Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07495


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Full Text
'
*""
AUNO XXXIV 4:
Por 5 mezcs adiantados 4J000.
Por 3 mezes Tencidoi 5$000.
.....i
QIISTA FEIIA 23 DE FEVEREIRO DE 1858.
Por anno adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor:
ENCARREADOS DA SUBSCKIPI.A'0 1> NORTE.
Parahiba, o 8r. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Senhor An-
t. ni Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga ;
Ciar*, o Sr. I. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Jote Teiieira
da Mello; Piauhs, o 8r. Jote Joaquim Avellioo i Par*, o Sr.
Justino 1. Bamoi ; AmatoDa, o Sr. Jeronjmo da Cosa.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olinila lodos oh das, es! e nic.a hora* do dia.
lauara-su'. loianna r l'aralu.a aas legamlH < .cslas-felras.
a. AMao, Bamrros, mi. Caraaru, Altadla < Garaohaaa : na totea-falra.
. Lour^nc^, Pao d Albo, Xa arel, Lmurira. llreja, Pesque.ra, Ina-aiei-
re, Fluree, Villa-Bella, Bo.-Vi>ia. Oarkarj El', na. qiiarlas-l. ,r.
Cabo, Ipojuca, SeriakSere, Ble Furaoio, Coa, llair.irui, Aaua-Frela,
rMmenle.raa a Aataf: qui.ras-f.'iraa.
"Todoaos crrelos parlen as lo aoraa da naahla.
AUDIENCIAS DOS TRISUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundas e quintas.
Relacao ." tercas feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.'
Juizo do eommercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio da.
Dito deorpbos: segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do eivel.- segundas e Mitas ao meio da.
Segunda Tara do eivel : quartas e sabbados ao meio da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
S Quarto minguante as 6 horas 57 minutos da tarde.
13 La nova a 1 hora e 83 minutos da tarde.
2 Quarto crescenteas 10 horas e 39 minutos da tarde.
27 Loa cheia as 7 horas e 45 minutos da tarde.
PREAMAU HE UOJE.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da manha.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
22 Segunda. S. Margarida de Cortona f.
23 Terca. Ss. Lzaro, Semino e Primitivo mm.
24 (.luana. S. Mathiasap. ; S. Pretxtalo ; S. Therezio p.
25 Quinta. S. Cesario e Dioscoro mm. ; 8. Kdelherto rei.
26 Seita. S. Torqualo are. m.: S. Faustiniano b. m.
27 Satibado. Ss. Antigono, Curso e Bessa soldado mm.
28 Domingo. S. Itomao ab. ; S. Cerealis m.
PARTE OFFIC.AL
MINISTERIO DO IMPERIO.
N. 1.Rio da JaneiroMinutario dos negocios
do imperio.Rpamelo _-er.il das terris publicas,
en 18 de Janeiro.da 1858.
Estando a medi(3o, demaroarao e iubdivi.au das
lirras puhlicas determinadas palos reuulameolo* da
3) da j.iueiro 8 de maio de ISi, que devem ser
C'impridos a naca par.-i que se coaserve orden) no
liabalhodas raesmas medires, a a lodo lampo o
pusa distinguir urna das aecroes ou lotes da ouiros
quaetqaer, nao pode ser approva ia a deliberado por
\. Eic. lomada de se forra ir o novo territorio de
nodo que tus nasa seja a conliauaqao da 6a. paral-
lula a bate do I- territorio que Iba Ac coutigoo, a
su aeha promplo.
0> regulamaulos deterrninam que os territorios,
qaer ronn derem no sentido N. S., quer no de I..
C.,forra*m fachas compreliendi.las entre dous meri-
ciauos que dislem entre ai de 6,000 oraras, ou entre
perltelos igualmente afanados catre ai. Islo se
tonaeguira'sendo u limites de cada uin territorio
< prolougameolos da dona lados do anterior, e he
asta disposicao que ha ferida pela delinerarlo de V.
]>i., a que porlauto mo pode ser approvada como
liorna disse.
Determine pois V. Exe. ao inspector geral de me-
irneique sobre a ultima parallel a meridiana
principal e a perltela a eata, que servem de llalles
lo mesirio I" territorio, (orine o 2", e o divida em
cuatro partes iguaes, como determinan) o regula-
meatos.
Fetlu isto, o inspector geral dar' andamento a
sobdivisao da cada um dos quarlos de territorio, ca-
laceando pelos dous que ticam ao norte do prolon-
I,menlo da sena parallel a basa do primeiro ler-
rilorio.
Nos dous, qoe ficam ao tul desia linha, compre
i|0 se proceda tambero a soa medica.) e a legitima-
rio das po.se. que all se acharen) cncravadas.
Sa aconlecer porm que em algum dos quaitos do
territorio que ficam ao sul da sexta parallel a basa
principal, as Ierras sejam otaran, e de uenhuma
utllidade, devera' V. Etc. detirmioar que nao seje
"He snbdividido, e se couserve apenas com os seus
imitas menores demarcados."
Logt> que o inspector geral de medicos possa pas-
nar a nadir os limites citeriores de um 3' ternlo-
i io, determioe-lts V. Esc. que Irete de o faier so-
bre a ultima parallel a base do territorio, pro-
longando suas meridianas para o mirle,e enl.ln apro-
piara'os lenos que Unta alleticao merecaram
no mesmo inspector, e coja posicao a miis circoms-
taneias o levaran) a propr a derogado dos ragula-
ini'ntos por que ella sa rege.
Dees guarde a V. Exe. Mrquez de Olinda.
Sr. presidente da provincia do Paran.
Dia 19.
N. 1.Rio da Janeiro.Minutario dos negocioi
dj imperio.Reparlicao geral das trras pohlicas.ein
1 da jaaeiro de 1858.lllm. e Exm. Sr. Comino
aodo o inspector geral das medicOes nessa provincia
Joto da Gama L-bo Beulas, a proceder Irregular-
nenie na di>ee(_o dos Irabalhoi a seo cargo no
mez de uovembiu ultimo, crean lo nao so emprega-
is sem a necasssria auiorisarao, conservando
grande numero da Irabalhadores no servido das pi-
cadas com manifest desperdicio dos dinheiroa pu-
I lieos, mas tamben) receheodo iodividameme qaaa-
I as por coola de trabalhos cuja ateeocAo Itie peiten-
caodo em virtude dos regulamentoi em vigor, foram
com todo aseculados pelo ajudaiit.- desenhador, s-
fega V. Esc. ordeus terminantes allm de que o refe-
lido iospaclor ei"ie para a thesoararla geral des-a
provincia com a importancia total da 6239 das se
|;oinles (larceil's glosadas ua< depeis do mei de
navembro : 189 que indevidaidente
,-'W bracas de inoncao, a' ratau .le 36 reas a bra
;a : 9 da diaria daffi) a dous apontadores criados
> 340$ correspondentes a 425 das de jornal a 800
rs. de 17 Irabalhadores que de inais ampregou no
iarvl(o das picadas.
O qua cominunico a V. Exe. para sai iulslligen-
'ia e execura j.
Dos goardaa V. EscMarque* de Olinda.Sr.
jreildeule da provincia das Alagoas.
da pena, lar mesma forr da absolvir,ao, ou revo-
ga;ao_da pronuncia, em virludedas quaes o referido
art. 174 garante o pagamento da outra metade do
ordenado.
Fica desla forma resolvida pela negativa a dovida
por \. Exc. proposta : se o empregado, qoe he
condemnado por sentenra, deve restituir a metade
do ordenado que percebeu durante a pronuncia ;
por isso que se o cdigo livessa em vi-t i essa resti-
loic.,10, o teria de cerlo pievenidn. como fez no art.
174 a respeito da melade nao peicebida, dada a hy-
polliese de absolvilo ou n-vogarao da pronuncia.
28
Ao minitterio da jnica para que haja de reol-
ver a duvida suscitada na Ihetouraria do Ceir, se,
a vi-la do diapnlo no arl. 26 do regulameulo de 16
de abril de 1856, lom o arapregadea da secretaria
da polica direitoa' gralificacSo nos rtias em que de-
rem faltas por motivo de raolest a, licenra e servico
publico, nao obstante seren juilificadas ; e decla-
rando que o Ihesouro al agora lera entendido que
aemelhaole gralUieacAo scomiete aos empregados
nos dias em que efectivamente trabalham.
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO DO Mi.
Alagoas o Sr. Claudino Falc.o Dias : Hahia, a Sr. D. Duprid
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Perora Martina.
EM PERNAMBLt.O.
O Proprietariodo DIARIO Manoel Figuelroa da Faria.Dl rae
livrana, prsca da Independencia o. ( s 8.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expedienta di. dia 23 da Janeiro de 1858.
A' lliesouraria de Peruarabuco, ordenando que
pague, ii. forma do astylo, a D. Umhelina Leal
Ferreira Monteiro. a peniao aonual que Illa ro con-
cali la por decreto da 20 de n .venil.ro da 1852, cor-
'e.pondeute a melada do sold que percebia seo ma-
rido o lenla do >-;unlo regiment de eavallana
.ll.inoel Francisco Monteiro, visto ter sido sanccio-
nda por decreto n. 713 do 1- de jolito de 1854 a
lasolacao da assembls geral legislativa que appro-
vou a refeiida pensao.
26
A' (heseoraria ras Alagoas.Bernardo de Sonza
lea.ico. presilat< do IriDmial do ihesouro nacio-
nal, decan ao Sr. Inspector da lltesouraria de fa-
lenda das Alajoss, eio resposta ao seu ollicio d 17
'a deismbro ulli.no, sob n. 93. qua, asjam quaes fo-
leto, as circunstancies da apprehensa'o de madeira
o le pur eiohsrcar a ja embarcada na sumaca
'l.aureniina Illa, com destino para a Baha, no
:aba no presente caso a iinposic^o da mulla do arl.
7 da le de 21 de oulubro de 1843 e .esulamenlo
de 20 de ju.ih) de 1841, especial para o contrabando
de p i. brasil, e qoe portanto nao poda por analoga
oruar-se estensiva ao contrabando de qoalqoer ou-
ro gaitero anida que aeja mi leira reservada. K
porque o .obre lito olficio nao ministra os esclareci-
irienlos preciaos pura se formar um joizo exacto do
acto csuas circomstanciai convem qge o Sr. ins-
pector remella por copia, com a pussivel brevid ue,
o procesan, documeutos e miis papis relativos a
rppreliensao de que se trata.
27
A directora geral da eontabilidade.Illm. a
btiu. Sr.Deparo a V. Eic. qoe foi indef.ndo o
requenmenlo em que o ex-dmiuntrador da mea
lo consulado Jos Das da Crui Lima pedia ser pa-
,!o de todos os seus vencimenlos, a contar do dia em
ale a dala do decreto qua Ihe perdoou a pena de um
tan de suspeusa, em que fra condemnado ; por-
liiciotu, em vista dos arls. 165 i e 174 do cdigo
d) proeasso, o empregado publico assim pronuncia-
do. .lepois da coudemnado, embora obleuha per-
dilo, so lein dlreito a -nelade do sau ordenado sim-
p smenle, de-de a dala da pioouncia ale a em qoe
passar em joJejHe a sentenra de condeinnacjao, como
j) fot decidido pelas ordena do Ihesouro de II de
a roito 4 1836 ; nao podendo o perdao, eojos effei-
t sa limit.m a alliviar o perdoado do solfrimenlo
MINISTERIO DA JL'STICA.
3." secrao.Miui-lerio dos nefiocu.s da juslira.
Rio de Janeiro, em 17 de dezeir.hro de 1857.illm.
e Exm. Sr.Foi prsenle a S. M. o luipe.ador o
..nido dessa presidencia, datado de 19 de marco de
1855, sob mimar.. 28. Com o qual remellen, por co-
pia, o do juiz monicipal da cidade do Rio Grande,
de 20 do mez .interior, propondo as seguiotes du-
vidas :
1.a Se Tlsta do arligo 12 do .leerelo no mero 855
do S de novembrn de 1851, os consoles e vice cnsu-
leseslrangeiros p dem ser preoa, ou condur.idos de-
baixo de vara para deporem como testemonhas en.
causas civais, crimea e comroernaessegundo o dis-
poslo na ordenacao livm 3- titulo 55 g ti, lei di 25
de Janeiro de 1810, 16 e aniso 95 do cdigo do
processo criminal e ai ligo 180 do decreto numero 737
da 25 da novembro .le 1850.
2." Se pode qualquer paisoa ser coagida a jurar
no joizo municipal oo commerc al em simples jusli-
ficac.ao, a Da hypolhese do arligo 336 do cdigo do
prucesso.
Sobre taas dnvidas, responder a me ca ao referido juiz municipal, -m oflicio de 15 do
dilo mez de marro, que remellen, tambera por co-
pia ; quanto a primeira, que, dispondo o arligo 18
do decreto numero 855 da 8 de novembro de 1851
que os agentes consulares pedern ser presos sem aa
tonsafio do govetno imperial sement nos delicio
quecominellereui como negociante!, ou nos de tal
gravidade qoe nao admiliam fai ca, era fora de da-
vida que nao podiam ser presos f cooduzidos debai-
xo da vara para deporem como Instemonhas ; privi-
legio porera este que s deveria t proveitar aos agen-
tes cousolares daquellas nacOes eul/e as quaes os
aneniea consulares brasileiros gjjavam de igual re-
riprocidade. em virlade d.. dispislo uo artigo 23 do
citado decreto, continuando em vigor, pelo que res-
paila aos agentes consulares das ..airas nanies, a le-
BislarJo anterior, que nao fazen lo esla dislincrlo os
considera sujeilos a jurisdiccaociimin.I das autori-
dades do paz ; e quanlo a segunda, que a regra ge-
ral em negocios qua inleressam a sociedade, especie
em que se achava cumprehendidi a hypolliese .lo ar-
ligo 336 do cdigo do pr-ce-sa, i o le'qualquer pei-
soa ser coagida a depor em joizo municipal ou com-
mareial, porque uas simples ji.sti0sac.0es que
aproveila.u ao interesie dos part.'.ulare., a estes cor-
re.ia a dever de apreaentar proras do seu diraito,
seos qua para isso veja obrigada i. juslica a coagir a
vonlade do eidadao. .
Ouvido o canselheiro procurad ir da eoroa. foi elle
de parecer que estando em vigor as ordenares men-
emnadae e oais dnoo racelieu por *"""" escroputosaraenle gu v"m ella. ,lr..j., u, que jUM, n ,,iabeifem
havar as hjponieses qu, oeco zessem. porque as
i'-is llias davam ne-la parle un. razoavel arbilrio
Que entrando os agenles consulares de quaasquer
idtda, por camino.n e geral opioiao, a entre os,
na claise das pessoas dislinclas. que em diieito sa
da o epilhelu de egregias, qua.nl fossem precisos os
seos ,1 epi.imentos as causas civeis oa crirnes, e elles
nao quizessem d-los as moradas dos proprios jui-
zes, cumpria esles usar do arbitrio que facolta a
mt.da ordeoarao, livro 1- arligo 5 11, dando com-
rniisao a quem assisla a' inquirilo naajnoradas dos
ditos agenles, da mesma forma cue deverao praticar
com ri.la.laos em igualdade de ratRfi
Consullsda a seecjlo de josliea du eonsalho d es-
lado, coocordou ella com o parecer do conselheiro
procurador da roroa, quanto a p-imeira duvida, ob-
servando, porem, que n3o era ei.aclo o que asseve-
rou essa presidencia quan lo, ref irindo- 18 do decreto da 8 de novembro de 1851, di-se qua
coolinuava em vigora Icgisb rao anterior, que,
nao fazeudo casa dislinrcao, os r. n-iderava sujeilos a
lori-dicrao criminal das autorid ides do paizvisto
qoe o otado artigo he applicave a' lodos ot cnsu-
les, a s delxa de s-lo a' siguen, ou a alguna, pra-
cedendo declaracao especial do governo, uos lermos
do lin.il do arligo 23 do aobradilo decrelo|; por quan-
to a reciprocdade se da' onicamenle por ccordo
previo a respeil.. dos ariigni 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, II, e
o9o a respeito do arligo 18. coreo he expreiso uos
artigos 23 e 21 do mesmo derrelo.
E pelo qoe respeita a' segonra duvida, qoe, se a
nvpoiheee he a inquirirn de leilemunhas em geral,
e sem fazer dislinrrao, eniao comprehende a juslil-
car.ao simples, e leu. a saa solo.ao no arl.go r, do
cdigo do processo.
E La venda o masmo aognslosmhor por bem, por
sua imperial resolur.lu de 12 do correnle mez, con-
formar-se com o parecer da sobi edita ecco de jns-
li, assim o manda commonicar a V. Exe. para sua
inl-lligenri.1.
Dos goar.le a V. ExeFran-iseo Diogo Pereira
de Vasconcellos.Sr. prndenle da provincia do Rio
i.rauda do Sol.
de n. 2, oas freguezias de Santa Anua a Imtale ; 1858, 37" da independencia e do imperio.Com a
o de n. 3, oa freguezia do Acara ; a o de n. 30, na : rubrica da S. M. o Imperador.Francisco Diogo
deMoju'. A aeccao de halalhao sera' formada dos j Pereirajde Vasconcellos.
guardas quahficados na freguezia de la-carena e na
da B'ja, que para esse Gm sera' desligada do bata-
Ihao ti. 10. A compaiiliia avulsa n. 1 lera' por dis-
trielo a freguezia de Bambea, e a de n. 2, o terri-
torio da da Cairary, qua lambem sera' desligada do
balalhao n. 11 da referida guarda.
Decreto n. 2,0% de 6 de ferereiro de 1858.
Augmenta o vencuoento do carcereiro da cadeia da
capital da provincia da S. Paulo.
Hei por bem decretar o seguinte :
Artigo ooico. Fica elevado a 600? o vencimento
da capital da provincia de S. Paolo, revogadas as
disposires em contrario.
rt. 3. Os corpos acuna mencionados lerSo as suas annual de 3009 que percebia o carcereiro da cadeia
paradas nos lugares que Ibes foram marcados pelo
presidente da provincia, na forma da lei.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meo
conselho, ministro a secretario de eslado dos nego-
cios da jusliri, aisim o lenha entendido a tara exe-
cotar.
'alario d. Rio de Janeiro, em 27 de Janeiro de
185H. 37. da independencia e do imperio. Cora a
rubrica de S. M. o Imperador.Fraucisco Diogo
Pe aira de Vaicoocellos.
de Vasconcellos.Sr. presidente da provincia do, Tiagem dava nao equivoca prova dos desejosque nu- estifao, salvei-lhe com 11 |"
a* tria a respeilo dos adianlamentos da nossa marinha poi.dida com 7 tiros pala forl
3> secrao.Ministerio dos negocios da josliea. Rio
de Janeiro, em 6 de fevereiro de 1858. Illm. e
K\m. Sr.Remellen essa presidencia, ioclusa oo of-
ficio n. 129 de 1 > de setembro .lo anuo prximo pre-
trito, a copia do qoe Ihe dirimo o capitn do porto
dessa provincia, requisilandi qua pelo juizo com-
merrial competente se expedisem aa ordeus conve-
nientes, para que o ex-cap iao da galera Recifei.
fosse obrigado a juslificar.o extravio da caria, oo re-
Decrelo n. 2085 Eleva os vencimeuios dos empregados da secretaria
da polica da provincia do Paran'.
Hei por bem, sobre inonirarao do presidente da
provincia do Paraos', decretar o seguate :
Artigo nico. Os empreados da secretaria da
polica da provincia do Paran' percabsrao os venci-
menlos marcados na tabella que com esle baixa ;
tirando sem vigor, na parta relativa a' dila provin-
cia, a tabella o. 2, que acompanhoo o decrelo n.
1,898 de 21 de fevereiro do anno prximo lindo.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meu
conselho, ministro e secretario de eslado dos nego-
cios da juslira, as*m 0 leiifia entendido a faca ele-
calar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 27 de Janeiro de
1858, 37. da independencia e do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Francisco Diogo Pe-
reira de Vasconcellos.
Tabella dos vencimenlos dos empregados da secreta-
ria da polica da provincia do Paran' a que se re-
fere o decrelo desla dala.
Empregados. Ord. Gral. Tolal.
1 escripiurario, servindode
secretario......
2 amanueoses .....
1 dito externo.....
1 porleiro, servindo de con-
tinuo .....
8003 8005
6O05 jos
6005 200o
1:600?
I:600|
800?
300 2005 500
linha recta, nem cesses de lanrar a vista dianle de
li. poisaquelb qoe n9o olha pan diante, nao sabe
onde podera parar. Nao cont.sles jamis o direilo
daquella que val ser i mulher de leu pai, porm co-
mo be urna mullier m.i, nao fajis umaocom ella, e
nao Ihe falles sem recalo.
( Fars o mesmo |.u -as ?
Eo... fare o qua lieos me aconselliar.
No dia do casamento de Joao nlo viram I.qca e
( COHlmuaruo.) pro:uram-no debalde; linha d.sappawcido. Joao
l.uca linha orna rtessas nalarexas nohres e delira- ,,arcl" fez "iiitas pesquizas para :onhecer seu retiro
das que a victoria acha humildes, mas qoe tornan) a ,00'>e no lim de alguna das po- um arrieiro que
l.iroperar-sa na derrota ; daqoel'asqae nao coul.ecem *0'*av, ^v Sevilha qoe elle assent.ra praca de sol la-
a raiifarroii.ee no Iriompho, nem o abalimenin pu_ ^. JoSo all gio-se por esse acto da revolta conlra
sillanime na qoe.la. Tiuha lambem ama firmeza de "" '"'"'idade,
LUCAS GARCA.
s'.es.v i.: <:os.il*h:s \\i m.i;*,i;>.
Por Fernn Cballero.
4:5009
Palacio do Rio de Janeiro, em 27 ,e Janeiro
da 18*. Fra icisco Diogo Pereira de Vascon-
cellos.
Decreto n. 2,087 'le 27 de Janeiro de 1858.
Marca o ordenado do ,.r.m olor publico da comaroa
de Santo Antonio da i'aullia, creada na provin-
cia de S. Pedro.
Hei por bem decretar o segainte :
Aitigo nnico. O promotor publico da comarca da
Santo Antonio da Palmilla, creada na provincia de
S. I adro, vencer o ordenado animal de 601)9.
l'rauciicii Diogo Pereira de Vasconcellos, do meo
conselho, ministro e secretario de estado dos nego-
cio) da juslica, assim o lenha entendido e faca eie-
eular. Palacio do Rio de Janeiro, em 27 de Janeiro
da 1858, trigsimo stimo da independencia e do
ImperioLom a rubrica de S. M. o Imperador.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcelloi.
Decrelo a. 2.IW8 dt 27 de Janeiro de 18.58.
Crea i.o lermo da villa do Kiu Prelo, da provincia
de Minas Geraes, om lug*r de juiz municipal, qoe
...cumulara as funccOes de juiz de orphajos.
Uel par bam decretar o seguinte -
Arligo nico. llavera no lermo da villa do Rio
Preio da provincia da Minas Geraea um logar de
juiz rauniaiixi, o..o aceumulai as lunccOea Oa miz
de orpnios. *
Francisco Diouo Pereira da Vasconcellos, do meo
conselho, ristra e secretario de estado doa nego-
cios da juslira, assim o le..lia entendido e facs exe-
cotar. Palacio do Rio de Janeiro, em 27 de Janeiro
de 1858, trigsimo stimo- da indepandeocia a do
imperio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
francisco Diogo Pereira de Vasconcellos.
Decrelo n. 2089 de 27 de Janeiro de 1858.
Eleva os veucimenlos dos empregados da secretaria
da polica da provincia do Piaahv.
Hei por bem. obre informaran do presidente da
da provincia do Piauhy, decretar o seguinte :
Arl. nico. Os empregados da secretaria da poli-
ca da provincia do Piauhy, perceberao os venci-
menlos marrlas na tabella que com esle baixa ; Pi-
cando sem vigor, na parta relativa a' soOre.lita pro-
vincia, a tabella que acompanhou o dec.elo u. 1898
de 21 le fevereiro do anno prximo hndo.
Fra..cisco D.ogo Pereira da Vasconcellos, do meu
conselho, mioistro e secretario de eslado des nego-
cios da justas, assim o tenha entsndido e faca exe-
cular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 27 de Janeiro de
I8.j8, 3,.- da independencia t do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Fraucuco Diogo
Pareira de Vascoicelloi.
Tabella dos vencimenlos dos empregados da <-
Decrelo n. 20Si de 27 de meiro de 1858..
Aliara a organisacao da guarda nacional da capital
da provincia do Para.
Attendendo proposta do prndente da provincia
do Para. I.ei par bem decretar o aeguinte :
Arl. I. () liilalln.es de infant-r... du erviri ac-
tivo, na. 1,2 a 3 da guarda nac mal da capital da
provincia d.i Para cam reorg. nisadns em tjaalro
halalhoesdequalro enmpanhias cada un, com aquel-
la mesma numerario, a a de trigisimo, urna saccao
da l.aiali.a.i de tres companhias, com a desigaacao
de segunda, e duas companhias a/ulsas, com a de-
signarlo de primeia a segundi do servir ac-
tivo. ___^,
Arl. 2. O b.lilli.Vi dsTnfanla ia n. I sera" orsa-
nisodo noa d.slriclos da B>a-Visti, (iiiajaru'-ass' e
lianiruru'. que"comprehendem a freguezia da S o
laria da pulida
refere o decrelo
Empregad.
1 escripiurario, sej-viodo ds
secretario. ....
2 amanuenses. ....
1 dito externo.....
1 porleiro, servin 1o de con-
tinuo ......a
da provincia do Piauhv, a' que se
desla dala.
Orden. Gral. Tolal.
1:00} 100}
80115
8005
500? -
Palacio do Rio de
da 1858. Franciico
cellos.
Janeiro, em 27 da Janeiro
Diogo Pereira de Vascou-
ciracter que degenerava em obslinarao como acoulo-
ca sempre quando a energa nao ha sustentada pela
razao, e quando he excitada peloorgulho.
Assim aconleceu que sem faltar ao respeilo qoe de-
vie ao pal, e cojas lei* sao Uo rigorosamente obser-
vadas palo povo hespanlml, as ornearas de Jo3o, ou a
tima alTeiro de l.ozia nao poderam influir na reso-
I'iSo que elle lomara dapo'n dessa enlrevista deciii-
s a. D-ix'ii 1.. o pai foi ter com a irroaa, a qual achou
chorando. Ambos Rearan, moilo lempo sem fallar
rimprehen lento mutuamente a rausa das lagrimas
de ama e do abahinenlo do antro.
Se nossa mai abrisse agora os ollioa! esclamoo
Lozia sem prembulo.
. e principalmente por perder um fi-
mo que poda ajuda-lo mullo. m;s cmiioloo-se ven-
do-se livre de urna testemor.ha si vera a sempre pre-
sente que seuielliaui- a nevoa, sem forma, sem voz e
" a. cj i, o peotlrava sem que i He podesse escapar
a sua nupressao.
Lozia foi viver com a madrasta, a he soperlluo di-
zer quanto ella leve da padecer, oh.eludo da parle
(.as fillias, as quae. sendo extravagantes a Mas de-
viam necea-ariainente aborrecer e.sa roota inlelligen-
le e Delia. l.ozia po,lQ-se a prii epio com retigoa-
C3o absoluia segundo as r.commendriroes do irmau ,
depois pouco po, es,-,to.se- he i paciencia, a
indignado ...lroloz,s,n ,, ah logar em eatHaq.enela do s.n.imenlo ronlid...
Decreto n. 2,095 if 6 de fevereiro de 1858.
Augmenta o vencimento do carcereiro da cadeia
da villa da Barra do Rio S. Francisco da provin-
cia da Baha.
Ilel por bem decretar o seguinte :
Artigo lTst-n, Fica elevado a 1205 o vencimento
annual de 805, que percebia o carcereiro da cadeia
da villa da Baria do Rio ds S. Francisco da pro
vipcia da Baha, revogadas as disposieftes em con-
trario.
Francisco Diogo Pareira de Vasconcellos, do meo
conselho, miuistro e secretario de estado dos nego-
cios da juslica, asilm o tenha entendido e faca exe-
catar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 de fevereiro de
Francisco Diogo Pereira da Vasconcello*, do meu si-tro da obrertita galera* alim della poler'scr ad-
conselhu, ministro e secretario de estado doa neg- ~
eios da juslica, assim o tenha entandido e faca se-
cular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 de fevereiro de
1858,37' da iodependencia a do imperio.Com a
robrica de S. M. o Imperador.Francisco Diogo
Pereira de Vasconcellos
ni.Itila a despacho, na conformidada do arl. 460do
cdigo coiumercial.
Ouvido o presidente do tribunal do eommercio da
eapilal do imperio, e ennformando-se S. M. o Im-
perador com o parecer por elle dado, manda decla-
rar a V. Ei., para sua inlelligeiica, a para o fazer
de goerra. Em Franca e Inglaterra a malor parte
dos oilieiaes e guardas marinhas munio se de pti-
mos instrumentos e algumasobras scienlificas-a mi-
ro* ; tu salva foi res-
pondida com 7 tiros pela fortaleza de Villeeaigooo.
Heos guarde a V. S. Bordo da corveta Imperial
Mannhe.ro.i surta no Rio da Janeiro, 4 da feTereiro
de 858.lllm. Sr. Joaqeim Jos Ignacio ehefe da
trotinas. A' guarnirao portou-.e sempre com roui-1 esq.iadra, eucarregado do quarlel general da mari-
la homanUade para com os infelizes e desvalidos alia.Francisco Cordeiro Torres Alvim coramaa
bm lodos os portos em qua locou a crvela f dan'.e.
Irou e sabio sem haver o menor translorno oo ava- .________
ra, execulan.lo.se a manobra sempre cim a|preci-
sa.i caracterstica do verdadeiro navio de guerra, e
posea afisnear a V. S., sem receiar que me laxem
de vaidoso, qoe a corveta de meo commando deixoo
em lodos os portos urna reputadlo mu honrosa a'
nossa marinha, restando smenle para que essa re-
pulacao seja inleiranienleconfirmada, a presenra de
oolros vasos nossos por aquelles portos, e islo'cora
frequencia.
As vantageos que tira a marinha a o paiz com via-
e Bolucata, na provioeia de S. Paulo, ecreenelle
o lugar de juiz municipal, que aceumular as
luncres da juiz de orphaos.
Hei por bem decretar o segainte :
Arligo nico. Fica separado o lermo da Xiririca,
dos da Ilapelininga. Bolocalu e Talohy, na provin-
cia da S. Paulo, e creado nelle o lugar de juiz mu-
nicipal, qua aceumular as funcroes da jotz de or-
phaos.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do mea
conselno, ministro e secretario de eslado dos nego-
cios da joslija, aiiun o lenha entendido a faca axe-
colar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 de fevereiro de
conslar a quem convier, qoe o propnelano armador gens desta orden) sao Ido palpaveis e V. S. as ronhe-
desse navio, em vista do art. 413 do citado cdigo, | ce tao bero, que escusado he cita-las. O Malte*,
amo as .femis pravas, seru
m verem e observaren! os na-
Decreto n. 2,(197 de 6 de fiverciro de 1858. era o qoa devia allegando e jurando a perda do re- I guarda-maruias, a me
separa o lermo de Xiririca da llapetminga, Taluhy gislro, a comprovando-a, se fosea isso exigido e pos- duvida muilo laeram em
sivel, solicitar nova carta, com resalva da prlmeua,
fazendo as respectivas ai.nolaci.es peraota o inspec-
tor da alfandega dessa provincia, como conservador
do eommercio della, e a quem na forma do arl. 12,
do regulameulo n. 1,597 do I- de maio de I8S5,
perlence o registro das r-mbarcaces brasileiras des-
tinadas navegara do ultramar.
Dos guarde a V. Ex. Francisco Diogo Pereira
de Vasconcellos. Sr. presideuts da provincia do
Par.
MINISTERIO DA MARINHA.
N. 39.Illm. Sr.Tenho graude satisfarn em
participar a V. S., alim de qua se digna fazer cons-
k j independencia e do imperio.Com a lar t S. Exe. o Sr. ministro e secretario da estado,
rubrica de S. M. o Imperador.Francisco Diogo !'
Pereira de Vasconcellos.
inspector geral da marinha que durante a com-
miss.io que aeabo de fazer, os oltbiae?, gaardas-ma-
rinhas a mais prajas de borda partaram-s* paifai-
tamente bem.
A corveta toenu em 11 porlos, a a guarniro foi
t.niqiie, creada na provincia da Baha ; e que a co- licenciada em todos elles : jamis me deaerton om
marca de Sent S da mesma provioeia passa a nacional, ajamis recebi a i
Decreto n. 2,098 de 6 de fevereiro de 18.58.
Declara de primeira enlrancia a comarca de Chique-
dominar-se, comarca de Joazeiro.
Hei por bem decretar o segainte :
Arl. 1. Fica declarada de primeira enlrancia a
comarca da Chique-Chiqoe, ceada pela resoloso
de I da dezembro do anno lindo da assembla le-
gislativa da provincia da Baha.
Art. 2. Paisa dennminar-sa comarca de Joa-
zeiro a de Sent S da mesma provincia ; revogadas
as riisposic,es em contrario.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meu
conselho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios da juslija, as cular.
Palacio do Rio de Janeiro, 6 de fevereiro de 18.58.
3r da independencia e do imnerio___Com a ru-
brica de S. M o Imperador.Francisco Diogo Pa-
reira de Vasconcellos.
Decreto n. 2,099 de 6 de fct?reiro de 1858.
Eleva os vencimenlos dos empregados da secretaria
do polica da provincia de S. Paulo.
Hei por bim, sobre informadla do p.e-idenle ds
provincia des. Paolo, decretar o segoinle :
Artigo Basic. Os empegados da secretaria da po-
lica da provincia de S. Paolo perceberao os venci-
menlos marcados oa tabella qoe com esle baixa, fi-
cando sem vigor, na parle rel.liva a sobredila -pro-
vincia, a labella n. 1 qoe acompanhou o dacrelo n.
1,858 de 21 da fevereiro do auno roximo pretrito.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meu
conseibo, ministro e secretario de estado dos nego-
cios da juilica, assim o tenha entendido e fsra exe-
V'i",r'-u"-i'-"' d "' J '"npi")> em de fevereiro que quando daqui sabio.
de 18)8, 37- .la ...dependencia a do imperio,Com
i>f"_.r.C" ''?. ** *' o Imperador. Francisco Diogo
menor queixa de pe alguma de Ierra ; e nem tao pouco leva a polica
deases lugares nada que fazer com praca alguma de
bordo. Islo prova nao a boa disciplina e urdera
da crvela, como a boa indola da nossa gente.
Por toda a parle ouv elogios pela maneira por-
que a guarnir se apresentava sempre decante, mu
bem vestida a respe.ladora dos usos e costumes dos
paizes era que se achava. Em toda a commissao si.
morreram doos homens, Om que, como ja partici-
pe! a V. S., alirou-ie ao mar, por rao, a o oolro
um criado que fallecen em Portsmoulh, de urna
phlhisica pulmonar, do que ja deve ter V. S. rece-
lad. a devida parliciparao.
Durante a commissao nao houve alleracao alguma
nos desiaomenlos de impehaes marinheiroi e bala-
lhao naval.
No corpo da armada houve as seguiotes : duai
prajas fallecidas, ambas nacionaes ; traza desem-
barcadas, por terim a isso direilo, todas estrnngei-
rai, e cincu desertadas, tamb'in todas estrangeiras,
leudo qualro desertado em Lisboa, e ama em Plv-
mouth. Aleta disso, foi o gaardlla extranumerario
l.uiz Antonio da Coala remellido de Genova para
esta corle, a bordo do brigue nacional Pingmn,
pnr ter sido julgado incapaz do servir.), pelas mo-
lestias que salina. O que todo faz um total de 21
pracas, devendo por consequencia a uuarnic.lo cons-
lar hoja de 152 prac-is, pois que sahimosdeste porto
com 173 ; poim, u > lo da aalorisacao qua me
.lava as iusirucces. euibarquei algumas praras, e
de's.s acham-sa abo-do 10, entrando portanto a
corveta ueste porlo c.iu 162 piar ,-, 11 menos do
Pereira da Vasconcelos.
Tabella dos .encmenlos d<> empregados da secrola-
riai da polica da provincia de S. Paolo, a qae se! proposito o fiz, afim do reunir odo... .Moa
refere o decreto dista data.
. m 1EnlPr,?do'- Ord. Grat. Tot.
I onicial servindo da secretario 1:600? 400? 2:000*
J amanueu.es......goQ, 400o 3:6)X
I dilo externa......8003 100j 1:2005
1 thesoureiro...... J00, .Mf
1 porleiro servindo da contiouo 4009 2009 009
7:6009
Palacio do Rio da Janeiro, em ti de fevereiro de
18)8.Francisco Diogo Pereira da Vasconcellos.
3.* secrao.Ministerio dos negocios da joslira.
Rio da Janet o, em 4 de fevereiro de 1858.Ilim. e
mm. SrS.ijeiloo V. Exe. appiovacao do go-
verno imperial, em o seu ollicio 11. 163 de 28 de de-
zembro ultimo, a soluto que dera dovida propos-
la pelo juiz de direito interina da capital dessa pro-
vincia, sobre poder elle, i v.sta do art. 200 S, 1 do
regulameo^a^p^aK de 31 de jaoe.ro da 18i2.'mau-
dar sabir do recinto do tribunal do jury a um juiz
de fado. '
Nessa oloraTnlliiroa V. Exe. ao referido joiz de
direito que, secundo a inlelligeiica grammatical do
citado artigo, que he a reproduca do i do art.
M> do cdigo do processo, essa aulorisaclo era per-
mittida ao juiz de direilo nicamente em referencia
aos espectadores, e jamis a respeilo dos jurados, aos
quaes o mesmo arligo incumbi de fazer respeilar,
quando dea taculd.ide ao juiz para preuder e punir
1:1009 a quem os injuria.se,
1:6005 Tendo levado o ob|ecto ao cooliecimenlo de S. M.
8OO9 o Imperador, hoove o mesmo augusto senhor por
bem, de conlormidads com o parecer da conselheiro
.5009 P/ocuradur da coroa, approvar a soluflo dada por
---------S. Exe, o que Ihe commuuico para sua intelli-
4:3009 gancia.
Dos guarde a V. ExeFrancisco Diogo Pereira
de \ asconcellos.Sr. presidente da provincia do
Espirito Santo.
3.' secro.Ministerio dos negocios da jostra.
Rio de jaueiro, em 5 de fevereiro de 1858.Illm. e
Exm. Sr..1 ecuso o recebiraentu do ollicio de V.
Eic. de 9 du mez antecedente, sob n. 31, e bem as-
sim da copia do qua V. Exe. dirigi ao chafe da
polica dessa provincia, em 30 de. dezembro ultimo,
recommenlando-lhe que ordenas aos delegados e
soblclegadoa qoe se alisllvessem de pedir inslrur-
ia (fie* sobre suaa allnbuiri.es a deveres policiaca aos
- juiz-sde direilo, e si ni anicamenls ao referido che-
le de polica ; e S. M. o Imperador, a cujo conlini
A anarmeao foi sempre monicinda com gneros
de primen a quali lado, e comprados na conformida-
da das muilias inslrucriles ; paga acmpra am dia,
excepto noa mezes de agosto a selembro, que da
" s reunir os don. .<,t.ios e fa-
zer comprar ioopa de abrigo, em Inglaterra, onde
ella he barata, ese tornava necessana, por eome-
rar anido a estar.v. invernosa em ootubro.
Na anle-vespera de mini.a sahida de Clierbourg
recebi o oflicio de V. S. (sob n. 199) datado de 29 de
selembro de 1857, acumpanhado do avisa da secre-
taria ds marinha, datado da 24 do mesmo mez e au-
no, auloriaando-me a despender al a quaiilia de
l'583o60 mentalmente, islo em eonsaqaenria de
vios e os eslsbelfcimenlos navaes das narf.es mai
adianladaa que a nossa a essa respeilo. Os mdicos
lem occasiao de visitaren) hospitaee perfaitamenle
montados. O paiz muito lucra em sa fazer ronhe-
cido ; e que nielhor meio de se fazer cuntiendo do
que anreseutar os seus navios da goerra no eelraa-
geiro ? pois a bordo existe o verdadeiro carcter da
naci a qoe perlence o navio ( quando a guarnir.)
he iiacu.ual ; all vao difiranles classas da socieda-
de, e parlicnlarmenle parte do povo, qoe conserva
sempre os leus usos e cosime*.
1. ma legaclo em qualquer paiz qlie idea podara'
alar do carcter de ana nar.lo, doa seos usos a coila-
mes ? Nenhums ahsolulamenle. CompOe-se ellas ge-
r..luiente da pessoas que viven) longe deseo paiz ha
muitos annos, a obrigadaa a vivar segando os osos e
costumes dos paites jonto dos quaes alias esto : o
navio da goerra, torno a repetir, aprsenla pelo
contrario orna verdadein parla da nicao a que per-
lence. Coube-me a honra de apreseolar a nossa bao-
deira em alguns porlos onda jamis ella havia tremo-
lado. Em Cdiz, nonca a haviam visto, ao menos ar-
vorada 00 peol de um navio de goerra verdadera-
mente brasileiro : all algumas pessoas me pergunls-
r 'ni que baudeira era aquella '. '. Em Gihrallar, dis-
se-me o capitn do porlo que nos livrosda capitana,
de ha muilos annos, nao eslava registrado navio al-
gum com bandeira brasileiro. Em Tontn, jamis
havia estado om navio noiso. Genova, condeca al-
guns mercantes aples bavia visto a oessa ban-
deira em 1811. Palermo, Alger e Clierbourg, nanea
a haviam visto. E permilta-me V. S. dizer que a
iinprasaao cansada nes-es porlos onde llucluoo o pen-
dan auriverde arvorado nrsla corveta foi extrema-
mente lisongeira e favoravel ao nosso paiz.
As demonstrarais de aprero, de svmpalhin a da
amlzsde que recebemos em lodos esses portos assim
o provam.
Dos guarde a V. S. Bordo da corveta Imperial
Marinheir... surta no Rio de Janeiro am 4 de fe-
veieiro da 1858Illm. Sr. Joaquim Jos Ignacio,
cliefe deeiaqiiadra.encarregado do qaarlel general da
