Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07483


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Full Text
ANNO XXXIV IV. 33:
Por 5 mezes achantados .fOOO.
Por 3 mezes vencidos 5$000.
Ql'IXTA FEIRA II DE FEVEREIRO DE 1858.
Por anno adiantado Ijj'OOO.
Porte franco para o subscriptor.'
ENCAHREADOS DA SIJBSCRIPCA'O 1*0 NORTE.
farihiba.oSr. Joao Rodolpho Goma; Natil, Sr' Joaqun)
Ignacio Pereira Jnior i Aracety, o Sr. A. da Lcmo Braga ;
Ceara, o Bt.fi. Jos d Oliveira ; Maranho. o Sr. Joi Teixeira
do Mella ;*iauhj, o Sr. Jos Joaquim Avelno ; Part. o Sr.
JnSttWtTUmoi ; Amuooai, o 8r. Jeroojroo da Coiu.
I'A RTI DA DOS COR REOS.
Otlnda Indos oa t.aa, aa !l p meie hor.,s iguarassu', t;,.iar.na e Parbola, ais .numhn r neitai-hiraa.
S. Aillo, Bcerrrus, lloauj. Carura', Altinlio eliaranbuai: na .erca-'fira.
i. Lour-to, Pao d'.llho, Niiar.lh, Lieaueire, Br.j, Peaqaeira, laawsei.
ra. Florea, Villa-llsilla, Hua-Vi.u, Ouricur; e tan", na quarUa-rra*.
Cabo, Iptyaea, S.ni li.iem. Rio r'orniu.o, toa, Barreiroa, Agua-Trela.
flmenloiraa e Val.it: avlotaa-fairaa.
(Tudot oa correos p trien ae 10 doras da rnauba.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES HA CAPITAL.
Tribunal do rnmmercio : segundas e quintas.
Relaco I tercas feiras e eabbados.
Fazenda : quarue e sabbedos aa 10 horas;
Julio do coinrnercio: aegundaa ai 10 horas e ]uiotai ao tMio dia.
Dito deorphos : segundase quintal ai 10 loras.
Primeira ara do civel.- segundas e wxlai ac meio dia.
Segunda rara do eivel : quaruse sabbados io meio dia.
EI'HEMERIDES DO ME/ DE FEVEREIRO.
5 Quarto minguanle as 6 horas e 57 minutos da tarde.
13 La ora a 1 hora e K3 minutos da tarde.
20 Quarto creicente ai 10 horas e 30 minutos da tarde,
27 La cheia ai 7 horas e 45 minutos da tarde.
PREAMAH he iioje.
Primeira as 2 horas e 54 minutos da manhaa,
I Segunda as 3 horsi e 18 minutoi da urde.
DAS da semana.
8 Segunda. S. Joao da Malta ; S. Corinthia m.
! Terca. S. Apolinaria v. ni. ; S. Aosberlo ; S. Nicepboro ni.
10 Quarta. S. Escolstica v. irmaa de S. Rento.
11 Quinta. S. Lauro b. : Si. Clorero, Desiderio e Castrense bb.
12 Seita. S. Eulalia v. m. ; Si. Modesto e Ammonio infantes rom.
13 Sabbado. S. Gregorio p.; S. Calharina de Ricci r.
14 Domingo. S. Valentini m. ; S.Baiaiano leitor.
ENCARREADOS DA SUBSCHIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Diai; Babia, o Sr. D. Duprad.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlini.
em pernambuco.
O Proprietariodo DIARIO Manoel Figueiroada Faria.ni sua
linaria, praca da Independencia ni. 6 a 8.
VILLA DO CABO.
Ar.hand.o-se deGnitivainente aborto jo tn-
liio de ferro desta rilado villa do Cabo, o
rroprietario deste Diario comprometiese a
manjar os diarios pela primeira locomotiva
que para all seguir sem dispeadio .'algum
para os asslgnantes, devendo estes mnda-
los recebar na residencia do Sr. Julin Pa-
reira Matoso, ra da Matriz : as pessoas que
quizerem subscrevar, ou que sendo subs-
criptores nesta ciiade do Recife, queiram
passara entrega para aquella villa, podem
mandar soas declaraQoes, tanto a agencia
romo a Iterara ns. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia,
oeste posto, aos coaescertamenle ha muilo aprecia-, npera de hora para hora, corresponden), tanto
vel a demonstrarlo conel.ule do referido oflicio. I qnanto se poda prover pal a despachos telegrapliicoa,
Acalla o Sr. consol doi Eladu,-I nulos os proles- I ai esperanjas qua ai noticias anteriores fa/.iam con-
t* di ininha man subida aslima a considerarlo. caber. I.ucU.no, como Dalhi, depois de nma lonja
DilO ao vice-cin.ul do Iran em Soulharapton, I lorie de cmbales, o a aulori.1.i le brilanniea por lo-
Em eumpriment > do diepnslo 00 aiso da repartijao | da a parla torna a ganliar a sua aseen leneia, apelar
do imperio da l'i de lelembro ultimo, transmiti a : daa noval revollas loeaes nos terntonoa da Bora-
S. S. o roappa dos esliantteiro qoe emigraram pare I baim.
esta provnola no vapor io dirTarenles porto da Eurc pa.Igual ao coniol ge- 1 nio aio preciaos para a elucidario geral doi aconte-
ral do Brasil em Portugal a ao vice-consul do Brasil, ciraentoe. Neile eaio ai breves noticias do lelegrepho
no Havre com a mu dauj somanta da lerem os es- | dio-nos fundamento bstanla para as noiiaa conclu-
liaugeiros emigrado oa barca porlngoen aPerosm-
-bucoa.
D lo ao desembargador Metano Jos da Silva San-
tiago.Fico inleirado de liaver V. S. entrado hon-
tem do ejercicio do cargo de procurador da ro-oa
lobarania fazeuda uaeinna! segando me participou
-"X
PARTE OFFIGIAL
dea. Nos sabemos o astado de (lula, oa racurios que
offerecia aos insurgentes, o numero a dispoaicio da
ua populacho, a retirada dos amotioadoi fugitivos
para a sua capital, a siluajio ita cidade, da guarni-
lo europea, e do eiercilo rebelde em volla delta.
i"?,l>,tl.0.ih PhoJi d0. l"' d" m,,e,icord,^ Iler0- 1* he m>>> malleravel das inspirarle da 1 qaando esliver ass>nlad com oa senadores da trra.
?.qJ.1"!"!h'>.! """"a perleucer, conforme ja lha ualoreta. Ella fea delicado, lencos e venden-os, a enlregoo
fcsle destino priroeiro, no qual no podem ser sohs- nm cinto ao Cananeo ipara o vender.
eommouiquei.
Prncipiare pelo nosio estado .le lalobridada, que
eonlirua ainda bem peuimo. A felira amarella, qae
icguo lo lha di.sa, faiia soas viclimai, a orrelplia,
no hoipital regimental, declarou-ia lambem na ca-
deia publica, e vai lavrando anas sentanras, em al-
guna dos iunocanlea que all estn enclaosorados,
aam duvida para conirabalan,;ar a benevolencia do
00110 lriban.il de jurados. Na popalacio vai ella la-
vrando soblilmenle, a nao poucoi lem Iransposto os
umbraes da elerodade.
En Mamanguapa, ponto da provincia em qoe esta
liloida, aparta-a* nec-ss.mmenle deisa vida acti-
va, desses cuidados eileriores, desse ernpregos p-
blicos qoe loppoeio nm deslocamenlo coatinuo e doi
quars o humens sao uataralmante eocarregadoa.
E affectiva sobre aa facilidades Intelleclascs, nao he
menos sensivel em sua vida moral do que am -ua
A forlalea e a formoiura he o de qua ella le re-
vs)*, e ella rira 00 ultimo dia.
Ella abri a aoa bocea .1 sabedoria (eom sabedoria
e a lai da clemencia en oa aoa lingua
Coosiderou as veredas da iua casa a nao coman o 1 lho, qoe impeda a familia de corromper-* -'he.
irmao ; a eomu espo.a. sanlific o hornero marido :
Ella ha aeae facho resplandecenle de qoe falla a E-
vangelho, o qual collorado sobre o candieiro domea-
li co, oilTuoda inceasantemenle em torno da ai a lar
da fe am (oda a iaa caa a esclarece lodos 01 qua
nel'a moraro.
Ella he asa ni myiteriosi, dii ainda o Evaoge-
pHo ociosa.
I.evanlaram-se em lilhos e acclamaram-na dito-
As oparacaese luccassos de Mr. Campbell concurdam I tinha humanamente
GOVEBNO Sal PROVINCIA
Por portara do I' do correla, foi concedida a
Carolina Ciriaca Pereira dos Santos a demimSo que
pedio do cargo de profeeaora adjunta de iiHlruo;io
publica deala ddade.
Por portara da meinu dala, foi nomeado Anlonio
Ijon^alve da Moraes, para o logar vago de Ihesou-
reiro pigadnr da reparlicJo dai obra* publica-.
Por portara da meiraa data, se conceden ao Dr.
Cosme de Si' Pereira a deminao qun pedio do lu-
g ir de delegado do districto Iliterario da freguetia de
S. Fr. Pedro (oncalves.
Despacho do dia II de ferereiro de 1858.
Requenmentoi de Antonio Fernn )< da Canha
Vvellare Francisco Pacifico do Antaral, este prali-
cante a aqoella continuo oa Iheaoorarta provincial,
pedindo leram oomeados para o lagar vago de ama
Duaua cartorario da misma tlietourar a.Informe
o Sr. inapector da Ihasoararia provincial.
Dito de Cssario Mariano da Albatqoerque Caval-
caati, pedindo o meamo. lailroa devidameala o aeu
requerirae'nlo.
Ditoda FranciacaElimia da Alboquerque Mara-
11I1110,Informado pela Iheiourana da lateada, pedindo
lietn.;i para vender a Joa Anlonio de Araojo, pela
quanlia da 1:3009 reii, 01 lerrenoi da marinha. ala-
gadoa, nmeros 87 C a 88, em Fora de Portas.Sun,
panos 01 direitos nacionaas.
Dito da irroaudade da ordena Terceira de S. Fran-
cisco, pa luido se Ihe mande entregar qoalro mini-
nos msico, do collegio dos urpliaos para camarero
na prociaaao da cima.Informa o* ccaDiellio adminia-
tralivo do patrimonio do* orphdos.v
Ditos de Jernimo Caaar Marinho Falcao e L'lyse
Jaatioiano de Oliveira, pedindo seren admiltidoa ao
concarao para amanuense da secretaria do governo.
I.- dupacho : Saja admillido. -.Foi prvido o
lagar.
Dito da Joaquim Coelho de Sant'Antia, preo sen-
tenciado, pedindo dispensa do. trabalhos, a que he
con leonado 110 presid 1 de Fernando.Indeferido.
Dito de Joaqun) Jotsi Talles, sentenciado, pedindo
liceuc para levar em sua compauhia para o prendi
da Femando Joaquina Mara da Cnceic3o, com
qum esta' ronlratado para casar.Nao lem logar.
Dilo da Joa Polyearpo de Frailas, pedindo ae
mande Infernar o jala municipal do Limosiro acerca
do reqoerimenlo qaa pretenda enderezar a S. M. I.,
padindo aer tiruvido n'ura dos oflicioi de eacrivlo do
juizo do failoa da faitnda, e dm orphios, civel e
cummeieial da comarca do Limoeiro ; em quanto
alta iDpplicaule da' cumprimento ao despacho de 28
de Janeiro, que eligi que apresmoste eiarne da
eahieieneia Ceito perante o juizo ds fetoi da fiaen-
da.Informa o Sr. inu. municipal do Limoeiro.
Loto de Luir. Jos de I ictlns, pedindo a.i pas-
to cm liberdide, por nao poder servir por iseneao
legal na marinha, para que lora recrulado.Infor-
me o Sr. capildo do porto.
Dito da Manoel Flix de Verai, correiodo con-
salado provincial, pedindo ser diipmsado de apra-
aeuUr folha corrida, romo Hit foi exigida por des-
pacho de 3 de eorrenle, par ni 1 poder comportar
com asa deipaza.Informa o Sr. adininlilrador do
consulado provincial.
Dito de Manoal Joaquim da Miranda Scura,
pedindo eerli 11o da ordem que aulorsoa o contilho
.idministralivo do arsenal da guerra a proceder a
compra de diversos ohjeetos para o aliar erecto no
hospital regimental.i Pane.
Dito de Mara Joaquina de Sania Anna, (in-
formado palo director do arsenal de guerra), padin-
do admiatao no dito arsenal para leu l'ulio menor de
noma Antanio Joa Alberto da Santa Auna.Apr-
senle o menor ao Sr. director do arsenal de guerra,
para ser inspeccionada.
Dilo de MariaCunegundea.de Santiago, pedin-
do qae seja encaminhado ao governo imperial o re-
qurrimeolo em qoe pede, se Ihe mande pagara
qoanlia de 27900 r-, proveniente da menaalidade
que percebe por falleciinenlo de tea pal, o alferea
Filippe da Silva Santiago, a qual deixou de ser co
brada am lempo por negligencia do seu procura-
dor.luforme o Sr-inspector da thesoorarfi de fa-
zeuda.
Dilo (informado pelo director eral da inslrae-
i.lo publico .de Victoriano Jos da AssompcSo, pro-
fewor publico de inalrucgAo primarla da fragutzia
da Itamarae, pedindo 15 diai de lireura para vir
esta cidade.Nao lem logar.
Roquiicao do commandanle da companhia de
arlilices. de lele espulgar tas de adarme 17, eum
baionetas para a referida companhia. Eutre-
gue-se.
Ello do commandanle do 0.'balalho de infanta
ra aaquisilando seis carrinhos de m.io1-ornee-* *e.
Dilo do commaadanle da fortaleza de Tsaafl***' re'
pedine^i azele de carrapaln e fl mW^^n para
loza. A, correle .-v-relro.Forneea-ie.
y0m j rfa#ector erilda inslrticcao publica, re-
ellendo oa reqaerimenloidoi professores pblicos de
Jl.veira, que o Em. Sr. Roban, lantoa penaamenloi, de qae ellas propriaa nao'po- Dai-Ihe do fraclo de inat raaos : e as las obras a
titulo.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Mande
Vmc. fornecer por empr;strao a commandanle do
brigoe escuna da guerra aOliudaa conforme requi-
siiou o chafe da e>lsi;io uval em officio de honlem
urna bomba avolia qae exisle nesse arsenal; ficamlu
Vmc. cerlo de que sar ella resliloida a em repar-
tirlo depois que aquella brigoe ch'gar a Baha.
Cummunicoa-se ao commandanle da eilaco naval.
Dito ao capitn do por.o.PJe Vmc. empregar
na barca de escavano a lleiinqoe Jos da Silva de
qoe trata seu oflici d. hoolern s ib n. 3.
Dilo ao mesmo.Com asle oflicio sern apresanla-
dos a Vmc. como recratsi de marinha 01 paisanos
Anacalo Jernimo da Tirres e J0.1 tumi Pereira da
Sila.Commuuicoo-M ao chafe de polica.
Dilo ao meamo.Cok mnico a Vmc. para seo
conhecimanlo que por daipacho dista dala conced
ao racrala de marinha lertaliano Antonio Francis-
co o prazo de 15 di para provar a isciicao qaa at-
legou.
Dilo ao director das < bras pahlicae.Concedo a
aulorisar,ao qoe Vove. tedio am tau offieio de hon-
lem iob n. :15 para mancar fazer os repaios urgentes
de qae precisa a ponte do Anjo sobre o Rio Seri-
nhaem, os quaes poderle importar em lrjfj^rOOO reis
segundo consta do citado offieio que lica aiiim res-
pondido. Communtcou-ie a Ihesoararia provin-
cial.
Dito ao mesmo.Em vala do qoe Vmc. declara
em seu oflicio de boulerii son n. 37 upprovo e deli-
beracio que loruou de pirmiltir qae los dinheirin
consiantei do pedido de laneiro salisfizes pagador dt>sa reparlicao Raimando da Silva Maia
os documentos de despeu.i que Ihe furam apreienta-
dos relanvos a's obrai do 5" |ao(o da ramilicaijo do
Cabo e arco do Afogadio 10.
Dilo ao inapeclor da Ihesoararia provincial.
Mande Vmc. pagar ao suri enlo Malhiai Casario Pe-
reira da Malos, depois de xnniinado o pret junto
em duplcala, a quantla de l'JisSO r., qae vence-
rn, de 7 a -2\ de drzembro ultimo, >" pra;aa de
guarda nacional chamadla a deslacamoulo no lermo
de Flores para o servir;-, da policio, providenciand
Vmc. ao mesmo lempo pira que o co Hctor de ren-
das provinciaea daquelle lermo pague de 15 em 15
das, e a villa de prels asaignados pelo respectivo
eapilSo delegado, o toldo a etapa que foreiu ven-
eaodo ai sobreditas praca; c quando a collecloria
nao lenha rendas sufficientes para occorrar a esse
pagamenlu, deve Vine, h.bilita-la enm os fondos
precisos pira a despeza da 3 mezes.Comraunicoo-
se ao sopradilo delegado.
D.lo ao coiniuissjno vaccina lor provioclal.
Mande Vmc. (ornecer ao doulor chefe de polica
atsnmai lanucas de |.ua saccioicn pata seren Iraos-
inillulai ao deegado do i-uno de lioianna, onde se
vai deseiivolvendo a varila, especialmaole no dn-
iricto de Nos-a Senhora do O'.Coinmunicou-te ao
chefe de palela,
Dilo ao vitarle de CaLrob.llespondendo ao of-
fieio de 11 de Janeiro o limo, era que Vmc para
proceder como Ihe iocun.be acerca d registro daa
terral poiaudas da sua Ireuezia, reqaisila as deci-
Ses do governo impanal relativas ao regulamento
dado p.ra a exrcucao da le n. i'.OI de IS da do-
zerabro de 1850. leuho a declarar-lha qae laeadeci-
sei comlam da colleccj < de leis que ic deve achar
no archivo da cmara monicipal ; nao havendo col-
leceo espacial daa qua ulzein respailo ;au auumplo
de que ie Irata. <
Dilo ao pro-presdanlo da cmara municipal de
Cabrob.Pelo offieio cae por Vmc. e mandn*
varea Jorea me foi dirigido em 8 do rorrete, fiqaei
inleirado de te haver designado o dia 8 de fevereiro
prximo para a tesslo ordinaria da cmara munici-
pal de Cabrubn, que nao pode fuocciodar anterior-
mente por falta de numero legal.
Dilo ao juiz de paz da freguezia de Itambc
Visto que deixou defaiccionar em t-mioo a fnta
qualifieadora dessa freguezia, por nfo ler lide f,,la a
respectiva convocacao pelo lobslituto compr-1*01* n
auseucia de Vmc, designo o dia 21 de ma^t Para a
reuiio da-refm la tunis qae ser towir^'^* "* (or'
ma do arl. i da lei reg ilameolar 11 faSl de 19 de
aiioslu da I8it. Fica assi-o respoodi^ o oBioio que
Vmc. me dirigi em 19 co corretea'-
Dito i cmara municipal*''*'0 Oorieury.Fico
ciaule de haver a cmara jafinnieipal do uricurj
dado comeco aoa seus 1a*alhos em 7 de jane ro ul-
lino, egundo ma ^asrticipoa eiu sea oflicio del
daquelle mez. .
Porlaria. -*J preiidn.la da provincia allendendo
ao qu ''* rec)uerej o profesior da primeira eadeira
j. (eograpliia e llislom do (\muaio provincial,
f-pedre JoSo C-pitr.nn de Men loin.s, resolve conce-
der-lbe Ire mezas de luenc. com ordenado na for-
ma da lei para tratar de sua saude.
Dilao presdeme dn provincia conformando-se
enm o 'iue propot o chele de polica am oflicio desla
a 10b n. lili. re.olio nomear o liscliarel Joao
illIIIBil \Mii n 1 Miutt IIIIVII iUB UUS I UIO'IUI *9 ItUl/l ItUS tlfj .. ------- >- ........ ,
grammalica latina da villa do Limoeiro, e de instroe-I, ?', Mlr"1a Verai para o lugar vago de da-
legado de polica do termo de Oliuda.Commuoi-
cou-se ao sopradilo chele.
Expediente do sea etario da prnviwia.
Ollicio ao chafe de pnliaia.S. Exc. o Sr. preii-
denle da provincia manda participar a V. S. que a
Iheiooraria de fazeuda Km ordem para pagar a im-
portancia daa diarias ab nadaa aos reerutas Antonio
irroliiij d 1 Silva eJoioSoarei. de que Irata o
ollicio de V. S. datado de honlem iob n. 112, ,
eilo primaria de Pona da Pedras, aiira de serem en-
viados a Ihesoararia provincial para esta ministrar
a respeilo de laes pretenc/m os esclareeimenios que
poder.Informe o Sr. inspector da lliesouraria pro-
vincial.
lino do director do arsenal de guerra, commani-
cando haver-se negado a ihesouraria de fazeoda a
pagar aos empregados daquelle arsenal qne interina-
mente exarcem os lunares de almoxanfe, escrivao
do almoxarifadu, amaoaeose a couladar, em subsli-
lui(do dos qua liearam loioeusos, allegaodo nao ha-
ver quola.Informe o Sr. inspector da Ihesoa-
raria de fazeuda.
Expeliente do da i da) fevereiro da 1858.
tillicioao Exm. commandanle das armas. Em
vina 4o ollicio c V. Exc. da honlem sob n. 75 ex-
ped ordem nao as para qoe se passe guia de soecor-
remenlo ao segundo eirorgiSo do corpo de laude,
Dr. Francisco de Menetei A noriin, mas lambem
para que se Ihe d transporte e a ma familia para
.1 provincia da Baha.Expadiram-se ai ordena de
que ae (rala.
Dilo ao meamo.Sirva-ie V. Exc. d expedir or-
dem para que seja ap'eaenla amanhaa urna forra de ID proras da primeira liuha
commandada por am ufli-.iol alim de, escollar dous
presos de jusliea
vera'demorar, para conlozir de volad os m-tinu
presos e oulros qua liverem respondido ao jars,___
Communicou-se ao referido chefe de polica.
Dilo ao presidente do aunremo Iribun'il dejasli-
ea.Paitu at maos de V. Exc. a re-posta dada pelo
Juta de direito Joao da Souza Reis, a' purlana que
V. Exc. rae trausraillio com o sea ollicio .. e 7 de 00-
vembro ultimo, pira ser encamiuhada ao mesmo
juiz.
Dilo ao inspeelorda Ihesoararia da fazeiida.Ten-
do deal'nado hinlera para a marinha o n erul-n An-
lonio Mareolino da Silva e Joao Soares, que forana
apuradus no lermo de iiarreiroa para o tervico do
aiercito ; atiim o eommunico a V. S. cara ieo co-
nherimenlo e direccao.
Dilo ao commandanle da esljao naa il.Trani-
mello a V. S. por rapta o oflicio que em data do |,
do crreme dinom-m- o cnsul dos EaUdosl.'nidos
da America maoifeslaudo oaairaojecimefiios do com-
i uidanta do vapor Sbubricko dos Eslidos-Lnidos
para com 01 ollicioes da armada i'niperial ne lo, a eslou cerlo de que a demonslrar;ao| de liio obse-
qiiosot senlunenlos acra mudo apreciavjel aoaoflici-
aes da diviaAo sol o eoinmando de X. jS. como ao
referido consol acabo de declarar.
Dilo a 1 cnsul dos Esta Iot-1 nido, rii America.
Aecoso a recepcao do afficio que am dala do 1- do
eorrenle servioe de dirigir-me o Sr. Alexandre II. i
Clem-nt cnsul dos Eslados-L'uidos dja America, e
penli irado da hondada coiu que pelo Sr. Comman-
danle do vapor Shuhrieko dos Ealadjia-Linidos fo-
ram recebidoe para o aeu deslino os oflic-ioi remel-
tidos pela pr.iuencia da provincia par Rio de Ja-
neiro, rogo ao Sr. coniul qoeira na p
luiudade manifeslar ao dito Sr. coi
tneu asradeciineiiloi n3o s pela
eonai leracao para com a presiden-
o maii esoecial peloi aeiilimanloi
leneia que o meimo Sr. eotnmai
olliciac da divino da armada
qua vieram do lermo de Barreiros para o servico
do eiercilo.
COMMAJVDO DAS ARMAS.
tuartel gaaarail do loanada d>a armas de
Pernanaboco aa oleado da Heclfe, esa S de
fevereiro da 1868.
ORDEM DO DIA N. 19.
Pendo o Sr. alferee do oilavo balalhao de io.ama-
na, Joao Caelano dos Siulos, terminado no dia i do
eorrenle, a liceuc, de Ir.M mezei que obleva do go-
verno por avuo du ministerio da guerra de 11 de ae-
tembro oltimo, par traa- de soa laude na corte, e
demdo em lempo do f.izer a saa a presentado, con-
forme parlicipou o respectivo Sr. coronel contraman-
dante em offieio datado de 5, o brigadeiro comman-
danle das armas interino, loi termos da le de 26 de
maio tj t8o5, declara au<:r.le o referido Sr. alfens
le o lermo da aseada, oode te d.- rjoe v.i ser chamado por 1 dlal.
(As'ioado.
Joo Jos la Cola Pimenle!.
Conforme. Demetrio ds Cusmao Coelho, alter
ajudaule de oidens encarregado do ielalhe
EDITAL.
Jlo Jos da Cosa Pimental, guerda-roopa de S.
M. o Imperador, comir andador daa ordena de S.
Benln de Aviz e da Rosa, cavelleiro da ordem
imperial do Cruzeiro, condecorado com a medalha
de miro da eampanha di> ealndo urienlal do Uru-
guay, brigadeiro do eiercilo. inspector geral da
arma de ordinaria, e d forlific.coes e deposito
de artigos bellicos, e con,mandan-" das armas in-
terino da provincia de Pernambuco, por Sua Ma-
eesladc o Impendor, qoi Dos gnard, ele
Faco saber ao Sr. alfares do oilavo balalhao de in-
famara J i.lo Caelano dos tantos, e a todos aquelles
qoe poderem e quiterem fazer chegar ao seo conhe-
cimenlo, qoe nao leu lo elle comparecido a 5 -leste
mez, por ler liualisado no lia anterior a licenea de
Ires metes que frua na ci re, em virladq do viao
do miniileno da nuerra de II de selembro nllimo,
foi hoja em ordem do dia le,la uarnir.ij, son o n.
19, derlara ausente, e he chamado pelopresenle ed|.
tal, para que cnmparee.i Un,., .) pr,, ae ,nat
mezes a contar de hoje, ib pena d proceder-se a
reapeilo de sua falla de con- pa'ecuiienio nos Icrmos
da le de 2b' da mato da 1815.
I. Lora qae o referido lio eou'te. lii lavrar o pre
habitante! de Lucknow s.io duas veres lio nomero-
ios como os de Edimburgo. Porem islo d ama idea
muilo imperfaila do caso, poique o povo de Oode
he todo guerreiro, e quaai nao ha um hornera nesta
provincia, qae nao tenha sido educado em orna es-
pecie de disciplina marcial. Nolou-se qne >o aqui he
qae oiis encontramos ama tusiirreic 1 mais popular
do qaa militar, mas a vrdade he qoe aqu toda a
gente he soldado. O carcter de Oude he paramente
militar ; toda a provincia he urna grauda gaar-
DiOjtoa
He a este paiz qae nos vamos sempre bascar as
nossas lavas de cipayoi, a por isso nao admira qoe o
cipayoa fugitivos e os cipayos pensionislas se reliras-
sam para a sos patria. Idas alem do nosso eiercilo,
ha maiidom que ae conservara fura da povoac.io. O
re de Oode, qua ainda oulro dia foi destronado, ti-
nha orna forca de 60.000 homens ; a aa forjas dos
seas feudalaos, qua ellea conservaram para as soas
occisin particulares, eram calculadas por sir I lem _v
Lanrance pelo menos em oulro lalo. Islo da no
total de 120,000 soldados oa provincia, alem dos de-
sertores dos oossos balalhes qae oes atraicoam e dos
bandos de soldados de -Nana-Sahib e dos saos cm-
plices.
Com urna tal aggregaeao de Iropai de loda a espe-
cie nao he para admirar qaa em Oule 01 amolinados
pereceasam lautos como os habitantes, e qae toda a
provincia pareeesie estar em armaa contra nos.
A aceua em que estas forc,ai estavaro eoneenlradaa,
ara muilo circomscripla, porque todo o terreno em q'
se eombateu, era meooa extenso do qne maitos eam-
pos de liaialba. A posicao'fortificada de Allum-
bagh esla a distancia de tres milhas de I.uckaow,
para o lado de Cawnpore ; e a Residencia, guarne-
cida, aaaim como Allombagh, por tropas inglrzas, Ti-
ca exaclameme fora de Lucknow, em orna direcra
upposta. Por tanto loda a exlensao da cidade, a tres
milhas de estrada, eslavam iuterposlas enlre os doos
posloi inglezei, e este espaco cunliuha urna mo-s,
da rebeldes em armas.
O lim de eir C-llin Campbell ara chegar .1 Re-
sidencia e descercar 1 tua guarnteAo, para oque ara
necesiario abrir passagain por meio da incessanlee
comitales com esla mullidao de soldados bem arma-
dos, em positoea vanlajosas, e conheceodo pelas nos-
sas precedentes operarles oa seus pontos de maior
forca. N'enhoraas outras eondices de balalha pudiam
produzr tao linguiare reiullados, como os qaa ago-
ra ros foram euuociados.
O commandanle inglez chegoo no dia 12 da no-
vembro a Allumbagh. lem opposirao, e com o que
depoii se coohaccu cr urna forja irresislivel isto
he, chegou a Ires ou qoalro milhas de distancia do
ponto ao qaal a sua expedirlo se diriga, ainda
asom anexar do vigor da soa marcha e do auxilio de
uina forte arlilharia, foi necessario pouco meti* de
una semaoa, ("cinco dias completos) para que iir Cu-
mi 1 iraplicll em urna extremidade das tres milhas,
e sjr Ileory Havelnclv na oolra, podessem reunir aa
su.is foreai, atravez da masa comparta de insurgen-
tes qoe os separavam. Cada dia psrecem lar-se a-
proximado meia milha ou pouco mais ti forra de
combales inlerminaveis. O espato enlre Allumbagh
e Lucknow eslava cheio de barricada!, e olificioi
de seleiras e fonilicajSes improvitadas, e a raelhor
deacnpeAn qoe lalvez posea darse desta eampanha,
he dizer que ella consisti em perlo de qoalro mi-
lhas de combates as ras, acbalos em cinco dial
com vaolagem. Era quati um
um inimigo muilo mal-1 *'
me luir preparado.
Kflo lera' osear
da esta tenaz-
sa complteme,
surgentes/fraa) 10 a tac
bem se.flefendiam a si. ti.
zer-se fortes em algania parle,
ver-' pelas rell-ies que cima ai-,
ugar mus favoraval qae podiam encoiu..
do os leitore e-lor.io lembrados de que qii.111.
ascendencia das orinas brilanmcas astava ioqiie.|,n
navelmeoleestabelecida, quando ai provincias in,e
riore eslavam preservadas da revolle. qnaodo Cawn.
pora tinha sido recobrada, quando Delhi linhaiid
lomada por as.alto, o rei folio pnsiuneiro, e as tro-
pas ingieras chegaudo aos milhsre, urna porcao d .
rebeldei cercara a residencia em Lucknow cora Ir..
la ferocidad!, como Nana Sahib linda cercado CiwiU
pore. Amia quando 01 revolb,.os tivesem lieada
victoriosos, nao teriam feilo mais do que comprar
um Iriumpho de poucos dala' cusa de um larri-
vel casligo, porque a revolla eslava perdida sem re-
medio algum, e qoe ledo o Oada estara as maca
doi Inglezes aniesde poocas temanas, era tan cerlo
quaoio pode e-lo qualquer aconlecimento futuro.
->em os insurgite, podiam ignorar esle fados,
porque os naturaei da India, como lodos o Asiali-
coi, 111.in;,-ni ai saai communicacsjei com maravi-
llosa precisao, e he provavel que oa chefei da re-
volla em OuJeeilivessera informados a lodos os re-
peilos do qoe a guarnijao inleza.
Em qaalqoer campanil,, europea, a' queda de De-
lhi srguir-ia-liia iinmsdialamanls o levanlameolo
do cerco de Lucknow, e os sitiadores desla praca
leara retirado a' primeira noticia do desasir irre-
mediivel, porque tinhara passado as soas armas,
lorcmna India oslas ronsideraci.es lera pooca 00
nenbuma influencia. Temos repelidas vezes chama-
do a alienlo para o carcter desesperado e seir.-,,.
nificacSn, qoe as revollas iioladas lem asiJ.U|rtir.
revolla, que eslalarim. quaodo a viclj>i ,,.,,'
fura da que.lo, e quaudo a r.pr.sjs, "',",,
eram c.r.o.. lalvez qu. o .^eorprendeo'.
a?.h!e. .. """"Jf"" do Punjab. que
n m "'.'"-i agravaran, o ... i-
me com o asiass.oaio^,po, de ,,, llllo d.r,Ua-
."''m" n3 "'para admirar se alan-o balalhao
en aado de c.pay4s rorDp(!e em v^ie,,,.^,, m.,.
rao 1 o meio das g,-,0rles forcas, qae esiao aclual-
Zuf. r6on""*- K ml Pedemos olh.r par. de-
1 ,q!"ou'}ameiile la annuociam as vizinhan-
"... "elaom. lem dar urna tal inlerprelacao a
"' orcaiso.
lie verdade que a presidencia de Bambay, bem
fito o governo do Poojab, se privn al cerlo pon-
tos seos recursos m.litare, para irem auiilio do
existencia phy.ica. Nellai ludo he affeclo; ellas ira- Isissiraa ; levanloo-se seu marido eoovoa-a"
primera am caracler ipaixonado m ludo o que fa- | Multas filhas ajunlarara riquezas : tu excideste a
zem, e a reflexao raras vezas lem parle no .entunen-1 todas.
lo, na opioiao que adoptara com mais violencia,; A gr.Ca he engaadora, a a formoiora he v.ia : a
ha a que ser lou-
epidemia primeiro appareceu, tinha ella declinado quando ela opioiao Ihei'he diclada pela peaioa a miilher que
!.*"l.,'u?."l?er.a"',. l1* "g"'i o eicellenle medi- quemamam. Daqui lanos caprichos, tantas acroes, vada.
Mullo lem soffrido naquella cidade. a familia do
integro juiz municipal deala capital, Dr. Franci.ro
Jovili Cavalcanli de Albuqaerqoe e M-llo. Alem
de 1011 sempre lembrada mi, o mais prenles prxi-
mo! ioe tem perdido com esla epidemia fatal, acaba
de la neniar ainda a morte de um tea prezado irmao,
lulm nado aos seus lerriveis golpes I Acompanha-
mos 10 nosso dijjno amigo no pezar em que jar im-
raeii), e aconselharaoa-lbe evanglica eoragem para
remlir taulas provaces. Daos sa amercie de ns,
nesta qnadra lao lamenlavel.
A ranquilldsde poblica nao lam lido alterada de-
poii da mulla ullima, a a seguranja individual per-
dem ou nao ousam dar conta.
Menos prupnas para os trabalhos do espirito, para
fadigai da raeditarao, para os esforrus de ama al-
sailenlada, as mulheres doladas de um sin-
maii promplo, de urna iranginajAo mais
viva, de am goilo raals seguro, que o bomens, nao
tem jamis podido allingir ao curae da
nenbum genero.
Considerando-as debaixo das relajr.es paramen le
inlellecluaei, ellas sao aplas para as arles de deleite,
nai qoaei chegam minias vezes a nm alio grao de
perfeirao. Sua apltd.au especial as composicea lit-
teranai, limila-se observajao minac.osa doi mo-
vimento, mais secretos do corajo humano,e i pin-
tura do qoe ha de mais mobil nos coslames. He raro
qoe lenlem peuelrar as profuodezai da scieneia, e
a niloreza que Ih'as inlerdisse, parece querer punir
aquellas qua se o venturera alem dos limites que Ihe
mantee garantida. A polica val empregaodo os I Irajou, privando-as daa grajai e dos allracliv ., que
!!.*-fV *'e,.I,ee P"ra caPl.orl dos Ihoggt, qoe nao sao o encamo de seo i*x'o ; as qoalidades de .bellan
e de sabia parecam exclutr-se ama a oolra.
(De Jony.
lem goinda antea aclivldade do Sr. Dr. Manoel
Clamenlino. se ai autoridades p.liciaes do interior,
aasas indolente!, com honrosas eicearOes, secun tos-
a esturcos deste digno magialrado, ha muilo Opinio de doaa mulhires celebres sobra asle ponto,
nussa provincia desassombrad^dos crimi- i As virtudes l.ri liantes nao sao a paililha das mu-
lheres, mas eim ai simples e picificas. A fama nlo
estar a a
noaos qua a infealam ; mas infelizmente assim nio
acn ec, nao s pela incoria a negligencia deseas
mesiuat aoloridadas, uo comprmanlo das ordensqoe
receben), como lambem pelas considerajdes que ellas
lera com cerlos bacbs do malo, que nao deadenham
proteger surdina loda a sorba de criminosos, piin-
ctpalmenle ladiors de caval os.
O que me consola he que, como la diz o adagio,
de vagar se vai ao longe, a Roma nio se fet o'um
di. Tempo vira em que Ihe poasa dizer, que esta-
mos hv res .esss horda de sicarios, e Daos queira qoe
essa opoca nao eileja distante.
"enero alimenticios continan) na mesm. ca-
resta qoe Ihe aonuiiriri, e cada vezpeioraa. O qae
vejo vender nos armazens mais em cunta he a fari-
