Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07474


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Full Text
ANNO XXXII R. 203

SVBBAD 30 DE

!#
Por 3 mezes adiantados 4000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
Por auno adiantado loi'O.
Porte franco para o subscriptOl -
._ KNOARRBUAdM6 .\ SUBSVRIPCAO' No .WOIITE
Parahiba, o Sr. atnaiio T. da Naliridade ; Natal, o Sr. Joa-
Jnim I. Pereira Ju'ur; Araeaiy. o Sr. A. da Lemoi Braga:
ira, 8r. J. Jos dVkllireira ; .Maranhau. o Sr. Joaqun) Mar-
ques odrigues; Paoff. o Sr. Domingo! Herrulaoo A. Peaioa
lirMH ; Para, o 8r. iuitiniano J. Kamoi; Amaiooit,o8r. Jaro-
aja* da tona.
PARTIDA DOS COUREIOS.
nitrola : lodo! o* dita, is 0 r inri., hora* da.
l-'i".....i. (oiaaita Parahiba : aaa enrola* a sexias-feiras.
s. .tala,., Il.-.!,..-. llonilff.Can.aru, \l..........(.araaban, : na lerea-feil
s. i...i...-i,v. I-,.....imi,. .\.i,.,Mi. i.,.....,.. i;,,.,,,, r....,,.,', raa
li.-.a. l-locea, l'illa-llella, l:.i-\ i ... Oarkarj K.. : aa< ,pi.,n,~r.ii.i
'...... l|'o)iir.i, V-iiil.ea.. KiM-H'.uia...... I n.i, llirr-ir..., Agaa-Prel
Piairaiciraa > Xaial : aalnla-feira*.
i lodos ,.- ormoa tarteo) aa la bonf if.i Rwahaa.]
AUDIENCIAS DOS TUIItUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai a labbadoi.
Hi-11v o : tercai-feirai eiabbadoi.
LFazenda : quartai eaabbadoa aa 10 horaa.
Julio do commercio: tegunda a> 10 horai a quintal ao maio-dia.
Juizo deorphaoi .- segunda a quintal ai 10 horai.
Priraeira rara do eivel ; leguouai a aexlaa ao meio-dia.
Segunda rara da eivel: quartai a aabbadoi a* meio-dia.
EPIIEMERIES DO MI/. DE AGOSTO
9 Quarlocrescente a 1 bora47 mlnuioi r t8seguudos da ni.
lii La cheia ai 4 horai,20 minutle IHiegundoi da manhaa.
12 y-.iariu miiiuanif ai 6 horas,48 minutle 48iegundoi da
30 La ora ai 8 horas, 45 mmu toa,48 legundoida manba.
I>REAMAR DE llo.IL.
Primaira as horas e 18 rninutoi da manhaa.
Segunda as 3 huras e 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. S. Lu/ rei de franca S. feroneio b. m.
20 Terca. S. /eleriiio n. m. S. Constancia m.
27 Quarta S. Josa de Calasans S. Rufo m.
28 Ouinta. S. AgOMinbo b. e doul. da Igteja.
2 30 Sabbado. S. Ku/.i de Lima americana V.
31 Domingo. S. Itaimundo Nonato card.
K\< AHUILADOS DA SI IV KIIM MI Mi SI I.
Alagoaa,o Sr. (laudino Falcao Diet ; labia o Sr.It.lWri
Bio deJaneiro,oSr. Joao Pereira Mirlirn.
EM PERNAMRI'EO.
O propietario do DI A RIUManoel Pignairoa da Varia, M tat
Mirara, praca da Independnecia ni. 11 8.
PAITI Of FIG1AL
OOVlBBBIO da provincia.
Esatdltaue da da 19 da aajeato.
Officio~Ao Eim. marechal commandanle dai
armas, remellando per copia, paia souconhecimen-
lo a exeeiic,a da r 11.ir I i ;.1 ti da guerra de 4 do correnle, do qual
consta que se cencedeu p issagni para o *.) bata-
Uno de tnfanlaria. a< soldado do I" da mesilla arma
Porfirio Gomes Barlins. que e acha nesla pro-
viocia aervindo de amarada ao major l.uiz Jos
l'ereira de Carvallo..
DitoAo raesroo, remeltendii aeompanlrnda de
copia do avian do ministerio da guerra de 20 de jo-
lito ultimo a fe de olliciu do alteres do 2- IhI.IIi.iu
de infentnria JoAo Baptista do Raso Bairoi Caval-
fdnii de Alboqnerquf.
DitoAo mesmo.dem a respeilo do aviso da
reparticio da gnerra de 30 de julho ultimo, nn qual
se manda dar haixa ao menor Felishuin da Coucei-
(iouveia. coiilralnu vender para a reparlicao de
marinha desla provincia.
UilnAo lenle coronel de engenheiros, encar-
regado das obras militares distado que nao leudo
aparecido quem quices.se fazer por emprriladn a co-
Custndio Angelo ile Vascoticelloa, que fui reformado I encontr as boas jesrai de se nao conlrariar o mn-
por decreto do 1. de fevereiro da 1s_'". \ vimenlo natural das senas, proiluz. o alauameuln de
DitoAo rnesmo, remetiendo o papis a que ; terrenos produclivus, c|"ie a estrada a um arrom-
e relere a infurmac.lo dS S. S sol) n. iS7, relativos hamenln neremrio todos os annos, e pnrtaulo .i
indemnia^aii que pede o coronel Antonio Frao- detsexa de 1:KIMI?, em que fui elle on;ado, (orna-se
hera de nina das salas de quarlel do Parai/o, con-1 cisco Pereira, da quanlia de 3:4789701 rs., que se | peridica e quasi annual, ao passo que a de H:(MI0?
f'irme Smc. communica, compre quo seja essa obra
feila por admiuistracAo, dando bine, para jsso as
necessarias providencias.Communicou-se a Ihe-
aouraria da faienda.
HitoAo mesmo, mananlo por rm Insta publi-
ca para screin feitas por empretada,conforme Srar.
propoe as parles de obras militares ja coinecadas
por adminislracn de que trata sen oflicio.
Dito.Vi pre-idenle do tribunal do jury, para
que Qissem dispensados de servir na essao do
misino jor\. por crem "eus aarvioos ucees.arios a
secretaria do nvenlo, os empreados da mesma se-
Ibe esta restando do adiasilameoto que le/, para a em que se avaha a ponle ou iiomba aprsenla un
J
compra de ado, que fnrneceu .i ConUDMlO da c-
mara munic pal desla cidade, eucarresaila de abas-
leciuieuto d carnes verdes para o couaumu da mes-
ina, durante a epidemia ; e aulnrisamlo-a a man-
dar eflectuar dita indemnisacao pela verbasorror-
roa publico* ;e comintiiiicaiido que sa expede
ordem aquella pommissao. para que Irale de prest.ir
suaa mutas a thesnuraria de fa/.enda.Ulliciou-se
ne-l-' euinl.i a cmara municipal.
DitoAo; mesmo, mandando entregar a Joao
Francisco Carueiro a qoantia de .'Mtlfs, por conla
da despeza que se est fa/.endo rom a decorarlo do
erelaria hacharel l.uiz Salasar Moscoso da Veaa
1 '-- i. loa Vatenliui \ ilella. JoAn t'olicarpo dos palacio da presidencia.
Santos Campos, 0 Jos Antonio di Silva e Mello.! HitoAo me*mo, transmittin
l.inlarM, ^isii ii.ii codtar elle a idade que a le i
Oliee para o servic.o do exercilo.
DitoAo menino, coiiimunicanda que o E\m.
Sr. ministra da guerra por aviso de 28 de jolln ul-
timo, mandoa procer er a descont no suido do l-
enle Joaquiea Jos dos Santos Araujo, para iii-lein-
nisacAo da importancia da passagem concedida a
uina eoohada do me-ino (enenle. qun veio doCea-
ra para esta proviocia no vapor Imperatriz.
Cimmaoicou-sc a thesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, reinetlendu por copia para ler
nvecucao, o aviso de 11 do corrente.no qual o Enm.
Sr. ministro da guerra oiajad.i proceder romo for
de justica acerca do requstjjaWutn que acomponlia
dito aviso, a em que Francisco Tavarcs Paai de
Audrade pede que acu Hlho Antonio Miguel 'Cava-
res de Andrade, segundo sargento do balalhao 10"
de iiiIhiiI.ii i,i, seja rezonhecido soldado particular.
DitoAo mesmo, remetiendo por copia para seu
eonheeimentooniviso circular de 2i de julhu ulti-
mo, no qual o Eim. Sr. ministro da guerra n.lo sii
determina que as despezas r un quarleis de de eameolos policiaes n.io snjam feitas por conla do
ministerio da guerra, aiuda que laes destacamentos
sejara compostos de pracas do e\eroilu,mas|lainbem
declara que os docunieiilos de >einelbaoles despe-
zas ii.iu M'i.nii levados em conla senao em casos ei-
traordmarios de sedir.lo rebello ou iusurreicAo,
que exijam movimenlos de Iropa, ou os que foreni
relativos a qnarleis ras provincias fronleiras do im-
perio.
No mesmo theor ao inspector da thesouraria de
fazenda, para seo ronhecimenlo e esecuco.
Dito^Ao mesmo, transmillindo por ropia para
seu conhecmento e etecu^ilo n.i parte que Ihe diz
respeilo, o aviso do ministerio da guerra de 2!) de
j'illi" iillimo, em que si mandara espedir ordem a
presiteucia do, Mar.mbao para fazer sesuir para
esta provincia n ciruruiao miir de brigada Jos Ser-
Uio Ferreir^ am de nesla provincia servir de dele-
gado do eirurgio-miir d etercilo, Ticaado dispen-
sado desse empregn o primeiro eirurgiao Manoel
Adriano da S Ira Ponas.No mesmo sentido ao
inspector da thesouraria de bateada.
DitoAo mesmo, remoliendo por copia para seu
onhecimenlp o aviso de i do correnle. no qual
Exm. Sr. ministro da guerra participa que por de-
creto do t-do correnle, heuvejg. M. o Imperador
por ln'.-n Hornear capelln alferas da repartidlo ec-
(lesiastica do evercitu, o padre l.ourenco do Albu-
qu^rque l.o.Mula, rjjese acha neata provincia.
r'i'iiiiiun..... a '^laonrarla do fazenda.
DitoAo Exm. c* ^'elliairo. i ,*ak^l!l^i,*^BaVi
ce, coinntc.....umlfj^.'l'ie pela t S.nlf He> eslailo
dos negocios da tu-,(ii;.i, consta le lo indeferido, i
por nao ser otlicn da ju-lica o ni. ,*r de avaliadur.'
u requerimenlo em que Zacaras Un lri".ucs de .-son- |
/a pedia ser nimierido avaliailoi do juizo do termo
le Santo Antao. (loinuii)iiicou-si' igualmeuto ao
juiz inui.irip il daqur-lle termo.
DitoAo mi'smo partiripnndn |er lidoindeferida
..) requerjinento em que Aiiliinin Joaquini Ferrei-
ra deCarvalho, Manoel peres Cimpello Jacmne da
Gama, Antonio Ignacio de 'forres llandeira, Miguel
Arclianjo l'ostliuiiio do Nasciineiuo, escriv-'n.'* de
appellayors e aggravis do tribunal da relajan, pe-
diam uin vencimento em remiiucrarao do que tra-
balham nos processrs crimes.
DitoAo inspeclur da thesouraria de fazenda,
mandando pacac a quanlia de 17""'ii'> rcia, gasta
com a compra qoeJar o director interino das obras
polticas, da differenlisSibjectos para o palacio da
presidencia. V.
DitoAo chefe i,e policiai^ommonicindo em
respusla a seus ofiicijsgoh u*. 00*4^ '00, que a the-
souraria provincial lem ordem parir-tiagar, estando
nos termos legaes, as cuntas das despezas^eilas com
o forneclmento ao* presos pobres das radeias dos
lermos da Baa-Vlsla,(C recnmmendando a et|)edirao de suas ordens aos de-
lejzadoi de policia da provincia para que d'ora em
diante aquello fornetiineuto seja l'eiln de maneira
que nao se gaste com um preso mais de ItI ris
diarios.
DitoAo inspector da Ihesnuraria de raleada,
eommnnicando que segundo consta pela secretaria
de estado dos negocios do imperio, fura prorogada
por um mez, com or leado, a lirenca de tres me-
zes coaerdida pela presidencia ao desembargadnr
Manoel Mondes da lamba A/.evedo, lente la se-
gunda cadeira do primeiro auno da Faruldade
de Direito desla cidade.Parlicipoo-se aodirec-
lor da misma Faculdade.
-v DitoAn mesmo, devolvendn nin reqoerimenUi
em que Manoel loncalves da Silva pede por alu-
ramenlu um terreno de mariiiha de que esto' de
posse na ra Imperial pa'ra proceder a esse
ret.ppito-sli' ennlorni ladi' com a sua inlnnii.n i > de
"iti de jiMlin. em referencia a do legando Icneute
Antonio Egidio da Silva, da camar; inuniripal ilcs-
la cidade. e parecer do procurador liseff
DitoAo chele da estacan naval nesla 'ivinria,
"ii i ni u ii 11 su 1 i que. por aviso da repartirn de ma-
rinlia de 11 do correnle, consta ler sillo S. S. exo-
nerado daquelle commando, e wff Horneado para
sohslilui-ln o capitn de mar c guerra Francisco
Manoel Karrnso.tizeram-se as necessarias roiu-
innini-aces.
DitoAo inspector du arsenal de marinlia, roin-
municandoque se nlciou ao '' .sr. presidente
das Alagoaa, para que permiil lida dos pran-
i lies de sicopira e viuliatico, q... as Joaqun) de
me do Recite, recommendando que con) a mxima da guerra de i do correle, solveitdo a duvida sus-
possivel lirevidade d execuco ao que determina o citada na ihesnuraria de fazenda acerca da abono
arl. 3Sdo regulameuto n. 121* de .11 de janeiio de da racao deJetape ao ajmlaiile^le |iedagogo dos me-
por copia, para
carcter dp'perinaneucia.A' vista, pois, do expost
e mesmo por nao eanheear eu a localidade em que
teto de ser execntada a obra, julgo conveniente que
IS2I, o secretarios das cmaras municipaes nao ps-< vntuo eleilo para o I." dos referidos cargos, a que I lancia do bairro da Boa-Villa, pela e\lraci,ao da
lao uhrigados pela le a acompanhar os liscaes lias tacita ou expressamenle acceitar a nomeacJo do ou-1 loteria qae correu no da IH do correnle mei.
diligencias do seu olliiio, ma- nicamente ao ex pe- tro. renuncia ao primeiro ou dve-se presumir que DitoA' cmara municipal do Recite, para que
diente das ordens necesarias para o desempcnlio de o reniin ion ; c sendo por isso considerado legitima- devolva com suas observacoes, a planta qae se Ihe
seus deveres. mente eteata, nao Ihe lie licito em qualquer oceur- i enviou em '.) do crrante, da dircccao da estrada d
! rencia, desempenhar as funcees do cargo que bou- ferro nos Afogados, afim de que possa ser comalia lo
UIHcioAn Exm. hispo diocesano. t'cnho aitn- vr renuncia lo, e delle s poder ser revestido por
ra de levar an conliecimenlo de V. V,\r. para lomar [ nina nova eleic.io.
na devida considerarlo o facto segoiute : Avista disto, he claro que, embora o individuo ero
Reinando actualmente o cholera na comarca de que-liln se apresenlasse posteriormente dispuslo e
essa reparticao lixe o cusi del'tnilivo da rapradlta i Flores, e conliiiuaiido os enlciramentos na villa de em termos de cuni[irir os deveres do cargo de que
------- .... I.__1... .____ __.-I h nT.- I...-.- I..A.. ~.mi -..--. f-.t.... ..a !_ta>B C- .H a-.... .... J I.-L__...... ...S- --* ___'__ .' .
ponte nu bomba, sobre o qual parece nao haver
certeza.
DitoAo mesmo.Km vista da informac.ao por
Vine, ministrada em seu oflicio de tl> do correnle.
ob n.2")i, acerca dns papis relativos aos pagamen-' rio entendeu que dexia por isso abandonar a sua
los que reclama Jos Lupes (,umara>s, arrematante j igreja, e, ser niais consideiar, assim o fez, deixan-
da obra da ponte do Camorim sobre o rio Otpiha- I do-a abena c exposla a todas prolauaces, de modo
ribe, na eslrada de Pao d'Alho, D*i so do excesso do
numero do ttjollo empregado n'aquella obra, mas
tainhem do que ja se actiava feito, e fui destruido
Ingazcira a strem felos na igreja, turara dous r^td- | fui escuso, nao esta mais no caso de exercfe-ln.
veres chnlericos inhumados no corpo da referida Eumprc, porcm, que Vine, rena'em perda de
igreja, por nao haver maii lugar nos corredores que lempo camraa municipal, afim de que ella, tendo
e-tavam chelos. Con.U-mc que o respectivo viga- \ em vista o disposto no art. 2." da le reglamentar
de 19 de agosto ,1o 1816, av.sus .le S de marco e (i de Franca Brestar-se do
ontiihro de ist. e mais dunoaioSes relativas ao\nvm&mrelatrvaa
mesiiin ohjcclo, do as n-cessanas providencia
o engeiiheiro do soverno.
EZTIRiQl.
DiloAo juiz de direilo da pruneira vara do rri-1 seu conhect ment e e.ecuc.ao, a aviso da reparlicao pela encheitle .to mesmo rio, tenho a dizer : Olanlo
IS12.Igual aos juizes dedircilo da segunda vara
do Kectfe.
De tioianua.
lie Pao d'Alho.
lie l.imociro.
Ilil Huilln.
Do Caito.
De Flores.
De Nazarelh.
llojUrejo.
DitoAo engenbeiro director interino das obras
publicas, commuiiicandu que por aviso do ministe-
rio dos negocios do imperio, run-i.i haver o gover-
i.o imperial approvado a designaban que lizera o go-
verno da provincia, de Sino para servir inlerina-
mpnle (odas as funccos que competen) ao arbitro e
ao engenheiro do governo nos processos para a do*
sappropriacao dos predios c terreos que forem ne-
cessartos para a conslrurcilo das obras e mais ser-
vicos pertencentes a estrada de ferro desla provin-
ria.--Communieou-e ao ageute da mesma es-
trada.
Dilo--Ao mesmo, autorisando-o a lavrar o termo
de recehimenlo definitivo da obra dot 1 uiru da
eitrada de Pao d'Alho, e commumeando que se ex-
pedio ordem a thesouraria provincial,para que a vala
daquelle certificado, mande pagar ao arrematante a
unportancia da ultima preslacao de seu contrato.
Oflirioo-se a thesouraria provincial.
DiloAo juiz municipal do terme da Escada,
rernininendaiido que remella urna lista nominal de
lodos os orpliaos de que trata o sen ollicio do I' do
correnle. em que commuipca a recepejo da circu-
lar do governo de 2't dejulho tillimo.
DitoA junta ile qualilicacao da cidade do Itia
Formnso, acensando recel.ido o oflicio da in-.ni>
junta acompanliado da lista dos cidadaos qualifira-
dos voltiles daquella freguezia.
PortaraAo agehle da companhia do paquetes
de vapor para que d pasagpm por conla do gover-
no para o Itto (irandedn Norte, do soltado da com-
panhia lixa daquella prnvincia, Antonio Soarcs do
Nasotnento.Commumcou-se. ao mitecliij com-
maiidaule das armas. ""~**~"""*~-__,
2(1 N
OflicioAo Eira, marerhsl eo.-ninaildanle das ar-
para que ex|ieca S. Evc. sua. ordens, aliui de
nfanlaria
it \ tan
lores do arsenal de guerra nesla provincia, Jos'
Joaquim dcdliveira llsduem.UAIciou-se a respeilo
ao director ilo arsenal de guerra.
DitoAo mesmo, remetiendo por copia para
seu conhecimeuto e direccao, o aviso do minis-
terio do imperio, do qual consta que na dis-
Iribtticaii do crdito concedido pela assembla ge-
ral legislativa a reparlicao eeral de Ierras publicas,
foi designada para esta provincia a quanlia de
."i:00(l? par. occorrer as despezas cora a rubricaCo-
lonia Militar.
DiloAu director do arsenal de guerra, para que
mande fomecer ao commandanle do corpo de poli-
ca, una cuanta para ser collorada no portan do
quarlel daquelle corpo.C.nmmuiiicou-se ao com-
oandanle Jo corpo de polnia.
DiloA i nipsmo, para que, de conformidade com
o aviso lili || do correnle sol n. I, niaiide S. S.
apromplar afim de'serem remetlidos aos meios-ba-
lallnies do Ceara e Paradina, os artigos de fardamen-
lo e mais Dbjeclos que tambero por copia acompa-
uliam, sol., os. 2 e 3, a do dilo aviso.
DitoAlo mesnio, para que mande fazer os con-
cerlos, raihcao c pintura de que, ronfurm seu ofli-
cio n. 1 ti'i nvcessilam os alo)ainetitos do quarlel dos
aprendize; menores daquelle arsenal.
Dilo/ o mesmo, declarando haver communica-
do o Exm
correnle,
guerra da
messa pa
no
Untes da
Dito
Ir de al:
a .- Wl
que os altores do segundo batalhto de
JsC Lzaro .\lulltrim de Mello e l.uiz \'ir(.
lili
r.'r.'ln doria de re
reinrltr por cnjil
r, pelo aviso de
peradit
la
nit-riias. a vis-
"s emolumentos
2dncurr ..
o.i, pagitei
(a d.i nula
qaaaSjU
que consO. ler
der troca *d
i primer do qoartel-oaeatre para a til.-ir.i. i- .. .
ginido desU pira o de quarlel-nie-lre.Communi-
cou-e a lliesnitrarta do fazenda.
HiloAo mesmo, enviando por copia, pira sen
cuiiliecimeiitn, o avlio ta II do rorrete, no qual
o F.xm. St. ministro da guerra rommaniea, que na
fucsina dala eosMadeu permjs*a para demorarse
un Maraulian. at segunda ordem, o eirurgio-mr
de brigada Jme Sergio l'erretra, que por aviso de
-.> de jiillio ultimo foi notniM lo di.degado de cirur-
giao-mor do exerctlo n-sla provincia.
DiloAo mesmo, irastnillindo por copia, para
seu coiihecimenln, o aviso circular de 8 do corren-
te, no qual o Exm. Sr. ministro da guerra nao s
determina, que lodo o correante que botiver de I r-
necer-se aos corpo* do exercilo, seja conforme o
novo modelo, remedido pelo aisenal de guerra da
corte ao desla provincia, mas lainbein que o cor-
rame amigo seja recolhido ao arsenal de guerra,
para ser convenientemente concertado.Commu-
nicou-se ao director do arsenal de guerra.
DiloAo mesmo, para que mande inspeccionar
do estado de satide do rerrula Jos Komio de Bar-
ros, que Ihe devia ser aprcseittado por parle do juiz
de direito da pnmeira vara crime.
- DitoAo mesmo, remetiendo por copia, para ler
execncao na parle que llic diz respeito, o aviso de
II de Jujlio ollimo, no qual o Exm. Sr. ministro
da guerra manda proceder a um Conmino de inves-
tigacao, para c-nhecer donde prnveio a falla de ar-
mamento eumnlratto no Itl hatalhao de nfanlaria,
sobre qnc inforinou tenenle-coroucl Manoel Ro-
lemherg de Almeida, i, ollicio que se remelle par
copia.
HiloAo mesmo, remellen,!' or copia, para seu
roiiheciuicnto e execncao, na panuque Ihe diz res-
peilo, o aviso circular da repartidlo da guerra de II
do correnle, nu qual se determina, ni sii que a
proporcao que forem maudaiplo para ,. viro des-
la provincia eirorejoes militares, ie|am dispensados
ns que por iventura possam aqu existir romo en-
gajados ; mas taul.em que se informe mesma re-
pirtirao, se algum destes prelc.le entrar para o
quadro do exercilo.
DitoAo mspcrlor da llicsouraria de fazenda, in-
(eiraudo-o com c>tpia do aviso da reparlicao da
Sr. ministro da guerra em aviso de 2 do
ter mandado salisfazer pelo arsenal de
corte o j.edido de armamento para o meio
l.atalhio do Ceara, a que se refere o aviso de 30 de
inaio do anuo prximo passado, visto n i i estar o
rsenal desla provincia habilitado para tal furneci-
mento.
Uito. o mesmo, remetiendo por copia, para
conliccim nlo, e em solucao a seus ollicio* ns, tlfi
c 117, o i viso de 8 do correnle, em quo o Exm. Sr.
ministro a guerra* communica ler ordenado a le-
ia o arsenal desta provincia, se as houver
da re rtc, das pistolas, espadas e bobines cons-
unta que tainhem se remelle por copia.
Ao mesmo, para que contrate com o mes-
pmas das emharcaces que seguirem para
a conduccao de dous caixes couteiido
ligos c a fardamenlo, e de dous embrulhos de es-
ras pe lncenles :is pracas de prel que liveram
ssagem do 1(1. batalliai de infantaria fiara i. mei*
talhao daquella provincia, cuja remessi deve ser
da poi par(e do Exm. uia.eeliat cniimandanie
> arma .Communicou-se ao marechal cnmiuaii-
ule da i armas.
Hito\o presidente do consell.o administrativa,
commeJndaiidi. que indepeudeiite o innova! a compra de 33 jj' aovados de panno fi-
lio verde, que sfr.i neeennrin ao araeoal de guer.a,
'- >n)o de.claron o rospeclivn director.Fizeram-se
as cnmnvuoicacrii's.
IliloAo aammaudanlfl su|.erior da guarda na-
einiial do municipio do Kecife.Pim ollicio n. ^
le l'J del
marco ultimo, solicilou esse cnininaulo su-
perior p ovideocias acerra du guarda Antonio Jos
Conrado que perlcnceudo ao 1. Ii.ii.iltifio de nfan-
laria da guarda nacional deste municipio, foi no-
meado ilferes do ). da mesini arma do municipio
de Olmr a.
Kespo idendo ao citado ollicio, devo dizer a V. S.,
que a | atente que se passou a e* 2"> de fe lereiro deste auno, nao esta no caso de ser
caisada conforme rcquisitou o commandanle do 1.
Iwlalb lo no ollicio a que se refere o de V. S., visto
como, egundo informou o commandanle superior
da guara nacional de Olinda e Iguaras- em ofli-
cio* de (i de abril e 3 de julho deste auno, o men-
cionado guarda, qaando foi nooieado alteres, ja
resida e at estava qiulifivido no I. desses mu-
nicipio* onde continua^ morar. Entretanto nada
obsta a |ue elle pussa ser respinsabilisado na forma
da lei telas faltas rummettidas no balalhao a que
onlr'ora perleuceu.Oleiou se ao commandanle
supeno d Olinda e Iguaras-ti, remelteodo se co-
pia deste ollicio.
Dilo- -An cnmmandanle do presidio de Fernan-
do.C mniiiuicandn |iara (azer constar ao senlen-
eiailo I .o Prudencio Bitancoorl, que, segundo cons-
ta de tviso do ministerio i\4 guerra de 11 do cor-
te, foraliudefendo o reqiierimento em que o roesmo
pedia ; r 1., i da pena que esta ciimprindn.
ItiliH -Ao inspector do arsenal de marinha, do-
rlarand i para seu rniihecintento, que o Exm. Sr.
inini.tr i da marinha em aviso de 12 do crrente
commi tirara, que em 28 de julho ultimo expedir
as rnnv nientes ordens acerca do transporte nacio-
nal .i | egalidadr, que regressando do presidio de
Fernai do arribara provincia do Ceara.
Hilo -Au director da* obra publicas, declarando
ter ii
* de (
gar d
Afogai
vel a c
elirido o requerimenlo em que Joaqun) Jo-
iveira Jnior, se ollerere para se enrarre-
ronservacrio pprmaueiite das estradas dos
ose Remedios, naosii porque acha alleoili-
riinena ra/.ao apresenlada pelo engenheiro
guerra de 12 do crrente, de que iiaquella dala se Milel, quanlo ao pe.soal que devis empregar o *up-
expedio orlen) a pagaloria militar da corle, para i P'miul
dar por concluida desde o ultimo de julho prximo i Pn,p '
passado a consignacao que all liana deixado o al- nos br
feres do 2. balalhao da iofantaria l.uiz Antonio prego
Farras Jnior.
HiloAu mesmo. rerommen lando de ronlormi-
da le com o que nrdeuou o Exm. -r. minlatru da
guerra em aviso de 31 .la jullia ultimo, que enxie
com brevidadea fe de ollicio do fallecido major do
le. pois que o mereciroento do arremalante
uisi.hr em fazr o roesmo Irahalho rom me
ieiis em C'.nseqiieiicia da boa direceao e em-
1c iiieosis apropr.ados ; c mais.por ser exces-
siva a quanlia por elle proposla.
HiloAo mesmn.Devolveodoi Vmc.ns inclusos
papis relativos a* obras propostas para a estrada
le Pan d'Alho, alii) de dar esgoto as aguas du ria-
bo Ki uiizinlio, tenho a dizer que o alerro. posto
1. balalhao de infaularia da exhiKla segunda linlia 'Pi meoo* cusloio, nao resolve a questao e val de
OS C^AHEITOS DE PARS. *
t-m Idmuspo Abot.
SEXTO.
A mii da narqucza.
II
{Uonliiiuacin.)
O marque/ cliegcu a 12 de inrm ahora do janlar.
Depoisde procurar e de achar os mil francos, que
n.lo Ihe costaran) mais de se-senlliii/.es. elle arru-
mara a mala, alu.ir.ira o barao, lom.ua modeila-
menle acarruagem de Nancx. AHi metteu-se na di-
ligencia de llieu/.e, ande aciiun un cabrinlel e um
avallo de pola, que o conduziran a Arlange. He
viagem de urna hora, quando os raminhos eslao bous.
Appr.)ximan.|o-sc da al,lea sent.) ao iado esquerdo
alcuma musa, que .issemelhava-se iiiuilo a urna pal-
pitacAo. Devo dizer para vergoas de sabio, e em
louvor do b .mem, le elle n.io cuidava la forja,
ma* em l.ucilla.
lima lngleza illustre, a qiem oran/ nao incom-
modava muito, la Ix Moutagne, admirava-se de
que o Apollo de Belvedere e nao s?i qual Venus an-
liga, podessem ficar em pretaaca no mesmo musen
sem ianearcm-e no* bracos um do oulro. (Vinco
fallnu para haver e-se peqoeno escndalo no primji-
ro encontr de l.ucilla c de laaetflo. Estes dous en-
te, que nanea se lioham visl^senliram- no mesm"
instaule, que linham n.i-cnlo um para o outro. Hesi-
de o primeiro olliar foram amantes, desde asprimei-
ras palavras foram amigos ; a mocidade arahia a
mocidade, ca belleza a belleza. Nlo houve entre pi-
les confusao, neni einbararo encaravam-as e con-s
lemplavam-se com bella impudencia dahaftaai-
dade ; o coraran de lia*tao era quasi lu novo qaan*
lo o de l.ucilla. Sun paixo nasceu sem mxsleriu. as-
sim como o sol de vrao que ergue-se sem uuvem.
N,io ha consa mais bella ueste mundo do que um a-
mnr legitimo, que c.iminlia pacificamente em urna
eslrada florida, leudo a honra sua direila, e a se-
guranza sua esquerda.
Madama llenoil linha milita alegra e minio jui-
zo para lultier o Beata a uiiia pallan, que lauto favo-
reca sen plano. Dea, pois, aaa dun amantes a du-
ce liherdadc, qae o campo auturisa : ns primeiros
() Vida Diario a. 904.
lias foram empregado* em delicioso* c solitario* p,j-
seins. I.unlla mostrou a (iaslao a casa, o janlim c a
floresta ; monlavam a ravallo ao meto-rfis, depoi* do
almoco, e vollavam, como meninos que gazearam,
mudo depois do signal no jantnr. Hepms da floresta
a forja lexe sua vez. Ilasbiu tixera a roragem de n.o
por la os ps sem l.ucilla ; porm quando vio que
ella nflo desprezava o trabalho, que contiena osohrei-
ros pelos seus nomes, c que nao lemia manchar os
vestidos, sua alegra dupliroii. Enlregou-se sem
conslraiigimenlo a paixilo de sua mocidade ; exaini-
iioii os Irahalhos, inlerrognii oscontra-meslres, acon-
selliou ene mostrea deoflieiaa, maravilhando a l.u-
cilla com sua sciencia e habilidade.
Madama Benoit vendo-os vollar coberlos de poei-
ra, e as vezes om tanto denegridos pela fum ira, di-
zia : o Onam felizes s.io os mocos! ludo Ibes serve
de fiilguedo l'ara de-enfadar-se.ellesassentavam-
se no fundo do lardim debaixo de um caramanchel
llorido, e ah faziam prnjerlos. I'rojeclos de ventara
ede trabalho. de amor e de retiro. Prometliam oc-
cullar sua vida no fundo dos bosques de Arlange,
bem como as aves oceullam sen niuJio na parte mais
densa de nina monta, ou no ramo mais frondoso de
una arvure. He Paris neta urna palavra ; i.cuhuma
palavra do bairrn nnbre e das vaidade* da vida ele-
ganle. l.ucilla ignorava que houxesse outros praze-
res ; liaslilo ja se linha esquecilo.
t'ma manbila madama Benoit Ibes deu uma gran-
ile noticia : era nessa noilc que se liana de assignar
o rnulrato. Para o casamento eslava marcada a ler-
ca-feira, primeiro dejunho ; a ceremonia civil seria
a vespera. Como nao ha goslos sem desgoslo, a as-
signalu a do cnnlralo dex ia ser preced la de um jan-
lar iiilenninavel. para o qo.il lioham sido convida-
das Indas a* personagens doa arredores.
Aguardando a ebegada dos convidados, lamido e
l.ucilla passeavam nu ardim com chapeo de palhi-
nba, um veslidu de branca, a oalra de cor de. rosa.
Pastando junto da forja. .asiuo encontrn o diiec-
lor, o qua liiiba-o em alia eslima, e gostava de pe-
lir-lhe coii'ellu.s. Entraram lodos tres em uma da*
vinanas. e eomecou-se em sua pie-enea ama expe-
riencia iuleressaute. Ooundn ileraiu qualro horas no
r^logio da fabrica, Lunilla sabio par i iraoseu louca-
dor, dizendo a Casia,i : Vos* lem lempo de ver o
liui ; fique, eu Ihe rogo! o Elle lirou, e lomou tan-
to interesse no espertando, que uietleu m.los a obra,
e mauchixu-se abouiinavelmeiile. A's cinco horas re-
lirou-se dora as mangas airegaead.s e a. m.ios pre-
tas, ecaliiajnalamenle un meio de um grupo de con-
vidados, que passeavam em Iraue de ceremonia. Lu
homeiii recpiiiheceu-o e cliaioou-o pelo propno li-
me. Era o ugenlieiro das salina* de Hieuze, seu an-
tigo collegaa. A escola pulxiecluiica lie como a aristo-
cracia
uiacoil
sallou
tendo
tavarrl
ao primeiro paganientn, quo nao pode elle ler lugar
com o fundamento de erro de medirao, porque este
so se dara se o arrematante livesse de fazer mainr
numero de tiraras cubicas do que as oreadas. Se elle
preferio lijolln menor ao maior, he que isso Ihe con-
velo, nem esta demonstrado que o tijollo menor mi >
cusir menos do que o maior Como diz o procura-
dor fiscal, a preferencia dada a lal ttjollo sobre tal
nutro, he laclo do arrematante, e elle nao po te por
facto sea julgar-se levado p.u.t reclamar indemui-
sacao. lie Lio absurda a reelamaco nesla caso, co-
me seria se elle allegaste que por mandar buscar ti-
jollo na India, Ihe sabio mais caro. Olanla ao se-
gundo, que allegando o arrematante que o estrago
que soffreu a obra foi ocrasionado por furea maior,
qual a cheia, he preciso examinar se e*sa excepeao
esta mareada no contrato, e em que termos ; he ne-
cessario tambero mostrar que essa cheia excedeu s
previses da prudencia humana, 'lodosos anuos ha
aguas e ha chelas, de espado em espaco de lempo
essas cheias sao mais fortes : nao se pode allegar
forca maior senao quando a cheia exce le todas as
proporces previstas, ou que sepodem prever, por
que para esta* se deve prevenir o ejecutor das
obras. Desprez.ida, pois, a reelamaco quanlo ao
numera dos lijollos, cumpre somonte examinar
I.", a clausula do contrato ; 2.", a nalureza e inag-
nilude da iunundacau, que deu lugar ao desastre :
3., se o arremtame linha tomado routra a eveu-
lualidade de uma iiiouii laraa is preeauei.es que a
arte recommenda, de sorte que nao houvesse culpa
sua na de.slruirao da* obras.
