna communi-
cacJo desla dala ao bario (ros, di as particu-
laridades de uina conversa(o que llnha tldo
[lugar a 9 do correte entre lord Palmerston
Air. Drouyn de Lhuya embaxador francea em
Londres. Segundo esle despacho lord Pal-
inerslon declara ao einbaixaaor francez que
enviarla lera demora instrucees a Mr. Wyse
para inauler o lala tjuo na qiteitao grega al
que recebesse uovas orden do governo de S.
. G #i*u C~-C, l~Zn 1"* reeebeu eiiei de,
pachos, conimunicou iimnedialaiuenle o seu
conledo a Mr. Wyse. pedindo-lhe com instan-
cia que nao pozesie em execucao medidas coer-
civa emquantu nao recebease novas -inslruc-
ces do ministro das negocios estiingeiros da
Gran-Bretanha- O barao Graa afim de empe-
nhar mal a Mr. Wyse a condescender com o
seu pedido, ottereceu ao meamo tenipo depo-
sitar 180,000 drachmas abordo do vapor in-
glez Odin, como uina garanta de que o gover-
no grego eilarii por toda e qualquer conven-
(oque folie fella por lord Valiitcntoa c Mr
Drouyn de Lliuy para o ajuitamento da pre-
sente ditl'erenca. Mr. Wyie ciu resposta dlsse
qpe lameniava nao poder acceder aoa deiejos
do barao Gros e que de conforinidade com as
inslrucces que linha recebido do leu governa,
era obrlgado renovar as medidas coerclvis
no dia 26. Neiae di*, com suTello, as medidas
cuercvas furam renovadas e duraram al nor-
te de 27. N# Oi 28 o governo reg determi-
,nou ceder Inteirameote M xlgeucii do inl-
nialro britVnlrr.. r oomo una passo prelimi-
nar, oS*-. temi eicrcveu alar, Wlie, pedin-
do que Ibe coinmunlcaiie os termo eiactoi de
mista i eclainaces. A esta nota o ministro in
lex ifipoudeu ao ucinm dia da mancira te-
uinle:
0 abaixo assignado ministro phenlpoteu-
17,538
0,583,52
ciarlo de ina mageitade briannica junto dn
rei da Greda acaba de receber a carta do Sr.
Londo na qual pede ler informado da condi-
cics neceisarlai para salisfazer toda, ss exi-
gencias contldas na nota do abalxo assignado.
datada de 17 de Janeiro prximo passado. O
abalxo assignado apresa-se em condescender
com esse pedido e o Sr. Londo observar sem
duvida que o abalxo assignado tem feito ludo
oque pode para tornar enai condlce dignas
de seren aceitas pelo governo de S. M. helle-
nica. Comn reparaca* ao ultrage commetiido
em Pairas marlnha de S \t brltannlra, r>
abaixo assignado nlge <|iie o ministro dos ne-
gocios estrangeiroi de S. M. hcllepjca Ihe dirija
nina caria omrial, expressando ao governo brl-
lannico o grande pesar que causou ao de S. M.
hellenica o facto que leve lugar no bote dn
A'nntom, e desapprovamln tambem a conduela
que seus Igeotes e suas autoridades (iveram
nessa ocraslao. O abaixo assignado aceitar
somina de 180,068. 49 drachmas como comple-
ta satisfacao as reclamacScs pecuniarias, ex-
ceptuando aquella parte das de Mr. Pacifico
que le referem a Portugal. O-Sr Londos ob-
servar que as eompensacAes relativas pilha-
gem dos navios surtos em Salciua. aos quatro
jonios mal tratados ein Patra e Pyrgo, como
tambem ai que foram requeridas pelos Insul-
tos pessoaea experimentados peto Sr. Pacifico
na occasio em que foi saqueada a sua casa,
consisten) em soturnas especificadas em notas
previas e nao poden) agora ser discutidas. A
omina de 180,068,49 drachmas be dividida da
maneira segulnte:
Para Mr. Floley, inclusive os ju-
ro il i de ibril de 185C, drach-
mas d0,w00
Para Mr. Pacifico, inclusive os
juros de 12 0/0 desde 12 de marco
de 1848 (dada da nota que exige a
indeinnisaco) u 4 de abril de
1850
Pda pilbagem dos quatro na-
vios jonios, surtos em Salcia, in-
clusive os juros de 12 Ojo desde 9
de oulubro de 1846(dala da pilba-
gem) at 4 de abril de 1850
Para n quatro jonios maltrata-
dos etn Pairas e Pyrgos, inclusive
os juros de 12 0(0 desde 4 de te-
te mbro (data da exigencia dere-
paraco)at4deabrilde 1850 2,946,97
Para Mr. PacirTeo como coin-
pensacn a todas as perdas (nao
incluindo todavia as suas recla-
maces sobre Portugil) com os ju-
ros al 4 de abril de 1850 120.000,
Soturna drachmas 180.068,49
Osr. I.oudos observar que sobre o nico ar-
tigo que pode admitlir alguiua reduccao, isto
he, as perdas de Mr. Pacifico, utna diminuicao
cousideravel 111 a i de mu terco da sommi lo
la.1) fon j feila em urna canta apresentada
por esse Si. Koi-me preciso empregar todos
os meusesforcos para induiir a Mr. Pacifico a
iccii.ir a somiiia cima especificada. Esses es-
forcos eu os tlz em consequencia do grande de-
sojo que tem o governo hritannico de nao exi-
gir nada aenao o que fr slrlctlmenle justo
Como be difiiculloso determinar na Grecia o
valor exacto das perdas sofi'rid.is por Mr. Paci-
fico em consequencia da destruico dos papis
relativo s suas reclaniacoei sobre Portugal,
esta parte de suis reclamacdes nao he compre-
hendida n.i soturna cima mencionada; mas o
abaixo assignado licita lalisfeilo, le o governo
grego depositar em suas oaos (como ministro
plenipotenciario de S. M. briannica) nao sd-
menlc a somma cima, seno tanibem a de
150,000 drachmas on segurauca para a mesma.
<)governo de S._M. brllanolca e o de S. M. hel-
lenica mandarn faiersein demora urna inves
ligaco para o fin de ie delermluar a somma
devida pelo governo porlugurza Mr. Pacifico,
mas que esle no pode cobrar em consequen-
cia da destruico dos seus papis. A nvesli-
gaco ser terminada dentro de um lempo da-
do, e se resultar delta que Mr. Pacifico tem ili-
relio a reclamar uina somma menor que a de
150.000 drachmas, o resto ser depois restitui-
do ao governo grego. Se pelo contrario Mr
Paclco liver direilo a um i somma uiaior do
que a de 150,000 drachmas, o governo grego
dever pagar a diflerenca. J
U abaixo assignado exige tambem que o
governo grego se comprometa formalmente a
nao fazer uenhuma reclamaco, nem susten-
tar a de nenhutna terceira potencia contra o go
verno de S. M. brilanuica a respeite das perdas
e dainos resultantes das medidas adoptadas
pelo esquadro deS. M. nesta occasio.
O abaixo assignado nao duvida que o go-
verno de S. VI. hellenica corresponder ina-
aeira franca com que elle sem* demora e tem
negocilco apretentou ao governo grego as
condicrsas inais lavoraveis, eiu as quaes po le
consentir. As coodices sao otterecidas na fir-
me esperanca de que o governo grego, appre-
cfando a moderaco desenvolvida pela Gran-
Bretanha, enllocara inteiramente o abaixo as-
signado em estado de livrar o cotnmercio gre-
go das medidas coerclvasque presentemente o
oppriinri i porui o abaixo assignado julga
necessarlo declarar positivamente que as van-
llgeni ollcrecidas ueste moininto sao funda-
da s lmente sobre as condife que hio sido
propoalas, eque se o governo grego inanifes-
ti, agu.d litHw- C:i: ZZZmZ ... oJ Litlini-
(es, nao dever ficar admirado de ver relira-
das em uin periodo posterior as concessei
fulas presenleinenle.
Abril 96..
Retosla do Sr. Lomaos a Mr. Wyse.
Alhenas, 57 de abril de 1860.
a O abati atsignado ministro de S. M. o re
da Grecia appressa-se em responder nota que
o Exm. Sr. Wyse Ihe fez a honra de dirigir com
data de honlem O governo do re aceita to-
das as condlces propostas, observando lmen-
le que entre essas condices ha algumas de na-
lureza pecuniaria que para serein plenamente
satitfeitas, requeren! uin certo lempa e forma-
lidades legad.
O abaixo assignado promelte salisfaz-lai o
mais breve pouivel, e espera consegui-lo de
hoje at amanha". Entreunto, o abaixo astlg-
nado confia que o Exm. Sr. T. Wyte tomar as
medida neceisarias paja por termo, desde J,
aoi iofi'rimenios e plaVn qne pemn obre u
commerclo c naveeacB em consequencia da
renovafau das medida coerclva no porto do
Pyreu e noa oulros poito do reino.

A esta nota responden o ministro lnglez da
maneira segulnte:
ar
Baha de Salarnlna, 27 de abril.
O abalxo assignado ministro plenipoten-
ciario Jun|o ao rei da Creca, tem a honra de
aecusar a recepeo da nota na qual o Sr. Loo-
dos, ministro dos negocios estrangelros de S.
M hellenica o informa hnje de que o governo
grego aceita todas as condiefles eontidas na no-
ta do abaixo assignado datada de honloin. Em
consequencia da ola do Sr. Londos o embar-
go posto no Pyreo foi mandaCo levantar inme-
diatamente pormeio de um signal dado do na-
vio do al ni i ran lo ; desde este momento o abal-
uartado tom raso de esperar quo um ar-
ranjamento satisfactorio poder ser fcilmente
concluido, tendo o vice-aliniranle Sir. Vi. Par-
ker revogado as ordens que dra para o blo-
[iieio dos oulros portos da Grecia.
O .abaixo assignado espera que o p-ottn
to cumprimenlo das formalidades reslnt?s
sor pirto do governo grego oTuah'litsr a
ordenar ao vic.e-almiriote Sir VT. Park"r a
soltar os navios iletidos e a reassumir aquel-
las relagC's amigaveis que o governo da
sua magestade britnica desoja manter psra
com o rei d Ci*cia T. Wiee.
Aqai segu a nota do Sr. I.ondos a Mr.
Wise expressando o petar do sen governo
relativamente prisSo de um ofliciil do tll-
vio ingloz Tantome, o pronuncenlo a ile-
sipprovag3o do governo grego relalivamen-
le conducta das pessoas que comelternrh
ss-i ullrage. A seguinta nota foi dirigiiln
oelo Sr. Londos a Mr. It'ise com a data do
29 do correle.
O-abiixo issgnido tem a honra do
transmittr aoExm. Sr. T Wiseumbilhe-
t4 do thesouro da quantia de 330,068 drach-
mis vista para salisfagSo das exigencias
pecuniarias contiilas da nota do ministro
ile ui mageslade britnica. Dests somma
150,000 drachmas s.lo dadas cono umi ga-
raulia, a qual dever ser restituida ao go-
verno grego, ou aug-nentada segundo o
resultado da InvestigagSo qua devera sr
feita pelos dous governo relativamente
injuria causada a Mr. Pacifico pela destrui-
gSo dos papis concomientes a suas recla-
mages sobre o thesouro porluguez. O g .-
verno grego obriga-se formalmente a nHo
fazer era sustentar n?nhuma reclamago
contra o governo de sua mageslatle britni-
ca por causa das perdas ou injurias prove-
nientes ds medidas coercivas exercidas
pelo esquadrSo nglez neste negocio. Lan-
dos.
A seguinte circular foi publicada pelo
ministro grego do interior :
Aos noniarchas (prefeilos) e eparcfias.
VV. SS. hilo de ter si lo informados sem
Juvida, assim por cartas particulares como
pelas gazetas, il i renovagao das hostili la-
dos por parte da armada ingle/a. O gover-
no, senhores, consi leran loque os inleres-
ses do pa z exigiam que uin termo fosse
posto desgragada diiTerenga, tralou im-
medialimente de remover is diiculdades
existentes. Tenho, portanto, que annun-
ciar a VV. SS. que tudo se aclia arran-
jado entre o governo britnico e o grego, o
que as medidas coercivas h lo cessado e tilo
serSo mais renovadas fondos.
Eis aqui a circular de Air. Creen commu-
nio.it) lo aos seus collegas a cessagSo do em-
bargo :
Alhenas, 27 da abril de 1850.
Sonhor, reeoM ordem do ministro ple-
nipotenciario de sua magestade junto"a sua
Degestido o rei da Grecia para informara
V. S. que o secretario de estado dos nego-
cios estrangeiros de sos magestade helleni-
ca Iho'aniiiinciara ofilciaimenle que o go-
verno grego aceita todas as cnndigOes pro-
postas por elle para a s iii-l'.e, lo das exigen-
cias do governo do sua magestade; eque
logo que e.-t' annuncio fura recebido, o
vice-almirante Sir. Wtllian Parker ordenou,
por meio de um signal da capitana, que o
embargo do Pireo fosse levantado.
Logo que o ministro pleoipotenciario
le sua magestade o o vice-almirante Sir
Willian Parlier liveram risHo para esperar
que um amojmenlo satisfatorio seria pro -
vavelmenteconcluido, o vice-almirante sus-
pendeu a publicag3o d;is ordens que tiuliam
silo preparadas para por embargos nos ou-
lros portos da Grecia; portanto netihum
embargo foi excutado etn uenhum porto
grego, excepto o Pireo.
Tenho a honra de ser senhor.Seu mui-
to humilde e obrlgado servo, John tireen.
A cmara dos deputados dirigi ao rei da
Grecia o seguinte voto de gragas :
Senhor, a mo de Deus, que dirgeos
destinos dis. mgOes nos tempos diliculto-
sos, guou e susleutou a V. M. durante a
dolorosa crise, da qual acabamos de sahir.
iirigindo ao Omnipotente a expresso de
sen profundo aeraitopimimtn. enmara dos
deputados considera como um dever sagra-
do exprimir por nosso orgo a V. M., o ama-
do soberano da Grecia, sua viva grati 1,1o
pela sabedoria e perseveranga com que
ohrou na solugfio de nossas ditTerengas com
a Inglaterra. A Grecia confiada as virtu-
des verdaderamente reaesdeV. M., espe-
ra, senhor, um futuro feliz e brilhante da
linha de conducta, tilo nacional em seu ca-
rcter que V. M. seguio.
