Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07491


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Full Text
J
a-r
'
ANNO XXXIV N. \\)
Por 3 mezes adiantados 4<000.
Por 5 mczes vencido* 5<>000.
SAKKADO 20 DE FEVEREIRO DE 1858.
Por annocdiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor:
F.NCARREGADOS DA SL'BSCKIPC.VO ll NORTE.
Panhiba. o Sr. Joo Rodolpho Gomes; Natal, o Senhor An-
tonio Marques da Silva : Aracalv, o 8r. A. de Lemos Braga;
Ceari, o Sr. J. Jo6 de Oliveira Maranhao. o Sr. Jote Teiiein
ila Mello ; Piauhj, o Sr. Ji.se Joaquim Avellino Para, o Sr.
Justino i. Ramos ; Amasnos, o 9r. Jcronjmo da Costa.
PARTIDA DOS CORRIMOS.
Olimla toloa oh i]
u
8. A111...1. uanerroa, I: inn... i;Jr
re, Floro, VtUa-BSUt, Bot-Vit, Chufean .. tuf, iai rtw-a...
(.alio. IpnjMa. Seriaban. Ido lornio.o, liu, Barrara, A-iua-1'ri.-u
aetaatartaKas a ItatOl: qaJnras-reiraa.
iToilua oa corro.ua partcoi aa I.) horaa da manhia.
ala lio-., lola.
leitaj rolrat,
tro', Ahtiil.. GaraaJuMU : ni lerra-Tira.
1 ., Brejt, r*eaawira, laa-ase.
Al "DI ENCAS DOS TRIWJNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundase quintas.
Rclacio tercas feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas:
Juizo do eommercio : segundas as 10 boras 0 quintas ao meio da.
Dito deorphaos: segundase quintas ai 10 horas.
Primeira vara do civel segundas estilas ao meio da.
Segunda Tara do civel : quartas e sabbados ao meio dia.
.rde.
PARTE OFFIC AL
GOVERNO DA FBOV1NC1A.
Despachol do dia 18 de/nereiro de 18.">8.
Reqoerimento de Candida Mara da C -uceir-in.
pul mo soltara do tea lilho Hodopiano Manoel da
Ituz, preso para recrala da mariuha. Informe o
Sr. rapitao do porto.
Hilo de Jos Lopes Tasares, pedindo se mande
pastar novo hilhele do recel.imeulo de duas sobre-
catacao militare*, para manufacturar, o que o soppli*
cont ja' enlregoo ao arsenal de guerra, em substi-
tuirlo do que se doieueaminhou, (rnn de poder re-
cebar da thesooraria a importancia do leilio das
. inesmas. Informe o Sr. director do arseoal da
guerra.
Hilo de Vicente l.icinio da Costa Compeli, pe-
dii'?o~per certidao o theor dn requerimeuto ero qae
solkitoa a demitsuo do lugar de amanuense carlora-
rio da thesouraria provincial.Paste.
lulo .informado pelo inspector da thetouraria pro-
vinml) do mearn... pedindo pagamento dos seos
veucimsiitot ale o dia anterior ao em que se Ihe deo
deiirssan daquelle lujar. IWmellido ao Sr. inspec-
tor da Ihesootaria provincial, para que, na confor-
midad! da sua informarlo pague ao supplicante o
qae se II.o deve.
Oito (informado pelo director grrol da u-trurrao
publica) de Vicente Ferrena Coelbo da Silva, pro-
fotsor publico de inslraipi_-.ii elemenlar da freguezia
de Nona Senhora do O' de lioiaiina, pedindo a soa
juhlarao por ler mais de anuos ,le erviro.
Passa portara coocedendo a jubilarlo na forma da
lei.
Oflieio do Exm. brigadeiro commau lanle das ar-
m.i, remetiendo, para ser tomado eio considerado,
o ollicio em original do cotnmandante interino do
teiceiro batilhilo de guarda nacional aqoarlelado,
acerca do concert que pela directora dat ubraa mi-
litares ae eth.' procedendo no xadrez do respectivo
qoaitel. Informe o Sr. director das obrat mili-
lares.
Dito do Dr. chele de polica, remetiendo, para se
mandar pasar, a conla do alaguel de sni auno da ca-
sa que strve de cadeia no termo da Etcada, ven-
ce o no ultimo de derembro dn anno pastado.Re-
1111 nido 10 Sr. inspector da thesouraria provincial
par mandar pagar.
Dito do director do arsenal de guerra, remetiendo
a conla dos objeclos f.irnecidos por aquelle arsenal
a' casa de delancao, ilim de ser satiafeila a toa im-
poi laneia.Kemetlido ao Sr. inapeclnr da ll.etoora-
ri provincial para mandar pagar a conla na iaapor-
tanc de 76'JsjOO rt.
Dilo do inspector da Ihesnraria provincial:infor-
ni. inlo arerca do oflieio do juir.de direito do Pno-
d'A lh.i relativamente a obra dos reparos da cadeia
daq uella villa, da qual esta' cncarregado o me-1110
jaiz.Infirme o Sr. Dr. jnjz de .lireilo da comarca
de Puo-d'Alho a respeilo .la annfleafao di qnanlia
que lem em seu poder, e de que anda nao prasloo
contal.
E*pe diente do di* 15 de levereiro de 1858.
Oflieio ao brigadeiro eommandanl superior da
guarda nacional do Recife.Envo a V. Esc. o ofli-
eio junto do brigadeiro commandaute da armas so-
bre a mesms materia do mcu ollicio de II dn cor-
rele, aBm de que V. Exc. d a respeilo as ordtns
convenientes para que cese o mu estado do con-
tingente destacado do batalhao n. (! da goarda naeio-
eal.Cominunicnu-ie a.r rommandaiite das armas.
I'1I0 ao ci.minandante das armas.Aecu'0 a rr-
cepcrilo do ollicio .le V. Ese., sob n. 06, no qual ax-
il 1. desle mez, e tendo vislo as mencionadat 0011- transidos os ditos machini'taa ao cumprimeolo dos
laspassoa reslilni-las inclusas ao Sr. luptrinten-jteus contratos, remelta-ot Vmc. 10 Dr. chefe de
J!!f' I polieia, ao qual traii'milto os seos oflicios de 12 e
Dita ao intpeclor do arsenal de marinh.Reco- 15 do eorrenle relativos a eile objecto, afim de pro-
nbecendo pelas inf.irmagi.es .le Vmc. de 27 de ja- ceder-se como for de jintipa.
neiro ultimo, e 12 do correle, qoe nao resulloa I Dito ao lente coronel coinm imtaute do baMIbao
prejoizo a's obras do melhur.imentu do porlo pela n. 10 da guarda nacional de Iguarasto".Segoinlo
demora de teit dia que leve Jos Antonio de Arau- para a villa de Iguarassa' um destacamento de po-
jo em enlreuar nossa repartido as olllmas barrieas licia, lica diipen de cimento para o completo dat que rontralou ven- ; communico a Vmc. para seu conbecimenlo.Fize-
der para as inesmas obras, lenho resolvido dispensa- ram-te as necessarias communicaee.
lo da multa a' que eslava lajeUo, no caso de orait- I Dito ao gsrenteda Companliia Pernambucana.-
sAo no comprmanlo do seu contrato. O qoe com- Pode Vmc. faier seguir para os portos do noite o va-
monico a \ me. para seu conbeciraenlo e eiecurao. por Iguarasso'.. a hora indicada em sea officio de
Igual ...ininunica.ao se fez a' thesouraria da fa- 1 In.nlem.
Dilo ao agente da Companbia Rraslera de pa-
quetes a va..or.Pode Vmc. fazer seguir para os
porlos doanl o paquete a vapor Paran'., a'hora
EIMIEMERIDES DO HEZ DE FEVEREIRO.
5 Quarto minguaote as 6 horas e 57 minutos da larde.
13 La nova a 1 hora e 53 minutos da tarde.
20 Quarto 1 rerente as 10 llorase 30 minutos da I
27 l.ua cbeia'as 7 horas e 45 minutos da larde.
PREAMAH DE HOJE.
Primeira ai 10 horas e 6 minutos davina n h m.
Segunda as 10 boras e 30 minutos d. ^fde.
DAS DA SEMANA.
li Segunda. Trasladaco deS. Antonio; Ss. Faustino e Joiita.
1. Terca- ss. Porlirio, Samuel, Jeremias c Seleuco nun.
17 (.luana de ciiai. S. Policronio h. : Ss. Secundiano e Romulo.
1S Quima. S. Tlieolonio primeiro prior de Santa Cruz.
19 Sexta. X orarao de Jess Chnslo no borlo : S. Conrado C
20 Sabbado. Ss. Eleutcrio e Mo bb.
21 Domingo. Primeiro da quaresma. Ss. Haxia ano e Fortunato.
ENCARREGADOS DA BUBSCRTPCA'O DO SEL.
Alagoas.oSr. Claudino Fslco Dial: Babia, o Sr. D. Duprad;
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martin:.
EM PERNAMBLCO.
0 Troprietariodo DIARIO Manoel Figueiroa di Faria, ni sua
liinria. praca da Independencia ns. 6 e 8.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.Res-
pondo ao seu oflieio de 1:1 do crrenle, sob n. 13,
declarando que deve Vine.. rdenar a despeza de indicada em seo'oll'lcio desla "dala.
,- as.- i ; ", '* i","..-.* ...it.u., ...n.nu r ir .. v z*.
Wi V. tit. 1 oi-eosaidadu de sorem loruecidin .. a-.,..-i, i_,.a... .i ,
'--------. ___. oeapactio desla dala autonsou o eamlAo d
COrOOS (te l'ttan 4 > corpos de goarda oa ute.isis reqin.itHib.s, embora nao .
coiileinplados na tabella de 8 de iane.ro de I81K. j
Compreheod a necesiidale que ha de laes ulensis,
mas n.V. estando estes regalados pela tabella, pens
qae ao seo foniocimefil.. deve proceder ordetn do co-
vetno imperial, solicitada pelo q.urlel ceiural do
exeicilo. Asum respondo ao oflieio de V. Eie. de 12
do crranle.
Dito ao mesmoNio se tendo .presentado ao
Dr. chefe de polica praja alguma da eoinpanhia de
cavfllana que devia ter empregada na ronda da ci-
liado uestes tres, como a V. Exc. communiqaci em
dala de 13 do correle, bija V. Exc. de providenciar
com urgencia como convier a esse respeilo.
Dito ao memo Poda V. Fie. dispensar do aqoar-
lelamenln o guarda da quarla campanhia do teicei-
ro balalhaode iiifanlaria Maiimiann Jtti Ferrelra,
que pelo respectivo facultativo foi jolgado incapaz
.e riiiilinuar 110 iirvieo activo, segundo consta do
documento annexo ao ofl. o de V. Exc. de 13 do
Torrente 10b n. 101.Coi" Vamcou-se ao comman-
daute superior da guarda nacional do Recife.
Dito ao inspector da thetouraria da fatenda.Vil-
la a informadlo da contadoria exarada no oflieio jun-
to do director do arsenal de guerra, a' qual ae refe-
ri V. S. em teu ollicio de 13 do correle, sob n. til,
leobo resolvido, em conformidade do 5 12 do arl. I
do decreto de 7 de maio de 1X2, aotorisar as despe-
zas com gralilicaces, frraseos, etapas, etc. ale a
quantia de tres eolitos de re., alem do rredilu con-
signad 1 na verba respectiva.
Dito ao roiii.nani1.nle superior da guarda nacio-
ml de Olinda e Iguarasiu'.Cominunirando-me o
Dr. chefe de polica, que segundo Ihe rommiinir.ou
o delegado de polica da villa de Iguirassu', aleo
da II do correla n.lo havia side fornecido ao des-
tacamento da mesma villa o armamento que V. S.
pira esie lim requisitou-me e Ihe mandei entregar
em 22 lo.me/ paseado, n.lo posan deiiar de sira-
nba-lo a V. S. o lelermiiu-llie que ar; rernlhrr ao
arsenal o referido armamento, que ot be mais ne-
eestano, lendose evadido a 12 desle tnez 01 presos
da cadeia de Uosraaso' e desertado com elles seis
guardas do destacamento, para o que deve V. S
compreben ler como coneorreu para rmelhanle lal-
ta.Coinmuuirno-ie ao ebefe de polica.
Dito ao mesmo.Ao ollicio de V. S. de 8 do eor-
renle, apando deelarando-lbe quo os veiicimentot
das priesa de guarda nacional destacada na villa de
lai.arassu' devem ser pagos pela Ihesourana p.ovni- 1
eil. para o qae ficam expedida as convenientes or-
dena. Compre pois que V. S. mandando reformar
neste sentido ot prels qae inclusos devolvo, os faga
presentar ao inspector diqaella raparl.c.lo.tlll'i-
rion-se ueste sentido a' (hesooraria provincial.
Dito ao Sr. James Templlon Wood, auperiolen.
denla da estrada de fe.ro.Com ollicio que dirigi-
me o Sr. tnperjg^gdenle da estrada de ferro em I
do eorrenle rec>t>l t tontas da mesma estrada, ptr-
tencenles a' or,jma quiowna do mez d^ Xu>to al
dez eoiilo quatrocentos e qoarenla mil reis cum a
compra dos daienlos ? IrinUe tres palmos de terre-
no para o symnasio provincial.
Dito ao director interino dns obras publicas.Em
visla das condijoeicom qoe te oflereceu o engenhei-
ro H. A Milel a construir tuna estrada provisoria
do porto de Tmaodarc a' nnrgein etqoerda do rio
Una, e dat contideraces qae sobra esa proposla
fez a reparlieao das obras publicas, lenho resolvido,
que com o dilo engenheiro oonlrale a conslrur.;fio
da referida e-Irada, com a> condi;oet que a este
aeompanham, por mim rubr cadas.Commonicou-
se a' tli-'iiiir.iid proiincial.
Dito ao metmo.Concedo 1 aulorisarjo qoe Vmc.
solicilou em seoofli-10 de 13 do eorrenle, 10b n. 50,
para que a estrada do norle ^incluida at o enge-
nho Caulista, na llenOo de 12.:(00 brabas, seja di-
vidida em doos termo, iguaei, leudo cada am dellea
seo cooservador. Commauicoa-ie a thesouraria
provincial.
Dito ao mesmo.Pode Vmc, a' vista do qae pon-
dera em sau oflieio de 13 do eorrenle, 10b n. 10,
^ nomear apuntador da obra de non,, lauro da estrada
i do uorle, a Sebaitiao Antonio do Mello, cora o vm-
cimento igual ao dos adminis redores.
Dilo ao director do arsenal do guerra.Tendo
nesta dala aotoritado a' Ibesot raa da fazenda a pa-
gar os ordenados dot empregoi. desse arsenal,nao obe-
lante ter-se esgolado o crdito qae para isso fdra
consignado ; assim o comroonico a Vmc. em res-
posta ao seu oflieio da !l do eorrenle, sob n. 27.
Dilo ao administrador do :orreio.Convem que
Vmc. ent'iida-te com o supeiiiileiulenle da ettrada
de ferro arerca dn serviro diario do correio, entre
etta cidade e a villa do Cabo, pela meima estrada.
Portara.O presidente da provincia, em Tirtode
do arl. 10 do regulararnto ce 2 de dezembro de
1858, resulve duinitlir o tentte qoartel mestre do
corpode policio Francisco Velloso da Silvnra Tel-
les.Fizoram se at coroimmi carnet necessarias.
I jptienle do secretario da provincia.
Ollieio ao capilo do porto.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda derlirara V. S. que lira
inleirado de ler sido jolgado apio para o serviro da
armada o paisano Claudio., da Costa Maciel, segan-
do V. S. purticipou em seu iflicio de 13 do rllen-
le, sub 11. lil..
Dito .u. juiz de direilo interino da comarca do
Rio Formoso.S. Fic. o Si. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que vai ler o con-
veniente deslino o mappa estatitlico dos traballios
da primeira seceilo ordinaria do jury do termo do
Rio Formoso, a que te refere u leu ollicio de 8 do
eorrenle.
Dito ao secretario da directora da Companhia
Parnambucana de vapores.O Eim. Sr. presdeme
da provincia manda ruinmuiiic^r .. V. S. que por
porto a
PorteraO presidente da provincia, conforman-
do-se com a pronosta do chefe do polieia datada da
bonlem sob n. 159, reolve exeonerar do cargo de
primeirosupplinte do subdelegado do I" dislriclo da
fresuezia d> Ipojuca o cidadSo Jos Antonio Pires
Falco, e n.-mea para o mesmo cargo o eidadlo
Theotanioda Silva, que oceupa o lugar de 3-sop-
plenlt do referido sabJelegsdo.Coramuoicou-ie ao
ehefe da polica.
DilaO Sr. aganle da Companhia Brasileira de
paquetes a vapor, mande dar pasiagem para 1 corte
no vapor .. Paran',o por conta rio invern, aos re-
rrulas que Ihe forero apresentados por parle do ca-
pitao do porto.Commuoicoa-se ao capitao do
porlo.
/..pedi'nle do secretario da provincia..
Oflieio ao Dr. chefe de polica.O Exm. Sr. pre-
sdanle da provincia manda participar a V. S. que
expedio 01 lem thesouraria provincial para qoe,
visla da conla qae veio annexa ao oflieio de V. s
datado de hontem, sob n. 158, pagne 1 importan-
cia das despezas feila com o sottento dos preos po-
bres da cadeia do lermo de lioiaiina no mez de Ja-
neiro ultimo.
Diloao nesmo.Manda S. Eic.o Sr. presidente
da provincia aecusar o recebimenlo do ollicio qoe
V. S. Ihe dirigi honlem sob n. 158, com o mappa
dos Irahalbos da promoloria publica da comarca de
Santo Ant.ln no roez de Janeiro prximo pastado.
Dilo ao mesmo.De ordem da S. Exe. o Sr. pre-
sidente da provincia aecuso a recepto do offici n.
155, qae V. S. Ihe dirisio hontem com o mappa
dos Iral.alli... da promoloria publica desla capilal no
mez dejareiro prolimo lindo.
raado entre os dregos o celebre Jumento de Lucio, do mundo, esleVido o mando cada vez mais lorio, .se n,lo esconde alraz delles a nullidade ou vici) '.
que passou couias da fortuna por orna amena de nem cabe$as laoVecunda em recursos, fallndome Nem seropre deve-se dizer. Ha anda mullos qoe
cunosidade, mas Tez rellexoes que u.lo eram das mais l'i ve/.e. a muiha uarta de farelos, honram a heranca de leus avos, e Ibes coniiuoin
atnaticat. Um jumento, c., Njer jumeoto. pode moilo bem com dignidade o iiome, senao pelas virtudes guer-
ue anda noje admirtc.o domando Iliterario o medir a eocieilji-j pelo\inleresse do sea individnalis-! reiras qoe nao s3o desla ila.le, por ootras que nao
"llurro doaroa d Apuleio, um burro qoe podia dar mo, quando ., grande ma>ori dos homens pensa om-, valem menos lien eirluem generosos bros.
Hroes de sraciosidadee delicadeza a mulla g-nle. Fi- caineule q.,, a conveniencia da roinmnni la le e-l,
mmente ..Peau dae o i'Ane mor- gozam entre os exclusivamente lubordinada -'o ea particular pro-
moderno, justa celebndade. ^_____ 'lim.
Rihabihtada assim a ropoU>So muifocoroprooiet-. Oh*!... Oje novem be aquel. mobil evariega-
lidaetrei,ueiitemeiiiailuini,ia,ia do jumento, pede, da, que se gila entre renques d. arvore V Appii-
le ao leilor que d toda a sua attenjao ao precioso cando melhor a vista, figora-se 11, 1 acglomeraco
manuscriplo que I lio vai ser apre-eutado.
Ei lo :
A eses. acalainento e respeito, quando pattain.
lem dirtito aot regallos da nqoeza porque a repar-
tem ; justilicam nt .li-tiuri.es porque a merecem !
Aos degenerados soberl.us puna a execraran a pro-
sapia vizivel. Enversonham as suai tradieres, um-
a lodos abrir a porta da posleridade, de que te eoni-
(ituio porleiro, ou para, camello da nova especie,
levar sobre si pelos desertos das cerarOes, oa bem-
avenlurados dequem se encarregou, ale ao liminar
dos vindoaros.
Quando morras tu, dizii om deslcs .1 um ami-
gos seu '.'
fara qne'.'
Para te fazer o necrlogio.
E he asum ; o oecrologitla v em cida hornera
0111 mortal, e em cada mortal nm thema para os seos
ArretaN'iamenle no seu va-
leu a si e aot ania. Aeabam ama rac.a apaganio escriptot favoritos.
'.t campanillas aml.oanle-, de cal., orneado e l.ujo os symbolos que a eniinbrecem ior, e tnppe-te sim Iratla in>dispeuMrel na socie-
1 enorme. Ja' vi. Sao as elegantos da 'iioline exag-1 La va. ,. tre.n mai:..ilic,. do millianario, .uze.an 10 dade.
Re/lexdet de um jumento por artt e temlol. gerada, as nvaes da maciuna de que MMpemo, da epocha. Orna-se urnas vezes de armas rcenlos. Os propagandislas fana.vcos levavain os seo- adep-
1 orque me Irariam para este circo ? Nunca fui ai sacerdotisas da moda que pasteam a c 'as suas oulras ostenta o f.oslo como representante cabal 1a los a'morte, com a mira na bemaventoianca o
amigo de espeelaciilos, e menos ainda de os dar. Es- ambiciosas baslicas. Como Dos lia da rir ver pe-| oinnipolenle hierarchia monetaria. Nag_he -suef -wrolgista leva-os eoui'amira na immorlalidi'de
<)ae mel- erl,!^v ?Vn.., 1. 1 a n"1'",c,i,,remr-se1 ;l1,uel,le >"" O na nara ,1 res .,1.1., ''V-'*',""" d Si? ,.5f*-! rm?,' ,mPo,,ve' e *" ,}'"\ h* e se na cu"*Jianle desla rea- o pao aos ." <>' abertamente, que, se a igre-
...... J... !".'" Litboa para Cintra ; ouvi Ouanlo nao deploranam ellas mesmas a sua v..i. loza domada ^ Raro, e nem muilo derretiraento amaros de diversas naliireza, fossein feitas como se fazem !
segundo conduza ama vestal da praca das Flores, I Cada dama he orna fortaleza. Rodeia-a nm para-
oa urna caneara da Alie levei multa vergaslada peilo inacccssivel de barba de balea,
injusls quando a meniua se vinsava em mim de nao I Eo que o diga, que andei ja em mos de ferrador,
tereque respouler as a/gaiciies pertmptonss dispa- quando eslava em Caeilhat, por causa de nina pal-
qiieima roapa pelo escuJeiro irrtalo, e milhadeira a.lominsa.la o arco o o halao j chegon
4>
tfcrafiira.
LUCAS GARCA.
KPIA li: cokti m.s AimAUJHES. ()
Por Fernn Cballkr.
(Continuarao.)
lio Bartolo, pergnntuu mu dos assittenles, por
que foi qoe Vme. fez,se euerrillero ''
Qoe pergunla, exel 1111 .11 o velbi. euearando a-
qiielle qile lli'a lirera, e balanrando o rorpo para a
diieila m para .1 t*squerda com luana gravidade.
I'.o quera perguultr-lhe, lornou o metmo ho-
mem, quando Vmc deixousua casa, e catnodecidi-
la) a lomar as armas,
liso he outra coo-i, rttpondeu o tio Borllo,
I mli .111 apparecido aqu (orlos nimigos a eavallo
ru sa ehamavam couraceiros, ao. quies iniuli 1 inu-
It.er tema mala do que aborreca-, Iotas as vezes
0momita a-cmelas ella me dizia mui trmula :
virio olla) malar-nos .' N.lo. miillier, re-poll-
ilia-llie eo, vjo A provisa,..., l'm dia nm delles veio
1 iiiinlia casa meio embriscado, e foi pou-o pnlido
pira cun ininha mulher. En. qoe minea Uva mel
e inda, e qae ni., cuido no que pude acontecer,
Hise-lhe: Retira-la daqai, b.berrlo, Borrabraa la
tore d borracheira. Elle puchen |.ela espada, e -
ioeioa-me com urna catilada ; lineal mo da mi-
lia faca, e de mu golpe Hlendio-a no ehjo. Da-
I os toniei ininha capa, e paz-me ao freseo. Em lle-
iiamahorua encoulrei l.ovillo, o qoal lavou-me com
ligo.
I.ovillo era qnem coinmandava a guerilla .' per-
gonloa om mancebo. v
S.m. Rim Dos era homm valeroso ; toas
palavras era.n orevas e boa. Dava (olpM e..in a f .ra
a nio com ,1 liiiuna ; su is balas eram de chombo, e
nao de vento, (loan lo tinha de atacar o nimigo,
mandar a lu.iilir a' m;.trlcul. nos termos do oflieio
de 1 do crrenle. 01 tret engenheirot maehiuistas do
vapor idguar.jsu')), a que se refere o oflieio da V.
S. de 13 desle mez.
Dilo a' imita qualilica lora da freguezis de Carua-
fo'.S. Eic. o Sr. presidente da provincia manda
arrusar o recebimenlo do olli-io qoe Ihe foi dirigi-
do pela junlatqualilicadora ta freguezia de Ca-
roaru', arompaiihan.lo a eopia'da' acia doi tra-
balhos da mesma juna 00 r. nente anuo.
II.
Circular aot presidentes dat provincias do sul.
lenho a satitfarao de commonicar a V. Exc. qne
esla provincia tica em perfeila tranquillidade.
Oflieio .0 brigadeiro roinm. ndaue das armas.
Communico a V. Exc. para eo conhecimeiilo que
segando decl.irou-me o Exm. preaidenle do Para",
veio 1.1..M1 para esla provincia no vapor Paran' o
major do > balalhao de infanlaria Joao iljjL.i-lio e
Silva, de cujo sol lo devera' ser descuitada* impor-
laneia das pa.sasens qne por conla do miniteno da
guerra man lim dar aquella [residencia para duas
creadas e urna en rava do mesmo oflicial Olliciou-
se ueste sentido a' thesouraria te Tazenda.
Ditoao mesmo.Constan l.i-me do participaeao
do Exm. presidente da provii ca do Para', haver
chegado boje no vapor ..Parara o artilico de logo
Manoel Panlaleao da Cosa Monleiro, que lendo do
prestar ervieo no arsenal de guerra daili. regre-sa
para a sua companhia nesla provincia, assim o Com-
munico a V. Eie. para seu conhecimemo.Com-
monicuu se u director do arienal de guerra.
DilO 00 inspector da ihesour.iria de fazenda.
Para e'clareeimento da cenias que se devem tomar
ao ex-ajudanle do director da colonia militar de Pi-
menloiras, lente Joaquim Jos dot Sanios Arau-
jo, remello a V. S. quairo encina do mesmo leen
le e ..otro do actual direclor da colonia major S-
basliao Antonio do Ileso Barros com moa conla
apresenlada pelo mesmo tener te, relarei doiob-!"r,
jecins rrcebidos e dot que o eixaram de sor.
Dilo ao inspector da thetouraria proviuci.il.__Ten-
lo-me declralo.. Exm. presidente da provincia do
Ceara' que pela respectiva Iheiourana de fazenda
r.i entregue aocominand'iile do vapor "Paran
che ido boje ao porlo de.ta ci ladea quantia de
I: lili -;i(l. qae tem de ser recolhida repartirn a
cargo de Vmc, como nnlemnisicao de briol qiiin-
lia qae por ollicio desla presid ocia de 19 de Janei-
ro ultimo se mmdou dianlpr para pagamento doi
ohjeetos comprados aqui pelo arsenal da inarinha
para o -ervn; la eapitama do purlo daqoella pro-
vincia ; nssmio communico a Vmc. para seu cnuhe-
omento rrliiiecjao.
DFTo ao capiljo do porto. \ \isti dn que expoi
\ me. em sen ollicio do liontem acerca dos dous ma-
rlinn-t 1. que Jesenarain do va|or Persinunga. t
deiuziodo-te do seu oflirio que a companhia a' qae
perlence aquelle vapor nao insi te eio serem cont-
CAR1A DA VISCONDESSA DE BELLA RE.
Lithoa.
Mea charo redactor, etla terve 1.. para Iba enviar
ola addiciqnal ao manuteripto perdido (e achado
por Jos Bnnlo~trno, na minhs anterior Ihe ponderei
ser nlil ajunlar-lhe,~'iolicilanaln ao mesmo tempo a
IHil.hr ir.io immediala daquelle indito, pois que, se-
gundo en ja etperava, sao decorridos 8 dias, e nao
appareca reclamai;;io.do autor ou dono dalle.
v.i/a addicional ser indo de pre/acio e advertencia.
Em todos q< tempot e paizes foi o jumento tratado
como objecto de irrisao e deadem. Aos -atyricos tem
ministrado comparac/ies avillanlet, e aos maledicos
epilheloi deprimentes. I) sea nome lornou-se am
equivalente de rudeza de compreliensao, a elle mes-
mo se converlea em emblema de estupidez. Como
voz appellliva, he um desprezo 00 urna injuria.
Como enlo vivo, nio ha mi., lalo que se Ihe poupa,
nem villipandio que Ihe nHo chova.
Este desterra-o para os indinos trabalbes
l.'na est fait pour portes les berbes a la villa
Courir de porte en porle, el puis, a son reloor,
Kapporler le fumier qui rend lo champ ferlile,
1 ulro, por ollosflo irnica aos sons eslrepilosos
que liu den a Miaren, riiama-lha
Uossignol d'Arradie.
Este, querendo piular Apollo indignado com as
temeridades d'uui perseguidor infeliz das muas, fez
do jumento osymbolo da afrontla vindicta :
Pode vir qae o nao empurro,
Nem mo d nenhum abalo :
Ja que sutlento um eavallo.
Sustentare! mais um barro.
\qaelle, emlim. para abaler a proa aot blazonado
res pataratas vai anda carregar o pobre jmenlo
com a moralidade do aplogo :
Ne l'ai-je pas servi danscelle occasion .'
Dit 1'ane, em se donnanl lont l'honneur de la cliaise.
Ooi, repril le len : c'esl hraveracnle cri ;
Si je ne connaitsait la persnnne et ta race
JVn serais moi-mme ellrai.
Nada dislo prova senao a injuslit.a e ingratidao
eommam !
Persanlem ios naluraliilas te o jmenlo nao da o
exemplo de v rtodes que raros hnmeut praticaj).
Me paciente, humilde e sobrio ; he o companheir,.
do pobre, e um dos auxiliares mais alis ao homem,
quer as fadigas do campo, qaer no sirvico dat ci-
da tes. Pasam-lhe asim.
O jumento Um tambem a sna iHuttraco bislorra
e HiHi lradiCQi.es enerreirnt, aperar da reputaban
que o acompaas. Foi oora o concurso do jumento
que Cyro venceu a cavallaria S'ylha. e -,io conbaei-
ilns as I...lorias da barra de Italia e do burro de Hu-
r 11 o. Vollairr nao duvi.lou celebra lo :
Connaissez-vous cede hisloire frivola
D'on certoio Sne, iil.i-t.e dans Pecle I
A calhedral de Roaen commemorava antigamenti
o da da Natal com orna solemnidad! que se chamava
A Irailicro conservou o famoso
hymno que dizia :
S ni I-odi procal invidia, procal omuia minia :
Liria voluol qui mu |u colonl asioana festa.
Segando a tradcelo que me alinhavou um pro-
fessor de rhelorica mu conheci.to, esta anliphona
vem a dar poaco mais oa menos no seguinte :
Deiiamos boje tristeza,
II fio, inveja e todo o mais :
Quer so jbilos qoem preza
Estas fe-las burricaet.
Eslon qoe, se o costume se renovasse, nao have-
ria romana mais concurrida. Nao me parere bem
averiguado que at testas dos asnos estejam lotalineii-
lo obsoletas.
Uigam-mo agora le nao ha ascendencias, r un li-
cenra do geuealojisla Cannaea, rahricante de avsT
com menos padres de illustracao do qae esla !
Quanlo i inteligencia do omento nao he mais
dillicil de provar do qae os oatros dotes. Foi alla-
enlravam as -nonlanhas sem sahirem dizimados.
Files nos tem. mais do qoe a um tropa organi-
lada, e nos-riham poslo o nome de salteadores da
Monlaiiba Nrgra.n
NooM inoinenl., ouvio-se o ticual do Angelut 1. ;
In.loa oa homens pozeram-se em p, e (iraram o
chapee-
Recite a orac3o, lio Uartilo, diste o viuvo.
O telho dieta aorarJo. e acrescenlnu-lhe am Pa-
dre Nosso o pela defunla.
E'iiao rot.tnlar.im os soIuqos do menino que esla-
va asseutado em um canlo.
Aciba com eisaa Itarinaa, l.ocat. disse-Iha o
pal : os liomeiit nao choram. II 1 don. dios que pilas
ahi chorando romo urna relha ria melhor qne ti-
ves.ea ido para a sala das niolhe es. N3o qtiaOal nu-
vir-to mait chorar, onies '
J0S0 (arria, diera o lio Birllo, < o primeiro
qae lenho visto reprehender mu menino |.orque cho-
ra pela m.ii. Ko mesmo, ape/.r dos :11111o-, deslas
barbas, e da vida de guerillero, leinhro-u.e da ininha,
e choro.
Tin Borllo, quero qae mei lilho seja homem,
respondeu Joao Grete. Lucas foi criado no regaro
da m.li ; nflo lem energa, e quio ensinar-lhes que
os homens devem romhaler as liibularet, e Dlodol-
xar-ae abater por ellaa.
O tio Borllo mene.ni a nbotjc, e replicn :
O lempo cura o doenle, amigo Joo, melhor
do que o DOineslo. Se tivesses morrillo, a m3 nao
o reprehendera pelas lagrimal que elle derramasse
per I!,
Joan Garca continen ron vida precedente, aban-
donando-te ainda mais livremeute a mulher, de qut
ai amigas da defamo litvian fallido. Ka molher
gannra o nonio de Leona porjue era iialural da j Ova caridade das mulheres do povo. que conslituem-
ha de Len, mide rasara com un s.irgenlo que em-' se fervorosas protectoras dot desprezadoi, e iuizas
harcara para a Amrica. A Lema era como todas -everas da injuttira. As vizinhas visiaram sobre os
as mufliere, mas. isto he. peior do que os lioment de meninos, f.rearan, o pal a sustenla-los a a vesti-los,
srin-lhanle ndole, porqot na ruaniaar.io da mu- : eens.irando-lhe ousadamente sua na rondn 11, e
ll.er a delicadeza, de queella he lutada para o bem, leiiibrando-lhe suas obrigares Com lirmtza Imper-
eonverte-se em refioiineir-
mi cara, se elle n.lo Iraiii-lhi em holocausto a nar-
rac.io de al^um ac de des lem ou de crueldado
c.uiimeliido para com a victima, e esta nao ti-
nha oulro detallo se..ao o de ser pela sua conduela
prudente, o pela sua re'igntraj a censura mais pa-
tente da m conducta de seai perseguidores Tees
tactos sao raros nos nooool campos, porque ns eoslu-
mes dis nossai popalifOei lem se conservado poros,
Se boom atstr;3o uot expozeste a ser tachado de par-