A regia he que os riscos da obra correm por con-
la do arrematante, que-os deve prever e levar em
conta nos seus clculos: nos eonlralos, porin, se<
costumam exceptuar cerlos e determinados ris-
cos.
DiloAo inspector da thesouraria provincial, pa-
ra que, conforme indica em sua informaran n. 2-V7,
aulorise o contador da mesma thesouraria a admil-
tir na conladnria a seu cargo uma pes.na habilitada
que subslilua o amanuense Bddoino Jos 'lavare,
da Silva, durante u son impedimento ; devendo
Smc. participar, logo que isso se leuha clferluado,
para se mandar passar a portarla de lirenc.i de um
rnez sem vcnciiiicnlo, que pede aquello ama-
oueose.
ilo--An mesron, para mandar pagar a Lucas
Evangelista Snares, a quanlia de 138$ rs., impurlau-
cia do objeclos remecido* an prule-snr publico de
primeiras lelirs da freguezia Ue S. Jos desla ci-
dade.
DitoAo cmiiinandaiile do corpa de polica, para
que mande aprasent*.! diariamente ao juiz de direi-
to presidente do juix desla cidade, durante a arasaa
do tribunal, uma guarda comnosta de lilil i
dez soldados do corno de seu com
nieou-ac ao referido j.....
DiloAo procurador fiscal da Ihesnuraria pro-
vincial, remetiendo ns papis relativos a indemni-
sai;a.o qae pede Manoel Antonio de Jeaas, do torrp-
'iii que foi tirado do seu sitio na Iravessa dos Heme-
dios para o aliohaiDenlo do segundo lauco da nova
eslrada de mesmo iiome, para que proiunva Smc. a
compelPiile avallarlo, mi so da cerca destruida,
mas linili-ni do terreno de que se trata ; levan lo
ero conta o augmento de valor que teve o sitio pelo
melhoramento da estrada, visto como julga o gover-
no que o supplicante lem direito iudemnisa^o por
nSo ter o Dr. Cosme de S l'ereira tomado por es-
criplo a declaracao que fez o dilo Manoel Antonio,
de nao querer iiidemiiisaco algum pelo Ierren i
que livesse a ceder.
DloAo Dr. Thomaz Anlunes d'Abreu, medico
em commissiio do governo as comarcas do serto.
Respondcndo o oflicio de 30 de julho. ultimo, em
qne Vnc. me communica haver pago em medica-
mentos a Smelo Correa Cavalcanti Macambira, ne-
gociante na Villa-Bella, a importancia dos que fo-
ram fornecidos pelo referido negociante, para Ira-
lamento dos cholencos, tenho a dizer que Vine,
obrou muito bem.
DitoAo juiz de paz presidente da junta de qua-
lil'u-.irao da freguezia de Nnssa Seiihora das Monlu-
nhas no termo de Cimbres, devolvendn a lista dos ci-
dail.los qualilieadn- votantes uaquella fregnezia.afin
de serem rubricadas todas as suas folhas pela res-
pectiva junta, na conformidade do arl. 2i da lei re-
gulameutar de til de agosto de |s|i..
DitoAo presidente e membros da rommissiin
encarregada de examinar o estado do arsenal de
guerra, para qae remeta com urgencia ao guverno
todas as provas e esrlareeimentos que houver co-
lindo, relativamente aos individuos implicados nos
exlravios que se deram no arsenal de guerra, afim
de servirem de base ao processo a que estilo res-
pondendo os empregado* suspensos do mesmo ar-
senal.
HiloA' cmara municipal de Cuianna, recom-
mendando, em soluc.Vi do oflicio da mesma cmara
de 2 do correnle, qoc continu a conservar sob a
guarda de seu procurador os objeclos deque Irala o
roesmo oflicio, porque poden) anda elles servir no
caso de que Infelizmente reappareea a epidemia ua-
quella cidade.
Hilo\' cmara municipal de Caruaru'.Acru-
sn a recepcao do otlino qnc Vmcs. me dingiram em
I da julho ultimo, pe Un lo providencies acerca dos
embaracos que privam o secretario dessa cmara d
poder prcslar servirs aos diflermles liscaes desse
termo pid sen expediente e correeees. vi.lo como
lem elles de fiiiicrionar em diverso* lugares e a
grandes distancias : lenho a dizer-llie* pin resnosta
que, segundo declara o aviso de 28 de julho de
S, UI.<(,(, ., SI ss.,,1
ita de iiXiii inferior e
mirando.Goraniu-
que est semillo de abrigo aos animaes.
HiloAo Exm, marechal rouunan lante das ar-
mas, traiismitliiiilo por copla o aviso circular da re-
partidlo da guerra, dp 31 de julhu ullimo, no qual
nao sn sp reciiiiimenda a maior circunspeceAo aos
empregados encarregados da inspeccao dos recrotas
e voluntarios liara o exercilo, aliu) de que nao s se
repruduz.iin os fados de que Irata o mesmo aviso ;
mas tainhem se adverte de que, o apparecimento de
mais alguus driles ser irreinissivelmente sesoido
de eil'ectiva rasponsabilidado' dos dilos enture-
gados.
Hilo Ao mesmo, reuielleodo por copia o aviso
de 31 de julho ullimo, no qual o Kxm. Sr. miuislrn
da guerra, declarando que nao letn lugar o lomeci-
mento de instrumental pedido para a msica do 2."
Ii.il 111 fi 11 de iofantaria, por nao estar concluido o
prazo de 10 anuos, que he o minimo marcada para
duraran de alguus iiisIruriPMitos bellirus, determina
ao mesmo lempo que o pedido de iii-liuiiieiit.il para
a inn-ica do 10.a balalhao soja organisado com as
declaraees precisas,afim de se conliecer, a visla das
dalas dos rerebimeulos, se deve ser salisfeilo.
DitoAo mesmo, transmillindo para ler o conve-
niente destino, a guia do furriel graduado do meio
balalhao do Ceara Francisco Valerio da Costa, que
lem de vir para aqui, alim de de ir cumprir no pre-
sidio de Fernando a peua, que Ihe foi imposta pela
anta de justica.
HitoAo mesmo, mandando que recommende ao
lenle Manuel Joaquim B-llo, que trate de pagar
na rerebeilona de rendas internas., vista da ola
que remelle por copia, a importancia dos emolumen-
tos que e*ti a, dever reparlicao da guerra, pelo a-
viso que tambero remelle por copia, do qual consta
que esse ollicial leve passagem do S." balalhao de
ii.i.mi,irla para o 2." da mesma arma. Ofliciou-se
ne-le sentido a thesouraria de fazenda.
DitoAo mesmo, recommendando a expedirlo de
lias ordens, para que o lente Joaquim Faiinrio
de Maltes va servir de ajudanlc da directora das
obras militares, nos termos do arl. i. do regula-
meiilo de 18 de julho ultimo. Communicou-se ao
respectivo director.
Hito Ao inspector da Ihesnuraria de fazenda,
para que, vista da conla que remelle, mande pa-
gar 39 importancia do aluguel de 2 carrns para
condoc(3a do donlor Candido lote Casado Luna,
que foi S. l.onreuc,oda Malla ero coinuiissao do go-
verno, lazendo abonar ao referido doutor a qaanlia
de IIK)000 rs., cuino gralicacao por essa cum-
missau.
DiloAo chefe de polica, dizendo que nao pode
ser concedida a ordenanca que requisituii o subdele-
gado da freauezta dos Afngailo-, vislo como u aviso
di repartirn da guerra na l'.l de l'evereiio de IS.Yt
recommenda, que as piaras da campanilla lixa da
ca vallara nao sejain dislraniiae para servico* pre-
priiH do corpo policial.
no
sentido de evitar que ti pie prpjudicado o processo da
qiialirarai por falla de quero o presida.
ij iniii a ultima pan- do seu oflicio, compre qae
Vine, me declare com urgencia quaes as pessoaa que
leem directamente impelido a reunUo da cmara
municipal, c quaes o* meios para isso empregados.
()llinou-se a cmara de que se Irala.
Portara Ao agente da companhia das barcas de
vapor, recommendando que mande dar passagem
par, ,i proviocia do Marau/iao ao alferes Leopoldo
Uurgcs GalvM lehoa, em algum dos lugares vagos
tiara passageiro de estado, ito vapor que se espera do
sul.
__ ja__
OllicioAo Exm. Sr. Francisco de Paula Ca-
valcanti de Albtiquerque, presidente da caixa filial
do Banco, participaudo em reaposla a seu oflicio de
honlem, que deu sciencia s thesourarias geral e
provincial de que a mesma caixa emiltia na circit-
l.ieao mais J,ni:0i;ii- em nota* de iiis. para a subs-
ttluir.io das do governo do mesmo valor, estampa
encarnada.Ollicioti-sc nesse seulido s lltesoura-
ria* de fazenda.
DiloAo l.Mii. marechal commandanle das ar-
mas, para que mande apresentar amanha ao em-
prezario da eslrada de ferro, residente na roa do
trapiche casa n. 12. dous soldados de cavallaria pa-
ra acompauharem a remessa do* dinheiros deslina-
dos ao pagamento das pessoas que eslao empregadas
nos Irahalhos daquella estrada, adiaute da freguezia
dos Afogados, devendo os meamos soldados demo-
rar-se disposirilo. do empreiteiro ale o da 2i do
crrenle.Uflicinu-se neste sentido ao agente.
HiloAo mesmo, eommnnicando para seu conhe-
cimeuto, e alim de que o faja constar a Amalia
Carolina de Figueiredo Brito, que o Exm. Sr. mi-
nistro da guerra curo aviso de I de julho ultimo
devolver, afim de ser instruido de conformidade
com a legslaco urgente, o requenmento da sup-
plicante sobre que S. E\c. informuu em oflicio sob
n. Illti de 10 de jiinbo deste auno.
HiloAo director do arsenal de guerra, mandan-
do admulir na companhia de apreu lizes do roesmo
arsenal, se for possivel, o menor Paulino Jaran doa
Sanios, que Ihe devla ser apresentado por sua mal
Bernarda .Mana do Sacramento.
DiloAo mesmo, e inspector do arsenal de ma-
rinha, para que declaren), se os Africanos livres
que existen) iiaquelles arsenaes, e ns que delles lem
sabido para prestar servicos as dill rentes reprali-
ees ou a particulares por arremalae.lo, estao bapti-
zados, e sao instruidos na itoulrina chnslaa.Olli-
riou-se ueste sentido an juiz de orpbavs.
HilosAos c immaudanlps siipennres da guarda
nacional do Kio Forinii-o, (iaraiiliiins e interine de
Santa Aoliln.- l'ara que eu possa, n.i conformidade
do dispuslo ii.i srgollda {.arte do art. 2". da le n,
i;il2 de l'.l de seleinluu de 1830, deaignar ns luga-
res onde deven) fazer suas paradas os diversa, cor-
Vienna 20 de julho.
Se lodos os indicios nao nos engaoam, uma hriM
um punco fresca acaba de soprar sobre o logo da
Bosta analesda com a Franca, liabHoados a ver a
melhor modo possivel aos n*
mente aos principados danebia-
nos, e-lranliaiiius en-nntrar hoje a resistencia e as
hesilaee*.
A questao italiana nao e*t.i no mesmo gran, rit-
i n desacord patente entre ns dous governns; rom
ludo, us nossos homens de estado appliram Inda a
sua allenrAo para alem dos Alpes, e esludam n lm-
risonle, para descubrir as tempestades que oau las-
darlo em formar aa daquelle lado.
Neslas rirruinstancias he multo natural? qae ata
tacamos a conta crrente dos gatillos e perda-,
que mis lem dado a amisade das potencias occiden-
laes. A noss.i cunliaiira esla abalada, pois qae um
laclo que nAo podemos di**imiilar. Astim lancanins
as nossas vistas para os nossos anligos alliedot, a va-
mos a enviar Pru-sia um ministro plenipotencia-
rio cscolhido entre o que ha de melhor uo petiotl
diplomtico, para que |>nsa rollocar-*e na aliara da
missilo delirada que Ihe for confiada.
Se a I'russia mostrar nma poura de boa vonlade
para com o* nossos desejos, estamos prnmplot para
renovar com esta patencia us lafos de ama anate
que influira necessariamenle sobre as nossas relaces
com a Frauda.
NAo temos necessidado da recorrer as aroeia po-
lticas, para demonstrar que anos-a altiaoct actual
culi a Franca he nalnral, e Toreada pela forca das
circuinstancias ; nao temot duvida em confetaar que
esla allianra lie toda facticia, qne pode ter om es-
pediente poltico que est em conlradcrao com as
contradiccoes do* dous imperios.
Uepois do fim do secuto dcimo quinto, a Austria
lem '.ido constantemente em frente as tendencias,
as intrigas e as armas da Franja : os negocios do Ita-
lia, na guerra de Srhmalkalde, naquella do* tr.nl i
anuo*, e as guerras da successAo de llesjpanha e da
Austria.
Na guerra dos sete annos lioave um momento, etn
que o interesse coiuroum,. e lalvez um senlimentn
de dcspeilo, tizeram nasccr entre esta* daas pnlen-
cias uma allianca ephemera contra a Inglaterra e *
provincias anidas, que ameacaxam a prosneridade e a
existencia das nussas provincias belgas. Mas e**a al
Manca deixou-nos tristes recordaces e amargo
fructos.
A balalba de Boshach nos abri os olhos. A Aira-
tria voltou o curso natural das coosa* tirando. Su
ranle as guerras da rcvolaco, adversaria rumiante
da Franca, e soube manier esla atlilode pelo pees;**
do* mais dolorosos sacrificios. Os mesmo* larnt de
familia que unir.nn estreitamenle as corles de Pal..
e de Vienna, foram impotentes para resistir a pre>-
sAo das verdadeira* necesidades e da poltica tradi-
cional dos dous paizes.
litio Ao commandanle da estarn naval, para
ni andar juntar ai papis que remello a guia da I Ps da guarda nacional sul, ten commaadu superior,
assenlamenlosdo imperi d marinbeiro Autnuio Fran-*-riiinpre que \". S., ovvindo os rcsp'cctivos eoniOMn-
do l.airro de Saint lcrmaiu, uma especie de
aria : rcconhccesc pur toda a parte, (iaslao
ao pescoco do amigo e abracou-lbe as faces,
a* m.ios erguidas para nAo manrha-lo. Ah es-
trs ou qualro roulheres nobres, que se ad-
mirar im de ver um marques co.no alimpador de
charo ues, c abracando as face* de uro e o pregado da
salina ; porm reconciliaram-se coro elle, quando
reappireeeu vestido conforme o ultimo numero do
.Inrm l don jl/aialet.
Ha a de jantar entre madama Benoit e a barone-
za de Smnmcrfogel : mas, un momento de pr-ta a
camii ho, a velha fra atacada de uma enxaqueca.
Suas (esculpas chegaram durante a sopa. Tirou-se
seu t; llicr, e Gaslio tirn viainho de seu amigo o en-
genhi iro. Era o centro da atlencAo peral ; os convi-
dadm e principalmente os deputsdos da nobreza, es-
peras aro delle oro olliar gracioso e uma palavra a-
mave a-snii como quem \ n a certa, espera uma
palas r i olio do rei. Mas suas duas paixes absorviam-
no di tal maneira, que nao cuidava era examinar a
collei cAo grotesca que tiuha em Ionio de si. S le-
ve ol ios para l.ucilla. e ouvidn* para o vizmho. Os
fidal oles rriT.iin que Ihe ailrahiriama altencAo tra-
vand i uma conversarlo meio-polilica, na qual pa-
lenteiva-se ingenuamente o ridiculo dos velbos pre-
conc ito* ; conversacAo cheia de liherdadc contra o
que exista, e de saudade do que tinha existido. Es-
set d seorso*, cujo suave absurdo teria resuscilado
um i larquez do bom lempo, zuirn) aos ouvidos de
asi io .em rhegar-lhe ao cerebro. Em um inlcrval-
|o di silencio ninin-se elle dizer ao engenheiro :
Tens eulao um raminbo de ferro subterrneo
as llinas Ouaulo d* pelis carns?
Ero tranca 300 francos por 1,000 kilogram-
in.i- A tonelada inglesa, que lem 1". kilogrammas
leis, xal a bordo de II hbras e 10 schelliugs a
12 li iras e ."i schelling*.
f>eio que empregandi. cerlos fornos cronomi-
enjo plano hei de moslrar-te, se conseguira
forn rer uma mereadoria escolenlo milite, abaixo dos
>s agieses, a duxeotos francos a tonelada, lalvez
menus.
EntAo aiu la es o mesmn *.'
NAo, peior. Aconleie-tc quebrar-sc algum
Muilas vezes : no mez passado perdemos qaa-
tro omens.
Ilei de indicar-te um remedio confia eses ac-
ule des.
Acha.le um sagrada para impedir qne o cabos
se q tebiein f
i\ju, mas para reler suspentu no puro o lardo
que elles deixarn cahir. Praliquei este sistema du-
rauls tres aooos em ama raiua de carvao que diri-
:
gia em Saint Elicnne, e nao liveroos de deplorar um
s accidente.
Toda a nobreza applicavaoouvidn, e madama Be-
noit morria de desejo de esmagar o pe do genrn. O
visroude de BoargaltrolV introduzio-sc limidaincule
no dialogo :
O jenhor marqupz posse minas de carvao no
departamento de Loire'.'
Nao, senhor, responden CaslAo. A mina per-
leuce a um anligo fabricante de fitas, rhamadu Cla-
qneposte ; eu era simplcsmente director dos tra-
ba I los.
Hesla vez madama Bennil achou que haslava de
snbrc-mesa e levantnu-se. Passando ao salAo, os -
dalgos corhichavam entre >i sobre o marquez : sin-
gular lidalgo que mancha as mAos em ama forja, que
abraca empregado*. qae invena machina*, que ven-
de carris a bom mercado, e que foi simples director
de Irabalhos era Saint Elienne !
Os mais indulgentes, que nAo formavam a maioria,
tentaran) defend-lo :
I.oiz XVI fazia fechaduras.
I.ui/. \\ III cumpuuha verso*latinos.
Ilenriquc III fazia a barba do seus cortezAos.
Mas, replicava um critico, quem he que se re-
creia em quebrar carvao no fundo de uma cova em
Saint Elienne
Ah '. senhor. redarga um h mem indulgente,
roen pai fahricou phospboros em Berln durante a
emigracAo !
Madama Benoit bem a-lcvinhava que era (iaslao
quem pagava as cusas de-sa cor.versaeAo ; mas nao
se allligia.
Conversen), meus amigos, inurmurava ella en-
tre es denles, obriguei-os a reconherer meu georo
por verdadeim insrqnas : vossl vicram aqu liumi-
Ihar-se diaute de inun ; Bennil esta esquecidu, di,il-
ute pur singada. Parlirei de bo]e a oito das para Pa-
rts, e quando lornai a por us ps etn Arlange, os
mais muros de voases lerdo cabellos hraocos, ouau-
lo a meslrp Uasllo, que fie tao original, a residencia
de sen palacio, e a soctedade de seus iguaes o cura-
rAo brevemenle de suas ideas.
Antea da assignalora do contrato, veio o enxoval
da uoiva, o qual grangeou a liasUW da parle da- mtl-
Iheres mil felieitaees, de que nao 01IS0U defender-
se ; mas proinelleu a si me-uiu declarar a l.ocilla nn
da seguinle, que n.lo era a elle que dexia agra-
decer.
Quando o notarlo abri seu maco de pa|wis, lodo*
apprnxjmaraiii se, i,.,,, para saber o date de l.ucilla,
que eia mu roiiliecido, in.i-. pata ouvir a anumera-
cao das Ierras e rStloUai du marque/. A cunotidade
publica fot engaada : Mr. dellulreville cativa com
seus Jireilos.
codo Carino, qne fallecen no hospital rcgintatal da
provincia das Alagoaa.
HitoVo inspector do arsenal de marinha, remel-
Ipudii, acoiiipatilin.i de copia do ollicio do Exm.
presidente lo Ceara. o terina de vastarla a que se
proredeu no transporto nacional /.caaltilnde, que se
Cha arribado no porto da capital daquella provin-
vincta.
HitoAo mesmo, rerommeinlando que mande fa-
zer un bngue barca Itamaroea, os reparos mencio-
nadas no trecho do ollicio do commandanle d, cla-
cAo naval, constante da copia que remelle.Com-
municou-se a este.
DitoAo juiz municipal da I.'1 vara, dizendo que
se for possivel. satisfar a requisir;o que Ihe fez o
marechal commandanle das armas, de mais dous
sentenciado* para serem empregados no servico
do quarlel do 2." balalhAo de (abalarla.
HiloAo juiz de paz mais volado da freguezia de
Trarunhaem, aecusando recebida a copia que Smc.
remellen da acta dos Irahalhos da quallcacao da-
quella freguezia.
SilfoAo presidente da junla qualilicadora da fre-
guezia do Hoinin, devolveudo a lisia dos cidadAns
qualificados volantes naquella freguezia, alim deque
sejam rubricadas toda* as folhas pela me conforme determina a lei, c vetilla acompaiihaila de
copia da acta dos Irahalhos da qualificacao.
OitoA cmara muncipal da Villa Bella, recom-
mendando a exped>rao de suas ordens, para que os
cadveres das pessoas que falleccrem naquellc muni-
cipio sejam enterrado* sem excepeo alguma nos
lospectivos cemiterios, aos quaes a mesma cmara
proporcionara Indas as coinlief.es necessarias, para
que os actos religiosos possam ser citos com de-
cencia.-- Communicou-se ao medico em commissao
naquella comarca, Thomaz Andinos de Abreu.
Hilo A' cmara municipal du Limociro.C'ons-
lando-me que (udo quanto diz respeilo a quatifica-
CAo dos votante* desa freguezia aclia-sc em lal des-
uniera, que os raesmus livrus esto com folhas arran-
cadas, liajam Vmcs. de deelarar-me se nesse muni-
cipio hu'ise conselhi) de revista, se ciistem as lisias
dos cidadaos quililicidos volantes, se linalmenle em
todos ns actos ali; aqu pnlicados relativamente a
eleie.io proceden-se C'im a necessaria regularidada.
HiloAo presidente da cunara municipal de Har-
reiriis.--Arri..n recebida o ollicio te 12 do correte,
em que Vine, me pondera que o coronel /.eferino
da Cuuha Bastos, juiz de paz do I.'1 ilislrirlo da fre-
gueria de Agua Preta, nao pode exercer as funrrOea
deste carteo, visto que aeceilou a nomeacAo de juiz.
municipal lopplenle do termo de Barreims, e netta
qualidade lem praticado ai tos de -ua juri.diccao.
Segundo a doiitnua eonsacrads no aviso de 8 de
marco de 18'i7,e em nutras decisoes em vigor.o indi-
Nj dia seguinle ao desta fesla. l.ucilla e Cisiao
continuaran! a serie de seus prazeres, e os ullimos
dias do mez passaramsa como horas. A 'M de maio
fui o casamento civil dos dous amantes, e npm um
nem nutro treineu no momento de dizer sim. Otian-
ilo o maira, lando o cdigo na man, repeli pela etn-
lesima vez de sua vida que a mulliei deve eguir ao
marido, madama Benoit fez a l.ucilla um signalzi-
nhn mili expressivo. Vallando para a casa a tritim-
phante aogra, li-e ao marquez diante de l.ucilla :
Meu genro, pois he incu genro pela le hei
de enlregar-lbe amanhaa n primeiro semestre de
suas renda*.
Tenha paciencia, querida mAi responden fjea-
(o. (.loe farei de semclhanle somina'.' O dinbeiro,
accre-ceutou nlhando para l.ucilla, ser por inailn
(empo anda 0 menor dos meus cuidados.
NAo despre/e tanto o pobre dinheiro : ha de
precisar de nmilo daqui a poneos dias em Paris,
Fim Pars Crande Heos! que iria eu fazer em
Pars *
Iltunir-se aos seos amigos, aos seus prenles,
preparar um circulo de retacees para o invern, e
para toda a vida.
Mas, senhnra, eslou bem decidido a nao viver
em Paris.
.Minlia lilha e cu temos Feselvido ir para la
quanto antes.
A senhora nao me tinha fallado em (al consa,
disse o marquez vollando-se para l.ucilla.
Esta abaixou os olhos sem responder ; a presenca
da mAi pesava-lhe. Madama I'kiioiI replicou viva-
maula :
Taes cousas adavinliam-sa sem que se diga.
Minha filha he maique/a de Oulreville : seo lugar
be no bairro de Saint liermain! Nao he verdade,
I.unlla?
Ella responden um imperceptivel lim. Nn fiira
assiro que responder an maira.
.\o bairro! lomou CaslAo, no bairro! A se-i
.ibera lem cariosidade de penetrar no bairro!
Em cnuspqueiicia de alguma decepcan, cujo segre- I
dn nigneni nube, elle conceder contra o bairro !
oobra urn odio injusto c xiolenlo.
i.lue conliiiuou. a senhora vise no meio de ,
uma floresta admiravel, rodeada de um peqoeno
povo que ama-a, n.io fallo deiinu que adoro-a ; tern i
a riqueza que permita laxar a muita gente feliz, a
-aile sem a qual nada be bom. a< delicias da fami-
lia, os rerreios do vern, os prazeres mais ntimos do
iuverno, o pretante illuuiiuado pelo amor, o futuio
pavoado da Glhinhot alvot e rotados, eqoer iban
donar ludo por um punhado de cinnprimeiilus e
ama centena de absurdas reverencias He certo n.io
serei cuuiplicede uuia truca Uo fauesta, c se Vmc.
dantos, proponha a es(e governo os lugares que Ihe
parecerom para i so tpproprladot. declarando aa ra-
zi'.es de preferencia que so deram em favur daqucl-
les, que forem por V. S. indicados. No mesmo
sentid.> ofliciou-se aos ootros cominandaiiles supe-
riores.
HiloAo roinmandante superior da guarda na-
rinntl do municipio de tioianna.Bespon leudo ao
oflicio fde l)i do correule, em que V. S. particpa-
me, que foi contratada nina uauda de msica para
o balalhao n. 12 de iufantaria da guarda naoional
desse muuicipiu, c ptde au mesrnu lempo, que eu
Ihe leniclla o ligarino do unifurme que deveui ler
os msicos : cumpre-me dizer-lhe, que compelindo
presidencia pprovar esse uniforme, na conformi-
dade do art. JO da lei u. (02 de 10 de selemhrn de
1850, deve V. S. propo-lo, ouvlndo o respectivo
commandanle, e tambero declarar-me o numero de
msicos, afim de que eu possa resolver definitiva-
mente sobre o conleudo do citado ollicio.
HiloAo mesmn, conceden lo a in-ene.i de 8 dia*,
que-nlicitiiu para vir a esla capital a Iralar de seu*
negocios.
HitoAo juiz dedireitn de Nazarelh.Em respos-
ta ao ollicio que Vmc. me dirigi em 15 do corren-
le, latino a di/.er-lhe, que a inlelligencia do art. 108
de lei rcgulamentar ras elcicie* acha-e lixada pelo
aviso o. 108 de (i de selcrabru do 1818, que termi-
nantemente declara, qun a suspensao do reeruta-
menln, de que Irala o mesmo artigo, smenle se
refere as eleici* primaria*, e nAo as do vereado-
res e juizes de paz, por serem eslss directas, e de-
verrin entenderte as palavras da le no sentido
resnelo e sem ampliacao.
HiloAo piiz de direito do Kio Formase, decla-
ran lo ler dado o conveniente destino aos i recrulas
a qne se refere o sen oflicio de 10 do cimente, e au-
tunsado ao inspector da ihesnuraria de fazenda a
mandar pagar a importancia il;- dianas abonadas
tos referidos recrulas.
DiloAo juiz de orphAo* e ausente* desta cida-
de, remetiendo o rtquerimento de Jos joaquim
Freir, coberlo com a Informarlo do jais municipal
e de orphAos do termo de (Unida, para que Smc.
informe nAo sr'. acerca do domicilio do supplicante,
mas tambero sobre a tutella deque elle falla na se-
gunda pagina de seu requeriinento, que Smc. devol-
ver' com aquella luformaeAo.
DitoAo juiz municipal da segunda vara desta
cidade, dizendo em raspoata a sen ollirio de hoiitem,
que nAo si'i louva o zelo e acerlo das pruvid-mcias
por Smc. dadas relalivamenlo aos lieos das irroan-
dades, mas tambem que espade a couveuiente or-
dem ao Ibesoureiro das lolcrias, para recollier ao
depotito publico o producto que resultou em be-
neficio das obras da igreja de Nusa Senhora da lCs-
fr ao bairro de Saint Cernalo nao so,a coinluzida
por ni i m.
i iu\ in lo este discurso dirigido a lilha, m dama
Iteuoit linha o semblante de uma menina que cons-
inti uma torre de dminos, e que vi o monumento
desaliar e cahir pedra por pedra, Apeuas levo torca
para dizer a l.ucilla :
Besponda !
A mofa eslendeu a mo a Gaslao, c disse otilando
para a mi :
A malher deve .seguir o marida.
Desta vez o marquez foi menos recatado que o A-
pollo do lielvedere ; lomou a l.ucilla uos bracos, e
bcijou-lhe l-tu,menle a fronte.
Madama Benoit empregou o resto do dia em for-
mar (llanos, dar urden- e combinar us meioi dear-
raslar seu genro a Pars.
.No dia seguinle, depois da missa do casamento,
ella tomou-o a parle e disse-lhe :
decididamente nao quer introduzir-oos no
bairro?
Mas, senhora, nAo otivio como Lucida renun-
riou a i*su de bom grado .'
E se eu nAo renunciar '.' Se lite disser que des-
de triuta anuos tenho quarenla e dous, vivo abra-
zada pela ambicia de penetrar l .' Se Ihe derlarar
que o desejo de ser annuiiciada nos salf.es da ma de
Saint Homiuique fez-mc casar com um marque/, de
contrabando que me bata '.' Se accrcsceiilar emfim
que nao e-rolbi ao sfcnlior, nem pelo seu semblante,
nem pelos seus talentos, mas pelo seu :iomc, que he
a chave para todas as portas:' Ah! meu charo unr-
qoes, julga que Ihe dnu cem mil libras de renda pa-
ra que vossa excelleucia perca seu lempo etn lia-
balnar !
Perdnc-mc, senhora. Primeamanta a vista
du preeo, em que estao os nomes sem macula, tenho
a vaidade de crer que o meu nao seria caro por dous
millldes. Mas, nao he e*se o caso, por quanto a se-
nhora nAo me deu nada. A forja e a floresta sao a
heramja de l.ucilla ; a renda que havemos de forne-
e-r-llir- representa ns juros do tu las as tommas em-
pr. gaitas na emprez, e dos duzenloa mil francos
qae Ihe ciisiun o palacete da ru.i de Saint Hiimiui-
quc. Assnn, lulo me ven. ,le l.ucilla, c para com
ella nao me sera diflicil desobrigar-me.
Mas fai de miinque xo-sa ex-ellencia receben
l.nrilla, foi de iniiii lambtm que ella o recebeu.
exclamoii a pobre mtiliier. e sera grande ingralulao
rerusareni-mt- a rebeidade de iiiiiiha vida '
lem ra/n, senhora : pera-me tudo a exceprao
de lllltll -i. cnu l, r nada Me pnleiel leen- u. ,M.ls
jurel Bio turnar a pdl os ps nu bairro.
Josas porque nao me declamo tal rousa I
Porque a seuliura nunca tue pcrgunlou.
I.e-se nn Mmiileur:
l'emosseguido cora inleressc os ullimo* acnuleci-
meiilos dcdlespanba, e lemo-los applaudido ale crtln
lempo, inigando poder aurorar urna mudanr.i favn-
ravel para o eslalielerimento estavel lo enverno col..-
Iilunonal ; por quanto a FSMCn qae representa na
Europa as ideas de vi. nao pode ter outro desejo,
senao ver um c-ladn xj-inho. por cuja prosperidade
ella lao vivamente se mieres-a, ex llar a anarehia nn
o desputisino, estes dous esclitos de lodo o prngres-
so, de toda a liherdadc ; o romo o m.uialeria E-par -
(ero [lareeia nAo (er forca para reprimir oa exce.-,,-.
nem a necastatia energa para cnuduzir om grande
paiz, he natural n aeolbinienln cora -wnpall.ia de
uma inud.me.i que deve firmar u Himno de Isa-
bel II.
Alguns ornaes eslrangeirns eraos em dar a prefe-
rencia penca racional a um nome. pozeram-M) a
qualilicar de golpe de estado a demiao de om mi
nidro, aceita pura e simplesmenle pela rainha.de-
pois de repelida* recusa.
Se esla detaimla fosseade O'Dtnnell lenam acha-
do o facto romplelamente constitucional. O espirito
de i.aliiln nunca devia ler desnaturado a* cousas a
este ponto, nrm excitar t epiiu.io publica contra a
miel aura que ltimamente te operou.
Ha doi* annos que a llespaoha se achava cm esta-
do deploravel.
Fisla grande paiz, que por lano lempo foi arbitra
da Europa, ruja allianra ainda ha pone* lempo era
com tanto atan prorurada, linha desculo a am grao
nfimo. Ja nAo linha (inancas, nem exercilo, rtem
manuha, nem commercio, nem administraran, neta
influencia exterior.
Nesla -linar,11 dillicil, os ambiciosos am vez de
cuidar de fortificar o que estava, tentaram abala >
ja lisongeandn as paixe* da iniillid.io, ja querando
realisar utopias perigosaa.
Os alborotos que lem agitado a llespanna, ha al-
guus anuos, provem junlaroentc da fatal idea da car-
io* ministros, ha qualro annos, darem um guipe do
o.lulo quando a llespanna eslava tranquilla, pros-
pera, e quando nao linham razAo alguma para na-
dar bruscamente as leis do reino.
Para que um golpe de estado neja legitimo nn
juizo da poslrridade, cumpre qne n justifique uma
necessidade suprema, e que elle seja, ao, olbos de
todos, o nico meio de salvar o paiz.
Coiihecemos os que sonharam golpes de estad*.
n.lo |iara modificar algum i- iustituices, mas para
derribar n ihrouo on mudar de dxnaslia.unindo Por-
tugal a llespanlia, sob o sceplro de Bragaora, oa
creando uma regencia.
I.ouvamos, piot, o general O'Honnell por ler ten-
tado, osem golpe de eslado.a restabelecer era llatpa-
utia a ordem que be a primeira a indispensavei ba-
le da hlienl.de.
1.1 o i va i n n- lo por ler, durante os primeiros momen-
tos de anarehia, potlo lodos os sea* cuidados em re-
organisar o exercilo hespanhnl, tanto moral romo
materialmente, pois nAo baslava ler reoraanitado ba-
labies ou e.quadre*, cumpria sobretodo dar a solda-
dos lAo bravos e tao cpales de grandes coutas. ,*
uniros movis que mantera ns exercilns, o dever, a
lili lula le ao soberano e disciplina.
lieix.m in a liaslo madama Benoit diste Ires pa-
lavras a sua camarista, e qualro ao coeheire. Nao
lal Ion mais ao marque/, do primeiro semestre de tais
rendas.
De noile no baile l.ucilla teve um Iriomplra de
belleza e de fecilidade. Nenhnma das mulherr- pre-
sentes lembrava-se de haver visto amt ntiva lao
francamente alegre. Indos os moco* invejaraat a
sorte de (iaslao, segundo he rstame. N.io teasare
a liberdade! de dizer que, pessoa alguma inte jen a
de l.ucilla. A's duas horas da manhaa lodos os convi-
dados liubam-se retirado, smenle restatam os mm-
vos ; madama Benoit julcra conveniente qae ellet
encerrassem o baile, a*sim como linham-ao^aberlo.
Esla boa mAi, cuja fronte fiarecia toldada por ama
leve nuvem, pedio o favor da conversar am qaarln
de hora com a filha, e conduaio-a cmara nupcial,
no pnvimeulo terreo ; emquanlo CaslAo, qae tinha
de sacudir a pocira do baile, voltou pela ultima ver
ao seu aposento do segundo andar. Deteendo a es-
cada grande elle ficon sorpresa de oavir o rodar da
uma carruagem, que afailava-se a trole largo. I..