A esle voto de gragas respondeu o rei da
maneira seguinte :
Senhores, agradego com vosco ao Om-
nipotente quenosguiou na estrada da hon-
ra. Tondo ero vista honra aos verdade-
ros interesaos da nagSo, confiado alindisso
nos sent mentos graciosos do povo grego,
persist emquinto pude na defensa de seus
direitos. A sabedoria e calma perseveran-
ga dopovo grego, o qual tem merecido os
apnlnusos ds trcps, ea esprssso ds .c-
mara dos deputados a nteu rospeito, tem
completamente justificado a confianga que
depositei nelle eemvus, e aSo para mira,
um fonte de consolagSo. Eu Jou cma-
ra dus deputados e por meio dola a loda a


nacSn. os meus agradecimento* peto teste-
munho dededlcacSo que me trf> da lo, <
apreso-me em expressar-lhe a miiiha ad
mirscflo pela sua nobre conducta nestes cir-
cumstancias didlceis. Oh quanto rae or-
gulho de reinar sobre um tal povo
O ministro inglez acaba de dirigir urna
nota ao governo grego, renovando virtual
mente as relaces diplomticas entre os
dnns patzes. Urna ordem toi tambem dad
pelo mesmo para que todis as embarcacOes
gregas, assim de guerra, como mercantes
queseachamempoler di armada britni-
ca, loasen) postas em liberdsde.
(Correspondencia do 7m#j.;
PEiN&MBUCO
BRlTISTrl CONSUUTE
t W"*"CO. 18 JUNB 1850.
T Her finanme Majeelye Sbitas reiidinq
m this dislriel.
By command of Her Majealv'e Government,
Ihavetodeiire your careful altention lo the
iollowlng Documenta, whleh by a Deapalch
lalely received 1 have ordera to publiihin a
Nevvs paper and it is polmed out to n that
from and after thc lat November 1813 it i ad
become unhjwful for any Hritish Subject.
whrreverhenr he might be. to deal. ir.rtl. ir.
purchase, Mil, barter or transfer a Slave "or
Slavra, except in csea whrre by tbe act lUelf
special exceptioni were inade to tlie general
prohlbitinn. And Her Mageaty'sGoverumeiii
Ihnk itrlght that the special attentlon of Her
Majesiv'sauhjecis reslding In Brazii shuuld be
agan c.
that Act
called to thc penadles eitabllshcd by
ct I ain further instructed to take all
sutableoppnrtunitics ofdravrmg theattention
of the Hrtiitk Slave Huldrra to the tenor and
p irport of these Documrnis.
I have also to cali your attentlon to the
Circular of Her Majcsiy's Government dated
19lh March 1847, rrgardwg tbe laking of Slaves
in payment for debt, which wai fbrward to this
Consulale, /or t* Information of British Sbitas
rtsidina in this Ois'.ricl. '
Furiher I bereby inform all Itrilisli Subjecls
that the acts of Parllament, Circulan and
Dcspalcheson this matier are opeu to publie
inipetinn during thehoursof husness at this
' nnsnlatc. | have thc honor lo be, &C --
//y Ckriitnphers, Vice-Consul.
ANN0 SEXTO & SEPIIMO.- VICTOHI t"
REG N-t:. CAP. 98.
AN ACT FOR TUR MORE EFFKCTUAL
SUPPRBSSION Of THRSLVg TRAPE.
24(R. Augusl 1843,
lit Socllon.- Recites at length the Acta
Geo 4. Cap. 113, entltled au act to amend
and consoldate the l.aws relating to the
Abollllon of ihe Slave Trade pasaed 24ih
June 1824, whlch prohiblts and declares
Ilegal, the purchase or saleofor contract In
Slaves, also the eiportalion or importaliou of
Slaves, Ihe Ishlpplng ofSlaves for the purposr
ofexportalionorlmporlallon, the fitling out
of vessels, givlng loans or guarantee, or
ahlpplng inerchandise for auch purposes
servlng on board vessels engaged in aucl
intents. insuring rliks on Slaves, and other
matlers and things belonging or relaliog (o
the dealing or tradlng, by purchase, sale
barter or transfer of a Slave or Slaves, or in
anv manner whatever, be it dlrectly or
indlrerilv, aiding any transactlon lo Slaves or
with it connected ; and establishes varios
and heavy punishments for these several
cases arcordiog to thelr gravlty, of deaih
confiscaron, traosportation, hard laboiir, and
qrnalliea and goes oa lo declare, ibat ii is
enacted by Her Majesty Ihe Quetn bv Her
Parllament, that all the Provisibns of the said
Consolidated act againit the Slave Trade, shall
be deeiued to extend and apply to Britiik
Snhjects wneresoever reslding or being
whether wllhin the Uominions of the Hriiisk
Crown or of any Forrign ( ountry, rscent
only as is hereln afier excepted, shall be
deeined and taken tu be offencei committed
aganst the said several acts, and shall bedealt
wth and punl.bed accordingly.
all persons holdrn in servitude as Plrdges for
debt, and coiuinonly called Pawns or liy
whatioever oiher ame they inay be called or
lnnwn. shall, fnr Consolidated Slave Trade Acl, and of an Acl
passed in ihe Thlrd and Fourlh Years of the
Relgn of klag Williain the Fourth, intlluled
An act for the abolicin ofMavery l'hroughoul
the Kailish Colonlea, f..r promotng the ludus-
try of the manumitted Slaves, and com-
pcmatlng Ihe persons liitherto entilled to the
srrvices of such Slaves, and of this presenl
act, be deemrd and construed to be Mayes or
persons intended to be dealt vrhh as Slaves.
3rd.And whrreas It is expedient to uia'ke
forlher piovisionfor theTrial and Punishmeni
ofOflendera; be i enacted, I hat all Oftences
agalnst the Consolidated Slave Trade act or
agalnst this presenl act, which shall be
rnmiiiltled by Brlllsh Subjecls out ol this
I nlird Kingdom,whether wdiin thc Uominions
of the hriliih < rown ur in any Forcign
lounlrv, or by Foreignen within the Brlllsh
Doniiainns. except In places where the brliish
Admiral has jurisdiciion, inay be taken
cognizance of, inquired into, tried and de-
termined according to thc Proviauna of an acl
passed in the Nlnlh Year of King Gcoige ihe
Fourlh, Intltulcd An acl for consolidaling and
amending Ihe Siatutes In Eogland relalive to
Oirences agalnst the Persoiu
41,- And wlierea. the Provisionsheretoforc
inade for Ihe hearing and deiermlning
Kngland. of Oences commilied agaiust ihe
acls for ihe aholiliun of ihe Slave Trade in places
out oribe United Kingdom bave been found
ioeft'eclual, by reason of the diflimlty of pro-
ving in this Kingdom mauers and Uiings dooe
elsewhere;be Itenacled, That in all cases of
indiclmen. or Information inade in the Couri
of Queen's IJenchlbr Such Offences and Crimea,
i: -'.,<'' i iuni io use judicial Ueposilions
and proofs out of the Unfied Kingdom, and
tbat sucb deposlllons beiog duly laken and
returned acoord(ng to ihe irue intrnt and
meaning of ihlsact, ahall beallowed and read,
and shall be deeined as gotod and compelen i
Kvidence as if Ihey were glven by ihe sanie
persons before Ihe said Court of Queen's Bench
vial roes at any Trlal for Misdemeanors and
(lllences agalost the Slave Trade, notwilh-
sunding any other l.aws to ihe contrary.
5th.Providctf always, and be it enacted ,
That in I! ihe cases in which ihe holding or
laking ofSlaves shall notbe prohlbiled by this
or any Ibrr act of Parliamenl, it shall be
lawfal aell or transfer such Slavca, any
thuiglnlhia oraoy olher act eonulned noi-
wiihauudiag,
6th.Provided always, and be it enacted,
That aothing in this act eonulned shall be
taken to subject lo any Forfeiture, Punlshmem,
or Penally any persoa for transferlog or
receiving any Sbare in any Jolnt Stock Coin-
l>.iuj cabii.hc rfore ihe passing of Ihls
act in respect of any Slave or Slaves in ihe
possesion of such Company before such Time,
or for selling any Slave or Slaves which were
lawfnlly u his possession at ihe time of
pa or issajr have become postessrd of or entilled
unto toad /lie prior to such saleby loberianie,
Devise. Ikguc?i, Marriage, or otberwise bv
OperaiiOB of La w.
7lhAnd be It enacted, That this Act hall
be dermed and taken to be In forc and lo hav
ellect from and afier the First Day of Novembei
in the Year One thousaod clgut hu.ndrcd and
forty three and not before.
CIRCULAR:
SUVE TR*DB V.' 7.
Forelgn Ofllct, Dectmb4r3l W43.
Slr. Ky the 26ih Sectlon of your Generil
Instrnctions you were furnished with a Copy
of ihe act of ihe 5lh George IVlh Cap. 1 l,
entilled an act to amend and consoldate Ihe
La w relating to the abollllon of IbeSJave Trad
uid you were enjolned to keep a watchful eye
upon all undertakings for trading In Slaves
within 'thc Dlstrici or your Cdnsulate. You
were further told that whenever you bad
reason to uspeCt that Biltlsh Subjecls or
British Capital were engaged or concerned in
i lie carrylng on of this Traflick, you werr
l'althfully to report the same to the Secrelarv
of State, io order that steps might be taken
for puttlog a stop to such criminal acts and
l'or bringing to punishinent tbe ofleuders
agalnst theLaws of thelr Ooontry."
I now transmit to you, for your Information,
two copies of an act passed during the lasi
Seailon of Parllament, entilled* an act for
thc more ellertual suppresalon of the Slave
Trade In which thc prohibitions coutalued
in the ib si nained act are recited in considera-
ble detail, and itis declared that all the aeveral
mattrrs and things prohibited tberein are
forbidden to be done by Brltlsh Subjects,
wheresoever reslding, or being, whether in any
oiuiirirs or Seltlemenls not nelonglng to rio
llritish Crown, or within the Hristish
Dominin).Qoloniei, or Seltlemenls.
I have to Inslruct you to cause a copy of this
act of Parliamenl lo be fixed in some con-
spicuous par of your Ofilce, and to take ihe
proper measures for maklng itspurportknown
lo the Hrliish Subjecls residen! within your
Consulale: and wbenever Information shall
be given to you, or it shall come to your
kuowledge that any Subjects of Her majesty
are implicated in transactlnns.forbidden by
eilher of these acts, you wlll not fail lo
(i an-ni i i lo me a stalement ihcrcof. with a view
Je auch aleps being laken as Her Majesty's
Government inay deemadvlsable.
You will particularly observe on the one
hand, that bylhls act It ic inade unlawful for
any British subject, wherever be or she mav
be to be einployed in dealing, or in trading
in, purchasing, selling, bartering, or trans-
ferrlng Slaves, excepting where, by the act
use 11' special exceptions are inade to tbe general
prolilbilion.
But on Ihe other hand, that a British Subject
is not forbidden by this act from Iransfering
or receiving any share in a Jvint Stock
Company eslablished before the time wheu
the act was passed, in so far as reapeets any
Slave or Slaves aciually iu the posseasion of
Ihe Company before that time: ,nor Is a
Hritish Subject prohibited by it from selling
any Slave or Slaves which were lawfully in
his or her possession atlhe time when the acl
was passed. or which he or she shall or inay,
before the Sale have become poisessed of, or
entilled to by operalion of law, as Iherein
expressed; and further that a Kritlsh Subjeci
not forbidden by it from eilher retaining
possession, or from making use of such Slaves
as are In his possession under ihe circums-
lancrs in which he ishere periuitled lo receive,
transfer or sellthem : and lastly that In cases
in whlch the holding or laking of Slaves bya
Hritish Subject is oot prohibited by this or any
other acl, such Sale and transfer ofSlaves i
declared to be lawful l ain Slr, your msi
obeilient bu in ble .-ervan, sigued, Abtrdtn.
To II. A. Cowper. Esqre 11. B. uis cnsul
Pernaiubuco,
THADCOAO.
CONSULADO BRITANNICO.
piiinahiuco, 18 be johho de 1850.
4'is subditos it Sua Hnyt. dtatts ntslt dislriclo.
Por mandado do governo de Sua Mages
tade lenho a rogar sua cuidadosa attenejoaos
documentos seguinles, que por um ofttclo
iillimamenlc recebido, tenho ordens para
publicar pelas gazclas; e he-mc indicado
SPS. dl-r,0' do rila primeiro de Novcmbro de
2{



m
2nd.And be ll declared and enacted Thai '"^ n" P*de licilamente quilqiier subdito
i ..->. &.M.. !_ __ ,. Itrinnnim i.. --------------- ... ^i,^ _..
loii'iiiniro, em qualquer parle que alie ou
a resida, traficar, negociar, comprar, ven-
der, trocar, ou tranaferir um cscravo ou
escravos, excepto nos casos em que pelo
acto mesmo excepefies especiaes forem fellas
a prohibicao geral. E o governo de Sua
Magesiade julga por bem chamar de novo
a atlcnfo rspeciaj dos subditos de Sua ata-
geslade resideules no Brasil, s penas esla-
beb-, idas pelo acto ; e ainda mals me he or-
denado aproveilar todas as occasides pro-
prias para allrahir a alinelo dos subditos
biil'iaaieof que siin possuldores d'escravos,
ao coutedo e importaucia destes docu-
mentos.
Tenho tambem a pedir sua altencao i cir-
cular do governo de Sua Magestadc, com dala
de 10 de marco de I8i7,a respeito do rece-
bimenlo de escravos en pagamento de di-
vidas, que foi. dirigido a este consulado,
para couhecimcuto dos subditos tiritan-
" miVos resideules oeste dislriclo.* Tambem
por este, aviso a todos os subditos britan-
nieos, que os actos de parlamento, as cir-
culares c officios aesic respeito eslao alenos
(nspeceiio publica as horas usuaes de
despacho neste consulado.
Tenho a honra de ser, &c. U,j. Chris-
Ofhtrs, vice-Consul.
