Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07472


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Full Text
X
ANNO XXXU N. 203
Por 3 mezes adiantados 4000
Por 3 mezes vencido 4$500.
QUERA FEIRA 28 b.
Por auno adiantado 15$'J0O.
Porte franco para o subscriptor.
tcARBEOAUOS DA SUBSCRIPTO- NO .RORTE
Panhiba, o8r\GrvaiioT. di Niiirididi; Natal, ojjr. Joi"
liml. Pereira Vcior; Ararat*, o Sr. A. di Lerooi Urag ;
ISNC.a
wtm
quim L
Cuta, a ir. J. Mi MIMa ; Miriohao, o Sr. Joaqu
un Bodriguei Piun, i Sr. Domingo* Herculioo
Carina* ; Para, o 8r. lu. ianoJ. Kamoi; Aniaionai.e
jra di Lona.
Mar-
mol
ero-
PARTIDA DOS CORREIOS.
iiiin.U : lodoa iiaa, i9c
lgu.ir..ii, l.ui.oin.1 Paraalfa
S. Aatio, BrlemM, lluii...C,
S. Unto, l'.u-dMIko. >.i
ia horaa ilo da.
: ni- senndii i' asma feirai.
ii un, Mliiilm .' l.irmliulli. : n* iMfa-feira.
in'ili. Liaroeiro, llifju, Pasquen, /nga-
er*. Plores, Vllle-Belia, Roa-Vl-ta, tliiiinnv .' K
Cabo, Ipoiaea, Sefiabfeta, nta-Faraw, tu, batr
Phaeaiciras a Katal! nuini..--feins.
(ToJoa aa corfdoa parteas is lo har* da "imiiVi.
B,aartae-felru
i, Agua-I'c.'l.i
AUDIENCIAS DOS TRII1UNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai a aabbadoi.
Rea, ni : lercaa-feirai alabbadoi.
Faienda : quartai < aabbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio: aegundaa ai 10 horan quintil lo miio-dil
Juizo da orphaoi .- icgunda quintal ai 10 horai.
Primein rara do cire .- legundii i Milu ao meio-di*.
Segunda rara di Til: quirm iibbadoi ao meio-dia.
EPHEHERIDES DOMEZDE AGOSTO
9 Quartocreacenle a 1 hura 47 minutos e 48segiiudos da m.
l| La cheia as 4 boras, 20 minutle 48aegundua da manbaa.
12 y nano minguanie la 6 huras. 48 minutse 48aegundoi da f
30 La nova as 8 boras, 4."> nnnutui. 48 aeguoduidi manbaa.
I'REAMAR DE IIOJE.
Primein as 2 horas e .'j minutos da Urd*.
Segundi is.3 boras e 18 minutos di manhai.
DAS da semana.
25 Segunda. S. Luil rei de Franca S. f.eronciob. m.
20 Terca. S. /eferiiio p. ra. S. Constancia na.
27 (juana S. Jos de Calasans S. Rufo m.
28 o-,ma. S. Agostinho b. e douL da Igreja.
29 Seita. Dcgolaeoo de S. Joao Baplisla S. Adolphn ni.
30 Sabbado. S. Roza de Lima americana v.
31 Domingo. S. Raimundo Nonato card.
EN AHUECADOS DA M l'.M HIPi \ Mi SI I.
Aligla,o Sr. Cliudioo Falcao Das Babia o &r. D. Dvpn
Bio de Janeiro, oSr. Juno Pereira Martina.
EM PERNAMIIICO-
O proprietirio do DIABIOManocl Figotiroe di Tiru, M mi
lurarifi, praca di Independucil ns. i 8.
PART QffIflXAt
MINISTKRIO D.* J6T1CA.
Ministerio dos negocios Ha /uslic.---R' de lanei-
to, em 11 de agolo de lH.it>. .
Illm. e Em. Sr Sua mg .Cabida ""P'rador,
a quem foi presente o oflicio de V. Exc. da.a(]0 de
M de abril uliimo, :ohrindc copia de uro0utro di-
rigido ao commandanle ur -erior da guara nacional
da apila! dessa provinci a, em lolur,*. xegainle
davida,proposta pelo mesmo' imiriandnie laperior,
e devia alindar euinprir un
da quallficacAo em virlude
para a reserva o eanilSo do
Joaquim Francisco de Ara __
man de vale Irabalhedorea '.npregadn*m uma fa-
zmda rural que po-sue na immedirriesV.i capital:
liouve por hem arprover a decisao de \\ Exc. a
reapeilo da eilada davida, porquauto as disl>osicoes
do 3. art. 15 da lei de fg r|e selembro de V*>0._ e
S 3. arl. 25 do decreto da, j de oulubro do msmo
uno, nao derem aproveilur *o ollicial qoe, em vir-
Inde dellai^n.lo re<]uereu a sua dispensa antes da
''a nacional. O que coin-
eu contieciroento, e em
ci.
-loscTlinmaz Nabaco de
i provincia du Para'.
^ridade, respoudendo com acopia do ama infor-i classes industriosas da nossa socieilade estavamamea-
Sacao do capilo do porlo, ao officio de 4 de agos-| ?adas de novas imposic,es : enlSo jalguei que era
lo.em que suas senhonas pedem que solicite do Eim. i de meu dever arredar de mim a compliciclade dessa
Sr. presidente das Alagoas permissAo para Jos iiuar.io que se eslava formando, e por iso apres-
(icrmaiin de Lira cortar as mallas daquella pro- soi-me a declarar-me em opposir;ao. Tre aunos
vincia, Iriula dunas de costado de nmarello para a [ faiem que combato o miuislerio no terreno de soa
obra do hospital Pedro II. poltica, e por causa dos seus etbanjamento, e eii
Dito A cmara municipal de Cabrolm, deca- I que destacadamente vejo rcalisadas as minhas pra-
raudo, em resposta ao ollicio da mesma cmara, em visoes.
'espacia do consclho
' il avia passado
hit de arlilharia
jo Dai.*ra. I"" ontar
nova organlsaciln i
mmico a Vj Ec
resposta .is sapr
Dos cuiirilc
Araoju.Sra
MINIS1E
Exptd'enle do d
Rio de Janeiro.Mi
ra, em tl.de agosto d
prncesso do consellio (
dea para verificar a
corno de calado-mai
to de Campo Limpo,
mu conselho, segun<
niulario que bailn
novembro de 1 s~...
dessa praxe : I.- I
parecer, coto sr
ci em que e c
'ilo occasiooal r
eoraroissSo do c
dito*conselho d
qoe jalgasse m
verdade do fac
cues, ele. ; e ..
pabilidade no
lo, aAm de qu
prescriplas no
prelerirao de?
Por esta oc
i'.onsellios de ii
das eircumslan
seu grao de eri
.ili.ada da ial
te-Ios seguir
recommenda
ment da ver
mesmos consel
ser ou nao o io
conaelho de RUe.
ti^a qoe tal paree,
que se puder coln
leo guarde
Jo3o Frederico Ca
OOVEH
Expau
Illiciu--Ao f
vendo jui-"I"-.
\erbaj^o--ulu
Correia VTai
lio Teiieira a->'
rentes ao meio
vincia.
Dilo De
Alagoas, devr
Manuel Kay
fanlaria.
Dito A
os processos
e M ino-l i;.
Dilo A
mas, d
acompan
imii!i
IA GUERRA.
de ayusto de is'iii.
iio dos negocios da aner-
ill.Devolvo a V. S. o
estigar^o a qoe ai proce-
allribaida no cipilAo do
classe, Umbelino'Alber-
ser rectificado pelo mes-
te eslabelecida no tr-
nenlo n. 1680 di-J4 de
ter o cousellio aberrado
por fundamento de aa
r lomado, lmente o ofli-
ii Limpo da' conta da ra-
jsamparado sem ordem a
i que se achava, qaando o
niisilailo lodos os raeios
csclarecimento da
iiHiuliu", informa-
">u-o sobre o f-ic-
feza pelas vias
ju o motivo da
ue, sendo os
informantes
iuveslis-ir,
'a, esta' na
(etilos fa-
iiidica^es
o couheci-
arecer do
le, so dfve
amento do
essa a jus-
or somma
i-oas.
>as.Sr.
que pondera a necessidade que soffrem seui muni-
cipes com a falla de um professor de priraeiras
leltras, que por porteril de ') do correute, nomeou
a Gervaiio Elisio Bezerra Cavalcanti, para reger a
cadeira de instruccAo elementar daqarlla villa.
Hito A* director do Indina da aldeia de Cim-
bresRespnndcudo ao uflicio que Vmc. dirigio-me
od i dejulho uliimo,fazeudo-me ver que uaullieti-
iiIm sido remellido o eu titulo de direclnr dos In-
dios d'aldeia desse termo, e que seu antecessor ha-
va cedido urna porc,Ao de indios da mesma aldeia,
e finalmente qual deve ser o seu procedimento a
vi? respete : lenho a diz/ ; nrimeiro, que deve
Vine, solicitar seu titulo na ecretiria desla presi-
dencia : secundo, que nesta dala oflicio ao raajor
1'anlaleJo deSiqueira Cavalcami Juniur para infor-
mar sobre a concessilo que f't a Antonio dos Santos
de Soasa l.eao dos Indios dessu aldeia. que ora se
acliam empreados na estrada de ferro ; devendo
entretanto Smc. oliservar o qoe dispe o f 18 do
arl. em referencia ao S'^S do arl. 1.- do decreto
n.4;(i de i de julho de 18i"): terceiro, que o pro-
cedimento de Smc. como director da aldeia, esta de-
terminado pelo citado decreto, que conten o rezu-
morte, porque qaando llie morre um cscravo, se po-1 Sr. presidenta, lem-se soscitado pelos jornaes una
de mui bem dizer, que foi DIB lerrivel imposto que| polmica bem curiosa, a rispeito da qual direi al-
elle pacou. Oagrteoltor da Europa llugl opera- gurnas pala\ras,
rios para com elles fazer marchar a sua industria ; Pretende-e eslabelecer um parallelo entre a eie
Jos
.ju.
prove.
menlo acarea das roissoes de calecliese e ci
dos Indios.
Portarla O presidente da provinciano
do-se com a proposta de lente coronel i
dante do 3.' Ii.iNIIi.io de infanlaria da gi
cioual do municipio do Recite, datada de
ho ultimo, sobre a qual mformou o resper
mandante superior interino em ofticio de I
le me ; resolve, nos termos do arl. 18 da
de 1!) de selembro de 1850, nomear par
do referido balalho os ridados seguinles
4.a compinliia.
Tenente.O segundo lenle do 1.' balal
tilhiria deste municipio, Silverio Gu:
barros.
i." companhia.
Tenente.--O alteres da mesma, A moni
do Brasil.
Alferes.--Antonio Cordciro da Cunha.
3.a companhia.
CapilAo.--0 lente da 2.a companlii.
Santos Pullo Jnior.
.">.' r nip'iilu.i.
Alferes.Jos Amonio Moreira Dias.
8.'' companhia.
Alferes.Antonio Cezario Moreira Dia
Commuuicou-se aocominaudanle sup
Uila O presidente jla previncia, al
que llie requnreu o alteres da quarl
do balalliAu n. 3 de infanlaria da gu
deste municipio, Joiio B'.rnardo Kego
solve conceder-lhC passagem para a l>
do hatalliAo n. I. da me' i arma.I
se ao cummandaiite s
Dila Ao agente i
dar p.i-sauoin para a co
I." cadete 2.- sirgento
Capislrano e sita malhc
rerhal.
Inii O preside
se com a proposta i'
glllldll b.ll.l
'o Bal
acia
..inda Pereira, Joaquirr <" correute, sob
o J a Ramos. Anlonio lia,,- I e.mrnaiidn e superior, "* -
resnlve no- tormos do arligo i8 da le nuiieiu .. -
.le 19 desi'lrmliro de 18">t). noraer para lenabla da
uilava companhia, o alleres da mesma Andr (iui-
llierme Hreckeufeld.CoJiinauicou se ao comman-
.l.iiile superior.
s\ Alves de Lima, lodos prilen-
ilbao de caradores daquella pro-
A tlieor ao Eim. presidente das
i.lo o proc.naso verbal do soldado
,1o da Silva, do S." balallmu de in-
Aqui en tarubem poderia aposlrophar ,i maioria
e perguolar-lbe quem tioha razAo oas lulas doi an-
uo- passados ; mas nao o farei, porque enlendo que
para contrisla-la basta liaver recibido o paizem um
stado de renda floretenle, e ter de entrega-lo com
nm deGcit e novos tributos creados para preeu-
clie-lo. I
Pelo mesmo modo nAo peruntarei ao nobre pre-
sidente do coosellio porque molivo, desenliando elle
no seu relalorio o estado da/renda pahlica com as
cores as mais lisongeiras, apenas fez menco do pro-
vavel decrescimenlo proveniente da futura eiecu-
i;.'io da nova tarifa, e na la /lis-- sobre a verdadeira
situ.ic,Ao do thesouro, c Jsohre os apuros em que
esle vai acliar-se dentro de/pouco lempo por falla de
diiiheiro par; pagamento fle diversos serviros ; nAo
pergunt .re, i go, a razAo desle silencio do nobre
ministro, porque presumo que S. Evc. ha de ter va-
cillado pecante a gravidade da siluacAo em que se
acha collocado, e alm disto, on bem u mal, res-
poodendo aoi;nobre deputado pela Itilnj ja' deu a
este respeilo a euplicarao que pode ; aceito pois o
faci lal qual elle eiisle, lal qual lia rnuilo lempo
eu havia previsto ; acredito que sem embargo da
progessiva prosperidade da nossa renda nos cinco
'ltimos anuos, apparece um difcil, e como agora se
trata dos meios de preenche-lo, he desia qucsIAo
que me vou oceupar.
Qual he o espediente lembrado pelo nobre pre-
sidente do conselho, e aceito pela cnmmisAo de fa-
zenda desla casa, para restaurar o perdido equili-
brio entre a receita e a despeza do imperio"! lie o
lo reslabelecimcnlo dos 2 % que foram abolidos io-
re a exportarAo dos nossos producios, o o da crea-
- de uovos impostas sobre escravos e lojas.
sera' esse re leme i NAo vira' elle aincsquinhar a pro-
nacional, e reduzir a, tristes condices a la-
o paiz '.' Mo ser injusto '.' 11c o que passo
oar.
e presidile do conselho e o lionrado de-
'a Parahiba que lionlem fallaram sobre
isseram que era aquello o imposto que
referido pela facilidade de sua percep-
;er o menos gravoso as actuaes circums-
-onlribuinles ; mas elles me permiltirAo
5o acompanhe no seu modo de pensar,
lamente negu o meu voto a creacAo de
s, e particularmente daquelles quevAo
*ar sobre a agricultura.
nender as raines em que me
' -e marques de Paran'
procedo, nao por-
s meio para re-
iolas na futura
non, mas por-
perque sem-
. em favor da
inslram os meus
o anuo da pre-
iha reeleir;ao, ae
elligeule patrio-
tas cnncidadAos ;
primeira vez ao
* pos do governo,
aos seus desre-
glo sempre parle
-me inesm alga-
i nunca o liz pelo
islas de concor-
hem fnalmenle
elles e ao paii
lados,, que ba. tc..,.u .. :,.,.i., -...n ,u
ilragios, e que no estado em uue vim o pr-
anuo para esla corte, uesse mu acho, e pois
dar a
de faz.
a comp
Ihada L
rs. cada
ra o I
compai
meolai
thesou
Dilo
la dej
maira
?|ue S.
rida
Soldn
Sida
Kraoc
Erne
.Mano
JoAot
Manoi
JosGp
Soldadi
ti. presidente du Caara, devolvendo
ol.l.i.iu-- Mauoul Valenlim Pereira
o da Silva.
m. marechal cnmmaodaole das ar-
m resposla ao oflicio de S. Etc.,
do capilAo commandanle da eoan-
.avallarla, qae acaba de recommen-
da thesouraria de fazeuda.que man
enlo do quanlilativo preciso tiara
. >ceciftos remonta da cava-
0,"SuiiWi. na razAo de 1005
ando "KCL,, rte S. Ec, pa-
ue se da aoVCHVarlos daquella
quaes, segundo core^., ,5o ,., ,,_
ciou-se ueste senlido to neclor da
nO| Iransiniltindojnlgados (el i>in_
oro- -o- \erbaes das pravas de pi.
encioua uma nula inclusa, para
9 dar exi-cinVio as senlonras da re-
*
Soldad.
aadu "-
-oi. el ("J
i te refere o oflicio supra.
nhia liv.i de cavallaria.
Joaquim (bandido.
tialalliAode iufaularia.
noel Ventura.
c Teiieira.
iioroCisado Lima,
celo.
- Frautisco.
,lves.
.-gorio do N'ascimeutn.
4." bal,illi.in deartilbaria a pe.
i--Bein.tr.Iinii de Sena.
9. h.iiiilli.vi ile infanlaria.
""rManil Joanuim Nascimento.
TRIBUNAL 1)0 COMMERCIO.
.S'easio.;adietara em 27 de agito de IS.i(i.
Presidencia do Bul. Sr. desembargador Snuza.
Eslivcram presentes os Miembros do tribunal.
Pauatfsm.
Passou do Sr. desembargador LeJo ao Sr. desem-
bargador Gilirana a appcllac,ao em que sAo :
Appellanles, os admiuistradores da massa fallida
de lleane Voule &C;
Appellado, Viclor Lasne.
O Sr. presidente deu protimenlo ao aggravo do
juizo especial em que sAo :
Aggravanle, D. Isabel Kiyinuuda dos Santos Pi-
nlieiro ;
Aguravado, o coronel Gaspar de Menezes \ascon-
cellos de Drummond.
Megou ao aggravo em que sAo :
Aggravanle, Aulonio Loaraoco Tavares Cordei-
'o :
grvido, SebastiAo Jos de Barros Brrelo.
"ITERIOR.
a ... t. e Joan Cielo fn .
i'.'.e infanlaria.
Soldados-
Luciano r
I i i Ign.i id
.'o.i o lia pl l-la.
Antonio llezerra Leitc.
DiloAo inspector da thesouraria de tazenda, i ser,..
alim de qae ex jessa as ordens convenientes,para que I vel o c
- inspector da rlfandega desla cidade,consinlano des-1 inen.
..I JANEIRO.
C41ARA DOS IPUTADOS.
SESSAO 1)0 DI A 31 .tl.lll) DE lSi.
/'residencia do Sr. viseo, nde de llaependij.
Ditcitrto do Sr. Dr. Franca, Cario* llrandao
pronunciado na ifttSo de 31 de julhn, par oc-
easiiio da discutiao dos artigo* addttu **os da tei do
orramenlo.
O Sr. Brandan: Sr. presidente,a plirase inci. '
e dominadora do nobre marquez de Paran, r
denle do conselho, que honlem se fez
recinto, moslrou a lodas as luzes a juslii
sirio que eu lenho felo ao ministerio a
preside. A tremenda aposlroplie que .,gj0
a maioria desla casa que o lem suslt .ntado, acoi-
ni.iii lo-a de cmplice nos desvarios o dissipaees do
e mai- '. a con fus jo qaasi ai pres-
tas de alguna dos
y
/
r^
pacho livre de direilos, de uma ca**, Smlamia
l,."0O exemplare de grammalir.agre^a, viuda no na-
vio ir Alma, a com destino ao Cwnuasio Proviu-
iial. (illiriou so a respeilo ao regedur do G\rauasio
Provincial.
Dilo Ao meimo.commonicaudo ter iudeferid'-
.ivisla de mi ii fonii.nj.i'i n. lili, o requerimeuln i u
que E'evSoCisado Lima pede se llie passe titulo
de um errenn de marinba no aterro doi Afogados,
havido'pir conpra fela a Antonio Jos de Oli-
veira.
Dile-- Ai smo, devolvendo o requerimento em
que Auiooio ures Ferrcira pede por alViramen-
lo, o terreni digado de marinlia, que tica i leste de
de ama soa rnpriadade, na ra de Sauta Hila, pa-
ra qae procejf ene respeilo de conformidadecom
a sua informa ,;Ao da 7 do crrante n. i7.">, em rele-
rencia a do >.> lenle Anlonio Esydio da Silva, e
parieer do procurador fiscal.
DiloAa Wksmo, Iraiismilliiido pira o Din conve-
niente o avisa Jai lellra n. 7, na importancia de rs.
2:7009000, saleada pela lliesonraria do Rio Grinde
do Norte sofcre losa, a fivor di Pedro Joscda Car-
salho.Commiinieuu-se ao E\n. presidente daquella
provincia,
Dilo Ae (ireator do arsenal le guerra, para
mandar alistar na ampauhia de aprendizes do mes-
mo arsenal, dipoiixle salisfeiloo disposlo no art. I
do regulamenlo de 3 de Janeiro de 1842, o menor
Maurilode Sena Soaza, que all se acha, segundo
parlicipou o joiz da orphAos diste lerm.--Commu-
iiicou se ao m:smo jui.
Dilo Ao coronal commandanle superior inleri*
no da guarda- lacional do Kecife. dizendo, que a
vista do axpoito em sea ofticio n. 109, faca desusar
do primeira batalliAo de infanlaria jta guarda nacio-
nal de seu eorr mando, e addir a um doi balallies
de reserva desle maoicipio.o alleres secretario Fran-
cisco Ignacio de Torre Bandeira.
Dilo Ao director geral da inslrucco publica,
dizendo em resposla que proponha Smc! as pessoas
sobre quem disiro lecabir a de:-ignacAo de examina-
dores para o processo de habiJitacAo dos profenoret,
menl
Sin
das p
gos da
a que bem podiam
o quanlo' era possi-
e provaram sem a
o estado do parla-
re
qu.
dan
aeui
meiro
nao ti e misler que eu use de estratagemas para il-
ludi- -los, e ssnn obler a sua benevolencia. (Anota-
do*.; Se laes ttulos nAo foretn snllicientes para
apoj arem a minha reeleirAo, de oulros por cerlo en
na o me prcvalecerei.
Assim como nAo recorro, nem nunca recorrerei ao
g overuo para que me proteja, como outros fazem ;
i. oibem n.iu lancarei mAo de meio nenhum indig-
ne i para me fazer reeleger ; dislopodem licar cortos
o i lobre presidente do conselho e todos que me ou-
venn. Dada esla resposla que eu reputava inlis-
pen.savel a um trecho do discurso de S. Ese. volta-
rei lio nhjecto que se discute.
Prriscindindo, Sr. presidente.da questAo econmi-
ca de saber se o imposto da exportarlo be pago pelo
prodciclor ou pelo consumidor, porque parece que
ella d eve ser reservada para as escolas, direi que he
fu ma mental que lodo o imposto laucado sobre qual-
quer induslria faz necisssriamenle elevar o prejo
de u- ma dos seus producios, e se esta elevaran for
lal qrae na concurrencia de productos similares es-
tes i'n.-iiii ser veudidos por um preco menor, os
productores tributados lero iufallivelmenle de sof-
frer (grandes perdas e de abandonar suas industrias.
Desla, lei s eslAo isentos aquelles povns que por
quaesquer circumilancias peculiares lem o monopo-
lio de cerlos ramos de prodcelo.
Ora, quaes sAo os principis productos da nossa
exportarlo '.' O caf, o asiuear e o algo i.ni. E te-
mos mis competidores qae concorram nos crandei
mercados com producios similares aos nossos'.' Cer-
lameule que sm, para caf temos o Levinte, o M-
xico, a Jamaica, ele, ele. ; para o assucar a ilha
de r.nba, i Franca, as colonias iuglezas e hollande-
' ele : para o algodao o Eg> tpo.os Estados-
e c7~~
pois temos esseicom?,,'dor<'s mercados da
ropa, se elles dispa de melhuv-luel0'' uo 1ue
nos, para o augmento e perfeirAo desua oroduccio
se acbanos de passar por uma graadi. ta-iav -9."5.ne"
cessariam inte lem de elevar o cusi doi nossos pro-
duelos, orno he que nesta Minaran vamos reslabe-
lecer o inposto de 2porcen(o que lera de augmentar
iquelle c islo, e por conseguinle o preco de venda
se porem esses operarios inorrem, elle nada parda,
procura outros ; mas o agricullor brasileiro compra
operarios escravos custa do seu diuheiro, e nisto
emprega parle de sua furloua ; se pois elles vecm
a innrrer, est i fortuna lica dimiuuida, e muitas ve-
ze arruinado aquelle que a pussaia.
i'm Sr. Deputado:Apoiado, niito ba muia
diderenra.
O Sr. Brandiio :Ue bem visto, porquauto, que
o agricullor brasileiro esta em muilo peiores condi-
ces do que o da Europa. Ss nao tivessemos escra-
vatura, se parte do capital mnvel do lavrador do
Brasil nAo estlvesse expnsla s contingencias da
ninrie, talvez ae podesse suslenlar ,i opiniao do no-
bre presidente do conselho, mas presentemente o
nosso estado social protesta contra ella ; e eslou
hem convencido que S. Exc., que he agricultor, ba
de sentir a forc.a desla verdade, e principalmente se
o cholera visilnu sua fazeuda, como acontecen com
os agricultores do mirle.
Se o nobre presidente do conselho dissesse que o
capitalista uo Brasil he quem menos enneorre para
as despezas do Estado, dina urna verdade. Sim,
Sr. presidedle, he es-a a classe que entre nos pare-
ce privilegiada, porque lie a que meuores encargos
supporla...
O Sr. Figueira de MeUo :Apoiado.
O Sr. Ilrandiio :... e entretanto he ella que
lem concentrada em si a forlana real do paiz, he
ella que crea e minien a agiolaitem. que prende
com grnssos grilhes ao lavrador, que Ihc vai pedir
dinbeiro a juros para cultivar a Ierra, mas anda
desla vez se quer respeitar a sua preponderancia
aristocrtica, einbora te aerifique a desvalida agri-
cultura.
Sr. presidente, riada me lembro de uma observa-
rlo relativa compararao feita entre o agricullor
da Europa e o do Bra-il, e vetn a ser a seguiule :
He verdade que o agricultor europeo paga o impos-
to territorial ; mas lumbem he cerlo, que o> gover-
nos desses paizes, aonde semelhaole imposto se acha
eslabelecido, lem lodo o cuidado, applicam loda a
-ohritu.tr em proeurar melhorar, debaixo da rea-
e.ln moral, acondiro dos lavradores.
lie sabido o que lem feilo o actual imperador dos
Francezes em beneficio da industria agrcola, e dos
agricultores do territorio da Franca, e das colonias.
Esse roonarcha lem feito eslabelecer em diversos
dislrictos ruraes mullas escolas de agricultura para
nellas ser instruida a mocidade que se lem de ap-
plicar a esse ramo do trabalho humano ; lem crea-
do premios e dilincroes honorficas para aquelles
lavradores que se distinguirem principalmente na
cultura do algodac, que principia a desenvnlver-se
na colonia de Argel ; emfim lem por diversos ou-
lros meios procurado dar impulso e animar a agri-
cultura franceza ; porem vos, que dominis a silui-
c io no Brasil, tendea procedido pela mesma forma ?
leudes procurado aperleu;oar a intelligeiicia dos
nossos agricultores, e proporcionar-llies meios'de
animacAo e desenvolviineulo .' NAo ; e qoando eu
nos aonos passados vos fallava nislo. e bradava des-
la tribuna pedindo a crearao do ensiuo professiooal
agrcola, vos me respondieis qae nAo havia diuhei-
ro, e que era misler cuidar dos m-llioramentos ma-
leriaes de preferencia ao aperfoiroamenlo da indi-
ligencia. Tendes creado premios e distinCQOes ho-
norficas para aquelles auricullores qoe se dislin-
gairem aa sua industria .' Taml'iTn nao ; e, pois,
como dizeis que o lavrador be i-ileru est em me-
Ihore condiepes do que o europeu, e que por le-
aa pode 9upporlar quaulos '.tilioiis lite quizerdos
impr '.'
Sendo eu, porlauto, Sr. presid em presencia
deslai riin-i leraeu .s, de opihio i a siluacAo do
agricullor do Brasil he, no estado que nos adia-
mos ; a mais depioravel que pode \..
O Sr. F'iaeira de MeUo :Ap ladK.
O Sr do :... eslaudo convencido tfise
eaaiaduJ pelo lernvel llagedlo
lo se tornou peior, Ir evi-
or forma alguma dar o meu
nho anda mais essa desta-
que se arranquem os tenues
e reslam, e que eala amea-
ruina. Nu ; nenhum po-
i adhesAo a semelhaule ine-
cocAo da reforma da tarifas da Inglaterra, rcalisa-
da'em 18it por sir Robert Pcel, e a que vai ter lu-
gar entre nos ; invoca-se mesmo os principios em
que ae baseou a refirma ingle'a, e argumenla-se
cornos clfeilos econmicos que ella produzio, sup-
pondo-se adiar paridsde com o que se passa uo Bra-
sil, e ao numero dos que assim pensAo perlence o
nobre deputado pela Parahiba.que honlem fallou, o
qual, prelendeu luslilicar a elevarAo to imposto de
exportarAo com as mesmas razea com qae Roberl
Peel, justificara o reslnbelecimenlo do incnme-lnx ;
mas, Sr. presidenle, nAo me posso coulonnar com
semelhaule opiniAo, tiao posso encontrar nos dous
tactos essa paridade que se llie quer atlnbuir.
Sir Robert Peel, como diz o Sr. Gaizol, conserva-
va desde os priiueiros das de sua vida poltica uma
preoecupacao permanente em favor das classes ope-
raras da Inglaterra...
Sabido da classe media da sociedade, para entrar
aos 21 anuos no parlamento, dominado por graudes
e nnhresaspirac.ftes, elle concebcii o pensamento de
melhorar a condicao dos pobres do seu paiz, e s
aguar.lava a occasiao de o poder fazer.
Ora, os que leem lidoa historia de Inglaterra sa-
bem que naquelladala o operario ingle/, era um des-
traca lo que bem poda ser classilicado como besta
de carga...
Um Sr. Deputado : E anda boje : exigir-se
de uma enanca um Irabalho couliuuado por l lio-
r..- diarias he muilo.
OSr. Branda): ... sua siluaco era depiora-
vel ; etava condemnado a comer o pao que o li talgo
llie venda pelo presa que quera, sua subsistencia
achara-es merc do ansiocrala ; em uma palavra,
era um verdadero paria ; enlrelaiilo s depois de 32
annos de lula parlamentar fui que Robert Peel, su-
hiiulo ao poder, rodeado de uma immen-a populari-
dade, de um prestigio tanto maior quanlo ja nAo
existia Cauning seu anligo rival, pode realisar suas
generosas preoccupagues, e reformar ,i velha tarifa
da Inglaterra ; porem, como desta reforma devia
resultar o dficit de 3 inilhes eslerlinos, foi misler
que o reformador reslabelecesse o imposto de guer-
ra, creado por Pit. romo uome de inconxe-tax* pa-
ra cobrir aquelle dficit.
Esse passo foi applaudido pela maioria da narao
uigle/a. porque a arislocracia, couservaod-se all
no poder por largos annos, havia monopolisado em
seu benelicio Indas as vanlagens da sociedade, sem
todava carregar com os seus onus, que etclusiva-
raenle pesavam sobre as carnadas inferiores.
Ora. leudo o faclus relalivos a reforma da larita
iugleza se passado pelo modo por que acabo de ex-
peuder, he bem visto que n-iiliiiin i analoga podein
elles ter com os phcnomeuos econmicos que pot ven-
tura possam ter lugar entre n'.ou por elleilo da exe
rur.io da nova tarifa, ou por qualqaer oulra cir-
cumstancia ; porque felizmente nao temos uma clas-
se que mouopoliso as subsistencias, que exerc,a o pri-
vilegio exclusivo da cultura do sulo, como acontece
na Inglaterra, que tenha concentrado cm loas mAos
a subsistencia ds pobres, como soccedia all antes da
reforma de sir Roberl Peel.
As no sas classes operaras soffrem muito, mas nao
sAo os agricultores quem as fazem soffrer, sAo os
grandes impostos, he a guarda nacional, he esse de-
leslavel monopolio eslraugeiro xercdo uas nossas
praras, que as impede de lomar parte no com-
mercio, que lem levantado enlre ellas e a industria
commercial uma muralha de bronnr. ^ \
tantemeitte profligado esse exorbitante accrescimo l consideravel, sem consenlimento de sea done; n
das mesmas deipezas. que nAo exclue a publicaro de trechos asa is ina-
Esse artigo add'Aivo lem por fim decretar a aber- ljses ou criticas lillerariai.
lora e canalisar.o do rio que corre pela cidade de | 7. As notii feilas a ama obra qoe ja eahio
Goiamiu. lugur do meu nascimeulo, e rasgar um no dominio publico, sAo propriidadm do seo aatar.
alerro que existe enlre aqnelli rio e oulro que cor- Aquelle qae reimprimir a obra com ai nolis, em
re lateralmente, afim de que baja coramunicAo per- liceoc do anlnrdeslas, sera' reo de eoBlrifaer;.
manenle enlre ambos, em ordem a oooservar-se a a % 8. Elimidtr ltalos ou eapitnlos de uma abra.
necessaria pi-ofundidade para que os vaporea da e apreseula-la como nsumo, he ser conlrifaclor, O
companhia de navegaban cosleira de l'ernambuco, resumo porem, resallado do Irabalho da inietllgea-
que faztn essa navegac.io por todos os pequeos i cia, he proptielade, como I da obrada que foi
Honren. ., d,.
Olioria eni-ber.iui o.,
talavras dirig-
aos seus ami-
bu-ia-m i ; elle
Ibes l--e : Vos reosles todas quatilas despezaa o
overno vos1 pedio, e fustes alm ; autorisasles com
o vosso voto ludo quanlo se fez, deiasles-vos mes-
mo dominar aL-umas vezes pela piessao ; nAo acon-
alhaataa ao ministerio ; na i llie lizestes a menor
observaran a respeilo do eslad do paiz, e pois nAo
tendes hoje o direilo de Ihe negardes os sacrificios
que elle vos pede para poder conlinuar a en-
vernar.
C.ontesso, Sr. presidente, que quando ouvi o no-
bre marquez laucar esle estigma sobre aquelles que
lauto rne censuravam quando eu levanlava a mi-
nha voz contra os esbaojametilos da fortuna publi-
ca, quasi qoe Ihe preslo a mais decidida adhesAo,
porque ao menos via em S. Exe. a franqueza e a
curaeom que devem acompanbar ao homem publico
as grandes aituacOes, via que elle nAo trepidava
em fazer ver aos seus amigos o man eaminho em
que liubam andado.
O .Sr. Gome* Hibeirn :Apoiado.
OSr. llrandao i--Paria nao! O nobre presi-
dente do conselho nAo pode ler a nimba adhesAo -
seja eiiihnr.i franco, faja embora couhecer ao paiz
os erros daquelles que leem apoiado o seo ministe-
rio, e os disperdicios dosseus collegas ; nada disto
o pode eximir da responsabilidade que Ihe compete
em presenca da melanclica situarlo em que nos
achamos ; e se esliveramos em qualquer paiz da
Europa, onde, segundo a expressao de um escriptor
dilin(-to, as linanc.is constiluem o terreno abrasa-
dor .-1 que se fazem c desfazem os ministerios, S.
Exc. ver-se-hia cerlamente obrigado a abandonar
o poder. Mas o Braiil he nesta parle singular ; fa-
ram o seus homens pblicos o que quizerem, es-
Iraguem a seo bel prazer os recursos da naca, der-
r.imiuii cada vez mais, ninguem pense que islo no-
vos impostos sobre o povo, e assim islo possa acar-
relar-lhes embaraco algum.
He sem duvida por esta cansa que o ministerio,
que a elle se quizerem suhmellnr i.'a forma da lei re- depois de haver loucamente corrido em sua marcha
gulainentar da nslruerAo publica, atlendeudo po-
rem a qae um; dellai nAo perleura a' rorporaro
dos prnfessores priicarios.
Dilo Ao inspector da theiourari.i provincial,
para que declare : primeiro. qoanlas loteras tem
corrido animalmente, desde 1850 ato hoj.e ; segun-
do, que individuos exerceram nesse period.o as func-
rnes de Ihesoureuo das sobredi!*.* loteras ,' tercei-
ro, quando foi nomeado o acla.il ; e quarl final-
uienle, qual a lianra por esle prestada.
Dito Ao reaedor do Cymnasio, om reapos.'a ao
eu oflicio de 1 i de julho, em qae consulta acere a do
direilo que compel- ao padre Ignacio de Soaza i'lo-
liui como autor da arle de grego, que rompo/, p.i ra
uso do l.wiun.io l'rovinrial, rrmetlen<|o copiado
parecer do procurador fiscal, com que se conforma.
Dito A adiuiuistrarao dus eslabeleciiueutosde,