cialidad!, fcil nos seria dizer que essa pureza de
cosluines pJe ser naturalmente altribuida a benfi-
ca influencia do Irabalho e 1 tama pobrera, a qual
n.lo leudo os majos de sat.slazer 01 virios que a oclo-
nda.le faz uascer. nao Ibes da ninl.uma eeeoiito de
manifeslar-se. Digamos tanibein as nocui popula-
.;es e.tao rompeilelradas dn SUOI i Iras da 11101.1l,
dos principios rigorosos di honra, infundid.......lies
por inuitus seculus da ealliolir.su.,., e sempre rana-
lados uat geror.ies pelu sanio zela que he a propril
religio.
loan liarcia era orna das excepr.'.es que nunca
faltam. De cerlo, seu mi tritaineulo reunida .. dor
e i Yergonlia linl.am conliibuido para a inorle de
sua pobre mulher, e todava eita, como ultima pro-
va de affeirao e por ....... ull.ma aceta de chiisl'i.i,
Ihe p. r lo.r.i todo anles de morrer. alma dt Joao
liarcia eslava mu corrompida para que esta santa
murle podesse disptrtar-lhe a compaiiSo nem o re-
inorsu. Nao era um homem perverso, mas tinha rilan-
te d n olhos da alma, a-sim como muilot ootrot ues-
te mundo de erro, urna rietsai vendas que por infe-
licidade tmenle cahirao 110 dia do juizo liual, e
etitao a luz da verdade sera seu primeiru castigo.
Seus panna flihos licaram orplilos e abandonados;
esse abandono tena sido completo, se nao lora a ac-
lurbofel.
Caridade santa e sublime caridade militas pe-
soas te invoeam incessanlemente, oulras limitam-se
o para .. mal, e :ua pers-
piraria em saginlide maliciosa.
Depois de ler procurado e coin-guilo atlrahir a si
!""'""; bia, meas filliot, nonos pas mnrreram leo liarcia. qu- tinha alguna hens, ella conseguio a comprehtiider-le ; algniit qutrem guiar-le, e lo
niiendendo aoa patria ; nao devemos fazer menos la.nbem lornar-llii a molher indiHerenle. E impel- i -'a lodosos ootrot. Nem lemp.e et encontrada
11. que elles. h deiembainliau.o a espada gnlava : lila pelo odio e p-la amarga inveja que a) mulheni "* P*lieioi que le eleva a plulanlropia, e reinas
i",m","."'rq"r,,nS*ra 1"" """"' K' '"" P*'- l"r-'"lai leem as h.nestas, inri jzio-o a abandonar I com t''o leu esplendor na cnoupana dos pobni,
liamos airar, delte por lal manei.a qae le-lo-hiamos I inleiramente a pobre eaposa, e m-smo a maltrala-lt | ronlento e ufana com o bolo da viova !
' faToT f),"'.!'. r'^'i ^V, '' pori.am eontolar-se da per-
11 ie fa,,V ..ir.r.T '" n'm '"rn-" ",b>'"l't '-"''"'enlc pela pesoa a quem amava, e ao da de toa ir.i. l.olados. como e.lavam. linl.am con-
i.i, 1"' esiremccer os ir.,migoi, os quaes nao mesmo lempo come por compensaran, taro, brutal e fundido lodos os senlimenlos de eu corar.io na mu-
rieip .la para com aquella a que n nao amava. Ti- loa alleicao que OS UUia, 1 tu dor qui iperimeu-
| uha aconleci 1 o poaco a poneo qu 1 Leooa fizu-lhe | Itvam.
() Vldo Diario n. 39.
radat
muila cliicolada tremenda, spphcade com brac.o'fo-
noto pelo tobredili escodeim, para desifogar o in-
terior rietpello qoe a nympba artificioiamenle ihe
aeren lera com a sicura das tuai evasiva oa a pres-
teza das soas evolQCSes ; padec malta elTronla e
sopplicio carreando asua li.ra de horai, oa carrejado
de horlalira, caminhando um da mleiro a pisso len-
to guialo por um pregoeiro rouco ; mas nanea live
repugnancia lamauhn como agora '.
,Qoe machina sera' e-la que parece fluctuar dianla
de mim '.' Para que sera' lauta gente T Para qm en-
Iririotn aqni'.'
Qoe Pastam-me novas cintas nib o ventre !
Aeharam que nao bastaram as silbas Podiam appli-
ra-las, essas cintas compre.soras, a muito pranla
do orramento, cojo abdomen excesslvo carece dt ro-
dnec,ao por economa publica.
Oalra Alara nw ao vaslo globo qae oscilla no
meio do circo Mat que novidade Em vez de me
pren lerem pela cabera, prendem-me pela barriga !
Sera copia de tantas adheses que aegoem o mesmo
processo.
Tocam minicas e apinha-se genle para presenciar
itlo Querem ver que leniot lonraria, e Irararam
algura daqaees engenhosos intermedios, ornados
de urna inveucivel mouotonia, quo lodos lem por
tilo lomar-ma victima do martirio o da risada!
Parece incrivel que se divirtam com taes cruezas
gentes civil sidas, qaando, para provocarlo da hila
ridade, lem rilante dot olhot 13o copiosos e variados
ridiculo- !
Sol.em doos homem a um resto de vi.no. all tren-
te a' machina. O publico applaaile. Files acenam
com ar de heme.. Cavalga-me om incgnito mal
encarado e peior vestido. Sollaram o louro '.'
N3o Cortam-ao urnas enrriat...
Que he islo ? Upa !.... Traic-. A machina vo-
lomoia. rolas as guias, s ,|,e Cum pro iisi0.a vtsloei
dade. Eis-mc appenso a ella, no meio do esparo,
suslido por ninas I-veas de linho a uns poneos'de
evado- dt seda, eu, om irracional, am qnadropede,
am jumento! Que diriain os homens se os jmenlos
Ibes lizessem oulro tamo '.' Insanias do mundo !
I urvou sr-me a cabera no primeiro impelo. Des-
eeu-me ebiixo dai ferroriuras pendente de ama tara
de peicoeo, como para se n.1o separar do Ierra. A-
gora acosiumei-iue, etpaireci um poaco, e posto con-
templar e observar....
O meu ravalleiro... cavallairo atrio, que extrava-
gancia !.... nllmoii-me do tea peso. A qae distancia
oslamos ja' da Ierra !
Como san pequeos os homem. vislos de cima !
Como burl.orii.liam e enxameain I Os poliliros dis-
lingoem-se pelo seu modo lufimodo. Nao admira :
he da de ele.cdes. Ha tal qoe vai aos ares... como
eu... p .rque a sorte da urna Iht foi adversa.
Como ludo ht limitado la' embaiso E tanta lda
para andar lao pouco !
Eslou 13o alio que oa homeui nem se diflerencam
1101 quarfrupeles !
Deseemos mais. Dislingue-se todo oolra vez. Nao
sei se he da pureza e diaphaneidade do ar ; mas por
lal molo st me esclareceu o intmelo, que al co-
nllevo a proii-,1,1 de cada qual nicamente pelo exo-
rne visual.
Qae mullidao de aspirantes a estadistas! He ama
das ocroparuet que tim mais concurrentes. Criti-
eam, .11.pul.1.1, analvsam, emrudam a lodos oa can-
tos, em lodas at pracas, declarando modestamente
que a patria tsla' perdid, se Ibes n.io aproveilum
qaanlo ai.les a boa vonlade. Pela vivacidade dos
gestos se pode calcular o seu meritorio empenbo.
Que quanlidade de salvadores! Admira qoe haven-
do (aula copia de bont desejos Porlogal nao se ache
ja a testa das 11ac.it.
Ah !... agora percebo. O mal vtm de quererem
lodos salvar a patria ao mesmo tempo, e rada um de
seu feiiio. Que pena I Andam a airopelar-se para
ver qual ha dealva-ia primeiro ; 1 a pobre patria,
que carrega com elles, sollre os solavaucos desles
impulsos d vergcn.es o paga as impaciencias deslt
zalo fervoroso.
Se concorriassem Mas n,1o. E a qual lia de for-
cejar mais para impor o seu inelhodo dt lalvacilo, e
lisie le vai loria a aclividade. Quanlo lempo e pa-
lavras perdidas. E chamam-me jumento I
La' vejo slgons fura dos grupos agiladot. Paricem
encobrir-sn e espreilar. Para qoe'.' Retrahem-te da
turba ; e, aventurando um ullio esrrulador fnra da
esqniua proleclora, invesiigam avidameiita os resul-
tados da liiibolencia. Qoe estarn el es agoaidamio !
(. .mprelirndo. Esptram a occasio, a emquanto
os oulros ,. oii.nif iiendo e de gros-erios e injuria-
se eniiovellam Imptllindo-se iniiluamrnte, elles
rompem snrraleiros ri..hraoilo-st e agachndose sob
o tropel dos coiilen loras, que lem mais ps do que
cabera, e levantan) do chao, embora ibes venta ma-
o.la.1,1 das iinporezat do solo, qual urna pasta, qual
urna emhais.id.i, qual urna prebenda, qual urna in-
signia !
Sio os... prudentes, que incilam os tumultuarios
ingenuos, e emquanto o vulgo dos crdulos porha
palavret, v3o tiles enf. liando comas.
lazoslo velos recolher socegadameole, sobra-
randia preza, e soltar para a emnoscada esperando
mais, eiiu|i amo a plebt dos talladores continua
r|**f lak f "*t' Q'poode syslemat e multiplicando
alvitre, qoe^r.ioi1flrs-(iozesiem eih pralica reno-
variam a onfoigo de liabeT.-------
Nmira pensei. quando a.idava pelas rainhat palas,
que houvttse taminha quanlidadt dt eudireiladores
Locas, que linha eineo annos mais do que a ir-
m3a, faza quanlo poma para dis(rahi-la.
Nao chorei. Lozia, di/.ia-lhe elle urna noite,
aluom lempo depois da scena que acabamos de des-
crever ; nao chores N3o fara nosta mai voltar, e
loas lagrima fazein-me chorar. Que queres que eu
te diga para diverlir-le ".'
A menina nao responden.
Qoeres que eo le canle om romance '.'
LOBO iuclinoa a cabera em signal de sssenluntn-
lo. e u irmaii poz-se a cantar com voz branda e so-
uora cite simples e Inste romance :
Rom Josas, Virgem Santsima,
l.uidi-me a memoria e ;i lingua
Para que en pnsaa eonl.ir
O ipit aeuiileceii em Sevilha.
Em Sivilha, urna mulher
l'iiilu duat lili.as a qoem anua
l'ma era branda a niodeslti,
A outra altiva e mi.
Ora, lo.lis .loas e r.iarain
Com doat iim.i 1. mu dillerenle.
O mais moeo.amiso da desordem,
Tudo venda jogava ;
I mais velho era Irabalhador,
Que nao deixava jamis 01 campos.
i.rnlini, reduzido a' miseria,
II niaia mo^o veio a morrer ;
Soa pebre mulher licou viuu,
.Mu tri-le e alllicla.
Sena lillios pediam p.1o,
F. ella que ii.lo o tinha,
loi a' casa da irm.la,
E lillou-!be detla maiieirj
Pelo amor de Dos eterno,
P'lo amor da m3i de Dos,
-iliuha iruiaa, da-me uina estrila,
E o Seubor le pagara' !
" Vai, deixa-me. diese a irmaa,
Nada posao dar-te, Maria,
Nossa mai quando casnu-not,
Nao me deu mais do que a h. o
A pobre mulher relimo-te
Mu triste e muilo ifOicll,
L a's viziohat que acudiam
espondeo : o Nio lenho oda, o
a ludo que se tervl .lo meu prtstimo para ir em
dia de S. Joao a Cova da Piedade !
la eu todo enlre uuveni de caen pintada. Os fo-
Ihos tufados fjrmigavam-me ao metalo lempo as
orelhas e... no polo oppotto- .Nunca stnti mosca
nem moscardo qut lano me ettimulasse. Acredite!
qae urna legiao de varejeiras se ajanara para dar
cabo do mim iiaquella ma![.triada larde. O mea fo-
ciuho e ai lunillas quairo ferradurat partciam ape-
nas um accessorio da vaslitsima cpula. Finalmen-
te consegoio o arco amaldiroado o que nunca ate all
conseguir nem o trplice posponto da albarda, uem
o luco de pileirs, nem o arrocho agocado do anriari-
Iho. incansavel em quairo coosass andar, baler, pra-
guejar e pedir ; coosegaio rasgar-me a pille a abrir-
me um iris taugoinolenlo do quadril al a espadua.
He imponvel qae a balea nao Itnhs encarecido,
qae n.i.i fal-iliqusm u producto. Nem lodas ss pes-
carlas dos mares do norte chigam para o eoosumo.
Al aqui pescava-se a balea principalmente por can-
sa do oleo ; agora ser por cauta das barbas.
O circulo inllexivel que dilata o mofo ha como a
moralha exterior da eidadells. Dahi para dentro
segoe-sa nina serle intermiuavel de forle, de meias
lias e revelln., qae loruam indispensaveis longo
Zao.
loza domada ?
'l0a^rqua,,ad.d,ju,nc,ll3,isl..... Jfe* T"** *
' a n'ne "i. .YenUei ori'r """? d,scri!,Mr mui"' To.laii. fma do exercicio do sea mitler, o necro-
1 1111' ""' meu c""'' I *! '" "'" enle '"""'ns.vo ; e talvez mesmo um
I T"am ini1" *" ^ MP"|IWi pi da familia.. Cenfunde-.e al com
10a raordacidade "jmais reprehensivel porque dizem
mal de um au-ente. Outrot glorificam-o exclasiva-
mente e nao achara lora da sua esphera nem memo
nem grandeza, rodnxindo a sociedade a orna vasta
Casa oe cambio. Panto esles eomo oquellei inju-
riam igualmente a razAo e a contcicncia. O dinhei- .Enlao* percorr'e atiento a
ro pode ter instrumento de grandes bem e de gran-
des males. Depende tudo do aso que d'elle te fs;:,
e do molo porque foi adquirido.
O dinl.eiro que levanli hospicios para o pobre, ca-
sis de educado para o orphao, refugio para o dei-
vallido, e aillos para o invalido ; o dinheiro qne int-1 salvei-o.
o nariz adunco, e o eaminhar snrraleiro e traidor,
reconbecerao immedlalamenle a nalureza extranha
da soa deseiicontra.la slirj.e.
Nis epidemias lira o sea ventre de miiiria,*e al-
meja por ellas, como o lavndnr por snoo de safra.
ras e interroga lodos os
roslos, para ver se n'algom devisa sigoses de enfer-
niidade.
Se o alcanza e tira a felicidad! de saber de qual -
quer morle, arroja-se a' imprenta, e lempos depon
vai de artiga em punho, dizer vanglurioso a' familia
tilae canas de occorros, centros de garencia pro-
ductiva para as economas do operario poupado, e
associaca>es de crdito para o industrial de-ajudade,
he ahencoado rie Dos porque lado si comerle tm
beneficio di humaniriade.
A loriona ganha pela intelgencia o pelo Iraba-
lho. adquirida laboriosamente e com honra,.he um
verdarieiro padr3o rie nobreza, porque he am aties-
ta 1.. da diligencia filha da virlude : a opulencia qo;
I visita a cabeceira do enftrmn t leva comtigo aos so-
aproches para rcduzr a prafa. A balea disposta ver-' tos sem loz. roms ob.curecidos da penuria, a pala -
ical, on orbicolarmenle. direita ou em viez, cons- I ira eunsolidora e o auxilio ellicaz, ha digna de agra-
lilue o elemento principal deslas pallitsada ou forli-, decimento e veneraca.i
flca.s que em casa furam mulhere.. Ha dama i As-im. nema admirado nem as n,alJic5is devem
que nao comera um salmonete mleiro, e qoe a rea- seguir cegamenle a riqueza, to porque he riqueza :
Ihe1 consom mais- de ama balea. mas o bem ou o mal qae detla resolla, o bei
uesla lorma se tornaram verdadeiramente nen- mal donde deriva,
quistareis. He nrcessano formar assedio, e trajar
urna circumvallac3o para cada obra avancada.
Qaando ao sitiador contumaz consegue, se eoase-
gue, debeler torios os obstculos, esla rendido de
forets, e cahe txhauslo aos ps da soa vicliroa.
As conver-ar.ies amorosas patsam a er feitas pela
ttlegraphia elctrica, t) segredar mavioso qne era
enlcvo dos que se qneriam, lornou-te Impoiiivel,
Quem ha de fazer conlirieocias a seis metros de dis-
tancia O am r foi roduzido a mera pantomima.
Que mullidao variada he esta agora'.' De lodos 01
grupot que lento obtervado he este o mais denso, o
mais clamoroso, o mais iuquielo e despropositado.
Que gente compo !
Sei, rcconheci lodos. He o bando tumultuoso dos
folheliulsUs .1 iranias o escriplnres a eilo, a mais
numerosa ciaste de Portugal. Ha de ludo, desde a
ereaeao de |ll nnos que fez dous dramas entes de
acabar as pnmtiras leltreo, maravilhando a familia
. asiombeada, al ao barlun-la .elapso que envelhe-
tlhyminen p o|e,ta Se no tempo de S. (.oncalo ceu turnando com a mota rebelde. Nao entran, net-
oa Aiuaranlereniisiejao balao, o sanio lena esco-1 le noroero os talentos serios, as vocarftei felizes,
mido oulro padreado. Mas he lal o imperio da ca- 1 nem os engenho. estudiosos. Estis sao poucos o an-
gtracao e da moda que ai damas preferem a prespec-1 riom n parle. Allrahem a eonrlderaclo e nao-e con-
uva de um celibato inlinilamente prolngalo no-a- funriem com esta plebe vocileranlc*.
cnt.c.o de snprimirem urna nesga que seja no eiilu- j No rancho turbulento n3u ha nenhum qoe nao jul-
me.imnito progressivo das .as invasora.. gao perle.lamente dispnsavel a inslrucrao e a 0M-
El-Hi,la em baixo, loldaodo. a superfleie dea dilacto, a cada qni I .mea de arto ?aajte-
passclos de ondas de popelina oa gorgorao. Qoin- la preceilos tetaeripto dando syllabadasa irranhan-
as delles. se livess-m z; Ins muilo cima desle que me arrebata !,.. pt.......>,., s.-.^ncia t eonaclencia sao traste de
Alongando os olhos ao mbito da enlode, que hur- lux,,, inuleis ,,' Ida. Nada mais dillicil do q ae es-
nurinho no ddalo das roas as solidoes elhtreas rrever, nada mas temeroso do que julgar. Pois para
em que pairo, lem como nm echo fnebre o confuso estes tenbores he ollicio crreme que nem de ensillo
carias, eareceu. Para dirigirein e illuslrarem o gusto 1,
Ibes foi preciso mais do quedeiiarein correr ao aca-
A ociositlade cra-
\ nica vanlagem dos necrologisilas, porque lo-
dai as cousas leem sais vanlagem, he o irapedirem
os suicidios. Moili genle coohecemoi a qoem estas
honras poslhumas arrepiam.e que se nao partem des-
la para rnelhoi, he com receio de qae om eicriplor
ollicioso os leve a' posleridade.....
Mas em pocas de calamidades poblicas, deviam
str prohibidos como o dobre da finados e o toqoe a
Naaso Pai fura. Aterram romo elles, on enlao pro-
mover grave doeucas, cansando.....frooxot de
riso.
Dislingam-os ao menos doi oulros, pira os poder-
mns evitar a lempo, e ja que nao os querem votar
lodoi ao ostracismo, obrigoem-os, visto que fazem
parlo dos ealerros, a audarem vestidos de gatos-pin-
gados, o
.I Upiniiio.)
Parece urna irona esse ruido da Ierra qoebraiiri
solemne silencio do espaco. Julgava cimar no meio
da natureza se n3o fura esla advertencia las vida-
des. Com pouco esfoi^o o ira-un- o rei da crea-
cao !
-o a nenna aienlureira e ignara.
preaa-M na critica.
(....si singular N3o ha homem qae ulilise o ser-
viro de um qua Irupede.sem o domar e ade'lrar pri-
I-ora o primeiro por ser nico. Ha muilos da ra- metro ; e, indomi os e mcullos, julgam-c elles op-
r humana que nao tem onlro Ululo. Para isso li- los para ludo, declarando as habilitacf.es orna loper-
zeram la embaixo o dictado que ouvi milita vez : flu dade !
..na Ierra dos cegos... lie o epilaphio das insidias i Torno a dizer : charaam-me jumenlo '.
Que he islo '.' Distemos a' Ierra...
miseraveis de tantos qoe querem sobre-ahir escloin-
do lodos, em vez de primar venceudo as competen-
cias pela tupenoridade d..s mritos !
E a rolar conltnui. Desdes humilde obandei-
rinliai al ao ocoapo e ao obroogham oppulento,
que varieriade de aapectot, de andamentos, de direc-
rOes.... o de ongens !
La val a traquiinna ronceira formada dns fras-
menlos de dous treut ante-diluvianos. As rudas
etiao amarellas do terror que Ibes inspira o verme-
lh3o assanhado da caixa, e o jogo dianlairo fe-se
verde da cholera qae Ihe infunde este disprale de
cores. L'm boleeiro de cara apimenlada, chapeo na
nuca, e peinas ao Dos dar, baloufa gravemente
de am lado a oulro adherenle por um emplasto de
grasa um retios .le sola, guiando doot rocint inv-
lidos para quem pas'soo ht muilo o perigo ue lomar
o freio not denles, lautos dias lem elles pastado sem
lomar outra enu*a.
Pobres annnaes Pagam hoje o peccado do orga-
Iho. Nos lempos da sua mocidade e galbardia. quan-
do e-carvavam o chao relinchando fogosos e servan
em catas lidalgat, se aeerlaVam de pa-sar por mim,
todoi bizarros e garridos, deiviavam os olhos cora
rie-dim, sem Ihet lembmr que somos da mesma ra-
milla, .- mais de ama vez por malicia brulal me fi-
zeram ral.ir os meut ceiri.es ou andilhas. Vejam-si
agora. Suslentain-se por um milagre de equilibrio
nos tret pes qut pnt rom humilde rcigtiaro as cabecas, quo oulr'nra
gllivam arrogantes, para fazerem emularse plu-
maehol ou ondear as lilas. Nao d3o art do pen-
palhelicos em meriilacao pbilosophira '.' Aprenderam
e-la pacienta allitude na contemplado atura ta do
estiliis equtilre na Prara do Commercio, ou do ex-
Nepluuo- do Lorelo na amiga esta{3o do Largo das
Duas Igiejas.
Qoem Ibes dira Insensato he o qoe na prospe-
rilade derpreza o humilde. Por muiiu alio que es-
leja, c muilo seguro que pareca
Nao, ao rio...
\ allidiii-nie agora as prendas que recebi da nalu-
reza.
F.siamos cm lugar seznro... Kecobrei o aso das
mii.has palas. Uizem que salvei a machina nadan-
do. Ha de ser verlade. I) dono detla aaradeeeu-
m'o... cav,i|o,mdo-Tie e e>poreando-me !... Poil
vou fazer lambem como ot folhetiuistaa, e cummu-
nicar ao papel a historia das inhibas sensac/ies. Tal-
ler, o publico exlrai lie, e tatvtz nao... serei acaso o
primeiro etciiplor jiimeoln'.'
."I"ii charo redarlor, tive idea de rorrigir um pou-
co a insolencia quadrUpede Iliterario, Pensando, po-
rem, ri'-otti-iiie a donar ir ludo, sem mais c,inrn-
lario, na sua crueza original. A insolencia he lao
trivial qoe pens nao sera' objecto de reparo.
Viseoudo-ia de Reliarle.
Peridico dos /'obres no Porto '
>
tmem
NECKOLOGIO-MANTA.
A alluviao de iiecrulogius que tem ultima e infe-
lizmente apparecido na imprenta, dando rtccasiia
aos cultores deste genero dt lilleratura de ntlenlar
lodos os crepet lricos do seo eitylo lacrimoso, dis-
perlarani-no- a idea de Iramcrever am arligo que
mu amigo oosto publicou ha lempos no Jornal pa-
ra rir.i.
lie urna pagina cariosa, e qae revela a vi sat-
rica do aolor.
Ei-ahi :
O necrologismo he um genero... neutro, da
lUteretara ; o necn.logista, ht ansa rrealura 'ui
Keaertaa, ra^a hbrida proviuda do cruzamento do
morbo com a bieua.
Do pai e da in.ii herdou qualidades. De um o ap-
. nm mo.nenio po- I parecer nos iuterros, ler o piar linislro, o o voz de
di proslro-io ibaixo du que ineliam 01 seui despre- rirtal ageuro ; de ontro, o de-enterrar os morios pa-
zot. ra revar ..ell-- o seo fmor de escrever.
La vai a carruagi-m nnhremenle brazotiaita de em- He um malvado esperial, sobre quem nao provi-
hlemas herldicos. Ai quanlas vezes he o escudo ; denciou o cdigo. Se nao he assassioo em accio, he
exterior nico vestigio da gloria pastada Qi;anla< na inleneao. eseja a morte de toda a gente", para
Fechoa-te em tai cmara
Na qual linha a sania imagem
De KoaM Senhora do Rosario
Da Virgem mi de Heos.
\ ollemos agora ao rondado
Qae viuda do Irabaldo.
Elle acta a mesa po-la
E diz que quer comer.
I orna um p.1o, depois o corla,
I do pao v sabir sangue !
I ieix.1-0, e loma oulro,
E aroiilereu.lo a inisiua cousa,
Petgnnla Qut he isoo .'
Mulher, dmide sem e^*e Magno '
De um tarto, le-poudeu-Ihe a mulher
Quo nao me aiievo a rontsr-le.
K-la Btinhoa veio aqu choranrio
Muida irania Maria,
l'edio-me uina asmla
F. recusei da-la.
Quem recusa dar um pao a sua irma...
Nunca leve enlranlias !
Qoem recuta dar um ptlo a' na irmaa
Recuta di-lo a' Virgem Sanlitsima
Ealie o marido loma teis paei.
1: 01 leva casa da cunhadj,
Mat aeda ja lechadas
As portal e is j mellas.
Olha por nina fenda,
Ve algoaua vela, acezas,
i", ao redor de teia cadveres
Seis alijos ajoelludos.
Era -na pobre i-unhada
E os cinco lilho que linha.
Aritos, miiiha bol canhada !
Aneoo, Ihe diz elle chorando ;
Arieot, minha tal oulia la,
A leo-, ineus charol sobriuhos.
se eu liveisa todooouro da Ierra,
Quizera trocar com votco,
Qoe deixais toda ai nossis niiierias
Pela alegra do paraso 1
E cll 1 liiihi deiado morrer a irmaa de fu-
me '.' persuntou 1 menina, cujn olhos dirram-aram
abuiiri .ules lasiimas.
Sim. foi urna mulher ma ; porm nao chores,
Lozia, uina poesa nio he una realidarie.
Se isso nao tivesse acontecido, ningaem teri.i
feilo es-e romance, replicnu a menina.
Elle foi inventado, dissr. Lacas; nao vs que
he impus-ivel que urna irmaa deiie niorrer a oolra
em soccorre-la '.' Pela minha parte, Luza, nao te-
lillas cuidado, quando eu for lioinem a poder ganbar
um pedaco de pao, bei de reparti-lo sempre comli-
go. Querida irin.iazinh., bem sabes que anles de
morrer aosaa inai reconiineiiduii-te 1 1111111, e pro-
u.eiti n.io ibandonar-te aaaca.
V. riiinpiirs la pronMotl '
I -un I IOS me re-eive um linar lio pa-
rj./o :
Si lo' me abandonare-, eu te rint.irei oise ro-
niiinro pan l.intiai-le a proaMM que afora tf
C-.
Pois bem, aprende-o.
E o meniuo po/. te 3 ensinar o romance a ir
ah,
Atsim pasnram sele anoos. Lozia linha enlao
quioze ; havii-ss lomado orna dessas bellas creatu-
ras que noi climas qoenles appaiecem e dcsappare-
eein em um instante. Lucas, que linha vinle an-
uos, havia-ie desenvolvido mui felizmente ; era
um mancebo de semblante altivo, e 13o inlelligeole
irabalhador, que o propnelarios e 01 fazen leiros
do logar o preferiam a qualquer oulro para os Ira-
tilos dos campos. I me non u lintiam em toa phi-
lionomia o lipu da iriu.ia, isla lie, o bello lipo an-
daluz : rosto lirRO, nariz lino e aquilino, olios ne-
iro-, oranries e ispresaivos, horca pequea e orna-
da .1 bello- denles, fronte df-coberla e altiva, a
elegancia e a nobrexo em todo o porle.
Entretena, o pai coalinaivi a deixar-se mbjo-
^ar ala Leona, a qual absorvta ludo o que elle pot-
suia. e o (ornara l.eberrao e preguir,oso para domi-
na-lo mais fcilmente. Enervado e indolente, elle
ven 1ia tudo o que linha para talisfazer as exigencias
dessa mulher, e srmelhaiile a am regalo easolailo,
segoia o leitoque lorin.ira, quan la era vigoroso, sem
ter a vonlade nem a Torca de Irarar ootro. Logo
que Lucas portera Irabalbar, eoiriara tul sustentar a
casa com esse salario du Irabalbader que Dos pare-
ce abencoar, a-ann romo at.ei.ronu o- ji.ies e os pei-
xes riislribaidos aoa pobres por Chrislo. Com effeilo,
he cousa adimr.ivel, que urna moedinha o alguinas
vezei don t lejain sallicieutei para luslintar
O Laviitlian dot Mares. f'.om. do Porlo.O
monttruoio navio ut'ireat-Eastero iillimamente bap-
lisado cora o uome Levialhan he do porle total
de 22 500 toneladas.
lem iah.es debaixo da coberla, ."> sobre a
metma.
I'em \ ponles on andares.
Na eomlrnccSo dn caico empregaram-se il.OOlJ
planchas da fero.
O peso do ferro empresario na contlroccao monla
a pertu de 10,000 tonelada..
PnJt conduzr a bordo 11,:i7;t toneladas de car-
v3o.
" r?so do navio, machinas, ele, lie de 12,000 to-
neladas.
A lubmersaodeste peso na agua deve ser de li pes
e (I p iflearnaai : e rom c.rga :i(l |.cs.
t. .-Iiraiii-ie :t.0U0.CKMl de pregos cavilhas.
O pes 1 das tret aucoras, o seus cabos, he de 2J3
toneladas.
Couduzra' commodamente rl patiageims de
primeira cmara ; 2,000 de legnnda ; e 1,200 de
lerceirt.
Pnrni no transporte de tropai pede elevar a
111,000 o numero de homens embarcados, sem in-
cluir a tripulado.
Em roa curiosa comparadlo entre eite colosso, e a
rea de Mo.
A arca, segundo Sir Newton, linha 515 inglezes
do comprmanlo, e 5*7 pi e 62il00 pes, segando
o bispo de W.lkms.
O "Levialhan. lem 680 ps.
-Varea tinha di larsora K.iilOU pl insleze,
segu, lo J. Newton, e 01 16(100. segundo o bispo
A altura da arca era de :(l 56(100 pt inglezes,
tejundo J. Newion, 5 "IqlO segando o biipo WIU
0 'l.eiisnlhano lem 60 ps.
')escoberla.At descoberlas em msica moltipli-
cain-se desde ha lempos.
Achou-te. como jt dissemos, orna dai inelliore-
opiras bollas da mocidade dt Rosini, II Bros-
chino.
Agora annnncia-se onlro achado importante.
1 01 feiloem Veneza. na bibliothtca de S. Mar
umi das miis ricas da Europa em manusciiplos ra-
ros c preciosos.
Julgava-te al arora que nSo havia de Slradella
teoso um himno lamoto. qoe esntava na capella
Milina, no momento em que tres condollieri, en-
viados pelos patricios da Veneza o iara apuuha-
lar.
Ni ullimo esli, doos mancehrs folheando ni tala
dot maniiacriplot anida n,lo clas-ificadot, da biblio-
Iheca de S. Marcos, encontraran) um masio com
dezenove carias escripias pelo man de Slradella.
S3o rain. ,s d'anior qne o' Celebre musiro com-
poz ua rasa dos Cantrial, na poca em que se apai-
xonava pela filha deste patricio veneziann, quo con-
tra elle 111 .veu lodos ot patricios de Venen.
Dizqoe eslat dezenove pec,ai melodiosas sao
obrai primas de grara e inspirlo.
O que prova a sua importancia, he qoe M. Ha-
le 1. o eminente autor da ajudia, eicreveu pira
eates cantos nm acompanhamenlo de piano, com o
Inn de os tornar ac-e-siveis, n.1o smente aos do-
licoi, mas tambem aos -imples amadores.
E-eravaturs.A (ateta de Trieste, publica a se-
guinte correspondencia de Massaouah, a 2 de oe-
leinl.ro :
Ha dias que chegou do interior a primeira ca-
ravana, trazendo sobretodo marflra e eicravoo
Sio, ao qne parece, os principaet arligos dos la-
dino- e caladores abyssinios, duas clanes de homens
arcos,
om pal, ama mal, geralmmle raeia du/.ia de lilhns
robustos, mullas veles um av.i ou ama sogra inv-
lidos, ve-lir a lodos, principalmente ao pai do urna
mane r.1 cuitosa, pagar o aluguel da cata, occorrer
as despezas dos parios, das doenras, das fallas de
Irabalb.,, e dar aiola etmola aos n.telizet. Ara-
ajo nao se preslaria a isso, se nao entrene na ca-
tegora dessas cousa 13o numerosas, em que nao
tendo irrtflecli.lo 00 voluntariamente ceg todo o
homem deve ver o dedo de Heos oa sua (inmediata
inlervencao. (I)
Locas, que ,mva ternamenle i irma, vtnrio-a
abandonada pelo pai rom-rara a exercer para rom
olla aaoa Intella incontestival rernnherida enlre o
povo, c que pertenre por direilo ao linatO mait ve-
lho na f.,11,1 .(o pai. f:ssi obrigarao a asa direilo
uisliii.-iivo o palriarclial .lo e-ITin esciiplie, nH.
i.huiii rodioo, mat arham-se gravados pela Iradic-
ran noi corac.iies, e nram laliez a origem da iusti-
lairio lu morgadoo.
Lacas era o lipo inculto dessi-t rm3ot (.oeticos e
generoiot que nossos celebres escnpioret. Caldern,
l.opt, o nossos pnelai conlemporaneot lem feilo li-
jurar em soas bellas composiees como modelos de
nobreza, de delicadeza e de honra.
Quanlo a Lnzia era,como fora a mai,amorosa, d-
bil e f icil de impressionir. Amavo o irm3o eom
urna profunda alleicao, com a qual raitlurava-te o
retpeilo sem diminair-llie a ternura.
;Cozifini(ar-ii.f.a.i
I l'jieceii-nos cor
casia o traga mais
luz :
I "ii capa .....
1 11. ehapi 1 raialAn .
. I'.na jajueta de panno.
I mas raleas de [anuo
llnii.es di prala. .
II tues pira jaqoela.
l'm cinto de la.
I.mcollele. .
I.'ma camisa de linda
Ctroolas ....
Sapatot .....
Polainas ....
Meiat.....
Lenjo .....
oso dar aqai orna uola do qae
ordinario ao cimponezaoda-
....... ILEGVEL
MUTILADO MELHOR EXEMPLAR EN
Total
u