ANNO SEXTO & SPTIMO. VJCTOHI.*
REGINMi. CAP. 98.
xcro rxa > mis utrictz sorraasso do
Tai rico de Escaivos.
24 de agosto di 1843.
Priiiiera secejo Cita extensamente o
aclo qulnlo, Jorge IV, cap. 113, Intitulado, ecto
para emendar e consolidar as lels relativas
a abolicao do trauco de escravos* que pas-
sou em 24 de junho de 1824, prohlbiodo a
coc^prs, tc mmnw *1% escravos de-
clarado illegal, como tambem a eiporucao
e imporuco de escravos, o embarque de
escravos com o l'un de exportacao ou im-
portafo, o armar navios, dando empreslimos
ou garaolias, o embarque de mercaderas
para taes fios.servindo a bordo de navios oc-
copadoi em taes intentos, o seguro de ris-
cos em escravos, e outras materias e cousas
perlencentes on relativas ao trafico ou ne-
gocio por compra, venda, troco, ou transfe-
rencia de um escravo ou escravos, ou de
qualquer maiirira ajudando directa ou in-
reclamenle qualquer transaccao com escravos
ou cousa tendente isso, que est prohibida
e eslabrlecendo varas e severas penas por
estes difireme! casos, conforme asuagravi-
dade, de luorte, conlisc.co. desierro, gal.
e multas.. Declara mals que he decretado
por Sua Magestadc a Rainha e- por scu par-
lamento, que todas as coudiiea do dito acto
consolidado contra o trafico de escravos it-
rio julgadas de estender e applicar aos sub-
ditos riionaieos ein qualquer pane qol .-
lejsm ou rcaldam, quer' dentro dos doml-
nios da corda 6nlaanieas>fur as de qualquer
naco eilrangera: e que todas as diversas
materias e causas prohibidas pelo dito acto
consolidado co. ira o trafico de eacravos, ou
por este presente aclo, quando praiieadas
por subditos brilmnieos, quf dentro dos
dominios da corda sritaiuiiee, quer em qual-
quer nac3o estrangeira ( eicep.o lmenle
'nos casos aqui depols exceptuados} serlo
litigados e tldos como ofienm conunelldas
contra os ditos acioi respeellvos, e sero
proceisados e punidos era cooformidade.
Segunda seofio. Declara e decreta, que
todas as pessoas tldas na eacravldao como ga-
rantas por dividas, e geralruente chamadas
utnKorts, ou por qualquer outro nome que
sejam chamados ou cnnhecidaa, serio para os
litis do dito acto consolidado contra o trafi-
co d'escravos," e por um neto .panado no ler-
ceiro e quarto aonos do rei Guilherme IV,
Intitulado acia para a abolieSo da tseravalura
em lodat as colonial sniTiHNicas, paro promo-
otr a industria das escrtvos emancipados, i para
i compemacSo das prunas al agora cora direilo
aos strvicos de toes escravos, e por este pre-
sente aclo, sero julgadoa e havidos como es-
cravos ou pessoas tin que se pertende tra-
ficar cmo eacravos.
Terceira seccao. E seno coovenienle
faser mals providencias para o processo e
pnnicao dos transgressores, he decretado,
qu lodos os crlines contra o acto consolida-
do contra o trafico d'escravos, ou contra este
preaente acto, quer lejam commettidos por
subditos brilannos (ora do Reino Unido,
qur dentro dos dominios da corda drtlannira
ou era qualquer nacao estrangeira, ou por
estrangeiros dentro dos dominios fcrilani'cor,
exeepto em lugares onde o almirante fcrian-
aieo lera jurisdlccao, pdde-se tomar confie-
ciinenio, inquirir, julgar e determinar con-
forme as coodiedes de um aclo pasaado no
anno nono do rei Gorge IV,'intitulado
Aclo para consolidar e emendar as lels
em Inglaterra, relativas aos crimes contra
a pessoa. *
Quarta seccao. E como as coodiedes ate
hoje dadas para seren ouvida e determina-
das em Inglaterra as offensas co rmeiiblas
contra os actos para a abohcao do trafico
d'eacravos em lugares fra a^lo Reino Unido
se leui achado Ineffieazes por motivo da di-
ticuldade de provar em ene reino materias
e cousas felas em outras partes he decre-
tado, que em todoa oa casos de inforraaedes
ou aecusaedes havidos no tribunal do banco
da Rainha por laes o lie na ou cuines, be
autonsado tomar depoimentos e provea jul-
dicialinenle fura do Reino Unido, e que
laee depolmenlos. sendo devldamente tomados
e remeltidos conforme a verdadeira Intenco
e sentido deste acto, serio penniltidos e II-
dos, e sefao julg*dos Mo boas e competen-
tes provea coiiwj se fossem dadas pelas mes-
mas pessoas dianle do dito tribunal do ban-
co da Rainha'rira roes era qualquer'prosea-
so contra ditas offensas e crimes de trafi-
co d'escravos, nao Obstante qualquer ou-
tras leis em contrario.
Quima seccao. Previne sempre e decrete,
que em todos o casos era que a posse ou
aceltacao d'escravos. nao' he prohibida por
eate ou outro qualquer acto do parlamento,
sera licito vender ou trsnslirfr taes escravos,
nao obstante qualquer outra cousa nos
iiii'snios actos cometida.
Sexta seccao, Declara sempre e decreta,
que nada conledo nene acto ser entendi-
do como aujaiiaudo confiacacao, pena ou
multa qualquer pessoa por transferir on re-
ceber qualquer aeco de qualquer conipa-
nhia de accionistas rslabcleclda antes de
passar este aclo, a respeito de qualquer es
cravo on escravoi na posse de t-l compa-
nhla antes deste lempo, nem por vender
qualquer escravo ou escravoa que lrgalmeu
le estiverara era seu poder ao lempo da
promulgacao deste acto, ou gue qualquer
pessoa pode ou possa ter adquirido ou
ser intitulado boas /ida aules de tal venda,
por berauca, legado, doacaor casamento ou
de outra manelra permitiida por le.
Sciiina secco. E be decretado, que este
acto sera entendido em vigor e tera forca
e i-Ui'ito a cunur do dia primeiro de no-
vembro do auuo de mil oitocentos qua-
reuta e tres, e nao antes.
DIARIO DE NB4IBDC0.
' Wiwotrm, 14 os nruto bk na.

Ha somonte para completarmos a serie daa
artas, do nosso correspondente or corte de
Lisboa que inserimos este numtfro do Dia-
rio a que recebemos hontem com dala de 43
de abril ultimo, e que nos foi trazids pelo
brigue Novo-Vtictiar.
COMMEvlCIO.
TRAFICO DE ESCRAVOS N. 7 CIRCULAR.
sECarraau sol negocios estiingeisos.
Londrts, 31 de deiembro it 2843.
Seakor. Cura a seccao 26 das vossas ins-
irucccs geraes 1'icasies munido d'uma copia
de acto quinto de Jorge IV cap. 113, imito
lado a Acto para emendar t consolidar at Itit re-
lativas i abvtifio do trafico de ttcrawt, a e
foi-vos' ordenado guardar mulla vigilancia
sobre todas as erapreas para o trafico em
escravos dentro do distrlclo de vosso con-
solado ; e outro iiii que lodas as vezes que
lenhals razio para susprilar que subditos
di ilunniroi ou capital di ilunaieo sao emprrgados
ou ciiipeuhados em proseguir este trafico devela
informar do mesmo fielmente ao secreta-
rio de estado, para darein providencias, i
lira de fazer parar actos lio criminosos, i
irazer apunlcao os iraoigressores das le
de sua patria.
Agora vos transmiti para vossa intclll-
gencia duas coplas de um acto pastado na
ultima sessio do parlamenlo, intitulado .
la para a mil tficat tupprtetio io trafica it
escravos. no qual as probibiedes contida ao
acto primeiro citado, sao relatadas circuns-
tanciadamente, e he declarado que tedas ai
diversas materias e cousas no mesmos pro-
hibidas, sao prohibidas de ferein feltos pe-
los subditos drianaicui, era qualquer parle que
residuo, qur em paiiea ou colunia nao per-
lencentes corda dnianm'tn, qur dentro dos
domiuios, colonias ou possesadea britannicas.
Tenho, pols, a recomuiendar-voa que le-
nlials una.copia desle acto do parlamento
alllxado em ura lugar villa em vosso c-
cripiorio, e que.tomis as medidas proprias
para fazer cente o seu sentido aos subditos
drilannicol residentes dentro do vosso consu-
lado : e logo que vos seja dada iUformacao,
ou chrgar ao vosso conheciineuta que quaes-
qurr subditos de Sua Megestade sio Impli-
cados era irausaccdes prohibidas por qual-
quer destea actos, nao deixareis de taosimt-
iir-inc una selafio doa mesmos, para o fim
de se poder tomar as medidas que o gover-
no de Sua Mageslade julgar conveniente.
Observareis particularmente de una par-
te que por este acto he declarado Illegal a
qualquer subdito drilanaieo, em qualquer par-
,.. n.. -II- a*i H- :.- ---------?_* *
^ -. I ni I ----,.auu CIO
negociar, coinmerciar, oomprar. vender, tro-
car ou transferir escravos, salvas as excep-
edes especiaes pelo mesmo acto feila pro-
hibicao geral.
Mas por outra parte que um subdito ri-
I inaieo nao est prohibido por este aclo de trans-
ferir ou receber quahjuerafuo era urna com-
paulia de aoconutas eslabelecida antes do
lempo da proiuulgaclo desle acto, no que
respeila a qualquer escravo ou esoravos na
posse da compatible aules daquelle lempo,
nem est prohibido um subdito irilnaai'eo de
vender qualquer escravo ou escravos que es-
tlveiem legaliuente em poder delle ou dri-
ll, no Umpo em que o aclo foi promulgado,
ou que elle ou ella podara oa poss* ler ha-
vido a posse, ou lido por direilo, em viitude
de le, como no mesmo acto be eapresio : e
inaia que um subdita oriiunaco nao est pro-
hibido por elle, de reter em sua posse ou
de fazer uso dos escravos que icm em seu
poder, debaixo das circunstancias pelas quae
be aqu permiiiirin ffceh*-lnf ir,|)*fert-ios
ou vende-los i e, finalinenie, que nos casos
em que a posse ou o receblmeiito de eacrs-
voi por um subdito Srilaanieo niO he prohi-
bido por este ou outra qualquer aclo, tal ven-
da ou tranfereucia de eacravoi he declarado
er licita
Sou, Seohor, vosso mals humilde e od-
ente servo ( assignado ) Jberdeen. Ao Sr. H
A. Cowper, Cnsul de S: I., Pernambuco.
ALKANDEGA.
Itendimento do da 13.....4:733,632
Deiearrifam hoje 15.
Patacho Emuhco*- meios de vaqueta.
Galera Bonita ancoras, cabos e msn-
teiga.
Brigue Novo Venador ceblas e ba-
tatas.
CONSULADO GERAI
ReniimeQlo do dia 13..... 193,473
E3CPORTACA0.
DupacKo martimo no dia 13.
Trieste, escuna hanoveriini Aurora, de
150 toneladas : conduz o seguinte : 1,540
saceos com 7,700 arrobas deassucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodlmento do dia 13......1:397,390
PIUCA DO RECIFE, 13 DE JUDIO DE
1850. A'S 3 HORAS DA TARDE.
Kevtila semanal.
Cambios As transacedes da semana
vsriaram de26 3/4 a 27 e 97
1/4 d. por 1,000 rs.
Assucar As entradas fiVam diminu-
tas, no ha de boa qtialida-
de. O ordinario branco, en-
sacado e embarricado ven-
deu-se de 1,800 a 9,900 rs. a
arroba.
Algod&o- Entraram 510 sacas. Koi
mais procurado, e obteve
de 7,000 a 7,900 rs. a arro-
ba do de primeira sorte, r
de 6,600 a 6,800 rn. do de
segunda.
Couros Inda conservaram o preco
de 102 a lOSrs. por libra.
Bacalhao -O deposito he de 4,500 bar-
ricas. -- Reta I bou-se de rs-
9,500 a 9,890 por -barrica.
Carne secca 0 consumo tem sido peque-
Do. A existente hoje monta
a 96,000 arrobas, por ler
entrado um carregamanti
esla semana. -- As vendas
variaran) de 9,300 a 9.600
. rs., conforme a qualidade
Parinha de trigo Tocou no porto umearre-
gamenlo, que aeguio para
as provincias do ful. As
vendas regu|*.ratn a 19,000
rs. por barrica da de Kich-
mond, a 16,000 rs. da de
Ilallirnore, e 18,600 a 19,000
rs. da de Trieste SSSK.
Picaran em ser a,OOO har-
neas.
Folha deFland. Vendeu-se de ris 19,000 al
22,000 a caiss. '
Ficaram no porto 35 embarcafdes, a sa-
ber : 1 americana, 9 austracas, 1 belga, 2>
brasileiras, 1 franceza, 1 bsnoveriana, 1
uespanhola, 4 inglezas e 9 portuguezas.
rema^njBo pJem comparecer no lugar do
i'ustume, pela volta deonze horas, nos das
15, 17 e 19 do corrente mez
Secretaria da thesouraria da fizenda de
Pernambuco, 19 de julho de 1850. No im-
p-dimento do ofllcial-maior, Antonio Luit
do Amoral e Silva. _____________
Deca ratjes.
O Sr. director do lyceu manda parti-
cipar a quem convier, que se echa aberla a
matricula d'aula de tachygraphis, para a
Sual se faz mistnr observar a portara de S.
Se. Rbixo transcripta :
O presidente da provincia, usando da
altrihuicflo que Ihe confere o arligo 10 ca-
pitulo 9.a da le provincial n. 944 de 16 de
junho de 1849, resotve Substituir o artigo
6." do r'golamento leito em vVtude da cita-
Ja le de 31 de agosto de 1819 pelo seguin-
te artigo substitutivo :
O director do lyceu s metriculsr na
aula de tachigraphia os que tiverem pago a
matricul exigida pera todas as dsciipli-
nas, e que se mostrarem examinados e
approvadoa ni grammatica portugueza ,
eelmdisto derem pro*/ de saber; escre-
ver correctamente. Palacio do eovprnn ds
Pernambuco, 9 de julho de 1850."* Jos Il-
defonso de Sorna Ramoi. Conforme. Ma-
noet Clemenlino Cameiro da Cuaka, a
Secretaria do lyceu, 12 de julho de 1840.