le dissipares, nos vem hoje annuuciar, por inter-
medio do nobre preiidente do conselho, a existen-
cia de om dficit c a neressidade do lancamrnto de
novos tributos sobrea nossa desfallecida agricul-
tura.
Sr. presidenle, quando en observei que o gabine-
te, loco no principio de sua existencia, o primeiro
aclo que praliro foi promover esse desaracado em-
prestimn da sommas consideraveis a Montevideo ;
quando vi quo no segnimeiilo de sua admimslracAo
elle preparou e fez seanir, sem o previo conheci-
inenlu do paiz, essa obscura expedicao ao Paraguay;
quando nube dama ronlralos onerosos por elle Ici-
los, dessas kratlfieacBea e subvenees dadas a diver-
sos indivdui". e aln a algnns jornaes desli corle
liara ti.o porm oa seus aclos a luz do dia, present
quu uiu delioil tinbii de nos baler a porta, e que as
desses prc dados! ( Apoiados.!
Mas l m-ae dito que nao tendo a reducrao do
imposto le exporlacAo operada em 1853 influido
para peii r na procura dos nossos productos, e ha-
vendo I es pelo contrario oblido de enilAo para ca
um maii r prejo nos grandes mercados, se deve ler
como cerlo que o restabelecimento dos 2 por cento
tamhem iKiihuma influencia ha de exercer. que se-
ja falal ao progrisio da nossa industria agrcola, e
pr.icui.i dos seus producios ; porem esl por ven-
tura calculada a elevadlo que d'ora em diaole vai
ter entre nos o cusi de prodcelo '! Tem-se atleu-
dido i) falta de bracos, ,, caresta dos salarios, e
alja douro do dinbeiro que he emprestado aos la-
vr,. lores >. Nada disto se lem feilo ; e, pois, como
se pode, dizer que sem embargo de lodas aquellas
circumilancias os nossos producto* poder Ao conli-
nuar a concorrer com vantagem noi mercados, e
nelies arhar preros que compensem os gastos e fa-
digas do agricullor, e ao mesmo lempo cheguem
para pasar o duplo imposto de exportaran que os de-
ve lorhar mais caros'! Como se pode invocar om
pasuda que tinha em seu favor condicues de pros-
perida'e, para com elle argamenlar-se em relacao
ao prefeute e ao futuro que se nos antolham carre-
gadosie tristes pelas perdas que a sociedade em ge-
ral, e| os agricultores em particular, acabaram de
sofireo ?
Se lucramos o monopolio do* arligos de nossa
exporlacAo poderiamos lar tranquillos, porque em-
bora fu.-eiii elles produzidoa pelo duplo das des-
pezas jque danle eram feilai, o consumidor eslran-
geiro nAo lena remedio lenAo compra-Ios, e entAo
lodo ii acrescimo no cusi da prodcelo, todo o im-
po*lo laucado sobre os producios, seriam por elle
pagos ; porem bem diversa he a nossa siluacAo, por-
que i nAo s temos competidores, como forroso be
cunfessar, que entre elles a indoslria se acha mais
desenvolvida e aperfeicoada ; por conseguinle uAo
posso leconhecer a procedencia da argumenlacAo
daquelles que, sob o* dados aponlados, suslenlam a
conveniencia do restabelecimento dos 2 ;,or cenlo
na exporlacAo do* productos da uossa lavoura.
Mis diz o "nobre presidente do conselho : o
agricultor hrasileiro nAo lem de qae se qaeixar,
porque elle era relajo ao lavrador da Europa nAo
se ada onerado com tribuios pesados, que possam
entorpecer a sua industria ; na Europa, acrescenla
S. E,xc, o agricullor paga o impoilo territorial, c
alem delle moilas oulras impoiices, ao passo que
o agricultor hrasileiro est isnto daquelle imposto,
a. n
ha man-
ICjojengano da parle do nobre presidenle do con-
selhoj; he verdade, que o agricullor hrasileiro no
paca, o imposto lerrivel, mas paga o impuslo
da compra da Ierra e escravos que pos^ue, pa-
ga o imposto do capital, que loma a juros, por-
que he sobre elle que recabe o sello fuo oo pro-
porcional da lellra ou Ululo que da a seo credor ;
paga i imposto .los genero* que consume, e de uma
parte daqoelles com que alimenta e vesle seus escra-
aga imposto no fisco geral e ao lisco provin-
em urna pitara, paga imposto at a propria
.. .,K.,^unui araanno esia iseulo daquelle un
e de pulros vexames que o Europeo supporta.
1 afece-me, porem, Sr. presidente, que ha
vos,
cial ;
lio :Apoiado. ,
verdade, que horae^ ha,
ne da p\ ramnle iin._y.nao
n intencionados seja'.? a
pelas baies da sociedai.v ;
sas alturas, que gyro mui-
que converso com lodos
es, aei, Sr. presidente,
, iucipalmente a do nor-
auii o estado, e por isso
;r, qi ido evito associar-me
sem u i, lereram, procurara a-
depois dos eslr -os
do cholera, essa
denle que nao
voto para que se
Mrenla classe,
recursos que aini
cada de uma pro
der conseguira a n
dida.
O Sr. Figueira d
O Sr. llrandao :-
que por se achareiu i
conhecem. anda qu
necessidade* que gy
mas eu que nAo eslou
to abaixo dessa pyrarr
os humeii- e de lodas
que a nossa agricullu
te do imperio, vai ei
cumpro o meu d
aquelles que la''
pressar a sua queda.
lia entretanto no meio do ludo islo uma verda-
de bem dolorosa, Sr. presdeme ; gaslou-se louca-
mente, desperdicou-se, cslragou-se a fortuna publi-
ca, e hoje se uos vem dizer: imponha-se, augmen-
lim-se os tributos sobre a I ivoura !
Se porem acontecer que alhe a colinda, que os
productos diminuam, que a eseravaluia se reduza
cada vez mais, como b natural ; que o salarlo
augmente, como vai aus entando em graudes pro-
porcSes; donde tirarei vos diuheiro para couli-
nuardes nessa vida quo al o presente tendes leva-
do '.' Como podcreis fazer novo* emprcslirao* ? Co-
mo sustentareis esaa enorme legiao de addido* de
secrelarias, essa mallidao immensa de fuuccionario*
publico* que cada da vos pedem augmento* de or-
denados '.' Como podereis manter em pe esse edifi-
cio artificial que creaste* para|vos conservardes?
I .llegando a esle eslado, que lalvez nAo esteja longe,
a \ o-sa siluacAo ser bem triste ; eu por cello uAo
vo-la invejo. Porem voliarei ao assumplo.
^_Jr-ie augmentar os impostos sobre o* pro luc-
ios da i.1"1"*' mas "'"' **< lembram esses quao
prelende'm faze.",-3 quelles productos lambem
pagam imposto* provincW.'- A Das,ar ""'R" 1ue
ora se discute, Sr. preirden,t' ystJSU finan-
ceiro do Brasil ficaru mil <"es i>elor do 1ue da
Turqua. \
Eu vejo em uma obra receiJlen,f,",e publicada,
que o imposto de exportarAo na4lu.e".? Pau ,'e,de :l
por cento, no cnlanto que entre dC llc"a __*' de
12 por cento, visto como a* assemb" provinciaes,
na falta de oulra renda que avulle, SSf"1 a,c l,0le
imposto 5 por cenlo sobre os mesmos vStK**3**,
segundo o artigo addilivo. passarAo a pag,,r "ra
em dianle 7 por cenlo ao fisco geral, i,lo he' ,re
cafc'a'-ucar e algodAo. Eis em que vieraii" ar
o clculos daquelles que dirigen) a situarlo ; els os
resultados de sua pnlilica liuanceira.
Quando eu clamava contra ese escndalo cnm 'ue
se esbaujavara aqu o* dinheiros pblicos em' c"m"
missoei inmeis, em gralilicates desnece" ''.13''
quando dizia que era prudente imilarmus fc,sla"
dos-Uuidoi, cujos cofres regorgitam de uui' Prove"
uienle das sobras de sua receita ordinari.'1' se ine
o veu-
go-
respoudia, que eu nao tinha razao, porque
to da prosperidade nos soprava ; a prov
ra tirada, e he a agricultura quem tem
dillerenca ; porem ainda resla saber se l0
que se pretende lazer.
Me parece, Sr. presidente, que, sen I .
quo te vai laucar um verddeiro sacrii101" 1U9 se
exige dos cootnbuintes, para se prore ro1" }"___"
lija se deve fazer a derrama sobre lod a'|uelles
qoe o poderem pagar, visto como seria ''I"0_________
uma s classe fosse condrmnada a cohrii .delicit,
e as oulras, talvez mai* favorecidas, par.^ ls* "a0
conenrressem. A proceder-se de oulra fornn** r
o agricullor, e com toda a razo ; Em '^ue '"""
dais vi o arbitrio que tomis, de impon unica"
mente sobre mim, e de isentardes da iiov.! lmposi-
cAo as oulras classes da soriedade ".' a P aquelles
que acompanham ao nobre presidente d cousillio
nAo leriam certameute resposta que dar. j
Portanto, se a cmara eli resolvida a Jicquiescer
ao pedido do uobre presidente do conselhr' s'Ja ffl0
nimio- justa -. derrame o imposto sobre lodi
ts as clas-
ses que o puderem pagar ; nao fique a pro,ana Da~
ra uma ; venha o deputado, o senador, I cunse-
Iheiro de estado, o alto fucciooario public-0.* ca_
pilad.la, tomar parle no reslabelecimen' equi-
librio da receita e despeza do imperio; ,a?lam lodos
ajudar a sustentar o gabinete, daudr -Ihe njeios para
que possa conlinuar vivar. oslenlaf o sen*
disperdicios ; nao fique islo- reservado nicamente
para os lavradores, lugisla-' e P**uidores ,le escra-
vos ; ao menos he u que me Par'ce Jus(o ">"'>'
me ao espirito da c,.iis-"l"":r,u- quandolmanda qae a
contribuicao seja rc,,arlida com igualdale enlre lo-
dos os cidadaos, e f razil0 dus ''"eres de cada um.
Em lodo caso eu nr' volara por ella, porque sel
que a nossa populac30 s *" Ir'bolada de mais, po-
rem se o fizesse *eri;a Pel m,,do 1ue acau "e "u-
'() nobre ministro !da fazeuda divide o defi.il em
du is parle*, uma qu" '""."",'? ,le ,lesP,Ma', permiuen-
tes il creadas, e dV Moe Bsa. nao fez uieurSo no
seu relalorio, e ou.lra tae provavalmenle lia de re-
sultar da eiecucao' auova tarifa. Sobre esla uHima,
.oiun-ii i^i unid ti,titanio Por conseaninle nAo vejo que ^ge possa raoavrl-
nenta eslabelecer parallelo enlajo que acluiilrnp",e
TrTTt!vaaaaaBaaajPBifJJS*e'S^*Jaroniineu^ |iil.i
Ierra em 1843. Eoleimo pelo contrario que SpaSWI
soma afinidade existe erftre|os dous fados econoofiri*
qut se procura compai _. ella be dcsfavoravel a
que pretenilern. sohre arrogar a nona agricul a
rom novas ipr
FoTaanles u oo esla cmara, cujo m '
esta n expirar, de aggravar os vexaio '
que jalulam os ibuinles, eslabelficesse
querito sobre os serviros que pudessem s?r
dos ou adiados por algum lempo ; lobie fea e_
p .rti;es publicas, on le me consta existir un. "'e-
ro de empregados que parece fabuloso, e quet-otre-
lanlo nellas exislem por mero patronato ; sobre es-
tas verbas sempre crescentcs do ornamento sobre es-
ses crditos supplemenlares que annualmeitb* aqoi
se apresentiin com grandes cifras, porque lal*ez islo
fosse bastante pira cobrir o dficit em aogifcular
a affeirao do uosso consternado povo.
Aqu, anda perguntarei ao nobre presidenle- d
cniselho, que lim levaram a* sobras da receita do*
anoos anteriores que foram liquidada* o demonstra.!3*
em escnplo* distribuidos nesta casa na sesiAo do an-
uo passado ? Que destino liveram esses 4.000:0009,
que conslavam do bataneo de 18-">2 a 1833 '.' Desde a
sessAo passada que faro esla perguola, e o silencio
do ministerio he a uuica resposla que lenho tido.
Se essa avallada qoanlia passou a fazer parle das
receita- dus annos seguales, e se esla* marcharan!
empre em uma escala ascendente, he bem visloque
nao ha razAo para o dficit, a nao serem o* esliao-
jamenlos do governo ; mas para que tratar disto '.'
S. Exc. j confessou, e he quanlo baila.
Quando, Sr. presidente, eu eslivesse convencido
de que as cousas linham corrido muito regularmen-
te, e qua s por uma fatilidade imprevista, por cau-
sas nAo cogitadas, havia apparecido um desequilibrio
entre a receita e despeza do paiz, para rujo desap-
parecimenlo elledevesse concorrer, em vez de votar
pelo augmeilo do imposto de exportarao, votara an-
tes, como disse, pela cotilrihuir_;o directa, que ar-
reciando as classes menos abastada*, tamhem fosse
cahir sobre os grandes do imperio, sobre os ulula-
res e oulros que desfruclam em sauta paz grossos
ordenados c pingues aralificac_es. ou entAo me pro-
nunciara pela venda dosben nacioua*s que uAo es-
tivessein no uso publico, pois que me .onsta que al-
gunsexislnm ueste caso...
O Sr. Taque* : Esta casa he propridade na-
cional.
OSr. Brand1) : Perdo-me V. Exc. ; porque
vem sempre com insinuaroes ? Discuta com lealdade.
O Sr. Taques : NAo ha deslealdide no que
disse.
O .Sr. llrandao : Quando fallei em propieda-
des nacionees, accresceutei logo que me referia a'-
quellas que nAo eslivessem nu if-o publico ; nao ans-
io que me dirijam iminuares, porque nAo as diri-
jo a ninguem...
O Sr. Taque*: NAo ha inssinuajao no que eu
dise.
O Sr. Brandiio : lia, sim senhor ; deve ser
mais leal. Porem. dizia eu, vendam-se os proprios
uacionaes, aquelles que uo esliverem no uso pu-
blico ; nao sei se anda exislem urnas80 oo 100 fa-
lcadas de gado do estado ; vendam-se essas fazeu-
da*; vendam-se oulros bens que exislem por ah in-
le vida mente desfrudados, conlanlo q te nAo se va
aggravar a sorte do infeliz agricultor. Mas que!
sAo baldadas a* nimbas observaces ; a maioria ido-
latra o ministerio, e basta isto para que seja volado
o accrescimo do imposto de exporlaisio e todos os
demais tributos que o acompanham.
Sr. presidente, teuho expendido francamente a
minha opiniAo a respeilo do artigo additivo que se
discute ; lenho feilo ver a'cmara e ao paiz os po-
derosos motivos que me inhibem de volar por esse
artigo ; tenlio declarado que as minhas convicres d*
datas mullo antigs iAo,que o dficit qae boje appa-
rece he o resultado, da pessima gereucia dos nego-
cios pblicos, que o ministerio nos tem latic ido a'
borda do abysmo fnanceiro, arremedando o paiz pa-
ra uma -ilinean inteiramenle depioravel; e, pois, sd
me resla dizer que votando contra esse artigo addi-
livo, iranquillin a minha couscieucia, maulenho a
cohereucia que lenho procurado formar na minha
pequea vida poltica. E nem outra coosa faria eu,
quaesqaer que fussem as circurostaucias de que me
achasse rodeado.
NAo he, como disse no principio de meu discurso,
orna caria de recommendarao que mando a'quelles
a quem (enho de me dirigir na futura eleicAo ; nAo,
confo muilo uo patriotismo e dignidade de meas
compatriotas f apoiados}, e estou bem cerlo que el-
le* sahem que, em vez de ir ajoelhar-me peranle o
raiuisterio, a elles, e toa elles me dirigirei, exhibin-
do como documento a verdade, e o testemunho de
minha vida parlamentar.
Se for reeleito, voliarei a esle recinto com prazer,
e nutriiiilo os mesmos aeulimeiilns ; se pelo contra-
llo, me resianarei, e voltando a' vida privada, ao
silencio do meo escriplnrio, la mesmo nao deixarci
de acompanbar cora o meu corac.io, com minha in-
lelligeoeia os ueaocins do meu paiz para desejar-lhe
o mais prospero deslino...
' "ta voz : Os Pernambucauos I lie bao de fazer
juslica.
O sr. llrandao: Eu ia senlar-me, Sr. presi-
dente, mas lemhra-me nesta occasiao de um as-
-uuipio que nao pode deixar de merecer da minha
parle algnmas obirvares. Finir o* artigo* addi-
livos que houtem foram repllelos pelo nobre pre-
purios da provincia at o Cear, po>sAo chegar ao feilo.
porta la Ti'll.i cidade, que fica uo extremo norte da
provincia, .que he sem contradicrAu um dus pon-
tos agrcolas de maior importancia de Pernam-
boro.
lie este o objeclo do meu artiga additivo, o qnal
apezar de merecer os elogios do nobre presidente
do conselho, foi por elle repellido. llevo dizer
cmara quo nAo quiz sobrecarregar os cofres geraes
com esla despeza, a qnal]no caso de existir, seria
lAo diminuta que uo ocano do nrcamento, onde os
esbanjame.nlos sAo decretados, poderia figurar como
um pingo d'agua. ou menos do que islo.
A obra da abertura do rio de Goianiia he uma les
sas que iein por ai a Mcete do lempo e a opiniAo
de pe--o- competente; sua ulilidade lem sido discu-
tida na a-.euibo'i provincial de l'eru imbur-i, e so-
bre ella ja exi'lem Ires ou quatro leis provinciaes.
tanto aquella assemblea como lotos os homens
que lii'i-am algum interesse pela proviucia reconhe-
rera.que essa obra he de palpitante necessidade, que
nao he s de inleresse local, mas lambem de ulili-
dade geral. ( Apoiados'
A vantagem de seinelhante obra tem sido de-
monstrada da maneira a mais clara e conveniente,
de nii.icii i que a assemblea provincial marcou de-
-igua Viniente no respectivo orcamenlo a quantia de
.'ni;iii ii-- para que ella fosse realisada. Invocando
eu o auxilio do governo geral, uo quero que a som-
ma qoe a provincia tem designado para aquelle lim
deixe de ler a devida applicarAo ; quero, sim. cha-
mar .. altenrao do mesmo governo geral para essa
obra de interese geral ; quero que elle mande cui-
dar .l,i sua realiiarAn.
A comarca de Goianna he uma das mais sachari-
nas da provincia de Peruambuco : lelo rio de que
fallo sabe em peqaenas barcacas uma porrao, cousi-
leravel de assucar | apoiados ; e uma vez que ja
existe essa qoantia destinada para a abertura da-
quelle lio, parece-me qoe o governo geral com os
meios que tem a sua di*posic,Ao deve acoro^oar se-
melhanle inelhorainenlo, se he qoe a prosperidade
das provincias lite merece algum cuidado.
O que he exacto, Sr. presidente, he que por ter
sido aquella obra desprezada, lodo o rio Goianna,
que em oulro lempo era navegavel por einbarcacoes
do maior lote, e pela mesma forma a sua barra, se
acb.iu] obstruido dando islo causa a qoe a compa-
nhia de navegarAo cosleira viesse a sotlrer um pre-
jaizo consideravel.
O Sr. Seara : Apoiado ; perdeu om grande
vapor. *
O Sr. Brandiio : 0 vapor \Marque: de Olinda,
pertencente a essa companhia, per l-u-se na barra
de Goianna, e islo eausou um grande prejuizo aos
carregadorcs'que haviam embarcado seus geueros
nesse vapor.
A companhia fcou estremecida com a perda do seu
primeiro navio, qa-e tinha cuslado 300:0003.
O Sr. LtttSa a C'u/il.a :NAo eslava seguro ".'
O .Sr. llrandao :NAO sei se eslava ; ma ainda
elaudo seguro a companhia perdeu, porque nao ti-
nha oulro vapor para mime bal.menle -ub-tiluir
aquelle ; e depois. os rarregadores do Marauliu, do
Caara, da Panshiha, todos perdern) os seus gene-
ros, e a iiaxt-gacAo fcou suspensa.
Ora^-Hina vez que o governo subvenciona essa
on]VaPiia, me parece que nao he fra de pron-
to que mande aclivar e realisar um i obra coja i
curAo deve ser proveito*a a mesma companhia ,
locdlnlaile emque lem de ser feita, e ao publn
cm aeral.
Foi portanto nal vistas de por pste nesocio sob a
vigilancia do aoverno supremo, foi para obler o sen
auxilio, o recoinmendacao ao presidenle de Per-
uambuco em favor do melhoramculo de que lenho
feilo menean, que aprescutei a artigo additivo coja
approvarAo nesta accasiAo solicito da labedorii da
cmara.
Tendo dado esla explicado, Sr. presidenle, con-
duo o meu discurso volando contra a eleva....o do
imposto de exportarao, e bem issim contra os dema-
is impostos que se pretende crear.; Muilo bem mullo
bem. )
15 de agosto.
Coutinuoii honlem no senado a seaumla discussAo
do orramenlo do imperio, sohre o qual fallaram,
alm do respectivo ministro, os Srs. Jobim e Snuza
..Franco. \ discussAo ainda fcou adiada por nAo ha-
vjr casi.
9, Especular com o nnme e reputarn de oa-
Irem, para publicar como .uas, prodcete- ira qae
elle nAo leve parle, he conlrafacxjlo. O editor, aleoa
da [tena pecuniaria do rtico antecdeme, he obri-
gado a apie-enlar toda edirAo para ser consumidi. e
a pagar 20^000 por cada exemplar que nAo ipreaea-
tar, em favor da pessoa de cuj-i norae atoa, oa da
seu leaitim representante.
i $ 10. O quesnblrahir omanoicriplo alheio, nao
dando a impressAo, erS reputado como tendn com-
meltido o crime de furto ; e alom das pena* a que o
sujeita a le criminal, sera obncado a pagar ao don
o valor do manuseriplo, segando o juizo de arbitro*
Horneados pela auloiulule competente, liando a
impressAo, ser punido como coolrafaclor.
o Arl. i. Todo o emprezario de theatro oa av-
ciaro de adores que representar drama eompotln
ou traduzido por escriptor hrasileiro, sem saa previa
licenra, odrera em favor deste e por cid* represen-
t.ic.i' uma multa igual a melado da receita do es-
pectculo, considerados lodo* o* lugare* como ocen-
pados.
Arl. i. Os jornaes e mai* publicaces, quer dia-
rias, quer peridicas, lerAo a propridade do* arti-
go* ou series de artigo* proprios ou tradazido* sobre
que fizerem a declarado previa de qoequereta man-
ter aquelle direilo. Depoi* dislo, quem o* reimpri-
mir soffrera a multa de .Vr-IMIO por cada artigo em
favor do jornal proprielario.
u Arl. ti. O aulnr, nu quem o represente, ter o-
briaado a remetler de cada edicAo dous exeroplare.
para a bibliotheca publica, e om para cada eatabe-
lecimento publico de insiruc^ao superior da ioape-
no.e tambera pira o* de inslrucrao secundaria, quer
geraes, quer provinciaes ; oslas remesis, qaaalo
feilis pelo correio, se-lo-hAo com isenc.io do impo
to, e a tilla delta., denlro de Ires mezes depois di
publicarAo, snjeitar o possoidor da obra a malla de
cinco vezes o preco rielo qual cada entapiar tenha
sido posto a venda, em favor dos esta bel ecimaola* a
que nAo liver sido feita a remesaa.
i Arl. 7. A execur.io delta lei he anecia ai jaili-
ca. communsdo paiz.
n Art. 8. O governo he aulorisado a relabrar aaaa
coiivenr,i.i Iliteraria com o reino de Porttil, qaa
garanta reciprocamente o* direilos do* autores, fa-
zendo desapparecer a facilidade dos detono* da caa-
iralaccao retullinlo da ideulidade da lingaa d* 2
piize.
" lie derogada loda a disposico em eoolrarie.
S. R.
Paro di cmara.dos deputado*. II de nu de
18Vi.Aprigio .1 u.liniano da Silva duimarAo.
A assemblea geral legiilalivo resolve :
a Arl. 1. As lilha* dos ofliciaes do exercitn e da
armada lem, na forma da lei de fi de aovetabra da
1827, direilo ao meio sold oa monle-pio deixido por
seus pas, erabra se lenliam casado ante* da marte
dcstes.
.. Art. 2. Revogam-te a* disposici* em caatra-
rio,
o Em 1 i de agosto do IR.'*.I. Gaa SMjacira.
Paula Candido.I.. B. M. Kiosa.
Passando-*e a ordem do dia, conliaoon a terrena
projeclo relativo ao crdito de aaJaaaatWi
iucao ; orar.im o* Si. Corroa .lis Fse-
raoco e Figueira de Mello, a fieoa a de-
d toeasa" -
.cito. O Sr. Josn Malloso Andrada Caoura,
-emba g.idor da relacao do Miranh.io. paua a ler
exercicio na relacAo da corte.
Reforma.Por decreto de ti do corrale M
reformado, por assim have-lo pedido, c Exea. St.
coronel do corpo de eilado-miior de I. clasae, ba-
rio da Bna-Visla.
Remorji, nomeacoe* e dispensas.Par decreta
de 13 do correle foi exonerado do legar da iaapec-
lor da .ill'.indcga de Sergipe, a Horneado para servir
como feitor addido a de Kioloi, o Sr- Anlonio Joan
Caelino de Almeida.
O Sr. guarda-Herir addido a alian lega de Sanio.
Herculaoo Eugenio de _,_,,npaio, para inspector da
de Sergipe
Foi r- dida dispensa ,'Ha ^3_J' o "'S* d*
injpe
ca
a l
iKonraria de Sergipe, o
chele de ec-
Cear o Sr. Maooel NneV^ J*'10'*
j para ervir o dilo cargo o *enlo7's*i"*!j "e
ri* aSac-
.o da do Rio Grande do Sul Andrc Carsia?
11osten
lloiSlem na cmara dos deputado* foram apres
lados o* oV>us seguales projeclo* -
A as-eu..'1'1'.! Scral legislalivivjesolve :
Art. I.Ao autore* brasil? ros he j,,anlida a
propridade jntcli'fclual vilaliciame- e ,. par _u)
anuo* aos seos herdeXosi ou edi'or 0( represente
na forma do S 3. desle*^rlir'
S 1. Na expressAoprop jc inlelleclualhe
eomprehendida loda a re de produccao as scien-
ciaa, lellra* e Bellas-Artes -, e nu* privilegios aos
autores sao comprehendidos os traductores.
2. Aos autores estrangeiros, qae iraprimirero
suas obras no Brasil e na Imam do paiz, aprovei-
tam os favores desta lei ; bem como aos Brasileiros,
que o f/.erem ein paiz eslrangeiro, qualquer que
seja a lingua em que escrevam. Quaudo esle* es-
creyam em lingua qoe nao a nossa, nAo se poden
aqu fazer Iraducciies sem a sua previa licenra.
n '- 3. Os autores podcrAo ceder seus direilos a
terceiro, que auferira' lodos os gozos e regalas de
autor. o acto da cessAo devera' estar acautelado se
os cessionarios ou seus herdeiros lerAo o gozo do* 30
auno* de privilegio poslhumo ; o silencio ncite pon-
to (trovara* em lavor dos herdeiros do autor.
a S i. lie sempre com a morte do autor que lin-
dara' o primeiro prazo in cfnido, e comerar-ie-
hAo a contar os 30 aunos de privilegio posthumo.
S ">. A* faculdades oa quaesquer corporacoes
gozarAo por til) annos da* producroes inlelle. luaes
que llies foram doada* ou legada* em lestameolo.
Art. 2. Qualquer publicarlo de sscriplos, com-
P'isires musicaes, dezeiihos, piularas ou outras
produceea inlellecluaes, lena sem licenra do au-
tor ou lira da lellra do contrato por elle estipula lo
com o edilor, sera' repulada crime de contrafacc,Ao.
Quando o contrafactor [or o editor contraanle
ticara' sujeito a' lei de seu contracto ; qaando o uAo
lor soffrera' a mulla de .Vhi: a liiim-OO1), alem do
confisco das obras coulrafeitas, das chapas o mode-
los, quaudo se tratar das Bellas-Artes, e de toda a
materia 'prima que se provar desliuada k coutra-
farcaii, ludo em proveilo do autor.
.I.ti contrato entre o autor e editor deve ser
registrado nos tribunacs do commercio onde os hou-
ver, ou reduzido a esciiplura publica pelo tabelliAo
qoe sirva perante a autoridade commercial do lugar.
i -. < ts herdeiros, ou editor representante do
autor defunlo, ficarAo obrigados a denlro de Ir*
mezes, porsi.ou por seus procuradores, fazerem a*
declararse* necessaria* na cslarAo em que o lilalo
primitivo tenha sido registrado, para que se Ihe* co
mecem a contar os 30 annos de privilegio. Pena de
Ihe* ser coutado era triplo o lempo de excesso da-
quelle prazo.
o S 3. Quando uma obra cahir no dominio pu-
blico, i e-lacn em que os reaistros tiverem sido
feitos iinnuncia-lo-ha pelos jornaes, ou'por editaes
onde os nao houver. Nesle ultimo caso se tara parli-
cipacAo ao tribunal do commercio do .lis.rielo, que
mandar fazer os auuuncios, e lomar noli no livro
que para islo ser creado.
t\ Qualquer alterarlo no dominio da pro-
pridade inlelleclual, para que produza seu* tffei-
los, deve ser declarada as estaques de que traa o
S 1', alim dse fazerem as olas competentes no
titulo primitivo. A parle iolercssada annuuciar. saa
pnsse pela impreusa, e depois disto uiuauem pe lera
allegar justa ignorancia.
Arl. 3. Tamhem considerar-*c-ha conlrafac-
;Ao : ,,
k S 1. Inlrodnzir no paiz e por a' venda obra* di
autores brasileiros contrafeilas em paiz cslraneeiro.
a 5 2. Imprimir cartas dirigidas a si ou a oo'.rem
sobre asiumplos luterano, on cientficos.
o "i 3. Slenographar c dar a' impreusa ossermes
de um prgador, os discursos de um advagado, as
liriics de um professor, e cm getal qualquer allocu-
rao, embora feila em publico.
o S i. Reimprimir, ainda que cm fragmento,
obra alheia, se o fragmento por sua exlcnso re-
prsenla um valor, e pode levar a que se.a dispen-
sada a originaria.
o 4 ,i. Sera' conlrafaclor o escriptor que, para dar
valor a uma obra di sua composicao, nella m.erir
uma anude parte de obra alheia, de
' .,
. orle que di-
lideule do conselho e\ile um, ofTerecido por mim, i niiiiiia o valor desla, fazendo Com que ella po-a ef
obre o qual de\o dar nina explicacAo, para que si i dispensada.
nao eulenda que MO daquelles que a meu ionio.
quaudo lenho occasiao opporluna, taiuliem procu-
ro augmeular as despezas publicas, leudo alias cous-
. Os om o-, revistas ou qoaequor publi
car/ies diarias ou peridicas, nao podero paMIeai
a bra alheia, quer por inleira, quer em i'raameuto
I"
Depois de nrarem ns Srs. ministro do iiup
marquez de Olinda, Ferras, I). Manuel, pnsidesiia
do couselho, e visconde de Albuquerqoa, foi app*n-
vado no senado, na sewAo de honlem, o orraatoalo
da repartirn do imperio, e rejeilada ai eaaaada
apreientada* na precedente essao pelo Sr. Soaza
Franco.
Continuou honlem na cmara dos depntade* a d
cussao do requerimento do Sr. I.eilao da C.aaha, pa-
ra que se per.iin ao governo copias do oflicio da pre-
sidencia do Para' acerca da deportarlo da qaatro
subdito* porlugueze* da capital daquella provincia ;
orn o Sr. Fausto de Aginar.
Continuoo depois a terceira diseasaao de'projecln
relativo ao endito de i;,iniO:r. IjOOii deotiaadas a
rolonisacAo ; oraram ni Sr*. bario da Man', Vta-
imo de Figueiredo, e Ribeiro da l.az, a laada aa po-
dido o encerramenlo da diieanio, nao ae velan por
nao haver casa.
18
Por decreto de I ti do correle mez:
Foi perdoada a Emilio Boivin a pena da i lacie*
de pn-.ui e mulla qae foi condemnado por Malen-
ca do jaiz municipal da terceira vara da corle.
Foi concedida ao hachare) l.az Barbosa AreMi de
Brilo a demissao que pedio do lugar de juiz aaeaiei-
pal e o plin- dos termos reunidos de l-erangeiras a
Divina Palavra, em Sergipe.
Foi aprescnlado o padre Manoel do* Saatei Viei-
ra na uova frrgoezia de N. S. di Caite.
I eve merc Antonio Phyladelpho da Bocha, da
serventa vitalicia do ofticio de tabelliao a eacrivao
do i i vel eorphAos do termo de Exmaos, ara Ceara-
Merim, na provincia do Rio Grande do Norte, aeat-
lindo-se-Uie a desistencia que fez do oflieie de ta-
belliAo e etcrivAo do geral do termo da capital da
mesma provincia.
Foi concedida a remorao qoe pedio o aaajar Fran-
cisco de Paula Pereira, do baUlhio de infantina a.
13 para o de n. 12 da guarda nacional da provincia
do Rio de Janeiro.
Foram nomeadoa :
Majores-ajadantes d'ordea* do enramando sepe
rior da guarda nacional do muuiopio da* Ataaoi-
nhas, da provincia da Bahia, Jos Emvgdio Leal a
Anlonio Simoe* de Paiva. *
('apilan secretario-geral do dita coaaaaaado, Jove
Antonio Moreira da Silva.
Foi transferido no mesmo posto, como aggregadn,
para a ierran do halalhn o. i da guarda nacional
da reserva da provincia de Sao Paulo, a teneale-
corooel comraaodautc do batilhjo n. 8 da gaarda
nacional activa da mesma provincia, Aalouie Fran-
cisco de Camirgo Andrade.
Foram reformados:
O major secretario geral do exlinrio eommand
soperior da guarda nacional do moaicipio da ripi-
tal da provincia di Bahia, Jlo da Silva Barauna.
O major ajudanle d'ordeiu do exlioclo romauHl >
superior di guarda nacional do Rio Formo**, em
Pernambucn, Ignacio de Barros Wanderlev.
O coronel da anliga anarda oacioaal da provincia
do MaraohAo, Antonio Onofre Riheiro.
O major da exlincla legio da gaarda nacionil dW
llapicur-merim, da dita provincia, Joaqoim Mam
Serra.
O major do exmelo oilavo balalho da gaarda na-
cional de Pastos Bon, da dila provincia, Viciar Al-
ves da Costa.
I) m,i|or-.i|ii lanle dordens do cnmmaodo sope-
rior da guarda nacional da capital da provinn.i ds*
S. Pedro, '.u.lavo lo-.ar Yianna, nu posto.de teaea-
le-corone!.
l'~orain concedidas a Carlos de Ai Figaeredn a
honras do posto de teoente-coronel di gaarda na-
cional da provincia de Minai Genes.
t) Sr. eapio de fragata francisco Pereira Pml
foi nomeado commandanle do .corpo d* impenae-
marinheiros.
-m
r.umerou honlem no -enido i .l,ni... do ,h. .-
ment do miuislerio do* m-.... m. e-trauueito*. ISra
ram u* Srs, Pimeula Bueno, unuuli j da rcpain- ,
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
(VIUTILADO