maiinha.Francisco Cordeiro Torres Alvina, com-
mandaole.
N.O.I'lm.Sr.Tenli'o a honrare participar a V.S.
alim da que se digna fazar constar a S. Ese. o Sr.
ministro a secretaria de eslado inspector geral da
marinha, qoe no dia 27 de dezembru do anno pr-
ximo prelerilo, a' 1 hora 30' da minhaa, sendo o
vendo NE, e acb .ndo-se a bordo o pralico do porlo
de Clierbourg, com destino n este. A's 4 lloras da ma-
nhaa, achando-nos fora do que-bra-mar, passou
pralico para o seo culer a segua derrota', tratando
de p.ir-iue a meio decsnsl. ro.us ou menos, alim de
llar n.lo '.i as pingosas pedras denominadas kas-
kts, romo lo.la a costa de Franca, <}* he sojeila a
grandes crranles de agua. Log que me el mei a
meio canal fui arribando gradualmente com toda a
forr j. ,,1, ,,,,., ssaatata- o mais psompia possivel esse
ma o canal. Tendo ja eonhecimeolo de tres porlos
deniro do canal, desprezei o auxilio de um pralico.
Ha da 27 a' noila demos vista ao pharol dt pona
Slarl ; a' meia noite ja nos demorava a E. No dia 28
'a 8 horas 30' da nona, sendo o venlo NO, a indo
no bordo do N. demos vista (da gavaa) eosphires do
Cabo Lizard. Nessa noile o venlo rhamou-seSE,
sahimos o canal : 11 venlo foi sorcessivamente ron-
------------dando para o S e SSO e refrescando, at o dia 2 de
liaver en, de Lidiz, representado em ollicio de 28 1 Janeiro que descarreaou a's 3 horas e 20 m.nulos da
de abril, sob n. 10. a insofliciencia da quantia que larde com toda a forca. Ja tamos enllo a capa em
e me havia determinado para occorrer ts desperas gavea e velaxo nos segundos, gala deniro, latino
da crvela. Agradecendo essa prova de confianca,
me he mai lisongeiro participar a V. S. qua jami.is
a despeza mensal da corveta montoo a eaia ultima
quanlia, como passo a mostrar.
A despeza total f-ita duranie a commissao monta
em 11.187 libras sterlinas, 6 shillings e 4 peneca, o
que faz ao cambio de 27 pencas por 19 a qoanlia
de 102:11115781 inrluindo u fabrieo feil.t no ar.enal
de marinha de Clierbourg. Abalendn dessa quanlia
1:2839572 importancia liquida du fabrico, resta as
100:827-3212 para as desperas do pessnal e material,
o que da' a deape/a mensal de 8.0669177 exceden lo
apenas em 7719030 mensaes aocradilo de 7:292)031
e vela de ealay carados : a essa hora ordenei que se
mellessem as duas gavias oos ierceiros, pois hevendo
ni..il. mar e vento, o panno que levamos comerava
a fatigar om pouco a corveta. Nessa faina a gavea
ras^ou-se coro urna forte rajada, pelo que desenrer-
gou-se e metleu-ae nutra que se achava carada e ri-
zada nos Ierceiros, aprzar do muito mar e "vanlo, 15
minutos depois.
O navio porlava sr perfeitamente bem a despeilo
do furioso mar e venlo, mesmo em quanto se anver-
gou a gaven. Dorante a noile o lempo melhnrou e o
venlo rondou para OSO, pelo que virei da bordo e
seguimos com a mura a EU, fazendo a forca de vela
que se me havia determinado no principio da com- | que permillia o mar. D'sde e-sa dia nenhuoia n.ivi-
miaslo, e sendo menor, lamhem mentalmente, de '
6:517588:1 ao crdito de 14:58isOGO que ltimamen-
te se me atilorisou a despender, sendo por conse-
quencia a dilferenca para menos da despeza fela,
em relac.lo aquella que poderia fazer na importan-
cia de 81: i73s 537 o que prova qae fiscalieei a fa-
zenda nacional, o mais qae pude, ua.i fallando ja-
dade houve al o dia II) da jaoeiro qoe demos rala
da Madeira. pelas 7 horas 20' da manh.la, demoran-
do-nos ao SE. Demantei a Iha na., s por nao ser de
neuhom alrazo a navegaran, como para que os nl-
ciaes a guardas-marinlia a fica.sem conhacendn, e
rerlificar-mos os rhronornelros, que achsmos pela
ni ireario estarera aluumas milhas a oeste. Seguimos
gos com os baoeficios, e o primeiro he dar bom
uxemplo.
Entre oolras pre lar anda na llar da mocidade, posto ja eslivesse na
idade madura. DV.i resuliava que podendo parecer
oda um gallo novo, lomava o ar de am frango ve-
t u a' quanlia de 8:0665177 mensaes, foi por liaver
a liarlo, alin de 15 gaardas-marinhas, ,') oflici es o
I cirorg.ao, a demais I .tarao, cojos vencimenlos e
de seus criados impnrUvam roensalmenle em.....
2:691)5181. Desejava fazer orna compareci da des-
peza lena por esla crvela du. ante a eommisslo com
a que ella ana no Ri.< da Prala, podando lalvez
provar que se acaso houveas exceiso nasla com-
missao foi elle insignificante ; iofelizmenle nlo le-
iihu oa meios para conhecer a despeza qae ella fa-
ria no Rio da Prala, pois servindo all era estar...
todas as despezas eram pagas pelo navio chele, e o
eaerivaTa qoe all servia a bordo passou para outro
navio no Rio de Janeiro.
Datante I*' 1 a vtagem a corveta provo ser, com
vento larjc vio de marcha superior, nlo eucou-
tranlo 1 avio que Ihe puzessa a proa adianle
debdixo desta circumslsnna, e note-se qua no Me-
diterrneo e no canal da Mancha eueootiamoa rel-
menlo ievei -ernelli ma negocio, houve por bem, de leares. |->z esta crvela duranie a commissao
mais com o necessario a bordo. E se a despeza mon- | sempre com venlo mais 011 menos favoiavel, e no dia
conlormidada com o parecer do conselheiro proca-
rador da coroa approvar o prncedixenlo de V. Ele.,
o que Iba communico para saa ii.lelligencia, e em
resposta ao sea citado oflicio.
Dos guarde a V. ExeFrancisco Diogo Pereira
para essa fm com o pretndanle, a o pr.necia exe-
eutou-se do modo que vamos dizer.
tma noile que Luzia retirada a' ana cinara orco-
pava-se com os cuij.dos de su vesluario, e ollava
eus cabellos macnificos. a poila abri sa repeolina-
meule. dando aatradl ao coronel euvollo em sea ca-
velho. I-risa va os cabellos asando de toda a habilida- poto, trazando a' ca'oeca um chapeo de ahas largas, e
da do cabellereiro, o qual como todis sabem, tem o I acompanlia.li. com grande rumor pelas risadas das
tlenlo de fazer appavecerem anneis, onde nao ha | fillias da Leona. Apaas fizeram-no entrar, impelli-
mais cabellos, lraria um esparl.lho de Pars, o qual: ram a po.la. lecharan).ni e reliraram-se. A inds-
ima cintura capaz de ser iuvej.ida por ama nac-lo, o terror, apoderaram-se um instaala da iofe-,
l",338 militas. Modo 13,680 no Ocano a 3,648 00
.\.e literraneo. Em lodos os portos os joroaas dando
noticia da chegada da corveta, diziam qual o lim
da loa viagem, concluindo quasi sempre com um
honroso elogio ao governo, que ordenando urna lal
25 da Janeiro no.le curiamos a linha em 27 de
loogilude OGW. Prefer corlar pur esla loiiilu
por estar ltimamente provado que he a meilior, li-
vrando-se o navegaute das eufadonhas calmas que
reinam mais a E
_ No dia 27 ao meio dia eslavamos no parallelo de
Ferna.i jje jNoronlia, a desde enlao seguimos com
vento favoravel .mis ou menus fresco. No da 31 a"
bolle pass.amoso paralelo dos Abraldea em 36" de
longide OGW. ,No dia 3 do enrenle, a'5 hora* da
lar.-.a demos vista ao Cabo Fri, dei> 'ando-uos ao
O ; a's 7 horas eslavainoi NS com el'e : q.i.ml.i a
o avilamos eslava a urna distancia de 18 milbaa est-
malas, uto sa leudo avistado antes em consequencia
de estar o sol sobre a trra. Pasaaaj.il por elle com
Iota a forja da vela, fazendo o navio II milhas por
ora : o venlo era NE fresco. A's 10 horas e 80 mi-
nutos avistamos o pharol da Rasa, demorando au O.
GOVERNO DA PBOV1NC1A.
Pur portara de 21 do rorrele foi demilli.lo o
subdelegado da freguezia de Sanio Antonio, Or. Ma-
noel llu-rie de Paria, e ordenoo-ae qae conlra ella
se proredesse. em visla de doeomentoe a informa-
ra'-, de qoe resulta haver o mesmo subdelegado ra-
cebico da Adriano & Castro dinhelro para deixar de
procoder como devia, am relacao a ama parrare pac
aquelles comprada, e que allrgava ser livre.
Despacho' do dia 22 de ferretro de 1858.
Requenmenlo de Bernardo Antonio de Miraoda,
pedindo se Iha mande passar po. laria para entrar na
uso da licenra qoa Ihe foi concedida pelo sovern*
imperial para o lorie da 40 duzas de praoehoea da
ma leras de lei as malas da Estado 00 na* doa par-
ticulares.Declare em qua trras a em qae lempo
pretende o supplicanle fazer o corte.
Dito da Jo.lo Luiz Soares, rnachimista, radiada ser
admiliido i malricola do vapor de reboque Cama-
ragibeo, indepeodentemente da apreienla{lo da*
docoreeiilos exigidos pelo regulatnenlo da capitana,
mas pintando Gane* Idnea ; porqoanlo ola poda
obler sinos documeutos com a brevidade qoe sa lai
misler.Informa o Sr. capilla da porto.
Dilo de Rodrigo Jacoma Martina Pereira, pedindo
ser nonieado para o logar vago da goarda al* *>-
salado orovincial.Junte foiha corrida.
Oflicio informado palo iospaclor da (hrsoureria
de fazenda) do commandala soperiar ala aaarda
nacional dos municipios de Olioda e Igaaraesa, re-
lalivameola a abertura do aasantameolo da praca*
de Ires rnelas do 9- bilalho de infamara da goar-
da nacional de Olinda. e do pagamento das respec-
tivos vencimenlos. Volle ao Sr. inspector da il.e-
snorar.a de fazenda para mandar abrir as asaeala-
menlos de praca dos Ires cornetas de qoa se trata,
bem como pagar os vencimenlos deslas o dos deanais
do bataliiao relativamente ao mez de dezembro ul-
timo.
Dito do lenle coronel commandanle do balalhao
n. 28 de guarda nacional do municipio de Gara-
uhuns, rsmellendo, para ser salis.eile, o pret das
pracas do mesmo balalhao qua destacaran) naqoelli
villa de I a \ de jaoeiro nllimo.Hemellido ao Sr.
inspecloi da Ibesoorana de fazenda para mandar pa-
gar, estando dos lermos lesaes,
Reqoerimento de Alexandre Jos ds Ferias, prca*.
para recrula de marinha. pedln.io ser posto aa> liber-
dadeNaos* mostrando isencfo legal, ote ha qa*
delenr.
Dilo (aformado pelo director geral da inalrercje
puiilica) do padre At.lonio lionc,ilves da Sil, pro-
reaeor pu Mico de ii.sirorrio elemenlar da fregaezia
de Tracaahem, pedindo a soa jululacio por cootar
mais de 25 anuos de se.vreo no magisterio.Paaaa
portaria, concedendo a jobilaca.. reqaarida.
Dilo dn Antonio Jos da Oonha Gaimaraes, rnrrcie
da recebadoria de rendas, pedindo ser instruida da
neresaari informaran o requenmenlo qoa enderece
a S. M. I. pedindo ser nomeado para o lagar da pm-
Meante da mesma recehedoria, vaaa pela nomaacan
de Hermenegildo Coelho da Silva para amanuense
da alfandegaJunte certidio de idade folha car-
rida.
Dito do bacharel Aolooio aJanoel da Aragaa a
ello, juiz de direilo da comarca do Limariro, pe-
dindo ae prorogue por mais 30 dias, com a wdsraa.de.
a l.'enra da doos meze roacadida pela govaraa lea-
panal, alim da poder afli ame ite roldar aa) reela-
belecnna .(,. de saa saude.Passa portaria coaatedao-
do a prorogacao requerida, -em veaciaianlas.
Dilo da Candida Joaquina da Sooxa, pedindo ad-
miiso ni companhia da edoeandas do arsenal 4
auerra para seu filho nreaaatr. da noine Banigaa Mar-
ques re Siuza Cootioho.Informe o sr. direcUr
do arsenal de goerra.
Dilo da Eduardo Frederico Baoke. pediodo porta-
ria parapader asar da l.cenca iua Iba foi concedida
pelogove-no imperial, para tirar madei.as naa ma-
tas de Jacaipe, Agua-prela e Bonito.Declara a da-
nomipacli das fazenda, onde pretende corlara*
ra feiras 11 oa raspeclivoa proprietarm ; aisim como
o lempo em que deve comecar o certa.
Dito de Eoslaquio Antonio Gomes, apresentando,
como foi exigido por despacho de 12 do correla, a
dlulo de atarntenlo do terreno de manoha. em qoa
e acha edificada a casa B. 5, am segeiaaenlo a raa
da Aurora, paseado ao pai do snppliranle, a a carn-
oso de Ihe haver locado em pa.lilba o dilo Ierre...
alim de sa passar a ella sopplicante o competente
titulo de a'oramento.Remellido ao Sr. inspector
da thesoiiisria de fazeuda, para mandar panuro
ltalo requarido.
Dito de Francisco da Asis Chaves Peona, rorraia
da alfandega, pedindo ser nomeado para om doa
doos logares de suarda da mesar a alfandega. creada*
por decrelo de 16 de Janeiro piscado.Inilroa da-
vidaoenle o sea reqaerimenlo.
Dilo informado pelu inspector ds thesouraria da
fazenda I do vigario enrommen lado da fregaezia da
Grvala, Joaquim da Couha Cavalranli, pedinda ser
pago de soa congroa na razao da que percebe a li-
garlo collado.Visto o S 3. do art. 29 da le da 96
de selembro de 1837, nii> lem lugar.
Dilo de lea de .Mello Cesar de Andrade.padiaa.i
ss mande elimnnr da goarda nacional seo lili.a desa-
me Joao Fernandes Vtera,qoe seado menor da 18 an-
nos, foi alistada pe. jimia da qa>lifieacje da fregae-
zia de S. Jos.Musir o desparti qaa tete da eon-
salho da revista.
Dilo de Jos Joaquim de Moraes Navarro, rajta-
daule do 4- auno da faculdade de direila. padiada
licenra, para ensinar particularmente os Modos pre-
paratorios.Informe o Sr. director geral da iostrac-
c3o publica.
Dilo de Manoel Antonio de Sooxa Res, pedinda
ser nomeado para o lagar de coi.tinao da alfand.aa,
o qual se ha de crear ern virluda do nevo regala-
ment.
Dilo de Manoel Jos de Albqnerqoe Melle, pe-
dindo se mande qoa o tente coronel director da
aisenal de guerra, allesle qoal o rornnortsmenle roe-
ral e civil do supplicanle.Atiesta, quereodo,
Dilo do mesmo. pedindo ser nomeado para a lagar
A's 2 horas da rnuiliaa de boje, acalmando todo o j re lenle secretaria do carpe de polica, o qaal,
venlo, a lomando forca a varante, tundeamos em
frenle a' barra, demorando o Pao de Assucar do NO
e a Rasa ao SE 4 S. A's 10 horas sohraviudo a vira-
rao da ESE. suspendemos a demos fundo oeste porto
p*las 2 horas da tarde, trazando 30 das de viagem.
A' 1 hora 15' dislinguindo-se o pavilhu do chefa da
O coronel parti pouco depois levando secreta-
mente Luzia, a qoal comecava a achar-se teliz nessa
almospliera de amor e de luxo.
Aquella a quem Deoa fechou os al los nao os a- Lnla ve veio-lhe o peosamaelo le humilhar
b ira jamis, resp-.ndeu Lucas ; porm nao duvi !
q ia l do co ella os tenha incessaulemeiile filos so-
bre a lilha. De ora am dianle nao poaso lazar nada
por ti, a posto que tenha lenlado conservar-la del.ai-
xi' da mi.iha proteeeSe, nao me foi possivel cousegui-
I. ; porque, ininha irmAs, contra o peder de am pai
11 entram outro pode elevar-se.
E lodavi, disse Luzia chorando, nao posso fa-
aairaaataa sqollo que tu ma disseres, porque minlia
niai recommendou-me a ti.
- Sa he a.sim, tnrnoa o irrr.au, oove bem o que
voo dizer le ; Carrega tua cruz com pacieocia, pois
smente dessa modo acharao mais leve. Se como um
e.innicn exposi, a leales os ventos, ecomo um carva-
II o .liante do mal. Caminha sempre em direilura por
mais asesoro.a que sejs a estrada ; nunca deixes ,1
() VidtOfar/o u. i i
sy.'phide. Cuidava que as conquistas amorosas lionra-
va.Ti-no tanto como as guerreiras. a que a temerida-
de no militar, bem como a casquilharia na molher,
eram o condimento indispensavel dos dons gneros.
Acresceolandu a todo ia-o lal .1.- de vaidade que
occopava-lhe no cerebro lodo o vacuo que ah dei-
xavam as qoalidades ausente., o coronel (iallardo ora
um do-es hemens qne sao deleilaveiasem -.'rem per-
versos, a ridiculos sem serem dignos de riso. A I-
inoeslando seus olliciaas, fazendc-lhes urna falla de
circunstancia, lar-lhe-hia sido mu penivel nao dar
a entender que tiuha ama linda mora, e qoe tralava-
a com luxo.
Essa i\no cavalleiro, sem dovida celibatariocomo
todos os de saa especie, alojou-se dianle da casa da
Leona. As filhas desla nao lardaram era Iravar a-
misade com aquelles qua rodeavain o coronel. Os
prelodios dessa ainisade foram coplas cantadas com
a hiteocao mauifrsla de entrareio em relan.ei auio-
rosas.
De sua parle o coronel alo lardou em namorar-se
presompr-j)sa e da beleza de Lozia ,.li n.io ara l.omem de dissi-
ales cora prod,g,o~id.S^S.T'^'aSr "^ "*", T" iVm "VI md",a '
carainhoas oulras, a pr.psrarlIh" ll, K, V -"'"' "a ol,,nlJ,l1 "" de"
- in.in-lrarues exteriores, sempre escau Jaloias a com-
promelledoras.
O illutlre aspirante eonheceu logo o interior de-sa
familia, aos antecedentes da madrasta, a triste soite
de Lata, augraentaram-lhe pramplamenla as espe-
0.. raneas. Todava elle enganon-se, porque Luzia meio
inressanle-
suas vantageos aquellas, pelea qu.es era
mente hmilhada, e ella tornou se
casqailha. Assim
"rae
-brir
reno.
Nessa poca veio a Arcos am ngimenlo de caval-
laria.
O coronel chamado Gallardo, en rico e bem nasci-
dn : fra bello homem, aera aindi cm grande falo
Essa faloidade provioha sobretodo de qoa o dinheiro | domada pela vaidade e pala levian'dad'e recuou dia'o-
ea auiondade forrnam ao redo' daqoellcs que os; te da eoiroprjo com toda a energa do sangoe ho-
posittem urna almospliera deadulir-lo que 01 emliria- nelo qoe recebera da mili. Eisa resistencia exaape-
ga e os torna presompcosos e imptudentes. Se ha | ron as filhas da Leona, as quaes tinhain-se lisongea-
muilos que coraprehendam assim a autoridade, nSo : do om instante da perde-la, e daitazerem-se della,
admira que em cerlos logares ella seja iao pouco a- enlregaodo-a aocorooel. Assim conceberara um pro-
mada. lao depreciada, la; veljpen liada. A aotoridade jecto que debaixo da formo de zumbara foi capaz de
lem orna innsao importante: devs acceitar os encar- iproduzir o resultado que Cesejavam, Cooibiuarim-ie
liz mora, de sorle que nao tendo nenhum meiu de
evitar o pengo cubri o rosto cura as mos.
O coronel qoiz experimentar soas galanteras
para lorna la favoravel. Deitara^e persuadir pela
Leona de qua laso Ble era dilliril ; porem n3o pode
adiar palavrat dii,ule dessa dor grave, muda a so-
lemne. Com elTilo. lia tal distancia entre a infamia
a a innocencia que qualquer hornea) nao senlo iu-
leiramente mjlfeilor acha diflicilmsnla audacia para
salla-la.
Por ventura canso-lhe fatloTdisa* em lim o co-
ronel cliegau lo-se a Luzia, eo que oio tenho oulro
de.ejo sen.lo ugradar-lhe !
Lucas Lucas meu irmao, grilou a pobre
moca solurando.
Vou re;lrar-me, vou relirar-me, diste 0 coro-
nel ao mesmo lempo ollendijo, irritado e comino-
virio.
Dirigio-se a porla, e aehou-a fechada.
Bem v que nao posso sabir, disse o coronel
\olan.lo pira Luzia.
Sim, exclaman esla, ellas qoizeram per 'er-me
e o causejuirara. Eu fechada em urna alcovacom um
homem. como me atravere agora a olhar para al-
goem'.' fjua dir' Lucas, meu querido irmao.
Vmc. nao esla perdida, disse o coronel com im-
paciencia ; nao gosto das tragedias, e temo as heroi-
cas Lucrecia*. Crea qoa dasejo mais do que todo
sahir daqoi, e para o provar, ja' qoe nao posso sa-
bir pela porta, sabirei por essa janella qae d para o
pateo.
Dizendo islo o coronel envolveu-se no capote, su-
bi o peiloril da janella, e saltn no paleo, qua so-
mante ara separado da roa por orna grade.
Apenas poz os ps no chao, cenlio-se agarrado por
um homem que, ceg de colera aposlrophuao com
Nao o otfenla, he meu pai grilnn da janella
a infeliz Luzia com a mais viva angustia.
O homem tirara urna faca, mas o coronel oue era
vigoroso e que desejava sabir desia postrao diflicil
-em eflender o pai de Luz.a a sem ser condecido, rc-
pellin o aggressor cora forca e fez-lhe calur de cusas,
correo a grade, saltea-a e desappareceu.
Joao Garca levanlou-se nessa eitado de furor que
Bao conhece nenhum obstculo, que Da recua dian-1 da qual n.lo pi le curar.-e.
le de nenhum enme ; repellio cora violeucia a mu-
lher e sii.s lilh 1. une procuravam rele-lo, ajustadas
dos resulladosde sua propria obra, e entruu em casa
diricindo-se para a cmara da filha.
Lnzia, Luzia, sahe pela janella, leu pai vai
matar-le, griluu a in.idiasli, a qunl previa urna ca-
taslrophe.
Lona ouvia ja' a voz foriosa e avinhada do pai,
que aproximava-se de sua cmara, a fora de si mes-
ma laaruu-'e no paleo.
Foge para a casa do coronel, disse-lhe a ma-
drasta sem nutra inleiirao tenao a de salva-la, leo
pai n.lo deirunlia delle, he a rasa mais prxima, e
aquella em qua estars mais seguramente occulla.
I.ozi.i uheJecea machinalmenle, guiada pelo ins-
consla-lhe, e-lar a vagar. Juote folha corrida.
Dito de Vicente llerculano da l.emos Doarte, pe-
dindo ser nomeado para o logar de amanuense ear-
torario da Ihesourari 1 provincial oo para o da coar-
da do consolado provincial. Jante folha cor-
rida.
.Minha opinia.i. responder) Locas, he qoe na-
nlioma deasas crealurasde Tida avenloreira, curo I;-
da a sua elegancia e sua pouca vergonh 1 parece-m*
a *----------------. ^r v ^^ ,s, sivuii a
0 accesso de colera que Joan Garca exprrimen- 1 una mulher, porm um ente miseravel
tora, unid.) dor, a vergonha, e ao remorso. prudu- Ora, ese Lucas Iraz sempre na man a varinlia
ziu lal etlelto sobre a nMureza enervada desse lio- ] da juslira. Elle tomn a oosta farda, mas na l-
melo, coja vida j era desde muilo lempo um infer- | mon-lhe o espirito. Se foises rei, lodos te cl.ema-
110 que elle loi atacado da unid febre inflaramaloria, i riam o jusliceiro.
1 qual nlo pule eurar-se. No dia segoinle essa bella e briosa tropa eslava da-
To Bartolo, disse elle ao en velho vizinho bano das armas; a msica locava, e o general mon-
poneos dias antes de morrer, Vine, linha muila ra- lado em ora cavalln magnifico, seguido de seas aju-
zan, quando ma predizia o lempo em que nao me denles de rampo, cheeou a galope parada.
restara mais do que os olhos para chorar. Esse lem-1 Atraz delle vinha a pouca distancia urna elegante
lio ja cliegou ; he melhor que cu os feche iuleira- icaleca de-coberla. na qaal estar urna molh, 1
mente sem procurar abri-los mais. j ue|lai ris-aatnenle ve.lida. '
Dous annos tiiiham passado depois dos acontec- A carruagem parou perlo do luiarem que sr arha-
manlos que acabamos de referir, e cinco depois qua vara Locas e o seos carneradas, na exlremidade de
Lucas era soldado. Seu regiment eslava em Cor- I urna linha.
dova. c um general recenleraenle chegado da Ma- I Jjs ahi a amante do general, murmuran o sol-
.in 1 luvia de passar em revisla os corpos da guar- dado qoa eslava A direila da Lucas : nao le disse cu
nieto.
Na vespera do dia da rev.sla Lucas eslava no qu*r-
ll com oulros soldados, seus compatriotas. L'm del-
tas linha umi guitarra, a cautava com a alegra cona-
liucto de sua conservado, nico movel qae prrdo- laule do soldado lieapanli.il, qae nao deixa-se abalar
mina nos instantes supremos da vida. | pelas fadigas, nem pelas privarnos, nem pela fome.
H quaudcV.'b entrar a infeliz mora paluda como a mor- guarda em casa do general, e que acabara de ser ren-
ta, caberla de seus longos caballos negros, fra da I dido.
lerror, e inerte de desespero.
O seiih .r perdau-roe, disse ella lanrando-se so-
bre urna cadeir:., ao menos salve -ni a vida !
Como he bella a molher do enera! disse am
dos soldados que voltavam ; nunca vi orna -cultora
mais elegante.
Devenios suppsir que o coracilo desse homem por NSo he a mulher dille, respondan oulro, e
mais seco e estril que foaie, achou nessa circums- nao tans necessilade de chema-la senhora.
lancia senlimentos a palavras qae deram alguma con-; E porque n3o '.' os sacramentos nao Ihe acres-
solaco a essa desgraca.la crealura, forrada pela ne- reolam nada, replicou o primeiro ; mas que sabes a
cessidada a procurar seu apoio. Porem aconlereo a esse respeilo ?
mais, o coronel apaixonou se
pnr essa moja qoa Ihe o que lodos dizem. Demais. se fosa* a mo-
'T.'.'e.nt^ mor".,1.2.' r"Cf' ""? I1 "<" "". ni,"![i' ,ao '. homen, d.^.a
ca adu n r .11. forlaom, infortunio sociedad .So a.m : gastara mal, com .. aroanl.i
caosado por ene. ^ qm com |g ,, |e(ilim.
De ana parte a pobre moca sem defeza, sem apoio, I He por temerera que ellas vo-se com oulros ;
sem nlteiC'lo, nao sabendo onde repousasse a cabera, dao-lhes ludo o que ellas desejam. Qoe dizes,
nao tendo caracler para a resistencia, nem eneria Lucas t
para procurar os meios de s.lvacau, no lando ms He ama faca de chombo em bainha de ouro,
os principios severos que ler-lhe-hiam feilo preferir respondeu esle.
a miseria ,i vergonha, deixoo-se amar o retar, ven- i A alma daquella pode ser da chambo, on mes-
rorlTam .;,'.? lIntec",a'-. -*o mesmo lempo a- .cid. palo, leslemonbos de om amor, qua parec, ro- mo de cous. pelar : porem sua pesio h, da oato
tadidm gritando a Leona e a fihai. i meSar com a promes.a de ser immuHvel e eterno. mais puro qoa o d iaioha.
que era mu bella '
Lucas ergoen 01 olhos, e ronlenplou ea mulher.
depois leve um tremor que s?us camarades no-
taran).
Que ten, Lucas ? Ihe pergontaram.
Nada, responden elle eeaa Irauquillidade.
De sua parle a u.ull.er til ira os id bus oessa solda-
do, que actiava-se tarta della, e urna exclamacle de
sorprrza a de alegl a Ihe viera do rarafao ao* labios.
Loca-, dis.e a este o vizioho, aquella raalber
ol.a para ti, e fax-lo siimacs.
Lucas palillo e inipa--ivi. pao levanteu os olhos,
uera respondeo.
Lucas, conlinuou sqoelle qoe fallara, quem he
elli ? Ella le eonhrre, e le aceua coro o lenr;a ; pa-
rece que vai precipitar-i* Ion do carro. Olha, cama-
rada, que he isso '.'
Nao a c.i.liero, responden Locas.
Por Deo exclamou o camarade com espanto ;
parece ser toa irraia Luna ; v. miu armeo, ha
ella I
J vi, disse Luca, e .iflirmj-te qoa nao a ee-
nheco.
Mas v como a pobie molher poz-se a cherir.
Nao he Uo diflicil reconhece-la. .-lia nao modooem
nada, esl tmenle mal helio. 1.1 to ceg qaa nao
vs qoe aquella ha la irania T
Nao a conlieo, repeli I.eea* com a mesma
mpieiibilidade. (Contiimar-u-ha)
-**e
LEGVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO Ol VTA FEIRA 25 DE FEVEREIRO DE 1858.
.r:
e Dio ha tupera-lo, porque d. lodo e de lodotido inlereise das combioncfies da vaidade.e sese ma.
Oueitt, inignida por 77 mortdoret di r.guetii
da S. Loorenco de Tejocupapo, conlra o profeaior
poblico-di povoacSo de Ponli de Pedras, Jos l'rin-
csco de Soma. Informe o Sr. dir.ctor geni da
ititlruccSo publica, precedendo atconvenientes inda-
gsccet e oovido o conselho direetor.
OfTteUt do I)r. chee de polica, remetiendo, afim
de serem taliif.itaa, o primeiro e segundo as conlas
at despeas Caitas eom o sestelo e coralito dei
[resos pobres da cadeiade Ouncury, do semestre de
jolho a dezembro (iodo : o lerreir a conls da dit-
! o para o quarlel da guarda di cadeia do ranino
termo ; e o qoarlo tinilmiule, a conla do que se
dependen eom a collocaco de urna grade da ma-
l aira ero o qoarlo da cadeii daquelle lermo, pan
ttrvir provisoriamente de prislo a inulher e a sogra
de um individuo que (ora aatatriudo naquelle ler-
tio.Kameltido 10 Sr. inspector da llietouraria pro-
vincial para mandar pagar.
COMMAMX) DAS ARMAS.
(arte! (aaieral de> cotmmando das arasae de
Feraambaco aa cidade do Reclfe, na -- do
fevereiro ta 48M.
ORDEMDOD1AN.26.
O brigadeiro commaodanle das armas interino fax
publico.
1.- Que por aviso do ministerio da guerra de 24
te Janeiro ultimo, communicado emnITicio do qoar-
Ul-geoeral do eiercito de 3U do raesmo mei. se pro-
logou por mais dous meies a I cenla com que se
cha na provincia do Ceara', o Sr. alferes do nono
InUlliAo da infantana Cicero l'rancklin de Alencar
Urna, eni conseqoeucia do que tica de nanlium af-
eito a ordem do da HA do riferido mss, sb o n.
14, na parla que dallaron ausente esta Sr. ollicial,
iem como o respectivo editil de eharaameolo.
.- Que por aviso de 4, a oflicio do raesmo quar-
lel geueral de 8, ludo do crreme mei, se delermi-
iiou que o Sr. capilao do corpo do estado niiior de
primiira ciaste, Francisco Baphael de Mello Kego,
| que no dia '20 fez a sua aprsentelo no quartel ge-
neral, vindo da corte) regressasse a esta provincia
iara ser nell empregado como convier ao ir rvico,
icando sera vigor o disposto no aviso de 24 de de-
cambro do anno fiado, que o m.indnu seguir para a
provincia de San Pedro do Kio Grande do Sul.
3.' Que par outrn aviso datado de 8 do correle,
(ommumeado em oflicio de II, se conoedeu ao raes- sas em seu comscu, se ostenta grande era sua mora-
mo Sr. capilao permiisio para etercer as funecAet lidade, progretto, philantropia e patriotismo, etfnr-
'' inlelligencia e economa, nf.o tundo outra base em
elle iriumpha. Abri a historia dn presente seculo e
dizei-me o que fez baqoear
a........esse hroe d; rail batalhss
Que o destiuo dos res nss ataos conlinhe,
a Esse hroe, que cora a ponin de seu gladio
No raappa das nacOet tratan as rSins ?
ella vos dir, que lodos os ren se liaviam pros-
Irado peranle elle, qoando em 181.') os soberanos da
Allernanha, desesperando de soa< propriaa forjas, fi-
zerara um appello ao patriotismo das popularles
germnicas, e se formn ama va ,la ataoeiac.ao, sob
o norae aicilanle de Tiiofndfciiiid, (Anociae,ao da
virtude), lando por prioripaes co Itboradorts os im-
mortaes duque de Oels, I'heodor Koerner, a Schill,
qua trouie s armas o enlhosiain o da liberdsde, e o
poder de urna graoda violada laeiooil. Entao o ge-
nio de Napoleao, que pndera toiibar da allianca dos
reii, vsio a sucumbir sob a allianc,a dos povos, e a
sua queda loi a maior IkSo di hi doria moderna.
Os publicistas e economistas in portantes lera vislo
no presente seculo coro,idos o seos estorbos com o
appirsclmaolo, como que repentino, de associar ies,
que acompanhim os grandes iiiellicrameolos da po-
ca, que em sua mxima parta Ihe devem a origem.
?ara nns he objecto de indizivel sstisfaCQao o re-
conhecer que a nossa provine a >e sao mostra des-
eoohecedora dessejimportanle elemento de progresso,
apelar dos ti opeos que a cadn pisso se enconlram,
tropecot opposlos pelos que tVrvil m apreseolar-se Da
vanguarda do progresso, e dar o primeiro brado de
avante, que iocommensuravel egosmo fex suffocar-
Ihes nos peitos. Debalde porra ss erguirlo barrei-
ras ao carro do progresso, porque as soas rodas silo
bem posteles para supira-lai, a bem velozes para
esmagar aquello que te atrev r a fazer para-las.
Qaando os egostas permanecom na indolencia e se
conservam estacionarios, da paite do povo se Ihes
gruaarredai-vos, desaines pascar! Astociacoes
de soccorroi mutuos, de benficaicis, de arlislas, vilo
surgindo esperanzosas, psra dar oro solemne leile-
inuiiho de que o povo Peroam >ucano ha capaz de
eompalir com o dos palies ranis cultos, para proles-
lar solemnemente conlr.i o lr.il* passado em que ha-
vimoi vivido, coulia tqoellei. que o li'io impedido da
caminhar.
Allrahe a nossa atlencao im; dessas nstociac.net
ollimamenta creadas, a a sen ritptito vamos occo-
par-nos por alguus momentos, pir isso qua ella, se
bem que aioda pequea e fr.ica, como lodas as con-
lerialisaio como a falsa philosophia moderna.
Usos lie o fundamento delod a ordem moral, co-
mo o he de toda a harmona phvsica.
Sera elle todo he lansoidooo merlo as almas,
como ludo he mudo no.speclaculo do universo. Sem
este pri-neiro auel, loda a eadea das rellenes, que
devem unir-nos, se dissolve : Indos os seiiiimeutos
se concentram, todos os corares caera no ego-
smo.
Perpunte-se dos enthusiaslas da humanidade phi-
raesem nos desertos ? que vertessem por elle ledo o
seu sangos '.' Nao ; mas que se amassem mului-
mente, como linham sido amados por elle ; e como
(pitrn receuvi que nao dessein a importancia devida
aquillo, que mais dallas quera, tres vezes Ih'o te-
rommeudou nesse sermao aoausto, que mal pode
ler-se sem lagrimas, e que he tslvex a pera mais su-
blime, em sua tcente simplicipads, de quantas
sahlram da bocea e'oquonlissirai do Ilomem Dos.
Os que disseram : nunca ouvnnos liomem que fa-
la.se como esle liomem ; que peiisariam a que di-
Sl.ln ;
Jess Chri'lo, porm, nao procuroo eslabelecer a
caridade someote com os seos preceitos, e com os
lotophka, dos que creem ou affeclaro crer na poisi-1 riam, se o livessem oovido em lao solemne occa-
bilidadii de (odas ns virtudes independeniemeole da
religiao, que actos de herosmo moral tem essa de-
cantis humanidade prodozido. Consultem-se ns
annaes dos povos, cojos domioadores tralar.im de os | seos discursos ; jonlou-lhes a 'firca, quas sempre
unir com os lafos da fraleruidade, depois de que-'
brarem 09 da religiao ; e ve|i-se quau baldados fo-
rara seus etforcos, como a moral se relaioo ou se
perde, como os odios, como as vinganjas, como
as lrai(6ea, como os criraes se mollipliearam. >o
luzar de Dos poz-se a nalureza, e a naloreza era
corrompida ; a um syslema organlsado pela abedli-
ria infinita preferiram-se systemas orgamsados pelas
paixoes, e estes systemas, como os fumets lerriveis
como a peste como os terremotos, nao iliixara
aps si scnaoruiDas.
A moral ha urna planta, cujas flores e froctos per-
fuman! a larra, e cuja raz es(a no co. A que lem
a raz na Ierra nao,he verdadeira moral, be brola
4.a finatnieole. Que o Exm. Sr. ajudaole general
em oflicio iibaixo transcripto, se digooo dar solucao
a pergunla que fizera o Sr. corouel commandaole
do oilavo batalhao de infaolaria era oflicio o. 11,
sobre poder oa nao ordenar aos comraaodantas dos
destacamentos no cncavo da provinea o daiairan-
chameoto de pracas parteocemes 10 seo batalhao.
OFFICIO.
1.* seceso.Qosrtel geoecal do exercilo na corle,. de seos irmaos de arle.
31 de Janeiro de 1858. I Contando apenas an
que se asseote seuao a (irme ventada de seos aso-
ciados. Queremos (aliar da Asso:iacan Typographica
Peroarabocana, inslallada .10 dia 9 de agosto de
18.">6, com o louvavel lim de snc-.orrer os asociados
enfermos e necessilado-, e eslatelecer orna lypogra-
pbia modelo para raelharar a gi endiosa invanto de
Gulleoberg, e dar trabalho nos >ra<;us deoccupidos
Illm. e Exm. Sr. S. Kxe. o Sr. leoeote general
ario de Surohy, ajodante general do exercito,
scieote do anteado do oflicio da V. Exc. n. 10 de 11
do corranls a mais papis que o acompanharam, e
pira evitar que se soscilem novas duvidas entre os
comm.indaMes dos eorpoa qoe teem prajas deslaca-
das em rijflrrenles pontos da proviocia, debaixo do
commando da oficiaes eslranhos ios mesmos corpos,
tendentes a* desarraochamsolo de algamas dallas :
manda declarar a V. Exe. para o fazer conslar que
prohibe axpressamenle qoe seje dispensada qoalquer
praja de rancho geral dos deslacamentos, excepto
cadetes.
Dos goarda a V. Exc, Illm. a Eira. Sr. briga-
deiro Jeio Jos da Cesta Piroenlel, eomraandante
das armas interino da provincia de Psroarobuco.
Solidonio Jos Antonio Pereira do Lago, depulado
interino de ajudante general.
(Assignado).Jo8o Jos da Coila Piroenlel.
Conforme. Horacio de Gasmao Coelho, alfares
ajodante de ordene encarregado do detalhe.
PERHAMBDCO.
PAGINA AVULSA.
Pohcia.Hontem reassumio o cargo de sub-
delegado da (regoeiia da Boa Visla o Sr. Hofwo Jo-
s Correia de Almeida. O zelo e a aclividade qoe
osle seohor deseovolv, qoando em axeseicio, sao lio
salientes qua logo aps qua deixa esse cargo, os fac-
i sa snecedem sem eessar, e qaasi neohum castigo
eoffre o deliuquente. Aqnelles qoe sao amigos di or-
dem e da iraniiuilhdade publica, exultara todas as
vezes que elle toma as redeas da polica daquelle
bairro. He da prompla e enrgica accio dos ageu-
les policiaes que nasce a repressJo dos erimes. Te-
ham-se empregados da onlem do Sr. Kafioo, o a
polica marchara' bem.
Orgia. Somos informados de que existem em
orna casa na ra do Rosario da Boa Visla doas pee-
soaa tao devasta* que levara a maior parla das
uoites em ama completa orgia, e pronunciando taes
palivroes, qoe moito ofrendara a moralado publica.
RSo devaodo, pois, semelhanle gente conlinua-
rein a habitar entre familias honeslas, reclamamos
da polica as necessarlas providencias, para qoe ou
ae conleubam oa sejam despajadas para algum lagar
em qoe mais livremeole possam exercer o seu de-
pravado aostome.
Eepeculario. Existtm la pira 1 frsgoezia de
Sao Jos dous toctos tao especuladores, qoe segundo
os soas traecas ala cavM,co aa aafiar mta bui palo ron-
do de urna agulha. Em um desses das pastados fot
ora dos raferidus socios, a prsca da firioha, e
como eneolrasse|feijlo, e livoase delle precisao pa-
ra sua espelunca, comproa duas cuias a levoo, d'abi
ha pooco eoniproo oulras doat, a assim foi compran-
do al que lavou leda a carga, alternando com elle
nesga compra o sen tocio qoe se nao Ihe lava a pal-
ma era astucia, corre-lhe a par, a pode-si raui bem
dlxer qoe sao doat floorom de ptenles ; o que ad-
aira he, qoe elle* assim praliqoem com lauto esean
dalo, e uao apparree qoem Ihsa obste tanta ospacu-
lacjia, nao obelante haver qoem tivesse observado a
polica que aeti sa iclia, semelhanle modo de Irafi-
caucia.
coasta ella dinera que halla recebido rasca, tanto do
comprador, como do vendedor para fazer as vistas
gordas. Nao sera* isto um bom modo de policiar e
garantir, ot dtreilot do povo ? Sem davida, e astim
ha bom, porque qoem mais anda mais alcanza, e o
lempo nao esu nem para ae lar eousciencia e nem
para mnguera ae importar que os mais soffram.
Vexacio sobre vtxorao. Ja' nao sa pode ir
ao mercado para comprar fariolia, sem qoeselevo
na dinheiro da contado, ou sedulas muito novas, por
qoe do contrario volta-se sem que te leve a (anude,
porque os taes malatinhot alem deeccullarem o tro-
co, recusara aceitar a sdala que liver o menor re-
raeodiuho, e como he que se podera' tolerar seme-
lhanle veiac.3 '.' Nao ha a qoem recorrer porque os
proprlos policias sao os primairos a declararem que
nao podem obrigar a qoe se aceite esta nu aquella
