Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07502


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Full Text
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[I
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1 di
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()
Anno X^VI


-
Sexta-feira S
<
PARTIDA! IOI OOBOI1M,
Gofanna c Parahlba, segundas e sextas feiras.
llio-firande-do-Norle, quintal feiras ao melo-
da.
Cabo, SerinhSeni, Rio-rormoso, Porto-Calvo
e Mace nol.', a 11, e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bubito, a 8 r 23.
rloa-Vila e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintal felraa.
Oliuda, lodoi o dial.
j ?ig^j.-.-f'r.ira,a>HLiWiHaaristl
IBM.
,Mlog. a 2, ais 3 h. e38 m. da t.
o..... ,> ("o^a a 9. oi 7m. da t.
Pa.sil ai 104. 1^,,. ,6 4 h e ,2 dt m
f Chela a 24, i 3 h. e 4 m. da m.
VKKAMAH DI *OJ
Primelra a 1 e 18 minutos da Urde.
Segunda a 1 e 42 ininutoi da mauba.
Julbo
d^JSoO.
N. 148.
mibooc da aaaaoaivQAO.
Por tres mezes (adianadoa) 4/000j
Por seis mezes 8/1)001
Porumaono lj/WOOJ
^CaJt-^ a! ana f-i twraitsm o
DIAa DA !.
1 Seg. S. Theodorico. Aud. do J. dos orf. e m 1. v
2 Trrc. Visilaco. deN. S. Aud. do chano., do
J. da t. v. do clv. c do dos feitos da fazenda.
3 Quart. S. Jacintho. And. do J. da 2. v. dociyel.
4 yuint. 5. laabcl. Ad. do J. dos orf. edoin.
5 Seat. S. Alhanazio. And. doJ. dal. v. do cir. e
dos feitos da faieoda.
6 Sab. 8*. Dominga. Aud. da Chae, e do J. da
2.*v. do crime. *
7 Doin. S. Pulquera'
OAsUIOS IM DE IDIHO.
Sobre Londres, 26>/, a 27 d. por 1/000 n. a 60 diai.
Paris, 346.
Lisboa, 105 por cento.
uro.Oncas hespanhoes......... 29/000 a 29/&0*
Moedas de 6/400 yelhas.. lli/dn a 16/700
de 6/400 novas .. 16/100 a 16#M0
> de 4/000........... 9/100 a 9/200
PrtM.Patacdet brasilelros...... 1/980 a 2/000
Pesos columnarioa....... 1/980 a 2/000
Dito, ineiicano........... 1/820 a 1/840
Raaneairsa*.
ERRATA.
No discurso do Sr. Menetei de Di umond, pu
blicado honlem, pagina primeira, columna 4.,
Hullas 119 a 121, la-se do modo seguinle:
Nao Ih'as poderel entinar ,* mas tainbeiii nao
pretendo seguir os leus eiemplos,
i -' i
PAHT* 0FFC<* .
i i o i i 11 i
COVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 3 DE JUNHO.
Officio. .- Ao coininanda)te das anuas para
mandar inspeccionar o paisano Pedro Jos d
Harros, que se oflcreceu para assenlar praca
como voluntario na companhia de artfices.
Dito.--Ao incsino autorisando-o a mandar
irocedcr- aos conori tos, de que ncceislla o
une do Pan Amarello e prevenindo o do que
a administracao da referida obra deve ter In-
cumbida uin olliral liabll, o qual rcquislta-
r as quantias que forem Itecrssarlas para ii
occprrrnJo s despezas dos referidos reparos
-- Intelligenciou-sc ao Inspector da pagadorla
militar
Dito. Ao Inspector da thesohrarta de fa-
zeuda, tendotm villa a informacao de V. S.
de 17 de inaio ultimo, acerca da representa
San do administrador do crrelo datado de 13
este mez, resolvo que os sellos de caitas
existentes naquella reparlico, bein como os
que de ora ein diante vlrrrm da irle, sejam
guardados urssa Iheaourarla, devendn V S.
mandar l'ornecer dos niesmoa sellos a quanll-
dade. que Ihe requisiiar o referido adniinislra-
dor a proporco das necessidades que forem
occtttjjeudo. -- Nenie sentido ofliciou-se ao
inesmo administrador.
Hito. -- Ao mesino declarando que, em vir-
tude do aviso elreul r de 23 de julho do anuo
prximo passado, expedido pela secretaria de
citado ilos negocios da justica os amanuenses
da secretaria da polica, piovidos depois da
dala do referido aviso so uevcui de perceber
ooidenado animal de 400,000.
Dito Ao director do arsenal de guerra.
conredeudo a autorisaco que pedio, para del-
Sender a quautla de lbiOOO rs. coui a compra
e tres duzas de costados de pau d'olco para
fjiciura de coronbas novas. Communicou-ir
ao inspector da pagadoria militar.
Diluir-- Ao agente da companhia das barcas
e vapor para mandar dar pastagein para a
iliis rm un dos lugares vagos de passagei-
rc's de estado Pompilio Manoel de Lastro.
Portara. -- Ordenando ao agente da campa-
nilla das barcas de vapor, qm -mande dar pas-
lgeni para a corle no vapor /' soldado do pihueiro halalliao iie fuzllelro Joao
Comea de Sigueira, Intelligeuclou-se ao
couiiaindaule das armas.
1 DEM DO DA 4.
Ofliclo. Ao i'unimandanie das armas, in-
teirando-o de ter o Kxm. presidente do Para
participado, que o padre capellao do terceiro
Ibist-de artilharla a pe Manoel da Fonseea
al, por se adiar dorle, nio pude seguii
vlageiti para esta provincia.
Dito. Ao inesmo scienlfcando-o de liave
o Jjfxui. presidente dar l'arahiba participado ,
3ne o alfvcres do quinto batalho de fuiilriros
cente Ferreira de Lima,'que s ochava na-
quella provincia com licenca, nio pode seguir
para esta no vapor Pemavibucana, como II e or-
denara o inesmo Can. Sr., por se adiar docn-
te, e em citado de nao poder faaer viagem.
Dito. Ao inspector da tbrsourarla de fa/.en-
ca, transmi'ttiado o amo de urna leltra da
quantla de 1:000,000 ra sacada pela llietoura-
ria do Rio Ciando do norte sobie essa, a car-
teo deS. S. e a l'.vor de Joaquiui Ignacio Perei-
ra. Participuu-se ao presidente daquclla
provincia.
Dito. Ao julz relator da junta de justica,
transmiltindo para depois de visto ser apresen-
lado em sesso da ineiina junta* o processo do
soldado do quarto batalho de arlilbaria a p
'1 Inodoro Jos de rou/.a. Communicou-se ao
commaudanle das armas.
Dlto.Ao iospe. torda pagadoria, militar re
metiendo os termos de rccebiinen lo dos objectos
queforam enviados para a ilha de Fernando no
patacho /'irnpoati, e brigue de guerra Ctlliope
- IntelHgenciou-se ao coiiiiiiandaute da ines-
ra ilba.
Dito. Ao director do arsenal de guerra in-
ttlraiidu-o de haver concedido ao profeisor
dos iprendizea menores do mesmo arsenal ,
Joio 1'ereiia ta Silva Gninaracs, tres mezes
de licenca coto os respectivos veucimentos a
contar da data em que se fludou a de que go-
ava.
' Dito. Ao engenheira director dsi obras
publicas, para que ordene ao engenfeiro clie-
fe da izarla sesso'daquella reparticao, que se
I dirija ao sul da provincia, aAm de levantar a
plantado um eaminlio que coiiimunique com
algiuna lacilidadr a villa d'agoa Prrla cnin as
matas; e a povoaco de Harrrlros, bem como
examinar a melhnr locatidade em ditas matas
para o esiabelccimento de uuia colonia uiilll
dcveudoaiequisitarSmc. da presidencia os au-
xilios de que piecisa o referido engenheiro
para o bnm desempeiibo de Ul couimisso.
Portarla.--Plomeando, de conformidad^ com
n art. 2. do decreto n. 426 de 24 de Julho de
tajo ^'7;-;2r"" 'r.r.c: iz -;' ^-n...k-
Joao Le i te Torres Gallindo. Fizeram-se ai
conveiienses coininunicatoes.
Dila.--Ordenando ao commandante do pa-
tacho Hiapama, que puuha a disposicao do
uiz inunicipsl da primelra vara desla cidade,
aentencjapjln Josc Miguel Ferreira quecon-
a de Fernaddo ln-
. lUrncJaMo Josc Migue
lio seirtoordo da ilha
wu-te asjpiiesino jniz.
Jila. Noineaiid odieial malor da secreta
da presidencia, as bacharel Manoel < le-
enliuo tarneiro da Cunlia. Cominunicou-
i ao inspector da thesouiaria da fasenda nro-
viucial.
DEM 1)0 DA t.
Ofllcio, Ao commandante das armas, para
[mandar inspeccionar o paisano l.yiillo Con-
[calve* Ribeiro, que se oilereceu para assenlar
I praca na companhia de artfices.
Dita. Ao inspector da thesouraria de fa-
I senda, transiiietiindo o avisos de duas letras
tao.da pela thesouraria do Rio Grande do nor-
te sobreest a cargo deS S. una no|valor deis.
2:068,070 en* favor de Canuto Ildefonso Kino.
renciano, e a oulra no de 201,080 rt, a favor
de 'I heatonio C. Cerquelra. l'ai licipoo-se su
presidente da refei ida provincia.
Dito. -- Ao juii relator da junta de justica,
transmiltindo oproceno verbal fsita ao salda-;
do da companhia de cavailaria desla provin-
cia Jos das (.'hagas Accioli, para que depais
de visto leja apresentado m sestao da junta
de justica. Inleirou-se ao commandante das
armai.
Dito. Ao cimmandanle da corveta Jaa-
nuaria, exiglndo a reinrssa de uin mappa do
estado actual da guarnico da corveta ob leu
commando, bem como dos ofliclaes e pracas
de marfnhagem nella depositadas. Nesle
sentido odiciou-se ao commandante do brigue
Canoyo. ao de Ctlliopo, so commandante do
brigue Legalidad/, e ao do vapor Tfiel.
Dito. Ao Idspeclor da pagadoria militar,
Intelrando-o de haver mandado assenlar praca
no exordio como voluntario ao paisano Pedro
lote do Harros, ao qual arbitrou a gratlncarao
de 60,000 rs.,sendo trinla pagos avista e o res-
to rm prestacdel montaos de 10,000 rs. Offi-
ciuu-se neste sentido ao commandante das
rmai.
Dito.Ao inesmo para que informe com bre-
vldade, a lim de salilfaier.a requislco do
mcsino presdanle dn Maranhao, se o comman-
dan te do quinto batalho de futileiros lira nos
prel a tmporlaneia de Tardamente para as pra-
vas que, pertfncendo ao inesmo batalho se
achato naquella provimia addidas ao corpo
fixo do Piauhv.
Dlto.-Ao Inspector do arsenal de ma'lnha
selenllflcando-o de ter concedido tres mezes
de licenaa com vencimenlo pora Ir a corte ao
patro do inesmo arsenal, Antonio Jos dos
Santos Pernambnco.lalelligenciou-ie ao con-
tador de marinha.
Hito.Ao inesmo para que nomeie, quen
subslilua ao escrivao do brigue escuna Legali-
dad: visto ter elle de recolher-se ao hospital
daquelle arsenal Communicou-se ao com-
mandante do referido brigue escuna.
Dito Ao inesmo remetiendo as contal das
ilespezai felfas na ilha de Fernando com o cu
rallvo de algumas praca* das guarnices dos
brigues Canpo e Legalidade, a fin de que man-
de indemnisar a pagadorla militar da quantia
de 25,783. em que importan) as referida* con-
tal -Kxpcdirain-se as convenientes communi-
caedes.
Dlto.Ao inesmo transmiltindo ai comas
das despezas idus na ilha de Fernando com o
curativo do marinheiro Valeulim Nngueira
pertencente guarnico do patacho Plrapama
para que mande indemnisar pagadorla mili-
tar da quantla de 1:436, rs ein que impor-
ta m as referidas despesas. Fiseram-se as com-
inuiilencoes necessariai.
Dito--o director do arsenal de guerra, ap-
provando o contrato,que ein vlrtnde de autori-
sacao verbal da presidencia fez com Agostinho
Humes para entinar ao contramestre das offi-
cinas da quarta ciaste do inesmo arsenal Alha-
nasio Martina de Almeida a galvanisar lodos os
nielaos, a excepcao do ferro e estanto, pelo
stipendio de trezentot mil ris annuaes.In-
telligendlou-se ao inspector da pagadoria mi-
litar.
Dlto.Ao julz municipal da primeira rara
desla cidade para fa/er aprontar, a lim da te-
guirem para a Ilha de Fernando em urna em-
harcaciio d'annada. que para all brevemente
tem de partir, os presos de justica, quejase
acham senlendados, visto nao convir, que se-
jam ellos conservados na cadela daqul.
DU0.--A0 engenheiro director das obras pu-
blicas para mandar pelo engenheiro competen-
te examinar o otado, em que se acha a ponte
de Heberibe, e nrganisar o respectivo orna-
mento a lim de ser aquella nbra executada
com urgencia visto achar-se a dita ponle mul-
lo arrimada, e amoscada de desaparecer pela
contiuiiaco do invern.-Inlcirou-sc cmara
de Olinda.
Dlto.-Ao inrsino approvando a proposla que
fez de Manoel Louren{o de Mallos para servir
o lugar de ajudantc de engenheiro da que lia re-
particao.
Dito Ao mestno inleirando-a de ler'appro-
vado o vencimenlo por S. me. propotto de
1.600 rs. noi dias uteii para os apontadores
das obras do concert do pantano de Olinda,
estudos grapbicos da estrada do tul.Commu-
nicou-se ao Inspector dt thesouraria da fazen-
da provincial.
Circular aa cmaras da provincia.Tilando
a cargo da directora do Lyceu a fnspecco de
todat 11 aulas da provincia, e nao pudendo o
respectivo director cumprir devidameiite eata
obrigacao. tem que teja inteirado de todat as
resnlucdet que at cmaras lomam a reipeilo
dnt profestores, ordeno a Vmci., que nada
facain relativamente a elles tem communcar
uflicialmenle a directora do lycru, c bem as-
tim que s por Intermedio delta postam enca-
minhar tuas (jueixas e represrnlaeoei a esta
Rresidencia contra os inesmos profestores.
este sentido ofliciou-se ao director do mesmo
lyceu.
DEM DO DA 6.
oni.-io.--Ao comman Isnie da armas de
clarando que pode mandar contratar com o
cabo da esqusdra du guada bilalhto dear-
(ilhsrii a p Francisco Manoel da Costa,
nuvu engajaiiieiiii) para coiiiliiuar no servt-
co do mestno batalho mediante a gnlifi-
caefio de cem mil ris pagos a vista, e n res-
to em prostacOc* mensaesde 10,000 ris
Communicou-so o impector da pagadura
mililar-
Dito.Ao mismo, para mandar contratar
com o segundo cadete sargenlo-Ajudinte
do segundo baUlhSo de cacadore, l.udgern
Braulio da Cuati para rontuiuir no servico
lo oiesmo batslhSo com gratificacSo de
cem mil ria, sendo 60,000 reis pagos a vis-
ia, e o resto em prestares mensaes de ris
10,000. Intelligenciou-se o inspector di
DEM DO DA 8.
Oflield.Ao presidente da rolarn comniu-
uicando haver concedido o bacharel Manoel
los Domlngues ('.odeceira a despenfa, que
pedio do lugar dequarlo supplenle do julz ion-
oicpal da primelra vara desta cidade, e a Jos
dos Santos Nunes de Uliviva do de sexto sup-
plenle da menta vara.Fizeram-se ai conve-
nientes coinmunicacei.
Dito.Ao juiz lelator da junta de justica
transmiltindo para depois do visto ser apre-
sentado em sesso da junta de justica, o pro-
cesso folio ao soldado Joo Raplista do Rota-
rlo.Intelligenciou-sc o camipandaou das ur-
inas.
Dito.Ao inspector da pagadoria militar de-
volvendoo rrqucrmenlo de Francitco rtarboza
do F.spirito Santo para que o fi. i proerssar
nos termos da proviso do Ihesouro publico
nacional de 6 de agoslo de 1847 a lim de ser a
peticionaria paga opportunainente da quantia
que se Ihe est a dever.
