Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07490


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Full Text
AUNO XXXIV N. '.0.
Por 3 meze$ adiantados 4$000.
Por 3 mczes vencidos 5$000.
0
SEXTA FEIRA 19 DE FEVEEIRO DE 1858.
>*

Por auno adiantaclo 15^000.
Porte franco para o subscriptor:
ENGARKEGADOS DA SL'tiSUUPCA'O 1>0 NORTE.
Parahiba, o Sr. Joo RorJolpho Gomes; Natal, o Senlior An-
tonio Marques da Silva : Aracatj, o Sr. A. de Leimis Braga .
Csari, o Sr. J. Jo de Oliveira ; Maranbja, o Sr. Jos Teixeira
i i M.-llo ; Piauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellino : l*ar&. o Sr.
J istmo J. Kamos ; Amaiocas, o Sr. Jeronymo da Cosa.
partida dos cob reos.
Olnila tn ' fetrat.
I i :i"n- : n* tcrm-frirn.
.i i -. i. i-
r, Flor.-, \il4-l-:Ja, Bm-VUm, O
Caltt, ll'i.jur.. S-rirtir-fin Ro I Uu, B A u-IT.-la.
u A-n.i/: ib(a
eoma parciu 4$ lo hura* da manhXa.
AUDIENCIAS nos TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do conimcrcio : secundas e quintas.
Relami tercas feiras e sabbados.
Kazrnda : quartas e sabbndns as 10 horas:
Jni/) do commercio : secundas as 10 horas e quimas ao meio dia.
Dito de orpliiios: secundas e quintas as 10 hora.
Prmeira vara do ci*el : segundas e senas ao rimo da.
Segunda vara do civel : quartas e sabbadus aomModia.
EPHEMERIDES DO MI'./ DE FEVEREIRO.
5 Cuarto miaguanle as 6 horas e 5" minutos da tarde.
i'i La nova a 1 hora e 53 minutos da Urde.
U Ruarlo (TP5rt-ntc as HHiorase 39 Bnuloadl tariie-
27 i.ua cheia as 7 horas e 3 minutos da Urde.
PftEAMAB 1>E UOJE.
Primeira as !' horas e 1S minutos
Seguoda as U huase
: 1S inimiins U-a manli.ia,
i 42 minutos daM^rdc.
MAS DA SEMANA.
;unda, Trasladado de S. Anttnio; Si. Faustino c Jovita.
ID Terca. Ss. Porfirio, Samuel, Jeremas c Seleu i mni.
7 Quarta decinza.S. Policronio h. ; Ss. S^untlianu e Romulo.
s mu 11 ta. S. Tbeotonio primeira prior de Santa Cruz.
\ ura( io de lesui Christo do borlo ; S. Conrado '
'lo Sabb : Ss. Eli uterio b .NiI bb.
21 Donugo. Piimeiro da quaresma. Ss. Masi. iano e fortnalo.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SIL.
nJagoasfo6r. Claudino Falc-to Iias ; Hjbia, o Sr. D. Duprad;
Rk io Janeiro, o Sr.Jo.iO Pendra Maiiius.
EM PEHNAMBIXO.
O Propietario do DIAKIO Manoel Figueiroa de Faria.na sua
livraria. pra^a da Independencia ns. 6 e 8.
PARTE OFFICiAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
'(.' Secr.ln.1'alano <* governo de Pernamliuco,
en ls de fevereiro de 1858.Opresdeme di pro-
vincia, em virlude do irl.94 2- da le n. 16 de 12
.oslo de 1834, resolve adiar para o da 12 de abril
prximo futuro a abertura da assembla legislativa
provincial, e ordena que nesta sentido le fajam as
necessariascommuncajes.lienveoato Augusto de lolverama reraeder piru esta apila!, aconipanhado
lito ao juz de direilo interino da segunda vara. nal, sob en cumulando superior, e apreseute em i de para re'taurar p.-ovoriameiite m lagares de i I-
Cumpre que Vine, se culendi rom o comtnan- I frente da iareja ila nrdeiu lerceira de S. Francisco ministra lores dos ajougues pblicos al ulterior de-
- no desta cidade no dia I" do correute s ? boras da lar- liberadlo da assemlla legislativa provincial.
de. alini de acompanbar a prociaio de cima, que IHIo mesmaValo que, legando ni* declara l
tem de sabir daquella Igrejl,
Dito ao l)r. ebefe de pohria.Recelii o olfiio de
V. S. de 1.1 do correute, sob n. 153, e lio inteirado
de^se-Juvrenj^evajiJ0"' praeoe da cadeia de lgua-
rassu', enl numero dcelpco. arrombaaJo pura isso a
donle da establo naval para iervir de auditor
conselho de guerra a que se lem de proceder para
juluamento do erumele da armada Tbomaz llm......
Coromunicou-se ao comii au Ijule da eslacao
navol.
Dito ao oii monieipal sopplenle m ejercicio do
termo do Iti l-"oririoso.l'lo officiit de Vrac.de
8 do correute fiquei iuteirado los motivos que o re-
do alferes Manoel Germano (e Miranda, o in.ijor
Francisco da Rocha Barros Vanderley que se acba
prononciado nesse (ermo.
Dito ao commissano vacrinidor provincial.Re-
mella Vmc. ao pie-i I ole da reinara municipal de
lu'uarauu', Francisco .Miguel le S queira, algamai
laminas de pus vaccinieo que requisilaa meaoia c.i-
mara para ser npplicdo aos a omnos dasescolasde
instroccSo primaria, e a outra- pexsoas em diveros
lucares daquelle municipio, nos quaei se tem de-
senvolvido a varila desde o tuno pastado.liom-
inunicou-se a' camai.i municii al de [turiMtr..
I> lo ao bacbarel Joao Peiitto de .Miranda Veras,
-lico u.ipirado de baver Vm entrado no dia H do i uia a' di-posic'io do RO.erBo.
M.igalhAes Taques.
/npacho* do dia IC de fertrri'o de 1858.
ltequenioenlo de Antonio Remando V.eira, p-
dmdo ser inspeccionado de saude pira poder as-
sontar praca uo atercilo.Apresente-se a' inspec-
. i '-o quarlet seneral.
Dito de Antonio Melquades da Silva, replicando
ai despacho de 13 do crrenle, que Ib? neaou a
ciMiidao por elle pedida da informarlo doimpee-
l( r da thesouraria provincial sobre o eiaroe que elle
prestara em eelembro de 1S"i; para preenehimento
do lugar vago de cscripturano daquella reparti-
dlo.la defer.
Dito de Jos Joaquim Ferreira de Sooza, pe.lindo
%i: aatorise o pagamento da folba dos veucimcnlos
dos officiaes ua Tortaleza de Tamandar relativa ao
niez de Janeiro lindo, a qual leudo ido apresentada
por elle supplicante na qualidade de procurador a'
lliesouraria de faz*nda, eel. Ibe o negou sob pre-
tiri le estar esgolada a quota respectiva.Infor-
me o Sr. impudor da lliesouraria de fazmda.
Dilo do eapilSo rpformalo do exercilo Manoel
(ilaudino de Oliveira Cruz, major comman lante in-
terino do :l- balalhao de infantera da guarda na-
cional do municipio do Recife, pediudo se in-.nle le_a lo para jn-lirar seinellunlo onisiao, resolv,
cue o ev-presideute dss(a provincia, couselheiro P"r portara desta dati, de'conformidade com o art.
Ir. Jos Benlo da Cunlia e Figueiredo Ihe atlste se j lt)da le citada, impor a Vmc. a mulla de cem mil
do lempo de sua administradlo, sendo o supplicante res, quesera recolluda ao cofre da cmara moni-
delegado de Garaohuns, t. porloU uu nao com hon- I cipal compelente, para ler o diitiuo determinado no
ridez, dignilale a zelo no ex.rcicio daquelle cargo, |arl. 127 da mesma le.
bem como qual o motivo, que acarretou ao soppli-
c.inte a depiis ferhadura da porta da prso, r.a qual apenas ficou
um escravo de nome Antonio, sendo ferida a icnli-
nella em nma mo pelos fugilivos. ,
Cumpre que V. S. rerommeiide (oda a energa, e
arhvi lade na captura dos reos que se evadiram, e
praras que desrrlar.im naquella oceasio. proeeden-
do-e coro lodo o rigor contra o carcereiro e gaardat
que ja se achara presa*.
Dito ao mesrno.Envo a V. S. o Africano l.uiz,
de menor idaqe, o qual se me apresenlou, e verifi-
ean-io V. 8. ser elle do numero dos extraviados em
Sernhacm, declarados livres pela seotenra da audi-
tora, que julgou ba a preza do hiale uu palhabolc
qoe os conduzio. mande-lhe passar a necessaria car-
ta de liberdade e remette-lo para o arsenal de m.iri
rorrenle no ejercicio docar:o de delegado desse
termo, segundo me eomtnuiica em seu oflcio
daqueila data.
Dito ao joiz de paz do !. Jistricto da freguezia
da Gloria de Goil.'i, padre Antonio da Silva Caval-
canli. Constando doscu oflcio de i do c Trente,
que Vmc. denou de faier. como Ibe cumpra, a
convocarlo Deetnaria [>ara q ie se poderse elTeiluar
a rormac,a"o da jiinlaqu-lifica.l ira na rpoca de'.ermi
Rada no arl. :!"i da le a. 387 de i9 da agosta de
I.S'il, e nilo me paree.Mido pro< edeute o motivo ai-
Nso havenr]
lessao.
i mais u que tratar, foi encerrada a
convier.
Oflcio do E rihiba, pedindo a expedirao das roDvenientfs or-
dena, alim de ser suppnda a falla de 91 bo-
nete* e 7 comeas, que se deu na remessa das pechas
de lardamenlo fornecida pelo arsenal de guerra
desla provincia ao mtio balalhao dsqaella.lufor-
nie o Sr. director do arsenal de guerra.
Dito do brigadeiro commandante das armas, re-
metiendo para ser tomado vA devida consideracio o
ulTicio em original do lenle coronel eommandaute
do 10 batalbflo de infanlaria, relativamente a in-
ufllciencia do valor da etape para os doenles em
Curativo no hospital regimental.Informe o'Sr.
inspector da (heourarii de fazenda.
Dilo do l)r. chafe de polica, remellando para se
mandar pagar a conta da dtspeza feila no mez de
Janeiro lindo cora o susleulo dos dcsoi uibres da
cndei.1 da Goiiniia.Remedido ao Sr. inspector da
llieonraria provincial para miniar p.iL'ar^
S'.Requerimeuto (inform.do pelo inspector da (he-
ostacia provincial ) de Abilio Femandes Trigo de
Looreiro, .irremaljiie da obra do einpadrameiilu do
21 anro da estrada da Victoria, pedindo se Ihe man-
do entregar o que & titulo de mulla Ihe desconlou a
lliesouraria provincial da ullima pre'lar.a'o que reee-
biu, relativa a'qoella obra.Requeira a a-senihle
provincial.
Dito de .Vmaro lrerna*ides Dillro, arrematante do
Zi l.injo da estrada da Victoria, pedindo dous ine-
es de prorogar^o para a roncluao daqnella obra.
Passe portara caeedeado a prorogar;lo requerida.
Dilo informado pelo capillo do potlV. rje Candi-
i na da Cnoceijao, pedindo se marque um pia-
zo ra/oavel para dentro delle moslr.ir a iseneAo ile
seo filhj Badopiano .Manoel da Crm do aervieo da
aunada.Concedo Iras diaa para deutro desle pcaio
se moitrar a isenrjo.
Dilo da Joaqaitn Theolonio Soares Avellar, e d.inte do quarto auno da Faculdade da Direilo deta
rlade, pedindo lueura para ensnar partcula-men-
ta laliin, geographia e rhetorica.Informe o Sr. d-
iccior geral da nulrucclo publica.
Convm, oulrodm, que Vm*. sera demora faea a
necesaria convocado para i formadlo da junta
qualjficadora no dia qoe diveri designar, mandando
allUar edilaes com a antecad;nca de oro mez, e
proceilenJo em ludo mais na forma do arl. 4 da
le n. 3S7 e oulra< ditpafieBei ;m vigor.Remetleu-
se copia da portara croara municipal de Pao
i'AIIii |iara fazer effecliva a nulta.
l'orlana.O pre mear o alferes reformado do esercilo Qointiliaito
llenriques o Silva Primaven, para o posto de al-
feres da 3.a companhia do corpo do polica.Fize-
rain-se as communicai;oes necissariai.
Expediente do serrelari) da provincia.
OlTicio ao l)r. ehet. de | olicia.O Exm. Sr.
prest enle da proviucia rnand i declarar a V. Esc
que, era vista do* seos oflt io- de boniem sob ni.
140, 141, ti! e 144, esped, urdem aao id llie-
ooraria provincial par* PMgM a iinporlancia das
daspeza* follas com o cirativi dos presos pobres da
cade* de Garaulians nos mezis de julho a Miembro
lo auno prximo patudo, e iom o luguel da rasa
que servio de ojaarlalaodastaeamenio da \arzea,
vencido em draembro do mesmo anoo ; mas Um-
bela a Iheaoarirt* l.i fazenla para indemniaar o
que se dispendeu com II raeralai vindo* de Gar*
nhuns, sendo 9 para o Mrvlca doeiercito e 2 para
o da armada.
Dito ao mesmo.'I Evm. S presidente da pro-
Dilo ao mesmo.CrnTVT.aiido-me das partecipaces
recebidas qoe no lugar denominadoRoiario de
rima, ler im de Pao d'Allio, foi roubada no dia S
do corren e a mala do rorreio. (|uando parnbHav* o
estfela qcc a con luzn Manoel Gomes da Silva l'as-
cboal, Di* se lendo al hoje de'roberlo os aulores
desse erime. assiin o rommunico a V. S. para sao co-
nheoimenlo e direeedo, remellen lolho a notl inclu-
sa dos oflhios dirigidos por V. S. e que con oulros
se achavaoi na mala roubada.
ola a que se refore o llicio do Eira. Sr. presi-
dente da provincia dela data.Otlicio do Sr. chele
de polica ao delega lo do lermo de l.imoeiro.
Dilo ao inspector da lliesouraria da fazenda.
Coinmuniro a V. S., para seu ronherimento e oirec-
cJJo, que a mala do correio que foi roubada no dia 8
do correnle, no logar denominado Rosario de Cuna
ilo termo de Pi d'Allio, routiiiha lambem ollkios
dessa lliesouraria, romo consta da ola inclusa, es-
Ir.iln la das relac.es que me foram remellidas pelo
adminislriidor do correio.
ola dos cilicios da thesnuraria da fazenda de que
Irata o do Emii. Sr. presidente da proviucia dtsla
dala.
Oflcio i!a lliesouraria da fazenda ao collector de
diversas rundas da comarca do Brejo.
Dilo da MCCIO do conlencioso da mesma lliesou-
raria ao olleclor do municipio de Nazarelh, con-
lendo as preralorias de u. 112! a 1137.
Dilo ao mesmo.Transmiti a V. S- para os con-
venienles examrs a copia inclusa da acia do rouse-
Iho admini'lralivo para fornecimenlo do arsenal de
guerra, drada de 1o correute.
Ditoao mesmo.llaja V. S. de ordenar que se
me aprsenle a urna hora da Urde o segundo eaerip-
lurano Jos Francisco du Sales llaviera, que lem de
ser encarr'gado do eiame de ninas ronlas.
Dilo ao Sr. James Temptlon Wood, superinlen-
denle da estrada de ferro.Remello por copia ao Sr.
James Teroptioii Wood, superintendente da estrada
de ferro di Recife ao Rio de S. Francisco, o rotato-
rio qoe me foi apreseutado pelo capitn Ernesto Vi-
rialo de Medeirps, eugenheiro fiscal por parle do go-
verno, e ao qual se relere o rneu oflcio de li do cr-
reme.
Dilo ao :ommandaute superior da goarda nacional
vincia manda participar a ,_. S., qoe nesta dala de Olinda e lguirao'.Informe V. S. com urgen-
espido as coavenienles ordeus, nao su para serem i ca, porqu nao lera silo entregues ao destacamento
recebidos a bordo do vapor *I|oaraata'a elranspor- da villa de lguarassu' as armas que para cae lira re-
camara municipal do Iterife.em offlcio de ID do cor-
renle, sob i. 7. nao pode reunir--e a junta qoahfi-
cadora da fregueaia de Jibealio na i!.1 domlnga de
Janeiro ul imo, por eslarem impedidos os tres pri
meiros jou.es de p>Z; e linda nlo juramentado o
quarto, cumpre que a mesma cmara, logo que po-
der funccii nar algum do referido* jnize*, designe o
da em qui devera reunir-se a mesma junta, faien-
do-se a respectiva convor.ij.lo com a anteecdeuria de
um mez,* observando-se o mais que a nnelhaiite
respeilo d spoe a lei regulaintiilar de 19 de agoslo
de ISiC.
Dito .i cmara municipal do llrcjo. Pelo oflico
que me diiiglo a cmara municipal do Brejo, fiquei
inteirado de lerem ido arrematados pela quintil de
2829100 rs. qoe ollereceu o leucole-:uiouel Caelano
de Oliveira e Mullo, dando jior liador o lente Ge-
miniauo do Bago Alariel. os imposlos sobre as dille-
renles especies de gado, por espado de om anuo, qoe
comern I corre* do di* 22 de fevereiro: e pela
omina de i 15(11)0 os imposlos Mbre aferires de pe-
so med Jas, sendo acallo como arremtame por
um auno, a contar de l.i de-te me, o lenle Geini-
niano do liego Maciel, sob Hinca do lenle Jos da
Silva Auiaral ; nao lendo porrn apparecldo lirilan-
les para o imposta das ruias, ruja cobranra lcou a
cargo do pir.curador da mesma cmara. em res-
po-ta (eolio a ueciarar que approvo laes arrema-
licOaf.
Circular a lodos os juizes muncipaes, excepto os
do Itecife.Convein que Vmc. me informe quaes os
terrenos dnvolulos na forma da lei de IS de setem-
bro de 18")), regulamenlo de 30 de Janeiro de IS'ii,
situad is Do termo de >ua jurisdiccao, deaUrao
Vm. a extinsao. limiles, disiaucia da villa e quali-
dade dos loesinos terrenos, atgnndo foram proprios
para lavoura uu rriaeao do gado, campos esteris ou
terrenos rbenos de mallas.
Parlara.O Sr. gerente da rompanhia Pernam-
boeana mande dar passagem para o Rio Grande do
Norle, no /apur Iguarassa, nos logares destinados
iir,i panageirw do governo a Augusto Joaquim de
C irvalbo u iua mulher.
Hila. O presidente da provincia lendo em vista
o qoe requeren o procurador fiscal da lliesouraria da
fateada, luchare! Femando AITomo de Mello, re ve proregar por 30 das sem vencimenlos a licenra
de dous raezes que elle se acba fruindo.
Expediente do aerretarh da produca.
Oflico ao oflicial maior da secretaria de estado dos
negocios do imperio.jNSo posseindo o archivo desla
secrel.in 1 os relatnos impressos do ministerio dos
negocios do imperio de 12S a 1S17, vou rogar a V.
Kxc. qoe so digne de reraeite-los alim de completar-
e a eollac;! > exislenle.
Dilo ao oflicial inoior da secretaria de estado dos
negocios da fazen.la.Nao possuindo o archivo desla
secretaria es relatnos imiiresios do ministerio do
negoeosda fazenda de 1826 1949, de 1851 a I85S
e de lKi(i 1 ls",7, vou ro^ar a V. Esc. que se dig-
ne de renu lic-los alim de coiuplelar-sc a collecro
exislenle.
Dilo ao oflicial maior da secretaria de eslado dos
negocio* do marioha.Hlo paamiodo o archivodes-
la secretaria os relatorios impressos do ministerio
dos negocios da marialu de I8J6 a 1847. de 1851 a
IH",i, e de ISjli a IS j7, v ni rou-.r a \ Ble. que se
digne de remelle-lo*, alim de completar-sc a collec-
cilo exislenle.
SESSOJUDlCnlIA EM 18 DE I EVEKE1RO.
'residencia do h,m. Sr. discmbargador
.'pata.
Filloa o Sr. diputado HUmot e Silva.
Pan V"'-
DoSr. ileimbargador (iilraiia ao Sr. desembar-
gador Silva Guimar.ies : ^
Appellante, Francisco Joio Cirneiro da Conha ;
Appellados, J0S0 Xavier Carnairo daCuuhue
oulros.
OitlrihuicZo. \
Pela ausencia do Sr. de rera disfribuidos ao Sr. desembarcadas uerra os
anlos 11. 8j.
DttignarSo de dia.
O priineiro dia til pira julgamenlo das l|-
res entre partes, presentes pelo Sr. desembarga, ec
Silva Golmarie* :
Apaellanle, Francisco Jos dos Santos ;
Appellado*, os administradores da massa fallida
de Joaquim Militan do Amara!.
Appellante, D. Miriinol Dorolhi Joaquina ;
Appellado, Manuel Pereira de Magalhaes.
Nada mus bouve a tratar.
0 -ecrelario,
Dr. .iprigto itiitnarTie*.
&w\
adn* para a Parahiha, o desertor de 1.' liiihn Jos
Bexerra da Silva e o crtminou de morle Victorino
Jos de atoara, os quaes se re'erem os aJBcio* de V.
5. s"li ns. l:j."it taU; mas lainnem jsara que o com-
mandanto do corjio de polica faca ajire^enlar o|i-
porlanamente a V. S. (re* pra;as para aieollaram
aqoelles individuos.Exped: aiu-se as ordiis de
que se (rala.
Dito ao mesma.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia mmla ai-cusir a receiicio do oflico que V,
>. Ibe dirigi boniem, sib o. 1 i'i, como raappa dos
Irabalho* da nromoloria puldica da comarca ue
Tacaralu' no mez de Janeiro lindo.
'lito ao Dr. Braz Florenlioc llenriques da Soora.
Dilo do padre .lo Antonio do* Sanio I.essa, ad- S. Exc. o Sr. ar**d*M* da p nvmcl.i man la remel
minislrador ii.. obras da nova matriz de S J.i-, p
dindo se marque para aquellas obras ama quola pe-
lo menos de l:0ir>;da consgnala na lei do ornamen-
to |>ara as malrizes da pr vtiicia, e se mande correr
a ollima parle da primeira lotera concedida a'qnel-
le po eslabi.aciment.Informe o Sr. inspeclor da
lli-s mi-aria provincial.
Dilo do promotor publico, pedindo e Ihe mande
ei tregar com urgencia lodos os papis relativos ao
alcance do ex liiesuureiro das obras publicas, aflu de
na acr;ao crimina! que conlra o mesmo ei-lliesonrei-
ro se menla, poder cumprehen ler lodos os crime
qoe siraullaueamenle te deram, pois consta qoe 110
1.1 .sino alcance liguram documentos extraviados re-
lalvos a objeclos ettranhos as flsilic(;(5ee, os quaes
ro niiiuem o rrime de peculalo.Dirija-* a' repar-
tido da* obra* publicas, pela qual se procede ao ne-
rei,sario exame, de que se dar' conheeimenlo ao sop-
plicanle.
* Ollicio do Eira, presdeme da provincia da Para-
hiha. remetiendo, como foi reqoiilado |ior oflico
de 20 d novemhro ultimo, a cerlidao pela qual cons-
11 que loaquim Francisco Barbosa, de quera trata o
oflico do commaudante do presidio de Fernando,
que devolve ac.impanhado do reqiierimcnto a que se
refure, f ij can lemnedo a 12 anuos de pri,1o com
Iralialli.) em 3 de uiilubro de IS:, pelo jury da villa
do Pilar daquella proviuria. II inelli.1,1 aii Sr. juz
mu 11e1p.1I interino da primeira vara, para que a
vista das iiiformarde* juntas, tome as provideurias
que forera justa*, infrmenlo do re-uila o a esta
pranidanc a, a qoom devolver' os papis.
I II* ao !)r. elide de polic*, remetiendo para s
mandar pagar, a cuntas das despezas feilas com o
slenlo e enralivo dos presos pobres da casa de de-
leiii;.lo 110 mez de Janeiro. Informe o Sr. inspector
da lliesouraria provincial.
Dilo do director interino das obras publicas, infor-
mando acerca do conteodo do olli-io do inspeclor da
Ihesduraria provincial, era qoe este coramonira que
oex-lhesnureiro das obra publicas, Jos,- Marcelino
Alves :li Poaseca nao recolhcra aqoelta Ibesoararia
qmnlia aiguma pertencente ao de-coalo* fallo* nos
II del proao* Ul CIH de detenrio. empregados
ni- abra d* nwtajl Ma, Remedido ao Sr. pro
inilor publico do Recife para o li.n convenieule.
Hape diente do di. 12 de fevereiro da 1838.
ti Vicio do brigadeiro commandanle das armas
El era V. Exc. a* suai ordens pata que a plvora
ler i V. S. as inclusas informices minstrala pelo
juz de direito da comarca dn lacaratu' e cmaras
miinicipics da lugizeira Esi ads relativamente as
causas d.i ca.esla dos gener is alirnenlicios.
Dilo ao aecr-Urin'da provincia do Paran.Em
villa do que V. S. requisiloii em sen oITlcio da 22 de
dezembro ulliino. leoho a honra do remellcr-liie os
cxemplaresdispontveis da legislaban |iravincial e dos
regulaincnlos expedidos pala |iresnlencia desla pro-
vincia, ssniiidn iiin poder salisfizer cabalmente a
requsirilo de V. S., envan unirs muilas leis 1
regulaineiitos, porque de taei actos ni evi-lem (i
collec(es completas que sao indispeusaveis para o
uio da secretaria.
Dilo ao inspector do arsenal Je marinlia.OExm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S., qu* por despacho desta cala e em villa do seo
ollicio de hontera, aulorisou o lagamenlo dos venci-
menlos das presa da compant ia de aprendices ma-
unlitiros relativos ao mez da Janeiro ultimo. '
Dilo ao capiao do porlo.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia niauda declarar a V. S. que lica
inleirado de haver sido alistado para o servir da
armada o panano Jos Fran-iscn da Sdveira", se-
gundo V. S. declarou em seu ollicio da 10 do cr-
reme sob n. 18.
ijuisilou \ S. e se Ihe mandou
Dilo ao captlo do porio.Faro apcaaeatar a
Vmc. para recruia de marinba o |iaisaun Qaudlno
da Costa Macie.Coinmuuicou-se ao chefe de po-
lica.
Dilo ao inspacior do arsenal de marraba.Pela
leitara de seu ollicio de boniem, sob 11. 11, lquei
inteirado de so icharaaBJ falta* ns reparos no bn-
gur escuns o\iugu pela quanlia de quarenla mil e
cem re*.
Dilo ao capilo do porlo.Fien inleirado do que
Vmc. rae rommunica em seu oflico de 12 do cor-
rele a respailo dos dou DMchinislaa do vapor
((PerainuiiL;an, que tarara encontrados a bordo da
b-rca ingiera (.'Qeennii e se actimn em custodia por
lerem desertado daquebe vapor onde se acharara
matriculados.
Dilo ao direclor do arsenal de goerra.Convindo
aproveilar t baroa nacional Recifa. qoe aaho I-
111 s 1111.",,1, ou nutro nato mrcame qoe lenba de se-
guir para a corla com brevi.lade ; alim de se remel-
lerem dous guindastes de ferro mandado* comprar
por ordera do Evm. mtiiislro da guerra ; visto se-
rena mais econmicos os fieles em navios de vela,
recominenloa Vmc. que coutraele com urgencia essa
couducQ:io, licaudo corlo de que Ibe serSo os guin-
dastes a jne- tintados por parle da conselho adminis-
trativo, a quem nesla data expeco a, ordens ne-
cessariai. Expediram-se as orden* de que se
traa.
Dilo ao Dr. Francis-o de Paula Bapliita..ve-
cino reecpcl 1 do oflico qu* V. S., como relaior,
me dirigi 0111 10 do rorrenle acompanhando o pa-
recer sobre as condn-s com que se davera contrae-
lar com Carie* l.uiz Lahauliere o eslabelecimeuto
de uiua fabrica central de assucar nesta provincia,
a \ S., e.si:ri como aos domis membros da com-
inuso agr Ifi-o a boa vonlade cora que se preda-
ram ao desem|ienhe da incumbencia que pur'esle
governo liles foi (eila.
Dito ao inperlor da Ihemoraria provincial.
Dilo ao direclor nleriiio das olas |iubliras.S. i Coimnunico a Vmc. para seu coobecimento e direc-
Exc. o Sr. presdanle da |irnviiicia manda participar | r.lo que a mala do correio roubada no da S do
a \ S-, que a Ibasouraria ( rovincial lem ordem correle no lugar denominadoRosario de cima
DA DI VISA O'DO SOLO.
11.
A lei das finanzas de 18j0 prescreveo urna nova
avaharan dos renio" que apresen!* a propriedade
immovel. Ira feilo etlc Irabalho em 1821. em vir-
lude de urna lei de ISIS ; o remllado* oblidos :l(l
annos de Irabalho abundara em lices preciosas :
baila l-lll era visla para derrocar muitos svsleraat
e para raapoBdar a muilas reclamares.
Apresenla-se logo um tacto capital ; egondo os
adversarios da nnssa lei civil, a Franca dcvia ir em-
pob'Ci-endi-ie ob a influencia falal da divis,1o das
heranra. Ora. o valor da propriedade immovel,
avallada em IS2I em 39,514.000.000 de francos,
acha-se elevada em ISil em 83,744,000,000 de fran-
cos. Urna parla desle enorme ccrescimo provem, he
verdade, da base difireme de avadaran admiilda
nuijao *emellianle redu/.io aquanlidade das parcellJS' deslin 11 1 a se auuiqoilarem urna pela ouira,
qoedividem oreailaole doaolo. completarcm-se recprnetmente por rnaiu de .
I detpeUo da influencia incesianle da urna diviso racional do Irabalho agrcola que corre--
lei las iaccea*oe* e da tendencia dos herdeiro* pan poudn ao modo mt-srao de divisjo do solo. A anida
qaerereta em vez de porras aggl imerada* de Ierre- da du principio liberal, langa de arrastrar a omfor-
110, um pouco de ludo era ludo (era peu de tuut par- inidaile dos processos, os diversifica, era su* grande
loal o poder virtual do lulesse do cultivador has-, vautagem.
lou pan que o nos- 4 campo* langa de se fraccio- A srauje propriedade se aproveilar* do arrresri-
niram mil*, ae lenhain agatlomirado en urna cerla mo do capital e da energa auxiliar das machinas ;
medida, e isla na* obstante a. diOicul le, creadas, em ebegari a multiplicar a massa dos producios, aem
18 >. pola le 1 ue lirn .,' permuta das propriedade* exigir mais horneas para produz-lus, e augmentando
dispensa dos direilos proporciouaes de por cooieguata a reserva dispouivel.
lanjim \ lequeua propriedade deuara alm dislo de ser
U uclo boje privado, o lela capital, lie que o nu-. a cons:quencia da ausencia do capital. Continuara a
mero das parctlli. 1 ui .es lem diminuido. Nao se l'ocun l.r o solo, fazeiido-lhe producir mil gracas a
nos yenlia opn.- ligaos felo* paramente ocies um irabaio rude e inlelligenle. D'agora em dfaule
qae Itvanam a um.i conclu.ao dillerenle : lie pre- i nao a dirigir' somente a rolina, ma* a alliama
cisj refenrmo-uoa ao complexo do territorio para I cada vez mais inlima, em um rircalo modesto da ei-
coii lecer a verdadeira le da divsJo do solo. rpenei ca e das lozes. Ha numerlos producios que
lie cousa natura! e iiecessaria, que a propriedade o accessu fcil do mercado multiplica, e qoe s k pe-
se fraccione era certas rtgldes, 10 passo que em uo- quena cultura pode crear com vautagem, desafiando
Iros se recompe : nada lia de caprichoso uele do- lodo o grande apparalbe da grande propriedade, co-
, lo niavimenlo, que he dominado pela influencia do j mo se da as prolis.ois que retisteio victoriosamente
coimeiciode consamo, he perigou querer dar j a iiivji.Io da graude injiiufaclura.
ludavia u resultada mais (avoravel a nosso juizn,
eia um accresce de eiten-ao e de forja em proveilo
da pn priedade media, que na agricultura como na
locan nica a' ama questao complexa.
liara intensiva, que exige' graude emprego
^productivas, so propaga a* medida que o
ca cler proprio do mercado, permitir- que se cuide
rom vautagem na produrca dos Inicios, dos legu-
mes e da- planta) In lu*triaes. Ora, a mercado cs-
lutuslria, no dominio do Irabalho como uo dominio
da poltica, forma o elemento mais precioso da liber-
dade e da ledcidade publica. A classe media dos pro-
l"de r fod*" M 1o exerce por dous | prielario* iira-se de lodos qu. lies, coi:i inlelligencia
modos : pelo aecreicimo da cifra das popalifi* eg-
glamerados c pila flcilidldt dls vas de couirnuui-
lle saperfluo iusislir ncslo ponto ; sabe lodo o
mundo que a pcpularao das crlades augmeula, e que
1 s ciiniiilios do farro esl.n lem singularmente o r.no
de provisto dos grandes centros. O movinenlo de
trausformi^ao, a' que asaidiaaoa, esta' apeuns em
principio, masuque ja foi readsado penuille pre-
ver os 1 esenvolvimentos fuluros.
is vaotagen* da pequea cultora da collura de
j ,rdiii.ria .culli r jardinage .11a producc.lo das plan-
tas 111 In-Iriaes, d* venda dos productos accesiorlos
que crea 11,1 Franja o genio vigilante da familia
, In.11 ij.int 1 em urna palavra, pnle 0*11-
liear a fecundar a d vi.'. > d solo genealisae ca-
da da, erabas ao agente maravilboso da eiviluifle
moderna, grac.ll ao vapor. A coiistiluir"io do solo
que era en, grande parle, pora nao coasderar as
e .divdale couquislarin urna cerla psito deai-
sance ; eiia poda tirar o inelhor partido da agglo-
11 livre das jiarcellas que a ualureza do solo
ou a pmicao lopograpliica nao deslina a pequea cul-
tura. BU* impedir*' igualmente urna prepjuderau-
eia muila invasor* da grande propriedade, porque
I lata' tambera aproveilar-* do concurso das ma-
chinas, ora comprando-as por uieio de urna aiso-
ciaro de recursos fcilmente realisavel, ora coos-
Iruindd-as co./.u auxilio dos capilaes, com seguranza
de encontrar horneas baslanteinent* capazis e cil-
la garantir a lacaca lemporari* da forja me-
cnica.
No meio da propriedade media lie que a inlelli-
gencia dos procassos agriculas recebera' mais rpido
desanvotvimento, coramu:iicando-se ao complexo da
cultura pouco a pouco.
N3o se veja aqu uinjogo de imaginacao, nem urna
phanlaala optimista. O raovimento parlello do pro-
Seria difli.il acre'cenlar nada eloquencia decisi-
va desta rifrae; que (azora em presenta desle resul-
tado os terrores cbimericos o os sophismas apnixo-
nados ?
O auuinenlo medio do pro lucio lenitorial foi do-
rante os tunta annos. de 1S2I a IS7I, de 22 por au-
no e a do valor venal, levando em roula a diminui-
rn da laxa da tapililisar.ln, de :!,(> por anuo. Nao
nos sorprndanles pois da constancia com que os ca-
pilaes ditponveii lem procara lo nesiei ultimo* lem-
po, o reudimeolo territorial. Fora das vaategaa* de
opiniao e de senliinento qoe aprsenla a oropneda-
raitlo a propriedade divid la rcolher feze* fruclo,
dua loicas nova* nao meuosenergicas desenvolvem-
se era sentida contrario : favorecen! a aglomera-
ran da propriedade praUando sea ajioio a' una ten- De 5 1 10 fr .
deucia caponlaoea que s a le da divisao das henil- De li) .1 2ll fr
. 1- ehega a caulrabalancar. Eslas duas forras sau lia so .1 30 fr .
n poder mecnico eo ccrescimo do capital 1 ;, 50 r _
O poder mecunica tninsformo.i a industria,fez ob- | lia iii ;. |O0 fr. '. '.
ler por toda a | arle um resulladu maior com umDa lOO a .Mo fr."
menor amprega defarrai ; libertan da man a'mu- l>* 500 a IO00 fr!
o boinem do Ira albo do bruto para aanar-lhe om Maii uc .1 ir.
labor mala Conforme roui a. caasidade* da tea 1
-irucliva :
Numero das coles terriloriae*.
1835 1819 Augrn.
Menos Je ."1 francos. 5,205,411 5,-U0,580 4,J ,
1,751,994
1,514,250
739,3 f
684.135
503.230
398.711
::i.i.i
1.1.301
1,818,174 3.80
1,011,897 0,0-" I,
791.711 7,10 ,
744,911 H
(07,956 9JJ9 ,
iO.tn'i li
:10,802 (!.
16,346 32,
negocia* e, rangeiros de 1820 a IS17, e de 1853, vou cora o produclo que produzem uulros raudos de reu-
rogar a V. Exc. que ss digne de r.melte-los, afim dimenlo.
de complelar-se a collecjao exislenle.
As elfra* que rearodo/irnos em grosso nao d.lo urna
,------ _.-------...k^,.., .,.-,.,[. .-,-. tut.i, ,ue icpinou/ariios em tirosso 11.10 nao urna
Dilo ao oflicial maior da secretaria 1! eslad 1 dos 1 idea cmplela da influencia exercida pela di
negocio d jaslira.Nau poss-lin lo o srrhivo desla | solo obre a riqueza lerr.tiirial.
secretaria o* rotatorio* imprewos do miutsterio do*
negocios de juslija de I82d a 1855e de !.s"i7, vou ro-
gar a V. Cae. que se digne de remelle-tos, alim de
completar-ie a collecjlo existente.
Dito ao secretario da provincia do Rio de Janeiro.
Desejando completar' a collecres exislenle* no
aichivo des!* secrelina, vou rogara V. S. que se
sirva de remelter-me um exenijilar de cada um dos
relaloros e collecoes de leu, comanle* da ola in-
clusa ; assi'o como loJoa o* regulamenlos expedidos
pela presidencia dessa provincia, se delles houver
exeraplares disponiveis-Olliciuu-se no mesmo seo-
ldo aos se-reanos das ditlereules provincias menos
lo Parau e Amazonas.
Dilo ao Fr. chef* de polica. De ordem de S.
Exc. o 8r. presdeme da provincia aeooia o recebi-
meiito do ol Ido qu por V.S. Ibe foi dirigido em dat..
de houlein.-ub n. li'.'.cobrindo o ollicio do* jones de
direitndas comarcasil 1 Km FormotO e do Flores,com
os raappas dos Irabalho* dos respectivas promolunas
publicas no mez dejaueiro |iroxiino pa.sado.
Dito ao juz de direilo mleriuo da 2. vara. S.
Exc. o Sr. prasi.lenle da provincia manda declarar a
\. S., que lica Inteirado de ler ido feilo a rev.-ia
.tus jurados uo lermo de Igoarats, como V. S." par-
ticipa era ssu ollicio d* 10 do correnle mez sob no-
mero 2.
Dito ao i)r. Ilr.iz Florentino llenriques de Souza.
- Da arduo) de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia remello a V. S.c a inclusa inforr.lo que miuis-
l'.i 1 d'Albo.
11:1o a rimara municipal do l.imoeiro.S. Evc.
o Sr._ presiden!* da pnvinclia manda aecusar a re-
cepeo do oflico que Ihe fui dirigid 1 pela cmara
municipal do Limoairo em 25 de Janeiro ultimo,
acoiiipanliandu o balanro da receila e despenda
iiie-ma cmara desde o 1 de oulubro de IS'iO ao
nllimo de Miembro de IS77. b-111 como os dom-
nenlos resjiectivos, e o orranienlo |iara o anuo l-
nanceiro nonicipal prximo foluro : o que lu io
sera Iraiisimllido a as-emliiea legislativa provincial
em sus prxima rtuuio.
Dilo a cmara municipal do Irejo.S. Exc. o Sr.
prndenle da provincia manda 1 ecusar o recebim'n
le li i.llicio que Iba foi dirigido pela eanilia mum-
eipal do Brejo. acompanhando o bataneo da rece'la
e dupan di raesmi cmara desde a I.' de oulul o
e bKla, oocas que s. lem de remover d0 briguebar- l,:''. '' "'>"*>< "< denle o l- de oulul o
ra .Itainaraca'o ..jara recibidla a' fortaleza do 'S ''' ao ull,,MJ de s lcml,ru de 18.7, bao eo 10
Brum. onde deverao l:ar depositadas al que .e ?" """<'<' respectivos e o orjji^nil,, para o 1-
epositadas ali> 1]
conrlua vwtorilfl a' que ee vai proceder naquelle
navio.Lominunico-se ao commandanle da esla-
jo naval.
Oilo ao chefe de polica.Com o offlcio d* V. S.
de honlero f,rain-ma preseules por copla o lermo
de appreheusao de i Africanos que se achavam no
angenbo Cael em poder de llermino l.aurentinode
V111,ule, palo cap-lao delegado de polica de Se-
1111:1 ivni, os iulorrogalorius feilos aos mesmos Afri-
cano* e o offlcio do delegado a V. S. a re.peilo da
appieliensa ; e vi'lo ler-se reconliecido que 01 re-
farid is Ad iraiins sao dos suhlrahidoa era Snrinhaem
em oAabea de 1853, declarados livres por senten-
anno linaiireiro munici,al-Trqu(riniio sgTTi ,"-
vado opportunamente anColinacImtiito daasserabla
legislativa provincial.