moeda. Come lodos sabem a maior parle ou qoasl
loda moeda papel, sa acba em completo estado de
dil.icerarjo, e como, pois, fazer sedulas para salisfa-
xer a matlos, e poder a genle comer '.' Chama-se a
isto ter dinheiro e nao servir de cooia alguna.
Pescadora. De qoe terve te haver (acollado
ao povo a preferencia da compra do peixe em Fra
da Portas, sa os laes pescadores ja' eslo por lal mo-
no locados dos altraveasadores, qoe quando alguem
se ehega para comprar, pede-te-lhe o dobro do que
pode valer o peixe, qae he para nao ser comprado e
depois vendido aot amigos do seio pelo mais acom-
modado preco ?
Gaeria plu>logriphi' a.Finalmente resolveo
o proprielario dase estabelecimenlo conserva-lo
abarlo das 7 s 9 horas da noile para commodidade
dsa familias que o quiierem viiilar. A lembranfa
Dio foi mi, porque por asta modo Tica livre a esculla
do objecto qoe as senhorsi pretenderem compnr,
sem ser preciso mais do qoe um peqaeno passeio.
Hospital e caridad. Exisliam no da 23
21 horneo a 29 niuiheres tratados pela candado, 11
bameoa o 19 molheres que pagara a casa e 8 praijas
do corpo de polica Total 88.
Morialiiaie.RelacSo das pessoai que forarn se-
polUdas no eemiterio publico desta cidade no dia 23
do correla.
Joaquina, pirda, 15 din ; espasmo:
Severino, prela, sollaira, escrava, 30 aonos; parlo.
Therea Mara de Jess, parda, viava, 40 aunos;
frialdade.
Joaquim da Rocha e Silva, prelo, casado, 30 annos ;
gatlro inienles.
Carlos, prelo escravo, solleiro, 90 annos; erytipeli.
Al amanhaa.
(0mmunicat)0.
no o m lio de existencia, j
victoriosa, do exemplo. Qoe foram principalmente
os ltimos Ires annos de sna vida, enao orna serie
prodigiosa de exemplos de caridade '.' Elle poda
mudar sbitamente u leilo dos ros o dos mares,con-
verler os valles era montes, os montes em vallas,
alterar o curso laminoso dos astros fazer caliir no-
vena de raios sobre ot incrdulos e sobre os impios :
mas ao contrario, em que contistiam os milagrea
que fazia '.' em aclos de caridade, em multiplicar
o p.lo e os peixes para alimentar as turbas qne con-
coiriam a ouvi-lo, em curar 01 enfermos, em dar
vista aos cegos, em inlrodnzir a vida 110 imperio
mesmo da inorle. Elle podia fazer cahir o fogo do
co sobre seus perseguidores, 00 mandar Ierra que
de oiinha infancia nunca live questes com
pessoa alguma, a tiinguem olTenJi oo damni-
fiquei; e para provar a minha conduela, ah
estro muitas pessoas importantes de minba
comarca, e oulras militas fra della. Sou
morador neste lugar, trabalho para man ter
a minba familia e detesto as intrigas : mas
como apparece um liomem que me faz in-
justas arguices, o me quer esbulbar de mi-
nha propriedade, sou obligado a deen-
der-me.
Como sabem.todos, a fortalea de Taman-
dar tem 600 bracas de terreno demarcados
em 1842 pelo Sr. Dr. Feroando Aitonso,quan-
do era juiz municipal do Rio Formoso ; ora
so a demarcarlo foi feita legalmenle, se-
gue-se evidentemente que jamis poderia sa-
bir delle o Sr. engenheiro. Maso que faz o
Sr. Milet ? Demarcar segunda vez o terreno,
entrando em piopriedades alheias, nSo at-
tendendo s justas reclamaces de seus pro-
prietarios.
Assim lie, que o Sr. Milet entra em mi-
nlias trras, derrubando matas, abriudo pi-
cadas para a nova demarcacSo sem comigo
algumi flor, he detlituida de aroma : se produz al- 'se abriste, e 01 devuras.se : mas qoe fez elle pen-
leinoa lestimonhado quao biotica nao he seraelhan
ti usociajao, em que ligos dteos itsociidot, pros
Indos no leilo di dor, iiao encontrado recursos con-
lra os seos males, deixaodo ass m de aogmeolar o
catalogo da meodieidaoe. E biixtodo sepultara
tres de seus ruembrot, nada Ibes falioo qoe lornasse
meos decente o aeto, iloraole o qual lodos ot coro-
ptoheiros foram derramar urna lagrimo da saudade
em perpetua depedida.
Tanta moralidade, tanta philanlropla.sao por corlo
dignas de imila^ao, e nao strerios ns que deixire-
mos de aeorocoar a etsa joven as- ociado, acouselhan-
do-lhe que seja toa senha pal ivra perseveran^!.
Bemdizendu 1 hora em que f >i inslallada a Asso-
ciarao Typographica Pernainhicana, nao he posii-
vet qoe eique^amos a inSo or e de ora irlisia mo-
delo que esponlauearaeole se (sienleu aos seus ir-
maos para ajada loa em toa enpreza, e isso tanto
mait quanlo nao sendo ell l'ernarnbocaoo, foi o
primeiro, e aindao nnico alhoje, que com 13o gran-
de generotidade proporcioniiu raeios iisnciarao
pira encelar a toa obra de bem licencia.
O Sr. commendador J0S0 Ca dao dos Santas, of-
fertando u prodoclo de urna recita no Ihealro de
Sania Isabel, junlou mais una flor cora que cin-
ge a sua fronte de ni lista, ) igou o seo norae a'
prosperidade ira Associi(o Typographica Peronm-
bocaoa.
Ao enumerarmos ot setos dignos de louvor prali-
cados pela aisociar,ao de qua nos oceupamot, nao
nos caga porera o ent'msiatmo ,ue por ella senlimos
ao ponto de descoohecermos ai difliculdades que en-
conlrara' ella 00 desempenho i.e soa roissao, porqae
temos a triste experiencia dai -.ousas de nosta Ierra ;
e entao una nuvem de Iriilrzi se nos antolha por
alguna momentos, considerand 1 qoe por mais robos-
la qae seja a vontade dos associados, nao he ella
batanla efflcaz para vencer >t grandes obstculos
qoe lite bao de sobrtvir.
Na verdade, sendo a sua reci ila formada das eco-
nomas dos salarios dos associa los e das joias de en-
trada, he evidente que nao h ella bstanle para oc-
correr i's deipezis futuras, a :liando-se ja' quasi es-
golada eom os toccorrot qoe a associac,ao at hoje
lem distribuido aos seus men 1 ros necessiladot.
Netsa conjuntura seria muito pira loavar que um
poder do Etlado dsse a mao i#tta assnciacSo, puli-
do a' sua oitpouao um valiosi auxilio para occ.rrer
a's necestidadet do cometo. E ese poder nao pode-
ria ter oulro senao aquella pie he filho do povo,
valo qoe he elle qat deve ter o mais inleretsado no
melhoramenlo da inluttria di paiz, e oo bem estar
das clanes populares.
Nettas eircomtlancias, mol louvavel e nohre seria
que a asterablea profincial ce Pernsmbueo acompa-
nnaste o corpo iieral legislativ 1 no acto de phiiaulro-
pia e pairiotismo quu leve para cora a Imperial As-
soeiacjlo Typographica Fluminense, e assim fosse a
reeeita da Associacao Typographica Pernambucana
augmentada com o prodoclo de orna ou dnas lote-
ras, qne sem davida viria eigoe-la da especie de
ahiiinieiilo em qoe se ach palas grandes dospezns
qua Infelizmente occorrerara em seu cometo.
Semelhanle resaludo na 1 not parece dillicil de
conseguir desde qat observamos quena representa-
cao provincial liguram cavall uros que se esfor(iram
na aiserablca geral e n favor 1I.11 artillas Murainenies,
e qoe com maior rusao o farao a respeilo de seo>
compalriolas Pernambacanci. E, assim pensaudo,
lisonjea-uoa a etper inca de ver que to distiuctos
cavilloiros s altmjam ler Dccasio para moitrar o
apreso que dao a's idit randiosas, a's ideas do
progretso, mxime qoando tilas vem do povo.
Aqu terminamos, pedin ,0 indulgeucia para as
pobres ideas qae toscamente fcam expendidas, sim
oulra pretendo mais do qut preslarmos homenagem
1' associacao qoe, era anno t raeio de sua existencia,
taolas lagrimas ja' lem enctiogado, tantas dores mi-
tigado, e isto sem nutro incentivo mais qoe o cum-
priuieulo do grantioto pnceilo do declogo o
amor do prximo.
gara frocto, he peco, he degenerado, he lalvez se-
nenoto. E com lado he esta a que os obtltiados in-
novadarea aniepoe aquella : elle a ornam com o
pompse titulo da universal, quando realmente ella,
a forra de aer a moral de lodos, nao he a moral de
ninguem : he com ella qoe se jaclam de ronverter
os tigres em horaens, quaudn a experiencia moslia
que nao fazem seoao convertir os horaens em ti-
gres.
a verdideira moral, a moral por excallenci,
moral capaz de regeuerar o mundo, nao foi a de
Kpiiheclo, de Arittoleles.de Marco Aorelio.de Sne-
ca, do barao de Holbach, e de lanos oulros ; mas a
moral evanglica. E qual he san bise '! philaa-
Iropla, a liomanidade, orna beneficencia tola terres-
tre ? nao : porm a caridade. Em qoe consiste ella ?
neisessimolacros de virtude, tao rasleirot, tao bii-
io-, como a poeira de qoe te alimenlam ? lambem
nao ; porm na raridade. A que se reduz ella ao
apparatotos discursos de qne anlisos e moderno*
sophislas micheram longos e fastidiosos tratados .' de
nenliuraa serte ; porem Orna virtude mait amavel
que grabas mais alegre qne os risos da innocen-
cia ralis rica qua lodos os iesouros do ordvirso.
Ella virtude he filha de Jess Chrislo. Elle a col-
locou, como orna fonle de abundancia, nos deserto?
da vida. A Providencia havia dotado a nossa nalure-
za de senlimentos de fialernidade.
Os horoeos teutiam-se propenso ons pan 01 ou-
Iros. A necessidade de se aproximaren), de se aoecor-
rerem mutuamente, exista ; e elles nao descoohe-
ciam esla necessidade : mas, nem por isso deixaram
de viver em graode parle como inimmos, e da se di-
lacerar como ferai. O coracao humano, que anda
agora ha um enigma, entilo n era moito mais : incli-
nado a amar, abonecia : dolado dn inslincio da fra-
leruidade, era egoisla : naturalmente disposto para a
harmona e a paz, a diacordia e a guerra pareciam
ser o tea elemento.
Os Alhenienses havam edificado ara templo a pie-
dade, onde queriam que os desgranados e lo ot cri-
minlos achatsem um asylo. A piedade era repre-
sentada debaixo das fei;ue* de urna bella mulber.
com urna grinalda de oliveira a rodi da eabeca, o
braco estendijo, nm ramo de cedro na man direita,
e a seos pes a ave que os Egypciot vaoeravara como
a mais eompassiva. Homero tinha dilo : na me he
permillid desprezar o estrangeiro o o iBdigoMi : he
Jpiter quera m'oa envia. Honrai dizia Phocviles.
igualmente o cidadao e o estrangeiro ; po' que nu
somos lodos viajantes sobre a Ierra. Chilou ensina-
va, qae o.lo s te devia ter benfico, mas que era ne-
cessario esqaecer o bem que te fazia, e lernbrar-se
sempre do qae se recebia. Oulros alardearam oolras
mximasseinelbanles;e Cicerochegoua orner um dos
seus escriplos com a ptlavra candada : Chantas ge-
neri homaniu. Com ludo o paganismo nao conhecia
ella virtode. Ot aclos de beneficencia, que aconse-
Ihara, ou que pralicira, fotsi qual losse a denomi-
nado qoe se Ihe desse, careciam dos motivos qoe a
caraclensam : e aquellas bellas mximas erara anles
conselbos para os sabios, qoe preceitos para o povo.
Os Hebreos linham, nos livros sanios, lugares uo-
taveis a esse respeito. Moiss, entre oulras cous Ibes diste que nao endurecesiem os coraejies. qoe nao
fechassem suat roaos, mas as abrissera para os po-
bres. David chamoa bein.ivnlurados.acn que se ap-
plicaram a destinguir os indigentes para os soccor-
rerem. Saloraao no livrn da sabedoria, exigi nao en
os soccorros, porem a aflabilidad e a clorura do Ira-
lamenlo : e no l.evitico se encontrava o preceiio de
amaram nos aos oulros corno a si mesmos.
Eolretanlo 1 maior das virtudes nao era hem com-
prehtndida por aqaelle poo escolludo. (h Judos
pensaran) que naos nao linham obrigacAi. de amar
os ostrangeiros e o* miraigos, mas os deviam aborre-
cer. A palavra prximo, que para nos he tao clara,
para elles o nao era. Alias o Dr. da lei, e que nella
era 13o perito, nao pergunlaria a Jess Chriito o que
devia entender por prximo.
Na verdade antes de Je-n- Chri'lo ningaem linhi
ensinido, que por prximo sesignilicava alo o etlran-
geiro.e o mait cruel inimico; niuguein tinha dito qae
o amor do prximo faz parte do eolio qua devemos
a Dos : uingoero lioha lembrado o exempb do Pai
Celeste, fazando luzir sobre lodos indittiiiclameule o
seo sol : ninguem lioha ordenado que aquello que
enlrasae no templo eom o odio no coracao, suspen-
derse sua homenagem, e depondo a ofTrenda sobre o
aliar, se fosse reconciliar como seo irmao ; uinguero
liuha apresenlado a beneficencia de urna parle, e a
insensibllidade da oulra, como a medida das recom-
pensas e das penas da oulra vida.
Jesoa Chrislo foi qoem poz na maior elareza,
na melhor ordem lodo ; quera explicoa o qae pre-
cisava de explicarse ; quem etlabelectu o que
precitava de astabtlecer-se ; quera determinou,
quera persuadi o que careca de ser delerminado
e persoadido ; quem deu novo ser, nova vida a
orna lei, que era tao mal observada como mal
compreheodida ; qoem asseolou a beneficencia era
motivos sobrenaloraes ; quera atsociou Dos a lodos
os seutimentos humanos pan ot tornar mais nobret
e mais poros; quem creon ama virtude croe sacri-
fica ludo ; que sam eaaiar nos altrahe para uussos ir-
maos pelo amor de Dos, a para Dos pelo amor de
nossot irmaos ; quera nao fazendo desles dous amores
seoao ora e ineimo senlimenlo, dea a notsas afieic,es
generosas o maior grao de aclividade, de que o cora-
cao humano he suscenlivel.
proviqcial, em cumprimento da resolucSo
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que no dia 18 demarco prximo vindouro
vai novamente a prajja para ser arrematada
a quem por menos fuer, a obra do segn io
lauco da ramificacSo do Japoain avallada
em 10:9803000.
E para constar se mandou alUxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da Uiesouraria provincial de
Pernambuco 22 de fevereiro do 1858.o ge-'
crelario, A. F. d'Annunciagao.
Joao Baptista de Castro e Silva, ollicial da
ordem da Rosa, e inspector da tbesoura-
ria de fazenda de Pernambuco, por S. M
o Imperador, que Dos guarde etc.
DENOMINACAO DOS Al.'ln.
Prologo.A partida e a IraicSo.
!. acto.A can do Judeu e o incendio.
2." acto.O pritioneiroa franeezes.
3.' acto.O reconhecimenlo.
4.- acto.A pntSo de saocne.
5.* acto.O Iriumpho das armas fraocezat.
poca1799.
Os liilhiles ackam-sa a' venda oo eecriplorio do
thealro.
PkRK LISBOA
pretende seguir viagem com brevidade, por
't parte da carga prompla, a barca portu-
raco saber aos que o presente edita, vi- gueza Ma/ia leli, forrada e pregada de co-
rem. que em virtude da ordem do tribunal bre, de primeira
do thesouro nacional, estarSo era praca, pe-
ranle a thesourana, para serem arremata-
dos a auem mais der, os seguintes impos-
tos nacionaes : sello do papel, siza dos bens
de raiz, sobre lojas etc., Usa sobre escra-
vos, novos e velhos, direitos e dizima da
chancellara relativas as collectorias do Li-
l;m dos fados que mas caraclensam a entrada de
qualquer paiz as vins do progresso, he por certo o
ver-se sumir diqai e llalli essa combinac,aode forjas
que te reonem em nma s, n ronvergirem os raios da
lodas a intelligencias pan um centro commum, sera
qae io inutilise um M eiforc.o, se perca um s traba-
lho ; em urna palavra, o ver-se que o espirito de
associacao esk> em lodot, e por lodos he saudade.
Mu o que querera duer a associacao na socieda-
de"! Por ventura 11,.o he e>ta por ti mesraa 1 reu-
nio de muilut para ora fim enmmum ? Que idea
nova vem repieseular aquella ? Ter-te-ha por accaso
o progresso limitado a achar mu novo ootne, para
representar um objecto to velho como o mundo ?
Pian rerlameule.
Debalde procurareis ni socisdade a reuna.1 de
mullos cora direitos igoaes, e a ignaldade como o
seu principio o lira, porqoe nella encontraren ho-
rneo reunidos, he verdade, mat com diremos difi-
ranla ; homens divididos era tiiperloret e inferiores :
riqueza miseria.
Enlendara-noa, porra ; nao nos coufuiilam com
aqnelles alouislat que, eom a razoura na mao deseo-
nhecem o merecimento e inlelligencia, e nivellam
todos os homens. Associac.au c sociedade confundem-
se em um ponto, para sa .leirriminarera em oulro : a
hiinrchii he commom a ambas ; mas iquella en-
contra-a ui eleicSo, e esla funda-a ao acaso ; na-
quella os ltimos lera direilo a lornarcm-sa primai-
ros, e netli o altmot. na lineoagem de um celebre
publicista, sao condemuados a permanecerem al-
lirans.
He issim que comprehendimos a associacao, e he
com estas condir.es que vemos por toda parle pro-
dazir 01 bous resaltados qae 1 vao geoeralisaodo por
todos os povo-, elomandoum elemeolu indis
pensavel de progresso para lodas a nacSes.
Coacibtda aiiiai a tocuyo, forla be o too poder
AMOR DO IROXIMO.
Nada exprime exaclamtn.e o amor do prximo,
senao a palavra ciidade, ja no sentido proprio
significa groja e jobito ; o que a lgreja tem cons-
tantemente empregado, e consagrado, para designar
o amor dos hoineus por causa de Dos.
A religiao.Jdiz o autor do genio do cdhristianismo,
querendo reformar o corarlo humano, o cnovcrler
era virtudes notsas alfeijes, invenlou urna nova pai-
xSo : e nlo se servio para a designar da palavra pie-
dade, qae parecera vizinha do ergulho ; amor, que
parecera pooco severa ; au izade, que se perde no
luraolo ; mas da palavra c rulado, qua at encerr
lodit, e lem ao mesmo lerrpo alguma couia de ce-
leste. Para se dar a maio das virtudes, diz o cele-
bre bispo de ^ ')\es, loda a docura, loda a raeni-
dade, loda a c. cadeza qi e Ihe he natural, foi-se
Lascar o cnge.h.0-0 nome dat grajat, foi-se pedi-
um termo a mait amavel 11 a mait risooha di todas
as licciiet da Grecia.
E esla temo 011 ao encinto da sua origem orna
perleila corretponlencia ai seu objecto.
A caridade he graca da larle do rico, do podero-
so, que 1 faz do pobre, a 1 detvilido, ero nome de
Deo : he gruja da parte d. pobre, do desvalido,que
a oblera de Dos em favoi do rico e poderoso. II
alegra para quem a faz, 1 para quera recebe; he
um verdadeiro jubilo na larra, para cuja felicidad!
concorre ; e no ceo, que ht soa recompensa.
Os iuiraigos do chritl uisrao sobtliloiraro-lhe a
palavra humanidade, e o proieitaotismo briiannico
tabililoio-llie a palavra ihlaolropii : mat qoe (ni
isto senlo despulir a mais bella das virtudes de seus
atavos divinos *.'
l'hilanlropit, i\nonimo Je humanidade, como se
prova pela versao latina di Epstola de S. Paulo l
Til (I), nlo era oma nova inlidade, nem um termo
novo : poim a ad.iprao ce della sxcluiivamente se
fez, a preferencia slenlo que se lite deu, foi um
d'etses delirios, com qua 1 reforma inarchou em soa
carreira devastadora, o <:nra que anda marcha na
sua o espirito verligioso i.ns pretendidos philosophos
do lempo. Elles evitam udadosamenie orna ax-
presaao, de que se servram seos paes ; logem de
pronunciar um vocabuln, qoe bebtrara nos labios
materno', e pronuncian) raar de importancia ou-
lro, que nunca Ibes outiram, coja siauilica^ao be
muito mais rastera, muito mais rnesquinha. Enver-
gonham-se de dizer o limen) caritativo, que sa
lambem. e dizem o honen philanlropo.
. Aphlanlropiaa caridade formam ni moral dous
plut oppotlos. A priniei a lem 6s leus motivos ns
Ierra, a segunda no cn~ A philantropia para che-
car .1 altura da caridade,p-ecisa de impregnar-se do
senlimenlo religioso qut lae fall, de eoufuodir-ie,
de Iransformar-se nelle : 1 caridade, para apropri-
ar-te lodo que a pbllanlr.'pia tem de bom, nao pre-
cisa de tahir da sua oliera, nem de perdtr coota
Com o chrietiaotmo comeron o reinado de nma
moral dtsconhecida. Tado o qae a human dade lem
de mais elevado, ludo o que a pnilosophia lera de
lois sublimo, he obra sua. Elle fez vibrir no cora-
cao humino cordis qoe anles delle eslavara mudas.
O seu praceilo da caridade avanlaja-te infinitamente
ao que a lei natur. i e diviua havia imputo) aot ho-
mens. Elle era um esboro, aquello ha urna obra
cmplela e perfeilusima : um era urna sombra, ou-
lro he a mais viva claridade ; a pobre inlelligencia
humana asngnava a um eslreiiissimo limite, a inlel-
ligencia divina assiftnoa ao oulro a eilenOo mait il-
liiiiileda. Por is>0 .lesas Chrislo Ihe chamoa preceito
seu, preeeito novo, e cora muila razaa -2 .
Amareis vosso protimo como a vns mesmos, disse
elle ':);, e pela psribola do Samanlano eiplicoo a
ignorada significajao daquelle termo, qoe corapre-
hendia os eslraugeiri'S e mimigos f4J, Tendea outido
oi/er : Amai vosso prximo, aborrece! votsos lal
migos, fazei bem ios que vos aborrecen), logai pelos
que vos pertiguera e vos calumnian) para que sejait
nlhosde vosso Pai que esla no ceo, e que faz levan-
lar o teu sol sobre os bous e sobre os mao?, cahir a
ebuva sobre os justos c torre os peccadoret j. Fa-
r.ei aot oulros aquillo que qoereis qu -ilea~-uuv fa-
jara. Amai-vos ons ios oulros como vos tinho
amado [6 .
Que aiimiravel nao foi a nrajao qne, depois da cea,
dirigi a seu eterno Pai ? E que Ihe pedio elle en-
tao ".' que vivessemos unidoi como os seraphins na
Jerusalem celeste T muito mais aluda ; peilio-lhe q te
nos unamos de maneira, qoe sejamos lodos um, co-
mo elle era um com seu Pai f7 E como pode ope-
r-r-se ecU unido senao por mel de urna heroica ca-
ridad! '.' Ja anles elle lioha feilu depender awancial-
dente da Croi, e protimo a expirar entra agoniat'.'
Kiiguu a seu eterno Pai que llies ptrdoasse.
Coherente cora at lijts e com os otemplot do Di-
vino Mettre, S. JoSo, o apostlo da caridade viti-
tando as igrejas da Asia, de que era o lundador e o
patriarcha, repela sempre, nat assemblas dos fiis,
estas palavras: Meus charos lilbos, amai-vos uns aus
oulros; e parguutando-lhe seas discpulos porque
nao cessava de recommendar a mesma coat, ret-
pondeu-lhes : he por ser o preceito do nos-o Mes-
Ire, e porqae se observis, elle basta para vos tornar
psrfeitot aos olhos de Dtot.
S. Paulo por oulra parle dizia : Fazei desappa-
recer a daligoaldade que se eneonlra entre vossos
irmaos e vos. Vossas etmolat tejam abundantes e
alegremente ditlribaidat ; porqu Dos ama aquel-
les que dao com alegria. Qoem ama o seu prximo
compre a lei. Todot os maodainenlos se renen)
ueste; amai o vosso prximo como a vos mes-
mos.
He idmiravil aquella caria, em que elle, ios-
tru.odo os primeiro chrisiaot tobre a caridade, dit-
corrla atsim ; Quando en fallasse lodas as lingoas
dos homens e dos aojos, se nao tivesse a caridade,
nao seria mais que um bronze soan lo : qaando eu
tivesse o dom da prophecia, peneirasse lodos ot mys-
leos, e livesie urna perfeila -ciencia de lodas as
cousas ; qaundo livesie toda f possivel e fosse
capaz de transportar montanhas, se 11.10 livetse ca-
ridade, ndo teria nada: e qaando houvesse distri-
buido todos os meus bens pelos pobres e entregado
mo corpo as chammai, se n3o tivesse caridad!, lu-
do isto do Liada me terveria. (8)
Qai prof indidade de pansaminlos, qae valenlia
de expreisoes '.' Fallar 1 liuguigera anglica, ter
prophela, aer marlyr, possuir o dom dot miltgres,
e cora todo isto nao ser nada Ter os conhecimen-
los, as luzs, as ideas doi lujos, descortinar o futu-
ro, dissipar as irevas dot destinos dos horneas, arrol-
lar o furor dos lyrannoi, lanjar-si com prazer a nina
fogueira, dtr verdada o le-temuuho mais bullan-
le, ettabelece-la e ementa-la pela ellu-ao do seo
tangue, daspojar-se de lado era favor da pobreza
desvalida, ler o poder de inspirar sobre a nalureza,
alterar sitas leis, dispor a seu arbitrio dos asiros, dos
venios e das ondas, e atsim mesmo nao ser nada ''
Ser um entliusiasla quem falla '.' sera ama imagi-
nario que se extravia ? Ser ama h)perbo|e que se
sollasse 110 l'oigo dos exlatis".' Nao : he um homem
inspirado, quo nao rr.enle. nao exagera, nao se en-
gaa, nem pode enganar-nos.
Estenda-se, diz S. (iregorio de Nica, a vossi ca-
ridade a (oda as idades, a todas as condicoes. Ella
teja a alimentacin dos orphitoi, o tuslentaculo 'los
velhos, a defensora dos fracos. a eonsoajo, o alli-
vio de todot os males, o porto seguro dos desgra-
cados.
Dos nos impe, diz Sanio Agoslinho, a obrigajlo
de soppullannos o peso uns dos oulros. o dos po-
bres be a miseria, o dos ricos he a abundancia, l-'e-
llzes do seculo, apressai-vos em aligerar o peso dos
desgrajados, e Irabalhureis na vossa propria des-
carga : diminoi as ueoessidades de voisos irmSos, e
elles diminuir,!) o onus forraidavel dos votsos hom-
bros : mat nao o fajis por motivos rasteiramenle
humanos ; teja o.y_osu rpovel a caridade.
A candido he o grande laco da ordem social ; a
reparadora das miserias ; a expiarao da falta ori-
ginal, na phrase de um orador sagrado ; a mediajao
sublime entre a degradarlo da raja humana e o re-
gresso iininnri.ilidade promeltida, e ao mesmo
lempo o mais doce dos roovimenlos da alma.
Como se falla na E-rriplura daquelle que nSo lem
isla virtude ; daquelle que n3o ama o seu prximo?
Corno de um hornera que caramba sempre na esen-
rido c nri Irevas ; como de um mentiroso, coja
bocea he vendida a impostura ; como de ara astat-
sioo, armado de puuhal conlra teus seraelhanles ;
como de um impo, qoe nem conhece, nem ami a
lieos; como de ura criminlo digno de morle.
I ire-se a caridade, e ficu interceptada a comrau-
nicajao entra o ceo e a Ierra. O co nos escapa, e a
Ierra se a' lamba do eobot de qoe satura. A religiao
nao he c itao senao urna philosophia secca, urna
Iheona estril, qoe deixa o homem entregue 10 va-
siodoseu nada, e aos exlraviua da tua perversi-
dade.
A caridade he a cadeia que liga o homem a Dos,
a os homens aos homens. Ella veio esclarecer o mya-
terio di desigoaldade, das condijes, e restabslecsr
o equilibrio, que esla desigualdade alterara. Sem
ella a desigualdade cresceria sempre ; e os seoti-
mentos ualoraes da hamaoi lade seriam 001 fraco
dique conlra a sua trrenle : com ella counece me-
lhor o rico, que parle do que possue he propriedade
do pobre o pobre, que a Providencia Ihe nlo na-
gua o qae Ihe falla, mat o deposiloa nss mios liba-
nes do rico, para mais os ligar entre ti. Stm ella
ot boraers se isolam urjs. djajiulros, qaando ot in-
(eretses d) egosmo irio aconselham ; com ella, ne-
cessarios uns aos oulros, e uos aos oalros uoidos,
como us membros do raetmo corpo, nao forma se-
nao urna familia debaixo da direejao, e das vistas
do Tai commom, at qae chegue o lempo em qae
todas as necesidades desapparejam o se nao ob-
serve oalri desigaildade, senao a dos merecimiolot
e dis virtudes.
Ah e 1II0 o dom di tcieocii, trdn tingis, o dos
milagrea, lodos os oalros doos tfiegarju: mil 1 ca-
ridade nao cenar. Mo vendo entao a Deot alravt
de ama navem clara e escora, mas de face a face ;
e possuiclores de um btm em que agora cremoi, e
en que agora esperamos, nao lirimot f, nin lera-
mot esperanza, por mait que ellas fustera oossas in-
sepanviis compauheirat na vida, e s not retiara' a
caridade. (9)
Ella tobreviva I tolas as oolras virtudes. Todat
as oolras morrem com o corpo, ella he a ooca qae
oao muir. A destruirlo a respeita, o ate a forti-
fica.
(.luando lodo o que brilha 00 homem, 101 olhos dn
mundo, se some e te perde na noili do lomulo, ella
surge m.ns radiante, enduz a alma tolla das prisdet
lcrreslres a' morada dosjoslos, e ahi nao deixa nun-
ca de avivar-lhe os gozos, de molliplicar-lha ai de-
licias.
se entender, ou pelo menos prestar-me at- 1 moeiro, Bonito, Caranhuns, Flores, Taca-
tenQo. Sendo eu senborde minba proprio- | ratu", Caruaru', Rrejo, Boa-Vista, Cimbres e
dade, e n.i-i achando no Sr. Milet autoridade liuique, nos das 5 e 6 de maio prximo
alguma para laocar-me fora della, tratei de i futuro, sob as condicoes do decreto de 13
entupir as picadas no com intenees de op- de j mho de I8i5, e (ancas idneas de pes-
por-meaos trabalhos fcitos as 600 bracas soas residentes na capital Os pretndenos
de trra da Fortaleza, por isso que obedegol deverao comparecer i urna hora da tarde
s leis do meu paiz, e respeito a demarcacao dos referidos dias, habilitados na forma do
que foi legalmenle feita pelo Sr. Dr. Fernn- estylo; certos de que esta arrematicSo sera
do Mluiie'u. por um, por dous, oo por tres ejercicios,
Srs. redactores, tenho com quem prove a a Ctnecarem do !. dejulho futuro, con-
coadjuvai;3o, que tenho prestado Cumpa- forme for conveniente a fazenda e aos pre-
nda Pernambucana : em meu terreno abri- tendentes. Thesouraria de fazenda de Per-
ram valalos, lizeram-se trilitos de ferro pa- nambuco 19 de fevereiro de 1858.-Joao
ra o trapiche e a nada me oppuz, porque co- i Baptista de Castro e Silva,
nlieco, que tudo isto rednndi em beneficio
da nossa provincia ; sou o primeiro a faci-'
litar quanto posso aos passago'ros do vapor
os seus transportes, sou o primeiro a dar-
Ihes agasalho; mas 11S0 posso snpportar "" 'el* fonUdona da cmara municipal
que o .-sr. Milet diga que me opponbo a de- j desta Cldade> se faz publico, que a poca
marcacao das trras da Fortaleza. Se o Sr. Dara Pagamento do imposto municipal, so-
Miiet nao demarca o terreno como deve, se I Dre cas,s de neK"c'o. he nos mezes de feve-
3Stil entra em propriedaJes alheias, se maltrata !relro e inarQ. as-s"n como lie necessurto
os proprietarios n3o pode por mais lempo' aposentar o conhecimento de 20 por cento
encarregar-se da missDo que lbe fora confia- PaS n* recebedona das rendas geraes in-
da,porque ou be arbitrario, ignorante ouu-1lernas' 1Qe se laz publico para conheci-
sado violador do direito alhiio. Assim pois, ment de todos, f.ontadona da cmara mu-
Srs. redactores, peco-lhes que imprimam es-
tas linbas em abono da verdade e do meu di-
reito. Com o que muito agradecer o seu
respeitador.
F.duardo Jos Teixeira.
Senhores redactores.Conslando-me qne
alguem muito de proposito tem assoathado
nesta cidade e fora, que t'im documentos
para provar Tactos, que muito depe contra
iniuha reputarlo ; eu desafio a esse mtse-
ravel quem quer que elle saja, para que os
publique, e assim os sugeite ao conbecimen-
lo do publico; pois que muito almejo que
sejam publicados lodosos meus feitos, quan-
do juiz municipal de orphaos, quando de-
legado de policia e quando juiz de direito
interino da comarca de S, AntSo. Recife
23 do fevereiro de 1858.Francisco deSou-
za Cirne Lima.
PKAC.V DI) KECIFE2 DE FEVEREIRO AS
3 HORAS OA TARDE.
Cotajfies ofliciaii.
Cambio tobre o Rio de Janeiro2 [0 de rebate.
Descont de letras12 0|0 ao anuo.
P. Borges, presidente interino.
I.. Dubourcq Jnior, secretarlo inlerino.
Vcnti
CAMBIOS
Sobre Londres, 23 d. por 1; a 90 d. v.
Paris, WD r. nom.
t Lisboa, 110 112 a 118 por 0|i).
Desconlo de leltras, 12 a l por canto.
OL'RO Onjas hespanholas.
Ditas mexicanas......
Pesas de 6iOC. .
Moedas de 9&000 .
hila, de 209 .
PRATA.PalacSes brasileiros.
Ditos eolumnarios.
Hilos moxicanoi .
3IS000
318000
17-cHM)
9*300
20S.00
2808U
aso)
1*800
328000
32J000
180000
28100
a>iou
ALFANliEUA.
Rendimento do dia I a 23. .
dem do dii 21. .... .
:i.-,:i: 2I:7IK;I1I'.I
375:690876..
Descarregim hoja 95 de fevereiro
Rrigoe iiuleEliaa Oreevebacalhao.
llngue inilezAon Al. Reanaidem.
Brigoe inglezAno Porlerobjecto para o gax.
Patacho inglezMenallomanleiga,
Barca americanaMondamiulanulia.
Barca amtrlcanaRoanok.familia.
Patacho americanoUnion Slaleidem e papel.
Escuna auacaEbb Fredenck:ar\*o.
Barca fraucezaSavanilla inercidonas.
Brigue portOgaezEurieo,diversos geoeros.
Patacho porlugaezCamoescaivao.
Patacho portuguizLyraphadivertos generol.
Polaca brasileira Zelosao roslo.
MOVIMEMO DA ALFANDEGA.
Volamos mirados eom fazenda 1 .... 191
com geuaros .... 109
Total
Volamos s.ihidot com fazenda .
o eom geoeroi .
Total
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 23. .
dem do dia 24.......
303
195
81
279
93:7038787
I:2b8j99l
9:972s778
nicipal do Recife 4 de fevereiro de 1858,
O contador, Joaquim Tavares Rodovalho.
A administracao geral dos estabeleci-
mentos de caridade manda fazer publico,
que na casa dos expostos precisa-so de amas
deleite: as pessoas que esliverem nestas
circumstaocias, dirijara-se a mesma casa,
que acharan com quem tratar. Adminis-
tracSo geral dos estabelecimentos de cari-
dade 18 de fevereiro de 1858. O escrivSo,
Antonio Jos Gomes do Crrelo.
A cmara municipal do Recife, estando
autorissda pelo governo da provincia & con-
tratar porempreza a ronclus3o da obra do
matadouro publico da Cabanga, cedendoao
emprezario, pelo lempo que se convencio-
nal o producto do imposto de 500 ra. por
eabeca de gado consumido neste municipio,
aceita neste sentido propostas de quem se
queira encanegar da mesma obra, e fran-
queia aoesame dos interessados a planta e
orcameoto respectivos, tendo sido este ulti-
mo alterado em consequencta da alija dos
precos dos materiaes e dos jornaes. Pago
da cmara municipal do Recife em sesso
ordinaria de 10 de fevereiro de 1858. Joa-
quim Lucio Monteiro da Franca, pro-presi-
dente. Manoel Ferreira Accioll, secretario.
A administrarlo geral dos estabeleci-
mentos de caridade manda fazer publico,
que no dia 4 do prosimu futuro niez de
margo, ua casa dos expostos. pelas 10 horas
Ja manbaa, far-se-ba pagamento as respec-
tivas amas das mensalidades vencidas ale o
ultimo do corrente. Administracao geral
dos estabelecimentos de caridade 24 de feve-
reiro de 1858.O escrivao,
Antonio Jos Gomes do Correio.
INSPECC.O' DO ARSENAL DE MARINUA.
O arsenal de marinha compra os seguintes
objecto* para supriaiento do almoxarifado :
ai;n em verga, agtilhas Je lona e brim, agu-
Ihas de palomba, cera em archotes, cadarco,
caivetes de aparar penna, fio de vela, oleo
de linhara, lapis, pregos de cobre de forro,
peonas de ago, papel almago de linhn bom,
saceos de condnccjio, taixas de bomba, de
ferro, tinta branca de zinco, dita do cnuoi-
lu'i, 1 i filia alralroada. merlim, e torcidas
francezas para candieiro : os pretendentes
a venda dos ditos objectos s3o convidados
pelo Illm. Sr. inspector a apresentarem as
competentes amostras, nesta secretaria, no
dia 27 do corrente mez al as 11 horas da
manbaa, em que se etfectuara a compra.
Secretaria da inspeccSo do arsenal de ma-
rinha de Etrrnambuco em 22 de fevereiro de
1858 --0 Sfteretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Por esta subdelegada se faz publico,
que se acham depositados dous cavallos,
um remettido por Loiz Jos Goncalves da
Luz, Degado em suas lavouras, e outro re-
mettido pelo inspector do Barro, que foi pe-
gado sem conductor ; assim quem sejulgar
com direito compareca, que orovando le-
galmenle Ihe sera entregue. Subdelegada
da fregue/.ia do Afogaao '21 de fevereiro
de 1558. O subdelegado, Gorgonio Paes
Barreto.
mareba, Cipil.io Zeferino
"ra dosSintos : quem na mesma qui-
ier carreg,r ou ir de passagem, pode con-
vennonar o frete e passagens com o raesmo
cP>lat ou com Luiz Jos de Si Araujo, na
ra do Lrum M, Adverte-ae q0e e*le na-
vio tem duai carairas e grandes camarotes
para passageiros, alera de um grande cama-
rn, separado p,rt UBM gr,nde f,miljj|
quem pretender, pode examinar com aute-
ceJencja o dito navio.
Fara o Qear,
Maranhao' e
Para.
Segu com toda a brevidade poi ter a
maior parte de seu carregamento promrv-
to a veleira barca nacional Lutitania, pa-
ra o resto da carga a tratar com os seus
consignatariosTasso lruiaoj.
Para o Ro de
Janeiro.
A sahir nestes dias o patacho nacional
Anna, para o resto da carga a tratar com
Tasso limaos.
Para Lisboa pretende sahir cota muita
brevidade o brigue porluguez Nova Atniza-
de, o qual (em prompto urna parte do seu
carregamento; para o resto quem quizer
carregar pode entender-se com os con-
signatarios Amorim Irmfius, rna da Cruz
n. 3.
PORTO.
O patacho portuguez 1'romptidSo II. da l.
viagem e 1 marcha vai sabir eflm muita bre-
vidade por ter mais de rxetadede sua carga
prompla. e para o resto e passageiros, aos
quaes offerece asseados commodos, trata-se
com Ellas Jos dos Santo* Andrade A C, na
ra da Madre de Dos n. 32, ou com o capi-
t3o na praca.
Para Lisboa.
O velciro brigue porttttuez Kurico segu
com presteza, lem parle do carregamento
prompta ; para o resto e passageiros, para o
que olferece aceiados commodos, trata-se
com o seu consignatario Antonio I uiz de
Oliveira Azevedo, no sen eseriptorio, ra da
Cruz n. 1, ou como capitn Luciano Alves
da ConceiQSo, na praca.
Para a Baha.
A veleira e bem conhucida sumaca nacio-
nal Hortencia, pretendo sabir com muita
brevidade, lem a bordo raetade do seu car-
regamento ; para o resto, trata-se com o
sen consignatario Antn.o Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz ni.
Para o Kio de Janeiro
Segu em poucos dias a polaca nacio-
nal Zeloza I, por ter a maior parte da carga
prompta: trata-seno eseriptorio dos con-
signatarios Isaac, Curio & C, ra da Cruz
n. 49.
DIVERSAS
Rendimento do dia I a
dem do dia 24. .
PROVIBCIAS.
23. .
5:0579631
IMJMB
5:1678559
<$:oL*rc^onDcncia3.
Sr. redactores.(Juandn en dTite na minha cor-
respondencia publicada no uDiartoa de 4 do corren-
te, em 1 es) osla a outra do Sr. Jos Luii de A. Lima,
qoe de maneira aluuina quena discutir com ette H-
nliorJora_dui Intiunaeiu, iiilguei que it'o foste has-
" 'tUle, para que o mesmo seiihor nao quizetsa mait
agf-redir-ine ; mas assim mo succedeu : o Sr. loar
Luiz vclta a' cama.aeommellendovnede urua manei-
ra detc iiiimniial rom a aua correipondeucia publi-
cada no aDIaiioa de honlem.
Pois bem : nfl > responJerei 10 Sr. Jos Loiz, por-
que nii estou para dar palha, porem como aquella
ua riirretpnudenria de honlem venda edeia do re(i-
cuncias a do phraiet amlimuat,
RECEIItDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 23.
dem do dia 24.
17:2709888
72!5068
17:9'.i9J!r.ii
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 23.
Idim do dia Ji. .
63:2i".l6!>
2:2.'>75'Jlli>
65:682587>