Januario Alcxandrino da Silva aballa Ca-
neca, profesaor de desenlio e secretario.
Theatro de 8. Izabel.
10 a RECITA DA ASSIGNATURA.
Quarta-feira, 17 de julho de 1850.
Representsr-se-ha o ioteressante e milito
aplaudido drama em tres actos.
D. MARA DE AI.ENCASTR0.
Terminar o espectculo com a graciosa
tragi-firca.
O Diluante.
Comecar* s 8 horas.
Oa bilhetes acham-se i venda no lugar do
cos u me.
Avisos martimos.
Para o Ceara pretende seguir viagem
com muita brevidade a sumara nacional
Carlota, mestreg Jos Concaves Simas:
quem na mesma quizar cairegar, ou ir de
passaget, pode entender-se com l.uiz Jos
Je S Araujo, na ra da Cruz, no Recito,
11. 33.
Par Aracalv segu, no dia 90 do cor-
rente, o patacho S.-Cru; mostr Joaqun,
l'ereira : para carga e passsgeiros, IraU-se
ao lado do Crpo-Sanlo, n. 95, loja de mas-
ssmes, mi com o mestre.
O Nictherau sabe imprelerlvelmento no
dia 17 do crrante julho .* recebe anda al-
guma carga pe-quinos voluntes ; quem no
mesmo quizer crregar e mandar escravos k
frete, dinja-se a Viuva Gaudino & Kilho,
piannlia do Corpo-Santu, n. 66:
Para o Cear segu lago o, no dia 90
do corrente, o brigue nacinI Deslino, por
ja tera maior p*rte da carga prompla : quem
no niesmo quizer Carregav, ou Ir de paisa-
gem, diriju-s* tut fretadores, no llolel-
i-'ranoisco.
Leudes.
Movimeiiio do rto.
/voete entrado no dia 13.
Maranh9o--7 dias, vapor americano Wil-
soa-G.-llunl. de997 toneladas, capito P.
Q Bowne, equipagem 25, em lastro; a
Deane Youle.
/Vacio tahido no memo da.
Portos do noite Paquete de vapor Sau-
Sebaititn, commandante o primeiro l-
ente Antonio Xavier de Noronha Torre
zflo. Alm dos paasigeiros que trouxe dos
Lortos do sul para os do norte leva a seu
ardo : para Parahiba, Carlos T. Pbnig-
dester: para o Ceara, o padre Rogerin Jo-
s Cava lea me com 1 criado, o padre Mi-
guel Kraacisco da Frota, o alteres Joto
Jos de Bruce : para o MaraohSn, 1 escra-
vo a entregar : pira o Para, o altores Ma-
. ximiauo Joaquim de Almeida Pinto.
06s A lancha nacional Ftor-da-Fictorla, sahl
da hontem, arribou este porto pelo mi
lempo.
O brigue hamburguez, que hontem fun
deou no LameirSo, fez-se de vela sern ter
cammunicacSo com a ierra.
Navio tahido no da 14.
Parahiba Hiele nacional Parahtbano, mes
tre Manoel Nicolao Francisco 4a Costa,
carga diversos gneros. Passsgeiros, o-
Rrasileiros. Manoel de Queiioz Monteirj
Regadas o Joaquim da Silva.
ttUl lAUsS.
A cmara municipal desla cidade faz pu
blico, que tem nesia presidente da provincia a conveniencia d<
ser demolido o telbeiro existente na ra di
antigo Porto-das-Csnoas, no bairro do lie
cito, peitencentea pietos cinoeiros, alimd>
que senda palo mesmo Exm. presi lente ve-
rificada a jiilidade municipal, possa a mes-
ma cmara tratar do processo dedesappro-
priatSb do mencionado telheiro, nos termos
1814. A planta do telheiro se achs expost
na casa das sessOes da cmara para aer vis-
ta pelos intereasadea E para que cheguo an
conhecimenlo de quem convier, se mandn
publicar o presente. Paco ala cmara muni-
cipal do Recito, em sessflu de 1 de julho di
1850. Praneiieo Antonio da Oliveira, presi-'
ionio. -- mmi! rerreira ccioii, Secretario
interino.
*0 lllra. Sr. inspector da Iheaouraria d
fazenda manda fazer publica, que pela mes-
ma thesouraria se ha do arrematar por un
triennio, e por quem maior lance olTVrecer.
a casa e telheiro contiguo, sita n> cidade di
(linda, a que servio de cava Iba rice do ex-
tinclo corpo de arlilharia.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
O rorretor Oliveira Tari leilSo de omi-
tas obras de prata e de ouro, de moderno-
gostos, inclusive um apparelhb para cto,
umaqueiro completo, serpentinas, espevl-
tadores, salvas, castices, colheres para so-
pa o cha, faccea e garfos, aderecos, aunes
los, dous relogios de obro pntentoB ingle-
zps, correntes para os meamos, e outras mul-
les pegas de bom gosio, assim como um ri-
co relogio dourado com manga para cima
de meza, oolro dito proprio para repartico
publica ou escriptorio, candelabroa de
bronze, um apparelho completo de porcella-
na branca parajanlar, garrafas brancas o de
rorea para vinho, copos, gslbeteiro, porta-
licor e algumas obrss de marcineria : lerca-
leira, 16 do corrente; ( o ini-smo annunciado
para o dia 11, que ao Iranstorio por causa da
chuva ) is 16 horas da manhfia, no escripto-
rio do mesmo correlor, ra da Cadea do
Recito.
--Tercs-feirs, 16 do corrente, pelas nove
horas, sef.ra leilSo judicialmente da arma-
vilo a l'azendae da loja sita na ra Direila,
n. lO.peranleoSr. juix da segn la vira,
cujas razendas forflo penhorades a Jos Joa-
quim Barboza da SUva, por exeeueSo do cu-
rador da lieraiitji do finado Gabriel Goncal-
ves Lomba : eacrivBo Cunha.
smm^tjemtmwammmmmmawtmummammtm----------
Avisos diversos.
Jos Vicente, Brasileiro, retjra-ae
Losada.
-- Ricardo Deppermann retira-se para f-
ra do Imperio.
".O 8r. V. Voole, ocio da cata commer-
cial ingleza de Deane Voule & C, queira nao
se retirar para Liverpool sem ajustar conta
com Antonio iii*n*r,i., uo.uin,... c-,._
Houbo.
o dlR 13 do correte furtarara do abaixo
a>signado urna carteirade molla, cootendo
leniro cinco cdulas deO.OOOrs. amarel-
as, duas de 10,000 r*. e 90,0aors. m cdu-
las mtudas, urna-de4,000 rs., sendo urna daa
de 90.000 rs. amaren, asignad, na" cLw
uelo ab.uai assignado. EtorUubu f0j foito
vorum cabra escuro, de calca e camisa!
cnapo de pll,. e pea no chao; julga-se sir
captivo, po.s na occaaiflo que panhou a c.r-
Uira mi,, o ca.xeiru com ella ,,o boleo, a-
iravess.ndo.ru. I.rg, do Roz.rio, Jaeas.
do abaixo assignado para a loja que fioa con-
fronte o l.drflo aprove.loii.se do enarsjo .
apaulu-li sem o caixeiro dar por falu
pessoas que conhocwn o Udrflo. R ,g-se a
qualquer pessoa quodeseobrir o roubo. de
Jirigir-se a loja de ealtado, n. 3J, na praca
l independencia, ouo M rr,.,7-.A P^J*
ZnjTit*oioab0-z ****** 3K
-Pergunta-ae ao Sr. Henri,ue gieeplo co-
mo be quo leudo sido elleo .utor da l.m-
r.oca de um. pretendida lig. entre os IrT-
Helio.ros, para uateni.mn o antigo- preco
e 10J rs. por embarque do, ,!,, 'aZ
do. como pOJe desfigurar este n0,9t
ra poder lucrar, cooir.tauJo por monoi os
mesmos embarques. "


'
l'ade-saaosSra. quedevem calcado na
loja do abaixo assignado, venham quanto
antes pajtar ; do contrari, verSo ten* no-
mes por extenso, pois basta o tempo que
ha decorrido. Belarmino dos Santoi Bui-
do.
Roga-se ao lllm. Sr. chee de polica e
mais illoaires emprrgados neasa repariiclo
a altencSosobmoavIso seguinte: Fugio
no dia 7 de junho deate anno o preto -Joflo,
escravode Joflo da Silva de Miran la ; no A-
frlcano, mas, tendo vindo pequeo falla cor-
reritemente como crioulo ; he magro. esta-
tura legular, denles agujados, pouca bjrba,
bocea um pouco aberta, olhos deaomnoou
de hebado, tendo o branco delles nfio claro,
de 40 e tantos annot de idade ; cosfumava
andar com um bonet vellio de panno azul
de ISa, jaqueta e calca larga de algodflo
azul americano e carniza de algodflo da fa-
brica de Andarahy ; he muito sagaz e sem-
p'e caminhava ligeramente : quem o pegar
leve-o ra da Princeza-dos-Cajueiros, so-
brado novo, depo'is do den. 123, ou no lar-
go da Carioca, n. 31, principio da ra de S. -
Antanjo, (no Ro-de-Janero) que sera bem
gratificado. O lllm. Sr. empregado no regis-
tro |do porto e os Srs. capilfles de campo
grande favor fazem juslica entregando o
supr annunciado eacravo no Aierro-di-
Boi-Vistatn. 80, onde aerflo pagas as dea-
pezaa etrabalhodequem pegar dito eacra-
vo, o qual de "do lllm. Sr. Joflo da Silva de
Miranda, na corte do llio-tle-Jineiro.
N. B. Pode aer que esto preto so d por
forro, ou como eacravo do ex-aenher Do-
mingos Das da Silva llenriques.
TJ abaixo asaignado responde ao an-
nuncio de Antonio Soares Brinco com o se-
guinte : Digo eu abaixo assignado, senhor e
posaudor da venda sita na ra do Padre I-'lo-
riano, na qual dou aociedade na melado los
ganhos que houverem de hoje em diame li-
vrea ao Sr. A. J. S. por teridella tomado
ennta por balxncn com oa fundos que.nella
existen),como se v do niesmo balando dado
nesta data, e ter o mesmo Sr. A. J. S. entra-
do com a quanlia de 170,000 rs. em dinliei-
ro, por-cuja quantia Ihes entregare! .com
os ganhos que houverem no balando que
seder; outrosini, fleando tambem respon-
savel pora metade dos prejuzos que pos-
aro haver de hnje em diante : portento,
pasumos dous da un ttor, ambos por nos
a asignados.
ReOTe, 28 de Janeiro de 184l.--A*iono
Soares trinco.
No Diario de 18*1, mandado inserir pelo abaixo as-
signado se 16 o seguinte annuncio," a que
o llrinqulnho nflo contrariou por nflo ter
com que respomlessp.
O abano assignado, alm de aeu crdito,
faz trente ao respeitavel publico que na so-
cieitudc, que leve com o fallecido Antonia
Keares Brinco na venda da ra do Padre Flo-
iino, da qual o annunciante eslava entre-
gue, eujos fundos foram de 778,180ra. que
com'1:610,360 rs. de effeilos para a misma venda, prefaz a quantia d
2:3S8,5t0 rs.: ganharam-se 301,470 rs. du-
rante o tempo de 5 mezes e 5 diaa, como
v-aado balafico livre de despezadecome
dorias que foram fetis cusa da casa, sera
ltenlo; lenrio-se desls quantia de ganhn
a ser deduzidis as de 31,000 rs., de 15,165
rs. de 3.100 rs. de desbezas provenientes
doelugnel da casa, consumo da agurden-
te no novo Imposto que por isso flea de ga-
lillo para cada socio 126*,104rs., porm nflo
tendo o mesmo annunciante de quem ha-
ver a quanlia. que Ihe perlence senflo daj
pessoas, deque so faram par corita da ao-
ciedade, pede a todos oa devedores, tanto
do annunciante, como do dito Brinco, que
s paguem ao referido aununcianlo pela ri-
sfloj expendida, asquaes todas recebidas
anda o (lito Brinco (lea devendo ao annun-
ciante 37,11* rs. Antonio Joaquim Salgarlo
O annuncio cima de nada servio ao a bai-
lo assignado naquelle lempo, porquantoo
Sr. Iiriiiquiiibo, ameslrado na velliacaria,
prevenio apa devedores que nflo pagassnm
ao annuncianle, porque o annunciante idi-
zia elle) que Ihe linha bolado ludo fra ;
como de faci, que o annunciante s.'pode
recebar a quantia abonada na conla que a-
le 'baixo, em virtudedastes meios que este
volhacoompregou para deaacreditarao abai-
xo assignado, nto se lembrando que en
Janeiro de 41, ja todos os sbados ia para a
matauea ver malar boi, ou para o Afogado
cobrar divida* (recado que deixava a aeu
nmflo) e que com o dinhelro que Ihe dei
rom o titulo de surlir-sea casa* compiar
cava los para cairegar frates para at obras,
foi para contentar oa credores a 10,000 rs.
cada um, se me-nflo engao, e todo que se
ia apurando era para pagar o airando que
entrando o invern falhou o negocio, lev.
o Brinquihho.de baquiar, pensar que o
annuncianle ser mandado para Rio l'or-
irrancarpedra, como mandou o aeu
/'lector ao annunciante na occasiflo de
wer-se contal; nflo porque islo nfio he
negocio deaegredo, que nfio possa ser des-
culierlo. Deacance que emquanto nfio pa-
gar ha de ter perseguido pela juslica e pe
imprenta para o publico o conlieeer; o maia
Tica para o libello.
Recife, 13 Je julho de I850.-- ijuim Salgado.
Conla.
1481.OSr. Antun? Soare*
Brinco deve, Janeiro 28,
ahnheiro que recebeu 170,000
julho 5, metade dos ga-
nhoa que nflo pagou 12fi,l0*
Haver.
