Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07489


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Full Text
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ANNO XXXIV N. 39:
Por 3 mczes adiantados 4<000.
Por 3 mczes vencido! 5$000.;
QUINTA FEIRA 18 DE FE\EREIR0 DE I88.
Por annoadiontado 15$000.
Porte franco para o subscriptor:
ENCAKREGADOS DA SL'BSCRIPCA'O 1>0 NOHTE.
Parahiba, o Sr. oao Rodolpho Gomes; Natal, o Benhor An-
t mo Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A. da Lemos Rraga ;
O ara, o Sr. J. Ju de Oliveira ; Maranhao. o Sr. Jos Teiieira
da Mello ; Piauhy, o Sr. Jos Joaquim Avellino Para, o Sr.
Jusliuo J. Kamoa ; Amaionas, o Sr. Jeroojmo da Costa.
PART )A DOS COR RE IOS.
Olinfii lodnt ni da., a** m"ia-ir;i-lo da.
Iau.tr.i--U GoUM Parali. >a in- nn.-frirai.
S. Aotlo, Beiirraa, Boato, Caraira', AHiaho iaruhini n.i terM-feira.
S. Loiirrivo, I'ju d'Alho, Na ar*.tb, Llauir, j' IV-.'|ii_ir*, Inx-iri-
r, F'lvica, Vilh-IMU, Bo -Villa, Oii.-icjry rfcxu', na ^urtti
Cab, Ipojaca, S rm.u, Una, Uair. iru*. Ajfua-l'rcu,
Pimfntcira.s e S'alaJ; ijuin a-t--''ir.
(Toiloios correio parlen a* 10 horas da naahla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUS A ES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : sejrunda e quintas.
Relaco ; termal feiras e atibados.
Fa renda : quarias e sabbados a. 10 horas.'
Juizo do commercio : segundas as 10 hor.-is 0 quintas ao meio da.
Dito de orphos : _**|?unt_a. e quintas 10 horas.
Primeira tara do civel.- segundas e sextas ao meio lia.
Segunda rara do civel : quartas e sabbados ao meto da.
EP11EMEKIES O HEZ DE FEVEREIKO.
6 Ouarto rainguante as 6 horas c57 minutos da tarde.
13 La nova a 1 hora e 53 minutos da larde.
20 Qua rio cresrcnic as 1" horas e 31 minutos da larde.
27 Lu cheia as 7 horas e 45 minutos da tarde.
l'LHEAMAK DE IIOJE.
Primeira as s boras e 30 minutos da maiihaa,
Segunda as s huras e 54 niinulus da tarde.
DAS da semana.
ta Segunda. Trasladac-o deS. Antonio; Ss. Faustino e lovita.
1( Terca. Ss. Porlirin, Samuel, Jeremas e Seleuco mm.
17 (luarta decinra. S. Polcromo b. ; Ss. -ecundiano e Romul.
18 (.Minia. S. Theotoiio primeiro prior de Santa Crux.
19 Sexta. A ora&o deJetm (Alisto no borlo ; S. Conrado f.
SO Babbodo. Ss. Beatero c NUo bb.
21 Domingo. Primeiro da quaresnu. Ss. Masa iano e Fortunato.
BNCARREGADOS DA SUBSGKIPCA'O DO SOL.
Al.poss.oSr. Claudino Falcio Dias; .hia, o Sr. D. Duprad.
Rio de J _ueiro, o Sr. Jouo l'treira Marn,-.
EM PERNAMBCfO.
O Proprictariodo DIARIO Manoel Fipueroa da Faria.na MI
lvraria, prava da ludependeocia os. 6 e .
PARTE OPFICiAL
GOVERNO DA PHOVINGIA..
Por portara de 17 do eorrenle foi promovido a
tinenta quarlel medre do corpo de polica, o olieras
< uerqtfe Mello.
vea a junta dessa thesouraria (razer csle laclo ida provincia iranda acensar a recepto do oflicio
en coiiiiecimeiit >, londo sido demillido o mes- I qoo por V. S. Ine foi dirigido em 5 do eorrenle sob
Espedleate do di. I n de foverelro e i 8".R.
OlTieio ao presidente do C-ar a.Loan qae recebi
' oflicio de V. Etc. de 8 de Janeiro ullimn, sob n.
1. Mr, remoller ao hachare! Carlos Eugenio Donarehe
lllavienier. residente na villa do Cabo, oolticioem
ciue V. Etc. Ihe recommendoo que f-sse, enm m-
penis, tornar posse do lugar de juiz municipal e de
< rp!i,vi< do lermo do Acaracu'. Kai.ndo esta eom-
r)uiiica$i_ a V. Etc., devo derlarar-lhe que aqnelle
baetiarel, segundo me consta, ja. receben o dito of-
fici.
Dilo ao brigadeiro commandante das armas.
Cira a copia in.-l.ua da iuf -rm ic,Ao do inspeclor da
thesouraria de lazenda da 30 de Janeiro uliimo, sob
n. 50, passo is miosde V. Etc. o pedido junio, que
como v da sobrediU infonnicAo, nao est de ae-
cordo com a tabella de 8 de Janeiro de lHs, de con-
tormidade com a qnal deve ser feilo.
Dilo ao raeamo.Haja V. Etc. de dar o seo pa-
recer sobre a materia da inclusa informacao, que me
fui dada pela lliesouraria da lazenda, aob a. 48,
acerca dorequerimento tamhem incluso do lenenle-
eoronel Sebatliao Lopes Ouunaraes.
Dilo ao commandante superior da suarda nacio-
nal do Recite.Sirva-*. V. Etc. de dar ordem, pa-
ra qae, na cnnformidade do arl. 87 I da lei de 19
deaelembrode 1850, destaque na povoaeao de Ja-
boalo, para o servido da polica, disposi^ao do
respectivo delegado, dez prac/is do b^lalhAo 8 de in-
fantera da guarda nacional, as quaesse'Jo substi-
tuidas de 15 em 15 das, cenando asrdeos anterio-
res a respeilo das rond*s nocturnss, e eomprindo
que em caso de neceuidade sejam s^tisfeitas aero
demora as rcqaisic.6as do delegado para mais forra,
dirigidas ao commandante do balalhao, e na sua au-
sencia ao da compauhia.Commuuicou-se ao chele
de polica.
Dito ao mesmo.Passo a's maos de V. Et. o pro-
cesso do conselho de diseiplina a que respondeo o
cabo de eequadra do 2" bala'hao de intentara dele
municipio, alim de que mande cumprir a'senlenc.8
proferida pela janta de appellarao.
Dilo ao chefe de polica.A'visla do que indica a
conladoria da thesooraria prsivincial, couvem que as
cootss da casa de deteni-ao sejam aeompanhadas da
relapso nominal dos presos que forein ou devam ser
sosleulados poraqaella toesouraria, a' qosl devera'
V. S. communiear todas as occorreneias relativas i's
entradas saludas Jos mesroos presos.
Dilo ao inspeclor da thesouraria da tazenda.
Communico a V. S., para seu conhecimenlo, que o
promotor publico da comarca de (iaranhuns, o lu-
chare! Jos da Costa Doarado, reassomio no da 22
de janairo ultimo o etercicio do sen cargo, d.pois da
liaeue,4 que lhe foi concedida por portara de 15 de
julho do auno pastado, e que ella coroegod a gozar
em II de de/.erabro ollimo, segando coiisl.-u de of-
ficio do jaiz de direilo da meima comarca.
Ditoao racimo.Valo que, seifun-io V. S. Infor-
ma em sen officio deO do crrenle, oh n. 57. se acha
esgolado o crdito concedido para a robrica inlen-
delicia e aecessorios, tica V. S. aolomado a sals*
far.-r, sob minha repiiniabilidade, as despezas que
f ir-m crrenlo por e*sa rubrica at a somma de Ir*
conloa e quiuheutos mil res. Commonicou-se ao
mapeclor do arsual de marinlia.
Dilu ao raesmo. 'e-pon lo ao seo nhlcio de hon-
lern, tnK ... .:.**,.. i -i-, 'ht -- n ii _
do o rdito concedido para a rubrica cnmmandn
de armas e isjaoectjle de corpes uo correnlo eter-
cicio, conliuoe V. S. a despeuder pela meama ru-
brica, sob ruiuha responsabilidade, e na conformi-
dada do meo offioio de 16 de uovembro ulinno.
Commanicou-se au rnuiui md une das armas.
Dilo ao cimmandante superior di guarna nacio-
nal da eomsica de Sanio Anl.lu.Hespondendo ao
ollicio de 2> de Janeiro ull mo, em que V. S. solirila
autorisarao para qoe fuuccionera etlrsordinaria-
ni-ule os conselhos de qaaliGcac,ao nesie municipio,
alim de rea,ulaiisar-se o servido da guarda nacional,
sob seu commando superior, lenho a declarar a V.
S. que deve espedir as ordene necesarias e dar as
convenientes providencias no sentido de se reunirem
o mesmos conselhos e os de revista, nos dias desig-
nados no arl. 9, segunda parle, e no arl. 25 do de-
creto n. 1,130 de 12 de malo de 1853, devudo V.
S. emprsgar ludo o seu icio para que nao dritem de
ell'C.iiar-se laes reuniej, como infelizmente lem
aconlecido em anno. anteriores, com prejaizo do
servido publico e da insliloifAo.
Dito ao inspeclor do arsenal de marinha. Pelo
eeu oflicio de 8 do eorrenle, sob n. 98, fiquei iulei-
rado de haver o juiz monicipal sappleole em eter-
eielo do Rio Formoso remellido a Vmc. pelo brigue-
fscona Xiog os msuoras Jos Faustino e Manoel
C-simiro da Silva para servirem tu compauhia de
aprendizas marinheiros.
Dilo ao inspeclor da Ihasouraria provincial.
Mande Vmc. pagar ao vigario da freguezia de Nr-
renos, servindo de delegado do dislnclo Iliterario,
oo peasoa por elle competentemente autonsada, a
qoantia de duzentos setenta e oilo mil e oileuta
ris (278J080), importancia de movis que, secundo
consta da rel.cdio inclusa, rubricada pelo secretario
do guveruo, foram comprados para a escola de ins-
truc;So primaria daquella fregeezia.Commuuicnu-
H ao director geral de inslmcrao publica.
Dito ao mesmo.Em vista do que Vmc. declarou-
me em sen oflicio de i do eorrenle, sb u. 34, lenho
resolvido que se aceile, por ser mais favoravel fa-
zenda, o lanr,o que na arrematarlo dos reparos da
estrada do Manguinho, entre a pinte desle nomo .
o comerlo da segunda parte do primeiro lauco, offe-
rece Jos Antonio de Araujo com o abate de um por
rento sobre o ornamento, dando os seus bens a
flanea.
Dito ao mesmo.Accuso recebido o oflicio, son
n. 26, que em 5 do eorrenle dirigime Vmc. coro
os docomenlos, a que se refere, p trcip m lo que em
ciitnequencie de haver o collerlor do llonito consen-
t lo que se proceder irre^uiarmenle a' arremal.^iu
de qualro cavados, comidera-Ios bens do evento, in-
lervindo niaso indevdamente o juiz monicipal da-
quella termo, por lar feto com que um seu irmao.
que *ervio de avaliador, fosse o arrematante e urna
lerceira pe--oa assigna resolveo
ao m
mocolleclor por achar-se suppri uida a collectoria.
Em resposla declaro a Vmc. que oesla dala trans-
muto ao juiz de direilo d comar la o citado oflicio e
documento* alim de proceder coi Ira o juiz munici-
pal e colleclor na forma da lei.
Dilo ao juiz de direilo interino da primeira vara.
Para que possam ser ruuipn-l is os avisos do mi-
nisterio da i ust'ca de 13 da marc > e 31 de dezembro
do anno pastado, compre que Vn c. remelta-me, sem
demora, a informadlo eligida por oflicio desta pre-
sidencia de 20 de Janeiro ultimo
Dilo ao mesmo.Para que poisam aer cumplidos
os avisas espedidos pela secretaria de estado dos ue-
gocios da jusli;< em 12 de marri e 30 de dezembro
do anno passado, determino a ''me, que, --m de-
mora, envie-m- a informacaa et gnla em oflicio des-
ta presidencia de 20 de Janeiro i esle anno, que an-
da n.lo foi sali-feilo.
Dilo ao mesmo.Para qoa prssam ser compridos
oa avisos no ministerio da jusl ra de 21 de Janeiro
do anno pastado e de 7 de Janeiro desle anno, orde-
oo-ltie que remetla-me sem demora a uiformaco
etigdi por oflicio desta preside ida de 20 de Janeiro
(indo.
Dito ao director interino da reparlirao das obras
publicas.Neela dala recumrmndo ao inspeclor da
lliesouraria provincial que, a vista do competente
certiticado, mande pagar ao nr-emalan'.e da conser-
vajao da estrada da Victoria a importancia da pres-
tado meusal, a que tver direilo, conforme Vmc.
requisilou em seu oflicio de lionlam, sob o. 41, que
lica assim reepondido.
Dilo ao commandante do corpo de polica.Tendo
ordenado que na lliesouraria provincial ae exami-
naste o hihinei da caita da ai'miii*trac.ao do corpo
de sen commando, que acom:>anhnn ao oflicio de
Vmc. de 9 de Janeiro, remello lhe o resultado desse
tame, do qual se v existir una pequea difiranla
de l->i50 rt. Sendo a saldo d> caita de fardmen-
to, que passou do anno anterior, bastante avallado,
pois importa em 8:0.">7.--l;)7 rs., informe Vmc. o des-
tino que entente dever l-reila auuima, e onde se
acha uo deve ser esta depositada.
Dilo ao juiz municipal supplenle em .tercelo da
primeira vara.Ilaja Vmc. do apreaenlar as guit
dos senleneiadoi remettiJos i ra o presidio de Fer-
nando no hrigue de goerra I aparica e no brigoe
nacional Adolplio* ; devendn applicar ao escrivAo
competente a pena correccional, que Irir josta, ou fa*
zer-lhe elfecliva a responsabili lade, se elle por ven-
tura nao etlrabir as referidas guias com a poisivel
brevidade.
DitoAo agente da compan lia dos paquetes a va-
por.Informe Vmc. s. podero ser reioeitidot para
i curie no primeiro paquete, que vier do norle, don
guiudade movtit, um de c.m arrobas e onlro de
cocoeola, declarando Vmc. igualmente a importan-
cia do respectivo frele.
Dito ao juiz de paz presi ter te da una qualifica-
dora do curato da S de Olin la.Com o ollicio da
junta qualiliea lora dessa frezoezia, recebi a lista dos
cidadaos qualdicados votante! no eorrenle auno.
Cumpre purem qoe Vmc. me remeta igualmente
urna copia completa dos trabalhus da respectiva qua-
lilica^ao, como etige o aviso d 115 de m.irc.j da 1817.
Dilo ao juiz de paz presidente da junta qualifica-
dora da freguezia de Goianni.Alem da lista que
acompaohou o oflicio |a miin dirigido pela junta
qualilicailora deesa freguezia, couvem que Vmc. rae
remella a copia completa da neta que dos trali.ilh.is
da qualificarao te lavra na conformidade do aviso
de 15 de marco de 1849.
Portara.(>-presidute da provincia resolve con-
ceder i'Minrr. ca-i i|ue pedio o r. Cosme de Si Pe-
[ reir do lusar de delegado d< diatrictj litli-rano da
FQLHSTI9B.
LUCAS GARCA.
scena de i (isii iii s am> \l i si s
Por Ferhas Caballkro.
A une epnqut, oh (oules les emprein-
les s erta'eui seas le double manean
de la civilisalion el de l'incredulil, il
esl loOchan el beaa de voir une oalion
se eonsrver son csraelre atable el des
opinin- immosbles.
(ficomle fArltoeourt.)
u.inni sabe d* \eres na direccao das mnnlanhas
de Ronda. Iravessa urna planicie immensa qoe lem
o nom de l.hano de Caulina. A ostra.i., ladeada
de palmeiras. he direila igual al a primeira eleva-
rlo de terreno. Ah enconlra um regalo vagaroso
que durante o verao seca, e nao aprsenla mais do
qoe lodo em logar de suas aguas transparentes.
V direita avitla-.e o casletlu de Melcarejo. orna
as communicac,, s neccsarias
Dita, presdeme d* provincia resolve nomear
a Antonio (jonc,alves de Irloraes pan o Ingazvago de
thesoureiro pag.der da repailicl. das obras publi-
ca, o qual. antes de talr ain etercicio, devera
prestar a compeleole finida na Ihesooroha provin-
cial. Fueram-se as cmniuni-t.;..'. necessanas.
Hila presidente da provincia resolve conceder
a Ctrolina Cyriaca Pereira dos Sanios a demit'Ao qne
pedio do lugar de prufessura adjunta de insimcc.lo
primaria do sexo feminiuo desta cidade.Fizeram-
se as commonicar^es n'xessaiias.
Dita.0 Sr. agente da conpanhia brasileira dos
paquetes a vapor, mande dar passagem para a curte
por conia do guverno, no primeiro paquete que vier
do norle, ao alteres Joaquim Americo da Silva, sua
nulher e um. li I ta menor. Commuoicou-se ao
cminji Ji-iite das armas.
n. 127, acompanhando a relacau nominal dos sen-
tenciados que seguirn) para o presidio de Fernando
no brigoe nacional Aiolpho.
Dilo ao mesmo.S.Exr. o Sr. pretidenle da pro-
vincia, muid, declarar a V. S., qoe axpedio ordem
a lliesouraria provincial para qu a' vista dos docu-
mentos qoe vierera egpeoi ao oflicio de V. S. data-
do de 21 de Janeiro ultimo sob n. 73, pagoe a im-
portancia das despezas fellas com a lavagem de roo-
pe da casa de de(en;Ao nos mezes da julho a dezem-
bro do anno protimo passado, e com a compra de
objeclos para o expediente.
Dito ao capitao do poito.S. Etc. o Sr. presiden-
te da provincia manda d.elarar a V.S. em resposla
ao sen oflicio de li do eorrenle sob n. 15, que fica in-
lei ra do de ae 1er dado o con veniente detti no a A ni ero
Jote da Silva,.remellido pela presidencia a essa ca-
pitana, para e servir n'arraada.
Dilo ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente >'a provincia, deciaro a V. 5., em resposla
ao sso oflicio de (i do eorrenle sob n. 37, que o mes-
mo Exm. Sr. firou inleirado de lerem sido alista-
dos na compauhia de aprendizes raaritihairos os me-
nores Alatandre Jos da Silva e Senhoriubo Jos da
Luz.
Dilo ao capitao delegado do lermo de Serinhem.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, lendo re-
cebido o oflicio que por V. S. lhe foi dirigido no 1.
do eorrenle, acompanhando o mappa da ropularAo
livre e escrava desse municipio, assim Ib'o mauda
declarar em resposla ao s.u oflicio do 1. do eorrenle.
11
Oflicio ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Recife.Remello por copia
a V. Exc. para seu eonhacimenlo, a alim de que
loma as convenientes providencias, o oflicio que di-
rigio-ma o brig.ideiro commandante das armas cm
(i de curente, aob n. 83, participando qoe todas as
praets do contingente aquarlelado do 6.- batalbao
de infamara da guarda nacional desle municipio,
nao eslAo tardadas nem armadas.Commuuicou-se
ao referido hrigadeiro.
Dito ao commandante das arms.Recebi o olli-
cio de V. Etc. de h-inlem, e Tica scieale de haver
fallecido no dia 9 do crreme, o alferet do 8." bala-
II.ao de infantara Jos Qointino da Rocha Oliveira.
Communicou-se lliesouraria de tazenda.
Dilo ao mesmo.Tenho prsenle o oflicio sob n.
8, qua V. Exc. rae dirigid em 20 de jaueiro olli-
mo, e no qqjl, declaran.In-me que o recrota Jos
Aletandre mandado por em lber lade. acha-ee doen
le e recolhido ao hospital regimenlal, aolicita ao
mesmo lempo providencias para nAo ser aquelle es-
labelecimenlo prejodicado com a dilTerenra qoe se
d entre a rar;5o de elape que percebe cada reernta
e a despeza que com elle se faz elTaclivamenle no
hospital. Em reiposia lenho a declarar a V. Exc.,
que deve em taes casos enviar-me a conta da difle-
renca que se verificar, alim de se ser ordenada a
conveniente m temni- .riu.Communicou-se .i the-
souraha de fazenda.
Dilo ao mesmo.Acensando recebido o oflicio de
V. Exc. de bonlem aob o. 95, acompanhando o qoe
lhe foi dirigido pelo comman lame do 4.* batalho
de arlilhana a p, com o lermo de exame sunida-
de a qoe ss mandou preceder no 2.- lente Fran-
cisco Pedro Borges, por occasiAo do espancamenlo
qoa soffreu em Olinda, lenho a declarar a V. Exc,
qoe nesla dla remet > |aqn alies docomenlos ao
promotor publico ..e Olioda e Iguarassu' para o lira
coovenieole.
Dilo ao enera de polica.Kepon lo ao ollicio de
V S. de 22 de jineiru ultimo sot u. 78, declarando
que a administraciio ueral dos esuhelecitnentos de
Cm d-.
mondo da Silva M.n.i, a parle do (elido correspon- dala de 9 do cc-rreiile, e aiuui desejo que a minha
denle a semana cm rente. sejaaln estampar^ fliclmeule. De rrallo para ea suc-
Dilo ao irecior interino d,i reparlirao das obras I cedeiam aiguus fatUos de iinporlaucia, mas antes de
publicas.I- ca Vine, anlorisado a cuiilralar com a dar-!he conla delles,,icrniilla-me qoe irale de outro,
campanilla pernambucana a conservarlo do canal! de que me ia osqueceaxjo, mas que nao .levo omillir.
de Ariquind, na forma proprvsta por Vmc. na 2." Em seo o Diario* n. Tsdn7 do mez lindo declarou
parle de tea offlelo de 30 de Janeiro ollimo, sob : Vine, qne nao erara do l)r Araujo Barros duas car-
" :'^. Communicou-se lheuuraria provincial. las, que a m vonlade, ou a 'egueira do padre Pom-
Dilo ao juiz municipal de Flore.Informe Vmc. | peo lem allnbui.lo a e-le a hor. Apenas cliesoo
a razAo porque nao foi anda recolhido a cadeia des-; aqui esse n Diario o padre Pom, ; i pregou una des-
sa villa, e sobroellido ao julgamenlo dojurv o reo c.mpo.lura solemne naquclle cidasdao, a qual copio
Antonio Alves de Uliveira que, segundo consta, I aqu como urna jura curiosa e caraclerislica. >
acha-se lia Ires annos preso na cadeia da cidade
do Cralo, curepriodo que para a transferencia do
referido preso se eulenda Vmc. com o comman-
dante do il'tacamonlo e delegado de Ouncurv,
a anean se oili-ia neete senijo.Oflicion-se nesle
sentido oo delegado do Ouricun,
Dilo ao vinario da freguezia" do S. Eonreneo de
Tijucopapo.Inleirado do que Vine, me communi-
ca cm seu oflicie de 3 do eorrenle, lenho a dtcls-
rar-lhe que deve remeller com a possivel brevida-
de os Ires rrappas exigidos por esla presidencia em
ollicio de 2i de novembro ultimo.
Dilo ao delegado e commandante do destacamen-
to do lermo de Flores.Tendo-rne declarado o in>-
peclor da I lesoorana pro.incial que os preladas
pracas da suarda nacional de gadasem auxiliar o servir i da polica nAo poden)
ser pagos pela collectoria de Flores, que se acha
suppriraids. dirijo-me nesla dala ao commandante
superior dessa comarca o coronel Manoel Pereira da
Silva, para qoe a" visla dos prels qua lhe forem
apresenladis por Vmc. abone de 15 em 15 dias a
quaolia neeessaria para pagamrnlodas proras desta-
cadas.remellendoa este goveruo os'referidot prels a
recibos paisados por Vmc, que devera' commnni-
car-me regularmente as quanliat que for receben-
do, e ludo o mais quanlo ditser repello ao ob-
jeclo.
No caso purem de n3o poder o referi lo coronel
prestar-ss ao< abonos para pagameoln das pravas,
cumpre qoe Vmc, rom a neeessaria antecedencia, e
antes de e^goltda a quanliaque lenha sido anlenor-
menle enlrecue,mande por pessoa compelentemenle
eulorisada recaherna lliesouraria provincial a summa
precita paia pagamento das pr.gas al Iret mezes.
I.ommuuunu-se ao commandante supenur de
Flores.
PortaraO presidente da provincia lea lo em
visla o qun lhe requrreu o promotor publico da co-
marca do Rio Formoso btcbarel Ayres de Alhu-
qoerque Cama resolve conceder-lhe quinte das de
ueenca sen venemenlos para vir a' ela capital.
Fizeram-s' as coramunicaees neeessaria.
lixptdienle do secretario da provincia.
Oflicio ao comman tanle superior da guarda na-
cional do itecile.O Exm. Sr. presdeme Ha pro-
Li-h
propriedade, como veri se ler esla ale o lim | elleclivo ou nAo do Diario de Pernambiico, por
Poodo-se io servido da holica, por cuja crc.\ i io uan entramos npsSJ indagacae o qoe se pro-
recebe dos eefr.i pblicos a gralificacao de 500S. (A cura saber lie que-n escreven as* duat cartat que o
l.-'pedienle do secretario da provincia.
Oflicii ao commandante das armas. S. Eico
Sr. pretideole da provincia manda declarar a V.
Etc., era respoila ao seo oflicio de 8 do crranle,
sob n. 80, que etpedio orden, nesla data a' thesou-
raria de fazenda para ser abonada nos llovidos lem-
pos a cousigu-rAo mental que do seu sold quer dei-
tar uesla provincia n alferes do 10 batalho de in-
fantara Pedro Alvaro Pereitt da Silva,
Dilo ao mesmoS. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. F.xc que deferindo nes-
la dala a peticao do alferes .Vguel Augusto Barba-
Iho Picaneo, sobre a qual V. Exc. informou em seo
oflicio de 8 de fevererosob n. 88, expedio ordem a'
Hi--tour.ni da fazenda para ter paga ao mesmo alfe-
res, a importancia de urna f irrasem para besla da
bagagem.
Dito ao momo.0 Exm Sr. presdante da pro-
vincia manda participar a V. Evc. que por despa-
cho desta dala aulurisoo o ir speclur da lliesouraria
provine al a pagr ao majoi Francisco Antonio de
Sou/a CaraieAo, vista dos documenlua que vier.un
annetot ao ollicio de V. Exc. de 12 de jaueiro ulii-
mo sob i). 21, a importancia das despezas feitas pelo
referido major com o aluguel de cavados para difle-
rcnles deligeucias quandu delegado do lermo da (ia
ranhuns.
Dilo io oliiciil m.iinr da secretaria de estado dos
negocios da jus!iea.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, transmiti a V. Exc a resposla
que .or intermedio do masito Sr. dirige a essa se-
cretaria de eslndo o lisio, hispo desla diocese, acer-
ea da informarlo exigida a respeilo do padre Anto-
nio de Araojo Pereira, que no requerimeulo incluso
petio ser nomeadocooego b.oorario da nova diocees
de Diamantina ou da de Marianua.Commonicou-
se ao bitpo.
Dito ao chefe de polica.K. Etc. oSr. pretidenlo
Quando obteve esse reso lado, Melgarejo reuni
seos partidarios, veslio-os d j Mooros, mandon-lhes
que I mi; ssem manlus hrancot sob'e seus cavallos. e
urna noile, em que os deten ore do castello Uuhan
sahldo pilbugem, dirigio-se para la com loda a sua
geni.. Veudo-oa aprutiraar-se aquelles que li-
nhain ficado no castello n.lo i. inqnielaram, e toma-
raro sua tropa pela que espe-avam ; porm de mais
perlo conhereram n engao, e cr.er. ni a levantar
a ponle. Ora, ja o escravo liaba lanrado o seu ju-
mento lem do vallado, e corlando as cardas dos con-
trapesos, ajodou os h iraens de Xeres a entrar na
fortaleza, da qual loso se apoderaram.
Ao aspecto dossa fortaleza, sobre a qual o lempo
destruidor lem pasead, sem leu .r mais vestigios do
qu. formina o p de una ive, o viajante acha-se
transportado ao passado com lal ilInsAo que admira-
se de nao ver fluctuar sobre suas torres o antigo es-
tandarte, e de nAo descubrir um turbante branco
airar, da oda selteira. Neihum tilio seria melhor
etcolhido para a representadlo de om combala ou de
um i rii'io entre M 'orot e chritlAos.
Ouem vai a Arcos, deita i esquerda o regalo ?der-
mecido e a fortaleza mora, lenlro da qual agilam-
se como as formigas ein uro esqueleto os Irabalha-
doret de uns pacifica tazeni a. Do oulro lado dessa
primeira ptrlo da monlanlia alravesta planicies ro-
beras das mais ricat seara. jm loda a exIensAo que
da.rara.eoinl oc^e.do. Uo.ro. que lem resistido a vista pode alc-nrar. se encontrar hospedara
ao lempo en Impericia, seo lid .ldanle. O cas- nem outro lugar de repouso
lello he rodeado de qualro lorr.s qoadradas, as quaes "
cados de varila oa casa de deleocdo nao podem
ser recolhidos ao fraude hospital, alenlo o que pon-
derara os respectivos facultativos na inforraarao
junta.
Ditoao comman lana da ctlar;.ao naval.Inleira-
do de quanlo V. S. me cominunica em seu ollicio de
7 do eorr.nte, sol n. 10, relativamente ao brigue
escuna rrXingu'o, que leudo alii.lo a cruzar, regres-
son a esle porto no da 8, trazen lo do Rio-Formoso
Ires dos presos qoe para all foram responder ao jn-
ry, a escolta que us acorapanhou, e dou menores
remeiiidoi para a compauhia de apren.lzes mari-
nheiros, lenho a declarar a V. S. que nesla dala
atpesso ordem ao inspeclor do arsenal de marinha,
para mandar concertar o fogAo do referi lo bngue
airona, e fszer oulros reparos que forera necetsanos.