U:
\<


/
<*
inait numeren que a dos agricaltorct e artistas,
neala Soisss Africana.
Etpera-so por dias urna caravana roais forle com
uin maior numero de erravoi; t isaim seguida-
msi ta orna caravana de 15 era 15 dlai al a' eslavo
dai chavai.
Ai principan merendonas de exportado dtile ai-
llo nao : o caf, o marfim, ai pello, o madre-pero-
la, a cera, a maoteiga, aa Colina de sene, e o ts-
CNTOS.
Da prodoclo da Arabia do Sul e do centro pas-
tam lodo no Egypto por lljeddah, aobreludo por-
que ueuliom negociante pode lom.ir sobre ai o risco
de ini canegsmento completo por Cos.itr oo
Soet.
A mira que ae uo aeabae ainda com o com-
mercio de escravalora no mar Yermelho, a duspeito
da todos os tratado; em /.an/ebar fr.-se como an-
liga nenie, e aqoi i.Maseaoaah) em Tadjourra e em
Sounkin, o> escravo* sao o artigo principal da st-
porlacSo.
A alfandega tarca cobra aete dolan e meio por
rada escravo, e he nicamente a eseravalura que
d a Massaooah ak-um valor aluda ao9 olhos do-
loteo*.
I 1/--0 qoa se eiportam aonoalmente 6,009 deste
delineado.
Mo he ni ca.I.o-se Da lasela dos Tnbuoaes
do Paria ;
No rae/, de maio ultimo, o prefeito da polica foi
infirmado de qoa nm Itrasileiro cliamado Jos Cus-
todio de Almeida, liona mandado fabricar notas fal-
a do Hinco do Brasil. Ordeuou ama busca no
domicilio rie-l individuo.
.S busca den cm resultado a descoberla de muilcs
obj clos d'aina ualureza suspeila.
I .nu!. -m se eiiconlrou no domicilio de M. Daus.
graiador, urna pedra lilbographic, representando a
rha.i de orna nota de J; do llauco do lirasil, e
um cerlo numero de provaa ja liradas.
Almeida coufesgno que tinha entregado a M. Daus
l unta aue servio de modelo para o. bilheles falsos,
assim como o papel verde em qoe se tiravam as pro-
vas ipprehen'idas ; purera deelaroo que obrava por
iust garito da un seu compairiola rhamadn tartno,
coja ideutidade se nao veMicou, e com o qaal devia
parHlhar o [ mlucio dos billietes falaos.
lia por motivo diales factos que Caslodio de Al-
roe da. de 27 anuos de n'.ai'.e, diiendo-se uegociante,
corupareceu hoje ti de novembro) no tribunal doa
arados do Sana, accoaado de tentativa oe falsi-
lic. gao de uotas ao portador do Baen, V '...
til.
DIARIO DE PERNAMBUC SABItADO 20 DE FEVliKJSlRO DE 1858.
Declarado rnlpado_pelo jorj, com c'rcam'lancias
'^^!3^nMU>^*> eboiOM > a 5 lOOM Je
Tsao' mil I raucos (1809 rs.) de mulla.
i S'afo.)
PEB1AMBB0Q,
PAGINA VULS&.
As festividades religiosa.*. Oaem vir a pompa
cora qae se vao celebrando aa fe-tas entre mis dir
nai o espirito de religiao se manifest de modo eres-
cenia e ejemplar oo seio desta nnsaa diocese ; mas
Dleiiimente he isso um engao fatal '.' Essas pum-
pa estrepitosas nao indicara senSo frieze efrumi-
oa> oes noosas erenc,ae; so indicara disposio.-io para
a lolgano a passaterapoa mndanos; so indieam (-
nalmente a vaidade doa ..maioraes daa fregoezias,
qoa por um abuso deploravel, buscara a sombra da
religue para m oslenlarem aos olhos ana doa outros,
cono hemena capazea de reunir em lias casas lodoa
oe personasen de um e oolro ano, residentes na
M lital Nao ha piedade sincera em laeeeolemnida-
des; ha smante profanares, comesainsa tegabo-
faia, e ai (grojas oestes das sao apena freqoentadae
oo pelos curinos oa pelos mais ntimos da popu-
lado 1 IIaja vista, por templo, o que se paesou na
cidade da Victoria ltimamente. Qual'o oa cinco
persoaagens de urna daa freguezia viiinbas concor-
re ara a' feala ; maa para que Para heberem sen
norte, e eommetterem as propriaa ras daquella ci-
daie oa maiores eseandaloa deboies, ao ponto daa
familias fecliarem-se, para nao lesteraanharem as
darassildes de taca agarenoa E era' iaao festejar
devidaraenle Daos e os aeus aantos Oh que miae-
rias deploraveia E o Eam. diocesano tolera lanos
at osos e profauaeftee ? Nao o eremos, esperamos
qi e providsucias severas apparec.im da parte'dn dig-
ik prelado, s3 pena das solemnidades religiosas
eonverterem-M era verdadeiras aalurnaes !
Os cemilerios das freguezias de fnra.Todos
saliera qae ale ham poueo terapo nao havia essa ins-
n uirio aliiiai- entre mis. Ao zelo apostlico doa
roiisniDiuius capuchinhos se deve a fondado de ce-
miterios ah por eisa fregm-zias do ioterior lia
p edade do povo tein ellea conseguido a inaugurarlo
di l,l,i pin ealaheleciinenlis reclamados pela decen-
cia do callo religioso, e pela propria saode dos chr-
os qae concn em eos templos nos das da celebra-
r.io dos santos myslerios. Alero de que, esses eorai
lerios leem a vadagem da facilitar o eoterrameoln
d is corpos, qae alera dos direilos parochiaea, ne-
ntiom tributo leem rr.aia a pagar ; eulrelanlo, assirn
nlo vai aaccedendo : consta-nos que os senlioree pa-
rnchos, alcm de cobrareio o importe da licenca para
m eulerramenlos, eslao etigindo doa povo pagaa
enorme pelas sepultura, como ae foasem em cata-
cumbas das malme E'ieauueo, easa ezorbitancia,
O'sa exigencia indigna de vera ser banidas ; e en-
ti iidemos que o raeiu mais proprio para couter esses
seeaaoa de cobica he o Eira. Sr. btspo ordenar ao.
'us coadjutores que limilem-se a cobrar o que es-
I idamente Ibes perlence pela tabella.
Polxeia. A diligencias do Sr. Dr. delegado
-raba de ser capturado o ourives Jos Ignacio do
Monte, de qoe fallamos em ama de nossa pa--.ii.i-
.Paginas, qua fatincou e empenhou am correnlo
re cobre foleadn de ooro. lioje ttm ennipoi a ins-
lauracAo do reipertivo procesio de a alellionato a,
romo depoiraeulo das testemunhas. He da ac;o
enrgica dos agentes policlaes que naece i prompta
e efticaz represi3o dos crimes. Louvores, poii, e-
)im tributados a esse Sr. Dr. delegado, qoe nao
noer pactuar cora es desalmados e delapldadorcs das
f iminolas sobra do pobre. Continu elle a trilhar
lear ao publico os seus bous actos.
/rico de Pemambuco.O directores do no-
i o banco do l'ernamboco reuuirara-se hornera (IS
lo corren!, e entre si, leguudn os estatutos, ele-
:eram :
i'residenle o Sr. Mano-I Joaqoim Ramos e Silva.
Secretario o Sr. Jos JoAo de Amorim.
Directores guenles os Sra. Jnao Ignacio de Me-
detros Reg e l.uiz Antonio Vietrs.
luformam-nos querhegando as encnmmcnjs rel-
ias para Inglaterra o novo banco principiara' a fnic-
cionar.
Haile. Cnnsla-nos que em ama villa se dera
na noite do lia I i do enrrente nm baile, e que ludo
correr as mil maravilhas: as damas precisavara ser
emparradas para dancarem, os cavalleiros se per-
diam lias qaadrilhas, hoave briga por causa de om
cacho de flor de ama das bandejas ; escundeu-se um
queijo, snico qoe havia ; lranforraoa-se a sala de
baile em nma sala de jogj ; e por lim appareceu no
meio della urna gamella oa eousa que o valha para
eontiuzir n remanecentes daa comidas, como bem,
latas de soda, biscoilos mofados, tapiocas, beijs,
le, etc., terminando lodo este baile em nao querer
a msica lucir. Ora, ja' vio cousa igaai ? poder-
se-lia chamar a isso um baile qoaodo nao passou de
om batuque '.'
lujuilira.Porqoe razio havia essa pessoa que
mor na esquina onde faz ngulo pare roa Velha e
da Matriz, na larde do dia I (i do correle, acra pie-
dade alcuma dar um banho enquiado no nosso ami-
go e collega /.. /.. /.. para elle no furor de sita raiva
dizer que as despescaria na Pagina Avnlsi ? Ac-
caao ignorari-i qae com a publicado desse fado, era
mais am servico qae se fezia a nossa provincia, que
vai marchando a pasaos agigantados para nma poca
talvez bem miseravel I.so foi por cerlo mnila in-
juslica de qaem tal praticou. ou maila toleima de
quera se persuadi que a aPagina serve para .es-
empate de raivosos; mas para nao deaconlentarraos
ao engranado pedido do uosso collega, aqui o publi-
camos nos ir.e-mns termos m que foi concebido.
Rertamares. Diversaa lem sido aa racUma-
Coes qoe se nos ha reito acerca de om aiuutamenlo
qae se faz le para as bandas da fundica da roa .la
Aurora ludas as noiles, e da qnal resulla maila des-
compo.tura, e alcuma vezes rauiU paneadaria ; en,
vista do qu chamamos a allenco do respectivo sub-
delgalo, afirn de az-r eessar ln pcnimo costme.
A a.iii/a aa sunlunmn i uiico em cirro
Observamos na noite do dia IX .11 crrente, qoe Vi-
vendo saludo o Sanllsimo Viatico da matriz ,1a 11 ia
Vial, em um carro de alucuel. ao enastar a ra do
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
1." SESSAO' OKUINAHIA DE 10 DE FKVEREI-
rod lasa
Presidencia do Sr. Friura.
Presentes os Srs. Reg, Barata, Vianna e Mello,
fallando tein causa participada os mais eeohorea, a-
brio-se a aesaao. Foi lida e approvada a acta da an-
tecedente.
Foi lido o segoinle
, m BXPBDIENTE.
I ni ollicio do advocado, dando sen parecer a cerca
da prelaocao do Dr. Filippe Lopes Sello, nosenlulo
de que a alteraban, que se fez na planta por ordem
do presidente da provincia nao despensa a mumei
plida de de fatar as indemnisac,es que forem de di-
reilo, ama ve/, qae ao presidente compele ela fi-
culdade, e a obra he de inlareise municipal : que
a inileiiini- ..! i deve ser das herafeitorias, c deter-
minada por rlulro,e nao da posse, porqoe nos lit-
los de mariuha eempre vem inser i a condica.i da
ce.so craluila do que for etieidn pir ulilidade pu-
blica.Hesolvea-ie que se offl iasse ao soverno da
provincia, desiilindo da aller;..; lo di. planta, na par-
le que alargou de 60 para 100 palmos a ra do caes
do I! un.,a, visto qoe a cmara nao i pedio, e foi in-
dicada pela directora das obras publicas, tendo ape-
nas annuidn ella na supposicao le que I obra de
caes que all ae eatava fazeudo coiria por contada
capitana do porto, e nao ae pode clpalidade indamni Oulro do meimii, sendo de parecer que o arrema-
tante da estrada do cemiterio, Francisco liolelho de
Andrade, uao lem direito de havet a indemniac.ao
que pede, por qoe o facto que trou i a suspensao da
olira arrematada, nao foi praticada pela cmara, nem
para elle concorren, e por isso sa diva considerar de
forr,a maior, enteiidendu porm que o meimo arre-
maianle lera dtreilo de rescindir o ron'.ralo, e de re-
ceber a importancia do que fez. Reolveu-se que e
respoudesse ao arreraatatile qoe a cmara nao poda
aiiiin.r as coudices que piopoz para com ella acabar
a obra, principalmente a primera, por ser de urna
quanlia demasiadamente etcessiva, que ia mandar
proceder ao orrameulo da cnn-lu-1 < da me-ma obra,
para manda-la elfectuar, podendo o irrcmataule uzar
dos meios que Ihe faculta a lei.
Oulro do procurador, enviando o blancele da re-
ceda despeza municipal do mez de Janeiro ullimo.
A commissAo de polica.
Oulro do Da. Joan da Silva Ramos, inspector da
ijii^renaieilando urna colleccao da postaras mu-
iiicn>esf|JrK.Spalrnenle daquella qoe dizem respei-
to aos objeclos"confiados a sua irspecr^ao.Qoe e
enviasse logo que'yessem as que si maudarara im-
primir ; e se responot^e. |
Oulro do llacai du [oco, apresenlando a licenca
que obleve Francisco 'os Aires luiinaraes, par
fazer os roiicrrlus, que ella' fazendo em'aua casa.po
logar da Casa Forte, e dtz*i>do que seria conv*' en-
te que a cmara nomeas*e ama coramissao p; \.-
minar os concertos, os quaavam o meimc al-
terarlo, para que foi con edid\a li:ecca o ,cio-
nario.Posto em efiscusao, deooi it'e fallaiem os
Srs. Barata, qoe soslentoo nao int,orlar a obra em
urna reedilicar;ao, e o Sr. Mello-ii mando-se na in-
furmacao do engenheiro cordeador, raaolveu-ae que
coulinuasaa a mesma obra, e que nusle sentido se of-
liciasseao liseal, devnlvendo-lhe a licenca da parle.
Oatro do administrador do cemiterio, communi-
eando quaao enterro do cadave- a que se refere
a guia numero lfjD.acompanharan alera do numero
dos carros pblicos permillidos os de nmeros 3i, ;W,
33, 226, e um sera numero da cocheira de liaedes,;
na ra do Canno ; bem comu qae havia mailoa car-
rol d'aluguel -am numerado.O le fosse o ollicio
reraellido por copia ao fiscal da Boi-vista, para o lira
conveniente ; e qoe ee recorameudasse ao memu
fiscal, e aos oulros da cidade, toda i vigilancia aobre
o carros sem numerado.
Oulro do meimo, para se dar ordem ao procura-
dor, afim de nao dar guias par ii humado de pr-
vulos nai catacumbas da irmanda le de Sania Rila,
por aa nao ler para isso.Que se ofliciisie ao pruca-
dor neste sentido.
Outro do cidadao francisco t arneiro Machado
ios Jnior, juiz de paz do ; ann. do I- districlo da
fregaezia dos Afugadoi, dizendo qoe, havendo func-
ciooado o .mu. passado no iinpedinenlo do I- e 2*
jones, e acliando-sa actualmente no etercicio de sea
poalo da capitao da guarda nacional, qoe he incum-
pativel cora o de juiz da paz, deizava da ezereer as
fnnccSe deste cargo.Que se ofllc asse ao 2- volado
para declararse se acha em ezercici i,e no caso contra-
rio, a razao d'isso, para depon se rovidenciar.
Oalro do juiz de paz mais votad.) do 1- districlo de
Jaboatao, parlicipaodo nao se ter reunido a junta
qoalificadora da meama freguezia na lerceira domin-
ga do mez passado, por ler estad, elle dointe, e o
seu immediato, a nao se acharen) juramentados os 2
ultimo votadoe.Qoe selevasseo ollicio por copia ao
cuolieeimeuto do Esui. presidente da provincia para
providenciar.
O Sr. Barata declarou. que o riajor Francisco de
Miranda I.eal Seve, eslava ezercen lo as fuicca de
juz de paz do oriraeiro districlo da fregueria do Re-
ctfe, conjuntamente com as do referido poMo, e que
sendo a accnmular-ao doa exercicios prohibida por le
acamara olliciaiaeao dito major para fazer onejo.
Assim se retolveo.
A reqoerimento do Sr. Kego, maudou-se qoe o
pracorador tratasse da dasapropriaco do solo, pelo
qaal pasea urna ra, das caaaa das Cinco Ponas,
qoe f ir-ui demolidas pela eiplnsao ; assim como
que se nlliciaise ao Kun presidente da provincia pa-
ra aulorisar a cmara a alterar a plaa do bairro da
Boa-Vicia, na parte qoe marca una ra de eem pal-
mos, no qoarleir.lo comprrhendido enlre a ponte/i-
ntia da ra da Aurora o gymnaio provincial,
pon leran ln-e ao governo que he suficiente que li-
que a roa com seanla palmos ; e que, concedida a
utorisac.ao, se ofllciasse ao engenheiro cordeador,
para proceder ao balisamenlo da roa, de modo a
mo prejodica as edificasoes de ambos os lados.
O Sr. Frooca apreaenlnu os artigo absito l.ans-
eriplos, contendo medidas de ulilidade publica, urnas
para serem levadas ao conheciraenlo da asiembla
provincial e outrai para serem approvadas pela c-
mara, e entrando em discussao, resolveu-se qoe as
medidas comida noprojecto numero I fosem in-
seras no relalorio, e approvaram- os artigos I, 2,
3. i e ."> do proje'clo numero 2, licando o mais para
a aessao seguinle, por so echar a llora adianlada.
Desparharam-ee as petice de Antonio Pedro Ca-
valeanli l.in, Francisco j"o de Ahreu. Jos Fran-
cisco Xavier de Mello. Mauoel J >s llantas, Dr. Se-
liasao do Bego Barros de Laceria, e levautoo-se a
seasao-
Eu Manuel Ferrelra Accioli, secretario a sobscre-
vi.Franca, pro-presidente.Kego, Vianna, Mello
e Pinto.
PROJECTOS.
Qaa ia peca a aisembla provincial a leguinle
aiilorisacao.
N. |.
I." QOe esta cmara laze semanalmenle o precos
das carnes verdes para consumo do municipio, se'r-
vindo-lha de basa os precos das feiras, forneci los
pela autoridades pnliciaes do .usares era que ellas
e l.zem, oo pelo juizes de paz.
2.- Que asta cmara fique dispensada de arrema-
tar em hasta publica a renda dos aeus abogues, mas
sim que sejam os tatitos distribuidos pelos marchan-
lea, pojando estes um alogud razoavel, arbitrado
pala cmara.
Que os marchantes para nblercm o lalhos da c-
mara, dever.io po'euir um sitio ou logradouro pro-
limo da cidade, com agoa potavel, onde depositen!
os izados destiuados a malanca.
3." Que alai do prec.o seja sobra tresqualida-
des de carne, a sahar : gorda, nxula e magra, cu-
ja qnalilicacao lera' fela polo proeasor da cmara
encarregadn do eiame do gado na malanca, eerulo
obrigado dita professor a passar orna guia, que de-
clare a qnalidade da carne, o nomo da ra e nume-
ro do aroasue a qae se destinar saa venda.
i.- Q ie se estbale.; a multe de 303 rs. aos con-
traventores destas dipoic,iSes, i- o dobro na reinci-
dencia, e a parda da possa dos lalhos da cmara no
contraventor qoe reinrdtr segondi vez.
.- Qoe se faca tamben) o auumenlo de quinien-
tos ris no imposto municipal iubre o gado morlo,
sendo porcm deduzidn do impoito provincial de
2>j00 rs que devera' ficar sen lo de 2J rs. no mu-
nicipio do Recite, iilo para fazer lace ao grande cus-
i da obra do maladouro.
K. 2.
I." t.iie em ciimpnmento do que dispa o artigo
17 titulo das posturas, se poi lia a' disposican dos
criadores quatro uihos em c; oa om dos aeengaea
.le-ia cmara, fazendo-se cans ir isto por avisos Has loarle
tullas publicas.
2.- Que ee nomaem os repaandore d qae Irata o
artigo 18 do ja referido titulo i., os quaes devem ser
o administradores dos lalhoa do criadores, prestsn-
se escar-
de uina
1 or 'don .tu Dr. ebefe de polica, por sospeita -de nphiimas srm ^eilo eem B illa '. como
da ser criminoso na comarca da Flore.. Francisco '. noce aeaim do bom aeuso e dus soainuenlos
rernaodM \ teira, prelo, sclleiro, natural desta pro- erante populacao .' !
vincia. idade 2'J anuos, sapateiro, in.ilphabelo. He verdad que o rapil.ies reunidos rerebem
lelo jaizo municipal da primeira vara, por esl.-r 2rau 1es forjas, veueeiu imineiisas difilcoldades qu-
pronunciado como tncurso no art. 201 d.< cod. eriro., j se anlolhavam a certas emprezas ; conseCem mais
ni", pardo, .asado, natural de meios de ardo e de ecounmia, e apreseiilam recolta- S'el brevidad e pri)rn.''laO.
e=
I|iojoca, idade 'ill auiios, agriculor, analphabato.
Peia bsubdelegacia .la frenezia do Kecife, par
a. eruu.icoe- em rrime de lurlu, Maria 0 Paz, par-
da, snlteira, natmal de'la provincia, i.lade 27anuos,
engorau.adeira, amlphobtn.
Pela ulideleijacla da Ireeuezia .le Sanio Antonio,
por infraccao de postura municipal, llenedic' Eo-
geuio, pitio, lasado, natural desla cnlade, Idade 3
-unos, carni-euo. .inalpliabeln ; Feliciana ^nlouio
da Silva, p.elo, xilleiro, natural desla ctdade^tlade
it'l anuo., caroiceiro, analphabelo. ^.
P.la ubleleBacia .la frecuezia do Poro da Paneta)
por briga, Jos Joaqutm de Santa Anua, pardo, sol\
leiro, natural do Poco da Panalla, Uade de 21 an-
uos, analphabelo.
Dia 17.
A ordem do Dr. chele de polica, por pretende-
reni aahir para fura do imperio occultamenle. Wil-
liam Ca.tell, branc.., aollelro, natural da Ingla-
lerra, idade 32 anuo, BaebioilU, -abe ler e escre-
ver, J.ibii Hirliardsou. branco, sollciro, natural de
Inglaterra, idade 2(i auiios, raaolunisia, labe ler e
escrever.
Pela delegada do piimeirn districlo, sem derla-
racilo do motivo, a escravo Manuel, prdo, aoJ.1eiro,
crioulo, de 30 annoa de idade, sem nllirio, '* o es-
erava Jaelnlbo, prelo, ceitairo, crioulo, ym ofBcio.
Pela deleaacia do auniln diairiclo, por tentativa
de morle, o escravo /.adiara, pr.to., aoltero, natu-
ral i^e Angola, idade SO anuo, st" nllirio.
Pa subdelegada da freguezia .0 Recite, por lri-
ca, .loanna Mana da Conceicao., parda, eolteira, ua-
lural de Pajel de Flore, id/.de 3 nos, costurei-
ra, analpliabela. e Epiphania Maria da Concalci,
parda, snlteira, oatoral d'a otaa Seohora rio O", ida-
jj anuos, cu.liireir?. analphabela. por insultos-;
Antonio Gomes Kib ,ro, branco. viavo, natural da
Parahihi, idade anuos, sem ollicio, analphabeto,
por fu.tu ; o es" dvo Antonio, prelo, natural desla
cidade, idade I' anuos, aprendiz de pedreiro.
Pela lobdel- ida da freguezia de Santo Antonio',
por iDspeitn andar fgido, o esoravo Isidoro, pre-
lo. solleif mulo, idade 25 anuos, sem oflicio.
Pe1'' lezacia do primeiro diairiclo, para recru-
la> I Franciscu dos Prazeres, pardo. Mllelrof
ia' desla cidade, idade 20 airaos, inarciueiro,
, .Iptiabelo,
Pela subdeleacia da frecuezia dos A fugados,
por enme de furto. Manoel Joaquim de Frailas,
pardo, solteiro, natural desta cidade, idade I!) an-
uos, sem cilicio, analphabelo.
DESPACHARAM-SE PELA POLICIa.
ia 16
Joito Francisco, Herculana Maria c Anna Rila
com dooa lilbos menores todos livres, obtiveram pas*
saportes para o ttio de Janeiro em eompanlua de
amo o major Francisco Antonio de Souza Camisau.
J. O. C. D.ijle, Inglez, legilimou-se para obler
pa-s.iporte para a Europa com sua familia.
O escravo fierloldo, obteve paseaporle para o Rio
de Janeiro, era compauhia de seu -en'ior Belarmino
Correa de Oliveir And.ade.
A escrava Maria obfeve passaporle para a Babia
em compauhia de sua acollara D. Juaquina Amalia
Ramos e Silva.
O escravo Sebaslrao obleve passaporle para a Ba-
bia era compauhia de seu senhor Joaquim da Silva
Gaawale.
O escravo Joao obteve passaporle para S. Paulo
cm companhia de seu senhor Leoncio de Sa' Caral-
canli de Albuquerque.
O escravo liregono obleve passaporle para S. Pau-
lo em cumpaahie de seu senhor Eslevao Lopes Cas-
lello Brauco Jnior.
Conforme.O secretario,
l'.uino AuosIo .le Almeida.
do uiaravillioo, de lal sorte que o espirito de ae-l
suciado esta' hoje ra dia recouhecido Iheurica c
pralieanaaucomo um objecto da mais elevada iiii-
| oit.lucia.
Mas isio que sa diz daa grandes emprezas, se njo
pude allirimr das industrias pequen,,, e regalar es,
que pudem ser exercidas por um grande nume-
ro de individuos, rada um de per si, e em cuja
jivre cuiu-urreiicia esta'a rais solida garaulia do
precn natural dos producios.
No primeara caso as companhias sao o meio de es-
tender proiligiosiuieiile a- frcai humanas para con-
aegoliem aquillo que neulium limnem ni pur si ten-