Dividas que.Oei por
miuha parte 05,355
dem qui recebi
liado por sua parlo a
AgoaiMb Ja come fle-
zerra
9,800
Joros da le desde 5 de julho
de 1841 al real otnboleo
105,155
190,849
Querer* acobertar-sa para nflo pagar etU
conla com a tut quebr,eugani-ae.que UMiaa
o sbrs Mdeos crturr. uoperde-
ram nada, s ou.por ser deavallido|que a ou-
Irot um resliulici que flcou devenoo pagou
depnls que estavt em cata de aeu protector,
provo eOin o Sr. Vicente Ierren a da
a ette ir-ein nflo tftapegue que cabe, ___
lira nfio foi julgtda pur taalasit*atada va..,
nunca deixa'u'e dever o nem o abaixo asig-
nado estuf por i*so, pois que Toi mandato idade, para caixeirode urna taberna: no
arrancar petfrt. Aterro-da-Boa-Viata, o, 90, taberna.
proteotor, Ju*
lia Coala |1U"
9, a que-\mm
tada vale, | "'ol
O Recreio das*BelIas.
Sabio a Inz o n. 95, e eal i venda na
loj* doSr. Dourido, pateo do Collegio, n.6
.- No dia 18 doenrrente, pelas quatro ho-
ras da tarde, terlugara ultima praca do
grande sitio do Mondego, j annunciado por
vezet por este.Diario, pela vara do juiz de
orphflot, na ra e*treita do Rozario, cata
da retidencia do mesmo juiz, n. 18 : os pre-
tendentes, que quizerem examinar o meamo
predio, poderflo lirigir-so a elle, que o a-
cnarflo abertb por todo o dia.
-- I'recisi-soalugnr uma escrava, quesai-
ba engommar, para servir em uma cata es-
trangelra : na ra dt Concordia, relinaria
franceza.
-- O Sr. Dr. Amaro Carneiro Bezerra Ca-
valctntequeira vir a ra do Cabug, n. 3,
laja de seleiro, a negocio que nfio ignora.
-'- Joaquina Bapliata da Silva retira-te
para fra da provincia.
l'recisa-se de uma ama para o servido
de uma casa de pouca familia : na ra Di-
reita, n. 63, loj de sapatoa, defronte da
tenda de funileiro.
- Quer-se alugarjum preto para o servi-
co decampo : oa ra da Aurora, escriptorio
de'.surr&C.
Alnga-snn segundo andar do sobrado
do Aterro-da-Boa-Viala, n. 3.
A Lecture ( the fourth of a
series ) on the Ilislory of England
will be delifered at the Itooms of
the Mechanic's Institution, ra da
Aurora, S. Amaro, on Monday
the i5!hinst: ; tosommence at 7
o' dock. P. U.
"Joaquim Crrela da Silva, tocio ademi-
nistrador e fundador da serrara hylraulica
eslabelecida no Monteiro, deixou de conti-
nuar na direc(flodo dito, etlabelecimenlo.
^flkWaVaMtWHatlIMilNlaMHl^
a| CONSULTORIO CENTRAL IIOMOEO-
PAT1IICO DE l'EHNAMBUCO.
Dirigido pelo
Ir, Sabiao Oltaario Ludyro Plnho.
Ra do Trapicbe, o. i.'i!
Todos oa das uteia ae darlo eonaullaa
e remedios de grata aos pobres, desde
pela manha ale at duaa boraa da larde.
Aa correspondencias e Inturmaces
pdenlo aer dirigidas verbalinente. ou
por escripto, devendo o doeole indicar
.- primelro o nonie, a idade, catado, pro
Aaaao, e contlituicflo ; segunde, as 1110-'
lestias que tem lido e os remedios liorna-
dos ; lei-ceiro, poca do apparecluien-
lo da molestia aclaal, a a descripcao mi-
V nucioif doa tigoaet ou syuploiuas que
sol re
f Dr. Sabino Olegario Lmlgro Wall.
!Maa1WlllBiWW^IalW>>BWi
Arrenda-se o armazem n. 67, na ra
da Cruz, e vende-so a armaefio com lodos
os aat-i acressorioa para uma venda : quem
lhe*'eonvier ple tratar no escriptorio de
ViuvaGaudino&Filho, rut da Cruz, n. 66
l'assapoi tes e ttulos.
A antiga agencia da ra do Rangel, n. 9,
coajeeaMia a tirar passiportet par dentro e
fra do imperio, despachar eteravoa, correr
Tolhas e tirar ttulos de residencia, qur
com prazo, qur com validado paia sempre.
DSo-ae 300.000 rs. premio sobro pe-
nbores de ouro o prala : em Fra-de-Por-
tas, ra do Pilar, n. 26, ae diri quem di.
-- l'recisa-se de lima ama de leile, forra
00 captiva, e qua tenlia bom leite : na ra
do Collegio, n.. 19, taberna, ou na ra da
Praia, n. 3, armaxem.
-- l'recisa-se do um laxo de cobre de la-
manho regular, em meio uso: 00 Aterro-
da-Hoa-Vista, ti. 75, taberna. Na mesma
vende-te arroz pilado branco, a 380 n. a
cuia e 70 rs. a libra; toacinho de Sahloa, a
160 rt. ; manteiga, a 400, 500 e 640 n.
fejflo niulatinlio novo, a 400 ra. ; azeite do-
ce de Litbot, a 600 rs.; e oulros muitos
gneros que te dei&am de annunciar pela
grande extensfio.
l'recisa-se de um caixeiro para venda,
que leuht praliea, e d fiador i sua con-
ducta: na ra de Hurlas, n 88, te dir quem
precisa
i'recitt-se de um homem porlugu6z,
prefeiiodo-se natural daailhtt, para Teito-
risar alguna teravotem um engenlio dis-
tante desta capital 18 Ugoas : quem eati-
ver nestat circunitttiiciit,e aouber deseni-
penbar o lugar, dirjate a ra da Manguei-
r, o. 12, onde achata com quem fallar a
justar o preco do ordenado que se couven-
cionar.
Kngomma-se roupa.de homem e de Sra.
com toda a perfeicflo e por preco com mu-
do : na ra do Sebo, -n. 25.
Deseja-s Tallar com o Sr. J0B0 Ferrei-
ra dos Sanios, que dtzom estar empregado
em uma padaria, e oSr. Jos Mara Noguei-
ra a negocio de teus interestet: na ra da
Cruz.n. 28.
Anda esl por te tlugtr o terceiro an-
dar do aobrado da ra da Senzalla-Velha,
n. 70, pintado de novo, com comoiodot pa-
ra Tamilia : a tratar no prmeiro andar do
meamo sobrado.
Alugam-se os segundo e terceiro anda-
res da casa do largo da Attemblea, n. 8: a
fallar eam loaniiim Pranciaen t\m Allnm rw>
Forle-do-Malta.
-OSr. Dr. Antonio Jote de Souzt Go-
mes, baja de ter a hondada de ir i loja de
fazendat da ra do l'asteio, n. 31, para re-
cebar uma carta.
-- noga-se ao Sr. I*. J. X. M. o favor da ir
i ra da Roda, n. 15, concluir o negocio
que nfio ignora.
Fazeui-ae bandejaa de boliuhot de to-
das as qualidaoes, pastis de nata, podios e
bolos franeexea, por preco corooick: a tra-
tar qualquer encommunda oa ra da* La-
rangeiraa, n. 14. prmeiro andar.
InstHicedo publica.
Ao estabelecimeuto'de instruccia prima-
ra do Aterro-da-Boa-Visla, a. 5, dirigido
por Jqt Xavier Faustino Ramos, aeham-se
nnex-a duas aulas uiat, aeaaW uma de la-
tim dirigida pelo Sr. P01 lirio da, Cunta Mo-
reira Alvet, piofesaor publico da mesma
discips qUvM t.Miv, # ulra cez regida por um digno ex-alumno do fi-
nado Jos Bernardiao de Sena, e do lllm. Sr
Jos Soares de Azevedo : as peatoat que se
" jizrem matricular em qualquer daa mes-
as aulas, deverao dirigir-seto estabeleci-
inenlo referido.
-- l'recisa-se de um pequeo de menor
z
-- Leonor Luiza da lincha tendo visto nos
Diarios de nt. 135,136 e 139 de 18,19 e 22,
do mez de junho prximo passado, tres an-
nubcios para se vender a casa terrea no bec-
co do Quabo, n. 12; no bairro da BOa-Vista,
prrlencente ao Sr. Jos Flix de Oliveira, a
annunciante declara et.tempo que a dita
casaaeacha liipolhecada mesma annunci-
ante na quanlia de 500,000 rs. por eser'.ptu-
ra do traspuso feito por Antonio Bernardo
Quintern, como poderflo ver no carlorio do
registro das hpolhecas ; a annunciante nflo
prevenio a mais tempo por estar em ajuste
como proprietarodtdita casa, a ficarcom
ella e pagar-se do principal e jurot, e como
te nflo effectoatse a compra, faz o presente
annuncio ptra nflo cbamar-sa a ignorancia.
t Na casa que se vendem sor-
vetes,ao entrar da ra da Aurora,
contina a ter encllente caf to-
das as tarde at a noite, e um bom
sortimento de refrescos de todas
as qnalidades, bolinhos e charutos
servndo-se com asseio e promp-
lidao.
Antonio Ferreira da Silva mudou sua
cocheira de carros de aluguol da ra da
Sanzalla, par a ra da Cadeia de Santo An-
tonio, n. 23. ,
Quem annunciou querer comprar um
oordflo de ouro, d.e 7 ol 8 oilavas de lei, di-
rija-se ra do Mundo Novo, n. 30.
Agencia de Passaportes.
Tiram-te passaportes para dentro, e
fra u iiupci iu, pr cummud pfvu na
ra do Rangel, n. 57
OSr. Joaquim Elias de Moura, queira
dirig r-se i loja da ra Nova, n. 29, para
negocio de seu interetse.
Ainda se continuam aforar terrenos no
silfo do fallecido barflo de Itamaraca, com
mais de 251 palmos de fundo: os preten-
dentes, dirijam-se a ra do Pires, n,l9.
Uma tenhura casada que mora praca
da Boa-Vistt, sobrado n. 19, e que j ha
muito ensint, te acha hahilidade por- essa
longa praliea, e pela felicidadeque lem tido
com suas alumbas, convida sos Srs. pait de
fsmiliaque de seu pretlimo te quizerem
uiilisar aconliarem-lhe o ensino de sutt li-
llias, admitlindo em sua aula, tanto alum-
nas externas como pensionittaa e meia pen-
sionistas, cortos de que como maior esme-
ro e cuidado se Ihes ensinari ler, esrrever,
contar, grammatica nacional, coser bordar,
fazer lavarinto, doulriua e df nssr aquellas
uueseus ptis quizerem : ludo por commo-
do preco.
8
Uma familia que se retira para a t
provincia do Rio-Crande-do-Sul. ne- %
cessta de uma mulher nacional, ou 3
meamoeatrangeira, ptra acompauba- gj
fj) la, afin de pensar uma enanca na %
J vlagem : quem quizer, drija-se i J ra da Mola, n 19, segundo andar, %
og ou na praca do Corpo-Sanlo, n. 2, %
ij) prmeiro indar, para tratar. ()
HittHlM***<>
~ Aluga-se o prmeiro andar da rata da
ra Nova, n. 91 : a tratar na ra do Quei-
mado, n. 10, loja.
Juttino Alvet da Coala, tendo de reti-
rar-te para fra da provincia, roga as. pes-
soas que Ihe deven), bajaan de Ihe tatisfa-
zer ai suas dividas para com ellas tambem
poder remir a quem deve.
Alujase um moleque, detria da matriz de
Saulo-Antoiiio, n. 10,
O fATULE'A.
Mudando de lypograpbia mudou tambem o
dia da publicacao, e sahio boje o n. 10. Ven-
dc-se na ra estreila do Rosario, ?. 34, loja de
Ezequirl; atierro da Hoa-Viau, n. 74, loja do
Sr. Jote Flix de Oliveira ; e ra da Crui do Re-
cife, n. 14.
Ao Sr. S. R. Apologista ou apoboglsta S.
R., responde o apreciador com at seguin-
tes palavras do anligo rlo, cada qa-i d o
que leas deia livre ao dito f.mdanguista e
amante das Immoralldadea, tancar sobre elle,
ludo quanto Ihe aprouver, e su.i creaco ihe
proporcionar: pola nio deve, nem Ihe est
liein entrar em llca com quem sendo Iralido
com acatameoto ibe tanca que smente sobre
si lem, e novainente pede ao Sr. Germano eter-
uo desprezo s rogativas do ir. Apologista com *'
as nuaea nada lera a ginhar. u
Jk
Vendem-se caixas com man novo, de
muito boa quslidade, e chegado proxtma-
innnte, de 16 a 36 libras cada uma, pelo
mdico pre?o de 1,200 rs. a libra: na ra
doQuemado, n.,65.
|BPA
tuinbtor oaoiay 3ptjo| mapvr)
i?p eiu bu JopuoA b 3s-uienui|uo3
:'9 ?IB0 Vdvd soi|iiio|;
i?t|Dnip;)iI v manUdtp
Venle-se um preto da Costa, sadio : o
motivo por que se vende se dir ao compra-
dor : na ra das Cruzes, n 9
Xarope de Imbtiba compos'o eprepa-
lado pelo pharmaceutico Jos da Cruz San-
os. Este xarope tem o maior elogio na cor-
tado Rio de Janeiro, lano pelos medicse
seus habitantes, como pelos efTetos que
produz nismolestas]aquehetpplicado;bem
como affetacflo do polmflo, ibysicas pulmo-
nares, bronchite, catarros agudos e crni-
cos, coqueluxe, eoutras molestias que por
Iraqueza de estomago e constipacno, pro-
duz a maior ruina no corpo humano, tor-
nando desta forma incapaz de dirigir seus
trabalhos. Veode-se na botica de Manuel
l.uiz d Abreu, na praca da Boa-Vista, 0. 32,
na mesma botict se vende remedio contra
os embritgados, vindo do Rio de Janeiro, e
tintura de losna romana.!
Lotera do Rio.-de-Ja-
mt
~-m
O Apreciador.
neiro.
Aos 20:0000,000 rs.
Na ra do Rozario larga, botica n. 2,
vendem-se bilheles
Inteiros .... 22,000
Meios.....11,000
Cuartos .... 5.500
Oilavos .... 9,750
Vigsimos. 1,300
Qucijos londriuos de
5 a 7 libras.