Oiliciou-ce ao inspeclor do arsenal de ma-
rinha.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.Res-
pondo ao oflicio de Vine, de 9 do eorrenle sol n.
17, declarando que uesla dala espero ordem ao de-
legado do termo de Serinhaein, para qua aolhenli-
que coma sua rubrica ai eonlas das dospetas com o
fornecimenlo d'agoa e meios da transporte ao desla-
earaenl da ilht deStulo Aleito. o logo qne m'
seja presente a conla de que traa Vese. na 2." par-
te do citado oflicio, tari ordenado o respectivo pa-
gamento. Coinmunicou-se ao delegado da Sari-
nhaera.
Dilo ao eapl'Ao do porto.Com esle nfllcio taro
apreseoiar a Vmc. para recrula de marinha o pai-
sano Rodoplano Manoel da Cruz.Commuuicou-se
aj chefe de polica.
Dilo ao inspeclor da thesouraria provincial.Com
o oflicio de Vmc. de 3 do correle recebi os 31 do-
euraeplus faltihcai.it que foram encontrados as
eonlas do et-lliesoureiro da repartirlo das obras
publicas Jos Marcellino Alves da Fouseca, perleu-
cenlea ao !. semestre do exeretcio protimo passa-
do, os quaes com as informa^es a que se refere
aquelle ollicio, remello nesla dala ao promotor pu-
blico para o lira conveniente.
Junio achira Vmc. as copias que fiz eilrahir dos
cilados documentos.
Dilo ao mesmo.Man.Is Vmc. entregara dele-
gado de dislrirlo Iliterario da freguezia de S. Frei
Pedro lionralves do Recife, ou ao seu legitimo pro-
curador, a qaaulia de duzentos e setenta e cinco mil
re le aT73pttw re.), impurlaucia dos objeclos eonslan-
(es da relacao inelusa rubricada pelo secretario des-
le govarnu, ot quaes tAo reqoisilados pela professora
publica da mttruceao primaria de Fura d. Portas,
para uso da sua aula.(.oiiiinunicou-se ao director
geral da instrucc/io publica.
Dilo ao mesmo..Nao leudo anda entrado em
etercieio o thesoureiro pagador das obras publicas,
como declarou-me o chet da reparlirao, mande
Vmc. entregar aolhemur.iio pagador inlerino Rai-
comoas muralhas. sAo cornadas des'lleiras hem Ira-
cadas que se aliiiham uniformemente solidas e inal-
icradas.
O castello receben o nome de um rnvalleirn de
Xeres, que o eonquisloo. A maneire, pela qual foi
feila ea conquista, ha to riteressanle que n3o po-
deiiios resistir ao desejo de conla-la, em prnvello da-
qoelles l.eilures que igo.rara as naneroaai accoea de
valor, de |uc abundan) os annaet de \res. "
Cenlo e 'licenla Mooros o suas familias oeeona-
vam o castello- no anno mil trezenlot c lentos. Ves-
liam-se de branco, seguirlo o rostum? de sua na lo,
e monlavam ravsjjlto rorot. Durante o dia ficavam
enrerradoa para cuidaron na sua subsistencia, e de
m.ile faziam correra.* por todo o paiz.
Melgarejo lendo concebido odesiguio de apoderar-
se do castello. promelteu 3 liberdade a om escravo
-. Erara rhega a fazenda
de 1 emela, auligt propriedale dos iradas Cariosos,
orden) religiosa lao -evera. lio respailavel e Ido res-
pailada em loda aquella vizi.nhanra.
guando o terreno lorna a elevr-se, cobre-se de
oliveirat que parecem quere- occullar a anliga cida-
de de Arcu.
Arcos apparece e .!esip,arece allernalivamenle
ao viajante fatigado, como se desdo o lempo dos
Mouros, seus fundadores. Uve- conservado o habito
doe rdis de partido ; depola n-peulinimenle passan-
de entre doQS r ehe.ios elevados o viajante enlra na
cidade, cujt posirAo can.a lu.ir.icio anda ps-
soas menos s-nsiveit as belltzai da nalureza, c
gracas pilloraseat.
I'oia nnile do anno de IS i... cm urna rjaa mas do
h iiro de S^n Francisco viai)-se uii:nerosat pessoas
entrar em nina caij de appi renda pobre, da qoal
sihiran) .lia anteceden!; *' cadver daqaella qne
que possnia dehaixo da eonJirAo de que u ajodarta i f.iri sua dona, i ulo reoniam-st 2bi para os peta-
eegame.tte em sua empreza. O escravo era boro ca-1 ms rom a ru irosa exactidA) que o povo (diserva e
villeiro. O senhor encarregou-o de ensgnar a asi- I que he urna prova de seus inclnelos de dignidade ;
lar valla.-.'os um lmenlo de etlrema ligeireza, e j de pulidez. A eliqnela e o cerimnnial nAo lem oulras
e-sos valla los erara alargados gradualmente al qoe j bases. sAo sao cousas rnliculise superficiaes na vida
allingssem a largura daquella que rolciva o cailellu j publica e na vida priva la, cemoquer tazer crer o es-
sirraceno. I pinto de destru;'! > qui agila o uosso secuto ; o et-
remouial a a etiqueta na rigorosa accep^ao da pala-
na sAo um acto exterior destinado a assegurar o eol-
io das cousas divinas, o respeilo a a honra das cousas
prolanas.
Ouem entrava na eaa achava urna sala em qne as
mulheres se acbavam reunidas ; i direila eslava oo-
(ra emprestada por urna viziuha para a reumao dos
homens.
?ia primeira, coidadosamenle caiada e ornada pa-
ra a c.rcointtancia, segundo o uso consagrado, va-
se estendida no chAo uraa toulha, na qual aquella
que eulrav. lauca va urna uu duas muediuhas de co-
bre destinadas a pagar a missa de Sao Bernardo. Es-
se costume observa-se nao -ornen le e ni le os pobres,
como lamben) entre as pe bous abastadas, o pro-
duelo dessa missa he para esmola. He um aclu de
huinildaite, e ao mesmo lempo a inlenco de con-
fundir em um so mullos actos de caiidade : se um
brilhanle funeral, um rico fretro e um magnifico
uiausu eo -a. houras terrestres respeiladas de lodos,
o -vn aprecia aluda mais a esmola e a ora;.lo fervo-
rosa do coraeAo.
Em ura augulo desala eslava a ordhaa assenla.la
era uraa cadeira de braros : era urna menina de uilo
anuos, a qual fatigada de chorar a m.ii, e de sua
luius immoLilidade na cadeira que oceupava, dei-
tara cahir a "cabera sobie o encost, e adorme-
cer.
O somno gusla dos meninos, e vem era ten auxi-
lio, logu que os v padecer na alma ou no corpo.
Pobre Lata diste conlemplandu-a u:ua das
astllenle!, prenla da defuula, quanla falta ha de
faer-lhe a mAi !
Era isso o que mais allligia a pobre Anna, da-
se una viiinha.
Mas de que morreo ella '.' perguulou oulra mn-
Iher.
S a Ierra que a cobre sabe qeal fui a sua
doiiir i, respondeu a panilla. Auna jamis se quei-
I xava, e se lives-esilo delgada como um rauuiro,
amareila como a llof de cerejeira e lAo Iraca que um
opro de venlo U-la-hia felucahir, ningoeiii leria
su peiladu que ella ia para a Ierra saula.
Ella morreu porque o sangue ferveu-lhc as
veas, disse com vehemencia nina Minea moja e
de piiysionurnia enrgica ; lodos o sabein. He pena
qoe nao haja aqui um alcaide que saiba por u seo
cuito, e expellir essas .slrangera, essas inulhere
sem podor que vem aqu enfeilirar os homens ca-
sados para a perda sua e de sua casa !
Cala-te Para eisas coosas os alcaides lem
olno; de pene, disie a prenla da defonla, atnm
como para nutra; lem olhos de corvo ; porm nao
lenhas recro, ella ha de ter o que merece, e
Dtos consenle u3o he pira sempte.
nsseroblea provincial de-la, a exemplo da de unirs,
muitas provincias, conceden a gralifirar,Ao de 500a
em favor do cargo de secretaria da provincia, e se
lato he iira arlo poliliro, lamben) o foi a quaolia de
3:00 19. com que a pretexta de ealalliea da provin-
cia, o Sr. consclheiro I'.re da Molla compron o si-
lencio do i.Cearente." corno dizem constantemente
o* adversarios pelilicot do padre Pompeo), ele nao
lardou, quer no Pedro II,o quer em suas carias pa-
ra o "Diario,., e -Meicanltl.. de inverler a narrarao
das cousas da provincia no sentido de fazer a apolo-
ga da holica, a qnem serve. vSem procurar saber
qnem he o autor das cartas do ..Mercantil, e sem
que eu me deseubra por 'ora, por nao julgar ne-
cessario, chamo a sua alienlo, se a de lod >s os seu
e meus leiluret para o que cima
nassa de uiua aleivosa e calumuia, que fcilmente
se podain descubrir, por quanto o autor deslas nun-
ca .lefendeu a nenhuai dos partidos da provincia,
antea lem censurado actos de um e ootro, quando
emende ser juslo, o qoe se pode verificar u is mes-
illas cartas. O deleito do autor deslas he ser impar-
cial, e esdar por isso em man testa oppos rSa ao pa-
dre Pompeo, que befe de partido).
rr Na ultima correspondencia nu ..Diario de 7 de
Janeiro, Hitando a paterindade ..nunca al boje con-
testada, (veja que etpirle/.a de rulo da caria im-
linhamos escriplo as duas carias em questao. Se o. que o devem ler enjoado, e a inaior parle dos seos
fizemos com eisodez e vaulagein, o publico o ap'ra- leilores.
ciara como juiz severo. Em loio o caso porm vi conhecendo semelhanle
A esta declararas entretanto respondeu o Sr. Dr. firma, e du qoe ella lia eapat qaandose acha posiui-
Pompeo de um modo que f./. honra a' sua sagacida- do de odio conlra alinea, em coja circunstancias
de. Reproduzireinot as tilas palatrae, para que le- pana da aleivosa al a lanjar mi da recommnoho
ulian maior curso, e fiquem na memoria de lodos como ha um tacto nolavel desses em sua vida, do
os qoe. lerem o ..Cearensen e o nPedre II.n | qual ja live occasiao de fallar-lhe em 18jfi apoiado
Em retposla, ale, ele, ele. (lie o que lica cm nos cuniuelenles documentos, que reproduzire een-
outra parte.': ] do precisos.
Aprecie o publico semelhanle resposla. Qnando o Demos tregua a um assumpU lao fastidioso, e vol-
atacamos de freole, especificando as caria, o seo lomos ana hbitos, e vi la ordinaria, da qual fainos
contexl, o -Diario em qoe foram publicadas, a cbrigatos a sabir esiimuladoi pelo agrilhao da ca-
Nuncalivemosrel.coec, sean de lera civilida- qu.slA.. a que ellas lem .1,1, h..r, responde-noto lomiii..
Arfi. KaVro.'-"',. ^T'^" '"""V I ti '"mT"' i,,,"1,"d a 1* '"lerro.a- Nesles uliimo, dios lera chovido bi.tanle aqfl. e
Araujo Barros mas em pouco deu-se es, senhor a ; roes artificiosas, eorn ambiguidades e sublile/.as un- : cr.io que por loda a provincia : pelo menos ha eer-
r'ZrT'r!".' "" T'"r'C *"?' FTft "C l","'e," qa" s pre,dln veeiu "" de aue "e -"rsale esla cidade a chuva lem
do parecem ser a sua panao predominante nadre dignidade comprometida sido ahondan le
Pompeo pintea n retrate de si mesmo com n oita Nao se IraU da saber qa(m lien corresponlenle I Aperar disso" porm na estamos anda deseas-
sombrado do recelo da seca ; se nao continuar arho-
ver a provincia lera de ver diminuir a sua renda, e
de pastar pur uuiras calamidades igoais ou maiores.
t). general alimenticios nao lem decido de preco,
raat nao lem havido falla delles no mercado. A car-
ne melhor rarl i-.c a 200 res a libra, e a mais ordi-
naria a 160. A far.nha esta i 2l) reisa Ierra, e os
iu O presidente acabou de contratar com o lenle
coronel Victoriano Aogusln Borges a introdnecAo oa
provincia de diveisos animaes, das especien, e ra-
toniles ; carnearos ineriu.it ; jumentos anda-
luzes ; cavallos Inglesas, ou do Cabo, ou tambem an-
daluzes ; alo vaeeum da raca luunna, oo de qual-
quer outra igualmente ulil ; e tambem camellos,
dormedanos da raca dos de cargo. De cada especie
devem importar pelo menos qualro entre machos e
femeas.
Os sobreditos animaes devam ebegar ao porto des-
ta cidade al o ultimo de novembro do eorrenle au-
no, imprelerivelmenle sendo melade pelo menos al
lins de selerabro, e ot restantes nos dous ltimos mar
zes, salvo nicamente casos de forja raaior, hem qua-
lili-u la e evideule.
Para este lim adiama a'provincia ao emprezarlo
vtnle conloa de reis, reversivei* aos eotres previne!-
aes dentro de um cerlo prazo, qae nAo sei agora.
t) fiador desse conl'alo he o cidadAo Mariinho de
liarles, pai do emprezario, o qoal pustue una for-
tn!. do perio ou mait de duzeuios conlti de reis, se-
a,ando se diz geralinsnte.
Os jornaei mais coucitundos da capilal pronon-
ciarain-je em favor da emnrera ; o proprio aCearen-
se, que esta" em npposirjao svslematluca limila-se a
dizer que o prendenla conlraiou por vinte contos de
re; a iniroduccAo de qaalro animaes (Neste qui pro
qun encerra-sc a su.i maior censura;. Depois da-
qtiellas palavras acrescenla, que ten do o governo
Imperial avisado ao presidente, que mandara para
aqu um lote de camellos, e dormedarios para verse
se alimenlavam, era escusado que fosse mais con-
trado a i ilrolurrao de animaes de>sa espcie. Ea
nao sei se honre tal aviso, mas devo dizer-lhe que
a empreza do lenlo coronel Bornea he loda par-
ticular, e qu--elle he quem responde palo bom oa
ruin resultado de-laa,
Em occasiao mais opporlona lhe Iranscreverei as
condiroes do conlralo, de que nao faco agjra por
brevidade. P
'I etado sanil .rio da provincia nao ha hora ; lem
coniinuado os casos de febres, e anda apparece um
ou oulro cao de bexiga.
-No dia 10 do eorrenle falleceu o tenenle-eoronel
;j. Dr. Pompeo nos lem nliribeido, e com que tem
' para de*conceiloar-iios eexpir-nos a odios
gral -vloa.
O Sr. Mr. Pompeo (rala de desviar a lodo o tran-
se a questao desse terreno ; mas essa sua confusAo he
para mis a mais completa victoria.
Podamos encerrar esle aqui ; mas qnersmos de
urna vez distipat todas as duvkas, para que se d.-o
seu a cujo he.
O Sr. Dr. Pompeo que se fira com as suas propria
armas, em presen; de fados de que ja" te nao
lembar.
Eis o qoe diz esle senhor : i. A qnem se devem
atlrihuir asearla que aquelle jornal .Diario de Per-
a de lod is os sen nambuco; publica daqui. ucomo de seu correspon-
lica dilo, qua nao denle '.'
Agora vejamos o o Diario de Pernambuco em que
vem aiiolicia de que se Irala. lia o Diario de 16
de setembro do auno protimo passado,* n. 211. >a
pagina 2> desee Diario, columna .Y\ vem urna cor-
respondencia di Car,V. A malcra desia correspon-
dencia he a segunde : Processo do Sr. padre Joa-
quim Pereira de Alcurar; defeza que lhe fez o seu
advogado o lanenie-corooel Pava ; noticia das se-
.lul.is luisas apparerida in circulara}; dillgneeldl
de chele de noticia a respeilo dellas en) Balante e
no Correio ; e baile do dia 7. Nada mais, nem
Pedro lio de 16 do citado nirz dojaneirn, t I8'
ve. A' saa declaracAo responden pa're Pompeo da
maneira scguiule :
Em resposla ao aeeeelatio do governo Dr. Fran
conselha-lo, leva a impudencia de dizer quo se diz
que tomos mis o autor ou o in*pirailor dessa caria.
Anda hoje he isso urna trenca geral, alienta a in-
sistencia que o padre lem feilu em nao acceitrr a sua
declararlo que era ..le cavalleiro insuspeilo na
materia J.
O Dr. Barros moderado e grave nos seus aclos, fez
vinria ma ida communiear a X. Etc. que por des- 1 ma declarando, declinando a uulorada caria, e ex-
pacho de a dala autorisoo o inspector da lhaoora- primio-'e com a maior calma posslfel, como se pode
na da faz-nda a mandar pagar a importancia da fo- ver pela leilara de tas cnespundencia poLlica I ">
Iba e pre que V. Esc lhe envin com o seu ulfi-
co de 8 do eorrenle.
Dito aa Dr. chefe de polica.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda acensar a recepeau du
oflicio que por V. S. lhe foi dirigido em dala de 8
do eorrenle, sob n. 331, acompanhaudo outro do
juiz de di-ello da segunda varado termo do Recife,
e o mappi rio Irabalhis da promoloria dos termos
de Olinda e Iguarassu' durante o mez de Janeiro
prximo I ndo. '
Dilo ao eomman i.mte da attaele naval.S. Etc.
o Sr. pres denle da provincia manda declarar a V.
S. que lie i inleirado da haver saludo no dia 8 do
crrenle rara a litna o brigne eteon i ilinda. que
ro incor|irar-se a' estaelo rlaquella provincia.
Dito ao conimand.."! u;.erior 1,. goarda nario-
' ?- '.....- e RoaTavvtT. nm-rt o CTrD. -
preaideni. da pnxrliitUa e.onmuuicara V. S. que nes-
la dala remallen ao inspector da lliesouraria de fa-
zenda, para er pago o prel em duplcala que acora-
panhou o oilicio de V. S, de K do eorrenle.
Dilo ai Iheioureiro das loteras.S. Exc. o Sr.
presidenli da provincia manda accosar a rereprAo
do oflicio que V.S. lhe dirigi em 13 de Janeiro ul-
timo, con o mappa din loteras quo lem sido eitra-
In lat desde 5 de raaio al o uliimo de dezembro do
auno proiimo lindo.
presta no mesmo Diario, em qne se dizia que elle menos. Na 7'columna do mesmj Diario, pagina
e seu amigo etlavam ao lada do pre-.lente para a- ciada, soba rubrica Ditrio da Pernambuco --.
l-se o scguiule a r-spedo lo Cear.i' :
o Foram prorogados ale 15 do "rrenle mez ot
Irahalttoa da assemida do (>ard*. -** Et. linda re-
liar a sua saneen" 'res projectot de lei da
dous divi-1 "'' as fre.uezias das l.tvras e
Aracaly, sem ouvido o Exm. prelado docesaoo ;
e a oulro Jrspenaiido a Juatlioo Fian itco Xavier do
exaiv de h*biblar;Ju para ser empregado na lliesou-
sofia provincial.
' O ultimo vapor que do sal aportou ao Ceara'
conduza para all boa quanlidade de sedlas falsas
uAo Iranscrevo aqui par ler necesaioa.1' de ser bre- que.inaisinfelir.es ilo que as oulras anlecedenle-
ineule chegades, toram cahir a's mdis da polica.
tem do i/ue diz o nosso correspondente, anda
acrescerilaremot os seguiules paragraphos de urna
ciico Araujo Barnv.prrgunlarei snmenlese nAohe S. esrl / articular, qual vem junio um artigo edi-
S. o correspondente elfeclivu do Diario ; o sendo, lorial do Pedro II, jornal all publicado :
como nao nega* oulra espcrleza de rale), a quem
se devem allrihuir as cartas, que arjaede omal pu-
blica d'aqni como de seu corretpondenle '.'
a He possivel que nem tolas tetara de S. S. ; ma
he Tora de proposito, he calumnioso atlr butr-lhe
laes Carlas, quaudo S. S. nao nega que be o corres-
podenle ? (Aqu respondo eu, que nAo, ad-niltido n
" .Modo hem lem andado o Sr. Silveira; he um
completo cavalleiro, digno de loda a eslima e con-
silerar.lo. Todos os partidos o lena uesla cotila, e
com lodo esla' elle mudo hem ; a mesma aseembla
.....v.iieial, qu... miMhavn batanle prevenida em .-Mente ..nielmo Altea Baanco Muniz Brrelo, de
i/iudaint..,,,,, ie doMende., hoje con.....ido ara. hernia, qM lhe deseen. Apezar dos cuidado.
ira. Deoaqnaira que elle se naodeite|ouaemprag.ram para alva-lo, eadanterai Amonio
polemira
A dclira.--,.i,sionlanea que fez a illoslra.lt e
nohre redaccSo do.riarie de Perii.unliu-o-. de 7 di
eorrenle, .le ,|ue nao eramos mis qu< havjjmo es-
criplo, nem mandado pata a sua lypogropb a as duas
caila, que no Intuito de marear a nn.-i -pul ..lo
e Burro, qne ja' condecen) a tal sacia, a
A'visla do que lica expendido, v o publico, a
quem t nos dirigimos, qoo o correspondente elTec-
livo do Diario ndo foi o autor da carta de que se
trata, c quem o declara he a prupria redacc-au do
roeamo (Diario, desurevinida, tem peinar que a
COMMANDO DAS ARMAS.
9"r'i'l Caxteral do commando d. aranas de
Pernambuco na eldade do Recife, em 1f. de
feverelro de 18S8
ORDEM DO PIAN. 22.
O brigdeiro commandante das armas interino de-
termiin, que nesla dala que desligado do dcimo
balalhAo de infantara, em iue se acba addido o Sr.
alferes Joaquina Americo .la Silva, que hoje mesmo
embarca para a corle no vajinr Paran, a reunir-
se ao cor.io fito de Mima > qoe pereence. Faz pu-
n.ico tambera que embarcan no mesmo vapor os se-
nhores se undoscirurgir.es do corpo de saude, dou-
lores Loiz Carlot Augu.li da Silva e Francisco
Alendes de A.norun, esle tara a provincia da Babia,
onde vai iervir, e aquelle para a corle com deslino
a provine a de Sania Calhaina, como ludo fui deter-
minado pelo quanel-geneal do etercilo, e te fez
publiao nisonens do dia e 21 de jaueiro prxi-
mo lindo, tdb os ns. 9 e 1).
(As.igoado.j Joo Jos ia Co-la Pimenle!.
Contorne.Horacio deGusmao Coelho, alfares
sjudaole dt oideus enearrgado do dedal he
V
ORDEM DUDIA .N.21.
O brigdeiro comraandale das armas interino de-
clara, para conhecimenlo da guarnir-Ao, que uesla
dala fez a sua apresenlaco no quartel genrral, e
lica reurido au balalbao lavo de infamar i i, a que
perlence o Sr. major Jo de Castro e Silva.
(Attignado).Joao Josida Cosa Pimenlel.
ConfirmeHoracio e Ou ajudaide de ordeus encaregado do delalhe.
,^ ., ________ _,-----. ..._...........,,,,_., ...-....-,.., i i.,, _.-,i, II.I....C uue a
de empresa 1 spuol.co. nos lem allnhu lo o Sr. Dr.' de-lealdade e a eainmnU Ikrial da temeilianlt no-
liiouia/. lampeo de Suata Brasil, a primti.. rheia licia ama machina de guerra.
d iiijusluas e calumnias ja comra um parlulo inlei I samin.i- _.
ro.jacunlraoExm. Sr. Dr. Francisco Xavier Pae.!,*^"';!0 C?* "V tei*mu "*ninlt
Birrete, ja Bo.lm.nl. con.r, o l.ne.i.e coronel Ma-VS^ZlflSSSi!!! 'g"8" i t!- Pom-
oelLopa, Peceguer,,, conlra quera se fllee-vam!**,^^
fado, que deviam ser provados sol. pena de calum-i "'' *** "' 'cu """"Panaenle. e
ia, ea ultima, em que alem de injos|ir< ao
rucitr, procarava-
.neolo indisp.'ir-nos com o Exm. presiden:e da pro-
vincia, que enlao pouco nosconhecia, a e _a de>la-
raran, diz-mus, responden o Sr. Dr. Pomp) rom
om chuveiro de improperios, mudo pouco euiidignoi
da edueajAo qoe receben, e anda menos rij seu ca-
rcter de sacerdote, que lhe impe o dever de ser
grave, e moderado em lojca os aclos de iua vida.
Essa parle de sua rcsp.sla s nos merece o mais for-
mal desprezo : nao procuraremos |i.ir o me lor cobro
a expansao dt seos lutlindos, Cada nm para o que
nasceu.
sm lirada de urna caria particular que liie re-
fur-17, p? n.!" ^ ",lU,!a0 qaa "lCi na
Distemos que nntriamos vehemente suspeila dt
qn. esle senhor nao era eslranho a semelhanle ur-
didura, porque ella foi evidentemente calculada pi-
ra m- de um nosso inimigo. Fallamos nicamente em
aspella, e si. a man l'eslamos d.poi da inislenria
qoe se lem feilo naquelle trama, ja' em arligosedilo-
riae, ja' em corre|ioudencias e nolicias repetidas
no Cearense, no Liberal Pemambocann, no
Diario do Rio e no Correio da Tarde, a detpeilo
da declararn da redacrao do (Diaria de Pernamba-
co, e da que aqui distemos com
no.ne.
ERUT.
Columna 3.' lititia 42-ordivagos-)o_-se
orbivagos.
CORE-PONDENCA DO DIARIO DE
PERN.MBCCO.
CE.RA'.
Fortaleza tde ftvereiro.
Conlando com o Parun ha dias ateretl-llia em
Sini. respondeu a rimeira. Dos deiva mnr-
rerem as boas, e pavoneym-te as ma-. Reservn
para si a juslira do co (orem poz a vara da ju.tiea
subre a l-rra as mos io-homens, os quaes bAo de
dar conli. do uto que fr.eain della. (Juem me dar
poder quebrar as cotias alcalde aquella que elle
Iraz na inAo !
Mulher, disse urna elln, i mais viva do que
umafaisiade carvAo de forja, lauras.t8 como os
tnuros, du olhos fechados; cuida na pessoa de quem
falla, e leinhra-le de qe urna chaga ma' pod ea-
rar-se, p.rem ama iva' rpolajAo mala ; Icmhra-I.
de que a pobre Anna Ir aempre ma' saude des-
de o sea uliimo parlo ; norle nao vem sem ser
preetdid pela doenr;a ; lia adoeeeu no verAo e fal-
leceu eir teml.ro : deam frade ao oulro Dos nos
guarde (I)
Mulo bem, (ia'Mra, lodo sabem que Vmc.
he pranla de Juan Caria e prima do alcaide, re
pondeu primeira. O ue poeso aflirmar-ll-.e be
que o mea Jo- nao poi' os ps na laberna da Leo-
na, posl.i que seja liudo como Job. Diga o que
disser Vine, queja hentiva, e que lem o sangue
coalhado pela ida te, r) retiro nada do qae aven-
lure ; devia sar cruclfada viva aquella palifona,
aquella Insolente, aqjia especio de c-lm esqua.lra
que assemellie-si) a un- guarda que lem a face ne-
gra como uro odre dezede, e lao robera de mar-
ca qne pireee ler cabla sobre um monlAo de ervi-
Iha. Ten mais bgo .i do que om miliciano, e jus-
tifica o proverbio : lullier barbuda de longe a
sauda.
E s-ns lilbos / dse notra ; parecen) larlaru-
gas ; ala lito gordos ce qoal ,uer pts.ua os loma-
ra por int niobo .Irnnliuscot.
E tila os aciablos como sois, acrescenlon
urna lerc.ira.
Oo^sm-me, loaim a primeira qne fallara, di-
zia aos seus lilhos : tibam ci mlohaa ti .r.-., pchu-
ma osseisj.iat dco.ro. Por ventora, trnhoras,
acrescenloii ella annudo-se, vio-ae jamis seme-
lhanle lar (nidada : a lanorar^e .te ura hemem ca-
sado, de m pai di lanilla, perde lo, arruinar sea
casa, e ma.ir sua nuhr de pezac Todos tabea
Isso e o | emnlieni! tiga-me se isso nao grila viu-
gan^a .'
lie ifior do jae malar de urna punhalaJa, et-
clamou una mullir.
Ileoflendera Deot, acreicenloa oulra.
Ilrnm iri-tiai escndalo, continuju a primei-
ra. Pobe Anna .' Eu a va pooets vezes, mas aroa-
i.' i.nilo allegaran tMlj que a assembla provincial, a exemplo de ou-
lras mullas provincias, volou, nao em favor de nossa
pessoa, mas sim do cargo de teerelano, om con-
-equencia do esees.) de dabalho que se bre este
pesa, nos tora dada por grar de um parido para
lhe fazermos o seu panegvrieo, e a elle Dr Pompeo
loda a guerra potsivel, so temos a dizer c,oe nuuca
defendemos osleiisivainenle partido algura do paiz.
Temos, nos poueos annos de notsa vida publica, a
qual comerou com a nova poca de coneilincAo aher-
la aos hrasileiros, andado tempre com o governo era
consequencia dos cargos que lemos oceupado emduas
provincias. Allirmar u cntrario he fallars l-is da
lealdade e cavalleinsmo, qne s u br. Di. Pompeo
pode violar impunemente.
y>t-\i mais sobre este ponto.
Chamamos entretanto a allencAo do pul lico para
um fado importante.
