Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07509


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Full Text
m
Ajino XXXJ
Sabbado 15
i-AKTisAi noe ookbsioi.
Gnlanna e Parahiba, segundas escitas felras.
RIo-Grande-dn-Norte, quintal feiru ao meto-
dia.
Cabo, Serinhem, Rlo-Pormoso. Porto-Calvo
e Macelo, no I.', a 11, e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vlata e Florea, a 13 e 28.
Victoria. > quinta* felraa.
Ollnda, lodoa oi da*.
MIng. a 2,i*3 h.e38in.dat.
Hova a 9. oi 7 m. da t.
Creic. a 1(1, as 4 h.el2m. da m.
Chela a 84, ai 3 h. e 4 m. da m.
tan* di moja
IPriinelra ai 7 hora* e 42 minuto* da manbaa.
Segunda aa 8 hora* e 6 minuto* da urde.
de Julho de 1850,
N. 18.
razos da eossaoais-QAO.
Por tris me es (adaalavfm) 4/000
Por seis meze* 8/000
Por nwi anno 16/000
Mil *A USSrASSA
8 Sea;. S. Proeopio. Aud. do i. dosorf. ein 1. t
ti Ti:rv- Cyrlllo. Aud. do chae, do J.dal.v.
do civ. c do dos feitos da fazenda.
10 Quart. S. Januario. Aud. do J.da?. v.doclvel.
11 Qtiiut. S. Sabino. Aud. do i. dos orf. edom.
da 1. v.
12 Sea*. S. Joo Gualberto. And. do i. da 1. v.
do tiv e do do* feltoi da fatenda.
13 Sab. S. Aoacleto.
OABtBIOa BM 13 B VIMO.
Sobre Londres. 26/, a 27 d. por 1/000 r*. a 80 da*.
. Parts, 346.
Lisboa, 105 por cento.
Ouro.__Oncas taespantaoes.........29/000 a 29/
Moedas de 8/400 velhas.. 18/500 a 18/
de 6/400 oras.. 10/100 a 1H_
. de 41000........... 9/100 a 9/
/rata.-PaUc8es brasileiros...... 1/980 a 2/000
Pesos columnarlos....... 1/980 a ?/00i
Ditos mexicanos.....^~ 1/820 a 1/840
ftRTE OFFiClAL.
tiOVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 3 DE JUI.HO.
Ollicio AO Exm. presidente do Itio-
<;rnde do ol, deprecando as suas orJens,
para quedo primeiro de agosto prximo fu-
turo em dianle seis suspensa a praJtacflo
mensal de 10,000 res, que, do se1
consignara naquella provincia, W
oiia*iLJUlh9odecJca'lore9 Jora Teisefre
islo ler elle declarado, que lh
I suspensBo.--Communicou-s*
ao cninMndante das armas.
Dito Aocommandantedas armas, trans-
miUtudo para ser conservado no archivo do
hrapllal regimgoUI teaUsjprovinci* um ex-
emplar do 4Bntf, eujque aa descrere a
fetire amarella, rf*ej lem reinado epideini
camentc na corte do Rio-de-J.uieiro, com
observacOee relativas lano ao seu ri icter,
marcha eerminac,3o, como mi
ment, lesoes cadavricas e prognoi1
Igual reoiessa se fez no inspector do 1
nal de marinha, ao chele da polica, ad-
minigtraclo dos estabeleciaxelajDs de can-
dada, eao provedor da sania casa d> giise-
ricordia.
DitoAo mesmolpieirindo-o de ter S.
al. o Imperador, segundo foi declarado em
avino do ministerio da guerra, datado de 24
de maio uliioio, Horneado o lenente-coro-
uel do ebUdo-maior da segunda classe dn
exrrcilo, ios Mara Ildefonso Jacome da
Veig* l'essoa, para commsndar a ilha
.de Fernando-de-Neronht, e remetiendo
para ser entregue ao uomeido, a nota doa
emolumento que elle tem de pagar para
obtenc.10 do respectivo titulo --Inlelligen-
ciou-ae ao inspector da pagadura militar
Uiio.Ao nieamo, dizendo que i de fazer
seguir para os corpos a que perlencem os
ojjjciae* de prioieira linha indicados na re-
laclo que acompanhou o seu ofllcio do pri-
meiro (Jo correte, visto nlo serem mais
necesserlos aqu o* leus servidos.
lino.Ao mesmo, gcienliflcando-o de h-l
ver 8. M. o Imperador, segn lo constqu de
aviso do ministerio da guerra det9 de abril
prximo passado, concedido seis mezes de
lieenca com sold simples, para ir i provin-
cia de Saiita-Caltiahiia lrslar de seus n--
Kcios, ao tenente do primeiro balalhfio de
andares Candi lo Francisco de Santa Amia
e Oliveira.--lulelligenciou-so ao inspector
da paga doria militar.
Dito.Ao inlector da thsouraria da fa-
zenda, transniittindo o aviso dn urna letra
da quentla de 645.038 ris, siccada pela
thsouraria do Itio-Crande do norte sobre *
desla, e a favor de Pedro Jos de Alcntara
De*.Purliciiou'se ao presidenta tlaqueila
provincia.
DiloAo mesmo, para mandar pagar ao
engriiht'iro director da obras publicas a
quantia da 192,220 ris, e u que, segundo a
conta que remelle,importim os reparos fei-
tos no lorrelo do telegrapho desla cidade
Communirou-se so referido engentiairo
Dito Ao commanilaiite do vapor Tkelit,
declarando, que pode fazer desembarca*^
primeiro mernheiro ca sob seu coillmando l.ouis Francols-, visto
ter completado o lempo de leu engajamen
to, e nao querer continuar a servir.
Dilo.Atnspector da ihesouraria da fa-
zenda provincial, ordenando, que mande
adisntar ao engeuheiro Milet, a quantia de
500,000 ris, para a eoucluslo da segunda
parte do nono lauto da estrada da.Vctor.
--Scienlilicou-se ao engenhelro direcetor
das obras publica*.
Dilo. Ao nn smo, para mandar adisntar
ao engehheiYo l.ieolhier chefe da segunda
seceso das abras publicas, a quantia de rei.
450,000, para dar principio i obra da ponte
de Beberibe.--lnteirou-se ao engeuheiro di-
rector das obras publicas.
Dilo-Aojuiz municipal da primeira vara
para que mande receber do commandaute
do brigue-escuna Aniorinha, e recolha k
caJeia desla cidade o aenienclado Manoel
cabra, escravo daVedro Velho de Mello, o
qual veio da ilha de Fernando, para entrar
em novo julgaanctilo.--Ncaie sentido expe-
dio-se 1 conveniento ordem ao comman-
?danle do ref^rMaj brigua escuna.
Dito.Ao nfnfnacio Nery da'Fonseca.
Conslando-me da ollicio do delgalo sup-
pleotojdo Irio-Formozo, a que se relee o
o qutjfoiie dirigi o chefe de polica em
J^BkaV* do eonentv, que a febre epi-
aaaaPcaa^jue ultimamenle reinou nesta c-
uuaoj|aiii uaajuio na viia o nrriniiaem e
povuaco iiPiPpo-Aiiiarot|mde j exeedert
de cesa oaWsoa de niofjpidado, convido
a Vmc. para tomar sb aajnlir>cr;ao, a bem
danumanidade o tralamento das pessoas
indigentes daquelles lugares, pudendo para
esse (Itn requisitsr com presteza os medi-
camentos, que entender serem necessarios,
onmceiido entretanto aos pobres us de que
puder dispr.--Scienlilioau-se ao chefe di
polica.
Piularla. Nomeando para o lugar dr
ajudaule do procurador fiscal da thsoura-
ria da fazemla provincial na comarca de
Oaranhuus o proniutor publico dall Rodri-
go Castor de AlbuquerqueUsranhSo.
come da Veigs Peasoa, tenente-coronel dn
estado-ma'or de segunda classe do exerci-
to, segundo foi declarado em aviso da re-
Darllcflo dos negocios da guerra de SI de
!}aio ultimo, oSr marechal de campo gsa-
uado Antonio Correa Sera, commandau-
te das armas, assim o manda fazer publico
goardicSo; o bem assim que por aviso da
mesma repsrtc3o de 28 de abril do corren-
te anno, houve por bem o mesmo augusto
senhor conceder seis rsezos de licenga com
simples, para hir provincia de
alharina tratar de seus negocios.
*wr. CandiJo Francisco de Santa Anna e
Oliveira, tenente do ballhSo primeiro dera-
oadorea, o que ludo foi eommiinicado pelo
Exrn^AajMente da provincia, em olTlclos
is hoiitem.
Determina.o dito Sr. marechal, que al#
segunda orden, a junta de sade. n>s ter-
casHaa|as]^iras de toda*?as semanas,
se rena ao meio-dia no quartel geral.
Determina mais, par que seja'preenchida
disposigao Cantidaj>io art. 73 do regula-
menlo que baiSOu com o decreto de 17 de
fevereiro de 183J, que os Srs. Dra. Pedro
Tillo Regis, segundo cirurgiSo do lerceiro
l**UlbSo de artilhara i p, e Francisco An-
tonio Vital de Oliveira. que serve pesia ca-
thegoria no segundo de capadores, sejam es-
calla lo* para o servido (indicado em dito
otigo J do hospital regimental desla cidsde
conjunclamente s demais facultativos
utlle empregados.
. Iranciieo Carloi Bueno Deschampa,
capiulo ajudante de ordena.
Comoiando das armas.
Quarttl gmtrai na cidade do Itecifc, em ^ de
OtCKH DO DA N. 54.
Dignando-se S, ti. o Imperador norceti
para commandanla do presidio da Fernando
da Nofonha ao Sr. Jos Mana Ildefonso Ja-
PENAMBUCJ
ASSENBLE/V PROVINCIAL.
DISCURSO COM QUE O SR. FRANCISCO
JOO RESI'ONDEU AO QUE PROFERIO O
SU. JOS PEDRO SOBRE A QUESTAO
DO SABAO.
Sr. Presidente -.Varias sBo, e bem diver-
sas as emendas que oceupam a allencSuda
casa. Ne traiare agora de considerar ca-
da urna dallas, e de pronunciar, do mesme
modo, o meu juizo ; e 4 casa, a a V. Exe
peco lieenca par que d en toda a preferen
ca ao exanio, e juslilicacBo que tenho de
apregenlar da emenda que livea honra de
offerecer, lendento i conservacao da impo-
?So sobre o fabrico do sabio, a seu con-
sumo, proposito este em qua espero ser de*
culpado, pela importancia da queslSo, que
nesta casa, e fra dalla, lem excitado os cui-
dados e considerares d ne pensam sobre as nossss'feousas pu-
blicas. rsVsa****i
Felizmente, Sr. presidente, toda a argu-
inenUolu, nesta quaotlo imporlaale, apre-
seutada. Man ai Jo precisada de modo a ol-
f-recer facilidades, a sagursneas para sus
seria atireciefflo, a para aia justa solucilo.
Aquellus que se oppOem i eoH.ervscSo das
ideias em a minha emenda consignadas,
fazem dizendo succorrer-sea laeousiitucio-
alidade, e a improlicuidade da medid* por
'iiiin leuibrada. Tenho para mim que tuda
a opposicffo proJuztda a estes doua argu-
mentos se t-im redjzido, e por isao oacara-
rei a quesifio sob estes dous diUerentea as-
pectos.
Em primeiro lugar, serel nitorajmente
conduzido a eousiderar a constitucional i-
dade, e inconstitucionalidade da ajueslo, e
a apreciar aqueiles argumentos que servi-
rn) de apoio aosjque se declararan) contra
a admisao da minha emenda. O acioad-
dicional foi trazido discussilo cou.o o
grande argudnenlo que devia fechar a porta
a toda questao ; para este llm, forana invo-
cados o 3.' do arl. 10, e o art. 12 do acto
addicionl. Respoilador como me confes-
so dt-sle nuaso codicilo poltico, de nenhum
modo me assombra a sua cilar;ao, porque
oelle mesmo deparo com principios que de-
velo servir a deduzir consequencias, em in-
teir* opposi^ao aos coronarios que tyram
aatabeleciJos pelos antagonistas das ini-
iihas ideias.> K neo, Sr. preaidenle, ha le-
meri lade alguma em asseverar que a diapu.
sqo do 9 5.' duart. 10 ja citado, he por
mo oltendida, porquanlo ah apenas se diz
MsjPata nenhum modo sera permittido is
asMnlMs provinoiaes imporem de sorte
qua, sejam prejudicadas as imposifOes ge-
raes do estado, e cerlo que um la) preceilo
nao he nem pule ser comprehensivo senilo
da opposir;8o a offensa directamenta felta a
mesma regra, vislo como nostoi deixado o
.Uraiio a admitlir-se a opinifio de que pela olTensa,
mesmo indirecta, e remota, Jeveriam asaS-
seinlilcss provinciae ser responsabilisadas,
inlelligencia esta nao so inadmissivel como
repugnante is regras que devem servir
interprela^ao das leis, que nao devem se.
entendidas de modo a que, de sua applica-
CJo resulte absurdo, como natura luiente se
seguira, como mesmo insuslenlavel, i vista
do prucedimento que comuscu lem lido
muitas assemblas provinciaes, impondo so-
bre o seu consumo interno.
E mesmo, Sr. presidente, quer recaan:
estas imposicis sobre gneros que bajan.
sido importados de paizes estraugeiros, ou
remellidos da provincias viziuhag, em ne-
nhum desles dous casos, se lera feito vio-
lencia *s disposif6es do acto addcional,
que guardadas iieam e res| vezes que nos nao houveriuus intrometlido
em estaeiecermos iaxa aoore gneros viu-
dos do estrangeiro na OccasiAo de seu des-
embarque, porque smenle assim toriaihus
feito ferida no acto aJdiconal impendo di-
rectamente, e de urna maneira olTensiva e
prejudicial das raadla geraes ; ou quaiidu
tralsndo-sede gneros de provincias vizi-
nhas Ihes lancesemos mposicSesem igual
occssiflo, e por igual modo. F. sem querer
cancar milito a atlenrjSo da casa, com exem-
olos que sirvam a dar inleiro esclarecmen-
to a esta minha npniflo, cnntentar-me-hei
com diznr que mesmo, no system actual de
arrecadacSo.elmposicao de laxas, estahele-
cido em grande parle do Imperio, e mesmo
oo municipio neutro da ctirlt se conlieom
ser eslss es ideias consagradas, n admilt-
das, sem nenhum contestado. E tanto as-
sim he, que as imposigOns lanzadas sobre o
consumo de meresdoriss, quer estrangei-
ras, quer de differentes pontos do imperio
conhecidasem algunas rartes debaixo do
titulo de imposefles provinciaes, em ou-
,tras, sob a classiflcaQ.to de munieipaes, ne-
nhum motivo tem que sirva a trazer-lhes
ioatilicacRo. sent a que eu aoaho de dar,
islo hede fue s asstmblat provinciaes he
permillitlu impetres* sobre o seu cansmuo in
torno, ile nado a nBo njfenderem directamente
as imposicBes geraes do est:ido.
Na verdade, coala a crr que homens alus
de raconhi'CiJo tlenlo, e amostrados ns
gest.lo de nossos negocios pblicos hsjam
enxergado perigo, c oll'en* em aclos qur
nSo possam, nem pdm 4pr considerados
senSo como legitimo exereicio d um d-
roilo nosso, exag'racno qu nfio podemos
explicar sen3o com a confus.lo do nosso sys-
tema geral em flnan'cas, senflo com recen
de que pifamos o cumprnnento da solem-
ne promessa que no seto addcional nos foi
feila da distribuifSo em favor das provin-
cias de urna parta da sua tanda, promessa
que at boje tem sido sepultada em profun-
do esqu cimento
Com estas considerar;Oes me dara por sa-
i isfeito.se nlo sentissn a necessidade de op-
por-mecom todas as forjas a ipinilo, que,
alm do perigo que nos traz para a occasiSo,
nos revela anda maior para o futuro, quan-
do v. encaramos, como denunciadora do es-
bulbo que se noa p le fazer de lodas as' la-
xas que temos sobdifTerentes ttulos, com
o falso pretexto deque silo ellas olTensivas
das imposefles geraes, embora esta olTensa
nlo seja sendo em raso remota e indirec-
ta, que a ser admittida como valiosa, lea-
mos de ver cahir por Ierra, tudas as impo-
sicBes existentes actualmente, porque ne-
nhuma ha em que n.lo ae possa notar est
virlude, ou vicio. Isto que Pica dito, he mais
que bastante para justificar a minha opi-
niffo, em addilamento da qual, pelo que diz
resuelto Impoaicflosobro o consumo de
gneros de ootras provincias iguaes aquel-
es nossos sobre que lanzamos laxas, ape-
nas de passagem direi, que nao sei o como,
admiltiiido-se que possamos impOr sobre o
consumo do gneros nossos, nlo possamos,
por igual, tributar arligos da mesma espe-
cie, pelarasHodo n3o serem entre nos fa-
bricados, argumento cale, de nenhum mo-
do adinissivel, e que se alguma couaa seej|
* revelar, he absurdo e insuslentavel.
E ulo faga ninguem reparo de ii3o baver
eu tocado no art. 12 do acto addcional,
porque supponno a argumentadlo, pd*r mim
produzjda, comprehensiva, e explicativa
dease artigo, piden lo ser para elle trazjdas,
lodoa u argumentos ja deduzidos, sendo
para considorar-se,que nlo he essoarligo sa-
nio coosequencia do $ S.' do art. 10 do acto
addcional.
A'gora, Sr. presidenle, que fie* conside-
ra la, a reaolvida a quesillo sob o seu pii-
meiro ssoaaeto, isto he, eobre a sua consti-
tucionalidade, ou incoostilucionalidade, a
que uenhuma duvida pode ficar uo animo
ainia dos homens mais timoratos, deque
exercemos alrbuico nossa, e bem cabida,
quando decretamos imposigOes sobre o con-
sumo interno de lquidos espirituosos, la-
baca, charutos, rap a salino, agora qne sob
algumas das suas mais importantes face,
fui esta questao assim precisada, sen.lu d
urna maneira satisfactoria, ao meos ten 1
o iiierecimonlu da clareza, me permiUirt
V. Exc. que oolre na segunda parle do exa-
me a que me compromelli, da prolicuidade
da medida, por mim lambrada, nlo s ge-
ralmeote a respailo delates dirTerenles arli-
gos de imposico, como mais especial, e
consideratfiimeele acerca d isempcirsFque
reclamo em favor do estabeleci metilo de sa-
tutan -a provincia c.eaJo.
t%osU tfKlaloda coutestac3o, como lica,
quesUo da legitimidade da imposicao,
fcil se lofiia de resolver a auauilidade,
que he demonstrada pela cifrado quaranla
oito conloe, resultado da verba de receila
que diz respaile aos lquidos espirituosos,
sen i ia ale artiiio devereinos acere
rentaras seguinles cifras! a ue aeiu coutu* e
trezentoa, do fumo ; a do um cunto e qui-
nheu'.os do. tabaco; a de nove cornos, de
charutos j e a' de oito conloe e trezenlos mil
res, do sabio : formando lodas eslaa dille
miles laxase avultada aomma de setenta
e quatro eolitos e duzento* mil ris, despre
sadss as fracgOes.
Naogei, Sr. presidente, se poderathosser
lesculpados de desprezurmos e supprimir-
nios esta parle importante da no;sa receila
ipara procurarmos substituto'a ella que nao
poderla ser encontrado senBo, ou em novas
imposigOas que loiiaui da ser escolhidaseni
arligos da nossa industria que se achassem,
ou isemplos, ou pouco gravados, ou mes-
mo fedevetriamos augmeutar aa luiposioues
ios direitos de elpoi laflo os gneros At
nossa agricultura que carecida de todo o
favor e prolec^lo, a n.lo tem obldo ; que
precisando iiiesinu o facilidades para ama
expurUr;0, livre. ou quasi livre de direilos
o nlo tem at boje conseguido; nlo lem, ge
quer esperanzas de alcauca-lo e licaria com
justo Uiotivo receloso de verae lomar mala
critica anda suasiiuscao, caste de} *
s:;prresgflo destos arligos, e necesstra su-
lislituirjSo delles por novos, que nflo iriam
ser procurados em outra parte, dou de mim
flanea, senfo na nossa industria agrcola ;
rilo sei, se assim proce lendo, poderiamos
encontrar justificarlo, que servindo a nos
defender, para com 0 publico, se preslasse,
ao mesmo lempo, a nos por bem, comnosco
mesmo.com as nossa* consciencias.
Mis, Sr. presidente, o desenvolv ment
de minhas idoias, at aqu, nlo tem serv-
do senilo a trovar de urna maneira irrecu-
suvel o direilo que temos de impormos da
maneira que Ac declarada, a obrsrar;ao
mesmo, que nos corre, de nlo abrinnos
tn.lo deste nosso direilo, as conveniencias
publicas, que a um tal passo nos acon.se-
llnni; e a atlitude mesma, calma, porm
lirme, qua llevemos conservar na situacSo
nrasente. E pois foi, Sr. presidente, por
forj i de todas estas consideraefles, e de ou-
tras nlo menos importantes, que a ellas se
ligam e se prendem.quo eu m'animei a spre-
sentar, romo emenda, o pensamento meu,
dadecrelarjlo ds isempcJo das imposices
provinciaes sobre o consumo do sabSo em
favor do estabelecimentode saboana desla
cidade.
Eu nHo ignoro, Sr. presidente, que con-
tra a coucess.lo de protcc;ao a este estabe-
leci ment, grande grita tem levantado um
iiobre dopulado, (o Sr. inspector da thesou -
raria.) e creio que o nfio tem feito, senSo
porque desejoso de que procedamos regu-
larmente, quer expor suas duvidas, e a?-'
prehenso>s, a ver, se pdem ser desfeitis;
procurando agora considera-las, eu nao pos-
so tero desvanec ment de conseguir tran-
quillisargua corisciencia, mas porc todo o
empenho em collocar a questao debaixo de
sou verJadeiro ponto de visla, responden lo
assim, is arguicOes que me foram dirigi-
das, pedirei, des le ja. desculpa ao nobre
lepla lo a quem me rcliro, e i casa que
me escuta do desalioho de algumas ideias
minhas, da falta deseguimento, e ordena-
coi em minha argumentadlo, falta que pro-
vm da occasilo em que tenho de fallar,
logo depois de liaver elle proferido o seu
discurso.
SupponJo, como devo, estabelecido de
urna maneira ndubilavel o direilo que te-
mos de Impor sobre o consumo, nlo posso
deixar de concluir que por for^a deste mea-
mo principio, nos dev caber allribuiclo
do diapensarmos do pagamento dasimpo-
sitOes, aquelle, ou aqu Tles eslabelecimen
ios que se tornareni ciedores do om tal bo-
neflcio, que n8o poda, nem deve s?r con-
cedido, seoo quando aconselhado pelas
conveniencias publicas, que ueste caso favo-
recem a miuhaopinilo, coxo poderei de-
monstrar.
Felizmente, Sr. presidente, comigo con-
vem o nob;e deputado na necessidade que
ha de prestar protecclo e favor a industria
anda infante, da uosaa Ierra, Mizmenle,
que em apoio desla minha e sua opiniao,
vem oexemplo, e autoridade do governo
geral, o da mes panhan lo a marcha de lo los os povos que
team pretendido desenvolver o germon de
novas industrias, ou desconhecidas, ou di
difficulrosa realisacao, E se assim se pro
oeds na corte nao ser para sorprender
que nos apa Irinhan lo nos coso seu exem-
plo, procuremos fortificar aquellas indus-
trias que entre nos livorem nascido, nos
esforcemos mesmo por animar a tentativa
de novas industrias, eemtodo o caso, de-
moa de oos a esperanca dequj osla assem-
bla saliera cobrir e defender o movlmenio
irldusUial da pruvincia, empenho que agora
mais que uta* se torna necessario, vista
la proteceflo verdaderamente magiiinca, e
'-adora que tem o governo e a assembla
I prestado aos eslabelecimen los da
rte.
Ka n.lo desjo, de nenhum modo, provo-
rqueixas que seria ai pueris, mas ti3o pos-
So resistir ao desejo de dizer urna verdade, e
hu taiste. e he que as industrias das dif-
ferentes provincias lem sido entregues ao
acaso, ou antes, ao abandono, ao passo
que as que na corle lem sido tentadas, lem
ti.i o auxilio de pingues eavulladissimos
ompiestimos, o favor de numerosas lote-
ras, a conceggao de fornecimentos exclusi
vos para dilTerenlcs eiroportanlissimos es-
labelecimentos pblicos, e toda a sorte de
privilegios eauimacos, vinJo assim aes-
labelecer, nlo s o parallelo dosaiiimador
para o implanUmajiilo as pruvincia* de no-
vase futuras industrias, como mesmo con
currenCa perigosa e aniquilad!* par.
aquellas estabellecimentos que possuimos
tentados por esl >rco parlicuiar.inuepeuuen-
te de auxilio do soverno, e em alguns ci-
sos, apezar mesmo de contrahedade do pro-
prio governo. (Uuitobem, muitobem)
NSo he meu proposito,.assim exprimio-
do-me, faier mais do que provocar a alin-
elo do governo, para que considere esla
questlo, com o cuitlado que ella merece, W
assignalando estes erros, minhas prelen-
coes oulrss nlo alo senSo pelo bem enten-
dido interesse da uniaobra*iieira, incitara
que mais o ais se estrelle este lac,o pode-
roso e commum que nos deve unir, (a-
paiados numerosas.)
Mas vollaudo agora i questao de que por
um pouco daprcndi-me, eu devo asseverar
que o perigo que foi pelo nobre deputado1
enxergado, de que, pela Concess3o feila
ao estabeleeimento de saboaria squl exis-
tente, e pela conlinuaelo da conservarlo
i* B2C2!**s obre o ccssiac il- ssbff?
extrangeiro, seria a retirada desle o resul-
tado das nossas disposictVs ; confessando
com elle, que o fado existe, dero dar ao
mesmo, origem differonie, que oulra nlo
pode ser, sanaos imposicloj por le geral
estaheleeida, que tendeu a retirar deste
mercado, do da cflrte e de ootras provin-
cias, a mportacao de semelhanto genero,
cujo forneoi ment he hoja exclusivo das fa-
bricas brasilairas, apezar de nSo existir
naquellas a lasa creada nesta provincia.
Ese oorventura, nfio he, de nenhum mo-
lo, ofTendido o respeito que devemos guar-
dar is disposicOes do governo geral, tam-
bem he a surte do povo consumidor reanai-
tada. em" a minha opnilo, porquo feliz-
mente, durante tres annos, que tanto lem
durado a imuosc,ao proteclora, tem sido
semaira o sabio, na provincia fabrica lo,
fornecido na misma qualidade que o do
fra importado.por um preco inferior aquel-
la por que pagavamos este mesmo artigo,
antes da creaclo da imposiijao, vindo as-
sim ficar, om tojo o caso, melhorada eno
aggravada, nesta parle, a sorte de nossa
ponulaclo e quanto eu veuho d dizer. se
refere a documentos cuja leilra c.inli i a
casa, deixtndo-os depositados. (O orador
l os dffurrnf.s documentos )
Assim eollocida a questlo, restn-mqres-
pon ler a urna interpellacSo queme foi diri-
gida, pelo nobre deputado, a quem ni
Tenho referido, quan lo de mim inquiri o
motivo de meu empenho, na conc-sslo do
privilegio ern favor da fabrica aqu existen-
te. Bem conhe?o que este estabeleeimento
que se ach montado, en ponto grande, e
com Indo o aperf.iicoament'i, esta no caso
le satigfazer is necessidades do merclo
desta provincia, da urna maneira vmtajo-
ss, mas, apezar desla minha convicclo, ma
confossostalliado polos receios da competen-
cia movida pelas fihricas da erte.coT o in-
tuilo de arradarem a concurrencia do pro-
prietario deals) provincia, c favorecidos,
como se seham aqglBlles, com as facilidades
lo mercado, mimoseados com os favores
do governo, que tem dalo de suas bellas
lisposcoM as mais bellas animacAes, no
he milito que sendo estes estabeleci metilos
diversos e poderosos tentem como calculo
de especuladlo mercantil fazer baquear o
seu importuno concurrente aqu. F. lie em
vistas de conjurar esla tempestade, tornan-
lo-a mesmo mpossivel que desejo que esta
assembla cubra com a sua egide este esla-
iielecimento, animando o seu empresario,
vindo, dosl'aile,-a apresenlar d s'Osiijao
do mais poderoso efTeilo par* o presente,
sen3o do immenso alcance para o futuro. E
na verdade, creio que lodos commigo con-
cordado de'que os prinniros icios do go-
verno, guiando os pasaos, fracos e mal se-
guros do oapirlto industrioso ainda infante,
tem urna sgnificac^o t3o altamenlo mora-
lisa lor i, que sua importancia sement pude
ser desconhecida, ou pela ignorancia, ou
pelo emperrameulo da oiistinacao.
Eaqui, dando-me a pressa em terminar
aste discurso que j vai lao longo, conclui-
rei dizendo que provado, como fica que a
iiiconstilucioualidado senlo dando as me-
d las, por mim provocadas ; e nem empeio-
rameuto na cndilo do povo, havendo
mesmo esperanzas de conservarmos, por
algum lempo, um artigo de receila, resul-
tante de um ultimo arranco da especulado
mercantil, jamis que multo esmorecida,
nenhum motivo ha, Sr. presidenle, que
nos possa dispensar de volarmos por t es
uedidas, qua espero sejam Coroadas com a
ipprovac3o des'a casa, de quem espero re-
levadlo por ter, por tanto tempo, oceupa-
lo a sua atleof ao (Muito bem,muilo apoiado.)
Bst
iliiRI&UEPSRMHDCO.
aECIFE, 12 BE JDLHO DS ISS0.
O vapor .S'iia-Srlialiu, chegado boje dos por-
tos d* sul, trouxe-nos jornaes llumilienses at
i,e bldanos at 9 do crreme.
Quanto corte, cainecaremos por transcre-
ver da carta que sb a data de 2 deste mea di-
rigi aa Alcrcanlit d.i Haba o seu corresponden-
te dalli, aqueiles dos paragraptios cm que se
elle d conia do que at entio occorrerana ca-
pital do imperio.
Suas msgestades e altezas imperiaes re-
grrss ii'jiii no da 29 do passado de aua tempo-
raria residencia em Petropolia, e acham-se no
goso de perfelti au le. No ineio das trlbula-
ede, pelas quae* acabou de passar a corte do
Imperio, calgumas outras capitaes, com a re-
crudecerte! d epidemia, un grito dos co a-
efles unsonos dos bous brasileiros parta para
us cos a foi ouvido salva! o Imperador e a
fiinllla imperial, penhor da anio e da aegu
ranea do Imperio da Santa-Cruz 1
i) gabinete de 49 de aetembro de 1818 pa-
cmaras o mais dedicado apoio. Aquella col-
lige-sc, alm de outros actos, da resposti dada
pelo Imperador a cominissdes, quelheapre-
entaram os votos de gracas das duas cmaras.
Kste, das redaejdes da* mesmas pecas, e das
votaces aobre as propostas do governo e pro-
jeclos apresenudos por alguns inembros delle.
ou declarados por necessarios marcha da ad-
niiuistracao publica.
> Assim passaraiu aa cmara dos deputados
os projectos oB'erecidos pelo ministro dajusti-
i, reloriiiando parte da nossa organlsacao ju-
diciaria, e ai abaui de passar todos no senado
sem uuu emendT, a deapelto dos exfor9i>s da
opposico, que invtflou para isso tudas as suas
larcas dirigidas pal Paula e Soma, quem se
nao pode negar muito tlenla e Uctica parla-
mentar.
A reforma da guarda nacional passou tain-
bein em teKira discussaj na cmara doa de-
putados, adoptaodo-se o projecto substitutivo
do Ferrelra Penna, e algumas emendas ao inca-
li substitutivo onerecida* no correr da di-
No anno de 1843 o Paaiino offereceu na
amara dos deputados um projecto de reforma
da lei da guarda nacional, Incompeteuteineu-
te alterada em cada provincia por suas respec-
tivas assembla*: ii 1845 e 1846 a cmara,
VEL I


chamada doa Sanu-Luzlas, occupouse da se-
melhante milf ra. e por urna de sua* coimnls-
sfies, tomando por baic oprojecto do Paulino,
organlsou urna nova reforma, elevou-aata
adopcao em segunda dlscussao. Tendo de en
trarem lerceira discussao o referido irabalho,
o governo convldou alguna membros da cma-
ra do deputados considerar por algn das
o projecto, e de felto depoi de nao pouca
conferencias lormalisou-sc ene projecto subs-
tltuilvo, em que realmente tere a mnima par
te o Penna, e por isso o assignou, offereccu r
sustenlou babll e victoriosamente na diicutio
que levou alguna da.
0 projecto substitutivo consagrou ai mes-
illas baaes, do que adoptaram emaegunda dis-
ctalo os Santas-Lualas que vem a ser: quali-
cacao peloi ofnclaes, pustoa vilaliclns e no-
meacao do governo. Al alteracoes, porcni, fo-
ram mais conformes com a raso, e cm a ex-
periencia ; o que foi confeaaado na discussao
p?lo Diaa de Carvalho deputado aupplemc
por Minas e ei-tninistro do Imperio.
O Soma Franco, tambeinex-mlnlslro, cm-
bales o system ido projecto, dizendo que era
um mel de etcravisar o palz e de acabar com
a liberdade ; mas o Penna com os proprios dis-
cursos do Souzi Franco, proferidos no auno de
1845, oconreoceu de que u projecto substitu
Uto he mala liberal e adaptado s circums-
tancias do paii, do que aquelle que haviain
adoptado os homensque tein lomado o Ululo
di-liberaos. >'o mru fraco modo de entender
direl que o irabalho votado na cmara dos de-
pulados acerca da guarda nacional he talvcz o
iii.ii- bem meditado, eo mala conforme com a
experiencia deiie-me usar de oulra eipressao,
he um Irabalho maduro ; lera alguma tmper-
fetco, como toda a obra dos homens, mas nao
ha de aer em pontos capitaea.
Como n projecto Tefere-se le de 18 de
agosto de 1831, e poda por isso dar inolivo a
duvidas, deliberoua cmara que a commissao
de redaeco reunisse ao projecto todas as dis-
pnsiedes, que da lei primitiva e outras poste-
riores ticam em vigor, de maneira que em um
su Mfg caisiiaasj luda iegisiaco da guarda
nacional, para malar facilidade das consultas,
a exempl do que se praticou com a redaccSo
da lei sobre as eleicocs. A commissao ainda
n;o aprcsenlau o resultado de aeus traban,os,
nem era po.sivel faze-lo em poucos dias, atien-
ta a'sua magu lude. Ha loda a persuaso de
que o senado, esta sessao mesmo, adopte o pro-
jecto que Ihe hade ir da cmara dos deputa-
dos, no que far um relevante servlco ao paiz,
As leis de lixacao de Toreas de ierra c de
mar, passaram j na cmara dos deputados
adoplando-se siiuplices resolucoes, que man-
dain vigorar as leis voladas para o anno finaii-
cciro que entra, noanno linanceiro futuro. O
mesmo creio que se far a respeito dos orca-
menlos, para o que desde hootem se discute
um projecto oOerecido pela commissao de fa-
zenda.
Por tal modo facilitam-se e diininuein as
discussdes que deve ter o senado, restando-
lhe lempo para oceupar-se da reforma da guar-
da nacional, ficando taiiibem a cmara dos de-
putados com espaco para tratar de oulros pro-
vectos iniciados no senado, como sejain a re-
forma do Ihesouro e das thesourarias, e a lei
sobre estabelecimentos de ceinilerlus na cida-
de do liio-de-Janeiro, ele ele.
Na sesso de 28 do mez passado proferio o
M niieziiiiia um brilhante discurso, ouvido
c >iii a maior attcnco, sobre as nossas rela-
ces com a Inglaterra, relativamente ao trafi-
co da Cosa d'Africa, e captura de navios brasi-
leros. 0 orador guardou tudas as convenien-
cias e moslrou-sc digno do nome que os seus
extraordinarios tlenlos Ihe tem grangeado na
sua patria. Ao terminar o seu discurso foi o
Ilustre haitiano felicitado por quasi loda a c-
mara, e a oppoiico mesmo a quem o velho
parlamentar dira patriticos e salutares cou-
selhos, nao lbe pode negar mosiras de aduii-
raefio c respeilo,
que oceupa actualmente raais i alteneao
publica he o procediinento daspot co dos na-
vios de guerra Inglcies, que cada vez se torna
inais insolente para com as embarcaroes bra-
sileiras, que aprislonam ao lado das nnssaa
fortalezas, e dentro dos notsos portos, a pre-
lexto de perseguico do contrabando da Costa
d'Africa. Esse intuito a nossa nacionalidade
nao he novo slm, mas nao he menos reprehen-
sivel e lorna-sc mala excesslvo, a ponto que
Ibes fogein as esperanzas de iinpr ao Brasil
um tfatado, objecto de suas auiblcdes junia-
inente com as vistas de arruinaren! o nosso
cominercio martimo, e matarem a nossa la-
voura. que nao queremque compita com a de
suas colonias.
O governo, nao podendo contar com o bom
xito de una guerra com a Inglaterra, inter-
pe loda a virtude dos unios diplomticos, sa-
biamente dirigido., pelo ministro dos negocios
estrangeiros.
A oppr slco, a lal respeilo, nao consulta,
uem sua honra, nem aos inleressesdo paiz ;
laen inao dessasoecurrencias para hostilisar o
governo, justificando de um cerlo modo o pro-
cedimaulo inglez: quando devera'estar na
primeira linha daquelles, que esligmalisam
abuso da forca, e a agressao contra a sobera-
na, a independencia da naci braslleira. Mas
a opposicao parece querer sub.ir ao poder, seja
acuna do quefir: er que lisongeaudo a In-
glaterra, e prometiendo acabar com a escrava-
tura no rasil, ganhar as pastas, como agora
vai ganhando a suslentacao de sua imprensa
A opposicao ba de ir vendo que assim caminha
para o seu opprobrio, e para a ruina int.1l do
pais, e arrepiari carreira.,,
Nfio he sem nuiits rasdo que o correspon-
dente do Mercantil diz que, mais do que
ludo, oceupa all a silencio publica o pro-
i r,lmenlo desptico dos navios ingleze
para com ss embarcares nacionaes : assim
o deve de ser acerca da maneira acintosa c
provocadora como piocedeiu os comman-
dantes daquelles navios.
U vapor de guerra britnico Sharpshooter,
por oxemplo, tem-so ltimamente distin-
guido em provocaedes.
A 91 do passado abalroou a polaca brasi-
leira Sociedade-Felit, fez-lhe algumas ave-
rias, e n3o e deixou entrar o porto sonfiu
depois de registra-la.
nntta#4ia riles mellia nimiA .
Maltea, como se ver da seguate commu-
niesefio que o respectivo consignatario diri-
gir ao Jornal do Commercio :
A sumaca Malleza, saturnio no da 16
do crtente deste porlo.para o de Cabo-Krin
com lastro de areia e gneros de varias pes-
soss da praca, foi tomada pelo vapor de
guerra Sharpthoorter no da 18, s 10 hora-
do dia, tendo tirado dita sumaca o veame,
farinha de trigo, um sino que ia para urna
fazenda, diversas fazendas, vinho, sabfio,
etc., e depois melteram-a no fundo, s 2
horas da madrugada du da seguinte, perto
de Marica.
a Este acontecimenlo foi feto vista da
fortaleza de Santa Cruz ; e hontem, s 10
horas da msnhfia, deitaram a gente da Iri-
polacfio em trra em Santa l.uzij. lijo de
Janeiro, Sdejuoho de 1850.Flix jniu-
nei Mortira, consignatario.
Campos, com o mestr Jos Pinto Netto, foi
'ornada pela baroa de guerra ingleza Sharp-
ihwrler, commandanle John Bailey.
Tinhasihirlo deste porto em 16 do core
rente com lastro de pipas chelas de agu
salgada, alguma carga, ecotn lodos os des-
pachos legaei. Navegava no da 20 ao mar
de Csbo-Frio tres legos*, quando Ihe foi or-
denado pela barca de vapor Sharpthoorter
qin puzesse capa, e depois de mandar um
-.caler a bordo com gente ingleza armada
trome a sumaca a reboque at a ilha de Tai-
p, e alliadeteve doaa dias.
Fez pissar a tripulacSo da sumaca para
o vapor, ecom gente ingleza a mandou para
Santa Helena. A iripolagSo da sumaca foi
mandada lancir na praia deSaota I.uzia. a
A 99-praticou os actos narrados no artigo
infra, que copiamos do predilojornal
Domingo 23 do corrente estando o bri-
gup-esetma brasilsiro Polka Tundeado no
ncoradouro de Macah, ao p da fortaleza
la Barr, foram a seu bordo dous escaleres
lo vapor de guerra inglez Sharpthooter os
odlciaes que nelles iam pediram ao mes-
ir do brigue-escuna os passaportos do na-
vio, e respon lendo-se-lhes que oslavam em
Ierra, mas que se o exigissom se iriam bus-
car, retiraram-se. Voltando urna hora de-
pois outro escaler com ocommandanta do
vapor foi chamsdo pela fortaleza, e para
all so dirigi : passando em seguida a bor-
do do brigue-escuna, exigi o comrnandan-
le os papis, que logo Ihe foram apresonti-
dos e, segundo diz o contramestre do
nsvio brasileiro, examinou-os altantamen-
te. Tornou entilo para seu bordo e o vapor
lesappareceu. Perto da noite voltaram
dous escaleres armados que a foilaleza cha-
noii ; mas sem a isso attenderem atracaran,
a Polka, trancaran) agento na caman, lar-
garan) as amarras por mito, e lizeram-se de
vela para Cbo Fri, onde alastraran) o bri-
gue-escuna, e, levando um escravo mari-
nbeiro do nome Manoel, llzersm-sc ao largo
lizendo que iam para Santa Helena. Fica-
ram em Macah quatro msrinheiros cscra-
vos e o mestre, e terca-eira 25 pelas 7 ho-
ras da noite foram desembarcados na praia
de Santa Luzia o contramestre e dous mari-
ulieiros tambem escravos. A Potki, qu < h
tu propriedade do commenlador Antonio
l.'Mip.ildino Ribeiro, da Barra de S.-Joflo,
ja tintia a bordo na occisiSo em que foi to-
ma la alguma maJeira para lastro.
Estes Tactos foram per si sos bastante
para demonstrar a exactidSoda proposito
Jo correspondente do Mercantil ; justifl-
cam-no, porm, ainda mais o aprisiona-
mento das sumacas Nao mt-faixtt e Cam-.
ponna que se dirigiam para Santos, o
me ti liatnt-nto da escuna Rival, na altura
de Cabo Fri.
O cdigo criminal fura publicado na se-
cretaria da jiistlca, sobn. 556, com dat<
de 25 de junho, e principiara aterexecu-
cioemol.* de Janeiro de 1851.
O bacliarel Antonio Auguslo Pereira da
Cunha Tora reconduzido no lugar de jaii
municipal de San-Chrislovao, provincia de
Sergipe.
Prestara juramento e tomara sssento co-
mo deputado supplente pela provincia de
Minas o Sr. J.iaquim AntSo Kernandcs Ltie
Tjnham sido nomeados os segualos pre-
sidentes de provincia
2'
O desgraoado Hogan nBo quer seguir
ara Valpaeraiso ; ja desembarcou, e d vi-
iiveis signaes de demencia. A Ulna acha-se
s.ib a guarda i i.ma familia ingleza.
Todos os nossns leilores sabem que so-
mos escrupulosos na averiguagilo das noti-
cias que damos. So caso em quesiSo nSo
nos desviamos dessa regra. e potemos sse-
furar que todo o que dissemos nos foi af-
irmado' por pessoas que nos merecem lodo
icjoceito, ecuja posiQfio as habilita a en-
traren, no conheriment destes successos.
) lempo vira lalver algum dia aclarar o que
jossa haverde myslerioso nesse aconteci-
menlo
O Sr. \. Hesketh, cnsul de S. M. B. pu-
blicou liontam no Crrelo Mercantil a se-
guinto carta :
Sr. redactor. -- 0 acontecimenlo occor-
rido a bordo da barca ingleza Chartu-Jonei,
por Vmc relatado na sua folha de hontem,
deu lugar insistencia que faz boje o Jor-
nnl do Cummercio, asseverando que ella, e
tiflo Vmc, expozera a verdade, opis sendo
escrupuloso na averiguacSo das noticias que
l,assegura que lulo quanlodase Ihe foi
allirmado por pessoas que Ihe merecem con-
ceito, e cuja posicSo as habilita a entrarem
no conheci monto destes successos. Esta de-
clarado parecera una simplesjustiflcac.losi
alo apparecessem depois as seguintes pala-
rrig o tesapo vira lalves algum da a-
clarar o que ppssa h'aver de myslerioso net-
to acontec ment.
As decUracoes que vieram fazer neste
consulado o cspilSo do navio, o medico que
acompanhuu a maruja engajada, o proprio
marido e a (ilha da infeliz que se suteidou,
iinter
Jesinenlem completamente a versflo que, restte, e diz-se que Urquiza licencou a su
se le no Jornal do Cummercio, e autorisama' gente. Digam e far;atu o quo quizaren), vc-
A 20 tornou a sumaca brasileira Conceico,
e man lou-a | ara Sania Helena, segundo o
refere a seguinte participado, enderezada
ao citado jornal por Jos Pinto Mello :
a A sumaca nacional Conceic&o, que na-
vegava ha mais do 90 tonos, sempro pira
Minas-Coraos, o Sr. Ricardo de S Reg
Para, o Sr Fausto Augusto de Aguiar.
Ceara, o Sr. Ignacio Francisco Stlveira d>
Molla.
I'iauhy, o Sr. Jos Antonio de Saralva.
Fallecer o Sr. chefe de dviso Jacinlhn
Roque de Senna Pereira.
Quatro diss depois de haver entrado o
porto do hio-de-Janeiro a barca ingleza
'.'liarles Jones que sahira do Liverpool com
os marinhoros engajados para a marinha
brasileira, annuncion o Jormal-do-Commer-
cio que Ihe cons'ava queaquelles msrinhei-
ros e a IripolagSo do navio, tenJo-se levan-
tado durante a visgem, quizeram tirar
sorte a nica mulher que havia a bordo, e
urna (ilha de doze a treze annos pretenlU
seguir na mesina barca para Valparaizo;
lietn como quo a infeliz se lancera ao mar.
na occasifio em que se manifestava para ella
aquello a quem a sorte a destinara, depoi-
de baldados todos os esforeps que, para
romero desenfreamento da maruja, empre-
garam o mando dessa mulher e o capitilo d-
barca.
A.narrativa deste caso horroroso t ouxe
suas dilliculdades so jornal, comoattesian
os seus seguintes arligot:
Sobre a noticia qu-.- publicamos no Jor-
nal-Uo-Commercio de 23 do corrente, a res
peito do aconlecmeoto occorrido a bordo
da baica ingleza Charlet-ionei, em viagem
de Liverpool para osle porto, diz o Crrelo-
Mercantil de hontem :
A barca ingleza Charlu-Jonei carregoaj
em Liverpool com destino para Valparaso,
etocou por escala deste porto para dasem
barcar 70 marinlieiros que al i foram enga
ja los para marinlia imperial Apenas aqu
f uUeou, seu ruiiiu audanto Jadd, o malico
que acompanhou a maruja engajada etn i-
verpool, o um passsgciro, dtrigiram-se a
estaefio competente, para declarar o se-
guinte :
Quo na barca vinhs de passagem para
Valparaso tim JoSo Hogan com sia mu-
lher e urna billa menor. Que, durante a
viagem, Hogan (que he oflictal de a I faite)
maltralava speramente a sua mulhar, con
doestos, eso mostrava extremamente cioso;
Anuo nir, aujla, |laai.lA. a *Map4jSit pitSo consentid que Hogan e sua familia
vn-sssein comer o estar na cmara durante o
dia. Que. nada obstante continuaran) as
rixas cutre os dous esposos distendemos,
ponto de nSo poder a mulher subir ao
coovez.
Que pelas7 horas da noite de um dia
que passaram*) continua lula*, a mulliet
subi ao convez acompanhad* de sua filhs,
o foi seolar-se junto a popa do navio, on ti-
estove obra de um quarlo do hora. Que
pouct lempo depois dous passageiros que
passeavam no convez vi rain a infeliz dtri-
gir-se para omeiodo navio, deixsn-loa me-
nina que pegara oo somno. Que ao desper-
tar, a innocente gritara por sua mli, e que
nfio accodindo esta aos gritos Cada vex mai-
igudos da iilha, fui-so procura-la, o en-
tilo reconheceu-se que (nba desapparecdu
Jo navio.
< Estas decliracOes que nos consta terem
sido feitas perante a suloridade britnica,
ajo contirmadas pelo proprio Hogan, que
diz ter sido sua desventarais mulher trata-
da a borda por todos com respeito e at-
lencoe.
tarrscSo que appareceu nm sua folha ; o co-
mo o Jornal ilo Commercio, a quem conlia-
mos os documento que existom neste con-
sula lo, depois de as-examinar nfio duvda
Tz-r essa maligna insinuacle, temos se-
ment a declarar-Uto que a minha honra,
ou como partcula*, ou como empregado
lo governo da rainha, nada soffrer coma
insistencia daquelle Jornal, que bom mos-
tea ter em vistas na actualidado chamar o
odioso obre os subditos britannicos
Consulado britnico, 96 do junho de
1850. -- Hoberl Betkelh, cnsul de S. M. II.
Nao conc-liomos como S. S. a qdem
sempro tributamos 'respeito o considera-
fOes, pode descobrir, as poucas linhaa
|ue oscrevemos, ataques & sua honra e
ainda menos comprehendemos como he
iue enlendeu poderem ellis juslificara ac-
csanlo que us Taz de procurarmoa cha-
mar o odioso, na actualidade, sobr os
subditos britannicos .'
< Onde est, < u primeiro logar, o ataque
ao cnsul ou so Sr. Hesketh ? NSo fallamos
no seu nome, i. jo alludimos mesmo a S. S ,
nSo vimos, como d a entender o Sr.-Hes-
keth, documento algum lavrado no seu
consulado; nau nos foi confiada senSo a
copia de alguns depoimenlos feilos no mar
(irada pelo piloto do nsvio.esemassignatura
ou legalisaeflo do Sr. cnsul, donde ao me-
nos se podesse concluir que esM'apia era
el- \#
< E pois, quando as duas l'tihas pnm que
ter iiiiiamus o artigo, o que o Sr. Hesketh
transcreveu em grypho, contivessem urna
iiisini4*9>3a qualquei, quem diria queaemo-
I lana nsinuacio seria traduzida em um
ataque ai bonra do Sr. cnsul, quanJo a
quesUo nfio o affeclava nem indirectamen-
i*, quan Jo nSo se tralava de nenhum acto
seu uoin oDicial, nem oQlcioso ? Para que
acudir assim 13o atropelladamente pela sua
honra, se uinguem a pjemduvi la! .
Agora qnaolo extravagante aecusa-
efio lo que bem mostramos ter em vista
chamar, na actualidade, o odioso sobre os
sobrdaos britannicos, repellimo-la com
toda a forca e desafiamos o Sr Hesketh a
declarar se nfie quer ser laxado de incon-
siderado, quando o como mostremos eeoie-
Ihante desojo, eertos de que o nfio po Jera
fazer, a menos que nBo tenha a singular
pretencao de sustentar que aquelles que
fundados em nformacpea, que reputam
exactas, atlribuem um Tacto qualquer a
marinhtiros [antricanoe, tem em vista cha
mar por esas meio o odioso sobre os iu6di-
tot ingleses.
Hontem as duas horas da tarde veio um
preto entregar ao nosso escriplorio a earta
que abaixo transerevemos do capitilo da bar-
ca ingleza Charla Jomen. Publicando-a,
observaremos somenle que sendo esss car-
ta datada no dia ts do correle, isto he, ua
ves pera do dia em que appareceu no Jornal
do Commercio o artigo a que responde, so
hontem nos veio ter As maos.
A barca Charles Iones sabio deste porto
no da 2(. Onde estove at boje a carta do
espitfio? A quem foi confiada ? He o que
desejamoe saber,
a Rio Je Janeiro, 29 do junho de 1850.
e Sr. redactor do Jornal do Commercio
Vi com multa sorpreza o pezar no teu
jornal de boje unta oarracfio falsa a respeito
la triste desappariefio da Sra. Hagan. Posso
dzereoe. seguranca que neabusa dos pas-
sageiros, nem nenliuma pesaos da guarni-
Co Ihe fez o mais pequeo insulto, o muito
menos commetteu urna oflenss atroz como
eaai deque falla. Os depoimenlos de alguns
passageiros tomado*.na occssllo de.se a-
cootecimento, acham-se agora no consula-
do inglez. O marida e a Iilha pJem tam-
bem contradizer narraefio. Confiando
-jn tiara ^tliCidii; 2 ~'it OlTlZ 2** **m
Samuu. Tdd, mestre da barca Charla Ju-
na a
A peste hsvia crescido de intensidsde s
bordo dos vasos ds esqusdra Trance-/.*, on le
faxia grandes estragos. Toda a ofllcialida
de o as pracas de pret bsviam assignado um
protesto contra o almirante Le-Predoor, que
'aven-Jo-se retirado para Buenos-Ayres, on-
de ainla seachiva, prohibir o desembar-
que da tropa.
0 protesto fra envlsdo so sobredito al-
mirante em urna canhoneira franceza, e
alada nSo se havia recebidoa solucSo.
Sobre ss negociacOes quanlo a questSo
4o Rio-da-Pratt, nada sdiantam ss noticias
que temos.
O Comercio del Piala de 5 do pretrito diz
o seguinte:
Informaram-nos da que Oribe, nSo obs-
tante ss prpmessss formaes que dirigi
suloridade do Rio-Grande, de tratar devi-
damenteaos ciJadfios brasilejros logo que
o barilo de Jaeuhy cessasse os seusalaques,
conserva duramente presos no Salto a tres
delles, dous dosquaessSo esta.tcieiros o o
outro empregado n'uma estancia. Oase
ram-nos que se chaman) Horacio Piegas,
yonrlque da Silveirae Jos Ferreira Vlca a
Quanto.ao Paraguay, bom he que os lei
tores vejam o artigo infra do Paraguayo ln-
deptndimle o. 90.
* O governador de Buenos-Ayres sinda
nfio cumprio a sua promessa olllcial de 4
de novembro prximo passado. Contina
tambem o bloqueio dos nossos portos o esta
demonstrarlo hostil explica bem suas vis-
tas na demora da resposta -|uo annuneiou
daria com brevidade.
Entretanto chegmos a saber que acal
mou a bulla do seu armamento naval e ter-
COMMERCIO.
nhsm mais cedo on mais tsrde, senario
sempre nossas Ironietraa m Kuaajajvci
levsntaPse
e toda s nacSo piompta s
massa ao rrimero toque de rebate.
Aicsncsvsm a 18 do passado as folhas de
l'orto-Alegre, e a 21 as do Rio-Grande, leva-
das para a corte pelo mesmo vapor que con-
duzira para aili o barSo de Jaeuhy, o qual
s arhava hospedado em casa de seu cunha-
do, o senador Aratijo Ribeiro.
Reinara em tola provincia o mais per-
feito socego.
O Jornal da Commercio trnseme o seguin-
te de urna carta particular.
Contina, e com radobrado rigor, a pro-
hibiese de entrada de gado pela fronteira.
Continuara tmbeme autoridades do gene-
ral Oribe e as de Corrientes a recusar a en-
trega dos escravos fgidos, e ou seja pela
certeza que estes leeai do epoin que encon-
trara alm da fronteira, ou por aedoecHo
dos muitos agentes que ha nesta provincia,
o que he certo ha que o numero dos escra-
vos que fugum augmenta de dia em dia.a
NoHio-Grando havia noticias de Montevi-
deo al 13 do passado, O Diario deste pro-
Irncia as resume assim : *
uss
em
Assim
he que pouco nos ajaportao muilo que se
tem fallado em Buenos-Ayres de ser a ex-
pedicflo contra o Paraguay combinada com
um ataque i elo Chaco. Saiba-se quo pars
defender as fronleiras do rio Porsguay nfio
leremos necessidade de empregar iiouhum
contingente das forjas nacionaes que guar-
necem as duas msrgens do Paran-Para-
guayo.
Accusando recep^fio de gazetas de New-
Yorck al 19 de maio, o Jornal do Commercii
as recopila deste modo :
As tilo discutidas questoes da admissfto
da California e da escravidTflo ainda nfio ti-
nliaui podido ser resolvidas no senado fe-
deral.
A noticia mai importante qtie t-azem
os jornaes americanos he a da projectada in-
visto da ilha de Cuba por um bando de a-
ventureiros eommsndados pelos generaos
Quilman e Lpez, aquelle cidadfio dos Es-;
tados-Uuidos o este natural da Havana.
Depois da etpedicao tentada em Navr-i
York o anno paseado, e que abortou gracs!
s medidas tomadas polo governo da t'n >,
uinguem acreditava que 13o depreass se li
zesse segunda tentativa e fossenem succe-
diJa quaoto ao alistamento de gente e seu
e nbarque, compra de muniroes, etc. En-
tretanto com lal tino e segredo se bouvea
commlssilo enesrregada de levar a effeito
esse projecto, que dos differentes portos da
Uuifio, principalmente Je New-Orleans, con-
sigui fazer embarcar para Chegres, ponto
de reunifio, urna forca que he avaliada em 4
a 6,000 homens, com a correspondente arti-
Iharia e municoe*. Todos ba.. Iiomons ae-
hiram dos di llrenles portos com o titulo de
emigiaulespara a California.
O objecto dessa expediclo he procla-
mado sem o menor rebuco pelos seus Ce-
fes e instigadores. Quer-se arrancar iilha
do Cuba ao dominio da Uespanha, para en-
corpora-la como estado de escravos Unido
Americana eontrabalancar assim a influ
-^ncia dos IsAajIua do norte. Segn lo os
jornaes aaaajpaoa, a maior parte da gente
uiuanl dafBJsJ/apoia a nvasfio. No dia 8
Je jnaio sabio de Nova-Orleans o estado-
maier-general dessa expediefio scompa-
ohando os ltimos reforcos, e era opinifio
geral que ateo dia "0estara desembarci-
Jo em algum ponto da ilba de Cuba.
Para oppor-se a esta inqualilicavel in-
vasfio tiuha o capitfio-general da Havana
urna boa esquad'a, 16,000 homens de excel-
ente tropo, e esperava a cada momento mais
4,000 slindos de Beicaloa
Os invasores contavaa cora oapoio da
populacfiu e com a .defeceflo do exercilo,
masa asa loria da imprensa e Nevr-York pa-
reca ser de opinifio qus msso iam muilo eo-
gsnades.
O capitfio-general da Havana tinha sido
prevenido a lempo, e hsvia lomado as me-
dida que o caso exiga. A esqaadra cru-
zava ates pontos onde mais natural era en-
contrar o ia vasares.
a Alea da Urea* de que po lia Jis-.-ra-
quelle general, pareee que Ihe era dado con-
tar tambem coa a eoope>ac3o da marino*
de gau-rra do Estados-Un.ios O corros-
pondento do Htrmi em Washington diz,
com data de 1 do passado, que o governo
Tsfaral apenas livor noticiada sabida da
expediclo, ordenara ao eommaddaale da
divisfio naval do golfo do Mxico procurssse
a todo transe intercepta-la, e no caso da es-
tar oaTcitnaJo o desembsrque, apoiaste as
auteeidade legitimas da ilba
lia California havia em New-York noti-
cias ateo 1.* do abril. Toda asearlas de
SFrancisco concordara em que o euru na-
da tinha diminuido no* terreno aurferos.
Os vaporesctiegados a Mew-York na primei-
ra semana de maio tinbam coaduzido o va-
lor de dous milhoes
a Em S.-Fraiicisco havia grande abundan-
cia da todos os genero de consumo, a des-
peito da incessante entrada de novos emi-
grados, linha desodo muilo o valor dss
'asas.
t A legislatura tinha decretado um im-
posto de 95 pesos menes sobre todo o -
llrangeiro que traballiasae as minas.
Baha (car* em plena tranquilizada.
A 7 celebrara-sena groja Jo Collegio um
expleadido solemne Ti-Oeum em acefio de
gracia pelo desojado, e feliz regressu de Su*
Saint Jade o papa Po IX eide Je eterna.
; A este acto religioso, promoviJo pelo
Exm. arcebispo, o Sr. 0. Romualdo, assis-
^.as primeiras autoridades da p-oviu-
cis; ssada qat, par ~*tiiSa is'.is, boujra
grande parada, e illuminarstn-se durante a
noite quasi toJas as igreja, as moradas dos
parodio, (eclesisticos, e as de Ojuitos sa-
culares.
ALFANDEGA.
Kendimento do dia 12 4:187,532
Deicarregam hoje 13.
Patacho-- EmularSo gneros nacionaes.
Galera Bonita. mercadoriss.
Gslara -- Smrd-Flih idem.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do di* 19..... 868,775
Diversa provincias...... 30,813
899.588
RECEBE00RIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do 'dia 19. ... .9:565,380
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 12......:8*6,85o
27a971,J
92
345a 348
643
309S0
30.500
iti/aoo
9f000 a 9|200
RIO-DE-JANEIRO.
cansos iodia I.* im.no.
Cambios sobre Londres ,
a Lisboa .
a Pars .
a a Ilaiubiirgo .
Metaes. Oiif as bespanhlas .
. a da patria .
"- Pecas de 6/40, velhas.
. Modas de 4/1)00. .
Pesos liespanlies. .
da patria. .
Pataches ....
Apollces de 6 por cento .
"" prorlnclaes .
(Jornal do Commercio.)
Camfan mi*
Londres. ^?^l
.... .^HH
llaraburgo......
t.isbfla e Porto ....
HITSIS.
Oacas hespaiiblas. .
ineslcanaa .
Pecas de 6/400 ....
novas .....
Uodas de 4/000.....9,
Pataces brasileiros. .
hespanhes .
[ a mexicanos. .
31/000
31/900
17/000
6/600
alio
31/500
.Vio vs ment
r/avios entrados no dia 12.
Rio-de-Janeiro 9 lias o 14 horas, e de Ma-
celo 14 horas, paquete de vapor SanSe-
bastido, commanJante o prmoiro lenle
Antonio Xavier de Noronha Torroao,
equipasen. 80. Passageiros : parar* eata
-provincia, o tonenla-coronel Luiz Amo-
nio Favilla, sua senhora, 2 criado e 2es-
.- cravos. o capitilo JosMuniz Tavareacom
ua senhora e 7 eacravos, o alfere* Lean-
dro Crrela lagos com sus senhora, o ca-
dete Manoel Francisco Soares. o l)r. Cy-
priano Feuelon Cuedes AIcsnTorado, D.
Jesuin* Mara da G'aca, JoSo Joaquim da
Souz* Conde com 1 oseravo, Domingos
Jos Paroira, 5 presos polticos. 1 furriel,
4 soldados, um* preta forra o 9 escravos a
entregar : para o norte, Miguel Marques
de Souza, o Dr. Jos' Vieira Rodrigues Gar-
vtlho e Silva, o cirurgifio-mr Thomaz
Cardoso de Almeida, Joaquim Rodrigue
Itoxo, 1 ex-solJado e 16 recrutas.
ttio-di lanaaio i dias, brigue-escuna
brasileiro Olinda, de 184 tonelada, capi-
tilo Manoel Marciano Ferreira, eqntiiagem
II, carga farinha de mandioca e mais g-
neros ; a Machado & Pinheiro. Passagei-
ros, o -Brasileiro Francisco de Paul* Das
Fernandos, os Portuguezel Luiz de Souz*
Mello, Frederlco Augusto Rodrigues, Ma-
noel Concalres de Azevedo, Antonio Lou-
renco Patrocinio ol eccravo a entregar.
Lisboa 49 dias, briguo portugus A'eos-
Vencedur, de 158 toneladas, espitfio Anto-
nio Pereira Borges, equipageo IS, carga
vinho,carne e ceblas; a Tkomaz de A-
' quino Fonsee* & Filho Pageiro, o
Portuguez Leandro Ferreira da Cunha.
Navios sahidos no manto dia.
Genova Ha rea sarda llalilla, capitfio llaf-
faele Bozano, carga assucar.
Gotinguibs Lancha naciontl Flor-da-
Victoria, carga carne e lastro.
Observaccs.
Suspeqdeu do Lameirfio para o Para o bri-
guo ioglez Oitavo, capitfio k. Yrquharl, car-
ga a mosm* que trouxe.
Fundeou no Laaieirfio um patacho ham-
burguez, nfio veio o capitfio trra.
nal
mw
aW
EDITA Ks.

OIIIm. Sr. inspector da tbe*our*ri* da
fazenda manda Tazer publico, que pela mes-
ma thesourarla se lis do arrematar por um
triennio, e por quem maior lance offerecer,
a casa e telheiro contiguo, sita na cidade de
Olinda, e que servio de cavalharice do ex-
tincto corpo de artilhana. -
As pessoss que se propozerem a esta ar-
reinatacflo pietn comparecer no lugar do
eoatume, pela volts de ouze horas, nos diss
15, 17 e 19 do coi-rente mos
Secretaria da thesourarla ds -fazenda de
Pernambuco, l2dejulho de 1830. No im-
pedimento do oflicial-maior, AntamH bstia
da Amar al e Silva.
Pela inspectora da alfandaas se lZ pu-
blico, que no dia 15 do corrente, depois de
meio-di*, portad* mesmi. so bfio de r-
rematar 10 esixlTcom 120 faenes cada urna,
ao lo lo 4.800 f*coes, por factura um 166
rs. total 796.800 rs. impugnados pelo a-
manuensa Jofio Atbaoasio Botelho, no des-
pacho n. 199 de ti do corrente mz ; sendo
dit* arrematadlo sujeita ao* direilos
AlTsndega de Pernambuco, 12 de julho
de 1850. O inspector, Ltti* Antonia i*
Samputo Hanna.
- Pela inspectora ds alTsn Jeg se f.z pu-
blico, para conhecimenlo do commercio e
dos cominaudaiites de einbarcacoos, que,
por ordera do tribunal do Ihesouro publico
nacional, cominunicada pela Ihesourarta
da fazenda, em 14 do junho ultimo, o an-
coradouro da lameirfio he considerado co-
mo de franqua, para as embarcarles mer-
cantes, que demandaren) eslo porto soU.
^aiqcr -'i"tbito, cende conseguinlv-
mente ujeitasasembaicacoej. all fundei-
Jaa a todas as reslriceOes a fiv o silo nos
uu|ros aucoradouros.
, Alfandega de Pernambuco, 10 de julho de
A 98 do pasudo fallecer o Kxm. birlo de 11840. -O inspector, Uiz Antonio de Sampaio
iMaragogipe. | Fioaaa. ^ r- r-


.'.... .. i.. -
Declarares.
O Sr. director do lyceo manda parti-
cpr quem convier, que se aeha iberia i
mat'icula d'aula de tachygraphia, pin a
quJ se faz mistar observar a portara deS..|ves Lomba ^scVivo Cutiha.
Exc. abaixo transcripta :
O presidente da provincia, usando da
altribuico que lhe confere o artig 10 ca-
pitulo 2 da lei provincial n. 2*4 de 16 de
junho de 1819, resolre substituir o artigo
6.* do r'gulamento feito en virlude di cita-
da lei.de 31 de agosto de 1819 pelo seguin-
te artigo-substitutivo:
O director do lycau s matricular na
aula de lachigraphia os que tiverem pago a
matricula exigida para todas as dsciipli-
nes, e que se mostrarem examina los c
apprqvedos na grammatici portugneza ,
eelm disto derem prova de aaber;escre-
ver correctamente. Palacio do governo de
Pernambuco, 9 de julho de 1850. Jote 11-
defon$od* Souta Ramos. Conforme. Ma-
noel Clemenlino Camtiro da Cunha. >
Secretaria do lyceu, 12 de julho de 1850.
- Januario Alexondrino da Stlva II abe lio Ca-
ntea, professor de desenlio e secretario.
PAGADORIA WLITAR.
Deordem do lllm. Sr. coronel inspectoi
Jos de Brito loglez, em cumprimento do
olllcio, de 9 do crrenle, do lllm. e Kxm. Sr.
presidente da provincia, se Taz publico que,
no da 15 do corrente, das 11 horas da ma-
ntisa al ao meio-dia, ae hSo de arrematar
perante a pagadoria, 8 cavallos considera
dosincapazespara o servido da companhia
de cavallaria de linda desta provincia : as
pessoas a quem convier, podero ir velos
na respectiva cocina, para cujo flm o lllm.
Sr. inspector vai rrquisilar as ordens ao
Em. Sr, marecbs! de campo, eommendan-
tedas armas. Pagadoria militar de Per-
nambuco, 10 de junho de 1850. No impe-
dimento do escnvfio, o oflicial, iomquim Ve-
rtir Bailo.
Pela segunda secc,fio do consulado pro-
vincial ae faz publico, que os 30 das uleis
para a cobranza, a bocea do rofre, da dec-
ale doa predios urbanos doa bairros desta
cidade, e freguezia dos Afogados, se finali-
za m uo dia 13 de [julho corrente. Itecife, 28
de junho de 1850.
O segundo balalhSo de capadores tem
de manufacturar jaquetas de polica de pan-
no : quem se quizer encarregar desea ma-
nifactura, poder comparecer a 15 do cr-
ranle na secretaria do referido hatalhfio s
4 horas da larde. Quarlel as Cinco-Pon-
l.i-
horas, se fir leilfio judicialmente da arms-
(.Bo e fazendas da loja sita na ra Direita,
n. 10, peranle o Sr. juiz da segunda vara,
cujas fazendas forfio penhoradas a Jos Joa-
quim Barboza da Silva, por execuf So do cu-
ador da heranca do linado Gabriel Goncal-
Avisos diversos.
tas, 12 do julho de 1850. Oomimjot de
*M Veiga, capito mandante.
Carlas seguras vindas do aul para os
Sra. Bernardo Jos Lopes, Elizeo de olivei-
ra eVirges. Joao Pinto de Lentos & Filhos,
Joa Paulo da Fonseca, Manuel Joaquim R-
niose Silva. ITurio da Cunha Moreira Ai-
res, Bego & Companhia, Viuva Vieira & Vi-
Aa malas que deve conduzir
o Vapor San-Sebailiio para os
' porlos do norte, principiam-
se a fechar hoje ( 13 ) ao meio-
dia. As correspondencias que foreoa entre-
gues uepos dessa lima pagarfio o porte du-
plo al unta hora da Urde.
Theatro de 8. Izabel.
NONA RECITA IM ASS1GNATURA.
Hoy, 13 de ;uMo de 1850.
ItepreseoUr-se-ha o excedente drama em
Cratelo*.
D. MARA DE AI.ENCASTRO.
Aparte eAntonio Couli ser feita pelo
Sr. A. Maxmiano da Cosa, que por espe-
cial obsequio ae prestou a desempenha-|a.
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia em um acto
O Judas em Sabbaio de Alelluia.
Cometar s 8 horas.
Os bilheteaacham-se venda no lugar do
costume.
aW*aa1BaajajBajBjjaB8jaBjaaBjBaBBa^^
?visos martimos.
Para o Cear pretende aeguir viagem
com muita brevidade a sumaca nacional
Cailola, mestres Jos Conealves Simas:
quem na mesma qutlrr carregar, ou ir de
pasaagem, pode entender-se com l.uiz Jos
de 8 Araujo, na ra da Cruz, no Itecife,
n. 33.
- Para o Itio-de-Janeiro sihe, com a
maior brevidade possivel, o brlgue-escuna
Al,amm> forrado de cobre e de boa marcha
receb carga a ir ele e escravos : quem pre-
tender, ehtenda-se com Leopoldo Jos da
Coala- Araujo, ou com Novaes k C.
Para o Aracaty segu, no dia 20 do cor-
renta, O patacho S.-Crus, mostr Joaquim
l'eretra : para carga e passageiros, trata-se
aokdo do Corpo-Sanlo, n. 25, loja de mas-
s O Niciktroy aahe impreterivelraente no
di 17do corrente julho: recebe anda al-
guna earga e prquenos voluntes : quem no
ra-esso quizer orragar e mandar escravos a
Lele, dinja-se Tiuva Gaudino & Filho,
pracinha do Corpo-Sanlo, n. 66.
Para o Cear segu viagem, no dia 20
do crrente, o brigue nacional Venino, por
ja lera maior parte da carga prompta : quem
"o ineanio quizer carregar, ou ir de passa-
Kern, dirljs-se jos 'retadores, no Hotel-1
IICISCO.
L.eiles.
-
0 correlor Oliveira far leilfio de mu
t s obras de prata e de ouro, de mod< rno
goalos, -inclusive um apparelho para cha
um faqueiro completo, serpentinas, espevi-
tadores. salvas, caeticaes, colneres para" so-
pa echa, raccas egarfos, aderecos, annes
loos, dous relogio de ouro patentes ingle-
zes, corrntes para os meamos, e outras mui-
ta pe co relogio dourado com manga para cima
de meza, outro dito proprio para repartilo
Eublica ou es<-ri(dorio, candelabros de
rooze, um apparelho cmplelo de porcella-
na branca perajanlar, garrafas brancas e de
eores (ara vinho, copos, galheteiro,- porla-
heore algunas obras de mareioeria terca-
fsir*, JS o cor:c:c, { ....mo annunci.d..
para o dia 11, que le tranafeiio por causa da
chura s 19 horas da manhfia, no escripto-
necikU"l,,u Currelor tw* Ut Cd do
- Terca-feira, II do correnta, pelas nove
-Joi Vicente, Brasileiro, retira-ie para
Loanda.
-- Antonio Rodrigues de Andrade retira-
se para a cidade do Porto.
Jos Raymundo de CarvaHio, Brasilei-
ro adoptivo, retira-se para o Aracaty.
Antonio Das da Cruz, portuguez, re-
tira-se para Portugal.
Mauoel Moreira da Silva, braslleiro,
retira-se para Portugal.
Jos Azevedo de Andrade, vai a Portu-
gl
- Ricardo Deppermann retira-se para f-
ra do Imperio.
~ O Sr. F. Youle, socio da casa commer-
cial ingleza de Drane Youle & C, queira no
ae retirar para Liverpool sem ajuslar conta
com Antonio Bernardo Rodrigues Selte.
Fassaportes e ttulos.
A ntiga agencia da ra do Rangel, d. 9,
contina a tirar passaportes para dentro e
|todo imperio, desp.-.chsr escravos, eorrer
folhas e tirar litlos de residencia, qur
com prazo, qur com validada para sempre.
00000OO!rO<&OaOOO
O Iiomu-opathia pura, C
^a anaia fresca e a mais perfeita, vindaS
rade Franca pelo ultimo navio, e preparan
ndejhpor alr. Catellan, discpulo dc;
2Xr.e:on. e director da primeirav
^pharmacia homecopaunca especial doV
Prii. O
| O consultorio homoeopatbico
da ra da Cadeia de S,-Antonio, u. 22,^
Sfdirigido pelo facultativo J. B. Casano-j[
''va, estar aberlo todos os diss uteis
desde s 7 horas da mantisa at s 2 da
tarde.
Os pobres continuarlo a receber con-
sullas e remedios gratuitamente. Q
^ NSo sendo psra se tratar pela honiceo-Q
jpathia pura, he escuzsdo procuraron
^director deste consultorio. n
0000G00
Arrands-se o armazem n. 67, na ra
da Cruz, e vende-so a armacilo com todos
os mais accessorios para urna venda : quem
lhe convier pola tratar no esoriptorio de
Viuva Gaudino Filho, ra da Cruz, n. 66
Daguerreolypo.
Do artista A uguslin Leltarte
Tira retratos, paisagens, copias, etc., des
de o lamanhoo mais pequeo at 10 pnlle-
gadas ( laman'o que aqu anda ninguem
lirou ), e muito superiores, pela invenfo
de Daguarreor, tanto em fumo como colo-
ridoa, em qualquer occasiilo, e em muilo
punco lempo, pois que em 12 segundos p
de-se ter um retrato e muito perfeito, e sen-
do paisagens ou copias tiram-se em muito
menos lempo, alirmandoe garanlinlo, tan-
to a durabilidade das cores, como a perfei-
ta semel lia rica : o mesmose ohriga a ir ti-
rar em qualqner eaaa e a ||uafquer hora. As
pessoas quesndignarem procura lo, pdem
dirigs-e rna iia Cedria, n. 26, lerceiro
andar, das 8 horas da manhfia s 4 da tarde.
l'recsa-se alugar quatro pretas boas
vendedeiras, para venierem bolinhos: na
ra do liaiigcl, n. 15, sobrado de um andar,
Jiaquim Correia da Silva, socio ademi-
nistrador e fundador da serrara nydraulici
estabeleci la noHonteiro, deixou de conti-
nuar na direcefiodo dito eslabelecioento.
A Marmota o. 3o
esl a venda nos lugares do costume a urna
h ira da tarde, conlendo, alm de primoro-
sas cousas, os seguintes artigos: primeiro
ao Conciliador, urna cirts ao lllm. Sr. Fran-
cisco Antonio de Oliveira ; os ouviJos, e rf-
quissiinas poesas.
No itecife, travessa do Azei-
te-de-Feixe, n. 5, ocha-se estabe-
lecido um deposito de espiritos de
tod is as quididades, pertencente
arcslilacio de franca & Irm3o
na ra de S.-Rita.
Jos Ignacio de Lira, tendo sacado con-
tra Vicente Jos Ferreira, morador na K-
liva, termo da villa de Iguarass, urna lat-
ir de 300,000. rs. a seis mezes precisos, da-
tada de 15 de junho, e com o premio de 2
por cenlo do venciminto da mesma porca-
da mez, cuja lettra tendo pago o sello pro-
porcin! de 360 rs., no dia 12 de julho ;
fui perdida do pateo do Collegio at o bec-
co do Peixe-Frilo: quem a achou, leva-a
a i annunci inte na ra da Senzalla-Nova
n. 32, quesera gratificado.
O Sr. Joaquim Jos Fernandas da Las,
sirva-ae.palo meio que Ibe parecer explicar
bem as'rasOes dn resenlimenlo que tem uo
abaixo essignado a respeito dos alugueis
que o mesmo tem a pagar pela parle que
em sua loja pertence ao Sr. Doningos An-
tonio Gomes Guimarfies, para be aerem
tambem explicados precisamente alguna
fados nec&ttaros. J. O. Maya Jnior.
--ALecture the fourtn of a series )on
i:. :.*;;:=:; c.rEr!ji'" vi!! bs ds:vc.-:J ::
the Booms of the Mechaoik'a Inslitulion, ru<
da Aurora, S -Amaro, on Mouday lhe 131b
inst:; to commence at 7 o' dock. P. M.
Precisa sede um caixeirodel3a Uan-
aes : na ra do Rozario da Boa-Vista, n. 53.
Pede-seso Sr Chardon, que antes de
sabir para fra dd imperio, v ou mande pa-
gar na ra da Uniilo, a quantia de vinte mil
rs deque S. S. no ignora; do contrario,
oannunciante lera a honra de o adrana
nhar al a bordo com esleannuucio.
Antonio Soares Brinco peda a Antonio
Joaquim Salgado, que por esla folha decla-
re quaes os documentos que oxistem em
seu poder que provento anuunciante de-
ver-lhea quantia que Ifio escandalosamen-
te dalle exige.
Ainda se enlIKinv" aforar%errenos no
sitio do fallec lo liarfii do Itamarac, com
mais de 251 palmos de fun lo : os pretn-
danles, dirijam-se ra 4o Pires, n. 19.
Precisarse alagar ama ama secca, de
hons costumes, para o servicode urna casa
depoucofomilia : na rna das Trincheiras,
n. 19.
Precisarse alugar por alguna meze<
urna eanOa grande para carregar, pagndo-
se por cada um mez o que se convencionar.
quem tver annuncie para ser procurado.
- Precisa-se fallar ao Sr. Bernardo da
Cunha Teixera : na livraria da praca da
Independencia, ns. 6 e 8.
--Quem precissr alugar urna escrava co-
zinheira.dinja-serua Direita, n. 32.
JosJacintho deCarvalho faz publico,
que, desde 5 do correte, deixou de ser cai-
xeirodoSr. Francisco Botelho de Andrade,
a quem agradece o bom tratamenlo que re-
cebeu durante o lempo que esleve em sua
casa, assim como julga nada dever ao dito
aeu ex-patrfio.
Hoga-se encarecidamente pesso que
tirn do correio urna carta vinda do Rio-de-
Janero no vapor Pernantbucana, entrado no
corrente mez, dirigida a Francisco Jos de
Paula, o favor de a entregar na ra da Ale-
gra, n. 10, ou bota-la na caixa do correio.
ou enlrega-la nesta typographia, de cojo
favor se lhe Reara eummamente agradecido.
JnSo Lopes de Souza, cobrador do pe-
dagioda barreira do Ciqui, avisa ao pu-
blico e a quem convier, que deixou de ven-
der ago'ardente e outros gneros em sua
casa, continuando sement na cobranza do
dito pedagio ; e para que ninguem se cha-
me ignorancia faz o presente annuncio.
Justino Alves da Costa, tendo de reti-
rar-se para fra da provincia, roga as pes
soas que lhe devem, bajam de lhe satisfa-
zer a suaadividas para com ollas tambem
poder remir a quem deve.
De um aitio na estrada do Rombal Tur
taram, na noite de 10 para 11 do corrente,
os dous caixilhos de urna jaoella : quem
souber onde estfio, e os denunciar na praca
da Boa-Vista, n. 6, receber* 10,000 rs.
Precisa-se Je um caixeiro qu afiance
sua conduela, para tomar contada um de-
posito de padaria, queso vai abrir: aira-
lar na ra do c.otovello, padaria ns. 29 e 31
para senhora, a 1,280 rs. o par ; bco bran-
co, a 80 rs. a vara ; cortes de ISa para cal-
tas, a 1,000 rs. O vendedor pedeaos fregue-
ses, que aproreilem i qaadra, pouj nem
sempre apparecem destas pecbinchas.
Vende-e, por precocommo-
do, polassa em barriquinhas ; fu-
mo para milo e capa de charutos :
nos armazens do fallecido Bra-
guez e Das Ferreira, no caes da
Alfandega, a tratar nos meamos,
ou com '.ovaes Se Companhia, na
ra do Trapiche, n. 34.
Na rna larga do Bozario, n. 22,
vendem-se 5 pardas que engommam, cosem
e cozinham ; um pardo de 18 annos, muito
robusto, e que he proprio para pagem
mnialnhos de 3a 10 annos; um molcque
de 18 annos, bom carreiro ; um preto de
35 annos, de boa conducta, o que se afian-
ce ; urna negrinha de 14 aonos, de linda fi-
gura ; um dita de 18 annos, de oacfio An-
gola ; urna dita de 30 aonos, por 350,000
rs. boa cozinhera e muito desembaraza-
da para urna casa ; urna diia de 20'annos,
propria para o campo, por estar acosluma-
do a esse trabalbo
Saputos de lustro a 800 rs. o par.
No Alerro-da-Bna-Vista, loja o. 58, de
lofio Tiburcio da Silva Guimarfies, vendem
se spalos de lustro com alguma averia, pa-
ra meninas de 6 a 10 annos a 800 rs o par;
ditos bons para senhora, a 1,760 rs o par :
he baralo, e a porefio he pequea.
f f f f Vf f f V vVf f f f f
9* Manteletes a 20,000 ra. ?
a> Vendem-se manteletes pretos e mo-
**derno, vindosde frene, pelo dimi-*
^nulo preQo de 20,000 rs.! na ra do*
^Crespo, n. 9, loja de de J0S0 Antonio
c-
>
e
Compras.
Compra-se a geoxraphia de Casado Ci-
ra I les: na ra da Cadeii do Raeife, loja de
Jos Gomes Leal.
Compra-se para encommenda.escravos de
ambos os sexos, de 10 a 40 annos: na ra
do Rangel, n. 57.
Compra-se urna ou duas correales de
anro, que regulem o peso de vinle a trint-
oitavas, sendo de ouro de lei e sem feitio :
na ra larga do Rozario, n. 22, loja de miu-
dezas.
Compram-se trastes usadoa de toda a
qualidade, e tamhem se trocam por nnvos :
na ra Nova, armazem de trastes doPinlo,
defronte da ra de Santo-Amaro.
Compra-se urna carroca para em car-
vallo : quem tiver dirija-se a ra da Cruz,
n. 8.
Compram-se caxas vaaias que fram
de sabfio, a 120 rs., sendo da fabrica da
provincia, da fra, a 80 rs. e em bom es-
tado : na ra da Madre-de-Deos, n. 22, ar-
mazem.
-- Compra-se una negrinhi para urna
encommenda, ou mesmo mulatinha : na ra
larga do Rozario, n. 35, loja.
Compra-se o direilo das gentes por
Kluber, ainda com algum uso: na ra.da
Cadeia-Velha, n. 41, primciro andar.
--Compra-se um preta perfxita engom-
madeira ecozinhera, e que cosa alguma
cousa, e nfio tenha vicios nem achaques:
quem tiver annuncie.
Compra-se urna cas* terrea nfio sendo
muito pequea e com quintal : na ra di
Seuzalla-Nova, n. 13, ae dir quem comp a
Vendas.
--Na Passagem entre as duas pontes, no
primeiro sobrado do lado direito com por-
Ifio de ferro, venJe-se urna vacca muito
gorda, com urna cria de 15 das.
Fapel de peso fino.
Vende-se o melhor papel de peso branco
a azul que tem vindo a este mercado, a aeis
mil rs. a resma : no pateo do Collegio, ca-
sa do livro azul.
Vende-se um cavallo alasSo, pequeo,
muito bom andador baixo, novo, proprio
para senhora ou menino, pelo barato
preco
de 110,000 rs. : nacocheir da ra da Fio-1 seda, grandes,' de bm goslo a de bonitas
Gomes Guimarfies.
*AAA****ftAftftM.4*A A 2,00 rs. o covado.
Vende-se o melhor setim prelo maco pa-
ra cuteles e vestidos de senhora, pelo di-
minuto preco de 2,801 rs. o covado : na ra
do Queimado, n. 9. D.lu-se as amostras aos
compradores.
-Vendem-se escravos baratos,
como sejam : molecntes de boni-
tas figuras ; moleques, negras mo-
cas e pretos de todo o servico :
na ra das Larangeiras, n. i4 se-
gundo andar.
Vendem-se os sobrados de dous an-
dares, em chfio; proprios, silos no pateo de
N. S. do TerQO, que faz esquina para o bec-
co do Lobato : na ra Direita, n. 65.
Deposlo da fabrica de
rodos-as-Sautos naBahia
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C.
a roa da Cruz, n. 4, algoJSo trancado
aquella fabrica, muito proprio para saceos
Je assucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por pre^o muito com-
modo.
AGENCIA
da fundicao Low-SIoor,
IDA DA SKNZM.t.A-NOVj., N. 4*.
Neste estabelecimento conti-
na a haverum completo s?rti-
nento Je moenlas meias moen-
Jw, pni engenho ; machinas dr
vapor, c tachas de ferro batido a
coado, de tolos os tam.anhos,
ara dito.
--Vendem-se 5 lindos moleques de 12 1
16 anuos, tendo um delles bons principio.-
de carpina ; 6 pretos de 20 a 25 annos, sen
do um delles. cozinheirn, e outro ptimo
sapateiro; um pardo de 22 annos, perito
cozinheirn, bolieiro e empalhador; urna
parda de 20 annos, com habilidades ; oito
pretas de 14 a 25 annos, com algumas ha-
bilidades, e que silo proprias para todo o
servico : na ra do Collegio, n. 3. tv
A H,OOO rs. cada um.
Ctales de seda grandes
c de bom gosto.
Sa loja de Guimarfies & llenriques, na
roa do Crespo, n, 5, vendem-se chiles de
rentina.
Vendem-se duas vaccas do leilo: na
ra de Santo-Amaro, n. 16.
Milho novo
Na ra do Rangel, armazem, n. 36, ven-
de-so util lio novo por rommodo preco.
Farinlia superior.
i ra do Rangel, aroiazem, n. 36, vende-
se farinht de Sanla-Calna, a 2,900 rs. aaic-
ca.
Massis de vapor.
Acha-se aborta a padaria da ra do Bur-
gos, Forte do Mallos, na qual se achara
diariamente todas as quaii ladea finas, Irabalhadas por machlnismo ; lam-
mS ss tmiism c:c"tlenle pfio e bolaxi-
nha de aramia, ditas inglezas, DolaxOes
quadrados e redondos, e outras mais oas-
sas ludo obra prima : as mesmaa seschaifio
110 deposito do pateo doTeio, n. 10.
Vendo-se urna porc3o de canella de
bda qualidade : na ra de Sanlo-Aouro,
n. 16.
Vende-se um moleque de 18 annos,
apto para todo o servico : na ra do Rangel,
n.\7.
Quem duvidar,
Venha ver e comprar.
Na loja de Viuva Freitas Guimarfies ven-
dem-se fazendaa por baratiaaimos precos,
abaixo mencionadas, que por auas ptimas
qualidades os freguezes nfio deikarfio de
- Jote Soares de Azevedo, prolessor de comprar, como sejam : cortes da brim bran-
lingoa fianceza po lycau, tem abeito em
aua casa, na ra das Trincheiras, a. 19, um
cuiao de geographia a historia, e outro de
rlielorfca e potica. As pessoas que dea
jarent estudar urna ou outra destas diacipli-
uas, tJem dingir-se a indicada residen-
cia, de manhfia at s nove horas e meia, e
de tarde a qualquer hora.
padres. a 8,000 rs. cada um ; cortes de ca-
semira de cores, de muito superiores pa-
drees mo lernas, pelo barato prer,o de 6,000
rs. cada corle ; merino preto lino francez, a
2,500 rs. o covado dito inglez, a 1,440 rs.
o covado.
Pechncha para os Snrs
mestres sapat> ros.
Gouro de lustro a 3,800 rs. e be-
zerfo francez a 3,ooo rs. a pe le.
Jofio Tiburcio da Silva Guimarfies, coni
loja de calcado, no Aterro-da-ltoa-Vista, n.
58, avisa aos Sis. mesties das ofllcins ib
sapateiro, que elle lem para vender supe-
rior couro de lustro da melhor qualidade
que existe no.mercado, o pelles grandes,
vindo ultin.amente pela escuna auroro de
llamhurgo, pelo baratissimo prego de 3,8(0
apelle; bezerro francez, a 3.C00 rs. a pel-
la, e em qua ros a 800 rs. ; e lodosos ma.-
aviamentos para calcado, que se vendem
por menos 10 "/ do que em outra qualquei
parte, e para conheciuiento aa verdade >
Srs. sapateiros vfio ao mesmo estabeleci-
mento que a reconbecerfio.
Potassa da Kussla.
Vende-se superior potassa da Russia, da
mais -iva que ha no mercado, por preco
eommudo : na ruado Trapiche, n. 17.
arados de ferro.
Na fundido da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo
dlos.
Fareiu novo a 5,500 rs
Vendem-se sxeas grandes com 3 arro-
baade (arelo, chegadaa no ultimo navio
tvado ; merino delodas as corea, Jde llamburgo : na ra do Amorim, n. 35,
covado; meias de seda a bertas I casa de J. J. Tasso Jnior.
Taixas para engenho.
Na fundicao de Ierro da na do Bram,
acaba-se d> receUer um compl -to sortimen-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
jaaes acham-ae a venda por preco com-
modo e rom promptidfio embarcam-se,
ou earregam-eeem carros sem despezasao
comprador.
Antigo deposito de cal
vinrem.
Ka ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Vendem-se tres pretos bons ganhado-
res de ra ; urna preta de 20 annos, que en-
gomma, cose muito bem e cnzinln, e he de
nacfio; urna parda muilo boa oostoreira,
engommadeira e cozinheira; duss pretis
para todo o servido, com algumas habilida-
des ; um mulatiniio de I i anuos, bom para
pagem ; um dito bom ollicial de alfaiate ;
assim como outros muito< escravos : na ra
da Cadeia do Recife, n. 51, primeiro andar.
Cdigo do commercio do impe-
rio, e compendio de pratica do
processo,
vende-se por 5,000 rs. na casa da residencia
dodoulor Lourenco Trigo de Loureiro, na
ra da Saudade, defronte do Hospicio, e na
livraria da prafa da Independencia, ns. 6 e
8; assim a segunda serie do ndice chrono-
logico da legislacfio brasileira de 1850, con-
lendo o cdigo dn commercio do imperio
ltimamente sanecionado, como o novo
compendio de pratica do processo, obra in-
teressante por sua brevidade e exactidfio a
quantos se propOom oodlciode j'ilg-ir, ad-
vogar, ou procurar no foro. Nos meamos lu-
gores continua-so a subscrever a 31,000 rs.
para o ndice chronologico, explicativo e
remissivo da legislacfio lirasileira de 1822 a
1818, cujo terceiro volunte deve brevomen-
to sabir a luz.
Loja de modas, ra Nova, n. ?i\.
Madama liosa llardy, modista
lyasileira,
de novo annuncia as senhoras suas patri-
cias qne acaba de receber pelo navio Cont
/fojer, um lindo sor lmenlo de chapeos de
seda para senhora, de pros de aples e
le gorgorito enfeitados com plumas e do-
res dn todas as cOres n da ultima mola;
chapeos de palha para senhora e meninas,
finos o ordinarios ; armaces para cobrir do
seda e de crep, a 1,000 rs.; [sedas, gorgu-
res. Atas, rendas de fil de seda de todas
as cores para enfeilar chapeos ; crep e litas
de seda de todas as cores; manteletes e
capotinhos de gros de aples furta-cores
e pretos; ditos de chamalole preto, a 20,000
rs.; lindos capotinhos de fil de seda pre-
to, da ultima moda, a 15,000 rs. cada um ;
Irania de seda de todas as cores- para en-
feilar vestidos; bicos deseda ; setim bran-
co liso, muito largo, e de boa qualidade
para chapeos; meias de seda brancas e pre-
tas ; iuvas ; sapalosde couro de lustro pa-
ra senhora ; perfumaras finas; lencos de
cambraia bordados e com bico de linho ;
toucas de cambraia de linho bordadas, e de
fil de linho, guarnecidas rom bco de li-
nho verdadeiro, feitas na r"ranc,a para rne-
iiiiins; cemisinhas de cambraia para senho-
ra, com golas de cambraia de linho e bico,
a3,000, 4,000 e 5,000 rs. .Na mesma loja ha
toucas muito lindas, feitas aqu para me-
ninas -. tamhem se fazem manteletos, oapo-
tinhose vest los ; enfeitam-se chapeos da-
ultima moda, por preco mais barato do quo
em oulra qualquer parte.
Vende-se um esrravo bom, e muito
moco : no segundo andar do sobrado pega-
do a torre dos Martyros.
Vende-se o repertorio das leis estrava-
gantes; dito das ordenares ; Lobfio, se-
gunda linhas; dito acrL-s sumarias ,- c as
ordena(0ea do reino, em muito bom estado,
por preco commodo : na praca da Indepen-
dencia, livraria ns. 6 e 8.
-Vende-se um preto muito moco, de bo-
nita figura, isto por necessidade, e por isto
da-se em conta : na ra larga do Rozario,
n. 35, loja.
Bom e barato.
co de listras e de puro linho, a 1,000 is. .
pecus de zuarla com 24 covados a 5 palmos
de largura, por 4,000 rs.; cuales ue chita
oscuros, a 500 ra.; panno azul, a 1,600 rs o.
covado ; brim de palha e linho, a 240 rs. o
covado ; alpaca verde escura de cordfio, a
500 rs. o covado
a 500 rs. o
Na ra do Queimado, indo do Rozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se lencos de
sstim de cores para grvala, a 500 rs ; di-
tos de cassa, a 240 rs. ; cambraas para ves-
lidos, pecas com 20 varas, a 9,000 rs.; meias
de seda de c/es para homem, a 500 rs. ;
ditas brancas, a 610 rs ; (lilas pretas. a 800
rs. ; ditas de laia para padre, a 2,000 rs.;
panno fino cor de azeitona, a 3,000 r>.; dito
preto,a 3,200 rs.; e outras umitas fazen-
das por commodo preco.
. Vende-se urna duza de cadeiras ame-
ricanas, com assentode palhlnha, e um jo-
Bode bancas em muilo bom uso: na ra
du Livramenlo. n. 7, loja desapalos.
Vende-se urna preta do elegante figu-
ra, de nacfio Costa, de 18 annos, que en-
gonnna, cozinha o diario de una casa, e he
muito propria para andar com meninos, por
ter bom genio : na ra da Aurora, n. 50.
Vendem-se um escravo bom sapateiro,
e urna negra de bonita figura, com idadede
22 annos, sabe coziuhar o diario de urna
casa, lava roura e engomma sufrir!, faz
renda, tece panno de algodfio, tambem coze
alguma cousa : na ra do Queimado, n. 14.
sedira quem vende.
Vendem-se rap rollfio Hamhurguez
em garrafas, meias de seda preta de peso,
para padres, senhoras e meninas, dita dita
Curta de peso, para homens, barretes para
padres, Jfacas de niarphim para papel,
meias de algodlo psra o.ninas a 200, 160
o 120 ris : na ra da Cadeia, n. 15, loja do
Buurganl.
-Vende-se a armaefio e pertences da
venda da ra da S.-Cruz, n. 60, muilo esa
conta, mesmo o aluguel da casa, propria
para qualquer principiante : vende-ae para
pagamento de seuscredores, por se ter da
fazer urna viagem: (ambemse vende una
casa na principal ra da Capunga, em pho
proprio, por preco em conla : na ra da S -
Cruz, n. 60, defronte da ribeira.
Vende-se um cavallo preto, de frente
aberta, pea e mfios arregaza os, bstanla
sorda, bcno, bem fcilo, s-'igc, rioehr-,
forte e seguro, novo, ptimo marchidor
de passo e cerregos do meio at esquipar,
e muito manteudo na ra da Cruz do Re-
cife, eaaa de Jos da Silva I.oyo, defronle
do chafariz.


. II ,,
,w*au "F
'4
m*m
i
A 1,000 rs. o corte.
Na loja n. 5, que faz esquina pira a rus
do Collegio, vendem-se cortes com 3covs-
dos 8 meia de brim de algodSo trancado de
lislrasedequadros, pelo barato preco df
1,000 r. cada un corte.
Vendem-seeelogam-se a9 melhores bi-
chea hamburguesas que lia no mercado,
tanto em porcilo como a retalho : na ra
das Crines, n. 40, taberna de Domingos dt
Silva Campos.
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escuros dcalgo-
dSo, proprios para esclavos, por serem de
muila durado, pelo diminuto preco do 640
rs. cada um -. na ra do Crespo, esquina
que volta para a cadeia.
Deposito de Potassa.
Ycnde-se multo nova potassa
de boa qualidade, em barriszinhot
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ba muito
tempo se nao vende : no Reeife,
ra da Cadeia, armazem n. n.
As novas cansas sublimes
a *J,240 rs. o corle.
Na loja de CuimarAes & llenriques, na
ra do Crespo, n. 5, que faz esquina para a
rus do Collegio, vendem-se novos cortes de
csssas nas denominadas sublimes, pela
sua boa qualidadee barato preco.
Chegaram novamente a ra da Sen-
zsIla-Nove, n. 42, i elogios de ouro e i rala
patente ingle/, para bomcm c senhora.
Vendem-se amarras ue lrro : na ra
da Senzalla-Nova, n. 43.
Chitas trancezas Dnas a
3*20 rs. cada um covado.
Na ra do C'espo, n. 5, confronte ao ar-
co de S.-Antonio, vendem-se chitas france-
zasflnss e de modernos padtes anda nSo
vistos nesle mercado, pelo barato preco de
.'Ido rs. cada um covado; panno prelo,pelo
barato prego de 1,600 rs. cada um covado;
lencos de cambraia bramas e sbertos pela
belra.a 2,800 rs. cada urna duzia. .
A 640.rs. o covado de al-
paca preta lina.
Loja n. 5,
deCuimarSes& llenriques, que faz esquina
para ra do Collegio, vende-se alpaca pre-
ta fina, pelo diminuto pre?o de 640 rs. o
covado, preco este por que nunca se vendeu
fazenda igual.
Faiclo a 5,000 rs. a
sacca,
e o melhor que tem vindo a este mercado
na ra da Madre-de-Heo, armazem de Vi-
cente Ferreira da Costa.
Kna doLivimenlo, n.ll
Vende-se calcado francez, sendo borze-
guins de fazendas de cores com biqueira de
couro de lustro para meninos, e sapatos de
duraque prelo para senhora ; um par de
brincos com I rillianles.
Pechinchn
para os amadores da tanta
economa.
Urna porcilo de finas cassas, Trancezas de
palo os e meio de largura, de hidras azues
e encarnadas, com flotes de todas as cores,
postes muito bonitos e modernos : estas
cassas firi.ni arrematadas em leilo, por is-
s-> te vendem pela metade de seu valor, d-
nheiro a vista, a 240 rs. cada um cuvido
oa iu do Crespo, n. 14, loj de Jos Fran-
cisco Dias.
(* A ultima moda.
Para roupinhos de vestidos velludo*
J de cores, confu ire OS ltimos fjguri-g
^nhes: vende-sena ruado Crespo, n 9,^
Jlojn amarella. ,
?*? *#: i
He mi toba ral o.
II re I i lia monstro.
Vende-se bretanha monstro, muito fina,
de quatro palmos e mel de largura, pelo
barato pre;o >le 210 rs. a vara ; esgoio de
algmlfio, pecas de 10 varas, a 4,200 rs.; ns-
cados azues de turo linho para jaquetas, a
400 rs. o rovado ; (hitas tozas linas o de
cores muito lizas, com um tuque de mofo,
pelo barato preco de 160 rs. o covado ; (as-
eado de algodu de listias truncadas, hien-
da muito fina e enm quatro palmos de lar-
gura, a200 rs. o rovado : na ra do Crespo,
loja n. 14, de Jos Francisco Dias.
*****> 99**99 99999 99
? F. II. I.utlkens tem para vender de ii.e-#
9 Ues folha de I-landres, chumbo de ro-f
(fio e de municSo, fero inglez, e acoB
S) sueco ; de farragens, pregos de ferro,9
if e facas de militas qualiJadea, chaleiras.S*.
panellas, limas, variuinas, serrotes, te-(f>
souras, caivetes e navalhas ; de armas.0
4. ...;..^.. r.l.^ I>7rin..:- H. M ( ,,| j. i.. m*
gespelhosde gaveta, bol oes de madre f
ypcrola, de osso e duraque, clcheles,aj
rame de lulilo fino, peonas de ac,o, e^
^bandejas ; de fazendaa, chitas, algooOo-jaj
^zinhos, pannos de lila, casemiraa, bnnif
g.de linho para calcas, vestidos, chales,
ja lencos e nielas de slgodiio. m,
xmm ****
Vendem-se enchameis de sedro, do 20
a SO palmos, proprio para obras de casas,
por prefo coramodo : na ra do Vigario,
o. 5.
Vende-ae, na coebeira de Fra-de-Por-
las, ubb eavallo mui'.o novo e de bonita fu-
gara.
Oh que mermelada !
Na roa da Cruz, no Reeife, armazem n.
13, vende-se marnela Ja a muis fresca que
tem vindo at boje a este marcado, em cai-
x inlias 4e8 alis libraa .sendo estas ulti-
mas muito proprias para minios.
Ileiles bordadas.
Na ra do Hangel, armazem n. 31, ven-
i/em-so duas redes bordadas de gosto, por
pteco com modo.
Panno pardo fino a 4,000
rs. cada um covado.
Na loja da esquina da ra do Crespo, n 5,
vende-se panno fino pardo e cor da caf,
ielo barato preco de 4,000 rs o covado;
lito preto e azul, a 8,000 rs. o covado, o o>
miras muitas cores e qualidades, por dimi-
nuto preco.
\o barato preco de 140
rs. o covado.
Na loja n. 5, de Guiarles & llenriques,
vendem-se chitas escuras, pelo diminuto
preco de 140 rs. o covado, e de ontras moi-
las qualidades por diminuto preco.
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. 6, um
novo sortimento de fazendaa ba-
ratas,
como sejam : cassa-chitas muito fins, de
cores fixsa e com palmos de largura, a
120 rs. o covado ; corles de ditas a 2,000 e
2,400 rs. ; risctdo do linho, a 240rs. o co-
vado ; dito de algodilo americano para es-
cravos, a 140 e 160 rs. o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 200 rs.; zoarte azul, a
200 rs. o covado ; dito furia cores, a 200
rs. ; chilas de cores fizas o de bonitos pe-
iroes, a160e ItfOrs. o covado; cortes de
rustilo, a 600 rs.; chsles de tarlalana, a
1,280 ra.; meios ditos, a 320 rs.; coberto-
res de algodilo, a 640 rs. ; alpaca preta de
cordo e com sete palmos de largura,
1,280 rs.o covado; e oulras muitas fazen-
dasem conts.
**#
(> A TURCA.
* Chegaram os muito procurados cor-*
ttes de tapete para sapatos, leudo gran-*'
* variedade de goslos : vendem-se na*
Cluja do sobrado amarello, nos oualro-6)
cantos da ra do Quelmado, n. 29. 9
** tCt ttttCt
Tecids de algodilo tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-Santos.
Na ra da Cadeia, n. >'i,
rendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
oseravos.
Moendas superiores.
NaundicSode C. Starr & Companhia
em S.-Amaro acham-se i venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
construcefio muito 'superior.
Chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol, de seda pret-
com barra Uvraila, a 6,000 rs.; ditos furias
coi es, a 6,500 rs.: estes chapeos silo mui-
to bem construidos, muito fortes e de boa
seda : na ra do l'asseio, n. 5, fabrica de
chapos de sol.
Oh que pichincha !
Fazendss pretas por precos nunca vistos,
em aUeiic.no a boa qualidade deltas.
Alpaca de cordSo que parece Tiarragsna.
de loilas as cores, a 640 rs. ; sarja de Ida de
duas larguras, a 6*0rs.; merinos, a 1,600,
2,000, 3,000 c 4,000rs. ; panno preto lino, a
3,000, 3,800, 4,000, 5,00. 6,000 e 8 010 rs.,
esle he panno o mais lino que se piule ima-
ginar e tem Ue largura 60 pollegadas; luva
pietas de seda para senhora, a 320 rs. o par;
e anda resta urna porcilo de pecas de cassa
lisa fina, com 12 jardas, a 2,500 rs. por
ter a dobra d fra algam sujo : no Aterro-
da-boa-Visls, 18.
- Rap Paulo-Cordeiro :
vende-se na ra da Cadeia, n. 22, segundo
andar; ra do Calinga, loja do Duarle ; no
Alerro-da-l'.ua-Vista, loja do Lstima.
\ inlio de caj
fabricado ha quatro annos : no Reeife, ra
do Azeile-de-l'eixe, armazem n. 5.
Vendem-se, por prego com modo, 60
80csibros : na ra das Cruzes, n. 12
Vende-se um terreno
j plantado, com 94 palmos de frente e4i0
de fundo, com alicerce para casa, de sobra-
do, tendo s frente j* murada, em cho pio-
prio, na nova ra que segu da Sulidade
para o Manguind, e que divide com o sitio
dsSra. Antonia Francisca Cadaval : a tra-
tar com o ungrudor.Jos Anaclelo, junto a
igreja do Rozahodo bairro de S -Antonio,
que dir queni o veode, e assegura-se que
esta propriedade est livre e desembara-
zada.
Uaratissimo.
Vendem-se chapeos de palha
de carnauba ; sapatos do Aracaly;
e lraqueiras de superior genebra
da llollaoda, por preco commoo:
a fallar coui Antonio Joaquim Vi-
dal Se Companhia.
5> a o bom goal o. <
Vendem-se chapeos da Ita-S
quenase copa baixa, para ho- ^inens e meninos : na praa daX
t$Independencia, os. i!\, a e a8y
Na xua da Cruz, n. a4>
vende 'se ceta de carnauba de priuieira sor-
te ; esteiias; sapatos; ditos de couro de
lustro Ue ponto lito ; courinltos miudos ;
caixas com velas superiores do Aracaty ;
chapeos de palha ; camuas fettas na lena;
barricas com ararula : ludo por pie$o com-
modo.
Veode-sa um excellenlo quarlo, dos
mais fortes que tem apparecido e bonito:
na coebia da ra da Florentina.
Vende-se doce lino de goiaba, em cai-
xinhas de quatro libras, pelo prego de mil
rs. a caixiiilia : na ra das Ciuco-Coutis,
n. *, Ucio..
Vetide-se urna escrava do 30 annos,'
jue co/iiida, lava de aabto vairella ; he
muito sadia, Bel, e nSo tem vicios, o que
ludo se aliatiga ao comprador : na ra larga
do Rozsrio, n. 24, segundo andar.
Quem admirar
venha ver e comprar.
Na ra do Crespo, esquina que
volta para i cadeia,
vendem-se pannos pretos, a 3,000, S,00 e
5,500 rs. o covado; dito acul, 3,000 rs. ;
dito eOrderap, multo superior, a 4,000 rs.;
cortes de casemira prets, multo boa, a 8,200,
5,000 e 10,000 rs.; ditos de se'im de .cores
para colletes, a 1,600 rs.; ditos de gorgu-
ro, a 1,280 rs.; ditos de brim bfanco da
linho para calcas, a 1.600 rs.; titos da rua-
13o para colletes, a 600 rs.; ditos de csssa
para vestidos, de muito bom gosto, s 2,400
e 2.500 rs.; cortes de brim amarello He pu-
ro linho, a 1,600 rs.; cassa preta, a 140 r. o
covado ; ditas de cores mullo bonitas, a 200
e 280 rs. ; alpaca preta de cordlo, com 7
palmos de Isrgura, s 1,880 rs. o covado,
sendo esta fazenda muito propria para csl-
cas, sobre-easacas e vestidos, por ser muito
forte econmica em raao da largura; ris-
cado de linho azuizinho, a 940 w. o cova-
po; lencos < seda pars grvala, a 1,280
rs. ; ditos para algibeira, a 1,980 rs. ; zuar-
te azul de vara de largura, a 200 rs. o cova-
do; dito furta cores, a 900 rs. ; riscado
monstro, 800 rs.; picote muito encor-
pado, proprio para escravoa, a 940 e 180 rs.
o covado ;rieado 140 rs, n rnvarlo : cortes de brim de lislras
decores, a 1,000 rs.; ditos com lislra ao
lado, a 1,980 rs. j ditos escuros, a 1,280
rs.; pegas de chita* muito bonitas, a 5,500
rs.; dilasesrurss decores fixss pora casa ,
a 160 e 180 rs. o covado ; chales do tarlala-
na, a r,280 rs. ; melos ditos escuros, a 320
rs.; lencos de cassa para gravata, a 120 rs.;
meias para meninos, a 100 rs. o par; ditas
muito superiores para senhora. a 400 rs.:
lencos peqnenoa de 13a com tres ponas pa-
ra escravos, a 140 rs. ; cassa de xadrez para
vestido a 320 rs. o covado ; pecas de cam-
bra ia lisa com 8 varas e meia, a 2,700 rs;
dita muilo fina, a 40 e 720 rs. a vara ; cha-
peos de sol, de pan'nlnbo com bastes de ba-
lis, muito bons s 9,000 rs.; e outras mui-
tas fazendas baratas que a vista dos com-
pradores se aro os pregos.
Os antipos rseados mons-
tros a 'iKO rs. o covado.
Na loja de f.uimarfies & Henriques, ven-
dem-se os anligos liscados monstros, de 6
palmos de !sriure, e de padrOes novos, a
280 rs. o covado ; riscados california, de co-
res finas e muito encorpadoa, e tambern de
cOres escuras, pelo barato prego de 300 rs.
o covado.
Fazendss baratas.
No armazem de fazendas, de Raymundc
Carlos l-eile, na ra doQueimado, n. 97, ha
um bello sorlitnenlo de fazendas de todas
as qualidaJes, por os pregos mais commo-
Jos que se teem vendido, a saber: pegas de
madapolflo da India, com 24 jardas, muito
lino, a 3,200 rs.; dito muito fino e encorpa-
do, com 4 palmos e meio de Isrgura, muilo
proprio para camisas de escravos por ser de
muita duraco, a 3,600 rs. ; alpaca de cor-
dSo, de lindos gostos, e de diversas cores,
proprio para palitos, casacas e caigas, a 800
rs. o covado; dita preta muito fina, a 800
rs.; ptimo riscado francez de varias cOres,
a 280 rs. o covml<.; curtes de brim pardo
para calcas, a 1,400 rs.; ditos de quadros
miudos, muilo bonitos, a 1,000 rs.; lisca-
do monstro, 210 rs. o covado ; cortes de chi-
ta chinezs, gosto escolhido, a 3,500 rs. ;
atualhada entrangadocom 7 palmos e meio
de largurs, a 800 rs. a vara.
if^fffffttfffffftffffl
11,-poitoila fabrica dej
* Todos os Santos, na *
completos de todos os ferros para
cirui gia, obra muito fina, por pre-
co commodo : na ra da Cruz, no
Kecife, n. 43. loJa de Joaquim
Antonio Carneiro de fcouza Aze-
vedo.
Bichas de Hamburgo.
Vendem-se as verdadeiras bi-
chas de Hamburgo, aos centos e a
retalho : tambera se alitgam e vSo-
se applicar a ra da Cruz, no Reeife, n. 43, lo-
ja de Joaquim Antonio Carneiro
de Souza Azevedo.
f ? t *t fff f t f t w f f j
Na loja do sobrado amarello, nos 4
quatro Cantos da ra do Queimado,
" n. 29, vendem-se
Chapeos frsncezss de forma
6,000
5,000
6,000
5,000
moderna
Cttes de caigas de casemira
||a. de padrOes esenros
iv Ditos de dito modernos
Ditos da collete de gorgnrSo
t> de seds bordsdos
f Ditos de seiim de cores bor-
dados
Alpaca mesdada proprias
^. para gndolas e palitos, o
jpi covado
S Merino prelo muito Dno, o co-
vado
Dito verde e cor de caf, pro-
%" prio para vestido de monta-
ta, o covado
J Lencos de aeda de cores para
a>
a>
720
3,900
*,MKI
800
Babia.
^. .,.....
#- Vendc-se, em cass de Domingos Al-*
ves Malhens, na ra da Cruz, n. 59,
primeiro andar, algodfio trancado d*-2
aquella fabrica, muito proprio para *ee-^
Tc"S e roupa de escravos; bem como^
fio proprio para redes de pescare pa-.T>
Svios para velas, por prego commodo.^
ik****
A 1,000 rs. o corte de
Calv8S.
Vendem-se brins troncados de
listras ao lado, dos mais moder-
nos padr5es, tendo tambern cor
de gnnga, a l,ooo ra. o corle de
calcas : na ra do Queimado, n.
8, loja conlronle a botica.
Com 8 palmos de largu-
ra o nevo algodo mons-
tio trancido california.
Na loja confronte ao arco de 8 -Antonio,
n 5, ven le-se o novo algmiBo monstro trau-
Cado. com 8 palmos de largura, pelo barato
preco de 800 rs. a vara.
No armazem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-ae farelo, a
3,ooo rs. a sacca, e farinha de tri-
go franceza da marca Bario, por
preco commodo.
Vendem se rodas de srco de pao para
pipasebarricas ; calxas de pinho vaaias;
piegos ripaes, proprios para pregar barri-
cas ; cal virgem de LisbOa ; fio porrete do
Porto: ludo por preco muito commodo :
na ra da Cruz, no Reeife, n. 49, primeiro
andar.
Vende-se ns* pardo de 18 annos, de
milito bonita figura ; bealfaiale, tem prin-
cipios de bolieiro, e he muito aadio, por
mdico preco : na ra da Cadeia do Keci-
fe. n. 5.
Vendem-se queijos londrinos, presun-
tos inglezes par* fiambre, conserves ingle-
i, ditas Trancezas de sardinhas e hervi-
Ihas, latas com bolachinlia inglezas, caixas
Je maasas linas, aalame, cb prelo, garra-
fas com msiiteiga freses, ameixas, passas
para podins, sapalos de borracha : na ra
Ja Cadera do Kecifr, s. 9.
Navalhas de patente.
Vendem-se navalhas finas de
patente para fazer barba ; estojo
grvala
Cortes de collete de variss fs-
zendas 800 e1,000
E (Ultras muitas fazendas finas, co-
mo sejsm: psnno preto de 3,500 s
11,000 rs. o covado; diloade cores ;
casemirs prets elstica ; setira pre-
to de Maceo ; chsles e mantas de se-
da; cortes de vestidos de seda de co- res e brancos ; esguiSo finissimo ; <<
meias e luvss de seda para senhora : *?
ludo por preco muito commodo.
*" 2
Atoalhado de linho de
California com.fi pal-
mos de lrj^tira.
Na loja de CuimarSes & Henriques, na rus
do Crespo, n. 5, vende-se o novo atoalhado
california de puro linhoe com 6 palmos ds
Isrgura, pelo barato preco de 1,190 rs ; as-
sim cqmo ha de 5 palmos de Isrgura, a 1 000
rs. s vara.
( o n le tos de Clis,
e cont de laclo de ferro, approvado pela
academia de medicina de l'aris, confor-
me o parecer de urna commissBo compos-
ta dos Srs. Iloiiilljud, Fouquier e Bailly.
As preparares ferruginosas se contam
no numero dos medicamentos, cujas pro-
priedadea no ae pdem por em duvida :
com effeito ha poucaa preparacOes medicas
quetenham sido atodadaa com Unto ea-
mero por observadores sabios.
Os mdicos mais acreditados receitaram
estes confeilos com muitas vantagens, de-
poisde terem anslysado sua composico.
O benvolo acoltii.nento que esta prepa-
rado obleve da eseola de medicina de Pa-
rs nos dispenss de fazer seu elogio.
E> tes confeilos alo empregados com gran-
de successo ns clorosis ou paludas cores,
as inDemmscOes ehroniess do estomago
e dos intestinos, ns falta de appelte, as
amenorrhess, ou suppresSo de menstrua,
as enfermidades escrophulosas, e inconli
nencias das urinas, provenientes da debili-
tado da bexiga : ua leucorrhea ou flores
abrncas, opilaefio, abalimenlo de torcas,
noescrobuto, em lodos os casos de enfra-
qoccimenlo do organismo, ns snimya, vul-
Ko Irialdade, na hydropesia, consequencia
deslas molesliaa, emllni em lodos os casos
em que ba alteracto na composico do
sangue.
A respeito da dse que se Jeve tomar,
bastam tres confeilos pels msnlifla, e ou-
iros tres de tarde, e o mais distante possi-
vel das horas da comida, augmentando pro-
gressivamente at G de amanba e 6 de
tarde.
Relativamente sos meninos, ss dosrs vs-
riam conforme a dad; mas tomando o
termo medio, se darBo de 6 a 8 todos os
dias, ns idade de 6 a 19 annos, e 4 sos mais
jovens.
Km as princi.iaes cidades da Europa se
achsm os depsitos dos ditos confeilos, em
l'ernainbuco na botica do Sr. I'aranhos, ns
rus eslreita do Rozario, n. 10, e no arma-
zem de drogas e tintas da tus da Cruz, no
da loja do Sr. Padre Ig-
nacio.
--Vendem-se bocetis com muilo boa
mermelada, em quartas ; caixfles com 4 li-
bras de multo bom doce de arac e goiaba :
na ra Nova, n 3, taberna.
Vende-se urna balance anda nova,
muito em conta : na ra da Cadeia, n. 9.
.nhruiA onnfronte ao ilieatro de S.-Fran-
cisco .'
VenJe-se bsrato
Para se acabar
Sapalos Jo Aracaty
A oil ceios res o par.
Na ra da Cruz, n. 3d, confronte i ra da
ugoli e esquina do becco do Porto, ven-
dem-se superiores sapalos do Aracaty, pelo
liminulo preco de 800 rr. o par; cliaicos
lopallra ; esleirs ; courinltos de cabra e
Kola 1 lodo por menos prego do que em ou-
tra qualquer paite.
Aos fabrica ni es de velas.
Na ra dos Tanoeiros, armazem 5, ven-
de-ae muito superior cera de carnauba, por
menos preco da que ai outra qualquer
berta.
Cera de earnanbi.
Vende-se cera de carnauba muilo supe-
rior, s relalbo e em pbrcSo :.ns rus ds Cru,
n 36, confronte a Lingoeta, esquina do bec-
co do Porto,
- Na ra do Sebo, n. 39, vende-se urna
pela Je nafilo, de 30 annos, que faz lodo O
ser vico te orna casa, por proco commodo.
Cartas para enterro de anjos,
muito bem feilsi e de differeotes cOres da
papel: no pateo do Collegio, a. 6, loja de
livrosdoDourado.
-Vende-se um bonitocivalio que carre-
ja baixo a meio : oa ra da Aurora, n. 44.
Cartas fnebres,
multo bem feitas e em bom papel, por pre-
co commodo: no pateo do Collegio, n. 6,
loja de livros do Dourado.
Procuracoes e apudactas selladas,
em bom papel: no pateo do Collegio, n. loja de livros do Dourado. _
Vende-se tira sitio muito grande, com
cass de talpa muilo boa para familia, na
povoacSodo Monteiro, entrando no becco
do Quiabo al a ladeirs do Mudo, contendo
inmensidades de fruleiras, como sejam :
as mimosas larangeiras, jambeiros, goiaboi-
ras, jaqueraa, dendezeiros( cajueiros, co-
quelros, cafezeiros, oittcoro e outras mui-
tas fruetss que pelas suas variedades e bom
gosto tornam-se muito recommenJaveis,
duas excelleutes baixas para capim de plan-
ta, podando sustentar dous cvsllos an-
nuamente, urna estribara soffrivel junto
a dita casa, terreno e pasto delicado para 3
vaccas, em Gm he um^sitio proprio para
quem quer se dedicare agricultura, porque,
alm de tirar bom lucro, goza do saudavel
are alegres gorgeios dos mimosos psssari-
nhos : vende-se pelos dooos nSo podereni
vmif Cun elle, c por s.o -z-s
traosaccSo: os pretendeoles dirijam-ae i
ra da ConcelcRoda Vista, n. 9.
Na ra da Cadeia do Reeife, 0. 10, ven-
de-se urna" commoda bsmburgneza, muilo
em conta.
Calcados.
Na pra;a da independencia, loja do ren-
les, vendem-se espatos de couro de lustro,
a 3, 5 e 7,000 rs.; ditos de bezerro. a 3, 4, 5
e 7,000 rs.; borzeguins de dnraqoe com
pona de lualro, a 4,000 rs. ; dilos ds ca-
murca, a 5,060 rs. ; sapatos do Aracaly, a
800 e 1,000 ra. ; ditos de orelbss, s 1,980
rs.; borzeguins para senhora, a 9,000 rs. ;
ditos pretos e de cores, a 4, 5,000 rs ; sa-
patos de cordovSo, a 640 rs. ; ditos de du-
raque, s 1,000 rs.;.ditos de cordovSo, a
1,280 rs. ; ditos de lustro, a 4,980 e 9,000
rs. ; sapatos de tapete para homem e se-
nhora ; chapeos deso, Je panno,.pera ho-
mem ; dilos de massa ; lencos de seda pa-
ra gravata ; luvas de pellica para liomem a
sennora ; pelle de lustro francez e ham-
burgus ; inarroqnim Jo cores, por preto
commodo.
Vende-se una percSo de saceos de es-
topa vasios. que foram de caf e tai inha : na
ra de Hurlas, n- 59, taberna com a frenie.
amarella.
Escravos Futidos.
**.*<^*- ^mm
Fugio.no da 4 do crranle, a prela
velha de nome Mariana ; tem urna queima-
dura em um dos biscos, ollios grandes, cor
fula ; levou vestido de chita roza, saia Je
lila prela por cima, panno da'Costa azul,
com mtames brancos, e lenco azul amar-
rado na eabec i quem a pegar leve-o i
ra da Praia, n. 40, segundo andar, que se-
r recompensado.
lo dia primeiro do corren te,
fugio um preto de naco, de frsa-
la e tantos annos, bem ladino, fal-
la bem lie Imvtante barbado ; tem
urna cicatriz junto ao toroozelo da
perna direita, que talvrz j esteja
em ferida, porque elle goata de
embriagar-ae tem o coslume de
absixsr a cabera quando falla; veio
ba pouco tempo do iiio-dc-Janei-
,io, e por iu.so ignora as ras des-
la cidade ; levou camisa de mada-
polao e caifas de casemira riscada;
furtou urna Irouxa onde leva al-
gumas calcas, algumas colheres
de prata e entre ellas urna grande
para arroz, e outros objectos :
quemo pegar, ou delleder noticia,
dirija-se a ra da"Cadeia do Heci-
fe, u. ai, que aera generoiamen-
te gratificado.
Fugio do engenho Ssnto-Airsrinho,
freguezia da Varzea, no dia 8 Jo correnle,
um mulatinho de urme Liberato/ com os
sicnae's seguintes : representa ler 13 a 14
annoe, caneca grande, feicOes arosseiras,
nsriz chato e feio. olhos grande, bocea
tambern grande, beicos grossos e o de cima
com urna cicatriz, que parece ser de uro
talho, dmtcs largos, dos quaes faltam-llie
na frente dous e tem um partido, no he
n al feito Je corpo, e tem os ps pequeos ;
quem o pegar leve-o ao mencionado enge-
nho, ou ao sitio do Hospicio, ao p Jo
quartel, que ser generosamente recompen-
sado.
Acham-se fgidos, Jo engenho Sanlo-
Atnlr, na freguezia de Una, desde novem-
brodoannopsssado, os escravos crioulos,
de numen : Simplicio, idade 31 annos, alto,
secco, sem barba, beicos um Unto grossos,
bocea grande e feia por ler os cantos cheioa,
denles grandes, gostn de lomar tabaco, a
quanooioma, quasi si.,.,,, Jaiaa auj.s
aa ventas : Antonio, tambe-n carreirn, ida-
de 30 atino, alto, grossura regular, es-
padaudo, pouco barbado, cacunJo, bocea
grande, beicos um tanto grossos, tem fal-
ta de denles na frente, gpsta de fumar es-
chimbo e tomar tabaco, eusa Irazer conlas
(raudas ao pescos'0 : hs noticia queaudam
em um couto, as maltas do engenho Ca-
morim, na freguezia d'Agoa Prta, e dabi
ao engenho Pirangi, que .no dista muilo,
por ter o Antonio, deste engenho urna es-
crava, com quem tem amiside: roga-se as
autoridades policiaes e capitSo de campo,
que os apprebendm, e levem-oa so dito
engenho, que sero recompensados com
100,000 rs.
Fugio, no dia 7 dp correnle, o pre'
Jacinlho. de nQoGabao, ropresenta 40 an-
uos, de altura regular, cor fula, levou su-
bte-casaca Je riscado e chapeo de palha.
quem pegar leve-o i ra Nova, o. 16, le-
ja de ferragens, quesera recompensado.
PlBII.
iMm.H
H. r. Hiau. JIM


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