Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07482


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Full Text
ANNO XXXIV : 31
I il >-.
Por 5 mezes adiantados 4.'000.
Por 3 mezcs vencido 5S000.
(CUTA FE11U 10 DE FF..EI.EIRI, DE 185K.
Por anno adiantado lfOOO.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAKREGADOS DA SUBSCRIPc.Vp DO NORTE.
larabdij. o 8r. Joo Bodolpho fiemes; Nal"', o Sr. Joaquim
'guaci Verein Jnior Aracaly, o Br. A. He LemuJ Braga ;
I-ara, o Sr. J. Jle de Oliveir ; Maranbio. d Sr. Jos Teiieira
de Mello ; Piaohj, o Sr. Jos Joaquim AveSino Pari. o Sr.
Justino J. Bamoa ; Amazonas, o Sr. Jeron;rlo da Coila.

PARTIDA DOSCORRF.IOS.
Oliml t*doi 01 i i i-, | 9 mria hor-iti do
im i UoiaaM Pantufa i
S. .Ant'i... Bei irro, m i, Cara n A((*
5, i m t, Po d'j ,:,.., N, i
re, Florn, Vflta-Illa, Boa-A i-t. U
Cato.. -Y- v i. Rio I io*o, La,
fiOK'nh ii'j* c .Vil.,; fuiftlajff/.' '.
[Tafea M crrelo* |> -trie* itir. iiums di manli."
leitat-feirif.
- ; ,.., t. -rca-foira
I I1.-- I .
Eu', n.- qoi
i. Barrciroo* Auj-I'rci
AUDIENCIAS lOS TRIBUNAES HA CAPITAL.
Tribunal do commercio : seKur.das equiutas.
Rclaf/o : lergas fe iras e sabbados.
laipuda : quartas e sabbados .n 10 horas.*
Juizo do commercio : segundas as 10 horas < quintas ao meio dia.
lina de o r j i i i .1 (j s: segundas e quimas as 10 horas.
Primeira vara do civel ; segundas e senas ao meio dia.
Segunda vara do civel : quartas e sabbados ao meio dia.
EPHEMERIDES l0 MEZ DE FEVEREIRO.
K Quarlo min^'uante *s 6 horas e 7 minutos da tarde.
13 La nova a 1 hora e 53 minutos da Urde-
20 Quarto cwrenie as 10 horas c 30 minutos da tarde.
27 Ltia cheia as 7 dorase 45 miuutu5 PKEAMAH DE HOJE.
Primeira as 2 horas e miuutos da manba.
Segunda as 2 boros e 3 > minutos da urde.
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. S. J0..0 da Matta ; S. Coratkil m.
O TcrV'i- B- aVpolinria \. ro. : S. Ausx-ito ; S. Nicepboio m.
to (ju.iria. S. Etcolaitea v.irniiadeS. .vnio.
.1 ij.imi. S. Lzaro b. ; St. Cloceto, Desiderio eCuuensebb.
12 Sella. S. Eulilia ,. in. ; ?*> .Modesto c Ainmouio inlaale mu.
Grecorto p. ; S. CathorM de ISicci v.
11 Domingo. S. Vali-utim rn. ; S. Bj>5iano Idiota
ENCARREGADOS n\ si BS4 I.T Alagnas.oSr. Claudino Fakao litas l-alua, o Sr. D. Dupraa
Rio de Janeiro, o Sr. Jujo l'ereira Marn k
EM PERNAMU.O.
O Proprietariod) PIATtIO Manoel Figjeiroadi Mril,oa>ua
livraria. pra^a da lndependeoria ni. PARTE QFFIGIAL
O3VERN0 DA PHOVINCIA.
O Sr. Josc da Caoba Teiieira foi por portilla
de '-* do frrenle, Horneando amano.nse da secreta-
ria do governo, a' lisia do reiullado /do concurso a
que se prncedeu. .
Por portarla da raesma dala fui considerada de
ueubum efleilo a iionmijo de Josc/Cnmes Cabial
Jnior para pos!., de lenle da la companlna do ''"f? sit.b" *" Sr" ''"" do '*< balalhao de tn-
b.lathlo ii. ti de infamara de guarda nacional do 1ra,1,ari". J30 pool
i,n'i do Bonito, visto nao le
le i>" prega marcado por lei, e conreoeo-se pa*age
EDII'AL.
Jo3o Jo*c da Costa Pimental, s<"rda-ronpa de S.
M. o Imperador, conirreudadnr das ordena de S.
liento de Avit e da Raa, cavalletr* da ordiin
imperial do Cruieiro, ci iMecond i ooin a inedalha
de uro da campanlia d > estado nrienlal do l'iu-
_ u i>. hrgudMro do e'.ercilo, intpector geral da
arma de aitilliaria, e ilaa tortiflcarOas e depu-ilo
de arli^os bellicos, e co nmaiidanle das armas in-
terino da provincia de i'ernambuco, por Sua Ma-
*tade o Impe'adoi, q le l)e<>< ;u,in!", elr.
I lemtMia *vov ...ulano dos Santo*, e a todos aquelles
ujuuicipio do Bonito, visto nao ler solicita lo patn- Ia* POdere quiierem f-r.er ehrgll no seu icnhe-
coni-dea-sa pa'a"eia c'm"l,u' fl"e "i, ''"do elle comparecida a 5 desle
para a BMMM MmpailMl a"o tenei. da 5 a do mes- m"' '""' "r ll",ll,"1u "' ,|li' anterior a licenr de
ido b ilalhio Mmoel Anlouio Alv/s da S.lva. i'"' mrte- *"'! """' "'";'.'"' ** do avi.o
Ido ministerio da saerra d.^ II .la; etembro iillimo,
Dupackos 4o iia (i de fetlprciro de 1838.
li-queriinento de Auna Joaquina de Mello Ca-
rioca, pedindo e mande p Amolelo Jernuim de Mello, que he o seu tiniro ar-
rima, pois que leudo eu e bertado com a condir.l.) de o sustentar aleo lim de
scusdia', o que tem compndu.Intormo o Sr. com-
maudauleda estarci naval.
toi hoje em orden) rio da desta ;uarnic.,io, sb o n.
i'"i,ir ; proinetlendo-llie lo me-mo lempo partir no
dia -esuinte. A' noile vi enlrar na ala, em que mi
ha. ii alojado, urna joven viuvo dinamarqueza, que
se expnniia muilo bern em IdsIm.
Era una das Ireze esposas do bravo Bravo, lilla
couversou mulo lempo com a nimba hospede, sobre
o projeclo, que o io'aciavel Cipilio pareca ler for-
mado de contratar um dcimo quarlo casamento.
Ambas periiuntivam reciprocamenie quem poda >-er
sua nova rompaiiheTa, e fallavam Iranquillamenle,
como alia's una pessoa falla dos casaraeulos de um
doi seus arrie,i
A cidade de Osden, onde lit esta pao'a de vinle e
qoalro lloras, he con-lruida pelo modelo da capital.
Tem a eilrnsaa de urna milba quadrada, dividida
po> burro! de uual tamanbo a defendida por una
barreira.
I ni i parle do lorreuo. cercada por um baluarte,
slava anda de^occopada ; mas edilica\a-se ja' a
ratea ruai que i litlaralura. A mitropali potrae i enlhaslnlicoa de ama moliktto immensa que otwer-1 A mimen.a nanen que encerr o nosso paiz, .------r~Vi n i lilil MU liauxtu J.
uiiieainenle umi orclieslra de mu-icos, que luur, vna e-,a le.la da intelliieuria e la industria. anida esta em embrv.io, mas agora promalle alia Itecife a S.-Iraiiri-eu. h. ealabiHccila em l.oaaret.
Pin tu 1a^ as eeremanias da igreja e da etado ; quo
no domingo en i os cantos do tabernculo, e ;i
lard; loca valsa e cotlOM, Aqei e all enconirara-
se a'-nda algumaa IViula*. e sbese qje e\i-lem cm- I proviaeil c
co pinos em (ola a exlta turea mo.iiio im i deu a urna grande parlo 1o.le
paij aenhom dos seus ion harmomoioe. A nroa
grande distancia ao redor da capital da lago Sale,
nao *e ouve neni o niuiinunn das arvuro-, nena o
calilo do* pasearos, nrui o uirbirio das abalii i- : ao-
Mau .le qoalro ccnlaa pessoas foram Iransportidas do-cnvol.er-sc, grajas 10 puderosu motor da loco-
pari a vil a Jo C.ibn, on le as esperava um lun li-m motiva.
offerecido p^t.i direcrao ao E\m. presidente da
IDlil peisoai que o acompanliavaiii.
a maior paila de seu. eaptUau le levanlada di la
glalerra cim a garanl ,. do i. ,i ^o\erno.
\ .iiimiiii-lc-.ru que o dirigi, os tagrakeirn.
qui- o e\e:ularam | trlcacem lujos a nefjo in-
gle/a.
lie, paranlo, senhores, don,mi 1 por om n-
trauliavel aenliinento de gralidao. anida umi. peln
ii O vapor qoe est a par da buasole, da imprensa
e da teWgraphia elctrica pela nagmiule di mus ro-
sulladns. e.l.i j,i de ha muilo a|iplicalo entre nos a
navegargob a- grandei distaocin dos nonos porlos
maritiniaia e dos tranalllaQUeo v.:o se lomando
cada vea menorea. A Europa ja se aclis para Boa I seniiiiienloprofiinlo ie i linira.; o por e>-a nafa*
.ilgnns ilias il. distancia, in n m peDtol lerre-lre Ii- pa leresd ejM in -ess.ntcmeiue Can trihue para a gran-
...... ampaiallanieotS lia looginqnoa, e de onra la civilisar.lo a de huma ndade que eo roa
i poasa do. c .mullios da ferro serv dos pela l-vanlo para laaer um blinde, ni qual vos pao.o me
111, declara ausente, e he chamado pelo presente edi-1 igreja, a escola e duas peqaenas lojas.
tal. para que compareca dentro do prao de dous Os caiiiiubos, que v3o ter esta cidade naicentc,
mezes a contar de boje, lAb pena de proceder-se a
respeilo de sua falla de compareoimeulo nos termos
da >ei de lili de msio da 1835.
E para que o referido I ie conste. Iiz lavrar o pre
sent edilal que assignei, e llz sellar rom o sinete
141 IOUIV Wt-l"";,!!!! '|li*ill. i
Uito de Antonio Marinho Teiveira. *tmm*V2TSZZZ2Tt%*mm' P"b,,c,do uas '-
COSTUMES AMERICANOS.
O lago S.lc e sao* arrabaldes.
No (im de iiovnnbro, leolvl visitar oa eslabeleci-
.,.,,1 ineulns do uorte, e depoir penetrar em um valle ain-1 ludo he caro,
ceidlo de ida.de lie o da do eon- da n(, h8b:,do. a ao ,.r por M2011H ,,., que
y do corpo .ie polica, pedindo ser Humeado para o
lagar de mordouio do Gyneaalo Provincial, para o
qual fura proposlo pelo respectivo regedor.Passe
j partirla Horneando o sopplicanle.
' Dito de Carloa Pereira .Martina Ribcro, pedindo
ser nomeado para o lugar vago de guarda do consu-
lado provincial.Junte follia corrida.
Hito de Josc >icaeio .la Silva, pedilo ser admil-
I ido ao concurso qe ae ha de proceder no dia 9 do
currante para preeiichimenlo do lugar vago de iiini-
iiuense da aecrelaria do goveroo. Como rrqoer,
ap'esi'iilan.lo a
f corso.
Hilo de Jo,i i C-sar Cav.ilcanti da Albuqoerque,
pediiiJa a a ni jn.aijao oeceisane para que na Ibesou-
rana provincial seja cuinprida a precatoria do juizo
' mi n-i .-i .1 desta cidade, em virlude da qual se re-
Huer seja embargad i naquella tliesouraria, para pa-
gamenlo do principal e juros de saos lelras qoe a
elle supplicanle deve Antonio Henrlques de Miran-
da, a quimil de .'I >' da .le quatrocentos e lanos
mil reii que dito Miranda (em da recebar de arrema-
lacties de esla la-, Remellido ao Sr. in Ihesouraria provincial para o lim requerido.
Hilo de Jos Joaquim de Miranda, teiieme da pri-
meira companhia do esqoadro de cavallaria desle
iii'i jicpio. pedindo sel uispsrciouado de saude para
pruvar a sua iiK.ipacd.de physica. Requeira par
intermedio do* seus commandantes.
ercilo, pedin lo ser Irausporlado com sua mo'her e
ir. Iilln. para a provincia lo Rio Giaude do Sul,
donde lie natural.Nao ha logar.
I'.lo de Mara Irancisca de Sanl'Auna, pedindo
se mauda almar nacompauhia dosaprendizes meno-
res do arsenal de guerra s*u fllio menor, de mime
Antonio Jos Alberto de Smt'Anna.Informe o Sr.
director do arsenal de guerra.
Dito de Tliereza Mana de Jess, pedindo e mm-
de (ir em libardade sen lillio Tertuliano l'rancjaro
da Casta, que se acha preso para recruta a bordo do
_^ hrigoe uluinaraca'. Informe o Sr. coinmandante
da estacao naval.
Uito .informado pelo respectivo secretario) de
1 i" i lor Jos Cavares, pad.nda ser paso dos veuci-
inenlis qoe deiiuu de p-iceh-r, por ter faltado al-
ela* de-la capital.
O.iartel general na cidadi do llecile, em S de fe-
vireiro de 1838.
Joo Josc da Cola Pimentcl.
giterutitra.
slio em drploravel estado.
.Mullas vezes um carro corre o risco de qoebrar-ss
a he eom dilliculdade que um peo pode em cerloi
lempos, segui-los tem peiigo.
>n dia scguiule parli, como tmha promelti.l i .
minha avarenla hospede. Mas a nev, que cahia
em grandes pediros, obiigou-me a mu .lar de di-
i r\io, o ,i | n.cucar um refugio na planicie. Enlrei
em casa de uro ferreiro, onde tive o prazer de ver
liizir um bom logo no lOfio, e de eu\ugar iinnlia-
oiipas. Esle er-eiro era um bra\o e sua mulher
nina pessoa igradavel. .Vio liiiba leile para me ol-
f-rec.T, mas fez-me urna encllenle cama sdire o
soallio.
No dia seguinte, pelo aqasalho e pelas dua re-
leu.iies pedio-me somenie mil e quinhentos J fr.
O c; oque era muilu midico em um pait, onde
Era loJa a eilem.io do ir ijeete, que coinprelieii I
mais de 30 milhii, as popular/es d-s margem
do raminbii apinliarani-.j par. .hiI.ii pelas mai*
visa. a<. 1 nnariies esta primeira c >n iiusla d,i m-
lelligeocil liiiui.uia na Ierra da Sania Cruz, .obre
o lempo e o e-pai.o. c-es daai mplicaielf inimuo.
felo soinene o sopru da brisa nos campos de ojiliio da humanidad*.
e o estrepito do> gafanbolos ; esses Cernina a me-! A viagem um pnuco demorada ale o lugar dos l'ra- ocomoliva era almejadl com aman vi.a impa- acompaiihcia.
donhis gaf. nholos, que em pontos das devastara | reres, eonelula-i' eom orna np.de/. aioda nanea vil- Bieneia. na.ao in-lezi '
laem noaw piil. a o e.paco rompr.h)u.iid., entre A rrali lade e.te logar-a avila do Cibo foi venc lo e.-u pouco da lia alguus anuos erj apenas um i a-pirado. sao Is a. seiilioras Pernambucaiia., que con,
inais de ,1U muiul I, '' O* nos. is o Ii,.. m> .m boje com pasmo e-la. duas orcenca lano r.incorr'ram para .. e.,,|.,,dor da to-
CtatiO && i$t$lfm!b'>? Hivsiioe-ev yi> ay>V.^ca^cri>), correspondido-, lano pelos ensilad o de Kecife ii|.-/i, dais rotan Mmpra regurgitadas; aos no.os (rabaMiadoie. da e-lrala.
coma pelos do (.abo e do- lugares vixiahoi : o pri- oavidos ealrac lte grito sgodo que no di emo,,s > ,|,..vallo dus primeiros brindes, o Sr. Anto-
melro apresenlado pelo superiiitendauta da esir.iia, deaonheeidii. qae nosj promolte vida oais l.ga, aio alaria O" Cunen Jara] racatoa .m ...uei.. en,
o.v. onil. eo imperidor do Brisll f o legando que laato val poapar o lempo, qae lie a eatefe de qae p.riogue/. eaii Iraiurrao M taeilada oa Imcua da
pelo -.. preaideoli n provincial r.lnha Vielo-ia : o a vida he leda, corno d zem os Americanos do Borle, Schakepeare pelo Sr. KraaaMee i.me. de Olivnra
terceiioa.sr. presi.l.nl.. la provincia pele Sr. Cow e qoe, .egundoo evpressa.i Jeum pbilo.onlio moderno, Ambis .i-recilaciies lo,ara tullia-iaili Minele 4P-
f?I*.."!?1 ,. ?'t> .. i!!? e.?0"r!0 ?*'0 Sr" '""""' '"'"ver no Miara esta i.lade dVoroque urna pl.udidas.
Eis-aqui os lonetoi :
urna colheila c empubrecem um* popular;!
Continuar
ha.
INAl Gl RA. \o DA l'RIMEIKA SECCAO DA
ESTRADA DE FERRO DO RRCIEEASAN-
FKANCISCO.
Ningoem ignora qo ia > de dezembro protimo
pam lo fura designad a aDerlura desta parle do
cimiulii! de ferro, mal ,,o- em consequencii de nao
se aclinreni os obras defioilivamenl* concluidas, mo
pule ter logar a ceremonia aiiuuuciada para aquella
da.
para all conduzem seas rebanhos e por alguus in-
dios nmade*.
O lillio de mea hoipedo all eslava com urna parle
do seu gado, e en conla/a poetar urna semaua na
qoelle lugar deserto, undi se pesca encllenle pene,
e onde s. encontrara mullos castores.
Ora, om dia, dtpois di meio da, pal em nm al-
forge proviies ; porque aquelle que Iraz provi'Oes |
era vez de diubeirn para -iimpra-las, be una hornera
independente, e Iravessii as fortes muralhas da ci-
dade dos santoa pela por a do norte.
Nao he fa.-il a ama pe-soa adiar aqoi seu verda-
dero caminho, poalo que tenlis para dingir-se a ca-
ilea de munlaohas, que m ealende ao longe da pla-
nicie. Dilferenlea caminiioa se dirigsm ns diversas
habilaces, e ninguem lal a qual deva lomar.
Demais deve-.e notar que, ae os Morraons s.lo em
geral de um carcter huipilaleiro, leus predioa rus-
Algoni das depois vellel ,i cidade dolicoSil.
Era uni domingo. Enconlrei no cammlu um gran-
de numero de aldrioei que viuhim era earroatreo,
Enlrei taro prizer em casa de meo vellio hospede
e noile .iusen(ando-me com elle a mesa .ibundan-
leinenle servida, eu o divert com a hi-lona do mi-
ubi estada em rasa da avara madama Browu.
Iiuiaiu- malla! semanas, mu zeloto propriela-
rio, tenlou converler-me sua religulo, diiendo que
jamis (inlia encentrada nm infiel laa despido de
inos preconccitus, como eu, e que elle linha con-
lianja na ua larcf.i de pregador. Com inulta dilli-
cul lade resignei-me a ouvi lo recitar longa- pa
gens das laboas de ouro. Mas elle divertli-mi,
quando vinba esplicar me, c comroentar as proplie-
nas e quando deecrevla o inundo do. espirito., (al
qual o eulrevia em sua iinaginarao. Malla VIIII
timbera disserl,iva silire a ploralidads das iiiulbe-
Enlrclanlo o Sr. Wood, raperiaten lenle da eslra-
da, propoz ao Btm. sr prcsidenle da provincia abrir
a pri aeiri serrlo no dia S do correle. S. Ele. an-
nuio a propotta, mediante as clausulas e eon licss
queaa leem ni ofllcio o Palacio do governo, Ci de fevereiro de 1838.
SONETO
Recitado na orcisiaO di abertura da primeira sec^n
da aullada de ferro de iVruambuco, por A. M.
oaell Jeriev.
c ui-elbeiro Jos Beolo da Cunhi c Kigniiredo, que : cega iradn ,i i linha collocado oe panado.
liss; pouco mais oa menos a* aegointei pilavras: I a Aqaele marear qae aluda ha pnuco de-i i-
Meui leulures. Nulo festim da in.l liria ao- vara a mediara a di.unca enlr.osdoos punios desla
leinni-ara is um grande da, que precouisa a fuCura secrjo que acabanus le percorrer, j deappareee-
|.ro-peiidade da no-sa pr ivincia, a-sas bilejala pela rain a nos*os nlhos cono o lempo que se Mippr.......,
I al'rnal solicilmle do Boslp augu-tu m marcha, e do e que anda honl-m nos di/.iam as borla que davia-
eo governo. Em nomo poli ia eampaahla rendo moa camanilr em Iranipo-loi: a distancia dttappa-
nul grar u ao i.......gmio tutelar, e eus atioillroi ;: recen entre esle* dous primeira pontos unida, pela Feoaooa patria de anea ousado*.
epnioiiio urna sanie ui..... ao Eim. presdeme estrada de ferro; e boje mal calillaremos qae no* Ou'.i irenie do progre.-u camuihaudo.
d.i provtucia, qje leui favorecido e ha da favorecer ,i .labia pollo a caminlio, que ja cliegava o-. !'" tethe e novo mundo vais guenlo
n issa erapreza ; mas lambern o lodos qaintoieon- Pomo lar ar,i, sciihure*, que e-ta lucomuliva ar- "' po\os rolmeiros, ei.iperradus .
ci'u.o a recepeo dooflicio que em dala de i cln lu/irain su i pe lia pira a grande obra que feli/men- rasl.e aous si um inlerminavel lurbilhlo de viajan- 11 ,
cure,le dingio-me o Sr. sui ermlendente da es- I' acharaos ,1. inaugurar ; o quinto pe i sr. Dr. te, e umi carrela immensa da producios pre- ,' ni r'v ''* SJ.",eiroi "hlima lee,
i de ferro do RrClfe 1 S. Frin;ttco, no qoil AgB ar lOI Srs. marnu.a d IHinnla rnnulhanrn SUr. rio* .. o.n ., ,. >i ',.,. .... ^____._______oV. .... Nile da memorando
lieos ao cercados de loisn prolutilo-, e alem dislo res, na presenr* roesmo de s'uas mulheres, eom i
liberdade, que en
guardados por caca lero/rs.
Maalmente, lugo que se cunsegue aira ve.- ir o feo*
so, desviar urna malilha impetuosa e chegar ao li-
nnar da porla, orre-se gran le risco em achar-se
um llollandez ou um Dinamarqiiez, que uo falle
iiii-iu a liugui materna.
(irajas ao hen lazejo clirao da la, con-ego en-
Irel.nio chegar de noile H urna cosa ornada .le urna
libolela, que me auiiun iav< una eslalagem.
Era justamente ora d cia, ai pessoas da caca
eilavam a' mesa ; tinliain dianle de si in.iuleiga e
leile, o que me tez ficar conlenle ; nao havia clin
neiii cafe. (ior seren alimentos de luto, cujo usu os
cheles da colonia procuram evilar ao -eu povo
As pr un i os pergunla
.^-... ipie liri em a om rslra.'i-
Suns das da OMI de |aueiro a secretaiia do gover- geiro, sao estas : .. ha q i lempo ch-gou \ me i
no, da qusi he coulinuo. Kemellido ao Sr. mspec- valle .' eom une caravana 1 porteneo a' Igrejl
lor da ihesnurai ;a provincial para man Jai pagsr o
ordenado.
potera diier um cinismo de lin-
guagem Incrlvel. Mal os Marmooi, emgerol, nao
(em militas reservas, quand) lucam uasla delicada
qoe.l.lo, o que he um signal maoifeslo da corrup-
to inuial pro luzi la pela poligamia.
Meu hoipede se loraivi aida mais indressanle,
quando entrevi a tallar dos inelhodisla*. qae elle
aborreca. Apraxii se om conlralazer seu (om a-
iiiioso, seu urgan lirrimcjanlc. e terminando ella
s.-eua cmica nao deuava de declarar que tolos
el'es eslavam con lemuadoi eleruaraenle ao in-
lemn.
A respeilo das oulrasieilas pinle-lnnles, lelas
coubecia me.no>, c nao ie occopava deltas.
Era para in!n, nina dislracro quolidiana, ouvir
Dilo de LUjrnei Jasliniao de ulivein,pedindo ser
junla.la a tolda corrida do siipplicaiile ao requer- I
ment em qoe pede ser admillid ao concurso para '
amanuense la secielana do governo. Joule-se ao
requenmeiiln.
Dilo da Vicente l.icino da Costa Campello, pe-
dindo I-mis- o do lugar que oecupa, de aininueiise
rarlorario da lliesooraria piovincial. Passe por-
tara e mi-,leu !o a .lemi.-aj pedida.
Oflicie do joil de direilo da enmarca do Bunio,
peaindo ae maule eligir Informares acerca de qoa-
lro reos con einii'iio,, que devein ser *utirae|tidoa a
novo julgamenlo naquella comarca.Informe o Sr.
Dr. chele de polica.
I'.lo do juiz municipal de Serinhaern, remeltendn
o un; menlo dos concert* necesaanos a cadea da-
quella villa. Intorme o Sr. direclur interiuo das
(liras publicas.
Dito informado pelo respectivo e-retari.. di Kir-
mino Uerrolano Baptisla Ribeiro, amanuense da se-
e- elaria do governo, pedindo se llie mande pag.r o*
veuciraenlos das din do mez de Janeiro, em o qoHes
o supplicanle fallou por iucummodns de saude a' |oa
lepailieao. Remettido ao Sr. inspector da Ihesoki-
r.n i provincial para maular pagar 0 ordenado.
Dilo de Irauci'co Xavier de Salles Civalcanli
Minetda, i e lm lo ser nomeado pare o lugar vago
guarda do cumulado provincial.Informe o Sr. ai -
miiiisirador do consulado provincial.
suas conversa-, lano mais quando eu ole poda ler
. da leituia, porque nao ha livreiros n> lago
Depois l--te inlerrogalonn hanilual, Irave urna Sal,
langa convar-o^.iu cun o iiieu iioauels. lioiiim pra-. Lnicameiile. erp nm de le ormazcM, on le te
tico e emprebenJe tur, pe asumi una propriedade, Irocaro Indas .i. Mpoeiao do general iliminlicioi por
que se estn lu-ubre ara spaeu de mullas milba*. | oulios. achei no meio de um muilii da uraocaa-
comninnica-me, que s-gunri lie fui declarado pelo gi l.ui/ Pe I
engenheiro era chele oa comnanhia. a primeira sec- ra, e ao iniu.ura lor da estrada o sr. Cuulia e li-
cla da airada das Cineo-Ponlii villa do Cabo, gueirodo.
eatha-ie perfeiliraenle legura pura a circnlacilo, e '
porlanlo proiiiie-rne que cs(a parle da liolia seja
aherla ao trauco publico Icrra-feira.
Tando ouvido o engenheiro liscal d,i alinda, ca-
da inoagoiar ; o qoloto pela Sr. I)r. leo, umi carrencslo immensa da productos pre- (IRIiiNi iKata?
n. marqu't da Olmda, ronsellieiro ser. crasos era qae ato agir nao podamos tocar lenjj a ,, ,' "" *. a ""
IreiradoCiuto I-erra/, (irv.lln More- coito : pouco lardarnqoeo mageiloso rio de S. l'rau- 'eus oravos r
ci*co, as florestas seculares u'Agua Preta e-lejim ao
alcance de no*a mo, e que os seus prodaclos a-
iiun.lem nos mercados doeidode, p.ra serem cunduz-
uos para Europa, puuco tardara que ,i e-tas regiSi
a lauro tcui
erorilaudr,
rlislas, leus soldado* !
i. mo olgaraas penoai no liveeoetn oavidooS*.
Aguiar pronuncur o norna do Sr. Cunha Kigueire-
do, o Sr. II. A. Milel. quered lo reparar essa omi--! aind.i desconlieci las, -em inluslna, sem cultura, e
lio, da algumas palanas, moilmilu que o Sr. m popnliflo, p--i ser lacdraenle levada por esle
he-me declarar ao Sr. superintendente qoe. segn- j t-U!,lia Figaein lo li.vi o muilo e muilo coucorn.lo vio'de commun cija i ra na rpida, mu, freqaeali,
do o rumo o ano praeodea a dilo engeuheiro liscal, I P,r" *mV**f< propot-lne um brinde qae foi mais em harmona eom a aoUvidade devorodoro da e-
n3o i.ilio concluidas as obras da piimeira sec^an da
cslrala, oem apre.enlam a. obras feilas a perfeiejo
e solidez reqoisiladas em semelliaules cunslrucr.s.
o por eonseqaeneii nlli ichi-ee primoiri necia
erraos di candilo IS do decreto n. l.Oi.l'de
im i ,io r- ,
rJeri qu*i*
gozar de i
Se n Chin la aflronta. o Indio mu. !>,.
Val nnil'iore* inianl.- truel lando,
Ja os vejo batidca com coragem :
Po tamisa a victoria lira cantando ;
E de Vieia o Vidal a ga linhagem
Coraligo no ir agn Iraleiuisaudo.
muilo ap..lau,udo. O Sr. lenlo coronel Florencio poca, a dvilu dici ale, pnuco lar
Joi Cimeiro '.lunlei.o fez oulro brinde ao Sr. Fl- I os povos que aili boln,un pusim comnosco
gueire i > e o asserablca provincial que dir couvora- tolas as comino lila.les do litoral, gratas a esle
la exlriordiuarumenl! para tratar da "slraiad- fr- grande upprinii lor lo lem,io e da distancia.
ro. Iipiis o Sr. Dr. Aganr explicando o leo brin- Qoa poctacalo, senhorea, vermoi os campos
IKA.NsLAtltlN
Of Un verse, reciled al Ihe apening el the I. *oc-
l'on ol llie Pernambuco Kallwav, bv \. M. "
l.junell Jaran -
del i i em aceordar
circu icio, mediante a* segninle reserva* e clausu-
la in Ii.pensaseis :|.a, quo o governo uo reco-
nliece as obras da prnTJtiri iec(3 eoroo perfeilai e
concluidas ; 2,a, qic consg'iintejeiile o governo
n.iitici, pala aherlaro da ealradi neetes eircomi-
lancias, obrigado a garanta alguma d" juros ; :. ,
que (idas ia desneziinec tunuparaiec mpela.
wnrlh.
I.and of Warriota, Al HIO.v mat,
abertura "ao Irafleo e a 'errn "'"" 1u8 'ia* Intenflo foi lembrar os no-nes, ve* no. nos a re ler-uos na pretlaia, peiielrarmo
,lns OOieelM. pola centro di l-r,-a pre-elido, polo a-iliio da lo- Un. .lux rtrjtls il,v >> mdrou f.ile,
il sr. Baylin propoz a. segninies sao del: noliva. loll inda enl.io um bri I uns e-tri lenle, I '"V viciones in irojo, ni -cience. irl,
\. Bte, Seahorai e Senhorei. Ha um norne o grito agudo do desespero que pirece ser o a leus e- I VVhich lili witn raplure airan heari.
qae nao deve ser e-quccido na inaugurato da pri- lerno do hornera a lux, deap 'j >n II u i tolo suas on- || (;,, s
rem ,i- oras (la
pruno: i mu a-
.- .... ...... .o, vi|uviuu na i.^.g.n a., .o oa |'o- ...w uu iioiri-iu a io, n *.].-]. n il no SOI'l SUaS O'l- 1 u, l'l.i,,, 1P i
.ira e-lrada de ferro n'.li provincia de Per......- Iranli is ar lene-q i refleeloi i el rio amislro sobre xn, "\\ \'J .'""_'"" ,la>
ico: hen nome d... S-. .11 rnay-, C orno pro- i a p ir la. imi I : -u Uerraneo, o grilo he vio- I i-,.;' ,." '.'",'' > 'meolliv
ol ire do SVItema de estrada d- Ierro no Brasil, ao leulo e repel I i li qae ,le sbito se cala, e a noil. > ""*""" e '" ****.
monoin Mi provincia, oiSri. Edaardoe Alfredo del dMspporoce para tahirniM resoscitados aaravi- Anl Tbames resound. nb ibv llirrah-.
obrn f.-ii.i.. correr) p-.r eonli do conslroer*) e ja- I *' ",M> no merece lore ,1 n lympilhin de todos que ; Iba los a' luz do sol que fai aun ver Je a flirnli o
lli-se-me elle qqo apenas soube da promulgaran da
lei do plurali i i.l- d .s mu here*. porque aqoi nun-
ii M emprega oolrn pala ra nulo a de plural da-
do; a de poligamia seria eoniiderada como urna in-
juria i esla deciao o pnz nm grande embarafo ;
un.., de peen de panno, de pipas de ci Ira, nm ba-
ln onde eslavam amon'oados coiiluaimeule Ol li-
vros. que nenliumi relara.i linbam amreoi, o a
miior parle truncados : as ,.Obras de Xi'iioph.m.
as Vnalecla gr,.-ci mu /a-, as illilliti.i. de \V ,|.
COMMAftDO DAS ARMAS.
Ocarte) general da aozamando da arnu
Pornatabnco na cidade do Reelfe, oca 8
fevereiro de 188.
ORDEM DO DIA N. 19.
leudo o Sr. alferes do oilavo halalhao de uilaiii i-
ne, Joan C lolano dos Santos, lerminado no da Vdo
crrente, a licenr a de Ires mezes qneobleve do go-
verno por aviso do minislerio da guerra de II di ie-
lembio ultimo, para tratar de soa saude na corle, e
deivado em lempo do fozer a oa apresenlarao, non-
cliogou a |.erg.miar a si ru**mn so Joe Smilli era ler Scoil, um aVirgilioa malilido, un Ira lucio
verdadeiraraenlc nm prophetl ", mas depois licon em inglez de ni'aulu e Virginia, dous volme de
convencido, e tao convenrid.i, que leve qualro mu- Waverley, rincoeula eiempUreaj de um litro de
Ihere ; uina d.lla be murta ; e a seu respeilo fal- viagen* americanai, o II ovalji no EgVptO, e uniros
lou-me com afluiclo, dizeiido-uio que ella seria a ; lanioi evamplares ola truncados do Rapliael de
primeira de suas mulheres no oulro mundo. Gos- I Lainarline. a em dio atlistojlio de Micanliy,
lava de discutir .obre as frlicidadc desse oulro raou- a o Vida do Sanio. do lluiler, c um veiho Alibis ile
do, e este respeilo tinhi numerosas Iheoiias, que | Gaagraphia. Tal be a livraria da capital dos sanios :
prelenlia justificar com diversa pasagens da e--
cripiora santa. Na manbaa do dia segumle, separa-
mo-nos em muilo bous lirmos.
Dianle de mira desdubriva-se urna planicie silen-
ciosa de mais de Irinla indha-, de exlensao ; mas o
asprcln do lago, cujas buidas eu segua, recreiava-
nlloreal L'lavruiis hibliolheca Ma al o preseole
ninguem parece fazer c-so delioi, o aquelle qo. faz
vir com grandes despezas e-(es cusaios de luja,
nao (era raz.io de se alegrar com a sui especu-
larlo.
O Mormons nao admillem oolros esrriplos nnSo
me. Em niuilii mar-La inlilaiia. ilraveaMi o ribei-. Ol seus. Provavelmenle apreciaran! melhor ai ..Cir-
ro do Weber, q ie dc,-e rara o valla por urna grot.i, las Per-a., que um dus nossos ruinan:s psvcholo-
o chegoei a nidria do memo nome, alongada sobre! giros moderno* em Ires volumes, e seus habitas de
urna o liuha o cercada dt murallii de lern como a poligamia nao Ibes permitiera julgar a maior parlo
capital. das siluates ociaes. desenpu por nossos escrip-
Eu segua pela falda da monlanhai ; sua lomlira '
se lantava lobre as coda1 do lago, o leu cuno, ro-
berld de nev, hrilhava c.m o* ralo que o sol ln-
cela. Pessei a im.le em oulra casa, que rae lia
viam ensillado. Devo di.er que foi a onica morada
di I lab, onde nao icbei ura aculhimeuto civil e epopca ni p-r.-gmeio deNiuvoo nesse longo Ira
jecto dos pnmeiros discpulos de Joi Smilh airares
das im. nen-j- planicies silencilas, o dos dse ros
selvagens.
Os Mormons ii.,i disprezam a poeia, mas nenho-
hospitileiro.
O proprietario desla rasa, chamado Brcn, linha
o Ululo de rapao, purcue havia servido na legio
de Nauvou. >u momenli era que cheguei, ochava-
se elle ausente por ter id> lomar alenlo oa cmara
dos represntame*.