NaateaaesitM lihello com qoe o Sr. Dr. Pompeo
responden i redacrao do Diario, e em que eobrio-
uosso projino
O Sr. Dr. Pompeo qoalilica dt infamia essa nos-
sa suspeila, sem reparar que essa pecha callejuela-
mente aquelle que sem provea, e documentos suflici-
enles insiste em ..tribuir a nutren] um fado, que elle
com seu proprio nome aflirma nao ler pralicado, so-
breludo quando esta assevcraeo apoia-se na decla-
rar.! i de oulros cavalleiro, que devem ser coinven-
cidosaolee. deser calumuiados.
o Servimo-not da propria argumentarlo do Sr.
Da. Pompeo.
Depon deltas reflctPS s n is reala atsegurar ao
Sr. Dr. Pompeo que as suas provocar.ies conslanles,
e os aloques vilenlos, qne no. dirige cun o lim bem
patente de_abrigar-nos a romper em etceisos, a que
urna justa inlignagAo poderla lavar-not, nao uos fa-
rdo jamis perder a grav da le, com que costumainos
proceder sempre. A no-sa posi(Ao e carcter Ue
coa tunara com o paptl de libellisla. Alm deque
nos de apodos e injurias, toh o pretexto de termos o julgamos ter ura dever rnpeilar m-.ino n sacerdote
correspoudeide do inesrno Diario, inudr de pro-1 'obre caja cabera parece qne intilmente pesara
psito elle nao locou na piimeira das carian que nos
allribuio, e lodavia a redacrao fallara m lia minio
l-rminanlei.rrenle. Pois era e he esse um cas. de hon-
ra qua dafia merecer ao Sr. Dr. Pompeo loda a at-
lenrAo e cuidado.
Nu Pedro II de lli docorrenle, D. 17(6, decla-
ramos lamben! com o nosso proprio nome que nao
va-a mudo ; era boa e pacanle Como um,. ovelba.
Homens! homens '. malditos sejam lodot aqne les
que andam de calces Jess Chnslo nao os quiz,
lipba urna Inica !
Oh minha lilha, nAo remedias nada lom mal-
dicoes, disse a lia Mara ; de que serve lardar o fel
pe. bocea I tiremos aidet pela alma da Ir. unta ;
isto lite sera mais provedoso.
EolAo hotive um silencio completo ; a lia Maria
tomoo om rosario, eas oulras a iraitaram ; reeda-
raui o Aclo de cunlrirr-lo e o Credo, depois co-
mer iran o rosario das almas do purgatorio. Depois
do Padre nosso e em bigarda Saudarjao anglicau.a
lia Mana dizia dez vezet tuceessivameole.
Pela vossa infinita misericordia, Senher
E a culras respondan) :
Dai paz e gloria as almas bemavtnturadas.D
Pouco depois nAoouvio-te mais na rala las mu-
lheres do que o grave murmurio da orar jes, eo
suspiro sullocsdo ra dor.
A cmara em que o homens se achavaro ollere-
cia um quadro mu dillerenle : o tinto quo eslava
tranquillo como um ropo d'lgoi e fresco, sin co-
mo una allace, jolgava-se dispensado de loiaaap-
p.ir.-uria de elliiccdo
perlo de cincoeula anuos de idade. u
O padre Pompeo nAo vollou mais sobre o assomp-
to desla caria, eaiiim ficou burlada a toa idea pre-
dilecta, o seu plano man tongamente meditado em
atribuir ao suposlo autor desla ama leviandade, que
s poderia ser praxicada pur aq.elle, que is o. ropa
e faz cavallo de hataiha de tricas tAo miteraveis, e
Seohuret, dista o vivo, o raez de janairo he a
chave do anno ; sera agua efO-jauetro nAo ha cata-
da no celeiro.
Eit-alu o lio Birlholo! etelam iran lodos, ven-
do entrar um homem de idado, pequeo e vigorosa
Donde vem '.' Uode esleve depois qJe aqu nfuguera
O VIO '.'
Donde vendo '! Das Ierras de Dona Anna em
liaba recta. Depois que acabou se a guerra cm.fr-
vei o habito de alirar, o lorueime cand.r em sersi-
C) dos senhor.... |,a as lerrat de l)_na Anna li.ivia
de tudat at cores, legtimos, de sangue misturado,
raislico, at Ingiere.. Oh meos amigos, como
astemelham-se os Sai-sos aos Francezes Bons ra-
pazas, alvos rosados, vermelhos e gordos; mas quan-
lo au espirito nao lem oulro seno o que bebein,
quanlo a' grari, nAo lera nenhuma ; Irazem us bra-
cos como mangas de capole, c poem o pl como ma-
llo de calceteiro. toda as vezes qoe eo con ein-
nlata anea pe, semetbanles a barcos, di/ia eomlq i:
Bol pata e boa orellia, i-so significa boa besla. Para
fallar tervem-te de um i lingiiagem, que segando
e-lou convencido elle mesmo ndo entender. VAo
(oslo de.sas llnguagem que nio enlendo, porque
AMiaUram aa.n fon-ral u Exm. Sr. pretidenle
da provincia, o seu secrelirio, a muitai pessoas gra-
das da capital.
Nada mais.
PARAIUHA.
Mimanguape 13 de fevercirn.
A felire amarella anda cuiiiiuua a estar cnlre noi,
longa lem sido a sua visita.
Foi viclim da tal febre um fillio du Sr. Jos Pon-
cuno, passou elle por mais esle golpe, o a rom pan ha-
mos nos seus Uo justos seolnnenlos, imploramos a
Dos que por soa infinita misericordia conceda a es-
le lao magoado pai da familia loda a fortaleza a re-
signarlo precisa. O Sr. Bellizario contava 20 anuos
de idade pouco mi is ou menus era nm mo^o dlslinc-
lo por suas qaalida les. Quando urna familia iolei-
ra carpa o passamenlo de-le mnr;o um senhor com._
prazer sclvag.m mauifeslava no sen semblajUV^i7"^
suas palavras, e era ludo conlentamenlo, satisfazlo.
Nao h.. po.-nel <-r uceher-se mais fereza, esles sAo
ootia lanas pesies que entre nos etitlem por culpa
dos nossot peccadi^ .dd^sforco da median,quan-
do o mil he denirle sAo inuleis. Apreciando os
r.iclot, parece gd'e esles mandara crer que a medici-
na be orna mera formalidade ; lalvez seja i.to caosa-
do pela ma' aplicaran que della fazem a maior parle
dos Srs. mdicos. Tendo toa caria da Dr. e apren-
den lo meia dtil le lerinoa crespos para illudir aos
credulot.etla' qualqoer rapizla por maia etlupido.e
ignoranle que s.j.i. habililado por sob sua respunta-
bilidade llagellar 4 Mrar a vida aos pobres eufer-
mot,e nada se dig_i,morreo porque o mal era
ncoravel, esgolou-se os recursos da medicina. Po-
bre medicina qoe faltos nao te vos lerAo levantado:!!!
.Na verdade, enriado inflammat;5et por quebradura,
e pleunz por betizas o mal lurna-se incuravel, e a
mediciua de Implante, assim da-se na maior parle
dos casot.
A ponco lampo veio desta cidade do Recife nm
rapaz qae a medicina, pobre medicina, quiz arrancar
um q .arlo, quiz esquarleja-l i, Iruute passap- re re-
vestido de lodas at formalidades para segr-ir vlagem
para o oulro mund*. Os msdicos denosta capital,
o a.-hiiid.. legal p./.eraro o seuvislo.Sendo esle
npaz conduzdo jior seus pais para o engenho, foi
culregne aos cuid idot de urna curan leira, a qo.it o
p.jz bom. perfeitaineule bom, petna gangrenada es-
la perfedameule ioa, de maueira, qoe o lal rapaz ja
corre'a cavallo, e faz lodo o servico sobre a perno.
Esta corandeira n ostrno plenamente que nem ludo
qae reluz be rinro, e que nulas vezes he ferro e co-
bre polre. Fazecdo a devida juslira a ciaste me-
dica n.lo pntso .leu. r de reconhecer nelle caracteres
disididos dolados de saber, e dos medrares detejos.
A fome cunliuua a essolar, a puncos dias foi morlo
por ler pastado odia du en- 1 quando ooro dizer algumt coua nAo seis
ierro ; fumava ouvindo os oulrus e fallando-Ibes se-1 c .mprar-nie oa tender-me. Toeoa-me um qae era
guudu o rosiome, corao se a morle cidrando em mu alio e ordo e que clnmtva-se Dora Irlhor
ina I. .hilarlo oAu l.vesse deixado nella seus negros Elle suiva c faligava-se alravez daanellu. ,r.- oot
estigmas, e sua .ulemne impressAu. lana rompaixAo. No lim de orna legua essa gente
Us iiiditlereides liiiliam seguido o seu exemplo, ;a'e-la'rendida ; o sol os abraza, o calor ot abate,
de surte que se lodos nAo eslivessem de cada pre- E-se liomeui quena fazer ludo a' moda de seu paiz.
Ia, ninguein leria podido dizer que ahi bata, pe- I m dia lemhrou-se de servir.e de mea ponh il ro-
sarais, islo he, um trbulo de amor e de respeilo a mu da urna faca de mesa, e cnrlou-se. I non imm
orna existencia terminada, ou a ama dr queco- di.lamente do bebo urna Ireaxa como nio leria UM
mera.a. So no melu desta r.oniAo um lambanla cirurgiio-m.ir. Bem, diste-lbe eu, por urna m-.r-
eslava de batm.nil com o aconlrcimenlu que a mu- didella de aranha envnlva-ine logo em mn lene d.
Iivava, era o de nm menino de Irere anuos, filho da Era mui leimoto ; quiz ahiololainenle alirar eni uro.
defuula, o qual attenlailo em um ranln juuln do pai perdiz; de bal.te ao lhe disse qne Mo
linha oscotovelos apondos nos jnelhos, o u rabee a lampo da defeza, ella atiren.
nat inAo chi rando sem consolar lo I
Lomo paasoa-se o na / pergunl. n o viuvo.
Mudo in |, respondsu um liuniein.
E o rr !
E-la' iieholos.) ; creio qu- ha de cliover hreve-
i-ia iiiunaa hume 0.V01 ; da nevoa acbu-
' vai mais do que um pasiu.
1) venl.. nudera' idimpar o cc, diste um ler-
ceirn, pola sopra do lado do poeole ; a agu comer
a lornar-se mais preciosa do que o dinheiro.
N3o iiilciramenle, l.rnoo o primeiro ; o anno
passido n.lo linha chovido antes da fasta de I I -
Sanios, e nao te linha vislo depois da crear,,> aun
que
S o p.n lite
un >- in.
se este-
ta e>pia i da, elle isra mirad.) do
'.' tan, pois, nao ferio a per 1 /, e
i.. III li, ._. i ... j -. _....-------- ........._ u.|Min na creara anuo ueve itiaiar as pegas ,- mas lem a vida taita.
. ent .s 5. S al'.'iinC'. a. *l!"bn?tm ".'nle nem mait completo ; todo, live.am boa; Bem me liaviam ddo qu. n.tt. p.iz eitl.oli.
M.'s,i..l. 1? S. Francisco, eoll.e.la; a cevadatobreludo e.lava de lal mtneira lodos lem privilegio, Inrnou tile. Al as propri
(da:Hogoil0a4dtoutubroO | qot ama tspaJa nao leria podido ilravena-l.. i |*gts, nao he vwdade ? Ato as propri
i .liante da
rn ci. milla.
,;- i
Bom D-o-, dlsu-lhe eu, que fat, tenh r !
M le urna perdiz, disc-iuo ciie.
.Mas nio he perd/, lie pega.
P i- b ir, raspen i alte m >io confuso.
NAo, lernei-lhe; he prohibido malar
!_ quem o prohiba penra i loa-me elle ergaen.
da-sseome nm lelo ; lenlio urna lleenea que cus-
tou-me J.OO reales.
Mas, ttnhor, ha p?ra a ca$i grauda. Ningoem
deve malar as pegas, ellas lem a vida salva.
"ico
propriat
Essa pergunla era urna zombaria ou urna lotice ;
por isso nao deixei de zombar larabim.
Sim, senhor, respond-lhe, at pegas fies pies)
lem previlegios qie o papa Pi lhes concedeu oa-,
Ir'ora.
Elletirnu do h>!o om livrinho de lembrimpis,
Kathuu um ola, e eu disse a mim mesmo : Agora
a pella esla' I un;, la, ulo pararei.
E porque be, lio Bartolo, pergonlon um man-
cebo, que nio e podem malar as pegas as Ierras
de Dona Anua '.'
Porque foram ellas qae plinttram os bosques
le pindeiros.
Cila-se, cuida que Talla ao homem da rosto re-
dondo '.'
Oh elle era muilo crdulo, (u nAo o l lofli-
cienlemenle ; perluucet a triste familia dai pessoas
que nao crim sero aqolllo que vera. Sim, se-
nhor, as pegis plantara os bosques de pinheiros.
Ahrein a piuliat quando he lempo e liram as amen-
do.- para come las ; como sao econmicas, enlernm
as que nao comein, e como pela sua leviaadsde ei-
quecem-ie deltas, nio vollam la, e as smenles ger-
mlnam. Senlo fuste esse o motivo porque teriam ot
lni|.i-s da Villa Franca prohibido mala las, sendo
que da mata pegas em suas Ierra do que pardees .'
.\--nn. mea amiga Alonso, nao digas : Nao hei de
crer nada, e sabe que de lout pardees o mais lolo
ha aquelle qae fecho o bico e au aquelle qoa o
abre.
E .le nnile, lio Hartlo, que lazia (oda etsa gen -
te ".' prrgunlaram algous ouvinles.
Ot Inglezes coiniam e bebiam ; suas senhorias
nao foram cread., para outra cousa. He por i-so que
sao lio gol lS. l'm dia meu creador di-se-me que
eu camiuhava lano sem f.ligar-me purqoe era ma-
gro, e uue elle lana mil psol para s-r como ea. E
: C ui i sopa, -,-iih.ir, que lorna ai car-
net mala Armes, eabalu alba que foriificam o
corpo.
et leipanlioBs, lio Batilo, que fitiim elles
duranle as vi.i
. !l r egrilarinressinlemen-
le, dncnlir todas as queso-s de goveruo, sendo qu
.rem ordenar e saber luda. Meu ami-
- '.....l "cspanhe.como uu lempu das
goerrat : eulAo eiamos lodos unido, andava-
mos juntos; agora smenle ha moderados e exalta-
dos ; eu que nAo tou aliado senlo pela minha et-
pingarda, | lia minha mulher e pelos meas filhos,
detejata que o demonio levat-e lodot aquelles laga-
rella. linha vonlade de diter-lhet : Meos senho-
res, nAo se etquerim de que a tabedoria he melhor
do que a eloqueacia, e qui a muda relva sofloca o
lnS- (CofiNiiar.t/w.J
'
tir-TTJr\c> crvCN/IDI AR FMrMTRnD
ITII A


DIARIO I)F. PERXAMBCO 01 INTA FE1RA 18 DE FEVEREIRO DE 1858.
\
mil hoiiiein por ler Ido arrancar uo rucado ue muro
(inc paos de mandioca ; cara mandioca, o as-asnuo
licha-se preio e recolhido a cadeia dei-la cidade
A familia esla' a 05, e au lia, om desil.ii.ido ja
Mije al a mil leis o quartenao, a carne a -1 pala-
: 9 e maii.
Nao obslanle estarcios (lagcllados pela fuma, a (-
ore araarella, a ccrrupr^itii e a ininiorallidade nao fi-
'.iram armeilicw, ellas marchan, rom pasios de e-
liaule, e usleulam o seu poder. O lino he o elemen-
to mai forle e elVicax de que se saivem eslas roe Mi-
lis filhas de Salauai. Vimos pr ejemplo im !-
pies oleiro querer comprar chales de looquirn para -
sua etlremada eouorie pelo liaralo pree* de lliO?, do
cunlrario Oca a v-va' enluada e n;lo fai mais pa-
natU*. Na ha qiiein qoeira mais andar coin vesli-
Jos de casia, al mullieres do ailialMi ornaleiros,
ele, uo veilem lenao ledas, se Po lem vellidos na
al hienda, chelea de louquim, borze?uius trnce-
te etc.. n.i'i lahem de caa, e loruam-ie verdhdei-
roa demunioi, Irazcm os pan, maridse irmaos na
ra dai .margara. Al as mista* ditas de madru-
gada, o que se chama moja l viste seda, porque o
coiilrariu ha faier triste f&ura, hi parecer mal eos
ranaca* do lora, e estes tambera querem paricer -
.lilot, fazera lambim das suas, para conei;uir-e es-
os llm, e lulo, que Calamidades nao api ai teem '.' I
lie fcil de concelier-ie. So te quer luso, divetli-
ineutot, folias ele, todo mais que condu/.i a estes
|>raterea he bom he apraiivel. (> deverea de cidedao
:ilio a di/er nao da-se tmente nas claisea baixas, da-
lia em tudas. Tenho visto homens de 40 a 50 annos
'|ue nao sabem o padre nosse, nao tabem quem he
-lees, subera porem toda especie de perversidade.
lia pogeo preeenciei um facto horroroso e em ei-
l.rtmo escandaloso, em om menino de siisaunos pou-
no mais uu inenot, inclinarnos tae lendo tao bous
neinploi lera' um d*s*ovolviminto fatal.
I ma verdadeira iramorallidade.
He triste e compngeme presionarte o espect-
culo que infeliimenle mais de urna vez temos visto.
V -i le devorad.ira do ouro lem feilo calsr nos espi-
:*llos .le alguna dos nossos agricultores o sialimento
eli,;ioso, o sinlimeolo de liumanidade ". lenho pre-
senciado traballiar se ero mosaens de engeuhus dos
lomiugoe e das santos de guarda, de mrie, que o
letcanso uao he permitlidu ao pobre escravo. traba-
Iham durante odia e noile, eal o domingo Ihe iou-
bam.
A maii nao pda chezar a cobija, maior nao pode
ner o escndalo. lia por lodos reconhecido o direito
'lo trabalho escravo, e nem io menos se llies conce-
de o descanso nos dias marcados pela iitreja para e-le
un, lalvez os lenhoret destes enles inlilitesos coosi-
lerera como machinas ou anida mnito psior que el-
la, esta cobija, esta cegueira he filha da irreligiao.
No da da lerrivel provanja, no da em' que liver-
mos de dar emitas a Dos, lalvez o arrependimento
seja tarde. Um escravo que por urna le barbara e
absurda acha-se privado do que mais caro lem o ho-
mem, deve merecer toda a complacencia dos saus le-
iihnret, lem aquella direilo de eligir deiles o neces-
sario para a salisfajao das suas oecessidades, una
eduesjao religiosa, emfim toda a caridade. Se oeste
mondo a forja e o poder supplaola a frsqueza, lera
de dar disto restrictas contal a Dos. Pensara estes
meus seuhores que por darera o seu dinheiro. sabe
Dos como gaoho, por om escravo, lem o cireito
de delle usar e abasar al mala-lo, de que infeliz-
mente ha muitos eiemplos ; a ferocidad* desle pan-
sarnenlo causa norror. Esle brbaro proceder ainda
mais reparaval te loma naquelles que dizem ler al-
guma iotelligencia e edoeajao.
Preiendem alguus negociantes desla praja eslabe-
lecerem ama liuha de crrelos para a capital dcsta
provincia. A utilidade, as vautagens, e a eilrema
neceisidad* da realliacJJo dula idea sao por lodos
reconhecida, os correios pblicos ua aua generali la-
de, nao preeoehem o fim da sua instilulj.lo, quem
raaode para algumas deslas administrajfies, agen-
ciar carias rom limpies porte, conlam com a nlrega
desiat por mera catualidade, e nao por obrigajai de
(aet repartirles, as que vio pelo seguro lem mais
probabilidad* da entrega, aetualmeote ptga-se por
?ma caria que se devia pagr 60 rs., 120, 1j060 e
1 ^120, e islu sem remedio, quera escreve algoma
carta, qeer qoe esta seja entregue, e para isto nflo
deiiara' de pagar 1$ de seguro. Quando em cu r's
paizet te procura cada vez mais aperfeicoar-se mul-
tiplicarle ni viaa de commuoicajo por meio de va-
por alelricidade, paraca qoe nos cjiiiuliamos nesla
parle emienlido iuverso.
Procore-te por lodos os meos diflicoltar as vas da
commaniocao ; assim vemos que onicamenle a bem
da companhia braiileira de paquetes se limilou em
dreno o lempo do demora no portos em qoo de-
vem locar,per esle meio sediflicult'am as commoni-
cajes das provincial entre si, e veio a lofTrer moilo
o publico, Depois disto vimos que nem urna medi-
da se lem tomado quanlo aos salario* doi correios
terrestres. Nao ha, e com razao, qoem se queira
aojeitar a ser co.reio com a diaria de eioco iMluet,
quando pode gaohar 1s, 1 e lanos, e al *, e o
resultado dislo he que andera os administrador! dos
rorreio* recrulaodo quanlo caboclo bibado acha para
conduzir as malas, eoniiaodo por esle modo o legre-
negocios meia garrafa de agurdente. Depois dis-
lo a mesquinhez dos ordenados, e patronato lem
roncorrido para a nomeacao de empregtdot que se
eonsliloem a vergonha de sua elasse.
Temos fados que comprovam a etta minha ollima
assorjao pralicados na propria capital do imperio.
He bem triste esle eilado de cousas. Os particula-
res, e cora especialidad* o negociantes, tem n*eei-
sidade de commonicarem-se com aquella localidade,
onde esli ligadas pormaiore inleresse, e outro re-
curso nao ha tena& a das euas bolsas, he mais um onus que soffremos,
peiores devenios esperar.
I ni fado em extremo compongenle leubo de a-
pre-eular ao publico :
l m individuo morador na praia de l.ucena acha-
te quasi morreado a' fome com a ioa nomerosa fa-
milia composla de roulher doze filhos, entre esle
qaalro mujas, porqoe auim o qoer a corropjao bem
desenvolvida, e parle em eiecujgo pelot seua lecla-
rioi nesla proviucia. Elle hornera (ojo publico o
ame para uao augmenlar mait alHij.ao ao afilelo:,
vivendo da industria de pitear por meio de curraes,
requereu licenja para construir umsagondo curral
na inesma linha que tem om.allesando o juslo mnli-
vo de ser aquella o sea meio de viver honestamente
com a tua familia, etla licenja Ihe foi denegada pe-
la razao de impedir a livre navtgajao ; logo depoit
do iodefiriroeulo um outro individuo, o Sr. Ignacio
do liego, requeren a iiiesma brenca juslilii-ando
a oa prelenr.io uo desejo de enlhesourar e ser rele
<,0J"ho da fur,on o Sr. Kelizardo It.rrelo, foi isto
sutlicienle para o presidente de entao conceder a, li-
oja requerida, pielerindo por esle modo um po-
bre pai de familia, honrado,laborioso a um propie-
tario de todas as terrat dos frades, preferio lal pre-
sidente de eniao ver ruorrer a' fom* urna familia
nnmeros. a sat sfajo do oro pedido do filho da for-
lona. Nao para ah o escndalo.
O individuo preterido tendo sido prejadicado com
a edificajao do corral do Sr. Ignacio do Hego, v*ndo
que o seu de nada servia, e que oada man era do
que um espanlalho no meio do mar, raqoereu liceo
Ca para ir outro em eonlinuajao ao que linha direilo,
mas como o Sr. I. do Kego loppoz que o prejudi-
eava *mpeoba-se com o filho da Furlunt para qoe
lal liceoca oao fosse dada e foi fela a sua vontade,
agoia a razao que valen foi nao querer o Sr. Rega o
impecilio d* oavegajao |desapparecer para sempre
com a etillcarao de tal curral Pacari. -- O Sr.
Bcurepairedev* endagar dett faetoe fazer jostija.
Irevioo aS. Eic. que gente que se diz de alio
nordu. procura eocapar o fado. Kis o resultarlo de
lino influencia maligna, eis o resallado da corrup-
eao n Felizmente temos lido bastante chavas notes l-
timos das, lem le plaolado grande Iquanlidada de
rossados.
Chamamos a allenjao de S. Eic. o Sr. Beaurepai-
re para uro commamcado impresso oo Diario a. 88
de do passado mez de Janeiro, se he eiacio o que
diz o artista S. Exc. nao devera passar por alto esle
negocio.
I'edimos a cmara municipal que nao consinla fa-
Mir-se nas roas desla cidad* moralhas com eulolhos
ie casas velhas, que publiqaem urnas poslurai que
em seo poder eiisiem approvadas e sanecionadas, "as
quaes tem por lira ubngar aos proprietarioi de ira-
leriaes em edihcaeao collocar a noile urna loz no lu-
gar d. deposito, o contrario dnto ha andar-se as lo-
pidas com riMo de qaebrar-se a, venias, om -9,
u!a.trS.phe'!rM q" d'S'' qUC ",e ,ucc,deu es,a
Permita qae aproveite esla occasiao para aste-
guraraoimeosamigoiA.C. e M.deF. de Guara-
hira. qae Ihe lenho con.laolemenle escripio e ie a
minlwt carias nao tem chegado ao sea destino he
poi inouvoi que perfeilameute os nao conhero, ape-
nas desconflo. Recebam aqnellles meus amigos o
meus bons desejos, de ler com elle, ama viva cor-
respondencia.
Ale brava.
Can-foamfi.Ms de iaca/ioo.~.Doiis eerrega-i Correr, poit, casa do Senlior e alu implorar a
memos de bacalhao lem ehrgado BCfti dous unimos lui-c-ncordia divina, chorando, c un I
dita, sen.io an .le 3,090 barricas e orjlra da 2,403; linearas e arrepeudimenlo, deve ser.....
cianle, o cuidado incestante dos verdadi Iros lilhos
fa igreja cailiclira, apoitollca romana, pms que he
esle o uuiro carcter dtttiaelivo do crele nas dou-
Irinas do Cordciro do (.o!.
A'. /.
zte&pont>mcla.
ATTENCAO !! ATTENJAO !!
veiemo se este genero barale.iii, anida qoe pomo
a nos-a duvnla, poique ah esU a qosretma, o de-
vende o consumo ser maior, ma or laiiibeui deve ser
a iiii|os'jao : al ver nao he laide.
Falla de espeito.Cuss crer qoe se faja
da esquina de nina igreja una cljaca.h ruando-se as-
sim um 1e| u-iio de urina palrh a como sucrede em
lilleienles lugares, e rom esptr alidde no oiiao oa
malriz da Uoa-Visla. He em ve dade mulla falla de
respeilo, mas o que te ha di far :r se Udo se acha
ePe?n.0 s<-''a-i" ""!-1""'10 ^o..v,ni-..te <,ue Homicidio lio* roroso na t r o vi noli do Cejar! .
esies que asMn pTali.an se cohilmsera de-se iirsinoe .-- ,. ., "
c slume. e se l-lnl.r.issein de qu?, se oul.o lano li- S1 "*rw do Diario d PernambuCO.
zessem nat porlas de suas casas nao haviam del""1"' eggr?0 da sociedado de<]u<- I../ -
goslar e ale mesmo prohibiran, e se nao querem I nios parle eni dese{;gravo da oropna le, da
para si, como h* qot pralicarr nai paredei de um cvilisaciio eda ciinralitltide publica, pedimos
'""i'1'' qoe nas paginas do sea bem c nceiiuado
, ~" 'fS"> ajua da Alexia. Parece que jornal, seja i ublicadn para ronhecimento d
?,.! """""ao que lizemos acerca do mundo Inteiro e do coverno de S M. o
la'." aue nando,,".' D0 T "? d'*,i,r,a' Piador a mais revolUnte af onta fei
taino que maudou-ie que fosse lapido e aberto um i ..:i:. ___% %-. .
onl.o .nco.lado ao muro. Muil, (oleamos que se-. cm.i5eCSu_ do seculo C a [.l.lica adoptada
jamos alienamos sempre que lenhamoi deapre-eu- I l'">;"i" iiovernn
lar os loconTeuienles des,ctu diquelle ohjeclo que, Siui, -Srs. reductores, fui no dia 21 de ja-
ban longe de nos Irazer utilidaie se luna despro- niiini prximo pas.ado que o mais revollan-
,ei,uin- 'tncrimo do homicidio, levo lugar no dcs-
hegoiram hoolem novapor lgoaiassii,ii para I ditoso termo de Canind
os portos do norte, os
I ro-
ta a
parle para llberlai ,i peqoi na proprled I le e para ta- d* ronlinu-m a' sub-islir ao par da pequea, e he
leude-la, nao a rreou enlrelmlo. Etta verdade foi | con' dilliculd..,le qoe(o principio la pailillia datsuc-
cei'es Iijsij para Cootra-balanca a influencia ac-
allimamenl* tenada atiaaneia por U. delocque-
villc era ua nolavel obra sobra o anl go rgimen e
a revolucin, e os resultados a i|ue elle chegou ae-
cordam-ae perfeilameoie cera a observaris (-ii.
poi um iiiipcuikuIio di-iinrio, M. Champlooiere,
primaluraimiile zenihado a sciencia do direilo.
CoDinltaudo o documeulos sobre a auli^^ dlvisBo
di leriitoriu, v-e com sorpreea que era um roii-
de numero de Incal ludes, a cifra dos proprielarios
nao diversili iva muilo da cifra actual; as caotos
primarlas qu produiain esle estado de ceusas nao
leiiu irrtin.
As Ierran vendem-'e sempre por mal de seu va-
lor, di/ um uecriptor do lempo e relenle observa-
dor ; o qoe preveui do disejo .Hlenle que lem lodoa
os hahianles ile serem propiielarins
'.iva que ei'rce .i forja de conceulracao da riqueza e
lairiloaes.