..pnmiu hontcm ent
etUloiodO que osodi-
, elimnenle i], coile par-
que lud os ufliciaaa do exer-
.e os ciruigioe* ilu retajado cor-
.roemprcgo ou commissAo reuihu-
, perrcberAo a mesma gratificaeg ad-
jf: perrebem o> ciriirgies do corpo de sau-
sercito. Itejeitou a cmara um addilivo do
':iii.|noira (ornando extensivo o mesmo hcoefi-
-io aus uffciaes dos corpos |iernianenles das pro-
vincias. \
Adoplno .depon, leudo urna s discussAo, pediT
do do Sr. Sajan Lobato Juntar, o projecto que ap-
da, o scrAo lambem, salvas as disposic,es prec-
danle*.
Os regalaroentns serao suhmellidos a npprova-
ciio do corpo legislativo no presa de dous anuos, da
dala da promulgarlo da prescote lei. S. K. J-
le Augusto Choren.
A discussAo licou adiada.
I 'orna! do Commerrio do Rio.]
Exc, n que muilo co
quer volar ein ipiem
que queira dar e impej
porque pode mandar
Grego* e Troiinoa,
ver no circolo trecad
Ijo dessa esphera em
T
OiUl'O 61 PtVMMPM QU'NTA FUS 28 Bt JSfU H abb
ivm a este seo criado, que i Alauns mohecidos do Mineante nndaram com
"te parecer, e nilo na chapa eaaai notas com mero fin de gracejar, Um dedes deu
r um dos iulluenUs do da, sj urna a cerla mulher ; esta cuidou de truca-la, con-
prender! seguiu a permuta, e mais larde, a viclim.i dando pe-
ludo se devem circumscre- la logroslo, oi cunliar ludoao Dr. hurlado, quepru-
. pola juslica e pela lei, e den- i cede na'queslAu.
PAGINA AVULSA.
ireg.-ir os meins lieneslos e ja-
mis a prepolenca, que aila sempre em campa-
nilla da ignorancia c da inaldade, deve influir em
: resollados (Ao importantes como os tleil raes.
Nao posso ser arcador, porque lia Incompatible
j lidade com o bordao/nilio a que me agarrei, e
sem o qual me noTposso liaver; mas pos*o ser
I juiz de paz ;eslou dolido por um loganlnb.0 rendo-
I so eleilor, uepulado provincial e... geral, e se Diaia
mundos houveasem oin um circulo, la' penetrarla
Amigamente um irniao de trmatidade signilica- !a inhiba iotaciavel sede de ser grande, pois ou afo-
prova o decielo ile 25 de jamuro de 18.*. pelo qual va um zelador do que dizia respcHo a t-sa iriuan- meado !...
para com as pensionistas h Illas legitimas do fallecido j de, e sobreludo do pal) imanid ; as mezas erara fe- I A ultima feira fui bastante abnndanle, e o seero
3 ile estado dos uegocios | fas com reculuiidadc. lalas a-sccom serieilade dos que chceuu a bum preco foi a courairfa
do imperio Jos de l'aiva Vagalhaes (Nivel, em-
quanto se ruuservarem no e-lado de solleiras, lie
declarada sem vigor a clausula expressa no decreto
do t de agosto de 18.VI, de dever cessar, na*
parles respectivas, a pensAo auuoal de SIKIjj, que
aus orphAos do misino ollicial maior foi concedida
repartid menle, a medida que complclassem a ida-
de de 21 annos.
Approvou em primeira discussAo, e entrn logo
em egonda, a pedido do Sr. Vieira de Mallos, o
pmjecto coocedendo i Santa Gisa de Caridade da
cidade de Diamantina daas lotera) de 1UU:(NK)9 ca-
da urna. Furam oflerecidos i este projecto So rli-
gos addilivos concedendo 7!) loteras a varias irmaii-
dades, matrizea, etc. ,
A reqoerimenlo doi Srs. Siqueira Qoeiroz, Vieira
de Mallos e Seara, volloo i respectiva commissAo o
projecto com os addilivos que I lie furam oflerecidos.
Approvoo em seguida era primeira discussAo, pa-
ra pasaar segunda, oa projecto* concedendo 10
loteras em beneficio da Assonarao de S. Vicente de
l'aulo inslallada oeita corle, -incoaem beneficio da
soeiedada Braaileira de Beneficencia, tambem desla
carie, daas para a conclusAodo hospital da Miseri-
cordia da cidade de Jacareo), e nma a beneficio das
obraida matriz da freguezia de (Jaldas, em Mins-
Geraes.
Passando segunda parle da ordem do dia, fot
adoptado o projecto relativo co crdito deb,000:000J
novameule redigido do modo secuinle :
Art. 1. O governo he aitorisado :
1. Para despender al 6,000:UU09 em Ires an-
uos com a importarlo de colonos; e seu eslabeleci-
meiilo, e com aoiilios 4 emigrarlo.
2" Para continuar as obras do eesda alfaode-
ga, prolongando-o al os aisenaes de marraba e
guerra, e fazendo construir as docas constantes das
plaulas do engenheiro .Neale.
e 3. Para fazer construir no porto do Rio de Ja-
neiro um dique para oso dos navios de guerra.
<< Ar:. 2. Para occorrer a estas despezas, na fal-
la de sobras de receita, fica o goveruo uulorisado a
empresar dentro ou fura do imperio asoperares de
crdito que forero necessarias.
o Art. 3. O governo fica aulorisado para exone-
rar a companbia de navegaban ecommercio dnAma-
zonas das obriga^es ceulrahidas relativamente a co-
loiiisac^o, ou a augmentar por esle crdito o snbsi-
dio que llie foi coucedido nu respectivo contrato.
<> Art. 4. Durante 10 annos, do 1" de Janeiro
prximo futuro em diante, o governo auxiliara a im-
perial companbia de navegando a vapor c estrada de
ferro de Pelropolis com a quintia necessaria para
que a raesma companbia possa dividir animalmente
aos seas accionistas 7 por cento, comanlo que o go-
verno nao concorra em caso algum coro m.iis de
por cenlo sobre o capital efectivamente realisado.
1. O capital que a companbia podera em-
prear, incluindo a quantia ja despendida, e a que
li'ir preciso levar a efTeilo um plano inclinado que
cemmuniqne a osla^o da raiz da serra com a do
alto, ii.io po " S 2.o Quaudo a renda liquida da companbia ex-
ceder de 7 por cento aoanno, o excesso sera exclu-
sivamente applicado ao pagamento de qualquer -om-
ina que o governo liver previamente adianlado para
completar o divideudo deque trata este artigo.
a 3." O governe devera fiscalisar a marcha e
actos desta companbia em todos os seus delalhes,
emquanlo durar a concessAo e favor que llie be ou-
lorgado, ficando livre i companbia indemnisar o
governo, mesmo antes de findarem os 10 annos, de
qualquer somma que lenha recebido, cessaodn nesse
caso a ingerencia especial do mesmo governo.
Furam rejeilados os dous addilivos nin do Sr.
Araojo Urna outro do Sr. Cerqueira Pinto, o0ere-
ii.los ao projecto na seguuda discussSo e foi appro-
vado o aaguinte, ralativo coupanhia Cniao e Io-
ilusinn, u qual foi remedido com o projecto a com-
mi&sAo de redaccAo:
O governo fica aulorisado n innovar o contrato
celebrado com o emprezario da companbia I man e
Industria, a que se refere o decreto o. 1031 de 7
de agosto de I8.">2, alim de supprimir-se o privilegio
exclusivo que llie foi concediiio para transporte de
inercadonas, por espado de 50 anuos, e a estabelecer
no i irs condic/>es favoraveis aocommercio, agricul-
tura c industria, podendo conceder por 20 annos aos
capitaes efTeclivanieute despendidos uas estradas da
empreza a garanta de juro de 2 por cenlo ao anno,
nAo excedeudo o dito egpital a 3,000:00'"..S. K.
Harl/osa. n
Foi larabem approvado em todas as s.
seguiute requerimenlo, relativo ao pro
tivos cima referidos :
n Se o artigo addilivo por mim ollereciuu
appruvarao, requeiro que forme projecto sep..
Ilequeiro mais que pela mesma forma coiislituam
projectos separados as |lsposic,oes dos arligos 3" e
segrales do projecto.Barbosa.
Enlraudo por fim em segunda disco6s,lo o projec-
to que reforma a legislado bvpolbecaria, lomaram
parte no debate os Srs. Brandan, SejAo Lobato, mi-
nislro da Justina, Paula Baptitta, e l'ereira da Silva,
licando a discussao encerrada por nAo haver mais
quem pedisse a palavra ; nAo se volou por nao ha-
ver numero.
idteresses da oorporai.Ao, etc. 11.ije, salvas as ex-I A fariiiba vendeu-se 40,280 e 339 rs., o fei-
ceycf.es, que anula as lia, as irraandades sAo em- jjAo a lafMK); o inilli
pregos pubbcos, dos quaes, consta lirarein tua lab-1960 ra. a caada ; a rarne fresca a 10 e \> palcas:
a2IH)e2ill;a agunrdente a
i); conros de cabra a 280 e 321
is uraiidi-s.
sislruicia umita gente. As mezas drixam de reu- la sola a i?. ^oGSU
nir-s,e, as casas dos palnmooios sAo alunadas a pe-- rs. cada uiu e nAod
soasqa initmidade do cerlos juina; este, sao llie- Pude conseguir da mu amigo preslimoso, o se-
soureitvsescrivaes, procuradores, ludo da unan- I giiiule : de Janeiro a I i do crrenle, baplisarain-se
dade, e iganlos padroeiros, que nao fallam, nem 210 meninns, sem iiiencionar os que deveriam Ic-lo
0 i??".!"'" ,ile"ciusos essei abusos, | sido as capailas liliaes de Tacaild e Raposa ; pois os
la nao rinellerara as devidas
zangam-se.
essse.i7or.oe.s>igs seus bens e as uas casas, dei-1 adininislradure ain
xando-se-as em ra|pa>, e qoasi sempre servindo capa de prevaricacie!. os lugares de suas irminda-
des... ijuis potest capare, rapial.
Em cerla ra ha quem e cnrarrena de dar
amaveis lices de moralidade aos vizilanlesde cerla
casa. NAo esl m O que quer dizer apagar-se a
luz de urna sala para espionar-s 0 que passa-se na
casa albeia? Parece, que nAo be aas meibores cou-
sas curtir-se em urna janella con* a releolo s>
com o lira de ver-se quem entra e queiu sabe, quem
passa, quem falla, quem ri-se, quem lo..,., quem
escarra e quem... Ora, pelo amor de lieos, deixem
essa oeiosidade e vAo dormir, pedindo anle perdAo
a Dos, do peccado da murmurarlo. Esta nossa
Ierra lem coasas.... om!... A educado ciiduca a
olhos vistos, e s domina e prugride as ebuzinhas
mesquinbas, as inlriguinbas de cozinha. J
Senhor moco, por bondade, nao si inguinre
muilo nesse lampeAo, que pode quebrar, a astea, alm
deque pode nma palrulba passar e vussemec pas-
sar por um ladiAo nocturno... meia noite!... sAo
as horas que os poetas dAo ao demonio; pois he
desta arte, que vussemec quer ser leAo... nanea
vimos leo assim.
L'ma palhinha.Como eslAo invertidas as leis
reguladoras da nalureza l'ma palbinha be o cor-
po mais frgil que se pode conbecer; va a merco
de qualquer viracho; serve de enfeites as (-audas dos
papagaws em aaoslo, anda de euvolta coiri o lixo, e
quando para alguma cousa sirva, he para fessento, e
vejara os leitores se urna palhinba pode dar facada
em ninguem !
lia entre nos um coslume abusivo, que lie mis-
ler exliipa-lo. Pedro mora era urna casa de alu-
guel, o porque Ibe convm piular urna sala, be-
neficiar para seus enmmodos o predio, qoii nAo
be seu, Pedro quer Invas de oulro que entra,
quando elle deixa a casa Ora, da-so maior despro-
psito. Kecebeu elle ordem do proprietarir, para
beneficiar o predio ? SuppoulHiuos que sim: enlo
quem deve indemnisar u que Pedro gastou be o pro-
prielario, se ha trato a tal respailo; mas Paulo, que
entra para o predio, que vai pagar o aluguel?...
Isso nunca, porque Paulo nao precisava desses be-
neficios, e i]ai.ii lo precisassc elle os faria. Pois em
nossa trra exige-se luvas. e nao de algodao, mas
sim de seda e elsticas'. E se nAo da-se, lira a casa
fechada, o proprielario prejudicado pela falta de in-
quilinos, e quem precisa de urna inorada i uenm-
modado, se nAo quer estar por um grande rol de
concerlos e pinturas....
Consta-nos, que pela centesima vez foi rrhulta-
do o Sr. /.i$-mart/ue, por vender garapas | ir,. -
aos prelos; desla vrz, porm, foi injusta a mulla.
Os casamenlosalla mesma data sub-ram ao nume-
ro de 80. S ii.puuha fos'e mais elevada a cifra dos ca-
samenlos.avisla do grande numero de proclamas,
que lodos os das de guarda sao lirios pelo nosso hora
e preslimoMi vigario, antes da raissa comventual.
Na noite do dia IX, os presos tenlaram evadirte,
pralicando um arrujinbaraeuto, que foi descoberto
em bom p
Felizmente desla
presos existentes na
Appareeeram militas nolae ne'ta condigno, e o
pavo que nAo presta umita allcnrao ao edital, fcil-
mente recebe por dinbeiro o ijue f-i dinbeiro.
Chegra a capital o prenden!* da provincia,
que (ira a Santos eoconlrar sua familia. Era na es-
tada em Santos visitn os eslalielecimeulos pblicos,
e e-pecialineiile a alfandega. d
ii A actual cmara dos rtepulado perdeil, duran-
te a legislatura, I i de seus inruibrns, ."t dos quaes
por fnllacimento, e '.i por terdm sido promovidos a
senadores.
n Os f.lleeidos foram os Srs. Aprigio, Serra, An-
aci Custodio, Pincola de Magallwte e Jos Tbo-
inaz.
o Os promovidos ao senado foram os Sr. Santa
Ramos, Eusebiu, Vi.nina, Miranda, Ferrar, Wan-
derley, Frerierieo de Albuquerque, Souza Franco c
Silveira da Molla.
a l'm feilor de urna cbacara do Ensenbo-Velbo,
julgamos perlcucer ao Sr. M. J- de Azevcdo Castro,
acommelleu rom a fouce um dos escravos do mesmo
senhor, que se arhava no servicn, e deu om lalbo
na fronte que o ferio moilalmenle. Mal vio o aggres-
O pouco que fica dito parece-me levar a eviden-
cia, que V. S., ornado de conliecimculos superio-
res era medicina, e dotado de um coradlo compas-
sivo, nao teria a barbaridade de snbinetter-me a
ri/stntoinia no intuito de azer-me evacuar nm poo-
minara a abrir-me a uretra por (Ora para o......un do, nunca mal, porque como ..:'' ".'"""- "" ,neu acuno, succedendo o contrario com o come
nm, como o declarou om seu respeitavcl parecer, de I corpo, que mais aviillada be n-' ,,''iv*^'. ^'"nlico i superior, com o commendador Vianna
i|ue eu e as leslemunbas ciladas temos a mais viva
tamba delles, e eu ? nAo n
desejo que adevinliem qu "" I""1' emquanlo
observara o agente, sem o pod e""n morder, eu con-
tinuo a garaiujar. .lo obsta "le Ia ,ereni declarado
que o menos que aconteca, a '.' Ial ri nlece asim No Antonio Francisco viva na mais completa obsca-
ridade, as pessoas, a quera elle hoje guerreia em
nome do governo, prestavam os mais relevantes ser-
viros ao estado, ao mesmo governo e ao partido da
,. ,,, -" nr '" fe n l : a""1 '"" Clsr? e""e mpre escondido as maltas de seo en-
to fJ"- a. rarle do meu cubo, succedendo o
recordacao.
Se V. S. se dcliherasse a fazer una eoofissao in-
genua daquelle ficto, alera de pagar o devulo Iri-
luiio a ver.lade, curaria-me do scepticismo, em que
sua negativa leude a lanzar meu acaubado espirito.
Crea, V. S.. pamente lenhn tanta cerlea de llie
lar uuvido aquello paiecer, como a leubo de miidia
imileslia, e de haver engolido aquellos tres l'rasqui-
iii,-s liomeopalhicos, que V. S. receilou para curar-
me, por occasao do terrivet desaponlaineuto que ex-
perimeiilou ao recoubecn a improlicnidade das son-
das em suas hypoerathieas mAos. Paranlo, lenha
piedade de mim. Ponbamos ao lado isso de calum-
nia ealcivosia, e venba a verdade em loda a sua
nudez.
Passando avante, cumpre-me declarar a lV.' S-,
que ilu suu o umeo a admirar a galbardia com
que V. S. soubo iastificar-se de nAo ter sido bein
lillioul-
e nutro- que
l'oderei (r-r alzum prenle, a quem se impute
lina; mas al hoja, gracas alie*, nio vejo
um
ejo em
succedido uas tentativas operalurias palas
dades, que Ibe oppunba a muiha pusi'aii sor a victima por Ierra, Iralou de fugir com tanta Nena parle apenas Ibe faltn tirar a argolinha ; e
prccauc.ao, que quando ebegou a auloridade ja nAo B nao o conseguio, porque eu ja bavia cunfessado
foi possivel descobri-lo. O Mr. subdelegado do dis-1 no meu coMiintiiiicado, que vista dos inslrumen-
vez foi baldada a tentativa dos
cadeia desta viila, o que foi urna
felicidade ; pois en(re (lies exislem facciuorosos de
alio coturno.
Por ora s len|io recebido pedidos, caso saia
eleitor, para tres candidatos, sendo os doutoresJera-
nymo Vilella (mej candidato) Torres Randeira e
dezembargador ver triumphar o mu candidato. NAo devo, por is-
(o, de ser mal considerado pelos oulros prelen-
denles.
O estafeta do corrcio, que doria ter chegado no
domingo 17, cliegon luje, a 1 hora da larde.
At a primeirej
I,e Imn (ere.
{Carta partieu\ar.)
JURY DORECIFE.
Terceira sessao.Dia 22 de agosto de IS..
'residencia do Sr. Dr. Ilernardo Machado da Qot-
la Doria. ^^
Promotor publico, o Sr. Dr. Anlonjo-sbuiz Caval-
canli de Albuquerque. -*
EscrivAo, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Es-
teves Clemente.
Advoaado, o Sr. Antonio Joaquim Cona de A-
raujo, e-tii i,i-ite do quarto auno da Faculdade de
Direilo desla cidade.
Feita a chamada as II horas da manhAa, acharam-
se prsenles 12 Srs. jurados.
Foram dispnsanos da sessAo, a bero do serviro pu-
blico, os Srs. sagitales :
Anselmo Jos Piulo de Souza.
Manoel Comes de S-.
Jos Domiugues Codeceira.
Jacorae Gerardo Alaria l.umachi de Mello.
Foram dispensados, smente da sesslo de hoje, os
Srs. seguinles :
Dr. Joaquim AnlunioAlves Ribeiro.
Kodolpho JoAo llrala de Almeida.
O Sr. jurado Flix Nunes Cavalcanti de Albuquer-
que.rjillecu.
"or.am ruullados em mais 205 rs. os Srs. jurados
porque o azedurae nAo era da fermentaran e sim de (T*'m ni lado- nos anteriores dias de sessAo.
Temos folhss do Rio tkand.; al 7 do passado c de
Porlo-Alegre ale 31 do potado.
O Sr. Dr. Bello foi exonerad, a pedido seu, do
cargo de chefe de polica interino. He' 'hslituido
tambem interinamente pelo Sr. Dr. l-'r o Coe-
lbo Borges. -.
As majas para a Campanha conduzidas "e
pelo paquete Tocantint perderam-se no riol-i.
Conlinuava a obra de dosobstrucc.ao do rio \
cahy, que se espera dar lvre navegado ale i Vi
da S. Gabriel.
Someacoei.Por decretos de 14 de corrente fo-
ram nomeados capellAes alfares da repartirlo ec-
r.lcsiaslica do exercilo os padies Joaquim da Sanlis-
sima fnndade nuiolanillia. Joaquim Verissimo dos
Aojos, Joaquim l.uiz de Almeida Fortuna, Eduardo
Mareos da Araojo, e l.uiz Antonio de Alvarenga.
Tramferenriat.Foram transferidos os capt-
lAes TrislAo Pi dos Santos di U" balalhao de arli-
Iharia a p, para o 4 da mesma arma, e Francisco
l.i iz da Triodado e Souztt desle balalhAo
aquelle.
para
20
f.onliniioii honlem no semdo a discosso do or^a-
mento dos negocies eslrangeiros. Oraram-alrm do
respectivo ministro, os Srs., marquez de Olinda,
visconde de Abacio. Ferraz, Pimenti Bueno, e O.
Manoel, e licou a discussAo adiada pela hora.
Honlem na cmara dos d quitados, a pedido do
Sr. I- rasa, conlinuou a discu5sao do requerimenlo
do Sr. I.nio da Cunba, relativo a deporlaeao de
qualro subditos portuguezes, oraram os Srs. Fiusa
o ministro da Justina, nffereccndu o primeiro orador
o segointe additamento :
Qae se peja ao soverno pelo ministerio compe-
Icnle copia das senlencas da prnnuiicia edu tribuna!
do jury da villa da Feira de Sania Anua, provincia
da Babia, do summaria feitc sobre a morle do indi-
viduo de DomeTourinho, acontecida no eugeiiho do
commandante-superior Dr. Sinfronio Olympio Ba-
cellar. Cmara dos depuladcs, 16 de agosto de 18t>.
L.B. M. Fiara.
Foi approvado depois em segunda discossAo, a
qual fora encerrada na vaspera, o projecto que re-
forma a legislacAo hypolhectria ; e lendo-se pedido
dispensa de ioterslicio para jotrar imraedialamenle
em terceira discossAo.pe lo a que a ramlra annuio,
orou o Sr. Auguslo Castro, cue offereceu a seguinte
emenda :
Noarl.2-, i-, n. 3.Em vez dos escravos
adhereoles as propriedades fgricolas, diga-ce : As
propricd.ides agrcolas com os seos escravos, e quaes
qoer animaes, acce-sonos e drpeudencias.
a Para que lenha lugar a disaMiclo anterior na
parle relativa aos escravos. he misle'r:
!. Que esles esiejam maliiculados no lugar
edo modo que o goveruo estabelecer em seus rego-
I tinentos.
i 2.- Qae os referidos ?srravos se achem elTecli-
vamente adherentes ou err pregados no serviro da
respectiva propriedide, c della nAo sejam disl'rahi-
dos ou removidos para oulrc deslino ou servico.
a Na disposie.io do paiagrapbo anterior se com-
prehendem os lilhos dos escravos. que nAo podaras
ser separados de seus paia e familias.
He prohibido aos proprielarios distrahir por doa-
(ao, venda ou oulro qualquer modo de alienaco se-
parada do immovel, os escravos matriculados das
propriedades roraes.
n O credor tsm accjlo para annullar os actos Irans-
lalivosda propriedade dos escravos o obter do ad-
qurenle a restiluitao dos individuos alienados ou
a indemnisajAo do seu jus o valor e das pardas e
daosa.
a A aecao de que Irala o artigo precedente pres-
creve no prazo .de 2 airaos, da dala de alienaran,
sendo esta feita por acto regular, datado e seguido da
entrega.
Excepluam-se :
" A ahenario por troca, salvo o caso de simularlo
e fraude, e as disposic,es a iterlores.
A alienaran por mol vo de csame ito enlre
individuos da raesma condi ao de diversos proprie-
larios.
a A liberdades anteriores a primeira cuacan da
iutimaro, etc.
As alforiss.feilas por peculio do eccravo, ou
soccorros pblicos, ou particulares.
i A alloma nAo sera contad > vallida a respeilo do
credor, senao quando o valor della liver sido consig-
nado an seu proveilo si girado as formulas pros-
criptas no prsenle regulamento.
i No caso de parlilba por fallecimentn do pro-
prielario, ou por dissulni ,u da socisdade a que per-
lancer a propriedade, os escravos malricoladns *e-
fjuiro a sorte desla, a quando teaba de ser aividi-
lamarindos, que estavam de infusAoque bebida !
E lia quem se atreva a uegociar com semclbantes
tizanas. Ha poucos dias morrn o escravo de um
amigo completamente arruinado por laes refrescos.
Dizem-nos que um dos beccos de Fura de Por-
tas he encantado: valha a verdade; llvez qae o
Sr. inajor Seve saiba algumas palavrinhas magi'saa
que o desencntelo: sera bom que faca a experier.cia,
caso sejam reaesessas mgicas; que nesse becco-se fa-
zem largas sessOes nocturnas, he verdade, e se os
lubis-homens nao sao entes encantados, enl ao sao
sem duvida ladres dtofareadar.
Quileria sendo caseira de I.amella., !.amolla
sendo juiz de irmandade, Ouileru pode ,,, bahilar
gralis-pro-do na casa da irmandade'.' A coosulta
esta .intrincada!
Consta-nos, por pessoas viudas 1/, freguezia de
Ipojuca, qae cessaram totalmente os casos de chole-
ra. Anda hem Parece que esta! /lindada a ardua
larefa do Sr. Dr. Uitahy, que^BNnpregou o que esleve
ao seu alcance para debell/ir totalmente esses filbi-
nhos do cholera, que aindav ealavam escoudidinhos
as areias das margena do Ipoyica.
Na sesunda-feira houve nuNQajaeiro urna par-
tida do fecreio Familiar ; csleve|>como lem sido,
muilo alegre e harmoniosa. ^v
Nao Ii i nada que mais encante do que" -nma cla-
'a mal soprada Oh he delicioso E .mi-:.
agudissimas lie capaz de ouvir-se, que esla'
pateo do Carino, urna cirmela desafinada lo-
ala no Olho do Boi, pois nAo! Ouve-se muito
lem.
, Itcmtdio para dentada de cobra cascacet.
Quando alauem lor mordido por alguma cobra desta
especie, a victima male-se o mortfero animal, eof-
le-se. anda queule, um pedarn do lamanho de dous
dedos, do encache do cascavel para a cabeca, e ap-
pllque-o sobre a frrida. O pedaro applicado agita o
cascavel ale chupar lodo o veneno derramado no
corpo do paciente, e, quan lo cessa de locar, ja nAo
existe a menor partcula de virus, eu oflendido esl
salvo.
.'OHier'orfo do cijao, milho e arroz de mo-
do que niind biao.Mistrese em um alqueirc de
qualquer desles graos 4 oilavas de mercurio em p,
e nao Ibe dar o biso, anda que seja quando era
saccas, oo vazilha abrrla. Este preservativo nos foi
ensinado por um amigo de (jaranhuns, e lemo-lo
experimentado por vezes, anda mesmo haveudo eu-
meno de bixo, e (em produndo ptimos resultados;
e consultando a varios mdicos para ver se causara
algum damno a saude, ellcs nos aflirmam que
"o.
Honlem nAo leve luzar a representarAo ly rica
por sdoecido madama Giraron*., ficando transfe-
rida p. o dia 3 de setembro.
Como t 'a a chegar o vapor ingle/, lembramos
ao Sr. prove da sade, queira dar suas ordena
para que se ole i a desinfecr-Ao da mala, as-
sim como que fes. ,'aja ser rasgar o envoltorio
dos jornacs.
Entrn hontem em ex. cirio do lugar de ins-
pector da thesourana de t./.onda, para que bavia
sido rionieado, o Sr. Joao .Baplisla de Castro e Sil-
va. Desejarous a S. S. urna administrarlo feliz.
F.M'curau de posturas. A lei do primeiro de
ouluhro de 1828 aulorisou as cmaras municipaes a
fazerem pnsturas a bom de seus municipes, e a im-
porem mullas, as quaes se duplicariam na reinci-
dencia, ler-se-ha executado sla lei '.'
-- Correio de Bezerros.Esla agencia parece que
vai a' matroca, porquaulo tendo-se mandado jornaes
dar o Sr. commandanle superior Francisco Helar-
la de Vasconcelloa, e-te Sr. nos cominunica que ha
um mez os nAo recebe ; e manda tirar a remessa
do correio publico para portadores particulares. Se
assim continuar este serviro, de nada serve pagar-se
nm caminhciro.
-- Hoje as oilo horas da noile lera lugar no pa-
lacio da presidencia urna reuniao cosmopolita, nao
que lenha lim poltico ncm social, como sao de or-
dinario lodos os ajunlamenlos que lem alguma som-
bra de ofliciacs ; mas, seuuiido lemos onvido dizer,
nicamente una reuniao, cujo fim he suavisaro te-
dio-de que se rusente a capital da Venca America-
na, dessa Venen em Doge. sem Lagunas, sem gn-
dolas, sem Punte de Suspiros, e onde s ha os ros
que llie deu a Providencia, e pontes sem elegancia.
Como quer que seja he una reuniao em que s lerAo
lupar os risos, os prazeras, a amisade e a franqueza.
Teve honlem tunar urna rebutan de diversos
lentes e esludaiiles da Faculdade de Direilo, para
organisacaode urna irmandade. O convenio de S.
Francisco foi o escolhido para a reuniao, e pelos seus
eslalulos, que se disculiram e approvaram. foi ella
efleclivamenle erecta nesse convenio. Atase ,vc-
nhora do Bom Conselho foi a iuvocac/io lomada por
esses lillii.- mimosos de Pallas, visto como uinuuem
melhor que ella os pode guiar e dellender nesle pe-
lago de miserias em que jazero. Praza aoscrosqoe
urna tal inslitoirAo vigore e se enraizo nos corai.es
desses joveus alhlelas ; e que se algnm lia o seuen-
thii-asmo comecar a esmorecer. seos dignos meslres
os guiem pelu verdadeiro camiubo da religiAo ao
seio de Sosta Senhora do llom Conselhn. Cin-oenla
e tantos estudaules e cinco temes se acharara pre-
sentes. Foi para lastimar que nem um s do quin-
to anno ahi se apresenlasse. Serao ellas perlen-
ceniesa outra sociedade, anuir religiAo que nAo
seja a nossa '.' Ou nAo liaver em seus corares urna
leuibranca se quer de Dos Dicanl l'aduani.
--Hospital do caridade 2(i de agosto.70 do-
enies.
.Ili' amanilla.
.berta a sessAo pelo loque de campanil.a, foi con-
do zido a barra do tribunal do jury, para ser julgado,
'i ru preso Severino Comes da Silva, aecusado por
crime de ofTensas pbysicas, fcilas na pessoa de Auna
Concalves I.una Wanderley era o dia I i de narco
do auno prximo passado.
O Sr. juiz de direilo pergunloa ao reo se linha
advogado, e como elle respondes qae tinha, mas
que nAo hasta comparecido, o mesroo Sr. Dr. juiz
de direilo disse, que elle reo ia entrar cm julga-
mento, e encarregou da defeza do mesmo reo ao Sr.
acadmico cima referido.
O conselho do jury de seutenca foi composto dos
Srs. segrales:
Simplicio Jos de Mello.
Ileruardino de Sena Puntual.
Capillo Antonio Jos de Souza Cousseiro.
Antonio ezerra de Menezes.
Manoel Elias de Moura.
Jos Aliouso dos Santos Bastos.
Manoel de Caldas Brrelo.
Francisco Alexaudrinn de Vasconcellos tallara.
Domingos Francisco lavares.
Theodoio MacliaiiVt^Frtire Pereira da Silva.
Jos Egidio Ferreirfl.
Dr. Joaquim de SnuzJ **----------------
O quaes prestaran! o juramento em voz alta sobre
*' vro dos Santos Evangelios, e tomaram assenlo
ii a seos respeclivos lagares, eparados do publico,
'epois de preslado o jura enlo, foi o ro inlerro
trido tem dado as precisas providencias para a cap-
tura do criminoso. B
Ao passa que o porlo de Santos se vio sacudido
pelo tufan, o porlo do Rio de Janeiro tambera o sof-
freu ; nAo foram, infelizmente, lao diminuios os es-
tragos coma naquelle ; o vapor D. l'edro II que se
achava amarrado a ilba das Enxadas, rehenlando-se-
Ihe un dos cabos, foi sobre a galera ingleza ll'itle-
/luake, partindo-lhe o gurups e pao da bujarrona ;
o vapor resenlio-se larabem do choque. O vapor e
a galera rahiram sobre o vapor inglez Thamar, cau-
sando-lhe avaria no pao da bnjarrnna, na caixa das
rodas e em um escaler, perdendo tambem urna boia.
O Sr. marech.il de campo, liaran de Cacapava, foi
nomeado conselheiro de estado extraordinario.
No dia 19 do crreme tomoo posse da presidencia
da Babia o Sr. Dr. CansansAo do Siaimb ; toman-
do, lambem em seguida, posse do commando das
armas, ,, Sr.coronel Solidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Teve lugar no dia 20 o baile oflerecido pelos Ba-
hianos ao Sr. Dr. Tiberio, ex-presidente daquella
provincia. Segundo dizem os jornaes, foi elle o mais
brilhanlc possivel, achando-se prsenles 200 damas
e (00 cavalleiros.
A inda nao cessou all o cholera de fazer victimas.
A villa da Ahhadia he hoje o seu ponto de residen-
cia, mas, felizmente sem intensidade.
Naufragou, no dia 13, nos Abrolhos, o patacho
americano Tosnorel, que da Babia haviA sabido uo
dia II, salvou-sc nicamente todas tripolarao.
Cheaaram, precedentes deste porto :
Ao Rio, a 1'i. o patacho americano Izaiora com
i( dias de viagem ; e a Babia, a 10, o hiale brasi-
Iciro uous Jmigos cora (i dias, e a 18, a barca a-
mericana Rotbuc com ."i dias.
Achava-se a carga, para este porto, na Babia o
patacho brasileirn .mozonas.
O vapor Imperador oevia partir do Rio no dia 35
do correle, as 8 horas da manhaa.
(omm imica&0.
MAQESTAO" ELEIIORAL.
. reforma eleilor! de 19 de setembro de 1855,
alterando a lei de I!) de agosto de 18i(i,eslabeleceu
que os membros das mesas das assemblcas paro-
cluaes, os quaes lem de ser lirados d'cnlre os eleilo-
res e suppleoles, serSa eleitos dous pelos eleilores e
dous pelos supplentes.
Este systems, substituindo o acaso das combina-
c6es das turmas na formadlo das- mesas parochiaes,
loi evidentemente e muilo bem calculado para ga-
rantir a sinceridade das eleirOes.
O seu resullado he fazer que os dous partidos de
cada freguezia, sejam representados na junta que
preside a eleic,Ao, e esla nAo possa ser fraudulenta-
mente monopolisada por um partido, que disponha
inleiramente das mesas parochiaes pelo systema das
turmas.
A otilidade de semelhanle disposigao nAo pode ser
contestada. Astim a queslAo versa nicamente so
bre se ella ja se acha em execucan.
i.iuanio a nos, nao vemos razAo alguma para adiar
o cumprimento dessa di-pusicau salular.
A reforma eleiloral passou em ambas as cmaras,
e se acha competentemente sanecionada.
Essa disposicao para ser execulada, nAo precisa
de regulamento.
A sua ia.-i no .o. ,,.. r.i.que -o traa de nomear jui-
zes de paz, he sem duvida nenhumaa base da legi-
limidadc das futuras eleires.
Qual he, pots, o motiv porque esse preceito be-
nfico de una tei, que passou por todos os tramites
conslitucioDaes, nao deva desdeja ser observado?
Eis ahi um ponto que desejaramos fosse .Ion ida-
mente apreciado pela imprensa, e quanto antes es-
------darecido pele oresideole da provincia.
leudo comprado
lenao cumprauo llin. sr. \t
mC genial MI ^'iWCWcad '
ompra a nuei- Wcoirente, a-.,o.
npra a quei
proco, que-
c no interrogatorio diss
a em que mora a irniAa i
f ava ue fio .~> rs. dep
> quiz receber o foro i
i aior quantia, au que elie reo nAo linnuio, e
P' \ouveram qucsles entre elle e a queixosa
pe. o juizo ile paz. resultando disco desavengas
enlr ambos ; c quo lendo elle reo amarrado o seu
cavallo no quintal de sua casa, um lugar que elle re-
pulava do seu dominio, e onde linha por coslume
amarrar dito cavallo, a queixosa o foi tirar do lugar
onde >\: achava, e o lexou para sua casa, e sabendo
elle reo que o cavallo nAo eslava uo lugar em que o
havia'deixado, ttem procura delle, e achaudo-o em
casa da queixosa, o Irouxera, e qua nessa occasio a
quejosa llie dirigir algumas palavras insultantes,
coBio fossem as desafado e scin-vergonba; nAo obs-
tante isso elle reo lornou a amarrar o cavallo no mes-
mo lugar, e apparecendo a queixosa nao coasenlio
que o cavallo all ficasse, e entAn elle reo dera-lhe
alguns emporros, purcui que lizera isso por ter a
queixosa o provocado, damlo-lhe urna bofetada.
Disse mais, que nAo hooveoll'ensa phxsica alguma
falta por elle reo, e que se do processo constava isso,
era devidu o ter a queixosa aluciado tcstemunhas
para dizerem o que se nao linha passado.
Disse mais, que uao poda compreheoder como
fosse isso, pois que, logo depois dessa desavenga, a
queixosa pozera urna coherla ua cibera e dirigira-
se a casa do subdelegado, pois que tendo a queixo-
sa pralicado csse facto, nAo demonstrava que sof-
fria doenca. pois quem la doente nAo sabe, como
fez a queixosa.
I'malinenle, disse, que o depoimeolo do inspector
de qunrieir.io Firraino, elle reo nao o repulava va-
lioso, visto aer mohecido da queixosa, assim como o
de outra testemaulia de nome Justino, per nao gos-
lar delle reo.
Fez-sea lelura do processo, edepois della, o Sr.
Dr. juiz de direilo deu a palavra ao Sr. promotor pu-
blico, e esle aecusando o reo disse, que ocrime es-
va provado e o reo incurso as penas do artigo 201
do cdigo criminal, e pedio a condemnacao do mes-
mo no grao mximo por se darem as circumslaocias
acaravantes dos : i e (i do artigo 16. do !j 3 do ar-
tigo 17 do mesmo cdigo, jsto he. do S i por ter sido
impelilo por motivo frivolo, do 5 (i por liaver supe-
non linio em sexo e forras, e, fmahnente do : 3 do
artigo 17 por se dar a circumslaucfa extraorinaria
de ignomioia.
O Sr. juiz de direilo, depois de finia a aecusacao,
deu a palavra ao Sr. advogado de reo, e esle delu-
ziudo a defeza, disse que o raime nao eslava prova-
do, e pedio a absolvir.'o do mesmo reo.
Finda a defeza, o Sr. juiz de direilo deu a pala-
vra ao Sr. promotor publico, e esle replicn, e de-
pois da replica, deu a palavra ao Sr. advogado, que
treplicou.
Depois de finda a Irepiica, o Sr. juiz de direilo
I .'i aunlou ao conselho do jury de seulenra se eslava
sullicientemente esclarecido para julgar a causa, e co-
mo o dito jury rcspuudesse nlii unitivamente, o mes-
mo Sr. juiz de direilo, depois de resumir a matefia
da aecusacao e da defeza, propoz ao jury as ques-
lesdc facto, e sendo estas entregues ao conselho, foi
esle conduzido sala secreta das conferencias s i