Elle slente capil.io da prinrlt'va igreja das Mor-
raous nao linha menus de Ire/e mulbcre, quo o, en- cmira a vontade daquelle que he ao mesm
car rn ,| i || j ier i-:,,,,, p ,-,.;,, | .., a,
'' '-....... '. q -.o...... -.il.. o
me irla* d legoraoc a'tabelecidu pelo gavera i, <
al rer aisitad.is pelo estado das obras, a.-im eoino lo-
ma I,, as providencias Indicada* pelo engenheiro
ota rhefa da companlna era so ,- CarU io enfonhei-
ro l.iue, diladaj de 1\ ue novombro o IS de de-
lemb.-o d. anuo panado. Concordando o sr. ape-
rialenlente mireaorvn o claaaolai moneonadao,
servir-e-|ia di communicir-me o seu aeeordo c ero
lal eso auiorisarei a abertura e darei ns ordena
coiivrnienle para ser aoxiliadl a corapanbia no
me for neceanrio e estiver a disposicA.i da preai-
denei i para ,i abertura o serviros da HCCio das C.ui-
ca-P nas ao Cabe.
tni oulra occasiao olI"reeeri' ao Sr. .uperinlen-
denle o pirecer do eng-iilieiro liscal sobre as obras
da prunoira.ccr.lo d estr.il. flato mo --r possiV'l
Hrar-ie a a copia precisa.ltenvenulo A. de M.
laqu-iAoSr. J. T. Wood, soperiutendeiite da
e-lr.i a de ferro do Ricife ao Ru de S. Fran-
cisco.
o Pilarn do r-overno de Parnambuco, (! de fevi-
reiro de IK"i8.
A -cuso a recopile doollicin de-la d ila do Sr. u-
periiii.iidenle da estrada de ferro do Recite ao Rio
de S. Francisco, no qual oommunlca-me acquiesrer
cora o engenheiro era cb.fr. Mr. Peni-Ion a* COIldi-
ruei conlida* em um ollicio de linio acerca da aber-
tura da primeira ieee|a da Mirada de ferro, e em
retpoiia ualio a nlificila de declarar ao Sr. iapi-
rinler denle qu. aulorisando mb o* eon.licSes re-
ferid.s, a abertura deila parle da llalli, lenho dalo
a* p.i.videncias ne.essTi:s para qne no dia 8 posta
ser solemnisada a abertura da seerv. que do da se-
guiil) i-m dianle Reara entregue ao IreQco publi-
co : i; da parle da pulira e das auloridadea eocon-
critico, llame lgllluu o papa e os principes, ma-
na colima do Culi neuhuma voz uusaria elevar-^e
mi is scr.i Ii.,,, ,< ..in r ..na do- ,| apeaai 'de ron- ; 'l"truni A cisili-n; lo a a gloria daata Ierra. Pn.po-
erva(la e eoiteio da ealrada ; .., que valoeilade da desles senhores, a dnejo-lhn mu io-
dos I-en de piutgoir'oi n< i aera maior ,-.e \-l mi- an,'.' '" prnporid la.
Ibas por hura, a a dos Irma de m-rra loria de dez i Ec.i, Sonborai e Senhirei. Ninguem mais1
m Ibis, P no viadorio da C il inga a re cMa le ii in-' ,0 1uc ;ir- i urna..- Mgari pe noli ia da .
ra teedera de 5 millia* ior boro; 5 nao '"" J" primiiro I neo di Mirada de ferro. Mn-|
......Ulular o |r.. '.,_ |_ ,| .,. vrrfli- | 'ue sent mais do que -1|. que di 10 BiO obrl
campo ,i notaos olhos ,!elumbrados.
* lio o Pogaao, o cavillo di balala que nos ola-
"' i a' prioi h ije montis!!
i Aindihonlem n rico, lenhor, itiaveisivi or-
solhoio a ealrada montado em nm ooborbo giaote,
leliaodoalrai de si luveni de pote ntripHa d>
ispigana,* o pobre peao Invejava o gilapa do
Vv iiii.i Volis and Vloira'i raes I
Iraleruisiiig in (be Trnu vvilh lliee.
N dia '.i c imecaaa trauco regull
I i 11 dexembro! Se porm ilg i na coan p < ''- i. i a malher fraca,o me
lores, como, par exemplo, a de Jane Evre.
L'ma r-ltgi i nova deva ter seus historiadores,
seos moralista. a?u poetas. Se entro os Mormous
appireces-:e on; b nuera da lalenlo e de imigiiiar.io ;
elle lena j,l, devemus dlis lo, um bola molivo de
taques.-
Wuud, suporioleiidenlo da estrada
pavam divirin casinhaa de laboa ao redor da balo-
laclo principal. A senhora desta habllicto, vendo
que de inanlia i eu nao me di-puuha i partir, no-
pos que eu era um pob-e diabo sera recursos que
quera apr.iveitar rae da ausencia do capillo pa
in-lallar-me em sua ca-, o tratou-me conformo o i posto ligaron o le
juizo, que de num fazia. Vi que nao me quena dar siasrao.
lem-
po o cliefi Mplrlltul o o giveuiador lerrivel do
paiz.
im Mormnii cliaraado Mills lem entretanto da lo
prova de una agro lavel lacilulade do versificarlo.
I.ina joven, Elisa Snow, a Sapho do valle lem cora-
, oude se nula cerlo eulbu-
JitVUar o aou .'.'.lioiilaitiriilj
era labor qoe ne-ia ntwaavao a oaa nuda I u
ropo'la e respuiidiili cora lana ror'.i.iliiade o cn-
ibu.iasmn.
O Sr. i)r. FeneloB tambera propoz ura brinde a
n rao inglou, fazenlo-o preceder da leilurida
.egninte ellorurin :
Soahorae.A iaaugoraclo da caminho de fem
do Racife ao no Jo S. Francisca he roili
u uso ni lia ai lent
la Mudada par lodos oscila.iao venia l.::i un -ule
am.iiit-s de leu paiz cura a manifeilitao mais subida
de patritico onlhatiatraa.
s lUdemtM, sanliores, a humiiii la.lo a religin e
I civili..rao que Hoja coiniiiiingainos com as u icoes
mais adianlldll d i globo : saudoraos e.la nnv.i era
de prospon lile e do engraiidecimeolu nacional, eu-
loau lo bv innos da gratas ao supremo fiulor de tu-
das as colisas.
h 'li.iriicacio a D*os,senhores, que poz o hornera
m face da (erra e Ihe dina, Iribilha, Mcondea Ihe
. -;. i ..; .
.... proeai ia lo un i
' ia do deserto om mi ; e hoie, o rico, o nahor,
i pobre r o rioenle, vilo lodos igualado no agn.
lo o iinafe eom i meomi velocidade, cum o
rar.mo diroilo, i.npeludos pela me-ma fon.i.
Come eivllncio, romo a mais soberba obra do
ngenho bamano eonlribao para igualar oa honirus |
com Igoal privilegio, coma penpeeliva da me-mo
tosejo, e por iso espermi. vi- dMastre, nosanpardoi oulros romo quer Dei em
-ua SibeJoria Divina, como o orgullio liumano de-
i.. i. -ni i iois sublime maule-tacao, ele nutro
org ii i pequeo e mnqainho do forte e da c\^-.^.
-e revela aos lio.net:-. a sabedoria luliuila du
Omnipotente.
da primilla
s-cc.io ,'a Mtra la de f-rro. e Pernambaro o pudo
afanar nm lodo a r-z'o di acr a primeira di. pro-
. que inanguroo e-la proaligioM
rin..;* da cMU-ar-, raadaroa, pon anda nao lo,
invejava o eiiope no Unuegne ao ntradi delVIroll e a di
, 7 -mv-.f-iloe.,;^
."-"'.. fularo.
Il.i ladi i probabilrdidl que no in.iad do cor-
reni. anuo so collorara' primeira pedra do ealrada
de ferro de raaaaadare, orgmi.e-.o deniiiaa-
meaie orna caapaaJu para i cin.irucrao di omt
e-lrada de ferio ceir:, que n-aga para o aouo par-
lo, econmica rapi.taminle. o. piodoclns qae ho-
pam centenares da ilmocrevn, oa islrila
da \ iclon i.
I eraos Ci qoe n) lutenio. da parir ne.le primei
i rn passa ; qoe urna ramificara da e.Kada d'Vgua
j l'rel para a ini,.oriaii|. cnlale do Rio Farreo-o, a
que u decretado caminho do ferro para (I,inda a
prolongara- na direccAo di Parahibi. onde adiar.
S ul.ures. ,, obrigado Mtreitlf o. pm.ameoloi *?'Zf'LZ* '[SPUj- **U "*-*** *-
que me .aliara, se.,,, a ,.,. fastidioso uvir-me se I ""af"'* """* 2 "'' ? "'" "ur f"'! d8 m,-
o. ala-sasse e Ibes desse hvre curso. lo i. J.l J ',"'' .""* C'"'!" "'"' u"" "'-
( Cmcoenla e um anuos ha, enheres, qne o enge- v ','L \ ,''" '" '"! mMM j1""...'"
nl.eiro Thewilhiek fez o prime.ro ensa... com appli-1 .--fff*' l",bl"'1 ("ue ou" or 1
Ctrio iio
Ubtt r a A"e"" -"timo. .BU. a nos-a l.islenci. de I, Z^l^VoZTZl t^SSTit
o LSZtSZ: SJSf ""'" T"" ""* "'"'"? ":' i1Pd. Ni I tmmm ao .ol o ao { numero os b?, os qo^t.ra rubado SlS
lodo dio. man se iproiima......I. ralerin-au, c ao nos .moraran mallo em acompaohar u pro- i anuo, a e-i. parle **'
mal e eonfondem, graca. im Ira verbo, da civili- creiso nnlverul -i- pane.
..{la moderna : a busaoll, a imprem, a o v.por. k lagUlera cabo honra d.ii.venrio ,i. '"' I1"" ""'I em pouco, man v..
'Oeng....., humano he a hidra da l.l.ula ., ,. mf^^lASStZ '? ZlTr^V^~ ***-**
,elM;e-""iie.....>ia, mus ferie, ra.is dig- terniono se cubri de orna rede de caminhoa de "" r"l"1,d ''0
no de sea creador. | ferro.
Al dOMoberlas qae do proeresso humano per- i'-E-udo-I',,: lo, a Pru-sia e t Blgica sigui-
ram-na.
lencera ao uinvciso e a bumaiudaJe, or pouco que
conlriboea para .sua felic
.V Ip-rnli r 11 e ipp ic 15 i i lo vapor a nnveg ;ri i
a ao. camiahoa tarrean mudoa faca do inundo.
......r, ----- almuco, ful ler com um lamponez da vimuImiic, o
forme piriiripou o rripeclivu Sr. coronel commman-I qual convidou-me mui amigavelmeule par. (ornar
danto era ollcio dotado de 5, o bngadeiro comman-
d inte da. anuas nlerioo, us termos da le de -Jai de
iiuio de 1833, declara aueule o referido Sr. alfana,
que val ser chamado por ediial.
Aigoado./ Joo Jos da Cosa Piroenlel.
C informe.Demetrio de (usmlo Coelho, aliares
pdanle d. uideus cucarregadn do delalhc.
-HARTIIA de m\m\u (*)
POR MAX VALREY.
\\. I
l.onlinoatilo.i
Manoel regaio ooaloelmanta o progranima que
Julia Ihe tragara. Choran, menta, o jurou n Mariha
que nunca c ocrupara com madama de Villa.
He verda le que ella ludo lem feilo para cap-
liv.r-me, dizia-lhe elle. Tero cumies de Ii, deles-
la-le. furiosa por tilo ler podido conseguir seo in-
ImiIo. abuioo das circom-lancas para l-nlar rosl-
1'ii-t -r-tio-, poi foi o araio que me condazio a I,as
Cal.lravai. Tu me crs'.' (u me pcrJoas'! cresi-en-
t-.ii elle ajorlliando junio do sof em que Mariha
jslav deilada.
A venia.le mis(urav.-e era loo forte proporc-ao
roiu mentira ne-sa juslificarao que ella lerio p.
dido parerer ptaUstvel a lima peMOl uoliflorenle.
Nao era preciso tanto para convencer Mariha. O ial
bo a malher que duvi ia por mello lemp do homem
a riii'in adora, quando rile chora a 100. pe '.'
I ui pensamento iiueiraratnle novo conlnbuio
para iranqnill si-la,
Porque inenliria elle .' porqne iroruraria tanto
api icar-mi se nao me ara.isse mais '.' dizia ella cora
ligo.
I n objecle di mii pequea diraenaao collucato
dilata de iiu-si. niiii uosocculti o anivor.o. A
mais levo iinpreuio pre.ente pode faz.rr-iiiisr-q.ie-
cer o oslado g-'r.-il de ..o-sa alma. p..r isso o lio.....ti,
angam malte mei.....do pouco. Hinoel jo'gava ido-
rar Mariha, porque eitava furioM c mira Julia. Que-
ra aplaca-la para terminar ama sceua que o fali-
gavi.
Durante al ana dtaiMa'lha Jalgon-M feliz ; po-
roni a ainhiri.i era um r-c ltn iiunto inai- perisoao
para Ma.to-I do que *s -ii* sedoc^nn do enrielo.
Eetregiudo-o lal.iraroonto a ibm oontimento, seo
roinpimeulo com julia na > poda, doixar de iprenar
a hora falal. \ ollou as leunie. r galanteoo deci-
*1i sobretudo vaior Julia ; porem Ais zombana- e a- fo-
licitarnes que llie for. dirfcidll a e-se respiilo,
Bl. I.rdirim em fimiliirill-lo eom o pensamenlo
de abandonar Mnrllia para calar cura a lillia do mi-
ni'lro. u lando a npinino do/oiitrus no p irece con-
forme aos n i-.os secrelos deranol, nao he preciso que
s manife-tares sejam moilu viva pira ins arras-
piule na sua rastica mesa
as ceremonia pablieai, raula-se, em honra do
presidente. MtropBMComo esla :
- \o pnu Im o das da oppresso. A fc-ta da
(litando vollei para a ca ia, on le havia pernoitado liberdade nos foi oncedida pelo prophela poi sua
madama Browu, lisie-meque nao poda hoopedar-l mnlber.
me por mais lenii o. e pediu-iue que me dirig.-e ao
hispo, que linha obngarat de acolher os ViajanlM
indig-ntrs. Recuse aceib r e.te canduso couselho,
e o jue man admira he, declarei-lhe que quera
(j Vid. Diario d. 30.
tarera. Fallar des*e casamnilo a Manuel era, a ico
ver, iceoielhir que o con luisie.
"*a crise moral que elle atravessava, a imaginarao
i a falsa grandeza de alma, que tamas vezes acoin-
Danha, nlB poderosos aox'lius para o eguuino. Se
elle live-se dito a n meim i brutalmente : u Vou
aniquilar a vida e o cor ir; o de urna mulher a quera
amo para faz*r un< papel ia suciedadt, para ter di-
nheiro e os gozos que elle la, para passoir una hia
ras i, pnaer em elegantes cirruageu n lena esla lo
bem perlo da lardada; pinera ler. provavelmenle
recua lo de ln.rrur dianto dola. Pelo cunlrano con-
segu, i qoa.i a elevar umi vileza i altara de um.
virtud. as horas de u dlllereuri o de franqueza
chegsva me-mo a coufesstT a ii mesmo que era ao
seu futuro e a la gloria que coilas.i em sacrificar
Mailha, porem nos Inalaolal em qoa seo corarao e
soa conaciencia fallavam ora pouco alio, elle recorra
para fazf-las calar a' llieona da aboegatlo o da re-
nuncia ab-olula, e, como se eperas iiie-m ., rep'lia nue o o ab-nimio de Mariha era ama
de.-as necei-idades falaes que pe-am sobre lo los o
humen* superiores, qoe em prun-im lugar elle de-
via-se ao eu paiz, e que entre a feliridade da lies-
panba a* lagrimas de una mulher Dio Un era
1......ii,ti i he'ilar. i. A lles-ianlia uo auspeilava
que ua felieidode exigme seinrlliante holorauslo.
Marlhu conierava a ad nillir a prnbabtlida le de
lodos ndngracas. Umi -cuna que provava que Ma-
noel anda amava-a, ou pilo menos que prezava-n
anda bMtanlemente para procurar eugana-la, dera-
lli- algan bMibim de aligr.. Eia alegra cedeii
pouco depis o lugar a um, desronlianra iiires*anle-
raeale alerta. Manoel menlira, logo, poda mentir
liad*. Em ve/ de'tinr, ionio oulr'ura, a vi la em
seos olhos, de abrir n cora, oo i'i suas menores pa-
lana*, ella espreilava leal oliiaies. ob-irvava-lbe os
gMlM, aoalyivi-lhi n pifasn. Logo qoe Gcvi ao,
e:ilregava-se a's na s IrUl.i luppanriM, furroava ns
r unan-e! inai-evliaor.iinarios. Sa elle lanlava, illa
c ,l,era perlurb^va se.
rodo Me' .cabido! dizia a -i meima. Elle
n.io alreveu-se a diier-m'o, porem Dio ama-mi
oais, e nao lia de Millar.
., amor lie mu poderosa sobro a elni
des, be porqae nos rooobrece e nos toma qua^i di-
euiu.. Ser a vida de oulra vida. ,iar a lelici lade,
n.io be parlirioar do inai- mignlico d i- allriboln
de liou' n lilu-.li di/ein cerlai pesoas, iiui'guem
mi -, na,, a -i, ninguem procan BO mu >r aruao aua
proprii s.ili.lacoo. Talviz seja illus.lo, mas lio
pura, lie f.cun :a, 13o m li.peni.vil ao homem, que
liara ilrevei-.e a ridiculaiia la he preciso ser inca-
paz .le amar. O pen.menlo de que s ella podi
lomar Mauoel feliz, lizera Mariha e-quecer-se do
lujo. Cria illa ain.la isso '.' .Nao. Alera d. qne ado-
rara ii i Mmoel o bello e o liiiu d.ixnio de uJ.ii n
Oh como esla :
o Ouaulo eregisija o curarao do prophela, ai-
sim como o de sua mulher '.
Na popularo raitiei do Llah
. musir nao l] i-
iias formas. A bate de nm grande amor e*la" lem-
pre fura de no-. O ente amado u3o he mais do qoe
medianeiro entra Bol e a pert.irlo inlinila, o a-
cerdota do cullo anlo do ideal. Bem que eliveis
longe de ler jolgado Manuel, ella perder tai lo
toga. Cooheci. queo< inleresse vulgares oceupavam
em aua vi la manir log.-.r do qu* o MUlimentOtt, a
crenrai e as ideas. Ello Dio linha mais o podar de
soslenlj-la, de fortalece-la, de eleva-la acuna la ai
in...na. Dedicarlo, gran leza, ludo lallava agota ao
jseo amor. Ella o senta, o roralulo amava. amava
mais a' pruporrao que devia amar menos. Essa sup-
plicio ha o mais horrivel d* todos aquellesque lem
de sollrer a panno infinida e desprez ida.
Esta nitencii he mloleravel d zia ella lodos
| os das cumsigo.
E o qae mais tecnia era ser obrigada a renunciar
I ella.
O oflrimenlo a segua por loda a parle, l.'uaudo
saina rom Manoel, nolivi que elle .colina "es ron
m is desfrlas. o,-pa-seios menos Ireqaentodos. Ton
lacios nada s,1o em si nicsrnn- ; mal podemos e.pli-
car por que ndeiilem; porem elle, matara. Es-as
prrcaaroes alo iiopedirom Manuel de enr.ontn r a
eoroagem do mini-tro do Interior a' volia de omi
ra Mlraila, ura dia era que levava Alartha apoiada
j ao su braco, ti miuislro e a I1II1.1 .-lavara na oar-
raagom. Mmoel licou verinelho e vollou a cabe.-a.
j O ministro o linha reeoohicldo, e sau 1ou-o com um
iimso amigavri. Manuel liroo dmiroiimeoli o
chapeo sem erguer os nlhos; Mariha audou In-n-
; bem por hab lo, sem reflealo ; quanlo a liona Car-
men, conleinplou Marlb desdenho,ament do Ion.
do da carruageni, e nio fez a mais leve ioelloargo.
Mariha n.lo poda comprebenler lano nrn.i c ma
ne-a 9ceua mola, he qne Manoel eslava bum,Illa lo
de >*r viMa cum ella ; ao braco de nm b iriiein ol-
livo e ufano de cu amor, fila ler-M-hil nnlido lor-
le rontra o dosprezo do mun lo inteiro ; icos ver que
aquelle, aque.n ncnlicira e-tuna de lodos, enver-
D i.bava-.o tan., inoara muilo. 5a eoratio oa-
tomecea-H a p-mlo de nilTu-a-la ; ella roidoo nue
II i..orrer. Mu,.el adevinhnu o que so pissav. em
M.rlha anim como Ma adevinhara o que linh.-n
p.aeado nell". N'enhuma palavra, nenhom olhar
foi trocado entre elle). Ambos conheriam qne OaN
olhar uu es*a palavra Ir ira nula explicaron doeisi-
vi. r aich'.s quei i un evila-la : ella por um ralo de
ffeicio, p.r pilad-, por vrgooha, ella palo lonco
terror da panao ; que senil pairar a morle sutoe
si. e que quer viver a lodo O prera. Separaram-ne
sera ao meuos anerlareni miitoaiiiente a au.
N|o |n-sn licer iqoi [ Ouaulo me atormenta-
r elle baslanlemaiile para que eu lenlia a coragem
de ilena-lu .' eic.iuioQ Mariha logo que chegou a
sui camal,i.
i Urna noile derara ele horas sem que ella fina
Sr. .. r.
ferro
Or, cuno n- Sr-. \N m I e Penis,on. engenheiro da
coran,,nina,se lagaiasaom a ei s eliusnla ereservaj,
vsriiirou-se no da S do correle a Inaugoracl da
prime ra eccio da eslraJa de ferio do Recife a" Sui
1- rain uro.
A', onz,. hora* da minhil desl dii, a .1 i i la *'" lescisos .wenhorer se da oveacao e appliel
Cuno Punta*, l-eentemente preparada, ciiiiint.aom lj' '" 1"**' cta-la-
eu ario mu. de qoalro cenia pesos diitincias de S hoje io roilln para mis isli iinmeon i n -
arab.- o.-evo*, naeioniM e ostraogern. mosai, o o dii di sua Io.agur.c4o he um da so-
I ma guarda da honra autillo a ceromonie, e do ia leuine .It nitjAo : temo- razio p lis para nos ponuir-
bandat de moiieu mareiaM lutiim a preno a Indas mn 11 man viv i e palriolieo eiithuii smo.
ai ani uiilades que vuihain tMIaraonhir ie grande OBra.il, senhores, he ama Ble.!o (IglBte Bl
pa.so lo progresu, dado na provincia de Peni un- 0Xtenao de MU sola, ni riqueza e voneda le de lem
'""'" prodoclM, na migesiade e griodeti di ieos rioi,
Ai neiodi pouco mais ou menn S. Etc. rove-1vl,< estarles de circolarao e de civilijarolo : Ii. nmi
rendi-.ima henzeu as locomotiva-, e tragona, e nina oajiogigioli sobretodo pila n.dole e espirito de leu nheiroi
horadspoia parti o raagnilico Ir.m entre os viva llena.
qu. o Sr. Waulueraiireseiilava m I8(l. como ica-
lisavel no lim do seclo presente : o ir geole alroo-
;ar na Bou lo, jaular em (ranhuas, e aa.i.lir a
noila un Sai ta Isabel a represenl.tio diAfricana
. i.. i ds e 1823 qa. comeen, os seus eosaioi -e da -Boc-a N-g a.-cia. ull.ml-compoito.s d...
.- pnmeiro caminho de S.-Elienne a l.vuu e a n ii i loraw inierprele da liiigua ,1... Muzar'.
Corre fii seguido de oulrui muilo.:
! -
jnircou a era da aberlura de urna nova leccao de C ib i, m Uoraa-M no* carro-, e as t e meia nUi.q
"" '''- ,, "' ';'ri-': en ires quarlo. de lu.ra lizeram mais do
\ loalalerra, porem. s.nhore.. prima Mora lo- silo legan, nm o OMOor incom.nodo, apreciando
" e pnmeira necu- bello, pontos de vi.li que o caminh. ollerece. p,
. I pe i re le imtieoil de linhas de ferro qoe enlre as suaves harmonas de du.s msicas mirri.a-
i us-ii lerrilorio, e u de suas pi~seisrs em que na ida ,- na volla o arompanh.r.m.
la, grandes coropanlnas cora | O da 8 de levereiro de |x",S ser* om ,|0
rara
puca mus glorio-,
a r jrreir.i do | rogre*-i
immensn eapiliea que alli se lira levntalo para ; esplendido, d. nosso hnn.onl., e m.rcan. no, .,,
couilrnet lo de Cimiohoi de ferro em lodos o. punios j aes de Pernambuco urna das poca m.i. giuri.-.i
doa homini |ir^l'e-siouaes nata ma-l Wanle, oh ,'eniambuco
e-ta .ili.-ita !
appancer M,.....el, era a pri neira aez qu t.l co isa
aconteca. O da fura cheio de alternativas de de-
slenlo e .le Mperauce, do reslgnafl e d< revolla.
I). el? horas alo site i ineii ella lulou com o de-
sespero :
Elle n.l ouvirn miis fallar da mira ; nao Ihe
e.crev :,ci i: no ... pilavra, nSo faroi nata |i ira (or-
nar a oe-lo, mormurava ella.
H p i-lev.da por nina des-as aogostill d'liranle-
que t. \-'/ s ii mnlliern conhecem precipilou-se
l.-ra de ai cmara e corren ato a casa qoe .Mmoel
babitavi.
Elle saliio d ininlula, reapun leii-lhc o criado.
Marn entrn decidida kMperi-lo. S-usolio-
proriiromm 10 redor de si ilion revelt > de -en de;-
lino. Nata inlicava mu laura as idea, era na
v i lo do Manoel.
Eron o mosmoi livroi qoe lera rimi'la, o lu-
Iheles pie ella Ihe Mcrevera, a Il ires que I1, i...,
I id pouco Iraoquilliuda, nieoloo-n dianle da me-
sa, e pireomo grande numero de carias qoe se a-
chavara ini-lurala- c un as las, A mor parle 1ro-
llVIin di neg .cm-. de manobras r'eitoraes : oolrai
I i u lia m -ilo ooviida a Manuel por carilinda-, e fal-
l.ivain-lhe de iuu relie prarere, de seus projeetos de viasem. jvenhumi
palavri a respeilo de Marlhi nem mesmo dioi alio-
lio indirecta em alguma dedil. E--e illincio ab-
ioIuio in-riru Ihe ama amarg rede:
Eiilio nao ocenpo nenhum logar am soa vida '
dissi el a a -i ii'esma.
'Im el no i cliegava, na- em sua Cimira Martin
eotio-te menos looge delle. Em Um abri um Ii-
vro de .ia,i-.-l ra ..la-lijrr.io vio oma cut rime i la
e leu :
So cirio -i, i me dli n i la da n ivo, mioln que-
'lilaila; eu Ii In previlto O qu. ag .ca ac nir-e.
Eslava crio de que o encu.do daqoelll da havia
.la provocar em n ma Carm.o urna espin i di ei-
ume, podo que ella deva -u iieu il il It mol i lem-
pa 1 venale. Vmr. rae diz que ella esl furiosa,
qoe tud i li-.m'penli lo e eonlolivir a r ras ro
de ri-nit er o m-is brovimenle possivol eom
Nao I na necassidadide repre-entar me iiivi-
varaenli o qoi devo a mlnhl I uiuli i. ral i pi i
miii relenle, faco todos m da. Ah iinla-o tio-
to rom i linche preciso tomar u. i re. lorio, es.
la esislinea nio polo durar. Se xcrilicando-lhe
meu ful o, n eu p ides-e (orna I a feliz! II ,- ni>, ve-
jo qae ol. pid.ee qu padecer' leinre... t)ue
leri'dllll '. Ei ahi o queme delem. D-me m ,.
alguiu lempo para prepara-li pira na dor. Em-
pregue i ca-la, p ira persuad-la de que na*j Dicessidadei de
mmlia r u-ic.io...
Manoil parara' ah.
Mirilla devoren aviJameola cisas phra-t;, b:beu
a de ura trago ; depois I unan la urna pei.-
na eteraveo eom exai lettrai giganlncn e l.rriveis
,jue .c recooheeem mire ludas, as lelras do dse,
pero : al.i e-ta caita. Aden !
:.-i.i..i iu-v. a lim. I'a'e-ia-lhe que a caria fa-
lal eticlua caraira e a evpellia.
Aoln da leis.ri ca-a prohiuo qoe si dlssessi i
M ui i-, qu; viera ah. P rque'.'S*m u pete r
I quera qoe a curia Ihi declara., indo. Caminhoo
; inuito t-rapo pelas ras sera direago, -era projeclo.
i mando perder tura ella sua realila le ; cria qoe
a vida linha pirado, qoa aio haveria mus futuro
para iiuiiuein, e que a noile que a envolva, o que
ella amava nao cedera jamis o lugar ao dia. Al
vezes timbero e.iueria-e do que ae paseara, e ,,
! capava-se com o que havia de fazer n i da egu :i
le, com o que havi.i de ilizer a Manoel, e dava u n
gemido d- horror, qt udo d*-p-rl ida pilo-cllVimeii-
lo leuilnava--: de que nio .tosera raai- futuro para
lili.
Eoilim vollou para i ca*a. Edava ancio-t por
, pergjnlar se Manoel linlia ehogado, mu n.lo atre-
ven^e a liso. Entiegaram-lha urna carta d^il-,
, Durante ura qu-rln da h ra eooservon-i BIS mo
liara abr-la. Saos nlhos filavam-sa ul,rei,ev.il-
ton i a.-im o-no u. ,!o con leinuado de .era lilar-se
sobre o lullrumeoto ,1 i sappliei Por um raovimen-
lo de euer.ia febril oda rasgou-o. Mauoel c
va :
i Qaerdi Mariha, pa--ei todo o dia em Aranjuez;
diego do la,a acabo de encontrar ora meo imigo
que coiividou-me pon j.uilar. Como Im -ua ia-a
tiao la a har-io rauitoi i-I-itore canoidalo., por
i.ltei. Provavelmeote havemos da conver.at
ui o i io : o.io le mimties.,. i, i, poderes ver-- i; Ii je.
II Nio I" cuta le- lllllil
Nunca ai mu ardenles nprasss ilo amorli-|
iiii .ni c i.-nin ivi lo Mariha 111 drltciosiin
era. Ir.o bdh I*. 11 n ni penaava rec
i ,....... idasse muito. Depon do teioor q ii
i Mauoel appareceu-lhe um inilanle como om
il ; porem n palavra., ar palivra, qae
le i i> meas horas aut .. re imuozeri i ii em ..],
i .t. A cuto Mil-.....rgoeu-se em |
o io o cali r .ni ; i la 11.
lo I in i 'i .iili a gu m i eaperinca. Dizia eom
-igo pie M mool n i ir-.-i ,-i i a i seu grito .le ain
rao, qoo havia lea*udlr, qot ella n recebara i
i -uto amor q el- no i podero ralis cuidar em -
parar-se. Oulras vizm querii opigar com ieu s n
gue a. palavra. que Mcrovira.
S- .Mauoel a;cilar es-a desp;,liia elertri '..
dizia ella.
I raquera inaodilada paiio : Se M.noel amina,
que Ihe raporlariara essas paliaras .' s- nio amava i
a mus para que quena rila lomar a v. -Io *
Mariha eiperou loda a uoilc. Ao aniaibcctt di::",
mi-igo qne ia retirar-ie, deixir a ilcspauha. As
dez bol -. eStIVI lio la -:i-, ua cmara. Netihumi es-
peranri pula rnlar-lhe : illa irramou urna mili e
lu procurar um., diligeucia que parti as onze horas
por,, a Franco.
Anda lia log r,-- .' iitohuIcu ao emprega,lo.
II i ilou-, resp.iu eu lili .
M n'i, h ou roulu-a. Fazendo a perguiilI Mi il I
couveucdi de que lodos o? ligares acliavam-ss uc-
Il,-i de lomar urna decislo ; vollarc a.nanhaa,
lia.
Nao quiz vollar para a caa, e alugou urna camaia
em um holel.
S i lie quizer, mui fcil Ihe seta achar-mc, dts-
-e c...... ,.
Maaoel ole apparoeeo.
I".ii a ; ie partir marmurou DO dia tegoinle :
nao loo iftparadi "in parir algjina. Por ventura uflo
. irer em M idn I, como em oulra parle .'
No futido da alma ello nperivi, quena viver an-
da, islu be, loruar a ver Meiioe!.
Alugoo umi cmara era un quarteirao lmenle
h.il.ua o p ,r olireim-, na eMreraidade la ra dr ro-
lado. Ninguem pula dneobri-la ahi.
XXI.
Manuel ..liara par a casi a mel noiie. Irazen.l i
acabe;: i Ijiiatnra, a di listll rletlnr.ir-.
e idormoceri rom rsses peoum.Dloi. Acordoo lardo
na da legointe, e escr.veu moito lempo antes que
s-i.s uiiio encootr.ssem a rana, biiso da, i
ii i ii, ira a dMpe lid i dMnpi
tiuoel adevinhoo linraediatamenle o que
-ara. lie In ... MB renlo i |ei<
'o mmenlo o mais ver la i.-.i i, l -i um lenlimeoto
de eilivioe de sitial ci. I| zai de leo deaejo mui
real elle nio loria lalvez i uiptdo jamis com Mar-
tin, se loicialivi Besse ne-
g, ,. K% eireomituci.s prestavam-lho pois um ler-
\ g ni muil, i "i- f ron mies ,!e subir i ca- j
mora lo loh. las eiu ; um
e -n il ii la le verd ira e nm alalo.
i .ii l qo .1,1 nio, ella cotihecera que ludo
..s.' acaba l" < ni, liria coraaig
\ criada pi" entre..bu i o po-tigo tradicional pira
i -' linel i. parecen Ii ar mui sorpraaa
rccunliecen.l i Manoel, e i
Mas a nnorila retir
-- R t-r m-M '.... l-.ile e.lava livre ten lor vi-lo
ama mulher cahii a ioui ,,- 1 uca de dor, *e,n ler
oovido lalucoi, ii -ni -o i ,. i -.-. n em arr usa toes, sirn
ler ni o -tro i v,l in I, ni ter s lindo.
1 lavi i ii-- ii- da- .era que podase
lee lir-ie a to-nar a ver a lia e Dooi i; irmoo. por
nuil e-i.rroiquc lizo-ic Dio ciniiguia sullocir UI
remorsos.
Er.-me irapui-ivi-l f.ze-la feliz, di/ia com a -
go, eu n.l i lena podido dar-lbe praiolM nem a
alia piij-.rao le qu- ella guzav.t em Fraaasa...
Bem -alna que nada era mal indillerenie Mae-
Dem.il i o i *, qua prazern pndii ell >
adiar *g r. longe lelle '.'
s- I nina malher ordinaria, seo talara
me dara c ii, i i i, coiitinuava. pon o ell. lera
racter minio rlev.nlo, rspirilo mu lopenur pira
nio recui-iar (icilmcnle na -ociedade o logar qur
he iltgna do oceupar.
Sai ua e seu. cmplices n.lo desprezarain nid.
para dislrahi-la. Dona lumen allnhuio a -i |,,lt
a honra de seu promplo roiopini-nlo cora Martha.
e inoslrou-ie muilo fle-'ac- para com elle. 1'
que la m,lo nao r.livc.-e om a ollicialiiianlo ped-
da ; coinlu lo seu c.sainenli pareca tacitameale
conveucioiiado. Manuel Iicju pouco depoia tao ab-
surlo pelos si pro|eclos de futuro que esqoecea-sc
I qa.i de Mirthi. Por lo. uifrlirdado houvo um
rpi iiunciaininliio na ve.pera do da em que hai
de comeo.tr I rolataa. Cii-Um ,. algainM iriucbei-
r s troca lo. algn- uro-, u twrni. li-.,o rom i>n-
lagem decisiva, I ra niim.leno ahsololi.la sub-ltl.io
[resilla. Segundo o costurar ui muu-lros te-
,h i n partirn) logo para a Friuaja. i'om AoBoom
l-.-puioz c a lilh.i foram u- pumiir.is qne dm.r.m i
llesp ni lia.
l.--e aronlecimenlo cnlocava MlOOOl em ama n-
toerao das moii dangradavaia. F.- rvidrol. que,.
novo miniaterio u Irataii. ee>mo ratmiga, .cu. p*o-
-, nao iodiam
ver n-He -. n.l ora Iranologa. I ia i raireire e
lava poi. m unenl-neameiile fechada a soa amlu-
'. Qaanta a* felicidad. dornaMIn qm liaos Car-
men pirnslirla tilvea aot nll-rerei-liir. elle eslava
rosolvdo a toza aarafai-na oHq. i m-
dava im deas r s| i ir I,o pergenias a
- no se ira a Imiaterri eHo4ai gaiMoq ia
prenntativo, uu ,- I mi,.- ver loncr on.r
a repablre I, qu.n i uu minhl I, .;- -emana. ,ia-
pon .i. de.appar. imoato >i. Manila, umi molher
hoeida entr, u im -oa cmara sem ser aniiou-
1 lielbe :
O .imr im Dem Manoel luimar .'
Manoel fe nm gesto de a.nlun ni.,.
Veoho bllar-lbe pos um, .,, riUlraocou
qae he mu in viilaha. Ella eaU' para mattar...
I e-lrein-ceu e h.-o palll,,
seu nome pirgaateo elle.
1 ll-l"nlioliapresenl,u-lheoenvoltono do ama
c il i qa. .11. ---rever a ...til.a ule- ut fol ,e.
para.,1o, r dlM.
lo, a ru da lcali so numero indicado, e n
- da cisa eii,aam-m aqoi.
Vamos, disse M.ouil
t Continua)-!:-ha.
IvutiladO