Ir ni na r,uara nupcial ; ar|iou-a vasta. Fot a airo-
sa de madama Benoit, toda* a* portas etlavam aber-
tas, ea alcova deserta. Sapalos da telina, doa- ve*
tidos de baile, e grande desordena de roupas juma
vam o lapelc. Elle lorou a campaioha ; ningnrm
veio. Sahio ao vestbulo, eenconlroo a ptissinon
una crnsseira dn palafreneiro Jacqaet. Agarrea-o
pela blusa, c pergunluu-lhe :
N.io acabo de oavir orna carruagem .'
Sim, senhor, tora preciso ter tardo...
Oiieui he que se retira lao larde, depon de
lodos '.'
Ma*, senhnr, be minha ama, e a senhora La-
cilla na berliu la coro Pedro, e Julia.
E nao (lisseram nada .' Nao daixaram nada
para rnim '.'
I'erdoe-me, senhor ; minha ama deixoa ama
cario.
(Me he dola .'
Btlaaqai, -enhor, dtbaixo da torro do mea
brrele. *
H-me logo, animal !
Melli-a bem no fundo, senhor, pelo rereio de
perde-la. Fiis aqu.
liasl.ln correa a l.nlerna do veslilalo, e lea o r-
lbelo segoiote :
Meu charo marquez, esperan tu que n amor en
Interesas baas tnUiaaldt bio da rniaiea la la As
i.mge transporto pan Paiis sua mulhci I *eu di-
nheiro xeuha bus a-in-,
iConlinaar-sc-Ad.)
MELHOR EXEMPUAR ENCONTRADO

MUTILADO


oi'lrrimcu-
i... viilosles pio-
pi'leriniou-
, .tejamos bem -iii-
.0 ciii si Unios elemin-
ade conquiste i!.- novo,
,gar, i,ue Ihe he devido, ein
..o ,ta ocrlas repblica la Ainc-
... nao so enconlra patriotismo,
. .nicas, neni principios elevados, mu
. alguna generaos djepulaudo-ae o poder
.julio de soldados Mdate ten promesas
( Vt.'uuicers.)
Francfort, 21 ilp julliu de 1830.
o conde de Walewsk minisiro tus negocios clran-
geiros di Franca, foi estar un. l.'i lia- rm Kom-
ln urg-es-Monts,, pedo de Francfort, mas vai pailir
hojo pan Badn.
A rainha da (r."u-Hri'i inli.i o u principe Alber-
to sao esperados no dia -J() dcsclcml.ro fin Berln,
opon em que -c celebrar u casamento do regento
de Haden com a princeza l.uiza, lillia do principe da
Prussu.
Os jornaes ja vos lian d > ler informado dos e*Jpnn-
?ais do sriloduque Miguel da Kusiia e da princeza
< lecilia de Badn irniAa do rcenle.
Acaba de estipular-se una convenci cnlre a Di-
namarca e os Balados-Unidos aliui de previnir lo-
do o conflicto que poi-a suscitar-se por parle desles
ltimos, sobre o tratado do commcrcio e navegacao
de (i de abril de IK ; alem disso lia urna declara
rao secundo a qual os Estados-Unidos, nu se julgam
brisados a pagar por mais lempo os direilosde pas-
tagcm pelo Sun.1 e os duus Hell*.
Esle arranjaiueiitn vigorara pur espacn de um an-
no, acontar desde II de junho de 18ti ate I i de
junho de 1857, contando que nao ie adopte urna cu-
ta convenci.
A queslao de (Incito ficoii reservada pelas parles
contraanles.
A duqueza de Orleans, com seus filho, cnnlinu-
ani a residir em l.oden, onde estove tambera o du-
que de Nemours. Parece qoe a viagem desle ultimo
lera relacao com a earla que o conde de Pars di-
rigi a Mr. Roger ( do Norte na qoal o principe se
pronuncia contra o projeclo de luso, apoiaudo-se
no teslimeolo do delunlo duque de Orleans. Quasi
que seria eseusaj do dizer que a mai do principe ej-
erce una granito influencia sobre a poltica do prin-
cipe, que declama que be anda mu joven para po-
der apreciar o alcance de-Id queslao.
O priuci|>e Esterhazy, cmbaixadur extraordinario
de Austria, nomeado para.'assislir a ceremonia do
imperador Alejandre II, propem-sc a partir no dia
23 de julho para Moscow.
A iniperalnz viuva da Kussia lie esperada em Ber-
ln na pi nucir semana de agosto, depuis de passar
algn* das na cioade de Itere.
I>s.Berln. S. M. I. regressari a S. Petarshurgo
para ir atsislir coroacan de sen lilbo em Moscow.
(I re Fernando das Duas Sicilias nao quiz anuuir
as represenlar/ics que Ibes dirigirn! os duus gahine-
lc*do Vienna e de S. I'elersburgo, para que lizesse
conccsK.es no icnlido do partido conservador.
A' vista disto algiins jornaes -,1o de opinio que a
Austria nitervir nos negocios das' Duas Sicilia*. Mas
sr.iielhaiite lulerveurao he contraria a poltica tra-
dicional da casa de llapsbourc, que nao inlervio nos
oulros ciados de Italia mesino quando reinava a re-
vi, ur.in, senao a requisiQAo do goveruos respec-
tivos.
1*. 9. Orre o boato de que a partida Ido conde
de Walewsk para Badn-Baten, fui occasouada
pelos negocios dc liespanha. Sibe-sc que S. Exc. nao
so demorara senao atruenas horas para couliouar a
sua viagem por Slrasbourg a Paria.
Londres, \Ci de jnllio.
Como dc\es jnlgar, o que aqu da actualcenle
cuidado he a liespanha e a nova revotaran que lli
leve lugar. ,
Pergoula-*e a razio porque esle desgranado paiz.
que ha lano lempo se bale pela liherdade e pelo
constitucionalismo, he constantemente victima dos
militares, que monopolisam a adrninilracao, sem
que o bom senso do publico faca |u.ina a esta cou-
li na mentira.
I'ois que a llrspanha levantou-se contra o sobe-
rano legitimo do Ihrono, porque elle era o repre-
sentante do rgimen absoluto, e anula nao deixou
de pesar sobre o malfadnrin para a auloridade da es-
pada Pode, pois, |icr.iin,,i -.,. com toda a boa fc
e com a rao sobre a consciencia o qoe ganhou i
liespanha em mudar o ara legitimo rei por.esla rai-
nha constitucional 1 O pioveito que de tal muilaii-
<;a lirou foi un. quarlo de seculo de guerra civil.
Vendo Isabel dar a sua conlianca aos homens de
e-lado, que Ihe promcllem a maior sumina de in
dependencia, a primeira pergunla, qoe se aprsenla
ao espirito he naturalmente esla: para ler um go-
ge..... absoluto \ .li.i mais II. Cario.-.
()s jornaes inglc/es sao unanimea em reconheccr
que se Isabel nao reina em virlude de urna con
liluic.io. nao Ihe rcsla oulo direilu ao Ihrono de
liespanha.
E os mais violentos ataques sao diiigidos contra
(lia pelos jornaes de todos os partidos, e para vos
lar um exemplo, voo ciiar-vos o Times, quo aocu-
.i a rniuhd Isabel II a do ler su le Palanca, para dcp.is ler de a reprimir. Cha-
nta-Ule traidora, prfida filha de ornando VII.
Krproiiuz. com grande forra Ue lgica os argumen-
ta!, em que ha pouco fallei. A Mluajao da rainha,
diz ello, be na vcidade deploravel, ludo aquillo
que em oulro lempo evoo os hmeos a combalcrem
|ior ella, desapparecru. Ella repreaenlava a espe-
ranza, tanto a realisarao de urna poliliea liberal,
turnan -lia, quo segundo a anliga lei hespaiibola, era
legitimo, linlia adiado o pai/. contra si, porque es-
lava rcsolvido a maniera governo desptico, e sun-
metler-sc dcbaixo de certas cnndires, elle e os leus
vassallos, ao dominio do clero.
< He esle o molivo, porque as prclcnrcs da in-
fanta I). Isabel, se lu nam o grilo de rcuifn da na-
to, c obteve as-im as lytopathiu o apoiu dos pa-
vos vizinhos. Agora, porem, o que lie que resla
das esperanras dos cluislinos ? jue argumentos
poilemeiles oppor aos carlistas, qoe Icimam em de-
fender os direilos divinos ? O titulo da rainha for-
ma-se sobre a constiliin;ao, que ella menina lem pro-
curado destruir. Ella s be raiuba pelo direilo da
lorca, e se nao reina nam pelo direilo divino, nem
pelo direilo popular, o scu l lulo ett0', na vardade,
em grande engo.
lia algiiirta cousa que responder a esla poderosa
dialctica '.' Nada. .Mis nem sequer pensara nislo
no caalello real de liespanha.
Ouvi iniiiiem a um mto gracejador sustentar se-
riamente que a rainha mo fazia oulra cousa senio
lolar pal liberdade.
Obrigado a explicar-se, dissoque o ultimo golpe
de estado fora felo para dar a' rainha a liberdade
que a revoluto de IKi Ihe havia lirado. Isabel
nao podia rodear-se de peaieal, qoe Ihe conviessem
mais, porque Espartero, com .u,i paternal solici-
lude, nao permillia junto a' real pessoa e augusta
papilla senao pessoas graves e seiias, com que elle
podesse cootar.
lato nao podia agradar rainha, que gosla do
pnzer, e o negocio de 15 de julho nao foi mais
do que orna nsurreicao real contra esto despotismo,
que o muilo severo Esprtelo lazia pesar sobre ella.
Aqui deu muilo que fallar a reunan de um enr-
podo exercito francez as Ironteiras d'llespanha, e
considerou-se esla noticia ao principio como um de-
sejo. que l.uiz Napolcilo lem de inlervir.
lodavia rellectindo-.e, depressa se conheeeu que
a inlervencao era muilo mprovavel, se nao tnpos-
sivel. lina iBlertcitfto fraoceza era liespanha pa-
ra manler o governo desptico da rainha Isabel,
por toda a parle encontrara adversarios: lano
enlre s soberanos conslilui ionaes comu entre ps
soberanos despticos.
A Inglaterra que concorreu ouli'ora com a Franca
de l.ui Fihppe para fa/or Iriumpbar a cora
conslilucional de Isabel, na,, poda, sol. peua de
se desdizer e renegar a sua obra, consentir que
a ua alliada, a Franca, imerviesse para um lim
ao op|Hislo. E allianca ingleta vale bem para
l.uiz.Napoleao o abandono de seiiiclliaule idea se
acaso a concebeu.
pie oseu isolamcnlo se-
de noticias do
ino lord Palmerslon, que l.uiz Napolelo be muilo
sagaz paia cuiiiproboiuler
ia a sua pcriM.
Nao deveia esperar quo eu vos
golpe d'Eslada, de que tomos tratado,
leudos priineiri. do que eu. lud, o qne poModi-
ner-xo hoque aquellas que aqu leluoa rocebido,
sflii punco faora\cis a U Donnoll.
F-qoecui-me d.zer-vos que ao lempo. que o
amblador franaez deiiavaMadrid.raeebia oda loala-
lerra orden, para ,r para la a (oda a presta, lie fcil
de adevinhai que allilude Ihe ordenara as .uu insti-
truecnes que Heve lomar.
o ,,,|",n,l"le,"eK",'i" "" Parlnmohlo lngle> duranl.
e lo rh L qU' C"UCC,le ,'is,"!'" *
" Diirham mna pensao, om eontequenein dade-
m...Jo.que pediram das >uas uncrcs rcclesia-licas.
a ^,, dlzer-M. quo lia ama certa lo, de llonri-
V e Mil, qe qualiBca de nmoma lado a negocio
rara na occasia.. da una adenussao do quabiucr em-
preco eccleaiaslico. '
E deve nolar-sa que a drmissao dos dous hispos.
de que -o traa f, dada sUb a Condlrto de Ibes ser
dada mna pen-au.
Por conspquencia da-se um caso de simona tanto
roaiirepr.liensivel por isso que u axemplo he dado
por dous altos diginiarios da Igreja.
."ino porm, isse Dellime, um francez, que
escieveu una obra sobre a consliluio de Ingla-
terra.
O parlamento inglcz pode fazer ludo, menos
mudar mna rapariga em rapaz.
l'orlanlo pedio se ao parlamento que consagrasse
I He islo
na sua ca
rainent
feraon, o
de escrai
Alas iji:
coronel I-
Dl'0 DE PEMAI8UC0 SBD0 38 DE AGOSTO n IS56
o que o coronel Fremoul pOa lem relevo
u ,u la tpnbllramoi depois ; deiooosua elle
que he ni cesarlo que a presidencia nos puros ma-
aaociaes a democracia, donde dimsnaram primei-
i grandes nomes de Wisliiuglon e de Jef-
enlo a nito americana, sol. a menllrou
mascara ale una repblica, degenerara' n'omi ibo-
minavel o igarcllia social, enfeudada nos possuidore
"" s.
e sao as'prol.abildailes com que conla o
^emom para se elevar ,magiilralara su-
prema no 'lime calclos eslalislicos, que lias acluaes cu -
com-laiiclas loem nm grande inlareaae.
ti- candidatos presjdeaciars nSo -an eleil.s dircr-
lainei.le pelo poio. Caila estado e-colhc tantos e-
leilores, auantoi alo os inriubros das duas enmaras
lo congresso, e esse corpo una vez escolludo, cons-
tituido, forma o cillcgioeloilor.il pelo qual sao elei-
los o presidente e o vice-presidenle. Em Iheoria,
SUppoe-se que esse corpa delibera e faz urna escu-
lla enlie as hnmeui de estado do paiz, mas de fado
cada partido oscolhe do anlemao os seos candidatos
que os eleilnresadoptam no seio do collrsio eleiloral.
l'or eonsesoinle, em logar de deliberar. otveleitorM
de rada estado votan, todos por esle ou por aquelle
ramlidalo lis eloilores de cada estado reuuetn se
n'um da apiazado na capital desea oslado, daoo sen
voto, c o transmilleni ao presidente da cmara dos
representamos em Washington. Conlam-se os votos
na presenta das duas cmaras, onde -e faz conbecei
o resoltado Itnsl. O collegm eleiloral compoe-se de
296 volas. Para que a eteieao leona luar pelo po-
yo, he necessano obler I Vi voto
pro-
disto de pagar h,0<>0 libras de pensao ao hispo apo-
sentado de Londres, e 4,000 ao de liurham.
Eis pois doas ducados que cuslaro um pouco ca-
ros ao puvo niglez, perlo de 950,000 libras por
anno.
A miiha opinio he qoe se o pOTO inglcz fosse
mus bem represenlado no parlamenlo.nao se dariara
similhaues monstruosidades.
N3o julgueit } pin om que os adversarios do bil em
questa quizeram que os dilos hispo dcuassera as
suas sedes sem um shilliug na algibeira.
Ilavia alguns exagerados que pretendala que os
reildiraenlos dos dous bispados erara assai coiiside-
ravcis para pcnniliireiii aos seus elleclivos fazerem
algncoai econorblaa para quando fossem aposenta-
dos, mas esta idea foi regeilada geralineule. e pelo
contrario julga-,e. que os hispos devem gastar lodos
os seus rendimenlosem obra pa?.
O que queriam os verdadeiros amigos da dign-
dade da igreja era que o parlamento adoptaste urna
disposioao geral, a qual prcveni.se os rasos era que
os btspus ato podessem exerrer a. suas fuuceo.es,
marrando-Ibes urna pensao sulliciente para qua'udo
fossem aposenladus.
Por eata forma nn acontecera dizer o hispo ao
governo : nao sirvo para nada ; dai-me taulo de pen-
sao, c relirar-me-bei, senao conliuiio a rereber o,
omnlumeiilos, que me compelcm. mas sem fazer
nada.
Intcrpellado ha dias for.l Palmerslon sobre e-le
assumpl, respondeu na cunara om o seu espirito
ordinario fazendo notar qui l.uiz Napoleao tinha
muilo laclo para nao saber que os llespaniocs sao
muilo sosccplivois no que diz respeilo a inlerven-
cOw, ecslas arnipre lem sid falacsa iodos os sobe-
ranos da franca. ||c fora de duvidl que o pri.ne.ro
ministro qu.z alludir con. islo a' inlervencao de Na-
re Unl i" r"n MfC? ',lP'"" 0 que-
rella elle lallar lamben, no rei l.uiz Filippe, e no
Iniz'xiV eS ;,,1i""e",,", ''*"'. "W*o de
I.uiz \iv e da laaeala gu-.ra da successao?
n, !r^eT. con,1l,rfl'""r bem a signilicarao das
pa avras de lord Palmees...... |j|,.er que I.. it Na-
poleao he muilo prudente para, eir. ele h
mo que dizer politicamente que elle na'd
ele
B o ines-
eve, etc.,
aa^BL*.1!? """""Ii-mlr-r a rainha opiniio,
levo dizer-vo, que nao aro.,, que |.iz ^apolao
aconselhasse o ultimo golpe d'Eslado. A orincioal
razan que me a,si,(e para assun pensar. I,,, que a
poltica de Bsparlero nao era as-az radical para as-
suslar o governo francez, c -e a democ.acia vies.
lominar m liespanha, esla minio adianlad
sao das duas na.es para lazar recelar a
lo contacto
B a
fu-
- i.illueiicia
Finalmente, parece-meque l.uiz Na-
poleao so linlm a perder cora um movimento. cuio
resultado era imprevisto, mis que poderla levar ao
poder precisamente aquelle dosgovernos, que o-o-
vernn menos MlMnasse.
Alte di-lo acaban, de apparecer alguns indicios
em apoio ,'a miuha opinio. M. de Turool, ero-
haixadnr francez na corte de Madrid, inriuzo min-
io a rainha para o golpe dF.st.doTjtjlgando agradar
muito com iio ao seu imperial enbor-
DiZ-te Mr. Torgol sabe ili Madrid "para ir lomar
aguas om qu-dquer silio dos Pyrencot. Iliz-sc que
he para tratar da ferida qoe receben no tea doello
rom Pedro Sonler ; parece porem qfce o monieiilu
para lomar atacua he mal nacalbido.
laml.em se diz que l.uiz Napolelo esl.i muilo les-
ronlenle rom a seu reprosenlanle, por causa do
zeln exces-ivo que elle del* ivolveu em proveito de
O Donnell ; parque Oto se dsa esquijaa fe lo governo rrancez conhdeeqJMiarlero em In-
glaterra, no lempo era que a rtltoTeslivam exilados,
c |ue existe entre ellos ,.ma especie de amizade.
Tamben, preeiiarei noiar- dre I no, bavia de go-.ar mullo de urna Interven.
cao folla em favor do Isabel II, e que 8(,me,h(1Ille
passo lamlM-ni nao seria app, ovado pelo imperador
"""' ^a rauca en l,S,, IHlln
Hispmlia apatarda luglaieira, poda ia*e-l.i purnur-
raarrhava de arcorrio com Knssia e eoan a Austria
lioje ver-se-hia coraplelarainle isolada, e dire, c-
O governo acaba de piir Ierran a sua moda.a ques-
130 da lord Wensdevale esto pnr vitalicio, que a
cmara recusara adraitlir snh pretexto de que nao
Mtala a rainha o direilo de nomcar pares heredita-
rios.
Como ja vos conlei o governo, quiz Irantigir nat-
a queslao, porem, a cmara dos coiiiinuus nao quiz
preslar-o a esle joco. Nao Ihe reslava, pota, oulro
meto de tirar loru Wensdevale da ridicula posi.ao,
em que se achava, senao runferiiido-lbe o paralo
heredilaiio. Foi islo o qoe se fez.
He boje cousa provada que James Sadleir foi
cmplice eni mullas das fraues coraraelt.das por
seu ,rmao John Sedleir, o qual se uiculuu lo.nanilo
uniadosede acido praasieo. Fui panada conlia
elle orden, de_ prisa, mas leve aprudencia de se
talar para paiz, eslrangeiro.
Falta decidir a queslao de sua cadeira na cma-
ra, sonde elle represemava o burgo de Tipoerav.
Mr. Hocbuk fez urna mocao para que a ca niara o
expulsaste, ni lou so, porem, que em qiianlo um
hornera nao for condemiiado. be considerad., in-
nocente, por consequencia James Sadleir aluda lie
representante de Tipperav,
Urna morao prudenle'foi foila ha pouco na c-
mara dos cmannos, nmiufeliznicnle nao foi adop-
tada, rralava tanrilitar a meia hora os disensos
dos oradores. Pareca que lodos cstavara dcar-
cordo, todava a mocao loi regeilada.
Daqui a das he prorogado o parlaineiilo.
A I.LTA DA PRESIDENCIA NOS ESTAOOS-
I \ I DOS.
OaeandidalM presidencia dos Bsladot-Unidoi
aclualmenle, sao qualro. a saber : Mr. Buchanam,
anl.gi. secretario de esla.lo, e lia pouco ainda cinbal-
xador emi Inglaterra, pelo partido domocralico ; o
coronel Irnnonl, ptloi republicanos negrea! M.
Iilinore, anligo vice-pie-idcnlc, que exerceu car-
go de presidente durante dous anuos, depon da mor.
le lo general I'ajlor, pelos know-i.olliings : final-
raeiite, .Mr. Slockton, seulior le urna forlua im-
mensa, qoe se propOe candidalo, esperando ..c
sendo aulas as dilculdades para se accordar ua et-
colha de om houiein poliiico, os. partidos acabara
por eseolher um presidcnle neulral.
< programina dos know-iiolhings he milito compli-
Por um lado, exigem que os direilos le cidadao
americano nao sejara concedidos com lana facilida-
tro b,do, nao d.srarcan, que seu principal i ni u Un
nc excluir os ealholicos, principalmente os calholicos
irlaodezei, pelos quaes leera urna profunda antipa-
Ora, alora desle pcnsaiiienio social e rcligioso.os
know-nolhi-s nao etUo concordes no que loca a es-
cravida..: DOS ano a favor della, e oulros, contra.
A verdadeira lula eleiloral, por eraquanlo, esta' pois
circumscripta enlre Mr. Buchanam e o coronel Fie-
moul, islo he, enlre o partido democrtico e o repu-
blicano. '
Eslas dennmiiiaoes desles parlidoa nao rorrespon-
dem a idoa que se Ibes I ga na Europa. Na propria
America ja perdern, a sua sigmlicacao primiliva, c
apenas sao um p.llido rcflexo das antigs controver-
sias qne as originaram.
Quando depois e mesmn durante os lumullos da
guerra da independencia, te empreheudcu a lunrta-
cao do g.ivcrno sol o qual iam agrupar-se as antigs
colonias malezas do continente americano, apparo-
ceram dous pensainenlos, relleclindo os anlago.iislas
da mal patria ; o pensamento oligarchico eo panta-
nienlo democrtico.
O primeiro quera torrar preponderante a sobe-
rana geral, e o segundo esforrava-se por fazer predo-
minar a soberana dos estados. Os fundadores da
repblica conhecerara que era necessario Irami-
Decidirn! que*cada eslado seria admillido na fe-
deraeto com as proprias conditoes da soa exis-
lencia no acto de assiKuar-e o paci federal.
Era admitlir a soberana le cada eslado na sua ur-
ganisarao interna, e porlanlo, decidir que os eslado.
onde exista a cscravida... lcavam com o direilo de
regular a qoeslio como Ibes aprouvesse.
Islo era applicavel ao pastado, l'or muilo lempo
se queslionou para saber se o mesmo principio sa de-
vena appliear no fuluro, islo be, aos eslariosque de-
pois se couslituissf ni para perlmcer a L'niao.
Occorreram diversas resolutes desla que-lao por
urna lillas, tinha se accorda.lo que a eteravidao nao
poderla ir alora de cerlos lirailes lerriloriaes pelo
norlc c pelo sol. '
l'or oulra, ronlava-se ao congresso a larefa de a-
preciar, conforme as circomalanciai, se nestes lerri-
lonos deterja ser o Irabalho livre ou tscravo. Foi
era resultado desle ultimo arcordo, que se luscilou
rom maior inlensidade a controverta enlre a sobe-
rana federal o soberana dos eslado, eseiepro-
duzram as denominarles de demcratas c de rei.n-
blicanos.free soilers (pela libenlade los territorios-
dos pnmeiros lempos da roiisliluijau da l'niao.
He fcil porm de ver,que eslas denominarnos bo-
je quati que devem entender-te pelo inverso, porque
os almarchastto evidentemente os tenboret de es-
cravos, que lizeram reverter era proveito .la sua a-
nstorricia o principio democrtico da soberana dos
estados, e osaniigos unitarios lito justamente aqoel-
leaque pugnara pela liberdade consiiluciooal o a
verdadeira soberana popular.
Finalmente a lula esta' Invada entre os oslados
do sul c os estados do norte ; nos primeiros, predo-
mina a peior das arislocracias ; nos segundos, bri-
liammali puros u principio! do sclf.aocerHimcni
(proprio governo .
Os (atados do sul lornaram-'cscnliorcs da situaran
em resullado d bil relativo ao territorio de Nebrat!
ka pe,, qual |do o territorio, rom o numero de
lialnianlos exigido para se con-liliiir em estado
(40:000) lera o direilo de resolver aoberanamenteVa
admita oo nao ailmilte a esrravdao, nao leudo o
cnng.ess.. auloridade para reformar essa decsan
aemelhan|a le auniquitlou todos os principios de
morraheos, concedendo o Iriumpbo a' minora do
poyo, porque os estados do norte possuem quin/e
mi loes de eidadtos, o os estados lo sul leeni sele
'illn.es le homens livres, (enhorca de qualro mi-
limo, de escravus;i.,u be. ainda quando pela mai,
absurda decisao, se eoncedesse aos senho.es vola
rei.i pelos seus es.ravos, o 51 ficaiia tpezar dis.
so rm miona numrica relativamente ao not le.
(.orno be poli que as roosas se arham nesles ler-
r'.si'ii.. ..' "".' c1,.,"'j o.ius .1, ,,t,s da I niao. que chamaremos so,,hismas
das in-liluicncs. Nos termes da constiluica, fede-
ral, com ceno. ,.,., sude, s3o
uo eongreMu de Washinsl.n na cmara dos repro-
senlanle por um numero de depotadoa proporcional
., sua populadlo ; o senado uniformemente por
dona membros. Ora, podendo ser admilli.lo na (,-
doraran qualqucr lenilorio, loco que tem ll()i:n
habilanles, e mandar ao senado dous membros in-
!- de ler o direilo do mandar dous imamara dos re-
presenlaules, he laril le ver que ah tala a porta a-
herla ao abuso pelo qonl os oslados do escravos icen.
ailqoin lo lana importancia no sonado. p0r oulro
lado, lodoa iibcm quacto he imprtanle a parle que
o senado tonu na aceto administrativa governa.
mental do paiz. e qual be a Influencia qi.....tleexer-
reea* proveilodo desenvalviojenlo u eteravidao,
o-peralmenle quaudo, romo at;or.i, .. presbleu-
le aevue nesla parle a opinio da niaioria lo :t-
ludii.
e de kenluck.
Suppondo os oolro estados de esrravosa favor de
?, >ucliaan e os oulros estados livres a favor de
M. Ireraonl, que he o que os amigos deste ultimo
POden ler de mais favoravel, ver-se-ha que as pro-
babilidades de M. Buchanan sao aclualmenle me-
Ihores nos estados duvidosos. do que as de M. Fre-
monl. Todava M. Fillura.e julga poder contar com
alguna doa estados duvidosos, e ios estados com os
qoaes conla II. Fremcnt. Neste caso, o collegio e-
leiloral nao podara conseguir fazer a etekao,
que, por isso mesmo, licaiia depciidendn da 'c-
mara dos representantes. He eniao que se polle-
ra ver renovar sem resullado essa sene de escrutinios,
que ltimamente rararlorisuu a eleu;5o do presiden-
la da cmara dos rcpresenlaules, serie le escrutinios
le que alguns jurines de Franca jiilgavam poder
molar, e que revellavam a preuceupacao de um no-
bre e grande inleresse ; poique a obsljnarao los
repuhlicinos pretos que nao quizeram transigir com
nenhura partido, leu em resullado a eleicaode um
dos seus, M. Banks. As circunstancias, he verda-
de, nao senara absolutamente lao favoraveis: por
que quando se da'o caso de ser a esculla e-
liniliva do presidente da I niao, devolvida pela cons-
iiiuirau a cmara los representante!, esla eerpot
cao vola por e-lado, e rada estado 10 Irm um voto,
Condicto esta toda a favor dos estados do escravos.
Slds come o coronel i rcmnnl bem o diz, he iupossi-
vel que a ventada firme e iiiabalavel los homens da
liherdaile, nao acabe por Iriuu.phar, pranle o con-
greisc, dos parljdarios da escravalura.
{A .Vilrfloi.
O segninie arligo moslra como em Franca fazem
ju-tira a nossa sincendade.
No Brasil as cmaras conliiiuavam ana sessflo, e lo-
dos os iiiini-tros linham suceei-ivamenle leito disln-
nuir os relatnos que a cetHtiluicao os obriga a for-
uecer todos os anuos sbreos negocios de suas repar-
t cues, i
Enlre csses relatnos ha um, 0 do ministro dos ne
gocios eslrangeiro.., que causou viva seusaro uu par-
lamento, e na imprenta. Este documento ronlem
tima currespuiidencia trocada a respeilo de dous fac-
los de Irafego, enlre o ministro de S. M. brilannica
e o governo do Brasil.
Se ha um foclo que na .pinino de lodos quanlm
conhecen. o Brasil actual, nao |iossa padecer duvida,
ne a sincera e brnie vonlada do governo brasileiro
de por termo ao Irafego dos negros. Suas resoluroes
erara taobem conhccidas des propnos Iralcanles,
soas medidas le vigilancia e de repressao eslavam
lao bem lomadas, que lias auasuei de 1K5 e de 1H..
o governo poude declarar,sera ser conlradilo por niii-
sueni, que iienhuma leiilaliva de desemberque de
Alncanos f.ira folla durante csses anuos na immeiisa
exl.ncao las costal quo possue o Brasil.
Ugabinete inglez, Uo pichoso a tsse respeilo, ren-
loii en. u,u discurso da corda brilbante hoine.iagein
a siiicendade das inleuces do governo brasileiro, e
a ellicacia de suas medidas.
lodavia nesles ltimos lempos a ardenle sede do
lucro impellio novamenle ,s Iralcanles as aventuras
rorroarine-ti, em New-V,k coropanliias para rea-
nimar lao abom.navel co,..u.arrio. Nao esla no po-
der de neuhuin governo pravioir'attii emprezas cru
mimtsit,qoe te organinm fora de seu lem lorio: tu-
da que poda fazer o Brasil era reprimi-as, e foi
realmente o que fez. Jd reforirm romo a escuna
norte-americana a Mary-E.-Smilb ., lora aprisiona-
da na rosta da provincia do Espirilo-S.nto com um
rarrcganienlo de 3a0 negros pela escuna de gueira
I.rasileira O.....,a, e,pitSo l.oureiro. Sanando
desla captura a legara., hntannica no Ido de Janei-
ro, dirigi logo felicila.;..es ao governo imperial ; o
despacio, termiuava pur eslas palavras : i A cap-
tura desle negieiro por um cruzeiro do Brasil,he u
do, pildora ser alteres serrelano de balalhao
curador da cmara'.'
o Coosas vejo
' r.it porque bem dizeui, quo o que nao se Vo no
malo, nao se v em parle algoma.' prelcre-se um
film ('.a trra, um cidadao pretlaole, e encaia-te
um eitranceire nao iialiiralisado....
Allcres e secretario 1!
Da ramaia procurador?!
Heceb, nao havia prea,
N>u um -eu vcneradoi !
Na qiiiula-foira. leve lilcar era palacio, urna
partida suinploo.a, dada a Grego* e Treyanot, pelo
Exm. .-r. coutelbeiro Sergio Teixelra de Mace,o
presidente da provincia.
A s s horas eslava o magnifico palacio completa-
mente illominado no interior. Seus saines linda-
mente allomados e com goslo moblliadog, resplande-
ciam |ielo brilbo dos lustres, dos espoliis, dos jar-
ros le porcellaua c lo aspecto eucantador que na-
luialnienle ippresenlavaro.
I ma banda de msica militar, postada nn pervs-
lillo do palacio, execulava lndot epsodn s le di-
versas operat, ao puso que iam chegando as lami-
S. Exc. e S. Eima. lilha.receblara os convidados
era i,m dos prineipei salos. A. maneiras delicadas
de ambos, a allabiluliile que manifeslaian liara cura
lodos, cncaniavau.
Nos vatios sal,,,.- do palacio, depois das 10 hora-,
para ellas una ronli;ao de ferlilidade lalvez manir
lo i|ue os eslrumes. Nesles terrenos eminenleiiioule
arenosos si, podem prosperar aipielias plantas, que
lirara da almusplie.a por mei.i de suas folhas e cau-
les o nulriuieiilo, que naj pu.iein ai|iiirir por meio
las suas raizes.
S.iu estes os principan dcfeilos los terrenos gran-
demente arenosos ; mas esle deleites desappire-
cem iuleirameiile quando a arga e a cal vem cur-
rigi-los. E na verdade os lerrenus que lem o uome
de lico-argiloioi por eieui principalmente com-
potloa de aroia e arga, podem colloear-se era fer-
lilidnde a par das Ierras francas, e sao romo ellas
apropriadissimos i malar parle das cultural, c no-
meadamenie as dos cereacs, das leguminosa*, das
btalas ele.
< As Ierra* lodosas entram lambem no gruji
das silicio-as. porque a sua conipa-ii-aii he mna
mistura dd arela, de alguma arga, edoa depositoi
lerlilisadores das aguas los nos. dol niieiros. ele. a
que.damos o Roma de naleiros. Estes solos adobado,
pelas nchenle! dos ros, que arraslam eomtigo e
Irazein era dinoloriio a loira vegetal, c a flor dos
lonono- qut'foraru porenrrendo, *; inevhaiirivel I. cumlidade, e a razan disso he porque
nesles lerrenot a ualureza faz o que o agricultor de-
ve fazer nas culras Ierrasisso he, corrige, marga
e eslerca.
Ttrrenot minreoi.
i Miperihiinilam uesles I.renos o rarlionalo de
I ou er
eslavam reunid.s .ara'...ais i T.Trr". .....<,<" ', oosulpbalo le caln groo; o pri-
do a, ,l,'"-"""'" ''" "" ,le imiiheiilas pessoas i meiro cas,, lera o uome de cretceo,Te no aesunde
raaiu, de .Lomr """,Cr0 "* M*' e ,l.......- oulros "e deoral-
Nada faMo,, alegra escoHia. franqueza, amalo- ^51^ ^-afift
Em ora dos salde! de Urior, eslava a disposi- tiSl ti Un^i^TZ^nTlZ
Oscr^i detraes: era c ,*S n3 vimos r^^^SSffST'^'^'^'^^'
conlenio. P '"m S"Vi<,u, ..!,;Xs.s",,s,i,,,c'" Icrea. Ho favoraveis uvege-
0 dislinclo artista, Sr. Pedro BaplU. a frente
de sua banda militar, execulou as rrais bellas qoa-
drilbas de seu reperlorio: insignes waltat e deli-
ciosas schollizs.
D'enire um grande numero de pessoas dislinc-
as qoe comparecern! ao convite do Exm. conse-
ibeno, acharam-se os Exms. diocesano c seu secre-
tara parlicular, senador Paula Cavalcanli mirechal
le campo e commamlanle das armas, barSet de l'a-
maragibe, de Cimbres e do Capibaribe, commaii-
danle da artacto naval, desembargadores, depulados
provinciaes, ehefea le repartl{oea, coosufos, empre-
gados pblicos, olliciaes da armada, commandanlcs
ios corpos da guarnicao e da guarda nacional, mui-
loi olliciaes dislinclos e um grande numero de cida-
da uu campo
em|ienhad
eahido, embori eslrangalado.e era compiti .lebanda-, Mdaos que se deoomlnai
'" da revulucao .' e quriii era i mais para lira lao louvavel, apllela s,..n,,
em toda aquella periegeieaot quem road.uvuu. ..... ,...'_..! 'P o auxilio,,
mais -ee.forr.va para que ella livesse luga,, lodo
l.T'Jiia V ,""" au,"ri,la ;e" l"'fi'iac,.pri.nindo
entre ella, o delegado, que frentico e Insalivo n8e
m(,o, e qi.e
oroad,uvo,,por.,Vq;ci:%w^--^
Ora, se islu isMiii In
se be verdade que a pren-
po 'ai.e...ieaonu||,c,,- ,
I" la- pessoas que eslavara no lu;;ar da PriMO .. ,
hilou. abusou desuas fuuccoes, inalliaU(>'
lluzlodo para pri-io paaaau livre, ele.