nha da Irigo ; entretanto, mea arriata, os pae que
ie vendem ao povo pirecem clobuldj. homiapalhicos
e com labor d'agua aalgada, isto em rons-i|ueiicia de
actoalmenle s desmanchar -se pira o consumo barri-
ca! di farinha naufragada as praias de Taraba,sal-
vada do navio que deu cosa, qoe, para mullos fe-
lizea, seja di'.o de paisagem, lem sido urna segunda
mamad.n
Al nossas obras poblicas vio conlinaando. A ca-
dea, que foi enlregae pelo empreileiro Relomba ha
mais de doua mezes, vai tervindo bm, quanto a se-
curanra. O ly.lama adoptado para ai cloacas he
que loi pessimo, e | se sentrm os -eos efieilos. Os
canas de esgolo s,io in-ulli-lenles ou inoleii para a
limpuza, e se nao mudar se o lal vteme, ou melho-
rar-m muilo, e-le aditicio loroar-ia-ha, e j nio
he, oma pnssilga. e foco d iufecedo. Naose como
em uin.i obra, lao recentemenle feila, se admitlio
esse vstema, Uo reprovado pela aalubridade e boa
byaiene.
O edilitJC para estabelei-.-r -e 1 Ihesonro provin-
cial, ernpreiiado como mesmo Relumba.va em anda-
mento, e lenhujfc de que sera concluido dentro em
brave lempo.
Oa cnncirlus da Sania Casa da Misericordia estilo
a acabar-se, licando agora este pi estabelecimemo
com iiroporjes de bem preslar-ae aos miateres que
edeilina, Foi urna oece.sidade urgenlissima que
se allendeu, da quat muilo bou resultados se deve-
rflo colher.
Os reparos da fonte do I amina leguem raoroia-
manle, seria conveniente que se cuidasseen dellei
com mais aclividade, visto ser de.-s fonle, que le-
moi f mtlhor agua polavel para consumo da cidade.
e enlendem que as obraa por adminislra-
1 ilui.tr eternamente He forte mania.
aros a loffrer anda dillieoldades de di-
iJo para Irocos, apezar da emiasio de bi-
o coramarcio deala praja resolvea emittir
ao. Kiiirei.inio consla-me que ns thesou-
euearrega-se dellai. 1,'m anligo diz que nai graodes
virlodes salo para os homens; ella nao du s
inulhirrs senao o nico mrito de serem daseonha-
cidas. uAquellas, diz elle, a quem se d.io mais lou-
vore, nao sao as que sao melhor louvadas, porem
aquellas de quem se nio falla.
O pensaroeiilo p.rece-me fallo; mas, para redmir
esta maiima rrgra de conducta, creio qae as mu-
lheres devera avilar as reuniSes e o brilho, que sem-
pre atacara o pudor, conlenlando-se de serem espec-
tadora! de li mesmas.
As virtudes das mulheres ao difliceii, porque a
gloria nio ajuda a pralica-lai. Viver am caa, nao
regalar aenio a propria pessoa e familia, sor simples,
, o-la o modesta ; virio tes peniveia, porque sao obs-
curas. He necessario ler muilo mrito para ama
pessoa fugir do brilho, e mulla eoragem para eon-
sentir cm s ser virtuosa aoi seus propri
grandeza o
fraqoeza: e
var-se. A alma mo repousa na approvajio publica,
a a verdadeira gloria comiste em pasear sem ella.
Paranlo nao enlre jamis esla appro'-ara > nos mo-
tivos da suas acjei: bata qne aeja a recompona
dellai.
Madama de Limbert
Familia, isoniao de individuos formad 1 pelos
lar.os do sangue.
A patarra familia lerobr lodo o q je commove o
f-oraco do nomem ; amor, dedicaran retpeilo, re-
ronheciraenlo. O amor qoe une o pai e a mal, aug-
menta ainda mais quando os Albos tornnm-sa oh-
jeclo dellei, o converte-se am dedicara.., que excita
0 reeonheeimenlo e o rwpeito deales.
Ha poucos eirajoes que nao se coraraovam a ou-
> r us uomes da eepoao, pai, filho, irmao ; ella maii-
lulica variedade de affeijei, que na.ee da famili
louvem na asaamblea doi joizei. (I)
(Proverbios).
A mulher mala forte qae o homem 00 moral a o ho-
mem mais forla que a mulher 00 phiiieo. Podar di
mulher sobre o homem para o mal e para o bem.
Os seres qoe compoem a familia, bem eomo o que
arle emicompr.em o Elado e os que compem o universo,
nao podem ei.rcer suas funejes, au podem allincir
ao sea lim seuao quando a ordem ansie 00 meio
delles, e .1 ordem nao pode existir entre ellas senao
palo equilibrio das forjas a de- poderes. Era por lan-
o necessario que o homem c a molher sere da roei-
ma natureza e da mesma especie, porem Uo dilTe-
reules um do oulro |.or uas quatidades e por su
condijao, podessem equilibrar-se enlra i a harmo-
nisar um com o outro. Foi iito o qua fez a sabedoria
do Creador, formando a mulher lano mais poderosa
qoe o homem pelos altraclivos e pela graja, qaanlo
o homem he mais poderoso que ella pela forja e pe-
la auloridade.
Com efleilo, a molher, mais Traca qae o homem
como ser phyeico, he raaii forle qae o homem como
ser moral. Em direilo he o homem qae deve eom-
mandsr a molher o qae he seu soberano seohor ;
mas pelo fado, ha a mulher que quaii tampre acaba
por allrahir o hornera a'i las ventadas, a al aoi
leui eaprichoi e por domina-lo. Ainda qoe seja Uo
perfeilo como Ado, Uo forte como Sanao. lio astu-
cioso Sitara, Uo piadoso eomo David, Uo sabio como
Salomao, Uo feroz como Holopherim, o homem
acaba qoasi sempre por daiiar-se arrastar pala mu-
lher, por ceder-lhe. por obedecer-lha : felil delle
quaudo nao lorna-ie anda o sin ludibrio !
lie venale que mullas e multas vezes se veem
homens que mesmo pelo laclo tyranniam sais ma-
nieres ; porem isto nio acontece ordioariameote se-
nao quando cabidos debaixo do jogo da outraa mu-
Ihere por oma paivao culpavel e vergonhoea, alia
sao lambem lyrannisados por ellas e lonam-se seas
igoobeis escravoe.
vas de perfomei celestes de que falla S. Paulo, o
qaal derrama em torno de si o bom odor da Jeiua
Cirilto. He verdada qae lado isto foi dilo dos a-
po,1.1 .i e de eos occe poslolo, ella he a mfli apostlo na casa, como 01 a-
poitolos sao, segando S. Pealo, os apostlos mlis na
Igreja ; poii he a molher aolidamenta religiosa qoe,
por sua conversajo, mantera e faz valar o emine da
rebgiao a o reahsa por soas virtudes ; o qae por isso
mesmo qae maulera em sccSo a rebgio na ramilla,
a maniera no Estado, poii assim como a familia 10
he religiosa pela rallgilo dos Individuos, asiim o Es-
ad> s he religioso pela religiao dai familias.
Ha venale que do os homens qae razera aileis.cu-
jo bom 00 moo espirito decide da felicidada ou da
desgraja da lociedade ; mas ai lei lio somanta o ra-
il- vo e a eipressao do coitomes pblicos, e. como
sempre sa lem reconhecido, as leis sao ledra mora,
nada valem, nada sao sem 01 coslumes. Ora como
ao paruculirmenle as roulheres qae faiem as lio-
goai e 01 preverbios, lambem iao ellas qoe fszam
os costomes, usos e modas de nm povo inleiro.
De balde Irabalhais, dizia Horacio aoa Romanes,
nao escapareis as grandes desgrajas qua vos amea-
jam. Roma esla' arromada, por qae a mulher ta-
la ahi corrompida, a
Quando a eorropjao ti lim alcancado ao homem,
ludo nao esla' perdido o homem poda lar reeondozi-
do pela mulher ; mas quando a corrupjao tem at-
lingido a mulher, nada mais ha qaa esperar viiln
qoe a molher nao pode ser restaurada palo homem.
A molher he a fonle de vida social, ha o coraclo da
sociedade ; e as aguas envenenadas em aoa fonte nao
po lem 1er parificadas, a as doinjai do conejo ao
incuraveis.
A razio dislo he qoo o homem s faz phylosophi-
ca eipecolaliva, e que he a molher que faz a phila-
sophia pralica. O homem lem as ideas a mulher
lem a aeja, ainda mesmo a acjSo qua ea eierce pelo
homem : pois com effeito as man dai vetes o homem
obra debaixo da inspirajao da malher. a maito mala
qumenteme ainda, para agradar a' molher, pa-
ra nao deigoila-la. elle obra em conlradicjo com
sigo meamo, ereodo obrar por si miimo.
_. (dem.)
bducarjo imperfaila qaa pres-iotemeole
sa da ai mulheres.
O homem a a mulher aoidoe conilitoam a buma-
nidade. A hamanidadein exilie por sua oniio ; utas
a Providencia creoo-os dou!, e dille rentes por come-
Ella deu-lhes
Poder independenle em presenra da malher, o ho-
mem depende entretanto della mais do qoe pensa. I guile, para duas obras differenles. ,
1 para on- Dando Ihe ordena, elle cede, sera o perceber, a sua in- por lamo apllddes diversas como as firmas de
o olhos. A fluencia, eoflre saa demuiai-.in.e d'ahi este pbenome- ganisajao.
a repulajao sao sustentculos i noesa I no moral que todos, meam a Igreja, raeonhecameo-
"e fraqurza querer disiiuguu-.se a ele- m um laclo ineonteslavel. Que a moralidade ou ro-
moralidade da mulher reprodozem-se mais fcil-
mente no homem do que a moralidade ou iinmora-
li I-de do homem na mulher.
Esla immensu e terrivel poder moral da molher
sobre o homem, para o fabricar saa imagem, e fa-
z-lo o qoe ella he, a escriptora o assigoala nos mais
claros a enrgicos termos.
(Padre Ventura.
Inflaeocia da religiao e moralidade da mulher sobre
a moralidade da familia e do Estado.
O poder moral da molher relalivameote a leus fi-
Digo aplidsea e nao faculdadea, como Ireqaente-
reenle reperlem. O homem as lem urna iu facalda-
de qae a mulher nao leona mualmerte am loa in-
lelligenea. Smente a ponderarlo lalas diversas
acuidades enlre si he oolra no homem qua oa ma-
lher.
Eila difirante da equilibrio enlre aa diversaa fa-
coldades cooililue a diflorenja de aplidoe. A eocie-
dade nao pode applicar plldoes dessamellunles a at-
inboijOcs seraelhantei sem violar a le da divaraida-
de que be a propria lei da harmona.
A molher ha phviica, e moralraeole desuada a
exercer na familia oolra ordem de faneci.es que o
menle a seo esposo.
O sabio e pted.o paire (ailme, em soa bella
obra uilitulada llialoria da familia, dissa o ae-
guinle :
" O qoe a raiz ha para a arvore, a fonto para o
. rio, a base para o edificio, a familia o be para o Es-
modelo da lociedade, a qaal sem ella nao exiilina. lado e para a Igreja ; das m3os da familia recebo o
A lamina nao moslra-ie em sua perfeijo enao 1 primeiro seo cnadao, a segunda seos fillios.
quando a uni.io do hornera a da mulher ho indisso- ., Em nm sentido mais ntimo e por urna razao
luvel, e cada um reserva para o oulro eicloiivaraenle mais prufuuda. a familia deve aer chamada a mais
Ihoa fmulos he mil vezei maior do que relativa- I homem. O homem. activo, robaato, obra 1
Irabalhaaoaol. A muli.er, delicada, amante, cria o
menino, admimatra a casa, mas a educajao qaa pre-
sntenteme sa ihe da', nao corresponde ao sea dea-
Uno.
a espacie deaenliineuto que o levoa a prele-.-lo e es
colhe-lo. >do ha familia noi piizea era qoe a polv-
gamia eila em uso : 01 mulhere ciossi transmitiera
aos filhos a aversoque santero para com seas rivaas,
a nos filhoi da seo pai cada menino a v os filhos
da inimiga de sua mii. Se nao foram ot filhos de
Agar a de Lia, qoe perturbara o repouso ilas tandas
de Abrahao e da Jacob, a familia no lempo deste
palriarchas le offereceria a ooiioi olhos em urna ple-
nltude de mageilade a de grija que deixa mullo
alraz de li todos os encantos do nossa exisleocia mo-
derna : da pluralidade das mulheres provlm 01 es-
ensle nao pequea lomma de prala de 1 sawinioi que ensangoenlara o palacios do "nenie...
alores chegada da corte para saaviiar esia | He do pai e da mat que nasce a f-mili) ; delles
elev...
disae ama
e aos 11 igella. Seria conveniente que o
lor daquella repariij.iu dessa providen-
lo de ser essa prala inlroduzida na cir-
n de melhorar este catado de eoosai.
S. orna aceao meritoria, qua muilo o
ora conceilo de Ique goza, se eipe-
rovidencia Uo reclamada pela aeluali-
dade. lelaroialia parle dava-lha os maiaeordiaes
e robora.
O Comrnreial peridico da Ierra, pob'icoo ha
da urna relrao das ,uera,6M havidas no eorpo da
Dohcia da p 111Ca, pela qual se nota, que no anno
pa.-aido, aista-am-se no mesmo corpo viole a
nove psjas, e renovaram o cogajameulo trila e
qoalro.
Por asle resillado cot.hece-se perfeilameole qu.ii
injustas e inf miadas turara as argnijoe feilas 11a
anenblea rincial, ao actual commandanle do
corp 1, de
conliario
derivam lambem soa virtudes e sua feiiclr'ade, sen*
eiemplos, seus preceiloi produzrao a afieijao ; eua
.intu i.lade a montera. O pai trubalhara para aatis-
fazer as necessidade da familia, quer elle adminis-
tre os beos herdados de seus avus, quer os adquira
por si mesmo : os filho coraparlilInrSo seus (raba-
Ulna, o A miii, recolhida em soa caaa, amainentara
ns lilho, initroir as filhas, occupar-ie-hi da ad-
ininulrajao interior ; as.un urna parle trocara'toa forra phyioa a moral com os cuidado
temos, assiduos, paciticos da outra parte. Neces-
sario, indispensaveis lodos ao bem commuin, ellea
rompurao este todo completo qae rjus Hue a fa-
milia.
Eila he a ordem da naloreza, aperfeijoada pela
religiao revelada.-.. Os locos do sangue apertam-si
ainda mait pela vida de familia
menta, a sociedade lacra com a feli-idada de que
clmenlo k- praca respectivas, do esla vida he fonle a da qaal o egnisme nao pu lera'
omu >ip|icar-se a renovarilo espoolanea ser jamis o principio. O individuo innlil 1'lamilla,
lo laquellaa :l pracaa' Se a prajas o aera' sempre a' patria. A familia he o retomo da
s sabios legisladores se lem eiforrado
em seos cdigos ai leis qoe a fazem
qoe se reduzem a nma palavra
nl'niao. A felicidad., o poder a gloria da familia
osUo coinprehendidoa neela s palavra.
Desgrajado daquelle qoe u3o cumple os deveres
Iue a familia impe desgrajado daquelle. coja al-
loeiein maltrtalas, etlou convencido qoe nenhoina najo, e oa mai
oeiia- cahiria naasneira de continuar a ervir, prin- m reprodu/ire
eipalmenle uo lunpo em que viveinns, qua t deixa 1 prosperar, leis
d' ga ihar dinharo quem nao lr.ib.llia. Logo a re-
uovacao daquelleeugajamenlo importa nada menos
que um desmenliio aolemne e formal aoi laes acco-
ador.s. ilem medizia um do
Ib
ngala. Trai columnas separadas panelnraui d>
lenle na India Central, e as proeza de um 1
divisor, cummandanda
I, foram particularmente
de palea!
= '"'. ..o d
a.Mda se recor la
de qui lanas sai
que mo pul. (ib a q.-
ambic onava. E o ler
porque... porque he .
Ihe entaixaro na excau
E o mais be qoe o 1
monle., hoje eslou bem
meus coinpanheiros
empolgar o commando, porque
as caitas du msica e fardameuto
ade 1. O oolro eabraveja nor-
ia man linci.i. que lano
faz curo com os oulros,
gado de quanla parvoice
de menta.
llega tinha razao aos
sdido disso.
O ceilo he que a avidez aulio faz-nos pralicar
causas beru indecorosas ne. mando ; por Isso nau
rae escanto das misen?* que vou observando, lamen-
tando 1 adavia que tiat-em certas occaiiOai Uo pouca
honesl dade, brio epndooor.
No c ia :".\. m, que gipiroo leve lugar a legunda
repres. nta cao do Sr. Julio e Mino. Deveaux, no
thealriuho da ra das Mercez. O eipeclaculo cons-
loa de ap urentes jog's physieoa, peja mecnica,
e raeg sej) p,. >ao cora;u mal, e boa ve endiente real.
A oale a conluua a po lar-se inconvenientemente, a
detpeil das censuras l'ie lera si.llrido nos jornaes
da lerr a. Em qaanlo oSr. Dr. chefe de polica n.lo
der un eiemplo, 01 mjciados uao se cunlerdu nos
pelo bngader) I limite s da decencia. *~
hrilhnles._Esl(jw Y.o semeslre que "finlou emdezeml.ro ullirao ax-
senhor collega, um dos melros | ma be iuacceisivel As affeijes qoe seus lacos provo-
.lie?!"51!,?,"/"", daS aulor'?.f^? Kt01"- I porta-ara-,, desa pro,..na."|.ira Porto, eslrangei-
ilicara a participa.;,n, que aiv-aVa de ser feila, "
ha I
ra oppor
I inte c
sequiosa
do modo
l.enevo-
ne aos
tonada
eme elilal que as-iguei, I
das anual
flz sellar com o sioele
mperiaes, e qae sera' publicado as ga-
zela, de.ta capital.
Quartel gmeral na cidada do Recfe, em 8 da fe-
vereiro de I88. .
Joao Jos da Coila Pimenlel.
EXTERIOR.
I i-se no Times de JS da dezembro :
ia falla delrjjaa--01 presidencia, laliez que
m de aproveilar urna tal uccasiio operase ir-
resis.ivelmenle'em alguus des chefas do paiz de Mali-
ralla iiiendioaal. Couitu estamos mais inclinaos
a allribuir oslas erupjm da revolla ao trabalho de
um desordem epidmica.
Ha de pasear muilo lempo nnles que o ex.mpl 1
que foi dado emMee.ul e desenvolvido em Delhi,
cesio de produzr estas desgrajadas imilaje, que
lodos oa graodes trimei parecem inagerir. Os in-
liaadoreidacoospirajo, fossem elles quaes foseni
Uzeram moilo mais e muilo manos do que lencic-
navain. Fallaram coiiiplelaineule na sua empre.-a
de enfraqaecer a no-a upremacia na India, mis
luram bem luccedidos, alem do seo intento, em per-
lorbar o espirito dot cipavos. Felizmente eila de-
sorganisajao nao he ja agora perigosa rara mais
i.inuem, enao para os ainolin.do. Revollas de*U
n dureza devem ainda esperar-., porem ella dardo
pouco Irabalhu a gvernos lorlilicados aiim pela
pievisdo, como pelas armas, c ate lalvez que facili-
ten) a ir.troducjAo de ama poltica roaia m-ura u
mais judtciosa.
(I'criodii.o dos 1-obres no l'orlo.]
ros J0.'i(l:| saceos de asuca-
dao, e :.t).i7'.l couros se
doi qua me forneceu 1
que anta em dia com
Nao lenbo lempo p
de Vmj. por hoje, des
quaiilid.ide, etc.
ISl sacca de algo-
o-, -egoudo os da-
i do commercio,
-ais, por isso dispeeo-me
oda boa saude, a patacos em
gttitr atara.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
I'arahiba
6 de fevereiro da ISS.
Charo mi. Em descont da reverenda maisada
qoe Ihe pespeguei na ininha anlenor, aqoal enlre- mulliere.
tanto anda na.i vi eaiereotypada no seu acreditado Ai mulheres oasceram
LKITIHA PA* ASSENHORAS.
Continuadlo do 11. 19.)
./ mulher he por sua ifiturr:a mais propria para
a oid interior do .," para a 1 ida e.rterior.
A aXpscJe bumatia ha a nica na qual o sexo feui-
nino he chamado, por excepjii., o bello sexo : em
oda as mitra especies do ser animados, he ao
macho |ae a nalureza reveslio dos caracteres da
belleza. Sem examinar e*iul de .erlo 01 motivo des-
te calante 1 once,..),, fel ao aexo mata forte, ron-
cara fin lo pelo dardo cora qoe ferio, dehalda iso-
la-se ; a sorle o lera feilo aolidario em aua honra,
era soa fortuno, era soa carne, em eu-i osso, cora
sua familia ; mas miserias oa 1011 aflrutitas, o al-
canjario sempre.
Nao o prazeres da familia i3o purri, ma ainda
facis e prulongvdu, e toda a cpoca da vida s.io
chamadas a lomar uelle parte* ; porque na familia o
lidenlo nao alaca nem os caballos broncos, aero as
ruga do velho ; a pueril e raido.) alegra do meni-
no nao lie imporlana ; os encantos da mocidade ex-
cilam o internase e no a inveja. Ouein he que ri dos
auno de sen ave '! Quem e ufada dos arinco! da
seu lilho ? nuera nao se felicita da belleza da toa
tilda? E os males do corpo, os da alma, jue a sooie-
dade redoz ao silencio, onda se adojarao pela qoei-
xa, onde sarao eteuladoa, alliviados, seoao no seio
da familia .'.... A sabedoria, que no fa, amar a vir-
lude e prucurar uosso proprio bem, eniinar-noi-ha
sempre, ajadada pela experiencia, que da (elidale
de nossa familia oasce nossa mais segara e mais soli-
da feiicidade.
Condes,) de Bradi.
Doalrinas das principaes religin.
imprtame das sociedades. Fazer o homem o que
He he, o que tera', nao he preparar infallivelmenle
a gloria 00 a vergonh, a felicidade ou a degraja
do mondo ? Tal he a lerrivel miaso da familia.
o be Interrogando aquelle qae eslabeleceu os Es-
tado e lundou a Igreja, Ihe pergnnlamoi: Qual he
o li 111 de-Ios sociedades.',, O ten orculo iufalllvel
d-noi eila luminosa resposla : A ullima palav-a
de loda ai obras de lieos he a sanlificajao do ho-
mem. Fin sublime, no qoal asUo compreheodidoi
ao meamo lempo a felicidade e 01 meioi de a oblar.
Sb pena de eahir nos mai perigosos erros, a
philosoplua homana depoit de mil apalpalella, he
obrigada a aceitar, como axioma, e>la conclnsiin fi-
nal da (e : lira com liceoj.a do materialismo ceg de
nosao seclo, a a sanlificajao do homem lie a ullima
palavra de lodas as cousas.
o Associada a' propri. paternidad! do Creador," t
familia receben o poder de aerar ente sua seme-
Ihanea, enle eapaze de participar um- dia da nalu-
reza divina. () familia sociedade raysteriosa a sa-
grada .' qiiam.i es grande ao odos da razao 1 qoao-
lo reapeilav-l nos olho da fe 1 qoe sanlidade de-
ve pretidir s toa palavra, i toas aejes de que
cuidados religiosos deves lu cercar esse ser que te
deve a existeucia esse ser a quera Dos chama
(Mea filho o an|o Ueu irmao !
o Bem como a Igreja, a familia he eslabelecida
para vigiar sobre a vida espiritual do recem-oatei-
do : he no lar domestico, sobre os joelho da mil,
urja aug- j enlre o bracos do pai, que o filho da lernidade da-
I ve receber os primeiros conhecimeota de sua nobre
oriii.m, de seos grandes deveres, de seu sublime
detlino ; he al.i que o joven candidato do co deve
aprender qae para aer escolhido, nao deve vivpr se-
nao para seu Deo e para seui limaos ; he ahi final-
menle qoe elle deve fazer esse glorioso tirocinio das
virtudes ehrisUes.uniro camioho da elernidade betn-
avenlarada. Portento a miisao religiosa da fam-
lia he bem resumida por esla palavra dos Santos
Padres qoe chamara a' sociedade domestica a L'mi
Igreja particular i> cojos padres sao os pail e cojoa
fiei 3o 01 filho. n
Ora S. Thomaz observon que sa o casamento n3o
(oi chamado era lalim matri-monium. he porque re-
fere-), parlieulaimenle a' Mai ; raatrimonium, qua-
i malris-muniura ; eonvera iabr que he perlico-
larmenlena mulher qoe a familia ae resume e que
he a molher que faz a felicidade oa a deagraja del-
la, e que he o arando instrumento, a grande alavau-
ca de sua moralidade ou de ua corrupcao.
Por contesuinle a familia loda inleira he lmente
o que a mulher a faz,ella ha o espelho fiel de saa,
boas qualidadei ou de seu defeiloi, de las virtu-
des mi de eus vicio ; a cooseguiuteroente ainda di
son.dade civil, a qual lando smenle a reuufa dai
familias a's ordens da um chefe p I terso, com a fa-
railli he a reun,, do Individuos as ordens
chefe domaalico, he.lambem o que as mulheres
lem feilo ; sabia oa insensata, religiosa, ou impa,
catta oa corrompida, na medida da cai'idade, oa
da liberlinagem da religiao ou da impiedad., da 1a-
hd ma oa da leviaodade dai mulheres.
Cumpre repelireontinuaminle que a forrja, gran-
deza, e felicidade dos povos dependen) da religiao
e que a laslenlajo e propagaedo da religiao depen-
den) parlicularmanle das mulheres. O homem, tan-
IS.li5i.l0 da Zoroaslro. I".lha de Zoroaslro, anda '." moral eora'' Dn Ph>ico. he o qai a mulher o
com pureza de corajo debaixo da direccao do chefe,
que o amo Ormuzd le houver de dar.
Religiao de Confuciu.Asura como fa ae um pe-
cegueiro arredondar sua lolhagem e eoroar-se de
flores, assim admira-sc urna mulher no seio de saa
familia, qoando he zelosa no comprmanlo de seus
deveres. Ella deve fazer a consolajdo de seu marido
por soa conducta e por sua ternura.
Religiao de Noma e dos Romanos.O mrito de
uina mulher consiste em amar seu marido, adornar-
se para elle so, e oceultar sua vid.
A Biblia.Ouem achara urna mulher forle .' seo
prejo excede a ludo o qoe vera de reraor adis dia
lancias a dos ltimos confus da Ierra.
O corajo de seu marido pe uella a ua confi-
anza.
Ella Ihe tornar o bem, e nao o mal, em todos os
di.is .la sua vida.
II iVcou Ida e lnho, e o Irabalhou com 1 industria |
de sus! nUos ; fez-ie eomo a nao do negocian!,
que traz de li.nse o ico pao ; e se levanlou de noile
e reparlio a pr.ro 1 rae.i 1) aus teas dom-slicos, e o I
sustento as suas eseravas.
t n-i ierou um campo ecomproa-o : hiil-m ama I
faz. A mesma mai quedeu-lhe 1 vida do corpo, pa-
lo seo sangue, da'-lhe a vida da inlelligencia pela
sua palavra. A mesma mili qoe entina-Ihe a co-
uhecer seu pai terrestre eusiua-lhe lambem a conhe-
cerseu Pai celesl., seu Daos. A primeira revelaran
da existencia de Dos e de ieus attribntos ; de Jeus
Chiisto e de seus myateraa ; do homem a <1e sua o-
riaem, da la conlicio e do leu destino ; da Igreja
e dos seos sacramentos ; do cuito e de sua 'nialicas *
da moral e de saa obnuajes, esla revelsjao pri-
meira, digo, he faila ao menino por sua mai. .Sua
mii he seu primeiro pregador, seu primeiro misio-
nario, u primeiro apodlo, aeu primeiro evangelis-
ta : ella esclarece sua razao nascenle, deseovcdve
uelle os hbitos das virtudes Ihtolocae que recebeu
no haplismo ; ensina-lhe a crer em Dos, a esperar
m sua misericordia, a amar soa bandada, a dar-lhe
o doce mime da aPain, a adorar sua magelade, a
lemer sua juslija, a invoca-lo pela oraj a'rmv
auas vonlade, a esperar suas recompena ,.
II. a mulher piedoaa, pura, ''bia, 1 denle de-
dicada, a mulher calholira, em um pa' ,ra, que cs*a
mo 11,01 1 liri.li un
difica o homem pai
o hoiii-m
cordarm s, de bom t-rado m qae a graja, a redon- *"iia do frorlo de soas miios ; cinglo o smis ruis de---------
como unios,mull ora o hornera
deza e flexibilidad
essa belleza espa
A nalureza dol
physica, era que
vas, assim como
predomiuassein 11
ortzanisaiio physica,
a fraqoeca d--" muse
vot, que sa e pro
e dos deleito, de qu
irmaaconsliluem ua mulher
ala.-'cl-risa.
ilheiei de v'mi nrzanb;(*rj0
11.111 as faculnao'es fflci|.
H facoldales W'^^e,
n; he nesla d.rer,n(.a de
, princuiaesei.^,,^.^
c i irrilabi;iUlae do, ner.
e corroborou o seu braco. Fomou-lhe o
vio que a aua negociajAo he boa
e apagar de noile. (Ouer
urna parle da noile applicada ao (rahaiho
ciiada.'
A oolicia, ,f.zida, P. crre-Walndi,, ^H\l^^&^Z*%9??.
para a vid.) interior ; a
.-ajos da familia, o doce
e foi com-1 lubiiv d > lar domuiicD, 0 eucaulo dcise amor ma-
gosto
deia iio
velar'
com soa
Eli melieu .' ,aa t 1 cous) fortes e ns seos de-
do pegaram no fuso ; abri a sua rain para o neces-
sitado e estendeo ,eo' bracos para o pobre : N':lo
r a orje^fi,, aas qUaiidade temerd qoe ven'll,oi.sobre sua familia os rigores da
'Paipe a vida moral dai; nev (oa rigor(-'s < invern ; por que lodos os seu
domeslL.. (razem vesliloi forradoi.
Ella fez Para i mnvei de lapejaria ; e la se veslio
de finiiim0 l'oho e d purpura.
Mu mat Jo *"''' iHuitic 11.1 asiimiLj dos jaiies,
E lil he o carcter da mulher cavada que pin-
ja a ua can-, ,a ,,,, galoaala : urna mulher que ejuivlando, como
1. ..1.......'!?! Ise d?ve 6uPPr a honnliJade com o eu dialincto
naaciinento se n.tenia temp e zeloe da gloria de
Deoa, a quem leme, e do augmento Ca saa casa e fa-
milia que gove na : portando-ae vi oanle na suas
Era vez da conmlir na maior ou m-nor lomma da
coiibec.menlo que ella pode dar ao seu espirito, alim
da lu.biiiiar.se para a vocajao severa da maleruida-
de, consiste principalmente, em nio ia!, qua labio
noviciado da lediicjQo, oa arla da rausica, da dansa,
da toilelle, do cauto, do deaenho, em lodo o qne po-
de poetisar, encantar, perfumar, coiisagaiotemenla
abreviar a dutancia qaa a aepara do calamento.
l-.slo educa aa eosiaa a doozella a leolar nm noi-
vo. Dir-se-hn que, assignado o contrato e celebrado
o casamento, sao destino esta' asgotado, saa vida a-
cabjda. D'ahi por dianle 10a educacAo Ihe be in-
til ; ella devera' despedir eila alma de empreilimo,
que linha lomado como oma amiga de jovenlnde,
nicamente pira acompanba-la al a igreja.
Nosio seculo corr.ira', enm o esparo, nta ada-
cajao de paiiagam que correaponde na vida da ma-
lher a um 10 mnalo. A moldar deve recebar urna
imtruccao qua radie igualmente lobre loda as horas
de sea deslioo.
_, EogeoioPelleiio.)
hducajao que ellas deeem ler.
Sera sem duvida um grande paradoio, auaverar
qoe as moja! nao devem aprender oulra coosa maia
que seu culhe:iimo, costura a alguna oolroa traba-
lhos ; cantar, daoiar a v.sltr-se a moda, fazer bem
urna mesura e fallar civilmente; poi he oslo que
a mala da vares ia faz coonslir loda soa edoca-
He veroj)de qua da ordinario ellas nio lem neces-
sidade da major parle doa conhaciinenloa que aa
comprehendeni hoie debati do nove de eeludoi -
nem o lalira, era o gr.gn, era a philosophia do
collegios sao para oso dallas, e le algumai. mais cu-
riosas que as outras, tem querido aprender astas dis-
ciplinas, a maior parte ni lem lirado disso vaidada,
que as loma .idiosas a oulra mulheres e ridiculas
aos homens. D'aqui pois concluio.se, como de urna
ei|ieneocia certa, que as mulheres nao sio capazas
de eilodos, como se sua almas fossem da oulra es-
pecie que a dos domaos ; como ae nio livessem como
nos, ama razflo que dirigir urna vonlade qaa regular,
paiiiiei que combaler, urna saude que conservar,
bens que administrar ; oa como le bis fo.se mais
racil do que a nos salisfazer a lodos 01 seus devares
sem nada aprender.
He verdada qua da ordinario aa mulheres tem ce-
nos appiicacao. meaos paciencia, menos eoragem a
iirmera. que o. homens e a constituic-lo de sen eorpo
comribue algoma coosa para ialo, ben qae t.m do-
vida a ma educajao contribua mal ; porem em
ci.nipeu.aj5o, ella i.m mai vivacidade, mais pene-
traijao man brindara a moie.li.., e se olo lio daeli-
nada para Uo grande ernpregos como os domaos,
iem alem disio moilo man vagar, que degenera em
urna grande eorrupjao de coitomn, mi nao de aasazo-
uado por algum estado.
Demai. t.moi ama razio particular para dasriar
que as mulderesiejam em Franja esclarecidas e ra-
zoaven, he o crdito e a consideracio que ellas (em
na ociedade.
nl? (f qBe n"lil0, homei" po,",0, 'rorram
pooco, Men) com poaco acert, radieulizem 01 es-
\a (orinados na conver.ajio dai multere e conaer-
arW) o seu escrito. p.|0 conlrario, enlre 01 aajl>
m, li'..;."." ,",ar,,am>- 'enrase o raciocinas
rtderada,"" ma'9 m,lrui*1"- '"davi. r=oos con-
Para ver qne eatnos podem canvir s malhers,
cr.10 que o meio mais seguro he percorrer lodos os
qae leudo explicado. Primeiramanlo ellas nio de-
vem nem ignorar religiao nem ler i.abiaa domis.
Lomo sao de ordinerio inclinadas a' dtvojao, se nio
sao bem instruida., lornam-se facilmeole supersti-
ciosas. He pois mu Impurlaole que coohejm ce-
do a religiao, Uo solida, Uo grande, Uo seria pouco
ella he ; mas ae sao sabias, he de lamer queiram
oogmainar caiara em pintees nova te ai houver
em sea lampo. Compra pois aniinar-lhei smenle
o dogma common-, sem olrar na Iheologia, a Ira-
balbar principalmenl. na moni, ioipirando-lhei aa>
virtudes que Ihe eonvera mai, como a mantidio e
a modestia, a sobmisUo, o amor do retiro, a hamil-
d..de e aquellas de -que aeu temperamento mais as
aparta, como 1 fortaleza, a firmeza, a paciencia.
..lai vamenie ao eipirilo, irapoila exerctla-lai
cedo em pensir com acert a disconer Mudamente
obre o. a.sumploi ordinarios que podem convir-
llie, ensinaud .-Ihe o mai e-sencial da lgica, sem
a carregar de grande palavra que poam dar ma-
teria a vonlode.
Itilativomenle a
e cnnvenham m
preceitos de saude
- -1 corpo,
me convenhain mais
nio ha exereicios qaa
que o andar, porem lodos o>
-ie convem, e sio ellas qne
n mai, necea-i ia la, poi* que esli mais su-
romo lilha. e-. gel1" liu"gear-e ueila materia, e a honrar-se da
suas doeujas.
A grammatica to cctMsit,lira para ella em ler, e-
ereve e campor correclaraeula ama caria, ama me-
mor a ou qualquer oura peja ao teo uio. A arilh-
meltca pratic ibes basla, manala nao Ihe he m.-
1101 necessaiia qoe aos homens. Como ellai tem
anda man necessidade da economa, pois qua ao
destinadas a apphearse mais a ialo, pala menos a
obrig.jes, circumsp.c, prodenle a. ^.eaclo al ni 5!.%*^^'^^. d'*' "Dpo'U io"",-|,,
lodacjjia),aj|m qatl ,alia ptra deae-
'Ta iotrucjio um pouco de maia
fin de remediar dous males mol
as mulheres
e o desden)
filhos na mana s bre c, .us don, e.ttcos, che,, da I," ^^^;
maniidao para com o prximo, de c. ridad. par., com I ra/aTeTeflaxio ali
os pobres, sojeils em ludo -
mai. d.goa occupa4ao' do'ijSl(^t tit^
MELHOR FXFMPI AR FNrOMTR^fin
MI ITII
7H^