DIARIO DE PERXAMBCCOQl'AKTA FEIRA 10 DE PEVEREIRO DE 1858.
PERSAZBSCO.
!V
PAGINA AVULStV
IBSD'^il IB1I4
yovo Banco.llonlern reuniraro-se os accionistas
do Doto Banco era assentbla cerl, pura o inslalla-
rein, *le forim 01 teeuiiilet: \
Preiidente da assemblea}jeral.
Bario de CatLanRihe.
1." Secretario.
Dr. Jos Bernardo t,.lv.o Alcanforado.
2. Secretario.
Dr. Jote Mamede .Vive Ftrreira.
Directora.
.Manoel Joaquim Raanos c Silva.
Joao Ignacio de Medeirot Reg.
Joi JoAo d Arnorim.
Luii Antonio \ .ira.
JuSo Cerdoso Ayrtt.
Unnwl do Nascimenlo da Costa Mod
Manee! J".1o de Amoro).
Dr. Prttpne Lopes Netto.
\Idiioel AWn Guerra.
Supplentes.
Jos Prea Ferreira.
rtiomai de Faria.
Jtauuel liutujalves da SIt Janior.
Aulonio Ignacio do R'o Medeiros.
Fi'caes.
Dr. Manocl Francisco da Paula '.avalcanli de Al-
liuqnerqoe.
Joao lion.;ales da Silva.
Banlo Jos Fernandes Barrot.
Quem pergunla quer saber.Ser cclb o que
por all dn cere* de om carniceiro da Paisagem
da Magdalena, que por causa dt Irocos ferira mi uin
braco a um prelo oscravo no da 6 do correal' ? Se-
ra, lamben) cerlo que o mesroo carnicriro pastar
inclume, sem que ao meooi o respectivo inspector
de qoarleirSo lomas Ser aiuda mais cerlo qae o me sin o intpector pren-
dera a om individuo pelo faci de procurar una eal-
a qoe deisara sobie o balcSo de urna labernp ? E
ee. Iflo zeloto como lie, para que se engasga enrp um
mosquito, deixando pasaar pela guala um boi ?
Iilumiiuiro a gn:.Ja se nao pode duidar
que rauilo breve seta' a nossa cidade illumitia gaz, por quanio dalla se trata e cun afinco. Dos
queira proteger empreza. Algumas coatas linda
noa filtatn, mas pooco a pooco vamos caminhando
para os mellioramenlos de que necessitamos.
Jinda carregamento de hacalhao.No da 8
do crranle chegou de Terra Nova om patacho in-
gles, comlii/uvdo para esta provincia um carrega-
mento da 2210 barricas com baealhao, mas todo sera
pooco para ser armazenado para ser vendido por bom
preco, mormenle agora que a* aprouma a qaires-
ma, e o povo nao eonla com outro recurso. Conli-
nuera, meus senhores, a adqoerirem fortuna a cusa
das lagrimas da humanidad*, que mais larde ou mais
cedo lerao a recompensa.
A ribeira do pei.re da freguezia de S, Jote.
Faz nojo ver a mane ira immuuda porque us pon
beiros (vendedores de peixe) conservam a ribeira de
S. Jos. Esse lugar parece ser propriedade de cerlns
e determinados individuos, por quanlo sao Mmenle
elles que alli da tudo dispoem, no entretanto que
eorrendo-lhes a mais restricta obncaejo de cuidarem
da limpeza da metras, sao os proprios a cotserva-
rem-oa no mais porco estado com bachos e escamas
dos peixet, e do que resulta o mais pestilente aroma,
um mosqueiro que se nao pode sopportar. Preciso
he por tanto que o respectivo fiscal ou quem com e-
tir ordeoe a remocSu de temelhanle porcaria, ohri-
gando igualmente aos mesmos pombeiros e pombei-
ras a conservadlo da limpeza precisa. Ja' que falla-
mos na ribeira. occorre-nos de tratar acerca na urna
especolaco qoe se faz na mesma ribeira com o*
banquiniios em qoe se cortam os peixet pelo|nlasuel
de IjouO re. O negocio uo he mo, mas nao dee
ser eoosenlido, e visto como o nosso coliega eticarre-
gado da redeec,ao da Garleira apresetttoa algons
apootamentos para o melhoramento da eidajj, lea-
nos permittido igualmente qoe apontemos af necetsi-
dade de ama prar;.i de mojeado e ribeira do peize,
o qoe nao sera' muilo diflrnl consegoir-se,/ sem qoe
para esse (im seja mistar grande dispendio./ Por esse
modo ticarao sanados cerlos inconvenientes, e des-
appsrecera' essa especularao de que aquella gente se
tai ve para della tirarem o seu, modo de vida.
l'iagem frustrada.Os vapores Persioonga
Iguarats, estando promptos a s.ihir, aquelle para
Macei no da 7, e este para o ('.ara' no dia 9, dei-
xiram de o lataf por terem desapparecido os machi -
uislas de ambos, sendo mais aggravadle os do pii-
nieiro. o .Persinungu) que mandando acender o
fogo, desapparereram ja' estando elle/areso, de sorte
qoe podia correr risco o navio, se Ja commaudante
nao da' pela falla, e manda immed/ialamenta apa-
ga-lo. /
Morle repentina.llontem ao sahir da guar-
da da thesourana o Se. alteres do oilavo betalhiod*
infantaris Qoiolino Hucha, (alleceo repentinamente :
t* ofllcial ha pouco fui promovido ao referido
posto.
Pedido. Achaodo-se demorada a sabida dos
vapore* da compaohia Pernambucana. rogamot-lhe
qae a btm do comraercio annuncie de novo a sabi-
da e receba a mala.
Hospital de caridad!. Existan) do da 8
do crreme 23 homeos e 31 molheres tratados
pela caridade, 7 homens e -20 molheres qoe pagam
a casa, e '.I pravas do corpo de polica.
Tolal 90 doenles.
Mortalidade.Rea cao das pessoas qoe foram
sepultadas no cemileno publico, no dia 7 do cr-
rente mez :
Vliomaz, prelo, escravo, solleiro, 80 annos ; con-
gestao cerebral.
Joao da Silva Laget, branco, 10 anooi; htica.
Manuel, prelo, escravo, solleiro, 24 anuos consti-
pado.
Perpetua, prela. solleira, escrava, 40 annos ;
phthisica.
Antonio, branco, 8 mezes ; cmaras de sangoe.
Total.j.
Dia 8.
Manan J i. prela, l das; enterile.
Antonio l.uiz, pardo, viuvo, 3(1 aonos; nlcera ly-
phelitiea.
Jo3o Bernardo de Soaza, braoco, solleiro, 31 an-
uos ; beiiga.
Joaquim Manoel do llego, braoco, solleiro, li au-
po* ; maligna.
Medonio, pardo, 1 anno ; coovulsOes.
I.eouilia. parda, 1 anao ; besigat.
J.aoriana, branca, 2 annoi; convuUes.
Miguel Wenceslao, pardo, casado, 30 annos ; es-
pasmo.
Total.8.
MalaJouro publico.Maloo-se no dia 8 para
consumo do dia 9 do correle, i saber:
Coropanhia das caroca verdes
Ricardo Homoaldo da S)lva. .
Manoel de Souza Tsvares. .
I.oiz Moreira de Men lotir.i. .
l.uiz de (Jaeiroz.......
Clmente.......... .
(tommuntcaDo.
cautos do Rio de Janri-o pira onde mu ai-la l-
menle envin eus blelo*, que hlo serum de
Iheaia ieaocentes rapaze*. que vidos de relehri-
dade sem sem endea abraCar-M com a prinieira
novidade, que se Ihes nnltllia, persoadindo-ae logo
de que rio resolver uin Rrarde problema da atiende.
Vi. ijiio estamus bein cenles de lodus os e|ii dioa do <'!i 1 r .i. n'u, pdenos ler para u que-aluu
publicado nut "l.iberae piedad-. Saliemus. por eznnplu, que o prelo Ma-
noel nao leve ordenamas dadas pelo go\erno, nei
qu* este o laalMiearaa a lerar ; mas que l'a le-
vado ao hospital de marinl a segundo o parecer do
proprio Dr. Aqaioo), eor>o por ama medida de
cautele, para sahir dalli p'eso pela polica ; assiin
como sabemos que nao lio ive pessoa nlguma limpa
que especulas.e com a miseria e calamidade publica.
Sabemos igualmente que o presidente de Pernamba-
co velaudo dia e noile, mos rou-se previdente e pro-
vidente, ma sem palacoada, quaudoesiava espe-
rando o mal ; franco, mas sem prodigalidade,
qaando elle se apresentno e se desenvolveu. Quem
ignora nads disto em Pernambuco '.' Ninguem :
ma o csso he embar ai incautos, emliaracr os
homens da corle, deaorlenla-los ; poique euiOm,
pode-se mui bem pescar eii Igoas lorvat.
Eis porque o |)r. Paula Cinlido. antes de apre-
ciar bem u* fartos, ou recebeudo nolicias calculadas
e engendradas pelo ei-presidenle da commisao de
hygiene, chegoa a dizer o secointj em sen rela-
lurio :
Qae homens de espirll) Ir ac, que no momento
do perigo esperam a salvado de qaantat palranhas
outa propalar a (ignorancia ou a torpe cubicai-,
in-lallaram nopulijicn a creaba de cur.is milagrosas e
infalliveis, que opirava ui i pobre escravo africano
medanle una heberagem : e que o pobre prelo fui
solemnemente levado a hoipilaes acomi aullado de
ordenan;. para obiar o milagro de convencer in-
crdulo* : que a pnmeira auloridade da provincia
enlen 'pu, que a eialtac.io da crenca poltica, na
qaadra de provanca em que se achava a cidade, mo
devia por caosa de um ar igo do regulamenlo da
jauta arrestar o scnlimenlo poltico, que alias inde-
votamente inspirava o pre u Manoel : o preto leve
licencs de applicar o seo curlivo.
Qoando assim se esprimia o presidente da junta
central de higiene publica, induzdo em erro pelas
inesaetas informaees do Dr. Aquiuo. mal pensara
que riesses homens de espir lo fracou erain ot senlm-
res do enoenho iiu-rarape os eommandadores Ma-
nuel (ijnc,alvea da Silva e Manoel Jos da Costa, o
chefe de estado-maioi. e rutrus ; erain o proprio
presidente da commisto de hygiene e seos collegas,
que nppltu liram o rernejii do prelo de (aarurapes,
qoe na opiniao delles devia vir para o hospital; eram
(ambem mullas oulras peusoat meaos imporlanlet,
que enchergaram alguma sITicacia na ujeberageni
do negro Msaoel ; e mal pensara anda que a histo-
ria das urdeiidiicaa a da autonsacao da presidencia
n. II do olleraorrala. que o fin)
aquella provincia fura o arrendar o angenha Cu
e qu- all cheln lo ho-pedara se em ea>.i do lOHente I
coronel l.uuda Fonoecn. Pois bem, em -en diabe-
lico proposito de molestar ao meu amigo, diz oI r
ricoco or, que o Sr. Fouseca quitara corromper o I
juiz niiiiii-iral de Eilremoi e o respectivo esenvin,
para que a dciumem arrennlar a referida engenho
pela quintil ile OOgOOO, ora, que o rreu amigo ne-
nhum inlrresse liuha na aireinalae.lo do engenho
Cambe Miseravel centradiceo !
Se, cuino ao principio dil o Farricoro, nen-
hum inieresse Huta a Sr. Fonseca na arremali;ao
do engenhn Cumbe, como, e para que pr curarm el-
le corromper o juir mvihicipal e o esenvao de Es-
remoz ? F; se o Inleresae da Sr Fonseca naqaelli
^rremalacao era tal que o mova a procurar corrom-
per a jala de Eilremei e seu eicrivlo, como dizer-
se que semelhaute arrematarlo era apenas form''li-
dadea com que o meu amigo procu'ava eneebeltar
alciini projeclo siiuslro, que devia ler um desenvol-
vimenln quilqner?a A calumnia he palpavel! uQua-
s per risum slullus operalur scrlus !
Na correspondencia que em a Demcrata politicn
ornea amigo, ifllrmefj elle que leudo comprado, no
Hio Cr^ude do >oile em n da 8 de miembro, derjt
inuleques do Sr. Jos Francisco de Saaia l'raca. na
occasiao de proceder ao respeclivu pagamento *brio
o seu baln, unde consrrvava a quanlia de 9:6503, e
depois de dar desea quanlia 2:0008 ao Sr. l'raca..
conlia'ra o reslo, t-lu he 7:lii0? ao seu hospede l.uiz
da Fonseca para qoe Ihc lize-se o obsequio de guar-
dar, e iu estando anda prsenle o referido l'raca.
I'itl ii le oFarricocu contestar esla propesicae
do meu am'go ; e cerno o faz ? .Negando que o Sr
Pra;a estivsse presente na occatifio em que o meu
amigo dea a Luiz da Fonseca o dinbeiro para ser
guardado ; e ofTerereiidu ao publico em abono de
sua nega;ao urna cinta astipnada pe I'rara, na qual
di/, este que nao vira l.uiz da Fonseca guardar se-
ne limite dinliciro ; e dabl cuorloe o Faincoco__
a lul-idule da propnsiao dn meu amigo. Na caria
de Praja a' que cima me refer diz esle Miando do
Sr. Jote da Fonseca Silva : Vi elle tirar de dentro
de um (landre um miju de olas e delle me enlrrgoo
a quanlia cima, e turnando a embrullmr sem dizer
quanlo nelie Irazia, ousi elle dizer a V. S. qoe o
guardase, pnreiu nao vi V. S. guarda-lo, por qu
sah tiesta oecasilo.n Pela leilura desla caria que o
mesmaFarrieacaaprsenla t-se, que com et-
felu l'raca esl iva prcse.il*. quando o meo amigo en-
tregou o diuheiro a' l.uiz da Fuusses para que o
guardasse ; e nada de>e aproveilar aoFarricoco
o dizer Prac,a que nao vio l.uiz da Fonseca guardar
semelhaute dinheiro : por que, quaiulu assim fosse,
nao era coutequencia qu l.uiz a* Foneeea nao a ti-
vette guardado, por quanlo pudia faz-la depois da
saluda de_Praga, que foi iinine lala ao pedido que a'
l.uiz da Fonteca fez o meu amigu, segundo ve-se da
mesma carta de Praga. No entretanto, pnsso allimar
era um ardil armado pelo depeilo e pelo odio, como j aoF"rricoco que Praga inda eslava prsenle
deven coohecer, e cflecliva nenie condecen o gover- qoando Laiz da Fonseca recebsu o dinheiro para
ao imperial em viilode dos olTicios do presidente a guardar, e he isso justamente o que s s de urna
provincia e do chefe da polica, que foram polilieadns 1 carta do mesmo Praga que abano publico sub n. i
no Diario de Pernambuco. Se o Sr. Paula (.andido E para que quer o F'arricoco negar que l.uiz da
le un viagema'i i|ue. se acht encarregado a autorisaJo por
lodos )s henieiros Uo mesmo casal, e cun
lodos js poijeics geraes e especiaes, para II-
qaidn tolos os ern I i tos activos e passivos,
perten;enles ao relirido casal, e para isso
convida a toilas as pessoas, que tiverem ti-
tiilcs ce dividas aclivas ou passtTas, para
conipaiecoreTi em casa Ai sua residencin
ta ct lude de Coianna, no prazo de 30 a io------------
(lias, alim lie se liquidaren, esses dbitos,
como mellior for e convier as partes inleres-
ssdas.
I'o.lis os lierdelros desse casal, dese-
jm aidentemente, que quanlo antes telina
lugar cssa liquiiiaQao, alim dse acabar a
gana i^ desmesurada avidez do Sr. I)r. l'e-
linto, juiz municipal da villa do Pilar, que
por seus actos, tem demonstrado querer ah-
sorver todo accervo heridilario e mormente
o engenho, que quasi todos os dias he pe-
nbora lo sob pretexto de dbitos da fazenda
publica c em tiome do i-residente da provin-
cia. Kntrclanto que esse Sr. Dr. F'elinto, s
parect ter em vista aplacentar urna vingan-
?a em satisfaz-Jo de odios anligos, que exis-
lem entre o abaixo assignado eoutros ber-
deiros do mesmo casal, e o Sr. Ismael seu
runliado, a quem o abaixo
tr'orB despejou do engenbo Cramame, que
heobecto da gana e avidez desse juiz vin-
gadoi. Quanla falla de railindre o de no-
breza de sentimenlos tem ostentado o Sr.
i)r. Fcilinto nessa tecteidaie com que per-
segu aos herdeiros desse casal!? O que,
Di* 9 di ft tert rn.
=! ' 'Ufo. 1 hn mnmetro
J a o
=- i~Z 7 . -= 3 -
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<>. II). Cunes t: lt--. :,.:, gn i 7S
!l B >l 6,0 20,S 7!l
1|^ da Y> Roan, _>7. | 21.7 Kl
:t 1. n '2H8 23.1 Si
(i a B _'s 3 22.(i 83
A iiune huuseaiu pequeos nevueuos e o vento
te eontrrvea io SSE : S regular, o Ingrumelro da
alguma huimdide a almospher.
Ubservalorin do arsenal de marinha 1 de feverei-
ro de IS.")8. Viegas Jnior.
mitot*.
contar do dia 18 do correnie mez. Mesa do
consuiado provincial I i ae Janeiro de 1838. '
Antonio Carneiro Machado lus.
Capitana do porto.
Convindo que o canal do u.osqueiro este-
ja aempre i;eseml)arar;ado para bSo pr< ju li-
car o livre transito dos navios a licaretnem
diversos aticoradouros, man'a o |||, tr
capilao do porlo la/iT publico que so be
permefi lo as barcadas, aivarengis e outras
pequeas embarcar^es poderem estar en-
costadas aos caes quer descarregando ou i
carreganlo, ou enlfio da coroa dos passari-|
nhose na mar pequea depois de atraves-
sada a ponte do Hecil'e ; sob pena de mulla
aos proprtrtarios das mesmas embarcabais
na cunformidade do regulamenlo das ca-
pilanias.
Capitania do porto de Pernambuco em 30
de Janeiro de 1858 O secretario, Alexandie
Rodrigues dos mijos.
brcvilade, l;m parte do seu crr<-n iti'o
tratado, part o resto irata-se com o as*l
cooaignalari i Antonio l.uiz de Olivetra A/c-
vedo ra da Cruz Q. 1.
Para o Rio
de Janeiro
Vaccina publica.
F.m consequencia da longitude da repar-
ligo, as pessoas que
. 36 .o--.
. 6
. o i>
< -> 0
. 2 i)
. 1 D
Tolal. . ."i2 bois.
At am liAa.
O CHOLERA EM PF.RNAMBUCO.
Nao hi dovid que no nosso Pernambuco ha ca-
bega de burro. Us fados mais gloriosos, os senti-
mental mais puros, dignos de honrott mencito, qua-
si sempre sao desfigurados, enao delurpados pelo
espirilo di intriga, da rivalidade, e as vezes da in-
veja a mais creslant. O que se nao lem dito, e
peior anda, o que te nao lem escripia, sempre em
sentido calumnioso, respeilo da historia do chole-
ra I !... Qoaulot curandeiros, auaulos especulado-
res, quanlos pretos manosi) nao appareceram por
essa* provincias do imperio no lempu da terrivel ca-
lamidade "! I Todos g 'nieram, todo* soffreram. Indas
ellas se coravam diente dos decretos da Divina Pro-
videncia ; mas depois qoe a fuuce da marte ebar-
rou na sua deslruigfto, lodos se consolaran) e se hu-
milharam. Kid Pernambuco, nao : anda se desli-
garan), ot faclot anda se calumnia.
Sabe-te que no Rin de Janeiro se rrnzavam o
enrandeiros ; que na Baha ot houve de mil cores,
e timben) no Par ; que as Alagoa* lodos se ar-
Torivam em mdicos, nao Mtaram curandeiros ;
qae na Parahiba deram-se srtnat curiosas : sabe-se
que as nutras provincias murreram familias inlei-
ras, despovoaram-sa aldeas ; que os pas tugiam de
seus filhos ; que os corpos fcaram )nsepullos, ora
devorados pelos efles, ora incinerados em ultimo re-
curso por aqaelles entes corujusos, que bracejavam
eom o mal e\lerroinador. Em Pernamboco, onde
oo se rierain minias detsas occorrencia9 lamenla-
veia, oode nenliuma lolhoridade abandonoo o sen
posto, ondeos pas nao fogiram dot filhos, onde um
s eadaver Uo ficou insepulcro, onde nenhmn In-
ri incinerada ; em Pernambuco no se falla nem te
commemora ludas e-ias circomstancias qoe caracle-
risam om povo varunil;niai ha quemnau se esqueg
do pobre prelo Manuel Aqu, onde a caridade pu-
blica eiparlicular se uslentaram nao menos solicita-,
sena mais, do que uo Hlo de Janeiro, do que na
Babia, etc., ele. ; qui, onde as medidas sanitarias
foram as mais prempla, anleclpadas mesmo, e al
nimiameiile severas ; aqu, onde Turara admlravel
e,promplamenle removidos lodosos focos de infec-
g.ln ; onde se engiram edificios im|>ortante, ts
cuino o raaladooro publico, o lazareto, o hospital
militar, a csisa de deteneflo, que lodos em oecaetli
opportuna serviram de abrio humantdade sulTre-
dota, e com mais pronuncisda vanlagem ; aqai,
onde se eslabelecerarn coma rapiJez do riio porlos
sanilsnos bem prvidos de ulentit e de eufermeiros
deeidot; aqu, donde inmensos recursos firatn
levados a lotos ot pontos da provincia, atacadns
qoati so me,,i,u lempo ; em Pernambuco finalmen-
te, onde se cresram associagoes nu coinmisset de
caridade, qoe se prestaran) de urna maneira supe-
nor a lodo o elogio ; aqui infelizmente SO te li/ hu-
illa com a farga brlese* do pai Manoel ; *
porque ?
Purque enlre as aeges mais heroicas, i no meiu
da srena lgubre, que se pasava em nussa capitel,
houve
Fonseca lenha guardado o dinheiro, que para esse
lina Ihe cunfia'ra o meu amigo"! Lm corre do 'Jornal do Commereiou o ininigo dos caluin-
inadure., qoe linha por timbre o defender a Luiz
da Fonseca ja iiAo reronheceu que com efTeilo n teu
amigo guarda'ra semelhaute dinheiro*.' Parece pur-
lauto que o procedimenlo do Farricoco apenas
servir' para lomar inait diflicullosj a posiedo de
l.uiz da Fonseca.
Quer oFarricocoque o meu smigo seja conlra-
dic(orin,e isso.soincute porque na correspondencia, a
que por mais de urna vez me hei referido, diste o Sr.
Fonseca qoe ao principio (ivera apprehenses deque
0 autor de seu roubo fura um individuo,- porm que
faclot poiterinret vieram revelar-lhe que oulro era
a opersoueoemn que tan negra aegao pralicara. Se-
melhaule ilaeliea,* porm doFarricocotem por
im tornar duvidoso aquello sobre quem o Sr. Fon-
seca langa o etligmi de lidfie. O Sr. Joaquim .Ma-
noel no foi quem roubou ao meu amigo, se algu-
mas apprehenses houveram a seu respeilo, foram
ellas dissipadas pelo prucedimenlo de oulro que a
luz merediana nstei,tou-sc como lerdadetro perpe-
trador de tilo infame crime.
Seqoereis saber Sr. Farricoco, qoal ouvilMon que
assim pmredeo, lo.le a correspondencia publicada
pelo Sr. Jete da Funsec Silea, em o n. II do (cl)e-
mocrata, c reconhecereis o verdadeiro ladran ees-
loo cerlo que, seinelhanle leilura vos persuadir' de
que nao deveis contestar ao Sr. Joso da Fonseca,
quando assevera que depois que foi roubado l.uiz da
1 onteca, fuera despezss para as quaes pareca nao
ditpor de dinheiro suflicieote, por quanlo fui isso no-
tado nao s pelo Sr. Fonseca como por muilas pes-
soas do Rio i,mide do Notle ; e te queris conven-
cer-vos desta ver iade, lude a caria que abaiio pu-
blicamos tob n. 2.
ISecommen.lo-vos lambem a leilnra das cartas que
vao publicadas sob os n. 3 e ; ella* servirlo pra
orieular-vot no iletcobrimenlu di verdade ; se he
que mo queris perseverar na errada vereda que Irt-
Ihaes.Ojatila os calumnias com que procuraes
manchar a repulagAo do Sr. Jos da Fonseca Silva,
lenho resolvido no dar-lhes resposla alguma. O cr-
dito de que nesta provincia goza o m*u amiso, nao
pode sor alcangado por nossos botes. O Sr. Funera,
dorante o espago de 23 annos, lem constantemente
merecido bom conceilo da parle dos negociante desla
praga, e o governo de provincia ja leve, neca-la > da
conliar-lhe urna miss.-in tal que por sua nalureza re-
velara a anblda consideragSo que para o metmo go-
verno mereca o Sr. Jos de Fonseca. Segu pois oo-
iro noria : betu como o ouro a verdade te nJo al-
tera, o
t'm amigo da verdade.
Itecife, 9 de fevereiro de 18i8.
N. 1.Illm. Sr. Jos da Fonseca Silva.Respon-
deudo a teu prezado favor, declaro qoe vend os
2 escravos cima declarados pela quanlia de 2:000?,
qoe em moeda correnie os receh em casa dn Sr.
delegado Lora da Ponseea e Silva, onde V. S. e
achava abolelado ; tirando dila quanlia de um em-
hrulhn de sedulas, e enlregandu o reslo ao mesmo
Sr. delegado para gaanlar. He o quanlo lenho a
responder-lbe, podeiidn V. S. dispur com franqueza
de quem ho de V. S.,lento venerador criado, Jo-
s Francisco de Sou/.a Praga.
N. 2.Illm. Sr. Jas da Fonseca Silva.Respon-
da lo a caria de V. S. lenho a dizer-lhe que
he voz getal que Inra roubado na quanlia de rs.
1:020-; em rasa do Sr. delegado l.un da Fonseca e
Silva, pois at o proprio escravo da casa, de noroe
Ihomiz, oovi dizer que em casi do seu senlinr ba
vil muilo dinheiro ao depois do roubo feito a V. S.;
podara' V. S. fazer da minha resposta o uso que
bem Ihe convier.
-Natal 1 de oulubro de 1857. Lo.il l'ereira Tilo
Jacome.
N. 3.Illm. Sr. Jos da Fonseca Suva. Salisfa-
zendo ao seu pedido respondo que V. ;.., logo que
aqu chegra, procurara casa do leuente coronel
l.uiz da Fonseca Silva, e nella eslivera hospelado
por mailos dias. ate qui se ps-ara para a do padre
Fouseca por causa do roubo ile I ;'.)2t)S que, segundo
dizem, tolfrera naquella pnmeia casa. De o uso
qoe Ihe convier a minha resposla. Soo de V. 8 al-
iento, venerador e criado, Fiaocisco Antonio Gon-
calves da Medeiros.
N. i.Recehi a caria de V, S., em resposla lenho
a dizer-lhe qoe he verdade que em das do mez de
dezemuro prniimo passado e-liver* em minha luja
um individuo que devia ser du Rio Orando, do Nor-
te, e tratando.se do roubo que V. S. snllreu alli, o
mesmo individuo disse ser o Sr. l.uiz da Fonseca ;
he o quanto lenho a dizer a V. S., podendo fazer o
uto qoe bem Ihe convier.
Itecife (i de fevereiro de 1858. De V. S., venen-
dor e cnado.Huliuo Antonio de Mello.
Senhores rtdacloret. Acha-se cnire mis o bem
condecido lenle Jo-c da Si va ConegOOJe*, que
chegando a esla villa para eserrer as funccaei de
subdelegado e lomar cotila du destacamento, ha ido
visitado por meiti* penus di distincglo e bem i-
coihido pela pnpulagao ern geral. lie de esperar que
n Sr. lente Cunegondes, cujo carcter sisldo tudos
gro, e mais plausivel de I zer goerra a om inimigo, ] coinprehende, e cujas mionas allencinsas su ta-
que osla mui cima dessas miieraveis increpages".' bem penhorar, iracem nesta villa mesma liuha de
quando esi-revia o sea rea .rio, tivesse dianle dos
olhos taes documentos, sem duvida que mui diversa
seria asna linguagcm:nem lallaria na ignoranciaou
atorpe cubiga dos iucredul), nem no oauvilio ou
auloritag.lon que o preside lie dera ao nslphabeto
e bocal A Triduo ; e creio r esino, n.Vi feria urna in-
juria manifeala ao sea coileiia o Sr. Dr. Aquno, que
tanto acredilou na cura do nnflo do analphabelo ca-
boeio do Para.
Todavia, o qoe dis da assim, di urna amenidare superrim* a vista da-
quillo que om mancebo espirituoso teitificon na Im-
perial Academia de Medi*i la do Rio d* Janeiro, e
qoe provocou um artigo fouuso, qoe vein transcrip-
to em ama das columnas dus Aonaes lirasilicnsesi).
O publico nao deve ser privado de saber o quanlo
fura celebrisado na curie o incomparavel prelo Ma-
nuel, qae veto dar oanlo it teresse ama pagina da
historia prmamburana...
Eis a* palavras do jornal :
O Sr. Dr. Cosa diz, qoe, reservando para oulra
se*sao o fazer cummonicages, eproveilara o pouco
lempo qu* anda resta, para commuuicar a' academia
un* fados mui escandalosos uccorridos na capital da
provincia de Pernamboco, relativamente a epidemia
alli reinante do choler*-moi bu. fados que Ihe foram
referidoi pelo Sr. Dr. Eirai, medico brasleire Ilus-
trado, que delle fura testeriunha occular. Estes fac-
lot dizem respeilo a' eonfiniga inqualifcavel dada
pela pnmeira aaloridade da provincia, a um prelo
bogal, eteravn, arvurado en grande curador do cho-
lera pela credulidade e igi orancia do povo, e pela
neslupidez e leviandadeo dts que, leudo illoslragao,
ternam-te em certas occai( es cegot e ignorantes co-
mo o povo mait rod, uenlium uso farendo do cri-
terio e illu-tragao qoe ot rollocant cima da aenle
iodnul i ; lendo chegado a ponto a faecinagao dessa
gente e des
le ".intensando esse prilo a amar (corando as
casas e nos hnspitaes, acumpanhado oflici^lroenle
de guardas, levando se a cigueira. des-ouro e de-
saforo i poni lu, de s. mandar prohibir aos
mdicos do hospilal desst cidade o curarem mais nes-
sas casas, eenlregando essas ao cuidado e tralamen-
to medico do tal preto curandeiro, nexautorandon
astim a medicina e os mdicos legtimos, e nullili-
cindo-se os diplomas imperta* com um imples sic
vol ic juheor. de om pres denle do provincia, que
provtilando-se da pouco loavavel conduela de al-
guna medico* daquells cidade e provincia, na otca-
snlo da epidemia actual, el idispoz e revoltn o povo
todo contra a classe medica inieira,i> dando lugar i
fados que parecan) incriveis a quem ot n,1o viese,
por que nao os ha semelhanle no meiu dos povos mais
mcullos ; faclot que uenvtrgonbam a desacreditaon
a nsgao brasileira ao* ulhus dus oulrus paizet, que
fundados nellet, pudem contiderar-nos e chamar-nos
anida barbaros e selvagens. o
a Termina, dizendo, qui, sent nao poder expen-
der iodos estet faclot com teus promenores, para
mostrar qui ponto chega a cegueira e credulida-
de n de algons a dos nossos homens de Estadu e o
nfimo grao a que com ellas nos abaizatn n* catego-
ra dot povot civilisadot.
u Uuvuidn a ezpotigao d >s tactos cima mencio-
na los pelo Sr. Dr. Costa, a academia profundamen-
te horrurisaja por tanto escndalo, reioive que o Sr.
Dr. Cosa convide ao Sr. Dr. Eiras, para que elle
mesmo, como leslemunha uccolar e bem informada
a esle respeilo, veoha entender esses fados com
todas as tuas particularidades, afim de, apiis i lomar-sc as medidas, qae se julgarem necessarias
para o bem da humanidad*, e crdito e honra da na-
'j.iu brasileira.
Ajeniar alguma analyse nu caminen crio a esle
artigo, seria por em duvida o bom tenso dos Per-
inniliiiijno. ; como lora c'iocar o melindre dus m-
dicos, e sobre ludo d.i) familias pernambucanas per-
uiilar-se-lhes agora, quil d'cllas foi -ur.id i pelo
prelo Manoel, por iroposirao du presidenta da pro-
vincia : qual dos mdicos lora por elle cmaulorado
dos seos diplomas iinperites; e qual se considera a
victimada coospiragao que a polica Ihe preparan,
para nao curasse, e loec irresse Ja humanidade af-
ilela '.'.... Ora pois aqu temos como se calumnia
ama proviocia inleira su ielo goslo canino de turar
o olho a um inimigo, e it imigu, que nem ao menot
lie inimigo petsoal !!! i.iuim dejara', porera. de se
borrorisar com lanta desleildade? quem podera' con-
siderer hoje segura a sua npulagilu por mait acau-
telado que seja, desde quu liver a infelicula le de
cahir no desagrado de aigt em per havn- cumprijo o
seu dever ni vida publici'.'Niuguem ; excepto
quem qiiizer comprar a peso de indignos sacrificios,
a boa vootatle dos protervos.
O peior he, porem, que taes manejos nao sao no-
civos a um s horoem ; elles minara os alicerces mais
solidos da sociednde.se he qoe nao infatumam a nossa
provincia. Ue-te modo Pernambuco hade cu-lar
minio a lomar a lugar br litante que Ihe cumpele na
hulla d. s provincias. Porque razan nao apregoam as
obras dos Ir. Derruanos e It. Culanos, dos Ti-
hurlinn, Francos, Neltff, Hulinnt, dot Jo-c Kandei-
ra de Mello, dus Amazouis, e deoalros mullos qae
te arriscaran) pela hom;mdade ? Porque deixar
etses padre* de herosmo para se agarraren! com o
pobre prelo Manoel ?... Nao havera' meiu menos ne-
He ordem do EXDi. 8r. bar.7o de Cma-
ragibe, director desta faculdade, Taco publi-
co, que esta posla a roncurso. com o pra-
zo de 4 mezes a cadeira e francez docur- i,Ja s'emente'Vaccinca
so dos preparatorios da mesma faculdade;
l>clo que nenbnm candidato se podera Ins-
crever sem que justiltque previamente pe-
ranlo o Exm. Sr. uitecler ; primeiro, serci-
ilaitrio brasileiro ; segundo, maiondade le-
gal ; lerceiro, moralidade por meio do at-
tesiados dos parochos e de folbas corridas
nos lugares onde houver residido nos cinco
ara pagaros deb- ,rim.p' ',|ue ?"i'nd' moral Pub.i:, ou a re-
>m o engenbo, se- 'Ki-" do .aUdo. nio se pode.So inscrever ;
interpone pessoa, "copl *e ". ccu?*a l"dlcial liv" Mo
te se Tingara dos rB"lJa <"e falsa pelo candidato, e nao hou-
ver provocado condemnaeuo judicial, e as-
sim o decidir a congregarlo por va de re-
revele, que doussflo os agentes motores des- uUlmus annos Muarto, capacidade prolis-
sa perseguicao, a siber : ambicSo e vin- s,nnal; sque porem ttverem sido em al-
gan^a. -um 'empo cor.demnadosa gales ou soffri-
Para satisfazer a ambc5o desse Sr.. u,e f acc"S"Cno judicial de furto, roubo cstel-
inilicnmos um meio honesto, que he apre- ',nnato' D8,,c ro raP'0 outio qt.alquer
sema -se. com dmhoiro para pagaros deb- ffif*' 3_?FfI*d*_; _m.Pral PUUJ:<>. ou a re-
tos do casal, e ficarsecom
nao pnr si ao menos por
eassioimais nobremente o
herde vinga a nao devem ter guarida no peito do _
borne i honesto c mormeute no de um juiz,' cu', "tcrposio dentro de dez das,
que representa neste rnundo o importante ,lara a csPc'dat|e profi-sional dever ex-
papel de distribuidor da juslica de Dos, que hlblr ? cnd'dal. "'gum dos documentos
manda dar a cada um o que he seu- He- se8u,ntes : lltu|o dn capacidade, na
corde-se o Sr. lelinlo daquello conselho, i ?81! e.m conciso, conferido pelo conse-
que dava Cicero ao senado de liorna, por oc- 'ho.d""ector da insolruccao primaria e secun-
casiode aecusar a Cetilina : I'atres cons-I r?na c?rle *, tltul de professor pu-
criptt, qui de rebus its consultant ab ,co; ,amDem da materia em concurso con
odio, amitilia, ira, miscticordta va-1, !doJ*l, eove,rno ""pcrlal ; ;;. deplorr.a
cuosase decet de bacDa'"el >" d< doutor as fatuidades do
Mchorfora portanto, que o Sr. Dr. rclin-1 Lmp,?r'0, ou a"dcm,as fstrangeiras, ou de
to, para n3o expor sua toga lgum borrSo.:, cnarel em |elllras salvo as pessoas no-
seaverbasse de sospeito nessa pendencia, i !av.el.s.Por seu t8lePl e reconhecidamente
seaverbasse de suspeito nessa pendencia, j LVh.V r e rnconnecioament
deix. ido que outro juiz desempecado do es- aD,lltadas. pinto de vinganga e ambico fizesse justica,
ao ab.iixii assignado, e aos do mais cerdet-
ros^sius desaltectos.
llem sabe V. S. o que se deu entre o abai-
xo assignado e seu respcitavel cunhado Is-
mael, a imprensa deu cotila de tudo isso, e
V. S. nao podia deixar de rcsenttr-se. En-
tretanto faga o que qnizer, que mis farcinos
o que emndennos.
ItOfa encarecidamente o abaixo assignado
a lodos es ('redores e di-vedores do Casal,
que no deixem de comparecer no prazo
marcado, sob pena de dillicultarem mais a
cobranza e liquidaco de seus dbitos e de
os tornaren] qu8si inexequiveis.
Jos Cesar de Albuquerque.
Coi nina 31 de Janeiro do 1858.