Oflcio do brigadeiro commai liante das armas.__
Sirva-se V. Exc. de ordenar que o destacamento da
villa de Kaire ros pase para a pnvoarao d'Agoa Pia-
la, a' disposijao da re*pectiva autcndale policial.
Dilo ao m-sino.Arioso a ricepjo do ollicio de
V. Exc. de boniem, sol n. !I8, ic-unipaoliado da ce-
lis junios por copia, mande Vmc. pr em hasla pu-
blica a obra do 9 labro di estrada d* E-cada.
C iininuuicoo-so ao direclor interino das obras pu-
blicas.
Dito ao minino.Faja Vine, entregar ao lliesou-
reiro da eoosalho administrativo do patrimonio dos
orondo, bacbarel Gabriel Soares Rapoie da Cmara
a importancia do beneficio da segunda parle da se-
gand 1 lotera cxlralnda em 21 de dc/-mliro ultimo.
Coramaoicao-*e ao eanlho a1 'o
pKrimonfo dos PFpfe39l
Dito ao mesmo.A' vi- a da que poniera o Dr.
cbele de |ioli :ia no ollici incluso por c |na. baja
vmc. do expudir as sua 01 Jens para que u colleclnr
de rendas de Goianjia pag e a deijie/a que se lzer
rom o susleulo dos preso da cadeia daquelle muni-
cipio, era fac dn eouta que Iha ror apresenlada pelo
delegado respectivo, por esle aiiignida rom o va-
lo do proce.radur fiscal.Coiumumcou-sa *o chefe
l", nJ.-.r.a.
Dilo ao director da colonia militar de Piraenlei-
ra. Mande Vine, apresenlar com urgencia no
qaarlel-genctal do comman lo da armas u soldado
)1 colonia Manuel Goujalves de Souza para de-
por romo leslemunlia 110 conselho de guerra a que
esta' respondendo o colono Angelo Jos Perei-
ra. Cotnraauicou-se ao commauJanle das ar-
ma.
Dito ao regador do Gymnasio.Respondo ao nlli-
pia do oflico, que a V. Exc. dirigi o llfaraaCom-1e' (,c **** lle huiilem, declarando que pule man-
man iiinle do deslacamenlo da illa de Barre ros, a
repeilo da exigencia feila pelo uiz de direilo inle-
ri di auditoria de miniaba, confirmad pe) ronse- rio da comarca do Rio F'ormosii, o qual requisila'r*
ido do e-iado, cumpre qoe V. 8. depois da diligen- proprio eommandaute do deslacauento para e-col-
j que allude era seu -llicio remella-us ao ins-
pert ir do arsenal de inaniiha, alim de serem em-
pregados naquelle eilabelecunenlo, e oolro slm qu.
a ,111 l,in lade compleme do lermo do Cabo remel-
la lodos u* domnenlos relalivos a esle obierlo, iiliin
de preceder-** contra o dito llermino Lanreiilmo
,n Irado, ni, forma da lei, precedendo-se igual
menle pelo jui/." coinjieleule contra quera mais se
uio-irar ruljiado pelos mencinalos documentos.
Ilivendin ma;.if. slado ao capitn Jo-u. Angelo
raes Rege, cammandanle do (Wstacamenlo e
delegado de palela ik-S-iinl.eui os louvures de que
II,, a alfares Anlani. Mnnii Tavareti as prasja*
jijeo aeomiiauliaraui na diligencia ao creiores,
I uli -in* recniim-iidar-llies que |irosigam na dili-
i:eucis convenieule para disrolirirern-se os restan-
es dus Africano livres sobirahillo* eom os eppre-
acndido, qoe alada **tlo retido*ob o doaainio dos
que os rmiliaraui, no adquirirain dos roobadnres.
(iiti-ioi-sa ao impeclor do arsenal demarinha so-
mei.le na fiarle relativa a' entrega dot Afrieanos.
D.lo ao comm in lante daesleedo naval.Pela le.-
'ora do oflico de V. S. de 11 do crrente, inh n.
16, fiquei inleirado de ler de sabir no dia 1 "1 rio
inrreute o hiale nl'arahihanon para continuar nal
tar ora j.reso para esla capital; ( respondendo cbe-
me declerar a V. Exc. prime ro, que 01 deslaca-
dar fazer pela quaulia ajustada de ceutu e cincuenta
ni! res a nb'a do gymnaslic.i destnala para exer-
cicio dos alurooos desso gvmnasio.
Dilo ao administrador do correio.Accoiando
rocebido o oficio que mo dirigi Vmc. om dala de
II do crreme, participando ler sido rendada a ma-
roinuiis.an livilrograpliiea de que lem eslado iacom-'] "nla '' fortaleta*d**ll capild pira pristo dos gnu
Indo ins provincias da Parahiha e Rio Grande do 1 *a* nacionres do balalhao e do qualqu-r oolro
Norle.
Pilo ao eommandflnle do corpa de polica.P le
V mr. dar baixa do corpo sob seu c minando IOS sol-
dados .loa nim Antonio de l.ime Pinto, Jo-e da
Silla Pa*us, K.ferino Francisca 1 ivaraa, i alo que
segundo a mforo.ai; m ,1, raapeclivo llrargil i-mi
ac|inn-e im.tirau-nle incapazes do servtro
dubles.
montos nao eslao lajailos 's autoridades crranae ; ] la desse correio condolida pelo eslifela M uioel Go-
mes di Silv Paschoal a contando o ollicios e car-
ia ruja relajan Vmc. enviou-me, tenho a deela-
r.ir-lbe que 1 e-la data dan as ordens e avisos ns-
c-.sarios para que sejain remellidas segundas vas
dos ollicios mudados, e recointoendo ao juz muni-
cipal e delegado do termo de Pao d'Albo que em-
pieguein loda a dihgeucia para descobrirera os au-
tores de.-.- crime, alim d. proceder-se conlra el-
los na formo da le.Foz-se o necessario expe-
diento.Olli'-iou-sa ueste sentido ao joiz da direilo
de Pjio d'Albo, em resposla ao seu ollicio.
Dilo ao vigsrio do l.imoeiro.Respondendo ao rf.
licio qoe Vmc. me dirigi era S do coirenle, lenho
a di/er-lhc que as inslruccca e providencias dadas
pelo nvenlo acerca do registro das ter-s, Vmc. a-
cilmenle as eneonlrir na callecjao das leis, que se
adiar no archivo da cmara mnnieipal, e quanlo
registro das lrras que se acfiam compreliendida em
dail fregueiia. dev*ra elle, conforme declara 11
aviso de IS de dezembro de ISM, ser registradas
em ambas asparocluas, segundu a extensao que em
cada urna se rnmprehender.
Dilo a cmara municipal do Recife.Ao ollicio
di cmara municijial do Recf* de 1(1 do correule,
sob n. s. re|ioudo declarando que nao convm o es-
IraitlfDenlo da ra de cem |ialmos de largara i-nlre
a ponlaxinhi da ra .i'Aiint.i u edificiu dastinada
para o GvmnislO Provincial.
Dilo a uiriraa.Adeuden lo ao ijue pondera a c-
mara munic pal do Recife em teu ollicio de II do
sagua io, que podein quaesqoer autoridades crirai-
naas requi-dar foro, a auxilio do dnstacimanl -,
mi es-a requisices nao impoi am ordem e devem
ser cumpridas d'aceordo om a respectiva anlotid*-
da policial, itlendenilo-ie a' roiivenienci 1 do serv-
jo ; lerceiro, que s por motivos moi ponderosos de
o'dem publica poderla ocosanundanle do deilaca-
menlo de llarrciros deixar o de-lacamenlo nl, sua
raapontlbill tade, uo caao de nao ser apjirovado o seu
procadlmento.
Hit" ao .....smn.Sirva-ee V. Exc. de pr a' riii-
p nielo do Dr. chefe d- polica a forra de eivillaria,
que hjr posiivcl, para ns rondas la ridade amanlnla
e nos doos das segrales.Comiiuuicou-se ao chele
do polica.
Dilo ao mesmo.Pico inleirado de haver V. F.ve.,
em ordem do da de hmtem, eonorado o adere
reformado (J'i'uliliano lleiiriqoe da Silva Primavera
lo emprego de judaiito que Interinamente exercia
na r rlalej d 1 Brum.Cominuu cou-ss Ibescura-
rii da ftzenda.
Hilo ao mesmo.Sirvi-se V. Exc. de designar
!esi municipn, visto, segundo ie que decloron-me
V. tve. em oflirio de 26 de jine ro, eslar des gg |
a da Cinco Ponas para prisao so.nenle do-
nacicnae ,1 1 j. I, ii 11,,, (.mili uiiicoii e a com-
inan lanle Mperi r da cn.irda nar onal dn Kccife.
Dilo ao cmnin uiJaiite Haperiol di guarda uario-
porlnal do Recife.Expela V. Exc. as sapa ordens pa-
ra que o 1. biialliao do lulduUrii da juarda oiciu-1 crrenle, sob u, 9, coucedo-lbc aautornajo qua p-
m.nila accuiar a recepjao do uffirio que Ibe foi din
cido pelo conselho administrativo do palriinonio do
(.rpli.ios ac epaohando o relllorio e conta da r*ce-
la e despeza do anuo prximo lindo.
CJMMANDO DAS ARMAS.
Uaancl gioeral do cocamando dos arara do
Fernn*,iqco na cidade do Recife, eas 18 de
fevereirc de 18&8.
,-~-ORDEM DO DIA N. 2.
O brigadeiro (omm.md.tnle daa simas istcrjl tfz
saber aos e ibores ofliriaes commandanle* dos det-
laeamMles iia-reconcivo da provincia :
1. Que nao esl3o sugeilos as autoridades crimi-
naes,
2." Oue o auxilio da forja de que essas nuloriJa-
de carecem para o deiempenlio das delicencias a
*eu cargo, di ve ser feito de accordo com a autorida-
des policiaca dos respectivos dislriclos, segundo as
convenjenci; s doservijo.
3. Fiiialinente, que no pessoal do auxilio depre-
ca lo se nao romprehende os mesmos senhares com-
mandanle d> deslacamenlo.
Assignadoi.J0.I0 Jos d Cola Pimenlel.
Conforma. Horacio de Gosuio C lelbo, aliene
ajudaule de irdens encarregadu du delalhe.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSaO ADMINISTRATIVA EM 18 DE FEVEREIRO
DE 185S.
Presidencia do li.rm. Sr. detembargador
Souza.
As 10 horas da manda*, achando-se prsenles
os Srs. depuladoi Reg, Bislo e i.emo, foi aberla
a sessSo.
Sao luase ap|irovada* as arlas das anlecedcnles.
Iicsaacliaraiiie ja inforuiaiins pelo Sr. de-einl'ar-
gador liral o -e^omtes mioerimenlea :
De Salir o Seraphim daSilv e Antonia Seraphim
da Silva, pedindo o rcgislru du seu contrato so-
cial. Regi-lie e.
Oulro de Joaquim l.uiz Vieira, pedindo matri-
cular-se coraraercianle.Como requer.
OuIrudeJiao Pereira Moulinho, pedindo inalr-
CUlar-se.Cu no lequer.
Oulro de I ranci'cn CnstadM deSimpiie, Joo
Joaquim Alv;s o Joo Jos da Silva, pedindo o
registro do sen contralosoci.il Na forma do pare-
cer fiscal.
Oulro de J. s dos Santos ra ^ou/1 Cima e Jlo
Jos Pereira, pedindo o rcgislio do ma contraa so-
cial.Como requer.
Foram eam vtsta ao Sr. desembar-gador fiscal, os
segain) is reo lerimentns ;
L'm di Clmiahl fj i'ilbos, pedindo a entrena da
c rta de registro do hiatc eAororia, aclualm-nle
(Aracalvo, que compraram a Uanacl Jas Mar-
(ins.
Oulro de Manoel Jos M irlins, entregan In ,1 c ir-
la de regislro do hiaie aAororio, que venden a Ca-
minha (Si Filbi, alim de ser deaonera lo da n
va re-pni-abililade.
lie jireciso que oer >mponbaraos os scus elementos
para ohtetmus um re-ultadu decisivo ; enlao Peco-
nhecereuios que e.le acerescimn rtn valor lernlorial e
do rendiniento appiica-se principalmente peojaena
propriedade, eU pretend li cania de erapobreci-
mento e de miseria. Em quanlo que o valar da gran-
de propriedade qinsi que nao aunmenlou senao era
raelaJe, a da propriedade dividida, despedajsri.,
Iriplieoo e quaJruplicou.
Nao temo* necessidale de dizer que se encaramos
nesle moni Mito o lado puramente material da qus-
t.to, a divisao da projinedade be I uossos odios oulra
rousa que uan um simales problema do producen,.
Respeitando mudo a riqueza publica, he permitlldn
collacar-lbe obranceiros oulros inleresses : a digui-
dade do homem, o espirita de previdencia, os ele-
mento! de liberdade e de ordem, qua s3o ligado a'
po.....le da Ierra.
Nada coiilnbue mais para elevar eslas f.ircas mo-
faes do que consorcio entre o biraem e a Ierra ; l di-
visAo da propriedade nao be somente am instrumen-
to de producrao, be lamben urna alavauca na civi-
lis.irao e do progresso. Era Franja mais qua em ne-
iihuui oulru lugar, lia irrecusavela uecesiidsde desla
alavanca.
A Ierra lem necessidale do capital pira er fc-
ciiii la la : ora em lodo o lempo, o acpites* |iropria-
raenle dilo, a reserva do paftaado consograda a' pro-
ducjil 1, coucorreu entre luis pouco podero menle
para a cultura da Ierra. E-la deve es pnncipaes me-
lliorametilos que obteve ao labor ince-sanle. ra|in-
cboso do pei|iieiin rudivad ir que o rega com os seus
suores, e cujo libala.> peasoat, ajadade eam o con-
curso da familia, derraman no solo urna accuraula-
jao de recursos direclameule consegraJoi au cultivo
dos campos.
O li imein he a primeira fonle do capital ; as ma-
raulhas oblidaa r.....auxilio da paejatna propriedade
provem priiici|ialmenle de que ella tem sido, segun-
do a bella expressio de SnmonJ, ouraa verdadeira
cana de reserva sempre prumpla a' recaber lado
o* pequeos proveiios e a' alilisir-e de lo los os
momentos de descmjo do proprietario, n lio mes-
mo mo lo emprezas que seriam impossiveis, e que se
lorn in 11:, roinOHS, II iln-s loase preciso consograr
numerosos salarios, a .im-s. rasliudaa (orja do co-
ragem, de paciencia, de aidor perseverante e de la-
bor encarulja 'o do hornera que, seraelhanle lagi-
glOtl da fbula, quiz duplicar sua* forja*lo cunlaclo
do solo, feito soa [irop?ridade.
Porem, dizem, nao he um triste espectculo ver
urna Ierra relalhada em Inda seulido, fraccionada,
despedajada de modo a tornar qnasi Inraosfivel a
produrcAo de cereaes e a creajao do gado, e-ta I rra
que incessanlenu-nte vai alquebraudo as suas forr.s,
e que parece condeinnaila, pela influencia fatal da
Bjeasa lei civil a' enllare-naine,* rujos eTe-t .* se-
riam Uo detaterioa com us da nlatifondiai d anlga
liada ? C'lou-so em apoie dettas l.uneuurei a cifra
daajp ircellaa e a das toles lerritoriies.
A iparcella he cada pedaro de trra qoe corres-
pon le a' um numero dislincto do aeadaelrea,
Acotelernlorial comprehende as parcellas que
penen-era ao mesmo proprietario em ara arrendun-
damento de percepjao.
dasli esle simples uunciado para fizer corapre-
benler que da numero das jiarcellis na se pode de-
do/.ir o nmero des proprietario, |ior que cada um
delles po-ie nosenlr e poesue geralmenle ura uuuiero
mais ou menos eoosldenvil de parcellas.
A cid,. '.m iteetes lernloriaeshe mais inslrocliva,
bem que frequenlemenle se d que 0 iiwsina projirie-
tario poasna parcellaa em diversos dislrictua de per-
enprw. Eata laclo be por l il modo multiplicado, que
Tolaes. I0,893,5S8 11,511,857
lia po icos docorneulos que offejracaa mais impor-
lamea inliesjoes.
O lan 1 capital qoe resilla desle parallelo he que,
se a cifra total das coles lernloiiaes augraentou em
numero i'e 018,313, islo lie, um de 5,7 por cerno,-
este accr*seima repariio-se proporcialraenl* em lo-
- [iropredadea, seguindo (I
eieepj 11 ... qi 1 -ao de "> francos que aogmeniaram
ie as de 5 a lll frailee- ama progressao
rea.;,., esta em vesperal de se operar na ngrlcut- ioaslanta, a' medida que M leve a quaulidade do
,r'!- imposto.
A prodoejjoagrcola aogmenta, eos braj
naem ;o cultor* inlaneiva exige mai* despata que
; j 1.. o a ni 1--.1 it i-ijue se empregam nu* campos
e-io' pelo menea estacionaria.
poder*'praaiiclier a lacana e ceslabelecer
o equilibrio 1 A mecnica asneula.
A iiicaiiii1 agricoll ja fez grandes coasas na In-
lerra ; ella corneja ponen e pouco a' receber cutre
us una aptilir.ajao til sob formas iao vanadas co-
mo as meema* tmeasai I* li agriculas. O vapor u.io
sa lumia o' liar a' lecer, a' bordar, a imprimir, a
Irabalhar em raadeira. a' plainar, a furar, a pene-
trar a serrai o ferro como projina raadeira trniisour-
lar a' cidades llurlu.inles pido ocano e Ic^ies de
militares de hoinens que se cruzara em todos os sen-
tidos, arrastra los como |ielo cavado do Apocalyps,
un duas liras de ferro, presas ao solo ; elle bale o
gr.lo e o roliverio et.l (amiba ; transforme em ,i--u-
ear e em eipirito o proJulu de nessM campo*, le-
cunda-o pela irrigaran do eslerco, presta-se 1 ro-
lei-los o a lazer a c,Hieda !
Aqu corno na manufactura 1 ipplicacao dos es-
criyos inanimados e obedioules que o g-uio niem evocou para supprimir para sempre a cbaga
hedionda da escravilao faz re-dsar como grande eco-
iinmia e d proveilos eonsiderevotl. A indoatris
agrcola eiercuia nm gran le escalla uao poderla dis- d __divido.
Dir-se-aa ca'o que o augmento simultaneo que
sobrevino jui todas as cotes lerritoriacs, e que
e pronaocia lano m quanlo se applicam urna
propriedi I.- mais imporlanle, nao iusltfica plena
I n eaaa opinilo '.'Ai.re-serao-no em acres-
aenlar que, se o capital mobdiar creceu desde 1835
alo 1812, soa forja de expansSn he hoje incompsra-
velmenleniaior, e que mecnica aurcula eslava
c.1II1 ajieu i ora erisaios Traeos e tmidos. As dua*
i.io-is eflicieules da agglomerajSo da propriedade
acluaram a,;ora cora urna anertia muito mais desen-
volvida.
Porrn di--ee-ha, donde pode provr eil* pheno-
raeno do au4111 -nlo simultaneo1 de mala de loda es-
hm propriedade*t A Franja nao fez conquistas, e
seu ternlorio nao augmeulou sbitamente.Certo
qoe nau, |ioit-m foi cultivado mais cuidadora e com-
plot miente. Sobre islo, elevaram-s* de ludas as
parles numerosas cumlrucjoes, como signal do
i> ogresse realisado e comocacsa de um novo pro-
gre*se.
-Mais linda : se o numero das eoles de me-
nos da ) francos auginentoii. nao ha de ah lirar
prova couclu me de urna Invasfie mais geral do ter-
ritorio pela collura fracciouada. mas sim do contra-
fio : aagglomerajauobra com miis poder do que
p-nsir-.ede recorrer a este iinnlhoso segredo, que'
uaiuralmenle favorecer a agglomerarii das propri-
dides 011.le quer que a pequea cutlura, rumo u
pequeo ollicio para com a 111 niufactura, n3o 10.lf.ra
opeor-lhe o in-lrumenlo, au. la mai- enrgico da ni -
lelligencla, oa ap-oveur-se das facilidades do mr-
calo (a\
Aereeeeatal anda a alia do salario, hoje geral c
que deveinus espera-lo, n3o sera ura fado poranien-
1- transitorio. Ella contribuir cora a falla de bra-
cos, paia jiopularnar o emprego daa machi;:
r pira augmentar por cunisguiule as vauld-
gens rl Uvas da criada cultura.
Fur um concurao de cicunmanciis 13o nolavel
como natural, quaadu u emprego do jioder inocani-
eo loru-.-se de ma s a mais naeBasarie, o rainlal in-
dispentavel para dar-lhe n>.cimento augmenta em
uu, 1 rapi la progreade..s.i nos enga unos pois:
se a laxa do Joro N etevou com excesso e por loda a
parle nestia olllrnos lempos, nao he que u mundo
cireja de recursos ; he que o-capilot, ineonlnndo
boja om grande oumero te emprego*roui producti-
va, n.ao so localia mais vai procurar DO ufiiverso
lulfiro o modo de reiidiinenlo mais vanlajoio. Todo
IngaMatl ao raeami lempa 110 nielo de ums siluaco
ecuiiomica lloresceule,o juro, a renda e o. sa-
lino.
O capitel mobiliar augmenta, fornece par tanto os
meio de construir as maclunass e au mesmo lempo
ap-esenta-so com maia ibandaocia para idojairiri
machina.lundim-mal da prolnocjlo, a Ierra onde
quer que nata acqaisirao I lies |i)desse prnmeller umi
ra vaiilagem.
I.ajo nentium immabiliaa a propriedade territorial.
s 'iioo o imp'islo de matara.. A rada memenfof e-la
propriedade pode ptnsar livremente tara as m
lii'a lizerem produzr mai; porm uada ubriga a di-
Vidi ... proprie lados, limitandu-ie a lei a perrr;'Uir
asa divisa.. Ella favorece o ni'do de coiis'.uuirao de
-'li mais llesivtl, o que em cada poca, inrlhor se
apropria as naceMda les 5
Si i quehra o equilibrio de mu 011 de oulro lado,
1 mala algara intermediarlo pura icstabelece-lo no
meio de urna elvilianao idlanlada, he a concarren-
eld. A revolojao engendros as inaravilhai dos lem-
pos m-,dernos despojando o solo de to 'o lijo feudal,
aludido ,-' Intente o acceso da propriedade.
lie esta liberdade que Iraz coinsigo. como a laura de
Achule*, o reme do para os moles sola ios que pode
na-.', is compateatM inigam dever avadar o nu'raero I1"1; venlura produzr. Ella he que be o agente irais
activo da |asllja, rumo a fnnle mais ferouda de una
riqueza bem repart la g .. 1 olla he gajei forra
n lural que ex|ielle o iu-1 da corpa I
1 ui:
nii 1 proiirielanos eiraes *in melada da quanti-
,1 le 1 1- ote.), lerriluriaes
Pelo que diz respeilo ao desmsmbramenln male-
rial do solo, alislrahindo da queslao da poc3o, a Vl* ,ne !'':,{,n~ pode deaenvolver-
rifra das jiarcellas im sido apresenlada com-. rma da divi lo dollo,a grana., a media, ape-
as em ''ue"a P'upne'ade,eonserva mo razio de existen-
de umi prosres-a ascenJente. As unas lirada
1851 nao confirmara ela aserc3u.
O.numero do- p reeHa*. era da 12G inilhses em
IS2I ; elevas" a' 127 milhoes em IS3I ; porm este
aacmeol. aiijisrenle. por Iraco que leja, lem iiece-.i-
dade de ser explorado, e loma 11111 cjracler parlicul.ir
na decompos:r3o denles lolaei.
A omma (irada de 1821 dividt-aa romo se segu:
Numei 1 das proprieda le edil: oda- 6,511.
Namero (I- p*q.oenai parcellaa que formamn de-
nendeiici 1 las casii 16
Namero dos pircellis de prnpriedades n.locJi-
licadas II
As cifias corrcs(ionienlei deslas Ires categoras
para ISil :
Proprie I idei edil
Parcelhs perienciiles asi isas 18,915,000.
(lulr.is (.arel!.. lOO.TT.OIO.
melhor deseuvolve
que accuia aeu Ijpo disliKlo.
n, a medida