DIARIO I)E PERXAMBUCO QUINTA FEIRA II DE FEVEREIRO DE 1858.
\
de lodu o interior de as caa, con* tanto que naj C"inpanhia *<. carne* verdes.......-JR bj>. Biedioi piuco a pouco melliorira, de sorle que liou-
faja mui rende en'o da qoe m se refera ao inieresie, Ricardo Komualdn da Silva......... li a lem)* 10 achata cid eonvall teeoea.
>aiba por cada eoata ein seu logar. | Manoel de SaOU Tararea..........:> Querondo presenciar o elhtio'de Lies, ingrediea-
item qoe o* nrgocio* alteraos pertenram princi- i l.uiz Moreira de Mrn i.mm.i.........J > le. imni.Irados palo dito eteravo, dirigi-ni* aun
plmenle aos hornen, li* impoisivel que as mujeres Lina de Oueiroz..............3 i *IU do engenho Rerelo, meia legua distante de
nao lenham moiu* vezes parle nellee, oo sendo pou-' ------ Qeararspe*, ende exitlia, no periodo lgido ja' lus-
cas aa qoe aelii-rn-se ncllea ioleiramenleencarrega- Total.. 13 hela. Uarieadlanlado, Jos Fllgoeirai, e *ubmellendo-o a
dos. corno qoanlo so vinvi. He porlanto anda /.te amanhCia. tata tralnuicnlo. dua9 horas depois pareca aehar-ae
neees*,irio ensinar-lhes a jurisprudencia', tal qual a ------ | inelhor ; roas soulie alin.,1 one e-lava a lerminar .1
le.lio marca Jo para lodos, llo he, impoila qoe en- BEPASvTlGAQ DA POXeKSIA ezislenria. Na mesilla ca>a IDra Iralado no dia en-
lendain os termo* eorernona do prucessos e que sai- : iy t f iralrn lecedeule e pelo inesmu escravo o eoiiro iln dito Kil-
bam"as grandes, maiimaa; em urna palavra que se- Di* o de leveroiio. gueiras. segundo me aflirmaram. Conseguir no-
jam capares de Toui.rcon.elho. F. esta In-trocro ha "" participarles receida, coime que fornrn presos. Uve| meihlira, perdm ainda se rontervave eom al-
erecolhido. arcado detengo : *^0M febrt a diarrhi. Proco mai* adianto de*e
A orden, do Dr. chefe de polica, por eaiar fugi- sillo l a Jes* Ignacio, de 50 e lauto* annos da ida-
do, o eteravo M.i.o*i. cabra, aolleno nalural de ,,,, que qMlro di linh diarrba, capalalgia
l*a".....'?' d' -'''a ",os- < oHaie. -o ia, ligeirai eaimbra*. e faiendo-o Ir.l.r do
Pela subdelegada na fregnetia da Boa-\m.1. por 1 meimo mo,1(, qua na(U melliorna, apparecendo lo-
. i ofltnsas phjsicas os escravos Crl)s, pr((o. solleiro, davia aUunll somnolencia e suor.
naloral daAMoe, ,d,de 25 amo. coziohelro, e > Pas*aado a examinar aa eelieaona rapizada*, e
Iram-uco, puto, solleiro, nalural la frica, idade | qae me furam ,presei,iad su .,, Sr ini.
mu necessaria nos pazes ein qoe as mulheres nAo
eslao debaiio de lalella ; e pudero lef *rande* bens
de que stjam Molturas absolutas. i-Has podem dis-
pensar todos os mais estados, o latina e as unirs lin-
gual, a historia, as mtlhenmlicas, a poesa, e toda*
as outras curiosidades. Nao so desuadas aos ein
prego* que tornam estes esludos necessarios on uteis,
e multas lirariaiD delles vjid*de.
Seria mellior eom ludo qoe empregassem nelles as
lloras vagas do que em ler romauces, jogar, ou fallar
de siiaa saias e de suas litas. (2)
'Ati ade Kleur;.
As moras em I iaoc, i.
ireqoanlando no inrerno pausado algoraas reu-
uioes, obsertei nos coslumes das mocas niudanrjas
que oio me parecern) boas.
Amigamente s iam ,1 bailes resudas de fazenda
branca, fresca, leve e llucluaute, o qoe corresponda
admiravelmenlea* ideas de inineenc. rirgiodade e
r.astidade. Isto fazla a gente toma-I.- per anjos
envollo* em seas azas.
No* cabellos ni iinhara llores e nunca jotas, enlre-
lanlo todo isto est hoja mudado. Trajam vestidos
m ignfero re fazendas riqoUsunas a mai caras, cu-
jos noraes pouros saben.
Estes vestidos so ainda realzados por grandes jolas
e podras praciosas, nSo obstante nAo devereni appa-
recer mmlas vrze* em nm invern.
O* vestidos brancos anliaos so eram diversilirados
por cintos cor de rosa, brancos, a/ues. rios etc. :
lodo o luto de-te.'a Ionios consista na frescura ; ves-
litios e Otas nAo deviam apre*enlr a menor mactiu-
eadnra, pareciam eom 1 as azas do urna burbolcl.i
quando sabe da chryalida.
lio verdade qoe isto nAo dizia qne rima moca era
rica, mas di/ a que era asseiada. cnidadosa, pu tica e
innocente, nlretaalo que as toalelles de boje DHgnl-
licas, variadas, e por estas duas razes, ruinosas mis*
luran outras ideas con as ideas risonhas e poelicis
que a visla de ama moca sempre inspira : involun-
tariamente nm homnn calcla o total das daspezas
feilaa em vestidos durante un invern, e pergunta a
si meimo se he bstanla rico para casar eom urna
inoo.1 cuja belleza hede lo cuitosa manutentAo.
Maltas donzetlas guardara este Ululo respeitavel
por mais lempo do qoe qnereriam. por cansa desle
apparato eom que pensam augmentar os seas encan-
tos, entretanto que sea resallad 1 he destruir o poder
dis raesmos sobre a maior parte dos mancebos que
rom ellas poderiam casar.
Alm desla revulucao no trajar, vi outra no pro-
ceder : certa* motas (3i apertam a mSo aos mocos
seus couhecidos, fallam-lhes em alta voz. e formam
urna* eom as outras a nm canto do sallo gropos nos
quaes idmtllem bomens, rindo delles a ella* gar-
galhadaa.
Ka quizara poder dizer a o estas o moga* quaoto
tal procediroenlo Ihes diminue os encantos. Una
moga 0A0 deveria ser toceda por ninguem ; saas for-
ma* ainda delicadas e esveltas, a incerteza do sen
ollar, lado parece indicar-lhe que >oa belleza he
principalmente feita de innocencia, de caslidade, de
ignorancia.
Assim como nm hornera dando a mAo a oolro, de-
n tirar a luva, porque o aperlo de mAo he nm sig-
nal de boa f e conlianca, a antiga civiliHade tlnha
mu delicadamente instituido que um humem nao
deveria jamis apreeentar a mi a orna mnlber sem
ser calcada, entretanto boje parece nAo comprehen-
ricr-se qaaulo este respailo babimal augmenta a af-
telejat.
(AtTonso Karr.)
.11 aunos, sem ollicio.
Relegado, vim ao conlienmento que s.lo essegoinlc':
6 ~ l'aia uso iulernuCosiinenln -le enlrecasco da ra 1
i"! m de polen, panrecrula,, de cajazelra, rait de raalvaisco, fulha* demangerio-
Deu lato dos Santos Ferreira, pardi .sollPir, nalural ba, e ementes da Cesta a oca la cora iseaear lo anco
do Brejo da Madre de lieos ida le I anno .sem Para o eilerneHerva raeira.fedegow. melAo de encia i! ene. Srs. redactores, lie pnrqae le
proissao. analpbabelo; remell.d.. pelo delegado de .s. Caelano, menlraslo, papo de peni, zunzu ou re- su. barriga clioia, nAn Ine lemhra a ininlia eo'oo-
serlnbaem por saspeita deserem A ncano hvres dos |ugiu, tolhai de batata eommoin. liiihorao. caplm pilros emci.cuinst.nci" lata
Diinais, meus 'pnher. s, en, como ignoradle, que-
ro qoe m- esclarcc.in o ijue nuer diz-r tterclcioa
fin ios, i- quid*, para soldado porrenlora o dinhei-
ro que lie dado para a verba do sold, por ejemplo,
.nal, e o dos ejercicios, e oulras vantagons
he eiIraBMire, que precise de sua permi--.io para
ser despendido f I borla! e por laes formalidudes
a irp.le adaptada*, que tendem e daros procesos dos
pagameotea, em tan ca..s, orna morosidsite im-
mensa hade se aeOrac \e*aiiies e que vezames, os
da barriga, deisa despola natural qoe nAo espera e
nem tem con.le-cendeuciis .' >im, ten fo.malida-
des drelo adoptada*, porque urna alia e bem es-
clarecida sotoridada n,i piovinria do ParA, infor-
man lo mu requerimento ile urna parle que fra il-
lodila pela* Ir cas do da em um seu pagamnnlo,
pela Iheeeurrle, disse que as lliesourarias eram ro-
mo o tininem, que eugolindo carros e carrelns, cn-
gasgsvam-se con um mosquil.1he verdade !
Assim tome a carapuc.a qoem Ihe eouber, qoe
mais lenbo eu olTrido uestes '.) dia, porlanto racio-
einoassim : se a qu>la para o nagamento ein ques-
Iso eslava a es;olar-sc, o qoe fe/ quem disso sabia,
que nAo prevena cm lempo a aoleridada compelen-
te para providenciar, a nAo dar-se agora essa emer-
depois
roobados do palhahole apprahendidn em SeriuliAem degallioha, lulo bem pisado e misturado
em oulutro de (855, os Africano 1 llenrique, idade : eom urna porcao de azaile de carrapalo.
.1(1 anuos. Francisco, da raesina idi de, Ag'lppa, ida- Itecife, 16 de fevereiro ue ISjl. '>r. Alezsndie
dade di) anuos, l-abel, idade -O annos.
Pela sobdelegacia d*S. Frei Ped-oongalves, sem | N. >.........No entretanto a epidemia augmenta
declaracJii do m divo, .Manuel Jos, preto, solan o, de furor, a populacho seaiuedrocta, os medico- se al-
e mais porque a marc
de boje nAo he a de ISld, enlendani-me.......
Porlanto, nAo achandn recurso na lliesouraria, re-
corro ao Sr. btapo e aee Srs. depuladus geraes prin-
| de Sooza Pereira do C-rmo. secretario da comniissAu. cipalmenle, porque elles..... sim, basta, podem dar
ualural du Para, idade de i't a inos, sem odelo,
analpbabelo ; Torquato, escravo, pirdo, solleiro, na-
loral da Parahiba. idade 10 annos : porfogidu, l.oiz,
escravo, pardo, solleiro, ualural da Parahiba, ida.le
I'.) annos, sem odicio : para averiguaees em crime
de furto llosa Marta dos Prazerii, prela, solleira,
nalural de Angola, idade 50 aunes, .inalpl abela ; e
vorogamecomoque pro>am de urna maueim pilm r
a lu.uili-ieucia da arte no meio do clamor 1A0 geral,
e lalvez descomedido. Surge a ote lempo um pri-
to no engenbo Guararapes curandat os scus parreirc*.
Ilous dos lilhos do proprielano dai|uelle cngeiiho,
e pawoa* honestas, se me apresentarAo, referiu lo as
curas milagrusas do escravo, e duendo que naquella
l.aariana Aulonia Mara da Concento, prela, casa- 1 rcJondeza ja ninguem linba me lo do cholera. Era
PEBifluaacQ.
PAGINA AVULSA-
A* chucas e as ras. Com a> pooca* chdvas qne
temos tido algumas ras desla cidade lem ficado
quasi intrausitaveis ; em certas o seu estado fica tal
qoe o morador de um lado 0A0 poda pasaar para o
oulro e v-ie obrigado a ir bascar na extrema delli.
algum pedacinho mais duro, onde possa por os ps
san Gcarem enterrados na lama, t) c-lcamento por-
tadlo torna-se de orna necessidade argente, vislo co-
mo nem no invern, nem no verlo a popnlacAo se
acha bem com o estado das ras. Se he verAo le-
.^V^ia*TSS^y-.? .m3li incommoda que se pude ima-
Siiiar.'upaVrnesino de sui^oca.^''a', "' alendan-
tes, como aos proprios moradores ueotro TTi.* t^'~
Se he invern temos lama de atobr, epparecem la-
go* immensos de agaa, que conservam-se por Bajel
tos dias, corrompem-se e dAo em resoltado emaia-
c. es ptridas, que sem duvida devem coucorrer ^,ra
desenvolvimenlo da molestias. Seria rouilo para
desejir que sa cousiderasse lambem o calcamento da
cidade como urna das mais urgentes necessidades da
provincia. Praza a Dos que sejamos onvidos e al-
ie l.lidOS.
Crrelos. Oo fosse porqoe ja' assim o linha
couerbi lo a illoslrissima cmara, oo fosse porqoe
julgasie razoavel o que dissemos sobre as caretas pu-
jadas por pretos, o cerlo he que fez urna postura
prohibindo esse pesimo e nocivo costuroe. Pio sa-
llemos se ja' est em ezecncAo a respectiva postura,
mate cerlo he, que ainda temos visto algomas car-
retas pozadas por pretos, se bem qoo oin mafor nu-
mero pozado por cavados e bois. Resta-nos ainda
dizer alguma eoosa sobre taes carretas, e he qoe eoa
coostroccao he petstma, e feita contra todas as re-
grai da mecnica. Na verdade urna carreta com ro>
das de igual dimetro, mui curtas, moi groitar, ten
do um estrado muilo comprido, estrello e attenlando
inmediatamente sobre o eizo das rodas. nAo pude ter
10 jvimento rpido da moda algn. Se a canela he
um pouco alta, porm com as rodas iguaes, a polen-
mi da al.vaneas represenlada pelos varaea que
piende-se ao animal, obra na parallela a nAo ganda
i'i ivnnen.u. Se a carreta he baita, a potencia das
alavanca obra um pouco obliqosmenle, he verdade,
nos aqui nAo da' resultado favoraval, pols qua os
va raes inclinam-se para cima, para o auimal que be
m is alto, e eniiio lem lugar um movimento de roda
para Ira/,era sentido opposto ao de progressAo, e ues
te caso e>te ha multo enlraqoecido ou quasi nato,
o jao temos raudas vezes visto ah em algumas car-
reas pozada* por animaes, qoe para adfantarem al-
guma cousa sAo precisos doos priliw e emporrar pelo
h tu de detraz. lima vez constru las as carretas
com as rodas trazeiras rotis altas qne as dianioiras,
com o estrado appUeado sobre' mola menos grossas
pesadas, a -.neuos compridas, os defeilos desappare-
cero, a velocidade sera' o resultado.
linia carregamenlos de bacalho. No dia .)
da correnle cbtgou ao nosso porto, viudo de Artchat,
ama barca ingleza, condozndo para esta proviucia
um rarregamento de ,.tiS barricas com bacalho,
rom 10,870 entradas nos dous ltimos dias temos
I i.J l'i, mas nada ser..' bastante para que baise de
preco, porque assim o qiierem os especuladores.
Issallo '(esperado.Consta que o Sr. lr. de-
leglo, leudo noticia deque la' paia as bandeada
freguezia de San Jos, *e jngava.dera na oeste dia 9
do correnle um assallo inesperado, e pilbara, como
se costuma dizer.lus freguezes eom a bocea 11 a'bultj,,
e por conseguinte presos, (.limitas vezes temos cla-
mado contra este hornvtl vicio, mas nem por is*o se
allende, as te cuida em tacia-lo, sendo e coose-
qoeucia menor a porqae acabam de patsar(de orna
prisao) quando outra peior os poden arruinar e as
sus infelices familias, a Iicao nao he na', veremos
se a* cousas melhorai.io.
O vapor brasileiro Persinnngau, sabido para
Vaceiu e pcrlos intermedios, conduzio osse;uinles
pasiageiros ; Eslevio Alves. Joto Anlooio Men-
don;a e 3 lilhos, Migutl Jos Barboze (iuinaraeis e
I lilho, O. Rod Cesar Zamolti, Manuel hootan, Dr
Jos Leaudr Godoy de Vasconcellot, Dr. Jos A-
Kshia da t.unha, tna seuhora, I menor, 1 eriade a 3
_ e-cravos, Jos Antonio Ferreira Pinto, Antonio Jo-
quim dos Cantos, Manoet Lourenco Pereire, Ma-
riT^Joaquim Loyola Barjzujtranriaeo da SjJft'
da. natural de Angola, idade 10 anuos, aualpha-
bela.
Pela subdelegada da fregueria da S. Jos, por
furlo de cavallos, Manoel Pereira da I misera, brau-
co, osado, nalursl de (ioiaona, dade de jS anuos,
oorivea, sabe ler e cscrever.
Pela subdelegacia da freguez^ dos Afogados,
a rcquisicAo do subdelegado da Varzea, por crime
de estupro, Tertuliano Gomes do Monte, pardo, sol-
leiro, ualural desla freguezia, ii ade de 2 aunos,
pedreiro, sabe ler e escrever.
Pela sobdelegacia da freguezia do Recife, sem rfe-
claracAj do motiva, Jelont Osrnie. branco, solleiro,
naloral da Inglaterra, idade de 10 aunos, marojo,
sabe ler e escrever.
Pela sobdelegacia da freguezia le Sanio Antonio,
a requiieao de seu senhoro esc- vo Uaspsr, preto,
solleiro, Africano, idade de 30 aunos, sem of-
fi.'io.
8 --
Pela subdelegacia da freguezia de Santo
Antonio, por insultos Jos Francisco da Sil-
veira. preto, solleiro, naturnl do Brejo da
Madre de lios, idade 25 annos, sapateiro,
analphabeto.
Pela subdelegacia da frepuezia da Boa-
Vista, sem declaraco do motivo Belarmina
Maria da Conceiciio, preta, solteira, natural
desta provincia, idade 25 anuos, lavadeira,
analphabeta.
Pela subdelegacia da freguezia de S. Jo-
s, por crime de roubo Palatino Barbalho
Ucboa, pardo, solleiro, natural desta cidade,
idade 28 annos, alfaiate, sabe ler p escre-
ver ; Tertuliano, escravo, pirdo, solleiro,
natural desta cidade, idade 17 anoos, bo-
leeiro, analphabeto ; por inst. lto e desobe-
diencia Maria rsula dos Piazeres, parda,
viuva1, natural desta cidade, iiade 35 annos,
lavadeira, analphabeta ; por anlar fgido
Marcoliuo, escravo, preto.cri julo, de menor
dade.
Pelo juizodpaz do prime ro districto da
freguezia de S. Jos, por no apresentar uns
bens de que era depositario .silvestre Lopes
de Sena, pardo, casado, natural dest ci-
dade. idade 23 anoos, canoiiiro, sabe es-
crever.
DESPACIIAIUM-SE PELA POLICA.
Da 5.
Os eseravos Felippe e Joaquina obtiverara pasa-
portes para as Alagoas em companbia de seu se jhor
o Dr. Jo-e Amaino da Cunba Babia.
Jos Rodrigues de Andrade, Poriuguez, legilimon-
se, para obler pcssaporle para a I- uropa.
Vicente Ferreira dos Santos Can inlia e Francisco
Gomes de Malos Jnior, Brasileiros, legilimaram-
se para oblerein passapones para a Eoropa.