lana prudentemente conseguir. .No secundo caso orna
Compauhia protegida pelas propriaa tereai de que
diepoem, nao quereiido e ncm podendo supporlar a
livre concurrencia, sob pena de suicidar-se, marcha
iiisirnclivaine.ilepaia esmagar tolos ns corppetidoral
f e-lalielecer o monopolio, de modo que grandes lu-
cro venham depois indeinnisa-la de lodoa es sacri-
iiaioi teilos daraule a lula que ella trovara, e enri-
quece-la, -le que uolra eompanlua m its folie do que
e.la appareca, e Ihe laca o me*mo mal.
i-; lie por esta laiO, tao simples -iti.io intuitiva,
que, quando ouco Icueui dizer, como o Ohsmail'ir
lem mo, que os maullantes lie que asUo terrean-
do a cnmpanlua para de-trunem-ii.i, campa.h .; i-ma
desta humilde parnalidade. que quer invcrler s leis
do muudo para allnliuir aus fracoa aquilo que so-
nieule us follas podem lazer.
vgora periquillo eu : e abundara, lanos capilaes
u i nos.o paiz, que posumps esperar o correctivo na-
tural desle nosso oslado de cousas em urna oulra com-
pniliia que se levante '.' >ao certamenle.
Anida mais, alientas certas causa que reconhe;n
exisltrem, e coittribuem aploalmenle como sempre
contiibuiraoi, para em corlas eslaees, como ctta em
qe estamos, haver falla de gado.'a lula da compa-
ulna cun os u.ardanle-' nao lem sido Invada
poni della vender a carne pur um Dreea inferior
dudo natural d,s rezes, rara desta sorlc arruinar e
zo de lodos os_ favores conciviaveis com os.n"S > fe'"* de frro, tts bocas de relorlas, 10 vo-
regulsme.nto liscacs e de polica dos portes' lomes lampos, 6 vaaee deesgalar o encansmealo,9
das escalas, fazett io-se as res .ccltvas re- c'""'* ''"'' su!"r ""' J eafss berras de ferro de
parlic,e8 es convenientes recommendaqfic-s *lrave'*,r-,.''' lin,'!os d"' """ 'le esgiiar. i ditas
para .me em seus despachos finia U, |, ,00s'' C","" ,' .",''-' m",e,"< d"a P-
I "apus pe. mappa". hvros, te.. ., can,, brac lepara I lin-
io..--uleiras, tubos, lornsirai parafosoa, 2ditas
Quanlo a parte .la declarado em qtio diz.
inei.to de todos. Contadoria da cmara mu-
nicipal do Itectfe d<) feveiciro O contador, Joaquim 'lavares Rodovalho.
Pela admint.slraciio da mesa do consu-
lado provincial se faz publico, que os 30 das
uleis para o pagamento t bocea do cofie .los
veniiiaioros, | dita tlgeiruido teihado, i din com impostos de 0|0 sohre diversos estabele-
que o mestre nao se preseulou etc., tenl... solas dos lio. das totetras,12 cave,,, pin recoKe, a*aUH~aVTs^4modut~*to
a responder, em pr.metro lugar que os va- n,,,a, l,,acc..t. canas .2 barrica com pari,rosuf. 20-j sobre casas !e jogb de bilhar da anuo
linarceiru de 1857 a IB58, liudam-si no dia
potes A.. P.:...l-..1^_ M.. ... 1.___...a... ._ 1 -l.'M oiiiolr:, II ,llt.r.,i.
de privilegios de embarcaces de guer-
ra pela lo- conitjo a que se refere o
decreto n. 767, que Ihe foi applicado pela
41. condi^fio a .|ue so refero tambem o de-
creto n i:ii3 de 31 .te Janeiro de 1853,
logo que as pessoas que os comm-ndam
lera o titulo de commandante e nao de
mestres, como por deztr se
ao Sr. Maciel Jnior, nada pote naver
mais mesqutnho Em segundo lugar, o pi-
llo e immeliato do vapor, acompanhou a
tripolar,,"io do n estno com os liv os e mais
papis oeceasarios para dr todisasexplica-
jOos que Ihe Iossmii exigidas na capitana
do poto, como so piescnte oslivosse o seu
commandanlc, que; para isso o autonsju'
1 sacco amnilras a diversos,
CONSULADO i i ERAL.
Rendimeulo do dia I a lis.
dem do dil l'.l.......
29 de feverciro corrente; e incorretn na
80 M-nii'i mulla di 3 0|o sobre seus dbitos todos os
3;4stt|i7j que pagarem depois deste prazo. Mesa do
-------------consulado provincial 16 do feverciro de
8:833T88 loas.Pelo administrador,
DIVERSAS PROVIBCIAS. ... ,,cU t^2^^lff,\t a-
quiz applicar Kendimento do d,a 1 a IS. 4:00li!12 chula i i ig ,11 n
ole haver de I ""< '-' '..... 15S66o pX "?d" '6 t C ^ ,""' "V11"
jm .. I Pre'. coiu cangalha : quera lur seu dono
'1l.1ti5.tj.) crr.prcc;a. que dando os signaes cortes,
___________ Hie ser entregue. Mib lelegac.ia do Recife
DESPACHOS DE EXPOKTAtAl. PELA ESA il8 d^ 'evereiro de 1858. subdelegado
l".','','-'^1 lA|1" 1>ETA CIDADE NO DIA supplenle, Mano! Antonio da Silva Antuncs.
19 DE FBVEDEInO DE 1858,
CanalBigoe laglax .Eulerprisen, Antonio ti. de
100 saceos as.ucar.
M. Leal
por se adiar incommoJado, como olliciou a i 'lsbo" Brigue pertogon oConstanle, diversos
mesma Capitana. carreqadures, ")S saceos assucar, i'i couros espi-
A vista aoesnendido, ve-sc que a no ser i!!"l?USi',. ,- ...
vontadelirmede empecer sahid. do va- "SSTm'SSSSTBGr,U*0"' *^
por,:por nao^M querer ter cmconUos fa-l.......a Br.oe po.iugaoa .Margaridao. Amorim
votes que*. M. I. rtinceleua companhia I nnaos. .l) cascos cachaca.
Pernambucapa), tendo-se principiado a orga- HavreBares franceza Pernambueos, K. Souva-
nisar a matricula as 10 horas da manlia.nl i ,8e iV *,u saces assocar.
ficou^prompta, e isso porque at nesse dia "'" Ja Praupolaca liespanbola iHorteada, \-
re
en
deslas horas.
se lchoujanles das toras da larde, quan-
do cm outros o espediente vai muito alcm
Manoel l.ourenco de Matos.
Recife l!> de fjvereiro de 18i8.
ranaga, Urjan o. C, ."i0 lceos e 100 barricas as-
socar.
Rio da l'raliHirca baiga oprovidenceo, Novaes A;
C, lUKI barricas asucar.
MarselhaBarca franceza ..Providanceu, Lasserre 6
C, 7IKI saceos assucar.
PalraoolBBraga* lieepanliol aCapibariben, llenr.
Nno Ii3 esta a pTni^ira vez iiu recorro a Btobo ti C, 600 saceos assucar.
molar seu roiupelidores ; puis, >e sim losse, gran- J*S acrcJilados para narrar Tactos SUC-I ""'"'['otisat bespanbol aPepillo, Mioocl Aires
Srs. rc/nc/ores.Os leilores do ..Liberal Per-
nanibucaiiun ja estarn fartu e cansados de ler aa
parete* e insultos do correspondente k, que nao
pode ser nutro qoe o caloteiro de Pari, nico uesta
cidade que pude beua desempenbar o emprego de
a/nrrasue da Imuia e da probidade allieia, poia que
elle neio orna e nem oulra coosa lm, st assim be
que tao impunemente pude fallar daquelles qu- lem
m lis fergoohl na sola do ps do que elle em sua
cara de ave de rapia : e tal he o delino deste cor-
re-pon.lenleK, infeliz pai, inlelii fitho, Infeliz
boineiii, que sua vida dearegrada o sua immodeslia
ja parece ser nm caslieo qoe Deo I ib inflige para
que viv no mondo, desprezado di lodos como om
jodeu Dos lenha delle piedade.
Com um insano tr'ballio, no qual s se admira a
forja de sua unmudeslia, tem ete miseravel querido
sustentar sua repulac.au de farroupipia ; eiivei-
leulo ludo, e ludu rlesvirluando, pen-a que sera'
invisivela nodoa indelevel que em si deilar.1, quan-
do no terapo do rluiiprd fiuira com a calcas na
maos ; le e||Ci pnr |0|ni se poisuade disto, julaar'
lambem que os que o condecen), os que lem bem
sonso, arredilen) m sua innocencia suileulada a
Torca de insulto, vomitados no espado de 2 annoa
contra homvns probos, e que lem prestado valiosos
aervicos a' sua patria '.' qoe lauco '. '. palavraa qoe
ao significan, injurias, arma que este miseravel lu-
lo sabe manejar, nao manebura' a honra daquella
que soube, sabe e sabara' soberanamente despre-
za-lo.
Cansado alie, loqco de inveja e de raiva, pelo
co heriinenlo que lera de sua bumiliac.io, pois sa-
benque viera an mundo s.i para mostrar com sua
balieza a elevacao dos oulroshomens, vendo
pu mo dapre/.o me mereca, e quauo risco causa,
quandu faz o seu proprio |i,ne_\n^o pela sua uni-
versal illuslraco, illiislracjo le'inelliante a uina ca-
berla de relallios esfarrapsda, e nodoada de vicios,
inu-lr.ico prupria para arclnvar-se em om raonlu-
ro ; alirou se como um cao dair.nado sobre a niinba
pr.ibidade, e a da meo colicas memliros da cmn-
miss.locbamando-oa no ..Libralo n. IliUctladres
do dinbeiro da necan malvado neste mo-
mento f'ucfte-ine verter urna laarimanao sei que
c-isli^o te deva dar : pnrm confo muilo no mundo,
qua te dar' o qoe justamente mereceres ; em que
le poderla eu doeslar ".'na pessoa de leu pai 1 n.io :
ia.i senlirias; elle be om velbo honrado, c me
estima : na de leus i.nios '.' n.lu : ii,1o o scnli.ias ;
e elle s3o mocos probos : n de loa esposa ? nao,
nao o senlirias ; ella he virtuosa : na ds leus li-
lbos/ nao ; nu o senlirias, e elles sjlo innocentes :
em ti'.' r(Ao ; porque nao Icns vergonhs ; vive po
nullidade de lodo quanto be bom, e ptenilnde de
ludu quanlu he maoeu le de-prezo soberanamente:
e se livesse de inllisir-l# um castigo, quereria pegar
em la cuela aperla-la com loda a furra que po-
dessedispor, faze.-le deilar a Inicua loda da fora,
e ueste estado dena-la alo que se cobrisse de vare-
jaira .- mas para que'.' quando 3os ja me anteri-
pou o leu ci-lic i, ordenando que te decolassem .'
assim cosluma elle fazer quando cansado de ver as
repeliccs de ora miseravel impenilcnle. volla-lhe
a cara, e entr eca-o a juslica daa le- ualuraea.
I nlmeK a mina da companhia .te desinfeceo
su poda ser explorada pnr om miseravel como l; nos
cofres dos membros da cummis.ao eitincta, n.io dsi-
xuu e-t.i mina nm om viniera com i qual sa possa
comprar ums corda que servase de laeo para tirar-
le de enlre os vivo.
Mi- ravelKum dia vira, e lalvez qua breve,
o que me torces a vestir ai vestes de tu saladea ;
eolio mosirar-te-hei qoe la reputaran Iliteraria lem
por liaseum deunlu morlo sepulta lo qualro horas
depois de fallecidonm cabo bailo umidoepaolano-
so ; un in iiM.tu iiilialiord.velum pedido ao che-
fe' de polica para que exija dos mdicos enastado da
mole-lia de pie tallecer u difunto<-om niTama a-
tiitileroom defuiila'podiudo o croe comer... dir-
te-hei entilo -qoe mentes quando dizes qus eu escre-
sera que os bul fi lavam lalim ; c qus ignoras o qne
leja un lapso do penaamenlo cabido lobre o pai sL
Se lomar estas vestes dir-te liei mais que o Mau-
cuinho alo be inellior que o tiuereru ; que u bacao
de um relrnzeiro nao da' inais educac,u que a geira
de un c-iupone/
de bem seria este para o povo, queeslaria enlo c n-
suraiudo carne mais barata, do que o sen costo nato-
ral, mas pelo contrario, a lula lem sido Iravada no
punto de mandar comprar o sado nos lugares mais
longiuquos, e al na porleira das faiendas, e de of-
lereccrem aos f.uendeiros um lal preco, a que nao
possam ehecar o mar. liantes, embor tenliam de
vender a carne mulla mais cara, e a bolem fiira,
como pur vezes a lem bolado, quando a nao sendero.
A companhia linha 1,500 bol nos curraes da Ca-
banga, perdeu grande parle destas reres, qoe mur-
reram de loma e sede, tendo a pelle sobra ns os e nunca maiou diaiiameule mais qoe jo bois, e nem
nunca venden carne por menos de 26 patacas.
Asmiii lodo o resultado da lula lera -i,!n e vi sen-
duna quadra actual favoravel aos criedores; que se
esto Singando de lempos pasados, era que alguns
dos socios gerentes da companhia. enl.io armados do
privilegio legI de vendrrem crne verde. Ibes im-
poreram o pie.;o, os arruinaran) e conlribuiram as-
un em grande parle par a falla ds gado que hoja
exista ; violencia esla de que elles ainda se n3o e"-
qu. ceram, e bau de repetir como meio de larga la-
demoisaeSo lugo qoe desembararados de loda a con-
currencia, ae consliluirem os onicos arbitrse se-
nllore da situarlo, muilo principalmente se obtive-
lem novmeule o contrato, ete manancial de ri-
aoea, que he lodo o lim, para que Labalham !
He verdade, como dase o Observador, que a com-
pauliia pode vender carne mais baiala dn que n>
marclijnles em separaOo. Mas, porque ella o pode
fattr, segue-se que o faca, e o lenha feilo .' Qoa
modo, pois, he este de raciocinar, em que se lince
desconhecer a diflerenca tao radical e sensivel, que
existe entra o poder e o lser, entre a potencia o o
faci ? E sera crivel que essa companhia fosse ins-
tituida mais para eieicer philanlropia para com o
povo, do que para o lim de lucrar e enriquecer o
mais | o-sivel '.' E na setnela das especularles e da
fi>riii,tc.,o das riquezas devemos tomar e aquilatar os
'lomen! como cutes capazea de se Iranquiltsarem
com mdicos ganhos, ou antes como eutes. chelos de
ambiges ero limites '!
Nao iDOoceopo com o nume desle ou daquelle ge-
reale da compauhia, roas fallo dos homens comu
elles sao em geral, e como as leis em s'uas sabias
precaucoes, e us governos os uevem considerar.
>esla parle o Obsercador, sem mais ame c
fura de todoi os escrpulos, conlenlou-e com dizer
que, vislo como os gerentes sao homens honestos,
devemo. dar gracas a Dcoa por nos haver dado e-,i
companhia que est furueceudo carne por 32 a 28
patacas.
Ors, a seren os gerentes da companhia esles san-
tos bnmciis, que aisociaram os seus capilaes Do lau-
to para enriqueuerem, cuino pora, locados por Deoa,
darem neste sirulo de-eguismo, vivo exemplo de
deinlereise em beucliciodo povo, sobeja razao liria
o Observador no serimlo que dmiou le presar. Al.
cumu uesla sania boiteslidade .ntucuem ci, o elle
jamis poder prova-laade modo a convencer, eu dico
pelo contrario, que devenios olba para essa compa-
nhia como um dos grandes castigos, com que Dos
quer puoir os nosios peccados.
Ora, ja* qoe m-to failei, vou levantar mili de live
a puna do veo para apenas deisar spparecer urna
das melhores proras da aaula houesti laJe e desiu-
lereesedos gerentes da cumpauhia ; purquanlu, asado
natural que volte anida a que-Ulu nao quero gastar
de orna .. vez loda a municao que leuhn.
No principio do correle mez maudoo a gerencia
que oa falo das rez.s moilas que al enlo se ven-
niam por uilu patacas cada om, foisem vendidos por
dez patacas ; e porque os compradores nao ehecar- m
a esle mais elevado preco, mandn Uncar au mar
nos das 1,2a ; do correle lodos os fatoe* daa reze
qoe ae maleram, acuutecendu que apparecessem de-
pola alguns era m.ue vazia em diversos |ugare<, etn
estado ile pulrefarrau, iucommodando os oarizos, e
ollendendu a aude dos vi-mtios detees lugares, sendo
eu um dus curiosos que foiam leslemunhar esle hor-
roioso especiacuiu de honestidade ecarLlade ehrisUa.
Ora, avisla da esenptora social cm que se diz que a
coinuanbia he instituida para harm. in-ar os liste
rostas dos criador.-, com us dos consumidores, e
avista da irrecusavel honestidade du leus cerentes,
atleelada pel imparciahdade do Sr. Oiiserrador,
como he que esles gerentes tem querido antes tancar
ao mar grande quanlidade de objectos que serrem
de aiiinenldco u pobreza, do qoe vende-los mais
baratos, e rimo d'antes vend am '.' Quer-se uina
pruva de cni e duio egoismo mais ev.denle do que
esla 7 quer-.e nina piova de deshumano mouopolio
man afllirliva do que eila ? Do que servem, seuho-
re cerentes da companhia, do que servem usecrip-
los .lo vosso Observador, quandu o povo, e mullos
hoineiis que tein curacao para sentir, ubservain, re-
|ia--ado de matgora, e chcios de indignacSo ejles
voiSOl actos de selvaseiia em um Ierra do ilinslaii-
dade '! Dolar a carne au mar antes, do que vndela
mais barata aus pobres Meu Dos, que vergonha
para Pemambucn, quando fnra daqui ae souber que
ei.l.e mis -e d.lo fados desla orderu !
I'ui mais extenso do qu pretenda, e para outra
vez sere lalvez mais breve, o eaergieo, nunca me
esquecendo de lembrar ao Sr. Obsercador, que se
cuija ao ponto de exame e dlsrosseo que elle inesmo
escoiluia, uto he, a moraltdade dos aclos dos ce-
reales da companhia.
O amigo da terdade.
EP.KATA.
.No communieado publica iu nooDiario n. 10, sob
Bpiaraphl A [npronsa SOI Pernamburoo, us pa-
cota .a, cu umna i.-, Ittilia 2 em vez de indi-i
Mduo pragiulo plirenelico e cuju carcter lea-se
Individuo phreuciico a pragsnlu cojo carcter.
cedidos nesta villa, aconn'ao'iando-mc em
todas essss occssioes o uezar de fallar de
urna pessoa do quem se no deveria esperar
sernelliaLtcs cousas, poiem conhecenlo tam-
bera que todo quanto tenlio dito niie tem
sido bastante para ella corregir se, visto que
tem ...ntitmado a praticar actos proprios
de um hornero--justiceiro, consencioso -co-
mo elle, vejo-mu obrigado quasi sempre a
gastar horas, rellectindo nos meloores meios
de alongar sua correcc3o c como o mais f-
cil e mais seguro me pareja o de publicar os
seus actos em jornaes como o de Vmc, eu
sugitando-me as consequencias de meu
encano, pego ao Ilustrado publico desta
provincia e das mais que me oucam,fior um
pouco.
O bomem, ainda que dolado de razao c
libordade nao poie sempre, viver tranquillo,
como os outros aoimaes que nasceraoi com
as cabecas inclinadas a trra, porque tendo
em vista fazer bem, procurando assim o me-
Ihoramento dos outros, e-n resol a o so en-
contra o mal e por isso he que digo que in-
interessaJo peia correcto desse homcm
eu lenbo recorrido e recoirarei a jornaes,
embora no conhccoJor tile do beneficio
quelbe faco,queira attribuir os seus actos
amim. Eu Ihe perdo-o
Por occasiSo de urna participadlo dada
pelo juiz municipal supplcnte ao Em. pre-
si tente desta provincia contra elle juiz mu-
nici al, era que era aecusado de se ter re -
UraJ.0 sem declarar onde licava o cofre dos
orphos e mesmo as chaves, nao dcixou de
usar do espressoes ofTonsivas em sua res-
posta, nio duvidando dizer cousts sem pro-
va-las e que nunca as poder ; assim pois
n5o duvtdou dizer em dita sua resposta,que
eu queria tirar vinganca e lucro para aug-
mentar msus caoitaes : isso he propriedaJe
delle que nao s avancou a praticar os actos
que se v n ) impresso que corre (uinjuiz
cumo nHo ha outro) como ainda mais fez
com as cusas do inventario do finado A-
delo Jos de Carvalho, que servindo eu de
juiz nesso inventario esen\> concluido por
e II-,cita uiiio a si todas as costas sem dar sa-
tiahcSo alguma, assim tambem cliamou
mais a si aquuitiado 12? que derara a pa-
gamento os hurlen os do tinado Dionizio
Maia ao escravinho Jos que foi da raesma
casa, e at hoje esta sem receDer, farejou
tambem n quanlia de OSque se achava tln-
posilada na casa ilo finado Jos Pereira fer-
DaDdespl etjoiztio direito Jo3o Simes
da Silva de uina subscripQo, que aqu tirou
para preparar a fuite-denominada Pinga
desla villa, cujo dinheiro conserva em seu
poder sem ddiberaco alguma ; iicgociou
bastante lempo cora cent o sessenta e um
rail e tantos reis, perlcncenls a um orph3o-
zinlio tutlalo de Jos Dias Maia. como se
vio do um vale que passou ao mesnio or-
pnao.presenciado isso por mime mais seis
cilados, o auno prximo passado, quando
tivemos de ir a S. donqalo, como deilorcs
desla pa-ochia,assirn nomo usur ou a quau-
tia de 5/ de Joitui.io Modesto de Osmans,iio-
mo me adirmou o niesmo ; assim mais coii-
serva cm seu poder a quantia de 105 rfo l-
enle Manoel Comes Oliveir* Cuimaries, co-
mo tem este aqui por vezes declarado ; pu-
blicamente se sabe que recebera elle otten-
ta patacoes do padre Jesuino Avelino para
despronunciar aos prenles do capilSo Fran-
cisco Raimado Soares, a quem ja havia S. S.
promettido porcartade despronuncia-los ;
utitro laclo tambem exige se.-ia attencao,que
vem a ser, que era S. Gonzalo ura individuo
denunciando do outrem, achara quem por
parte .leste denuuciasse tambem delle pelo
inesmo facto, de roaneira que foram ambos
ler a cadeia, porem como contassem com
a benevolencia do Juiz, olfareceram-lhe cada
qual a quoia igual as suas forgas, por lim
obliveri>m ambos desoronuiicia Ora, Sr
l)r., sera mentira isto'.' assim como do ter
licado S. S. cora uns Irastcsinlios perteucen-
tes a casa du tinado Anacido Jos de Car-
valho, que 5. S. cara com elles a titulo de
costas setn ircm a prac,a'.' Parece que naso :
e haver quem diga que isso no sirva para
ongrossar os rnous capilaes e juntamente
aos no outro, a quera S. S. tambem chama
m mdSo desla le. ra '.'
Isto basta e o Ilustrado publico descul-
par-ine-lia, attendendo que eu sou um ho-
rnera nascido e criado no scrlfo, c que nun-
ca tive i'stu los.
Basilio l'rancisco da Rocha.
Villa do Jurutnenlta '2 de Janeiro de 1858
[Esta reconhecida.)
"falTerra, 20tl barricas assucar.
EXPORTAgAO'.
Canal, bricue inglez llantn, de 2H (oueladas,
cotiduiio o seguinte :2^ilH) saccoe assucar.
Liverpool pela Parahiba, barca inglesa lienevi-
ve, de o(i2 toneladas, condsalo secuinte :
600 -aecus assucar. e 10 toneladas de osos.
tiitir.iiar, brgue sueco Aquill, de fil Innela-
das, cenduzio o sa-;ninle : .1.6011 sacco. aaiuear.
RECEBiiDOitlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUC.
Rcndimento dodia 1 a s. 12:7237'l2
dem do dia 11....... S.'rtj-jOTl
I3:575|863
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimonlo do dia 1 a 18. 52:774/151
Idam do dia l'.l....... 2:i(i:l;:ilb
.": 1775477
u c m:& 8e> pmtfr
Navio enl adus no dia 19.
Pigueira;I2 das, pallxbole porlugue/. fLjWaha,
de 106 lonsladaa. capilao l'ranci-co Antonio Leal,
equipasen) 12, carga vinho e mais gneros ; a
1-ranciscn Severiano Rabello & l'tlho. Perlence
a Ftgueira.
Navios aahido no mesmo dil.
Lisboa Bngoe porlosuez aMonteiro I, cipilao
B-rnardo P. Correi. carga eesucar e mel. Pa-
saceirus. Manuel J. Vieira Palilo e aua senhora,
Inuoieiicio K. Lima e seo irman Joio R. Lima.
BabiaEscuna dmamarqueza orevinde llanncio.
sapilao II. C. Tsclt.nuiug, carga parte da que
trouie de Antuerpia.
OBSERVACOBS METEOROLGICAS^
Oa III de ferererro.
Sdam.
!l .
I|2 dia
l ,l.i t.
6
Cumulus
Cirrus
lento.
E
ENE
- -r
Rec.
Thermomelrn
36.6
27.7
29,4
MI
,i
21,3
22 2
23.5
21,0
a 5
A no
81
831
Si-
Si..
B3>'
ll^ e.lo.e .DUOa j i.ouvo al.J..,,. cliuv. O
vento bonancoso do SE, veio depois para o O. donde
mudoi) ao amsnhecer pelo N.
Olvwrvatorio do arsenal de marinha 19 de fevereiro
de 18j<- Viesas Jnior.