Ven le-se, ni ra da Cruz, no Recife, ar-
mazem de Manuel Francisco Martina, quei
jos londriuos nimio frescos ; presuntos in-
glezes para*fiambre; mantas de toucinho
inglez ; conservas malezas e francezaa : lu-
do novo e por preco commodo. No mesmo
irmazem vendem-se sementes de hortalice
de difTerentcs quilidades e novas ; bem co-
mo chocolate de canella, de Lisboa.
Familia fie S.-Catharina
por preco commodo : vende-se nt prset do
Corpo-Sanlo, n. 2, e na ra da Cadeia-Ve-
Iha, n. 1. Est se acabando, e pouca ha no
mercado.
Vende-te um preto de 20 a 26 annos
poucomasou menos, muilo bom ganha-
lor de ra, e serve tambem para tratar de
cavalloa do que entende bstanle ; tambem
enlende de plantar hoitalice : o motivo por
que se vndese dir ao comprador: na ra
da Cadeia, n. 2, sobrado confronte ao the-
Irode S -Francisco.
.Na ra da Cadeia do Recife, n. 1,9.
vendem-se chpeos de palha do Aracaty, a
16,000rs. ocenlo, couros de cabra, supe-
riores, a 26,000 ra. o cenlo, e mais hbaixo.
a 91,000 ra. ; tpalos brancos, a 750 rt. o
par, e 700. rs. a jdiuheiro.
Na ra da (".a lea do Recife, loja de
fazendas, de Francisco Concalves da Silva
Pereira, n. 40, vendem-se bilheles da lote-
ra do Itio-de-Janeiro, clu'gados no vapor
S.-Sebaslio.
Vende-se, por preco muito em conla,
hervidlasetardinhas em latas; contervis
Tancezas ; cognac verdadeiro ; absinlh ;
vinho fino de clor rougeot e champanba:
na ra do Aterro-da-Bna-Visla, n. 1
-Na cata de modas francezes|de Buetsard
Millnchao, no Aterro-darBoa-Vista. n. 1,
vende-se um grande sortimento de chapeos
de ptlha de todas as qualidades para se-
nbora e meninas ; bem como um rico es-
colhimeulo decapotinbos e manteletes de
seda das ultimas modas de Pars, os quaes
se venderflo por preco muito commodo.
Vende-se um escravo de nacio, de 25
annos, que cozinha bem o diario de uma
casa ; nfio tem vicio algum, o que se alian
ca ao comprador : este escravo tem mais
ma rircumslancia, que t quer aer am-
Compras.
Compra-te s geogrsphia de Catado Gi-
raldas: na ra da Cadeia do Itecife, loja de
Jos Comes Leal.
"Compram-se trastes usados da toda a
qualidade, e tambem se trocam por novos :
na ra Nova, armazem de instes do Pinto,
defronte ds rut d Santo-Amaro.
Compram-se caixas vasiat que foram
de sabflo, a 120 rt. tendo da fabrica da
provincia, e de fra, a 80 rs., e em bom es-
lado : na ra da Madre-de-Deot, n. 29, ar-
mazem.
Compra-te urna negrinha para uma
encommenda. ou mesmo mulalinha : na ra
larga do Rozario, n. 35, loja.
Compra-se o direilu das gentes por
Kluber, ainda com algum uso : na ra da
:i::z -YcJbs, r.. i!, ;>nmeiro andar.
Compra-te um preta perfeita engoan-
madeira ecozinheira, e que cota alguina
couti, e nflo tenha vicioa nem achaques:
quem tiver annuncie.
Compra-te uma ctsi terrea nfio tendo
muilo pequea e com quintal : na ra da
Senzalla Nova, n. 13, te din quem compra.
Compra-se um piano usado, que te-
nha boas vozet, cujo preco nfio exceda de
300 #350,000 ra. : quem tiver annuncie.
Vendas.
-- Vendem-se 162 oitava* da prala a 7 di-
tas da ouro de lei, ludo em obrat velhis:
na ra da Cadeia do Itecife, a. 5, loja de
miudezat.
f- Vende-se mel do assuetr a 2*0 rs. a ca-
ada : na ruada Concordia, reliuaria fran-
ceza.
-- Vendem-aedousbtlcoes grandes, todo
deamarello, Cada uai com deas gavetas-e
parleleira ; attim como urna grande meta
tambem da amareho, e almis grandes arma-
rios, pro ,;rios para fazendas finas: na ra
do Crespo, n. 12.
Vende-ae a fabrica de charlos do Aler-
ro-dt-BOt-Vista, n. 3, sita em lugar bem
afreguezado : a tratar na mesma fabrica.
pregado em cozinha : tambem se troca por
oulro que sirva para o servico de campo: a
tratar na ra Formte, terqyira casa, vindo
pela la da Aurora, com Joaquim Antonio
de S.-Tiago Lessa,
Economia.
J se acha promplo um dot
bgdes econmicos
no depotito de caldeireiro de J. A. dos San-
tos Andrade, na ra Nova, n. 27, aonde se
podorflo dirigir os Sis. que desejavam ve-
lo para fazer suas encoinmendts, que te
cumprirflqi vonttde dos pretendenles. A
cononla ileaiet fogei merece todt atten-
Co, pois com 80 rt. de lenht cozinht um
grande janttr, em rasflo de com um s fogo
tttir-se em 2 fornos, cozinhar em 6 e mais
panellas, conservar um depoaito em agoa
.juente, a tirar por uma torneira, e alm
disto tem lugar pira assar de espelo com
molho, ludo itto com tanto atteio que *
issbsr; n^sgrire ?d=cozi.h.i, ,0. te-
mer emporcaltiar-se, e ainda, alm disto
dispens fogtreiropor ter umi grelha pro-
pria para carvflo para torrar po e aquentar
ferros" de engommar.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de mandioca
nova, de S.-Catharina, a melhor
que ha no mercado : a bordo do
brigue-escuna Olinda, entrado
neste porto no dia ia docorrente,
e que Be acha ftinucado em frente
da escedinha do caes do Collegio,
trata-ce a bordo do niesmo, ou na
ra do Vigario, n. 19, com Ma
ehado & i'inheiro.
Na Passagem entris duas pontes, nn
prmeiro sobrado do lado direito com por-
tan de ferro, ven le-se uma vacca muilo
gorda, com uma cria de 15 diaa.
Papel de peso fino.
Vende-se o melhor papel de peso branco
e azul que tem vindo a este, mercado, a se
mil rs. a resma : no pateo do Collegio, ca-
sa do livro azul.
Masss de vapor.
Acha-so aberla a padaria da ra do Bor-
aros, Forte do Mittos, ni qual se tchar
diariamente todas as qualidades de mistas
linas, trabilhadaa por machinismo ; tam-
bem se fabricam excellerrte pilo e blaxi-
uha de araruta, ditas inglez s, bnlaxOes
quadrados e.redondos, e outra.s mais mas-
sss ludo obra prima : as mesmas se acharflo
no deposito do paleo do Terco, n-10.
Vende-se uma poreflo de camdla do
bda qualidade: na ra de Santo-Amaro,
n. 16.
Vende-se um moleque de 18 annos,
apto para todo o servico : na na do Rangel,
n. 57.
-- Vende-se um cajrallo alasflo, pequeo,
muilo bom andador baixo, noi >, pro rio
para senhura ou menino, pelo barato preco
de 110,000rt. : na cocheira da ra da Flo-
rentina.
~ Vendem-se duas vaccas de leile: na
ra de Santo-Amaro, n. 16.
Quem duvidar,
Venha ver e comprar.
Na loj do Viuva Freitas Guimares ven-
dem-se fazendas por baratissimos precos,
abaixo mencionadas, que por suas ptimas
qualidades os freguezes nflo delxarSo de
comprar, como sejam : cortes de brim bran-
co de listras e de puro I i n lio, a 1,000 rs. ;
pecas de zuarte com 24 covados e 5 palmos
de largura, por 4,000 rt.; chales da chita
escuros, a 500 ra.; panno azul, a 1,600 rs. o
covado ; brim de palha e linho, a 240 rs. o
covado ; alpaca verde escura de cordflo, a
500 rs. o covado ; merino de todas as cies,
a 500 rs. o covado ; mcias de seda abertas
para senhora, a 1,280 rs. o par ; bico bran-
co, a 80 rs. a vara ; cortes de 13a para cal-
cas, a 1,000 rs. 0 vendedor pede aos fregue-
zes, que aproreitem a quadra, pois nem
sempre apparecem destas pechinchas.
Vende-se, por preco commo-
do, potassa em barriquinhas ; fu-
mo para milo e capa de churut >s:
nos arimuens do fallecido Bra-
guez e Dias Ferreira, no caes da
Alftndega, a tratar nos mesmos,
011 com Ulovacs &c Companhia, na
ra do Trapiche, n. 34.
-- Vende-se um sobrado de um tndtr, na
ra da Senzalla-Velha, n. 23 : na ra do Pas-
seio, n. 7, loja de fazendas.
De patente a 10,000 rs.
Grande sortimento de chapeos de sol, de
patente inglez, pelo barato preco de 10,000
rs cada um, com hasleas de baleia e de ac;
ditos mais pequeos para meninos; ditos
de seda preta, a 5,500 rs.; dilos de cores, a
8.000 rs.; ditos (le pinninho, a 2,800 rs. ;
chpeos brincos de castor, palente inglez,
e de aba larga, a 12,000 rs. ; ditos de aba
estreila, a 9,000 rs.; ditos francezes, dos
melhores, prova d'agoa, a 8,000 rs.; ditos
modernos, a 7,000 rs.; ohapos do Chile,
oelo barato preco de 6,500, 7,500, 8,000 o
9,000 rs.; bem como um completo sorti-
mento do fazendas finas e grossas, por mui-
lo barato preco 1 na ra do Oueimado, n. 27,
armazem de fazendas, de Ilaymundo Car-
los Leite.
Attencao
Vendem-se chitas lis. a 160, 180 e 200
rs. o covado; riscados largos em cassa, a
240 rs. ; mei.is para sannora, a 160 rs. ; di-
tas para meninas, a 300 rs.; pequeos len-
cos com bico,a 500 rs. ; ditos muilo gran-
det pira cabeca, 1,000 rs ; madapolo de
v/ra de largura, muito lino e com 40 jardas,
a, 8,500 rs. a peca ; algodflo trancado de tit-
iras, encorpado e americano, a 200 rs. o co-
vado ; dito azul superior faze.nda america-
na, 1 220 rs. o covado ; dita trincado bran-
co, a 210 rs. a jarda em pecas; madapolflo
fino, a 3,800, 4,000, 4,800, 5,000 e 5.200 rt. ;
meias americanas cruas e dncorpadas, a
1,000 e 5,001 rs. a duzia ; riscadinhns ge-
novezes, muito finse proprios para roupa
dejneuiiins-, a 320 rt. o covado ; leos da
soda de excellentes padroes e muilo finos,
a 2,400 rt., alm destas fazendat bt um sor-
timento completo de fazendas da bom gus-
to que se venderflo por preco biratissimo
para se adiantar a venda das mesmas : na
ra do Collegio, n. 1, loja da estrella.
Metal amarello e p cos
para forro de navios, por preco commodo ;
Pitassa nacional,
a mais nova que ha no raercido, por menos
20 rs. do que em outra qualquer parte : ven-
de-se no armazem de A. V. da Silva Barro-
ca, na ra da Madre-de-Deos, n. 26.
IVsuntos do Porto
Je superior qualidade, por preco muito
commodo : vende-se no armazem do Joa-
qun) da Silva Lopes, na ra da Madre-de-
Deos.
<- Vendem-se pecas de chitas pardas, co-
res muito (xas, a 5,800 ra., e a retalho a
120el60 rs. o covado ; pecas de madapo-
lflo com algum mofo, largo e com 20 varas,
a 9,500 rs,; esloupa, a 4, 6, e 8 violens a
vara ; lencos grossos para tabaco, a 120 rt.;
um lu.. iIa \i!..iir r..-,.!;,,.% ,,,r -. non r* *
ni ra larga do Rozario,'m 48, prmeiro
andar.
Ouem quer comprar
Barato e bom
Deve aproveitsr
A occaaifio.
Vendem-te cortes de ctssa-chita muito fi-
na, a 2,000 rt. ; ditos de cimbris com lis-
tras e qutdros de cores, a 2,000, 2,500 e
3,000 r. ; ditos de cambraia bordados de
cores, a 2,500 rt.; cortes de colleta de vel-
ludo, a 1,600 e 2,500 rs.; ditos de seda a
gorgurflo, a 2,000 rs.; corles de casimira
fina, 1 5,000 rs.; la e seda para vrstf'lo de
senhora. a 600 rt. o covado ; garr;a de ISa e
sadi, a 560 ra. o covado ; 13et de core para
vestidos, a 240 ra.; chapeos de sol, de pin-
ninho para meninoa andarem na escola, a
1,600 rt.; fazenda ranceza muito encor-
pada com lislraao lado, flogindo perfeita-
menle casimira, a 2,000 rs. o corte"; liles
muito finas e de bonitos padroes, a 2,400
rt. o corte ; lencos de ISa e teda, a 640 rs. ;
Ifla etcoceza propria para vetlipo de pietat,
a 20o rs. ; e oulns muitat fazendat por di-
minuto preco : na ra do Crespo, 11. 15, lo-
ja de Joaquim de Oliveira May Jnior.
Vende-se um escravo bom, e nuil
moco : no segundo andar do sobrado pega-
do a torre dos Martyrios.


L-
mffim

-
v
-XA. ".-"-'*>
- -1
i-
A 1,000 rs. o corte.
Ma loja n. 5, que faz esquina para a ru
do Col legio, vendem-se cortes com Scova-
doge meia de brim de algodSo (raneado df
listras e dequndros. pelo barato prego dr
1,000 rs. cada un corte.
~ Vondem-see alugam-se as melhores bi-
chas haroburguezas que ha no mercado,
tanto em porgSo como a retalho : nn ra
dasCrnzes, n. 40, taberna de Domingos da
Silva Campos.