1 lli passoas 'j;:e acham exag rada as eipe-
ri s qaa noslaz coaceber o desenvolvimenle da
mecnica agrcola. 83o apreciajdat cala* que he
lifOcil dever a' ama exactidlo maihematiea ;
.! 1 a di
tenliamo* oo nao
d 1 tibalda e da moviroento na
CCIISllllll
um 1 bslaeolo ao maior
emprego das machina,
cojo fecundo ji -Irr exsltam. Ora, de da
islll la 1:111 COOC ni cul-
tura, e nesle 1 am i\ .,- i isalli deateeoa*
Esla daveria eneran lcer-se rapidamenle por vir-
lode da lei d.i heranra, visto qoe s* em maior nu-
mero ::s familias po ires que as familias mais arran-
jada e as lamillas mais ricas, e porque lambem o
aopnetarii.s qoo pagam as coles mai* fracas,
n3o s3o relalivameul. as que concurrem em maior
- com soaa coiilribuires em mudos districtos
de percepjao a mesmo lempa. He aqu potiantu
|u caliiriaiu a' proposito eslas i|aistrai prophicias:
' A propiieda ie eainigalha, o solo redoz-se a n b
He urna verdade. esta jiarte da propriedade he mais
dividida, cada frcja* he mal exiuua eiii lerrao
medio; o desraemhramonlo fez progressos nesle sen-
il.lo ; mas nSo se deim presss os que o3o parli-
ibim o nomo eiilimenls, em iriumphar com e-la
confina., que, longo de arruinar o* uossos argumen-
to;, antes os forlilica.
A racc.lo d* c.da fraejao, disfemos mis, he mais
frac!, e no eulanl) qoasi que nao cresee a somma
1 it il deltaspropriodadee miinmn, Qual he a conse-
queneia irrecoiave desla faca* lie que a soperli-
cie do solo uceupada pela propriedade muilo frac-
cionada, ulo se e-Unde, aales se .ncontra, he qoe a
al lerna rala vezmaiscolisideravel, he que,
se nos he p.riuildjo empregar a lioguagem das
scienciaa exaclas, o peso .-.pee.tico desla fraejao
da propriedade, comparado ao lodo do territorio
francez, diminae.
A qaettao ajirescnU com efleilb duas (ces, e os
que ,1 tem ventilado, de ordmanu poz>.-.,-.m a' bauda
uma.das duet. Nao baila conhece; ,1 cifra das roles
leirituriaes e lamentar que e',;a leDn, auCmenlado,
to contrario lenfcl diminaido a exlensao da
pareadas ; quanlo ,0is se reslriuir esla exlensao,
inenoi llie timara' na aalaura da agricultura france-
,u 1 Di (pota llilll ::.. tir O resal,
l Molla da corifrm.iaron desle dados qti" as enn-- 11 imlc. que BSfligDll un I ni I b ilho, ou eu-
0 I V
Huiro de Joaquim Civalcanli de Albaqaerque.
Antonia Borgaa da Silvelra Lobo, Jos da Re loivem nm milha* estaba "' '
Paranhos, Maaoal Antonio dos Pasaos e Silva, Jos rifra total das parcellas ; alim dislo, doos milb6es omsonbe;| ia he di etlica
Joaquim Autune. e Jais de Si' Caviles 1- de parcellai aogmeniaram os tarrenea qoe se acb na I otra a divtsio da proprie-
da por Doniin.i: .1 .... M,in|iie. pedindo o registro na dependencia das casas, e qoe esnslilaeo dada ? Esta s poderla sei Iralada como culpada, ai
da M| coulralj ncial, Ajuule prucurajao. Ideira proprieJjde parccllar ; linuluieule urna diiru- 1 por ventura paneita abttacaloi a an .-crio progieiso.
agrn
13 a nv;,,ia gn, ^^ cat peI>Qeua{i fracces territo-
r.a.
He esla a iealiJade 3as cou'as : bem pouco soffra
m.ile 1.1111 iWS 1 a o oosso ternlorio cora a iuvasao pro-
va af propriedade que ap.-ila a dependencia
dos prollanos para com l'nrluna publica.
Tiiae proprietario -ao ste (lilem) que nSo pos-
suei>ri a's mais das ve/.es mais de um casebre e um
quintal em q-oadrado, qoe devem frequenlemenle o'
sua miseria a dlipecsacatn da coniribuirao pessoal, ou
que eulSo pagara menos (leisrenjos" mil esl.lo no
molde imposto Nao cu que elori-
liquc omeltianle eslado de cousas, que nao he ccr-
lamente o b-ni absoluto ; mas ha ah om progresso,
e nao nos sentirnos de iienlium raido disposto a pr-
feur a immobili lade a* urna marcha lenta conti-
nua, lle que (levemos, porque a lorie de lautos mi-
Iboea de bomens apenas melhorou modestamente,
nrar-noa an espectculo da oppressao e da miseria
que ouli'ora posavam sobre a Franca ?
Saoaempre, oiics vm, proletarios: assim leja ;
porera s* asiles nao po'suem senao Um llltare, ao
menos nao lera que pagat casi ; se nao tem s*o3o
ura qoiulal era qua.. rain, j'odeni tirar dahi um ulil
up|iriineiiln de prodneto*, grecas a esle Irabalho *a-
lolar e foililirador que procura o rtnlacln da pro-
le. Seriam clles menos pan lastimar, se de
1 nem abrigo, nem raido de Ierra
a' sua dispoi llaresn qoe
jii-i leno-in ao, Ir... do rompo ou aos ope-
;.. fabriea, nao ceostilaam um dos fados mais
Beiaveis a mala conviaoanlM da s luacao |iresenis '.'
geuiam emb n ssam ojeil lam iram por um
10 mposaivel de resu-ritar ; que digam embo
ra, deplorando a lobstitnica. do que -'iamam a olei
. s.jjeilo di sqa cega prefe-
reneia ; aldahl formoa-
se esta cima de pallaso* que invalTsea a Europa e
lobdlvldiram a *oio 2). balamos diideiloa a aben-
11 que riles coiideninam ; I qi:r llaaT parece
urna causa de deca lencia, temos para kins como um
,-' \ iJe Mounier a Ruhirhon I>t> agricullara
ctu Franja, ivmo2a, pag. 368,
\AU\ UfiD l-VCTN/IDI AD ITMrnMTDAnr,
il
11
T