.'; horas da tarde, dondo voltou f6 lj com suas
resposlas, que foram iidascm voz alia pelo presiden-
te do jur> de Malenca, em vista de cuja deciso, o
Sr. juiz de direilo publicou sua sanlencs, condem-
nando o reo a peua de 1 anno de pristo simples, e
mulla correspondente a melade do lempo, grao m-
ximo do artigo 201 do cdigo criminal, e as cusas,
e levantou a sessAo, adiando-a para o dfa seguinte,
ns 10 horas da manhaa.
firma de V. S., irnpo^
le a seus pea implorar descul
ponentina commetti no con
mesmo jornal, tt dias antes
sivasda repolaelo identifica
dmente fundada onde quer
actos de sua profissao.
Antes, porm. de submet
S. as razes qoe justificara
culpa, digne-se V, S. de a
grauecimenlos pelos lionrr
niadorpusilnime ea
ubsequiou-me.
Por mais ignorante que
que um cavallelro, de edu
alia po-irao social, qua
pean, como eu, para da
onge de usar de u:n
O. C. Cabussu'.Urna corrcipon-
em u n. 19i desle al aos 18
ada com as ini< esB- ^hirTsi
d- de vir reveren-
nexactides, que
uto inserto nesle
pareceram oflen-
S.a alias (Ao noli
V. S. lem exercido
I con.i.lerara.i de V.
ha supplica do des-
r meus humildes a-
| Hlelos de_caturn-
ocom que V. S.
los cirorgicos me lornavo alo couvulso, quai.lD mais
tmido.
Mas, note V. S., nenhum de seus collegas, que
rae Iralaram, vio em mulla liinidez um embaraco
insuperave) ; e ha juslamenlc nove me/es. que o
Sr. Dr. Carolino eomerou a curar-me, tempo em
que vencen pela persistencia e habilidade, o que V.
S. enlAo repulava impusiivel, Demais, a operaran,
que lodos os dias repalia-se, nao era lao destituida
de perigo ; em prova disso.aponto para a catacumba,
que encerra os restos mortaes do infeliz Pedro
llilbinojosc da'Molla, cx-amanuense da alfan-
dega.
A proposito de pusilanimidade. Peraunlci a om
militar entendido quem repulava elle mais cobarde :
se o soldado que, jazendo no chergAo de um hospital
por doze annos, abatido e definhado de Torcas, tre-
pidasse no momento de orna operacAo--se aquelle
que, robusto e sAo, desertava espavorido no princi-
pio de um combale, deixaudo as armas '.' Respon-
deu-me elle, que o segundo era nconle.stavelraenle
mais poltrao.
Esle juizo he eran tmanlo desventajoso a V. S.
que, aterradp ua presenta das difliculdades de mi-
iba cura, abandonou-me intrpidamente, deixando
licor suas sondas, que conservo eusarilhadas cm um
(landresod trteruam re ineniorom.
(Juanlo a biimanidade de V. S. p .1 c< nigo, a-
praz-me nAo po-la em duvida; mas cu .ipre-nie sem-
pre sigmlicar-lhe, que nunca Uve o proposito de
aproveitar-me de seus serviros gratuitamente. Para
demonstrar o que levo dito, narrarei um (acto que
preceder s visitas que V. S. fez-me. lluscara-me
urn amiso do honrado coramercianle o Sr. Antonio
(nincalves Ferreira CascAo para substituir um seu
caixeiro ern lempo que muiha molestia nAo peimit-
tia me Irabalbo algum. O Sr. Casco, dando maisj
urna prova da generosidade que niuguem llie con-
testa, offereceu-se a dar-me medico, e o que mais
fosse preciso, para meu ti alimento.
Annui ao cenernso oflerecimcnlo do Sr. CascAo,
com a rundirn de uih'runisa-lo do que despendesse
comigo, logo que meachasse restabelecido e arru-
mado em sua casa ou era qualquer oulra. Foi entao,
que o lllm. Sr. Innoc-iirio Xavier Vianna, cunha-
do do Sr. Cascao, se dignou de chamar a V. S. par
Iralar-me : porlanto ja v V. S. que eu nAo
cebia suas visitas, como actos de simples
dade.
Ao terminar, permita V. S., que llie (ar.
suinle observarlo. Se V. S. enleudeu, qu*
exagerado na importancia que del a ope'
mim pratirada pelo Sr. Dr. Carolino ; se '
jeu.que era conveniente (aze-la desmerer
cello do publico ; que o lizesse guardan
-ras do urhanidade para comigo, qoe non
di, nem por pensamenlo : tt desnecessar
me decaln/imir/diidMtXMo e pusila
Porlanto declaro-lhe formalmente qu
ser um pobre caixeiro, nAo estou dispi
silencioso os insultos que lan^ar-mc '
ao prelo, V. S. eluda atlroutar-*r
propenos. eu pela miaba
os que Ibe sejam m?"
Digne-se V. S.
sen venerador, c
Recite 25 de
NAo quero d
principiarei por
lido algumas p,
quem seja esse, qi
padas cm seu apre
lem-se dado a pati
soa, porm crcio <
escapando! Dizer
criptos he uru tal
noininam por alb
lera, qoe apparr
principios scienl
qoe elle lem fu-
Ill.iUUIlliUI'lli
(azer, mas ria"o iSo
seiv.docom amelado do resto. '!^"m-c *<> wlen- I sacr.fica.-am suas vidas e fotunm ao trertibeTecimn!
lias meus amigos Se he ,e """ que lenho es- lo da ordem. resraueiecimen
eriplo de Vinca ..chamem-ine a WMt |ne | Porque devem laes Lomen, boje ser condemna-
eu quero prever nAo s o ., com,., m.B do, ao ostracismo ? o. seo. peosamenlo. Ssm
anda que teuho a dizer. E -e Ii SSUMt reco.....-,. e sua adhesAo ao coverno sAo os mesmos '
se e vivam como homei.s de bem que mrelo pri- Se..,,, por ventura criminosos apona os crime-
imiio em louva-lns, porque ne.-ihuin ...lio parlicu- Sr. Azevedu.
lar nutro contra mena emelhanli Um amigo pe- |
dio-me que llie adquirase alguns subscriptores para crime
urna obra que esta' escrevemlo, a qual inlilulou mjiilia familia ura so criminoso. Impolaroe< vac,~
Discurso rerto sobre a relig.ao elirlsMj de Jess Blliaa do dospMI. de ._ eetMtaaaXsTaeS
Chrislo,breve ira" para Khodes a' i,-opr.mir; quen. ao Sr. Antonio Franrisco e lalvez menos HHa
a quizer obter, por nulo do cobre, avise-Jlii'. monea tiln- do rtespeilo e do odio
Conloo-me o Clchele, que quando aqu' ueslapn \ sei, respeilo, Sr. Azevedo, 'coiVlaram-me em
voac.lo se faziam M novenas e orares ao h'eului, I ini1-
San Roque, por molo da pe-te cholerira, por e.se
lempo se Indispoterain e aparlaram dous aman-
tes ; una noite deesas, quando dentro da igreja
se fazia aquella devocAo ouviram-se grandes
ais, presloo-se allenr.io a elles, e viram que soavan'
do degrao do aliar Era o nosso exaltado amar
que all sentado bem confime da sua querida
mi a, suspirava, rhorav-i, e de quaudo em vez s
va a seguinte exclamaran : Eslaes vendo F..
quiesta' a Magdalena aos leus ps chorando Qj
tal o devoto? Dahi a dias lioliam feito pazes.
IVrdne, para a semana seni mais; sAo (reshora
da manhAa vou cuidar de outra cousa.
V
Disseram-me lambem,
me. entriteve re.
depois do assasHiiato do
O Dr. E-tellita, esle coi
e eu
llicil
'< pode crcr qu
com essa malher
lem sofirido siso-
mas deiiin ei....... "T : "'" sni.nno aicu-
cTnda,or.To,nd,reu..'fln -'''' f'r'' ",'"e* SE
,i .. .,'..'. nno "'"" irmar que nuroea arbitros
.. .lomis arbitros
contra u d
Senhorcs redactores.L'm amigo ms disse hon-
tem que o Sr. alteres Azevedo, subdelegado de
Coianninha, espalda nesla cidade que eu llie dissera
ua ile Golearte, que a para inhiba familia vencer a
eleiodo ha quareula conlos em cana, e que ha de
correr o sangue al os jojelhos.
.Nunca fallei em eleicAo ao Sr. Azevedo, nunca
Ihe disse o que elle anda espalhando como meio,
lalvez, de obter os cincoenta soldados que veio, se-
gundo dizera, requisiln ao governo para melhor-
mi ule policiar o sea dislricto, al hoje enlregue a
assassinos e ladrDes : ou para vencer a eleic/io con-
tra a rnaioria da comarca de Ooiauna, contra os ci-
da loo- mais distinctos, mais ricos, mais honrados e
mais influentes.
He inexacto o que diz o Sr. Azevedo, primera-
mente porque nao be s minba familia que lela
contra o Sr. coronel Antonio Francisco Pereira e seus
subdelegados, quasi lodos da ordem do Sr. Azevedo ;
minha familia, qa^^y<"- ; ^Jfir^!c'raroa?
entre, he verdade M iacU. roaH il(,ha.se |B,da 10u.
tras (aimltas prea^, tanl0 se eu ,ive,M dc
(aliar sobre a oj^ referihj0.me aos ,!, lados
que se guerrcam Uirja a fomarca e a polica,que
all he repre!en|ii(U pur iridivirtaos lie fora.
tm seguni,o ,u,ar ,,e illcxacU, 0 que diz o Sr.
Azeseuo, ,jue |l5o ha qUarenla coulos em caixa,
e eu le|i"ien|e po0 desafiar a qualquer pessoa,
para que me convcIla de menliroso.
,cs,:niulo a verdade.sou (raneo em maniesta-la,
'' eilarei rales i revelac.Au porigosa de nina
que (te<1a estar occulla do que a um.i meu-
he um deleito nAo me envergonho de
menos delicada por si ? TT 'J*' KS*!
M+ minha, iS&tZSXTjttZ
goW-
. ^'l'.VtU ',"""""". redactores, dejdar puWifi-
dade i estas 11 n has eserii )las a ^ "
Vos> assisnante e I-, jlori
Joao Alfre io Corieiro de Oliteiru.
Rscii, 2i de agosto o|, ihjb.
\
WMlca&a apebto.
Eduardo Dael Casal/
(ario da cnara r
capilAo sedar'
guarda naenaj.. .,u?,
VM o de
dade de UtJ
e rae
ven]
tis-
is
, porm. necessario dispender quarenla
tais ; se os votos dos Coiannistas (ossem
commercio ; se eu, minha familia e meus
o reruassemas parante um aclo humoral; o
do sabe que sem grande sacrificio seria pus-
de-Ios.
eiro lugar finalmente he inexacto o que
Llevado, porque ninguem he mais inimi-
ni inn-nio de sangue liumaun do que eu ;
enles e amigos prctendessem lanrar ma
ara repellir'a nnposic.lo da polica, pre-
citos inezes, eu faria os mais ardentes
e nAo commeltesseni semelhanle desa-
s pedira intlantemenle quo nAo pra-
mcura, ten.lo o maior uiteresse era oc-
ies que fosse manifestada,
irei ao Sr. Azevedo que eu sou la ini-
ninosos que prematuramente, e uo meio
ocupaees escholasticas, rensurei pela
Sr. coronel Aulonio Francisco pela sua
repressAo do crime, e condescendencia
que me resullou sua inimisade por tal
acara sempre exercer vingancas mes-
Ignae de um carcter nobre contra mira
respcilei, e nunca deixei de fazer-lhe a
erece, ale com algum favor,
i nAo possn querer que meus prenles
uera soa ISo dedicado, se cousliluam
nte Vellez de (ioevare, secre
ipal d> cidade de Olinda, s
I do commando superior da
ranicipios da mencionada ri
-luarassii, por S. M. o Impe-
rador, qit |)eo< goa.,lc elc.
Ccrlificc que do archiv0 da referida cmara cons-
ta ser dc iheor seguinte, a representarAo de qae faz
meneo, peti;Ao supra :
"umero 1.Illm. e hxm_ Sr.A noticiada na-
meac.o do Dr. Fraociseo 'lunraives da Moraas, me-
dico do i hatalhAo dc art (baria nesta riflade aqoar-
lelado, para o presidio da i|,, ,i- remande, conlris-
lou por tal modo os seos I
nAo pode deixar de repre
melhanle nomearAo, esos
liar alteode-la, a vista >
pender.
Sabe V.Exc. que esla i
facultativo, eque conses
tes leem de soll'rer logo q
ja de retirar, accresccndi
suhsliloi.lo ( .r outro, ps>
hypolheses ; o vem a ser.
la" cidade, como j> aceo
mesmo viudo, nAo se pn
de a pobreza, epor cous
do como o Dr. Frai/^.-o
sem offensa de seos coik
dico, que sabe coohecer .
Por Ial modo se tem p
cidade, e sAo os seus serv
ciados e reconbccidos, mo
po do flasello do cholera,
o mais pobre nao ha nesla
ga, ereconheca a sua -";
de tirar ni em favoi
Estas qoalidades.
incansavcl pelo b
qualquer cida 1
limn. ni superii
lima.
Por isso, e
nar pela beu
infelizmente
partido, ol,
-i ir-
se de um ar arrogante 0r,I!''
e lanrir-ihe imprope ',','
isso be honra que llie !"
, eu nao desconhero
io cullaque oceupa
Ha a un plebeo ou
realce sua nohreza,
olida, dove revertir-
-se em tom senhoril,
or vileza porque
... .iiitili novo Iribulo
. V. S. meas liumilis'!m,".agradec"nen,os.
Voltando i materia "" ""nh" "'pa, pens que
olopicodemen predic cl""">'c morlificou a V. S., toi"laet,e %'" Ia'' follando eu
dos esforros empregad.' -p?r v- e P^o Sr. Dr.
Mascarenbas, i bem de"!"'']aca">< :
a ... Mas vendo-os ('|aailos (os esforjus) opina-
rr ram em ullimo accoi t,u.e u"lco mlugio que
i me reslava para esca raorleera abrir a
n uretra por Tora, meds ama 'nc'sAo, afim de
dar evacuacAo a ourina ,'r f"? fis,ula-
O facto de V. S. qualiica ,.a lneXi,cta a asseve-
racao constante desse periodo llellnenfo Iranscriplo,
(ez com que a duvida invadis?""1?, *sP'i"''o at
alm dos limites, que Ihe bavia '('ubefocido o bom
velho Desearles. Com efleilo, p.r'' 1ue eu ''uvi-
dasse (le qoe V. S. Baria pro(crido.i, fora de mister espancar a inraba pe?* raem<,ria, a-
verbar de sospeitos os tcslemunhi c.' *" '|toiiio
quo deve ser o resul-
u ser feita livremente ;
ifesso.e coutra os quaes
no.lo me contrista e rc-
1 o pela auloridade ou
'posilar na urna c-
leucia ; saiba mais
'i,iiiilp_-."'i
que baja, p
uoniea^Ao,
cuja eaaso
sivel aos
Esta ca
se disna a
sAo subme
bem pul
11 uar.le
cmara m*
diuaria
marcth
dan"
q".
dos
Pe
o exii, .. t. .... ,..
ribo sacrificio ; fielmeute extrahida du
inaiichado de.ii folhas <2i verso.
s que esta i
". Ele.
fc Eic. ss dig-
e passa a ex-
n.i i tem oulro .dsum
.lente os mas habilan-
-eferido msdica ss ha-
ainda quando seja elle
.da dar-se urna da da*.
lo vir este residir aes-
em oulro tempe, oa
m lana hnmanida-
loroar-sa lio estissa-
es de Moraes, qae
i. verdeas osa sae-
sicAo.
Dr. Moras nesla
os aqu tAoapre-
calaamssa lem-
o mais rica ale
m asa besa Oi-
licilude a asna
ppnmida.
idas a um zelo
i antes, lorn.iin
o medico, um
nerara. s es-
or dever itng-
-, non podendo
i um medico de
o lim de rsear
iger e referida
tedeos ais;om.
e ser Uo seu-
m qoe V.Exc.
ularoes qae Iba
zem respaile ss
lavoravel deris.ni.
s airaos. Paro da
linda em essteor-
- lllm. e Esa*. Sr.
.nnssamn comman-
- Presidente Joa-
Manoel Anlonm
" ns dos Aojas
a (ioesles Alcan-
luquarqae.
reseiilarao aqai
lo ilniciilni.
i
peie
..|>U.
mal '
ue-
de o
leos
-oa Era bem .
quem sabe? eu a
seguira esta opmiab, se estivesse corno elle* na du-
vida : dizem oulros que he pessoa de (ora da povoa-
cao. eque o Cnlxele he quem Ihe vai melter '"do
no luco, bom liquem nesse enuano, que ealreiants
eu me irei eucolhendo, porque nio me vejam, pa-
ra que se verifique aquelle rifAoque di :
ijuaulu mais se esconde o galo,
Tanto mais se manifesta o rato.
E teremos assim certa colheita dc novidades e de
nolicias.eu para garatuja-las e sua pessoa para as pu-
blicar as columnas do seu Diario. E o mais, si'en-
co que he a alma das emprezas.
Pedimos a certas scnbqras se ial titulo Ihes cabe;
que se cohibam de censurar lano do reverendo vica-
rio, em consequencia de reprehende-las e nA* con-
sentir que facam da igreja casa de recreac/io e de pa-
lestra, inlerrompendo o santo sacrificio da missa,
que se celebra; all he casa de oracao e sua- mer-
ces devem antes agradecer-lhe o e'xigir o respeilo
devido a casa de Dos, nao concenlir era ura coslu-
me, do qual tem de seguir-se o desprezo a' reig'Ao.
Cerla pessoa desla povoacao dea, como la d'Zem,
para cima quando leo ua correspondencia daq"i so-
bre o negocio do Francez, o trecho oude diz : quan-
do por moitos (talos ellas sao devedoras a esla" pes-
soas, etc., querendo por em duvida este dito i pe-
C"-rae que o (ara, que o contradiga, em forn" qoe
se Ihe possa responder e mostrar evideutemeple que
ellas estao com juslica comprehendidas no sentido
laquellas palavras, c que elle isualmeule uae o seta
menos, e por duplicados motivos: dizemos esse
Sr. que pode muilo bem ser, como he, o rlosC des-
sas damas, porm para isso nAo carece ser ingrato, e
querer duvidar o que S. me. e lodos sabem; eja
que a -alucio das duvidas he o descobrin-
verdades, e estas Ibes nAo devem aer ,"
Adverle-se a cerlo taber ~. 'dl,B-
se deixe da r aa,a c,e,u. povoarAo.
euezes a'* "''' de "rar com dinbeiro dos I
.e h\re de (cr urn diplon.
ionraV '" ^Mi n' "r*ta de"' ~ |,dU,ra ue1 ^"e' da cmara muuicip
Nos os GoUm,,* queromos, Sr. Azevedo, que o fo'de' ye'rZT '" iK^
uepulado seja um nos-o patricio, c trabalbamos ueste
senlido ; nao en
(or
Joao Alves, Manoel Jos "Almeida' "V""' e ,,e''ro I ?'"*" Ao ***** "f*} como acaba de
S.meAo da Silva Rraga, que, "ssuram u"-^ Com >'" "^ """ P qUCm """'
tentativas da intruduccao da afoalia, e
parecer de V. S. (como c'siao nrojjjav-- ,'ri"n
eque, depois de duvidar J""P suslenlar
deia, dovidasse tambe^"Je lu<)0 1uc "
lei.i-i i.
Je ludo
de minha propria exis-
C03IABCA DO BONITO.
Caruaru' 21) de agosto.
MI.
Entraran) para a cadeia desta villa tres indivi-
O vapor porluguez D. Pedro II foi portador de
jornaes que alcanram : os do Rio de Janeiro a 20, os
da Babia a 2.1, e pur via desla, de Sergipe a 13 do
correle.
Em Sanios, provincia de S, Paulo, houve um (or-
le lufo, aconipanhadode graude Irovoada, no da 1">
do corrente, que, felizmente, nenhum mal causou a
nAo ser o garrarem os navios surlos no porto.
I.-se no Correto Mercantil :
ir L'm assassinato foi commellido s porlas da ca-
pital de S. Paulo, para o lado de Sanla-Anna. L'm
dos, sendo nm para recruta, outro por comedor de individuo de nome Damaiio, vinlia de sua chcara
bodes dos vizinhos. e o lerreiro remedido pelo suh | para a cidade. quando Ihe desfocharam ama -arru-
mo be criminoso de | cha, carrejada com hala c chumbo grosso. Ferida a
victima, olhou para tras e ninguem ausion. As au-
delegado do Allinho
morle e se chaina Manoel de tal, ronhecido por
rajado, porcm o seu crime uito he de dala r-
cenle.
Os espritus eslAo oceupados com qualificares e
eleices.
a\ guarda nacional lambem qualifica, por issu le-
mos visto grande esperdi^amento de espadas por
eslas ras. L'ma espada no-las alturas he mu la
cous! Ahi nAo ; porque o pavo esta acoslumado a
ver as lojas de l'erragens, espadas peoduradas as
praleleiras; mas aqui tem o que se Ihe diga '.'
A adraiaialracaH do Sr. conselheiro Sergio vai
agradando muilo c muito. Os arlos de juslica e
imparciahdade poltica dc S. Exc. lambem'sAo
apreciados nesle nosso pequeo mundiuho.
As instruccoesque foram por S. Exc. Ir-n-mli-
das ao Dr. chefe de policial para que baja perfoila
liberdadede voto, oas prximas eleices, he ura aclo
muilo significativo da imparcialidade poltica de S.
loridades foram no lugar do delicio, procedern!
diligencias, e trouxeram preso om individuo. Jie um
irinio do infoliz assassinado. u
S Foi capturado nm escravo de (olano Pcdroso, H.
S. Ilernardo, que bavia assassinlido seu senhor, e pro-
media acabar cora a (amiba iijteira. a
c Os acadmicos deram o seu baile de aniversa-
rio da inslallacAo dos cursos jurdicos, com grande
concurrencia, em casa do brigideiru Tobas.
ir Um caso de ciiculaco dejnolas de KJs rs. j:
rccolhidas, preoccopa a allenjo policial,
o L'm estudanle ue Minas .recebra dc seu pai
cerca de um conlo e tanto em ijedulas verdes do va-
lor de 100J rs. ja recolhidas oelo thesouro em or-
dem a requerer alguma equidaiie do poder compe-
tente, para que ellas Ibe lossera trocadas, com alle-
ga?ao de forja maior, que Ihe ii spedio de deshaver-
gg dolas em lempo.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
Mas as minhas duvi
cheuasse a descrcr (i/f(,as.n',u Pararan) ahi. Se eu
para admidir comr,a verda,le daquella asseverafao,
seria forjado :i paV malf e"cl flue V. S. aflirma,
dicos de V. S. f" em dav"la "s conbecimeiilos u-
pode ser, do /,ol?ma Para ""<" mais rcspeilavel, se
Na verdair'ue a mi",,a existencia.
S.,' racd:*^e '. como Pd zcsie p'"i al,allsauu e de merecido concedo, qui-
cionaria",car emm'ra urna operarn, a que os dic-
V S r- ,,lelllClni, n*g'in um nome 1 Asseguro a
Binas de boln e'Tislao, que, revolvendo M pe-
len 0; dlccl"aro de medicina de um Ial Sr. .Vv.-
acert1""1""" "ue "lo he dos peiores, jamis pude
cora q cu,m e.*"a P'vra semi-barharaCyslolomia
fazer-n", S" ?"" a operacAo, que pretenda
.fjSMMU de.f'IMWi eu quiz suppor, que bou-
troca de^"""" P'fova m erro re impressAo na
ralme- "m""'"Pr ">/--, e que V. S. nalu-
leria c-cripto eyslotomia, e nao custolo-
is-me de novo em rolle com o dogma da
\ S., oBjecto sempre venerando para
Sena possivel, que V. S. quizesse em-
C.. ue a com,8 a "jstotomia ? Nao ; a ilclhii-
||||cclmellei,* operacao d* o citado rVystm.aoa co-
pelliam s ,s medlcs. que reconbeeo em V. S., re-
Tolere "elliau,e 'upposir.lo
.\ysten
conhecid
S., qos eu cite as palavras do Sr.
ora a tradcelo, que Ihes riera um meu
ex J
o tomie 'OTOM1Eopration appelleaussi litho-
roule !.u '"'"'. donl le bul csl dc.,e ItMiyer une
" nass-i"ta oa "''*'* CUJ obJeclo he abrir urna
o xiei a-n a,raveI: ',0* tecidos para chesar al a be-
cornos "" de e,,ral,,r della us 'calos ou oulros
a lidos. ;slrac.03,que nell. se possam adiar con-
oodere? '"' ""'u *"'m Dr" tabusu', romo
evacuar CU acr""lar' nba a h' cr'""1e quanlidadc de nurina, que comi-
s se em. *'' la"asse '""> de nma operarAo, que
eu em l!PreS"".''ara extrahir clculos ou pedras '.' Se
ria'o n,i'm- SC"S0' *' somellianle cousa. se-
nne !,.ine,ro a l,r"rl"mar n pericia do engeoheiro
no '|,,de"cariei;ado de abrir um puro arlesia-
neetrai rec"rr,er a0, 'nachinisino proprio para
fovanJi" '"" e '".?r Lroar a=ua- e limilas.ee
da ii ai '",' "Pl-^elho mecli.,nic(, para ,a.peuder
nbel sr al'f';fu''ll,',adu ama n uueiisc^ ae Ijiior.
aa S" "'S d'a 'eVC !m k"enle l"af effei'o
nmej operado, o ment dess,, C011rCpril Cons,>ti-
ar d H ,T '"""'"J l'or.' '"a aulilbese. i
meioii r i r "ebreus' empregara
de nf su T 5U"edc, msus?m "edr,;1V-S" aba'a"V-s.ra-se a empregar
^|MU?" Pa" tUtW" P6"'"' duDde
com 59 Veja que 0 clamor por idnticos motivos
se vai tornando seral, e he impossivel que lodos es-
iejam em erro, e so S me. nAo ; veja que esle meio
de adquirir |he injurioso ; (ara como d'anles, se-
gundo dizem, va a praia, (raga seu peixinho e seus
cajus, que vai chegando lempo delles), e venda pa-
ra ter dinbeiro, esle meio he licito; mas ficar com
o diiiinvn al litio, assim a' moda de Casuza '.' toma
tabaco 1
Pedimos a cerlos pas de familia desla povoacao,
que nao consintam, que as suas lilhas (requenteui, a
titulo de visiones, algumas casas que ahi ha, lias
quaes se admittem e inlioduzem cerlos eepsdodos,
para a seu salvo se avistaren) rom as meninas e ss-
duzi-las completamente. Temos o desprazer de que
oo- fulanos bealos e fulanas devotas, ronsiulam que
em suas casas se di- um tal escndalo, e mais anda
senliremos se para ressar nm tal abuso, nos forrar a
declarar seus nemes pur exlcn o inspector nAo parlicipou, como Ihe cumpria, a
quem devera, as pancadas que solTren a mulher. (o
que mciicionei na carta passada), para quo se proce-
desse a corpo de delicio, ele, entretena que aquel-
le que dizem ter boa parle no crime,esta' muilo sa-
lisfeitn de si, a pobre mulher licou com a pisa, e de-
mais injuriada.
Disse-me o Clchele que o 1,'rob.advocado priva-
tivo desle lugar, digo das crnicas desle lunar, ja
aconsclhoo a oflendida que dcnuncia-se do dono das
peas, com que foi fustigada, valha a verdade, o Cl-
chete nao mente !
Para a semana direi alguma musa das meninas.quc
nAo querem estar caladas dentro das igrejas, coro
cujns n unes ira' urna nolazinha.
Sou com o devido respeilo seu constante leitor.
P. S.Grande alvnroto causn nesla povoarAo a
Icilura da minha caria de 1S do corrente, transcrip-
ta em seo Diario de 21 du mesmo! Todos aquclles
que acharara nidia pRccados de que os aecusasse a
conciencia, incharam a venta, e rompern) em im-
properios, injurias, calumnias e amcacas lerriveis!
Bem se diz, que quando a formisa quer se perder
cria azas.eis justamente o que me acontece e a mui-
la gente, porm como ainda me deixam respirar,
cora quapto sulTocado de medo, direi mais alguma
cousa, visto que por agora oulro carrega com a res-
ponsabilidade dos meus peccado'. Alia noile me ebe-
gou o amisa Clchele e me conlou, por ouvir dizer,
que hoje 2 do correte, pouco depois do meio dia
se reunirn) em sessAo na casa do... Ires persona-
gens, dos quaes mais Ihe roe a consciencia com os
(aclos daquella carta : ahi deram por paos e por pe-
dras, 'malucos na inquirirne descoberla de quem
seria o aulor della, juntando logo a cada idea a pro-
va que devia soffrer o indigilado, porm nada pode-
ram descubrir cora aceito. Batcram em diflercnles
portas, mas felizmente nunca acertaran) com a mi-
nha. Vendo-se" elles perdidos em suas inda-ares
assentaram de pedra ecal que o garalujador das'car-
las era... nAo sabe quem O agente do correio da
freguezia Muilo alesre me deixou esla noticia sc-
gundn se diz, porm veja que estpidos! Se um' ve-
lho que conta ja seus onte lustros e parle de oulro,
que nao v dous dedos diants do nariz, sem ouc,as,
nem vista, com a cabeca loda branca, que nAo anda,
no v, oem falla, ae ia melter em taes lencoes,
e com tal gante I Dos ns conserve, porque o tal
agente, meu charo, esla' garantido a bem garantido,
mpregaremos meio alguni-violcntn e
qualquer que seja a decisao das urnas pro00 con-
rnn"r."!?Ae,pe"?re,nos ; c ProlM3ndo nicamente
roulra os abusos dos agentes policiaes, far-lbes-be-
inos urna accusacAo justa, se infelizmente se realisa-
rcm as nossas provises. .
,.h$1' Sr" -Vlevcdo, com profundo pezar os prepa-
rativos que todos os dias a pol.ci, foz em ordem a
npor-uos om candidato de ora,-a nos que sempre
ti vemos no parlamento doos, tres e qualro depula-
dos .ma'' d'*'--.los ; a nos que podemos com-
l>or^ adeputajao perinanbucana de patriciui nos-
iri.SJ' Azev.edo "ao pode ignorar que os senhores
Mac1 v ArU'ar Bradao- l)r" Faria- Cunba
Machado, Vea Curado, padre Domingos Vieira e ou-
lros muitos, dolados de lalouto e virtudes sao lilhos
de i.i.iann i.
O Sr. Azevedo tambem sabe qm alm deses se-
nnures, que sAo mais aiiligos.ha orna moddade espe-
ranjosa, no meio da qual sobresalte o habilissim-
medico Dr lavares. A eleicao de um dessr .-
meus, preerindo sempre o de mais merecim he
o que oos queremos.
Mas coutra essa vuitladerazoavel ose pro-
nunciam,o Sr. Azevedo, o coro- .Monto Fran-
cisco so Sr. Estellila. E-<- ..s que todos quer
anniquilar os brios f .ornaren, e leve a co-
ragem de dizer ao peilavel e F.xm. amio
o commendador Via que a polica lie quem ha
de fazer a eteico !
E V'mc, Sr. Aarevcdo, por sua vez nAo duvida
aizer : esj s, serti mais ningitem.hei de rencer a e-
leicuo l ^ '
Ietjlrto disto um documento, apreseotarei quando
" necessario.
"as ser' este o pensamentndo governo ".' he esle
ilo que presidio a' adoprAo da lei que
-> -ii-iti,! eleiloral'.' NAo, Sr. Azevedo ;
ecommenda que naja inoraluladc as -
ele, iiniilr-nhii a lbenla le de voto; a lei
leve'e lem pr "'" fazer represealar melhor os inle-
resses lcaos v' Por "m fazer com 1ue a* influen
cias legiUmaa, ftndadas na fe "
talento e as siria,
rar.lo. e podessem
ment. *
Imputa Vmc, Sr es e a-
migos, empreslam1 to que
he seu e dos seus Gui-
anua.
.Nos querem- r ^ .a para icer as
eleires ; enir. .inda nAo a temos c i..m prc-
paiaroo-la ; os seuitores da polica que apreparam
para loriar contra s sentimculo patritico e unni-
me da comarca he que sfo innocentes f
A nun.' .rao de de/, e doze inspeclores de quarlei-
rAo em cada urna das pequeas ras da cidade de
Ijoianna, lirados todos cora pretcricAo das formali-
dades legaes da guarda nacional por acinle ao seu
digno commaiidaiite superior ; as prises arbitrarias
e injuslissiraas ; as torturas do seu colecte de couro,
[". Sr. Azevedo, que nao pode mais ser usado se-
gundo a lenislacAu vigente; asebalas, as intrigas
e lodos os meios indecentes, de que he costume an-
tiso laen mAo em pocas eleiloraes, ludo meo rico
Sr. aderes, lem sido empresado por Vine, pelo de-
legado e pelo Dr. Esicllita.
Acha decente, Sr. Azevedo, que o Sr. Estellila
ande por loda a comarca, ora aqui e ora alli, caba-
lando contra o seiitinienlo patritico dos iioaunistas
e cintra o pensamento do uoverno '.'
Acha decenle que o Sr. Antonio Francisco queira
prender os msicos da guarna Lacional, prohibindo
que loquera na porla do rommandante superior e
pelas ras da cidade, s<> porque elles nao quiseram
fazer con. o Sr. delegado o contrato que oulros fi-
zeram '.'
E o que quer dizer, Sr. Azevedo, essa farda de l-
enle de marraba, de que osen os inspectores de
(ioianna ".' em que le, em que regulamento a foiain
encontrar?
O decreto de K de raaio de 183:1, he o que me com-
a, ordena que os inspectores de qnarleirAo usein do
dislinctivo, dc que masen] os delegados dos Juizes
de paz cm virtude do decreto de ~lt de juana de
1881, e este decreto concede apenas ao laes delega-
dosurna facha cnmyma lista verde c outra ama-
relia, da lamina d'ufiia man Iravcssa e posta a li-
racollo do lado (Hreito para o esquerdo.
Creio, Sr. Azevedo, que o coronel Antonio Fran-
risco, querendo animar o seu balalhAo de inspecto-
res, e .uim-i !-:u.i-i i eop esta farda que Ihes nAo
compete fez com que ncnrrcssem no artigo :i01 do
cdigo criminal ; porque usara d'um distiuclivo que
nio lem.
Que fim lve aquello celebrrimo juntar de inspec-
tores em llujari o que quiz dizer sua entrada tri-
uropbal na cidade '.'
Tenha a houdade de dizer-nic, Sr. Azevedo, se o
coronel Aulonio Francisco v dame de si um lado
anti-goveriiisla, a quem tem neccssrjade de romha-
F.duardo Daniel Caralcam
*i" ''*^"
cidade de Ola
e assignei. Eai
lie: Guevara.
lands das ar-
lencta de qae
es, nomeado
tilia de Frr-
V. Exc. se
igar. Uta de
fs^a
recara
.de ea-
qae lesa
s, "
im das
eeo pe-
Craz ;
rs Josa-
o Asa-
; ea-
a l>ar-
lllm. c Exm. 8r. general corr.n
mas. Os abano assign*- fora o Dr. Frauciscu liouc.ives de
para seguir e fazer a -ua esh' ncii
liando, vem respeitosamenle UbaJ
digne de nomear outro medico em
que fique o Dr. Morsas prestando
soccorros a esta olvidada cidade.
A felicidade e intelligencia em
promplidAo de soa pessoa a loda a I
o rico oa pobre, e lplmenla i-
ridade que lem presladq^l*1
allrahido a sympathia-^ P"'1
que assim >u|.|.iu|ii 'o a V. I
nados. DeAjj- doutor Fran
Chagas conego, "oo Baplisla da Alboqaer
nilen -lario, Joaquim (ooc.alves F
i rSajje, Jos de Jess Menetes ;
ie Hueirn/. e Si ; ronegn Firm
do ; coocgo, JoAo Chrisoslomn d.
neg reitor do seminario, Marcel
nidias ; conego vigario, JoAo Jos
Francisco Antonio da Oliveira K
conego magistral, Joao Beruenove
roinarislas, Thcodolioo Aotonio
Lula Jos de Araojo Cavalcaole ; >
de Meira loma ; Manneli.Vicente d.
nardino Momera de Olvelas ; Tclesp
la Augusto ; Francisco Alves Peqseno
ti ornes de Souza ; Bernardino de Sena Fe
losa ; Saturnino Benvenolo Nogaeira Paz
de Carvalho Pedresa ; Custodio Francisco
Antonio Malachias Ramos de Vasconcelloa ;
l.ius ds Albuquerque Cabral ; Jola Sera
Cruz ; Francisco Sabino (jomes de Andrade
Emiliano Cordeiro da Conha ; Tiio Ramos '
Alexandre Jos (jrangeiro ; 'os rajes, ,>
la ; Targino de Sooza e > Ml \.r,_
nho de Freilas ; jaiz m-Jnic >uialiao de
Castro l.cAo ; lose C..,rJo7 Faneaca
>nel- ,,oelAL >ss Silva';
.ilo e I. suppli-ni- aojaras mankipal,
..uo \yque de Alveltos Aunes de linio Inatez
.....i-l Francisco Joaquim|Pereira Lobo ; Salvador
lienrique de Alboquerqoe, major ajudanle de orrlens
do commando superior ; JoAo Baplisla da Sslva
Manguinho, major commandanle da I.* eemnaabia
e interino o '.I." hatalhAo da guarda nacional ; An-
tonio Joaqun) de Almeida dueles Alcoforado, juii
de paz, camarista e capilAo da guarda uacioaal ; ca-
adiuclor padre Ignacio Antonio l.obo ; pralessor ja-
hilado Jos Policarpo de Frsilas ; Autsnio Martina
i M oro.es ; Francisco Caudillo das Chagas, precura-
i or da cmara municipal ; Jos Anloaio de Aran -
jo ; Evaristo Vieira Cavalcanti de A draque i. I.in-,
alteres da cuarda nacional; Manoel An suin do.
Passos e Silva Jnior, subdelegado da (r- -seli. 4n
.so ; Francisco l.uiz VirAes, capillo srda aa-
i tunal de Olinda ; II -riiar.lu Joaqo a Atesada
lente da exlincla 2o' linha ; prepfi rio Lott Jsse
(ionzaga ; Manoel de Mello Alboqse ae, rpita -
Jos .Nunes de Paula, leiienle ds gaa aa aacssnal -
bacbarcl Domiiios Soriano Feroandi-s earas ; Josa
Fcrnandes Pereira ; Miguel Carlos ds Farsas ; Fran-
cisco das Chagas Cavalcaole Pessoa, escrivao da
..rpliaos ; Mijucl Archsnjo de Barras ; Filippr c..,
Nascimculo de Faria, tabelliAo e aserivAe do crime
e civel : JoAo Soares Raposo, pharmsceatieo ; Jo-a
trineo da Silva Santos, protetsor publico ; Fr. I.siz
da EncarnarAo Morrira. professor de lylarcia can-
lopUno ; l.uiz Jos Pinto da Costa ; Antonia aues
de Mello ; Icnacio Francisca (.aciano ; Miaerviaa
Francisco l.obo -.Antonio Lopes ds Meodonra ; Ma-
noel Marques Santiago ; Fraecnco Jas de Soaza
Neiva, aderes : \ cenle Ferreira da Silsa Braca,
|o iq,neiario : Manoel Zacaras ds Silvs Braga, ese-
pregado publico ; Hernias Eduardo de Cosa tie-
rna, aderes ; Jos Elias de Vasesnccilos, necscianle;
JoAo Lopes de Carvalho Lobao. acadmico ; An-
tonio Atlico Arsbico, estudanle; Vierais C)rslss
Marinbo. acadmico ; Julo da Silva Coimbra, Vsla-
danle ; Joao tioncalves Hodrigoes Franca, rapiia
da suarda nacional e escrivAo dascodrctoriss cerale
provincial ; JoAo Canelo Ribeiro do Amaral. safaste ;
Jos Eustaquio Maciel Montriro, empiec.nl.. publi-
co ; ChrislnvAo Pereira Pinto, lenle da gaarda
nacional ; Dionizio Kodricur Dantas, eslad.nl* do
}.' anuo ; Aulonio Ferreira darcrz, estudanle di.
">.' auno da Faculdade de Direilo ; Fr. Jare de San-
ta Julia Itolelhn, presidente do M.-lcir de S. Ileot.i.
Agelo Jo,c iranzaca, acadmico ; Mathias J...,- da
Lapa ; Candido Eustaquio la-zar ds Mello ; barha-
rel Tiburcio Hilario da Silva 'lasares rpita a
*.' balaltiAo de arlilhana ; 1. rsdrle Jss Josqaim
Ferreira ds Paiva ; JoAo lavares dos Sanios .\_
guaira, 1." cadete saruenlo ajodanlc du 4. hauthas
de arlitharia a pe ; llrazilio de Ainornn Recarra, ra-
pilAo ; negociante JoAo Francisco Pinto ; Antonia
I-naci de A mantilla, negociante ; capillo Ednard*
I) miel Cavalcaole Vellez de dusvara, secretario da
\
*
h
A
^
v
ter, ou se se homens que repeliem nicamente a cmara municipal ; Pedro da Costa Nunes \
sua influencia perniciosa
ii b" ,; '" adere- Jo-quim jse herreira de Almeida ; alfeies
O Sr. aderes nAo pode iguorar qae hnando o Sr. | Manoel Norberlo da Cesta: Joao Can-i. Pr(-ra
i s----------------------- ssr \l ii.i .ni. i anu.ri. > .it.. ,..!.!.*.. Ii... he___a sb_
- \l iiit.uili.i, empresado publico ; Braz Machada l'i-
( Por meio do eoWe de rouro, q/e |,ece te- menlel, proprielario ; Trajaao PWfaM EtsssW
sido mandado ao Sr. Azevedo pelo dic.dor' Rosa, ar- cellos, rasitre da eapella celhadrl : MmUVS,1
"AT'lSZh0' ,"**"i marl>/i,ai.do,as ,*,. j do Na.cimenlo ; Joaquim I homaa d"Aqa,no\ rr.
cisco l.udgero Nime. \ ianua ; Jos Ferreira da Me-
nea" que prende.