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escuros dealgo-
dSo, proprios para ejeravo, por serem de
muita duragflo, pelo diminuto prego de 640
rs. cada un : na ra do Ciespo, esquina
que volta para a cadeia.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa
de boa qualidade, em barriszinho;
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ba muito
tempo se nao vende: nc Recife,
ra da Cadeia, armazem n. ia.
As novas catsas sublimes
a !,240 rs. o cort.
Na loja de CuimarSes & Ilenriques, na
ra do Crespo, n. 5, que Taz esquina para a
ra do Collegio, vendem-se novos cortes de
casaas finas denominadas sublimes, pela
sua boa qualidade e barato prego.
Chegaram novamenle ra da Sen-
zaiia-Mova, n. a, reiogios de ouro e prata
patente inglez, para homem e senhora.
Vendem-se amarras ae ierro : ni ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Chitas lrancezas finas a
3*10 rs. cada nm covado.
Na roa do Crespo, n. 5, confronte ao ar-
co de S -Antonio, vendem-se chitas france-
zasOnas e de modernos padrOes aiada nilo
vistos neste mercado, pelo barato preco de
320 r*. cada um covado ; panno preto, pelo
barato preco de 1,600 rs. cada um covado;
lencos de camhraia brancos e abertos pela
beira.a 2,800 rs. cada umaduzia.
A 640 rs. o covado do al-
ino.

paca preta
Loja n. 5,
de CuimarSes & Henriques, que faz esquina
para ra do Collegio, vende-se alpaca pre-
ta fina, pelo diminuto prego de 640 rs. o
covado, preco este por que nunca se vendeu
fazenda igual.
Fardo a 5,000 rs. a
sacca,
e o nu'lhor que lem vindo a este mercado
na ra da Madre-de-Deos, armazem de Vi-
cente Ferreira da Costa.
lina loLivrament, n.l 1
Vende-se calcado francez, sendo borze-
guins de fazendas de cores com biqueira de
couro de lustro para meninos, e cpalos de
dufjque preto para senhora ; um par de
brincos com brilhantes.
Pccljincliu
para os amadores da santa
economa,
lima rorgo de finas cassas, francezas de
4 palmos e meio de largura, de listras azues
e encarnadas, com flores de todas as cores,
gostos muito bonitos e modernos: estas
cassas foram arrematadas em leilSo, por is-
s'> fe vendem pela metade de sen valor, di-
nheiro a vista, a 240 rs. rada um covado
na ra do Crespo, n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Dias.
A ultima moda.
Para roupinhos de vestidos velludo
.decores, conforme os ltimos figuri-j.
Jnlios : vende-se na ra do Crespo, n. 9,f
floja amarella. >
* ####:'
He muito barato.
Bretanha monstro.
Vende-se bretanha monstro, muito fina,
de qualro palmos e mel de largura, pelo
barato prego de 240 rs. a vara; esgui&o de
algodio, pecas de 10 varas, a 3,200 rs.; ris-
esdos azues de puro linho para jaquel, a
400 rs. o covado; chitas roxas linas e de
cores muito (lias, com um toque de mofo,
pelo barato preco de 160 rs. o covado ; ris-
cado de algodSu de listras trancadas, fazen-
da muito fina e com qualro palmos de lar-
gura, 8200 rs. o covado : na ra do Crespo,
loja n. 14, de Jos Francisco Das.
Vendem-se encharnela de sedro, do 20
a 30 palmos, proprio para obras de casas,
por prego commodo : na ra do Vigario,
ii. 5.
Vende-ae, na cocheira de Fra-de-Por-
las, um cavallo muito novoe de bonita fi-
gura.
Oh que mermelada !
Na roa da Cruz, no Recife, armazem n.
13, vende-se marmelada a maia frasca que
tem vindo at hoje a este mercado, em cai-
x infia* de 2 at 16 libras sendo estas ulti-
mas muito proprias para mimos. g
Vende-sa um excedente quarto, do:
mais fortes que lem apparecido e bonito'
na cochia da ruada Florentina.
Vendem-se hcelas com muito boa
marmelada. em quartas ; caixOes com 4 li-
bras de muito bom doce de a ra; a e goiaba :
na ra Nova, n 3, taberna.
Vende-se urna balanza anda nova,
muito m canta : na ra da Cadeia, n. 2,
obrado confronte ao Diestro de S.-Fran-
cisco.
Vende-se barato
Para se acabar
Sapalusdo Aracaly
A oilo ceios riau par.
Na roa da Cruz, n. 3, confronto i ra da
Lingota esquina do becco do Porto, ven-
dem-se superiorea sapaloe do Aracaly, pelo
diminuto preco de 800 rs. o par; chapeos
de palha ; esleirs ; courinhos de cabra e
Panno pardo fino a 4,000
rs. cada umcovauo.
Na loja da esquina da roa do Crespo, n 5,
vende-se panno fino pardo o cor de caf,
aHo barato prego de 4,960 rs o covado;
lito preto e azul, a 3,000 rs. o covado, e de
utres muilas cores e qualidades, por dimi-
nuto prego.
-%o barato preco de 140
rs. o covado.
Na loja n. 5, de CuimarSes & Henriques,
vendem-se chitas escuras, pelo diminuto
prego de 140 rs. o covado, e de oulras mui-
las qualidades por diminuto prego.
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. 6, um
novo sortimento de fazendas ba-
ratas,
como sejam : cassa-ebitas muito Anas, de
cores fixas e com 4 palmos de largura, a
120 rs. o covado; cortes de ditas a 2,000 e
2,400 rs.; riscado do linho, a 240 rs. o co-
vado ; dito de slgodSo americano para es-
cravos, a 140 e 160 rs. o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 200 rs.; zuarte azul, a
200 rs. o covado ; dito furs cores, s 200
rs. ; chitas de cores fixas e de bonitos pa-
dr>, a 160 e 180 rs. O covado; cortes de
fiislflo, a 600 rs. : chales de tarlatana,
1,280 rs. ; me ios ditos, a 320 rs.; cobr-i lo-
res dealgodSo de cor, a 640; alpaca preta de
rordo e com seta palmos de largura, a
1,280 rs.o covado; e oulras muilas fazen-
das em ronla.
a#**A*A* a 4 am aii carnal
A TURCA.
Chegaram os muilo procurados cr-9
Cites de tapete para sapatos, temi gran-*
variedade de gostos : vendem-se na#
9loja do sobrado amarello, nos quatro-t
esntos ds ra do Queimado, n. 29. #
* C ##
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Xa ra da Cadeia*, n. 'i,
'ndem-se por atacado duas qualidades,
.*
aola : ludo por menos prego do queeo ou-lgo commodo : no pateo do Collegio, a. 6,
tra qualquer parte. I loja de livros do Dourado.
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Moco das superiores.
NafundigSode C. Starr & Companhia,
em s.-Amaro, acham-se i venda moendss
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito 'superior.
Chapeos de sol,
Vendem-se chapeos de sol, de seda pret-
com barra Isvrada, a 6,000 rs.; ditos furtaa
cies, a 6,500 rs.: estes chapeos sSo mui-
to bom construidos, muito fortes e de boa
seda : na ra do l'asscio, n. 5, fabrica de
chapeos de sol.
Ol! que pechincba !
Fazendas pretas por pregoa nunca vistos,
em alten gOo a boa qualidade dellas.
Alpaca de cordSo que parece barragana,
de todas as cores, a 640 rs. ; sarja de lila de
Juas larguras, a 640 rs.; merinos, a 1,600,
2,000, 3,000 e 4,000 rs.; panno preto fino, a
3,000, 3,800, 4,000, 5,00J 6,000 e 8 0C0 ra.,
este he panno o mais fino que se pode ima-
ginar e lem de largura 60 pollegadas; luvas
pretas de seda para senhora, a 320 rs. o par;
e ainda resta urna porgRo.de pegas de cassa
lisa fina, com 12 jardas, a 2,500 rs., por
ter a dobra de fra algum sujo: no Aterro-
da-Boa-Vista, n- 18.
Rap Faulo-Cordeiro:
vende-se na ra da Cadeia, o. 33, segundo
andar ; rus do Cabug, loja do Duarte; no
Aterro-da-Boa-Visla, loja dotima.
Vende-se um terreno
ja plantado, com 94 pIrnos de frente e 420
de fundo, com alicerce para casa de sobra-
do, lendo a frente ja murada, em cliSo pro-
prio, na nova ra que segu da Sylidade
para o Manguind, e que divide com o sitio
daSra. I). Antonia Francisca Cadaval : a tra-
tar com o sangrador Jo.- Adelo, juntos
igreja do Hozrio do bairro de S.-Antonio,
que dir quem o'vende, e assegura-se que
ela propriedade est livre e deseoibira-
gada.
liara tissimo.
Vendem-se chapeos de palha
de carnauba ; sapatos do Aracaly;
e Irasqueiras de superior genebra
da llollanda, por pceo commodo:
a fallar com Antonio Joaquim Vi-
dal & Companhia.
Vende-se urna escrava do 30 annos,
quecozmha, lavada sabfio e vrrella ; be
muito sadia, Oel, e nSo tem vicios, o que
ludo se aliaoga ao comprador : na ra larga
>io Hozario, n. 24, segundo andar.
Atoalhado de linho de
California com 6 pal-
J mes ie brgrs.
Na loja de CuimarSes & Henriques, na ra
do Crespo, n. 5, vende-se o novo atoalhado
caliloruia de puro linho e com 6 palmos de
largura, pelo baialo prego de 1,120 rs ; as-
sim como ha de 5 palmos de largura, a 1,000
is. a vara.
Aos fabricantes de velas.
Na ra dos Tanoeiros, armazem n. 5, ven-
de-se muilo superior cera de carnauba, por
menos prego do que em oulra qualquer
parte.
Cera de carnanba.
Vende-se cera de carnauba muito supe-
rior, a realho e em porgao : na ra da Cruz,
ii. 36, confronte a Liugcla, esquina do bec-
co do l'uilo.
Cartas para enterro de anjos,
muilo bem leitaa e de deferentes cores de
papel : no paleo do Collegio, q. G, ja de
livros do Duurado.
--Vende-se um bonito cavalio que carre-
ga baixo a meio : na ra da Aurora, n. 44.
Cartas luuehres,
muilo.bem feitas e em bom papel, por pre-
Quem admirar
venha ver e comprar.
Na ra. do Crespo, esquina que
volta paral cadeia,
vendem-se pannos pretos, a 3,000, 3,(100 e
5,500 rs. o covado ; dito azul, a 3,000 rs. ;
dito cor de rap, muito superior, a 4,000 rs.;
cortes de casemira preta, muito boa, a 3.200,
5,000 e 10,000rs.; ditos de setim de cores
para colletea, a 1,609 rs.; ditos de gorgu-
rio, a 1,980 rs.; ditos de brim branco de
linho para caigas, a 1.600 rs.; ditos de fus-
tSo para colletea, a 600 rs.; ditos de cassa
para vestido, de muito bom gosto, a 2,400
e 2.500 rs.; cortes de brim amarello de pu-
ro linho, a 1,600 rs.; cassa preta, a 140 ra. o
covado ; ditas de crtres muito bonitas, a 200
e 280 rs.; alpaca preta da cordSo, com 7
palmos de largura, a 1,280 rs. o covado,
sendo esta fazenda nauito proprla para cal-
cas, sobre-casacas e vestidos, por ser muito
forte econmica em rasSo da largura; ris-
cado de linho azulzlnho, a 940 ra. o cova-
po;lengoi de seda para grvala, a 1,980
rs. ; ditos para algibeira, a 1,280 rs.; zuar-
te azul de vara de largura, a 200 rs. o cova-
do ; dito furta cores, a 900 rs ; riacado
monstro, a 200 rs.; picote muito encor-
nado, proprio para escravos. a 240 e 180 rs.
o covado ; riscado de algodSp americano, a
140 rs. o covado ; cortes de brim de listras
decores, a 1.06o rs.; ditos com listra ao
lado, a 1,280 rs. ; dilos escuros, a 1,280
rs.; pegas de chita* muito bonitas, a 5,500
rs.; iliasescuras decores fizas pora casa ,
a 160 e 180 rs. o covado ; chales de tarlata-
na, a r,280 rs. ; malos ditos escuros, a 320
rs.: lencos de cassa para eravata, a 320 ra.;
meias para meninos, a 100 rs. o par; ditas
muito superiores para senhora. a 400 rs.;
lengos peqnenosde 18a com tres ponas pa-
ra escravos, s 140 rs.; cassa de xadrez para
vestido a 320 rs. o covado ; pegas de cam-
hraia lisa com 8 varas e meia, a 2,700 rs ;
dita muito lina, a 640 e 730 rs. a vara ; cha-
peos deso, de panninho com bastes de ha-
lis, moito bous a 9,000 rs.; e oulras mui
tss fazendas baratas que a vista dos com-
pradores se farSo os pregos.
Os amigos riscadosmons-
tros a O rs. o covado.
Na loja de CuimarSes & Henriques, ven-
dem-se os antigos riscados monstros, de 5
palmos de largura, e de padrOes novos, a
280 rs. o covado ; riscados california, de co-
res finas e muilo encorpados, e Un liem de
cures escuras, pelo barato prego de 300 rs.
o covado.
Fazendas baratas.
No-arroazem de fazendaa, de Raymundo
Carlos l.eite, na ra do Queimado, n. 97, lia
um bello sortimento de fazendas de todas
s qualidades, por os pregoa mais commo-
do que se teem vendido, a saber -. pegas de
madapolSo da India, com 24 jardas, muito
fino, a 3,200 rs.; dito muito fino e encorps-
do, com 4 palmse meio de largura, muilo
proprio para camisas de escravos por ser de
minia duragSo, a 3,600 rs. ; alpaca de cor-
dSo, de lindos gostos, e de diversas cores,
proprio para palitos, casacas e caigas, a 80o
rs. o covado ; dita preta muito fina, a 800
r.; ptimo riacado francez de varias corea,
a 280 rs. o covado; cortes de brim pardo
para caigas, a 1,400 rs. ; ditos de quadros
miudos, muilo bonitos, a 1,000 rs.; riaca-
do monstro, 810 rs. o covado ; corte de chi-
ta chinez, gosto escolhido, a 3,500 rs.
atualhada entrangadocom 7 palmos a meio
de largura, a 800 rs. a vara.
A 1,000 rs. o corte de
calcas.