DIARIO DE PERNAMBCO SEXTA FEIRA 19 DE FEVEREIRO DE 1858.
V
nilroineulo do ptogtesio material e de elevara.)
moral.
A diiSo do 10I0 procura con) elleilo ama exls-
leneia independeute pira o maior numero, nroao-
;;ilio ao mesmo lempo material e moral para os que
leqoerem teu tosteulo ao salario.
O reveno net exprime o que a familia do pe-
queo propriclario obten) alera do Irabalho pago do
producto, o q'ie seria obligada a sacrificar como pre-
o de arremolnenlo.
Ella lie pur lauto mais rica, porque desoja este
leiidimenlo, e lem obre isto sem fallar do* Jacos
i|ue a preudrm ao soln e ao estado, a inapreciavel
v.otagern de pouoir um oflicio do sol, que llie per-
initte uliliAr 01 dias emque vem a (altar a oceupa-
>o aisaliriadi.
E que diremoa nos das vantagens que oOersce
lequena propriedade sob o aspecto essencial da dis-
nliuico das riqueas t
Olivein oavir a MU respailo um doi mais auto-
piados economista da Allemanha, Rao :
i' Ijuando se qur (dii elle) discernir o qne he
iilil ou o que he piejudicial aobem estar de um pono,
lie prooiso nao procurar st medir a quantidade da
riqueza geral. Bes indagar romo se reparte ewa ri-
i|oeia entre os diversos ineiulirus da leeiedade. A
itequena propriedade niloJtm s por si a vantaeein
de producto liquido, raparle-a melhor. Mais ncleos
i odem viver na independencia e diminue o numero
Cos simples assalariados; os mais pequeos beneficios
[ropagasn no raeio desta popolicao numerosa os e-
liraentot da felicidade e do apereic;oauienlo moral.
Km quanlo que se remove o perigu destas eiisteo-
i.ias que enfraqoecera o corpo e a alma, que inul-
liplica a concentrscHo exclusiva da riqueza ein ora
pequeo numero de maos, o espirito iaJustrioso dos
pequeos cultivadores procura dar o emprego mais
productivo a% mais modestas economas. Verdade
reja que sao mais consi.leraveis as despejas da cul-
tura, mas ellas contriboem para fornecer u dos ho-
inetts laboriosos. A populacho rural que forma sem
lonlradiccSo a parle mais til da naci, desenvolve-
e eaafwegaade todas as soas forjas productivas do
asa, e ao mesmo lempo as nutras classes poJem
mulliplicar-se, porque so Ibes fornece mais materias
'rimas e productor Estas Ivaulageni reelamse
out una energa melhor, porqoe aquelle9 que cul-
iv.un pos'uem mais eeralmenle o solo como pro-
l>rielrioi. Eulo de fado o producto liqnido, lonse
ile passar a inaoi eslraiihas, approveila aericul-
ui.i.
Sao o pequeos proprielarios (direm ainda), 01
']ue mais se mdividam e e citara a cifra de dote mi-
lh6s de credores hypothecario* ; fallando de juroi
de 10, 12 e 15 por 100. Nao poderiamos agora apro-
l un.lar a quesillo das condices do emprstito con-
Irahido pela trra, mas ao menos he preciso mostrar
i. que se rettuz ero realiJade o mal que so assignala.
M. Passy (:)) lem razo em diier que assombra-
1 am-si multo as corea. Oeueralisaram-se lacios iso-
lados, apreseutando a sociedade frauceza como cur-
vada sob upeso de etcessivos embarazos. He verdade
pie inultos proprielarios scuYem, que mullos estilo
ouito comprumellidos, e importa remediar este mal,
mas o complexo do solo eta menos indiv.idado em
Franja do que no resto do mundo. Ai avaliases
mais exageradas nao exeedem realmente de dex mi-
niares de milhoes ; ootias cuidado.as desce a seii
mil milhoes, adoptando a cifra de sete mit milhoes
feita a dedcelo das hypolliecas legaes edas inscrip-
cc caducada!, jolgamos que le faz violencia ver-
dade. Annoalmmle contralava-se, ha algum lempo
30 milhoes de emprestimos bypothecarios : porm
no correnle como ha al?un<, so abandonoa este
neio, e assim he hoje dillicil procurar fondos em
lypolheca. Admitamos enlreltnlo que a quaotidade
le OO milhoes conmina anda a representar o mo-
vimenlo anual dee contratos ; os emprestimos div-
liram-se em 1842 ni seguale proporcio qoe he a
proporriio media :
Emprettimoi.
7 por 100 de 400 francos o
dahi para fcaxo. 155,220
13 por 100 de 400 a 1,000
francos......
90 por 100 para cima de
1,000 francos ....
accelerado em razaodescu nume-o. Ellas le frac-
cionan] ja o disseuto ; a soa importancia mtiviiual
allenua-se, porem a cifra desta* pequeas proprie-
dades nao augmenta senao lenlameiile e a raperli-
cie do lerriterio que ellas oceupa a vai antes dimi-
nuindo.
He um dos elementos que rorlribueru para aug-
mentar por rneio de aggreu-cno soccesaiva domi-
nio da grande e sobrelulo da me lia proprie lade.
O accrescimo da pepelaeja eeeiinha rom om passo
mais rpido que a roulii|ilicacoo das pequeas pro-
priedades lerriloriaes ; ja prov;ics que esta nao
participan) sen3o na parle mais iraca do augmento
geral do numero das propriedade terriloriaes.
Pouhamos a' vista a rilra progresiva das proprie-
dades e a da populadlo :
Propriedades ler-
riloriaes.
1815. 10,083,731
mi. 10.7(1.1,001)
1835. io,s!i:t,:,os
1836. 10,098.730
1813. 11,511,846
1851. 12,393,366
Popularlo.
29,152,743 babitaoles.
30,461.875
.
33,540,910 i
34,376,722
iiwi. l,3'jj,ati(i -v
1852. 12,549,954 ... -., ....
1853. 12,(i53,7l5 -''.'SJ.l-O
1854. 12,745350 J
1855. 12,S22,7:W 36,039,364 e
Ja dissemos quanlo era considaravel o elemento
da construccoes notas na cifra tolal do acciescimo
das cotes lerrilcriaes.
Nos cinco aunes, por exemplo, qae fi de 1851 a
1855, o augmento geral das ecotis fui de 520,572 ;
porem como as conitiuches uovamenle impostas ele-
vavam-se a 164,479, o excedente das ocoles appli-
cavel ao solo reduz-so a' 21*4,883. Virones qoe de
1821 ;i 18-51 o numero das propriedadei edificadas,
qoe era de 6.833,000. elevou-se a' 7.578,000 : este
accrescimo de mais de um mtlto deve em maior
parle, ser subtrahido da cifra correspondenle do aug-
mento das ocoten' lerritoriacs. O numero deltas
pa*sou de 10.700,000 a' 12.395.0110 (em cifras radon.
da); augmentou ao todo em l.ti'Ji.OOO, comprelun-
dida neste total as edificacoes. A propurco lolal ee-
ria portaiilo de cerca d'uma salla parte, ao passo que
a prornrra i do accrescimo da populacho alline qua-
si a quinta parte. Si se deduxissem as etlilicac/n*
I :r ibteiro, nao learnos como o do numero adas
coteso, sera' 003,001!, isto he, trenos d'uma decima
quinta parte, ao passo que a popularlo cresccu d'u-
ma sexla a' urna quinta parte.
Mas isto nao he ludo ; um exame mais preciso dos
dados ohlidos pelos grandes Uabalhoa estalisticus
confeccionados em 1821 e em 1851, permilte-nos
fundamentar nossa opinifto de om modo mais deci-
sivo, e nao poderiamos insistir muilo ueste ponto.
O numero (nial das parceilas era, como dissemos/
ero 1821 de 126,000,000, e em 1851 de 127,000,0^ ),
donde resuda om augmento appa ente de um i- ao
de parceilas.
Tnin.i decomposlo os dus lolaei e vi- /
mos que ein 1821 o numero das pro-,'
priedades edilicada era de. jT 6,577,000
E o numero das parceilas que furmtrfn
10,412,000
Em reinlo ao
talar nomi-
nal.....1 a \\> a 522
Com os cntimos addiciuuaes :
Em relarS0 80
ren lmenlo. 1 fr. sobre (i Ir. li c. olire 10 fr.20 c.
Em relac.loao
val r aomi-
Ml.....1 a ico a 323
Daqoi resulta pois um augmento em relacao o
producl i de 7 francas 33 cntimos a 3 francos di
ceiiluiioi,> em relBflO ao valor da vuda, de 200
francos e 137 fiam i *.
A (piula media da conlrbaicSs territorial, roe em
1821 represent-va um valor renal de 3,738 franooi
e um rcndimenlo de 1-S francos, da' em 1851, como
cifras correspondentes, 6,757 francos para o valor
venal, e 213 para o rendiiueulo. O onus medio da
contribuirlo lerrUorial, longe de aogmenlar na
mesma proporfflo, diminuio ; era em 18^7, em
principal, de 10 franens a 13 cntimos, e enm es
ceiilimm addieioriaei, de francos c 53 cntimos ;
deseen em 1851 a 12 francos e 93 cenlimus em prio-
eipal, e a 20 francos e 'JO cntimos com os cntimos
Iddieiooaea.
Finalmente cada proprielarin possuia rm termo
medio em 1821 : em valor venal 5,901 francos, ira
rendimiento 233 francos ; pagava em principal 25 fr.
e 50 cntimos e com os cntimos addiciunaes 35 Ir.
e a5 cntimos.
Em 1851 e>las cifras linham sofffido a doplice in-
lluencia de um grande aosmeuto no valor venal e
no ren.limenl c urna feria dimiiioicao "o imposto.
PermltU-ui s porem a ciconleoporaneon que bein-
dlzendo os s de prudencia fatamoi .-'!-
iiin teparo qnanto riMOCeopaflo que elle msira
ler qiiando lupplle esvi lala .le rc^-iteiras instigada
por u'u dedo inimigo qoequer o nusso a>raio, e que
a nada mais aspira do que apresenlar-nos como um
p in de Krvageai.
N'uma qoadia de calma e de presresso em que le-
- raflectldos trabalham na inelhor ac-
cordo para fuhtilui em os enligo! odios palilicof por
nroi concili.icao benfica que prodgia o iriumpho
ccmpleto das idaa uleis. qdeffl "f''^ eaae inimigo oc-
collo que se oppOe a felici lade commom, arriscao-
i >.' mu seriameule a incorrer na exieraejo pu-
blica '.
lis parlidoa podee di/;r que j. niiose hoitiliaam.
O maior jornal da protincia, loleiramenla adslricio
"!r^ o mala leuvavi'l o-crepo-
lo na esculla dosartigM que aceita e publici, e nin-
goem dir. de boa le que elle obre espado a nojenlas
invectiva". O prppri vLiberal l'?'ii*roliiiranoi> con-
dpiniia as ideas desmoralrsadoras e everaivaa, eomo
I dar om bello exemplo. li certa que alvum
mi i., laopraffneole phrendlico e cojo remeterse rev
i eonlraccea InceManlea de ana plivsionomia
anlipalhica, ainda enconlra aciilhimenlo no prelo l-
ber! para mani-slor os a-iomos .de om ridiculo a-
mor proprio, e de om dspoto iufaolil qoe nao Ihe
he dado comprimir, como antes o devera fazer para
nao expor-se a oavir lodos os dias novas nprobra-
coes por uin passo imprudente e egostico, que nun-
ca poden justificar. Esperamos pinero qoe o Libe-
ra! Vriiaubucaiio, fiel aos seos principios, excom-
.'reSpmfeettti
Srs rodadores. Como possoa lo povo,
que tambera BOlTro com a ctiae aiimenlicia
q>oe geralmrnte se arlia o im 'crio, por-
que ) lirado popular a tal reapelto echoa de
todas s provincias, todas lotam com a es-
pa lilla ecaresta dos principaes gentros
06 alimentac.ao; niio acbo cotifortne a boa
razio, quesea se presrruUrem as cansas
gercM, que molivain a geral escassez, se
atlribaa a esta e rquella razSo, a este ou
aquclle individuo ou corporacS, .Nao, um
tflo ge-al claroor, tcm sua base ein causas
geraes,talvez acumuladas pt la t::i;nevi Jeocia
'lo governo e disprezo dos v rdudeirus inte-
re.-ses de alguns particulares.
A lavoura ea creacSo de ga ?os no tem
sido protegida como o deven ter sido, e os
CaJa propnetano possuia em termo medio um valor mongavi de urna vez os maMizentes, e repellir de
venal de 10.117 i francs, om rendimeul- de 33S fr., loaa r.dumnas qualquer excrescencia que as poaaa
e pagava em principal -jx\ franco* e U eeniimos e destulrar.
com os cuntimos aiticciooaes,;i3 fraleos 2 cntimos. Se o contemporneo, citando os liluloi dos perio-
S^r-nas-ha preciso acoinpanhar est,- eskas com al- diros de <\ >e tr. (ou, descesse a Ulna apreriacM seve-
enm commi'iil.irio l Nenhum rae ocilo polc; f..r- ra de quasi lo las as pesooas que os redicen! e para
89,803
84,553
Francos.
36,640,000
02.121,000
392,513,000
ai dependencias das casas de -.'
Tolal. .
Ao paiso qoe, em 1851, o numero das
propriedades edificadas era de. .
E o numero das pequeas parcell s que
formam a dependencia das cuas de
23.019,000
7,578,000
18,916,000
20,523.000
lolal. 329,576 491,575,000
Qur se attriboa pequen cultora os empresti-
mos de 400 fraocoi e os d'ahi para bnxo, qur se
ponha a' soa cenia, o qsie seria evidentemenle exa-
gerado, todos os empresnmos de 1,000 francos e o*
d'ahi para baixu, a divida lolal da pequea proprie-
dade nscilla entre 500 milhoes e um mii milita i de
francos. O vrflor da propriedade iimcovel excede
hoje de 80 mil inilh&ei, e aaetm ella nao esta' indivi-
dada senflo em um dcimo.
Quanlu ao juro, tem se elevado em muitos easos *
principalineuie para u pequeo proprielario chei a' faze-lo desear a urna laxa mais moderada, multi-
plicando entretanto os reconos que respeilam ao
solo, he um dos evscnciaes problemas da acloslida-
de. Entretanto, adaptando este peusamroto (e seja-
nns llcilo dize-lo, que lomas o primeiro asubineiler
a allencao do pan (?), ha dezoilo annoi), nada se
deve exagerar e he loica ler em vida uma dislinc;3o
essencial malta nimio desconhecida. I"m hninin
cuja palavra he autonsada oesta materia, M. llous-
siugaatt, diese :
He preciso distinguir o producto di-fundo a o
proveito da industria de cultivador. Se o cultivador
pedisie emprestado para inelhorar as mas culturas.
'poderia pagar orna laxa 1.1o alexada como se se 1ra-
la-se de oulra industria.
E demonstra que, se u capital empenliado na com-
pra da Ierra nao da' sena > 3 por 100, explicando a
solidez do juro, a mo.licidade do pro lucio, o cxpilal
de callara prodoz 8 e 10 por 100. (5) Ora, para o
peqoeno proprielario que cultiva pur si mesmo, o
crdito territorial confunde-fe com a crdito agrco-
la ; elle esta' em estado de ps^ar um juro moilo
mais elevado do qoe poderia faxe-lo, suppor a laxa
da renda territorial, porque ha oseu trabado que faz
fructificar as tommss postas a' sua disposicao.
Apressando-nos em reconhecer que felizes refor-
mas podem ser reeiisadaa, devemos ainda aqu re-
pellir as exagerarais. A divida hypnlhecaria e mais
ainda a divida chirographaria, em soa forma habi-
tual, iao orna cbag para a agricultura ; porm nao
be a pequea propriedade que lem meos recursos
para soportar este fari.",
Accre-centa-se (.talmente : o aldeao nao pede a
joro para coltivar .nelhor, pede para comprar mais
Ierra, para (is'arrundiri). Assim he mollas vezes, e
esta tendencia pode ler cerlos inconvenientes. En-
tretanto observemos que he ungular a exprobacao
na bocea dos que se assuslam com a diviso do folo,
porque estes pagamentos successivos cumliluein um
dos meios ellicazes de agglomerar as parceilas. Se o
capital empreado perde-se, oaice outro para sobs-
titui-lo, do labor ardeote do proprielario, que ferli-
lisa o soln roleanilo-o (6)
llemais o iervir;ii com que o aldeao despnsoa a
Ierra aprsenla um elemento de forrea o de segnran-
ea. Neste mouieuto inquialar-nos-hiamos antes com
ver esta panao diminuir ao contacto das sedceles
,!U nascem. Os titules das valores moluliares, fa-
cilmenle realisaveis, ascc.0es de rendas. aaaaeOaa
doscaroinhos de ferro, e tantasoulraa emprezas, me-
nos solidas, que penetram at em nossas aldeas. He
asse um arrebalamento pasiageiro qoe coralntei de
uma maneira efficsz a applicafo fecunda de nova
forjas e de novos processos para a cultura. As mes-
mal decepces qoe solfreu o mercado dos valores mo-
biliares nao podem deixar de fazer refluir os canitae*
para a Ierra.
Reatemos a qaesUo da divsSo do solo do poni
em qoe a deismos quaodo aventara i a do crdito.
>i as pequeas propriedades se mulliplicarem, em
virlude do duplo conlinscnle que Ihes ulTerece de
um lado orna feliz acce.sao dos que uada posiuem
na propriedade, e do oulro lado a partilha. Eslo eit.i
sempre lonee de aduar com a iutensidade que ae Ihe
allrlboe. Ella enconlra como contrapeso a uniao
roojogal, qoe sob o impoilo de um.i lei justa ; nao
faceudo pesar exclo-no sobre ningaem, recouidlue
por um acrordo voluntario, o que dividi a moalda-
de da partilha ; a faculdade de acquisi^o, aberla
lodos, a que facilita a aglomerico livre das par-
celias, faxendo paasar a larra para as maos do que
della poder tirar melhor partido; finalmente a tro-
ca, que arredondar (arroodir) as propriedades, e
qoe prodozria resoltados moilo mais otis, te a des-
granada innovacan da le de 1834 fosse abolida, e se
o direito de molac,ao nao onerasse aa negociares
que fouem destinadas a dimiuuir a dispersao das
parceilas.
Estamoa longa de negar o mal que existe debaixo
desla relajo ; nao queremos a dispersao das par-
celias ; mas porque o estado actual aprsenla alguns
inconvenientes a qoe he fcil remediar sem locar na
lei civil, formula das conquistas da re venios guardar-ooi de generalnar factoi particulares,
e de locar a rebate eonira a livra divisao da pro-
piiedade?
O movimento e o retalhamento que a algons at-
ierra, eslabelecendo-o subre ludo em relelo as eco-
tes de menos de 5 francos, devena eer muitu mais
V
I htlinnario de economa poltica, vede o artigo
Agricultura.
(I.1 Memoria sobre a HobilUaelo do eredo ler-
rilorialti aprtt-ntada a' academia das ciencias mo-
raes o polticas, a 13 de jaiba de IS39.
5 Memoria do conselho de estado sobre o credilo
territorial, sess.lo de 8 de m.iio de I
(ti .Na memoria do ci.n-elho dj Miado sobre o cr-
dito lerntoria! (ISVi U. llana) de Mama) expli-
con engoiihosameine a vanlagem qne encontrara os
proprielarios em is'arrondira pela arqu:.icii, de par-
cellai conligoas. Sobsislindo as mesmas despezas
geraef, o producto bruto cresce proporrionalmenle,
sem uecessitar do outra despeza alem de a'vnmai ho-
ras mais de Irabalho. Ora, os peqoenos propriela-
rio- so principalmente os que aproveitam os mo-
melos de hberdade qoe Ibes deixa o ex-rricio de-
ootras industrias para emprega las na collora de
suas Ierras, que sempre Ibes assecoram Irabalho, e
que se loma orna especie de caixa da reserva de om
Irabalho que sem islo se arriicari.t a' evaporar-se
por falta de meio de compensar;.lo. lisia reserva per-
loide a moilos cullivadoreesalisazercn parcialmente
o preeo de soa compra, anda mesmo que fdra ele-
vado. Elles paaam ele preeo animalmente, bem
que suas letras nao s*j.,m assi^nadas nlh esta con n-
; ordinari.-.mcule estipulara ero muilas local da-
des o direito de pagarem-nas por partes, e de anti-
cipar o termos do pagamento. Dorarte o aega-
menlo das dividas, lie o producto -rdioario das eco-
nomas do cultivador no'mcio dii. Chama-se aislo
opayer pensior. Qtjaada os colinadires nt devem
mais nada, pedeni d'uheiro a' joro, compram urna
propnodado e pagara peuiao ao oredor ou ao ven-
dedor.
Tolal.
Hoovepois um acrescimo de 3,501,000 parceilas,
qoe se refere a estas duas catesoria, entretanto qoe
o numero das parceilas das prof riedades nao edili-
eadas, qoe era em 1821 de 102.)81,000, deseen em
1851 a' 100,477,000, redoziudo-sa em numero de
2,50,00Q.
Sao estas as verdadeiras parceilas aaricolasv, as
qoe consiiloem os nnssos campos A cifra dimiuoio
2 1|2por100 durante os triula tnnos que separan)
1821 de 1851. Como le pode fallar depois disto de
progressu do retalhamento ?
Houve acrescimo das propriedades edificadas e das
pequeas parceilas qae II:es -ao contiguas ; esta mul-
liplicacSo sera' um mal l
Houve tambem, leconhecemo-lo de boa vontade,
desmembramento de um cerlo uomero de parceilas
auricolas ; porem como a cifra total diminoio 2 1|2
por 100, a menor extensao de oria parte conduz ne-
cessanamenle a' admillir inrlii r extensao para a
outra parte, e por coose&uinle a aas2loiner--cao, \
frocto das lransacc>?s livres. Nossa eplniao acha.se
pois icmhlhenidlicaruente demonstrada.
IV.
Que vem a ser cm presenca ieataa cifras a prelen-
cao de limitar, em virlule de una disposicao legal,
a faculdade de dividir o soloem uma exfencAo qual-
quer de estabelecer um miuiniurque nao pode-
rla ser loase e-scncia|mente relativo, segando os
lempos e os lugares '
No projeclo de cdigo rnrrl le 1808, por que as
qoeixas nao procedem de houtem, e os meios emp-
ricos nunca deixaram de ler promotores, failara-se
de orna oilava heclare, de 12 ares '.'
Suppui'.hsmos por um momento que este limite le-
ona sido ulirapasrado pela maior parta dos acotes
de 5 francos ; ou mesmo que todas leniam deaeldo
da fuacAo previdenle aconselhada ao I v.nlador. Na-
da be inais fcil do qoe fazer eslo calculo. A contra-
veneno eeria de menas de 750,01.0 heclares, por que
nos nao temos cerlameule 6 milhoes de coles de
menos de 5 francos. O lerrilorio da Franca comple-
se de 53 milhoes de heclares, a exteniflo tributaria,
anproxima-se de 50 milhoes (em 1851, era de. .
49,326,000 heclare); nao te trata mais da septua-
gsima parte da extensao tolal do solo. O perigo uo
ha extremo. No entsnlo a metale pelo menos desle
6 mil:.oes de cotes, de menos ce 5 francas referem-
se a propriedades edificadas-; seria pois preciso des-
cer a proporeJo da centesima quadragesima parle,
soppondo sempre, forca he que o recordemos, que
todas ellas pequeas ucoleau lenhsm sollndu coulra-
venrao.
Se em vez dos cotes terriloriaes, s quizesse ri -
haler dos 100 milhoes de parceilas da propriedade
lerrilorial, (supposicao ainda por esla vez a mais ex-
trema e que nos permita recorrer a demonstrarlo
que os malhematieos chamara a rednrcio ao ah-ui'iio
.) de uma propriedade dividida por isto em i arcellas
inferiores ao limita legal de 12 res 1|2,), nao se tra-
tara de 12 inilhfiesdc heclares, nem a quarla parte
do territorio tributario !
Sondo a limilaco inaplicavel as propriedades edi-
ficadas, e aos terrenos qoe Ihes perlencem, as appr -
hensoes que podesse provocar se nilhante medida, r f-
fuscam-se por si mesmo peranti o exame aliento e
imparcial nos fados. Em 1812. as cotes.n nao di 5
e da m-. naa francos, qoe originan) o grito da Merma,
porm todas as de 20 francos e d'ahi p>ra baixo, nao
paeav.m teiiao a quinta parte do lolal da contrito ii-
cao territorial (52.600,000 banana de 208,030,000
francos.) A grande e a med* :tropriedade oceura-
vam mais as qnairo quintas parles do sol e, ai a n >-
pcrcni se rao lificou depois, nao foi era seu delrimi-n-
io. O nial nao he pois tao grande como se quiz pre
tender ; onde elle exista, uao he preciso que relor-
me o cdigo por exterpa-lo. Lina mudanc.a mnima
as leis do recenseamento, eis aqu o que seria op-
portuno pedir ao legiilador, conliaiidn-ie, quanlo ao
mais, no imperio das luzei edi liberdade.
Itesla-nos ainda exlrahir do parallelo anlre eslas
doas pocas,1821 e185l. ania dados uao me-
nos interessantes sobre a situarlo da propriedade ler-
rilorial.
O territorio froncez j ha cultivado melhor : enm-
prehende-so agora a vantauem qoe ha para um paz
rico e povoado em explorar bem om esoaco restricto
antes que em alacar com mcios iosuflicienles orna
vasta extensao de territorio ; porem ao mesmo lem-
po qne se lirou Jnelhor partid ) do solo ja roleiado,
fueram-se tambem novas conqoislas. Asebarneeas,
pistos, malas, panisnos, montinhas inealtaa, lerraa
inaniuhas e abandonadas, oceupam entretanto iigora
a stima parlado territorio da Franja. Sena d --.ir-
razoado imaginar a possibiliade de tran-former
vaiilajosamenle todas estas vaslis extensAes em Ierre-
nos collivados. As mais das veces o producto estarla
longe de pagar a despeza, e tlemais esla operaran
exige uma massa de forjas e do capilaes que nippe
o concurso de moitas geraees. Il.veria grave peri-
lloein di-peiissr os recursos eii-leiiler, quando ap-
plicaudo-os a om espajo mais circumriplo, se poda-
ra e.perar um proveito maior.
Entretanto quando nao se excede umajosia me-
dida, o Irabalho de roleadora e de apropriario das
Ierras novas pode produzr vatilajosos rosullad'>s.
Elle sera boje sincul irmcnl favorecido, ein nume-
rosoe paize', pela influencia dos c?m ulio. dn tarro
e em geral das vias aperfeiroa las de coiiiiiiunic.irlu
que abretn o sccesso dos mena
De 1821 a 1851 a divisan dn lemtorio Crneos pir
canoro do colliiras modificou-se nesla sentidu : os
jardios e as Ierra cuMivaveis ganruram ex ensao.
urnas 4,075, ouir*s .310.091 hectrea ; os pradea e
paslagens ganharam 3,87, e a, vinhas 11,692 l!ou-
veraio mais de 420,000 baelanH eonqaiitedoe.ne ea-
pajo de Innia anuos, as matas e Charnecas, 14,000
herUres em termo medio por anno.
Ja a-signalamos o enurme accrescimo do vilorda
renda da propriedade immohil r 1,743,000,000
e i vez de 39,514,000,000 anji lalo de |09 fM loo
cu 3.11 por an.io'.e ., da renda liquida 2.(1!::, :
no 1,.5811,597.000, augiiieulo de 07 jor lili)
ou 2.2 por anno. Hoje (1857 .-. valor da rinda li-
quida da propriedade lerrileri d eleva-se a lrt> rail
milhoes.
linear a imprente que serr litantes resultadsSiao
podem deixar de produzir. Como as explicarames-
ses que fallam da decadencia di Franca oepois 54*-
revolcjao. e que deplorara as cnuseqoeneias de nos-
sa lei sobre as aneesea e sobre a dtVisSo do slo'.'
O casamento reormpe o que a heranca divide.
O livre accrsso'da propriedade dminua o nume-
ro dos proletarios.
(l acrescimo do capital e o desnvnlvimen(o da fn-
lellieencia I tlljum a livre ailSlameracSO da pro-
priedade < O po .mecnico anido ao poder de capital ameo-
paria i .isliluir lalifondia, se a dlvilio das naran-
jal o juena cultura nao livesaem reeebtdo a as-
st't, -.o de vias de eommiini:ac.uei aperfeicoadas, de
n/jrcados, de consumos mais ou menos vastos e do
/progresso das Insaa,
A propriedade media estende-sp eob o imperio de
nos as l'.is civis e soba influencia do dcsenvolviraen-
lo econmico da sociedc.de.
A pequea collnra orcupa uma reslricta fracro
do territorio ; diininue era importancia relativa, m
vez de gsnha-la.
Esla cultora lem de maia a mais vanlagens mi-
rae* e politicas que Ihe sao proprtas, e que leis li-
milativa da divisao do solo se arriscaran) compro-
melier.
O proeressos ohlidos pela riqueza a:ricola desde
1821 al 1818 oram mais couiidcraveis do que era
uenliuma oolra poca.
I-' naimeiile a l-'ianca, considerada em crosso, ain-
da he e ser sempre um paiz em que domina a ex-
tenu superficial da grande e da media pioprieda-
de ; es suas Ierras passam lodos os das para as maos
daquelles que melhor as podem fecundar.
.V iolluencia de nena lei das success5es basla para
eoiilrahalancar a forca de coocenlrucao inherente ao
capital e a propriedade.
Dissemos ao comeear rsle esludo que queramos
ap: lar-nos sobre faclos ; os que assiuualurr.os, as ci-
fras qoe expozemot vista fallam bem alto.
Estes e estas cifras, extraclarao-las dos documentos
oflicines reunidos em conseqoeiicia dos dous eximes
da admintstraeaodss Huanras ordenadas pelas leis de
ISIS e de 185U.
As circunislancias em meio das quaes foram exe-
cul.i los estes eslndos, augmentan) unida o valor das
observarnos recolhidas.
Em 1821, a nova di.sttihuirao do territorio, pro-
dnzida pela alienarlo dos dominios naeienaes, linhi
ein moilo grande parle pro.'u/ido seu elleito natu-
ral, e coniejava o muviiuc-ilu normal da proprie-
dade.
Em 1857, pde-se verificar as niulanras operadas
durante o erando perinlo de nossa historia, que se
t-rmina em 1818. por que, como j observamos, nao
foi de I8i8 a 1851 que se pode eeienvelvec a pro-
Cressio da riqueza aurcula. Dissemos aiuda mais ,
i < av .lilesea de 1851 foram fetis no meio d cir-
rumstaitrias desfavoraveis, quando o prego venal da
propriedade immovel eslava avullado e que se acha-
ta deprimido o retidimeiito territorial.
Entretanto o valor da propriedade tinha duplica-
do neeta poca e o reudiuiento tiuha erescido na ra-
zao de dous (ergos !
Tal he o balaafo da siluafo de IS2I a 188,sobo
imperio do cdigo civil e da livre reporlicilu da pro-
priedade do solo.
L. Wolewsky, do Inaliaie.
Revaadei Drm Mou-tcs..
altonr;iio a la-
t*AGrNAAVULSa.
O tobraio de ruinat notaterr.Parece que co-
mo nnnumcnio se conserva esse sobrado em ruinas
do aterro da Bol-Villa, quan lo elle pelo eu esla lo
j ha multo devena ter sido demolido, par nao se
fazer dello tima p--ia como se observa, renimoi
paranlo ao eu proprielario on cmara municipal
que o mande arrazar, assim como igualmente essas
Ires ou qualro casas da ra das Cinco-Punta*, que
continuara n ser conservadas para o mesmo fira.
Cano de e;got dei.a para a ra dos I-lores om cano de escolo de
agaas sujas, que moilo iiicammodn e nao deixa de
ser nocivo : Sr. fiscal, alerta !
Fabrica de fazer tarca* de algndao.Conti-
nua o mesmo trafico de se fazerem saccas de algodo
a costa dos prensarlos, e com o auxilio dos eteravoa
trabajadores das prensas : Sr. subdelegado do Ke-
cife indague deste fado.
Uarapno.Na ra do Cal 41 ir airo exisle orr
deposito de garap.lo, e porqoe nao o obsta, Sr. Tu-
ca 1 "
Carnicetros.Exislem cerlos carniceiros no
ac^uaue da Boa-Vista, a alguns delles escravos, que
fizem lulo quanlo querein, fortam, insultan), e por
fim mear;ara a gente ; o que fai o Sr. subdelegado
11 I! i-Tilla, que nao Iraucafia algum desics inso-
lentes
Duvida.Sera' cerlo qoa algons tabermiros
vSo dando aluda a genero* era bum esla,I"
fnvo,recer a nobreza Taula candade he por eerlo
digna de compensar.*".
Pei.rt. podre.Na ribeira de S. Jos exisle o
pe simo cosluine de salprezarem o peixe quando jt
se acha podre, para por este modo aproveitarem o
que naopoderam lunar quando freso : Sr. suble-
legadu, lome eile negocio em consideraba-.
DUutre.Consta que na tarde dodia 17 do cor-
renle um carro esmagara a om menino lillio de om
Pedro de tal, mo.ador na ra de Sania Rila, e do
que morrera ana poucos instante*. Ndo he a primei-
ra ves que se d,1o mais ou menos faclos dessa oidein,
os qoaes se succederao sempre einquinti nSo h iu-
ver uma severa punicao em om desses desalmados
boleeircs, que sem nenlnim recalo aliram com os
earral sobre o povo sem prever as consequencia* que
disso pode resultar. Pedimos perianto polica,
que lomando na devida considerado o que acaba
de sueceder, d a* suas providencia* para que em
dias de grande reunnlo nao se consulta os trnsitos
dos earraa pela cidade.
Miamento da austmbles.Par portara de 18
do correnle, foi adiad* para li de abril a reunido da
aaaembla legnlaiiva provincial.
/ .Ha de l'ropriit. lemoi caria desta
provincia de Senipe, com dala de p do correte,
tpiemudo-se de f lia de elinvaa, e de pra;o alio dos
leero ilimeolicloi: ajfriuhademandieea vendia-
'i a) rs. o sesmico, arroz com casca a I- 0 1
rs., e veniKllio a ISJ380 ; carne verde de
6.JI0O rs. a arruba, a leca i a :',! ) i-, a libra.
Hospital de caridade. Existan) no da 17
20 honieiis c 30 mu iteres tratados pela earida.de, s
borneas e IN innlhercs que pagam a cjsj e 10 preces
do corpo de polica Tala
Mirialidade.Helarlo das possoa* qoe foram se-
pultada* no ceinilerio publico, no dia 7 do cor-
rete inez ;
Auna Senhorioha da Fonsec,), branca, casada, 2S
anuos, paritonUc*.
Angela, parda, lolleir.i, 20 anoos, gailro eole-
ritcs.
i Senhorioha das Chuta*, parJe, solleira, 21
anno*, tubrculo* pulmonares.
Joaquina Mara da Couceicao, parda, viov.i, 7J
limos, hvdropesia.
No, preto, escr.ivo. 25 annee, diarrbee.
do, prelo, eeerave, BO annoa, hydarlhroses.
iciaes, paida, 9 mere*, eanvolsOM,
Le nida, parda, 2 mezes, convubOes.
I loma, prcld, aacrava, 40 aunos, gistro me-
nles
i i.1-9.
Mauvluuro /:;;.,', o.M.ilon-se no dia 17 para
e mioma do ala 18 de correnle, a saber :
Companhia das remes verdes.......2 bcii.
Ricardo Remolido da Silva......... 5
.Manuel de Sonsa Tavare
Hitarte..........
elles collahnram, arharia facilinenle a causa das mi-
serias a que alludr.
Se a artigo do (Liberal fosea lido tmenle em
Pornarnbuco, peder -se Ina dlafjenaar issi aprenaciln,
que na verdade deve ser repugnante a quem ae aeha
enfastiado das dtoaatoes peasai es, o recia os accom-
metlimentee furieaas de hotnens qae nlo lem uma
repotacoa perder. Mae fea daqol, quem ouvisse
dizer que qtiasi nunca houve urna poca cm que a
imprem descesse ao aviilaneenlo em tiue se echa a ;
quena rep^nsse 1101 receios do Libralo acerca dee-
sa Iota desgrasada que elle sapfOl poder Ir^zer o
descrdito da provincia ; quem o vi.se aliuditi !n a
iiin dedo iniung', que quer o no-so arate, e qne cor-
lamente devora ser mu poderoso pafl amar lano.
seria talvez induzido a crer qae o peosamenlo de
nio leraeeo ede concordia nao lera lae,do enlre nos
orna so raz, e que Pernambaeo, eeeslilaiado-te
nina evrepeo das demais provincias do imperio, he
um velho emperrado e teimoso, que de cuelas para
o sol que nasce, ainda mira Mudse as sombras que
se veo uiergulitando no occaso.
Ponhainos porm as cousas era seu lugar, e vere-
mos que esas aetmeralitatao, que tanto cuidado d
ao Liberal, serve para provar eihuberaiileinenle a
extrema tolerancia qoe hoje ha 1111 Pernatnburo.
yjes sao os rededores e cullahuradores das lie*
fetnaa virulentas ? Quaes s3o os seus precedente* I
Qiiul a sua conduela e modo de vi 1,-1'.' tlual a sua
importancia e inerecimenlo pessoal'.' IJue eslylo em-
pregaoi alies ? Cona qae armo comi.alem'.'o iem
lian sabe que um mor;.' bacharel, perdido na op.mao
publica, duas veza* niollogrado em sea> pretenees
a einpregn, e, alera disto, enxotado da Imprenta
mai* seusaia quo nao se quiz macular coro seus es-
cupios, he ptesenlemente o escrevinhador exclusivo
da parle supinamente abjecla de-se peridico intitu-
lado Jornal do Ct.'nmerrio-, que pela elingoagem
ludigtta de um povo civilisa-lnn, e pelos seu* aala-
ques furibundosu dirigidos a orna parte da popula-
ao, he lao justamtole coudeinnadu pelo (Liberal
Periiaitibucanuti'.' ,
Lina raanosla couscienciosa a lodos estes qursilos
dara a idea mais exacta sobra a causa da dennorali-
sacSa de ama parle da Unpranaa deala pruviucia, e
salvara os brios peitianihiic.in is de qualqaer impu-
laca-, desairo*! originada pela inoraucia do verda-
deiro e-tado das nossas cousas.
Abalease-nos porem de citar nomes proprio*, ain-
da que so coot elles poderiaino* demonstrar CanSl-
itieute que sem ser preciso comprometer a aqn Bde
liberdade poltica, bastara a repressflo legal e vigo-
rosa para pc coitro a esses dillamadnre* eeoaistai
que fe/.em da impreiita uin negocio vergnnho-o e um
vehculo para detabafos reprovades. E o mus he
(juo se vilo "maniendo, sem um Padre >osso de pe-
oilencli I Mas isto nao prava eanin o nosso estado
de cnilisac.ij. Em toda a soaiededa bara argam-
-icni horneo* crdulas e facis de Iludir;
hornena timoratos que antes de ludo enideai em .,,1-
var a pella, e evitar cuidadosamente quera lh'a posta
lenr ; hoinens que por seu espirito mesquiuho 00
siuiple'iii'Me curioso se compra/era em ver deido-
brar aas olhaa do publico a roupa luja des seus se-
melbanteu, na phrase do aLlberal* ; humen* que
gostam de alinieular a qoem arranca uin olho a seu
inimigo, ainda que nessa operacao nlcrvenliain a
p ru 1 e .1 cilumuiii. E eis-alu porque se maulcni
01 protervos !
C icnpare-se anra o proeedim'iitn Oestes com o de
im,unieras viclunai que sorem resignadas lama na
cara, podendo fa.:''ieule esmagar o inslenle, e res-
p "i la-so quando algiiid dia os Peruambucanos de-
rain tao subejai provas demod erario c toliraiicia.
.\o lempo ein que os pundonores desla boa Ierra
11:10 eslavam lao bem temperados p*Io peiisamento
qae hoje domina, certas aggresses vida privada e
a honra do cidado erara rigorosamente relorquidss,
e u aggreiser, aiuda escond do lias eiitranhas d:' Ier-
ra, Via se em latas para eses-ir a uma vinganca ei-
troudosa e as vetes cruel.
Actualmente chega-se a infamar e.. lellra redon-
da a honra da denseUl, do anea re*peilavel, do al-
io fiincciiuiario publico, e a re-ignaca 1 cu o disprezo
apadrino* sempre o mal vil calumniador. Tm-
pora mutanlur Poli nao he porque a punicao le
gal seja agora mais cilicaz do que out-'ora. E depois,
neto lodos qae se viugivain, deixavam de prevers
conseqoencias...
Hoja o lumeni atrozmente injuriado appella para
o rrileiio dos seos coiindadaos, repousando na paz
da consciencia, deixa livremente que os caes ladrein
la al nao poder mais.
Entretanto era esta resignacjlo evsngelica, nem
o* cu.seibos do Liberal, nem mesmo as ideas da
poca, lio de desarmar os irotervo*. Ein quanlo
o* homens honeaios nao aduptarern o syslema salutar
de Ihes negar o oimiento de quo preci.sn) para v ver
vida devasta ; em quinto nao concorrerem elliciz-
inenle para por o freio da lei nos dilTamadores de
', era vez de o* deixar correr a redra solta ;
ein quanlo, fiualinenle, os Iribonaes por uma justa
sevendade n3o inspiraren) a eoaBaufade que sera
irrt-ui:--iv, lineiili; desagrava'ia a reputaran offen-
diJa,os insultos, as calumnias, as difiamiicOes Con-
tinuarse a disvirluar a grande missao da ia^mesa :
porque infelizmente s especuiadures, us homeni
contrariados ein eus clculos iiiesquinhos de inie-
resse pessoal, os homens despeilados e dominados de
um seulimeuto r:e balsa viuginca, como que adqui-
rem novas toreas a sombra da tolerancia.
F.
particulares rom os altos pregos de assucar
ealgodSo, nao tejn prestado alte
otira dos demais gneros.
Tomos pois qoe causas genes que se ho
accumulado produzet aciualmenlo os M us
ell'oitos ; que espiritos maos e para litis de
mera conveniencia S o particular apregoa
sor devido a companhia das carnes verius
desta cidade.
De forma que nao lia carne e esta por p-c-
qos caros, dizem elles a causa he a compa-
nhia qne comprou todos os galos dos ser-
toes por precos caros 6 la os retem ^n.'io sei
para quando ''. JaOm deq.10 haja falta as
feiras e ahi subam ns presos. Ora uma tal
argtimenUQao he so dijna de desprezo pe-
los que pensara, mas o vulgo que nSo pensa
vai se imhuindo dessas caramiobolase acre-
ditando toma vulto muilas Vezes a men-
tira mais descarada. No Cesra, provincia
ceadra degados.a carne se vende de 240s
320 por ultra, no Rio tirando o mesmo, na
1 aialiili? o niesm 1, em totas as cotnareas
desta provincia o mesmo, as niagoas o
mesmo, na llaiiia 400e 500 rs. a libra ; pois
queris saber a causa '.' Ha a companhia das
carnes verdes, isto he digno de gargalhadasl
Qnereis saber mais, pois ouvia urna
lulla geral de 'rucos raiu losera lodo o im-
pe.io desdo o Rio (randa do Sul at o Par',
queris saber a causa disso' He a compa-
nhia uas carnes que est fazendo deposito
dos pequeos trocos e tsnonolisando-os ? I
A enrnesecca est de 6 a H); por arroba,
porque ha falta de gados no lito Grande e Rio
da l'rata, mas queris saber a causa? He a
companhia das carnes venias que n3o que.-
que venha carne secca para esta proviicir !'.
Terr chegado muito bacalho, esto nao
tem 1. isado do preeo do 14 e 15? por quin-
tal ; q lereis saber a causa Ainda lie a com -
panhia tas carnes verdes !
Pio ha farinha de
comprand-i-a muito cara ; por causa da mes-
ma cpnikianhia !..
lia inulta lariuh de trigo, porem os pues
s3o ainda pequetios; isto por causa da mes-
ma companhia das cirnes ve'des.
O mais bonito de tu lo islo he, que afinal
dizem elles tambem. que nao he a eompa-
uiiia loda.colleeiivatiiiMite que ha culpada,
he sotnente a gerencia,descunio desta a ad-
mtnistracRo, alinal decaem sotnente na pes-
soa i'.i caixa.
E descobriram-se completamente com
soas argurnentacoes; preter.do pois pro-
var nos seos segumies communicados f
I" Qae a fonnacao da companhia fui til
a populacao porque se cila nao se formasse,
a cae estara hoja ae 0 patacas aara cima,
quando a coapaubia a lem fornecido de 20
ate 3i patacas o mximo.
- patentearo plano que prenleu a for-
mr^ai da companhia o us causis reaes da
presenta guerra que sofre, moltvo della e
por quem he promovida.
3' Dar pI?no conhecimento ao publico dos
negocios da companhia e dos obstculos que
ha, o lu. edema marcha regular desla ne-
gocio, anda mesmo nos tempos anormies
de boas chuvas e abundancia, de gados.
caberas inexpertas, que a nao ser elle, nao
sei onde hoje estariam, e nca de que ma-
neira... Iiis'a.
Diz S. S queqnanto ao que disse a res-
peito do Sr. Jos laDoaro detxo a este a res-
posl: pora que o Sr. mett-i a bulha, Sr
los lanuaro eu no especiliquei o nome do
Sr. .lose /anuario,e o sr. incalcando-se como
advinhador.fa/. apIicasjSo de minhas palavras,
s para ter o gosto de afirmar que he falso ;
mas falso porque T Que prova tem o Sr para
dizer oque nao sabe"' Suppunhs quo S.S. lem
pouco annos de existencia social, e assio
mesmo diz que o meu arroja n3o ha de de-
morar de pedir aos Iribonaes o que he seu !
Este Sr. Albuiitierqua Maiatiho he o que se
pode chamar arrojo.
Continuando diz S. S. que he bom conde-
cido para que o publico l.:ca um juizo' di-
verso a seu respeito; h muito corto que S R
be assaz conhecido e eu que o coimcco-'a
rundo, mas aqai pira nos permitta-me fa-
/.ar-lhc uma pergunlazinha, po leremos
appellar para o publico em geral, ou por
caut da devemos expetonar o da villa do Ca-
bo t... no otlende.
Finalmente Sr. Albuquerquo Maranho,
conceda-me como seu vistntlollcenca, ja que
como mais velho nao me cotice ie, para di-
zer-lbe qae paremos con esta, porque de
outra maneira parece que nSo vamos mui-
to b9m, pois S. 8, bem sabe que quando bri-
gaui os compadres ou comadres,!.; o mesmo,
descob.-em-sa as verdades. Anua por esta
vez, Srs. relaclores, pede-lhes a publicarlo
destas toscas liabas o seu constante leilor,
Jos l.uiz lo Audrade Lisa.
Pidobinh". 15 de fevereiro de 1838.
5.* Na execucSo des IraValhos o arrema-
tante sugeitar-se-ha aa preseiftpcOes do cn-
genhei:o encarregadn da estrada.
6." Para ludo o que nao se achar espe-
cifica lo as presentes clausulas, nem no or-
camento seguir-so-ha o que disocie a res-
peito a sopramenciot'.ada lei n. 286 --Con-
forme.O secretario,
A. I-', da Annunciacio.
O r. Francisco de, Assis de Oliveira-Maciel,
Juiz municipal d* segunda vara desta ci-
dade do Recife, por S. M. I k c. etc.
Faco saber em como por esta juizo se ha
de arrematar a quem mais der, em praca
publica, uovamenle a renda annual do ar-
mazem n. 9, da travessa da Madre de Dos
poresmeo de dous annos, servindode bise
para arremalacJo o proco da anterior de
o.lte rs. amual, com aconii(;3o de pagar
0 arreraatanie a renda efn Qaarieis vencidos
prestando no act0 da arrer.atac3o flanea
doea, t.uja renda de dito armazem vai no-
va mente a prarja a requerimento de Joaquim
lerreira Valent consenhor do referido ar-
mazem. teno s,lo citado o cousenhor J0S0
1 avares Lordeiro ,
E para que chegue ao conhecimento de
lodos mandei passar o presente que sera
anisado no lugar do cosiume e publiciJo
pela impreusa.
Dado e passado nesta c ja,ie do Recife aos
17 ne fevereiro de 1858 KuManoel Jos
da Molta, escrivo o subscrev.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.