O escravo Forlonatn i-hteve pasaporta para n Rio
de Janeiro em companbia de seu senbor de Beolo
^n.,ii-a' A? \iunpernue Barros. ^^^^
O escravo Manoel obteve pass, porte para o Rio
Grande do Norle, a ser entregue a s-m respectivo
providencias.
Itrura, 11 de fevereiro de 1858.
Jorge Rodrigues Sidreira.
uecessario por um lado satisfa/er de cerlo modo
aucielade publica,* por oulro nAo deizar qoe o pre-
to curaste a redeas Aoltas. Olliciei a' commisslo de
hygiaoe, copia n.-j, para que man lassa aiaminar o
remedio, afim de que, 110 caso de ser raconhocida
prolicoo, \ie-se o preto applici-lo nos hospitacs m
presenta dos neilieos: til era a opinio da commis-
sAo, como se ve do oflicio, copia n. (i, e lambem de
varios mdicos, 1 quem consulte!, nomeadameotc o
mui prestante llr. Josu Joaquim de Moraea Sar-
ment.
O menbro da commissjo encarrrgado do eiame
do remedio deu o teu parecer, alo c 10 emnanjn-o,
mas alleslanrtn, qoe om dos iloentes, a que elle fjra
applicado, Picara melhor. copia n. T; in^s insista
o presidente da comraissAo para que o preto viesse
para o hospital, o que se nao realwau, porque o sea
seuhor o nao quiz prestar. Se a nimba providencia nio
podes occasio. de at cerlo poni m slrar qoe o governo o
qua sobre ludo desejava era nAo ser ind'llerenie ao
mal que devastavaa popularan,ninguem dira'que 0A0
obrara eu do accordo com a coinmissAo de hvffleo*),
cojo presidente, ao patso que propalava a idea da
conlagio, havia, por palavrat e por escriplo eudensa-
do a cora por meio da applicac,ae do lio ao, que alias
foi precnnisad* por om caboclo da Para', lalvez ine-
uos civilisado que o prelo de Guararapes. Foi aaale
cmenos que levanlou-se 00 centro da capital (que
como ja dliea, achava-se ein cmllagrai;Ao epidmica)
oulro prelo curan leiro de hume Manuel, com aura
evlraordiunria; e segundo a opiniAo do Dr. Aqnino,
era elle discipulo do de Guararapes. Soube desla no-
ticia, por me virem Iraze-la, como um signal de re-
demp9Ao, pessoas mili nolaveis, entre ellas os com-
mendadnres Manoel Jos ves da Silva, a o chefe do estado maior Sebasllio
Lopes Guimares, cerlilicau lo me lodos que cmn el-
feilo o preto ja tinba operado curas instantneas, e
que o novo o appl.iu iia, e eslava muilo inquieto com
a noticia, qoe corra, de hiver contra o dito prelo,
ordern de prisAo, que alias u.lu se linha dado. A des-
crenca a respeiln dos mdicos |lavrava bastante. I in-
mediatamente mandei chamar o preto a' secretaria, e
ehegando logo acompanbado de pessoas limpas qoe
ainda certificaran) os seos milagres, liz-lhe algumas
oerguntas ; a mais por evitar um molim popular, do
que por acreditar no curativo, dissc-lhe que elle nAo
mostrara a sua habitidade senao nos hospitaes cm
presenta de mdicos : no que anda obrava da accor-
do com a opiniAo da cominissAo de hvgiene. Enltn-
di-ma logo eom o medico assislente'nn hospital da
Boa-Vista, o l)r. Possidonio, a mandei chamar o ins-
pector do arsenal de marinha para Ibc recommendar
que nAo permitliise o curativo do prelo senAo em
presenca de a'gum facultalivo, e em dnenles que a
medeciua aulorisada tives,e desengaado ; devendu
considerar a etperlencii ouicainenle como moir.de
desengaar o povn. E o prelo prtUrio o arsenal de
marinha, d'oode fiira despedido,e entregue a' polica,
depois da iluii 00 Ires experiencias mallogradas. Ja
ve pala V. Esc. que nAo autorisel o per te a curar
procureisim inulilisi-|o sem risco de d ..
lar, que seria inevilavrl, se por oolri """"'' P"'u-
licas-e; porque ja a pnpnlacAo dizj/ """l0 se !""-
* que te prelu-
dia prender o prelo para deizjr q(^
!! a ...... 1 a. ...'.. k_ "
lassem a gente de cor, que era a/
a epidemia.
os mdicos ma-
mis perseguida pe-
seuhor Domingos lleniique deUli'eira.
A escrava Theodura obteve passsporle pira o Rio
de Janeiro, havendo seu lenhor Antonio Marque* do
Sacraraeulo, pago o imposto provincial.
Conforme.O sicretario,
RuQno Aususlo de Almeida.
M)cfii>di>l.ob^ureuo_l'Carneiro. Feliz Irancis-
'" de IH^IMB^lif' """" da Silva, Esptridio
Barbosa da Silva. Jos A. de Vascoucello* l.eitAo,
Joe N. Cardozo, Francitco Jos da Magalhiee Bas-
tos e I anillado, Firmioe Avelioo da Cruz e 1 cria-
do, JoAo Paolo Moreira.
Hospital de caridad*. Eiisliam no dia !l
do eerrenle 2S homen* e SO mulheres (raladas
pela earidade, 5 humen* e 21 mulheres qne pagam
a ca*a, e 9 pracas do corpo de polici*. ,
Total 88 doenles.
Mortalidade.Relar.lo das pessoas qoe forarn
sepultadas no cemileno publico, no dia 8 do cor-'
rente mez :
Mana, parda, eteravt, 1n mezes; bepatite.
Albino, pardo, 5 annos; maligna.
Maria Joaquina do Cerni, branca, viova, 7S innos;
apopleja.
J010 Pilo de Araojo, branco, solleiro, 20 annos ;
febre amarelia.
Joanua, branca, I annos; convulses.
Manoel Antouio ur.io, branco, solleiro, O anuos ;
febre amarelia.
Maria, branea, I inna ; convnlsGes.
Auna Jooquina da Eucaroaclo, 1,ranea, viova, 91)
aunos; inllimmacao.
Loica Eazebia Montairo, pela, solleira, IS annos ;
atitrchaz.
gnea Fernandes Chaves, parda, solleira, :ti annotl;
- febre perniciosa.
Ignacio, parlo, 7 diat; espasmo.
Francitco Jos lernaudes Autuues. branco, solleiro,
>.t annos ; dyarrbae.
Josl na Luiza Carnero, prela, solleira, W annos ;
phlhisica.
.l/'j(aiioi consumo do dia isdo correute, a saber :
(fommuntcq&o,____
MAIS PRETO MAMIBL.
J.i o Sr. Dr. Aqomo cunera a .-nladar-se rom a
discussAo. I'jii nao foi elle qoe a pravoeou? O nRe-
citensee acha-se na defensiva ; cmbale nicamente
por amor da verdade, sem odio e nem espirito de
ving.ioc,a, a por isso nAo merece o 1 indulto de men-
tiroso e adulador, com qoe o boma o Sr. Ur. Aqot-
no. Como S. S. pretende entrinclnirar-se em doco-
menlos ofllciaes, vamos responde -lbe com docu-
mentos.
Nega o Sr. Dr. Aqoino que nao fora de opinio
qne o prelo de Gdararapea vieste azar ezperiencias
no hospital'.' Ora poi* vejara os leilores o documento
n. I. Depois disto ha que o Sr. Cunba Figueiredo
requisilnu o preto a ten tenhnr.
Nao foi o Sr. Dr. Aquino que n .111,111 Ion o seo
collega da commissAo a Guararap;s, foi o Si. Co-
lilla e Figueiredn ; raat como, quando, e porqae .'
Lance o respeitavel publico os ulhcs para o trecho
do ollicio que esse administrador dirigi ao governo
a respeito da queslAo pai Manoel, a qoe foi pu-
blicado no Diario de Pernamboco unido temporen,
documento o. 3.
Mas o Dr. Aqnino entenda qte ) pai Mane era
discipulo do de Guarnrapes, o osava do memo re-
medio ; argot, tino da vol, cono foi, que viesse
o mostr t.ara o hospital tentar ezpenencias, 11A0 po-
da recusar o discipulo. P.iis uno te fez nem muse
nem menos ; e com isso nAo se deveria o doolor eu-
rnnmodar, a nAo ler mais sympalbias pelo prelo de
Guararapes do qoe pelo pai Mane ; ou a nio querer
acreditar mais nos qoe apregiavarc a virlnde do re-
medio daqoelle, do que nos que i.lleslavam os mi-
lagrea desle. NAo ha nada como a iwopalbia que
de amor nos faz morrer.
Poren, iu!gou-e ou nAo proveiloio o remedio d
prelo deGuararapes'.' O Dr. Aqoino mesmo, atlen-
dendo a' informaran do collega a quem mandou
etaminaro remedio, connderou-o applicado com
lioiu ejilo. Vejam o dnrumenlo n. 3. a Ac per
cousequens o, dever-se na esperar o meimo resul-
tado da beberagem do pai Manoe .
Mas o Sr. Dr. Aqoino allega mi sua correspon-
dencia no "Libralo n. 1399 qoe se e commisso
de hygieoe, de que era di*n presidente, dis*e que
conviuha tentar experiencias ein algura hospital
(olhem como a verdade polola !!!;, nAo o fez ua 111-
tencAo de que se deixasiem sem dica reparem bem 1 os doos prelo* de Guararapes,
como suceden com o prelo Mauoil, a quem focara
nlregues doenles. tem qoe o facultativo de mari-
nhajyjpde*se miervir no seu tr.,lamento, segundo
se v d sen ollie o que vem poblicado.
Pois. e o Dr. Aqaioo qaor docomenlot, ahi temos
o de o i, que escalla de alio a bailo o graude ar-
tromenlo da uinlervencao meiicini, e pasta ainda
alen : vai mostrar que, respeitala sobremaneira a
irinlerveOspAo medica, o admimtludor nSo leve com
. sr. paasao s mAot de V. F.vc.
o relatono apreaeolade a' rommis-ao de hygiene DO-
blica, por seu secretario, ieearea da* InvettlgafGet
que foi proceder no engenho Guararapes, relaliva-
inenle ao Iralamento que por um prelo de um dos
lilhos do cummendador Lourenco da Sil Albuqucr-
que, lem sido applicado icn bom exilo em
pessoas all .ccominellidat do cholera morbus.
Dos caarde a V. Ec. Sala da commissAo de hy-
giene poblica em tewto eslraordioaria de 16 de fe- r
v.reiro da lSVi.-Illm. e Ezm. Sr. con.elheiro Je, I 'u"r '?<> LutZ das Nevcs.
Benlo da Conhi e ligueiredo. pr-sidmle da provin- Ja<> Baplisla Campos
da. Di. Joaqutm deAquioa Fonseca, presidile
da commissAo.
Eleicao (U mesa regedoru
(la irmaitdade de N. *.
la Concei ;ao da ig'reja
d;i Congrefioo para o
anuo de iil.* ',.
Jais por eleigSo.
O lilm. Sr, Joaqutm Lopes da Costa Maia.
Juiz por devocJo.
O lllm. Sr. Jos Matheus Ferreira.
- Juiza por eleir-So.
V Exm.aSr.' !). Mina rsula Moreira AraujO
Juiza por devoco.
AExra.'Sr.D. Maria l.ui/.a Gonrjalves da
Silva Santos.
EscrivHo por elciio.
O lllm. Sr. Antonio de Sooza Itetjo.
Escrivo por devoco.
O lilta. Sr Antonio Lopes Pereira de Mello.
'eriva.por eleico.
A F\m. Sr.a J) ;Maria Emilia de Gusrao
liego.
1'scrivS por devogo.
A F.xm. Sr.' D. Josepbiua Dantas de Al-
incida.
Thesoureiro.
O lllm. Sr. Antonio Casemuo de Couveia.
Procurador geral.
O lllm. Sr. Manoel Jos Leile.
Procuradores.
Os lllms. Senbores :
Joaqun Jos da Costa Pinliciro.
Jos ias da Silva Cardeal.
Mesarios.
Os lllms. Senhores :
Jos Gonc ilves Malveira.
Moaiingos Francisco Maia.
Victorino D.imingues Alves Maia.
Lian Baplislidos Santos Lobo.
Antonio Pereira de Karias.
Joo Jos Gomes Pinheiro.
Antonio Pereira da Silva.
Jos de Azevedo Maia.
Joaquim Ferreira de.S.
Antonio Fernandes Ramos de Oliveira.
Mordomos.
Os lllms. Senhores :
Manoel da Silva Nogucira.
Manoel Jos Carneiio.
Joaquim Ditarle Campos.
Francisco Jos Rodrigues Bastos.
Joaquim tiendes Freir.
~osl ttoiiribuesFeri elr"
Francisco Custodio de r>u7,n.\""
Antonio Joaquim Vidal.
Uanoel los Lopes. ^_
CapitSO Jos Lart Pereira Jnior.
FranciscotGomes Castellao. '
Joaquim Francisco dos Snlos.
llenrique de (lliveira Soares. -_-
Joe Mai-iins da Cruz.
Jaaquim Rodrigues Lavares de Mello.
Manoel Amonio Flores.
An Ir Guilberme Brekenfeld.
Luiz de Lliveira Lima.
Jos Duarte de Oliveira Reg.
Manoel do Azevedo Pontes.
Juiza* por eleicau.
As Eztnas. Sra*. :
Consone do lllm. Sr. Manuel I'. Itirrot.
Consorte do lllm. Sr. Manoel I iburcio Carnciro
Leao.
Juizes por devorjo.
II. lllms. Srs. :
( leleno Correa de (lueiroz Janior.
I li uno Cario Pereln.
Jui/at por devocao.
As Lvrnas. Srss. ;
Consone do capilAi Francisco Hernardo di Cunba.
Coiisi.rle do lllm. alfrres Joaquim Jos Alvares.
Esrriv.los por eleicAo.
(Htvd. padre :
''rancisco Ferreira de Souza Branco.
Alferes llenos I lat kanie de Lectrda Campello.
EscrivSes por eleico.
At Eimas. Sras. 1
D. Auna Marcelina do JeHM.
O. t.lotegaidts, consorte du lllm. Sr. Josr domes Sil-
ven...
Escriv.ios por devocao.
(is lllm.. Sis. :
Joaquim Aoreliaoo de Cirvalbo.
joaquim Jos de S.nl'A una.
Escrives por devo^Ao.
Al Ezmat. Sras.
I). Filippa domes da Barros.
Consorte do lllm. Sr. Manuel Francisco de Sale*.
Procuradoras.
O* lllms. Srs. :
Ignacio Teixeira de Farias Jnior.
Manoel Izidro Alvares dos l'iazaztt.
Manoel Coins Silverio.
Thesoureiro.
O lllm. Sr. :
Thomaz de Aquinn Oliveira.
Dado e pass*do sol. mcu signal e sello dec-
tejuizoou valba nem sello excausa, nesla
cidade do Recife de Pernambueo, aos 8 de
fevereiro de 1858. Eo Gal lino Tliemistocles
Cesar de VascoDcellos, o subsoevi.
Francisco de Assis oiivoira Mariel
3t>
Para o Miio
de Janeiro
Pretende seguironu hrevidade o bem
couliccido hi ij;tie nacional Firma, para o
(|tie ja tem parte I d carga, para o resto
bem como pamneirog e eteravo* trata-te
fomosconsignallrios Novae A-C. na na
Pela inspectjSo do arsenal de marinha se do Trapiche n. "V oucom o respectivo ca-
z publico que, feitos no vapor Iguara.-S'j
CORREIO.
OSr. Filippe Xavier de Almeida queira
dirigir-se a administra^n dn correio desta
cidade 1 ara satisfacer o importe de sua caria
segura.
Inscecco do arsonal de marinha.
PKACA l)(> RECIFE III UE I EVKREIRO AS
3 IIO HAS UA TARDE.
Cotacoes otliciaes.
Cambio sobre Londres il d. !M) d|v
AlgodAo de Maeei a 7..MIU poi omita.
'i'. Borgaa, presidenti. interino.
I.. Dubourcq Jnior, secretarlo interino.
CAMBIOS
sobre Londre*, 211|4 a -'i 1|9 d. a SO e 90 d.
a Pars, 4-iO rs. nom.
e Lisboa, 110 a 11.5.
Desenlo de lettras, l-j a 15 porcento.
da cumpanhia Pernambucana' de navegagSo
COtteira, na conformidade do disposto no
regulamenlo, acompanhando o decreto n.
132* de 5 de eve-ciro do 18.'ii, os esames
nos respeclivos casco, machina, caldeiras,
apparclho, mas!rea?3o, veame, amarrase
ancoras, acliou a commss3o ludo em bom
cstaio, sendo de parecer unnime, que po-
da essa ombarcacao continuar a sevir. -
lnspeccHo do aisenal de marinha de Pernam-
bueo em 6 de fevereiro de 1858.0 inspec
tor, Eliaiario Antonio dos Santos
CONSELHO AD-MCMSIRATIVO.
Oconselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para o hospital regimental.
Chicaras epiress>4.
Botica do mesmo hospital.
Madapolio, pegas 10 ; alinea, arroba 1 ;
assucarrtiinado, arrobas 12 ; alcbol, caa-
das 4 ; almiscar, o i lavas-i; acido actico,
caadas "
(UROUnjas despalilllas. . :i;000 331000
Ditas mexicanas. ...... :lt;iiu 33)000
Pecas de ogiOC. . i7;.HKI
Moedas de 9&0U0 . !:too
Ditas de -11- . 20P500
l'RA 1 A.I'atac6e* nrasileicos. . irOlO 2S0B0
Ditos columnaries. . atan 250110
Dito* mexicano* . I;mi
ALFANUEA.
Rendimeulo do dia i a 9. . . I:il:232t62ti
dem do dii 10...... J0:80l19l
1.V2:0:UII7
Descarresam hoja II de feveioiro
Birca iRlezoCarolioabacalho.
Barca frtucezaPernambueomerca dorias.
Kscona bollaudezaAlolusqueijos, btala* e ge-
nebra.
Brigue suecoWilhelm Termedertaimado.
Barca porlugoezaCratidAodiversos iieueros.
Escuna dinamarquezaderruid Daoutr vidros
e presos.
Jlriiue porloguezMargaridadiverso) eneros.
Barca initlez*Spirit o Ihe Timesbtealhao.
MOVIMENTO DA ALFANDEUA.
Volumeseutrodoscom fazendas
> eom genero*
Volnmessnhidoicom fazendas
e u eom gneros
Total
Total
CONSULADO GERAL.
Rendimeulo do dia 1 a 9 .
dem do dia 10. ......
1S
173
373
.ii
170
373
31:17(15194
B50|iS8
39430322
DIVERSAS
Rcodimenlo do dia I a
dem do dia 10. .
PROVIHC1AS.
71fl|823
1161025
832?ciiS
N. i.lllm. e Ezm. Sr.Ordeinndn-me V. Eje.
verbalmenle que consentiste ni admissAo do prelo
Uanoel no hospital desla frecuesia, creado para os
cholencos, como um ensain ou experiencia appli-
cac.lo qoe elle fazia de medicamentos seos, coran 10
muitos dos accommellidos, seuuudo era V. Etc. in-
formado ; deven lo os enferm le sobmetlidus rtt seo
Iralamento serem sqoelles que o facaltalivo eorar-
re^ado do dito hospital indicaste como nAo temi
mais coran e islo em sua presencao ; o que foi le-
vado a elfeilo, sendo o seu resultado o seguint* :
A's seit horas da larde do dia -1\ de fevereiro lin-
do leve lujara atmistAo do dito prelo acompanhad-i
de muilas pessoas que qneriam presenciar a cura, a
enlreraiidn-lhe o referido facultalivo os Africanos
liare* Simplicia II e SebasliAo, dos aprehendidos u
sol da provincia, estando ambes na exad- da perigo,
recommenduo aot onfermeirns qoe ein nata con-
Irariassem o prelo ; e applica.lot qot fos-'em os pre-
cor.isalos medicamento*, estes nAo aproveilaram, de
sorle qoe om falleceo quiltro huras depois, e o ootro
no dia subsequenle perlo de urna hora ila larde, leu-
do ido visitado pelo prelo as dez horas da manbAa.
Lio mos resollados seri.m sullicienles para salii-
fazer qoanto V Etc. tinba em vista ou qu-ria ; po-
rcm espalhandn-se na popntacilo, qoa a os medico*
pretenliaru nullilicar o elleito 11 d.>s preeonisidos
meilicamenlos desse prelo. forcoso foi que V Eic.
onvieise n medida por mim embrada de propor-
cion,ir-se-!be urna sala sepjrada ciro enlermeims
proprios, e enlreaando-se-lbe em igual coiidicao da-
qoetlea iwi mesmo dia 2> ) mais otra Africano
livre de nome (ionzaga o qual Uve idenlica sorle,
(Hacend no dia -2:1 depojs do mem dia, sendo que
lal lembrnnca minha fora com o inlod I imhem de
exhibir aos mdicos um meio para defezi do que
eram aecusadot.
Agora que acaba de fallecer.o lerceiro Africano,
a quemo prelo Manoel envidou (mos os esl'orco 111
applicic.lo dos seos remeoios, um dewogaaa corn-
plelo ha de qee ettes para nada sei vem ; por isso
fplgo de mysler qut se deixe de pro.eguir 110 ansaio
ou experiencia dando lugar a ser admillnlo no rit:-
do hospilal. A guardo nao obstante o qoe *crrca baja
V. Exc. de melhor resolver.Dos guarde a V. Ese.
Inspectora do arssnal de marinha de Parnanba-
eo 33 de levereiro de 1856.film, e Exm. Sr. con-
selheirn Jos Benlo da Cunba e Pigoeraido, presi-
dente da proviucia.Elisiario AntoDie dos Sanios,
inspector.
Dti&cnciOa
Consistorio da irmandadedeN. S..
gregacSo em 6 de. dezembro de 1856
crivo Jos de Azevedo Andrade.
da Con-
~0 es-
cara
.csidencia
mili
Srs. redactores.Triste he
de nequena escala, que se
a posicAo do liomem
na dora nseessidade
nnmS.isii* polica. Assim o recouheceu o Dr. Pao-
la Candido' ,
Ora basta ile pai Mane, que ji clieira mal : be
urna miseria \< llenemos isso, Sr. Dr. Aquino vi-
remos folha, cuidemos n'outra industria.
' O nenense.
9 de fevereiro de IR"*.
DOCUMENTOS,
N. 1. Hlms. Srs. Tendo lo 10 engenho dnira-
rapes, segunda fui enearregado pir esla commissAo.
jclim de sa ber do seu
fleilo eni vitla, no sen adiad.si no procelmenlo i pre,Ur """.u* Br*U pelo ramo militar, por-
lenAo moderar a excilarAn popular, protiser os me- e'" '" "* "n,"1<"1 h al recompensa 1 ., Inda
dicoe, desengaar os creylos, e p'.r a prelo Manoel '. Snl" ""I"'"' Por ""de deve sr pago dos suores
de >s serviros para alimentr-se, c a sua mulhcr e
filliOs.
Nimiament* pobre, e reformado com a enorme
ooiuiM de 150 rs. mensaes, o* meo* superiores co-
utio-edores deservidos reaes runjoacioal Exm.
c-unai.ii lanie das arin i, que fulo picilicador da
comarca de Cofiliba, boje capital da provincia
do Paran, com quem tlliiervi na revolucan em
1&13 que bi tempe* prestado a inlejjridada do
imperio Uesde a poca de sin enunc naciu po-
proprielarn. qua. n remedo ^Z&*3R*T?&X&lZ
n de *. ecos tem anp.icado com fe, v\,n:afen, d, q,,A,l",^me,,!e ,. TVam ,l
r neiiln 1I0 empo,, cabiiido doos rcpenliiiainnnle sem
saJidJa^ cun f res convulses, fjram tralsdjs por
o iiieuco.i-.in dia 3 re o almoiarife rec.|)ero
dinheiro almejado, o ein vz dsite. dts**-se-lh ,me
cunee, e- vv. que II. const.u sabia conr ..., -,, bavi.i qn ,,,, ;',.,, .?,?,. '"',JH
mulesds, c. ..lindo o Iralamento na applic.co da para ir, deaap .,:, ,, ,, ,r ,-.., hVi ,w com o
.ub-tancas .elae, que a da,... menconaiei, em- Sr. iospacl, r, e;... remrtteil.me a., Lvm Sr V "i"
pregando era'pnineiro lugar friceO** na celonMa dente, qoe oa diste requeresse a iheww a 1
reguo do coracAo e em lodo o corpo, I de infirmar a I
sal; feto isto desde o refer 10 ma :: q
f irla!../a. a. |n boras 1.1 iiioiil:A-t, e m> aclio na Ihe-
soarana at
ii'ra?nlo !
O abtixo assignado avisa a todo
dores do casal dos fallecidos set
sogra, o lente coronel Manoel (.
Silva, e D. Joaquina Senhorinha
que se acha cucarregado a autori
todos os herieiros do mesmo casa
Lodos os podares geraes e especiae
quidnr toJos os crditos activos
pertencentes ao relirido casal, e
convida a todas as pessoas, que
lulos de dividas activas ou pas;
coinparecerem em casa de sua .
naciladedeGoianna, no prazo !de 30 a ,0
das, aiim de se liquidarem ess es deb,los
como mellior for e convieras partesi"l"es-
sadas.
Iodos os herdelros desse cSi1, t)f"I-r-"
jam ardenleir.ente, que quanto anl."s toiiba
lugar essa liquidacao, alim de e acaar a
gana e desmesurada avidez do Sr- "r. Fe-
linto, juiz municipal da villa t Pilar, que
por seus acto*, tem demonstrad terer ab-
sorver lodo accervo heriditario >rmente
o engenho, (|ue quasi todos os dias ha pe-
nborado sob pretexto de debitas da fazenda
publica c em nome do presidente da provin-
cia. Entretanto que esse Sr. D Felinto, s
parece ter em vista apascenta urna vingan-
a ein satisfagao do odios anti Sos. tem entre o abai\o assignado1 eoutros ber-
detros do mosmo casal, eos" Ismael seu
ciinhado. a quem o abaixo ""o ou-
trora despejou do engenho iramamcT
ne objecto da gana o a-idez
gador. Quanla falla a
breza de seidimentos
i'f. Felinto nessa tenai
sigue aos herdeiro*
revela, que dotlSSSi
sa perseguir-ao, ;
ganca.
Para satisfazera anTVSo desse Sr., Ihe
nicamus um meio hones'Oi que he apre-
euUr-se com dmheiro para Bagar os dbi-
tos do casal, e licar se coni o ngi?,nho, se-
nt por si ao monos por nterposta pessoa,
e assim mais noblemente so viog ara dos
lurdeiros Sr. Or Felinto'. a amb r;iio e a
vioganea nao devem ter "juarida no ftv>ito do
bomem houebtu c morme'ote no de un 1 juiz,
lite representa neste miando o irapoi tante
papel de distribuidor da juslica de Dos que
manda dar a cada am" o que h seu. Re-
corde-se o Sr. lelnlo daquelle consclho,
que dava Cicero ar senado de Roma, por oc-
casio de aecusa- ''Mna : Patres cons-
cripti, qui d'S r< s consultan! ab
odio, amititia, miseiicordia va-
cuos esse deceL
Melbor fora portsnto,, e o Sr. llr. Felin-
to, para nao oxpor sja tuga aigum borrao.
seavcrbassi de aaspeito nessa pendencia,
deixando que outro juiz desempeado do es-
pirito de vioganea e ambio flzesse juslica,
aa abaixo assignado, e aos do mais etdei-
roslsetis desafl 'dos.
U.'m sabe V. S. o que s c den entre o abai-
soassignado e seu reppCitavel cunhaio Is-
mael. A impretua deu eo** d tu lo isso, e
V. S. nao poda dexar .Je resentir-so. Bo-
lo face o que; qnizer, que aS taremos
o que enleiiderinos.
Itoga encarecidamente o abaixo assignado
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
HO CONSULADO DESIA CIDADB NO DIA
10 DE FEVERElttO DE 1858.
iien.uapolaca sarda Maria Elisia Itaslos & I.e-
moi, 700 saceos assecar.
Rio da PrtiaBarca liel C, 3T.'i barricas atsocar, 3U pipas agurdenle.
LiverpoolBarca Inglea .(Olieron, J. Crablree ev
i... 530 saceos assucar.
LiverpoolBarca ingleza aQueen, J. Crahlce i\-
C, 4IKI saceos assucar, i7t) saccas aigodAo.
LisboaBarca porlugueza oNova Aminde, Amo-
rim irmAos, Vj saceos as-ucar.
Uibraltar--Brigue tueco o.Vqnillt, >'. O. Bieber o.
C, 800 saceos assucar.
MoulevidoPolaca nacional Marinho lo, Amorm
irmAos, 18 casco* cachaca.
LisboaBrigue poriuguez aConalanteo, Thomaz de
Aquino Fonseca > lilhos, 129 ciscus niel.
LisboaPolaca porlogueza -Mana Igneze, F. S.
R. i\ Filho, 1(1 prancbes na amtrello.
sarda oAnloniette, F. Pinto A
z ci/werverc, llenr
, Manoel Al-
.ac de S. Sima o-. Car-
cus niel.
. ItE.NDAS INTERNAS CE-
DE PERRAMBUCO.
P'io Manad Ccara, Maranho e Par*.
Lspera-sg de Maranhilo a barca Lusitana,
que partir pouco dias depois de sua che-
gada. por ter metade da carga [.rompa, oa-
ra o restante a tratar com os eonslguatarits
lasso lrmaos.
Para Lisboa
portuguez
brevidade
.ato do dia I a '.'
do dia lo.
..ibtilj
1: S'.'l-r--
7:I5'2J.')2
on^a 1 ; espirito de melina, libras 2 ; flor
de borrages. libras 8 ; dita de violas, libras
8; dita de papotlas, libras 2; iodureto da
potassio. libras 4; dito de ferro, oncas 4; li-
nliara, libias 16 ; lactata de ferro, onqas 4 ;
manila, arroba 1 ; mel de abelhas, libras 8 ;
morpbina i.lrochloratoi oitavas ; mercu-
rio vivo, libras 8; oleo de oliveira, cana-
das-'; protoxydo de chumbo fundido, li-
bras 8; prototodurelo de mercurio, 011-
Cs 2 ; pos de rogg, vidros (i ; precipitado
rubro de mercurio, oncas 8 ; pilulas l'crru-
gtnoras de Vallet, vidros 12; raiz de tur-
betos. libras 2 ; dita de espargo, libra 1 ;
dita de genciana, libras 4 ; dita de gtamma,
libras IB; resina de pinho, libras 16 ; sue-
co de groselhas, garrafas 6 subearbonalo
de chumbo, libras 4; scamonea, libra 1 ;
salsa parrilha,libras 16 ; sene, libras 16 ; sal
de seturno.libras 8 ; sipo de cbumbo,8 libras
xarope de naf, vidros 6 ; ditos de ponas de
espargo, vidros 6 ; alambiqne de folba, para
canata 1 ; barbante, libras i ; papel de em-
brulho. resmas 2.
Armazens do almoxarifado.
Tinta preta, garrafas 30 ;obreias, massos
30 ; pennas para escrever 500; ochre, arro-
bas 3 ; cobre velbo, aftobas 20; rolos de
petia merlim 4 ; pavios. duzias 9 ; velas
estearinas, libras 100 ; ferro para galopas
com capas, de 2 pollegadaa, doiiasS; ditos
para plaina com dita, de 1 pollegaa e mea,
duzas 2 ; ditos para dita sem capa de 1 pol-
legada e I [i, duzias ; grosa meia canna de
7 pollegadas, duzas 2 ; cabo de linho, ar-
robas 50.
4.- batalh5o de artilharia. .
Cssemira carmezim, cpvados 83 3|4.
8.- batalhode'inlnntaria.
Roloes grandes deimetal bronzesdo, com
o n. 8, 3346 ; dilos pequeos, com o mesmo
numero 2151; dito^ pretos de osso, duzias
361 ; ditos brancos de dito, duzias 318 e 8
botoes ; dltis pequeurjs, duzias 258 e 1 bo-
tSo bonetes 239; sapatos. pares 461.
Meio bilalhiio da Parahiba.
Colheres de ferro 2 ; escarradeiras de fer-
ro 2 ; garios de ferro 2; pas de ferro ; pe-
sos de bronze do 1|8 at l|2 arroba, jogo 1 ;
castices de latSo 2.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta rochada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 12 do corrente
mez.
Sala dassessoes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
5 de fevereiro do 1858.-Bento Jos Lainc-
nha Lins, coronel presidente Bernardo
Pereira do Carino, vogal e secretario.
Pela comadoria da cmara municipal
desta cidade se faz publico que a poca pa-
ra paga ment do imposto municipal sobre
casas de negocio he nos mezes de fevereiro
e marco, assim como he nessaiio apresen-
lar o conhecmento de 20 por cento pago na
recebedoria das rendas geraes internas ; o
queseaz publico para conhecmento de
I todos.
Contadoria da cmara municipal do Reci-
te 4 de fevereiro de 1858.O contador, Joa-
quim Tavares Roiovalbo.
Pela subdelegacia da freguezia do Po-
?o da Panella se faz publico que foi echado
na estrada de Santa nna da mesma fregue-
zia no dia 4 do corrente urna pulcoira deou-
urna espora de 050 quem sejulgar com
direito dirija-se a mesma subdelegacia que
(trovanJo lbe sera entregue.
o bem couhecido brigue
Constante pretende sabir om
quem no mesmo quizer carre-
gar ou ir de passagem, para o que ollarece
os melhores comtnodos, trato com os con-
signatarios Tnoraaz do Aquino Fonseca &.
Filho, ra do Vigario n. 19, prmeiro andar,
ou como Sr. Silvestre Manoel Jos Res, ua
praca.
Para Lisboa,pretende segu r viagem com
brevidade a barca porlugueza Marta Feliz
forrada e pregada de cobre, de seguuda via-
gem, tem parle ae seu carregamento promp-
to : quem na mesma quizer carregaruu ir
tem excellentes
COm O capitn
na praca, ou
de Si Araujo,
na ra do lirum 11.22.
. I* orto.
A barca poitugueza Sympathia.clepii-
meira marcha, vai sabir com muil.i bre-
vidade por ler dous trros de sua carga
prorapta : para o testante e passageiros,
aos quaes olfeieiv mciinlos commodos,
liuta-secom os consignatarios ({altar &
Oliveira ra da Cadeia do Hecife escrip-
toilo n. i i.
companhia
Brasilea de paquetes a
va por
O vapor OyapocW, commandante primeiro
lente A. clsd llrito, he esperado dos por-
tos do norte alt o dia 18 do c irrente mez de
fevereiro. Recebe-se desde ja passageiros,
dinheiros e enrommendas, e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir despacha-
da com antecedencia at o dia 16 ; agencia
ra do Trapiche n. 40.
Para Lisboa pretende sahir com bre-
vidade, por Ur parte da carga prompta, o
patacho portuguez Mana Ignez, capilo An-
tonio Jos da Rocha : qutm nelle quizer
carregarou ir de passagem, trala-se com os
seus consignatarios.
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimeulo do dia 1 a 9
dem do da 10. ,
21:1795021
1:839/923
26:0185917
'0toferf$>*!l S>l>85
sse juiz viii-
dre e de no-
ostentado o Sr.
le com que per-
=0 casal !' O que
agentes motores des-
er : ambicio e vin-
>avlos entiados n^ dia 10.
PIymonth12 das, bri^oe liaraiijirsuez aTftO^.
de 151 loneladas, captiao II. A. riaatMr; eq,ni-
|. i_'.'hi 10, carsa varios gneros ; a Domingos Al-
ves Matlieos. Perlence a Hamhuriio.
Ilarleng6t) dias, galeola hollandeza oAcolus, de
136 toneladas, cantillo A. II. Schaafiins. equipa-
u-m 7, carga queijos, cenebra e mais gnuero* ; a
Rrander a Hrandis. I'erlence a Harieu;.
navios sabidos no mesmo dia.
Macelii o poitos intermediosVapor brasiFiro nPer-
sinnnsa, commandante o segundo teucule Joa-
r|uim A. Moreira.
PortoBriauc poriuguez Trovador, capitao Anto-
nio T. da Silva, carga assucar.
ahibaBarca inaleza uUidasn, capillo William
caraa 1,630 barricas com bacalban.
BarbadfJSJrRrigne iuglez usprav, cnpilio U. Ro-
per, cm r**Jjo.
AracaljlliateSrasileiro Novo Angelical, capitao
Jos Alvos da St^a. carga fazeuilat e msis gne-
ros. Passageiros, joquim Amonio Seve, Aol
nio Crosel do Amaral, D'- Carlos koro s de r.,
Jota Rufino de araujo, JoSd Agoelinho de Sa
Pereira. 1 escrava, I cria e I criado, Julo dos
Sanios Boni-la, Thaodoro Jos l'avares, I ota An
ionio da Silva Pereira, padre ej03" de Me"-
ilniica, Caelaoo (ionr;slvei da l.oz*
llinipl.in Roadeslistera americana'"(iT";re,e*' ca'
[.tilo John llolmes, com a mesma carga (f*J^Jrod-
le de Ci.in do l.nin. Suspenden (lo la iiaraV1 '
BaluePatacho ioglez iil"ndinei>. rpita.1 sore
Branscomb, com a mesma carga que trouz:. B**
pendeu do lameiro. ?
Bae popular
DE
COMPANHIA
Per arabucana.
N3o t?ndo podido o vapor Iguarassu' por
falta do engeRheiros machinislas seguir pa-
ra os portos do norte de sua escala, conti-
nua a recebnr carga para os meamos inclu-
sive o da Parahiba, sera annuncado previa-
mente odia da sua partida.
*.(&*.
OBSERVAi.oES METEOROLGICAS.
Dio 10 de fereretro.
Hila m.
ti
iJ Ha
3 da 1.
(i D
Comulus
B
Cirros
I / tfHO. 1 Tkermomtt
. S \^A:

2 o* .s 0
v CaL
3 i fO r^ 9 a -
*" 1
SE K'E. 26.8 21.3 KO h2
)l 27,1 21,7 SI II
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JfS.S t,1 SI 7'.l
" )) 27,7 J2.2 S2 Sil
na .
ai o e
remos o
2) O plano de educa\3o .aqu trarsdo. he evi-
dentemente destinado par as mee** que deicendem
do pais abastados, enlretanto srdoili^cajrlarii)
tolo da Lgica, da JorisprudenriaTeicTlei
que Bravea a toda* as oulra<.
_(3J Bem se v qua a pralica qoe o aulor reprova
n... no anda geral em Franca, nem admitirla pela
melhor g.nie, j0 contrario uodirii lio < certas 1110-
Se (ctrlaioet jauucs filies.)
vertebral, .....
n depois dando a beber em ros menlo na dse de
1,ma chicara, ine era repelida, a'snn como ns fric-
rJS*, rgundo 11 necessidade, penni(|indo-lh,!s, em-
Juanto mo inelhoravam, o uso agua moma ado-
ada com assucar e em pequeas (oaotidades, para
saciar a sede, a vedando-lhes o rt'ajua Tria, asim
jomo (1c alimento* otilo-.: dettae observei qualio
que eslavam convalesrondo, e drns anda com al-
guma febre e di irrit*, e em conlinue^ao do mesmo
tialamento.
I lambem informaran!-me qoe o porlusuee Ma-
inel Iranrisi-o da Silva, seisger ario morad r no
Irnar denominado Venda tinada, lendo *>!
( o lia oilu dias Jij'rlia, e lomando apeos* intn-au
1 e fallas de laraugeiras, chtgara no qoarlo lia ao
1 Uado lgido, e tendo-llit applicado os mesuiai re-
., e ilivadoros do casal.
liaToTdSu."; '1U- ^ >' de coi noarecar no prazo
ma acha na Iba- ra'"edo >" pena de Ulcaliarem mais a
a* 3 da larda, at hoja (9 e nada fa pi-,.COD,'*Sa e liquiJav3o_de dbitos c de
dande-te-me a- :a imo ra/i i_^a*tar OS 'oraaiem qnas inex s.
jse Cesa
GoiaQOa 31 de jaoein
0 S-. piii-raliir lis-ral no Pojo, e nao podar onli-
"" lr n t' I o pagamento a ollm^par isso
que ella linhi de r c .111 aittl a ella |
Ora, Srs. redactare*,aera humano, prodenle uie*-
bo. qa* n'ooi lempo desle* qne nSo ha dmhelro I KleicSodofiJUuH Sw
que chesue ao pobra pa a comprar r-.rn. a farinha
p.r pre.;os evorliiianlrs, H|a potsivel que en eos
mais err.presados da feialeta. r lia para aaatar, eiperem q e, quando quizer a Ihe-
sourana se Ihe* unte a fume irr* 1 be muito
zumbar doi bomeu-, qoe nsm jempra eslao com a
paceucia de prevengo I
de festejar iNaP1*'
anno de 1859.
Juizei por
''.quorque.
S.
nlioras que tem
3. S .tstiiio no
A noile esleve clara, formndose depois da meia
uoile ao S') urande nevoeiro, qne deu alguma cliu-
va, e u venia salteado para aiuclla direrrao eslt-ve
regular. O lijgronielro eonliniia a dar homidade
para lar le.
Obterviitorlo do arsenal de marinha 111 de fevereiro
dC 1858. Viegas Jnior.

0,I,.m..Sr.r-""".-"S,n-
Domingos Mir Ini Pereira Monleiro.
Joao Caineiro Itodrigoei (ja mpello.
O Ur. Iraneis'o de Assis Oliveira Maciel, juiz
municipal da 2 vara e provedor de capel-
las e residuos, nesta cidade do RecTe do
Pernamboco, por S. M. o Imperadpr qu.j
Dos gual de ele.
F co saber aos que o presnte edtal vi-
rem, que linda a terceira pra^a deste juizo.
se ha de arrematar por quem mis der as
rendas do ar.nazem numero 5, sito no cae:.
r^ar
PALACETE DA itl A D\ PRAIA.
Sabbado 13 .de /ererciro.
'Sestedia haver o primr-iro baile do car-
ne val que ser com sumpluosidade e bn-
lh antismo para o que nio se pouparSo des-
pe zas e mesmo sacrificios, a msica ser
re forjada o executar novas e variadas pecas
P'ira o que se prevenio com antecedencia. O
salao estara decentemente decorado e br-
'ibanteinente illuininado, a boa ordein e har-
monia que semvre lem reinado nos bailes
popuhres dis.iensam-uos de extensos e
pomposos annuncios para chamar a attoncSo
"opublico para cuubecimento do qual os
dir>ctoies julgam conveniente dar publici-
dades a alguns ai tigos do regulamento que
T.e'er* i'tencionados bailes os quaes tem si-
do observadas com louvavcl x.elo da polica.
Entrada .]e cavalleiros 5, damas gratis.
Deve principiar as 8 horas e terminar as 1.
RTICO VI.
S5o prohibidos.
S 2. criUigquo causem perturbagSo.
.. 3 Pala Vas e ac^Oes que olleiidam a
moral.
S i. Chamar pelo nome ou peludo dos
que estiverctn disrarcados.
6. Aiiieaga.s ou palavras insultuosas.
S 7. Entfar com.Tm,-J-proriibtTas>-
ARTIGOVII. 1-
ih prohibido a qualquer pessoa intromet- ere taria. bancas para jogo, aaparelho com-
,er-se as conversacOes particulares de ou- | pet > ile mgicas, cmara ptica completa
e
Lcilao'de mobi-
lias.
. SEM LIMITE.
O agento ISorja, em o seu armazem ua ra
do Collegio n. 15, fara leilao dos objectos
existentes no mesmo, consistindo em obras
de marcinciria novas e usadas como : mobi-
lias de Jacaranda com pedra de gosto mod r-
nissimo, ditas de ainarello, secretarias, bau-
cas de mogno para jogo, guarda roupas,
commodas, camss franceas, leitos para
crianza, maitquezas, sophs, cadeiras de
batantjo americanas, mesas elsticas de
mogno de jaiilar.dilas communs de amarello *
aparadores e oulros muitos objectos .etc.,
candelabrsiVlftiUrija^jdijvidro, jarris, fi-
guras de potcetlana, rJitas3e~W*rmori, lou-
ga e vidros para servico de mwa,"espMiai.
dourados de parede, umrico appareiho de
metal principe para cha, obras de ouro e
prata, relogios diversos e urna iunidadodo
oulros muitos artigos que se acbaro pa-
tentes no dia do leilaa, e bem assim lambem
lara leilao de um escravo moco ptimo co-
zinheiroe bom copeiro, e uma escrava de
elegante figura, perita engommadeira e co-
ziobeira, perteucente a urna pessoa que so
relira para fjra da provincia : quinte-Ieira
II do correlo as 11 horas em ponto da
manhaa.
II. X. Cowp.r cnsul da S. M. B estan-
do prestes a relirar-sa temporariamente para
Inglaterra, fara leilao por iutervenQ3o do
agente Oliveira da moblia da sua casa du
campo na Magdalena, com entra J,i pelo an-
ligo viveiro, consistintoa mesma em musa
redonda e consolos com |espelhos, sotas, ca-
deiras, ditas de bracos e de bslango. ban-
cas para solas, u-u forte piano.iicos quadros,
lustres para salas di .visitas, candeciros, fi-
guras de pedra para mes*, porta joias, Iras-*
eos para cheiro. ricas pinturas, cortinados
para janellas otomana, alcatifas e esleirs
,oara lorro desala, .'guarda livros, rica ,se-
tras quando estas no queiram ser ottvidis
RTICO \.
Compete aos agentes de polica velar so-
bre a ordem em geral e fazer observar o
prsenle regulamento, a bem da ordem eco
geral e regularidade dos bailes, nos quaes
so deve reinar ordem e satisfazlo.
9tMrt ta H s>5.
,i.
i'ar o BfaranDao.
O veleiro palhabote Alfredo vai seguir via-
gem a estes dous portos com muita brevida-
de, para onde recebe carga a frete : os pre-
tendentes queiram dirigir-seao capilao An-
tonio Travasso da llosa, ou aos consignata-
rios Hallar ev Oliveira, ra da Cadeia do
Recife n. 12.
Para Lisboa.
Vai sabir com muit* brevidade a bem co-
nhecida barca Flor de S SimSo, para carga
e pessegeirus, rara os quaes tem exce.ller.les
commodos : listase com Carvalrui IrmSo,
ou com o ca.iliio Alexandre Jos Alves.
Para Lisboa pretende sahir com milita
brcvi lade o brigue portuguez .Nova \irn/a
globos'^ geograpaicos, gsmSo, bagaielL
ouUosjogos, cadeiras de junco, cabides
apparelhi) para jocos de .llrete e pugilato'
toucadoras, guarda roups, camas de ferr
Dra casadriar e soltcros, pistolas, lavatorios
lanternas, r.iesa elstica para jamar apara-
dores, masb ma par* amolar ifacas, um de-
posito do ge.'o, um cabriolet com arreios
1 carrorjacom i (rreios inglezes e -cavallo por-
cSo de rame pura cerca, o outros muitos o'j-
jeclos para jar. lim ele. : sabbado i;i do cor-
reute as 10 horas da manhaa nu indicado
Leilao cta niilho.
O AGENTE
Pestaa
far leilao sexta^feira 12 do correnle pelas
10 horas di.jmann.~ia a porta lo armazem do
Sr. Annes tPafronle da r.lfandega
DE
179 saceos com milho, que se vender em
lotes a vot 'ade dos c impiadores.
da allan^lega, de que trata o cscripto que sr de, o qual tem prompto .urna parle do sen
acha em miio do (.orteiro do juizo, e pa>a I carregamento ; para o eslo quem quizer
enlistar, m.ndet passar o presente; que sen |carregar pode enlender-se com os eoo-
alUxadoii) lugar do costume, e publicado I signatarios Amorim IrmSos, rna da Cru?
pela impren-- |n 3
\
--A
na ru
por 1.
i 11. ;s
ie quizer cumprar tima casa
que rende 129, meusaea
ja-se a ra do Cotoveilo
_ ^
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO"