MTTCSDO"


Ollim GE PEMIlBUeO QUINTA fllH 28 PE AOGSTO se 1156
\
va ; Joao Pedro da SlWeira; Francisco Joe de Car-
valho ; Antonio Roflno >le Aodraite Luna, profes-
sor pablico ; Jo3o Francisco da Lapa, snllirilador de
causas; bacturel Joao Francisco da Silva Braga;
bacharel Bernardlno do Sena i)ias Jnior ; Luiz Al-
ves Kigaud.
'
&$WWUk.
HACA DO HECII'E 27 DE AGOSTO AS 3
HOllAS DATAKDE.
Cotac/jes offleiaes.
Couroa salgados230 rs. por libra.
Descont por 30 das6 % ao aono.
Freietico RoMliard, presidente.
P. Borgts, secretario.
54|000
ao par.
CAMBIOS.
Sobra Londres, 97 d. por le
a Furia, 300 rs. por f.
o Lisboa, 100 por 100.
o Kio de Janeiro, 1|2 a l.por 0|o a 13 e 30 dias.
Acetos do Banco, 35 0|0 de premio.
Acides da companhia le Beberibe.
Acodes da compatiltia l'ermimbucana
o c L'lilidade Cubica, 30 pur cenlo do premio.
a o Indemuisadora.52 por % de premio.
sobre a entrada, igual a 31J1I1 ris por
aeran.
Diseooto de lettras, de7 a 9 por 0|fj.
Ouro.Ooss hespanhulas. 28J a 288500
.--'Mondas de 6iO0 vellia .... 1631100
a 6t00 novas .... IbOO
4S00O.......'.ijOOO
. 290OO
. 29000
. I5S6O
Trata.Patacfies brasieiros.
Pesos columuarius. .
a menanos. .
ALFANDKCA.
Hendimento do dia I a 26 .
Idam do dia 27. .... .
3i2:485f298
25:8599010
~-v_^_ 368:3149308
Dttcarretam hoje 28 V agotio.
Polaca hespanholaz/o/a<*--|\>as de vinho.
(ialera inglezaSTaphinabarra arcos de ferro.
Brigue brasileiroFirmaso bao.
IMPOIITACAO
Sumara nacional Castro, vrnda de Macei, con-
signada a Domingos Alves Malinos, mauifeslou o
segoinle :
1 callao rom miudez ts e ramullas rom clcheles,
SO siiccos cora 320 arrobas do.cafe pilado, 35 ditos
cora"SHftfim casca, 5 ditos ci 1 12 alqueires de ta-
pioca. 1 caiseycom 48 caiiin as de charutos, 10 pa-
cntes com 300 dilas de < itus, -1 quartinbas e 6 co-
po de barro, 123 loros de Jacaranda ; a ordem.
Sumaca nacional aVintura Feliz, vinda de Cotio-
guiba, consignada a Scliarum &Coropaohia, maui-
feslou o segeinte :
1,290 saceos com 6,450 arrobas de assucar branco ;
a ordem.
8 saccas coin algodao ; fura do manifest,
(jalera iogleza Scrsphiana, vioda de Liverpool,
consignada a J. Paler Companhia, manifestou o
seguinle :
53 fardos, 6 pacotas e urna caia tecidos de algo-
dan, 1 embroTlio cb dita inri carro, 1 dita arreios para o dito, 1 dila
charutos, 1 dila quinina, 5 barr ignora-se, I caia
objeclos de escriptorin, 2 ditas com 2 campas sepul-
craes ; aos consignatarios.
22 barricas e I caita ferragens, 6 feises pas de
ferro ; aE. H. Wyall.
100 barris mante'iga, 12i caias e 92 fardos, fa-
zeudas de algodao e oulras, 3 caitas dila* de linho
e algodao, 3 fardos fazendas de 1,1a, 5 rlitos ditos, di-
l is oolras, 1 cmbrulho 1 queijo, 1 dito presunto ;
a ri^^^J^vpdex.cJl>^laJl' -a.
16 barricas ltragenii, -j. Uvas fazendas de l.ia, 8
fardos ditas de algodao; a J.'*It>fM|v & Compa-
nhia. ^^>
I caisa objeclos de escriplorio, cutelaria e obras
d'ouro, 1 rollo com tira roappa ; a J. F. P. Vi-
anoa.
9 fardos faiendas de algodao, I caia com um re-
logio ; a ordem.
II calas e 1 fardo fazendas da algodr. ; a Foi
Brothers.
15 gigos garrafas vaxias, 1 sacro rnlhas, 8 caixas
biscoitos, 2 cestos preiunlo", ( caixas quei >s, 2 di-
tas conservas ; a Jo*o da Cunha Noves.
100 barril manteiga ; a M. Calmonl.
11 fards e 106 caixas loncos, chales r fazendas
de diversos lecidos, mudezaslcetc, 12 iarrii vi-
nho e 25 ditos maoteiga ; .i Sonlhsll Mellor.-
1 volume lazenda de laa ; a M. J. li. e Sil
7 fardos fazenda de laa, 1 dito dita de dito
godao, 1 cmbrulho objeclos de escriptorto, 25
manteiga ; a J. Crablree & Compaiibia,
50 bHrris manteiga ; a.Schramm Nhately & (
pa ubia.
25 fardos e 17 caitas fazendas de algodao,
100 fi
Dle ro
DESPACHOS DE EXPOHTAC.VO Pl.A MESA
DO CONSULADO DESTA CI.ADE NO DIA
27 DE AGOSTO DE 1856.
BarcellnnaPolaca hespanhola Atrevida, Aranaga
& Brvao, 300 saccas rom algodAo.
FalmoulhEscuna ingleza nBtnnd, James Ihder
_ d Companhia, 112 saceos assucar masravado.
FalmoulhBrigue inglez Britaniaii.Saaiiilcrs, Bro-
lliers Companhia, 1,296 saceos assucar masca-
vado.
Exoortacao'.
Kio de Janeiro, polaca hrasileira o/closa II, de
259 toneladas, conduzio o scguinte : 1,200 prau-
choes pinho, 160 barricas alralro, 20 dilas piche,
2 raixa* coherlolcs de laa. I dila camisas de mcia,
366 duiias de cocos de beber agua, 70 barricas e 120
saceos assucar, 9,668 meios de sola, 15 molhos pelles
de cabra, 2 barricas doce He calda. 2 caixas queijos
do sertao, 2 barricas carvAj animal, 60 saccas arroz,
250 caixas velas de carnauba.
KECEUEOKIA l'E HENDAS 1NTEKNAS (E-
/ KAES DE PEHNAMBUGO.
Reodimenlo do da 1 a 26 22.8JI9265
dem do dia^ai*. ^...... 65796!
SjiS 93:496f79
eapilao Joaqnim Jorge
carga 4,158 112 alquei-
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimenlo dndia 1 a 96 43:8549013
dem do da 27....... 1:76358l
45:6l7j59i
PAUTA
do.s prfos eotrenttt do tuntcar, algodUo, e mais
genero* do paiz, que se despachan! na mesa dn
consulado de l'ernambuco. na semana de 25
a 30 de agosto de 1856.
Assucar em caixas branco 1. qualidade @
b 2."
d mase......... b
i> bar. esac. branco. ......
mascavado..... o
cano, de 139 toneladas,
(ioucalves, equipagam I
res de fariuha de mandioca ; a Manocl da Silva
Sanios. Perlence ao | i de Janeiro. Passagei-
ro<. a familia do capillo
Kio de Janeiro e Babialidiase 17 horas, vapor
pnrlngnez oD. Pepro Ha, rnmuiandaulu o I." l-
ente Joaqaim Viegas do O'. PaaWReirol para
esta provincia, Manoel Antonio Kodrlguti, lia-
noel Antonio Machado, Anlonio llorges da Fon-
seca Jnior, Francisco de Castro, sua senhora e I
lilho. Seguio para Lisboa e porlos intermedios,
levando os passageiros delta provincia. Luiz Mo-
reira ila Silva, Antonio Jos de Arantes, Francis-
co Luiz Martina, Joao Martina Gonealvea, Manoel
Tneophilo da Costa, Manoel Maia ca Silva, Hen-
nque Carlos da Cosa, loan Ilaplista de QoeirOt,
Luiz Ferreira Piulo, Domingos Jos Pereira da
Rocha, 2 lilhos e 4 menores criados, II. Mara da
Conceir.io Abreo, Jos (ionralvcs Vieira, Luiz
Goncalvcs Franco.
rotliO taliido no mesmo dia.
StMpendea do mosqueiruVapor inglez de guerra
-Sharpshooter, commaudanle Parisb.
igtomt**
B
refuiado..........
Algodao em pluma de l. qualidade
t O B B 2.a B D
B B B B 3." 1) I)
em enroro.........
Espirito de agurdente......cauada
Agurdente cachara........ o
de caima....... o
b rutilada.........
do reino........
Gciicbra.............ranada
...............botija
Licor.....t.........caada
............... garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqucire
em casca...........
Azeilc de mamona ....
meudobim. .
de peixe .....
Cacau ...........
Aves oraras .....
papagaios.....
Bolachas..........
Biscuilos..........
Caf bom..........
b resslolho........
o om casca........
a muido.........
Carne secca ........
Cocos com casca......
Charutos bons......,
ordinarios ....
regala e primor
Cera de carnauba.....
em velas.......
Cobre uovo mo d'obra '
Couros de bol salgados .
verdes........
espixados .....
de 0115a......
o d cabra corlidos .
Caacliimbo......., .
Esleir- trepen.....
caada


, ij
urna
um
@


cenlo

B

9
B
. a
milhciru
urna
*
3
9
iJjOOO
23700
59120
6|500
6>I00
5J700
1WiO
9900
S-520
3800
?80O
9705
3800
20
3800
3210
59OOO
1;600
3800
13280
I36IM)
:>ck"i
1030"0
39OOO
59120
89960
5^HI0
3*500
43500
IO3OOO
5*500
2900
19700
3700
29500
lOfOOO
129IKK)
9160
92:t0
3160
3220
I53OOO
360
IfOOO
8200
9210
r M
Bento iosl
O Or. Abilio Jos lavare
e auzentas dcsta cidade I
e seu termo por S. M.
de, eli.
Faro saber que em pra
h.lo de arrematar, lindos
constantes do encriplo que
teiro deile jaizo,Amaro Ai
cravos sao pertenccules ao
Jos de Miranda, e vao a
Bernardo Antonio de Mi
ventariante do referido seil
23 de agosto de 1856.
Abilio Jhst
Pela impecrao da alfanrieg.i se faz pohliro.qua
no dia 29 do rorrete, depois do meio dia, se bao de
arremaiar, a porta pa raesnia repartirlo, sendo a ar-
remataban livic dedireitosaoarrematanle.iiuatrocai-
lai con 600 botijas con, cerveja em mao estado, vin-
das lio Porto na barca Santa Crol, e abandonadas
aos direilns por Francisco Guedes de Araujo.
Alfandega de Peruambuco 25 de agosto de 1856.
O inspector,
Fernandos lanos,
da Silva, jail de orpbilos
n Kecifo de Peruambuco
I. e C, que Dos guar-
|;a publica desle juizo se
s dias da Ir-i, os escravo
se aeba em poder do por-
lonio de Farias, rujos es-
asal do tinado Joaqun)
irai;i a Irequcriinenlo de
anda, laslamenleiro e in-
pai. Cidade do Recite
O Dr. Abilio Jos Tavare
Tarares da .s'/ca.
la Silva, jniz de orpbaos
e ausentes desla cidade 1 a Kecife de Pernamhurn
a C. que Decs guarde etc.
publica dete juizo se ha
lo do engenho denomi-
a da Varzea rom suas
e seu lermo por 5. M. I
Far;o saber que em pi ar
de arrematar o arrendameil
nado Brum, silo na freguei
Ierras de assurar denoroiua las Malemba, ("lulaiidim,
Malhada e Lagadic,o, const 1
ocha em poder dn porleiro 1
bem as haixas para capim
pertenrentes ao mesmn endcuhn, e que fazein lote
separado, e vao i prara a'
do Antonio de Miranda,
teiro de seu fallerido pai J
Kecife 93 de agosto de 1851
Abilio J
cqucrinieutn de llernar-
iivenlariaute e leslamen-
aquim Jos de Miranda.
A cmara municipal
car,afini de que seja ohservi
abaixo transcripta, que I
mente pelo Exm. Sr. consc
vincia em data do 25 do <
de bales aeroslalicos que
gna-raz. Paro da cunara
sessao de 27 de agosto de It
be, presidente.Manoel Fe
>s T.ivarcs da Silva,
do Kecife manila publi-
Poslura ad licional.
Artigo nico. Fica prohll
dade dus bales que se costu
meiode agoa-raz incendiad:
miltidos aquelles que se ele
hydrogenco, introduzdo n
proprio : os conlraveulores
e tirarn responsaveis pelos
bales ; e na reincidencia s
de priaao. Pa^o da camarn
sessao de 20 de agosto de I
ribo, presidente.Jos Ma
qiiim Lucio Monteiro da F
Kego, F'raucisco Luiz Maeii I Vlanoa. A|iprovo pro-
visoriamente. Palacio do
25 de agosto de 1856.S.
*^m,'i>^
ule dn escripln que se
leste juizo. e a iln l.gadiro e S. Ilraz.
Lasserrc & Tisset
Flores, tuinalii lettras so-
bre o Para.
THEATKO
DE
Santa Isabel.
NOIA REPRESBNTACO
DOSG1UNDESEBRILJBANTESSOIBES
da companhia
ROBERTO E DEVEAIA.
Sabbado 30 do agosto de 1856-
..n80.?"0 osS,,s- r"-f<-ssores da orefaestra liverem
execu.ado urna das nielbores nuverlnras de seu re-
erluno, dir principio ao diverlimeiilo dividido
qualro partes, u distribuido di maneira se-
em
guiule:
l'IUMEIItA PARTE.
Mr. Roberlo, acompanhado de sua filha. preen-
de ohv c, l ," Cm '";"a,e Passagens
de ph>ica, entre as qua.s algumas inventadas em
IZLL"""'-'v,,,as "" *"' -1* iUi,e- ee nao
b"ic '""* n,l"0r ,orDfeM 'l0 'P'-'lavel pu-
SEGUNDA PARTE.
.,''EgMAMBlCANO e suadiscipul
iiAh.NM-. irao peij prime),, vez
a JOVEN
ciecular os
da, a postura addicinnal
approvaila proviaoria-
heiru presidente da pro-
rrente, probibindoo uso
c elev,un por meio d'a-
municipal do Kecife em
56.Barao de Capihari-
-ruira Accioli, secretario.
lo o uso dentro da ci-
a fazr subir no ar por
seudo nicamente per-
Irein por cli'eiio do gaz
s meemos; por appareiho
pagaran a inulta de ::03,
ilamnos causados pelos
ol i r.o ile mais 8 das
municipal do Kecife em
50.Kara* de Capiba-
ia Freir liameiro, Joa-
anra, GuMavo Jos do
govrrno de l'ernambuco
e Maeedo.
Corfeio
'M- i da carias se|0>
II. parVttJ "ores ab i|o declandos:
itnnio Lopes Kodricues.
c Theodorn Gome
Jos de Vasconcellos.
.basliao A. .Miranda.
Tribunal do
ola secretaria d.t Intuir]
aprec.ados e dillicultosos exercic.os de elegantes po-
ifnes, dcslocaroes e salios morlaes, que esperam ob-
lera loda a atlenc.lo do publico.
TEKCE1R.A PARTE.
Ctii\IE ilWSl
DE
COKDA TEZA.
A jovenzinha PA RAE NSKdesempenharseus lin-
dos e variados Irabalboi sobre a corda.
O PERNAMBUCANO continuara esta parle com
osseusexlraor.huariose diffleultoioa passos de ele-
varoes e elegancia, liuahsando seus trabadlos nesa
parte com a dillicil prova de suslenlar em cima da
corda urna cadeira, lc,a, pralos, copo e garrafa,
comendu e bebendo mullo a sangue-rio.
QUABTA E ILI.IMA PAItnE.
Terminara'esta repreaentieao neKu'dilDcilimo pas-
soa carcter, que lem por niulo
SLYR1JNO,
na ra
ailar.
do Trapiche n. 10, segundo I
tlt6.
O agente V'eira da Silva faz leilao de li) sac-
cas com fariuha de muito boa qnalidade ; quarta-
feira :i de aetembl ao meio da em poni, no arma-
lea do senhor paula Lupes, del'roiite da escadinhn
da alfandega.
Os administradores da maesa fallida do Nono
Maria de Seixas.' lem de vender em leilao, por au-
loriuelo do juiz0 do cormoercio, logo que nllimada
as respectivas av-aliares, as seguuiles propriedades,
perteucenlcs a "Ka massa, a saber : nesla ridade,
um predio de qualro andares, sito na ra do Viga,
rio u. 13, ip" dito do Ire andares, ra do Lrvta-
nenio n. 'M'< um dito de dous andares, na ra da
Peuha n. *', um dito na ra Augusta u. 2, um dilo
na travs*" ''"- Marlyrioa u. I, um dito na roa do
Alecrim n. 1, duua ditos na travesea da Marisco n.
II e 26, um dito na ra do Mondego n. 7, um dito
na ra il Ainorim n. 15 ; na Casa Forte, os seguin-
tes : 1 sllio na estrada do Cordeiro (Chacn da Casa
lorie Si'nla Anua, O. 41 Campia lis. b, 7, 8
10, 12, '>'* e 35, duas casas nu cainiuho dn Pu^o,
duas di'as na Casa Forte u. 5, seis dilas na Campi-
a, e uit> terreno na Lasa Forte : convida-sc, por-
i.mili. toVprelendeutes o exame previo dos meucio-
nados prednis.
O agea'e Vieira da Silva na na da Madre de
Deoos ii. 32 W- leilao sexla-feira 2!l do crrenle ao
meiu dia em pouto, de diversas obras de marceueria
novas e us> Jas, c diversos objeclos de ouro e prata,
doos pian fortes e mais objeclos que se acharan
uo dilo prmexem, que ludo sea' sem limites.
(V agente Oliveira far leilao de porrao de
raobilia, para fechar contas, e de obras de ouro e
cr.ii.i. e fora do leilao Irocara algumas imagens de
Sant'J Auloiiio, S. Jos, e oulras : a mobili.i etc.,
consol em suf.i, ines.i redonda, caJtirasde halaiiro,
dps usuaes, bancas de jogu e d'oulras qualidades,
reiuaios de parede o para mesa, 1 dito de prata p-
te^le iii.Il'/ d'algibeira, bom regulador, ditos de
ui.ao, lavatorios lampo de pedra e de madeira, tou-
caxlor grande de jacarando, guarda roupa, guarda
vestidos, um rico toilcle de mogno, lidos leques
da1 ludia emjcaixas de xarao, peules de tartaruga,
qu;"lrus, marqne/.is, commodas, carleiras para es-
crip lorio, camas de ferro, ber(o, lustre de brouze,
caniheirus de globo, lanteruas, coropoleiras, garra-
fas | -a-1 vinho, copos, porta-licor, t hacia grande
de rame ele.; brincos, roseta*, altiueles, pulcei-
i.!-. aunis de hrilliante, l rico penlc de ouro, gar-
antn'ha, correules para relngius etc. de ouro ; cas-
liraes, culheres, palileiro, salvas, copos ele do pra-
ta : ai iiiiu-ini i, 28 du correute, as 10 horas da ma-
nilla, |io sen escriplono, ra da Cadea do Kecife.
O' agente llorja faro leilao em saujarniazem
na ni-' do Cullegiu n. 15 de um grande variado
.jr'iiin.Mil.i de obras de marcineria novas o usadas
eoiisistiiidu : em duas ptimas monillos de jacaran-
do', diversas obras avulsas, bem cuino, sofas, cadei-
ras, coiisollos, bancas, marquezas, commodas, apa-
radores, armarios, lavatorios comtodos os poiieuces,
obras de ouro e piala, relogios diversos, objeclos de
porcelaua e de vulro para enfeiles de sala, caode-
labroa pea de bronze, laiilcruas de vidro, candieiros
nglezes, vidros liuos e lenca para serrifo de mesa,
i .urna inliuidadc de objeclos dillerentes* que fura
mpossivel mencionar, os quaes se aenarao expostos
no referido armazcm, e se eulregarao pelo maior
prero ollerecido, urna vez que mo ha limite algum :
sexta-feira 29 du crrente as 11 lloras em ponto.
I
* PEORAS PRECIOSAS, i
% ~
;J Aderecni de brilhanles, *
diamanies e perolas, pul- ;
M ceiras, alfioeles, brincos -
* e rnzelas, bules e aunis *
jg de diOerentes gostosede J
> diversas pedral de valor, i
* Compram, vendem ou *
J Irocam prata, ooro, bri-
> Ihantes.diamanlesopero- i
las, e nutras quaesquer *
$ joiasde valor, a diuheiro *
*: mi por obras. <;
*.*;*:***<.*.:?,:*< < ,?<
K0RE1&A & ODATE.
LIJA !l OlRHFf
Ra do Cabuga' n. 7.
to-
*
*.