efci>4>>
Respoitilendo a (leclarr;iio que honlem
appareceu t Diario de I'crnambuco sob o
titulo Capitana do Porto o ahaixo as-
sigua.lo, como encarrega-lo do espe liento

(> lllm. Sr. mspsctor da .thesouraria
provincial, cm cumprimento da ordem do
Esm. Sr. presidente da provincia de 13
do correte, mana fazer publico que no
da i! de mareo pmximo vinlouro, peran'e
8 junta da f.zcnlada mesma'tliesouraiia,
se ha do arrematar a quem por menos li-
zer, a obra do 9.- Unco da estrada da Es-
cada, avahada em IC:9t29 rs.
A arremataran Spra feita na forma da lei
provincial n :3 de 15 de maio de 1854, e
sob as clauslas especiaes abaiso copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
*emalacSo coiupar.:t;ara na sala das sesses
da'mcsraa junta no dia cima declralo,
polo ansio da, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente c publicar pilo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 17 de fevereiro de 1858.0 se-
cretario,
A. F. da Annuncia?3o.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1. As obras do 9.- Unco da estrala da
hscada, lar-so litio de conlormidade cora o
orcaraenlo e pertis apresentados ao Kxm.
Sr. presidente da provincia na importancia
de 16:912/ rs
-'." O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez e dever conclui-
Us no de 12 mezes, amlms contados na for-
ma doarl. :{| da lei n. 286.
3 A importancia da arremalacao ser
paga de cunform Jade com o art. :I9 da mes-
ma le. .
." O prazo de responsabilidade scri de
um anno, Itcando o arrematante obrigado a
conservar o Unco respectivo em bom estado
consta lilemente, durante o dito prazo.
5 I\a execuco dos trabalhos o arrema-
tante sugeitar-se-ha as prescripcoes do en-
genneio encarregado da estrada.
. Para ludo oque no se adiar espe-
cihca lo as presentes clausulas, nem no or-
Qamento seguir se-ha o que disooe a res-
peito a supramencionada lei n. 28fi Coli-
rio,
A. da AnnunciaQio.
A admiiusiracgo geral dos estabeleci-
mentos de c.rida le manda fazer publico,
que na casa dosexpostos precisa-se de amas
de leite : as pessoas que estiverera tiestas
circurosta ocias, dirijana-se a raesma casa,
que atliaro c im quem tratar Adminis-
tracao geral dos estahelecimeiitos decan-
dade 18 de fevereiro de 1858 -. O escrivSo,
Antonio Jos Gomes do Crrelo.
0 liseal da freguezia deS. Josscienli-
fica a todas as pessoas que matam rezes no
maladouro da Cabanga, que a cmara mu-
nicipal desta cidade Ihe expedioorlem para
nao consentir que nos curraes do tcesmo
maladouro se i ecolhim diariamonte maior
numero de rezes do que o destinado para a
malanca do dia seguinle, c que a mesma ma-
lrica se faga uina s vez por dia. principi-
ando das 6 horas da manha, c nao exce-
dendo nunra de meio dia. E para que ti5o
appareca ignorancia, faco a presente decla-
ractio. i'iscalisacao da freguezia de S. Jos
17 de fevereiro de 1858 O liseal,
JoSo Xavier da Fonscca Capibaribe.
A cmara municipal do Recife, estando
autorizada pelo governo da provincia a con-
tratar porempreza a conclusuo da obra do
maladouro publico da Cabanga, cedendo o
emprezano, pelo lempo que se convencio-
nar, o proluclo do imposto de 500 rs. por
cabeca de gado consumido neste municipio,
aceita neste sentido propostas de quem se
queira encanegar da raesma obra, e fran-
queia ao exame dos mteressados a planta e
orcaniento respectivos, tendo sido este ulti-
mo alterado em consequencia da alga dos
precos dos materiaes e dosjotnaes. I'aco
da ctmara municipal do Kecife em sessao
ordinaiia de 10 de Tevereiro de 1858. Joa-
quim Lucio Monteiroda Franca, pro-presi-
dente Manoel Ferreira Accioli, secretario.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo tem ale comprar
o segrate :
Para o armazem do almoxarifado.
Cobre velho. arrobas 20, rolos de pella
marfim ; pavios, duzias 9; velas esteari-
nas, libras 100 ; fdrros para galopa com ca-
pas ds 2 pollegades, duzias 9 ; ditos para di-
ta sem capas de 1 pollegad o ineia, duzias
*; grosas de meia canna de 7 pollegadas,
duzias 2 ; cabo de linho velho, arrobas 50.
8." batalhao de infantaria
Boios pretos de osso. duzias 361 ; ditos
brancos de dito 318 e 8 ditos ; ditos peque-
os de dito 258 e i dilo.
Qu.-m quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 2 do coirenle
mez.
Sala dassessfles do conselho administrati-
vo para fornecimento do aisenal de guerra,
19 de leveretro de 1858. Bento Jos Larac-
nha Lins, coronel presidente Jos An-
tonio Pinto, tenen'e-coronel rosal.
A mesa do consulado desta cidade de-
clara, que no dia 23 do corrente Irao nova-
mente o praca 600 saccas com algodo de
primeira sorte, pesando 187 arrobas e 22 li-
bras no valor de 2:416b575, as quaes deixa-
ram de ser arremtalas no lia 1". confor-
me Toi annunciado por edilnl do da 15, ludo
desto mez, por se terem retirado oslicitatt-
is Mes do consulado de Pernambuco 19
do erereirode 1858.
O conselho de administraqo do far-
damento io cerpo do polica faz publico,
que precisa comprar para rardamooto das
pracas de prel os seguinles objectos : panno
azul para jaqus e calcas 90covalos, dito
preto para polainas 15 covados, brira de li-
nho liso para calcas 600 ratas, casemira en-
ea nada 25 covados, holiania parda 900 ca-
vados ; as pessoas que se propozerem ven-
der, deverSo comparecer na sala da sacre-
tana do mesmo corpo, no dia 23 do corren-
te, pelas 11 horas da manhila, c im suas pro-
poslas em carta lecha la, acompanbadas das
competentes amostras. Qua.le do- corpo
de polica 19 de fevereiro de 1858 -Epipba-
nto liorges de Menezes Doria, teuente sacre
lario.
O conselho .minlntralivo do pa-
trimonio dos orphos (az saber que em
21 do corrente mez anniversario da ins-
tallaKio do collcjto das orp&fftt estar'
aherto o respectivo estabelecimento pai a
ser visitado pelo publico das 6 as 9 horas
da noite.
2fo.!i*(> $%.
quino Fonaer.i asigna o leu limecovarde...
Srs. redactores:A prudencia natural, ou mesmo
a maissystematica nem snnpre podara' servir de b-
loarle donde pos,a ouv.r iinp i-ivclmonle in-
jurias da entes lao mseravtia comu o redactorK__
do Liberal : davida que este ente eja o Sr. Ilr.
Aqoino porqoe nao creio que a classe mlica peo-
na uin <- i damna.lo; o que escreveu aquello corres-
.. r.a..p. ,.! ^ .... .i .------ '--------- ""''rt, ud,i.,...s t, uuo escreveu rt.iucie corr.'S-
dml e d ?,,- i 1P "' "i?" *m*t' S an(i'",e "" "0"ri" ** "> r""c"" Prta,
*tt2fZT2SS2?,f*!!?: \0" du'""'di< ao d. noa-;,.,.,:
fX"^lrT!^^mZ*M*^t!'.-nia\:'fA0" ''"'"" -atnle'"0 "'8r,a0 ""*" Md,c,"ue "" I P'rdo.m-m. se escedi os hm-le. da decencia,
laacrerqoeparanmfim. tal cm cnt. ucea,, ,. ""'" -P-r a carne quand, te,,., u.pet.as'do nTpara Suu""d.tlSn '
I.ivp/ qoa breve volte.
SaoHssIoa Viatico, ae forneca na etrro eoia ani-
nsus manlinaos. que n> < U?eai relardar a viajen)
e a prompta rheesda ao enfeiiiio qu.-m se dirige
visita, romo masano porque |n, te resultar slram
fraealM. IMs seria porl.into.li-sr.inveoienle qoe hou-
vsise mais camella da parle dos eocheirus na esro-
lha do Miim.ics que devem ser applicadus para laea
Has, trasto cumu o objerlo be do Io grande impoilan-
ca que ihe deve merecer loda a atlenciio.
Hospital de raridad'. BsWlaaa nu dia 1H
20 homens e :10 mniheres iratadus pela candado, s
homens e IKmuthercs que pa&am a casa e 10 pracaj
do rorpn de polica Total Sti.
Mort-ilidadr. Kelaco das pessoa qoe for tm se-
pullajan no cemiterio publico, no dia 17 do cr-
renle mez :
Jase, pardo, I anno ; eoosetao cerebral.
Manoel Loorenco Cesar, pardo, solteiro, ii aonos ;
phlhiiira.
Mana do Naseimento, branca, solleira, 29 anuos ;
connesiilo cerebnl.
Jacinlho, pardo, 9 mezes-, convnlses.
Helena Mana da Couceisan, parda, vtova, SO .ni-
os ; hy tropeis.
Maladouro pubtiro.Matoo-se no dia Ix para
consumo do dia 19 do correte, a saber :
Companhia das carnes verdes ,
Ricardo Romualdo da Silva. .
Duarlo..............
Lola de Queiroz ..... ....
Joi Antonio de Soora t.'utiru/.
poto, indepeiiileule de er req nudo por pesauj al-
gaojM
i.- o.- so roarido ja por 4 laea na falla pu-
blicas no malalouru por einpre/.a, eu virlode da Ollorisa-
c.io dada polo Koverno la prov asa em 17 do mareo
u 'e coiiforiiiiil.iiie roo) o plano apurov.ni i
por osla cmiara, pelo Rororai da provincia e pela
directora das obra publica-.
.- yua e-ta cansara promrva o contrato coma
eompsohii de Beberiba |iara fornecimeutn d'agaa
precisa no mslatiuuro, dilseoclsndo junlameiile
que dita conipanbia esUbeU^a um chalan/, para
fomecimenlo da populadlo io centro da ra Im-
perial.
ti.- Qoe s prohiba desde ja o at qua ie apromp-
lera o curraes planejados na o .ra d maladnuro.que '
nos curraes esistenle -se adm Ka mais cadu du que |
o preciso para a malanca do .1 a setoiBte.
Jue o eiame do gado na matanza seja encar-
. . . 11 bois. 3 .i 1 1 a. 1 ..
Total. . 17 bois.
Ate amanhSa.
Itrate, l'.i de fovoriiro da IS'.s. lir. Cosme de
Su l'ereira.
sr<. rtiartora,Venha comprir n proa>atsa que
Ii.-. de aromp.itihar pian a ptaw o OAaorraitor etn
-n .- rorri-potidencias em favor da companhia rjaj
arns verdes.
Digo sera ssagcrscXa qae o Otsercndor, alrav li-
rado rom a rutea causa que defende, muilo cedo j.i
comee a eclypsar-ae.
Abandonaado o terreno m que ello memo em
sua primeira correspondencia no Liberal l'emam-
bucano de 12 do corrente, coliocara a que-'i.u I a
inor.liil ide .loa dos dos eerentea da companhia).
ais que em sua segoada correspondencia de l(i a-
presenlou om nico argumento de .1 ver-a categu-
lia. e f.,i o seguinle :
Me mellinr 'diz afile) que urna industria seja ex-
resdo ao drargiRo da cmara, ou oa falta a' nutro I 'rolda por ama companhia, do que por muita pes-
(irofess ir contralado para lal I m, o qual assistira' a \ *'"'* indiviloalmeute ; porque fa/endu ca ta inihvi-
matatica diariamente al ella ie findar, Picando ex-
onralo diste trrico o raspee ivo fiscal.
K.- t.lue a mal,,; principi., as seis horas da ma-
nha. e qoe nao eiceda dotreio-dia : aileie-seo
art. :p lienta parte.
A condurr.lu das carnps do maladouro para o a-
coogoes nao podera' eer feita < e noile : pena de Klj
rs. de multa obre n dono da
. arroca 0u oolro qual-
quer vehculo que lizor a cniu uccao.
BEPARTlQao DsironciA.
Dia 16 de fe -eretro.
Das paiticipi{dei recibiJa cumia que foram
< preiui ;
Prostituido K se es o Sr. r. Joaquim ds \- Ja 8erencia da companhia I'eroambucana,
ainda insiste na sua .-nteiior asserctlo.do que
ss demoras na capitana, foram muito de
proposito suscitadas, aflu do impecer que o
vapor Iguarassu, sahisse naquelle dia ; por
quanto nao seodo estrsoho a dita capitana
os e_ibricosque houve, cora a infame de-
serijiio dos enpenli'iros macltinistas dos va-
pores Persinunga e Iguarassu. eque smen-
te no ia 13 do corrente foi possivel coutra-
tar outros para o ultimo dest-s vapores, que
so destinara para o norte, os quaes n5o leu-
do ttulos do exames feitos ns capital do im-
perio, mistcr era que se reqtieresse ao Kxm.
Sr. presidente da provincia licenca pala OS
111 -s nos ser matriculados, por agora, inda-
pendente da preteiiUCSo de laes titulos,
rssa lie nca sotnenle foi olilida no dia IS pe-
las 3 11* oras di tarde, o della fnipoiiador
]na capitana do porlo o abaixo assi(,'na-
do ; portanto niio so poda dar puncipio a
fletara da matricula do vapor Iguarassti, se-
uo no dia 16 lo corrente, as 10 da manha.
horas em que pouco mais ou menos princi-
pia o excediente daquella reparticio, nao
leudo havilodescui lo de quem serve a com-
pauhia como se allir non na d.'darar;,~o da
capitana do porto ; ora, atienden lo-se a es-
tas circumslancias e a que ja havia lempo
se linha venc ia o prszo para fazer uova
matricula, podia inda esta vez seguir via-
yora o mencionado vapor, assim das vezes
as .1 Dzera, sem que nisso Lmplicisse
a capitana, fazendo-se na sua matricula as
32JO00
32a i"t
1.^K
2j|i0
25IOO
do de per si urna rieipeza especial, acontecer que
qualquer desperdjciu reproduiidn pnr Ir,uta vv/.s j -: -o
pesar' enoruierneute lobre a loUlidade do abaste- I aecla,,,CO--S necessanas sobre a tripolacSo ;
cimentn ; entretanto qne com os Irinla individuos! P',reir' sr. cacitito do porlo que aln la nao
reunidos u etpilal augmenta, as desperas dimuiuem, 3"rdeu a mais pequea occaslo de 1 nr orn-
os desperdicios se reduzem. E como 'proco de btracosa com anhia Pernambucsna, e ao
qualquer generu be regulado pelosgailos de sua pro iCntmerc, er.l'geral nSo quiz que Ihe cs-
tguo-H que companhia pode v-rider car- [ capasse mais ,.sla, fazen lo cora que a nova
lo que vende l..-'""
CAMBIOS
Sobre Londres, 21 d. por 1; a 90 d. V.
Paris, it) rs. ninn.
f Lisboa, 110 l|2 a 118 porOp).
Descmodo leltras, 12 l porcenlo.
OIHO Oncas hespauholas. 31)000
Ditas liieniraiias.......3I^HM1
Pecas de lifiOC. 178000
Moeda de tl-JOOO 90300
Ditas de 20 2
I'KAIA.Patacoes nrasilciros. 25OHO
Ditos columnariss. 2)080
Ditos mexicanos I5SO
IMPORTACAO.
Vapor nacional Peisinnnga, rinde de Ma-
cei, manifestou o seguinle :
S barra vinho, I catxo fazendas, 400 sac-
eos farinha de man.toca, 273 ditos assucar,
I barril peixe, 1 dito ovof, 1 guindaste de
Ierro; a ordem.
Brgue inglez Peerlem, rindo de rerw
Nova, consignado a Wbatelv Korsler A C.
manifestou n seguinle:
21113 barricas bacalho ; aos mestuos.
Barca ingleza Flcelwing, viudo de Terra
Nova, consignado a James Crabltreo iv c.,
manifestou o seguinle :
3090 barricas bacalho, 11 ditas batatas ;
aos mesmos.
Brigoa ingUz Anno P rlern. viudo de Liverpool,
c Higaaae a llyslrou Rooker S C, manifesluu o se-
guinle :
11" 1 ceos arroz, It) eaixase 2 fardos fazen Ja de
algodao ; aos consignatarios.
1 i caixas fazendas de algodao, 1 ditas cooros. 1.10
barricas cervej em garrfs a Adamson llowie
i\ C.
i I fardos fazendss de algodao, K) caixas linha de
dilo ; a Barroca v\ Castro.
canas fazendas de algodao; a James Crabtree
c\ l>-
ti fardos fazenda de algodao, I caixa dita de linho ;
a A. (1. de Abren.
25 caixas miudezas ; a James llalliday & C.
2 ditas Moro* de bezerro ; a H. J. n. a Silva.
I ditaobjeclOS de escrintorio ; TeSlO A Iratt*.
2iKI barr. a> reveja ; C. J. A-ll-v A C.
1(> crrenle, 21) ancoras ; a E. II. Wyalt.
I cana ren la de alaudaa e leda. 'Hit nu
P&ra Maceioe
S, Miguel
segu nestes dias a sumaca nacional lloa
E- pera nca : qu;m 11* mes:na quizer caire
gar ou ir de passagera, dirja-se a ra da
Cadeia do Reciten. 5*.
- Para o Porto, a galera potugtieza O-
lmd. capitao Emigdto Jos de Oliveira,
sthira com brevidade : quem quizor carre-
gr on ir de passaKem, ara o que lem os
melhores commoJos, pode etn ler-se com
omesaio capitSo, o com Manoel Joaquim
llamos e Silva 11a ra da Cadeia do Recib
n. 38
Para i.isboa pretendo sahir com muila
brcvidade o brigue portuguez .Nova Amiza-
de, o qual tem prompto ,utna parte do cu
Joao Bapltsla de Castro e Silva, ollicial da CBr,'e6amento ; para o resto quem quizer
ordem da Rosa, e inspector da thesoura- c*rreSa.r. la enteiider-se cura os cnn-
ria de azeada ds I'crnambuco, por S. M
o I myerador, que Dos guar-'e etc.
Faco saber aos que o presa te edita I vi-
rera. que em virtu le da ordem do tribunal
do thesouro nacioual, estarSo em praca, pe-
ranle a thesouraria, para serem arremata-
dos a auem maisder, os seguintes impos-
tos nacionaes : sello ilo papel, siza dos bens
sign.iiarios Amonm IrraSos, fu da Cruz
He 3.
Porto.
A barca poi tagueza Svmpatliia.de pri-
meira marcha, vai suhr.-coin muila bre-
-_...._..--------. -. ..w u ,,e|ici. Bita UU UCIIS ,J J 1 >~"s> uu,,a
de raz, sobre lojas ele, taxi sobre escra- ldade P''t,;r lou$ tc-ivot de sua carga
vos, novos e vclnos, direitos e dizma da J'rotnpta : para o icstanle e paataaeirof,
m!fn'!cell8i7a .''1>V,aSaKColleclorii,st,oLi- aos,l"aes oerece acerados coniroodos.
lluique, nos das i, 5 e 6 de maio prximo ,J"%eilJ "a da Ladea do Hecile esenp-
fuluro sob ascondices do decreto de 13 tono n- '- ,
de j mho del8i5, e lianzas idneas de pes- Para Lisboa o bem conhecido brgue
soas residentes na capital Os pretendentes Portuguer Conslante pretende sahir cum
devemo comparecer a urna hora da tarde brevidade quem no mesmo quizer carre-
d.,s referidos dias, baliiliiados na forma do Kar ou ir de oassag.im, para oque ofTerece
cstylo ; caites de que esta arremat-cSo era "'* Ollhores rom nudos, irate ionios con-
por um, por duus, on por tres exercicios, sHgBalartoa Tnoreaz .le Aquinu Fonaeoa V
a comecarem do l.- de julho futuro, con- F1II10, rua .lo Vtgano 11. 1'j, onintriio andar
forme lor conveniente a fazenda e aos pre- ou como Sr. Silvestre .Manoel dos liis, u
tendentes. Thesouraria de fazenda de Per- praca
nambuco 19 de fjvereiro da 1858. Joao i l'tna a lllttt
liplisla de Castro e Silva.
***&&.
d.-So Mi;;iiil, Fayal (.
lerceira.
Obligue portuguezOliveira, deslina se
para os porto cima, quem nt-ll quizer
Oltiin. Sr. inepectorda ihesoarari de faien-' <,,T<'rT!r dii'a-se a Joio Tarares Cord.-i ro
da manda fazer publico para.conhecimento Jequern na travesa da .Madre Uerx. n I ms a
inl.resssar qoe. em cumprimento de ordem do tii- ,, 1 "" "eos n. J OU lia
bunal do thesouro nacional, Undn de ser retirada. Illa ''" nitSDlO notaen. 06.
da ci'culacau aa nolaa do lliesourn
- do valor de 20S
da lerceira ealampa (papel amarello) proceder-se-
ha desta dala em .lame a sohslituirAo das dilaa no-
las na thesouraria desla provincia, sendo esla snbs-
lituico sem descontu alsum ; al que ero lempo
competente se marque o .lia em que principiara' o
d atala da lei no valor daa olas, que al eulo
nao liverem sido subsliltt.
PORTO.
O patacho portuguez PromptidiTo II. da I.
viagem e 1 marcha vai sahir rom muita bre-
vidade por ter mais de nn-tadcde sua ca ga
prom.'.ta, e para o resto e pssgeio.s, aos
quaes nflerece asseados commodi s, trata-te
con Ellas Jos dos Santos Aodrade V C na
Secretaria da lheouraria de fazenda de Permm- r,la da iladre de Heos II. 32, OU Com 0 Cap-
buco, II de fevereiro do 1858.O ollicial-maior, lo n pratja.
Emilio Xavier Sobreira de Mello. Para Lisboa pretende carregar e sahir
Pela coiilaeloria da cmara municipal com a brevidade pos-irel, o brigue portu-
desta cidade. ie faz punlico. que a pocaiguez denuminadn Margarida, por ter urna
para pagamento do imposto inuoici.al, so- paitedo seu carregira-nlo prompta : quem
ternas, o quo se faz publico para conheci-1 Oliveira, ua praca tlu comraercio.
t
\
i
MUTILADO MELHOR EXEMPLAR FNCONTRa
1 i


