Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07473


This item is only available as the following downloads:


Full Text

i
\
ANNO XXXII n. m
Por 3 mezes adiantados 4S000.
Por o mezes vencidos 4#500.
SEXTA FEIRA l Dfc
Por auno adiantado ljOOO.
Porto franco para o subscriptor.
KNARREGA<>S DA SUBSCRIPCAO' NO (NORTE
Parahiba, Sr. Gervasio T. da Naiitidade ; Natal, o 8r. Joa-
qun I. Pereira Jnior ; Araea.y. o 8r. A. da Lemoa Braga
flear, efr. J- Josa d? Oliveira ; Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
que. Efldrig** Pa jhy, o Sr. Domingos Herculaao A. tan*
urwM ; Par, Br. JustinianoJ. Raraoi; *,maiooai,o Br. Jero-
ajawdaCaeta.
\

PARTIDA DOS CORREIOS.
II ifiU : it'-los o .li., i- n t Meta hora* rio rila.
1- HtlNM, GuHH B l'.ir.ilu|..i iu v Aaiiu, Brivrrosi, Roailo.ltarur, \li.ni.....tiaranhun^ : im trrc*^eira>
5 l..un-iir.i. l'*..-.rnii... Nj-n.-tii. I.iaoriro, Itiriu, PeMucin, fn-
i.i lloras, \ill..-li..|l.i, li-\t-i.., Oarkor* .- I ... : u igunid-Mni,
' *'" 'i....., n-tinIi.'i.-hi, liii.-j"..!!!!,,-,, Lm, Buruiroi. Aua-l'r<-u,
i ir rPtiiranc Kaia: iiuini.i>-iVir,i..
(l iMoi corretoi part .t m Iioi-jh .u maniia.j
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio quariai < aabbadoi.
Relaco lercai-feirai esabbadoa.
Fazenda : quarlaa asabbadoa aa 10 horaf.
luiodo eommercio: segundas aa 10 horaaa quintas as mio-dia.
Juio da orpbaoa .- segundas quiii aa 10 boraa.
Primeira Tarado eivel : segundas aextai ao roeio-dia.
Segunda Tara do eiTol: quarua o aabbadoi ao meio-dii.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO
9 Quartocreicenle a 1 hora 47 miouioa e 48seguudoa da m.
lfl La cheia aa 4 horas, 20 minutse 48 aegundoi da manbaa.
12 Quarlominguante ai b' hura-. s rainuioie 48segundoa da t*
30 Lu noTaai 8 horas, 4 > minuioa.48 aegundoada manbaa.
P RE AMAR DE llo.it:.
Primeira as 3 horas e .'i 1 minutoa da larda.
Segunda as 4 horas e O minutoa da maosa.
DAS da semana.
25 Segunda. S. Luiz re de Franca S. (cronciob. ni.
26 Terca. S./.efehuu p. ni. S. Constancia ni.
27 OuartaS. Jos de Calasans S. Rufo m.
28 (Juiua. S. Agsatinho b. e dout. da Igrcja.
29 Sena. Degolaco de S. Joo Baplista S. Adolpho m.
30 Sabbado. S. Roza de Lima americana v.
31 Domingo. S. Raimundo Nonato card.
CXCAIVRKCADOS da stuscripcaO NO MI.
Alagoas.o Sr. ( laudino Falcao Diai ; Babia a Sr. D. Duora
Rio deJaneiro,oSr. Joao Pereira Martina.
EM PKRNAMBI'CO.
O prsprietario do DUBIOManod Flgoeirea dt aria, a* saa
livraria, praca da IndependnKia ni. i a 8.
PA1TI fflQIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta 4a la |;l de agoato.
< IfliriaAo mariicli.il cimn ni lano das arman.
Com inclusa copia do parecer rio juiz relator da
junta de juslica, respondo ao nlTIcio de 6 do curren-
te sob n. tti, core que V. Etc. Irouie 8u meu
cnnlieciineulo os que devolvo lo lenle coronel
comraaudanle do < li.ililli.io de arlilharia a p, e do
eapilao commandn ite da 1- comoauliia do mesnio
balalli.lo, acerca ciouada unta no tirores^eTn ao soldado riaqtielle
batalhao Manoel l'aulirfo, por criroe de deicro,o.
DitoAo chele de policia.Accaio receido o
oflicio de hooteio sob n. 488, com o qual V. S.
me regielten copie de ootro|em que o iuspector da
alfendega, ao passu que prope. em vista da minlia
decisle, a Doiuinsos da Silva (iuimares, para ezer-
cer inleriaaroeule o lugar de thesoureiro da supra~
seca, se den iore t dias nesta provincia, na saa pas-1 verno nao incumbe tomar eonheciraenlo das deci-
sasem para a do Amazonas, onde vat servir.
Uilo A .o inspector da lliesoararia de fazenda,
mandando : tbonat ao Dr. Jos Ausnsto de Souza l'i-
langa a sra lilicac.lo diaria de I03 rs., a contar de "i
de julliu a *. de agosto deile anuo, pelos servicos que
prestou coi no medico em commisso do ovrno na
CrcRuezia (los Afosados.
Dito Ao me.ni", inleiranrio-o de liaver defe-
rido, de ci tiln ululado com as mas informa^Oes, os
requerirse nlos em que Isabel Francisca Mont'iro
de Alhuqu.erqoe.e niais herrieiros de Silvestre Kibei-
ro d'AIbu querqne, liem como Olimpio da Fouceca
Cnultiiho e I). Carolina Clara de Mendnnca Muniz
Lavares periem licenca, aq.ieilea, para tenderen) 1
Kalino Jo 1 nncalve- por 438f rs. .1 casa larrea o.
130 sila u o (erreno de marinha n. 175 A, na ra Im-
perial, e estes para lran l.einos Jiinior por tXto rs. o dominio ulil do terre-
no da ma rinha que possuem na estrada do Moloco-
lomb.
Hilo Ao commandante da ealacao naval, re-
. commenijaudo em vista do parecer do procurador
. li
dita alfandeca, declara ao inesmoMempo que o pro- ,
poito ja se ajana em exeroicio poj nnmeasao daquel- ll,Cl rta l"eourarta de lazenda; que ponha de novo
la ioipoclrii ein virtud de disponlo no art. i do em 9'*r.' o lornectmenlo de medicamentos precisos
reffula.iaeulo de i de junho de 1836.
%rk respoala, lenho a dizer qae julgo mu curial,
e approvo o prncedimcuCo do mencionado ins-
pector.
UiloAo Dr. c'infe de policia, participan lo em
rcapoeta aoaeus olficios sob ns. tiiK e (>i7, que ex-
pedio ordeiu a Ihesourana de fazenda, para que nos
termos legaes, minio pagar a importancia das des-
ppzaa fettae 1101 m ize de |ullio do anno prximo
passado a juoho ultimo, nao s com o fornecimento
de luz para o quartel do destacamento de I. linda
da fregoezia de Pedras de Fogo, mas lambem com
alogoel da casa um que se acha aqnarlellado aquel-
la ilesHcaineiiln.
DiloAo mcsmii, transmiltindo por copia o ofli-
cio do presidente nlerino da commisso de liygie-
ni de 1U do correnle, acerca da visila qoe fez ao
arsenal da marinha, a ti 111 de examinar as causas que
Una oeeationado Irequenles (allecimenlos dos Afri-
canos apprehendnlos em Sertnliaem, e all exis-
lanles.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, no
inesiuo llieor.
Dito- A? TAronel commandante superior interi-
no da guarda nacional"- \o Recife.Conslando-me
por parliciparao do Dr. cuefeTnr polica, datado de
liontem, que na freguezia de S. Fre Tedrrj-tiaiw
calves, nao se aprescuiara no da II do crtente,
urna s praeja de tuarda nacional pira o palrullia-
inetito da rnesma fregue/.ia, assim o commuoico a
V. S. para que tomando em consideracao o expen-
dido, dC as necessaria* providencial, alim de se nAo
reproduziretn fados semelhantes. .,
I*tlo--Ao eomriandante superior da suarda na-
cional do municipio Jo Sanio A.ii."m. declaiando em
resposla ao seu oltlcio de 2> de jullio ultimo, que
aulorisou o iospeslor da thesuurarin de fazenda, a
mandar pagar a importancia dos pontos que acom-
panharam iqoelle cilicio, dos vencimenlot do cor-
neta do I1alall1.nl 11.21 Manuel Bellarmiuo da Con-
ceirao.
DiloAo commandante superior da guarda na-
cional dos muuicipi'is da (HuJa e lgnarassu'.
Conelando-roe qoe JoSo Baplista Cavalcanli, capi-
Uo do batalhao de tnfanlaria da guarda nacional
de 'Minia, paasoo a residir em Iguarasso', onde at
ponco lempo oceupou o lugar de inspector de quar-
teiao, eumpre que V. S. me declare qual o proce-
dimenlo que Ic.n lido com e*>a uirial, que ran-
dou-se do disii n 1 Je seu .corpo sm rrquerer ... ^tte
eoiijriic i jv.r?ni-tl^raguia. ""H.-^ixiae o arr^^
do ai<. 11. tW n~mk\W^\mKmfr^'
DiloAo inspector do ntf'-STi para o* navios da armada eslacionados nesle porlo
e -ilion 1,1 r 1 1 rio arsenal de marmita, alim de que a
ella con eorrain nao s os licitantes que se apreseu-
laramna primeira [iraca, mas tamhem todos quan-
tos e iiio.ir.ircui habilitados para este lim.
Dito Ao mesmo, para mandar desembarcar
com guia o recruta de marinha Filippe de Santiago,
que foi mii-iJcr.ilo incapaz do servico da armada,
por ser maniaco.
Dilo Ao presidente do conselho adminislralivo,
recommendando que laca comprar e recollier aos
armazons do arsenal de gueira, os artigos conslaotes
da rela<3o que remelle, os quacs se fazem precisos
ao meina arsenal para diversos fornecimentos o Ira-
halhos das respectivas oilicinas no crrente mez.
Fizeratu-se as ncceisarias commuoica(es.
Dito Ao mesmo, dizendo que se faz necessario
nao su a conservaco doollicial carapina no palacio
da preaidencia para a conlinua^ao dos concertos em
que se acha elle empregado, mas lambem a vinda
de om ollicial de ferreiro.
Dito Ao inspeclor do arsenal de marinha, coo-
cedendo aaolorisacao que Smc. pedio para comprar
a Francisco Marlins de Amorim pela qoanlia de
IJUSOOO rs. a bilacula com asulha transparente de
que precisa aquella repartic.au para acrvela l'nin
r. a Manoel Ignacio de Olivetra Braga por 25001000
t. Cl.la uro.J_20,bronzes de cvlindros ou patentes.
Cumunicou-se a thesourarii de fazenda.
DiloAo rneaid". approvando a o>hbornean que
Smc. limioii do n novar o contrato feilo com Jos
Amonio de Araujopara o fornecimento do carvao
de pedra necessario barca de escavacao e ferrara
d'aquelle aisenal, i*to at o lim do nercicio cor-
ranli-.Inl-irun-.r a thesoorari.i de fazenda.
Uilo Ao capil? do porto, inleirando-o de ha-
ver, rm vista de sr inlormacao. concedido ao en-
genheiro da cslrada de ferro, John Slolt i'ucker
a licenca que pedio ara tirar nos arrecifes a pedra
precisa para a ohra da mesma estrada, porm com
as me.mas limilac.Oe cue se ptie a repartirlo das o-
liras publicas.Olliciou^fd^peste sentido ao mencio-
nado engenheiro.
Dito Ao juiz de direito do Rio rormoso, d.
zendo que a diaria de 5*000n. que percebe o cirur-
giao Jone Antonio de l.iSHo, empresado em com
missao do goerno naquella cidade, lica elevada
l>?"i.Kl rs. todas a< vetes que elle prestar seus se
vico* fura do lusar de ua residencia.
Dilo A o pronmlor publico da comarca rio 1:
cife, remetiendo nao s o requcriroenli de
.'.u^n 1- laiu li 111 ai
tor JrSfc_,.,l. ,i^:ytf
utoriiata
dando admitiir n) mesmo arnn.l para o lim indi- Sroe. proceda na r.irma da lei contra o neii
cado na orderoda prwldencia d:Klde abril ulluno, lino Ao promotor pulilico do Rio hornfosi
[visto nao lvet toeouveuienle *,eguudo con-ta de, Ifansmilliiid.i por copia o trecho do oflicio d.. cl.effc
sna infonnaco dad. no olllcio do delegado do ler- rte Pol.ciB. a que veio annexo o mapp, que devolv
ceiro districto denla eidade.j o tnwor de que traa o '."''"Hins daqnella promolona desde de ma.
mesmo delegado.OOie.aa-se nesle sentido ao d-
los Irahallios
ao ultimo de juoho desle anuo, alim de que Sn^.
complete ou corrija o menetoMdo inappa, lio senti-
do das observcoes felas pelo referido cliefe.I-
declaraodo em repota ao seu oli -''.Iaes ilos promotores do Brejo, Flores Santo A11-
lao.
Dilo Ao lente coronel director das obras
militares, dizendo qoe propouha pessoa idnea para
servir iulerinainanle o lugar de ajudanle daquella
direetorii.
Dilo Ao mesmo, approvando a deliberacao
qoe Smc. Imnou, de mandar por em hasta publica
as obras quejtiverem de ser execaladas.sob a inspec-
c.io daquella directora, continuando enlrelanlo por
administradlo as ja comecadas.
Dilo Ao director da colonia militar de Pimen-
leiras, recommendando que mande receber do con-
elho adminislralivo os objeclos que, sendo pedidos
para o expedienta daquella directora, ja se acham
comprados. Communicou-se ao supradito conse-
lho.
. Uilo Ao inspeclor da Ihesouraria provincial,
edromunicando, afira de que o faja constar a quem
com ir, que o Exm. presidente da caixa filial do
Banco nJjrasil uesla provincia, parlicipou que fora
appnn.i.io n^u^jn n contrato celebrado pela presiden-
cia, em virludeMsiarliijo 36 da lei proviucial de 30
de juuho desle an^a. mas lambem o rezulamento
dado para exeruco dnStunu una lo contrato.
Uilo Ao IhesoureiroStLi companhia de estrada
de Ierro, dizendo que ti.1.1 liNduviJa ,1,. que as pes-
soas e.npregadas na estrada deVJerro esiao isenlas
do ervic.o da guarJa nacional e >lo recrulamenlo,
e so a respeito do jerj he que nao lia i-tuu;,o de-
clarada na lei, nem no conlralo, mas pode-se facil-
menle deprehender e con*Uei-la como consequeu-
cia daquelle principio; eonvindo, porm, estaliele-
cer-sn ama regra setal, vai reclama-la do Enverno
imperial; concedendo no entretanto a presidencia
todas as i-on _.....que forem pedidas a favor de taes
pessoas.
UiloA llermcs Pilnio de (Borba Cavalcanli__
Areuso recebidn o oflicio de i do correnle em que
Vine, queixando-se a esta presidencia de nao ler
sido qualilicado volante na freguezia da Victoria,
peda|proviilencias a semelhaule respcilo.aflirmamlo
i|iic oulros individuos se acham lambem no mes-
HILllHl' Vl."" **------------------ ^^
legado da policia do lerceiro districto.
DitoAo dircelor iolersno da rcparlicao das
obras poblica*.
ci ii.-2.VI, qoeexpediu ordem ao inspector da Ihe-
souraria provincial, para que a vista do competen-
te certificado mande pasar ao arrematante do (i- hin-
co da estrada do norte, Joaquim Augusto Ferjcira
Jacobina, a JmporUncli da lerceira prestarlo do
sea contrato.
Dito__Ao rMimu. dizendo em addilamenlo ao
oflicio de 11 do or-eule, que para a collocaro dos
lampones que se ra v prefisos na pon nova do
Recifc, deve enle eMMM*v c,,m u arrematante
da illuminacan pin esta cidade.
DiloAo diret geral da Ifc'.rucc.ao publica,
designando confor.ne Smc. propoz eaa^seu cilicio
desta dala os prolessores do liymnasio Pt^viiicial,
Jos Soares di Azevcrio, c padre Ignacio Francisco
do Sanios, para aervirem de examinadores dos pro-
fessores primarios que se quizerem habilitar na for-
ma da lei o. 369 de H de maio de 1855.
DiloAo promotor publico do Rio F'ormoso.
Remetiendo o requerimeiilo do profesor publico,
ile inslrucrao primaria daquella cidade Anlonio dos
Santos Vital, e os documentos que a elle se referem
para qoe proceda coulra o mencionado professor na
forma dos arls. 157 e I6t> do cdigo penal, j
DiloAo majur PanlaleAo de Sequeira Cavalcanli
Jnior.Conslatidii-me que Vine, cuncedera a An-
tonio dos Santos de Souza l.eao urna porreo de In-
dios da aldeia de Cimbres, de que era director inle-
rino, haja de inrormar-me circumstanciadainenle
a esse rospeilo com .1 urgencia que for possivel.
PortarlaO presidente ao que Ihe represenlou o hacharel Julio Barbosa de
Vasconeellos, res ilve demilti-lo do cargo da promo-
tor pablico da comarca de Garantan.--Fizeram-
se as necesarias :ommunicacoes.
- II -
Oflicio Ao F.xm. marcrhal cimni unanle das
armas, eonvanio-o a cnmpareWw no palacio da
presidencia au.anh.la, a* 10 hora* do dia. .
Dilo Ao mesmo, transmitlindo por copia o avi-
so da repartirlo da guerra de 17 de junho ullimo,
no qoal se determina que o eapilao do 2. batalhao
de arlilharia a pe, Joo Evangelista Nery da Fon-
OS CASA71EHTOS DE PARS.
Por Edmundo About.
.; SEXTO.
A mai da iiiari/ue^a.
II
Depois que o liaran sabio, (asto de Oulrevlle
lancnu-se na poltrona, inelleo a eabeca enlre as
mns, e refleclio lano, que sua titila d China leve
lempo de seccar Com que inlencio, pergunlnit a
si mesmo, tena linrguer.a vem ollerecer-me a filha e
cem mil francros de renda'.' Conheco grande Ha-
rnero de miinii, que em s,.u lugar leriam licado me-
nos emharaeados Teriam logo construido nm ro-
mance de amor para explicar lodo o mxsierio. lias
11.1-lao careca de fatniriarie, assim como l.ucilla de
easquilharia. .{ nica idea que Ihe veio foi, qne ma-
dama Benoil quera par g4o um forjador liem e-
ducado. a Ouvio fallar a meu Respeito, disse elle
comsigo, de minhas pesquiza* e deNninhns dcscober-
las ; ea frequenl v as reuaies do hairro no lempo
em que na 3 conrecia anda a lorire' c a vaidade das
relares da vid elegante. Me cvideiu>siiue cssa nf-
ficin neceasila de um homem : urna maiV a filha
juntas nao dilo om roeslre de forja. Quem sube, se
os Irabalhos nao se acbam em mo estado se^a em-
prez nao esl em perigo'.' Pois bem! misa saf\"fe-
roos. Oulrevlle cm sen soccorro como diziam i'os-
sus avs, esses ar islas heroicos, que fabricavam su s
proprias espadas. Dito islo, refez a tinta, e tei"-
minon eofisrienciiisamenle soa lavagem. ,
Na manhaa scgjinle passeou apressadamenle no
jardim do l.uxemhurso ale a hora do almoco. De-
pois do meio-dia l>chon--e en um gabinete de leitu-
lura, onde folheo machiiialmeiile Indas a* ga/.eas
do dia, e lodns as revistas do mez : desde muiln tem-
l'o n.lnse deleiir.; lano. llefeliciil.ulc, dizniom-
s.go, a geule nao casar-sc muilas vezes: nao Iraba-
Iharia.
A s cinco horas veslio-se com rnuilo esmero, pois
ep-rava j.uil.ir o un a noiva. U.ivain seis horas e
ineia quando enlroe em casi do bario. Esperava
saber de seu velhn amigo, como madama Benoil
Uvera a nhanlasi.i de escolhe-
0 lur.t i hii invslerioso, com
va mnitn en orgolli para
Cheeando ao palacete da ra d Saint Dominique I d
----------------------------ca
mo case.
Em re*posl,icun;-
declarar-lhe que ao go-
sfles das juntas de qualilicacao relativamente a ins-
eri|ic,ui, exclusu, ou omissao de qualquer pe-son na
respectiva lista. Enlrelanlo, se Vmc. se juica pro-
judicado ero seu direito, deve u*ar do meio que
Ihe faculta o arl. 22 da lei regulamcnlar de 1!) de
agolo de ISil, o se anda a*im for desallendido,
podera recorrer ao con*elho municipal, e em ullimo
resollado a relacao do districto, como dipe o arl.
.s da citada le'.
DiloAo presidente da junta de qualilicacao da
freguezia da Victoria.Conslando-me que a junta
de qualificacao dessa freguezia anda se nao reuni
para o fim declarado no arl. 22 da lei regul irnien-
lar de 10 de agosto de I8(i, convem que Vine, me
informe com ursencia a semelhaule respeito, dando
desde logo as necessarias providencias, aura de ser
cumprido o preceito que impOc o citado artigo.
PortaraAo agente da compaohia de barcas de
vapor, para mandar transportar alea Parahiba como
passageiro de eslado.no caso dehaver vaga,no I* va-
por que vier do sol, o lente Temoleao Peres do
Albuquerque Maranlilo. e por conla do governo a
mulhcr desse oflicial e dnos filhos menores.
16
Oflicio Ao Exm. marechal commandanl das
armas, inleirando-o de haver expedido ordem a' Ihe-
souraria de fazenda, para que o alteres commandan-
le do destacamento de Caruari MJa 111 Jennu-.iJo da
quanla de que lrala|o eflicio de S. Exc, sob n. 677.
DiloAo memo, para mandar apresentar ao pro-
curador fiscal da Ihesouraria provincial um soldado
de cavallaria, alim de levar uus autos ao juiz mu-
nicipal de Isoarass. Inteiroo-se ao mencionado
procurador fiscal.
Dito Ao chefe de policia, dizendo ficar scienle
de haver S. S. demiltido|a Pedro Ferrcira dos Santo*,
do lugar de guarda da casa de detenco, e oomeado
para o mesmo lugar a Manoel Amonio Freir.
Comraunicou-se a' Ihesouraria provincial.
Dito Ao commandante da eslacjo naval, re-
commendando a expedicao de suas ordeus, para que
com toda a brevidade seja ronduzida para o porlo
desla capital, onde se lem de fazer o competente
procasso, a barca nacional /lniie:a,que sendo appre-
hendida pelo chefe de polica do K10 Grande do Nor-
te, como sospeila de se empregar no trafico de Afri-
cano, acha-se actualmente taita na Baha Formosa,
cujo ancoradouro nao lie seguro. Participoo-se ao
Exm. presidente daquella provincia.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
resliluindo o rcquerimenlo em que AkoiIiiIio Jos
de U'iveira pede pasamento da sralificacan que
vencen no mez de julhn ullimo como encarrrgado
de coadjuvar a escnpluraco da commisiSo de hy-
giene publica, c aulnrisaudoo a mandar efTecluar
csse pagamento, e bem assim os dos mezes qne se fo-
rem seguindo no coirenle exercicio.
Dilo Ao mesmo, communicando, alim de que o
faca constar a quem competir, que lica approvada
provisoriamente a nomeacao que de F'rancisco J0A0
de Barros fez o cnsul da Blgica nesla provincia,
I.uiz Antonio de Siqueira, para exercer as funerOes
daquelle comnlado durante a viagem qoe o mesmo
cnsul vai fazer a' Eoropa ; devendo a namesdo a-
preseular o beneplcito imperial dentro do prtzo de
tres mezes. Fizerain-se a* nutras communicacOes.
Dilo Ao inspector do arsenal de marinha, ap-
provanJo"a sratificac^o de 2O3 mensae* que, S. me.
propoz para o segundo lente reformado da armada
Manoel Antonio Viegas Jnior, por se adiar lecelo-
u.indii geometra praliea naquelle arsenal; lienndo
>alvo o direito qu- a mitra gralificacAn possa ler o
mencionado lente por servicos que liouver de prs-
tamo mesma arsenal. Cotiimonicou.se a' thesou-
-aria de fazenda.
Dilo Ao director inte.rno das obras publicas,
declarando que exneriio ordem a' Ihesouraria provin-
cial, para que t vista do competente certificado,
"ande pagar ao arrematante do emperiramenlo do
' jja estrada do Pao d'Alho, a importancia
- presca^.-ia m' que lem direito.
1 Ao lenle-coronel director ta* obras mi-
es, devolveudo o ore miento da pintura precisa
h quarlel das Cinco Ponas, alim de que o mande
fazer por parles e nao engloliadamenlecomo veio.
l)i(o Ao inspector da lliesour.iria provincial,
para informar se he possivel conceder-se, ainda que
em ^rdenado, a licenca que pedio o araanuensr da-
quelltf Ihesouraria, Balduino Jos lavare* da Silva,
admiltind-se gnu pessoa para o substituir durante
o seu impedimento.
Miarla Ao agenle da companhia das barcas
de vapor, recommendando que mande dar passagem
paral corte, por couta do governo, no primeiro va-
por ( ue passar para o sul, a Miguel Aurelio da Sil-
va, c ue leve baixa do servico do exercilo.
-18--
C cularAos presidentes das provincias do sul.
Tenl o a honra de cnmmnnicar a V. Exc. que, a or-
dem poblca nesla provincia eonlinoa ioalleravel.
Ni o me cabe anula a salisfacao de participar V.
Exc. a completa exlinccao do cholera nesla provio-
cia, or isso que em alguus pontos continua a ma-
nife-lar se debaixn de um carcter tuais ou menos
benigno.
<)l icioAo Exm. hispo diocesano.TendoV.Exc.
por .iinuii 1 bondade permiltido que o* recolhimen-
lo* ( a Clona, ConceicAo de Oliinla, lioianna e Pa-
pacara, recebam como educandas algumas das or-
pbaisqoe por sea estado de completo desamparo,
redi mam a proleccao do governo ; e sendo conve-
l! en e que as regentes desses recolhimentos se euten-
dam enm a commisso que eu nomeei para o lim que
V. 1 xc. vera da copia inclosa. vou rogar-lhc se dig-
ne 1 ermiltir que as referidas regentes possam com-
mut icar directamente com aquella rommisso no que
diz respeito a organisarao dos estatutos, recebimenlo
das brphaas, li\.ic.n. do numero das que podem er
adirjillidas nosrecolhimenlos eobras neces*ariaa para
essejfim ; assim como sobre ludo mais que for cou-
ducfnle i realisacao das medidas indcalas no rela-
lorio de que lenho a honra de passar aa moi de V,
Excj. um exemplar impresso.
DitoAo Exm. marechal commandante das ar-
mas, remetiendo, acompanhado de copia do aviso
i.1 inmisin > da guerra de:tO de junho ullimo ocon-
selhjo de disciplina do menor Felisbino da Conceieao,
que perlence ao 10." halalhao de infanlaria.
DiloAo mesmo, Iransir.iltindo por copia o aviso
da feparliQo da guerra de 22 de julbo ultimo, no
qual se manda abrir novamente praca no 1. bata-
lhao de arlilharia a p ao desertor Manoel Lniz de
Saula-Anna, vi-io uno existir o couselho de discipli-
na do mesmo desertor.
Dito Ao mesmo, enviando para ler o conve-
niente destino, a rolara o das allerac,es occorridas
no.mez de maio ullimo, acerca do eapilao do 10.
halalhao de infanlaria Joaquim Xavier de Araujo,
que se acha actualmente addido ao ti." da mestna
arma.
DiloAo Exm. eonselheiropresidenle da relaeo,
inleirando-o de que por decreto de 28 de julho ulli-
mo o juiz de direito Polycarpo Lopes de Leao foi
uomeado chefe de policia desla provincia.Igual
commuoicaco se fez Ihesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, communicando que, por decre-
to do l.o do correnle o juiz de direito Joao Aulonio
de Araujo Freilas llenriques foi Horneado para a co-
marca de lioianna. Tamhem se communicou ao I
inspeclor da Ihesouraria de fazenda.
DiloAo juiz relalor da junta de juslica, Irans-
millindo para ser relatado em sessao da mesma jun-
ta o processo criminal do soldado do corpo de policia
Firmino Jo* de Mello. Communicou-se ao rom-
mandante daquelle corpo.
Uilo : Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
commnnicando, alim de qoe o faca constar a quem
competir, que, com aviso do ministerio da fazenda
de 30 de julho ullimo foi remedido presideucia o
Mulo de nntne.u.-jn de Nauoel Jos de Almeida Soa-
res, para gaarda da masa do consulado desla pro-
vincia.
DiloAo chefe de policia, inleirando-o Je haver
expedido ordem Ihesouraria provincial, para pa-
gar, estando nos termos legaes, a conla que S. S*a
remetteu das despezas feilas com os reparos da caa
que serve de prisao e re quarlel do destacamento
na freguezia dos Afosados.
UiloAo cnnnn.ui lanie superior da guarda naci-
nional do municipio de lioianna. declarando liaver
aolonsado alhesourariide fazenda a pasar a impor-
tancia dos \encmenlo, mencionados uos prets e re-
laces qae S. S. remetteu.
UiloAo director da* ohra* publicas, prevenin-
do-o de qae a Ihesouraria provincial lem ordem para
pagar, vista dos competentes certificados, a impor-
tancia das presiaees a que teem direilo os arrema-
tantes do I." i2. laucos da ramificaco de Mari-
peca.
Uemonslraco do saldo existente na caixa especial 1 Mas se pelo contrario o rei Fernaneo com as suas
de amorli-.ie.io do capital o juros das apolices, que proprias forjas poder conservar a tranquillidade nos
forero emillidas, em 2:1 de agoslo de I85U. seas Estado*, a Ingla
Saldo eui III de julho p.
lindo.......
Keccila de Ia2:ldocor. .
I3:009I7I
36957
Ucspeza dem
Em cobre.
notas
Saldo
13:0679051
13:0679051
pv-
DcnionsIracAo do saldo existente ua caixa especial
das loteras desla provincia em 2 > de agoslo de
I85S.
Saldo em lll de julho p.
lindo.......7:237a667
Receila de I a 23 do corr. 2:OH:t^>00
9:3008667
1959666
63001
8:7999000
8:M>J.^K)I
Ue-'peza dem. .
Saldo.
Em cobre. .
Em olas .
8:WKWK)I
Uemonslraco do saldo existente na caixa especial
das apolices em 2:1 de agoslo de I85ti.
Saldo i-ni 31 de julho p.
lindo.......1 i.VWKtetKK)
Receila de I a 23 do corr. 5
----------------Ii5:8te<>00
Uespeza idem......... i.-200?000
Saldo.
lil:blHr}000
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel ceneral do eommando da araxaa de
Pernaabnco na eldada de Recife em 2| de
agosto de 1856.
ORDEM DO DIA N.12II.
O marechal de campo roniinandanle das armas
faz cerlo, para sciencia da guarnieo e lns conve-
nienles :
t." One o governo de S. M. o Imperador houve
Portara Ao acenle da companhia das barcas de pnr btIlli pr avlso do minisler0 du, lieoci0s da
vapor, recommendanrio a expedicao de suas ordens, ;,ierra de 2! de julho ultimo, dispensar de emprego
para que sejam transportados por conla do governo, ne rielesa... do cirurgiao-mor do exercilo nesta pro-
no vapor que *e espara do sul, o eapilao Joao Lvan- WneU, ao Sr. I.o cirurgiao do corpo de saude, Dr.
gel.sla ^er^ da roneeca e su familia, para a pro-
vincia do Para, e para a do Maranhao o cabo de es-
qaarira F'ernando .lo. 11 de Castro, ansperada Mano-
el Kaymundo da Conceico, e o soldado JoAo Filippe
de Souza.
avistaram dous olireirus parios em urna escada, a
oceupados em medir alguna cousa sobre a porla prin-
cipal.
Adevinlie o que fazem aquelles liomens disse
o liarlo. Toman a medida de urna chapa de marmo-
re, na qual leu. de escrever : Hotel d'Oulreville.
Bello gracejo! respondeu CaslAo passandoo li-
minar da porla.
Nao me ere '.' Vollemos um pouco. O" la, Mr.
Renaudol, nao he Vmc. que vejo ~!
iira, seuhor barao, respondeu o obreiro des-
ceudo.
Em quanto lempo espera poder collocar a
chapa'.'
Nao nulos Je um mez, senhor barao, por cau-
sa das arma* que lenho de gravar nclla.
(Jue! Vmc. pedio smente quiuze dias ao
marque/, de Croix-Maugars'.
Ali seuhor liaran, as armas de Oulrcville *ao
nimio mais complicadas.
Justamente. Boa noile, Mr. Renaudol. Enlo,
senhor sceplico'.'
Ora, meo vclho amigo, alravcz de que cont
de lanas me conduz'.'
Parece a historia do Calo com boln, visto que
ha um marque/....
Muilo obrigado!
V. da Helia dominio no liosque, porque a fulu-
ra marqatza, que vossv nunca vio, dormo innocente-
mente no fundo de sua floresta de Arlauge, esperan-
do que o filho do rei va acorda-la.
Como ella Ble esl aqu ?
Ilavemos de parlicipar-lhe que saa ausencia
foi sentida.
Madama Benoil receben seos hospedes de bracos
aherlns. Advenida a lempo do hora exilo do nego-
cio eucoimnend.ira umjanlar dearcebispo. I'erdeu-
se pouco lempo em apreaentaroei : os conhecimen-
lus se fazem melhor a mesa. A conversacao Iravoo-
se agradavelmenle enlre a sogra eo genro. Gasino
fallava de Arlange, madama Benoil espondia com
Sabia de curo livro grande do armazem do pai,
esse prosaico livro de ouro da nobreza parisiense, e
nAo ignorava nenhum dos uomes que J'llo-ier leria
reconhecido. Para cerlificar-se que CaslOo pndia
1 Ju/i-la a toda a parle, fez-Iba soffier, sem que o
suspeitasse. um examc curioso, do qual elle sabio in-
genuamente rom honra. Ella regosijou-se as pro-
fundezas de sua ambicao, sabendo quctiaslAo jautnra
aqu, Jan.ara all, qoe era tratado familiarmeul em
tal casa, qne era reprehendido em oulra, que folsnra
aacdez unos com lal duque, e galopara aos vinle
com lal principe. Escreveu na memoria em laboas
de pedra e de bron/.e todos os parentescos proximoa
ou lonsmquo* de seu genro. Se houves uni so, lena julgado fallar sua familia.
Depois do cafe deu-se um passeio pelo jardim : a
noile eslava magnifica, e o co illuminado como pa-
ra nina fesla.
Madama llenoit moslrou ao marquez as proprieda-
dai vizinhas.
Aqui, disse ella, temos o conde de P... Vos
cxcelleucia coahece-o'.'
He meu lio, moda da Brelanha.
* feliz burgueza inscreveo Innmphalmenle esse
prenle inesperado, e conlinaou :
AH fica a viuva do marechal de I.... Seria um
enconlro curioso que ella fosse lambem da familia.