III lio
Adereco* com,
ouro, meioidilos. ,
ras, alfioeles, brinr.
rnzelas, enrdes. Ira"
lilis, medalbai,correNtes
e enfeiles nara reluaio, e -
unlri'-inuiir. objertnt 4 .
ooro.
Apparelhn completos,
de |irala. para cha. han- -
dejas, salvas, calirae-, y
'il-.'ifCtn IfOStO, ii.ll- colbereidesopaedech...
, a e moilos eulrui objeclos I
to tj vranea romo *!
Recehetn por
doHos?|>or ropa :>sti>fa.si En-
*
Dansado pclai
P1IINA e o
joveni FLLMIENNSE, JOS-
?m AlIBltWO.
lie esle o diverl imenln que temos a bnnra de
escolher, para cralreter esta ooile ao illnslrado nu-
bheo denla cidaiVe.
Principiara' a' hora do costume.
ERRATA.
No aviso da representado Ivrir., ,lru-se o engano
de entrar rima ludia, que. perlencia ao expediente-
por tanto deve ter-se : O bilhetes decamaroles',
a cadeirais acharole i venda boje no lliealro.
qrjo,>vwpor aPedro
coiurniMCio.
al do coininorrio ou Per-
orJpar
TtoT 18
lomas oe iioore, 1 lla machina para tin-
elogio de curo,,11 ,iUaa c|lapc08rde ,, c
lulo; a C. J. Aille.v
per;as de cor
""-toneladas, ], quulaes.
rro erh
"" ""I. barras e fenes ; a
ipanhiaTX
fazendas de, ^gadao ; a A,
os e 1 raixa fazenda
ferro ; a| Rothe Bidoclac.
15 fardos fazendas de algod
das, 1 caixa Tullas de cobre, I
g'.r, 1 dita rl
mais un oculo, ....... .
20 fardos e 26 caixas f.izendaaT,, ,|godao. 9 ditas
rocas ; a Koslron Ronkcr. -
1 barrica cerveja engarrafada, ,, ,,, ,
barrica linguaa. 1 en trtWl,"re_8ulll08 a j_ Kos_
tron.
3 caixas e II fardos faMndas de algodao, 8 caixas
Jazendas de linho, 2 I ,rdos ditas de laa, 1 caixa sel-
lim ; a Patn Nash Companhia.
1 caixa faxeuda de la, 2 |,,rric,s ferragens, 25 di-
tas enxatas; a Bren dcr a Brandis.
58 fardos e 10 ca ,as faiendas de algodao, 1 di-
uta dita de linho ,s Rabe Schincllau. & Compa-
nhia.
1 caixa rouro de p<
-i arrobas e 26 libras
luan M. Vinassa &
18 caixas e 15 far
C. de Abreu.
6 fardos lonas, 42 i
ai-l.io ; i Bieber & i.
I1K1 fexei p.n de eiro. /|00 fogsreiros, 100 cha^
pai de ferro para fogao. 3 barricas lampos para os
inesmos, 70 pesos de ferro, 1 caixa obras de ooro,
12 barricas e2 caixas ferragens, 2 dilas objeclos de
lelleiro, 1 dita a 3 barricas entelara, i ditas drogas,
10 ditas liota, 1 caixa cha, 4 cestos btalas, 3 bar-
ril carnes, 2 toneladas de ferro em linsoado : S. P.
Jolinslon & C.
36 caixas faiendas d algodao, e 133 fardoi de dito
ilita<,5 ditos panno fino, 3 caixai chapeos de sol, 2
fardos faiendas de 1,1a. 1 cmbrulho roupa ;a H. ib-
son
13 eaiaas fazendas de algodao e 8 dilas ditas de
laa ; n Keller & C.
1 caixa couro,t dila ac, i dilas cobre, 20 rollos
de chumbo, 4 barrica) barro de fogo, 400 lijolloi de
dito ; Barroca & Castro.
6 birrieai tintas, 3 dilai pregn, j toneladas 15
quintaos, 3 arrobas e 11 libras do ferro em feixes ;
< Burle & Souza. _.-.
8 caixw frOhndif ,|e ijiiho, 11 ditas e 6 fardos
ditas de 'Kda0, 2 ca vas miudezas, 9 fardos lonas
Aoai,. jn llnwie&t. _
I barril cognac, 6 ctiixas salroac i dita biicouto.
10 ditas conservas, 1 dita muslard* resunlos,
16 queijoi, 6 pedaros de loucinho
4 saceos e 2 embridbos amoslr'
Escuna o Joi, viuda do K:
signada a Antonio de Almeida
segoiote :
100 eaixoes sabao, 32 caixi
vasiai; aos consignatarios.
i eaisaei merca i'orias
Companhia.
. 10 caixas xsope, 'i c?
v f, 1 barril loucinho
dera.
speo-
jiiuau .
aramia
alqucire
. *L0
I-uni ho-n .........
ordinario.....
o cm folba bom........
a a ordinario.......
a i> restolhn........ o
Ipcracuanha............ u
iiomma..............alq.
vjengibre.............
l.cnli.i de arhas grandes.....-. ccolu
a i) pequciias.....
o i) o toros.......
Pranchas de amarello de 2 costados um i
n ii kouro......... i>
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
c. v -j .1 ', .le I..... B
de dilo usuaes.......
Cosladinho de lito........ <
Soalho de dilo........... b
rro de dilo...........
Costaodxvde lnuro......... b
Co-ladinliil de dilo........ B
Soalho de iln .......... a
Forro de dil ........ o
cei ...... b
Toros de tal.
Varas de p
B B |
0 )
Em obi c. par
b
MclSV.
Itilbo
Pedra ....
quintal
duzia
v"
caada,
alqueire
urna
Ponas d
Piassava .
Sola ou v da .
e "ho cm i
ceuto
molho
meio
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urna
@
B
, cenlo
i.-.
85l>
851 .
6>ooo
J 5000
i 9000
. 51100
'SHIO
4000
2(000
2JO00
5900
115000
243000
16-5000
IKrjOOO
145000
9-5000
79000
43000
85OOO
65OOO
1500
23OOO
2350
15280
1560o
19920
13280
263000
2O5000
t80
39OOO
3610
65000
3800
492OO
3200
33500
IkOOO
93G0
169000
3930
3300
3I20
309000
1 buen so hz publico, qi e em data de 25 do cor-
le foi registrado no mepiiio tribunal o contrato
nal enlre Auloniu ni/, tus Santos e Antonio de
anca Koliin, brasileos,
- de fazendas. Se
' fctl Auguilo do
lai mu.
A a......lustraran ge.
caridade manda fazer pul)
renlc, pelas horas da tar
domiciliados nesla cidade,
arelarla 2i de agosto de
Kego Kaugel, olli-
i.enlo- de
Ico, que uo din 28 do cor-
le, na sala das suas sessoes
110 pqleo do Paraizo, conl ma a prara das cases ja
annuuciadas. Adminislri rao gcral dos cslabeleci-
menlns de caridade 27 de
vaoAntonio Jo* Comes;
agosto de 1X56.O escri-
do Correio.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O con.ellio administraiiro, em virlule de autori-
sarao do Exm. Sr. presii ente da proviucia, lem de
comprar os objeclos segu
Para o presid
Fariuha de mandioca
iles
j de Fernando.
medida vcllia,
600; assucar branco, arre has 12; fariuha de trigo,
barricas 4 ; arroz, sacra
bandeiras imperiacs gra
panno encarnado, pera 1
chas paracaiar, 50; foncei, 201); oleo de linhar.i,ar-
robas 8 :
caixa 1
ar,o de Mil.10.
cla,amibas 2
lilas 2 ; folha de I-landres,
arcos de ferro para harris,
arrobas 8 ; pennas de e icrever, 600 ; ditas de ac,
ite, mea las 12; lona, pera 1 ; li-
li! polcgidas, 12 ; dilas ditas de 12
(dilas, 12 ; dilas dilas de
4 ditas, 12 ; dilas de meia
las de meia dila de 8 dilas,
12 ; ditas de dila dita ( e 6 dilas, 12 ; dilas de dila
caixa I ; barbante, mea I
mas chatas de
ditas, 12 ; ditas dilas de
ti ditas, 12 ; ditas ditas d
caima de tO dilas, 12 ; d
dita de '1 ditas, 12 : dilas
las mural, 2 ; dilas ch
6 ; madeira para 2 carro
sorlidas, 12 ; travadeiras, ii ; serras finas
desdobrar madeira com
tidos, 12 ; limas Iriang llares de 5
24 ; formes sorlidos, 2
couros de viado surrados
Para
Amendna doce, S til
cilrico, 2 dilas; acido
Colonia, 12 vidros ; agu
dilas ; agurdenle de Fiinea, 21 garrafas ; agua de
sedlitz, 21 ditas ; atcou ,
quidn, 1 libra ; carbona o
oras ; mbar puro, ua
liras ; balsamo peruvian
Cimbro, 1 dilas ; capa-
tarlaro, Iti libras; cilra o de ferro, 1|2 libra; cera
al Firma, vuiuv .. ja-
> t: Novis & Companhia, manifestou
se, 49 ditos potjssa, 2 ditos suda, 2
'os e 3 lelas fariuha, 45 ditas e 199
ipado livros. 5 raix&es cha', 3 ditos
ip, 2 ditos fazendas, I dilo 1 car-
1,400 caixassab.lo, 2 ditas Cobre,
401 saceos caf ; a ordem.
. Ij^j a A. C. de Abreu.
BUl^
,_Jk_iai50 cl
"uior.
10 pipase "
2 eaixoes cha.
cha, llosic.:
Brigue na
neiro, cons-.
o seguiule:
200 barr
ditos loara,
rolos fumo,
chapeos, 7 di
ro e perlenc
9 fardos algod.
2 eaixoes chap. .
I caixao Ciirapufin^i Christiarii iS Irmaos.
7 barricas polaswi ; i M. J. de Oliveira.
4 caues extractos ; -Vi consignatarios.
Hiato naciooal n 1 irinThaJ,; '""'" a Asiu', con-
signado a Marlios J; Irmaos, nirltalpu o se-
guinle : *
160 alqueires sal, 5 arrobas e 7 libra* ee.-.-j'do car-
nauba, 2 arrobase 20 libras dila de labelha, 1,149
r nir.n de cabra, W meio* de sola. 24/couros salga-
dos, 17 diloi de r niiurri,7"i csi'iiraA',e carnaiih.
281 ponas de boi, 1 arrobas de pregosve brooze, 2
ditase 4 librai do 1 ihro. 9 barricas vasianba? PCjas de
cabo, 17 1,2 libras de pennas, 9 Ir, ditas a buxo de
pescada, 10 arriiba- e 26 libras do ebo,4 qjjf ijo,
ordem.
Vapor brasileiro o Paran, i> vindo dos por
norte, consignado a agencia, manifestou
guile :
i caixas ignora-'e ; a Aranaga & Bryan.
1 caixole dilo ; a Feria & Lapes.
1 encapado dilo, ; a Anlonio Francisco das Na-
ves.
I dilo dito ; a Augusto C. A. arcia.
Sumaca liespan iota Violant, )> vinda de Bar-
celona e Malaga, consignada a Viuva Amorim 1 Pi-
lilos, raanifeslnn > seguinte :
93 pipas, 10 meias dilas e 22-') barril vinho- di-
versos ; aos mesnns.
CONSULADO UEKAL.
Kendimenlo do da I a 26 28:0315210
dem do dia 27....... 1^609366
'E ACOST.
corredores.
H a 90 ds.
a ditihei-
,o.
As trausserues a que -
minio limitadas. Da '-Irj .
consta ler havido vendas a 609 descou.
Vonderain-se cerca de I.IS) I saccas de calt.
{Jornal do Commerdo do Kio.)
tario.
am
1-
branca, 8 ditas ; cevada,
telaa iiimcnta, I oiira
l|2 dita ; dila de rosas,
horlela. 2 ditas; dila di
pirito de erva-cydreira
dilas ; leroy purgativo 1
de abelhas, 16 libras
prata crislalisado. '1 mu;
dilas ; oleo de amendoi
no, 16 dilas ; dilo de
amendoa amarga, 2 dil
ro, l|2 libra ; sal de gla
ntiea ; pillas ferrugm
galbo, i libras
semenles de lintiaea, _;
tiras ; sulphalo de mag
onras ; vinho branco g
pe de gruzelles, 12 dilas
BAHA 22 DE AGOSTO.
Freles.
Amslerdam
Bltico 35 a 19 s. nom.
Ilremen 30 a32l|2s.
Canal a or 1. para o Keino luido 30 a 35?.
Enlre|llavre e llamburgo 30 a 35 s.
tiolhemhurgo.
Hamburgo 30 a 35 1|2 s.
Havre 60 a 80 frs.
Liverpool 30 s.
Londres 30 s.
Trieste.
Cumios.
Londres 27 3|8 d. .
Paris......
llamburgo.....
I.iiboa i> 1
Dubrocs bospanbosl .
da patria .
ras de 65OO velhas.
de 45.
^N Soberanos. .
Palacios brasieiros. ,
lh'-l"iiliiie.- .
Mexicanos ,
Cobre.....,
29:5873576
lUVEUSAS PROVINCIAS.
Kendinento do dia I a 26 .
dem do dia 27........
8568136
1.529001
1:0089137
. 35 a 350
. 655 a 660
1. 100
. 285800 a 29#000
. 285800 a 290000
. 169000
. 98(100
. 857OO a 89900
. 19920 a 13910
. 13920 a I9940
. 13880 a 19900
{Jornal da Bahia.)
dita ; pinedas de barro,
calaa, I ; jeias vid*
facas elsticas pequeas!,
upes de graduaru, I
armare coin mao de m
lio de glal, I.
Para a
Papeletas, 500 ; mar
nal, 1011 ; alia para os s ulenciados, 1,500.
Oucm quizer vender
suas propuslas em carta
amostras, na secretaria
dia 1. de sotcmbroproi
alqueires
1 ; vinagre, medidas 211 ;
de para a fortaleza, 3 ;
pinceis sorlidos, 50 ; bro
Segu era pone le nacio-
nal FIRMA, pata r0) por
toa mala paste lta pa_
ra o resto, pasta /os a |,.ete>
para os quaes te v,m.. coramodos,
liata-se com os consignatarios Novaesiv
C, ra do Trapiche n. .
I'AKAOAKACATY.
O hiate Cumei seguir em poneos dias, p ainda
recebe alguina carga miuda : Irata-se com P. Ra-
dien.
COIPANHIA TMNSATLiflTia
ti rapare sardosm
ttH0 %>wtt&e$.
O Sr. loquim Antonio (ionralvesda
Rocha, que morn na ruado Mondego, e
se inttdou sem declarar o lugar para onde,
dirija-se a esla tvpographia, a negocio
de seu inleresse.
Nao se cnlende com o Sr. Joaqnim Antonio
Goosalves da Kocha, ev-eaiveiro dos Srs. Novaos &
Companhia, e boje da Sr. Iiioin /. de Faria, o an-
nunc.io chamando a pessoado mesmo nome para ne-
gocio nesla Ivpographia.t)s Kcdrclores.
Dr. Joatiu'un de Acjuino Fonsera
tendo-se ollerecido para vaccinar grattti-
tamenle as pessoos que viessetn a' sua ca-
sa na ra Nova n. 14, nos sabbados de
cada semana, das 7 a"s horas da ma-
l lua, roga aosvaccinadosque voltem nos
dias (jue Ibes tbrein indicados ; porquan-
to s por este modo poder-sc-ha inanter
a vaccinacao, que sem sement, que de-
ve ser pastada de uns para outros, nao se
entreten].
Precisa-so de una ama para casa de panel fa-
milia, lano para o servieu interno cumu evlcrno : na
roa Direita 11. 119, ou na ra Ve"'a 11. loi ; p
de Lisboa, as quaes se vendem por
preco eonimodo como eostumam.
Companhia !*er-
nambucana.
A direccao avisa aos Srs. accionistas,
que para complemento do capital da
mesla empieza, tem deliberado emittir
novas acc/ies, mas devendo ser preferidos
de conformidade com o ai t. 5- dosestatu-
tos, nadistribuico de taes acees, a'quel-
les senhores que ja' sao na mesma interes-
sados, ica, a contar de boje, marcado o
razo de .10 dias, para a inscripcio de
seus nomes, com declarac^k) das acees,
qoeqoizerem tomar, no sen escripltio,
no forte do iMattos 11. 10, sendo a yri-
meira prestacio de 50 por cento. Rccife
27 de agasto de I S5(i.Antonio Marques
de Amorim, secretario.
O adminislradore da massa fallida .le Leo-
poldo Jos da Cosa Araujo, scienlifica aos Srs. crc-
dores que lem procedido a segundo raleio, c que
paga no seu escriplorio na ra du Vinario 11. J3, pri-
meiro andar, nos dias uleis das 3 as horas da tar-
de, al o dia 15 do prximo mas de scleinhro. O
Srs, credores que deivarem de receher al aquellr
dii, obligarla ao annoncianle a requerer remu^ao
dos seus dividendos para o deposito pohlico, visto
que lendo de ultimar as emitas de sua adminislra^ao
para prestar 110 juizu competente, desoja obler plena
quilacn, romo dtspOe o artigo 1711 do regulamenlu
n. 73M de i") de novemhro de 1R50.
Jos llaptisla da Fon-cea Jonior.
Jo- de Almeida Flix deiiou de ser caixeiro
do Sr. Manoel Alves Ferreira. Kecife -JO de agosto
de 185.
Juliao Campaio, subdito hcspanhol, rclia-se
para Eoropa.
SNTA CASI DA HISERI-
GIRDIA DE OLIfiDA.
A mesa regedora da Santa Casa da Misericordia de
Olmda chama aos devedores da mesma Sania Casa,
que teem diuheirns a menor premio de del |ior ren-
to, a \ircm faier novo ajuste, un praio de 30 dias,
os que moram 110 Kecife e seus soburbios na distan-
cia de Ires legoas, e os que moram em maibr dis-
taucia 110 ilc 00 das : fndus esses prazu-, que prin-
cipiarn a correr do dia da publicaban desle anniin-
cio, os que nao liverem comparecido serdo cuDstran-
gidos a recolher os capitaes que receberam, e seus
respectivos juros. Ulinda II de agosto de 1850.U
escrivao da danta Casa,
Jos Policarpo do Frcitas.
SINTA fASA DA HIISER 0RDIV
IHIMIA.
Os abaixo aisignidos, com loja de ourive na rata
do Cabuea' n. 11, confronle ao paleo da nutria eraa
Nova, Taren) publico, que eslSo recebende contmtM-
dsmenle as mais mlfdcrnas obras de ouro, tanta par
senhoras romo para homens e meninas : 01 peer1
conlinuam razoaveis, e pasam-se romas cosa) res-
ponsabilidade, especificando a qnalidade do oarn da
14 ou 18 quilates, licando anim sajeilos o
por qualquer duvida.Sersphim & Irroao.
LOTERA da proviucia.
Salusliann de Aquino Ferreira avisa ao resfanlevel
publico, qoe vendr dinheiroa vista, sendo aejaaa-
liade 11 1- para cima, 01 seus bilhetes ialeime, sin
e quarlos, pelos presos abaixo declarados, na ma da
Caneia do Kecife n. 15, loja de miudex** da Jase
Fortnalo dos Santos Porto.
Kilheles 5?50u Kecebe 5:00tr>
Meios j-Mai .-Oftj
guarios IJiOO a ISM|
Peruambuco de a-oslo de MHa
Salusliano de Aquino Ferreira.
I'reri.a-p alogar 6Jprelos para arauaasa da
assucar : quemjlixcr e q'uizer alugar, dirija-se mi
de Apolla, armazcm n. 10, que achara coa* qoesa
balar.
de dila dila de i e de : di-
las de 1 e 3 dilas, duzias
goivas curvas do tornear
palmos, 1
para
hadames sor-
c (i polegadas,
sellas para vaqueiro, 1
botica,
ras ; azilra, -J dilas ; acido
artarico, .' ditas ; agua de
1 da ramha de Hungra, 13
i caadas ; amoniaco li-
le potassa, qualro li-
a nnra ; bei|oim, duis li-
olido. J dilas ; bagas de
osa, l|J arroba ; crmor
1 arroba ; essencia de hor-
dita de llor de larangeira,
11 dita; dita vulgar, de
terehentina, 1 libra ; es-
1 ditas ; elher sulfrico, i
.gro, SO garrafas ; mel
aVialvas, 8 ditas ; nitrato de
is; dito de dita fundido, f
-doce, 8 libras ; dilo rici-
dfaiema, i ditas ; dito de
is ; prolo-iodureto de fer-
ber. 1 dilas : sanlonina, 1
isas de Vallelt. JO vidros ;
raz de Uno llorenlinn, l|J dita ;
irrohas ; espri-macete, 8 li-
uta, 1 arroba; solimn, ;
1 nerosu, ll garrafas ; saro-
do de lamn01. Ili ditas ;
SER VICO REGULAR PARA O BRASIL.
Barcas de vapor a' hlice.
G.enov......de 1850 toneladas 300 cavallos.
lurino.........18.50 o
Viclor Emmanuel 1800 .0 o
Conde Cavour.....1800 a
O vapor GENOVA sahira do Genova z de
selembro prximo, para o Kio de Janeiro, <,m as
escalas seguiulcs: Marselha. Cibrallar, Icneriff.
Madeira, Peruambuco e Kahia. Desta poca em
dianle as partidas dos vapores serao roensaes : para
qualquer infnrm.ieao, Irala-se com l.emos J.inior A
l.eal Keis, agcules da eompaobia, em seu. -ripio-
no, ra do Torres n. 11.
Para a Babia seguo om poneos dias a velen
sumaca nacional oCastroo, de primeira marcha, por
if .Ta,or parle ,la e-'re' l'r"m"u P"r" raato
*ser cum s7 cnsiguatario llnmingos Alves Ma-
llieos, ra de Apollo a. 33.
U7/a," "MaCe"' se-" cum lirvidade a barrar
Hoa-Sorle : quem n-lla quizer carrega', enlende-se
com Joso Joaqnim Das Fernande., ra da Cadeia
uo Kecife, ou com o meslre Manoel Jos da Molla.
Desapparercu da roa da Crai n. 13,
andar, um calo preloenm algumas raalhaa branca,
fucinho liraneo enm urna malha pequea preta a>-
baixn da barba, da' pelo nomo--diamanlf.ppfte >
ler ido para n neceo das Crioolas : qaesa arhar *
quizer restituir, levando-o a' casa cima, aera' re-
compensado.
lotera da provincia.
Segunda parte n i* lote-
ra ilo estar Bom Je-
sus (las tiores.
O abaixo assi^nado \en-
(leu todas as sortes grli-
des cm frae^oes, excejMo
uitia deoO^OOO.
27Vr> .-):OO0sllll0 ein 2 (piarle*.
T)8a7 t:000,sOOO em 1 dito,
r, lOOsOOO em I dito.
iOO.sOOO em I dilo.
-200.SII00 em 2 dilos.
20.S000 em meio hilliele-
lOO.SOtM) cm meio.
lii.i.sillil cm 2 pinrlt.
Km.-; i!MI cm 2 ditos.
."ill.SlHIO em I dito.
.MI.SOOO cm bilhelc.
O.sOOO ein meio.
r><7
27.11
2:r>2
iisi
2*56
21.1-
2I
I17
papel de lillrar, l|2 rena ; dilo do emhrulho, I
i ; cassarola forrada de por-
tas, 1 ; bacas de loura, -J
1 ; canecos de louea, (i ;
gral de vidru. -> ; uita de
irliin, 1 ; vidiu de aremo-
Keal conipaiiliia
quetes inglez os

a
g pa-
vapor.
bem.
Prccisa-se de um homem ^*aaaaVsWlli !"
para lomar cania ,1a urna carro ne paleo do Car-
rao, sobrado |mr cima da botica.
Aprescntamns ao publico a segointe lista, em
a qnal nos propomol votar para jaita de paz do se-
guiirlo ni-trieto da fregoezia dos Afosados.
1. Jno Carneiro Hodrigues Compeli.
S." Dqmiiigos de llultanda Cavalcanti de Albu-
querque.
3." Jos Paulino de Almeida Catanho.
i." Francisco Cavalcanti de Albuquerque.
Desappareceu na noile do dia para >ii do
corrente, do sitio ila Ponte de l'choa, perlenceute a
Sr. I). Mara do llego Comes, um cavallo mellado
em grflo, de cangalha, tem o mal de besta no quarlo
esquerdo, aherlo de baixo e de cima, as queixadas
tem duas feridas pequeas de cahreslo : a pessoa que
o tiver adiado leva ao aterro da Boa-Visla 11. 70,
ou no sitio cima mencionado.
Precisa-se alugar urna escrava 011 mes-so mu-
Iher forra que saib? coser, lavar e engommar, para
o serviro de urna familia ingleza : na ro do Trapi-
che Novo 11. 10, em casa do Paln Nash (\; Compa-
nhia.
Prccisa-se de urna ama de leite com toda a bre-
vlidade : na ra de Sania Thercza n. 7. Alianja-se
ler bom tralamenlo e um bom ordenado.
Precisa-se de .500 a OOJOOO a joros, dando-sc
por garanta boa firma : quem tiver annuncie.
Aluga-se urna preta que engomma bem e ser-
ve em casa : na ra do l.ivrameutn, loja 11. II.
A pessoa que quer comprar urna taberna muilo
afreguezada para a Ierra, dirijao ,10 aterro da Boa-
Visla n. 10, que achara' o que deseja.
Quem precisar de um bom cozinheiro, annun-
cie por esta folha para ser procurado.
Urna pessoa habilitada cm primeiras lettras e
msica se nflerece pai.1 ensinar em algum engenho :
quem de seu presumo se quizer ulilisar. dirija-se a
eaw do Sr. pianista Amaro Franklin Barbosa Pri-
mavera, rna da Mangueira, bairro da Boa-Vista,
que la achara com quem tratar.
Funjo po aterro da Boa-Visla n. 13 urna arara
vermellia e azul : quem a tiver achado c quizer res-
liloir. dirija-so a casa cima mencionada, fine ser
recompensado.
Na ra do Vigario n. 13, segando andar, pre-
cisa-se de urna criada, paga-se bem.
Fugio em novemhro de 1853. temi vindo do
Rin de Janeiro de ohrigaco cm om navio, n prelo
mariiihiro JnAo, ciiiolo. alio, retornado do corpo.
c bem latante, o qnal escravo he de propriedade do
Sr. Manoel da Molla Maredo all residente, e incol-
ca-sc rom : quem o ap|irehender e levar ao Indo do
Corpo Santo 11. 25, ser gcnerosumctile recompen-
sado.
AVISO.
A mesa regedor- da Santa Casa na Misericordia de
Olmda marca aos foreiros lauto de cilios como de !
lerrenos perlencentes a mesma Santa Casa, o prazo
de 30 dias, contados da publicacao desle anuiiiicio,
par pagamento dos foros que esliverem a dever, e, 51 | ->
^e lindo este prazo nao os liverem pago, arria cons- ,_
irangidos a faze-lo ; sullrendo a pena de eoiumisso >UO Ha "'OS l\AO SO os que nella houvercm incorrido. Oliuda II de I
agosto de 1850.1> escrivao da Santa Casa, COltO (Hfc U'ai'ai t Hl, Jos Policarpo de Frailas. .
A viuva de Joao Nepomuceno Barroso est | tO'.lO O H" t' i'; I: I > p<|f l:ltt',ll.
^,-rncedendo o inventario por morle de ieo
'.mi",
eieiiur (jilC
obtiverain ditos nu-
men,s, 110 cseriptorio do
abaixo assi^-iiado.
P. J. Layinc.
LOTERA da proyucia.
Piiuieira parte da 1* hite-
ria do Senlior Boiu-le-
sus das Dores.
Aos 5:000.x e 2:O0O.sO0O.
Oal>ni\oassijjnado avisa ao rc|M'iliiv<-l
publico, <|tt<: venden ospivemiosabaixodc-
clarados, tem cvposto a venda os sens
aforlmiados l)illictc.s, meios e quarto,
da primeira parle da primeira lotera do
recolhimento de Olinda, as casas ja* an-
nuuciadas.
nfermaria.
ias diarios 5011
dito
esles objeclos aprsenle as
'echada, acompaunadas das
do conselho s 10 horas do
imo.
da freguezia da Varzea.
crreme um prelo cri-
diz ser do senhor do enge-
ui douu eomparaca no mas-
ntregue, ju.litirando.
ea -Si de agosto de 850.(I
Francisco Soller de Figuei-
;x, .Vanos entrados no dia 27.
Rio Grande do Sul13 din, barca brasileira oanl
Mana Boa Sorteo, de 2>G luneladas, eapilao Ma-
nuel lereira Jardim, equipasen) 13, carga 9391
arrobas de carne suca, sebo e couros ; a Manoel
t.oocalves da Silva. Perienca a Pernambuco. Pas-
sageiro, Anlonio Rodrigues.
Siola CaUnritia12 das, paiarho brasileiro Peli-
Secrelaria do ron Ib adininlslralivo para forue-
cimeiilodn arsenal de g ierra Jli da agosto de 1850.
liento Josc' Lamcnht Lt/ts, coronel presidente.
.Iitonio Gomes ra/,leneiilc-coruiiel vogal servindo
de secretario.
Pela subdeb-gacii
foi |ireso no di 27
o'il". de nome F'liDin,
nho Pagi : quem for
mn juizo, para Ihe ser
Subdelegada da Val
suudeicgao de polica,
do Castro.
cnxsEI.HO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo precisa contratar n for-
necimento dos gneros scguinles par o rancho da
companhia deaprendizn menores e Africanos livres,
em servieo do arsenal de guerra, duraute os inezes
de selembro e ouluhro prximos vindnuros :
Assucar snmenos retinado, caf moido, ch lly-
son, pAo de i ticas manteiga inglesa, arroz pilado,
bacalho, carne secca, dila verde, forinha de man-
dioca, feijSo, loucinho de Santos, bolachas, azeite
doce, vinagre de Lisboa, lenha de mangue.
Quem quizer contratar estes objeclos a|iresenle as
suas proposlas em caria fechada, acumpanliadas das
amostras na secretaria do conselho admiuislralivo s
10 lloras do dia 30 do crrenle mez.
Secretaria do conselho admiuislralivo para for-
necimento do arsenal de guerra 25 de agosto de
1856.Bento /ot Lamenha l.ins, coronel presiden-
te. Antonio tioinet Isal, lenente-coronel vogal
servindo ds serr.lai.u.
hspera-se at o fim do mez um dos vapores Ida
real companhia, o qnal depois da demora do eoHu-
me segn para os portas lo sul : para passageiros,
etc., Irala-se com os ageules Adamiun llowie \ C,
ra do Irapichc-Movo u. 12.
. Alo o dia i de selembro futuro segu mprcte-
rivelrucnte para o Aciracu' o patacho Emulacin :
para carga e passageiros, trata-se cum o espilla ou
no escriplorio de Manoel Cooealves da S.lva. na ra
da Cadea do llecife.
- 'a r o Assu'
salic oestes oito dias o brigue SAGITA-
RIO : quem no mesmo quizer carregar
ou ir de passagem; trate com Manoel
Faz-se preciso saber se existe insta
pracaou em suas comarcas, o Sr. Jos
loaquim Leite Bastos, o qual consta ter
tomado estado com una senliora viuva
la/.endeira : roga-te ao mesmo tenhor
ou qualquer pessoa, (pjedo mesmo liver
coiiliecimento, de se dirigir a ra da
Cadeia do Kecife, loja n. il.
Joao Corma de Carvalho, com loja
de alaiate na ra da Madre de Dos n.
56, precisa de olliciaes, tanto de obra
grande como muida.
Precisa-se de um eitor para o sitio no Man-
guiubo, passando o do Sr. Teixeira o immedialo
junto do Sr. consol americano : a tratar no mesmo
sitio, ou na ma da Cadeia do llecife, loja n. 64.
Alu^fiiii-se
anuo ou por testa, algumas casas na
N. .1 .
."i07 .
Bilhetes
Meios
Qttartos
l'HEf.OS.
r>jr800 recebe
r),ooo .i
11500
. MMHt
. r.o.sooo
5:000x000
2:500|000
1:2:>OsOOO
Uecife 20 de agosto de 1856.Manuel
de Janeiro.
Francisco da Silva C meo, na ra do Col- T ^^ t""*' M
legio n. 17, segundo andar, ou ,orn 0 Ci*l,l,.nCa' l-Ttenccnles a viuva Lasserre,
eapilao Manoel Jos Uibeiro, a bordo VT** "^ P^ ^f^ ^'V^
1 uiuo. lamilla: quem pretender di rija-sc a ra
da Cadeia do Recite ii. 59, primeiroe se-
gundo andar,
.'.'.."..'..',.'-.' <*>, fajs'RW -> --
I i.?.,.-...-........-...;-.,w.--.,; ..-.. ..:...-..;...-
| ;'Z Manuel Ca 1 m aos seus colleg is, que elle vai dar princi- *\
; ';>- po a um cuno de Ceomeliia, no 1 de se- "fi?
( 'j temhro. par aquelles qoe se quizercm ha- jfe
'j hililarao ezame em novemhro: quem qui- ..
;;j /.er freqoenlar dar' quanlo antes o nomo i ;:f
Kif matricula, c pagara' por me/. 5?000 adian- '..':
f^i lados, rua da Penha n. (i. segundo .indar. {'.\
-xii f:. ,,i { t, cninde sitio ilcnoinin.'idn I'azen-
n*M3ESET Z. o, junto aos AfbgftdtM : Irata-se cjin o abaixo as-
Vai seguir brevemente a escuna na- *""**M "* *" "jg--________-.-
i T'*, j i laa- ii i Manoel (omcs io^ac.
Conal JOS, de lote de 11 > tonclladas, Precisa-se de vinte olliciaes de carpi-
capilo Manoel Jos Prestrello: para o na para trabalbarem em Tamandare e
resto da carga que Ihe falta e escravos a mais pontos da comarca do Kio-For-
frete, aos quaes da'as melliores accom- moso : a (aliar na Vpiranga, com o en-
modai;r.es e Iratamenlo, (jueiram enten- genheiro Milel, ou em Tamandare, com
der-se com Antonio de Almeida Gomes,! o Sr. Saturnino Jos Viainia e Lima.
1-acundo : quem se julgar
ajeniar seus Ututos a meima viuva. na ro
n. 57, alim.de podercro er altcndidus no
ivenlario.
abaixo assignado com botica na praca da
isla n. >>, deseja fallar com o Sr. Joie -'rau-
>1 jr lu- de Almeida negocio.
Joaquim Ignacio Uibeiro Jnior.
- Perdeu-se no salan do theatro de Sanla-lsabel, '
n imite da partida de il do corrente, urna pulceira i
de mosaico : quem a arhou, querendo a restituir,
leve-a a loja de ourive dos Srs. Moreira i\; I Miarle,
rua do Cabuga', que recebera' em remuneraran sua
importancia.
Precisa-se alugar um prelo para serviro de casa,
c de um sitio perlo da prara : ua rua da Cruz, ar-
mazem n. 10, no Kecife.
Cem mil reis de gi alilicario
a quem ap|irehender um cavado com os signaos se-
guinles : alazo amarello, pelle muito fiua, bastante
grande, idade de 10 anuos, punco mais ou menos,
ps calrados, frenle aberla pouco, fazendo separai;ao
no meiu e cooliuuauno para bailo, ulhos capelodos,
deutes quebrados pouco, finalmente, bstanle esqui-
pador, fazendo grande tropel na cquipanra, o qual
cavallo foi furlado da fa/.cnda perlencenle ao Sr.
Antonio Hilarte da Costa, do dislncto Curato de Bom
Jardim : roga-se a pessoa que o appreheuder de le-
va-lo no aterro da Boa-Vista, casa n. 28, ou na mes-
ma fazenda, que recebera' a generosa gralifica(ao
cima declarada.
As pessoas que qoizeram alugar o segundo an-
dar do sobrado da rua Direila n. :16, a que nao lize-
ram por se adiar ainda oceupadn, podeui ir agora
receber as chaves.
Os abano assignsdos fazem poblico, que leudo
(inalisado em ,'tl de dezembro de 1855 o prazu da
sociedade que tinham na fabrica de calcado na rua
da Cruz n. 3.1, no bairro do Kecife,. sob a firma so- : Martins Fiu/.a.
cial de Demesse, l.eclrc & Companhia, esla eilinc- | No dia 9 do mez proiiaao de selembro, ao ski
la a .-lila sociedade, ficando a casa por cunta do so- dia, lem de serem arrematado* em hasta p*Miea, a'
ci l.eclr. Kecife 110 de julho de 1850. B. li. I porta do consulado da Portugal, na rua do Trapicha
UemesfeC. l.eclrc. n. 6, e em presenta do lllm. Sr. Or. joiz de orphao.
Precisa-tc alugar um sitio pequeo pcito da e ausentes desle lermo, os segu mes eacravoa : nina
prara, que nao seja muilu caro : a tratar no Kecife, i muala dn nome Pulquera, idade 10 anno. avahada
' ua da Cacimba n. K, sobrado de um a andar. em Iihnhni. pertenceulc ao espolio do finada sabdi-
O ahaiso signado declara que nao aulo.-isou lo portuguez Domingos Barroso de S>,na ; ama pre-
e DMB aulorisara' a pessoa alguma para cunlrahir em
sen nome uuaesquer dbitos q\ue sejam. Poucas ata
as Iransacres do abaixo assigviado, e estas mesmis
s terao alidada sendo leitas pesaualmcnle, ou por
escripia.Ignacio lia-'o de l.vyoleV
Francisco (iomejpb/:!eiao faz pijjiliro, que o
Sr. Jos llonralves Vieira deaco de ser sev raiseiro
desde o dia 2:1 do correle un-/ *
Precisa-se saber aonde resine i Sr. Jos'.quim
Antonio Alves Cordeiro, para se Ihe fali^- cei ca de
urna encommenda que o mesmo senhor I,-iedo
i .--.ir i jiara ser entregue a Manoel Antuuio Gon
calven.
-No primeiro ndar do sobrado da rua Nova,
por rima do Sr. Ilerker alfaiate, preci*a-se de urna
ama forrr ou capliya, que saiba coziuhar ; paga-se
bem.
Precisa-sc de urna ama par casa de pouca fa-
milia, forra no escrava ; paga-se hem : na rua Di-
reila n. 119, uu t.a Boa-Visla, roa Velha n. 101.
Na rua do Cabuca n. Ili, primeiro andar, de
seja-se obler noticias de Brigido Jos Jorge, filho de
Joao Luis Jorge, de Caminha.
No dia 2!) do crtenle (sexta-feira),
na sala das audiencias, linda a do lllm.
Sr. Dr. juiz municipal da primeira va-
ra, se lia de atiemalar as parles do so-
lirado de dous andares, silo na rna do
Pilar n. lo."), perlencenlesaosexecutados
Joao Coellio do RosarioeSua mulher, ava-
hada toda a propriedade por (:00i).s'000
ris, he a ultima praca, na execuco de
Tasso Irmaos, escrivao Santos.
e> **m>o-- 9 saafs a a
l .). JANE, DENTISTA, i
% contina a residir na rua.Nova n. 19, primei- t>
?ro andar. aa
*SSH*ai3'SiBaAS S;S7'ja-3
Os bilhetes com a rubrica do abaixo
assignado, sao pagos incon'.enente, na
Independencia n. 40, ate o
I por nome Cerlrodes, idade de .15 annos. perten-
ceute ao espolio do finado subdito porlugura AnSa-
iii" da (.ii-ia l-'aria avahada em 80UWSU res ; una
preto por nome Jos, nacSo Costa, idade :t:, anuos,
avaliado em 900), perlencenle an espolio do (finada
subdito portuguez Joaquim lionralvas Perena twm.
Alugain-sc os dous grandes salocs da
propriedade nova da rua ilo cm* de Apol-
lo, ila Si'a. viuva Lasserrc: i eulemle -m-
a respeito no arma/.em n. 20, da rua do
Brum.
.Marianna da Conceir.lo, casada rom Dominga
Joaquim da Costa, achandn-se fura do seu saavi-
do ha um aiiini,|'.-ln mesmo a ter botado para fta Ua
-na casa, por isso previne a qualquer pesua que na*
fara negocio com o dilo seu marido em qualquer dm
hens qu- perteiicerem ao casal, pois tirara sem ue-
nhum elfeilo todo e qualquer negocio qoe esle seja
l'i-ito desla, antes e di-pois. viola o casal se acatar de-
savenciado a lal respeito, a (cara' sens cuello loda
esle negocio.
Estabelccimenlo
photographico
Pelos ltimos navios chegados da 11 avre se re
bcram neite eilalwlecimeoto maltas rticos de a<>ni
goslo, como sejam, molduras dourada* ovacs, lisa e
ornadas, ricos caisilhos prelns douradns no vi quadros pretos c madeira natarr/.i, lindiv.imas cai-
vinhas de lodos os lamanhos ale um palma quadra-
do, ludo conforme ns modellos mais moderm de
Paris. A galera artstica se acha assini cmplela-
mente prvida, e os amadores que apreciam um re-
trato perfeilo podem approveilar-se desta arcaaiaa
'opporluna para serem plenamente servidos sesead
seus deiejus e caprichos. Os precos saa as mais m-
dicos e semprc iiivariavcis. O esUbelecinieol* !*-
tographicn se encarreca de todas as rneoajmendas
que se referem aos diilcreotcs processos da pliolng,a-
' phia e ilaguerrcolv po com apiliearAo de piolura lina
e iierfcibimenle appropriada. Adia-e preparad
OO.SOOO. rolvcar|)0 Jo.se um servito especial para tirar relalos em qualquer
casa particular daqoellas pessoas que nao quimera
, ir an eslabelecimeiilo, romo tambero de petaos fal-
AtCIJCO. lecidas. Fazemi- copias de sitial c de lodosos
mndelluse objeclos de arte nao K> em daguerrenlvpa
OITcrece-se nesla prara urna caa ca az a lodo a senao conforme as mainres dimensies pholocraidnra
senhor de fura,que quizer mandar seos lilhos apreu- em vidro nu i.ipi-l. limo se retratos lodos o- diaa
der os preparatorios, tendo lodo o desvell com a desde as 10 horas ale a I da larde, horas na* quaes
saa roupa, comida e molestia, mediante corla paga se acham reunidas as melliores coodifoes de luz em
razoaval : a Iratai rom oSr. Jos Comes l.eal, na urna galera envidrarada appropriada a e*le fim. O
rua da Cidcia do Kecife. propnelario do cslalolerimeiito approvcil* salaaa-
Antonio Jos de Arantes vai a Portugal, e jol- casiao para advertir ai pessoas qoe liverem de faxer
ga nada dever, mas se alguem se julgar seu rredor alguma eneoinmeiida para dagucrreolvjio, qae de-
apresenlesuas contas no prazo de Ires dias, ua rua vemdar pressa em nao perder a unir oreaaie que
du l.ivrarnenlo n. i, para serem pagas; edeixa por Ibes he olb-recida, vi-tn que o d.isucireol; pista lem
seu procurador Manoel de Azevedu Almeida. de deiiar esla cidade di-ulro dciiwoco lempo (ara se-
Quem quizer comprar om binculo, aiiouocie guir outro deslino. I m sortimenlo completo du
por eite Diario. obras folheadas d'ouro, como enrlelas, ilhneirs
Precisa-se alugar nm.i escrava que saiba rozi- pulceiras, etc., ele. acham se a diapoairjo uas se-
nbar, engommar e coser: na prara da Independen- nhores fregqere, para rollorare retrato rm |a>uln
cia ns. :I7 39. I reduxido.
praca da
premio de
Lavne.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
.
MUTTCfiDD"