I
CAMBIOS
Sobre Londres, 23 i. por 1; a 00 d. v.
c P.tris, 410 ra. noiu.
t Lisboa, 110 l|2 a 118 porOiq.
heseoniude letlras, 12 a 15 porcenln.
OL'ROOnjaj hespauholas.
Ditas mexicanas......
Pejas de OjiuC .
Moedas de J5OOO .
Ditas de 20j .
l'RATA.faiacoes oraiilairas.
Hitos eolumnari,.s.
Uitoi mexicanos .
31 son
3181KH
I70O0
JjOOO
909500
5080
2(080
lObO
325000
3231)00
149000
2S100
J100
^fe*
iaWW^jrf
ALI AMIEliA.
Kendimenlo do da 1 a 17. .
dem do dia 18......
253:2979169
31-.I79569
2H1:76}738
ne*carream hoje 1l de fevereiro
Hri-110 hamliuri:uez lylonmercaduras.
Bricae insleil'e.ui,-.liacllt.io.
mandioca. esUmos "" ""!le*-Fiuieri,u-ide.ii.
Ecc.uu insiera.iwonl-l-iskdem.
E-cuna suecaEbb 1-rederickobjeclos para a es-
trada.
Patacho portugoetProroplidilndiversos ienerm.
MOVIMEMO DA AI.KaNUECA.
Volnmes entrados com fa/en as .... 8*
a a com (eneros .... |ii;i,
Tolal
Volamos sabidos com faxendaa .
a i> eoin poneros .
Tolal
CONSULADO GERAL.
Itendimento do da I a 17. .
dem do dia 1K.......
11711
177
682
859
74.-709S527
De676|08a
80:3855609
DIVERSAS
Kendimenlo .lo da l a
dem do dia 18. .
PROVINCIAS.
17. .
3:7839901
2j;788
:i)i);ti'.)2
Srs redactores.Vejm em qne apertos
boje rae veem pela estricta obrigaQSo de res-
ponder ao Sr. taueute coronel Luiz de Alb 1-
querque Maranho. que ao ler a minha cor-
respondencia publico la no son Diario" de
9 qo me7. prximo Ando pis-nou, (suas pa-1 cmu
,
A citnlriluiicaa lerrilorial em principal cm de
18I. 172.588.000 franco*.
1851. 160377,000
Ella lioha pois diminuido 12,311,000, asta 41-
minmt/lo aria sido minio mais conS,rtcra*c|. H olLuii do Oeeiroi .
principal do iniposlo.nao baH aotimenladc com *: Lais Jjoreira de Mendonca.'. '. '
,mp s.ces sobre I "VJ"-''--^. qnr de 1835 Jos< MUnio de Son,. Our> I
a IStl. sobiram a .>,60o,000 fraocea A eanlribiiiefo
lerrilor.al, compreliendidos, o cenlimos ad iicionaoi
era em :
1821, da 241,016 000 fr-jnco*.
1851,da 259,074000
(_ que revela um aecreicimn apparenle de
16,058,000, compensado em raaile srande parle pe-
lo imposto sobre as novss eonlrocc^ea, aem fallat
das vantagens direilas que os eeolimoa adokloniM
Iransaraai a' propriedade lerritanal (eanatlaecoii .p
estradas, escola*, ele .
Ha oulra propereSo ainda mais *alente, a da re-
anla do principal do impasto territorial, Mein ro-
mo do imposto letal, fomprelicin ios o* cntimos
addicionaes, com o valor da vsnda e cor) o rnidi-
inenlo da propriedade.
Principal.
1851. 1857.
Em relaejo ao
roudnueulo. 1 Ir. sobre 0 fr, 16 c, robre 16 f>.19 c.
-'
. . . 3
. .
. . . i>
. 2 j)
Total . 39 bois.
nanhtia.
A IMPRENSA LM PBP.NAMBDCO.
I emoa no iLiberal Pernembneanaa n. 1606 iljn-
maifefltifiel mni aiaisadaia respeilo do tn-
lelo que vio aprewntanda eerlo* peridico*
desta cidade. Foi jtjaio e lirado de lo '
I \.!iilou o o!.ilteul ciilra eise* protervo* q'-ie
n9o conteotee de ferir rroelmenle n reput So dn
familias, de inventar falildadei sem a maia leva cor
de vcrosiniiilianr.i, iir- anacer a* calamnin mata lor- mi
pe, e de lanrar a lace de spu* coucidadAns o* e ilhe. sera
UMA EXPLICACAO E.\l TEMl">.
O qoe se dix em um aiiiiuncio iuseitj em varios
Humeros do Jornal do Conimercion desla provincia
sobre o furto Jo om cavcllo do lllin. Sr. rranciaeo
l-'erreira de Sosia llranco. no luar de Cairjara, em
Sanio Antas, o com rrferencia ao respectivo ubde-
leuailo, nlo deve ali'actar k conduela illibada, enr-
gica r especialmente policial do Sr. subdelegado sup-
pliile, Alexan Ir Jos de llollanda Cavslcanll, pois
mo se icbava tile na exercicio da sabdelegacia a 15
de Janeiro, quanlo esse fado se deu.
Nem sempre be prudente cens declaraos de a-
mes proprios, mas be cerlo que laei omistoes puleni
Iras i eenfosao e dcsconceilo a quem nao anaraee.
O Sr. llollanda l.e na verdade mu a jjx rle | ulL
'itlUajualqiierjelojOie rrtrTorionJo dara
lemelliante resposla ero favor de uin l,l inspector.
Nem menos se pttde diier do moito nrndnnte cir-
io Sr. delrgado, cepille Joaifhin Fianciico
de Olivein, Activos como silo cssesdou* agentea da
polica, convencido* est.inos do que se Bfle
d i miiot pane de* ladrOei da Victoria, nlo ha certa-
mente por f-ilta de boa vaalade ; mas porque a lei Be-
na lites os m.'io* de persenuir o furia de rav llus,
pois iiao aando flagrante prieiea-ae te quenas do*
, qus igneraalea e sem maiai ae arrvsiar as
dlfllcoldadea deipezai da um processo, com cusa*
aciescidas e pajas iiicculiii-nl.'ii.enle, acltan e lain-
bem de br,ir i. liRidoa. So pois teein liberdade os
qoe maia corles neaaa lacnm da lei, do que
qnalaaer jo'i-penlo, vflo louUir tavalloe al de da !
.^uoic.i aiffleolda le be coihe k-s e monla-loi e de-
pata, anda que sa os veja e conlt ca, quem os pode
llcan; r '.' c a leo* Habanle I o o que se deu com
o Sr. padre llranco.
Lastimamos, como o annonciante, o calamitoso es-
tado de-t e de outres comarcas sobro lurlo-, espe-
cialmente do cavalto* ; na* a que fazer se >is nos-
sos legisladora!, qoe lana uos fallam em favorecer a
grleallnra, oeenpada em alloi negocios nlernaeio-
naei, no se letnlirain, que o furto da cal
latubeni um grande da.nno para a auricollura J Xa-
oliamoi pota paciencia, e ee| eremoe qup us noaaei
depatado, ilteodende ao clamor pabli :o, a
i*i e al i di elgamai eamat -
iiKiin :;>:ies do sol do imperio, se dtgueitt ae propdr
p te lu/;r o furto a < ..s^c .,,. erirnea pnnJieai a poli-
. como >e Iri. lie provjJilaiamenle contra o finio
,l- e- ravos. Ido com lana rniior rarao, quanlo o
de escravos, cm rera, diipuohana de mais
in-ios paia per-eauir ao ladrSo, d i que o pobre, que
-o poiane um on doai cav,l|u-. pJr tal aninlo da
le. lal lie a arenca, e rol. aillo, que la-
t.os oovido a mullos dizercm que> furto n lo bl
erinta, se nao para al^um dono caprichoso e vlnga-
livo | !
Vi ii indo, pnrem, a poliel direinoi, oo antes eon-
timos, que em quaniu ealiverem em esereicio os Sr*.
lo capillo t) ivir, a inbdelegado luppUnle
V i \,::i Iri Joae di Iloliainia, cero lao boa vonladl e
vigilancia, os eaaoi de furto daaoeraa a uma escala
ln; porm que realmente o 3r.
ilollanda, 6*iTipro que exsrca a polica, torna-si o
" i 'ii lea, o lerror dos l.t.lies.
layras e ea ingenuamente confesso, que nao
sei com quo pots sup toahl que se, ilo outra
vez, vi-me constrangldo a respondern Sr.
Albuquerque .Maranho. he beta provavel
que ente Sr. fique filmitnJu ; visto como
estou convencido e comigo aoita gente, que
al o oresente nao tnho offendido a suscep-
tibilidadedeS. >-, mas espero que compa-
decendu-sede n ambos, nlo me permita
pegar mais da peona para este lim.
Deixo, Srs redactores, de seguir par pas-
su a correspondencia do Sr. Albuojuerque
Maranno, respon lendo-o, no s porque
julgo desnecessario, como porque a minha
acieoeia ni?o meajuda.
Diz S.S quo nao aoopoz quo 18o a sn-
gua fri, houvesse quem avanr,asse inexao-
Iries taes como asqu." se veem naquella
correspondencia "... Entretanto que S, S.
nSo a sangue fro, porque islo he meu, po-
rem com a prosoaoocia fofa, deque he pren-
dado, atira-se sobre mim com a rniraosi Jade
quelhfrbe propria, po ido da falso o quo
nao po;e provar,; estou c.rto que a tanto
uo se arrojara) e por conseguinte nenhuma
considera^So Ihe dou nesle ponto
Mas, Srs: redactores,diz o Sr. Albuquerqoe
M-raniio, que n,io quer de maneira alguma
discutir coligo fora dos tribunaes, sobre o
). q'ies 8.S. e o Sr. Jos Januarlo
lemnaprojriedade Lges: querendo desta
maneira pelo que parece dizer que foram
eslas us minhas nicas exprodsOes emittidas
na correspondencia a que se refere : *r
UaraubSo acho inter.issante que S. S. usi de
um bom par de oceulos para melhor encher-
gar os caracteres e dar-lhe o seu devido a-
UESPACOS DE EXPORTACVO PELA HSA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DlA
18 DE KEVEREInO DE 1858.
Li.boaBarca porloBueta Flor de S. Simio, Car-
villio A; Irmaos, 30 cascos mal.
LisboaBrigne |.orlusuez aCon*tanteu, Tliomax de
Aqolno Ion-sea C< rllbaa, 100 saceos e 23 barri-
cas as*ucar.
PortoOjalara porlngnexa Olindao, Manoel Joa-
quim llamos a Silva, 10 cascos niel.
Porto llarca portugaesa Svmpalbian, diversos
carreja lores, ili'i sarcos e !1 barricas assucar.
FalinuulbII iizue inglesoEatarprHi), II u. li.uun
,\ t'.., 2,100 sacco* as'itcar.
rea ingteaa .Missionary, C J. Aaliaj s\
preciamento : pois veja o Sr. Albuquorque
Hl an-.a que o que eu disse, foi que se
smenle se empregassem jos meios legas
ele. etc .donde por loica se devora concluir
que estes latabem foram embregados ; en-
tretanto que os llogaes do que S. S. nao se
digaoa fallar delles em sua correspondencia,
sao mui ptentes, os quaes n9o se limitara
aos que por alio mencione! na minha cor-
reapondeiiGra, pois que ha de se lembrar
S. S que em dias do anno prximo rassa lo,
Q1' capilaij Jadndbo>ioriie! JJo'-
_':s Lt'Uti -se jajs'a'mas madciras da
malas (tominha propreda ie que m'as peo,
0 Sr., sob que pretest:, o im, edio .' Foi sem
duvida para dar prlu- pi a sua pretendida
posse ; ids pot tinto quo nao he inexacto q-je
S.S uo espera pela "trecis!*. smenle djs
triDuna. s SUpponbo qut, oqt levo dito
1 3 ii muito diDcil provar; que i/, a isto ?
Prosigamos diz S. S que a minha corti-s-
pon leneia olTerece um quadro de cores. Lio
earregadas, que aole-la alquero supporia-
mecunluta.lo com o Sr. Jos Jmuario para
commettermoa to.la sorie de atentados com
ofimd; desapropriarmos ao Sr. Audrade
Lima! Ondeestao tflo significantes pbrases
Sr. Mbuquerque ? \.,i as vejo I
Parece isto uma manif staco da vontade .1-
assim obrar, uo Ihe fiq i essa njusliQa : se-
i :or ai/ r-l'ie que S. S. qaer esten-
der a sua propriedade para o lado da miuh,
quea Dosauopor jas tos titjlos? Oque diz
S. S. ser Beuicto poique Legea no faz par-
te de Pindoblnha ; mas romo devemos espe-
rar pela aentenca que nos ha de julgar, tor-
n -se bem deseuebavido dizer S s. <|ue|La-
gss he sua ,ro ira lade em virtuilo de titu-
I r.ipna confisaflo do ex-proprie-
i I*iu obinba, pois confesso-lbe que
n3o posto 'i".r imporlsncia a esses dilos va-
gos, nSu s potqaeaescrplura que cm meu
poder tenlio comprova o contrario, como por
que a nflo quererem gratuitamente estar es-
quecidos devaarfio se lembrar deque aquclle
Sr. Albnquerqne UaranaSo a quem S. ,s bo
eludo deve. seodO chamado junta
com oSr. Jernimo de Albuquerque e Mello
pelo Sr Jos Jenuario rarf o lim de Ule-
rea uma accomtnolacocom o m^u anteces-
sor, do qual sendo pedido por estes Srs. os
ttulos de sua propriedade, mostrou-lhcs a !
escriptura que bem mostr qual o fonda-
ment da posse noje minha ; eutrelanto que
Jos Jenuario nSo leu lo titules algum |
Cs, -10 saceos assucsr.
Mi.--.I iillt'ca francer.4 aProvidsncen, F. Scova
ge ei C.. .'tOO saceos Manear,
Mrlela llniue francez Hierre le Grando, Jo3o
P. A lour ,\ ('.., ',00 saceos assucar.
Rio dn PrataPolaca hes^anliola llortencia, A-
ranaga, Bryaa a- C, 300 tarden assucar.
taPORTACAO*.
Lllboe, brit;ae purlmiuez (iMoitlciro Id, de 3S8
toiielalns, couduiiu o seatintle : .190 saceos as-
mear, 270 eaaeoa nal, 10 saceos genuoai
KECEBtDDltlA DE KENDAS IM'EUNAS CE-
KAES DE PEKHAMBLCO.
Kendimenlo dodia 1 a \i. 10:3:;ls'iiil
Idern do dia 18....... ti.>l.'ll
12:725*5792
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeulo do dia I a 17. 16:0o:io9K0
dem de da 18....... 0:710/181
:,771jl(il
v; J?08f?
.Navios enlridos no dia 18.
Coiingdiba8 dias, hisle braiHeiro Novo Ondan,
te 8S lonel'diii, capilao C.oslodio Jos Vianna,
equipas'm S. carca inadeira a ltiro ; a Tasso Ir-
maos. I', i '.neo a l'ernanibuco,
Maranh;io lli dias, turca brjsiletra l.uiilanis de
iij toneladas. cipiMo Tiberit DelOn N. de Sou-
za, equip,nein 12, car^a f.triitlia de mandioca,
arrute mais gneros ; a T-so Irm.iu--. Perleuce
a M.iranltao. Hassaijeiro Antonio Alfredo Tavi-
res. Firmino Li mi i ,ia Silva Smrn, Franciico
Antouio MenJes, hiendo Alves Ctslelto.
Navios idiiidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro Patacho niulcz Svmrl lislm, capi-
tilo Jolin Poilan. com a ineima carga que trooie
de Terra Nova. Suspenden do lamarSo.
CorkEscuna tagleu Countes of Malmisborvo.ra-
pitad W. Silk, cim a inesim carita que truuso do
Rio (irande do Sul. Su*pcodau do lamarjo.
Hela subdelegada do Recife, foi a-
chado no da 16 do correnle, um cavalloj
prelo, cosa cangalha : quem for seu donf
coropareca, que dando os signaes certes,-
Ihe sera entregue Suhlelegaeia do Recife
18 de ievereiio da 1858. -- O subdclexado
suppleule, Mano-d Antonio da Silva Antones.
A adminislracao geral dos eslabeleci-
mentos de caridade manda fazer publico,
que na casa dos expostos pre|cisa-se de amas
deleite: as peseoaa que esliverein nsstas
circumsta icias, dirijain-so a mesma casa,
que acbaro cmi quem tratar Adminis-
trago geral dos estabclecimentos de cari-
dade 18 de fevereiro de 1858 O escrivSo,
Antouio Jos Gomes do Crrelo
S. Exc. Rvm. manda celebrar missa
solemna com sera3o nos domingos da p-
senle quaresma, peles 10 horas, na igreja de
S. Pedro do Recife. assistiudo o mesmo Exm.
e Rvm. senbor a esle acto. Palacio da So-
ledade 18 (le fevereiro de 1858.--0 provisor,
Francisco Jos 'Cavares da Gama.
O fiscal da freguezia deS. Josscienti-
lica a todas as pessoss que m..iam rozes uo
matadouro da Cabanga, que a cmara mu-
nicipal desta cidade loe ex,pedio ordem para
nao consentir que nos curraes do aiesmo
matadoorose recollum diariamente maior
numero de rezos do que o destinado pera a
matanca do dia seguinle, e que a mvsmu mi-
UncasafaQa utm s vez por dia. principi-
ando das 6 horas da manha, e n3o exce-
dendo nunca de meio dia. E para qoe no
appareca ignorancia, faco a presente decla-
ract.o. l'iscalsac5o da freguezia de S. Jos
17 de fevereiro de 1858 -O liseal,
JoSo Xavier di Konseca Capibaribo.
Pela administ-ac3o do correio se faz
publico, quu'desta dla em diante sera ex-
pedida diariamente a mala do serviQo publi-
co pela estrada do ferro para villa do Cabo,
a qual sei a fecnada as 3 l|2 horas da tarde
imprete.ivelmente.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
A cmara municipal do Recife, estando
autorisada ronrgovfirno da provincia a con-
tratar porempreza a couclusSo da obra do
uialaao-iriT. publico da Cabanga, ceder,!o ao
emprezano, pelo tstspo que se conv :ncio-
nar, o proJucto do imposto de 500 rs. por
cabera de gado consumido nesta municipio,
aceita nesta sentido propostas de quem se
queira eucanegar da mesmu obra, e fran-
quea ao exame dos nneressados a planta e
orcamento respectivos, tendo silo este ulti-
mo alterado em consequoncia da alca dos
precos dos maieriaes e dos jo.naes. Paco
da e*mara municipal do Kecifa em sessao
ordinaria de 10 de feveroito de 1858. Joa-
iuiin Lucio Monteiro da Franca, pro-presi-
doule Manoel l'erreira Accioli, socretario.
OBSERVARES MEIEOROLOICAS.
_________/ta IS de fevereiro.
da m.
9
ll-J dia
3 d a t.
(i
Cumules
Nitiibii*
t'enlo.
SE
Res.
77irrmo:rii'ul
_'
SR.3
j:i,
30,5
o
-"i. i
22,6
23,5
i\ I
D
23.5
ara Lisboa.
Vai sabir com muita brevidade a bom co-
ntienda barca l'lor de S. Simao, para car^-a
e pissageiros, para os quaes tem excellenles
commodos : irata-se com Carvalho & l.m3o,
ou com o capitn Alexamtre Jos Aives.
Para Lisboa pretende sabir com muita
brevidade o brigue portuguez Nova Amiza-
de, o qual icm prompto .urna parte du teu
carregamento ; para o resto quem quizer
carregar yode cntender-se com os con-
signatarios Amoriin lrm3us, rna da Cruz
n. 3.
Porto.
80*
83*
82
80*

, mli oouver.in, crauora nevo liua. que proclu-
zii io rbuva no correr da noile. O vento pono que
bo 10.(000 lurimn.se variavel.
tlltscrvaturio do arsenal de marinlia 18da fevereiro
de 18..S. Viesa Jnior.

OSr
O lllm. sr. inspactor da thesourana
provincial, em cumprunento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 13
dta 11 de margo prximo vitiiouro, peranic
e junta da fazrn'ada mesma Ibesooraria,
se ha de arren.atar a quem por menos li-
zer, a obra do 9.'lenco da estrada da Es-
cada, avallada em 16:ii2-3 rs.
A arrematar;.-,n aera I ita na forma da lei
provincial n ;!3 de 15 de mato de 185 e
sob as clauslas especiaos abaix't copiadas
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rcmalacao comparecam na sala dasse.ssocs-
ua mesma junta no dia cima declara lo I
oelo mcio da, competentemente habilita-
das.
Epara constarte mandou anixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
etaria da tlwsouraria provincial de
Pcrnambuco I < ue fevereiro de 1858 0 't-
crclaru,
_. A: da ABnoneiacSo-
Clausulas espcciaea para a arrematado.
1.' AS obras do 9- Unco d, ,.slra a da
Escada, lar-se bao ,ie cunfornudade com o
orcamento e perfis apreaentados ao Exa.
^rf',': e da,rov",c'a na importancia
oc 16:912/ rs.
Abarca portugueza Sympatliia.depri-
meira marcha, vai sahir com muita bre-
vidade por ter dous tercos de sua carga
prompta: para o testante e passageiros,
uos quaes olTerece neiados commodos,
trata-secom os coiijigaatarios Baltar di
Oliveira rita da Cadeia do Becife escrip-
totio n. 12.
V. p,ra Lisboa pretende sahir com bre-
vidai.e, por ter parte da carga prompta, o
patacho po'tuguez Mara Ignez, capitao An-
tonio Jos da Rocba : qom nello quizer
carregar ou ir de passagem, trata-secom os
seus consignatarios Francisco Severiano Ra-
hello & Filno
Para Lisboa o bem conhecido brigue
portuguez Constante pretende sabir om
breviaade : quem no mesmo quizer carre-
gar ou r de passagem, para o quo olTereco
os melbores commodos, trato com os con-
signatarios Tnoraaz de Aquino Fonseca t
rilho, ra do Vtgario n. 19. primeiro andar,
ou com o Sr. Silvestre Manoel dos Rcis, na
prac.a.
Ceur <; Acara cu'.
Segoe impreterivelmente o ?atacho Emo-
lacaoatc odia 20 do correnle, p-f fllijr
passageiros a tartar com o c pililo a bordo,
ou no escripiorio. d Manoel Goocalves d
Silva, ra da Cadeia do Recife.
Pata a liba de Sao Miguel, Fayal e
Terceira.
O tguerxjrt^aerOltwir, destina se
para os portes cima, quem nelle quizer
carregar dirija-sk a Joao TaVares Cordeiro
na travesa da Aladre de Dos n. 9 ou na
ra do mesmo nomen. 3b'.
lol com a segaioia noticia oaavi- oxliibir. sahia-se eom OdeliJade de'qnelbrasno nrazo'ila'nm dar* Pril,rifi0 as o
|">|'.c:h : uiaaquillo, mascoonaosoobedizero Us no de 12 rae
trenca e calnerliese do DOMO mlmonario que lu lo d 10 gal SOS loprios *-'
I r. > b.-., i:,,,, tera-so casado par* mis dedo honains doSr Jos JdUiiario
aro i a i >
a jalao ei ja com o art. :I9 da mes-
mez e devera conclui-
. ambos conl-.dos na for-
padriojiosl ma no art 31 da |< i M. asa,
" I ...ios; a respeilo Jo qoa reilo in.ltv, uo, ie"- "e^ihJfitVmt^SL*.^*0' d 3" A~"POrtinCla daarrem
i |a | eonb.ee, aUuos. a-.. ser.,-,,e mullos C" '" *" 'J*A r' :' PV d ">00l raidade r
ara, para.i i fnnaremeavalloi -" en,U0 ':'u'11""" "" respuU as ma lei.
.a risco de lerem rerruta los; tnico eecurao oue rlllns 0 s'u nico bemfeitor, resocltanjo i O na 7,. ib ,!, ,
,up,n......*......."m -M-"......-^ '-"-- sacarar11 ^i^^l^^or^^. **?.b^v^ ''- r---
Iio de Janeiro.
Vai seguir nestes dias o hiate l'ic lade, re-
cebe carga a frete : a tratar com Caetano
Cyriaco da C. M na ra da Cadeia do Reci-
fe u. 2, primetrolandar.
Rio de Ja-
neiro.
Segu com brevidade o veleiro litigue
escuna nacional Carolina, capitao Joa-
quim Antonio ( oncalvesdos Sanios, tem
parte da carga prompta, para o resto
t|itellie fulla trata-secom os consignata-
rios Novaes &C ra do I nipiclie n. oi
ou com o capitio na praca.
: a > h;t.
A veleira ebeiu cnnhecMa sumaca Hor-
toncis, prden :e sesuirrom muita brevl la-
de, te a a bordo nelade da seu carregamen-
to prometo : irj'a-se com o sen consigna-
tario Antonio Luiz de Oliveira Azeved3, ra
da Cruz D. 1.
laisboa.
rima excitar rium-s .it- rac:is, e revolver os ja amor- garinlu ,ie pri
lectdoi odios de nacionalidades I I Viclocia 17 de feve
la esl des..r^;it,,dlJt
cvertirodi 1SJ.
iUci
. COOSe var lauca respectivo en
,S derramdmelo seu bem ciu/r wSrelMutntemen^ T '' S P"!,le T, <;";;a
te o dilo proco. .'prompta, pata o resto que llie lalta tra-
ILEGIVFI
MUTIUADO
~1
MFI HOR FyFMPI AR FiMPONlTRi )t