NAo, senhora, mas foi a madrinha de um ir-
mJo que perd.
Bem! disse madama lienoil comsigo. Se o ad-
ro lustrador anda he desle mundo taremos que stja
expulso. He um thesouro semelhante genro '.
Se l'.aslao se livesse lembrado de dizer : Sallemos
o muro e vamos sorprender a viuva do marechal,
he bem provavel que madama Benoil leria sallado.
Mas o baria qne coslumava delar-se depois do
janlar, locou a retirada, e basta *egaio-o. I.'m bom
roupe com as ioiciaes de madama Benoil os aguar-
dav n porla.
Mea charo filho, disse o baro logo que fe-
dia com rlinn-se a porliiihola, janlei prodigiosamente, e vos-
obairro; ella lancnvn-se n.s quesloesde nobreza, I s'.' Mas nao se janla na sua idade. Como acha sua
elle deiviava- qoal seguindo obstinadamente sua idea favorita. Es-
la lula obstinada 11A0 esclareceu n ninguem, nem
mesmo ao excellenle baro, o qunl enlregava-se ao
antea prazer de saa idade, e applicava-se mais ao
polar rio que .1 conversacao.
\ IjJ.mia llcuoit nao arieviuhoii .1 pafilo do genro,
,. || ..1 01 nao suspcilou a inania ria sogra. F.llc dizia
ciimilfj* l,e,|uas comas urna ; 1111 madama Benoil
evita por "Hade bursueza fallar riaquillo que mais
Ihe inlerc:
d ou
a, un receta enfadar o barao, que nao nos o* conloa de fada
Mamada Benoil dizia ao mesmo lein-
(*J Vida Otario a. 199.
, como ni 1J.11111 lienoil da ouvidod> 'lamaua lienoil dizia ao mesmo tem-
le-lo para senro ; porm po : (Jlpolire rapaz falla-me por poli le/, das coa-
no um orculo. Kespeila- sai que cint'1"'^" na labe que conheco o hairro
a eoatar-lhe a verdade. nobre lao n""1 fl'.aiilo elle. Emliin, Casino abau-
onou a qul^'S'1"* ferro5 a induslria melallurgi-
n, e madariajj4 Beooil P'de iolerroga-lo sobre ludo o
ue quiz.
i
sua
sogra !
Ao meu goslo ; he urna mulher vaidnsa p fri-
vola, que nAo se inlromellera na loria, c que nao ira
contrariar n.inbas ex|icriencias.
Tanto melhor se ella a^radun-llie. Ouanto a
voss ganhou-a inleiramenle : ella assim m'o decla-
ron por um signal, pinquanln en baijavn-lhaa mao.
I.rcio que podemos lazer o pedido para envanenlo.
Me assim que se tralnm ns negucins em lodos
1 .loan.lo n filho do rei acordou a
Bella que dorma 110 bosque, eatoo logo com ella
sem ao menos pedir a permisalo de sena pai*.
Infelizmente uo ueressito a parmiaala ile
ninguem.
Se acha que amanhaa he nimio cedo, esperare-
mos alguns dias. Estarei s suas ordens, e voss me
dir quiodo deverei calcar luvas uraucas. A propo-
lllm. e Exm. Sr. Tenho a honra de remcller a
V. Exc. as inclusas dcmniislraces dos saldos exis-
lenles as diffcrenles caixas a'cargo do thesoureiro
desla Ihesouraria, no dia 23 do correnle. |
Dos guarde a V. Exc. Thesouraria provincial de
Peroambuco25 de agosto de IK.Vi. -Illm. e Exm. Sr.
conselheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente
desta provincia.O inspeclor. Jote' Pedro da Si'"/.
Demonslraco do saldo exisleule na caixa do exerci-
cio de 1859 a IS.">1> em 23 de agosto de 1856.
Saldo em 31 de julho p.
lindo.......129:3359259
erarla de 1 a 2:1 do eorr. 14:527^780
----------------114:0 IH-spcza idem........
Saldo.
Eni roln e. .
o olas.
PPl
70:(l7llj7i3
73:9639295
Manoel Adriano do Silva Poule, e nomear para o
dilo emprego o Sr. cirurgiAo-mur de brigada, Jos
Sergio Ferreira, o qual por aviso de 11 do andante
mez, ohleve permissAo para demorar-se na provin-
cia do MnranliAo, onde se acha al segunda ordem
do mesmo governo, o que lodo constou de commu-
nicices ofliciaes recchidas da presidencia as da-
las de l'.l e 20 do correnle.
2." Oue por decrelo do I.", rommunicadn em avi-
so de i lambem do correnle, foi nomeado capello
alferes da reparlico ecclesiastica do exercilo, o re-
verendo padre l.ourenco d'Albuquerque l.oyolla,
que se acha nesla provincia.
3. Qoe per aviso do minislerio da guerra de 28
de julho prximo lindo, o governo mandou proce-
der o descont no sold do Sr. lenle reformad..
Joaquim Jos dos Sanios Araujo. para indemiilsacio
da importancia da pas.agem concedida a orna emita
ria rio mesmo Sr. lente, que veio d* provincia do
Geora para esta, no vapor "Imperatriz.
O mesmo marechal de campo commandante das
armas determina, por assim convir ao servico. que
o Sr. lente reformado, Joaquim Jos
aterra uu pela menos o sea go-
verno actual nao intervira.
Alcm disso he muito provavel que um oulro go-
verno iinili a Inglaterra.
Agora se nos apresenlamos a opinio de M. da
lsraeli, e se admillimos osla como a do seu partido,
dizeraos que o repreeulanle da Burkinglianshire i
acha que todo* lem andado mal nasle nssumplo : o 1
gabinete por ler soscitado a questo italiana 110 cou-
sresso de Paris, lord John Itussell por querer lo-
mar a serio proraessas cuntid.,, nos prulocolos ele.
Ora, como na Iuglalerra quasi que nao ha mais
do que dous partidos que possam chegar ao poder:
o liberal e o conservador, pode julgar-s pela- pa-
lavras do chefe do ullimo qual seria a sua conducta
se um dia chegasse ao poder.
Pelo evirarlo das sesses que vos envo, sera duvi-
da, veris que o rei de aples, depois de ler feito
esperar, por muito, a resposta que devia dar re-
presenta^es da Franca e da Iuglalerra, por lim a
enviou, mas que o gabinete considera como sendo o
menos satisfactoria possivel.
O rei Fernando nAo deixaria.sem duvida. de a-
preseutar fortes razes coulra a intervencAo eslran-
geira e lem sobejos motivos para conlemporiiar, *
-en 10 vejamos.
Ninguem sabe se I.uiz NapolcAo seguira a Ingla-
terra as suas medidas extremas, c nesle caso po-
den? entreler esta ; o rei de aples esl resoluto a
correr lodos os pengos de ama primeira persisten-
cia, e para elle sempre ser lempo de adoptar sen-
timentos mais conciliadores, no d.a em que liver ad-
quirido a eonvicrao qae a Anslria o abandona, e
que a Franca e a Iuglalerra eslo decididas a obler
pel lorca o que nao porieram alcancar pela per-
suaso.
Km resumo, o minislerio, allegando, que a ques-
(o e-la anda na pilase Ja- ncgociacoes, recusou e\-
plicar-se Juma maneira mais precisa sobre as in-
(enees futura*, e at momio de communicar a
resposta dada pelo rei de aples, resposta a que
anda nao se lera dado replica, por causa da impos-
siliihdade que lem havirio de se entender a esle res-
peito com o governo de I.uiz Napoleao.
Mas esperando, os nesccios da Italia lomarAo um
aspecto cada vez mai* grave.
A Austria forllica-se por loria a parle.
Em Plaisance e*t construiudo forlilicacoes cnnlra
os tarmnsrio tratado de Vienn.i que Ih'o" prohibe ;
mas ha muilo lempo que se esl mu longe de exe-
ciilar esle tratado, e as irregalaridades e illegali-
ilndes que se rommetlem actualmente na Europa,
nao he a ciaccao desle famoso tralado que pode fa-
zer elieilo.
A Sardeuba do seo lado v nos preparativos mili-
lares ria Austria urna ameaca e oceupa-se em res-
ponder por manifeslaces semelliantes.
O gabinete ardo pedio ao re um crdito ri'um
milli.lo para completar o svslema de defensa de
Alexandria. e o relalorio apreseulado a esle res-
peito d ama idea clara que he para responder s
forlifiraees que os Austracos elevam em Plai-
snnee.
0 Ha alzuns dias que lord l.ynrilitirst sascilou am
oulro incidente na cmara acerca da Polonia, e pela
ui.-.neira que se expressou poda acredilar-se que se
(ralava d'uma poca passada ha vinle anuos, quan-
do a Polonia fazia peridicamente V objeclo d'uma
pqrase oos ;discursos reaes em Franca e na nula-
Ierra, c onde nos dous parlamentos se fallava
por muilas vezes desla illuslre nacao desher-
lada.
He verdade que lord l.vnrihorsl nao brillta pela
riiscrcAo, c assim esle assumplo foi geralinenle con*
Demonslraco do sal.lo exisleule na caixa'ilo'^- C
ci de tS.V> .. 1857, em 23 de agoslo de I85G.
s, na aX" II- I ^ario como inopporluno.
Jad de addido, e que o Sr. eapilao refo.m.do PolJ 1"rcl C.Ur.el"lu" ** com rn.la.ra/no, qae a
peo Romano de Carvalho, passe a exercer as fonc-
'' Bausa da Polonia nada poda obler de bom em urna
Saldo em Itl de julho p.
fiado ......
Receila de I a 23 do cor.
Despeza dem ....
Saldo .
Em cobre.....
o olas......
12:7239885
91:4979*62
1790W
5l:2.9000
10:22l>:7
32:7S052,.I8
51:4419019
S14U90W
Demonslraco do saldo existenle na caixa de dep-
sitos em 23 de agoslo de I85ti.
Saldo em 31 de julho p.
lindo.......253:9398636
Receila de 1 a 23 do corr. 5
Despeza idem ....
Saldo. .
Em acones da companhia.
>i luirs......
253:9399626
1:6509000
.50:000.-000
202:2899626
252:2899626
3&989S626
Dcmonslraran do saldo exislente na caixa especial
do calcamenlo das ras desla cidade em 23 de
agoslo de 1856.
Saldo em 31 de julho p.
rindo.......2:231-9116
Receila de I a 23 do corr. 52-9118
Despeza idcni ....
Saldo.........
Em robre...... 1929267
notas...... 59I9OOO
---------------- 7835267
Demonstrarn do saldo exisleule na caixa especial
da consIruccAo da poule do Recife em 23 de agos-
to de 1856.
Saldo em II de julho p.
lindo......7:7375276
Receila de 1 a 23 do corr. 19380
2:28(9267
1:50030110
7833267
Despeza idem.
Saldo.
Em cobre. .
>i notas. .
1079656
5:6315000
7:7389656
2:0003000
5:7389656
3:738S56
silo, sera preciso que me empreste seu alleslado de
baplismo e alguns oulros papis Indispensaveis.
Quando quizer. 3'enho lodos em um maco.
A rarruaseru parou riiauleda casa do baro. 1.as-
a deseen lambem, e cnntlnuoo *eu caminho a p
para cerlificar-se de que nAo sonhava.
No dia seguinle Mr. de Subresac veio buscar o
altestado rio bapiismo, e levou, como por distracrAo,
talos os papis que u acompanhavara. I.omino o
maco 1 madama Benoil. a qual por excesso de pre-
cauc.in -ulnneiteii-o aos oculos de um archivista pa-
leographo, anligo discpulo da escola das carias, e
conservador adjunclo Iliblinlheca Real. A aulhen-
licidade do menor Irapo foi reconherida c certifica-
da. O harn fez enlAo o pedido ollicial, ao que a viu-
va assenlio, como os leilores podem crer.
A radiosa Eliana licou algum lempo iucerla se ca-
sara a filha em Paris. ou se transportara essa gran-
de ceremonia para a igrejinhi de Arlange. De urna
parle era mu lisongeiru oceupar o aliar-mor de
Saint Thoroas d'Aqun, e iucommodar melade do
bairro para a missa do casamento ; porm convinha
lomar urna desforra, e impnrlava apagar os ullimns
vesligiosdo marque/.1 lo Je Kerprv. Madama Bennit
decidio-se por Arlange, mas com o firme proposito
de \o'.iar loso Pars.
Mr. llames, escreveu ella ao en segero, parli-
rei a ."> de maio para casar minha lilha, como Vmc.
sabe, com o marquez de Oulrevlle. I.ogo depois da
minha parlida Vmc. lomara (odas as miuhas carrua-
gens para renova-la*, e para pintar-Una as porti-
uholas as armas qae vio inclusas. Alm disto rnso-
Ihe que faca-me quanlo anles urna sege conforme o
eslylo anligo, larga, alia, da forma mais nobre que
Vmc. poder. 0 cocheiro e os lacaios serAo polvilha-
dos de lo anco ; regule-se por isso para a harmona
das cores.
Refleclio depois que era a filha quem liavia de in-
Iroduii-la ua sociedade dos nolires, e esla idea 111-
fundio-lbe umn recrudescencia de amor materno.
do Brum, do qual lica exonerado o referido Sr. le-;
ente Souza.
los Joaquim Coelho.
CORRESPONDENCIA PARTICULAR DA NA-
CAO.
Londres 16 de julho.
Foi ainda lionlem que se venliloa as duas c-
maras a queslao italiana, e assim apresso-me a di-
zer-vos o;iie nAo leve o resultado que se espe-
rava.
Os ministros eslavam resolvidos a nao responder,
e na ventarte turto o que disseram em nada os com-
promelleu no ponto de visla diplomalico.
Lord I.MiJhur-t, na cmara alia e lord John Rus-
ellnadoa rommuns, expozeram com moila habili-
dade os fado*, que segundo elles, reelamam reme-
dio immedialo aos abusos que reinam na pennsula
itlica.
Lord John Russcll foi mui moderado no seu dis-
curso ; mas o veneravel lord l.yndlturst no obs-
tante os seu* 80 aonos, foi d'uma violencia pouco
eoinmum, -olire ludo fazendo allusAoao governo na-
politano, que elle qualilicou de infame.
Mas se nos buscamos a essencia das explica-
ees apresenladas por lord Llareudon, e lord
Palmcrslon nada all adiamos, absolutamente nada.
Na cmara dos lords, o conde de Clareodon mos-
Irou-se lAopouco lulercssado pelos amiges da inde-
pendencia italiana, que o seu discurso foi interpre-
ta lo como ama renuncia absoluta da inlervencao.
ama vez que no seja pelo meio de represeulacSes
smigaveis e diplomticas ; de maneira que o mar-
quez de l.andsdunne leve que ratificar esla impres-
sflo, e declarar que o governo esl resolvido a em-
pregar lodos os raeios amisaveis pai a chegar ao re-
sultado proposlo, mas que" poderiam dar-se certas
cirrumstaucas em que seria necessario recorrer,
Carca.
Alas qoaesserAo cssa circumslancias '.'
Foi o que se nAo explicon bem claramente, sem
embargo pode deduzir-se do conjunclo dos discur-
sos miiiisteriaes, que o recurso da forra no lem
logar seuAo no caso em que tendo rebeiitado a re-
voluto no reino das Duas Sicilias, o rei pedis-
se e alcanijasse o soccorro do imperador da Ans-
lria.
dade ; sorprendia-se conlrava as carruageus adornadas de brazo. Foi
(o lema e lAo alleclaosa para com o marquez qne
GaslAo, que desde muito lempo uAo fura tralado pur
ninguem com muilo mimo, concebeu verdndeira a-
mizarie sogra. Raras vezes a deixava, conduzia-a a
loda a pane, e sua conversacao nAo o fntigava, bem
que ella evilasse fallar das forjas. Na anle-vcspera
de saa partida madama Bemol apoderou-se doli
por lodo o dia. Levou-o primeramente i cas de
Tahan, onde escolheu em sua presen; urna hcela
mui grande com repartimento* desiguaes.
Para que serve aquella caixa '.' pergunlou Gas-
lAo, snliindo.
He para o cnxovnl de minlia fillia.
Mas, senhora, lornnu o marquez com a altivez
do pobre, parece-me qoe lie a iinui...
Parece-tile muito mal. Meu charo marquez,
qaaudo for marido de l.ucilla, vossa excellenria Ihe
faraquantos presentes quizer : desde o dia seguinle
ao do casamento lera caria branca, porem ale enlAo
smente a mim pertence dar-lhe alguma cousa. A-
cho iusolente o uso que permille ao noivo de urna
moja ilar-lbe ciucueula mil francos de roupa c de
joias anles rio casamento. Diga se quizer que lenho
preconceilns ridiculos ; mas sou mu velha para des-
Inzer-cne dclles. Vamos escollier agora meus pr-
senles : de boje a um mez virei, se Ihe aprouver,
ajuda-lo a escollier os seus.
Esle raciocinio eta fcil de refutar ; porem foif-i-
lo em tom lAo lagueiro e voz lao materna! que Gas-
ino nAo achou que replicar. Desde Ires dias eslava
em negociarte* com um usurario a respeito des-
se maldito enxoval. Deixou-se rnnduzir .1 casa
de vinle mercadores, e escolheu eslofos, chales, ren-
das, e joias. Olanlo aos diamantes madama Benoil
reparta os seus com a lilha.
A sogra despedio-se do genro a .1 de maio promet-
iendo espera-lo no dia 12. Encarregava-sede mandar
fazer os proclamas, em quanlo Gasino apressava for-
Escreveu a Lucida, a qual no acoslumra a muila i Icmcnle seu atraale e seu fahricanle de camisas. Na
ternura
11 Querida c Tormosa filha, minha l.ucilla adora-
da, achei o marido que le procurava : sers marque-
za de Oulrevlle E-colhi-o entre mil para que Ios-e
digno de li : he mm;o, bello, e*pirituoso, de nobreza
anliga e gloriosa, e ligado ns familias mais illuslre
de Frauca. Querida lilha, la lelicidade esta lesura
e a minha lambem, pois su vivo por li. Viras bie-
vcmenlc n Tan*, rieixarns esse horrivel Arlante, em
confusAo nsoparavt-1 de urna parlida, ella emalou
lodos os papis da casa de Oulrevlle.
A primeira idea de l.ucilla quando lornnu a ver
madama Benoil, foi que se Ihe mudara a mi em
Pars. Nunca a linda viuva fura lAo fcil e (Ao in-
dulgente. Todo quinto l.ucilla fazia era liem feilo,
ludo quanlo dizia era liem dilo ; porlava-se como
um hijo, e fallava adoruvelmcnle. Jamis poderla
a lema mai separar-se de lilha Io completa ; havia
que leus vivido como linda hu boleta un chrx salida ] de sesui-la a tu la a parte, soinenlca rieix.iria a raor-
legra : seras bem acolluda as matorM casas,
de conduzir-(e de prazeres em prazeres, de Irimn-
phos em tnamphoi: que espectculo para os aillos
de urna mi a
Madama Benoil eslava ligeira como um melharu-
eo. Seus p<-- uo locavam mais o cbAu, seu rosto li-
cera dez anno* mais moco, e pareca rodeado de ama
aureola. Canlava dansaiido, chorava rindo, arda
le. Dizia-lhc como na historia de Kutli: < Teu pai/.
aera tambara o men.a l.ucilla abri sen coracea
esta nova mi, e oubecom viva s.ili-fae.lo que havia
mallos inaique/.e* mocos, bellos, e sem ensacas bor-
dadas de palbelas.
No da vsuiile ao da ebegadade madama Beuoil,
sua amiga, madama Melierveioanniinciai-lheo pro-
limo casamento de sua lilha Gelina com Mr. Jordv,
por deler a qaem passava para coular-lhe sua felici-' ralioador em Pars. Mr. Jordy era mui rico, e m-
liseosslo publica.
Demais fez conhecer inleres*aiilei pormenores a-
cerca desta questo, dos quacs se depreheude que o
plenipotenciarios fraucezes e insl-zes tinliam a in-
lenco de apresentar peranta o eongrarao de Pars,
a queslo da Polonia, assim como a da Grecia e ria
Dalia, mas que liiiham mudado de propnsito pelo
eonheciraenlo que levavam das inlcnces benvo-
las do imperador Alexandre II a respelo dos Po-
lacos.
Lord Clarendon acrcscenlou que a amnista pro-
clamada em Varsovia Ihe fizara desapparecer a I-
lusAo. mas esperava que o czat nao limitara assim a
sua clemencia.
Ja vos commanquei a lata que se linha ensaja-
do enlre a coroa e a cmara dos lords por caosa da
elevaran de lord Wenslcydale ao paralo.
A cmara alta julgon ver nesla nomeacao urna
violaran dos seus privilegios, e negou ao novo par a
entrada no seu recinto.
Esle laclo era mui grave, se a rainha, 1 exemplo
de oalros monarchas conslilueionaes, Ihe livesse da-
do o devido peso.
Masa rainha Victoria, prefere lado i paze
Iranqullidade, nAo se embarara muilo com o cui-
dado ila sua prorogativa ; e assim loso qae se apre-
senlou um meio para sabir desta posicAo, nao exitou
em aceila-lo.
Esla muen;.1 1 de lord Wen-lev Jale nAo liaba
mais que um fim ; esle era dar cmara dos lord*
maisauloridade como Inbuoal de juslica, ajodando
o lord clianrellcr com os conhecimeulos d'um joven
e hbil jurisconsulto.
Mas he feralmente reconhecido que a cmara dos
lerds, est na su disposicAo actual o peior tribunal
a que as parles podem recorrer, por isso erA neces-
sario dar urna solacio retorma imaginada pelo
ministerio.
Urna commisso da cmara alta, nnmeada com o
fim de examinar a queslo, linha redigido um pare-
cer, 00 qual se reconhecia r.unha o direilo de no-
mear pares vitalicios, mas limitando esse direilo a
daos.
Esles dous qares foram, escolhidos enlre a classe
da magistratura e deviam formar com o lord chan-
eeller um conselho de appellaco na vacancia das
sesses.
Esles dous pares denominar-se-hiamSpeaker*
vire-presidente*) e leriam a peuso annual de
6.01X1 libra esterlinas. Tudo islo linha por objeclo
conservar oa cmara dos pares urna junsdiccao de
appellacao, pois, a que possue uo exerce s suas
dama Melier nao dissimulava sua alegria por eslahe-
lecer a lilha Io bem. Madama Benoil responden vi-
vamente annunciando n prximo casamento de l.u-
cilla com o marquez de Oulrcville. Felicilaram-se
departen parle, e .broramm-se por muilas vezes.
Quando madama Melier relirou-se, l.ucilla que es-
lava ligada desde a infancia com a futura madama
Jordy, exelamou :
Qoe lelicidade ae eu lor a Paris, estarei bem
perlo de Celina, e)la vira minha casa, eu irci a
della ; Invern* de ver-nos todos os dias.
S-m, minha lilha, respondeu madama Benoil,
iras n casa della na loa seje adornada de brazAo,
com teus lacaios empoados de brauen ; mas quanlo
a recebe-la em la casa, he oulra cousa. A geule
lie um lano escrava da sociedade, em que vive, e
deve salislazer-lhe as exisencias. NAo he decente
que, quando una duqueza vier ao leu saino, encon-
tr ahi a mulher de um refinador de estocar... NAo
he razAopara le agallares... Oh receben Celina
da manhaa, anles do meio dia.
Meo Dos! que pes*imo lugar he Pars pre-
liro ficar no meu pobre Arlange, onde pode-se visi-
tar seus amigos a qualquer hora do dia.
Madama lienoil replicn sentenciosamente :
A mulher dave seguir o marido.
O grande aconlecimenlo que se preparava em
Arlange foi logo sabido em lodos os arredores. Mada-
ma Mellier andava titilando loda* as suas amigas, e
i que annunriava un ca-.menlo, no Ihe cuslava
anuunciar dous. Em cada casa, onde parava, re-
pela a frase que preparara, quando deixnra mada-
ma Benoil : a Senhora, conheco muilo a affeirAo que
tem i loda a nossa lamilla, por isso qoiz annuuci-
ar-lhe pe**oalnn;nle o casamento de miaba querida
Celina. Ella no casa com um marquez como ma-
demoiselle l.ucilla Morel, mas com um ptimo ma-
nulaclareiro, Mr. Jordy, de trinla e tres anuos, om
dos mais ricos refinadores de Paris.
Madama Mellier linha boos c ivallos : saa carrua-
gem e as noticias que ella espalhava andarn dez
lesnas anles de anoilerer. Os (dallles Miraran lo-
so a lamentar a pobre l.ucilla, e a corlar a pslle de
mr.dama Benoit.a qual achara para a lilha segundo
marquez de Kerprv. A joven xinvu soubc sem pes-
lanejar o que se dizia a seu respeito. Tono 1 os pa-
pis da casa de Oulrevlle. c d rigi-se i casa de urna
barniieza velha, muldizente c de mulla inllucucia,
madama de Sommerfogel.
..ulior.i baroueza, riinsc-lhe ella com o lom
mais respeitoso, einbora smenle duas ou Iris vezes
me leuda cabido a honra de receber a vossa excel-
encia, com ludo foram suflicienles para apreciar a
inrallibiliriade de seu juizo, seu coiiliecimeulo pro-
' in.lo Ja- cautas 1I.1 alta sociedade, > tudas a qunli-
dades eminentes de observaeo e de experiencia que
em sua pe-sua coorerrem. Voata exrelleuna abe
qne tive a desgrana de ser ndr'uaiueule eugaund
por um 1 nli.ni de nobreza,que lurtara nao se 1 onde,
uut Ululo Itouroio. Agora apresenU-ic para inuilfj
fnacoSea da raaotira mais convenicnle ao I
blico.
Vos fcilmente moliereis qae esle tribanal nao
lem mais que o nome de tribanal dos pares, e M
islo o que pensou a minina da caara das eaaa-
muns apreseulando a opioiao de que, se a can 11 a
dos pares nAo se acha com forras pira formar nm
bom tribanal de appellaco ; enlio era melhor for-
mar um verdadeiio e novo tribanal de appellaco.
A cmara dos commoos regeitoa obilor vinle
e dous volos de niaiona.
0 que lia mais de extraordinario nesta circams-
tancia, he que o sabineleera sustentado pela oppo-
sico, e impugnado pelos seus parlidistas ordina-
rios.
Chesoa al a aftinnir-se que adhesAo do con-
servadores linha sido comprada pelo innpiunaili
ment rio lugar de lord presidente da jastica, o qual
Tora prnmellido a sir Fredeneo "liiesier. represen-
laule conservador em sabsliluirao do actual presi-
dente da juslica.
NAo quero garantir o que se diz do sabiaete
nesle astompto, antes eslou inclinado a acreditar
que nAo houve promtllimeolo algara pe parle
delle.
Em quanlo ao mai*. a derrota he menos lonesia
para o gabinete do que para o partido connrdi.
que roi qntm sojeiloa esla qaestio de canstitncM-
nalidade, e s foi depois de alsuma exilacao, que a
sabioele aceilou como seu o bil prepoalo pela eom-
mis-.io da cmara do lord. Nao he menoi certo
que o gabinete se lem adiado, ha algam len-
po, seguido pelos Ion, e abandonado pelos libe-
rae*.
1 m incidente menos claro ate hojedo qae se de-
seja, apezar das explicarAes que se ten qoerid
dar, he o nesocio de Jame Sadleir, irmSe de
John Sadleir que se saicidou ha pedo da sais ne-
zes, depois de ler rommeltido as fraudes mai* s>-
santescas qne jamiis homem algum passa rom-
melter.
He por milhoes qoe se conlam as mohos de todas
os genero*, qae aqnelle individua fez aa paMien,
que tinba razAo para confiar em om homem qne fu-
ra membro da administrarlo de lord Aberdeen.
O que admira mais nesle negocie, ha qoe Jaha
Sadleir poderse commelter su epera;Aes tas arrisca-
das.
Diz-ss qae em am grave negocio, elle fura coad-
juvario por seu irmo Jame* Sadleir, qoe aa pres-
tou as fraudes exercidas os acee do banco da Rip-
perarv.
Eis aqui o que se diz a esle respaile. Ha mar
de dez mezes que a complicidzde de Jamn Sadleir
he manifest.i, e com ludo nAo linha soflndo persa-
sui<;Ao alsuma quando as cousas chegaram aa pan-
to em que ala era pnssfvd ah*ier-*e de sindicar es-
le ne-ocio, mas islo fez-se por lal maneira, qua la-
mea Sadleir achou meio de aWar-se.
Suppoe-se que sem ama connivencia com o acen-
sa 'o. nAo seria possivel esle escapar a jastica.
O tribunal de Dubliu, eoearregado desle negad
aecusa o governo man le/, de corrupeo a eila res-
peito.
O soverno irlandez, do seu lado, acensa o tribunal
de indisrricAo por ler publicado demasiado cedo
as aecusaees coulra J ames Sadleir, leudo- a-nu
prevenido.
As explicar/te*dadas pelo procurador aeral irlan-
dez foram assas claras, para que aqaelle qae liaba
suscitado a queslao licae sali-feito.
Lord Hanlinse. o commandante am chefe da e-
xercilo iuglez, raba de dar saa aamiiels, a fea
substituido pelo duque de Cambridge, esealha que
foi igualmenle liem aeceila, porque e ama a novo
eommandaule como partidario das reformas.
Bulleliin roinmercial.
Os landos inslezes lem-se conservado firmes oes
les ultimoi dia*.
Oa consolidado* ficaram a 95 e meio, a a 9. e "1
.ni.iv... em dinheiro a vista, e a '.'"> e .1 oitava a !*
a .1 linaria- a prazo.
Os mercados de las e de aljrodes teem oslado mui
frequenlados e tem-se feilo boa negocios.
O dinheiro abunda, e o banco de Inslalerra vr
lodos os dias augmeular o sea numerario.
Em quanlo aos viudos e Uranjas nada de noro te-
obo que ducr-vos.
Recebemos jornaes e carta da lladeira can a da-
la de 12 do correnle.
Infelizmente acha-se invadida aquella liba pelo
cholera, o qual foi all importado pelo destacameata
do regiment I de infanlaria, qae de Lisboa levan o
vapor 1 Infante D. I.uiz.
No dia 28 do prximo paasado a larde ehecara ao
I'iinchal e-te vapor, e inmediatamente conteras a
desembarque da (ropa que ia de passagem, levanda
ja soldados com o cholera, por forma qoe ferem im-
medialaraente para o hospital.
Depois propagou-te o nial, e lem feilo alguns e*
trasos, com quanlo nAo sejam demasiadas.
NAo podemos rieixar de lamentar a triste arte da
nossos patricios madeirensas, qoe a fono o miseria
se Ihes veio juntar o cholera ; bem como nao poda-
mos deisar de eensarar a leviaodado con qoe oa
manda de urna (erra, onde efledivamenle reinas a
cholera, um corpo de tropa para orna ilha ando na
a havia.
Francfort, 10 de julhn.
O o Monileur I mver*al a desmeollo a noticia do
umaproxima enlrcvisla dos soberano de Austria a
Je franca, no caslello da Arenemberg na Sai.
Todava eu posso assegurar qua o imperador ds
Francezes dirigi ao de Austria ama carta, en qua
moslra o seu vivo desrjo de o conhecer posaoal-
mente.
Esla caria foi entregue ao imperador da Aostria
pelo Sr. de Bourqoeney na audiencia partieolar, om
qae foi rece bi rio, para a presentar a credeneiae qoe
o acreditara como embaixador de Franca na corto de
Vienna.
Al aqoi o Sr. de Bourqueney ai eslava revestido
do carcter de enviado.
Em quanlo a entrevista dos doo soberanos, era
Irapossivel Kxar a poca em que (er lugar antea qae
saa magesladea imperatriz livesse osen bom auc-
cesso.
O principe a a princeza da Prossia embarca -
raro, com saa filha em Ostende, van para Lon-
dres.
filha om casamento magnifico na appareacia, oon a
marquez de Ouirtvitle. lenho em meo paitar saa
arvore senealogica, e lodos os papis e perganinha*
da familia, ale a poca mais remola. Parea sea a-
penas urna pobre bursueza, sem disceraimenla coma
cruelmente me prnvaram, e nao me atrevo mais a
jalgar nada por mim mesma. Permille, senhora ba-
1 oiie/a. que eo Ihesuhmelta as peras que ma foram
confiadas, para que vossa excellencia julgoe sen ap-
pellaco, e em ullimo recurso I
Esle pequeo discurso nao era vio ; liaeopua a
vaidade da baronez, e eslimalava-lhe a cario*idade.
Madama de Sommerfogel deu bom arrlhinrnln a
bella viuva, e acceilau com visivel salisfarJJe a (are
fa importante que se Ihe uflerecia. No nema dia
ennvocou nobreza dos arrahaldes, o os papis da
Uaalao pauaram pela vista de vinle oa trala Mal-
soles camponezes. Era o mesmo qoe esperava ni
dama Bennit. O maco veneravel, de qoe exhalara-
se cerlo cheiro de nobreza, causeo profunda imprr-
so em lodos os lidalgoles qae Ihe poderam appraxi-
mar. Os mais lioslis propiictaria das forja vaila-
ram se promplamente para ella. Foi om moreda
de louvores, no qual madama Sommeifesel fazia as
vezes de roeslre de orchestra.
A pobre madama Benoil (era rom qne nsjnjn-
lar-se, c muilo estimo : he mulher do raeren
meato.
Aquclle Benoil qae engaooa-a, er grande pa-
ule. Se a livesscmoi condecido nos*e lempo, ler-
llie-hiamos acouseihado qoe se acaalelasse.
Dermis, que e pode cen.urar-lhe f Ter ejoeri-
do enlrar na classe nobre. Isso prova qae ao olhos
dos barsuezes esclarecidos, a nobreza aioda be al-
guma cousa.
Madama Benoil nao he tola.
Nem feia. Nao sei que segredo lem para reno.
e,ar-*c.
nanlo a filha he um anjs.
~ Ha maito lempo qae nAo a lenho visto. En
INiili ella j promedia.
De ora em diante havemos de ve-la freqoenla-
menl : ei-la perlencenrio a iio-m abona)I
-- Ella |.i perlcncu pela edacarAo. Sei de lale
Imiiia que a mi sempre a quizara faier mer-
qnezn.
\ mu -ero lambem tic nossa rla--e : urna li-
lha nao nuda sem a mi.
O marquez esl a chegar ; sen om a|*io ran-
sideravel para a arislocraria do lugar.
Dizem que he fabolosameiKe lico.
-- Elles lormaro boa ra.
11 ..1,1 > Cestas.
Ilavemos de |iarliripar das horits.
No da sesiiinle o salao de madama ll>.....1 foi in-
vadido por urna chusma de amigo intimo, que ella
ouuca vira desda deze nonos.
lC MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


MUTJD-T3"


ti|io ;* pi.auh.i s XTa F.m 29 oz gosto b* iu6
. .'i.iihi> un mi va
da secretaria desla cmara, pediudo
incimenlos.A" mesa.
jai! ind Bohe-
.ainbciii na Bolie-
nfjii' cunlinua a fcsidir
. ui Suden.