}
DIARIO DE PERNAMBUGO ..MIMA FEIRA II DE FEVERE1RO DE 1858.
as 8 horas' da noitc,
i. bstanlo robusta, de
V
Kugio no da 7
urna preta, cor ful .
30 anuos pouco mais ou m^nos, p.s e dedos
bera grande, un grande costura no peito
procedido de urna bouba.uma outra no ros-
to procedida de dor de dente, olhos peque-/
nos, Ma de um denle da frente da pariejde
cima, levou resudo rxo ja velho. i>ulr
novo ctulo pretocom lUtas b'ances e floras
encarnlas, outro velho de quadros cur caf. chama-so llenriqueta e da mais por
Kelicidade por assim se ter chrismado : por
tanto pede-se as autoridades e capitSes de
campn a captura della e so protesta com to-
do o rigor da lei contra quein a tiver acou-
tado, quem a pegar leve-a a ra da l'raia
quesera recompcusado.
Companhia do fornecimento das carnes
verdes.
Para evitar abusos que se podem dar na
venta das carnes verdes, poaulagSo da ci-
dade, declara que nos agougucs pertencen-
tcs a mesma companhia a carne verde ser
vendida nos dias 8.9, tO, II, 12 e 13 de fe-
vereiro aos precos de
1.* qualilatle tnntaeduas 'patacas por ar-
roba.
S. dita vinte e nito patacas a arroba.
3.' dita vinlc c seis patacas a arroba.
O abaixo assignado avisa a Sra. D. Joa-
quina, esposa do fallecido Sr. Manoel Pe-
reira Nunos, morador en Barreiros, que ap-
pareceu no da 6 do corrente cm casa do
anouncianie uma sua csrrava velha de no-
me Joaquina, bastante doente de calor de
ligado pcJinJo para comprar e como esta
ji Ihe pertencesse ha 15 annos pausados,
deu-lhe agaztlho em sua casa, nSo se res-
ponsabilisando por morte ou fuga da mesma,
pode a mesma senhora mandar bascar ou
ven ier no caso que seja muito mdica na
quantia, s por humanidade a nSo para uti-
lisarservigo.poisjulgi ella incapaz de pres-
tar Manoel do Amparo Cajti.
Est Tugido desde selembro de 1818,
um mulato de nome Raimundo, idade 30
anuos estatura regular, botn corpo, cabellos
pretose crespos, olhos, nariz e bocea pe-
queos, denles miudos lia a dos, pouca bar-
ba, ar tristonho, feges grosseiras por ter
marcas de espionas peto rosto, 10 e escreve,
natural da villa do Pombal, foi escravo do
major Flix Rodrigues, chaman lo-se hoje
Jos Raimunln casado com Antonia parda
com 5 li'.li s, lendo morado 6 annos na fa-
jeada Piudobeira de Jo> Ferreira equando
foi preso ne sacco da I'edra brauca,em com-
pannia de llamos e trras di JoSo Qui/a lo
Filgueiras recolhido a cadeia do Grato e ti-
rado a meu requerimento a 18 de Janeiro
de 1858,evadio-se do poder dos conductores
na fazenda c.aum do major Francisco An-
tonio Salgado, rogo as autoridades civis,
militares.capitSesae campo e a qualquer do
povo a captura do referido escravo sendo
conduzido a ra do Collegio n. 16 donde re-
ceber 1009 de gratilicagao, no Crato ao l-
ente coronel Antonio Luiz Alves Pequeo,
em Paje ao commandante superior Manoel
Pereira da Silva, as Piranhas a JoSo Casado
Lima.
Francisco Tavares lima.
O general em
ehefe do exerci-
to c^raaval,
ordena que todos os senhores qqe recebe-
rain a gralilioagao de 4/000 sflo ob'rigados o
do'aorem essa quantia uos cofres do coin-
roissarialo da ra estrella do Rosario n. ,
c receberom ahi ux.a capa para cohrirem
sc..s uniformes de grande parada, nos dias
de nosso anniversario carnaval de 14, 15
16 deste mez.--Assignado- FamilicSo.
Um estrangeiro precisa de um sitio,
preferinlo de ponte de Uchoa at oMontei
ro, com estribara e cocheira : qoem o tiver
e quizer alugtr, dirija-so a ra da Cruz n.' -
Um estrangeiro precisa de um andar
de sobrado, preferindo a ra da Aurora ;
quem quizer alugar, dirija-sa a ra da Cruz
n, 4.
- Precisa-se de uma ama forra ou cap-
tiva, nara o servido do uma casa de pouca
lamilia : na ra Bella n 20
-- A pessoa que quizer entrar ero uma so-
ciedade para taberna, dirija-se a o largo do
Torco n. 21, que achara com quem tratar.
Precisa-se de uma ama secca para cozi-
nhar e comprar para uma casa de pouca fa-
milia : no Aterro da Boa-Vista n. 11.
As pessoas qne tem penhores vencidos
um poder do ah ;ixo assignado, queiram an-
parecer para resgata-los no prazo de oito
iliis a contar do boje, finio os quaes nSo
os tirando, sero vendidos para seu paga-
mento.Antonio Correi Gomes de Almeid,
Precisa-se de um rapaz, que soja tra-
halhalor de masseira. e que saiba 1er e es-
c-ever para tomar cunta de uma freguezia :
na ra da Senzalla Velba n. 81.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
n, 23 da ra da Cadeia do bairro de Santo
Anlouio. com boa sala forrada de papel, p-
timas alcovas e hons commodos : quem o
pretender, sendo familia honesta, diraja-so
ao terceiro andar da mesma, das 7 horas da
manhSa at as 9, ou das 3 da tarde ate as ,
que achara com quera tratar.
-- No dia 20 do corrente linda a audiencia
do lllro. Sr Dr. juizde capellas, se ba de
proceder a arrematarlo das rendas do ar-
mazem n. 5 do caes da Alfandega, avaliados
por 800/annuaes, sendo a arrematado por
espago de 3 annos. conforme o escripto em
mo do porteiro do juizo.
Precisa-se de uma ama forra ou capti-
va que saiba cozinhsr eer.saboar : quem es-
liver neslas circumstaticias dirija-se a ra
larga do Rosario, loja, onde se dir quem
precisa.
Vamos rapazes,
Com forga e gcito,
Cortar lianilire,
Nevar o peito.
Quem tcm sorveto a pataca.
Fabricado por Ferreira,
Ir tomar em nutra parte
Me asneira.
Sorvote a doze vintens
NSo tem gostn quem procura ;
Musir que na bolsa existo
1 Quebradura.
Oueru melhnr do que o Soarcs
No doce, salgado ou secco
Servir, l no Rosario,
Junto ao becco '' '
Por um sorvetinho chocho,
Com o Ferreira nunca medra,
Kntregar urna encarnada ;
Vai te podra.....
Fgida de dous negros.
.i .'.iSrS; ""rectores de qusrleiroes e
nais autor, lade* ^ ,pia J districtos
Casa Fort, Pog. |, ,,ane||a> Montero
- 11c chegado a loja :e Lecunle, auno
'da Roa-vista n. 7, excrllint- leite virginal
do rosa branca, para refrescara pelle, lrar
pannos,sarnas aespinbas, igualmenteo a-
famadoolen babosa pura limpa* B :/or eres-
ceros cabellos ; assim pop.o ii imperial de
lyrio de Florenca para brotoejas easperids-
es a pollo, conserva a frescura e o avellu-
dade da primorosa da vida.
Public- 9ao jurdica.
lia cliegadode Lisboa, a Manoel do Nasci-
mento Pereira, ra de Apollo n. 16, segn o
andar a obra oro 8 volmnes Tneoria do Di-
reito Penal, pelo conselhoiro Silva Ferrfio ;
Ihi.oassedt) de Lucknow, c fenmento do I Para spr entregue aos Srs, subscriptores,
L /in^ijiiiiL
DE
18fii:\D0G0LLE(.I018
O Neveshe o proprietario
Em um magnifico salio adee na lo com ri-
quissimos quadros da famosa guerra do O-
rieote ; entro elles o bombarder ment de
Sebastopol, a tomada de MalakofTetc c da
actual rebdfSo da India, a es .-alada de De-
genera 1 collins Cam bel] ; rnconlrarSo os
amadores do carnaval um faoso sottimen-
to dos melhores vestuarios chegados ltima-
mente de Paris ; sendo s ci racter, o rico
uniforme dos zuavos da guarca im penal, os
vestuarios de gala de llenrique IV, Clovis II,
e Luiz XIV; ricos vestuarios hespanboes da
pelo prego do 10?, e para os quo nSo sSo,
pelo de 17, pagos a vist. ,
Coile^io dn Amor; .
O director deste estabclccimento continua
a Tecclicr pensionistas, por isso que esta
augmentando o edificio, fim de ter me-
re de Carlos V, l'ilippe II, e do roi lam- ?. es co,nmn,,los rara scus collegiacs.
co
ba, ultimo dos monarchas Godos, ealom
disso ha um completo sortimpiito para todos
os presos e coracteres, alem de uma grande
poreftode dminos pretos e de cores ; famo-
sos vestuarios nara cavalhadas a vouesiana
ele ate. Oestabelecimonto tetara a imite
t U horas brilhaotemenle Iluminado, o
de dia se verSo na varanda duas bellas figu-
ras masculino e femenino: ricamente ves-
tidas-a carcter. Sito convidados os enten-
do collegio esta dividido em
primaria, secundaria e do re-
t ensino
inslrucgCio
creio.
A instrucQo primaria comprehende lr e
escrever.
Principios geraes de moral.
Ooutrina chnstfia, e civilidadc.
Lxercicios grammaticaes.
Noqocs de arithmetica ; sou descnvolvi-
mento em applicaQOes praticas, inteiros,
didos na materia a visitar o eslabelecimen- ^'.T s decimacs' e '" propor-
to, quer alugum. quor nao. os vestuarios.
ESTRADA DE I liitUO lili RECIFE A SAN
FRANCISCO.
No da 9 da fevreiro crrenle principiara' o tra-
fico de rlassaeiros e cenaros na RKCla (testa estrada,
comprelienilida entre as Cinco Pollas e a villa do
Cabo, ai partidas dos Irens aereo regaladas pela
fleguiote
TABEI.L4.
Do Recife para o interior.
Partida. N. 1. N.2.
as Cinco Ponas. . lior. da mal. "1 h. da larde
Afosados . . '.) 15' ."1 1.V
l'razcre'. . . 9 "0" .13tf
I'onlezinlia. . ftSff .1 50T
llha . . 10 lo- n 11 1(1'
Villa do Cali j. 10.10' n :io'
Do interior para 0 Rerife.
Partida. N. 1. N. >.
Da villa do (.alio . 7 hor. da mal. 3 h. da tarde
llha . . 7 20' i> :i 20' i)
I'.inle/inlia . . 7 mt :i 10'
Prazere. . 8 horas n i horas
Afosados. . s 15* '1 I.V
Cinco Pontos . 8 oO' I :i()' i.
Os precos de eouduccao d i pasiageiros aer3o os
legoinles: CLASSF.S. 1. i.'
Das Cinco Ponas a Afosados. . >m 600 aoo
i) I'raaerea. . 1MIXI 15200 600
i> Ponleziul a 2SMW 2jIOO lJOtifl
i) i) liba . . :i-;iiii 2s4O0 Ir-iHi
H II Cubo. . . i-i m :irii()0 Isimi
Da villa do Cabo ' llha . . MNI lillO 3O0
a )* Ponlezinl 1 ttSOO 900 16(1
n. Prtaeraa. . 294O0 19800 90fJ
i) Afosados . :i>L-IMI 23HKI 1.-JIH)
H )t C. Ponas . 43000 39000 1*300
O hllheles para Ida e volta dentro decidoras
011 de-18 horas se uellas se c^niprehender dominso
ou dia de guarda) serflo ven diJ n pela tabella s-
gninle : CLASSES. I 2.1 3."
Das Cinco Ponas a Afosados. .1 00 900 46f.
u Prazeres . . 29 00 19800 son
t) a Pontezinha . 495:00 39150 IJ60C
)i llha. . . i-lu 316OQ I9SJOC
>> V. do Cabo. Cnkk) 4W0 2J6s>
Da villa do Cabo a llha.....1>::'HI 900 lio
11 Pniilezodia I98OO 19360 680
11 Prszerss \ >. ll^Mlii 29700 191160
b Afosados. 49HO0 IteOO I98OO
C. Ponas 6;iKW <5.i0t(
N. B.Ele bilhetes nao serio Iransfanveis.
Hosa-se aos enhores p^ssaseiros i|oe venh^m 11111*
nidos de troco para i^chitutiM. iIhs t^'.;;c?ns.
Os precos d* transpone de groaros ntria recula-
cao.
O systema dos prsos c medidas do im-
perto.
Elementos do geometra, c historia, prin-
cipalmente do Brasil.
Noces da historia sagrada.
Geometra rectilinea.
A tnstrucQo secundaria comprehende la-
tim e francez.
A de rocrcio compeliendo msica instru-
mental e vocal, e dansa.
Miguel Jos Rodrigues da Costa, arre-
matante das Olvidas da maesa fallida de Joao
Chrysostomo da Lima, faz scicnle aos deve-
dores da mesma, que venhar rcalisar os
sous dbitos at u tim do corrente mez : no
aterro da Boa Vista n. 42, taberna ; do con-
trario serio as aitas dividas cobradas judi-
cialmente.
Precisa-se de urna casa de um andar
com coziuha as seguales ras: Nova,
Crespo, Collegio, Queimado, Cadeia, Rosa-
rio, cruzes, quartets, do bairro de Sauto An-
tonio, e nuil bavendo nessas ras entao as
do Aterro servindo tambem um priinetro ou segundo
andar de qualiiuer sobrado que tenha ou-
Iros andsres. sendo que o aluguel davera
ser por tres mezes : quem tiver dirija-se a
;casa de Joaqun? Marques Santiago, na ra
do Rrum, passando o clialariz.
DAGIERREOVPO
Na galera e cllicina do atorro da Boa-Vis-
ta o 1, torcoiro an ar, conlinua-se a tirar
retratos pelo novissimo Sistema norte-ame-
ricano. A perfeit;ao dos retratos saliido-
deste ostabelecimcnto ne assas conhecida
do publico dcsla capital.
Francolino Iz loro Leal & C, tem no
armazcm do Annos saceos grandes de farelo
viudo ltimamente de Lisboa por preso coni-
niodo.
COl?AlTX
DA
ES I BADA Di: PEBKO DETAMANDARE".
.Iiilovi'ada pelo dn-rcto n. I9S0 de 2K dr
1 r. Jr |857.
Concessionariot Luiz deCarvalho Paesde
Andradc, Antonio Martilles le Anio-
tiin c H- A. M1I0I.
Capital SdOconios divididos em 8,000
apolicesdc lOO.s cola uma cealisaveis cm
11 prestaedes de I Os com o intervallo
nunca menos de ~ me 5.
Cada apolice da'direito alem de urna
parte correspomlente nos lucros e nave-
res ilacompanliia, a mil palmos quadra-
dos de terreno paiaerlilieiiecus na novaci-
ilade de Tamandare, de conl'ormidade
ionio plano approvado pelo ffoverno e
cojo titulo seta' entregue gratuitamente
ao accionista depois de paga a quinta
prestacSo.
Subscrcve-se noescriptorio de A. Al.
Amorimna ra da Cruz n, .">.
~-QQr
Consultorio
CENTRAL HOflEOPA-.!
THICO.
I'.l \ DE SAMO AMABO, A
(Mundo Novo n. () f$
J O Dr. .Sabino Olesarin l.ndsero l'inlm
s d consultas lodosos dias olis, desde na8 V
horas da mantula as :! da larde. 0 convi- $J
f tes para vizitas deerao ser dirisidos per *BJ
J escripto. Ospobressao medicados gratn- ';
lamente, '. ':
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPANBI v
Precisa-se de urna ama co leite : na
ra do sebo n. 3i, casa cstrangeira.
O padre Ir Thomaz de Santa Marian-
os de J^sus Magalhaes decla:a a quem con-
vier, que com permissSo do seu livm pre-
lado, est prompto a continuar a ensinar
dos em confermidade com o decreto n. lMH do po- primeiras lettras. grammatioa portugueza,
latim, fraocez,e msica vocal, visto como
continu'a a estar do gozo da licenea dlrajb-
verno para prestar esl. instruccao, a qual
subministrara nao S aquclles alumnos, cu-
jos pais ou tutores poderctn pagar, como
gratuitamente aos meninos pobres, que scus
verno imperisl, ja publicado nesle ir Diarios.
A< peisoas que qu'ierem bilhele de e-lai;.Vi q*e
dao direito a ida e volta em todos os trens, podem
dirisir-se ao escriptorio da aoniprahii, ra do Cres-
po n. ou as Eslaces das Cio Ponas ou do Cabo,
onde se acbsrilo impressos, contengo rodal as infor-
mai;es necessarias sobre o transpor e de pwngtifOS,
seeros, ele.
A companhia se enearresara' da ntrela de sene-
ros em ipialipi-r ponto dos bairros do Hecife nu de
Santo Antonio, ao pre^o de .~>0 rs, inr arrntia nun-
ca recebendo uma qaantia iulsnor a MO rs.
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Estabelecida em Londre-s
em mar^o de 1824-
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Sapnders, rothers &C. tema honra de
informar aos similores negociantes, propie-
tarios ne casas, e a quem mais COavier, que
estao plcnamcuto autorisados'pela dita com-
panhia para cffecluar seguros sobre edifi-
cios de lijlo o pedia, cnbertos detelha, e
igualmente sobre os objectos que contive-
rf>m os mesmos edificios, quer consista cm
mobilia, ou cm faztndas de qualquer qua-
lidade.
s
aiiiiarsak.
Acham-se a venda na livraria ns. ti e S
(

'L 4
OO
RCA DA CADEIA. DEFROKTE DA ORDEN .i,; EIRA DE S. FRANCISCO.
u soacham sempre os mais acredita, os medicamentos tanto em unturas como
*m glbulos,eareparartoscom o maior escrpulos poi presos bastante commodos.
PKEgos FIXOS
Botica do tubos grandes. I0#000
Hila de -2* 150"
ila de 3b SOcntiO
Hita de 48 25c<;c
Hita de 60 > > 3u>00
Tubos avulsos a ... 18000
Frascos do tinturrademeia onca. 29000
M*nual ds) medicina homcopathica cionario 'ios termos de medicina .
^piicina domestica do Dr. Henry.......
r alamento do cholera morbus ,
Repertorio doDr. Mello Moraes.......
20?00
10/ooe
2/000
ftM
lMilIRAS preciosas. WJ&M**. 9i
*
JSs?*
S Aderemos de brilham
" diamantes e perolas, pul-
* se iras, alOaelaa, brincos
, p rn.-eas, hoies e annr^s '
( de diflcrenles sostos e de ,'
5 diversas pedras de valor. '

* Compram, vendem on
IVocam prala. uro, bri-
~ lhafites,i!iain.iite e
e oalraa qoae
J joiasde valor, a dibheiro
I ou por obras.
Itik BU HM,
Ra do Cahuga' n. 7.
OIROF. PRATA.

ecebem p"r
Adereros cnmplclis da
m our, meios di'os, pulsei-
ra, alfuietes, brincos e
rozelaa, cordoes, Iraneel-
ins, medalhas, correntcs
. ., e enfeiles para relosio, e
'ros mullos objectosde
ro.
fvapore8daEii|0,feIlMe01Bllle,M(!<
i ?osto, f II
de
ile sopa e de cha, e mci-
loi i tros objectos de
prala.
de Lisboa as
ppe:. commo
franca c ...
dem por
como eo&tamam.
. &
JtllM GATIS,
correior geral
E AGENTE DE I.EII.O'ES COMMERC1AES,
" 20, ra do Torres,
PRIMKII'.O ANDAR,
. iraca do Corpo Santo
Defroiite da ordem tercei-
ra de S, Francisco
CONSULTORIO 1IOMEOPATIJICO
DO
G-Ors. cadi hma.Tendo o preco do tra-
'sm? '"'"^^'"W'rovarem soa pobreza balhotypographicosubido mais de (10
com atli'sla ios do respectivo parodio, sen- i '
do as lices dalas no convento do Carmo Por j cl 9ue S(' Pag88 no an0
Nado, nao foi possivcl ao editor con-
servar o prec/) antigo como desejava e
DR-P. A. L0B0M0SC0S0
Medico parteiro e operador.
O Dr. LoboMoscoso, d consultas todos os
dias e pratica qualqueroperagao de cirurgia,
assim como.accode com toda a promptioSo,
as pessoas que precisarem doseu prestimo
para o servido de partos, praticando aso-
<)eracdes manuaes ou instrumentaes, quan-
rJoBSO possa conseguir resultado por ceio
dahomeopalbia, que tantas vezestem ven-
cido dbculdades, que parecan insupe-
r aveis.
Na Itttidieao da Aurora precisarse
de serventes forros ou escravos, para
servieo debaixo decobei la.
PESTES DE aOlTCHOlC ESI)-
da praca da Independencia as lolliinhasjREClO, DE PAVELLE-DELEBARR
comoalmaiiiil administrativo, mercan*!
td eindustrial para o anuo de 1858 a
OSr. Joaquim Antonio de Moraes
que morouou mora na ra do Caldeirei-
rodesta cidade, queiradirigir-sea esta tv-
pograpbia a negocio que sabe.
Precisa-sede uma lavadeiia tU bar-
relia para lavara roupa de uma grande
familia: na livraria ns. ti e 8 da praca
da Independencia.
:::::":-:;-.:.:.-::: v .. ."::3SO
| bhtista mmu.
JfT Paulo (Vaignom dentista,ruaNova n.tl i
^ na mesmacasatem agua e psdentrific. '
Q:.-jQ\: :. ..::::';
\*f *-*? o."
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Ap'P" i* e Cruz de *""* .
a rogos se participa. V ^ara esses luga-
res fugio no da 2 do pres*^ mez de fe!jp.
reir a p-el Mona Cajueiro. -Simasd0 50
annos, baixa, cara pequea e r >lhida
bocea meia torta de trazer cschimb ^/
Imitadamente, cabello raro, e coroa na cK
beca de trazer tabuleiro, bragos e pernas
nefas toteir s, as pernas finas e tneias ar-
queadas, sabio eom vestido roso com da-
dor; oanno da costa novo e azul, sem estar
(imbrullii.li>. lio mariscadora, e c(,slnma
vender pelea lugares acura ilecla'ados por
ler sido c> lula na Casa Forte, o costuma
inculear-se de forra a quem nSo conhece ;
pede-se a todas estas autoridades que en-
contrar a referida p,ota, aprehendan) e
ronluzam an largo da Trempe, sobrado n
1, quo tem taberna po: baixn, ,|Ue genero-
>an ente se pairara oseo liabalhi, O me^mo
Be peda as autoridades do lecife app-e-
liensao do prcto Joao de nacao Angola, i ta-
lle i!2 ancos, boa altura, barba noqueixo,I
I'ma pessoa que sabe i s ungoas nacio-
nal, latina, franceza e iogleza, oll-rece-se
para cnsina-las fura da ciliado, mi para nu-
tra qualauer oreupae.u) que as exiji : quem
pretender, annuncie por esta Diario o lugar
onde se deve tratar.
OSr. Alfonso los de Oliveira, ex-di-
metordo eollegio de Santo MTonso, haja de
annunciar sua morada para ser procurado,
ou mandar a ra da Cruz no liecifo n. 2,
satisfazer o negocio que n3i ignora. Isto se
pede por favor.
Aviso ao coimnerei .
Um rapaz hrasilciro isen'o inteiramonte
da guarda nacional, e daado garantas a sua
conducta, offerece-se para (, uarda-livros de
slguma casa commercial brasileira, portu-
gueza, ou franceza ; tendo um todo e qual-
quer ramo de eseripturacao por partidas
dobraJas os conbecimenln precisos para a
geslflo do que se compromette a desempe- z
nhar, e sabunlo perfeiln- en'o a lingtn
franceza. o a arilbmetica em suas mais ,lif-
liceis applicaQes : quem interessar pode
dirgir-se a ra dos Ac^uguinhos n. 23, e;,-
tre a ra do Padre Flo.-iauo, eadrs Calca-
das, ou para se entender, ra da Cadeia
ou Kecife n H, artnazerr,, a failar com o
guarda-lvros das 10 horas la manlija as 4
''a tarde ; podendo, se for tnais ccmmo lo,
"-iar para ser procurado.
jii: )s razoavei sob penhores
o em partes : na ra da l'iaia
lar.
lo .i iciente ao pubiic i qoa
inei-.i dnappaneea o
MtrsfiMnls^ osuavo
o aluno aislado
que declnia que
sabllisa un, pi |a
di sta ciJadc, aoi.de se acha o lOnunciaot
das S lloras da manbSa al as 2 lio. as da
tarde, em todos os das uteis, do dia 2 do
correntj mez.
Atiesto que o Sr. Manoel Borges de
Mendonc.a tratou ha dous annos uma escra-
va ^ inba aflectada ds clephantiasis dos ara-
bes, edemaduro, vulgo, nnstins eresipelo-
tosas e verrugosas que lh loruaram as
extremi lades inferiores de formas Bino 5-
traosas. a ponto de apparecorem chagas que |.
distroiram dedos- i'oi cm tal esta lo que *9
elle ircebeu e tratou a escrava completa- .^
mente envalida, e conseguio em algyns n e-
zcs se nio extirpar o mal ao menos sarar-lhe
as etiagas, suspender o progresso da moles-
tia at o presente, dando assim gra
vio a passiente, que tem podido prest
gom servieo em ca.-a, posto queseconscr
vom os pes anda de formes. Este allesla-
do que deixo de dar ha dous annos, recean-
doque a melhora fosse momentnea, julgo
de justigi nSo demora-lo, mas convencido
como estou deque seo Sr. Mondonga nao
cura radicalmente taes alTecges, ao tvoos
consegue aliviar grandas padecimentos e
mclliorar muito a sorte dos doentes, isto ja
i nao he pequea vanlagem para que se deixe
de aprovcitai o apreciar sua habilldade e de-
dicaeffo.
Engenso liento Velho 15 de Janeiro de.
In.'iS.Pedro Bezerra Pereira de Arauio Bel-
trao.
Est reconhecidoe sellado .
O abaixo assignado deisou de ser csi-
seiro doillm. Sr. coronel Jos Peres Cam-
pello, c de cirio faltara ao mais sagrado
dever, qual he o da gratidao, so nao palen-
teasse no agraiectmenlos ao llim Sr. coronel
Jos Peres Camocho, e sua nobre familia,
pelo bom tratatnenio que sempre Ihe de-
ram no espago du 5 annos, que foi caixeiro
domesmo senhor em seu engenbo; quei-
ra, pois, tao digno sennor e sua nobre lami-
lla aceitar estas sinceras expresioes nasci-
das do seu corsc3o agradecido, e penho-
rado, por tantos favor s someete devidos
aos impulsos de almas tao generosas c ph(-
lanlropicas, c nao ao seu uiertcimento. S.
Lourenco da Malla 6 de fevcrciro e I8J8.
Jos Mara de Medctros.
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes do caoutehouc a voga que
boje tem, nao s em Kranga como no mun-
de inleiro ; sao sem contradicgo os mais
agradaveis de. todos os pentes, mais branins
que os do tartaruga, sao os unios que nSo
fazem cabiro cabello, por causa da eleclri-
inesmoo accrescimo nao esta' cid retadlo cidade que conlctn.eccrescendo a estas vau-
ao preco que elle paga aos operarios.
9
O padru Francisco JoSo de Aze- (d)
vedo, achando-se presentemente (* em nomc riil mesa
neata pr^ga, e occurando-se priva- )jjf dos
. tivamente na direcgaode seu estabe- 9
'&! '"cimento chalcogra'.hieo, incumbe- ft
n lo a- ( s,! dc executar com toda a perfctgao >
estar al-^f e brevidade quaesquer obrss do gra- w
Br-|3 vuras tanto a talho-doee. como a re- ($)
A levo, registros, retratos, lettras com- A
S merciae, bilhetes do visita, mus- 7
" cas, etc. ; e dsejoso de levar o mes- ($
mo estaheltcimento a oaior ponto,
espera (|ue as pessoas, que preteo-
dorem laes objectos, n3obesitarto
f9 em o poeurai-, prestando assim una
'Al clficaz protecgSo a quo o snouncian-
?a te sera extrema meo te reconnectdo.
id Pode ser procura lo nos Cinco I'on-
<*) tas, sobrado da os,nina confronte a
'l Tri'i"'- nova ce San-Joso, ou na ma
J' do Collegio, na livraria os Srs. Mi-
li ta ,v Vasconcellos

i
I
i
tagons a de nao sercm mais caros do que ba
de huirlo, a esta admiranvel iuveng3o de
exposieao universal de 1855.
O secretario (ir* ir manda
de do Divino Espirito
Sino de ?5. Fian cisco,
regedora. convida a to-
os seus dignos irmSas para que na qoar-
ta-feira, 17 do corrente, pelas 2 bo'as e
meta da tarde comparegam no COBSistorio
da mesma irmandaae, alm, de encorp;ra-
ios, acompanbar a procisaSo de cinza, que
deva sabir da veneravel ordem terceira de
S. Francisco.O secretario,
Manoel Jos Machado.
500^ de grati-
icaeao0
Na lexta-feira 20 de Janeiro alguns
individuos tentaram roubar os armazens
wjdo empreteiro da estrada de Ierro nos
O Afogados,ao peda ponte de Motocoloml
Seguro contra
fogo,
COMPANHIA N0UTIIEN, ESTABELK-
CIDA EM LONDRES.
Pre/w ios di m in idos
AGENTES
C. ->' .Astley $Co panhia.
-- licsencandnhou-se do poder do abaixo
assignado urna letra scala pelos Srs. Saun-
ders Brothers o C. da quantia de 1 .8919052
aceita pelos Srs. T; .-so I atios avineer em
3o .cabril prximo vindouro; o aceitante
ji esta preveoi o pira nSo psga-ls e rogase
a quem possa le-laachdo o obsequio de
restitui-la ao abaixo assignado, assim como
se prevene quo nioguem a negocie visio ter
suo perdida. ,
Manoel Joaquim limos eSilva
- Ojuz op7. do 1.- nistriclo da fre-
guezia da Coa-Visla da audiencia as quar-
las e sabbados, as S horas da nianli.ia, na
ra da Conceigo n 2
I'ugio no domingo, 7 do corrente, da
ra |5"Ha n. 20, um papagaio, levando um
pedago de corrente no pe, c com falta de
um do io : quem o pegar, e querendo lva-
lo a dita casa, sera era recompensado
Roga-se por especial favor ao senhor
que est* mandando arrasar ss arvor. s do si-
to de Sanio Amaro, mnidando cortar os
troncos e galhos verdes dasj-jirvores, e man-
dando-as levr para sua rasa, Mt^u^m
tragandojs-rvores de fructo, atlerf
os galbos com c-juzinhos c mangas, etc.,
peoe-se a esse seabor quo do mande mais
fazcrsemelb&nle tnalvadeza, porque se con-
tinuar, veri seu nome per extenso nesle
i.ario, para o publico ver que mao he, e
que .obedientes malvados tem as suas or-
dens capazos de tudo. ... ; e lede-semais o
favor que tenha a bou lade ) nao mandar
paslorar assuas vaecas no sitio qua nao he
seu.O observador.
os pais de fa-
S5SS@-@<5$>-S@S-# I en descolarlos evadiram-se os ladroes,
v v j r. -r .. deixando uma jangada em poder do ar-
Na ra da Cadeia do Uccifo n de-1 ,., i <
seja-se fallar com os senhores rbaixo decla-ma,ena,l''luem poder dar informacoes
rados, a negocio d" seu interesse : Igncio Pl',af 'l";"'s !"' possam prender osladines
sera'recompensado com 500J.
u .
U
no (lia 31 ..
mulato Cnstou.
Je lrancisco do l'i.i
lie gerente da metal.
Jes.le o memo did nao s-,
escravo neui p r qualqoer erim.
J.'o Antonio Carpii
Prcisa-se de urna ama e un ni lew qe sai
lia eoilahar r:,r aervlee 'te uma casa eslrirvr.irj ,;,,
pours fimiha : na rui Nova a. -2:, NqoioadCae)-
slguma cousa crrscula, 'ps grandes! dedos j OaabaUo a.signados faemntente ao corp., rt
gianle dos fes alierlos, calcanhar puxadoIeommereio dta pra.;a que leen- entre si estatiele-
jiara traz anda qnasi sempre bebido que :"1 uma siriei-il na laja de brragananiina ra
rhega s cabir nu chUo, e outras vezes dormo !da C'"1'1* do Kecife n. S9, ecu a raiSo em-
nas oseadas que cam ahertas a noitc. (["*0 ante aera' Vi-nu*& Gol-
'oinraes lirnn lo a nova lirma rMpoasavd por lodaa
lie cuinmella.
Msjva
O abaixo arsignado avisa a todos os
sucios da sociedsde de qne foi caixs o ralle-
ci io Mendonca, que anda existen) \ ou 5
moradas de casas do laipa sitas na povoagSo
de Pedras de loso, pertencentes a mesma
soeiedade, as quaes eslSo devendo 18 anuos
de fotos cada una oque por isso devem os
mesmos socios pagarem os fui os vencidos,
se isto Ibes cunvier.vislo que ellas esli to-
das'arruinadas e era estado de s" se apro-
veriar a telha ou entrega-las em satisfagSo
do debito, (l que si dove conclu- no pra-
lias, ctenla a urg. tica do nego-
cio, e isto acontar de hr>j.
Jos Cesar de -Mhuquerque
Coianna 31 do jansiro dc I8S -.
Precisa sede um ama que salia sof-
frivelmente cozer, bem'coziohar e engom-
nar e sej i bem c na ra la Prala
n. i", no s-gundo and r.
Roga-se a pessoa que por engao levoo
do mnibus RecUe um embrulho com _' tra-
vesseiros grandes e 2 pequen s I rrados de
i' lisio, o obsequio de leva-Ios o
cocheira do mesmo quo se agradecer.
Precisa-se do n ama para o
internoeexterno de umai poucafa>
milia ; na ra do Padre i'ioriano n. M.
l's administra ores da massa fallida
da viuva Martins de Orvslho, cunvHam a
lotos os s s crednres a spresentarcm os
seos ti ulos de divida no 1 rao le 8 dia,
na ra da Madre de fleos, loja dossimlnis-
Iradores Jos Antonio da Cunta & Ira ios,
afjot de cumarir se o que dispOe o artigo
;o do cdigo do commercio.
Precisa-se de um official de pharmacia
[queseja perito na a a proflssSo : no aterra
loja n. 5, se indcala quem
precisa,
i Jo-e Hilieiio
Precisa se de lima p'.-ssoa com boa
Trempe, soDradon. I, que tem taberna por.j N*ira do Rangel n. 36 aluga-se uma lettia e algu-no pratica de escriptoi
l0, l;ara par\ do yueittuvjo, loja n. 22.
muitas noites vem roubar as fructasdo sitio L.
ZC.Trrn'rnP,'h0r-?ntr,n'l0,,elle ,1,S ftSXMSttt&*
dez horas para a mea noite : paga se e tcm |,M Me.de. Fi,e V..nn.-J..So
quem o pegar e I -var ao referido sitio da JijainivAc.
-- Na
Francisco Cnetano. Manoel Pereira Branddo,
Antonio Nunes de Mello, Francisco Luii Vi-
raos, aos hcdeiros do fallecido Luiz Paulino
Cavalcaiiti Vellez de Guivars, Jos Eusta-
quio Msctel Monleiro, Vicente Ferreira de
Barros; estes senhores moram em Olinda -.
o mais ossguintas : Bonifacio .lose Comes
de .Matos, Victorino Ferreira de Azuvcdo, o
osles do Rec fe. N9o s.i para ale cansar. Re-
cife 22 de Janeiro de 1858.
Na fabrica da ra do Brom n. 28, pre-
cisa-se deducaos de c.ldcirciro, serraluei-
ro, futiileirc e laloeiro.
i abaixo assignado avisa aquellas pes-
soas que tem pennores era seu pudor, o vo-
nliam tirar ale ao lim do corrente mez, do
contrario vender os mesmos para son pa-
gamento : no alerto da Boa Vista taberna n.
i--' Miguel Jo.-o Bodrjgues da Coat.
.
;, Aluga-se os Cacunga Nova uro si .
:'-. lio em ei.cellente posicSo^teodo b
' tantea ai-vores fructferas, casa para ; .
''* grande fimilia, pintada do novo o *P
'.,'. com as salas forradas de papel, co- $$
-^; ebeira, estribarla para 4 cavallos, @
-. quartps para escravos, pogo com ';''
lapotivel e um grande tanque la- .:.
;' drilhadode raarinora para banho:a
i atar n i u i Mova n. 06.

