Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07497


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Full Text
\
ANNO XXXIV N. 47:
Por 3 mezes adiantados 4\$000.
Por 3 mczes vencidos 5$000.
SAMADO 27 DE FHFREIRO DE IK58.
->*
Por anuo adiantado 1S000.
Porte franco para o subscriptor.
\
E.NCARKEtiADOS DA SUBSCIUPCA'O 1)0 NORTE.
Pinhiba. o Sr. Joo Rodolpho Gomei; Natal, o Senhor An-
tonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga ;
tears, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranbo, o Sr. Jos Teixeira
de Mello ; Piauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellino ; Par, o Sr.
Justino /. Hamos ; Amasonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDA DOS! O R REOS.
Ollnda todoi os da, a 9 neia aora do di,
fnaraase'i Colana e Parahiba, nai esus-feine.
o. A < I ini.un.: n., iie-rlra
8 I "<.". *" d'Alho, ajai i i i. >, Peaqaeira, Isgaaei
rat Floreas Yil|a-lllla, Boa-V al. O Ex', n.,s qaarl
Caeo. Ipojeca, SeriaMea, Rio FnraKMo, Usa, lijir.irus, Agua-Prcio
i- a Nasal: a,iriiai-flr.
Iodo
parle
10 bulia da nanha.
AUDIENCIAS DOS TKIDU.NAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundase quintas.
Rclaco tercas feirase labbados.
Fa/enda : quartas e sabbados as 10 horas;
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao tneio da.
Dito de oriili.ios : segundase quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel : segundas eseitas ao meio dia.
Segunda vara do civel : quartas e sabbados ao meio dia.
EI'IIEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
B Quarto minguante as 6 horas ei>7 minutos da tarde.
13 La nova a 1 hora e 53 minutos da larde.
20 Quarlo cresecnteas 10 horas e 30 minutos da tarde.
27 La chcia as 7 horas e 45 minutos da urde.
I'HEA.MAK DE BOJE.
Frimeira as 3 horas e 4*2 minutos da manlia.
Segunda as 4 huras e 6 minutos da tarde.
DAS da semana.
22 Segunda. S. SJorgarida de Cortea I.
23 Terca. Ss. Lzaro, severiuo e Primitivo ira.
21 (.luana. S. Matliiasap. ; S. Pretextlo ; S. Thcrczin p,
25 Quinta. Ss. Cesaiio c Diosroro mm. ; S. Ldellicno rei.
-.'. Bell I. S. Toniualo ari-. ni. : S. Faustinisno b. m.
2? Babbado. 8*. Aniigono, Curso e Bessa soldado mm.
28 Domingo. B. Roraaoab. ; B. Cercalis ni.
ENCABULLA luis DA SI DM.uir<.A o In -l l .
Alagnas.oSr. Claudino Foleoo Mm; liihia, o Sr. D. Duprid
Itlo de Janeiro, o Sr. Jojo l'creira Maiiu *.
KM PEUNAMIU ( (.
O Proprietariodo MATIIO Manoel Fieueiroi da Firil, ne
Imana, praca da Independencia ns. 8.
PARTE OPFICIAL
, co annoi se paisara' nm Ululo proprio desle es-
ludo*.
Arl. 10. Para se ohler o grao de India -el e o di-
MINISTERIO DO IMPERIO. ploma rtfpeelivo, assim como o til iio do corso espe-
j'c-reto n. 2,006 de 21 Approva o riglamenlo p'ara os eollecios pblicos de S'c". dama e s> mnastica, e nem o de italiano.
iastruero secundaria do municipio da corle. Arl. \\. \ distrihuir.io, por illas e horas, das
Un por'bem approvir o regolamento para os col-i malarias comprehendidas no ad. (i. como do dese-
legics polticos de inilrocclo secundaria do muni- "ho, musioe, dama e gymnaslica, sera' regulada por
cipiu da corle, qoe com esle baila, assignado pelo uma tabella, a qual stra' submellira a' approv.ir.ao
marquez de Olinde. conselheiro de oslado, presiden- do governo pelo inspector geral da inilrucrlo prima-
te di> conselho de minislros, ministro e secrelaiio de ria e secundaria.
eslado dos negocios do imperio, qua assim o tenlia i '',lrj organinjio desla tabella serilo oovido pe-
aulendido e faca exeeolar. Palacio do Rio de Ja- lo inspiclor geral os redores do inlernalo e do ei-
neira, em I de oolnhro de 18.Y7, trigsimo sexlo da lernalo, para allemler-se a' neeessidade de serem as
independencia do imperto. Com a rubrica de S. aulas dos dilos eslahdeciraenlos rgidas palos mes-
>*
Tres pares decalcas de paono bom, axut ferrele i aulas, lano do intrnalo como do extrnalo, em-.
escoro.
Ilous chapeos prelos, se fr o alumno rnaior de
qoinze annii-.
tres bons de panoo azol ferrele, conforme n figu-
rino, se fr o alumno menor de quinze anuos.
Dezoilo pares de ceroulas comprada
e f de olii il,i i.
M. e imperador.Mrquez de Olinda.
Kegulainenlo alternando algumas riisposires dos
ac oaes reguliminros relativos aos esludos da im-
truccao secundaria do maoieipio da corle.
TITULO I.
Capitulo nico.
Da insl rucc.lo publica secundaria, e do plano e
diviiao dos esludos.
Arl. 1. O collegio de Pedro II, sera' dividido
em dous eslabelecimentiii de inirucr.io secondaria,
os q laes se denominarloIntrnaloeExtrnalo
iln imperial collegio de Pedro II.
O primeiro sia' destinado para os alumnos que
(re ueulareni -iii'.s aula, morando ileulro ilo seu re-
eiolo ; o segundo para os que as frequenlarem mo-
rando fora do respectivo edificio.
Ait. 2. O inlernalo ser collocado Tora da cida-
de, "ni edificio que lenha as necessarias eccommo-
djrre, assim para ai aulas, cuino para a morada dos
alonaos, com terreno sullieieolemenle espac.no nao
so para exarciciosgymuaslicos, baiihos e nala^ao, co-
mo para recreio dos mesmos alumnos.
Arl. 3. O extrnalo sera' eslabalecido no edificio
em que ora se echa o collegio de Pedro II.
Ligo que for creado este collegio, lieaiao cessan-
do as aulas avulsss das eadeiras ca siieundaria actualmente existentes no municipio
da irle, na conformidade do decreto n. (Ilude 17
da lalembro de I8,il-, arl. I. disp. 7.a
Arl, t. Em ambos os eollegios o cano de e-lu-
dos er,i de sale anuos ; o lyilama de ensino sera' n
roesroo. Os estados recahiro sobre as materias se-
guiule :
lloulrina chrisUa, grammalica, Islim, francez, in-
gle, grego, allemo, ilaliano, geographia, historia,
chorographia, historia do llranl, philosophia racio-
nal etlica, rhalonca, poelica, scitnciaa naturaes,
maihemalicas, desenho, msica, danca e exercicios
Kyninaalieos.
A rl. 5. As material do ensino sanio distribuidas
pelos diversos annos do modo seguinle :
1. anno.
Doulrina chrisla, leilura, e recitacSo de porl-
gaai, exereicios orlhograplncos, grammalica nacio-
nal, grammalica latina ; francez : comprehendendo
simiilesmenle grammalica, leilura, e vorsao fcil ;
arilhmeliea : abrangendo l.io somenle os principios
elementares, defiiires, e as qualro operares so-
bre nmeros mlairos ; geographia : com'prehen-
dend.i nicamente a explica;ao dos principaes termos
lechiucoi, e das divisCes geraes do globo.
2. anno.
L ilim : versao fcil, e conslrucc.io de periodos cur-
ios, com o fim de applicar e recordar as regras grain-
mal caas ; francez : venao, Ihema
e convsrsi
glez : comprehendendo simplesmenle grammalica,
leilura, e versan fcil ; arilhmeliea : continuadlo
al proporres ; geographia : conlinuafAo ( Asia e
frica )
.1. anno.
_ Latirn : WjtaSo gradualmente mais diflicil, exeici-
cioi gramalicaes e (hcinas ; francez : compotic.o,
upe feroauonto ilo esluilo ila lingiia ; iuglez : ver-
ano mais diflicil, them.is ; arilbmetica : cunlinuaoao
al o fim ; algebra : al equactM do 2. grao ; geo-
gra ihia : conlinuarao Europa, America e Decana ,
historia da iade media.
i. anno.
l.ilim : versao, (nemas; inglez : vers.ln, Ihemas ;
georoelria elementar ; historia moderna e contem-
pornea : chorograpliia e Insloiia do Urasil ; bola-
nic; e zooLia.
.'i. anno.
Lalim : verso de autores mais diftlreis, Ihemas ;
inglez : mrnp i-ir i, conversa, apcrleir.ninento do
eiludo da lingua ; Irigonomelria reclilinea ; conli-
nii. ...lo e repelido da chorographia e historia na-
ciniial, physica e repelido da botnica e zoologia ;
grCft) c allemao : comprehendendo apenas gramma-
ticii e versao fcil ; no i sendo porem os alumnos
obrigadoi a exame ocsle inno.
2. CLASSE.
G. anno.
I.atim : continuado das materias do anno ante-
rio- ; grego : vcrs.io, Ihemas facis; ilaliano ; phi-
lo-i pina, comprehendendo a lgica e a metaphv-ica ;
theloriea, regrai de eloquancia e de composirao ;
his.oiia anliga ; cliimica e repelii;Ho de phyica.
7. anno.
I.alim : romp sir.lo, apirfeiclamento do esludo
da lingoa ; grego: versilo mais diflicil, Ihemas ; al-
lemao : versao, Ihemas, conversa ; philosophia moral
i' historia resumida dos syslemas comparados de pili-
lo- phia ; rlietoriea e poeliea : analyse e critica dos
ca-neos portuguezes, composirilo de discursos e n.ir-
r.io'ies, declamarlo ; historia da lilleralura porlugue-
/..i a nacional repeticao de cliimica, mineraloga e
geologa.
\rl. fi. Alem do corso de sele annoi havera' em
anuos os eollegios um corso especial, o qual ido de
eii co annos.
Arl. 7. Esle corso especiil constara' dos eiludcs
doi primeiros qoalro annos do curso completo ,
com as mesillas materias e pela memn ordem
preseripia no arl. 5., e de mais um anuo, que ser o
quinto.
Arl. H. As malarias do quint anno do curso es-
pecial serio as seguinles : Irigonomelria reclilinea,
phyeica e chimica, mineraloga e repetirlo de bola-
niri, conlinuarao e repetir.) de chorographia e his-
toria do Brasil.
Arl. y. Aoi alomnos que liverem o curso coni-
p lelo se conferir' o grao de bacharel em ledras,
lis que liverem somenle o curio especial de ciu-
inoi professores, emquanlo o governo assim o julgar
conveniente.
Arl. 12. O ensino da doulrina rliriila, alem do
I. aono, e o da historia sagrada, rmpele ao capel-
Lio, o qual alem disso no inlernalo explicar o evan-
gelho nos domingos e das sanios de guarda, na llo-
ra e pelo lempo que for determinado pelo reilor,
sendo soas fonerGes reguladas, em geral, pelo mesmo
re ti i.
Arl. 13. Para o estado do deseado, msica, dan-
ta, e para os exercicios gvmnas'icor, podero ser
aproveiladss nao ni as quintas feiras, quando diai
feriados, como as memas horas me for delerminado pelo reilor, ouvidos os respecti-
vos professorei.
TITILO II.
Doi alumno.
Capitulo I.
Matriculas, lantageus, meios disciplinares, e
fiias.
Arl. 1 Do dia !."> al o allimn de Janeiro esta-
nto abenas as matriculas as iccrelarias do intrna-
lo e do extrnalo.
1. As matriculas ser3o feil.n pelo respectivo
terciario em livro especial, ruliricado pelo reilor,
que encerrara' o respectivo termo :om a soa assig-
ualara.
! 2. Cada termo devera' Indicar o nome, idade,
naioralidade e liliarao do alumno, bem como as enn-
diroes de sua admissu no respectivo eslabeleciinen-
lo, a saber : se be inlerno de primeira ou segunda
classe, meio pensionista oo exlernr, e se perlence oo
nao ao numero di gratuitos. (Arl. 86 du regula-
niculo de 17 de fevereiro de ISii..'
S 3. Para este Iim devera' o pal do alumno, ou
quem suas vezas lizer, apresenlar ao respectivo rei-
lor : 1., a cenido de iilade do al imno ; 2., certi-
dao de haver sido vaccinado cora >oro exilo ; 3., co-
nhacimento de haver pago a laxa da matricula, caso
n,1o eslea as condires do arl. m do regula me-
lo de 17 de fevereiro de I8">i. > que alias devera
provar com documento. (Arle. 9. 8K e ts7 do regu-
lamenlo de 17 de fevereiro de 1851.
i. O prazo marcado na primeira parle d>Ve
artigo ndo comprehendera' o alumnos no piimeiro
auno cuja malncula pode ler lugar al o ultimo de
abril.
Arl. I5i O alumno pira conl nuar a seguir as
aolas de qualquer dos dous esla lelerimenloi, nao
precisara' de novo termo de malnc il i, bailando que
siu pai, ou quem suas veres fizar, apreienle conhe-
cimenlo de haver pago a laxa animal.
Arl. l(i. No principio iln anno lectivo dora' o rei-
lor a cada um dos prol'essores d i esUhelecimeolo
ama lisia dos nomes dos alumnos divididos pelos an-
uos respectivos.
Arl. 17. Os alumnos do inlernalo leroo conside-
rados de primeira e segunda classi ; os do exterualo
meios pensionistas, e externos.
S l.'Os pensionistas de primeira classe ler.io, alem
das lindes dos ptofe'gores, repclidcres para as horas
Vinle e quatro camisas lisas de moriro, com dous
boles de madreperola no peilo.
Dore lenroes ; t> de linlm e S de algodo.
Seis ronhas lisas de linho.
Seis toalhas de panno de linho com franjas.
Seii dilai ordioarias sem franjas.
Dual colchas de chita sem bailados.
I'in cobertor de rapa encarnado.
Seis guardanapos de algodao.
Vinle e qualro lein; is blancos de algodao ( de as-
oar.)
(lito grvalas, ou Icnroi de seda prela rara o pes-
eoco.
I r i ii 11 e seis pares de meias brancas curtas da al-
godao.
I ino eicova da falo.
I ina dila de sapatos.
L'ma dita de cabello!.
t.'ualr i ililas de limpar denlei.
I na dila de lunpar unlus.
I ni pinte fino, e um de alisar o cabello.
Doze pares de sapatos grossos.
Oualro dilos de ditos envernisados.
l'ma tesoura de unhas.
lina hacia de rame de dous palmos de dimetro.
Un lavatorio completo.
I m par de ceroulas de baelilha.
Urna camisa di l.ia, e doos pares de spaloi de
borracha qoe serao renovados a casia do collegio.
nunciarse-hio os exames que devem ler lugar nos
primeiros das de novembro.
Arl. 29. lis exame! serao fcilos sobre pontos lira-
dos sorte pelos examinandos, e qoe devem com-
i prehender todas as material qoe liverem sido leccio-
12 de linho nadas as aulas, segundo o programma de ensino or-
ganiado pelo conselho dirictor no principio de cada
anno, e approvado pelo governo.
I Os etames do .V anuo para o curso especial;
de cinco aunas versarlo sobre ai material que for-
mam esle curso especial de esludos.
2* Os do 7' anno, sobro as materias que formam i
o curso completo de esludos.
3- Os do 5' anno, quando faram parte do corso i
completo, e o dos outros minos sobre as materias:
ensilladas em cada um dellps, e somenle para leve- i
rilicar se os alumnos aproveilaram, e se pidem pas-
sar para o auno seguinle.
S i" O examei de lodos os annos icrjo feitos no
collegio a que perlencerem os slumnm, excepto
quanto aos do 5" do anno especial aos do 7', os qoaes
serao feitos no collegio que for determinado por or-
dem superior.
Arl. 30. O exame de linguas consistir na leilura,
traducr.1 >, e malve grarniiiulical de trechos dos au-
tores seguido- nai aula.
S I* O de in.ilhamaticas na denions(rec,il.o oo reso-
luro dos Iheoremas, ou problemas de geomelria, ou
Irigonomelria, e no desenvotvimento Iheorico c pra-
tico de operares arilhmelicas ou algbricas.
; -2- O de Kleneiai naloraea, o de philosophia, e
o de rbelorica na expnii^o de algoma oo algumas
das doutrinas que o poni designar.
S 3- O de biliaria e geographia na exposiro de
algum periodo histrico dos facloi geraes, que le-
nham rilarlo rom o mesmo periodo, da posirao geo
S I. Todos esle objectos ler.lo as dimenses, for- i graphica do paiz on paires de que se tratar, e liual-
ma e mais circunstancias marcadas em orna tabella, [ minie de principios geraes de geographia aslrono-
e nenhum delles sira aceito leniio esliver mi condi- mica, lerrettie, etc.
^es requeridas.
5 2. Esle enxoval aera1 forneciio em tres pres-
taris, na foinia que fiir eslabelecida pelo reilor do
intrnalo, e sera' renovado a' proporrAo do uso
cusa do slabelecimcnlo.
Arl. 20. Os prnsioniltas da segunda classe iranio
ao entrar para o inlernalo, alem da roupa necessB-
ria lano de cama, como de corpo, e segondu a o
pecilicarao do arl. 18 pan es mudan;as lemanaei,
o seguinle :
Erna escova de falo.
l'ma dila de sapalos.
l'ma dita de dentei.
Ima dita de unhas.
I'm lavatorio com os scus pertenec.
l'ma baca de rame com dous palmos de di-
metro.
; L'nicn. O pensionista, assim da primeira como
da aegunda classe que nao livor os objectos exigidos
ute artigo, ea loupa necessaria para as mudanzas
regulares, por desruidu ou pouco zelo de seus pas,
ou encirregidos, de modo que 11.1 i possam apresen-
lar-se com a decencia devida, sera' mandado para
na casa se as reclaraaces do reilor, feitai por
escriplo, nao forera allendidas primeira e segunda
vez.
Arl. 21. () governo portera'miudar admitr gra-
luilaminle, ouvido o reilor do inlernalo, ate violo e
cinco alumnos pensionisias, dos quaes doze deverao
ser ornhaus, reconhecidameute pobrei.
S L'nieo. Alem dos orhpaos serao preferidos ;
primeiro, ni filhos dos professores pblicos que live-
rem servido bem por dez annoi ; segundo, os alum-
no! pobres que oas escolas primnias le livi-
rem distinguido por seu tlenlo, applicacao e mo-
ralidade.
Arl. 22. I'o lera' tamben) o governo, ouvi lo o rei-
lor do extrnalo man lar admillir gratuitamente
lo esludo, medico, e botica ii is eirfermidad**, dan- !;ll OjeiPTe meios pensirnislas, pre.'erindo os menioos
LUCAS GARCA.
MESA DE (IIVlllIi:>i IMHIISIS ('
Por Ferrad Caballebo.
(Conelu sao.)
Oae pansa a esse respailo, mcu lio ? pergun-
lou ij.iilanlo om velhe general, que perder urna
perna na balilhi de Raylen.
Nosso hroe procurava fazer essa perganla em tom
de gracijo, porm mo-lr iva ter ama viva saln-
farlo.
telho ealavi-ie, afagando com a mo leus bigo-
des brnncoi.
Entio general, qnal be sua pinito '.' pergon-
lou um amigo intimo.
Pens que elle deve casar-sr, rupomleu elle.
Isso lie claro, disse nm.
Sem duvida nev caiar-se, acrescenlaram os
ntrai.
Enlendimo nos, senliorss. lornou n velhn. Hi-
go, i.altar,lo, que deves caiar-le, nao cora essa inora
inillionaiia, mal cota l.uzia.
I ni clamor unauime arnlhin estas palavras.
O general abusa de sea papel de Nstor, dis-e
o j i.i'ii elegan.e.
Propunho am voto de censura, disse oalro con-
vidado.
U general engana-se, disse o amigo ntimo ;
om ti talgo de sai delicadeza n;lo pode aconselhar a
ti'n tioniain na posirao de Callardo, que case com
ua uante.
De eerlo tenho delicadeza. A delicadeza he
urna planta qoe laura laes laizes, que nada pide ar-
ranca-l, nem a charra de prata nein a endn 11 de
ouro qoe revotvm boje o campo das idai. lio por
isso que aronsellio ao homem que fez urna acr;lu rn.i
que repare, aquella qoe perdeu urna mora honesta
que a proleja. Aconselho-lhi' isso com maior ins-
tancia, se o foluro Ihe sorri, alim de que nao se en-
verconlie do passado. No meo lempa, senhores, nao
se Ualavam os casumenlos m consellios meio-pu-
blieo; os nico* ennselheiriis, segundo as cirrums-
lancias, eran) o coraran, a honra e a eSMCieoeil.
M <-, acrescentou o veiho levanlando-se, minlias opi-
niei sao 1.1o heterogneas ao la "lo daqaillas que os
senlioris prifeMim, quinto pode ser minha peisoa
no roeio ile m.mcetios. Tenho a tionra de iauda-los,
senhores. Adeos, meu lohrinho ; nao me convides
para tnas lolas 10 rasares rom a millionaria dos ca-
rteh is ; nao vou a lata fetis. Si casares com l.uzia,
erei leu nadiiaho.
Duendo isio o uobre e digno veterano dexoa o
a.
Vldo ftarh n. 40.
lisia, cabelleireirn, alunenta^ao snlia e aliundaole.
banhos de asseio lodo o anno, e o Iros especiaes ii
verao, roopa lavada e engomnuda regularminle.
cama, sendo modada a roupa pilo menos lodos os
sabbados, livros, mappas, papel, retinas ele.
fi 2. Os pensionistas da legunc'i classe lerao as
mesniai vautagens enomiradas no ^antecedente, ex-
cepto a roopa, que devera' ser loruecida, lavada e
engommala a cusa de suas familias
- 3. Os meios pensionistas lera > rlire (o a almen-
t ii,.io a hura du janlar, e ao eusiun as aulas do ex-
trnalo.
5 O extirnoi so terao diriilo a efla ultima
vanUgem.
\rt. 18. A seguinle tabella regulara' qoanln deve
despender animalmente cada alumno :
Por raalrkula animal, quer soja pensio-
nista, qurr meio peuiioniila, quer ex-
terno, excepto os gratuito!..... 129000
Por pcn-'io trimeuial, que sera' sempre paga uilo
dias aules de principiar o trimesln :
Sendo ponsionista de primeira elisia. iir.-iniii
segunda 11 hoj>0(M1
meio penrionila ...... 090041
externo ........ 24OO0
SI. O alumno que quizer freq jenlar hlo lmen-
le urna ou mais aulas do externad, podara' faze-lo
declarando-o no acto da malriculi, e pagando pelo
ensioo de cada materia por Irimeilre.
2. O |i-ii-ioiii-i 1 que extraviar uu eilragar o
seos livros, mappai, ele, 011 es do oulrem, de modo
que nao possam mais servir, ser obrigado a pga-
los pelo prego que liverem cu-lado.
Arl. Ii). O pensionista da priireira classe dever.i
entrar para o intrnalo com o seguinle enxoval :
linas casaca! de panno verde bom com boles
amarillos com a inscipco Pedro II I P. II )
conforme o figurino, se fr o alunmu raaior de quin-
ze anuos.
Doas jaqet.is rio mesmo panno lambein con-
forme o figurino, se fr o alumno menor de quinze
aunus.
Oilo jaquetas de hrim ern' escura, conformo o mo-
delo que se Ihe apresenlar.
Duai dilas de la 1 prela para o invern.
"uze collele de fusiao branco.
Quairo dilos de ii 1 prola.
Seis parea do cal;as de brim ero' eicuro sem lis-
trai.
Seis pare de caltas de brim branco tr.iu.. 1 lo com
li-tra-.
O general j lem um p na sipullura, dine o
amiga Inllaao, e v ludo da cr do De profuHiit.
Gallardo, neile secuto positivo cada qual deve regu-
lar seo passo pelo de lodos ; o contrario he obrar i
moda enliga c lornar-se ridiculo.
Entretanto os dial succediam-se, e eada um dellei
Iraiia leu aconlecimenlo, soa novidade, seo inle-
resse e o esquecimenlo do dia precedente. Comcca-
vam a fallar a l.uzia os meios de existencia sem qoe
ella o commonicaise a (iallardo ; pola com o senli-
menlo do dever, e o rubor da ver jonha ella eonlie-
cra o opprobio desses donalivoi. e a dobrada humi-
harlo que havia cin solicla-los e em recebo-Ios.
Vender todas as cousa! de algum valor que po!-
soia, e via aprnximar-se o fim do |.)iie lera de mim '.' pergunlava ella um dia a
si mesma. lendo a eebeea inclinada sobre o pallo com
mais abalimcnlo do que inquielai;Ao. Perd o habito
di trabalhar, assim como o marinl eiro que noi dias
de bonanra esquece-se das manobras, i.luo aeri de
mim agora qoi ludo me falta Oue pensa aqudle
que pirdeu-me'.' Ouaiiilo se lembrr de que exislo V
rCnlrelanlo nm da entrou em sua cmara a dona
da casa em que ella habilava.
Eis aqu urna caria de Madril, dii sorrindo graciosamente. Aposto qie o neneral 111-
niinria sua volt i. e confirma a uolit ia que corre aqu
da sua uomeiicjo como capilao ganeral da Anda-
loiia.
l.uzia abri a calla, o leu o que se segu :
I '.i ni 1 la l.ii/.ia.
As cousas na podem ser etrrils. A idade faz
nascir ideas serias ; a vida lem obagaciles ; as cir-
cumsianciai Irazem compromrtliminloi, e a poirao
deveres, qu f.,roain o liomem a fa'.er sacrificios em
favor da moral e da rallo. Ilem que sej-im doloro-
sos, essessicrilirioi sao infelizmeule necessarios.
II Minha familia preparnu para rrim un rasamen-
10 que assegiira me nrc futuro bri liante. As cousas
ja cliegaiam a lal p.-nio que nao pxso oppiir-me a
MU fcaa olTeiuler urna familia podtrosa e respeila-
vel, nm coinpromeder a minha, 11 m causar a mim
mesmo graves prejuizos que serias a primeira em de-
plorar.
o Pens qoe esn neeonidado en qoe me ado de
casar 1......So lem nada quepossi lorpremler-le,
nem allligir-le. Pens lambem quc nao ler.is sau-
dade de mim ; pois nolei desde un i(a lempo, qu.lo
pouco prazer tinhas em viver eoeo'go, e qu.io pouco
agradavel le era rainha presenri. Tilvez oulro j
orrupe em leu corar.lo o logar que oceupei! Se de-
vei ier mi s feliz com elle do que 'ocle comino, te-
nho Imiante p'.iloioplita para ser o primeiro em ale-
grar rae por isso.
a Ailins. Provavelmente nao lomaremos a ver-
nos, mas creio que nunca me esqupcerci de Ii, e se
posso servir-te em alguma rousa, dilpoe de mim. 11
Enlflo, prgiint.iu a dona da :asd com empe-
nho. elle ralla em vir '.'
Nao, rcspoiuleu l.uzia, cujas faces cobtiraru-se
las classe acuna referidas, os filhoi dos rfliciaei do
(I, alumno! pdenlo ser interrogados lohre
ai materia do ponto, e sobro as que com ellas live-
rem relacis.
Art. 31. N01 exanies do anno, para o cuno
especial, e noi do 7* aono havera urna prova oral e
oulra escripia.
Na prova oral os examinadores pdenlo interrogar
sobre os principios gerais que liverem relarao com
o ponto ; e se o exame fu do linguas venar sobre
a leilura e grammalica, e se for da latina, e do 7-
inno, sobro medtrao de veisos.
Arl. 32. Na priva escripia cadi examinando (era
urna hora paia preparar a prova de cada exame de
lingua, o hora e miia para as de historia e icieucias.
No exame de mathtmaticas poder eili lempo ser
augmentado, conforme julgar necessario a commisso
de exame, a qual conceder lambem no exame oral
algum lempo para orientar o alumno no ponto que
Ihe tiver salilo por sorle.
Ern qualquer destes easo o alumno eslodar o
poni na preienea di um dosmembros da dila com-
misso, qoe fnr designado pelo impector geral.
Arl. 33. Os alumnos que no mesmo da liverem
de fazer exame por escriplo da mesma niilena, se-
rao examinados em um su ponto, que a sorte de-
signar.
S nico. Para esse fim preparara 1 os alumnos as
respectivas provas em mesas separada*, onde serao
inspecciona los pelos examinadores, p le auxiliem mutuaincule, ou que uns observen) os
(rabalhos dos oulroi.
Arl. 3. (Is alumno! do ."> anno do corso especial
e 01 do 7' au io, sarao interrogados em cada materia
palia professores respectivos [do intrnalo e do ex-
trnalo], e julgadoi por urna commisso composta do
inspector geral da inslrucrao secundaria, que ser o
pniideole, do reilor e vice reilor do respectivo c.il-
Irglo. de um mimbro do coo(el)io director, nomea-
do pelo governn, <, no caso de hile re, entina, polo
inspector geral, o de Ires profotaore Horneado. Indii-
exercilo, e da armada Ble a palenlc de capilieo, ou lindamente Je qualquer dos eollegios pelo ni'pector
primeiros lenles, e 01 dos empreados pblicos em I geral.
geral que leudara mais de 10 anuos de servido
quando forem pobres c sobrecarreg.uloi de fami-
lia.
Arl. 23. Os alumnos externos gr.ituilos sei3o ad-
millidoi cm nuintro indcleiminado.
Arl. 2. O alumno graloilo (pensionista ou meio
pensionista; que for roproiado em qualquer anno,
perder' o leu lugar no eslabelicimenlo, excepto se
o reipoclivo reilor informar que por doenle nBo p-
.de ler a necessario applicacao.
Arl. 25. Os meios disciplnales para o.- alumnos
se.lo os seguinles :
1- Ileprelicii-.il fora da aula.
2- Iteprehrnsilo dentro du aula.
3* Tarefa de Irabalho as huras di recre.icao.
i' Algons casligos que excitem o vexame.
5" 1'n-au cora I aula de irabalho em cellula.
Tr Commuuicarao aos pas para castigos inaiores.
7" Expulsiio do eslabelecimenlo.
-i O qualro primeiro! meios disciplinares po-
derao ier imposlni, nao s pelo reilor, como pelos
professores, e pelo vice-reilor ou quem suas veiei
lizer; o ullimos somenle pelo reilor, i requisito
dos professores, oo por bem da disciplina do esla-
belecimenlo.
Arl. 3>. lindo o lempo marcado para o exame
porst.aipio, apresentaro os alumnos as resnerlivas
provas no eslado em que ie acharein, ossignaodo
cada um seu nome logo em seguida da ultima liona
que liver escriplo.
S I" Eslas prova serao rubricadas no alio de cada
meia fotha pelo presdeme da commiss.10. e depots
distribuidas com igualdade pelos examinadores.
S 2' Concluidas as provas escupas de lo los os
alomnos, pas hora pata ca la examinando.
Arl. 3(i. No dia immedialo, reunida a eonmittSo
na s ila doi eximes, antes di oulro qoalqoer Iraba-
lho, apreseniar.i, 01 examinadores as provas qoe
Ibes liveiem sido dislnbuida, nolando por escriplo
em cads ama os erros que o respedivo alumno boa-
ver commellido. o declarando lambem por escriplo
qual a sua opiaile acerca do mnecimenlo di cada
pravo.
Arl. 37. Os memhroi da commisso, examinando
entre si as dilai provas, o rombinando-asf rom ns
apunl amento- lomillos sobre 01 exames oran do dia
anterior, o enm as olas do aproveilamenlo dos a-
(lumnos durarle os respectivo! annos, formsrao o seu
1 pre aulnrisarao do inspector geral da ni-lroro.io pri-
mal ia e secundaria, a quem o reilor immedialimen-
le dura cania dos motivos que a lornam necessaria.
Arl. 26, Serao feriados no intrnalo e no extrna-
lo, alim dos domingos o dias santos de guarda, 01
de (esta nacional guardados por le.
Os de lulo nacional declarados pelo governo.
O deenlrudo desde a leguoda-fira ale a quarla-
feira de cinza.
O da semana santa al a primeira oilava da pas-
choa.
As qointas-feiras, nao havtndo oolro feriado na
emana.
t 01 dial que decorrercm desde o encerramenlo
dos irabalho! do anno lectivo al J de fevereiro se-
guinle.
Arl. 2T. Perder o anno, e ficara inhibido de fa-
zer o respectivo exame, o alumno que de i.i fallas
nao juilificadas uai diversas aulas, uu 133 ainda que
justificada.
Capitulo II.
Examis, premios e collar.io do grao.
Ad. -S. No dia 31 de oulubru fechar-si-hao as
jj 2- Para a expulsan do alumno preceder icm- 'J"" ">bre merecimenlo de cada nm delles, us
nao se proceilera a vularao seno depois que liver
cada alumno feilo exame de todas ai maleriasdo
respectivo curs).
Arl. 38. Terminados os exame*, na ronform lade
do final do artigo anteredenle, e reun.la a commis-
so, proceder se-lia a volado por escrutinio secreto
sobre cada materia, a' medida que os nomes dos a-
lumnos examinados forem lidoi pelo presidente.
5 I' A lolalidade, ou o maior numero de espheras
brancas do que preta<, approva ; a approva;.1o por
tolaliilade de espher.i! branca! lera' a ola deple-
na.A lolalidade, oo o maior numero de espherii
prelas do que brancas, reprova.
S 2- Ouando a approvarilo for plena, rcpelir-se-
ha o eiciolinio ; e ueste caio sera' conferida a ola
de approvado com dislincro ao alumno que tbtive
lotalidade de cs[ilieras branca*.
4 3" A rep-ovaro em qualquer dai material 0-
briga o iI1111110 a estu lar n-ivamrnlc o anno, excep-
to se liver si 11 approvado com distraerlo era todas as
oiilris 11 alona'.
> i* Nesle caso merecer' o alomnn a ola de
e-p-ralo. e podera' no anno seguinle, antes da ber-
mas de l.uzia. nao fallemos do panado. Nilo sou da-
quelles que fizem em pedamos urna arvore cabida
ou que dupl'cam a carga da mua quo se ajoclha.
O artependiiiiinlo hi om baplismo, torna a abrir a
polla do aprnco, e tu estas arrepeudida, visto que
voltas corajosamente (ua pobreza, be livesses tica-
do nessas grandes cidadei, nao (eiiam fallado per-
versos que le lam acabado de perder-le. Vera co-