ammmw :i& pmig
. quo bem poilein por
menle della 01 uostoi ltimos deslinoi, a clacsilica- em du' iJa minha repulacao, que muito prezo, ve-
cao do cenero humano no da do juizo. Entao, re-1 nho pnr mei 1 de-la provocar ao mesmo Sr. Jos
velou elle, o rei diri aqnelles que csliviem i toa I l.urz, para qne explique com precUao, c de urna mi-
direila: Vindo hemdidoi de meu Pai, poxtui o rei 110 eir direela, aaaoimndo a responsabilidade, quaet
qoe vot esta preparado detde o principio do nodo: s;1 essa verdades, qoe podem ser detcohert.-it, como
por que eu Uve fume e detlct-me de comer. Uve s._ da* a ruten ler, uo fizeudci mesmo etcepoo dos
s feitOl e aec.-s na villa do Cabo:
dee desle-me de beber ; era pereariuo e reeolhes-
les-me ettava n e vestitles-rae ; enfermo e viti-
latles-me ; preto e fostet-me ver a priaSn. E 01 jus-
ten Ihe dirao : Senhor, quando foi que v liveatot
fome e vos demos de comer, a tele e vas demos de
beber ? Quando foi qoe vos vimos pereerno e vos
ricolherous l n e vo venamos? Quando foi que vot
viraos enfermo ou preso, e vos vetlimoi'.' O re I lies
tornara : Eo vos digo em verdade qoe, quantas ve-
zes vos o fizestei a um dos menores de meus irmaos,
a miiii mesmo o fizestei. Elle dir depois aos que es-
liverem a sua esquerda : l'ive fome e uao rae desle
de comer ; trde e no me desles de beber ; era et-
Iraneiro e nao me rccoll,estes ; enfermo, prisionei-
< o, e uao me fustes visitar ; ide malJid< s para o (oso
cierno.
Declarar Jos inlimos dos homens .eos irmaos ;
que n bem que Ihes faremus he felo a elle qne
o qoe Ihet negamos, a elle mesmo he cenado; fizer
dependente disto a nossa ullima senttnr i; comparar
o amor qoe devemos, ter unt aos oulrtt, com o seu
proprio amor, a nossa fraternal onio a a 0111
ltomi do ten carcter neliite. A philantropia, qoe | com tea Pai celeste, he onde podia chi-a a clare/,,,
om etcriplor judicioto chima a falsa moeda da ca- | a rora, a enersia da etpreasio. Que philosopho, ridada, te quer o bem, h< por contiderarOes Ierres- orador adiara pentamento e lerinot lio propriot:
iret, tem verdadnro tarrificio ; a caridade inflama-! qua poeta acharia imanen. ia0 vivas para etUele-
se, vive da abnegir-io, a 1I01 lacnficiot ; e o sencido i cer olua doulrina, para Ihe drmonsirar a imporlau-
que ella contem, he de lima immcnsa sobllmidade, ei. pan a insinuar nos corao.aa ? E quem, vendo
ne o amor da crealura tono obra e como imagem de que ,la fiel obtervancia desia douirina depender
creador, he oma itpecia Je cullo, orna especie de
idorarjaV.
Depois da palavra "Jsios diz om philoiop'no, a pa-
lavra caridade deve mcuiiar o primeiro logar em
Ufi! as linceas humanas.
Caridade) ha uro Itrmo mim tomo nma virlude,
que dAo pode (r equisalenle. Quem troca e,te lar-
iiio por entro, esta por oulra virlude, da oisso nma
prora de rematada Ignorancia, ou decidida imple-
dade.
A philantropia, a liomanidade, a eompaiao, a
beneficencia, nao sao senao elementos hominns da
caridade ; virtodes iii:omplelas, ai d'ella se sepa-
ran) menos anda, se sao nm resultado dot calclos
(U Cip. 3. v, 4.
para tempre I sua forte ; quem, nao leu lo a optar
senAo en lie a eterna Telieidade e a OtMgraea, e o fogo
eterno, hesitar om momento tobre a esrolhe?
Na vespera de sua moni, abrazado uo amor do
genero humano, e no amor de seut discpulos, de
quem eslava prximo a septrar-se, que esigio elle
a esle, e de lodos o que no futuro o quizeasem ser,
qoe vives-em n'uina abaolota pobreta, como elle Il-
uda vivido qoe deitattem o mondo, e se encir-
2 loto, 13, v. 3. 15. v. 12.
S Mirld. 22. v. 39., Loe. 10. v. 37.
(4! Lar. 10. v. 30 e senuir.les.
(5i Math.c. 5c, v. II. 44, 15.
' J0A0, c. II. v. I, c. 1. v. 12 17.
(7; Joao, c. 17. v. 11.
INaviot enl:ados no dia 21.
AraraK 8 das, hiele brasileiro crluvenciveln, de
37 toneladas, capitAu Joaqun) Jote da Silveira, e-
quipasem 5. carga cera de carnauba e gomma, a
M .riins c\ IrmAos. Perlence z Pernambuco.
Rio de Janeiro 36 diat, bngoi brasileiro n.Maria
Lata, de 303 toneladas, e.apitAo J0A0 da Silva
M-iraes, carga varios generoM, a Almeida liomes
Alves & C. Perlence a Pernambuco.
RabiaII dias, palhabole nacional ciDoat Amiooso,
de 116 toneladas. capilAn Amonio Pedro dos San-
ios, equipagem 7, caiga fumn,charolot a mais g-
neros, a Aolooio Luis di O. Azevedo. Perlence
a Beata.
Tern-Nova 2> dits, brigue ioglez >Ilebe, da 126
toneladas, capilao tiloma Tliomu, eqnipegem 10,
cama 1879 barricas e 121 eaiehoa com bacalhao, a
James Criblree "\ Compaubia. Perlence a tiree-
nork.
Ceara pelo Aas17 dias e do ottiruo porlo 7, hiale
brasileiro crCtpibaribcD, de 39 loneladas, capilao
Trajano Antunes da Cosa, eqoipagem 5, carga
tal e palha, a Luiz Borget ce Cerqueira. Pirtence
a Pernambuco.
Naviot tbidos no meimn dii.
Rio da PralaBarca belga aProvideoee, eipilAo A.
Ra, carga aasucar e agurdente.
PhiladelpbiaPatacho americano aCommerce, ca-
pilAo A. It. Xathaway, m laslro.
Macai Brigue inglea cilineiano, capital Filippe
Uroas.com a meama carga que Iroute de Terra (to-
va, suspenden do I iiiarao. Patsageirot, Roberto
Mupby, Manoel M. de A. Lima, Francisco 1. B.
da Amorim.
la'
meas
Grcil a Dos, parerc-me que o que postuo lierdei
leuiiiiiMinenlc, e sanhei com o meu tuor, e nAo se
me lia le ipnnlar (OMIS li\poiheras falsas, estes pa-
pos de compias fraudulentas, esses escravot postl-
elos tem mais oulro titulo, do que annuncios no
rrDiario, le, etc.
O Sr. Jote Luiz fallando dot bineficios derrama-
dos por meo bemfeilor sobre cabera ineipirtat, pa-
rece fizer-me um. allu-o prfida, que lbe devolvo,
dizcnil ilbe lAo lmenle, ciue se 11A0 eslivesse boje
ai|ui, alaria no etercilo, rom honra, c bem concei-
luado entre meus irmAos d'arina.
Qua itoao mais, que loea a minba queslao com o
Sr. Jos Luiz, deito para os Iribonaet decidirem, di-
zendo-lhe lAo somcule, qoe he no ("un que te caularo
- glorias.
Malemba 20 de fevereiro de 1S.)8.
Luiz de Albuquerqua MaranliAo.
Srs. redactores --lie com pezar que sou
obrtgado a escreve estas lindas, alim de
clamar contra o procedimento do Sr. Henri-
que Milet, engenheiro encarregado das obras
.la e: .rada de ferro de Tamanlar.
Com etfeito, Srs. redactores, o proceder
do referido engenheiro bo tal, que me forca
pela primeira ve/, correr as columnas do um
jornai. para mostrar ao publico a maneiia
pouco attenciosa e urbana, com que a todos
trata. Sem respailar a propriedade do cida-
dSo, 13o sabiamente garantida pelas oossas fS dia
leis, \10la o direito alhelo e maltrata o pro- dai.
prietario,tornanlo-se desta sorto o soberano 'j "
do lugar. | .,
, A noile esleve nublada, j o vento buuauei varia-
r.sttndo ja em avanzada idade, Srs. redac-; val no qoarjrenie do so.
tores, no lempo em que desejo gozar paz, e i'bs.rv.iiono doanenal demarinha2lde fivtreiro
tranc|uillidade, acontece que sou perturba- de ,858- Viegat Jnnior.
doem meu repouso pelo dito Sr. Milet. Des-
(8) Ad Cor. 13.
(9) S. Pial, Cor. 13.
OllSERVAl.aJES METEOROLGICAS.
Dio 21 de fe:ereiro.
tidam.
9
Cumulus
l'enlo.
NE
c -o
Rcg.
Tltermometro
28,3
29,4
22,2 82
23,6
21,5
DE
SANTA ISABEL
Achando-te o emprezario detle Ihealro de volli de
tua viagem ao Rio de Jaoeiro, lim honra de 10-
nonciar ao respeilavel publico, qua val dar cometo
aos teas trabalhos tcenicot nesta roetma a.m&na,
cojo dia tera' fitado com o programma do espec-
tculo.
No enlanlo previne elle ao publico qoe se acham
desde ja abirlit at atsicnaluras para camarotes e ca-
deiras, lando os tenhores atsignanles amigos a pre-
ferencia, para o qut tjo rogadot a.mandar ao es-
critorio rio Ihealro eectuar as dilas attlgnaluras
to odia exta-teua 26 do trrenle, ao meio-dli, e
Jetta hora em dianle se ditpora' dot que rettarem.
At condicps das astignalorat tAo as ra.senas do
trimtstre pastado, uto he, por 12 e 21 recitas, lendo
01 primeiros 6 de abate e 01 tiguodos 0 ', pajas
adianladas.
Os cspeciaculoi terAc tempre variados inlerval-
ladot de cauto ituliano, para o qoe lem o empreza-
rio contratado os cantores segointes:
A Sra. Angelina Remoriui, contralto.
O Sr. Loidga Bianchi, baixo profundo.
O Sr. Anlouio Pa lovaui, primo-baiylono.
O Sr. Loidge Marina, tenor.
O Sr. Bemamaschi, lnr\i.no-bolTo.
Os mais lindos pedamos de operas acrediladat tirio
por eilet arluiat etecotadat com a perfeitAo que
tanto dittingoe ot seoa talentos rouaiea.t.
Alm disto espera o empreiario no proiimo vapor
dout artillas dramticos que coulratou 00 Rio de
Janeiro.
Com todos estes esforcot, para hem cumprir 01
tem deveres, julga o emprezario merecer a prolec-
c."io e concurrencia publica, sem a qoal por certo
lira' de vir iuolilisadoa lodot os icut bous desejos.
I." RECITA DI ASSl(iX\TllRi
DA
EMPREZAGERMANO.
SABBAO, 27 E FEVEREIRO DE 1858.
Depois de urna brilbanle symphonia p.la orchtstra,
subir' acea o graode e apparaloao drama em
3 actos e um prologo, original francei :
A LOUCA
ou
0 C4STELL0 DAS 7 TORRES.
PERSONAGENS.
O general Bonaparle.....
0, j Coronel Romberl .
2X.8 2:i.1
Ni
WtftRfa*.
MI ITTTZnVT
O Illm. Sr. inspector da tthesouriria
11 r^i\/
Pascoal, sargento .
Ahdalak, (overnador do castalio
das 7 torre .......
O ioIIAo Se in III......
Isaac, jodeo.......
O GrAo-Visir.......
Kaled.........
Millieci-.........
Rorier........ .
Meleda.........
Merenlt, a looca......
Slveslre.
Germano.
Raymondo,
COMPANHIA
de paquetes in^Iezes
a vapor.
At o dia 3 de marco espe-a-se um dos
vapores desta companhia, o qual depois da
demora do costume seguir jara o Rio da
Janeiro, tocando na Babia ; pura passagei-
ros etc trata-se coni os censignatarios
AJmsou Hovrie &C, ra do Trapiche Novo
n. *2.
- Para Lisboa pretende carregar e sahir
com a brevidade posmvI, o br gue porlu-
guez denominado Maigarida, por ter urna
parte do seu errregamento prompta : quem
no sobredito navio quizar carregar ou se-
guir de passagem, pide contratar cora os
consignatarios Amorim IrmSos, roa da Cruz
n. 3, ou com o capitio Thomaz Augusto de
Oliveia, oa praQa do commercio.
Para Lisboa pretende sabir breve a bar-
ac porluguea denon inada (watnio, da
qual be capillo A. P. Birges Pestaa, para o
que ten parte da carga prompta. O sobre-
dito navio olTerece b:ns comtrolos para
passageiros, como pan os senhores qoe no
mesmo quizerem carregar quaesquer gne-
ros, para o que se pode convene onar com
Amorim Irmaos, ra cu Cruz n. 3, ou com
o capilSo Pestaa, oa praca do commercio
P ara o Eio gran-
de do Sul.
Segu at 8 de marco a escuna nacional
Zeloza. que toma alguma rousa a frete : tra-
ta-se na ra da Cruz n. *, eseriptorio dos
consignatarios Isaac Curio & C.
Para o Hio di Janeiro legue em
poucos dias a barca nacional Adelina,
por tera maior part; da caiga prompta
Data o resto trata-se com os consignata-
rios Basto & I.emos, na ra do Trapiche
n.7.
Para a lina ce S. Miguel,
preteede sahir com mi.it* brevidade o anito
veleiro brigue portug lez Oliveira, tem raais
da metade da carga pr.impla : quem no ms-
mo quizer carregar o ir de passagem, din -
ja-se a JoSo Tav.res Cordeiro, M Iravessa
da Madre de Dos n. !, ou a ra do mesmo
nome n. 36.
grilla*.
Lei lar O agente liorji, en seu armazem na ra
do Collegio o. 15, fari leitfo de ana iin-
mensi 'ade de obras de marc.neria novas e
usadas, como sejam mobilias de Jacaranda
e de ainarello complttas, ditas em pejas a-
vulsas, de diversas cualidades, guarda-rou-
pas, commndas, toi ettes, lavatorios, um
lindo genuflexorio dt mogno, um dito de
Jacaranda, pianos de mesa, proprios par
aprender, espelhos ele varios timanhos, me-
sas elaslicis. aparadores, bancas para jopo,
etc oojectos du vi tai e porcelana pira sala,
ditos de louca, poro lana, e viJro para ss*r-
vqo de mesa, candieiros diversos, relogios
de parede, ditos de algibeira, obrasdeouro
e prata, e oulros nu ilos oljectos, que fora
desn^cesssano mencionar, os quaes serSo
vendidos sem limille ilpum : quinta-feira ii
do corrente, as 10 e f|9 lluras manbaa.
Soldado!, pritioneirot, povo, janitaras,
A accSo pastease, o prologo no
actos na Turqua.
Lisbot.
Sennt.
Pinlo.
Santa Rota.
Roiendo.
Silvittre.
Baslot.
I). Manotla.
I). Joanna.
Leiloes.
por
!H>r
licislron Rookei A C-, Carao leilo
intervenco do gente Oliveira, e
conta e risco de <|uem pertencer
saceos de arroz a\utiado em parte e em
paite molado, em um ou mais lotes
EgvplfColCl,onta('e 0'0*Pret,;nfen,e> importado ul-
' timainentc de Liverpool pelo brigue in-
^*