-- A pessoa que por engao lev u um
chapeo branco, del lando um da
mesma qual lado, loiom velho, na t oile de
8 .o e irrenie na casa desorve'eda m do
Queimado, com c marca E. P. A ,
i- stil ir o nesn o cha] o, l< var o
seu. dirija-se a ra da Praia n. 5i, a qual-
quer huta do i!i-'..
Env irobilia muito em conta:
no pateo ce Santa 1 h reza o s
O abaixo assignado faz seienln aos
seus n ,'u .- s que se sel o eslab' t-r;
i ja do oui ives n da \:i lependencia
i!. 33. Custodio Ferreira Moutino
Cm homem casado qne cali
ro de ii'ii engenl o. i i ai
a lo inistra'or ) algn-,, olui.a lo-se
tratara suacusta todts inferciid des
a fabrica for atacada pois tem mu la
.-.i a medicina homeopatnica. fsmbem
se prnpoe a ensiui lilh is oe senb
-ugcnlius a |.-r, escriver, < eontar soffrivei-
ntn te o sta senhora fara o mesmo a me-
ninas No engeno Per**ir cima la ci
A..I. da Costa Itilieiro advocado
iona ra e
sano n. 17, piimeiro andar.
Precisa-se dc utna ama quo saiba en-
godimare lavar roupa liara casa de familia :
na ra eslreita do Rosario n. 32, primeiro
andar.
f) dono da casa tonca da ra ('o Ban-
gel n. 28. quo ha l rezos se acha lechada
flini de levantar um andar, e para esse lito
pn eisa comprar a f eacSo dos oiles vizi-
nhos, ondo o oitiio do norle perience ao Sr.
Monleiro, (|ue de forma alguma no quer
.consentir que se levanto sobrado e qne pa-
ra esse lim est prompto para gastar oto
ou daz coni.os c'e res, notas circumslancias
o dono de dita casa resolve vende-la por
qualquer prego a quem so proponba levan-
lar sobrado o a gaviar com O Sr. M titeito
p- ra esse Bm dez a doze (.-untos de res, li
cando o Sr. Monteiro corlo que OU se venda
a casa cu se lean sobra lo, ou tique terroa
como esta, ajanellaque tanto (terrea dita
casa, e que tanto daino Iho tcm I ;ito, be
por torga lapada.
Precisa-se do um bom lorneiro que
se|a ptrito em sua arlo .- na padaria do Sa-
laiva, ra do MondegO n. ni.
Va r ( ir :; a Rosa-
rio n l
L'ma senhora com as habililagoes precisas
para ensinar a coser chiio, labynntho, mar-
car, bordar do branco e de susto, cacund,
de matiz, ouro, froco, mssaoga, tapete, ta-
pecera, ludo com perfeigSo, olferece seu
presumo aos senhoies pms de familia, ere-
cebe pensionistas e meio per.sionislas ; tra-
tera seu escriptorio na ra eslreita doli- Jjf^p1" "" das 'araDBeiras a- '* segundo
Cavalhadas
Precisa-se e um bom caixeiro
conbeciment de. sua conducta;
bom ordenado.
que d
paga-sc
-- Para o servigo interno de uma rasa
precisa do duas pessoas, uma
cozinbe -, nutra que en-
leuda do costura : na ra N iva n. 17.
Jos -Mara Sanvnio rctira-se para a
Europa ; sealgue'n se julgar seu credor a-
presente sua coma no prazo de 12 dias. Re-
cife 8 de fevereiro de is58.
-- Precisara-sede i as ai assa^ores qne
de ser sej m erit>s,i ga-seb m ag'tdanJo: era
hn la na padaria do Va >u no lie-
cifo tua do Afflorim u 8
u Nova n <.0.
Precisa-se d c toreirss para toda a obra:
na roa Nova, esquina da ponte, loja de al-
faiate.
Domingo c torga-teirade entru lo^haver
cavalhadas no Hecif?, em frecte do arco de
N. B. da ConcoigSo, para cujo fim siio convi-
dados os melbores ofGciaes do cotnmandait-
lo em chele dos cavalloiros. Uma banda de
niusica tocar excellentes c vanadas pegus.
e louvar os csvalleiros que tirarem a argo-
linha. '
Oe ordem do Illm. Sr. l)r. juiz dos
fe i tos da fazenda, fago publico, que as au-
diencias oo mesmo juizo licam transferidas
para os dias seguudas, guaras c sextas-fei-
i.s de cada semana, -olO horas da nianhaa,
no lugar do cos'.uir, Recife 10 de feverei-
ro de 1808 --O esc IvSo na fazenda provin-
cial, Antonio Jos de Oliveira e.Miranda.
Uma senhora da ligos de ingle/.,
francez e piano, em casas (articulares:
quem precisar, deixe carta fechada na pa-
liara n. 3:> na ra das Cruzes, em .^anto An-
tonio, para ser procurado.
Precisa-se de uma pequea imagen)
de pedia, cuj iavocagao seja a ConceigSo
de N Senhora: quera a tiver o quizer iro-
c-.r. dirija-se a loja n. 0 da ra do Quei-
msdo.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro quo tenha pra-
tica de loja ou taberna, para o interior da
provincia ; trtla-se na ra da Cadua Velha
n. 33.
GUIDE TOM
I^a loja di ra Nova ii.20
as mais linas e n edemas, em lernos e a-
vulsas.
Facas o girfos.
i.rande sorlimeiilo, com cabos de mirlim,
bfalo, ogo, etc., tempera tgo fino.
Colheres.
crande sorlmonto de colheres de metal
Bnissirao e dc varios feitos.
ApparePios para almogo.
Crande sortiuiento de appsrelhos do me-
tal Bnissirao, imitando prata, costos mo-
dernos.
Salvas.
Crande sortimento dc salvas imitando
prata, com lindas gravuras e relevos de
muito bom go.Uo, dilas para um copo.
Trens para cozinha.
O mais completo que tem vindo a este
meicajo, constando de panellas, cassarola.
l'rigideiras e cbaleiras forradas de porcellana
e esianhadas, gcelhas, colberes, e diversos
objectos mais.
Casticaea
do metal finssimo, e ricos modellos.
llatoeiras.
Rstoeiras de rame, novo modello, oulras
rr.uttas cuidaras de goslos mo lernos e pre-
gos commodos, que tudo veio de encom-
menja.
No armazem da ra da Moeda n. 23,
veiuc-se piche da Suecia, o barril por 11/,
saceos com fardo grosso a 5/50O, e lino
ii.".Vai, s litro refinado de superior qaalida-
d a arroba 33, cuumbo e muoig3o de to-
das as grossures, enxofre, 40 rs. cada um
barril vasto, proprto para plautar-se flores :
na ra Nova n. 35. >a mesma loja se ven-
dem 2 carros com os competentes bois.
Nabuco \ C, com loja n "2 na ra No-
va atraz da matriz de Santo Antonio, vende
botinas gaspiadas de cooro de lustre para
senhora, ditas para menina, do meihor fa-
bricante de Paris, ditos para homem, e ditos
para rapaz.
Defronte de S. Francisco, olcina de
encadernagao de F. C. de Lemos e Silva,
vendem-se os objectos seguimos: bilnclos
para le Roy, balsamo philautropico, opodol-
doque, agua de sedelits, xarope de groisel-
lese outros ; assim como com o campo em
branco para nelles se escrever o que se qui-
zer, de diversos tamaitos e cores, ditos pa-
ra licores, conhecimentos para embarque do
escravos, taboadas, cartas de ABC, trasla-
dos, tanto em collecgoes como avulsos, pau-
tas, lettras de diversos dizeres, arithmeticas
de diversos autores para o ensino primario,
grammatica de Castro Nuces, geometra de
Silvano, SimSo de Nantua, contendo as obras
posihurnas, deveres do homem, historia sa-
grada para as escolas, como para os estu-
danles, apudauUs, procuragoes bastantes,
poesas de Caldas, meditagoes pelo conse-
lhoiro Bastos, moz marianno, caminho do
eco, manual da mi>sa, cartilhas. compendio
doloroso, papel pintado de muitas qualtda-
dese formatos, pautado, de peso, almago,
greve, de llollanda de todos os formatos, de
desenlio, horas msriannss, livrodo ouro dos
meninos, bilhetes para caixas de charutos,
de diversos ostos e de todas as cores, as-
sim como d. s pe Menos que nolam as qua-
lidaldes dos mesmos, coutros mutos objec-
tos b,uc se deixim dc enumerar.
-.- Vcnde-se uma mulata recolbids de
boa conducta, de idade 24 para 25 annos,
cora habilidades especialmente |para costu-
ras : objectos delicados para senhora : na
ra Augusta n. 5.
L^ja de miude-
ZlS SO ATERRO DA BOA-
fiSTA 58.
\imdem-se realejos de diversos tamaitos,
entra ellas um grande que tara 3 figuras.que
fazem diversos movimentos com o corpo e
um qjue faz mgicas de admirar sobre uma
mesa^ tudo ao compasso de 8 pecas de mu-
sica muito ricas, sapatinhos de 13a os mais
modernos que ha para criangas, diversas
qualidades de espelhos e tambem de damas,
lous's para meninos escreve em, apparelhos
do cha de porcellana dourados, pintados e
de metal para meninas, bonitos tinteiros de
porcellana para Senhora corojd i Serenes fi-
guras, grande sortimento de ricas estampas
le Santos, figuras, personrgens e passagem,
tanto em fumo, como colorido, pianos pe
quenos com livro de msica para qualquer
menino aprender, e oulras muitas galanta-
es- ras e chumbo, que se mostrar aos com-
pradores.
. vende-se um bom sit<3 e grande, no
lugar de Agua f ia de Bebeiibe, com boa
casa de-vi venda, cocheira e estriban para *
cavallos, bastantes arvoredos de fruclos,
como limeiraiide diTerentes qualidades, la-
rangedras, banahflkas. mangauuiras, pinhei-
rss, e oulras tnuttlhh^ualidades de **iez
que so deixam de meneiaja^j^ajatar no
raesmo legar, com o Sr. lenle Joaquim
Corroa Lima Wanderley.
Vende-se uma ptima cozinheira de
forno, fi gflo o r!emassas, uma negrinhi da
12 anuos, uma dita de 16, tres escravos mo-
cos e robustos, um mulequecozinheiro. to-
dos por preco razoavel: na ra Direita
n. 66. '
Vende-se uma escrava crioula, ptima
eogommadeira, e lava perfoitamente, bas-
tante robusta, propria para todo servigo de
uma casa embora e grande familia ; na ra
da Senzala Nova n. 0.
Vendem-se no caes do Ramos, arma-
zcm n. 1, saceos com farelo, por commodo
prego.
Vende-se uma negra de li par 15
annos, de muito bonita figuri e muito es-
perta, cotn principio de costura : na ra da
malrizda Boa-Vista n. 33, segundo andar.
Vendem-se 28 travs de 36 a 40 palmos,
e 18 taboas de costado em praoches, tudo
de louro ; a tratar na ra da Roda n 20.
Na nova loja de
4 portas na ra du Quei-
mar u n. 37,
passando o becco da CongregagSo, acaba dn
roceber-se pelo ultimo vapor que veio da
Europa, ricos vestaos de seda pretos do su-
rerior qnahdado a 70/000, grosdehaple pre-
to muito superior a 1:800, 2?, 2;200 e 24<'0
o covado, vodudo prelo muito bom a 6/400
d covado, mantas pret s de fil muito finas
a 10$ e a 125, veos pretos muito finos de Dl
do se Ja aldea 12, chapeos para senhora
dos mais modernos a 16S, sarja lisa hespa-
nhola a 25400 o covado. dita lavrada de di-
versos piegos, assim como 1 cortes de barege
a los. oiindmas de seda a 5u0 rs o covado.
Veude-se
11 Ibt s de Flsndi
Chumbo em lencol.
Olio em hartas.
Dito do mungSo.
Pas de f rrn.
1 ce const uccSo.
Lona.
cor sem nvelos
fo armaeni de J io Moreira Dias &:
i.., na i ui da 1 rtiz 11 "Jo.
tende-se ama escra-
iro an lar, : olices da di-[va muilo sada sem \,(,, -,l 'urn, cor pre-
"^'".l. "y~'\'.'...'.'.ifL'?''3: '''' idade -s ;""1"^' be coznhar, tem
principio de engoinmar, lava l>em :
t|nema pretendei dirija-se ana do Col-
legio 11. ~, segn n andar.

iuWido,
- Joaquim Francisco dos Santos retira-
lade Rio Formoso seis leguas, acharSo com se para u opa, Soando incumb ios I
quem tratar: eao-Kecife ra do queimado t ansaeoOta os Srs HenriquedeOl
11 2, o >r.
quem he.
Joao Ba.-tista Vioira Itibeiro dna
ros. ,\nt n.o Luiz de uliyelra Azevedo, Joo
l.uiz Ferreira ttibeiro.
Compra-se toda a qualida !ede perio-
dicos para embrnl. o a ": t> a india : de-
limite do quartel de tolicu n. 17.
Comprarse ^ec-ivan.pntp na ra das
Flores n z~, priraei
villa publica e pro*
noias, o la-se dit hi iro a j. r em grandes e
pequeas quaulias sobre penbo es
Compra-so eflcrtivametit bronze, lao
ibre velho do -ieposfto la lundigS-
da MM-i.-ra, na ra do liruin, logo na ntra-
la n 28, e na mosina fundigSo, em banto
- maro.
Compra-se cobre, lato e bronze
velho : na 'undicao do Brum n. ti e S.
-- Compra-se um pr.'ta qne saiba COZer
ir.ffrivelmeitle, coznhar e o.gomiuar bom e
ovidaUe.
Chpgou labe na grande ao lado da igre|a
da s le lade, novas ingmc-s do s-rtao,
queljos do r. ino o do tu lio, piesurdos,
hucUs seceasemoaixas d- 8 libras, lijlos
re limpar, vt-las refinadas de carnauba,
Ut> 1 un b tlacbinhas de aramia, manleigss
andar. je o preco ho fotoravel.
MFI HfiR FYFMDI AD rMPnMTDnri
na
Mi ITTT AT\r\


DIARTO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 11 DE FEVERETRO DE 1858.
ffolhiuhas
para o auno de 1858.
Acham-se a' venda as bem conhecdas
folhinlias impressas nesta typograpbia,
para o annoque vem, das segtintcs qua-
lidades :
Folhioha de variedade, contendo, alem
Jos mezes, tnuitas noticias cientficas,
modo de plantar e colher a nova canna
de assucar, noticia sobre omillio e al-
godo, e uina serie de con|iecimentos
das artes, etc., etc., cada tima. 520
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
ielo Rvra. conego penitenciario da Se
eOlinda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo Exm. Sr. bispo, que a
iulgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typograpbia. 400
Dita de porta, na forma usada ate ago-
ra. .......... 160
Vendem-se nicamente na livrarians.
6 e 8 da praca da Independencia.
Na tanoaria defronte do trapiche do
Cunrfn vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes, assim como
bom milho e feijao.tudo por prerp razoa-
vel: a tratar no armazem da rua, da Ma-
dre de Deosn. 12.
del.is-
par-
Nova agua
Cal de Lisboa.
Vendem-se barris rom cal nova
boa. por menos prego que em out
te : na rua da Cadeia do Recite, lote n. 50,
delroote da rua da Madre de Dos.
Alte tica o.
Farinba de mandioca, milbo e feij5o o
mais barato do que em outra qualquer par-
te ; na rua do Queimado, loja de fe ragens
II I.
Charutos da Balii
Vcnde-se os melhores e mais at-
eos charutos da Babia : na rua da
doRecifen. 20.
Farelo d
Lisboa
Km saceos grandes de estopa, Travassos
Jnior & C, no seu armazem, rua do Aroo-
rim, ou defronte da escadinba, armazem do
Annes, preco commodo.
Relogios
coberlos e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente nglez, para hotn
e senhora, de um dos melhores fabrica
de Liverpool, vindos pelo ultimo paq
inglez : em casa de Soutball Mellor
rua po Torres n. 38.
Paula 4 Santos tem para vender
ricas com superior farelo recentemenle the-
gado, e por preco commodo : no seu ai ma-
zem da rua do Amorim n. 8.
Pra^a da Independencia
n. 4.
NOVO ESTABELEC1MENTO DE VUjifA
BASTOS & C.
Onde se encontram os seguintes gneros,
que se venden por baratissimos pregos adi-
nheiro o vista :
Excellente bolachinha de araruta, d
e da provincia, dita americana, lu
francezes em caisinhas inuito lindas,
de-I, doces de differentee qualidade
conserva,como sajara ameixas, pecego, bera,
morangos, egioja, ltimamente chegodos
de Lisboa, ditos seceos de diversos palada-
res, amendoas francezas em frascos db vi.
dro, passas. nozes, amendoas doce do caj'
secco muito superior, cbS hyson, excellpute
champagne emelbor licor em garrafas,meias
e quarta > de dita, o precioso marrasquinbo,
marmellada de Lisboa muito boa, assucar
candi, os melhores charutos da Babia d$ a-
l'traado fabricante Thom Pinto, azeile d'pce
francez era garrafas, e bichas de Hamburso,
para vender ealugar.
No Passeio Publico, loja n. 11, de Ker-
reira & Cruz, existe urna porgad de cpites
de casemira de cores pelo barato Dregrj de
3* o corte, cortes de cassa chita^jdre de
f;osto a 2j>400. chales de merino bordados e
sos, lindas mussulinas, ebrfas francesas,
uoua^rapleto sortimerrto de madapoloes,
cbitasTnfpSoj'nh.os, brinsdequadros.sar-
gelinasde lVa seda de cores, lencos de seda
de todas as cores.ehales, castores de diversas
cores e gostos, merino de madrastas, e mui-
tas outras fazendas que se veoderSo por pre-
sos commodos, a vista da moeda.
- Vende-se farelo superior em barricas
e aaccoa : no armazem de Feliciauo Jos
Comes, na rua do Trapiche n. 7:
) Kio
ahos
pao-
em
BATATAS.
ite Jh
Vendem-se batatas ltimamente dhega-
das, a 25 a arroba : na travessa da Madre de
Daos o. 10.
de malabar.
Vende-se esta a za a melhor que tem ap-
psrecidopara tingir o cabello e suissas de
prelo : na livraria universal rua do Collegio
n. 20, d-se junto um impresso gratis ensi-
nando a forma de applicar.
Vende-se um botode'J. palmos, muito
bem construido : na rua da Cadeia dolteci-
fe n. 2, primeiro andar.
A (ll)AIIE HE CBIAWA
Acha-se estabeciio emCoianna, no becco
doPavao, na loja do sobrado n. 14, um ar-
mazom de moldados, aoude os neuociantes
acharo sempre urna variedade de gneros
para lazerem seus sortimenlos principal-
mente os do centro, que all se podem sor-
tir sem ireni mais longe, advertindo-se
que de tudo so vende as porges que os fro-
guezes quizorem, t por pregos os mais com-
modos possiveis, deixa-se de mencionar a
diversidade dos gneros, e seus precos por
ser enfadonho, afiangando-se a boa qua-
lidade.
Na nova loja de portas, na rua do
Queimado n. 37, be chegado pelo ultimo va-
por um rico sortimenlo de chapeos amazo-
nas para senbora, ditos para menino eme-
nina, demelbor gosto possivel, chapeos de
aba larga enfeitacos para senhora e para
menina, chapeos pretos para homem, de
diversos precos, lencos de labyrintho a 10,
chitas de coberta rrancezas muito linas a
360ocovado, eliminas mludas muito linas
a 1*200 o covado, mantas prclas do fil de
linlio, sedas de diversos precos.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
f

UNGENTO IIOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nagoes
podemteslemunhar as virtudes deste reme-
dio mcomparavel, e provar em caso necesse-
no, que, polo usoquedelle lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramentesads, depois
ae naver empregado intilmente oulros tra-
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que lh'as re'.atam todos os
oas ha muitos annos ; e a maior parle deis
la sao tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
de seus bracos e peinas, depois de ler per-
manecido longo teinpo nos hospitacs, onde
aeviamsutfreraamputac5o! Bellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
ueciuienlo, parase nao submetterem a essa
operado dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algunias das taes pessoas, na anisad
ae seu reconiecimenlo, declararam estes re
suitados benficos diante do lord correge-
uor.eoutros magislrados, alim de mais au-
leulicarem sua afliimativa.
ftingaem desesperara do estado de su-
sauue se tivesse bastante confianza para en-
saiareste remedio constantemente, segiun-
uo algum lempo o tratamento que necessi-
Ussc a nalureza do mal, cujo resultado seria
provar inconlestavlmente: Quetudo cura.
O ungento he til, mas particularmente
nos se uintei casos.
Os
Alporcas.
Canbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores decabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da ca-
lis em geral.
Enormidades doanus
LrupcOesescorbutiras
Fstulas no abdomen.
Fnaldade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
tuugivasescaldadas.
inciacOes.
lllaromaco do ligado
da bexica.
Inflammagad da ma-
triz.
Lepra.
Males das pe-as.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de rcptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queiuiadelas.v
Sarna.
Supuragoes ptridas.
Tintaa, era qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulares.
Veas torcidas ou no-
dadas as pernas.
Vendese este|unguento no estabelecimen-
to geral de Londres n.244, aStrand, e na
lo|a de todos os boticarios, droguistas c ou-
tras pessoas encanegadas desua venda em
v a.AmeriCa do Sol, Hava e llespanha.
Vende-se a JOrs.cada bot .nha,contera
urna. otr""ccao err portuguez para explicar
6modo de fazer usodeste ungento.. -
O deposito geral be em casa do Sr. Soum,
pnarmaceulico, na rua da Cruz n.22, ero
Pernambuco.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLWYA
RDA D3 CUEIKAD3
SEDA. SH>a
!y^-fUlMW
Grande e novo
sortimento de fazendas de
todas as qual dades, viu-
das pelos ltimos navios
da jEuroiia.
Notidadede l'eris, fazeoda d e.la com ra-
oimem e littra militada para vestido de
(enhora.mulo prourjo para atilacao. co-
vado............
Belleza de Ueogala, faz.id'a oda de seda
iransparenle com liilrai matizadas ,
P'opna para bailea, covado.....
Cambraia esedadeBeogalacom lislras ma-
tizadas, covado ......., .
I'arege de seda com quadros e listrasasseli-
nadas, cevado.........
rosdenapltsprelo e decores, muito su-
perior, covado .........
Dito dito de dilo muilo largo, proprio para
frros de obra*, covado......
Sodas de quadriphos, corado.....
Folhoi de seda iiaatinido......
Mussulina branca e de cores, covado. .
Cassas francezade cines (xas, covado. .
Chitas Irancezas. o covado......
Velbutina de cures, covado......
Mantas de blond pretas e brancas, proprias
Ptra casjimeotos, covado......
Panno Tino pretue decores, pala lodosos
prejos............
Chapeos de palliuha, forrados, proprios pa-
ra a etta^ao..........
Chales de seda de cores, superiores .
Ditos de merino bordados t velludo .
Ditos de dito de dilo a seda......
Ditos de dilo bordados em 2 pona. .
Ditos de dito com lislra de seda .
Ilitos de dilo lisos com Iranjas de seda
Ditos de dito com franjas de laa ....
Dilosdelflaadamascadoi,pretos t decores.
Cravatas de teda com punas compridas a
regencia ,..........
ilas da dita com ditas a principe de Cal-
les .............
Ditas de dilas a'americana......
Curies de collele de velludo de dovos
padrots s .......
Ditos de setim brauco bordados, proprios
para casamento.........
Dilos de gorguro de seda de novos pa-
dres ..........
Ditos de caira de casemira de todas as qua-
lidades............
Chapeos de sold seda superiores .
Chapeos de rnassa francezes.....
Lencos de cambraia bordados, finos, para
mao.............
Lavas de teda de lodas asqaalidadet, para
homent.senhoras e meninas.....
i Corles de vestido de seda de crese brancos
a Pek'm o mait superior e moderno que
lia no mercado.........
Palitos de argeiilina de cores escuras .
Dilos alpaca de de cores fina.....
Ditos de dita prela........
Dilos de fusiao asstlinado......
Ditos de uanga de cores......
Ditos de brim dequadiinhus.....
Dilos de brim pardo fino......
Dilos de brelanha de linho brancos. .
Condoladle alpaca prela e de rres. .
Em frente do becco da Conurecarao, passando
loja de ferrasens. a segunda de Tazeudas n. 40.
Rua do Crespo n. 10.
Loja de Jos Concalves Malveira vcnlem-
se cortes de vestidos de pbantasia com 3
baados a 209, ditos de indiana com 3 ba-
bados a 8>rs., dilos de venpziana de 13a e
seda setn babados a 10c, ricas saludas de
baile do ultimo gosto, chapeos de seda en-
feitados para menina,peales de tartaruga a
Isabel ea Imperatriz, ricos cortes de tarla-
tana brancas, bordados a velludo e a seda,
sedas de quadros miudos a I-3 e 15700 c co-
vado, chales de merino bordtdos a retroz
a "tOO, cortes de colletede velludo de al-
godao a lc600, cassas de cores de ricos de-
senbos a 500, 6 O, 800, e 900 reis a vara, or-
gand clorindas a 900, lSellOO avara,
panno Dno verde para bilhar a 81000 o co-
vado.
Fova
19300
i?t;oo
liOO
lOOO
25000
19000
950
950
:ijo
?0
5J80
800
3*500
-
iTjoon
99000
lisooo
7o000
fifOOO
.V3000
39000
9
1
laooo
109000

35000

"CJOO
79500
181100
'IcOOO
59OO
4>0OU
5.-IOO
:5O00
1.^100
59000
Deposito
DE
Cera de carnauba c velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio de algodiio da liahia.
Sola e pelles de cabra.
'.omina do Aracaty.
llarriscom breu.
No largo da Assembla confronte a porta
da inspeccao n. 9,aonde se vende por menos
prego qne era outra qualquer parte.
Agencia
da fundiyo Low-Moor,
rua da erzala
n. 42.
Nesteestabelecimentocontina'aa haver
um completo sortimento de moendas e
meiasmoendas para engenbo.machinasde
vapore taixasde ferro batido e coado de
todosos tamaitos para dito.
relogios de pa-
tente
ingle/.csdeouio, desabnete e devidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. r,lj.
Cabos sortidos da Russia, Ca- @
ro e Maoilha. ($
Lonas da Russia, brins e brin- t
zoes. M
Cobree metal pata lorio com @
preffos.
Oleo de lindara e Velas steari- @
Das. 0
Estando em barrindas, llar- @
rilha. fj
\ inlios linos de .Mosellc c Joan- @
nisberg espumoso, e de Borden\ @
emquartolas. t&
C. J. ASTLEY & C. C-
O
m
:-:i
o
;v/H:>-
m om
Attenco,
TVovalojadequa-
tro portas.
loaquim Rodrigues Tavares de Mello aca-
ba de abrir urna nova loja na rua do Quci-
mado n. 37, passando o becco da Congrega-
Cao, e ah se encontrar o mais rico sorti-
mento de vestidos de seda com babados e]
sem elles, pelo menos prego do que em ou-
tra qualquer parte, assim como um comple-
to sortimento de palitos esobrecasacas, cal-
gas de casemira e rolletes de gorguro, tudo
do melhor gosto e modernismo, ricos cha-
peos de senhora de diversis qualidades, um
excellente sortimento de luvas e mcias, gros-
denaple preto, o covaok I58OO, "2?, 2;40 e
2600, sarja lavrada prets, o covado 20200,
J5600 e ->800, dita lisa bespanhola, covado
125(00, cassas muito Tinas, vara 00, 500, 560
I e 640, chitas francezas finas, covado 280 e
100, ditas inglezas muito finas a 200 rs. o co-
vado, tudo de bonitos padroes, diamantinas
de gostos inteiramcule novos, covado 800
rs., indianas de seda, covado 15200, flanella
de todas as cores, covado 900 rs., velbulina,
covado 750, grosdenaple de cor 25, fil de li-
nho lavrado, vara 1500, assim como muitas
mais fazendas que nao he possivel aqui fa-
zer mengao dellas todas, por haver grande
sortimento.
Vendem-se travejameutos de louro de
varios lmannos : na praia de Santa Rita,
rcslilagao.
Vende-e superior agurdente de
I'ranea, tanlo em barriscomocm caixas,
licores e absyntde, edegado recentemen-
le,pelo tiltimonavio : em casa dei. Kel-
lerd. C, ruada Cruz n. 55.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores que tem vindo a estemerca-
do, para bomens e meninos, de palla e de
prelhas : em casa de Caminha A Filhos, rus
oa Cadeia doKecifen. 60, primeiro andar.
Com pequeo toque de
a varia.
Completo sortimento de madapoloes e al-
godoes, liso e de sacco, por diversos pregos
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
quejvolta para a rua da Cadeia.
& C.
hmcasa tic llent'v Brunn
da Cruz n, 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Um grande sot lmenlo de locadores.
Retratos a oleo para sala de janlai.
Kspeldo com moldura.
Pianos dos molliotcs lubricados em llam-
burgo.
m casadeKabeScbmetlau &Companhia,
rua da Cadeia n. 37, vcudem-seelcgame
pianos do afamadofabricante TraumanD
de Hamburo.
mLM
PILULAS HOLLOWAY
Este inestimavel especifico, composto ni-
teiramentedehervas medicinaes, nao con-
tem mercurio, neinalgumaoutrasubstancia
delecterea. Benigno a mais tenra infancia,
Kua do Crespo n. 10.
Leja de Jos Congalves Malveira, vendem-
se chitas francezas bonitos padres a 280,
300 e320 reis o covado, basquins de cam-
braia branca bordados a 6?, riscados frsn-
cezes de bom gosto a 280 o covado, merino
de cores enfestado a 10280 ISa escoceza para
vestidos a 500 e cloridas a 500 reis o covado,
mussulinas finas de cores a 480 o covado.en-
feles de llores e grinaldas para senhora,
um grande e variado sortimento de palitos
de casemira, panno fino alpaca preta e ue
cores, brim pardo, branco ede cores, caigas
de casemira, rolletes de gurgurSo de seda,
velludo prelo e de cores, velbulinas de to-
das as cores a 700 res o covado, e outras
muitas tazendas que se vendem mais ba-
rato que em oulra qualquer parle.
Caixas para rap.
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHE1RO DAVID W. ROVVMAN, *A
RUA DOBRUM.PASSANDOOoHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construegao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade|e de [todos ostamanhos; rodas
dentadas para agua ou animacs, de todas as
proporges; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
rafusos e cavbOes. noinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
seexecutam toaas asencommendas
sunerioridade ja conbecida com a
presteza e com odidade em prego.
Sementes
Na rua da Csdeia do Recile n. 50,
primeii J andar, vendem-se :
Lindas ele roriz.
Utasde panno de lindo nmeros sorlidos
Pentesde chifrcdedillerentes tamandos.
Folios li/.os e bordados.
Cochina de lindo.
Toaldasde panno de lindo para mesa.
I'arellos.
Azeite doce.
Attencao.
Vende-s? urna preta moga, crioula, ptima
engommadeirt e cozinheira : a tratar na
rua liclla n. 9.
'omina do Aracalv.
Km porgues e aretalho: vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriplorio de Prente Vi-
anna.
Ka na do Crespo, loja de Campos &
Lima, ha para vender o mais superior rap
de urna das melho es fabricas de Paris; os
apreciadores da boa pitada devem animar a
prompta venda para continuar haver sem-
pre deposito, visto o que mandara de Lisboa
ser de pessima qualidade.
A loja da es-
trella.
Na rua do Queimado n. 7, loja da estrella,
vendem-se as seguintes fazendas, mais bara-
to do que em outra qualquer parte, a saber:
Palitots de panno francez. linos a 20*000
Ditos de dito ditos 28500
Chapeos finos para senhora 16**000
Dilos ditos para dita 20S000
Crosdenaples preto e de cores 5
Panno preto fino para todos os pregos.
Chapeos francezes a Tamberlik, para
homem
Collarinhos e manguitos inglezes.de
um novo gosto, rda melhor quali-
dade que neste genero tem appare-
cido at hoje 123000
e outras muitas fazendas que se vendem a
dinheiro a vista, por menos do que em ou-
lra loja.
et9**p*iMM.
7550
Attencaq.
roa a
devida
novas.
Antonio Lopes Hraga, rua da Croz do Re-
cile n. 36, recebeu de Lisboa pela barca por-
tugueza Marta Feliz um completo sortimen-
to de sementes de hortalices das seguintes
qualidades: cebolinho, alface, chicoria,ra-
banetes, nabo inglez. broculos, nabo de ca-1
bega, couve frunxuda, couve lombarda, re-1
polho, senoula, espinafre, rbanos, salsa,
coentro, ra bate, tomates, couve do algar-1
ve, couve flor, pepinos.
900
125000
260
480
600
260
280
300
25000
220
120
Attenco.
que
Para os bailes do carnaval; carac-
teres esc.iIhidos e do melhor goslo e
tora de Paris a pregos muito razoa-
veis:
Velbutina e velludo.
de cores as mais bem escolhilas pa-
ra vestuarios de mascaras : na rua
O do Crespo loja amarella n. 4.
s