( O accresciiuo do n. dos proprielarios ai crearan
de uovos proludos e de novas riqueza-, a acotleie-
efio ,1o inovirneulo dos eaplUet, ala aqu issmu se e\-
pruna un ISIi a cmara dos parea era una mis-Ao
a o re o que > vio nascea uo meio dai lempesladei
da revolujao.Iisl.: palavtai podem ainda appllear-s*
o astado actual das eooiai ; a experiencia le om
meio eocuia nao fez senn conlirmar i s beuelicio,
produndos pela dividi do sol, ella fez justijs as ap-
prehemu chimer cas uu pauonada a pue data 0-
' -mi este grande movlmento social.
II, Droz retpoudea raoilo bem aoi que lamism
pa*agiirns .
Para o Aracaly : Jo3o Tibor-io da Silva tluima-
rSes, JoSo Duarle l.arneiro da Cunha, l'r. lieruardo
Pereira do Carino e 1 cscravos, Dr. Bernardo Pe-
reira do Carmo Juuior, sua senhora, :'. manas e :!
filhos menores.
Para a Parahiba : Marianni l.npes Rodrigues,
JoSo C. S. I .ilr.'io, Josc Benio .Mfail, Antonio
Irancisco Ramos, Joaquina Jos R. da Cunha, Irn-
cisco Allanto de iiliveira, T. C de Ara ojo, Dr.
Emedina do Reco Yaleuja um eicravo, Saluslia-
na C. da Coalia, Manuel Ro rigues de Andrade
Paiva, Dr. Fausto X. Maira de Vasconcellos a Om
criado.
Para o Rio Grande do Norle : Miguel Sebastian
fie Oliveira Cnsla, 3 prajas de polica, Francisco
Xavier de Oliveira, Auguilo Joaquim de Carvalho
e sua senhora, Francisco Jos la Cosa Sanipaio
um escravo. Dr. Adolpho C. t.ipozo da Cmara,
duas prajas do enrpo de polici, do Rio Grande do
Norle.
Hospital de caridade. iiisliam no dia ib"
18 homens e :)n mullieres Iralados pela candado, N
homens e Is mullieres que pagan a casa e II) placi-
do corpo de polica.Total MI.
Morlalidadc Relajl da pnssoai qoe foraro se-,
polladas no ccmilerio publico, no dia l> do con-
rele miz :
Januario Antonio Camargo tirar dao, pardo, s .tei-
ro, 29 annos, inlWmmaeao.
Joaquim, prelo, escravo, 4 anuos, irrilaco uo ap-
parellio digestivo. .'
Aflonso, pieto, escravo, solleiro, w'imnos, afo-
gado.
Jos, pardo, 9 mezes, espasmo.
Josnna Felismina dos Santos, solleira, lti annos,
phlhisica.
Jos Jocoso, pardo, solleiro, 50 anuos, hidro-
pesa.
Anna Josepha Delfina dos Sanloi, branca, solleira,
UO annos, diarrhea.
Total7.
MaladouTO publico.Matio-seno dia l(i para
consumo do da 17 do correte a saber :
Companhia das carnes verdes.......1(1 bois.
Ricardo Romoaldo da Silva.........2 o
Manuel da Souza Tavares..........'2
Duarte................
l.uiz de Queiroz .
I.oiz Moreira de Mendonja.........
Jos Autopio de Souza Queiroz.......
Total. 23 bois.
Al amaniata.
9tttmsmi<*fc0e,
A CONFl.vv,,.
Honlera comejou para os rliriii,-,,,., ,lll0 rd,fm par.
te da c.'inir.uiili.o catholica, apostlica, ..imana a
poca da conlricjao e do airependimeuto. |.,'.S
das desenvolturas do carnaval, nao teguir-si un,
lempo em que te marlynse o corpo, e em que se ele-
ve -espirito conlemplacao dai supremas verdades,
pouco o pouco ir-se-hia desarrei jando dos nossos co-
rajoes a ertica uos silVrimeim s da vid terrestre,
como raininlio para cousecujao dessa outra d'alm
liimiiln em que lieos se manifesta ao jaslo na plini-
lude de sua mageilade.
Nada ha, por certo, que mai forlifique a' alma e
curobuileca o principio def na nosa religiau, irn
que, d-sde o berjo, sumos creados, do que os sa-
grados invtenos da paixao e norte da uosso Re-
dera plor.
Pora qae, porm, bem possiraos acompanhar os
marlyrios que sollreu o coroer > do Golgntha, neces-
sarinse loma, que eslejamos conlrictos e arrepeod:-
doi dos toaos passo que continuamente damo na
carreira da vida ; e igualmente o inelhor meio qte
podemos empregar para oblir o perdi de rlrjsias
eolpai o a profunda e verdadeira dr du arrepeudi-
menlo, ha a confisao, esse saciamento da peniten-
cia que Jesas Chrislo ialiluio como o balsamo o
mais fcil e mai efllcaz para corar loda a enferm:-
dadee da alma, e simullaaeau.eote cooaeguir m a
ahlujao de nosos peccados.
He fcil, porque apenas consiste em declararen! -se
eslis a ura lacerdole, que repreienta a Chrislo, e era
serem etposlos com ama verdadeira dr de ler ofTen.
dido a Dos, inliuiiamenle amavel e que nos ama
minutamente ; porque, n'uma palavra, nao havenda
conlricjao completa, de nada vale a oiili-,.. is-
la como sem aquella, apezar dosla, uo pode have
emends para o fuluro.
He ellicaz, porque se nos applicam, por seo inter-
medio, todoi os mereciraentos do humera Dos.
Mas, repetimo-lo, urna vez que s* verifique a au-
sencia de sua condijao essencial, orna vez que lija
omiinda a conlricjao, oenhura fruclu poderemos ,i-
rar desle remedio divino.
A coulissao para ser salolar a prnduzir o frnelo
desejado por Jess Chrislo pe a sania igreja ealho-
liea, apostlica, romana, dave sur precedida pelo re-
llerlido, seno e profundo eiamu d* consciencia, pois
que assim, o peecador vendo lodos os seus peccados,
coiiij era um espilho, recorren,lo ao Diviuo Espirito
Sanio na Iribulajao na humil asta do seu aoracj*,
aleancara com mais promplidan a dr ds coolriceo
lao necessana ao praceilo da ci nfissao.
Sera a coulissao infructuosa por falta de sinceri-
dade 1 Por cerlo que sim. Raris vtzes se enconlr.m
pessoas que se confesiem com c designio de augmen-
lar suas culpas. Mas da ausencia de eenlrierao he
que nasce a nao fruclificaeao ; ordinariamente so ha
una diir superficial, e appareDie, com tspecialidade
quaudosao paccadot de que reiulla alguma ulilidade
temporal ; a ramio maii se sao desses, que se repu-
lam cueto venialidades.
-Nesla forma de coulissao n3o assisle-uos a resolu-
jao e proposito firmo de uos emendar ; contenlamo-
desU provincia,
na pessoa do infeliz Ignacio Coelbo da Sil-
va, urna das victimas dos furores da femllia
Herbosa Cordeiro, que alli so julga omnipo-
tente .'...
Foi sim nesse di*, quo o n'iais brbaro
assass nato, se realisou depois de algumas
tentativas, sem que a poli a do delegado
sui'plenle Manoel l.uiz de UagalbSes, mem-
bro da Tamilia Barbosa a nadase movesse
O victimado era sobremaneira odiado pelo
delegado HagalhSe* ^ sua lannlia. Os vicli-
m: dores dizem qi sao seus iamulos e va-
quetrus. Nada mis revollanie. Nada mais es-
carnecedor da civilisaQo e da houeslidadc !
A vio lima a pouco tenr.po escaijara de ser
asaaasinadp j pedir providencias u autori-
dade, que cruzou os bracos !....
U qu outro procedimenlo podara ter o
de .agalhaes interessadoj como lio
saln-., na perseguicao e extermiliio da fa-
m'ia Coelbo ?
l O victimado, por urna das ocOasiOos das
primeiras lontativs de niorte, cohtra a sua
infeliz pessoa ; veio a capital desLi provincia
pedir providencias ao governo, p ir meio de
urna queixa ; o consta-nos que o Esm. pre-
sidente a enviara ao delegado Xlag libaos, re-
common laudo-lhe as maiores providencias.
Mas elle cruzou os bracos e nenhum caso
fez. Sem duvida ja prep-rado lara dar a
desculpa, que agora deu : De i ueo infe-
liz Ignacio Coelho, linha sido i ssassinado
por um ente desprezivel com qi em casara
urna pobre e a abjecla mulher q ie morava
com a propria mu, em sua fa/.et da, e que
boje iniigitava como por elle oll't ndida,
O publico da provincia, sabe pe leitamente
que isto nSo passa do urna evasivi toda in-
fundada, toda destituiJa, mcsmi daquelles
actaviosda ssgacidade com que sempre o
hotnern perverso, procura acober ar seus ac-
tos do furoci do de, para se innecentar dos
criines e passar por honesto.
(J infeliz victimado ora umdo membros
mais impoi tantea da familia i.oel io, por sua
fortuna e carcter brioso, forgosu por tanto
era descartarem-se delle, e assiti o fizeram,
procurando t3o m evasiva.
Chamamos a attenciio do gove no de S. M.
o Imperador, para um fado de tinta trans-
cendencia, que a licar em pune, pode aecu-
mular numerosas victimas.
Todas as eco- ] para o luluro um relalhanienlo da propriedade leva
Domf n da i lasse batas, que alias tao colloeadaa do a' lal roulo que d'alu resultasse a,indlgen< la oni-
"iii a la de iiarlicularis e nos fundos pblicos, sao versal :
de.i nada-ei i Franca a'compra das Ierras, a a Duas cooiasdizia elleo iutcrisse do rico e u
O que iraprr-ioueu |rinrip.dineute Arlliur Voang I inlerttse do pobre, uppoi-ie-hao sempre ao escei-
nn curso de nua viagem a Franja, loi a grande di- io de ubdivisan reeriado por nbsirvadores superli-
vuo do solo entre os caraponezes. Ello alliiraa que ciaes.....Urna oim-.'io raoito grande das propnedades
Ibes pe tener mais da terca parte do solo. As subs-| pude enslir ni ineulaueameule em IhI ponte o'um
llluijOea, os dimlos de piimoseiiitura e as oulras re- oladu, porem esle mal, que o lempo fez desappare-
gras que iliiiinnavaina disliibuijfiu das foi lanai en- cer e que echa COSapentacOll, he onaai nullo la mas-
Ire as clanes elevadas da eoetedede, nao se applica- isa dos inleresses sociacs,
"i" ao modesto haver do cullivador ; acha-s* lam- Em ls">, propondo o ministro da juslija o nosso
lim quo delcsla d
crime.
arico i u\-.
Ii.V DIVISAD' DO SOL.
Ilinde miro.., lempo, a dlvitlo do solo he o objeclo
de discusir pu..mM1ie iheoncas. Reeenleminte
urna proposijao rean,. a f,ra0 (le |lmiie eslre-
mos que a divi-ao do solo i poderia ullrapasiar
veio <:ar quan om caracler de ot.lidade pralica a om
debate, que era alias provocado pelo, ataques niva-
menle dirigidos contra o nosso dir ,o da too lo,
O qoe querem violar o principio ca igoaldade das
pardilla, como he consagrado pelo cdigo, invoeam
como argumento, o rel-dhamenlo exlreroo, sempre
crescenie. do lernlorio da Franca ; e denunciara os
seus funesto resultado*.
Sejundo lies, a le que rege as surces'fies, frac-
cionando ai parcellas do tolo, obsta a' protperidade
da agricultura frauceza, e assnn se faz causa per-
manente de pobreza e de miseria.
Parece-nos lao inleressanlc como opportuno ex
miuar baseaudu-nos nas lijes decisivas da experien-
cia e em factos estabelecidos, qual pode ser o valor
deslas asstrjes o penerular n eslas queixaslem fun-
damento.
l'ropomo-no pois a estallar os resallados qoe
pro luz a constiluirao aclual da propriedade france-
za, e_ os efieilet de nossa lei das successes sobre a
diviso do solo, subinelleudo-as a syndicaucia rigo-
rosa da eslalislica.
Um Irabalho de alia importancia, reallsado a al-
guus annos, pela edmiBleuracfn das finanras e ainda
nao publicado, ofTerece novos elementos a' discussao,
algarismo da grande valnr, inicuamente decisivas.
Procedeudo a avaliajao de piejo vendavel, e do ren-
dimemo liquido da propriedade immovel em IS"> 1,
esludo abandonado desde 1S2I, enumerando e clas-
silicando as parcellas, assim eoino as novas couslioc-
jei, indicando o modo de exploraj.lo segundo o qual
se divide o territorio, esle documento permute ava-
lur os imroensos progreiso realisados desde 1821 a
I8.il ; Iraduz eloquenlemeule as pacificas conquistas
effectuadas no eipajo de trila anuos, ou para fallar
com mais eiacii.lo. de 2t anuo, pois que doraole
a ulliraas qualro deste periodo, que vio de 1818 a
181, a Frauja leve muilo que lutar para nao deixar
destruir a prosperidade poblica, sem poder dar-llie
novo impulso.
Neiles ;><) annos, ludo augmentara urna rpida
prosresso. Iloje, que se continua o movilcelo
le evp.in-a.i da riqueza publica, nao esquejamos que
i ecolhemos era grande parle a fiurlodu desenvolvi-
meoto e.ni-ideravel da agricullura aob n dunnnio de
nona lei das successes e da livre dlvlslo das heran-
t-ts. A Franja pr.ssue recursos immeusos que im-
araaaionarao iodos os albos e que a muiles espirilos
causado profunda sorpresa. >o se linha avahado
suilicienlemeule o progresad da riqueza agrcola, ba-
se solida de lodo edificio.
Desle lado abre-se sera duvida urna
arga earrei-
uos cora formar o designio de nao corameller mais o em I"* mailo ainda resla por fazer, patio que
peccado, sem todava qutrermo-nos aparlar das oc- ~
cas.oes que uelle nos fizeram calur ; signal ordinario
da pouca linceridade da uossa conlricrao.
iKUorario, por ventura, es. is que buscara a con-
(issao, qae he om gravsimo psecado procura-la sem
verdadeira conlricjao Nao devera ignora-lo pelo
menas t e he por eesa razao qoe taes confessandos
inuito ja se teuha oblido, como o provam os dados
recolludos do annode i8j|. O paz couquislou um
ac r >.cirno de riqoezi e de poder que Ihe permitlio
desenvolver orna fure admiravel, e qae em grande
parle provem mesmo do solo. Se os lacios noi roos-
(rassem que as Doaaal leis e a nossa consliluijao eco-
m nomica da propriedade, lonse de impedir esle pro-
e,forjam-ie por excila-la em ai. Mas he muilo paia 2""0 >m sido ao contrario (acomias em vanlageas
lemerque etla pretendida co.uricjao no evite que maleriaei e moraes eslaria cumpr da nossa mi- o.
a eouhsiao seja nulla, pon que a tardadeira ema- | A qaesiao da pequea propriedade e do retalha-
nando do Divino Espirilo Sanio, so pole ser por elle nienlo nao he quenrm nova em Franja ; ella podi
concedida a aqaelles que. du sua parle, eiverem "clareeer-se luz dos fados realisados antes da re-
complelamente arrependidos. voloja i, asm como dos que te manttes'aram depois
JPBKfiEBSCO.
PACfNAAYLSfe.
Prociitao de enza. leve logar honttm a
proeiu m> de rinza pelos lerceiros frauciscanm. Jje
ele um dos actos bem pomposos que aquella ron-
fraria ejpe as vistas dos liei-, e que bem exprime
toda a sua magnilode. fcteve raui bem arraojtda.
Numeroso foi o acoinp de petioas gradas ; emlim esleve solemne e pomposa
e nem oulra cousa se devia esperar dos lerceiros
franciscanos.
Crrelo publico.Em consequeocia de s a-
ehai fiiuceoiiando a eslracla de ferro, c para hem
da otllldaaa pablica, vai ser eiiabelecida acommu-
nicajo qaoiidiana ealre a villa do Cabo e a adrai-
nislrarao do curreio, devendo a mala ser eolregoe
no escriptorio di companhia as .i ', horas da larde,
p ir i llalli lerremetnia ao seu deslino, comanlo
que o seu peso nao exceda meia arroba.
A t/uaretma.Chegamo tmlira a quarasma
"ni que a igreja cmnineinnra a parala de Jesua
Chnslu, como para nos mo.lrar a ohrigajao qoe te-
mos da penitencia,
saria para aaaaa
o esta
No autrelaulo se bem aproluodarmos o poolo, ve-
remos que o motivo du pezai, qoe te pretenda ler
nao he mullas vezet mais do que o leraor de pralicar
om acto sacrilego ; e d'aqui vero qoe, depoit de fei-
la a confuido, isto he. depon d* pastada a occasiao
deccmmeller o sacrificio, rea e-se com immtn*a fa-
cihdade nas mesmas culpas, como antes da cou-
lissao.
A confisiflo he om remedio poderoso e salular
paro todos os males espiritual s ; mas o qae se deve
jul-arde um Hoenle, a quera sao inoleis os melho-
res remedios 7 De ludo se dei e temer, qoandu nada
aproveila.
desla grande epocha. Teremos poii que .jua-la
no paliado e no prsenle.
1
A diversidada da exlensao da propriedade he ac-
eeiioria. Se s* aban lun irem as cnuiat a' seo curso
natural, a divisa., das trras ier' lal cumo requeren)
a formado e a di-lribuiedo das riquezas. Il.iveao
pequeas propiitilade, | rnpriedades medias e gran-
de*. Rasla que as le nAo pouliam obstaroln li-
vre circulacae das Ierras, para qoe eslejamos ga-
rantidos doi abusos que podeiia produzir o excelso
de seu desmembrnmenlo ou d* sua agglnmerarao.
Estas palavras u'e M.
Alguem ha que diz qu. a fonfi,o he orna pra.i- P^e\^d7Zt ZtStffiEJSST '
ca. qu. se trao.form. em costura,. Ao qoe pa'rec, Os faclo. que h.j no fe dado cinhecr confir-
uraa vista d'olhos pra Os que combateram eise pruiri'pios jalgaram ver
I'ni eaoMl eaw.1! a P-riauso do que ceder a' osla lendenria dialctica,
L'_>gnlnMvel,deq.ie eraos verdadeiro arre-. que U,. eoosiderar como falalmenl. nece-aria. a.
consequencias mslhemalica d'urna reera admiilida :
porqoe he possivel dividir o solo ao iofioilo, lera que
pndimenlo dos peccados, he i sentirmos horrar lan-
o a occasiao corno ao proprio peceado ; he o lenlir-
raos aborrecimenlo al a ea:. mai. leves oeeasiOes
|ireraanindo-ooi contra ellai n contra as fragilidades
que coudotern a infracjao do dever, e procurando
elfim ler sempre diaule doi olhos ., iojaria qu
fiera em um 'elaterio secrelo apresenlado a' um in-
tendente alguus anuos autes d revulueao es-
ta passagem que se jalgava ler sido escrita liou-
lera.
A successes suhdividem-se da um modo ijual a
inquieladir, e querendo cada um possutr ludo e por
fina p irle, os pedaj s de Ierra se achara divididos
ao inimlo e sobdividein iucessaiiteineiile.o
N mesir.a poca, fallava Turgol da divi-ao das ho-
nraras, que priva os meninos de subsiilirein uuica-
ineule da Ierra, e Necker eslabelecia que h va eu-
lao urna immeusidadc de pequcias pro|>riedades ru-
rae.
Era divid esle resollado ao mesmo lempo ao ge-
nio nacioual a raridad* do capital appica ;o u cul-
lora, .i n.ilu e/i do slo e aos progressui ja realisa-
dos. O rgimen da pequea propriedade parece, se
auim nos ha permillido eiprimir-nca, inhiraou
conlitai(o la Franca : he o que na pndiara cora
prehender nim Arlhur Voooj nem Millhus. Asaim,
quanlo as suas tristes previses foram drsmanlida
pelo fado '
a Os caraponezes, diz Arlliur Yoang, lem lentas
pequeas propneades em Franca, como nao lemos
i lea. O seu uumern he 13o grande qoe julgo com-
prehender um lerjo do reino. Eslas pqueuee pro-
pnedades exislera ale nat provincias em que domi-
iihiii es oulros mud s de dependencia.
a lia aluuns camponezes neo, porem sao pobre
em geral por causa da giaode dlvislo de suas Ierras
enlre leus HIIios. V par mais de urna vez esla di-
vi-. i) levada a tamanho ex.e-so que dez geirss de
Ierra, com urna arvore fruelifera no meio, (ormavmn
n I. r de urna familia... A divisan dos herdeiros a a
pnpulajao, tcie-cenia o mesmo escriplor, sao 1,1o
grande que a miseria, que ongiusm he, em algoos
logl res exlrima...
A popoloi.lo provenienle desta diviso ha grande;
porem be o na mulliplicajao de miseria. As fami-
lias prepagam-ee alen das necessidades das cnladese
da manufacturas, e grande numero de individuo
pererem das anfennidadei occasionadas pela falla de
alimeniacao. Di-se lano islo em Franca, qoe seria
absolutamente necessana urna le que prohibiese le-
das a decides das propnedades de menos de una
geira.
Lta-lam estes (eslemunhos para eslabelecer que os
preleiididus e.traaos da pequea cultura e\ereem-*e
d longa data em Franja. Pretenda o marquez de
Mirabeau, em sua ir Philosophia rural o, que a pe-
quena cultura oceupava o* tres quarlos da Ierras
cultivadas. Pondo i banda a exagerajao habitual do
escriplor, he rerlo que e-le modo de colima linha
adquirido urna con.ideravel influencia, se deniius
credilo a M. Arlliur Voung, cujas coafisae*) a ele
respeilo nSu podem ser sospeilas, esla infiuencia da
propriedade tornada accessivel aos camponezes era
igualmente benfica.
0 escripli r inglez dava por asta maneira orna es-
pecie de desmenlido a suas pnicas predicjoes :
A laJIoeneia mgica da propriedade conforte a
ar. era oorc, di-se elle fallando de urna localidade
prxima Dunkerque, e acresrenla era nutra i a-sa-
gem que us habitantes de Siuve, tran-formam os
seus roebedos em paisagens ferlis, porque estes ro-
chedossao sua proprie ade Elle ohrnnam do rari-
rao modo com Ierras maninhss, si fossem animado
pelj mesmo principio omnipotenle... De Ganges
oonlaiiha, formada de um terreno escabreo, que
alravessei, a minha viagem fui urna das mais inte-
reasantea que tenho fcitu em Franja ; he ah que o>
exforros de industria sao mai viqoroios, qoe a ani-
m.trae he mais acliva. Esla actividade deelruio lodos
os obilaculo que eoconlrou e reveslio os proprioi
rocliedos df verdura. Seria fzer injuria ao senso
cumimim i idagar a razao deste fado. O gozo da
propnedade deve ler pro luz lo esle resallado. Dai
a ura indiv luo a peise segura de nm rochedo, qu*
elle o trans'irmaria em ura jardim.o
Se mulliplicamos as citacet he porqoe importa fi-
zar hem o i nulo do parli la desle estado. A ob-er-
varfif racolhidat por Arlhur Voung em 1787, 1788
ITUT sao ue u,i: .m lo^(,precnivei. II.....<
Ua.Uivo, par provar o iraprrio q>> o oireilode pro-
priedade e\erce nes maos mais *limpas de re-
corsos, do qae esle teslemuulin de adrnirajao arran-
cado ao par dao declarado da grande eullura pelo
espectculo das maravilhas qu* a seus olhos se des-
cerravaro !
c A prop-iedaae da Ierra, exclama elle ainda. he
de lodos os eslimulautes o mais activo para ura tra-
balho dolor* so incessanle. F^sla verdad* he de lal
forja e de til exlensao que n.lo vejo.meio mais se-
guro de levar a culiura ao cuine de uina monlauha
do que perniillir aos hahianles das aldeias adjaeen-
tes possoi-hi com plena propriedade. Realmente,
vemos que las monlanlias de l.augaedoc elles Irans-
porlaram trra s coslae. em cestos, pata formar um
solo onda a nafraren o iuha recusado.
Recentenule pdenos venlirar na Soiisa fados
anlogos : ifii o horoem he que laz a Ierra.
Se Arlhur Vouug pidesi. prever a graude roO-
danja que eslava em espera d* re-li-ar-se, se se
Ihe disseise que maior pule da trra devia aaaaat la
inao. dos qi e a cultivara lalvez que o fuluro se Ihe
snlolhasiam menos sombrio e que uo escievesse li-
nha- semelbanles a e-tas:
o As nbservajes que fiz nas diversa! provincias
desle leino de-nouslram i meus olhos que su popu-
lacio excede ro lal inoui a' sua industria, que elle
-eria muilo mais poderoo fiorescenle, se conlasse
menos cinco mi eis milles no numero de seus ha-
bilanles. A pipulajo ftce-s va que o subrecarri-
gue, aprsenla por lodaa part* ura espectculo de
miseria absolutamente ncompalivel com o grao de
pro-perid.n e he que poda attiugir sob seu enligo go-
vi-rnn. A prim-lpal deiiaj de-te reino he ler urna
pupolaj.io lao anude quenao pude nem einprega-la,
nem suslema-l.i.
."sao decorrerain selen annos depois da viagem
de Arlhur Voung. e a Fraij i emprega activara lile,
suslenla muilo melhor ui a popuiajAo que augmen-
tou em mi lado o bbelamtnlo completo do ado
deve reve diese urna boa varia nesse grande resul-
tado ; elli permito a proriedade pasaar livremen-
le paia as maos dos qui podem lirardella melhor
partido e nao se pndeia;squccer aqu estas bellas
palavras de Monlesquieu
As trras reudem meos era razao de sua ferli-
lidade de que da liberdae de seos habilanlcs.
Consa e-tranha Arlhuri'oung aootava -2 railhs
de Intuanles, e allr.liuia diviuo do globo a mul-
liplicajao dos hahianles. rinla anno depois, Mal-
Ihu prelendia que a Finca oflerecia ama prova
lerrivel dos elfeilos que pa producir extrema dl-
vislo das iropriedadet, e rejizia qoe este paiz se-
ria, aocaio de um tecoi, tao nolavel por sua ix-
lr*ma indiaencia como pa extrema igualdadeclas
(ropriedades.
" Qaas qoe nao havera'outra pessoas ricas seuao
as que foxem assalanadasielo goveruu.n
Finalra-nlo oolros luglees traluiindo e-lei ter-
renos em una palavr de aergira Invialidaile, pro-
clamavara que a Franja seomana ama coelbeira
de p'ilires.o
Iloje os recensiamcnlos locceisivot da pnpulacio
provam que oao ha paiz ei toe o accrescimo do nu-
mero do. habitantes soja tieno rpido do qoe a
1 ranea, eolrelaiilo quo o litenvolvmiento da pro-
dnc(to e o auamenlo da riqeza publica, asim como
da abattenca (aiaante) cor;, levam urna prn2re. rpida. Ainda mais, he a ivitao do solo e o espiri-
lo de previdencia parlicalano pequeos propriela-
rios, que se corneja a apiseul.r como a causa da
marcha lenta a da silaajao oai estacionaria da po-
pnlaejlo. Desl'arle nunea s fados deram um des-
mentido raais solemne s redicjes mais assusla-
doras.
A qnesISn agitada anles d 1787 foi da novo agi-
lad iicom urna maular Viviidade em 180 e em
KJ". He a inlluencia d* nisas leis civis, cons-
quet. O
relaihamenlo dos prnpneda.1i era denonciad. como
uina calamidad* nacional : dizia-ie que o solo da
franca eslava pulveriado, ue ja' non se media
por nctares nem por Retrae, que era muilo com-
inum ver-se pedacos de len d nina geira ou de
urna leesa. Era isj", ettaaqoeias toaaram um
carcter aind
cdigo civil, recordava o e-piclaculo que oTeiccia
desde 1S15 o solo da Fraoj. :
a Do ii. das l-xas que dividiamdiria elleo so-
lo da Franca, quanlas se elevavam I (IDO franco! ".'
17,000.(.luanias se elevavam a' 500 francas '.' 8 mi-
IhBea... Depois ue 1815, o estado e a diatriba e.io do
sulo ii.i: laiain ; m-s de que mudo '.' O n. d..- latas
de-20 fiancos augmenluu anona parle, o das latas
de ."kjii dimiuulo um terco, a
Aaaim pois em I8">, o governo av-.liava eni '.1 mi-
Iheto n. da propnedadei iulr ores da 20 Irancos
e em cerca de O.OOO o o. das propriedade supeno-
rei a' 500 francos, comprch-radidus os cenlimos a t-
dicionaea. Ora, em 1825 o n. .a. propiedades de 30
Irancjs e para bano- oao cheg.va a'S milboes ',
>8, 71,655), e o u. das propriedades de 500 francos
e d'alu para cuna eleva-ln a' t'5">7.Em 181-J. ouia
revila aoalogada as propria lacles Je 20 liai ro e
d'alu para baixoo n.de S 873,951, e sa de 500 fran-
cos e u'alu para cima, o n. de 55,208.No iutirval-
lo de sele anuos, em quanlo que a pnmeira cifra nao
se liuha elevado de 5 por lili), a segunda tioha
augmeulado *m mais de 5 por ceulo.
lie verdd le que as pequeas pruprjedadis se frac-
cionara, poiem o movimenlo deverio i-.c muilo mais
accelerado em razao do numero mesmo deilai pro-
priedade ; o Contrapeso e eucoulra nai luzei do
cullivador e em seu inleresse.
i'udavia nao nos antee pan.os sobre as ohse'VtJoet
que aos parece dever provocar a apreciacao impar-
cul dos farins consumado. Comecemos por eslabe-
lecer os dadusque pennillem sabsiiluir as hyptlhe-
ses por curas e as avaliajei arrucadas por ura cal-
culu inalliemalicu.