ntigo, fdllarei a Lucas, e espero que elle le rece-
bera' como deve fazer.
lio Hiplo, exclamou l.ozia tiisiemente. Lo-
ras ri.lo me perdoara' jamis 1 Elle diise que nao li-
n lia irin.ia.e nada Ihe fara' dizer o con I rano.
He verd ide que os (Jarcias lera a cabera mais
dura do quo as bigornas de ferro, e que fui rpellidn
rom per da,qua ndo mi ni me 110 rasa men I o de leu pai,
Dos o teuhd oomiigo !mal agora a cousa lie dtlie-
renle, Lucas tena dado prove de ser humera de len-
tiraenlos generosos, e leu pni fez orna toiiee. Me
mais fcil reunir dous entas ligado! 1..... s.ingue do
qui separar dnus que o demonio uni. \'eremos rom
o auxilio de Uro. Entretanto has de vir para a mi-
nha casa ; nel'.a nao reina a abundancia, mas nao le
l.ill.l.t a Ii \ ma.lo.
No dia seguiule o lio larli.lo e l.uzia egiiiain o
earainho que dwerevemoa uo enraero do-la historia,
l.uzia eslava maulada nn nina Innr.i e o bsim vellm
si'.'ma a p. Chegaram de noile a Argo*.
Desgranado daquelle que valiendo para o seu paiz
natal, em vez do expTimeular nina pura e romple-
(a felicidade, sent seu corncao dilacerado pela dar I
e pela veigonha Acha os prenles mirtos, a tasa
em que nasceu tornada propriedailo de oulrem, e
no semblante le seus vizinhos, de seus amigoi, em I
vez de um lorriin encnnlra o fri desdem que din-
ne-se aos eotranhoo,
O lio Itarlolii d^ixou l.uzia en) casa, e emqnaulo l
preparava-se a coa, foi a casa de Lucas (iarcia.
Lucas leudo dado haixa follara para Arcos, 'lo- 1
mura iiovamenle seu lugar enlre os jurnaleiros, e I
porlava-se de tal rnaneira que ja' liaviam sido pro- (
postos mullos lugares e inultas occu|..;i.'o>.. Achira
vendida a rasa do pai, alugira na visinhanra urna
pequea liabila^o, e chamara para junio de si urna
prenla que cuidav noseu interior domeslico.
O tio Batilo entrou no mmenlo em que Lucas
acihava de cear.
Ao seu serviro, tio Hirilo, dine-Iba Lucas
venjo-o entrar.
Obrigado 1 llom proveito (Jueras fumar '.'
Imo nao vem ftira de propouio.
O lio Hartlo deu um charuto a Lucas, aren leu n
seu e disse-lhe a qoeima roopa segundo seu cos-
tme :
Lucas, meo amigo, qieres di/er-me porque
nunca mu fallas de tua imita '.' Adas quo ma ir-
m.ia he cousa qui se troca'.'
Lucas des.igradavelmente sorprihendido franzio
as sobrnncelhas e respondeu :
Mu U11I10 tuais irmila, tio Bartolo !
tura das aolas, fazer novo exame da naaleiia em que
for reprova la.
; ') O alumno do 7- anuo que for reprnvado em
alguma ou algumas materias,e approvado em nutras,
e qoizer repetir o anno, perlera' deixar de frequen-
lar as aulas das materias em qoe liver sido appro-
vado.
5 (i- O alumno as condires do paragrapho ante-
cedente, que nao quizer repetir o anno. e pretender
matncular-se era alcum.i das facuidades superiores
do imperio, nao sera' obrigado a fazer novamenle
exame das materias em que fui approvado.
Arl. 39. Os examen os oolroi annos serao ver-
haes. Nellis iervir.10 de examinadores o professo-
res das respectivas materias, e de julgadores ama
roinmi-sao composta do mesmo examinador, de miis
doos professores designados pelo inspector geral
d'enlro os de qualquer dos dous eollegios, e no caso
de falta repentina pelo reilor, do vice-reilor e do
reilor do estabrlecimento, que a pns'dira'.
j I" O reilor do inlernatu sera'substituido pelo
vice-reitor, e este por quem for designado pelo ins-
pector geral. que tainbem designara' quem deva
lululiluir o vice-reitor do exlernato, quando esle
seja examinador.
S 2- Se forera os mesmo? os professores de algu-
mas materias do inlernalo c do exlernato, o inspec-
tor gerat marcara' a poca em que devem ler lugar
esles ovamos em rada um dos dous estabelecimenlos,
alim de que os ditos profesles pusnm servir de
examinadores era ambo..
3. O exame de rada alumno dorara pelo nie-
noi urna hora, leudo lugar a volara.) por materia
i)o Iim do de todas as qoe liverem feito objecto de
exame do dia.
Arl. 40. Concluidos lodos os axames era cada am
dos eslsbaleciraeolos, fara o respectivo reilor orga-
miar a lisia dos alumnos approvados e dos ripro-
vados em cada anno, com a declarado, no primei-
ro caso das olas que oWiveram, e a apresenlar.i ao
inspector geral, remetiendo igual relacao ao go-
verno.
Arl. II. Na mesma oceasiso o reilor propora' por
escriplo ao impector geral os nomes dos ires alum-
nos de cida aono approvados com dislincQo qoe,
em conleiencta com os professores rispeclivo-, jul-
gar mererclores do premio.
Para essas pioposlas devera influir o merecimenlo
que durante o anno liverem mostrado os alumnos
nos coocursos Irimensaes aleancaudo o banco de
honra, de qoe Irala o arl. 51 i .', e lendo-se alten-
cao ao procedimenlo dos mesmos alumnos, a^sim na*
aolas como lora dellas, alim di lomar efllcaz ene
incentivo para o adiautamenlo dos meimoi alum-
nos.
Arl, i>. Organisada a lisia na conformidade do
I artigo antecedente, una commisso composta du
inspector geral, que a presidir, dos reilores do in-
trnalo ou do extrnalo, e de dous membros do
conselho, revendo os Iraballios dos alomnos apresen-
lados, o leudo a vista as iuformares escripias mi-
nistradas pela comini'silo que liver julgado os exa-
me!, poder conferir premios aos Ires mais dislinc-
los de eada anno d'enlre os proposlos. O pre-
mio coosiltia em um livro de oncaderna^ao dou-
rada.
Art. 13. Os nomes dos demais alomnos que fo-
rera approvados com disliurc.ao serao proclamados
pelo respectivo reilor no aclo da dislribuirao dos
premio*, o qual ser celebrado uo collagio que for
designado por ordem superior, e alm disso os mes-
mos nomes serao publicados pela imprensa cm se-
guida aos dos premiado!.
Arl. ii. As solcmiiuladis desla distribuirn e da
collocsrin do grao de lucliarel continuara' a 1er co-
mo li agora.
Arl. 13. O alumno que nao li/er exame na poca
para isao marcada nesle regiilamenio, e guerda-lo
para o auno MgUlnle, devera' requere-lo ao inspse-
| lor geral p o Intermedio do respectivo reitor e com
informac/io delle, Juntando documsntos que pro-
ven) :
I." (Jie leve applicaro e bom procediraento du-
rante n anuo.
2. tjue motivos juUos o in'iibirain de apreseular-
se a exame em lempo competente.
3. (Jue nao se acha em divida pin com a llie-
sourana do eslabelecimenlii.
1. O reilor, aules de dar a sua iafofinafao, de-
vera' ouvir os professores du anno a que perleucer o
alumno e o vice-reilor.
2. S-; as infurmaroes e os decomentos forera s.i-
liitaclorlw, o Impector geral podera' mand.i-lo ad-
miltir ao exame das respectivas materias.
At. iii. Os exames para a matricula nos diver-
so! annos do intrnalo e do extrnalo lerao lugar de
1") de Janeiro al 3 de fevereiro ; e serao feitos se-
gondo as regras eslabeiecijas para os exames do fim
do anno, devendo o examinando moslrar-se habilita-
do as materias dos annos inferiores quelle em que
se pretende matricular. Arl. 18 do regulamenlo de
17 de fevereiro de IS Vi.
Se o examinando nao for julgado liahililad.0 para
matricular-ie no anno que pretende, podera' toda-
va malricular-ie em algum dos annos inferiores,
que a commisso designar, alien leu lo a's provas do
exame.
TITULO III.
Capitulo 1111 ico .
Das professores.
Arl. ~. Os actuues professores do collegio de Pe-
dro II 111 ler i 1 ser Horneados por decreto para rege-
reni no intrnalo e extrnalo as cadeiras que ora
occupain no dito collegio. Se da primeira Ofgania-
rii do intrnalo alguinis cadeiras nao (icaicra a
cargo dos lueimoi prvfinores do exlernato, se3o
Igualmente preeucludas por decreto.
Arl. 4S. Pan o futuro as vagas que se verifica-
rom quer em um, quer em oulro eslabeleri nenio,
ser3o providas por concurso, preceden lo as 1 esmas
solemnidades requisitos especificados nos arls. 12 a
15, 17, IS e 20 a il do reguldiueuto de 17 di; feve-
leiro de ISVi.
S I. Os candidatos serio examinado! por dous
examinadjres Horneados pelo governo, e ju1
por urna eonmiiiao composla dos mesinei examiiia-
does e do inspector geral da in-lrucr.l 1 primaria e
secini lana, que a presidiri', do resperlivo reilor, p
de um Miembro du Conselho director Humeado pelo
governo.
2. Na forma e prore.sio dos eximes e concursos
de lagrimas abundantes ; elle diz que nao vir
mais.
Puslo que l.uzia nao exprrimenlasse por (iallardo
o que venia Icii.imcule chama-so amor, todava seu ;
rnrai..o amoroso se enchra delle durante eises qua- :
Iro annoi de relatoes, e a "Tria insensibilidadc, com '
que elle siparava-se, nio poda deixar de causar-lhe
viva diir. Por mais odiosa que Ihe perecease iua si-
tuarlo passada. a |iosir,io nova, que se llie apresen-
lava repenlinainente, rausava viva inquielarao a soa
natureza limida. I'or ino ella nao pode reier lagri-
mas de de-peilo e de angustia.
O semblante, o tom e as maneiras da dona da casa
(iuhain mudadu era um instante. Eisa di'tr a confir-
mara era suas descuuliancas: l.uzia era abandonada
pilo lili a no.
Siuhora, disse ella, a necessidado qoe lenlio
de pr ordem em alguns negocios peuiveis, frja-
me a iutroduzir em uiinlia casB urna regra nova,
leiilio decidido reclamer 01 alugueis adianlados ;
as nulras pessoas que aqu se adiara consentirn!
nino, e espiro que Vine, se dignara de fazer c
menno.
N.1o, enhoni, respondeu l.uzia ; lindo de re-
tirar-me amaubaa somenle Ihe devo o lempo de-
corrido.
H-mulo 1 pobre abandonada labio, vendeu seui
ve-Idos a ama mircadora de roupaa usadas, pagou
o aluguel de nu aposento, na ponoindo inaii do
que aquillo que ca rigorosainenle niressano pagar
aos arrieiros que conduziain azeite a \eres u que
exigs,em para leva-la alu abi em um de seos ca-
vallo., lie \ee! ella pretenda ir a p a Arcos.
Na maulida seguiule sabio pela porta de Cannona
laiirando um longo e lrste olhar sobre essa cidadi
adormecida que lem por pacem o Betis, por ban-
don a o Giralda, e palo ramalbile de fesla soas Ii-1
rangeitas. Ella he ao mesmo lempo alegre come
uiii.i eamponeza, rnaaeslcsa como urna rainha, bella I
eoino uina moja, cheia de sabedoria e di len.luau-
o.s como urna matrona, graciosa como una Anda-
luza de boje, digna e casia como urna velba Casio*
luana.
Em \eres Lucia achoo-ie s e sem mnhuin a- 1
poio ; mas o unjo de sua guarda Ihe fez encontrar o
lio Bartolo na hospedarla em que ella paroo. Nada
[<< 11.1 cansar-lhe mais doce con*olac,ao do que a vis-
la desse anligu amigo de soa familia. Conlou-lhe j
toda a sua trille historia acresrentando un ultimo
lugar que nai saina que seria della, pois era mes-
mu se atreva a oll'erecei-se para servir era urna
casa.
Minha ilha, disse-lhe o vilho guerillcro, (u
(e perdesle em casa daqoella Leona do demonio ;
he [iara isso que a formiga loma azas 1 Se livesses
resistido quille desalmado, elle nao se lena atrevi-
do a tbrar lomo obrou. Como queres que um ho-
mem de pinirao elevada va fazir agrados a urna al-
lean, ci mu lu, seii.lo para zoinliar della .'
Eiulim, acresceulou tile veujo corrertm as lagri-i
segnir-se-ha o qoe se acha eslabelecido as inslruc-
re* de "de janeiru de 1855.
5 3. O ensino da doulrina ehrisla e historia sa-
gra 11 lie,i eompelindo ao capelln, o qnal sera' no-
meado pelo governo ; os meslres de dama e msica
serao nomeados pelo reilor, cura appruvar.lo do iao-
peclor geral.
Arl. 19. Em igualdade de circunstancias serao
preferidos para o proviraenlo as cadeiras :
1." Os repetidores do intrnalo, c os do extrnalo
quando es houver.
2.e O hachareis tm Ultras qoe liverem feilo
os seus esludos em qualquer dos doos estabeleci-
menlo'.
3. Os professores poblicot.
i. Os professores parlicolares qoe por mais de
cinco annos huuverem eiercidn o magisterio com
reconhecida vantagem para o ensino.
5.i Os g-admdos em qualquer ramo de inslroc-
rao superior 'i. O que se liverem distinguido nos exames de
que trata o arl. 112 do regolamento de 17 de feve-
reiro de 1854.
Arl ."iii. Os profesores do inlernalo e do exler- \
nalo gozar.lo Tos direilos e vanlageiis RMtClaaa nos
arls. ji, ->i\ ;, .\>, ss, 9. e 97 do ctlado regalamenlo
de 17 de fevereiro de ISii.
Arl. 51. Os professores deverao :
l. Comparecer as aolas e dar liees nci dias e ,
horas marrados, e 110 caso de molestia parlicipi-lo 1
ao reilor do estabrleciminlo, licando sujeiloi ao pon-
,lo. o nio eumpaiecnneiito ou as aulas, ou no arlo
de exame. ou congregarlo, privara' da gralilicacAo
1 coriespoinlenle ao dia ou dias que o professor hou-
| ver faltado, ainda que sej par nativa justifi-
cado, lalvo o caso de serviro publico obrigalono
por le.
A [alta de partleipacale ujeilara' o professor a's
penas do arl. 11.") do referido regulamanlo de 17 de
fevereiro de 1854 e uos termos all declarados.
2.a Examinar por meio de pergenias, o chamando
os alumnos lela, se clin estu lamn 011 nao.
3.a Marcar lahbalinai regularmente, communiean-
do ao rispeclivo reilor, no fim do cada trimestre.
quintas Itveiam logar dorante ule prazo.
i.' Habituar os alumnos, por meio de Ihemas e
exercicio! escriplo*, a e*sv genero de provas pira os
exame!.
">. Eslabclccer de Ires em tres mezes, enlre os
alumnos de sua aula, um concorso por Moripte so-
bre algum ponto da materia que leccionar. As pro-
sas iie.se concurso serao jolgadui por lima romn.is-
sao composta dos professorn do respedivo anno, 10b
a presidencia do reilor do eslabelecimenlo.
Em cada aula os seis alumnos que man le distin-
gnirem naatea concuos, e que mais provas liverem
, dailo de applicac,ao, bom proco lmenlo e assiduida-
, de, lano ua aula como fura della, lerao assenlo u'um
banco eapeciil, que se denominarbinro de honra.
6. Ob-ervar as iuslrucce* e recorameu.lac.uei do
: insp. clor geral, do coielho director, e do reilor no
locante ao eusiuo, .1 disciplina e .1 polica interna das
aulas.
7 Examinar os alumnos do eilabelecimenlo c sa-
| Ulfaxer a lo.lai ai requisirOes que Ibes forem fellai
pelo inipeclor giral o pelo respectivo reilor, para
bem do ensino uu para eiclareciroeulo das autorida-
des superiores.
Ad. 52. lie prohibido aos professores dirigir col-
legioi, assim como ensillar por eollegios ou casal
particulares as material que forem objectos de suas
respectivas cadeiras, 011 de que poeaoa ser exami-
nadore no inlernalo ou no exlernato, sob pena de
mulla, luspeuso o demiiaXo.
Arl. 53. tliui ilas obrigaCjSej enumerada! ne-t
! regiilameiilii. fioerio os professore aojeitoa os diipo-
irnes dos irllgoi il. sj, II", ll e I2i a 131 do
regulamanlo de 1 de fevereiro de 1-s'ii
Arl. .",. o, i rolessi.rij- lerAo -uli.liluitos nni seu*
impediraentoi l 15 diai par qu'in o reilor iie-ig-
nar, rom a approvacSo d 1 inspector geral ; faaia 1 >-
; 01 porem cutral logo em exerciciu. Para esta Mbe*>
tiliiie.lo ser.lo preferidos os repelidores qoe esliverem
liiliilitados as rcspiclivas materias sempre que for
isso poetivel.
i l'nieo. Se o impedimenlo si prolongar por mai*
de ilias, a sultiluiraj sera nnlenida pelo governu
sobre proposla do inspector geral da iostrucr.lo pri-
maria e secundaria.
TIH LO IV.
r'apilul'i uni'-n.
Dos repelidorei.
Art. .",:,. llavera no inlernatu nina classe de repe-
tidores paia auxiliarem os alumnos nos seus esludos,
e eselarcc-los sobre a inlelligencia das liees dos
professores.
Arl. ."iii. O governo podera' para n futuro, se o
permiltirein as circumst.incias, crear tambera no ex-
trnalo igual classe de repelidores para os meioi
pensionistas; po lendo ser chara ido* os do intrnalo,
1 urna vez que nao baja romplicacao as hora*.
Arl. 57. Os repelidores do inlernalo deverao au-
xiliar c dirigir os estallos oM respectivos alumnos,
I explicando-lhes os pontos dilliceis das licei marra-
das para n .lia, a ensiuaudii-lhes iiielhor melhodo
de romprehend las.
Art. "iS. i) uuiniro de repelidores seta' o seguiu-
le :
Ira para o grego.
Ira para o allemao.
I'm ou dous para sciencias naturaes.
I'm ou dous para ltiro.
L'm para franco/.
L'm para intjei.
I m ou dous para milhemaliras.
i I." O numero de repetidores podera' ser aug-
mentado por decreto sobre proposla do reilor ouvido
o inspector geral da inslrucrao primaria e secunda-
. na, quando assim o exigirera as uecessidsile do en-
sino.
5 2." O repetidor de icienciai nilones sera' nra-
1 Ilem preparador das materias do respectivo ensino.
I encarregado da couservacao dos gebiuclis e labora-
torios.
Arl. 59, Alim dos vencinienlos marcados no re-
I gulamento, os repelidores pcrceheiao a quanlia le
I9OOO eada da qoe leccionarem em logar dos pro-
fessure*, ou o venc.nenio ila ca letra que o rc'pech-
vo proles*or deixar de perceber.
1 eio diroito a' mesa achaudo-se prsenles na*
horas do refeilorio. Aquclles que forem Horneados
Come '.'... Oue dizes .'
Em minha casa nao ha mais pao, senao para
mim sement.
Deixa esse ar leirivel 1 Oueres dizer-nie que
direilo lensde renegar tua irmaa, bem que sua vida
nio lettha sido qual devia ser '!
Lucas Arara paludo e a indignarlo comprimida
fazia tremer-lhe as barbas.
Tio Birllo, disse elle, adietando indilTereura,
sempre ouv dizer que ningoeni muta com aquelle
que se van. Deixemns essa convenaran.
Ndo lenho tal desejo, ouves? Oiiero dizer le
agora que se convera moslrar au peccador esse -ora -
Idanle de juiz, nao conven moslra-lo a quem se ar-
repende. Enleml-s .' Ora, la pobre irmaa esla' ar-
rependnla, bem sabes que quem pecca e se emtn-
da a ll^os se reron.inen.la.
Tio Barlolo, Ja' Ihe dis'eque n.lo lenho irmila.
tirando Dos como es eaberan lo Vera ca,
alma de maeneo ; como podes duer que 11,10 ten. 11 -
mia, so lieos iiou-te una'.' Lucas aojtti eslou. e nao
hei de voltar icni que lenhaa perdoado a la inn.i 1.
Tio Bartolo, nSO lenle o que nao pule ohler.
Te le assemelhas a leu pai ; lados donaeia lii-
iiin-os cuino Imis. .loan linrria e Luras linrria, que
boa parelha para un carro?
Si-uhor, porque vera lanrar-ini lulos ee-e-
dilns '.'
.Vio le faro neiihiiina iniu*lira, digu-le ornen
te a venia.le. I alias punco c mal, e o que dilefl p.io
lem forma era proposito. Nao coito t.io facilmenle
qnanlo defendo a raxao. Eu lo dina qui s anula
mais leinioso do que leu pai ; porqoe he menos m 1
obslinar se em Casar cora soa amasia do que persis-
tir em nao perduar a' sua irma ; be milbor jierrar
por falla o que por exresso ; e se falln um poni
a leu pai, tu exredes mal de raeladi. Tua miii re-
cmiimenilou-le essa irmaa ; queres desobedecer a ul-
lim 1 vunlade daquella que te deu a' luz .'
Ella recommendou-me minha irmSa, iim;
mas nao a ama*ia de ura p.idfe.
Eslis mais altivo di que nm*aguia, |ioto que
seja ave real ; pronuncias tnaseenlencas, como um
auditor, ira 1 duvila que 'sabes mais do
que o conselho do rei 1 Sabe, wieo filha, qoe erras
o caminlio, e qu nao podes accuiar a lilba de tua
mai antes que Dos o fn_a, com titilo menos rj/.a ,,
porque tens parle era sua falta e era sua esgrara.
Eu, senlinr '.'
Sim, tu. Porque sacudiste a carga como um
burro bravio '.' I'orque despreza'le a recommenda-
ciio de tua miii .' Porque forte aisentar praca icm
lomar conselho de lleus nem do demonio, saben lo
que havia* delirar dorante seis anuos medido na
farda, e que perderas de Villa essa infeliz.1 Bem
sabias que a deivavas nn um.1 casa, 11.1 q ial a mil-
dailt eslava lolidameule eslabelecida. Por ino 1-
conlereu o que acunleceu. Se lanos faleis pei-e-
guem a garra, he de admirar que ella sucumb .'
Para i?so nio lia remedio. Agora parcce-le por ven-
tura mu regular, quando (ua querida irmaa delta
a mi' vida, que nao lenha pesioa alguma para quem
poisa nlhar '.'
Ella devia ler pensado niso.
Entilo, mea lilbo. olhas para o ferido, contem-
plas a iliaca, fechai bolla, e Dio das rada Isso
chaiua-se ler en'ranbas de pag.lo para com oroa po-
bre crealura que foi impelhda ao mal, e que nao sa-
bia o qua lazie.
fio ihrlolo, a ignorancia nao descolpa o pc-
cado.
Jula< que le Ii houveise acontec lo alguma
desgrana, se por exernplo, he urna supposirao, livei-
1 es furiado ou commellidn algum.i aceito igualmtnte
I deshonrosa, jnlgas que la irmaa liria desviado de
Ii u rosto '.' [19o, de rerlo !
Ella leri* obrado mal. Mas a supposi^jo hr
inipossivel porque eu lena lid.) o cuidado de noa-
pie-eniar-me diante ilella. Ouem lcaos seu* rom
sua lepra, torna-os dueutes e nao os rura, lio Bar-
tolo.
Local, nien lillio. a mxima di/ : Olna com
boa iiil-ncao e 11.10 cun pealo.
E u proverbio, lio Baille, diz : O langoe fer-
ve sem fogo.
Lucas, pelo nome da anta Mil de Deus, como
pi)'le esperar mis.'i irordi.i aquelle qoe 11A0 a lem ".'
i a/- una obra 1.1a, e qn........ forte detlar-le, anda
que seja sobie u na esleir de aneo, ella le pirene
ia' um leito de peanas,' e leras lanente bous so-
, nhos.
Tio Bullo, nio ii religan mai-. Ainda se eu
soultes-e qoe me ron.lrmno, nao quererla rnaii ou-
' vir fallar de lal rreatura. Minha irona marren ;
nao lenlu) mais 11 ni.'ia E leora esla' dito.
Vai, Caio, diasa o bom velhe indignado. Dees
le mostraran' enm o dedo mim como fez a'quelle
mi'u irmlo amaldicnaiuln-o. Ella be mellior rom
su 1 falla e seu arrependimenlo do que lu com tua
s irlode e leu < rgulho.
Nio pintaremoi o de-e-pero que teve l.uzia qoan-
lo o (10 Bartolo infoimou-a du uu'n enlo de sua
lentaliva.
Mea Heos: tzelamav ella Minuendo, ornen-
te em vos lie que aenaiei misericordia.I Ab eu que
ame lano meu innilo nos das fei/es de minha in-
fancia, quando nao luiha culpa, e ello mi minha
nica coniul-.i.. Enliu elle 11.1.1 saina qm- 1
liara agrailar-ine, o jurava-nie que nunca me aban-
dooarii !
Iva, IrinquilUa-te, rainha fillia, disic-lhe o lio
Bartolo. Oue neceeaida e leus daiucllc desalmado .'
Nao c-iun aqu '' O ledu de nimba casa Hilo lie l.lo
pequ.no que nao possa atirigar-le ; r..mea's o que
cu comer. Ajudara's miuha Josepha, queja nao pu-
la para muita eooila
As pisio.is da casi eslavam dula las : Luz a relava
: na solidan da noile, e eborav soa felicidade passada,
>iua innocencia, sua pobreza eaaft"e{le de Irmlo.
i Laurada no Tillo campo de seui pozares a pobre
iiniitiiir o, prafatsaraeeaa eMadnela Breen
18, nao lendo repeiidore, ler lo vencnoenloi igoaea
aos desle*. e m.n* monde.
Art. 60. O repelido-i. irabilharo com ai alom-
os o lempo as bares que o tenor determinar.
\rl. 61. Ke-peilar.lo o ren r. o vire-reilor, e6
qoem mas vasal lizer, cuisiderando-os cmrre como
seus supenoe*. c obirvir.lo or leus e leaeraareeaas
quo por ellei llus forem dadas.
5 t.- Na direcr.lo e '\-lfmi do'es(ado4 cuiar-a-
h.lo pelas in-lrurenfs do* prnfeiore*. olim le naa
conlrariarein n ern melhodo de ensino.
; 2." Denlro das salas do eilu.lo -er.irad< ms-
peclnres dos alumno*, e talle rom que 1iji da p irla
destes o aaahM reepoite e attenjao, devendo aewas
nceasioas :
Mauler o silencio o disciplina
Impedir asili-lreerrs e a falla de appliearln ;
\ ed.ir a leilura dos livros nao aatornadoi :
Dirig r os estuloi dos alomnos de maneira qne
n.lo os dispense de empregarein sen natural deien-
volvimenio e esforco* :
Verilicn se os aluranoi eslodaram ai lir^i roen
prevala.
Arl. 62. Aos repelidores serlo sppliraTei as [ve-
nas impu.las aos prefeeSOfCa q anilo lArorrerem na*
fallas por que estes sao punido*; podendo ser n*pea-
so* com privaran i*c vanmenos de am a lre das
[ pelo reilor e de ura quinze pelo inspector geral.
5 I." l'odeilo alero dislo le demiildo* pelo go
xeruo, quando comroellerera fallas c.mirara* a' mo-
ral, quaudo (omeulairin a insubordinarlo. 00 derern
( mi'os exomplos aoi alomos, e quando advertido*
, suspensos reiucidirem por mus de duas veze eaa
; qoalquer ostral falla*.
i 2.- I'.leido cnsinar noi ccdlegioi o eaai parli-
cuiares, nieuoi quando esliverem lobsliloiodo ee
professores.
Arl. til. O titulo de nomearSo dos repelidores se-
ra' expedido por portarla do ministro o secretado de
eslado dos negocios do imperio.
Arl. 64. llavera'om livro de ponte para (odas,
onde serao nolada as veris qui fallaren!.
Arl. 65. Pira o proviraenlo do* logares do repel-
dore abrir ea ha um concorso pela form eaoinli:
v 1.' Sera' innunciada a inscnprlo por qaioie
das as fulhas publicas diarias da coite.
; 2.- Durante esle prazo, os qui prelenderem -
ciever-sa apresenlaiao seo! rcqoerimenlssi ao ins-
peclor geral. juntando :
Prova de idade maior de 1S annoi :
C nsenlimenlai de seas piis, 00 de qoem me*
rezes lizer, se nao liverem ainda illingulo a aaaiori-
dade;
Documento! que abo nem a soa aplidao Iliteraria.
i- 3. Decorndo o prazo marcado no paracraphoan-
tecedente, encerrada a inicrip(lo. o imperler cral
dfiignara' o dia para o concuo, qoo lambem era'
annunri 1 lo pe 1- lolbas potilica- diarii*.
Arl. (iii. Ne proceiso, e forma de exime ea con-
curso, icgoii se-lia o que I1-.1 islabilecido paran
prjvimenlo dos logares de profeisore*.
Art. 117. I eriniiiado o exams oo eooearie, e cem-
nnss.io. por 1 ule.medio de seo presidente, propora'
ao governo. pela onlem de merecimenlo retaliase,
ranlidalii que liverem ido jaleados habilitad
lemettendo-lhe na mema occa*i|p ai provas escrip-
ias, e lodoi o* man derumenli relativos ao aclo.
sil. Se niuhum i'os canddi lo* fue jalgado habi-
lita tu, o inspector geral fara' annunriar nova ini-
mpr n,, cujo prazo sera' de 010 mei ; e se anda a-
nm uingiiiii se hal.iliur paia er proposito ao go-
verno, ou so Bnnhnen randidalo 10 apresenlar o en-
verno deilgnara' sabio proposta .lo msperler geral.
quem sirva nterinamente o logar de repetidor.
g 2. .Neste ulliinu osee alrir se-hao novas ins-
er, 5 le sei- em sei* mere*, alo quo 01 eito lo-
g.ri-. ijitm delioiiivameuie pr.ivid. pas roasesir
exame.
Arl. s. 1 lun lo se crear a cla*e de repelidores
para o extrnalo, aeran suas obngacei veocimen-
lus e v.iiilageni deteriu nadas p..i in-iiurr^a rpe-
riaes expedidas pelo governo sobro proposla do ins-
perlor geni, ouvido o reilor do mesmo eilibeleei-
menlo.
lili lo V.
t'l .10/ 1 Ti '
Di iliro.-rao do intrnalo e do exlernato.
Arl. 69. A alia insptcco do ensino iletle doni
r.b.ilieleeiriH'iilosIn* compele ao imperios giril da
instrurrao primarias steund ira do municipio aa
corle.
Arl. 7ll. Aos redores inronbe :
~ I. A direcein e ti-, ilisario immediila das as-
a*, o do proeedimenln qn deliro dellas liverem n
piofessores e alumno-, c hem a'iim toda a polica in-
dispenseeel a regularidad do sminn.
S 2. A direcelo e econamii do eslalielecimenl a
; seu cargo, regolando-ie para isso, emqoanlo olia
i cousa ie nio determinar pelas ti*poiicr>e< lr boje -
I dopiadas, e que se arham eilibeleodii no deciel n,
'.*S\ de l de marro de I8i i
Arl. 71 liicmiibe-lhe* igoalusnle dsr initmcrce
; aoi pr fessorrs solir a pdiria misma das aolai. c
aos empregados sobre a pnlicia. victimen e C0B#_
ma do eslahtlecim-nln. almm lando o profitmre
que empregidos neghgsnles e mal procedido*, o uspen-
deriilo-os alo quinze das.
Arl. 72. O reilor podera' propr en impector ge-
ral a Hornear,.!!) de profr*nres 'i.pidemenlare*, qoan-
do julgar neceisario*. alenlo o grande Homero de a-
lumnossm orna anli, licando ludo dependeole da
approvarlo do governo.
Arl. 7 t. O reilor .lo rxlrrnalo ssrs' intHlilsids
por um vire-redor, o quil lera' nomeado por doero-
10 deidre os professores do rnesnio cellf-10, c os raso
; de fall repeirina p"lo llirifiiroiro, on pelo secrela-
o, n qoal din' parle irrmeilaiamenle so ipiperlvr
I geral par prjrer inlerinainrnle ale qoe o governo
providencie.
Art. 74. o redor do in>rn !o lera' 2:'ih de or-
dena le, e l:'.iKi-de craiilirr;o.
U lo esteraste lera' 2:0009 le ordenado, e l.mn -
de gralilira..
(I vic-rei'or do intrnalo lira' 1 itKSij de ordeaa-
- de gralificarlo.
11 o 11I1 Tiiato. quaiili aa nereirin. lera' ama
grililiearlo igual a do redor anata, na laz-o do lem-
|io de serv
Arl. 7"i. is pr dessores do intrnalo ter.lo o* me
l.arin allligia-*e e conso'ava-se ao mim toma*.
ITorneva a pa**ar 110 r>pirilo oda um dov inri,lentes
de sua vida de aaaiitlo, cida prava de immde gao
reciera du irmao, cid.) (pirinea desvanecida aa
mora. Saa tristeza e sua agilar.1 crrsciam com a
sombra* e n silencio da noile.
(Jue fare 1 rlamava ella robriodo a ro rom as mo* ; na pono *.r prsada ao Imm voNm
qoe acnlben-rne. nem fiear em om logar, onda be-
bda o irmo que recosa re-nnl rrr-m ajeaj n,i-
na os nutro* a me ulir|rem. Que l*ri Mendi-
gar,le n.lo adiar Irabalho I Pira onde irei I Pare
011 le Deo me condozn !
S-m O'perar pelo dia, o alim de qae seo prolertnr
ale desea pela 10a pulida, abri iilenrioiemcnle e
parla, e sabio para a roa.
Ardes de deixar pira sempre ei*e* logare* ama-
do* ella fiaron dianle da cas.i vinnliana qnal Uaa>
cera sua n. 11. 11 1 qu il pa.s .ra -o tranquilla irl 'n-
ri Ma qo-il ieissve 11 m ir n .ni qol aaiava le men-
le aperar de sua deahumaiii l*.l*- pera I ell.
De sua parle I ura* eslava asi ndo, inqoel ev .
parada, laltasa-lln- o somuu e o curarlo II,e |e,,t,
llepentiiiameiit novio na ru 1 umi 1,7 branda
ire-rula cauanlii o nfeOoeas romance qoo elle esa
1 uu l.ancou-e fui! do do I* I pal nm niaiiiusnla te-
vcliiiiuno, e pe/ essvlnos eoeno
impe li-les .'e nt ir.
A voz cautiva :
Pelo amor do Den- elrrn .
Pele le I tea, '
Mu,ha imilla, ,1,, nal ell,
i genital t pagan'.
I.ncaa que eslava inaToridn seseaean >e I 1
la, e liateu cem o* 1 I raivi e de dr.
A voz continan niat* lenta e man tremola
nm 1 11, depois o crita,
I I) p.io v--iahir isngnc ...
Lucas reipirando rom diflicul idc levoa as nsioe
ao rosto iiiiiiidailo de lagrima*.
Entretanto a voz ronlmuava .1 canlar eolreeorta-
la .le sol
1.' um rceasi um pasa sai irn. n.
Nunca leve enereihas,
(Junn reru-i 01 1 irmJa,
Iterusa-o a Vsrgesa Sam suma '
Locas rorreo para s r-orla, abii" a rom violencia,
alim, abri 01 bracas, e luna rnrlasioo ia na
dan lo um grito.
\ -linde 11 lio Barlolo 1 un a molher
ouatido o demente apilen de algurm, fe-
chon ao redar Indas ai porta- mis eanejaaaee
crllluras uAo islas b- lul.,11, -n e cood
he I leja ua) 1 Jiligo ilcito 1111 ieo cok.
IIM.
I IX1T 7VT


DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO 2T DE FEVEREIRO DE 1858.
mili inclnenlos que os do extrnalo, msis una sincero, de razo t\\leiimenlada, que un lormo d;i. maoi de soberano que dola ttrvia-se rata indemui-
gralilicacao l'ara eoiidaccSo, a qual sera' arbitrada st- t vida nao (inicame eotn lealdade admiradlo e re- | s .r 0 homaro, los ciliado* que llie CBOtava o si-uno
Rundo a oeces-iJaJe de sua presenra naqnellc col- ccnliecimciilu que do toJo os bcns rmn que s Pro-1 do Estado : pota eolrt esle meamoi (ovos, lodo o
<&0rtr?$K>ttfcttrfa$.
lacio.
Arl. 7(i. Km cada um doi collegios havera' os se-
guidles tmprtgados :
Ordenado.
Capelillo no inlernalo. . I
i> no extrnalo. . 5
Secretario...... 600*000
llicioureiro..... 1:(HKi-inm
Bmi ivSo....... HOO-MHin
Porlolro....... |
Rpttidores, rada um. . (IKI^KIII
lns|ieclorc>, caila uro. . i.mwi-i'i
Preparador...... 9
Bedel........ 3(IOr7ini
videncia o dulou no decurso da lii.'-ina, a nuillier oi hornera que n.lo tirilla o p
ni conlr.iJic.;ri" u mais doce, u mais eroualtami- proprie la te. coou do rula
do, o ma*is embri.gaJar, o uiais duradouro e ale o
(latinear, menos engaador.
Mlll-llllO 1>C-H
ou-nini Quando rtlleclimos sobre a ttroera, -.licilule,
JUOTtKiO prolecc,ao, traja, encamo, telicid Ida mi pelo menos
10O3O00 consolara.! que as mullieres leac,i m sobre a vida do
2OO90O0 lioinem, somos Irntados a mo la lar-Ibes Mulo ruin
i su-, 11 id a cabera deicoberln, do joellios .i com a frunle nu
008000 1 p. be islo nilo se faz, ao menos geralmeota creio.
' julgar por miro, que be iiuica lente por cau-i da
fadigu que deila postura resultara.
(dem.'
Iloorai as mullieres Ellas teiieam roas celestes
sobre o curso dt nossa vida lerit -le ; foriuirn os mis
lelizes do amor a dthaixo do vio pdico das ara-
bas, iiulrtiu com mau sagrada a llar iiuinorlsl dos
sonliuienlos uobres.
;Schiller.'
iSas casas pobres a mulber be a economa, a or-
dem e a Providencia, luda a inllnemla que ella
ganba he um prugresso na mor.hdade.
'Michelet.)
Amante, lilha, imilla, esposa mDi, ave, uesias
seis palavras esta' ludo o qoe o coraeflo humano
mais sa-
ler publico er-, tambera
lo. Assiin entre os II ib) -
loando UieM no assumplo das
do, que o scu amigo e protector ^r era ho
moni mudo teligioso.
E na verJado quem ao ler estas linhas Q-
IJI'-IHIil
aoosooo
388*000
Os qualro priinoiros empregados ser.io nomesdos
por decreto, os oulros pur portara do mililitro e se-
cretario de estado dos negocios do imperio ; sendo
piopollos os inspectores pelos rotores depois di (res
me; de servir.
Art. 17. Edes empregos polerao ser exorcidos
pelo mesmo individuo em ambos os collegius, e po-
derlo ser accumulados no ineimo collegio.
No primeiro caso, alt-in dos venciinenlos do lugar,
o empregado pcreeber.i mais urna graliBeaeio Igaal a
nielada do ordenado.
Po segundo caso o empregado perceber.i os venri-
meulos mais elevados, e alin disso urna Eralilica(3o Conlc-m de mais doce, di mais exlalico.'d
ljju.il a nielado do ni,lead > do uulro lugar. grado, do mais puro, de mais incflavtl.
Arl. 78. No eximalo se observar o segrale,! Messias.)
quanto as unecoes du secretario, Ihesoureiro e repe- He para o bomem ora precios) lliesuuro urnaioa-
lidures : llier que o ama. Nao ha corarn dunda o amor oaia
I.' O secretario, alm das obrigacst proprias do de mais alto e ein ondas mais I, rgas e mais aperla-
lugar, lera a da cullegio e de todas as coileccoes dos ubjeclos rea- funie mais profunda ; a dedicacio oiio lem abando-
lixos as scieneias. Esta ero prega 10 pudera' ser o do uus mais suLInnes, o sacrilicio nao lem actos mais
Intuala Coraasarclal, com uina gratin^ar,1a igual a santos o mais cmplelos do que nella.
11 en ie do ordenado desla. (Ssiate-Feil.)
J.- O llie'oureiro, alm das obrigarss marcadas i Stm a mulher, o liomern seria rudo, grostsiro,
nos arligoa He 12 do regulamenlo inleruo em vigor, solitario, e ignorara a grasa qui he lomeule o sor-
tera a ii.sperrito sobre os srvenles no que dll res- riso do amor.
peilo tos cuidados e asseio da casa, servicia do reei- A mulher suspenda em lorn > dsllc as llores da
torio, coiinha, dispensa e enfermarla, adveniuilo-ts vida como esias Irepadeiras dos bosques qua oruam
quaudo forero uegligenles, a dando parle ao reilor o tronco dos caivalhos com suis grihaldas perfu-
qutndo. depois de advtitidos, se nao coriijam. Imadas.
3.* O repetidor de scieneias nalur.ies tera lambem Chateaubriand.'
o conserva lur e preparador, coma gratificarlo de Ncsle mondo jrrenle ai mufliere! nA > seall'as-
melada do vencimenlo desle. I Itm jamis da desgrasa. A oalJreta nehaaj-lhes a
ljilaclo do Itio de Janeiro, em 2'i de oulobro de alma de tama benevolencia e p edajt que parecen)
18J7 Mrquez da Oliuda.
G'jVERNO da provincia.
Por portara da !> de fevereirode 18j8, Turam no-
meadoi :
Para secretario do eorpo de polica, o lente re-
formado do exercito Lu/. Jernimo Iguacio dos
Santos.
Para alfares da segunda companhia do mesmo
i'urpu, Jo iu Francisco da Luulia.
Por portara de 26 do crrenle, foram considera-
dos vagos os poslos de c.ipiao da oilava companhia,' mulher que ihe fa^a beni, mas para por liiu cobii-
lanradas cuino entes tutelares
vicissitudes da son.
i ntre o bomem c as
(Alibei I
O que ella laa quando he m.
O vinho e as mulberes lem fi ilo apostatar os lio.
mena mais sabios.
Oh quauU gante lem perecido ror cansa da
belleza da mulher II* por ella, que a concupiscen-
cia se inflama o faz lanos estriges qoanto o fogo.
lie melhor para o htimem ser mau do que ter urna
le lente da sexta, o de alferes desla a da (erreira
do balrilliAo n. 15 de iiifaularia da guarda nacional
do loonicipio de liuianoa, por n.lo lereiu solicilado
patales no prazo marcado por le, Antonio liuedes-
lo do opprobrio.
O hornero que lem ama mu.her ma tem urna
chaga no curasao.
Toda a inaldada lie roui pnuc cousa cmeompa-
Gondim, Jo;io I erreira da Silva, l.uiz da Veiga Pes raCo da maldade da mulher quando he m.i. 11 pee-
aoa i -.ir Juoior, ChrislovJo Vieira l.eilao, Aolono
Jos llrum da Silveira Jnior a Aleiaudre Manuel
de Mendonra.
Por portara da mesma dala foram nomeados para
os postos de oOiciacs do meimo balalb.lo :
Estado-maior.Orargiao leuenla Joaquim Antonio
de l'iaor.i Cmara.
I'trctira compauhia.Alferes Segismundo Joaquim
da Silveira.
Sexta companhia.Teneute o alferes da oilava com-
companbia Jo3o Jacinlho Ripozo Jnior.
Alfares Jernimo tionralves da Silva.
Seluna companhia.Capilo o lente da mesma
Aulonio lnit Jes Corre i.011 Jim.
Ionios, Pheoiciot, Ir.icios, Uoagoet e Esparc ilas,
protlltoitfa o? obrigaloria para lulas al mulberes.
como o serviro militar para todo* os liomeni. Em al
uumai partea, como enlro os Arinenios, eontasravam*
e a* maCBfl a una deosal encerrav.inimis em lemploa
traniforniadoe em barcus, em aerralhos pul ieof.
dunde M podiam sabir para tasar rom um buuiem,
-, uu.iiiiiu ii'n^w .iu asiulllltln ilas ii_ i i--------------------
oceupar-mehia com fados, que pro- lbas Ja.",^'",1aJe e do que se passou. nSo
menle que a companhia he urndotl86 a,,l>'ira Vc* r-s"- 8f. I'aque4 por
ALFANUEA.
Itendimen'o do da t a J~>. ,
dem do da 26.....'
l'romelli que
cirnes verdee,
vasaem pnsl vaineuie que a compannia he mudos
ni nore< llsgillot qoe temos, aqu veubo cumplir a c,x,e mn '" Proi'P 'c -;r- capilo Oliveira,
i publica -oleume proiuetta. S. EXC logo Saber do mtlilOJ OlllfOS fados llirca ame irana Huanokfarinli"
ia i Observador" no l'nn de sua correspon-' que elle ha aqu pralicado. o os iquaes uo llrigoe inglezEbb Frederickbacalhao
de 2 o faci por mira danon-1 devem jazei no olvido. Tem-s dito
396:598>lr>7
U.-'i.-'ilJ
necarrcaam hoja Ti Je favertiro
llaira fraocezaSsvanilla mercaduras
deucia nu t Liberal
ciado dus gerenlet leiem man lulo laujar ao mar ara
s das seguidos os falos das re/es moras para o
depois de lerem ah i ueado um cerlo aomero de au- consumo, ejuslilica este acto, dizendo que a-im fol
nos, tervindo ao publico em qualidade de mulberes poique, ltenlas as de'pe/ is o a receila da c ini, i
publicas ; do mesmo mud i que os- h uncus su eram nina, os arenles nao podiam vender aquelles ob ec-
seuhores de ti e id podiam eslabelecer-ip depoii de | tos mais baratos.
Icrem lervido ao publico em quali lado de soldados, i Oh l'ois a companhia jii tocou ao ultimo grao de
com a dilTerenra que u Ellado, o qnal Dio cucarra-1 de'espero, qual o de laocar ao mar enerus iliuien
uava-se do eslabelerimtnlo dos bomens, tenlia re-er- licios saos e perfeiloi por os njlo poder vender mais
vado para si o direilo de cslabelecer as mulberes, I baratos ; e, no eulanlo, he o roe-ino a Obicvador
pois era elle qupm casav.i as don/ellas que liiiliam ; que ero duas longas correspondencias suas se e'.forra
deixado de o ter, vendcii.lo-as em basta poblira co- por mostrar, que a companhia pelas grandeaeono-
nio uai cado vil. Uollat vexea, como na Lydia, al mlaiqaefai em suas despeas, pode veoder cerne
ilearaCa\am-uas em publico, c o prec,o da desbour.i
vinha ser o dol e eoiidirilo do casameniu.
l-.ui lim a venda da mulher era admiilida entre lo-
rjoe oa povoe da anligaidade. Vendida por atus p-
renles a'qutllt que quera desposa-la, tornava-ie sua
propriedade solfra tudas as centeqoenclas desla eon-
dieiln. Ella era vendida por sen marido, ou enlu
distrada a bel prazer desle.
O proprio casamento entre quasi lodos os povo
asiticos, era apenas para a mulher uro longo e hor-
roroso marl\ rio, que su lermuiava pela iininolaeln
da victima.
mais barata que os particulares J cima desle acto
ruinoso c immoral, ultima expreii.lo de um egosmo
eslapido e selvtico, que prefere perder Iu 11 ., con-
senlir qut o puvo consuma os unieres por um preso
menor, o que havera de peior e de mais aboiBnasel,
qoe os marrliHiiles em separado possam faatr ?
renies a procederem por tal modo, uu fui a impossibi-
lidado em que fslilj, de ven lerem o seu genero mal
barato. No priineiro caso inda a etecrecAu publica
he pooca p.ira punir (Ao requintada maldade \ ,
Se ella liaba a desgrana de cnvelliecer. segundo, aonde esi.i i enllo as grandes econc
ero vida du marido, ou anles de scu liranno, ce li-1 Companhia, para poder vender c
nli.i o direilo de hvrar->e della estrangulando-a : parliealares, quaudo vemo', e seus defen-ores con
bemeome mata-so uro animal quando mi i eslt' mus. j fessam, que ella lem ehegado ao come do desespero"
i morrer, | veodo-ae obrigada a botar tura os seos.-eneros, eni
na Victoria os delegados n3o durjam e nem
agradan), c porquo 1 nSo se sabe ra/So, ou
nao a querom dar ; nos, porem.'ssabnmos e
sera mel de erros duemus, queoSr. ca-
pltSo Joaquim Francisco de Oliveira agrada
a todos, porque be born, tem maneiras tem
rdiRM^o, tem finalidades, tem honra, e os
bons e escolbidos Victoricnses querem bon-
dade, maneiras, educaQo, quali lados e hon-
ra ha de du-ar, porque o Esm. Sr presiden-
teda provincia sem duvidx querer que a sua
a Jmitnslrai;.id .si-ja justa, bem Tazeja, e pros
pora ; e pois, quan lo posicOes policiaes fo-
rem oceupadas por bomens probos e be-
nemritos, ludo se consegue, c a adminis-
tra t}3p lorn preenchido o seu verdadoiro e
principal lim, que ho o melhoramento e
bem estar dos que habitam o torrSo do im-
perio de Santa Cruz. Praza aos eos que
oSr. capittlo Joaquim Francisco de Oliveira
quo Brigue iuglezAun Porleroljectos p,ra 0 ai
nem Patacho InglesMcuallumtrcadurids
llrigue purluauezBarleo,iliversos genero,.
torra brasileirsMana l.uziaidem.
MOVIMIiMO DA ALFAMDBGA.
Volumes eutradus com fazen las
a a com geueros .
Tolsl
Volumss
a
.ihidot com faztndas
a aoro geuerot
no saia mais dentre os Victorienses, e quan- nmorc, consignado a II. Fotsler
Uo as nossas esperanzas se frusleui, praza i'ostou o scuinte .
... ITB
Tolal 305
IMPORTACAO.
Hrigui americano llelen, viudo do Italti-
more, consignado a II. Forster kv. C, mani-
restou o Hgointe:
1:.')6I barricas farinha de trigo, 150 barri-
quinhas bolacbinha, 150 ditas banha, M ba-
ris vinagre, 100 caixas e 100 meias ditas
passas ; aos mesmos.
Hatea americana Mondan i, vinda do Bal- i
i\ C, mani-l
Can li namboeo .,-P.ir(1 .i,,
le IS58.O n- ,_
di Barros.
Bapllata de Caslro < .Iva, oflicial da
ordcoi da liosa, c inspeclor da tstesM ira-
lia ilc faxenda d- l'cn anilniro, pr,- g it.
o Idiyeradur, qnolXJxM guardo r-tc,
Fafo saber aas ana o araaeaita estttal vi-
reill, que cm v rtuda da nrdrn di. tribunal
do tlicsouro nacional, eslaro em prat. p. -
renta I thesourana, pea sercaa ai remata-
dos a quem mais,ler, i s segumt- -
los iihi lonaes : sello do papal, a
500 de ra/, .-ubre lujas cli... lase sobre escra-
-, DOTOa e velhos, d roitos c il./ima d.i
'''^_ rhaiircllaria relslivas a> rollrrloi ia do | ,
mocirc, Bonito, i.aranl ana, Fioi<-.
rtu', Cmara', Piejo, I oa-Visu. i iaat
197
i; ii
Despachos do da 21 de fetereiro.
r.eqfierimento .informado pelo director interino
das obras publicas) de Antonio Manriques de .Mi-
randa, arrematante da obra do einpedrarocnto das
arciai do Giqui, pediudu mais tres mezei de pn.ru-
gac.lo para conclusdo da mesma obra.Ja leve o
topplicanle cinco mezes de prorocaeilu.
Dito de Epitanio Itorges de Meirjizes Doria, l-
enle secretario do corpo da polica, pedindo demis-
e.ii daqurllo lugar.Passe-sc portara eouccdeudu
a deim-sau requerida.
Hilo (infurinado pelo inspector da Ibesouraria de
fazenda', de JoSo Callos Augusto da;Silva, pedindu o
pagameulo da importancia de 117*5011 rs., pur que
lurneieii ao arsenal de guerra 17 medidas de azeile
de coco oiii junho do anuo passado, para a illoroiua-
r;ao do palacio do govemo e a liquijarilo da de
8*1600, porque larnbtm forneceu ao metron arsenal
uniros tantas medidas em abril do mesmo auno.
Kernellido ao Sr. inspector da thesnuraria do fazen-
da para mandar pagar sob iniuha responsabili-
dade.
Dilo de Joaquim Jos de Miranda, pedimin en-
trega do seu Iniciado Uodopiano, preso para recrula
de marnha.Informe o Sr. juis de o pintos do ter-
mo do lenle.
Hilo de Joaquim Ignacio de Carvalho Mendonra,
tegurido escriplurario do consulado geral, pedinln
er eucnmiulMila no eoverun mpsria) u requer men
lo cm que pede ser uomeado para u lugar de teilor
conferentt da mesma repartirn, vago peta numea-
i;3o de Antonio liento Fres para cdnferenle d'al-
fandega.Junte folha corrida:
Hilo de Manuel Joaquim Hamos e Silva, repli-
cando ao despacho do 1.' de favereiro que exigi
qua apresenlasse a henea que obleve para collar
ma leira, aliin de se llie dar a permislo, que [t.-
quereu, para embarcar para Puitugal :|0 duzias de
laboa de costado de viuhaiico para o fabrieo de urna
pequea cmbarcarilo e nos concellos dos briiups
a I irujo le e Tarojn III, e dizendo que ala obleve
licem_i nenliiiuia para seroelhaute curie ; mas que
pretende conseguir a madeira de que precisa, cun
prando-a aos particolares.^ao lem lugar.
Dito de Salusliano Seveiiano llamos, pedindo ser
Horneado para um dos lugares de gosrda da alfan-
dega, vanos por ereasilo do ultimo regulamenlo.
Junte luida corrida.
Dilo da Vicente l.icinin da Costa Campillo, repli-
cando ao despacho, que mandou requeres-e ao juiz
peanle qoem a den, a certidao por ello pedida da
quena que dera contra o inspector da Ibesouraria
provincial, e d zendo que a dera presidencia.
IVo lem lugar.
Hoquoicao do major eommantante da fortaleza
de l mi.ni l no, de quslro luzes de azeite de carra-
palo, vencidas no maz de pineiro.Fornesa-se.
ilili.i i do brigadeiro cominandanle das armas, a-
praaaalaada a conla dcmouslraliva da receila e des-
pez coia o hospiial rcgimental no mez de Janeiro
lindo, para que se man I indeminsar e cofre do dilo
hospital da qua.ilia de 17X143 rs., excesto da despe-
na sobre a receila am o referido mez.Remedido ao
Sr. iuspeetor da Iheioiicu.i da fazenda, para man-
lar iiuleinnisar a quantia de que se trata nos termos
do cilicio de 11 do correte.
Hilo do mesmo, remetiendo as cuntas da despeza
feila com o curativo das praras do destacamento da
comarca da Itoa-Viila no lampo deenrrido do 20 de
selemhro de 1856 a :i0 de jando de 1857, reorgani-
sadas ile cunfnrmidade com a exigencia do inspector
da Ibesouraria da fazenda.llenielldo ao Sr. as-
pate* da Ibesouraria de fazenda para mand-r li-
quidar a divida e solicitar para seu pagameulo o
ueressario crdito.
Hilo do iiiesmn, remetiendo a conla em duplcala
da despeza fcilo com medicementos e curativo das'
CLieas du destacamento da comarca da Boa-Vista ne
segundo semestre do anno psssado, atim de se orde-
nar o seu pagamento a Josc Maria Ferreira da Ca-
oba, procurador, do eapitSe coromandanle daquelle
destacamento.Kernellido ao Sr. inspecter da Ibe-
souraria de la/en la para ordenar o pagamento.
Hilo du mesmo, Ir.uismittindo por copia, para ser
lomado na devida couiidcrasao, o ollicio que o capi-
lla r ni ni ni lo ii te da companhia Tita de cavallana
Ihe dirigir, representando sobre Dio lerem si lo aa-
lisfeitos pela llie-oori i la de fazenda, ot pedidos que
Riera do quanlllalivo marcado para ocuralivoda
eavalhada, a contar do 1- de julho do anno passado.
Informe o Sr. inspector da Ibesouraria de fa-
zenda.
Hilo do mesmo, remellando a conla em duplcala
da despeza feila coro o forneciiiienlo de |uzes para
o quartel du dc.lacamentu da villa da Boa-Vista, no
teguodo semestre du anno passado, aliin dse ui.le-
nar oseo pagamenlo a Jos- Maris Ferreira d, Cu-
nha, procurador do capilAo coromandanle do dito
de-lacamenlo.Informe o Sr. inspector da Ibesou-
raria provincial.
cado comerou pela mulher, ele pela mulher que
lodos muiremos.
le menos perigoso acliar-sc o hornero com um
leio, ou uro dragilo na mesma uruta do que morar
coro urna mulher ma na mcima casa. Morar com
urna tal mulher he ler um esc. rpiaO na nio.
Conserva, lidio man, os pre-oilos de leu pal, e
nao largues a leda lia mai. Ira/eos Ineaaianla-
inenle alados ao leu corarilo e pi-nnsa' roda de
la garganta. Quando andares, elles le arompu-
nhem, quando dormir, ellis le guardem cem
acordando, falla curo elles, poque o man lanienio
ha urna candeia e a le urna lu, e a repiedensAn da
disciplina o raminho da vida para que le gutrdem
da ma mulher e da Inicua da eslranb. Nilo cubice
o leu curasao a sua foirrosura, nem le deixes pren
der dos seos tenos, porque i prero da merelriz
apenas he de om pilo ; mas a i lulher"captiva a alma
do hornero, a qual Bao lem pr o.
l'ilho meu, guarda as aaiahas expresses, a escon-
da denlro de (i os meut precei os. Filho. observa os
meus mandamentos, e viveras: e guarda a miaba
le como a Bteaina do leu olio : Iraze-a alada aos
leus dedos, escrevt-a as laboasdo leu corarilo. Ili/e
a sabedona, lo s Balaba iraxlt, e chamo a" pruden-
cia lua amiga, para que te "u rde da mulher eslra-
uha e da alhtia que adora ai- suas palavras, porque
des.le a janella- da miaba cisa me lenho poslo a
olliur por entre as grades, e vejo aos incantus. con-
sidtro a um manceba instnsa o que paisa pela ra
junio da esquina, e pelo | da casa daqoella anda,
seudv ja' eicuro, quaudo o-dia se vai acabando as
llevas e obs ur.laile da Bolle. E eis que Ihe sabe ao
eneonlro esta mulher, ornada a' moda das prostitu-
as, previnida para rasar as .linas : ralladora e an-
deja, nao Ihe suflrenlo o eor.iso estar que la, ero
pudendo ler os pus denlro em casa, pundu-se de em-
boscada urnas vezes lura, oulris as Brajas, oulrat
a s esquinas, e tendu mo n'ara mancebo
se eroesladide servirse u marido vinha
iiiimolavaro-lhe sobre a sepultura lodtt as suas inu-
Iheies oa pelo meaos aquella a qoem taais ainava.
Muila- vezes era 0 proprio pai da esposa que ruin
aai p'uprias ui,los inatava a lillia sobre a sepultura
do ueuro.
Sabe-te que enlre os Indios anda boje usa-sea
enluta sollue, ou o sacrificio da mulher. A mulher
como distemos acuna, he abrigada a deixar se quei-
mar tabre a fogoeira em que se queima o cadver
du nidiido, (endo-o enlre os brasas. Os Trtaros
fa/.iain u mesmo. Em outrts parle-, paia abreviar
a obras uio dava-su a' mulher u Irabelho de roorrer
enlerr ivain-n i viva rom os restos do marido.
Entre os Partiros, malar um lioincm sua miilli-r,
e meu lo sua nula, ou sua filha, era censa l.io in-
Jillereule como matar uin csiu. Fui geral em qua-
si lud.s os povot iiagos, o direilo de vida c de mur-
i era recouhecdo e garantid > peles leis ao maride
sobre ii uiollicr como au pai subre o liilii. Astim
11.I0 contente de ler-se con-liluidu scnliir ah-olulo de
sua iirilher, o hoinero cou.tiluirae lambem seu
juiz. (Combaria amar.a loJ..s sabem u que ha o
jui/u de um liranno.
Os Egypcioi isenlaram os lilhos de luda a ohrga-
eiu Je tnttenlar seus velhos pata, denandn asta ubri
gaco para as lillus que a deem|iena\ain veuden-
Uu a honra.
Enlie os rabes, quando ero urna tribu.havia
mais inulheret du que eram precisas, mil vain-.e
ladas aquellas que n iseiam, enterrando-as vivas em
um lo--o pablico destinado para e-ie usu, do mesmo
modo jue liram-se e matam-se os lillus da ama ca-
.lella qae pare mais du que seu dono quer, puis cun
elTeiln em lodos os poves paglot fazia-se menos caso
de urna mulher do qao de u.-na jumenta a ale de-
pois dn lerem abusado della de lulas as maneiras.
ntreos aule/es, bem como entreo Allemaes,
a niul ier era aos olhos da le a esciava do homein ;
ella de. ia Irabalhar para o marido em quanto ole
viva n de|iois de morio, malar-se sobra sua sepul-
lura para ir serv-lu no oulro munJo. Esta horri-
vcl leji.laeao era apenas o rellexo dests iiogma reli-
gioso, anda mais hirrivel professalo pelo mesmo
povu : que a mnllier lia um ser impuro e conseguin-
lemei le para seuipre excluido du uValhallao, ou pa-
raba Je Odino, salvo se nial i-se para ir reunirse
com rile i.este sunto lugar. Entretanto enlre esle
mesmos povos as mulberes eram Iraladas como bos-
tas do carga ; ellas eram obrigadas a lavrar ,i Ierra
e a carregar sobre os hombros os mais peslos far-
dos. E mesmo buje ve-se anda o orgollnso rabe
camiilianilu a cavallo, enlrelanlo que sua mulher o
segu a p, arqaejente, esbaforlda pela carreira e
oppriroida debaixo do jieso din que a cariegou o ca-
valleiro paro aldvi.ir o seu animal.
( Continuarse ha. j
razaj dos consumidores nao chegareai ao sen al
prejo, uiiicu porque ella os pode ven ler E que
impoisibilidada de ven-ter os gneros por menor pre-
jo lio e-la, que se reselve na pussidihdade de os ho-
lar fura, e perde-lol tolalmenle / lie aiiom.i mu
vulgar : a nales pe der pouco que muilo, c antes a-
pruveltar alguma cousa que peider ludo a ; e ludo
quanto se arreda desla le la simples e inlelligivel
he Iraficaiicia, he mopoloniu.
Senhores gerentas, ao bem sai, que o requinte da
inaloia humana est na h\pocrlaia ; raaaesta nem
sempre -o pile tusicular com feliz tuccesso. Por lan-
lo, confeatai bM.tqiiliu que ludusxsabem e compre-
lieadeiB racilmanle, i'lo he, que ama companhia
comoa vosea, organisada para o abaslccimenlu de g-
neros elimenlicios, i que pJa f.iicr nilo de vender
araa mus barata que aos cos que em seu lugar vetilla um oulro
amigo, uta oulro pai, um oulro symbolo de
paz. u-n oulro Oliveira.
Basta pur agora.
Os matutos que mora ni distante leguas.
Victoria lGdefevo.eiro de 1858.
para n.lo vende-loi por menor preso mas orna eom-
panilla que disps da gran les funJus, p le faze-lo e
raie-io mu fra e aj slemalicamente, tempre que isi0
He Decenario para exercer o monopolio, nica con Ji-
cau de sua existencia.
Agora paseo a provar mais pesilivamaale que a
companhia u cessailmenle ha de proJozir a cares-
ta da cama e ,cr uroi das fonles de nonos eulTri-
mentus.
I em a compinliia 63 acousues tediados ca erar pauaudo por rada uro a randa de l.'li- kki alo
oi-ij i r.-. sen ulilisar-se delles, a sero consentir
que oulros se uuliseui .monopolio'', coja'deepexa In-
til anda para mais de :O0vJSO00 rs., que bella eco-
noma !
Paga Je eommissao aos seus ageules pela compra
dos ga los ,u i rs. por cabera, e smenle a cifra desta
sua dospeza us poneos mezes de sua exislencia an la
ero seta para oilu eonlos de rcis, sendo que, h i pouco
anida, s.. um dos seus agentes, prenle de nm dos so-
cios gerenies, rececebeu por esta eommissao perlo de
i o i rs., (qua pecliincha, magano !)
Tem ama allovifto de eropiegadus que admira.
lem, segeoda o arl go 7. do seu contrato, (res ad-
iiiiiii-lra lores, dos quaes um he cala, com a grali-
ricajSode 1:0009 cada om ; sendo queocaiaiem
I.mUi; : (em um guarda-hvros com l:iHis ; Um ad-
iendo ao cala com 1:000 : om admlaissrador na
uaiiangaeom 1:2009, e ui.us sois empreg idos com o
ordenado de iiwj a ti00| rs., nao metiendo em con-
sciJo Damero de srvenles para o costero
FAGINA AVULS.
UBDaJl ia,lii.
Operario da ralarula. Acaba o Sr. cirur. i.iu
oeisco Pialo lioiroaraes de platicar a opera-
eao di catarata na pe.-oa de Sr. capilan Jo,ln l'ian-
I alteo lo it-gu Brrelo, teguindo o methodo pur aba-
iiiiieuii. ichroliconyxit, praeeaae deM. Siehel, por
! um oisu de catarata lenticular dupla, que Iu mais
le seis annos o reduzra ao astado de completa ce-
ion. ,a cara de .....vergonha ll.e faz .riela..' di- "
lando : pela lua Hada oITcreci viclimas, liujs dei
Metleu-'i aanea na icdo cun os seus longo, discur-
sos, o o erraetoa com as lisonjas dos seus labius. Se-
do di oroforinio, fui no iii-smo da operado d'ain-
bos os albo., ero presenra de alguns prente seus :
e, o.i" li-i.iui- adiarc ainla em traiam.-nto. por
s logo cuino doi que he levado ao sacrificio.|e Ihtsobrevir
como cordeiro que vai tallando, e ignora o BOtcio
qus he arrasladn para urna BrtsBo, al que urna seCa
Ihe Iraspassa o Bgado : como ave que aprestada cor-
re ao laso e nao sabe que se lula do perigo da sua
vida.
<>uve-me po'u agora, lillio mea, e esla' atiento a's
palavras da miaba bocea.
Nao se deixe arrasiar o leu espirito a ir pelos ca-
niinhos desla mulher nem la :e deixes eagtosr das
suas veredas, perqoe a mullos derribou fendus, e os
milis lorias por ella foram morios.
I. m iihes do inferno sao
al a's entr.uihas da uiorle.
(Livros d i Biblia.
a sua casa que peuelram
,\ mulher s pode ser verdadeiramrnle boa no seio
da religiao calhohca.
Muilos autores lem escribi sobre a mulher, po-
rem lodos animados de um csj irilu inleiramenle ap-
celo, lint tem fcito della um anjo, uulros um nions-
iro. Ora, segundo diversas passagens dos hvios san-
tos ous o outros (em igualmente rallo. Pode dizer-
'e da mulher o que se lem dito da lingoa : .. Nada
ha que teja peior, nada ha que leja melhur. a A
mulher be nm monslro qiiaiuiu nao he um anjo ;
mas o fado he que ella minia fui nein stra'jamis
am anjo, fura da verdadeira religi.io.
Fora desla religilo, a mul'.ier, corrompido, oppri-
mida, avillada pelo humerri, paga-llic ero dobro o
Iralamenlo que del e recebe ; enrrompe-o, avillt-o
e leudo para opprimi-lo. Ella o loma barbara, poil
a barbaria n.lo he Muflo u edadu ero que o hornera e
a mulher, currompendo-se inuluainenle, avillaiu-se.
acabando por oppriiuirem-sa um pelo oulro.
Pa Iro Ventura.)
Avillamervli e oppressflo da molhor em todos os
povot etlraabos a' verdadeira religin.
Im dut espedaculos ma s dediondut e all -clivus
qhe a historia da humanidade apreseiila-nus, he o
da (riele cundirlo da mulher antes da viuda de Je-
ss Chrilto ao mundo, e por toda a parle em que se
mo condece, ou se n.lo adora a Jess Cbrislo como
elle deve ter condecido e adorado. Astim como a
bislona da verdadeira igrpja he em grande parle a
lusloria da grandeza e da glorificara da mulher,
assiin a historia de todas a< falsas relgloes e de-le-
das as heresiaa he a lusloria de suas desgrasas, de
seu avillamenlo a de seo anjquilaincnto, pelo que
diz raapeito a' sua personalidade civil e humana.
Com te nflo fora baslai le o analhema que a le-
nra na pessoa da infeliz Eva, como so n.lo foram
b.slantes os dous castigos que este mesmo analhema
fazia pesar sobre ella : .. sempre ser sujeila ao bo-
mem, e parir seus lilhos com dor. O bomem, arx s-
lala da verdadeira religilo, abusando Mcaadaloia-
raeata de ma diguidade t de sua (or sempre e pur toda a parlo romo um horrorosa dever,
ilsscies in.-sino, um prszer ialernal, o avillai
mulher c Irata-la romo o i eior, o mais depravado e
daspreeivel de tolos os en! s.
Em opposirAo i verdadeira rcliglflo de que Deas he
I.EITLBA PAK.v AS SEMIOIIAS.
ConlHuarSo.)
(i que vale a mulher quando lia boa.
n'uin dos olhos Intensa inllammac,flo
eonsecativa a' operario ; com ludo i vi1 a eterve
cm videos hiconvexot, cuja u-n fura exlemporaneu.
A ettrada de erro. De lodas as emprezas
que (em apparecido he sem duvi.la a estrada de fer-
ro una das bem impelanles, iiiurineuls para um
paiz que sabe apreciar asna importancia, infeliz-
mente, perem, genle ha enlre nos que bem longe de
saber gozar desee, beneficios, enlendem que me-
llaala a cealriboiclo que fazem de suas passagen>,
se julgam com direilo de pralic.ireni ludo quan-
(u ha de m,iu e da reprcheuslvel, e ato mesrau de
eslragarein, como se para se levar a effeilo ama
empresa dessa ardasa, so fosse millar a sua eontri-
liuie.ro da viagem. (.laiieramoi emiltir algumas oh-
tervares i?erca de-sa viagem que no domingo paa-
sadu se fez para a villa do Cubo no caminbo de fer-
ro, pirque iros pareca um pnuco deponente contra
a naisa dvililicjlo, mas reconhecendo que o pruce-
dimenle de cerlos e determinados individuos, n.io
he qu-m pu lera abalar o credilo e repulac.lo d.
uina provincia iuleira, enledeninos dever manifestar
o occurrido, para que fican lo ao alcance de le loe.tt
vol o maior despreso a esss genle, e se tomcm a
necesiarias providencias para que fados iguacs aos
qua ae deram, nao ee reprodozem. Como he aabi-
l i gi ,ii le fui a concurrencia de peooasqoo no do-
mlng pateado te dirigiram para o Cabo no caminbo
de Ierre, n-sini como do pioeedimeuto que una par-
le des.il peasoas liveram no hotel que alh se aeha
braral.
'1 t-in
am liomeni para recados com SO!)-. Para
inspeccionar os acougnei (em na Boa-Visia dous em-
, i -a Iu-, uro com ido-., e oalrocom (KMIj ; tem um
na Uaoauiaho com 1009: lem qualro am"Sanio xu-
lonio e eiu s. Jo.c, um com (itKlj e os tres com iOOfl
cala um. "
I *m lodoi gerentes, segando o artigo V.locon-
tiain, 1 i ir canto subre o valor total das veudas da
tele I. le. E lal de esta eommiasflo, que na qusdra
acloal, em que o consumo das carnes asa reduzid > a
manos .i- melada, mesinu assiin nu semestre de agos-
to a laaeiro liveram os socios gerentes desta cuminix-
aoma.de 6:000. Boque aaalartam, ia oeoa-
sumo livesse si Iu legular ?
Vamos au melhur. O uumero das rezes morts.dia-
menle |iara o consumo, cuino annuncia n eOiarloa
lem diminu,Iu e cnlmoa a diminuir lod..s s dis
ura, loado sido ciculada a arreroalasao do i upo-lu
pravuieUI de 2S500, a o municipal de 500 porcada
rez (noria para o consumo sobre a base rte gn Pdqc.
ss diariamente, ha evidenie qua os arrem.laatas
deslet nnpotlus deven ler perdido excesivamente.
Mas, o, arreuialantes s.lo sueros da companhia, e
para qaa esla cumpanhij nfo perct p.r e-te lado, de
preciso anida edupae usauguedo povo, de molo qoe
du preso da carne venda o com que se possa resar-
cir lodos esse prejuizos.
Ota, -e o preso de qualquer produelo de regulado
pelas despez de sua prodticrjj ale ser levado ao
eoatamo, sommedas lodas tst.s de.pezas que qual-
quer parlieular as nao fazia, qua dovida reala, que
a cnmpandu lia de necessidade vender a carne mui-
lo mais cara que os p.rliculares ; isla que. cuino
mudo bem disse o Observador, iieohuir. soci.dade
pcdeexitlir, quando a sua despeza excede a re-
Senher Observador, eu vos agradero eordeal-
iiiSDleo haverde; coulribuilo com as vo'ssas conln-
soes para eu arrancar a mascara a esia companliia, c
deistr appareeer a tai phvsionomia hedionda.
Agora ao publico ma dirijo para promelter-llie,
que na iniuha teguinle rorreapendancia bei de pro-
var, que (aes sflo as deepexa. da companhia. que, ga-
iihandn ella, como tem ganho, viule e lanos mil
res .ni cada BOU rez, ganho esle que nunca em
lien duro lempo ps particulares liveram, o queja he
verdadeira (apaeidade, mesmo assiin quena ss de
o amigo da verdade.
astabsleeido, invadindo-o, comeudo e bebenlo ludo
quanto eiiconlraram, e al inclino lev.mJo com ligo
o que pu leram, i.lo he, o que eia de comida e be-
bida : por ah ja' se pule ver que de scniellianle
genle nilo se poderla esperar nutra coua senlu mal-
e cun rtreito nu regressu para u llecife, lal Tui
aoignque praliearam que alo era posaieel ser lo-
leradi, e na la Imuve que os lizesse conler.' Alm
da pon-aiia que lizeiam em un d i .ig.-ns, rdecou
a tal ponto a selvageria dessa gente qae qaeimaram
com charolo um cumio, i,i-g ir.nn a caaivela o bra-
S'> de um dos asenlos que s.1o chelos de crina e fr-
ralos de marroquim, (iraram os boles dos eolios e
pifgaraiii nos eucoslos dos assenlns, c fiu.ilin.'iilp
teriam rapszes oe ludo, se a viagem se pmlongaise
por mal aleura lempu. Ore, curo tai geut, e lio
bellot cusiiimes iedaveria, esperar oolra coota? por
cirio que nilo, pnrqdanln rallan lo-lhes ediicaelo,
lu lo iu.ni devia fallar. N.io fui fura de proposito a
rechinaran qus li/emns de ama goarda ou palrulha
em ceda urna das eilags. |>ara ronlcrein alguma
imprudencia, e anida mus BContalharemot a Conve-
niencia de torera garanlidos os wagons, quando em
Viagem, com om. uu duas preces, a.* inenus nos .lias
de iniior aflloeacia, como poi exemplo nos domin-
gos a .lias fdiililicailos, alim de evilar scenas lio det-
agra lavis cuino as que ja' una vez se deram e fo-
ram observadas oto su petas pessoat -:-u las que via-
jarain na nie-nia occasiflo Como dos empreados no
larvico .la companhia.
fectamarfio.Beclamam alguns moradmes de
Saula Amato para que se d alguma providencit a-
liui de ac bar eom o .Ijslurluus que coniinoo Is-
. mente appareeem Upara ai Laudas da fanJcdoa
autor, a que ordena e nflo pode deixar de ordenar a suas im.uediaee,, com Mpecialidade nal vsperos
reprselo da otet e o reipeito da fraqueza, as re- I de domingos das santos, como succedeo u do-
mingo paseado, que segando nos inlWmaram, foi lal
aiia que ah buuve, que resullou bras- e
c ,!i. o i. qoebradat, roaos relalbada, ele., ele Bem
Senhores redactores Conslanlo-mn que
algucm muilo do proposito lem assoalhado
nesla cidade e lora, que tem documentos
para provar factos, que muilo .Icpoetn contra
minlia repulaco : eu desali a esse mise
ravol, qucn quer que ell; seja, para quo os
publique, p assiin os sugeild ao conbecimeu-
to do publico ; pols que muito almejo que
sejam publicados todos os meus fcitos,
quando juiz municipal e de orphos, quando
delegado de polica o quando juiz de direilo
interino da comarca de S Anto. Becifc 23
de fevereiro de 1858 Francisco do Souza
eirne Lima.
ERRATAS.
Na correspondencia publicada no Diario
ie M do crrente, sobre o major Carvalho
apparoceram os engaos tvpograpbicos se-
guiutes :
Nalinha 7. cm lugar de nosso, lcia-se
nono.
Na linha 8, cm lugar de Antonio Jos de
Magalhfics Castro, leta-seAuiouio Joaquim
do UagalbSes Castro
Na linha 31, cm lugar du encarnecido,
leia-seencauecido.
'l-utlicacao a pe) '00.
convenanle seria que o respectivo subdelegado da
Boa-Viilasyniicassedes.es Cactos, pastando a dar
as providencias que jolgar conveniente.
Sera' itto eamoiar .'lie boj. ama das coosas
bem dilHeail o poder comprar se qualquer objsrlo
lascs dos bomens enlre s o paganismoa ralis, i
que o bomem invenlou en pruveilo de stus gozos e
de toas iwisOes, t in|iira, e nao pude deixar de
iaapirsr as ine-mas rela.jes i opreosle da (rique-
za, a con-agrasao, a apnlhiu.-p du forra. A-sin, pe-
nal esla estranha religilo, 'la obra prima da lauca-
ra c impiedade do houi'in, eslaluleceu-se nu mundo
a mulher, ente phvsicame ile fr.io em relarloau ho-
niein, (ola primeira que i xperiinenlou eii,'|do seu I anda mesmo do' mais pequen vab.r. porqQelo'doO
rigor, os lerriveis .(Teilos do privilegio que a forra Irooo lem de-appar.cidn. ou anles malla genle o leu.
lu a si am pr.juizo em deiiimeniu da oecullado iara desl'arlt farmaremeiut aspeeulaclo.
>i samara ama aaerava, amallo mus esciava horneas a Itt mulberes que pagan) a case e t> praras
homein 111.111 I,, esla rabia na es- do corpo de pulira total SS.
J/orMi./u. ,e.-ltelae1u das pessoa. que ronia se-
pmi das uo ceinileiio publico desla cidade n i da -i
lo rorreule.
iiuli
A noadada da mulner sania, fas. o hornero Irom e fraqueza. Entre ludas asi
Mil.
Oh I qae bella heranta be ler urna' mulher de do qae o prprio
reroinpeiisa mais rira que o humero rravid.io; ella (ui aaUoro -i" ( nioilu mais om |a,
grasa
tut alma.
A belleza da melhor da
casa bem comu o sol
bellece o universo. Uo urna
J.sepha, parda, 5 meies, queda.
Cerina, proia, I amo, indigetlao.
tras de sing r.
J islint Iripliiua da Silva, prela, solleira, -JO anuos,
phllii-ii-.i.
Jotnna, eterava, prela, solleira, Uj annos, febre a-
mareil.i.
pode receber nesle mando pelas .as" aeses vir- fui a mais trale, a mais iu...a e maVi.odiaMi O
""tas. da. a uennsasn.
A mulher laala pa libeade he a grata junta a1 olla auai la le. indlMolobi.idade e saalidade do
>ao ha iheiouro que valha a easlidadede matrimonie qae dio i mnlher om ser proprio nina
,.m .i.... ., l"',i,,,Kl1) '?ue """'; has queaMaguramlhelRsaliia",prea,4metes, c
i'm alegra c embellece urna pstelo honrosa na I ,milia e nu E-lado e mo '
ni que nasce, alegra e ero- eooiiiiuem sua grandeza t. sua dignidad* Abolida!
alampada posla sobip unidlda do cai.msoto pe i polya.mia. uiiebra Ila im
um cindieiro sanio, e que radia sanlidale em lur.....niisucubilidade pelo divureio. pisada so. sam'lda
Art. como o, fnndamenlo, do ed .icio .,, ,., it ffSSlSi U^i^^At^"'''
sobre um terreno solida ale elemus. assim os man- par de grandes deveres ; ella be tornale um
damenlos de lieos uo corac.ao de urna mulher sania mnlo de prazer para o he meni ; urna ocousaa n
nolaabalaveit. mame patslva, despojada le tolo.....reilo i,,',,'''
A esposa diligente ha a enroa de sea aspo, e a lldepe humana, ao EU lo mino, decebida ale du u"
qua pralica acrOes vergonhesaa be a po.-lridao nos der de querer, de pensar, de ser pur li, lieitle pr
sauseseat. risamenteo qa. l-m acoulccilo de...... quaonaia-
A mulber sabia e.hhca de nada a sua casa ; mas nisino eapellra da familia a a anidado, a uidissulubi-
a insensata, pu, ycl ,i0 formar uina casa qu nlu lidade, a aanUdadea do matrimonio, e runverleu es"
existe, deatraa com suas mos aquella que ja existe, la grande in-liluu au dl\nia, principio e base da so-
Aquelle que aehou nina mulher boa. Bebn n bem cicla le. em um laclo jari manto humano, do qn il o
c recebera du Sinher um mananrial de alegra. hon.c-m fazia loda M can lices e lirava indos ,, r,-,^
Aq,e..equ..xpel,eu,a mulher vir.uu^sa, ex- vei.o,;u......... ^"^uS, ^MaM& m ,.ht\. .,,t,o" '' "^ 13
pelle o bem ; ma, o que relcm a aJollera, be um dous sexos, quasi comu tem lugar enlre os bruto- ': .......
laoemato e ara impo. c,m | .hlfereuca que o homein e.cravisava a mulher
Mo le aparles da mulliersurada e virluusa que te que Ihe tocava, du molo a pelo lempo que aprazia
coubo por surte no temor do S-nhor, porque a gca- o que o bruto nilo Taz nei i pode fazer. '
va da sua inude-ha he mais preciosa do que o ouro. Bem como ende o po- os uu est.id nmada e do-
di pas d.io casas e riquezas, pesesa aSeahorda' mesiico, a inalher er i apenns ama propriedade ama
propriarnenle urna mulher de pruiencia. IOOM parlieular DU mos do chefe ; assim entre
Uwaa da Biblia. os povos qoe se consliloiram eni sociedad civil, a
Nio ha lieiniuido coiacao amoroso, de espritu uiullitr tu uma [iroprietlade, urna cvusa publica as
Srg. redacto-es.-Se om todos os paizes ci-
vilisailos a mprensa he o nicio mais proma-
to, he o correctivo melhor a aquelles que
incumbidos do ramo mais bollo da publica
admn islracSo, cm voz do seren admirados
pelo i ovo p los- actos do jusli^a que devoro
pralicar, tornam-se dignos da amadnivorso
publica, tambera ho ella o maior incentivo,
a mais bella animar-So para esses mesmos
que revestidos de po leres graves sabm con-
ciliar os interesanda justiea com o bem es-
tar dos ci'Ulos. Istoho innegavel e funda-
dos oestes principios ho quj vamos ovar a)
loT-mioda publicidado o comportamciiti)
uo Sr. capitao Joaquim Francisco de Oli-
veira, lelegado desla cidade de ha ce-tos tem-
I os pira ca. Desde ja declaramos mo o ni-
co lim que temos em vista ho o de dizer-
mos i. verdade sem altenco a qualquer con-
siderarjflo, viste como nSo somos ,i,ig0i do
8r. r nao uliveira o que sentimos aqu
sumos ha pouco tempo e temos sido icsie-
mnnha do lacios que sem duvida devem ser
ornados c.im muita ttten^iii.
Vamos a elles.
Espalnou-sea noticia de que o r.vm ca-
puciniiho se acbava distante desta cidaie*
leguas, o que aquichegaria para pregar mis-
Mi -s. Immedillmenle o nosso dele
co:n un numero crescido de cavalleiros
se a presentaran! todos escolbidos por coo-
vita seu. so dirigi ao engenbo Minbocas on-
le se achara o Kvin. e alii nio o po leudo
logo communicar, pernoitoii,sendo tratado
pelo ligno sr. Domingos cotn toda a affabili-
adeeouvido sempre com muita altencSo
.No da scguinteao amanhecer teve o nosso
deli-ii-do do fallar ao llvm. missionario e
entrar em uina delica leza quo Ihe he tan ri-
nhec da o era phrasea expressivas
tem-Ihe vanos devrese o li
a aquello lugar. O llvm. missionario ,|
le o onvir .lientamente, dirigio-lhe esnVes-
soes do agradeciraento e gciontilicou le
que ma das depois A vista do
ESPEJO BE CASAS-
LEGISLACAO' DO BRASIL
CONSOLIDADO
(Pablica9<1.o do goverao.)
Ait. 661. Ninguem pode reter a casa
albeia,ou nella habilitar, sem consent-
monto do respectivo proprietario, nimia
'(tic teoTerora a pagar aluguel (Ord. L.
i- T. 23pr. c Ass. I- de. 2" de ullio de
1811.)
Art. IJj. Acabado o tempo do con-
trato, o iiKjiiiliiio nao p.ide embaracar o
despejo com opposic^o suspensiva, salvo
mosteando (|tte tem bemleitorias feitas com
expretso consentimento do senliorio, e
provaado-as incontinente. (Ass. cit.)
Nota. O oulro caso deaposentadoria
legitimamente concedida ceuou pela
lei das coitos portuguezasde o de maio
de 1821 que aboli todos os privilegios de
aposentadoria. Esta lei foi urna das reee-
bidas pela lei G' de 20 de outubro de
1823.
Art. 669. Anda antes de lindar o
tempo do contrato, o iifiuiliiio pode ser
despejado pelo locador ios casos scjjtiintcs:
S I Se nao pagar o aluguel nos prazos
da convenci, ou do costume do lugar.
Ord. L. 5--T. 21.pr.)
s 2- Se damnificar a casa ou della usar
para lins illicitos c deshonestos. (Cit. Ord.
ilmlein.)
> "r Se a casa carecer de obras c re-
pacos, incompativeis com a consei-varao
do inquilino, com tanto que acabados os
reparos, o tempo do contrato seja preen-
chido. (Cit. Ord. bidem.)
S- Se por caso novo e imprevisto, o
proprietario precisar do predio pare lua
babitaedo ou de seus lilbos c i raos. (Cit.
Ord. ibidem.)
Art. li"0. .Vestes casos de despejo nao
se admittcopposicao suspensiva do inqui-
lino, ainda mesmo leudo feito bcmfeito-
rias autorisaaas pcloscnliorm.
Nota. Ass. 1'de 23 de julho de 1811
as palavrasquanto a primeira referida
ordenacao,esclarecido pelo ce 8 (|e ju-
nho de 18lii,o qual di/.estes casos nao
foram exceptuados, nem podiam ser a'
vista de sua naturea.
Sla?iea>aie.
3:3C."i barrios farinha de trigo, 3() ditas
cera, 106 saceos milho, 200 caijaseloo
meias ditas passas, 180 caisas velas ; aos
mesmos.
llrigue nacional Maria l.uzia, viudo do Itio
de Janeiro, consignado a Almoida Gomes,
Alves & C.f nianifesloo o seguintc :
50 volumes barricas abatidas ; aos consig-
natarios.
10 ditas ditas ditas- ; a II. J. II. da Silva.
3 caixas rape ; a Seve o C.
2 ditas dito :aJ.J. 11 de Castro.
i-20 volumes pipas abatidas, 273 ditos bar-
ricas ditas, 250 barris e 51) meios man'ciga,
150 caixas sabSo, 5 ditas papel, 30 litas cn-
xofre. 30 ditas vinho em garrafas, 120 rollos
fumo, 2."i barris carne, 191 saceos cafe ; a or-
dem.
lliate nacional Capibaribe, viudo do Assu,
consignado a Luiz liorges de Ccrqueira, ma-
n li'siou o segninte :
139 1|2 alqueiresde sal, t!5 molhos palha,
28 couros salgados, 1 saceos c.-ra de car-
nauba, 8 molhos cutiros de c->bra, i pacotc,
+ garajaos e barris peixe salgado, 120 pel-
los curtidas, 2 saceos cera de aliellu ;a or-
dem.
Hiato nacional Invencivel, vindo do Ara-
csiy, consignado a Martius k\ lrniaos, mani-
fesiou o scguinlo :
147 caixas velas de carnauba, ico saceos
coi a de dita, 36 ditos gomina, 14 molhos e
mais 1885 esleirs, 1 barril azoitu de carra-
pato, 91'0 chapeos, I barrica calcado ; a or-
den).
Palhibole nacional Kous Amigos, vin !o da
Bahia, consignado a Antonio Luiz de Ol ei-
r Azevedo, minlfestou oseguinte :
1 caixio riscado de algodao : a II. Cor-
bson.
I barrica rosarios o missangas ; a Antonio
Lopes l'ereira de Mello.
1 caixao charutos, :l fardos fumo.2 bar-
ricas c 1 caixo obras do barro ; a Jo.lo de
Siqueira l'errao.
50 saceos feijao ; a Palmcira A BeltrSo.
2 caixOes charutos; a Jos Antonio da
Cunha ,\ Irmlus.
t dito ditos; a Jos Das Brand3o.
2 caixotes livros, 28j saceos feijao,." du-
zias de cossueiras de Jacaranda, 10 fardos
fumo, 10 ditos tabaco, 20 saceos lio de algo-
dato, 1 caixao chapeos de leltro. 00 caixi-
iihas, 3 pacotes e 33 caixoes charutos ; a or-
dem.
CONSULADO GERAL.
Itemlimanlo do dia I a 25. 97:9749302
'le, nos dias 5 c 6 de niaio proii.
"""ro- sob as eondic/ie* do decrein de 13
de luobo de 181$, e bancas idneas .ir- pea-
soas re.sil,,,,,. M ,.,!,,,,! q, prf|eniierH, ,
d.-M'r..o cuhii ^reiri a u'i.a hora da lacl
dos referidos Jus> habilitados nsimad.i
estyio ; ceno* d ajava asta arraaaairajati aera
por um, (ordou., ou psir tu- exaveacto,
acomecarcm d., i.. dr |d,hl) ulutt c^.
, forme lor convenirme fizcnda e a..* pre-
tendonii-s. I hsaoorara de faicaiaal de i
naoibuco 19 de f^verf,,,, ,)_, jK .
Iltplisla de Castro e Silva.
SMtfte?a -. <.
lie-'- -
mesma ra-.
liaiu do dia 26.
DIVERSAS
Rcndimtnlo do da I a
Idtm do dia 26. ,
..... :i:(hS'i;l7T
101:6581479
PROVIFICIAS.
25. 5:330*967
.... 10995301
5:4I0I96
DESPACHOS DE EXPOKTACVl) PELA sstiSA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
36 DE FEVEKEItU) DE 1858.
LiverpuulBarca iagltxa Splrit of llia 1' meto,
llenr> (iibsaii. 393 >srcos assucar.
UieakwaltcrUau-a iiiKlta .llisa Utaavca, Jamas
l.r.il.'ieo ,v C., I,'.100 taceos assucar.
Rio .la Pralallana litsiiaiiliola Hara, Arauaga
; llrvan, 50 pipas cachara.
P.i.-i.i llura p.Tiiifjn,/. iiDuarte IV>-, H-;-,\
Oliveira, 57 rasros rocl.
PortoPatacho parlagaas Promiilidao II, diver-
sos rarrfca'lnres, 6 caibroi e 121) casis mel.
Lisboa Briaue porluKoer Margarida, Ainoriiii
Irmaos, 20o .arcos assocar.
Lisboa Briniin rorlogoez Comante, diversos
carreciidores, 21,'! tacca. assucar.
LisboaBsrca portuuurza diraUdia, Ainorini Ir-
inilos, .'i saceos goinnia, T'i rseos mel.
UtboaBarca porlucuea -Flor de S. Simao, Car-
valho (V Irni.li.s, 1-2 rasros mel.
IlayieBaroa franeeca 'IVinunliocm l.asenc A
C, 831 courut tallados.
EXPORTACAO'.
P.iraliiha do Norte, lancha nacional nConctieUo
Mor das Virtudes., de 26 toneladas, conduca o -e-
uuiiil ::i(il volumes gneros estringciros, M sac-
eos arroz, lo ditos caf. 100 libras de cha' do Rio,
tl caixas velas de carnauba, 15 saecus millio.
RECEIIMiiilllA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 25. ... 20:4799080
dem do di. 26....... :(:'|,
23.-645S92I
CONSOLADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da I a 25. .
Id.in do da 26. .... .
IVI' suliltlegaci. di |
I re |'e Iro i,iini;;i|ves do Kecilu, |, ,|,
hendida ha das, a urna crinla, una asata
llauco do valor de tafaj: que-u si ai
coa direilo a ataja iiota,-aprrscnt.'-sc,
provando pienaaaeeMai >er aata, lh aava n.
tregoe, aatiafeitas a deapaiaa fan h.
coi s que se ten feito. Rectfa 25 d.
ro dciss --ii subdelegaste lapalearae,
alanoel Antonio .la Mh Vm
- Pela couladoiia da raniaia mum
desla cnlade. se f, / ublico, que a --poca
para pagamento do imposto inuniri a .
bre casas de iie;.icin, la- nos mezes de feve-
reiio a ni
tentar a conheciien<
luna .I,- r.-u la> i;.-rar. in-
ternas, o que se faz vublico para cu I
metilo de lados, i aartadnria da cmara mu-
nicipal do Recita 4 dr Cavwetr* la IttM.---
0 cmlador, loa.iuim lavare. Rodovaili..
-----A admimtlracao eral dos rslal rleci-
mentos de canda le manan f.^rr pitihc...
que na casa dos es^matoe nrrcisa-se d-, amas
de leite : ns pessoas quo eslivcrem
circumMa cia>, duiji n-se
quu_ Biliario c ni uuem tratar. Admim-
trarao (n\ dna eaubnieciaaaaittia .leran-
dade I8de leveriho re |ajM .. i ,-,,ivio,
Antonio j,.. Gomes da I
- Aadoiinislrar:
mentos do candade manda I
que no da 4 do proximu fuluio mn d*
marco, na casa dos cipoMos. B*|m io hora.
da maiih.",, fr-se-ha pagamento a. rrspsT-
Uvaaaaaaa das mensahdades venillas .1. a
ultimo do correle. Adminislrtco prral
dos eslxbeleeimentos de candade 2 de i
rciro de I85SO escrivao,
Aulonio Jos. CtjajHa dn (orrrin
INSI'IXi.vO' 110 ARSENAL DE MAhIMU.
O arsenal de in.nnl a rompra os lu-guintes
obj-ctos para supnnirsito do alnio\anfado :
ac em verga, apulhas Je lona brim. aga-
Ih.s de palouiba, Cera 1111 arrhole, eadaren,
caivetes de aiiarar penan, lio de vela, arn
de linhaca, lapis, pivgoa de cobre -le forro,
peonas d ac, papel almaco de Imlm hom,
saceos decouduccio. taitas de bomba, de
ferro, tinta branca di ?inro. dita de chum-
bo, linha alcatroada, merino, D lorci.lt-
fancezas para candi iro : os preieiidn
avena dos ditos oljectos s5o romitia
pelo I lim Si*. B(MCle* a aprex-nlarim as
suas prnpnslas eactrtai Inhalas, nina,
eomp' tenl.s amostras, ne-la secretan., i ,
da 27 do crtente mez alees n horas da
manh'ia, cuque aa Un tuara a compra.
Sccretrria da mspecc,"io do arsenal de aaa-
rinha do l'eniambuc ein 22 de revercuo oe
1858 O secretario,
Atexandre Rod>gnea oa anean.
Por aata anbatalagacaa aa fz paiMii a,
que se arbam depositados il.iis ravalli.,
un. rrmcllidu por l.ui/ Ji.-e Cosatalva
Lu, negado em sana lavaaaraa, mmin
mellido pelo inspector do barro, que fi pe-
gado sem (onduetor ; aanfaj queni se |ulgar
com direilo compaieca. que provan lo le-
galmento iie sera enln-gur*. Sablesaaraea
da frepue/.ia do Alngado 24 de fevrieno
de 1558. ~ O subdelgalo, i.orgomo Pa. s
Harreto.
Pela su.TTitrn Icncia di companhia
da estrada de forro do Recie a S Frene
avisa-se a qaaaa intaraanat ataes, ajan
mente ate duas horas da tarde dos das n(. ia
se iranquea o escrii lorio para a robranca
tos diviJimios das accovs, ou para oulro
qualquer negocio i-xlcrno rom a mesma
companhia. llecife 38 de fevereiro de 1858.
Pela secretaria de p iluia se faz publi-
co, que foi preso (.ca delegacia do termo da
i.oianna, e acha-sc recoihi lo a respectiva
cadcia o prrto t.lrmcnle, quo diz ser eocra-
vo de Jom- J ifiiDe Tasso, morador nesla ci-
dade. Ruliiio.Vugi.sto de Almida, s r e-
lario.
67K138/8S
;i:li"Ml!HI,l
7048
f&&
>1 '
a do
que
palo i-
m que o tra/ia
s a .lose, hraii-o, IS mezes, cnsul
in-iru- francisco de Oliveira, brinco, tolltiro, 25 annos,
Ii'hre araaralla.
Ignacio Dias 1-erreira, pardo, viuvo, ~S annos, p i-
r.lv -ia.
. as i rmeis, o dos Sanios, pardo, cisado, 25 anuos,
phlhisica.
Jovila, prela, ollrira, So annos, parlo.
Uigael Anli.inj'i de II uros, lira neo, tolleiro, 30 an-
uos. heDalile. clir.iniea.
3fal4tfOtiro mtWi'co,Maloo-se no dia 2 para
Ricardo Roinualdo da Silva.
I,Ol de l.'n-iro........
Uoraira de Uaadaarja......
/1 Tavare. ..."......
tillarte........
Lnloaia de Sorna Queiroz.
li i^.
ao,
re-
80lveu o brioso militar, o magnnimo dele- !
8^.vollar Para ama cidade, tendo pelos
aniiulios tomado un. numero avultadissi,,,,.
a'iilil.S'iq!ie ,0l,,uzitia M "ossos matutos
'! c n "o mato Po lemos di-
fu II, 'i" U",,' C0rreS0 Je tacas a tal
"T nuJ c"nl dinteuldade s^ encon-
iia um ue.sses nomens com fac, ,1, poata 11!
'erer.porem he a pura verdade.
Uegandoa esla ci la le o Sr delecado
do e' oVl",S c,l",'-"", nvm' >" S
oeicaminh, lomado pelo mes,,,, dele-
mnbv5dC,eg^0f0, P>0'ro a dar o
'Plode respeitoe deveneraedo a reli-
8 a 'iue profeasamos. Comp-reccu to-
aos is das e quan lo ordenou-so o carrees-
melato deipedras para ediucacSo de um co-
mitcno ella juntamente cjm sua Exm so-
ntiora se apresenlou depositando emo lugar
destinado a sua pedra o de sua citara espo-
sa, qu por lodos era admirada o falla la do
He m 'do : olbem a Sr. do dale
l.M CA'n DESTINCTO.
Os principaos babitinles do bairro de
Westroioster em I.on Ircs, colebraram cm um
um dos das do me/, nltimo um mneting,
com o lim de prestar um teslemunho de gra-
tulan a Bill, pelos relevantes servidos que
tem prestado em casos de incendio.
Ui! receben da naturoza um insUncto es-
l.....ial, pelo qual condece ainda ein grande
distancia, o sitio om quo o fugo comega a
ilesonvolver-se.
I.ogo que o pnreobs, da o grito do alarma
e excita quantos encontra que aecudam
Com ello ao lugar do perigo.
Com una coragem extraordinaria entra na
casa incendiada o e tos alim do ver se descobre alguma pessoa
exposta a ser victima das chamas.
Se a doscobre o recondena quo as suas for-
cas Ibo nao pcrmittom toma-la nos hombros,
corre logo a chamar liguen que o oossa
l'azcr.
Dtsslemodo lll tem Uio a feliciJado de
salvar a vida a 75 pessoas.
O meeting decidlo que ello fosse brindado
com um collar do prala, on le s lesse urna
inscripcao que recordesseo sen herosmo.
No da seguinte, Itill sabio a ra adornado
com aquella prenda, sacudindo a coleira e
ladrando do jubilo (liante das pessoas que
encontrava.
(jtNae .
Navios culiados no da US.
Baha6 alas, barca bratlleira .i.Vinehaa, .le 2i:l
lonsladas, capilao Francisco R. Pires, tquipasrin
10, c.ir,(a charatM, feijao e mais geueros ; a An-
laaia l.uiz de Oliveira AeveJo. Perlence a
15 i!na.
Ilhas Saadtvleh92 diaa, galera ameiicana .Marx
L. Salloaa, de 1.447 lentladaa, capitao C C. Sts"-
soii, aqaipsgem 36, carca !),0(W barril eom aserte
He pene ; ao capllSo. \'eio refrescar e segu para
New-Badford. Perlence a Mjslec.
Rio Graade do SalSO lias, bris'oe hrasileiro n>
ntaeaaa, de 185 laactadaa, capillo Joaquim M.
Meirelles, aqaipagem 13, carga 'J.ilOO arroba da
cariir ; a Amoriin lrmos. lVHriice ao Rio
Grande do Sul.
N*io sabida no mesmo di.
l.milItricuc inale Enlerpnse, c.qulfioj. Ilri-
Slio, cari;, assucar.
PKAC.V DO RECIFE 26 DE FEVEREIRO AS
HORAS ua TARDE.
CotacOe. oflieiaes.
Descont de lelras 1 -2 O|0 ao aiui".
Assucar na-cavado do Canal29640 rs.
Frele para o Ciaat27|6a5 0|0 por (onilada
.atacar.
Assucar mascava lo2S800 por arrohs.
I'. HorL-es, presideute interino.
L. Duliiurc Jnior, secietario lulerine.
de
comocarregou pedral e o capio
quo bomem assiin he que tolos de
I lo
Oliveira
_ devem fa-
l'.mlim ro tal a mancira pala qual so
; portou o Sr. capitSo Oliveira, que o mesmo
Total.. Zl bai.litro) missionario tove occasio de em suas
au dc,aii ac amii/i/ii. prc.iics fur ver ao poyo que o bou delega-
. CVMIIIOS
sobre Londres, 21 d. por la a 'JO d. v.
a P.iris, 110 rs. noni.
a Lisboa, lio |(2 a lis parOiq.
ra PO- Descont de leltras, 12 a 15 ,ior cenlo.
314)000
ul Ku(Incas he.panboUs.
lillas mexicanas....... Itl^ooo
Per;as da 6>400. iT-.ioo
Modas de UoOUU OJiOO
Hilas de 20a .... 2H95U0
PR.Vl.V.l'.ii.icoes nrasileiros. l'^in)
Hilos coliimuarias. %
Dilo. uiBiicano. 1;.m)
OBSERVACOES METEOROLOGIC VS.
/Jia 2ii de feceretro.
3 l enlo. Tktrmomelro k g
i 1 5 b.
O o ay B o
= -3 k.
*- ss a _ s 0* =
- ^ a =?>
=i V 0 2, Bb