MI
-.'.'.. ... ..r ..- -.. ..-...
Na loja de tartaruguciro, na rua das Trin-
cheiras n. 8, tem para vender caixas do A-
e a compleigao mais delicada, be icialiV' f80"1-- para rap6' as mais bem fei's
te promplo e_segm o para desarrei|ar o mal lem nni0 a0 mercauo-
230^ OOO
Vende-so por 250, rs. um cabriolet do
duas rodas, com os seus competentes ar-
reios, tudo era muito bom uso : na rua dos
Pires, ollicina de Cros Jeame.
na compleigao mais robusta ; he" inteira-
mente innocente em suas operagocs eefl'ei-
tos ; pois busca e remove as doengas de
qualquer especie o grao, por mais antigs e
lenazcs que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio, muilas queja eslavam as por-
tas morle, prese vando em seu uso ; con-
S.
sriEHIFL & C, banqueirosene-
Londt
annos
Vende-se um moleque cozinheiro de
boa conducta e urna 'escrava robusta para
todo servigo de casa e campo e boa ensaboa-
deira e lavadera : no primeiro andar no pa-
teo de S. Pedro n. 6.
Vendem-se dous espelhos com seis
palmos de altura e sinco de largura c jm pe-
queo toque de avaha, por menos de meta-
do de seu valor : na rua Imperial n. 67.
-- Vendem-se velas de carnauba pura e
de conoosigSii em caixas de 50 libras : na
rua do Vigario n. 5.
Vendem-se por muiti precisan 1 es-
crava recolhiia de boa con lucia e bonita fi-
gura rerfeita em todo oaervigo de urna ca-
sa, 4 cscravas crioulas de 16 a 22 annos to-
das com habilidades, 1 escravo para todo o
servigo, 1 dilo bom peIreiro e 1 moleque
de 11 annos : na rua das Aguas Verdes nu-
mero 46.
Pls loj'i n. 2 da raa Nova, venJem-sc
bons charutos da Babia.
~ Nabuco & C com loja n 2 na rua No-
va atraz da matriz, vende camisa francezas
com peitos, punhos e collarinhos de. linho,
ditas cora peito oe mussulina, ditas com
pcito de fustSo branco, ditas c-im pellos de
fuslJo de cores, ditas com peitos de cam-
braia branca, ceroulas de panno de linbo,
linas, o vende tudo barato.
seguiram recobrat a saudee forgas,'depois : :c'an,cs' eslabelecidos ha inuitos
de haver tentado intilmente todos os ou- "
iros remedios.
As mais alllictat nfo devem entregar-se a
desesperagao; Tagam um competente ensain!
dosellcazesefreit)sdcstaassombrosa med-!!* Pl'!nc,P',es Por,os Cina, e prestes recuperarao o beneficio da : 'actu"'os de Franca, Alemanba, Belei-
res, teem a satisfacrao de par-
ticibara seas correspondentes e ao publi-
co, que acabam de tundar casas iiliaes
saud.
N3o"se perca lempo em tomar esto reme-
dio para qualquei daS-.eguinles enfermida-
des :
Accidentesepilep icos
Alporcas.
Vmpolas.
\rcKis mal de).
Asth ina.
Clicas.
ConvulsOcs.
Uebilidade ou eite-
nuagSo.
Debilidadeoufallade
forgas para qjal-
quer cousa.
Oysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noventre
Enfermidades no ven-
tre.
Enferraidadesjno figa-
do.
Ditas venreas.
Euxaqueca.
Heryaipela.
Pebres biliosas.
Pebres intermitiente.
Kehreto da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
Ilydropisia.
clericia.
IndigeslOes.
Inllammages.
Irregularidades da
menstruagiio.
Lombiigasdetoda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas iucutis.
ObslruccBo do venlre
l'htisica ou consump-
gao pulmonar.
Reteugao de ourina.
Ilbeumalismo.
Symplomas secunda-
rios.
Turaore.
I co doloroso.
Ulceras.
Venreo mal .
ca e Hollanda, conservando alem dis'so
suas proprias casas anteriormente estabe-
tecidas as cidades mais importantes, e
nortosnulhcommerciaesdaGra-Bi-etanha
e estao em posieao de olerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de urna casa pata
compra ou venda ele ai ligos, bem como
pata os negocios de transacefio de crdito
o banco fie qualquer genero.
As pessoas quenSoforemconhecidasdos
annunciantesdeveaoacomprnliarsiiasoi-
dens com os fundos necessarios para sua
e\euccao ; (icando entendidas que os an-
nunciantes uo teem dillicttldade em adi-
antar ".". 0|0 sobre os gneros reeebidos
antes de sua venda.
Os precos correntes e mais informaces
comraciciaes, que lorem pedidas,
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
con-eio, podendodirigir-se aosannunci-
antes.
No caes do Ramos, no armazem de fran-
cisco de Paula Kigunira de Saboia, vendem-
so saceos cora farinha de mandioca a 75501)
o sacco. e saceos com goraina c fumo em
folhas, tudo em bom estado.
sellins
patente inglez*
S;lo cfirgados f acliam-fp a venda o verdideira
bem coohndus sellins msle/r* patente: na roa
io Trapiche-Novo n. ij, arniacni de faieudas d
Adamson 6; C. llowie.
Vendem se coqueiros pequeos para
se plantar: na rua das Trincheiras n, 29,
jjnlo ao nicho.
Pecliincha .'!!
Sapalosde setim para senhora res peque-
os de ns 31 a 34 400 e 300 res o par, ditos
ile marroquim a 640 rs., couro de lustre
marca castello a 3(1000 e 35500 apelle
rua do Livramento, loja n. 41.
Na rua Nova n. 2 atraz da matriz, ven-
dem-se chapeos de seda para baplisar me
nios
- Vcnde-se um cavado com bons anda-
res c prego commodo : a tratar na rui do
Colleg'o n. 12.
Vende-se o resto dos cff*tos de urna tuguez paraexplicar o modo desse usarles-
Vendeni-sc esti s pillas no estaheleimen-
10 gerarde Londies o. 344. Strand,a era
loja de todos os 1 ottearios, droguislas e ou-
tras pessoasenc rregadas desua venda em
to.ln a America doSul, llavana e llespanha.
^era ue car-
nauba
Queijos do sertSO os mais frescaes possi-
veis : na rua do Uueimado n. 14.
Ao Preguica
QUE ESTA CEIMANDO
boas fazendas por pouco
dinheiro.
O Pregui^a da
roa do Queimado continu'a a fornecer ao
publico, em seu cstabelecimento na esqui-
na do becco do Peixe Frito n. 2, o mais bel-
lo e variado sortimento de fazendas, odas
de excellente qualidado,e pregos muito m-
dicos. N3o so queima as fazendas j por
vezes annunciadas, a saber :
Olpidinas para vestidos de senbora,
covado...............
Targelinas dem dem,corte com 12
covados..............
Organdys idem idem, covado .
Cambraias estampadas, vara .
Ditas dilas mais finas, vara.....
Chitas francezas, largas, escuras e
claras, covado...........
Ditasditas,largas,escuras e claras,
covauo...............
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado ..............
Rretanhas de rolo cora 10 varas,pega
lliscados monstros, lindos padroes,
covado...............
Lengos de cassa com cercaduras de
f'f, um..............
Mas alem destas, offorecc mais aos seus
freguezesas seguintes fazendas ltimamen-
te chegadas: mussulina branca finissima a
320e 360 o covado, dita matizada, fina, e do
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
laazinhas muito linas, escuras e claras, to-
das de desenhos inicuamente novos a 400
rs. o covado, carmelina, lazenda anda n3o
vista, trangada e com padroes de ISazinha,
pelo b,rato prego de 280 o covado, cortes de
riscado francez, bonitos padrOes e cores fi-
xas a 35200 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, cora 8 varas cada pega a
75500, dita tapada tambem muito fina, cora
10 varas cada pega a 4;800 e 656OO, chales
de ISazinha muito finos a 2/200, ditos de
merino lisos e bordados, de mu lindas co-
res, casemiras enfeitadas, mescladas, mui
proprias para palitos a2/200 o covado, brim
Irangado de poro linho e padroes novos a
15440 avara, ditos pretos de muito bom
gosto, e ate proprios para luto a 1/600 a va-
r":JForle.s de mollete de setim bordados a
3/500, ditos de casemiras para caigas, linas
ede bonitas cores a 5s500 e 65000, gravata
pretas de seda a Is, ditis de mola a 1/600,
alpacas de cores com listras de seda a 560 o
covado, chitas escuras e claras, padroes
miudinhos e graudos, de muitos e variados
gostos, cores fixss e excedentes pannos a
160, 180, 2C0, 220 e 240 o covado, pegas de
madapoln com 20 varas a 23900, .'te600, 4,
4;500, 4;800, 55 e 536OO, e muito lino a
b-lOO, cobertores detlgodao proprios para
escravosa700rs. cada um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
clauas de todas as cores a 540 o covado. lie
todas estas fazendas, e de outras muitas
aqui n5o mencionadas, se daro amostras
sob punhores.
cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba do boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Recife loja n. 60.
Vendem-sc saceos com|gomma de boa
qualidade, e por prego commodo : na rua
da Cadeia do Recife, casa n. 55.
na
Relogios,
Os melhores relogios deouro.patenteiD
giez, veudem-se por pregos razoaveis, nt,
escriplorio do agente Oliveira,rua da Ca-
deia do Reciten.62.primeiro andar.
Vende-se superior linha de IgodSo
hrancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Southall, Mellor & C, rua
do Torres n. 38:
ROB I.API-ECTEI K
O nico auloritadopor dccisSodo eonselho nal,
decreto imperial.
arroheCrldC)nrS,h0splaes r"mmendam o
!ulnrf-..l n i"18"'' Cm0 SdO nico
auton,ado pelo governoe pela real socieda-
fo^oT6 ,ama E.sle "acmenlo e "
Isla Pm6.. ,Vel '"I'1 a t0"arem secreto,
eataemusonainarinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
n.l?0mrUCndespeza' sem mercurio, as af.
fcegoes da palle, impingeos, as consquen-
c.as-das sarnas, uleejaa-e os accidentes dos
partos,da idade etitm e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rbos, a bexiga, a contraegoes e a fraqueza
dos urgflos, prowdida do abuso das ii.iec-
goes ou de sondas. Como anli-svphiliticos
o arrobe cura em pouco lempo os'lluxos re-
centes ou rebeldes^pje volvera incessantas
em consecuencia do emprego da copabibe,
da.cubeba ou das mjecgOes que representen!
0 virussem neutralisa-lo. Oarrobe Uffec.:
mercurio eao iodoreto de potassio.r-Lisboa-
--\ende-se na botica de Barral e de Antonio
reliciauo Alves de Azevedo, praga de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de ebegar urna gran-
de porgflo de garraas grandes e pequea*
v.ndas diectamente de Paris, de casa dodilo
Boyveau-Lafecteiir 12,rua hichelieu Paris
US lormulanos dao-se gratis em casa do a
gente Silva, na praga de I). Pedro n. 82
Porto, Joaquim Araujo; Bahia. Lima & Ir-
niaos ; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha. & Filhos; e Moreira, loja de drogas
villa Nova, Joao Pereirs de Magales Leite
Kio Grande, Francisco de Paula Couto&C.
Sellins e r*leffios.
SELLINS e RELOGIOS d paitle
Inglez : a venda no armam da
Keslron Rooker 4 Companliia, es-
qnina do largo do Corpo Santo Da-
mero 48.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicSo de Ierro deD. W. Bowman
na rua do.Brum, passando o chala-
nz, continua a haver um completo sorti-
mento de tachas de Ierro fundido e bati-
do de o a 8 palmos de hica, as quaesse
ecl.am a venda por prcrocommodoe com
promptidao, emliarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas aoeomprador
l\a grande
fabrica de tamancos da
rua Direita, esquina que
volta para b. Pedro
n. 16.
Continua a ter um completo sorlimento
de tamancos, que se vendem a retalho, e em
porcoes por menos prego do que em outra
qualquer parte ; assim como urna nova fac-
tura de tamaucos de lustre enfilados cora
lodo o gosto. para adorno do bello sexo,
minio em conla, c igualmente tamancos de
couro preto, alguna cousa mofado para me-
ninos a 240 o par.
NA RIJA NOVA .Y 39.
1 fi ""^"sOaguezcs que aluga-seca-
belle.raa 25 pordia, e tambera le sorti-
menlos da calgados, como seja torzeguins e
sapa tos.
Vende-se um molniue de idade 16 an-
uos de muito boa conducta : ua rua Direita
n. 3.
Vendc-e nina peqaena armario de taberna na
rua Impeeial. alega-M a ea
Do engenho Ajudaate, freguezia da
Escada, fugio urna escrava por nome Ignez.
baixa, isto he, de altura regular, idaoc 26
annos, pouco reais ou menos, cozinheira,
nagSo Angola, bonitos dentes e bem feila de
corpo : quem a pegar leve ao mesme enge-
nho, ou no Recife, na rua da Praia n. 55. pri-
meiro andar, que se gratificar generosa-
mente. Esta escrava foi comprada no Recife,
em o mez de julno de 1857 ao Sr. Jos Euze-
bio, que tambem a coraprou a um Portu-
guez amada Aurora. Tambem adevrte-se
que quem tiver a infeliz lembranga de a oc-
culiar, soffrer o que as leis em taes casos
determinara.
A VSO.
Fugiodacasado Exm. Sr. BarSo da Boa-
Vl ,"masua escrava de nome Joaquina,
na is oas, cujos signaes sao os seguintes :
alta, magra, cor fula, representa ter 40 an-
uos, e supiOe-seacharseacouUda no bair-
ro do Recife ous. jos : roga-se pois a to-
das as autoridades policiaes e capilSes de
campo que a apprehendam e levem em casa
do mesmo BarSo, na rua da Aurora, que se-
rao generosamente gratificados.
--: Eugirsm do engenho PagSozinbo os
seguintes escravos, em principios de mez de
Janeiro prximo passado : Marcelino, mula-
to, com 22 annos de idade, sem barba, boa
iltura e grossura, tem as pernas um pouco
arqueadas, e quando anda tem o mesmo
geito nos ps correspondente ao gelio das
pernas, e fuma cachimbo. Lourengo, ciiou-
lo, idade 24 annos, bem preto, alto, secco.
olhos pequenos.pouca barba.estava, quando
daquelle engenbo sabio, com urna ferida 110
tornozello ao p, sendo este escravo com-
prado a Francisco Antonio do Mello, mora-
dor em N. S. da Clona. Lniz, alto, secco,
pernas linas, bem feito de ps e maos, cri-
oulo, representa ter 25 a 30 anuos, desden-
tado na frente, muilo ladino, a ponto de
chamar nulho, velno, etc., toca cbaramella.
toma tabato, anda sempre assiado, c tem o
coslurae de sempre trazer a roupa era um
surrao de ovelba, quando ha occasiSo de
sahirem viagem ; este escravo foi de Fran-
cisco Antonio, morador na Escada. tendo
esse senbor familias em Caruaru', pira onde
f> preto sempre se inclinava : roga-se as au-
toridades policiaes oupropri,Urios que os
capturar, e mesmo os capitaes de campo,
poderao, quelles aununciarem. c este os
conjuzraquelle encenho.queserSo bem re-
compensados, ou no Recife, na rua Augusta,
sobrado araarello, na quina.
-- No dia sexta feira para smanhecer no
Primeira qualidade: Travassos Jnior &
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada ] C armazem da companhia I'ernambucana : I Mohos inglezes proprios para grande c
urna dellasconliniuma inslruccSoem por- prego commodo.
taberna no Manguinbo, por prBg > commodo,
que he para acabar, assim como caixames
da mesma; os pretendentes entendam-se
com o arrematante da barreira do mesmo
Manguinbo.
Meias de laa para pessoas doentes .
na rua Ova n. 2, loja de Nabuco & C.
las pi lulas.
O deposito geial he em casa doSr. Soum
oharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Vendem-se fundas de ago para um e
dous lados : na I vja de raiudezas da rua lar-
ga do Rosario a. 35, a 15000 cada ama.
Vende-se urna muala de idade de 23
annos, engomma, cozinha e cosechSo: na
rua do Sebo n. 29.
Nabuco g C com loja n. 2 na rua
Nova, vende lindos turbantes para cabega de
senhora, por prego mdico.
Na rua Nova n. 2, vendem-se cartas C-
nissmis para voltarele.
/iedes do JUara-
nhao.
Na fabrica de chapeos deso da rus >ova
n. 23, esqunna da cara boa do Carmo, rece-
heu-se do Maranhao um rico sortimt-uto de
1 edes brancas e de cores, as quaes se ven-
dem por prego uiuito commodo.
fala de carnauba.
Vende-sc por barato prpgo ; a tratar com
Fernandos & lilhos, rua da Cadeia n. 26, ou
na travessa da Madre da Dos n. II.
-- Na loja de Joao de Sequeira Ferrao,
dir-se-ha quem vende 1 bonito casal de es-
'.'ravos muito mogos.
Vende-se ura moleque de bonita figu-
ra e bom cozinheiro : na rua do Queimado
loja de lerragens n. ;2.
Parece impossivel, porem pede-se as
pessoas que queiram comprar a dinheiro a
vista venham ver na praga da Independen-
cia n. i como se est veudondo a mais pei-
leita marmelada viuda lia pouco de Lisboa
do mais af librss, 1 1(2, le.'|* de libra pelo prego de
1#a libra, assim como pelo diminuto prego
de '"JSO se vende a libra dos melhores bo-
a e
mesmo para eneiles de bandeijas. bom as-
:ucar canli a 610 a libra, ruuitj boas con-
servas pelo prego de 15600 frascos muito
grandes e um pouco mais abaixo a IjOOO, na
mesma casa se acha um tudo qoanto se pos-
sa desejar de urna grande confeitaria e que
tudo se rende pelo mais barato possivel
jponto de causar admirag5o.
Vfode-fe farinha ni aaccot de alqaeire por
rrejo commodo : na rua da Hoedi n. 1 j.
lJafciiV ^.--^,.^I """V e lanJbeul nde-s. uro ban.lo e.rnei.o por
^ara o carnaval rtt*!,=;*^***^^
Fazendas pretas de bom
gosto
"ende-se ou aluga-se por diminuto prego
um vestuario de sertanejo, novo : a tratar
na rua a0 Queimado n. 69 A.
Para os actos di qna-
resma.
Vende-sc alpaca branca, fa/enda propria
para os livms. carmelitas e irmaos tercelros
da mesma or.iem : na rua do Queimado 11
34, lojaem frente ao becco da Congregagao
Rii;i do Crespo n. I '.
Vende-se alcatifa muito larga, e pro-
pria para igreja a 2?0n0 o covado.
Vende-se a armagao o as dividas da loja
de charutos n. 76, junto a matriz da Boa-
Vista ; a trotar na rua do Cabug n. 2.
Vende-se. urna barcaga do 18 caixas,
fabricada ltimamente pelo Sr. Joaquim An-
j Ionio Rodrigues, mostr carpinlelro, de
quem podem lomar inforniagio a tratar
na rua da Cruz n. 62. Na mesma casa tam-
bem se vende tira li iro escravo eriouln, de
M anuos, pouco mais ou menos, bom olli-
cial dcsapateiro, e proprio para lodo o ser-
I VlgO.
- Vende-se uma negra pata habilidades,
de botiila figura, duas negrinhas de 11 a 12
I annos, e um moleque muito bonito, dolo
annos : na rua do Livramento n. 4.
\ ende-se em casa de Lasserre tv
I isset-freres, na rua do Trapiche n. 11
I o seguinte i-ecentemente cl\(.pdd0 ^
' Franqa :
I Verdadeiro cognac fraiK_e/. a 20? a caixa.
(.hampanlia das su(v>ore8 marcas.
Moet di Chandor a 7,0a a cai\a.
(;ondede.\ac,;eui]i
.superiores cortes de seda com babados de
26 covados cada corte a 605, ditos de sarja
adamascados a 40;, grs de naplespretoa
10500. 1C800, 25, 250O e 35, sarja preta a
SI o covado, dita hespanhola superior a
29500, ditas adamascadas a SKM e 25800
setim preto a 25500 e maco muito su-
perior a 45 o covado, velludo preto a 5,
o5500e 6; o covado, maulas pretas de fil,
IOS r retos (grandes e pequeuos, casemias
pretas a 1800. 25. 25500 e 35 muito supe-
rior a 3*800, pannos pretos a 25500, 3- '
, ti:, -5, 85,9a e 105 o covado, rico
.de velludo preto bordados para
outras muitas fazendas pretas
a quaresma. mais baratas '
l'ialquar parle : na loja
.,,, 7 (>> iiiciuiiecri no
sabbado 30 de Janeiro prximo passado, u-
gio desle engenho, Piabas de Cima, um meu
escravo de nome alalinas, idade 18 snnos,
baixmho e grosso, tem mais de caboclo do
que cabra, cabellos crespos quasi corridos,
cara lisa, levou cbapeo pequeo de rnassa
rinzento, camisas brancas e dita rouxinha,
jaqueta Umbem rouxa e palitt branco,
calca branca.e dita de panno fino preto ou a-
zul: es apprehendedoreso podem levar nessa
pra;a ao Sr. Sebasti5o Antonio da Silva, na
rua das Calgadas sobrado, ou neste enge-
nho Piabas de Cima, a seu legitimo Sr.; em
qualquer das partes sorao recompensados.
Piabas de Cima 3 de fevereiro de 1858.- Fran-
cisco Estoves de Mello.
4viso diverso
Do engenbo Cocal da freguezia de Lna
fugiono da 3 de dezembro transacto o es-
cravo pardo de nome Paulo, com os sisoaes
seguinles: idade 18 a 20 annos. principio
de barba, cabellos carapinbos, tem uma ci-
catriz, procedida de queimadura, na testa
o que raz com que use o chapeo inclinado
para a frente, he bem feito de corpo, deve
ter muitas marcas de chicotadas as nade-
gas, dcsconlia-se que tenha seguido para 0
Aracaty, ou que intitulando-se de forro,
quei a assentar praga. Promette-se gratifi-
car com generosidBde a quem o apprehen-
der e entregar no referido engenbo ao pro-
pnetario Paulo de Amorim Salgado, ou
nesta praca, na rua da Cadeia de Santo An-
tonio, escriptorio de Jos Joaquim de Mi-
randa.
l'ugiram do engenbo Agua-fria, fre-
guezia de S. Lourengo da Matta, os escravos
Miguel, alto, secco, quando anda be muito
inclinado para a renie, pooca barba, e foi
escravo de J0S0 Elito do Reg Barros, mo-
rador na reguezia da Escada, para onde sun-
poe-se ter tugido. Severino, cabra, baixb
grossura regular, tem um defeito em um
dos dedos da mao, representa a idade de 36
para 28 annos, e lem pouca barba: quer
um quer outro fugiram no mesmo uia
quem os apprehender, leve ao engenbo ci-
ma dito, que ser generosamente recom-
pensado.
No dia i 8 do mez p.p., lugio de bor-
do do brigue Sagitario,), um escravode
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
24annosde idade, estatura regular, secco
do corpo, s tem barba no queixn, ca-
bellos carapinhos e ja tem muitrs blan-
cos, be bem conlieeido por ter a nao
muitocalejadas, quandofugio tinliaoca-
belloa nazareno, tem os pes meio apale-
ados, e falla muito manso : quem o pe-
gar co entregar aoseu senhor Manoel
francisco da Silva Carrico, na rua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, .sera' bem
gratificado.
;
icilii nos qualro can''
do n. 29.
es
c
a
ira
inn-
yuciina-
Na rua da
lauca n. 29, ve-
farinha de nr
- Vend
drea : na <
do Recife, loja de
se saceos de superior
jca, por prego commodo
jiii banheiro novo de fullia de llao-
* eslreita do Rosario n. 13.
>'cnde-se uma taberna cora poneos
|u'idos, propria para principiante, cem mui-
.o bom lugar para rcialho, no Corredor do
Rispo, era frente ao quartel n. 12 : a tratar
na mesma.
Vende-se um cavallo rugo em boas car-
nes e bons indares ; quera o pretender, di-
rija-se a rua Relia n. 6, que achara com
quem tratar.
Vestuarios para o baile masqu, ven-
dem-sc por prego barato, ou alugara-sr tres
ricos vestuarios de velbutina; na rua do
Queimado n. 40.
|00#degra-
tifleaeao.
Fugio ba quasi tres roezes, do so- fi
orado grande da Magdalena um es- S
cravo cnoulo de nome Cosme com :?
o signaes seguintes : bera preto, de
estalu-a regular, maos bera feitas 1
Porem grossas, ps um pouco torios, 4
o nariz grosso e achatado, parece {Z,
que ltimamente perdeu um dente 5T
da freule, represeota ter 20 annos
V he muito ladino, porque esteve'na 9
p Baha 3 annos, servindo a um estu- S
j dante, tem a falla um pouco arras- A
e lada e grossa, anda quasi sempre de S
h ?.g,r :u'|u!m Prehender leve-o ao 9
9 dito sobrado da Magdalena ou no Re @
P cie no escriptorio do major Reliar- S
' vT og Uarros' rua d ^deia 8j
5 ehi 11; 48, primeiro andar, ou (i- !
a nalmente no engenho L'rua da co- 5?
* marca do Coianna a viuva e filhos do $L.
t teen te coronel Manuel Correa de/@
9 "itveira Andrade, a quem pettence fgk
j dito escravo. *c
)9MM^ @@@|
Continua ainilr a estar fgido desde o
diai2do passa^ preto de nome Antonio,
de idade de ?^60 annos ponco, mais ou
menos,cjffbssignaes seguinles; estatura
fagu^Ja^Iuiodo corpo, pouco barba, porem
lSSSJsfite branca, e cabellos tambem, olhos o
ps pequeos, tem em rada uma das pernas
em cima dacannea uma cicatriz de ferlda
antiga. bem rallante e muilo devoto, foi pro-
pnedadedo Sr.Ci anja, na vilia do Exu, re-
rm tudo para aqui pelo mesmo ou por outro
Sr. RuIcSo.do mesmo lugar; foi vendido aqui
a Sra. U Alaria Carolina depois de pouco
tempo fugio o dilo preto para a mesma
villa, aonde esteve bastante lempo, foi 1ra-
zjdo para sua senhora pelo Sr. .lose loraaz
ueAguiar, depois foi vendido ao Sr. padre
Jos Antonio dos Santos l.essa. no palacio
do S. Lxc. o Sr. bispo, a quem o abaixo as-
signado cotnprou, e pelas noticias que o a-
baixo assignado tem podido obter, he do
mesmo preto ter seguido para mesma villa
do Exu : e por tanto roga o abaixo assignado
aos mesmos Sra. para que no caso do dilo es-
cravo por la estc.ia ou apparega, ou mesmo
pessoas que tiver noticias, de o prender e
remoller ao abaixo assignado.no pateo da
Sauta Cruz, padana n. 6, que se obriga a pa-
gar tolas as despezas. Recife 30 de Janeiro
de 1858Joao Luiz Ferreira Ribciro.
PERM. XYP. DE M. F. DE FARIA. 1.
MFI HOR FXFMPI AR FNCONTRADO
mi mi A"


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