Vendem-se brins trancados de
listras ao lado, dos mais moder-
nos padres, tendo tambem cor
de ganga, a l,ooo rs. o corte de
calcas : na ra do Queimado, n.
8,lojaconlronte a botica.
Com 8 palmos de largu-
ra o novo algodfto nions-
tio trancado california.
Na loja confronte ao arco de S.-Anlonio,
n 5, vende-se* novo algodSo monstro tran-
cado, com 8 palmos de largura, pelo barato
prego de 800 r. a vara.
INrrsrniazem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farelo, a
3,ooo rs. a sacca, e farinha de tri-
go franceza da marca Bario, por
preco commodo.
Vemlem-se rodas de arco de pao para
pipase barricas ; caixas de pinho vaaias;
pregos ripaes, proprios para pregar barri-
cas; cal virgen de Lisboa; fio porrele do
Porto : tudo por preco muito commodo :
na ra da Cruz, no Recife, n. 49, primeiro
andar.
-- Vende-se nm pardo de 18 annos, de
muito bonita ligara ; he alTaiate, lera prin-
cipios de bolieiro, e be muito sadio, por
mdico prego: na ra da Cadeia do Reci-
Procuraces e apudactas selladas,
em bom papel: no pateo do Collegio, n. 6,
loja de livros do Duurado.
. Vende-e um sitio muito grande, com
casa de talpa multo boa para familia,, na
povoacSodo Monleiro, entrando no becoo
do Quiabo at a ladaira do Mudo, contando
iaimensidadea de fruteiras, como sejam-:
as mimosas larangeiraa, jambeifos, goiuboi-
ras, jaqueiras, dendezeiros, cajueiroa, co-
queiros, cafezeiros, oilicor a oulras mui-
las fructas que pelas auas variedades e bom
gosto toroam-se muito recmmendavels,
duas excedentes baixts para capim de plan-
ta, podendo sustentar dous cavallos an-
imalmente, ama eatribaria soffrivel junto
a dita casa, terreno a pasto delicado para 3
vaccas, em lim he nm sitio proprio para
quem quer se dedicar a agricultura, porque.
lm delirar bom lucro, goza do aaudavel
are alegres gorgeios dos mimosos passari-
nhoa : vende-ae pelos donos nSo poderem
continuar com elle,a por isso faz-se toda a
transacgBo: os pretndante* drijm-e
ra da ConceigSo da Vista, n. 9.
Calcados.
Na praga da Independencia, loja do Aran-
tes, vendem-se sapatos de couro de lustro,
a 3, 5 e 7,000 rs.; dilos de bezerro, a 3, 4, 5
e 7,000 rs.; borzeguins de duraqua com
pona do iuairo, i 4,000 rs. ; diioa de ca-
murga, a 5,000 rs. ; sapatos do Aracaty, a
800 e 1,000 rs. ; ditos de orelhas, a 1,280
ra. ;borzeguinpara aenhoaa, a 3,000 ra. ;
ditos pretos e de cOres, a 4, S 5,000 rs.; s-
palos de cordovSo, a 640 rs. ; dito de du-
raque, a 1,000 rs.; ditos de cordovSo, a
,880 re. ; ditos da lustro, a 1,280 e 2,000
ra.; aapalos de tapate para homem a ee-
mera ; ditos de masas ; longos do seda, pa-
ra grvala ; luvas de pellica para homem e
sennora ; pella de lustro francez e ham-
burguez; tnarroqnim de cores, por prego
commodo.
Vende-se una porglo de saceos de es-
topa vasios. que foram de eaf e farinha : na
ra de Hortas, o. 52, taberna com a frenjo
amarella.
QOQQOOQ39QQOOOQOOO
p Deposito geral do superior ra-Q
O pe Areia-Freta da fabrica q
O deGaotois Failhet & C O
| na Babia.
n Domingos AlvesMatheu, agente da?
qfabrica de rap superior Areii-Preta da*
g'Bahia, tem abarlo um depoaito na rua^
Ada Cruz, no Recife, o. 52, primeiro an->
J?''!", onde se achara aempre deste ex-O
Vcellentee mais acreditado rap: ven-O
Ode-se em botes de urna e aera libra,O
Qpor prego commodo. Instrumentos para m-
sicas.
Vendem-se instrumentos para mu*ic
Hilares ; bem como panos e violOes mnl-
liseimos ricos : na ra da Crui, n. 10, casa
de Kalkmann Irmfios.
cose bem, engomma liso, che rccolhid ;
una ngrinha de 14 annos ; urna parda do
28 annos, que lava e cozinha ; 6 escravas
mogas, da todo o aervigo: r.a ra Direi-
t, n. 3.
-- Vende-se, ou permuta-se por casas nes-
ta prg, um silfo grande, com bastantes
commodos,estribara,ce-chaira, cacimba do
goa de beber, bastantes arvoredosde frte-
lo de todas as qualidades, sito na estrada do
Monleiro : nt ra Nova', n. 59, tercein,
andar.
Vendem-se dous moloques do 10 a lo
annos, muito lindos, ebonspara tuJoquan-
toos quizerem applicar ; urna parda de 2.1
annos, perfeita engommadira e costureira,
e he boa mocama ; urna preta coni as mes-
mas habilidades ; uma^ditaboa quitandoi-
raelavadeira ; urna dita com urna filba de
8annos, e que he boa para vender na roa o
servir a ama casa; dous pretos bons pira o
ervigo de casa: na ra do Collegio, n. 21,
primeiro indar, se dir quem vende.
Vendm-se. no fim da ra da'Aurora,
n.*, duas carteiraspara esc plorio, de una
so face, onde pdem escrever 3 peasoas, com
as gradas dobradaa para oa litro, p()r
30,000 rs. cada urna ; um terno de tambores
antigos com aguilhoe e rodete, por 300/
rs. e terno da rodt, a 20.000 ra.
INaviilhas de patente.
Vendem-se na vainas finas de
patente para fazer barba ; estojos
completos de todos os ferros para
cirurgia, obra muito fina, por pre-
co commodo : na ra da Cruz, no
recife, n. 43 'ja ^e Joaquim
Antonio Ca neiro de Souza Aze-
vedo.
Bichas de Hamburgo.
- Vendem-se aa verdadeiras bi-
chas de llamburgo, aos centof e a
retalbo : tambem se alugame v3o-
sc applicar a gsjcs! j..ccar." na
ra da Cruz, nO Recife, n. 43, lo-
ja de Joaquim Antonio Carneiro
de Spuza Azeyfdo.
Na ra do Sebo, 32, vende-se urna
preta deuagtlo, dp 30anno, que faz todo o
seivigo de urna caja, per proco commodo.
Cadciras de palhinha,
e sohis para meninas: vendem-se na ra da
Cruz, n. 10, caaa de Kalkmann IrmSos.
Burras de ierro
do muito boa qualidade, e com segredo pa-
ra aa abrir: vendem-se na ra da Cruz, n.
10. caaa de Kalkmann IrmSos.
Charutos de Havana,
d uperior qualidade : vende-se na ra da
Cruz, n. 10, caaa de Kalkamann IrmSos.
Vinho de Bordea ux,
'e superior qualidade : vende-se na ra da
Cruz, n. 10, caaa de Kalkmann Irmos.
Chegaram novamente ra
Nova, n. 44 fabrica de chapeos,
um bom sortimento de chapeos de
mola pretos, pelo ltimo navio
viudo do Havre ; bem como cha-
peos de maesa franceses, de boni-
tas formas e de superior qualida-
de ; ditos de palha da Italia, de
copa alta e baixa ; ditos de palha
enfeitados par* meninos e meni-
nas, do melhor gosto possivel; di-
tos de massa sem pello e de diver-
sas cores e formas ; ditos sem pel-
lo de superior qualidade ; dilos
envernizidos de copa baixa ; bo-
netes de riscadinho, a 36o rs. ; e
ontfas muitas qualidades de bone-
tes e chapeos por preco muito
commodo.
N.l 5.
Ra da Cruz
aScravfjs rugtuS.
Fugio, 00 da 4 do crrante, a preta
velha de nome Mariana ; tem urna queima-
dura em um dos bragos, olhos grandes, cOr
fula ; levou vestido de chita roxa, saia de
lila predi por cima, panno da Costa azul,
com matames brancos, e lengo azul amar-
radona cabega : quem a pegar leve-o a
ya a Finia, n. 4, segunio sndsr, que se-
r recompensado.
No dia primeiro docorrente,
fugio um preto de naci, de triri-
fa e tantos annos,-bem ladino, fal-
la bem ; he bastante barbado ; tem
urna cicatriz junto ao tornozelo da
perna direita, que talvez j estrja
em ferids, porque elle gosta de
embriagar-se tem o coslume de
abaisar a cabeca qnando falla; veio
ha pouce tempo do bio-de-Janci-
jo, e por isso ignore as ruar des-
ta eidade ; levou camisa de toada*,
polao e calcas de casemirkriscada]
furtou urna trouxa onde* leva al-
gumas calcas, aJgumas colheres
de prata e entre ellas urna grande
para arroz, e outros objectoe :
quem o pegar, ou delleder noticia,
dirija-se a. ra da Cadeia do Heci-
fe,n. ai, que ser generosamen-
te gratificado.
- Fugio do engenho Santo-Atnarinho,
freguezia da Varzea, no dia 8 do corrrnte,
um mulatinho de nome Libralo, com os
ignies seguintei: representa ter 18 a 14
annos, cabega grande, fcigOes aroseelrai,
nariz chalo e feio, olho grandes, bocea
tambem grande, beigos groaaoseo decima
com urna cicatriz; que parece ser de um
taino, denles largos, dos quaea faltam-lho
na frente dous e tem um partido, nSo he
mal feito de carpo, e lem o res pequeos;
quemo pegarTeve-o ao mencionado enge-
no Recife,
armazem.
Neste armazem existe venda um com-
pleto sortimento de cabos da Rusaia men-
le, de uma al 5 e meia pollegadas de gros-
sura, e se vendem em grandea e pequeas
porgOe, por menor prego do que em oulra
qualquer parte.
Cha hysson.
Na padiia por baixo do sobrado da pra-
ga da S.-Craz, n. 108, vende-se o melho cha
hysson que he possivel neste genero, como
na muito So tem vindo ao mercado, o pre-
go he mallo em conta, para se adquirir mii
freguezes: tambem te vende assucar refina-
do da fabrica da ru da Larangeirg, de
primeira e segunda qualidraea ; caf mui-
do cavada torrada e moida. qualquer destes
genero sSo puros mi a menor miilur.
Na ru ds Crutea, n. 22, segunde an-
dar, vende-se Urna escrava crioul, da ele-
gante figura, que angomma, ceae cMo, co-
zinha bem e lava de sabflo ; urna dita de na-
go Angola, com aa meamas habilidades:
urna dita de SO annos, que cozinha o diario
de um caaa, lava bem de t>8o e vrrella,
e be ptima quitandeira : lodos sem acha-
quea e tadios.
--Vendem-p 14 e cravo, sendo um delles carreiro ; um opti-
0 mulatinho de 10annos; m dito de 24
annos; un mulatinba da 14 annos, que
nbo, ou ao sitio do Hospicio, ao p do
quartel, que ser generosamente recompen-
sado.
-- Acham-se rugidos, do engenho Santo-
Andr, na freguezia de lina, desde novem-
bro do anno passado, os escravos crioulos,
de nomes : Simplicio, idade 21 annos, alto,
secco, sem barba, beigos um tanto grossos,
bocea grande e feia por ter oa cantos cheios,
denles grandes, gosta de tomar tabaco, e
quando o toma, quasi seropre, deixa aujas
as ventas : Antonio, tamhem carreiro, ida-
de 30 annos, alio, grossura regular, es-
padando, pouc.o barbado, cacundo, bocea
grande, beigos um tanto grossos, tem fal-
la de denles na frente, gosla de .fumar ca-
chimbo e tomar tabaco, eusa trazer eon'as
grauda ao pescosso : ha noticia queandam
em um coulo, na maltas do engenho Ca-
morim, na freguezia d'Agoa i'rta, edahi
ao engenho Pirangi, que nffp dala muo,
por ter o Antonio, deste engenho urna es-
crava, coa quem tem amisade : roga-se as
autoridades policiaca e capitSo de campo,
que os apprehendam, e levem-os ao dito
engenho, que erJo racompensado com
100,000 rs.
Fugio, no dia 29 da junho do crrante
anno, do engenho Sctubal, freguezia do
Cabo, um rodente, de nome Elias, erioulo,
de 94 annoa, bem preto, olbas grandes, na-
riz afilado, com todos os denles na fren I a e
limados, corpo espigado, pernas finas; he
bem fallante, ladino e pachola ; levou cal-
cas jaquel a e chapeo prelo ; consta que foi
seduiioo, e anda pelo Recife. Iloga-se as
autoridades policiae, capilla de campo,
ou outro qualquer peaaoa, qua oapprehen-
dam e levem-no a >eu senlior. Joaquim do
Reg Harreto, no dito engenho, ou a Do-
mingos da Silva Campos, na ra das Cru-
ze, n. 40, que sarao generosamepte gr-
tilicados.
Desppreceu,no dia 1 a do oorrfnte,
pelas 3 horas da tarde, nm preto da Costa,
de nonje Clemente, de altura a carpo re-
gulare; tem urna cicatriz na cabega,. pro-
veniente de um taino qua levou j lem oa de-
doadamSo direita um ptico encolhidos,
proveniente de outro taino que lavou no
brago; levou camisa dealgodSo da larra U
mangas curtas e em folha, e calcas atoes :
quem o pegar leve-o ra Imperial, n. 25,
que ser recompensado.
5 de junho de i85o.
Fugio, da villa do Bonito, o esrrsvo Lou-
rango, ciioulo, baixo e corpolento, de cOr
nem muito preta neni fula j lem falta da
unhas em todos os dedos dos ps, por cao -
sa de bichos qua leve em pequeo, caa
redonda-W on ">nn : nnem n pecar lava-o
ao vigario da dita villa,'o padre ilanoel do
Mello l'alclo M., ou na ra da Cadeia do
Recife, n 94, loja de cambio da viuv Viei-
ra & Fllho, que e gratificar.
Pai/: Hi ttp. ps m. p. Davriau. 1850


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