Dilo.-Ao mestno ordenando que a contar do
t.* do corrente em diantc suspenda o descon-
t de 10,000 rs. mensaes; que se eslava fazendo
naquella repsrlicSr em o sold do capitn do
segundo batalho de caradores Antonio Jos
dos Passos por attiin o haver pedido o mesmo
capitn ein contequencla de ter consignado
igual quantia no Maranho.Neste sentido ollr-
ciou ao presidente da referida provincia.
Dito Ao inspector do ar.-enil de mar i
nha para mandar examinar pela mestranes
daquelle arsenal o mastro da bsndeira da
fortaleza do brum, e enviar com a possivel
hrevidadeo resultado do mesmo exime,
Portara.Ordenan lo ao corveta anuaria
que mande dar gula de passagem para o ar-
senal de marinha de.sta provincia as seis
pracas da mrsm curvpta, que se acham
(estucadas na escuna I.inJoia --luteirou-sc
ao referido inspector.
Dita.Determinando ao commandante da
corveta Januaria, que. mande passar papa
bordo do tingue Cnilinpe o primeiro len-
le Francisco Comea da Silva e o guarda ma-
rinha Pedro de Alcntara dos Cuimariles
Peixoto, epara Iudo do Canopo o guarda
in.iiinlia Manoel Antonio Vegas Jtinior.
Fizeram-se as convenientes communi-
cat,0es.
pagadoria mililar.
Dlto.-Ao Inspector da thetouraria da fasen-
da provincial para que vltta da conio, que
remelle, mande indemnisar ao engenheiro di-
rector dai obrat publicas das despezas frita
com os concerlos da ponte dos Afogadot.Com-,
niiinicou-se ao referido engenheiro.
Dito.Ao presidente do concelho geral de
salubridade, inteirando o de ler concedido aa
Dr. Jos Joaqiiim Finnlno demisiao que pe-
dio do lugar de delegado do meiuio concelho
pa comarca de Goiaona.
Porlaiia. O presidente da provincia, usan-
do da altiihuiro, que Ihe confes o art. 7 da
lei de 18 de agosto de 1834 ha por conveniente
piorogur a sesso da tssembla legislativa pro
vincial al o dia 20 do correme.-Sclenllflcou-
se ao inspector da thesouraria dafaaenda pro-
rinclal,
Coiuniando das armas.
Quarttl general na tilia d'Agoal'rita 3 \ tnaorf 1850.
OREDM DO DIA N. 31.
Tendo seguido pira i capital com o fim
de recolbcr-se i cOrle.comn fui determinado
peto governo imperial, oSr. capito do es-
lado maior de primeira classe Manoel lio-
drigues Itsrros Fonseea de linio, ajudante
Je rleos interino dcsle rommando. o ma-
recli.l dn campo graduado commandante
das armas desta provincia, nomea pira ser-
vir interinamente o dito e ni prego o Sr. al-
fees do segundo halalho de fu.sileiros Te-
molio Petes de Albuquerque MaranliSo, e
louva ao referido Sr. eapilSo Brjto, pelo
inleresse ezello que moslrou no servico,
dosem enhanilo as suas ftinccOts com a
dignidade que o ear.iCterisa.
.Iniciai'o Correa Se'dra.
0RDEM F.IA I\ 3J.
O Sr. Uarechal de campo graduado Antonio
Correa Srra, commandante das armas desla
provincia, mandando transcrever na prsenle
ordem do dia o otncio que ndala de 30 de
abril ultimo Ihe foi enderezado pelo Exm. Sr
concelheiro presidente desta mesina provin-
cia, ha por mullo rrcoinuiendado aos Srs
oominaodantes de corpos, e a quem mais pos
ia Intercsaar, a restricta observancia da or-
dem da presidencia de 30 do agoslo do ailo
passado, repelida ein dito oflicio, e exige dos
inesmos Srs. coinmandintes as rasos por que
olvidaram o cumplimento de semelbanle or-
dem, em armona s disposiedes do art. 11 das
instrucfdes que baixarain com o decreto n
378 de 14 de agosto de 1844, earl. 5 do plano
approrado pelo decreto dogoverno imperial de
20 de abril do mesmo anno.
lllin. e Kxtn. Sr.-Attendendo ao que me
rrprrsentou o inspector da pagadoria militar
em oflicio de 16 de marco ultimo, tenho a de-
clarar V. Exc. que deve dar as precisar or-
dens, para que leja rigorosamente cumjirida
a ordem desla presidencia diiigida a cite com-
mando. e datada de 30 de sgosto do anno pr-
ximo passado, pela qual dclermioei que se
passe ein duplicata os documentos, pelos quacs
lein os bagageiros de haver os fretei de seus
animaei.
Dos guarde a V. Ese. Palacio do gover-
no de Pernainbueo, em 30 de abril de 1850.-
//nnoriu llermlu Carneiro rao.Sr. marechal
commandante dai armas.
Timoleo Perei di Albaqutrqui Maranhdo,
alferet ajudante d'ordent interino.
CA |
ir.iOK
A EDUCACA0 NA FRANgA.
O estado da Franca aprsenla ao observador
urna serio lal de perplexldsdei econtradicedes
que pouco nos admira vei moa adiadas e postas
de parte suas grandes difficuldades piaucas, ao
pasto que se assigna o primeiro lugar na dis-
custSo anliga controversia da universidade e
da igreja, e que os liomens se empeiihaui nesla
disputa com lauto ardor contte o solo que pi-
sain nao esliveste suicido por um terremoto.
y&o ha creamente nenhuin nutro palz que gu-
ie de Instituidos livres, no qual nina lal ques-
illo podesse ser discutida ; porin o estado da
instrueyo publica em Franca e a lingoagem
do que l ae chaina o partido liberal Acerca
deste objecloso eminentemente caractersti-
cos dessas lendeucias despticas que recente-
mente tiremos occasio de comineniar. lia
porvenluri algum paii, no qual a lei determi-
ne que nenhuma escola publica possa dar ac-
cesso aquellas distineces acadmicas que san
inditpeniaveltnenle necessariai a um grande
numero de proRssdet e r-mpregos sein que es-
leja debaixo da directa intpecco do estado?
Km oulrat patarras, odireito de instruiro povo
era todas ai orden classe be eitrictamente
monopoliado pelo governo, e este monopolio
tem sido mantido e he defendido pelos cam-
peos da universidade com o fim expresso de
impedir que o clero adquira aquella parte da
educaco do povo que a conflanca de urna pnr-
cao da nacAo poderla dar-lite. 0 clero nada
mais requer do que o limpies direiio de abrir
estahelecimentoa de educaco conforme o seu
proprio sysioma. os quaes sejam frequentados
or aquellos que livreineiue o quiterem, en-
trando em livre competencia com as escolas do
estado e subiiietlendo as qualllicaccs de seus
pupilos i meiini prora dn exame publico; mas
esta mefma concessi i he contestada, e contes-
tada com excesslva violencia por homens que'
se denominam os cliefe* do partido popular.
Mr. Harlhelemy deSan-Uilaire e Mr. Vctor Mu
go nao se envergonharam de appellar para to-
das as paixdes furiosas da fapco revoluciona-
ria, fim de perpetuaren! esta muiaublil e odio-
sa forma de despotismo que nega ao pai os
incios de formar o carcter e a intelligencia de
sou lilho. segundo suas proprias convicedes, a
que se fr julgida por seus fruetot, deve ser
considerada como responsavel pelas loucuras e
crimes de una geracao insensata, turbulenta e
dissolula.
Para fazer completa esta eicravidao, para nao
deixar nenhuma abertura pela qual a luz do
co p-ss.i penetrar, afiui de acabar com este es-
plendor artificial paia encarcerar a inlelligen-
eia de urna oulra geracao de Francezes as cel-
ias desla inquilico secular, Mr. Viclor Hugo
quer fazer o ivstema inteiro da educaco do
estado universal, obrigatorio, gratuito e abso-
luto. Sua desconfianza da Influencia dn clero,
s pode ser comparada dolnel impertinente
que em um das estados da America pedia uina
grande somma de dinheiro para fundar um col -
legio donde fossem cuidadosameute excluidos
lodo o ministro elirislo e toda forma de
chrlstianismo ; porm entretanto que o Ameil-
cano procurava abrir a fonle de mas mt npi-
nidei em uin pontu smenle, o partido da uni-
versidade em l'i ni i reclama una dominazo
excluilva e indevisa sobre os espiritos da gera-
cao que se levanta ; elles nao loieram compe-
tidores, nao admiltem nenhuin segundo caini-
nho e a igreja de Ruma nunca se mnstrou lo
inlolleraulc neiii lo exigente e arbitraria co-
mo aquellos que presentemente combatem nao
s a ella, senu laiubem a todo o pailido reli-
gioso. F.slas tentativas serao felizmente des-
feilas polo espirito illustrado do presidente e
da assembla; porm importa observar que a
lenta uva de laucar Mes grtllies sobre um pai:
he mu mxt/o acto de dolencia e despotismo da
parta daquelles que chamain a repblica liber-
d.ide e a revolucao progreito.
Seria dillieulioso escolher algum tpico de
inleresse publico que aprsente um contralle
maior do que osla queslo de educaco nacio-
nal entre ai opiuies e nsliluicea da Gra-
tlrelanha eas da repblica Franceza. Para nos
a regra tem sido lempre liberdade absoluta.
At um periodo comparativamente recente o
governo nao inlerveio na materia e presente
mente que uina certa porcan dos dinheiros pu
blicos he annualmente applicada promoco
da edueacao do povo, he com a maior descon-
fianza e repugnancia de um grande partido na
igreja c das sellas dissidentes que se tolera
qualquer intei veutfiu do governo, ainda mes-
mo com o in de reforzar as condizes sobre as
quaes as coucesses do estado foratn volunta-
riamente aceitas.
Toda a tentativa de fabricar, aindaque par-
cialmente, um systenia de educaco publica
implesiiienle dirigido sobre principios secula-
res e regulado por autorldade secular, tem sido
ardentemente combatida e repudiad i pela op-
posiz-io unnime de bomens de todas as con-
v i. roes. O povo de Inglaterra he literalineiiie
incapas de conceber um estsdo de sociedade,
no qual nao smente as grandes machinas da
ediicacfoi publica, desde as universidades at
s escolas das povoazes, sejam sustentadas o
dirigidas pelo estado; seno lainbeui todas as
ntiiluices rivacs sejam prohibidas ou pelo
menos despojadas dos premios acadmicos,
sendo excluido iuteirameiile o elemento cle-
rical.
Todava lal tem sido a lei da inslruczo pu-
blica em Fianza desde o lempo do consulado,
e tal he o estado de cousas que o partido deino-
ci tico procura agora cuidadosamente perpe-
tuar.
O despotismo no governo pode-se definir
urna impaciencia de todos os roderos inde-
ipendentes. O estado, nSo contente com o
desempenho dos grandes e importantes de-
veres que propament Iheperteocom, tae;
como a legisla co, as linanc-is, a despeae
a juslica, deve neeessariamente excrcer sus
frca para inspeccionar ou supprimir ludo
quinto reclama uina posicSo indepeuddul
e'aulnridade. So urna familia de descen-
dencia teal oceupa o mais alto posto na na-
cilo e a suprema direcco dos negocios p-
blicos em vitlude de seus direilos heredita-
rios recotiliecidos pela lei esta familia, he
destruida por uoia rcvoluc,3u para que o
goyerno executivo possa,em todos os lem-
pos licar em directa e absoluta dependencia
dos tolos do povo. Se urna arrislocraria
goza de poBseses independentes e direi-
los hereditarios que a turnain inteiramenle
,..--:..* x ...i..-a^_- At, o" aA.u --
. -,.ww. Yw-- ------,-----w- .MI
ardor civiuui pratxi iubenUum, o e que i len-
lica sua existencia com a permanencia da
propriedade e a estabelidade das leis, esta
clase he extirpada por perseguido, despo-
jada do poder de transmit ir sua proprieda-
de indivisa aos seus ptoprios representan-
tes e (analmente avillada tanto quinto a in-
veja dos objectos e vulgares pode desojar
'I ni- o s. ja, setn respeilo aos seus tnereci-
menlos, usos e talentos.
ti do ministro do dia, ou de urna reparti-
Cio do governo. Se corporacles previlegia-
jas, compinh'ss, emp'ezss de commercio,
'aridades ou parochias so revestidas pela
oropria legislatura de urna jurisdiccSo per-
mitiente sobreseus,nroiirio.i negocios, es-
tes privilegios, conformo as denominam,
tSo consideradas com a maior loveja e stis-
peils, e lie em o nome da liberdade que cor-
reen a risco de ssrem destruidos ou ahsor-
vidos no vasto monopolio do dominio do
estado. A lal excesso-he levdnoste espi-
rito nivelladnr que os chefes deste rude,
irresponsavcl, e informe poder que s* cha -
ma o povo, tornam-se por (m desconadns
las proprias formas necessarias do estado,
" qerem reduzir o governo ao clamor elc-
no e As perpetuas oscilIarOes de un grando
eluli dlat ir. A democracia, diz Mr. Pratu-
ii.....lie a destruicHo de todo o poder t fl-
oral n esnirilual.s
Esles evmplos n5o silo de nenhtim mo-
do sobrecarregados, pois silo tralos da his-
toria recente e dn condiceflo presente do po-
vo franrez e bem entendidos, lervem para
li>monstrar porque rasllo o povo da Ingla-
terra he o mais.-ltvrn da Eoropa, e porque
rasflo as n.ie", coulineillaos ciut-ii iieni sua
frca um esfiirpos abortivos para chegar ao
mesmo ponto de liberdade publica e prati-
ca. Importa pouco que o poler poltico se-
a exerri io qur por um autcrata de tojas
as Russias, qur por um demagogo turliti-
Innto frente deum maioria immodera la.
\s alien-.ices deste so mais frequenles e
mais furiosas do que as daquelle. A prova
real de liberdade he o respeito mostrado pe-
lo poder ao dir.cito e especialmente Aquel-
les direitos in dependentes que algum as ve-
7es se oppcm corrente da autoridadn su-
prema. Dentro desln linh a propria justi-
ca sella e rrforca OS decretos do governo,
f'a del la a justica reprime e repudia a 11-
rannia usurpadora que proemio por intimi-
lac.lo e violencia ao estaheleciment da au-
toridade illimitada. Appliquem-se esles
tu incipios Franca qoe cada fcito le sua
ultima revoluto se tornar um ultrago
odioso e iiiijefensavel de tao feio carcter
que os mais despticos chefes n.i i teriam
ousado [iratica-Ios. He pela liberdade M-
mente, pela liberdade dos poderes indepen-
dentes e dos direilos indisputados que a ti-
raimia da revolucHo poder ser suhjugada.
e o primeiro passo dado neste sentido deve
ser livrara educaco da nacso Ja domina-
C3o exclusiva da univerdadedo es'ado.
{ Timei.)
Se a igreja se iclia dolada pela piedid
das primeiras gera^Oes de modo a possuii
os lucios de prover As neceisldades religio-
sas do povo, entretanto que mantem som
despezado Ihesouro publico a dignidade de
um estado do reino, a igreja he despojada
las possessOs que a tornam independente
Ja utoridide secular e seu clero he con-
cedido em fuuccioniriosassalariados do es-
tado. Se universidades, collrgios, escolas
e seminarios de proflsses literarais llores-
cem no patz, estes estabelecimenlos sflo des-
pojados dos direilos de sedirigirem a si
inesmos, e sujeilidos a duminacSo absolu-
PEr.NAMBUCO
CMARA MUNICIPAL D RECITE.
SISSA EXTSSOSOISABI DI 21 Ol JIMIO
DE 850.
Presidencia iSr. Oliveira.
Presentes os Srs. Mmede, Carneiro Mon-
teiro, llenriqii s da Silva e Pires Ferreira,
fallando com causa os mais senhores-, attr'o-
sn a sesso e fui lida eappruvada a acia da
antece lente.
0 secretario interino n3o leve expediente
mencionar. ,
A cmara assentou de dir a Manoel de f>
Souza, em compensadlo de se achar en-
earregado da direccSo dos trabafhns da lm-
pesa do sitio distinadn para remiterio pu-
blico, a quantia de 30,000 ris j or mez, a
contar desde a poca, em que se encarregnu
lesse trabalho, at quando julgar a cmara
conveniente que elle l estoja.Nesle sent -
lo mandou-se participar ao procurador.