' la ni. Cuinulus N Itec. 6,6 'I 3 S)- 7l>
) > B E>E 27,7 i-> -i H2 n
l|2 dia 0 > Jt 2'J,i .' 1.". H> Hio
Idal. Cirros 0 2K.K 21,1 H8 Si'
(1 a o 1) ti 27.7 22 2 s_>' H'J
A noile e-lew nulii.) u e hau\e . chuvj, e
o vento VHriavel no miatlranle lo SO. <> lirirornelro
anda da' o lempo vnavfl. O ni M Hll vulla piro
o t'i|niilor paso t i-l.i p.iralk'lu tlia -js a :t boru i' al" (ti ni.inii.u.
Obwrvatorio do .n-cn.d demarinha SAd fevereiro
le is'iS. Vivffeu Jnior.
riHEiviriR
DR
SANTA ISABEL
AebMda aa o emprrrai ia de.le lliealro da valla da
ua Viaaaai H Rio dt Janeiro, lem honra da aa-
noncinr ao rtapailaval publu... ,,.,, val daa esa
os seus Iraialhos senneot i.e-u mr.roa nm.na.
cojo da tera' fixado c( in o piosraataia do aspee -
taeulo.
No enlanlo previne 11, ao publico qua te adiara
le- le ja tbrrlat as H-sLiul.ras para caaiarolt. a ca-
denas, leudo os tciihures a>iie,nanlet tniici mb>-
lerenri.i, ptta o qua Ao rosados a mandar ioei-
cripiorio'o Ihealro filecliiir ai dii.t Ba.1ae.BlBIas
alo o dia teil.-feir. j( dn cnrrtnte, so meia-dit. a
dessa hora im dianle t .h pora' det qaa rettarrm.
As eaaatltttj das a.Hicnalerat silo t metras da
(riineslte pastada, tata he, por I.' e 21 iBlllli. (anda
ot primebos (i le ahile e ut tecundos iu .pacas
adiaalaslat.
Os especliculos erar sempre variadet a satera!
lados do canto il;.|i.no, par. o que lem o SBIBBBIB
rio contratado rs rsntores segundes :
A Sra. AagalIBa Remorn.i. rondalfa.
(I Sr. I,ui Ua llianehi. Iitno profundo.
O Sr. Aulonio l'.i lovam, i>rinio-bar; lono.
() >r. I.aidga llariaa, lear.
OSr. Bentaaaaatali h,r>l"nr.-holTj.
Os mais lu I 11 lactB de oprrat tcredil ,|js lera
por estes aitisiat exaralaJas com a peiicir.i que
lana astlaaaa aa aaaasalaalat uiusica,,.
Ateas disio aspara a aattasaria no prxima vapor
dous artidat drtmalicot que coolraluu na Rio de
Janeiro.
Com lodos este esf.ircos, para bem eampnr ni
seus derere, jole.i BBIpraiMie merecer .1 pn.lrr-
r,io e rniieurreiiria publica, sem a qual pvr cen.i
lira' de itr Inulili-a los lodo os seus bou, dstejo.
I.1 RECITA DI taVraUuBM
EMPREZ.\(lGRMANO.
SABBADO. jt ni: PEVBRBIRU I'K i
Depois de uina hrilh.n It s>mphoina Bala orrh,.lrj,
tabira' a' srena o -nn.lt a | paralo... raaaa eaa
"i .icios e um prolug, shuikI fraaaaa