.a llraganea esla desde o 1 de
- de Nauh ui. A alTabilidade do
a pouco luxu, Ihc leem ganho grande
.a, n"' > so oa aua residencia ordinaria em
., roas lambem em Nanheiin, aonde tanlu
ji'iroa como nacional- leem pudidu apreciar
oles da alma que distingelo u illustrc prin-
cipe.
turnemos a entrevista dos soberanos de Austria e
de Franco, Tillo que o principio dos factosconsua-
mados, ero lugar do da lei.il miniad o, reiua actual-
mente na Europa, lie preciso que os soberanos da
l;rain;a e da Austria ic aproiiinem uin do outru.
Nao exisle ja a santa alliaura. A alliam.-a dos in-
teresses da actualidade, fez desapparecer as antigat
tradiecuet.
j^A reviiluso e a anrcliia : erminam cm 1 ranee,
lessumaram lambem o caminho da Italia ; na lles-
panha ja te fizeram enlir. lie preciso, pois, alm
dos Tactos coniummados, lomar novas medidas, para
sustentar o vacillanle edlflicio da Europa.
.Vio se pode saber que eventualidades surlirAo da
situar.). presente, he preciso porem preveni-las, se
fr possivel. Mas como '.'
A Franca, e se nAo he a Franca., pelos menos Na-
puleAodeseja urna alliaura in iroa com a Austria.
A Prussia esta' acautelada. A Kussia, que na ap-
parencia pode julgar-e isolada, tainbein est a mi-
ra do que succede ; e seguudo a pusicAn destas duas
polenciat, v se ellas s esperan) Tactos da poltica
austraca e fraoceta, para coto deseobrirem as suas
nilenroes, que tendero a urna allia..ca intima, coro
a qual oossam Cazer Tac* as eventualidades que pos-
im dar-te da alliaura da Austria com a Franca.
Veremos o que succede.
l)o que no podis duvidar he que estamos sobre
uin volcan, (orinado pelos interesses divergentes do
gabiaele, a pelas intrigas da propaganda revolucio-
naria, a qoal, sobos-auspicios de lord I'almerslou,
cornaca de novo a luvrar no coutineute da Europa.
Ooati ha a certeza de que Mazzioi esleve alguns
diat na Soiasa Italiana, junio ao Lago Maior.
Parece que em breve devem comerar em Londres
as conferencias a respeilo do reino da recia. Se-
r.in discutidas as dilliculdades relativas a succes throno. e todas as quetles, de que depende a futu-
ra existencia deste paiz.
SerSo representados as conferencias os goveruos
que cooperaren) para o eslab-decimcnlo do ruino da
Grecia.
A coroacAo do imperador da Ilussia em Moscn
esta' decididamente tizada para o dia 30 de agosta.
I ma numerla e brilhaule depulacAo dos marechaes
"da Polonia, a a frente delles o marechal governador,
ahe de Varsovia para Mosco, pata a-.-istir a coroa-
ao.
(A .\acao.)
IMTERIDB.
RIO DE JANEIKO.
GAMAR4DOSSRS.DEPUT4D0S.
SESSAO DO DA 30 DE JUNHO DE 1856.
Presidencia do Sr. tisconde de Baependij.
Ahno-se a leesau hora do coslume.
I.ida e approvada a act.i da antecedente, o
Sr. primeiro secretario da' conla do seguinte expe-
diente : '
Uro ofllcio do presidente da ltahia, remetiendo um
exeroplar da falla com que abri a ieso da assem-
hloa diquella provincia. A arrhivar-se.
tro requerimento de Joaquim Marlios da Silva
Trates, correio
augmento de vencimentos
Redacrocs.
I.cem-so e approvam-ae as seguintes redac-
cues :
Do projecto u. 15 deste anoo, que crea a frcoe-
zia de S. Christovao.
Das emendas feius e approvadas pela cmara dos
depulados proposta do poder eiecutivo, que fita as
v-i* d* ,e'rn 9*'M taaa llo4noeiru .de 1837 a
icwcn-----*
lio projecto n. 27 deste anno, que approva o de-
creto ila ti da juuho do mesmo anno, pelo qual he con-
cedida a D. Francisca de Uliveira Lisboa a penso
auno. I de Nlh.
Do projecto que regula o uccosso aos postos dos
ofttriaes da armada.
Pareceres.
Sao approvados os seizuintes pareceres da cora-
missao de instrucrAo publica :
I. (ue opina pelo iudeferimento da preleneAo de
\asco Yarquinio de Abreu, que pede ser admiltido
a eiame do primeiro anno de pharmacia, da Facul-
n coudic.au de se habilitar previamente com o pre-
paratorio que Ihe fallava.
A Sobre os requeriroentos de Antonio da Cunlia
Xavier de Andrade e de Manuel da Fonsera Xavier
le Andrade, alumnos da Faculdade de Direita de
l'eruambuco, que nao poderam matricular-se em
lempo, por viTIude do llaseilo que assolon a pro-
vincia da Parahiba. donde sao llllios.A commisso
he ile parecer que sejain archivados os reqnerimen-
tos dos supplicantes, por sti haver proposto uma
medida ueral para casos idnticos.
He lulo e lica adiado, por pedir a palavra o Sr.
Fiueira de Mello, o parecer da mesa dado acerca
do requerimento de Jos Carlos da Silva Fluminen-
se, em que pede que se Ihe mande abonar urna gra-
tificarlo pelo exercicio em qoe se acha do cargo de
por tetro do salan, a ejemplo do que o senado prati-
cou em idnticas circumstancias.
lie luto e julgado objeclo de deliberaran, e vai a
imprimir conjuuclamenle coro o parecer das cont-
inisses reunidas de consliluicAo e cmaras muni-
cipaes, o voto em separado do Sr. Figueira de
Mello sobre o projecto doSr. Caudido Borges Moo-
leiro.
Reforma municipal.
Parecer das cummisses de conslituicAo e cmaras
muuiclpaes acerca do projecto ollerecido pelo Sr.
C. Burges Monleiro.
As comroisioes reunidas de consliluicao e enmaras
nunicipaes, cumpriudo d dever que Ibes foi impos-
to por votacAo da casa de 1!) do corrente, examina-
ran! o projecto do Sr. deputado C. Borges, que versa
sobre modilicaoics a le do .1. de oulubro de 1828,
e varo apresentar a esla cmara, na forma por ella
delermiuada, as rellexes que a leitura e esludo do
referido projecto Ibes suggeriram.
O municipio, instituirn geralmenle reputada co-
mo bate de toda a boa orgaoiiarao social, anliga
liberdadeda nac,ao portugueza, onde sempre, enr-
gica e vivaz, exerceu assignalada influencia no pro-
gresso da sociedade, onde, na phrase da lei,os
liomens boni tinliam todo o regiment da cidade ou
villa para ordenaren) u quo enlcndessem, que era
liem-roininum. direiloe juslira,foi, iiein poda dei-
xar de ser, considerado na constiluicSo do imperio
de um modo condigno a sua importancia as tradi-
riies nacionaes, e de que justamente goza em lodos
os panes livres.
Tres arligos cousagrou a coiiitiluinao do municipio,
que sao os seguintes :
Art. 167. Em lodas as cidades e villas ora exis-
tente, e as roais que para o futuro se crearen), lla-
vera cmaras, as quaes compete o governo econ-
mico o municipal das mesmas cidades e villas.
"Art. 168. As cmaras terso electivas e compos-
tas do numero de vercadores qne a lei designar ; e
o que obtiver roaior numero de votos ser o presi-
dente.. r
. A* 169. O exercicio de suai funerdes muni-
cipaes, formarao de suas posturas policiaes, appli-
rac,Ao de suas rendas, e lodas as suas particulares e
uteis allribuices, serio decrrlaoas por urna lei re-
g lamentar, n
A promellida lei regola mentar be precisamente
do I. de oulubro de 1828, que da forma nseleirBes
das cmaras das cidades e villas do imperio, e mar-
ca as suas funcc.6es e dos umpregados respectivos,
e sAo as dis^osires dessa le que se propoem modi-
licar o projecto sobmellido ao exame das commis-
soet reunidas de
cipaes.
Antes de entrar Da apreciarao do projecto, seja
licito us commisMUM expr leves considerares sobre
apatliia e nclicncia das municipalidades, occorre
s loinini.-iia. reunidas apuntar as seguintes ;
da adniuistrarao activa, uAo advertio que a primei-! presidente que nao preside, a de uin modesta eecu- \ '
proprn dessa. corporales, lor das deliberan
ra era seni
nuil
!4.,U..S,''.'!4..,',!.CUI''''IUC',n,1'I'i''le','le.'" "" verea l"r:c,"u",i,iS""l'onderam que be escusado, porque pelo.BUOUU palavra sobre a quesl.io, na qual, se bem
su de presidente, etira-1 be toda arl. 103 Q da cuslituicao do imperio, ao poder | que nAooslejaino, enipeuha.lo.. c'.rre-no., comtudo.
o dever de elucida-la a luda prova, alini de ver-
inos se a nubre redarcAo do Liberal convenre-se
aliual, nao s que de Bosta parte tero presidido
comsnissOes reunidas mauifestam i cmara
Jovida .,.,.. ,,.,,. ,,ess.w curporacues, lor das deliberares da cmara, que he verdaleira-1 profunda convi
mas n.1o ass.m a seuunda. que devera peitencer a mente o cabera e o chele da inunielpalld.de '
que a niesma constituirn, de ac-| De urna tal iiicuherenria nao li
om funcciuiiario que a mesma constituirn, de ac- I De urna tal
cordo com a verdideira theuiia do podar municipal, lenhain liotiej
designasso assignalando-lhe a colliegoria que pare
cesse corresponder u sua inissAo.
De assiii) haver a lei fundamental confundido a
deliberaran ,. admiliislra^lo das cmaras resulla,
que o guverno econmico do municipio, na parle
relativa deliberarn, foi convenientemente urga-
ni'ado ; roas na parle relativa rapidez e firmeza
da acrAo, ull'erece, na opiniao de mullos, um vicio
orgauico, poique a experiencia de lodos os lempos
exeinpio de que
a as cominis-aies reunidas, a leijisla-
c,Ao de novo alsum, lien) inesmo a da Franra, que
parece ler servido de typo ao autor do projecto. fia
Franca, cm verdade, maire unineid pelo po-
der execulivo driilio os iiieiiibros do conselho,
municipal, be o presj lente desse couselho, nao ha
vendo porlanto all a irregnlaridade de dar-se o no-
me de presidente a um individuo, e a superiundade
clliraz e real da presidencia a oolro !
E a que tica redolida a lautonoruia das cmaras .'
atiesta que a deliherae,io conven) ao numero maior As commissoes ae persuaden) de que desde o
ou menor de individuo* ; roas a acrAo, para ser
pronipta e segura requer unidade. E a existencia
incunteslavel desse vicio orgnico lie, nem pode dei-
xar de ser uina das causas preponderantes da pouca
energa c aclividade que se uota un adiuinislrarao
municipal.
. nuil,i causa de alrazo e deleito dus munici-
pios he certaroente a falla de elementos de boa td-
minislrjro que prcviu da escassez de homeus ap-
ios para o governo ecouomico das cidades e villas do
imperio, cuja maior uecessidade, como lodos reco-
nhecein, he precisamente a de popularn.
X Aleni de DAo haver no paiz abundancia de po-
pulacho, donde os diversos inuincipios urc.il lio-
mens bons, que se incombam do relmenlo das ci-
dades e villas, succede que o svslema de cleirAo
das cmaras, em vez de, por assuu dizer, exlrabir
da massa do povo o que lia de mais idneo para o
governo econmico das localidades, presta-se, mi
parecer de muitos, a um resultado inleiranieule
contrario.
i. A falla de meios e recursos com que far-ain
face as despezas necesarias, e lenlem mellioranien-
tos de toda a ordem, que caDem na sua esphera e
reclamam os interesses de sous inunicipes, nao be
de certo uma das causas menos salientes de haver
sido to pouco benfica a admiuislrarao municipal,
geralmenle fallando.
O projecto sujeilo ao exame das commissoes nao
he satislactorio nos pontos cardeaes da reforma a
que se lem alludido, nem escapa a merecida censu-
ra em varias disposires secundarias, que eucerra,
como ir-se-ba opportuuamenle demonstrando.
tiuinerando pela idea capital, que consiste em
dividir no municipio a deliberacao, da admiuislra-
rao activa, as couunisses recuulieccui que O jiro-
jecto se preoecupa desla uecessidade, mais que de
qualquer outra, creandu no 6. do art. 1. umud*
mimslrador municipal.
O administrador municipal do projecto be de elei-
ro mixta, iulervindo nella o elemculo popular e o
poder execulivo ; porque he, dentro os vereadores
leilos pelo povo, que o governo na corle, e os pre-
sidentes as provincias, leem de nomear esse admi-
nistrador ; advertiudo-se que o poder nao s inter-
ven) por esse modo em a uomearAu de tal funecio-
iiario, njas Oca. segundo o projecto, cun o direito
de dimilti-lo, qoando nao precncher os seus deve-
ret. E o que o projecto diz do administrador, ap-
plica igualmente ao que chaina lice-admtnislra-
dor, cuja designadlo e conservacao tambero perten-
cem ao governo na corte, e ao presidentes as pro-
vincias.
As altribuices comuieltidasan administrador mu-
nicipal sao, segundo a ordem porque eslao escripias
no projecto, as seguintes :
1. Execular as deliberaees da cmara.
2. Propor .i cmara e ao snverno as medidas que
a experiencia llie tenha mostrado necessarias.
3. Convucar a cmara extraordinariamente quando
nesocios urgentes o exigirem.
i. Apresentar cmara no acto da installacao da
sessao urdiniria um relatorio circumslanciailo do
estado da administrarlo municipal e suas necessida-
dcs ; e no caso de convocacAo extraordinaria, indi-
car o objeclo sobre qac deve exclusivamente lixar-
se o exame e detiberardo da cmara.
3. Kemetler ao governo as deliberaroes da cma-
ra que dependercm de sua approva^Ao.
6. Per logo em execucAo, sob sua immediala tes-
ponsabilidade, as deliberaces da cmara, que, pre-
cisando einbnra de approvarAo superior para | m tu-
zar os seus elleitos, forem de tal importancia para o
municipio, que este tenha de soffrer males irreme-
diaveis com a demora da execucAo, se a distancia da
sede da cmara do governo fr maior de dez le-
guas.
7. Adiar a cmara, dando immedialamenle parte
ao governo, no caso de se ella envolver m negocias
eslranhos as altribuires que lile to Irar idas i
lei.
8. Promover por mein de processo execulivo a co-
branza das remfas muuicipaes.
Ao administrador municipal, cujas atlribuiraies li-
c3o indicadas, o projeclo assigua um ordenado va-
riavel, conforme as rendas das municipalidades de
111 por rento da renda arrecadada no municipio on-
de ella nlo exceder a lilKHIjOlXl, e onde for maior
na que lixar o governo, lendo atlenc.5o ao trabalbo
do empregn.
ment em que as municipalidades obedecerem em
materia perlencenle ao respectivo coverno ecuuoinico
a impulso eslranbo, que Ibes imprima o governu
provincial ou central por meio do adminitrador
municipal, o muiiicipiu pastara a lomar o carcter
de uma pequea roda, da grande machina da admi-
nistraran central uu provincial, deixaudo de seres-
la espliera mui especial do governo econmico, que
a conslituicAo reservn a cmaras sulitrabiudo a ac-
ro do poder execulivo.
t) syslema da OTfljaolttfSa muuicipal franceza, (li-
ante do qual nao falla quem se extasi, e que o pra-
jeclo parece preferir a qualquer uulro, cucontra ua
Franca inesma graves impugnadores,a ai cummis-
sies pedein licenra para citar em original, com re-
ceio de quebrar-Ibes as torras, lraduindo-as,as se-
guintes palavras de um escriplor profundo
o Aussi lunglcmps que vous ferez des membresdu
pouvoir municipal des agenls subordines au pouvoir
eteculil, il fuudra douner a ce dernier le druil de
de.iitiiiion, de sorleqoe votre pouvoir municipal ne
sera qu'ut n vain fanlu-e.Si vous le faistes nommcr
par le peuple cellc nouiiiiatioii ne servir qu' lui
prter l'ap[>arence, u'uiir mission populaire, qui le
mctlra en boslilil avec l'auloril superieure, el
lu imposera des devoirs qu'il n'aura pas la possi-
bilil de rcuiplir. l.e peuple n'aura oomm ses
adminislraleurs que pour vor anuulcr ses choix,
el pour lre blesi sam cesse par l'exercice d'une for-
c trauKere.qui.sur le pretexte d'iuteil general se
melera des iutrls particuliers que devaicul lre le
plus indcpcndent d'elte. o
Occorre anda as conimisses para rnmbaler a idea
de inlervir a adminislrardo central e provincial em
o governo das localidades pela forma eslabelecida
no projeclo, a considerarn de que,urna vez adopta-
da e posta em praliea a le, que, dividindo o paiz
em dislriclos cleiloracs, localisa, por assim dizer
a representarn nacional na parte relativa a cunara
temporaria, be um anacliiuuisino querer boje ceu-
tralisar a adunin-truru municipal. iN'uma reforma
alegou-se o inleresse das lucalidades ; na nutre alle-
gam-se inleresscs da centralisacao!
Olanlo ao inconveniente que boa admiuislrarao
das municipalidades 'resulla da escassez, de homns
idoueusqueem geral se experimenta, o projecto,
longede eslabelecer uleis providencias, leude a ag-
gravar o mal ja augmentando o numero dos verea-
dorai que em alguns logares pana a ser mais do do-
bro do que d'aules era, ja ampliando o circulo das
inrornpalibilidades.
Acerca do sjslema da elci(ao das cmaras, argi-
do por muitos liomens competentes, como causa im-
portante da in administrarlo municipal, nao con-
ten o projeclo previsAo alguma de alcaure, porque
esiabelece apenas por um lado a idea de cada votan-
te incluir em sua respectiva lista o nome de um ci-
dadao resideiile em cada uma das freguezias de que
se rumpein os municipios, idea, secundaria, cojo
memo as commisses deixam por isso mesmo de a-
preeiar, e, por oiilro lado, a disposi^ao poucu razoa-
vel.ide/uido o quatrieunio da primeira eleirao. nAo
sero cleilas a* camkras na lotalidade de seus mem-
bros, servindo mais qualro anuos na corle ouatro
vereadores ; as capitaes da Babia, Periiam'buco,
Rio de Janeiro, Minase S. Paulo, tres ; as do Pa-
ra, Marauho, Cear, Parahiba, Alagoas e Rio-Gran-
de do Sul dous ; e as das mitra provincias um, de-
signados pela surte.
As commisses nAo assentem a idea da eleirao
parcial das cmaras. Primeirameule, afligiira-se-lies
nAo pequea .injuslira conslranger um ou qua-
lro cidailTios _a servir a cargo Irabalboso e incoin
modo (porque s o administra lor percebe vencimen-
tos i devereador, durante o louao periodo de oilo
annos, duodcima parte da vida do homem, quando
ohomem vive 1011 anuos Ero segundo lusar, a elei-
cAn integral das cmaras inunicipaes, assim cuino
da cmara temporaria, funda-se em uma razao phi-
losnphica que nao he para desprezar-se.
Aci.nsliiuico suppoz que no intcrvallo de uma
eleJclo nutra pode a opinilo publica modilicar-se
e atnracar novas ideas acerca de inelboraineotos in-
dspensaveis, qoer moraes quer materiaes, e enteu-
deu que para essa opiniAo, para cssas novas ideas te-
reni interpretes fiis, cumpria que no limlde um pe-
riodo razoavel bouvesse eleic.lo, mas eleirao integral
que franqueasse completo accesso as ideas novas e
a seos representantes, a n3o eleirao parcial que le-
ria o inconveniente de enllocar diante dos orlos de
uma npiuiAo actualmente vigente orgAos de uma opi-
Assim caracterisado no projecto o administrador
municipal, enlendem as commis-es reunidas que a u.fio que por hypothese Dio exisle mais.
er-arao desse emprego importa uma ollensa a eens- j Dada uma consideravel inudanra de ideas, pergun-
lilulro em artigo que nao pode ser alterado pela le- trun as commisses, o que faro na corte qualro
gislalura ordinaria, e leude a destruir a anlonnmia vereadores representantes de pensamenlos caducos,
municipal, reduzindo as cmaras e seos presidentes | na presenra de dezoilo sectarios de novos planos
a uma excrescencia intil na urganisacao social con-1 c melhorameutos ?
Ira a intcncAo formal do autor da constituirn e os I O que Tara' em Santa Culi arma n vereador soli-
principios reguladores da materia. tario, que a sorte condemnou a servir mais qualro
constiluirAo e cmaras muni-
Pensam as commisses que o lugar de administra-
dor, qual o define o projecto, ofrende a constiluirAo,
porque esla expressameule determina quecompe-
le as cmaras das cidades villas, o governo econ-
mico e municipal das mesmas cidades e villas.
Ora, o governo econmico e municipal das cidades
e villas deixara' de ser da excbjsiva competencia das
cmaras municipaes,isto he,de curporacues eleilaspe-
lo povo desde que um funecionario nomeado pelo go-
verno e com atlribuices que Ihe asseguram decisiva
preponderancia no municipio, vier nelle a ser or-
go, tanto da mnnicipalidade, como do coverno, ou
propriamentc mais deste que daquclla ; pois, se por
um lado se inculca no projeclo que o administrador
municipal he o execolor das deliberares da cmara,
por oulro bem claramente se desenlia* a atlitude de
supenoridade de mesmo administrador em relarAo as
cmaras, contra as quaes o projeclo Ihe confere at
uma altriliuic.lo moderadora, a de em outros cssos
ada-las.
Admiltida a disposijo do projeclo, a consequen-
cia he qoe o governo econmico e municipal das ci-
dades c villas nAo he mais o que a constituirn quiz
e delerminou que foste, saber; a tarifa dos humen-
bons das localidades eleitos pelo povo. A parle de
eoverno ceonomico e municipal lica, sini. perleu-
cendo, ainda que em pparencin, aos eleitos do mu-
nicipio, mas a execucAo, a administrarAo. activa],
que he por cerlo a parte roais viva e inleretsaple do
governo econmico e municipal, essa pertence so em-
pregado do governo, islo he.ao mesmo governo eon-
ira a expressa disposicAo da lei fundamental,
Nem embarga o dizer-te qee o administrador
municipal he nomeado pelo governo d entre os ve-
readores, porque essa rircumsaneia nao abala o ar-
gumento allegado. De recahir a norueacAo do go-
verno para administrador municipal em um dos va-
readores eleitos, o mais que te segu em favor do
projeclo be que o administrador municipal deve a
sua pn-iro, como cima se disse, a uma eleicAo
mixta, onde inlervcm o elemento popular c naulo-
ridadeo povo, apresentando uma lista de 7, 'J oo
de quantos forem os membros da cmara, e o eo-
verno;designando d'enlre ells o administrador.elci-
^Ao a cerlns respeitos comparavcl a do senador. He
porem evidente que essa eleirao milla, se assim po-
de chamar-se a nomeaeAo do adminslrador muni-
cipal pelo governo dentre os vercadores eleitos, im-
porta em todo o caso tima parliln.i do governo eco-
nmico e municipal entre o povo e autoridad*, par-
lillta reprovada terminantemente pela constituirn,
ainda quando fosse feila com juslira e nAo leonina-
mente, como resumbra o Iheor do projecln.
As commissoes reunidas se convencen) pois de ser
offensiva da constiluirAo a .croarlo do lugar de ad-
ministrador municipal que no liver a mesma ori-
gen) popolar que as cmaras, c for directa ou indi-
rectamente crealura do governo e lAo dependente d
ha v_i .-. ~...,..,....Bw<:,. ov.-.b .s. uiiitiiii: uc.iiiua uu luverno e lao uependenle de
.1,1 "e ou "3 ccessaria alguma alterarAo na lei suas graras e favores, como ha de ser o do projec-
n.? 8 qaaes '">"" c"ui" Princ'- lo;ederoais, se persuadm as mesillas commissoes
i .es ue no naverem as municipalidades correspon- de que o artigo violado com a enlidade que o pro-
dido sesperances que nella. se depositaram.
A reorganisacio do municipio nAo he reclamada
te hoje, mas de ha muito lempo, nem por uma
ou outra voz isolada, mas por um concurso i inmen-
so de votos, |qual mais qualilicado, em ordem de
lomar mais ;geral a crenri da uecessidade de uma
reforma neste ponto imporlaule de musa o'rganisa-
r.m social.
Qualro aonos depois d> promulgada a lei que
deu forma as eleirucs ds cmaras, e marcou as
suas fuocees e dus respectivos empregados, ja o
ininislrp da fazeoda, que entao (I8:li era o Sr.
Bernardo Pcreira de Vatconeellus, dizia em seu re-
latorio :
' A demora das camar; s muuicipaes tem sido
causa de se n.To terem ainda feilo ot aforamenlos
dos terreos mariuhot, como resolver a lei de 13
le novembro de 1831. NAo posso dcixar de men-
cionar que estas estar.net, oo por sobrecarregadas,
ou por descuidadas, poucas vezescumprem con) acli-
vidade os encargos que se ilies commellem. -
fc dalii em dianle nao cessaram as cmaras mu-
nicipacs de ser alvo de censuras de varios modos
namrestadas em desabono do zelo e pericia com
que Ibes cumpria proceder no governo econmico e
e municipal das cidades e villas que a constiluirAo
ronfiou-lhes. E nAo somenle as presidencias leem
tallado da necesidade da re'orma ante as assemblas
provinciaes, mas alo ante a aimmlill'n (eral o gover-
no supremo, e do alto do throno a propria coroa.
Ncslas circumstancias o empculm do autor he
luuvavel ; porque se encainiuha a salislazer uma
uecessidade, ao que parece, geralmenle sentida.
Satisfar porem o projecto a especjalii-de lautos
que consideran) cliegada enilim a occaiiao de fazer
que o pro.
jecto crea,he daquelles que s legislaturas ordinarias
nAo poden) alterar.
Dispoe o arl. 178 da ronslilnirAo ; i Ileso cons-
lilucional o que diz respeilo aos limites e atlribui-
ces dos poderes polticos e aos direilos polticos e
individuaes dos cidadAos. a E o projeclo, submet-
tido ao exame das commisses reunidas de constitui-
rAoic cmaras municipaes, diz iuquediunavelmentc
respeilo aos limites e altribuires do poder execuli-
vo, que esleude e amplia ale a esphera do governo
econmico e municipal.quc a constiluirAo calculada
e sabiamente subtrahio a directa inlervenrao do po-
der execulivo.
Ale agora a acrAo do poder execulivo nao pen-
| Ira va directamente no governu econmico e muni-
cipal das cidades e villas ; isso Ihe era vedado pe-
los arlisos supracitadns da consliluicao.na parte con-
cernente ao municipio.
Se, porem, prevalecer a idea do projecto, o go-
verno entra, por mieo do seu delegado, no governo
econmico reservado as moniripalides, e faz all sen-
tir a sua acrAu rom preponderancia. HazAo leem,
logo, as commisses para concluir que o projeclo,
arrancando por assim dizer os marcos postos pela
conslituicAo ao poder execulivo, nu que tuca ao io-
verno econmico e municipal das cidades e villas
nllend! um artigo da lei fundamental, que as le"is-
latnraaordinariat nao podem alterar, porque "faz
recuar os limites de um poder politiro alcm da es-
phera que Ihe esla trar,aduanualmente na coDtUlui-
Cao.
As tendencias do novo emprego a aimullar as c-
maras e seus presidentes ras inanifeslat.
O presidente da cmara, que, conforme aconsli-
luiro, be o vereador que oblen) maior numero de
annos, diante de onze vereadores que represeulam
novas idea* e opinies ? Nada.
Se o amot da eslabilidade diclou a disposicio de
nao ser integral a eleicAo das cmaras, lio pois dis-
pensavel, vislo que se nSo conse^ue o lim proposto.
Se prelende-se fazer dos vereadores, constrangidos
a permanecer maisqualro annos no exercio das fune
res mnnicipaes meios ou instrumentos de. IradiccAo
para eosiuar aos novos eleitos o modo pralico'de
funecionar a pequea machina da admioistracAo
muuicipal, ainda as commisses julgam dispensavel
a innovarlo, porque depositam mais confiaura para
esse lim do que nos archivos das cmaras, do'que na
memoria de vereadores constrangidos, principalmen-
te na suppo-iro de se acharem em antagonismo de
ideas c crenca-com os novos eleitos.
O mal da pobreza proverbial dos cofres das muni-
cipalidades vai provavelmenle augmenlar-se com os
ordenados, que o projeclo confere aos administrado-
res monicipaes, de sorle que ainda por este lado pa-
rece o mesmo projeclo As commisses de pouca vau-
tagem.
Proseguindo cm tua tarefa, as commisses passam
a examinar varias outras disposes com que seuao
conforman).
Uma sessao de 13 a :10 dia* cada anno, que o pro-
jeclo no $ 8. do arl. I marca as cmaras, parece a';
commissoes insullicienle : o meio termo entre esse
extremo e o de quatr tesses estabelecido na lei do
1 de oulubro de 1828 lalvez fosse mais acertado.
Al commissoes nAo julgam conveniente a disposi-
cio quo manda ser secretario da cmara o vereador
que ella designar. O lugar de secretario de uma
corpornrAo administrativa, como lie a cmara mu-
nicipal, requer praliea de eseripturaco e certas ha-
bilitacoes etpeciaes, que nem sempre sera' fcil en-
contrar nas localidades, em o pequeo numero de
CidadAos qne o povo, lendo allenrAo a outras quali-
dades e condiroes, eucarrega pela confiauca que Ihe
merecen) do governo econmico e municipal das ci-
dades o villas.
Nao descobrem as commisses inconvenientes em
manler-se a praliea de ser o secretario nomeado To-
ra do circulo dos eleitos, antes essa praliea Ibes pa-
rece a mais razoavel. Mandar que as fallas de duas
sesses consecutivas imponen) demissAo do vereador
que as der, nAo parece disposirao cnnveoienle. Com-
pra obrigar o cidadao eleito vereador a servir u seu
qualrienio, e para corrigir os desvos de sua ma vou-
lade ii.io meio de multas, pudendo ser cada vez mais
severas e sempre cllicazmenle arrecadadas, ou qual-
quer oulro meio coercitivo que occorra ao legis-
lador.
No arl. 3. S 1 aulorUa o prejeclo o governo a
.. approvar provisoriamente as posturas muuicipaes,
l .uto durante como intcrvallo dassesses do poder
legislativo, aujeilando-as porem em ambos os| casos
ao seu conbecinienlo. u
Uma tal aulurisarAo pen-am as commisses que
pode merecer o assenlimenlo da cmara dos
sua
dizendo qoe a coroa, que au-
iiuucioii do alto do throno o paiz a iiece-sidade de
una reforma das municipalidades, liglial he de que
Igum Irahalho lem o coverno em vistas apresentar
sobre l.lo grave e imporlaule assumplo, e pois cuin-
pria aguardar a inieltaliva do aoverno.
Pnr isso, c porque o trabadlo que as commisses
examinan) au parereu satisfazer asnecessidades car-
deaes da reorganitaclo do municipio, as commisses i
reunidas de ronsliiuiro e ramar.is inunicipaes de
cerlo modo liesilam na concluso de seu parecer.
Entretanto, tendo taruma deerencia aui talentos
lo autor do projecto e a sua praliea no que espeila
ao governo econmico e municipal da ruaiur cidade
do imperio, c subreludn desconfiadas das proprias
luzes, appetlam consciencinsaineiilj para a sabedo-
ria da cmara, que melhor do que uinguem conbece
o que ruuvcn ao paiz e concluem sendo de
Parecer
Une o projerlo do Sr. deputado C. Borges sobre
mo lilicacoes a lei do l.e de oulubro de l82S,seja su-
jeilo discussao da cmara.
jen" o .....o- o u cmara. munlio ilc uma pessoa, que lambem havialh
sala das commisse' da cmara dos deputado, 27 mesmo informado, e que o acnmpanharia ao lu
de lulhu de 1836. /.canas de (mese Yasconcel- I da diligencia. A auloridade avista dessa ordem .
Z~ uu" lei,eira (le Macado. Juslinianno Jo- i senhor do esrravu, e da denuncia do pombeiro e do
tudo isso a melhor boa-le possivel. senAo lambem
que o Sr. Rufino de Almcida nAo merece censura
alguma pelo simples fado de aulori-ar a nm rapilAo
de campo capturar nm etcraVO fogido, estando com-
peteuli'ineute niuiiido de uma ordem do seu -enlior.
Abstraamos a ocrurrencia que se deu, e colloqne-
DKM a queslao ueste terreno. Foge do poder de seu
senhor um escravu de nome I boma/, de prussAo de
pedreiro.
Dirige-se esse senhor a casa de um rapilAo de
campo :pede-lhe, que capture seu escravo de no-
me Tliomaz, de prolissAo pedreiro, que dizem Ira-
halhar n'um edificio publico.
O rapilo exige do Sr. de Thomaz uma ordem por
escriplo : aquelle a da, e com ella se enraminha
rasa de uma auloridade polirial do districto, onde
dizia o senhor eslar o escravo.
A auluridade examina do opilan de campo, se
Irui provas em romo esse escravo se aditiva traba-
lliandn no edificio publico.
O capitn responde-lhe, appresentando a ordem
do scnhnr do escravo, e confirmando-a com o lesle-
munho de uma pessoa, nue lambem havia-lhc o
gar
do
,v""ra"","i1" i""'" Kr"mmi""''-'. esl ropiando igualroen- nel Jos Cavalca
f. L .?'.""'"' Nu' "u ,,:"la abemos desse me- de negociar com
aoli I errar, nesla occasiio, om meto
i os guardas nacionaes de seu rooa-
.1... .. ... ----------........ w^^--.,.w c >a*,;i i tuirau, nu u vereuui quo riiteui man
a bem a.cu,|adP,r di*! *' &l't"",e-" **&%. *. rce naluralinente em o goveruo economi-
qus, so ha miu" Usado !' Cm qUC "C ,l0" ^ C .n,?WP'. e8iW? ?'U csmj conslituicAo,
. !;. 7 J _, o mais importante papel. Assim, o direito do
v-o a,TIa 1^. aTV!eJ,en,lcr resposta que voear a cmara extraordinariamente
vao dar a esta pergunla da determinarlo das causas genle, (
a que compre com verdade aliribuir o Mallo a
inacrau das cmaras muniripae*.
con-
cm caso ur-
, de fivar o objeclo de eiame e deliberacao da
i cmara, lodas as altribuices em summa que sAo
; proprias da figura mais proemineute de governu eco-
J2 l.h. l V Pre'"l'm '",e en,or- "omieo rti" ci,Ua" *M*> pertencem ao presiden-
ggl*?E ^"'S^io, em mmto, e|le, elh'asrecouheceu a le. du 1.- de oulubro de
vanos ramos do publico terviro, como todos sen- 1828
la deptaram. Qm** porem indlvidualistr O projeclo porem, nao querendo recnsar | presi-
liorna, que aeluara ma.i parl.cui.rraenlB sobre al lawSa ao vereador mais volado, |a|TH pura vitar
deputado. Oue no inter.vallo das sesses das cama-
ras o overoo tenha o direito de, em caso urgente,
approv rprovisonameule posturas municipae-, be.....a
faculdade queja possue pelo decreto de 23 de oulu-
bro de 1831, eqaa parece conveniente maoler-lhe :
mas a innovaran de autorisar o governo a dar forra
de lei as posturas, estando ahertas as cmaras e em
pleno exercicio de suas funcees u curpo legislativo,
he idea que as commisses julgam absuliilamenlu
iuaceitavel.