(Continuar-sena.)
FXPORTACAO'
Lisboa, brigu. porlaguez Nova Amizade, da
nelada. condazio o segumie ; 3,137 ,aCcos
,"!1; -17 ees mel, 170 More* "Ig.dot.
Kl.i.l.llr.|u>ii|A DE RENDAS INTERNAS CE-
KAES DE l'ERNA.MBLCU.
lo.-o:ios.->87
:i:i0587i
10:;il?itl
CONSULADO PROVINTl!
Rendimen.o do di, i a Ib '. '^'V.uw-ul-
'|6:063J980
1 cax3n ubra de prata ; a T- do Aquino
FOQseea & l'iihos
1 caisSo relroz, l caisa pomaia, 16 cu-
nlictirs sebo ; a Cosme Jos dos Santos Cal-
la lo
2 cunhelcs freios, 2 ditos pentes e estri-
bus. 1 dito salpices; a Manoel Jos Car- ij?. d'r,d0:,d?-'1i'' *,(i-
neiru ,T.......
3 caixOes linha, cochins e toallias, 2 pi-
pas vinatera ; a H. i It. a Silva.
I caixa obras de pallieta ; a Caspar Anto-
nio Vielra.
70 .litas vinho, S caixOes obras de prata ;
a J. Antonia da Cuuba & Irmo.
7 caixas rerragena ; a Feidel Pinto Cv C.
I caii&o |ieis.e e fruclas ; a Miguel i. B.
Guimarfiea.
1 dito linha; a Antonio L. de Oliveira
Azevedo.
3 barrilinos salpices : a Narciso J. da t
Pereira.
10 barris vinho, o ditos cebo cm pes ; a
Ferreirn & Loureiro.
6 fardos capachos, I caixa miudezas e
obras de pallicta ; a Domingos Rodrigues de
AnSfcde >\ C.
barris peixe salgado, 1 caixa casca de
landra ; a M. da Silva Nogueira.
* caixas lou?a e vidros ;a Antouio J. da
Suva Vilella.
3 caixoes chapeos ; a J. Moreira Lo jes.
65 saceos feijSo ; Bernardo Francisco de
A. Campos.
* caixOes chapeos ; a Amorim & Irmiios.
1,000 liabas de vi me, IS barris pregos ; a
Almeida Cutres, AlvesA C.
1 barril vinho, 3 ditas cebo em p5as ; a A.
&Vjej*>:.jSltSs
CAMBIOS
Sobre Londres, 2.'! d. por 15 a 90 d. v.
1' ni-, ill r. nnm.
( Lisboa, lilil.'a 118 por 0|0.
Descomo de lettras, 12 a 15 por canto.
01 ROOnjas hespanholas.
Ditas mexicanas.......
l'ejas de 6(400. .
Moedas de JOOO .
Ditas de 20a ... .
l'RA I.V.Pataces brasileiros. .
Ditos columnarics. .
Ditot mexicano
ALKANDEA.
Rendimenlo do dia 1 a 16. .
dem do dia 17. .... .
:n?ooo
'JlaOUO
17HJ0
9300
205500
25080
508"
I58UO
32SO00
321*100
18C00
25I0O
5100
2..i):2909800
14:0O653t'J
253:2117.: 169
Descarregam hoja 18 de fevereiro
talacho porlaguezPromptidaodiversos genero.
Urigue suecoWillielm Termederlaboado.
Urigue bamburguezTberlonmercadorias.
Urigue inglezPorlesbacalh.io.
Brigot inglezFloaleringidem.
Escuna suecaEbb Frederickobjectos para a es-
trada.
Patacho inglezEmilybacalhao.
Iliale brasileirol'iedadefarinha de trigo.
MOVIMENTO DA ALEANDEC-A.
Volme olrados eom fazenda .... 57
com geuaros .
Tolal
Volamai
a
sahidos com f .-.zendas .
" cora gneros .
Tolal
!)!9
1056
161
71
2:12
Tara asiim dizer e reduzr-se a po
peccado faz Dos, o ma
, o perigo cerl
Recorramos aos livros sag ido
V qoesl.lo ha mais complexa e a lolueao muito
menos simples do que parece suppor-se ; > mesmo
,1. l!!!"' que elle l"'s c*u' i l"i,,cil'" l"oduz resaltados ImeiVamenle'differeiile,
sa. o pe-uo cerlo a que nos eipo*. .,..lllo 0 desenvolviraeiil,, da iolelligeoei*. a ecu-
e ahi encontrare- i mularSo do capiial, a densidad* da naooirJ
rao iniinmeros eiemplo de verdadeira dr de en- der productivo 00 Irab.lho.
bncjto. A Magdalena, que de-pendeulodu osea t
po em chorar seos iminensos peccado, depoj noi
Ihe foram perdoodos pulo Divino Me-lr* ; S.Pedro
ue. anda mesmo depois dr periao que acancoa
da sua trplice nefacSo, d*rr imava lagrimas amar-
ga quando diso se lembrava ; Sanie Margara* de
. a uiipurlaucia do mr-
calo de consumo, a facllidada das viaa do comniu-
incae.'ni. o eslado da culiura, a ualureza do 10I0, os
M d.Mn.lusIria, a coexistencia de oceupajoe. c,;
A propurjesem que o solo pode ultmenle re-
parur-se enlre ... nabal miei .,0 naaanelalmenla va-
'^'""-e'^u^nr^^^i'd^r' ;".........' r" : "?'''' '.olu'.".. .o'wZ ser a,l,-
e, ueraiu sempre iim-ira do aburrecirnenio
conve.
e tedio que sent ira ao recordarem-se de suas vidas
anlecedenles.
Aquelle, pois, que se conleula de pedir mcra-
menle perdi a lieos dos seus peccados ; e que de-
que sem duvida te loma mees- ; pais s* nao lembrj mais de delesla-hu, ajo eaU ver-
aliaj.io. Nao te pense que lie dsdeirarcente coutriclo, a rtaolvido a rilo necear
mais
Honlem encclnu-s* em nossos templos o tirocinio
da coulissao ; abnrain-si largamente os eanfeislo-
nanos, e sobre eisa cadeira da verdade paira o per-
dao que o Allis-inio faz haix ir sobre elle, por 111
lerme lio dos seus sacerdoles,
lempo como nos mai era que ludo he dis-
traccao nao, agora 90 se I-ala da penitencia, s al-
ai la lie ueeessaria. agora s nos curnpre ocenpanno-
"'nnioiiri<>ilirrn evanglicas doi ministros
de leo-, e depiia de bem exuniiuarroos as aaaaaa
colpas fazermos arjba pura conliiiao para obleirncs o
Prga dcllii.
IhJo .1 esi,. re-peilo sem accarrel-r ma s inconvenien-
tes do qoe nnlagene. I.ra limite qualqu.r possoa
> ciraelareuencblmtnle local, muda ioeritan-
lemeole. i,,,, v,., ,)e rec0,r | in|,Ivenjo do le-
gislad, r, be mais secoro e mais oppoilun esclarecer
o cultivador sobre seu verdadeiro inleresse, e an-
peiiar para ae luz. da razao antea do qoe p ra ?s
pretenpjOet da lei.
Seria grande erro panaar qoe a divi-ao do solo e a
pequea culiura s3o crasa, n.vss era franja. Mui-
0 lempo anes ,|H ravoloco, o paitan* ra proprie-
ino, verdade s.,a que era sujciln ; iob formas nral-
alim 1 da diilnbai-lo i lipla, cardos leiiii-. ...
palos litis ineneudidoi e coulricloj.* | cuJir porc q ., a v'nil Ja V '""" "a"
' "J" P"r*m se a revolujio cooperou em giaude
Porqoe laola mitaria eanessot esmpos'.' por-
qoe 01 nosos produelo sem onsumidore, e nosso
gado inven 1,'ivel e nossas cidars dettrlss, e os pro-
ducloiei evliaumido-e era balados extorco para
adiar quera Ibes compre move, eslofos, alo vesti-
dlos'.' Abr cdigo, la lereis a solue.io ;
a pruprieiladc be rcduzida a pj a le frauceza p'res-
creve virlualmenle a charra.
Mas de Iriula annos sao pa.-iloi depois desla po-
qoSo
grande eramerro que eslas pa.'rat diciava. O qua-
dio quo ollerece de iodo os lato) a alloafla aclual
, a nopnlaeRo ro-lhor si.enla la, meih r *n
riiiip.i .a. mais bem alojada, as kadi s mais pnvad la,
siria e o cotiimeM'io mas lorescente, a aar-
callera mais aeliva e raai f.cuil. p olesain e..ntr.
clei alaqoe-, e na tara' iuuii.rrenle ripon ler por
irnos ineireordveii a' circula bviuvhe.e.
Nlo ha dnvida que a proprie >ai e-la' nuilo di-
vidida ra Franja ; .1 r*y,olocan libeftamo o solo
de l.idos o lujos feu aei e alliii.ndo oadominios
nocirnaes, elaigon r< rfrfolfl da pe uena puoiedade
j.1 mu citen,o n 1 \ V III seculn, p irra a ossa I-i
civil, que ubedecr a. man pura, ispiricSeso'-lma
11. -iitrn lo a eq 11 ida.le na familia eii q liiica prnclara a igoalda le no aalidn, iinsa*ei ci-
vil nlo produtic as menstrootaa cnnsiquenci. )Ue
sa Ihe quiz inspirar. A gnude e a nedla pru|zai-
l\IfOBT<- /s
Prigue harrbiirguez Tritn, viudo de Ham-
bureo, manirestou o seguinle :
250 bar ices, 20o-frtfqueiras, 300 garra-
fOese 100 caixas cerveja, genebra e outrs
bebidas espirituosas, iobanis alvaiade, 100
ditos cemento, 5* ditos alcatrSo, ditos e5
caixas drogas, I caixa tesouras, 3 ditas cou-
ros, ditas brinque ios, 8dit>s azenlas de
algodSo, 2 ditas louca,2ditas sanguisugas
5 ditas pbosptoros, ditas toobilla, 250 gar-
rarOes varios, SOI) ditos vinagre, 161 fardos
papeldc emDruIho,'00 cestos hlalas. 100
saceos farelo, -O tabeas de pinho, 5 lastros
de carvSo de pedra ; a Domingos Alves Ma-
tbeus
46 fardos papelSo, 1 dito pao de cor, 1 cai-
xa sabDo ; a ordem.
21 caixas fazendas, 1 dita objectos do ar-
marinho, 1 Tardo panno de 13, i caixa amos-
tras ; a H. Brunn & C.
6 fardos e 8 caixas tazandas, 2 ditas cou-
ros de lustre, 1 dita dilo de boi, 4 ditas Ti-
tas de algo 13o, 10 caixas amostras. 1 frdo
broduia ; a Timm Mons-n Vinassa.
3 caixas fazendas, 1 dita chales de 13, 1 di-
ta charutos ; a Joao Keller & C.
2 barricas salitre, 4 ditas drogas, 3 ditas
pao campeche, 1 caixa halanca, 1 dita oleo,
10 ditas vinho champanhe, 1 dita brzerro, 1
dita gomma copal, 8 ditas objectos de arma-
rinho, 1 dita couros ; a Bartliolomeu Fran-
cisco de Souza.
1 hido panno de 13 a licnrique & Santos
5 caixas e 1 lardo fiznndas, ditas mo-
ringues, 3 ditas umbellas, 5 ditas agua de
colonia, 3 ditas meias de algodo, 3 ditas
phosphoros, 4 ditas objectos de armarinho, 1
dita couros. 10 ditas champanhe, 2 ditas
mostrea, 1 dita e 41 barricas rame, :2 bar-
ris chumbo, I fardo papel pintado ; a J. 1".
Prente Vianna
1 caixa es elhos 1 dita vidros e bijoute-
ria ; a T. T. asios.
1 dita caivetes e tesouras, 1 dita couro
de boi, I dita ditos de cores ; a L. II. WjatL
3 caixas objectos de armariobo : a j". I
Germano.
7 fardos ppela >,l cai ta vello, lo para cha-
peos, 1 dita facas, 1 dita gomma lacea ; a Ce-
bo Cbhstiani.
2 barricas bacas de rame; a S, P. Johns-
lon iS. c.
20 ditas genebra, 60 caixas vinho, 30 ditas
licores; a Antonio Lopes Kodrigues.
3 caixas fazendas ; a Schaphtillin dt C.
2 ditas espelhns, 1 dita objectos de arma-
rinho, 1 dita phosphoros, 1 dita amostras
a James llalliday ,\ C.
1 caixa bocetas; a Francisco Comes de
Oliveira.
2 caixas chapeos de chuva, 2 ditas camisas
dealgodno. 2 ditas caivetes, 5 ditas cartas
dejogar, 27 barrictspotassa ;a R. O. Jiiebe.-
Cv C
Urigue porluguez Prnmptid3o, viudo do
Porto, consignado a Elias .lose dos Santos
Andrade, roanifestou o seguinte :
720 canastrasbata'as, 6caixcs pomada.
4 ditos drogas, 1 dilo louza e pennas, 1 dilo
panno de linho e cobertores, 16 ditos e 52
barris ferragens, miuoezse ele, 52 ditos
castanhas, 200 cabos ceblas, 20 picotes ar-
diles, I dito corda, 7 barris oebre : a E.
J. dos Sanios Andrade.
16 barris pregos. 2 ditos e caixoes fer-
ragens, 4 canaatraa macees, 1 barril vinho, 1
dilo carnes; a Sebosti.lo J. da Silva.
8 caixoes liguras dd barro ; a J. Francisco
Paredes Porto.
1 iiito panno de linho ; a J. Joaquim de C
Moura.
1 dito iingens; a Joaquim Antonio Pe-
reira.
0 ancorlas azeitonas, 1 dita carnes a
M \ Jorres.
23 barris e 7 caixOes ferrsgens, miudezas,
e m inufacturas ; a Manoel Morena Vintias.
71 barrissarilinhas.tM canaslras albos; a
J. I de Almeida Lopes
1 caiaSu castanhas ; i .1 j-- iliptista Braga.
Uos liuha, cocluns, p.nno de linho
pomada, loa I naa. loncos, tremolas etc. ; a
Carvalho ^ IrmS i.
I barril azeitonas, 2 caixoes pomada,!! di-
tos panno de linho, guardanapos, tremolas :
a a M Vtnbaa.
20canastras albos. 100 ditas batatas, 40
saceos fejao, raixoes pomaia, 1 dito re-
tios ; A J. Ribeiro
I caixa retros, a Luiz Jos de S Aratiio
-'caixos obras .!e prata, 6 ditos miude-
zas, > ditos castanhas; a J. F. P. Vianna.
F. da Silva Hciriz.
1 cunhete mantas de cooro ; a M. de A.
Pontes.
1 barrilinho presuntos, 23 caixas feij3o ;
a J. J. Pereira.
^ 2 caixas nonecas de barro, 1 caixo fo-
lgos, franja, litas, pentes e meias ; a M. 1.
lilas de Castro.
3 caixas a retintes, 60 rodas arcos de pao ;
a A Cassimiro Couvee.
i caixoes ferragens, 4 barris pregos ; a Vi-
dal ti Bastos.
3 caixas linha, 2 ditas cochins o camisol-
las, i.ii. rodas de arcos ue pao ; a Manoel D
Kodrigues.
10 saceos ferjSo, 30 barris sardinhas, 2 cai-
xOes cochoailhos; a Domingos Alves Ma-
maus.
3 caixoes cochonilhos, 1 caixinha macha-
dos ; a J P. Reges de Souza.
2 caxOos palhitos ; a Manoel de Azevedo
An Irado
1 cunliela obras de ferro ; a F. A. Correa
Carduzo
1 caixSo linha, 3 barris pregos ; a A. Ba p-
tista Nogueira.
0 cunheles ferragens, 5 caixas pomada ; a
l'boraaz Fernandes da Cunha.
3 caixas liabas, folhos, pentes etc.; a J. F.
de S LeiiSo
2 caixOes iinhas ; a Antonio Lopes Pereira
de Mello.
1 dilo obras de prata ; a Joao l.uiz Ferrei-
ra Bibeiro.
1 dito dita dita ; a Moreira & Duarte.
2 caixOes bancas de louze ; a Manoel Joa-
quim de Oliveira.
1 dito sanctuario e imagens com resplen-
dores, rendas de ouroetc I dilo damasco,
retroz, redes para bandas, galao, escovinha
etc. ; a J. F. de Ara ojo Lima.
Escuna sueca Ebba Fredericka, vinda de
Londres, consigaada a E- H. Wyatt, manifes-
lou o seguinte :
4 barris agurdente ; Bothe iV Ridoulac
2 caixas drogas ; a Saunders Brothers A; C.
Jo barris salitre ; a Joao Soum & C.
10 caixas conservas, 3 macos janeo ; a A.
C. Alves A C.
2 caixas e 1 roda, I machina, 4 caixas en-
cerado, 4 ditas arreios, ."> ditas e 1 volunte
machina, 38 pegas e 16 caixas dita, 6 volu-
ines ignora-se, I caixa objectos de escripio-
rio, 1 dita livres impressos, 2 ditas caixas
para rap, 1 dita facto etc., 4 rodas, 5 molas.
I peca de luachins, t caixa miudezas, I sac-
co ferragens ; a companhia da estrada de fer-
ro do Rio de S. Francisco.
3 caixas sellins ; a A. C. de Abreu.
50 barricas salitre ; a Burle A; Souza.
25 barris manteica. Seiix. bolachinba:
a t de Paulo Figueira de Salina.
21 toneladas de carvao de pedra, 100 barri-
cas cerveja, 5 caixas perfumara; a E. H.
Wyatt.
50 caixtsqueijos ; a F. G. de Oliveira.
6 barricas chumbo, 1 barril pregos de co-
bre, 10 ditos salitre, I dito e 2 caixas bom-
ba etaboas de chumbo, 1.1 ditas cobre ; a
Barroca & Castro.
12 barrics tintasf; a James ;ilallidav A; C.
I caixa relogios; a M, J deOliveiral
1 dita tinba. 1 dita chapeos de sol, 2 ditas
fazendas de 13a, 1 dita vidros, I dita fazendas
diversas, I dita sellins ; a L. A. de Siqueira.
4 caixas meias do algodao ; a J. F. Paren-
te Vianna.
800 barris plvora"; a Fox Brothers.
200 ditos ditt ; a Patn .Nash & C.
600 ditos dita ; a S. P. Johnslnn & C.
1000 ditos dita ; a Adamson Ilowvie & C.
ion ditos o 6 caixas dita ; a scott Wil-
son C.
80 ditos tintas, 30 ditos salitre, 6 ditos -
zeite, 1 dito e 1 gigo mercadorias de esta-
nto, 2 caixas pe fumarias, 1 dita caixas ara
rap, 1 dita espoleta, 82 ditas folhas de flan-
dres ; a ordem.
Patacho inglez Emily, vindo de Terra
Nova, consignado ajames Crabtlree & C.,
manifostou o seguate :
2440 barricas bacalhao ; aos meamos.
urigue nacional Feliz Destino, vmJo do
Bio de Janeiro, consignado a Manoel Gon-
calves da Silva, matiifeslou o seguinte :
tO pipas e 95 volumes cascos vasios, 2
barricas farinha de mandioca, 2 caixOes vi-
dros e garrafas, i caixOes chapes, 50 sac-
eos feijao, 1 sunSo ignora-se ; a ordem.
2 barris azeite de amendoa ; a V. J. de
Br:to.
Cscuna sueca Ebba Fredericka, vinda de
Terra Nova, consignada a Eduardo Wbately
c>. C, macifestou seguinte :
2740 barricas, e 178 caixas bacalhao ; a
ordem.
Iliale nacional Duvidoso, vindo do Ara-
caly, consignado a Martins & IrmSo, nuni-
feslon o seguinte:
216 saceos cera de carnauba, 42 de'ditos
gomma, 159 caixas velas de caruauba, I
barril azeite de ca rpalo, 120 mcios de sola,
150 esleirs, 120 mullios de palha de car-
nauba ; a ordem.
Barca nacional Adelina, vinda do Bio Je
Janeiro, consignada a Bastos ce Lsmos, ma-
nifeslou o seguinte :
150 pipas yasias, 1000 barricas abatidas,
27 saceos caf ; a ordem.
Vapor nacional Paran, procedente dos
portos do norte, mauilestou o seguinte :
300 saceos farinha de mandioca, 12 rolos
salsa ; a ordem.
1 caixa ignora-se ; a H. Brunn & C.
1 dita idem ; a Serafim Feixeira Bastos.
1 caixao idem a Feidel, Pinto & C.
I calile idem ; a lianiel Cesar Bamos
1 embrulho idem ; a Gustavo Jos do
Reg.
1 pacote dem ; a Manoel Soares Alon-
gara, 1 dito dem; a Bocha Lima Cul-
marSes.
2 molhos salsa ; a Josc Mara Gameiro.
12 paneiros farinha de mandioca ; ao Dr.
S, O. L. de i'inho.
60 saceos familia de mandioca : Jos
Ferrcira Bamos.
CONSULADO GERAL.
Rudimento do dia I a 16.
dem do dil 17. ,
_ Navio* eolrados no dia 17.
e,l^V|,"~i,^','", l',,,ch0 '"' Sword Pian.,
de 1 ,,, lonel,,!,,. capillo Jo.',., PoeUri. eqo,,,/
. i6' n S1 ,;- l'"fuct Monire.l.'
4oPto, e, l'U'' Wu"a insl'" Menalloe, da
280 tonelada.. CJD.,8 K e,iUiIs.,n u
carga faienda. ; a E. l|. Wv.ll A C
.- -N"'"f '"'os no mesmo di..
B.o Grande do Norte Lailcl br,illejr, F| d
K,o GraudeB.cap,..1o Aw0,0 Jote da Co-la, carga
raaMdaa e aarn aaerM. pPr(Mi Jo, *_
quim de Medeiros. Antonio t. C de M.iieim.
Manoel Jos S.nhor.nl,,. "" U de *"
Liiboa-Briau. por.ugaez e.Nov. Ami.adeo, eapiUo
Anin,o A. Pedro, carga anst-ar ,0.|
CorkBarca ingleza Vepaul, eapuj,, p_ w" s_j.i.
com a me-mi cargaqu* Iroot* de Calliode I ima'
ParahibaJimia brasileiro flor do Bra.,|, c,p0
Joao F. Martins, carca fazendas nait'seo,rut
Porlm do norle Vapor nacional liioara,, coln.i
manante Antonio M. da Silveira Jnior.
OBSERVACOES METEOROLGICAS.
Oto 17 de fevereiro.
lidam.
II
1|2 dia
3 da I.
6 *
s
Comulus
Cirrus
l'ento.
SE
K*e.
Thermomelro
Jti I
27,7
29.4
8 8
27.7
20 8-79
22,1
23.5
->t I
78
79
87
85
A no,le i.ouvera.n granoet iwvmi.u.. uu* > *>
palharam ao aiuauhecer ; o venlo lendo depois da
nove huras vmJo para o O, sillou ao niscer do sol
pura o M'-a.
"Ii.ervaloriodoarsen.il demarinhal7de fevareiro
de WjH- Viegas Jonior.
HafefttiiS?i.
tomtm
O lllm. Sr. inipeclor da Ihe.ooraria de faien-
da manda faier publico para, conheeirnento de quem
1"'""'"'1"". -ni coropnmenlo de ordem dot.i-
bunal do Iheiouro nacional, lendo de ser rellrada
da cculacao ai notai do Ihesouro do valor de 20S
da lerc-eira estampa papel amarello) proceder-se-
ii desla dala em diente a suhsliloicao das cil.t no-
as na Ihesourana desla provincia, sendo es'a anbs-
niuisSo sem d.iconlo algum ; ate qoe em lempo
compelen!* s* marque o dia em qoe principiara' o
descont da le no valer das nolis, que al eutao
nao liverem sido substituidas.
Secretaria da theteuriria da faienda de Pernsm-
.uf0' de fevereiro de 1858. O oUleial-mtior,
bmibo Xavier Sonreir de Mello.
Capitana do porto.
Em vista de urna ^leclaraijao no Diario de
Pernambuco do dia de hoja, sob o titulo
Companhia Perrtambucana, no sentido de
que por elongas muito de proposito apro-
sentando esta capitana, na occasiao da fac-
tura da matriculado vapor lguarassu', n3o
fora pois possivel a sahida, tambem hoje,
d^ste navio, manda o lllm. Sr. capilodo
porto fazer publico a inexactidSo de seme-
Ihante assergo, por quanlo se esse docu-
mento dejxou de Ccar prompto, he disto s
culpado a dita companhia, ou os individuos
queaservem, y^sto como apreseutaram-se
solicitando ser Cunf-ccionado depois das lo
da manb.la de hbntem, embora se soubesse
haver nisso grande Irabalho porcompor-se
a matrcula de 5| individuos, alem de matii-
culas pessoaes denles a passarem se, e ainda
assim sem q ,e Ise o meslre apresentsssj-
se na occasiao para declarar a sol lada das
pracas em prestnca dellas, na conforjids-
ne uu i<.gutdineiitu uas capuaniaj, asaignar
o termo a este respeito, isto at que esta
capitana fosse fechada as i horas da taid.i
em qu*, Gnda o expediente
Capitana do porto de Pernambuco em 17
de fivereiro de 1S58 o secretario, Ale-
xaodre Rodrigues dos Anjos.
Pela contajoria da cmara municipal
desta cidade. s f-z publico, que a poca
para pagamento do imposto municipal, so-
bre casas de negocio, be nos mezes de feve-
reiro e marco, assim como he necesstro
apreseniar o conheeirnento de 20 por centc
pago na recebedoria ds ren las geraes in-
ternas, o que se faz publico par. conheci-
meulo de todos.l Contadona da cmara mu-
nicipal do Recife de feveroifo le 1858___
O contador, Joaquim Tavarea Rodovalho.
Pela administraSo da mesa do consu-
lado provincial Se faz publico, que os 30 das
uteis para o pagamento a bocea da cofe dos
imposlos de 4 0|0 sobro diversos esubele-
cimentos. de 40* sobra casas de modas, e de
it'sobre casas de jogo de bilhar do anuo
hnanceiro do 1857 a 1858, fiodam-se no dia
-2 de fevereiro crreme; e incorreu na
mnlta d^3 0(o sobre seus dbitos tolos os
que pagarem dbaois deste prazo. Mesa do
consulado provincial 16 da fevereiro de
1858.--Pelo administrador,
T. M. F. Pereira da Silva.
grutas m&tftmm.
;.
Para Lisboa.
Vai sabir com moita brevdade a bem co-
nhecida barca Flor de S. Simo, para carga
e pissegeirus, para os quaes tem excellenles
commodos : trkta-se com Carvalho lrmSo,
ou com o capitilo Alexandre Jos Alves.
Para Lisboa pretende sahir com muita
brevdade o bnigue portuguez Nova Amiza-
de, o qual tem prompto ,urna parte du seu
carregamento ; para o esto quem qoizer
carregar pode entender-se com os con-
signatarios Amorim Irmaos, roa da Cruz
n.3.
P
orto.
A barca poitugueza Sympathia.depri-
ixieira ma relia, vai saliir com muita bre-
vdade por ter dous tercos de sua carga
l/rompta : para o restanle e passageros,
uos quaes ollerece aceados commodos,
trata-te com os comignatarios Baltar &
Oliveira ra da Cadeia do Recife escrip-
torio n. 12.
- Para Lisboa pretende sahir com bre-
vdade, por ler parte da carga prompta, o
patacho portuguez Mara Ignez, capituo An-
tonio Jos da Kocha : quem nelle quizer
carregar ou ir de passagem, trata-se com os
seus consignatarios Francisco Severiano Ra-
belloit Filho.
Para Lisboa o bem conhecido brigue
portuguez Consiente pretende sahir com
brevdade : quem no mesmo quizer carre-
jar ou ir de nassagem, para o que offerece
os melhores commodos, trate com os con-
'_-"'"; signatarios Toomaz de Aquino Fonseca S
7i:7U'ic.-,j7 \b,n'0' rua !io V'gario n. 19. primeiro andar,
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kend>menlo do da I a 16. .
dem do dia 17......
.1:701,-1
77aoeo
.!:7S:)-Il
DESPACHOS DE EXPORTACAO PRCA*ESA
M) COShUI-ADO DESTA CIO A DE .NO DI A
I. DE l'EVEKEI o DB 1858.
ralmouihliniiua laglasvEalarpriae, lleu. Brunn
.\ t.., 600 taceos as-ocar.
ilir-Uar- -Brlgoe u-ro Aquillj', N. O. Bieher ^
I... .0(1 ateces Q--urar.
LisboaBnsue (oriiii-oe/. uConitaiileo, I'rancisro
_rU Silva Va/., Ito sacro* aaanoar,
Lhbua Bricna porlaaoei nMargaridao, Amorim
Irin.io, UO roe' cachaca.
Ri d* Pr*laPolaca heapanhola Horleaeita, A-
!. Itr^ ni o. C, 2D harneas a-sUcar, fcat-
eos ruchar;.!.
It riaBriana betpanhol oPepillo.,, Manoel Alves
i.ii'rrj, ,0 pipa ejuardente
Havre Barca francera ..Pernambncot, irerso
canegadores, TOO saceos asmar.
. ou com o Sr. Silvestre llauoel dos Res, i
! praca. '
C'ear c Ae&raco\
Segu impreterivclmente o natacho Emu-
lactlo fi o da x> d0 currante, rara caga e
|>sageiros a tartar com o c p.lSo a bordo,
ou no escriptorio le Manoel Concalves da
silva, rua da Cadeia do itecife.
Rio de Janeiro.