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 25 DE FEYEKEiRO DE 1858.
glez Anne Porter, capito Ditchburn :
quinta-feira 2" do corrente as 10 horas
da manliaa no armazem do Sr. An-.ies
Jacorn, defronte da porta da alfaiidejja.
CURSO DE LIM.I \ FIIIICEZA
DAS 8 AS 9 HORAS DA NOITE,
PARA AS PESSOAS
OLE 0 iNAO PODEM ntNUUITAl DE DI V
Jos Soares de Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no gymna-
$io provincial de Pernambuco, tem aber-
to em sua casa pateo do Collegio n. 37,
segundo andar, um curso de lingua fran-
ceza, especialmente dedicado as pessoas
do commercio e outras, que desejaiido
conhecere fallar esta lingua, a nao po-
dem com tudo estudar de dia. A inscre-
ver-se na refer Ja residencia, a qualquer
hora da tarde.
P*JJ Wl ,
JoSo da Silva Ramos, medico pela
X nnlversidade de Coimbra continua a j
| dr consulta em sua casa todos os A
dias das 8 as 10 horas da manhaa e W
9 das 3 as 5 da tarde.e a presUr-se com ?
& toda a promptidao qualquer servi- @
i co de sua profissao quer na parte me- gb
Z dca quer n cirurgica dentro ou E:
5? fora da cidade. Tambam tem esta- w
9 belecido di casa de sua residencia i$
f orna enfermara com todas as com- jj
A modidades para receber doentes, f
toada alies serSo tratados com o $?
maior disvello. As condicOes para 2
admissSo dos doentes serao apresen- W
tadis na occasiSo do ajuste : ra No- $
Sva n. 69, segundo andar. M
mmmm**9&m*
Ao Jaboatao.
Da data deste em diante ficam as viagens
do mnibus Jaboatao a 49000 de ida e volts,
e cada viagem a vulso 25500, e dos Afogados
at o Tigipi 19 : nos domingos havera via
gem para o Jaboatao, seguiudo as 5 horas e
meia, e volttta as 5 horas a tarde para o
Recite: as pessoas que quizerem viajarnos
domingos devem comprar bilbetes no sab-
bado, na casa da esquiua da ra de Santa
Isabel n. 2.
Antonia Carolina da Concejero faz
rciente as pessoas que tem penhoros emsua
mSo, que hajam de os vir tirar no prazo de
15 das, findo os quaes nao terao reclamagao
algama a fazer.
Troeam-se em segunda m5o as se-
guintes imagens : N. S. da Conceigao, Santo
Antonio e S. Joaqun); quem tiver annun-
cie ou dirija-se a Fra de Portas, ra dos
Guararapes n. 16.
Precisa-sealugarura preto anda mes-
mo velbo, mas que anda posa fazer algum
servico leve de ra, ou compra-se : na ra
dos Guararapes n 16.
A pessoa queannunciou desejar fallar
com Bernardo Dias de Castro, tenha a bon-
dade procurar uo aterro da Boa-Vista n. 51,
primeiro indar.
No dia 22 do corrente, a 1 hora da tar-
de, na casa Forte, sahio da casa de seu se-
nhor,Joao Antonio C. Guiraaraes, e man-
dado deste, um seu esenvo pequenino, que
parece caboslo, de nomo Luiz, com 8 annos
de idade, e at hoje nao voltra ; sahio de
casa com calca azul, camisa de madapolao,
bonete amarello, e levou um pequeo tabo-
leiro; este niulatir.ho es' mudando os den-
tes, ja lhe falta um ou dous no queixo de
baixo : roga-se a qualquer pessoa que o en-
contrar ou souber aonde elle est, que o pe-
gue, ou dirija-se ao dito Cuimaraes, na ra
do Collegio u. 20, primeiro andar, que ser*
generosamente recompensado.
Joaquim Lucio Monteiro da Franca, de
novo annuncia, que em sua casa appareceu
urna mulata que diz pertencer ao engenho
Cape'.linha, piocurando quem a compre ; o
annunciantea recolbeu, e convida a quem
forseu dono dea mandar buscar quanto an-
tes, que o annunciante nao se responsabilisa
per qualquer eventualidade que possa appa-
recer.
Jos Joaquim Gonjalves Bastos, subdi-
to portuguez, retira-se para Europa.
Precisa-se de urna ama para engom-
mar e pouco servico de urna casa ; tambem
precisa-se de costureira pan obras linas :
no aterro da Boa-Vista n. 11.
- Precisa-se fallar ao Sr. Jos' Cypriano
Antunes, que morou na ra daAssumpcSo ;
na praga da Independencia ns. 6 e 8.
Precisa-se ilugar urna escrava : na ra
Velba n. 81.
--- Offerece-se um rapaz brasileiro para
capxeiro, vindo ha pooco do Cear, com ida-
de de 15 a 16 annos, com bastante pratica
de fazendas, e se preciso for d fiador a sua
conducta : quem nretender annuncle ou di-
rija-sea ra do Vigario n. 5.
Ensmo particular.
O hachare! A R. de Torrea Bandeira, pro-
fessor de lingua francezi no Cymnasio Pro-
vincial de Pernambuco, pretende abrir do
i." de marco em diante, um curso de rheto-
rica e potica, e outro de philosophia ; e
bemassim nm curso de lingua franceza e
um de geographii e historia : as pessoas
que se quizerem matricular para seguir
qualquer de-tes cursos, podem procura-lo
em casa de sua residencia, na ra largado
Rosario, sobrado n. 28, segundo andar.
Apparecendo no Diario de 23 do cor-
rente um tdital passado pelo juizo do com-
mercio para se arrematar por venda no dia
18 de margo prozimo, urna parte da casi
terrea n. 16, sita na ra da Matriz da lloa-
Vista, portencente a Firmiano Jos Rodri-
gues Ferreira. esta declara que nao possue
predio algum na referida ra.
- Oabaixo signado pede ao irm5o ter-
ceiro de S- Francisco que se utlisou do seu
habito na procissao de Cioza, naja de lh'o
mandar entregar ou deposita-lo no mesmo
lugar onde o acbou, est marcado tanto a
capa como a tnica com um .Y
Narciso Jos da Costa Pereira.
O artista mecbanico abaixo assignado,
convida a seus colegas em geral, que quize-
rem aprender algumas das partes da n-atbe-
matica, o qual se acba versado, arithmetica,
algebra, segundo grao) geometra, trigno-
metna plana e esfrica o mesmo ensina a
nutica tbeorica-pratica, aonde pode ser
procurado ua casa de sua residencia, na ra
do Nogueira n. 7.
Jos Elias Machado Freir.
Grande iliotel do
Cabo.
No grande hotel do Cabo acliaro os
adinii adores do l.oni gosto todas as com-
modidadet precisas para bem pasaar-ie o
lempo naquella ; mam I villa, urna grande
e bella casa decentemente mobiIiada.com
bastantes salas i quartos para grandes fa-
milias, decentes <; abundantes iguanas,
bello bando, optimojardim.umabandade
msica militar tachera' o intervallo dos
mais divertimentos. 'apornos domingos
e dias santos partir' desta cidade a 7 ho-
ras em ponto, i voltai a' da villa do Galio
as 5 da tarde, qualquet pessoa ou familia
que quizer all pernoit ir achara' todos os
precisos commocos pa bem passar.
Nada tcmpoup.do osproprietarios dodi-
loestabelecimentopara bem agradarem as
pessoas que oqueiram frequentar. Os bi-
lbetes do hotel do Cabo serSo vendidos
nesta cidade na ra estreita do Rosario
n. 11 e assim como os da passagem para
o vapor, isto ate os sabbados as 8 horas
da noite e nos dias santos na vespera
as raesmas horas, o preco do hotel nos
dias domingos e santos cada pessoa al mo-
co e jautar S meia redonda sem bebida
alguma, e para familias o que se con-
vencionar, tambem encontrara' a boa ra-
pazeada solvetes leito de bellas fructas
sendo este ultimo separado da quantia
marcada para o jantar ealmoco, ao pre-
co de 500 rs. por cada um, nos dias sema-
narios as pessoas que l'requentarem o ho-
tel pagaro na rajo do que gastaren!.
REGUL6I.ENT0
uo
Hotel do Cabo.
Artigo 1. He prohibido a loda e qual-
quer pessoa o ngresso neste estabeleci-
mento sem que p^ra isso tenha um bi-
Ihete, o qual sen' rubricado pelo propie-
tario,cujo bilhete tera' o numero igual ao
da cadeira.
Art. 2. A hora da comida sera' an-
nunciada porum fjguctede bomba real,
Art. ". No almoeo lera'solido emeia
garrafa de vinhopara zuda pessoa: bem
como cha', cafe, bolachinha, pao, man-
teiga e queijo. No jar tur havera' carne
de vacca, presuntos, gallinhas, pirs,
guizados de dilurentes modos,e de vinho
sera'a mesma quantidiide da do almoco,
para sobre mesa queij), doce e fructas
que conforme o tempo se poder ar-
ranjar.
Art. 4. Ninguem podera' ter ingresso
as salas da comida ienn primeiro dar ao
porteiro o seu competente bilhete.
Art. 5. As pessoas que nao tiverem
bilbetess seriio admitidas se por ventu-
ra houver lugar e case nao haja ficarao
para segunda mesa (ja se sabe pagando.
Art. G. A bebida (pie qualquer pes-
soa qui/.er aiem da marcada cima tan-
to na hora da comida como depois, pa-
gara' o que for dera/.ao.
Art. 7. Para as fanilias haveriio sa-
las preparadas, bem como a comida.
Art. S. Os hilheles estarao exposlos
a venda ale as 8 horas da noite de to-
das as sextas-feiras.
Art. nico. O presente regulamenlo
sera' cumprido somcnle nos dias de do-
mingos e santificado:; nos demais sera'
por um ajuste convencional.
ATTENCAO.
Pede-se as pessoas que- compraram hilhe-
tes pan o hotel do <:abc no domingo 21 de
fevereiro, eque por motivos doixiram de se
servir de seus bilhetes a virem receber o seu
importe na ra estreila lo Rosario n. II.
No sobrado da Soledade, defronte do
cbafariz, tinge-se com perfeicSo toda a qua-
lidade de fazendas, de preto e de cores de
qualquer natureza : < annuBciante est
costumado a trabalhar nesse servigo para
diversos escriptorios de honrados negocian-
tes desta :cidade, assim como he conhecido
de muitas familias disiinctas, que podem
attestar a qualidade e pi rfeicSo do seu ser-
vido : pode ser procundo ou em sua casa,
ou na ra Nova n. 24, indo se receber5o as
encom niendas.
O escripturarioda companhia do
Beberibe, Marcolino los Pupe, ainda
continua a agenciar a compra e venda
de apolices da mesmi companhia, po-
dendo ser procurado ao escriptorio da
mesma ra do Cabuga' n. 16, primeiro
audar.
Pede-se a pesso que por engao tro-
cou um chapeo de sol dentro de um dos
carros na estagSo das Cinco Pontas ao vol-
tar do Cabo, levando um novo de seda pre-
ta deixando Picar um ve.bo de seda cor de
caf tenha a bondade de o ir destrocar na
ra Oiraita n. 24.
Desappareceu hontem (W) de manhaa,
di casa de Joiquim Diiis Fernandes. o preto
Jos, de nagSo, baixo e secco do corpo, ida-
de 50 annos pouco mais ou menos, com um
caustico aberto no peitc direito, desconfa-se
que desappareceu com inf do do curativo ou
por aenagfio : quem delle der noticia ou
leva-Io a ra larga do Rosario n 46, taber-
na, ser recompensado.
Pasaportes.
Tiram-se passaporte: para dentro e fra
do imperio, c despacham-sa escravos, oara
cujo fim procure-se o inundante na ra '>.
Queimado n. 25, luja doa Srs. Gouveia iV A-
raujo, e na ra da Cadeia do Recife u. 49,
loja do Sr. Firmo Candido da Silveira J-
nior.
ESTRADA DE FERRO
DO
RECIFE A SAN FRANCISCO.
No dia 9 da fevtreim correte priocipioa o tra-
fico de paisageiros e cenaros oa tec compreliendjda entre as Cinco Poutas e a villa do
Cabo, as partida dos treus i3o recaladas pela
legmle
TABELLA.
Do Recife para o interior.
Partida.
Has Cinco Pomas.
A logados .
Prazers. .
Ponlezinha.
Ilha
Villa do Caho. 10 30'
N. 1.
9hor. da mal.
915' b
930" o
9 50" b
10 10' b
Do interior para o Recife.
N.2.
5 li. da tarde
5 15' b
"> i >"'
5 Sff >.
6 10-
6:1o" u
Partida. N. 1. N. 2.
Da villa do Cabo 7 hor. da mal. 3 li. da larde
Ilha .... 7 20' 3 20'
Ponlezinha 7 40* 3 40* .
Prazeret. H horas 4 horas b
Afogados. 8 l.V 15'
anco Ponas 8 30' n 4 oO' b
Os presos de conducho de pasiageirot s3o os
leguiutei:
Cl.ASSES.
1. 2. 3.
Das Cinco Ponas a Afogados. 800 600 300
b b Prateras. 18600 1*200 HH
b Ponleziuha 298O0 2*100 19060
b b Ilha .... 3*200 2*400 1*200
n Cabo. 4j000 39OOO 1*500
Da filia do Cabo a' Ilha ... SIK1 lioo 300
b Ponlezinha t>200 900 460
b b Prazere. ;iM) l;Sno 900
b Alonados 39200 2*'i00 1*200
C. Ponas 45000 35000 1*.VK)
Os hilheles para Ida e volla dentro da 24 horas
(ou de 48 horas se nellss se compre hender domingo
oo dia de guarda) s3o vendidos pela tabella st-
guinle :
CLASSES.
1.-' 2. 3.>
1*200 900 460
2*400 18800 900
1*200 3*150 1*600
-siin 3*600 1*800
Das Cinco Ponas a Alocado.
b b Prazeies .
< Ponlezinha
b Ilha. .
i) V. do Cabo. 6*000 4*500 2*260
Da villa do Cabo a Ilha.....Ij200 90(1 460
11 n Ponlezinha. 1*800 19360 680
Prazeres 3*600 ^'-7(HI 19360
b b Alocados. 4a600 3*600 18800
b C. Ponas 6:000 4*500 2;26d
N. R.Esles hilheles nao s;lo traastenveif.
Roga-se im senhores passaceiros que venham mu-
nidos de troco para pagamento das patsacens.
Oa preros de transporte de gneros sao regola-
dos em ronformidade com o decreto n. -J.01 { do go-
veruo imperisl, ja publicado neste Diario.
As pe dAo direilo a ida e volla em lodos os Irens," podem
dirigir-se ao escriptorio da companhia, rna do Cres-
po n. 2 ou as P.slaces das Cinco Ponas ou do Cabo,
onde se acharao impressos, coiilrndn todas as infor-
mac/ies necessarias sobre o transporte de paisageiros,
gneros, etc.
A companhia se eacarregara' da entreca de gene-
ros em qualquer ponto dos bairros do lenle oa de
Santo Antonio, ao prec,o de 50 rs. por arroba (nun-
ca recebendo urna quantia inferior a 500 rs.)
Pela superintendencia da mesma eslrada de Ierro
se taz publico o segoiute :
(.loe os passageirus devem achar-sa as eslacoes 15
minutos anlesdo lempo marcado para 1 partida dos
trena.
One snas bagacens devem
mente os noines das pessoas
para onde se destinam.
Que aa lamillas que quizerem ser condazidasdases-
laes intermedias .le Alocados, Prazeres, ponlezinha
e tlha, para o Recite ou para o Cabo, devem iviail
com a anticipacaode um trem ao ei,carregado, afim
de poderein contar com lusares solicieoles.
Que o uenern que tem de ser transportados se-
rio reeolhidos oas eslaces desde l horas da rnanhaa
al 6 horas da larde nos dias uteis, e cada volume
deve ir com marca, numero e lugar de seu destino.
Que atM domingos e das Sanios de guarda s lia
om trem para possaceiros. que deve parlir da esta-
c,8o das Ciuro-Poiilas as 7 horas da manhAa, aa
do Cabo para o Recito as 5 horas, locando lias esla-
i;es iolermedi-s as horas segniutra :
Do Recite para o interior.
Partida. Manha.
Deposito de se-
mentes de hortalicas
n, 02.
Na ra da Cruz no Recife, armazem n. 62,
acabSo de chegar as mais acreditadas semeu-
tes de hortalizas das seguintes qualidades :
ervilhas de Angola, torta e direita, leijao
carrapato, pintasilgo e rxo, tomates gran-
des, alface allemSa e repolho a salea, coen-
tro de touceira, selgas, nbanos e rabanetes,
brancos e encarnados, cenouras, cebla de
Setubal, repolho, segorelba, couves, tron-
chuda, saboia e lombarda, nabos brancose
encarnados, chicoria, pinpeneia; e um
grande sortimenlo das mais acreditadas se-
mentes de flores para jardim, como sejam
reinucasde diflerentes qualidades.
*. ..... .. **r Vy ur i*y ..> ^:* yl* \r 'zP *, -^ i ^
O
CENTRAL HOMEOPA-1
THICO.
RA E SANTO AMARO,
(Mundo Novo n. 6)
^ O I)r. Sabino Olegario l.adcero Pinho ^
d consulta! lodosos dias uteis, desde as8 Jg
horas da rnanhaa as 3 da larda. Os convi- @
tes para vizilas deverAo ser dirigidos por a
escriplo. Os pobres sao medicados gratui- "r
lamente. ',1:

Consultorio
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
CUMPAMIiA
Kstabelecida em Londres,
em margo de. 1824.
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios e casas, e a quem mais convier, que
estilo plenamente autorisados pela dita com-
panhia para effectuar seguros sobre edifi-
cios de Lijlo e pedra, cobertos de telha, e
igualmente sobre os objectos que conlive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
Folhinh&s de
almanak.
trazpr es:riptos clara-
a quem perlencem, e
Cinco-Ponas.
Afosados .
Prazeres .
Ponlezinha .
Ilha .
Villa do Cabo
horas..
Uo interior para o Recife.
Partida. Tarde.
15 Minuto-.
30
50 >
tfi a
30 b
Villa do Cabo
Ilha. .
Ponlezinha .
Prazeres .
Alocados .
Cinco-Ponas.
horas.
20 minutos.
40 i
e 15 i
30 >
Adverle-se qu os hilheles que no l'ori'iu
signatura ni se vendem as eslares.
da as-
CONSULTORIO IIOMEOPATUICO
28 Rnx eme tnizes 28
Neste consultorio acbam-se sem- |
pre os mais acreditados medicamen- V
tus tanto em tinturas como em glo- ^
bulos e em carleiras e caixas as mais A
ricas possiveis e por precos coramo- 5
dos.
Vende-se a pathogenesia ou mate-
JJ ra medica em portuguez dos 48 Sj&
fft principies medicamentos, acompa- @
tijj nhida de um repertorio tratando de gj
i, todas as doencas e o modo de appli- 2?
j car os medicamentos.
Nysten diccionario dos termos de 5
9 medicina. Q
. propnas para os homeopathas.
O Dr. Casanova pode ser procura- 2
do a qualquerbora para visitar doen-
tes e prilicsr qualquer operaefio de A
cirurgia especialmente de partos. Z
lOBIHH & m OO;
Companhia do fornecimento das carnes
verdes.
Para evitir abusos que se podem dar na

com?.it:-:ia
da estrada de 1 erro do Re-
cife a S. Francisco.
(Responsabilidad limitada).
OsSrs. accionistas sio convidados a vi-
re in receber os juros do *. semestre, findo
em 31 de Janeiro ultime, no escriptorio da
companhia, ra do Crespo n. das 10 horas
da manhaa at 2 tarde.
l'-se dinbelro a joros sob penhores
de ouro ou prata : na ra Augusta n. 48.
Ama de leite.
Precisa-se de urna amt de le.te para ali-
mentar urna crianen de '> mezc<, que nSo te-
nha lilhos ; e tambem s< gratifica a quem a
levar a ra do l.ivramenlo n. 33, ou a ra
Augusta n. 3 C.
Precisa-so arrendar um .iititi1 muito
perto desta cidade, que i.enha baixa para ca-
boa casa de viveuda, nii < se duvid. ptm.----------------------
venia das carnes verdes, a populacSo da ci- dar bom aluguel, urna rez que contenha as

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Acliam-se a venda na livraria ns. G e 8
praca da Independencia as lolhinhas
administrativo, mercan-
da
com oalmanak
C0ISDLT0R10 EiKPiTEICO
DO
RI'A DA'.CADEIA, DEFRONTE DA ORUEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
m glbulos,! reparidoscom o maiorescrupuloo porpregos bastante commodos.
PRECOS FI OS
Botica de tulws grandes. 10/000
Dita de 24 159000
Dita de 36 > 20oooo
Dita de 48 c 25000
Dita de 60 > 30*00
Tubos avulsos a 1000
Frascos de tinturrademeii onci. 29000
Manual da medicina homeopatbica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ; a 2000t
Medicina doaestica do Dr. Henry...... jo/no
Tratamento do cholera morbus ...... ( 2/00o
Repertorio 4o Dr. Mello Moraes........ (ftXrO
tao
da
da
PEDRAS PRECIOSAS-!
* Aderemos de brllhantei, ^
$ diamanle e perolai, pul- :*:
j aeiras, alfnele, briiicns *
. a rozelag, boldes e anoel *
? de dilTerentei goslos e de
lOlEIfii l IU1TI
M II IDRUli
Roa do Cabuga' n. 7.
MaMiilleaimiagaB :*a686g6$'*;
OURO E PRATA.
SR
5 Adereros compleloi ra S
*J oaro, meioa dito, poUei- I
* raa. alfinetea, brincoi e i
roala, cordoea, traneel- S
lux, meilalhai, corrcnles
No e-criptorio de Manoel Joaquim Se-
ve & 1 ilhos, na ra da Cruz do Recife n. 13,
e-iinpraiii-se moeJas de ouro e pnti com
ii'emio.
Compra-se elTecti va mente bronze, lao
o e cobre velbo : no deposito da fundic-
Auron, na ra do Brum, logo na entra-
n. 2, e na mesma fundicao, em Santo
maro.
--- ConiDram-se efTeotivimentc na ra das
llores 11. 37. primeiro : ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, irces das coaa-
panhias, d-se dinbeiro em grandes e pe-
quenas quantias, sobre penhores.
--- COmpri-se umi taberna, sendo do Re
cife e em bom lugar : quem quizer fazer
negocio, annuncie para ser procurado.
ik~ romPra-s8 ouro ; na ra da Cadeia Ve-
llia n. 38.
Compram-so na ra di Cideia'do Re-
cite n. 13, primeiro mdir, paUcOes mexi-
canos com premio.
Quem pretender comprar nm sitio
com bastantes fructeiras e baixa para ca-
pim, no lugar de Cruz de Almas, dirja-se a
ra de Hurtas n. 142, sobrado junto a igreja
dos Uartyrios, que achara com quem tratar.
.. ."' ,{- daEonseci Jnior, na ra do
Vigario 11. 2."), compra acole* do novo
banco desta provincia.
I diver.a, pedral de valor. *' O 1 I""',f co,rrc,l"(' *
I "s Rece bem por to-*,e,'""",':"'Te,0Bi0-e I
i r._ '^bmm c"i .v m oulroi roa los obieclotde *
* Compra, yend.m oa A<* I?.. oaro. J"o.ae
rca_ Idos os vapores da Eul ^r;t
ero- vm-kn >n.L....J.____ S__....
til e industrial para o anno de 1858 a
OOrs. cada uma-Tendo o pre^o do tra-
liallio typographico subido mais de 00
por cento do qtie se pajava no anno
panado, nao toi possivel ao editor con-
servar o prero antigo como desejava e
mesmo o accreccimo nao esta' ero rclacao
ao pteco que elle paga aos operarios.
i uraYiiras |
1$ O padre Francisco JoSo de Aze- f>
M vedo, achando-se presentemente irf
^2 nesta praga, e oceurando-se priva- g
'?9 tivftmente na direcr;aodeseu estabe- %
^ lecimento ehalcographico, itirumbe-
^ se ii w e brevidade quaesquer obras de gra-
$9 vuras tanto a talho-doce como a re-
i levo, registros, retratos, lettns com-
T mcrciaes, bilbetes de visita, musi- J
V* cas, etc. ; e desejoso de levar o mes- W
(0f mo estabelecimento a maior ponto, (i
/A espera que as pessoas, que preten- *
derem ia<-s objectos, nilo hesitaro JjJ
cm o pocurar, prestando assim urna <$
ellicaz protec^ao a que o annncian- (A
ate sera extrema mente reconhecido.
Pode ser procurado ns Cinco Pon-
(^ tas, sobrado da esquina confronte a
9 matriz nova de San-Josc, ou na ra
do Collegio, na livraria dos >rs. Mi- ,
'S9 randa & Vasconcellos B

&
O "3 .
= TJ
Jos Nazirio dos Anjos faz sciente, que
pessoa alguma compre a Anna Monteiro da
ConceicSo, outr'ora Anna da Rocha, um ter-
reno com 40 palmos de frente, no lugar da
Ctpunga, visto que elle tem o titulo em como
hesenbor e possuidor, desde 14 de maio de
1839, do que pagou a competente siza.
I'recisa-se da um caixeiro que tenha
bastante pratica de taberna ; a tratar na ra
do Encantamento n. 77.
6
ir
O


'
5
o,
o-
en
SS5

i
t*3
- Precisarse fallar iqSr. Frei Caetano ou
padre Caetano que morou no pateo do Ter-
co, dirija-se a livraria ns. 6 e 8 da prac,a da
Independencia.
:>j Aluga-se na Capunga .Nova um si- fts
a lio em encllenle posit;rio,tundo bis- p^
^ tantes arvores f.uctiferas, casa para 5
'> grande familia, pintada de novo e ';."
5^ com as salas forradas de papel, co- @
{5 cheira, estribara para'4 cavallos, '<>
-a quirtos para escravos, poco com .-
* agua potsvel e um grande tanque la- g
*? drilhado de mirmore para banho : a w
@ tratar ni ra Nova n. 56. '(;
;::::::::;:
Pablicacao jurdica.
Ha c legado de Lisboa, a Manoel do Nasci-
mento Pereira, rus de Apollo n. 10, segundo
andar a obra em 8 volumes Theoria do Di-
reito Penal, pelo conselbeiro Silva Ferro ;
para ser entregue aos Srs. subscriptores,
pelo pret;o de 10;, e para os que nao sao,
pelo de 145, pagos a vist.
OGeo-:-oc^o^*MHMMa*
;g O bacharcl Joao Alfredo Correa &
a de Oliveira Andrade abri o seu es- ^
2? criptorio de advogaca na ra do ^
%?, '-""eR'" n. 2, onde pode ser procu- w
-.. rado das 9 luir is da manha at as 4 5J
@ da tardel
SCr:::;::QOO:::CCOOOOO
Schsfheitlin 4C, ra da Cruz n. 38,
continua a comorar ouro e prata com pre-
mio.
Ilontem, 21 do corrente, desencami-
nhou-se Madama Angelina Remorini, na
OGCasiSo do desembarque de sua bag^gem.
vinda no vapor Tocantinn. um habu' de m>-
deira. fichado com chave e amarrado com
urna corda, o qual conten diversos objectos
de seu uso : quem o tiver ou souber, dirja-
se ao hotel britannico, que ser recompen-
sado.
dade, declara que nos acoagues pertencen-
te; a mesma companhia a carne verde ser
vei.dida nos dias 25, 6,27, 28 de feverei-
ro os preces de
1." tualidade trinta e duas patacas a ar-
roba.
2.* di'.a tinte e oito patacas a arrolla.
3.* diti vioto e seis patacas a arroba.
partes cima referidas Proraolte-se a me-
Ihor cooservafSo do sitio, ponlualidade na
renda e benifeitorias, u na vez que baja ga-
ranta na conservicSo do rendeiio: quem
tiver esse sitio e o queita arrendir, dirja-
se ao armazem de maduras, confroute ao
porto dos canoeiros na ra Nova, a fallar
com o Soares.
A pessoa que perdeu urna commenda
dirija-se as cinco Pontas n. 50, que dando
os signaas certos, e pagando o ennuncio lhe
ser entregue.
Quem precisar do urna ama para casa
de bomem solteiro, ou de poura familia;
sendo para interior da casa ; dirija-se a ru
dar Aguas-Verdes n, 70.
-- Antonio Jos Bandeira de Mello, avisa
aos Srs. que lhe* tem comprado o rap fa-
bricado em Garanhuns, i|ue de ajjwra em
diante ter* o titulo da liba de llamaraea na
povoacSo do Pilar, para onde se muda por
mudanQatle clima, onde o fabricante tTo
bnm ou melhor sempre sercelhante ao de
Lisboa, o sera procurado na roa da Concor-
dia em casa do Sr. Manoel Firmino Ferreira,
no Recife.
Tendo chegadoao abaixo assignado al-
guns carros de muito bom gosto e excel-
lente qualidade, vende alguns delles a escu-
lla do comprador e por presos os mais
commodos.
Claudio Dubeaux.
Vicente Ferreira dos Santos Caminha,
de viagem para a Kuropa, n3o podendo pes-
soalmente dispuJir-se dos seus amigos, o
laz por meio deste, pelo que o desculparao.
Um caixeiro de taberna que est ar-
rumado deseja-se mudar de arrumcelo,
para taberna, 011 qualquer casa de raolba-
dns dentro da praca ou nos arrabaldes da
mesma 6a8leguas: prefcie-se algum en-
genho : quem quizer annuncie por este
iario.
Arrenda-se um sitio com casa de pe-
er e cal, no lugar do Remedio, com alguns
arvoredos, com urna baixa para capim, ter-
rino para plantar, quem pretender dirija-se
ao sitio Engenhoca, a tretar com Caetano
Biptista de Mello.
Precisa-se de urna ana de leite, que
seja limpa e com leite novo : a tratar na ra
do Queimado a. 12, terceiro andar.
I
S* Comprara, vendem
troenm prala* ouro, bn ~" ** -* wpvt *~t*?> a..- Jiif
j W^rSttKrPsobradomaiJ .,***??
l SSSS&-dih*i01 moderno gosto, taol g"=rSSK i
?i J. D .?; l0* oulro' obieclos de t
^aoHnnwMnm^to do *ran5a como&a^ ^^^
de Lisboa, as quaes vendem por
prego commodo eomo eostumaiiio
e'ronie da ordeiu tercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO HO.MEOPATHICO
00
DRP. A- L0B0M0SC0S0
Medico parteiio e operador.
O Dr. LoboMoscoso, d.i consultas todos os
d'as e pratica qualquer operario de cirurgia,
ssim como,accode com toda a promptidao,
as pessoas que precisaren! doseu prestimo
para o servico e partos, praticmdo aso-
peracoos manua s ou instrumenties, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
da homeopalhia, que tantas vezestem ven-
cido difculdades, que parecan insupe-
riveis.
.\a iundicao da Aurora precisa-$e
de serventes forros 011 escravos, para
servico debai.vo decoberta.
PESTES DE C\0UT!I0LG END-
KECIUO, DE FAVELLE-DELEBARR
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoutehouc a voga que
hoje tem, nao so em Franca como no mun-
do inleiro ; sao sem contradiccSo os mais
agradaveis de todos os pentes, mais brandos
que os de tartaruga, sao os nicos que n3o
fazem cahir o cabello, por causa da electri-
cidade que contm.accresrendo a estas vau-
tageus a de nilo serem mais caros do que aA
de bfalo. A esta admiranvel iiiveiic.no de
exposicao universal de 185.
- Para o servico interno de nma casa
estrangera se precisa de duas pessoas, urna
que cozinbe e eugotnme, o outra que en-
lenda de costura : na ra Nova a. 17.
O Sr. Joaquim Antonio de Moraes
que morou ou mora na ra do Caldeirei-
ro desta cidade, queira dirigir-te a esta ty-
pographia a negocio que sabe.
Na fabrica da ra do l'.rum n. 28, preci-
sa-se de ollicaes de caldeiieiro, serralheiro,
funileiro 9 latoeiro.
Precisa-se de urna lavadeira de bar-
relia para lavara roupa de urna grande
familia : na livraria ns. 6 e 8 da piara
da Independencia.
Desencaminbou-se do poder do abaixo
assignado urna lelra sacada pelos Srs- -Saun-
ders Brothers & C. da quantia de 1 .8915052
aceita pelos Srs. Tasso|IrmIos avencer em
30de abril prximo vindouro ; o aceitante
ja est preveniio para nao paga-la e roga-se
a quem possa te-la adiado o obsequio de
restitul-laao abaixo assignudo, assim coma
se prevene que ninguem a negocie visto le
sido perdida.
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
I DENTISTA FRMCEZ. i
T Paulo tiaignontaeolisla.ruaNova n.il 1 ^
'& 11a mesmacasalem agu e p ~- Os Irmflos da irmandade da santa Cruz
dos canoeiros do Recife, silo convidados a
I comparecerem no dia 28 do corrente, no
consistorio da respectiva capeHa.f pelas 9
horas da manhaa, afim de proceder-se a
eleico da mesa que tem de administrar e
dirigir a referida irmandade.
Ignacio Jos da Silva, nico deste ne-
me com transaccoescommerciaes nesta pra-
Ca, declara que por haver outros de igual
nome. se assignar de hoje em dlante por
Ignacio Alvim da Silva.
-- Oabaixo assignado, estabelecido com
loja de alfaiate ni ra Nova n. 52, scientifica
o respeitavel publico, que se acha habili-
tado a desempenhar toda e qualquer obra
tendente a sua profiss3o, seado manufac-
turadas por oiciaes recentemente chegaaos
de Ilamburgo ; havendo na mesma loja as
melbores fazendas do melhor gosto possivel
J. Hundor.
Bichas de llamburgi.
Alugam-se e vendem-se as melhores bi-
llas ha pouco chegadas de Ilamburgo, pelo
diminuto preco de 320 e800rs. : na praca
da Independencia n. 4.
lie .-negado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vsia n. 7, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
amado oleo babosa para I i mpar e fazer eres-
ceros cabellos ; assim como po imperial de
lyrio de Florenca para broloejas easperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dadoda primorosa da vida.
Seguro contra
******
fo
go,
COMPANHIA NORTHEN, ESTARELE-
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
C.J.Astley rC'o^panbia.
ftecopilacao das leis do
sello.
Os senhores que assignaram ou compra-
ram a primeira parte da recopilacao de to-
das as leis do sello, podem vir receber a se-
gunda que se acba prompta. defronte da
igreja de S- Francisco, na officina ae cnca-
deiuacao do edictor P. r. L. e Silva ; e as
pessoas qne quizerem possuir a obra intei-
ra,a tcharSona mesma ollicina, por pre^o
commodo.
Precisa-se alugar urna escrava que
saiba lavar, coziuhar e engommar, pira o
servico de urna casa de pequea familia :
na ra Nova n- 30, ou na ra bella n. 3*1.
Braga c\ C. tendo acabado com a loja
de chapeos no aterro da Boa-Vista n 34,
roga a quem tenha concerlos, assim como
penhores, que no prazo de 30 diis venham
tira-Ios, quando nilo serao vendidos para
pagamento dos mesmos.
Professora de
piano e canto.
Madamesella Henriette Cari de La Cha-
e, discipula premiada do conservatorio de
msica de Paris, mudou sua residencia da
ra da Cadeia para a ra Nova, sobrado de
tres andares, esquina da ra da amba do
(.armo, e continua a ensinar a tocar piano e
cantar, conforme o gosto moderno : podem
procura-la na sua nova residencia, ra No-
va, esquina da camboa do Carmo, segundo
indar, cima da loja de chapeos de sol, e na
ra da Cadeia de Santo Antonio, fabrica de
pianos de J. Vignes.
Precisa-se aeuma ama secca nara urna
casa de pouca familia : na praca do Corno
Santo n. 17.
Tbomaz J. Hardiog vai ao Rio do Ja-
neiro.
--- Preclsi-se de 500s a juros, sobre hy-
potheca em urna casa terrea de muito miior
valor : no pateo do carmo n. 20. se dir
quem precisi.
O abaixo assiguado, procurador da c-
mara municipal desta cidade achando-se
autortsado pela mesma cmara prra contra-
tar com os proprielarios des casas terreas,
da ra das Cinco Pontas, que desabiram
em 2 de junho do atino passado, com
a explosSo de um barril de plvora, a des-
apropriacao amigavel dos respectivos so-
los, alim de poder dar execucSo a planta
da cidade que marca urna ra naquelle lu-
gar ; roga aos Srs. Justino Pereira de An-
drade, D. Ignacia Joaquina Lopes da Silva
e D. Anna -Ucha de Carvalho. donos dos
respectivo solos, aue se gnein comparecer
ou madar seus procuradores, ao paco da
mesma cmara, em qualquer dia til desde
as 9 e meia at as 3 da tarde, afim de trata-
rem da referida desapropracaa.
Jorgo Vctor Ferreira Lopes.
O ibaixo assignado tendo mandado vir
do Rio de Janeiro um bilheteSinteiro n. 4288
da primeira lotera concedida pelo decreto
n. 908 de la de agosto de 1857. para as o-
bras da nova matriz de Santa Anna desta
corte, e tendo perdido o dito bilhete de que
tinha sociado Manoel Aflbnso de Aquino e
Albuquerque, e Garrido i Veiga, como an-
da se divisa as assignatuns as costas do bi-
lhete, tendo-se perdido este bilhete, achou-
sepaitidoera bocadinhos,i[qu8 um menino
tinludestruido; previne ao Sr. thesoureiro,
que sahindo qualquer premio, nao por.ha
obstculo em pagar ; por quanto he verda-
delro. Recife 24 de fevereiro de 1838.Ma-
noel Ferreira Garrido.
Sesta-feira 26 do corrente, as 11 ho-
ras da manbSi tera lugar a arremattcao da
resda di travessa do Martins n. 8, i porta
da residencia do juiz deorphos, no aterro
da boa-Vista.
JORNAL DOS TYPOCBAPHOS.
Com este titulo publica-se no Rio de Ja-
neiro um interesante diario commerciale
noticioso, para o aual se subscreve a W0OO
por trimestre nesta typographia, e na rul
Direita 120, primeiro andar.
- Fugio no dia I.* de fevereiro a escrava
Sabina, de idade 14 annos pouco mais ou
menos, com os signaos seguintes: aluna
regular, rosto redondo, cor fula, cabellos
bastantes carapinhos, ps cempridos, e le-
vou vestido amarello cora ramagem e chi-
les de chita, anda calcada de sapatos e
marroQuim amarello ; he de suppor qua
fossse seduzida, e que esteja oceulta : por-
'.anto roga-se as autoridades policiaes e ca-
pitaes de campo, que peguom e levem a seu
senhor em S. Antao, que gratiicar com
SOjOOO.
Previne-so a quem interessar de nao
alugar duis cases sitas em Parnameirim,
sem previamente entender-se com o abaixo
assignado, ou na ra da Ciuz n. 16, ou na
Ponte de Ucboa.Dencker.
- Joanna Pinto de Araujo, vuva de Joao
Baptista de Araujo, faz sciente as pessoas
que se julgarem credores do casal, que no
prazo de 8 dias venham apresentar suas
cuntas, afim de serem pagas ; na ra das
FJores, casa n. 5, que achara com quem
tratar.
--- Precisa-se de dous amassadores de
padana, que sejam peritus a tratar no ater-
ro da hoa-Vista n. 5i.
A galera e oflicina'de daguerreotvpo
do aterro di Boa-Vista n. 4, terceiro andar,
acaba de receber de Franca pelos navios
l'ainpico, Tuspan e Sasanille. um grande
sorlimento de caixinhas. quadros prelos e
dourados, e passe-par-touts de todos os ta-
maohos, e desde o miis simples ao mais
- Vende-se urna mulita de bonita figu-
ra, com ilade de 18 annos. boa costureira,
e com alguma pratica de cozinba, nao tem
vicios e nem achaques de qualidade algama,
he boa mucamba pan ser recolbida, en-
tende muito da arruenacio de ama casa : a
tratar na ra do Queimado. loja de fazen-
das n. 22.
Attenco
PECHINCHA COM TOQUE DE
ATARA
xa 1 a do tJrespo, loja da
esquina que voita para
a ra da 'Cadeia, vende-
se o seguinte :
( A LINrlElUO I
Pecas de madapolao Ia600, 2sOO0, 88500,
35000, ./500, 45000 e 4*500
bitas de dito muito Gno a .1/500, 4:000.
1*590, e 59000.
Ditas de rscido d? lioho com 48 e 50 co-
vados a *5800, 57800, e 6O0O.
Hitas de algodo isc para sacco com X
varas a 4s0oo.
Ditas de dito trine ido, brinco, con S Ti-
ras a 32500 c 4/500.
Hitas de dito trancado, aaul, com 48 M
co va dos a 35600, C810, e 69000-
l'anno azul pronric para capotes, e man-
tas a 15200 e 19400 o bqvmIo).
Dito mais fino a 110, e 25000 o corado.
ATTlNtAO'.
Vende-se Tarinha de mandioca, nnlho
Komma, peiles de cal ra, pal ha e sapatos do
Aracaty, o mais bi-ato do que em outra
qualquer parte: na ra estrella do Rosario,
armaznm n. 29.
No atorro da Boa -Vista n. 4, terceiro
andar, vende-se chlonreto de ouro puro, e
perleramente soluvel em agu.
Vende-se um can- nbo de 4 rodas, pa-
tente inglez, muito lev.-, para am civallo,
com 2 a.seutose cidein para cralo, coa
os. competentes arrei, s ; tambeai se vende
um bom e gordo ca nilo tara o mesmo.
muito manso e bom trotador ni ra da
CruzdoReeifon. 13.
Batatas a If'.ifcO a arroba.
A tratar com o Pinhiiro. no caes da alfan-
dega n. 3, oa na ra da Lapa, primeiro ar-
mazem.
Batatas, 1 arroba I928O.
No armazem de A Ivas & Lima, ra do A
morim n. 45.
AO CANfO OE ESTA
TORRANDO
Na ra da Cadeia do lecife n. 5), ha para
vender lindos relogios de ooro, de patente
inglez. por baralissimo preco, dito enroo
metro, que a visti da qualidatle fiz admirar,
dito de prata, ptenle si isso, pelo dimi.iuto
preco de 359; a elles, que esUo icabindo-
se; naantiga loja do Piules, onde nao eo-
geita-se dinbeiro.
Vende-se no esc-iptorio de Antonio
l.uiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. I,
nm variado sorlimento de charutos finos, a
verdideira agua dos airantes, camas de fer-
ro, algodao da Babii, fio de algod.lo, cober-
tores de 13a, eslampas coloridas dos diversos
costumes di Europa, panel de cores.
Milho a 7?O00. saccj grande, para aca-
bar ; a fallar com Pedro Antonio de Siquei-
ra, no armazem de moendas junto do trapi-
che do Cunba.
Vende-se urna escrava crioula, de 90
annos, cozinhoira, e urna negrinna de 14,
com principio de costura, ambas muito ro-
bustas e de boa conducta ; faz-se negocio a
vista ou a prazo, com firma a contento : na
ra do Livramento n. 33, se dir quea
vende.
Poesia9.
Vendem-se no escriptorio de Antonio Luiz
do Oliveira Azevedo. ra da Cruz n. 1, as su-
blimes poesas de Francisco \a? 1er de No-
va es.
Vende-so urna esirava crioula, moca,
com urna cria de idade de I anno e meio, e
inda tem leite para poier criar algama
enanca : na ra larga do Rosario n. 4, das
6 horas di manha at as '.<, e de tarde at
as horas.
Ra do Crespo
s*.
lo ja de Jos Concalves Malve ra, acaba de re-
ceber de Paris pelo paquete Tyoe as seguin-
tes fazendas : cortes de vestidos de seda
com 3 habados, ricamente bordados a vel-
ludo, o mais superior que at o presente
tem aparecido no mercado, a 230j, 900,
ISiir- e 150?, ditos bordados a seda a loo,
SUJOOU e 71*000 visitas de grnsdeniple
preto superior, bordadas, a 205 e h5/, man-
tas de tilonde pretas bordadas 1 205OOO, 25,
1 .. .------- 7 ~ e moiiue preasnoraaais 1 aojow, as.
apurado gosto c riqueza, ^a mesma oflicina e 30o cada urna, luvas de pellica de Jouvin.
COntinila-Se. a tirar rplrnlos tipio ^v^lama n.n,... j______ ____,___--._____i._
cont.inua-se a tirar retratos pelo systema
norte americano. A perfeicao dos trabalhos
sabidos deste estabelecimento he assas co-
nhecida do publico desta capital.
A abaixo asaigaada cassa toda e qual-
quer proenracSo que exista relativamente
as suas questOes, visto 00a O as tem ultima-
do, e resolvida est a nao proseguir e nem a
propr outras. NSo pndero, pois. seus pro-
curadores, dar mais pas>o algum -m seu no-
me. Recife 20 de fevereiro de 1858.
Thomasia Mara Rodrigues.
AMA liK 1.1 IIK
Precisa-se de urna ama de leite que nao
tenia lilhos ; na ra do Rangel u. II, pri-
meiro andar.
Attenco
Quem precisar de dous homens para amas-
sadores de padaria ou outro qualquer servi-
co de dita, tenha a bondade de vir a ra No-
va n. 2t, que ah encontrar os preten-
dentes.
Oabaixo assignado participa aquellas
pessoas que tem penhores emsua loja, na
rna do Queimado n. 46, de os ir resgatar por
estes 15 dias, do contrario se venderao pira
pagamento das quantias por que os mesmos
estilo empenhados.
Jos Joaquim Connives Bastos.
$Ottl!>r?0
Comiira-se cobro, lato e hronze
vclho : na undiruo do lltum 11. 0 e 8.
pretas e de cores para homeiu e senbora a
sOfl, grosdenaplee nobr^za are'a a 15600,
I9S00, 21, 29400, ?C0O, 2/800 e 35 o cova-
do, velludo preto e de cores >apvrior a 6/*
75e*f o cavado, sirja pr;ta veidadeira hes-
panhola n, moe, 26J0 6 19 o covadn.
tille de seda preto a I50 envido, chiles de
M la 1 rea a 0~ 305, e ditos de retroz prr-
tosematisalos mangoitosdeoambraia bor-
dados superiores, gollinhas borladas, e ou-
tras muilas fazendas que se rereheram, pro-
pnas pira quaresma, e de preo mais com-
modo, cue se moslrurSo ao comorador.
Vende-se em ptimo escr.ivo pardo,
bonita figura, sadio, muito prosHaj para ar-
mazem de assucar : n.i la do Vifario n. 23.
primeiro indar.
Atteneao ao ba-
rato.
Av-i-se aos chefetdc familia que hi
cfaegadoosaboiosopeuc atkan, e \en-
ile-se pelo diminuto prero de I 'D a libi-a :
na ra larga do Kosario Ubenaag n. M
e .JO.
Vende-se um carro peqieno de
4 rodas com 4 assentos, em bom
estado e por preco commolo no
aterro da boa-Visla casa do br.
Miguel bouge.
MUTTAno


DIARIO DE PERNAMMJCO QUINTA FEIRA 25 DE FEVERETRO DE 188.
GRANDE ARMAZEM DE ROIPA FE1TA
DE
Jos Luiz Pereira Jnior
Ra Nova 11. 49, junto a Conceiyao dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico um grande sortimento de roupas fei-
tas, como sejam casacas, sobrecasacas, palitos, fraques, e gndolas de pan-
no fino preto e decores, palitos de casemira de cores, e mesclada, ditos de
popelina de seda preta e de cores, ditos de merino setim, dito* de alpaca
preta e de cores, ditos de brim branco e de cores, ditos de ganga Briscados,
caigas de casemira preta e de cores, ditas de merino, ditos de brim e de
outras muitas qualidades, colletes de velludo, gurgurSo e setim preto, ditos
de cores, becas para desembargadores. juizes de direito, e promotores, far-
damentos para guarda nacional e primeira linha, ditos para criados, camisas,
chapeos, gravatas e luvas de todas as qualidades. Nao se recebe obra al-
B

guoia de encommenda, que n3o seja conferida do armazem.
.">. *
*7ee
Zinc o es folha.
Vende-se em casa de Rothe & Bidou-
lac: ruado Trapiche n- 12.
Vendem-se no aterro da Moa-Vista n.
61, casares de pombos (de raga grande;,;
ahi nesta mesma casa timbeo vendero-sa
cadellos atravessados, de boa raga, proprios
para quintal ou taberna : quem pretender,
dirija-so a dita casa, que adiara com quem
tratar.
folEiiiilias
para o anno de 1858.
Acham-sea' venda as bem conhecidas
lolliinlias impressas nesta typographia,
para o anno(|ue vem, das seguintes ipia-
i ida des:
l'olhinha de variedade, contendo, alm
dos mezes, mu tas noticias scientiticas,
modo de plantar e colher a nova canna
de assucar, noticia sobre o milho e al-
godao, e urna serie de conhecimentos
das artes, etc., etc., cada urna. 520
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conejo penitenciario da S
deOIinda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo Exm. Sr. bispo, que a
iulgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typograpliia. 400
Dita de porta, na forma usada ate ago-
...........160
Vendem-^e nicamente na livrarians.
t e 8 da praca da Independencia.
Na loja de alfaiate da ra Nova n. 52,
ha fazendas muito boas e apropriadas, '.unto
paracascas como calcas, colletes c palitos,
e para que chegue ao conhecimento de to-
dos, declara-se o preco com fazenda e feitio,
e juntamente as qualidades das fazendas.
Casaca toda forrada de seda 409 a
I'alll de panno forrado de dita 38
Dito msela lo 309 a
lito claro 28 a .
luto de panno fino 205 a
Iiito da alpaca preta 89 a
Caigas de casemira preta 109
IHUs de cor 10 a
Ditas de brim branco
Hitas de cor 5 a
gollete de velludo de cor 109 a
Hito de setim maco
Dito de fustao branco
luto de cor
WBSt
f\ riiiha fina.
Saceos com farinba fiaa de mandioca, por
prego coaimodo : no armazem do Sr. Anto-
nio Annes, defronte da esc,dinha da alfon-
dega.
Na loja de Nabuco & C, na ra Nova
n. 2, vendem-se meias de 13a, pro..ras para
pessoas doenles.
Atraz da matriz da ra Nova n. 2, loja
de Nabuco $ C, vendem-se bons charutos da
Babia.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
^V* PT4-0. *Of
P.0A B3 OUEIKADO
^
*j?y k
[^SEOi.r SEI
USBCiJI.00D.\(!. jfcb
--Y"
4fi?000
419000
349000
39M00
9SS0M
1 r.-?nuo
189000
150<>0
7*000
60"0
Idilio
89000
59000
4J000
Vendem-se na ra da Cruz do Recife
n. 13, primeiro andar, chapeos de feltro sor-
t dos, e cha nacional em caixinhas de 1 e 2
I bras, de boa qualidade.
Vesisle-se
urna escrava parda, de 0 annos, cozinha o
diario de urna casa, ensaboa bem, o he boa
compradeira: no caes do llamos, sobrado
nico sem numero.
Fardo de Lisboa.
re superior qualiJade, fino, a 6/000 a sacca,
grosso a 5 ; assim como piche, salitre e
euxofre: no armazem de Jos Antonio Mo-
riuraDias & C, na ra da Moeda n. 2.'f.
Farelo de
Lisboa
Em saceos grandes de estopa, Travassos
Jnior tC, no seu armazem, ra do Aroo-
rim, ou defronte da esesdinba, armazem do
/unes, pregocommodo.
'raea da Independencia
n. 4.
NOVO ESTABELECIMENTO DE VIUVA
BASTSA C.
Onde se encontram os seguintes gneros,
<|ue so vendem por baratissimos procos a di-
nheiroo vista :
Excellsnte bolachinha de araruta, do Rio
II da provincia, dita americana, bolinhos
Irancezes em caixinhas maito lindas, p3o-
de-l, doces de diil'erentee qualidades ein
c3Qserva,camo sajam ameixas, pecego, pera,
niorangos, eginja, ltimamente chegados
de Lisboa, ditos saceos do diversos palada-
ras, amen loas francezas em Irascos de vi
tro, passas, nozes, amen loas doce de caj'
secco muito superior, cha hyson, excellents
chsmpagne e melhor licor em garrafas.meias
'> quirtaj de dita, o precioso marrasquinho,
marmellada de Lisboa muito boa, assucar
:andi, os melhores charutos da Babia do a-
'tn.do fabricante Thom Pinto, azeile doce
raocez am garrafas, e bichas de^Hamburgo,
Jara vender ealugar.
No Passeio Publico, loja o. II, de Fer-
leira&Cruz, existe urna porcao de cortes
de cjsemira de cores pelo barato prego de
; o corte, cortes de cassa chita padres de
liosto a 2o400. chiles de merino bordados e
lisos, IinJasmussulinas, chitas francezas,
jm completo sortimento de raadapolOes,
chitas, algolSozinhos, bros doquadros.sar-
clinasde 13a e sada de cores, lengos de se la
de todas as cores,chales, castores de diversas
cores e gostos. merino de madrastas, e mui-
tas outras fazendas que se venderao por pro-
cos commodos, a vista da moeda.
Pechincha !!.'
A s\ 2.S-00, .-.s. e o$500.a pera.
Na ra do Queimado, loja n. 17. a p la
botica, vendem-so audapolOea finos le 2'.
UNGENTO HOLL WAV.
Milhares de individuos de todas as nagOes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel,e provar em caso uecesse-
rio, que, pelo usoquedelle Iizeram,lem seu
corpoe membrosiuteiramentosaos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravillosas pela letlura
dos peridicos que lh'as relatam todos us
dias ha muitos anuos ; e a maior parle deis
las s3o t3o sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
de seus bragos e pernas, depois de ler per-
manecido longo tempo nos hospitacs, onde
deviam sotlrer a amputagac Dellas ha omi-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
deci'.ento, para se nao submetterem a essa
operago dolorosa, foram curadascompleta-
mente, mediante o uso dsse precioso re-
1 medio. Algumas das taes passoas, na el'usao
de seu reconbecimento, declararam estes re
sultados benficos dame do lord correge-
dor, eoutros magistrados, alim de mais au-
teuticarem su allirmativa.
Ningaem desesperara do estado de su-
saude se tivesse bastante confianga para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tratamento que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmeule: uetudo cura.
O ungento he til, matparticularmente
lio.-- seguales cutos.
Alporcas.
Caimbrus.
Callos.
Canceres.
Cortaduras,
oresdecabega.
da| costas.
dos membros.
Enfermidades da
lis em geral.
Enfermidades doanus
ErupgOesescorbuticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasescaldadas.
Inchages.
lunammagodofigado
dabexiga.
innatnmagSo da ma-
triz.
Lepra.
Males das. pernas.
dos peitos.
1 de ol os.
Mordeduras de rcptis.
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Queiwadelas.
Sarna.
Supu-ag*>es ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculages.
Veas torcidas ou no
dadas as pernas.
Vende-se este|unguento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, uSlrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pejsoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e llespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha,conten
urna instruegao em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he eme isa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n.22, em
Peruambuco.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWYA
Grande e novo
sortimento de fazendas de
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa.
Novidadede Pars, raienda da seda com ra-
nia^era e IMra malu 1,1 para venlidos de
diluir,mu 10 propriopara acilacSo, co-
vado............
Belleza de Bengala, fazenda loda de teda
IrantpareDte com lislras matizadas ,
propna para baile, covado.....
Camina a e sada de Bengala com lislras ma-
lizsdMS, covado.........
Barege de seda com quadros e lislras asaeli-
nadas, covado.........
(jrosdenaplespreto e de coies, moilo su-
perior, covado .........
Dilo dilo de dilo tnailo largo, proprio para
forros de obra, covado......
Sodas de quadriohos, covado.....
tullios ilc seda asselinido......
Mussulina branca e de cores, covado. .
Cassas Trncelas de cores luaj, covado. .
Chilas francezas, o covado......
Velbulina de cores, covado......
Manas de blond prelas e brancas, proprias
para cas.iineiilus, covado......
PaDiio fino preloe decores, para lodo os
prejos ............
Chapeos de pallinha, forrados, proprios pa-
ra a c-l.irju..........
Chales de seda de cores, superiores. .
Di los de merino bordados a velludo .
Ditos de dito de dilo a seda......
Hilos de dilo bordados em 2 pona. .
Diloide dilo com luir de seda ....
Hilos ilr dilnlius enm franja-de seda .
Hilos de dilo com franjas de laa ....
HilosdelDaadamasrados.prelos e decores,
dravalai deieda com punas compridas a
regencia ,..........
Hilas de diU com dilas a principe de Cal-
les .............
Hilas de dilas a'americana......
Corles de cohete de velludo de novos
padross 9 .......
Dilos de setim branco bordados, proprios
par casamento.........
Hilos de gorgurao de seda de novos pa-
drn ..........
Hilos decalca de casemira de lodas as qua-
lidades.........._
Chpeos de sold seda superiores .
Chapeos de massa franeezes .
Leo;os de carabraia bordados, finos, para
mao.............
Luvas de seda de lodas as qualidades, para
homens, senhoras e meninas.....
Corles de vestida de seda de crese brancos
a Pek'm o mais superior e moderno que
ha no mercado........
Palitos de argenlina de cores escuras. \
Hilos alpaca de de cores fina.....
Hilos de dila prela.......[
Hilos Je fuslAo a'linadu ....."."
Hilos de ganga de cores......
Hilos de brim deqnadiinhvs.....
Hitos de brim pardo fino.....]
Hitos de hrelanha de linho brancos. .
dondii asde alpaca prela e decores. .
Era frente do becco da CongregaCio.'passando
loia e ferragens. a segunda de fazendas n. 4U.
S. SIIKBIEL & C-, banqueirosene-
gociantes, estabelecidos lia muitos anuos
em Londres, teem a atUfaccSo de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liaes
nos principan portos e distritos manu-
facturaros de Franc,a, Alemanlia, Blgi-
ca e Hollanda, conservando alt-mdisso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, c
portos mais commerciaesdaGr-Bretar lia,
e estao em posiefiode offerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outroqual-
quer ponto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artijjos, bein como
para os negocios de transaccao de crdito
a banco de qualquer genero'.
As pessoas quenoloremconhecidasdos
annunciantesdeveiaoacomp?nharsuasoi-
dens cora os fundos necessarios para sua
exeuccao ; (cando entendidas nunciantes nao teem dilliculdade em adi-
antar 7"> 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Ospreroscoriontes e mais informacoes
commeiciaes, que orem pedidas, serSo
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, [lodendodirigir-se aosannunci-
a 11 tes.
Deposito
DE
Cera de carnauba c velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio de algodo da Bahia.
Sola e pelles de cabra.
Gomma do Aracaty.
Barris com brea.
No largo da .ssembla confronte a porta
da inspercSo n. O.aonde se vende por menos
proco que em outra qualquer parte.
Agencia
da fundieao Low-Moor,
ra da Vnzala ova
n. 4i.
Nesteostabolecimentocontinu'ai haver
um completo sortimento de moendas e
meias mofln das para engenho.machinasde
Attenco. Reoslos
TVovalojadequa
tro portas.
Joaquim Bodrigues Tavares de Mello aca-
ba de abrir urna nova loia na ra do Qoi i-
mado n. 37. passando o becco da congrega-; gIia commodo : no seu arma-
coberlos e descobertos, pequeos e gran-
i.ides, de ouro patente inglez, para horneo)
esenbora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soutball Mellor A C.
ra po Turres n. 38.
Paula & Santos tr-rn para vender bar-
ricas com superior farelo recentemenle che-
cao, e ahi so encontrtra o mais rico sorti-
mento de vestidos de se la com babadose
sem ellos, pelo menos preso do que em ou-
tra qualquer parle, assim como um comple-
to sortimento de pautse sobrecasacas, cal-
Cas de casemira e colletes de gorgurao, tudo
do melhor gesto c modernismo, ricos cha-
peos aesenhora de oiversks qualidades, uro j^j,,
xrellente sortimento de luvas e meias, gros-
denaple preto, o covado IjsOU, 2?, 2;l"0 e
;600, sarja lavrada preta, o covado 2c200,
5600 e'2:800, dita lisa hespanhola, covado
J.-! c fiO. chitas francezas finas, covado 280 e
zem da ra do Amerito n. 8.
Nalanoaria defronte do trspicliedo
Cunta vende-se superior farinha de man-
dioca em sticcos grandes, assim como
bom milho e feijSo tudo por prero razoa-
vel : a tratar no armazem dama da Ma-
la.
asde ferro batido e coado de! .300, ditas inglezas muito linas a 200 rs. o co-
vado, tudo de bonitos padres, diamantina
de gostos inteiramente novos, covado 800
rs.. indianas de seda, covado 1-2I'0, flanella
de todas as cores, covado 900 rs., velbulina,
1 s-200
IjtOO
I5IOO
15000
25000
lCfiOO
950
!>ll
320
?2ti0
9S8O
800
:i;:>oo
I
175000
99000
I29OOO
79OOO
5000
55000
35000
3
9
19000
IO5OOO
9
35000

79300
755110
11000
3
69OOO
49000
59000
40500
39000
454MK)
45500
55000
toJoso.stamanbos para dito.
relogios de pa-
tente
mglezcdeouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
dea do llecife. armazem n. 56.
PECHINCHA.
Aterro da Boa-Vista n. 8, defronte da
noneca.
Jos Joaquim Concalves da Silva recebeu
ltimamente queijos pratos. e vende a 700
rs. a libra, um, ditos do reino muito fres-
caes, um por 23240, manteiga ingleza lina,
bolinhos de lodss as qualidades, tanto fran-
( cez como inglez, quartos de passas a .I5OUII,
covado 750, grosdenaplede cor 25, lil de li-l ^,,iam!!aKne lina, assucar refinado fino, do
ntio hvrado, vara 19400, assim como muitas|Moute'ro e de outras refinacoes, pelo preco
Charutos finos
peito de Venus.
Vendem-se na ra do Queimado n. 9, loja
de Carvalho & Silva.
Vende-se um cabriolet em perfeito es-
tado ; na cocheira do Sr. Jos Pinto da Mot-
ta, defronte do Sr. Dr. Sabino.
GlDE TOI
Ja loja da ra Nova n. 20
Bandejas
finas o modernas, en toruna i
as mais
vulsas.
oa-
Facas o garios.
blalo, oSo, etc., tempera ac fino.
Colberes.
fin,'r!nmLTIm''I,t0 de co'he'e do metal
finissimoe de vanos feitios
Apparelnos p.ra al moco
Crando sorlin ento de
tal linissimo,
demos.
apparelhos de me-
milMido prata, gostos mo-
nao he possivel aqui fa-
todas, por haver grande
rus-
-....
m
.' r
baos sortidos da Rusta, Cai-
ro eManiilia.
^ Lonas da Russia,' brins e brin-
gj zoes.
ij Coltree metal para forro com A
9 prego. ej|
@ Oleo de linhaca e Velas steari- s
m as.
ij} Estanho cm barrinbas, Bar- 6
& nlhn.
@ Vindos linos de Moselle c Joan- @
J^ nisberg espumoso, e de Bordeux
^ emquartolas. '_-.
5 C. J. ASTLEV & C. :-
kmensa de Ilenrv Bruiin & C.
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Um grande sortimento de tocadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Espellio com moldura.
Pianos dos melhores fabricados em Ham-
btirfjo.
ra
.
EmcasaleRabeScrtmettau &Companhia,
ra da Cadeian. 37, veudem-seelegan.,
pianos do afamadofabricaute Traumann
Ja Hamburiio.

S
El

[0.

NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NI1EIRO DAVID W. BVVMAX, a \
RA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
hasompre um grande sortimento dos se-
guintes ohjectos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber .
moendas Ja mais moclerna^ouaru'ccnoTta-
mais fazendas que
zer menino delUs
sortimento.
Vende-se superior agurdente de
Franrt, tanto em barriscomocm caixas,
licores e abs^ nthe, ebegado recentemen-
le, pelo ultimo navio : em casa deJ, Kel-
Ier4 C, na da Gruz n. 55.
S.\PATOS DO ARACATY,
dos melhores que terr, indo a esto morca-
do, para homens e meninos, de palla o de
trellas : em casa deCaminha & Filhos.ru
oa Cadeia doltecife n. 60, primeiro andar.
que elles vendem, e muitos
fcor preco commodo, etc.
outros gneros,
Atengo.
Queijos do serlfo os mais frescaes possi-
veis : na ra do Uueimado n. 1*.
'reguica
QUE ESTA QUEIUKDO
boas fazendas por pouco
diiiheiro.
O Preguica da
ra do Queimado continu'a a fornecer ao
publico, em seu cstabelecimento na esqui-
na do boceo do l'eise Irito n. 2, o mais bel-
lo e variado sorlimentu de fazendas, odas
deescellente qualidade,eprecos muito m-
dicos. N3o s queima as fazendas j por
ve/os annuuciadas, a saber :
Olindinas para vestidos de senhora,
covado............... 900
Targelinas idem idem,corte com 12
covailos.............. 12-ono
Organdys idem idem, covado 260
Cambraias estar padas. vara 480
Dilas ditas mais linas, vara..... 6u0
Chitas francezas,largas, escuras o
claras, covado........... 260
Ditasditas,largas,escuras e claras,
covado............... 280
Dilas ditas, largas,cscuras e claras,
covado.............. 300
Hretanhasderolocom 10 varas, peca 25000
Kiscados monstros, lindos padres,
covado............... 220
Lencos de cassa com cercaduras de
ri, um.............. i2o
Masalem destas, offerece mais aos seus
freguezes as seguintes fazendas ultima roen-
te cnegadas: mussuhna branca finissima a
moendas o meias 320 e 360 o covado, dita matizada, tina, e do
melliur (rosto possivel a 320 e 360 o covado, r,lcos cortes
laazinhas muito linas, escurase claras, to- ,"rj,"*'s' proprios para a quaresma,
Na ra do Trapiche 11.54
eseriptorio de Nora es
&C.
\ ende-se superior vinlio do Porto en-
garrafado em caixas de I e 2 duzias de
garrafas, bem como em barris de e 8*
a preco commodo.
Vende-sesnperior (arinlia de man-
dioca em saceos grandes : na tanoatia
defronte do trapiche do Cimba.
N ra do Vigario n. 2."{, primeiro an-
dar, ha a venda linlia de roris, dita de Bre
tanha, jaqueas de 13a, barretes de dita, sa-
patos de dita e tranca, licores finos franee-
zes, bezerrrs franeezes, chapeos de Braga de
cores e pretos.
Vende-se a loja de calcado do aterro
da Boa-Vista n. 2* : a tratar na mesma.
Vendem-se redes de tapagem, assim
como sauneiras e tiesmalhas: quem preten-
der, dirija-se a ra ireila dos Afogados n.
13, que se dir quem vende.
Vende-se urna escrava parda, de idade
20 a 25 annos. sabe cozinhar Dem o engom-
mar, faz todos os arranjos de orna casa de
wn ilia : na ra a Praia de Santa hita n.
25, herrara.
Vende-se a collecc^o do Panorama de
1837 a 41 e 54, nove volumes em bruchura :
na praca da Independencia n. 40.
Vende-se
Kolhas de Flandres.
Chumbo em lencol.
Hito oni barras.
Hito de niiinic,3n.
Pas de ferro.
I'regos de construccSo.
Lona.
Liabas brancas ede cores em nvelos.
*jo armazem de Jos Antonio Moreira Dias &
'>.. na ra da cruz n. 26.
Gomma do Aracaty.
Km porcSes o aretalho: vende-se na ra
daCadoian. 57, escriptoriode Prente Vi-
anna.
Pf 1=1
Nabuco C
PILULAS I10LLOVVAY.
Estoinestnnavel especifico, composto ni-
teiramenledoliervas medicinaes, n3o con-
tem mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. Benigno mai} te'nra infancia,
ea comjileigSo mais delicada, he igualruen,
te promptoe seguro para desarreigar o mal
na compleijo mais robusta; he inteira-
mente innocente em suas operacoeseelTei-
tos ; pois busca o remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazesque sejam.
Entre mi Miares de pessias curadas com
este remedio, muilas queja estavam as por-
tas morle, preservando ein seu uso ; con-
segu rain recobrar a saud?e forcas, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais afilelas n3o devem entregar-se a
desesperacao; facam um competente enuaio
dos ellica7.es efleilosdesla a asombrosa medi-
cina, e prestes recuperar.io o beneficio da
saudc. ,
Nao se perca tempo em tomareste reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des :
,;.
verdadeira fa-
rDha de ara-
ruta.
qualidadeie de [todoV os-Um.nhTsT'rodas
nrAPi"'a',!;uaouan,maesde fdas as
?ocUtr7,^;KCriT0S e bocca de fo"'lhae
TJ,,t l 6 bo'ro'gu*"'oes, bronzes, pa-
rte" ele "' ao,nhos de mandioca,
NA MESMA FUNDICA'O,
!nneCUtHni toaassencommendas coma
Pre^z.'edcomJUipeeC;m pre^o.' ^'^
seliios
patente inglez.
S3o ehogidos acham-ie a venda o> verdadeira
l.ein cooliendussellins infieles p.lenl,: na roa
tSSfXZt* "",- *-""d-
Parece impossivel. porem pede-se as
pessoas que queiram comprar a dinheiro
vista veiinam ver na praCa da Independen-
cia n. icomo se est vendendo a mais per-
do rnaTs ar?en!':dia !f ha pouco de ,jib0" leScravos a 70U n. ca la um, luvas de diver-
KiJ^ff?!* em ,,u* e -'|s,,S(1ualid8desP"senhoias, gangss mes-
i. i'h,. ellb,a pel P'eco de cl"as,|e todas as cores a 540 o covado. De
do ,J.;"'a'ass,m1cumo pelo diminuto preco i todas estas fazendas, o de outras muilas
liiilis m.'.t,Vf"Jeal,bra dos melhores bo-!aquin3o mencionadas, se darao amostras
"linos ingiezes proprios para grande cha e: sob penhores.
meslo para enfeites de bandeijas. bom as-
das de desenlies inteiramenle novos 400
rs. o covado, carmeiina, fazenda anda nao
i vista, trancada e com padres de ISazuiba,
pelo b- rato prego de 280 o covado, cortes de
riscado francez, bonitos f adres e cores fi-
xas a 38200 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, com 8 varas cada peca a
75500. dita tapada tamhem muito lina, coro
10 varas cada peca a 4;800 e 6a600, chales
de l.-iazintia muito finos a #200, ditos de
merino lisos e bordados, de mui lindas co-
res, casemiras enfeitadas, mescladas, mu
proprias para palitos a2/200 o covado, brim
trancado de poro linho e padres novos a
15440 a vara, ditos pretos de muito bom
goslo, o ale proprios para luto a 1/600 a va-
ra, corles de r.olleto de setin, bordados a
3/500, ditos de casemiras para calcas, liuas
e de bonitas cores a 55500 e 6J00, gravatas
pretas deseda a ir, dilrs de mola a 1/600,
alpacas de cores com listras de seda a 560 o
covado, chitas escuras o claras, padres
miudinhos e graudos, de mujtos o variados
gostos, cores lisas eescellentes pannos a
160, 180, 210, 220 e 240 o covado, pecas de
ma tapolao com 20 v?ras a 25900, 33600. 4?,
45500, 45800, 59 e 53600, e muito lino a
65400, cobertores de|go13o proprios para
n qimresma.
na ru Nova n. vendem
velludo pretos
ditos
Accidntese pileplicos
Alporcas.
Anilas.
A.reias(mal de).
Aslluna.
Clicas.
Coiivu'.sos.
Demudada ou exte-
nuago.
jardas, com lo^ue de avaria a 2j, 23500, 33 cj Dcbilidadcoufalta de
500 caila peca, cambraia Boa de sal picos
nara vestidos de senhora e menina, com pe-
lueno toque o com 10 jardas a 29, 2/500 o
:i3 a pega, c litas de cores matisadas, linas,
padres molernos, e com 38 cavados cala
pica, com um pequeo toque a 63, massa
lina branca lina e ass-'iina la, com p-jueno
pcfjlo a 2VJ rs., e sendo litnpa a 20 o co-
vado.
Nova agua de. malabar,
Vende-se esta agua a melhor que tem ap-
parccidopara tingir o cabello o suissas de
preto na livraria universal na do Collegio
n.20, d-se junto un iinpresso gratis ensi-
nando a forma deappiicar.
Venie-seum bote de 25 palmos, muito
bem coastrudo : ni ra da Cadeia do Reci-
fe n. il, primeiro andar.
Na nova loja de 4 portas, na ra do
Queimado n. 37. bechegado pelo ultimo va-
por um rico sortimento de chapeos amazo-
nas para senhora, ditos para menino eme
nina, de melh
aba larga
minina, chapeos pret.'.s .ara homem, de
diversos precns, lencos de labyrintho a 15,
chilas de coharta francesas muilo linas a
.0.?r?1OV,',- 'nainas miudas muito linas
a 1S2UI o covado, mantas pretas de fil de
linno, godas de diversos precos.
forjas para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
-- nos i ins.
Dureza nnventre.
liuferinidadesno ven-
tre.
Enfermidadesjno liga-
do.
Uitas venreas,
l'-nsaqueca.
Ilerysjpela.
Febrcs biliosas.
Febrcs intermitiente.
Febteto da especio.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indigesles.
Infla nmaces.
Irrogu la ri da des da
menstruacao.
Lomt ligas de toda es
pe ie.
Mal te pedra.
Mane has na cutis.
Obsl ucetio de ventre
l'hliiiica ou consump-
5o pulnionar.
RetencSo de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rius.
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras.
sucar candi a 640 a libra, maito boas con-
servas pelo preco de 15600 frascos muito
grandes e um pouco mais abaixo a 15000, na
Vendc-su na ra da Cadeia do Recife n. I. mesin casa se acha um tudo quanlo se pos-
ChSh a vt-nila "' deseJar de ""a grande confeiUria e que
iludo se .ende pelo mais barato possivel
aponto de causar admlrac3o.
Amia existe um resto dos muilo co-
rihecidos eafamados charutos regala des.
t-elixdo autor muito condecido Mainiol Bal-
biito da Costa UrandSo, os quaes se venJem
pelo proco de 3*500 a caixa ; a elles, fregue-
S2^2L! " Venreo (mal).
iJEOEZ? esas pi,ulas ,10 heleimen-
o geradei Londres n. 244. Strand. e oa
oja de todos os boticarios, droguistas o ou-
ra^pessoasencarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e llespanha.
- *e"d,;n-seas.bcetinhas *800rs. cada. V#>n 1 wo r.o
- lum.a,ie"ascon,f.,"umi''nsiriiccnoem por- *el "Se na
~,:caro mododesseusardes-
Vende-se a casa n. 16 na ra dos Prazeres
do bairro da Boa Vista, a qual est lvre e
dese^baracada na mesma se dir quem a
vende.
Vende-se um sof o urna varanda de
ferro com 18 palmos, estante a moderna, e
rosto de urnas madeiras de obras, enchams,
portas e lijlos inteiros. o tambera aleuda zes' pois ,Jesla 'erida vai deixar dei a ppa re-
porto partida para alicorees, e um banco CB"
de carapina ; na ra do llangel n. 21, a qual-
quer hora do dia.
Vendem-se na loja de Adriano A. Cas-
tro, ra do C-espo n. 16. esquina da ra das
U-uzes, basquinas de cambraia adamasca-
das, o mais bem feito possivel, pelo preco
de 53 cada urna.
Vende-se farelo superior em barricas
e saceos : no armazem de Feliciano Jos
Comes, na ra do Trapiche n. 7.
Haos desolla e cera de carnauba :
no armazem de Tasso limaos.
EmcatadeRabe Schmettaa &
ra da Cadeia n. .77, vendem-se :
Bataneas decirnaes de dulcientes tama-
itos,
Burras de fi reo.
Superiores charutos da Uavana.
Vidrosparaespelfao.
i Cornos de lustre.
Carneiras envernisados.
"iodc sapateiro.
Tudo por preco commodo.
t> ra do Crespo, loja de Campos .
Lima, ha para vender o mais superior rapo
do urna das melho es fabricas de Paria; os
apreciadores da boa pitada devem animara
prompta venia para continuar haver sen
pre deposito, visto o que maudam de Lisboa
ser depessima qualidade.
Ra do Crespo n,
Vnde-so alcatifa muito larga,
para igreja a 23OOO o covado.
12.
o propria
C.
er no mercado, em virtude do dito fabri-
cante ter fallecido ; na praca da
dencia n. 4.
Cal virgem.
No armazem da ra da Cadeia Velha n.
12, vendem-se cal de Lisboa em pedra, a
mais nova que existe no mercado, alianoan-
do-se ser de superior qualidade.
Vende-se bacaihao deescama mui-
to novo esuperior a l< a barrica: no
armazem de Paula Lopes no caes da al-
fandega.
Vi nde-se duas cusas
terreas seiidu urna na ra
Belia c outra i.a ru Benifca [ t'assagem a
Magdalena] para tratar <;
mais informacoes na ra
doQueima o n. 10 loja
:-
:-
N& nov^5 loja de
4 portas na ra do Quei-
mado n. 57,
passando o becco da CongregaQao, acaba do
receber-se pelo ultimo vapor que veio da
Cumpa, ricos vestidos de seda pretos de su-
perior qaahdadn a 70/000, jirosdenaple pre-
Indepen- to muilo superior a I58UO, 25, 25200 e 2-oo
O covado, velludo preto muito bom a 6/4O0
o roado, mantas preUs de fil muito fin s
a I0j e a 123, veos pretos muilo finos le fil
de seda a lo ea 125, chapeos para senhoia
los mais modernos a 16o, sarja lisa besoa-
nhol a 2.;400 o cova lo. dila la-rada de di-
versos piocos, assim como cortes de baro.-c
a 100, ojindioas do seda a Soo rs. o covado.
Vende-se una bonita vacca com cria ;
a ve-, no Cordeiro, sitio do Cabriel Anto-
nio ; a tratar, na ra do Crespo n. 16, es-
quina.
Velas.
Vcndem-se velas de composictlo, em cai-
xas de 25 libras, a precus commodos: na
ra da Cruz n. 9.
dfi Llslioa
Vendem-se barris rom cal nova deLis-
or menos preco qu-> om oulra par-
le : na ra da Cadeia do Recife, loja n
dclroiile da ra da Madre de Dos.
:
> -.- ... ..
it
He muito Oarati
lies freguezes.
I Na cocheira do Sr. Guedes ven-
..- dem-so 2 bons carros e o preco con-
;^vida ao comprador, assim como
W.ui cxcelleutecavallo para cabriolet.

Vendem-se 167 bracas e 4 palmos de .
trra, com grande mata de boas madeiras.! Qii .'.... .
no lugar da Mirueira de baixo, confrontan lo ,-' '-"'Wwt!
com os engenhos Caulista e Fragoso : quem Vende-se urna rica cadeira de arruar,
a pretender, dirija-se a ra das Cruzes n. 30 com seu competente caixai para a guardar
|e a reservar da poeira; quem a pretender.
psito geral he em casa do Sr. Soum
Dhaniuccutico, na ra da Cruz u. 22, em
Peruambuco.
Vendem-se fondas de ac para um o
dous lados : na loja de miudezas da ra lar-
ga do Rosario o. 35, a 19003 cada urna.
estrada que
vai nara o Arrala],
um grande sitio, defronte da travessa do
Parnamerim, com muito boa casa de viven-
da, estribara, cocheira, porto de ferro,
com grande lundo, e baixi para capim, e
com bastantes arvores de fructo : os pre-
tenderes dirijam-se a ra da Concordia
n. 2.
enlenda-sc
veras.
com o Sr. Caetano Pinto de
SO,
Attencao.
mandioca, milho e feijSo o
rato do que em ouira qualquer par-
rua do Queimado, loja de ferragons
Farinha de
mais barato
te ; na
n. 14.
Farello
em saceos muito gran les, e de muito boa
qualidade, e s vendem Lopes Ir.r.aos &
lirardSo. no caes da alfandega 11. 7, pelo di-
minuto preco de 65OO0 o secco.
Vendem-se saceos grandes com arroz
le casca, por preco commodo: na ra do
Vigario n. ...
_Narua do frum n. 28, armazem de ,S
Arauj", ha para vender um resto de jirros
pira jar lim, estampados, que se vendem ba-
ratos para Techar contas, 200 rolas liacas do
Atraz da matriz da ra .Nova, loja n. vimos, que se vendem por qualquer preco
2, vendem-se ricos chapeos de sol para se- 11 braco do balDnca cora as competentes con-
nnora, chapeos de se Ja para baplisadodel chas, para armazem ou padaria, arcos de
menina! dilos de palha enfoitados. I pao para barrica, etc.
Vende-se um escravo de idade de 28
a 30 annos, bom cozinheiro ; quem o pre-
tender, dinja-se ao becco do Abroo n. 1.
de colletes d
. oprms para a <,
ditos de cores, ditos de seda,
Nabuco & C, na ra Nova
n. %
vendem ricos enfeites para cabeca de senho-
ra, Iencmhosderetroz par* as mesmas, li-
gas de seda para senhora, luvas de seda bor-
dadas, proprias para senhora.
Attencao.
Vendem se palitos proprios para viajar na
estrada de ferro, chapeos de palha proprios
para as mesmas vUgens. ditos de brim ; na
loja de fabuco & C na ra .Nova n. 2, atraz
da matriz de Santo Antonio.
Vendem-se 6 escravos de 18 a 30 an-
nos, robustos e sadios, 1 escrava que corta e
faz camisas de bomem, corta e faz vestidos
de senhora, engomma bem, 3 dilos mocos
que servem para todo servio, 1 negrinha de
12 annos, 1 moleque cozinheiro, todos por
precos commodos : na ra Direita n. 66.
Vendem-se .1 escravos, sendo 1 pedrei-
ro; na ra do Collegio n. 9, segundo andar.
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes A C, barris
de ferro ou cubos liydraulicos para dep-
sitos de fez.es a preco commodo.
Relogios.
Os melhores relogios drouro.patenteir.
glez, vendem-se por precos razoaveis, ni.
senptorio do agente ol veira ,rua da Ca-
deia do ttecifen.62.primeiro arelar
Vende-se superior linha de ilgodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Soutball, Mellor & C ra
do Torres n. 38:
RO! LAH-ECTEl H-
O nico autorisado por dcimo do comelho real,
decreto imperio].
Os mdicos dos bospitaea recommendam o
arrobe de Latrecteur, como sendo o nico
autonsado pelo governo e pela real socieda-
dedemedicina. Este medicamcnlo de um
goslo agradavel e fcil a tomar msecrelo
est>em uao na marinha real desde mais de
0raiiiios ; cura radicalmente ero pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
feccoes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes do,
partos,da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores ; convm aos calar-
rbos, a bexiga, as contraeces e a fraqueza
dosorglos, procedida do abuso das injec-
COes ou do sondas Como anii-svphiliiicos
o arrobe cura em pouco tempo os'fluxos r-
cenlos ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequenria do emprego dacopabibe
da'cubeba ou das injeccoo que representen)
o viruasem neutralisa-lo. O arrobe I.aflec.-
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa-
Vende-se na botica de Earral e de Antonio
Feliciano Al ves lie Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chepar una gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
viudas dilectamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-I.afeetenr 12,roa iuchelieu Paris
Os formularios dfio-se gralis em casa do a
gente Silva, na praca de D.Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; liahia. Lima&ir-
m3os; Peruambuco, Soum; Kio de Janeiro
Kocha & Filhos; 6 Moreira, loja de drouas
Villa Nova, Joao Pereira deUagatesLeiie '
Rio 1.rande, Francisco de Paula Couto c'
^ellins e rcle^iofe
Salvas.
Crando sortimento de salvas imi.rfn
pr.la, com lindas gravur. ,'% "J 2
mu.to bom gosto, diUs par. um cono
Trens para cozinha. "
O mais completo que tem vindo a eslr
mercado, constando de paneilas, casrolas
fr.gldeir.s e cbaleiras forradas de porrollin,*
e estanh.d.s, grelh.s, colberes. e d,v r""
objectos mais. "iros
Casti'caes
de metal finissimo, e ricos modellos.
Katoeiras.
Ratoeirasde rame, novomodello, outra
cZTTM de*mos "oaernos e pre-
os. que tudo veto de encom-
vii"r.'doer,h^U,n' PrPri-d villa do Cabo, com commodos para morada
fflnertE0ClUa eS"'0do "" o credl?. e
tenoo anda resto de gneros : 1 tratar 'na
BATATAS.
Vendem-se b.tatas ltimamente
das a 15400 o gigo : na travessa
de Dos n. 10.
mu
COS
menda.
ebega-
da Madre
Vende-se urna parte de trras oronrtaa
para engibo. .0 pe do Bonito o?me"
denles dmjam-se a Soledade, cas. "rea
defronte do palacio do Bispo.
Nabuco &C, com Joja
na ra Nova n. 2,
modo.
por
melhor
preco com-
'&** '^t*:-::..>^.
Fugio no dia 11 de fevereiro um escra-
vo de nomo JoSo. pardo escuro, esl.lur
menos que recul.r, olhns amorlecidos falla
descamada ro.po secco, ternas pooco lor-
as, bons os o todos os denles, represenU
ler 20 annos, pouco mais ou menos e tem
principio de olfieial de carapina, "uJ0 ,.
F, hoT reeTne.U,dV.0 Cr"l *os rs S^e &
nln r l Ven'1"1" ba.xo assignaoo
pelo Sr Francisco X.vjer de Oliveira no
ir orno di. que fugio ; por ,.sS0 Dede^se aos
capitnes de campo emSis pes,o^? que
oprehondam e levem ao Recife ra ?". d"
Moeda, sobrado n. 3, eme.. doSr M.noet
rmi"r,r"V,M ,erS flfic.dos g?w!
Ltns -lranc.scoM.noel W.nderley
a v7flF6r,dh en,,Dnn KPo. pertcncente
fl'w. ao escrvo crioulo Cermano,
de 30 a *0annos de idade, estatura regular
grosao do c.rpo, c.r. fci., e bex.gos., de cor
um pouco fula,e,s.p.lheUdos; o qual.
R.moVS'l0J:0amF,r,d Sr- J"-' -".did
. .mh-' .,n,or*?or. P'ovinci. da aU.o...
"'K-" fg"*,.for. preso a 24 de^el
,uu. f n? Prox,mo Ddo, pe. n*.
Jtlr-gacn de S. Antonio desta cidide. com
o norre mudado, lrab.lh.ndo de .err.dor"
prehenaer pode entrpg.-lo em dilo enge-
ibo llupao seu Sr. Joao P.es Brrelo da
50//000degr.tifie.cSo.
Ausentou-se no dia 17 do correle o pre-
to Ann o que fo. escravo do fin.do Fran-
cisco Jos da Cost. car.pello : quem dlle
der noticia, oulev.-l es. do .b"x'.8!
signada, n ru. Imperial ,-. receber. a
grat.hcacao cima mencionada.
Anda se. acha fgido o escravo pardo.
ce nome Candido, ofiici.! de rapia com
M signaes seguimos : ,ilur, ,e,ui,, 'MCC0
-ocorpo, rein.s bastantes fin.s, cara des-
ramada, olhds grandes e Usta. cantos de
esa bem furdo que ferma um angelo na
i 'sta, bem barbado, porem us. tr.zer toda
ri.rb raspad, so com um pequeo hieode.
abollo cortado rente, e nao he cr,,,nho
todos os denles da freme perfeitos l bem
alvos sellado do corpo, qu.ndo ./id. be
anresssdo e miudo alir.ndo
ludo, anda calcado, e es
vari que tem os dous tledi
cibecudos
os pea par. o
e estando descalco se
rs ar.ndfs do* pea
esparra es dedos, lotitula-se
de forro, falla muito br-nda. qaando rj-se
costumaatomar o foligo, muil sevelisado
boas meneiras. acha-se upido desde 81 de
airil de 18o, : pelo que ;ede-sa a lod.s .s
.ulorid.despol.ci.es, capitSes decampo, a
cuptura dfste escr.vo, c memoa qualqii'r
nossoa que o v.rem qoalquer parle tr.ba-
II ando : quem o pegar e levar ao engenho
Putos nafreguezia de S, oto Amaro de Ja-
noatao, recebera a quantia de I50s rs. de seu
str.hor Manoel Anacleto de Soui, as.im
como o mesmo senhor proles!. c> nli. toda
o qualquer r>ps:>o que o tenh. em so. esa
oculto, o trabalhundo. por tnd. perd. d.m-
no que tem causado, e pelos dias de servico.
-':--:-.--...-. f.. .^ .
.-.:-.::.: -...:;, ,
100#clegra-
lificacae.
Vi Fugioba quasi tres trezes, do so-
;-, Prado grande da Magialena um es-,
;: cravo crmulo de nom.s Cosme com
** os sign.esseguintes : Um preto.ee '
:,: esiatu.-a regular, m3os hem feit> I
..- porem grossas, pos um pouco torios, ,
0 O n.riz grosso e arb.tao. parore ,
g que ltimamente perdeu uro denla
2 da frente, rerrescM. ler 20 .nnos. '
* he muilo ladino, porque estew n.
-..? Baha 3 annos, servindo um BalSJ-
- Sda e grosia, anda qu.isi sempre de
y Vagar : quemo apreherder levi-.
Jy dilo sobrado da Magdalena r u ro l>
9 cife noe.'criplcri.. do tuajor lloll.r-
0 mino do Ro^o llarros, ua da t.adea
' elh. il 48, trimeiro .nd.r, ou fi-
nalmeole bo eagenko Draad da co-
. marea de GoiaaM a vitva e filhos do
-... lenle coronel V.nnol Correa de S*
-* Oliveira Andrade. a qiem perlence S
.-; dito escravo.
niinnof ir un
lugiram do engenho Agua-fra, re-
Kupzia de S. I.ourenco da M.U., os escr.vos
,i, Miguel, alto, secco, quando and. he muilo
.- i inclinado para a frente, ponra b.iba, e foi
SEI.I.INSeRELOOIOS de plenle
Inglez : a venda no .irm.i/.Di
Kostron Kooker Companhia,
maro' U '"*" d t0rP0 Sa"<0 D" "2?TO de JoSo E," ',0 '"'S "oV, m
rador na frpguezia da Escad, p.ra onde sup-
pOe-se ter lugido. Sevenno, cabra, b.ixo.
groaaora r"^ular, ipm um defeito em un
dos dedos da mao. representa a id.de de9fi
para 28 .nnos, e tem pote. b.rb. ; quer
um quer outro fufiram no mesmo da
quesn os apprehender, leve ao engenho ci-
ma dito, que sera generosa mente recom-
pensado.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundieao de ierro de i. \V. fiowman
na ra do llrnm, passando o chala-
riz. continua a liaver um completo sorti-
mento de taclias de ierro fundido e bati-
do, de "> > S palmos de bica, as quaes se
ecliamavenda poi prero commodo e com
promptidSo, emliarcam-seou carregam-
se em carro sem despezasaocomprador
KRH. IVP. DE M. F. PE FARU. la.
mi mi &
ii Ff:i\/Fi


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