iMfM#.
- o IIIni Sr. inspeelor da Ibesouraria
provincial, em rumprimento da resolueSo
quonodia 18 (lomaco prximo vinduuro
vai novamcr.te praca para ser arrematada
a quem por menos lizer, a obra do segn o
lanco da raniilicac,3o do Japomiti, avallada
em 10:S80500.
E para ronslar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo l>irio.
.Secretaria da Ibesouraria provincial do
Pernambucn'2-> de fevereiro de 1858.O se-
cretario, ,\. F. d'Annunciae.'.
Pela inspecgo da all'anJcga, se faz
public'i, que no dia S de marco, depois de
meio da, se ha arrematar a porta da uu -m*
repartirlo, sendo arrematatja i liv-re de di-
rcitos ao arrematanlp, urna volta de ouro
eom o peso do 9 o meia oilaxas, uo valor de
7;."0 rs apprebendida pelos guardas da
barca de viga, Marcelino Antonio > Ivs de
Carvalho, e Francisco Xavier Kolrigues do
jIOi Miranda, a Joaquim de .Soma Silva Cunha,
passageiro do vapor ingle/. I'eviol, vindo >la
I Europa em outubro do auno passaJo. Al-
0 CASTELLO DAS 7 TOMES.
:i2-oiki
sroou
'2*100
PERSONAGENS.
0 Ktaaral Boaaparaa. .
Cari nel llon.h.rl ....
I. same.ilo ....
Al.llak, Rovcriiador do iflello
ila- 7 Iones.....
11 lellSe Sala III, .
IS.-.1C, u.leo.....
- v un.....
Kaled.......
Malheu-.......
Uorier.......
Melada.......
Kan ala, a louca. .
Sai 11 m ir'-. i avo, iaaiaaraa, ci.-.
Aacraa i i--e, a presaga aa Enala. aa \
aclot na lurquis.
ni-.N'iMN ,i io |)OSACTOS.
Prol so.A i iri la e haicjae,
1.- aclo.- A casa lo Jodru e o ioeen,l,e
J.- arlo.(li pn.'.,ros (ncete.
:i.- .ele.o recr-ihecimenlo.
I.- aelo.A pitas de saaeue.
j.- acio.-o liiaupUa das armas friaceas.
Silvestre.
' -eim na.
I. i ii.lik e.
I rabee.
SaaaM.
I'nilo.
Saala I.
Raaaa
S -e-lre.
I'. Manala.
li. J. anua.
(
r
mi itii Ann
II
i\/r-i


DIARIO DE PERXAMBUCO SAMADO 2T DE FEVEREIRO DE 1858.
V
V

F.poca1799.
Os bilhelea acliarn-se a' venda no escriptoiio do
Uieatro.
%P*t>* J*.
s
toldas------V. i- -
Para o JRto
de Janeiro
O brigue aMaria I.uzia capil3o Joao da
Silva Moraes, vai seguir eni poueos dias por
lera maior parte da sua carga preparada,
para o resto poJem os proteo iontes enten-
der-so com os consignatarios Almeida lo-
mes, Alves& C, ruada Cruz n 27.
companhia
Brasetr* de paquetes a
vapor
O vapor Cruzeiro do Sul, commandante o
capitio de mar e guerra Gervazio Mancebo,
espera-sodos portosdo sul em soguimeuto
aos do norlo at o dia i de margo. Recbese
desde ja passageiros, frete dedinheiro e en-
cotnmendase engaja-so carga que o vapor
poder cunduzir, sendo os volumcs despa-
chados com antecedencia al o dia 3 do
raesmo mez : agencia ra do Trapicho n.
40, pntueiro andar.
T ara o iio gran-
de do Sul.
Segua at 8 de marco a escuna nacional
Zeloza, que loma algunia cousa a frete : tra-
la-sa na ra da Cruz o. 49, escriptorio dos
consignatarios Isaac Curio & C.
Para o Rio de Janeiro scfjue cm
poneos dias a barca nacional Adelina,
por ter a maior parte da carga prompta
na rao resto trata-te com os consignata-
rio Basto & Lemos, na ra do Trapiche
n.7.
Para a liba de S. Miguel,
pretende sabir com niuila brevidado o muito
velciro briguu portuguez Oliveira,.teni mais
da melado da carga prompta : quci no mes-
illa qtlizer carregar ou ir de passagem, diri-
js-sa a Jo3o Tavares Cordeiro, na Iravessa
da Madre de Dcos n. 9, ou a ra do mesmo
nomc ii. 36.
Para Lisboa pretende carregar e sabir
com a brevidade posarte!, o brigue porlu-
guez denominado Margarida, por ter urna
parle do seu carregamenlo prompta : quem
no sobredito navio quizer carregar ou se-
guir de passagem, podo contratar com os
consignatarios Amorira lrm3os, ra da Cruz
n. 3, ou com o capitn Thoma. Augusto de
Oliveira, na praca do commcrcio.
Para Lisboa pretendo sahir breve a bar-
ac porlugueza denominada Cratido, da
qnal he capiliio A. P. Borgcs Pesian, para o
que tem parte da carga prompta. O sobre-
dito navio oflcreeo bous enramlos para
passageiros, como para os senbores que no
mesmo quizerem carregar quaesquer gene-
ros, para o que se rde couvencionar com
Amorira Irm os, ra da Cruz n. .'{, ou coin
o capilSo Peslana, na prac;a do eommercio.
Para o (]e:ir,
Marajuliao" e
Para.
Srjue com toda a irevidade poi ter o
maior parte deseucarregamento promp-
to a velona barca nacional Luaitania, pa-
ra o resto djt carga a tratar com os seas
cons gnata ros Tao I rmos
Para o Rio de
Janeiro.
A laliir neslesdias o patacho nacional
Auna, para o resto d; carga a tratar com
Tasso limaos.
Para Lisboa pretende sabir cora muita
breviJadeo brigue po tugue/, Nova Amiza-
de, o qual lem prompto urna parlo do aeu
carregamenlo; para o resto quem quizer
carregar pode eutendor-se cun os con-
signatarios Amoriin IrmSos, ra da Cruz
n. 3.
.x