A autorizarn do S 1. do arl. 3 ainda pecca porou-
tro lado, inesmo em relarAu idea boa que conlem.
A sAa doulnna do decrclo de 23 de uolubro de 18111
aulorisa, tanto o ministro du imperio na corle, co-
mo os presidentes nas provincias, a mandar exec i-
tar provisoriamente as posluras muuicipaes, dadas
corlas circumstancias, se ao inesmu lempo em que
ellas forem feilas nAo esver reunida a assemblea
gcral legislativa, nem oscousclbos provinciaes, hoje
substituidos pelas assemiileas legislativas provin-
ciaes.
Ora, o arl. 3 do projeclo, quando falla do gover-
uo, parece ler em vista somenle o governo geral,
principalmente altenlandu-se na autnrisac,Ao couce-
dida pelo S 2 para reformar as reparlires da cma-
ra da edite, e na qual confere o II para expedi-
regnlainenlo adequado ba cxecuao da lei, aulor
risaran que Claramente indica eslar-se Irataudu s
do governo central, e nao dos presidentes das provin-
cias ao mesmo lempo.
Passando, pois, o projeclo romo se ncha, poder-
se-liia entender que a ju-la allnbuiro de mandar
prnvisarianicnle execular em cerloa c"a-os as posturas
muuicipaes, compete s ao ministro do imperio na
corle, caducando al a faculdade de que no mesmo
senlido gozam e devem continuar a gozar, os pre-
sidentes nas provincial.
As commisses desconliecem as razes que liajam
para a reforma das repartirnos da cmara da corle,
e nao somenle por lal razAo, como porque he esse
um assumplo de importancia extremamente secun-
daria na gravissima queslAo di reforma das munici-
palidades do imperio ; absteem-se de emillir o'seu
juizo acerca da conveniencia da auturis.,ro de qoe
tratao J 2 do art. 3. (lile ul limo paragrapho do
aat. 3, aulorisa o governo a a dar o necessario rego-
I mienta para a ba r\n uc.iu da lei.
A'cercj deili ulliiin aulorisarao du pfojerlo, av
da Rocha. Manoel Teixeira de Souza, pela
concluso do parecer. Jeronjmo Marliniano
Figoeira de Mello, com voloem separado que dare-
liio- depois.
ORDEM DO DIA.
Primara parte.
Prosegue a |. discussAo du projecto n. 7ti deste
anuo, que aulorisa o pagamento que reclama Ma-
noel Jos Teixeira Barbosa.
I irnii prejudicado u requerimento do Sr. lien-
riques.
O Sr. Sir ni i, discordando do parecer de seus
collegas da primeira commissAo do orramento, por
julgar que Manoel Jos Teixeira Barbosa carece de
dilo para pedir a restituirn da quaulia de ris
130:73231.30 que o Ihesouro publico Ihe devia desde
a poca da independencia, levanta-." para dar as ra-
ze.s.'em que se fuudou pjra discordar da opinio de
seusVollegas.
O orador funda a sua principal razao na renuncia
feila pelos dous irmaos Barbosas em favor da 1 ./on-
da nacional, das quaulias que Ibes pertenciam, gas-
las com o triumpho da independencia do imperio,
lie inconlestavel que lal renuncia se deu em ler-
mus os mais explcitos, porque ordenando em 18:l
o governo provisorio, quo ojuiz de fora l.uiz Paula
deAraujo Bastos, hoje bario dos Fiaesfosee liquidar
asquanlias adiadas no engenho dos Teixeira', enes
declararan) que tal liquidar i era desnecessaria; por
isso que nao pretendan) reclamar essas quanlias,
porque eslavam milito HtUfeitM de haverem iudi-
rectainetile contribuidu para a independencia do
pai/ em que tinliam gaidio toda a sua riqueza.
lomada por termo essa renuncia, fui o documen-
to naturalmente archivado na secretaria do governo,
onde se desencaminbou.
Toda provincia da Babia acredilava cm um aclo
to digno delouvnr, e essa cuuvicr.au durou al a
morte do ullunu desset irmAos, porque nenhum acto
foi por ellos pralicado que revelasse nleucAo de re-
clamar do tbesuuro essas [quanlias.
Era 1837 o seu berdeiro recurreu ao poder jodi-
ciario para conseguir o pagamento desla quaolia. O
procurador da coroa olTereceu como embargo o fac-
i da renuncia, mas nao ollereceu o documento del-
la ; porem aos autos juntou-se o depoimeuto do vis-
conde de Fiaes, que confirma a existencia do docu-
mento desencaminbado da secrelaria. Esles factos
nSo foram contestados, e a defeza limitou-se a al-
legarlo de que a renuncia nao se ada va nos termos
legaes c jurdicos. A relarAo condemuou a fazenda
na falta de provas : cum este julgamento foi o peti-
cionario ao thesouro para ellecluar o recebimento,
e o Ihesouro remellen o aulor ao corno legislativo
por v iude das disposiQues da le de 2i de oulubro
de 1832. O orador produz oulros argumentos em
u-ientdru de seu parecer emseparadu.
A discussao ficou adiada pela hora
Eulra em 2." discussao a propo'ta do governo i lei
do orramento, convertida em projecto pela respec-
tiva cummissao, ua. parte relativa ao ministerio do
imperio.
Tomaran)a palavra contra, os-Srs. /icaria-, Edu-
ardo Franja, Savao Lobato, Figueira de Mello, I).
Francisco, Marlim Francisco, Barbosa da Cunha,
BrandAo e l.eilAo da Cunta ; a favor, os Srs. Pao-
la Baplista, (mes Siqueira, Taques, Dulra Rocha,
Candido Mendes, Paula Candido, Carneiro de Cam-
pos, Fiusa, Fausto de Agolar. Pereira da Silva, Can-
dido Burges, Parauagu, Wilkcns de Mallos, Paula
Fonseca, Cimba Figueredo. Barboso e padre Campos.
O.s'r.X/icari/is,anlesde tallar ua instrucrAo publi-
cae ua culonisacAo, ramos do servico que pertencem
ao ministerio do imperio, e sobre que tem de fazer
mas considerable, interpella o ministro acerca da
execurao da le> que dividi o paiz em dislrictos elei-
loraes.
O oradornersonta ao Sr. ministro, so ja estavam
concluidos os trab, 'hos dessa divisAo, e se por acaso
seria feila en lem visto a proximidade ern que
eslava a po> da cieirao, e assim se esta seria feila
pela nova lei.
E mais,qual o procedimenlo ou atlitude que o go-
verno se propunha lomar nessa eleifao, e se concor-
dava com at ideas do Jornal do Commercio, em seus
arligos den miniados Aoco lira, pois Ibe pareca
qoe, sendo o Jornal de um carcter todo oleial,
lambem aquelles artigos parlicipavam desse ca-
rcter.
O orador passa a fallar da instruccTio publica, su-
perior e primaria : e quaolo a esla, moslra a uecessi-
dade muito e muito palpitante, para a oniAo do im-
perio, da uniformidade do ensino, senlindo que o
e-r. ministro nao se tenha oceupado dessa imporlantis-
sima queslAo em seu relatorio.
Fallando o orador da colun-aco. sent lambem,
qoe o ministro nao livesse uflerecido uro projecto, no
senlido de garaoii-la ao paiz, e deixaste quea inicia-
tiva parlisse de alguus membros da cmara ; e,pois,
que esle Tacto se da, he juslo que o governo defen-
da esse projeclo, e lorne-o, por assim dizer, teu. O
orador nao pdoconcordar com o expediente do go-
verno, em cuidar enm preferencia da colonisacao
chineza, nao porque o Chim seja o que delles leem
dito os jornaet e as memorias, mas sim, porque sen-
do um povo immovel, s ncleos de rnloni-aro chi-
neza nao poderao servir para chamar as trrenle de
sua emigraco ; os e-forro que se tizercm agora, se
farAo sempre, e rom us mesmos sacrificios.
O orador, tntando da culonisacAo nacional, mos-
lra que, se ella nAo esla em melhor p, he isto devi-
do i nossa legislarao, a tal respeilo deTeituosissi-
ma ; a esse syslema apparaloso, e cercado de receios
e temores para os indgenas, nao se pode deixar de
preferir a calechese religiosa, que tfio bons resulta-
dos prodnziram outr'ora.
O Sr.Pedreira (ministro do imperio), respondendo
a interpellacAo du Sr.Zacarias.diz que as difculdades
com que leve de lular o governo, para levar a effeilo
a reforma eleitoral, na auseneia completa de bons
dados estatisticos e perfeitos mappas topographicos,
demoraran! essa divi-o. e por isso leve o guverno de
pedir aos presidentes as necessarias informaees a es-
le respeilo ; porem, succeden, que lugo depois, leve
o paiz de solfrer o grande llagello do cholera, c por
isso se distrahiram os presidentes na applicarAo
dus meios de minorar os tofTrimentos da popu-
lacho. H H
No entanto, o governo tem podido conseguir fazer
a reforma leulamente, acudmdo primeiro as pruvin-
cias longinquas, para, em poca conveniente, tratar
da divi-o dosdistrictot eleitoracsdas provincial roais
prximas.
As elcir/ies prximas, diz S. Ble., serio feilas
pela nova lei, e o governo protesta nao inlervir
na eleirao, de modo a nullilicar a libardade do
vol.
O orador aflirma, que os arligos do Jornal do Com-
mercio, sob o Ululo deSoca Era nAo san publi-
cifu-s offlciaes, nem podem ler semelhanle carcter;
e quanlu a noticia que deu o mesmo jornal a respei-
lo da div i-,ni dos circuios eleiloraes da corle, acom-
panhando-a da lisia dos candidatos, lambem nAo he
ella "lliri.it ; e lano mais, que lodos os jornaes leem
feilo publicares nesle sentido.
O orador, depois de responder ao Sr. Zacaras na
parle do seu discurso,em quese uceupuu da iiislrucca.i
publica, diz, a respeilo da quesIAu de colonisarAo,
que o primeiro argumento qoe apresenluu, consisti
em imputar ao orador uma conlradiccao eutre as pro-
messas que lem feilo a lal respeilo e as palavras do
respectivo relatorio, em que diz esperar "ludo dos es-
forros de nossos lizendeiros. Tal contradiccAo nao
existe ; se o governo canta com a boa vonlad e es-
forros dos nossos fazeudeiros, nem por isso jolga de-
sobrigada a sim inlervenrao e auxilio,que lia de pres-
tar com lodo o desvello eempenho.-
Pronnnciou-se lambem o mesmo senhor contra a
medida lomada pelo governo, de mandar vir para o
paiz um cerlo numero de colonos chins, c para isso
aulnrisou-a cum algumas palavras do telalorio da
inspectora geial dts Ierra contra a colonisicao chi-
neza.
O governo nAo sustenta semelhanle colonisacAo ; o
que elle lem sobretudo em vista he, obter o colono
prnprietaro, e os Chins seguramente nAo podem ia-
lisarer semelhaute desojo ; a medida em queslAo
nAo passou de um ensaio que Icntou o governo para
intradu/.ir no paiz braco", Irabalhadores jornaleiros,
para alavoura. Entretanto, curapre observar, que
lodos os documentos que se couhecem relativos i cu-
lonisacAo chine/.a, de que lem laucado mo os Io"le-
zes, esses sAo muilo favoraveil.
Alina!, necupou-se o Sr. /.icarias com a crearAu
das difierenles reparlires de tenas publicas, all'ri-
bnindo-as ao inleresse de accommodar alilhados.
Deve-se observar, que, sendo 20 as provincias do
imperio, em poucas se acbam laes reparlires crea-
da, e nessas leem prestado c eslao prestando servi-
ros ; nada osdoinlercse publiro.
A discussao ficou adiada pela hera.
O presidente levaiilou a scssAo, e deu para or-
dem do dia 1.dcjj|hn as materias anteriormente
designadas cm ambas zs suas parles.
que Ihe reprsenla o capilAu, isto he, que teme re-
sistencia da parle do escravo, nAo lendo auxilio e
aalorlsacau policial, aolorisa-oe o auxilia.
Parle o capilAo ; chega ao lugar in-cadn, o pnm-
heiro moslra-lhe Thomaz ; da-lhe voz de priso ;
Thomaz que nao be o escravo em queslao, masum
homem livre com o mesmo nome e cun a mesma
proflMfo, resiste e reclama: outros que cunlieciam
esl Thomaz como livre, proprietario, etc., recla-
mam, t o rapilAo a nada atiende, porque nAo se per.
suade que se podessem dar tantas coincidencias;
leva o cidadAo Thomaz violentamente para a afielo.
A auloridade, que tranquilla em sua casa, nAo pode
prever engao lio Tatal, he avisada uma hora pouco
mais nu meuos depois do lrite qui-prn-qun. Va
prisao, pede qne qoer ver Thomaz, o que Teilo,
manda immedialamenle p-lo em liberdade, dan-
do orna salisacco ao cidadao Thomaz, mostran-
do-e sinceramenle allliclo, e prometiendo que o ca-
pilAo viria sem duvida aiguma para o seu lugar.
O cidadAo Thomaz, despeilado e juntamente in-
commodado pelo que liavia inTelizmenle snffrido,
protesta contra a violencia que sollreu, e promelle
qoe nAo saliiri.i da prisAo .a dos escravos) ero-
quantu nao Ihe dessem seis conlus de reis pela in-
juria que lia v i,i pastado: ofrende coro palavras
auloridade, e conserva-se pertinaz em querer ficar
detento nessa prisao.
A auloridade Ireplica, que nao Ihe era possivel
ficar naquclla prieao, lAo smenle reservada aos es-
cravos, que retiras"-.e para sua casa, e tralasse-a
melhor, visto que ella em nada era culpada em seus
inconi modos.
O cidadAo Thomaz obslina-se em licar.
A auloridade entao, vendo que elle a nada allen-
de, nao permute de son alguma que permanera
na prisAo dos escravos, e mauda-o recolhcr na pri-
sAo dos livres al que queira seguir para o seu do-
micilio.
O cidadAo Thomaz, a pedido de nutres, resolve-
se sahir.
A auloridade communica a auluridade superior
lodo o occorrido, moslra que o capilo de campo
exorbilou de suas altribuires, e pede que seja pu-
nido...
Perguntamns a nobre redaccao do Liberal c ao
publico.Em que trnou-se culpada essa auloridn-
de? Se ella quizesse calcar a liberdade do cidadAo
Drama!, correra a prisAo e faria-o libertar".'
Oue precedentes havia entre o cidadao Thomaz
e essa auloridade, que a levariam de caso pensados
pralicar uma violencia dessa ordem '.'
NAo se nota, em tono comporlamento dessa aulo-
ridade, posteriormente i essa pri'.o, vivos e signili-
ca|ivus siguaes de inculpabilidade a mais pronun-
ciada '.'
E se deu-sc esse comportamento, como foi pa-
tente e presenciado por muitas pessoas, dentre ellas
os_ empregados da prisAo mide fra recolhido o cda-
do Thomaz, poder-se-ha lachar de violenta essa au-
loridade, culiirosa de alropellar os direilos de cida-
dAos livres ?
Oh A distincta redaccAo do Liberal nos discul-
para sem duvida, mas nos eremos que as informa-
Ses por ella aceitas a respeilo desse negocio, furam
meuos exactas, o que poda muilo bem acontecer,
mui principalmente quando se dao fados dessa or-
dem: cada um quer ronla-los a seu modo, ou por
ms informares uu as vezes por malignidade.
Eis pnrque a Ilustrada redacri do Liberal, ze-
losa, como se lem manifestado, pelas prerogalivas
que a constiluicAootlerece ao cidadAo, lomou i
sam esludar nelle a lingos do iii.ni irla! Carones :
Al armaz. i ux vsreii asinal adux
a l'ur marex niqa daTci naveni ulnx
n PassarAu Ada alAi da Taproba na :
ce (Je Ai perigux i geraz evf.-., ,u7
a Mait du qe permita a forte i imana
E'lre jete remla idicarAu
' Novu rainu qe t.itu sublimar u.
.tic amjulma.
du i
HEPABTIQAO DA FOK iXCIA.
Secrelaria da polica de Pernambuc o 28 de agosto
de 1856.
Illin. e l'.vni. M. Levo ao conhec ment de V.
Exc.que das difierenles participaees hoje recebidas
nesta repartirn, consta que se der am as seguin-
tes oceurreucias:
Foram presos : pela delegara do pri meiro distric-
to deste termo, Antonio lieuuino M arques, para
averie;. arOet sobre crime de etlupro pralicado em
uma menor de II) anuos.1
Pela subdelegada da fregue/ia do I lecife, o par-
do escravo 1 homaz, a requerimento do respectivo
senhor.
Pela subdelegacia da freguezia da 1 loa-Villa, a
preta escrava Juanna, por fgida.
Pela subdelegacia da freguezia da Val-zea, o pre-
to escravo Thoinc, por desobediencia.
E pela delegada da termo de Caranhu ds, Felicia-
no Jos dos Sanios, Jos (lomes dos Sanl os, Zacaras
Noves) da Silva, Manoel Joaquim de Jesns. Antonio
Joaqun) de Jetos, Paulo II. /erra da Silva, e Manoel
He/erra do Nascimenlo, lodos por serem criminosos
de morte, Manuel Jnaquim lavares e Amaro Jos
de Mello, por furto de ravallos, Jos Alves de Arau-
jo, por fuga de preses, Francisco Antonio de Souza,
e Francisco Juslinoda Silva (lomes, para averijf-ia-
ees, l.uiz Paulino de Mollauda \ alcm; i, para cum-
prir :t mezes de -enteiu; i, o prelo escravo Pedro, a
requerimenln do senhor, Hila Mara du Espirito
Santo, por espticamente, Manoel Franci?ico de ha-
ras, por suspeitn, Severino Jos Ferrelr, por se
adiar pronunciado, Ricardo Carlos Idalino.. Manoel
l.uiz da Silva e Jos Manoel da Silva, iodos para
recrutas, Manoel Roberto de Oliveira, por desobe-
diencia, .Manoel Jos linnralves e Aleito Jos de
Araujo, por serem fugitivos da cadeia do Biejo, Jos
(ion es de Lima, pur ferunenlos, e Jote Mauricio
Lopes, por ser criminoso.
Dos guarde a V. Ble. lllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.O chafe de polica, Dr. Poticarpo Loper
de Leo.
fttogt fo %kxmmlnito.
Honlem deram-se a sepultura os restos morlaes
do Sr. lenenlc-coronel Ja|o Vieira da Cunlia, um
dos mais ricos agricultores desla provincia.
Senhore* redactores. Nem por eslar ausente
dessa cidade, ha qualro mezes, e separado dclla por
lAo graude distancia, deixo de ser invectivado por
homent qoe deviam conhecer-me, e que por const-
cuinle eslavam nu caso de me fazerem a juslira. que
merero.
Chegou ao meo poder o Liberal Pernambucano
de 21 de julho, e nelle depare! com um artigo de
fundo, em que se me attribue a pateroidade das cor-
respondencias dessa provincia, que sAo publicadas
no Correio da Tarde desla corte, accrescei.laudo-se
que, para ferir ao Sr. Dr. Feilota, en formulo aqui
as citadas correspondencias, que sAo publicadas como
se de la' viessem.
Ora, he muila inju-lira que o Sr. Dr. Feilosa, ou
alguem por elle, roe faz.
lie muila ma' vontade qua me consagra Embora
nao seja teu amigo, nao considero islo proprio do seu
carcter.
O Sr. Dr. Feilosa, que comigo enlreleve amisade
por algo) lempo, devia ler coi )ecido,que se algum
pequeo mrito possuo, he o i franqueza, e da cu-
ra u'em qoe tenho para carrega com a responsabili*
dade dos meus pruprios aclos ; devia lambem lem-
brar-se, queem pocas bem cri.icas para mim, sem-
pre que tive de escrever para o publico, o fiz com
a miiibu assignatura, e sem recorrer a meios que me
i ni 11 ni" aMai b quslquer iuveiligarAo ; e quan-
do ludo isto nao fosse -bstanle para dar-me direilu
"' a esperar delle um melhor juizo, ainda chamara a
ciativa am tudo esse negocio, que encarado pelo la- j(la atleurAo para o procedimenlo que leobo lido na
amara dos depulados, com especiatidade na tessao
do real, nAo passou de um triste engao, que foi lo-
go e lugo reparado.
lal ve/, quea dislincla redaccAo do Liberal igno-
re lambem qae, no da immed'ialo a soa sullora,
cidadAo Thomz dirigio-se decentemente trajado
casa dessa auloridade, e pedio-lhe perdAo do pror.e
dimento qne Uvera com ella, quando fra a' prisao
liberta-la ; que eslava completamente, informado,
que o ensao partir do capilAo de campo, pi- ,
prova a mais convinreule, de qoe essa^mjj,
tem lioha iudisposiees caro o cTdadi4
nem este se acliava oai resentido do que se
na vespera, vislo que eslava completamente con
cido, que, so paasoo por uro escravo fgido, lui or
um engao manifest.
Sentimos nAo poder rcais continuar a (.atar des-
sa queslAo, tanto mais quanlo discutamos com a no-
bre redaccAo do Liberal, com a qual guardamos
muila rniisiderarao.
I- eli/.menle temos harmonisado al hoje com lo-
dos uossos collegas escriptores na impreosa pernaro-
hucann, e seria-nos demasiado penivel, se a forra
de lazermos brilhar a verdade, fossemos ofleudr
involuntariamente com a nossa insistencia a mui
alteociota redaccAo do Liberal.
He-l a-no', purlanlo, agradecer a Ilustrada redac-
Cao do Liberal, a atlenro que nos preslou duraute
o nosso mui leal e sincero pronunciameulo pela in-
culpahilidade do Sr. Rufiuo de Almeida, aulorisau-
do Patricio para prender Thomaz, leudo aquelle
sido punido rom as mesmas horas de prisao que suf-
freu o cidadao Thomaz, e esle sido aliual capturado
pelo mesmo Patricio.
Ha das que amanhecou chorando, porta do
sobrado onde morava uma familia, nas Cinco Pon-
las, nm menino de 8 a O anuos, dizendo que nao li-
li ha mais prenles, que lodos haviam fallecido da
epidemia, eque teuao couduzido por um sujeilo pa-
ra esta cidade, o deixara all : a proprielana dessa
cata, senhora muito honesta e cando-a, mandou re-
collier o orpbo, e pergunlando-lhe depois ae que-
ra irtrabalhar em serviros suaves em seu engenhu,
pagando ella o seu jornal, elle annuio, e foi coudu-
zido a e.se engenho, onde vive salreito, trabalban-
do sem Ihe fallar cousa alguma para o seu passar.
Dessas almas caridosas poucas ; oulras o luinariam
para dote de alguma titila, oopara negocio dealm
mar !
Ao amanhecer de honlem, levanloo-se com a
pompa de todos os annos, a bandeira de osia Se-
nhora da IVnli.i, no hospicio do mesmo nome.
Ooem for barrigudo, com difticuldade eulra pa- .
ra a ponte do Recife, principalmente vindo pelo | Uilo Francisco l.uiz Macicl Vianna.
(.onceirao .- al)! se passar por la' cerlu |),to Rodulpho Jo3o Barata de Almeida.
Dito Juan Valentim Villela.
quando nao descubra esperance .
-um lucro, recahindo etcolha em pesteas destitui-
das de recursos e de prulercAo. E com effeilo, Exm.
Sr., sendo Jos I.nurenro de Medeiios targenlo-va-
gu-meslre do tegondo balalhlo, iiidigilado para fa-
zer parle do contingente daquella comarra, foi ali-
ual dispenso mediante a quilina de 1O{00(), r pe-
'!', que rerebeu n dito lenenle-corouel Cavalranli
I errar do pai do mencionado vago-meilrr, Manoel
do Medeirna Muniz. como evidentemente se acha
prevado rom os documentos sob n. 1, 2, 3 e 4.
O so|.iu dos cornetas do primeiro balalho he nu-
tro objeclo de commercio daquella lenenle-corouel,
pnrque una vez arrecadado nao he distribuido se-
gundo o prel, porem, segundo elle emende, pois
dando apena algunt dinheiros para alimento e ves-
tuario dos mcsnios
cornetas, o resto he convertido
este anuo, que, como S. S. sabe,deve ler sido espi-
osa particularmente para num.que nAo cont com
Uro auxilio mais do que o patriotismo e eslima dus
s comprovincianos,
m ellttilo, aquello que no ",,:aio-.
, e, nata de ..raa-ca:^..,- indiflere
..ansenla a sua allilode de upposicionisla, e
propugna pelos interesses nacionaes. pondo a limpo
os desmandos e erros do governo, que em breve Ira-,
lar de o fulminar com todo seu poder, nAo pode lacados para o Recife. afim de formar o
Bor cerlo ser umcovarde, que se cncarregue de or-
gamsar ai escondidas correspondencias nesla corle,
pira ferir a pessoa alguma, anida mesmo ao seu mais
encarnirado inimigo ; procure por lanto o Sr. Dr.
F'eiloss saber quem he overdadeiro aulor dessas cor-
respondencias, e tenha toda a certeza de que lera'
remorsos de haver feito semelhaole Imputara a a um
homem,que sabe respeitar-se, e que embora nao seja
eu amigo.nunca se recusou a fazer-lhe a devida jus-
lira.
A redacrao do Correio ila Tarde ja Iralou desta
maleria uo'teu numero 181 de O do correle, e.pois,
para elle remello o Sr. Dr. Feilosa : se, porrm.- lu-
do islo for insuflicicnle para o convencer da verdade,
carregarei silenciosamente com o meu deslino, que
parece >er o de sempre encnnlrar-me com adversa-
rios menus justos e generosos do que eu.
Pami Ins, senhores redactores, que publiquem es-
tas linhas du seu, etc.
Francisco Cario* Brandao.
Rio de Janeiro, 19 de aguslo de 1856.
Senhores redactores. Approximaudo-se a .po-
ca em que devemos eleger os vereadores desl" nossa
Ierra, he preciso que lancemos as vists_ dadAos que nao veoham deslustrar ospxfrnes desles,
a quem vem substituir. Se quei i^.,os que a nossa
bella cidade conlinue a gozar nome que Ihe dAo
os eslrangeiros, nAo busquei.iosthomens qoe, sendo
eleitos por obsequio, tud-, (arAo por obsequio.
Muilos nomes hAo ,,io lembrados, mas nos dentre
clles escolhemos "ruus, e complelamos nossa lista
com oulros, na-itriulgamos amigos do progresso c,iu-
.leretsados no eng.-andecimcnlo desla cidade.
Ki los :
Para vareadores.
Os lllms. Sn. :
lenle coronel Joaquim Lucio Monleiro da I Mit-
ra.
Dito Manoel Jotquim do llego i- Albuquerque.
Dilo Lu/ Francisco de Barros Reg.
plhjsico, que mora ni roa do....., dir' como o c-
lmeloeslori, s (iresorio.
Foi absotvida pela relar.. madama Scasso, da
pena de prisao que leve, em virlude de quebra frau-
dulenta.
He nmanliAa, a' noile, em que o nosso velho
Mr. Itoberlo, vai mostrar no Santa Isahel, que uAo
aprendeu para lolo, e que ha de por os mocos de
queixo a' banda.
Ora, pois, de hoje a nove,
Nove tem de ser eleitos;
Multipliquen) por mais qualro
Picarse os tunta e seis.
Noves-fora, tica nada,
Eis no que todo dar'....
Apesar de que se dit
dual dos dous a -aullara' .'
Sera' permillido a uro senhor castigar por tal
forma seus escravos, que ao sahirem-lhn das maos
vao parir no camileriti ? Por cerlo qoe nAo. Mas
um homem exisle com visos de santarrao,c roja hy-
pocrisia chega a ponto de ouvir quanla missa se diz
na igreja em que entra, que assim praliea. He las-
lima ver um escravo de lal senhor Arranhados, es-
folados, o esgalgados ellos parecen) furias ; seus
corpos macerados e chagados servem de pasto a ver-
mes e mal cobertos jazem a moslra ao publico, quan-
do sahem a mandado de lal arpia. Ainda ha tres
dias surrou elle por lal forma orna escrava de mais
de cincuenta anuos, que Ihe furou um olho. Sr.
subdelegado da Boa-Vista, nAo he sabedor disso, que
se o fura, este monstro ja estara a canlar de gaiola
ha muito.
Ide a Trempe, pergunla pela casa d.i inijuisirao,
e ah veris essa preta vclha de olho furado c nade-
gas em carne viva.
Ora, seuhur d....., uao era melhor que rotse-
mecc se deixasse de espiar a cas de seus vizinhos lo-
das as nuiles, desde as ti huras da tarde al as i da
manhaa. Ouem muilo espa, um dia Ibe furam um
olho.
Uro empregado publico, que nao cumpre seus
deveres, deve ser demillido. E porque razo se
conserva aclo li--.-ili-.rbir que nAo se importa
com a sua freguezia ? Poi ventura sera elle pri-
vilegiado,uo lera' breve para deixar em completo la-
maral as ras della '.' NAo o sabemos, nem u quere-
mos indagar. S diremos que a ra do.....es-
ta' peior que uma potltlgl, em que jaz uma manada
de du/.enlus purcoj. Sera'isso recummendado pela
bvgiene '.' Talvcz que sim, visln como
O cholera se foi,
O dinheiro te acabon,
E a limpezto de ras
Com elle e 1'mou.
A casa do paleo do l.ivramento arha-se em li-
tigio *edove nu n.io ir a balaV-- porque, dizem
ons,ella pode durar vinle ani(o\ e, outros dizem,
que nAo tarda a' desmoronar-se |*isi ; c ne'la pen-
dnnga coolinua a jazer o precipicio imminenle sobre
Padre Francisco Peixulo Duarle.
Major Antonio Jos de Oliveira.
Dr. Iguicio Firmo Xavier.
PAGia* AVULSA.
Consinla uma Vea por lodas, ainda, a nubre r*-
lao. .o do Liberal Pcrnumbucanii, que digumos al-
Cm volaiitf.
I.piulo por acasn o til Pernambucano de 2'.\
do crreme, deparamos c ..n um artigo em que pro-
cura insinuar no animo do publico, e mais particu-
larmente no do Exm. Sr. Sergio Teixeira.quc o lllm.
Sr. lenle coronel Thomaz Alvei< Macicl. abusando
de sua influencia de delegado do termo de Barreiras.e
commandanle du balalhAo da guarda nacional d'A-
gua Preta, pretende comprimir o vol dos habitan-
tes detle ultimo lugar : e nos que igualmente pre/a-
mos a liberdade de voto c (avez com mais einre-
nd ule que aquvlles que sa proclaman) quando Ibes
convtm, nAo podemos ver com indefferenra que se
deprima de um cidadAo.quc pelas bas qualidades que
o ornan),tem grangeado a estima e considerarlo de
lodos qoe o communicam, qualquer que seja a sua
par.'.'dolado poltica.
O Sr. Thomaz Alves Macicl lem sempre trilhado
a vereda da juslira, o seu parirAo de gloria he ron-
servar illesa a repnlarae que ale hoje lem sabido
mantee, c se foi qualilirado em Agua Preta,moran-
do em tisneiros, foi porqoe entendern) que assim
Ihe davam om lestemunho de reronhecimento e con-
siderarlo, c nao que elle pedissec nem ordenasse,
directa" ou indirectamente, antes pelo contrario n,ln
leven a bem que tal o Uzeasen), Se lodas as autori-
dades e influencias, ofllciae livessem a tolerancia
o carcter do Sr. Thomaz Alves, enlo congratalar-
nos-hiamos, por ser uma realidades liberdade de
voto. Estas linhas que deixanms escripias sao para
aquelles que uo condecen) de perto ao Sr. Thomaz
Alves.e sim em Ir bulo au mrito,vislo que nenhum
compromisso nos liga ao dito Sr.
Recife 25 de agoste de 18iC.
/.. e ft.
VICTORIA 96 DE ACOST.
Srp. redactores.Ja viou publiro quem he o Sr.
Brrelo.e como eompromell-me a dizer quem he o
Sr.curoncl Jos Cavalcanti Ferra/. de Azevcdo, de'S.
AnIAo, nao o pan O fazer rom mais imparrialidade
do que recurren.lu a um documento autentico pro-
movido c testemunhado pelos seus proprios, corre-
ligionarios, c em que n.lo tenho a mnima parte, es.
pur isln o deixo sem commenlo ou rousa que duvida
fura. Pede-Ibes pois a publicar., ila seguinte de -
nuucia, teu aliento venerador e criado,
O inimigo ila impotuura.
lllm. e Exm. Sr. O cidadao JoAo Nepomuccpr
Paes de l.yra, propnclario e resllenle na currarca
de Santo ntao, escudado pelo artigo I"!)!* lo da
constiluirAo, que felizmente nos rege, ven.t -ftp'rante
V. Exc, como delegado do poder executi yo, a quem
se acham confiados os destinos desla provincia pa-
tenlear as prevaricares e arhilrariedade
em piuveilo proprio. Eale faetn. se bem que na<.
esta documentado, ludavia he lio publico naqoella
comarca.que ditpensa qualquer prova,a o suppliran
Ouanlo a arbitrariedades commeltidat pelo Ul
icnenie-coronel sAo lanas, c de naloreza Ul, qoe e-
iiumera-las, seria molestar a paciencia da V. Etc..
com uma semelhanle narrarn ; entreunto, o sttp-
pliranle tocara de leve em algumas.
Competindu a cmara municipal litar as divisor
das con.panluas, segundo o arliso 32 da lei de 18 de
agosto de 18.11, ese direito lie exercido pelo Unen-
te-corenel Cavalcanti Ferrar, sem 1 tender aquella
terminante disposirAo, e nem aos eammodos dos
guardas nacionaes. Determinando a lal citada no
artigo .".7que o oflicial que se nao fardar deolr
de 8 mezet perder o posio, e reali-aado-se osla
l.v polhese com o ciJadao Francisco Antonio de Sou-
za, qoe nem tirou patente, foi com lodo e aovameo-
le proposto, quindo a primeira falla o hara itlia-
I il.lado -, o docomento junio n. 5, prova o qoe aca-
ba o supplicante de mencionar.