DIARIO DE PERXAMMJCO SEXTA FEIItA 10 DE FEVEREIRO DE 1858.
ta-je cornos consignatarios N ovaes fiC,
ra do Trapiche n. 5*, ou com o capilao
na praca.
I3A.1
COMPANHIA
de paquetes ingleses
vapor.
At i da 20 desta raez espera-se do sul o
vapor Tay, commandante Sawyer, o qual de-
poi. da demora do columu seguir para
Southamplon tocando nos portos do S. Vi-
cente, Tener i fe, -Madeira e Lisboa, para pas-
sagairos etc., lr*ta-secom os -gnites Adam-
son, llowie & C, ra do Trrpiche Novo n.
42. N. B Os embrulbos so se recebetn at
horas untes de se fecharen malas, e de-
pob, mais 1 hora pagando enlo um pataca o
alein Jo frete.
Aviso.
correte, as 10 lloras da manh.la, no sen ar-
mazem, ra da Cadeia.
Rcconhecendo os directores desta compa-
nbii a neossidade do organisar um plano,
'ni virtude do qual os vapores de volta do
Brasil cbegtssem a Southampton ue da 5 de
cada raez alim de que so podesse pelo vapor
que sitie dquelle porto no da 9 respon-
der im-se as correspondencias das dinYren-
os orar-as brasileifs ; deoidiram elles que
os vapores desta companhia deisasscm de
m tocar nos portos de aladeir* o Tenerife e que
a demora no Rio de Janeiro foss9 re-
surrida dealguns dias.
i -stj no m.'z de msio prximo comecara
a tcr vigor este novo regulamenlo e o vapor
que sahir de Southanipteti no dia 9 d'aqual-
le Diez tocar somente nos portos de Lisboa
e S. Vicente e deve cbegar neste porto a 29
do inesmo meztou antes) seguir entao so
Rio de Jineiro tocando na liania Este vapor
ha ele cbegar aqu de volta do sul a 15 de
jun 10 e-depuis da demora do costil ue se-
gu para S3o Vicente e Lisboa devendo
linar a viagem em Southampthon no dia 5
de iilhn.--.\daason, Hoie <5 C. agentes,
ru* do Trapiche Novo n. 42.
Cear, ]&arauio e Para.
O palhabote nacional Alfredo, do qual ho
car it5o e praiico Antonio Travasso da Rosa,
vai seguir viageni aoi portos cima indicados
* at 20 do correte: quem no mesmo Quizer
car-egar, dirija-se aos consignatarios Bailar
JiOliveira, na ra da Cadea Velha n. 12.
- Para Lisboa pretende carregar e sabir
com a brevidade possivel, o brigue portu-
guez denominado Margarida, por ter urna
paitedoseucarregameoto prompta : quem
no, sobredito navio quizer carregar ou se-
guir de passagem, pode -contratar com os
cor signatarios Amorim Irroaos, raa da Cruz
^ o. :>*ja com o capitSo Thoroaz Augusto de
OTWeira, na praga do cornmercio.
Para Lisboa pretende sahir breve a bar-
ca porlugueza denominada Gratidao, da
qual he capitilo A. P. (Jorges PesUna, para o
que tem parte da carga prompta. O sobre-
di! j navio offerece hons comino los para
passageiros, coxo para os senhores que no
njesmo quizerem carregar quaesquur gne-
ros, para o que se pode convoiicionar com
An onrn Irruios, ra da Cruz n. 3, ou com
o capilio Pestaa, na praca do cornmercio.
POP.TO.
O patacho portuguez Promplidiio II. da I."
viazem el." marcha vai sabir com rauita bro-
vidade por ter uiais de meta Je do sua carga
premota, e ara o resto e passageiros, aos
quaes offerece ssseados commoilus, tiata-sc
com Elias Jos dos Sanios Andrade & C, na
na A* aladro mDousii. 32, ou com O capi-
tao na praca.
Achnu-se ha tres semanas um hatolSo-
zinho na praia do Brum. e como ale o pre-
sente nao lenha suparecido dono, se an niti-
cia para quem llie faltar.a procurar epi l'ra
de Portas n- 92, pagando o trabalbo que so
leve com elle se entregar.
Grande hotel do
Cabo.
No grande hotel do Cabo acliaro os
aduladores do bom josto todas as coni-
icouiUadcs precisas para beso passar-se o
tempo oaqueila araavel villa, urna grande
e bella casa decentemente mobiliada, com
bastantes salas e quartos para grandes fa-
milias, decentes o abundantes igui ras,
bello banlio, ptimojardim.umabandado
msica militar enchera' o nlervalh dos
mais divertimentos. Ovapornos domingos
e das sanios partir' desta cidade a 7 lo-
ras em punto, e voltura'da villa do Cabo
as 5da tarde,qualquer pessoa ou familia
que quizer alli pernoitar achara' todos os'
precisos commodos para bem ptssar.
Nada tem poupado os proprietarios do d-
loestabelecimentopara bem a rradarenoas
pessoasqueoqueiram frequentar. Os d-
lietes do hotel do Cabo seJfl^^eiididus
nesta cidade na ra estreita a' liosano
n. 11 e assim como os da passagem para
o vapor, isto ate os sabbados as III horas
da inanliaa e nos dias santos na vespera
as rnesmas horas, o preco do hotel nos
dias domingos e santos cada pessoa almo-
eo e jantar ($ mesa redonda sem bebida
alguma, c para familias o ;pte se con-
veucionar, tambera encontrara' a boa ra-
pa/cada solvetes ieito di; bellas filelas
sendo este ultimo separado da quantia
marcada para o jantar ealmoco, ao pro-
co de 500 rs. por cada inn, nos dias sema-
narios as pessoas que frequentarein o ho-
tel pagrao na razao do que gastar.em.
AO C&BO! AO G&Bd-f
Vamos, vamos raptzea la
Ao Cabo dar um pasa 'io,
Passar um da uo ho el,
Admirar-lbc o asseo.
La tercos um bello Intel,
Que tudo Delta se cha,
.erveja. vinho, cbam lanhe,
Bellos ligos, hus passas.
Linguici, salpicad, e paio,
l-'iambro, bife, prosudo,
Conserva e bellos do:es,
(Joe chega p'ra todo mundo.
A msica do arsenal
Toca la o da inteiro,
Para gozar tudo isto.
'.eis mil rois nao be Jinliciro.
ToTinsli banhos mui bsllos,
(lamas cara pernoitar,
Nolvete a cinco tusl >:s.
QueoSoares vai fab-icsr.
O projecto de nao ha/er vinho
Ja a rjiuilq se mudou
llavera para.o jantar
lioin Figucira e bom ordoau
Observen o ultimo v;rsD,
Que aqui voa copiar,
Vojam se eu sibi-u lo isto,
Posso ociudo age llar.
Quem h". pnb-e, nao tara vicio.
uaeo) he surdo, est callado,
ii.ietTi lio vellio, nfio naiiore.
tST Quem fia, lira log-iido.
M. t. S.
ESTRADA DE FEaRO
1)0
RECIFE A SAN FRANCISCO.
No dia 9 da fevereirn correle priocipiou o tra-
fico de pawaceiro e genero na MCCSa ilesla adrada,
comprelieudida enlie as (lineo Ponas e a villa do
Cabo, a a parlida dos Irens lau regoladas pela
icgaiala
TABELLA.
Do Recile para u interior.
Partida. N. 1. N. J.
Has Cinco Pomas. 9hor. da mal. 5 h. da larde
Afosados 9 IV S IV
Pnnra*. 9 30* 5 30' n
Pofitezinha. 9.5o* 5 DO* t
lili.....10 10' i) < lo' "
Villa do Cabo. 1030* >i 6 3U'
Do interior para o Recite.
Partida. <. |. >. J.
Da villa do Cabo 7 har. 'la mal, 't It. da larde
llin ... 720" a 3 20" i
Paoletiohl 7 io' :', 10"
Pranrea, k horas a i hora
Afogadn. s |5" >. < i.y
Cinco finitas X Sff I a
Os presos de aondoee/la de pasageiroi sao os
aeguiutea:
CLAS96S.
1.a
Das Cinco Puntas a Afogarlos. 800 BOU
i> Praeerei. 19600 I9-JOQ 600
Ponlniuhi 4*800 2S1JT 1S060
Irha .... 35400 2a//00 yJUO
" >' C.bn. IsOO 3a00U lyjOO
Da illa do Cabo a' llh 800 (00 '300
11 l'i.nleznilia IS400 900 I6U
u Prnaraa. 1 90(1
w Afogadna 39-2OV2JMO0 13400
n C. Poolai I9OOJ 39000 I5.1OO
0< bil!,e!? para Ida e vo'ia deanro d*44lioraa
ou de 48 Iwr.n "Te nell n f. mpfbeiider domiogo
ou iiia de guarda; ala vcudidoi |...j tabella --
auinle :
"^v-\ CLASSBS.
I.1 2." i.'
Das Cinco Ponas a Afosado'. 19400 900 <()
o Praiarea 2400 I98OO 900
b onler.Tiihi 4>-2UO 3>150 l-StMI
I lia.....-i-ioil
V. do Cabo. 69OOO fcjjOO 2946a
)a \illa do Cahu a lili.....19200 900 16(1
b I'onle/.inlia. 19800 19360 ifl
)> Praxerai :;
n n Atacado*. J800 9860(1 -
b C. Punta 69000 9SOO 2460
N. 11.Este bilbeles nao no iraiisfcriTcl".
Koga-se ios senboren pwsagelros que venlimn mu-
niitus de troco para pagamento iUs paitasen*.
Os presos d transpone de centros fSo recola-
dos r 1:1 aoafomdada com o decreto n. 4,014 do go-
verno Imperi.l, ja pblieado ne-le .> Diario.
A paiaoai que qu*zerera bilhcle do eala$So qoe
dio direno a Ida e volta (nlodotoi iiph*,' podem
dirigir-se o eaeriploslo da 1.....ipauhla, ra do Cres-
po n. _' ou i- : Ijnc/ 1'ontaaaa do Cabo,
onda H achirlo impretsjo*, eonirndo todas as mor-
maoes npc-ssarias tobfA u (ran-porle do paisaeiros,
gneros, ele. /
A companbia se enyarregara' da ntreca de gene-
ros em quo! jaer poiito dos bairroa do Herid- ou de
Santo Antnio, ao prfej,. de O rs. por arroba (nun-
ca recbenlo urna quantia inferior a O rs.l
Pela suierinten.ienei i\ inesma estrada de Ierro
se lar. publico o s'g^iiute :
t,iue o paaugairoa deen Mbar-M as estates 15
minutos antes do tempo marrado para a partid dos
tren.
Oue sof bagasens deveni Irater escriplos clara -
mente os comes da pesaoai a quem perlencem, e
para onde se destinam.
0oe as Uiiiiliasqoe qii'/Tpm !=< r rcndaii-laa.-tai es-
(.iCes intermedia* jle Afogado, Praxeraa, Poaloiinha
e llha, para o Kecite ou p.ira o (;abo, devem a\i-.ir
com a aiitiriparoc|d um trem ao encarregado, alim
de podere-u conUrf eoin lasare* sal] loBtai,
(jue os ;?v.em> djoe leni de s--r traaapoTladoi ---
raoreeolli .os nas.elarSes desde 6 horas da laaahla
at t horai da (arele nm dias nlala, e cada volme
deeirron marn, numero e lugar de seu de-lino.
()ue aus dominaos e mas Santa* de guarda tO li i-
nni trem para paJsaneiros. que deve partir da BIU-
rjo das ('inco-Pdntas 7 horas da biibMo, o aa
do Cabo pira Kecifi- as "1 fi.,r.1 -. tocando lias esta-
ees iutcrinc.li-s na* horas lOgnntei :
Do '.ecife para o interior.
Partid*. Manbia.
Cinco-Poatas. 7 horas..
Afogados ... 7 o e 15 minutos.
Praaerea a e 30 B
PoDieilana e .10
I ((l..... e 10
\illa do Cabo S 11 e 30 B
Uo interior para o litcife.
Partid. Trtile.
Villa do Cabo horas.
tlba.....,"> n e 'JO minutoi.
onlfinha ."1 11 e 40
Praaerea .... ti d
Algate* ... 1; |j
Cllir 1 -lo-! .-'. ti o e HO 11
Adverla-ae que os bilhctes que nao furem de as-
signalura ni se venden) as eslares.
CpOSitv de S-
mentes de ho! Vi :as
62.
Na ra da Cruz no erif.>, arma/em n. 69,
acabfio deebegaraa maiaacreditadas semen-
tes de lioitalicas das segointesquall
ervilbaa do angola, torta e direila, feij.lo
carra ato, pintasilgo e rdso, tmales gran-
des, alface allemSa e repolbo a salea, coen
tro de toucetra, sellas, rbanos e rab 101 tes,
branco e encarnados, cooouras, cebla do
Setubsl, repolbo, si-gorelha,- couves, tron-
chuda, sabuia e lombarda, nabos areos o
encarnados chicoria pinpeucla ; e tira
gran ie sortimento des mais acreditadas se-
mi ates do Sores para jardim, como sejam
reinugas do ditTerentesqualidadi
:
:'
suiorio
CEHTRAL HOflEOP-l-
&
BOA DE SAMO AMARO,
(Mundo Novo n. C)
O l)r. :>.iliiun Olegario Lodgera Poho .
dconsulta., todo*aa dia* uleis, deadaai
9 hora* da manhSa as ;t da larde. Oaeonvi-
"3 ,ei i,:ira v"'tas deverflo aet dirigido* por ej**
;-;s escripto. Os pobres-.lo medicados cralui- ''",
' laririil-.
SSfiD&O CORTBA 0 FOGO.
CIMPAMIIA
, AlaULACB-.
I^tabelecida m Londres,
em :... i c- de 1824.
C VPITAL
CINCO MILHOES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
S.itinders, Brotbers &C. tem a honrado
informar aos senhores negociantes, n o li-
tarlos de rasas, e a q-iom mais convier, que
estSo plenamente aotorisadoe pela diti
panhia para effectuar segaros sobre edifi-
cios de lijlo e pedra, e bertos de tena, e
igualaienie sobre os objectos iuc contive-
ri-tn osmesmos edificios, quer consista em
mubilia, ou em (azendas de qualquer qua-
lidade.
Si
,t r


i
: ai>a
ROA DA CAOEI \, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIBA DES. FRANCISCO.
Ondeseacbam sempre os mais acreditados medicamentos tanto mu tintaras como
m glbulos,* prepralos cora o maioresctupuloo porpre<;os bstanle commodos.
PRECOS Fl OS
lintica de tubosgrandes. MUCO!
Iiita de 2* 15*<
Dita de 36 > -2''
liit de +8 < 85*000
Dita de 60 > 3C
Tubos avulsos a ...... 100C
l'r'.scos de titiiurradeiucia nina. S9009
'obra vclbo : n
I rora, na ria do
apra-ae efectivamente bronze, lao
".eposilo da fundies-
en o ni, logo na entra-
ba n. 28, e na mesma lundicao, em Santo
--- Ce- ram-sc cfft-clivamente na ra das
llores n. 37, pn'raeiro
iblca e prnviri
quenas quantias, sobt
Coropra-se :im
oa; na ra dos Pcs<
datia.
No escriptorio 1
. apoliecs da di-
cial, acQ'ies das com-
panbias, da-so dinniiro oii grandes e pe-
*', inaal '- medicina homeopathica o Ur. Jahr com o dic-
eionario dos termos de medicina s". 20006
Medicina JoHiestica do lir. Henry...... iOfOO.
r atamento do etiobra morbus ...... h 2/ftCo
Re ertorio -'.o Di Mello Uorces.......- CfaMt
2
PEORAS PRECIOSAS- '- .fc.-s
A terecos de briNantes, ?
diamanle e perolas, pal* ;
eairas, alflnelea, bi.
I rozla*, butes anucis .
da diflereniei aostos e de'
diversas podras de \olor. B
UJ1I
Ra do Cafcarra' n. 7.
-
01 ROE PRATA.
.' Aereos completen d*
ooro, lacios dilos, palsei*
-* r*a. allinetes, brincoi e
i rozelas, eordoet, Iraacel |
: lio, medalhag, correnlos -
ve & I illios, na ra dn Cruz do llectfa n. 13,
compram-se moedas de ouro e prata oom
premio.
Vendem-se na
o ; entiores.
boi manso para carro-
adores ns. 2 c, pa-
o Manuel Joaqulm Se-

oja de Adriano & Cas-
Ompram, venrlem o:i ,i
trocara prata. ooro, bri -
Recebis por to.l^SSJaK,^5:|
oresd T0.;.,...-.........
>osvapo
Aparelhos completo!de
-..'.- r.l.Mr....1.,r|.i|||elu,.|0u
de Lisboa, as ^ ^s veodem' por
re

eonunoao c<
a
mana
Acliam-sc a venda na livraria ns. (i e 8
Ja praca da Independencia as lolhinhaf
coinoalmanak administrativo, mercan-
til eindustrial para o auno do SS a
640 rs. cada uma.Tcndo o preco do tra-
balbo typograpliico subido mais de (i!)
por cento do que se pagava no auno
passado, nao ioi possivel ao editor con-
tervar o preco antigo como desejava e
mesmooaccrescimonao esta' em relacSo
ao pi eco que elle paga aos operarios.
iOHM .; ITIS,
eorretor eral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PHIMEIRO ANDAR,
praca Uo Corpo Santo
Oefroi. a ordena tercei-
rade S. Francisco
CONSLTOBIO HOMEOPATBICO
M.P. A- LOBOSOSGOSO
iuedlco parteiro e operador.
0 llr. Cobo MOseoso, da consultas todos os
lias e pratica qualquero';crac5odeci'tr;;ia.
ugn. do eng ilin Nupao, pertencente
a villa do Cali,, o escravo cnoulo Ccrmano,
de 30 a 40 anuos de idade, estatura regular,
grosso do corp.i, cara r, ia. e bexigosa, decor
um i.meo rola, e ps apalbetados ; o qual,
leudo si !o couiurado ao Sr. Jos Candido
fiamos, morador na provincia .las I
c adiando-ge fgido, fora preso a 2 de de-
zembfQ do auno proxiinn passado, prTa sub-
delegada d .>. antonio desta cidade, com
o nome mudado, tmb Ihando de serra lor, e
com residencia no losarinlio : riueiioap-
prehender poc' entre^a-lo em .uto enge-
nbo Mupao a scu Sr. Joao l'aes Barreto de
I.acerda. ou neta cidade, na ra di
dade, ao abatso assignado, que ser gene-
rosamente recompensado. Recife 16efe-
vereiro de 1838 Pedro .Mcxeniiino de
.r^^.O.'Cf0d*J%}1V P/onrl'-ao. arros C.valca^i da 11,
as pes^oas otu- (.recisr.rem doseu prestimo
para o servicork'uartns, oraticsndo aso-
is manuaeson instrumentaos, quau-
do nao possi ur resultador.or tteio
leopalhia, que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que parecale insnpe-
ravt is.
(GiraTiiras
para
!j$ O padre Francisco Jlo de A/'-- :-
seotemenl
1,1-Si! t 'iva- g
ecgaode seu estebe- v'
jA 1 teimento chalcogra tilico, inr-umbe- %
,*, se ds>executar coro leda a perfeir,
''' e brevidade qnaesquer obr>.s de gr
\?J ^' |iam; i miili^u" .i" i
.'."} vedo, ac'liiilo-se) ir. sri
2 > 0 O'tii- atnl.i-
; tivameute na direccSo uc sot
Para o Iio de Janeiro segu em
pjeos dias a barca nacional Adelina,
por ter a maior parte da carga prompta **i ai Obveira, cai-
narao resto trata-se co.n s consignata- ^eiro das berdemi. do tallecido senhor
rics Basto & Lemos, na ra do Trapiche :Vor,,':10 ^"l""" Jos (., I,, retiran
r para usos a tratar de sua saude.
A sonhora que. se ritier )rop6r s ensi-
llar utaas ijietiinas em nm engenbo distante
desta praca, tendo insl'ucges e boa con-
i ducta, caga-ss bem : dirija-se ao srtva/cn
j de Luiz Aunes, defront1 da poita da alf.ni-
idega.
I)eseja-sc fallar com a Sia. I). Filippa
i lnicia da Silva, viuva de Francisco Xavier
Cabral. que lera um menino eai sia notn-
c ania de nome l.eopol lino Correia\de No-
roana, pois he para negocio.- tendentes a
este menino. *
- Os abaixo assignados fa :om sciente so
publico, e com especialidade io corpo do
cornmercio, que des'.partaratn a sociedado
que tinliatn no armazem de rame sorra da
ru da Praia u. 2'-, a qual gyrav sob a lirma
deMoura .: Marques no dia 8 de Icvertiro
do crrenle anuo, licaudo 0 socio ni torno
Domingues Marques Itotno com o arma-
zem( e encarregado de recebar tolo o acti-
vo, e solver o pasaivo tenaenlo a referida
firma social. H>"cife 17 do fevereiro de
1858.Antonio Jos Moreira, Antooio Do-
mingos Marques KemBo,
w l i
o *-

asa*)
companhia
Perntmbucana.
1 vapor nacional Perstnunga, comman-
da ite Joaqulm Alves Moreira, devnr sahir
pa -a o portos do sul de sua escala no dia
. 21 do correnle, recbenlo carga al o da 19
deixando d-s seguir delinitivameule toda
aquella que n3o acoinpatiliar os competen-
tes despachos o rtulos.
H.

Leilftd de iiiobili.
O agente Borja, em seu armazem na rus
do Colk-gio n. 15, far leilSo de urna im-
mensidade de obras dcmaicineria novase
-, como sej e de amarello completas, dits e.n pecas a-
vnlsas, do diversas qualidades, gttarda-rou-
p.is, com modas, toilettes, lavatorios, um
liado genuflexorio --reigiio, uut dito de
jciraula, pianos de mes.., proprios para
aprender, espelltos de varios tamanhos, me-
sas elasltcss, apara toros, bancas para jogo,
eis., objec'.osde vidroe po'colana pira sala,
ditos do loo--, porcelana, e vi Ira para sit-
vico de ir canJieiros diversos, (elogios
de iiajcda tos dealgibcira, obras Je ooro
* prata, e outros muilos oliiaCtos, qu Tari
dosnecesssarlo mencionarlos quaes sc.-So
v.mJitos semlimittAalgom : terca-feira33
do correnle, as 10 e 1(2 huras nanita i.
Leilao,
DE
11

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a. k ~ ,^ = -"tit si:
Fcijao9 c nozes
Manoel Joaquim de Oveira c\ C por in-
termedio Co sgecte Bt.rja, taiao leilo por
coma de quem pertenec-, de 1(10 saceos com
ftijo e i> barricas coin nozes : segunda-
fura, 22 do con ente asll horas da ma-
nhSa, em o seu aimazem na ra do Codor-
11 1 11. 16.
P. 5. Babeodt Fillio faiio leilo,
por interven';ao do agente Oltveira, e por
cuata e risco de quem pertencer de 30
p pns, intetras, meias, pianos c plintos
de vinho.d Figueka, chegado alt i m-
mente p l.i barca portuguesa Mara Jos
e Mlirn mais se vender' por o.tdem iJe
Henry Forster&C., e cenia e risco de
quem pcrlencer de urna poreo de vina-
{jie branco de muito superior qualidade
en piartolas < barra de quarto, cad 1
um uestes gneros em lotes por inteiro
01 divididos em mais lotes, a vontade dos
pretenden lis : quinta-eira 18 do cor-
rente as 10 horas da manliaa del'onte da
arcada da alfandega.
A. C. de ^l)ren fara leilrX. ror inte
VIibcSo do agente Oltveira, o coft*4Lri"o
de quem pertencer, das sega i otos fa/cWias
-- Precisi-se de un caixeiro ,de idade de
12 a 14 annos, piefere-so deste.s chegados de
novo, para utaa t'.betna ; na ma da Guia
n-36.
Bichas di llamhurgn.
Alttgam-se e/-veudeni-se BS inelborcs bi-
eh ts li 1 pOOCTTcbegadus An iantburgo, pelo
dimiiiini) preco do 320 e80 rs. : na praca
-la Independencia n.*.
Ho chegado a loja Ce I.ec-onte, aterro
da lioa-Vista n. 7, excelleatt lette virginal
de rosa branca, pararofresccra i-elie, Lirar
pannos, sardas o espinltas, ij u.iltenle o a-
famedoolco baboia para litupir e fazercrea-
TBr uscnlielios ; atB^flHnrrrrrrp^Jnii'Tial : e
lyrio de Ploreoca oara hminp,:!-. eTnfu;riila-
MS ll pulle, cuiiserva a frescor? e o avellu-
dade da primorosa da vida.
Public icfte jiii'idica.
Ha chegado de Lisboa, '1 Manuel do Nasci-
niento Pereirs, ru de Apollo o. 16, segou o
andar a obra em 8 f otu mes Ti eoria do r> 1
reito Penal, pelo cooselheiro Silva FerrSo ;
para ser entregue aos S s. subscriptores,
pelo preco de 105, e paia o:; oue nao sao,
pelo de 115 pagos a vista.
- Alugi-sa urna casa grande na ilha do
Retiro; a fallar no alcito a lina-Vala n.
il, padaria.
Disappareceu de orna r-asa do Hospi-
cio, ao lado, defront" do qoa "le, um gato
:-'|;iz, de cdf cir.zenta e toa Ibas brancas:
pede-se que so apparecer por alguma casa o
reslituam por favor, pola qu< sendo objecto
alrteio, cum re dar cunta ao 1 otio.
Aluga s>-um8 preia coz nlieira, e tsm-
bem engnmma ; na ra di< travessa das
Cruzes n. la.
Precre-se de um trabalhadoi de mas-
seira, rao se olna a preco seatlo b m : na
padaria do pateo da Santa Cruz n. 6.
Prccisa-se de 3 nito> a premio, e ofle-
rece-se por garanta 12 no 16 captivos por
urna escriptura do ypotheca 011 boas firmas
da praca e no mallo ; qualqu >r senbor ar-
mazenario e ven ieJnres >. asoncar, queren-
do o podendo dar, anntmri- -jara ser pro-