Vai seguir uestes Jias o hiate Pielade, re-
cebe caiga a trate ; a tratar com Caetano
Cyriaco ila C. N na rua da Cadeia do Reci-
fe o. i, primeiro andar.
Para a lllm de SSo H
rerceira.
Fayal
0 litigue portuguez Oliveira, destina se
para os portos cima, quem nelle quizer
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO"
v


.
DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 18 DE FEYEREIRO DE 1858.
curregar dirija-se a JoSoTavaret Cordeiro
na travesa da Madre de Dos n. 9 ou na
rita do mesmo nome n. 36.
Mi de Ja-
neiro.
Segu com brevidade o veleiro brigue
es:una nacional Carolina, capitao Joa-
quim Antonio (ioncaIvs dos Santos, tem
pf.rte da carga prompta, para o resto
que Ihe falta trata-se com os consignata-
rio Novaes & C, ra do Trapiche n. 34
o com o capitao na prara.
Para a Babia.
A veleira e bem conhecida sumaca Hor-
tercia, pretenio seguir com muita brevida-
de, tem a burdo metade de seu carregamen-
to prompto : trata-se com o seu consigna-
tario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra
da cruz n. I.
COMPANHIA
de paquetes ingleses
a vapor.
At o di* 20 deste mez espera-se do sul o
vapor Tay, commandanle Sawyer, o qual de-
poi.i da demora do costume seguir para
Sonthamptoo tocando nos portos de S. Vi-
cente, Tener ir, Madeira e Lisboa, para pas-
sagairos etc., trata-se com os agentes Adam-
sot, Mowie & C, ra do Trrpiche Novo n.
42. K. B Os embrulhos s se recebem at
2 h aras antes de se fecharen; as malas, e de-
pois mus I hora pagando entao uin patacao
alem do frete.
Aviso.
Ileconbecendo os directores desta compa-
nbia a necssidade de organisar um plano,
em virtude do qual os vapores de volla do
Brasil cbegassem a Soulhampton no dia 5 de
cada mez afimde que se podesse pelo vapor
que sabe d'aquelle porto no dia 9 respon-
denm-se as correspondencias das difieren-
tes pracas brasileiras ; deoi liram ellos que
os vapores desta companhia deixassom do
toc r nos portos de Madeira e Tenerife e que
a ceroora no Rio 'de Janeiro fosse re-
sumida dealguns das.
t ssim no mz de maio prximo comegara
a tur vigor este novo regulameoto e o vapor
que sabir de Sonthampten no dla.9 d'aquel-
le mez locar somenle nos portos de Cisboa
e S. Vicente e deve chegar ueste porto a 29
do mesmo mez (ou antes) seguir entSo ao
Ric de Jmeiro tocando na Oabia Este vapor
ha iechegar aqai de volla do sul a 15 de
junho edepuisda demora do costume se-
guir para SSo Vie-nte e Lisboa devendo
lineara viagem em Southampthon no dia 5
de.ulho.--Adamson, llo*ie & C. agentes,
ra do Trapiche Novo n. 42.
Osar, Mamnbao e Para.
O palhabote nacional Alfredo, do qual he
cap tSo e pranco Antonio Travasso da Rosa,
vai seguir viagem aos portos cima indicados
at 20 do correte: quem no mesmo quizer
canegar, dirija-se aos consignatarios Bailar
& Oliveira, n ra da Cadea Velba n. 12.
- Para Lisboa pretende carregtr~e saTrrr
com a breviJade pos* i ve I, o brigue porlu-
guiz denominado Margarita, por ter urna
partedo seu carregamento prompta : quem
no. sobredito navio quizer carregarou se-
guir de passagem, pode contratar com os
cor signatarios Amorim Irmaos, ra da Crui
n. :l, ou com o capitao Thomaz Augusto de
Oliveira, na praga do commercio.
Para Lisboa pretende shir breve a bar-
ca porlugueza denominada Gratid3o, da
qiml be oapitSo A. P. Borges Pestaa, para o
qun tem parte da carga prompta. O sobre-
di! > navio offerece bons comino los para
pasageiros, cono para os senhores que no
mesmo quizerem carregar quaesqoer gene-
ro-, pira o que se pode convencionar com
Aniorin Irmaos, ra da Cruz n. 3, ou com
o capito Pestaa, na praga do commercio.
PORTO.
O patacho portuguez PromptidSo II. da 1.a
viagem si marcha vai sabir com muita bre-
vidade por ter mais de metade de sua ca~ga
promota. e para o resto e passsgeiros, aos
quaes offerece assealos commoos, trata-se
coin Ellas Jos dos Santos Andrade & C, na
rui da Madre de Dos n. 32, ou com o capi-
tao na Draga.
Para o Rio de Janeiro segu em
pjeos dias a barca nacional Adelina,
por ter a maior parte da carga prompta
Dsrao resto trata-se cora os consignata-
rio Basto & Lemos, na ra do Trapiche
n 7.
um destes gneros em lote por ioteiro
ou divididos em mais lotes, a vontadedos
pretendentes : quinta-i'eii a 18 do cor-
rente as 10 horas da manlia dcli'onte da
arcada da alandega.
Continuadlo do
leilaiMle quei^
jos
O AGENTE
, Pestana
fara'leilaoquinta-feira 18 do corren te as
11 horas da manbaa na porta do arma-
zem do Sr. Annes defronte da alfandega
DE
Caixascom queijos.
A. C. de Abreu fara leilo, or inlar-
vengao do agente Oliveira, e conta e< risco
de quem pertencer, das segu ntcs fazendas
avariadas, vindas ltimamente de Liverpool
pelos navios Genevievc, Missionary e Urania,
a saber : 180 pegas de algodilo para saceos,
ll pegas de algoJanzintio, 27 ditas ditos.
50 duzasde luvas, 31 camisa) para homem
e 30 pegas de velbutina : sexta-feira, 19 do
corrente, as 10 horas da manhaa, no seu ar-
mazem, ra da Cadeia.
SCfrjto* 7bMt*$.
Achou-se ha tres semaniis um bale 15 o-
zioho na praia do llrum, e como at o pre-
sente nSo tenha apparecido dono, seannun-
cia para quem Ihe filiar,a proeurar em tora
de Portas n- 92, pagando o trabalho que se
teve com elle se entregara.
Precisase de 2 ainassadores que se-
jam bons, paga-sea 30J : na ra da Senzala
.Nova n. 3.
Grande hotel do
Cabo.
companhia
Pernambucana.
0 vapor nacional (Persinunga, comman-
dante Joaquim Alves Moreira, dever sahir
pa-a os portos do sul de sua escala no dia
21 do corronte, recbenlo carga al o dia 19
de xin lo de seguir definitivamente toda
aquella que nSo acompanhar os competen-
te.' despachos e rtulos.
Lisboa.
Segu com brevidade o brigue portu-
gue/. Mooteiro I, tem parte da carga
prompta, para o resto que lhe falta tra-
la-se cornos consignatarios Novaes &C,
ra do Trapiche' n. 54, ou com o capitao
na praca.
TRANSFERENCIA DE
LEILAO-
O leilSo do cerca de 200 barris com fari
na de Trieste, no armazem dos Srs. Tasso
IrmSqs de conta de quem pertencer
PELO AGENTE
Pestaa
la annancado para odia 15 do corrente,
lica transfer lo pera quinta feira 18 do cor-
rerte pelas 10 borasda manhaa.
|\ S. Rabello & Flbo (ario leilBo,
por in.ervenciio do agente Oliveira, e por
co ata eriscS de quem pertencer de 30
pipes, inteiras, metas, quartos c quintos
de vinho da Tigueira, chegado ultima-
mente pela barca p irtugueza Mari a Jos
e iissim mais se vender' por ojdem de
Uenry Forster & C, e conta e risco de
qi em pertencer de urna porro de vina-
gre branco de muito superior qualidade
o quartolat e barris de quarto, cada
No grande hotel do Cabo acharao os
admiradores do bom gosto todas as coin-
modidades precisas para bem passur-se o
tempo naquella amavel villa, urna grande
bella casa decentemente mobiliada.com
bastantes salas e quartos pan. grandes fa-
milias, decentes e abundan es iguarias,
bello bando, optimojurdiin.uma banda de
msica militar encuera' o bitervallo dos
mais divertimentos. Ovapornos domingos
6 dias santos partir' desta cidade a 7 ho-
ras em ponto, e voltara'da villa do Cabo
as 5 da tarde, qualquer pessoa ou familia
que quizer all pernoitar achira' todos os
precisos commodos para bem pastar.
Nada tem poupado os proprietarios dodi-
toestabelecimentopara bemagradarem as
pesoasqueoqueiram frequentar. Os bi-
Ihetes do hotel do Cabo serio vendidos
nesta cidade na ra estreita do Kosano
n. 11 e assim como os da passagem para
o vapor, isto at os sabbudo;- as 10 horas
as mesmas horas, o proejo do hotel nos
dias domingos e santos cada pessoa almo-
co e jautar (ig mesa redonda sem bebida
alguma, e para familias o que se con-
vencionar, tambera encontrara' a boa ra-
pazeada solvetes leito de bellas frucUs
sendo este ultimo separado da quantia
marcada para o jantar e almooo, ao pre-
oo de 500 rs. por cada um, n3s'dia sema-
narios as pessoasque frequenturem o ho-
tel pa^.irao na razao do qu.3 rastarem.
Manoel Marlins de T'Tiveira, cai-
xeiro das herdeiras do fallecido senhor
Norberto Joaquim Jos Cuedes, retira-se
para Lisboa a tratar Je sua saude.
Desappareceu no dia l.- do corrente,
pelas 8 horas da mantisa, o escr.vo crioulo
por nome Gonsalo, com os ipguint s sig-
naos : cor bem preta, anda de bigode e bou-
ca barba no queixo, olhos verrnelhos, altnra
e corpo regulares, e bem parecido, quando
anda ginga com o corpo para a frente, ape-
nas levou caiga de algodao azul j usada ;
este escravo he chegado a p?rto de dous
mezes do Para, a'onde he natural, represen-
ta ter 20 n nos, puuco mais ou menos : ro-
ga-se as autoridades policiaes e mais capi-
taesde campo de o apprehenderem e lcva-lo
a seus senhores, na ra do Vigario n 9, ar-
mazem deCarnelro & Ramos, os qgae.s gra-
tificado generosamente.
- A senbora que se quer propor a ensi-
nar urnas n.euiuas em um eng'inbo distante
testa praca, tendo insltuceOes e boa con-
ducta, pags-se bem : dirija-st ao armazem
de Luiz Annes, defronte da porta da alfan-
dega.
Precisa-se de urna ama que salba com-
prar, cozuhar e engommar, prefenndo-sc
de idade, paga-sc bem; na ra da Concor-
dia n. 26.
Ueseja-so fallar com a Sra. T. Kilippa
Biuicia da Silva, viuva de Francisco Xavier
Cabral, que tem um menino em sua eom-
panhia de nome Leupol lino Correia de Mo-
ronha, pois he para negocios tendentes a
este menino.
-~ Fugiodo abaixo assignado, no dia 11
de Janeiro do corrente aiino, do engeoho
Cachoeira de cima, o escravo Custodio, ca-
bra, de 35 annos de idade, puco msis ou
menos, ollicial de ferrelro, a llura e corpo
regulares, pouco barbado, calvo no alto da
cabega e levadas na frente, c bellos crespos,
tem o dedo mnimo da m3o direita aleijado
por causa de um panaricio, algumas cica-
trizes de relho as costas, ps pequeos, e
em um dos dedos grandes faka-lhe um pe-
lago de unba, proveniente de um talho,
mSos grossas, fuma cigarro, be jogador, pe-
chla e capoeira, e bem pareciJo; da-se,
portanto. 5l)0/de grati(W^S.-rm o le-
var no eogenho Cachoeira de lima, fregue-
zia da Villa do Pillar, as Alafcoas, 21 de Ja-
neiro de 1858.
Manoel da Cunta Lima Ribeiro.
No dia 13 do coirente mez desap^are-
ceu do sitio do Cajueiro o muleaue de no-
me Marcolino, crioulo, com os signaesse-
guintes : idade de 16 a 18 amias, sern barba,
corpo fransino, pouca altura, escrotos cres-
cidos, Este moleque foi escravo da >ra D
Calharina, moradora na Soledade. foi cozi-
uheiro da casa de pasto denominada Cuva
da Ong, e ltimamente fui comprado ao Sr,
Claudio Dubeux : quem p.iis o pegar e le-
var so seu seuhur Antonio lio elho Pinio de
Mesquita na ra da Cadeia do lucilo n 6i,
sera recompeasado com geneosidade.
Essravt u^Ha
No dia 16 do corrente mez fugio a cscra-
va Clemencia, preta fula, de n$ao, estatura
e corpj regulares, ps um tanto grossos, e
tem 3 buracos em cada orelha, c nduzlndo
urna trouxa com roupa : quem a pegar e
entregar a seu senhor Flix Cantaliciode
Barros, em Santo Amaro de J ib jalao, 'sera
recompensado
Os abaixo asignados fa::em sciente ao
publico, e com espcciaiid*de ao corpo do
commercio, que desapartaram a sociedade
que tinham no armazem de carne secca da
ra da Praia n. 2, a qual gyrava sob a Irma
de Mou'a a Ma ques no dia 8 de fevereiro
lo corrente armo, lie.mo o socio Antonio
Domingues Marques lioinao com o arma-
zem, e encarregado de receber todo o acti-
vo, e solv-r o passivo ten .ente a referida
firma social B cife 17 de fevereiro de
1858 vntonio Jos Moreira, Amonio Do-
mingos Marques ItUlIldO
I'recisa-se de uro caixeiro de idade de
12 a 14 annos, prefer.-se destes chegados de
novo, para urna liberna ; na ra da Guia
n. 36
Precisa-sede urna criada queentn>la
de todo oservigo do una casn, sendo per-
teila engommadeira: a tral. r na ra do
Hospicio, na segunde cas de-sobrado, peS-
sanlo a da Ftculdade doDireito.
ESTRADA DE FERRO
DO
RECIFE A SAN FBANCISCO.
No da 9 de fevtreiro crreme principioa o Ira-
lico de passaiieiros e enrroa na errao detla eslraila,
compreliendida entre as Cinco Punas e a villa do
Cabo, e as partidas dos ireos lo regaladas pela
segoinle
TABELLA.
Do Recite para o inlerior.
Partida. N. 1. N. 2.
Das Cinco Poetas. 9 lior. da mal. .". h. da tarde
Afosados !) I.V n 5 15' i>
Prazerei. 9 :t(>' a 5 :iu'
Ponlezinha. 9 50' 5 50' a
liria .1(1 II)- D ti itr i.
Villa do Cabo. 10.10' 11 6 30'
Do inlerior para o liedle.
Partida. N, |. N. 2.
Da villa do Cabo 7 hor. da mal. 3 h. da tarde
III' .... 720' .1 20*
l'iinle/inlia 7 10" n 3 W
Prazerei. S horas n 4 horas >
Afogados. S IV f 1 IV
Cinco Poolss 8 30" i) 1 90*
Os presos de eonducrao de passageiros sSo os
seguioles:
CLASSES.
! 2.a 3."
Das Ciaco l'ontas a Afosados. H Pratera*. 19600 18200 wm
b P.nteziuha 2t800 29100 lSHiO
lina. 39200 J-luii 18200
Cbo. inm 3JO00 19500
Da villa do Cabo a' IIIm mu (jOO 300
a Ponlezinha 15200 900 160
Prazere. 2-;4(H) 19600 900
t, Afoliados :\y2ii 2.5MI 1.-2(10
C. I'onla 450(10 3^000 IS'iOU
Os iiIhelps para ida e sola dentro de 24 horas
.on de48 lloras se nellsa se comprehender domingo
jn dia de uuardj ido vendido' pela tabella si-
:iimlp
CLASSES.
guinle :'
1. 2." 3."
(9200 900 460
2B400 15800 900
45200 33150 fgeoo
19800 :ij(iO(i 19800
Das Cinco Ponas a Afogados.
i) Prazerrs .
Ponlezinha
a liba. .
V. do Cabo. (i; Da villa do Cabo a liba.....1?2iKI !I(HI l(!(l
> Ponteziulia. 1;S(H1 1*:Mi() i;mi
Prazeres 3*600 2-7(10 19360
d u Afogados. 45800 35600 1sIO
C. Ponas (ijOOO 45500 2-260
N. B.Esle bilhetes nao sflo Irausfrriveis.
Itoga-se aos senhore< pisageiros que venham mu-
nidos de troco para pagamento das passagens.
Os jrecna da transpone de gneros a regola-
dos ero conformidade com o decreto n. 2,01 do go-
verno Imperiil, ja publicado nele nUiario.
As jeisoai que qu'/.erem billi-le de e>tar.lo qae
dio dirello a Ida e volta em todos os Irens,'podeiu
dirigir-se ao escriptorio da companliia, roa do Cres-
po n. 9 oa as Eslaces das Cincj Ponas ou do Cabo,
onde le acharo impressos, conlrndu ludas as ifor-
nuc5i>s necessariaa sobre o transporte de paisageiroi,
gneros, etc.
A companhia ae encarregara' da entrega de gene-
ros em qualquer poni dos bairros do Recife au de
Santo Antonio, ao preco de 50 rs. por arroba (nun-
ca recebando ama qoautia inferior a 500 ra.)
Pela superintendencia da meima estrada de Ierro
se faz publico o segunde :
Jue o passageiros devem achar-ie as eslaces 15
minlos auleido lempo marcado para a partida dos
tren.
Qoa loas bagageos devem trazer escriptos clara-
mente os mimes das pessoas a quem pertencem, e
para unte se destinan).
(Jue as familiasqoe quizerem ser conduzidas Has es-
tates intermedias de Afosados, Prazeres, Ponlezinha
e llhi, pira o Kecifa ou para o Cabo, devem avi.ar
cun i anticiparlo de uin trem ao encarregado, alim
de polerem contar com lugares sofirieutes.
(jun os gneros que tem'de ser transportados s?-
r.lo recolhidos as e,iactes desde 6 horas da manhaa
al 6 horas da tarde nos dias utais, e cada volme
deve ir com marca, numero e lugar de seu desuno.
Que aus domingos e das Santos de guarda s lia
um Irein para p.issageiros, que deve parlir da ea-
r.lu das Cinco-Ponas as 7 horas da roaolia~a, oa
do Cabo para o Recite as 5 horas, locando as eda-
ces ialermedi.s as horas seguinlea :
Do Recife para o interior.
Partid. .Manhaa.
1 horas..
Cinco-Ponas.
Afosado .
Prazerea ,
Ponlezinha .
liba .
X illa do Cabo
Do Inlerior para o Recife.
Partida. Tarde,
''illa do Cabo 5 horas.
15 minlos.
30
SO >
O B
30 >
IIIm.
Ponlezinha
Prxzeres .
Afogados .
Cinco-Ponas.
20 minutos.
40 ..
15 ..
30
_ Adyerte-se que os bilhetes que no forem de as-
signatura so se veudem as e z:
S
sea
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*si;iE-z,S
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Precisa-se de um feltor para um sitio
pequeo, de um estraogeiro, perto da praca,
agradando paga-sn bem: dirija-se no escri-
ptorio do primeiro andar n. vO, ra do Tor-
ies, praca do Corpo Santo.
O. CA - rO es
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c. ca s?
T3 O o ; 4
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XII
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---O Sr. RaimundoTheodorico Castro Silva
tenha a bondade de ir receber urna carta oa
ra da aladre de Dcosn. 2.
- Precisa-se de um caixeiro habilitado,
para trans>ccOes de ra : a tratar no largo
da issi'inblea n 6. p' iraeiro andar.
- Qucira dar fim ao gracr-jo q-iem tiroj
0 elogio ecorrentao de oufo do abaixo as-
sifrna -o ; a lverle-sa por va das duvula-; que
viii-se por detraz das cortinas da aloova a
h-bilidde, e con'iereu-se p^ifeitamenl-o
habiliduso. ojofredo lleariquus de JIi-
rauia.
/deposito de se-
racutes de iotiaicas
il. 62.
Na ra da Cruz no Recife, armazem n. 6-3,
acati.il) de chegar as mais acreditadas semen-
tes de hortalizas das seguintes qualidades:
ervilhas da Migla, torta, e direita, feijao
carra.ato, pintacilgo e roso, tomates gr^n-
dis, alface allemia e ropolho a salea, coen -
tro de toucetra, seltjas, rbanos o rabanctes,
brancos e ciicarnados, ecuouras, cebla do
Sei.nbal, repulho, segorelba, couves, tron-
chuda, saboia o lombarda, nabos brancose
encarnados chicoria pinpenela ; e um
grande sortimenlo das mais acreditadas se-
mentes de flores para jardim, como sejam
reinucas de dilTerentesqualidades.
I Consultorio S
S CENTRAL HQMEQPA-'
o
tIOiSDLTQBlO HOlfeiTHICO
1)0
& aet3
Precsa-se de um amassador : oa pa-
daria em Santo Amaro, pasando a fundico.
A pessoa que anaunciou que desejiya
aprender o hespanhol, le dirigir-se a ra
da Lingoela n 28, casi de pasto, que encon-
trai com quom tralar.
Precisa-se I I 1 I il L 'I "' ( 1 RA inhr I 1_______ 1- BaLla >
-.-

THICO.
W RA DE SAMO AMARO,
:':- (.Mundo Novo n. (i) -.'':
fjA O Pr. Sabino Olegario l.udgero Pinho jjv
^ d.i consullas lodos os dias olis, desde as8 ^
w horas da manhaa as i d.i tarde. Os convi- (g
fP tes para vizila devenlo ser dirigidos por l-,
fo escripto. O pobres sau medicado gralui- ^r
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPANHIA
Establecida ena Londres,
em marro de 1824.
CAPITAL
CINCO MILHOES DE L1BBAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers i C. tem a honra de
informar ans senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convicr, que
esto plenamente aulorisados pela dita com-
panhia para eUecluar seguros sobre edifi-
cios de tijolo e pedra, ouertos de telha, e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazeudas de qualquer qua-
lidade.
Folliinh s de
almanak.
Acliam-se a venda na livraria ns. (i e 8
da prara da Independencia as folliinlias
comoalmanak administrativo, mercan-
til e industrial para o anuo de 1858 a
'iOrs. cada urna.Tendo o preco do tra-
balho typograpliico subido mais de (JO
por cento do r|iia se pagava no anno
passado, nao foi possivel ao editor con-
servar o preco antigo como desejava e
inestnoo accrescimo nao esta' em relacSo
ao pi eco que elle paga aos operarios.
I Gravaras |
$9 O padre Francisco JoSo de A/e- (?)
a vedo, achendo-se presentemente vj*
7? nesta praga, e oceucando-se priva- x
( le.imento chalcograobico, incumbe- M
. sa de executar com toda a perfeu;3o ^1
jrJ o brevidade quaesquer obras de gra- J
(JS) varas tanto a lalho-doce como a re- ^
i lfivo, registros, retratos, lellras com- a*a
*Z merciaes, bilhetes de visita, rousi- 2
^ cas, ele. ; e ilesejoso de levar o mes- f?
(A mo eslabelecimento a maior ponto, )
JXl estera que as pessoas, que preien- JS
* derem laes objectos, nao hesitarao
ssf eui o pocurai, prestando assim urna B
(A clficaz protecQao a qae o aununcian- A
3? te ser extremamente reconhecido. S
vf Pode SPr procurado ns Cinco Pon- O
'fy las, sobrado da esquina confronte a &
(k matriz nova de San-Jose, ou na ra jm
J2 do Collegio, na livraria dos srs. Mi- "JJ
'$) randa & Vasconcellos ($
Aluga-se urna escrava que saiba com-
prar e veuder : a tratar na ra Velba n. 81.
.:\.y.;--.:r.:r..r.:: :..:.-. :;.::.: ...--..;...
^3 Aluga-se na Ca^unga Nova um si- t
.sji tioeo excellente posicSo.tendo bss- gT
;g tantes arvores f uctiferas, casa para ^
s graude fariilta, pintada da novo e W
v Cum as salas forradas de papel, co- @
-;3 cheira, estiibaria para ca val los, f*
,-v- quartos para escravos, pogo com ^
',- agua polavel e um grande tanque la- "?J
^g drilhado do marmore para bauho : a
tratar na ra .Nova n. 56. -,'
0 abaixo assignado faz sciente aos
seus freguezos queseacha estabelecidocom
loja de ourives na praca da Independencia
n. 33, Custodio Ferreira Moulinho.
Os abaixo assignados fazem sciente ao
respeitavel publico, e com especialidade ao
corao do commercio, que tem dissolvido
amigavelmcnle a sociedade que tinham na
labeiua sita na ra de Hortas n. 31, que gy-
rava sob a firma Borba & Itezcrra, (cando
todo o activo e passivo a cargo do socio
Bezerra. He.; i fe 12 de fevereiro de 1858
Jorge Clemente de Jiorba Cavalcanli, Uanoel
Antonio Bezerra.
II. Cibson luga o seu sitio na Torre,
o qnat tem rapim para 10 ou 12 cavados an-
itualmenta, terreno com pasto para uiia por-
Codevaccas, e casa grande demorada : a
tralar na ma da Cadea do Recife n. 53.
Consta i jo ao aoaixo assignado, cons-
tructor pailicular theorico pralico,que urna
companhia do navegacSo a vapor sa vai or-
ganisar para a interior dest-< oidade, c tendo
ja delineado um barco com as proporc/ies
que julga necassana para beii salisfazeras
necessidades desta nvegaQ5o, e que se
obriga po^ em pratics, ollerece ao conhaci
ment dos futuros eoiprezarios ; as Suas
proporees so as seguioles : 1-20 palmos de
comprimento, 20 de bocea e 5 de pontal, de-
mandando 16 poli, gadas de agua ; tendo
acommoda^Oes para 80 assageiros de popa
e proa. Julga dever empregar as madeiras
seguintes : cavernas de pao carga ou oitici-
ca, e fun lo de louro; a sua forga pollera ser
de 20 a 25 cavallos. sendo os cyliudros da
machina honsonlal, bem como devo baver
igualdade de 3pa e proa para iiofazerala
larga, com as proporees que tcinaflcam
lilas, julga o sbaixo rssignado preencheros
litis que tem em vista a companhia, garan-
tindo-lhe o bom deeempenbo no fabrico do
tal obra, sj ella se quizer ut'lisar de su
|>restimo.--Jos Elias Machado Freir.
Precisa-se de urna pessoa com ;is
habilitle es aecenariaS para tomar conta
de tira armazem de fazendas em grosso,
si-rvindo ser' bem remunerada: diri-
am-se a esta typographia em carta fe-
chada sob 03 iinciai'sA. /.
Praotsa-M do urna mulher idosa para
COZiobaf para Jasa de pouca familia ; a tra-
tar na travfssa da Madre de Daos n. 16.
O escriviio da irman lade de Nssi Se-
(ihora da Sobsdade, Ja iSoa-Vista) convida
a tolos os lllins Srs irmaos meaarios da
actual mesa, : da nr sa novamenle eleita,
para comparecrem no consistorio da misma
igreja no dia 18 'o co rr-nte. pr-las 4 horas
da larde, alim ter lugar entrega das coo-
las, H mais perlences, a referida nova mesa,
csp pareca a n i tal convite Recife i. de fove-
reiro de 1858. -Jos Antones Cuimaraes.
No dia 20 lo correte Gn ta a audiencia
do IIIm Sr.Dr juizde capellas, se ba de
proceder a aircm-t-c/io -tas rendas do ar-
mazcoi n. 5 lo caes d Alfandega, avahado*
por 800/ aimuaes, sendo a aiteinatttjSa por
espaQo de 3 hii ios. coofo me o escripto cm
mau do porteiio do jizo.
RA DA CADEA, DEFRONTE DA OliDEM TERCEIBA DE S. FRANCISCO.
Onde seacbam sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
soi glbulos, preparados com o maior escrupuloe por pregos bastante commodos.
PRESOS Fl OS
Botica de tubos grandes. o/OUO
Dita de 24 15s00C
Dita de 36 205000
Dita de 48 a 25c(iOo
Dita de 60 30?oofc
Tubos avulsos a ... 19000
Frascos de linturrsdemeia on?a. 29000
Manual d9 medicina homeopathica do Dr. Jatarcom o dic-
cionario dos ermos de medicina ; ..,., OsOOS
Medicina dosaesiica do Dr. Ilenry......, 1000*
Tratamento do cholera morbus........ 2/000
Repertorio oDr. Mello Moraes........ SlSOO
PKMRAS lWECIOSAS. *
*- Aderemos de brUbaalat, S
diamantes e perolas, pul- !=
* se ira, alfinele, brincos n
a a rubelas, boloes e auccis
t de .1 i llrenles gastas eSta %
* diversas pedrai de valan^
8g38S*3gs::s>. :??>:.?? ,>
S Ot'RO E TRATA. !
J Comprara, vender ou |
J Irocam piala, oaro, brl- S
ji Ihaules,diamantes e pero- |
* la-, e nudas qoaesquar |
J joias.lo valor, a dli.beiro R
ou pur obras.
?iaMK*.es8SK3B3B3f;;r
t IITE
l.'l 91 IGRHIg
Ra do Cabuga' n. 7.
f fl.-J; enfelles para reloaio. e 1
*-" ijj oalroa muitos objectos de 2
. Aderecns completos da *
M ouro, meios ditos, pulsei- S
? ras. alli,iet?s, brinco e *
S rozetas, conloes, trancel- J
- lins. medalhas, corrente j
JEtecebem por
os os vapores da Eu T ,,. ~
" $ Aparelhos completoade
rcoa asourosrio mafs^ pr,,lapara eh' b" ;?; salvas, cnsti;aes, colhere fe
cha, miri- *
obieclus de 2
?; sanas, casuc,
uv. 'erno gosto, t-u-s -lepaed
-ar c lea oulro
lie; prata.
to a* Franca con.
de Lisboa, as q:iaes vender por
pre^o eommodo cerno eosttimam.
JOHN GATIS,
correior geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
n. SO, ra do Forres,
I'KIMEIHO ANDAR,
araca do Corpo Santo
De'ronte da ordem tercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO I10ME0PATUIC0
ilO
Da.P.A.LOBOMOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O l)r. I.obo Moscoso, d consultas todos o*
das e pratica qualqueroperacao do cirurgia,
assim como.accode com toda a promptdSo,
as pessoas que precisarem doseu prestimo
para o servido de partos, praticando aso-
aeracoes manuaesou instrumentaes, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
dahomeopathia, que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que pareciam insupe-
r a veis.
Na fuodfaSo da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
set viro debaixo decoberta.
PESTES- DE OITCIIOIC EM>
RECIO, DE FAVfcLLE-ELEBAKK
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de c- Tftchouc a voga que
noje tem, n3o em anga como no inun-
de inleiro ; sSo sem contradicho os mais
agradaveis de todos os peutes, mais brandos
que os de tartaruga, sSo s nicos que n3o
fazem cahir o cabello, por causa da el""""
cidade que conlro,aecrescendo a tas van-
lagens a de n3o serem ciis ^ros do que ba
de bfalo. A esta adni^anvel inven;3o *
esposiQSo universal de 1855.
-Ob. "ce-seum homem de idade, sem
familia, sa^i ler, escrever o contar, e d
fiador a sua conducta, para servir em qual-
quer casa estrangeira ou nacional, tanto pa-
ra fora como dentro da praqa : quem de seu
prestimo se quizer utilisar, dirija-se a loja
de babus, no pateo do Collcgio n. 4.
Itoga-se a pessoa que por acaso tenha
tomado conta de um barril de touwnho,
marca J n. 57, com o peso de 3 arrobas, e
estando no tampo do dito barril o nome Al-
yes, que da porta do armazem do IIIm. Sr
Jos Joaquim Dias Fernanaes & Filhos de-
sappareceu no da 9 deste corrente mez:
quem o tiver recebido, e tendo conseiencia
elstica, faca favor de declarar cor este Dia-
rto.ou ontender-se com o dito Severino Fer-
nandos, ou com o annunciante, no largada
nbeira de S. Jos n. 1.
No Diario de 12 do corrente, na entra-
da que da do hiate Aurora, vindo do Araca-
ty, na os engaos seguintes de 331 tonela-
das quando he de 31, carjitoJoSo H. Peroi-
ra, em lugar de loas) II. de Almeida, e a
VLUVac 9,!?"lha & Filnos' em Iu5 de Cami-
nba & Filbos.
Precisa-se de um criado forro on es-
de
cravo, para urna casa estran"-ra de nouca itss de algo io iranSado asul, com
familia ; a fallar na ra da Cruz n. 10? 50 "dos. 3*>00. S00,.500, e 65000
-- Para o servico interno de una casa
estrangeira se precisa de duas pessoas, urna
quo co/.inhe e cugomnie, e outra que en-
tenda de costura : na ra Nova n. 17.
Paga-se 50/mensaes, pelo aluguel de
duas escravas que saibam cozinbar e eo-
gommar, para o servido de urna casa de fa-
milia : a tratar na ra Imperial fabrica de
sabSo.
O Sr. Joaquim Antonio de Moraes
que morou ou mora na ra do Caldeirei-
ro desta cidade, queira dirigir-se a esta ty-
pographia a negocio que sabe.
Na padarit do Forte do Matos, ra do
Burgos, precisa-se de um caixeiro, e dous
amassadores, e de urna mulher livre, que se
queira encarregar do servigo interno de
umt casa de homem solteiro.
Precisa-se de um senhor sacerdote pa-
ra rnsinar meninos e exercer a capellana
n um eogetiho : a tralar com o Sr. M. do A
tajo', na ra Nova n. 18, faz-se todo o ne-
gocio.
-- Na fabrica da ra do Brum n. 28, preci-
sa-se .le ofliciaes de caldeireiro, serralheiro,
luinletro o iatoeiro.
Urna pessoa de bons costumes oflere-
ce-se para ama de homem solteiro ou pouca
Tarailia : quem precisar, dirija-se a ra Au-
gusta n. 3 C.
Seguro contra
fogo.
COMPANHIA NORTHEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
C.,> .Astley 'Co-* panhia.
Precisa-so de u:n;i avadeira dp bar-
r Ha para lavar a roupa de urna grande
familia; na livraria ns. 6 e 8 da praca
da Independencia.
Do engenho Riaehlo na provincia das
Alagoas, fugio o escravo Estevo, mulato
es-uro, ollicial de sapateiro, cabellos ca-
cheados, cara larga, meio banzeiro no an-
dar, ps feos como cambado, foi visto nes-
ta praca e he provavel que esteja trabajan-
do em elguma oflicina de sapeteiro, a cujos
donos tambem se recommenia a sua ap-
prehensSo : quem o pegar pode leva-lo ao
referido engenho do Sru senhor Goncalo
Rodrigues Marinos, ou nesia praga a Ma-
noel Ignacio deuliveira & Filho, largo do
Corpo Santo, escriptorio n. 6, que ser ge-
nerosamente recompensado.
-- DesncaT!inhon-sedo poder do abaixo
assignado urna letra sacada pelos Srs. Saun-
ders Brothers & C. da quantia de 1.89U052
aceita pelos Sis. Tasso ilrmaos avencer em
30 de abril prximo vindouro; o aceitante
ja esta preveniao para nao paga-la e roga se
aq era possa te-la fachado o obsequio de
restitut-laao abaixo assignado, assim como
se pievene que ninguem a negocie visto ter
siio perdida.
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
:;*-.'"..Ti."'.;'.',.;..-< .-, :'. -- -.-
| BEI.TISYA FRMCEZ. g
X Paulo (iaignooi.dentista,rua.Vova n.41 i W
:?, im mi-T.i-iiilemagiep' lentrifice. &
.-o;:: .:::: ...}: r
I rccisa-se .ie urna casa de um andar
com cozinha as seguintes ras: Nova,
Crespo, lollegio, Queims 1o, Cadeia, Hosa-
riOi rutes, q'.iartels, do bairr de Santo An-
tonio, e n3o I aven lo nessas ras ent3o as
lo Aterro oa Boa Vista ou Cadeia do Recife,
servodo tambem um pnmeiro ou segundo
andar de qualquer sobrado que tenha ou-
tros a'i i r-s. sendo que o aluguel devera
ser por tres mezes : quem tiver dirija-se a
casa de Joaquim Marques Santiago, iia ra
do liruin, passaudo o cbalriz.
familia ; a fallar na ra da Cruz n. 10
~- Precisa-se de urna ama para o servi-
rlo interuo de urna casa : na ra Nova n. 39
Domingo 1 i do corrente, ausen-
tou-se da casa deseu senlioi um ro-'-que
de nome Benedicto, cor ru--'-", meio ma-
gro, levou vestdo"'\a preta de mitim.
camisa d< -'uta roxa e chapeo do cliili
vMo. Este moleque tem 12 aunospou-
c raaisou menos, ejulga-se que andar'
vagando por esta cidade, pois que saino
acompanliedo afulia dos mascaras, e co-
mo oi creado no mato e a pouco tempo
esta'na praca talvez nao saiba di/.er aon-
de mora seu senhor, por isso roga-se a
quem o pegar, levando-o a ra da Ca-
deia Velha do Recife lojan. 22, sera' re-
compensado.
* senhora qm precisar de morar na
Boa-Vista, que for urna ou duas3essoas, ha
quom queira alugar metade de um sobrado
ou um quarto, ludo muito linpo e decente,
mas sendo a pessoa de bons cosiumes, por
a dona da casa ser senhora viuva : dirija se
aesia lypograpbia, quo so lhe dir a resi-
dencia oa annunciaute.
Ha pessoa nesta cidade que deseja
aprender o Hespanhol ; quem pois souber
esta lingua e quizer dar algumas lices, te-
nha a bondade do anounciar sua morada
para ser procurado, e sendo preciso se gra-
ticara com generosidade.
Francelino Izidoro Leal S C. tem no
armazem do Ams saceos grandes com fare-
loe alcista, vindo ltimamente de Lisboa,
por prego commndo.
OIerece-se um rapaz brasileiro, com
idade de 16 anuos, sabendo 1 er c esc re ser,
para caixeiro em qualquer estabelccinieuto :
a tratar na pada.ia do Sr. Amaro Benedicto
de Souza, ra Direita n 80.
Precisa-se de um preto para servico de
urna casa : quem o tiver, dirija-se a ra da
Aurora n. 20, que achara cum quem tratar.
A directora das obras militares pre-
cisa fazer uns concuos no Forte do Bura-
co : quem deste Irabalno se quizer eucar-
regar, pode comparecer na repartido no dia
19 do correte, pelas 9 1|2 t,brs da nianhSa,
para tratar a respeito.
DAGIERREGTVPO
Na galera e odicina do aterro da Boa-Vis-
ta n. 4, lercoiro anlar, conlinua-se a tirar
retratos pelo novissimo systema norte-ame-
ricano a perfei?3o dos retratos sabidos
deste estabolecimento be asss conhecida do
publico desta capital.
Precisa-se do urna ama quo compre e
cozinhe para duas possoas ; a tratar ua ra
de Hortas n. 31.
Bichas do llacihurgo.
Alugam-se e veodem-se as melhores bi-
chas ha pouco chegadas de Hamburgo, pelo
diminuto prego de 320 e800rs. : na praca
da Independencia n. 4.
Precisa-se de um pequeo mogo para
caixeiro, prefere-se de fiira da cidade : na
ra Nova n. 18.
Precisa-se alugar um molequo de 16 a
20 annos para o servigo interno do urna casa
estrangeira : quem o tiver annuncia ou pro-
cure no escriptorio do piimeiro andar da
casa n. 20 da ra do Torres, praga do Corpo
Santo.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Roa-Vista n. 7, exccenteleite virginal
de rosa branca, par? refrescara oelle, tirar
pannos, sardas e espiuhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Florenga para brotoejas easperida-
des da pello, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
PnblicQao jurdica.
Ha chegado de Lisboa, a Manoel do Nasci-
mento Pereira, ra de Apollo n. 16, segundo
andar a obra em 8 volumes Tbeora do Di-
reito Penal, pelo conselbeiro Silva FerrSo ;
para ser entregue aos S'S. subscriptores,
pelo prego de 10% e para os que nSo sSo,
pelo de Ms, pagos a vista.
--- Aluga-se urna casa grande na ha do
Retiro ; a fallar no aterro da Boa-Vista n
41, padaria.
Desappareceu de urna casa do Hospi-
cio, ao lado, defronte do qnartel, um gato
r.eltez, de cor cir.zenta e mallas bramas:
pede-se que se apcarecer poralguma casa o
restiluan por favor, pois que sendo objecto
alneio, cum re dar cunta ao dono.
Aluga se urna preta cn/inlicira, e tam-
bem eogomma; na ra da travessa das
truzes n. 12.
- ,.,._ ~ wfc ,..,.,. aaua iuiio ou va, que saiba cozinbar e lavar de sabSo, e
eugommar: na ra dos Pescadores, na-
dara.
&0.*9* *<
Compra-se efTectivamente bronze, lao
Uto e cobre velho : no deposito da fundigS-
da Aurora, na ra do llrum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundigSo, em Santo
Amaro.
Compra-se cobre, latao e bronze
velho : na i'undicao do Brum n. 6 e 8.
- Compra-se urna casa terrea, cujo valor
n3o exceda a 3:500, em qualquer ra desU
cidade, preferindo-se em Santo Antonio ou
S. Jos : na ra do Livramento n. 38, pri-
meiro andar, te air.
Em casa de Schafheitlin <\- C, roa da
Cruz n. 38, coniinua-se a comprar ouro e
prata com premio.
... ^omoram-se efTectivamente na ra das
1-lores n. 37. primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, acgdes das com-
panhias, d-se dinheiro em grandes e pe-
queas quantias, sobre penhores.
Aos seuiores que nego-
cia! em lenlia de
feixes.
Na ra da Concordia n. 26, compra-so
efectivamente lenha de feixes, propria para
padaria, e tambem manda-se buscar em seus
portos.
Compra-se um boi manso para carra-
ca ; na ra dos Pescadores ns. 2 e, pa-
daria.
No escriptorio do Manoel Joaquim Se-
ve & Filhos, na ra da Cruz do aecie n. 13,
compram-se moedas de ouro e prata com
premio.
-.,
."*:,3
j^o^o da Chiua,
vulgarmente chamado traques, acaba de de-
sembarcar, e vndese em caixinhas de 40
cartas, por prego razoavel : no armazem de
Ferreira A Xiartins, na travessa da Madre de
Dos n. 16.
Attenco
PECHiHCHl COI TOQUE DE
AVBJA
xa ra do Crespo, loja da
esquina *iie vota para
a ra da adeia, vnde-
se o seguinte :
Pegis de madapoiao a 13280, l*. 25000,
2S500, e :i/o'00
DiUs de dito muito fino 3/500, 48000,
H5W, e5c00o.
Ditas da riscado de lino com 48 e 50 co-
vados a 45800, o, 5-?8ed, e 6/400.
Hitas de algo IfiO irangado asul, com 8 0
Dilas de dit" 1IS0 cora 20 jardas a 1>600,
1*890 e 9b.
l>iu. -s dito liso para sacco com 26 varas
*St)00.
Ditas de dito trangado, branco, com 26 va-
ras a 35500.
Panno azul proprio para capotes, e man-
tas a I52C0 e 1-jtOO o covado.
Dito mais lino a 1S600, e 25000 o covado.
Alelas dsela a 1,000 o
par.
Vendom-se melas de seda prelas proprias
para a qu.-i'esma pelo barato prego de 15 o
par : na loja de Leitu Arttiur A C.
Afraz di matriz da ra
Nova, loja n. de Naou;
co & C.
Pra homens, palitos de panno fino preto
e de cor, ditos de gorgur3o de seda pretos e
de cor, ditos de alpaca preta com golla de
velludo, ditos todo forrados de seda,ditos de
gorgurSo de seda e Ia, o ditos de differen-
les qualidades, grvalas imitando colleta,
chapeos francezes muito fiaos a 75500, bor-
zeguins de diiTerent?s qualidades, caigas da
casemira 'e cor e ditas prelas, camisas com
peito de linho, ditas de todas as qutlidades,
luvas e meias do todas as qualidades, e ou-
tras multas fazendas, que vista do compra-
dor se o.lem mostrar.
Vendem-se riquissimos espelhos dos
mais modernos que ba chegado, com vidros
de 5 palmos e menores, para todos os tama-
nhos, com riquissimas guarnigOes douradas,
tambem riquissimas molduras douradas,
com_!3 a 14 palmus de comprimento, em
porgo e a retalho, de meia a 4 poilegadas
de largura, proprias para guarnecer salas,
pelo diminuto prego de 320 rs. o palmo ; ha
tambem grande qutn'idade de rutim e pa-
llia apa reinada, em porgues e a retalho, mais
barato que em outra qualquer parte : na
ra estrella ds Rosario n. 31, armazem de
Jos Moreira da Silva.
Vende-seuma boa escrava, moga e de
boa figura, com bous principios de engom-
mar, cuzinhar e lavar roupa ; na ra do
Queimado, loja de ferragens n. 14.
Farello
1
em saceos muito grandes, e de muito boa
qualidade, e s vendem Lopes IrmSos &
Bran 13o, no caes da alfandega n. 7, pelo di-
minuto prego de 65000 o sacco.
Vende-se urna escrava crioula de 23
annos de idade, com habilidades e excellen-
te leile para criar meninos.* no aterro da
Boa-Vista n. 6, terceiro andar.
Vende-se urna cazinha em chSos pro-
prios, e um terreno junto, que se pode le-
vantar urna escolente propriedade: para
ver e tratar, na ra dos Cupiares, freguczia
de San-Jos n. 51.
Milito.
k iVo armazem de Manoel
Joaquim de Oliveira & C.
ra do Cordoniz n. 16 ern
frente do becco da Madre.
muito bom e mais barato
darte.
Vende-se narua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes de ferro ou cubos bydraulicos para dep-
sitos de reaes a preco eommodo.
Vende-sesnperior l.uiriha de man-
dioca em saceos grandes : na tanoaria
defronte do trapiche do Cunha.
Ni ra do Trapiche o.34
escriptorio de Novaes
&C,
\ endose superior vinho do Porto en-
garrafado em caixas ie 1 e 2 duzias de
garrafas, bem como em barris de V- e 8-
a preco eommodo.
Vende sa urna preta de bonita figura,
moga e tem alguma habiiidade; s se vende
para engenho: q'.em pr. tender, dirija-se a
roa do Hospicio n 34.
Vn em-se 3 1|2 arrobas de caf da
ter-a, por prego comino lo : no armazem do
madeiras da ra do Sol n 25
Vende-se o deposito da travessa do Vi-
gario, com poucos fundos : quem preten-
der, dirija-se a ra da Guia n. 58.
MFI HOR P'YFMPI AR FMrhMTDAnn
I t
FT


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 18 DE FEVEREIRO DE 18o8.
GRANDE ARMAZEM DE ROl'PA FE1TA
DE
Jos Luiz Pereira Jnior,
Ra Nova n. 49, junto a Conceiyao dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico uoi grande sortimento deroupas fe-
tas, como sejam casacas, sobrecasacas, palitos, fraques, e gondoliis de pan-
no fino preto e de cores, palitos de cisemira de cores, e mescladt, ditos popelina de seda pceta e de cores, ditos de merino setim, ditos de alpaca
preta e de cores, ditos de brim branco e de cores, ditos de ganga u riscados,
caigas de casomira preta e de cores, ditas de merino, ditos de brim e de
outras muitas qualida les, colleles de velludo, gurgurao e setim preto, ditos
de cores, becas para desembargadores, juizes de direito, e promotores, far-
damentos para guarda nacional e primeira lioha, ditos para criados, camisas,
cbapeos, grvalas e luvas de todas as qualidades. Nao se recebe obra al-
guma deeocommenda, que nao seja conferida do armazem.

Vende-se urna casa terrea, no becco
das Barreiras : na ra Nova n. I8,primeiro
andar.
Vende-se um moleque com 22 annos
ele idade, mui robusto e ladino, ptimo para
o servico do campo, a que esta acoslumado,
o eutende tambem do servido de olaria, co-
mo am.ssar barro, fazer lijlo, e tratar de
lorno : quem o quizer, pode procurar o seu
ienhoro r. Farias, na cidade de Olinda. ra
do Amparo, que declarar o motivo porque
o vende, ou annuncie a sua residencia para
>er procurad*.
Woliiilias
para o anno de 18i58.
Acham-sea' venda as bem condecidas
folliinhas iinpressas nesta typographia,
-ara o anno que vena, das seguintes qua-
idades:
I'olhinha de variedade, contendo, alm
dos mezes, muitas noticias cientficas,
modode plantar e colher a nova canna
de assucar, noticia sobre o millio e al-
godao, e urna serie de conhecimentos
das artes, etc., etc., cada urna. 520
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Rvra. conego penitenciario da S
de Olinda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo E\in. Sr. bispo, que a
iulgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. 400
JDita de porta, na forma usada ate ago-
ra...........160
Vendem-se nicamente na linarians.
3 e 8 da piaca da Independencia.
Loja de Leite, Arthur
&C.
ROA DOQUEIMAUO N. 10.
Acaba de receber agora um completo sor-
timento de gollinhas econmicas que est
vendendo pelo barato prego de 800 rs.
Manteletes a 8,000
Ricos manteletes prelos proprios para a
quaresma pelo barato prego de 89 : na loja
de Leite Arthur & C.
REMEDIO IMCOMl'ARAVEL.
f
*"S
ROA DO 0UEI2IADO
iSEBA.li
Grandr e novo
sortimento de fazendas de
Deposito
DE
Cera de carnauba e velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio de algodo da Baha.
Sola e pelles de cabra.
Gomma do Aracaty.
ltarris com brea.
No largo da Assembla confronte aporta
da inspecgSo n. 9,aonde se vende por menos
prego que em outra qualquer parte.
Agencia
da fundic&o Low-Moor,
ra da Vnzala
n. 42.
Attenco, 1 Relogios
t ova
Neiteestabelecimen tocn tinu'a* baver
t'idtwiw niiMli'larloa vin. Ium completo sortimento de moendas e
ailjaCieS.VIl meiasmoendasparaengenho.machinasde
vapore taixasde ferro batido e coado de
lodosos tamanbos para dito.
Kua do Crespo
loja de Jos Goncattqg Malveira, acaba de re-
cebar de Pars pelo p,quete Tyne as segun-
tes fazendas : cortes de vestidos de seda
com 3 babados, ricamente bordados a vel-
ludo, o mais superior q->9 at 0 Dresente
tem apparecido no mercado, 230 2005
1805 e 150, ditos bordados a sea. l0(K>'
iO, 70, 655 e 60}, visitas de groso.~,api
ureto superior, bordadas, a 20 e 25/, man-
tas de blonde prelas bordadas 16, -20, 25,
e 30 cada urna, luvas de pellica de Jouvin,
pretas e de cores para hoincoi e sen hora a
29500, grosdenaple e nobfza preta a I56IK),
I98OO, 2#, 25400, 2600, 2/800 e 35 o cova-
do, velludo preto e de cores superior a 6/'
79 e 8f o covado, sarja preta verdadeira hes-
panhola a 25, 29100, 25600 e 3 o covado,
tiffe de seda oretoa I30 covado, chales de
seda prela a 20 e 305, e ditos de retroz pre-
tose matisados, manguitos de camhraia bor-
dados superiores, gollinhas bordadas, e ou-
tras muitas fazendas que.sereceberam, pro-
prias para quaresma, e de prego mais com-
modo, que se mustrarSo ao comprador.
Farelo de
Lisboa
Era saceos grandes de estopa, Travassos
Jnior 'C-, no seu armazem, ra do Arso-
rim, ou defronte da escadinba, armazem do
Annes, pregocommodo.
--Prca da Independencia
n. 4.
NOVO 'ESTABELECIMENTO DE V1UVA
BASTOS & C.
Onde se encontram os seguintes gneros,
que se vendern por baratissimos presos a di-
nheiro o vista :
Excedente bolacbinha de araruta, do Rio
e da provincia, dita americana, bolinhos
francezes em caixinhas muito lindas, pSo-
de-l, doces de differentee qualidades em
conserva,como s.jim ameixas, pecego, era,
morangos, eginja, ltimamente chegados
de Lisboa, ditos seceos de diversos palada-
res, araendoas francezas em frascos de vi -
dro, passas. nozes, amen Joas doce de caj'
secco muito superior, cha hyson,excel lente
chgmpagne e melhor licor em garrafas.meias
e quarta* de dita, o precioso marresquinho,
marmellada de Lisboa muito boa, assucar
candi, os melhores charutos da Baha do a-
mado fabricante Thom Pinto* azeile doce
francez am garrafas, e bichas de'Hamburgo,
para vender e alugar.
No Passeio Publico, loja n. II, deFer-
reira & Cruz, existe urna porgao de cortes
de casemira de cores pelo barato prego de
39 o corte, cortes de cassa chita padrOes de
gosto a 29100. chales de merino bordados e
lisos, lindas mussulinas, chitas francozas,
um completo sortimento de madapoles,
chitas, algoiSozinhos, brins dequadros.sar-
gelioas de 13a o seda de cores, lencos de seda
de todas as cores,chales, castores de diversas
cores e gostos, merino de madrastas, e mui-
tas outras fazendas que se venderlo por pre-
sos commodos, a vista da moeda.
BATATAS.

Vendem-se batatas ltimamente anega-
das, a 29 a arroba : na travessi da Madre de
Dos n. 10.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas -.. nagJes
podemtestemunhar asvirludes este reme-
dio incomparavel.e provar em caso necesse-
no, que, pelo usoquedelle lizeram.lem seu
corpoe membrosinteiramntesaos, depois
do haver empregudo intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa pocer-se-na conven-
cer dessas curas maravillosas pela leilura
dos peridicos que Ih'as re'.atam todos os
das ha muitos annos ; e a maior parle deis
lassSo tSo sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran! com este soberano remedio o uso
de seus bracos e pernas, jepois de ter per-
manecido longo tempo no.sliospitaes, onde
cviam soflreraamputagao! Dellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos do pa-
dec ment, para se nao submetle'rem a essa
operaco dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes ressoas, na elusiio
i?e recoi,nec'mento,de,;lararam estes re
sultados benficos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren! sua aUirmativa.
NiogBem desesperara do estado de su-
saude se tivesse bastante confianza para en-
satar este remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tratanu nto que necessi-
tasse a natureza do mal, cuo resultado seria
provar inconlestavelmente: Quetudo cura.
O ungento he til, maiparticularmente
nosseguintet casos.
Alporcas.
:aimbras.
(.an>
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
- dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
ErupsOesescorbulicas
Tistulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Geogivasescaldadas.
Inchacfles.
luflammacodofigudo
da bexiga.
Innaniniaciio da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos pellos.
te ^ih0S_
Mordeduras uc -oDt|S.
Picadura de mosqui-
tcs.
Pul nOes.
Queimadelas.V
Sarna.
SupuragOes ptridas.
Tiinia, em qualquer
piirte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
-m do figado.
das aniculares.
Veiiis torcidas ou no
das pelos ltimos navios
da Europa. .
Novidadede farlt, hienda d sedr com\a-
maem e Ktlra maliada para eslidos Se
enhora,mullo proprio para a eslaoao, co*v
vado........... -48200
Bellea de Bengala, fazend toda de teda
Iranspareote coro litrai matizadas ,
propria para baile, covado.....15600
Camhraia estda de "ugala com lislras ma-
tizad, covado -.........18100
Barege de seda c n quadros e lislras aasett-
nadas, covad.........1500U
Urosdenaple^' elo e de cotes, milito su-
perior, cr ,o.........25OOO
Dilo dito ,4a maito largo, proprio para
forro .e obra, covado..... 15600
Sadas quadriohos, covado. .... 950
Folh .) seda aisetmado...... 050
Mr sulma branca e de cores, covado. 320
Cissesfrancezasdecures fi\as, covado. 260
-Chitas [raneczas, o covado...... 9280
Velbulina de cure, covadu...... 800
Mantas de blond prelas e brancas, proprias
para casamentes, covado...... 3
Panuo lino preto e decores, pira lodosos
. presos............ 9
Chapeos de pailinha, forrados, proprios pa-
ra a eslarao........ 3500
Chalas de seda d* cores, superiores 9
Ditos de merino bordados velludo 175000
Dilus de dilo de dito a seda......li.^imi
Ditos da dilo bordados em 2 ponta. 129000
Dilosde dito com listra de seda "fOOO
Ditos de ditolisos com franjas de teda 65OOO
Ditos de dito com franjas de lia .... 55000
DilosdelAaadamascados.pretos e decres. 33OOO
Grvalas de seda com ponas compridat I
regencia ,..........
Dilas de dita com ditas a principe de Gsl-
.1".............
Ditas de ditas a' americana......
Cortes de collele de velludo de nnvos
padrts ... a .......
Dilosde setim branco bordados, proprios
para casamento.........
Ditos da gorguro de seda de novos pa-
drees ............
Ditos deralra de casemira de todas as qua-
lidades........,. .
Chapeos de sold seda superiores .
Chapeos de massa francezes.....
Lencos de cambraia bordados, finos, para
mao.............
Luvas de seda de todas as qoalidades, para
homein, seohoras e meninas..... 9
Corles de vestido de seda de crese brancoa
Pekirrj o maia superior e moderno qoa
ha no mercado......... 8
Palitos de argentina de .cores escuras OcOOO
Ditos alpaca de de corea fina.....55500
Ditos de dita prela........45OOO
Ditos de fusiao asselinado......5oOOO
Ditos de ganga de cure.......4-5500
Ditos de brim de quadiinhvs.....35(100
Ditos de brim pardo fino......4JO00
Dilosde bratanha de linho brancos. 45500
1 ion lula',i. alpaca prela e de cures. 55OOO
Em frente do beccn Congr ar;Ao, passando
relogios de pa-
tente
inglezescJeouro, desabnete e devidro:
vendem-sea preqorazoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ruada Ca-
deia do Rccife. armazem n. C.
Cabs sortidos da Russia, Ca- @
roeftlanlia. ^
Lonas da Russia, brins e bin- ^
zoes. O
Cobree metal para forro com Q
pregos. :;;
Oleo del mitaca e Velas steari- @
as. @
Eslanbo em barrinhas, Bar- @
rilba. ".-
Vinbos linos de Moselle e Joan- @
^ nisberg espumoso, e de Bordeux @
^ emquartolas. ga
5 C. J. ASTLEY & C. Q
1
8
15000
IO5OOO
8
39OOO
8
75300
75300
19000
dudas as pernas.
Vendese este|unguento no eslabelecimen-
to geral de Londres n. 2*4, Strand,ena
loia de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas enea 1 regadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha.contm
urna in3trucc5o om portuguez para explicar
o modo de fazer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceutico, na ra di Cruz n.22, em
Pernambuco.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWYA
O
0
-:<
O
-:"-3
iVovalojadequa-
tro portas.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello aca-
ba de abrir urna nova loja na ra do Quei-
mado n. 37, passando o becco da Congrega-
tSo, e ahi.se encontrar o mais rico sorti-
mento de vestidos de seda com babados e
sem ellos, pelo menos preQo do que em ou-
tra qualquer parte, assira como um comple-
to sortimento de palilsesobrecasacas, cal-
cas de casemira e colletes de gorgurfto, tudo
do melhor gosto e modernismo, ricos cha-
peos aesenhora de diversas qualidades, um
excedente sortimento de luvas e meias, gros-
denaple preto, o covado 15800, 2, 25*00 e
2S600, sarja lavrada preta, o covado 25200,
25600 e >;800, dita lisa hespanhola, covado
2400, cassas muito finas, vara 400, 500, 560
e 640, chitas francezas linas, covado 280 e
300, ditas inglezas muito linas a 200 rs. o co-
vado, tudo de bonitos padrOes, diamantinas
de gostos inteiramente novos, covado 800
rs., indianas de seda, covado 15200, flanella
de todas as cores, covado 900 rs., velbulina,
covado 750, grosdenaple de cor 25, filo de li-
nho Isvrado, vara 19-00, assim como muitas
mais fazendas que nao he possivel aqui fa-
zer raencSo dellas todas, por haver grande
sortimento.