Parm, perguutareatee, que cuija lem ,
e ci.-
o .-sr. Uutu
que,, man comedido e relindo iremii, vendo a
cid pino sor victima da perteguirao dos tena rom-
pauhefrm: mas buje o que hoque ,e vo ludo
soreg, luda a paz, Inda tolerancia, Condescendencia
etc. ele, da parte mente da rio delosa.....le polica, o Sr. commeoda-
dor Antonio Francisco Pcreira, que. lutado de tu,
boas maneiras e ,le qtialidades lao sublimes, icm ,', aue nmlmia ,.,jrr.',,
no de ludo ,-l .Nu f ella a su. obrgaca'.i 1" "
do. procurando manler o direilo de propned ,',u '
IlllOU o rapilao de campo rom dous soldados, a|im .
me nadr.se sor .... ,.r.........______ """ ""
O sexo dai gratas eslava radianle ; cada mna das
e,xmas. era urna rainha era rommunhao; lodas
OriU *" VI,"salasel"' lodi" ra,n a'Ku le res-
l'm baile he um campo vatio onde ludo sa-
ls faz !
E querem ver qne cahiram em Iralar no ceulro
da poesa em ele-es."! Nao perdem vasa !
-Consla-nos que no Recite, alguns senhores ins-
pectores lem eoadiovado qnanle podem o Sr. tub-
defogado, e d'euire elles o Sr. Jos Pedro das
Faz boje sua islrca, Mr. Roberto; a diversida-
da e o hora eosto preside a escolha deslo venla-
deiro resino de |,rodjgios. Nao be a primeira vez
que elle se apreseula ante nos, mostrando-nos seu
nquissimo gabinete dc phv sica. O publico, esta-
raos cerlos, coroara os esforcos do no-so velho
amigo.
Juern exorl.ila de suas allrbiiicecs esla incoiso
no arl. 139 do nosso cdigo criminal. Ora, pergunia-
se, podera um ofiiclal de guanlas-nacionaes prender
aqualquer cidadao sem iicuhum crime ler, nem
mesmo o de ser guarda nacional, como alguns qoe-
rem, e reinctle-lo ao commandanle do scu corpo?
I or cerlo que uao ; e se tal acto pralicon, se ocha
uicursu no arl. alado e por isso deve ser processado.
Fazendo mis, em um dos has passados, algu-
mas observaroes acerca de cerlo sacerdote que se
acto aqu nesla cidade em condioOcs pouco compa-
liveis com oseu carcter sagrado, invocamos a inter-
vanrao do principe da igreja pernambucana. En-
tretanto, sabemos, que S. Exc. nao > sempre esle-
ve promplo a coadjuvar a retirada do dilo sacerdo-
te, romo se obriga em qualquer lempo a pagar a
competente pasiagcm, o preslar-lhe lodos ot meios
para este lim.
Ate amanhaa,
BEPAKTigaO DA POLICA.
Serrelaria da polica de Pernambuco 29 de agosto
,,, de ISti.
Illm. eExm.Sr.I.evoao conbecmento de V.
cxc.,quc dasdilferenles pariicipaces hoiererehida
nesla reparlicao, consta que se leram as segnin-
ie- ucrurrcncias :
. J,7m prts"s : pela ''ca lo prmero dislrico
desle termo, o ponfo Ismael Antonio da Olivera,
para avengoarfies sobre o crime dc estupro de nma
menor.
Pela sobdelccacia da fieguczia de Santo Antonio,
pardo Jaeloh Das da Maia. por briga.
fc pela aabdelegaefa da freguezia do Recife, o
imperial m>rin!ieiro Francisco de Souza Ierra/, i.ur
enmes dc fenmento e resistencia,
fleos guarde a V. Exc. |||m. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio l'eixcira le Macedo, presdeme da
provincia.O chefe dc polica, Dr. I'olicarpo Lope
x mru' 0t ;#crnfi'.-,>?ui>.
prova da brnie delerminacao que lera o governo im-
perial de aniquilar loda. as leirial.vasque forera fei-
las para reanimar o delestavel Irafego dos Africanos,
r.na augmentara u prestigio e a forra moral do go-
verno, o ebrigari aos mal inleuciunados a relleclir
antes de eiilrarem leviaaaroeute em especulares de
contrabando.
Era irapossivel lar um satsferil mais amigavel 1
linren. nesse inlcrvallo houve oulro fado, e a le-a-
...1 brilaniiica mudon logo le tora. Ira navio ,,r-
luguez.depoii de ler ancorado por um momento jun- ele">entos fundamculaes los solos araveii, attinj co
lo a ilha de Sanio Aleixo, se fez precipiladamenle a m "la,s simples, e exacto d'enire lodos os ensaios
veta crendo-se perseguido j,or um cruzeiro, o veio c'"mic.us e 'erras, que se leen nos dillercnles 1
lancnr-ie sobre a barra deSerinhaem, oude foi ira- ''
medialamenle caplinadocuin IG Alncanos a bordo
lias indagacoM t.r '
AGRICULTURA.
DOS ELEMENTOS KIXDAMENTAES DO SOI.O ; DE O-
TRAS SLT.STANCIAS ACCIDEXTAES DAS TRRAS
ABAVE1S; tlOS VICIOS, E VIRTUDES DOS SOLOS
ARGILOSOS S1LIC10S0S CALCABEi.S E HUMO-
SOS.
Temos nos artigas precedentes mostrado quaes os
lilil!... 1 ........... .!.._' .
CO-
lacao. Inruam-se nocivas desde que Mijierabundain
coiisideraveimente uo solo, imprimiiido-lhe ulna
causticidaile abrazadora.
1.I11.111.I0 pnrera as substancias calcreas se unem
com urna considcravel quanlidade de arga, e com
una menor porco de tilica e humus, a fortilidade
apparece desde loan uestes terrenos, que lem entao
o nome de lalrnra-argilotof. A argilla preslandu-
Ihes a lenacidade de que careciam, corrigindo-lhes
a eautlieidade, e lurnando-oa hmidos e frescos no
vern, rnmmunica-Ibes quasi lodas ascondioes dos
ierren,1. uormaes, que sao os mus proprtos'liara a
vegelaedo. a
Terreno' numosas.
1 Nesles terrenos predomina o humus ou a Ierra
vegetal sobre todas as oulras Ierras elementares. O
humus he o resollado das subslaucias orgnicas
quando se decompem no ar. As plantas e os ant-
maes privado! da vida alleram-se promptamcnlo. e
os seus teculos resolvem-se pouco e pooee nos seus
elemenlns, Iransforroando-se n'uma substancia ne-
gra, li-otra, vida de agua, e mu forlil em conse-
quencia la sua pnruiidada, e da grande quanlidade
de acido carbnico, e dos principios azotados que
contera : eta substancia, que be o humus, tanota-se
lacilmenle, e s por si na., he sullicicnle |.ara fazer
virer e prosperar as plantas leolloatt ; e mesmo as
planta! annuaea cuinmunica-lbes un eacesso le
vigor o de vida, quasi sempre prejudicial i sua (ruc-
lihca;ao. a
Mas se esle principio do humus ou lo lerriro, se
mistura com os oulros tres elementos las lerras'ara-
vcis; se estes ullimus rorrigera e modificara a sua
aeran demasiadamente enrgica, entao os terrenos
resultantes desta rombinarao, que tem o uome de ar-
ouo.AMmOKM. silico-Auuiosos, ele, adqiiirem urna
grande produclividade.
' A quanlidade maior ou menor le humus exis-
tente no solo ju te influir consideravelmcnle na sua
ualureza. A jironorrao em que esle principio deve
eulrar na com|iosicao dos terreos, nao se pode bem
determinar j.or depender de variadissimas circurns-
ancias, urnas intrnseca* e nutras extrnsecas ao so-
lo. Sabe-se que o humus nao obra rnente pelas
substancias.nutritivas que contera, mas igualmente
porque melbora as coudcoes phv sicas do terreno. E
ua verdade elle loma mais sollos e divisveis os 1er-
renos naturalmente lenazes c compactos; um pou-
co mais compactos os que sa,. nimiamente sollos ;
loma mais hmidos os que sa seceos, e mais queli-
tes os que sao fros; n'uma palavra corrige os terre-
nos le quasi lodos os seus defcitos.
Ouau.lo os vegetaes se deco.npe ao ar.formam.
como ja dissemoi, um lerriro tritiisador, que cha-
mamos humus; quando porem se decompem de-
blixo de agua, e fora do enlacio almospherico,
cons Huera o que chamamos lur/, subslancia de pro-
prieila.losclumicas diversas das do lernen, impropria
a vegelacao, e comm.ii,, nos lugares pa.',l4nosos e a-
1 iii; ni 111'os. __
Os ierren,is paludosos podem aproveilar-ee n
certa vanlagera, c prndiizem e-ponlane,enlo al-
nas gramneas muilo apelecdas dos gadiw co
juncos, c oulras susceptivos le multas appliear
domesticas. Era cerlos rasos poden, estes Ierren
depois de esgnlados.ipresenlar urna urande f, rtib.
de, e principalmente se so consagram a'ahonda
prodcelo dos arrozaes ; mas a ana cultura lio
nesla ao cultivador, porque os vapores mcplnlic
que .lenes se exhalara, sao a origen le febres inte,
inilleniese le oulras in.doslias graves eperniciosa!
i Conclue-se do que levamos dito, que as qualr.
especies de lenas agrcola!, que po.lemoa--liamar
/unilamenlaes, se corrigem .un.err'eTSs^ras, a que
segundo a mais 011 merlos ajustada proporrAo em que
se inisluram, assim ap.esenlam una fcrlilidade
grande, mediocre uu nulla.
Felizmente he muilo raro encontrar solos ex-
clusivaraenle argitows. Mlferoaw, ealrareo* ou hn-
mosos ; mas he minio frequciile enronlra-los rom-
poslos de lodas ou de alguma* dolas Ierras em pro-
porroes laes, que cxcluam as coudiii.es do solo nor-
mal, i)
Agrcola.
^ommmtcaDcv.
. 11.radas nos lugares resullou que esse
navio Irouxera 10 negros, perder 30 no mar, 1 ua
costa de Serinhaem e que smente 17 luviara sido
deiembareados. Procedeu logo at mais rigorosas
pcsqu.zas, e conseguio-sa acbar-sa primen menle '.I
desses negros, depois outros 12. dk serle que o nu-
mero dos negros desembarcados Vio elevava-se a
mais de b.
Foi por occasUo desle fado, e no mesmo momen-
to em que o minislro inglez escrevia cora a data de
1 de fevere.ro o despacho chelo de felicilaroes e le
bons leslemnnhos. de que acabamos de dar um ex -
tracto qne Irocou-se a correspondencia qoe oceupa a
allencau publica no llio de Janeiro.
Alegacao brilannica acensa os igenlcs lo governo
brasileiro em Pernambuco, e dis.imula pouco a a-
nwaea de nova execu:ao da le de ISi.",, pela qual
a Inglaterra da ios seus ciuzeiros o direilo dc fazer
a polica das aguas lerriloriaes In Brasil. As res-
postas do ministro dos negocios estangeiros, o Sr.
i eranhot, nao tardaram. Elle reciilica os fados
munido de dorumentos, prova lembrandoa captura
lo Mary-E.-Smilh, a inabalavel vonladc que lem o
governo imperial de acabar com o Irafego, e quanlo
a le. lapracilada, declara que ser minio ciliraz pa-
ra arruinar o cominercio licito do imperio, para pro-
vocar odios e collisi.es, mas que sera co.nplelamenle
uralil para assegorar a exlinreao do Irafego dos 11c-
Terminando o ministro appciia para a juatica e o
bom senso dp governo br.lannjco, o qual .leve enm-
Como vao pausando entre mis desapercehida-
menle os prc|uizos pblicos |.ma arremataran as
Veza be o patrimonio de um individuo. Vai f'roin-
de agricultura. '"" """"'"" "" | '"-a como a cousa arrematada com a bnpaarbllida-
He verdade que os slo, araveis, alm dos qoa- ZSdeSauaV1^" "'6 ',0UVe,,e lC", Cm 'r-
.'" Pri.nc'l", rundamentaes, (a silica, a argill
brande de dioneiro, nem le poder, c muilo ir
de Hdalgoi. E um proredmenlo tal nao re-
vela a bomble lo curaca.. ,1 Sr. eoromeudador An-
Ioiho I raucisco 7 sera duvnla que-1111.
E qual llovera ser a conducta dos liberaos de Coi-
auna para com um hornera de Ito excedentes predi-
lao bem durante o longo prazo de fi anuos 7 E ain-
', elle mo0,0*, e *VS" m,i.Pr nelle toda a conuanea .' Nos parece que Dio ; por
conteguinle, liberaes dc tioianna, acontpanbaiaaur'
nas, o vo-so amigo, o vo.so l.emfelor, o delegado de
l.oianna.o Sr. commeurtador Aulouio Francisco Pe-
uma'-rT.fdr' !l ',?*" "" "'", rec""'f"'-.
urna gralidlo; dai-lhe o vosso vol, e de-le modo
lercis mostrada que sabis agradecer o beneficio que
recebesles ; desle raudo lereis moslrado que ...lo l-
vidait o nohre e elevado senlimrnt,, da graltdao
T.L V ? d"""Bue ''"mera wcial, elevando-,, a
cuna ,le tud.. quanlo ha de mais sublime.
Disprczai este boato que de proposito se ha espa-
Ibado em om miseravel impretse de que o vosso. e-
egado de .naos dada com o Dr. Eslelllla vos quer
exlorqu.r ovlo, valendo-se da polica de que,I..-
pne, porque be elle inexacto e lilbo sonienle de ideas
inesquinhas de que se coaluma lan.ar nao em po-
cas eleiioraes, nicamente para descredilu do cora-
pctidor ; mas he jusiamenle o que nos reprnvimo.
eludo o nossn cora.jao, por acbarnios um meio vil e
le.r.idante. X sanis multo .cm, que o voten ,le-
lagado nunca se serv.o de forras, senao em defeza
dos vossos hre.los, semlo para minulencao de vs-a
n,iJ jTrF'f luerespeitaudo mullo as ultimas
ordens do Chele dc polica la provincia, ha de ga-
ranlir a liberdade do vota em luda sua pen,ludo, e
que laes sao 09 desejosdo Exra. presidenta da pro-
vnicia. a quera elle muito reapeita e acala. Nen-
lium rcceio por lauto levis ler de irdes ,,"s urnas,
para aellas Icposilar.lec os vossos tuffragioa, e ludo
quanlo se vos disser, ou escrever em sentido contra-
rio he urna calumnia 13o baitl e poica, que nao me-
rece resposla. Vos que moris era Ooiaun.i haveis
ue ter observado que iiciihuina anteara, e ineno.
pnsao, mi processo se lia dado da parle das autori-
dades para com vosco ; as quaes de cnmmuin accor-
00 irabalham uiiicamonte jiara o Iriunipbo da elei-
cao, queren !o que tejara elelos os amigo* do go-
verno, no que eslao uo scu direilo, por que ellas
sao governislas e lem compreheiulido que elle he
OPJimo, e que coiiduz o pai z ao esla.lo de feli-
cidade c lao sizudas e honestas se bao njoatrado
em tai ncgocio,que nem|iarecc querercra o Iriunipho
de eleirAo, pois que todas vivera era suas casas, e so
cumando do cumprimenlo dos seu. deveres, sem
que te deem club., reuuies ou cousa que o valba
be este procedmeiib, que vos levo merecer muit.
allencau. e vos cunvenrer dc orna vez i>or lodaat
que as autoridades de Coianna esl.io disposlasa ga-
ran ir a liberdade de vulo ; e se islo se lesse do ou-
Iru la.lo entao ludo marchara a mil m..rvilbas, c
os (.o.ann.nses leveriam ser apregoados como mo-
delo le paciencia ; mas correm suas duvidas e o
arto opposio ao do delegado he Uo generoso e cava-
talro, ese-e.tara'disposloparao pcilo valendo-te
ui.caracnte.la raz.lo e leg.uma influencia, como
esla a do delegado.
lie hoje o dia em que Mr. Iloberl, o cardolo pai
e meslre do, nottoa qualro patricios, s aprsenla a
inoslrar-nosseu exHaordinario gabinete ,1. pbvsica,
",,r"1*l,t '.>idosn. sua, evoluces, em pro.
digios, metamorphoaet, ele '
llcsdo que a co.npanbia Itohert e Devcaux se acl.a
&sazsszrm*n~ <--
Abela. Herr Alexandre, e mmensdade de oulros
que tem estado ja aqu, ja Kio. c ja Madivataat
parta, do BratlUnfla sepodem comparar e nem o mi-
nos fazer escalla con, Alr. Ilobert. ^jiro poxex-
^tVMtlgtaso ,Ba0dil(> .sagaZ-Wvillbdoc,
V.tfpljii nr,
nitert ha gando era Praoc
era qua-i todo o Brasil.
P etn?. uu";""1"3 reComn"dC^ *. que esta 7
J2LE!3?J '*"" u^i'rro tanta nos ha
engrandecido devera ser por nos esqueeido? Jamis.
E.s, Pernamhurano.,. ma.surnaccasiao de v"-ar-
te .. dev.do ir.bulo a esse eslrangeiro que, rouban-
donos em lenra id.de o joven D,,(oeq. a-ora fo
vele presentar cober.o de Irophos ganho, naca-
mente por seu merilo e (alent. Correi, busr to-
ma ndo u,n assento para a repreteuUcfc. aprecia Mr
K.,bcr-cora oseu admiravel sacco mgico; e enlo
pasmareis de velo Irabalbir. ud",co' e ""o
' "1 apologista.
ITUL" Vari0' i,r,i'i'"' ''"ral Pernamlm-
romo ai
le oflende-lo l,
"e que o Sr. Kun.. ,i l -fl j
que sabio da priaao foi
casa te-Ib. urna salT-arl^e HirZ'd Jipato
alguma ullcnsa que por ven.ura ni oca^T "
:!e,^i^u;'^,rn,,"e"do na"-^>
.Jtm.,ufi,.:.,nSr:,^
que
ii.lencoit. ", *' "'""a'' "
.< Copia.Illm. Sr.Parlicpo a V S ..... r.
rain humera preso Justino Alves da rwl J
recrao, pnr e'brio e de-ordeiro.rX'r.o^.'K.da"
P-.r ter sido encontrada era urna taberna a (aze, !
orto.,, qual fo, r.co.h,..a ,,or ZZJSf.
Aprovcilo occa.iao para comrounicar V
qne honle.n de mauhAa. appareceu ou, minh, ,'^a'
o capi.Ao de campo Juso Patrie,,,, ,,,.nd ni S
lonsarao para jiuder prender um pardo de nrne
Tbomaz. ascravo (lc FBrjleo Hu|il, .^
Mello queandty. fgido,, .chivan. Irab. hand .
de pedrero na orl ,, (ijllllll T* ^ ,
zer d.la ,.,,-ao, e para mo liz ,- tT ..'*
praras da guarda da ribera. ordenando-leTnl .f
ecluada a prirto .ecolhesie a casa Te deleilra. I
que disso me dese parte. ctica, e
< Fui poucas horas depois informado, que o dil,
rap.lAo, de campo havia reroll.|0 L^
um individuo, quo lrabalh..v, de pedrdr ... otaa
do..v,nnas., pr engao, ,. rlo ["'% J ?
curava ia,rig.-n.e a casa de deten. A Vver?nMTe '
tM rae bav, ara ufonnado, c fogo, 2miliba
dado o dito pardo. tm ">"-
t Nossa occasia,. de soltura soulte qoe o dilo ra
pa. de campo havia e.o.b....... "^i T nue
ez, naoquerondocstarapta ac )ne d;,im 1,? '
mas ,,esso,,s de na,, !> H o m..viduo 1 S
elle procurava ; c aa^uMaMe esta, declr.rt
conduz.o o dito pardo pe.-o, hvr ZZ
mallrala,ido-o. Nad. po,fen,| eu' ',/, ^g~
dito capiiao de campo. p.r elle nao mor,, ,L
guezia e na do Itacife. e ,H.r eo.,g.mta tara ,|
rainha jur.s.l,crAo. lev o ,. ..ceorndo ZZlZ.
de V.S. Para providenciar como ,h7,p"p vT
,ia"R. ."v,R,ua.:v v-s- sb-'-".itafye,";
da B.,.-\ 1- a l'i de ageste de lj6.Illm Sr l
Po,carpo Lopes da l.eAo.rhefe de polen -i Z.
detagadV R^no Jau Cnrrra de SSSZi
laei ao.s fados de que lem sirio e.nl..,a
Sr. Kulino Jos Correa UjuSti IZT""
bhra que os julgue agora. "pmiao pu-
'le""a-..... -em po^o ,era^"srBKZ:.
deu-nos nina prava do que a do qu.nta ,e ,n"
ressavajiela sorlc de-le povo. quando por
da epidemia do cbolera-neh< ^_ aSZ
OCCa.la..
lem dislinr, ..o re
partidos, le rondic.ues e de icxo, corrii, voava
asra dizer para tajas as p.ragens dcsl freJee,'. e
!evS.:d0oPa.acan'S,Un- ^T ""' ^-T.s
levando a canolarao e albv.o a (dos .es intal,,,-
edetvahdea, que eslorcia.n-sen, .....
hora .mucos has o Sr. "-'-
sass.no e como a vis.a de faci, 'JTZm'Z.
P.im.r do carcter do Sr. R.r,no? ,, g,WRugL "'
baCdedeiia"rrle"C,ln Um M>^
os ,!,,, 1|ue Sto de roubar-, nil0 et.e tanX aVrA'^
em liespanha
que be a ronco
do que pota na opinlo publica'.
<> morador da ruada Santa fruz
1ovte&p0nbcndai$.
\SEJSi CZ*Jt Almeida' P-lo simple,
guezia Ve ," "0"';"," '"'-''el^Sado desla fre-
r r r "' Podemus v" 'mpassivel adulte-
rar se os fados mais comesnho. e insignificantes
.!Um,"'.a.r:!e eJev'1n,ar".-e *?** de lod, a e.*>
fundamenlaos
Mostremos, pois, as virtudes oo qnalidadcs de ca-
oa nina das qualro especies de Ierras, ou aniei co-
piemos o que a esse respeilo poderao os nossos le.lo-
res ver nu curso do Agricultura leJ. Girardin.ou
na obrad.. Dr. Joe Maiiat.rat.de, ambus ja urna
vez por mis citados. a
Trras argilosa*.
Eslas Ierras apreaenlama arga, ou silicato de
alumina, em exeearu sobre os oulrus iros principios.
Sao principalraenle compoilai de arga, o alguma
Hlica ; osea caractar dislinclivo he urna grande le-
nuulade. que as .orna doces, e Uncluosai ao laclo
amassadas entra os dedos podemos comuiunicar-lbes
as formas, que desejamo*.
Sao hmidas, e frias durante quasi todo o anuo.
Sao lenaze, e plsticas, e a sua cultura aprsenla
andes Itlliculdades. No invern reduzem-se a
Cinco tabernas por mez a R-IIOO. .
I.ma dila por mez a H.-ihiii. ,
Trila e qualro quarlos, a SjKJOO.
(ii.-sfHIO
4031100
II90110
loaooo
''''''NKKI
DozenlM e vinle dous mil ris, renden a nbeira
la, que por anuo profaz a quanlia de
Evideiiria-se, pois, que ni com
i^.ciaooo
. ----------* -- |.<>id| tac o<> KU||| m
renda da nbeira da Roa-Vista, o arrematante pa-
ga arabas, reslando-lhe ainda'JisOOO da Boa-Vi.|a
e luda renda da de S. Jos, o qiie sobe a mais de
3Mmm annnaes! Oh! Nad!, nielhor do
arremala.ile le laes mercados. No entretanto, sao
eslas as .nb.rmaco"s que de ha muilo temos, e que
nprovi-ilaudo a proximidade lo da des-a arremala-
<: pedimoea lllma. monicipalidaae, que nao con-
*.l \le."re.m Csc.s *" Pr men- le um con-
hom
wiuoe, ot enmr.osos voera-se em urna lid. eonli, ua,
sendo immcdialainenle Irancaliados na ,leien\o-
Z\ T r 'C "" di,u Sr- KulraoVi^be
.iltondul.,1 era Londres, lauto mais porque a cap
taita en. Serinhaem, he urna l;ao dada aos Iralican-
les, os quaes do cerlo .,a ter.l,. lenUrOei le lecome-
jar ; por quanlo perdem ao mesmo "lempo o navio
buraanr''"' "S ""Ve dlC""" d8 >Ua ^B-
{Journal des Debat.)
fll^AJUllCO,
as pag
PmhA AVULSA.
Eis urna IradncrSi. da Sclocla Inglc/a,
lid, que boma ao tiadoctar, e o eleva ale....
Sobre a f,recia
... ^ ersos de cinco pos.
Ai climas de hroes bravo lerobradae!
Luja trras de rnva planicie amonlootas
tra a grave Gloria ou casa da liberdade
un aerallo do poderosos! pode isso sCr
'.'no e-la ludo reinaneiicenle del *
Aproiima-se, aquellos cubardes, esclavos-
lalla ; n3o eslas as Tbermopvlas J
,;,''" a;"'!s dai que ao redor veo hanbaa
' h servil propagirlu dos livres hornera
I ronuncil que mar. que rlbeira I
O golfo, urrrhed'. deSalaraiiia.
Nem lano.No lia 2: do
ne!, quo na ribeira .1
dondo -na farinl
1 eslas *
producios sao tardos, e le mediocre qualidade
Sao esles os inconvenientes dos lenos eminen-
temente argilosos, ou quasi exclnsivamenlo form-i-
dns de arga ; inconvenientes que san todava me-
nores nos patzes temperados do que nos fros : mas
se a arga entra nolles n'uma menor porrao, e se
a sica, e o calcreo cprngem os seus principaes de-
leitas, entao tornam-se b-slanlemenle feriis.
As Ierras lurtes sao aquellas cm que predomina a
arga ; mas era que esle iirmripio se acha conve-
nienlemente corrigi.lo pela arcia c por alt-uin car-
bonato de cal OrdinariarneutaSO parles de arga,
de irea, 15 de cal, e 8 de humus contiiloem es-
tas trras, que se denumiiiam lambem amitosin.
cosas. J
As Ierras francas de p'10 formara a pattagern
dos terrenos ar.iloios para os areenlos. e apresenlam
menos arga, e mais quanlidade de areia e carbo-
nata de caldo que as Ierras fortes. Eslas Ierras
sao as que coiivem ao maior numero de iilaulas u-
soaes. lodo, os cereaes proiperam Helias, assim en-
mo urna grande parle das plaas econmicas e for-
ragu.osas. Carecem de poucos eslrumes, e nao pre-
cisara de correctivos. 1
Terrenos arenosos ou tiUctOso*
Eiles lerrenus, era que superabunda contidiravel-
inenle a s.ca 0.1 arela, apresenlam defellotoppostos
ao. dos terrenos argosos. Elles sao naluralmeule
deaagregadoa, a mIIoi, e fabricam-se por isto rom
nma grande larihdade. sj0 raaes ;l0 ,.1(1|n
e seceos por causa da sua excessiv.
as aguas jiluviao
ridos,
permeabilidadu
Fros dorante o invern, aoue-
ce.n-s. facmenle dnr.ule a-primavera, e tornam-se
ardonles durante o ver.lo. Se p,,, r,ioi e enM.
onde as Ierras irgllosai sao infecundas
correnle, cnisbui-
S. Jos, um individua ven-
a 1 ili rs. ordinaria, c paliando a
vende, a de mrlhor orle augmenlou ma,s SO ., -
no prero. con... era natural, o rabo de pulira
que eslava de guarda, levado de un, telo
va, abrigoa ao vendedor a vender a me
una pelo mesmo proco t\;> inferior
voz de pri..o, accreacenlou baizinh*.
S o sollarci se mandar vir I ? CT """!""10 "PPorluno le lavrar a. Ierra,
" O que'.' Llie responde o pobre humero id. Il,arren al,.n:'rta l,e m' <& d~o que eneenlrar a op-
agoniado. Dra l""ncm ,("1 porl.inidaile de amanhar as arenosas, porque nunca
I raa garrafa de vnlio. i "c e"en"\""n nc,n r-ncbjreadai.aan endurecida! co-
bo de Doli '"-"""''"" ci.-.iosas sao .r,endas, elle,
melhor S?; i fes a,",u'1" ,,""to "*"" '""iur parl das ..I-
roilhor rari- 1 |0ras, particularmente durante o estio. Os seus a-
e ..ando logo manho. so pouco cuitosos; ate be mu dillcl de-
mo as pnmeim ; lambem nao rarerem cuno
-arrala, mas den-lbene.^i., .1 .'...... ." "-" 10 rarerem cmo esl
estas
oral
" malulo nao deu a garraf
e bvrou-sc prlu recurso
s'rIse'deTal.'s'ir',' "d '"""" ''""'"" sc rt'r"- I '='
lieos qneira\'ta'o7r,,;,,rca!,7do ea'lio"""' -Ptrgu.U-te, so um esiraigeiruni, ;,'aluri -eiro nao t.alur.il.sa- | os nliciosos ao conlrano preeam que lh"a couser-
1 i Bem parecern....
{", Asora nao he o Sr. O' Pastaos,
I rama propor.ionemoi por Indos os modos pena).
vei*. E na verdade cousa neuhnma fertiliza lano
AS EI.KICOES EM OIANNA.
Estimo convencidos |,olo que vemos e nuvimos
que o partid., liberal da comarca de t.uianna n.lo
se aprsenla 11 eila prxima eleiro : rerolhid.. co-
mo elle se acha de ha muilo Icinp > a esla parte- hs-
goslosos n.uilos dos >eus membros, alias presh-
mosos, dibcil se nao irapossivel sera' a.sua appar.rju
nesla quadra eleiloral.
Terto elles razBo do assim proce lerem Marcba-
rao em rogra. c le confurmi lade com as sua- con-
Viernes, be queslao a que nao nos razamos cargo de
resolver, e lomando o negocio no pu.....em que e*u
eollocado : islo he.o pleito eleiloral pelo partido .lo-
minante, e esta sobre duas importantes direccf.es ;
a taher. a b, Illm. Sr. commendador J,.ao Joaquim
de um lado, e a do Illm. Sr. commendador Anto-
nio Francisco do oulro ; aventuraremos algumat
eoiisideraces.
Ignoramos eomplelameic o que motiven a sepa-
raran b. Sr. commendador JoSo Joaquim, tu Sr
commendador Antouio Francisco, mas he cerlo qu
ambos commongam os memos principio e poltico* te-
aguem 4< mesmas ideas, pertaucem ao mesmo partido
acliialidadc-; ambos chimamos liberaos decahidos
para o seu lado, e exigem a sua coadjuvara... o islo
sem oulro motivo, sera oulro lim, que o ic derrotar
au seu rival no campo eleiloral.
Sem nogarmos mererimculo c importancia do
Sr. c.iraniendador Joto Joaquim.i.ao podemos deixar
do coniessar, que o Sr. commendador Antonio Fran-
cisco Pcreira, he credor nao so da estima dos eus a-
migos poiilicos, se nao tambera dos liberaos ,|a co-
marca, e que por conteguinle leve ser por esles
coadjuvadu ne-ia prxima deleita.
Te la a comarca le tioianna 'sabe, e te,-n observa.
vado, que o sr commendador Antonio Fraocisro be
delceado de polrcia ha seis para seta anuos, no. ,
sua conducta duranta aquelle lempo lem sido exem-
planssiraa, a ponfo le tere,., cenado completainen
le todos os dltlorbioa e egiUcSes, que oulr'ora s
davam enlre ns lous partidos polticos e... au.. i.
divida a comarca, de til torle que se nto ettao in-
leiramcta amigos, e refundid,,-, pelo menos ha bu-
je luda c tolerancia, e socogo. o que dantas ,c nao
i por quanlo as autoridades policial/ daquclle
iu indas tutceplivfli e ebeias de exclusiv.s-
para as j ,soas que o roniiccem de jierto, mas si
com ..proposita deliberado de lescmcei u b e de-
a e o's0c',,erf1UdC a P!""eV au,ori,J-",e i
a, r efede |l"llc,i, I|C mis,cr que descam,.i
teSSiT" ""***"-Q -*-- -"-
Era primeiro lugar, os desafoiroadosdo Sr. Rulino
occasiau da morte du crioulu tMotco, processu e,le
Ijuealias he a prova cabal da .unoeencia do S," K
O arcor.lao da relara,,, que despronui.ciando o Sr.
Kubno. ojulgou inleiramenle innor.uta do laclo
^"utataiTrra" :m '"""'^ "" ^
Aecerdao em relaro, etc. One angravado foi o
o aggravan.e, pela pro,,ncla de que se agrava, .or-
. quanlo constando da levassa, que o agravante
por ordem do respectivo juiz de paz. fra eucarre-
g.do de prender aomorlo, o qual depois de preso
. retit ir. e quizer, desarmar ao .-..-gravante, na qua-
. idade dc. commandanle da diligencia, c que na
lucia que Overam. tai que ca.ualraenta disparara
. a pistola ; mora-ae. par tto, que nao bouvera da
a parta do aggravanle inlencto de comrae.ter se.ne-
. Ibanle delicio, c por consequencia nos termos, d 1
,< Idl i^8" frimi":"- ,,orli"". reformindo
-:nH^tZZ:^,rodemu-sikara^-
favor do Sr. Kubno, cxistem algumat anda, cuios
nomea tenclonamos aqui, para que se veja que ao
pe-soaa eonceilua.la., ,1o cnlciio, c incapazes de pros
larem amdeji.umeulo falso.
Entre oolras pesoas que foram lestemunhat .
indaosSrs: Manool Caetano F.spindola. Jo-,
e eposirao social, alimde que seu, acto"J Tt
prende-no. comUmrJK7fiZ2~,m ""
lis lllnis. Sr. :
Doe^'ta,,c,eV,!'5, Jiz EW*" rte "' s
Uto Manuel Jjanlln ,i u,^ e AlbouueruwT
lenento^^unelJu^uim Luco Mo,Z,VZ\Uu_
*mTfrancisco Peixota Duarte.
xegoci.nie Antonio Valeulini da Silva Rirroca
r. Antonio \ cenla do IVascirnenlo Failozi
Dr. Ignacio I irmo \ivier.
Negucianle Antonio Mirqet rt'Amorim.
atajar Antonio Jos de Oliveira.
l'm rotante.
fin. reJaclores.Cttio que pouea. ptnors ha
verao nesla capital, mJZ \or, \)J?T2
tanbara nolic, do modo desabrido, desc^le^p^
que ... ho ,,d tratado nos jornaida prov.od. ^Ir
parte do Sr, Antonio Carhes Pereir, de B.reo, |'o7
cede Len, poroccas.ao da sentones que eZ*
elle profer, accao de d.vorcio. en que elle I
cora sua raolher : e cre.o lambem qu. teZ.
negara o d.reito le defe.a contra om. agrlS.
grav.ssirna, que ataca o ,11.1.1,. ,,,, rneliniaWd.
minha honra, por i..o. estando ei.sa em VZ d.
appell.ca,, e extincla por on-eguinta a rnnH.rie-
dicrao ;iulgue,conv ementa bmeller aoVoVh^,-
coven ''T'" aS 225? tU0"^v*e.T.a
conven. de que o proce.limenlo lo Sr. Porra
'' '<; ara co.mgo he antes lilla, do desopila Z
que da ,;.-,. eipuiie, du
Apera, fu, nomea.lo juiz desu causa neto R
- Iwm. Sr. hispo dioresano. em tZZmZS Ta'
su|,e,.ao que jurar- a Sr. Dr. v.g.ru,^.?iV,a,
sulmam M autos a ronclu.au e o s,,. |.OBee d, '.
ralou doat.ralnr-rae e |..ed-pr ,eu jd|ato
em scu favor, empe.thad-e pata ea runnZ
0 me,, am.go o .ego vigar.oda Boi-V-mT V?-
nne Joaquim Sta,a. com qnem es. .
ra.n.acasasan .. da alelo... desta anno, ente
-an papo., cura allestados pan que eu, din. elle, os
i' e inmasse cm r.,ni:dera.;a. ; j. solimn I,. u
alguem por elle empenbo* de mullas oul.ai |XM.a>
e alo do mea velho pai, a q,lr.d ronrn '0 na cidade de l.o.anna, cantoaoenta di, cartas".I.
ns. t a o. 8.