HIRI lEPlIMMBItO QUINTA Fi-M 28 tGOSTO II I8b6
..itAKIA.
. i. D. Ribeiro da Cu-
..es acha-se a veuda na luja
e mii/j, junio ao arco Je
. de eicravos mi humen, forros, das '.I
o: .1 Ir; i.ir na ra do Viu^rio n. 15,
andar. M-'ii le 11 ngos lodos os sahbados.
Aviso coinmcciral.
.va loja 0 armazem de fazendas da ra da .a.li-i.i
do Hecife n. 50, defronle da ra da Madre de Deas,
arh.irao o enhores i|ue commerci.m rom Calendas
para Cora desla enlace, e o publico rin geral, un
hnm sorlimeiilo de Calendas novas, boas e baralas,
que a dinbeiro a vala se veodem por haralissimos
precos, asseguraudo-.e seremelles muas para lodos,
e | ac nesle eslabelecimeulo achara quem o frequen-
Ur sisudez e aerado, pelo q*e espera scu nropne-
lario e loma bstanle conrorrido de Iresoezes.
Precisarse de uma ama para fa/.er o servido
diario de uma rasa na pimra familia, laiido-sejpre-
lerencia ae Cor osrrava : qiiem pretender dirijase ao
arinaiem da ra do i'.ollegio n. 13, ou a ra das Gru-
id u. tt, segundo indar.
Esterescopos e
vistas estere-
oscpicas.
Panoramas e monumentos intcressanle de Pars
e Lisboa, Huma* de Pouipeia e llerculanum, sitios
piloretcos da Suissa, montes de K*lu, vistas dos IV
reneos, assninplos animadas c instantneos, scenas
da vida domestica, a Crimea Ilustrada...... sobre
\ iilni. papel e lamina em prelo e cm cores, tudo li-i
rado da nalureza cola a machina.
Retratos estereoscpicos sobre lamina e
papel.
O mala bello presento para nelvoa.
Caiiinhas Pompadour e Duque/.a, ludo qaanlo
eiiale de mais elleginle para conter um retrato cm
pintora a oleo ou aquarclla : no estalieleciiornlo
photographicu de Augusto Slabl, ra Suva n.2l.
fama
Prmeira.
A IERRO DA 'BOA-VISTA N. 8, DEFRONTE
DA DISECA.
Jos Joaquim (ioncalves da Silva faz ver aos seus
tregeles que recebeu oovo sorlimenlo de mullos
-eneros elranuoiriis de superior qualidade : latas
rom biseoitos litio* sorlidos de todas as qualidades,
b'dai'liiiih.i de soda, presuntos para fiambre, ditos de
l.amezo, salames, conservas, mantoiga nglrza a 400
., 600. 800, Hhi, IjtKO, bolachinba amejicana a
321) a libra, superior cha'hvsson, dilo cliun, dilodo
Rio, primeira sor.e, qaeijos do reino, ditos de
nata, ditos do crian os melliores do mercado,
champagne em garrafas e-meias, viuho engar-
rafado das melliores qualidades, como seja, du-
|ue do Porto, Ceiloria, xerez, moscatel, de Seta-
bal, Porto, flor leaui, cognac, IMHU finas para
sopa de todas as quilidades, e muilus mi Ico- gneros
que a vista fai fe, e mais barato do que em oulra
parle, a diuheiro a' vista.
; Deposito de vinlto de champag-
@ ne Chateau-Ayx, primeira t\ax- U
$ lidade, de propriedade do eonde @
*'. de Mareuil.ioia da Cruz do Recife n. ^S
20 : este viuho,o inellior detodaa @
$ Champagne, vende-se a 5(is cada ^
S5 caixa ; acha-se tnicamente em ca- ^
t$ sa de L. Leconte Feron & C. N. $
?& B.As cai'.as sao marcadas a fo- @
t$ goConde de Mareuile os rotu- @
#J los las jrralas sao azuet. fi
O Sr. Frerlertco Jacques queira di-
rigir-sea livraria ns. (i e 8 da piara da
Independencia, a negocio de sen intc-
abaiio issiguado tenia honra de participar
aos senhores negociantes e mais pessoas desla e de
qualquer proviuria. at quacs iuleressar |iossa. que se
acba eslabeleri.lu cun escriplorio de advocara na c-
dade de Macei, capital da provincia de Alagoas, i
ra do l.ivrameulo n. i!i, e seoflereee a tratar all
ou em qiialquer pona da me hranea de dividas e de lodos os negocios de sua pro-
lissao pranla os Iribuuavs, uizes e reparlices pu-
blica-, ou evlrajudicialmeule, por conservaras mais
Mientan relac/ues em toda a provincia, como natural
della, e haver excrcido durante S anuos os c-rnos de
promotor publico, e joii municipal e de orphios em
dill'erenles comarcas, leudo sido alcm disto honrado
com o mandato provincial por algumas veies : as
pesoas que se dignaran) de confiar ao ahaixo assig-
nado aaai comioissues pndem dirigir-se dircrlamenle
nesla praca ao Sr. Jos Concalves de Alhuquerqiie.
agente procurador da provincia, que so eucarregar
da remessa prumpla e segura da correspondencia,
papis e documentos. Cidade do Recife 19 dejiilho
de IKl.l.ourenco Accioli Weaderlev Caavereo.
Na ra dos Copiares em segunde ao becco do
Lobato, quarla casa depois da venda, n. -J, ar-
iioiii.--. bandejas de bolo-, e tanibein se dan bolos
de veiidagem pagando-se qualro vinlens por palara.
>a mesma casa precisa-se aluzar urna prela para
vender na ra, pagando-se mensalmenle.
Xa luja de madama Roulicr, ra Nova n. ,>S,
lem, rerebido de Franca, ferros de recortar baba-
dos para vestidos, os piala modernos que lem viudo ;
csparlilhos ; saias de cimas, inuilo modernas ; veos
de fil lavrado para chapeos de lucio ; bicos prelos
de linlio ; eneiles e llores para cabeca ; bicos de
blonde ; leques, e lodo o mais necessario para bai-
les e Iheatro,
=^
rene.
AO
publi
co.
Manuel Joaquim de Miranda, olticial de esculplnr,
la/, ver ao publico aos seus fregueies, que inuJou
a sua residencia para o aterro da Boa-Vista u. 17 ;
recebe toda e qualqier eiicmi'mende de sanios, tanto
de pintura como de esculptura. com perfeicao e prs-
tela, assim como limpa ccoucerta imagens de pedra,
pinla e as doura, e lainhem troca imagens volhas :
qiirm do seu prestirn se quier ulilisar, dirija-se au
alano da Boa-Vista n. 17.
MA DA CRLZ 1N. .'l.
Antonio Barbosa de Barros faz sciente ao publico,
I o mudou a sua sala de barbear da casa n. oj da
ra da Cru/. para a de n. I da mesma ra; na mes-
ma sala se acham a* mais modernas bichas de llain-
burgo, que se veinlem aos ceios e a relallio, ealu-
gam-iealudo mais barato do que em oulia parle.
Attcnco.
Na ra do Trapiche n. :i, ha superior tap prin-
( e/a do Brasil, chegado receuleincule do Riu de Ja-
neiro, em qualidado pouco dilTerc do de Lisboa, ao
passo que cusa aproas l^lim a libra : a elle, aules
que se acabe, pois a remessa he pequea*
Em casa de Rabe Schmettau Si C, ra
da Cadeia n. 37, vende-se :
tn grande sen timento de vidros de cs-
pelho.
Relogios linos de patente inglez.
Ditos ditos de patente suisso.
Comas de grava.
Krvilhas seccas em garradet.
Vinlio do Rheno superior.
Conservas alimentarias de boas
dades.
Tudo por prero commodo.
Lotera
Io reeoUiimento 'da Con-
0eic&o de O linda.
Aos 5:000 c 2 000 000
Corre induhitavelmentc sabljado ."iO de
agosto de IS.~)(i.
Salufitiano de Aquino Ferrcira
avisa o respcilavol publico que vendeu as seguin-
guintessurtes da segunda paite a primeira lotera
do Senlior Rom .lesus das Dores, Citrahida a -' de
agoslu da IcOli.
1 quarlo n. 27135:(KH)3
1 dilo o 38172:000
'I
\i\-
1 dito n 8 9009
1 dito >> 3(>7 00
1 dito ii 031 2009
1 meio o 1981 1008
1 quartu u 2156 lt"i~
1 dilo " usa- 10OS
1 dilo o se 50-3
1 meio 3112 505
1 hilligle 3533 503
O mesmo lem vxpuslo a veuda seas milito leliies
lulhetes, meios e quarlos, da primeira parle da pri-
meira lotera do recolhimento da CoDceirAo deOlm-
da, as tojas ja conhecidas do respeilavcl poblico.
Os dous premios grandes cima refendus, nao es-
lao sugeilos ao disconlo dos oito por ceulo do iiopos-
lo geral, o qual disconto sera pago ua ra da Ca-
deia do Racife a. i'i. loja de iniudeas de Jos For-
tunato dos Santos Porto, logo que saia a lisia, sen-
do os precos de seus bithetes os seguales:
Rilhele'iuleiro 5J800 recebe por inleiro 5:0009
Meios 31000 *5OB
Ruarlos l->V00 u 1-fjQf
Pernamboco 25 de agosto de 1856.
Salustiano de Aquiuo Ferreira.
O abaito aisiguado faz scienle ao respeilavcl
publico e principalmente ao corno do commerejo,
cpie o seu ev-caueiro a gereute da casa, com taber-
na no In.'Ci'o Largo do Recife n. IIi, Francisco An-
tonio do Miranda, deiiou de ser caiieiro c gerente
da incima casa, a como lal nao pude mais comprar
nem receber dividas partencentes a me .iliii-.'i assignado.Manocl Joso Bernardo de Paiva.
Precisa-se alugar dous ou Ires pratos para um
sitio, paga-sa ben : na roa .la Cadeia do Racife n.
16, pnmeiro andar.
LQTEBU Di PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro dai loteras manda fazer publi-
co, que -i.'ia evpi'sl.is a venda na tbesouraria das lo-
teras, na ra da Aurora n. 26, dai 0 as 3 horas da
L.'rde, bilheles, meios a quarlos, da primeira parle
da nrmeira loleria do recnlliimcnlo da Conceirao de
1 Muida, iiijas rodas aodam no da 30 do carrala, e
que h0 que sejam dislrihuidas as listas scrao em
ronliiniilo pasos os premios, etceplo as duas orles
riandes, que sao pagas incsino nosafao da eilracrao,
logo que sejam publicados seus rosperlivos premio*.
O primeiro' cuuferenle, servindo de escrivn,
Jos Jauo.iria Alves da Mala.
"Aluga-seom prelo ptimo rozinheiro : aira-
lar na ra da Cadeia do Uerife loja n. 6.
Precisa-.se de urna criada para o ser vico in-
terno de urna casa de pouca familia : a tratar aso cam-
po do Ilii.pieiii.c.i'a do Dr. Alendes da Cunha.
Na rna da Ouzes, n. 26, segundo andar, pre-
cisa-se de uma boa ama de ieite : paga-ie bem.
0tttpfft&
Compram-so6 ou I2cadeiras de Jacaranda"
sendo ubra do Porto, e que estejam cm bom ato1
momo que eslejam com a palha Curada, ou sem
ella : na ra de Hurla-, casa terrea u. 62, que lem
a Crenle pintada de aiul a as purladas brancas.,
Compram-se apolices da divida pruviucial ; na
roa das I'lores o. 37, primeiro andar.
Compram-se acres da companhi* de Beberi
be : na ra larga do Rosario n. 28 loja.
Compra-se calcado de toda a quali-
dade, agradando oprero: na ra Direi-
ta n. ib, loja.
Compram-se2|escravas moeas, bonitas, e com
prendas, para uma encommenda : na ra dasTrin-
cheiras juntu au nicho.
Compram-se meias garraCaa que lenham sido
de champague : na ra larga do Rusario n. 28.
Compram-se duas ou tres casas, que rendam
.iiiiui,lmenle 200 ou 300? rs. cada urna, uu um so-
brado, que reuda 500 ou 600 rs. : ua ra du Culle-
giu n. ').
Qaam liver um compendio de doutriua chri
uta por L'rculu. e o quner vender, dirija-se > ra do
Raugel n. 36, segando andar) das 6 ale as 10 horas
da inaiihaa, uU aiinuucia para ser procurado.
Compra-se uma lazarina oc dous cauuos, em
bom estado : no paleo do Paraizo n. 18.
&C1WU0.
Vndese um silio no lugar Agua Fria, de Be-
benlie, com boa casa de vivenda, estribara e co-
cheira, muilo terreuo para plaulacoes e muilas fru-
teiras : a tratar no mesmo sitio com o Sr. Joaquim
Correia Lima Wanderley.
Veude-se uma loja de miudetas com poucos
fundos e em boa ra para negocio, como o douo po-
de provar : vende-se em conseqaencia do dono ler
de retirar-se para o mato : quem pretender annuu-
cic.
Luvas de boa^qoalidade.
Na rna Nova loja n. 8 ha encllenles luvas da pel-
lica inulto Crescas, brancas e de cor de cuma, para
horaem ou seuhora, e que se vende por I5OOO rs. o
par. .
Attenc;o.
No aterro da Boa-Vista 11. 2H (para liquidar) veu-
dern-se chales de louquim bordados, da ludia, dilos
ditos adamascados, dilos'de merino bordados, dilos
com lislras, e ditos lisos, chapeos de seda para senho-
ra, lencos de cainbraia de linho bordados, pulcetras
de cornaliuas montadas em uuro de le, ditas de co-
ral a serpente, maulas de coral, llores Crancezas, fi-
las de seda de todas as qualidades, trancas de seda de
todas as qualidades, fil liso c bordado, dito prelo
de chovisquinho, bico de blonde I-rauco largo e es-
trello.
Vende-se um prelo de nacao Angola, le idade
30 a (0 anuos, he cauoeiro e Irabalha de serveute de
pedreiru : a fallar na ra de Sauto Amaro n. 8.
Vende-se a loja de sapalos n. 58, sita na ra
Direila : a tratar na mesma loji.
Agua de Seltz e limonadas gazota*.
Veudcm-se ua ral da Cruz, armazem n. 40, lin-
das machinas de pr em cima de mesa 011 ..pparador,
para fazer agua de Sellz ou limonadas gaiosas, a to-
rta ora que se quer dcsfruclar eslas saudaveis bebi-
das, hoja lAo preroni .artas por lodos os
Silo de nova mvenclo que agora appare
ns, bem como os ingredientes uecessarios.i,
dem com as inesmas luachiuas, tudo por prt
commodo.
Ballo.
Vende-se um grande baldo de amareocon
co uso, que sirva para loja ou qualquer oulro .
belecitueiilo : 110 armazem da ra da Cruz u. t
Champagne.
Vende-se ptimo champagne marca J. Mumm <\
Companliia, pelo prego de 300 a duna : no armazem
da ra da Cruz 11. II.
Ra Nova n. 18 lojaMo M. A. Caj A; C. con-
tinua seinprc a ter um grande sorlimenlo de obras
feilas de alfaiate, lano superior, como mais infe-
rior, camisas francezas, brancas a d cores. Era-
valas, colaiinlos,chapos fraucezes, dilos de sol, de
seda e pauniiho.suspeusorios de borracha.meias para
scuhoras, homens, meninos, fazendas para fier-se
qualquer obra de encommenda com a maior preste-
za a bom desempeubo, em lim qualquer pessoa que
vier a esta loja, tirar um facto completo e por pre-
ga mais commodo do que em outra qnlquer parle.
ARADOS DE FERRO.
Na fundiejio de C. Slarr & C, em Sanio
Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su-
perior qualidade.
Xarope do Bos-
que verdade.ro
RA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Conliuua a vender-se este tarop ;do qual sao
asentes no Rio de Jaueiio os Srs. Vales f Compa-
nbia, ra do Hospicio n. W), na bolica do abaivi as-
signado, que garante ser verdadeirn.
Barlholomeo Francisco de Souza.
VARNDAS E GRADES.
I m lindo e vanado sorliiuorrto de modellos para
varamlas e gradaras de bsto modernissimo : na
(undicio da Aurora, eos/Santo Amaro,e no psi-
to da ni a, na ra djflSruin. ^^<
Vendem-se tjaiis pianos fnrie> .e Jacaranda,
construi^ovalrjl ecom lodos- o melhoramentos
mais mocUjpiof, icndo vinA no ultimo navio de
llambu#*o7 na ra 'ia Cadeia armazem n. 8.
Em cana de \-, O. Jic-
'b>ji- & C, na da Cruz
11. -i, vende-se
Algodao para saceos de assttcar.
Dito trancado puta ditos, a imitacao do
da Babia.
Lonas.
Brmzao.
Ferro da Sttccia.
Arcano para purilicar o assttcar (| ba-
vencao do Dr. Slolle, com o uicthodo em
lingua portugueza.
Em easa de N. O. Bieher
S' C, ra da Cruz n.
4, vende-se
Pianos fortes das melliores fabricas da
Allemanha ec!e moderna constritceao.
Em casa do n. O. Bieber
C, ruH da Cruz n. A
vende-se
Cemento romano.
Prelo.
Viuho de.Madeira e ultramar.
1ECHJUIISH0 PAEA EI6E-
v.v-.,.-