-'ii-
ESTRADA DE FERRO
RECIPE A SAN FRANCISCO.
No da 9 de fevtreiru crreme priociploa o Ira-
lico de paatagtroi e Reliaros na tercio desla estrada,
compreliendida enlre as Cinco l'ulas e a villa do
Cabo, e as partida* dos liens sSo recaladas pela
seguiute
TABELLA.
Do Recite para o iulerior.
Partid. N. |. N. -'.
Das duro Punas. Blrar. da mal. S I, da larde
Afosados :) |.V i, 5 IV b
Praceres. ;i :io' o S 30' b
l'onle/.inlia. 9 5ff 5 ">"' B
III .... 11) 10" B i; io"
Villa do Cabo. 10.MV :> b
I> inlciior para o Iteeile.
Partida. N. 1. N. 2.
Da villa do Cabo 7 bor. da mal. 3 li. da larde
Hlia .... 7 0' 3 20" a
Ponleiinlia 7 tO' b :i io'
l'razcres. S horas t boras
Afosados. S I.Y B 4 IV
Cinco Puntas S W i 30' %
u* precus de eouJuccao de pa'sageiros 3o os
eguiule:
1.' Das Chico Ponas a Afosado. Ktlf] Cl ISSES. 2. :i. 600 :M)0
" Praaerea. 1-Mii 18200 i,i ni
Pontezluln J-Ni" 23100 IS060
:-;imi o^MO l-jod
"> i i Jgfl ni la.".....
soo :inii
1*200 900 160
-'-Lili 1 .i>< 900
39200 25,00 15200
i-iiihi :i-iih,i ijjoo
COMPANHIA
de paquetes inglezes
a vapor.
At o dia 3 de marco espera-se um dos
vapores desta companhia, o qual depois da
demora do costume seguir para o Rio de
Janeiro, tocando na Baha ; para passagei-
ros etc., trata-se com os consignatarios
Almsou llowio 4C, ra do Trapicne Novo
n. 42
P*R\ LISBOV
pretende seguir viagem com brevidade, por
ter parte da carga prompta, a barca portu-
guez* Maria l-'eln, forrada e prpgada de co-
bre, de primeira marcha, capitao Zcferino
Ventura dos Sinlos : quem na misma qui-
zer carregar ou ir de passagem, pJe con-
vencionar o frete e passagens com o mesmo
capitSo. ou com Luiz Jos do S Araujo, na
ra do Brum n. 22. Adverte-se que este na-
vio tem duas cmaras o grandes camarotes
paca passageiros, alem do un grande cama-
rim separado para urna grande familia ;
quem pretender, pode examinar com anle-
cedoucia o dito navio.
PORTO.
Pretendo sabir milito breve a barca por-
lugueza DuartelV, por ter melado do sua
carga engajada : quem na mesum quizer
carregar, ou ir da passagem entenda-se cum
os consignatarios Bailar 4 Oliveira, na ra
da Cadea do Recife n. 12.
PORTO.
O patacho portuguez Promptidao II. da I.
viagem e 1.* marcha vai sahlr com umita bro-
vidade por ter mais demetadede sua carga
prompta, e para o resto e passageiros, aos
quaes offere.ee asseados commodos, trata-se
corn Lilas Jos dos Santos Andrade\\ C na
ruada Madro de Dos n. 32, ou com o cani-
liio na praca. F
Para Lisboa.
O veleiro brigue portuguez F.urico segu
com presteza, tem parle do carregamenlo
prompta ; para o resto e passageiros, para o
que offereco aceiados commodos, trata-se
com o seu consignatario Antonio I uiz de
Oliveira Azevedo, no seu cscriplorio, ra da
Cruz n. 1, ou como capitn Luciano Alves
da Concedo, na praca.
Para a Baha.
A velcira e bem conbecida sumaca nacio-
nal lloitencia, pretendo sabir com muita
bi evita de, tem a bordo metade do seu car-
regamenlo ; para o resto, trata-.e com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n t.
.S0 l)E LIMA mjNS.
DAS K ASO IIOHAS DA NOITE,
para as rrssoAs
Ol: NAO POIH niKQUENTAI DE DIV
.lose Soaresde Azevedo, profetsor de
ingua e lilterattira nacional no fjynina-
sio provincial de Peroambuco, temaher-
to em sua casa [i.iteo do Collegio n. 37,
segundo andar, nm curso de hngua tran-
ceza, espeeialmenle dedicado as pessoas
lo commcrcio c onlras, (pie descj ndo
conbecere fallar esta lingua, a nao |>o-
demeom tudo estiula de dia. A inscre-
ver-se na refer Ja residencia, a qualqucr
hora da tarde.
Grande hotel do
Cabo.
No grande hotel dj Cabo acliario os
admiradores do bom ;osio todas as com-
modidades precisas para beui passar-se o
lempo naquella amavel villa, urna grande
e bella cata decentemente moLiiliada, com
bastantes salas-eipiarlos para cuides la-
millas, decentes e abundantes iguarias,
bello banho, ptimoj irdim.uma banda de
msica militar endura' o intervallo dos
mais divertimentos. (I vapornos domingos
e dias sanios partir' desta cidade a 7 ho-
ras ein ponto, e voltura' da villa do Galio
as da tarde, qualquer pessoa ou familia
que quizer alli pernoitar adiara' todos os
precisos commodos para bem passan
Nada tem poupado os proprietarios dodi-
loestabeiecimentopara bemagradaremat
pesvKisqueoqueiram t'requentar. Os bi-
Ihetes do hotel do C ibo sciao vendidos
nesta cidade na ra estreita do Rosario
n. II e assini contos da passagem para
o vapor, isto at os sabbados as horas
da noite e nos dias santos na ves|>era
as mesmas horas, o preco do hotel nos
dias domingos c Santos cada pessoa almo-
co e jantar li.S mesa redonda sejn bellida
alguma, e para familias o (juc se con-
vencional-, tanihcm encontrara' a boa ra-
pazeada solvetes leilo de bellas fructas
sendo este ultimo separado da qtianlia
marcada para o jantar e almO^O, ao pc-
eo de 500 rs. or cada um, nos dias sema-
narios as pessoasque frequentarem o ho-
tel pagaro na razio do que gastarcm,
BEGUL^M^TO
oo
Hotel do Ciibo.
Artigo 1. lie prohibido a toda e qual-
quer pessoa o ingresso ueste estabeleci-
monto Scm <|uc paia isso lenlia um lii-
lliete, o qual sera' rubricado pelo proprie-
tariOfCujo bilhete lera' o numero igual ao
da cadeira.
Art. -2. A hora da comida sera' nn-
nunciada porum fbguetede bomba real,
Art. 3. No almorp lera'sol do eineia
garra la ile vinho par. cada pessoa : bem
como cha', cafe, bolachinlia, pao, mun-
teiga e queijO. No jantar havera' cune
de vacea, presuntos, gallinhas, pirs,
guizados de dilleentes modos,c de vinho
sera'a mesuia quantidadc da do almoco,
para sobre mesa queijo, doce e fructas
que conforme o lempo se poder ar-
ranjar.
Art. Ningucm podera' Icr ingresso
nassalas da comida tem primeiro dar ao'
porteiro o seu competente bilhete.
Art. 5. As pessoas que nao tiverem
bilhctessseaoadmitlidasse por ventu-
ra houver lugar; c cuso nao baja ficarSo
para segunda mesa a se sabe pagando.J
Art. li. A bebida po qnalqucr pes-
soa quizer alem da marcada cima tan-
to na horada comida como depois, pa-
gara' o cpic Cor de razan.
Art. 7. Para as familias haverao sa-
las preparadas, bem como a comida.
Art. S. Os bilhctes estarao expostos
a venda ale as S I oras da noite de to-
das as sextas-feiras.
Art. nico. <> prsenle regulamrnlo
sera' cumprido (rnente nos dias de do-
mingos e santificados nos demais sera*
por um ajuste convencional.
Na ra das Larangelras n. 10, precisa-
so de una ama secca, que s ja velba, para
comprar e coziobar.
OBO-d-:.:.:.: ;.;
CONSULTOBIO I1OMEOPATIIIC0
2S ni las l'rnzes 38
y ;':
Jk Ncste consoltorio acham-se sem- 2
w pre os mais acred lulos n:edicamen- Sw
Ji? tos tanto em tinturas como em glo- i$
liba
Cabo. ,
Da Tilla iln Cubo a' tilia ....
a riit?ziii)ia
i> Prazcrp. ,
) Aogadea .
>i C. Puntal .
11' liillmlc para Ida a volla dentro rte 2i boiai
ou de is hurai >o nellas *e omprehcudcf domingo
ou dia do -ujrJ.i iaa ven lid i. pela tabella M-
-IiiiiIl' :
CI.ASSES.
I. 2. 3.
Das Cinco Ponas a Afoeado*. 19200 900 160
o Praieres 2g400 1>MHI iiki
Pnniezinln i.-jmi :i-r.n l-i.i
' IHia.....-Mili 3GO0 i.-vun
" V. do Cabo. 1^000 I5.VM) Stb'JO
Di \illa do Cabo a liba.....1-JiHi !XJ0 "'(io
<> 11 Poolailoha. I*8U0 13360 680
>< l'razrics .'-lilil SffTOO'ltfHiU
AfoRadoa. IjSOO 3SOO0 {800
C. Ponas (i-IKHI 1>MHI J;-2(i0
f. li.Btici bilhele Dio f>) lrao>frnvei.
Roga-M nos senderen p-ssaaeiro- que venhain mu-
nidos de truco para pagamento dns paatagaBa,
Os prceos i|p transpone de iifiirros rio Psnla-
do em ronformidada rom o deeiel.i o. -_',ul i)J o-
verin Imperial, ja pablfeado nenie lliarion.
As pa'aoaa que quizerem bilhrle de e-laeno qoc
dio clireiin a lila e volla em lodos os I re DI. poden
diriuir-se ao eirriptorio da compauhla, 1 m do Cres-
po 11. J ou as lislires das Cine. Ponas oo do (. ibo,
onde se acharSo impretsoa, ronlendo Indas as infor-
in-res neeaiiariai ^bic o transporte de paiaagaifoi,
gneros, ele.
A eempanbia se cncarregara' ra (nlreja de eene-
rni em qoalquer poni dos baiiroi to Itecife uu de
Sanio Anlonio, ao prejo de .".() rs. por arroba (iiun-
ca receben lo unid qaanlia ioferior n 500 rs.
Pela saperiolendancia di neiroa estrada de Ierro
se faz publico o tegoiiile :
i.iue o< panageiroi deven aebar-te as estacoes l'i
minuius antes do lempo mareado para a partid, dea
Ireiif.
Oue soas batai;ens devem trazar escriptos clara-
pessoas a quem perlenceui, e
mente os'nomos ras
para oade se drslinam.
Iiie as familiasqae quizerem srr cciiduzidas 4aM>
lacoCa intermedias de Afeados, l'ra/.eres, Ponlazinha
liba, para o Reelfa oa para o Cabo, devem avilar
eom a anlicipteSda um Irem ao encarregado, aliui
de pederem cantar eom lugarca lalieientea.
Jue o* seero, que tem de ser transportado* --
rao reeolludos ras e-lares desde (i horas da manb.ia
ale (i horas da larde nos das uleis, o cada volunie
dse ir com marra, numero o lunar de seo destino.
(Jne aos domingos e das Sanios de guarda s.i ha-
uin Irem para paisaaeiros que deve partir da ela-
( das Cinco-Ponas a 7 horat da manbaa, aa
do Cabo para o Racife a* .", horas locando lias esla-
roes inleriiiedi's as horas aeguinlea :
Do Itecife para o interior.
I'arlida. Manie.
(.inro-Ponlas. 7 horas..
aposito c!5 se-
merites do hortalizas
i 6.2.
Na ra da Cruz no Recite, arino/cm n. 6-3,
acabo de ebegar as mais acreditadas smen-
les i hortalizas das seguidles qualidades :
ervilbas do Angola, loria o direila, loij.'i.i
carrapato, pinlasilgo e roso, tomates gran-
des, alface alloniaa e ropollio a salea, coen-
tro de touceira, salgas, rbanos o rabanetas,
brancos o encarnados, cenouras, cebla da
Setubal, rcpolho, segorclba, couves, tron-
chuda, saboia e lombarda, nabos brancos e
encarnadosf chicoria, pinpenela ; e am
grande sorlimcuto das mais acreditadas se-
mentes de lloras para jardim, como sejam
reinu?as de dilTorentes qualidades.
I Consultorio |
8 CENTRAL HOdEPA-H
THICO.
9 RA DE SANTO AMARO, Q
'.'j (.Mundo Novo n. (i) >.'j
,*|j <> lir. Sabino Olegario I.odrero Pinho ._
^x dconaullaa lodoaoa diaa uleis, deadeaH _';'
x horas da manlia a* :! da Urda. Oaeonvi- Q;
) laapara vizilas devero ser dirigido! i>or -.
f\ escripto. Os pobres sao medicados gratui- '*%
' lamente. :
..*- .- .-. .. ... ... ... ... ... .. ... ...
,-. ..:..:...-..;... .. .... ..^..:
SEGURO CONTfiA 0 FOGO.
^Miraio a ># -it
u
.
til
n%3#tt^
i
RA DA'CADKIA, DEFRONTE DAORUEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde soacham sempre os mais acreditados inedicanieiilos tantoom Unturas como
m giobulos.a preparadoscom o maior cscrupuloo por preqos bstanle cornuodus
PUL COS Fl OS
Botica do tubos grandes. lC/uOfl'
Dita de 24 a ir,tooo
Dita de 36 > a 20jooo
Dita de 48 a 25j>000
Dita de 60 a a 3090W
Tubos avulsos a ...... leooo
Frascos do tinlurrsdemeia onca. 2M00
Manual da medicina hoineopatbica do Dr. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina ; a 2000*
Medicina doaeslica do D*. llenry......, 10/o0S
Tratamenlo do cholera morbus ..... 2/000
Repertorio alo Dr. Mello Moiss........ eoO
* s
Bstabelecida ciii Londres,
im marco de )}2'i
CAPITAL
CIXCO MILHOES DI. LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brotiiers & c. tem a honra de
informar eos senhoies negociantes, pro irie-
tarins de casas, e a quem mais ronvier, que
estflo plenanienw aotorisados pela dila com-
panhia para eOccluar seguros sobre edili-
cios de lijlo o pedra, cobertos detelha, e
igualmente sobro os objectos que contive-
rein os no -sinos cdilicios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas do qualquer qua-
lidade
Folhhih s di
aimauak.
A focados
Vrareies ,
Pmile/inlia .
Ilha .
Villa do Cabo
Partida.
Villa do Cabo
llli^. .
I' i l.'/inln .
I'r.i/ires .
Afogadoa .
Cnico-I'ii utas.
Do interior para o Recite.
li miniiios.
:)
.MI .
i) n
:0 u
Tanl
. 5 horas.
20 ni nubil.
40

6 a 1", ii
Adverle-se que os tullales que nao forem
signatura ni se venJeni Dai estacoes.
de. as-
Acliam-se a venda na liviana nt. li 0 8
da praca da Independencia as lolliinhai
com oalmanak administrativo, mercan-
til e industrial para o auno de 1858 a
iVrs. cada uma.Tendo o preeo do tra-
liallio Is porriaiiliieo subido mais de til)
* I'F.IIUAS PltKCIOSAS-
;
Adereros de hrilhanles
f diamantes e perolas, pal-
* leirns, alfinelea, briui
^ e rozelaa, bolOcs e aunis '
* da ditTcrenlaa ^o-iu- o de
\ livcrsai pedras de valor.
tSI -A k
ik li #i'ar:3r
Ra do Cabuga' n. 7.
vocebetn j>or to-
OCHO K PKATA.
Adereros cmplelos da '^
v ouro, meios di'ns, pulsei- sSj
ras, allinele<, brincoi a *
rozataa, eordoa, irancel- X
lina, medalhaa, earreaili i -
:' e enfeiles p.irav-relogio.e S
oulros mullos objectosde T
<'*> vi >?;!
ae Lisboa, as quacs voiidem por
pro o (omm'Moconi Oefronto a ordeui tercei-
ra de S. Fraucibco
CONSULTORIO IIOMEOPATHICO
DRP. A. LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
!,-.s e pralica qualqueroperacSo decirurgia,
assim i'iiio.accodo com toda a promptido, C.aimo, e continua a ensinar a locar piano e
f'rofessora de
piauo e canto.
Uadamesella Hanrielte Cari de La clia-
ri., discipula premiada msica de Pars, mudou sua residcn'cia da
ra da Cadeia para a ra Nova, sobrado de
tres indares, esquina da na ia cmiba do
as pessoas que precisarcm do seu presumo
para o servico de paitos, praticando aso-
perasjoes manuaesou inslrumeolaes, quan-
lo nao possa conseguir resultado por oreio
da homeopalhia, que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que pareciam insupe-
raveis.
Na liiudieao da Aurora precisa-se
de serventes lorros ou eseravos, para Santo n."l7.
por cento do ipie se pagava no anuo servieo debaixo decoberta.
tassado, nao loi nossivel ao editor con- ___ ...
TEMES DE CAOITCIIOIC EXD-
canlar, conforme o goslo moderno: podem
procura-la na sua nova residencia, ra PJO-
va, esquina da camba do Carino, segundo
andar, cima da loja de chapeos de sol, e na
ra da Cadeia de >anlo Antonio, fabrica de
pianos de J. Vignes.
Precisa-sede ama ama secca para urna
casa de pouca fao i lia : na praga do Corpo
servar o presto antigd como desejava
- Tlioiuaz J llarding vai ao Itio do Ja-
neiro.
- O abaiso asignado, procurador i!a ca-
mesmo o accrcscimo nao esta* em rclaro IUECIUO DE F\UVLI I K lilllliVItli mara municipal desta cidade achanio-so
' til-- PABIC lDM"knn | aulorisado pola mesma cmara prrarnnlra-
_ rAp. |tarcmos proprietarios das casas terreas,
yuatro anuos do experiencia tem assepu- da ra das Cinco Pont, que dcs-bsram
em 2 de junho do anuo passado, com
a explosao do um barril de plvora, a des-
apropriacSo amigavel dos respectivos ao-
'os, alim do poder darexecur9o a planta
ao preCO que elle paga aos operarios
8 CiraTiiraiN 1
m
achando-se
rado nos pentcs do caoutehouc a voga que
boje lem, nSo so em Franca como no mun-
do inteiio ; sao sem contradicho os mais
^ sgradaveis de lodos os pentes, mais brandos
n,iro r....,,.:.. i. i ... ,s-'l"c os de tartaruga, s.lo os nicos que nao
O padre Francisco Jom >le .A-/o- (Si I iv. .i.ir ^.i.u -....... .. _.....:
W lizein cabiro caballo, por causa da electri-
. yodo, i,cli.lo-so presentemente & cidade ,,, conlo.accrescendo a estas van-
I de bfalo. Aesia admiranvel invencSo de
exposicSo universal de 1S55.
-- Para o servido interno de urna casa
eatrangeira se precisa de duas pessoas, urna
que co/.inho ecugo'nme, c outra que en-
recefio de sea estabe-
^) lecimonto chaleographico, inenmbe- b
/ W c brevidade quaesquer obn s de gra- v/
(>! vuras tanto a lalho-doce como a re- (^
,-\ levo, registros, retratos, le ti rus com-
zi merci

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5 .2 s "
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.^ merciaea, bilhctes do vmla, musi- r
\>) cas, etc. ; e ilescjoso de levar o mes- vv
(!) mo rstabelecimento a maior ponto, f)
rA esfera que as pessoas, que preten- ,
w dereiu laes objectos, nao beaitar&o *?
') em o i iciiia'. prestando assim luna /<)
f& eilica/. prolrccSo a que o snnuneian- ^
f tu seri extremamente rccoulipcido. ^
" l'ode ser procurado ns Cinco Pon-

- '7 3
M
a
O o
(^ las, sobrado da esquina conronte a ^
(jft rnatriz nova ile San-Jo-c, mi na la ^m.
** do Collegio, na liviai 1.1 dos Sis. .Mi- w
'&) randa iV Vasconcellos (g)
- Precisa- se fallar aoSr. Frei Caetano ou
padre (-aciano que moiou no palco do Ter-
co, dirija-sc a liviaria ns. e 8 da praga da
Independencia.
leuda de costura : na ra Nova n. 17".
OSr. Joaquim Antonio de Moraes
|uemoroiiou mora na ra do Caldeirei-
rodesta cidade, queira dirigir-tea esta ty-
pograpbia a negocio que sabe.
-- Na fabrica da ra do rum n. 28, preci-
sa-ss de olliciaes de caldeireiro, serralheiro,
fuuileiro a latociro.
Precisa-te de tuna laradeira de liar-
rella para lavara roupa de una grande
Familia: na livraria ns. 0 c 8 da praca
da Independencia.
-- Desencaminhou-se do poder do aliaixo
tssignado una letra sacada pelos Sis Saun-
ders Brothers o C. da qautla de I i .89l;il5J
aceita pelos Srs. Tasso |Irmos avencer em
'lo v ah ii prximo vindouro ; o aceitante
QJ
-ir;
"3i*S <*
r.
's.
-C
1L1
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r-\ o .1) ^ v, a
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o -r. .i 'S --2 = s Z a 2 "g = = "3 il i,
y.
t B
!=
2 a.
S 3 -?
--- Precisa-so do ama pes a pin caixei-
rodo urna das principaes tabernas de pin
d'Alho, i|iie tenha alguma pralica, dando-se-
iba mi primeiro auno nunca menos le :;uu?
de ordenado c mais se o merecer : quem ee-
iiver ncsias circumstanci-8, dirija-se a roa
do Cabuya, loja de miudezasn. 1 B, de'i
paitas.
C
bulos e em carleirase raixas as oais jj
.>.. ricas possiveis c por prteos comino- ,Sv
S dos. \:
Vende-se a pathogenesia oo mal"- ''
ris medica em porlu;;uez dos i8 '.'.':
.",
Paira o Hio ih' Janeiro
-- Segu cm poneos dias a pnlaca necio-
jeloza I, por ter a maior parte da carga
Para o Cear.
ile Novo OlinJa, mestre Custodio Jos
; a Iralar com Tasso lrmaos.
flp, principaes medicameut is, acnmpa- ;';.
S nbada de um repertorio Iratundo de g*
todasas doeneas ; o modo de tppli- g
caros medicamenlos. '
Nysten diccionario dos termos de :.:
medicina. ':
Jahr em i volunes, e nutras obrrs .'.
g proprisspara os homeot albas.
^ O Dr. Casanova pode ser procura- g
W do a quali|uerhora psra vif itar doen- ''.-*
$? tes e praticar qualquer opcrac.no de f
^ cirurgia especialmente de partos .y;.
:;::;::: ,