Uma outra arbitranedade alcm das muitas prali-
cadas pelo teiienle-coronel, foi ordenar ao leoeute-
'i....mandante da sexta companhia, qoe chamaste o
guardas nacionaes da reserva para o servico active,
sem haver para isso motivo argente, como eeeollige
de seu oflicio. Docomento n. 6.
Oulros factos poderia aqui apuntar,em qoe so moa-
Ira, que o tenenle-curunel Ferraz, no i he preva-
ricador e arbitrario, como lambem perverso, poreea
0 supplicante aguarda occasiAo de faie-lo peles jor-
naet, todava os referidos sao mais que sutlicacntr-,
para que conhera^jL Exc. quanlo o lonenle-core-
nel Ferraz nAo he irrgu do alto logar que oceapa.
1 m oflicial que recebe dinheiro para iliionjilii os
seus subalternos do servico, qoe Ihes loca por le. he
capaz de Irahir ao governo, logo qoe Ihe .-.taem
com qualquer graliflcarAp ou donativo. E porven s
tura conviri a V. Etc., ms interesses do paiz, a
conservacao de un. lal oflicial Nao. certsmente.
Se a cunda nacional fui creada para defender a con-
lilu'CAo, a liberdade, a independencia e integrida-
de do imperio, o cummando dus respectivos corpos
deve recabar em cidadAos escoimados e chotee do
probidad,.-, qualidades eslas, que fallan) ae leaentc-
coronel do primeiro halalliAo da guarda n.iciooal da
comarca de Santo AuiAo, Jos Cavalcanti Ferraz de
Azevedo, e por isso no casa de ser por V. Eic. de-
millido, astim como tem sido ootros, lalvez por col-
pas menos leves.E R. M.Joio NepvmHeeos Paes
de Lyra.
Remcttido ao Sr. promotor publico da comarca
de Santo AulAo, para proceder na forma da lei con-
tra o supplirado, obtendo todos os aiililotiaeOnU
possiveis. Palacio de Pernambucu ti de fevireiro de
18111.BarAo da Roa-Vista.
N. tlii320.Pagou ;tO. Recife 23 deagosto
le 1855.Carvalho.Sena.
lllm. e Em. Sr.Diz o c/** Joio Nepnmu-
ceno Paes .le l.v ra, re-uleni- inv-.....arca de Sent
Aiiln, que leudo enderezado a V. Etc. 01118 qarna
contra tenenle-coronel do primeiro batalh-o da gnar-
da nacional Jos Cavalcanti Ferraz de Azevedo, a
ella i un ton vario' documentos em qoe te moslra ha-
ver o dito tenenle-curunel recebido 1503000 rs., do
guarda nacional Jos Lourencu de Medeiros, para
dispensa-Io do destacamento ; e como o suppeanto
alcanrasse de novu o documeuto junio em qoe te
mo-1i,i quaes tem sido os meios empregados pelo lo-
nente-corouel Ferraz, para contestar aquelle bato ;
requera V. Eec, se digne mandar unir a petiro
de qoeixa o citado documento.
Porlanto, pede a V. Exc. se digne astim mandar.
E R. M.
Remellidn ao Sr. promotor publico da comarca de
Santo AntAn para juntar ao oulro requerimenlo do
supplicante, que Ihe foi enviado rom despacho de ti
do rorrenle. Palacio de Pernambucu 8 de fevireiro
de 1813.RarAo da Kna-Vitle.
N. 165160.Paga*) IW). Recife a de agosto
de 1855.Carvalho.Sena.
Peranle V. S. lllm. Sr. juiz de direito do crime,
denuncia Joaqun. Jorge dos Santos, promotor pu-
blico desta comarca, de Jote Cavalcanti Ferraz de
Azevedo, leu ente-coronel lio pruneiro balalhao da
da nacional deste moni" braneo, casado e,
... a.,rn---- .>.i..,.,- ,,., dentuda hs
Em dias do ann' passado, leudo S. Esc. o Sr.
presidente da provincia, ordenado si exigido, qne
desla comirea fossem algons guardas oacioaset dr
balalhao
contingente, em dias do mei de abril do aos pas-
sado, .lose l.ourcnrn da Madeiros, vago-meslre do
se^undu balalhao de guarda nacional, foi prese a re-
colhido cadeia desla villa, para cara ootros seren
rouduzidos a capital destacados, e servindo entao de
chefe de legijo interino Jos Cavalcanti Krrraz do
Azevedo, Irnente coronel do primeiro balalhAo, di
pensou o dilo vago-meslre do referido destacamento,
pela quantia de I ..n-iKKi rs., que em monda de oa-
,r. recebeu da m.u de Jote Severino Cavalcanli de
Albuquerque, por mandado de Manos! de Sledeir...
Moni!, pai do dilo vago-meslre, e rwr consrgointe
est o denunciado incursono arlrlltO do cod. enm.
Outrn sim, ordenando a lei de '..de oelobrede IK1-J
arl. 8 5!), in fine, que Ol-eMier s nacientes de re-
serva nao ser.io char.iadot a q ilqoer tervico, qas
seja, sem expressae motivada i. oiticao da anterida-
de civil, no din 3 de Janeiro o upplicado erdenou
io lenle Jo Jeronv me Fernandes Coelhe, qu
enlo ^ommtndava a sexta companhia do balalhao
de seu commando, qoe Ihe mandasse epresenUr orna
escolta da guarda nacional de reserva, pan ron-
lucc.i.i de presus i capital, e com efleito, coro o
maior despeito a lei fo.iapresenlada a dita palmilla
que condnzin a capital presos, e como a dita ordem
do supplicado seja Ilegal e arbitraria como sa va dn
docomento n. ti. eesleja o sopplcante por ista io-
curso no arl. I i Ido cod. crim., o npplieanle con
as teslemonhat abaixo derlaradit, pretendo dar a
presente denuncia, afim de verificar-ie a punirn do
culpado e se Ihc impor as penas decretadas aas lera
tapracitadas.e requer a V. S., que aotoada qoe taja,
se proceda a inquirirn de lestemnnlias, e so jul-
guc competente a queixa para se proseguir no* asis
termos da lei. Santo Anio 25 de revoreiro do
1813. Joaquim Jorge dos Santos, promotor pu-
blico.
Testemunhas,
Jos Severino Cavalcanti de Albuquerque, branes,
morador cm Cacimbas.Maooel de Medeeres Mu
niz, braneo c morador em SanU Anna.Antonio
de Mi driins Muniz. braneo, morador no metroo ro-
gar.Antonio de llollaoda Cavalcanti,branro.essada
e morador neta villa.Jos Lonrenro Medeim..
braneo, tolteircr.
Estava.n at armas imperiaes com a verba se-
guinte :
N. 170.Pagou 100 reis. Recife 23 da agosto de
185.'..--Carvalho.Sena.
E mais se nto continua em ditos requerimenlo,.
despachos, nellcs txarados e denuncia do Dr. pro-
motor publiro da comarca de Santo Aotlo, qne vao
aqoi transcriptos e copiados, ludo tem cuota qoe du-
vida fac, conferida concertada na forma do estvln.
e por mim subscripta e assigoada com o meo sigoal
publico de que uso. '
Dada e passada ncla ciilade do KeciTe da Per
namhnco aos 20 de novembro de 18.55. trigsimo
quartn da independencia e do imperio do Brasil.__
A -ti .-rrev i e assiguei em lestemuoho < verdade.
-O tabello io publico, Francisco de Sel. da Cotia
Monleiro.
/
/
I
Srs. redactores.No dia 10 do crranle, estando
na povoarao de JabualAo, conlaram-me qoe o Sr,
delegado do tegundo districto desla cidade, JoAo
Francisco Xavier Paes Brrelo, conhecido por Voyo
mandara por seu inspector de qnarUirao abrir a
porta de uma casa a pedido de uma malher, de ne-
me Angeles de lal, viova de um Ul Manoel Tbe-
moten, coja casa era habitada por los do (.armo,
casado rom uma li I lia da tal viova, e pe esta a seo
finado marido havia sido dada ao lal Jote do Canso,
e como esle cahiste no desagrado da lal logre, a mi
do vigario, no do Sr. Pires o no de um Sr. Aasari-
nho, pessoas do pedo do Sr. delegado, esto intimi-
dando ao referido Jos do Carrn, fez qne elU Ur-
gasse aquella bal.darn, deixando dando da mesma
algons de seus pobres prtWncet oo trastes, por nao
ler ainda onde os acinmodassc, fechando a porU e
lendo a chave em -cu poder ; eis qnando o dilo Sr.
delegado, invadindo a nuis.iicro civel. manda de-
policamenle qoe seja d:ta porta aberla, ea casa en-
tregue a tal sojra do reprobo Jos dn Carao.
Notem. Srs. redactores, que ha tres ou qualro an-
uos que falle, eu o tal Manoel Themoteo, sagro do
Jos du Carino, e nao obstante deixar os lilho
si lodos de menor
fez-se inveniario.
Seta, pois, Srs. redactores, semelhanle proced-
nicnln da altribuirAo do Sr. delegado >ii>'(>etu
le nao ; purnn esle Sr. lie um mire magannm do
despotismos, e... etc.
Por bem da humanidade qnriram, Sn. redacto-
res, dar puhlicidadea estas linhas para cnoheciesen-
to das autoridades superiores *n Sr. delegado, r pin-
tamente do respeilavtl publico. I ale,
Em 11 de agosto de 185b.
>i
> qua-
idade, alC o presente ainda nAo
ANDA O SB. ANTONIO FRANCISCO PEREIK \
E ASEI.EICOES UE t.OIANNA.
tioianna 18 de agosto.
Apeztr do terminante oflirio"de S. Ete. n Sr.
pretidente da provincia ao lllm. Sr. l)r. chefe de
polica, .exarado no Diario de Pernamlmrn de 13 do
corrente, e datado dril dn mesmo, o Sr. Antonio
----------j-------i------...... ........iiii-iim--..ue tenlear as prevarcame! e rlntrariedaile i nratica-
os pubres v.andanles.qoe por ah passam diariamente. ,| pei lenenle-coronel cemm.indante primeiro
Ouvimos alguem dizer que em uma de tuat balalhao da guarda nacional daquella co marca, Josc .,,
obra, subreinslruccao publica, o Sr. Ca.lilho, autor Ca.alcanl. Ferraa de Azevedo, e consii/tem no que Francitco nao recua peranle o en
domelhodoCisldho, dusera que os professores pri-I pa mario. que seguem o oulro me.hodo L o ,A.Ppo- g.and.Pes|. cidade organisou-^ o, balalhao ar. ffjg'l! ^"1 '"'*.! *^ "-'
bree tr.tle cunta, que ..crevem a, pontnacao nem guarda nacional de.lacada, compos.n &, eontingen- sua pnsirAo, Htr mi it.TlaHl Iiiij! -
orlhograpla, l.n.m ron difllcldada sen. corree i les do diversa enmarcas, .lescoDrit, t.Dwie-foro- dar cout de "eu compVm J." e JSXtfTT
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
v
MUTILADO


"V
X
MlW OE PEMiftBUCO SEXT4 Fk-J 29 DE AGOSTO N IS56
^
ca nioril para bem lahir-ie do trama, que com su-
piaa ignorancia urdiu, re 'orre aos meios condignos
da Ma pessoa, as uso da forc* brnta, nico recurso,
a qae poda cliegar a aua aran hada inlelligencin e de
seus mentores, seus dignos comparsas. A maioria es-
clarecida da comarca, seus oamerosos proprietarios
repeliera o dominio e a imposirao do Sr. Antonio
Francisco ; porem esse m in.larim, que se julga en-
lidade necessariKe subd.11.0 ou valido de alguna des-
sei monarchas asiticos, tem resolvido em seus te-
nebrosos concilibulos, levar ludo do rojo, e primar
no prximo 7 de selembro coulra a expeclarao do
governo, conlro a vonlade geral dos comrcaos de
(joianoa Ou isto he muit audacia, ou mulla san-
dice ; poiem satou por eslu ullima parle, porque o
Sr. Anlooio Francisco he geralmeiite lido por um
idiota oo imbcil requintado. Sun, a ignorancia
desse aenhor cliet"11 a Punlo de dar ordem para se-
rem preoa os masicns, qon pelas ras da cidade sa-
liisscm a eu dlverliroenlj com toques, allegando
ser isso mmar' a perturbar o socego das familias!!
So uaquella cabecadcalen.raria enjillanle loucura!
Esla ou nao oP da com a civilisarao da poca !
Responda a sninuraerosi cohorte de inspectores
de quarteiraD. T
as cidades cij^isadas |iagam-se musirs.alim de
locarem as lardosieVnncipioi das noiles em lugares
publico* para islranir a populicao, cojos rditos
nio chegam mira frequentar espectculos, que so
podero ser viilos a custa d'i dinheiro; em Goianna
o Sr. Antouifc Francisco prende aos msicos, que
ocani graluRamenle para o mesmo fim, ou mellior
anda, porqjae aqu uo lia diverlimeuio uem para
o rieo neraf para o pobrj. Ora, esse Sr. Antonio
FranciscoJ'tem batatas que se parecem com inhames!
I'iiii bern, Sr. Antonio Francisco prepare, a sua ca-
deia pava receber &eole, porque a muica ha de sa-
bir mli quando Cor conveniente, visto como ha
muita gente disposla a ter o gostioho de receber
urna owtm de prisAo ana, para que V. S. possa me-
Ihor dfltpdr das saas eleicies. Iremos para a gaiola,
V.JS. repimpado em sua rica berlinda, colher
vol* a sua vontade. Entretanto os assassinus co-
mer com V. S., sao denunciados na sua presenta
o n*j do Sr. Dr. juit da Hireilo, fazera-lhe* sigual pa-
ra <]ue fujam. Isto nao he invuin.io, he caso inc-
cedido aqu ha bem poucos dias, e o denunciante
Coi dormir de gaiola por ter a onsadia de se melter
em' Uas camisas de 15 varas! Safa, com tal polica
eslellila-franciscan*-
lllm. Sr. Dr. chele de polica, um delegado'que
assim pratica, n.1o he dignj de oceupar um cargo de
tal natureza. Exm. Sr. presidente, faca V. Esc.
remover d'enlre mis esse delegado analphabeto, que
he incapaz de reliar nasepuranca individual, a mili-
to menos de propriedade, porque esse homem im-
bcil tem o arrojo de prender a quem robra divi-
das !! V.sJk. lem mandado para oulras comar-
cas delegados militares, estrauhos a parcialidades e
a interesses locaes. o Sr. Autonio Francisco jamis
sera capaz de preeucher as vistas de V. Exc. Esle
JvHuem, para cohonestar seus actos, e mellior em-
tiahir aos incautos procura do lodos os modos torcer
as disposires do supracitado ofticio de V. Exc. di-
zendoi que aquillo enteud>-se com o commandanlc
superior para nao reunir forra no da 7 de selembro,
como se aqu houvesse forra de guarda nacional,
pois que estando esta des.irmada, ninguein dir que
a su a reunan he forra quu possa aterrar a liherdada
de voto*. A entender-te assim, nunca poduria ha-
ver eleicao, porque esla mn se pode fazer sem reb-
ollo de muita gente. O tal Sr. delegado he ferlil
em embstese espertezas isnalicas, que s poj.-m
ilitidir a algum papalvo da saa estofa.
A malfica iofluencia do Sr. Autonio Francisco,
Exm. Sr. presjjule,nao iica nelle s, amaneirade
um virus contagioso, ou da peconha da cascavel vai
contaminando ludo quanto com elle tem rolarlo, ou
gira dehaixo da sua rbita perniciosa. lu tal Pa-
drina, de Goianninba,criminlo de morte e tirada de
presos do poder da Justina, leudo sido agarrado pelo
subdelegado do lugar o Sr. alfares Manoel do Nasci-
meolo Azevedo, fui logo sern mais satisfarn a mo-
ral publica poslu |em liberdade, sob promessa de
preslar-se com sua influencia nssassina as prji-
mas eleires !! He muita protervia e insolencia da
parle desses Srs. da polici i Esse meimo Sr. Aze-
vedo com o Tira de aterrar a populacho, aneara de
levar a cadeia ludo quanto uao votar com elle ; e
n.io obstante cercar-se de assassinos para seus lins,
inculca-so de valido da presidencia, lendo de ii
ao Kecife, espalliou que Lhe senda pooea a forra,
que conserva sob seu commaodu, traria mais mi-
coanla pravas, e com ellas contara certo o Iriumpho
eletoral Bravo, Sr. Azevedo, di- de sida e basto,
desenterrse a sua duriiiduna as cosas desses ma-
lulos, fac,a-ae de Ferrabra/., lalvez uro da enconlre
algum Koldao que o fara converler a verdadeira
f. O seu amo, oSr. Amonio Francisco, por varias
vexes lhe lera foto tragar dote* bem amargas, reja
que elle au lhe deas ultimas fezes desse calix amar-
goso.
. Continuaremos. O teMo Goiannlsta.
ERRATA.
Na lerceira correspondoucia, -"Mirada honlem,
na asaignalora, em a-gar deJo* Alfredo Cordei-
ro i Oliyeiradevt er-,-rsJ',3" Mfredo Corrii>
de Oliverar"""*> \ (&tmt:ttn
uo da *> do correte, depois de meio da, se hio de
arrema.a r, a porla pe mesma reparlirao, sendo a ar-
rematar; xi.s com 600 botijas com rerveja em mo estado, vin-
das do 1 orlo na barca -Sania Cruz, e abandonadas
aos dir itns por Fraucise.i uedes de Araujo.
Altai idega de Peruamhuco i:> de mulo de 1&>fi
O ni ipector,
Benlo Jos Fernandes Barros.
A cmara municipal do Itecife manda publi-
car.ali m de que seja observada, a postura addicional
abaixi > transcripta, que (oi ipprovadl provisoria-
meuli pelo Exm. Sr. eoDselheiro presidente da pro-
rincii i em data do 25 do correle, probibiadoo uso
de b: ,les aeroslalicos quo se elevam por meio d'a-
gna-l.1l. Paroila cmara municipal do Kecife em
sessa o de >- de agosto .le 1856.Barao de Capibari-
be, |'residente.Manuel Ferreira Accioli, secretario.
P'islura addiciunal.
A rligo nico. Iica prohibido o uso denlro da ci-
dadi i dos baldes que se eoaluma fazar subir no ar por
meiideagua-raz incendiada, seudo uniramenle per-
mill.idos aquellos que se elevem por effciio do gal
hyd rogenco, iBlrodoiidO nos mesinos por.apparelhu
pro prio : os conlravculores pagarlo a mulla de :! e li carao respunsaveis pelos damnos causados pelos
bal jes ; e na reincidencia sollrcrao de mais S dias
de prisilo. Pa{0 da cmara municipal do Kerifc em
ses i;io de 20 de agoslo de 1836.Barga de Capiba-
nbe, presidente.Jos Mara Freir tiameiro. Joa-
qn un Lucio Monteiru da Franca, Goitavo Josc do
llego, Irancisco l.uiz Mariel Vianna. Approvo pro-
ris unamente. Palacio do governo de l'crnambuco
8S de agoslo de 1856.S. de Maeedo.
BlMindo nos armazens da alfandega, alcm do
le mpo marcado pelo regulamcnlo de 1 de juoho de
IKf, os volumes abaixo mencionados, dus os seus donos ou consignatarios a Jvir despa-
clia-lns no prasu de ,'tO dias contados da data desle,
li odo o qual acrAo arrematados em bata publica,
sum que em lempo al.nm se possa reclamar conlra o
e DTeilo desta venda, o seeuinte :
Marca A M. n :!, 1 cana rinda pelo hrigue "Ale-
gre em lldejulhode 1853, cousgnada a Jos
Marlins de Siqneira.
Cien marca, (2 pedrasde canlaria pelo hrigue porto-
goez llana Feliz em ", de sctembro de 1853 ; a
Antonio Valenlmi da Silva Barroca.
Urna gaiola pelo mesmo navio em 15 de selembro
de ix"i;; a Joan do Moute.
Urna canaslra va/.ia pela barca partugoeza Sania
Cruz, em l'.l de dezembru de 1853 ; a IVancis-
co Alves da Cuuha.
Marca F, 16 caixes pelo mesmo navio, na mesma
dala ; a Jos Fernandes Ferreira.
Ledeiru, I caixole pelo mesmo navio na mesma da-
la; a Manoel Joaquim Kamus e Silva.
dem, _' aurrelas razias, pelo mesmo nario, na mes-
ma data ; a Joaquim Anlunes da Silra.
Marca T. B. I.., I caixole razio pelo brigue Trium-
phanle,. em I! de abril de 1831 ; a ordem.
3!M) paroleiras pelo hrigue porluguez l.aia II, em
29 de dc/aiubro de 1S5 ; a Fraoci Rabello & Filho.
300 ditas pelo mesmo navio, em i de maio de 1855;
a Thomaz de Aquino Fonseca V Filho, 500 dilas
pela barca poriugueza ollralido, cin 11 de maio
de 1855 ; a Joaquim Jos Apolinario.
Marea A. C, 1 barril razio pelo brigoe porluuuez
Experiencia, em 13 de junhu de 1855 ; a Tho-
maz de Aquino Fonseca ^ l'ilho.
dem P, 30 ceixolea pela barca poriugueza odrali-
dao, em 10 de novembro de 1855 ; a llenrv
Pranle.
dem H, 10 barricas, pelo mesmo nario, na mesma
data ; a Joiio 'lavares Cordeiro.
dem F. B. Mnller, 1 embrullio pelo navio Olio,
em 29 de maiu de 18.51 ; a ordem.
dem V, L, 1 caixa pelo nario francez Jos, cm
Ifi de Janeiro de 1851 ; a Viclor l.asoe.
dem K A II. 1 dita pelo navio fraucez Beaujeu,
em :t0 de jullio de 185:1; a Oliveira Irm,1os.
Sem marca, 23 aduellas pelo hrigue porluguez nl.aia
II, em t de maio de 1855 ; a Thomaz de Aqui-
no Fonseca & Filho.'
36 Jilas pelo brigue porluguez Experiencia, em 13
de jurilin de 1855 ; aos mrsmus.
Marca B t\ C, 1 barril vatio pelo brigoe portoguez
Rpido, em i de jotho de 855 : aos meamos.
dem li. & C 2 caixoles pelo hiato nacional |I.in-
do Paquete, em 23 de rnaio de 18.55; a ordem.
dem F. Kalkman, 1 embrnlho pela barca ingleza
Benita, em 11 de maiu de 1851.
dem Adamson, 1 dilo pelo r.avio inglez Rachel,
em 25 de junho de 1851.
dem A. S. Corberlh, I dilo pelo navioioglez Ida,*
em 26 de junho de 1851.
dem K B, I dito.pelo navio inglez Palestina em 3
dejulhode 1851 ; a Kalkm dem triangulo, 1 dito pelo misino navio, na'mes-.
ina data ; a J. K. <\ C.
Idtm II. II., n. 3, 1 cai\a pela barca ingleza Bel-
la, em 15 de marro de 1852 ; a Diana Voule iV.
Sem marca. 1 caixa pelo navio Amisade, cm '-'
de fevereiro de 1853 ; a ordem.
Falo de paatageiroa.
3 Iravetteirot, 1 sacco, l^-w_>, 1 lal
rrufa, 6 ejjaajjjH^, 16
arl. 22do reg. de 1 i de dezemhro de 1852, faz pu-
blico, que foram aceitas as pioposlas para forue-
cerem :
Francisco Mariel; de Sonta, 23 pares de sapalos
feitos na provincia, a Jj00 ; 25 libras de fio de al-
goihlo, a 56(1.
Francisco Jos Correa Guimnraes, 38 esleirs de
palha de carnauba, a 210 ; 350 cauadts de zeite de
carrapato medida nova, a 940.
Domingos Francisco Kamaihn, 338 bonetes, sendo
51 para o lo." batalhao, a lotIHI ; 18 dito, para a
rompauliia de arlifices, a 1-jOOU ; 269 para o corpo
fixo do Cear, a 19500.
Jos Francisco l.a\ra, l cavados de panno ver-
de, a 2ai00; 1,700 varas de brim brauco lizo, a
370 ; 99 covados de pannp atal, a 39200.
Mauoel Florencio Alves de Moraes, 2,526 varasde
brim braneo lizo, a 370.
Ilenry (iybson, 3,020 I varas de algodaozinho,
a 165.
Siqueira g Pereira. 301
19700.
tiuilherme da Silva I
panno azul, 2-525.t
covados de pannu prelo, a
uimanles, 90 covados de
xos de 7 ludia-, sendo 68
Jote aptisla Braga, 2.1 H) hotcs grandes conve-
do metal hroiueado pa-
ra o lo." batalhao, 252 p ra a rompauhia de arlifi-
ces com o u. 3, e 1,652 pjira o corpo fixo do Cear
com a lellra C. e de nelal amurellu ; 1,778 de 5 li-
nhas, sendo 190 para o mesmo 10." balalhOn, IOS
para a compauhia de arli
lixo do Cear com os mes
nilias, lodos a 100 rs. cad
bode luuro surtidas, a VJJOOU.
Joaquim Lopes de Al
dilo de pinho americano,
legadas de largara c 19 |
ices, e 1,1x11 para o corpo
las leltras e metal dos de 7
i um ; 15 grvalas de tola
de lustre, a 450 ; 10 g rrafas .le tuda prela, a
Jos Ferreira l^oelho, 2(
duzias de taimas de assou-
leida. 0 ditas de. litas de
leudo 30 duzias de II po-
'mos de ciimprimciilo, 10
ditas de I3| de polegadaie II de largura, a 20 ; 8
pranches de 11 ditas de largura e 19 palmos de
comprimenlo, a 5$000. I
Pedro fti mira dos Sanios, 6 costados de po d'o-
leo de 26a 30 palmos de comprimenlo e 15 a 16 po-
legadat de largura, a 108500 ; .500 couros de cabra,
a 183 o cunto 12 pejas de ludia de barca, a 720 a
libra.
Manoel Ignacio de Oliveira Braga, j arrobas de
oleo de Lidiara, a 270 a libra.
Antonio Pereira de Oliveira llamos, 2 bandas para
inferiores a 3JOO. e 18 pares de chouricas pretal,
lodo de l.ia, a 500 rs. o par.
Domingos Jos Ferreira (iiiimaracs, 5 quinlaes de
ferro inglez redondo de 5|i de p.degada, a 6M800 a
arroba ; 12 duzias de limas chalas de 16 polegadas, a
73 ; 12 ditas de ditas de li ditas, a 53800 ; 12 ditas'
de.lita.de Sdilas. a 1-3H00; 12 ditas meia-cana
de 8_ditas, a 1.3800.
Joo Fernandes Pareule Vianna, 9 i -rozas de bo-
I5M brancos de osso, a 220 ; 58 ditas de ditos pe-
queos, a 230 ; 106 ditas prclos c grandes, a 260 ;
21 pellesde couro de lustre, a 3jS00: 2 arcos de pa
com 36 ferros cada um, a 73500 ; i duzias de bada-
mes_.iM-li.los, a 3.3200 ; I arroba de rame de ferro,
por i9j.NI; 20 duzias de limales. sendo 4 de 6 pole-
adas, a 7 ; i ,|e 7 ditas, a 2.3IK) ; 6 de 8 dilas, a
3*200; 6 de 9.lilas, a 39600; 3 duzias de limas
inoras triangulas de 1 polegadas, a l>s(); 2 ditas di-
las de ., ditas, a 23200 ; 5 dilas ditas de 6 ditas, a
2-3)00.
Rodrigues 4 Kibeiro, 2 arrobas de salitre refinado,
a 93 ; 7 dilas de trama de ferro surtido, a 280 a li-
bra ;16 quinlaes de ferro ingle/ quadrado de t|2 po
legada recreada, a 93 a arroba ; I md grande de
pedra, por 60a ; ( duzias de limas chalas muras de
8 polegadas, i ditas dilas inea-c.ina tawbem de 8
polegadas, a 93 ; 2 dilas raucas triangulas de 6 dilas,
a 23.500.
E avisa aos supradilns vendedores que devem re-
colher os referidos objecloi o arsenal de guerra uo
da 29 do renle mez.
Sala das sesses do conselho adminislralivo para
fornecimrnlo do arsenal de guena 27 de agoslo de
I8"i6.-../huho G'omes /.cal, lenenle-coionel vogal
sevudode secreta rio.
1110
I
><*-H-
I
wat Mai.
Aeliam-fe recolhHos a' casa de delencSo os
Mot lote, Joao e Antonio por andarem fgidos, o
prcl
primeiro diz ser csrravo) do lir. Vuelta, e o segundo
de Anlonio Barbosa: eus senhores comparcrara
nsla sulidelcgacia mundos dos seus Malea par. lies
seren entregues. Subdeleeaeia da lloa- Vista 27 de
agoslo de 1856.O sub. elegado,
js Correia de Almeida.
Tisset
Rufino J
Lasa erre
Frres, ton
bto Para.
.'RAGA DO RECIFE 28 DE
HORAS DATAR
Cotacen oflicies.
Cuuros seceos sMgudui) :W rs. por libra.
^edericu foMliard, presidente.
P. Boraes, secretario.
CAM BIOS.
Sobre" Londres, 27 d. por 19.
Paris, 360 ra. por f,
< Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1|2 a l.por 0|0 a 15 e 30 dias.
Acjftes do Banco, 35 0|0 de premio.
Arenes da compauhia de Beberibe. 543000
Arenes da companhia Peiuambucaua ao par.
a riili.la.le Puhlir.i, :li |inr i-cnl.i de premio.
a Iudemnisadora. 52 pos, de premio,
a a da estrada de ferro 50 por 0|0 de premio
sobre a entrada, igual a .lNl-11 re- por
acrao. ^
Diseonlo de lettras, de,7 a 9 por 0|0.
nuro.Oncas hespanholas. 28-3 a 283500
Moedat de 63100 velhas .... I63OOO
' 63SO0 novas .... I63OOO
43OOU.......99OOO
J.iala.Palaces brasileiros......29000
Peto* columnarios......23OOO
mexicanos.......I386O
ALFANDEGA.
Keudimenlo do da 1 a 27
Idtm do dia 28......
368:3113:108
12:8783924
381:223j232
28 de agosto de 18u_.
rFernaudes Barros.
or da thesouraria de fazen-
.co para couhecimenlo das pet-
ftraad .. .er, que licain marcados os dias
quarlas e itbbados de cada semana para se rennirem
em sessao ordinaria, a junla da mcsiua Ihcsouraria.
Secretaria da Ihcsouraria de fazenda de Pernam-
hucoem 28 de agoslo de 1856. O oflicial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
jfc Santa
$>ttUsta&c$.
NONA RE
OSGKANDESE
da
&
a 111 lettras so-
THEATRO
un
Isabel.
PRESENTAI.AO
I HtKT..T7SSIUI-S
companhia
ROBERTO! E DEVEAIX.
Sabbado 30 d
'i agosto de 1856
Descarreiam hoje 29 de agento.
Barca americanaMeefamilia de Irigo.
Brigue ingleSnoicndonbacalhao.
Polaca hespanliolafio/owlevinhos.
IMPORTACAO
Brigue nacional a Alala, vindo da Monlevido,
consignado a AmorimO. Innao-, manifeslou o se-
guinte :
8,562 arrobas carne secca, 2,500 linguasseccas ; a
ordem.
ONSUI.AKO ERAL.
Rendimenlo do da 1 a 27 29:5875.576
dem do dia 28....... 1.-6439612
31:8319188
III VERSAS
Heudimento do dia t a
dem de dia 28. .
PROVINCIAS.
27 ... .
1:0083137
33300
1:0423037
DESPACHOS DE BXPORTACAO PEi.A MESA
110 CO.VUL*,l)0 LESTA CIDAUE NO OA
28 DE AGOSTO DE 1856.
Buenos-Ayut briguti dioamarquez aConrriera,
Amorim Irmaos ,\ Companhia, 350barricas assu-
car braneo e mascavzdo.
LisboaBrigue porluguez nEvpcriencia, Anlonio
l.uiz Alves A/ewulo, 16 cascos com niel.
Rio da PralaBarca hespanh la Anglica, Ara-
naga & Bryan, 200 suecos assucar braneo.
LiverpoolGalera ingleza Seraphiua, Johnslon
Palr 4 Companhia, 722 saceos assucar masca-
vado.
FalmoiitliBrigue inglez .iBrilania,Saondcrs, Bro-
thers j Companhia, 110 saceos assucar masca-
vado.
1 almoothPalaeho inglez Blond, James R>der
\ Companhia, 352 saceos assucar mascavado.
RBCEBEOHIA 1)K HENDAS INTERNAS CE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Heodiroenlo do dia K> 27 23:4983729
dem do dia 28. ./">.... 1:3103563
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conselho adminislralivo, em virlude de aulori-
sai;ao do Exm. Sr. presidente da provincia, lem de
comprar os objeclos seguinles :
Para o presidio de Fernando.
1 arinha de mandioca medida velha, alqueires
600 ; assucar braneo, arrobas 12 ; farioba de Irigo,
barricas 4 ; arroz, sacca 1 ; vinagre, medidas 20 ;
baudeiras imperiaes grandes para a fortaleza, 3 ;
panno encarnado, peca 1 ; pinceis sortidos, 50 ; bro-
chas paracaiar, .50 ; fouces, 200; oleo de linhara.ar-
robss 8 ; ac de Milla, ditas 2 ; folha de Fladres,
cana t ; cola,arrobas 2 ; arcos de ferro para barris,
arrobas s : jienna. de escrever, 600 ; ditas do ac,
caixa I ; barbante, meadas 12 ; lona, pera 1 ; li-
mas chatas de i nolegadas, 12 ; dilas ditas de 12
lilas, 12 ; dilas dilaV^e 8 ditas, 12 ; dilas ditas de
6 ditas, 12 ; dilas dilas de^4 dilas, 12 ; ditas de meia
caima de 10 dilas, 12 ; dita.- de meia dila de 8 dilas,
12 ; dilas de dila dila de 6 #as, 12 ; ditas de dita
dita de i dilas, 12 ; dilas de dila ''la de 4 e de 3 di-
tas muras 1 i ; dita* chatas .lele:-! dilas, duzias
6|; madeira para 2 carros ; g.uvas curvas de tornear
surtidas, 12 ; travadeiras, 6; seiras finas para
desdobrar madeira rom 5 palmos, I ; badames sor-
lidos, 12 ; limas triangulares de 5 e 6 polegadas,
24 ; formes sorlidos, 24 ; sellas para vaqueiro, 4 ;
cuuros de viada surrados, 21.
Para o 2.- balalhao de iufanlaria.
Oilo livros para matriculas.
Para a botica.