DIARIO DE PERXAMBUCO SABBADO 20 DE FEVERKIP.O DE 1858.
a
companhia
Pernarobucaiia.
o vapor nacional Persinuiiga, cnmman-
danto Joaquim Alves Moreira, devera sahir
para os portos do sul de sua escala no dia
21 do c inciito, receben Jo carga at o dia 19
deixsndo de seguir definitivamente toda
aquella quo n8o acompanhar os competen-
tes despachos e rtulos.
iRio de Janeiro.
Vai seguir nests dias o hiate Piedade, re-
cobe carga a frete ; a tratar eom Caelano
Cyriaco da C M na ra da Cadeia do lleci-
fe o. 2, primeiro andar.
Rio de Ja-
neiro.
Segu ein brevidade o veleiro brigue
escuna nacional Carolina, capito Joa-
qun.' Antonio (joncalves dos Santos, tem
piarte da ear;a prompta, para o resto
quelhe falta trata-se com os consignata-
rios Novaes & C., rua do Trapiche n. ."i V
ou eom o capitao na prara.
l.is!>oa.
Sefjue co m brevidade o brigue portu-
gus Monteiro I, tem parte da carga
prompta, para o resto que Ilie falta tra-
ta-je coraos consignatarios Novaes &C,
rua do Trapiche n. 34, ou com o capitao
na prara.
natte, naufragado no li gar Tambau', costa
da provincia da Parabiba oo norte.
Leilao
SeguiKa-feira 2'1 do cor-
renle
PELO \G1.ME
Pestaa
O agento Pnstana far leilSo segutida-feira
2'2 do crrente, pelas 10 horas da mauhaa,
prta do armazem do Sr. Auues, defronle
da alfandega
DE
alio caixas com charutos da Baliia.
Caixas e latas cora ai icixas, abrunhos c
ligos.
Na mestna
occasiuo
timiar-se-h
Cll-
o leilfo de queijos llamingos, previamente
aiinunciadu.
ia *w
COMPANHIA
de paquetes ingleses
a vapor.
At o dia.20 deste me/, espera-se Uo sul o
vapor Tay, commandanto Sawyer, o qual de-
pois da demora do costume seguir para
Sutharnpton tocando nos portos de S. Vi-
cente, Tenerife Madeira e Lisboa, para pas-
sagairos etc traia-se com os gentes \dani-
son, Howie C, rua do l'rrpichc \ovo n.
42. N. B Os embrulbos so se recebem at
2 horas antes de se fechare' as malas, e de-
pofa mis I hora pagando entilo um pataedo
aiem do frete.
Av|o.
Gt
ESTRADA DE FERRO
no
RECIPE A SAN FRANCISCO.
No rtia 9 frvtreirii crreme pnncipioo o Ira-
lico de pasiieiro9 e centros na teecio desia adrada,
romprelirndida enlre H Cinco Punas e a illa do
tabo, ai partidas dos Irens 3o recoladas pela
aglala
TABELLA.
Do Keeie para u iulerior.
Par I i da. .N. |. N. r>.
Das Cinco Punta-. 9 hor. da mah. ."> h. da t?rde
Afogados y l.V n ."> i V
Prazeres. n Mf >< 5 :i"'
Ponicinha. !l :,u' i. 50" n
lili .... in tu' i; 10*
Villa do Cal.o. lo.iif ti ::ir
Partida.
Da villa do Cabo
III .
I'nnlezinlia .
l'rajercc
Alocados.
Cinco Ponas
Do interior para o lenle.
N. _.
:l h, ila larde
:i 2(1' >.
3 10'
i horas
i IV ..
i W
os
\:
Reconhccendo os directores desta compa-
nhia a neessidade de urgintsar um plano,
em virlude do qual os vapores de volta do
Itrasil cheg'ssein a Soulhamptoo uo dia 5 de
cada mez afim de que so podease pelo vapor
que saho d' .qur lie porto no dia ;> respou-
derem-s as correspondencias das di rieren-
tes pravas brasileas ; deoi liram elles que
os vapores desta companhia deixassom de
tocar nos portos de'Madeir e Tenerife e que
a demora do Rio de Janeiro fosse re-
sumida dealguns dias.
Assim no mz de maio prximo comecara
a ter vigor este novo regulamento e o vapor
que sabir de Soulhara.ilen no da 9 'aqucl-
le mez tocar somente nos portos de Lisboa
e S. Vicente e deve chibar neste porto a 29
do mesmo mer. (ou a.ites- seguir entilo eo
Rio de Janeiro tocando na Babia Este vapor
ha de chegar aqui de volta Jo sul a 13 de
junho e depuisda demora do costeir.e so-
guita para SSo Vicente e Lisboa devendo
lindar a viagem cm Soulhampthnu no dia 5
de julho.--4damson, llowie & C. agentes,
rua do Trapiche Novo n. 42.
Cear, M;iriii;ao e Para.
O palhabote nacional Alfredo,' do qual he
capitao e pratico Antonio Travasso da Rosa,
vai seguir viagem sos portos cima indicados
ate 20 do corrente: quem no uesmo quizer
carregar, dirija-se aos consignatarios Bailar
& Oliveira, na rua da Cadea Velha n. V.
Para Lisboa pretende sahir breve a bar-
ca porlugueza denominada CraliuSo, da
qual he ca, itfui A. P Borges Pestaa, para o
que tem parle da carga prompta. U sobre-
dito navio ofTerece lioris comino los para
passagei'os, co ni cara os senhores que no
mesmo quizerem sorregar q-aaesquer gene-
ros, para o quo sa lde convcncionar com
Amorim Irruios, roa de Cruz n. 3, ou com dcsla praca, tPr,do inslrucces e boa ron-
ade hotel do
Csbo,
Kogrande hotel do Cabo acharan os
admiradores do l.oin godo todas as com-
modidades precisas para bem passar-se o
tempo naqueila amavel villa, urna grande
e baila casadecenteaientemobUada,coni
bastantes talas equartoi para grandes fa-
milias, decentes e abundantes iguarias,
bello banbo, optimojanlim,urna bandado
msica mili ar enchera' o intervallo dos
maisdivertiraentos.Ovipornos domingos
e dias santos partir' desta cidade a 7 ho-
ras em ponto, e voltan'da villa do Cabo
as o da tarde,qualquer pessoa ou familia
que quizer all pernoitar achara' todos os
precisos commodos para bem passar.
Nada tempoupado M proprietariot dodi-
loestabelecimentopua bemagradaremai
pes"oasqueo(|ueiram irequentar. Os bi-
metes do hotel do Cabo serao vendidos
nesta cidade na rua estrella do Rosario
n. II e assim como os da passagem para
o vapoi, isto ate os sabbado as 10 horas
da tnanba e nos di.is santos na vespera
as mesmas horas, o preeo do hotel nos
das domingos e santos cada pessoa almo-
CO- e janfar O.S mesa redonda sem bebida
alguma, e para l'ar.iili; s o que se con-
vencional-, tambera encontrara' a boa ra-
pazeada sol vetes leito de bellas finetas
sendo este ultimo separado da quantia
marcada para o jantar e .->' lOCO, ao pre-
eo de U0 rs. oor ca la irm, nos dias sema-
narios as pessoasque Ir-ipientai-em o ho-
tel pagarao na razan co que gastarem.
AO CABO l AO C&BO!
Vamos, vamos "apzcada
Ao Cubo dar un passeio,
Passar un da ao hotel,
Admirar-lhi- o asseo.
v
U t .j um bello hotel,
(,>ue ledo i'iille s* acbs,
Uerveja, vimo, chamjauhc,
Bellos ligosj boas passas.
Linguii;i, salpicSo, e paio,
fiambro, bile, presunto,
Conserva e helios docs,
Ooechegap'ra tolo mundo.
\ msica do arsenal
loca la o da inleiro.
Para gozar ludo isto,
Seis mil res alo he dmheiro.
Teoios la banhos mui bellos,
(Sarnas para pernoitar,
Solvetes a cinco Instos,
(Jue o Soaros vai fabricar.
O projeclo de nao haver viuho
Ja a muito se mudou,
llave a para o jantar.
Rom ligueira o bom Bordee u
Ohservem o i.liimo verso,
Jue aqui vou eopiar,
Vejam so eu ;; lien 'o isto,
1'jsu ocaiiuik agueular.
Quem lie pob-t, uno tena vicio.
Ouem lie surco, esta callado,
O" (Juem lia. fica log-ado.
M. K. S.
Munocl 'Martini de Oliveira, cai-
xeiro das herdeiras do fallecido senhor
Noibeito Joaquim Jos ('Hiedes, retica-se
pai a Lisboa a (ratac >'i' sua saude.
A scntiora qun se quer propilr a ensi-
nar urnas mcniiis um nm engeobo distante
>. i.
7 hor. da maii.
T 20" i)
7 W "
S horas
s l.V
s 30" >
Os precus de coiiducco de passaceirot sao
eguiutes:
CLASSES.
I. 2." :i.
Das Ciuco Ponas a A focados. 800 600 300
' Praiorot, 15600 19200 Poolexioha 2S800 29100 18360
n llha .... 39^00 23400 IRJOO
" Cabo. 4.t'"h) :;:kki 1*300
Da i|la do Cabo a' llha 800 600 300
n u Pi.nlFznrha 1- : i i ICO
friuras. 2a400 19800 900
" ii Alocados 39200 -Jii I9200
i C. Pona. .-ihki 39000 19500
O liilheles para ida e >olla dentro da 24.horas
ou delH horas se nollis se caniprehender dominen
ou dia de goarda) sao \cudiJjs pala tabella s-
cninle :
CLASSES.
I. 2." :l.
DasCioco Poolas a Afocedoi. 1>JK) 900 400
> n Prazeres 29400 IJsOO 9
" Poniezinlia 19200 39150 1960 I
" Hha.....i."'M 39600 '
V. do Cabo. 69000 9500
Da villa do Cabo a llha.....19200 900 160
Ponlaziaba. laSOO 19360
| Przeres 39600 28700 19360
i) Afogado. 19800 39601 19600
a C. Ponas (isOOO I^SOO 2?>!l
N. I!.Elt liilheles n3o no Iraustrnveis.
Koaa-se ios senhore. p>!Kaseiros que venham mu-
nidos de Iroco para psganranto ds panagona.
Os presos de transpone de aentros ato regola-
do- em conformidade com o decrelo n. ^,011 do go-
verno imperi.l, la publicado ne As peisoas que qu'terem hilh-le de eilar;ilo qoe
1IJ0 direno a idaevoll.i eni lodos us Irens,'pode ro
dirigir-se .10 cscriplono da companhia, rua do Cres-
po n. -2 011 as Eslaces das Cinc > Ponas oo do Cabo,
onde se acharan impresos, ronlrndo lodas as iofor-
imces necesarias sobre o transporte de pasageiros,
geueros, ate.
A comoanhia se enearregara' da entrega do gene-
ros em qualquer poni dos bairros do Kecife mi de
Sanio Antonio, ao prego de 50 rs. pnr arroba (nun-
ca rerebendo urna qoanlia Inferior a ">00 r.)
Pela laparinMadntia da mesma estrada 1
se faz publico o seguidle :
Jue os pasiagtiros devem achar-e as eslacoes 13
minlos antes do lempo marcadu para a partida dos
Irens.
Ooo snas bagasens devem Irasor escriplns clara-
menie os numes das pessoa, a qjem perlencem, e
para em te se deslinam.
Que as f.uniliasqoe quizerem sr condolidas las es-
Inroes intermedias de Afogados, Praseras, Ponlezinlia
0 llha, para o Kecife ou para o Cabo, devem avi.ar
com a anticipadlo de um Irero ao enrarret-ado, alim
de poderem contar com tusare sulirienles.
Que us genero, que lein de ser transportados se-
rJo rebolludos n.is eslace* desde 0 huras da rnanhJa
al 6 horas da larda nos dias uUis, e cada volme
deve ir com marca, numero e lugar de seo desliuo.
Que aos domingos e das Santos de guarda s ha-
um Irem para possageiros, que ilevo partir da e.la-
ejo das Cuco-Ponlas as 7 hora* da manlija, na
do Cabo para o Hecifo as ."> hora-, locando as esla-
coes iulermedi-s as horas scgninlcs :
Do Kecife para o interior.
Partida. Manlie.
Cineo-Ponlaa. 7 horas..
1 de Ierro
o capiUlo Pestaa, na pra?a do cocnmercio.
Para o Itio de Janeiro segu cm
poucos dias a barca nacional Adelina,
por ter a maior parle da carga prompta
paran resto trata-so com os consignata-
rios Basto & I.emos, na rua do Trapiche
n.7.
8r:f.*3.
Leilfto de inobiiia.
O agente Borja, em son armazem na rua
do Collegio n. 15. fari leilao de urna im-
mensidade de obras demarcineria novase
usadas, comosejam : mobilis dejacarandl
. ja^Je amarello completas, ditas em pe^as a-
vufsits-,-dediversas <ri,uT-riTrByl
Das, commo.las, loil'ettes, lavatorios, um
lindo genuflexorio de mogno, nm dito de
Afogados
Prazeres .
Ponlezinlia .
lili.....
Villa do Cabo
Parlida.
Villa do Cabo
llha. .
Ponlexlaha .
Pr^/eres .
\foj Cuico-Ponlas.
Do interior p o Kecife.
I"> minutos.
30
:)
0
:m 1
Tan.
20 minutos.
40 "
I "1
30
Aiivrrle-se que os billieici que nao loreni de as-
signalura so se vendem uas eslaces.
Depusito de se-
meiiies de hortalizas
n. 62.
Na rua da Cruz no Recite, armazem n. 62,
acab:in de chegar asmis acreditadas semen-
tes >ie hortalizas ilas segointes qualidades :
ervllhas de Angola, toa e direita, feij.lo
carra .ato, pinlasilgo e rOXO, tomates grin-
des, alfur,' sllemSa e repolho a salea, coen
iro de touceira, salsas, rbanos ersbanetes,
lirancos n encarna los, ccuuuras, cebla de
Setabal, repolho, segorelba, couves, tron-
chuda, saboia e lo-nharda, nabos brancose
encarnados, chicoria, plnpenela ; e um
grande sortimenlo das mais acreditadas s-
mentes de floras p-ra jardim, como sejam
refouess ile difTerentesqualidades.
I Cosisultorio 8
THSCQ.
^3 RUA DE SAMO AMARO, Q
A (Mundo Novo n. G
.'g( O Dr. Sabino Olegario Ladgora Pioln ,.,
, da consullas lodos os das olis, dcdeisN Jg
' lucras da manbaa as '.i da tarde. Os convi- Q
I l--para vizilas deverao ser dirigidos por ;s
>;, c-onplo. Os pobres sao medicados gralu- ',.
'-" lamente.
SS6DB6 CCKTBA 0 FOGO.
COMPA.MilA
:tmb i&
DO
Elstabelecida ei Londres,
em marco de 1B24.
CAPITAL
CINCO M1LHOES DE L1BBAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers A C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios do casas, p a quem mais convir-r, que
esto plenamente aotorisados pela dita com-
panhia pera effectuar segaros sobro eriili-
cios de lijlo e pedra, c>bertos dtelas, e
igualmente sobre os objectos uc contive-
rem os mesmos edificio-:, quer consista em
mohilia, ou em fazeudas de qualquer qua-
lidade.
Folhinh s de
alGiaiak.
Acham-se a venda na l'tvraiia ns. li e S
da praca da Independencia as (olhinhai
comoalmauak administrativo, mercan-
til eindustrial para o anno de 1858 a
640rs. cada uma.lendo o preco do tra-
balho typographico subido mais ile 60
por eento do que se pagava no anuo
passado, nao loi possivel ao editor con-
servar o preco aotigo como desejava e
mesmoo aceieseimo i:ao esta' em relaivo
ao preco que elle paga aos operarios.
Rl'A DA CADEA, DEFRONTE DAORDBII IERCBIRA DE 8. FRANCISCO.
iide seachara sempre os mais acreditados medicamentos tamo em Untaras como
aniit'"bulos,* reparadoscom o maior escrupulco porprec,os bastante commodos.
i PREC0S Fl OS
Botica do tubos grandes. i^hc
' Hita de 2* 15b00c
"ila de 36 SOjOOO
. Dita de *8 S5J000
Dita de 60 3'J50((,
Tubos avulsos a ...... 1a0o0
Frascos de tinturrsdemeia onca. 2U0O
Manual da medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ........ 20oOC*
Medicina domestica do Dr. Henry......, 10/00
T'atamento do cholera morbus ......... 2/Ot'O
Ropcrtorio o Di. Mello Moraes........ 6fo00
\
* PEORAS PRECIOSAS-
H Adere^osde bt.Jiaote,
f diamauls-e perolaV pul-
* leiraa, alliaelef, brViKos W
. e ro/el*s, IwJX^s e aiiat1'
i\ de di'erenTes gostos e oy
- diversas podras de valor. ^
15J1 DE i!]&nGD
para
ODROEPUATA.

Adereros completos de
n. 7.
ouro, meioi el i r ii s, pal
ras, alfineles, brincos e A
g rozetas, cordoes, Iranrpl i
lins, medalbas, correnles *;
i diversas pedra, de valor. ? fffhfm niir A.l e"W" '""> ''Eio.o S
' A, JClt,ie,D Pr O oulro.mnilosobjeclosde*
Compram, vendem oo A'.c f,e va nncuv r!' l?n *. ouro.
trocan, prata. ..uro. brl- f" <* ?POTeSda KU | A ,,.0, ?
^. nanlna diimsn ao a na. I I .' '
imi&ftas; ro^asobr-iidoiiiiiirfi^-^ragl
llia ules,
s a\ e o
JOiMde valor, a dii.beiro a
.. ou por obras.
K3g8HBaE3i988Bag3
TUO g-ORlt, t.
to de ^J
-eres $
;.i e de rli, e r.n:i-
outros
objectos do
GraTnras
e

o
i
i
o
- c
o2

6,
S*s
S 5 ff -
jac^rania, pianos
del
mesa, propnos para
ducta, paga-se bem : dirija-se a arma7.em
de Luiz' Anuos, dcfronle da porta da alfan-
dega
- Os ahaixo assign.idos fazem sciente ao
cublico, e com especi lidade ao corpo do
commercio, que desapartaran! a socieilade
que tinham no armazem de carne sorra da
iu da Praia n. 21, a quil gyrava sob a linna
deMou-a ^.Marques lo dia 8 de levereiro
do correte auno, l>- ndo o socio Antonio
Domingues Marques R iin."i{i com o arma-
zem. e fncarregado de eeceber to lo o acti-
vo, e solver o passivo ton .ente a referida
lirma social. Krcifc 17 de levereiro de
1858.Antonio Jos Mi reir, Antonio Do-
mingos flarques RomBo.
--- Recebem-;pg mfWHu ffflmsrittiiwp-
nVSs,paraaprenderem ooflicio de funilci-
ro; na rua da Cruz do Rccife n. 37.
Publica rao jurdica.
lia cliegado de Lisboa, a Manocl do Nasci-
mento Pereira, rua le Vpollo a. 16, segundo
andar a obra em 8 vu ames Tbeoria do Di-
reiio Penal, pelo cons lb">iro silva Ferro ;
para ser entrejiun S'S. subscriptor!,i,
pelo preeo de 109, e ara os quen3osao,
pelo de I 'o, pagos a vil ,
Desappareceu do uma casa do Hospi-
cio, ao lado, defronte co quartel, um gato
maltes, deCOTCimenta e inalhas brancas:
pede-se que se ipparcier por alguma casa o
restiltiam por ff.vor, pnis que sendo objecto
aluno, compre dar eoi.la ao dono.
, \-- Aluga se uma prtla e.uinlu ira, e tani-
engomma; na tus da Iravessa das
n. 12.
f'l). iCandido Couralves Mamede, sub
dito porlufeuez. vai para a Europa.
--- O sittYftor que tirn do correio duas
cartas vtndas j0 norte 10 vapor Paran pa-
ra Antonio Holrigues Pinheiro, tenha a bon-
dade de as etre^ar sen mais demora, 110
eses da alfuilC|e;a n 5, puis se Ihe agradece.
Ima -muiher se p-opOe a tratar da casa
de horneo] solleiro, ou para fazer companhia
a alguma senhora : ea rua de Sauta There-
za, casf n 20,
J'urtsram honlem (17), pelas 8 horas
da nofle> ja poita da |)idano da Santa Cruz
".6,,ima barrica con bacalhao, lendo es-
eriplo ne fampo o nono de Vicente da Ro-
c"a: 'oga-se, pois.ao.' Srs. vndelhOes, ou
O agente Pestaa (ara leilSo na presenca P^a que seja offerec ida.de apprchen 1er
doSr. consol tianiburguez. e Dor conta de ^hm''n'r*-avisa, na met.ma podara, que se
quem perlencei.as II hor.s da mamasd ISL? Plr as despezas, e Umbem se
dia cima meacionado, a porta da alfandega a--f
l)K D-sa

- E-?
j 1S S i
,,. i. .,. -c o o a u o y*
'- ~. 5 o'" = o c
ti"" -22c"
r>t o --cp^v
B o= -
O padre "ranciscci Jo"o de Aze- {)
vedo, achsndo-se pi".sentemente ^
nesta pr;i<-a, e oecu: ando-se priva- y?
tivamente na .lireci;aodescu estabe- \>)
lecimento chalcograihico, inci.mbe- Sj
se do exeentar com toda a perfciqo 2
o brevidade quaesquer obras de gra- V'
varas tanto a lalho-doco como a re- {$
leve, registros, retratos, leitras com- M
merciaea, bilheles dp vi-ita, mus- S
cas, etc. ; o desejoso de levar o mes-
uio estabeleclmento a maior poni,
es ra que as pessoa.-,, que preten-
dermn laes objectos, nao hesilarao
eni o pocurar, prestando assim uma
efDcz protrccSo que o annuncian-
te ser extrema mente reconhecido.
Pode ser procurado as Cinco Pon-
las, sobrado da esquina confronte a
matriz nova ae San-Jose, ou na roa
do Cullngio, na livrana dos Srs. Mi-
randa i Vasconceflos
m
I
$m
l'recisa-se de urna criada queent^niia
de todo o servido de urna casa, sendo per-
fela r igommadeira : a tralar na rua do
ranea com*;
de Lisboa, as q^aes vendem por
preeo eommodoc^Bo costuniam.
Uetruiue da ordem tercei- tM*V*c-o^a A^
ra de 8, Francisco ^rOleSSOra (1
CONSULTORIO ilOMEOPATHlCO i|onn A.
DR-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
lias e yratica qualqueroseragSo de cirurgia,
assim cono.accodo com toaaa promptdSo,
as pessoas que precisarem doseu prestimo
pars o servido de partos, praticando aso-
jeraQocs manuaes ou instrnmentaes, quan-
1o nao possa conseguir resultado por r ci
Jahomeopathia, que tantas vezestem ven-
cido difliculdades, quo pareciam insupe-
veis.
Ni fundicSo da Aurora precisa-se
serventes forres ou eseravos, para
*&9 $
Compta-se cobre, latao e bronze
velho : na fundicSo do lirum n. 6 e 8.
Na rua do Crespo n. 17, compram-se
moedas de if e 2, com o premio Qoe se con-
vencionar.
Compra-se um ornamento con todos
os objectos necessarios para dizer-se missa
em oratorio particular: quem tiver andan-
cio para ser procurado.
Compra-se effeclivamente bronze, lao
Uo e cobre velho : no deposito da fundigS-
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma lundigao, em Santo
Amaro.
Comoram-se effeclivamentc na rua das
Flores n. 37. primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, acgfies das com-
panhias, d-se dinheiro em grandes e pe-
queuas quantias, sobre reuhores.
Compra-se um boi canso para carro-
va ; na rua dos Pescadores ns. 2 e 4, pa-
llara.
No escriptorio de Manoel Joaquim Se-
ve ,v Pililos, na rua da Cruz do Recite n. 13,
compram-se moedas de ouro e prata eom
premio.
.iu-' 5
do
serviro debaixo decoberta.
Wm DE (MITCHOIC m
RECIO, DE FAUVI^LE-OELEBAUR
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoutehouc a voga que
hijo tem, niio s em Fran;a como DO muo-
de inleiro ; sao sem contradicho os mais
agr.lavis de lodosos pentes, mais hranlos
que os de tartaruga, so t^s nicos que n.lo
fazem caluro cabello, por causa da electri-
cidade que contoi,accrcscendo a estas van-
lageoa a de nao seren mais caros do que aa
de bfalo. A esta admiranvel invengao de
exposico universal de I8.i5.
- Para o servigo interno de uma casa
estrangeira se precisa de duas pessoas, urna
que cozinhe eeiigo-nmo, n outra que cn-
tenda de costura : na rua Nova n. 17.
l'aga-sc.'iO/ mensaes, pelo aluguel de
duas escravas que saibam cozinhar e eo-
gommar, para o servigo de uma casa de fa-
milia : a tratar na rua Imperial fabrica de
sabilo.
O Sr. Joaquim Antonio de Moraes
({ticmorouoii mora na rua do Caldeirei-
ro desta cidade, queira dirigir-te a esta ty-
pographia a negociot|tie sabe.
l'recisa-se de um senhor sacerdote pa-
ra ensinsr meninos e exercer a cnpellania
n'um entreniii) : a tratar com o Sr. M do A.
... .;
Ilosuicio, na segunde esa de s.brado. dbs-1 'SJU na rua lNov* 1S faz-se todo o ne-
___.. ...... ..... r trn.ttn
sanio ; da Kcuidado de Direito.
gocio.
Na fabrica da rua do l?rS>n n. S8, preci-
sa-se.le olliciaes de caldeireiro, serralbeiro,
funilciro a latoeiro.
Precisa-se de uma lavadeira di Iiar-
rella para lavara roupa de urna grande
familia : na livraria ns. 6' e 8 da piara
da Independencia.

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..-j'jf
[-., Aluga-se ra Capuoga .\ova um si- fi
a to 'a.excellente posigao.teudo b=s- Z
2 tan.es arvores I'nclil'eras, casa para X
J*f grande familia, pintada de novo e % corj as sals forradas >!e papel, co- i!
i'' cbfira, estribara para cavallos, >>
m quf ros para eseravos, pogo com !
S agua potavel e om grande tanqat la- S
* iirtibH.iodemarmore para banbo: a <*?
tratar no rua Nova n 56. n.