m Mal o H
c. 03 f-* C" H
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s.
o
i
C^5
es;
y ebeira, estribara para 4 cavados, ;"i
.:-. c|iiarius para eseravos, poco com ..
'" agua pot-.vcl e um grande tanque la- '.-".
'? drilbadodemarmore para banho:a ''
-..; tratar n ra Nova n. 56.
'J -.y ..". .,;' i .." .
Publicoslo jurdica.
lia chegado de Lisboa, a Mauoel do Nasci-
lira ratcEz.
-
';
Paulotiaignoaiaealisla,raafiova n.H
i raeainaeaaaUasagaaeprdantrtGca.
:- .-GO -Jv
Os lrmaos la Irmaudado ila Santa Cruz
os canoeiros do Recite, sffo convidados a
c imparecerem no da ta do correte, no
ment Pereira, ra de Apollo n. 16, segando I consistorio da respectiva capella,! pelas :i
andar a obta cm 8 voluines l'bcoiia do Di-1 horas da manha, alim do proceler-SDa
Companhia do ioroecimenlo das carnes
Joaquim Lucio Monleiroda Franca, de
novo annunr-ia, que cm sua rasa appareceu
vena das "carnes verdes] a*ppafac8o~da ci- uma """'al q"" diz pertencer ao engt nho
dado, declara que nos acouguea pertcncen- I 'Bri>Hinlia, procurando quem a compre ; o
lesa mesma companhia < ramo verde ser ""uncanlo a recolbeu, o convida a quem
pta : trata-so no escriptorio dos con- vendida nos das 95, 26,27, "28 de feverei- rorse" dono de a mandar buscar qunlo an-
tarios Isaac, Cuiio ; C., ra da Cruz ro aos presos de tes, quoo annuncianto nao se respoosabillat
l. qualilade trinta o duas patacas a ar- I'*"" qualquer evenlualidade quo possa a ipa-
roba. rpcer-
2.-' diiavinteo oito patacari a arroba. losJosqaimGoncalves Bastos, subdi-
3." dila vinle o seis piiUcas a arroba. to portuguez, relira-su para Luropa.
reito Penl, pelo cmisclheiio Silva Fer,fio ;
para ser entregue aos Sis. subscriptores,
pelo pieco de 109, e para os quonSosSo,
pelo de 149, pagos a vista.
'"'.'" S%.......'. ; ; Itfc
'-....-.-- .- .. ... ... ... ...
ja O bacbarcl loo Alfredo Correa '
,; de Oliveira Ati'lrade abri o seu es- '/.,
'.:', criptorio de advogacia na ra do ;."."
w Collegio n. 2, onde pode ser procu- }
:.: iado das 9 bol as da manhfia ale as 4 '.'
da lardel
;'"". .' '-...-... .'. ..'.
. .--.- .. .,. ..:-.. :.....
SchafheiUiD & C, roa da Cruz n. 38,
continua a eomprai ouro e prala com pre-
mio.
Ten lo chegado ao abaixo assignadoal-
.'mis cairo, de multo bom goslo o cxcel-
lenie qualidade, vende algons dellcs a esco-
llia do comprador o por presos os mais
commodos.
Claudio Dubeaux.
Ensillo paito alar.
o bacharel \ li.de rorros Bandeira, pro-
essorde lingua franceza noCymnasio pro-
vincial de Pernambuco, pretende abr'-do
I." de marco em dianto, um curso de rbelo-
rica e poi v*, e outro d philosophia ; e
bem assim nm curso de lingua franceza e
um do geograpbia o historia: as i
|U6 so quizerem matricular para seguir
qualquer destes cursos, podem procura-lo
em casa de sua residencia, na tua largado
Rosario, sobrado n. 28, segundo andar.
Urna senbora estrangeira, casada, quer
alugai una negiinba mi parda de 1J a 14
anuos, para o sel vico domestico, a qnal daia
lodo o vestuario preciso, e ensinarii a coser,
engommar, marcar o mais costuras, gratui-
tamente : quem pretender, falle na ruada
Ca le-i do Kecife ir. 59
Coiuna u i lia ds carnes
verdes
eleicilo danesa que-tem de administrar e
ungir a refciida irmandade.
-- O aba xo as,i^oado, Hktabi'lpcido com
lnji le atraate na ra Nova n. 52, scientillca
o respeitavel publico, que so acba babili-
ladn a desempenbar toda e qualquer obra
tendela a sua profissuo, sendo manufac-
turadas por olliciaes rcreiiteineute chega ios
de Hamburgo ; havendo na mesma loja as
memores razendas do melhor goslo posaivel
J. Iluulor.
luchas do Hamburgo.
Alugam-sn e vendem-se as mclhorrs bi-
chas ha poueo chegadas de Hamburgo, pelo
diminuto preco de 829 e 800 rs.: na praca
la in lepen Iencia n. 4.
He chegado a loja Jo l.econte, atorro
la Roa-Vista n. 7, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescara pello, tirar
da ci gar roga aos Sra. Juslin i Pereira deAn-
drade, I). Igeacia Joaquina Lopes da Silva
e I). Anoa I c i'ni do Carvalho dones dos
i esportivo solos, que se ignem comparecer
ou mudar scus pioeuradores, ao paciJ da
mesma cmara, em qualquer di* til desde
as 9 e roela alcas 3 da (arde, alim do trata-
ren! da referida desa lopriaca,
lorge Vctor Fcrreia Lopes.
JORNAL DOS TVI'OiBUMIOS.
Com este titulo publica-se no Rio do Ja-
neiro um interesiante diario commerciale
noticioso, para o nual se subscreve a 59000
por trimestre r esta lypogiaphia, e na ra
Direila 120, primeiro andar.
Previne-se a quem interessar do nao
alugar duas cas sem previa roen le entender-so com o abaixo
assignado, ou na ra da Cruz n. 16, ou na
l'ontede Uchoa Hencker.
Joanna Pinto de Araujo, viuva de Joo
llaptista de Araujo, faz scienle as pessoas
que se jtilgarem credores do casal, que no
prazo de 8 dias venltam aprescutar suas
eontas, alim de seren pagas ; na ra das
Flores, casa n. que achara com quem
tratar.
I'recisa-se de dous amassadores de
padaiia, que sejam peritos : a Iralar no ater-
ro da Boa-Vista n 5.
a galera eoflicioa de dagucrreotvpo
do aterro da i! a-Vista n. 4, lerceiro andar
acaba de receher le Franca pelos navios
l'ampico, Tuspaii o Savanilte, um graudo
soriimento de c-.ixinhas, quadros pelos e
dourados, e passe-par-toula de lodos os ta-
minhes, e dcsleomsis simples ao mais
apurado goslo e iiqueza. Na mesma ollicina
continua-so a tirar retratos pelo systoma
norteamericano ApcrfeieSo dostrabalbos
sabidos deste estabelecimento hcassasco-
nhecida do publico desta capital.
AMA DE LEITE
Precisa-se de urna ama de Icitoqueno
tenha liibos; na ra do Raogol n. II, pri-
meiro andar.
AtteMc&o
Quem precisar de dous hoo.cns para amas-
tauoros de padaria ou oulro qualquer servi-
co de dila, tenha a hon lade-de vir a ra No-
va n. 21, que ah encontrara os pieten-
denies
O abaixo assignado participa aquellas
pessoas quo tem peobores em sua loja, na
ra do Oucimadn n. 46, de os ir rescatar por
osles 15 dias, do contrario so vndenlo para
pagamento das quonlias por que os mesmos
eslao cmpciihadus.
Jos Jeaqaim Concalves P.astos.
Precisa-se singar iim proto ainda mes-
V CLASSECVIUIIAL.
Kl V I \w, \ D ROSARIO .N. W.
tan ioMa, rapai
"* li.intios ide lomar,
ll'pois vinde m3i> da vaca
Q ir -< c-i i a preparar !
Por sjtier cpie he lioie
A claaia da c ilaaifo,
lie lie ler luda rom asseio.
Aqu lia es lious charuto.
JunUmeole o Imni cl>\
Viuda a osa du Caivilba
Mae osa da boa fe.
I ina rasa como esla
Ha ditlicil euronlrir.
Ao Carvalho a Ihe rasla
Ver gualas trah.dliar.
Para o corpo do eommercio
"dereeo a isla psr'dluia.
Mu ao passado* doos aunos
'Joe vtuliam encher a psm; i.
leudos uma rici sala
Para oella passeiar,
Mas baratado que uniros
Ka tenci^Da le\ar.
I'reelia-se da urna ama qaa saiha encamroar
o co/inh.ir n diario de una casa da paata fatiMa
n. lauco Puntas am casa de francisco Caiapcllo
Piros I .Trena.
I m caiieiro de libern que dit etar arroma-
do, sendo que queira mudar ila cas. diri|.i-se a ra
Imperial, loja do solirado junio a (alinea du -ablo
que achai rom quem Iratar:
- Fugio no dia 11 do corrento, do engo-
nho I hura, freguezia dos A fugados, o escra-
vo crioulo de nomo l.baldo, cor lula, estatu-
ra ordinaria, representa ler K annos : quem
o pegar, leve ao engenlio cima, oa a ra da
Auinra ao Sr. tenente-coronel Tliomaz Jo.'e
da Silva Cusmo, que sen generosamente
recompensado.
Precisa-sc de um fitor para urna ole-
ra perlo desta praca, quo tenha a platica
necessarla daqueile estabelacimenlo, e que
saiha esforntr lijlo para assistir aos enfor-
namentos, e que nao lenha nojo de pegar
em lijlo o no j] do aju Jar a carregar canoas:
aquello que se adiar Restas circumstancias,
abonando a sua conducta, pode dirigir-sc a
ra larga do Rosario, padaiia n. 18, quo
achara com quem tratar.
Pazem-se capas, batutas, samarras,
cacas vialorias, a uso da Haba: na ra de
Apollo n. 29.
Aluga-so urna esccllor.lo casa no Poco
la l'anella, com acomniodac/ics para gran-
de familia, quartos psra criados, estribara
e cochetra, leudo lumbem leneno sullicien-
te para recreio, e agua poJavel ; a tratar
com Frederico Chaves, ou na ra estrena do
Rosario n. 39 A.
No Passeio Publico, laja de (azendas n.
II, deseja-se fallar com os sonhorcs abaixo
menciona los.a negocio quo Ibes diz respeito:
Miguel Alexandrioo da ronseca Cilvfio, ig-
nora-so o lugar.
Francisco de Paula Mello l'.arroto, no Timb.
Jos La oren tino do itevc lo, Catuasaa.
Severino do Reg Ranos, Api pucos.
Flix Paz da Silva, ignora-se o lugar.
Francisco Antonio de Carvalho Siqueira, Sa-
lina.
O hornero que, mea isprezandoa honra
e a propria dignida le, subscreve uma senti-
na de injurias, qual a quo se ve, no Diario de
20 do corrente, procurando evitar a respec-
tiva responsabililade, be s merecedor do
desprezo quo se vota.a um detractor covar-
de, ou da emr.pai i.'m que se presta ao ia-
sensato e furioso. Mate caso se acha o Dr.
Cosme de S Pereira, o qual, descomi ao
lodacal Jos convicios, e doouticiando ao pu-
blico a propria insensatez, sacrilicuu-se o
enlregou-se ao desprezo geral, ejecutando
por si mesmo a maior vingauca que po lena
reclamar quem ello lizera alvo dn scus ul-
tragea. Villa do Cabo 2 do feverei ro de
I8a8.Krnesto de Aquino Fonseca.
- o Sr Joao dos Santos Fernandes, mo-
rador no sitio Caja, freguezia de S. I.ouren-
co, qaeira responder carta datada de 19
'o crrente, que Ihe fol en lereQada pelo
abaixo assignado no dia 21, sendo portador
o preto Joo, escravo de sen liio o sr. Ma-
nuel dos Santos, lambern morador no mes-
mo sitio o qual preto veio a praca no dia
20 acompanhaudo um duonle que veio con-
sulta-lo. Nesta cuta propondo oaliaixoas-
signadu r. venda do seu escravo Anlonio, de
ii'C'ao Racca, que por ter na perca esquerda
uma grande ulcera ebronica c maltratada,
viera a prai;.i no dia 16 do c irronte em pro-
cura de alguem que quizeaa coinpra-lo para
Irata-lo, e sendo r.csle intuito guiado a casa
do abaixo assignado no supradilo dis, e nel-
la conservaudo-se ale o presente, cemo he
sabedor seu sculior, sem que nada tenha
querido deliberar, o abaixo assignado de-
clara que nao se responsabiliza por fuga,
murta ou qualquer outro evento que Iba
possa sobrevir, e que desdo o dia 21 lie o
Sr. Jofio dos Santos responsavel pelas des-
pozas do curativo c ma.s tralamenlo do dilo
seu escravo at a sua retirada, que nSo se
elVecluara s por vontade do proprio escra-
vo. Recite 26 de feverciro do 1858.
Dr. Pe ir Dornellas Pessoa.
Cm individuo com um capital de vinto
e cinco coulos do res se olcrece a associar-
se a algnni aimazem de assucar de primeira
orJem, e cujo crdito e I' oguezia esteja es
tabelecldo, pudendo lomar conta de sua ad-
iniistragjo. do que ja tem platica : a quem
couner dinja-se a ra do Vigario n. 5, quo
se dns com quem so deve Iratar.
Precisa-so do uma ama que saiha eo-
zinliar e ensaboar, para urna casa de peuca
iamilia; quem estiver ueste caso, dinja-se
a ra larga do Rosario n. O, loja, onJoso
dir q'.ein precisa.
.No dia 20 io corrente logia o escravo
Victorino, de altura regular, levou caiga e
camisa de algo lio azul, te n os signaes se-
guintes : olbos b ancos, falto de denlos na
fnnte, tem o pe direito mala groase do quo
o esquor lo p r j tur nclle um i fonda, cos-
tuma trabalhar ni escadiaha da airandrga :
roga-sc a todas as auleiida les e capilfies de
campo que o apnrehen lam e levem o a ra
.Nova n. 65, que serSo g> ocrosamente re-
compensados.
rVina de lete.
Precisa-se de uma ama de leile para ali-
mentar urna enanca de 2 meze^, que nSo te-
nha lilhos ; e lamben i gratifica a quem a
levar a ra lo l.ivraieento u. 33, ou a ra
Augusta n 3 C.
mo velbo, mas que ain la poass fazer algum
pannos,sardas e espinhas, igualmente o a- I servido leve do ra, ou compra-se : na ra
fama.lo oleo babosa para limpar o fazer crea- dos Cuaraiapes u 10
car os cabellos ; assim como p Imperial Je
lyrio de Klorenca para brotoejaa easperida-
ies da eillo, conserva a frescura e o avi Hu-
lado da primorosa da vida.
Seguro contra
fogo.
COMPANHIA NORTHEN, ESTABELE-
CI DA EM LONDRES.
Prem os AGENTES
No (lia 22 do corrente, a t li ra da tar-
do, na Casa i-orle, sabio da casa de seu so-
tibor, Jofl > Antonio C. GuimarSes, ea man-
dado deste, um aeu escravo pequenino, que
parece caburlo, de nomo Luiz, cora 8 annos
do dade, e ale boje nao voltara ; sabio de
casa rom calca azul, camisa de madapolil
bonete amarell-i, e levou um pequeno tabo-
leiro ; osle muli.tir.lio is mujan lo os den-
les, ja Ihe falta um ou dous no queixo de
baixo : roga-se a qual juer pessoa que o en-
contrar oo souber sonde elle esta, que o pe-
gue, ou dirija-se ao dito CuimsrSes, na ra
lo ijib gio u 20, primeiro andar, que sci
generosamente recompensado.
CI.Astle*/ sS-C'on panliia. S^fSSf.i?^
t'cc[)l i<;ao das leis do
bello.
)s senbores que sssignaram ou compra
:JjU J.io da Silva Ramos, medico' pela .'.
:\ nniversidade de Coimbra continua a S
S dar consultas em sua casa tolos os ;:;
''' dias 'as 8 as 10 lloras da manhSa o *-J>
i.': das 3 as 5 da tarde.ea prestar-se com ?i
rain a primeira parte da recopilacTO derto- O '" |!l a prouip lilo qualquer serv- .':
las as leis do sello, podem vir recebe..- i ''''-' sua Prolissarfqner na o're me- i s
" dca quer na cirurgica dentro i
fora da cidade. la bom lem esta- WP
belecido na cssa do sua residencia C.V
S."io convidados os socios da mesma com-! H""'.18 'Iue se acha prompta. defronie da :\
lanhia para reuniSo em assemblea geral or- 'prpJa de s. Francisco, na ollicina de enea- S
linaria, conforme o art. II do contrato so- d,!,,lc5o do edictor l> F. L. o Silva ; e rs 8?
segundo ni lar. :.
i artista mecbanico abaixo assignado,
convida a seus collegas cm geral, que quize-
dreiro, eseravos : na rcstilat;So por traz da no aterro da Roa-Vista u. ii.
igreja de Santa Rila.
ESCRJPTORIO PE CONTABILIDVDE COM- """ Ant0llia Carolina da Conceicflo faz
UERClAL. setenio as pessoas que te- peni.ores emaua
lina dn ('-,,leia ra vium ihIa,;,, > mo, que hujam de os vir tirar uo orazo de ;
nrimeiro ar?d '' J'^-,i'"1" >" '1m '" lw reclamaesS "'",' ,preJif'1',gUaLM d" PJ,rte di P alf'-1
primeiro andar. ak-uma a fa/er "MS'', malica, o qual se ena versado, arithmetica,
EsU aborto o curso pralico de osenptura- a'i.uu" IBl-r algebra, (segundo grao geometra, trigno-l
r;3o aercaolil por partidas dobradas.dol.de I Trocam-se cm segunda mfo as se-lmelria plana eesfeiica o mesmo encina a I
marco prximo em dame, as segundas, guintes imagens : N. S. da Conceicflo, Santo|nutica Ibeorica-pralica, aonde pode ser
utas e sextas-feiras, das 5 al as 7 horas Antonio e S. Joaquim ; quem livor annun- procurado na casa de sua residencia, na ra
para o_ ajusto, dinjam-su a ruado rio ou dirija-se alora de Portas, ra Jos ido .Nogucira n. 7.
ila tarje
Crespo, loja u.^l.
iCuararajicsn. lti.
Josc Llias Machado Freir.
Va*"*.
COHFAITI-iIA
da estrada de ferro do Re-
cife a S. Francisco.
(Responsabldade limitada,
Os Srs. accionistas sOo convi Jados a vi-
rein receber os juros do ( semestre, findo
em 3ldc Janeiro ultimo, no escriptorio da
companhia, roa do Crespo n. 2, das 10 luirs
da manbaa at 2 larJe.
O escripturario dn companhia do
Beberibe, Maroofioo Jote Pupe, anda
continua a oKenciar > compra c venda
de a plices da mesma companhia, po-
i'inlo ser procurado no escriptorio da
mesma ra do Cabuga' n. 1G, primeiro
andar.
P^ssapnrtcs.
Tiram-se passaportos para dentro e fora
do imperio, edespachara-se eseravos, para
cujo fin procure-se o snnoocisnta na ra do
Queimado n. 25, loja d Srs. Gouveia >\ A-
raujo, o na ra da a lea do Reeile n. 49,
loja do Sr. Firmo Candi lo da Silveira J-
nior.
to sobrade da "-'ole lado, chafarla, tingo-so com perfeicSo toda a qua-
lidade de fazendas, de preto e do cores do
qualquer natiire/.a : o aununciante esta
costumado trabalhar Resse servico para
diversos escriplorios de honrados negocian-
tes desta cidade, assim como ho conhecido
de muitas familias distinctas, que podem
atlestar a qualidade o perfeicSo do seu sor-'
vico : pode ser procurado ou em sua casa,
ou na ra tsova n. 21, on lo se recebero as
cncomnicndas. .
_Al*0 '