Amen.lna doce, 8 libras ; azilra, 2 dilas ; acido
ctrico, 2 dilas; rido tartrico, 2 ditas ; agua da
Colonia, 12 vidrus ; agua da rainha de-Tuogria, 12
dilas ; agurdente de Franca, 21 garrafas ; agua de
se.llilz, 24 dilas ; alcool, 4 caadas ; amoniaco li-
quido, 1 libra ; carbonato da polassa, qualm li-
bras ; mbar puro, urna nuca ; beipum, duas li-
bras ; balsamo peruviano solido, 2 ditas ; hagas de
zimbro, 4 dilas ; capa-rosa, 1|2 arroba ; crmor
trtaro, 16 libras ; cilrato de ferro, 1|2 libra ; cera
lio ama, 8 dilas; cevada, 1 arroba ; essencia de hor-
lelaa pimenla, 1 anea ; dila de flor de larangeira,
h|2 dila; dila de rotas, 1|2 dila ; dita vulgar, de
pur'.elaa, 2 dilas ; dila de lerebenlina, 1 libra ; es-
dirilo de erva-cydreira, i dilas ; ellier sulfrico, I
dilas ; leroy purgaliro do 4.gran, 40 garrafas ; mel
e abclhas, 16 libras ; malvas, 8 dilas ; nitrato de
prala cristalisado, 1 oncas; dilo de dita fundido, i
dilas ; oleo de amendon-doce, 8 libras; dilo rici-
no, 16 dilas; dilo de alfarcma, 2 dilas ; dito de
amendoa amarga, 2 dilas ; prolo-iodurelo de fer-
l.ogo que os Srs. pro
ejecutado urna das me ..
perln, dar princip 3
em qualro parles, e "
guinle:
essores da orcheslra livcrem
llores ouverturas de seu re-
ao diverlimento dividido
distribuido da maneira s-
PRIME
i -II
Mr. Roberto, aromp
chera esla parle com b
de physica.eulreas ou
ladat em Paris e mu
elle nao enumera para
\el publico.
21:8153292
CONSULADO
Rendimenlo do dia
dem do dit 28 .
UDO PROVINCIAL.
a 97 TV 45:6173594
. ',. 1:82(3<.'69
Saa 47:4373663
Koi)ime4^~5i7iiS
10.
Sanio entrtdn no dia 28.
Montevideo23 dias, Lrieue brasileir (rAtaatV* *
182 toneladas, capitao Manuel Antonio de r ikiro.
quipagem 10, carga 2,710 quinlaes hespaiihoT
a2,.il)0 linsoas; a Amorim Irmaos. Perlence ao
porto do Rio de Janeiro.
.Varios lahiaoi no mesmo dia.
Colinguiba--Sumaca brasileira Flor do Angelim,
mestre Anlonio Francisco Kibeiro Padilha, carga
larinha de Irigo e mais generes.
Rio de JaneiroPolaca brasileira n/elosa II, ca-
pitao Fructuoso Jos Pereira Daifa, carga laboa-
do e mais gneros. I'assageiros, Jos Esleves do
Nascimenloe 2eerasos, Francisco Antonio Pe-
rein de Lepios e 2 escravos, Jos Moreira Gomes,
Leonel de Lacerda Machado, Jos Marques Vian-
na e 2 escravos.
Pala inipeccan da altaudegn. s tu poblico,qm
SF.l,l'N|l>
O PERNAMBbCAt
PARAENSE irlo pe
apreciados e diflieulloslis
silues, dcslocaces e sallo
lera toda a alinelo do
KA PARTE.
ultado de sua filha. prcen-
ellas.e dillicultosas passagens
es alguraas novameiilc inven-
a vistas no Brasil, ai quaes
unior sorpreza do rospeila-
V PARTE.
O e sua discipula a JOVEN
primeira vez cxecular os
exercicios de elegantes po-
s mnrlaes, que esperara ob-
publico.
TER0IRA PARTE.
CORD
A jovenzinlia PAR.
1 TEZ A.
DE
bras ; sulphatn de magnesia. 1 arroba ; solimao 4
oncas ; vinho branto generoso, 20 garrafas ; xa'ro-
pe de grozelles, 12 dilas;dito de lamoroi, 16 ditas ;
papel de filtrar, tft resma ; dito de embrulhe,
dita ; paucllas de barro, ; cassirnla forrada de por-
celana, I ; tijellas vidradas. i ; bacas de huir 2 -
facas elsticas pequeas-, 1 ; canecos de loura', 6 ;
pos do graduarlo, I ; gral de vidro, 2 ; dita de
marinare com ma de marlim, 1 ; vidro de aremo-
tro de -'lal. 1.
Para a enfermara.
Papeleta*, 500 ; mappas diarios 500 : dilo sema-
nal, 100 ; alia para us sentenciados, 1,500.
Quem qoizer vender estes objeclos aprsenle as
suas proposlasem carta fechada, acompanhadas das
amostras, na secretaria do conselho s 10 horas du
dia 1." de selembro prximo.
Secretaria do conselho adminislralivo para forne-
cimentodo arsenal de guerra 26 de agosto de 1856.
lento Jote' Lmmenha l.ins, coronel presidente.--
Antonio Comes />u/,leneule-caronel vogal servindo
de secretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho adminislralivo precisa contratar o for-
neciinenlo dos gneros seguinles para o rancho da
companhia deaprendizes menores e Africanos livres,
rico do arsenal de guerra, duraule os mezes
de selemlujo e oulubro prximos vinriourot :
A->urni somenos relinadn, cafe moldo, cha II v-
tOQfjfel o de 1 oncas, inauleiga ingleza, arroz pilado,
bacalli ao, carne secca, dila verde, larinha de man-
dioca, feijaii, touciiiho de Sanios, bolachas, axeile
doce, vinagro de Lisboa, lenha de madgue.
Oo em quizcrconlratar esles objeclos aprsenle as
suas i/rop.nlas em caria fechada, acompanhadas das
amostras 1 'a secretaria do conselho administrativo s
10 horas d-^dia 30 do corrente mez.
Secrelari do conselho administrativo para for-
nerimenlo do arsenal de guerra 25 de agoslo de
18.56.iimi Jo' l.amenha Lina, coronel presideu-
le. aMOM io Comes Leal, tenente-coronil vogal
servindo dt ecretario.
ODNS.SLHO ADMINISTRATIVO.
O rotuelb.i Idminislrtlivu, em couiprimenlo do
A jove.izinli.-i PAR.1 ENSKdesempenharseuslin-
do, e vanados Iraballms sobre ., corda
^s(l|,.''VNAM1B, CAN() ? esla parle um
us eus extraordinario: e difiicullosos passos de ele-
narir c'J,^8S','" """S*1 ^C,,s l"l'^ll's netla
fnra m a "T" *"" cima da
corda urna cadcira, aleta, pralos, copo e arrafa
comeodue bebc.du noilo a sangue-fm.
QUARTA i; l.l.l.l.MA PARTE.
Terminara esla rea
so a carcter, que
'en
esenlar.io pcloa!egrisimo pas
por Ululo
Styriano,
PIIIN'v'e" ,Cl" '""" FL,aalMa,8B J0SE-
PERiUlBllWO.
r!>LV}e 'livc,r,Tenln 1"c ,iw '""'ra de
iSSSJSS^fe,,a noi,eao illns,rHdn""-
Principiara' a' hoja do coslumo.
^tHsoal totmtttmrt.
de Janeiro.
Segu cm poucos dias o brigue nacio-
nal FIRMA, para o Rio de Janeiro, por
ter a maior pstte la car^a prompta : pa-
ra o resto, pastageiro, e escravos a rete,
para os quaei tm c\i clientes cotnmodos,
i-ata-e com o consignatarios Novaos a.
C, 1 na do Trapiche 11. 34.
Itcjil conipanliia (!<; |)a-
quetes inglezes a vapor.
Espera-se ale o fim do mez um dos vapores
real companhia, o qual depois da demora do co
me seguir para os partea do sul para passagei
ele, Irala-se com os agrilles Adamsou llowit &
ra do Trapirlie-Anvo n. t.
da
sill-
n.,
c.
M
Os administradora da massa fallida de Nuno
. .aria de Seitas, lem de vender em leilao, por au-
loris.irao do jui/.o do cominercio. logo qne ultimadas
as respectivas avaliares, as segundes prnpriedades,
perleucenlcs a dila massa, a saber : nesla cidade,
um predio de qualro andares, silo o* ra do Viga,
rio n. 13, um dito de tres andares, roa do l.ivra-
nenio n. 36, um dilo de dous andares, na roa da
Penha 11. 6, um dilo na ra Augusta n. 2, um dito
na travest dos Marlyrios n. I, um dilo na ra do
Alecrim n. 1, dous ditos na Iravessa do Marisco n.
14 e 26, um dilo ni ra do Mondegn n. 7, um dito
na ra do Amorim n. 15 ; na Casa Forte, os seguin-
les : 1 litio na estrada do Cordeiro (Chacn, da Casa
orle Sania Anua, n. 41 ; Campia nt. 7, 8,
10, 12, 34 e 3.5, duar, casas no caminho do Pojo,
'uas ditas na Casa Porte 11. 5, seis dilas na Campi-
a, c um terreno na Casa Feria : convida-se, por-
mto, aos prelendentes o exame previo dos uieucio-
ados predios.
O gente Viera da Silva na ra da Madre de
Deoos 11. 32 faz leilao seUa-feira 20 do correnle ao
meio dia em pouto, de diversas obras de marcenarla
tovas e usadas, o diversos objeclos de onro e prala,
lous pianus forles e mais objeclos que se acharen!
lu dilo ai 111,1/1111. que ludo sera' ,'in limites.
0 agente llorja fara leilao era seu|armazem
aa ra do Collcgio n. 15 de um grande e variado
soilmenlo de obras de marcineria -novas o usadas
consislindo : em duas ptimas mobihas Vle Jacaran-
da', diversas obra* avulsas, bem coreo, iofs, cadei-
ras, consollos, bancas, marquezas, comroodas, apa-
radores, aun.1110-. lavatorios comlodos os periences
obras de ourp e prtta, reloaios diversos, objeclos de
porcelana e de vidro para enfeites dt sala, cande-
labros ps de bronze, lanlernas de vidro, candiciros
nglezes, vidros linos e louca para servico de mesa
ijuma infinidade de objeclos diflerenles" que fora
mpossivel mencionar, os quaes se acharo eipostos
no referido armatem, e se entregarlo pelo maior
preco oflerecido, urna vez que nao ha limite algum :
scita-feira 29 do corrente as 11 horas em ponto!
O agente Vieira da Silva az leilao quarla-feira, 3
de selembro, as 11 horas da manliaa, uo armazem do
Sr. Antonio Aunes Jacome Pires, ne 27 saccas com
cevada, em lotes a vuntade dos compradores, por
conla e risco de quem perlencer.
de Janeiro.
Vai seguir brevemente a escuna na
cional JOS, de lolc re 11'. tonel ladas,
Capitao .Manoel .lose l'restrello: para o
resto da carga que lhe (alta e escravos a
rete, aos quaes da' as melhores accom-
modaciics e Iratatnento, (ineirain enten-
der-se com Antonio de Almeida Comes,
na ra do Trapiche n. I'i, segundo
andar.
1'ar.i Assu'
salie uestes oilo dias o hrigue SAGITA-
RIO: ipictn no mesino quizer carregar
ou ir de passagem; trate com Manoel
Francisco da Silva Canico, na rita do Col-
lejjio n. 17, segunda andar, 011 com O
capitao Manoel Jos Kiliciro, a bordo.
Para a Bahia
1) veleiro patacho nacional 'Esperantan, pretende
seguir para a Bahia com muita brevidade, por ler ja
a bordo parle do seu carregsmenlo ; para o resto o*,
prelendenles enlemlam-se com o seu consitoatario
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, roa da Cruz n.l.
Para o Porto, o brigue porluejuez nllomSuc-
cesso pretende sabir com a maior brevidade possi-
vel ; quem no mesmo quizer carregar 00 ir de pas-
sagem, para oque tem encllenles commodof, euten-
da-se com os consignatarios do mesmo, 00 com o ea-
pitAo o Sr. Mano-| Uomes dos Santos Sena.
PARA OAKACATV.
0 hiale Camcs seguir em poucos dias, e anda
recebe alguma caria miuda : Irala-se com !'. Ra-
dich.
Para a Babia segu em poucos dias a \eleira
sumara nacional Castro, de primeira marcha, por
ter a maior parle da car^a prompta ; para o resto
Irata-se com seu consignatario Domingos Alves Ma-
Ibeos, ra de Apollo 11. 23.
I-ara Maceui segu com brevidade a harcaca
Boa-Sorle : quem nella quizer carrega-, culenda-se
cora Jos Joaquim Dias Pernandei, roa da Cadeia
do Itecife, ou com o mestre Mauoel Jos da Molla.
? PEDRAS PRECIOSAS-
1 *'
1 Aderesnt de brilhanles, S
t- diamante* a perolat, pul- *'
*! ceirat, allinetes, brincos
^ o ro/.elas, boloea e aunis *
de diiler. ule- gottoa e de
diversas pedras de valnr. *
* .?
I ?.
J Compram. vendem ou *
^ Irocam prala, onro, bri- 3
Ihanlet.diamantetentro- i
las, e oulras quaesquer '*
5 joiasde valor, a dinheiro *
t4 ou por obras.
i..*,.* ??**** >.* ,.n
MOREIRA k DUARTE.
1.0.1* DI (lURIVES
Ra do Cabuga' n. 7.
ftecebera por to-
dos os v.f [Mires (i.i Eu-
ropa as obras do mais
moderno rosto, tan-
to
<

I
- -a.aa*vT*a*T--Miy^ *
OORO E MATA-
____ .
Adereros completos de |
ouru, meiosdilos, pulcei- '
ras, allinetes, brincos e ra
ruzelas, cordOet, trance- J
lins, mc.lallias,correiiles *
e en eii... para relogin, e !'
oulrosmuilosobjeclusde i
ouro. '4
Apparelhus completos,
de prala, para cha, lian- S
dejas, salvas, castiraes,
cnlhores desopaedecha, >
e muitus outrus objeclos J
de prala.
? > ? ; ? < <<;
de Lisboa, as quaes se vendem por
preco eouimodo eomo eostumam.
balot.
O agente Vieira da Silva faz leilao de 150 sac-
cas cora familia de muilo boa qnalidade ; quarta-
leira 3 de selembro ao meio dia em poni, 110 srmi-
ein do senhor Paula Lupes, defronle da escadiuha
Ja alfandega.
Sem limite.
%ti>l0& X)tDtr4>0.
-- Paula Si Santos e Manoel dos Santos Pinto,
administradores nornerdos .1 massa fallida de Manoel
Joaqoim Alves Pilomba, avisam a lodo* os senhores
credores, que devem apresentar seus titulo* at o dia
6 de selembro, na ra do Amorim n. 48, escriplorio
de I ama A; Sanios, afun de serem conferidos e fa-
zer-se o dividendo do liqoido da mesma massa, nao
podendo, depois detta data, serem allendidas quaes-
quer reclamacoes.
Aluga-seura prelo e urna prela, ahinca-se a
sua conduela : na Draga da Independencia n. i.
Escola pelo Methodo de
Castillio, na ra da Ca-
deia 11. 4tt, segando an-
dar, segunda reir i de
sctembro.
Antonio Mavimo de Barros l.eile, professer da
inslrurro primara, jubilado pelo governo da pro-
vincia, lendo leccinnado pelo decurso de 31 .ranos,
pelo methodo amigo, mas lendo agora theorica, e
pralicamente rcronhecido as escellentes qaalidade*
do methodo porlugoez, vai no dia 1 de selembro
mudar para!o referido melhodp,e segundo o program-
mado E\m. Cislillio.o qual eiigc a presenca das au-
toridades, c mais cavalleiros e Sras., msica, poe-
sa, c llores : portante convida os luslres pas de
seus alumnos e suas Ilustres familias, a toda as
maispessoas.le sua ..mizade.paranue'.sudignan hon-
rar este aeto,que principiara as 11 horas em ponto do
referido dia.
Massa adaman-
lina.
Irancisco Pinto Ozono chumba denles com a
verdadeira mana adamantina, e appliaa ventosas
pela itracoaO do ar : pode ser prnrurado conTronle
ao Knsaiio de Sanio Antonio n. 2.
LOTERAS DA PROVUfCli.
Amanhaa, sabbado 30
do corrente, s 10 lloras
da inaniifta, lie a extrae-
cao da primeira parte da
primeira lotera do Keco-
Ihmiento d.i Conceiyaode
Olinda.
P. '. hay me.
LOTERA da provincia.
OSr. iliesottrciro manda fazerpublico,
<|i!c as rodas da pi'imeira paite da pri-
meira lotera do Recolhimento da Con-
ceicSo de Olinda, andam impteterivcl-
mente no dia rio do cotTente, no salan
do convento de Nona Sen hora do Catino,
pelas Ift horas do dia.O primeiro con-
leiente servindo de escrivo, Jos Jantta-
tio Alvos da Maia.
AI uga ni-so
por anuo ou por Cata, algumas casas na
Capunga, pertencentes a vinva Lasserre,
prximas ao rio, para grande e pequea
familia: quem pretender dirija-se a ra
da Cadeia do Kecife n. 59, primeiro e se-
gundo andar,
Alnj;ain-so os dous grande* saines da
propriedade nova da ra do caes de Apol-
lo, da Sra. viuva Lasserre: a entenderle
a respeito no armazem n. 26, da rita do
Brum.
Joan Correia de Carvallio,
de alfaiate aa ra da Madre de
56, precisa do olliciaes, tanto
pando como muida.
Osbilhetc
loja
Companhia Per-
nam huraa.
A direcrao avisa aos Srs. accionistas.
Dos n. 'I'"" Pala complemento do capital da
de obra mesma empresa, lem deliberado emiltir
Inovasacc/ies, mas devendo ser preferidos
es cn-n a rubrica do abaixo 1 ?^E??^T T". 5'do,to,V
assignado, sao pagot inconUmeote, na tl'ZSl *? S "C'^' a qui'U
praca da Independencia n. 40, at!o '1- l fo na mesma mleres-
premio do oO.sOO. Polycaruo Jos J -,' C?"t:"' ,,e He. marcado o
Layne. >,laz0 de ,)) lll;'S. I>a'a a tnsenpeao do
seus nomos, com deelaracao da
__v., -.., r -> j ..ujiuiiiu, cum ucinaiaiao uas aecnes.
na icrra-leira 2 de sctembro prximo, na sala : -
das audiencias, e linda a do lllm. Sr. Dr. juiz de or- Hue guizerem tomar, no seu escriplorio,
phos, m ba da arrematar por venda um sitio camino forte do Mattos n. 10, sendo a pri-
mTSTroVr. &MS: P'-^f b P- -"to- Recife
soi.iu e o sitio multas fracteirai, cacimba e ierras, 1'-'agosto de I Sob.Antonio .Marques
para plantaron, ludo avalia lo por 1:0009000, e vai. do Amorim, secretario.
a pra.;a por execurilu que mov.- I.ui/Antonio liar-
me tem o rostume de quando fo^e ir para Natarelh,
Pao d'Alho e tioianna, pede-se as autoridades poli-
ciaes destes logaratou de oulros de o facr capturar
eremeller para esla cidade a Joao Pinto de l.emos
Jnior, na ra da Aurora n. S, que pagara' as iles-
peta* e racompemara' os portadores.
. "a roa do Vigtrio n. 29, primeiro andar, pre-
cisa-se de una boa ama de leite, sendo forra ou cap-
tiva ; paea-se l>em.
Ha roa da Prala n. S5 precisa-se de urna ama
para trrico de portas a dentro de urna casa de pitu-
ca f.-nnli i.
Precisa-se de urna ama para rwinhar em una
casa de poura familia : na ra larga do Rosario
n. 21.
Alusa-seou compra-se urna casa nos Afosados,
do principio da ponto at a ra de S. Miguel : quem
tiver iiiiii......i.- por osla folha.
lucio a 27 do rorrele, Joaquina, que repr-
senla 4."> anuos, narao Caranse, estatura regular,
ebeia do corpo, cor fula, fe'ires srosias, lem urna
empiugem no rosto, peitos paqueos e murehos, al-
gumas ciralrizes as costa-, lem um p e perna mais
grossos de lierysipela ; levou camisa de algodSozi-
nho, um vestido de chita encarnada, oulro de a-
lao, panno prelo, lem sido orcupada em servico de
cozinfaa, levou urna caneca, e he de suppr que se
oceupe em vender asna, quando fose'lem de coslu-
DM andar pelos arrahaldes desta praca : qnalquer
pessoa a podera' pegar e levar ao seu senhnr t. S.
Campa*, na ruadas Croza* n. 4(1, que recompensara'.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar :
quem quizer dirija-se a roa do ltansel n. 71.
IKMAMJADE l)E N. S. UO Illl.M PAUTO.
Em Doma da mesa regidora o abano assignado
convida a lodos os irmaos para, domingo :ll do cor-
rente, seacliarem uo consistorio da mesma irmanda-
de, afim de se proceder a nova Heirau uo ..uno fu- !
(uro, devendo comparecer as '. horas "da manilla.
: quem qm- '.
,'. /er frequenlar dar' quanlo antes o nome a ^jf
lj matricula, e pasara' por mez .VSXIO adan- V.
Q lados, ra da Penha s. ti, segundo andar. A
LOTERA da provincia.
Salustiano de Aquino Ferreira avisa ao respeilavel
publico, que vende a dinheiro a vista, sendo a quan-
lia de 100-3 para cima, os seus bilheles inleiros. meios
e quarlos, pelos precos abaixo declarados, na ra
Cadeia do Recife n. 43, loja de miudezas de J
I- or nalo dos Santos Porlo.
Bilheles 51500 Recebe 5:000?
-Meios 2?KO0 2:500?
nutri* 15400 1:2503
Pernambuco 25 de agosto de 1S56.
Salustiano de Aquiuo Terreara.
Prccisa-sc alogtr tijprclos para armaiem de
anocar : quemjliver e quizer atusar, dirija-se a ra
de Apollo, armazem n. ,10, que achara com quera
tratar.
LOTERA da provincia.
Segunda parte da Ia lote-
ra uo Henil or Bora .Je-
ss das Dores.
Oabaixoassig'Qado ven-
den todas as sortes gran*
des eiu i'raecoes, excepto
urna deoO^OOO.
Precisa-se alugar urna escrava quo saih? coser.!.,-,- -, nim.iiiui o
lavar c eiiBoinmar, ,.ara o servuo de urna familia l X'' >:Ot)O.S()00 Om 2 qliarlos,
ingleza : na ra do Trapiche Novo n. 10, em casa "iS47 2:OOU$000 cm 1 dito,
de latn Nash t\ Cimpanhia. <)||(iv(UUl .. 1 A.tr,
_ O senhor que mora no Monleiro, que ollerece ;",", ** } v
(l^KN) pur urna vacca, as liarreiras, pude mandar, '"'
buscar. -^77)1
Precisa-se de nm Iralialhador para palana pa- of.u
ra lomar conla de urna freguezia de pflo : na ra da i 77
Cuncordia n. 2(j achara' Com quem tratar.
-- Kemjamiii l'urknis-, nao tundo podido se des-
pedir pessoalmenle de lodo os seus amigos pela
presteza de sua viagtm para Maceio, o faz pelo pre-
seute, offereceudo all seu limitado presumo.
(,'uem for dono de uina cachorr. d'agua, diri-
ja-se a ra larga do Rosario, que pagando o estrago
por ella feito, e dando os signaes cerlos, lhe sera en-
tregue.
Precisa-sede 6009 juros por seis mezes, sob
1981
2*50
215*
26
.")l,7
5112
iOO.s-000 em I dilo.
200JOOO em 2 di los.
20O.sO0O em meio btlbete.
100.S000 em meto.
(OO.sOOO em2quartos.
10O.S0O0 em 2 ditos.
50SO0O em I dito.
TiO.sOOO em bilhete.
50.s000 em meio.
iSao pagos nao s os 8 por
li>polheca de urna escrava'lavadiraecozinheira. ou#-,fl|lf .. fI .,,-,..,.' #*
de om escravo mulato, sapaleiro : quem os quizer ^CIIIU lid i, .11 todo o premio por inteiro,
(pie obtiveram ditos nu-
meres, no escriplorio do
abaixo assignado*.
P. J Lai/iic.
LOTERA da provincia.
Primeira parte da l1 lote-
ra do Senhor Botn-Je-
ss das Dores.
I u- .un.......10 por este Diario.
Precisa-se de orna ama de leite que nao tenba
lilho : na roa Augusta n. :lti, e na falla uo palco do
Livrameuto, loja decalcado n.33.
O Sr. Joaquim Antonio Goncalvcsda
Rocha, que morou na ra do Hondego, e
se mudou sem declarar o lugar para onde,
dirija-te a esta typographia, a negocio
de seu interesse.
O Dr. Joaquim de Aquino Fonseca
tendo-so oflerecido para vaccinar gratui-
tamente as pessoos que viossom a' sua ca-
sa na ra Nova n. 11, nos sabbados de
cada semana, das 7 a's 9 horas da ma-
nhaa, roga aos vaccinados que \oltcmnos
lias t|ue Ihes 'orcm_indicados ; porquan-
to s por esto modo podci-se-ha mantel
ve ser passada de uns pata outros,nao se
entretem.
Precisa-se de urna ama para casa de ponca fa-
milia, tamo para o servirn itileruocomo eilemo : aa
ra Direila n. 119, ou na' ra Velha n. 101; paga-se
bem.
Precisa-sede um homem perfeilo Irabalhador
para lomar conla de una i-arrora : nc pateo do Car-
mo, sobrado por cima da botica.
Ilesapparcceu na noile do dia "i para (i do
Brrenle, da sitio da Ponte da l.'chua, periencente
Sra. I). .Mara do Regu liomes, um cavado mellado
em grao, Ue cangallia, lem o mal de besla uo 'piarlo
esquerdo, aberlo de baiio e de cima, as quenadas
lem duas feridas pequeas de cabreslo : a pessoa que
o livcr adiado leve ao alerto da lloa-Visla n. 7(1,
"ii no sitio acuna mencionado.
Precisa-se de urna ama de leite com toda a bre-
rldade : na ra de Santa Thercza n. 7. Alianra-se
ler bem Iralamenlo e um bono ordenado.
Precisa-se de "JK) a 6000000 a juros, dando-sc
por garanta boa lirma : quem tiver auiiuncic.
Aluga-se una prela que engomms bem e ser-
ve em casa : na ra do I.mmenlo, loja n. H.
A pessoa que quer comprar Ulna taberna muito
afregui'iada para a Ierra, dirija-se ao aterro da Boa-
Villa n. 10, que achara' o que dtseja.
i.iiiem precisar de um bom cozinlieiro, anuun-
cic por esta folha para ser procurado.
Urna pessoa habilitada era primeiras ledras e
musir se ollerece para entinar em algum engenlio :
quem de seu presumo se qui/er ulilisar, dirija-se a
casa do Sr. pianista Amaro I i.inklin I! ni..... Pri-
mavera, ra da Mangneira, bairro da lioa-Visla,
que l achara com quem tratar.
l-'uciu po aterro da lloa-Vi-la n. |:t mna arara
vermcllia e aiul : quem a luer adiado e qui/er res-
liluir. dirija-se a casa cima mencionada, que ser
recompensado.
Na ra do Vinario n. 13, segundo andar, pre-
cisa-se de urna criada, paga-se bem.
I'ugio em nuvembro de 1853, lendo vindo do
Rio de Janeiro de obrigaco em um navio, o prelo
mariulipiro Joao, ci mulo, alio, reforjado do corpo,
c bem' lallanle. o qual escravo he de propriedade do
Sr. Manoel da Molta acedo all residente, e iucol-
ca-se forro : quem o appreliender e levar au lado do
Corpo Santo n. 2>, sera geiierosanieiite recompen-
sado.
Preci^a-se de um feilor para o silio no Man-
guinho, passando o do Sr. Teiveira o unmedialo
junio do Sr. cnsul americano : a tratar no mesmo
silio, ou na ra da Cadeia do Itecife, loja u. i.
Aos 5:000.1' e 2:000s000.
0 abaixo assijjnado avisa ao respeitavel
vaccinacao, que sem sement, que de- publico, que vendeu os premios abaixo de-
clarados, tem exposto a venda os seus
afortunados bilhete, meios c quartos,
da primeira parte da primeira loteria do
recolhimento de Olinda, as casas ja' an-
I nunciadas.
N. ".......000.s0.00
^07.......O.S'OOO
PREgOS.
Bilheles 5,8O0 recebe 5:000(000
Meios .l.s'OOO .. 2:.")00st)00
Quartos l$500 1:25().s()0()
Recife So de agoslo de I83(i.Manoel
Marlins Fiu/.a.
O administradora da massa fallida de Leo-
poldo Jos da Cosa Araujo, teientifica aos Srs. cre-
dores que lem procedido a segundo raleio, e que
paga no seu escriplorio na ra do Vicaria n. 93, pri-
meiru andar, nos dias uleis das 3 as i horas da lar-
de, al o dia l"> do proumo me de selembro. Os
Srs, credores que deixarem de receber ale aquello
dia, obrigaro ao anuuncianle a requerer remocTio
dos seos dividendos para o depnsilu publico. vilo
que temi de ulliinar as emitas de sua administracao
para prestar no jui/.n competenle. deseja obler plena
quitaran, como dispe u artigo 170 do rcgulamento
n. 73S de 23 de novembro de 1850.
Jos ll-iplistii da Fonseca Jnior.
Jo' de Almeida Feliz deixou de ser raixeiro
do Sr. Manoel Alves Ferreira. Recife li de agoslo
9
J. mi msfk,
A) cunliniia a residir na ruaiNo\ a n. 19, primal- O
ro andar. **
AtteueAo.
UITerece-ce nesla prara una cata capa/, a lodo o
scnbi.r de lra.qua qoiter mandar seus lilho-, apicn-
der os preparatorios, leudo iodo o destelle rom a
MI roupa, comida e molestia, mediante corta paga
raaoaval: tratai con u Sr. Jos Comes l.cal, na
ra da Gulei.i do Recife.
O abaixo assignado com boliea na piara da
Hoa-> i>(a n. 22, deeja fallar com o Sr. Jos Fran-
cisco Marlins de Almeida) u negocio.
J" i.i.iun Ignacio Ribeiro Jnior.
I'erdeu-ie no salo do thealro de Saula-lsnbel,
na noile da partida de 2:1 do correnle, orna pulceira
de mosaico : quem a achou, querendo a restituir,
leve-a a loja de onrives dos Srs. Moreira A; I luirte.
111a do Cabuga', que recebera' cm remuneraran sua
unportauria.
Tanta casi da miseri
CvRDIiDEOLIIDA.
A mesa regedora da Sania Casa da Misericordia de
Olinda chama aos devednres da mesma Sania Casa,
que teem dinheiro* a menor premio dedez por ren-
to, a vinca faier novo tjatta, no prato de .n dias,
os que inoram nu Itecife e seus suburbios Da distan-
cia de Ires legoas, e os que innram em maior dis-
laucia no de > 1 das : lindos esses prazos, que prin-
cipiarn a correr do dia da publicarlo .Ir-te annun-
cio, os que nao livercm comparecido serSo cooslran-
gidot a recolher os capitaes que receberam, e seus
respectivos joros. Diinda II de agoslo de 18.M.O
escrivo da Sania Caa,
Jos Policarpo de Fraila*.
SANTA TASA DA MISERIUt-RDIt
E OLINDA.
A meta regedora da Sania Ca-a .la Misericordia de
Olinda marca aos tnreirus tanto de sitios como de
terrenos pertencentes a mesma Santa Casa, o pra/o
de .11) das, contados da publicaran desle anuuncio,
para pagamculo dos foros que c-liverem a deyer, v.
se lindo ce prazo mo os liverem pago, serao oartt-
Iraugidos a faze-lo ; sollrendo a pena de r..mmis-o
os que nella houverem incurrido, nimia II de
agosto de ISX.o eterivao da Sania Cata,
Josc Polirarpo de Freitas.
A viuva de Joan Kepomuccno larroso est
procedendo o inventario por morte de seu nnrido,
pelo escrivo Facundo : quem se jolgar credor
queira apresentar seus ttulos a mesma viuva, na roa
da Cadeia n. 37, alim de podercm ,er atindalos no
mesmo inventario.
As pessoas qae qoizeram alugar o segundo an-
dar do sobrado da ra Dirtitt n. .11., e qut n3o fize-
ram por se achar ainda oceupadu, podan ir >ora
receber as clkma,
Os abaia aatit^idaa, com loja da our.
da Cabuga' a. II, confronte ao palee dt m.
vov.1, fazem publico, que e-t.io receben.io con
dente as mais modernas obras de oro. lauto p.
senhoras romo para homens e meninas : o* patMi
couliiiuaui razoaveis, c pas,am-se conta rom rr-
; ponsabilidade, especibcaudo a qualidade do ooro de
II ou 1K quilates, lican.lo auim sujeilos os ir.e-m"-
por qualquer duvida.Sertphim A Irma...
Precisa-se alugar um prelo para sen 11 o de ca-a.
c de um silio perto da prara : na raa da Craz. e-
uiazem n. SO, no Recife.
Cem mil real de (patilicar.io
a ajnem apprebender um entila com os' signas* e-
guintes : alazao amtrello, jielle multo lina, ba-latle
grande, idtde de IU anoos, pouco mais ou mu.o-.
pea ra irados, frente aberla pouen, fazendo sparrJo
un mrio e coolinuaario para baiio, ulho* captlodo*
denles quebrados pouco, fiualmentr, l.aslaute esqui-
pador, fazendo grande tropel na esquipaoea, o qi,..l
ravallo fni furlado da fazenda perlenrcnte a Sr.
Antonio Huirte da Cotia, do districlo Coral* de Bom
Jardmi : roga-se a pessoa que o appreheoder de le-
va-lo no aterro da Roa-Vista, casa n. -Jtt, oa na mo-
ma (atoada, que recebera' a generosa gratiurtcan
cima declarada.
Os abaixo assignvdos fazem pablico, que lendo
linalisado em .11 de dezembro de 1855 o prazo a
sociedade que tiubam na fabrica de calado m raa
da Cru n. 3.1, 00 bairro do Recife, aob t firma -
cial de Uemesse, Leclre A Comptahia, e*U etlinr-
la a dila sociedade, brando a can por conla do as-
no Uatore. Recife 30 de jolho de lJ6. B. E.
PantanaC. I.eclerc.
O abaiio assignado declara que nao aotonsmi
e nem aulorisara' a pessoa algoma paia conlnahir om
seu nome quaesquer debito* que sejtm. Poaea* ten
as transaeriies do abaixo assisnado, a esla* 1
M lerao validade sendo ledas peuoalnteote, mi por
escripia.Ignacio liento de l.vyola.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
PILL'LAS II0LL0WAY.
Este ineslimavelesperilirn. romposlo inleiramm-
le de lurvasmcdirinaes, au conlem merrono.mni
alguma oulra substancia dtlerlerea. Benianm a
mais lenra infancia, e a compleiro mais delirada
he igualmente promp., e seguro |uta devirraig.ir
mal n* compleirilo mais robusta ; be inteiramenle
innocente em suas operaroes e efieilos : ptia basca
e remoye as dornras de qualquer rspeiie e >*,
poraMil antigs e tenates que srjam.