CAMKIOS
Sobre .ondres, 2:1 I|t a 1 1(2 d. a 60 e 90 d.
c i'arll,440 rt. nom.
* I tsboa, 110 a 115.
Descmodo leltras, 12a 15 por cent".
OrKOOnc,as hespanholas. . M-i^MK) :u-;O0u
Dilas i lexicanas....... 319000 32CU00
Pecas di 65400..... l7a>HNI
Muedasde H5OUO . 9|300
Ditas de -11- . 203500
PRAT.V.PatacAet brasileiros. . 2(040 25000
Ditos eolumnariss. a,->oio 29C6O
Ditos mexicanos 15600
ALFAM)E(iA.
liendi nenio do da 1 a S. . IM:079gi65
dem do dil '.1 ..... . :il:l53'ib1
13l:932626
Descarrecam hoja 10 de fevereiro
Barca frsnceraPernambucomercadoriat.
Bnica naie/.sSpiril of Ihe Timesbaealhao.
B-rca nsleaMidasdem.
l'i-ine in^lezt'udinebaealhao.
Barca )orlugoezaCiralidAopedras.
Brigue porla^uezMargandadiversos genero.
Escuna dinamarquezaIjerriud Llanuer merca-
dorias.
linsut suecoWilhelm Termederlaboado.
MOV MENT DA Al.lANUEtiA.
r'olomesintradoscom faaetidat 1 com gneros . 206 195
Volnmissahidot com fazindas a com gneros Total 101 90 230
Total CONSULADO UERAU lendinenlo do da 1 a 8 dem i iiit i'....... 320 25:7739636 5:396*559
DIVERSAS PROVIBCIAS. lo do da 1 a 8 dil I....... 11:1703194
Rendimet dem Lease ro-n calma e sem prevene.Vi a Metoria fe-
ral do cholrra no Brasil ; nenliuma sera' mais edi-
fcanle dn que a de Pern; mbuco : pois saibam lod
que nenliuma foi mais imammada n
ro! Triste fado be o desla provincia
conducta qae lis traijado era oulros losare*, maxiiu
na cidade da Virlona, 011 le porlou-se elle de lal
modo, pailindo alinal coberlo de louros, e deixando
Rio de Janci- em todot os semblantes etlampado o sei.Iinienlo da
Parece que al- lauda le que lia de durar em quanlo exislirini co-
716)823
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
Di CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
8 DE FEVEREIiiO DE 1858.
Rio d. ProiaBarca bel^a ol'rovidencen, Novaes &
C, 375 barricas assucar.
LivernoolBarca insleza oOueenn, J. Crablee o.
C, 300 saceos assucar.
Livir.inolBarca inglezu uOberon, J. Crabtre &
C, 410 saceos assucar.
Liverpool Barca maleza Nelherlonu, Soulhall,
Mellon \ C, 200 libras rape.
Msisiib-Bnguc francez oPierre le Orando, Joo
P. Adour C., 1,400 sarcos assucar.
Grnu\apolaca sarda Mara Eliziao Bastos & Le-
nto., liOO saceos assecar.
(iihraliar Polaca sarda u.Vnlonielaa, I'. Piolo \-
C, 1,200 saceos assucar.
PonoBrisue purluguez Trovidom, Barroca &
Cat.ro, 30 saceos assucar.
Porto1.alen portugueza oOlinda, diverso! car-
regaiiores, 07 cascot mcl.
LisboiBriitue pnrlugoez oContlanleo, Thoroaz de
Ai jai Fonseca A; Filhos, 13 pipas cachera, e 6
me as ditas mel.
EXPORTACAO'.
Porlo, brigue porluguez aTrovadom, He il lo-
nelad.s, rnndutio o seguinle : 2.702 saecus, 52
barrici* e I eaiSOte assucar, tul saceos gumma, 911
couro; Srflzados, 161 cascos mcl, 2 garralnea agur-
dente, I tmirica caf.
RECl.llr.DOIllA DE RENDAS INTERNAS CE-
IIAES DE PERNAMBUCO.
Rend ment do dial a 8 1:5825798
dem' do da :....... 1:0785503
prova pelo governo; ou que se quizerem
prestar a um exame previo tudo de con-
lormidade com o cap. .- do regulamenlo de
5 de maio de 1856.
Secretaria da 1'aculJadede dircito do Re-
cite de fevereiro de 1858.O secretario,
Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cunba Mi-
randa.
- Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimcnto da resolur-So
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que uo dia 25 do crreme vai novamente a
praca para ser arrematado a quem por me-
nos (izer os reparos do quarlel da villa do
Cabo, avahados en, l:2IOsrs,
E para contar so mandou allisar
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco o de fevereiro de 1858.O se-
cretario, A. F. da Anuunciagao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cutnpriinenlo da resolucSo
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que no dia t de narco prximo vindoo.ro,
vai novamente praca para seren arremata-
dos a quem por menos lizer, os concerlos
precisos na ponte de Coianua, avahados em
3:4721000. E para constar se mandn alli-
xar o presante e publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial Je
Pernambuco 6 de fevereiro de 1858. 0 se-
cretario, A. F. AnnuDCiac.5o.
Pretendo serjuir com brevicJade obean
conliecido brigue naaonarl Firma, p......i
que'ja tem parte da carga, \>.u.i o nata
bem como paisar'eiros e cat rav< s tral -'
com os consignatario. Novacs & C 11.1 1 u.1
do Trapiche n.54 ou com o resperlivo ca-
pito Manoel de FteHaa Vctor, na piar.
Ccar, Maranh.lo e Par.
Espera-se de HaranhBo a barca lusitana,
quizerem aproveilar .qie partir ponms das depois de sua cha-
poden! comparecer gida, por ter melade. da carga prompt pa-
casa da residencia do commissario vac-!ra o restante a tratar com os conslgnatru s
etnador, sef t|do andar do sobrado da ra j Tasso Irmaos.
eslreila do Kost.fio n. 30, em todos os sab- Para Lisboa o tem conhecido avifaa
bados das 8 e meiaas 10 horas da manhaa. porluguez Constante pretende sahir ern
Olllm Sr. inspector da thesouraria' brevidade qiifin no mesmo qutzer carre-
provincial em cumprimen'.o da resoluto da I 8ar ou ir Je v'assagra, para o que Ifere-e
junta da fazenda manda fazer publico que os oielhores commodos, trate com os coi -
no dia 25 do correnie, vai novamente a pra-1 signatarios Tnoratz de Aqutno Fonseca &.
or menosiF,lno' rua do v"gario n 19. primeiro anda
o prc-
C_a para ser arrematado a 'quem por menos
lizer a obra do r lango da ramtlicario do
Japomim avahada em 17:360;.
E para constar se aandou 8lxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Screlaria da thesouraria provincial de
Pernambuco delereretro de 1858.
O secretario,
A. Y. u'Annunciac.a'o.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumpritnento da resoluco di
junta da fazenda, manda fazer publico que
00 dia 25 do corrente vai novamente a pra-
ca para ser arrematado a quem por menos
lizer a conservadlo permanente da estrada
do Pao d'Alho, por lempo de 10 mezes e pe-
lo preco de 6:9003.
E para constarse mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da .thesouraria provincial de
Pernambuco de fevereiro de 158.
_ O secretario,
A. F. il.Anuunciaco.
Pela contadoria da cmara municipal
desta cidade se faz publico que a poca pa-
ra pagamento do imposto municipal sobre
casas ile negocio he nos mezes de fevereiro
e marro, assim como he nessario apresen-
tar o conhecimenio de 20 por cento pago na
recebedoria das rendas geraes internas ; o
que se taz publico para conhccimenlo de
lodos.
Contadoria da cmara municipal do Reci-
te 4 de fevereiro de 1858.-0 contador, Joa-
quim lavares Ito lovalho.
Pela subdelegada da freguezia do Po-
go da P.-mella se faz publico que foi achado
na estrada de Santa mu da mesma fregue-
zia no dia 4 uo correte urna pulceira de ou-
ro 11 urna e-pora de aio quem se julear com
direito dirija-se a mesma subdelegada que
proraodo loe sera entregue.
WM
ou como Sr. Silvestre Manoel dos Keis,
praca
dar.
coiiipanhia
Brasileira de paquete*
vapor
O vapor Oyapock, com-nan linto primeiro
lente A. C. de Brito. he esperado dos por
tos do norte al o da 18 do c srrente m-7. fevereiro. Recebe-se desde j passageiros,
dinheiros e eocommendas, c engtja-se a
carga que o vapor poder conduzi r despicha
da com antecedencia al o dia 14; agencia
rua do Trapiche n. 40.
Sfif;*.
."i:(ifi1M0l
oiis dos seus Hllios tenlem prazer em se desconcet- rariips '. Paralan* aos l.imopirenses por noiartm em
toarem. A arredlennos no que propalara os odios I seu seio de anta prenda (Ao enrojecida. paraben
polilros no lia 1111 s lioinem em Pernambuco, qoe ao Exm. Sr. presidente, pela ptima escollia qoe;
priste para alloma cousa ; porque por va de reijra j fez na pessoa do Sr. lononle Cune^uiide>, esse mi-
miii enlram em quslquer lula sean com armat ei' Itlar que capricha por tua dignidade, pela sua po-
vadas do veneno da caln 111.1. S letnos, por exem- JC-o, pela aua honra, e para deseinpenltir a con-
CO.VSLT.AUO PROVINCIAL.
pa, orna academia do ditoito. s.lo os eus proprios
til'.ios, que a defainam, se ido alias mui crrlo que as
unirs academias do impe lo Dio silo inelliores do que
a de Pernambuco ; e todava he a calumniada. E
porque '.' Purque os lithos das oalras da*o os devidos
descoutos as ,ua pequeas fallas domeslicas, dAo as
xaRerim, nem as denontiam. O qoe dijo a respeilo
dt-ia e'pecie, podria apflicar a oolrss mofl*.
E petme que islo na tem nm alcance, e qae
mo pasa de brisa de lamilla '.' Ensnam-se : ha
muila sent esperta que lira partido de nossil 1111-
prodeiicias o dlsteoffiios. -ts pmvinciaa leein iniis ou
menos stias rivalidades que ale cerlo puni tilo ine-
iluveis : he necesiiino coiilnr com ellas, e leannos
o nosso crdito ; e s nodo-lo-hemoi cnnseatiir leo-
do moderacn e juio, respeilando-nos reciproca-
menti' : as nossa* fallas domesticas devem'licar suf-
focadas no centro da familia Pernambucana, 10 (|in-
sfrn' s ser atsas respelladiis tiara eom as outras pro-
vincias ; do contrario hlo de sempre fazer de nns
urna tnstissima ida, hilo de reuistrar os nossos des-
varios pura em lempo opiiorluno aliezarctn a nossa
iniiovernabilidade. Em 1( do o caso pouliamnt a ca-
lumnia [ora do combate ir meiro que lulo : ae as
n -i- r xas no* levaren) infelizmente ao ponto de
mis agite irmos con-laiileinenle, tHCHino-ln mallo
embnra, ina* ao meuos p Irjemos com as armat da
verdade.
Gartei que ein si deposita o adm ni-lrador da pro-
vincia. Dos queira que o Exm. Sr. laques teja sem-
pre bem succedido em tuas nomeacAes, e 'luando
houver de laucar mAo de individuos p'nprtos para
eiereerem eargos espinhosos, seja um Conesnndaa,
im MaliROela e nm Joaqoim Francisco de Oliveirl
eaja mMl I Da Viclona lem sido admiravel, e rojo
pr.irc lim-.-ni 1 ha paohorido a populacao em geral,
a ponto de ser elle olhado como o pai, e protector
tagaral Iluta. I050 vo|inrinn obre o meamo ob-
jido. o Imparciat amigo da verdade.
I.iuioeiro, 20 de jsntiro de 18").
($oiu2pmt>cnda.
Rendimeuto do dia I a 8
l.-.'in do dia 9 ... ,
T(i:876c011
4:303/013
21:1793024
l^0im*nfc :*'*pe*t0
THGATRO
APOLLO.
RECREIOEUNIAO.
NSo tendo sido possivel conseguir msica
para a otchestra ficou a recua transferida
para quinta reir II do correte.
Baile popular
MASCARAS E PHASTASIi
./.) Illm. sr. rapito loaqmm Francisco de Olirei-
ra, em tcstemunhn de re'onliecimeiilo offecect
J.....for tudos os 1 ictoriemes.
SONETO.
Proho, mui corle e reservada,
Has leis he compridor, da crdem amigo ;
('. mlnloso previne o perigo.
Il i 11 is-ii Itera su cura levotado.
O seo comporlamento delicado
1't todos da Victoria he conhecido,
E por lana balitado acrodcciilo
.l.i qoilquer se confessa penlioiado.
.Navios enUados no dia '.I.
Cunhiiliu'- -j dias, lancha brasileira Flor do Rio
Grende do iNorteu, de 12 loueladas, capitn An-
tonio Jo* da Cotia, Carga assucar, nnlho e mus
Cereros ; ao irj'fire. Pertence ao Rio Grande do
Noile. P.issaseir'.s, Jos Joaqun) de Medeiros,
Ati.ouio l>aulas C. do Medeiros, Manoel Jos Se-
iiln rinlt", e praucisco Y. da Cosa e sua fami'ia.
Arichal2i das, barca inuleza iCarolinen, de 170
Meladas, capillo Joba E. Adams, equipagem 10,
e ia 2/lrl barricas com baealhao ; a Saonders
Urilbeis ,\ C. Perlence a Arichal.
Ins-jccrjiio do arsenal de mainha.
Pela inspec^ao do arsenal de marinha se
faz publico que, feilos no vapor Iguarassu'
da companhia Pernambucana de navegaclo
cosleira, na conformidade do cisposlo no'
regulamenlo, acompanhando o decreto n.
1324 do 5 de feveteiro de 1854, os exames
nos respectivos casco, machina, caldeiras,
apparelho, maslreago, veame, amaimse
ancoras, achou a commissao ludo em bom
estado, sendo de parecer unnime, que po-
dia essa umbaicacn continuar a se> vir.
Inspec^So do arsenal de marinha de Pernam-
buco em ti de fevereiro de 1858.O inspec-
tor, Elisiario Antonio dos Santos
Secretaria do governo de Pernambuco
6 de fevereiro de 1858.-S. Exc. c Sr. presi-
dente da provincia, tendo de prneiiclier in-
terinamente o lugar de facullati'o da colo-
nia militar de Plmenleiras, assir.i o ma.ida
fazer publico alim de que as pessoas a quem
possa conviro referido lugar se ipresentem
com suas petir,(5es na secretariado governo
--Jos liento da Cunba Figuciredo Jnior,
secretario do governo.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para o hospital regituental.
Chicaras e pires24.
Botica do mesmo hospital.
Madapulfio, pe^as 10 ; althea, arroba 1 :
assucar refinado, arrobas li; a Ictiol, cana-
das 4 ; almiscar, oitavas 4 ; acido actico,
caadas 6; hanha do porco, arrobas 2;
confcHo de Megi, vidros24 ; cevada, arro-
bas 2; cyanuteto de polassio, eneas 4 ; ci-
trato de ferro, oncas 4 ; essencia de flor de
laratija, onca 1 ; dita de casra de laranja,
onca 1 ; espirito de melina, libras 2; flor
de borrages, libras 8 ; dita de violas, libras
8; dita de papoilas, libras S; iodureto dd
potassio. libras 4; dito de ferro, oncas 4; li-
nha^a, libras 16 ; lclala de ferro, ongas 4 ;
manna, arroba 1 ; mel de abelhas, libras 8 ;
morphina (idrochlorato oitavas mercu-
rio vivo, libras 8 ; oleo de oliveira, cana-
.ias -1 ; proloxydo de chumbo fundido, li-
bras 8; protoiodureto de mercurio, on-
qas 2 ; pos de roggc, vidros 6 ; precipitado
rubro de mercurio, oncas 8 ; pdulas ferru-
ginoras de Vallct, vidros 12; raiz de tur-
beths, libras 2 ; dita de espargo, libra 1 ;
dita de genciana, libras 4 ; dita de gramma,
libraa 16; resina de pinho, libias 16 ; sue-
co de groselhas, garrafas 6; subearhonalo
de chumbo, libras 4 ; scamonea, libra 1 ;
salsa parrilha libras 16 ; sene, libras 16 ; sal
de saturno,libras 8 : sipo de chumbo,8 libras
xarope de nafc, vidros 6 ; ditos de ponas de
espargo, vidros 6 ; alambiqne de folna, para
cana a 1 ; barbante, libraa ; papel de em-
brulho, resmas 2.
Armazcns do almova-ifulo.
Tinta preta, garraf.s 30 ; obrejas, massos
30; penns-s para escrever 500; ochre, arro- Turrada e pregad"de"cb7e.'de s'egudaVia-
bas3 ; cobre velho, arrobas 20; rolos de: gem, tem parte de seu carregamento romn-
pelta mailim 4; pavios. duzas 9 ; velas, to : quem na mesma quizer carregar ou ir
estearinas, libras 100 j Ierro para galopas | de pass-gem, para o que tem excellentes
com capas, de 2 polleyadas, dunas2; ditos 1 commodos, pode entender-s com o capitSo
para platna com dita, de 1 pollegada e meta, 1 Zefenno Ventura dos Sanios, na prari ou
duzas-.'; diiospara dita sem capa de i pol-1 com o consignatario Luiz Jos de Si \rauio
legada e 111, duzas 1; grosa meia caima do na ma do llrum 11 22.
7 pcllegadas. duzias 2 ; cabo de linho, ar-
PALACETE DA RUA DA PUMA.
Sahbadn 13 de /erereiro.
Nestedia havera o primeiro baile do car-
naval que ser com sumptnosidade e bri-
lhanlismo para o que nao se pouparao des-
pezas o mesmo sacrificios, a msica ser
reforjada e executara novas e variadas pecas
para o que se prevenio com antecedencia. 0
sabio estara decentemente decorado e bri-
Ihantemente Iluminado, a boa ordem e har-
mona que semure tem reinado nos hiilcs
populares dispensam-nos de extensao e
poupar aununcios para chamar a aliene..7o
do publico para cot.hecimeoto do qual os
directores julgam conveniente dar publici-
dade a alguns artigos do regulamenlo que
regeos mencionados bailes os quaes tem si-
do observadas com louvavcl zelo da polica.
Entrada de cavalleiros 2o, damas gratis.
Deve principiar as 8 horas e terminar as 2.
ARTIGO VI.
Sao prohibidos.
S 2. (.ritos que causem pcrturbsQao.
$ 3 Palavras e acc.es que offenJam a
moral.
S 4 Chamar celo nome ou apellido dos
queestiverem disfamados.
5 6. Ameagas ou palavras insulluosas.
s 7. Entrar com armas prohibidas.
ARTIGO Vil.
He prohibido a qualquer pessoa intromet-
ler-se as conversacoes particulares de ou-
tras quando est*s noqueirara ser ouvides.
ARTIGO V
Compete aos agentes do colicia velar so-
bre a ordem em geral e fazer observar o
presente regulamento, a bem da ordeoiem
peral e reguiaridade. dos bailes, nos quaes
so deve reinar ordem e S8tisfat;ao.
O Illm. Sr. II. A. Cowper. cnsul de S.
M. B., estaodo prxima a retirar se tempo-
rariamente para Inglaterra fan leiio por
iiitiTvi'tic,5o do agenLe Oliveira, de toda a ri-
ca mobilia de sua casa de campo na Manda
lena, com entrada onde fot vivriro, conis-
tindoem todos os movis, crystaes, por-
cellanas e mais rnalos dn tima casa hem
preparada, assim como um cabrtolet ci m
cavallo earreios etc. : quarta-feira 10 do
crrenle as U horas da manhaa em ponto,
seja qual for o numero de paaooaa qua .-
actiarem presentes no indicado sitio para
onde sguira um mnibus da coebeira dn Ir.
(.lili 110.
Lcilao9 de mohi-
lias.
SEM LIMITE.
0 agente Borta, em o seu arma/em 11.1 rua
do Collegion. 15, fara leilao dos obj.-ct.i-.
existentes r o mesmo, consisiindo em obras
de n aicineirta novas e usadas como : molii-
lias de Jacaranda com pedra de Rosto aaeaj r
nissimo, ditas deamarello, seirctarias. llan-
cas de mogno para jo-o, guarda ron,
commodas, camas franoesat, leitos para
enanca, mirquezas, sophas, i-adeiras d*>
lilhiii,-o ari-ricanas, mest.s t-la>|icas de
mogno de jantar.ditascommuns de amarell-.
aparadores e oulros inultos oljrclos eti ,
candelabros e Ir ulereas de vidro, jarros, fi-
guras de poiceilana, ditas de marmore, lo-i-
5a e vidros para servido de me>a,
douradosd-i parede, umriro apparelho ce
metal principe para cha, obras de ouro n
prat, relojtios diversos e urna ii.finidadc de
oulros muitos artigos que se acbario pa-
tales no 01a do leilaa, e bem assim lamber
far leililo le um escravo mora ptimo co-
zinheiro e bom copeiro. a urna escrava de
elegante figura, perita ep^ommideira e ro
zioheira, portencento a um p.-sso qm- -
reti'apara for da provincia; quinti-feira
II do correle
maiihaa.
as ti horas em ponto da
Leilao
Quarta-e.ra 10 do cor-
rente.
PELO AGENTE
SVsaia.
O gente Pestaa far leilSo quarta-feira
10 do correnie pelas lo hora da oanhaa *
porta doarmazemdo Sr. Ar.nes defron'e da
alfandega
DE
Caixas com azeite retinado em garrafas.
Caixi s com licores.
Prosuntos defumados.
Cevada em garrafoes.
50 barris com figos muito novo e de ptima
qualidade
2 caixas com latas de marmelada-
>nr e Blnraiihao.
O veleiro palhabote Alfredo vai seguir via-
gem a estes dous porlos com muita brevida-
de, Dar onde recebe carga a f.-ete : os pre-
lendenles queiram dingir-se ao capiUo An-
tonio Travasso da llosa, ou aos consignata-
rios Baltar A; Oliveira, rua da Cadea do
Recife n. 12
Para Lisboa,pretende seguir viagein com
brevidade a barca portugueza alaria Feliz,
OBSERVACOES ME IEOKOLOGICAS.
ZJiaS de fevereiro.
Senhores re-lavtnrr:Convencido de que o des-
. prer.u he a reapoeta que .lene -I^r a' calumnia, nSn
oro li nn-in, qu" nlvilou eu mais sgralo* Iiararia esls 1-ueiras lint as em relnlar,!,, il que a'
deven* ; e este Immem, que mellior tora mergulhsr reapello de meu .unigo J.ic da Fonseca Sil i diste
n is ruina* no esq'ienmenlo, prleiit| de.farra-las um rnrrepoiidei te do vlornal do Commercio o
i todo trante. embira i cu par,.ila, que faiem eompaixSu, roas que nao polen riten amiga .is.an a--,iielle r< rrespnndeme, alo ti i-
otTisrar a gltrt. de qu-,n quer que aeeobeeonte- rere.sem aUaraat propM{Sa* ilitttiat da reparo.
guir i lro"o de nao p.quenos acnficiin. He com ol auan i. u muho de que foi viciima na provincia I SOgra, o lente coronel Manoel Gomes da
o prela Aliaoii que lie praituieti illadir aosiu* Ido Rio tiuuao Uo Norl., duie o Sr. Fuunca em o i Silva, e 0. Joaquina Scnhohiilia da Silva, ide Vs5b.'
II pois de um (heira militar
Agente de oohciajoiticeire
Que baje ufanos aqu vimos fallar.
Praia a.is ceos que ese povo i-raznleiro,
PSo resse jmela nunca de louvar
11 i illu-lre e modetlo cavalleiro.
O abaixo assignado avisa a todos os ere-
dores to C sal dos fallecido* sen SOgl I I
a lento. Thermometro
i.