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o -^ ti l") vuras tanto a taiho-doce como a re-
a levo, registros, retratos, leltr*s cotu-
lerciaes, bilhetes de visita, mus- 2
%?*' cas, ele. ;' e desejoso de levar o mes- I
' mo estabeiecfmeato a ciaior ponto, ^
era que as pessoas, qua-'preten- 3
rem laesobjeclos, n3ob,estat
o poenrar, prestando rtaam lima Q.)
tiSk dca/. roteo o annncian- r>^
ff te sera anecido. ^
*v Pode ser procurado n Cinco Con- V?
. sobt a :o da esquina confronte a fJ
(Si "'atr'7, "ova ;e San-Jo.se, ou na ru? Z
*J doCftIIeg o, na livraria dos ;-rs.Mi- *
!^5 randa & Vasconcellos Q
Precisa-so de una criada que entenda
le ojo oservifodo unta casa, sendo per-
feita engommadeira : a tratar na ra do
Hospicio, na seguudc c>>) de sobrado, pss-
san '.o a da I-'i cuidado de Direito.
.-. ...-........, ^.. ......
j Aiuga-se na Capunga Nova um si- Q
a lio ai eicellenle po.sicao,tendo bas-
'.".. tantasarvoras fructferas, casa para "
\J grr.nde familia, pintada de nov.i
'y cum as salas forradas de papel, co- l
^jt cheira, estribara para 4 cavados, -.
quartos para escravos, poco com
na potavel e um geande tsuquo la- S
.1 Itiado de nurmore part baubo : a
..lili i1... iua >o.a 11. 56.
Os abano assignados fazem sciente ao
respeiuvcl publico, e com especialidade so
coruo do cornmercio, que tem dissolvido
amigavelmcnte ; sociedade que tioham na
t ii ua sita i.a ra de Hortss n. 31, que gy-
rava sob a firma llorba v Bezerra, licando
todo o activo e p.'-ssivo a cargo do socio
Bezerra. Recife 18 de fevereiro de 1868.
Jorge clemente ni. i; lia Cavslcanti, Manoel
Antonio lieztrra.
Na (undicSo da Aurora pn
de serventes lot-.es mi escravos
erriqo debaixo de coborta.
m PINTES DE CAOITOIOl] Y-
BECIDO, UE FAUVLLE-DELEBARB
l)' PARS.
Ooatro annos do experiencia tem asse
raijo aos pentes. de caoulchouc a voga que
hojo tem, n3o so em Franca como no inun-
de inteiro ; sao sem contradiccJo os mais
agradaveis de todos os pentes, irais brandos
que os de tartaruga; sao os nicos qu; nSo
fazem cabir o o iballo, por causa da eieclri-
eidade que contm,accreacendo a estas van-
t gons .; de nSo serem mata caros do quoaa
de bfalo. A esta admiranvel invcngao de
exoosico universl de 1855.
- Precisa-sc de um reiior para um si lio
pequeo, de um estrangeiro, neto da praca,
agradando paga-se bem: dirija-se no escri-
ptorio do primaira andar n. aO, ra do Tor-
es, praca do Corpo Santo,
han
tur
O
3
B
o
.
3
99
- es
X
Consta ido ao a;>aixo assignado, cons-
tructor paiticulir liioortco pratico,que urna
companhia donavegacSo a vapor su vai or-
ganisar para o iaterior desta ci-lado, e len lo
j delU i:'!-) .11 barco com as proporrjoes
cjue julga nciessarta para I Mtisl
S 'desta na'vegacSo, o que se
obriga pot ei 1 j racs, oSerece ao conbeci
ment dos iuturos e ipr zarios; as suaa
proporcoes sao as seguintes: 120 paln o
tiiiipMHw.ii. !. ii iieutnr-d., ;,s**i. de-
iiian lano 16 poli gadas de agua; tendo
acommo iar/i. s para 811 passageiros de pona
c proa. Julga < fer 6 as madeiras
seguintes : cave ns de ^ao carga ou otici-
ca, e ion o de louo; ,-. sua forca peder ser
de 20 a 2 cavailos, ^endo os cylndros da
machina horizontal, bem como deve baver
lado de popa epi-.i para aSofazerala
larga, com aa propor;0es 110 ftciqa ficam
tas, inlga o abaixo asignado preenerter os
Bosque tem em vim* a companbia, garan-
tindo-lhc o bom desempenho oofab
tal obra, se illa so quier utilisar Ue scu
pn stimo.Jos tlas Maciado Frene.
B
cg4
r-t
-O
Precisa-sede tuna pessoa com ai
lialn: para tomar conta
t'.c um armazem 1!'.' fazeudat em grosso,
servindo sera' bem remunerada: diri-
iMii-se a esta tvpographia em caita fe-
c liada sob as iniciaesA. '/..
Precisa-se do utni mu'hcr ,1o 1 p rs
J55 cozlnhsr la ; a tra-
tar na Iravesa 1 da Madre de Dos n; 16.
-- No dia 2') do corrate linda a audiencia
do nim. 8r.Dr. juizde capellas,
proceder a arremataQo las rendas
i;, do e-a da Alfaodega, avaadr.s
: an es,sendos arrematacSo por
espaco de 3 annos, confo'me o cscripto etn
mo do portel:o Uo juizo.
Ha pessita nesta cidade que deseja
aprender O ttf-span'ol ; quem pois souber
curado: oTerecendo-se a coresnondencia osla liugua e uiizer dar algumas lir;r}es, ic-
e danlo-so tres por canto di venlagem da
safra i'este atino, que he para ib r 3,000 pes,
,r_ 1 conformo oanno, ed todas as mais sufras
quo se seguir, agradando.
O Dr. Candido Concalves Vamede, sub-
avaradas, viadas ltimamente do Liverpool l!,l Portuguez. vai para a Et ropa.
pilos navios Genevieve, Misslonary e Urania, O senbor quo ti mu do comi ditas
a saber: ISO pecas de algodo para sr.ccof. cartas viudas do norte 00 va o >r Paran pa-
1>1|| cas de algoaSoziono, 27 ditas ditosj. re Antonio RolriguesPinhirc, tenbaabon-
as duztasde lavas, 31 camisas para homotiti dade de as entrega.- aem mais demora, no _
e 10 pecas de Yelbuttna : sexla-feira, 19 d* 'ces dj alfandcga n. 5, pois si iba agradece, idellortas Ji. 31.
\
nba a bondade de, annunriar sita mor da
para ser proMi'ado, o sendo preciso se gra-
tificara com -re-ierosilade.
FranccIinSo Isidoro Leal Si C tem no
arma7e-Ti do An s saceos grandes com fare-
lo o alpiste, vinio uitir.iamenle de Lisboa,
per pre'tjoconjisindo.
--- l'rccisa)-se de urna ama que compre e
enzinheoapa duas pessoas ; a tratar na ra
--- A directvia das obras militares pre-
cisa fazer ui> coi 10 Forte do Bura-
co : quem desta trabalbo se quizar encar-
tar, pode comparecer na repart-,ao DO ''ia
19 doc 1 :ns o 1(41 orts da manbSa,
ara tratar a respeito.
DAfitERREOTYPe
- Para o servido interno do urna casa
estratigetra se precisa de duas pessoas, urna
que cozinhe eeugomme, n outra qaeen-
tenda de costura : na ra Nova o. 17.
Paga-se50/mensaes, pelo aluguel de
ilti^s rsrrsvas quo saibam cozimiar e en-
gommar, (>:ra o servicode urna casa de fa-
milia : a trauma ra Imperial fabrica de
sabao.
O Sr. Joarpiim Antonio de Moraes
[ue morn 011 mora na ra do Caldcirei-
rodesta cidade, queira dirgiixea esta ty-
pograpbia a negocio que sabe.
Precia-se de um senbor sacen:oto pa-
ra ensinar meninos e exercer a cavellania
u'um eugenho : a tratar com o Sr. M do A.
Caj", ni ra Nova n. 18, faz-se todo o. ne-
gocio.
Na fabrica da ra do l'.rttm n. 28, rrrei-
sa-se deoOQeiaes de caldeireiro, serralhetro,
futnleiro a laloeiro.
- Urna pessoa de boas costumescfTere-
ce-e para ama de nomjemaolteiroou tou:a
familia : quem precisar, dirija-se a ra Au-
gusta u. 3 :.
ieguro contra
fOgOa
COMPANHIA NORTHEN, ESTABELE-
CII)A EM LONDRES.
l*rcm io di m in ti idos
AGENTES
C. .Astley 8{Cq rpanhia.
Precisa-se de una lavadeira dr bar-
relia para lavara roupa de urna grande
na livraria ns. 0 e
pendencia.
l-i
-- lis ncamiohoo-se do poder do abaixo
assignado cma I I la pelos Srs Sauo-
era Br..... rs& C. da quantia de I i..-'
c ia :" los s.-s. Tasso |Irmos avencer era
i; le abril prximo vindouro; o aceitante
preven! n cava dBo paga-la e toga se
a q em possa te-la acnado o obsequio de
restitui-la ao abaixo
Joao Josc dos Santos, subdito rorlu-
guez vai fazer urna viagetn a Portugal, deixa
por seus procuradores o- Srs : I. o seu
socio Amonio Abetino Lette Braga ; % Jos
AlvesLima; 3 Antonio Joaquim Ferreir*
Porto.
Quem precisar 'ie alguns trahalhado-
res portucuezes, dirija-se a ra da Cadeia
do Kccife 11. *
A Campanilla Pernambucana or
meio do seu gerente lie convidada a pro-
varseriamente a.exactidao do que disse
em umannuncio a respeito-da cau
motivara a nao sahir o vapor IgUS
no dia 17 como tencinva, tob pena de
ser tachada de falsa ra o pouco dignada
proteccSo quo indevidamente recebe ia
tazenda nacional. .
Api'ssoarjue quizer acabar o
de dous annos fe prar e.tenha os requisi-
to da lei, dirija-se ao neceo das Kart eir?
11. o.
Precisa-se fallar oSr. I'iei Caelano ou
padre Caetano que morou no cateo do l'cr-
co, diriju-se a livraria ns. (o 8 da praca da
lu -itjpeudeucid.
Um bom eriado.
Offerece-se um boro criado, que entende
'-e copeiro e detojoo mais servico de qual-
quer casa : na ra da Cadeia do Recife 11. 4.
o abaixo assignado provino aos senbo-
res commerctanics e mais pessoas, que nao
se responsabilisa por qualquer genero que
seus escravos tenham cjtuprado ou liajam
de comprar em seo nonie, sem IcUra sua
liernardino Francisco de A Campos.
-- O abaixo assignado, esta bel.-cido com
loja de alfaiate na ra Nova 11 5.2, scientifica
ao respeitavel publico, que se acha habili-
tado a desompenhar tola e qualquer obra
tendente a sua pronsslo, sendo manutac-
turadas por olliciaes receotemente chegajos
de llaroburgo ; bavendo na mesma loja as
melbores fazeudas do melbor gusto p issivel
J. Ilonlor.
O Sr. Dr. Farjss quo mota na cidade
deOlinda, na ra do .\mi>aro, po c maular
razer o muleque que aaounvia para ven ier,
na ra Direlta n. 66
- Frecis4-se da um caixeiro para taber-
na, que tenha prat^.ta : a tr<-tar 110 arm zea
derod-deir* da r do Sil 11 25
Reeenaavse 9 mtbinos forros ouesp-
tivos, par-. aiirenJetcm o ollicio de fonilei-
ro; na ra da Cruz > Recife 11. 37.
Na ouaita-f i a, 24 Jo conente, ao
meio da, Goda a audiencia do lllm Sr. Dr.
juizmunicipal da segunda v-ra, s'tem-le
arrematar a renda ana al da casa terrea o
9 da travessa da Ma irn de Dos, par espaco
de dous annos, conformo o eseriplo em po-
der doporteiro do juizo. Ha a ultima praca.
- I recisa-sealug-r para o servico inter-
no de casa, unta pessoa forra ou escrava,
naga-sebera, aliancando sua conducta: a
traiar na ra das Flores n 21
Perdeu-se bontem, 17 do corrate, no
companhaiueiilo da piocissao do cinza, um
io de ouro: quem liver acaadi), que-
restituir, dirjanse a roa do \rag3o,
bairro da Boa-Vtste n 7, que sera bem gra-
tificado.
aSj de urna ama Ibrri OU cap-
tiva, para doui.j s.'i'I.iiu tte urna casa, dati-
ilo-se preferencia s 1 forcaptija, a
bem ; na rua da Boda n :, sobrait- le um
andar.
Hoje pela manhaa appareccu cti casi
doabaixu assignado, onaa ucs recoUidi,
urna mulata que diz ser escrava do
eiiuenliu Ca^i-llinha, aroeurandoseabor 'le
tro, rua do Crespo ii.t6. esquina da ruadas
Cruzes, basquinas d camhraia adamasca-
das, o mais bem feilo possivel, pelo preco
do 53 cada urna.
jFojr/o d China,
vulgarmente chamado traques, acaba dede-
sembarcar, e v.-nde se etn caixinhas de lo
cartas, por preco razoavel : no armazem de
Kerreira i alarltns, na iravessa da Madre de
Heos n. 16.
Atten^ao
PECHINCHA CCM TOQUE DE
-\a 1 ;\ do urespo, loja da
esquiiia (; voita para
a raa d& tladeia, vende-
se o st quinte :
Pecas ce madapolao a |280, I08OO, 28000,
29500, e ifQOO
Ditas di dito multo lino a .'f/OO, 5000,
?>0U, 0 5-^)00.
Ditas de riscado de ltaho com 48 e 50 co-
vados a icsoo, .">?, 5-siOO, e 6*00.
Ditos de algo i5o trancado asul, cen 48 e
50 covados a 33600, 3>800, 54800, e 63OOO.
Hitas de dtlo liso com 80 jardas a 1560O,
19800 1
nitas de dito liso para sacco com !6 varas
a 4; Ditas de dito truncado, brauco, com 26 va-
ras a 35500.
Panno azul proprio para capotes, e man-
tas a 1-5200 e 1400 o c'ovado.
Hito mais fino a 15600, e 23000 o covado.
Meias de seda a i,000 o.
bar.
Vendem-se mcus de seda prelas proprias
para quaresma pelo barato preco de 15 o
par : na loja oe I.eite Arthur & C.
Vendem-se ijiquissimos espelhos dos
mais modernos que ha chegado, com vidros
de 5 palmea e menores, para todos os tama-
nhos-, com riquissimas guarnieres douradas,
lambem riquissimas molduras douradas,
com 13 a 14 palmos de comprimento, em
poica.i e i tubo, de meia a 4 poilegadas
delargorai roprias para guarne:er salas,
pelo diminuto predo de 320 rs. o palmo ; ta
tambem grande quan idade de rutim e pa-
iba a sea retaibo, mais
bartt tra qualquer parte : na
do Ro ario u. :t>, armazem
a cunare : quem a ella liver direit'i, a're-
.gm o assrmeomo ote-e quato antes, que o in.,u> cante
que nmguem a negocie v:sto ter n5o r ;, ^r e?euUa|i ,
31 -O l.tri.l 1.1 l-.n^.-.l^, I ... ,!,...
Manoel Joaquim Ramos e Silva-
! l'.riln Laipnou-. nentislJ.ruaNova n.il i'';'
raa O iin ai'i.a r n>>' lentrife*.
... .-'..-..'
Precisa-se de urna csa de um andar
en:'--, cozinhs ns seguales ras: Nova,
. i ;ij;io, Queimado, Cadeia, Rosa-
rio, Cruses, quartels, do bairro ia- Santo An-
tonio, e r.ao bavendo nessas rnas entilo as
ro da Boa Vista ou ''.aleia do Kecife,
servindo tambera um p'imeim otaaecuniia '
andar de qualquer sobrado queiffiou- oa-Visten.9. refinaqao
Joaquim Lucio Moateiro da Franca.
~ L'ma mulher se. propOe a tratar da casa
freir da Si
de
/a.
Farello
em saceos muilo grau.es, c de muito boa
qualidade, eso vendam Lopes IrmSoa &
Brnd&o, no caes da aifand sa n. 7, pelo di-
niiuto pre^o da C5OIIU o steco.
Milho.
Voarmzeqi de >!anoel
oaquiii de (J ti ve ira & G.
ru do Cordouiz n. 16 em
frente o becco da Madre
Be Dos, vende-se uiiiho
muito bom e mais barato
do que em outra qnalquer
darte.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem le Novaei .v C, barra
de ierro ou cubos liydiaulico para dep-
sitos de lez.es a preco commodo.
Vende-se superior faiinlia de man-
dioca em saceos {jrande* : na tnoaria
defronte do trapiciu. do Cunha.
Na rua i!<> Trapiche n,5|
escriptario de Novaes
&G.
Vende-se su icrior vinho do Porto en-
garrafado em caixas de 1 o i duz.ias de
garrafas, bem como em barris de 4- e 8-
a preco commodo.
Vende-se'um sitio com boa casa de
vivenda, e mais|7 casas pequeas, um grande
telbeiro proprilo para' rancho, tullo fazendo
fruilo la p.-oprioda le, qoe he. na rua do Ca-
bral de OlinJa, urna grande e excelente
baixa de capim c algnmas arvoos de froc-
to, sendo o fujndo da pro>ricdadd a limitar
com a estrada! nova do norte quem pre-
tender dirija-se a mesma prop ieilsde, ou a
botica da rua Ide 3. teulo, quu achara com
quem tratar.
- Vendem-se duas escravas, sendo urna
crionla de idade de 40 atino.-, a qual sabe
perfeitamente engommar, lavar, cozinbar,
fazer renda e cossr, e de boangora e a ou-
tra mulita, de boa iiu a, coziiha o diario,
tem bons prinrjipios de. cosen; engommar, e
lava perfr.itameineu'upa : quenas preten-
der, dirtja-a*kjrrua da Aurota, passando a
icayno drimeiro portao
JrViido-.se i.ma casa terrea sia na rua
do Fila-, em t'ia de portis u. 30 ; os pre-
s padj-iii ir ve-D e balar na rua da
rinlhade ara-
---<-uib iiiuuivi a\- i*iuj'uu i U.U1I uo ivrt.^a
era .solteiro, o i para fazer companhia ; u,aew *u RM|w n. 33, lo.
a alguma senlura : na iui da Santa There- -r.Jai ".asa., o, .* \Caruacieira la-
lurtsram hnntem 17), pelas 8 horas
a noite, da porta da padaria da Santa Graz
n 6. urna barriea com b calhao, leudo es-
cri)io no tampoo nomo do Vicenta da Ro-
Cba: roga-se, pois, nos Srs. v.ndilh ,~, ou
a |iessoa que sija i i, d apprenen lar
a mandar avisai na mesma pjd.ria, que se
obriga a pagaras despezas, t tambera sa Vendc-sc
gratines.
Da sa dinheiro a juros em pe ;
| porgos, sob penhores 'e ou o : ni prat;a da
tros anl i-s, sendo quo O aluguel i
ser por tres mezas quem tiver diri
casa de Joaquim Marques Santiago, ni roa
do ISrum, passanio o cliafariz.
Precisa-se de um atnassador : na ra-
daria em Santo Ara iro, 11 fundicSo.
Precisa-se ;" orna smi forra ou capti-
va, que. saiba cozinhar e lavar de ssbao, e
engommar: na rus dos Pescadores, pa-
daria.
A senhora qu-i precisar de morar na
Boa-Vista, i|ue for unta ou las BSSOSS, ha
que*n queira lugar m tade de.um sobrado
nu um quart, todo mull i linpo e decente,
mas sendo a pessoa de boes oos Xn galeriaeorJIcinsdo ate-roda Boa-Vis- "' ?''':^'f :"r -"''"'" ;'"^-.'inja so
ta n. '.. t-se a tirar 'm* lT* "',' ''ue s2 il,e d,r a ""
, i inttnua-se a
retrato] pelo novissima systems norte-ame-
\ perfsicS i dos re atos si
.leste estebelecimento he a:'sas conheciJa do
i publico desta capital.
dencia da annuncianle.
Precisa-se dn um prelo para servico de
urna casa : quem o tiv-.-r, dirija-se a rua da
Aurora n. 20, que achara com quem tratar.
Vaccina p blica.
ins que tetada lo i '
i i, B pe.isoas que q
na rua da Cadea da Becife n. I.
. lia.
"asa n. 1( na rua dos Prazeres
Boa Viste, a qml esta livr e
no c )rn 18 wl aos, estante a moderna, e
le-se a
do bairro da
barajad
vende.
Venlv^c um sof o urna v?ranJa de
a, na mesma sj Jira quem
irasd obras,enchams,
ros. e lambom, alguma
casa da residencia do e i io vaccina- <; urnas
dor,segunda lo dama es- PO'aselijlo
treta do Rosario n 30 em toiosossabba- Poreaopardi para alicerccs, e tnh banco
dosdas81(a as 10 da manbaa. Dr. |)j8S de carabina; |ia rua da lungeln.l, a qual-
Fcrnaude, eommusarie raccinador provin-11ner '10ra ^ |J'3-
cial.
'
Compra-se cobre, iatao bronze
velho : na 'undicao do Brum n. (i e 8.
-- Ns rua do Crespo n. it, compram-se
tnoclssde 11 e 2, con o premio qae secon-
nar.
Compra-se um ornamcn'o co:n tolos
os objt ctos i misa i
em oratorio particular : quem liver anuun-
cic para ser o curado.
Aterro da
IPECHINOIA.
n. 8,
I rr..iii
JUjoa-Vist-'i
ilefronte da
i
boa
Joaquim Goncalves di Silva recebeu
ijoa pratos, e vende a 700
rs. a nbra, uirl, ditos do reino muito fres-
W240, manteiga ingleza lina,
s as qualidades tanto frau-
^z,- quartos de oassas a 3}00,
,'ne lina, ae -irar retnalo fino, do
Motiteiro e le OUtf si -, pelo preco
que 'II s vemllem, o moitos coitos gneros,
or preco commodo, etc.
e?es, un por
botinbos i s U
cei coiio init
1

II FflVFI
Mtmi AlfT MFI HOR EXFMPIAR FNCONK



DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEFRA 10 DE FEVEREIRO DE I808.
y
GRANDE AKXAZEH DE ROl'PA FEITA
DE
Jos Luiz Pereira Jnior.
Ra Nova n. 49, junto a Coneei<;&o dos
i*! litares.
Neste armazem encontrar o publico un grande sortiment e e roupas fei-
tas, como sejam casacas, sobrecasacas, palitos, fraques, e gndolas de pan-
no lino prelo e de cores, palitos de casemira de cores, e [Desdada, ditos e
popelina de seda pela e de cores, ditos de merino setim, di.os dalpaca
preta e de cores, ditos de brim branca e caigas de casemira preta e de cores, ditas de merino, ditos le briuf e de
oulras militas qualida tes, colleles de velludo, gurgurfio e setiri preto, ditos
de. cores, becas para desembargadores, juizes de direito, e pro notores, far-
damenlos para guarda uacional e priuieira linha, ditos para criados, camisas,
chapeos, grvalas e luvas de todas as qualidades. N5o se recebe ulira al-
guna de cncommenda, que nSo seja conferida do armazem.
.
::

Vende-se urna casa terrea, no becco-
das Barreiras : na ra Nova n. I8,,primeiro
andar.
Vende-se um moleque com 22 innos
de idade, mui robusto e ladino, ptimo para
o servigo do campo, a que esti acostunado,
e enlende tambera do servigo de olaria, co-
mo araassar barro, fazer lijlo, e tratar de
lomo : quera o quizer, pode procurar o seu
senhoro r. Farias, na cidadede Olinda, ra
do Amparo, que declarara o motivo porque
o vende, ou anouncie a sua residencia para
ser procurado.
FoLiiihas
para o auno de 1858.
Acham-sea' venda as bem conhecidas
folliinlias impressas nesta typographia,
para o armo que veui, dasseguintes qua-
lidades:
Folhinha de variedade, contendo, alem
dos inczes, militas noticias seientificas,
modo de plantar e colher a nova canna
de assucar, noticia sobre omilho e al-
godao, e urna serie de conliecimentos
das artes, etc., etc., cada uoa. 520
Dita ecelesiastica oude padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da Se
de Olinda, segundo a rubrica, a ([ual
foi revista pelo Evm. Sr. bispo, que a
iulgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. 400
Dita de porta, na forma usada at ago-
ra...........100
Vendem-se nicamente na livrarians.
6 e 8 da praca da Independencia.
J-oja de jLeite, Aitlitu
& C.
RA DOQOEIMADO N. 1.
Acaba de receber agoia um completo sor-
timento de gollinhas econmicas quo esta
vendando pelo barato piego de 800 rs.
Manteletes a 8,000
Ricos manteletes pretas proprios para a
quaresma pelo barato picgo de 8o : na loja
deLeite Artliur & C.
REMEDIO IMC0MPABAVEL.
^W




Grande e novo
Deposito
DE
Cera de carnauba e velas.
Sebo refinado e cni rama.
Fio do algodao da llahia.
Sola e pelles de cabra,
('.omina do Aracaty.
larriscom breu.
Attencao, ] Relogios
iVovalojadequa-
tro portas.
Joaquim Rodrigues Tavares do Mello aca-
ba de abrir urna nova loja na ru do Quei-
No largo da Assembla confronte a porta mado n. 37. passando o becco da Congrega-
Ra do Crespo
/a,
loja de Jos Gongalves Malveira, acaba de re-
cebar de Pars pelo paqueteTyne as seguin-
tes fazendas : cortes de vestidos de seda
com S babados, ricamente bordados a vel-
ludo, o mais superior que at o presente
temapparecido no mercado, a 2:03, 200?,
Itfti? e 150?, ditos brdalos a seda a 1005,
80#, 70, 655 e 60% visitas de grosdenaple Alporcas
preto superior, bordadas, a 203 e 25/, man- Caiinbras
tas do blonde pretas bordadas a 16?, -0?, 251
e 305 cada urna, luvas Je pellica do Jouviu,
pretas e de cores para bomem e senbora a
29300, grosdenaple e nobreza preta a 1?6<)0,
15S0O, 2|, 29400, 25600, 2#8U0 e 35 o Cova-
do, velludo preto e de cores superior a 6)'
75 c Sg o covado, sarja preta verdadaira hes-
panhola a 25, acin, ac-CUO e 3; o covado,
tille de s-'da relo a too covado, chales de
seda prela a 205 e 303, e ditos de retroz pre-
tose matisa dis, manguitos de cambraia bor<-
dados superiores, gollinhas bordadas, e ou-
lras muilaa fazendas que se receberam, pro-
prHg para quaresiiia. n do pit\o mais culh-
mo Jo, que se musirarSo ao comprador.
UNGENTO IIOLLOWA'
Milhares de individuos de tod? as ic6es
podemtestemunhar asi irtudes dcsle reme-
dio nicomparavel.e prorar em caso nteesse-
no, que, pelo usoquedidle fzeram, tem seu
corpo e membrosinteirimenlesios, cepois
de ha ver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha col ven-
cer dessas curas mara\ilhosas pela leilura
dos peridicos que Ih's relatara todos os
das ha mu i ios anuos ; e a maior parte deis
las sao tilo sorprendentes que admiran, os
mdicos mais celebres, guantas pessoas re-
couraratn com este soberano remedio o uso
de seus bracos e pernas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos bospitaes, onde
deviamsottreraamputacSo! Ocllas lia Qui-
las, que havendo deixad j esses asylos de pa-
decimenlo, para se nao submellerem a essa
operago dolorosa, foran curadas completa-
mente, mediante o use desse precioso re-
medio. Alguraas das taes pessoas, na el'uso
de seu reconbecimento, declararam estes re
suludos benficos diante do lord correge-
uor.eoutros magistrados, alim de mais au-
tenticaren] sua allirmativa.
Niuguem desesperara do estado de su-
saude se tivesse bastante conlianca para en-
satar este remedio consantemenie, segiun-
do algum tempo o tratamento que necessi-
taae a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incoulestavelmeitte: (Jueludo cura.
15600
ltOO
IjjOQO
25O00
1-f.OO
950
950
320
5260
paga
800
O ungento he til, mas particularmente
nos seguinttt casos.
Farelo de
Lisboa
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermldades ja cu-
tis em geral.
Enfermidadesdoanus
__ Erupgoes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
ciur Qds exiremi-
dades.
Frieiras,
t^"ivasescaldadas.
liichacOes.
'""ammago do ligado
dabesiga.
ItiHiiniiiiajiio da ma-
triz.
Lepra.
Miles das pernas.
dos pe tos.
de olhos.
Mordeduras de rcptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Puluies.
Qiieimadelas.V
Sarna.
Sttpura^oes ptridas.
T nha, em ifualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
~i do ligado.
das .u lifulares.
Veias torcidas 011 no
sortiinento de ia'/endas de
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa.
Novidadede Pari, fazenda de s.da com ra-
niaseiu o luir matitada para estidos de
sei.li,ira. 11.1111 proprio pata aeitacDo, co-
vado ......... ... 1;200
Belleza de Bengala, far.enda toda de teda
traiiipareote com h.ins matizadas ,
propria para hai'j;, covado.....
Cambraia estila ,, Bengala com lislras ma-
tizadas, cova* o.........
Bareg* de sed; com quadros e lislras asseli-
nadas, covado.........
Grosdenar.'espreto e de coies, muito su-
perior, .-ovado.........
Dito di' i'- dito muito largo, proprio para
fnrr obrai, covado......
Sed de quadrinhos, covado.....
I" > de seda aiselinado......
lina branca e decores, covado. .
1.Msai trncelas de cores tixas, covado. .
Cilas francezas. o covado......
Velbulina de cores, covado......
Mantas de bloud pretas e brancas, proprias
I-iraca-.iinen 1 us, covado......
Panuo lino preto e decores, pala lodosos
presos ............
Chapeos de pallinha, (oirados, proprios pa-
ra a edarSo ..........
Chales de seda de cores, soperiores .
Ditos de merino bordados a velludo .
Ditos de-ailo de dilo a seda......
Ditos de dito bordados em 2 ponta. .
Ditos de dito com listra de seda .
Ditos de ditoii.os ruin tranjasde seda .
Ditos dedilo com franjas de 15a ....
Ditosdel-laadamascados.prelos e decores,
tiravatas de teda com ponas compridas a
regencia ,..........
Ditas de dita com ditas a principe de dil-
les .............
Ditas de ditas a'americana......
Corles de collele de velludo de novos
padres ... s .......
Ditos de setim branco bordados, proprios
para casamento..........
Ditos de gorgurao de seda de novos pa-
droes ............
Ditos decalca de casemira de todas as qua-
lidades............
Chapos de sold seda superiores .
Chapeos de massa fraucezes.....
Lenfos de cambraia bordados, unos, para
mao.............
Luvas de seda de todas as qualidades, para
homeiii.senhoras e meninas.....
Corles de vestido de teda de crese brancos
a Pekim o mais superior e moderno que
ha no mercado'.........
Palitos .le argentina de cores escuras .
Dilos alpaca de de cores fina.....
Ditos de dita prela........
Ditos de fustao assflinado......
Ditos de ganga decores......
Ditos de brim de qiiadnnhos.....
Dilos de brim pardo fino......
Ditos de brelanha de liiiho brancos. .
t.nndul.iMie alpaca prela e de cores. .
Em frente do,becco da Coniregacao, passando
lua de ferranens. a segunda de fazendas n. 0.
da inspec;ao n. 9,ondp se vende por menos
prec.o que em outia qualqucr parle.
Agencia
da fundt&o Low-Moor,
ra da tenzala ova
11. 4*2.
Sesteestabclecimentoconlinu'a haver
um completo sortimento do moendas e
C1o, e sti 1 so encontrara o mais rico sorti-
mriito de vestidos de sea com babados e
sera clles pelo menos preco do q\ie em ou-
tra qualqucr parte, assim como um comple-
to sortiinento de palitos e sobrecasacas, cal-
cas de casemira e colleles de gorgurao, tudo
do melhor gosto e modernismo, ricos cha-
peos uesenbora de diversas qualidades, um
nxcellente sortiinento de luvas e meias, gros-
denaple preto, o covado lssUO, 29, 39400 e
21600, sarja lavrada preta, o covado ^-uUO,
236O e "2;>00, dita lisa uespaiihola, covado
23*00. cassas muito linas, vara 00, 500, 560
e 640, chitas francezas linas, covafio 280 e
Superiores relogios
de ouro e prata patente
cobertos e descoliertos,"pequeos e gran- SU*SSO' Vende AutOllio f^
des, de ouro patente inglez, para homem
e senbora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : era casa de Soutball Mellor C.
ra po Torres n.38.
Paula A Ssntos tem para vender bar-
ricas com superior farelo recentemenie che-
gado, e por preco commodo : no seu arma-
zem da ruj-do Amerim n. 48.
.T:
oja
meias moendaspara engenho.macbinasdel wo, ditas iuglezas muito Qnasa 200 rs. o co-
vado, tudo oe bonitos padroes, diamantinas
de gostos inteiraoicnle novos, covado 800
rs., indianas de seda, covaao 15200, flanells
de todas as cores, covado 900 rs., velbulina,
covado 750, grosdenaple de cor 23, li; de li-
ubolavrado, vara 1500, assira como minias
mais fazendas que nao he possivel aqu fa-
zer menguo dellas todas, por haver grande
surtimento. "~^"'
Vende-se supprior agurdente de
Franca, lano em liarriscoino em caixtis,
licores e absynthe, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
ler& C, ra da Cruz n. ">,">.
SAPATOS do ARACATY,
dos melhorcs quetemvindt^ aestemerca-
do, para homeus e meninos, de palla e de
prelhas : em casa de Caminha A Filhus, ra
oa Cadeia do Kecife n. 60, primeiro andar_
Tapore laixasde ferro batido e coado de
lodosostamanbos para dilo.
relogios de pa-
tente
inglczcseiouro, desabnete c devidro:
vendem-sea precorazoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na ruada Ca-
deia do Kecife. armazem n- li.
dadas as pernas.
Vende-se este-unguenlo no eslabelecimen-
jOgcrtl de Londres n. 244, uStrand, e na
lo|a de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas eucarregadas desua venda em
toda a America ,1o Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 80u rs. cada bucetinha.contem
urna inslrucro em por uguez para explicar
o modo de fazer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n.22, em
Pernainbuco.
1
173000
.ijooo
1230O0
7SHMI
68000
J> JjOOO
9
I5000
105000

35000
g
7300
79300
15000
9
9
6:000
49tK)0
49300
39000
4 3000
4 ;j00
,500o
SVSTEMA MEDICO
HOLLWVA
Em saceos grandes de estopa, Travassos
Jnior & C, no seu armazem, rna do Aipo-
rim, ou defronte da escadiuha, armazem do
Annes, prego commodo.
Praja da Independencia
n. 4.
NOVO [ESTABELECIMENTO DE V1UVA
BASTOS 4 C.
Onde se encontrara os seguinles gneros,
que se venden por baratissimos presos a di-
nheiro o vista :
Excellente bolachinha de araruta, do Rio
e da provincia, dita americana, bohnhos
francezes em caixinhas moito lindas, pao-
de-l, doces de differentee qualidades em
conserva,como sajara atneixas, pecego, pera,
morangos, egioja, ltimamente chegados
de Lisboa, ditos seceos de diversos palada-
res, amendoas francezas em Irascos de vi-j
d.-o, passas. nozes, amendoas doce de caj'
secco muito superior, chahyson, excelleute
chtmpagae e melhor licor em garrafas,me: -
e quartaj de dita, o precioso marrasquinho,
marmellada de Lisboa muito boa, assucar
candi, os melhorcs charutos da Baha do a-
fainado fabricante Thom Pinto, azeitedoce
fraucez om garrafas, e bichas deIIamburgo,
para vender e alugar.
No Passeio Publico, loja n. 11, dcFer-
reira & Cruz, existe urna poreflo de corles
de casemira de coros pelo barato prego de
35 o corte, cortes de cassa chita padroes de
gosto a 25400. chales de merino bordados e
lisos, lindas mussulinas, chitas francezas,
um completo surtimento de raadapolOes, tros remedios.
chitas, algo lSozinhos, brins dequadros.sar-J As rois_aj|lj$ta's nSt devem entregar-se a
gelinasdelaae seda de cores, leucos dsela 'desesperseao; tacara t m competente enuaio
PILULAS HOLLWAY.
Esteinestimavel espacilico, composto ni-
teiraraentedehervas medicinaes, nao con-
tera mercurio, tieraalguma otitra substancia
delecterta. Benigno a nais lenra infancia
ea eompleicSo mais delicada, he gualmen,
le protnplo e seguro para desarreigar o mal
na corapleiv'io mais robusta ; be inteira-
menlc innocente em suas operagoes e eflei-
tos ; pois busca e remove as doengas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
lenazesque sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio, muitas queja eslavam spen-
las morte, preservando em seu uso con-
seguirara recobrar a tandee forjas, denois
de haver tentado auliliijejjt-telosos ou-
de todas as cores,chales, castores de diversas
cores e gostos, merino de madrastas, e mui-
tas oulras fazendas que se venderao por pre-
sos commodos, a vista da moeda.
BATATAS.
Vendem-se batatas ltimamente enera-
das, a 25 a arroba : na travessa da Madre de
Dos n. 10.
Pechincha !!'
2s, 2s.")O, .s-, e 5J500 a pera.
Na rffS do Queimado, loja n. 17, ao
botica, vendem-se madapoles finos de 24
jardas, com toque de avaria a 2;, 29500, 39 o
35500 cada peca, cambraia ,jaga de sal picos
para vestidos d&senhora.tj-meiuna, com pe-
queno toque ecom\_lft. jardas a 29, 2^500 e
:15a peca, cnilas decores matisajas, finas,
padroes modernos, e com38covados cita
pjea, cora um pequeo loque a 65, mussu-
lina branca lina e asselina a, com pequeo
pefito a 210 rs., e sendo limpa a 2S0 o co-
vado.
dosetlitazeselVeitosdestaassonilirsa medi-
cina, e prestes recuperarSo o beneficio da
saade.
N3o se perca terapo em tomar este reme-
dio ..ara qualquer das seguinles enfermida-
es :
Accitlcntesepileplicos 1 rebrea intermitiente-
S. SllhijIEL & C-, banquei rose ne-
gociantes, estabelecidos lia niuitos anuos
em Londres, teem a satislicrao de par-
ticipara seus correspondentes c no publi-
co, que acabam de (lindar casas liliaes
nos principaes portos < distritos manu-
tactureiros de Franqa, Alemanha, Blgi-
ca e liollauda, conservando almdisso
suas rropuas casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e;
portos mais coinmerciaes da ( 1 a-bretar.lia,
e estao em posicao de ofl'eiccer grandes
vantajens aspessoasquepossam necesitar,
assunem Londres como em outroqual-
juer ponto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transacrao de crdito
a banco dequalepier genero.
As pessoas quenaoioreinconliecidasdot
annunciantesdeverSoacompanharsuasor-
di'iis cora os fundos necessarios para sua
exeucco; licando entendidas que osan-
nunciantes nao teem dilliculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre os generis recebidos
antes de sua venda.
Os precos con entes e mais nformacfies
comraerciaes, que (orem pedidas, serio
enviadasgraluitainente, salvo o porte do
correio, jiodendodirigir-se aosannunci-
antes.
Cera de car-
nauba
_ Primeira qualidade : Travassos Jnior &
C, armazem da companbia Pernambucana :
preqo commodo.
Vende-se farelo superior em barricas
e saceos : no aimazem de Feliciano Jos
Comes, na ra do Trapiche n. 7.
Na loja
das- sek^pjorte^
eiw i re 11 te do Livr mnento

o
^
Cabos sortidos da Hussia, Ca- tJ
oeManiilia. 5
Lonas da Utissia, brins e brin-
zOes.
Cobree metal para forro com
prego*.
Oleo de linhaca e Velas steari-
nas.
Estanto em barrinhas, Bar- @
0 lill.a.
^ Vmlios linos de Mosclle e Joan- @
Sf nisberg espumoso, e de Bordeux @
;j; em quartolas. ;:
C. J. ASTLEV& C.
hmcasa de Ilenrv Brunn & C. ra
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vine.
Lu grandesortimentode locadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Espelliocom moldura.
Pianos dos nielliores fabricados em Ham-
burgo.
Em casadeRabeSchmettau ra da Cadeia n. 37, veudom-seelegante
Pianos do afamadofabricante' Traumann
de Hamburuo.
NAFNDICAO DE FERRO DO EXGE-
NHE1R0*DAVID W. BOWMAN, aA
RA DOBRUM.PASSAXDOOollA-
FAR1Z,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guiutes objectos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna couslrucc5o : ta-
chas de Trro fundida e batido, de superior
qualidadefe de lodos os tamanbos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
propor^Oes; crivoS e bocea de fornalba e
registros Je boeiro, aguilboes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhOes, moinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
seexecutam touas asencommendas cob a
superieiridado ja conbecida com a devida
presteza e com odidade em preco.
Attencao.
Queijos do sertio os mais frescaes possi-
veis : na ra do Oueimado n, 14.
Ao Pregufya
QUE ESTA QDEIIAIDO
boas fzendas por pouco
dinheiro.
OPregisica da
ra do Queimado continua a fornecer ao
publico, em seu cstabelecimentona esqui- .
nado becco dol'eixe r rilo o. 2, o mais bel-I Lona.
loe variado sortiinento de fazendas, odas| Linhas brancus o de cores ero nvelos.
das seis portas
Em frente do Livrament
Cambaia iniissiiliiia a 500 rs. a vara, fazen-
da nova DO mercado, manguitos, camisi-
nhas e gollinhas bordadas, lil de linho pre-
to bordado a 10280 a vara, vclludilho de co-
res a 800 rs. o covado, meias para menino,
brancas e do cores a 240 o par.
Nalanoaria deronle do trapicliedo
Cuaba vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes, assim como
bom nullio e feijo tudo por preco razon-
vel: a tratar no armazem da ra da Ma-
dre de Deosn. 12.
- Vende-se urna escrava crioula de 23
anrlos de idade, com habilidades e excellen-
te leile p--- -riar meninos : 110 aterro da
lioa-Vist. u, terceiro andar.
Ko esenptorio de Antonio Luiz deOli-
veira Azevedo, ra da Cruz n. 1, vendem-se:
Camas de ferro.
Cola da Babia de primeira e segunda quali-
dade.
Fio de algodao da llahia.
Charutos superiores.
Tumo em folha.
Vinbo do Porto em calxas de urna e duas
duzias.
Dilo em barris do quarto e quintos.
Algodoes da Baha tran-
cados,
proprios para roupa de csrravos e saceos de
assucar : vendem^e no escriptoriode Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo. ra da Cruz
o. i.
Vende-se
FolhasdoFlaudres.
Chumbo em lencol.
Dito em barras.
Mito de iiiunico.
Ps de ferro.
Pregos de construct}3o.
de Ovoira Azevedo, ra
da Cruz n. i.
G2ANDE TOM
Xa loja da ra Nova o. 20
Bandejas
s mais linas o modernas, em lernos e a-
vulsas.
Facas e gsrfos.
Crande sortimonto, com cabos do marim.
talo, oqo, etc., tempera ac lino.
., Colheres.
'.ranue sortimento de colheres de mctil
fiuissi.ao e de varios feitios.
Apparelhos para almoco.
lalliutimo1106"10 de aPP"elbos de me-
Salvas.
,JCuliy de salvas imitando
prata, com lindasi gravuras e relevos de
muito bom gosto, ditas para um COn0 *
irens para cozinha
O mais completo que ten, 'viudo a este
mercad0i Coi,*iantlo de panellas.cassarol.s.
fngideiras e chaleiras forradas de poreeilana
e estanhadas, grelhas, colheres, B diversos
objecos mais. 'veraos
demos.
Crande
de excellente qualidade,e pregos muito m-
dicos. Nao so queima as fazendas ja por
vezes annunciadas, a saber :
Ulindinas para vestidos de senhora,
covado...............
Targelinas idem idem,corte com 12
corados..............
Organdys idem idem, covado .
Cambraias estampadas, vara .
Ditas ditas mais linas, vara.....
Chitas francezas, largas, escuras p
claras, covado...........
Ditas ditas, largas,escuras celaras,
covado.............
ras ociaras,
900
12S00O
260
480
600
260
280
300
2O0O
220
Nova agua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tem ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal ra do f.ollegio
n.20, d-sejunto um impresso gratis ensi-
ii.ind i a forma deappicar.
Vende-se um bote de 25 palmos, muito
bom construido : na ra da Cadeia d Keci-
fe n 2. primeirn andar.
- Na nova loja de 4 portas, na ra do
Queimado n. 37, he chegado pelo ultimo va-
por ura rico sortimento de chapeos amazo-
nas para senhora, ditos para menino me-
nina, da melhor gosto possivel, chapeos de
aba larga enfeit.ios para senhora o para
meuiiia, chapeos pelos jara hornera, de
diversos pregos, lencos de labvrintho a 15,
chitas de coberta francezas muito linas s
380orovado, olindinas mtudas muito linas
a 1-3200 o covado, mantas pretas du lil de
linho, sedas de diversos pregos.
Alporcas
Auipolas.
Areiastmal c).
Asth ma.
Clicas.
Convulses.
ebilidadii ou exte-
nuagao.
Debilidadeoufalta de
forgas para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos ria.
Dureza noventre.
Lnl'eruiidades no ven-
ira
Enfermidadcs'no liga-
do.
Ditas venreas.
Gnsaqueca.
Herysipela.
Pebres biliosas.
Febrelo da especie.
GotU.
Ilemorrhoidas.
llydropisia.
Ictericia.
IndigestOes.
Inflammages.
I ii ('(.'ii la ri da des
raciislruagao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Ual de pedra.
Manchas iincutis.
Obstruccfio de ventre
Attencao
No caes do Ramos, no armazem flo Fran-
cisco de Paula Figuelra de Saboia, vendem-
se saceos com fariul-ia de mandioca a 79500
o sacco. e saceos com gomma e fumo em
folbas, ludo era bom estado.
sellins
patente inglez.
Sin ehrgados e acham-ie a venda o verdadeira
a bem conlieridus sellins n^lt/i-- patente: naioa
do Trapiclie-Novo n. 42, arruazeru de fazendas dt
Ailaini- ni & C. Hume.
Uedes do JUara-
nhao.
Ditas ditas, largas,es
covado
itretanhs de rolo cora 10 varas,pega
Itiscados monstros, lindos padroes,
Covado.............
Lengos de cassa com cercaduras de
coi, um.............
Mas alem tiestas, olferece mais aos seus
fregueze.sasseguiiil.es fazendas ltimamen-
te i-negadas : mussuliiia branca linissima a
B 360 o cov-do, dita matizada, lina, e do
Ihor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
tas/.iiihas iiuiilo lin^s. escuras o claras, to-
das de desenos inleiramenle novos 400
rs. o covado, carnielina, fazenda anda nao
vista, trancada e com padroes de ISazinba,
pelo b .rato prego de 280 o covado, cnes de
nscado trance/., bonitos ^dres e cores 1-
xas a 39200 cada ura, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, cora 8 varas cada pega a
7500. dita tapaos tamben n-uito lina, com
1" varas cada pega a 4c00 e (c6U0, chales
de laazuiha muito iinys j-20O, ditos de
merino lisos e bordados, de mu Jindas co-
res, casemiras enfeitadas, mescladas, mu
proprias para palitos a220 o covado, brim
tiangado de poro linho e padroes novos a
15440 a vara, dilos prelos de muito hora
goato, e ale proprios para luto a l"/600 a va-
ra, cortes de col lele de seiim bordados a
tfoOU, ditos de casimiras para caigas, linas
e de bonitas cores a 59500 e 6;000, grvalas
pretas deseda a I?, ditis de mola a 1/600
alpacas de cores com lislras de seda a 560
covado, chitas escoras e claras, padroes
miuduilios e graudos, de muitos e variados
gostos, cores (xas eescellentes pannos a
160, 180, 200, 220 e 240 o covado, pegas de
madapolao com 20 varas a2o900, 33600,1
45500, 4rrS00, 5: e 55600, e muito lino ..
65400, cobertores de>lgod3o proprios para
m, luvas de di
No armazem de Jos Antonio Moreira Diss &
e... na ra da cruz n. 26.
Gomma do Aracaty.
Km porgoes e aretalho: vende-se na ra
da cadeia n. 57, escriptoriode Prenle Vi-
anna.
loja da es-
trella,
Castigaes
de metal inissimo, e ricos modellos.
Katoeiras.
Katoeiras de rame, novo modello, ontrss
muitas cuidaras de gostos modernos o pre-
gos commodos, que tudo veio de encom-
rn c n u 3.
$&?^6$ftt$S$)i&
7310
Na ra do Queimado n. 7, loja da estrella,
vendem-se as seguinles fazendas, mais bara-
to do queem oUtra qualquer parte, a saber:
Palitots de panno francez. fiuos.a 20000
Dilos de dito ditos 28?009
I Chapeos linos para senhora 16/uOO
UN j IJitos ditos para dita 20-3000
Grosdensplea preto e de cores 5
Panno preto fino uara todos os pregos.
Chapeos francezes Taraberlik, para
homem
Collarinlios c manguitos inglezes.de
ura novo gosto, eda melhor quali-
dade que ueste genero lera appare-
cido ate hiije 128000
eoutras muitas fazendas quu se vndeme
dinheiro a vista, por menes do que em ou-
tra loja.
Relogios,
Os melhores relogios dcouro.patentein
giez, vendem-se por pregos razoaveis, nt,
senptono do agente Oliveira,ra da Ca-
deia do Rearen.62.primeiro andar.
Vende-se superior linha de algodao
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de iouthall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
nOB I.AIIECTEIK-
O nico autorizado por decisao do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
2f90m,,?f^;' "lPf,*,d1? Pel eovernoe pela real soeicda-
nar J,n med,?,na; Efsle medicamento de um
escravos a 700 rs. cad, ,, ,vas de di ve i *?,2Urinh' ". 'T^ T SeCrel'
sas qualidades para senboras, gangas mes-; 60 J^KS T.uJi'ca'lrne^Ue e^cotern'
clauas do todas as cores a 540 o covado lie po e
todas estas fazendas, e de oulras muitas Eeta ff aSlil^Lfc!!? nera," f-
aqu nao mencionadas. d.rin ,mn".t !':^"^d ''Ule> 'P'ngens, as consequen-
sob penhores.
CERA DE C4RNAFBA.
nde-se
dade : na ra da Cadeia do Kecife loja 11. 50
ruh do Crespo us 1^.
o propria
Vnde-so alcatifa muito larga.
Na fibrica de chapeos deso da ra Nova
n. 23, ;squima da caraboa do Carmo, rece- i para igreja a 2-3000 o covado.
Iieu-sc do Haranbao um rico sortimento de
redes brancas e de cores, as quaes se ven-
dem por prego muito commodo.
larece impossivel, porem pede-se as
pessoas que queiram comprar a dinheiro a
vista veiitiaii: ver na praga da Independen-
cia n. i cemio^e^csja\^iidendi.a fl.'jis per*
ttr<#-iTarmTada vTridTTTpIico de Lisboa
do mais afamado fabricante, em latas de 2
Para acabar com o resto.
Pegas de cassa com salpico e com 8 varas
a 25500, ditas adamascadas com 6 varas a
I60O, chales brancos a 480, riscado francez
escuro a 120 o covado, corles de colleles de
casemira pelos a 2;, salas bordadas a 18600,
luvas de seda pretas a 500 rs. o par, Cartas
ile clcheles a 40 rs.
Meios desolla e cera de carnauba:
no armazem de Tasso Irmaos.
C.
Lu i asa ele alie Schmettau e
na da Cadeia n. ">", vendem-se:
da Bataneas decimaes ele dilTerentes tama-
itos,
Borras de ferro.
Superiores charutos da Ha vana.
\ idros paraespelho.
Con ros de lustre.
P"aoCp*linSrrTP' Carn-aaenvernisados.
rio ele sttyuleii'o.
Tudo porpreco commodo.
KelengSo de ourina.
Rheumalismo.
Symptutnas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pillas no estabeleimen-
togeralde Londres r. 244. cStrand.a era
Unios os tullir irios, droguistas e ou-
Iraspess irregadas de sua venda em
toda a America do Si I. llavana ellespanha.
Vendem-se as bocolinhas asoors. cada
una dellasconlmuina instruccSoem por-
tugiiez paraexplicaromodoensseusardes-
tas pillas.
O deposito geral h ; em casa do Sr. Soum
pbarmaceutieo, na i ua da t:ruz n. 22, em
Peraambiico.
Vendem-se fundas de ago para um e
ious lados : na loja di miudezas da ra lar-
ga do Rosario u. 35, i lOOO -"a urna.
Na ra do Crespo, loja <- Campos ,V
Lima, ha para vender o mais superior rape
de una das mclbo es fabricas de Pars; us
apreciadores da boa pitada devem aniara
la viuda para continuar haver sem-
pre deposito, visto o que mandara de Lisboa
ser depessima aualidade.
Vende-se urna escra-
va muito sadia sem vicie, algum, ci pe-
la, idade 8 annos, sabe cozinliar, tem
principio de enyommar, lava bem :
quema pretender dirija-se a ra do Col-
legion. 7, segundo andar.
Cebol
5
novas.
A preco diminuto quasi de graqa, pro-
curem o Pinbeiro no caes da alandega
aiuiazem n. 5.
libras, 1 1|2, 1 e 3|4 de libra pelo prego de
1/a libra, assim como pelo diminuto prego
de 19280 se vende a libra dos melhores bo-
linbos nglezes proprios para grande cha e
iiicsin i para enfeites de baudeijas, bom as-
sncar candi a6l0 a libra, muito boas con-
servas pelo prego de IcbllO frascos muilo
grandes e ura'pouco mais abaixo a IcOOO, na
inesm casa se acha um tudo quanto se pos-
sa de.-ejar de urna grande confeitaria e que
tudo se ende pelo mais barato possivel
apunto de cr.u>ar adiniracSo,
Anda existe um resto dos muito co-
nhecidos e fainados charutos regala de S.
Flix do autor muilo conliecido Manuel iial-
bino lia Costa BrandSo, os quaes se ven lera
pelo prego de 89500 a caxa ; a elles, fregue-
zcs pois desla lazenda vai deixar doapuare-
cer no mercado, em virlude do dito fabri-
cante ter tallecido ; na prega da Indepen-
dencia n. 4.
Cal virgem.
>o armazem da ra da Cadeia Velha n.
12, vendem-se cal de Lisboa em pedra, a
mais nova qae existe no me cado, lsngan-
do-se ser de superior qualidade.
- Vendem-se lalnhas das alagoas em
calda muito grandes, tanto aretalho como
em porgSo, por preco commodo: na taber-
na da esquina da ra dos Martyiios n. 36.
Vende-se bacalbao de escama mui-
to novo e superior a 12;; a barrica: no
armazem de Paula Lopes n caes da al-
fkndcga.
Vendem-se 3 1|2 arrobas de caf da
trra, i or prego commodo : no armazem de
madeiras da ra do Sol n. 25.
Vende-se u deposito da travessa do Vi-
gario, cora poucos fundos : quem preten-
der, eiirija-se a ra da Guia n. 58.
- o abaixo assignado vende 50 acg
companbia de liar e le cr algodao, e
lecij nesta cidade, tendo ja realissrio tras
prestages na importancia do 359000 p. c.
Manuel Joaquim Laptista.
-ncionadas, sedaran amostras **? -S3 eos. eei dent,do.
partos.da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
vende-se cera de carnauba do boa qu,li- doTorelof K&fi>VT*? ,*?n.e
Ao ... r. .i. ,...!.:. ^_ .. ,u,'sorBaos, procedida do abuso das injec-
Coes ou de sondas. Como anti-svphilil.cos
o arrobe cura em pouco lempo os "ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequei.cia do emprego da copahibe,
dacubeba ou das injecgoe nufirepreseatem
o virusscm neutralisa-lo. O arrolle' I afl'ec
mercurio eao iodorelo de petassioLis boa-
-Vende-sena botica de Barral e de Antonio
FelicianoAlves de Azevedo, piaga de D. Pe-
dre n. S, onde, acaba de t-hegar una gran-
de porgao de garrafas grandes e pequeas
viudas di-eclamente de Pans, de casa do dito
Boyveau-Lalectcur 12,rua hichelieua
Os ormulajMij llJUl-MP ,IUI L-lll fs'a do a
a, na praga de H. Pedro n. 82.--
l\Ta iiovs* loja de
4 portas na ra do Quei-
^-^iiniun. .7^
passando o becco da Congr^t,^. ai)a je
receber-.se pelo ultimo V.'ipor qu vsio da
de seda a I0ea 139, chapeos para siihora
dos mais modernos a 189, sarja lisa bespa-
uhola a 29100 o covado, dif.a lavrada de di-
versos pregos, assim como cortes de barege
a 109, olindinas do seda a >soo rs. o covado.

Domingo i.i do eoirente, ausen-
tou-se da casa de seu senlioi um moleque
de nome Benedicto, cor preta, meio ma-
gro, levou vestido calca preta de initim.
camisa de cinta rxa e chapeo do chili
velho. Kste moleque tem 12 aunos pou-
co maisou menos, ejulga-se que andar'
vagando por esta eidade, pois que sah.o
acompanliedoafulia dos mascaras, e co-
mo lo. cri-ado no mato e a pouco tempo
esta na praca talvez nao saiba dizer aon-
ele mora seu senbor, por isso roga-se a
deia Velha do Recife loian. 22, sera' re-
compensado.
nei'a's 2h!r!,P.P"HCCeu D. d'a ,5 d0 correte.
unr mnb**s escr.vo crioul
0:: rad0' com os segu.nter-sig-
. h.Vh bem preU> anda rte bit'0de e pou-
e ennlr" V*'' 'nos vermelhos, altura
Lda' ?in^""eS' e bem Pcido. quando
ns d 8 Tm Cor|'0 Par a "rent". Pe-
ne levoii caiga de algodo azul ja usada :
Uta? -i .n. nde he nalura1' P"Ben-
ea se t .PJUC maS 0U men* W-
te'sdP r.m-Hd,de* fH)Ucitea e n capf-
a sen, P *" PP"derem e lev.-lo
a seus senhores, na ra do Vicario n. 9 ar-
m. sem deCamelw A Ramos/os quaes gra-
ticarao generosamente. 8
^"7.,lU80do*ba'xo assinado, nodialt
de janeiro do corrente anuo, do oneenho
.aclioe.r, de cima o escravo Cnstodm^ c."
menos olUrM0^ *? "*e' Pouco ma*s ou
S'"'C'aI de, fer.re,ro' allura e corpo
caheca l Pl.T0 b",b"d0' Calvo no ""o ^
l'm ?. rtnn m'" "a f.renle' C'bellos cresPs.
Do? cal ?l- lnin' da ma0 direila leijado,
fne, rt rfi? Um pan,rlci0' "'g-nias cica-
inzes de rcllio as costas, ps r.eouenos e
CO V unhedM Bra"dtfS alt-,be ''
ii los ... 'c Pruveniete de um talho,
"s grossas, fuma cigarro, he jogador, p.I
chola e capoeira, e bem parecido d-se
1-orunlo.soo/d.gr.uiicaciPoai quera o le-
var no engenho Cachoeira de cima, frcBue-
n:,rdo%Va85d8,'llar'''aSA!a0aS'2,d"Ja-
lanocl da Cunha Lima Ribeiro.
-.n N.diai3 d0 crente mez desappare-
ceu do sitio do Cajueiru o moleque de no-
meMarcoIino, crioulo, com os sign.es se-
guinles idade de 16 a 18 annos, sem barba,
cu os Fsf:D' ,PUCa ?,lUrs' escro,os cre*:
cidos. Lste moleque foi escravo da Sra. D.
Catharina, moradora na Soledade. foi cozi-
d. nnea "ir de pas' de"0"inad. Cova
da onca, a ltimamente foi comprado ao Sr.
Claudio Dobeux : quem pois o pecar ele-
varao seu senhor Antonio Itotelh Pinto de
HesqoU na ra da Cadeia do Recife n. 6*.
sera recompensado cora generosidade.
--- Po engenho RachSo na provincia das
Alagoas, fugio o escravo Eslevan, mulato
escuro, oficial de sapaleiro, cabellos ca-
cheados, cara larga, meio banzeiro no an-
dar, pes fetos como cambado, foi visto nes-
ta praga e he provavel que esteja trabajan-
do em alguma oflicina de sapateiro, a cujos
donos tarabem se recomraenda a sua ap-
prehensao : quem o pegar pode leva-lo ao
relerido engenho do seu senhor Goncalo
Rodraues Marinhos. ou nesta praga a Ma-
in'! Ignacio de Oliveira & Filho. largo do
Corpo Santo, escriptorio n. 6, que sera ge-
nerosamente recompensado.
No (lia 18 do mez p.p.,ftig,0 de bor-
do do brigue..Sagtario,>. um escravo de
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
2'iannosde idade.estatura regular, secco
do corpo, s tem barba r.o queixo, ca-
bellos carapinbos e ja lem muitos bran-
cos, he bem conliecido por ter a3 mao,
muitocaleadas,qu;ndofugio tinhaora-
belloa nazareno, tem i s pes meio apale-
lados, e falTa muito m\nso : quem o pe-
gar e o entregar ao seKsenhor Manoel
Francisco da Silva Carricp.narua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, (sera' bem
gratificado.
RA DO QUEIMADO N. 10.
lia para vender os mais neis ':.'
manteletes a Ponpaelour chegados 9
ultiamenie de Pars.
Vende-se urna bonita vaeca com cria ;
a ve', no Cordeiro, sitio dn Gabriel Anto-
nio; a tratar, na ra do Crespo n. 10, es-
quina. ,
Vende-se um escravo marinheiro de
eoorno, mogo e saudavel, t de nagao Ango-
la : na ra da Cadeia do Recite n 14.
Velas.
Vendem-se velas de composicSo, em rai-
xas de 95 libas, a pregos commodos; na
ra da Cruz n 9.
I le Lisboa
Vendem-se barris rom c; i nova doLis-
boa, j.or menos prego quo m ouira par-
le : ii2 ma da Cadeia do Re re, loja n, 50,
defrunle da ra da Madre de I $.
At felicito.,
Farinha !;; mandioca, mifho e feijo o
mai-, barato do que em outra qualquer par-
le ; na ra do Queimado, loja de ferragens
n, 1*.
Vendem-se dous escravo*, sendo um
; lin lo mulatinho de idade 1S anuos, e um
i moleque de idade 16 anuos: na ra Dlrei-
1 la n. 3.
"H'liis e rlegios
SELLINS e RELOGIOS de patente
uitlez : a venda no arrnaim de
KoslronKooker & Companhia, *-
quiln lo largado Corpo Santo nu-
mero 48.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicSo de Ierro deD. W. Ilowman
na ra do Ilium, passando o chaia-
ii/., continua a baver um completo sorti-
mento de tachas de Ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaesse
ecliamaveiida por preco commodo c com
.- -. -..."*
10# de g^a-
tiGcacao.

Fugio ba quasi tres mezes, do so- tib
urad grande da Magdalena um es- S
cravo crioulo de nome Cosme com S
os signaes seguinles : bem preto, de W
-...- estatua regular, mSos bem felas W
.^ Porem grossas, ps um pouco torios, &
;% o nariz grosso e achilado, parece 5
X queultiniamenle perdeu um dente 2?
t? he muito ladino, porque esteve na V
; '- Rabia 3 annos, scivinuo a um eslu- A
.-. danto, lem a falla um pouco arras- fflfc
'da e grossa, anda quasi sempre de X.
ig vagar : ((uem o aprehender leve-o ao 2*
w dito sobrado da Magdalena ou no Re- W
cife no escriptorio do major Reliar- $$
. -. mino do Rgo Barros, ra da Cadeia A
v|fia p. *8, primeiro andar, ou li-
inoinjitidii,, embarcam-sc ou carregam- ;"] nalmente nu engenho Urua 'da
se em carro sem despezai aocomprador
co-
A nova loj

de cagalo da ra doCabug n. U, tem para
veudi-r granie sortimento de calgado fran-
cez, sen Jo botinas prra sentiora o rrenina,
sapatfies e sapalus par horr marca de (.oianna a viuva e lilhos do 3
-. lenle coronel Vanuel Correa de S$
Oliveira Andrade, a quem perience A
./. dito escravo. S
lugiram do engenho Agua-fria, fre-
puezia de S. Lourcngo da Malla, os escravos
Miguel, alto, si-cco, qi ando anda he muito
de todas as qualidades, borzeguins para lio-I inclinado paraba, frente, pooca barba, e foi
mem, dos melhores fabricantes de Pars : I escravo de Joo L'ltlo do Reg Rarros, roo-
todo esle calcado vende-se mais barato do 'sdor na freguezia da Esceda, para onde sup-
p0e-so ter tugfdo. Severino, cabra, biixo,
grossura.rc.vular, tem um deleito em um
dos dedos d mao, reprsenla a idade de 26
para s aiiiuis, e tem pouca barba ; quer
om fler outro fogitam no mesmo uta :
qi^m os apprehender, leve ao engenho ci-
ma dito, que sera generosamente recom-
pensado.
h
que era outta qualquer leja.
Farinha de man-
dioca,
do Ro de Janeiro, de muta boa qualidade,
saceos grandes : no armazem da Companbia
Pernambucana.
/
j>EIUN. -'
IVP. DE N. F. DE FARIA. I85.
II FP.IVFI
MI ITM MO MFI HOR FVFMPI AR FNCONITRa
i li


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