^
.f,-.-&%m.-%%&

INUUSTRIA
MEO
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
N1IE1RU DAVID W-BOWMAN, ,VA
RA 1)0 BRUM, PASSANDO 0 UA
FARIZ,
hascmpreunisrandesnriimnto dos scmiintcs ob
jeclos de merhanismos proprios para en.enhos, a sa-
ber : moendase meias moendas da mais moderna
conslrurcao ; lai\as de ferro fundido e balido de
superior qualidade e de lodosos lananho; rodas
dentadas para asna ou aiiimaes, de todas as propor-
ces; crivose boceas de fornalhae rc((islros de bo-
eiro, agiiilh6ec,broiizes,paral'usos ccavillies.moi-
nlios de iiKindinca, etc. ale
NA MESMA FLNDICA'O. -
e execulam lodas as encommendas com a superior
ridade j conbecida e com a devida presleza e com-
mudidade eut preso.
T.. .;".'"-;
Cambra as francezas
(i s, a 5*iO o corado,
n t roa doQaeiinad >
ii. 19.
Vendem-se cambraias franep/as milito A
modernas e de lindissiinos po.-to-, pelo ba- **
ralissimo preco de :LMI o eovado. ...
.-i-.i%5st> .;'- ..ffi: vv-- -.'--!--'-
;
pernambucana.
Na fabrica de sabo e velas,manur.icluraiias na rna
do llrum, vendem-se velas de carnauba purificada,
i.uaes na luz as de espermacele, e sem e&halarem
cheiro al^um dcsacradavel : vendem-se a preco de
159000 a arroba, encaixotadas, adverlindo-i-o que a
seor qoantidade que se vende a relallv) he meia
arroba, e sendo pagas a \ista.
Cal de Lisboa, nova, c potassa russiana
superior.
O deposito da cal da ra da Cadeia do Recife n.
50, acaba de receber pido uliimo navio de Lisboa
barris com cal nova em pedra, assim como ditos de
potaisa ru.siana de superior qualidade, e^ern evagera-
cao a melhor qoe tem viudo ao mercad)), rom cujos
artigos os senhnres de engenho podem eni rcceio
fazer bom assurar, em qualidade, peso e ^alvura. e
os vende por preco commodo Antonio Comes da Cu-
nha Silva, na ra da Cadeia do Recife, loj.-l n. O,
defronle da ra da Madre de lieos, havende nesle
deposito um resto de Larris com cal da safra
da, que se vendem por barato preco.
CAITAS FIMSSIMVS PARA VOL-
TARETE.
Vendem-sesuperiores cartas francezas para vol t-
rete pelo baratissimo preco de 500 rs. o baralho ,
na ra do Qoeimado, na bem couhecida loja de ntta-
dezas da boa fama n. 33,
Na loja das seis
portas
m (rente do Livrainento.
Corlea de camhraia lisa com dito c meia
Ires mil res, cortsde cassa chita com sele
cinco patacas, cassas de quadrns da cores fing
camhraia e seda a doze vinteus o covado, riscados
Irancezes de bouilos padres a meia pataca, e qua-
dros largos a dous lusles, chitas escuras trancadas e
lisas a meia pataca', e de diversas cores a seis vin-
lens, chales de cassa com bonitas llores a ciuco tus-
loes, e de ganga encarnados com llores amarellas a
duas patacas : vendem-se por estes baios procos
porque se quer acabar com lazeodas que e=lau de-
moradas.
rea loj das seis
portas
Em frente do L.vrametito.
Lencos de seda de cores bonitas para pescoro de
seulioras a dez tusles cada om, collarinhos de cam-
bra para senlioras a palaca, manguitos bordados e
com recortes a dez lusles. camisinhas com peitos
bordados a dous mil reis, pescocinhos de retro/, com
(lores de cor a cinco mil reis, fil prcto dy cbuvis-
quinhos proprio para camisus, manteletesequalquer
enfeile para senlioras que esliverem de lulo a qualro
patacas a vara ; de tudo se da amostras, das (i horas
da manliaa .l 9 da noile, Irazendu penbur que cu-
bra u valor do que se manda pedir.
Perfumaras de
bom gosto.
Ka loja da boa fama encunlra-se sempre um rico
sorlimenlo de perfumaras de lodas as qualidades,
sendo seu autor o melhor que ha em Paria, riquissi-
mos irascos de eUraclos muilissimo finos, pelo barato
piejo de ljv-200, 1*500, 2J e jjjjq^ Jartos de prce|_
lana delicados c de modernos goslos com banha fran-
ceza muitu lina a "Aj, fraseos com esseencia de rosa a
:1J0, paos de pomada franceza minio boa a 100 rs.,
frascos pequeos t grandes da verdadeira anua de
Colonia do '- ) e I^MX). saboneles finos a de
d'verSt ms para denleso melhor que po-
de haver, e oulra. tilas perfumara., que se ven-
dem multo barato: na ra doljueimado, na bem co-
uhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Boneeas france-
zas.
Vendem-se muilo bonitas boneeas francezas, pelo
haralissimo preco de 15280 e 19800 : na ra do
(.ucimadu, na bem cenbecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Loja da boa f.
Vende-se chaly de quadros de bonitos padrOes a
900 rs. o covado, ditos lisos de bolillas cores a "0,
chales de merino lisos com franjas de relroz de bo-
nitas cores a ."i, ditos com lislras de seda a 7$: na
roa do Uueimado. nos qualro cantos, loja de fazen-
das da boa fe n. 22, defronle da loja de miudezas da
boa fama.
DAS BOAS (IUALI-
he muito barato.
Vende-se papel de peso e almaco o melhor que
pode haver nesle genero a .1, i, 5 c SJJ000 a resma
papal paquete muilo fino e de muilo boa qualidade:
prnpnamente para se escrever por vapores para a
Europa em couseqiieiicia de nao se pagar Brandas
portes de cartas, em resmas, meias resmas, quartos
de resma, ou mesmo em quadernos a SO rs., papel de
huno verdaderamente almaco e proprio para earlo-
rio a 4 rs. a resma, verdadeiras pennas de aro de
bico de laora conhecidas pelas melliores qoe ha a
19200 a caixiuha com \> duzias, ditas sem ser de bi-
co de lanc,a, mas lambem muilo boas a 010 a caixi-
nlia com IJdozias, duza de lapis muilissimo finaso
.120, ^oo e ,i00 rs., dilos para desenlio a 800 rs. a
nzia, caivetes muilo linos e de lodas as qualidades
e precos, tinta ingleza muitu boa e barata : na ra
do Oueimado, loja de miudezas da boa fama D. 33.
TAI XAS PARA ENGENHO.
Na fundipao de ferro de D. W. Bowmana ua
ra do Brurn, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sorlimenlo de laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prago commodo e com
promptido: embarcam-se ou carrej;am-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnslon & C,
ra da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de moniaria, candieires e caslicaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris'de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
no da vela, chumbo da munido, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Relogios
colicrloi a descobcrlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala> patente inglez, de om dos melliores fabri-
cantes de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mcllor A; Companhia, ra
do lorros n. 38.
Cobei torea de Ifta hespa-
nhes muitu encorpa-
dose grandes.
Veudem-se na ra do Crespo,loja da esquina que
Y^Ila para a ra da Cadeia.
Para os na mora-
dos,
Vendem-se rrdbas de papeLmnilo bonito, proprio
para correspondencia da namnrados, pelo barato
preco de 10, til), 80 e 100 rs. : na ra do Ooeimado,
na bem condecida loja de miudezas d.< boa fama
n. 33.
Kcli[)>ios de patente
Vende-se uma curruca de
nova, propria para lodo servico :
i rodas, grande e
a ra .Nova, co-
clo'ira de carros n. tl.
I'm completo sorlimenlo de bordados cemoaa-
am, camisetas com trungaa, collarinhos, peililhos
romeiras, camiss, coifiihas e pelerinas ; lainhem
lem um completo sorlimenlo de ricas llores, enfulles
para cabeca, filase os verdadeiros e modernos lucos
de linlio : "na ra da Cadeia-Vclba u. 24, primeiro
andar.
i Ssas pretas para luto.
Vendoin-se cassas prelas muilo finas proprias para
lulo, |ielo baratissimo prero de 180 s vara : na ra
do IJiieiinado, nos quaiio calilos, loja de fazeudas da
para senlior >' > 300 rs. o par, meadasiide h-
uhas muiii irdar a lOOe lO.l bo-
les de rna- os para camisas aliOO rs.
a grosa, bi oro para calcas a 2S0|a
gaa, lvt linas para cafca ecol-
letesal-Jt! da baba muilo finos
, para alisar a e fila de liubo com (i
varas e meia >., ... com colxeles frauce-
zes a (0 ra 'arreleis de ...as de 00 jardas de
dad
es
inglcze* ilq
ouro, desabnete edevidro :
vendem-si a prero razoavel, en casa de
\ugustoC de Abreu, na ra da Cadeia
do Recife, armazem n. .">6.
3$500
Vende-secjildeLisboaullimameniechegada.ai-
imcomopo(atsadaRussiaverdadiira:uapracado
CorpoSautq! n.ll.
boa f ii. 22, iIi'IioiiIl' da loja de miudezas da boa
fama.
Rt filiara di Monteiro.
No deposito da rna da Senzala-Vc-
lia n. lili, vende-se assncar relinado de
superior qualidades <'c arroba para cima.
I*
cam-
Leneos di
hraia de linho
A 520, 400, 00, e 040
cada iini.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da c-quiiu que
volta para a ra da Cadeia.
Vende-so
cemento muilo novo, chesado em I i de maio prxi-
mo paseado de llamburgo, por preco muilo em cun-
ta i vista da qualidade, lauto enrpOf{So cumo em
barricas e tinas: no armazem de malriaes na ra
da Cadeia de Sanio Aulouio u. 17.
Pianos.
Vendem-sppiaiiosverticaasinglezes, de elefantes
modellos e encllenles vozes, fabricados porumdos
mais acreditados autores, premiado na eiposicioda
Londres: no armazem de Itnslron liooker & Com-
panhia, praca do Corpo Sanio.
Veude-se o silio com casa de sobrada do falle
cido George kcnworlby, no losar de S. Jos do .Man-
-iiiiilio, com arvoredos de fruclo e mais hemfeilorias
que nelle sa acham, sendo as Ierras do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em rasa de Sa-
muel 1'. Juhusloii \ Companhia, ra da Scuzala No-
va u. 42.
AGENCIA
a fundirlo Low-Moor, ra da Senzala-No-
va n. 42.
NesNiesiabeleciinenloconlina a haver um com-
pleto sorhiento de moendas e meias moendas
para envendo,-machinas de vapor e taixas de
ferro batido e coa.'lo de todos os tanianhos para
dilo. ..
Em casa de M. Cal moni y C, praca do
Corpo Santo n. 1 1, lia para vendero
seguinte:
Taboado de pinlio, adeatrao c pixe da
Sitecia.
AlcatrSo de carvfio.
Lonas de algodao.
Ditas de linho. \
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muito commodo.
a boa fai.ua
VENDE MUITO BARATO, COMO Ti >DOS
SABBM.
Vendem-se libras de hullas de boa qualidade "
.iO, Ikle 70 a 1,?I(M), ditas muilo finas de n. 100 e
l0 a I^OOO, duzia de tesouras muito boas para cos-
tura a lj, ditas muilo finas e grandes a 1^200 a du-
zia, paclnhii de hico estreilo a 560, eaixiiibaa com
mullas francezas muilo linas a ir.ii. cauinhas com
llinovello.de linlias de marca muilissimo linas a
280, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
nas-e senhor?s a 201 rs., meias brancas muilo lioas
muilo boa quididade e de todos os numeres i 80 rs.,
macos com 10 grampas e de muilo boa qualidade a
.sO rs., pares de suspensorios a 40 rs., lorcidas para
caudieiros a 80 rs. a duzi, carleiras de marroquim
para algibeira com molas dooradas a tiOO rs., cane-
las para pennas de ac a 20 e 40 rs., meias brancas
c cruas, fazeida muilo boa, para homeru a 1 lid e 200
rs. o par, trancinbas de laa de caraces e de lodas as
cores a 100 rs. a pecinba, penles do chifre para ali-
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, grozas de
imios (te lauca pintados para camisas 210, pec,ai
de fila decs de todas as larguras a 2} f 320, linhas
brancas de cairelis com 100 jardas do autor Alejan-
dro a 10 rs. o carretel, linhas prelas de meadinhas.
fazenda muito boa a 20 rs. a ineadinha, cartas de
alfinetes da melhor qualidade que ha e com 2> peu-
les a 140, penles aberlos de balea para 8lar cabello,
fazenda muilo boa a 25<00 a duzia, meias de lio da
Escocia para meninos, brsucas e de cores a2() e 320
o par, grozas de Qvelai para sapalos a ."ibO, caiiinhas
euvernisadas com palitos de fogo de velinhas de boa
qualidade a 120, ditas de pao com palitos de fogo de
boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 caiiinhas de
pho.|,horas propriameute para charutos a 320,
caslors muilo bonitos para bengala a 40 r., sa-
palinhos de 13a para ciiancas a 300 rs. o par,
Irancelms preles para relogios fazenda muito
boa a 110, eicovinhas muilo boas para de ules a
100 rs. Alcm de todas eslas miudezas veudem-se
outras muilissiiu.s, que visla de suat tinas qua-
lidades e baratos presos tem causado admirarao
aos pronrios compradores: na ra do encima-
do, o conbecida loja de miudezas da boa
.ini ,J.
v PA LOJA DA BOA FAMA.
Veude-se baodejas'sraudes e muito linas pelo ba-
ratissimo preco de 3j los de nacao de seo de lodas as graduarnos a
800 re lunetas cora armacao dourada a I5OO reis,
ilas cura armacao de tartaruga a IjOOO reis, dilas
com armaran de bfalo a 500 reis, oculos com arma-
Sio de metal braoco a ilKI reis o par, lunetas com
armaran de tartaruga com 2 vidros a 3)000 reis, ri-
cos chicotes paia cavallos de liome.111 esenhora pelo
haralissimo preco da 800 reis cada um, grvalas de
seda muilo bonitas a 1JO00 reis, bonitos atacadores
de cornalina para casaca pelo baratissimo preca de
3IHI reis, sospensorlos linos de borracha a 100 reis,
penles muilissimo finospara suissa a|500 reis,esco\as
minio linas para cabello a tilo reis, capadlos pinta-
dos compridoi c redondos a 700 e IjOO reis, bo-
inas finissimos re madrepcrola para camisas a 1S200
rs. a sroza e 120 rs. a duzia,ricas caetas para peona
de ac a 120 reis, ricos porla-relogios a 1;S00 reis,
' a 1 mis de meial muilo linas para rsp a 500 o 000
res, escovas finissimas para unbas a 320, 500 e 010
reis, escovas para roupa e cabello o melhor quepode
haver a I7OOO, 1>200,1M0O e 25 reis, pinceis linos
para barba a 20(1 reis, duzias de facas e garfos linos
a 3)000 reis, dilas de cabo de baranc.o muitissima
linas a (3000 a duzia, ditas finissimas de cabo de
marino o melhor que pode haver a 15^000 res a
duzia, camisas de meia muilo finas a I "K)>> res, ri-
cas abotuaduras de madreperula c metal para col-
lelo e palitos polo barato prec,o de 500 e 000 reis,
finissimas navalhas para barba em eslojos de urna e
duas navalhas pelo baratissimo preco de 2)000 o es-
tojo, candieiros aincrlcauos muito bonitos proprios
para csludanles ou mesmo para qualquer estabele-
cimenlo, pela .boa luz que da a coramodidade
dase poder pendurar ou por-sc emcirna dcqoalquer
mesa, pelo barato praca de 5oOOO reis, pastas para
guardar papis a 800 reis, espelbos para parede com
armacao dourada c sera ser dourada pelo baratissi-
mo prejo de 500. 700 e 1)000 re, finissimas e ri-
cas caitas para rape a 2>"0 e 3)000 reis, papel de
cores de folh.s pequeas em quarlo de resma pelo
barato pre^o de 720 reis, a outras muilissimas cou-
a, que ludo se vende mais barato do que em outra
qoalquer loja : na ra du Oueimado na bem conbe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33,
LABYlilNTIIOS.
Vendem-se lencos e toalhas de labyriolho, Meen-
lado em fina camhraia de linho : ua ra da Cruz n.
31, primeiro andar.
Farilia de mandioca*
Vetidc-se superior farinha de Santa
Catltarina, em saceos que tem um alquei-
le (medida vel lia) por preco commodo:
no armazem de Novacsx C., na ra da
Madre de Dos n. il.
Vende-se a \ cnhiileira grai\a inslaza 11. 07, do
fabriraule l)a\ and Mirten. em barricas da I", du-
zias de potes, cin casa de James Crablree & Compa-
nhia, ra da Cruz 11. 1J.
Vende-ac o en^cnke Murihcqiiinba, tres legn.s
distante desla praca. 10 fra avahado em 3:l>IK>;
perlcuce ao casal do finado commendador Jos Pau-
lino de Albuquerqiie Sarment, e ,, qUal tem o ac-
tual ri-udeiro Ires quinhes de HKIj cada um, que
Inram excluidos daquel1* avaliaciio, a que se proce-
den 110 dia 20 de jnllio prximo passado, pelo joizo
de or pliaos.- quem o pretender, dirija-se ao Sr. le-
nenle-coroiiel Ilarala, roa da Cadeia 11. 22, ou ao Sr.
Jos Concalves de Albuqoerque, no pateo da Kiuei-
ra, sobrado junio ao muro da l'eoha.
Para as senho
ras que gostam do bom c
barato.
Vendem-se ricos penles de tartaruga para atar ca-
bello a 4)500, meias de seda de cores muilissimo lin-
das pora criancas de um me?, a um anuo, pelo barato
preco de 12800 o par, lencinhos de rctroi de lodas ns
cores para senlioras e meninas a 1?, toncas do laa
para senlioras e meninas a 500 rs., camisas de meia
para crianzas at a idade de um auno a 51HI rs.
meias brancasilc algodao para senhora muili'sisjo
finas a 5011 rs.. ditas brancas e prelas de seda o me-
lhor que se pode encontrar a 2; e 2900 o par, 1 cas
canas para guardar juias a 80ll rs. e I-, cauas mili-
to ricas com reparlimenPis nicamente proprias para
costuras, palo barali-siiini praca de 2)300, 3)000 a
3)500, IraveMM de verdadeira bfalo para prender
cabellos, pelo baratissimo preco de I?, ditas de lar-
laruca a 3)500, ricos leques com plumas eespelbos e
pinturas finissimas a 2>, penles de bfalo mudo linos
para tirar piolhos a 500 rs., tesouras finissimas e de
lodas as qualidades, ricas trancas de seda do lodas as
cores e largaras, ricas litas de seda lisas e lavradas
de todas as laratiras c cores, bicos de linho finissimos
de lindos padres e lodas as laruuras, ricas franjas de
al2nd.i1. brancas e de cores proprias para cortinados,
e outras muilissimas colisas, que tudo se vende por
lo barato preco que aos proprios compradores ser-
vir (le admiracilo : na ra du Queimado, na bem
couhecida loja de miudezas da boa fama o. 33.
TAIXAS DE FERRO.
Na fiinilic.io da Aurora em Santo Amaro, e
lambem no DEPOSITO na ra do llrum, logo
na entrada, e defronle do arsenal demarinha, fia
sempre um grande sorlimenlo de laixas, tanto de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares exislem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
prorjos sao os mais com modos.
VINHO 1)0) PORTO CE.NLINO.
Vende-se ptimo viuho do l'orlo em barris da
quarlo e oilavo, por preco razoavel: na ra da Ca-
deia do Hecife n. 13, escriplorio de Bailar & Oli-
veira.
Vinho do Porto, superior rltamiro.
Em caixas de 3 duzias e era barris de oitavo, re-
eenlemcnte ebegado pelo brigue Trovadora; vnde-
le nicamente no armazem de Uarroca Castro, na
ra da Cadeia do Kecifc 11. 4.
A r,,s."oo a duzia.
Lencos de cambraia de linho para a'&ibeira : ua
ra do Crespo, lua de Adriano t\ Castro n. Iti.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo u azul, fino, fazenda muito
superior, prova de liman, pelo baratissimo preco da
3)500 o covado, alpaca prcta muito fina a 1110 co-
vado, merino selim, fazenda superior para palitos 1
IjtiflO o covado, cantan prelo muilo fino proprio para
vestidos a 1? o covado, selim pelo macao, fazenda
superior a 236OO o covado, grosdeuaplcs prelo muilo
tino para vestido a 2o o covado, superior sarja prela
hespanbola a 2S20 o covado, crinreza prela muito
lina a 800 rs. o covado, curtes de rlleles de gorgu-
r.i de seda, fazenda muilo boa a 2?, corles de fus-
les de bonitos padres a 010, brim trancado branco
de puro linho a l)e 1)140 a vara, brins trancados
de cores de muito bonitos padres e de puro liubo a
I>'i0 a vara, ditos dilos lambem de bonitos padres
a 800 rs. a vara, dilo trancado pardo lambem de li-
nho a iiiiu rs. a vara, dito liso largo a )180, ganga
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a 32n e 300 o covado, dilas de cores escura de qua-
dros e listras, de muilo bonitos padres para calcase
palitos a OOO rs. o covado, corles da calcas de bonitas
casemiras de algodao, pelo barato pree,o de 1&120,
brimziuhos de quadros de puro liuho a 210 o covado,
panno de linho muilo fino a LIO a vara, peitos mui-
lo finos para camisa brancas e de cores a 400 e 500
rs., camisas de meia minio finas a 15 e I?I20, luvas
pretas de torcal para seuhora, fazenda n-uilo supe-
rior a si 111 rs., dilas de seda de lodas as cores para
homem e senhora, pelo baratissimo prero de IjJImi o
par. ditas de lio de Escocia para meninos e meninas
a IDO rs., lencinhos de tile! muito bonitos a I-, ricas
aravalas da seda -tas c de cores a 15, meios lencos
., o seda para grav '00 rs., dilos prelos muito
bous**? "T-sjJI^'.as de -; de salpico* com 8 >-
ras e iiicii:t200T e i lll a ia, "'^Jftmasc...
muilo boas para cortinados a 129, cambraia lisa m
lo liua com uma vara de largura, pelo baraliss
preco de 560 ,1 vara, lencos de cambraia muilo li
iodos brancas e com barras de cores a 300 rs., leu
do chita fraucezes muitobonsa 400 rs., chales
algodao de cores de bonitos padres a 800 rs., ri
dinhos milito finos e da muilo bouilos padres r
o covado, fil de linho liso muilo fino a 960 a \
dilo de flores a 1J280, meias prelas de seda par.
11I00:', fazeuda muito superior a 2o o par, ditas br.
cas muilo linas a 33 o par, dilas brancas de algod
muilo linas a 240 e 320 o par, dilas 1.1 a
liuas para meninos e meninas -^1*
ludo islo ule.*1 'i-'J^g-aapfrf^ai^^' ->ia oe
siias boa,.aBBBBBB%%*a^"lis|roo'i-. he que os
nitores fi .guezes, amigos do bom e barato, coiiliects
rao o que he pichincha : na ra do Oueimado, uo-
qualru canlus, na loja de lazendas da boa feo. 22,
defrunte da loja de miudezas da boa fama.
Fazendas por
muito menos do
scu valor, na loja de 4
portas, na ra do .Hernia-
do n. 10.
Contiuua-se a vauder nesla loja o resto das fazen-
das da loja da roa do Crespo, que foram arrematadas,
e se tendem pelos seguinles presos :
Madapolao eulrefino a 23800, 3} a 38300
Hilo muilo fiuo de jarda 438OO
Oito muito largo a muilo fino com 35 varas 1:13000
Aluodaozioho de 20 jardas 23000
Hilo hom americano .'I^OOO
Chitos de cores, bous padres a 53, 59500 c 0000
Corles de calc,a de casemira prela a 55500 e (000
Dilos de collele de selim prelo superior 3.3OOO
Brim de linho de quadros, u covado 200
Hilo trancado, a vara 000
Panno* pretos e de coris 3 30 a 3->500
Chita larga franceza, o covado '2110
Ditas estrellas de cores, o covado KM)
Algodao azul me-dado e de litras, o covado 100
Cortes de cassa chita 1 -om
Olios de dula larga I3II2O
Cravalas de seda de cores (40
Lentos degansa e de chita, linos f.00
elofios
iogezes de pa-
tente,
os melliores fabricados em Inglaterra: un casada
llenrv Gibson : ra da Cadeia do Recifen. 52.
LUFAS PARA HOMENS E SE-
NKORAS.
\andcin-se superiores lavas de'pellica muito nova,
para homem c senhora a I328O reis o par, ditas de
eda muito boas e sem defeito alguin amarellas, pre-
las e brancas para homem e seuhora a IMOO reis
o par. (lilas prelas de torzal muilo boas a 800 reis o
par, ditas de lio de Escocia brancas e de cores para
homem e senhora a 100. 500 e 000 reis o par, ditas
dilas para meninos emeninas a 400 reis o par, luvas
de .eda ricas de lodas as cores e bordadas, coi"
g'iamicao, para senhora a 3|00Os3fS00 reis o p-
e outras mais qualidades de luvas, ludo na
do Oueimado na bem conbecida loja de miudezas de
boa fama 11. 33.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ltima-
mente de Franca, pela baratissimo preca de M00O e
covado. Esta fazenda he de pura laa seda, e os
sl'iis padres silo os mais bonitos que ale o presente
lea apparecido no mercado : na ra do Oueimado
nos qualro cautos, loja de fazendas da boa f n. 22!
Vendem-se vellas de carnauba de composicao,
a imilacao das velas estearinas, pavio americano,* da
melhor qualidade possivel, bem como de caroaoha
simples, por precos commodos, arroz pilado muilo
hoin e ja* muilo condecido por crescer mais qoe o
da Uaranbio, em arroba a 2?, em saccas a 18800
arroz de eatci em saccas grandes a 35500, e em al-
queire medida velha a 39500, ludo muilo bdm : na
ra do Vigario o. 5.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vcndcm-se superiores meias prelas de laia par*
padies, pelo baratissimo preco de Ic800 o par : ua
rna do Oueimado, na bem condecida loja de iniude-
/as da boa lama n. 33.
Cal virgein de Lisboa, rhegad no brisa
Constantei. : nos armazeus de l-'ouseca, Medairus A
Companhia, ra do Trapiche.
Em casa de Eduardo II. \V\all,rua do Trapiche
Novo 11.18, vendem-se harta., relogios da ouro, co-
hertos e descbenos, sellins inglezes chicotes de
carro, arreios para dito, cubos da Kussia, lio de vela,
tintas de lodas as tarta, candieiros e castices bron-
zeados, conservas de fructas ingiexas, charutos de
Devana,
\ aqueta do serto e sola do Rio, carneiras e
pelles de cabra.feijao em sacca de 2 alqueire, quei-
jos fresraes, cera de carnauba, aleados grandes a
pequeos, pelles de tigre e panlbera, carne superior
do icrlao, sbu cm rama : veude-se no armazem do
caei do Hamos, de Fraocisco da Paula Figaeiri de
Saboia, e a tratar 110 seu escriptoriu, ra de Apollo
o. 5.
Vende-te a taberna da ra da Cadeia de Santo
Anl.......n. 20 : a tratar mi mesma.
Vende-se Uin bonito mulato de 18
anuos de idade, proprio para boleoiro:
a tratar na la do Vicario n. 51.
Sorlimenlo de fazendas novas, boas e baratas,
na loja n. 50 da rna da Cad.ia do Kerilr,dcfronle da
ruada Madre Dos : chitas de cores filas, e bouilos
padroai a 160, 180, e 200 rs. o covado, ,. em peca a
fifc 0?!0t>, O3SOO e 7>, dita larsas e riseadat fran-
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
1
cezes laigos de eros padres a 210 o covado. caries
de ealsi chita de cores agradaveis corii 7 vr-ras' a
13X110. ditos de barra para "acabar a 1)600, chaleso>
merina pequeos de barra a 23, casas francezas de
cores a 100 e 580 a vara, cassa para buhados a 200 r.
a vara e 1;000 a peca, chales de merino liso minio
linos com franja de retroz a 53, ditos bordados de
maliz a 8^, ditos bordados de uma s cor muito fi-
nos a 10>, ditos de chally com barras assetinadas a
69500, selim prelo macao proprio para vestidos a
radeles a 23 o covado, corles de stda para vestidos,
goslos modernos a 20? e 308, grnsdenaple preto, so-
perior qualidade a 1;800, 23 e 2ji00 o covado, len-
cos de cambraia de linho bordados a 5.?, ditos a imi-
lacAo com lucos largos para mo de senhora a 13,
ditos de seda com eslampas das balalhas da Crimea a
800 rs. e 1?, panno de linho fino para lenc,oei com 2
varas de l.rgura a 29400 a vara, pecas de silecia lar-
sa de punliiiho. lina, com 21 vara, propria para
camisas de senhora a toalhas de labvriulho a 10?,
dilas de hrelanha de linho, lina, para o mesmo lim,
rom 10 varas a peca a 7;, cohetes de seda em cor-
le, a 23, casemira prela di boa qualidade a 23 o co-
vado, paun.i preto e azul, fino, a :1560o e 43, e muilo
superior, approvado na pnsifao de l'aris a 73, gr-
valas de seda bonilas a 13, brim de qoadrinhos par
palitos a 200 o rovado.rrles do brim da puro liuho,
padres inteirameule noval para calca a 33200, pe-
cas de panno de linho lino com 12 1|2 varas a 85, a
ditas de llamburcn fina, proprio para ceroula., toa-
lhas e lentos a 109, e 113 a peca, madapelas de
boa qualidade de 29500 ate 83 a peca, cobertores de
algadjo, grandes, imitando la .1 14800, e dilos de
laa a 23, saias de canutan para senhora a 33, dilai
bordada! 55, e nutras muitaa fazendas, que a di-
nheiro visla se veodem por baraliisimo preco, e
dflo-se amostras.
CAMISAS FRANCEZAS.
Na loja da Estrella, ra do Queimado n. 7, ven-
dem-se camisas francezas finas a do ultimo goslo,
pelo baratissimo preco de 3500 e 33000cada uma, e
alpacas de seda a tilo n covado.
Aos senhores de engento.
No hacco do Goucalves, armazem de Jos lluarte,
vende-se a verdadeira familia gallega, em meias bar-
ricas, por commodo preco.
Moinhos de vento
com bombas de repuio para regar hortas e bai-
la de rapim : na (iiiidicio de l). W. Bowman
na roa dn Br um ns. 6, 8 e 10.
\a loja das seis
portas
Em frente do Livrameiito.
Chitas de cores bonitas a seis vinlens, ditas tran-
cadas a meia palaca, riscados de tres palmos de lar-
i;o, proprios para roupa de pretas a seis vinlens o
covado por estarem molhados da chuva e agua doce,
chales I 1 ancos de cassa bons para trazer por casa a
ciuco tules, e de ganea encarnados com fior ama-
relia a duas patacas; da-se de tudo amostras, levan-
do o portador penhor que cubra o valor do que quer
".ue traga.
Ricos cortes de
seda
PlLULAS IIOLLOWAY.
Este inestimavelespecifico.cowpesjp fcaltasaMna
te de heivasmedirinaes, nao conlem mercal,,,,,,,.,,
algama nutra substancia delcteles. Benig a
mais teura infancia, ea compltela hum delirada
ha igualmente promplu e teeurn pera ilewrui|,,r ,,
mal na compltelo mais robusta ; he ialeiiani,
innocente em suas operares e etaitee : pan hn.r,
e remove as doenc.o de qualqaer especia e ttae
pur mais militas e leares que sajaba.
Entre militares |de pessoas curadas tata esta re-
medio, muilas que ja etlavam ai- porta 4* marrr
preservando em seu uso, conieairsaa rerahtaia,
saude a forras, depoii de haver teaUe*) 1litan'
le lodos 01 antros remedim.
As mais afilelas nao deven ealragar-at a arm
piraran ; f,n_am um competente easaie ana iflira-
'<'-eili ii,,s iic.ia aominosa medicia, c pre-ir.
recuperaran beneficio da ande.
Nao se perca lempo em tomar
qualquer das segumli* enfcriai
Venientes epilpticas. lbrela
Alporcas.
Ampolas.
Arelas .mal d').
Aslhma.
Clicas.
Convuiscs.
Debilidadc ou eilc-
paia
falla da
q 11.11 q I''
V 1,
A
1 .i<>.
nnai; 10.
Debilidade oa
forras para
cousa.
llesinleria.
"or da careante
1 de barriga.
" nos ruis.
Dureza no venlre.
Enfermidade.no I gado.
venreas.
Eniaqueca.
Erisipela.
I -obres biliosas.
iutermn?
Vendem-se eslas a
de Londres, n. 244,
boticarios, droguista
das de sua venda em
vana e llespanha.
Vende-se asbocetii
Gola.
Ilemorrkaiaaa.
Hvdrapiait.
Ictericia.
ludigesloai.
I otlira BMcat.
I iri'ialwieade.da
raeaMraata.
l.ombriMi Mh.
paca.
Mal-.1e-p.aY..
Manchas a ealii.
<>J-straccaaaa veal,r
I hluica a
KeleatitaeMej,,.
RhearMtiiBM.
Svro piornal
lamaral.
Ticadoia
'cara*.
'das n eUbi"
'roaat, a na t,~
'oa a Amerit, a 8.1, H^
ara
conlem uma inslrucc >u '"' potaCW, -.
o modo da se usar d eslas pilotei.
0 deposito seral li e em casa do' Sr
mace utico, oa roa 1f I laW af
buco. ^^
POTASSA B UL TIR6E1
No amigo e ja bem ronheetdi > daposito 4araaasi
Cadeia do Recife, escriplorio n 12, ha pan van
der muito superior potassa d, Russia, dita de Itn
de Janeiro e cal virgem de "Lisboa em pedra, tarta
a preros muito favoraveis, coa oa anata iearao
dos comadores satisfeilos.
0RAM,E ^WSHMV"*KA
Queijoi muito aovoia lea.00, dilos a latn --
a loJOO, m.uteig. inglez WsJ ^^ Jj.sidiiL-.rt"
cauuei de dojza-ojg,,i,B1 tjO, firiassa asa mecas
srandesrflcnT d,ti 35,310, dita :WKX), tav m.
da ilha de S. Miguel a can 4O0. sabo 16U eiU J.l
\ """"-vadaalibraHil, dita 1*0, 1 iiiiami
IH-ra loOlV dil. a 960, t relogi. pa.enlV.sWea.-
nedo.eroalU, vellas da carneaba a liara 4*0
res, e o oros nimio, mais seeros aae a aleta aa
compra or se vendern por barata price.
I n casa de Timm Momsen & Vinaaat. naara
do Cori 1 S,|0 13, len,.,e p,ra nmtr ""^
da >.irli lento da livroa em branca
precos muito baratos.
t*rf
aftaf-
para copiar, par
, c nina piensa de madura ta.
unto lioin estado, para a labrir l
rinda.
1 co piano de Jacaranda, de om dos melliores
ema rediados autores de l'aris: vende-se na
tuad. iiz, armazem n. 10 no Kecfe,
__'\_ de-se urna esrrava moca que sabe coser al-
"iima c '1 coxinlia bem o diario de uma casa de
Familia f--"uuia perfeiUmentl, sabe tratar de um.
sala com lio cuidado : na ra da Aurora n. t).
yeii'rtise- urna caa principiada de pedra/cal,
rita na Capa-S" ; '"'" no a,e'ro da B"-Visl
a. 33, lojt denMw- .
___Vende-se "mcavallo russo, lionilo c
carroca: a tratar no sitio
No Paneio Poblico, leja a. ti. a Farraira A
Craa, el .te porcao de uceas da rafe aa saprri.
lade, simio do Bio de Janeiro ; Ttade por
commodos par. liquidar.
iuho do Porto.
-ude-se vinho d Porto muilo lino, em harria 4
rio : na ra da Anatl. ,. (0, .naatam as-
kjm* ^s tTsefla
A Wi.0MB.
mas da raa do ( >qeiaaadB a. 10.
Vestrt.ta a 2^
ris.
com rleroii.i
aasaaatro
anda lieiri en
denominado Choi
i-Menino.
.........'a rna do g. fM
'f. loja de Santos Coelho. .x-eAftfT-.Ti -ts
.i.-.:.-...-.i;:::...-...W % V? bom estado : a
Vende-se um palanqun!
tratar na ra de Santa llil
brado n. iu.
Vendem-se si-
nho muilo novo,
oleo de ricino
a libra, a im ga.
na run do Vigario
Vende-se ou a
Oiriita n. n'l : a Irat
Vende-se uma lo.
na ra larga d Kusariu i.
Na rita do Crespo
a estar a venda asmis su,
de puro linho <|ue tcui v
cado.
Vende-se superior linha de
de cores, cm novello, para coslur.
thall .Mellar iV Companhia, ra
Vi.,110 1)11
o mais superior que lem vir
rii de .">. e 8.- e engarrar-
vende-se noescripturio '
e Silva, ra da Cadeia
andar do so-
'eijao mulali-
. latas com
rcado a ,'MiO
rs., tudo
ja da ra
is pesos:
tinttam
I toa Illas
io meo
o, branca
as a-
Novo e completo sortimenli ,
franceza para vestidos a 27000 u^: _?
luja das qoalro portal da'a -
ro 10.
No antir""
"da rhila
sito no cor,
da Sokjade,
nnliecido jardim.
le Non Senboia
ba constantc-
ehet
rila igr
-"j^siade, caa n
"9ne para vender p de roadra mui-
to linda e de mtntas e diversas qualida-
des, comoo compradores poderlo re
|M>r eatar em TegeUro ; asaim como sa-
potis, Cvprestes, Parreiras, Dalias, Ak-
crim e outras muilas flores.
^ff f r*t05 fitgtiH*.
Fugio do angenhe Vicente CampaHe. aa h.
suezi. da Esc.da. no di. 12 de j.lha. a^tarMa Jato
lilippe. crinlo .la Baha, estatara raaatar oreo o>
corpo, rosto comprido. harn.do. ene ahraau aaaa
fol.,canholu,*pernal bstanle final, lavea reama d
algodAo azul e chapeo da palb. da -T-naab7" U,
corrprado no Hecife a Antonia Kicara. dTlUia
qoem o apprehender leve ao engenho Vierais taa-
nello (pie recebar do Vivo .ssiguao SOMOtin
cralificacao, e no Kecif.., |||, fr Jai lELta do
Lemos Jnior. 30 de/lho do I8j".
.Manoe1 Gonc/lvet Pareira .'jtaji ~~
t
- No
enger'
do
PaliU"
crreme apta* aatealaa-aa o
comarc. de N.rarelh, .^ de
aicravodenea^Joa^i.^*
eeco. mallfeito da carpa, aV.r,
on manea. i,.d jg* ^,.
te sua naci, desda a lia ala
ni; a eserava, de atan Jo-
'noi da idade, naca maii oa
lr, bailante laia, marta kv
"*" O eorravo Joafaran
a mudo mal a arraimdo.
aliiram em arracrao t
idra da am : anana ai 1
maneiaoads anaeaho
'nerosid~l; 5--
Na ra do'
pelo sor"
ptimo
vellud
modr
arle.
der pode-n levar, ou ao mr" ADr*a,
id.de d,"ana. caes
da
Nazareth, ou .' cidade ...
solio, no oiiao deS. Pedr*,0i recompensado.
AVISO.
. lugar dos Remedios,
.na, bom barro para lodo
. i'is-na baia para capim, viveiru,
-j arvoredos ; quem o pretender dirijae au
mn lugar a tratar com Caataun liaplista de Mello.
Vende-se a taberna sita no beeco do Camp.lo
u. I, e na mesma taberna lambem se vendem > ar-
marios proprios para liberna, I moitibo de cife, e 1
relogio de ouro com correle, ludo a tratar na
mesma.
Navalhas a contento.
Conlinua-se a vender a89000 o parfpreco filo] as
j bem condecidas navalhas de barba,feilas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas ei
posices: vandem-se com a eondicau de nao agra-
daudo poder o comprador devolve-las at :HI dias
depois da compra, resliloindo-se a importancia :em
casa de Anuusto C. de Abreu, na ra da Cadeia do
Kecfe n. 3b. .
Vtaaca h tres escravas mocis com tlfaam
habilidades, um preto de meia idade : na roa Huei-
ta n. 3.
RAPE".
\ ende-se rape fresco de toda as cualidades, de i.u
l-i-boa, Pauto Cordeiro, princez. do^Kio de Ko'cl.a ^"nU. pIu^ "baroT. ^
udeeXcTa'..T580' r,n0, m,are,,: Pra" ^^y^^^^l
Vende-se tima loja de fazend> ni
boa rita e com bastante freguezM .i-
nlieiro on a prazo, eotn lirmasa conten-
:ida
f o-1'lll.O ApU.'.COI
n a es he bailo, groaaa, repreeeal
idade, pouco maii oo roenoa, paast
loa brancos, tem falta de alunas
superior, e tem anda mais ama
na parna esquerda ; inppAe-aa q
lado, ou em Ierra, do engenho .
S. Ani.in, do quil ja foi randein
nhor, ou na propriedade Qoat,
-eolio Apiia', em Pao d'Alb
rava eriaa-
Joaa Clamo..
ta
ratt aaaja.de
Ignas cabol-
l aa caoariva
iz do amasa
a aalrja arw-
JeGraaaaam
a fallecida m-
encenle aa an-
at
No i
a tratar toa
3.
rita da CadcM do Recife
Xa
luja n. i.
da Cadeia-Velka do Kecile
vindetn-se saccas com cera
vinda ltimamente doAra-
pa
-)>
de carnaubt
caty. r
LUVAS.
\ aiidem-se muilo bou luvs de pelica pan Sr..
e homem, pelo baralissiino preco, de 13HH o par,
dilas ditas prelas a JOO reis, na ra larga du llosaiio
-iNCOENTA Mil. REIS.
du i de junlm do correle. Tamo da berilo
do briur-Maria l.niM. o prelo crioalo, Manael,
de idade-* a li." .uno!, pouco mus oa meun. a lem
o. sigi-ei iacointei: rosto comprido e descarnado.
edr f, cabello cercilhido, olhoi am pooeo Brindes,
e arlecidos, bemol gronos, sendo o da cima nm
;-isn que encobra* a falla que tem de denlas em
falla um pouco alrapalhado divido a falla de
e biguaes, Irm na iu
mo orna especie la er-
vo sabido, as nadcgai om pouco empinadas, aa an-
dar tem om seilo par. o lado, cadeiras lautas, can-
lora lina, 11- apilbelidis e um poaco largos ; lev mi
calca de algodao azal desbotado a camisa da alinda
risc.do, chapeo de palh, tem otlicm da rountaias,
a cos uma embriagar-sa ; foi encraso da Sr. lar. Je-
rnnvmo Vilella e do Sr. I)r. promotor de IMiad.,
Que'iroi Fonseca, e ltimamente do Sr. Albert Fal-
lar llamn : o abaiiu assignado, saohor do dito ata
to, sratifiea generonieiile a quem o pprehrader a
lev.-lo am so. caa, no aterro da Hoa-Vista n. .VI,
segando andar, on no Kecile, ra do Trapiche n. Iti,
a Antonio de Almeida liorna. ; romo l.nibem pru-
le.la contra qualquer pana que o urrolt.r am -n
poder ; natal como gratifica a paga lana* as dV-pe-
t.s.Joaquim Lopes de Almeida.
I'EK.N, ti. H M. F. DB F.VK1 a Ma'
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO

MUTILADO


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