DIARIO DE PEMAMBUCO SABBADO 27 DE FEYF.Br.IRO DE 18o8.
GABIHETE PORTGEZ
O conselho deliberativo do Gabinete Por-
tugicz de I.eitura convida aos senhorcs ac-
cionistas do mesmo, a se reunirem em as-
sembla geral, domingo, 28 do corrente, as
II hars da manhaa, na sala das sessdes do
mesmo, para se proceder a eleigo da com-
misso de exame de contas. Secretaria do
conselho deliberativo 24 de fevereiro de
1858.Rodrigues Pereira, secretario.
O abaixo assignado faz sciento como
herdeiro e inventarianta dos bens do falle-
cido son pai Jernimo de Abreu a aquellas
pessoas que tinham penhores em poder do
linailo, os quoiram resgatar no prazo de 8
das, contados da primoira publicarlo, e
ii3o os rescatando sero metlidos em ava-
liago no inventario : o annuncianle mora
na fregnezia do Afogado, ra Direita.
Candido Jos Abreu.
O caixeiro de taberna que ost arruma-
do c diz querer mudar do arrumago, diri-
ja-sea travessa do Sirigcdo, taberna n. 1.
O abaixo assignado proprietario
dos brguet nacionaes llom Jess e Adol-
pho, eda escuna Linda faz publico que
ora 1 do presente me/, cntregou os mes-
mos navios a direccao do Sr. Manoel Al-
ves Guerra, o pial he o nico encarre-
j;ado da cobranca dos fietes e pagamen-
tos das despegas com os costeios dos mes-
raos.Antonio Pedro das Neves.
eseja-se Tallar com o Sr. Eduardo
Leopoldo Me Caray, na ra Imperial n
41 taberna, norem como este senhor no se
ache talvoz nesta cidade; roga-se a qualquer
pessoa que o conhega o obseqnio de se diri-
gir ao lugar annunciado.
0
Pergunta-se ao Sr. tintureirodo
sobrado da Soledade aondo foi elle
aprender Ungir? ou se a islo cha-
ina o emporcalhar e queimar as pe-
as quo 1 lie cahem as maos ?
Cm dos prejudicados.
Prccisa-se de urna ama, ou de um
proto que saiba cozinhar, para casa de ho-
mem soltciro ; pag-so bem : na ra do
Queimado, loja n. 46.
Precisa-sc de 4:000(000 a premio, dan-
do-se por garanta por urna escriptura de
hypoiheca 12 ou t escravos : quem quizer
fazer este negocio, annuncic para ser pro-
curado.
i.ralilica-.se bem a quem pegar e levar
padaria da ra do Livramonto n. 3-2, ou a
padaria do Manguinho n. 51, o mulato de
nome Cusi lio, que se acha ausente desdo o
dia 31 de Janeiro do corrente anno, e pro tes-
ta-se contra quem o liver acoulado.
O abaixo assignado tem justo c con-
tratado a compra da taberna do Sr. Lauria-
no Porcino Pereira da Silva, na ra de Santa
Cecilia n. 18; por isso rogo a quem se
julgar credor do dito senhor, haja de apre-
sentar as suas contas no prazo de 3 das, lin-
dos os quaes no se responsabilisa por con-
ta alguma que possa apparecer. Recife 26
de fevereiro de 1858.
Jos liernardino Alves.
oiix|w<0
Compra-se cobre, latao e blonze
vcllio : na fundicao do Rrum n. Ge 8.
No escriptorio de Manoel Joaquim Se-
vc & Filhos, na ra da Cruz do Recite n. 13,
compram-se moeJes de ouro e prata com
premio.
Compra-se efrectivamente bronze, lao
tilo e cobre vclho : no deposito da lundigS-
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundigao, em Santo
Amaro.
Compram-se effectivamentcna ra das
Llores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeces das com-
panhias, d-se dinbeiro em grandes e pe-
queas quantias, sobre penhores.
- Compra-se urna taberna, sendo no Re-
Cife o em bom lugar : quem quizer fazer
negocio, annuncic para ser procurado.
Compra-se ouro ; na ra da Cadeia Vc-
Iha n. 38.
- Compram-so na ra da Cruz do Rc-
cife n. 13, primeiro andar, pataedes mexi-
canos com premio.
J. t. da Fonscca, Jnior, na ra do
Vigario n. 2*>, compra accOes do novo
!i.im-o desla provincia.
Compra-so urna taberna no bairro de
Santo Antonio : a tratar na ra estreita do
Rosario, taberna n. 1.
Compram-se Diarios a 130 rs. a libra :
na roa estreita do Rosario n. I, taberna.
Compra-se um sellim que esteja em
bom estado, e compra-se tambem obras de
ouro e prata setn feltio : na ra da Cadeia
Jo Recife n. 13.
'KtMift
-- Vonde-se a taberna da ra Direita n,
n ; a tratar na mesma.
Ven le-se a propriedale denominada Jar-
lim Rutanico da cidade de Olinda, edica-
la mi excellento loe .lula le, contendo boa
^asa de vvenla, seuzala para pretos, casa
lfeitor, cocheira, estribarla para cavallos,
i cacimbas de boa agua de beber, e una
lita d'ogua farrea, muitos e variados ps de
i'ructclras, boa baixa de capim, e terrenos
para outras plantages, sendo todo o sitio
oreado de limoeiros, com portao novo : a
tratar-sa na ra da Aurora n. 24.
A taberna do Retiro do caes do Ra-
mos tcm para vender agurdente pura do
caldo dacanna, e que o scu autor promp-
lameule se sugeita a um exame chimico
Iu.-mdo so duvide da sua qualidade ; assim
como espirito do 36 graos, o superior vinho
de caj',.tamarindo de conserva, e outras
qualidades de bebidas, lenlia a centos e a
relalho, ludo por prego commodo.
CEBLA A ,">00 US. AO CESTO.
Viinde-se no armazeni de Alva & Una, ceblas
solas : na ra do Aioorirn n. 45.
. Vende-se um mulatinho muilo lindo
ptimo para pagem : na roa Direita n. 3.
liua do Queimado n.
21 A.
Vende-so tarlatana do listras e quadros,
com urna vara de largura, a 440 rs. o cova-
do, 13a o seda de quadros a 560, sedas de
qua Iros miudos e largos a 800 rs.,barege de
quadros a "280, longos de seda a 800 rs., di-
tos do cassa pequeos a loo rs grosdena-
ples preto encorpado, fazonda muito supe-
rior a 29*200, chitas escuras padroes moder-
nos a 320; de taJas estas lazendas do-so
as amostras cot penhor.
ATTENCAO.
Jos Joaquim Moreira,
com loja ni ra iVova
u. 8,
acaba de recebar pelo ultimo navio chegado
do Havre un bello sortiment de calcado
para homens o meninos, e por proco o inais
commodo possivel, a saber
Attenco
PECHINGHa COM TOQUE DE
AYARIA
xa ra do (Jrespo, loja da
esquina que voita para
a ra da L'adeia, vende-
se o seguinte :
(A DIMIEIRO)
Pecas de madapolilo a 18600. 2c000, 2:500,
3:000, :i/5tl0, 4:000 e 4S500,
Ditas de dito muito fino a .'i/500, 4:000,
:500, e 5:000.
Ditas de riscado de linho cor.i 8 e 50 co-
vados a 4800, 5:800, e 6/(100.
Ditas de algodio liso para sacco com 26
varas a 4:0oo.
Ditas de dito trancado, branco, com 2o va-
ras a 3:500e4/500.
Ditas de dito trancado, asul, com 8 o 50
covados a 3:600, 528U0, e 6:000.
Panno azul proprio para capotes, e man-
tas a 1:200 e 1:400 o covado.
Dito mais lino a 1:600, e 2:000 o covido.
Milho a 7:000, sacco granie, para aca-
bar ; a fallar com Pedro Antonio de Siquci-
ra, no armazem de moendas junto do tiapi-
cbo do Cunha.
Vende-se urna cscrava crioula, de 20
annos, cozinheira, e urna negrinna de 14,
com principio de costura, ambas muito ro-
bustas e de boa conducta ; faz-se negocio
vista ou a prazo, com (irma a contento : na
ra do Livramenlo n. 33, se. dir qjem
vende.
Vende-so urna escrava crioula, moga,
com urna cria de idade de I ai.no c mcio, e
ainda tem leito para poder criar alguma
enanca : na ra larga do Rosario n. 44, das
6 horas da manha at as !, c do tarde al
as horas.
Vende-se um excellente ^avallo para
cabriolet ou carro, muito novo e forte : pa-
ra ver, na cocheira de bois junio a casi do
Dr. Sarment, no largo do palacio do gover-
no, e para tratar, no paleo do ("armo, so-
brado n. 3.
Vende-se por prego commodo um boi
manso para carroga ou carro, de bom tama-
nho : no Chora-menino, sitio da Capclli iba,
a fallar com Jos Antonio Man es.
Vende-se urna escrava de meia id-ide,
sem vicios, que cozinha e lavadesabSoe
barrella, por prego commodo na traessa
do Veras n. "21.
lolliiulias
para o anno de 18<5tt.
Acham-sea' venda as bem conhecidas
folliinlias impressas nesta tvpographia,
para o anno pie vem, dassef uintes cpia-
lidades:
Folhinha de variedade, contendo, ale'm
dos mezes, multas noticias scientilicas,
inodode plantar c colliera nova canna
de assueai", noticia sobre O milbo e al-
gocio, e uma serie de couliecimentos
das artes, etc., etc., cada uma. 320
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Hvm. conego penitenciario 1 a Se
(le Olinda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
iulgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta tvpographia. -^00
Dita de porta, na forma usada ate ago-
ra...........10
Vendem-se nicamente na liviarians.
G e 8 da praca da Independencia.
Na loja de alfaiato da ra Nova n. 52,
ha fazendas truito boas e aprorriadas, tanto
para casacas como caigas, colleles e palitos,
e para que chegue ao conhecimento de to-
dos, dcclara-se o prego com fazenda e feitio.
e juntamente as qualidades das fazenJa*.
Casaca toda forrada de seda 40^a 46*000
Palito do panno forrado do dita 38? a 41S0OO
Dilo mcsclado 303 a 345000
Dito claro 285 a 32O0OO
Dito de panno fino 203 a 25*>000
Dito de alpaca prela 8: a 16500o
Caigas de casemira prela IOS a IS'OOO
Ditas de cor 10# a 15,00o
Ditas de brim branco "s000
Ditas de cor 5* a (-.000
Collete do velludo de cor 10: a I2#00lj
Dito de setim maco 8*001)
Dito de fustao branco W00
Dito de cor 4-rooo
~- Vendem-sc na ra da Cruz do Recife
n. 13, primeiro an lar, chapeos do feltro sor-
tidosi c cha nacional em caixi ibas de 1 e 2
libras, de boa qualidade.
Farelo de Lisbon.
de superior qualiiade, fino, a 6W)00 a sacca,
e grosso a 5: ; assim como picie, salitre e
eoxofre : no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Das Si C, na ra da Mu la n 23.
Farelo de
Lisboa
Em saceos grandes de estopa, Travassos
Jnior & C, 110 seu armazem, ra il 1 Aipo-
rmi, ou dcfronle da esctdinha, armazem do
\ n nes, prego commodo.
i'rac da Independencia
n. 4.
ESTABLLEC1MENTO DE VIUVA
Ra do Crespo
sa.
loja de Jos Gongalves Malveira, acaba de re-
ceber de Pars pelo paquete Tyne as seguin-
les fazendas : cortes do vestidos de seda
com 3 babados, ricamente bordados a vel-
ludo, o mais superior que at o presente
tem apparecido no mercado, a 230:, 200:,
180: o 150:, ditos brdalos a seda a 100:,
80#000 e 700OO visitas de grosdenaple
preto superior, bordadas, a 20: e \-2bf, man-
tas de blondo pretas bordadas a 20:000, 25:,
e 309 cada urna, luvas de pellica de Jouvn,
pretas e de cores para homem e scnbora a
2:500, grosdenaple e nobreza preta a 136OO,
1:800, -j, 2:100, 2:600, 2/800 e 3: o cova-
do, velludo preto e de cores superior a 6/'
73 e 8/ 9, covado, sarja prela verdadeira hes-
panhola a 2:, 23400, 23600 o 330 covado,
titfe de sada preto a ls o covado, chales de
seda preta a 203 e 303, e ditos de'relroz pre-
los e malisados, manguitos de cambraia bor-
dados superiores, gollinhas bordadas, 6 ou-
tras mullas fazendas que se receberam, pro-
prias para quaresma, e de prego mais com-
modo, que so mostrarao ao comprador.
Ven lem-se saceos eom familia supe-
rior ; na ra das Cruzas n. 40.
r
- Vende-se sellado c enfreiado um ca-
vallo novo c bom andador de baixo a meio :
na ra Imperial 11 169.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
Deposito
DE
Cera de carnauba c velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio de algodo da Rabia.
Sola e pe les do cabra,
i.omma do Aracaly.
It.irris com breu.
Attenco.
TVovalojadequa
tro portas.
Joaquim Rodrigues lavares de Mello aca-
No largo da Assembla confronte a porla ; ba de abrir uma nova loja na ra do Que.i-
da'inspecgSo n. 9,aonde se vendo por menos' ~
prego que em outra qualquer parte.
Agencia
da fundi a o Low->oor,
ra da Sensala v1ova
11. 42.
Nesteostabelccimeiitucoiitinu'a ^ haver
nm completo sortimento de moendas e
meias cioendaspara cngeuho,macbinasde
vapore taixasdc forro batido e coado de
todosostamanhos para dilo.
Reoslos sellins
relogios de pa-
tente
mglezcideouro, desabnele e devidro:
vendem-se a preco razoavel, em casade
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 7>G.
cobertos e descobertos, poquenos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
"esenhora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soutball Mellor C.
ra po Torres n. 38.
- Paula Santos tem para vender bar-
ricas com superior farelo recentemenle cha-
mado n. 37, passandoo beccoda Congrega- gado, e por prego commodo : no seu arma-
g5o, e ahi so encontrar o mais rico sorti- zem da ra do Amorim n. 48.
ment de vestidos de seda com babados e .
sem elles, pelo menos prego do que em ou- >> lanoaiia delronle do trapicliedo
Ira qualquer parte, assim como um comple- Cunha vende-se superior farinlia de man-
to sortimento de palitos esobrecasaras, cal- dioca em saceos grandes, assim como
gas de casemira e colleles de gorgurSo, tildo |,om ,nl||1(1 (. re:ao (||do ,C(0 raz
do melbor gnslo c modernismo, ricos cna- i. ,
peos dcsenhora de divers-s qualidades, um *cl '' l'atal "oannazem dama da Ma-
exOllpnie sortimento de luvas e meias, groa- drede Dos 11. 12.
dcnaple preto, o covado 1:800, 2-, -J:V0O e| PICIIINCllX
da Boa-Vista n. 8, defronte da
boneca.
.lose Joaquim Congalves da Silva recebeu
uliimanicnte queijos pratos, c vende a 700
2:600, sarja laviada preta, o covado 2:200,
2:600e2:800, dita lisa hespanhola, covado Aterro
2**400, cassas muilo linas, vara 00, 500, 560
c 640, chitas franeczas linas, covado 280 e
3110, ditas inglezas multo lirias a 200 rs. o co-
NGENTO II0LL0WAY.
Milhares do individuos de todas as nagfles
podemlestemunhar as virtudes dcste reme-
dio incomparavel,e provar em caso necesse-
rio, que, pelo usoqucdelle lizeram, tem seu
corpo e siembros inteiramente saos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as re'.atam todos os
dias ha nimios anuos ; e a maior parle deis
las sSo tno sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
deseusbragos e pernas, depois de ter per-
manecido longo tenrpo nos hospitaes, onde
deviam soflrer a amputagito Dcllas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos do pa-
decimento, para se nio submetlcrcm a essa
operago dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes possoas, na efusao
de seu reconhecimento,declararam estes re
sullados benficos dianle do lord correge-
dor, eoutros magistrados, alim de mais au-
tenticaran sua allirmativa.
iNinguem desesperara do estado de su-
saude se tivesse bstanle conlianga para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tralamcnto que necessi-
tasse a natureza do mu, cujo resultado seria
provar incoiitestavelniente: Quctudo cura.
O ungento he til, mas particularmente
nos seguintet casos.
lnnammaga"o da ma-
Alporcas.
Caunbras.
Callos.
(anceres.
Cortaduras.
Dores de ca boga.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da ci
lis em geral.
Enfermidades doanus
ErupgOesescorbuticas
Fstulas no abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasescaldadas.
IncliagOes.
Innammagodoligado
da bexina.
;;; ni c Manlia. ,;};
O Lonas da Russia, brins e brin-f|
B zoes. f
0 Cobree metal para fono com *':-
3 presos, tt
*J Oleo delinhaca c Velas steaii- m
g as. .;;.
g) Eslanlio em liarrinlias, Bar- '-
rilha. |-
; Vinhos finos de Moselle e Joan- @
;. nisberg espumoso, e de Bordeux .;;;.
; emquartolas. i/.
C. J. ASTLEV & C. C-
Emcasa de Henry Brunn & C. ra
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Um pandesoitimcnlodc tocadores.
, Retratos a oleo para sala de jantar.
Espelbocom moldura.
Pianos dos melliores lubricados em Ham-
buFRO.
Pianos
Em casadeltabeSchmctlau &Companhia,
ra da Cadeia n. 37, vcudem-seclegante
pian js do a l'amadof ubi lante Traumann
da Hamburco.
IECA1ISH0 PilA S1II-
vado, ludo de bonitos padroes, diamantinas rs. a libra, um, ditos do reino muito fres-
de gostos inteiramente novos, covado h<0jcaes, um por 2:240, manteiga ingleza lina,
rs., indianas de seda, covado.1:200, flanca bolinhos de lods as qualidades, tanto rau-
de todas as cores, covado 900 rs., velbulma, CPZ romo inglez, quartos de cassas a 3:000
covado 750, grosdenaple de rr 2:, filo dol-, champagne fina, assucar refinado fino, do
nho lavrado, vara 13j00, assim como minias Monteiro e de outres reOnaces, pelo prego
" que elles vendem. o muitus outros gneros,
por prego commodo, etc.
va ra do Trapiche 11.54
escriptorio de Aova es
&C.
Nende-se superior vinho do Porto en-
garrafado em caixas de 1 c 2 duzias de
garrafas, bem como em barril de i- e 8
a preco commodo.
mais fazendas que nao be possivel aqui la-
zer menguo dellas todas, por haver grande
sortimento.
Vende-se superior aguldenle de
Franca, tanto em barriscomoem caixas,
licores r absynthe, chegado recentemen-
le, pelo ultimo navio : emcasa deJ.Kel-
er& C-, ruada Cruz. n. 55.
SAPATOS DO ARACATY,
dos molbores que lomvindo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
prelhas : om casa de Caminba c.- Filhos, ra
oa Cadeia doltecifc n. 60, primeiro andar.
Atlencao.
Queijos do serlfo os mais frescacs po?si-
veis : na ra do UueimaJo n. 14.
Ao Prcgufya
QUE ESTA 0E1MARD0 \
boas lazendas por poueo
dinheiro.
OPregui^a da
roa do Queimado conlinu'a a forneccr ao
publico, em seu eslabeleeimento na esqui- e com alguma pratica de cozinha, nSo te
nado boceo do Peixe tritn. 2, o mais bel- ; vicios c nem achaques de qualidade alguma,
Vende-scsuperior arinha de man-
dioca em saceos grandes : na tanoaria
defronte do trapiche do Cimba.
Na ra do Vigario n. 23, primeiro an-
dar, ha venda linlia de roris, dita do l!re-
tanha, jaquelas do lita, barretes do dila, sa-
palos de dita c tranca, licores linos franec-
zcs, bezerres francezes, chapeos de Braga de
ccres c pretos.
Gommn do Aracaly.
Em porgues e a relalho: vende-so na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
No atorro da Boa-Vista n. 4, tereciro
andar, vende-te chlorurcto de ouro puro, e
perfeilamente soluvel em agua.
- Vende-so uma mulata de bonita figu-
ra, com i lade do 18 annos, boa costo reir,
900
he boa mucamba para ser recolhida, cn-
tende muito da arrumagSo de uma casa : a
tratar na ra do Queimado, loja de fazen-
das n. 22.
tnz.
Lepra.
Males das pernas.
dos pcilos.
de olhos.
Mordeduras de rcplis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Queimadelas.V
Sarna.
SupuragOes ptridas.
Tihha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
. dasarliculagOes.
Vcias torcidas ou no
dadas as pernas.
Vende-se este|ungucnto no eslabeleeimen-
to geral de Londres n. 244, Strand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas desua venda em
toda a America do Sul, llavana c llespanha.
V ende-sc a 80o rs. cada boccnha,conten
uma instruegao em portuguez para explicar
o modo de fazer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruz n.22, em
Peroambuco.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOW Y
NVO
BASIJS St C.
Onde se encontram os scuintes gneros,
que se vendetn por baralissimos pregos a di-
nheiro o vista :
Excedente bolachinha do a amia, do Rio
e da provincia, dila americana, bolinhos
francezes em caixinhas muito lindas, po-
de-l, doces de difforentee qialiilades em
conserva,como sajam ameixas, pecogo, pera,
iorangus. eginja, ltimamente chegados
de Lisboa, ditos seceos dedivorsos palada-
res, amendoas francezas em Irascos de vi-
uto, passas, nozes, amendoas doce de caj'
secco muilo superior, cha hyson, excellenle
chsmpane e melhor licor em f arraias.meias
e quarta.i de dila, o precioso riarrasquinho,
marine.I ida de Lisboa tnuito boa, assucar
candi, os melliores charutos da lahia do a-
famado fabricante Thom Pin .o, azeile doce
francezem garrafas, e bichas Jejllamburgo,
para vender e alugur.
No Passeio Publico, loja n. H.deFer-
reira&Cruz, existe uma por<;So de cortes
ite casemira decores pelo Unto prego d
i"? o eorle, corles de cassa cinta padroa-de
gosto a 2:ioo. chales de mernm bordados e
lisos, lindas mussulinas, chitas francezas,
mu completo sortimento de madapolos,
chitas, algodfioziohos, brins da quadros,sar-
Kclinas de 13a e seda de cores, lencos de se la
le todas as cores,chales, caatoi SS de diversas
enes e gostos, merino de mai raslas, e mul-
las outras fazendas que se ven lerSo por pre-
PILULAS 1IOLLOWAV.
Esteinestimavel espe'cifico, compostoni-
teiramente de licrvas medicinaes, nao con-
lm mercurio, ncmalguma outra substancia
delecterca. Benigno a mais tenra infancia,
e a compleigo mais delicada, he igualnicn,
te prompto o seguro para desarreigar o nial
na compleigao mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operages ecllei-
los ; pois busca e remove as doengas de
qualquer especie c grao, por mais antigs e
lenazes que sejam.
Lntie ni i 1 liares de pessoas curadas com
este remedio, muilas que ja estavam s por-
tas morle, preservando em seu uso ; con-
seguiram recobrar a saude e forgas, depois
de haver tonudo intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alflictas nSo devem entregar-se a
desesperagao; fagam um competente cn.iaio
duseliicazes ell'eitos dcsta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o beneficio da
saudc.
Nao se perca lempo cm tomar este reme-
dio para qualquerdas seguintes enfermida-
des :
NA FUNDICAO DE FE URO DO ENGE-
NHElItO DAVID W. BOWMAN, NA
RA DO RRUM, PASSANDOO CIIA-
FARIZ,
ha sempro um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber : moendas o meias
moendas da mais moderna ronstruegao ; ta-
chas de ferro tendido e batido, de superior
qualidadefe de ;todos os tamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animocs, de todas as
proporgOcs ; crhvos e bocea de fornalha e
'registros de boeiro, aguilhes, bronces, pa-
rafusos e cavilhOcs, moinhos de mandioca,
etc. ele.
NA MESMA FUNDICAO,
seexecutam toaas asencommendas coma
superioridade ja conhccida cora a devida
presteza e com odidado em prego.
S. STIERIEL A C-, banqueirosene-
gociantes, estabelecidos lia mu i tos anuos
cm Londres, teem a salisfaccao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acnbam de fundar casas liliaes
nos principies portos e distritos manu-
factureiro8de Franca, Alemanlia, Blgi-
ca e Hollanda, conservando alemdisso
suas proprias casas anteriormente cstaltc- e de. bonitas cores a 5:500 e 6:000, grvalas
lecidas as cidades mais importantes, e Prctas deseda a 1:, dilis de mola a 1^500,
porlosmais commereiaesdaGiii-Rretanlia, alP*-c.as de .c.ore com lislr8S Je =eda f?
<> fwt&n ,. .: -- j <-r i covado, chitas escuras o claras, padroes
cestdo cm posicaode oferecer grande* ra^diaUos e graudos, de muilos e variados
vanlajens as pessoas f|uepossam necesitar, gostos, cores lixas oexcellentes pani.os a
lo e variado sortiuienU de fazendas, odas
de excellente qualidade,e pregos muito m-
dicos. No so queima as fazendas j por
vezes annunciadas, a saber :
Olindinas para vestidos de senhora,
covado...............
Targelinas dem dem,corle com 12
covados..............
Organdys idem idem, covado .
Cambraias estaspadas. vara .
Ditas ditas mais finas, vara.....
Chitas fraurezas,largas, escuras e
claras, covado...........
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado...............
Ditas dilas, largas,escuras e claras,
covado ..............
Brctanhesde rolo com 10 varas,pega
Biscados monstros, lindos padroes,
covado...............
Longos de cassa com cercaduras de
cor, um..............
Masalem destas, offerecc mais aos seus
freguezesas seguintes fazendas ultiman cu-
te chegadas: mussulina branca finissirna a
320 e 3S0 o covado, dita matizada, lina, e do
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
laaziuhas muilo linas, escuras e claras, to-
das de desenhos inteiramente novos a 400
rs. o covado, carmclina, l'azenda ainda nfio
vista, trancada e com padres de I3azinba,
pelo h -ralo prego de 280 o covado, cortes de
riscado francez, bonitos padroes ccorts li-
xas a :;200 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina com 8 varas cada pega a fina bordados, rendas ou ntremelos deTeam"-
iSoOO. dila tapada lambern muito lina com hraia com lindos bordados, lindos pintes de
le -I88 CKdl peP c, *?800 e,,6,20O,,-r",,s i t"lrug virados para alar, pelo diminuto
a "'r 7 .S a -ilOO, ditos de p^go de 12,. ditos de muito boa qualidade
mermo lisos e bordados, de mu lindas co- I sem ser virados pelo barato prego de 59, di-
res, casemiras cnfeitadas, mescladas, mu | tos de voltn para meninas a 3,500, ditos de
Quem pretender comprar um sitio
com bastantes fruclciras e baixa para ca-
pim, no Dganle Cruz de Almas, dirija se s
960 ru de Dorias n. 112, sobrado junto a igrrja
480 dos Marlyrios, que achara com quem Iralar.
600i
Parece impossivel, porcm pede-se as
pessoas que qneiram comprar a dinheiro
vista vcnhain ver na praga da Independen-
cia n. i como se est vendendo a mais per-
leita marmelada viuda ha pouco de Lisboa
do mais afumado fabricante, em latas de 2
libras, i 1|2,1 e'!|4 de libra pelo prego de
1/a libra, assim como pelo diminuto prego
de 1:280 se vende a libra dos melliores bo-
linhos inglezas proprios para grande cha e
mesmo para enfeites de bandeijas, bom as-
sucar candi a 640 a libra, muito boas con-
servas pelo prego de 1:600 frascos muito
grandes e um pouco mais abaixo a 1:000, na
mesma casa se acha um tudoquantose pos-
sa desejar de uma grande confeitaria e que
ludo se vende pelo mais barato possivel
aponte de causar admiragSo.
Xa ra Nova n. 8, loja de
Jos Joaquim Moreira,
vendem-se ricos babados de cambraia muito
12:000
260 |
280
300
2SO00
220
120
a banco de qualquer genero. jsasqualidades para senhors, gangas mes-
As pessoas que nao foi-cm conhecidasdos 'laaas de todas as cores a 540 o covado. lie
: todas estas fazendas, e de outras muitas
aqui nao mencionadas, se daro amoslras
sob pcnbores.
Rtia do Crespo n 12.
Vndc-se alcatifa muilo larga, e iiropria
para igreja a 2:000 o covado.
Na nova loja de
4 porlas na ra do Quei-
mado n 57,
pas.-siulo o horco da Congregago, acaba de
receb.T-.se pelo ultimo vapor que veio da
F.urnpa, neos vestidos de seda pretos de su-
a saber : sapaloes do
pellica com elstico para homem, ditos de! gos commodos, a vista a motda.
como envcrnisado para homens e meninos
de todas as lia Jes, ditos do casemira (;as
piados de lus1 re ditos do panno gas lados
de bez"rro, ditos do bzcrrn BO para homens
o meninos .'' qualquer tamaito ou idade,
borzegulnselsticos de pellica para homem.
ditos de merino muilo finos gaspiadus de
lustro, tambem para homem, tu i.; 'le muito
boa qualidade e duragiio, por ser de uu;
das mais acredldatas fabricas de Paris, n que
o comprad.>r podera certilicar-sp, diriginlo-
se a dita loja. Tambem ha um lindo sorti
Accidentcsepileplicos
Alporcas.
Ampolas.
Areiasmaldc).
\si luna.
Clicas.
Couvulsoes.
Debilidade ou e\le-
11 u a gao.
Iiebilidadeoufall a de
forgas para qual-
quer cousa.
Dysinleria.
Dor de garganta.
.-- de barriga.
nos rius.
Dureza no.ventre.
Kufermidadesno ven-
tre
Enfermidadesjno liga-
do.
Nova agua de malabar
Vende-se esta agua a melhor quetm ap- l,il,,s venreas.
parecido para tingir o cabello e suissas de '-"xaqueca.
preto : na livraria universal n a do Collegio "o ysipela.
n. 20, d-se junto um imprcs.so gratis cnsi- Pebres biliosas.
uan.lo a forma deapp'icar.
Vende-se um bote de 2.'. palmos, muito
uS construido na ra da Cadeia dolleci-
fe n 2, priniciro andar.
^a nova loja uo J portas, na rua do
monto de chapaos de feltro para homem, os I ^"l!?!0 "* ?L,hc>\e'^,\'o PK| u!timo va"
mais linos do mercado, que se vendem pelo P^r um rico sortimento de chapeos amazo-
baratissimo preco de 6:000.
Vende-se um carri
tente inglez, muito leve
com 2 a.-sentos e cadena
os competentes arreios
um borne gordo cavallo para o mesmo. 3G0 o covado, olin Jias mindas muito linas
muito manso e bom trotador: na rua da a 1:20 o covado, mantas pretas de lile- de
Cruz do liecifo n. 13. Minti, sedas do diversos preg js.
Febrcs intermitiente.
l-ebrelo da especio
Colla.
Ilemorrlioidas.
Ilydi npisia.
Ictericia.
Indigestfies.
i nila mmagOes.
Irregu la ri da des da
mensliuaifio
l.oinlu gas ile Inda es-
pecio.
Mal do podra.
Manchas iin cutis.
ObslruccSo de venlre
i'iitisiea ou consump-
gao pulmonar.
Uetcngo do ourina.
Itheumatismo.
Symptuinas secunda-
rios.
Tumores.
I ico doloroso.
Cceras.
Venreo (mal).
Veudem-se estas pillas no estahclcimcn-
togeraldeLondres n. 244. strand, ana
loja de lodos os boticarios, droguistas e ou-
tras possoasencarregadas desua venda em
tola a America do Sul, llavana e llcspantia.
Vcndom-se as bocotiiihas aSOOrs.cada
Vendem-so fundas de ago para um e
dous lados : na loja de miudezas da rua lar-
ga do Kosano n. 35, a 1:000 cada uma.
.i i: ni una n' es devci oacompcnliarsuas or-
dens com os fundos necessarios para sua
e\eucc"io ; (icando entendidas que os an-
nunciantes uo teem dilliculdade em ach-
antar, "i 0|0 solire os gneros recebidos
antes de sua venda.
OspreqoscoiTentcs e mais nformaces
commei ciaes, que forem pedidas, serao
enviadasgratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodirigir-se aosannunci-
antes.
Vende-se um sof e uma varanda do
Ierro com ls palmos, estante a moderna, e
resto de urnas madeiras de obras, cnchams,
portas e ljelos inteiros. o lambom algutr.a
porgao partida para alicorees, o um banco
do carapina ; na rua do Itangel n. 21, a qual-
quer hora do dia.
Vendem-se na loja de Adriano& C's-
iro, rua do Crespn 16, esquina da rua das
Cruzcs, basquinas de cambraia adamasca-
das, o mais bem feito possivel, pelo prego
de 5: cada urna.
Fin rua da Cadeia n, 57, vendem-se:
Italancas decimaes de dilTerentes tama-
nhos,
Burras dcfi rro.
Superiores charutos da llavana.
Vidrosparaespelho.
Couros de lustre.
('iincii.is enveruisados.
I i" de sapateiro.
I udo por preco commodo.
Na rua do Crespo, loja de Campos &
Lima, ha para vender o mais superior rape
do urna das melho es fabricas de Pars j os
apreciadores da boa pitada devem animara
prompta ven la para continuar haver sem-
pro deposilo, visto o que mandam de Lisboa
ser depessima aualidade.
Jlattas a 1:280 a arroba.*
A Iralar com o I'inheiro, no caes da alfan-
dega n. 5, ou na rua da Lapa, primeiro ar-
mazem.
Dtalas, a arroba 1:280.
No armazem de Alves & Lima, rua do A-
morim n. 45.
AO CANTO OE ESTA
TORRANDO
Na rua da Cadeia do Recife n. 54, ha para
vender lindos relogios de ouro, de patonte
inglez, por baralissimo prego, dito chrono-
metro, que vista da qualidade faz admirar,
dito de prata, patentesulsso, pelo dimi.iulo
prego de 35a j a ells, que esto acabando-
sedas escuras para vestidos a 1:500 o cova-
do por se querer acabar, um magnifico sor-
timento de luvas do pellica de Jouvn de to-
das as cores para homens e sonhoras, e igual
sortimento de seda e fio de Escocia, lano
para homem como para senhora, ludo por
pregos muito razoaveis, j se sabe a dinhei-
ro e sem descont.
Vende-se na rua da Madre de I Icos
n. 12, armazem de Novaes di C, liareis
de ferro ou cubos hydraulicos para dep-
sitos de fez.es a pceo commodo.
Relogios,
Os melhores relogios drouro,patentcin
glez, vendem-sc por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente ()liveira,rua da Ca-
deia do hecifen.62.primeiro andar.
- Vende-so superior linha de ilgodSo
Irrancas e do cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Soutball, Mellor & C, rua
do Torres n. 38:
HOB LAFFECTEUR-
O nico autorisadopor derf,-iodo contclho real,
decreto imperial.
Os mcdicosdoshospitacsrecommendamo
arrobo de Lafleclcur, como sendo ounicp
perior qnalidade a 70/000, grosdenaple pro- aulorisado pelo governoe pela real socieda-
to muilo superior a l:8<)0, 2:, 2:200 e 2:1 no! de de medicina. Este medicamento de um
o covado, vellulo preto muito bom a 6/t00 gosto agradavel e fcil a tomar em secrelo
o covado, mantas pretas de fil mu.lo fins
a 10: o a 12, veos prelos muilo linos de fil
de se la a 10 c a 125, chapeos para senhora
dos mais modernos a 16:, sarja lis? hespa-
nhola a 2:400 o covado, dila lavrada de di-
versos juegos, assim como cortes deharege
a 10:, olindinas de seda a SO rs. o covado
Vcude-se uma bonita vacoa com cria ;
a ve', no Cordeiro, sitio do Gabriel Anto-
nio ; a Iralar, na rua do Crespo u 16, es-
quina.
'elas.
Ven lem-se velas de composigao, em cai-
xas de 25 libras, a pregos coinmodos; na
rua da Cruz n. 9.
Cal d Lisboa
Vendem-se barris rom cal nova deLis-
boa, por menos prego que em outra par-
te : na rua da Cadeia do llccife, loja n. 50,
defronle da rua da Madre de lieos.
At te lidio.
Farinha de mandioca, milho e feijiio o
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
focgcs da pelle, impingens, asconsequon-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos,da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmoros ; convm aos catar-
rhos, a besiga, as conlracgoes e a fraqueza
dos orgilus, procedida do abuso das injec-
ges ou de sondas. Como anti-svphililicos
o arrobe cura em poueo lempo os'lluxos r-
cenles ou rebeldes, que volvem inressantas
em consequencia do emprego da copahibe,
dalcubeba ou das injeeges que representen)
o virus sem neutralisa-lo. Oanobe Laffec:
mercurio eao ioduretu de potassio.Lisboa-
Vende-se na botica de. Barral e de Antonio
Pelieiann Alvos de Azevedo, praga de I. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chocar uma gran-
de porgo de garrafas grandes e pequeas
viudas dilectamente do l'aris, do casa do dilo
Boyveau-LaUceleur 12,rua lurhelieu l'aris
Os formularios do-se gratis em casa do a
gente Silva, na praga de D.Pedro B. 83.--
Porto, Joaquim ATaujO ; Rabia, Lima |r-
patente inglez.
S.lo cliegado* a acharn-ie a venda os verdadeira
bem contiendas sellins ngltzes patente: na roa
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazendas da
AdamaoD \ C. Uowia.
Vende-se uma rica cadeira de arruar,
com scu competente caixSo para a guardar
e a reservar da poeira : quem a pretender,
entenda-se com o Sr. Caclano Pinto de
veras.
Ainda existe um resto dos muito co-
iihocidose afamados charutos regaliadeS.
relixdo autor muito condecido Manoel bal-
bino da Costa hrando, os quaes se vendem
pelo prego de 3:.">00a caixa ; a elles, fregue-
zes, pois desla fazonda vai deixar do appare-
cer no mercado, em virtude do dito fabri-
cante ler fallecido ; na praga da Indepen-
dencia n. 4.
Cal vlrgem.
No armazem da rua da Cadeia Velba n.
12, vendem-se cal de Lisboa em pedra, a
mais nova que existe no mercado, afianc.an-
do-so ser de superior qualidade.
Vende-se liacalliao de escama mui-
to novo e superior a 12s a barrica: no
armazem de Paula Lopes no caes da al-
fa ndega.
Poesas.
Vendem-se no escriptorio de Antonio Luiz
de Olivcira Azevedo, rua da Cruz n. 1, as su-
blimes poesas de Francisco Xavier de No-
vaos.
Attenco ao ba-
rato.
Avisa-se aos ebefesde familia que he
chegado o saboi oso peixe atliun, e ven-
de-se pelo diminuto preco de I 60 a libra :
na rua larga do liosario tabernas n. ."0
e .".0.
Vende-se nm carro pequeo de
4 rodas com 4 assenlos, cm bom
estado e por prego con modo : no
aterro da Boa-Vista casa do Sr.
Miguel Souge.
G1ANDE T01
Na Joja da rua Nova ti. 20
Bandejas
as mais finas e modernas, em temos ea-
vulsas.
Facas o girfos.
Crande sortimento, com cabos de marhm
blalo, ogo, etc., tempera ago fino.
Colheres.
Crande sortimento de colheres de metal
nnissimo e de varios feilios.
Apparelhos para almogo.
Grande sorlio ento de apparelhos de me-
tal hnissimo, imilando prata, gostos mo-
dernos.
Salvas.
ciando sortimento de salvas imitando
prala, com lindas gravuras e relevos de
muilo bom gosto, dilas para um copo.
Trcns para cozinha.
O mais complelo quo tem vindo a esto
mercado, constando de panellas, cassarolas
tngideirase cnaleiras forradas de porcellana
e estanhadas, grelhas, colheres, e diversos
objectos mais.
Castigaos
de metal finissinio, e ricos modellos.
Itatneiras.
Itatoeiras de rame, novo modello. outras
muitas cuidaras de gostos modernos o nrc-
gos commodos, que ludo veio do encom-
menda.
BATATAS.
Vcndem-se batatas oltiroamento chega-
2ri! i.? 6ig0 : nalravsa daMadro
de lieos n. 10.
*&'W*fi0i^Z.
Fugio no dia H do fevereiro um escra-
vo de nome Jo3o, pardo escuro, estatura
menos que regular, olhos amortecidos falla
descansada, corpo seceo, pernas pouco tor-
S?90.nnnr.S l0dS ostn^ representa
ler 20 annos, pouco mais ou menos, e tcm
principio de olhc.al de carapina, cujo escra-
vo veio remettido do Crato aos Srs Seve &.
filhos, e foi vendido ao abaixo assignado
pelo s,r lrancisco Xavier de Oliveira no
mesmo da que fug.o; por isso pede-se aos
capilaes de campo mais pessoas, que o
apprelicndam e levem ao Recife na rua da
Mocda, sobrado n. 3, emcasa do Sr. Manoel
Alves Fcrreira, que scrSo gratificados gene-
rosamente. *-Francisco Manoe! W'anderley
UDSa
"7. FuSodo engenho Mupo, loricnccnto
a villa do Cabo, o escravo crioulc Cermano,
de 30 a 40annos de idade, estatura regular
grosso do corpo, cara rea, e bexigosa, de cor
un. pouco fula, e pes apalhetados ; o qual.
n7,nn/l\CTpra'10 ao Sr* Jos Candido
llamos, morador na provincia das Alagoas.
e achando-se fgido, fora preso a 2 dVde-
zenihro do anno prximo passado, pela sub-
delegada de S. Antonio desta cidade, c*m
o non-e mudado, trabMhando de serrador
com residencia no Rosarinho : quem o an
prehender pode enlrega-lo em dito enKe-
nho Mupao a seu Sr. Joo Paes Brrelo de
Lacerda, ou nesta cidade, na rua da Sau-
dade, ao abaixo assignado, que ser gene-
rosamente recompensad,,. Recife 16 de fe-
vereiro de i8o8Pedro Alexandrino do
arros Cavalcanti da Lacerda.
OfOOO de gratificagao.
Auscnlou-se no dia 17 do corrente o pre-
lo Antonio, quo foi escravo do finado Fran-
cisco Jos da Costa Cao-pello : quem dcllo
der noticia, ou leva-lo casa do abaixo as-
signado, na rua Imperial n 167, receber a
gratificagflo cima mencionada.
<:<& <5
??
. .. .-------- r j i rorio, joaouim'ii aiiiu una, i.iina cv r-
mais barato duque em outra qualquer par-! mSo PernambuCO, Soum ; Rio de Janeiro
te ; na rua do Quenuado, loja de ferragens Rocha & Filhos ; c Moreira, loja de drogas '
"** Villa Nova, JoSo Pereira de Magatcs Leito '
Farello
em saceos muito gran los, o d'5 muilo boa
qualidade, c s vendem Lopes IrmSos
Itrandao, no caes da alfandega n. 7, pelo di-
ininuto prego de 65000 o sacco.
- Vende-se um cabriolet cm perfoito es-
tado ; na cocheira do Sr. Jos Piulo da Mol-
la, defronlo do Sr. Dr. Sabino.
Vende-se no escriptorio de Antonio
Luiz do Olivcira Azevedo, rua da Cruz n. 1,
um variado sortimento de charutos linos, a
verdadeira asna dos amantes, camas de ler-
..*
\ O 0# de gra
tifiea^do.
Fogio ha quasi tres mezes, do so-
brado grande da Magdalena um es-
cravo rrioulo de nome Cosme com
os .-ignaes seguintes : bem preto, de
estatu:a regular, m.los bem fetas
porem grossas, pea um rouco toitos
o nariz grosso e achatado, parece
que ltimamente perdeu um dente
jla Iroiile,.representa ter *.>0 anuos
be muito ladino, porque esteve n
Baha 3 anuos, servino a nm estu-
cante, tem a falla um pouco arras-
(ado e grossa, anda quasi sempre de
vgar : quem o aprehender leve-oao
dito sobrado da Magdalena ou no He
cife noescriplurio do major Ifellar-
mino do Rogo Barros, rua da Cadeia
elha n. 48, primeiro andar, ou fi-
nalmente no engenho l'rua da eo>
marra de Coianna a viuva e filhos do
tenrnle coronel Manoel Correa de
Oliveira Andrade, a quem perlence
dito escravo.


Rio i.rande, Francisco de Paula Coulo& t!
^a Sellins e rtlegioa
T^2jfs,:l1 |NS e KI.O(.l()S .le palenie
Inste? : a venda no armazem de
Roslron Kooker ov Companhia, es-
quina lo largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicJo de Ierro de!). W. Ilowman
na rua do liiiim, passando o chafa-
riz, continua a haver um completo sorti-
mento de taclias de Ierro tundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaesse
O
i
i
o
i
wm Fuglram do engenho Agus-fria, fre-
gui /ia de S. l.ourengo da Malta, os escravos
Miguel, alto, secco, quando anda he muito
inclinado para a frente, pouca baiba, c foi
escravo do Joao tlilo do Reg Barros, mo-
rador na frrgiiozia da Escada, para onde sup-
poe-sc ler lugido. Severino, cabra, fraixo
grossura regular, lom um defeilo em un
dos dedos da mao, reprsenla a idade de 26
pera 28 anuos, e tem pouca barba; qu
um quer outro fugiram 110 mesmo
(|ucm os apprehendcr, leve aoengenh.
na dito, que ser geneosamenle n
pensado.

i

\
ni 11 ama renda |>or pi-ei o commodo e com
: ro, algodo da Babia, fio de algodo, colmr-
se; na amiga loja do l'ontes, onde nao en-1 lores de 13, estampas coloridas dos diversos proinjitidio, embarcam-seou carregam-
geila-se dinheiro. I coslumes da Europa, papel de cores. I se em carro sem despezas aocomprador
PERN. IYP. DE M. F. DE FARU.
MUTTi3iDD"
II FflVFI


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