Deliberou igualmente que o servente
desta casa, Jos da Patrocinio do liomfim,
oodia morar na casa do dito sitio, conjun-
tamente com oulro individuo, que l j
est, encarregando-se ambos de vigiar na
eonservicSo dos objectos perteftcentes a
cmara.
A commissflo encarregada de se anteoder
com o inspector do arsenal- de marinha, de-
clamo que a rui entre o mesmo arsenal e
o caes, cujo aliceres se ost fazendo tem 40
almos de largura, e que sendo urna ira-
vessa, segundo a planta da cidade, lio essa
a largura que deve ter ; mas que chava
conveniente que se ilargisse mais por as-
sim periniltiiem as mes mas posturas, em
coosequencia o Sr. vareador presidente,
incumbi-se de se entender a esle respeito
com o referido inspector, e levantou-se a
sesillo.
tu, Manoel Ftrrtira Accioli, secretario in-
terino a escrevi. Mamdt, pro-presiden-
te. Carneiro Monliiro.ttireira --//enriquet
da Siiea.Harem.
HIARIO IM, WRliiJIRIiro.
BSOirZ, < OX JTJLHO D* liSO.
O vapor Ilahiana, chegado Iroje dos por-
tos do norte, trouxe-nos jomaos do Pava at
I, do HiranhSoalaO, do Guar at'toda
Parahiba at -22 do passado.
Para licar tranquillo ; e, gracas Divina
Providencia, ia vendo desapparecer gradu-
almente, ao ponto do poder julgar-se qtrasi
extincla.-a terrivel epidemia que Unto a fla-
gelloo.
Como aqoi, e como na corte, a peste (1-
zera ipreewr na capital daquella provincia.
construccSo de um cemtlerio publico, a
qual progreJia com tapidoi.
MaranhSo goiava de. socege ; mis, com
lescomedido phreneai, a tniprenna opposi-
douista alacava a idmmislracSo provin-
cial, nio poupando a pessoa Jo presidente,


nem tflo poucoas dos seus amigse atei-
COailOS.
Quizeramos ver prescripto por urna vez
esso modo de fozer opposicflo : censure
embo'B o idos do govnrno ; mas fagam-no
rom lealdsde, e nao arrastrem pnra a is-
cussflo as individualidades, que, qnanto a
nos, dvem de sor respeitarlas, quaesquor
quesejam as ideias polticas que porventu-
ra symbolisscm. Quando, abandonando es-
las, um Jornalst se atierra aquellas, como
que deixa aperceborque, advogmlo dems
causa, na falta de rasos a allegar sobre a-
quellcs que a combatem. ou nflo apoiam,
raiyoso se atira sobre ellos, e Corea de in-
jurias, improprios e sarcasmos, busca afra-
ila-los do posto de honra em que se teero
sabido enllocar.
Entretanto, melhor papel caberia a essa
Imprensa, se, pondo de lado questoes iBo
pequeriinas, tratasseella declamar contra
o insllncto feroz que se v.ii desinvolvendo
chi Caxias ; e, como o Pharol, peridico go-
vernista, que ahi se esta publicando, ins-
tasse por providencias capazas de porem ter-
mo aos assassinalos que naquella cidade se
reproiluzeru com espantosa rapidez.
Do 15 demaioatlS^le junho, o thesou-
ro provincial maranhtwse arrecadira ris
17:930.920.
Cear eslava em paz.
Algumas desuas povoacOes, porm, acha-
Viim-se infestadas de bandos de facinorase
ladrfles que, nada rspeitando, levavam o
assassino eoroubo a todas as casas. Em
Kanta-Quitoria, por exemplo, era (al o fu-
ror com que taes quadrilhas assaltavamas
lazcndas, quoalguns propietarios se viam
toreados a conservar gente armada e de so-
br'aviso para repelji-las sempre que fussem
ugxrt'diJos por ellas.
Km l'.-iralnba e Rio-Grande nada occorr-
ra de notavcl.
.O,
9
novel da ac^o ; que o aeafj^^niio, emlin, IO
|ue o po> em relacao Com^tlnBferspa.objectos
pie a sua rasao julga e aprecia, ae o raciona-
Guerra o Joaquim Francisco da Silva Vi-
eira.
EIHTAES.
pela naturrza do laco que ai une: e sensualis-
ta he o que ere que no horaria todo parte do
senilmente, ri te ae refere ; que o sentlinrn-
lo, aein duvida fncapat de dirigir o hoinomem
eu proceder, he nellc todava o mais poderoso
move
t
1
Mata reconhece no lioiiiem urna faculdade de
qiie sao desprovidos oa animaes ; faculdade
que nos factos particulares vi al*Verdade ge-
raes; qu doinioa, dirige e fecunda todas a
mala faculdade; ae empyrlco finalmente he
aquelle que, reconhecendo nao arr sufficlente
a experiencia, entende que he iadlapensavel
ao hoinem'a raao, inaaque nem aquella a ra-
aao nao poderla desenvolver-se, uem ineamo
dispontar, ae tudo isto he astiin, ento eu son
espiritualista, sensualista, racionalista, e em-
pyrlco, tudo junto.
Serei, por ventura, ecletico ? He palavra
mmto da moda, e do bom tom. Porm, an-
da assim, releva aue nos entendamos. Se
eclrtismoqtier dizer urna osela especial e
determinada, nflo sou ecletico ; porque nflo
me sujeito a escola alguma. Sirvo-me nem
ou mal da minha rasflo, e quizera que cada
qual flzesse outro tanto. Se por ecletico
quer-se designar um sujeito que tem a pre-
leocilo de conciliar doutrinas incnnciliaveis,
como o materialismo com oevangellio, ou
daquelle que, por inrio do pedamos pula-
dos d'aqni e d'alli, betn, OU mal cozidos, I bredllo tribunal nos das cima mencionados,
pretende fazer dessa urdidura um todo, que I pelo meio-dia, competentemente habltiadas
nos incampa como o typo de toda boa phi ni forma do artigo 24 do regulainento de 7 de
-- O llim. Sr. inspector da thesoursria da
fazendn provincial, em cumiirirneuto da or-
dem do tribunal admiuistrativo, dr-sla data,
manda fazer publico que nos lias 9, 10 e 11
do corrente, irflo a praca para sernm arre-
matadas, a quem por menos fizr, as im-
pressoes dos trabalhns das repartirles pro-
viociaes, no corrente atino flnanceiro.
Thesouraria da f-izenda provincial de Per-
nambuco, idejulliode 1850. O segundo
escri fitun no sejrvin lo de secretario, I ran-
cheo Antonio Cavalcanli Coulieira.
O Illm. Sr. Inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, em cuinprimento da ordem
do Exiu. Sr. presdeme da provincia de 2? de
junho prximo pascado, manda fazer publico
.|ue, nos diaa 22, 23 e 24 do corrente Ir a pra-
ca prranle o tribunal administrativo da mes-
illa thesouraria, para ser arrematado a quem
por menos fi/.er, a obra do empedramenlo de
300 bracas nos 3., 4." e 5.* laucos daealrada da
Victoria, avallada em 3:135,000 r., e aob as
clausulas eipeclaea abaixo transcriptas.
Aa pesaoaa que se propozerem a esta arrema
tacan coniparecam aa aala daa srssoes do ao
'ublicacao a pedido.
I'KVSMIEXTQ POTICO DE PROSPERO ll\l/,
A PARTIDA 00 EXM. BARAD HA BOA-VISTA
SlOJJiL DE ArlIClo.
Vai de novo o Baaao n BOa-V'ist
Sua nobre misslo cumprir na corte
Kxnlta do prazer garbo e herosmo
Quando a patria prestando gi-nio exerce :
Inda mais um servico vai prestir,
O homem tantas vezes conhecido ;
Pelo braco potente que regou
A vara do overno, e com prudencia
O paiz melhrou deu culto as artes
O povo garanti, a lei cumirinio
Sou nome fez subir a eternidade 1
A mando o povo e com prazer criando
Edificios pompozos que remarcara
A fama no paiz em que nasceu :
Nnptnnn o regedor do campo azul
Nosso amiffo conduza a salvamento
Va e volte tranquillo adiando a espoza
Mensa, e bella comoa'piimavera,
Seus tilhos o penhor de seus alteetos
Entregue a nosso zello aqu nos daixa
Inda mesmo saodoso, vai cootente
Porque presta servico, a sua gente.
Paosezao Disiz.
VaKIKH.aDK.
L1TECRATURA.
Ao solo pane astil homo (disse o divino Re-
ibanjitnr. e ineslre do genero humano.) K sen-
do verdade que o homem nao vive s de comer,
c paracomer ; como ser admissivel que o es-
i pirito publico sae nutra de poltica, e para a
poltica? Tainbem a titleratura tem grande
prestimo, j instrunJn, j deleitando, que he
aquelle ulilr dulc de que falln Horacio. Pre-
tendo, pola, escrever sobre varios assumptos.
qur de itteratura oroprininenle dita, qur de
moral, quer de philoaophia racional ; e easas
minhas tracas produccOes irao saliindo a tre
choi no Diario di l'crnambum. Desde j prc-
vino aosineus Ilustres leltorcs que naoescre-
vo para os homens instruidos ; porque rales
podem euslnarme, e nada leem que aprender
de nilm.
Escreverel sim para a inocidade anda desti-
tuida de conhecimentos theoricos e pralicos ;
escreverel para o geral do povo, que, ocenpado
em lidar e mourrjar para ganhar a vida, nao
teve, nem tein de seu o lempo preciso para (re-
quemar aulas, nem dar-se a esludos regulares,
e melhodieos. Costumam varios peridicos
trater traduc;Se de romancea, lias, ae algn-.
ao dignos de publicarlo por seu fundo hist-
rico, por seus bera urdidos episodios, e por sua
moralidade, outroa muilos sao rorrrsivos ve-
nenos, que em vaso dourado se propina ino-
cidade de ambos os sexos, Ja por sua irais ou
minos disfarcada impiedade, j por acoiocoa
mu e darem relevo as mais crgas e criminosas
paixes, que podem perturbar a pas e harmo-
na das lamillas, nao menos que a do estado.
Mo seguirel, poli, esta marcha; e, quando
haja de publicar alguma traducao, sera de obra
verdadelra e slidamente proveitosa, e em um
estylo, que esteja ao alcance de todo. Em tu-
do, que escrever, respirar a minha philoso-
pha, que desde j declaro ser toda popular
poique a que o nao qulzer ser, no paasar em
minlia humilde opinio, de nina glria de pre-
sumidos sabios, que pretendein Imbair a ere-
dulidadedos incautos com a sua lingoagein te
nebrosa eciieia de inysterios.
Mas que philosophia he a vosa ? (Perguntar-
me-ha algiim deases testarudo, que uocom-
prchendeui philosophla sem perlencer a algu-
ma aceita.) Sois vos espiritualista, ou sensua-
lista,racionalista mi empvrlco? (iirvni respon-
derei, meus|repeitaveis aenhorra? Dlr-vm-hri
irancaiiirntr quenada disss souou que sou tu-
da, conforme noa eipllcarmoa e nos enlerxW.
:::-.:. Z^ i|uu< mc espiritualista soja o ho-
mem, que esluda.o espirito humano sem nirt-
ler em coma a immrnaa inuencia que o corpo
aeree sobre elle, alias reconhecendo formal
mente a existencia d'alma e sua naturexa espe-
cial, nao sou espiritualista.
Se por sensualista emendis aquelle que no
homem aj metit em coma a sensaca, nao ven-
do nclle ararlo sensaces e sentlinentos Iran-
lormadoa, como Condillac e compaiihia, de
cerlO jue nao sou sensualista. .*e diicis, que
racionalista lie o philnopho que nao quer rs-
iuda,rohmein ae nao em o descnvolvimentu
dasMrasno. explieandu-o todo s por esta, sem
lazer mu da imagiuacu e das paixes; ae ra-
cionalista be quem cafe que a rasao possue ou
pode adiar eso ai s as verdades geraea indr-
peudenteiuentr da experiencia e fairr Iheorias
geraea priora; ueste caso nao sou raciona-
lista.
>e por empyrlco entendis aquelle que quer
.que o homem deva tudo experiencia : que
nrala ocha nao o typo, o* elementos das ver-
dades geraea, aeno iaiubrin a prova destas
verdades, ru ao sou empyrlco.
Mas se espiritualista quer dizer aquelle que
rrconbece no liomein um coiupoatp de dua>
substancias de natureza dirrnte.aIma e corpo
fundidas eiu uuia existencia couiniutn entre al
losophis : se ecletismo be um todo lixo de
doutrinas, que se pretende eslabelecer co-
mo dogma infsllivel ; tamhem nflo sou ecle-
tico ; porque, senSo pretendo sujeitar a ra-
s5o dos outros minha, tamhem n.ilo quero
que a minha rasSoseja captiva da Je outro
qualquer bomem.
Con tudo, se por ecletismo se entende,
como parece exig-loa etymologis da pala-
vra, urna vcrds'deira escull feila pur cada
um com todo o discernimentn deque he
capaz, entilo j me declaro por ecletico. Mas
nflo vejo nisio grande mercciniento ; por-
que quem ba hi, quo nflo seja ecletico oes-
te sentido? Qualquer o no forzosamente,
toda a vez que, recusando submeltor-su s
cega rasflo de oulrem, faz uso da sus pro-
pria. O homem mais ignorante lie ecletico
em tudo que esta ao seu alcance, nrmen-
le as cousas que locsm em seus interrsses
porque seja qual fr a funte em que beba,
elle adopta ludo quanlo a sua rasao e a sua
cxpe'iencia I he inoslram como verdadeiro,
e rejeita igualmente o que a sua rasflo e a
experiencia Ihe mostrsm como fallo.
Tenho apresentado o meu programnia,
nilogovernaniental, mas de escriptor publi-
co, que dixem ser uns especie de governa-
dor do espirito nacional Dos queira nflo
lique elle un meras palavras, o que por
obras nflo me aeouteca o mesmoqpea al
guns programmas da poltica! i disse, e
repito, que pretendo escrever para o povo
ro| riaiiH'iit dito, iiutrindo-n com a licfln
le cousas proveitnsas, de cous.is que ora u
i cci ci'.'in, ora o inalruain, e sempre o mora-
lisem.
Sehei de trsduzir novellas pela mor par-
te irreligiosas e corruptoras, eu pvcuiarei
dar s lias lices de solida.moral a loriii;
lia logal, ou dramtica trsduzindo alg'ima
obra reconhecidamente ulil, e que derra-
me os pobres sentmentos, as ideiassfla.se
os melhores esli nulos para o comprim-n-
to dos proprios deveres. Neste sealidu lina
continuando.
O Amcricus,
maio do corrente anuo.
E para constar se mandou affiar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de Pernambuco, primeiro d Julho de
1850.
O secretario,
Antonio Ftrnira I"Annunciacdo.
Clauiuloi especioet da arremataba:
1.' O empedrameojo de 300 bracas cor-
rente* de eairada noa 3., 4. e 5.* Uncos da
estrada da Victoria far-se-ha de cooformidade
com o orcamrnto approvado pela directoria e.n
consi'lhu e apiesrniado ao Kxm. jiresideule
pelo preco de ris 3:135.000 rs.
2.' Os traballios priucipiarao no prazo de
um uirzesero acabados no de seis ruezes, am-
bos contados da entrega do termo da arrema-
iacao.
a 3.* A pedra ser previamente examinada
pelo engenheiro rncarregado da obra.
4.' O arrematante no poder por a segun-
da carnada de prdras antes que o engeobelro
tenha examinado a primeira e achado confor-
me, do que se lavrar o termo competente.
5." O pagamento far-ar-ha em tres presta-
efles, sendo qualro decimas partes drpoia de
nabida a primeia carnada. Outias quatro de-
pols da enirega provisoria ; co resto depoisda
entrega definitiva.
(i Para tudo o que nao est determinado
as presentes clausulas seguir-se ha o que dis-
pon o rrgulainento de 7 de malo do correte
linio.
a Red fe, 25 de juiibo de 1850.
> O engenheiro chefe da 3.' sesaao,
//. A. tiiltt.
Approvadas pela direcloiia em conselho; em
sessode 25 de junho de 1850. O director, I ,-
i Mamrtlr Alvet Ftrnira. 1. L. Viciar Lculitr
- II. A. MilH.
Cnnhn, na rus doVIgario, n. II, primeiro
andsr.
Para a Bahia, sahe no dia 15 do corren-
te imprctorivelraente, o bem conhecido
din te S.-Joao : para o resto da carga e pas-
sigeiros, tratn-se na ra do Amnrini, n. 36,
com Antonio Jos Fernaddes de Carvalho.
-- Para o Itio-ilc-Janeiro s i he, com a
maior hrevidade possivel, o brigue-escuoa
Alegra, forrado de cobro ede boa marcha :
recebe carga a fretee eacravos: quem pre-
tender, entenda-se com Leopoldo Jos da
Costa Araojo, ou rom Novaes & C.
Para o Rio-de-Janeirn sahe com toda a
brevidade o veleiro patacho brasileiro fi-
iluroy i para carga, passsgeiros e eacravos os
pretendontes queiram dirigir-so aoscrip-
torio da Viuva Gaudino &Filho, pracinha
lo Corpo-Santo. n 66, ou ao rapililo Anlero
Jos de Arauju, a bordo do ditn patacho.
Para o Araeaty tem do sabir impreleri-
velme'nle a 7 do presente o hiato Novo-Olin
ia, por ter o seu carregamenlo qussi com-
pleto .- quem ainda pretender carregar algu-
ma cousa e ir de passagem, falle com o mes-
Ire do niesTJO, Antonio Jos Vianna, ou na
ra da Cadeia-Velha, n. 17, segundo ailar.
aMajajaa
Avisos diversos.
l>^clara$es.
t.mp
12:770,136
alfani>k<;a.
Itendiir.ento do dia 4. .
feicarrogam hojt 5.
Barca Ilnlilln o resto.
Brigue Haimbow ferro bruto.
Rtigue Currutaco vioho, azeite e alfa
leiM.
CONSOLADO GERAL.
Rendimeuto do dia .. ,
Diversas provincias ...
1:173,12
72,57
1:245,781
EXPORTACAO.
Despacho maiilimo no dia 4.
Liverpool por Macei, barca inglezs Cra-
more, Je 319 1|-2 toneladas : cutiduz o se-
guinte : lastro deareia.
ItECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
I.NTERNAS.
Itendmcnto do dia 4......510,626
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do dia 4....., 2:912,215
Movicfleiiio do Porto.
Pela segunda seceflo do consulado pro-
vincial se faz publico, que os 30 diaa uleis
para a cobianca, a bocea to cofre, da deci-
ii a dos piedios urbanos dos bairros desta
cidade, e fregueziados Afogados, se fini.li-
/im no dia 13 de julho prximo vfndouio
Recite, 28 de juuho de 1850.
CoBipaab.tt de Bebei ibe.
A adniiiistrscSo da cumpauhia de llebe-
'ibe contrata |orum auno, do primeiro d
selembio de 1850 a 31 de agosto de 1851.a
arrecadaeflo da laxa us clufarizea e bicas
do eiicanametilo. As propostas, assiguadas
pelos prctendentes e seus fiadores, sero
entregues al o dia 10 de julho, no esetip-
lorio da coinpanliia.
As mal -s que deve conduzii
o vapor Ilahiana para oa purtos
dosul principiam se a fechar a-
manhfia (6) ao meio-dia. As cor-
respon uncas que viereni depois desss ho-
ra pagarflo o porle duplo al urna hua, e
Dnda ella nflo se recbenlo mais
Thcatro de S. Izabel.
OITAVA RECITA DA ASSIGNATURA.
Em consequencia da repentina molestia
lo actor Silvestre Francisco Mcira, nflo pu-
de i-IV-i-luar-.se hontem o espectculo an-
iiuuciidu, o que lira lugar sabbado, 6 do
correle, com o mesmo drama em 3 actos
A CAIIGAI.IIADA.
E a comodia em um acto
O Juda$ tm Sabbado de Alelluia.
Comecar s 8 horas.
Os buhles acham-sa venda uo lugar do
cos u pie.
L............ -L-l---------t-i-J
Navioi entrado no da 4.
MaranhSoe porto intermedios II das e
16 horas vapor Bahiana, cnmmandaule o
pii'iieiro lenle Segundino, equipagem
28. PassagMros: para e>ta provincia, o
coronel Francisco de Paula Sou7a Leflo
com 1 escravo, Jus Antonio Pereira Pa-
checo, Antonio Joaquim Pereira, I .s
Ra liosa Cordeiro, Francisco Lina Carrei-
ra,Kiancisco I inaSalgado com 4 c-cra-
vos, Jos llenrique Sainico, Antonio Luiz
i>e iequeiin, rr. /ose Uo Ccrai;8o de
Maria Castro, o padre Joflo Jos do Ksiirj
lo Santo, Joflo Corro da Silva, Jollo Cor
reia da Silva Jnior, o l)r. Amaro Carnei
ro Rezerra Ctvalcante com 1 eacravo, os
Portuguezes J.cinf'.o J de Hedeiros Cor-
roa eioaguim Gomes de Oliveira, osln-
gli-zes G. flaymond Jnior, Juhu Doyae
e Richard Rogers, 3 pravas do exercilo I
sentenciado de ustica e 3 eacravos a en-
tregar: paraosul, os alteres Joflo Gal-
dinoPicaluga e Francisco Antonio Perei-
ra, e 70 pracas do exercilo e marinha.
Araeaty 21 diaa, hiate nacional Ftor-do-
Curuript, de 94 toneladas, capitflo ta noel
Antonio da Silva Barros, equipegem 9,
carga sola, couros e mais gneros a Ti
burcio Valeriano Dapliata. Pasaageiros,
os incionaes Julio Alilomo da S.lveira,
Antonio Itoiiigu.s da Silva e Manuel Ro-
drigues.
Rio-Grande do Sul 28 dias,briguo nacional
Hganosle 226 loi.ela las.capilo Juaquio)
Josu Come.-; i qji(agem 13, Carga carnee
sebo; a Leopoldo Jos da Costa Araujo.
Passageiros, os uaciunaes, Jos Alves
Pabljcacao I Hiera ra.
Jos Soares de Azevedo, profettorlde
ingoa franceza no lyceu, (em aberto em
su* casa, ra das Triticheiras, n. 19, um
curso do philosophia e outro de lingo fran-
ceza. As pessoas q-ue desejarem estudar
urna eoutra destas disciplinas podem diri-'j
gir-sea indicada residencia, de manhfiaat
as 9 hoias o meia, e de tarde a quaquer hora.
O Patulea
est hoje venda o n. 7, na ra estrella do
RT^rio. esas doSr. Eiquiel, n. 3; Aier-
ro-da-Boa-Vista, loja do Sr. Jos Flix de
Oliveira, n. 74 ; e na ra da Crut, no Re-
cite, n. 14.
AUeocIo.
Urna pessoa baslanle habilitada para ti-
rar de processo, pela pratica que tom de 12
annoa de escrevent, ae oVrece a qual puer
S,r. escrivflo, ou advogado que lenham pro-
ciso dos seus servipos : -a tratar na ra das
Cruzes, venda n. 20.
O Conciliador n. 7 aho boje, e vnde-
se na loja doSr. Dourado ; na ra eslreiu
lo Rozario, n. 51; no Alcrro-da-Boa-Vista,
n 74 ; e narua da Cruz, no Recite, u. 14.
A Leeture ( the tpird of a
series ) on tbe History of Kngland
will be deliveretJ at tiie Rooms ol
ihc Meclianic' Inslilution, ruada
Aaror8,S. Amaro, ou Fiiday thr
5lu inst: ; to commence at 7 o'
cLk P. M.
-- No segundo sbralo do caes do Ramos,
precisa-sede urna prets para o servico in-
terno e externo, pagsndo-ae 11,000 rs
manases pelo alugurl da dita escrava.
0 procurador da cmara municipal des-
ta cidade selu-se autorisado por portara
da rresma cmara, para contratar com quem
por menos liz'er a diniolicSo de urnas pare-
des em respaldo existentes na Iravessa do
Vigarin, que foram pela mesma cmara
Jesapropriadas a Felicia Maria e Renedicla ,-
e hem assim por quem mais der a venda dos
maleriaes resultatiK s da dita dlmolicflo : as
pessoas a quem isso conviar ae poderfio en
leuder com o mencionado procurador, na
ma Nova, paco da mesma cmara, das lo
horas da msnhSa a una.da tarde.
O abnixo assiguado, em resposta ar.
annunciodos Srs Jos Joaquim Das IVr
uandes, e Antonio Jos da Costa Araujo,
inserido no Diario 11. 145', tem a dicr que
he verdade treni elle examina ios o ba-
1 jico que mencionan!, porm nflo exj.ni-
naiam talvez direilamente 'os recibos e des-
liezaa, e mesmo os dous bsUncoa parciae-
anlenoiesque ae deram durante a socie-
dade, emquanto ao que examinaram, os
mesmnsSrs. enganiram-se completamen-
te rro dizer que o socio Oliveira oonvencio-
nou, quando ease nflo ronveiirionou, i
as testemunhas que mensionam, sflo talvez
incapazes de o allirmer; porque se dito
Oliveia convencionasse, teria assignadoo
dilu balanco e recibos como he de costum'e.
Mantel ote ia Cotia Olireira.
Precisa-se de um teilor para um enge-
nho na provincia das Alagas, que tenha
bastante pratica doseivicode Caniio, o (l
inforinaces de sua conducta : a tratar na
ra do langol, ti. II, primeiro anlar.
Purtaram, de um sitio no Monleiro,
ondooateveo l)r. Alcanforado, urna bnm-
ha de cobre, pregada na cacimba, descon-
(la-se soralguej desse lugar: quem der
noticia, ser recompensado, n nrorn|le-se
guardar segredo ; na ra da Cadeia do Re-
cite, n. 55, ou na ra de S.-Goncalo, n. 29.
-- Aluga-sn um sitio em S.-Jos do Man-
guinho, defronte da i^reja, com muito ar-
voredo., haixs para capim, o muito terreno
para plantarles, ha ago, n casa para gran-
lo familia : a fallar no mesmo lugar no si-
tio contiguo.
-- Alugam-se dous bons escravos para
qualquer servico ; a tratar na ra do Viga-
ia, n. 7.
Precisa-se de urna ama pnra urna casa
de familia decente, paracozinhare engom-
msr i na ra da Cadaia de S.-Antonio, n.
3, primeiro andar.
O rapaz porluguirz que se olTorece pa-
ra caixairo de armaznmou nadara, dirja-
se ra do Cabuga, loja do Duatle, que se
Jira quem preeiaa.
O Sr. Francisco Augusto de Azevedo e
silva tem urna carta, viuda da Babia, na ra
do Vigario, u. 7.
No dia 8 do corrente, polas 4 horas da
tarde, porta do Sr. doutor juiz de orphflos,
na ra estreita do Rozario, se ha da arre-
batara taberna n. 37, sita na ra larga do
Rozario, que licara do linado Francisco da
S Peixolo, a requerimrnto da testamantei-
ra inventarente.
A testamenleira e invenlariante dos
bons do finado Francisco de Sa Peixoto de-
clara que esta procodeudoao inventario pe-
lo juizo de orphflos desta cidade, para quem
Cor credor justificar sna divida.
A viuva de Caetano Luiz Ferreira par-
ticipa aos credorea de seu casal, qu.i pedo
luiao de orphflos se procedeu a sequestro
em todos os seus beus, o para quo os cro-
tores uflo se cliamem a ignorancia para o
futuro, faz o presente annuncio, afim de
|ue promovem a arrecadaeflo de seu! cr-
ditos, liondo a annunciante sonta dolla
respnnsabildade.
Na casa de modas francezas da Mada-
ma Beusaard Slillochsu, no Aierro-d-lto-
Vist, n. I, vende-se um grande sortimenlo
Ja manteletes o capolinhos de. seda, e cha-
peos do pslha, moda nova desto anuo : tit-
ilo chegado pelo ultimo navio o Conli-Roger
.Na mesma casa conservas em latas, heivi-
Ihas e sirdinlias, a 1,000 rs a lata.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
O thesoureiro desla lotera annuncia.ao
roapeitavel publico, que muito breve tem
de marcar o dia do andamento das rodas:
is pessoas que team bilhetea apartados os
vil i) buscar quanlo antes, do contrario ge-
nio voiididos. O restante dos meamos a-
cham-se a venda nos lugares ja annujicia-
dos.
A cidade de Parta
fabrica de c)'apeos de sol, ra d
Collegio, n. 4-
J, Falque participa ao respeitavel publico
desla cidade, quo elle abri o seu nova es-
tabelecimento, onde se encontrar sempre
um grande e bonito sorlimunto desusa ob-
jecLus dos mais modernos e variados, como
sojam : chapeos de sol para homens de se-
das chamalutadase lizas, da cores 13 pretos,
diios de arniacSo d'afo muito fortes com
sed->sde todas as cores, diU.s para satihorss
de sedas Uvradas e lisas, com franjas e saai
ellas, cores muito bonitas, ditos ditos de
uaiiiio imitando s'da, rom franja esem el-
la, ditos de panninho para homom com ar-
co rica e.or.linaria, sorlimenlo de ben-
Acham-ae venda na loja res 11. 31, rtia da Cadcia-\ulha, a 1,000 ris,
o exemplar :
MARIAJOANNA
U
a mulktr do povo,
drama em 5 actos e 6 quadma, traduceflo do
Sr. Ccrmano Francisco de Oliveira.
THEKEZA,
Drama em 5 actos.
aaaaaa
Avisos martimo.
Para Luanda sahir al meado do jullu.
o hriguo brasileiro Echo, de que ho capitfln
Manoel Joaquim dos Res : recebe smenle
carga mu la e passageiros, trata o con
Hallar & oliveira, na ra da Cadeia do Re-
cite, n. 12.
Para o Cear pretende seguir viagen
com muita brevidade a sumaca nacional
Callla, mestirs Jus Goncalvcs Simas:
quem na mesma quizar carregar, ou ir di
passagem, pii.le eiileudcr-se Com. Iaiz Joac
de Sa Araujo, na ra da Cruz, no Recite,
n. 33.
A barca portuguez* anla-Qrut, for-
rada e eucavilhada de cobre, e de primeirs
marcha, sahe para 6 Porto cm muita brevi-
dade, pois j tom a bordo mais de dous ter-
co? do seu carregameuto : queo na mesm
qui/er carregar ou f de passagem, dinja-si
ao seu consigualario, Francisco Alvos da
Os Srs. acadmicos Salustio Pare ira di
Carvalho, Antonio Joaquim Rodrigos t
cadete Joflo Ferreira do Vascunccllos teem
cartas, viadas da Baha, no escriptorio de
Domiiipos Alves Matheus.
Pelo consulado britanmco se ofTcrece t
venda o resio do carvflo da podra quo exis
te no seu deposito, sendo 60 toneladas pou-
co mais ou menos : os preteodeiiles dinjam-
se as horas do costme ao dito consulado
-- Preciss-se fallar ao Sr. Jos da Cos
Alhuquerquc : na ra do Vigario, n. 15,
lerceiro andar.
Tendo fallecido Jos Pedro da Cunha.
morador em Maripicu, comarca do Limoei-
ro, e sendo este devedor a Bernardo Jos
Carnei ro Monleiro de mais de 2:000,000 de
ris, previoe-se que nioguem com re ou
faca transcccSo eom os herdeiius du mes-
mo finado, 1 or isso que contra o fallecido
;cr.'.c;.v; p;;;;U; o i juigaua, pea
qual vfloos ditos herdeiiosseren ajuizados
O Sr. Joflo Climaoo Feruandea Cavul-
canti, queira dirigr-sea Iravessa da Madre-
de-Deos, armazom 11.9, a negocio de seu
inleresse.
-O b^charel J. A. de S. Reltrflo de Araujo
Pereira avisa ao publico que nlngucm fo/e
o quintal ta ordirm terecira do Carmo,
contando com fundo que marca adminis-
iracflo, ou alguesu por ella, porque o ao
iiunciaiilclciude.se inteirarno undo, dos
pahnii fallara 111 na fronte do seo
terreno, qife tom de fundo 126 palmos, fal-
taeita devida a direcefloquea cam-ra deu
a ra da Palia, alin de que parle do ater-
r do terreno do aniiuiiciatite ist* hoje nu
ique a ordem quer iiidevidainentoaforiar.
-- A anirga loja da cera da 'ptaca da Ba-,
Vista, n. 17, acha-ce dp nvo aborta com
sorlimenlo a vonlado do comprador, e poi
prc^o coinmoJo.
--Aluga-seuma grande casa com (oda-
as comn.odida.los, e sitio que vai ateo no
na povoacaodo Uunteiro : a tratar na ra
da Cadeia do Recite, n. 55, com Joau Jol
de Carvalho Moraes.
galas de tolas as qualidades, Dulcas par
vestidos, colletes eespartilhos par.i sono-
ra. Na mesma casa concertase o cobre-so-
toda a quslidade de chapeos ile sol o benga-
las, paraos quaes tem boas sedas e pannos
in pecas : todos estes ohjeclos veiideai-so
em poreflo o a retalho, por menos prego do
quoemoutra qualquer parte.
lentes urtiiiciaes,
J. A. S. Jani, dentista tem a honra de
avisar ao respeitavel publico que contina
a por denlea artificiaes de porcellana ; co-
mo bem tira as carias dos ualuraes, que
tanto daninifica os denles o coopera para
o mao alito da bocea, nflo sendo lira-
da calca os denles Turados com ouro ou
prala, para prevenir as dures e a coutinua-
eflo da caris. O annuuciauta assevera a to-
das as pussoas quo se quizerem tilisar dos
seus servicos, que nflo exige paga alguma
nflo Meando os denles tilo bem poslos que
nilosopossam dilTerencar dos proprios 11a-'-
turses, e pudendo mastigar com os mea-
mos toda e qualquer comida san sentir a
menir dr a nem reeeio de 01 quebrar, e
por isso garante a lodos quaolos d- seu
prest mo se quizerem utilisar, quehflo de
licargalisteitoi, a vista dos muitos xemplos
que tem dado as pessoas que o tem gjairo-
cinado. O annunriaule mora na ra estreita
do Rozario, n. 16, primeiro andar.
Theatro t Apollo.
A commissSo udmiiualraliva da compa-
nhia accionistas, em observancia do que
determina a segunda paite do artigTi 17 dos
estatutos, o para cuinprimeulo dos $g do
mesmo artigo, convida aos Sfs. accionistas
para reunan ordina.ia 0111 assemhla fferal.
i...T.::.u, 7Jvuiran(e, petas 10 Doras do
da.
\--Aluga-ae um sobrado recentemenlo
acabado, na ra da Uniflo, com os melhores
eommodos para urna on duas familias, con-
sistentes em excelentes salas, alcuvas, du-
is costobaaj, coxeira grande, quista! dilu:
os prctendentes dinjam-sj a ru* da Auro-
ra, 11. 4. ^
- Caumont, dourador,' na ra Nova, n.
52, fabrica de candieros, tanto de gaz como
de azeite, tom prompto um soilimento
dos meamos de muito bom goslo U mesmo
fabricante lambeiu doura, praleia o brmi-
teia todos os melaea de diversas cores;
concert e torna a p' do novo lodos os ean-
lieros, lano da gaz como do azeite; tiin-
bem pOecandieiros de azeite para gaz; e
alugam-se para bailes candioiros o lustros
de dez luzes, por preco comumdo.
1 "^^^^Krsede uina ama d I cite captiva
ni forra : quem liver anuun.'ie para s-r uru-
curada, ou dirija-ge a rus dos Manyrios, n.
18, pira tratar.
- Na ra da Roda, na cochia dos Sis. Mo-
oar& Compitihia, alugm-se carros com
bonscav^Ha co-itcoto dos Srs. freguu-
zes.



Jos Fernanles Povoes vai a Macei
tratar do su negocio.
Joham lleinrich Nicolaus Gehls retira-
ge para a Atlemsnha.
Jps da Hocln retira se para o Uracaly,
o'augmentn sou nome para Jote da Rocha
Sin O"?.
Antonio Alves da Costa vai fazer urna
viagem ao Aracaly.
Manoel Luiz dos Rea retira-so pare
Mossnmedus.
-- Jos Rodrigues Sordos retira-se para
Mos-amedes
francisco l'ereira da Costa Basto;, sub-
dito portuguez, faz publico, que de hoja em
dianle scassigriara por Francisco Pereira
da Cosa.
-- William Soulhall, subdito brilannieo,
retira-se para Inglaterra.
Ao Publico.
Nos Coelhos, n. IS, defronte do hospital
novo, acaba de atirir-sn um eatabelecimen-
to par a confcccflo completa de carros de
to las as qualidades : os modelos sSo setn-
pre do ultimo gnsto, ou segundo vontade
dos fregueies. Todas aquellas pessoas que
ae dignareni honrar este eatabelecimento
eom a sua coiifianca, sero servidas com
promplidSo e seguran?, tanto a respeitode
obra nova, como relativamente a qualquer
especie de concert ou troca ; guarnieses,
pintura, arreios Keste eslabeclmento a-
cham-se venda duas carruagens novas.
-- Precisa-se de un forneiro para urna pa-
daria, para o que se daia um ordenado van-
lajoso : na ra da Cadeia, n. 3, sobrado con-
fronto o thaalro de S.-Francisco.
Jos. Uartins ta Cruz deixou de ser
caixeirodeCuimarfles & llenriques desde
o di2n do junlio.
Chapeos de sol fc
a doPasseio, n. 5.
fabricana presentemente um rico
sortimento destes objectos de todas as co-
res t qualidades, tanto de'seda como de
pamiinho, por precos commodos; dltoa pa-
ra senhora, de bom gosto : entes chapeos
sflo feitos pela ultima moda ; teda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na meSffla
casa se a cha igual sortimento de seda e pan-
ninhos imitando sedas, para cohrir ar-
mcOes servidas : todas estas fazendas ven-
do n-se em porcSo e a retalho : tamben- se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro cuino de baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas : todo por preco
commodo. Na misma casa ha chapeos de
sol de marca maior, de panno e de seda,
proprios para feitores de engenho por seren
dos ruis fortes que se pdem fabricar.
I! ta do Pass"io, n. 5 A.
JoHo Loubet participa pela segunda vez as
pessois qiirf teem em seu poder chapeos de
buscar no prazo do cito dias; do contrario
serfio vendidos-pelo iaiporie do concert,
.viato Ja seer advertido nos ns. 104, 105 e
?06 (leste Uiario.
--llesa'ppnreceu, no (lia SO de junho pr-
ximo lindo, a escrava Ortrudes, crioula, de
4 a unos, Imixa, aeio pequeno ; tem um de-
do Ja nio esqaerda cortado p.-lo meio, o
que ella faz muilo para ooccullr; he limi-
to ladina e condecida, principalmente n
ra Direita : quem a appr< hender, leve-a a
ra Direita, n. 24, que ae recompensara.
JK Pela prioieira vara do civel. escrivfiu
Sanios, s ba de arrematar um sitio no Ar-
rabal, por execuclo d llannel Jos Fernan-
da Eiras contra os berdeiros do finado Mi
gui'I Joaiiuini Estoves Soulo.
A pessoa qno precisar de algurra obra*!
douraila, ou prateada com alguma perlel-
CSO. dinja-seas Cinrn-Puntas, nos Uairros-
llaixos, sobrado de um andar, toda hora
do da.
--Aoram-se excellentes trrenos no lu-
gar do siodu Hospicio : quem quizer afo-
rar, dirija-se a ruados Piros, n. 19, que se
dir quem afora.
Fi'i'iniaiio Jos RodriguesFerreira, que
rendo liquidar suas cuntas com a praca, ru-
ga a lodosos seus llovedores, lano da pr-
Ca como de fura, que, no prazo de 60 dias,
venliam realisar scus dbitos, e quando i>
n.lo lacam passar a publicar seus nomes
moradas e lempo de seus dbitos.
/os Valentn) da Silva, hem conhecid
por ei,sin ir latim lia quasi 15annos. lamba
a qucji convier, que a sua au a rha-s em
exerciciu, na ra da Alegra, n. 38 f na Boa-
Visla), onde recebo alumnos externos c
pensionistas. Tnmbein eilsma em horas re-
servadas aoa que n.lo loderem frequentn
lias horas da aula.
Anda.est por se alugar o terceiro an
dar do sobrado da ruada Senzslla-Ve Iha,
ii. 70, pintado de novo, com cornil o los pa-
ra familia : a tratar no irimeiro andar do
isjesrr.o sobrado.
- oiferece-so urna mullier para ama de
oaa de liomem soheiro, ou de familia, i
qunl eulende do di-.r'ode urna casa, cose
ongoinana, e he muito carinhosi para crian-
cas : na da matriz da Hoa-Visla, n. 16, jun-
to ao sobrado.
Est contratada a compra do soh'rad.,
de um andar, n. 24, sito no pateo do Car
nio : quem sejulgar comdireiloao inostno,
queira declarar por esta follia no prazo d
tres dias.
-- Convidase a urna mullier parda ou cri-
oula de idade, que g ja capaz e desemuedl-
:'.., ,.... ,'..t. tuuipaniia a urna senhora, a
vista das boas qualidades sera bem recom-
pensa ja : no buquim Cova^da-Oonga, itia
do llozario larga, n 3*.
mmmsmmms
Compram-se caixas vasias que fram
le sabio, a 120 rs. sendo da fabrica da
3'ovincia, o de fra, a 80 rs., e em bom os-
lado ': na ra da Madre-de-Deos, n. 2a, ar-
nazetn.
Compram-se, para fdra da
urovincia, 4 escravas pardas ou pretas, de
bonitas figuras, e com. algumas habilidades:
>a ra larga do llozario, n. 48, primeiro
mdar.
Compam-se duas escraas mocas o e 9
retos para engenho : na ra Direita, n. 3
--Compra-se um cordo de uro sem
feitio, com o peso de 6 a 8 uitavas : quem
tiver annuncie.
3
.

para o verdadclro arrepondimento do per-
cadores : no paleo do Collegio, n. 6 do l)ou
rjdo,
Vendo-se urna carrosa e dois bois en-
Veudas.
Deposito da fabrica de
lodosos Sanios, na
Baha.
vende-se, em casa de Domingos Alvos Ma-
theus, na ra da Cruz, n. 52, primeiro an-
dar, algodSo (raneado daquella fabrica,
multo proprio para saceos e roupa de es-
cravos; bem como lio proprio para redes
le pescar e pavios para velas, por preco
commodo.
diversas obras o romaneos modernos.
O vapor chegado do Rio Irouxe os seguin-
teslivros, que se>endem no pateo do Col-
Irgio, casa do livro azul i
Conselheiro fiel do povo, ou colloccflo de
formulas para qualquer pessoa saber regu-
la r-so em seus negocios, conbecer seus di-
reilos o deveres civis.
Compendio de Ideologa moral para uso
lo seminario de Olinda, pelo padre Manuel
do Monte.
Oadvogado do povo.
Mara, a filha deum jormleiro, romance
de 1848.
O Cavalheiro de Harmental, por -Alexan-
dre tomas, 4 v. 18)9.
A Condesas do Mouriun, por Frederico
Suulie, 3 v. 1819.
Thecla, por Carlos Didiar, 9 v.
Folhetoda leitura recreativa.
O Judeu Errante,
signados e gordos, por preco commodo na
ruado Hospicio, sitio do .Sr. Thomaz de
Aquino Fonseca.
* Vendem-se 30 barris vasios que servi-
rn) de azeite doce, vinagre e vinho; em
Fra-de-Portas, ra do Pilar, n. 56.
A 1,700 rs.
Vendem-se caixas com cllarutoa da ver-
dadeira marca estrella, a 1,700 rs. caixa,
para se acabar : no boceo do A/eite-de-1'ei-
xe, n. lfi.
4oo,ooo rs.
Vende-se um preto de 22 a 25 annos, ro-
busto, bom ganbador o trabalhador perfeito
de entada, pelo ultimo preco de 400,000 rs.:
na ra do Crespo, n. 9, se dir que vende.
Vende-se tapiocj muito nova, chegada
da Rabia .- no armazom do Sr. Dias Ferreira,
defronte do gindaste.
~ Vendem-se ricos capotinhos de blonde,
lo mais lindo modelo que ha chegado l-
timamente de Franca ; bem como um sor-
timento de ricas loucaa para baptizado, por
preco muito em conta : na ra do Cabugi,
luja de 4 portas, do Duarte.
VeiiJem-su dous sobrados de um an-
dar, euma casa terrea na cidadede Olinda,
urna dita ditana ra da Cloria, por preco
muito commodo : na praca da Boa-Vists,
n.2.
-- Vender-se um molequedoiacSo, de 15
annos, muito fiel, nflo fog. e nem tem vi-
cio algum ; he muito geitozo para qual-
quer servic.0, para o que da-se a contento ;
tambero, se troca por urna negrinha da mes-
is dada (iuijConou menos: na ra de
Apollo, n. 34, se dir quem faz este ne-
gocio.
Cha de San-Paulo
Vende-se rico cha de San-Paulo, 9,940
rs. a libra : no pateo do Cotlegio, casa do
livro azul.
Vende-se o sitio Agoazinhs, no porto
da Madeira em Bobeiibe, muito grande e
trras propriaa, cora bons paatos para cria-
C&0 de gado, boas baixas pira capim, "bas-
tante lenha que serve para otaria. Ande po-
de ir canoa em raaSo dos arromhados se
O Cuzinheiro imperial.
- Vende-so urna porco de gado do raca ?1{,.r,r ; vel'de-se^a troco de lijlo grosso, te-
torina, vaccaa de una e duas barrigas ; gar-
wmmammmamm
Compras.
'mpra-se urna rotula em meio uso,
I que lenha lo paljjios de compridu e 7 de
largura : quem tiver annuncie, ou dirija-si
* ra do Rozarlo larga, butiqulm Cova-da
tinca. .No mesoio vende te um bom batcSo
de amarello, feito a moderna, envemisado,
Ciiin 14 palmos de compiido e 2 0 meio de
largura, po- pr.eco commodo.
--Compram-se 9 bonitos cavsllos dees
Inbiria, e 10 quartos nuvos de campo : na
praca do Corpo-Santo, 11. 2.
Compra-se urna ou duas duzias de cu-
Iherea do prala rara cha, sen lo ulna di
lo : na ra do Cabugs, toja da 4 fif!
-Compra-se nina car oca prf um ct-
vallo : quem tiver diiija-Se a ra da Cruz,
n. 8.
- Compram-se bandas e "dragonas com
Iranja usadas: na praca da Independencia,
II. 19,
rotas novilhas mojadas, e novilhos : tudo
por preco commodo : na ra da Concordia,
passanJoa ponte, a direita, primeira casa.
Ol! que pechincba !
Fazcndas pretas por precos nunca vistos,
em altencfioa boa qualiJade deltas.
Alpaca decordBo que parece barragana,
de todas as cores, a 610 rs.; sarja de ISa de
las larguras, a 640 rs. ; merinos, a 1,600,
-',000. 3,000 e 4,000 rs. ; panno preto fino, a
3,000, 3,800, 4,000, 5,000 6,000 e 8 000 rs.,
*t he panno o mais fino que se pode ima-
ginar e tem de largura 60 pollegadas ; luvas
pretas de seda para senhora, a 390 rs. o par;
a i 11 da resta urna porefio de pecas de cassa
lisa fina, com 19 jardas, a 2,500 rs. por
lera dubra de fra algu 31 sujo: no Aterro-
da-Boa-Vista, n- 18.
Vende-se urna esersva com alguma ha|
bilidade : na ra da Cadeia de S.-Antonio,
no segundo .andar do sobrado da esquina
do uvidor, n. 14.
- Vuiidcin-se bons e bem acos toros de
lenha, vindosda Caraiba, botando-se aonde
o freguez quizer: na ra da Praia, u. 43.
Cosinlteiro moderno.
Ou nova arle de cnslnha, onde se ensina
lelo melhodo mais fcil o mais breve de s
prepararem varios manjares, tanto de carne
como de peixe, mariscos, legumes, ovos,
lacticinios, varias qualidades de irssshs
para piles, empadas, tortas, timbales, pas
teis, bolos o outros pratos de entiome varias receitss de caldas para difiranles
sopas; caldos para doeotes, e um caldo por-
tativo para viagena longes e outras muitss
expcaces paia frucla, etc. : na loja de li-
vro, n. 6, do pteodo collegio do Dourado.
\ 1 te e cosinhar, dividida em 4
partes.
A primeire tiata do modo de cosinhar va-
rios guisados de todo o genero de carnes, e
conservas, tortas, empadas e pastis ; a se-
gunde do peixes, mariscos,(rucias, hervas,
ovos, laciiciuios, doces, conservas domes-
mO genero, teiceira de preparar mezas,
le, etc., quaita de fazer pudns eprc,a-
rar rrassas : veide se na loja de livros do
pateo do Cullegio, 11. 6 do Huurado.