Enlre nnlharr-.de pessoas curadas ceta ote re-
medio, muilasque ja cstavam a porta* da morn
preservando em seu uso, couseguiram recbrala,
saude e torras, depoit de haver Irntado inotilmeo-
le lodos os oulros remedia*.
As m.iis afilela- nao devem enlicgar-se a aaaaa-
peracao ; facam um compleme rnvii* das eflira-
/es elleilos desta assombrosa medira., e atesto
recujieraraoo beneficio di mide.
Nao se perca lempo em tomar este remedio pata
qualquer das seguinles anfermidade* :
Febreto da epene
Cola.
Ileinorrhoidas.
Ily.lropisia.
Ictericia.
Indigeste*.
I nllaminar.s.
ete- I rregalaridadatda
menslluaraii.
I.nmbriga* da lata es-
pecie.
Mal-de-pedra.
Mancha* oa rain.
Oh-lriiccaode venlrt.
I'hlisic.i oo cansomot.vi
pulmouar.
Itelcnrao de ouuu.i.
Vi-.-nIonios epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias mal .1' .
Aslhina.
Clicas.
Convulscs.
Debilidade 00
nuac.io.
Debilidade ou falla de
foreas para qualquer
rom,*.
Ucsintoria.
Da* de garganla.
de barriga.
ic uos rins.
Dureza no venlrc.
Eiifermidadesno ligado. Rbeumanno.
venreas. Sxmplomat secatMlarn.
Emaqueca.
Erxsipcla.
F'ebres biliosas.
iolermiltentcs.
Temore*.
Tico doloroso.
I'leer*.
Venreo 1 mal. *
Vendem-seeslas pilulasuo eslabelecimcnlo geia
de Londres, n. tll, Slrattd. a na loja da tula, o
boticarios, droguistase nutras pettoa* enrarreaa-
das de-ua venda em tuda a America do Sol, Ha-
vana e Ucspanlia.
Veude-se as hoce I i n lias a 800 rs. Ca da orna dalla
conlem urna inslrucco em porluguez para eiplirar
0 modo d* se usar desta* pillas.
0 dopn.i 1.1 geral he em casa do Sr. Soum plur-
maccolico, na ra da Cru* o. em Ptruam-
buco.
Estabelecimento
photographieo
Pelo* ltimos ntvios cheeado* do Havre *e rece-
beram 1 este etUbtlecimenlo muilo arliiot da bom
gosto, como sejam, molduras dooradtt ovtc*, litas a
ornadas, ricos eaixilln* prelo* dnorada* 00 xidro,
quadros pretos e madeira natoreu, lindissinus eai-
xinhas de lodos o* tamandoa al om palme qutdra-
do, ludo conforme o* modellos mais modernas de
1 aris. A ftaleria artstica se acha assim camplela-
menle provida, e os amadores que aprecian* um re-
trato perfeito podem ipproveuar-sc desta orcasia*
opporluna Rara serem plenamente servidos segando
seus desejo* e caprichos. Os preco sao a* mtis *-
diro* e stmpre invtritveis. O esltbeleejmenla ptm-
lographieo se eocarrega da todas as racantaeali 1
que se relerem aos dillerenles proeessos da photogra
pina e dagoerraolypo com apphcac.10 de pialara fina
e pcrfcilamenle appropriada. Adia-ae preparad*
um servico especial para tirar retrato* em qaalqoer
casa parlicolar daquellas pessoa* que alo qoitarem
ir 10 estabelecimento, como lambem de pernea* fal-
lecidas. Fazem-sc copias de sitios e de teda* o*
modellos e objeclos de arte nao *6 em daguerreol v po
senSo conforme a* mainres dimenses photograpliira-
em vidro ou papel. Tirtm-se retratos lodo* o* dias
desde as IU horas al a I da larde, hora* na* ojaan
se acham reunida, as melhores eondicOes de luz esa
urna galera en vidracada appropriada a cate fim. O
proprtirio do eslabelecimcnlo approveita ola m-
catiao para advertir as pessoas que liverem O* fater
alguma encommendt pira digoerreslvpo, qae so de-
vem dar pressa em nao perder 1 unir orcastie qae
lhe* be .Merecida, visto que o daguerreolvpisla lem
de deiiar e*U cidade deutro deipooco lempa para se-
guir oulro desuno. Um sorlimenlo rompido de
obras folbeadas d'ouro, como candela, allineles.
pulceira-, ele, ele., acham se a d%po-ir.io do* *e-
nhores fregoetes, para collocar-se retrato* em pealo
redutido.
ROB LAFFECTELR.
O nico autorizado por deriso do const\ho rral t
decreto imperial.
Os mdicos dos bospilaesrcrommendam o A.toI*
de l.alleclcur, como sendo o nico aulim-adj pelr
governo, e pela real sociedade da medicina, fc-ie
medicamento d'um gosto agraslavel. e fcil a lomar
em serrelo, est em uso na maiiuha real desde atan
de CU ani:.1.; cura 1 adir;lmenle em pomo lemp,,
com punca despeza, sem mercurio, as atlecrnca da
pcllc, impingens, ascmisequencias das una*, ulce-
ras, c os accidentes dos parios, da idade critica, e
da acrimonia hereditaria dos humores; coavem ao
calarrbos, a hexiga, as coulracriies, a a fraque/.,
dos urgjat, proredidt do tbuso da* injei-r.^-. ,,u le
sondas. Como anti-sv pliililirn, v arrob cara em
pouco lempo os limos rcenles 00 rebelde, qae vol-
vi-u meeunte- em consequencia do empresa da
copaluba, da cubeba, ou das injcir.se qae leiur
senlcm o virus sem nculralisa-lu. O arrobaTaf-
ferleur he especialmente re.ominen-lado conlra a*
doenras iuveleradat ou relicldcs ao aleatoria e ao
iudurelo de polassio.Lisboa.Venden* Ba bad-
ea de larral e de Antonio Feliciano Alvos de A/.-
vedo, prara de I). Pedro n. Kx, onde a. abad. dm-
gar |uina grande| pnreao de garrafa* grande e pe-
queas viudas direrlamenlc de Par*, da cnaa do
dilo Rovvcaii-l.aH'ecleur 12. roa Ricaeo a Pan.
Os formularios dAo-se gratis em rasa do agente sil
va, na praca de D. Pedro n. M. Porlo, Joatjaim
Araujo ; Kahia, l.ima & Irmaos ; IVruamaw.
So a m; Rio de Janeiro. Horha ,\ 1'illn.. ; e Morei-
ra, loja de drogas; Villa .Nova. Joao Fren a de
Magates l.eile ; Rio lirande, 1 ranersco de Paula
Coulo ,\ C
IECHAHISIO PARA El
IHO.
NA FL'NUigAO DE PERRO PO KMiE-
NIIEIRO DAVID WROWMAM, n\
RA DO BRUM, PASSANDO O UIA
FAHIZ,
ba semprc um grandesoriimenln dos e;oinlr- e*
jecios de merhanismos prnprios pira en.ei.l.u-. a sa-
ltar : moeudas meits moeudas da in.u- moderxa
ronstrorrao ; taixa de ferro fundido e batida, da
superinajuejidade e de todo* os lmanlo.. ; patjli
deiitadas^MA agua nu animtes, de todas as pn.p-u -
rfles; rrivos a Boccet de fornalbae n-.-i.in.. de am
eiro, aRuill...es,bron/es,parafuto ccoviIIh-c,fi-
lil.. de mandioca, etc. elr
NA MESMA FINDICA O.
e exemlam lodas as enrommendas com a su|iwf
ridade j.i ronhecida a com a devida prstelae coo>-
modid.ide em preco.
VARANDAS E GRADES.
1 m lindo e vanado sorlimenlo de modellos para
varan.las e gradaras de o.-lo m*deraiime : na
fundirn da Aurora, i-m Santo Aiuaro.e Uo drpoi-
iu da ai a, ua ru du Bruui,
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO


PIMO it PBRAMB910S XTA FM 21 AGOSTO H 18
JA.
.. Kiheiin da Cii-
,ia-se venda ita luja
jr.a, junio ao aren j eotnineciral,
.em de la. eiula- (la ra ila C.aili'ia
M, defroule da ra da Madre da He-,
, seuhoreg que conimerciam rum fazendas
..ra desta cidade, ,. o publico em geral, um
., sorlimento ^e fazendas novas, linas e baratas,
que a dinbeiro villa se vendem por baralissimos
precos, assegurando-se serrn elles iguacs para lodos,
e que nesle eslabelecimenlo achara quem o frequen-
tar sisudez a aerado, pelo que espera sou proprie-
lario se lome bstanle concorrido do Ireguezes.
Precisa-se de ama ana para fazer o servieo
diario de ama rasa de pouca familia, dando-se.pie- |
lereuna se for escrava : quem pretender dinjo-se ao I
armazem da ra do Collegic n. 15, ou a ra das Cro-
les D. It, segundo ailar.
Esterescopos e
vistas estere-
oscpicas.
I'.inoranias e monumento' inleresssnles de l'aris
e Lisboa, Kuiuus de Pompe.a e Ilerculanum, sitios
pitorescos da Soissa, montes de gelo, vistas dos l'i-
reuces, assnmptos animado* c instantneos, scenas
ila vida domestica, a Crinea illuslrada...... sobre
vidro, papel e lamina em prelo e em cores, ludo li-
rado da nalureza com a machina.
Retratos estereoscpicos sobro lamina e
papel.
O mala bello prese il- para uolvos.
Canillitas l'ompadour e Duqueza, ludo quanto
eiislc de inais ellegantc para conler um relalo em
piolara a oleo ou aquarella : no eslahtriecimsulo
photographico de Augusto llalli, ra Nova n. 21.
fama
Primeira.
A1EKRU DA BOA-VISTA N. 8, liEFKONTE
A BOIvECA.
Jos Joaquim lionjalves la Silva Taz ver aos seus
Ireguezes que recebeu uov<> surtimeiito de moilos
-i'iii'i.is ealrangeirns de superior qualidade : latas
ron biscoilos linos sonidos de todas as qualidades,
hulachinha de soda, presuntos para hambre, ditos de
l.atue&o, salames, conservas, manteiga iugleza a 100
', 600, 800, 900, 19280, bolachinha ameiieana a
.'120 a libra, superior cha'Ir.ssou, dilo chim, dilodo
Kio, primeira surte, queijos do reino, ditos de
lala, ditos do -orlan os melhores do mercado,
champagne em garrafas e meias, vinho engar-
rafado das melhores qualidades, como seja, du-
|ue do Porto, feilora, xcrez, muscatel, de Setu-
b'l. Porto, Boraeaux, eegnac, massas linas |>ara
p.i de Malas as qualidades, e moilos oulros gneros
que a vista faz fe, e mais barato do que em oulra
parle, a dinheiro a' vista. -
33 Deposito de vinho de cliampag- @
if lie Cliateau-Aj\, primeira tija- %
9 lidade, de propriedade do conde
i> de Mareuil.rua da Cruz do Reciten, tt
20: este vinho, o melhor de toda a g
3 Champagne, venrie-se a 6s cada tj*
3 caaa ; acha-se nicamente em ca- (g
O sa deL. Leconte Feron & C. N.
B.As cai\as sao marcadas a ib- jj
$ /joConde de Mareuile os rotn- a
/ los 'las garrafas sito aziies. &
O Sr. rredenco Jacqu.es (Orara di-
rigir-sea linaria ns. li e 8 da praca da
Independencia, a negocio de seu inle-
resse.
ao publico.
Manoel Joiqoim Je Miranda, oflieial de escolptnr,
faz ver ao publico e aos seus freguezes, que mudoo
a sua residencia para o alerro da Boa-Vista n. 17 ;
recebe luda e qualquer euciurmende de santos, tanto
de pintura como deesculptiira, com perfeicao e pres-
teza, assiin como limpa eccucerta imagens de pedra,
pinta e as doura, e tambem troca imagens vclhas :
queiudeseu presumo se quizer utilisar, dirija-se ao
aterro da Boa-Visl n. 17.
IDA DA CRIZN.51.
Antonio Uarbosa de Itarros faz -reme ao publico,
que inudou a sua sala de barbear da casa n. (12 da
ra da Cruz para a de n. 51 da mesma ra; na mes-
illa sala se acham as mais modernas bichas de Mam-
burgo, que se venden) aos ceios e a retalho, ealu-
-am-se, ludo mais barato do que em oulra parle.
Atteucao.
Na ra do Trapiche n. M, ha superior rape prin-
eeza do Brasil, ebegadn recntenteme do llio de Ja-
neiro, em qualidade pouco dilTere do de Lisboa, ao
passo que cusa apenas 13.400 a libra : a elle, antes
que se acabe, pois a remessat he pequea.
Lotera
do reeolhimento da- Con-
ceicao de Oliud;t.
Aos 5000; e 2:000.s000.
Corre indubitavelmentc sabbado -10 de
agosto de' 1856.
Saluatiano de Aquioo Ferrcira
avisa ao respeilavel publico que vendeu as segoin-
guintes sorles da segunda parte da primeira loteria
do Seohor Bora Jess das Dores, cxlrahida a 23 de
agosto de 1830.
1 quarto n. 27535:0009
1 dito 3.S72:00t
1 dilo a 3 9009
1 dilo o 367 100-5
1 dilo )) 2731 2009
1 meio 1981 101(9
I quarlu ii MM 1009
1 dito o 2134 100
1 dilo i> 26 509
I meio u 3112 509
1 bilhele 1333 509
O mesmo tem exposto venda seus milito felices
blindes, linios e quarlos, da primeira parle da pri-
meira loleria do reeolhimenlo da Coucou.au deOlin-
da, uara lujas ja condecidas lo re*peil,-ivel publico.
Os dous premios grande, cima referidos, nao es-
(ao sugeilos ao disronlo do, uilo por cenlo do impos-
to geral, o qual disconto sera pago na ra da Ca-
dea do Kecife n. 4-i, lojade nnudezas de Jos Kor-
lunalo dos Sanios Porln, logo qoc saia a lista, sen-
do os precos de seus bilheles os segoiules :
Bilhete iuteiro -5800 recebe por inleiro .>:(XKtj
Haitri 35000 i) 2:5009
Ruarlos 13500 1:250a
Pernambuco 25 de agos'o de 185I.
S ilusliano de Aquino Ferreira.
Precisa-se alagar dous ou Ires pretos para um
sitio, paga-se bem : na rua la Cadea do Kecife n.
10, primeiro andar.
LOTERIi DA PROVINCIA.
O Sr. thesooreiro das lolerias manda faier publi-
co, que esiao expostos k venda na thesouraria das lo-
tera, na rua da Aurora o. 26, das 9 as 3 horas da
tarde, bilheles, meios e quarlos, da primeira parle
da primeira loleria do reeolhimenlo da Conceicao de
flimita, cujas rodas aodsm no da 30 do crrante e
que logo que sejnm distribuidas as listas sero em
runtinciila pagos os premios, excepto as duas sortes
Kraudes, que sao pagas mesmo nosalo da eilracrac,
lgo que sejam pahlicidcs seus respectivos premios!
I primeiro conferenle, sfrvindo de escrivilo,
Jos J nuario Alves da Main.
Aluga-se um prelo ptimo cozinbeiro : a Ira-
laj na roa da (.uleia do l'ecile leja u. ti
(I abaixo assignado lein a honra de participar
aos seuhores negocianlos e mais pessoas ilesta e de
qualquer provincia. a quacs iuteressar possa, que se
acha eslabeleciilu rom e-cripturio de advucacia na ci-
dade de Macein. capital da provincia de Alagoas. .i
rua do l.ivrainenlo n. i, e se oll'erece a tratar alli
on (*in ([iialqucr ponto da ino-ina provincia da co-
brauei de dividas a de linios os liegocioa de sua pro-
lis-ao permite os Irihuuaes, juizes a reparlicoes pu-
blicas, oo exlrajiidicialinenie, por conservar as mai
extensas relai;es em luda a provincia, como natural
dalla, e baver exarcado durante 8 anuos os sargos de
promotor publico, e juiz municipal c de orphaos em
dillercntes comarcas, leudo sido alm disto honrado
com o mndalo provincial por algunias vezes : as
pe-soas que se dianarem de confiar ao abaixo aasig-
nado suas coroinissoes pndem dirigir-se direrlainenle
nesla praca ao Sr. Jos UoacaWca de Alhiiqucrque,
agente procurador da prnviuria. que se encarregara
da remessa prompta e segura da correspondencia,
papis e documentos. Cidade do Kerife I9dejnlln>
de 18511.l.ourcneo Accioli Wamlcrloy C.anavarro.
Pa ruados Copiare! em seguiule ao linceo do
Lobato, quarla casa depois da venda, n. 20, r-
maro-se bandejas de bolo<, e laiiibem se da bolos
de vendagem pagando-se quatrn vinlens por pataca.
Na mesma casa prerisa-se alugar urna preta para
vender na rua. pagando-se mensalmente.
Na loja de madama Koutier, rua Nova li. 58,
tem, recebido de Frailen., ferros de recortar baba-
dos para vestidos, os mais modernos quelem viudo ;
espartilhus ; saias de dinas, muilo modernas ; veos
de filo lavrado para chapeos de lucio ; bicos pretos
de linho : enfulle- e flores para cabeca bicos de
blonde ; loques, e lodo o mais uecessario para bai-
les e Ibealri'.
1 AO PUBLICO. i
5g No armazem do fazendas baratas, rua do s*
& Collegio n. 2,
t vunde-se um completo sonimenio de fa- ;";';
9t zendas finas e grossas, por mais baaeto i
presos do que em oulra qualquer parte, K
B tanto em porr6es como a relalho, affian- *|
S cando-se aos compradores um so prejo S
Uj para todos: este eslabelecimenlo abrio-se S
j* de combina^o com a maior pane das ca- S
jg| sas commerciaes inglczas, francezas, alie-
J2 maos e suissas, para vender fazendas mais -t
J$ em coma do que se tem vendido, e por isto sg
M oflerecem elle maiores vaniagens do que $E
M outro qualquer; o proprietario deste ira- SE
*| prtame eslabelecimenlo convida lodos |S
g| os seus patricios, e ao publico em geral, **
S para que venham (a bem dos seus inte- S|
yf resses) comprar fazendas baratas: no ar |
H mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- j
J ionio Luiz do Santos & Rolim.
AKMA/EM, lll A I1A CRUZ R. Il.|
J. Praeger Os Corapanhia avisam aos seus fregue-
zes e ao publico em geral, que pelo navio chegado
altiaiameute de llambuigo receberam um grande
e bem escollado sorlimento de gneros, bebidas e
conservas de ludas as qualidades, romo :
Comidas: presunlo da Westphtliadaoplim quali-
dade, salames de duas qualidades, qutijos de oala,
uisso verde e de l.imburgo, carne de fumo, haren-
ques em pequeas barrica, sardiubas dilo dilo, ca-
viar em lalas de I e 2 libras, repolho em barris da
18 dilas, feijao verde ditos de dita, biscoito de llam-
burgo.
(jnservas iuglezas : fruclas fiuas, legames, mo-
llios para todas as comidas, doce, etc.
Conservas francezas : azeile doce, alciparcs, mos-
l.irna em p em frascos de 2 e 3 libras, asperges,
clioui, carrones, petelspois, choux-fleurs, raves, ra-
gouls de veau, de boeufet de honiard, boeuf a la-
mode, petels-saucisses, boudin blancel unir, pales de
lievre, de saumon de poullel, bruchel, etc.
Bebidas : cognac, pal braudy de ptima qualida-
de, viiiho do Porlo, vinho hordeaux, marca Pichn
Cungueville, o mais fioo que lem apparecido ueste
mercado, vinho do Bheno, marca Diiersteiuer, por
preco muilo commodo, champague marca Bruch
Kuucher 0\ C, de Mareuel, reino da Jamaica, de
ptima qualidade, absvntho, exlract de Punch, bilez,
xarope de vinagre, licor de pimenla de horlelAa, co-
rarao dilo, marrasquino de zara, haunilln, anni-el-
le, ele. Parlicipam na mesma occasiilo aos amantes
do bom petisco, que acham lodos os das luncbeou,
de II luirs oin dante ; assiin como as segundas e
quiulas-fciras sallada de hareuque.
<0mpr*.
;_ Metal amarellu para torro.
[J Cabos da liussia e de .Manillia.
f Lonas, brinxo e brim de vela
,'.'- Pixe ila Suecia.
^i Cemento ainaiello.
y Vinbode Champagne e do Rlieno. (.
f.\ l'ianos de armario de modelos no- gij!
vos- s
Q Armamento de todas as nnalida $
Q des.
-;j Alvaiadelino em p, oca c tintas
g em oleo.
^s Pedral de marinte para
consolos.
Papi'l de peso nglez..
Chicotes para carros.
Italancas inglezas de patenlr.
Copse clices de vidro ordinario.
Vendem-se no armazem de
C. J. Asllev \C.
9
9

mesas c ffi
AVISO.
Compra-ce para urna encomir.enda na
rua da Cadea do Recite n. "7, loja de
Antonio Lopes Pereira de Mello iV C.,
um casal de paves que sejam novos, pa-
ga-se bem : a tratar na mesma.
Compra-s urna casa terrea em chao
proprio: a tratar no pateo do Terco
loja n. 20.
Precisa-se comprar urna casa lerrea no bnirro
da Boa-Vista, com algum quintal u pequeo sitio :
a tratar na rua Nuva n. 8, loja de Jos Joaquim Mu-
re ir, i.
Na rua da Senzala Nova n. 5, compram-se 300
al 100 lijlos usados, de ladrilho.
Compram-se 6 ou I2cadeiras de Jacaranda',
sendo obra do Porlo, e que eslejam cm bom uso,
mesmo que estejam com a palha Turada, ou sem
ella : na rua de llorlas, casa terrea n. 62, que lem
a frente piulada de azul e as portadas brancas.
Compram-se apolices da ilivida proviucial ; na
roa das Flores n: 37, primeiro andar.
Compram-se accoes da companhia de lleberi
be : na rua larga do Rosario n. 28 loja.
Compra-se calcado de toda a quali-
dade, agradando o preco : na rua Direi-
la n. i."), loja.
Compram-se 2 cscravas inoras, bonitas, e com
prendas, para urna eucoinmenda : na tua das lrin-
cheiras junio ao nicho.
Cumpram-se meias garrafas que lenham sido
da champagne : na rua larga do Bosario n. 28.
Compram-se duas ou tres casas, que rendara
animalmente 200 ou 3009 rs. cada urna, ou um so-
brado, que renda 500 ou 6009 rs. : na rua.de Coile-
gio n. 9.
(,luem liver um compendio de doutrina ebria
lita por I ri-nlii. e o quizer vender, dirija-se a rua do
Bangel n. 36, segundo audar, das 6 al as 10 horas
da manha, ou aununcie para ser procurado.
Compra-se efectivamente, latan, bronze ecobr-
vclho : no deposito da fundiean da Aurora, na ru
do Brum, logo na entrada n. 28,e na mesma fundi-
oAo, em Sanio Amaro.
f A HOMEOPAfHIAE 0
I n CHOLERA. I
W nico tratamento preservativo e Z
curativo do cliolera-morbus,
PEI.O DOUTOR m
(^Sabino Olegario Ludgero Pinho. m
Segunda edicrao. J?
A benevolencia com que foi aeolhida pe- (A lo publico a primeira cdicco deste opus- fA
7Z culo, esgotada oo curio espacode dous me- 2
t^ Mi nos indujo a reimpresso* 'fy
(A Culn de cada eiemplar......19000 tA
t.arleiras completas para o traa- W
f^f menlo do cholera e de mnilas uuav &)
A molo.ii.i-. ..........:io-imn Z*
' Meias rartoiras..........I6|000 vJ
ipf (Is nieiliramcnlos sao os melliorcs possive-. (A
Z| l.nn.ullnrio ccnlral liomi-npalhiro, roa Ti
2 d Sanio Amaro Mando-Novo) n. 6. tJ>
Prxedes da Silva lijsmilo pode ser procurado
para qualquer negocio de seu pai, das 9 horas da
uianlij as 3 ou 4 da tardc.no escriplorio do Trapi-
che Ramos ou armazem da illnminacao publica,antes
e depois dessas horas ero casa de 9ua usilencia ua
ruado Imperial n. 6.
9
S Na rua do Brum n. 22, armazem de S. Arau-
jo, lia para vender pipas de Lisboa, novas, relroz cin
Imrr.iu de todas as qualidades, arcos para pipa e para
barrica, vimos, etc.. velas de cera de carnauba, ludo
se vende a precos razoaveis.
Na praca da Independencia n. 1, ha para se
Tender um cavalln de sella bem gordo e bom anda-
dor de ludo ; vende-sc sellado e enfreiado.
Vemle-se urna galante negrinha, de idade de
(i annos : na praca da Independencia n. .
Vende-se um realejo orgao, por commodo pre-
co na praca da Independencia n. i.
AVSO.
Na loja de Antonio Lopes Pereira de
Mello & C, na rua da Cadeia do Recife
n. 7, continua baver nm completo sorti-
menlo das ja' bem condecidas velas de
carnauba do Aracaty, por preco com-
modo, em porcaoou a relalho : a tratar
na mesma.
-- He chegado a taberna da rua estreila do Bosa-
rio n. 16, os bous queijos do serian, carne e liugui-
?as, e issim como queijos de qualha e gomma de
ararula a 120 a libra, e tudo mais barato possive.
Vendem-se na loja de ferrageos e miadezM,
de Jos Antonio Moreira Das, na rua Nova n. 35,
charutos de S. Velix de superior qualidade, chegados
ltimamente da Baha.
No escriplorio de Jos Aulonio Moreira Ibas
& Companhia, na rua das l.arangciras u. l, ven-
dem-se un grandes c pequenas porches os bous cha-
rutos de S. Flix, chegados ltimamente da Baha.
Veude-sc urna bomba patente, propria para
cacimba de um sitio : quem a quizer comprar diri-
ja-e u loja de portas prxima ao arco de Sanio
Antonio.
Vendem-se incas He carnauba : na rua da
Senzala Velha n. 110.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste xarope para a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. .">3',
garrafas 5*500, e meias 3S000, sendo falso Iodo
aquello que nao for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o prsenle aviso.
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
l'ara cura de plilysica em lodososseus dillcren-
ies eraos, qner motivada por consliparoes, (osse,
.suma, pleuriz. escarros de tiangue, dor de eos-
lados e peilo, palpitado no corar.'io, coqueluxhe-
bronchile. ddr na garganta, e lo'das asmolesli;ts
dosorgos pulmouares.
N loja das seis
portas
Em trente do L.vraniento.
Lencos de seda decores bonitas para pescocode
.-nhoras a dez tusliies cada om, collarinhos de can-
iirai para sontioras a pataca, manguitos bordados o
rom recortes a dez lusles, camisinlias com peilo
bordados a dous mil res, pescociubos de retroz com
llores de cor a cinco mil res, filo prelo de ebuvis-
quiihos proprio para ramisus, manlelelesequalquer
enfeite para senhuras que esliverem de luto a quatro
patacaa vara ; de ludo se da amostras, das (i horas
da manha al 9 da noite. Miando penhur que cu-
bra u valor do que se manda pedir.
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
sortimenlo de perfumaras de todas as qualidades,
sendo seu auloro melhorque ha cm Paria, riquissi-
mos frascos de extractos muilissimo finos, pelo baralo
preco de 15200, 1>.'>00,29 e 25500, jarros de porcel-
laua delicados e de modernos goslos com baoha fran-
ceza muilo lina a 2?, fraseos com esseencia de rosa a
320, paos de pomada Iranceza muilo boa a 100 rs.,
frascos pequeos c grandes da verdadeira agua de
Colonia do l'iver a KM e 1/000, saboneles finos e de
diversas qualidades.ps para den lo-o melhor que pu-
de baver, e oulras muilas perfumaras, que se veu-
dem moilo barato: na roa dnOueimado, na bem co-
nhecida loja de niiudezas da boa fama n. 33.
Boneeas france-
zas.
^P*"W-senuilo bonitas lioneras francezas, pelo
naraUaiBjo preco de t;2KO e IjjHOO : na mi do
Uuojipado, na bem ceuhecida loja de miudezas da
boa fama o. 33.
densas.
\ ende-se ou arrendn-se um pequeo silio, con-
leudo Ires moradiuhas de casas de pedra e Cal, ecom
viveiro de pcixe, coqueiros, planta de capim c bw-
lantes arvoredos de Iruclo, por preoo commodo : nos
Afosados, rua do Caluca n. '.le 11," taberna.
\ eude-sc riscado com barra de dillerenles gos-
los modernos a 2i0 o covado, dinheiro xisla : na
loja da rua do Crespo n. 3, prxima ao arco de Sanio
Anlonin.
Venilc-se nm cavallo com todos os andares,
sem achaque e novo, por preco baralo : na rua Di-
reila n. 31, botica.
TRIGOPHEREO
Ou composicao medicinal do profe-
sor A. C, Barry.
lira caspa, faz rresccr o cabello, e (em oulras
mmtas applicaccs. que no impres*o se vera, e aeUH
para lingir os cabellos, ludo por mdico preco : na
rua eslreita do Bosario n. 2, loja de harbeiro."
Km casarle Knlir Sclimrttnu & C, rua
da Cadeia n. o", vende-se :
Um grande sorlimento de vidrosde cs-
pellio.
Relogiot linos de patente nglez.
Ditos ditos de patente suisso.
Couios de graxa.
Ervillias lecca em garraes.
Vinho do Bhenp superior.
Conservas alimentarias de boas i[( i.i-
dades.
Tudoporprero commodo.
Vende-se um prelo de nac.80 Angola, de idade
.30 a iO anuos, he eaooeiro e trabalha de servente de
pedreiro : a fallar na rua de Sanio Amaro n. 8.
Vende-se a taberna da rua da Cadeia de Santo
Antonio n. 20 a tratar na mesma.
FOTASSA CAL YIBGE1.
No anlio c ja bem ronhecido deposito da rua da
Cadeia do Penle, csrriploiio n. 12, ha para ven-
der muilo superior poiassa da liussia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem di' Lisboa em pedra, tudo
a presos muilo favoraveis-, com os quacs Bario
dos comadores salisfeilos.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
eonstrureo verlical ecom lodos o melhoramenlos
mais modernos, lendo viudo no ultimo navio de
Hamburgo: na rita da Cadeia armazem n. 8.
Ven le-se una eairoea de rodas, grande o
nova, propria para lodo serviro ; na rua Nova, co-
cheira de carros u. 01.
I ni oiunplelosurlimeulo de bordados coniose-
iii. camisetas com inaimas, collarinhos, peitilhns
romeiras, camiss, coifinbas e pelerinas : lambein
lom um completo sortimenlo de ricas llores, enfoitei
para cabeca, litase os verdadeiros e inodenios lnoos
de linho: na ruada Cadeia-Velha n. 24, primeiro
indar.
Cassas pretas para lato.
\cndein-so cntta prelas milito linas proprias para
loto, pelo baralissimo preco de 180 a vara : na rua
do Queimado, nos qualm cantos, loja de fazendas da
boa fe n. 22, dufronle da loja de iiiiudczas da boa
fama.
elinaria do Monteiro.
No deposito da rua da Senzala-Ve-
nan. I(, vende-seassucar refinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Lencos de cam-
braia de linho
A 320, 400, 500, c 640
cada uni.
Vendcm-se na rua do Crespo, loja da [esquina que
volta. para a rua da Cadeia.
Vende-se
cemento muilo nnvn, checado em I de maio prxi-
mo pastado de Hamburgo, por preco muilo em cun-
ta vista da qualidade, lauto emporran como cin
barricas e linas : no armazem de materiaei na rua
da Cadeia de Sanio Antonio o. 17.
Pianos,
Vendan apiano* verileaos inglezca, de elefantes
modellos e excelleules vozes, fabricados por um dos
mais acreditados autores, premiado na exposicode
Londres: no armazem de Roslrou BookarA Com-
panhia, praca do Corjio Sanio.
Vcode-sc o silio com casa de sobrado do falle
cido lieor-o Kennorlhv, no lngar.de S.Joscdo Man-
juinho, com arvoredos' de fruclo e mais bemfeilorias
que nelle se acham, sendo'as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Juhnslou \ Companhia, rua da Seneala No-
va ii. 42.
AGENCIA
Da fundico Low-Moor, rua daScnzala-No-
va n. 42.
Nesieesiabelecimentocontina ahaver um com-
pleto sorlimento de moendas e meias moendas
para enf-enho, machinas de vapor e taixas de
ierro balido e coado de todos os lmannos para
dilo.
Em casa de M.Calmont & C-Tpi-aca do
Cot-po Santo n. 11, lia para vendero
seguinte:
Taboado de pinho, alcatrao e pixe da
Suecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de al(;odo.
Dilas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo miiitocommodo.
a boa fama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SAHEM.
Vendcm-se libras de linhas de boa qualidade n.
30, 60e 70 a 1*100, dilas muito Tinas de n. 100 e
120 a t>(i00, duzia de leaoom ujuio l.....- para cos-
tura a 1?, dilas muilo linas e grandes a 13200 a du-
zia, poetabas de luco estreilo a 560, caixinlias com
asulhas francezas muilo linas a 160, caixiuhas com
16 no-,ello, de linhas de marca muilissimo linas a
280, braceletes encarnados muilo bonitos para inein-
nas e senhoras a 200 rs., meias brancas muito finas
para senhoras a 210 e 300 rs. o par, meadasitde li-
nhas muilissimo linas para bordar a 100 e 160,1 bo-
tos demadreperola muilo iinos.para camisasaOOO rs.
a rosa, bolOes muilo tinos de ac para calcas a 280|a
srooa, fivelas douradas muilo finas para raleas e col-
leles a 120 c-da una, pontos de balea muilo linos
para alisar a -MI rs., peras de fita de linho com li
varas c mua a .">0 rs., caixiuhas com culxeles fram u-
/r. ,i i.ii ii., cafTelois ile liulias de 280 jardas de
muilo boa qualidade e de lodos os nmneros a 80 rs.,
macus com 10 srampas de muslo boa qualidade a
50 rs., pares de suspensorios a 40 rs., .torcidas para
candieiros a 80 ri. a duzia, carleiras de marruquim
para algibeira com molas douradas a 600 rs., cane-
las para pennas de aro a 20 o 40 rs., meias brancas
e cruas, fazenda muito boa, para homem a 160 e 200
rs. o par, Iraucinhas de la de caraces c de todas as
cores a 100 rs. a pecinha, peules de chifre para ali-
sar, fazenda muilu boa a 800 rs. a duzia, crozas de
notos de louca piulados para camisas a 240, pecas
de fila de eos de lodas as larguras a 240 o 330, liubas
brancas de cairelis com 100 jardas do autor Alexan-
dre a iO rs. o o.nrele, linhas pretas de meadinhas,
fazenda muilo boa a 20 rs. a meadmba, carias de
allinoies da melhor qualidade que ha o com 25 pon-
to- a HO, peules abcrlos de balea para alar cabello,
fazenda muilo boa a 2c600 a duzia, meias de fio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a 210 e :120
o par, grozas de fivelas para spalos a ol0, caixinhas
envernisadas com jialilos de fogo de vclinhasde boa
qualidadea.ll), dilas de pao com palitos de fogo de
l>oa quanfcne a 24) rs., caixas com 50 caixiuhas de
phsphottt prafiaiiienle [iara charutos a :!20,
castes muito liolilos para bengala a 411 rs., sa-
palinhos de Ifla Ara ci aneas a Mm) rs. o par,
Iraucelius preteslpara relogios, fazenda muilo
lina a 140, escovnhas muilo boas para deules a
100 rs. Alcm de todas eslas miudezas vendem-se
oulras muilissimaa, que vista de soas boas qua-
lidade! c baratos breos tem causado admira. io
aos proprio compradores : na roa do Queinia-
do, na bem conht'cida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
v M LOJ'DA BOA FAMA.