Q o e 5 G en -i, I: o 3
* = ~ i O
* 2 u 2 -
"
ti la ni. Cirus SE R.g- JT.I Jt.7 81
9 B o >l 27.7 2,1 Si
it2 II )) 2Hm. 1-1 i\ x:i
3 .i.i i. ii )) i) i) 11
ti > n n >~.\ 21.7 M
S5
K7
K.)
8l>
SO
tobas 50.
4.* batalhao do artilharia.
Cesemira caruiezun, covados 83 3|i.
8.' batalhao -'.e infantana.
Roloes grandes de metal bionzeado, com
o n. x, 3316 ditos pequeos, com o mesmo
numero 2151; ditos pretos de osso, duzias
361; ditos brancos de dito, duzias 318 e 8
bolOes ; ditos pequeos, duzias 258 e l bo-
lao bonetes 2311; sapalos. pares 161.
Ueio batalhao da Parahiba.
Colheres de ferro 2 ; escarradeiras de fer-
ro 2 ; garlos de ferro 2; ps de Ierro 4 ; pe-
sos de hronze de 1|8 ate l|2 airoba, jogo 1 ;
casli^aes de latao 2
Qu.-m quizer vender, aprsenle as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 12 do correnie
mez.
Sala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
5 de fevereiro de 1858. Rento Jos Une-
nha l.ins. coronel presidente Rernardo
Pcrelra do Carmo. vogal o secretario.
--- Pela administradlo da mesa do con-
orto.
A han a poi tugueza S\ mpatliia.dc pri-
meira marcha, vai sahir com minia bre-
vidade por ter (ious trros de sua carpa
p-onipia: para o restante e passageiros,
aos quaes ollerece aceiados commodos,
ttata-so com os conaignaUrios Hallar A
Oliveira rua da (^adeia do Recife
torio 11. 12,
9ft>(0 &>t*t*o.
4. pessoa que por eogino levmi n-n
chapeo de castor branej. deixando um da
mesma qualidade, porem velho, n noite .!
8 do 1;urente na casa de sorvein da ru* do
Queitnado, com a marca E. |. A sen lo
queira restituir o mismo chapeo, e levar a
seu. dinja-se a rua da Pra ia 11. 55, a quil
quer hora do dia.
- Envcrnisa-se mohihi muito sm ronta
no paleo de Santa Tlcreza n 8.
O abaixo assignado faz setente en.
seus (regue/es queseacha eslaheleci lo
leja de ourives na prac.a da In-le-pend.-n n
n. 33. Custodio Ferreira Moutino.
O secretario da irin.inl,.
de Santo de Fran isc.,,
em nome da mesa regedora. eswalia
dos os seus dignos ireaJkM para .|u" it qn*r
ta-feira, 17 do cjrrente. pelas 2 hor. r
meia da larde comparec/m no amis)
da mesma irmandado, iilim, ,1c
dos, acompanhir a proci#So de
deve sahir da veneravel otdcm
S. Francisco.o aaeretario,
Manoel lol Mrrhadn.
R\\\ novm 11 Prccisa-se de cnstureiras para lo la |
na rua .Nova, esquina da p t.le, loia de al-
fa tale.
- Os admtniflradnres da ms's, fal ta
da viuvaMaitins de Cirnlho, r .. ,
todos os Srs credorrs aprrs.i,
seus ti tilos de divi ia ni le ma de 8 di..
na rua da Madie eje I-eos, I lia toa admh
Iradjrcs los Antonio da (.1111 ia ,\ Ira
Him de cumprir-se o qeta :- 10 ai
8a9 do codtKo do comanan
Prectsa-se de um ollinal Ar pl.armara
e pissageirus, para os quaes tem excellentes floe seja perito na sua pro4Uio no aterra
commodos trate-se com carvalho i\ Irmao, id Boa-Vista, loja n. o, .-e ladicari quem
encor p
cinz*. ni
r de
escfip-
Para Lisboa.
Vi i sabir com minia brevidade a bem co-
nhecida barca FlordeS SimSo, para carga
ou com o caiutao Alexandie Jos.Uves.
Para Lisboa pretende sahir com muita
brevidade o brigue portuguez Nova Amiza-
de, o qual icm prompto una parte do seu
carregamento; para o resto quera qutzer
pode entender-se
A unte eileve pouco ntibU'la,
nos ,i;uareiro, e o vettlo r. njaulo para o SO, es-
l\e haianrs. O li-i.-rnineiro mostra diminui(3a
-eosi-cl Ja homidade na aimosphrre.
Ii-rvaloriu do arieual de marinha 8 de fevereiro
Viegas Juaior.
CartetTii- 1 oile cnteniler-si- cot) os rnn-
dos tmpostos de 4 sobre diversos estabele-
cimentos, de 40- sobre CSSas de modas, e de
atoa sobre casas de jogo de bilhar, do anuo
liuancciro de.1857 a 1858 se principian! a
precisa
Precisa s" de urna p Moa r m loa
lellra e ilcunii praiica de es<
mercantil na ro nado, 1 ija 1
Joaquim Francisco los santos r. 1 71
separa Eu 0|, ficinlo inrumbidus d-
a-
las
lransct;Oes os ^rs. llenruiup de (llivr.r 1-
res, Mit.imo Lun de Uhveira Azevedo
I 1117. ferreira Itibeiio.
Cruz
n. 3.
A velleir. e bemcoDhecS. Vum^ca uacio- i.t7rn^xt.Too6 *1^SJ
nsl .iortencia, t-releiide seguir com muita I milit.; na rua ao Padre flon.no n. 26
MUTL~fiD"
a


DIARIO DE PERXAMBCCO QUARTA FEIRA 10 DE FEVfREIMO DE 188.
diviso diverso
Do engenho "ocal da freguezia de Una,
fugio no (lia 3 de dezemhro transacto o es-
cravo pardo de nooie Paulo, cornos signaes
seguintes: idade 18 a 20 annos. principio
de barba, cabellos carapinhos, tem urna ci-
catriz, procedida de queimadura, na testa,
o que faz com que use o chipo inclinado
para a frente, he bem frito de corpo, deve
termuitas marcas de chicoladas as uade-
gas, desconfia-se que teuha seguido para o
Aracaty, ou que intitulando-se de forro,
quei-a assentar praca. Promette-sc fi1'1'-
carcom generosidade a quera o attprctien-
dec e entregar no referido engaito ao pro-
prietarlo laulo do Antorim Silgado, ou
nesta praca, na ra da Cadea deySanto An-
tonio, escriptorio de Jos Joaquim de Mi-
randa.
Declaro u iho wigrudo qjrt a letra acei-
ta pelo Sr. Joaquiru Sala-1or Frsol d* Siqueira Cl-
valcanli, vencida nu da 19 le jiueiro Drmimu pat-
udo, da quautia da 81250NO r*., I"i paga no mes-
Dio da do en veiiciinrnlu, nflo obstante haaei-aa
desencaminliado a referida letra e nem menoi era de
esperar de quem orno o Sr. Siqueira CaTalranli,
sempre asaim proeedesie. Kecife, H de fevereiro de
1858.
Antonio Joi de Alnieida Costa.
No dia 1.' de jaoeiro do correle anno, fugio
de Uaria familia, da casa de Ji.ao Cavalcanli da
l.acerda G., oin escravo de nooie laidoro. de 2"i aii-
nos deniale, crioolo, edr fula, secco do corpo, ca-
bellos torcidos, olhos grandes, po.ici barba, denles
anerlns, algn eousa alto em feilo do.corpo,
falla grosso e descamado : roca-se as autoridades
pohciaes capitn de campo o apprehendam e le-
vem ao logar cima que serio bem recompin-
iidfls.
D. Jorge, Vil conde da Grecia, major gene-
ral, commandante era che fe dos exercitos
mascarados das quatro partes do mundo,
America, Europa, Asia e frica, condeco-
rado com medalhas de ouro, prata e co-
bre, etc etc.
Faco saber a todos os meus subordinados
queobservem e fictm observar minhas or-
dens aqui escripias e por mim assignadas,
sob pena de desobediencia e responaerem a
conselho de guerra, que ser com posto de
tres mascarados, que melhor exentlo de
conducta derem aos seus companheiros
d'srmas.
Mando que seja designado o largo do Am-
paro para a grande parada do carnaval nos
dias 14,15 e 16 do correntc, que depois das
2 lluras da tarde marchar toda a forga de-
baixo de raeu commando em chefe para o
largo do Carmo.
Pelas 3 horas passarei a revista do costu-
me, Tazendo marchar a columna pela ra
Direita, e chegando ao lugar onde estiver a
argolinba com suas (tas, darei a voz de
alto.
Logo que estejam separados os C8valleiros
que tem de correr a cevalhada, serSo os
mals licenciados para percorrorem as ras
da cidade, brincando conforme o carcter
de que estiverem revestidos, com Unto que
se resucite o decoro das familias.
A cavalhada do presente carnaval tem de
ser providenciada para que ludo seja de
bom goslo ; portanto descancem os apaixo-
nados.
Outro sim, detemino que os mascarados
da cidade do Recife por intermedio de seus
ofllciaes, ineus subalternos, mandem a este
commando ea>Vefe das quatro partes do
mundo, tirar lienta para poderem correr
cavalhadas e ssistirem aos bailes.
Quartel general d,> mnmauo em chefe
na cidade de Goianua de fevereiro de
I83S,--I>- Jorge Piterio de .Mavorte Vil con-
de da Grecia.
~ No dia sexta feira par amanhecer no
sabbado 30 de Janeiro prximo passado, fu-
gio deste engenho. Piabas de Cima, uut meu
escravo de nome Mathias, idaije 18 annos,
baixinh c grosso, tem tois do caboclo do
que cabra, cabellos crespos quasi corridos,
cara lisa, levou chapeo pequeo de tnassa
cinzonto, camisas brancas e dita rouxinha,
jaquel. tambem rouxa e paliliit branco,
calca branca,e dita de panno fino preto ou a-
zul: ts apprehonde lores o podem levar nessa
praca ao Sr. Sebastiao Antonio da\Silva, na
ra das Calcadas sobrado, ou neste enge-
nho Piabas de Cima, a seu legitim'p Sr ; em
qualqu..-r das partes serflo recompensados.
Piabas de Cima I! de fevereiro do 1858.- Fran-
cisco Esleves de Mello.
No dia 7 as 8 horas da noito, (fugio de
casa urna preta cor fula, pes comandos,
tem um grande signal no peito, prodedido de
urna bouba em .equena, outro signal no
queixo do lado dircilo, que foi de una dor
de dente, olhos pequeos, ralla de Um den-
te da fente da parle de cima, cabello rente,
o sen verdadeiro nome he Henriqueti, mas
chnsmou-se por Felicidade.ncrne porgue ella
niaisse reconhece : roga se por tanto as
autoridades e capites do campo nu quem a
pegar, a man lar levar a ra da Praia arma-
zem n. 10. que recebara a si lisiarlo a;e to-
das as despezas e se lhe ficar eternamente
agradecido.
-- Do engenho Ajudante, freguezia da
Escada, fugio urna escrava por nome linez,
baixa. isto he, de altura regular, dale 2ti
annos, pouco mais ou menos, cozinhtira,
nacSo Angola, bonitos dentes e bem fet i de
corpo : quem a pegar leve ao mesmo t nge-
nno, ou no llecif, na ra da Praia n. 55 pri-
meiro andar, que se gratificar gene osa-
mente. Esta escrava foi cn-nprada no Ri cie,
em o mez de julo de 1837 ao Sr. Jos uze-
bio, que tambem a coruprou a um P< rtu-
guez na ra da Aurora. Tambem adevr ese
que quem tiver a infeliz lemhranca de a oc-
cultar, soffrera o que as leis em taes :asos
delerminam.
Precisa-se de urna ama forra ou Capti-
va que saiba cozinhar e ensaboar : quem es-
tiver nvatas circumstaocias dinji-se ii ra
larga do Rosario, loja, onde se dir (quem
precisa.
Vamos rapazes,
Tom torca e gelo.
Cortar Hambre,
Nevar o peito.
Quem tem sorveto a pataca.
Fabricado por Ferreira.
Ir tomar em outra parle
' He asneira.
sorvete a doze vintens
N3o tem gosto quem procura
Mostra que na bolsa existe
Quebradura.
Ouem melhnr do que o Soarq
No doce, salgado ou secco
Servir, l no Rosario,
Junto ao becco.' !
Por um sorvelinho chocho,
Com o Ferreira nunca medr;
Entregar uma encarnada ;
Vai te pedra.....
Fgida de dous negros
lllms. Srs. inspectores de qujarleires e
mais autoridades de polica dos districtos
da Casa Fort, Poco da Panalli. Monteiro
Apipucos, e mais Arraial, e Crute de Almas ;
rogos se participa, que para? esees luga-
res fugio no da 2 do presente [mez de feve-
reiro a preta Meria Cajueiro, pe mais de 50
annos, baixa, cara pequea je encolhiia,
bocea meia torta de trazer cachimbo con-
tinuadamente, cabello raro, i coroa na ca-
neca de trazer taboleiro, brafcos e pernas
meias foveir>s. as pernas lirias e meias ar-
queadas, sabio com vestido/rxo com da-
dos; p.nno da costa novo o azul, sem estar
embrulliaiio, he mariscadeira, e costuma
vender pelos lugares aci^a declarados por
ter sido ciada na Casa Forte, e costuma
-so de forra a quem no conhece j
GRAME ARSENAL
18 UlA DO GOLLLEfaO 18
O Noves lie o proprietario
Em um magnifico sallo adornado com ri-
qusimos quadros da famosa guerra do O-
riente ; entro elles o liombardeimcnto de
Sebastopol, a tomada de Ualakoffntc e da
actual rebeliSo da India, a escalad de l)e-
Ihi, oassedio de Lucknow, o fenmento do
general Collins Camubel ; eneontrarSo os
amadores do carnaval un lamoso sortimen-
to dos melhores vestuario:; chegados ullima-
mente de Paris ; sendo a carcter, o rico
uniforme dos zuavos da puarda imperial, os
vestuarios de gala de lien que IV, Clovis 11,1
e J.uiz \l V ; ricos vestuarios hespanhe> da
corte de Carlos V, Filippe II, e do rei Bem-
ba, ultimo dos monarchf s Godos : ealem
dtsso ha um completo sor ment para todos
os precos e caracteres, alero de uma grande
porcaode dminos pretos e de cores ; famo-
sos vestuarios para caval tadas a vonesiana
etc ate. Oestabelecimento estar a noite
al 11 horas brillantemente Iluminado, e
de dia se verSo na varan 11 duas bellas figu-
ras masculino e femenino! ricamente ves-
tidas a carcter. S;1o c olvidados os enten-
didos na materia a visitar o estabeleclmen-
to, quer aluguem. quer nao. os vestuarios.
ESTRADA DE FEHKU DD KECIFE A SAN
FRANCISCO.
No dia 9 de fevereiro corrate principiara' o tra-
fico de dassaijeiros e centros n,: secefto deita estrada,
cornprehendida entre as Cinco Pontas e a villa do
Cabo, a as partidas dos tren: serao regaladas pela
fegajnle
TABELLl.
Da Recife para o interior.
Partida.
Das Cinco Pona.
A fugados
Prazeres. .
Ponlezinlia.
i ir.
N. 1.
!) luir, di mal.
'.I 1V
0 30" J>
'J Sff n
10 10' i>
Villa da Cab. 10:10"
N. 2.
"i Ii. da tarde
IV ).
.", 30'
:. .->()' p
6 I0r B
6 U' .
Do interior para o Kerife.
Partida. N. 1.
Da villa do Cabo 7 hor. di mah.
Ilha .... 7 20'
Ponlezinha .
Prazercs.
Afogadns.
Cinco PoDlas
Os precns de couduccao
seguintes:
>. 2,
7 40'
S Imras
8 15'
8 :
Das Cinco Ponas a Afosados.
o Trateras.
3 20'
i :t 10" o
i Itoras i>
> 1 IV ,i
. 1 :!()' a
passageiros serao os
CI.ASSES.
i. 2. 3.
800 fiOO 30O
18600 ir-2iK) fiMi
l>..nleziuha 25S00 25100 1*060
39200 -oo I-l"io
49000 sjooo 19500
800 600 300
I920O 900 16fl
2400 1*860 900
3S200 2M00 I92OO
r'HW 3S000 Ij.'iOO
llh
)i i) Cabn. .
Da silla do Cabo a' llha ....
11 Pollle/iiilll
u ii Prazere*. .
ii 11 Afosados .
o C. Pona .
O* bilhetes para ida e vola dentro de -\ lioras
ou de ls horas se nell se cimprehender domingo
oa dia de guarda) seras ven lid pela tabella se-
guale :
CLASSES.
I. -'. .!
Das Cinco Ponas a A focados. 18200 '.mo 4fi()
D 11 Prazcres i-ion l.--i;o mu
i) Paatetioba. 4*200 39I0O 18600
11 i> Ilha.....-sim ;lyHKI I58OO
11 11 V. do Cabo. 68000 1*300 28260
Da villa do Cabo a liba.....18200 son fio
11 Ponlezinha. I?sik) 1S360 680
11 11 Praierai 38600 -'--Too l-',(,n
11 Afosados. 48000 38600 18800
11 11 C. l'ontas 68000 1*500 28260
N. II.E*te bilhetes nn itAo trausfc-riveis.
Ko&a-se aos seithore* p*ssaS'ros que venhim mu-
nidos de troco para pasamento das paisacens.
Os precos d* transpone de seero ferie regola-
dos em conformidade enm o di'creln n. 2,01 do co-
verno imperial, ja puldicado nesla sDlarioD,
As peanas que qu'zerem liilhele de elarj|o qoo
dfto dirello a Ida e \t Ita em todos os (rens, podern
dirigir-se ao escriptorio da eoropanhia, ra do Cres-
po n. 2 ou as Estantes das Cin' 1 Ponas 00 do Cabo,
onde se acharito impressos. ronteudo luda a ittfer-
macoes necessarias sobre o tranporte de pasageiros,
gneros, etc.
A companliia se encarrecarf' da enlreca de gne-
ros em qnalq.ier ponto dos bairros dn Recife no de
Santo Antonio, ao preco de ."1(1 rs. por arroba nun-
ca recebeudo urna qoantia inf-nor a 50(1 rs.)
O
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S ar. S
saga
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-J 2 g
O T3 O
Uma pessoa que sitip as ungoas nacio-
nal, latina, france/.a e ingle/a, olF:Tecc-se
para ensina-l's fura daciade, ou para ou-
tra qualauer oceupar^io que as exija : quem
pretender, annuncie po: este Diario o lu^ir
onde se deve tratar.
OSr. Aflonso Jos de OHvcira, ex-!i-
reclordo collegio de Santo AIIjiiso, haja de
annunciar sua morada tara ser procurado,
ou mandar a ra da Cruz no lierife n. 62,
salisfazer o negocio que nSo ignora. Isto se
pede por favor.
Aviso ao commereio.
Um rnoaz braseiro isento inteiram-.nle
da guarda nacional, e dando garantas .1 sua
conducta, otTerece-se para guarda-livos de
alguma casa commercial brisileira, portu-
gueza, ou franceza ; leudo em todo e qual-
quer ramo de eseripti rac.lo por partidas
sobradas os coohecimentos precisos para a
gestilo do qii! se comprometle a desempe-
nhar, e sabenlo perfeitan eote a linuua
franceza. e a arillimeli !a em gata mais dil-
fices aiiplicicoes : a quem interessar pode
dirigir-se a roa dos Ar; iguiahos n. 23, pil-
tre a ra do Padre Kloriaoo, e a das Calca-
das, ou para se entender, a roa la Caieia
do Recife 11. Ii, srma/tirt, a fallar como
guarda-livros das 10 horas da mantilla a< i
da tarde ; pdenlo, se for rn3s cunimo lo,
unnuuciar para ser proct ralo.
D-se juros razo; veis sob peohores
300| ou todo ou em parts : na ra ia Praia
n. 43, segn lo andar.
O aballo attlgaade (az icenle ao publico qoa
no da .11 dejain-iro do co lenie. desappireeea u
mulato t.ii.indui d^ padaria do I.ivrsmenio, ecravo
lie chegado a loja le Leconte, aterro
da lioa-vista 11. 7. excellente lettc virginal
de rosa branca, para rei'icscara pelle, tirar
pannos, sanias e espinhas, igualmente o a-
lamailo oleo babosa para lunpar o fazer eres-
ceros cabellos ; assim como p imperial do
lyno de Floronca para broluejas caspemla-
desda pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
Pablicag&o jurdica.
Ha chegado de Lisboa, a Manoel do Nasci-
mento Pereira, ra de Apollo n. 16, segundo
andar a obra cm 8 volumes Tbeoria do 0i-
reito Penal, pelo conselheiro Silva FerrSo ;
para ser entregue aos Srs. subscriptores,
pelo preco de lO, e para os que nao s3o,
pelo de 14, pagos a vista.
Cq]le O director deste estabelecimento continua
a receber pensionistas, por isso que esta
augmentando o edificio, fim de ter me-
lhores commodos para seus collcgiaes.
' onsino do collegio esi dividido em
in.slrucsao primaria, secundaria e de rc-
creo.
A instrucejio primaria comprehende Icr e
escrever.
Principios geraes do moral.
Doutrina cbristSa, e civilidade.
Exercicios grammaticacs.
Nocoea de arithmedca ; seu desenvolvi-
mento em applicieOes praticas, nt, iros,
q lebrados, decimaes, e regras de propor-
Qo.
O systema dos pesos c medidas do im-
perio.
Elementos de geometra, e historia, prin-
cipalmente do Brasil.
NocOes da historia sagrada.
Geometra rectilnea.
A instruccSo secundaria comprehende la-
Lim e fraiicez.
\ de recreio comprehande msica instru-
mental e vocal, e dansa.
Miguel Jos Rodrigues da Costa, arre-
matante das dividas da missa fallida de JoSo
Clirysostomo da Lima, faz sciente aos deve-
dores da mesma, que venham realisar os
seus dbitos at o lim do correte mez : no
aterro da Roa Vista n. 42, taberna ; do con-
li.'dVlarde trano sera as ditas dividas cobradas judi-
' cialmenle.
Precisa-se de uma casa de um andar
com cozinha as seguales ras: Nova,
Crespo, Collegio, (juelmado, Cadea, osa-
rio, Lruzes, quarleis, do bairro de Sanio An-
tonio, e n3o bavendo nesgas ras enl3o as
do Aterro da Boa Vista ou Cadeia do Kecife,
servindo tambem um primeiru ou segundo
andar de qualquer sobrado que tenha ou-
tros andires, sondo que o aluguel Uevera
ser por tres mezes : quem tiver dirija-sea
casa de Joaquim Marques Santiago, na ra
do itrum, passando o chalariz.
Troca-se uma barcaca bem appare-
Ihada e fabricara do novo, por escravos e
tambem se vende : na 1 ua do Uueimado 11.
3 se dir quem negocia.
DAGIERREOTYPO
Na gajeria e 1 OJcioa do aterro da Boa-Vis-
ta o. 4, lerceiro andar, continuase a tirar
retratos pelo novissimo systema norte-ame-
ricano. a perteicSo dos r"tratos sahiJo-
deste estabelecimento lio assas conhccida
do publica desla capital.
~ Francelino Izi oro Leal o (,'., tem no
armazem do Annes saceos grandes de farelo
viudo ltimamente de Lisboa por preco com-
modo.
Precisa-se rio um caixeiro par tomar
corta de uma taberna por bataneo, que se|a
o boa conducta ; para tratar, no pateo do
Terco n. 12, das 6 as 9 horas da manl-.Sa, e
das as 6 ia tardo.
O Sr. Jos Antonio Rodrigues Canuto
queira no uazo de Sdirs apparecer no pa-
leo do rerqo 11. 1!>, ifim de resbalar um seu
ijPnbor, do cnnlrai io sera vendido para pa-
gameuto do principal e juros.
--- Prrclsa-se de uma ama de leite : na
ra do Sebo n. 3t, casa estrangsira.
Precisa-se de urna pessoa que tetilla
bastante pralica di loja de ferragens : a tra-
tar na ra do Queimado, loja n. 13.
(1 padre 1 r Ihuniaz de Santa Manan-
ta de Jesns MagalbBes declara a quem con-
vier. que com permissao do seu llvm pre-
lado, esta promplo a conlinuar a ensinar
primeiras leltras, grammatic.a portugueza,
uiim, francs, msica vocal, visto como
continu'a a estar no gozo da I cenca do go-
vemo para prestar esta nstrucco. a qual
subministrara nSo s aquellos alumnos, cu-
jos pas ou tutores poderem pagar, como
gratuitamente aos meninos pobres, que seus
pais ou tutores cumprovarem sua pobreza
e.im attestados do respectivo parocho, sen-
doasllcOea dadas no convento do Carmo
dista cidade, aonde se aclia o innunciaota
das 8 lloras da manliSa ale as -2 horas da
tarde, em todos os das uteis, do d:a 22 do
crrenle mez.
- Atiesto que o Sr. Manoel Borgns de
Mendonca Iratou ha dous annos uma escra-
va iiba adecuda d-? elephadtiasis do., ara-
bes, edemaduro, valgo, aristins eresipeo-
tosas e verrui:o lornaram as
extremidades inferiores de formas e mons-
truosas, a ponto de apparecerem chagas que
distruiram dedos. Foi em tal estado que
elle recebeu e Iratou a escrava completa-
mente envalida, o conseguio em alguns tre-
zesse no extirpar o mal ao menos samr-lhe
as chagas, suspender o progresso da moles-
tia ale o prsenle, dan lo assim gran le ali-
vios passienle, que tem podido prestar al-
gum servico em casa, posto que se conser-
vemos psanda deformes. Esteattesta-
do que deixei de dar ha dous annos, recean-
doque a melhora fosse momentnea, julgo
de jusilla nao de?iora-lo, mas convencido
como eslou deque seo Sr. MeodoDfa no
cura rauicalmenle taes affeccOes, su menos
consegue aliviar grandes paiJecinieiitos e
melhorar muito a sorle dosdoenies, isto ja
nao he pequtna vanlagem para que se dcixe
de aproveUar c apreciar sua habllldAifB 6 de-
dicarlo.
Engenbo liento Vcllio 15 do Janeiro de
1S8Pedro Uezerra Pereira de Araujo Bei-
li.'.o. >
lEsl rcconlieci loe sellado
--- O aba 1x0 assi::nado deixnu de ser cai-
xeiro do iilm. Sr. coronel Jos PeresCam-
pello, e de culo faltara ao mais sagrado
dever, qual he o da gralido, se n3o palen-
ii maneira a mais solemne, os cer-
no- agradecimentos o nim Sr. coronel
Jos Peres Gampcllo, c sua [robre l.:i,i!ia,
pelo bom tratamento que sempre lhe de-
ram no espCO de :> annos, que ro caixeiro
domesmo senhor em seu engenbo; rjriei-
ra, pois, t3o digno senbor e sua mbre fami-
lia aceitar estas sinceras expressCes nasci-
daa do seu coracao sgradeci lo, e penho-
rsdo, por tantos favores somente devidos
aos impulsos de almas t3ogenerosas e |ihl-
lantropicas, e nSo ao seu merecimenlo. s.
Lourenco da Malla 6 Jos Mari 1 de Me It ios.
Oabaiso srsignado avisa a lodos os
la socieds e de que r> caita o falle
cido Mentones, que aitida existem 4 ou S
moradas de casas de laipa sitas ni povoa^.lo
de l'edras de Fogo, penencentes mesma
sociedade, as quaes estao deven.lo 18 annos
ile foros ci ta uma eque por isso devem os
inesjio. si cios pagaren os foros vencidos,
se isto Ibes convier.visto que ellas eslSo lo-
2< i
-a ai
Eo i -
BIS = 2
5 ". ~,
COICPAITHIA
DA
ESTRADA DE FERKO DE TAMANDARE'.
Auloruada pelo dc-reto n. 180 de 28 de
xlembro de I8-7.
Concessionarios J.uiz deCarvalho Pae* de
Andrade, Antonio Marques de Amo-
rim e II. A. Milet.
Capital 800contos divididos em 8,000
apolicesde I00,s cada uma realisaveisem
10 prestacOes de lu.s com o intervallo
nunca menos de ~> mezes.
Cada apolice da'direito alem de um;i
parte correspondente no3 lucros e have-
res dacompanhia, a mil palmos quadra-
dos de terreno para edilicaenes na nova ci-
dade de Tamandare, de confbrmidade
como plano approvado pelo governo e
cujo titulo sera entregue gratuitamente
ao accionista depois de paga a quinta
prestacao.
Sulisi iTve-se no escriptorio de A. M.
Amoiimna na da Cruz n, V>.
Consultorio
! CENTRAL H0HE0PA-
THJCO.
RA DE SAMO AMARO,
(Mundo Novo n. 6)
O
Q
O
O I)r. Sabina Olpsanu l.od-tro Pioho v>
dacooultaa lodoaoa diaa olis, deada*8 "--'
' boraa da manlifla II .) da larde. Os convi- @
3 tes para vizilas detento ser diriidoa por -si
1 e-criplo. Os pobres sao medicado! gratn- V
lamente.
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPANUIA
Establecida em Londres,
em mar^o de l24.
CAPITAL
CIXCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Satinders, Rrotliers & C. tem a honra de
informar sos senliores negociantes, proprie-
tarios de casas, e a quem mas convier, que
estilo plenamente autorisados pela dita com-
panliia para elTecluar seguros sobro edifi-
cios de lijlo o pedra, Cubertos de tena, e
gualmeiild sobre os objectos que conlive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fa/.Midas de qualquer oua-
lidade.
CULTOR! 0 EuailUPiTSiCO
DO
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ltl'A DA CADEIA, DEFRONTE DAORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde vacilara seutpre os mais acreditados medicamentos tanto cm tinturas como
m glbulos,e preparadoscom o maiorescrupuloe por presos bastante commodos.
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Botica de tubos grandes. 10/ono
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Manual de medicina homeopathica do Dr. Jabr com o dic-
cionario dos termos de medicina ;. j o:oo
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Repertorio do Dr. Mello Moraes........ cf 00
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Adere;iide hriihanles,
dianianles e perolas, pul-
seir.is, alfineles, brincos
e rozclas, boloel e anueis
de difl'erenles ROfloi e de
diversas podras de valor.
mmu k
l.'i II IGRlVBt!
Ra do Cabuga' n. 7.
w Hecebem por to
* Compram, vrndem oo Mnan-__________ i T-(
trocan, praia. ..uro, bri- OS OS VapORS (Ift ll,U
i ,T.\r%V.ej;eBr.0;|roPa asobrasdo mais
::r^::^adi,',,iroc(iernorr(>sto,
Bassa |to d Franja como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre o commodo como costumam.
m tmRfamxmsBSHBx \ *
* OUROE PRATA.
.. Aderecos completos da 4
-- curo, meios ditos, pulsei- *
i r^s. allii.eles, lirinco, e *
S roietas, coro'e, tranrel- *
* lint, medalhas, correntes ?
J e enfeiles para reloeio. e !
9 cairos muilos objectos.le 'i
S Aparelhos i-orop!elo de ?
a>. praia para cha, bandejas, *
L salvas, cati;acs, collieres >
.* de sopa e decli, mei- 9
i los oulrc objectos de
111 ;. I :l.
o
B
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o
< J. 's
" O S. 2
o c = c
i- -". X
crj.a 3
3.2 S .
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~o o n =
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2 re -yj S ~s
s -a s asfo
"i S
< 2.
a
n T3
.as de
almanak.
Acliam-se a venda nn livraria m. ti e S
da praca da Independencia as olhinhai
comoaimanak administrativo, mercan-
tile industrial para o anuo de 1858 al
640 rs. cada uma.Tendo o preco do tra-
balho typographico subido mais de GO
por cento do que se pagar no auno
passado, nao (oi possivel ao editor con-
servar o preco antigo como desejava e
mesmo o acerosamo nao esta' em relarto
ao pceo (|ue elle paga aos operarios.
8
i
o
8
8
S 3
i
<> padre Francisco Joo de Aze- (&i
vedo, achando-se presentemente t*.
nesta praca, e ocru?an.io-se priva- jJ!
tivamente na direccao de seu esta be- 4j5)
0^ lecimenlo chalcograDhico, incumbe- (A
se de execular com toda a perfeicao Ja
e brevidade quaesquer obras de gra- W
vares tanto a talho-doco como a re- ()
levo, registros, retratos, lettras com- merciaes, bilhetes de vigila, musi- 9
cas, ele. ; e desejoso de levar o mes- ($)
mo eslabnlecioie.ito a maior ponto, @5
fk espera que as pessoas, que preten- S
g derem laes objectos, no hesitarSo *^
^3 em o pocurar, prestando assim uma ^)
;k cllicaz proteccao a que o annuncian- ^5
!b te s'!ra cxlrer"""ente reconhecido. XT
Pode ser procura lo as Cinco Pon- WJ
<) tas, sobrado da esquina conl'ronte a *A
,j. n.alriz nova ue Ssn-Jose, ou na la 1S
^ do Ci.llegio, na livraria dos Srs. Mi- W
) randa ^ Vasconcellos (^)
.Va rna da Ca.p|a do Recite n ."ii, de-
seja-so tallar com os senliores abaixo decla-
rados, a negocio d-seu inleresse : Ign-rio
Francisco Caetaoo, Manoel Pereira BrandSo,
Antonio aues de Helio, Francisco Luiz Vi-
raos, aos herdeiros do fallecido Lui Paulino
Cavalcanti Vellex de Cuivara, Juse Eusta-
quio Mtciel Monteiro, Vicente Ferreira de
barros; estes senliores morain em Olinda :
a mais os seguintes : Bonifacio Jos Gomes
do Matos, Victorino Ferreira de Azevedoie
estes de Recife. .Nao s.i para at.' cansar. Re-
cife 2-2 de Janeiro de IS58.
:\ 1 fa'.irica da ra do lirum n. 28, pre-
cisa-se de oiliciaes de caldeirciro, serralliei-
ri, fun.leiro e laloeiro.
O ibaixoassigoado avisa aquellas pes-
sors qiT4J"'ii:iores cm seu poder, os ve-
ribam ;rar ai.'ao lim do crreme mex, do
contraria vendlva os mesroos para seu pa-
gamento : no a levo da Boi i -s 1 a taberna n.
11 Miguel Jos KBdiigucs da Costa.
Troca-se a moraoJ de una casa no
bairro da Boa-Vista por iiiHra no bairro dn
S. Jos, que sr ja bem prfidas (.neo Pon
tas : a tratar na ra da Coiiceicao n. 47.
I Aluga-se na Capunga \ iva um si- .- .
.; lio um excellente posicao,leudo bis- .
';_ tan.esarvoresf uctiferas, casrf para S
'; ^r- ide fr'.iha, pintada de novo e j.*
'... Cuoi as sals fu radas de psp' Ii r- i.';
:.,'f che ra, estribara para i cavallos, v.
..-. quartos pra escravos, poco com .:._
i aguapotav e um grande t*nque la- '.:''
- driihadode mirmofe para banhi>:i
'-.' tratar 11 ra \oa n. 56. Q
~ No largo da Trempe s ibrado n. I, prc-
cisa-se!.-urna pessoa para servir dentro e
JOHN GATIS,
.-__ corretor geral
fc A(,fciNTE DE LEILO'BS UlM MURCIA ES,
" 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
^raca do Corpo Santo
Defronte da prdem tercoi-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DR. P- A. LOBO HOSCOSO
M.dico parteiro e operador.
O llr. l.oboMoscoso, da consultas todos os
dias o pratica qualqueroperacSodecirurgia,
ssim corjto.accnde com toda a promplidao,
s pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servido de nartos, praticando aso-
jeraQoes manuaes ou inslrumentaes, quan-
io nao possa conseguir resultado por njeio
da liomeopalhia. que tantas vezestem ven-
cido difliculdades, que parecan insupe-
" -veis.
Na fimdieo da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico dcbaixo decoberta.
O Vigario dos Alegados convida a qual
quer llvd. saccerdole, que qurira ser ocuad-
juctor de sua fregoezia, a dirigir-se ao mes-
mo lugar, rus do Molocol.mib n. 28, sendo
as vanlagens alm da congrua, as seguintes ;
tj de gratificaran annual, os benesses pro-
venientes dos cauinlios de quaesquer enter-
ros em que os haja, quer sejam simples,
quer com acompanhamento-ie sege, cera
as solemnidades que br.uverem dentro ou
C>ra da matriz tas ranchees que tiu costutne
dar-seao parocho, as visitas dos oratorios
privados, precedenuo rommissSo de S. Exc.
livdm missas das almas e parochiaes quo-
lidianamente e mais dus capellanas na ma-
' triz das irniandades da Paz e do Sanlissimo
Sacra ment.
PINTES HE OITCIIOIC EM>
KECI0, DE FAUVfcLLE-ELEBARR
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoutehouc a voga que
boje tem, nao s em Franca como no mun-
de inteiro ; so sem contradcgSo os mais
agradaveisde lodosos peutes, mais brandos
que os de tartaruga, sao os nicos que nao
fazem caluro cabello, por causa da electri-
cidade que conlm,accrescendo a estas van-
tageis a de no screm mais caros do que 8A
de bfalo. A esta aimianvcl invengo de
exposico universal de 1855.
francisco Concalves de Moraes, Dr.
em medicina pela facuflade do Rio de Ja-
neiro, avisa ao rcspcitavel publico drsta ci-
dade, que mudou a sua residencia para ra
das Aguas-Verdes, primeiro andar do sobra-
do n. 64, onde acbaro sempre promplo a
f xercer a sua DroDssSo.
e
de grati-
das arruinadas e em estado de s- se a pro- fora dn casa.seja forra 00 captiva, da-se bom
veitar a telha ou entrega-las em satisfagSo
do debito. Oque se deve concluir no pra-
boa do Carmo.
0 abano anisnadoi fjim Kiente ao corpa do
eammerao desli jirafa que !enn entre si e'laliele-
de22 annos, boa altura, haiba noqueixo
alguma cousa crescida, ps grandes, dedos
gran les dos ps abertos, ralcanhar pozado
para traz nula quasi sempre bebido que eido urna laeledada 11
chega a cahir no ch8o, e outras vezes dorme ''' Cadaia do Kerife
as escadas que licam abeitas a
mullas noites vem roubar as fruc.....
em que mora seu senhor, entran lo nelle das ^SSSTtS!!!^
de/, oras para a meia noite : paga-se e t em
a quem o pegar e levar ao referido sitio da
Trempe, soDxado n. I, que tem taberna por
btixo.
ii. :i, do segundo an lar.
-- Roga-sea pessoa que por engao levou
do mnibus Recife um etnbi ulho rom 2 ira-
rrag*niia m ra | vesseiros grandes e 2 pegenos turrados de
leva-ios a
ocia.
a-se urna
ama para o seiviro de qualquer casa-
Amassador.
Precisa-se de um amassador que enfeuda
bem de sua arto : na padaria do paleo da
Santa Ciu ti. C.
.----------- ,|,JO ------ -..... .-----..............., -------.......-. ., ^ i'".:iih |;'ilil"VS p l'C'4Ul'IIUS I
raes dorme *Cadii do lien fe n. .i!>, eaoc ama. eam- 8eas encarnado, o obseqoio de
a IIOIl.-. e.i"rcul de ora un yante tn \ i-ni.a \ (,,u- ,.....i,,.,r, ,] niosmo nun se airrarla
tas do s lia ""'"- acaada a aova Brnt 1 responsavel p..r.....u coeneira ao mesmo qtii agrade
*i L Ml.....SM "le q WlSl por jlo Jos Riheiro '%8 'u" d" !,anSr| 'lb N
ordenado: quem a isso se quizer sugeittr
dirij -se 1 mesma casa que acitara com
quem tratar.
Jos
Euro
11 llora.
Rodrigos do Araujo Porto, vai
* Europa, e leva em sua companhia sua se-
e fpvereiro de '
Joaqoim Menes Kreite Vianm. Joan Josc ltibeiio
tiuiinaiSe*.
Vende-se familia am ares ''e alqueire por
pro commodo : na roa da Mueda u. 10.
I'm homem casado que acaba de ser
rendeiro de um engenho. oiTerece-se para
- rador di algum, obrigai do-se
tratai a suacusta todas infern idades de que
a fabrica for atacada pois tem muttaprali-
ca da medicina bonipopatlnca. latnbeni
prope a ensiuar Gllios .ic senhor es de
engeiiliusa ler, escriver, e contar soffrivel-
menle e sua senhon fari o mesmo a me-
ninas i\n engenho Pereira, cima ida ci-
dade P.io Formoso seis leguas, achar'ao com
quem tratar: e no Recife ra do vleimado
n 2, o sr. Jornitia^tiaia Vieira KibeTiro dir
quem he.
lieaeao
Na texta-feira -29 de Janeiro alguns
individuos tentaram roubar os armazens
do empreteiio da estrada de ierro nos
Atorrados.ao peda ponte de Motorolomlio
sendo dcscohertosevadiram-se os ladroes,
deixando nina jangada em poder do ar-
mazenano, quera poder dor informar/es
pelas quaes se possam prender os ladret
sera recompensado com ."lOOlf.
A..I. da Costa Riclro advogado
tem seu escriptorio na ra estreita do Ro-
sario n. 17, primeiro mular.
~ Precisa-se de nma ama que saibi pii-
gommare lavar ronpa para casa de familia :
na ra estrella do Rosario 11. 32, primeiro
andar.
O dono da rasa terrea da ruado Ran-
sel 11 28, que lia 6 ffezes se scha rochada
alim de levantar um andar, e paraesselini
precisa comprar a reacio dos oUps vizi-
nhos, onde o oitlo do norte pericnce ao Sr.
.Monteiro. que de forma alguma nio qu<>r
ciuisenlir que se levanto sobrado eque pa-
ra csse lim esla promplo para gastar oito
ou dez contos de res, tiestas circumstanrias
0 dono de dila casa resolve vende-la por
qualquer preco a quem se proponba a levan-
tar sobrado e a gastar eom o Sr. Mmteiro
p cando o Sr. Monteiro certo que ou se venda
a casa ou se levan'e sobra lo, ou lique lerrea
como esta, a jan't-lla que tanto devala dita
, e qn tanto amno lhe tem feilo, lie
por forca lapada.
Precisa-se de um bom lorneiro que
seja pinto mi sua arte : na padaria do Sa-
ra iva, iua do Uondego n. 95.
.Y ra estreita do Rosa-
rio n. 11
Precisi-se de um bom caixeiro que d
conhpcimeifo do sua conduela; paga-se
bom ordenado.
Para o servico interno do uma rasa
estrangelra se precisa de .las pessoas, urna
que cozinbe eeugomoie, a nutra que cn-
tenda de costura : na ra .Nova n. 17.
Jos Hara Sarroaio retira-se para a:
Europa; se algue-n se julgar seu rrejnr a-
presente sua ronta no prazo de 12 dias. Re-
cife 8 de fevereiro de 1858.
Precisam-se de dous amassadores que
sejam peritos, piga-se bem ap-radanio: cm
' i.nla ua padaria a. Varadouro ou 00 Ite-
icilo ra do Amurim 11, i.
OSr. Joaquim Antonio de Moraes
piemorouoii mora na ra do Caldeirei-
rodesta cidade, jueiradi gir-sea esta t\-
pographia a negocio que sabe.
Precisarle de uma lavadeira d< bar-
rella para lavar a roupa de urna grande
familia : na livraria ns. Ii e S da praca
da Independencia.
DENTISTA FRMCEZ. |
Paulo Gaignoavuenlisla.rua.Xova n.41 I y
. na inesniara>atem a.ua e p..' lentrifico.
Seguro contra
fogo
COMPANUIA NORTHEN, ESTARELE-
CIUA EM LONDRES.
Pf 'em ios dim in u idos
AGENTES
C.I .Astley ^Co^panhia.
I)esencamnhou-se do poder do abaixo
assignado urna letra sacaJa pelos Srs Saun-
d;rs liroibers & C. da quantla de i.S9lj><)52
aceita pelos Srs Tassoilnnaos aveitcer em
30de abril prximo vfndourof o acetame
ja esta pieveni 10 para D9o psga-ll e roga se
a quem possa le-la fachado o obsequio de
reslilul-la ao abaixo .assignado, assim como
se pievenn que ninguem a negocie visto ler
so perdida.
Manoel Joaquim Ramos e Silva
Antonio-Manoel da Conceigfio, retira-se
p.ra Portugal, levando em sua companhia
seu mano Jos Manoel Rodrigues
Daniel Cesar Ramos, subdito Bra-
sileo, retira-se para lora do imperio.
iioaquitu Me lides Frei-
r, faz ver ao eerpo do
commereio e ;o publico
em geral, que por havor
outra pessoa ile igual no-
me se asjsig'nar t boje
em van teJoaquim alen-
des Freir Viaiina.
Precisa-se de um caixeiro para loja de
calcado ; na ra do l.ivramenlo n. 9.
Precisa-se de uma ama spccb para co-
zinhar e comprar, prefere-se esetava ; a tra-
tar na rus do Collegio n 21).
Daniel Oessr llamos julga rao dever
a pessoa alguma, mas sa alguem julgar o
contrario, aprsente sua coma no prazo de
8 dias, na ra da Cruz n. (5, que sera in-
mediatamente paga.
F. H. Cooper, capitn do hiate ameri-
cano Maria Juwelt, vindo do Rio Grande do
Sul, arribado a este porto na sua viagem
para Liverpool, precisa acerca de 3:OOOs(IOO
sobre o casco do mesmo navio : as pessofs
que se quizercm propOr quei-am dirigir-se
em carias fechadas, no escriptorio do con-
sulado americano.
ORDEU TERCEIRA DB S. FRANCISCO DO
RECIFE.
O secretario da mesma, cm nome da mesa
administradora, pelo presente convida* a to-
dos os seus charissimoi irmiios em geral pa-
ra compareccrem no dia 17 do crrante,
pelas 2 horas da tarde, na groja da dita or-
Icm, paramentados acompanbarnm a procissao de cinza, para o
que siio obriga los a vista da disposic.no do
art. 208 dos nos-es 1 StatutOS, que diz : Ul-
dososirmSosem geral nunca deisarlode
asistir a todos os artos la ordem, quer fes-
tivos quer penitencies, muito principrl
mente a mesa, que sem seu exemplo amis
SerSo assiduos os de mais senliores; todo
aquelle, pon ni. que deixar de acompanhar
a procissSo de eioza, revest lo com seu ha-
bito, sem para isso na ver cau-.a legitima e
justificada, sera mul'.ado em ti libras de cera
lavrada, ou no seu valor, Gcando a escoltta
a seu arbitrio. Oulro, sim convi lo a todo o
rfvereodo sacerdote para comparecer no re
ferido dia para o mesmo fim cima dito.
Ap'oveito a ocrasiHo para pedir aos mora-
dores das ras por onde tem do pastar a pio-
cissio, mandirem I impar as mesmas, as
quaes s."o as seguintes ; ao shir da grnja
ra da Cadeia, Collegio, largo rio mesmo;
ra do Qunimai'o, laodosul, l.ivramen.o,
Direita, l'ercn, Aguas-verdes, pateo fle S.
Pedro, becco do mesmo, piincipio da ra
de Uortas, pateo do Carmo, csmba do m sa-
mo, ra das Flores, Nova, Cabugi, largado
Kosano, a travessar m-ia estrena, Queima-
do, lado do norte, Cruzcs, ao recoluer-se.
.
Compra-se toda a aualida le de peri-
dicos para embrullio a 39800 a arroba : de-
fronte do quartel de polica 11. 17.
t.ompra-se efectivamente na ra das
Flores n 37, primeiro anJar, plices da di-
vida publica e provincial, acedes dascompa-
nbias, e da-se di'ibeiro a juros cm grandes e
pequeas quanlias sobre pcnliops
Compra-se etTectivamente bronze, lao
lo e cobre velbo : no deposito da lun.ticS-
da Aurora, na ra do lirum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma luiidic'ie, em Sanio '
Amaro.
Compra-se cobre, lata 1 e bronze
vellto : na fundirlo do Bruna n. ii e S
-- Compra-se umaprats que saiba cozer
sotfrivelmeiite, coziuliir e cogomoiar bem e
seja (el: na ra da Irau n. i3, no t>

Faz ndaa r tas ci bom
posl .
Sopt riOl la rom bahados de
6 coi : ti -, ,.,'.. ,!,- sarja
damascados ; nai les prrto a
1-,'iHii, I.-S00,25 2500 p J, srj, preta a
:* o cnvado, ria hpspanhnla superior
.ditas adamascadas a MN r -.'-MOn.
1 preto a 29500 < 3", macao muito su-
. 1, v.'liu lo preto a
. ma r.tas pre tas de 111 .
los ; .."i -, n>rmirs
pelas a Inoo. 1 n mi;l Mipe-
rii r 1 398< 1 y/ ,, 4?>
. 7-, s-, ',,: t I"- o 1 ovalo, ricos rort>
de velludo preto bordados pera colletes e
ouiras multas rasen las pretas proprias para
a qui resma, mais baratas do que em outra
qoaluuar parle na loja do sobrado ama-
reilo nos quatro cuu*s da ra do Queima-
do n. 29.
. GURDE TOX
ISa loja dn ra >ova n.*20
lunlejis
as mais linas e aoJer:ia., em temos ea-
mais linas
vulsas.
Pacas e gai
i.ian le sortimento, rom cabos de marlim,
bfalo, o;o, etc., tmpora tro fino.
Coib
Crande sortim*nt de collieres de metal
Buissimo e de vinos ai ios.
Apparelnos para almoco.
Grande surtioiento de apparelhos de me-
tal Qnissimo, imiUuio praia, gustos mo-
dernos.
Salvas,
tirando sortimento de salvas imitando
praia, com lindas gravuras e relevo de
muito bom go.to, ditas para um copo.
Trens para rozinha.
O mais completo qii* tem vindo a este
mercado, constando de panellas, cassarolas.
frigidelras e cbaleiras forradas de porcellana
e estanhtdss, grelhas, colheres, e diverso
objectos mais.
Casticaes
de metal finissimn, e ricos mudellos.
Hatoeiras.
Ilatoeiras da rame, novo modello, outras
multas culilaras de gustos mo iernos e pro-
bos commodos, que tuo veio de encom-
men la.
iNo arma/em da rui da Moeda n. 23,
Vende-M picne da barril por 11/.
MCCOS rom farelo grosso a 5/500, e fi 10
t.'jO, sililre retinado de superior quali. -
d ', a arroba 93. c'iumhu de 111 unir;jo de to-
das IS grnssui.s, enxulre, 40 rs. caria um
lurril vasio, proprio para planltr-se dore, .
ni ra .Nova n. 35. >a mesma loja se vao-
dero 2 carros rom o- competentes bni<
--- Ven'.e-se u.i ca de 1H cillas,
fabrica 1 ltimamente pelo Sr. Joaquim Aa-
toino Rodrigue-, mostr 1 ai piad mo. 1p
quem podem limar mioriu(.io a tratar
na ru-1 da i.ruz n 62. Ba mesma casa tam-
l em ge vento um b im escravo crioulo, le
30 annos, pouco mais oa menos, bom olll-
cial de sapatelro, eproptio para todo o sr r-
vico.
Ven le-se uma negra r^m habidado.
de bonita figura, duasVegrinba* stllia
aun s, e 'jm n n'.eque muito bonito, de 10
inuOS : na ra do Ir. i n. 4.
Vende-se em cata de l.asscrre \-
Tisset-treres, na ra d > Trapiche n. II,
0 seguinte i*ecentemente rjaesjatsa
Franca :
Verdadeiro cognac francs a 1 ii\a.
d panha das luperore marras.
'' i.t \. Ch in Ion .1 3 i o caixa.
Conde de Nacreuii.
-- Ka loja de Joe de Spqueira lcrr ..
dir-se-ba quem vende l bonito casal de es-
cravos niu:lo mocos
-- Vende-se um eaoloque de bomialig..-
r ebom cuzinh.-iro r;j ra do Queimado
luja d 1 -i rag i;- b
Parece impnssivel, pnem pede-se as
pessoas que qaeram comprar a dinfeeiro 1
vista ve ittam vr i! 1 (i sea la Indepen.ien-
cia n. i como se i I :i lea lo a mus pei-
feita marmelida viuda iia pouco de Liabas
do mais afinndo r.ilinc.iiili'. em latas de .'
libras. 1 l|2, I e .l|l de libra pelo preco de
l/a libra, assim como pe > diminuto preco
le ISJS80 se vil i.1 a libia dos melhores ln-
linbos ingieres propnos para grande cha n
mesmo para enfeiles d- ban.leijas. bom a-
sucar canlia6o a libra. tsoHo boa* ana-
tema pelo preco do 156110 f ascos muitn
-r-v] Jes e um pouco mais abaixo a tsOOO, na
mesma casa se acta um tu lo quaulo se pos-
sa de.sejar de uma gran le c.mfeitaria e que
ludo se ven le pelo mais barato possivel
apunto de eeotar aJmira<;3o.
- Defronte de S. Francisco, odiciaa de
encadernac3o de I". C. de l.emos e Silva,
vendem-se os objectos seguintes: biloele*
para le Roy, balsamo plulaulropico. opodol-
doque, agua deseJelils, xarope de groisel-
les eoutos; astil como cata o campo rm
braneo para Miles se escrever o que se qui-
ze', de uiversos lmannos e cares, ditos pa-
ra licores, c inhecimeiilos para embarque da
escravos, laboaaa, cartas de abc, tiasla-
los, tanto em colleccoes fumo avulsos. pau-
tas, lettras de diversos iizeres, anthmelicas
de diversos autores para o ensmo primario.
grammatica de <:aslro ,\ui. s, g"..metria da
Silvano. Sintiio de .Xanl ia, cooteodo as obras
peslhumas, develes do homem, historia sa-
grada para as esrolas, con para os esto-
dantes, apudaulis, procuraces bastantes,
poesas de Caldas, meditaedas pelo conse-
lheiro Bastos, mez uiarianno, ciminho do
" >, manual la mi-si, carlilnas. compendio
doloroso, papel pinta lo de mullas qualida-
dese formatos, pautado, de pesa, a I nuco.
g eve. de llollaada de tojos ot frmalos, de
desenb'), horas moriainias, livrodo ouro dv*
meniies, bilhetes para r.;ixas do charutos.
de diversos goatose da todas as cores, a>-
sin como dos pequeno- qj n.itam asqua-
lidadesdos meamos, couiros muitasobjer-
tos que se deixun de enum- rar.
- .Meias de l.la para pessoas doentes :
na ra .Nova n. 2. loja de Nihuc
Na buco v\ C. eom l<.ja n 2 na rua No
Va aira, da matriz de Santa Antonio, ven In
botinas gaapiadas demoro de lustre para
tenho a, ditas para menina, do mclnor la-
bncanic de Paris, ditos para bomem, e dito
par ra: tz.
Na buco ,\ C com loja n 2 na rua,
Hova, v inda lindos turbanles Pr cibe^-fln
mdico. '
--- Nt rn 1 > v n _>, vendem st ca ta |.
ara voltarato.
( 2 da roa Nova, veniem-se
bonscliarul is 'a Babia,
Nabuco a C eom loja n 2 na rua ^ o-
va atraz da matriz ven i eamitai fraaem
lee illartnbos de Itaae,
ditas r en peito -.e mussulina, ditis com
dil IS e 011 peitos de
1 '!" 'i ". di as 1 11 pellos fl, c,m'_
' linbo
(ni s, e ven le tudo Inrato.
Na 1111 Nova 11. -' Itraz rta matr./, ven
se chapeos de se la rira baptisar nu
nios.
-_- ... ,..,,. DB) eattrito com boas aada-
,,,1'' !' a tratar Qa rus do
- 11 11. 1 .
"' '" r -1 os de uma
taberna no Man eco coma
1 l' br, is-lra romo caixa
11 "Mma enlendam-s
tote da barreira d. mostno
Manguia
--- Vende-se uma libe ni rom po;
lim .os, propna para princi|hinte,eem mui-
I redor do
'- : a tratar
na mesma.
im cav lio rucoem botsrar-
- -n.1.1:1 s ,; iem ,, pretender, di-
: '""" que acuri com
quem tratar.
Vestuarios para o baile masque, v.-n-
' n'--" P 1 u b irato, o 1 tlugam-ta Irw
vestuarios ,un4 m rua do
Queimado n. 40.
Na rua da la.lea do Recife, loja de
h'uca n. 29, vei ae tupariot
raiiuiia de mandioca, por preco commodo.
\ iT.dc-.c um tidiilirn.i no. j e falla do 1 ll-
Jiti oa 101 suelta do Rujinu u. U.
MMTii i\nrt


DIARIO DE PERNAMBLCO QUARTA FEIRA 10 DE FEVEREIRO DE 1858.
ftollii.titas
para o anno de 1858.
Acham-sea' venda as bem conliecidas
follnlias itnpressas nesta typographia,
para o anno que vem, das seguintes qua-
1 ida des:
l'olhinlia de variedade, contendo, ale'na
dos mezes, multas noticias icienticas,
modo de plantar e colhera nova caima
de assuca', noticia sol>rc omillio e al-
godo, e una serie de coiihecimentor.
Jas artes, etc., etc., cada urna. 520
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
elo Rvm. conego penitenciario da Se
e(Dunda, segundo a rubrica, a (pial
loi revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
lulgou certa, como de sua carta exis-
tente aesta typographia. iO
Ditade povta, na forma usada ate ago-
>...........160
Vendern-se tnicamente na livrariaus.
<) e 8 da praca da Independencia.
Na (anoaria def'ronte do trapiche do
Cimba vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes, assun como
bom millio e l'eijao.tudo por preco razoa-
vcl.- a tratar no armazem da rua da Ma-
dre de Dos n. 12.
Cal de Lisboa.
V'endcm-sc barris rom cal nova dcl.is-
hoa, por menos preco que em ouira par-
te : na rua da Cadea do Recite. Ioja n, 50,
defronte da roa da Madre de Heos.
Attencao.
larinlia de mandioca, millio c fejao o
mais barato do que em outrn qualquer par-
te ; na rua do Queimado, Ioja de ferragens
ii. t.
Charutos da Baina.
Vende-seos melliores e mais aromali
ios charutos da Babia : na rua da Cade/a
do Recite n. 20.
Nova agua de malabar.
Vcnde-se esta agua a me lior que tem ap-
ptrecido para tingir o cabe, lo e SU8MS de
plelo : na livraria universal rua do Collegio
n.120, d-scjunto um impresso gratis ensi-
nalndo a forma dnappiicar.
- Vende-se um bote de :!."> palmos, muito
i conslruido : na rua da Cadeia doReci-
. 2, primeiro andar.
CIDAIIE DE
uva un u!
Ajrha-se estabecido em Coianna, no beeco
do RavDo, na Ioja do sobrado n. H, un ar-
majem de niolliados, aondn os necociaiites
rilo sempre urna vanidad*, de gneros
fazerem seus sortimmlos principal-
e os do cculro, que all se poJein sur-
tir sjem irem mais longo, adverlindo-se
que de ludo so vende as poi coes que os l'rc-
guezes quizerem, e por precos os mais com-
mod is possiveis, dcixa-se de mencionar a
sidade dos gneros, e seus precos por
Mifadonho, aancaudo-se a boa qua-
I idade.
-j Na nova Ioja de i portas, na rua do i
Queimado n. 37, hechegado pelo ultimo va-
porfum rico sorlimento de chapeos amazo-
nas'para senhora, ditos para menino eme-
nina, de melhor goslo possivel, chapeos de
aba larga enfeitados para senhora e para
menina, chapeos pretos para homem, de
diversos precos, lencos de labyrintho a 15,
chitas de coberta francezas muito finas a
360ocovado, oliudinas miudas muito linas
a 19300 o covado, mantas prclas de tilo de
liplio, sedas do diversos presos.
/ REMEDIO 1MCOMPVRAVEL.
V

OUE

to.
VP
'- .-
' I
l
Farelo
Lisboa
ele
Km saceos grandes de estopa, Travassos
Jnior &C, no seu armazem, rua do Amo-
nio, ou del'rontc da escadinha, armazem do
Aunes, preco commodo.
Relogios
cubarlos e dcscobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
esenhora, de um dos melhores fabricantes
do Liverpool, vmdos pelo ultimo paquete
inglez : era casa de Soutball Mellor & C.
rua po Torres n.38.
~ Paula & Santos tom para vender bar-
ricas com superior trelo recentementc che-
gado, e por preco commodo : no seu aruia-
zom da rua do Amorim n. 48.
Antonio Lua de Oliveira
Ase vedo.
Tem para vender no seu escriptorio na
#rne da Cruz n.1 :
Camas de ferro.
ViDin engarrafado cm caixasde 1 e2duzias
Jacaranda superior.
Collada Baha primeira esegundaqualidadc.
Algodo da Babia e fio
lgodao.
Vende Antonio Luir de Oliveira Azevud
lio seu escriptorio n;> rua da Cruz n. 1
Praca da Independencia!
n. 4.
NOVO ESTABELECIMENTO DE VIUVl
BASTOS & C.
Onde se encontrara os seguintes gneros
que se venden por baratsimos precos a di-
nheiro o vista :
Kxcellente bolacbinba de araruta, do Itio
o da provincia, dita americana, biliuhos
Irancezes em caixinhas moito lindas, po-
de-l, doces de difl'erentee qualidades em
eonsera,como sajim ameixas, pecego, uera,
niorangos, eginjs, ltimamente chegidos
do Lisboa, ditos seceos de diversos palada-
res, amendoas francezas em Irascos do vi
d;o, passas. nozes, amendoas doce do cju'
secco muito superior, chS liyson, excellenle.
clumpagoe emelhor licorera garrafa,meias
e quait.i de dita, o precioso marrasquinho,
niarmellda de Lisboa muito boa, ass'icat
candi, os melliores charutos da Babia do a-
famado fabricante Thom Pinto, azeite doce
francez om garrafas, e bichas de llamburgo,
para vender a alugar.
No l'asseio Publico, Ioja n. II, de Ker-
leira&Cruz, existe urna porcao de cortes
de caseraira de cores pelo barato preco de
38 o corte, cortes de cassa chita padrea de
gosto a 2W0. clnles de meiin bordados e
lisos, lindas mussulinas, chitas francuias,
um completo sortiraeuto do madapoles,
chitas, algo l&oziiilios, brins de quadros,sar-
gelinas de 13a e seda de cores, lencos da se Ja
de todas as cores,chales, castores de diversas
cores e gostos. merino de madrastas, e mui-
tas outras fazendas qua se venderao por pre-
cos commodos, a vista da moeda.
Vende-se farelo superior em barricas
f saceos : no armazn de Feliciano Jos
(ornes, na rua do Trapiche n. 7:
BATATAS.
, Vendem-se batatas ltimamente ehega-
das, a 23 a arroba : na travessa da Madre de
Dos n. 10.
Grande e novo
sortimento de fazendas de
todas as qualidades, vin-
daspelos ltimos navios
da Enrona.
NoTidadede l'aris, razenda d seda com ra-
maet-ro e liilri matmada para Tfsli.lus de
enliura,mullo proprio pan aaslatao, cu-
vado
ISOO
Deposito i
DE
Cera de carnauba e velas.
Sebo refinado e eni rama.
Fio de algodfio da Babia.
Sola e ptlles de cabra.
Comma do Aracaty,
Barris cora breo.
No largo da Assembla confronte aporta
da iiispecciU) n. .aoodo se vende por menos
prec,o que om outra qualquer parte.
Agencia
da fundico Low-Moor,
rua da Vnzala i ova
u. 42.
Nestecsl.abelecimcnlocoutina'aa baver
um completo sortimento de moendas e
meias moeu das para engenho, machi as de
vapore laixasdc ferro batido e coado de
lodosostarnanbos para dito.
UNGENTO HOLLWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOes
podemtestemunliar as virtudes deste reme-
dio incotnparavei, e provnr ein caso necesst-
no, que, pelo USO qncdelle lizerarn, tem seu
corpo e membros inleirame ite sios. depois
de haver empregado intilmente oulros tra-
lamontos. Cada passoa poder-se-ha conven
cer dessns curas maravilhosas pela leitura
dos periouicos que Ih'as relatam todos os
das lia muitos anuos ; e a inaior parle deis
las sao tao sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres, guantas pessoas re-
cooraram rom este soberano remedio o uso
de seus bracos c pe as, depois de ter per-
manecido longo lempo nos bospitaes, onde
deviam sotiieraampulacao! Dellas ha mul-
las, que baveiido deixado es.-cs asvlos de pa-
decimento, para se nao submettrem a essa
operacao dolorosa, foram cl radas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das lacs pessoas; na elusao
uc seu reconliecimento, deciararaai estes re
suiudos benelicos diante do lord correge-
dor.eoutros magistrados, alim de mais au-
icnticarcm sua atnimalva.
Ningnem desesperara do estado de su-
saude se Ivcsu bstanle conlianca para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do aigum tempo o tratamei to que neceasi-
lasse a nalureza do mal, cujo resultado seria
provar inconlcstavelniente: Uuetudo cura.
O ungento he til, mas particularmente
nossei/uinlei casos.
Alporcas.
Caimbias.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabefa.
das costas.
dos membros.
Enfermedades da
is em geral.
cu-
innaniiua^ao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picad ira de mosqui-
tos.
Pulmncs.
Ileheza de Bengala, fazenda loda de seda
(ranspareole com lislras matizadas ,
P'opria para hailef, co>ado.....
Cambraia seda de Bengala com lislras ma-
lizadaj, covado ......,,.
liare;;* de seda com quadros e lislras aseli-
nadas, covado.........l-ooo
Crosdenaplfsprelo e decores, muio su-
perior, covado .........
Dito dito de dito muito largo, proprio para
farros de obra, covado......
Sedas de quadnohos. eorad<......
Folilos de seda atetillado......
Mussoltoa branca e de edres, aovado. .
C'ssasfrancezasde cines filas, Covado. .
-lulas Irancezas, o covado......
\elhulina de cores, covado......
Maulas de blond pretas e brancas, preprias
P-ira casamenlus, covado......
I'anuo lino pretoe decores, para lodosos
presos ............
t.hapm. de pallinlia, torrados, propnos pa-
ra a .lacao..........
Chales de seda de cores, superiores .
Ililus de merinu bordados a velludu .
Hilos de dito de dito a sed.......
Hito de dito bordados em pona. .
Hilos de dito com lislra de seda .
Ililos de dito linos com franjas de seda .
Hilos de dito com franjas de laa ....
Hi*de lita adamascados,pretos e decores.
Cravalas de leda com ponas compridas a
regencia ,..........
Hilas d* dita com ditas a principe de Cal-
les .............
Hilas de ditas a'americana......
Cortes de collele de vellado de noves
padrors s .......
Hitos de seiim branco bordados, propnos
para casamento. ... ....
Hilos de gorgurao de seda de hoyos pa-
dffOei .......
Ditos decalca de casemira de todas as dua-
lidades...........
Chapeos de sold seda soperiores .
Chapeos de massa Irancezes.....
Lencos de cambraia bordados, linos, para
mo.......
Luvas de seda de lodas asqoalidades, pira
honirii, seohoras e meninas.....
Corles de vestido de seda de crese brancos
a Pek'm o mais superior e moderno que
ha no mercado.........
Palitos de argentina de cores escuras .
Hilos alpaca de de cores lina.....
Hilos de dita preta........
Hilos de fuslao ass.tinado......
Hilos de gania de cores......
Hilos de bnm de qiiadiinhos.....
Hilos de brim pardo fino......
Hilos de bretanha de linlio brancos. .
Gondolasde alpaca preta e de cores. .
Em Irenie do becco da Congregarlo, passando
ba deferracens, a segunda de fazenda n. i0.
Rua do Cresos
relogios de
tente
p&-
E-nferciidades >oanusQueiu.adelas.'-
Lrupcese.scorbuticas;Sarna.
tistul.is no abdomen.isupuraces ptridas,
dado ou falta de Tinlia, ero qualquer
calor as extremi-
dades. '
Frieiras.
^<;"givicscaldadas.
liicbacOes.
Iiitliimmacodoligado
da bexiija.
pane que seja.
Tremar de ervos.
Ulceras na bocea.
- do ligado.
das articulacoes.
Veas torcidas ou no-
dacas as pernas.
Vende-se estejunguento no estabelecimcn-
lo geral de Londres n. 944, Slrand, e na
Ioja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas desua venda em
toda a America do Sul, Havana c llespanba.
Vende-se a Suors. cada bocelinha,conten
urna instruccao em portugtez para explicar
o modo de fszer uso deste utiguento.
O deposito geral he em casa do Sr. Sonm,
toharmaceiilico, na rua da Cruz n. 22, cm
Pernaiuburo.
9YSTEIIA MEDICO
\

DE
IIOLLOWVA
IstiiKi
1t(K)
29000
1j600
950
H50
:io
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0280
800
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9
17:0110
90(I0
I 29000
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69000
59OOO
J9000
ICOOO
IO9OOO
-
3|000
7.~"ill()
7;jO0
I9OOO
5
'.-000
5:00(1
59OOO
4>">O0
99000
1)00
59000
inglezcsdiouio, dcsahoncte o devidro:
vendem-se a piccorazoavcl, cm casa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia do.Recife, armazem n. ".
O
v'3
Attencao.
iVovalojadequa-
tro portas.
.Inaquim llodrigues Tavares de Mello aca-
ba de abrir urna nova Ioja na rua do C"uei-
inado n. 37. passando o becco da Oongrega-
cSo, c ubi se encontrar o mais rico sorti-
mento de vestidos de se.ia cora babados e
sera files, pelo menos preco do que em ou-
tra quilquer parte, assim como um comple-
to sortimento de palitos e solirerasaras, Cal-
Cas de casemira e colletes de gol gurilo, tildo
do melhor goslo c modernismo, ricos cha-
peos oe senhora de diversas qualidades, um
excellenle sortimento de luvas c meias, gros-
deiiaple prelo, o covado lrH0, 29, 2;iOO e
2J600, sarja lavrada preta, o covado 2-;200,
-J600 e J?800, dita lisa hespanhola, covado
2**00, cassas muito linas, vara 00, 500, 560
c 6S0. chitas francezas linas, covado 280 e
100, ditas ingle/as muito linas a 200 rs. o co-
vado, tudo de bonitos padrees, diamantinas
de gostos inteirarf'Ciite novos, covado 800
rs., indianas de seda, covado 19300, flanelia
de todas as cores, covado !>00 rs.. veibutina,
Na 1 na ila Cudeia do Recite 11. 50,
primerio andar, vendem-se :
1 .inlias de roriz.
Di.as de panno delinho nmeros sortidos
Pentesde chifrede dHrenles tamanhos.
Folios lizos e bordados.
Cocbins de linlio.
Toalhasde panno de linlio para mesa.
1 arellos.
Azeite dece.
Utenco.
Vende-se urna preta mopa, crioula, ptima
engot^madeira e cozinheira : a tratar na
rua Helia n. 9.
*K* ^Paf t^i
:,:-0-:::-:;5i-:::<-;^QOv's3@@0
I Alerta rapazeada
; amante do carnaval,
Na rua do Uueimado n. 6.
,5 ,>a rua oo ijueimado 11. 6. primei-
dA ro andar, cstabelecimento de cabel- i
g leireiro, existe um completo sorti- *
?fr monto de cabelleiras crespas e a ca- 9
3j! racter que sealugarSo para os bai- ^
ri les e passeios mascarados, as pes- .;.
A soasquo quizerem alugar venham .^
^ com antecedencia dar seus nomes, *g
W para 11S0 haver falta ; no mesmo es- &
&3 tabeleciment recetetn-se cabellei- t^
covado 750, grosdenaple de cor 25, fil de li-l 5*$ ras para pcnlear-se.
litio lavrado, vara l,-iC0, assim cumo multas .,j-,.:-..-......-*-. mais fazendas que nao be possivel aqui fa- | '*''*"
zcr mencao dellas todas,
sortimento.
por baver grande
agurdenle de
larris como cm eaixas

Cabos sonidos da Russia, Cal- t,'
10 eManilIa. }'.
Lonas da Russia, biins e biin- @
/-".es.
Cobree metal para fono com @
pregos.
Oleo de linhaca c Velas steari-
nas.
Esianlio em barrinbas, ll-n-
rillia.
\ inliot linos de Moselle e Joau-
nisberg espumoso, e de Borden\ gj
em (|i artolas.
C. J. ASTI.LY di C. fi
Vendem-se travejamentos do louro de
varios lamaulios : na praia de Santa Hila
restilaf&o.
Vente-se superior
llanca, tanto em
licores eabsvnthc, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
ler & C., rua da Cruz n. 55.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores que terr. 7indo aostemerca-
do, para liumens e meninos, de palla e de
prelbas : em casa JeCaminhaA Filhos, rua
oa Cadeia dotecifc n. 60, primeiro andar.
-- luizJos de S Araujo, rua do Brum
n. "J-2, lera para vender pipas novas promp-
tas de Lisboa, arcos de pao para barrica de
2 arcos cada roda, um resto de jarros es-
tampidos para jardim que se vendem cm
Gomma do Aracaty.
Lm porcoes e a retalho: vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
AVISO.
Fogio da casa do Exm. Sr. Barao da Boa-
\ista urna sua cscrava de nome Joaquina,
ha 15 das, cojos signaes s5o os seguintes .
>Ita, magra, edr ful, representa ter 4o an-
u-, esu, oe-seachar se acoulada no bair-
ro do Recite ou S Jos : roga-se pois a to-
das as autoridades lolicaes e cpii3es de
carneo que a apprchend.ra e levem em casa
do mesmo B irau, na rua da Aurora, que se-
rn generosamente gratil cados.
- Kugionodia 19 de Janeiro do correte
ainiodoennenho .Novo de >ossa Senhora
das Angustias, o escravo do nome Vicente,
crioulo. bem preto, idade de 2b annos pou-
10 mais ou menos, altura regular, sem bar-
fJl'iI" 0comPr,do bem 'allante e tem a
esrar'r.'h"; aSpe^n8Sir0ase curUs- *
diTo cav.?nro,1'do com ""Balhassendo o
i. i.^i-i Um Unt0 nov.levou "isa de
!....i ,!"8m""l. -'U de riscado.
cal^aaiul, J.queu, ceroula de algOdSou-
nboe urna cap. v,leU> de em
S7r f0ff0 :qualqueraulo.id.de
? -2 "S ',ue "PPrehender le
ve-o ao dito engenho que ^r bem recom-
pensado.
;~/J,'0 da cidade de boda no dia 2 do
cor.ente um escravo chamado Antonio,
crioulo, ba.xo. grosso. pes un, pouco apt!
Ihctados, na-.z adiado, cubeca couiprida,
sabe ler, escreve nal, lie batucador, KOsta
de recitar versos e he muito moco : quam o
apprehender pode leva-10 ao sen senho
- Na rua do Crespo, Ioja de Campos di Jo*quini Francisco ae Farias, na cidade do
Lima, ha para vender o mais superior rape Olinda que ser recompensado,
de una das mellio es fabricas de Parift oI --- Fugiram do engenho l'agaozinho os
preciadores da boa pitada devem animar a i seguintes escravos, cm principios do mez de
Janeiro prximo passado : Marcelino, mula-
prooipta venda para continuar baver sem-
pre deposito, visto o que mandara de Lisboa
ser de pessima aualidade.
A Ioja da es-
trella .
Na rua do Queimado 11. 7, Ioja da estrella,
10, com 22 annos de idade, em barba, boa
aitura e crossura, tem as pernas um pouco
arqueadas, e quando anda tem o mesmo
geito nos pes correspondente ao geito da>
pernas, e fuma cachimbo. Lourenco, criou-
lo, idtde -2i annos, bem preto, alto, secco,
ollios pequenos.pouca barba,eslava, quanlo
daqucile engenho sabio, com urna ferida un
lornozello ao p, sendo este escro com-
Ch. eos linos pa: a senhora
Ditos ditos para dita
conta para acabar e urna balauca cora con- Crosdcnoplfs preto e de cires
#3 :::-::.-:>: :?S@S
Km casa de llenrv liriinn & C. rua
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac en eai\as de 1 du/.ia.
Cadeiras c e vinie.
L111 grande soi limenlode tocadores.
Retratos a oleo para sala de ja litar.
fcspclbo com moldura.
Pianos los melhores fabricados em llam-
burgo.
-. a
&tn casadeltabcSchmcltau &Companhis,
rua da Cudeia n. 37, veudem-seelegame
Planos do afamadofabriraulr- Traumann
da Hamburao.
chas que serve para armazem ou padana.
Com pequeo toque de
a Varia.
Completo sortimento de madapoles e al-
godes, liso e de sacro, ror diversos precos:
ven :c-ie na rua co 'respo, Ioja da esquina
quejvnlta para a rua da Cadeia.
Attencao.
Oueijos do serto os mais frescacs possi-
veis : 11a rua do Uueimado n. 14.
285001
16/000
205000
s os precos.
erlik, para
inglezes, de
7IE0
ECiliimO FU
-
NA FUNDICO DEFERKO DO ENGE-
NHEIIIO* DAVID W. BOWMAN, a A
RUA 1)0 BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
,. II 10.
l.oja de Jos Concalves Malveira vendem-
se corles de vestidos de phantasia com .'i
babados a 20;, ditos de indiana com 3 ba-
bados a 8; rs., ditos de veneziana de laa e
e!a om biibadoa n IOE, rica sabidas de
baile do ullirno costo, chaneos de seda en.
feitatos para menin.^penteii det.rUruKa" moendas-"' mals moderna onslruccao ; ta-
Isabel ea imperatriz, ricos cortes de tarta-
na sempre um grande sortirjenlo dos se-
guintes otjeclos de mecanismos proprio
para engethos, a saber : moendas e meias
.pL\ni_e,.,i""':pe,Ues de tartaruga chas de rer, fundido e b.
tuna brancas, bordados a velludo e a seda,
sedas oe quadros miudos l>e t;700 o co-
va1o, chales de marin burdidos a retroz
a 7-G00, cortes de collete da veliulo de al-
godao a l;600. cassas de cores de ricos de-
senbos a 500, 60, 800, e 90o reis a vara, or-
gand clin-indas a 900, 1>e U100 avara,
panno lino verde para bilhar a 8:000 o co-
vado.
Hua do Crespo n. 10.
Leja de Jos Concalves Malveira, vendem-
se chitas francezas bonitos padres a -J80.
300 *" ---- -
qualidadeje de lodos os tamanhos; rodas
dentadas pira agua ou animaes, de todas as
proporcOe; ; envos e bocea de fornalha e
registros le boeiro, aguilbes, bronzes, pa-
rafusos e cavilbes, aoinbos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
seexecutara touas asencommendas corea
superioridade ja ronhecida com a devida
presteza e : novas.
rua da Cruz do Re-
.j
'; -:
. PILULAS IIOLLOWAV.
Ksleinestimavcl osj.ecilico, compostoni-
teirafnentedelierva medicinaes, nao con-
ten jnercurio, ne
d
8
dementes
Antonio Lopes liraga.
300 e320 reis o covado, basquina de caro- cil'e n. 06, receben de Lisboa pela barca por-
braia branca bordados a 6>, riscados Irn-I tugueza Mara Feliz um completo sortinien-
cezes de bom gosto a 280 o rovado, merino
de cores entestado a Im0 laa escoceza para
vestidos a 0C0 c cloridas a 500 reis o covado,
mussulinas linas de cores 3 480 o eovado.en-
fetes de llores e grinallas para senhora,
um grande e variado sortimento de palitos
de casemira, panno lino alpaca preta e ie
cores, brim pardo, branco e de cores, calcas
de casemira, colletes de gorgorito de seda,
velludo prelo e de cores, velbulinas de to-
das as cores a 700 reis o covado, e oulras
multas fazendas que se vendem mais ba-
rato que eoi oulra qualquer parle.
'reguiea
QUE ESTA OElMiNDO
boas fazendas por pouco
dinheiro.
Preguica da
roa do Oueimsdo continu'a a fornecer ao
publico, em seu cst.belecimcnto na esqui-
na do b'xco do l'eixe Frito n. 2, o mais bel-
lo e variado sorliuiento de fazendas, odas
de excellenle c|ii>lidade,e pregos muito m-
dicos. .Vio s oueima as fazendas ja por
ve 1 annunciadas, a saber :
Olindnas para vestidos de senhora,
covado...............
Targelinas idee dem,corle com 12
co*ados..............
Organdys dem dem, covado .
Cambraias estn pa las. vera .
Ditas ditas mais tinas, vara.....
Chitas francezas, largas, escuras e
claras, covado...........
Ditasditas.largas.escuras e claras,
covado...............
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado ..............
Kretanbas de rolo com 10 varas,peca
Riscados monslros, lindos padres,
covado...............
Lencos de cassa com cercaduras de
cor, um.............. 1^0
Mas alem destas, otlerccc mais aos seus
900
129000
260
480
too
260
280
300
29000
220
Panno preto fino ('ara todo
Chapeos francezes a Tainl
homem
Collarinhos c manguitos
um novo gosto, eda mlbjir quali-
dade que ueste genero tem appare-
cdoalehoje 12S00O
e outras muitas fazendas que se vendem a
diubuiro a vista, por menos do que em ou-
tra Ioja.
Relogios,
Os melhores relogios rlronro.patentcin
glez, vomiem-se por precos razoaveis, no
(escriptorio do agente Oliveira,rua da Ca-
loia do Rccifcn.62.primeiro aDdar.
Ski 'i
O
:.:
O
m
i
9
i$ Vendem-s bou tarros m.vo rom ar- k
- reina viudo lia pouco de Franca, fciio pe- <
r los niflliore f.lirirntf> de l'aris e qti",n. 9
\) Vi? l,l'm"se mbni liuiis arrtios para eatm e
* rabriulfi, como rouilus pce|ir.i pata dilo, ^
m> lambem calan, rooros d. Iu>li, vaquetas ^
fe? Braneapara coberta. rollf iras envernisa- ft
.-. (la-, lanlernas. vela pira dita-, mola, enus ~^
Hf P'l'iil' inailai oulras qualidades de ter- ;
>iS '"do por prero con,mudo : na rua ".
-i INova u. til.
::
Carros. 1

i
Vende-se superior linha de .Igodao
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Soutball, Mellor & C, rua
do Torres n. 38:
koii LAFFECTBOB"
OunicoautorisaJopnr decido do conselhu real,
decreto imperial.
Os mdicos dos bospitaes recommendam o
arrobe de. LalTecteur, como sendo o nico
auiorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
freguezesas seguintes fazendas ultimaD-.eii-;RO,sr,iaavel e lacil a lomar em secreto.
._ _______a O- 'J un. ii... .... ....._: 1_ i .
tecbegadas: mussulinu branca
Caixaspara rap.
.Na Ioja de tartarugueiro,
lera mercurio, nemalgunu oulrasubsUnciaUS. 1 la1rla,u"UBlro '
deletrea. Benigno a mai.-. tenra infancia, '^ v'l?,rm ^'ra VP""I
e a ciompleicao mais delicada, be icualn.cn f P. a!""als J
te pjompto e eguro para desarreigar o mal 'em V'n" 30 metc**0-
na (jomplei^o mais robusta; be inteira- nwAriAA,
na rua das Tiin-
er caixas do \-
bem feitas que

i
-
S. STIEBIEL & C,
{^ociantes, estabeiecidos
icas vestimentas.
Pa ra os bailes do carnaval; carac-
($ tere-, escilhidose do melhor gosto e
/a tora, de Pars a precos moito razoa-
I vc',s :
:: Velbtina e vellado.
.., de cores as mais bem escolhiias pa- ...
" ra vestuarios de mascaras : na rua '?'
~^f do Crespo Ioja amarelh n. 1 i{:
_ ma
na compleKiio mais robusta ; be inteua-
meujte innocente em suas operaces eeirei-
tos i pois busca e removo as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
lenazcs-que sejum.
Knlre milhares de pessoas curadas com
esle remedio, muilas queja eslavam as por-
tas morle, preservando em seu uso j con-
sagairam recobrar a saudoe torcas, depois
de baver tentado intilmente todos os ou- i.osieii.cij.os ticipara seus correspondentes e
As mai allliclas rao devetn cnlregar-se a
desesperaciio; facam um ci mpelenU ensaio
dos ellicazes efieilos desta a sombrosa medi-
cina, e prestes recuperardo o beneficio da
saude.
N3o se perca lempo cm lomar este reme-
dio para qualquer das segu intes enfermida-
., senoula, espinafre, rbanos, salsa, -o covado, carmelma, faz^nda ainda n3o ,
coentro, rabanote. tomates, couve do algar-| v,s.ta-lraHada com padrOes de laaz.nha,! [f.^'1-"." "'^"'"'^\ cor'Vin> <>
ve, conve llor, pepinos. Pelo b rato preco de 280 o covado. cortes de V103'a ga, as contracQoes e a I
Attencao.
riscado francez, bonitos padres c cores li-
xas a :;00cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito fina, com 8 varas cada peca a
No caes do Ramos, no armazem de lian- 73300, dita tapada tambem muilo tina, com
i SCO de Pf.ula Pigueira de Saboia, vendem- 1u yar8s cada peca a 4?800 e 62600, chales i
so saceos iiim larinha de mandioca a 75500 de laazinha muito linos a 2^200. ditos de
est em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura adicalniente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al.
leccoesda pelle, impingeos, as consequen-
cias das sarnas, ulceras c os accidentes dos
partos,da idade critica e da acrimonia he-
catar-
CfOes e a fraqueza
'i M) > 000
Vende-so por 250s rs. um cabriolet de
duas rodas, com os seus competentes ar-
'eios, ludo em muito bom uso : na rua dos
Pires, ollkina de Groa Jeame.
banqueirosene-
la muitOS anuos
de par-
ao |)nii!i-
. sacco. e saceos coai gomma o fumo em
tulla, tu.lo tiii bom estado.
sellins
(latente inglez.
Sao cliegados e acliain-se a venda os verdudeira
e bem conl.eeidoseellina iaglexes patente: na roa
do Trapicho -Novo o. J, aiiiia/.iin de raeudas d<
Adamson & C. Home.
Vci dem se coqueiros pequeos para
se plantar: na rua as Trincheiras u. 29,
junto ao i icho.
Vende-s* um molcque cozinheiro de
boa conducta c nina cscrava robusta para
todo servido do c.asa c campo e boa ensaboa-
leira e lavadeir : no primeiro andar no pa-
teo de S. Pedro n. .
Yendem-se dous espelhos cor
palmos de altura esinctode la:gu-a c im pe-
queo toque de svaria, pVjr monos de rpeta-
le de seu valor : n- rua Imperial u. t\~.
Vendem-se velas de carnauba pira e
de com losicao em caisas de 50 libras : na
rua do Vigaiio n. .">.
Vendem-se por muiu pracisao 1 cs-
crava reculhi la de boa con luula e boniLa li-
gura lerfeita en todo os^rvico de urna ca-
sa, t escravas crioulas J.; l a 2J aonos to-
Accidcntes epilpticos
Alporcas.
simplas.
Areias ,mal de
Astluiia.
Clicas.
ConvulsOcs.
Debilidade ou exte-
iuiac,ao.
Debilldadeoufaltade
forcas para qual-
quer cousa.
Dysintei ia.
Dor de garg inta.
-- de barriga.
nos rins.
Dureza novenlre.
Enfermidades no ven-
lie
EnfermidadesJaofiRs
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Kcbres biliosas.
Cebies iulermilten te.
Kebreto da especio.
Colli.
ilctiMi, lioidas.
liydi opisia.
Ictericia.
IndigestOes.
inllamniacoes.
Irref ti la ri da des da
munslruacSo.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal Je pedra.
Uanebas iu culis.
UbsIrucgSo do venlre
Ptitisica ou consumo-
Cao pulmonar.
elencao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Turnles.
I ico doloroso.
Ulce 'i
Venreo 'mal .
co, nos principaes portes distritos manu-
tadureirosde Franca, Alemanba, Blgi-
ca e Hollanda, conservando alemdisso de
snas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portosraa8commerciaesdaGr-Bi-etanlia,
e csto cm posicaode ofierocer grande
vantajens us pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outroqual-
quei ponto da Europa, de urna casa para
artigos, bem como
Peclincha !!
dosorgaos, procedida do abuso das i'njec-
coes ou desmidas. Como anti-svphililico
o arrobe cura em pouco lempo os*llusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do emprego da copalube,
da.cubeba ou das injeccocs que representen)
merino lisos e bordeaos, de mui iindasco- Vlruise,n neutralisa-lo. O arrobe Laffec:
res, casemiras enleitadas, mescladas, mui'; D)"rcuilu ao lodoreto de potassio.Lisboa-
proprias fara palitos a 2*200 o covado, brim ~,.,;nuc"se na Dlic8 de fiarral e de Antonio
trancado de poro liubo e padres novos a ''e'lcla"o Alves de Azevedu, praca de 1). I'e-
15440 avara, ditos pretos de muitj bom *Jru n' I8 onue acaba de chegar una gran-
i gosto. e ale proprios para luto a 1/600 a va- i l,orao de garrafas grandes e pequeas
ra. cortes de collele de sella boruados a as diectameute de I aris, de casa dodito
3/500, ditos de casemiras para calcas, lias Bo>'veau-La'ecteur l-.'.rua iiichelieu a Pars
ede bonitas cores a 53500 e 63000, grvalas 0s rormularios dao-se gratis em casa do a
I pretas desela a la, di t>g de mola a i/oo, ffnle Silva, na praca de D.Pedro n. 82.
alpe cas du cores com listras de seda a 560 o *'orl", Joaquim Araujo ; Babia, Lima&lr-
covado, ebitaa escuras e claras, padres maos; Pcmambuco, Soum ; lo de Janeiro,
itiiiidinliose graudos, ue muitos e variados ''"cba c 1-ilhos ; a Moreira, Ioja de drogas ;
gostos, corea lixas oexcellentes pannos a *!"a -Nova, Joao Poreira de Magates I.eite ,
160, 80, 210, 220 c 240 o covado, pecas de I IJ| (,rallac' Francisco de Paula Coutoet C.
madapolao com ^o varas a 2-900, .3600. 4>,
9500, 4:800, 53 o 59600, e muito lino a
634U, cobertores dealgodao propnos para
escravos a 700 rs. cad- um, luvas de diver-
sas qualidades para seohoras, gaug.s rocs-
cl.uas de lodas as cures a 540 o covado He
lado na frente, muito ladino, a ponto de
chamar nnlho, velno, etc loca cbaramella
loma tabalo, anda sempre assiado, e tero o'
cosiumeoe sempre trazer a roupa ero um
>urrao de ovelba, quando ha occasiflo do
sabir em viagem este escravo loi de Fran-
cisco Antonio, morador na Escada, Umdo
esse senbor familias em Garuara', pura onde
?K2 5emp,re "* ,ncli'' = rogare IU.
loridados policiaes ou prapri taos que os
capiurar, e mesmo os capilaes de campo,
poderao, aquelles annuncia.em. c estTo;
conjuzraquelleengeuho.queserao bem re-
compensados, ou no Recif., na rua Augusta,
sobrado atnarello, na quina
- No dia 10 do mez passado fugio do en-
genho Santa Luzia ribeira de Santo Autonio
Crande provincia das Alagoas, um mulali-
nho de nome Miguel, idade *e 16 anuos, cu-
jo escravo foi seduzido por-Trancisco Anto-
nio Pereira dos Santos, morador na provin-
cia de l'ernambuco, que eslava de pasaeio
na barra de Santo Antonio Grande, pordizer
ler um papel falso de compra a Francisco
Xavier de Albuquerque leito em 1852 e o
meu em 1849, pagoti os direilos provinciaes
como consta ae urna precaloua que seguio
para Barrenos e Macei 80 juiz municipal ;
este mulato tem ossignaessrguintes : alto,
secco, dous denles tirados na frente ou
quebrado, cor um Unto paluda por soir.er
molestia no estomago, cabellos pegados e
coro alguns brancos que julgo serem sig-
nacs. Paco esta publicacao para que nin-
guemopossa comprar sob pena de perde-lo
e qualquer pessoa que rega-lo e entregar
em Maceio ao Sr. Dr. Jos, Angelo, e em Per-
nambuco ao Sr. Lui7 iHorges de (erqueira
lera a quantia de '2003 } de gratificarlo, e
gero do mesmo -icr noticia certa lera a
Quantia do 1503 e sendo na ribeira de Sanio
Antonio Crande entregue ao seu senbor que
sera generosamente recompensado.
I ugiram do engenho Agua-fria, fre-
euezia de S. Lourenco da Malla, os escravos
Miguel, alto, secco, quando anda he muito
inclinado pra a frenio, pooca baiba, e foi
escravo de Joao Elito do Kcgo Barros, mo-
rador na freguezia da Escada, para onde sup-
poe-ae ter lugido. Scverino, cabra, baixo,
grossura regular, tem um defeito em um
dos dedos da ui3o. representa a iade de 26
para 28 annos, e letn pouca barba; quer
un quer outro fugiram no mesmo ia :
quem os apprehender, leve ao engenho ci-
ma dilo, que ser generosamente recom-
pensado.
No dia 18 do mez p.p., fugio de fior-
do do Hrigue: Sagitario, um esciavodr
nome Joaquim, pardo eteravo, de 22
2iannosde idade, estatura regular, secco
do coipo, s tem barba no queixn, ca-
bellos caiapinlios e ja tem muitcs blan-
cos, be bem conbeeido por ter as mo,
muitocalejadas, quandolugio tinbaoca-
belloa nazareno, tem os pes meio apar-
tados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu senbor Manoel
Francisco da Silva Carrico, na rua do Col-
legio a. 15, terceiro andar, sera' bem
"laticado.
-
::::
Ci
...
\ 00$ de gra-
tifieacao.
Q
lugio ha
compra ou venda de
Sapatosdesetim para senhora pes peque- lodas eslas fazendas. e de outras militas
is de ns :il a 31 4f0 e300 rjgis o par, ditos a1u n3 mencionadas, se darao amostras
i marrrquim a 640 rs,-, couro de lustre
marca ca Helio a 30C0 39500 a pello : na
rua do Liwamcnlo, loj n. 41.
Redes do AIara-
Detonadas,
Sob p:.lililes.
Vendem-se tiualro grandes armazens
de pedra e cal, com quitua! e cozinha fora,
proprios para dividir em casas terreas, no
coner da casa do ->r. Antonio-da Silva t,us-
mSo na rua lnmerial a tratar na rua larga
do Rosario u. "JS.
% ; llins e rtv.Jegios.
. SELLINS e KELOlilOS dr patale
, ; -l = a >einla no armatn> dt
Hostruii liooker V Cninpanhia, tt-
(juin.i lo largo do Corpo Saulo no-
inero 48.
--- Vende-se doce de caj' secco na cida-
Na labr i ,(. chapeos de sol da rua Nova de do (ilinda, r^-a de Malinas Ferreira u. l"2.
paraos negocios de transaccSo de crdito -2S "l^ima dacamboa doCarmo, rece-1 o de oulra qualquer qiiali.lade, assim como
a banco de aualauer eenert. bcu-se do HaranhAo um rico sortimento de i su confeiiam castaobas para encommendas,
redes brai ,cas c de cores, as quaesseven- e enfeites bonitos para fora.
dem por p reqo muito commodo.
Vende-se um mulato peca, bonita G-
Sura.mo,;,,, com idade do 19.a 20 annos,
e qualquer genero.
As pessoa quenaoforemeonhecidasdos
annnciantesdeve 3o acompenharsuas or-
dena com os fundos necesiaros para <
cera de carnauba.
-se cera d.' carnauba de boa quali-
Ven lem-se estas pilulas no estabeleuneii-
togeraide Londres n. 244. Slrand, ora
Ioja de todos os boticarios, droguistas e on-
das com habilidades, 1 escravo para todo o Iras pessoas encarregadas desua venda em
P
servico, 1 dito bom pel-eiroet molcque
de 11 annos: na rua das Aguas Verdea li-
mero 46.
-- Vende-se urna -taberna com muilo pe-
queos fundos sil na rua [de S. Miguel di
freguezia dos Togados n. t->. os proteo len-
tes entendam se cuniseu dono residente ni
rua ireita da mesma freguezia, er-sa junto
ao sino do Sr. coronel Jos Pe 1ro Velloso da
iilveira, de manha das 6 as 8 horas e a tar-
de das 4 as 6.
loi. a America do Sul,Havana ellespanba.
Vendem-seas bocelinhas asours. cada
ama dellas conten urna inslruccSoem por-
iuguez paraexplicaromododesseusardes-
tas pilulas.
O deposito geral he em tasa do Sr. Soum
naceutico, na ruada Cruz n. 22, em
| Pernambuco.
Vendem-se fundas di ac para um e
dous lados : na Ioja de miudezas da rua lar-
ga do Uosario n. 35, a lcoi'0 cada urna.
Os precos coi-rentes e mais informaces
commerciaes, que (orem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigir-so aosannunci-
antes.
Cera de car-
nauba
Primeira qualidade : Travassos Jnior &
C.. armazem ,: cotnpanhia Pcrnambucana :
I reco coa modo.
Vendem-se foi has de 1 landi
bnm bolee!- J3'-0 ; a rua da Cadeia do liedle Ioja u. 50.
Vende seo sitio do Pisa era Olinda ; a
fallir no Recite na rua das flores n. 37, pri-
o ca-sc a.- habilidades do mulato, e liavendo
al guma duvida da se para experimentar.
Veiidewsse itds ca-
as terreas novas, com
quintnI iiiuiMclo e cacitu-
'> na ru dos Guarara*
p 's n. I a tratar na me -
': lili II. 20.
\i a de carnauba.
meiro anear.
Ven lem-s? suecos cnmlgomma de boa
quali '.ade, e pur preco commodo : na rua
da Cadeia do Recite, casa n. 05.
Para o carnaval
Ven e-so ou aluga-se por diminuto preco
um vestuario de sertanejo, novo : a trater
na rua do Queimado n. no A.
i ara o:- actos d
Vende so alpaca branca,
para os livms. carmelitas e
l;
Ve i ide.;c per barato preco ; a tratar com r
.res, chura- Ferna ndes & Filtoos, rus da Cadeia n. 26,ou da mesma ordem : na rua
f^Wi^ssvs sna lra ris-ift: m. l 3t- u,>cra rrv?btreo da (oo,
lona, linl.asbranc-.se de cores era nvelos: Yinhode champagne em ce'stas e mci?Sl RU UO -!<'>"
no armaemaeJoso Antonio Moreira Das fi cestas, mi rra-quino e Zara!, licores sorii- Ven.lc-se alcafa muito larga,
i... na rua na i.iuzn _b dos, aze it- doce refinado cm garrafas, mos- pria para ign ja a 2?0U0 o covado.
aims I niri''" de idade de 23 lanas [.reparadas para mesas, oleo de li- --Vende-se a armacSoe as dividas da Ioja
r r?to s\ Kr, n ?,'.' coz'Dtl* cose chao : na uhaca : nooscriptoiio de Almeida Gomes, i de charutos n 76, junto a matriz da lioi-
rua do sebo n. 89. | Alves & (;. | v.sta ; a tratar na rua do Cabuga n. 2.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundico de ierro del). VV. Bowman
na rua do Bium, passando o cbaa-
riz, continua a liaver um completo sorti-
mento de taclias de ferro fundido e bati-
do, de a 8 palmos de brea, as quaesse
ucbam a venda por precocommodoe com
promptidSo, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas uocomprador
Na grande
fabri ;>. (if. t a mancos da
rua Direita, esquina que
volta para ;-. l edro
n. 16.
Continua a ler um completo sortimento
de tamancos, que se vendem a retalho, e cm
pmcoes por menos preco do que em outra
qualquer parte ; nssim como urna nova fac-
tura de tsmaucos de lustre enfeitados com
todo o gosto, para adorno do bello sexo,
milito em eonla, e igualmente tamancos de
couro prelo, alguma cousa mofado para me-
ninos a 24o par.
NA IIt \ NOVA Y 59.
Avisa os seus f-aguezes que aluga-sc c-
belleira a 2y, pordia, c tambem leu sorii-
irmaosterceiros mentoa da calcados, como seja boizeguins e
do Queimado n sapatos.
Vende-se um moleque de idade 16 an-
uos, de muito boa conducta : na rua Direita
n. 3.
Vaade-u ana pcipcna armario da labrrn na
rui Imprrial, r alega -" i fa*a em que ela' a dita
-rinnrao e Inintiem vnide-e um binilo carneiru por
|ircu commodo : quem prcleudtr dinii-se a rua de
II .ros n. .
--D.-.ia quasi tres mezes, do so- gft
. -, "fado grande da Magdalena um es- a
' ravo crioulo de nome Cosme com Jr
; 0> signaes seguintes : bem preto, de *#
9 eslitu.-a regular, m.tos bem fcilas
3 orem g-ossas, pes um ronco toitos, fi
g o nariz gros>o e achatado, parece i
!ue ltimamente perdeu um dente f
;;- da frente, representa ter '20 annos,
he muilo ladino, porquo esleve na ?
Haba 3 annos, servindo a um estu- Vv
;. danto, tem a falla um pouco arras-
.-. taa e grossa, anda quasi sempre de
;.; vagar : (|Ueni o aprehender leve-oao
.- dilo sobrado d Magdalena ou no Re
'* cife no escriptorio do major Itella-

major
._'.;. mino do Reg llarros, rua da Cadeia
..-. v=ihan 18, trlmeiro andar, ou (i-
j3 nalmente no engenho L'ruac da co-
;;; marca de Coiauna a viuva e filhos do
<5 lente coronel Manoel Correa de
:iveira Andrade, a quem pertence
g dito escravo.

t
qua-
fazenda propria
e pro-
Continua anda a estar fgido desde o
dia 12 do passado o preto de nome Antonio,
de idade de 50 a 6'l annos ponco, mais ou
menos, com os sif-'iiaes seguintes; estatura
regular, cluiodo corpo, pouco barba, poreni
bstanle branca, e cabellos tambem, Olhot e
pes pequeos, tem cm cada urna das pernas
em cima dacannella um ricitriz de fcrlda
antiga. bem lallanle e muilo devoto, foi pio-
pnedade do Sr, Granja, na villa do Exu, re-
ini Mido para aqui pelo mesmo ou por nutro
Sr. i; jlcao,do mesmo lugar ; foi vendido aqui
a Sra. Ir Maria Carolina depois de pouco
lempo fugio o dito prrio para a mesma
villa, anude estove bastante tunpo. ful tra-
zido para sua senhora pelo Sr. Jos Jhomaz
ib-Aguiar, depois foi vendido ao Sr. padre
Jos Antonio dos Santos Lesas, no palacio
de S. Exc. o Sr. hispo, a quem o abaixo as-
signado comprou, e pela.- noticias que o a-
baixo assignado tem pedido obter, he do
mesmo preto ter seguido para mesma villa
do Kxu : e por tanto roga o abaixo assignado
aos mesmos Sis. pa'a que no caso do dito es-
cravo por la csle|a ou appareca, ou mesmo
pessoas que tiver noticias, de o prender e
reaiotter ao abaixo assignado. un pateo da
Sauta cruz, padaria n. 6, que se obnga a pa-
gar tolas as despezas. Keeife 30 de Janeiro
Ue 1838Joao l.uiz l-'eru ira Kibeiro.
rtRN. 1YP. DE M. F. DE FARU. 1858.

t
i
MUTILADO"


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