Madamesella Hcnricile^Cari de l.a t'.ba-
rie, discipula premiaiia do iQnservalorio de
msica de Paris, mudou sua\psideiicia da
rua da Cadeia para a rua .NovaT^obrado de
tres andares, esquina da rua da Mmbt do
l.arnio, e continua a ensinar a tocat' piano o
cantar, conforme o gOSto moderno :\|>odetn
procura-la na sua nova residencia r\i to-
va, esquina da cambda do Carmo, scgVdo
andar, cima da loja de chapos de sol,
rua da Cadeia do Santo Antonio, fahrii
pianos de J. Vignes.
Aluga-se ou hypolheca->< um escravo
que entenda deservido de campo : quem ti-
ver mu,Mete.
- ualquerSr. reverendo sacerdote que
queira ser capellSo de am engenbo ua co-
marca ce Nazareth, 11 iegu?s distante desta
I capital, queira .lingtr-so a rua da Cadeia do
i Uecile n. 2, sobrado.
aesociaco ijpogv.tpitca
jJcttiAmiutcAiia.
Domingo, 21 do corrente, haver sesso
extraordinaria do cooselhoFerreira I ime,
. 1." secretario.
Os irmins da irmanda le da Santa Cruz
dos canoeiros do Recie. so convidados a
compartcerem no dia 28 do curen'., no
consistorio da respectiva c-.f,ella, alim de
proceder-se a eleieSo ds mesa que tem de
administrar e dirigir a referida irmandade.
Quem quizer uma exc.llentn ataa de
lene, dirtj-se a Iravessa do pateo de S Pe-
dro n. 8.
Quem precisar de urna ama parda para
lavar, engoiDinar e coser de portas a den-
P'eaue" l'eso que quizer, lhe adiaute
60";000 paia o resto do um- alurria, pas-
snndoa mesma os com;ieten:es documentos,
porque sabe lere escrever. para sesujeitar
em cuanto n3o o^gar: ole annunciar por
esta folha, ou dirija-se a rus do lium a. 39,
armazem, que se Ine dir quwn be.
--- Na rua da Penha B. 2 A fornece-se co-
midas para fora por prego commodo, o aos
doi ingos man de vacca, cafe e ct, a toda a
hora, ludo com aceto.
Preciss-se oe uma ama forra ou cap-
tiva, que compre e faga o dmis servico in-
terno de una casa de pouca l'.milia : pica-
se bem : na rua daCloria n. *i.
a pessoa que precisa fallar cora D. Ki-
lippa Bmicia da Silva, dirija-se ao Iecife,
ruaooTorr s, casa n. tu, primeiro andar.
Precisa-se na pad?ria .lo Chora-meni-
no, de um torneiro e dous amassadures bons
paga-se bem
i'ugio no i!ia7, as 8 horas da noite,
uma iireacr fuia, brsUnte robusta, tem
30 anuos, pouco mais ou menos, pea muito
glandes, uma gra:,de costara no peito, pro-
cedida de uma boba, urna outra no rosto.
itriir.i.iid .1. .!.. _.~ _. ..
-- rtesencaminhoa-sc do poder do ahaixo
assignado uma letra scala pelos Srs. Saun-
>n-n,~- dprs ,!r "'i''rs& C. d qnantla de |4.89I>052
'ila pelos Srs. Tsssotlrm.los a vencer cm
Constando fn anatxo assignado. cons-|?0',B *l,ril Proxirno viniouro; o acetlanle
tractor particular ttieonco prulico.quc ama !' PsU ^'"^'"'o Dar n8o paga-la e roga-se
compaihta dena/cgagiSo a vapor se vai or- i a q !e,n possa le"la achado o obsequio de
anisar para o interior desta ciiodc, c ten io| r,,!ill,u,"la ao ab's<> asslgnado, assim como
proporcOes'""' Pr,!VCn" que ninguem a negocie visto ter
bem satisfateras Sl to P<1''1
Manoel Jfiaquini Ktmos e Silva-
DEIIBT'
Precisase, le um lellor para um Sitio
pequeo, de nm cstrangeiro, perto da piara.
gradando paga-se bem : dirija-seno eseri-
ptoriodn primeiro andar n. g*t>, rua do Tor-
res, praga do Corpo Santo.
aprender, espelhos de varios Uraanhos, me-
sas elastics, aparado r9s, bancas larajogo,
etc., objectos do vidro p0 celana para sala,
ditos de louga, poreel ,a> c vi 1ro para ser-
vigo de mesa, cmiieii diversos, relogios
de parede, ditos de al^ ,jra> obras do ouro
e prata, e outros muitos*0|)jectt8| qUe rjra
desnCfsssario mencionar, 0J qUes scrSo
vendidos senj limitle Igura v terQa ftra 2:,
do corrente, as 10 e 1|-' ilotas n,,nDa4t
Leilao
i:
Feijao9 e nozes.
Manoel Joaquim de Oliveira & C, por in-
termedio do agente Borja, farao leilao por
conta de quem portencer, de 100 saceos com
feijao e i> barricas co..i nozes : s.*gunda-
fera, 22 do corrente, as II horas da ma-
nhaa, em o seu aima/em na rua do Codor-
niz n. 16.
LEILAO
Sabbado UO pe/ agente
Cru.
Pestaa
ja delineado um barro com as proporgOes
que julga necessaria para
necessidades deata ntvegagSo, e que se
obriza por em oraiics, ollnrece ao conheci
ment dos futuros emprezsrios; as suas
propor-es sSo as seguintes: 190 pala os de
couipr meBtO, 20 de horca e 5 de pOQtal, de-
mandando 16 poli gados .! agua;'lendo
acommo.agots para 80 passageiros de popa
e pn.a Julga dever em pregar as madeiras
segointes : cavernas de pao carga ou uitici-
ca, e fon lo de louiu ; a sua forc i podea ser
do 20 a 2.> cavallos, sendo os cylmdros da
machina tirisontal, bem como deve hver'
Igualda de piipa e (irapara uao lazet ala
larga. 3 n asj^^orooeT qoe icl:ar|Mm
,dj,bi;; < i (,-d oa b a i xo 'ssignado preencbw*,
nos'que lem em vista a companhia, garan-
lindo-lbe o bom desempenho mi fabuco de
tal oh a, si ella se quizer uttlisar de SBU
p esli ao^-Jos Elias Machado Freir.
Precisa-sede uma pessoa rom as
babili acOes necessaria para tomar conta
de um armazem de tazenda em grosso,
tervindo sera' bem remunerada! dir-
jam-se a esta tvpographia era caita le-
chada sol) ai iniciaes. Z.
No dia 20 do corrente linda a audiencia
do lllm. Sr. Dr. juizde capellas, se ha de
proceder a arrcmat8g3o des rendas do ar-
inazerr n. 5 do eses da Alfandega, avahados melhores fazeudas do mclhor gostO possivel
por 80"/iiuuacs, sendo a arrematagio pori .1 lluuder.
espaco de S annos. conforme o escripto emj --Or. D.-, Parlas qoe mora na ci.iadc
mo do porteiro do juizo. deOlinda, na rua do '..paro, pode mandar
ti azor q toleque que aonunt ia para vender,
Francelino Izidoro l.eal A C. tem no
armazem do Alies saceos grandes com Tre-
lo o al lista, viudo ltimamente de Lisboa,
por prego commn lo.
ArTaixas com ma
los salvados do b
dnhero i
JoSo Jos dos Santos, subdito portu-
guez vai faz'-r uma viagem a Portugal, deis
por seos procura-lores o- Srs : I." o seu
socio Antonio Abetino l.eite Itraga ; -i.- Jos
Alves L-ma; 3 Antonio Joaquim l'erreira
Porto,
juros om pequeas j Quem precisar de alguna trahalhado-1 seos eseravos lenham comprado ou hajam
outo : na praga da res poriucuezes, diiija-se a rua da Cadeia 'de comprar em seo aune, sem laltra sua.
IdoRecife n. 4. Bornardiao Frauciscojje ''-
^ l'.iulo Iiaip,riu% -icnlisls.rra.Nova D.4I 1 *Sf
v na mesma rasa lem amia e pi'.xlanlrilic*. 5j
Precisa-se de orna rasa de um andar
com cozinha nos segointes ras: Nova,
respo, collegio, Queimado, Cadeia, Rosa-
rio, i r ;zes, quartels, do bairro de Santo An-
tonio, e n3o Pavendo nessas ras entilo na
'" 'IfifrntU "i[|[ "--'- ou C;d
t\ ui'io tambem ^-_nrin''11' luffl-nndi
andar de quabiuer sobrado que tenha ou-
tros andares, seodo que o aluguel dever
ser por tresmezes: quem tiver dirija-se a
casa le Joaquim Marques Santiago, na rua
do flruin, passaudo o chafarla.
Precisa-se le una ama forra ou cauti-
va, que salbs cozinhar e lavar de sabilo, e
eugommar: na rua dos Pescadores, pi-
da ra.
- o ahaixo ssignado, esubelecidocom
loja dealfaiate na rua Nova n j;, scieotittca
orespeilavel publico, que s.; acha habili-
tad a desempenhar toda e qualquer obra
tendente a sua profissSo, sendo manuiac-
tur-i-ias por olliciaes rcentc'r.ieule chi-gajos
de Hambiirgo ; haveudo na mesma luja as
procedida de dor de dente, olhos '.equenos,
Taita de um denle na freute da parle de ci-
ma, I. vou vestido roto] velho, outro novo,
chao, ,. reto com liatras brancas e llores en-
carnadas, e outros ji ve os; chama-se
II- ti iqjcla e da nais por l^dicidade por as-
sim se ter ebrismado : porlanto pede-se as
autoridades e eapiUes de campo a captura
della, o se protesta com te lo o rigor da lei
contra quem a tiv.r acostada: quem ape-
gar leve ao largo do Collegio n. 6.
Iloje fiuua a au inicia do Sr. Dr. juiz
mucicipal da segunda vara, sita ua rua das
Cruzas,ao meio dia, sera aire atada por
execugao de Francisco Jos da Costa contra
Manoel de Barros do Naseimento, um casa
terrea sita na rua do Bbagueira n 4, por
1:200,escrivSoBapttsta. He a ultima nrag-,
lim rapaz portuguez, acliau lo-se .1 a-
mado, oOerece-se para ciixeiroe qualquer
estabelecimento.excepio laberua, e padaria :
quem precisar annunr.e para ser procurado'
ecer na rua da Cadea d (ecife dv"
primeiro andar, das 9 horas i'-s manaaa e^^
Superior trave-
j amento. x
\ endose superior ti- ejamenlo de 2i
a ->0 palmos de cumi lento, madeira
da melbor qualidade | r ser massaian-
dub.i esapucaia, a v'r defronte do so-
brado do Sr. .lose Hygino de .Miranda no
caes do liamos, e ttatar no armazem da
ruada aloe.'an. 7, no mesmo armazem
vende-sc tima macLina patente para picar
capim.
Afteneo
PECHINCH4 CSH TOQUE DE
A?R1A
Na ra do crespo, loja da
esquina Qae volta para
a rua da adela, vnde-
se o seguititf :
I'eqasde nidapoloa 19280, I98OO, S0O0,
?:>no, e :;^ooo
Ditas de dito muito lino a :i/ouni 43000,
WSOO, e 5=000.
Ditas do riscado de li alio com 48 e 50 co-
vados a jsoo. 5, SIMO, e 6^*00.
Ditas de algo flo traogado asal, com 48 c
covados a IIOOO, 380), 5S800, e 63000.
'as de dito liso com rJl) jardas a 1*600,
Hitaste dito liso para scco com 26 varas
a 49noo. ^.
Hitas do aito irangado, branco, com 26 va-
ras a 3S500?1
l'aniio f.ul i'roprio para capotes, e man-
tas a 15200 e 1J100 o corado.
lulo mais lio a lotuo, e '25000 o covado.
Meas deee !a a 1,000 o
par;
Vendem-sc mels.de seda prctas proprias
pars a quaresma pelo barato prego de 19 o
par : na loja de Leiti Arthur C.
Farello
em saceos muito gran:'es,v e de muilo boa
qualidade, e so venden Lopes IrmSos K
llran lao, no caes da Jilfatide^a n. 7, pelo di-
minuto prego de 6|000 o saccP-
Milho:
^ iVo armazeui de iv^anoel
*! i< J de Oliveira^ C.
rua do Cordnz n. 16em
frente co becco da Malfe.
Deds veiide-.se milhjL^
muito bom e mais barato
ilo que em outra qualquer
darte.
Vende-sc na na da Madre de Dos
n. I >, armazem de Novaes & C, barris
de ten-
sitos de lezesa pr
-Vende-ee uti silio com boa casado
vivenda, e mais 7 casas pequeas, um grande
telliriro nr.tnrii, rtora 'a,,ni... ,..J^ e____J.
i
i ro ou cuba hidrulicos para depo-
i de fezes a pru*o commodo.
plheiro proprio para -ancho, ludo fizando
I rente da p-opriedade, que he na rua do Ca-
bral de Dunda, urna grande e etcMlente
haixa de capim e algnmas arvores de fruc-
to, sendo o (indo a proariedade a limilaujfc.:,
com a estrada nova donoite. quem pre^
tender dirija-se a mesma proprieiia^--4
botica da rua de S. lie to. qu' >" com
quem tratar. r
Vende-se uma cass Ir 9ita na rua
do Pilar, em Kiira de i'o-l :i0 ; os pre-
tendentes podtm ir ve-1' e tratar ua rua da
Cadeia do Itecifo ,-.. 33, loja.
4 verdtdera fa-
r so lia de ara-
r
^
da tardo
teem innoociou ra .ar
namento para miisa, din
cuiileiro defronte da mat
n. 8(i.
I'lt JUST* F.
de um or-
ja-se a casa de
da Boa-Vista
M-XK-SARK pftEVEtC40
Previno aorespeitavel pf,co e ejp.ci8,
ment a quem que, qu*/,,,^,-,- cm ,.,.
co com quaesque.r b^Ts deJoaqulm Gue-
les 'a'-osla, irnrad..rrcm Tsinandar, qu
elle nBo pode venden e aem henar de
modo algum quaes^ner de seos bens, or
isso qoe lendo-mc,,.,.., j : ,., Mi|((, e'eu
ao padre Jos Prc,firlo cmes, acniit,.C(.
que esli reconhe-/, ,0 ,,Be 0 mesmo siti
nao na proprio. b sim pertence te aos ter-
renos da rorUle{, e Taman iar, boje ce-
didos por decreto '
Ail'FMEOTm
\a gIeria eoflicins do aterro da Boa-Vis-
ti 11 (, lerceiro andar, continua-se a lirar
relratoi pelo novissimu syslema norte-ame-
ricano- x perfiigSo dos retratos sabidos
deste estabelecitnento he asss conlieri tu lo
publico desta capital.
. A pessoa que quizer acabar o lempo
de dous annos deprava e tenlia os requisi-
tos da lei, dirija se aooecco das Barreiras
n. 5.
- Precisa-se fallar toSr Fre Caetano oti
paire Caetano que morn n > asteo do Ter-
co, dir ja-se a livraiia ns. C e 8 da praga da
Independencia.
1 m bom criado.
Offence sei-m bom criado, que enlende
de copeiro e de lo o o mais servigo de qual-
quer e-isa : na rua da Cadeia do liecife n. 4.
O abslxo assignado previne aos senho-
nj rua Direita u. ce.
--- .\a auarla-lei~a. 24 Jo corren!., ao
meio ola, fin 'a a audiencia do lllm Sr. Dr.
.unos porneerpto imperial a companbia da
estrada de rer/f(l> e i,): mesmo Candes de
fuer lirmee valiosa dita ven la, entretanto
que consta/ qU0 s pretende alienar, teudo
jaaMOBfiricipio siibertar illegalmente os
dous iLfijros eseravos, que possuia. Itio
^onuSo 6 de levereiro de 1858,Fxancisco
'l r el a Barros Wanderley.
jaiz municipal da segunda vai a, se tem Ae tfaaoel Pereira MagalhSes, solicitador
arrematar s ronda annual da casa terrea iu1' u di torios desta cidade provisiunado
9 da Iravessa da Madre de Dos, por curff0',.l. iamente por carta imperial, visa ao
de dous anuos, conforme O esiriplo-em i,r. | res,..'itaTd publico^j|aoeciala
der do .orteiro do juizo. He a ultima pra^a 11111 tllluiuliill SJlIlHmili 1 flli|||||j tu idn todos
__:__._ ,. os dias uteis no r Ierro da -.a ITista n J.
azxzzz zssffr^ dcaT; Ka "Sadas "r t r^ -
1 rT.^.n.. r "! aan da taide, sendo que. SOteS 6 deuois dessas
andar.
luchas de llamburg^
Alugam se e vendeui-se 5 melliores bi-
olias ha pouco chegadas leu'umburgo, pelo
diminuto prego de 320 e8/lS- praca
Ja InJepen :encia 11. 4.
Veode-sf na fu da Cadeia do flecife n. I.
/ CaS venda.
Ven^e-se a casa n. 1( na rua dos Trazeres
d*uairro da Moa Vista, a quil est hvre e
bancada na m-r-ma so dir quem a
vende.
- Vende-se um sola e uma varanda do
friTo com !8 |.a nos, estante a moderna, e
resto de. nmrs tiiadetias de obras, enchams,
C*""tas e lijlos inleiros. e tambera algui.a
P-.VqSo partida para Itcorces, c um banco
de campia; na roa do lUngel n. 21, a qual-
quer hora do dia.
Vendem-sa na loj de Adriano ^ Css-
tro, rua do Crespo 11 10. esquina da rua das
Cruzes, bsaquiops de rambraia adamasra-
das, o mata beaj feilo possivel, pelo preco
de Oo cada uma.
pQ i t]
ClliU
a,
vulgan ite ch nado Irsqaes, acaba dede-
rcar, e v
''irlas, por prrc
Ferreira \ Mrtir]
leos n. i.
m em eaixinhas de 4i>
rs nel : no armazem de
s, aatiavessa da Madre ib-
Superior botassa tifi /us-
verd.'idi ira
l'rucurar se oouver urgen
ca no seu sitio no legar da 'forre, onde
niora animalmente.
i'recist-se de um caixeiro para taber-
na, que tenha pr?.ti.:a : a tralsr no armazem
I de ma ieira da re do Sol n. 25
Preciss-se/rlug servigo nter- rua da Cad
He chegado a lojr de ...,. ,t(,rro n0 de ? *"* torn ou,"*?""'
daKoa-Vistan. 7. eZ^^fiZll"^^ "
Je rosa branca, pararelresc8r peie, lirar
a da Uoeda
Cuaba, por
a qualquer
1 rua d/*s flores 11. '..
.'.unos, sardas e e;i.;,inhas, igualmente o a- Pcrdeu-e honlem, 17''.o corrente, no
res coir.nierc nies e mais pessoas, quo nao famadooleo babos^ para |imp;1r e fazer eres- acompanham/ento .'a procissao do cioza, um
se responsablhsa por qualquer genero que ceros cabellos ; dS5lm como D0 imperial ,e au el-io de e/uro : queni tiver reliado, que- dars'rf l'as-eio Publico n. 7
I; rio da florenia para broloejas e asperida- rendo restitiiir, ditija-se a rua do Aragiio, / _- Vende-se um 11 'gra de boa figura, ofli-
aesdi1 pello, ,'nserva a frescura e o avellu-j bairro da Dola-Vlsta 11 7, quo sera bem gra^fcial de eiireiro, ou u.clequo : na rua do
*" da pnuii,rosa da vida. Ih.^
l'-i. .
u. 7, no correr Jo 1
menos prego do que em
parte.
ten lem-se -a-ros jfr-3Mj,.., com arroz
de casca. '.11 pn^o coqjlmodo: na rua do
Vigario n. .'.
Ven lc-so uma a^crava cabra, que tem
17 anuos ie ida i,y, 1, 1.111 i rio de 3 annos,
sabe coser e en jjgfhi i>.--r: quem a prelen 1er,
linja-se a casabe JoSo da t.unha Magalh3es,
,0 Kecife n 51.
Vcnd/iiwe g pos do meias garrafas
vasias; n/ni, da Cadeis do liecife 11. 53.
se uro cavalloque lem servido
Vej
e carr.
vo se.
e sol", rst descarnado, c o muti-
ao comprador : na loja de faien-
! tilicado.
/ ILivramenlo n. 4.
MIJTM r>rsn
MELHOR FXFMPI AR FNPTRn
i !i


DIARIO1 DE PERNAMBUCO SABIUDO 20 DE FEVEREIRO DE 18b8.
" -*-------------______________________
GRANDE ARMAZEM DE ROIPA FEI1A
DE
Jos Luiz Pereira Jnior,
Ra Nova n. 49, junto a Conceigao dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico um grande sortimento de roupas fei-
tas, como sejam casacas, sobrecasacas, palitos, fraques, e gndolas de pan-
no fino preto e de cores, palitos de casemira de cores, o mwcMa, ditos de
popelina de seda preta o de cores, ditos de merino setim, ditos de alpaca
preta e de corea, ditos de brim branco e de cores, ditos de fringa e riscados
caigas de casemira preta e de cores, ditas de merino, ditos de brim e d
outras muitas qualidades, colletes de velludo, gurgurao e s.im preto, ditos
decores, becas para desembargadores. juizes de direito, e nomotores, far-
danientos para guarda nacional o primeira linha, ditos para ; iados, camisas,
chapeos, grvalas e luvas de todas as qualidades. Nao s3 recebe obra al-
giima de encommenda, que no seja conferida do armazem.

?,*
s
w
%
*W$m
--- Vendem-se nquissimos espelhos dos-
mais modernos queba chegado, com vidros
de 5 palmos e menores, para todos os tama-
nbos, com riquissimas guarnieres douradas,
ttmbem riquissimas molduras douradas,
com 13 a H palmos de comprimento, era'
porcao e a retalho, de meia a 4 poilegadas
de largura, proprias para guarnecer salas,
pelo diminuto prego de 320 rs. o palmo ; ha
tambera grande quantidade de rutim e pa-
Iha aparelhada, em porgOes e a retalho, mais
barato que em outra qualquer parte : na
ra estrella do Rosirio n. 3t, armazem de
Jos Moreira da Si
f^^SSSSS^S^
Folltiiilia
pura o auno de 1858.
Achani-sea' venda as bem conliecidas
lollnnlias impressas nesta ^typographia,
para o annoijue vem, das seguintes qua-
lidades :
l-olhinhade variedade,-contendo, ale'm LNr'l E.NTO IIOLLOWAY.
dos mezes, umitas noticias scientificas, l nn?!,5. de ln'Iivi,lu<>s le todas as nagoes
modode plantar e colhera nova canna 5ZomZ'Z^ as virludes desle re-
dp aicnnr ,..: l i, i lncon,P'ir.ivel,e irov.irem caso necesse-
le assucar, noticia sobre o millio e ai- no, que.pelousoquedellelizeram.tem seu
Loja de Leite, Artliiu-
& C.
RA DOQUEIMADO N. 10.
Acaba de receber agora um completo sor-
timenlo de gollinhas econmicas que est
vendondo pelo barato piego de 800 rs.
Manteletes a 8,000
Ricos manteletes r retos proprios para a
quaresma pelo barato i reg de 83 : na loja
del.eite Arthur & C.
REMEDIO IMCOMPAIiAYEL.
**
u*r,.
^V1 5?.o. -cy.
ROA BO CEiMADO

-. v-J
vil.t

Grande e novo
sortimento de fazendas de
todasas qualidades, vn-
das pelos iiltituosjavius
da Bu roa.
godio, e uma serie de conhecimento
das artes, etc., etc., cada urna. 520
pelo Rvm. conego penitenciario da S
de Oiinda, segundo a rubrica, a r|ual
loi revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
'uljjou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. 400
Dita de porta, na forma usada ate ago-
* ......160
Vendem-se nicamente na livrarians.
ti e 8 da praca da Independencia.
Ra do Crespo
loja de Jos Gongalves MaWoira, acaba de re-
ceber de Pars pelo paquete Tyoe as segun-
tcs azendas : cortes de vestidos de seJa
com 3 babados, ricamente bordados a vel-
ludo, o mais superior que at o presente
tem apparecido no mercado, a 2305, 200?,
1805 e 1503, ditos borda los a seda a 100-J,
80f, 7PS, 653 e 60;, visitas de grosdenaple
preto superior, bordadas, a 20 e 25/, man-
tas de blondo pretas bordadas i 169, 203, 253,
c 303 cada uma, luvas de pellica de Jouvin,
pretas e de cores para homem e senhora a
'3500, grosdenaple e nobreza preta a 13600.
13S0O, -21, 2-SiOO, 23600, 2#800 e 33 o cova-
do, velludo preto e de cores superior a 6/'
corpo e membrosinleiramentesSos, depois
ae haver erapregado intilmente outros tra-
lamentos. Cada pessia poder-se-ha conven
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada ? h^.
Id ..... a dessas Cllras m.-ravilhosas pela leitjra !.
dos peridicos que Ibas relatara lodos OS 1 < .-
______.- a~i.. "delna adamascados,pretos e decoren.
.Novidadede l'aris, tazenda da se com ra-
n>aKe,n e litlra matitada para vestidos de
eiihora,muilo propno pas a asanlo, co-
vado.......
Belleza He Bengala, fund toda de seda
transparente com lislras matizadas ,
propria para bailes, covado.....
Cambra ia e seda de Bengala com listras ma-
lizadas, covadr.........
liare:; de sed om qnadros e lislras asieli-
nadas, ce ,o .,........
Grosdenap1 preto e de coies, muilo su-
perior, vado.........
Dito dil ne dito muilo largo, proprio para
ferr Je obra, eovad........
^ei* e quadriphos, covado.....
de seda assetinado......
asuliua braora e de cores, corado. .
anaifraaeeaaadeefei Cuas, covado. .
Cliilas trancezas, o covado......
\ elbutina de cores, c ivadi'......
Mantas de bloir prelss e brancas, proprias
pira cas;imenlos, covado......
Panno lino preto e decores, para lodosos
presos ............
Cbapeos de palliulia, turrados, proprios pa-
ra a eslavo..........
Chales de seda de cores, snptriorts .
mos de merino bordados a velludo .
Ditos de dito de dito a seda......
Uilos de dito bordados em 2 pona. .
Uitosde dito com listra de seda .
I'ilosdedilolisu' ,,.iji franjasde seda .
'los de dito com franjnsde 15a
1;JII0
lCtiOO
13100
Deposito
DE
Cera de carnauba c velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio de algodfio da Babia.
Sola e pclles de cabra.
i.ummn do Aracaly.
liarriscom brea.
No largoda Assembla confronte aporta
da inspecgio n. 9,aonde se vende por monos
prego queem outra qualquer parle.
Agencia
da fundico Low->1orr,
ra da Vnzala "ova
n. 4<2.
Ndgteostabolecimcntocotitina'a haver
un completo sortimenlo de moendas e
meins mocil das para engcnbo.macbinasde
?apore taixasde ferro batido o coado de
lodosostamanhos para dito.
relogios de pa-
tente
Attencao.
iVovalojadequa-
tro portas.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello aca-
i. ,ln.,Kn:n ,. nnat IaI* ... .t,. A.mI
Superiores relogios
de ouro e prata patente
an- suisso, vende Autouio j,
des, de ouro patente inglez, para bomem (Je Qj AvpvpIn r|i
esenhora, de um dos melhores fabricantes i VJ'cird AZeveUO, TUa
de Liverpool, vindos pelo ultimo nannele da fVll* I
Reioo-ios
cobertos e dcscobertos, pequeos e gran-
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete da Cruz II I
inglez : em casa de Soutball Mellor ra po Torres n. 38.
Paula & Sontos tem para vender i)ar-
QglezesdeoUrO, desabnele c devidro:
veiidem-sea precoi a/.oavel, em casa de
1-aO AUj'usto Cesar d Abren, na ruada Ca-
dei i do-Iiccifc. armazem n. ">.
.. ; ------------>(uv ni aS ie:(ll aiasna muitos anuos; e a maior parle els, r, -
^WoorprendBtes que admirara os \ rVgenci pu a* compr,d" a
mdicos mais celebns. Quintas pessoas re-
conraram com este soberano remedio o uso
ae mjus bragos c pernas, depois de ter per-
manecido longo tem) no; bospitaes, onde
oeviamsoareraampulagao! ellas ha mui-
ia, que havendo dei:;ado esses asylos de pa-
ueciaento, parase lao submellerem a essa
jOperagao dolorosa. foram ciradascompleta-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na elusao
MiCl. recuonheci|nenlo,declararam estes re
sunauos benficos (liante do lord correge-
aor e outros magistrados, alim de mais au-
tenticarem sua allirn ativa.
IVinguem desespenria do estado de su-
saude se tivesse bastante conlianga para en-
sdiar este remedio c< nstanlemenie, segiun-
uoaigum tempoo tratamentj que necessi-
""e a nalureza do mal, cuio resultado .seria
provar inconlestavelnenie: (uetudo cura.
O ungento he ulii, mes particularmente
nos segu ntes casot.
Alporcas.
-- -~----------- .j v, ... ,viu>u^ll. IIOS-
panhola a 23, s*C0, 23600 e 33 o covado,
uffe desuda preto a 13 o covado, chales de
(aimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras,
uores de cabera.
das costas!
dos membros.
Tt e 8| o covado. sarja rela verd.dura hes- FrtT?
panhola a 23. M89, 23600 e 33 o covado. t'n,l"mi>lades_d
lis em geral.
Enlermidadesdoanu:
seda preta a 203*30r, e ditos de retroz pre- f m ''" Janus
tose matisados, manguitos de eambraia bor-l y, u.Pesescorbuticai
dados superiores, gollinhas bordadas, e ou- r f.1"1 abdomen,
tras muitas fazendas que se receberam. Dro- ade ou falta de
iras muitas fazendas que se receberara. pro-
prias para quaresma, e de prego mais com-
modo, que se. muslraro ao comprador.
Farelo de
N Lisboa
I m saceos grandes de estopa, Travassos
lu mor & C, no seu armazem, ra do Aroo-
r im, ou defronte da escadinha, armazem do
ftt, yAnnes, prego commodo.
Praija da Independencia
InlTammagao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
* dos pt i los.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pi'lmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurages ptridas,
linha, en qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
i do ligado.
das articulagOes.
Veias torcidas ou no
dadas as pernas.
Vende.se estejunguento no estabclecimen-
lo geral deLondres n.2U, Strard, e na
toia de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Su I, llavana e Kespanha.
Vende-se a80ors. .'ada bocctinha.conlem
uma instrucgao em portuguez para explicar
o modo de fazer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pnarmaceutico, nana da Cruz n. 22, em
Hernambuco.
calor as er.lremi
dades.
Frieiras.
Cengivasescaldadas.
InchagOes.
Inflammago do ligado
da bexiua.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWYA
n. 4.
novo :estabelecimento de viuvv
BASTOS & C.
Onde se encontram os seguintes gneros,
que se vendeos por baratissimos pregos a di-
nbeiro o vista :
Kxcellente bolachinha de araruta, do Rio
e da provincia, dita americana, bolinhos
lrancezes em caixinhas mnito lindas, pao-
i lo, doces de differentee qualidades em
coi.serva.como sajam aaieixas, pecego, pera,
moris- eginja, ltimamente chegados
de Lisboa, seceos do diversos palada-
res, amend^ -ancezas em Irascos de vi-
dro.passas. no. amendoasdoce de cajui Este inestimavel especifico, composto ni.
luper. chahyson, excelleiite! teiramentede bervas medicinaes, nao con-

23000
13600
9">0
950
3241
--i;n
9SM0
8O0
3
8
:t35oo
9
173000
99OUO
123000
7J000
63000
55000
39OOO
9
, ..uu.is-vo .;, UD m, ,,.,..- 1 paula & sumos tem para vender
ba de abrir uma nova loja na ra do Quei-1 ricas com superior farelo recentemente rhe-
mado n. 37. passando o beccoda Congrega- gado> e por pr0|.o commodo : no seu arma
gao, e ah se encontrara o mais rico sort- zem dt rua d0 Amt.rim n. 48.
ment de vestidos de sdla com babados el
sem elles. pelo menos prego do que cm ou-
tra qualquer parte, assim como om comple-
to sortimenlo de patitose sobrecasacas, cal-
gas de casemira e colletes de gorguriin, ludo
do melhor gosto e modernismo, ricos cha-
peos de senhora de diverss qualidades, um
escolenle sortimenlo de luvas e mcius, gros-
denaple preto, o covado 1(800, 29, 28400 e
25600, sarja lavrada preta, o covado 29200,
-J36OO e'23800, dita lisa hespanhola, covado
3400, cassas muilo finas, vara 100, 500. 560
c 640, chitas francezas finas, covado 280 e
300, ditas inglezas milito linas a 200 rs. o co-
vado, tudo de bonitos padroes, diamantinas
de gostos inleiramenle novos, covado 800
rs., indianas de seda, covado 13200, flanePa
de todas as cores, cavado )00 rs., velbulina,
covado 750, grosdenaple de cor 2?, fil de li-
nho lavrado, vara 1300, assim como muitas
mais fazendas que nao he possivpl aqu fa-
zer mengao dcllas todas, por haver grande
sortimento.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em bar ra como em caisas,
licores e aba) nthe, chegado tecentemen-
le, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
C:Q

%&&>
-.^o-y:-
Cabos sortidos da Russia, Cai-
ro c Manlia.
:. Ii-r iV C., rua da Cruz n. .").
O
o
SAPATOS IjO ARACATY,
> dos melhores que lemvindo acstemerca-
Lon.i&da Uussia, brinSC biin- ?,3 do, parahomens e meninos, de palla e de
- prelhas : em casa deCaminha A- Filbos.rua
oa Cadeia doRecifc n. 60, primeiro andar.
Dilm de dita com ditas a principe de lilil-
es ............
ilas de ditas .1'americana......
Cortes de cohete de velludo de novos
padrs s .......
Ditos de setim branco bordados, proprios
para casamento.........
uitosde gorgurao de seda de novos pa-
droes ............
Dilos decalca de casemira de (dus as qua-
lidades.........._
Chapeos de sold seda superiores .'
Chapeos de massa lrancezes.....
Lencos de cambraia bordados, finos, para
mao..........
Lavas de seda de (odas asqoalidadts, para
homem, seuhoras e meninas.....
Cortes de vestido de seda de cores e brancos
a Pekim o mais superior e moderno que
na no mercado ........
Palitos de argentina de corea escuras .
Hitci alpaca de iie cores lina.....
Ditos de dila prela........
Ditos de fuslao assthnnito .....'.'
Olios de ganga de cores......
Ditos de brim de qnadiinhos. .' [
Ditos de brim pardo fino......
Ditos de hrelanba de linho brancos. .' ]
jondola.de alpaea preta e de c.iies. .
Lm frenle do becco da Congregarlo, passando
101a de lerranens. a secunda de fazendas n. 40.
-S. SriElilEL gociantes, eslabelecidos lia mu i tos alios
em Londres, teem a satisfacrao de par-
ticipara seos correspondentes e ao publi-
13000
103000
9
3*000
9
79509
.;500
15000