V( ndem-se riscados francezes, a 120
rs. o covado ; panno preto, a 3,000 rs. ;
chales de ISa aberlos, a 1,600 rs.; cortes de
vestidos de lanzinha, a 3,200 rs. ; cortes de
Calcas de brim trancado branco militar,
muio encorpadu, a 1,800 rs.: na ra do
Quein.ado, n 5, loja.
Vende-se barato
Para se acabar
Sapa toa do Aracaly
A oito cantos ris o par.
Na ra da Cruz, o. 56, taberna de Mendos
& Braga, vendom superiores sapatoa do
lAracaty.uelo diminuto preco de 800 rs. par ;
em a de carnauba em. porefio o a retalho;
esleirs e chapeos de palha sola e courinhoa
de cebra : ludo por aeiios preco do que em
uutra qualquer parte.
Damasco de seda de todaa as cores :
,.,. ,z r=r p,= :~---t -; 1U, u
Crespo, n. 12, loja do quatro portas.
Na loja de Fernandes da Luz
& limao na ra do Livramento,
n. 10, vendeai-se cortos do calca de brim
t'ancado branco muito fino a 1,120 rig,
ditos de cor muito tinosa 1,000 ris, chitas
fiancezaa as mais finas que lia a 260 ruis o
covado, e muilas fazendag por preco muito
commodo.
Livros religiosos
SermOes de Fr. Rento, offorecidos ao
serenissimo principen. Joflo, relicario an-
ijolico ; enasto sobre s Indifererica em nia-
lfia deieligino, Iradurid do ra.-icz em
vulgar pela condessa do Oeynliauseu ; de-
voto em orscao meditando a Paixfio de Je-
ss Cbristo o (iccupadn ttOs inteiesses da
sua alma ; o verdadeiro o lo de confeasar-
ae bem, ohra pniiuana por Fr. Vicente Mario
loVicencia; religific catholica em Irium-
Iba, alvenaria batida, ladrilho, lapamento
a outraa qualidades, ou escravos : a tratar
com Manoel Antonio da Silva Molla, na ra
da Cruz, n. 32.
Vende-se urna escrava crioula de 13
annos, que engomma ecuzinha o diario de
urna casa : no Forte- lo-Matlos, travessi
das Boss, primeiro sobrlo a esquerda.
Vende-se um preto cozinheiro para
bordo de algum barco, ou para o mullo :
d-sea contento: na ra de S.-Fiancisco
caaa apalaeada.
-- Vendem-se 12 escravos, sendo : 3 pre-
lo-i de bonitas figuras ; 2 molecot s ; 2 par-
dos de 10 a 22 annos ; urna lindo mulatinha
de 14 annos, recoltiida, que cose bem, cozi-
nha o engomma liso ; 4 escravas mocas, de
bonitas figuras, sendo urna delas boa cn-
go.timadeira : na ra Direita, n, 3.
--Vendo-se um carro com boise os mais
pertences : no Ciqui, quem vai do Recife,
primeira Casa passandoa ponte.
Vende-se urna bengala de abada com
castao, ponteira e ouvidua de ouro, por pre
Co commodo : na ra Augusta, sobrado jun-
to so da fabrica de velas, a toda hora.
Vender
um carro de quatro rodas, americano, em
bom uso, pars deus cavallos, proprio para
0 mallo por ser muilolevn : atrs do ar-
mo, ra da Paz, n. 1, cocheira.
Vende-se panno verde e azul multo su-
periores, proprios para fardas : ns ra do
Crespo, n 9, loja amarella.
Vende-se um bom moleqiie de 18 an-
nos. bonito do cars, bem feito de corpo, sec-
coe bomalfaiate, s nSo corta casaca ; lie
muito diligente : d-se a contento : na ra
do Queimado, loja de ferragens, n. 14, se di-
r quem vendo.
--' Vende-se urna casa na ra de San Con-
Calo, n. 97: os pretendenles dirijam-se a
ra da Cadeia-Velha, loja de miudezas, nu-
mero 17.-
Farinha lavada de S -Malheiis:
vende-se em saccas, na ra da Cadeia de
Recife, n. 2.
Vende-se um preto de Angola, de 25
annos pouro mais ou menos, hbil para to-
do e qualquer servico : o motivo por qui-
se vende se dir ao comprador: na prac"
do Cornmercio, n. 2.
Vendem-se duas pretas de bonitas fi-
guras, urna de 25 annos, boi engon,madei-
ra, cozinbeirs, e que cose liso e lava de sa-
bfio ; ea oulra de meia idade, propria para
sitio, per saber bem vender fructas e lava
desabito, por proco commodo : ns Boa-Via-
ti, ruada Mangueira, 11. 9.
9m#mmtm.fy *% jmmk.m
Fasendas baratas.
Na loja do sobrado amarello, nos g
rjuatrocantosda roa do Queimado, 5
guras ; dous pretos pira tolo o servico; 2
pretas mocas, queongommam e cozinham
hem ; urna dita por 350,000 rs. ; urna par-
da que cortae faz camisa de bomem o ves-
tido do senhora: na ra das Larangeiraa,
n. 14, secundo andar.
De patenle a 10,000 rs.
Cranda sortimentojle chapeos de sol, de
patente ingiez, pelo barato prego de 10,000
rs. cada um, com basteas de baleia o de ac;
ditos mais pequeos psra meninos ; ditos
de seda prela, a 5,500 ra.; ditos de coros, a
8.000 rs. j ditos de panninho, a 2,800 rs.
chapeos brancas de castor, patente ingiez,
e de aba larga, a 12,000 rs.; ditos de sba
estreits, a 9,000 rs.; ditos francezes, dos
melhores, prova d'agoa, a 8,000 rs.; ditos
modernos, s 7,000 rs.; chapos do Chile,
pelo barato preco de 6,500, 7,500, 8,000 e
9,000 rs. ; bem como um completo sorti-
mento do fszendss finas o grossas, por mui-
to barato preco : na ra do Queimado, q. 27,
armazem.de fazendas, do Itavmundo Car-
los Leite.
Attenco
Vendem-se chitas finas, a 160, 180 e 200
ra. o covado ; risesdos largos em cassa, a
240 rs. ; meias para senRora, a 160 rs.; di-
tas para meninas, a 300 rs.; pequeos len-
cos com bico.a 500 rs. ; ditos fnnito gran-
des para caneca, a 1,000 ra.; madapoln de
vara do largura, muilo fino e com 40 jardas,
a 8,500 rs. a peca ; algodo trancado de lis-
tras, encorpado e amei icano, a 900 rs. o co-
vado ; dito azul superior fazeoda america-
na, a 920 rs. o covado ; dito trancado bran-
co, a 210 ra. a jarda em pecas; madapollo
fino, a 3,800, 4,000,4,800, 5.000 e 5,200 rs. ;
meias americanas cruas e encorpadas, a
1,000 o 5,000 rs. a duzia ; riscadinhos ge-
novezes, muito finse proprios para roupa
de meninos, a 320 rs. o covado ; lencos de
soda de excedentes padrOes o muilo finos,
a 2,400 rs., alm destas fazendas ha um sor-
timento completo de fazendas de bom gos-
lo que se venderSo por preco baralissimo
para so adiantar a venda das mesmas : na
ra do Collegio, n. 1, loja da estrella.
Moreira & Vellozo, com loja na ra
Nova, n. 8, annunciam para vende* pelo
baralissimo preco de 2,000 rs. chapeos de
maca cobertos de oliado proprios para a es-
lac misma loja, sapatos de cordavfio e france-
zes a 1,200 rs. o psr ; dito de con ro de lus-
tros para senhora, a 2,000 ra. ; esparlilhos
de puro linho guarnecidos de btelas, nflo
esqiiecemlo a larga do frente, pelo preco
nunca visto de 6,000 rs. cada um : galhe-
teiros com 4 \idro.-, a 2,500 rs. chapeos de
palha abortos para senhora, de varios precos
e de diferentes tamandoa; ditos de palinha
lindamente enfeitados para meninos e me-
ninas ; franjas de varias cores muito pro-
piias para enfeitar vestidos, a 320 a vara ;
inanias de garca demudo boa qualidade e
de bonitos gustos, a 5,000 rs. ; as verda-
deiras luvas de trogal com (Pedos a 1,000 o
par, ditas do pelica para senhora e para ho-
merii; borzeguins, sspalos do lusirn, ditos
de marmquim, tudo para senhora ; cha-
peos de maca francezes, chegados de proxi-
me, bonilas formas e boa peluda, a 7,000
rs. cida um ; pentes de tartaruga de uiar-
rafaecc; lencos para grvalas ; capellas
de flores pura noiva ; cortes de sedas bran-
cas e de cores ; e sobreludo um .bollo sorti-
mento de perfumaras o de outras fazendas
mais que se protesta vender por precos mui-
to rasoaves.
quat
vendem-se
Cortes de vestidos de'cassa de cores
(xas e de lindos psdroes
Ditos de cambra i a com fio de
seda
Ditos d chita preta com flores
braness o com 1J covados
2,000
3.000
1,800
Chitas francezas largas e de
! cores flxas, o covado 300 i
Cassas de cores e de bonitos
psdroes, a yira 400 e 480 9
Cortes de calcas de brim bran-
I codelistiase de linho puro 1,800 1
Ditos de dito de cor amarella 1,440 B
Ditos de collete de fustfio
branco 720 <:*
Ditos de calcas do Ifles escuras 1,600 j
Eoulras fazendas muito baratas.
bu e as difierentos seitas refutadas ; cou-
coidia espiritual e devores as sacratissi-
nas Chagas PaixfiO de Jess Cliriato, no-
va rIicflu ; Espirito consolador ou tratado
seelieo, oncammhado a guiar as almas a
(lerfeicflo christaa ; documontos cbrislSos
Vende-ye labri^a de destilacAo na po-
voac.io de Apipucos, com todos os seus
pertences, ou qualquei ubjacto em separa-
do, tomo sjain: hlambiques de llerusue,
tanques para deposito de mel que levam 50
pipas, diversas cuvas que ievam 8 o I0pi-
pas ludo de amarello, e oulros de duas
pipas, um monillo com lloraba da ferro que
puna 90 a 30 pipas d'agoa a altura de 45
palmos, e outros objectos : ludo por preco
commodo: afeitar cun Claudio Dubeux,
na ra das l.arangeiras, n. 18.
Vendem-se 4 molecoes de bonitas fi-
Deposilo da fabrica de
Folos-os-Santos na ttahi
Vende-se em casa de N. O. Ilieber & C.
la ra da Cruz, n. 4, aleodSo trancado
(aquella fabii.a, muito proprio para saceos
Je assucar, roupa de escravos e fio proprio
nars redes de pescar, por preco muito com-
i ido.
aT< Vende-se alpaca de linho puro, a 220*
*.rs. o covado : na ra do Caespo, n. 11 .J-,
Avisostos Srs. artistas S
p-leiros.
Voreira & Vellozo,
acabam de recebero melbor e mais bello
couro de lustro que a este mercado lem
vindo ; porque o lamanho das pelles e qua-
lidade dar aos Srs. a estrs sepateiros, para me-
lbor seivirem a seus freguezes ; o preco n
vista da qualidades se dir, mas afince-
se que ser commodo e bem commolo : na
ra Nova, loja n. 8, onde so vende nica-
mente o dito couro.
Na loja de Maya Hamos ck Com-
panliia, na ra Novu, n. 6,
vendem-se as mais superiores navalhas in-
glezas, cabo de marlim ; caivetes finos pa-
ra peonas; estojoscompletos para barda;
ditos para costura, com mus'ca ; ditos de
malhematica ; ditos de limpar denles; es-
covas para denles, cabello e roupa; o outros
objectos por preco commodo.
-- Vendem-se 8 lindos molequesde 8 a 16
annos, temi um delles principios de car-
pina ; 6 pretoa de 20 a 25 anuos, sendo um
bom cozinheiro, e oulro ptimo sapeleiro :
un paruu e 2z anuos, perno cozinheiro.
bolieiro eempalhador; 3 pardas de 18 a 25
annos, com habilidades; 6 prelaa de 14-a
25annos, com algumas baluli lades, e que
sfio propiias para todo o servico: ua ra
do Collegio, n. 3 .
r Vende-se urna taberna na ra da Praia,
n. 42, com poucoa fundos : a tratar o* mes-
ma taberna.
-- Na ra da Cadeia-do-Recife, n. 51,
verdem-se dous lindos molequesde bonita
figura, 16 a 20 annoa de idade, muilo bous
cosinlii'Kos, a um dos quaes ngon na
muilo bem e lava, e s5o de ba conduela,
sem vicios o nem molestia.
Vendm-se quatro preloa bons ganhado-
re de ra de ib a 30 annoa, aein vicios; arn
pardo mullo bom alfaiale t opllmo parapa-
pf ni, sem vicio; tres prelaa de nacao de boni-
tas ligo i as e muilo boas quitandeiras e que co-
zinham, lavain e faiem o man arranjo de una
casa duas dita oe meia Idade boas paid iodo
o servifo umadlta de navao que coie muitu
biiu e engoinuia ; nina parda de 25 annoa per-
[frita cngoiiiiiiadelra, codurcira e coiinha o
diario e lie inulto carinhoia para meoinoi: na
ra da Cadeia do Recife, n. 5i primeiro andar.
Novo trem de cozinlia.
callana; machinas para cif.; bules o ca-
feteirasdo metal : na ra Nova, n. 16, loja
de ferragens, de Jos Luiz Pereira.
Potassa da Russia.
Vende-se superior potassa da Russia, da
mais p-iva que ha no mercado, por preco
commodo : n ra do Trapiche, n. 17.
AGENCIA
d\ fundico Low-Moor,
tV\ DA 9ENZALT.A-HOVJL, W. 4.
Nejte estabelecimento conti-
ia a haverum completo sorti-
menlc, ds, p>r engenho; machinas de
vapor, e taclias de ferro batido
aodo, de todos os timanhot,
pira dito.
y rados de ferro.
Na fundicHo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Farelo novo a 5.S00 rs.
Vendem-se saccas grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegadas no ultimo navio
de llamhurgo : na ra do Amorioi, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Tafeas para eug-enho.
Na fundico de ferro da ra do Rrum,
icaba-se de recober um completo sortimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes aciiau-se a venda por preco co'd-
nodo e com promplidSo embarcam-se,
ou carre( eomurad ir.
A 8,000 rs. cada um.
Chales de seda grandes
ede bom gosto.
Na loja de GuimarSes & llenriques, na
rus do Crespo, n, 5, vendem-se chales de
seda, grandes, de bom gosto e de bonitus
padrOes, a 8,000 rs. esda um ; cortes de ca-
snmira de cores, de muilo superiores pa-
drOes modernas, pelo barato preco de 6,000
rs. cada corle ; merino preto fino Trancez,
2,500 rs-o covado; dito ingiez, a 1,440 rs.
curado.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruA do Trapiche, n. 17, lia
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
Vende-so espeemacele de segunda sor-
te, a 480 rs. a libra: no paleo do Paraizo,
n 20.
Attencao.
Vende-se cera de carnauba em ssccos da
Sarrohas para cima; sapatos do Aracaly,
muilo superiores; sola ; pelles de cabra .-
tudo vio id ltimamente do Aracaly no
hiate Punidoio, o por menos preco do que
em outra qualquer parto : na ra dos Ta-
noeiros, n. 5, armazn do Domingos Rodri-
gues eo Aodrade.
Vende-ae, por preco commo-
do, potassa em barriquinhss ; fu-
mo para milo e capa de charutos :
nos armazens do fallecido Bra-
guez e Dias Ferreira, no caes da '
Alfmdega, a tratar nos mesmos,
ou com Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche, n. 34.
Xarope do bosque.
CRA.NDE CURA.
Nao podendode outra rnaneirafaier mais pu-
blica a ininha gratido pelo bom resultado que
oblve de em pouco teinpo e debati sempre
de una in estacao, como a que tem lido estes
uilinoa tneiei, tempo em que principiel a cu-
r.ir-oie de ulna enreruidade bastante grave
queja a mais de nove meies a aoOria.
Unta impertinente toase que' fea-ine paaaar
bastantes noitea sem quasi poder reconciliar o
somno ; nao obstante que seuipre estireac eiu
uso de remedios nunca pude vcr-ine livre de
to afflictiva uioleatia, a coiitinvaco da tosse
acarretou-mc outra uiolealia, que juntas cau-
savain-nie tantos soll'riuientoi, a tal pomo que
julgoei inuitaa veies o fatal termo de ininha
existencia, que era na occasiao dSLUMle vi-
reni-uie voniilos de aangiit- ; v.ndo-mc nessa
triste siniacao pouco esperaucosa, ouvi fallar,
e fui aconselhado que loiaasse o xarope do bos-
que que se vende na ra do Hospicio, n. 40,
nao tive logo muito deaejo de o tomar, quiz
prioiciro ouvir o coosclho de algum prnfeisor,
dirigl-me a um bem acreditado nesla corle,
eupui-lhe o eatado de ininba molestia, ouvio-
ine, e disse-me que o meu mal neceasllava ser
curado com bastante cuidado, porque era ino-
lealia que de em pouco lempo se tornara mui-
to mais grave, perguotei-lbe o que diila do ja-
rope do bosque ae seria bom, respondeu-ine
que Siesse usodelle, pois quejuigava-o muito
conveniente para miuha cura ; dirigi-me lin-
niediatainente aobredila caaa da ra do Hos-
picio, n. 40, compre! urna garrafa do dito ta-
rop, aasini que cheguei ininba caa lomei
una dic deste aeaipre precioso remedio, por
uicHiiu na unuu |nuirur ier oeitauo em la
presenta una porco de aangue, e muilas ve-
es tive ealea ataquea as ras e em casas de
alguna doa meua ainigoa que se aduiiravam
como eu anda poda viver com semelhanie
moloslia ; conlinuei a tomar com a graca de
Dos, eo bom elleito que produiio o xarope
do boaque, em menos de oito diaa ja nao dei-
tava mais aangue pela bocea, a toase j era
muito menos, j poda dormir sollriveliuente,
continu! sempre aunr do aarope, nao preci-
se! mala do que duaa garrafas deste precioso
remedia para ver-me perfeltamente bom seta
o menor iocoimnodo, e reslabelecido ao meu
antigo eatado de sade do que pouoas eaparau-
(aajtinha da recuperacao deila, o que agora
poaso diier sem lisonja, que o xarope do koa-
3ue be uiu insigne remedio contra aa molet-
as do peito, pola que aalterdo uso delle cin
nenhuin doa que toiuei achei o aaenor allivlo,
pun'iu com o xarope do boaque achei o que
julgava perdido, que era ininba sade.
Esta ininha declararn fol feita de ininha
multo livre voulade, O ullerecida aoa Sra. pns-
auidorea do xarope do bosque,para ser publica-
da da inaoeira que Ibes convier.para que todas
as pessoaa que liveretn a infelidade de aoflre-
rem o que eu sofl'ri, aaberetn aonde bao de
acbar o allivlo de seus malea aastm como eu
achei.
Rio-de-Jaaeirq, 15 deoutubro ala 1848.Roa
Vendem-se chaleiras, cassaroUs, freg- de Maw-Cavalloa, n. 164. I.J.FtuU.
deiras, e panellas de ferro forradas de por- Vndese na ra dea Quartela, n. 12.


Cabos da Russia.
Existe i venda um completo sortimentn
de cabos de lindo da fliissa de 1 al 5 r
meia pnliegadas de grossur, por menos
prego doque em outrn qualquer parte : n*
ra da Cruz, do Recife, n. 13.
-- Vendem-se 6 cadelras de Jacaranda,
moderna, omaescada da mesma madeirn,
para subir eoi cama.; duas mesas de jintar,
usada* : na ra da Cadeia do Recife, n. 23.
Deposito de Potassa.
Yende-a* muito nova potassa
de boa qualidade, em barrisiinhos
pequeos de quatro arrobas, por
pre^o barato, como ja ha muito
tempo nenio vende: nc Wecife.
ruada Cadeia, armazemn. .
Vende-se muito superior farinha em
meia* bairicas : na roa da Cadeia do Recife.
scriptoriode Imane Youle & C., em seus
rmazensdo becco doGongalves.
As novas cansas sublimes
a i,240 rs. o corte.
Na loja de CuimarSes & llenriquea, na
ra do Crespo, n. 5, que faz esquina para a
ra do Collegio, vendem-se novos cortes de
rassas finas denominadas sublimes, pela
sua boa qualidade e barato prego.
Gambreoesa 1,800 rs.
Vendem-se os bem acreditados cortes de
gamhreOes, a 1,800 e 2,000 rs. o corle de
calcas : rala fazenda torna-se recommenda-
vel, tanto poi sua qualidade como pur ser
de moila duragSo e de bonitos pidiOes : na
ra do Collegio, n. 1, loja.
Limas de agulha a 4o rs.
Vendem-se limas de agulha : na ra da
Cadeia, loja de ferragens. de Antonio Joa-
quim Vidal; assim como outras ferragens
para ourives, por preco commodo.
Chegaram novamente a ra da Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogios de ouio e prala
patente inglez, para bomem e senhora.
-- Vhdem-se amarras aj irrp: na ra
da Senzilti-Nova, n. 42.
Chitas francezas finas a
.SiO rs. eada ubi covado.
Na ra do Crespo, n. 5, confronte ao ar-
co de S -Antonio, vendem-se chitas france-
zas finas e de modernos padrOes aioda Dflo
vistos nesle mercado, pelo barato preco de
320 rs. cada um covado ; panno preto, pelo
barato preco de 1,600 rs. cada um covado;
leucoadecambraia brancos e abeitos pela
belta, a 2,800 r*. cada urna duzia.
Farinha de mandioca de
S.-Catharina.
Cbegou em dirrllura de S.-Ctharlna o
brigue nacional Kintrva, com um carrega-
mento da superior farinha muito nova, e
cba-se Tundeado defronie do cars do Ra-
mos, onde m verde a preeo commodo, ou
em cata de Manoel Ignacio de livcira, na
prega do Commercio, n. 6, primerio andar
- Vendem-se 4 apolices do Iheatio de
Apollu, por prego commodo: na ra da
Cadeia do Recife, ns. 13 e 14.
Na ra Nova, n- 6, loja de
Maya Ramos & C.
A O barato.
Vendem-se luvas de jellia, para meni-
nas, senhora ehomens, a 400 e 6(0 rs. o
par; jogos de vispora para diverlimento, a
lOOOrs. '
Na loja de Maya Hamos & Com-
panbia, na ra Nova, n. f,
vendem-se esrartilhos completos para se-
nhora, basteas mgnet sidas para moles-
tia de estomago, e plidas cOres ; luvas de
pellica com enfeiles modernos, a 2 000 rs. o
par; ditas de dilTerentes qualidade para
m nhora e para born ni; sapatoa de marro-
quim, de lustro e desetim brinco de lodo
os lmannos ; e ootras muiUs fazendas toi
prego commodc.
Garrafas vasias.
Na ra de Amorim, ns. 56 e 58, vendem-
se gigoscom este genero, saccascom farel-
los por barato preco e ditas coro (amiba de
mandioca muito superior.
A 640 rs. o covado ce al-
paca preta fina.
Loja ii. 5,
deCao*arae* A Hrariques, que faz esquina
pan* ra do Collegio, vende-se alpaca pre-
ta fina, pelo diminuto preco de 640 rs. o
covado, preco este por que nuuca se veniieu
fazenda igual.
Vemdem-se, por menos do
que em oulra qualquer parte, cha-
pees de palb de carnauba, e sa-
pales do Aracaty ; Lmbero se
vendrm frasqueiras de superior
gencbr de IJllanda, por commo-
do preco : a fallar com Anlouio
Jffliwm VirLll f
Cal a .3,ooo rs. "o barril.
Cunta & Amorim, para liquidaren), ven-
dem um restante do harris com cal vir-
em de Lisboa, pelo diminuto preco "de
3.000 rs. o barril : na ra da Cadeia do Re-
cife, n. 50.
Vendem-se, para liquidicSo, chapeos!
le palha e esleirs ditas do Aracaty, por.
preco commodo : navua da Cadeia do Re-
cife, n. 9. ,
Veridem-se sapatSes de cou-
ro de lustro, pelo bai atissimo pre-
co de a,5ooe 3,ooo rs. suporio-
res, e de poni fixo, a 3,6oo e
$,ooo rs. ; ditos de bezerro fran-
cez, a 2,5oo rs. ; ditos brancos do
Aracaty : na ra da Cadeia do Be-
rife, n. g.
Panno pardo fino a 4,000
rs. cada um cova o.
Na loja da esquina da ra do Crespo, n 5,
vende-se panno fino pardo e cOr de caf,
pelo barato prego de 4,000 rs o covado;
lito preto e azul, a 3,000 rs. o covado, e de
nutras muitas cores e qualidades, por dimi-
nuto prego.
Ao barato preco d 140
rs. o covado.
Na loja n. 5, de Cuimarfles A Manriques,
vendem-se chitas escuras, pelo diminuto
prego de 140 rs. o covado, e de oulras mui-
tas qualidades por diminuto prego.
Acaba de chegar
loja da i na do ( respo, n. t, um
novo sorlimento de fazenda ba-
ratas,
como sejam : cassa-cbiUs muito finas, de
cores fizas e c<>m 4 palmos .le largura, a
320 rs. o covado; cortes de ditas a 2,000 e
2,400 rs. ; riscado de- linho, a 240 rs. o co-
vado j dito de algodn americano para es-
cravos, a 140 e 160 rs. o covado; ditu mons-
tro com 4 palmos, a 200 rs.; zuarle azul, a
200 rs. o covado ; dito furta cores, a 200
rs. ; chitas de cores fizas e de bonitos pa-
drOes, a 160 e 180 rs. o covado ; cortes de
instilo, a 600 rs.; chales de larlalana, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 320 rs. ; coberto-
res deaIgodio, a 640 rs. ; alpaca preta de
cor.iao e com sele palmos de largura, a
1,280 rs.o covado; e oulras muitas fazeu-
dasein conla.
Arados de ferro.
'#
MtaaTnqaawsr:-*^
Vendem-se arados de ferro de dilTe-
rentes modelos : na fabiica de machinas e
fundigSo d ferro, na ra do Brum
ns 6, 8ein.
Para se acabar.
Vendem-se superiores pannos finos da
melhor qualidade que lem apparecidu (pro-
va de lin.lo) rrde caf, a 4 e 5.0C0 rs. ci
covado ; dito azul, a 3,500 e 5 000 rs. ; Cite
prel, a 5, 6, 6,500, 7, 7,500 e 8,0o0 rs.
qualquer deslas qualidades he a melhoi
possivcl ; cortes de casemira de cores n ui
to linas, a 4, 5, 5,500, 6 e 6,300 rs.; ditos de
meia casemirssdella, de bonitos padrOes,
a 1,600, 2. 3 e 3,500 rs. ; casimira encarna-
da nuito lina, a 1,800 rs. o covado; cha-
peos de massa francezes, do ultimo gOslo, a
6,500 e 7,( 00 rs.; setini pelo macan mui-
to fino, para collete, a 2.800, 3 e 3,500 rs o
covado ; camisas de meia muito linas, a
1,280 rs.; alpaca preta fina, a 640, 800 e
1,000 rs. o covado; piinceza preta, a 800 rs. -
chales de IH, de supeiiur qualidade, a 1.600
2,500 e 3,500 rs.; cassa de raa-rgi-iii gran-
de e de vara de Urgura, superior fazenda
para cortinados, a 700 e 800 is. a vara .- to-
das estas fazendas silo de suporior qualiJa-
dee venrjeiii-se por estes pregos para se
acaharem : na rus do ollegio, n. 1, loja da
esln lia.
ata $?a
A TURCA. P
Chegaram os muito procurados er-P
les de tapete para sapatos, temi gran-*
variedade de gostes: vendem-se iiaJT
f loja do sobrado amarello, nos qua(ro-4>
cantos da ra do Quclmaiio, n.29 #
t#*#* tce a&aeactt
%n ra ISova, n. 6, loja
de iM ya llamos & C,
vendem-se ricas bandejas de lodos os l-
mannos, com guarnig,1ode fina cusquinlia
ditas semguainigOes; grinaldas para noi-
vas; tlores brancas, rosa, laranja e avellu-
dadas; tiangas de de differ. nles cores e
larguras ; e outras muilas fazendas para
enl'i iles de senhora : ludo muito em conla
I'arelo a 5,000 rs. a
SaltH,
o melhor que lean viudo a este mercado ;
na ra da Madre-da-lieos, aimazem de VI-
ceaile Ferreira da Coelu.
Veitdeoarsa (orlesda caltas de case"*
miraa de e*r, padres modernos,
>*'08%9' eTle : n" '"i" do obrado
::^a^aajnio do qualro-cantos da ra doj
a,Q9e1mado, n. -9. m
<*Jk***
Vende-sr ceta do carnauba.,
m sacc4M.de cinc* arrobas, a oito
inrlrs. a airaba; na tua Direit*,
n. 3tt priwK-ir arralar.
Vende-se arroz hranco superior, a l.COO
r. a arroba, 60 rs. a libra a 320 is. a cuia;
leijSo muleUiDuo prato novo, a 30a cuia:
azeile decarrapato, a 240rs. a garrafa: no
a Uo u Cuom, as. 9p vd mva.
Ka na Aova, n. *1, alias
da matriz,
receheu-se um sortimei lo de encorados pin-
lados, proprios para atesad de jantar, por
seren do 4, 5 e 6 palmos de largura ; man-
gas para casticaes; chapeos do seda para
liomem ; ditos de Manilb ; canna da India
Verdadeira, que urna faz duas bengalas;
lengosde cambraia de linho ; candielro pa-
ra a*l; ditos de corda ; lengos de sed, a
1,000, 2,000 eu,400 rs. ; fraseas de agua de
Colonia, a 2, 4 e 6.000 rs.: asoa na ifc>
gir cabellos; espelhos pequeo,' a 2.000
a. chapeos de pallia para senhor ; apa-
lrsde couro de lustro, i 6,700 rs. ; sapa-
tos de marroquin, a l,5UO rs. ; ditos de
lustro, a 2,000 is.; bolina, gaspeados para
senhora, a 5,000 rs. ; dilgs de cores para
meninas, a 4,000 rr.; pelles de couro de
lustro francez.
Jogos de vispora a T,ooo rs
Na ra Nova, n. t, lija de Maya
Ramos & ( onipanbia,
vendem-se por eie diminuto prego para
diverlioiento das noites de San Jofio e San
Pedro.
Vende-se um preto de bonita figura :
na ra larga do Hozarlo, n. 21, fabiica do
cigarro*.
Veniie-M urna casa Ierres na ra das
Vende-se urna preta moga, sem vicios
nem molestias, o que se afianca, a qual co-
vinha o diario de urna casa, cose soffrivel-
mente, engmala, e he boa ensaboadeira :
defronte da ribeira do peixe, n. 3.
" Quem aHmirar
venha ver e comprar.
Na ra do Crespo, esquina qye
volca para a cadeia,
veoilem-se pannos pretos, a 3,000, 3,600 e<
5,500 rs. o covado ; dito azul, a 3,000 r. ;
dito eOr de rap, muito superior, a 4,000 rs.;
cortes de casemira preta, muito ho, a 3,200,
5,000 e 10,000 rs. ; ditos de setim de cores
para colletos, 1,con rs. ; ditos de gorgu-
rao, a 1,280 rs.; ditos de bnm hranco de
linho para caigas, a 1.600 rs.; ditos de fus-
Ido para colletes, a 600 rs.; ditos de cassa
para vestidos, de muito bom gosto, a 9,400
e 2.500 rs.; corles do brim amarello de pu-
ro linho, a 1,600 rs.; cassa preta, a 140 rs. o
covado ; (litas de cores muilo bonitas, a 200
e 280 rs. ; alpaca preta de cordSo, com 7
palrros de largura, a 1,280 rs". o covado,
sendo esta fazenda muito piopria para cal-
gas, sobre-casacas e vestidos, por ser muito
forte econmica em rasfio da largura; ris-
cado de linho a-/u/iilio, a 240 rs. o cova
po ; lengos de seda rara grvala, a 1,280
rs. ; ditos para algibcira, a 1,280 rs. ; zuar-
te azi[ de vara de largura, a 200 rs. o cova-
do ; dito furta cores, a 200 rs. ; riscado
monslro, a 200 rs.; picote muito encor-
pado, piorno para escravos, a 240 e 180rs.
o covado riscado de algodfio americano,
140 rs. o covado ; corles do brim do lislra-
decOres, a 1.000 rs.; ditos com listra ao
lado, a 1,280 rs. ; ditos esenros, a 1,2t0
rs.; pegas de chita; muilo bonitas, a 5,50t
rs. ditasesrue* decores fizas pora casa,
a 160 e 180 rs. o covado ; chales de tarlala-
na, a r,280 rs. ; meios ditos escuro, a 320
rs.; lengos de cassa para grvate, a 320 rs
meias para meninos, a 100 rs. o par; ditas
muito superiores para senhora, a 400 rs
lengos pequeos de 19a com tres ponas pa-
ra escravos, a 140 rs. ; cassa de xadrez para
vestido a 320 rs. o covado; pegas de cant-
hraia lisa cm8 varas e meia, a 2,700 rs;
dita muilo lina, a 640 720 rs. a vara ; cha-
peos de sol, de panninho com bastes de ba-
leia, muilo bous a 2,000 rs.; e outras mui-
tas fazenda baratas que a vista dos com-
pradores se farflo os pregos.
Charutos.
Na ra da Senzalla-Nova, a. 49, vendem-
se charutos superiores da marca vicloria.de
lavan ; ditos primores e regalo, por pre-
go commodo.
Panno cmiro a 1,300 f
1.300 rs.
Vendem-se corles da escellenta fazenda
denominada pai.no coum, a 1,200 e 1,300
rs. o corle de caigas : esta fazenda he muilo
encorpada, escura e de muita duragfio: na
ra do Collegio, u. 1, loja.
A.!,000rs. o corte.
Na loja n. 5, que faz esquina para a ra
do Collegio, vendem-se cortes com Scova-
dos e meia de bnm de algodSo trangado de
lislras edoquadrs, pelo barato paego de
1,000 rs. cada um cete.
Os amigos riscados mons-
Iros a !21>0 rs. o covado.
Na loja de CuimarRrs & llenriques, ven-
dem-se osantigos liscados monslro, de 5
palmos de largura, e de padrOes novos,
280 rs. o covado ; riscados california, de co-
res lina e muito enconados, e tambem de
cores escura, pelo barato prego de 900 rs.
o covado.
Fazendas biratas.
Noarrrazemde fazendas, de Raymundo
Carlos l.eite, na ra do Queimido, n 27, lia
um bello soitiu.cntn do fazendas de toda
as qualidades, por os piegoa mait eommo-
dos que se teem vendido, a saber : pegas de
madapoln da ludia, com 24 jardas, muito
fino, a 3,200 rs.; dito muito fino o encorpa-
do, cnu. 4 palmos e meio de largura, muilo
propiio para camisas de escravos por ser de
muita duragfio, a 3,600 rs ; alpaca de cor-
iliio, de lindos gastos, e de diversas cOres,
proprio para palitos, casacas e caigas, a 800
rs. o covado; dil* preta muito fina, a 800
r.,- ptimo riscado francez de varias core,
a 280 rs. o covado; corles de brim pardo
para caigas, a 1,400 rs. ; ditos de quadros
mili.los, muilo bonitos, a 1,000 is.; risca-
do monslro, 210 rs. o covado ; corles de chi-
ta chinez, gosto esrolhido, a 3.500 rs.;
atualhada enlraugaJo coro 7 palmos e meio
de largura, 800 rs. a vara.
Una .Viva, tu 34.
tladama Rosa Uardy, modista brasileira,
acalia do receber e Frang lindos capoti-
nhos de fil prelo para senhora e menina,
os quaes vende muito barato, t
A 1,000 rs. o corle de
Calvs.
Vendem-se brins trancados de
listras ao lado, dos uiais moder-
nos parbSes, tendo lambern rr
de ganga, a l,oob rs o cite de
calcas : na iua do (jueimado. n I
8, loja confronte a botica.
-- Vende-se um bonito moleque de 20
auno, que rozinha o diaiio do urna cas,
pelo prego de 370,000 rs. ; todo o di>s de
meio-dia em divine: na ra larga do Roza-
rlo, n. 48, primeiro andar.
Vendem-so 4 moleque, 2 de 14 an-
nos e 2 de 18, bous para todo o servigo que
osqueiraiii applicar ; 9 pretos, ptimos pa-
ra sei virem a urna cas, e ganbarein na ra;
ama preta que cozinha, engomma e lava
roupa de sabSo mu tu bem : na ra do Col-
legio, n 31, pniiKiro audar, se dir quein
ven-le.
Cbniios de sol.
Vendem-e chapeos d sol, de teda prela
com barra lavnda, a 6,000 r. ditos urta.
core, a 6,50o rs.: estes chapeos So
Na loja de Fe nandes da
Luz & Irmao, na ra do
IJvramento, n. 10,
vendem-se chitas linas, 160 rs. o covado;
ilitas pretas de lustro, a 180 rs.; pegas de
algodfiocorno varS, a 2,700 rs.; ditas de-
madapollo, a 3, 3,400 e 4,000 rs. ; brim de
cor par caigas, a 260 rs. o covado ; alpaca
decr muilo fina, a 260 rs. o covado; al-
zodfio azul para roupa de pretos, a 200 rs. o
covado ; chita roa de cor flxs, a 160 rs.;
panno do linho muito fino, a 360 rs. a vara;
riscado monstro multo largo, a 210 rs.:
cortes de cassa-chita, fazenda muito tina, a
2,600 rs. ditos de cambrais, a 4,000 rs.;
brim trangado branco muito fino, a 280 rs.
o covado; e oulras multas fazendas por
prego muito commodo.'
Y Vnflem-se duas escravas da Costa, de
bonitas figuras, e urna deltas tem urna cria
de ma is de um anno : na Travesa do Veras,
o. |5, na Boa-VsU.
- Veode-ie aaccas com arro. a 1,200 ra. a
arroba: uo pateo do Paraizo, a. 20.
t'ecidos de algoriao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-8antoS.
Va ra da Cadeia, n. IV1,
endem-se por ataeado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
icravos.
ISaVilhfiN de patente.
Vendem-se navalhas finas de
patente para f'a/er barba ; estojo*
completos de todos os ferros para
ciruigia, obra muito fina, por pre-
co commodo : na ra da Cruz, no
Kecile, n. 43, loja de Joaquim
Antonio Carneiro de Souza Aze-
vedo.
Ova s do serto,
muito freseses: vendem-se na rus do Quei-
uado, n. 14, luja de ferrsgens.
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escuros da algo-
dfio, proprios pan escravos, por serem de
muita dursglo, pelo diminuto prego de 640
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volta para a cadeia.
Bichas de Hambirgo.
Vendem-se es verdadeiras bi-
chas de Hamburgo, aos ceios e ai
retalho : tambem se sngame vo-
se applicar a quenv precisar .- na
ra da Cruz, no Kecife, n. 43, lo*
ja de Joaquim Antonio Carneiro
de Souza Azevedo.
Mtiendas superiores.
Na fundigSo de C. Starr & Companhia',
)in S.-Amaro, acliam-se a venda moendas
le canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgfio muito superior,
Atoalhado de linho de
California com 0 pal-
mos de largura.
Na loja de Guimarfles & llenriques, na ra
do Crespo, n. 5, vende-se o novo atoalhado
california de puro linho e com 6 palmos, de
largura, pelo barato prego de 1,120 rs ; as-
simcomo ha de 5 palmos de largura, a 1,000
rs. a vara.
Na loja de seis portas do
paleo do Livrameulu, vende-se
panno de coqueiro, a 3,200 rs. a
peca, ea il\o rs. a vara.
Na loja de Maya Ramos & Com-
parihis, na ra Nova, n 6,
vendem-se caias com tintas para desenlio
de ditferente qualidades; papel piulado
para musir ; palhetas para clarlnetase re-
quintas : ludo por prego rasoavel.
Xa loja de seis portas
enfrente da igrej de N, s, j0 Livramento,
vendem-se chitas, a 120,140, 160, ISA e 900
rs. o covado, e muilo finas, a 240 rs.; algo-
dSo monslro para toalhaa e lences, a 800
rs. ; ctale de chita para meninas, a 200 rs.;
alpaca de algodao para pililos, a 160 rs. o
covado ; franklim preto, a 480 rs.; sarj de
lila com duas larguras, a 800 is. o covado;
alpaca preta, a 640 rs. o covado ; e lodaa a
mis fazenda por prego convidara Irocar
cdula para enroupar famili.
Pcchincha
>
i
Gffffff f ?f ? f tW
Na loja do sobrado amarello, nos quatro canlos da ra do Queimado, a
6,000 ^
5,000 2
6,000
4|
5,000 *|
<
7,000
720
3,200
9,500
800
n. 20,' vendem-se
Chapeos francazes de forma
moderna
Corles de caigas de casemira
de padrOes esenros
Ditos de dito modernos
Ditos de collete de gorgorffo
de seda bordados
Ditos de setim de cores bor-
dados
Alpaca mesclada proprias
para gndolas e palitos, o
covado
Merino preto mullo fino, o co-
vd
Dito verde ecOr de caf, pro-
prio par vestido de monta-
na, o covado
l.engoe de seda de cOres pira
gravita
Cortes de collete de varias fa-
zendas 80O e t,000 #?
K outras muitas fazendas finas, co- -45
mo sejam : panno preto deASOO a 41
* 11,000 rs o covado ditos de cOres ; "
? casemira preta elstica setim pre- *
!J to de Maceo ; chales e mantas de se- JJj
y. da; corles de vestidos de seda de cO- ^
&. res e brinco ; esguiSo flnissimo; 43
5* meias e luvas de seda pira senhora : *"'
!> ludo por prego muito commodo. ?!
OA**A*A4AaAAAD
Vende-se um soph de Jacaranda, com
algum uso', um jugo de lanos de dito, 12
cideira e una mesa de meio de sal de di-
to ; mohilias de oleo novas ; e oulros rrjui-
tostrast's novos : na rui da Cadeia de S.-
Antonio, n. 18.
p
m
a
3


s>
Escravos Futido
mui-
- lo bem construidos, multo forU o de boa
nao he de Sl,d8 na ru, ,,0 H-Me|u> 5> fit)f|C|| ^
muito valor 1 1. ra de flortas, n. 149, se-
gundoandar.
Vende-se assido sulpirico,
a3oo ra. a libra : na ra do Cabu-
lla, loja do Duarte.
chapeo de sol.
Vendem-seealugam-se as melhores bi-
cha liamburguezas que lia no mercado,
tanloem porgflo como retlho : na ra
das Cmzei, n. 40, taberna da Domingos d
Silva Campos.
para oa amadores da santa
economa.
Um porgilo de Uns cassa, francez de
4 pala ose meio de largura, de lislras azues
e enea 1 ntda, com flores de toda as cOres,
gustos muito houilu e modernos : esL
catsaaforain arrematadas eni leilo. oor ia-
> ^ vt nuem pea inciaue ue seu valor, di-
nheiro viit, a 240 r. cada um covado :
na ra do Crespo, o. 14, loja de Jos Fran-
cisco Das,
Al: reir & Velloso
venden muitu bom damasco de seda do
qutiquer er, pois acibam de receber um
bello aorliuiBMlo ueasa fazenda, que tanto
he boa tm< qualidad como em piego com-
modo |na ra Kova, n. 8, loja.
fto armazero de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se trelo, a
3,000 rs. a saces, e iarinba de tri-
go franceza da marca Baro, por
preco commodo,
Com ti palmos de lmgu-
i-ao no\0 aigouao moii-
ti o trancado California.
Ni loja confronte o arco de S.-Antonio,
11 5, vsude'se o novo algodSu monslro trau-
gado, com 8 palmos de largura, pelo barato
, - Fugio, no dis 9 do correrte, o esrravo
Bento, de mgflo Camundi, alto, chelo' do
corpo, sem barba, ps grandes, anda um
lano banzeiro ; tem no neito do pesqner-
do e em cima do dedo grande do mesmo p
urnas feridas ; levou smenlo calcas azues
muito sujaa, mas talvez teoha mudado de
roupa : qnem o pegar leve-o ra do Col-
legio, venda que fni de SebastiSo Jote Cu-
ne l'enna, que ser gritilicadu.
Fugio, no da 98 de junho, o preto l.ou-
rengo, pescador; levou ealaa e jaquel de
panno azul; representa 10 annos, de esta-
tura regular, espadado, bem Tiarb'ado:
quem o pegar leve-o i ruado Aragflo, n. 10.
Fugio, no dia 19 de marco, o preto Be-
nedicto, crioulo, que representa ter 24 an-
nos, de altura regular, sem barba, rara re-
donda, olhos carrancudos; lem os pe um
tanto toriose urna da peritas: este acra-
vo veio do MaranhSu para aqu ser vendi-
do por conta do Sr. Dr. Francisco de Mello
Coutinho Vilhen: quem o pegr 011 der no-
ticia na ra da Cadeia do Recife, n. 51, pri-
meiro andar, ser* gratificado.
-- Fugio, ha 9 para 10 mezes, o crioulo
ftaphael, de 35 annos, altura regular, quei-
zo redondo, pouca barb, olhos multo vi-
vos ; lem nos pe um dedo cortado pela
junta ; he serrador; muito rhetorico no
fallar ; cuando anda empina a nadtfga* pa-
r tris.- Miguel, orinlo, meio fulo, cabello
pintando, de 46 a 50 annos, biixo, com fal-
ta de cabellos que esta quasi calvo, pouca
barba, qu( izo lino, ollios vermelho e arre-
galados, mnilo ladino e conversador, cbeio
do corpo as paz, pernas finas, ps peque*
|Dns; ecoiu o mesmo um rserava de nome
Ro, crioula, bem preta, altura regular,
com marca de fogo no rosto do lado esquer-
do descerni aos hombro, p, e brago, em
partes que parece sgoa quente: quem os
pagar leve-os ao engenho llha-ile-liello, na
nest praga a Antanio-Alves de Miranda Cui-
marfes, na ra Direit, n. 69, que se re-
compensara com 30,000 rs. porcada uro.
5o,000 rs. degratifcacSo
a quem pegar a preta Hara Joaquina, da
30 a 40 auno, que fugio no da II de abril,
de nag8o Congo, baiz, gorda, cOr reti,
bexigosa,olhos pequeos; tem em um das
fces um signil de carne ; he bastante er-
lilosa, por isso he capaz le illuoir qual-
quer pessoa que a nSo conheg ; sabe lo-
an is povoi(0es d provincia, por ter lu-
dido 1 vender miudezis pelo mallo com
urna crioula de nome Felicidad, de qi.em
ffoi escrava ; talvez su fuga ande encuber-
ta com o negocio de vender miudez, pola
ja de oulra vez qu fugio ndava venden-
do-8, e assim mais cnatoaa de er pegada.
Itoga-se as autoridades policiaca e capules
de campo, que 1 apprebendam e lovem-na
a 111a do Quaitei, n, 99, ou oa praga da
Independencia, 11. 17.
5 de junlio de t85o. 1
I Fugio, da villa do Bonito, o esrravo Lou-
rengp, crioulo, baiso e corpolento, de rr
nem muito preta nem ful ; tero falta de
unhas eni todos os dedos dos ps, por cau-
sa de bichos que leve em pequeo, caa
redonda, de 20 anuos: quem o pegar leve-o
sovigarioda dita villa, o padre Manoel de
Mello Flelo M ou na ra da (adela uo
Recife, n 24, loja de cambio da viuva Viei-
ri & Filho, queie gratificar*.
Fiiffio. dn enaenlm nnvn An /'-a.- -
dia 27 de junho, um preto crioulo, oflcial
do carpina, de nome l.uit dos Sanios, de 24
unos tito, corpo regular, orrlhas peque-
nas, as maos e 1 os bstanles grandes, nflo
tem barba ; he bastante carrancudo : quem
0 pegar leve-o ao dito engenho, que aera
recompensado.
--Fugio, do engenho novo do Cbo, ha
duus mezes iouco mais ou-menos, una
treta ciiuula, de nome Asna, de 18 annos,
ll, magra, com os heigoa grnssos, nariz
pequeo, chato e com a ventas airegags-
2is ; foi vial pin as bandas da Muiitien,
Bu engenho IVnanduba e ueste Hecif i
Juema pegar leve-a ao dito engenho, que
era reeomponsado.
1 Fugio, do engenho novo do Cbo, des-
fe Janeiro do crrenle anuo, o moleque Be-
ediclo, crioulo, com principios de crfei-
o, alio, nariz Distante chato, rom falta de
d.'iit.'S ua frinle. pe grandes : quemo pe-
nar leve-o lo dilu engoulio, que ser* re-
oouipsussdo.
Fias.: natvv. osa. r. mfrm. 1850.


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