Nao se p..den.lo ^.ler por parta. d*_S.. Ponce de
l.nn, pro.nessa .bm. mi..... hm nanea tal
oulra rcsp,).-,11,.,qUf..^WilleIld(i mmt^
que lana jusl.ca-muil..u- .u, rumo, e lr.to,.,e
1 a niarhmar um meio de 11 c.....' c,le ">" '6l : acon-elbar-me ou .....-
nuar-me pelo ergto de ^u. indiv.doo., iaduvve
o propno advoco d/d Sr. ,.llce ,le l^^lS!
i, ,1 ,i ."' C '"S*"" ,U 'mP">. onde se falla-
va da conbanca qufe ,. ,,. M merecii pe me,,.
bo,,ro-os precede..,,,, etc., romo se x no Ate de II
de abril de.lc ir. ..,,e m, ,u ,,!. ^
Sr. i.iiimeiididur Snur.
t-mp
1 carta n. 8 ,e|endo
l.eao que 1- ,,,, ,, m-m p|lclllli ,, ^
menia nlaao que se adeptnre qu.n.to, inicrcM.it-
'""' viveaaenle pelo Sr. Pasea* l.eoo, diz que
nada pode-se fazer, ao menos me ilesave de tus-
olio ||o be u,ai-clan, que. taz meridiana. |i,
lioin grade loria ea aunuido at- .lesojo. do Sr.
t" e de Latan, se o pudc-'e fazer em cnmprnmel-
"' 1,un,., ruusrieucia, vaste como najo liuha r
'' .'in pn lia ler inlere-se en. julgar urca qiestaa enlre
parles, q,)c r,x,n (meiamenle deM-nuhecida-
mas lenao areitado 1 rur,m,s-a,i de joiz per o\te-
liencia ao n.eu prelado ; nao lendo rnotiv,,- par.
dar-rne de tuspeiio ; edevendo firmar a minba -u--
pcir,iu ni.,, juramento, romo del-rmin. a le, a mi-
nha annuenria aos rtesejos lo Sr. Punce de l.eon in-
do ex-subdeleiia.lo Martins"Kibe.ro',' o q.je7lc mMiei* I Y"Ki' "2" *" ,""^,*ll,, f"a """ > ".eu prelado. .,
ra alguma poda consentir o Sr. Kufino, vista bav. fja conbanca eu deixav, de corre-,.....,tar. ,,
" r lambem un. perjurio ,|e mu,ha parta ; OPjtJanajnajan.
" maule nao me averbej de suspeilo e julguri a raua
pruferindo a tniiiha seulenra roulri o Sr. Pon, e ,ir
l.eon. apezar do inlere-se que por elle lomirin. tan
Ora, da auloridade e respeilo que nos .leve mere-
cer nm accordao da relicto.te depoiraenlos ue tas
lerouiihii que nao podem ser lachadas de suspeias e
mercenarias, .e vo claramenlc. que por tal laclo 0
M. Kubno jamis devera ser censurado
Oulro tacto do que se ten, acru.ado o Sr. IUI1110,
fo. ter elle lisponsado do lugar de inspector lo
qu.irlci.ao dos Lucillos, ao Sr. Joaquim Jorge de Mel-
lo e J,,sc da Costa il.ai,,,;-,,, Cnrde.ro. allnbu.info ns
teus adversarios essa dispensa, que ellos chiaum le-
missao, a manejos poltieea, a lint eleileraea: mas tal
aiincao nao procede, porqum o Sr. Joaquim Jor-
ge ae aiello, nao tai lemillido. mas si.n, di.pensad
do lugar ,ic impeelor deqnarleirau lo lugar dos Coe-
llios. pela raza., de baver oulro m-peclor no dilo |.
le exrnela es-c lugar por nomearao interina
ino em vez dVal.narera as ag.i.eOe, Inlrlga*. a
foraentavain. negando pita e agua a quem en du
partido liberal, do que tamo, ta.lemunha ocrular.
e rom oosro mu.ta ente de criterio, e aquelle e.-
j um miro inspector, salvo se livesie dividido
e dous o quarloirao a que no* referimos, ou que ur '
o. nova delerminassr, que em rada qnarleira.. da
baver dous insperlnres. Jet la Certa Brai""
de.ro, tai demiit...... parque riera de ni
com as suas obrig.-ir.-.e, cousenlia a,lju,,|
Om sua lab-rna, e por esse modo n."u
zilos necess.rios para ser imperfor
la
do flor-
ve,., r.na verdade cauta neuhnma fertiliza linio cndalo .,,bio .pim ,,ue di deV 1 tm
as tetra, renos., como ., regat porque a ^ he Sio de im, U^Z^S^ *&
lilil
O ta.ceiro lado, pelo qual lera /.i0,r
hurao felo o se.icavallodebalalha el '"""">-
responsabilisar ao Sr. Rufino, consUta e,n qu",
pardo ri.omir de Aquino. ,;' t**** do
Nao ha quem ignore que HOriaup 1 1
fgidos tDlre uuj sao ehasqua i,]m"c'^:
quasi sei n|ire pur ,Q01.
las peaaaaa mpcttasMat e .mea velbii r pirrado par
t porque eu devia scnlcnriar segundo o a||ea.a ,'
1 dc neerns provado nos aulaa, c nao conforme m inleresse- d.
1 os requi-1 Sr. Poi.ce de l.eon e as soliciiarocs olliciutas du seut
1 proleclores.
Desde entao lude, mu,hu de faee. olvidaran,-.,- os
ir.eus precdeme., a r.....anca qoe al ratto en me-
reca desappareeeu em um instante, eu loinei-m,- dc
repeul. raao e idjuMo, e de*abou obre a miaba ra-
bera eaaa (arieea lempeslade de que lem sido le-
muDha la capital, fazendo-w apparecer em vano.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADCT


/
ftU|IO 91 PfHHltdl SA^AQO O 03 AGOSTO O" 18*6
inriiaesdesla proviucia ar-,e>s, communicados e an-iro. lia muito que Dio soi V. S. cuino lem pasa a-io pe
- nos o ana a ininlia huma e re- do le Mude, por ca' lem Miado mal da mole-' 1,1 Km
furor canino; epidmica; oou volho (ota tanda e lodos do coso, eui'le
ibi

V
nnn.-i.i-. .ni ni\ ui.i
putin-a broa alass-lha.l I com ora
sendo que ao panuque a."ni se preleiiJia pelo 0T- i fieo ilounle da lal; Bando que lenha lira lt mu ,:,
Ao da imprensa, desaira,-ne ^EiaiM. o publico, o provislto de coadjutor mndeme. Pasa a padte ul
Sr. l'onre lcT" afoso enbaruava a menea, se favor a V. S., que queira razar |ulica a faor nao lamhem averbava-me i suspeilo quenado rea-1 divorcio que V. S. I joit na causa ; pr-_co;"'
lita! a siupeiJo que me hariam aconselhailo eu 111- j vor do (euro, que ,e lem empciihaip--""-
inua.lo os seos smigos c proleclores. A sospeicTio ; cmr a rauVin.. uiiu, i|aa o so*
malo-rou se, por liaver espirado o lerm perempio- porquanloV. S. nao d allenrao ao sofc
no do 1) da, contados daqucllc em que a suspei- ludo confio em V. S. Vai una caria lo l
adulterio, caso elle realmente existase,
aco rom n Sr. Antonio Cirios Pareira
conlei-lhe esto juizo de V. S. na mpossi-
.' prever que V. S. sena anda juz nesta
co Coi aulaada, como expressamenle determina a
le em que a suspei;ao fos.-e julgada, o meiinn sera
que houvesiejuiz que a jaliajae, por se Icrem re-
cusado todos aquelies em que as partes se lonvaram,
e servio isso de motivo para novas sg-JTOStftes e in-
vectivas contra raim, ansien laudo-se por parle do
Sr. l'once de l.eono absurdo de que o. i., das,
dentro dos qoaesse leve ul pcirao, devem conlar-se, nao do da em que a sus- "
neirAnheaatoada, eomoha espresso na nrd. I. .1
til. I S 22, e sim d'aquelle ero que us aii.es arbitros
prestara juramento.
Nao prosredindo suspeu;ao, pasaei a tomar co-
iihecimeulo das embargos que sao ama repelido
dn artlgoa la sWr.io); ai.s quae. dosprozei m li-
mite. |>r jereitfS-videnlemsiite frivolos, ,. por con-
se'uinle indisfnoX^le reeehimculn a' vista da le;
pnrananto os nove prmeiros arligos coolm malaria
velha, ja alienada moitas ve/e nos nulos pelo Sr.
Plice le Len, e apreciada pela sentenca, coma se
pida verificar a' visla los niestnos aillos; e os i ul-
hin i- arligos, alcm le frivolos, sao calumniosos, e
como (aes iu.ligims lainbeiu de recebiinuto, como
ensinaui os praxislas ; porquanln o Sr. l'once de
l,eon, nflo lenilo muleria relevante e legal para arti-
cular nos saus embargos, allesou neetM i arlioos a
se
que fui ler com elle. Eslimo soa saude. .
V. S. obrigadissimo servo Padre Manoet llar
Barbosa,
(ioianiia 15 de marro le 1836.
N. 5.Meu lillio, lieos vos abencoe.Muio
mo que esta vos v achar a vossa a a toda famll
pile com saude em "rara de lieos. Eu ao
Piramos todo, de p, lieos louvadn, Paul
ni
er
lie
que esta com a molestia, porom, ale aqu esta em
jiovidade neiiliuma.Mi'oi loavadu. Mcu lilho,eo soa
ne ca por noticias. |uc a seiiliora Colunia tiaha i Bar-
rido, porcm, nao |ei se sera .rousa certa, nran-
dai-rae eotSo di/er se lie cerlo islo, Mcu fi Iho, a
innriandadc ca em tioianua lera sido minia, e tem
morndo inuilos eonhecidos e vi/.inhos, poren i, so
quasfl mando li/rr-vns qoe mnrreu, fui a vossa co-
madre, mullicr de compadre Fraaeteo, e o p adre
Marliiiiann. .Meu lillio, a 11 destentes, inda eu
na casa do padre Birros, que ?st muio lenle le- Dialogo cutre dou< ramalei.es elctricos ao dia 27
agora que esto' V. S. encarresalo dete jul-
io, o Sr. Antonio Carlos tem appreheiisi.es
e V. S. se acha prevenido contra elle, c nao
,. m sido possivel modificar esse juizo.
A' visla dialo e seudo esta urna causa para o Sr.
Antonio Carlos de honra, nu como e cosluma dizer,
de vida e mirle, eu jutgnria hom que V. S. se de-
elarasse lospeilo, nao porque dimito ..... so mo-
mento le soa rertidao, mas porque aquella preec-
deule eircuntslaacia eslaheleceu no espirito do Sr.
Antonio Carlos una descuni.uica, pie aos ollios
del'e he i Sobre isso se lem conversado, c o Sr. dezembar-
sador Figucira le Mello e cotiimrud.idur Souza
l.eai lem dis-o cnnliecimenlo.
Oueira desenlpar-me e dar suas nrdeiH ao de V.
S. amigo, collega e respoilidor. Antonio Vicente
do Nasciroeato Fetlosa,
Soa casa I de abril de ISjii.
(Estavao) sellailor.)
'^itbti cacao a&cbib.
i
j .
la, fui tambera na easa do padre atarqoes, que esto
linilieiii lenle, luoslroiiin elle ulna caria pi e li-
ulia viudo do Recite, pie i Manuel le l.una I mha
mandado a elle, que he muio sen amigue jan* nen-
ie meu, que be irmao da ordem lerceira que lou-
se para o Kecife, mandando pedir a mim e adro
.Marques, quserriasedeempeuho para coi. oseo,
ii rorrenli:
Iloiis lias, meu charo l)r., par,i onde corris
com (aula prea'.'
tonino '.' anda in'o pergontai ?
Por corlo que sim ; pois que nao sei qual o mo-
livo para pie com lauto afn corris.
- Nao sabis qun madama (iianlot da boje seu
pu meesqaece do ame dallo, jueo sogro ca eguu- re deizar de ir ver se linda aclio um hilheie de ca-
Ihe a mullier juntamente os Ribos, e o cujo mi;o deira !
requereu aor. hispo ; enlao o Sr. hispo lesp acliou,; lie inulil: o lliealro conserra-se fechado c a
que vos, Como jai*, Ciiino v gario gerai/qe-h avia de repre-ool,i;."io fui randada pera quarta-leira prxima,
dar .iscnlenra.cnl.i.i eu vos p?;i que se|ispe 'o mo- por nina eoastipseito.
co, de Iho, desde que ihiqui ahsle nao tive mais | '"ra- Juanlo a mim, ligo, me se existe a COOSlipa-
lor para vos escrever. I) Albino fui, porn' no I &<*, madama liirarilol nao esta' muito lenle, mas
quiz levar mais carta iiiiuha. qun mandando eu os sim seus bilheles.
pipis me li/.er e j os recbenles, pie ja' oi por um ceo qoe no teudo ella vendido Indos os camarotes, mo-
que ia tirando asmlas, e que para Olinda. o I dando o espeetaeulo, espera lodo remediar, princi-
mais aileos, adeos. Dos vos ahencoe ; nao sei se a'"- P'"to conslipd;ao. Agora ja vejo que he inu-
da le ei o goslo de vos ver mais ; Alaria Joa 1'aa ll faligar-mc.
vos manila muilas lemhrancas e vos pele a bei n.ao.e Por cerlo que sim; e para que nao lenhais
que au escreve por nao (r lempo, que esla J-' mi "'a-' mana inspida, corro a' casi le Mr. Kobcrl a
aiabada com a noile. Aceitai recoininendu. a" do comprar um bilhete para a representadle le sab-
vossa lia, de vossa mana,a Kila pede beiicu Sou bado.
vano pai pie vo estimal'eiu Jou! dr Oti ttira.
N. B. Os meninos asUo todos bous, que lo mugo
salnram daqui Manuel e Antonio.
N. G.Ilira. a Rvra. Sr. Ilr. Manoel Thom <* ,l"
Oliveira.Recito :Wtde mnr;ode ISo6,Estnatado
que V. S. lenha gozada saude, e que ja esler1 ,"'l,s
de*assombra.lo dos terrores lo cholera, serve ;i pre-
sente de lemhrar Ihe o pedido pie Ihe li/. tllM*,
maior instancia, qoando tive o prazer de visito-lo, i
aliin de que nao deize le man lar nulificar a mu -
Iher demeu piimo A. C. I'eieua de Burgos Punce i
de Len para comparecer c seu* lilhos em urna con-'
cilincao, com o mi ni i.i, pois alera le sur esse ineiu'
muilo cniiliiccnle a conhecei sea sua verdadeira in"
lencflo,foi ellerequi-itailo pelo promolorecclcsiastio".
c V. S. iienhuin erro, antes jaslica, praliear d;'e-
rimio Rt fdfna le son requ-Tiincnlo. Ksperi .ine
oaoileizarii de altfCie~fr|i) i lal JSHBpt, '-'erl0
de que notenho oulr.i filo, que o de ebstoP* *"
caroicada per-eguicao, que esla soflrendo esse s^*10"
prenle da parle de sen sogru, e por motivos iujuslos
e reprovados.
Aqui fico as ordena de V. S. cerlilican.lo-llie ,',,";
muilo deveras son de V. S. amigo cerlo, criado t'"'''
adissimo e venerador.Jcrouymo Marlioianr' *''"
gueira de Mello.
N.7. Illui. Itvinl. Sr. padre-mcslre Mannel "."''
maz de Oliveira.--Minio sei appreeiar a sua j,lui,ei
a qual desojo que seja .1 oradora por .inlinila a""
nos.
1,'ma pessoa de muito miiiha estima, anten "
que en vallio algumi cousapara com V. Rvm
de mim qoe Ihe escreva, pedindo o seu lasti
clarecido jiilgaineulo na causa de divorcio eul
le Anlonio Carlos Pereira de Burgos l'once d
e a mullier, cuja causa evisle na couclus;lo
Rvm., vislo como aquello lem fortes, e robu-
cumeutos nos actos, que provain a sem ra
que o KRro lli propoz a referida aicao. ("
do eu a reculillo, e unparcialiilade com q-
se ha V. Rvm. dislingiiido em lodos os acl,
magisterio ; dovida neuluuna liveem entan
e-las lindas, pedio lo-lhe apena que toado
vistas tolas a> pecas comprobatorias lessa
pronuncie seu j'ilgameutii segiusjA > '
e pn.v.i Li nelia ; eo u o que muito pendo
gralidlo, c rara a levida justjga as parles.
lUgne-'epois mandar suas ordensao.O
muito alenlo amigo r. obligado criado.
Franciseo dr aula Sor
Goiaana li de marro le 18."
N. S. Illm. Sr. Ilr-. Man
Esto lem por Km pe lii-i
gjistjj^atM
)"^,""aw i ^^g
enipenliar-irB^Tiiin vTsT alim uo lazei-lln. ,
em uma seailenc que (cm le dar sihre urna can..
Obris em regra, porque ao menos nao per-
dis a u ule ouvindo Uto bellas pedamos musicaes.
Recito -S! de agosto de ISjli.
(/ '>: $t
r-KAVA IIOKKCIIE 20 l)E AOiTO AS J
lltllt AS DA TARDE.
1 Cola;*ie.s olliciaes.
^Uescoiili- de ledras6 \\i ", ao anuo.
I t'rederiro /tobllli/ird, presitlcnle.
/'. Borge, secretario.
minlia ami-ade com o advogedo le ?ua mullier o Sr.! que elle nao vos ronhece, em favor de um inor que sagumlo beneficio.' E como no-lo llereceu, nao que-
Dr. Varia, de quem diz, com urna atoiloza inqaalili-
oavel que en son muilo dependente ; e a breve con-
versacao qoe comino livera o seu advogado o Sr.
Dr. Peilosa, no engenlio Morenos, pela tostad Na-
tal prxima passada, e a qual elle assim decreve
no artigo II ,que aniel ne eu ser j.iizliavia de-
claraiiV-Ujieivenho Morenos eui_casa^rir-Sr. com-
mendadorAntonio de Sou.ial.eao a miiiha opiniao
contra o Sr. l'ouce de l.eon; e dessa ami.ade e
conversarlo conclue com nina lgica adralravel, que
a miiiha senlensa foi proferida por iiisliga.j.'ies do
Sr. I),', paria; que eu devia d?r-me le sus|ieito,
por nilo ler a independencia precisa para jolgar ou
nao aceitar a misso de joiz; que cu prevarique!,
porque t ininlia senlcnca fui proferida par conlem-
placilo a' parte contraria Nada dirci acerca la mi-
rilla* amisade com o Sr. Dr. paria; os pirisconsullos
e inesmn as pes 1'liiiie Uie.uia e decid.un se a amisade le um juiz
com o adwgado de urna das parles litigantes, tor-
nan) dependente desse advogado, loma- suspeito e
o impossihiliU de julgar ; e se julgando, p-ide-se lo-
cica e logalmento tirar as illa.des que tirn o Sr.
Ponce de Len. Mas no posso deizar de esclarecer
o publico acerca da minba conversa de Morenqs, a
qual lem sido nolavelmenle alterada pelo Sr. Ponce
de l.eon.
Estando eu em Morenos pela fcsla do Natal pr-
xima passada, adi appareceu o Sr. Dr. l'eitosa ; c
conversainlo comigo acerca lo divorcio do Sr. Pon-
ce le l.eon, da rcnh'ila liscussa i a que elle dera
lugar, do Irabalbo que liaaiam liitri ambos os adva-
gados, ele.; cu unicamAft disse, qu c Di. Parla
me pareca haver respondido bera qnesllto relativa
aos adulterios; ao que respondeujo Sr. Dr.Fetlosa,
que o Dr. Paria era profeMion na malcra, tivera
loiln o lempo para trabalhar o que nao acoulecia
com elle (o Sr. Dr. Feilosa), que ara muilo oceupa-
do e lidava com muilas quesh'ies, etc. mas que ape-
z.ir disso (itiha subtilisadu muilo, e ah lennioou a
conversa.
Isso IKse cu simplesmenlo em conversa e com a
m.iim m lili.-iimi.ji. visto como neiihuin inlercsse li-
nda na queslo, porque liem le vista ctinhecia as
partes liliganle; e guiado lmente pele que bavia
mivi.lii do Sr. Dr. paria, por qiiaulo nao linda liih
os aulos e nem por conseguinle apreciado as prova
pro-lozidas por uma e outra parle.
Foi oque realmenle se passou em Morenos; en
proprio Sr, Dr. Feilosa o ronfessa na sua caria <">h
n. 10 nesles termos : conversamos acerca da cau-
sa de divorcio do Sr. Burgos.... e uessa occasiao me
commonicou V. S. ler conversado acerca de-sa cau-
sa com o Sr. Dr. Faria, ad cogado da sra. D. Therc-
za, de modo que me parecen V. S. prevenido a res-
pcilo te um poiilo essenci, I do processo.
Ora, iso que eu disse-em Morenos antes de ser
juiz, e qiiando nem podia pensar que seria, me
impnssibilitava de o ser'.' Peda constituir motivo le-
-g-il para so>peilar-me, como prelendcu|o Sr. Pince
de l.eon, a' vista da ord. liv. :t, til. 31, SS > c (i e re
gimenln do auditorio n. 155, que leteriuinam ex-
pressamente que depois la senleiH-a dilioiliva nao
piide a parle recusar o juiz por causa que livesse as-
cimento antes, ainda que jure que Ihe Veto de novo
a noticia; ho necessario <;ue a causa da sospeicao
nas;a depois da senlenca Pode para embarco de nullidade a' senlenca .'
Nenhiiin hoinem illuslralo e imnr-,i -lira'. V,
n proprio Sr. Ponce le l.eoo, se.' Sr.
Dr. Feilosa lano rci-onhecoram i-s. cla-
ra;a- verbal das i :>* .1-. c.^^iV
de *uspsfc.., ,*", *\ml:iraro, e nos
bargos alierarasa es<. .tule essa eonversi,
Morenos, allegando-a de inM0 lnii diverso, do q..
CAMBIOS.
Solu Londres, ->~i d. pni I;.
i 'aris, :i(li| rs. por f.
o Lisboa, I INI por 10(1.
a Rio de Janeiro, \\i a l.por (l|o a 1."i e 30dita.
Aecoes do Banco, 35 0|O de premio.
Accoes da companhia le Beberiba. "ilJOOO
Ae;es da companhia Pernninhncana ao par.
i Llilidade Publica, :ii) por cen da premio.
n o Indomnisadnra..VJ por \ de premio.
da cslrada He ferro .>0 por 0||) le premio
-ulne a entrada, igual a :tl5lll res por
acijao.
Disroolo de ledras, d*7 a 0 por 0|q.
()Uio.(Incas he-paiihola-. . 88 a 28&5M
Moedas de 69100 velha . . IfflOOO
i> 69100 novas . . IftstKIO
i8000..... . 08000
i,l il...l'alacoes brasileiros. . . -25000
Pesos culiimnarics. . . 1'SKlO
i) mexicanos..... l5(i0
vil.FANIiEt.A.
Mulimentn do da 1 a -J)i . . 381-2231233
-in do dia ->....... . 2:777j!l7j
(l:0OI5-j()7
nesrarretam hoje. :t0 de agotto.
natosSninriidnii li ic.lili.i".
iierieaia.ilirc--farinda le trigo.
'oiIujiiiv.--'.'iSi IIIceblas.
oNSILAIiO UERAL,
I a S .
31:2319788
702(208
31:932,1996
'IIUVIM. I AS.
levorcio, e como me consle boje muilas caliimni
as como ja fu ver a V. S., contra o Sr. Burgo
pois dizeui-mc que ha lociimenlos adquiridos p
silivamenle para fazer-lhe mal, de esta a larca o ne
me faz mover apenas cm favor lo dito Sr. ; ac -e-
dilando porom, que se nada poder laior, ao e-
nos se d> despeihi.
As eircomslancias do meo protegido esli
ahaixo das lo Sr. Siqueira, e avahara' o
ielicil ho liilnr conlra o forte, porlanlo esps
como justo e apreciador da razao fara' juslif
lo cerlo quei.-sle favor Reara' em ininlu no
Bslimarei que nada teHresse coma epide
nanle, e pa me d oceaolo em que possa
i'ie o qosnlo sou.De V. S.. amigo afeii
brigadu criado.
.Inlnnin de Souza /.< io.
N. 0. Illm. Sr. Dr.padreUanol Thonaazda OU*
veira.Kecebi a caria inclusa, viuda da nossa tioi-
anua, que Ihe de dirigida, o se houve- resposla se
servir mandar, para ser remedida
-ne leudo.
. nroveilo da opportanidade, "
Rvina.- dignar-se preslar-mesua '
Em vrdada, eucarregaram
trabadlo iin -enso c muilo
mente ospinha. qu I o d
iiniiiensamente ira, *'
ce. no <|ual infelizm..
lanln se amavam e preaava
reir de Burgos Ponce de Lem.
Eu conberoa V.Rvma. desde qi,
e tcnlio, porlanlo. a honra le liem
as suas evrellenles quliJades. para
que se ooso plr o menor vi-lumhre de duvi la sobre
sua rcconheciila probidode e consriencia. i
E. pois. nao davendo mais quem ignore da alr>z
pre-eoiin-Sn c clamorosas injuntiras, pie n nilei
Burgos lem rerebido le seo
lito
un i
que
Can-
a rei-
isll'Ji -
do C 0-
lo portador
rogar a V.
isa adencao.
ni i. de um
), e nimia-
lo da causa
ande airan-
esposos que
io Carlos Pe-
-nullier.
* crianens,
.er apreciar
nao consentir
a linda o mesmo Sr. Dr. Fjiosa exp slo era sua re i qoe contra o mearan muve o Sr. Siquira Cavalcanli
(crida carta numero 10 ; 5,,r quaulo na-declaracao oo sua lidia, imilher lo niesmn Burgos, relaliv-j ;
yerbal da suipeira, e suas causas, que foi lomada
por lermo, e evisle no respetivo processo. diz o Sr.
Ponce de l.eon, que me arerbava le suspeito, por
que na quesillo eu fora prevejiido em meu juizo pelo
Sr. Dr. Faria, e de lal njjikj com elle idenlilirara a
minha opiniao.que a MSJitlira cumallinco no engenbo
Morenos.
No art. 2 la suspejeao r.iz o Sr. Dr. Faltosa que
eu me havia oeeopefo de-isa queslao com o Sr. Dr.
Paria, e me acliava prevciiilo em meu juizo, como
palenleei na fesla prosada lo natal, cm casa do Sr.
001 ueniador Antonia de Souza l.eao, no engenbo
Morenos, sendo que adl inaufr^lei o meu juizo em
favor da aulora, o como se ,x causa livesse um gran
de nleresse ^.
E no artigo II i. j7. ainda o Sr. Dr.
Feilosa, esquecido lalvez lo pie .tvia ernpiu em
sua citada caria, a' mim dirigida, que- -- antea le
proferir a minba sentenrs, e anles me de ser
taia, havia declralo a minha opiniao no ..enho
Morenos, sendo o meu parecer contrario ao emUar-
gaule, e sugetido por couversacao <)ue Uve com ii
Sr. Dr. Faria.
Dccidam, a visla lissn, os homens sensatos e im-
partaos, se o ler eu dito, que o Sr. Dr. Pana me
pareca liaver respondido bem a' queslao relativa aoe
a ldenos, nu a um ponto (leda, be o mesmo |ue
lereu mahifestado o meu juizo com albuco, e como
se na cau-a livesse um glande inleres-e ; he mes-
mo que ter eu cmidido a minha opiniao contra o
Sr. l'once de Len : decidam lamben se a minha
ennversa de Morenos foi oo n.l maliciosa, e es-cn-
cialmente alterada na suspei;fii e nos embargos : de-
cidam mais, seo que diss_ o Sr. Dr. Feilosa na pre-
citada caria, qoe me dirigi, lestroe completamente
on nao o que o Sr. Dr. l-'eilosa articula na suspei-
rao e nos embargos ; e consequenlemenle s o Sr.
Ir. Feilosa aulor lessa carta nao esla' cm manifc-la
conlradieio cora o Sr. Dr. Feilosa, aulor dos ar-
ligos ilt| suspeir.io e do- embargos : I i l.un ain-
da, se fia declararlo verbal das cansas la suspcii.ao
e nos arligos da inesma -sneicao, fi ou nao a con-
->rcra le Morenos alie n niolo mui diver-
so, do que esla' arlie ..^, er : decidam,
liiialmeiile, se, a' -' .a ).i lei, eu devia -dier (aes
embargos, cumpolos de'maleria \elha, l:i\**>^*
lumniosa, c alu contradictoria.
Concloo. pediii'lo ao publico que, a' vista lo
pnslo, avade a sem-ra/ao e injustica i\ds gravissn
acensres que se me lii felu nos joru.ies por pa,.
do Sr. Ponce de l.eou ; e aos senliores donos dar
carias qun dei ao pelo, que como lioment de honr
o proiiidade, me dise ilpem o have la* loiblie.
do, em allenrao-ao dirnlo c masiM a' ncccs-nlade
de defender-ue. em que mo coltocaram as agjres-
s(-cs gravissimas que lenbo soOrido por parle da-
quelle mesmo, a favor de quem foram escripias
essas carias.
Olinda :0 de agosln re ISf.
~A \ Padre Manoel ihomaz de Oliveira.
, DOCUMENTOS.
N. I.nto|. e Bvm. Sr. Dr. padra-meslre M i-
noel l'homaz de Oliveir...No ineio da maior Iribu-
lacao por entre sustos e horrores ainila vivo, Dos
Inivado, e milito estimarei que V, s.-1 Rvm*. estoja
salvo do flagello, que lanas victimas tem feilo, e
anda vai fazendo....
A pedido de um meu amigo a quem nao posso fal-
lar, me dirijo a V. S.a Kvm.', rogaodo-lbe,que por
sua hondade, e osis ainda por amor da jusln;a, adi-
anto a decisa.i da raosa de divorcio lo Sr. Antonio
Carlos Pereira le Buigos Poner le l.eon. visto c.ni-
lar-me de achar-se V. S.'Itvni.' eocarregido de
leciilir a queslao na qualidade de vigarm ger.l do
bispado, para o que acaba de ser Humeado, c de que .
Ihe dono- ileviilos parabeus. V. S.i Bvm.' delcrm- I
ne sus ordeas ao que de. de V. S.' Kvm.' muito |
aliento vetirrador eobrigado subdilo. Domingo*
Miare* fiara.
Ciladedc tioianua fi de marro de 1856
N. .Illm. e llvm. ;r. |r'. Manuel Tbomaz de
Oliveira.Mudo digno lenoor. Vai o alla.Udo do
vigario de (ioiaiina, Dominaos Al
1:01250:1
IU7I20
I:li9sl57
VDE
Al ESA
.NO-lllA
pessimns sogms, (p
exereem contra -lie -A mais encarnizada e delestav
vinganca de da muilo premeditada e mui bem cm
centrada : a ex. ,i |ir Farias, cuno advoga-
do. pie com la -i,, ,,!., ,.,.,.
lucillo dessa s A.
alguiis parar
cmplices ;
-erleilo coi
luda va, eonli i lo na .....
prezo, anino-nie em particular dizer-m,
lando ja V. Rvma.....uuido'soa opiniAn era fi.voi
de urna las partes Uligantos, c islo ames mesmo de
ser nomeado julaidor de-a causa, por persuases
de um dos advoga-tos da queslao ; ach.-.va justo e
nul razoavel que, paralaao acnrrelar doszoslos la
iarle de ~eu- aunos, niier d
Seraphina, Johnslon
:| saces a-suiar masca-
-IKSP.%...
lio CO.NSDLAH
_" DE AGOSTO DE I86.
LiverpoolCalera inglesa
Palor i\ Companhia, ('
vado.
BuenosA\rrs ._ i;ri^ue I nainarquez C nirrieru,
Amtirim IrroAosA; Com landia, ill pipas agur-
denle.
XDOit icao .
Araralv, liiale brasileiro|uluvencive|u, le 37 lo-
iimcs gene-
o u m ora-
torio.
KECEBEDOUIA DE RKJNDAS INTERNAS liE-
it.ViiS DE PEIINAMRUCO.
21:8158292
1:16:1)055
Araealy, biale brasileiro|-iluvencive|u,
neladas, eondazio oseguinie : l'i'i vola
ros eslrangeiras, 25 calzos doco, I lito
Kendimenlo do dia I a l-i
dem do di-j 29,
25:978s3i
CONSI i.viio
Kn lim...... lo dia I a *t
dem do da 20 ,
l'ROVINCIAL.
Movlme
(7:137866.1
1:3908162
18:8368825
n :t*
OlfO,
No dia 20 do correuto So bouverain
nem sabinas.;
iradas
DitttS.
A cmara municipal dn it, e m inda pobli-
car.ahm le que taja observada, a postara addicional
dbaizo iransrupta, que i, opprovada provisoria-
menli- pelo l-.xm. >r. cou-ellieiro presdeme da pro-
vincia em ilal. do 5 do crreme, probibindoo uso
le bai.-ies erostalicos quoseelevaui por meiod'a-
gua-raz. Paco da cunara muiuripal do llecire em
aessao de 27 de asusto l- 1856.Barao le Capibari-
be, presdanle.Manoel Ferreira Accioli, secretario.
Postara addicional.
irtizn nnieo. Fiea prohibida uso dentro da ri-
los que se cosluma la/er subir no ar por
-raz incendiada, sendo nicamente por-
" que se elevara por efleiio do gaz
Nluzido nos mesiuos por apparelbo
entorea pagaran a mulla de :!il-,
pelos dainos causados pelos
-nciaMitrarlo de mais 8 das
de prisao. pac .. para municipal dn Recito em
sess-iodc 2il de ag.nl.. de Is'ili.Raras do Cipiba-
nhe. presidenle.Josa Mana Freir l.ameiro, Joa-
qun) Lucio Uonteiro da Franca, Gustavo Jos,- da
Reg, Francisco Luis Maciel Vianna. Approve pro*
visoriamente. Palacio lo governo de l'ernambuco
25 le agosto de I851.--S. de Macado.
O Dr. Ahilio Jos,- Tavarcs .la Silva, juiz de irpliaos
e auzenles desla eidaile do denle de Peruambuco
e soa termo por S. M. I. e C, que Osos guar-
de, eti.
I'.irn saber que em piara publica dcsle juizo se
hilo le arreinalar, lindos os das da lei, os escr.no.
constantes do escriplo que se ..cha em poder do por-
leiro deslejoizo,Amaro Amonio le Farias, cujoses-
craM sao perlencenles .... {casal do lu..... Joaquim
.los,- de Miranda, c v.io a pra;a a requerI......lu de
Bernardo Anlonio de .Miranda, tesiameuloiro e in-
venl.iriai.le lo referido seu pai. Cldade do denle
23 de agosto de Is.Vi.
Uiili) /ose Turare* da SiltO.
O Dr. Abilio Jo-u Tava res da Silva, juiz do orphao.
e ausenles desla cilla le lo llecife de l'ernambuco
e seo tormo por s. .V I c C. que Dos-ame ele.
Faro saber que cm [rara publica deilejuizo se ha
de arrematar o arremb inenlu do engenho denomi-
" "------......"1......,,.,.,..- nado Itrum, silo na fre :uezia da Varzeirnm ,i.
.arle ue -eu. amigos, qher de um, qu,-r de miro la-
10, mesmo dos daquelije que merecidamente iicr-
"sse p nem dns -i iqueii.. .c cuja pane bavia a'
. Rvma. se inclinado fcoolra, com o que de alguna
riese sopporia e-lar jireveunlo. digo, pois,noepor
a digoidae e honra acenaria maravilhosamenle
, cria grandes spplauSos de seus verdadeiros ami-
g s. que pugnan, pela razan n uslica, de qualqucr
I. lo queuerlencessemt se V. Rvma. arre.lando se
,1 ssa lgubre! e tunes-la queslao, averbase-se Me
jjpeito, ionio iligiiaiucnle fez o meritissimo Dr.
"re -41"".....' Ciinh.i e Pigueiredo, qneitambem
avendo-sc decidido elemillidu sua opiniao em i.i-
or le um los lados, por sincera intormaro de um
lomem mui eonsetoucioso que linha pleno conhe-
iiuenlo do cuuleMu des-c procaaw, den-se por
jspeilo, logo que foi Humeado vigario geral.
V-siui elle procodendo, neiihum dcsar re.ulloo-
ie, e anles provou sua rclidao e imparcialidade
esses ncifocios,
C.-rl.iinei.lc sera' resolvidn do mesmo modo por
V, Rvma., porque, cu como lodo,, que se honram
i conhece-io, sabemos quaulo he V. Rvma. pro-
ama causa
parecer.
v.gai,ode(.oian,,a,..ong0sAlvares.p,-,i.,V.S,. fa- '", '''' r. ,. arha cm poder do Vori
zer-me o especial favor .-obrar ,i., Uiosouraria a con- "esc,u ""'''Iniento a parMlasande de V. Rvma., bem as baixas par! ca
gra dos sei> mezes huios, iV.S-< lescie as des- !"'"" """":> meu poaeo presumo, por ser rom perlencenles ao mesnv
pezas Cedas lano rom a cohr.inc., ,, ..,, ., '. ima o amisade, de \. Rvma. amigo, criado e separado, e vAo a prar
visao que lirnu. lenbo a rogar ,i V. S.'que far,.
juslira a favor le um mooo.que o logroIrabalha para
> divorciar da mulher com quem dito mico he ras;.-
lo; |H-soas do Recito escreveiu-ine ,,ara lucen
Ii.; pedisse esle lavar, eu muilo inleresao que dito
moco n,o seja divorciado la mullier, por quanto
capero em V. S.* este grande favur.
Pirlicipo-llie que joilo Francisco Fernanda he
m irlo, nusso collega de estado he unirlo da molestia
reanle, u lanibcm (euhii esladu b.islanlc duenle
da inesma.
Adeos. meu amigo. Esle que he rom allenrao e
respailo, de V. s.* alenlo obngadisMmo e servo,
Padre Manat Marques Barbosa.
I.oianna 27 le marc.i de iNili.
^.:'..Meu hom amigo.Teoba ab.....lato de
mindar o rrqoeruneiilo.qac Ihe del lini.lcm, com o
despacho qaeV.S.1 houver dad.
Nada mais accrescenl.irei ao que Ihe diese luuilem. I V. S. Ir colversad
SU 1",",'e,,e -'elu It'urapho do meu amigo, o Sr. : Dr. Pana, a.'""-"'-
Burgos, de extraordinario.
Adosa, conle sempre com o se,, amigo, muilo do
roracao e p. ricio, /. Al/redo cra.
is ne abril
.......-- -...... ^ separado, e vo i. i
oL ''" ,. do Anlonio de Muai
.... ,- '''""''""' ^arirr Corrcin Lima. leiro le seu fallecido i
Vih* lle wartode Iho*. Recito 23de agosto da
N. 10. Illm. e Kvm. Sr. Dr. Minnel I liomaz da Aul
()l,ve.ra.-la..o vo.os pela ..,,ie de V. S. edeseja- O Dr. Anselmo Pr.inc, ce Peredi, commendador ,1
re que 'enl.i adave,,., ( inclume a calainidade imperial ordem da I osa. pnz dedircila e-ner l o
,aeno*l'>i"raeiiiadoac.....inua a alorroentar-nos, eominerc......ir S \. I C ce
PW q
uro de-le pn/.o, e assim lam-
lim do Lagailirn c S. Bras,
engenho, e que rasen] lote
a' ri-querimcul.. -le Boroar-
a. invenlarianto e lestomen-
u Joaquim Jos do .Miranda.
1856.
lio Jos lavares da Silva.
liem" nm rallar-lindo um negocio assas me-
lindn so, romn.-.iiiili por pedir a' V. S. que se nao
i'ilgue p.C oBendi'
amarello
rujos baos
N. i. illm. Sr. r. Mjnoal Thomaz d 0UVtr.
pie nao be de minha Ioltenrjo
ollender -un la de leve o melindre de V. S.
Ooainl" Pr nm feliz acceso (iva a honra deen-
ciitrar-a"e Cl"" v "' as e engenbo do meu a-
migo o?if- Aalonto de Souza Ledo, Morenos, lem
brado esi.'J S>- le que conversamos acerca la
causada^ vnrrl" io Sr. Antonio Garlos Paraira de
Burgos l "-' de Len com a senhora I mesmo t. execucin le;Elias En iliano|Kam
ida, e n.-.sa oceasiiu me coiniiiiniicou Podro tiasHiano le Italia e Silva.
acerca dessa causa cora oSr. E para que cliegis ao eonhocimento le td
oo ara. D. I fiereza, de mo-lu uiaiulei passar elu,, e, que serio nnlilipadnc .. |.
que me Paa"" S. prevenido a re-peilo de um imprenn e allixados nos lugares do eostame
poni essenc'- ''o procesa nquelle que e refere .. Dado e passada nos la cldade do llecife a'os ->s le
ciencia qaj autora da snpposlo divorcio, co-1 agosto de 1856.Ea "
mo ella masan ""* q......Masciencto rom- esrrivu o subsirevi.
din i la .-un. .. "J'f.liieillu do ultimo lili... rM...
ia;o saber aos que
como no lia 11 le sel
le arrematar por ven
audiencia desle juizo
gumas un.veis, os q
le : mu i mesa i
anisico por <-): n
15-5000, urna cama de
de castigaos por 19501
evccuc'in dejElias li
Pedro lidudiaiio de lij
IC para que chegue
mandei passar odili
i plsenle adilal virem, em
inbro prximo luluro se h.io
a a quem mais der, depois da
na casa das mc-m.is. os >,._
i.ies vAo cm o ..li iiiinenio d.,
la por I25UII0, uma cania le
a mesa redonda do ferro por
por 85U0, um par
biuaJscoui o,uii,c'in"'"lu do uUirao Blho, pro\aria!
VAO a pi.ir 1 por
1 eonlrato bacharel
Uaiiraiaua Fraociieo Duarto,
Aotelinu rrdiicl-jeo Peredi
CONSELI10 ADMINISTRATIVO.
O consalho administrativo, em \iriuie do autori-
satAo lo Etm. Sr. presidente la provincia, lem de
comprar os objecloa seguinle. :
Para o presidio le Fernn,lo.
l-arinda .le maudioca medida valha, al|ueires
(.'ii; assucar brinco, nrroba 12: farinha de trigo,
barricas i ; arroz, sacca I ; vinagre, medidas 2 bandeiras imprtaos grande para a fortaleza, :'. ;
pumo eiicarii.ido, peca I ; pincela Mirlldos, 50; bro-
chas paraeaiar, ."id ; fouces, 200; oleo le lindura,ar-
robas 8 ; a;o de Milito, ditos 2 ; tulla le llaiidres, i
caixa 1 ; cola,arrobas 2 ; arcos de Ierro para barns,
arrobas S ; prunas de escrever, (IIO ; lilas de aro,
Caita I ; barbante, meadas 12; lona, peci I ; li-
mas chalas de |i polega-las, 12; ditas ditas da |J'
'lilas, 12 ; ditas lilas de S lilas, 12 ; dilas dilas lei
fi dilas, 12 ; lilas Illas le .Illas, 12 ; ditas l in.'i.i
.anua de III dilas. 12 ; ditas de meta dila de S dilas, '
12 ; dilas id- dila lila de li lilas, 12 ; dilas de dili i
lila de i dilas, 12 ; dilas le dila dila de e de :l di- I
las mocas, 21 ; dilas calas de i e :l ditas, duzas i
li ; madeira para 2 carros ; gravas curvas de tornear
prdas, 12 ; Iravadeiras, li ; .serras finas para
desdebrar madeira com ."> palmos, I ; ha.laines sor-
ullos, 12 ; limas triangulares de 5 c fi polegadas,
2 ; tomines solibios, 2i ; sellas para vaqueiro, 4 ;
couros de viado surrados, 2.
Para o 2.- hal.ilh.io de infaularia.
Oilo livros para 111 ilriculas.
Para a holica.
Amendoa doce, S libras ; azilra, 2 dilas ; acido
Ctrico, 2 dilas ; acido tartrico, 2 .lilas ; agua de
Colonia, 12 vidros ; agua u rainhade Hungra, 12
dilas; agurdenle de Franca, 2 garrafal ; agba de
sodlilz, 21 dilas ; alcuul, 1 caadas ; amoniaco li-
quido, 1 libra ; carhonaio de polassa, qualro li-
bras ; mbar puro, uinVuira ; beipiini, duas li-
bras ; balsamo peruviano sra^U, 2 dilas ; bagas de
timbro, ditas ; capa-rosa, T|2 arroba ; crmor
trtaro, 16libras ; ciiralo do ferro, t|2 libra ; cera
(branca, S ditas ; cavada, I arroba ; esssncia de hor-
lelAa pimeola, I c-nca ; lita de llor de Urangeira,
b|2 dila; dila de rosas, 11_-dila ; dila vulgar, de
por'.cla. 2 ditas ; dila le lerebculiua, | libra ; cs-
sirito .le erva-cydreira, idtas; ellicr sulfrico, i
dilas; leroy purgalivo do l.gro, 10 garrafas; mel
de abadas, 16 libras; malvas, 8 dilas ; nitrato de
prata Crillalisado, 1 nucas ; dito de dila fundido, -i
dilas ; oleo le amendoa-doce, S libras; dilo rici-
no, 10 ditas; dilo de adaicnia, 2 ditas ; dilo de
amendoa amarga, 2 dilas; proto-iodureto de fer-
ro, l|2 libra ; sal de glaober, ditas ; sentonins, i
onia ; pilulat ferruginosas de Vallell, 20 vnlrns ;
galha, i libras ; raz de lyrio florentino, l|2 dila ;
sementes de linhaca, 2 arrobas ; espeiniaceie. 8 li-
bras ; sulphato le magnesia, I arroba ; solunao, i
onras ; vinlio branca generoso, 20 garrafas ; xaro-
pe le grozelles, 12 dilas;dito de lamurox, 16 ditos ;
papel de filtrar, 1|2 resma ; dito de embrullio, I
dila ; pauella- -le barro, i ; cass.rola forrada de por-
celana, I ; lijellaa vidradas, ; hacas de luuca, 2 ;
facas elaslicas pequeas, ; cancros de loura, fi ;
copos de graduaran. I ; gral de viili, 2 ; diia le
marmore rom inao de mailim, 1 ; vidro de aremo-
lio de glsl, I.
Para a enfermara.
Papeletas, .VJO ; inappas diarios MM) : dilo sema-
nal, 100 ; alia para os sentenciados, 1,500,
Ouem quizar vouder estes objecloa aprsenle as
suas propo-lasem caria fchala, acompaulia.las las
amostras, na secretaria .lo comedio s 10 horas do
dia 1. de selembro prximo.
Secretaria do comedio administrativa para fornc-
iinenlodo arsenal de guerra 26 de agoslo de 18.">li.
lienta Joto' Lamenha Lilis, coronel presidente.
.Inlnnin (ornes /.nii'.leneule-coronel vogal lervindo
de sccrclario.
CONSEL1IO ADMINISTRATIVO.
O conselho adrainislralivo precisa contratar o f.,r-
uccimenln dos galleros seguinles para o rancho da
companhia deaprendzei menores e Africanos livros,
em servir do arsenal de guerra, durante os mezes
de selembro e ooluhro prximos vindouros :
Assucar snmenos refinado, rato moid, cha 11 y
son, pao de '1 onras, manleiga inglesa, arroz pilado,
daralhao, carne cecea, lila verde, l.o.nli 1 .le man-
dioca, feijan, loucinbo de Sanios, bolachas, azeile
doce, vinagre de Lisboa, lenha de mangue.
(laem quizercontratar estes objeclos aprsenle as
suas propastal em caria fechada, acompanhadas das
amostras na secrelaria do comedio administrativo as
10 lioras do da .10 lo correnle mez.
Secretaria do conselho administrativo para for-
neriinenlo lo arsenal le guerra 25 de agoslo re
I85.liento Jos Lanirn/ni Lins, coronel presiden-
le. Anlonio Gomes Leal, teiicnle-coroiiel vogal
servindo de secretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em virlode de aulorisa-
caodo Exm.Sr. presidenta da provincia, lem ile con-
tratar a compra dos objecloa seguiutes :
Para o hospital reguueuial.
Candas com aris -le i carrosas ende uma, 2o: cal
prela alipieirrs medida nova, 80 ; lila branca al-
qaelres medida nova, 10; lijlos de atoenariagrossa,
milheiros 12 ; ditos le ladrillo, coinpridos, dilos (i
lilos de ditosqnadrados, .filos j ; labias de assoa-
Iho de louro cora 2 palmo.-, de lu -'ixa^.i'izias K ; di
las lo louro para fono, do/.ias ; *. ,|c assoalho
de amarello com 2 palmos c himo .i,. ;argura ditas
2 : oleo de linhaga, arrobas ; [\.lla cinzenla de
oleo ero massa, lilas 5 ; dita roxo-i.ra le oleo em
.nas.-a, dila 1 1(3 ; pregos lo assoan,, milhei-
ros .1. ,
(Juarlel de rav.lllaria.
Canoas ci.-n areia le (i carreras, 2(| ; ca| prela
alqueires2'iO cal branca, ditos 10 ; lilos de al ve-
nara grossa, n ilheiros-2; laboas da losr ,,.a furll>
dazias2;oleo le linnaoa, arrobas8; sjnia eozento
de oleo em massa, dila I ; tinta rozo-tetra e ole
em massa, dita I pregos de torro, :M.
Fortaleza lo lirum.
Cal prela,.-ilqueires, medida nova, *<);,,, branca,
alqueires < ; dobradi;as grandes le crui pares 20 -
pregus de assoalho, .3,000 ; ditos de |or'ro :; 101 '
lulo,1.lio 1- mciiias, pares 20.
l:orlo lo Tluraeo.
Cal prela, alqueires. medida Imva,2)Q dita bran-
ca, alqueires II ; par.-i;,,,i-rtTTcrr>s;.n.. 'duzifs 211 ;
lobraifiras grande-,^ cruz, 20; pedrezes
grandes, Ib; dilos pequeos, di ; murabas galas,
8 : oleo de linl^,,, .,ri uliu I ; lint., branca de oleo
em massa, lu arru|,a |llla ,,0_|etra de oleo em
massa, mofa ,|a secante, libras }.
Ouem/quizer contratar estos objeclos, aprsenle as
suas JjSropusta* em caria lechad, acompanhadas das
amostras na secretaria da conselho as 10 horas da
maiida d dia ."> do prximo mez.
Secrelaria d comedio administrativo para fome-
rimenlo du arsenal de guerra 2'J de agoslo de
IN-Vi.
Assignado. Dent Jos' lamenha Lins, coronel
presidente.
Jnlonio Come< Leal, tcnenle-coronel vogal ser-
vando de secretario.
O Illm. Sr. capiblo lo porto, cumprindn a nr.lem
do Exm. Sr. presidenle da provincia reforindo-se
ao aviso da reparlicao da marinlia de 12 do crranle
mez, manda lazer publico a Iraducriin ahaixo la ga-
tela le Londres rom dala de "I ele abril ultimo, mole
i'li.iin-se js orden- levog.uido as de |,s de levereiro
C20domarrode18.il, assim como nutras medida.
lomadaseraconsoqacucia la guerra pelo governo hri-
lanico.
Capilania do porto de Pernamburn cm -2S de agos-
lo do 1856.O secretario, Alexau.lre Rodrigues dos
Alijos.
TRADI ClAO.
N. 21870.
Supptomeuto la gazeta .le Londres, de lerri-feira
S de abril.
Publicado romo oilicial.
Ouarta-toiraO le abril de 1850.fio conselho em
Buckiiihain l'alace, no da 0 de abril de 1856,
presente o conselho de S. M. raiulia.
Em vnlu.le de achar-se assignado um tratado de
paz c amisade eulre -11a magostado, seus adiados, e
0 imperador de todas h- Rosiias, manila Sua Mages-
lade, depois de ouvidos|os seus consclheiros privados,
|ue lique sem eltctto a .11.1 ordem dada em conselho
aos -jh de mart*o de isi, deleiminan lo, qoe .1 nc-
ubnm navio nu embarcaees perlencenles a qualqucr
de sciis subditos tosse pcrmilbdo dar eulrada e les-
pacliar para pidos la Kussia ale novas oriinis.; ,.
que -e lizcs-e um embargo geral ou suepensAo em
lodos o- navios 011 ciiiharrarAes masas actualmente
nos portn, ou que para o luluro enlrasscm nos por-
to-,, bahas ou fuinlea,lomos dos dominios de S. dila
mageslado, conjaoctomcnla rom as peraoas c objeclos
exislenlea nos meamos, e bem assim Indas as miras
ordeas I conselho prohiliiiuio o coromercio com a
l'.ll-si.l.
E o- muito honrados lords eommiasarios do Iheson-
ro le sua maeesla.le, os eommissarlos qoe execulam
o ollicio de lord primeiro ilrairanle da Grlo-Brela-
nh 1 e o lord Wardanu dos porlos cmque, devem
lar asrdeos nocesaarias neste ronlidas, e que res-
pectivamenlel bes pedernal...AssigoadO'C. C. (ire-
velto.
No consalho em Baeklngham Palace,nodia9 de abril
de 1856, presente n conselho le S. M. a rainha.
l-ira desde esla data ordenado por sua maseslade
cm conselho, que ,i< prohibieses aciualinento exs-
tontos por motivo 1.1 regia proelamarao de ua ma-
gesladedodia dezoilo le fevereiro "de IsVi, a por
motivo do ardaos sabseqnentas doeonsslhu, obre
.1 expnrlac.lo para fura do lieiin. I nido, e condiic-
rao pela costo, do aunas, manirOas, | dvoi.i, sa|jire,
enzorre, machinas marilimai .- caldeiras, e as par-
le- componeules das mesmas, chumba, nitrato de
sola mlplialo o muralo de polassa, carias qualida-
de de ferro, e muros arligos mencionados {na dila
proclainac.io e ordena, sejam as lilas diflorenles pro-
hibieres como s.io pela presento exliaclas. el ees-
sem.
V. os muil 1 honrados lor.ls
so.iro de 10a magestade, o
rem lugar le lord primeiro almirante la lirAo-
Brclaoba, e. muito hnuiado lor.i Panmure, um
dos principaes secrejarios de e-lado, assim o lenham
entendida o farilo esecalar.Assignado C. C. Ore-
valle.Conforme.O secretorio, Alcvimlre Rodri-
gues do-. Aojos.
TRADl'CCAO.
Directora hudrograpkica.
Aviso aos nav uaotss.
Pitaron Has costos de liespanha, mar Medil 1 1-
ueo ilhas baleare-.)
O ministerio da marraba remelleu a esla ili.er-
loria segaiule avisa rerebido du de Fomento.
Ph.irol da ilba dos Eoforcarios, entre Ibiza e For-
inenlers.
(1 corpu do-, eneeiiheiros, e-lruda, canaes e pollo;,
acaba de declarar ronclaido uilii.rph.1r0l, eslabe-
Cldo na pequea ilba dos Enforcados, sitala na
proMinid.ide dos Freos de I biza e Farmenlera. Seu
macliiiii-mo de eatadioplrico, la cala ordem, te luz
lisa e natural, elevada 22 ni. 77.S sr 77 pes sobra
o nivel da mar, c visivel em boas circamilaneias
a le/ militas le distancia.
l'.slar- ac.'so Indas as noilea em interrupc.io desde
0 primeiro de mam prximo fulur.
Laiilude :IS.- H' 12" Norte.
Lougiiiide 7.- 11* 2" E. do observatorio de roari-
nha de S. Fernando.
O objerlu principal desle pliarol he para marcar o
Pasta o iTreo-rande,qaa he o mais limpo e pralira-
vel para luda a qaalilale le embarcaees. Inn
(ion, o mono-i d'uma milha de largura, rom um fun-
do de nove bracas ,1 meio ranal, que diminue para
Mis em distancia de urna amarra da pona seplon-
lr.....al da ilha do E-palmador, o a 1. em distancia
gii.il do meridional da ilha dos Entorcados.
Para embocar .1 pas-agem de nuile viudo de leslr.
se procurar levar o pliarol ao O. desde o minenlo
que s- avisto ; e quando se estoja a unas Ires ou
1 iiiilhas da luz, se lomar o rumo man para o sol,
iiuii de o lomar pela amura de esliborde, com o l'un
de prolongar o Friso, e deixa-lo por aquella banda,
conliuuanilo ao O. S. O., ale completar duas ou Ires
nilhue, cm cujo caso se podar lazer a derrota que se
quizer.
Para embocar lo O., se proceder de urna ma-
neira toialmenle inversa, ou contrara, ''"'' l,n
de deixar u pliarol por bomiiordo.
Nao se deve tentar esla pissagam de noile com
venios escassos ou v.iriaveis, para se na ver na con-
tingencia de ler que tundear n'clla, visto achar-se
cheio de pe.lr.i*. Os vemos s magnticos.
Madrid vinte c nove de marco le 1856.
Assignado..lo.npiim (iulierrez de llubalcava.
Conforme.O secretario, Alexandrc Rodrigues du
Anjos.
Lasserrc & Tissef
Flores, tuina 111 letlras so-
breo Para.
THEATRO
DE
Sania Lsaiiel.
NOfiA RBPRESENTACAO
DOSGiL\NUESBRIUlANTESSOIRES
da companhia
MKITO E DEVlUA.
Sabbado 30 de agosto de 1856
l.ogo que os Srs. prolessorcs da orrbe.lra liverem
cxeculailo urna las melbores miverluras ,to seu re-
pertorio, La principio ao livertimeiito dividido
Mioto" ****"' C 'lis!r'D0,' PRIUEIRA PARTE.
cl.l'.'n1."1'"1':- i"'n,nl'l,l'-"to de sua filha. prcen-
chera esla ptrl< ,., |,cl|!1, e ,,i(,lcil,|o.ils .,'ens
1 phvsica f,,,reas q, .,,ounlHS v,mc,|0 ,?,.
la la, em I aris e nunca vi.(as no Brasil, as quaes
v?bi!e?.,n,r,p"'"i,lor "*** wfV
SKl.l.MIA PARTE.
..,n,tl'rL{^Mlil ,AIS" "** JOVEN
PARAENSE irao pela prmera vez cxecular os
apreciados e lifin-iillosos exerciems ,|e elegantes po-
s...es. dOalocacAos e saltos morlaes, que esperara b-
lela oda a adencao do publico.
TEKCEIRA PAUTE.
Keal couipanliia de pa-
quetes iiigli Zts a vapor'.
^v^^


j
'.". .
Espera-se al o fim do mez nm dos vapore !.,
real companhia, o qual depois .la demora do cost-
me seguir para os porlos ,1,. sol pera passsgeiros,
ele, liala-se rom os asent Ailam-un llowi* j, (;_]
ua do Trapiche-Novo n. iJ.
Sil;
DE
CORDA TEZ A.
A jovenzinha PARABHSE desempeobar seas lin-
dos e vanadas Irabalfios sobre a corda
O PERNAMBUCANO eontinoara esla parle rom
os seus eilraordinarios e dHIcnllosos pavos le ele-
vaii.es e elegancia, finalisan.lo seus liahallms nesla
parle com a lilbcil prova de sustentar em cima da
corda uma ca.leira, mesa, pratos, copo e garrafa,
comeado e bebenda moitu a sanguc-lrio.
QUARTA E I I.I.IMA PAUTE.
Terminara esla representarn peloalcgrissimo nas-
so a carcter, que lem por titulo.
Styriano,
l.ansado pclai jovem PLUHINENSE J"SE-
1 lll.vA e
PERMIMJCVNO.
lie esto o iliverliinenlo que livemos ., honra de
cscolher. para enlreter esla uoile ao lllmlradu pu-
blico delta cidade.
Principiara' a' hora lo coslume.
-**>** ******-
II REPRESENTADO
LYRIGA L DRAMTICA.
Odei'ccida aos Senhoits estudantcs da
Faculdadc de Dirci lo,
PELA ARTISTA
UAu mmm.
Quarla-feira 3 de seembro de 1856.
Logo que a orclieslra livor cxeoila.lo uma linda
svmplionia. coinecir.i a
l'RI.MEIIU PARTE.
Srcuu e Cavatina da opera
_ BARBE 1110 DE SEVILHA,
pela Sra. Anua Girardol.
llucto da opera
ELEXIRDSAMORE,
cantado peaSra. Anua i.ira.doi. e acompanha.lo
pelo .- ledro Nolasco BapllSla, sobre a sceua, .,,.
seu npluclriile.
Sceua e cavatina da opera
LINDA l): CIIIMOUNIX,
pela Sra. Anua lrarilot.
SEGUNDA PARTE.
Depo,. da sVll|,........, abrir-se-ha a secna cuna
rcprrsciiiac.io da jocosa comedia era I acto
0 JIZ DE PAZ DA i OCA.
a qual j tem sido muilo representada e muilo ap-
plainliJa ueste mesmo Ihealio.

h ip
de Janeiro.
Vai leguii' brevemente a escuna na
ciotial JOS, Je lote de I l."i tonel ludas,
capitao Manoel Jos' PreStreUo : para o
resto da ear{;a pie llie falla c eser.ivosa
hele, aos (|iiacs da' as mellioies aecom-
modaeiies c Iratamento, rineiram enten-
'Icr-sc com Antonio de Almeida Gome*,
na ra do Trapiche n. lli, segundo
andar.
Para a Kiaitia
O vrleiro patacho nacional lEsperanran, pretende
seguir para a Babia com muda brevidado, por ler ja
a bordo parle le seu earresamenlo para o resta os
pretendentos entonilaro-se com o san coastaualarto
Antonio l.ui/ do Oliveira Aleve lo, ra 1l.1C.ru/. n.l,
Para o Porto, o brigna povluguaa Rom Suc-
ces-o pretende sabir rom a maior brevidide possi-
vel ; quem no asesino quizer carrejar nu ir de pas-
sagem, para oque tem esrelleiitea commndos, cnlen-
la-se com os consinualaru.s do mesmo, ou rom o ca-
pilao o Sr. Manoel 1 i.mies dos Sanios Sena.
Para a Rabia segu em pouros .lias a velrira
sumara nacional eGaatro, le primeira marcha, por
ler a maior parle la carga prnmpla ; para o resto
Irala-se rom seu eonsignaiario Domingos Alvcs Ma-
llieos, ra de Apollo n. Si.
il
-- O agente Vieira da Silva faz leilao le 130 sac-
cas com farinha de muilo boa qnalidade ; quarla-
feira le selembro no meio da em ponto, no m ma-
tera lu senhor Paula Lope, delnmle da cscadiiiha
da adandega.
Os administradores da massa fallida de Mano
Mana le Senas, lem de veiulcr cm leilao, por au-
lorisagao lo |uio do cominercio, logo que ullimadas
as respectivas avaliares, as sequiles pro|.rielades,
perlencenles a lita massa, a saber : nesla ciuade,
um pi'cdiu le qualro andares, silo na ra lo Viga,
rio 11. 1:1, um dito de Ires andares, ra do l.ivra-
neulo n. 36, um lito de don- andares, na roa da
Penha n. fi, um lito na ra Augusta 11. 2, um diln
na travesa dos Martirios u. I, um dilo na ra lo
Alecrim n. I, dous dilos na Iravessa do Marisco n.
I i e Jii, um dilo na ra do Momlego n. 7, um dilo
na ra.do Amorim 11. I 1 ; na Casa porto, os seguin-
les : I sitio na estrada do Cordeiro (ChacnL da Casa
I-orle Santa Anua, n. 41 ; Campia li, 7, 8,
III, 12, '.i\ c d 1, duas casas 110 caminho do Pon,.
duas lilas na Cisa l-'orle u. seis dilas na Lampi-
na, e um terreno na Casa I m le : convidase, por-
lanlo, eos prctendenles o ame previo doi mencio-
nados predios.
Sem limite.
O agento Vieira la Silva toa leilao quarta-feira, :!
de selembro, as 11 horas da manh.ia, uo arma/.em do
Sr. Anlonio Anuos Jacome Pires, c -J7 sacas com
cevaila, em lotes a viutade dos compradores por
conta e riscu le quem perlencer.
-- O agente Oliveira lara leilao, por conla e ris-
ro de quem perlencer, .le cerca de .KK barricas de
1.pinna farinha de trigo, marca MMM, desembar-
cada no mez lejullm prximo passalo : lerra-feira,
,-JaVeelombro prximo, as ll bares ds mminia. 1.0
armazem do Sr. Jos Duarle das Noves, beceo du
(ioucalvr-s 110 llecife.
O agona Oliuaira f.ir leilio, por conla de
quem perlencer, do COSCO torrado de cobre, maslr.is
egurups, ferroa a correales, bota c laucha, e lu-
iros pertences I hriguc nacional n.Noro, lolacan
le lll.iiili) arrobas, c tal qual se acha ancorado na
volla do porle do Mallos, onde o- pretendemos ao
convidados a ludoeamuiar co:n autecipa;ao : qiiiu-
la-feira, \ de selembro pr.\imo, ao meio .lia em
poni, 110 lugar lo eslaleiro do Sr. Jacinlho ElesbAo.
0 agente Vieira da Silva, na roa da Madre de
lieos 11. Wl, fui leil.10 hoje sabbado, ao meio dia cm
poni, le diversas obras de mareioeria novas e usa-
das, -2 pianos fortes e novo--, 1 dito em meio uso, I
burra de ferro muilo boa, e unas objOeles que se
acharan no lito armazem, |ue ludo sera veudido.
$rt>$0& mt& Roga-se a pessoa que por engao le-
von do salo do palacio da presidencia,
por occasiaodo baile, nm rliupi-o prcto,
o favor de o ir destrocar, na lirrana ns.
lie 8. da praea da Independencia, (|ue
se Ihe fieara' siiinnainciile grato.
Sorvete no thentro.
Hoje 30, Imvei.i' sorvele no liolciuim
..'o lliealro, todo o aceio.
AXISO.
rommi-sarins lo (fio.
rororoissarios que exer-
P.-rsonageiis.
.lu/1 l-pa/......
|-.-l!l\..| ||0 jll/. .
Manuel .lo.io, tovrador. .
Mana liosa, sua mullier. .
A1111111I11. sua fillia. .
Jo-c. imante de Anninha.
.1 i-ej cara pune/a.
1ireg.11,7-T : ivi.uior .
Tbomaz, dita.....
Sampaio, dil.......
Mainel Andr, dilo. .
E mais '! lavradure.*, etr.
Os Srs.
Jos Alvos,
to/endo.
Sania dos 1.
Sra. II. Bita.
o II. Aletandrlua,
Sr. I.ima.
Sra. li. Jesnina.
Sr. Mves Pilho.
11 Ivlsiuer.
" liuilhermc.
" Silva.
TERCEIKA PARTE.
Hurlo da opera
fJABUCQOONaSOR.
pela Sra. Anm Girardol e o Sr. Pedro llandaid, no
St'U n |-lnrlr|.('
A saudade ta 'alra,
aria nacional pela Sra. liirardol.
He este o espectculo que a arlisla olTerece aos
seus benignos protectores.
Os tullirles le ramarutoi c rideiras acliam-SC')
venda boje no lliealro.
*ii);0>v '- '-artiix.1 >:-.
1 a?
1 '.-,-
s'';;.....'"> poucos li is o liri;;ne nacio-
nal FIRMA, pata .1 Rio de Janeiro, por
ler maior p&rtc da carga prompla : pa-
ra o resto, passageiros esclavos u (rete,
para os (iiiaes i.'iu e\cellentes commodos,
(rala-s com os consignatarios NovaesA
C, nm do Trapiche i. 34.
Para o Araealy sesue no dia 3 de selembro e-
bem ronhecido hiato Capibaribo : quera no mes-
mo quizer carrejar ou ir l passagesn, diriia-ss a
roa do \ iqario n. 3.
Para Macen, seo,,, Com brovidade a barraca
noa-sorto: quem neito quizer earregar, entonda-sa
rain Jote Joaqun Oas lernandei, raa la Cadea
do tieciie, ou com o inesdc Mauoel joac da Molla.
Faz-se preciso saber si- \islc nesla
piuca ou em suas comaicas, o Sk. Josc
J.oaquim Leile ISaslos, o qual consta tv'i
lomado estado com uma senlrora vittva
fazenjeira : roga-sc ao mesmo senlior,
ni qualcpier pessoa que do mesmo liver
conhecimenlo, de se dirigir a1 ra da
Cadcia do Recife, lujan, i'i.
-- Faz-sealmoro ejantar |iara fiira, com mudo
1no Ilmpeza, sendo porto inanila-se le\.r ; lam-
bem lava-sc, engomma .- e cozinha-sc : na Iraves-
sa do Carioca, armazem n.'.'.
Preri-a-se para en'.'enlin de um caiteiro e um
leilur : a (rilar na ra da Collegin 11. l, Icrceiro
.indar.
Alnca-se una ou duas raimas de carga de 1,(10(1
a I.SIIO lijlos do alvenaria grossa : no aes do Ka-
iiios, sobrado de don. aml ires, 110 primeiro andar.
K-Mta-sa ao Sr. Misucl Aletandrino da Fouie-
ri tialvao o favor de vir ao Passeio Publico, toja n.
11, para negocio que |hc di/ espeito.
Pili 'CA(. Air.
Acha-se creado no dio de Janeiro ha qoalrnannos
nm rodelo (ranee/, por .Mr. Koosmalen, -le Pan-,
aulor do orador. .- um resumo de liltoralara france/a.
adoptado pelo consellio le instrurrao publica para
iodos os colleains do Rio le Janeiro, accolbido pelo
Imperador do Brasil, e approvado pela arcebispo le
Pars.-I.illcr.llura e 1nor.1l, cullei-cao de pe-ll.....
escolliidos por Mr. Ronsmalen no Km de Janeiro, I
ra lie/ende 11. Jfi. prero 29JIM, e cm eneadernarao
"ni I2(ravars W00. Este collegio designado pe- j
lo Idilio le--l.\ceo lloosfiialenpossue lo.tos os ele-
mentos de hom asilo. Mr. Koosmalen pai, Mr. Iloo
malea fllho, .Mr. Itemou.i sen cauliado, madama
Knosmalea, c madama l'.emnnd sua filu, com ev- !
relenles prolessorcs pie lem podido .nier, promel-
lem tratar com iodo a desvello aos disdpoloi que
["S torem confiado., ser-llies uleis, e dar Ibes uma 1
boa edncaciio. Itosla orle os Irasileiros, lonoe de '
maml.irem ussens lilhos para a Kuropa. onde se des-
nai-iiinalisam, o conlraheiii hbitos que osdesarli-
malam, acharSo mesmo un llra-il insliluites em
harmona com seo-, principios c desejos,
-- Pedro Muller relira-se rom sua familia.
criadas e I criado allemao para a ridada do Aracaj,
o deisa p r s u bailante procurador o Sr. i-;, iii 1 iu
l.ic. o mesmo pede desrulpa atodasai 1.......as de
-ua ami/aile de mi se de-pedir pessoalmenle, pela
hrcvi-ladede soa viaeem.
ensaio Pllii.osoPiiiro pi:i;n\mii i:\mi.
De ordem l..-.,. presidente elleclvn, convido os
-enhores soc.n a reunirem-se cm essa extraordi-
naria, amanhaa 31 do rorrele, as III horas da ma-1
i.b.ia.0 |.- secretario, Joaquim do Rejo Barros.
Segunda-feira, I. de 'toinliro, a 10 luu... do
dia, depois da audiencia .!., Sr. Ilr. j.11/. municipal
da piiiin.il 1 vara, lem de ir eni pr.ica um e-cra\o de
nome llcrmosio, avadado em 4-u>, perlencenlef a
lesmmenlarla do finado Joaquim Josa Ferreira, vai.,
prora a rei|ueriineuto do loslamcntoiro Uaooel Joa-
quim Itam. s e Silva.
Al.ia-sc uma cas* na Iravessa la ra lclu 11.
7 : a fallar na ra dos Marlvriei n. Ii.
Precisa-se de urna ama para casa de poura .
hiilia, sendo de boni coslnmes, paga-se bem : na
los Mal>rios u. lli.
Pertonee a uu-iadc do maio bilbrle n.
Idleria qoe corre boje.k iiniaudade do Santi-al
cuiaeiiio do llecife.L'm irraio.
.Na ra d.
de ama lavadoira.
Rojza-aa ao Si. 1.
vinria ^ a. Sr. Podcarpo
perdido o I*.Hiele iuleiro da
meira lotera concedida pela le,
13 de maio le ISA.",, ao recudumen.
de Olinda, de 11. JiJ, para asm pos
propio, dono, qoe he o Sr. Joaquim Ain.
liveira.
l'recisa-se le Um bnm fnrneiro no pai
Ierro n. :l.
Oaara fnr dono dacaehorra d'asua. Iinj 1- .
ra l.u a do Rosario 11. r ,,. paando um pr-qn.-
no eslraao par ella todo. -ndo os stsasaraa carta
sr ibe cntreeara'.
Pica em po .er de Auto do Sanl->- Vjrira .
hilheie 11. -K.)da lotera do 1 'himcnl" de Illm- .
da, pcrleii.cnle ,Sr. J.uquim Pe reir da Silva J-
nior. \
Illm. Sr. juiz orapellas. Roanrmos a \ >.
lue peieunle aojis da uinaiulade de R. S. lo R-.
sano do hairro de Sanio Antonio, qoe fim dril sn
ilinheiro do terreno confronte aos Mari)nos. .pie elle
m 11 leu, e lambem a rasa de Saola Ephisenia.que I.,
vendida, c a icreja rada ve vai de mal a pelo, e
peianle-llie mais pelo terreno qoe r-l.ia em drp -
silo, que foi lo I ideridn Crispim. ao beceo da I-al
ci. que lambem se venden, sem a mesa ser sabedo-
ra le ludo islo.
Precisase aluzar ama rasa terrea no hairro de
Sania Anlonio 011 S. Jos, em qualqurr roa, endo
sen aluL-uel moosal le li a S0UII, 00 rnnipra-.r na
ra da Sen/ala Velha 11. 70. segundo andar.
Quem 1111111 n 1 1101 querer comprar ama ra na
Afi.oados. da pon* ale a ra de .. Miguel, Ma (al
lar na ra do Ranoel n. -J|.
-- Ainda se almsj uma rasa terrea na cidade dr
Olinda, ladeira da Misericordia u. I : a fallar na
ra do Ransel 11. _M.
,No da JS do correnle fiigio ama escrava de
nome Anaslaria, a qual lem os isnan sesoinles
estelara regalar, cilios taadas, rom tolla de -Seni-s
na frente, levan vsstido de chila dr.bolado. 11 m fi -
ua de prala n'um corda prelo, nu pesrorn, r |.....-i
da Costo ; foi visla na Itoa-Visla rom ar balan, ama
chicaras c diuheiro, dizen.lo que clin cumplend
ella rostnma vender cntica, e lem pareles em -im .
casa no l'nrinho : quem a pesar leve-a a raa de >.
francisco d afronto la ordem lerceira, r,..., de \,..
rio l.ui de linio Tabardo, qoe -ei.i cralilirado.
IHEliLt/.IA lK S. IR. PKllRO l.OM.\I.Vt>
Ssnaadi escola por la-ldlin.
O Illm. Sr. Anlnnin Haiimnde llair... | eile, pi...
fessor jubilado pelo snverno lesta provincia, booea-
do madurainriite relleclidn n.s \ania -ens .lo prr, 10
-. methodo fastidio, vaiiianeus que sr aehain dtli
iiilivamcnle ilemonslrad.i. pela Ilustrada direct-.na
ueral da inslrur;.io publica da provincia da Baha,
e pelo rel.ilono do Kvm. Sr. presidente da pr-iviai 1.
las Alagaos, ea evprnenri- as lem apresenlailo mps-
ta mesnia capial, vai no da I." de selembro mu .1
do ei.siiio velbo para o melfiodo novo, na meso. 1
ca-a eni.i|uc al asara lem Irrrmnadn, rea da (la.l....
n. III. l-.j.io que e*le divino melhodo, romo Ihe rha
ma o Illm. Sr. direrl-r ;eral do- Pialado- da Rabia.
he todo fondado no bem da inlanria, e Bao na am
hico dos lucros, jMir isso, roso e impliKo aos paii. do*
til meninos, qua de novo (cm viudo para a mu.'.
esrola, e que san moradores 11 opielh fresuazio, m.
quae Cin pa I riilai nem-sc ronsenlir qoe os icos apreciaseis asonio-.-
p.is--m para referida escola, allantas as prestimos,.
quahdades do reperlivo pr.(es-or, que be orna -la.
melbores acqoisicues .lo evccllcnlc iin.ibo.lo Cai.i.lli"
Francisco de I-icilas (iamboa.
Aluga-sn o secundo andar lo sobrado da ra
Imperial n. II-2, COm bstanles enmmoddades, p.a
prci-o muilo commodo a visla da casa : a tratar na
ra Imperial n. "v junio a mam/ nova.
Paula ,\j Sanios c Mauoel do* Sanios Pinl-.
silniuiisir.i.lor. iioine.i.ln- a maesa fallida de Mauorl
Jnaquim Alvos Piiomba, avisain a Indos os -en!,.n.
credores, que devrm apresrnlar seus lilulon ale o .1. 1
(i de selembro, ua roa do Amorim n. iK, escnptoii,.
le 1'auia A Santos, alim de trrem conferidas e la-
rer-se o dividendo do liquido da mema massa, n. .
poden.lo. depois lesla dala, seren altendnlas qoac>-
|uer reclaroaroes.
Alosa-seum prelo e ama prela, alunra-v .1
sua conduela : na praja da liidepeinlcn. ia n. I.
scoiii pelo Methodo Castillio, na ra ta Cm-
deia 11. M, seondo n-
dar, seg-Htida leira I seteuibro.
Antonio Mavimo le Barros Leile. profm -la
iiisirocc.io ptimari.1, jubiladu pelo covrrno da pro-
vincia, loada leaetoada indo aaaras .le :',l nanas,
prlo melhodo auli.i. ojos leudo acora tlr- -rira. r
praliraineule rrrouheeidn as etrellenlo ,o.bda.l.
lo inellnilo poriuane/, vai no da I de setoailu..
mudar POiaJa rifendo meii,,|..,e .-1111.1,.,. p,_.,...
ai.: do Evm. CastllBBM qn.d cuge a presenra .'as ao
toiidadc-, e mais csvallciros e Sra-., ii.h-i... poo--
-j, e llores : porlanlo convida o* ifluslre ruis ,1*
s-iis alii'inus a snao Waslras familia-., acoda a*
m.ii-p. -soas de sua ainiza>1e,paia|qur|iedi!;nm bou
rare-te aclo,|uc principiara as II horas em pon.. 1.,
rele o lo da.
Joo Corma de Girvalho, com loja
de alhuate ia tua da Madre de Dos 11.
vi', precisa de o.ciaes, linio de oIh.i
grande como ininda.
Na lerca-feira '2 de selembro prximo, na sala
das audiencias, e linda a lo Illm. Sr. Ir. jnii de -r-
pbilos, se ha de arrematar por venda um sali rom
casa le viven.la de pedra e ral, siluad na liada
que segu de Sanio Amaro para llclem. leudo a ca-a
snlio c o dio muilas frucleirai, cacimba e torras
p ira planla.'oes. ludo avadado por l.il.>si. e \ai
a pra;a por otKa>Cta que move l.ni/ Anlvaio Bar-
bosa de Rrilo conlra ll. Jnaniia Joaquina da tjia-
"as .Monii.i. He a odima i-ra.;a.
I- tiji no dia 'X\ di c.-rreulc o prelo (laelano.
que reprsenla ler de nlaile U anoos, de estalara
leaular, ro-lo romprido e barbado, levando caifa Se
ri-cado de al -.' lao e camisa de al^odSo brinco, o co-
mo lem o coslnme te piando tose ir para N.naii I..
Pao d'Alhoe ioianiia, pede-se as aatori la.le- poli
ciaes dejles lugares ou de oulros de o toser esntorar
eiemclier paia esla cidade a Joo Pinta de lt..
-luniur, na ra da Aurora n. K, qua pagara' as de
li/.as e racompensara* os |.orl.i.loi,-.
Na roa do Visarlo n. -Jll, pi uneiro andar, pie
cisa-se le uma boa ama de leile, sendo forra oa cap-
liva : pasa-se bem.
Na ra la l'raia n. 93 prerisa-se de ama ama
para semen de | ra Imilla.
Precisa-se de uma ama para cmnliar em ama
casa de pouca familia : na roa larga do Rosario
u. 21.
Alusa-seon co-opra-se ama rasa no Alosados,
lo principio da ponte ab- a ra de S. Miguel : quem
tiver annuiicie por esla folba.
Fugio a Si do correnle, Joaquina, que repre-
senta i". annus, naca P.aransc, eslalura regular,
^ cheia lo corpo, cor fula, tonj.e pomas, lem una
I .impulsen) un rosto, pellos paqueos e marchns, .I-
guasai cicatrues as costas, lem um pe e perita m..i.
Si issos de herv-iprla ; levou camisa de alsodaon
nho, um vestido de lula eiicarua.la, ouiro de *iw-
l.io. 1 .anuo prelo. lem-ido ocupada em sei viro le
cozinfaa, levou uma caneca, e he de sup|* qur -e
oceupe eiir-Vinilcr asna, quaulo l.-.clcin de ro-l
un- andar pelo- aria,.' Idei desla prara : qaalquri
pessoa a podan' pesar c ".^gj-.1 '" "c" ~''iih.n ll. >.
Campos, na ruadu Crasos n. b qacrrc.,m|wi.aij'
-- Pre. is.i-,e da uma ama qu ,i,,,M 'mbar
quem qui/-; dirija-Sa B ru.i do Ra "-"' ''-
Precisa-se alusm nam nava .,'" '' ,"%'',
lavar e ens.'mina:, pjra o -eivi-.. le u.'n* l-nuln
ingina: oa ras da Trapiche Novo n. lo, ,m r""*
de Palo Nash ,\ i; impaiiln.i.
O senhor pie mora no Monleiro. qo.
Tu-oiio por ama vacca, as torveism, pnd
buscar.
Precisa-sc de un Iralulhaifar para
ra lomar cilla de urna Fraamosla de pi.-
Concordia 11. -Jl, achara' com quem lia'
-- Bemjamtn lucUius-, nao leudo p
pedir pessoalmenle de lodos .- ---i
presleza r soa vuHtom para Marsii.
sent, oll.-rcceudo ..lli seu limitad
Precisa-se de i..m- a juro* por
h>pudiera de nina e-rrava lavalcir
le um e-i lavo mualo, .apalciro :
dai annanc parate Diaria.
Prccisu-se de uiiu ama de
lidio : na ra Augusta n. : ('.. .
i.mmenlo, toja decalcado 11
-- Prcn-a-sc de uma ama
linha. lano para o serviro in'
ra llireila O. 119, ou na ra
bem.
Precisa-se Ir um hon*
para lomar conla de ama r
mo, sobrado p..r cima da
liesapparecen na n
correnle, do sido da P01
Sra. II. Mana do Re
em srao, le caugaiha
esquerdo, abarla ic os
lem duas tondas pequ
ii-er arhada leve
mi :.-. sido telina mem
!'. i- i-se de um
vli 1 le : na raa de S
ler l ora Iratamento e
'.' isic um-
ve e-.i ca-a : na r
A pesio.
afrcgnal 111
Vista n. III
en- 1
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTIUADCT


!.!#tlU BB fJ SU!'O
G3S!(i
^ decasa,
..eoVl.iu/, ar-
. PROVINCIA.
N.
.07
. parto (fia l1 lote-
. eiiior lioni- ?c-
sus das Dores.
Aos 5:000x e '2:000 000
Oabaixo assipnad avisi ao respeitavel
publico, <|ii<; vend< oepremo.sabai\o l(arados, tctn 1KKtb a venda os seus
loi iiiii.dlos t ,etes, meios e quartos,
da pii.ueira parte da primen a loteria do
i iiol.ment de Olinda, as casas ja' an-
iiiinciadas.
,% HUOsOOO
.....".O.sOOO
Tuecos.
r.S'800 recebe 5:0000000
TisOOO 2:.">0<)$000
1S500 1:2500000
Reat 2". de agosto de 1856.Manocl
Mu luis Fiu/.a.
SANTA CASA DA MISERI-
Cf RDIA DE OLINDA.
A meas traedora da Sania Casa da Misericordia de
.'duda chama toe devedores d* moma Sania Casa,
que leem dinhcirns a menor premio de dez por cen-
lo, .i viren fazer novo a|uste. no prazo de 'MI dias,
os que innram no Recite eseus suburbios na distan-
iii ile Ires lesos*, e os que inoram em maior dis-
tancia iu> de (0 das : lindos esses prazos, que prin-
cipiarla a correr do da da publicaras desle annun-
tn>, os que nao liverein comparecido scrSo construn-
-i'ios a recolher os capilaes que recelieram, eseus
respectivos juros. Oliuda II de agosto de 1856.__O
eserivao da Santa Casa,
Jos t'olicarpo de FrtiUa.
liil heles
.Meios
Oiiurtos
SANTA 'ASA
DE
ha MlSERiroiiniA
OLIMIA.
I .1. JANE, DENTISTA, i
J> continua a residir sarna Nova a. 19, primal- .
% ro andar. a.
S* 5 S3 0SS *
6!i6
Em casa de |{alx'SclimeUau& C, ran
da Cadeia n. ~, vende-se :
oni[>:ti2ina Per-
!
na.timi(*ui.a.
A
que
A mesa reidora da Sania Casa IMinda marra aos (nreiros lauto de silius como de
terreno, perlenrenles a mesroa Sania Casa, o prazo
de :IO da*, contados da publicaran desle annuucio,
para pacamcnlo dos foros que esliverem a dover, e,
-e lindo e-le prazo nao os liverem paso, sero com-
Iraoejdas a la/t-l ; snflrendo a pena de commisso
osqtaeneUa huuvrrem ineorridu. Oliuda I i de
1 -"-'" de 1836* O eserivao da Sania Casa,
Josc l'ohcarpo de licitas.
1'i.BI.ICACAO' 1.ITTERARIA.
.auto-, e pr.iuius, poesas de J. I. Ribeiro da Cu-
nba ; o resto dos etemplarcs acha-se ii venda na loja
do Sr. Jos Nogueira de Sooza, juulo ao arco de
>anto Antonio.
Aviso commeciral.
rxa loja e anna/em de hiendas da ra da Cadeia
do Recile n. 50, defronle da ra da Madre de Dos,
.o barao o* senhores que conmiercum com fazendas
I-ara (ara desla ridade, e o publico em ger.il, um
boni oriiiiieiiin de fazendas novas, boas e baratas,
qui'. a di ibeirn n vista se vendem por baralissimos
piceos, aisegurando-se seren elle- iguaes para lodos,
e que neste estabeleciraenln achara querh o bequcii-
tar sisuder. e agrado, pelo que espera seu rrojirie-
lano se lorne bastante concorrido de tregeles.
Precisa-se de orna ama para fazer o rrviro
diario de urna casa de punca familia, dando-se.pre-
rereneil se for escrava : quem pretender dinia-se ao
armazem da ra do Collecio u. 13, ou a ra das Cru-
zes u. 11, sgumlo andar.
lama
Prmeira.
Al'EKRO |).v BOA-VISTA N. 8, DEFRONTE
"DA BONECA.
Jos Juaquim (nucalves da Silva faz ver aos seus
resuena que recebcu novo sorliincnlo de muilos
-enero, eslraaeeiroe de superior qualidade : latas
jom Macollos linos surtidos de todas as quali.lades,
ni'iacliiulia de soda, presuntos para fiambre, ditos de
""5 salames, conservas, manleiga n.u-:-/, a 4011
*>n i '" 960, ,f:fi<"' bolaehiltita amejicana a
acara iihr i, superior rha' hysson, dito clmn, dito do
'". primera aorta, qncijos do reino, ditos de
nata, ditos do serbio os nielbore. do mercado,
cnampagne em carrafas e metas, vinho encar-
t memores natalidades, coma seja, du-
de Setu-
direceao avisa aos Sr. accionistas,
para complemento do capital da
mesma empresa, tem deliberado emittir
novas acc/ies, masdevendo ser preferidos
de conformidade com o art. "> dos estatu-
tos, nadistribuicao de laes accOes, a'qeU
les senhores que ja' sao na mesma inters-
lados, lica, a contar de boje, manado o
prazo de 50 dias, pata a inscriprao de
seus .tomes, com dcclaracao das accocs,
que quizerem tomar, no sen escriptorio,
no forte do Hattos n. 10, sendo a pri-
meira prestarlo de 50 por ceuto. Recife
27 de agosto de 1856.Antonio Marques
de Amoriin, secretario.
? Manuel Caisiano de Oliveira l.edo avisa ".
,1,^ aos seus collegas, que elle vai dar princi- ,~.
po a iini curso de Geometra, no I" de se- ''*
.,} lemliro, para aquelles que se quizerem lia-
'^ bililarao fame em uuvembro : quem qui- 3&
/.er freqnenlar dar' quanlu antes n nome a 'jf
W malricula, c pasara- per mez .\5OOII adian- V
M lados, ra da l'enha 11. 6, segundo andar. j5'.
** **',"" "'* '**, -*>, **V >, Att^.lk .', ., V
W'.--..y...--..L.'vy-...--..j -... -.:-...-: .-:.:-.,:;;* @
LOTERA da provincia.
Salusiiauo de Aquino Ferrara avisa ao respeilavc'
publico, que vende a dinlieiro a visla, sendo a qudn-
a de I0U.-S para cima, os seus bilheles inleiros, meios
c quartos, pelos prcros abaixo declarados, na ra da
Cadeia do Recite n. i.',, luja de lindezas de Jote
Fortunato dos Santos Torio.
Bilhetea 39300 Recebe 5:0009
Meios ^S(H) 3:300a
Ruarlos l.jiou s Is2o09
l'eriiainiiuco 25 de agosto de 1856.
Salusliano de Aquiuo l'erreira.
I'recisa-se; alugar (ijprctos para armazem de
assucar : quemiliver e qui/.cr alagar, dirija-se ra
de Apollo, armazem n. ,0, que achara com quem
tratar.
Cem mil teis de {patiicacao
a quem appreheoder um cavallo com os signaes le-
guiules : alazo amare lio, pelle muilu lina, bastante
grande, idade de 10 aunos, pouco mais ou muios,
pes calcados, frente aberla pouco, fazeudo separai-Ao
110 meio c coulinuaiiiiu par baixo, odios captlud'os,
denles quebrados pouco, riualroenle, haslaule esqui-
pador, fazendo grande tropel na esquipau;a, o 11u.1l
cavallo foi furlado da fazenda perlencenlc ao Sr.
Antouio Duarle da Costa, do distncto Curato de Rom
Jardim : roga-se a pessoa que o apprehender de le-
va-lo no aterro da Boa-Visla, casa 11. S, ou na mes-
ma fazenda, que recebera' a generosa yralilicarao
cima declarada.
Os abano assignados fazeru publico, que leudo
(alisado em Jl ae dezemhro de 1833 o prazo da
sociedadc que linliam na fabrica de calcado na ra
daCruzn. 33, nobairro do Recite, soba lirmaso-
cial de Dmosse, l.eclcrc A Companhia, e,ia eiUnc-
l a dita sociedade, fic.ndo a caa por conla do so-
cio Leclerc. Recife 30 de julho de I83G. B. E.
emeseC. Leclcrc.
A
L'in grande sorlimcnto de vidrosdeet-
pellio.
Kelogios linos de |Kilenle ingle/..
Ditos ditos de patente suiso.
Couros ile gra\a.
lirvillias seccas em garraldes.
Vinho do Rbeno superior.
Conservas alimentarias le boas 11 i.i-
dades.
Tildo por preco tommodo.
Aitoncn o.
*
Vende-pe uina grande porc.lo delivrosdc 1 .mp,,,_
ralorios, por pre.;o muilo barato : na ra do Colle-
gio n. 3.
Vi'nde-p um (avallo rom lodos
eiu arhaipie e \u\\\it pul prego bar.du
I reda 11. 31, botica.
I'ni completosorlimenlu de bordados comose-
am, camiselat com mangas, collarinhos, peilillios
tomeiras, eamisi, eoiflnlia* e pelerinas; lambem
lein um completosorlinienlo de ricas dores,enrcile
para cabecn, lilas o os v erdadeirus e moderiins lucos
le lindo : na roa da Cadeia-Velha n. 21
ni lar.
Attenc.".
viuva de Joio Nepomuceno Carroso esU
procedendo o inventario por morte de seu marido
pelo (ferila Facundo: quem se ialgar rredor
queira apresentar seus litlos a meima viuva. na roa
da Cadeia n. 57, lim de podercm ier allcndidos no
mcimo inventario.
|ue da Porto, feinria, seres, mscale!, 1
"" ''""" 'loceaux, niMiiac, massas linas .para
-opa de odas as qualnlailcs, e muilos outros gneros
qoe a vista faz o, e mais barato do que eni oulra
l'H|lc, a diiilioiru a' visla.
. -....- ... }-^J- ,?'...---.s-...-,..- ....... ..--
Ucposito le vinlio de cilampa,;- ^%
ne Clialcati-Av\, primeira <|.ta- @
lidade, de propriedade do conde %
'?
'.; deMareuil.ruadaCtuzdoRecil'en. @
..' 20: este vinlm.o mellior de toda a {i
% Ci'..'mpaj;ne, vende-te a .".s cada Q
'.''} -ai\a ; .iclia-sc nicamente em ea- S
sa de L. Leconte Pern & C. .N. t
': lJ-As c.iixas ao marcadas a Ib- ^
O ,7Conde de MarCiile os rotti- @
O los lis garrafas sfio a^ues.
O Si. Fiedcneo Jacf|uesStticiia di-
ngnxea liviana ns. (i e 8"
Independencia,
leste.
a negocio
pfSica da
seu \nle-
ao publico,
. M......' f"''V""> de Miranda, oflicial de eacalplor,
la/, ver m puldico e aos seus fregne/.es, que nmdou
1 KM residencia para o aterro da Boa-Vista 11 17
recebe loda e qualqucr eiicoirmciide da untos. Unto
de matara cono de.scolpiura. com perfeiciio e pres-
l*/i. assim como liojpa c roncera imagcns'dc pedra,
pinta c as doura, o lambem Irora imagens vellias
Rti H\ ClUZN.Sla
Antonio Barbosa de Carros faz sciente ao publico.
que muden a sua sala de barbear da caa n. > da
111a da Cnii para a de n. :,| da mesma ra ; a -nes-
ma .ala ,e acbam as mais modernas bichas de- llam-
bargo, que e vendem aos cenlo e a retalM. ealu-
gam-se, ludo maja barato do ijii-- *.....,ira parte.
Atl.ff.rilO.
fin ra do Irapiclie 11. I. ha superior rap orin-
*7a do Brasil, che^ado recealeinenle do Km d Ja-
neiro, em qu.ili.lade pouco dillerc do de l.isbo. ao
paese que e/Hb apenas 1-silHI a libra : a elle antes
que sedead*, pola a rciuessi he pequea.
Lotera
Osabaixoasritmidos, com loja de onrives na rua
ao (.anuca n. II, confionlc ao paleo da malriseraa
*"i ri,,em publico, que eslao rerelirndn conliiiua-
lamenlcas mais modernas obras de ouro, lano para
senhoras como para homei.s c ineniuas-: os preros
ronl.nuam rar.oaveis, e passam-se eonUs com res-
ponsabilidade, especificando a qualidade do ouro de
I ton IS quilates, cando ns por qualquer duvida.Serapbim A. Irmao.
- Oabatoo issianado lema honra de participar
negociaiiies e ipah neaaoas deslat"ne*] 6rai
'om
aos senhores
qualquer provincia, as quaes ateressar possa. que se
acha esiabelec.do rom eacrlplorla de advocara na ri-
dade de Maceio, capital da provincia de Vlasoas ,
ma do l.ivramenlo n. -J, c seolTercrc Iralar all
ou em qualquer poni da mesma provincia da ro-
braBCa de divida, e de todos os nfvocios de sua nro-
iswo peranle os tribnnaes, juizes e repartieses pn-
t-licds, ou exlrajudicialmenle, por conservaras mai-
ex ensas relac.oes em luda a provincia, como natural
oeiia, e haver exerculo dorante 8 anuos os cargos de
promolor publico, c joiz municipal c de orphaos em
aillerentcs comarcas, lendo sido alcm disto honrado
rom o mndalo provincial por alqumas veres as
peinas que se dianarem de confiar an-abaiso assi--
nado suas commissoes podem dirigir-se dircclameiiie
neslapra.a ao Sr. Jos (encalves de Albuqu.rqne.
agente procurador da provincia, que se enrarregara
da remessa |irompla e aegora da correspondencia
Ja,? documentos. Cidade do Recife l!t de inlho
de 18-rf..Lourenro Arcioli Mandcrlev Canavano.
1 V. rua 'l0' '"P1*""1 em segunde ao |,,rco
Lobato, quarla rasa depois da venda, 11. ar-
mam-se bandejas de bolo., e lambem ,e da* bolos
ne vendagem pagando-se qualro viniens por pataca
M mesma ca-a precisa-se alusar nina prcta para
vender na rua. pagando-ae monsalmenlo.
Na loja de madama Roulicr, rua Nova 11. ,VS
lem, recelndo de Franca, ferros de rcrorlar haba-
nos pira vestidos, os maja modernos que lem viudo
e?parlilhos saias de clinaf, mullo modernas; veos
le |?lo lavrado para chapeos de lucio ; bicos pretot
de In.-lio ; cnfeilcs c llores para rabera j bicos de
blondo ; leques, e lodo o mais Deccasario raa bai-
les c Ib cairo. '
Vende-se um cabriolcl novo, de concha, com ar-
reios r cavallo : pode ser vislo na rorheira do Sr.
Monleiro, roa da Cadeia.
Vende-se urna canoi nova, propria para con-
duzir barro para otaria, on rondiir.ir capim para o
mercado, a qual pesa '230 feixes de capim : 11.1 liba
dos Ralo*, rua do Seve, defronle das Ires casas que
se est edificando, por preco eommodo.
Vende-se om lerreno rom 31 palmni de fren!
e 31)0 e lanos de fundo alo a eamboa do Retiro, na
rua de Bem-fica, Pactasen] da Magdalena ao pe do
Sr. Jos Joaquim Dis Fernandes : a tralar com An-
tonio I'ereira Mendcs, rua da Praia n. O.
Braco e fnrramenta
para campia ; vende-se baralo : na rua da Praia
n. SO, armazem.
Vende-se urna escrava que sabe engommar e
cotinnar o diario de urna casa : na rua Direila n. !is.
\ ende-se nina duzia de cadeiras, um sola e
doos ronsolos. tuda de jacarando, e duas cabeeeiras
de mesas que ( 0111,111 urna mesa redonda, Indo por
muilo baralo preco : na eslrada de Joan de Carros,
confronte ao tilio da Cscala, quina do (libo do Bai.
-- Vcndem-se dntis carros inclezes de i rodas,
em bom eslado : na rua de S. Francisco, corbeira
do Sr. Miguel Archanjo de Figueiredo.
**b .""'. f^&^fi?^*** --.> - .. ..." ..."V.. .........-.;.--...--.-...--..-...,?-:?;
;?. Vende-te a loja de razendas da ^
f^ rua Nova n. 4, a dinlieiro 011 a 0
C; prazo: a Iralar na mesma. j
:''.!'; .*.T'.-?ir,%**v, ":..''; :'%."} <$vr
Na prara da Independencia n. i, ha para se
vender tun cavallo de ella bpm ordo p bom anda-
dor de ludo ; vende-sc sellado e enfreiadn.
Vende-se om realejo orgo, por eommodo pro-
co, napracada Independencia u. i.
AVISO.
os ailares,,
na rua Di-
pnmeiro
Vende-se a loja de tpalos u..'
Direila : a Iralai na me.na loj 1.

ij rua
Ssas pretas para luto.
\ pii'li'fii--c. rista* prclas muilo lin lu", pilo har I i ssi mo prcro de si. vara : na rua
fu niieiiii.i.in, nos qnalio cantos, loja "le f;i/enla> 11
lo;t f o. -22, tlofroule *la luja ile luiudezai di boa
l.iina.
do 3fonteii'<).
ila r.na da Senzala-Vc-
Para
os naiiK
dos.
\.Mil.-s.- u, lionito mualo d<- 18
>" l!'' 'dade, pi-oprio para boleeiro:
til lar na la do Viuatio n. ."I
- Sorl.menlo de la/.endas ova., boaa e baratas
'">' '-'- di '....." Cadai. do Recfe.defron" d I
|{.< iiiuiia
So deposiln
lian, lili, vende-se assucar retinado de do Rccikiififn^ftcni n. 3G
superior qualidade, de arroba para cima / jUP*'^^^
Lencos de
de 1i1h>
hraia
A 580,
400, 500,
cada 11 mi.
( 640
Vendem-se na rua do Crespo^loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
\'v.
nue-st!
cemento muilo novo, che fado em l de maio prxi-
mo passado de Mami-
la ,1 visla da quaJWade,
barricas e lina^ : un
'. por preco muiln em mu-
anlo em porrao como em
arma/.em de mateiiaes a rua
Vendem-te flhas de papel mnito bonito, propr,
para correspondencia de Minorados, pelo baralo
l-rei-o de 10, 60, 80 e 1(10 rs. : na rua rio < Inclinado
na be,,, conhecida loja de miudeas da boa lama
? el or ios di* patente
inglezcsdcouro, desabnele edevidro :
i'inleni-si' a |)recoi-a/.oavel, em casa de
tle Aliieu, na rua da Cadeia
Augusl
eanv- apa as seoho-
ias que o.siam do bom c
haval.
sea aje^i80,_e do1. ^lt0i e e|(l ^ a
. novos pa Proe "W?, ricados fran-,
cbila de core, agrada ."'"""i*- "
dilos de barra,.ar.araC":;^'^'-.,
~ J nde-e um prole de naeta Anela, de idado
ni a id annus, he ra......, e Irabalha de M-rrute da
pedreiru a fallar na ruado Sanio Amaro n. N.
Na rua do llruu, jj, armaiem de Sa Arao-
jo, ha para e~ cao de i-das as qualwade,, arcoi para Jm e para
rica, es, etc.. vela, de cera de carn'ai! SE
1 pequeos de ba
1 a illli
!00, chales de
'36saM.easM"p;r,^^,D
l8"Wapeea,cli.lesdenw?"'to,,s
com franja da relroz a 3>. jj.
a Lito rs.
lisos muilo
'"* bordados
a S ,i,|s |,or,,ados de urna ,., ,.," ,,'"!"s *
I"-, dilos de rhallv com barras -P'' "? '"
, setin, prelo ,aiu pronrio para ,-V' *
- *o eovado. cines de da Z'%*
os 101 enios a 'I. 111 ...a 'eslldi
de rambraia de h...... i"'..*..^.lU0-u/"V,au- 'n
de
Un lur
da Cadeia de Sanio Antonio u. 17.
Pianos,
( de elegantes
los |riim dos
'%0Uipf>$.
..TISO
Na loja de Antonio Lopes Pereira de
Mello A C-, 11a rua da Cadeia do Kecile
n. 7, continua haver 11111 completo sorti-
mento das ja' bem eonliecidas velas de
carnauba do Aracaty, por preco eom-
modo, cm porrao on a retalho: a datar
na mesma.
-- He chesado a laberna da rua eslreita do Rosa-
rio 11. 16, os boas queijos do serl.io, carne e Iin_-ih -
Cas, e assim como queijos de qualha e gamma de
araruta a 130 a libra, e ludo mai-, baralo pessivel.
Vendem-se na loja de ferrasens e mioderas
de Jos Antonio Mureira Dias, na rua Nova n. X>,
charutos de S. Flix de superior qualidade, chesadoi
ullimameuleda Babia.
No eaeriplorio de Jos Antonio Moreira Dias
& Companhia, na roa das l.arauseirai n. Ii, ven-
dem-se em Brandes c pequeas porces os bous cba-
ruloi de S. Flix, rhegados ullimamenle da llahia.
Vende-se urna bomba | denle, propria para
cacimba de um ilio : quem a qui/.er c.....prar diri-
ja-se a loja de portas prxima ao arco de Santa
Amonio.
>a loja das seis
portas
lin trente do Lvraiitento.
Lencos de seda de cores bonitas para peaeora de
niiuras a de/. In 1 para senllor is a palaca, mancuilos bordados e
recrlesa de/, lu-les, cainisiiilias rom pello,
bordados a doos mil reis, pescocinhos de relro/ com
ores de cor a cinco mil reis, lila prelo de rhuvis-
quinlios proprio para esmisua, manlelelesequalquer
enfeile para senhoras que esliverem de lulo a qualro
patacas a vara ; de Indo sed. amostras, das Ii hora-
da manbaa ule :> ,ia noile, Ira/.endo penliur que cu-
bra o valor do que se manda pedir.
Perfumaras de
bom gusto
Ni loja da boa fama encnnlra- sorlimenlo de perfumara, de Indas as qualidades
sendo mes frascos de extractos muilnmo linos, pelo baralo
.eco de i?;.M, |.yio, 2 e j>vki, ,arroi de poreel-
lana delicados L. ,\ moilernos -oslo- rom liaulia fran-
rea muilo lina a l'.>, fraseos cm e-sceucia de ro
lili, paos de pomada lranre/.a minio boa a m
fraseos pequeos ,. 2r.des da verda-,1.lr, ''".'a"
Colonia do l'iver a S(l e lunn,.-^" 'i .
diversas qualidade: .no. ...,,, ',""""'C,mS '""s de
Boneeas france-
zas.
Vendem-se mailo Imnilaa lioneras francezas, ppI
baratlMimo preco de ISHO c I9KOH: na ,.
i.iueiui.idn, na bem c
.....r-.....'.;'iiiesvoz.'s, laliricadns porum dos
maisaererlitados autores, premiado na eipoalrJode
Londres: no arma/.em de Rnslron Uooker.v. Com-
panbia, praca do Corpa Sanio.
\ cndem-se|iiaiiiisverliraesin:le/c
modellos e escellenles vozes, fab
mai'
I
P'
\ende-se o silio com casa de sobrado do falle
mo (,eore Kenworlliy, nologar de S.Jos do Man-
Snmno, com arvoredoa de frurio c mais hemfeilorias
que nelle se acbam, sendo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender procure em rasa de 5a-
muel I Jolmsloii Ji Companhia, rua da Senxala .No-
va n. t->.
AGENCIA
Da fundirn Low-.Moor, rua va n. 42.
Nesieesiabclerimentoconlinaahaver uracom-
plclo soriinie"io Ha moen.las e meias moendas
rara engonho, machinas de vapor e taixas de
erro bando e coado de todos os tamanhos para
ha
C., praca do
para vendero
alcatrao
pi.\e
da
dito.
Em casa de M.Calmoit
Corpo Sanio n. II,
segu nlc:
Taboadjo de pinito
Stteeia.
Alcatrao de car Vito.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muitocommodo.
a hoa ama
VENDE MIITO BARATO. COMO TODOS
SAIIEM.
Vendem-se libras de linhas de boa qualidade n.
