Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07507


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Full Text
Anno XXVI
Quinta-feira II
rinTiAi nos oounoi,

Golinna e Parahlba, aegundas e sextas felras.
RIo-Grande-dn-Noite, quintas feirai ao melo-
da.
Cabo, SerinhSem, Rio-Formoio, Porto-Cairo
e Macelo, no 1.', a 11, e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 28.
Boa-Vista e Florea, a 13 e 18.
Victoria, a qulntaa felraa.
Ojiada, lodos oa das.
Mlng. a 2, as 3 h. e38 in. da t.
Nova a 9. oa 7 m. da I.
Cre.cal6.aa4b.el2m. da m.
Chela a34, t3h.e4m.da m.
muiia ni ion.
Prime Ir as 6 horas e C minutos da rasnbaa.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da (arde.
de .Julho ce 1880.
N. 183.
B-KIOOS DA IBBBOaiOiO,
Por tres mezea (idiantadoi) 4/000
Portis mezes 8/0OO
Por um anuo 16/000
Diaa da subasta.
8 Seg. S. Procopio. Aud. do I. dos orf. ein I. v
9 Tere. Cyrillo. Aud. do chae, do J.da l.r.
do cir. c do dos feitos da fazenda.
10 Quart. S. Januario. Aud. do J. da 2. v. do clvel.
11 Quiut. S. ablno Aud. do J. dos orf. e do m.
d.l.v.
12 Seit. S. Joo Gualberto. And do J.da l.r.
do eir e do das feitos da fatenda.
13 Sab. S. Anacido.
4 Dom. S. Hoaventura.
CAMBIOS I
11* DI JUIHO
Sobre Londres. 26/, a 27 d. por 1/000 rs. a 60 das.
Pars, 346.
Lisboa, 105 por cento.
Omro.Oncas bespanhoe.......... 29/000 i
Moedas de 6/400 remas.. 16/500
. de 6/400 novas .. 16/100
de 4/000........... 9/100
Prtlt.Patacoes brasilclros...... 1/1)80
Pesos columnarios....... 1/liRO
Ditos meilcanoa.......... 1/820
aavjaassasssssssssssssBaasssssssssMssssiasassr
a 29/50
a 16/700
a 16#200
a 9/2IM)
a 2/O00
a 2/000
a l/84i l
f~ i iai aisssssjs
PAUTE OFFICUl.
(iOVUaNOA PROVINCIA.
EXPED ENTE DO DI A 20 DE'JUNHO:
OOIcio.Ao cnsul da repblica franceza.
--Arengo recehido o nlllcio de V. S rom a
data d U do rorrenle, em que V. 8. 'eipllr
camlooutro anterior,pretende que en decida
se na hypolhese dada do fsllecimenlo da
ranceza Anais Dedier com filiioa menores,
V. S. leve ou nflo ras'fio para por sellos nos
seus movis, em vista do artigo 6 do' trata-
do de 1826, e prslica constante era casos
anlogos quer no Brasil, quer em Franca, e
sobre islo refiro-me ao que foi expendido a
V. S. em offlcio do meu antecessor com a
data de 10 do mez prximo passado, nada
podendo ncrescentar soliicSo ahi dada a
cal* ntCsifi qcS'So oriC prepests pe?
V. S. rm ofQcio do primeiro des.se mez ;
al jorque na data de 13 tendo sido levado
este negocio aoconheciment do governo
imperial, cumpre-me guardar aua de-
cisflo.
Iiiln.Aojuiz relator da joota de justica,
transmttlindo paca depois de visto ser apo-
sentado em sessflo da mesma junta o pro-
cesao do soldado do quarto balalhSo de ar-
tilharia a j Maaoel Goncalves da Silva.
Parlicipou-se ao commandante das armas.
Iiilo.--Ao inspector da pegadona militar.
para mandar recolher thesouraria de fa-
zenda a quanlia de 28,000 ris, em que im-
porten o transporte de dou's Africanos li-
vres odldaes de cavoqueiros, que por or-
dem do Exm. ministro da Justina vieram
para esta provincia, afim de serem empre-
gados nos trabalhos das forlilicacOes da ilha
de Fernando.Scfentificou-se ao inspector
da referida thesouraria.
Dilo.Aosjpmmandanle da ilha de Fer-
nando.Constando do mappn assignado por
Vmc. em 11 de fevereiro ultimo, que para
fornecimento do hospital dessa ilha e disti i
buiefio das re roes de carne verde do da 2
de dezrmbro do anno protimo passado se
mataran urna vca e urna oovilha, recom-
mendu a Vmc., que por ser diminuto o nu-
mero de gado alii exileme, nfioexcedendo
a tresentas e sessenla e qual*) cabreas, se-
gn lo o referido mappa, para tas foroeci'
metilos s se lance nulo dos bois e garrotes,
que menos falta lizerem, poupando-se quan-
to for pussivel o gado de prodcelo.
Portara.I'rorogando novamente a pre-
aenle srssSo da essombli legislativa desta
provincia at o dia 26 de correlo.--Intei-
rou-se ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial.
DEM DO DIA 31.
Offido.--Ao commamlanlu ilss armas in-
leiando-ede terS. ti, o Imperador, segun-
do foi declarado em aviso do ministerio d
guerra do primeiro do corrente, concedido
pessagem ao cabo de esquadra Hermpnegil-
ste Jos da Silva e aa soldado JoSo Ferreira,
ambos da rotnpaahia fixa de cavallaria des-
ta provincia pare a da Babia.
Dito.Ao nirsino scientiflcando-o de ter
sido, segundo constou de aviso do ministe-
rio da guerra do piimeiro do corrente, pro-
rogad* por mais tres inczescom sold sim-
ples a I cenca do cepilSo do segundo bata-
IbSuLte ariilhana a p addido ao primeiro
da mama Antonio Alves Carqueija.Intel-
ligenciou-se ao inspector da pagadoria mi-
litar.
corrente fra creada urna agencia de cr-
relo em cada urna das villas do Ex. Ouricu-
ry o Carusr, e foram nomeadns Manoel de
Carvalho Furtado, Jos Francisco da Silva
Ciquir, Jaaquim da Cunha Freir Pedrosa e
Jos l'ereira da Costa Miranda, para os lu-
gares de agentes, o primeiro, na villa de
Garanhuns. por se ter ausentado Miguel Pri-
mo Villar do O', o segundo, nadeCaruar,
o tercelr nade OuricOry, e o quarto na do
Ex, vencendo cada um delles cincoenta
por cenlo do rendimento total das respecti-
vas agencias.Fizeram-se as convenientes
commuiiicujies.
Dito --Ao commandante superior da guar-
da nacional do municipio de Sanlo-AntSo,
dizendo, que he fra de duvidt.que pela dls-
posic,9o do aitigo 18da le de 18 de agosto de
1831, deveo guarda Fortunato da Silva [ta-
bello Caneca peitencer a lista da reserva da
guarda nacional sb seu commando supe-
rior, vistoBiUr prsvido pe! deelsrsjSc do
coronel chefe da segunda legiSo da mesma
guarda nacional, que o referido guarda
acha-se matriculado na aula publica de la*
tim daquelle municipio.
BISI'ADU DE PERNAMBOCO.
O. Joto 4a Puricai-So Marqut Perdioo>
conego regranlc di Sanio Agotlinho. pela
rafa de Dtoi e da Sania S Apostlica, bii-
po de l'ernambuco, da concelho di S. Id. .
iC.
A lodo o clero deste bispado sad e paz
em o Senhor.
- Por suprema resolueSo de Stra Msgestade
Imperial de 4 de junho de 1820, foi serv lo
o mesmo augusto Senhor conflrmar o alva-i
lo aos concuraos e propostas dos beneficio
vagos; e como presentemente estojan vagas
a cadeira da digoidade de rcediago, e a ca-
deira do personado intitulado doutoral por
l'allecimenlo de seus'reverendos propriela-
rios : pomoa a concurso pelo presente edi-
lal arreferidas cadeiras, suas resultas, e as
resullas das resultas. Todos os reverendos
ecclesisaticos, que quizerem concorrer, a-
preseutem-se dentro do prazo de trinla das
contados da Oxacio do prsenle edilal, com
Passou do 8r. deaembargador Luna Freir ao
Sr. desembargados Telle a segulnte appella-
(io em que aao :
Apellante, o juii de dircito presidente do ju-
ry ; appellados, maoel Ventura e outros.
DianisDicOis.
Ao Sr. descmbsrgador Villares a denuncia
de Jos Antonio Perelra Pacheco contra o juiz
de direlto da cidada da Fortaleza.
Ao Sr. desembargador I.cao o seguinle ag-
gravo em que sao:
Appellante, Fox Brolhers ; sggravada, D. Fran-
cisca TbotnAzia da Concelcao Cunba.
Rio forain julgados os feitos com da assig-
nado pela falta dos senhores desembargado-
res cima declarados.
Levanlou-se a sessao a una hora 0a tarde.
EXTERIOH.
ito. Ao inspector da tnesouraria da fa-
lla, remetiendo copia do decreto deis
maic ultimo pelo qnal s. M. o Imperador
!iouve por liem demitlir a Francisco de Sal-
es Alliuquerqup, do lugar de segundo es-
criptiirarioda alfandega desta provincia.
Dito.Ap inspector do arsenal de man-
tilla, nteiranJo-o de ter o Exm. ministro
da marinha declaredoem aviso do primeiro
do corrente, que na mesma data se expe-
dir ordem ao inspector do arsenal de ma-
rinha da corte, alfas de Bornear para aarvlr
com o vencimenlo mensal de 130,000 ris,
ni barca de escavaQSo construida no arse-
nal, s cargo de Srac, .o machinista Jobn
Chance, que devere quanto antes vir psra
esta provincia.Communicou-se ao cotila-'
dqr de marioha.
Dito.Ao mesmo, Iransmittindo copia do
aviso do ministerio da marinha, datado de 5
do corrente; no qual se ordena que as
obras da casa do risco e velaa daquelle arse-
nal, e do novo arsenal de cooslrueefio, au-
lorisadas pela presidencia, e Mandadas pa-
rausar por avisos do .mesmo ministerio de
31 de rnaio ultimo, poden ter andamento
dominando das armas.
^
Ihn nrniimn e..t....
uu pnu.c:ro c; ~:r!'_'
ilisnte, com tanto que nao se execeda por
ir.odo algum a quanlia que for designada
para verbaobrasna distiibui(So da
suinma consignada para W despeas da re-
paiticSo de marinha desta provincia eui
exercicio da I8S0 a 1851.
Hito.Ao director do arsenal da guerra,
co Jimunicsndo que, segn.lo foi declarado
cin viso da guerra do primeiro do corre-
le, S. M. o Imperador bouvera por bem ap-
provar a uomeacAo de Joaquina Cedro liar-
reto de Mello llego para exareer o lugar de
eecrurfio ds otticiitas daquelle arsenal com
a gratilioaeao de quasesiU mil lia mensaes
lnleirtgeiiciou-se ao iajtpeolor da.bagadu-
ris militar.
Dito.Ao mesmo, psra mandar apromp-
tsrToui brevidade naquelle arsenal alim de
serem aviadas so Exm. presidetiie da Pa-
r|nba, que as requisita, vinta cananas de
cuuio Uranco com ganefaos para avapander
clavinoles e pistollas.
Dilo --Ao adaiinistrador do correio, eom-
munirando que segundo constou de aviaos
do ministerio do Imperio datados de 8 do
Quarttl gmirai na ciilade do Recife, l de
jWAo de 1830,
ORDEM DO DIA N. 52.
Na forma prescripta no artigo 77 do re-
giilamentn, que baiiou com o decreto de
17 de fnvereiro de 18W, manda o Sr. mare-
clial de campo graduado Antonio. Correa
Sera, commandante das armas desta pro-
vincia, que o Sr. segundo crurgio do cor-
podesade do exercilo, Pedro Carlos da
Costa Cabrsl. passe a fsxer o servico nn hos-
pital reglmenul desta eidade actualmente
a cargo do quinto batalhflo de eacadores.
l-'raneiiea Carloi Bueno Desckamps,
ospilfio ajudante de ordena.
a GENERAL LOPES COMMANDANTE EM
CiiErE >,\ tXi i.iiii.au LiiiETDGA
DE CUBA.
O general Lopes nflo he castelhann, se-
nSo crioulo ; pois nasceu na America Meri-
dional. Na guerra civil que devaslou as pro-
vincias hespanholas desta parte do novo
continente, elle, tendo apenas 15 annos de
idsde, foi obrigado a pegar em armas e ad-
quiri urna alta repulacAo como roldado.
Depois relirou-se para Cuba, onde casou-se,
vindo ests ilha a sor sua patria por adopcao
Como senador do ieno, elle estudou de per-
to a poltica colonial da Hespanha. A re-
pulseo dos deputadoscubsnos nspiron-lhe
a resolueSo de ser o libertador de Cuba e d
consagrar a sua vida a este objecto. Elle re-
correu a varios expedientes para se fazer coi
uhecido e g- vo do campo s fin de poder prepsra-lo paral
um levantamentoem favor da independen-
cia. U n desses expedientes, foi exercer a
medicina, distribuindo remedios gratuita-
mente.
(Hirali.)
Conjecluras obre a expedido cubana.
A popularidade do general Lopes entre as
tropas hespanholas he grande, e cr-se que
ella causara, alguma defecefio entre asmes-
nias. Urna outra causa de defeccSo entre
seus rcijuerinienluj instruidos das habilita- os realistas ser a j proclamada inten(Bo da
(Oes exigidas pelo referido airar, e mais "
documentos que lbe flzerem a bem, prece-
den lo tanibem as nossas informaces psr-
tcular.'S de vita el mqribus ; e feto o con-
curso pioporemos a Sua MagesUJe o Impe-
rador tres dus mais benemritos e dignos,
conformo os sagrados Canonu i Cono. Trid.
Dado em Olio ia, sob o noaso sigusl e sel-
lo, aos lOde julboda 1850 Eeu, o padre
cuquim da Aisampcio, escrivio da Cmara
episcopal o subscrevi.
Joto, bispo dicessno.
Eslava o sello das armas episcopaes.
TRIBUNAL DA KLAg/U'.
SESSO DE 0 DE JLHO DE 1850.
raasmsKcii do ix. SiNaoa co-
SKLaiiao azavaoo.
A'a horas do costume, achando-ae presen-
tes os Srs. desembargadores Villares, Lelo,
Souza, Rrbello, Luna Freir, e Telles, faltando
eoaa oausa os Sra. desembargadores Ponce, Ra-
mos, e Baatos, o Sr. presidente declara abena
a sessao.
JCLOiMSHTOI.
Alirtvo..
Aggravante, Henrtqae Gibson a igra rada, D.
Francisca Thousaxia da Concrl(iu Cunba.
Deraia provimeoto ao aggravo.
Aggravante, Jos Pedro Velloso da Silreira;
aggrarado, Antonio Jos Pirca. Deraui pro-
rimenlo ao aggravo.
Appellante, Jos Paulino de Messias; anpclla
do, o Juizo. Julgaram improcedente a ap-
petlaeAo.
BILIGINCtl.
Apfeilac&o elvl.
Appellante, Manoel da SilraLopes ; appellados,
o curador beranca jaecute de Fre Caetauo
de Santa Engracia Munlz e outros. Maada-
ram com vista ao curador da heranca, ao cu-
rador geral e ao Sr. desembargador procu-
rador da oora.
axaioitscOaa.
Appellante, 0 Julio ; appellados, Joo Chrlsos-
totuo de Otlrelra. sera urulher e outro.
Appellaale, Manoel Perelra Munlz; appellado,
Fre caetaao de Saala Engracia atuniz cita-
do na peseoa de aeu prelado.
Appellantea, a julzoe Manoel Joaquim Soares;
appellado, Latbaut Si Uibert.
airiseas.
Passou do Sr. desembargador Rebello ao Sr.
desembargador Luna Freir a segulnte appel-
lafio em que sao:
Appellante, Manoel Jos Pereira de Mello ; ap-
pellades, Jaaa de Barros Brandao e odUos.
Hespanha de remover de Cuba todos os ofli
ciaes milares U eslahelecidos por temer
que sympatisarSocom o povo.
As probabilidades de successo e derrota
lem sido cuidadosamente pesidas
Se os patriotas conseguirem desembar-
car, no lia duvida de que trjumpharfio.
O general Lopes e seu esiado-mafor sa-
hiram de New-()rleans a 8 do corrente
#maio. )
'Suas operaces fram 19o bem dirigidas,
que o cnsul hespanhol nsquella prarja, nao
obstante ter muilos espides, no soube da]
partida do mesmo, seniln no dia 10. Toda-
va o dito cnsul tem desenvolvido orna ac-
lividade superior a todo o elogio.
O numero dos individuos quecompem
expedidlo, anda por4,000, sendos maioi
parte delles soldados da guerra mexicana ;
porm alm desses ha mais 6,000 j engaja-
dos, os quaes partirlo para Cuba debsi-
xo do commando de umdistincto general
americano, logo sjuaos primeiros. liverem
efTecluado o se desembarque naquella
ilha.
O general Lopes fez ums proclamarlo aos
soldados hespanhes e militas mil copias
della com urna bella gravura do sello de es-
lado de Cuba livre fram impressas para se-
rem distribuidas entre os meamos por es-
pides, logo que os patrilas liverem desem-
barcado na ilha, e cr-se geralraenle que
ella produzir um grande movioaento em
seu favor.
( New York Sun )
Proclamacao do fentral lopit aos iiut com-
panktiroi di txpedlcio.
Soldados do exercito libertador de Cuba,
a nobre missfio de que nos adiamos encar-
regados he tal que bastara por si s para
con verter em hroes a todos aquelles que
tem lugar em nossas fileiras, anda quando
n3o fosseis j os houens do campo de Palo-
Alto e r.hurubosco, oqosirm9ose dignes
psres dos bomens dessas immortaes vic-
torias.
CidadSos da grande repblica, vos Idea
dar a Cuba a liberdade, pela qual o vosso
exemplo a lem eosinado a suspirar'; vos ides
arrancir dos bellos membros da ranina Jas
Antilhas os grilhOes que, ha tanta lempo, a
legradam, trazendo-a sujeita a urna lyran-
uia estrangeira, o que he um ullrage ao s-
culo em que vivemos ; vos ides fazer por
rossos irmSos cubanos o que L.jchu,
um Steuben, um Kosciusco e um l'ulashi
flzeram por vos ; vos i Jesajuntar mais urna
estrella gloiiuss a bsndeira que j trmula
com adiniraco de todo o mundo sobre a
trra dos.livres e a casa dos bravos.
O povo de Cuba no precisara que a pri-
molra guarda de honrada banJeira desua
nascente independencia fosse toda compos-
ta de seus futuros concidadSos dos Estados-
Unidos, seno fosseiu as circumstancias pe-
culiares que lem permillido ale hoje aos
seus lyrannos o conservaran garras adun-
cas sobre a gargauta de aua prualrada vic-
tima.
Desarmados e incapazea porconseguinte
de levar a eiTeilo um plano de iosurreicfio,
meacaJos linaliiKuie pelos Hespanhes de
veiem convertida em peiqr astado que a de
s.-Domingos a mais rica a mais amaveldas
Itiss que ha debsiso do sol, v*****1* irmUia
cubanus.tem sido obrigadusa esperar e sus-
pirar pela ora em que um primeiro ncleo
para aua levolucSo Ihesfosse fornecidopor
utos reuulSo de amigos cheios do valor o de
sympathia para com elles, bem como esta
que tenho a honra, a maior de minhavida.
de conduzir a tilo brilhante empress. A
bandeira em que vedes o tricolor da liber-
dade, o triangulo da frca e da ordem, a es-
trella do futuro estajo e as insignias dos
tres departamentos de Cuba, outr'ora agi-
tada pelo vento em suaspraias, ser guar-
dada por urna legiSo escolhida, amplamen-
te poderosa para tratar moda do Buena-
Vista qualquer frca que o detestado go-
verno hespanhol em Cuba puder fazer obrar
contra nos.
O patritico povo de Cuba se reunir com
legria e enthusiasmo para defender esta
bandeira, e almdiso atrs de vos flcam
ainda milheres de bravos aociosos por lo-
mar parte nesta gloriosa empresa, debaixo
do commando de um dos mais eminentes
chefes das incomparaves campaniles me-
xicanas, e que creamente seguirSo as nos-
sas pegada*, menos que os antecipnmna.
consummando nossa esplendida tarfa an-
tes que tenham tempode partir.
Soldados da expedic;3o libertadora de
Cuba, quando chegarmos, noaso primeiro
acto ser o estabelecimento de urna consti-
tuicHo provisoria, fundada nos principios
americanos, c adaptada s emergencias da
oecasiao.
Essa constituiQSo, vos juiaris com vos-
sos irmSos de Cuba sustenta-la em seus
principios, tanto como no campo da bat.i-
Iha. Vos fostes todos escolhidos por vossos
odlciaes como hoaiens individualmente dig-
nos de tilo honrosa empreza.
Confio implcitamente que daris a Cuba
eao mundo um exemplo assignalado de to-
das as virtudes, sssim como do valor dos
cidadSos sol lados americanos. Confio que
por vossa disciplina, boa ordem, modera-
cSo na victoria e sagrado respeito a todos
os direilos particulares envergonhareis e
confundiris as eslumnias insultuosas de
vossos inimigos.
Finalmente, quando cliegar a hora de re-
pousar sobre os louros que nSo deixareis de
alcancar, confio que todos vos estabelece-
reis no bello solo da ilba que ides libertar,
e que l gozareis da gmli-iflo que Cuba n,1o
leixara generosamente de mostrar aque-
les, a quem derer a sagrada e luimeusa di-
vida de sus liberdade.
Assiguado;,
Naseiio topes
Proclama-rao do general hpet aot toldado
hespanhes em Cuba.
Soldados do exercito hespanhol, convida-
do pelos habitantes desta ilha para cello-
car- me frente de um grande movimento
iiopulir, o qual tem por seu nico objecto
politico a liberdade e independencia, e sus-
tentado nesta justa causa pelo poder de um
povo grande e generoso, venho agora a es-
tas plagas frente de tropis ag-terridas de-
terminadoa consummar 13o gloriosa em
presa.
Soldados, sei que soffreis tanto o despo-
tismo como a duresa de vossos chefea j sei
que arrancados de vossos lares e dos bra-
cos de vossos pais, irmSos e de ludo o que
vos he mais charo pela barbara Id da cons-
cripejio, leudes sido encerrados neste paiz
onde em vez de um brando tratamento, u
qual sempre aliviara a vossa miseria, sois
tratados como animaes e no meio da mais
profunda paz aois sojeilos a todas as fadi-
gas e rigores da guerra.
Soldados, vos fostes outr'ora meus cotn-
panheiios de armas, vos me conheceis e eu
lambem vos conheco. Em cem batalhas
combat ao vosso lado, ou vossa frente.
Sei que sois bravos, o que merecis reco-
brar a iiignidade de homens, por isso ahro-
vos as li le ras do meu exercito e convido-vos
a vir oceupar um lugar entre os campees
Ja liberdade.
Obrando assim, podereis ter descanso e
um bom premio depois ds lula acabada,
que na levar muito lempo, ou entfio po-
dereis voliar livremente para os vossos ta-
res, onde vos chama a voz da afleiclo fa-
miliar.
Soldados, lendes que escolher entre a li-
bordado e a continuacSo de vossa ignomi-
niosa servidflo, e nSo duvidando quo harci-
de preferir a primeira segunda, recom-
mendo-vos que nao embainheis as espada
em qusnto nao tiverdes assegurado a liber-
dade de lodo o paiz. Se lal fr a vossa con
duela, penllorareis em extremo aquelle que
ja foi vosso general, e que he hoje o com-
mandante em chefe do exercito libertador
de Cuba.
(Assignado),
Narciso Lopei.
( Times )
INTERIOR.
A GUERRA AOS PAROCHOS.
A verdad* que tu digo nna pura
FsTies (oda arsndiJooN* ucripiura.
( Caiiies).
Nada mais triste, nem que falle mais al-
to contra a immoralidaiie dos presente
lempos, do que a guerra que por ahi se v
conira os parochos em geral. Nada*mais cu-
mesinlio do que a celeuma, o frenesim de
muilos contra os seus pastores; celouma e
frenesim tanto mais digno de censura ,
quanto se funda ella em cousa nenhuma,
muilas vezes em querer um fregus erigir-
se em autoridaiie sobre seu sigariu, ou pre-
tender delle eonceasoea que nfio as pode
elle fazer aem grave prejuizo de ana auto-
ridade e legtimos dtreitos. Quasi gerai-
mente se observa, que raro he o pgrochiano
4)ue nio tem alguma pecha que attribuir ao
seu pastor, que raro he aquelle que se n!to
aeha com direilos de criticar e tancar
peior parte suas menores scedes, que so
nflo arvora em juiz feroz de seus mais in-
significantes actos. Em todas asfreguezias,
embora o vgsrio seja o maiszeloso, em hu-
ra se desvelo por suas ovelhas, embora pas-
se seus das em servido, corren lo sempre a
desvia-las dos carreiros tortuosos da em-
tmranhada oresla, tw.-se-ha smpre na
bocea de muilos parochianos, pouco justos
por sem duvids, pouco rasaveis, osepilhe-
tos de nmbicittto, intereseiro e tem cnda-
le contra o parocho ; quando nisto pa-
ram ; e nfio se atiram a outras aecusaces
malvolas e perversas.
De onde porm procede esta rava que se
manifesta contra os parochos em geral ?
De onde ven esta especie de opposicilo quo.
se deseobro nos freguezes contra seus vga-
rios Pola vontade do povo de urna fregue-
zia, o vigario deve ser um homem que nSn
coma, nem descance, sempre prompto ao
seu servico ; deve ser um homem quo veja
o escndalo pratctdo no templo, o secular
intromettido as cousas ecclesiasticas, a re-
laxacSo manifesla a todas as vistas, e veja
calado, e nem urna palavra diga ; quo nada
exija dos seus direilos, que nSo pec;a o qu*
porlei se Ihe deve; que baptizo, que cele-
bre a .nissa, que desobrigue, quo enlerre, e
rolle para casa muilas vcz*s a nflo encon-
trar o pSo, antes, dj que perceber a es;ior-
tula do baptizado, a esmola da misse, o
fructo da desobriga, e aquota do enterra-
menlo ; emlm, que morra de fome, mas
sem boquojar, que tudo veja, mas sempro
nsonho, e que faca causa commum com o
escndalo ea malvadeza, e oque he in la
mais melindroso, prestes influencia que li-
vor no terrivel vaivem das caballas, e tran-
scces eleitoraes. Logo que o vigario nflo
he assim, guerra contra o vigario, nadise
poupe para deprimi-lo, e nSo se Tuja mes-
mo de apunhalar falsariamente a sua honra,
vida e costumes.
He este o espectculo que se dirisa a ca-
ja passo. Trisle he a condic^o do parodio
em temtos 19o crticos e malvolos como
estes Em oulros lempo, inda q'iando o
parocho nOo era perfeito, o que muitas ve-
zes accontece. inda quando houvesse defei-
tos dignos de censura, ninguem se atre-
va a faz-la, nem apparecia quem se erigis-
se cm pregador de cruzadas contra os pas-
tores ; sentia-se o mal, porm todos procu-
ravamencobrr a falta doseu vga'io. Ho-
je assim n3o acontece; nfio s ditem a-
quillo em que por ventura errou o parodio,
como al inventam ; nfio s se oceupam
delle em suas conversis, como al ou-
'am levar seu nome s columnas da puhli-
cidade, e ao pelourinho da imprensa. Seme-
Ihante proced ment he intoleravcl, e dig-
no de ser olhado com rencor pelas pessoas
justas c serias.
Um paiochiano na morte desta ou da-
quella pessoa de sua familia, aprsenla um
enterro com decencia, e s vezes at luxo :
chega porm para o seu vigario, e ahi com
um rosto triste, vem depr os provaras de
pobreza que o prnhibem de silisfizer aos di-
reilos parochiaes ; allega necessilades e
criticas circumstancias, para que o parodio
nada perceba. Bem ; a ser isto verdade, de-
ve o jarocho nada receber ; maseslesalu'
inteiramente o contrario, sabe que psra tu-
do houveram meios, serve ao altar; e delle
devevirer. O que faz porm o tal freguez
que quiz engaar a seu parocho ? saln llal-
li logo contando urna compri la historia de
falta de caridade e ambiefio da parte do pa-
rocho, se constitue seu Inimigo, e princi-
pia a depr delle. llavera rasflo da parle
deste que assim obra ? K nflo ser isto o
que todos os dias se venas freguezias? De-
ve o vigario perdeTseus direilos de estola,
quando a ovelha nfio sent fri, nfio perdeu
a 19 na tempestado das desgranas e infelici-
dades da vida e do mundo ?
Um outro, tendo lalvez menos em que
oceupar-ae, se lembra de querer saber
quantas tences do missas tem o vigario,
se elle as pode celebrar todas, ou so omitte
algumas. Pesquiza. grita contra o procodi-
mento do vigario, influe para que delle se
falle nos jornaes, cobre-o de injuria**, e no
seu furor chega al a contar as missai re-
cebidas, e quantas poderia o vigario ter di-
to ; emliui, na falla de outra oceupaefio ,
quer ser juiz da conscieocia doseu parocho.
Dovera este dar salisfaces de lal censura
bilitada para isto, lem poder para tomar-
Ihe contas ? Parece que nfio. Pois bem,
quan !o o vigario nflo so quer sujeiUr s esta
dependencia de salisfaces, nflo ha insulto
: fes e!s dirij;, n2c hi r;sbr:r.~a ds
coraijSo malvolo que nflo seja posta em
execuefio conira elle.
Vai o parocho fazer um baptizado, ap-
parece logo quem queira saber a rasfio por
que o faz da estola e nfio de capa de asper-
ges ; tem de acompanhar um corpo sepul-
tura, grta-se logo porque veio a taes huras
e nfio eaa outras ; percebe os seus direilos
de urna fesia ou procissfio, nfio (alta logo
quem diga que o nfio devia fazer, porque a
festa ou procisso era feila custa das es-
molas dos deis; recusa enterrar ao blasfe-
mo impenitente, ou ao suicida em sagrado,
ha logo quem advogue r causa deslos con-
tra o vigario, que fez muito mal em nflo en
lerra-los em sagrado, que assim desfeiteou
a familia do morlo, e que nflo o fez de pro-
posito, pois que nada Ihe custava a assim
nfio obrar; o parocho prohibe que alguns
vsdics se fcam esmo!er em sua fregu-
zia, e desta msueira lirem do povo asmlas
que sflo smeote suas, e que em nada rever-
ter a favor da igreja; ai I o vigario he
mo, prohibe o costumes da religiio e o


culto dos Santos, dizem logo. E hirerSo
razRoosquaassImseporlaro ? bevero os
perorhos delxar de obrar o que da jtislic
entenJerem, somante por agradar sos d.
sua parochia, ou pira ejecutar as ordena-
res ds le, da religtSo, oda reja ? Entre
tmtosesefrapesquizsr o vida daquelles
que se occupam das accOes do sou parodio,
ver-sa-ha que se acha ella minchada dr
todoos primes inda os mals felos e he lion-
ao'. Pela maior parte, eata gente, he sem-
pre aquella que fol reorehendida em suas
perversidades pe>o seu pastor.
Ha urna maneira de olhar oa vicarios entre
nos, que uiuilo cootribue para faier nascrr a
ralva que se manifeata no geral conlra elle
Julgam iodos ou quaai todo* quep aer vigario
e o enriquecer logo que o ser vigario e o has
ar urna, vida de regaloa. he una e a mes.ua
cousa. Desla idela nasce a inveja; desta ideia
nasce a pouca vooude de ae pagar os dlrdtos
Inda que Ihepcrlencam, anin homem rico, e
a quem nada falla. Mas, aera lsto assim, serao
em verdade os vigario., a pelo simples faclu
de o seren, rico t abastado* ? He esu urna
pcigunta.queseui muila dilliculdade pode sei
respondida. E para isto basla um pouco de at-
teneao para o quadro de todos os viga ios da
dlocese. Desle bein poneos sao que nao ne.
crssitam das ordena para vlver. Esta ideia de
riqueza presumala nos parochos deve ser des-
truida eilirpada.
Nao ae colija, porm, do que dea dito, que
he noasa inlenco apreseniar todos oa parochos
revestidos de urna pureza Ul que nao mere-
cain critica ou censura: nao. Sao homens, e
como laes sujeltos ao erro, e fragllidadc. O
que porin queremos he, que os paroebianos
olheinao seu pastor, como o pai espiritual que
corre a soccorrer as necessidades d'alma : que
se envergonhent deata opnnsicao e raiva que
Ihes dedicam, e que sejam antes os priineiros
a cialu-los, do que a deprimi-los. Quando se
ve ii'um jornal publico una correspondencia
contra este ou aquelle parodio, lodo o discre-
diio que ae quer alirar sobre o pastor, reverle
em desproveito daquelle que sem allender pa-
ra a poslco sua, e a d'aquclle de quem Talla,
desceu a arena do jornalismo para eniovalha-
lo e deaacredita-lo.
[Notieiador Catkotico.)
PE.-.NAMBCU
THESOURARIA DA FAZENDA PROVINCIAL.
Ikmonttraco do mldj existenlt na caix i
do deposito em 28 de junlio de 1850.
Saldo em lettras em
31 de nidio p. p.. .151:801/531
Receita no correle
, m........ / 151:8011531
Iiespeza no correte
mez....... a
Saldo. 151:801/534
Em letras a vencer-
se em 1850a 1851 133:480/866
I ni letras a vencer-
se em 1851 a 1852 18:320/668 151:801/534
O Ihesoureiro,
Tliomaa Jote da Silva Guimio Jnior.
O escrivSo da receita,
Anono Cardoso di Queirot Fonteeii Jnior
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pessoa dore! da Prutala, da qual ja honlem lo
teiramoa o publico, adiamos mals as gualas
que nos trouxe a bonita ai segulnies nolicias :
J'ortugal t Hapanha.
A posifo do actual gabinete se lem tornado
linajinente to embaia^oaa que parece ser enp
diegado a um poni de crise. O numero do
deputados adherentcs do conde de Thomar
tain decrescldo tanto que fbl com bailante dif-
ficuldade que este pode conseguir que un 30
ou 40 assi.tissein ltimamente a urna de sua
reunloes polticas, convocada paraoflindesr
1:01 Ttarem medidas para oencerramento da
sessaodas curtes. O conde ficou 13o desanima-
do em consequencia deste abandono e do aviso
que teve da que as cnmmissdes de guerra e fa-
zenda dariam seus pareceres conlra as propos-
tas do governo, que chegou a declarar na reu-
nio que o gabinete Caria com que a quesillo
fosae posta votaban, e que se retirarla em mas
i.i, se o voto da cmara Ihe fosse contrario ;
entretanto, posto que a retirada do conde seja
tao necessarla aos interesses do partido carlis-
ta como nacao eio geral, todava cr-se que *
niaiori.1 da cmara dos depulados nlo volar
contra o governo, salvse o conde aasiin o qui-
colhido por elle, o poder passar mu prova-
velmenie para os aetembristas, inimigus do
carlistas,o que darla lugar a tima nova cleifao,
e crearla para esles grandes inconvenientes.
Nio obstante corra que o conde reaignaria,
logo que as cortes fossein encerradas.
Com elleilo, tao geralmente reconhecida he
a necessidade da retirada do cande de Thomar,
qu o proprio duque da Terceira dirigio-se
rainha e informou-a de que elle nao podia ma i i
continuar no governo ; hem que assegurava-
seque o duque obrara assim a pedido do con-
de, o qual pretende Iludir ao publico com a
ideia de que nao escolhe os seua succeisorea.
(orno quer que seja, Iratava-se da forinacao de
um novo gabinete, e o Sr. Lopes Branca tlnha
lulo una conferencia com a raiuha sobre este
olijecto.
A Hespanha licra tranquilla, entreunto fal-
lava-ie multo em vladrid em um roavinientn
carlista, e at se dizia que por occasio do par-
lo da rainha teria lugar eva todo o reino um le-
vanlamenlo geral.
O governo tinha adoptado ltimamente na
capital, posto que uo se observasse nella o
mals ligeiro syniptoma de agitacao appa> ente,
precaufcs nuliures as man extraordinarias.
As palmillas foram dobradas, e os olciaei da
l{Uarnl(o receberam ordem de se conserva,
rein pi uiuptiis para marchar primeira Inll-
macao. Cartas de Malaga refereni que boatos
assustadorea corriam naquella provincia acer-
ca da prxima appari;ao de alguna bandos d
Moutemolinistas as monlanhas de Ronda, e
accrescentam que se asaeverava que clles es-
tosmente esperando por um chefe d repu-
lacao, o qual dever proceder ininediatamcu-
te orgauisacao de um exercilo para entrar em
campanha. Todava cria-sc geralmenle que se
una tal tentativa fosse leila, aeria quaai ins-
tantneamente supprimida.
Acham-se felismenle rcslabelecidas as rela-
ec'ie i amigaveis entre a Inglaterra e a Hespanha.
0 governo inglez noineou a lord Howden para
seu representante em Madrid, e o governo hea-
1 i.-i 11111 > I nomeou n deputado Jos Joaquini de
Mora, editor do Heraldo, para aeu representan-
te em Londres,
No dia 10 de maio chegou a Madrid o Infante
D. Francisco de Paula, pai do re, tendo se este
retirado para Araojues depois do recebimenlo
de tao lllustre personagem, aiim de nao assis-
tir ao banquete que devia ler lugar a 13 do
ineamo mez, anniversario do seu natalicio.
Todos os ministros apresentaram suaa home-
nigens ao principe recemuhegado, o qu.ii se
acha hospedado no palacio de San-Joao, que
para este fim fdra convenientemente prepa-
rado.
'2'
Depois que a assembla approvou a reforma
di le eleitoral. o governo propoi urna le s-
breos clubs, e diz o correspondente do Times
q'ie esta ser seguida lamben] de outra que re
guiar o domicilio dos estrangelros em Franca,
e de outra que restringir a llcenca da im-
prem, o que provaveluiente oceupar a as
irnibla at ao meado do torrente mez; que
depois ser discutido e votado oorcamenlo pa-
ra I83l, sendo prorarel que ao principio de
igosto os representantes concordara em des-
cancar um polaco retirando.se por um tnezou
seis semanas para os departamentos.
Dorante ene periodo, accra r>0 correspondente, so reunir.lo os consa-
Ihos provinciaes e municipaes, e entilo um
grito universal ser levantado por estis cor-
,ioracOe, pedindo i rsente assembla a
revsilo immediala da constiluicdo.
Em Pars e em varios dapartamentos a po-
lica lera descoberlu fabricas secretas de
plvora, bailas e oulros artigos bellicos ;
ntiitus depsitos de rmas Ismbem tem si-
do desenbertos, em consequencia do que
muitos individu u tem sido presos, achan-
do-se em poder dos mesmos documentos de
grande importancia.
U nuncio do papa em Pars dirigi una
circular aos bitpos de Franca, anancisndo-
I los que o papa, tendo atienta siente consi-
ieralo a lei sobre a nstrucefo publica feila
pela assembla, e saliendo que slguns pre-
lados esorupolisavam sentar-se no conselho
superior com ministros protestantes, um
ralibino judeo, rccnmmenda-llies que fa-
:.-: lodos os sacrificios que forem codss-
tanles com os seus devores a lim de salvar a
sociedade dus per'gos a que actualmente se
acia exposta.
O nuncio lenibra aos bispos qao a Franca
no cemecu do presenta seculo dera o exetn-
plo do umsscnlicio como o j]iie agora he
mistar, alim giSocalliolica.
S. S ntida le no approva as escolas mil-
las,- a exhorta os bispos, no caso de serem
ellas estabelecidas em algunas diocesa, a to
marem medidas para assegurirsos meni-
nos catholicos a vantagent de urna escola
separada, porquanto, diz o.nuncio, o san-
to padre deplorando amargamente o pro-
gresso que a in lifferenca em malaria de re-
igillo lem filo em Franca enutrnspai7.es,
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Franca e Inglaterra.
Pela carta do nosso correspnndentede.Parls
publicsda em o numero anterior desta folln
inteirmos os leitores das desavengas aclu
smente existentes entre Franca e Inglater-
ra, por causa do ilesenlace que teve a ques-
illo grega. No presente numero vamos cum-
municar-lhes o que raais se ha passado a este
respeito.
Lord Palmerslon, vendo sua conducta re-
provada assim na imprensa como na tribu-
na, dirigi ao gabinete francez urna nnt-
escrita em eslyllo conciliatorio, na qual
depois de referir toda a historiada queslSo
greg, propoz utra especie de comTomissn
com o designio de regular as diffrenci-
desgracadamente levantadas entre osdous
governos. Elle propoz eui substancia, t
so como meio dn aplacar a colera do ga-
binete francez, ques Franca seria escolhi-
4a como arbitras respeito das reclamacuW
ortuguezas de I). Pacifico; mas o gabinete
francez rejaitou lal proposta como insigni-
ficante, e ate indicla. 0 presidente da re-
publica declarou a esto respeito que s
nenio a pura e simples execueflo da con
veneflo de l-ondres, ert consistente com a
iligindade da Franca, oque ella nflo con-
sentira nunca em nenliuma outra condi-
eo. Os ministros todos sem exceptlo, de-
clararan! que approvavam unnimemente *
opiniSo do presidente da repblica, e que a
sustentaran! com todas as suas Torcas.
Corra ein Pars, e a Patrie repele eates mes-
mos boatos, que o imperador da Russla, de-
pois de ler recebido os despachos que Ihe au-
niinciaram acnni'lusu da questao grrga, revo-
cara inmediatamente o seu embaiadnr da
corle de Londres. Uizla-se lambeni que o cr-
relo, portador desta ordem, fiera una digres-
sao para cominunicar os despachas que levavn
ao ministro russo em Paria, o qual devia rte-
los ou lenirtic-lus para Londres segundo as
circunstancias.
Lord Palmerslon, vendo rejeitadas pelo ga-
binete francez as suas primeiraa propostas de
conciliacao, zera ltimamente outras mai
vantajosas, porm nao obstante isso, cria-se
que nao eramainda proprias para aatlsfazer o
dito gabinete, e que por conseguinte aeriam
lambeui rejeitadas. A nica condico pos>l-
vel para o regulaincnlo da questo parece ser
n^ que tem proluzido lerriveis malos pela
CorrupcSo ds fe do povo, anciosaaiented*-
sej que nesle importante poni tollos os
pastores aproveitem ss occasiOes que se Ihes
ufferecerem para cuidadosamente instrui-
reni os fiis confiados sua guarda sobre a
lecessidade de una s f e urna s rehgio,
lembran Jo -Ihe frequentemente os seus de-
veres, e explicamlo-lhes o dogma fundamen-
tal que fra da igreja catholica nao ha sal-
vacio.
India e China.
abrir leja, soltar um pouco as azas, e ga-
nhsr pilo duro para si, e para sua familia.
Pohre hotnem Djos o tenha em gloria.
Sobre o portal da sua offleina estavam pos-
tos dous rtulos': em um o indispanssvel
ktreiroHoja nSo se fis ; e no outro ets-
vim pintados seta figuros amigos assenia-
Ins de redor d'ums mesa, e debaixo do
cada umalgumss mximes esentencas; e
pilavras gradas que diziam-0 irte labioi
da .Grecia Esle nome de sabio apezarde
pequenino que eu era, pareceu-me mui
bello, e produzo ein mim o nico movi-
mento daamhiQSo, de que para ao diente
nunca tive de arre ender-me. Sabio.' (die-
se commigo) se bem compreheado o senti-
do desta palavra, nada deve haver melhor,
do que un homem sabio. O que ser pre-
ciso fazer para ser ssbio? Ser o ser bem
nascido? Has a mor parte daquelles, cuja
historia meu p-u me contara, eramderaga
nada superior a mitiha. Ser rico? Porm
daquelles havia taes, que eu nflo duviciara
dar-lhes uoi vintem por caridade.Ser neces-
ario para isso o ter muitos conhecimeotos.'
Entretanto um desses seta disse, que toda s
sahajoria cifra-se Disto-- Conhece-tc a U
meimo -.
Conhecer-se a geott si mesmo I Ob .
nflo devera ser esle 9 descobri mente da Ame-
rica. Assim que pregou-se-ma na cabera
a ideia de lornar-mo sabio : e convencido
de nflo carecer para jssn nem de nome oais
Ilustre nemd'outra riqueza mais, que ot
meus bracos, comecei a estudar, a obser-
var a mim mesmo para chagar a conhecer-
me. Mas posso dizer-vos que achei o nego-
cio mais difllcil, do que erara : e quando
observei, que lodos os dias descobria ei>
mim algunianova falta, algutn tropee^ no-
ve ; entend, que a causa nao era tao sim-
ples, como eu havia imaginado ; e disse
eommiltOOll esta ciencia nSn I
roquete, e pluvial deouro: mas ao redor
lello quintos padrezinhos apenas coiusuas
pobtes sobrapehz >s 1 sem melter em conta o
cjra ta BinhB Ierra, e lodos os parochos
vigarios o coadjutores das a Unas, e luna-
rejos da diocese, e tantos oulros, que em
toda asua Vi4*:iWtniaiieceram sinsirns, n
sachrisifles! Rem vejo all o presjdente, e
os con'selheirol Conj chapos de gallo e
vestidos de se Ja : mes quantos silo es'tes
comparativamente a todos os pobres advo-
gados, escrivsa, procuradores e meirinhos,
que paisam mesiuinliamenle a vida cusa
dos procesaos, e das trapicas do foro ? All
eslo um general, e slguns olliciaes com
lustrosas sdragonas, e soherbas plumas;
mss quantos ealfio a frente de militares de
soldados sous humildes servosf E para que
um s desses soldados enagua a empunnar
a espada, a quantos he mister, que tofha
morto ? E quam poder dizer; eu a desem-
banharei ? L eatao obra de trlnta pessois
recamadas de seda a deouro: mas de re-
dor destas ha Urna mullidflo de sosenla
mil, nove decimos ds qanesso tanto, ou
mais pobres, que eu.
(ConUnnar-ii-kn.l
COMMERCIO.
eommigo--Oh esta sciencia nS he diver-
sa das mais, o iiSo be das que uienos cus-
la a adquirir.
NSo desinimei todava : cootinuei, a, a
liier-vos a verdade, anda 'contino, ape-
zar de velhn, em tal estudo ; porque tra-
balbo be esse, cujo lim nunca se v. Cum-
pre-me porm accrescentar, que quanto
mais nelle se prosegue, menos trsbalhoso
faz, miles vem a ser urna necessidade,
um deleite. Ci-lo-heis? lie para mim
ijuasi umprazer toda a vez que no fundo do
ALPaNDEGA. "*
Itendimento do dia 10.....11:552,837
Detearr*tam hoj 11,
Galera Bonita mercaduras.
Galera Sword-Fipk idem. I
Patacho Emulac&o-- gneros nacionaes.
CONSULADO CEIIAL.
Iteiiilimento do dia 10 .
Diversas provincias ....
1:013,464
18,695
1.026.159
EXPORTACAO.
' Dupaekoi martimo nidia 10.
Babia, hlate brasllelro Stn-loii. de 44 tonela-
das : eondut o seguate :
" 2 calas anucar, 200 ditas chumbo, 2 barri-
cas ferragens, 18 caixas miudezas, 1 dita dra-
gas, 0 ditas fasCudas, 39 calzas papel, II pipas
abatidas, 10 caixaa alfaiema, 2 fardos lio. 2 rai-
men natural descubro algu.11 mo vezo, que "0"rrcc" de ferrb'2W "'"' """ 70 ca4lM
expellir. Ponho-o fra vidamente pararn'^_______ _.,..._____.......
Mvrar-me quanto antes, como se faz com I
um insecto fastidioso; edigo cheio de verd r-
No primeiro .lestes paizas nada de extra-
ordinario havia acontec lo, excepto a ap-
parico do cholera em liombaim.
No segundo 1 nrm, um acontecimento
Je grande importancia tinha li lo lugar.
0 imperador da Oqina, Tau-Kuang ( O lus-
tre Tar.is.1o : fallecen no dia 25 de fevvreir.o
prximo passado depois de um reinado de.
SO IODOS.
Antes de molrer, Tao-Kuang decrelou
que seria succedido no throno do imperio
celeste por seu quarto filho, por ser esle o
tnico que Ihe sobreveveria.
Sze-hing, successor do fallecido impera-
dor, lom apenas 19 annos de idade, e subi
ao Ihrono no mesmo dia da morte de seu
augusto pai, o qual viveu 69 annos.
A populacho de Shanghae eslava suffren-
lo urna fome rigorosa occasionada per
tnundacesque uliimimenla l tinttam ti-
do lugar. Iteceiava se muiloquea foeie
seria seguida da peste.
VtltlKij.tDE."

8
acira, le x ivvmo Dc use.
Alm da lenUliva de assaisinato contra
Londres, licando ao governo grego a liberdade
de aceita-la ou rejesla-la, conforme julgar
conveniente.
Urna ola foi dirigida a lord Palmerslon em
nome do imperador da Russla, e outra em no-
me do imperador da Austria, anda antes da
coucluso da queslo grega, cominunicandn-
llie que como a residencia dos subditos britan
nicos em paites eilrangeiros era acoinpanha
da de tantos inconvenientes, os dous sobera-
nos nao peruiiltiriam que nenhum lilho da
Gran-llrelaiiha reaidlsse para o futuro em seus
respectivos estados, seuo com a coodl;ao de
renunciar.a proteceo iogleza.
J coininunicmos aoa noasos leitores que a
assembla legislativa de Franca tinha reforma-
do a le que regulavaai eleiedes naquelle paiz,
os vermelhos grilaram inuito contra rala re-
forma, tanto na Imprens como na tribuna, e
at ameacaram a inaioria com urna nova insur-
relf.-io porm ou fosse por inedo da atntude
que apreaentra o governo, ou fosse porque as
desaveofascom a Inglaterra occupaasrin entao
todos os espirilos, a le paasuu scui que ne-
nliuma tentativa de insurreico tivease lunar, e
al aein que nenbtiiu.protesto fosse contra ella
apresentado, e Paria conserrava-se plenamente
tranquillo.
CARLAMOROGIO
Conltnuaeo do n. 151.
E o livro do nosso querido velho 1 0 seu
livro estar eu para restituir-lh'o naquel-
les dias, ou antes para rngar-lhe, m'o dei-
xasse publicar. Silo tilo poucos os que fa-
'am livros para a pobre gente, para os
cnvonezca, psrs osarlistes! N outres
litersttos escrevemos para dar prazer, pira
adquirir renome, qusndo o nflo fazemos
com fins mais bsixos ; e escrevendo per-
gun(amo-nos--lslo agradar ?. lsto produ-
zir offeitn ? O que dir da minha ohra o
Sr. A, o literitto B, e o periodista C ? Mas
raras vezes dizeanos-Que utilidado trar ?
O que ensinar ao ignorante? Que virtude
acorocoar? Que mal destruir f Que pre-
juizo conseguir desarreigar ? quantas dis-
cordias acabar ? Como augmentar o amor
do prximo .* Taes eram os sentimenlos,
com queCarlambrogio escrevra o seu : e
Como ilsejava o bem do prximo, eslou
nersiiailido,ter-mr-hia concedido fi-lo im-
nrimir. o fado he, que sendo elle morto,
eu interpreto o seu consenso, e publico os
seus esefiptos. Em consciencia n3o Qz ou-
tra cousa mais, do que poli-Ios um pouco,
onde eBtavam*exprimidos muito a drscui Jo,
a p-los mais em ordem, a vesli-los um pou-
co melhor. Nflo seri marsvilha, se eu fl-
zesse o que muitas vezes nos succede a nos,
que pretendemos saber mais que osoutros,
isto hj; estragar e pejhrar a Obra alheia
Sa assim fr, perdoe-Be a boa alma de
Cirlambroglo; a perdoai-me, Ilustres lei-
tores: poisonSo lz de proposito. Perjjit-
ta Dos, que o livro vos agrada.
Prf*,ti "_' or nltftSsn ..--------.---------
pequen historia' Cflaoibrogio"'nlre s
suas muitas habilidades sabia locar orgo,
Je orelln, j se sabe, e sem conhecer urna
nota de msica .- mas Sos sescamponezes
pareca, que aquelle-'seu tocar sim;les e
rave infunda maior devoeflo, do que as
muzicas de theatro, e de baile, com que
certos organistas iirofanm a santiJade dos
ritos. S'om domingo que o organista de
partido eslava doente, Carlambrogio tucou :
eeuao sabir da igreja apertei-lhe a m8o,
lizendo-llie: bravo! TociSle-me direilo
nocoraeflo. Enlflo aprosentou-se-oos um
rapazola; eeom ceitoarde vatdsde disse
Eu fui, quetingi os folies do orgflo-N,
rimos, e deixamos o moco ni sua innocen-
te vangloria. a esle assemclho-meau, ca-
ros leitoros Carlambrogio toe'ou : .111 tasi-
K oa folies : se o applauJIrdes lathbm u
tere prazer e gloria, rogarido ao senhor,
vos faca permsnecar cotitetites do vosso as-
s do.
Llora de Carlambrogio : como ul te fe tabi*.
Meu pifara remendo, e ao depois fr-
ca de trabalbo toraou-so sspateiro, a pode
Jaira satisfaeflo Bravo 1 eslou com um de
menos.
Nflo obstante, porm, as minhss diligen-
cias, asss cinheco, ciro amigos, quflo
longeaatou da meta, que me propozera :
mas sinto-me no caso de perceber o que me
Mta, e o pouco, que valho : e ja ouv di-
zer, que o perceher ifso he j um principio
de sabedoria : pelo que havendo feito o pon
o, que pude, se morrer entes de ter me-
recido o noae de sabio, ser vontade de
Dos, e nfio culpa minha; mas asseguro-
vos, que sompre terei colhido grsnde pro-
veito, e que nsda vii perdido em urna en-
praza, como a minha.
8e por ventura igual ambicio -entrar em
algumdevs, queropoupar-vos umpouc
datrabilho, communicando vos verdades,
Tus cheguei a achar com as minhas obser-
vacas sobre mim mesmo, e das refl 'xOos,
que me ellas suggeriram. Prestai-me at-
tnc.1o, dir-vos-hei como o pregador qua-
resmal, sem eomtudo, como elle, recom-
mendar-vos a abundante asmla 1 a se ji-
zerdes tirar proveito da minha experiencia,
podis ir muito mais adianto de mim nesse
hom camihho. lsto ser como se vos eu
houvesse lavado a cavsllo al meia estrada,
aflm de que vos schssseis descantado para
seguir avante.
A primeira descoberta, que eu mim fiz
depois ds resolueflo, que j vos disse, foi a
de um grSnzinho d'ambicn, que se me in-
sinuara no animo, e ouv de que modo.
Da primas em primeiras he mister, vos con
conle, cnmooSr. cura, hos alma do meu
miz, me havia induzido a fazer bem, onsi
nou-me a ler, escrevra contar, tendo ta)
meia ideia de fazer-me padre. E como entre
os meus contemporneos no paiz poucos ti-
nha m estudado, como eu exceda aos oulros
am conhecimentos, o que junto a minha
facilidade em fallar, me fazia ser lidoen
foro de doctnrzinho, e por urna especie de
orculo. Mais de um pregador lambera os
beicos, se fosseouvido comaatteneo, que
me prestavam, quando enlre os camaristas
tomava a palavra, o que, confesso eu fazia
mais vezes, do que osescutsva. Esls ho
meosgem de benevolencia lisongeava o meu
amor proprio; e nflo tive grande mrito em
portar me como bom moco, por isso que a
nenhum acodia o prurito de contrariar-me,
antes cada um procura va honra r-se rom
acostar-so so meu parecer. Verdade lie,
que isto me havia pouco e pouco fallo con-
trahizo habito de Irazera cabera alta, de
maneira que sendo eu de baixa estatura,
como vedes, podia trazar do pescoco urna
Jas alterosas grvalas dos'francliinotes de
Millo.
Judo isso nflo era senflo louc vaidade :
**a quem olha para si ao travez da pro-
vaiJade, succede como a quem obser-
**Jma moeda de prata com urna lente ama-
rella, e que a toma por Uinheir.) de ouro,
ou antes, que com laes oculos no n.rlx vo-
sea si mesmo de ouro, e aos oulros de la-
Uo. Nesle caso eslava ou. Confrontndo-
me com os mais com esss indulgencia para
voo,i.,,h, u,iy- oim u que or
crer-me urna peca fina ; e se pens iva na cle-
riiia a que meu pai, eo pitre cura fa uta -
ziavam dadicar-me, deixava-me deliciar a
ponto de imaginar mitra, o bculo, e de-
pois quem sabe 1 que vira mais? Porere
como spezar de tflo esplendida perspectiva,
o estado eccl,siaslico nflo me fazia graude
cubica, nuqca pensei em outra condlfllo
sm buscar o tonto mais culminante, a que
ousavaiHrlr;aj;-le as minbts pretenefles.
Kntre esses easUllos no.ardenada n.'ea-
quecia, escoplo de fazer sapaloa-, como meu
Pi. que caatiasse offioio havia honrada-
mente sustentado 1 sua familia. Nisto es-
if!' 1u*nJo lia meu pailevou-mea
Ao, on le devW fazer a sus costumada
provisao de codrOse Solas. Nos diss, que
RECEBEDORIA De RS8AS GHAK8
INTERNAS.
Itendimento do da 10......815,245
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimento do dia 10. 1:191,885
Movimeiito do*oro.
Navio lahtda ao ata 29.
Rio-da-Prata. brlgae dinainarquez a-Smma,
capitao E. Diederiohseu, equnagem 8, carga
assucar e gurdente
Okertmfia.
Fuudeoa ao Larnetso urna barca austraca,
por ora mim. teve coaiinuuicacQ coui a Ierra.
""-<)^MWaBMMaaaaaaaaBBBBat
KDITAKs.
Olllm. Sr. inspector da thasouraria da
fazemla provincial, em eumprimeuto da or-
dem do tribunal admiulstrstivo, desta dala,
manda fazer publico que noa dias 8, 10 e 1 i
do crrante, irfloapraca para serna) arre-
matadas, a quem pwr morios fizer, as im-
pressOeados trabalhosdas repadice* pro-
vinciaes, no correte anno flnanceiro.
Thesouraria da fazenda provincial de Per-
nambuco, 4 de julhode 1850. O segundo
escripturariosarvindo de secretarlo, Frtm-
ciaco Antonio Capalcanli Couneira.
O lllm. Sr. inspector ala thesouraria aa
fazenda provincia!, manda fazer publico,
que do dia 15 do crtente em diapto princi-
pia o pagamento de ordenados e mais des-
pezas provinciaes at o ftmde junno prxi-
mo passado. Secretaria da tisesourara da
fazenda proviuoial de Pernamhuco, '10 de
julho de 1850.-0 segundo a.-cripturario ser-
vindo de secretarlo, Franeiivo Antonia Ca-
valeantl Cauieiro.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, ein cuinprlinrnio da ordem
do Enn. Sr. preaidente da provincia de 27 de
junho prximo passado, manda fazer publico
lur, nos dias 22. 23 e 24 do crreme irl a pra-
ca peranle o tribunal administrativo da mes-
ina thesouraria, para aer arrematado a quea
por menos fizer, a obra do empedramento de
300 bracas noa 3., 4.' e 5. laucos da ratrada da
Victoria, avallada em 113,000.ra.. e aob aa
clausulas eipeciaes abaiso Irausciiata*.
As pesjoas que se propozertm, a esUarreina-
tacao comparecam na sala das srsaoes do so-
bredilo tribunal nos dias cima mencionados,
pelo mel da, coinneteatemente habilitadas
na forma do artigo J4 da regulamenlo de 7 de
malo do crreme anuo,
E para constar se mandou aluzar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de Pernaiubuco, primeiro da julho de
Iodo.
O secretarlo,
Antonio Ferreir.i n"AnunneUcda.
* Clmuiulai eipeeioei da arr,mnttcSo:
I.' O empedramento de 300 bracas cor-
reales de estrada as 3.*, 4.a e 5.* taacoa da
estrada da Victoria sar-aa-ha dt vatWrntdade
com o orcaineolo anprovado pela directora en
coiiselhu e aprei'rniado ao tos, preaidente
pelo preco de rls 3:IJj.uOO rs.
2 Os trabalhos priuciplarao so praza de
um mez e serio acabados no de seis auzei, am-
bos contados da entregaIflolrmo daarrema-
'raBBBjaaj|BBBB>aj .-
a 3.' A pedra ser previamenle examinada
pelo engenheira encarregado da obra
a 4.' O ai rematante nao poder par segun-
da carnada de pedras antea que o engenheira
tenha examinado a primeira e achado confor-
me, do que se lavrar o termo compeienle.
O pagamento far-se-ha ein Ire presta-
fa nilllrn rlniyl..^ ..__._. .1 >
alliestive, celebrou-ee a festa do Cor'po d
Dos, --
cloro.
q^*M5lir,,n utordades. o
nsg.slrsdsg, t. '-.j gt}rric3,
Tive a curiosidade de ver esse para mim no-
vo espect.culo o foi enlflo que refl.es.So
comecou a espnese.a minha csgoeira. lia
-lli um Sr. arpebispo (disse commigo; com
ilra de pedras preciosas, com magnifico
cocs, sendo qualro declinas parles depois de
nablda a primeira carnada. Otilias quatro de-
pois da entrega provisoria j e o reslo depois da
entrega definitiva.
G Para ludo o que nao est determinado
naa prsenles clausulas aeguir-se hequeeis-
noe o regulamenlo de 7 de malo do contle
anoo.
a Reclfe, 25 de juuio de 1850.
O epgeuhelro chefe da 3.* seuo,
//. A. Uilet.t
Approvads pela directora em conaelho, era
sessaodrfde Junho de 1850. -O director i
ti Mmmemt vina* ftrrrtra. J. /,. Uckn L*
Lttr.
-Pela inspectoris da alf.ndega eogajsov
se.marissheiros Je classe superior, vencen Jo
18,000 rs. mensaes, prisneiros marinhriros
14,000 r* o giueies .OODrs., para a es-
cuna Ltndota: os que se quizerem contratar.
l


V
drrijnm-90 g"uerd*morii, 011 bordo da
mesma r-scun, aposentando titulo que
proe nflo ge acharem emnedidos.
Alfandega de Pernambuco, 5 #e Julho
de v1850. O nspeetor, Luiz Antonia di
Sntnpaio f'ianna.
Declarares.
PAG'AIXMtlA, HIUTAR.
De orden) do lllm. Sr. coronel nsnecloi
Jos- de Uiilo Inglez, em.cumprimento do
cilicio, de 9 do crrenle, do lllm. eExm. Sr.
preaidcmte da provincia, te faz publico que,
no dia 15do corrente, daa 11 hora* da ma-
nhfta al ao meio-dia, e hiede arrematar
perantea pagadone, 8 cava I los conaidor*
dos iocipeses para o servico da companhia
de cavallaria de liona desta provincia : as
possnas a quem convier, poderflo ir' ve-la*
na respectiva cochia, para eujo fim o lllm.
Sr. inspector vai requisita*- a* ordena ao
Eiro.Sr. marecbal decampo, commandan-
te das armas. Pagadoria militar de Per-
nambuco, lOdejunlin de 1850.No impe-
dimento do escnvflo, o olllcial, loaguim Ve-
rtir Bailo'.
Pela segunda secco do coniulado pro-
vincial se faz publico, que os 30 das uteis
para a cobi anca, a bocea do corre, da dci-
ma dos predica urbanos dos bairros desta
cidade, e freguezia dos Afogados, se finali-
zan) no dia I3de julho prximo vindouro
Iteeife, 98 de juoho de 1859.
Tlicalro de 8. Izabel.
' NONA. RECITA DA ASIGNATURA.
Sabbado, 13 de julho de 1850.
ltepreseutar-se-ha o excellente drama em
tres tetoa.
D. HARA DE Al.ENCASTRO.
A parte demonio Coutl ser feila pelo
Sr. A. Maximiano da Costa, que por espe-
cial obsequio se prestou desempenha-la.
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia em um acto
O Juda em Sabbado de Alellula.
Comecar as 8 horas.
Os hilhete acham-se venda nu lugar do
costme.
Avisos martimos.
Para o Cetra pretende seguir viagem
com muita brevidade a sumara nacional
Carlota, mestiea Jos Concalves Simas:
quem na aiesma quizer carregar, ou ir de
passagem, pode enlender-se com Luiz Jos
deSAraujo, ni roa da Cruz, no Recife,
n. 33.
-- Pare o Rio-dr-Janeiro sabe, com t
maior brevidsde possivel, o brigue-escun*
Altgria, forrado de cobre e de boa marcha :
recebe carga a irele e escravos : quem pre-
tender, entendiste com Leopoldo Jos da
Costa Araujn, ou com Novaes & C,
Para o Aracaiy segu, no dia SO do cor-
rente, o patacho .-6'rm, mostr Joaquim
l'ereira : para carga e patsageiros, trala-se
ao la Jo do Corpo-Santo, n. 25, loja de mas-
es mes, ou com o mestre.
melhor ordem, senfio tambem alguem den-
tre elles, tftterendo dar nms rrova mtis (1a-
/rante da estima que tinha pelo artista per-
oambucano, mimoseou-o com urna grinal-
da. que foi seguida de muitos e repetidos
applausos. quanlo se ella ap'esenlou' em
scena representando o papel da Quilandeira
na Baha. Esta acto he bastante sigoilicati-
vo, e muito deve de animara Santa Rosa,
Ine cumpre cada ver mals se esforc por
conservare augmentara opiniflo do queja
goza.
--Aluga-se um preto cozinheiro e ca-
noeiro, e que he proprlo para outro qual-
quer servico, por ser moco, robusto e nflo
ter vicios : na ra Nova, n. 67, armazem.
-- Antonio Rodrigues de Andrade retira-
se para a cidade do Porto.
- Preciaa-ie de um hornero portuguez,
preferindo-se natural das ilhas, para feito-
risar alguns escravos em um engeoho dis-
tante desta capital 18 legoas : quem esti-
ver nrstas circumstancias, e sotiber desem-
penharo lugar, dirija-se ra da Manguei-
n. 19, onde achara com qutm fallar
justar o preco do ordenado que se cooven-
cionar.
Deseja-se Tallar com o Sr. JoSo Ferrei-
ra dos Santos, que dlzero eatar empregado
e m urna padaria, e o Sr. los Mara Noguei-
ra a negocio de seus interesses : na ra da
Cruz, n. 98.
Homceopathu pm<,
ga mais fresca e a mala perfeita, vindaQ
3 de Franca pelo ultimo navio, a preparan
da por Mr. Calellan, discpulo de
'3
nllahnemann, e director da primeirax
xpharmicia hoTccopathica especial de
Parle. O
2 O consultorio homoeopalhico
de ra da Cdela de S.-Antcnio, B. 22, _*
Leiiao
O conetor Oliveira r.r UilBo de mul-
tas obras de prata, de modernos gustos, in-
clusive um apparelliq, par cha, um f.quai-
ro completo, serpentinas, espeviladores,
salvas, casti;aes, colbere para sopa e cha,
facas egarfos, e oulras muilaa pecas de boui
gusto du mesmo metal; a-siin comodona
reluci* de euro patentes ingle zea, corre-
les para os niesnios, 1 rico relogiu dourado
com manga para cima de mesa, outro dito
proprio para reparlieflo publica ou escrip-
lorio, um appiri Iho completo de porcela-
na branca para janUr, garrafal brancas e
decores para vinho, copos galheteiro, por-
ta-liCor e algumas obras de marceuuria :
quiula-feira, II do corrente, s* 10 horas da
iiianh.ls, no eteriptorio do dito corretor, na
ra da Cadeia do Recife.
Avisos diversos.
Srs. redaclort Publicando o Irecbo ce:
pital de urna correspondencia inserta ton
208 de seu estimavel jornal, de selembro de
1848, nada mus lenho em vista do que mos-
trar que a Meara Africana da Bahia, por di-
versas vetea cantadas pelo Sr. Sent Rosa,
n3omerece na erimlno/a oipulacSo que
Iheirrogou 0 sutor, ou litares, de alguns
annuncios publicados no seu n. 146 deste
anno, e melter igualmente pelos olhos do
tal annunciante, o que a respeitoda apun-
tada aria pesia o publico de Pernambuco.
Ora, quando naquelle lempo, em um thei-
tro tem direccSo coohecedora das verdadei-
rs regras dramticas, e quali que sem en-
aioe preparo algum, oa espectadores tan-
to applaudiam as bellas cantigas jocosas do
Sr. Santa Hola, o que se nflo devera espe-
rar hoje, que ludo esta mudado, que le-
liiineole a adminialracao do Sr. Germano
no thealro de S.-lzabel he su luciente geren-
te di boa execucio da qualquer peca que ah
hija d ir aseen. !
Vio est em meu pensar applauiir iaimo-
ralidades; antes |,or mim rogttj* ao dito
kr Cer?< *a ?? :!"2S dss i
Sr. Santa Hoaa ccltem aliusto u'quivo"
co que v uffender a moraliJade publica,
baja de suppnmir a parle olTensiv; conlan-
uusemprequeo geraldeieui espectadores
aprecie aummamente a estes pedacinhos
que muilo igradam ana plirase do cu api-
Queiidm, Srt. redactare*, dar luz o lo-
pico da supcjdiu correspondencia, em se-
guida a este, que Ibes enva seu eonslanU
leilor. t -
OimparHal.
AmtnbJa haver representaeflo no Iba
tro nacional da ra da l'raia; perniitlam,
"'is, que me prevalega de seu acreditado
ornal para rogar ao publico hja de osten-
tar- taopiolectpr do director desse thea-
lro,- o Sr. Pedro BaptUla de Sal Ilota,
qa.nlo js se iiiostro'u em a noile em que el-
je/esirrou a su* mnr- s.
' Sin., neaaa *ite, que devr ter aide
toda de jubileo para o Sr. Sania Rosa, os
lubiUjjU desU cidade que concorreram ao
indicado tbeatro, oo so e conservaraB mi
Mdirigido pelo facultativo i.
^va, estar aberto todos o diai uteis^
^detde s 7 horai da manhfia at i 9 dav
^tarde.
9 Os pobres continua ru a receber con-
OsulUs e remedios gratuitamente. O
3 Nflo sendo pera se tratar pela homoeo-3'
opalina pura, he escuzsdo procurar oQ
^director deste consultorio. q
300O00G0O000O0OO0C
fazem-se bandejas de boliuhos de to-
las ai quilidanes, pastis de nsta, podins e
bolos francezes, por prego commodo : a tra-
tar qualquer encommonda na ra das Li-
ra ngei ras, n. 14, primeiro andar.
InstruccSo publica.
Ao ostatit'lecimeolo de inetruceflo prima-
ria do Aterro-da-Boa-Vista. n. 5, dirigido
por Jos Xavier Faustino llamos, acham-se
annexas duas aulas mais, sendo urna de la-
tim dirigida pelo Sr. Porfirio da CunhaMo-
reira Alves, profesaor publico da mesma
discipline naquelle biirro. eoutra de frn-
cez regida por um digno ex-alumno do fi-
nado Jos Rernardino de Sena, e do lllm. Se
Jos Soa res de Azevedo : as pessoas que se
quizerem matricular em qualquer das mis-
mas aulas, deverlo dirigir-se to estabeleci-
menlo referido.
Precisa-se de um pequeo de menor
iJade, para caizeiro de urna taberna : no
Aterro-da-Bo-Vista, n. 20, taberna.
--Aluga-se* primeiro andar da casa da
ra Nova, n 91 : a tratar na ra do Quei-
mado. n. 10, loja.
OSr. Dr. Antonio Jos de Sooza Go-
mes, tiaja de ter a hondada de ir loja de
fazendaa da ra do l'asseio, n. 91, para re-
ceber urna carta,
--Rog.e ao Sr. I*. J X. M. o favor de Ir
ra da Roda, n. 15, concluir o negocio
que nlo ignora.
Jos Raymundo de Carvalbo, Brasilei-
ro adoptivo, relira-ae para o Araeaty.
Perdeu-ae no dia 8 do correnta noi-
le, deade a ra de Agoat-Verde al o arco
de santo Antonio, urna carleira verde don-
rada que serve lambem de cbaruteira; con-
tendo 95,000 ra. em sedulas e duas letraa,
sendo urna da quantia de 470,000 rs. saca-
da em 7 d f.-vereiro prximo pastado,
aceita por Podro llorgesde Siqueira, e ou-
tra daquaniia de 149,000 rs. sacada em 30
de Janeiro prximo passsdo, aceita por
Francisco Jos Gomes de Oliveira : quem ti-
* OSr. Joaquim Eli.s de Moura, quelra
dlrigir-se loja da ra i\ova, n. 29, para
negocio de seu ntert'sse.
Jos Azevedo de Andrado, vai a Portu-
gal.
--Ha 15 diasque detappareceu urna escra-
va crioula de nome Maria, c jos signaes s9o
seguintes : moca, altura regular, corpo re-
Toreado, cadeiras grossas, e um lano bola-
das para traz, bocea regular, beico um
tanto grossos, e p e mSos grossas, mar-
cas de beiigas no rosto, olhos carnudos,
orelhas na parte do enfeite grossas e vira-
das um tanto para cima ; alm destes sig-
nas descobertos, tem urna marca de ferida
de caustico do lado direito ( ou esquerdo )
dss coslellas para os vszios ; levou vestido
de chita preta, panno da costa, e um tabo-
liro com milho e arroz, que venda no dia
que fugio ; esta negra suppOem-se estar oc-
culla ex casa de alguem, ou em algum ca-
log, o que se vai escrupulosamente inda-
gar para se proceder contra quem a tiver
oculta ; e offerece-te urna boa recompensa
i quem della der noticia certa, e guarda-ee
inleiro segredo, ou a pegar e levar na ra de
Hurta, n. 114, a Antonio Caldaa da Silva.
A senliora moradora na ra da Aurora,
de nome Francisca.que ha das esereveu um
bilhete a Antonio da Silua, sabendo se que-
tia vender urna suaescrava de nome Mara,
que a proeurou para comprar, queira an-
nunciar o numero da cas de *u morada,
que se Ihe deseja fallar, e que s nSo tem
podido por uSo se acertsr com a su mo-
rada.
Acham-se fgidos, do engenho Santo-
Andr, na freguezia de Una, desde novem-
brodo annopassado, os escravoi crioulos,
de nomes : Simplicio, dado 91 annos, alto,
secco, aem barba, beicos um Unto grossos,
bocea grande e feia por ter os cintos cheios,
denle grandes, gosta de lomar tabaco, e
quano u loma, quasi sempre, deixa gujt
a venta* : Antonio, tambem carreiro, da-
d SO annos, alto, grossura regular, es-
padaudo, pouco barbado, cacundo, bocea
grande, beicos um tanto grossos, tem fal-
ta de dente nfrente, gosla de fumar ca-
chimbo e tomar tabaco, o usa trazer cnn'.es
graudas ao pescosso : ha noticia que an lam
' m um couto, as mallas do engenho Ca-
morini, na freguezia d'Agoa l'r^ta, e dahi
ao engerifio Pirang, que nflo dista muilo,
por ter o Antonio, deste engenho urna es-
crav, com quem tem amisade : roga-se as
autoridades policiaes e capilflo de campo,
qoe os apprehendam, e levem-os ao dito
enirenho. que serflo recompensados com
100,000 r.
-- Oabaxo assignado como erelnr, au-
torisido pelo mais credores de Frsncisen
Jos Comes de Oliveira, vendeu a taberna
sita na ra do Nogueira, n. 49, aoSr. Ma-
noel Martn, como consta do papel de ven-
da e um documento, pelos ditos credores
assignado, existente em poder do abaixo
assignadoVictorino loi Crrela de S.
Fpgio do engenho Santo-Ainarinhn,
freguezia da Varzea, no dia 8 do corrente,
um mulatiuho de uome Liberato, com os
signaes seguintes : representa ter 13 a 14
annos, cabeca grande, feicoes groueira,
nariz chato e IVio, olhos grandes, bocea
tambem grande, beico grossos e o de cima fj)
com urna cicatriz, que parece ser deum fjj
talho, denles largo, do* quaes faltam-lhe
na frente dous e tem um partido, nflo h>-
mal frito de corpo, e tem'toa pos pequeos ;
quem o pegar Jeve-o ao mencionado enge-
nho, ou ao sitio do Hospicio, ao p dp
quaitel, que ser generosamente recompen-
sado.
0 Sr. F. Youle, socio.da casa commer-
cial ingleza de Deene Youle & C, queira nflo
e retirar para Liverpool sem justar cunta
com Antnio Bernardo Rodrigues Selle.
Aluga-se o lerceiro andar da casa da
ra do Rozarlo larga, n 36 : uuem -preten-
der dirija-se a botica de Berthoktmeu Fran-
cisco de Souzi, que adiar com quem tra-
tar.
N praca do Sr. Dr. juiz de direito do ci-
vel de 19 do corrente, s 4 hora da tarde
se hilo de arrematar diversos movis e ou-
tros ubjectbs penhorados a Joflo Francisco
Ferreira, por execueflo de Jos de Medeiros
Tavare*.
No di* 11 do corrente, pelas qustro lio
do
-Manoel Mendes .retlrs-se p*r* fr*
imperio.
Precisa-sede um caizeiro para venda,
qur teja grande qur pequeo, com tanto
qua entr-nda bem do negocio : na ra das
Crines de Santo-Antonio, n. 41.
Na ra do Livramento, terceiro andar,
n. 97, engomma-se e lava-so com perfeicSo,
por preco commodo.
Aluga-se urna preta captiva para o ser-
vico de urna casa de duas pessoas : quem ti-
ver anuncie, ou dirija-sea rudo Queima-
do, n. 22.
Roga-se io Sr. Luiz Francisco de Mel-
lo Santos, que dirija-se venda da esquina
do pateo do Carmo, que entra para a Cam-
bo, a negocio de seu interesge.
Manoel da Cos, estabelecldo na ra
da Praia c'om armazem de carne, hivendo
oulra pessoa de igual nome, de bojeem di-
ente se assignara Manoel da Gosla Lima..
-< Femando da Luz & IrmSo fazem cen-
le, que Joiquio Vieira da Silva e S deixou
pe Ser seu caixeiro.
Quem precisar de um caixeiro para co-
branzas, ou oulra qualquer arrumaeflo, di-
rija-se ra de San-Francisco, n. 33.
-- Pelo juizo da segn Ja vara do civei tem
de se arrematar a parte da casa por tras da
matriz da Boa-Vi*U, pertencente a Francis-
co Soares Lutier, por execu?flo de sentenca
que Ihe move Firmiano Jos Rodrigues Fer-
reira, no dia 13 do corrente, pelas quatro
horas da tarde, na porla do referido juiz,
na ra Nova.
A o Publico.
NosCoelhos, n. 13, defronte do hospital
novo, acaba de abrir-se um estabeleciinen-
to pan a coofeceflo completa de carro de
todas ai qualidade* : os modelos sSo sem-
pre do ultimo goslo, ou segundo vontade
dos Tregeles. Todas aquellas pessoas que
dignarem honrar este estsbclccimcnto
com a sus confianca, serflo servidas com
promptidflo e seguranca, tanto a respeito de
obra nova, como relativamente a qualquer
especie de concert ou troca ; guarnieres,
pintura, arreios Neste estabecimenlo a-
chaoa-se venia duas carruagens novas.
Roga-se a pessoa que por engao ti-
rou do correio urna carta, viuda doRio-de-
J i neiro no vapor Pernambucana, entrado em
o 1.a do corrente, para Francisco Jos de
Paula, o favor de entrega-la na ra da Ale-
gra, n. 10, que se Ihe licar summamenle
agradecido.
0 abaixo tssignao faz sriente Indos
os credores de Francisco Jos Comes de 01 i-
veira, que elle eomprou a venda que o mes-
mo posiua na esquina da ra do Nogueir
n. 49, a Victorino Jos Correia do St, com
quem devem enlen ler-se, por que psgou
vista, como consta do papel de venda, assig-
nado pelo mesmo. Manoel Marlint.
Alobilias dealuguel.
Alugam-se efectivamente mohilias com-
pletas, ou qualquer traste de per s ; tam-
bem se alugam cadeiras em poreflo para
baleseofficios : na ra Nova, armazem de
trastes do Pinto, defroote da ru de Santo-
Amaro.
_ ^
J
Um* familia que le retn para a a.
provincia do Rio-Grande-do-Sul, ne-
:
ver echado e quizar faxer o favor retituir !"s d* tarde, I porta do Sr. Dr. juiz de or-
' veratl
faz fn
nicamente a* letras e carleira menos o di-
nbeiro, queira entregar no beeco do Peixe
frito, venda, de Manoel Fumino Ferreira,
visto que nflo Ihe servem de nada as ditsa
letra por j estarem previnido oaceitan-
les ; como tambem d um vale de 56,000 rs
de Candido Alboito Sodr da Mila.
Antonio Das da C lira-ae para Portugal.
Manoel Moreira da Silva, braslleiro,
rellra-s p*ra Portugal-
- Aluga-se o segundo andar da caa, n.
73, na ra do Rangel, com bons commodos:
tratar na ra da Cadeia do Recife. n. 48,
terceiro andar.
Oesappareceu no dia 8 do correle una
[torca que eal em dita de parir, a qual Icio ua
algnaea tegulntea: preta tem tignal algosa,
brajico, com a orelha eaquerda corlada, baixaj^
regultler 6>trobea, e eal bem gsrda.aup;
ae rilar eacendida por alguem: rogare a q
rlella aouber e der uoiicia, dirija-te a roa
Harlaa, n. Al, que.ie pagara o Irabalho.
Manoel Goioet de Oliveira M.gmo, como
procurador batanle de Joa Dominguea Lou-
reuco, residente ao Rio Grande do aul leva eja
sua compaulila duut fllbot inenoret e uma et-
crava |Kir Hume Mara criuula, a enlrtgar ao
aeu constituate.
vierque, tendo sido nomesdo viee cnsul
da Rutsia nesla provincia, a cha-se ero exer-
cicio.e i de ser procurado em seu esciip-
torlo, ne ra da Cru'i, n. 46 ; ao mesmo
tnmpo declara quelles qus leubam nego-
cio no vice-consula lo, que por instrurces
recebida* do consulado geraI da Rusta no
R o de Janeiro, o Sr. Jos Candido de Curva-
Ino Medeiros nflo he, nem nunca fui vice-
cnsul aquella Nacflo,sendo smente chan-
celler orden deste vice-coMtdada. Vce-
contulado da Rusta em Pernambuco, 10 de
julho de IMO.-Jom Candido da barree.
Agencia de Fassaporles.
Tirsm-ss passaporte para dentro, e
fr* do imperio, por com mudo preco : na
ruado Rangel, n. 57.
Antonio Ferreira da Silva mudou sua
cochera de carros de aluguel da ra da
^szs, para ra a Cdis ds Sanio An-
tonio, n. 23.
jordflo de ouro, d 7 ol 8 olv*s do lei, di-
rija-se ru* do Mundo Novo, a. 30.
phflos, a* ra estreita do Rozarlo, tem de ir
em leilflo o resto das Tszendas pertencentes
o casal do OnsdoXuiz Jos de Souza, a re-
querimenlo do teslamenteiro.
Pela vara do Sr. Dr. juiz de orpliflo*
supplente desta cidade, se ha de arrematar
em prtc* publid, a requerlmento dos in-
teressado* no da II do corrente roez, o
grande e artigo ailio denomiuado -- do
Mondego conhecido pelo seo primeiro
possuidor Manoel Comes dos Santos, com
grande terreao para qualquer planlacflo,
baixa para eapim, dous grandes viveirosj
l'eitos, e um por acabar, um grande e ele-
gante sobrado com grandes commodos,
duas casinhas terrea, estando uma dellas
por acabar-** com muitos arvoredos de di-
versas frutas, porto de embtrque, e um
xande alagado dp mangue que divido o
' po sitio pela rstiiboa que segpe para a
ezmha -- doxora menino -- cujo sitio
az frente para a mesma estrada, e para a
que segu para o manguind, tudo avalla-
do por 20.000,000 is. sendo a ultima praca
no dia 18 do corrente.
Nosdias 11, 15 e 18 do crvente mez,
pelas 4 horas da larde,la porta do Sr. dou-
tor iu7 de nrnhflni n ma estrella do Ro-
zarlo, se ha de arrematar um sitio em o lu-
gar Chora-Menino junto ao Sr. Luiz Comea
Ferreira, que fui da fallecida D. Francisca
Maria da Silva, a requerimenlo dos her-
deiro*.
--- Josquim Alve d* Costa, subdito por-
tuguez. relira-te para fura do imperio.
-- Manoel Francisco llelva de Rezende,
uhdilo portuguez. relira-so para fura do
imperio.
-- Urna stnhura cauda que mora praca
da Roa-Vista, sobrado n. 19, e que ja lia
nuiloensina, se acha babilidade por eisa
longa pratira, e pela fehcidadeque tem tide
com suas alumnas, convida aotSr. paia de
familia que de seu presta o te qunercm
uiilisar aconfiaiem-lhe o entino de ua li
Ibas, admittndo em sua aula, tanto alum-
nas externas como pensionisiase niei* pen-
'lunislas, certus de qua coui o maior esme-
ro c cuidado se es ensillar !n, enciO'er,
contar, grammalica nacional, coser bordar,
cessita de uma mullier nacional, ou "*
mesmo estrangeira, para acompanha- 4
la, afim de pensar uma ernnea na #
viagem : quem quizar, dirija-se i
ruadaMola, n 19, segundo andar, 9
ou na praca do Corpo-Santo, n. 2, 4
#j) primeiro andar, para tratar. 14
tatatfit
Quem precisar de um am* de leite,
crioula, a qual tem muilo bom leite, diri-
ja-sea ra Bella, n. 31.
Furlaram do Inhamfla, freguezia de
Iguarass, no dia 4 da corrente mez, um ca-
vallo preto, murrello, Tazen lo segunda mu-
da, gr^n 'e e carregdor baixo e lerdo, ten-
do o Trro do abaixo assignado 1 quem o
pegar ou descubrir o ladrflo, dirija-se es-
la praca ao padre Bacalhn, ou no mesmo
lugar, ao pai do mesmo padre, que recebe-
r grande recompensa. Padre Flix i. M
Baealho.
Roga-se so Sr. Joaquim Pedro Brrelo
di' "Mello Reg, o Tavor de apparecerna ra
do Crespo, loja o. 23, que ahi se Ihe deseja
fallar.
*
laaeaaaaaM
Compras.
Compra-se par* encommenila,escravos de
ambos os sexos, de 10 a 40 annos: na ru*
do Rangel, n. 57.
Compra-se uma ou duas correnles de
ouro, que regulen) o peso de vinle a trintt
nitavas, sendo de ojro de lei e sem feitio :
na ra larga do Rozario, n. 99, loja de inm-
dezts.
Cnmpram-se tristes usados de toda a
qualidade, e tambem se trocam por novos :
na ra Nova, armazem de tristes do Pinto,
drfronte da ra de Santo-Amaro.
--Compra-se uma carioca par* cm ca-
vallo : quem tiver dirija-se a ra da Cruz,
n. 8.
Cnmpram-se caixas vasias 'que foram
de sahflo, a 120 rs. sendo da fabrica da
provincia, e de fura, a 80 rs., e em bom es-
tado : na ra da Madre-de-Decir, n. 29, ar-
mazem.
Compratn-se, para fdra da
provincia, 4 escrava* pardas ou pretas, de
bonitas figuras, ecom algumas habilidades:
na ra larga do Itozario, a. 48,-piimero
andar.
Compra-se ums commod ou secreta-
ria, que esteja em bom uso : quem tiver,
annuncie.
--compra-so um habito de Christo : ua
praca da independencia, n.(l'9, ou annuncie.
Comprtm-so 300 pattces mexicanos :
defronleda ribeira do peixe, 11. 3: lambem
se vende um seistante.
-- Compra-se um* negrinh* paia uma
encommenda, ou mesmo mulatinha : na ra
larga 00 Rozario, n. 35, loja.
Compra-se o direito das gentes por
Kluber, anda com algum uso : na ru* dt
C*dei*-.Velha, n. 41, primeiro andar.
asss de vapor.
Acha-se aberla a padaria da ra do Bur-
go*, Forle do Millos, na qual se achara
diariamente lodss ssqualidades de massas
finas, Inhalhadas por njachinismo; tam-
bem se fabrican) excellente pflo e bolsxi-
nha de araruta, dita* nglezas, bolaxOes
qutdndos e redondos, e oulras mais mu-
sas tudo obra prima : as mesms seacharo
no deposito do piteo do Terco, n. tu.
Vende-se ums poreflo de canells de
boa qualidade: na ra de Sanlo-Amaro,
n. 16.
Vende-se um moleque ue 18 annos,
apto para todo o servico : n* ra do Rangel,
n. 57".
Vende-se-om carro com bos e seus
pertences : no Giqui, n primara casa,
dreila, passando ponte quem vai do Re-
cife.
Vendem-se 6 cadeira* de Jacaranda, a
moderna, e uma escada da mesma madeira
oara subir em cams, velas de carnauba a
390r*. libra, ede 16 libras pira cima a
9,000 rs. a arroba : na ru* da Cadeia do Re-
cife, n. 93.
Quem duvidar,
Venha ver e comprar.
Na loja de Viuva Fretas GuimarSes ven-
dem-se fazendas por baratissimos precos.
abaixo mencionadas, que por suas ptimas
qualidades os freguezes nflo dexarllo de
comprar, como sejam cortes de briri) brin-
co de listrss e de puro linho, a 1,000 rs. ;
pecas de zuarle com 94 covados e 5 palmos
de largura, por 4,000 rs.; chales de chita
escuros, a 500 rs. ; panno azul, a 1,600 rs. o
covado ; brim de palh* e linho. a 240 rs. o
covado ; alpaca verde escura de cordflo, a
500 rs. o covado ; merino de todas as cores,
a 500 rs. o covado ; meias de seda sbertns
para senhora, a 1,280 rs, o par ; bico brin-
co, a 80 rs. a vara ; c'tes de Ifla para cal-
cas, a 1,000 rs. O vendedor pede aos fregue-
zes, que aproreitem a quadra, pois nem
sempre apparecem destas pechinchas. (
Vende-se, por preco commo-
do, potassa em barriquinhas ; fu-
mo para milo ecapa de charutos :
nos armazens do fallecido Bra-
guez e Das Ferreira, no caes i da
Alfandega, a tratar nos njesmos,
ou com 'Vovaes & Companltia, na
ra do Trapiche, n. 34.
Na ra largado Rozarip, n. 22,
vendem-se 5 pardas que engommam, cosem
e rozinbam ; um pardo de 18 annos, muilo
robusto, e que he proprio para pagem ; 3
mulatinhosde 3a 10 annos; um molcquo
de 18annos, bom carreiro; um preto de
35 annos, de boa conducta, o que se afian-
<; ; uma negrinha-de 14annos, de linda fi-
gura ; um dita de 18 annos, de nacflo An-
gola ; urna dita de 30 annos, por 350.000
rs., bot cozinheira e muilo desembaraza-
da para uma casa ; uma liii* de 90 annos,
propria para o campo, por estar acosluma-
do a esse Irabalho
Sapatosde lustro a 800 rs. o par.
No Alerro-da-Boa-Vislt, loja o. 58, de
I0S0 Tiburcio da Silva GuimarSes, vendem-
se sapa los de lustro com alguma averia, pa-
ra meninas de 6 a 10 annos, a 800 rs o par;
ditos bons para senhora, a 1,760 rs o par :
he barato, e a poreflo he pequen*.
Vende-se ums preta da Costa, do 16 a
18 annos, boa quitandeira, e que ne propria
para todo u servico : n* ru* de S.-Amaro,
n. 16
No recolbrnento de Olnda. vende-se
doce seceo de caj, em libras a 480 rs o sen-
do em poreflo se fura um agrado ao com-
prador.
f f f WWff ffff V f f f
Manteletes a 20.000 1 s -m
eV* Vendem-se manteletes pretos e mo-aS
e>dernos, vindos de Franca, polo dimi-*|
^nuto preco de 90,000 rs. na ra do*
Antonio
Crespo, n. 9, loja de de JoSo
^Comes GuimarSes.

Vendas.
Vrnrfr. se vinle pi|i.s coui ago'arden-
tr, caico de Lisboa, ede mui'o bom autor:
Quem annunciou querer comprar um fazrr lavariolo, doutruia e dentar aquellas B, ra do AragSo n 14 tiberm
" queieuipais quizerem: ludo por ctfmmo- Vende-se um preto 'proprio ara enge-
r obo : n* ru* DireiU, n. 14.
I Vende-se um ravallo de boa figura,
que carreg* baixo e meio : na ra d* Auro-
ra, n. 41.
A 2,800 rs. o covado.
Vende-se o melhor setim preto mscio ps-
ra colletes e vestidos de senhora, pelo di-
minuto preco de 2,800 rs. o covado : na ru*
do Queimado, n. 9. Dflo-se as amostras aos
compradores.
Vendem-se 5 lindos moloques de 19 a
(6 annos, lendo um delles bons principios
de carpiua 1 6 pretos de 20* 25 annos, sen-
do um delles cozinheiro, e outro ptimo
sapateiro; um pardo de 22 annos, perito
cozinheiro, bolieiro e empalhador; uma
parda de 20 annos, com habilidades; oito
pretas de 14 a 25 annos, com algumas ha-
bilidades, c que silo proprias para todo o
servico : pa ra do Collego, n. 3.
-Vende-se um palanqun) pequeo em
muito bom estado, com o seu competente
fardamcnlo, por preco commodo : na ru*
d* Madre-de- lieos, n. 36.
Vende-se o repertorio das leis estravs-
gantcsjdito dss ordenaees ; l.ubflu, se-
gunda I i nlias; dito acrOes sumarias; e as
ordenaees do reino, em muito bom estado,
por preco commodo : na praca da Indepen-
dencia, livraiia ns. 6 e 8.
.Vpiiiie->o> ii"> nr.ln mnlA rnt\i*r\ Ait hn-
nta (gura, isto por necessidade, e por isto
d-se em coma : na ru* larga do Rozario,
11. 35, loja.
Bom e barato.
Na ra do Queimado, vindo do Rozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se lencos de
setim de cores par* gravita, 500 rs i di-
tos do cassa, 940 rs.; cambraias par* vel-
lidos, pegas com 20 varas, a 9,000 rs. ; meias
de sed* de cures para horneo), 500\ rs
ditas brancas, a 640 rs ; di las pretas, a
rs. ditas de laia para padre, a 2,000
panno lino cor de azeitona, a 3,000 rs.; dito
preto, a 3.200 rs.; e outras muitas fazen-
das por commodo preco.
Vende-se uma duzia de cadeiras ame-
ricanas, com asiento de palhlnba, e umjo-
go de bancas em muilo bom uso : na ra
do Livramento. n. 7, loja de sapalos.
Vende-se uma prei de elegante Ggu-
ra, de nacflu Costa, de 18 annos, que en-
gomma, cozinha o diario de orna casa, e he
muito propria para andar com meninos, por
ter bom genio; na rus da Aurora, n. 50.


o
s
2
2
A 1,000 rs. o corte.
Na toja n. 5, quefz esquina pira a ru?
do Collegio, vendem-se cortes com 3 cova-
dos e meia de brim de alsodSo trancado d<
listras e de quidros, pelo barato prego de
1,000 ra. cada un corte.
~ Vendem-seeelugam-sela"i melhores bi
chas hamburgiiezas que ha no mercado,
tanto em porglo como a retalho: na ra
das Crines, n. 40, taberna de Domingos da
Silva Campos.
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores oscuros dealgo-
d8o, proprios para escravos, por scrcm de
muita durado, pelo diminuto prego de 640
rs. cada una : na ra do Crespo, esquina
que volta para a cadeia.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potasse
de boa qualidade, em barriszinho?
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como ja ha muito
tempo se nSo vende: nc Recife.
ra da Cadeia, armazem n. 12.
As novas cassas sublimes
a 3,240 rs. o corle.
Na loja de Guimares & Henriques, na
tua do Crespo, n. 5, que faz esquina para a
ra do Collegio, vendem-se novos cortes de
cassas finas denominadas sublimes, pela
sua boa qualidadee barato prego.
Gambredesa 1,800 rs,
Vondeni-se os bom acreditados cortes de
gamltredes, a M00 o 2,000 rs. o corle de
caigas: fs!s fsz*nda torn: se rcccmrr.crJa-
vel, tinto por sua qualidade como por ser
de muita duragfio.e de bonitos pidrOes : na
ra do Collegio, n. I, loja.
Limas de agullin a 4o rs.
Vendem-se limas de agulha : na ra da
Cadeia, loja de ferragens, de Antonio Joa-
quim Vidal : assim como outras feragent
para ourivea, por prego commodo.
Cliegaram novamenle i ra da Sen-
zulla-Nov, n. 42, relogiosde ouro e prata
patente inglez, para hon.cni e senhora.
Vendem-se amarras ui- ierro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Chilas Irancezas finas a
320 rs. cada um covado.
Na ra do Crespo, n. 5, confronte ao ar-
co de S -Antonio, vendem-se chiliis Irance-
zas finas e de modernos padrOes anda nao
vistos nesle mercado, pelo barato prego de
320 ra. cada um covado ; panno preto, pelo
barato piego de 1,600 rs. ceda um covado ;
lencos de camhraia brancos e aberlos pela
belta, a 2,800 rs. cada urna duza.
A 640 rs. o covado do aU
paca preta ina.
Loja n.. 5,
deCuimarSes* Henriques, que faz esquina
para ra do Collegio, vende-se alpara pre-
ta fina, pelo diminuto prego de 640 rs. o
covado, prego este por que nunca se venden
fazenda igual.
harelo a 5,00o rs. a
sacca,
e o melhor que tem vindo a este mercado
na ra da Madre-de-Deos, armazem de Vi-
cente. Ferreira da Costa.
Vendem-se cortes de caigas de case-*
S miras de cores. padrOes modernos, ai
^4,000 rs. o corte : na loja do sobrado*
g^amarello dos qualro-canlus da ra do^
^Queimado, n. 29. 41
Af
11 na do Livrainenlo, n.l 1
Vende-se calcado francez, sendo horze-
guins de fazendas de cores rom biqueira de
couo de lustro para meninos, e sapatos de
duraque preto para senhora ;- um par de
Jirincuscom bullanles e um annellao com
diamante.
Vende-se panno verde e azul multo su-
periores, proprios para fardas: na ra do
Crespo, n. 9, loja amarella.
Pechincha
para os amadores da santa
economa.
Urna porglo de finas eassis, francezes de
4 pelaros e meio delargura, de listras azues
e encarnadas, com flores de lodas as cores,
gostos muito bonitos e modernos : estas
cassas fnram arrematadas em leil3o, por is-
so se vendem pela metade de seu valor, di-
nheiro a vista, a 240 rs. cada um covado:
na ra do Crespo, u. 14, loja de Jos Fran-
cisco Das.
Vende-se a armagflo da loja.-n. 56 da
ra Direita desla cidsde, propna para qual-
qner eslabelcciuienlo.
A ultima moda. *
Para roupinhos de vestidos velludo
de cures, conforme os u timos llgun-
nhos: vende-se na ra do Crespo, n 9,
Xlnla amurAlU
He m lobarato.
Brelanlia monstro.
Vende-te bretanha monstro, muito fina,
de quatro palmse mel de largura, pelu
barato prego de 210 rs. a vara: esguiflo de
iilgodilo, pegas de 10 vana, a 3,200 es. ; ris-
cartaa azues de i/uru linho para jaquecas, a
400 re. o covado ; chitas roxts finas e de
rres niuilo lilas, com um toque do mofo,
pelo barato prego de 160 rs. o covado ; ris
cado de algndilo de listras (jangadas, faien-
da muito fina e com quatro palmos de lar-
gura, a20O rs. o covado : na ra do Crespo,
loja n. 14, de Jos Francisco Das.
Vende-se um alambique do
systema de Derone, muito bem
acabado : a tratar com Franca &
hmo, aa ra de S.-llita, ou na
iravessa do A zei te-de-Peixe, n. 5.
Vendem-se sspstSes de cou-
ro de lustro, pelo baratissimo prer
<;o de a,5ooe 3,ooo rs. suporio-
res, e de ponto fixo, a 3,6ou e
'i,ooors. ; ditos de bezerro fran-
cez, a,-5oo re. ; dito9 brancos do
Aracaty : na ruada Cadeia do Re-
jlfe, n.Q.
Panno pardo fino a 4,000
rs. cada um cova o.
Na loja da esquina da ra do Crespo, n 6,
vende-se panno fino pardo e cor de caf,
oelo barato prego de 4,000 ra o covado
lito preto e azul, a 3,000 rs. o covado, e de
uitras muitas cores e quilidades, por dimi-
nuto prego.
A o barato preco de 140
rs. o covado.
Na loja n. S, deGuimtrfes & Henriques,
vendem-se chitas escuras, pelo diminuto
prego de 140 rs. o covado, e de nutras mui-
tas qualidades por diminuto prego.
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. C, um
novo sorlimento de fazendas ba-
ratos,
como sejam : cassa-chitas muito finas, de
cores (Isas e com 4 palmos < 120 rs. o covado; cortes de ditas a 2,000 e
2,400 rs. ; riscado da linho, a 240 rs. o co-
vado ; dilode algodSo americano para es-
clavos, a 140 e 160 rs. o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 20,0 rs.; zuarte azul, a
200 18. o covado ; dito fulla cores, a 200
rs. ; i lili. du cores xas o de bonitos pa-
drOes, a 160 e 180 is. o covado; (orles ,l<
fustflo, a 600 rs. ; chales de tarlatana, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 320 rs.; coberto-
res de algodfio, a 640 rs.; alpaca preta de
rordao e com sele palmos de largura, a
1,280 rs. o covado; c oulras muitas fazen-
das em conta.
Para se acabar.
Vendem-se superiores pannos finos d
melhor qualidade que tem apparecido (pro-
va de lirr.lo)curdo cafe, a 4 e 5,000 rs.- o
covado-; dito azul, a 3,500 e 5,000 rs. ; ditn*|
preto, a 5, 6, 6,5C0j 7, 7,500 e 8,0o0 rs.
qualquer destas qualidades he a melhor
possivcl ; corles de casemira de cores mui-
lo finas, a 4, 5, 5,500, 6 e 6,500 r*.; ditcs de
meia rasemias de Ifia, de bonitos padiOes,
a I,con, 2. 3 e 3,500is. ; casimira encarna-
da nuilo fina, a 1,800 rs. o covado; cha-
peos Me massa Trnceles, do ultimo goslo, a
8,500 e 7,(00 rs. ; setim preto maceo mui-
to lino, para rollete, a 2 00, 3 e 3,500 rs. o
covado ; camisas de meia muito linas, a
1,280 rs. ; alpaca preta fina, a 640, 800 e
1,000 rs. u cavado; princeza preta, a 800 rs.;
chale de Illa de superior qualidade, a 1,600
2,500 e 3,500 rs.; cassa de ramrgem gran-
de e de vara de largura, superior fazenda
para cortinados, a TOO e 800 rs. a vara .- to-
das estas fazendas sSo de superior qualida-
i'ee vendem-se por.estes pregos para se
acabarem : na ra do Collegio, n. 1, lujada
estn lia.
#**#> # $>
A TURCA. *
* Chegaraoi os muito procurados cr-t
lites de tapete para sapatos, tendogran-f'
9 variedade de gostos : vendem-se na#
(floja do sobrado amarello,* nos qualru-f>
cantos da ra do Qurlniado, n. 29. Qt
tntititfcrfffct(ef
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos^os-Santos.
Na ra da Cadeia, n. 5*2,
endem-se por atacado duas qualidades,
aroprias para saceos de assucar e ruupa de
sagraras.
jVIoends superiores.
Na fundigilo de C. Starr & Companhi
din S.-Amaro acham-se venda moendas
le canna, lodas de ferro, de um modelo e
onstrucgjo inuito superior.
Chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol, de seda pret-
com barra Imada, a 6,000 rs.; ditos furias
cOres, a 6,500 rs. estes chapeos sSo mui-
to bem construidos, muito fortes e de boa
seda : na ra do l'asseio, n. 5, fabrica de
chaposdesol.
Ol! que pechincha !
Fazendas pretas i or pregos nunca vistos,
em altengSoa boa qualidade deltas.
Alpaca decordlo que parece barragana,
de lodas as cores, a 640 rs. ; sai ja de lila de
duas larguras, a 640rs. ; merinos, a 1,600,
2,000, 3,000 e 4,000 rs.; panno preto lino, a
3,000, 3,800, 4^000, 5,00), 6,000 e 8 0( 0 rs.,
este he panno o mais fino que se pode ima-
ginar e tem de largura 60 pollegadas ; luvas
pretas do seda para senhora, a 330 rs. o par;
>> ainda resta urna porgflo de pegas de cassa
lisa fina, com 12 jardas, a 2,500 rs. por
lera duhra de fra alguin sujo: no Alerro-
da-Boa-Vista, n- t8.
Uapc l'aulo-Cordeiro :
vn Alen o-da-Bua- Vala, luja du Eslima.
Vinho de caj.
fabricado ha quatro annos : no Kecife, ra
do Azeite-de-l'eise, armazem n.5.
Vende.n-se, por prego commodo, 60 a
.SU cibrus : na ra das Cruzes, n. 12
tajit'l pautado paia msica.
Vende-se papel pautado italiano para m-
sica, a 100rs. a fidlia doblada: no paleo
do Collegio, casa do livro azul.
Vende-se um terreno
j plantado.com 94 palmos de frente e420
iio fundo, cum alicoree para casa de sobra-
do, taodo a frente ja murada, em cli.lo pro-
prto, na nova ra quo segu da Solidade
para o .Marijjuinlio, e u,ue divide com o ai to
.la Sra. D. Antunia francisca Cadaval : a tra-
tar com o sangrador los Auaclclii, junio a
igreja do Kuuriodo bairro d*. 8 -Antonio,
quo dir quem o vende, e assegura-ae que
'esta proprledada est livro e desembara-
zada.
N
Quem admirar
venha ver e comprar.
a ra do Crespo, esquina que
,600 e
rs.
volta para a cadeia,
vendem-se pannos pretos, a 3,000,
5.500 rs. o covado; dito azul, a 3,
dito cor de rap, multo superior, a 4,000 rs ;
cortes de casimira preta, muito boa, a 3,200,
5,000 e 10,000 rs. ; ditos de ae.lim de cOres
para colletcs, a 1,(100 rs. ; ditos, de gorgu-
rim, ii 1,280 rs.; ditos de brim branco de
linbo para caigas, a 1.600 rs. j ditos de fu*-
tSo para colleles, a 600 rs.; ditos de casM
para vostidos, de muito bom gosto, a 2,400
e 2.500 rs.; corles de brim amarello do pu-
ro linho, a 1,600 rs.; cassa preta, a 140 rs. o
covado ; ditas de cores muito bonitas, a 200
e 280 rs. ; alpaca preta de cordlo, com
pajiros de largura, a 1,980 rs. o covado,
sendo esta fazenda muito propria para cal-
gas, sobre-casacas e vestidos, por sur muito
forte econmica em rasSo da largura; ris-
cado de linbo azu'zinho, a 840 ra. o cova-
po;Ienops de seda para gravta,a-1,280
rs. ; ditos para algibeira. a 1,280 rs.; zuar-
te azul de vara de largura, a 200 rs. o cova-
do ; dito fufta cores, a 200 rs ; riscado
monstro, a 800 rs.; picote muito encor-
nado, proprio para escravos, a 240 e 180 rs.
o covado ; riscado do algodSo americano, a
140 rs. o covado ; corles de brim de listras
ile cores, a 1,000 rs.; ditos com listra ao
lado, a 1,880 rs. ; ditos egcuros, a 1,280
rs,; pegas de chita* uiuilo bonitas, a 5,500
r,s. ; ditas escuras de cores fiaspora casa
a 160 e 180 rs. o covado ; chales'do tarlata-
na, a r,280 rs. ; melos ditos escuros, a 3i0
rs.; lengos de cassa para Bravata, a 320 rs ;
meias para meninos, a 100 rs. o par; ditas
milito superiores para senhora. a 400 rs.;
Irngos pequeos de 19a com tres ponas pa-
ra escravos, a 140 rs.; cassa de xadrez para
vestido a 320 rs. o covado ; pegas de cam-
hraia lisa com 8 varas e meia, a 2,700 rs;
dita muilo lina, a 640 e 720 ra. a vara ; cha-
peos de sol, de panninho com hsstes de ba-
lis, muito bons a 2,000 rs. ; e outras mui-
tas favendas baratas que a vista dos com-
pradores se farSo os pregos.
Panno couro a 1/200
1,300 rs. .
Vendem-se corlea da excellente fazenda
denominada panno couro, a 1,900 e 1,300
rs. o corte de caigas : esta fazenda he mullo
encorpada, escura e de mulla duragflo: na
ra do Collegio, n. 1, loja.
Os a ntiios riscados mons-
tros a itO rs. o. covado.
Na loja de CuimarSes & Henriques, ven-
dem-se os auligos liscados monstros, de 5
palmos de largura, e de padrOes novos, a
280 rs. o covado ; riscados california,de co-
res finas e muito encordados, e lamben de
cores escuras, pelo barato prego de 200 rs.
o covado.
Fazendas baratas.
No armazem de fazendas, de Raymundo
Carlos l.eite, na ra do Queimado, n. 87, ha
um bello sorlimento de fazendas de todas
as qualidades, por os pregos mais commo-
dos que se leem vendido, a saber : pegas de
midupolOo da India, com 24 jardas, muito
fino, a 3,200 rs.; dito muito fino e encorpa-
do, com 4 palmse meio de largura, muito
proprip para camisas de escravos por ser de
muita duracBo, a 3,600 rs ; alpaca de cor-
dio, de lindos gosto, e de diversas eflres,
proprio para palitos, casacas e caigas, a 860
rs. o covado; tua preta muito lina, a 800
rs.; ptimo riscado francez de varias cores,
a280rs. o covado j cortes de hrlm pardo
Dar caigas, a 1,400 ra. ; ditos de quadros
muidos, muito bonitos, a 1,000 rs.; risca-
do monstro, 940 rs. o covado ; corles de chi-
ta chineza, gosto escolhido, a 3,500 rs.
atualhada cntrangado com 7 palmos e meio
de largura, a 800 rs. a vara..
A 1,000 rs. o corte de
calcas.
Vendem-se brins trancados de
listras ao, lado, dos mais moder-
nos padres, tendo tambem cor
de ganga, a t,ooo rs. o corle de
calcas : na ra do Queimado, n.
8,lojacohlronle a laotica.
Com ti palmos de largu-
ra o novo algodao mons-
tio trancado california.
Na loja confronte ao arco de S -Antonio,
n 5, vende-se o novo algodSo monstro tran-
cado, com 8 palmos de largura, pelo barato
prego de 800 rs. a vara.
l\o armuzem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farelo, a
3,ooo rs. a sacca, e farinh de tri-
go Irimceza da
preco commodo.
Vende-se barato
Para s* a calta r
Sapatos do Aracaty
A oito conloa res a par. .
Na ra da Cruz, n. 56, taberna de Mendos
& Braga, vendem superiores sapatos du
Celj,ieu uiiitaiiuw pi eu lio ouu is. per;
cera de carnauba em porgUo e a retalho ;
esleirs o chapeos de palha sola e courinhos
de cabra : tu do por menos prego do que em
o-tra qualquer parle.
LNa ra da Cadeia-Velha, n. 17,
loj de miudezas,
venderte finco fine e grosso de todas ss co-
res, por prego mais barato possivel ; rar-
teiraacom agulhase agulhelas de todos os
nmeros e de supeiiur qualidade; caitas
para phosphoros muito jocosas.
Vende-se um coeirn de casemira |bor-
dadd, muitorico: no Aterro-da-Boa-Vista,
11, 78, loja.
Venue-se urna preta de naglo, de 21
annas, queeozuiha bem, eugomma, cost
cnaoocoiD ouirsa habilidades; nBobeme
nem foge : oa ra do Kangel, n. 38, segun-
do andar.
Vende-se leite puro, a aoo
rs. a garra/a ; na ra da Goocei-
9o da Boa-Vista, n. a8. .
Navalhas de patente. ZL^lT^,
Vendem-se navalhas finas de
patente parafazer barba j estojos
completos de todos os ferros para
cirurgia, obra muito fina, por pre-
90 commodo : na ra da Cruz, no
Hecife, n. 43, loja de Joaquim
Antonio Carneiro de Souza Aze-
vedo.
Bichas de Haniburgo.
Vendem-se as verdadeiras bi-
chas de llamborgo, aos centos e
retalho : tambera se alugatn e v8o-
se applicar a quem precisar na
ra da Cruz, no Hecife, n. 43 lo-
ja de Joaquim Antonio Carneiro
de Souza Azev.edo.
Of f f fff f f tf f f f Wffffi
J> Na loja do sobrado amarello, nos *
quatro cantos da roa do Queimado,
n. 29, vendem-se
Chapeos francezes de fOrma
moderna
Cortes de calcas de casemira
de padrOes escores
Ditos de dito modernps
* Ditos de cohete de gorgorito
6,000
5,000
6,000
5,000
7,000
79i)
3,200
2,500
de seda bordados
Ditos de setim de cOrea bor-
dados
Alpaca mesclada propriat
pira gndolas e palitos, o
covado
Mei in preto inoilo Gao*o co-
vado
Dito verde e cor de caf, pro-
prio para vestido de monta-
lia, o covado
Lengos de seda de cores Rara
grvala
Corles de collete de varias fa-
zendas 800 e 1,000
F. outras muitas fazendas finas, co-
mo sejam : panno preto da 3.500 a
11.000 rs. o covado ; ditos de cores ;
casemira preta elstica ; setim pre-
to da Maco ; diales a mantas de se-
da; corteada vestidos de seda de c- <
res e brancos ; esguiSo finissimo ; *
melase luvas de seda para senhora : 4
tudo por prego muito commodo.
LisbOa; fio (ferrete do
reg muito commodo
na ra da Cruz, no Hecife, n. 49, primeiro
andar.
--Vande-se doce fino de goiahs, em ca.
xinhas de quatro libras, pelo prego de mil
rs. a calxinha -. na ra das Cinco-Poqtas,
o. 82, taberna.
*?* ##
9 II. Lullkens tem para vender de me-k;
taes folba de Flandres, chumbo de ro-|
(|to e de munigfio, farro inglez, e ago-%
Staueco ; de ferragens, pregos de forro,%
facas de muitas qualidades, ehaleiras.Q
panillas, limas, varrumas, serrotes, te-f
_souras, caivetes, navalhas ; de armas,<
4f espingardas e lazarinas ; de miudezas,*
fespelhos do gaveta, bolOes de madre-j
fiperola, de aeo e duraque, clcheles,
parame de lati fino, pennas de ago.S
^bandejas ; de fazendas, ehitas, algodSo-
^zinlios, pannos de ISa, casemiras, brim
Ade linho para calcas, vestidos, chales,|
^lencos e malas de elgodlo. '
IIMMM (
Vende-se um molequecrlouto, de 10 1
11 annos : no paleo deS.-Pedro, n. 10, se-
gundo andar.
Vende-se urna esersva do 30 annos,la
quecozinha, lava de sabflo evarrella; he
muito sadia, fiel, a nSo tem vicios, o que
tudo se afianga ao comprador : na ra larga
do Rozario, n. 24, segundo indar.
Vende-se, na cocheira de Fra-de-Por-
las, um cavallo muito novo e de bonita fi-
gura.
Vendem-se queijos londrinos, presun-
tos inglezes para Hambre, conservas ingle-
zas,ditas francezas de sardinha e hervi-
Ihas, latas com bolachinlm inglezaa, caixas
de massis linas, salame, cha preto, garra-
fas com minteiga fresca, amellas, passas
para podins, spalos de borracha: na ra
di Cadeia do Hecife, o. 2.
m
800 .
S*******************
Atoalhado de linho de
California com 6 pal-
mos de largura.
Na toja de Guimartea & llenriques, na rus
do Crespo, n. 5, vende-se o novo atoalhado
california depuro linhoecom 6 palmos de
largura, pelo barato prego de 1,120 rs ; as-
sim como ha de 5 palmos de largura, a t 000
a vara.
tgencia de Kdwin Maw.
Na ra de Apollo armazem n. 6,de M. Cal-
mont t Com pa nhia,acha-se constan tmente
um grsode sorlimento de ferragens inglezaa
para engenhos de fabricar assucar, bem
como tanas de ferro coado e balidnde dif-
iranles Unanhoa modelos, moendaa
de dito,tanto para armaren madeira como
rodas de ferro para animaea a agoa, ma-
chinas de vapor de torga de 4 cavallos, alta
pressHo, repartideiras, espumadeiras, etc.
deferroestsnhado.Na mesma agencia echa-
se um sorlimento de pesos para balangas,
escovins paia navios, ferro em barra, tanto
quadrado como redondo, safra para ferrei-
ro e urna porc&o de tinta verde em latas:
tudo por barato prego.
fff.fffffffffffJPWfff
%Dt poiloda fabrica dej
? Todos os Sanios, na
% llahia.
? Vende-ae, em casa de Domingos AI--#
?ves Matheus, na ra da Cruz, n. 2> z
*pnraeiro audar, algodilo trancado da-s
*quella fabrica, muito proprio para sec-2
eos e roupa de escravos; bem cumo^
lio proprio para redes de 'pescare pa-^g
avos para velas, por prego commodo.^
tk*
liara tissimo.
Vedem-se chapeos de palha
re carnauba ; sapatos do Aracaty;
e Irarqueiraa de superior genebra
da Ilollanda, por preo commodtK
a fallar com Antonio Joaquim Vi-
dal & Companhia.
Vende-se urna porgflo da travs de 40
marca Baro, poft Iblmos a 8 a poltogadas de grossuras, das
melhores qualidades que se pdem encon-
trar no mercado, por prego commodo : em
Fra-de-l'orlas, ra do Brurn, a fallar com
,

m
A o bom gosto.
Vendem-se chapeos da
Qlia, muito linos, de abas
Qquenase copa baixa, para
mens e meninos na prar^a
9
Ita-g
pc-3
ho-O
nlllCIIB V IHClllllUD lia lliv^n *^*iA
5>Independencia, ns. a4*a6 e 28$
Na ra da Cruz, n. a4,
vende se cera de carnauba d priuieira sor-
le; esleirs; sapatos; ditos de couro de
lustiode poolu fixo ^ couriribos miudos ;
caixas com velas superiores do Aracaty ;
chapeos de palha ; cauuigas fviUs a Ierra;
barucaacom axaruta : ludo pur prego com-
modo.
Oh que marnela da !
Na ra da Cruz, no Recito, armazem n.
13, vende-se marmeisda a mais fresca que
tem viudo al boje a este mercado, em cai-
; r.V.s iff l ih.'ss icbso cs ulti-
mas muito proprias pan mimos.
Vendem-se rudas de arco de pi para
pipas a barricas ; calas de pinho vasiaa;
pregos ripaes, proprios Rara pregar barri-
Escravos Fgidos.
Fugio, nodia 7 do correnta, o preto
Jacintho. de nagflo GabSo, representa 40 an-
nos, de altura regular, cor fula, levou so-
bre-casaca de riscado e chapeo de palha .-
quem o pegar leve-o ru Nova, n. 16, lo-
ja de ferragens, que ser recompensado.
Fugio, do engenho S.-Francisco, de
Serinbflem, nodia 17 de junho, 6 escrnvo
Benlo, de cor acabralhada, de 82 aanos,
rosto comprfdo, cabellos e olbos pretos, na-
riz e bocea regulares, e barbado: quem o
pegar leve-o a Camboa-do-Carmo, n. 33, a
Silverio Joaquim Martins dos Santos, ou ao
dito engenho que sera gratificado.
-- Fugio, nodia 4 do corrente, a escrav
Justina, p( rtencenle nos sobrinbos e herdei-
ros du finado padre BrSz.Jilannel Machado,
suppOe-se ter ido para Cortbira ; he de- al-
tura regular, cOr fula, seces do corpo ; le-
vou vestido de chita preta e panno da Cos-
ta : quem a pegar leve-a i ra da Concor-
dia, casa da inventarianle, Carolina Flora.
SiOO^OtO.
Fugiram de bordo do brigue
Sem-Par, vindo do Hio-de-Janei-
ro, dous escravos, sendo um de
nome Sabino, de cor parda, esta-
tura regular, de ao annos pouc
mais ou menos ; levou calcas e
camisa azues, e bonete encarnado:
o iilr da aame Kuzrbio, ci ion-
io, de 24 annos poucc mais ou
menos, estatura'alta; levou calcas,
camisa e bonete'atues. Roga-se as
autoridades policiaes e capilaes de
campo, que os apprehendam e le-
vem-nos ruado Trapiche, o. 34.
casa de Novees 8c Companhia, ,>
recompensar.
Fugio, ha 9 para 10 mazas, o crloui.)
Itaphael, do 35 anuos, altura regular, quei-
xo redondo, pouca barba, olbos muito vi-
vos ; lem nos ps um dedo corlado pela
junta.; he serrador; muilo rhetorico no
fallar; quando anda empina as nadagas pa-
ra tras: Miguel, crioulo, aieio fulo, oaJjel lo
piolando, de 46 a 50 anuos, baixo, com fal-
ta de cabellos que esta quasi calvo, pouca
barba, queixo lino, olbos vermelhos e arre-
galados, mnito ladino e conversador, cheio
do corpo as paz, pernas finas, ps peque-
nos; e com o mesmo urna escrava de nome
llosa, crioula, bem preln, altura regular,
com marca de fogo no rosto do lado esquer-
do descendo sos hombros, pa, e brago, em
partes que parece agoa quente : quem os
pegar lveos lo.engenho llba-de-liello, ou
nesta priga a Antonio Alves de Miranda Cui-
marilcs, na ra Direita, n. 69, que se re-
compensar com 30,000 rs. por cada um.
5 de junho de i85o
Faci, da villa do Bonilo, o escravo I. o n-
rengo, crioulo, baixo e corpoleuto, de cr
nem muilo preta nem fula ; tem filia de
unhas em lodos os dedos dos ps, por cau-
sa de bichos que leve em pequeo, caa
redonda, de 20 annos: quem o pegar leve-o
so vigariu da dita villa, o padre Msneel de
Mello Falclo M ou na ra da Cadeia o
Hecife, n 34, toja oV mbio da viuva Vici-
ra &FII10, que se gratificara.
v Fugio, do engenho novo do Cabo, no
uia 2. uu juoiu, um prciu cnuuio, otilen*'
du carpida, deuome Luis dos Bsntos, de 24
annos, alto, corpo regular, orelhaa peque-
as, as mOos apea bastantes grandes, mo
lem barba ; he bastante carrancuda : quem
o pegar leve-o ao dilo engenho, que ser
recompensado.
Fugio, do engenho novo do Cabo, ha
dous mezes pnco mais ou oienoaV un"
preta crioula, de nomo Auna, de 18 anuos,
alta, magra, com os beigoa gnos. fcarii
pequeo, chato e com as vease j
Jas ; foi vista para as bandas* da Mu. ,
no engenho l'euand,Uba e 'oeste llec"):
(quem a pegar leve-a ao dito engenho, que
fiera recompensado.
-- Fugio, do engenho novo do Cabo, des-
de Janeiro do corrente anuo, o moleque lte-
Jieuielo, erioulo, enm principios de casrei-
ro, alto, nariz bastante chato, com falta, da
denles na frente, ps grandes : quemo I1*"
tarleva-oao dito engonho, que ser ie"
cumpenaade.
mmmmmmmmmmmmlmm
I
i
'
es.: ka nr. ns u. r. irnu. 1860-
M 1 1 r r 1


Full Text
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