9
'OOOO
595O0
45UOO
59I 110
40500
:iro.JO
MKKI
48IKI
5;(K)U
z-es.
Cobrec metal para ion o cun ||
prego. m
Oleo delinliara c Velas steari- r?
luis. .;';-
@ Eslanho em bairinlius, Bar- $
"Ina. ||
^ Vinlios (nos de Mosellc c Joan- ^
fY5 nisberg espumoso, e de liordeux @
$ em quartolas. ;*;.
i? C. J. ASILEV C.
MMM& &GQQC
Lia casa de Ifenry Brunn & C. rua
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em rimas de 1 duzia.
Cadeias de vime.
Um grande sortimento de locadores.
Retratos aolo para sala de jantar.
Espelho com moldara.
Pimos dos melhores fabricados em llam-
burgo.
:
.
Pia
m casadeRabeSchmctlau vCompanhia,
rua da Cadeia n. 37, veudcm-seelnganw
Pianos do afaniadofabricantc Traumann
de Hamburao.
isciismo paia mm
NAFUND1CAO DE FERRO DO ENGE-
NHE1RO DAVID W. BOWMAX, a
RUA DO BRUM, PASSANDO O olIA-
FAIUZ,
1.......- ha sempre um grande sortimento dos se-
co, que: acabam de fundar casas liliaes guintes objectos de mecanismos proprios
nos principaes portse distritos manu- Pra engenhos, a saber : moendas e meiss
l'actureiros de Franca, Alemanlia Helci- m_0,3'lds,d8 ma's moderna construegao ; ta-
ca e Hollaiida. nier,.! .lw;2I "as de ferro fundido e batido, de superior
PILULAS HOLLOWAV
chimpagoeemelhor,.coremgarralas,meias
e quarta i de dita, o precioso marrasquinho,
marmellada de Lisboa muito boa, assucar
candi, os melhores charutos da Babia do a-
Ismado fabricante Thomc Pinto, azeile doce
lrancezom garraas, e bichas de^lamburgo,
para vendar e alugar.
No Passeio Publico, loja r 11, de Fer-
reira & Cruz, existe uma porca cortes
de casemira de cores pelo barat preco de
3f o corte, cortes de cassa chita p.ilr'esde
gosto a 23400. chales de merm bordados e
lisos, lindas mussulinas, chitas francezas,
um completo sortimento de madapolOes,
chitas, algodaozinhos, bnns dequadros.sar
ca e Hollanda, conservando alcmdisso
suas proprias casas anteriormente eslabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
porto mais commerciasdaCra-Bretartlia,
e cstao em posie.lode offerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assimem Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de uma casa para
compra ou venda de artigo, bem como
para os negocios de IransaccSo de crdito
,) banco de qualquer genero'.
As pessoas que nao loremeonhecidasdos
annuncianles deve aoacompenharsuas or-
den* com os fundos necessarios para sua
exeuccao ; icando entendidas que os an-
nunciantes nao teem dilliculdade em adi-
antar 7.". 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precos crlenles e mais informarnos
commerciaes, f|ue forem |>edidas, serao
enviadasgraliiitamente, salvo o porte do
correio, podendodirigir-so aosannunci-
a ntes.
Cera de car-
nauba
geliossdelaao seda de cores, leugos de se Ja! ^ ma,S m,0*8 v!i0 dev.
de todas as cores.chales, castores .le diversas 3. S,er,5*L^m "m co
w------------------------------------------vi aw..^ j.n (JO 1C id
de todas as cores.chales, castores .le diversas
cores e gostos, merino de madrastas, e mui-
tas outras fazendas que se vendero por pre-
c.os commodos, a vista da moeda.
BATATAS.
Vendem-se batatas oltimaniente c.bega-
dss, a 23 a arroba : na travesss da Madre de
Dos n. 10.
tem mercurio, neraalguma outrasubtancia
delecterea. Benigno a mais lenra infancia
ea compleicao mais delicada, he igualoion'
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na compleicao mal, robusta; he inleira- ...imnemauM
mente innocente em suas oporaceseeflei- a saceos : lio armazem'do
tos ; pois busca e reraove as doengas de r
qualquer especie e rao, por mais mitigas e
leazos que sejam.
Entre inilhares de pessoas curadas com
este remedio, muita.; queja estavam aspor-
taa morte, pre.aiM ,^^01 seu uso ; con-
seguicirm recobrar 11 saude o forgai.ijepois
de haver tentado intilmente todos osW
,tros remedios.
Asmis alllictas r.lo devem entreoar-se a '
^ni;i\np'i.>-irt '.,...._._______ .1
a V "" ""' *-"ipeienio ensillo
doelhcazeseireii.,sdestaassombrosa medi-
cina e prestes cuperarf.o o beneficio da
saude.
Nao se perca tem )0 em tomar este reme-
dio para qualqueri/jS seguintes eufermida-
des :
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampftlas.
Areias smal de).
Asi luna.
Primeira qualidade : Travassos Jnior &
C, armazem da companhia l'ernambucana :
prego commodo.
~- Vende-se farelo superior cm ba/rioas
saceos : no armazem do Feliciano- Jos
Comes, na rua do Trapiche n. 7.
Na loja
ilas seis portes
-.i ciiucgiir-se a *
mpetenteeniiaioiem ircute do Livrainento
w,..>uu .w.. V lUII^I.JU i IMNilir, UO MI JT! KH
qualidade|e de ;lodos os la manhos; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporgOes; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilbocs, bronzes, pa-
noios e cavilhOes, moinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICO.
seexecutam tonas as encommendas cora a
superioridad" ja conhecida com a devida
presteza e com odidade em prego.
AUenco
No caes do Ramos, no srmazem de Frsn-
Attencao.
isnoo
^60
480
600
Queijos do serlfo os mais frescacs possi-
veis : na rua do Uueimado tt. 14.
Ao Preguiea
QUE ESTA QUEMANDO
boas fazendas por pouco
dinbeiro.
O Pregwi^a da
roa do Queimado continua a fornecer ao
publico, em seu cstabelecimento na esqui-
na do becco do Peise Frito n. 2, o mais bel-
lo e vanado sortimenlo de fazendas, odas
deexccllenle qualidade,epiegos mudo m-
dicos. i\3o 80 queima as fazenda ja por
vezes annunciadas, a saber :
Olindinas para vestidos de senhora.
covado..............
Targclinas dem idem,corto com i3
covados..............
Organdys idem idem, covado '. .
Cambraiss eslampadas, vsra
Ditas .lilas mais linas, vara. '.
Chitas francezas, largas, escuras e
claras, covado...........
Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado..............
Ditas ditas, largas.escurtis e claras,
covado .............
Bretanhesderoloco 10 Varas,pees
Riscados monstros, dos padroes,
covado...........
Lencos de cassa cora cercaduras de
S*t "m..............
ftiasaiem aestas, ofTerecc mais jos seus
rreguezesas seguintes fazendasullimamen-
LRJ:,,e,K.''Ja&: """wulina branca flnissimaa
320 e Jb o covhdo, dita matizada, fina, e do
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
lazinhas muito linas, escuras e claras, to-
das de desenhos inteiramente noves 40O
rs. o covaoo, armelina, lazenda anda nao
vista, trancada e com padroes de laizinha,
pelo b trato prego de 280 o covado, cr.rtes do
nscado francez, bonitos padroes e cores li-
sas a ..200 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, com 8 varas cada pega a
i3o00, dita tapada tambem muilo lina, cnm
10 varas cada pega a 4?800 e 6?600, chales
de laazinha muilo linos a 21*00, ditos de
merino lisos e bordados, de mui lindas co-
res, casemiras enfr-itadas, mescladas, mui
proprias para palitos a/SOO o covado, Lrim
rangado de poro linho e padroes novos a
13*40 a vara, ditos pretos de muilo bom
gosto, e ate proprios para loto a 1/600 a va-
ra. nartAu H Pli..._ j^ __.... T a
l\a loja
das seis portas
Em frente do Livramento
Cambaia iniissulina a 500 rs. a vara, fazen- ,
da nova DO mercado, manguitos, esmisi-
nbas e gollinhas bordadas, filo de linho pre-
to bordado a 1*280 a vara, veiludilho de co-
res a 800 rs. o covado. meias para menino,
brancas c de cores a 240 o par.
>a lanoaria deironte do trapichado
Cimba vende-se superior farinba de man-
dioca em saceos grandes, assim como
bom millio e eijio ludo por preco razoa-
vel:a tratar no armazem da rua da Ma-
dre de Deosn. 12.
--- Vende-se uma escrava crioula de 23
anuos de idade, com habilidades eexcellen-
te le te para criar meninos: no aterro da
lloa-Vista n. 6, terceiro andar.
I'IXIII.NCIIA.
Aterro da Boa-Vista n. 8, deironte da
boneca.
Jos Joaquim Congalves da Silva receben
iillimanicnle queijos pratos, o vende a 700
rs. a libra, um, dilos do reino muito fres-
caes, uro por-j;JW, manteiga ingleza lina,
holinhos de todas as qualidades. taulo fran-
cez como intlez, quartos do passas a 33OOO,
champagne lina, assucar refinado lino, do
Monleiro e de outras refin-gocs, pelo prego
que elles vendem, e muitos outros gneros,
por prego commodo, etc.
Ni na do Trapiche 11,34
escriptorio de ivovaes
&C.
Vende-se superior vinbo do Porto en-
garraiado cm cai.xas de le 2 duzias de
garraas, bem como em barris de e 8-
a | n-eeo commodo.
Vende-(esuperior farinba de man-
dioca cm saceos grandes : na lanoaria
deironte do trapiche do Cunlia.
Vende-se
Folhas de l'landres.
Chumbo em lencol.
900 D'lo em barras. ^^^
Dito de munigao.
Ps de ferro.
I'rcgos de construegao.
Lona.
Linhasbrancas ede ooreseo nvelos.
\o armazem de Jos Antonio Moreir Diss &
U., na rua da cruz n. '26.
GUARDE T01
1 l^la loja da rua Nova n. 20
Bandejas
as mais finas e modernas, en ternos c a-
Kacas e garfos.
haflu08 sortimen!. com cabos do m.rhm.
blalo, ogo, etc., tempera seo lino. m"",m'
Colheres.
fiu.X.r>T'imeI:t,; dpc<""ercs de metal
nuissinio e de vanos leitios.
i r. ,DA''l'*relbt'S para almogo.
1 I nSimo1'^",10 ^ "Pl-srelliosdo ,e-
dernos! ",'"3 pr,U' Bostw, mo-
. S.has.
t.rande sortimento de salvas im.t.mi,,
prata, cora lindas BriVrM rfUyoln0
muilo. hora posto, ditas par. um copo.
Trens pira cozinh.
O mais complejo que le,,, vindo a este
raercado, constando oe p.aellas, eamralaa,
Ingide.rss e ebaleiras forradas de porrcllan.
eestanh.d.s, grelL.s, colbercs. ,"r""'
objectosmais. "
fasticaes
de metal linissimo. e ricos modellos.
Kiitociras.
Ratoeirasde rame, novo modello outras
muitas cuidaras de gostos modernos c pre-
meSndamm qU lUd Te' de cnco'"-
$Ztf!t>fi$ fUtfti**.
260
280 Gomma do
Em porgOes e aretallit u"de-se na i
30o:daCadeian. 57, escriptorio de Trente Vi
23000 anna.
220
120
cisco de Paula Figuera de SaboTaTvenVem- ?'^^ ldePr?oTtePd.,ehn" i"*?'*""
asaceos com rarinh. de mandioca a 7300 500 d os de^casemifas ta "r^'l?8'
osheco. c saceos com gomma c fumo em aTSS!!! ZZ^ ?2EK >,.r*.ca Haas
o em bom estado.
sellins
patente inglez.
S.10 clu-^arli's e arham-se a venda o vrrdadeira
liem mnliendin sellins iaglesM patente: na roa
do Trapiche-Novo 11. 12,armaiem de faendas da
Adamsoo C. Ilonie.
iedes do Mara-
nhao.
Na fabrica de chapeos deso da rua Nova
n. 23, esquima da ramboa do Carmo, rece-
beu-sedo afaranbo um rico sortimento de
rei.es brancas e de cores, as quacs se ven-
dein por prego muilo commodo.
-- Parece impossivel, porem p e-se as
pessok^jjj^jj^irajm "oniprar a il heiro a
vi-.pi,vi-tian: ver n prag~4vJnd leuden-
. t ri .1 //>n\i\ ka ocio 1,n11 tif f)il< 1 *- :
-----------------r .-<> ^ mua n if''V{Jt
alpacas de cores com listras de seda a 560 o
covado, chitas escuras e claras, padroes
miudmhos o graudos, de muitos e variados
gostos, cores fixas eexcellentes pannos a
IbO 180, M0, 220 e 2*0 o covado, pecas de
madapolao com 20 varas a 23900, .'3600 *.-
43500 5800, 53 e 556O0, e muito lino a
6^i,cobertores doa|god3o proprios para
escravos a 700 rs, cada um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
cladas de todas as cores a 540 o covado De
todas estas fazendas. o de outras muitas
aqu nao mencionadas, se darao amostras
sob penhores.
cera >f. carnauba.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Itccile loja n. 50
ruh do Crespo n* l.
Domingo!4 do corrcnle, ausen-
lou-se da casa deseti senlioi um mole..,,,
de nomcllenedcto, cor preta. mcio ma.
gio, levc-11 vestido calca preta de mitim.
camisa de cinta rxa e chapeo do cli.l,
vclbo. l,stemole.,uelem 12 aunos poi-
co maisou menos, ejulga-senuc andar"
vagando poresla ,idade. pois que sahio
uoinpanliedoafuliados mascaras, e ce-
rno Jo. creado no mato e a pouco lempo
esta na praca talvez nao saiba di/.er non-
de mora seu senlior, por isso roga-se a
quemo pegar, levando-o a ,ua da f.,,.
de,a Velha do Kecife lojan. 22, sera' re-
compensado.
a vTlIa dn ,?.dheDgeDho Mupi0' Per'"wnte
e -MI 1 A'menm Croul fiarmano,
de 30 a O anuos de idade. estatura regular
grosso do corpo, car. fe,, e l^xiKos. aecor
teodo sid. comprado ao Sr. Joso Candido
Ramos morador na prov.nci. das .".oa,
/emb.o do anno ptoximo tassado, pela sub-
delegad, des. Antonio desl. cilkde.com
o nooie mudado, trah.lhando de Seror ,
com rcs.de,,,,a no llosari.iho : qem o ap-
prehender pode entreg.-| Cm dito ealt
nho Mupao a seu Sr.Joao l'.es Brrelo de
Lacerta, ou nesta cid.de. rua d7s.o-
d.de, ao aba.so ass.gn.do. que ser"gene-
rosamente recompensado. Recifa 16 de fe-
Cachoeira de rima o escravo Custodio, ca-
bra, de 3o annos de idade. pouco ma "u
menos, olhc.al e ferrelro, ltar. corpo
regulares pouco barbado, calvo no alto U
emCn HC *,V,d" fre"le' C,b"0* "pos!
tem o dedo mnimo da mao direiu alejado,
por causa de um panaricio, algumas cica-
inzes de relho as cosas. Pe> pequen, ,,.
dacnUndea',SdhCdOS Rr*ndeS Ml"'^ um ^
1-150 de unha, proveniente de um un,-.
mac-s grossaa, fuma cg.rro, he jop.dor. p.^
chola e capoeira, e bem parecido; da-w
norl.Dto.500/de gr.ldp,tao a quem o C*
var no engenho Cachoeira de cima frec.m-
Manoel da Cunha Lima Itibeiro.
No dia 13 do coirente mez dcsappare-
ceu do sitio do Cajueiro o moleune de no
mcMarcolino, crioulo, com os sicnaes se-
guintes : idade de 16 a 18 annos, sem barba
corpo fransno, pouca altura, escrolos ,-res-
jidcis. fcste moleque foi escravo da >ri 11
Catharina, moradora na Soledade. foi coz-
nheiro da casa de pasto denominada i^v.
da Cnga.euliimaa.nte foi comprado ao v,
l.laudioi)ubeax: qnem pois o pecar ele-
var ao seu senhor Antonio otelho Puno de
Mesquita na rua da Cadeia do Itecifc n 6*
sera recompensado com generosidade. '
Do engenho Riacbo na provincia das
Alagoas, rugi o escravo EstevSo, mulato
escuro. cHieial de sapateiro, cabellos ca-
cheado?, cara larga, meio banzeiro no an-
dar, ps feios como cambado, loi visto nes-
ta praga e he provavel que esteja trabalhan-
do cm alguma olicina de sapateiro, a coi.,-,
dimos tambem se recommenda a 111a -
^rchensno: quen. o pegar pode leva-lo an
rerorido engenho do seu senhor Concalo
Rodrigues Marinbos. ou-esta praca aNa-
noel Ignacio deoliveirr \ Lilbo, largo do
Corpo Santo, escriptorio n. 6, quesera ge-
nerosamente recompensado.
No dia 18 do mez^ p p.,lngio de Iwi-
dodohrigucSagitario, um eaovaeda
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
2iannosde idade.cstaliira regular, sccto
do coi po, s tem barba 1.0 qu. Jv ,
bellos carapinhoseja tem muitc I gn-
eos, he bem conlieeido por ter as
. muitocalejadas, quando fiipio linlian, 1-
sshbz :s::; ssssz Sr zirk*m A s :E
partos, da idade critica e da crimoma he- ,ado'-e falla m"to manso : qn.n. ,,,-
rcditariadoshnmores; cor.vem aos catar- fial" < o entregar ao sen s, nLnr Haiaotl
--, Francisco da Silva Carrro.na rua dnCnl-
:- legin. 13, tercei 10 andar, fiera' rxm
A loja da es-
trella.
Na rua do Queimado n. 7, loja da estrella,
vendem-se as seguintes fazendas, mais bara-
to do queem outra qualquer parte, a saber:
Palilots de pnno francez. (nos a 'J0000
Ditos de dito diln.-, 289004
Chapeos linos para senhora 16/000
Ditos ditos para dita 20*00fl
Crosdenaples preto e de cores a
Panno preto lino para todos os pregos.
Chapeos francezes Tamberlik, para
homem
Collarinhos c manguitos inglezes.de
um novo goslo, eda melhor quali-
dade que neste genero tem appare-
cido ate hoje 133000
e outras muitas fazendas que se vendem a
dinheiro a vista, por menos do que em ou-
tra loja. '
c de bonitas cores a soM e'oSOOo'^rvIi'a's **CIOfiTIOS o
P!M!!l.'Af_l de.molaa 1/600, Os melhores re.ogiordeonro.p.tenlein
7?50
glez, vendem-se por pregos razoaveis, nt,
escriptorio do agente Oliveira.rua da Ca-
deia do Kccifen.62.arimeiro andar.
Vende-se superior linha de algodSo
Drancase do cores, em novello, para costu-
ra :^em casa de Southall, Mellor & C, rua
do Torres n. 38:
ROB LAFFECTEUR-
Oicoaforia decreto imperiaX.
ar?ni^C,C. SoS hosP',aes rceommendamo
a.n .." ,',?eclf'. como sendo o nico
autorisado pelo governo c pela re,al socieda-
dede medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esla em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
Vnde-se .Icatir. muito larga, e .propria P> com pouca~.T^mSaSSTSt
para igrcja a 230U0 o covado. iceces .la pii m.\l
\a nova loja de
4 portas na rua do Quei-
rpado 11, 157,
Pechinchi !!/
A 2, 28500, 5*'. eSfSOO a p,va. Con?ulacg.
Na rua doOueiinadii, loja n 17. ao p da Debilidad 011 exle-
botica, vendpin-ss madapolOes flnosde'24 nuacSo
ardas, com toque d a*aria a 3, 2j00,4>e Debilidadeonfaltade
:is500 cada pega, cambraia lina de salpicos: torcas para nuil-
para vestidos de senhora e menina, com pe- quer cousa
queno toque e com 10 jardas a 29, 2/500 e Dysinteria.
3j a pega, chitas decores matisadas, linas,
padroes mojemos, e com 38 covados cala
pjga, com um pequeo toque a 6?, mussu-
lina branca lina e assetinada, com pequeo
pefeito a 240 rs., e sendo limpa a ito o co-
vado.
Nova a na de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tem ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal rua do Collegio
n.20, d-sejunto um iinpresso giatis cnsi-
naudo a forma deapplicar.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noventre.
Enfermidadesno ven-
Ire.
Enfermidadesjno fita-
do.
Ditas venreas,
l-.ox'.queca.
Beryaipela.
r'ebies biliosas.
Febres intermitiente"
febreto da especie.
Cotia.
Mi morrhoidas.
HyUropbjia.
Ictei ira.
Indip'sloi's.
IntlarainagOes.
Irrefn la ridades d
mensl ruacSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mu ile pedra.
Manchas nn culis.
ObslruccBo de v<-ntre
l'htisica ou eons ip.
gao pulmonar
FteleugSo de ou
Para acabar com o resto.
Pegas de cassa com salpico e com 8 varas
a 25500, ditas adamascadas cora 6 varas a
I600, chales brancos a 480, riscado francez
escuro a 120 o covado, cortes de colletes de
casemira pretos a 2;, salas bordadas a 13600.
luvas de seJa pretas a 500 rs. o par, cartas
de colchetes a 40 rs.
Meios desolla e cera de carnauba :
no armazem de Tasso Irmaos.
rhos, a bexiga, as contraeges e a fraqueza
dosorgSos. procedida do abuso das iniec- -
coes ou de sondas. Como anli-svphililieos ratificado
o arrobe cura em pouco lempo os Ilusos re- f
f.ltll.,.. ..II Ffllw.t I__ .*
v c.
- Vende-se um botede 25 palmos, muito | iT" C*l '
bem construido : na rua da Cudeia do Reci- J.Pl-r'l,J| Londres n. 244. Straod. c na
fen 2, primeiro andar. 0Ja de iodos os boticarios, droguistas e 00-
Na nova loja de 4 portas, na roa do l|,8Pe"oasencaregadas de sua venda em
Queimado n. 37. he chegado pelo ultimo va- 1 ,. *merica do Su I. Ha vana ellesp&nna.
-.....-.i---------.- -- -1----------- :m-se as boceliohas i800rs. cada
Em rasa de Rabe Schraettao
rua da Cadeia n. "i7, vendem-se:
Bataneas decimaet de dillerentes Lama?
nlius.
Burras de ferro.
Superiores charutos da I la vana.
Vidros para espelbo.
Couix de lustre.
'.uncirs envernisiuio...
Fio de sapateiro.
Rheumatismo, ludo jiorp.reco commodo.
Symplomas secunda- ., '
rio*. r """ ISa rua do Crespo, loja de Campos &
Tumores. Lima, ha para vender o mais superior rape
deamdasmelbo'esfabricas de Pars; os
apreciadores da boa pitada devem animara
trompla venda para continuar haver sem-
pre deposito, visto o que mandara de Lisboa
ser de pessima Qualidade. ^^k)
Tico doloroso.
I leers.
Venreo 'mal;.
Vendem-so estas [ lulas no esUbeleimen-
porum rico sortimento de chapeos a muzo- i Ve"dcn,-e as boceliohas
liss Dar senhora. ditos nar menino emn- uma dellaseoiili ni ima inslru
as para senhora, ditos para menino eme-| ,uma de"HSCn"""1 1MI
nina, de melhor gosto possivel, chapeos de ,us"cf Paraexplic r o
aba larea enfeitaJos nara unhnr nara i i"3 Pilulas.
aba larga enfeitaJos para senhora-"a para
menina, chapeos pretos 'ara hometii, de
diversos pregos, lengos de labvnntho a. 13,
chitas de coberta francezas muito finas t
3Mo covado, olindinas-mludas muito tinas
a 1:200 ocnvailo, mantas pretas de lilo de
linlio, sedas de diversos pregos.
mudodesseusardes-
O deposito geral h? em casa do Sr. Soum
pharmacoutico, na rua da Cru je o. 22. em i
, IVruambuco. \
\ Vendem-se funds de ago.para um el
dsus lado : na loja de miiidezasi da rua lar-
ga do Rosario n. 35, a K00O cada uma. I
Vei.de-.se urna escra-
va muito sada sem vicio algum, coi pre-
ta, idade 28 annos, sabe cozinbax, tem
ccoem por- principio de engommar, lava bem :
quem a pretender dirija-se a rua do Col-
legio n. 7, segundo andar.
Cebohs novas.
A preco dimini
curem o Pinbeiro no caes
utiiuzein n. 5.
grandes e um pouco mais abaixo a l,->000, na
mesma casa se acha um tudo quanto se pos-
sa desejar de uma grande confeitaria e que
tudo ss rende pelo mais barato possivel
aponto de causar admiracSo.
Anda existe un resto dos muilo co-
nhecidos eafamados charutos regala des.
r'elix Jo autor muito condecido Manoel Bal-
bino da Cusa Brandao, osquaea se renoem
pelo prego de 38500a cafxa ; a elles, frage-
les, pois desta fazenda va i deixar deappare-
cer no mercado, em vutuJo do dito fabri-
cante ter Mleci lo ; na praga da Indepen-
dencia 11. 4.
Cal virgera.
No armazem da rua da Cadeia Velha n.
12, vendem se cal de Lisboa em pedra, a
mais nova que existe no mercado, siiaugan-
do-se ser de superior qmlidade.
--- Vemlem-so laii'ilias _
calda, muito grandes, tanto a retalho como
cm porgan, por prego commodo: na talo-
nada esquina da rua dos Martyiios n. 36.
Vende-se bacalbao de escama mui-
novo e superior .1 I2S a barrica: no
armazem de Paula Lopes 110 caes da al-
fandega.
Vandam-se i 1|2 arrobas ile cafe da
dsela a 10 e a 12?, chapeos para senhora
los mais inodornos a 163, sara lisa hespa-
nliola a 2M0O o covado, dita lavrada de di-
versos ptecos, assim como cortes de barege
a t09. olindinas de seda a son rs. o covado
I LOTE. ARTHIR C
g RUA DO QUEIMADO N. 10. 5
Ha para vender os mais ricos '/
'-.-" 111a.aoleies Ponpadoiir chegados "-.'"
..- ultiamente do Pars.
\eude-sfi uma bonita va cea com cria ;
ve', no Cordeiro, sitio do Cabnel Anto-
nio ; a tratar, na rua do Crespo 11. 16, es-
quina.
Velas.
Veniem-se velas do COQDOSfcSo, em cai-
xasde 25 libras, a pregos coinmoos ; na
S *.,a.?oas em rua a Cruz n. i 1 hI <1o Lisboa
Vendem-se barris rom cal nova deLis-
boa, ror m.'iios prego que cm oulra par-
te : na rua da Cdela do Uecie, loja n. 50,
deironte da rua da Madre de lieos.
AtfVncao.
Farinha de mandioca, milho e feijSo o
mais barato do que em outra qualquer par-
I Ia ti 1 i'iiii ,|(i 1 111 ia 1 >! <. 1, < ISa i r_____..-.______
1|2 arrobas de cafe da "" uqu cm ouira qualquer par.
trra, ror prego commodo : 110 armazem de I,c ;."a r,,a do Queimado, loja de lerragens
madeiras da rua do Sol n. 25. n' **
Vende-se o dcDOsito da travessa do Vi- ~ Vendem-se dnas escravas, sendo uma
garlo, com poucos fundos : quera preten- (-l"it"|la de idade de-40 annos, a qual sabo
der, dirija-sca rua daCuia n. 58. perroitamente engommar, lavar, cozinbar,
fazer renda c cos'-r, e de boa ligiua c a ou-
O abaixo assignado vende 50 acgOes da tr mulita, de boa figura, cozinha o diario
nanhia de fiar e tecer al^ndao. *-,.-*i.n_ inm hnn< nrinrini,i .,.. i*a*m n nnn^.M._ '
------'> """"'" --.-iKiiduo veuue ou acgo_
itoqnasi t|c "raca nro- romPannli'd<,.fiar e tecer algodflo, estahe- Inm hons principios de coser e engommar, e
no e es rl II* l lecUa nesta cidadc_*ndo ja realisado tras lava pcrfeilamenle roupa : qnpm as preten-
aiianaega j prestacoes 11a 11-iaiicia do 35-SJ00 p.c. der, dirija-se a rua ,1a AnsVra, passando a
afl(0Tl Joaquim ilaptista. tundig'io, 110 primeiro porto. t
Feliciano Alves deAzevedo, praga de I). Pe-
dro n. SS, onde acaba de chegar uma gran-
de porgo de garraas grandes e pequeas
viudas dilectamente de l'aris, de casa dodito
Boyveau-Laiecteur 12,rua inchelicu l'aris
Os formularios dao-se gratis em casa do a
gente Silva, na praea de I). Pedro 11. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Baha. Lima & Ir-
maos; Peruambuco, Soum; Rio de Janeiro,
i Rocha a fillios ; e Morena, loja de drogas ;
Villa Nova, J0S0 Pereira de Hgales Leiie,
Rio t.raiule, Francisco de Paula Couluar c
^^ilns e rlegioa.
MSKI.I.INS e KEI.OI.lns de pale/f
Ki'iulez: a venda araiaaarur .
Hustrun Itouker i\ l.oinpanl- ^es-
quina lo largo do Corpo ,o nu-
mero is.
TACHAS PARA EXGENH0
Da fundico de ierro de b. \V. Bowman
na rua do Brum, passando <> chala-
riz, continua.1 havernmcompletosort-
mentode ludias de leo fundido c bali-
do, de a 8 palmos de bica, as qufeSM
ccliam a venda por pi eeocommodoc com
promptido, embarcam-seou carregam-
se em carro sem despezai aocomprador
Ano\2k loja
de ealgado da rua do Calinga n. 9, te m para
vender gran le sortimento de calcado fran-
cez, sendo botinas pira senJW.a e menina,
sapates e sapatos pnr~Tiotnenj. e meninos,
de toJas as qualidade-, lior/c^unfj para I10-
inem, dos melhores fabri'""tes ,jn pirs :
todo este calgado \
que em outra que'
lifrnrrio.
m l'ugio ha qua tres mezrs, do-o-
g^ bradogrindet Magdalena nm cs-
2 cravo crioulo nome Cea rom
jjf os .vjgnaes sep nlcs : bem preto, de -
r$ rslalu.-a regniar, milos bem fetas tp
Si Prem K'Ossa., 1 es um foucu loil ">. '.'-
& o nariz (jys.-o e achala**), parece Z
'rf queiiltmiam W da Iranio, representa ler vi...-n 1
...- hortiuiio ladino, porque estaje na W
;[i Wbia :t annos, scrvuiL'o a um esta- A
Vatile, lem a falla um pono SlSa Z
y'tada e gfOSSa, anda quasi >eni[ te a)a a
^ vagar: qiirin o ,.i. hender levi-ii ni 1
V.; ililo snbrailo da Maglalrna un lio Ite 9
v^: cife noescriptartw do mejor lk>llar- (^
Diino do Reg Barros, rua da Cadeia A
S veina n, ts, primeiro andar, 1
":..' nalmente no engenho rruae da rn- **
;f marra de Goiai na viuva e lilhoa do
-..- temte coronel atanoej t;onea de #
5JS Ohveira Andrade, a quem pertence A
> dito escravo.
^ uno escravo. A
o:;;;:H;:-;:O.;eoc..-Ov.:.:-
1 ugiram do engenho 4gaa4rm, fre-
guezia ile S. l.ouretigo ila Malla, ai esrra>' s
Miguel, alto, secco, quando anda he muito
inclinado para a fionie, porra baila, e foi
escravo de Joo Hilo do Hrgo narros, mo-
rador na fregiiezia da Kscada, para onde sup-
poe-se ter tupido. Sevenno, cabra, baixo,
grossura recular, lem um defeilo em um
dos dedos ,1a DSO, representa a idade de sai
para 28 anuos, c tem pouca barba; quer
um quer outro fugiram 110 ionio da :
quem os apprehender, leve ao engenho a< 1-
ma dito, que sera generosamente recom-
pensado.
Dt FAMA. UM
7,rvy
\
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


Full Text
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