50, fiO e 70 a I9IOO-, ditas muilo Tinas den. 100
14) a 19600, doria de lesooras muito boas para cos-
tura a I?, dilas muiln finase srandes a 1>(H)a du-
zia, pecinhas de bico eslreilo a 560, caixmhas com
asnlhas Irancezaa muilo finas a 160, carnudas cora
ll.novello.de buhas de marca muilissimo linas a
280, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
nas c sc.ulmrii a 111) rs., meias brancas muilo finas
para senhoras > :!i(l c 300 rs. o par, meadas jde li-
ndas muilissimo linas para bordar a lOOelGO.Jbo-
lOfa de madre .lernla muilo funis para camisas a lilil rs.
a siosa, lioloi s milito linos de aro para calcas a JS0a
irrosa, fivelasdouradas muilo lias para cairas e col-
leles a 120 ca 'a orna, pcnles de balea muilo linos
par alisar j lO.'rs.. peras de lila de lindo com (i
vaia- c nici.r 1 .'i0 t*., raixiulias rom colxeles raiice-
aos a (10 rs.. carrelcis de lindas de (ki jardas ile
mullo doa nnslldade c de iodos os nmeros a80 is.,
maco, cornil (rampas e de muito boa qualid-"-1.-***,
Vcndem--e ricos penles de larlarn-.i para alar ca-
elloa IVmhi. meias de seda de roresmoilissimo lin-
das para enancas de um mea a um anuo, pelo baralo
preco de IJSIHI o par, lencillllos de relrOI de loda- a.
cores para senhoras o meninas a le. toncas di Ida
para senhoras e meninas a .VIO rs.. camisas de mcia
para enancas al a idade de um auno a 500 1..
meias brancas de algodlM para senlmra mnitissimo
finas a 500 r... dilas branca- e prclas dr soda o me-
lhor que sC poda encontrar a Se 4*500 o par. ricas
caitas para aiardar joias a Mili rs. e I?, canas mui-
lo rias rom reparlimenlnsnicamente propriiu para
10.i11r.1s, pelo liaralissimo prern de -Jr'ilHI, IftOtKl 0
Imimi, ravessas de verdadeiro bfalo para prender
rabellos, pelo liaralissimo preco de I?, dilas de lar-
larua a 39500, ricos leques rom plumas eespelhoS e
pinturas linissimas a 29, penlea de bfalo mudo finos
para tirar pininos a .VHl rs., lesionas linissimas e de
lodas as qualidades, ricas Iranras de seda de loda. as
cores e larguras, ricas filas do seda lia* e lavr.ula-
de lodas as larguras e cores, bicos de buho flnissimos
de lindos padrAes e lodas as larguras, ricas franjas de
alsodao brancas c de cores propriai para cortinados,
oulras niiiiiissiinas colisas, que ludo se vende por
tan baralo proco que aos pnipnos compradores ser-
vir de admiraeao : na rua do Queimado, na bem
condecida loja de miude/as da boa lama 11. 33.
A ."s.">00 a du/.ia.
Lencos de cambraia de buho para alsibeira : na
rua do Crespo, |o|a de Adriano i\ Castro n. Ili.
Loja da boa f.
\ ende-se panno prelo c azul, lino, fa/cuda mnilo
superior, prova de limao, polo liaralissimo precede
39500 o eovado, alpara prela muilo lina a 610 ro-
yado, merino setim, fazenda superior para palils a
19600 o eovado, cantao preio mullo lino proprio para
vellidos a 19 n eovado, selim pelo mar.io, fazenda
superior a :.N0 o eovado, grosdenaples prelo muilo
lino para vestido a -. o corado, superior sarja prela
despalillla a 29240 o eovado, prinreza prela muilo
lua a SIIO rs. o eovado, corles de collelrs de enmu-
ran de seda, fazenda mnilo boa a 29, curtes de fus-
loes de benitos padroes a fiO, brim trancado branco
d puro linho a 19e 19*40 a vara, brins' trancados
de cores de muito bonitos padres e de puro linho a
l?ill a vara, dilos dilos lambem de bonitos padroes
a 800 rs. n vara, diln irancado pardo tambem de li-
ndo a 600 rs. a vara, dito liso largo a |480, ganga
amarellas lisas e de quadros, fazenda muito superior
a 320 e :i(iO o eovado, dilas de cures escuras de qoa-
dro. e hslras, de muilo bonitos padroes para calcase
Pal los a 600 rs. o eovado, corles de calcas de bonilas
rasemiras de ali;odao, pelo barato preco de 19120,
brimzinhos de quadros de puro linho a JiO o eovado,
panno de linho muilo fino a 61(1 a vara, peitos mui-
to linos para camisa brancos e de cores a 100 e .">IX1
rs., camisas de meia muilo finas a la e 19120, luva-
pretasde lorcal para senhnra, fazenda n uilo lup
rior a MH) rs., dilas de seda de ludas as rores p;
hnmem e -robora, pelo liaralissimo preco do lJ
par, dilas de fio de Escocia para meninos e mem
a 100 rs., lencinlios de lilel muiln bolillos a l>.
grvalas de seda prelas e de cores a Ir, meios
pe seda para grvala) a 600 rs., dilos prelos
bous a 19, peras de cambraias de lpicosco
rase meia a 39200, e lid a vara, dil is adn
mnilo boas para corliiia.nia a raia I
lo lina com una vara de larr" *
preco de 560 a vara, lencos de
lodos brancos e com barras dec
de chibi Iraiu-e/es mnilo hons
alsod.ni de cores de bolillos pai
diodos muilo linos e de muilo '
o eovado, lili' de linho li-u mu
dito de limes a 19280, 1
ahora, Fazenda ni-
eas minio lina- a
muilo lina- a -Ji
linas para ni'"
ludo isi
mi... bordados a >?.dii, 'a i,,,,.
argos para mao de senlmra 1 E
el-, '" '""I""''^''fallas da Climtoi
.-.nno.'lmaoru^r;^'",^""1'""-
01111 a de senhora e loalhM di .p"a P*"
d.la *d.-l.relanl.del.| a -""""' '*
rom I" varas a peca '" ZiJ"! "'"""> ",
le.
vadi
supe
vala
palil
padl
I
Tr,Je a preros ra/.oavci,.
""' "I......vade na ear-sicaoXp.ri'- """"'
no con 12 1|2
do->e
barali.simo prejeo,
Aos
>" hec-co
ti Huarle,
em meia- bar-
r"nil )mbas
x ,!r capim : n
"' ra dotiru
covad
scnl.oivs dccnnenho.
vende-,e tE!*?*- "* '"
res "roadeira Earinha oalleua
"cas. por eommodo preco.
Moinhos do vento
^,refUIJ,p-"r "warfcartafefcaj.
'a luuihraodc p. y, Bowman
m ns.fi, se 10. d
!a loja das seis
portas
Em frente do Uviaim
as a seis vintens,
Chilas de cores bonilas
2?il2? "". "><>* de ires pal,
lio.
-" proprios para
lilas lian -
.nos de Ur-
i|ff 'r' 2e ,lc PwUs apualease
ri"c>l iZ e.L '"'"* I"" "" p, casa a
rc"f a I a.; n.,1 "P e,,M'"'i''-" com llor ama-
d0 Pouador .0^ : *'* e ,U<1" an"'". levan-
que 1,1^'" l"nbnt 1uc cubra o valor do que quer
vcn:No si,io denominado Chora-Menino
.... F** uma 'oda de ierro para mandio-
urna prensa de .naden,, tambem em
"u'.o bom estado, para a febricaeSo da
l* da.
EMEDIO
ttlAriUIlCUPA
0 TRICOPHEREO
Ou compoHicao medicinal do pro fe -
sor A. C, Berry.
dSssaLangg**-^* "" ""
para l,n,,r os He^Sftj"*. -='
rua eslr.ua do Ko,.,,,,',% j SSSST "
^Z2SttE2*9t~*z.....
weiro de p,,, coqoe.ros" i* fj* "' *"
'ame. rv,.,ert, d. ,,llrl '"*" capim e ha>-
A'-ados. Sfc^y.^jai : K,
*Z?2E*2!2**...
lECHilVISlO Pili EI
IHO
NA FINDICAO DE FKKRO IK) BKl
NIIEIRO DAVID W.BOWIIAN A
RUA DO BRM, PASsRo^Ll
r.\ lv!A.
da sempre um =randr s-mimenlo dos secninte. oh
csir c7o 7-"""i ,n"nda5 da moderna
ronsiruicao ; laivas de ferro fundido e bal id. de
dliTai'r.s?";1,"1""'"*' '" "",OS0, """'"-."
c'es- c v t '"' "a,""'m"*- < eir. 7" f"rna'' regKdws Vas bn..
&E2E!ZS?sr*mmM......^-m""
NA MESMA FUNDICA/O.
"'I.....de em preco.
1 piejieiae com-
Xarope do Bos-
que verdadeiro
IM ROSARIO N. w.
<-on..ua a .nder-se ,. Mrop [*,%,,,,
.copia,|cja(,lr;1I1,,i de mmtmmmmm
r. litados autores( de l'aris : ,ende-.e na
us, armasen a. 10, no itccife,
nde-se um cavallo russo, bonito c
-i-m em catroea : a tratar no silio
ainado Chora-Menino.
' -'Jiiiii.""V.**;';."*;'".5.''..-"--
- ? 'tt -.j ... ...:.:-.,; '.,- ".,..,?-',. -
iras da India, proprias para forrar S
ramas. na rua do IJueimado 11. l'i. '-'
1 Santos Cuelho.
- ir-.-..-- ,^j e>c.-.... -. v. '!f
-.- '.;.".;,....>-.,.^.-..,-
> Rrandes com leijao mulali-
preco eommodo, Idas com
,uc ha 110 mercado ,1 :I6|)
I l|^ libra a SOI
RI A LARGA
iuua a ende
ajenies 00 Rio de Janetr-; "ir ""\'1*I T .-
""". ne PraMa ser verdadeiro.
Ilailbolomeo I ram m o de Sonsa.
Eui casa lo \. O. Bir-
berSt C, ma daCrUat
II. A, vtii<|<<-sc
Algodao para saceos de imm.
io Iranrado pata ditos, a imitaran .lo
da Babia,
Lonas.
Brinzito.
Fetroda Suecia.
Arcano para putilicar o asaiica- d
venraodoDi. Slolle, com o melhodo
iingua portuguen.
EmcasiidcN. O. Biclior
' C, rtiii da Cruz 11.
4, vende-se
l'imos Coilesd.s meUiores lal.ii.M da
Alkmanlia de moderna coi.slrucvao.
afca casa v n. o. BielMT
C., rua da Cruz u. h
veude-vse
in-
(in
c
1
\ma
no.
"MI rs., pares !e suspensorios a O rs., lor'cu*-** f""
randloiros fu rs. a duzia, carteiras d *Jarroquim
paia algibeil com molas dooradas a i; "" '* ranc-
las p.11,1 peo:, is de aro a -JO c III rs., "'*' brancas
c croas, (azei da muilo boa, para bom- '' "'" e -JOII
rs. o par, Irai rindas de 1.1a de caraca c ''e ''"'as as
cores a 100 r. ,1 peeinha, penles de cllifre para ali-
sar, fazenda n alto boa a 800 rs. a .**, wezas de
boloes de lou< 1 piulados para ca ,I"'15 a -'i- l'eeai
de lila decs.le lodas as largo'," -'Oo '-" bubas
brancas deca releiscom 1(Hj ''" 'alof Alexan-
dre a Su rs. o anelcl. linhas l'rel:,s de meadiiihas,
fazenda rrmil boa a 20 rs. a mea*ha, carias da
alfinelea da n plhor qualidade |uc ,'" c""' -"' pro-
les a lo, pen es alierlos de b l'ara a|ar cabello,
fazenda mull no -^sujjj ''nzia, meias de lio da
K-cocian --r^* 'de cores a 240 e .1^0
~^ ".unos, brancas.. Mi a 300, caizialias
par. ero... fivelas para s,,pal, m wMl ,,,*,, 0
env.-rnisadas, un palitos de f.^ ,,,.,,'!
qQ.lid.de, Ir*, dilas de pao com pal,, ,,',," 1
boa qualidade a 20 ,s.. ca.xas com 50 ,.".,
plmspionw piopriameiile par. cbarulo
casiArs mallo' Ininiios par. bengala a 40 rs
panudos de la. par. ruancas a illlO
saSS* o.sijnaiiif
"ores fre^imafs
..Ai .1,
. de que os si>-
amigoa lo bom a baralo, eonheeas
na rua do Queimado, 110-
^..d.-se urna dalanc. cranuc tom
iJ'0a do Itosariu u. 36,
> m/10 le ilad
rao o que |,e peehineha
azendas por
muito menos do
rua I
.Na rua do C
estar a venda
: puro I
cadu.
- Vciide-se a lab
leus pesos:
-s|>o 11. I (i, continuam
as mam superiores tolhas
"o que tcm rindo ao me
sen valor, ni |,.j;, (|(. /t
portas, na rua do Qiieima.
11. 10.
11.
111,1
rd*.
'IM -
(lo
Coniinua-se vender nesti loja o reslo
xlalojadaraadoCreaM.
-e vendem pelos
rs. o
sa-
far,
las la/rn-
que foram arrematadas.
- ,-... sc^llinles precns -
Madapolao entrefino a i00, ;i.-"e '
.......'."I" dno de ,arda
'>.' inu.lo lar-o e ,......,..... .
valhasa eoiitento.
a-sea venderattOOOo par
...Ia-......-
inte
IRKilU
pernammeaia
-ffwa&l^
si-
mo
;<".1'"".....o de 20 jarda.
boa fama n, :l;l.
eenliecida loj. de miude^as da
Compra-i
e p.11.1 uma cncommendi
rua Antonio Loi '
nm casal di
l'CS
na
de
C
olluineiiiO -da C
efto de Oliuda.
OU-
lie
:000,s e 2 OOOsOOO.
ilavelmcnic sabbado 30
i;oslo de IS.'ili.
de Aquino Fcrrcira
pobliro que vendeu as sesoiu-
mda parle da primeira loleria
s das Dores, cxlraliid. a S9 de
1. 27435:0(103
38472:0003
:l 9009
367 OO5
27:tl 2003
'.INI 1IKI-
S.'lb lllll-
"34 III"-
' :,u>
5oa
509
la- sei.'s muilo lelizes
uncir parle da pri-
a Cotieeir.io dcOlin-
"-peitavol publico,
la referios, nao es-
por rento ,1o bonos
naao na rus da Ca-
.xas de Jos i-or-
ii'i a llMa, stn-
rintes
i .">:liuil3
J:~*i-
ecite n. 1, luja
Pereira|de Mello $
' pavi'ies (|ue sejam novos, pa.
ga-sclM>m : a (ratania mesma.
ttl'tnim ^ con'lir" ""'a casa leirca no |,,,irro
oa ti.,,-\ ,sta, rom alKum quintal ..., pequeo silio :
reir "" "' *' '"Ja ,le J,,pe Ja'l'"m Uo-
- Nii roa da Senzala Nova 11. 5, compram-sc 300
..Ir HHl lijlos usado., de ladrilho.
roa das l-lona 11. 37, primeirs andar.
oja Vende-se cbah
rada
de meniii
lulas cores .>
rua do l.lijeima
Cempram-se acroes
be : ama larga do Kvsari
la ciinipanliiH
n. JS loja.
Compra-sc calcado de toda a
dade, agradando o pceo: na
la 11. 'f.">, loja.
Compram-sc Jeseravas mocas, bonilas, e rom
prenda., para uina encnmmvnd.
de lieberi
(pi.Mi-
lla lliici-
cdeiras junio ao nicho,
"a rua das I rin-
-- Compram-e meia, Brralas que lenham sido
de ciiampaune : na rua larga do Rosario
Comprum-se doas ou Ires casas,
animalmente 2011 oo 300a rs. cada uma, u t
brado.quc renda ."JIO ou lUKl? n. : na rua do Colle-
n. 28.
que remlam
Qoetn hver um romptndio de doulrin. cliri-
laa por I rcnlu. e o quizer vender, dirjale rua do
Kangel n. :!li, segundo andar, das II air a-- I doras
na manliaa, uu annoneie para ser procurado.
-"- Compram-se vaccas que esleiam
prximo : rua da Aurora n. i, ,,u annunce.
Comprase um sobrad,, que saja rendoso cem
I-a rua : ,,a rua do Cdl^o ,1. .'-,, ,,rimeiro i.....*,\
J Je quadros de bonilos padroes a
* '"vado, dilo, u.os de bonilas cores a 7-11.
los con. hslras de seda a 7: na
nosqualio canin-, |,,ia de la/.e-
Avifiu m um mu-
dadfs lie muito barato.
\ ende-se papel de peso e almaro o melhor que
pode haver ucsle-enero, ii, S. ;, t. ,;vm a ,^Ila
!!'!*Ii^,',|U,i """'"'.....' 'ie """,0 lw< 'l-ialidade:
propnamenle para se escrever por vapores para a
l'.uropa em co3e,enc,a de nao so pgar -a ole
porlM de carias, em resmas, meias rj.mds. Tros
de resma, ou mes,,,,. ri quade..,,,.., su r,.r i. ,,e
...lio xer. adctramenle alma,;,, e proprio para r:,r !
no a o rs. resma, verdadera, pennas de
neo 1 e laura condecidas pelas meldores ,
l.-JOii a raixuiba com 12 du/ias, dilas sein s
ro de laura, mas lambem muilo
Irancel.ns prelos para relogios, [aseada m.
'", a '"', *'* muilo boas p.ra denle
iuu rs. Aleat de ludas estas miude/as ver
oulras nnnli.ss,,,,,.. ,lue j visl;1 l)c SUJJ |)im<
lidades e haralos preros lem causado admira,,,'.
nropries compradores: a ruado Qaejma-
nbecida luja de miudezas da boa
, "no bom ...
Cbilasde co
amoriraui
res, bou. padroes a 5a
den.es.' ;;^Vleea,,;^caJem;^V^;'
rtnn,^, ^olele de selim prelo Z&S*0
as qa-1 |r;n d l.oho de quadros, o eovado
do, a
fama 11. :):).
muiln linas pelo ba-
le 39000, .nmki e .--sMKi reis,
de aro do todas as' gradas
i- rom armacio duurada a 1-sHM
duas cun aruia.au de tartaruga a l-i
rom rinacaii de bfalo a 50U
o par, lunel.
v NA LOJA DA B0A FAH.4.
v eude-sa bandejas'graude
ralis.imn preco
los de armseio
rti-, ni 1 I-*iluil ri'i
I ni', dilas
teis, oculos com arma-
cao de mclal braceo a (hi re
arma, i-i de l.rtaruca rom 2 vidros a toooo ris,,
eos cliicoles para cavallo, de bomem esenhora pelo
ba al,..,m,rp1ecdc.S(!Urei-,ada ,, grvalas de
.--da muilo bomtas a llOOOrcis, I.....,is lacadores
de cornalina para casaca pelo iKirilissimo precodc
.1011 re.s, laspeoaorios linos de borracha a MlOreis
penles ininl.ssuno linos para snissa a|TiOO rels.escovas
mu,lo linas p.ra cabello .. li res, capachos pinta-
doscompridosrloiidosa700e Ijikmi res |,-
Iftes liiii-sim.. .le load.operla para camisa- a 132011
de' fe.?2 r'' '' '"""""' ""' P- Pena
de ac l.'Orei., ricos porla-relogios a I9KOII reis
aixas de niela......1I0 linas para rape a 500 o lillii
escoras linissimas para unlias a 320,300 e ti 10
escovas para roupa e cabello o melhor ouepode
ralSKiu l-juu. I.-..VS1 e 2.? reis. pinc-.. Iluot
para barba n 200 res, du/ia- de facas e garfos li,,s
a rlHK. re.s dilas de cabo de b.l.nco muit.ss.ma !
linas a (000 e duzia, dilas linissimas de cabo de1
marlim o melhor que pode haver
i.iio 1
l'ann
Chita larg.'
Hilas c-lre
Algodaua/ul m
[o, vara
01 e de corr- a ::- e
1 rranceza, o eovado
' de cores, o royado
lado edeliiiras, o eovado
Corles de cassa 1.
I'ilos .le dula larga
o 11- .-ravalas de seda de cores
u I Lencos de "aii:;a e de chita, linos
:l-.Vai
JMKI
CiSoot
23000
.'l-uiiu
I-7IIIHI
liCOOO
:-(iuu
uim
Mili
:i.-.,mi
jiki
11.0
llifl
I ^'(.u
ISI20
KIO
,-IKI
Con
i* bem
b.l talo u.'e que ha sid, pre.nl.'.io e, diversas
posice, *l.dom-se com a condira,, Oe ,i, .
danao p,, er o comprador devolv-7., alaoTm
'""I.....da"'iii|'ra,re.s|llu.....I4t|
casa de AuS.us' C. de ,\hreu, na
lenle ... ;>-
Ul.iMH-; "IIIMKMi
Na fsbrica de sabao cli,*-manuleliirada na rua
do Brum, vendem-se ve" rt' 'amauba purilirada.
isuaes na u, M de esiiern""'"" Mm eh-,,a"'m
eheiro alcum dcsaaradavel "en'''m-^ Pree de
lOaarrob.. enca.xo.aa0""*",-* 1
menor qi.anlida.le que I ,','. r,a">
K'roba.e sendo paguas a vi-.r
Cul le Lisboa.
nova,
sup
1 imporlancia :cm
'ua da Cadeia do
- ovos. lNi.ni, ni,sa ,,i||0 itf0,
esa 000 rs. .1 Hbu,,.-.. 720,
' ,211 a libra dila liV. filio .'ll
a INKKI,
1, .1 a-
'.l.iei|os n
'. 19200, ma
dila (lili .lita
eaisea de .1. a l-SOOO, ratSna el
grandes 4300 '!' :.-.si, lavas viuda.
da ilbade i. salan 160 dilo 200
a libra, ceva. u.la I lu, e-permaceie a
di.r. 13000 d relogio patente suisso, car-
ne du -eriin ella- de carnauba a libra i iu
res, e oulr .o) mais gneros que a vista do
comprado. nderao por barato preco.
,\n t'asseio Publico, luja 11. II, de le reir A
Cu/, eM-le purr.io de laceas de cale de soperio.
lnawm.de, viudo do Rio de Janeiro ; vcude-sc por
' ecos commodos para liquidar.
Vinliodo Porto.
, ponasjl russiana
lor.
O deposito de cal da r- Cadeia *> "' n.
JO, acaba de rece '' n,llmo "> de Lisboa
Larris rom ral mi- ''"' lie,l'a, assim como dilos de
pol.isa rassiaoa es,lPr'"r qualid.de, sem eiagera-
eao a m''V"'"e ,em 'indo ao mercado, coro cojos
arligos -enhores de engenho podem seta reren,
a/'- .m a.sucar. em qualidade, peso e alvina, e
. vende por preco eommodo Autonio lime* da Cu-
nda r Silva, na rua da Cadeia do Recife, loja o. W,
defronle da rua da Madre de Heos, haxendo nesle
deposito um reslo de barris com cal da safra passa-
da, que se vendem por barato precn.
l\a loja das seis
portas
Fui .rente do Livraucuio
Corle, de rambraia lisa com
Ires mil reo
Vende-se vin1-
iiiagezes
d
tente
'."''
, em hctiris ii*
iiia/tin de as-
V
amarellas a
etes liaixos preros
qucr.c.b.r co.n a/einlas que eslao de-
rei
re
haver
.. I.'i-IKM) res a
acn de o"'"-', camisas de meia muilo linas a I-non res ri-
qoe lia casadoluadurasdc inadreperolac melal para CoU
cr de bi- I lele e palitos pelo ba.alo preco de 500e 600 reis
nha con. 12dunas, d-ifa, dV;"^,T^!S V"X'~ 5L71!!;.l".'W|I&' S*n bar1'""" osllo, de urna e'
1 'II ton .iu, 1 e m" mi'.Ussimo linas,,; duas avallias pelo baralis,uno preco de -'.-MNiii n es.
"una rani'v.iesm'iii, T "" ',<'Se"1"' "*>rs" l0J0' 'i"'a'i"*americaoos muilo bonot pri,s
""- e de li.d... as qualidades | pa.a csludanles ou n.esmo para
Ik c barata : na rua i cnenlo, pela .boa luz
boas
lrtts?*0.
Ven.
V|N.......Ul'Ol.lo i,i;.m i.N,,.
c-se ptimo vinho 1.0 Porto cm harria d,
'jnirciei.navo. ,,.,.,,,. ,1/,Myd <
daia^do Rectle a. 13, ,.,,,,......,, je ,;dll,lr v ,,.
Villll.
> do Poito, superior chamico.
l-.in calvas de 2 iIii/.ms e..... bafru de odavo r.
^-enle .-hegad......I U.gue Trov.oor.TvenS.
unica.i.enle no armazem do Bairoca vv. i;,,,,,,,,
ru da (..dea du RcCifc 11. i.
"niveles mnilo lio
e mecos, liula tegleza muil
do Oiie.mado, lo,. do miodezas da boa fama n. :if
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundifao de ferro de I). W. Bnwnwnn na
ma do Brum, passando o rhafariz, rnniimis l.a-
ver um roniplcio sonimcniode taixes de ferro fim-
| dido e batido ,1c 3 a 8 palmo, de luicea, as quaes
Parolas .(acnam-seavenda, por proco rommodo o'rom
promplidao: embarcam-se ou carreSam-se em acr-
10 sem despe7a ao comprador.'
r^Vfin',G"f CxmC,SadeS- P- Johnston&C,
na da Sen7..ila->ovs n. -ii, sellins inglces, chi-
rotes de carro o c, nontaria, randieircs e rasuraos
bron,ead'.-,,,|o;:,ns ,,atma fr^l, bar ,s da gra-
sa a. .1 vinho 1'J.erry cm barris, camas de ferro,
no da Ha, chumbo de raunicao'.
10, lonas inglesas.
os mell.oreafabricados cm h
llciirv Cibson :rmrd.i Cade,. .......
LViS PARA H0MNS E SE-
NHORAS.
\e..deni.sesuperiores|u,,,.depeM,c, muilo novas
l''' '"'T'"' e *.....", ''-'NO reis pr. ,|,,s ,,c
-eda muilo boas e sen. defe.to alu-u.n .maullas Dro-
las c braueas para Iiomem c senhora a l.-SKIO icis
" l'11; ?,u l',rcl',l- ''' 'CSl muilo boas a s.ki res
'i.....a* i'a fio de Escocia brancas c de
boiuem e sen llora a HH). 300 e 000
dilas para meninos emeninas a iOO re
de-oda ricas de loda. as cores e bordadas, .
10. para senhora :i-i"Kie :i->j(>0
mais qualidad
cores pata
1 e.s o par, dilas
' par, luva
>, arrotos para car-
elogios
U'iarni....... ,,.,, .c,., .,-,,,c .^.^H) re|s
qualquer estabele-! ""-ra-u...s qualidades de luvas, t,|(1 ,,a rua
- que da a commodidade'," ,.",""'"Jo l,a'icmcoiibei ida loja de miudr/.isde
de se poder penderar ou p,.r-m* """ocias de
mes. p,.|o baralo preco de ,000 rejs.'pasias para I i ,,,!,,-,.,
Roardar pape,, a ,sik>reis. espell.os p.ra pa.cde rom 'j!'l'l(,/.a
armaran domada e sem ser dourada peloHiarali-i-
mo prcSo de 300. 700 c OlKt re, finimDMs e ri-
cas calas para r. ,.e a i, IH) e :l*IOO res, papel de
es de lolliss poqnenas em osarla de reip.i pelo
--'rdadsira: iiapra... di
Alttuyfio.
No alerro da Boa-Vlsls a. SO para liquidar] veo
oem-se diales de louquiia bordados, da ludia dilo
ditos adamascados, dilos de merino bordado, du,
rom Hslras, e ditos lisos, chapeos de seda para senb.
ra, lencos de cambraia de hubo bordados, pulcetr;
oe cornalinas .miniadas en, ouro de le, dilas de c,
jal a .erneale, maulas de coral, llores francezas,
as de sed. de loda. as qualidades, trancas de seda
todos as qualidades, lib, iiso c bordado, dito nr.
le chovisqoii.ho, bico de bloude branco largo e c '
Vende
lente-di
i 'ovado. K-la
baralo preco de Ti"rd-, e OOlrasmuilissMk. ron-
sa., que ludo se de mais lualo do que em nutra
qualquer loja : na rua do Oucimado na bem conde-
cida loja de uu atlas da boa fama 11, :i:i.
I.AIIVKINillOS.
Veodem-se lencos enalbas de labvrintho. sssen-
adoe.......a cambraia de liud
ii, p.imeiro andar.
na rua da Cruz 11
TAIXAS DE FF.IIKO. """e Icscobcrlos, pequeos e srandes, de oun
T^z, TSSir^ i SslX I trxLTb......M*,;.....^-|
sempre um grande sortiinenio de taixas, tanto de | (Jobei tufes
trica nacional como cslrangeira, batidas, fundi-
, grandes, pei|iienas, razas e fundas; e 1
os os lugares ejrisum guindastes para rarre-
anas ou carros, livres de despejas. Os
sao os mais coto modos.
< Ifta hespa-
nlies milito eucorpa-
dos c fraudes.
Ud.''" '>spo,loja da esquina qoe
Veodem-se na r
volla para a rua da Cadeia.
FariiiJi -i
Vcndc-sc
C itliarin:
(( medida vojlini por pi
'" armazem de NovaesA C., na
Madre de Dos 11. 12.
- Vende-sc n ensenho Jluribequinha, Ireslcsou
aislante desla prara, une ba aviri.a.lo cm ::',;li(iii-
porioace ao casal do finado commendador Jo.i
lino de Albuqoerque Sarment, eno qual
lual rendeiro Ires qoinhOea de lOg
loram excluidos daquelia avaliacSoi
"u no ,1.a 2li de julli.i pro. n.o passado, pelojo.zo
oe orpdan .- quem o pretender, diriia-w ao Sr. le-
nenie-coronel Barata, ruada Cadeia ... 22,0.1 ao Sr.
.....'"".'dve, de Alboquerque, 1,0 palto da Itibei-
ra, sobrado junto ao muro d. l'enha.
Veudem-se madapoloes linos e de oolros, c.un
um pequeo loque de varia, a precos muilo bara-
niaimioc.i.
superior ariiilin de Sania
i-., em sai casque tcm um alriuei-
eommodu:
ta (Li
l'au-
em o ar-
cada um, que
a que -e prore-
mra vestitlo.s
se a ric, fa/enda lindera, cheoada ullima-
rauca, pelo liaralissimo piteo de I.NHX) e
fazenda he de pora l.l. .- s|a e 09
seus padroes sao os mais don.(os que ale o presen!,
cm apparendo no mercado : ,,a rua do llu-imado
nos qualro cantos, loja de fazendas da boa fe n. 22!
Vendem-se vellas de carnauba de rompoaMa.
.1 iniiiarao das velas estearinas, pava americano ,|a
melher qualidade possivel, bem como de carnauba
nmples, por preros commodos, arroz pilado moilo
hoin e 1. muil,. coi.heci.lo pr cresccr mais qoe,.
do Alarailhao, cm arroba S 29, cm -arca-a 1-s.uu
arroz de casca em aacea. grandes a il-OO, o rm ., '
Je.rc medida velha a.-18300, ludo ,,, Mm .
..... do x i.;ario n. .">.
Agua de Seltz e limonadas zazosas.
eudem-sena roa da Cruz, arma/en, n. tO.lil
das machinas de por em cima de mesa on .pparado.
para fazer agua de Seltz ou limonadas jarosas, a lo
'. hora qoe ss quer desanclar e-las saud.ve.s beb
las, hoje lau preco.ii.adas por lodos o. facullat,,..
ModenovainvencAo que asora appareceo em Pa
na, nem como os ..isred.enles necessarios.que se ver
dem cm as mesmas machinas, ludo por preco muil
eommodo.
BalcSo.
Vende-se um Brande balrao de amarello com pou-
co uso, qoe sirva para loja ou qualquer oulro e-la-
belecimento : uo armazem di ru. da Cruz 11. II
Un e rae.a vari., a
rorl's de esaaa chita com sele varo ,
nuco patacas, eassas de quadros d cores bnuiud,,
cambraia e sedea dote viulens o eovado, rucado,
trncela, de bonitos padroes a meia palaca, e droslargos a doos lustes, chilas escuras Irau.aiia- e
lisas a meia pataca, e de diversas cores a sttt t-
leos, chales de estr -mas Oores a cine* ...
loes, e de e .. m flores
duas pal vendem-se
puro .
>'rada>.
No aotigo C Um ionl.ecido jardim.
0110 correr da igreja de Nossa Senhoia
di Soledade, casa ... 7. Ii.
neiite para vei.d.-i pes de rosc-.ras min-
io lindas e de ....tilas c divcrsM 1u.1li.la-
des, como os compradores (xoderao vn
por estar em vegetorfto; assim como sa-
potis, Cvpresles, Parreiras, Dalias, Ale-
crun c oulras mu i tas lloi-es.
ha (-01.sta1.lc-
s A
@cr jtt>o fttgt ,*.
Champagne.
\ ende-se oplimo rhampacnc marca J. .Muni 111
lompanhia, pelo pre0 de DO?, a duzia no arma/.
I.1 lili Ha B mi al 4
da rua da Cruz u. 11.
m ^
em
meias ac laia pa
1-..._. -.--
I)l;ii;is
ra i.-Hisvs.
\edem-se superiores meia- preUs de l.n.i p,,..
ires, pelo liaralissimo preco de IjMK) ru Iia
lo Quemado, na bem conhecida loja de mide-
P
ni..
/.- da boa lama 11. :| I.
(^al vir-em de Lisboa,
Caiiihraias iraiicezas
in K,a5!IOocuViido,
11 mu doQuciiiiad
u. 19.
iinbiai.is fiancezas 11:
pollos, pelo
Vendem-s
modernas e ,ic lind.ss.n
rali-ni. preco de :;'U o eovado.
uilo .--.
ba- 'f
:,.:
mazen. d I'oi.seca', Meileirus"^
, rhesad
Companhia, rua do Trapiche.
"T ". EWd2 "' W>''r '"o Trapiche
" ... Is. vendem-se baetas, lelnoios ,le
Herios e descolterlos, selliui inaleze>, chic
cario, arreioa para dilo, r .bus ,|d |tu..
lunas de lodas as cores, caudieiros
/ea '
NilM
en-
de
la. lio de vela,
e castigaos bmn-
CARTAS FIMSSIHVS P\R
TRETE.
.. ... -4.
YOL-
(et: aroadaCadea Velha o. h.^mZ.andar araua,00'''"'" "' frUC,aS ius'eias' '< \ endem- rete pelo haiali--uiui preco de SOI) r<
na ma do Qoeimado, na bem conhecida i
de/as da boa lama 11. :i:|.
- Vendem-se i Utas de carnauba
Sentali Velha b. II O.
para volla-
o baralhu .
oj. de miu-
, i.j tu. da
-- I uiin do enjenho Vicente Campello, na .
eoezia da h-cada. no di* |-_> de jolho, o esrraxo Jo...
Iidppe, criooloda llalu., eslatora recular, aanaa dn
corpo, roste comprido. barbado, cor alcoma co-a
lula, candlo, punas bstanle linas, levou rcu.pa de
aleudan azul e chapeo de nalha de carnauba foi
compr.do no Kecife a Antonio Hirardn do He-o
quem o apereheadet leve ao ensenho Vicente laai-
pcllo. que rereber do abano ass.sn.do V1-000 H.
j.ral,hcacao, e no Herife .0 lllm. Sr. JoJu !,, de
l.emos Juuior. .... de jaldo de IK.-.,.
Manoel Uoncalveo I'ereira Jenmr,
AVISO.
CI.NCOEMA Mil. REIS.
No da Jlde junhodo rorrenle. focio de bm,i,.
lo bnsue .Mana l.u/iai. o prcl" criouln, Manoel,
de idade Ii --, Mana, posare mais oo rnenn., r tcm
... s.enaea eguiules : rosto comprlo e descarna *,
! cor fui 1, cabello cereilhado, oHmm nm poorn cnadr
1 e amortecidos, beiros iniaei. seale o de nm. ruis
crosso une encobre a Talla que lem de deul, > .,
nnia, talla um ponto atrapalbedo devidn a f .Ha ..
denles, p0c, barba e rala, e Ucodao, lem na m.o,
.-pierda junto ao rtedo mnimo um. especie, <|,. ,,,, _
vo sabido, as nadesaa um |.ouro empinada. ,, M,
1 dar tem um cello para o lado, cadeiras lar -.s. cen-
lura lina, p,.. apalbelad-.s e um BOattO lar: BM ; levou
calca de alcod.io a/ul desbotado e camisa t\% al_-.nl.,,
riseado, chapeo de pama, tem asenso o> cnoaadatar*
e cosiuma embriasarao ; foi escravo ,1o Sf. |ir, jeJ
ronvmo Vilella edo Sr. hr. promotor de Uakoao,
Qneiros Fonteca, e uli.mamenie doSr. Albert Feas-
ler llamen : o abaixo as-icnado, senho r do diln ,,re-
to, cr.lilira cenero-anienl'- a qoem o iprebendcr e
leva-lo em su. cus, uo aterre d. nWi-VMa n, .1
secundo andar, 011 1,0 Hecile, rua do T ispicb,- n. ac*
a Amonio de Alinela Lomes ; como Umbein pro '
1,-1, ronlra qualquei petaoa que .. ,.u|,_, ,r
poder; assim como araliliea c papa 1 ,|j, n aiiiii
zas.Juaquiiii Lopes Je Aluieida.
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l'Ell.V, XP. UK M. F. OH t AH .bit,
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO"
MUTILADO ILEGVEL


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