Vende-se ima linda mulatinha de 10
annos de idade, e urna ptima negra moga
de linda figura, opiima cozinheira e engom-
madeira : na ra da Florentina, cas envi-
draijada, defronte da cocheira. j^
Vende-e superior agurdente de
Franca, tanto em barriscomo em caixas,
licores e absynthe, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa deJ.Kel-
ler i C., ra da Cruz n. 55.
Superiores relogios
de ouro e prata patente
suisso, vende Autonio .,
de Oliveira Azevedo, ra
da Cruz n. i.
coberlos e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para hornera
esenhora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soutball Mellor 4 C.
ra po Torres n.38.
Paula & Santos tem para vender bar-
ricas com superior farelo recentemente che-
gado, e por prerjo commodo : no seu arma- Jfa lo ja da TUa NoVa II. 20
GilHDE TOI
zem da ra do Amorim n. 48.
Na
SAPATOS IiO ARACATY,
dos melhores que temvindo a estemerca-
do, parahomens e meninos, de palla e de
prelhas : em casa de Camioha es Filhos, ra
oa Cadeia doRecifen. 60, primeiro andar
loja
das seis portas
Em frente do Livrament
Cambaia mussulina a 500 rs. a vara, fazen-
da nova no mercado, manguitos, camisi-
nbas e gollinhas bordadas, fil de linbo pre-
to hor ludo a 1J280 a vara, velludilho de co-
res a 800 rs. o covado, meias para menino,
brancas e de cores a 240 o par.
Luvas de Jouvin
Vendem-se verdadeiras luvas de Jouvin
brancas para homem e senbora pelo bara-
tissimo preco de 2200
Ditas pretas para hornera 294)00
Ditas de fio da escocia brancas e de cor 15000
gMas bordadas para senbora 35000
as5tm- muito commodo : na ra Nova n. 42, loja de
Tinoco llarros & C.
No esenptorio de Antonio Luiz deOli-
veira Azevedo, ra da Cruz n, 1, vendem-se:
Camas de ferro.
Cola da Baha de primeira e segunda quali-
dade.
Fio de algod3o da Rabia.
Charutos superiores.
Fumo em folba.
Vinho do Porto em caixas de tima e duas
duzias.
Dito em barrs de quarto e quintos.
Bandejas
as mais finas e modernas, em terno o a-
vulsas.
Facas e garios.
me-
gostos mo-
Lmcasa de Ilenry Brunn & C. ra
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Um grande sortimento de tocadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Espellio com moldura.
Pianos dos melbores fabricados em Ham-
burgo.
Pianos.
EmcasadeRabeSchmettau &Corapanbia,
ra da Cadeia n. 37, veudera-seelegame
pianos do afamadofabricante Traumann
de Hamburgo.
loia de ferraeens, a st^t a de f .zeudas n. 40.
S. STIEBIEL & C, banqueirose ne-
gociantes, estabelecidos lia muitos annos
em i^>n(jreS) teem a satisfaccSo de par-
tlclParast~: correspondentes e ao publi-
co, que acnbam J* fundar casa liliawa
nos principaes portos c distritos manu-
facturaros de Franca, Alemanba, Blgi-
ca e Hollanda, conservando almdisso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portos mais commerciaesdaGr-Bretanba,
e estao em posicao de offerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
3 banco de qualquer genero.
As pessoas que nao oremconbecidasdos
annunciantesdeveaoacompanharsuasor-
dens com os fundos necessarios para sua
e.xeuccao ; licando entendidas que os an-
nunciantes nao teem dilliculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precos con entes e mais informacoes
commerciaes, que forem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodirigir-se aosannunci-
antes.
IICAIISMO
8H0.
NAFUNDIQAO DE FERRO DO ENGE-
NHE1RO DAVID W. BOWMAN, rtA
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
ha sempie ura grande sortimento dos se-
Cuinli'.s ihjprlns ia mcp-i msmiw prnitrnc
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construc;5o ; ta-
chas de Zorro fundido.e batido, de superior
qualidade|e de .todos os tamanbos; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as
propoi es ; crivos e
Attengo.
Queijos do serto os mais rescaes possi-
vcis : na ra do ueimado n. 1*.
Ao Pregui^a
OE ESTA QDB1IUD0
i)oas fzendas por pouco
dinheiro.
OPregui^a da
ra do Queimado continu'a a fornecer ao
publico, em seu cstabelecimento na esqui-
nado becco do Peixe tritn. 2, o mais bel-
lo e variado sortimentu de fazendas, odas
de excedente qualidade.epretjos muito m-
dicos. Nao s queima as fazendas j por
vezes annunciadas, a saber :
Ulindinas para vestidos de senhora,
covado...............
Targelinas idem idem,corte com 12
covados ..............
Organdys idem idem, covado .
Cambraias estampadas, .vara .
Ditas ditas mais linas, vara. \
Chitas francezas, largas,, escuras e
claras, covado...........
Ditas ditas, largas.escurag e claras,
covado. .........
Algodes da ttahia tran-
cados,
proprios para roupa de escravos e saceos de
assucar : vendem-se no escriptoriode Anto-
de Oliveira Azevedo, roa da Cruz
900 I
128000
260
480
, 600
260
280
300
25000
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado ..............
Bretanhas de rolo com 10 varas.pega
Riscados monstros, lindos DadrOes,
covado.......
Len?os de cassa com cercaduras de
c Masalem destas, offerece mais aos seus
freguezesas seguintes fazendas ltimamen-
te ebegadas: mussulina branca finissim
d bocea de fornalba e I 320 360 covado, diU matizada, fina, e do
registros de boeiro.aguillioes, bromes, pa- "3el|ior gosto possivel a 320 e 360 o covado,
rafusos e cavilbOes, moinhos de mandioca, i'a,z'"uas muito finas, escuras e claras, t-
ete, etc.
PILULAS HOLLOWAY.
Esteinestimavel especifico, compostoni-
teiramentedehervas medicinaes, n3o con-
tm mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. Benigno a mais tenra inlancia,
ea corapleigSo mais delicada, he Igualmen
te prompto e seguro par:i desarreigar o mal
na complei{3o mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operacOeseeflei-
tos ; pois busca e remave as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
leuazes que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio, muitas queja eslavam s por-
tas morte, preservando em seu uso ; con-
seguirara recobrar a saudee forcas, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As m3is alllictas n5o c evem entregar-se a
desesperado; fagam um competenteenuaio
doselficazes effelosdest 1 assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarQo o beneficio da
saude.
N3o se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquerdasstguintes enfermida-
des :
Cera de car-
nauba
Primeira qualidade : Travassos Jnior &
C, armazem da companhia Pernambncana :
preco commodo.
- Vende-se farelo superior em barricas
e saceos : no armazem de Feliciano Jos
Comes, na ra do Trapiche n. 7.
Na loja
Pechincha !!.'
A 2s, 2.S500, 3.S, e 5$50O a peca.
Na ra do Queimado, loja n. I", ao p 'la
botica, vendem-ss madapolOes finos de 24
jardas, com toque de avaria a j, 2;500, 3>
35500 cada pega, camhraia Qna de lpicos
para vestidos de senhora e menina, com pe-
queo toque e com 10 jardas a 25, 2/500 e
3o a pega, chitas de cores matisadas, fins,
padrOes modernos, e com 38 covados cala
pjca, com um pequeo toqae a 65, mascu-
lina branca fina e ass>it.ina la.com piiqueno
pefeito a 240 rs., e sendo limpa a 2S0 o co-
vado.
no va agua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tem ap-
pareeidopara Ungir o cabello e suissas de
prelo : na livraria universal ra do Collegio
n. 20, d-sejunio um imiiresso gratis ensi-
nando a forma deapp-icar.
Vende-se um boiede2.~> palmos, muito
bem construido : na ra da Cadeia doKeci-
fe n. 2, primeiro andar.
-- Na nova loja de 4 portas, na ra do
Queimado n. 37, he chegado pelo ultimo va-
por um rico sortimento de chapeos amazo-
nas para senbora, ditos para menino erae-
niiu, de melhor gosto possivel, chapeosde
aba larga enfeilaJos para senhora e para
meuina, chapeos pretos para homem, de
d;versos precos, lengos de labyrintho a 15,
chitas de cubera francezas muito finas a
360 o rova-lo, olindinas mludas muito finas
a laiu'l) o covado, manas pretas de fil de
linho, bftdas de diversos presos.
Accidentesepileptcos
Alporcas.
Ampolas.
Areiastmal de).
Aslhtna.
Clicas.
ConvulsOes.
Dcbilidade ou exte-
nuado.
Dcliilidadeoufaltade
foiQas para qua
quercousa.
Dysinteria.
l)or de garganta.
- de barriga.
nos rins.
Dureza noventre.
Enfermidades no ven-
tre.
Enfermidadesjno figa-
do.
Ditas venreas.
Cnxaqueca.
Ilerysipc!,i.
Febles biliosas.
Febrcsntermlttente'
Fabreto da especie.
Colla.
Hemorrhoidas.
Hvdropisia.
Ictericia.
Indigestdes.
InfiammacOes.
Iregu la ridades da
menstroaefio.
Lnmbrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas n<>cutis.
()bstrucg3o do ventre
Pbtisica ou consump-
qo pulmonar.
retcnciio de ourina.
Fheumatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Vjnereo (mal).
das
NA MESMA FUNDICA'O,
seexeculam tocias as encomraendas coma
superioridade ja conbecida com devida
presteza e com odidade em prec,o.
Attenco.
Vendem-se estas pitillas no esUbeleimcn-
Logera lie Londres ti. 244. oStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas cncarregailas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e llesp&nha.
Vendem-se as bocel nhas aSOOrs. cada
urna dellascontmum; instniccaoem por-
tuguez paraexplicaro mododesseusardes-
tas nilulas.
O deposito geral he pharmaceutico, na rui da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Vendem-se funda 1 de a^o para um e
dous lados : na loja de miudezas da ra lar-
ga do Rosario u. 35, a 19000 cada urna.
seis portas
em frente do Livra ment
Para acabar com o resto.
Pecas de cassa com salpico e com 8 varas
a 5500, ditas adamascadas com 6 varas a
lftiO, chales brancos a 480, riscado francez
escuro a 120 o covado. cortes de colletes de
casemira pretos a 2j, salas bordadas a 15600,
luvas de seda pretas a 500 rs. o par, cartas
de clcheles a 40 rs.
\leios desolla ecera de carnauba:
no armazem de Tasso Irmaos.
EmcasadeRabe Schmettan & C.
ra da Cadeia n. 7, vendem-se:
Balanceas decimaes de direntes tama-
nbos,
Burras de ferro.
Superiores charutos da Havana.
Vicrosparaespelho.
Couros de lustre.
Carneiras envernisados.
Fio de sapateiro.
Tudo por preco commodo.
Na ra do Crespo, loja do Campos \
Lima, ha para vender o mais superior rape
de tima das melho es fabricas de Pars; os
apreciadores da boa pitada devem animara
pro Tipia venda para continuar haver s-ni-
prc deposito, visto o que mandam de Lisboa
ser depessima qualidade.
Vende-se urna escora-
re muito sadia sem vicio algum, ct pre-
ta, ,dade 28 annos, sabe cozinbar, tem
principio de engommar, lava bem :
quem a pretender dirija-se ra do Col-
legio n. 7, segundo andar.
Cebolfs novas.
A preco diminutoquasi de graca, pro-
curen! o I'inheiro no caes da allandega
armazem n. 5.
No caes do Ramos, no armazem de Fran-
cisco de Paula Figuoira de Saboia, veniem-
se saceos com farinha de mandioca a 79500
o sacco. e saceos com gomma e fumo em
folhas, t ido em boia estado.
sellins
patente inglez.
Sao chegados e acham-se a venda os verdsdeira
e bem cunlieridus sellins inglazes patente: diibi
do Trapkhe-Novo n. 42, armazem de faiendas da
AdamsoD & C. llowie.
Aedes do Mara-
nhao.
Na fabrica de chapeos de sol da ra Nova
n. 23, esquima da camboa do Carmo, rece-
beu-se da Maranhuo um rico sortimento de
redes brancas e de cores, as quaes se ven-
dern por prego muito commodo.
Pa-ece impnssivel, porem pede-se as
pessoas que queiram comprar a dinheiro
vista veuham ver na praca da Independen-
cia n. 4 como se est vendendo a mais per-
feita mermelada viuda ha pouco de Lisboa
do mais afimado fabricante, em latas de 2
libras, 1 1|2,1 e 3|( de libra pelo prego de
1/a libra, assim como pelo diminuto prego
de l280 ee vende a libra dos melhores bo-
linhos inglezes proprios para grande cha c
mesmo para enfeites de bandeijas, bom as-
sucar Cund a 640 a libra, muito boas con-
servas pelo prego de I96OO frascos muito
grandes e um pouco mais abaixo a I5OOO, na
mesan :asa se acha um tudoquantose pos-
sa desciar de urna grane confeitaria e que
tudo se ende pelo mais barato possivel
aponto de Cansar admiragao.
Anda existe um resto dos muito co-
nhecidos e afamados charutos regada de S.
Flix do autor muito condecido Manoel Ral-
bino da Costa Brandio, os quaes se ven.iem
pelo prego de 35500 a caixa ; a elles, fregue-
zes pois desta fazenda vai deixar deappxre-
cer no mercado, em virtude do dito fabri-
cante ter fallecijo ; na praga da Indepen-
dencia ii. 4.
Cal vlrgem.
No aimazem da ra da Cadeia Velba n.
12, vendem-se cal de Lisboa em pedra, a
mais nova que existe no mercado, aliautan-
do-se sjr de superior qualidade.
Vendem-se talnlias das Alagoas em
calda, rnuilo grandes, tanto a relalho como
em pori;3o, por prego commodo : na taber-
na da esquina da ra dos Maityrios n. Ji6.
V'ende-se bacalhao de escama mili-
to novo e superior a las a barrica: no
armazem de Paula Lopes no caes da al-
fandega.
nio Luiz
11.1.
Vende-se
Folhas de Flandres.
Chumbo em lengol.
Dito em barras.
Dito de munigo.
Ps de ferro.
Pregos de construcg3o.
Lona.
Linhas brancas ede cores em nvelos.
No armazem de Jos Antonio Moreira Das &
<-.., na ra da cruz n. 26.
Gomma do Aracaty.
Em porgOes e aretalho: vende-se na ra
aacadeian. 57, escriptoriode PrenteVi-
anna.
A loja da es-
trella.
Na ra do Queimado n.7, loja da estrella,
venvlem-se as seguintes fazendas, mais bara-
to do que em outra qualquer parte, a saber:
Palilots de panno francez. finos a 20*000
Oitos de dito dilus 28000*
Chapeos finos para senhora 16/000
Ditos ditos para dita 209000
Crosdenapies preto e de cores a
Panno preto fino para todos os pregos.
Chapeos francezes Tamberlik.. tiara
nomem
Collarinhos e manguitos inglezes, de
um novo gosto, eda melhor quali-
dade que neste genero tem appare-
cido ate boje 129000
e outras muitas fazendas que se vendern a
dinheiro a vista, por menos do que em ou-
tra loja. '
Relogios,
Os melhores relogios deouro.patentcin
giez, vendem-se por pregos razoaveis, no
esenptorio do agente Oliveira,ra da Ca-
deia do Recifen.62.Drimeiro andar.
Vende-se superior linha de algodSo
Brancas e de cores, em novello. para costu-
ra : em casa de Southall, Mellor & C. ra
do Torres n. 38:
buariondnrn0rt,me?t0' COm cabos de Oirflni,
nuiaio, ogo, etc., tempera ago lino.
r Colheres.
mIsimo(,Tt,n',nt,i de colherM <>e metal
nnissimo e de varios fetios.
r.....APpa.relnos P,r 'moco.
Grande sortenlo de apparelbos de
tal fin.ssimo, ,mit.ndo p^""
demos. v
,. Salvas.
Grande sortimento de salvas imit.nH
prata, cora lindas gravas,, ."re t
mutto bom gosto, ditas para um copT
Trens para cozinha
O mais completo que tem vindo a >
mercado, constando de panellas.c.ssaroi,.
fr.gide.ras e cbaleiras forradas d porceUan.'
eest.nh.das, grelh.s, colheres, e dTMM
objectos mais. "iveraos
Castigaes
de metal finissimo, ricos modellos.
Katoeiras.
Ratoeiras de rame, novo modello, outras
T"* l,l;r'" de gostos modernos o po-
mend.mn,0d0S' qU'ludo 'eio -
Defronte de S. Francisco, oDcina de.
encadernagao de F. C. de Leros e Silva
vendem-se os objectos seguintes: bilbeiw
para le Hoy, balsamo ph i la n trpico, opodo,-
doque, agua de sedelits, xarope de S
les e outtos ; assim como corado campo era
branco para nellesse cscrever o qXalf-
zer de diversos lmannos e cores, ditos 0.1
r. licores, conhecimenlos p.r. embarque de
escravos, tabeadas, cartas d ABC. trasla-
dos, tanto em collecgces como avulsos piu-
las, ettras de diversos dizeres, anthmeticas
de diversos autores para o ensno primar,"
grammatica de C.stro ^u^es, geometria d
.V.hDl!.,aH0 de N8nt," alendo sobras
poslbumas, deveres do hornera, historia sa-
grada para as escolas, como para os estu-
antes, apudaut.g, procuragdes bastantes,
poesas de Caldas, med.tagOes pelo conel
Z J?[0h me? m"i"o, csm.nho do
ceo, manual da musa, cartbas. compendio
oloroso, papel pintaJo de muitas qualida-
des e formatos, pautado, de peso. .Irasco
:eJn'hdeh,l0,land dB ^o* "Vitos, oe
Tnt: h')[ha81m"'Dnas, livrodo ouro dos
meninos, bilhetes para caixas de charutos,
de diversos gostos ede todas as cores, asi
f a T Detuei"> qe notam as qua-
i^nulds.,Desmos; .""ros muit.s objec-
tos que se deixara de enumerar.
7950
das de desenhos inteiramente novos a 400
rs. o covaao, carmelina, fazenda anda nao
vista, trangada e com padrOes de Uazinha,
pelo b;rato prego de 280 o covado, cortes de
riscado francez, bonitos padres e cores fi-
xasa 39200 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito fina, com 8 varas cada pega a
79300, dita tapada tambem muito fina, coro
10 varas cada pega a 498OO e 69600, chales
de aazinba muito finos a 2/200, ditos de
merinu lisos e bordados, de mui linda seo-
res, caserairas enfeitadas, mescladas, mui
proprias para palitos a2/200 o covado, brim
tiatigado de poro linho e padrOes novos a
15440 a vara, ditos pretos de muito bom
gosto, e ate proprios para luto a 1/600 a va-
ra'nnrles de co,lele de setim bordados a
3/OO, ditos'de casemiras para caigas, finas
ede bonitas cores a 59500 e 65OOO, eravat.s
pretasdesedaa19, dit.s de mola a 1/600 l'TZ7.?t *JVc,;leur como
alpacas de cores cm lislras de seda a 560 n rt 1 .- ?ei 6verno e pe
covado, chitas escuras e claras" padrees dede modlc"'a- ^ "edicS
miudinhos e graudos, de muitos e variados
gostos, cores fixss e excedentes pannos a
160 180, 200, 2*0 e 240 o covado, pegas de
madapolao com 20 varas .29900, 39600 4a
49500, 49800. 59 e &9600, e mito lino a
65400, cobertores dealgodSo proprios para
escravos a 700 rs. cada um, luvas ds diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
ciadas de todas as cores a 540 o covado De
todas estas fazendas. e de outras muitas
aqu nao mencionadas, se darfio amostras
sob penbores.
cera de carnauba.
vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife loja n. 60.
Ra do Crespo n, \'.
Vnde-se alcatifa muito larga, e propria
para igreja a 25000 o covado.
Na nova loja de
4 portas na ra do quei-
mado n. 57,
psssando o becco da Congregago, acaba de
receber-se pelo ultimo vapur que veio da
Europa, ricos vestioos da seJa pretos de su-
perior qnalidade a 70/000, grosdenaple pre-
to muito superior a I980O, 29, 2j200 e 25400
o covado, velludo preto muito bom a 6/400
o covado, mantas pretus de fil mu to Dais
a 10": o a 129, veos pretos muito finos Je fil
de sel* a 10 ea 125, chapeos para senhora
Jos mais modernos a 169, sarja lisa hespa-
nhola a 25400 o covado, dita lavrada de di-
versos piegos, assim como cortes de barege
a 10-5. olindinas de seda a SoO rs. o covado.
:::::;:::. aOttWpfloa
LEITE. AimilR #. C

o
Roa Nova, loja n. 2. Nabuco iV. C, ven-
de enfeites para cabega de senhora, luvas de
seda bordadas de todas as cores, borzegums
gaspiado para senhota, meias de algodao fi-
nas para senhora, loncos de seda branca, e
ditos com barra para senhora.
O abaixo assignado vende 50 aeges da
companhia de fiar e teccr algodao, estabe-
lecida nesta cidade, tendo ja realisado tres
prestag Jes na importancia de 35-000 p, c.
Manuel Joaquim Jiaptsta.
RA DOQUEIMAUO N. 10.
da para vender os mais ricos 5fj
t manteletes a Ponpadour chegados
\'J nlliamenie de Paris.
co,:-,..-:..::: v:-:.-:::.:.:-SD-r3lJ
Roa Nova, loja n. 2, de Nabuco & C ,
para menina, vende chapeos de seda, uitos
de pallia com enfeites, toncas de lila, meias
de seda do cores, luvas da seda prela, bor-
zeguius para menino, e lencinhos da cam-
braia
Vende-se urna bonita vacca com cria ;
a ver, no Cordeiro, sitio do Cabriel Anto-
nio ; a tratar, na ra do Crespo n. 16, es-
quina.
Vende-se um bom cavado, gordo, bom
andador, por pouco dinheiro ; a pessoa que
o quizer comprar, dlrija-se a ra dos Pesca-
dores, padaria.
Vende-se um escravo marinheiro de
governo, mogo e'saudavel, e de nago Ango-
la : na ra da Cadeia do Recife n 14.
Velas.
Vendem-se velas de composigo, em cai-
xas de 25 libras, a pregos commodos: na
ra da Cruz n. 9.
ROB LAFFECTELR-
Ounicoautorisadopor Sodo eonselho real,
decreto imperial.
arr3nh?ealC>SfrOS.hospitaes recomraendam o
!rr.ob? d,e>a?ecteur, como sendo o nico
a real socieda-
gosto agradavel e raciU tmr'emVcrato!
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
reegoes da pede, impingeos, as consecuen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos.da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnraores; convm aos catar-
rnos, a bexiga, as coutracgOes e a fraqueza
dosorgos. procedida do abuso das injec-
goes ou desandas. Como anti-syphiliiicos
o arrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
era consecuencia do emprego da copahibe,
daicubeba ou das iojecgOes que rcpresenlem
o Tirussem neutradsa-lo. Oarrobe Laffec.:
mercurio eao iodoreto de potassioLisboa-
-->ende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praga de f. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-UtfactetiMa.Tua l^icheiieu Paria
Os formularios do-se gratis em casa do a
gente Silva, na praga de D.Pedro n. 82
Porto, Joaquim Araujo ; Baha, Lima fir-
maos ; Pernambuco, Soum; Rio de Janeiro
?Mh1,& F,lhos; e Morei. loja de drogas ':
Villa Nova, JoHo Pereira de Magates Leite
Rio Grande, Francisco de Paula Couto & C.
Sellins e elegios
SELLINS e RELOGIOS de patente
inglez : a venda no armazem de
RosIronRooker & Companhia, e-
qoina do largo do Corpo Sanio no-
mero 48.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundirao de (erro deD. W. Bowman
na ra do Btum, passando o chala-
rz, continua a lia ver um completo sorti-
mento de tachas de (erro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de bica, as quaes se
ecliam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-seou carregam-
se em carro sem despezas aocomprador
A nova loja
de calcado da ra do Cabug n. 9, tem para
vender grande sortimento decalcado fran-
cez, sendo bolinas para senhora e menina,
sapatOes e sapatos para homem e meninos,
de todas as qualinades, borzeguins para ho-
rnero, dos melhores fabricantes de Paris :
todo este calgado vende-se mais harato do
queem outra qualqner loja.
Farinha de man-
dioca,
do Rio de Janeiro, de muito boa quslidadp,
saceos grandes: no armazem da Companhia
l'ernambucana.
Natanoana defronte do trapiche do
Lunlia vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes, assim como
bom miltio e fe.jao.tudo por preco razoa-
vel:a tratar no armazem da ra da Ma-
dre de Deosn. 12.
Cal de Lisboa.
hleTt^?l b,rrS rom Ml no' deLi-
^',,7?^ (,ue fimout par-
te i na roa da Cadeia do Recife, loja n. 50.
defronte da ra da Madre de Dos.
Aftencao.
mif?.ri!,h*ide^n,,,,d0ca' roilno e feiiSo
mais barato do que em outra qualquer par-
tei; na na do Queimado. loja de ferragens
vpTKU1 N?,ya 2. Joj de Nabuco & C,
vende bons charutos da Bnhia.
iXVeiAd,nTsedous escravos, sendo um
nrwjo mtH.tuhu de ld.de 18 annos, e um
morque de idade 16 annos : na ra' D,r"
<5*Sft>*j* >w&wfi.
Est fgido desde setembro de 1848.
um mulato de nome Raimundo, idade 30
annos, estatura regular, bom corpo, cabellos
pretos e crespos, olhos, nariz e bocea pe-
queos, denles miudos lirrados, pouca bar-
ba, ar tristonho, fei^Ocs grosseiras por ter
marcas de espiobas pe.o rosto, l eescreve",
natural villa do Pombal. fbi escravo d
major Flix Rodrigues, chamando-se hoje
Jos Raimundo casado com Antonia parda
com1 5 hlh.s, tendo morado6 annos na fa-
zenda l'icdobeira de Jos Ferreira equando
toi preso ne sacco da Pedra brauca.em com-
panhia de Campos e terrss de Jo9o Quiza lo
Filgueirasrecolhido a cadeia do Crto e ti-
rado a meu requerimenlo a 18 de Janeiro
de l858,evadio-se do poder dos conductores
na fazenda Caum do major Francisco An-
tonio Salgado, rogo as autoridades civis,
miiilares.capitaesue campo e a qualqner do
povo a captura do referido escravo sendo
conduzdo a ra do Collegio n. 16 donde re-
cebera 1008 de gratificagao, no Crato ao te-
nente coronel Antonio Luiz Alves Pequeo,
emPajeao commandante superior W.noel
Pereira da silva, as Piranhas a JoSo Casado
Lima.
Francisco Tavares tima.
No da 18 do mez p.p.,fugio de bor-
do do brigue Sagitario, um eicravode
nome Joaquim, pardo ejeravo, de 22 a
24annosde idade.estatura regular, secco
do coipo, s tem barba r,o queixo, ca-
bellos carapinhosejatem muitcs bran-
cos, J.ebem conheeidopor ter as mo,
muitocalejadas.quandofugio thnha o ca-
bello a nazareno, tem'.os pe* meio apale-
lados.e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar ao seu senbor Manoel
Francisco da Silva Carrico.narua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' ben
gratificado.
ettWMM
100$ de gra-
tifica^ao.
Fiigioha quasi tres tuezes, do so-
brado grande da Mt-gdalena um es-
cr.vo crioulo de nome Cosme com
3 V'Rlues seguintes : bem preto, de
. e.iatu.-a regular, mSos bera feiUs
porem grossas, ps um pouco torios,
o nariz grosso e achatado, parece
que ltimamente perueu um dente
da frente, representa ter 20 annos.
ne rnuuo ladino, porque esteva na
rama 3 annos, servindo a ura estu-
ante, tem a falla um pouco arras-
ada e grossa, anda quasi sempre de
vagar : quera o aprehender leve-o ao
9 do sobrado d Magdalena ou no He
3? Menoescripteriudo maior Rellar-
-g mino do Reg Barros, ru da Cadeia
% "i *8' Primeiro "dar, ou fi-
nalmenle no engenho Urua da co-
S ZnZ', 6 r'f,.na VUTa e Chos do
5r J"neD.te coronel Manoel Correa de
iveiraAndrade, a quem pertence
i
m
dito escravo.
0:'i
IMMI
c.ie7i > enBennc- Agua-fria, fre-
fh.i ,1, Loureco da Malta, os escravos
Miguel alto, secrc, qu.ndo anda he muito
inc inado para a frente, pooca barba, e foi
escravo de JoSo Elito do Reg Barros, mo-
rador na freguezia da Escada, p.r. onde sup-
P0e-se ter lugido. Sevtrino, cabra, baixo,
gressur regular, tem um defeilo ero um
dos dedos da mflo, representa a idade de 26
para 28 annos, e tem pouca barba; quer
um quer oulro fugiram no mesmo da :
qu>!m os apprehender, leve ao engenbo ci-
ma dito, que ser generosamente recom-
pensado.
PERN. TYP. DE M. F. DE FAR.U. 185.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO


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