Veude-se baodeJM'grandes c muilo linas pelo ba-
Talissimo preco de 300, .^OOO o 53000 reis. ocu-
?os;_de armaso de 50 de lodas as graduacoes a
r *a > ?os de armajo de *l;o de lodas as graduaoiies a
.A1A 4 1*1 lk/i',unelas ca tmacio dourada a 1*100 rcis,
-<1"^l|Ci 11 el UUd H^o *taseom armacau do larlaruga a I-OIK) reis, ditas
*" oom armaco de Inifalo a "ain rpi< <..-.,1,,- r,,.. ,rm,.
^ende-se chaly do qoadros de bonitos padrOes a
900 rs. o covado, ditos lisos de bonitas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de relroz de bo-
nitas cores a 5?, ditos com listras de seda a "3: na
rua do IJueimado, nos quatro canto, loja de lazen-
das da boa fe u. 22, defroule da loja de miudezas da
boa fama.
da des he muito barato.
Vende-se papel de peso e almajo o melhor qua
pode baver nesle genero a 3, 4, 5 e 63OOO a resma
papel paquete muito lino e de muilo boa qualidade:
prnpriamenle para se escrever por vapores para a
Europa em coiisequencia de nn so pagar grandes
porles de carias, em resmas, meias resmas, quarlos
de resma, ou mesmo em quadernos a 80 rs., papel de
linho verdadeirameule almarjo e proprio para carlo-
rio a 13 rs. a resma, verdadeiras pennas de ac de
Meo de lauca condecidas pelas melhores que *!ia a
13200 a caixinha com 12 duzia*, ditas sem ser de bi-
en de lanca, mas lambem muilo boas a 610 a caixi-
nba com I2duzias, duzia de l.pis muilissimo finase
330, 100 e 500 rs., dito) para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes muito finos e de lodas as qualidade
e pi ecos, linla inglcza muito boa c barata: na rua
doOueiuiadn, luja de miudezas da boa faina o. 33.
TAIXAS PAIA ENGENHO.
Na fundipio de Ierro de l>. W. Bowmann ua
rua doBrum, passando ochifariz, conlina ha-
ver um complet sortimenlo ele laixes de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as riuaes
acham-se a venda, por prfc,0 commodo e com
promptido: ernbarcara-se oi carregam-se em acr-
ro sem despega-ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnslon 4 C,
rua da Senzala-Nova n. -42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de monlaria
bronzeados, relogios patente
xa n. 97, vinho f.herry em
fio de vela, chumbo da mun
(o, lonasinglezas.
11 candieires o cascaes
inglez, barris da gra-
larris, camas de ferro,
cao, arraios para car-
Reosnos
coberlose deaxobcrloa, peqi
e prala. patente inglez, de
ranles de Liverpool, vind
ni... e grandes, reourn
un .los mellioies falui-
pelo ultimo paquete 111-
Vende-se a loja de sapalos n. 58, sila na rua
Direill : a tratar na mesma loji.
Para os namora-
ilos.
Vendem-se folhas de papel muilo bunilo, proprio
para correspondencia de nainorados, pelo baralo
preco de 10. lili, 80 e 100 rs. ; na rua do Oucimado,
na bom condecida loja de miudezas da boa faina
n. 33.
Relogios lie patente
inglezes deouro, desabnete c de vidro :
vendem-sea preco razoavcl, em casa de
AugustoC. de AIiicii, na rua da Cadeia
rio Recife, armazem n. 56.
Para
as senho-
elez: em casa de Southall Melloi A; Compaubia, rua
do luiros n. 38.
Cobei torea k la hespa
nlies multo encorpa-
dose grandes a
Vendem-se na rua do Ciltspo.luja da esquiua que
volta para a rua da Cadeia.
Oom armaciio de bfalo a 500 reis, oculos com arma-
cjlo de melal hr.incoV 400 reis o par, lunetas com
armaeao de larlarugi com 2 vidros a 33000 reis, ri-
cos chicles para carpios de homem csenbora pelo
baratsimo preco deWOO reis rada om, grvala) de
seria moilo bonita^ aiMKMJ res, bonitos atacadores
de cornalina para HKa pelo bar-.ilissimo prejo de
300 reis, suspensorio! linus de borracha a 100 reis,
peules muilissimo linas pura suissa a|50O reis.escovas
muilo linas para cabeflo a 60 res, capadles pinta-
dos compridos e redolidos a 700 e IjtKlfr reis, bo-
lOes linissimos de mavepcrola para camisas a I321K)
rs. a sroza e 120 rs. aUu/ia.ricas canelas para peona
de oco a I20reis, rieda porta-relogios a I3SOU reis,
caixas de melal muilo tinas para rsp a 500 o 600
reis, escovas liin.-imai para millas a 320, 500 e 640
reis, escovas para rou ja e cabello o melhor que pode
baver a ISOOO, 1-200^^)0 e 23 reis, pinceis linos
para barba a 200 rei duzas de facas e garlos linos
a 3?OI)0 reis. ditas del cabo de balaurn muilissima
lillas a 63OOO a duzia,] dilas liiu-sims de cabo de
inarfim o mellior que|>ode haver a I.V3OOO reis a
duzia, camisas de meia muilo tinas a I.3OOO reis, ri-
cas abotuaduras de inadreperola e melal para col-
lelc e palitos pelo barato preoo de 500 e 600 reis,
llninimas navalhas paA barba em eslojos de urna e
duas uavalhas pelo baialissimo preco de 23OOO o es-
tojo, candieiros ameriwnos muilo bonilos proprios
para eldanles 011 mesmo para qualquer estabele-
.-unenlo, pela l-"a luz que da a commodidade
de se poder pendurar oa por-se emeima de.qojilqiier
mesa, pelo baralo pro de SjOOOreis, pailas para
guardar papis a 800 res, cspelbos para parede com
arinaoao dourada c sera ser dourada pelo baralissi-
mo proco de 500. 700 e. 18000 re, finissimu e ri-
cas caixas para rape a 23500 e 33OOO reis, papel de
coies de follus neqnenas em quarto de resma pelo
barato preru de T^ii reis, e oulras muilissimas cou-
sas, que ludo se vende mais baralo do que cm oulra
qualquer loja : na rua do t.lueimado na bem conhe-
cida loja de miudezas da ba fama n. 33.
I.ABVKIN 1IIOS.
Vendem-se lencos e loalhas de labyrintho, assen-
lado em lina cainbraij de linho : na rua da Cruz n.
31, primeiro andar.
Familia de mandioca*
Vende-se superior farinlia de Santa
Catliarina, em saccasquetem um alquei-
ie (medidavelha] por preco commodo:
no armazem de Novaes& j., na rua da
Madre de Dos n. 12.
Vende-80 o eogenho Muribcquinha, Ires legoai
dislaulc desla praca, aue fra avadado cm 3"i:0O(i.->:
1 perleoce ao casal do Uado cnmmendaJor .loso l'au-
. lino de Albuqucrque Sai menlo, o 110 qual lom o ac-
. lu.il rendeiro ires quinhcs de KM, cada um, que
lur.iiu excluidos daquePa avaliaran, H que so proce-
den no dia96 de folho prximo passado, polo iui7.il
de orpbao; quem o pretender, dirija-se ao Sr. le-
nente-coroiiel Barata, ruada Cadeia 11. 2, 011 an Sr.
Jos lionoalve; de Alhuquerque, no paleo da lllbei- I
ra, sobradoJantoao inuru d Tenba.
\ 1. i--.11--,. inadapolries fios e deoolros, com
um pequeo loque de avaria,. a precos muito bara-
tos : na roa da Cadeid Velba n. 21, primen, andar.
ras que ^ostan do bom c
barat.
Vendcm-se ricos pnica de tartaraga para alar ca-
bello a 49500, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para enancas de um mea a um anuo, pelo baralo
preco de 13800 o par, lencinhos de relroz de lorias as
cores para senhoras e meninas a 13, loucas dt la
para senhoras e meninas a 500 rs., camisas de meia
para maneas al a idade de um anuo a 500 rs.
meias bi ancas de algoriao para senhora moiti'siiuo
linas a 500 r., dilas brancas e prelas de seda o me-
lhor que se pude encontrar a 23 e 23500 o par, ricas
caixas para guardar joias a 800 rs. e 13, caixas mui-
lo ricas com reparlimenlos nicamente proprias para
costuras, pelo baralissimo preco de 23500, 3S000 c
!?VHI, Iravenaa de verdadeiru bfalo para prender
cabellos, pelo baralissimu preoo de 13, dilas de lar-
laran a 33500, ricos leques cum plumas eespelhos e
pinturas linissimas a 23, penles de bfalo muilo linos
para lirat piolbos a 500 rs., Icsouras fiuitsimas c de
lodas as qualidades, ricas Iranras de seda de todas as
cores e larguras, ricas filas de seda lisas e lavradas
de todas as larguras e cores, bicos de linho fioissimos
de lindos padroes e lodas as larguras, ricas franjas de
algod.io lo ancas e de cores proprias para cortinados,
contras muilissimas cousas, qne ludo se vende por
lijo baralo preco que aos proprios compradores ser-
vira de admiraco : na rua do tjueimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
A rj.s'oo a duzia.
I.etco.- de cambraia de linho para algibeira : na
rua do Crespo, loja de Adriano A Caslro n. 16.
Loja da boa f,
\ ende-se panno prelo e azul, lino, fazenda muilo
superior, prova de liman, pelo baralissimo preoo de
33500 o covado, alpaca prela muilo fina a 610 e ce-
vado, merino selim, fazenda superior para palitos a
1-3600 o cuvado, canlo preio muilo fino proprio para
vestidos a 13 o covado, selim pelo macan, fazenda
superior a 236OO o covado, grosdcnaples preto muilo
linu para vestido a 23 o covado, superior sarja prela
hespanhola a 23210 o covado, prinrexa preta muito
lina a 8HI rs. o covado, cortes de rollle, de gorgu-
ra de seda, fazcuda muilo boa a 23, corles de fus-
Ies de bonitos padroes a 610, brim trancado branco
de puro linho a I- o 1-1 n a vara, brins trancados
de cures de muilo bonilos padres o de puro linho a
13110"a vara, dilos ditos lambem de bonilos padroes
a -.111 rs. a vara, dilo trancado pardo lambem de li-
nho a 600 rs. a vara, dito liso largo a J480, panga
amarilla, litas e de quadros, fazenda muito superior
a 32c e 300 o covado, ditas de cores escuras de qua-
dros e listras, de muilo bonitos padroes para calcase
palitos a 600 rs. o covado, corles de ralea- de bonitas
casemiras de algodao, pelo baralo prc,o de I3I20,
brimzinhus de quadros de puro linho a 210 o covado,
panno de linho muilo fino a 610 a vara, peilos mui-
lo linns para camisa brancos o de cores a 400 e 500
rs., camisas de meia muilo finas a I3 o 13120, luvas
prelas de lorcal para senhora, fazenda nuilo supe-
rior a 800 rs., dilas de seda de lodas as cores para
homem e senhora, pelo baralissimo preco de 13200 o
par, dilas de lio de Escocia para meninus e meninas
a 400 rs., lencinhos de filet muito bonitos a 1>, ricas
grvalas de seda prelas e de cores a 13, meios lencos
pe seda para grvalas a 600 rs., ditos pretos muito
bons a 13, pecas de cambraias de salpicos com 8 va-
ras e meia a 33200, e 440 a vafttv_j!ila> adamascadas
muilo boas para cortinados a 123, cambraia lisa mui-
lo lina com urna vara de largura, pelo luirau m
preco de 560 a vara, lencos de cambraia muilo lin
todos brancos e com barras decores a 300 rs., lenr
de chita francezes muilo bons a 400 rs., chales "1
algod.io do cores de bouilos padroes a 800 rs., risc
dinhus milito finos e de moilo bonilos padroes a V
o covado, fil de linho liso muito fino a 060 a va
dilo de llou- a I3JSH, meias prelas de seda para .
nhora, fazenda muito superior a 23 o par, ditas bra
cas muito linas a :>3 o par, dilas brancas de algoda
muito linas a 240 o 3211 o par, dilas brancas muito
linas para meninos e meninas a 210 o parj^UajansBis
ludu islu oulras '" j^vis fdzenJgaaaJasifTTi?!i de
suas boas qjiajaWSTT c ."^Waatf fijos, he que os se-
uhores freguezes, amigos do bom e baralo, cambera-
rflo o que he pichincha : na roa do fjueimndo, 00-
.[11,11 m cantos, na loja de fazendas da boa fe u. 22,
defronte da loja de miudezas da boa fama.
Fazendas por
multo menos do
seu valor, na loja de 4
portas, na rua do Qiieiina-
do 11. 10.
Conlinoa-se a vender nesla loja o resto das fazen-
das da loja da roa do Crespo, que l'oram arrematadas,
e se venoem pelos segundes precios :
Madapoln eulrefino a 23800, 33 e
Dito muilo liuo de jarda
Dilo muilo largo e muilo fioo com 35 varas
Algodilozinho de 20 jardas
I iil-j bom americano
Chitas de cures, bons padroes a 5-3, 53500 c
Corla* de calca de casemira prela a 5-3500 o
Ditos de collete de selim prelo superior
llrim de linho de quadros, o covado
Dilo trancado, a vara
Pannos pretos e de core- a 3j e
Chita larga franceza, o covado
Hitas eslraltai de cores, o covado
AlgodSo azul inesrlado o de Ultras, o covado
- \ aqueta do serlo o sola do Kio, 'arneiras e
pellcs de cabra.feijao em sacca de 2 alqut ires, quei-
jos rrescaes, cera de carnauba, alanadus griudes e
pequeos, pelles de tigre e panlbera, carn e superior
do leriao, sebo em rama : veude-se no ar mazem do
caes do Hamos, de Francisco de l'aul.i I i gueira de
Saboia, e a tratar no seu escriplorio, rua d a Apollo
u. o.
Vende-se um Unito mulato de 18
aunos de idade, proprio para boi'eeiroi
a tratar na rua do Visario n. 51.
Sortimenlo de fa/ondas novas, boas e I laralas,
na luja n. 50 da rua da l.ad.ia do Kocife.dcfn inle da
rua da Madre Dos : cbias de cores fiM ,, bonitos
padroes a 160, 180, e 200 is. o covado, ,.',., peca a
63, 63400, 638INI e 73. dilas largas e ri.cados fran-
ce/es largos de novos padroes a 210 o covado, corlas
de cassa chita de cores agiadaveis com 7 y r,i-| a
13800, dilos de barra para acabar a 1)600, cha les de
merino pequeas de barra a 23, cassas frailee; :as de
cores a 100 e 560 a vara, cassa para babados a -J yo r,.
a vara e 13600 a peca, chales de merino liso., i mu,,
linos rom franja de relroz a 53, dilos bordad, is de
maliz a 8$, dilos burdados de nina s cor muil o fi-
nos a 10-3, dilos de chally com barras as-olma las a
63500, selim prelo maco proprio para veslii los i
enlutes a 23 o covado, cortes de seda para vesli dos,
gustos modernos a 26-3 e 303. grosdenaple prelo, su-
perior qualidade a 13800, 23 e 2?i00 o covado, len-
cos de cambraia de linho bordados a 5-, dilos a i rnl-
lacao com bicos largos para ruo de seuhora a 13,
dilos de seda com estampas das balalhas da Crim. :a a
800 rs. e 13, panno de linho lino para lenroes co m 2
varas de largura a 23100 a vara, pecas de silera lar-
ga de puso buho, lina, com 21 varas, propria para
camisas de senbori e loalhas de labvrintho a I 6>,
dilas de brelanba de liuho, fina, para' o mesmo I m,
com 10 varas a pe{a a 73, enlistes de seda em c. ir-
les a 3, casemira prela de boa qualidade a 23 ni in-
vado, panno preto e azul, lino, a 39600 e 13, e mu ilo
superior, approvado na esposicao de Parts a7, gr-
valas de seda bunias a 13, brim de qoadrinbu's M r.
palitos a 200 o eovada.cores de brim ds puro linho,
padroes inleiramenle nuvos para ralea a 3.-200, p B-
cas de panno de linbu lino com 12 l|2 varas a 8> s
lilas de Hamburgo lino, proprio para ceroula, lo..
base lencoes a 11)3. e lisa peca, madapoloes .le
boa qualidade de 23500 ale 83 a peca, cobertores le
atgoilao, grandes, imitando Ua a 13200. o dilos d a
1 a 1 S"as de ci",u,i,0 Para senhora a :t3, o dil. is
iMirdadas a .k-, c oulras muilas fazendas, que 1 di-
nlieiro a visla se vendem por baralissimu preco, c
dao-se amostras. *
CAMISAS FRANCEZAS.
Na loja da Estrella, rua do Queimado n. 7, ven-
dem-se camisas france/.as linas e do nlli.no costo,
pelo baralissimo preco de 2.3500 e SOOOcada urna, e
alpacas de seda a 610 o covado.
Aos senliores de engenho.
Wj becco do Ooucalves. armazem de Joso Duarte,
vende-se a verdadena farinha gallega, em meias bar-
ricas, por cuminudo preco.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regar horlas e bar-
xa de capim : na fundido de D. W. Bowman
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Na loja das seis
portas
Em lente do Livramento.
Chilas de cores bonitas a seis vinlens, dilas tran-
cadas a meia pataca, riscados de tres palmos de lai-
go, proprios para roupa de prelas a seis vinlens o
covado por eslarem moldados da chuva e agua doce,
chales brancos de cassa bons para Irazer por casa a
cinco lustoes, c de ganga encarnados com flor ama-
relia a duas patacas; da-se de ludo amostras, levan-
do o portador penhor que cubra o valor do qoe qoer
que Iraga.
Ricos cortes de
seda
4>l A 18,000 REIS.
A lojadeijuatro portas da rua da Ca-
deia do Recife n. 'tS.cliegou ultiinatncn-
tc 11ra grande sot-timento de sedas mifito
ricas e de lindissimos padres, r|iie se ven-
de pelo baralissimo preco de 18$000rs. o
corte.
.No sitio denominado Chora-Menino
vende-se urna roda de ierro para mandio-
ca, e urna prensa de madeira tamln>m
estado,
cheira,' mu.lo *?, 2L?S *!
leira. : a Iralar no m,P^ K'-ff1.*-?^ tn~
Correia l.ima Waude.l^ "" fc *"**
Vende-se urna |0Ja do m,ud.. .._
fundos e em boa rua p, Ug Po
de provar : vende-* en, cn^q,t^du r*"
de rclirat-se psrs u malo : que D~,*jLdo0" "*
s-i(t *^***er ioijuii-
AUtiiCdo'.
No alerro da lioa- Vista n. 2M ;pjra iia_i deiu-se chales de louquios bordados, da |Dd rf""
dito adamascados, dilos'do merino borei..il' J>m
cum li,.,.,,, e d.l lona, tlupeo, 0. mi!,JZ'
ra, lencos de cambraia de linho bordadW .t
de cornalinas ilimitadas em ouro de Isi las u *"
ral ,1 serpente, manas de coral, flores franceaL, t
las de seda de Indas as qualidades, trancas da san. al
ludas as qualidades, lilo liso e bordado, h, *
de chuvisqumho, bico de blondo branca largo ios-
Agua de Selta e limonada! f;ata..
ooleiu-se na ru da Crua, armazaa o Ui i...
Jas machinas de por e en fc^T. .J^X'
>a fer ago. ue Seltz ou liraonad MaetaTaT'
J- bora que se qoer desfrucl, ua utu^L^.
. So .a preconiza, por todo.TtSUnZ!
Modo nova invano qoe saMajMsZZTS*-
ns, b.o. com mgredieo.e.ToceVXnL'T ^
dem cum a. me,1Di, u,.chiB, MmTL ^^
cuiiimudo. ^ 'w tWaSO 1
Balcao.
\ ende- se um gr.nde lale*, da as-
co uso, que sirv. p. ,OJ "
belecimeulo : no tU 6tVk7Eo!!!lu~
Cliampa fjrie.
\ende-se ptimo rliampaaae marca J M.._ a
Companhia. pelo preSo de 3tt amti.. -^**
da rua da Cruzo. II. ss arsaasasn
&&&& -"- ''"^DtiBUgif,
f Cambraias francesas ^
2 nn:is,a5Oocovado,
na rua doQueimadu '
11. 19.
\endem-se cambraias francezas muilo
1 .'iilo. de cassa chila
Ditos de dula larga
iravalas de seria de cores
Lencos de ganga o de chila, linos
39300
13X00
1.13000
-2-s-H!
:1300o
63000
3000
33000
200
600
39300
2IMI
160
160
1 afino
l3y2(J
10
f.OO
elogios
ingezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm easa de
llenrv liibson : rua da Cadeia do Reciten. 32.
LUYAS PARA HOIENS E SE-
NHORAS.
\endom-se superiores lu\as dejpollica muilo novas
para bomein c senhora a 13280 reis o par, dilas de
seda muilo boas e sem deleito alsum amarcllas, pre-
las e brancas para huiuem e senhora a I3O00 reis
o par, dilas prelas de torzal muito boas a soo reis o
par. dilas de lio de Kscocia brancas e de cores para
homem e senhora a 100. 500 e 600 reis o par, dilas
ditas para meninos emeninas a 100 reis o par, luvas
de seda ricas de Indas as cores e bordadas, com
goarnirao, para senhora a 33OOH e :i3OO reis o para
e oulras mais qualidades de luvas, tudo na rua
do Uuoiinado na bem conhecida loja de miudezas de
boa fama n. 33.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegaria ltima-
mente de l'rauoa, pelo baralissimo pisco de I3OOO e
covado. Esta fazenda be de pura laa seds, e os
seus padres sao os mais bonilos que al o prsenle
tem apparecido 00 mercado : na rua do tjueimado
un- qualro cantos, L.j 1 de fazendas da boa f n. 22
Vendem-se vellas de carnauba de composicao,
a imilac.io das elas estearinas, pavio americano, da
melhor qualidade possive, bem como de carnauba
simples, por preros commodos, arroz pilado muilo
bom e ja' muito cuiihecidn por cresccr mala que o
do M.iranhao, em arroba a .'-, era saccas a 13800,
arroz de casca em saccas grandes a 3-3300, e em al-
quoire medida velba a 3;300, ludo muilo bdm : na
rua do Visario n. 3.
Meias de laia pa-
ra padres. .
\einlem--e superiores meias pelas do laia paia
l'm rico piano de Jacaranda, de 0111 dos melhores
e mais acreditados autores de l'aris: vende-se na
tua da Cruz, armazem 11. 10. no Kecife,
Vende-se nina escrava moc.a qoe sabe coser al-
suma cousa, coznha bsm o diario de urna casa de
familia, enpomma perfeitamenU, sabe Iralar de urna
sala com ludo cuidado na rua da Aurora n. i().
Vende-se orna casa principiada de pedra e cal,
ila na Capunga : a Iralar no alerro da Bna-Visla
n. 33, loja de alfaiale.
Vendc-se um cavallo russo, bonito
anda hem.em carioca : a tratar
denominado Chora-Menino.
e
no sitio
- pai"
padios, polo baralissimo preco de I{600 o par : na
r.....lo Oiieimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Cal virgen do Lisboa, ebegadt mi brisu
ConsUnlea : noi armazens de l-'unseca, Hodairos A
Companhia, rua do Trapicha.
Em casa de Kduardo II. \V\atl,raa do trapiche
Novo n. 1S, vendem-se bacas, ('elogios de ouro, ro-
barlos o descuberlus, sellins ioslezes, chicles de
carro, arreios para dilo, cabos da Kussia. 60 de vela,
limas de todas as core, candieiros e caslica.es bron-
zeados, conservas de fructas iuglezas, charutos de
Ilavana,
9 '"Ja de Saulos Coelho. '' JJ
Veudem-se saccas grandes com feijao mulsli-
nlio muito novo, o por proco commodo. latas com
oleo de ricino o melhor qoe ha no mercado a 360
a libra, e em garrafas de 1 IrS libra a 800 rs., ludo
na rua do Vigario 11. 3.
Vende-se ou aloga-.e a armaeao da loja da rua
Direila n. 63 : a tral na mesma.
Vende-se '-.na balanca graude com seus pesos:
na rua larga do Kosario n. 36.
Na rua do Crespo n. 1(>, continuam
a estar a venda as mais superiores toallia.s
de puro linho que tem vindo ao mer-
cado.
Vende-se superior linha de algodo, branca e
de cores, cm novcllo, para costura : em casa de Soa-
tball Mellur iV Companhia, rua do Torres 11.:.
Vi.,110 mi porto
o mais superior que lem viudo ao mercado, em tar-
ris de 3." e H.- e engarrafado, em caitas de duzia :
vende-se no escriplorio de Manoel Joaquim Hamos
e Silva, rua da Cadeia do Kecife 11. 3H.
Vende-se a hiberna sila no becco do Campelo
u. i, e na mesma taberna lambem se vendem -1 ar-
marios proprios para taberna, I moinho de caf, c 1
relogio de ouro cum crrente, ludo a tratar na
mesma.
Navalhasa contento.
Contiiiua-se a vender aSgOOO o par preoo fijo) as
j bem conhecidas navalhas de barba.feilas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas ex
posicoes: vendem-se com a condieo de nao agra-
dando poder o cumprador devolve-las al 30 das
depois da compra, resliluindo-se a imporlancia asa
casa de Augusto C. de Abrcu, na rua da Cadeia do
Recife n. 36.
Vendcm-se tres escravas mocas com algomas
habilidades, um prelo de meia idade : na roa Direi-
la 11. 3.
RAPE*.
Vende-se rape fresco de todas as qualidades. de
Lisboa, Paulo Cordeiro, princeza do Kio de Rocha.
i ludepeudencia 11. 3.
Na rua da Cadeia-Vellia do llecile
loja 11. 22, vendem-se saccas com cera
de carnauba, vinda ltimamente do Ara-
catv-
URA.NDE SORTIMEMO HE MOLBADOS NA
RUA M iii-.i 1 a N. 27.'
Oueijos muito novos a 18600, dilos a 1*100, dilos
a 13200, manleiga ingiera 800 rs. a libra, dil. 720,
dila 610 dita franceza a 720 a libra .lila 610 dils ."16O
caixes de doce de guiaba I3OOO, farinha em saccas
grandes 3OOO, dita 3.3.1OO, dita 33000, favas viudas
I da ilba de S. Miguel a cuia 100. aban 160 dito 200
a libra, cevada a libra 160, dita lio, espermacele a
libra I3OOO dila a 060, 1 relogio palenle suisso, car-'
no do -orillo a -210, vellas de carnauba a libra 'ill
reis, e oulros minios mais gneros que a villa do
comprador se venderiio por barato preco.
Mo Paselo Publico, loja n. 11, de Ferreira i
Cruz, existe poreilo de saccas de caf de ,-superior
qualidade. vindo do Kio de Janeiro ; ve ude-.e por
precos commodos para liquidar.
Vinho do Porto.
Vende-se vinho do Porlo muilo lino, em harois de
quarlo : na rua de Apolla 11. 10, armazutinie as.
surar.
m
^ modernas e de HadaslljTl goSeZHo"lir
V, rali--uno preco de 320 o cavada.
IMUfllU
pernatnbucana
Na fabrica de sabio e velas.maoufsctnradas na rua
do Brum, vendem-se velas de carnauba parificada
ignaes na loz as de espermacele, o sean rin.lanw
'bciro algum desagradavel : vendcm-M a procada
113000 a arroba, eucaifAadas, advertindo-se qua a
menor quanlidade queW venda a reullm he recta
arroba, e sendo pagas a vista.
di e Lisboa, nova, e |wtassa ruiiuna
-superior.
O deposito do cal da rua da Cadeia do Hacife n
30, acaba de receber pelo ultimo n&tia da Lisboa
barris rom cal uova em pedra, asaiaa como dias da
puta..a roisian.i de superior qualidade, sosa ausnra-
eao a melhor que lem vindo ao morcado, casjBCOm
arillos os senhores de engenho podea sea recoso
fazer bom assucar, cm qualidade, pan e alvara a
os vende por preco commodo Antonio Comas da Cn-
iiba e Silva, na rua da Cadeia do Rocife, loja n. 50,
.lo'ron le da rua ds Madre de leo., nveoste nosse)
deposito nm resto de barris com cal da ufra psta-
la, que se vendem por barato preco.
CARTAS FINISSIIAS (NA Vr
TARETE.
Vondem-se superiores cartas fraoeexas para vidla-
rete pelo baralissimo proco do 300 rs. o bar albo ,
na roa do Qosimado, na bem couhecida loia de SMa-
dezas da boa fama n. 33.
J\a loja das seis
portas
Fm lente do Livramento.
Corle, de cambraia lisa coro oilo eajetaoarasa
Ir, mil eis, cortado ca, chiu com seto v.rss .
mhr^ 3taV ? de *'""1* d wr "P^"
fr-^r.M. A 'I4' rr nenes de hr -, -.^g, 7 asNrssnu,,, _,.
^, errla. escoras ranfaOs- e
. o de diversas cores a seis ts>-
a rom" lio n i las flsras a cinc* las-
nearnados cosa flores asaardlas a
idem-so por estos nanos preces
bar com falcadas qne eslas ie-
TAIXAS DE FEBRO.
Na fundljao da Aurora em Sanio Amaro, o
umbemno DEPOSITO na roa do Brum, lo.
na entrada, o defronta do arsenal da marmita, fea
sorepre um grande sortimenlo da taixaa, uni do
fabrica nacional como estrangaira, latida^ rnnsJi-
das, grandes, pequeas, mam efaasJaa; e em
ambos os lugares existom gnadastes para arro-
gar canoas ou carros, livref "de dswpeus. Os
procos sao os mais om modo*.
VINHO le ., porto GENUINO.
> ende-se ptimo vinho rio Porto ea barra 4a
quarlo e oilavo, por preco rauta val: aa rasas (a
dcia do K.-nio o. 13, escrploro da BaMar A Oli-
veira. *"
Vinho do Porto, superior diamira.
Km caixss de > dntus o oa barril do estar, ro-
reiiienicnlc chegido pelo brigae iiTrainsJan ; femas-
te moramente oo armazem do Barroca A fall I a
rua da Caricia do Recife a. 4.
Cortes de seda

*
1 18.000 RS.
Cric, do vestidos de seda de qosdrot ce
e,.va lo-a Is.-ssir.. rada corlo : na lo dasassatro
portas da rua do Ooeimado n. 10.
Vestidos a lfi#.
ris.
Novo e completo sorlimento de cortes Ido casta
iraneeta para vestidos a 3000 rs. cada corte : na
luja das qual i o portas da raa do Onoimado
ro 10.
No antigo e bem coniocido jai-dim,
sito no correr da igreja de Nos Senhota
da Soledade, casa n. 7, ha constante-
mente para vender ps de rosciras mui-
to lindas e de muilas e diversas qualicia-
des, como os compradores podero ver
|>or estar em Tegetaeao; assim como sa-
potis, Cv prestes, Parreieat, Dalias, Ale-
crim e ouli-as multas (lores.
mcttvo fuatao*.
(
r
A3$30C
%
Vende-secaldel.isboaullimameiUechcKada.ai-
simcomopotas.adaRussiaverdadlir.^napracado
Corpo banto o.11.
-- Foaio do ensenhn Vicenta fsmplBa, M |.
-.-ue/ia da Escaria, oo dia J de jalhe, o aaeravo Joau
l-ilippe, cu.mo .la Baha, estatura re.ulsr. sacca do
corpo, rosto comprido, barbado, cor a breis cae;*
fula, canlioin. pernss bstanle finas, leona roano 4
alsodao azul e chapeo de palha de earnansM foi
comprado no Recife a Antonio Ricardo da Rea* :
qoem o appreheoder leve so engenho Vieseis" Ca si"
|iel|o. qua receben do abano assigo-ido 3080011 da
gratiacacSo, c no Recife so IHas. Sr. Jaao |*|1a da
l.emos Jnior. 30 de jolho do taob.
Manoel t>oo<;slvos Pereira Jonior,
AVISO.
.. .. CINCOEJ-TA MIL IBIS.
No da I de jnnlso do correase, fagio da bordo
do brigue Mana l.urisr a preto crioaln, Manoel.
de inade a 23 sinos, pones asis oo menos, e lem
os signaes seetrWfa : roslo eoosprido e descarnado.
cor lula, cstfeilo cereilhodo, olhos nm pooco sraSMle*
e amorlecicios, lieieos groe*, seodo o de cima mais
gro oma, fa^a um puoso etrspalhsdo devido a talla de
'Icoles, pouca barba rala, ebicodes, loa amen
esquerra junio ao dedo minilo urna especia de aer-
lHihido, as nadeaas um pouco empinadas, no .m-
dsr tom um geilo para o lado, cadeiras larcas, voa-
lura fina, ps pslheladoa e um pooco lasaos ; laven
calca de alindan azul rirsbotario O camisa da alesdo
riscado, chapeo de palha, lem ofticio do coznil eiro.
e cosiiima emhriazsr-ss ; foi escravo do Sr. I ir. lo
onvmo Vilella e do Sr. I'r. promotor do '.liada.
Ouciroz I on-oi,i, e ollimamente doSr. Alberi r'co-
ter llamn : o abailo assisnado, seohor do dito pre-
lo, craliftca generosamente quem o spprehendcr e
lcva-lo em sua casa, no alerro da Boa-V isla n. .VI,
segundo andar, ou no Hecile. rua do Trapiche a. le.
a Antonio de Almeida liomet ; romo.lmbelo pro-
tosa contra qualquer pe-oa que o ...rullar em cu
poder: asaba como craiilira e team lorias a despe-
ras.Joaquim Lopes de Almeida.
l'EH.N, TVP. Uh M, W. DBFAsUa Ibjo
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTTCSDD"


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EKAYHHKHU_XLIPU7 INGEST_TIME 2013-04-24T19:44:44Z PACKAGE AA00011611_07473
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES