Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07471


This item is only available as the following downloads:


Full Text

i
J
*
ANNO XWI1 N. 202
Por 3 1nc7.es adiantados 4$000.
Por 3 mezcs vencidos 4$500.
DIARIO DE
QIJAITA FEIRA 27 DE v
Por auno adiantado 15'000.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO
KNCARKEGAUOS 1
PmhUn, Sr. uarvarii
juin I. Peraira Jnior;
Cara, Ir. J. Jo4 di Olive
ue* lodriguM i Piaubv, o
UteaW;Pari,slr. iunini
Jtn da Olla.
bs<:hipcao' no nor-je
da Naiindade ; Natal, o Br. loa*
ii. o St. A. di Lemos Braga I
Maranhao, o Br. Joaquim Mar-
Domingos Herculano A. Pessoa
iJ. Bimoi; aVmuuuii.o Sr. Jfro-
PARTIDA DOS CORRE10S.
niinila : Imlos os rlias, O mcia horas iln di.i.
Igaarasa, Goiaaaa Paralaba : na* argautilaa a aaiaa-fcim.
S. Aatao, BaivrrM, Raailo.Caraar, viun). i^arantuin* : na irrca-fi-ira.
S. Loarfo. ..-r \ih... .v.nrrth. laaaoeiro, Rrejo, **)iieira, faga-
era, Moro. Villa-Baila, Baa-Viaia, Osuieeri a Es* : ais oaartaa-feinu.
laitn. lpoj*oa, Sarlahlam, RIo-FarHoao, Uaa, Buniroa, AKua-l'rrta,
uiMMii.-ira, p Naial: .|uiiit-.-f<-iras.
rTodos ti concilla parlrm ... I" dora* lia mantisa.)
AUDIENCIAS DOS TRIIIUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio quarlai t aabbadoa.
Relacao tercai-feirai a aabbadoa.
Faienda : quarlai a aabbadoa aa 10 horai.
Juio do eommercio: segundas ai 10 horai a quintal aa mno-d.a.
Juio da orphaoa segundas quintar ai 10 hora..
Primeiri varado eivcl icgundii ititai ao meio-dia.
Segunda Tara da iral: quarlai a aabbadoa a* meio-dia.
I.I'lli; mkhiiiln DO MEZ DE AGOSTO
9 Quarlo creacente a 1 hora 47 mlnutoa a 48aeguudoa da m.
Ir, Luaehaiaai 4 bons,20mmutoie48iegundos di manbaa.
13 Quanomioguante ai 6 horas.48 minutle 48ieguDdoi da l-
30 La boiiiiS horai, 4"i minutoi.48 legundosdt manba.
. PHEAMARDEIHrJE.
Primcin as 2 horas e 6 minuloi da larda.
Segunda ai 'horas ej30 minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
25 Segunda. S. Luiz rei de franca S. Geroncio b. m.
26 Terca. S. Xcrerino p. m. S. Constancia m.
27 Quarla S. Jos do Calasans S. Rufo m.
28 Quinta. S. Ago.-tinho b. c dout. da Igrcja.
29 Sexta. Degolar,'ii de S. Joao baptista S. Adolpbo m.
3(1 Sabbado. S. Roa de Lima americana v.
31 Domingo. S. Raimundo Nonato card.
ENCARRILADOS DA SI'BSC.RIPr.A NO ML
Aligoai.o 8r. i laudioo Filcao Dial i Babia br. D. Dupla
Rio de Janc.ro,oSr. Joao Pereira Mirtini.
EM PERX \Mlll l O.
O proprietirio do DUnlOManorl Figneiroi di Ftrit, M mi
linaria, praca da Indepeodoecia di. Sa S.
1 (hesooraria (de fazen-
inforolaces do 2
ajlos parecer* do
. i,i os requerimen-
o da Franca e Joao
o om alagado'de mi-
na da praia de Sania
da a'cerca deltas pre-
i finid re mi.i inforraa-
t.430.
que ao capell.ln con-
tmo dosAnjos, que ae
* capelln do presidio
abonar os veucimen-
'feresda repartic.au
i lempo em que
"imi-an.
'.a m>-
' nao so
:. mas
i Jos
Mogaa
ralivo
de do-
tlias que
'iclhaiilc
o raare-
trans-
lesma
le po-
Cos-
tadu
a-
* fll'PICIAL
OVERNO SA -PROVINCIA.
-Bzaieat da ai 11 a* a>*-o'.o.
flcio Ao inspector i
'la devotvndo com copias
lanle Antonio Egidio da S
preorador fiscal daquella IIk
toM que Joao Lacio M'
MlhetM pedem por .iforira"
" que existe devolole
rU.atimde queS. S. pt*
t*JBi de conformidad coi
S de 9 de julho ultimo o
Dito Ao mesrno, diren
telado, padre Jo luirn ''-
SU .oomeado
Fernando d
' que com p'
eclesistica
** esliver e
.OtOIUUrrW '.
rieac.aio.
Dito Ao m
i oDicio do mam
arobem o termo,
l'erraira Estrell,
pie forero necea
o hoapital regiue...a
'umentns legaes, man
rile for vencendo en
oraecimento. Corr
chai.
I lito (T- Ao juii ri
milirroo para ser',
junta oa proceao0/.
licia Marcolino }/_.*,
la. Inleirou-it
corpo.
Dito Ao comri
dando desembarca
tado nenres legaet
do dos Santos Rosa
* ai neceuariai coi
Dito Ao presi.
declarando que, iu|
Antonio Gomes Lei
le eonselho, pode c
secretario do mem
esla' fruinrio o vog.
Carmo, valo que o
allega nao poder ei
quencia dos pesado
gado.
Dito Ao in-i
dizendo que, em <
da illuminarao a
rmenlo em que
que Gibson, Man
Lopes Neto, pede
mencionado conl
glezes Roslron I
prara, o deapacl
reucia com laut
petatea
Dito Ao n
su.i informarao
vida dos herdeir
|wr haverem ell
casa n. 6 da ra
pois de ouvir o a
cial, a providencia
a repetii.an de fac
Dito Ao diree' '
DfMa provincia, pura o
10. helalhSo dcidfanlat
rnarectul commaodanle i e .re-
melle por copia. Parli
* Dito Ao commanda ca,
mandando que or^anise e lo da
despeza a fazer-se com a <> evein
: naroculo no prazo fundo para as matriculas no pre-
sente anno lectivo.
Discutida a materia, fot approvada a emenda do
Sr. marquez de Paraca, nao passsndo a do Sr. Bap-
ttsta de Uliveira, sendo aftnal approvada a proposi-
to como foi emendada ; e remetlida a commiasao
de redaccao.
Seguio-se a segunda discussno da propoiir;ilo do
seuado, approvando a pensao concedida a i'-cundc<-
la de Caravellas.
Foi apoiada a leguinle emenda :
(i Iirp.ii- das palavraaviaconde do mes o litlo
acrescenle-sapercebendo a agraciada i .a pen-
sao desde a dala do referido decreto.S. h.
Paro do senado 30 de unlip de 18.56.Viscon-
de de Maranguape.Baptista de Oiiveira.ilvei-
ra da Molla, u
Encerrada a discussao, pastou a proposicao e a
emenda para a lerceira discussao.
Fot approvada, sem debate, cm lerceira discus-
sao, para subir i sancc/io imperial, a proposito da
cmara dos deputados, approvando a pensao conce-
dida as lilhas do fallecido visconde de.Mag.
Enlrou em lerceira discussao a pruposla do poder
ejecutivo, redutida a projeclo de lei pela cmara
dos deputados, creando um eonselho naval.
Veio a mesa e foi apoiada a aeguiute emenda :
Kmtnitt ub. reimpresto no senado com o n. 3 em 1817.
Art. I. Fica errado na capital do imperto um
comedio naval, composlo pela forma seguinle :
g 4a Do presidente, que ser o ministro e te-
cretario de estado dos negocios da marinlta, e 5
membros rlTeclivos e 2 adjutictos.
( S 2. Serao membros effectivos 3 olliciaes da ar-
mad pelo menos, de patente nao inferior capillo
de fragata, eserdhidos d'eulre os raais distinctos por
uas luzes e eiperiencia, e pertencenles ao servico
activo.
a Serao membros adjunctos om ollicial snpe-
rior de eDganheirot e um primeiro constructor
naval.
o Art, o. Na ausencia ou impedimenlo do mi-
nistro sera o couselho presidido pelo mada de' ^aior graduado, e no caso de igualdade
pelo mai anligo.
Art.. 3. O eonselho reunir-se-ha em sessSo or-
dinaria as vezes que forem marcadas no regulamen-
i do goveroo, e extraordinariamente sempre que o
iiiislro o convocar. Suas decisei serio tomadas a
uralidade de votos.
' Os membros adjuncin aiiiilirao as sisies e po-
3o discutir ; mas n-o terao voto senao quandn
ir-se de objecto coucerneute a -na especialidade
aioBaJ.
-i impedimento de algum dos membros effee-
do eonselho, ser chamado para substilui-lo
menle o membro adjuncto, ou a pruna que
stro designar, e que estiver as circumslan-
art. 1.
1. Incumbe ao cousellio naval desempe-
< os Irabalhos que llie raui commellidos,
henle dar parecer sotVe os peor
rspeito.
' legislado e administracAo
ser tratadas as piaras doe ,,ueu
Dito Ao director das o s publicas, (. I:l ln-
dar oio ni concertara tarima em que dorme m 0>
soldados da guarja da ribetra da Boa-Vista, m>s
tambem catar o quarto em que se acha a me "'">'
guarda.
Dito Ao mesmo, reeommendando que ma
collocar a ponte nova do Recite, os lampees i
forem preCrte, e bem assnn trancar a ponte vell
deixando dcada Jado passagem somente para
pessoas que Iransi't. em a p. Cummuii'
thesooraria provine ,1
Dito Ao mea. uioi--------sindo a aute .
pedio para chamar jma pessoa>bilila<*irisa-ao 1"e
durante o impedirr feto de dousdN.Ui,^ Pa" 1u,e
i acham doenles, s. "as da'ue|-
dedesenho, med3f?r.e.gue"0'
Communicou-se a" lne.PJw,a
I.C Ull.l
aajs
la reparlicAo, que
Irabalhos do gabit
de 25 rs. diarios.
ria provincial.
Dito Ao roe-
nao s concertar i
"lia da casa de
asaentamento de
fe de polica.
Dito Ao re
liaver coneedide
ment, a grilifi
1.' do corrate
soureria provin
DitoA o de legado de Serinbaem, commuuican-
do que a'dispos icio de Smc. segoe na barcada Si.
Aotonio da V ira urna ambulancia que lhe de-
Vi-.iiiimeiiil.iinio que maodrf
s chapas do fo^ao da cozi-
>, mas tambem rebanar o
Commonicou-se ao che-
or do i i vninasiii, inleira.iitl.i-o de
mordomo d'aqiielle eslabeleci-
.ao menaal de 20 rs. a contar do
diante. Communicou-se a' lie-
al.
vera etrt
da referid
Dito .
dizendo qn
junta de qo
clesao dos r
interrompido
eilar terminan
tullios do con
ilevem ser coa..
anno passado, c
Iho de 1818 e 3o
uim Theotouio da Paz, luestre
' da freguezia do Buique,
em regra convocando a
la freguezia para a con-
oi, que tinham licado
ido que nao poisam
de letembro os tra-
scurso, neste caso
jualilicados em o
,we ui avHBjsta dejn-
gosto do mesmoamro.
Dito Ao cooseltio de revista da guar nacio-
nal do municipio de Olinda, para declara
irregalaridadea que se deram no conseP'
lir.u;.io da guarda nacional da fregu
rangtiape, em vista das quaes liveram ;
dlar a sessao al que a presidencia res
reepeilo.
Dita A cmara de (iaranhuns, acci
cebido o ollicio em qoe Smcs. declaram
cmara nao tem meios para satisfacer a
de lampees, qne para a cadeia daquella villa fez o
respectivo delegado : e direndo ero resrntsla qae pa-
reemSSo de natnreza eventual a consifnarao do S 3
o'o art. 13 da*iei o. 371 de 8 de innlto os *185>, que
anda vigoraba ella pode ser levada, embora seja
cedida, a despeza qae ae ftzer com a collocaraodos
mencionados lampees, lendo de snppor fu a re-
ceita para essa despeza e posta tirar da renda que
a rnesina cmara lera' aem duvida cobrado pela mo-
nos dos intpostos designados nos S 3, \ r, tj, 7, 10,
II, 12,11.1,116 e 22do art. 22 di citada lei.
e a-
a esse
ido re-
oe essa
-1 111 ~ ."!>
ITERIOF
RIO DE JANEIRO
U de
ala a
3SS".
,ap>"-
SESSA'O KM 30 DE JUNBO DE Ih
/'residencia do Sr. Manoel Ignacio Caw
r arnala
As 10 horas a 3|4 da manhaa, depois
chamada, brese a sessAu, estando presen
senadores ; e lidaa as actas de 27 e 28
vadai.
EXPEDIENTE.
O Sr. Primeiro Secretario leu um oHido do
presidente da provincia da Baha, remetiendo doos
eiemplares da falla com que abri a sessao ordina-
ria lene anno da respeetna a iqualmenle doos appeosos nesma, contndoos
ri-iatorioa da Ihesouraria provincial e ioslruccao do-
blica.A' secretaria. v
l.ea-se e licoa obre a mesa o legi'inte
Parecer.
i O primeiro Uncii do corpo de artilharia a ca-
vallo Eduardo do Si Pereira de Cajtlro, e o primeiro
lenle do fialalh.lojle artilharia a p Joso Joaquim
de Lima e Silva ftl't'o, pedem passagem para o cor-
po do esladn-maior de primeira classe.
A commissan de marinlta esuerra, consideran-
do que se acha saneciouada a resolucao pela aual
foi o governn autorisado a fazer semelltantes trans-
ferencia*, he de parecer que ao mesmo governo deE
vem recorrer os peticionarios.
u Paco do senado em i3 dejunlio de 1836.__J.
A. de Miranda.Sarao de Moriliba.Viiconde de
Albuquerqoe.
OKDEM DO DA.
Entraran, em ultima discussao as emendas novas,
feilas approvadas na lerceira discussao, da propo-
sito do senado, qoe aulorisa o goveruo a mandar
matricular as escolai maiores do imperio os alum-
nos, que por motivos justilicados nao tiveretu cotn-
t>. Ao clalieli.
nislracao dos arsrtiaei., ^iu, .ay....... .
tor e qaaesquer oulras estaques da rcparlicau
rinha.
S 7. Ao abastccimenlo e foruecimento dos ai-
mazens da marinba e dos navios da armada.
S 8. A" contabilidade, arrera lacao. dislribuir;o
o ii-i-,ih-.ii_.i i no materia] e dos dinneirM dispendi-
dos pela ret>.irlirac da niarinha.
a S '' A' reserva, admiuistrarao, conservarao e
corles de loadeiras deslinadas a c.iiHlruci.ao naval.
S 10. A conslrucres navaes, Irabalhos marti-
mos, e obras civts e militares da reparlicao da ioa-
.iiha.
.*' ". O ministro poder fazer eiecntar, in-
...... '- de ouvir o eonselho, qualquer de-
depe.idenleme,,. -,e nao seja relativa a pro-
ItherarAo do governo,,, ___""*" '
mores, aotiguidades, reformas e re ui# "'"* I""
ciiniarias, sempre que o jolgue conveniente ao
segredo e expedidlo dos negocios. Dever porem
communicar opportunameole ao mesmo eonselho as
deliberares que assnn houverem sido lomadas.
Art. 6. Alem dos pareceres a que heobrigado,
poder o eonselho iniciar, em proposla ao governo,
toda e qaalqoer medida que julgue til ao serviro.
n Art. 7, O ministro poder remetter ao eonse-
lho, ou algum dos membros militares, a transmiisao
p.execurao das ordens concernentes ao movimento,
ei no ni i'a e disciplina do servico naval militar.
. rt. 8. Os chefei das reparlirei, ou estabele-
eimentw q mariuha, e o auditor geral poderao ser
chamados, -nando lor conveniente, a tomar parte
nos Irabalhos a. eonselho, sem que todava leoham
vol as suas resolo^es.
Poder lambem o cuiselho requisilar informa-
C'ies ou esciarecimentos de quaesqoer pesioas em-
pregadas no seri(o da mariifu ou em oulras re-
parlicoes publicas, por intermedie da secretaria de
e%lado dos uegocios da marinba, todas as vezes qoe
asiimojulgar necessario para o bom- desempenho
de suas obrigaroei.
Art. 9. De dous em dous annos, e extraordi-
nariamente sempre que o julgar conveniente, o go-
verno encarregara uto ou mais membaos do eonselho
(le visitar os arsenaes, inlendcncias, estabrlecimen-
los de marinba c as diviste navaes para examinar
primeiro, se as intruccoe e ordem permanentes da-
das aos empregados des-as eslaees tem sido eiecu-
ladas com lutelligencia e ponlaldade ; segundo, se
estas instrurces e ordeas lem prodozido elleitos
uleis ou perniciosos, a/gg apresenlam irregularidades
e incoherencias em JniacBj ao syslema geral do ser-
vi-u 'ercciro, se os ditos empregados sao capazes
** ""ni lint- -uaa rispeclivas funeces, designando
oa que devem ser suislilii,..,, o t^thnmlm escru-
pulosamente sobre ludo qoe disser respeito execu-
C3p dos Irabalhos e a boa nrdem, economa disci-
plina de taes eslabelecimentos.
o O. membro oa membroa.encarregados das referi-
das commissAes apreseularao ao comelho relatorios
circuinstanciados das observacooi a que derem lugar
ai inilrucroei que fizere i, alien de que ae lomem
as medidas qoe parecer, i convenientes.
" Art. 10. Os membros nlleclivos do conielbo per-
cebeio, como gralilicaco :
Os que forem mililat: !0Oa meosaes, alem dos
sidos das referidas patentes.
o Os paisanol iiOOuj annuaes.
O encarregado do delalbe do servico naval, na
couformidade do artigo 7., mais 500 mensaes.
" Aos adjonctos, arbitrar o governo orna gralifi-
cacao, teodo allencao ao que ja veoeerem por seus
empregos ou patentes.
A' exceprio destes, os membros do eonselho nao
poderao accumular qualquer outro emprero ou n-
cimeoto.
Oj que forem encarregados das inspecees de
que trata o artigo antecadente terao, alem Boa seus
vencimentos, ama ajuda de custo para despezas de
viagem regulada conforme a distancia do lugar ;
arbitrar-se-ha nma gralilica.ao as pesioas que como
auxiliares oa acompauharem.
o Art. 11. Para o seu expediente e registros ter
o eonselho urna secretaria cujo pessoal constar de
um secretario, que poder ser um doi membros ef-
fectivos do dito eonselho, de um interprete- e dos
empregados que forem julgadoi indispensaveis.
n Estes empregados nao perceberao miiores ven-
cimentos do que os marcados para os de igual ca-
(hegoria da secretaria de estado dos negocios da
rnVrinha.
mar a secretaria de estado dos negocios da marioha,
e o qui'arlel general, como o exigir a ioslitui consrl'10 naval, tendoem vista que nao haja" aug-
men 00 pessoal existente as sobreditas repartl-
SOe:
13. Ficam revogadas quaesquer disposiees
/ario.
eo do senado, em 30 de juobo de 18j(i.---J.
M. nderlev.
. ll'anderlt'j pedio o adiamento da lerceira
| disc ot|a proposla, ale qae se imprima a ornen-
da qne ""ereceu. Sendo apoiailo este requerimen-
,0. foi av>provado.
Eniro e.ln 'rceira discussao a proposta do poder
execuiivo hundo as forras de mar para o anno de
1857 a 185,**. c<"" s emendas da cmara dos depu-
lados, e com Ao *edo approvada na segunda dis-
cusslo.
Dada a hora '"'"" adiada a discussao.
O Sr. presid "'* den para ordem do dia a conli-
tiuaco da diset '''" adiada, e reslo das materias
dadas.
Lavantou-ie a '*-> > 9 Itorasetu um quarto.
CASURA DOS SRS. DEPUTADOS.
SESSAO DO DA 28 DE JUNHO DE 1836.
Preiidencia do Sr. visconde de laependy.
Abrio-aea sessao hora do costume.
Lida e approvada a acta da sessao antecedente, o
Sr. primeiro secretario da' conta do seguinle expe-
diente :
Um ollirin do Sr. primeiro secretario do senado,
remetiendo cmara a proposicAo e os respectivos
documentos que aulorisa a irmand.de da Santa Ca-
a da Misericordia da cidade de Rezende a posiulr o
edificio em qoe est eslabelecido o seu hospital
terrenos aonexos. Outro sim, participando que o
senado adoptou, e vai dirigir a sancc,Ao imperial as
seis resolure* leguinles: L'ma. concedendo licenra
ao juiz de direito Carlos Antonio de BuIhOes lli-
beiro ; tres approvando as penses concedidas a D.
Anna Rutina daSooza Franco Correia, viuva e li-
Ihos do Dr. Cypriano Barbosa Betnmio e a D. Fran-
cisca Libania Vicira de Carvalho ; e duas, antori-
sando o governo a pasaar carta de naturalisarjao de
cidadao brasileiro a Jos da Costa Ferreira Cardoso,
padre Jos Domingues Nogueira da Silva, Bernardo
Teixeira Borges, Caetano Evaristo Virira de Sa,
lu/, de Frailas Arruda, Joaquim da Costa Silva,
Joi Joaquim Pereira de Azurara, Joao Fernaodes
Valdez, joao Ciwie, Jnao Detri, Joao Ebeling, Uui-
Iherme Evans, Pedro Guilltermc Meycr, l.utz Fran-
cisco de Carvalho e Joaquim Avellez.Vai a im-
primir a propositan, e fica a cmara inteirada quan-
lo s oulras parlicipacoes.
Vareceru.
Leem-se, e approvam-se os seguiotes parece-
rea :
Da commisiao de fazenda, que conclue declaran-
do nao poder iolerpor ten parecer sobre a peticao
de varias pessoas desta eorte, que se emprrgaram
na venda de tullirles de lotera, sem aer ouvido o
governo por intermedio do ministerio do impe-
rio.
Da raesma corumissao, julgando conveniente, pa-
ra interpor seu parecer sobre a petie.io de Jos Al-
ves de Moris, pin que se quena do eibulho que
soffrera em su.i fazenda, no Rio Grande do Sul, por
parte do governo le.sa provincia, que eja a dita pe-
lijao auigiiada, ct mo he estylo, o sellados os docu-
mentos que a aeompanham.
Outro da meama commis>an, indefirindoa peticao
de I). Antonia Michaella de llollanda, para que fos
se remida da divi la em que eslava para com a fa-
zenda publica, era virtude do alcance em que tirara
para com a Ihesooraria seu finado marido Rei-
naldo Gaudencio de Oiiveira, colleclor que tai
da freguezia de ?orlo-Alegre, no Rio Grande do
Sul.
Outro da raen a commissao, que conclue com o
seguate projecto :
rr A asseinbla geral lecislaliva reaolve :
" Art. I. Fican dispensadas as leis dejamorlisarao,
alim de que '--onfr de Santo Auluuw S,
Fra--: la, da provincia de
em bens de reiz ou
; a quanlia de 20:0009,
co para o melhoramen-
ior ella construido, re-
"' do* miseraveis e des-
as leii e disposicOes
-.os, em 23dejunho de
Ja C. de Campos.F. de
'liberaran, e vai a impri-
dos Irabalhos.
DO DIA.
< reqaernncnto do Sr. Ma-
jo Pirahy, que he appro-
Requetru... rejiuisile da secretaria de es-
tado dos negoc is da ..u-.-. wspsv-ile iuugsijuer re-
presentares qu i ti mesma secretaria lenlias. sido
dirigidas contra o ex-juiz municipal do Pirahy, Je-
ronymo Macarii Figaeira de Mello,
O Sr. Macan' i conta seus sotTrimenlos no Pirahy
na qualidade di juiz municipal, c faz sciente a c-
mara do que he all a admimslracao da justica, e as
dilliculdades ce m que lula um magistrado qoe
quer cumprir om os seus deveres sem ouvir as in-
fluencias pernii iosas da localidade. O orador nao
desconhece qut a ndole dos habitantes daquelle
municipio nao i eja pacifica e sociavel ; mas ha all
certas caberas q te trazero ludo em ebolicao, e o foro
en* -ma compli taanarchia. Que o sea p'rocedimeu-
to, pois, em q' erer rP''m'f o' abuso, e chamar
os agentes da '"'oridade ao cumprimentu de
seos deverea, I ooier.,.7 esiei desgoslos, assai ac-
cusacoes, que t eram em naS}UaVSMt
missaot
ir O deputado vencer subsidio 13o somente nos
diai em que comparecer iess3o. n
Submellido o projeclo com ai emeudas votaron,
he approvado aquelle, e sao rejeiladaa citas. (O pro-
jecto manda continuar a mesma lei que vigorou para
a actual legislatura.)
Entra em primeira discutan o projpeto n. 76 de
1833, sobre o pagamento que reclama Manoel Jos
Teixeira Barbosa.
O Sr. Henriaucs pedio o adiamento at segunda
feira, depois de ler-se verificado uao liaver casa pa-
ra volar.
O Sr. Presidente levanten a ses<3o, o deu para
ORDEM DO DIA 30.
Primeira parte.
As materias anteriormente designadas, acrescendu
a coniiiiuar.io da seguuda discussao do projecto o.
128 de 1831.
Segunda parte.
Segunda discussao da proposta do governo, que
lixa a despeza e orea a receila geral do imperio no
exercicio de 18371838 na parte relativa ao minis-
terio do imperio.
Anda disse, que quando elle roo se arhav.i na ca-
sa do subdelegarlo, all apparecvra o Sr. Rufino, e lhe
dissera que havia de dar litn a elle reo.
I ni lo sido perguutado era a primeira vez que
responda ao jury, disse que j havia respondido
de oulra vez por ler o dito Sr. Rufino, quando sub-
delegdn da Roa-Vista, o processado por furto, oa
roubo de escravos, de penis e taradas, sendo esta a
razao porque responder ao jury em outra oceasiao*
Fez-sea leitura do processo, edepois della, o Sr*
Dr. juiz de direito deu a palavra ao Sr. promotor pu-
blico, e esle aecusando o reo disse, que o enme es-
o espirito dilinha.e o corpo assommindo una po-
tencia desptica, torna o horoem igual ao bruto, de
queni a animalidad* he nica fonte de vida. Tal
foi senhores, o pensamento magnnimo qoe presidio
a creai;ao desle estahelecimento, e hoja que soleni-
nisaes <> qointo annivenarie de saa installarao, eu
nie congratulo com vosco pelo estado lnrescenle do
Gabinete Portagaez e sniceramnle votelicilo pelos
frtelos preciosos, que Porlagaezea e llrasileiros
delle temos auferido.
A inslrttcrao, seuhores.he lao oecess.iria aohomem
como a luz he necessaria a visla, e assim como sem
lava provado, que o ro fura preso em flagrante ; esla nao podemos arriscar un passo, tambem sem
;.x
Entra era pri nera discussao, e heappi^S'ado p"-
ra passar a sega ida, o projecto n. 3 deste am 'Sj
" dos deputados para a futura legts-
ino requer que o projecto entre im-
tn segunda discossao, e assim be
marca o subsidi
latura.
O Sr. Ociad
mediatamente
vencido.
O Sr. i/tiiri'fu!' oflareceu a segdinte emenda ao
art. 1.
a Os senadores e depatados terao direito ao res-
pectivo subsidi], desde o dia em que em cada anno
tomarem a-sen o na respectiva cmara as leises
ordinarias, sal< o o caso de impedimeoto por moles-
tia, comanlo < ue se achrm na corte, o
O Sr. Figuilra de Mello raoslra a neeessidade
que hade niel torar-se a ajada de cust* dos repre-
sentantes da nijao, visto a injtistira que ha no cal-
culo das distar cas. O orador tambem se demora em
demonstrar o ecessidade de augmentar-se o subsi-
dio do deputado. Babeo porque he preciso que os
seus vcticimen os correspondam a sua posic,3o, como
porque o depu lado lem dever de tralar-se com dis-
linccao propri i das altas funecoes que cierce ; e
por i-o cll'erc -a a seguinle emenda, que he apoiada
e enlra em di cussao.
a s deput idos perceberao por stisao anuual urna
iodemnisacao para as despezas da vjj^ttn^c" >".'
evolta. Esla odemniia.;; acha arJwVad r pelo decreto n. 1137 de 2 de abril
iti-1853, para >1 deputados qoe residirem nos por-
tos de mar, d que houver navegaro regular pa-
ra a corte ; pi ra os deputados, porem, que residi-
rem distante D leguas desses portoi acrescera mais a
ajuda de cuil i constante da tabella junta, u
Tabella.
D< 30 ale 100 leguas
Dt 100 a 1.30
D. 1.30 a 200 i.
D 200 a 50 d
Di 230 a 300
Di 300 para cima.
5005
6009
7003
800.-)
0005
1:0000
. c St- Mar 'm rr"ncisco sustenta os argomentoi
do Sr. Ftguet a de Mello, reforSa-oi com novas ra-
zoes, e corob; tea emenda doSr, lleoriques por ser
contraria aos prtncipoi de iuslic.a e aqutdade. Con-
clueo orador otlereceodo a seguinle emenda, ana
fundamenta. H
a Os deput dos teem direito ao subsidio propor-
cional ao lera io da prorogajao, sempre que slas
Sendo apoii da esta emenda, entra em diseaisao
com as ootra i.
O Sr. lien ir/ues procura sustentar sua emenda,
a respeito de oja primeira parte lodos eslo de ac-
cordo, ella n lo quer senao prevenir o caso muilo
posaivel de idoecer um deputado, aqui oa corte,
longe de leus commodos e familia, a quem deixou
era virtude d i scrvi0 publico, e ve-ie privado do
seu subsidio. Se, entretanto, a cmara nao esteve
por uso, vote ao menos pela primeira parle da
emenda, para evitar o faclo.que segundo me consta
se lem verific ido, de serem uns deputados pagos in-
tegralmente ( os seus vencimentoi do rnez de maio
ao paiso qae luiros o nao sao porque ol nao recial
mam.
0 Sr. Pul a Itocha vo'ta pelo projeclo como est
com a einen la do Sr. Henriques, que lhe parece
muilo justa ; outro lano nao penia porm a res-
peito das outi as emendas, urna das quaes al lhe
parece inconstitucional.
(> Sr. Mar im Franriico combate anda a emenda
do Sr. Ilenn ue-, allegando a desigualdade em que
elle poe os debutados da corle e os das provincias
urna vez que aquellei, adoecendo no seio de mas
familias e coi imodidades, veem a vencer o subsidio
a que su alia- leriara direito estes era eoniequencia
daa privae.ee a que se expem pelo servico ou-
bltco. r
A emenda presentada por elle orador parece-lhe
milita justa, at satisfaz o verdadeiro penssmeuto
do legislador i onstiliiinle, que considerou os das de
prorugaQes c jmo da verdadeira sessao, que so ter-
mina depois. o encerramenlo feito pelo poder com-
petente.
0 Sr. Pai la Candido explica ao Sr. Henriques
que nunca a olha dos depulidos mandada para o
thesourosaoiganisoo debaixo de principio algum
que nao osse ima regra geral, e qoe he menos exac-
to qae algn; deputados lenham deisadode receber
o seu houorar o do mez de maio por nao o ter recla-
raaajo.
.m j 84"P-W yuei'ro; manda mesa a seeuiute
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
PAGINA AVULSA.
J nma vez fallamos no Sr. padre Sal dan fia,
esae infeliz, que por ah anda pelas ras completa-
mente mono-maniaeo, e quasi sempre zombado e
apupado. S. Exc. Rvma. levado desse zelo apos-
tlico, que tanto o caracterisa, condoeu-se da sorle
desse pobre padre, e maodnu, por caridade, re-
culhe-lo ao seminario, onde nada lhe faltou para
sua decente subsistencia: mas o padre, ou por isto
ou por aquillo, desadorou (sem duvida pelo seu
mo estado intelleclual), porquanto, consta-nos que
p.issou ltimamente a amca(;ar o llvm. reilor, etc.,
o que ludo deve-se-lheperdoar. No enlrelanto, por
ah abandonado, elle nao lem poma cerlo, e inulto
injuriosa se torna a nobilissima classe dos clrigos, os
espectculos repelidos que da esse desditoio padre,
transitando pelas roas cora urna immunda solaina,
servindo assim de brinco aos impos e peralvillio<,
que n3o deixam passar esses preterios, para vilmen-
te znmbarem da mais santa e mais sublime dai ini-
titoires do mundo, a retigi3o de Chriato. Nos nos
atrevemos a pedir a S. Exc. o Sr. conselheiro, que
de commum accordo com o F.un. Sr bispo, farja
por amor da classe dos discpulos de Jesos Christo,
transporlar a expeusas do estado, esse pobre homein
para Sao-Panlo, sua provincia natal, qae, talvez
ah entregue aos cuidados de sua familia, elle en-
contr remedios para tantos males. A corporaca.i
ecclesiaslica desta capilal, entao he de suppur
abrir una subscripto era favor desse seu kisto,
afim deque elle tenha recursos para se vestir rom
mais decencia... O pobre com potico se contena.
Eis um aclo de caridaife, qoe'Sfl fr repudiado, de-
vera ser imposto c obrigado a aceita-
obrigado a partir por amor de si, por am*.
presam linda o nome de um sacerdote.
Sigui no PARAN', para a corte, o Sr. Dr.
Julio e sua senhora, aquelle genro, e esta filha do
deputado geral o Sr. Dr. Agaiar: atsamas pessoas
de sua mais intima misada acnm-.anharam-os a
bordo cheias de aaBir. -l^asenaaerao sempre he
penivel. Desejar as-lhes revff.'^iiscni.
O Sr. M'** antiguante do iii-ii>i,imn.,Il.
viou poesas para serein publicadas, desculpc-nos,
se nao o podemos fazer; o curto espajOjjjue dispo-
mos, nos inLai.il totalmente desa seen. ,de publi-
cacao na D/AGINA, se bem que assim eslejamus
privados <*e abrirmos esparo a laa if.tr! produeao.
ConstaVnos que o Sr. Dr. chefe de polica "vai
providene .-.r sobre o asylo dos mendigos, porquanto
acham-se lles encurralados em um pequeo lu-
gar dossa casa que ll.es fui dada.
Slla-se por ah que a F'aculdade d Direito vai
ler removida para Olinda; a er exacto, bom ite o
lilfio que torna para casa de seu pai.
0 teneulc-coronel Jo.io Valenlim Vlella, adia-
se preparando um quadro retrospectivo de todos os
empregados policiaes da provincia, (raballio essede
summa ulilidade, e que faz apparecerdenlre o ca-
bos ofial lux. Louvamos o zelo do Sr. Joao Va-
lenlim ; elle tambem participa de alguma sorle das
vantagens que traz esse sea Irabalho.
Antes de bontem, em urna das ras da Boa-
Vista, livemoa oceasiao de observarmos urna scena
nuiito interessanle. Poderiam ser pouco mais ou
menos 2 horas da larde. Lina menina, que re-
presenlav ler aeis annos, nlo raais, caminhava so-
zinha, e moito sobresaltada por essa roa, exposta
ao sol e a poeira, e aos encontros dos prelos, esla-
va|decenlemente trai?rlinha- .ogo qut' vo-sa n'"--
Irarua pn/.ae a chorar; chega um meif.inr,
psjeria ter a mesma dade, e parguntou-lhe:
- Menina, voas de que chora"!
Vanho sozinha do casa para a escola.
Voss quer que eu lhe leve'.'
(Juero...
Pois vamos. E seguram, mas o menino de
repente parou, e pergunlou com cara de choro:
lie moito ionge '
Eu nao sei...
n Ai!.., ai'.... ai!... E poz-se o menino a cho-
rar.
a Ven de que chora, menino'.'
rr Eslou com medo !...
a L'i!... ui!... ui!... E poz-se a menina a gritar.
Passava entao um individao, que maravilhado da-
quella scena, acompanhou a menina escola, e o
menino voltou limpando os oltios. Nao be um
romance; passon-se tal e qual, e he por isto qae
contamos, admirados da facilidade com que urna
m.ii manda urna filha de to lenra idade e tanto
peior se ja fosse taluda) para escola, sem rece
de qae um carro, um cavallo, um ebrio, livesserrj
de encontrar a pequena. e entao solTrer, quem cu'_
pa nenhuma tinba ilo que aconlacesse. Oa i-to, -,'u
de olhinho por dentro da rotula.
Iloipi,',;.' de a'-tlaoe, 23 de agoslo.-73. 00.
entes. ,
2i73 dem. /
2560 idem. ,,/
JURY DORECIFE-
Tereeira essao.Dia 21 de agoY.ln de -8J,i-
Presidencia do Sr. Dr. Kernardo MachadC ia Co$m
ta Doria.
Promotor publico, o Sr. l)r. Antonio Luiz Caval-
canli de Albuquerque.
Escrivao, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Es-
tevas Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Joaquim Elvro de Moraes
Carvalho.
Feita a chamada s 11 horas da manhaa, acharam-
se presentes 43 Srs. jurados.
Foram mollados em mais 205 rs. o Srs. jurados
ja multados nos anteriores das de sessao.
Aberta a sessao pelo loque de campainl.a, foi eon-
dnzido i barra do tribunal do jurv, para ser julgado,
o reo preso Francisco das Cbaa-ai Duarle de Oiivei-
ra, aecusado por crime de furto de orna carteira.
feito em diaado mez de jonho do anno de 1854, a
Domingos Jos da Caoba l.ages, tendo o mesmo reo
por seu defensor ao Sr. advogado cima referido.
O eonselho do jury de senteora foi eomposto dos
Srs. seguinles :
Dr. Manoel Jos Pereira de Mello.
Tiborcio Valeriano Baptista.
Anselmo Joic Pinto de Souza.
Antonio Iteren i de Menezes.
Chrislovao Guilherme Breckeofeld.
Jos Esidio Farrcira.
Jos Allouso dos Santos Bastos.
Oclaviano do Souza Franca.
Pedro Ignacio Baptista.
Candido Jos da Fonseca.
Jacorac Gerardo Mara l.umachi de Mello.
Manoel l-crreira Ramos.
Os quaes prestaran! o juramento em vu/. alta sobre
o iivro dos Santos Evangelhos, c lomaram assenlo
nos seas respectivos lusares, separados do publico.
Depois de prestado o juramento, foi o roo interro-
gado, e no interrogatorio disse, que nao sabia do
motivo pelo qual era aecusado, mas qne suppunha
que a razao de ter sido preso e ser aecusado peraute
o jury, era por lheimpularem;o furto de urna cartei-
ra ; facto esse que se deu na ra do Cahg em
urna oceasiao em que elle reo, pelas oilo horas da
nole, passara, sendo que nao lhe cabe a culpa que
se lhe impula, vislo como est convencido que esse
furto fra pralicado por um moleque que por lili
passara naquclla oceasiao ; porquanto lendo elle reo
sido preso na occaiiao cm que se deu o delicio, no
da seguinle, depois de ter a aotoridade policial ave-
riguado o fado, mandara prender ao moleque j re-
ferido, cujo nome he Tburcio, c sua senhora era
moradora na rna de Dorias, leudo ao mesmo lempo
a aulori la le policial mandado sollar a elle roo.
Dase mais que na oceasiao em que se comnietlera
u crime, elle roo n3o corra, porm dava passos a-
preisadoi, e que em virtude disto o inspector de
quarlairo o acompanhou e prenden.
disse mais que o rito linha por costume furtar. que
por dillerenles vezes linha sido preso, e que por nao
ser preso em flagranle, era sollo, vislo o crime de
furto ser particular e nao poder a justica aecusar
sem ser preso em flagrante.
Disse que o reo eslava incttrso as penas do artigo
237 do cdigo criminal, e pedio a coudemnacao no
grao mxima por se darem as circumslancias aggra-
vantes dos 1,3 c 13 do artigo Iti do mesmo cdi-
go : do I por ler sido o crime commettido de imi-
te ; do 3 por ter reincidido em delicio da mesma
natoreza ; e do 15 por ter sido o crime commettido
de sorpreza. O sr. promotor provoo todas estas cir-
cumslancias.
0 Sr. juiz de direito, depois de linda a aecusacao,
deu a palavra ao Sr. advogado do reo, e esle dedu-
zindo a defer.a, disse que nao eusliain provas nos
autos, que o reo nao fura o autor do furto, e pedio a
absolvirao do mesmo reo.
1 inda a defeza, o Sr. juiz de direito dea a pala-
vra ao Sr. promotor publico, e este replicou. e de-
pois da replica, deu a palavra ao Sr. advogado, que
treplicnu.
Depois de linda a (replica, o Sr. juiz de dreilo
pergunlou ao jury se eslava snflicientemenle eiclare-
cido para julgar a causa, e romo o dilo jury respon-
desse ailtrinalivamenle, o mesmo Sr. juiz de dreilo
resumi a materia da acensado e da defeza, e pro-
poz ao jury as questoes de facto, e sendo estas entre-
gues ao eonselho, foi este conduzldo sala lecrela
das conferencias s G horas da tarde, donde vollou
as 7 com suas respostas, que foram lidas em voz alta
pelo presideole do jurv de lentenca, era vista de co-
ja deciso, o Sr. juiz de dreilo poblicou sua sen-
lenca, julgando u reo incurso as pcuas do arligo
257 du cdigo criminal, grao mximo, e allendendo
ao que dispe o artigo i'J do mesmo cdigo, con-
derauou o roo na pena de 1 annos e 8 mezes de pri-
s3o, e multa de 20 por cento do valor [arlado e as
costas, e levantou a sessao, adiaudo-a para o dia se-
guinle, s 10 horas da manhaa.
REPABTICSAO DA POLICA.
Secretaria da polica de Pernambuco 23 de agosto
de 1830.
Illm. e Exra.Sr.Levo ao conhecimento de V.
Exc,que das di lloren tes participaces boje recebidas
nesta reparlirao, consta que se deram as seguin-
tei oceurreucias :
" pi'.-os : pela subdelegada da Treguara da
i mencionadas >artidpac,es coma mais, que
em a nole de bontem nao -e apresentou urna s
praca da guarda nacional, para el purf-ul llamen lo da
freguezia do Recife. ~~
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con
sellieiro Sergio Teixeira de Macedo, presdeme da
provincia.O chefe de polica, Dr. Policarpo Lopes
de /,eao.
aqnella mil quedas daremos no curso da vida.
Nao pensis que hedeuma inslrucro regularque
por veis mesmo, de quem outro* e mais peanos
cuidados distrahe a altenrao.
Honra vos teja feila, senhores, por lerda* abarle
urna to vasta mina aquetles que como ea explorara
a|sceocia.
Por mais de urna vez vo* temos cm tecredo a-
gradecido o ler-nos proporcionad* oceasiao da aai-
conlrar no (abinete as jotas preciosas qae no* ador-
nara a inlellisencia ; e se de nossa gralnlao he pre-
ciso um lestemuuho solemne, conaiderai-a como tal
a sincera exlnhicao que pela segonda vw faro,da par-
le activa que lomo no jubilo que vos posoe *>!
festivo Anniversario.
L'm outro fructo e talvez o mais nolavel.lum pro-
durado o 1,abinete quero fallar do Hospital Pe-
(ABINETE PORTUGIEZ DE LEI-
TIRA.
Acta da tcatlo solemne do Gabinete Portuguez de lot"*-, loeo. quer que tive-^sesL.-il^
l.tHura em l'ernamlmro, no 5. annicersario de leciiae."o nos illas prinieirujr.le soa
* i. "I ------------------------- -..-_... riiuio lilil!) IV I l'r'i'l xfll B tM
eu vos quero fallar : esla so pode ser adquirida por tuguez de Beneficencia. Posto que seta urna iqU-
- imcao toda di,er-a e ...dependente, aquelle.. todava
quesabem sua historia, san unnimes em confessar
que be do (iabinele que parti a idea qae Illa deu
nasi-imeuto,que foram o membro* influentes da G-
bi.iele que a levaram a effeilo, e que foi anda no
Gabinete que leve lugar a saa in*tallar;3o. Tal lem
sida sempre marcha do espirito de assuc.aco : ama
vez desenvulvido.elle se propaga fcilmente, e pina-
do feitos generosos o promovein aeoraioea, a* li-
bras que elle produz -ao solidas a duradoras.
O corpo e o espirito tem neeessidade* peealiare*.
e assim como esle florece com a unrcao da sapien-
cia, aquelle tamben) reclama o Ir.' i verniz da
saude. Se o pensamento que creon o i.ahuiele foi
fecundo e patriolico.philanlropicu eehriatao feiaqea
dea origem ao hospital. Aqu os Purtuguei**, oa
bebera nos volumea conheciraenlos proveitaaae, oa
aspirara das gazelas as frescas brizas da patria : all
o enfermo desvalido sem familia e sem recursos vai
encoulrar um abrigo na caridade nacional, e quan-
d'i a volta da saude o reslilue ao ao livre, elle loa-
va a provideucia que permito ao Portuguesas que
anda longe da patria se mostrera dignes della.
A patria.seuhores.leoho en dito 1 B ser a patria
somente aquelle torro em que temos uascida, em
que a nona infancia semelhanl* ae branda fluxo de
riheiriuho qae corre janto a casa paterna, se tem
deslizado serena e embevecida nos ledo* foliare* ala
innocencia, as gratas alegras da manbaa, ms do-
ce- enligas da nole, bafejada sempre pela aura
bemfazrja das caricias materoaes '.' Nao aerao lani-
bom patria esta larra hospitaleira qae no* lasa aco-
ln I", esse solo abencoado onde a nossa javtaluee
e tem escoado tranquilla e feliz, entre os afage* da
esposa que nosso corarlo escolheu e o> temos brin-
cos da prole que nos festeja e sorri ; entre ea ami-
gos do, peilo e entre os prazeres da vida Sim, se-
uhores debaixo deale ponto de visla o llrasil he v**-
sa patria. Se as iinpressOea da Ierra, em que vate*
a luz primeira, sao iodeleveis e duraderas coato a
existencia mesma, a serie d'aqaellas qu rnmhamai
no fieltro da nossa juventade, de nossa virihdada*
de nona propria velhice deixa saleo* lao profaado,
em uossa alma que nao he sem abandonar urna par-
le de uossa exisleueia, qoe abandonamos os logare*
em que lomos jovem e amantes, horaeni e saase*,
ielfiu pas. O lirasil.senliorrs, vo**a patria par
que aqu leudes ndqaerido riquezas com nipsapi
de vossa arlividade ; o Brasil vosta patria porque
aqu (andes obtido urna po-ir.io social qoe va* coe-
cidera e vos houra': o Brasil lie vossa patria aiaa ;
porque he a patria de nossas esposas, a patria da
i o.-us lilhos a patria de vossos amigo*, patria aaaaaa
ir-: povo generosa que uuli'ura foi porlagaex, aer-
deiro da gloria pnrlugueza.irmao do pavo por ligue;.
porque falla a mesma liogua, porque prfm a*
mesmas crenias; porque lem os meamos costar**
dio li,io Brasil cPedro V.de Porlogal saa deas
a mesma forma de governo.um chefe da masai ca-
sa e ate senhores do mesmo uome qae a vasa. Pe-
rno luminosos une pariindu do mema castra, vio
.lindar lia mesma linha, **> Uvas rjmo* i
nquolle* que teem o lempo e meios precisos para o
cultivo das lettras. Ha porm certos cenhecimen-
tos 13o simples, de Un fcil concepeo, e sobre ludo
lao necessario ao desenvolvimaulu de nossas facul-
dades phisicas e moraes ; que incumbe a todo o Ito-
ntstn procurar adquiri-los, porque as luzes naluraes
da r,w.in, o simples bom senso e o que se chaina
pralica do mundo nao sao suflicientes guias para di-
rigir o homem na estrada da existencia.
Nao bastara as lu/.es naluraes da raz3o, porque
essas nao san mais do que o rlarao dovidn-o de um
crepsculo de invern. Nao basla o simples bom
seuso ; porque nem be elle bem de que lodos go-
zem, nem amis foi luz que radiasse ao longe. Nao
basla finalmente a pralica do mundo ; porque esta
n3o s nao se adquire senao a cusi de inuilas de-
cepees, que convtrta evitar, mas amia s chega,
quando a vida declina e toca quasi a seu termo.
Eotrelanlo o homein carece da verdade ueste
mundo como o ollio material carece da luz, ou como
o estomago da subslancta nutriente ; e lauto mais
nos aproximamos della, quaulo mais a nossa razao se
esclarece, o nosso bom senso se fortifica, e as lices
pralicas da experiencia nos s3o proficuas e uleis,
porque a verdade, como se exprime o insigne De
Ijitena, em todas as cousas parece colocada no fun-
do de um abismo, ou no cume de um monte cerca-
do de nevoa, mais bem como a luz que he a sua ima-
gem, a verdade bulla com um fulgor tanto mais
vivo quanto mas nos aproximamos della. i> O gran-
de e iuimilavel Ventura com essa sublime rapidet
com que 60 elle sabe simular as ideas no pensamen-
to diz, que < a verdade he a virtude da intelligeQ-
cia. como a virlude he a verdade do corarao.
Desle modo, depois da ioslruccao primaria que
lio.o primeiro alimento do espirito, a leitura dos
bons iivros as horas do descanso lie stimmaraenle
necessaria aquelle, cuja vida laboriosa fatigada
nao Ibes permute aturada applicarao que reclamam
as scieucias.
Foi para prover a essa neeessidade que o Gabine-
te Portuguez foi creado, e .tracas aquelles que 13o
sabiamente o tem dirigido, elle tem preenebido ca-
balmente a sua misino, e a marcLa ascendente e
li-oni-eira ero que at agora o temos vislo, he urna
prava concludenle de tos desejados, talvez alm da seral expectativa. E
ainda mais eu o poderta demonstrar se quizesse re-
correr ao catalogo sempre rresecnte de seus mem-
bros accionistas e subscriptores ; ao estado de asseio
e boa ordem que reina no estahelecimento, e a f-
cil e conveniente direre.io que se ha dadu aos seus
rabalhos.
Mas deixando de parte estas e outras rousas qne
al lamente proclamam o zelo, intelligeuca e probi-
d.ide daquellesa cujo cuidado tem estado a geren-
ci i dos negocios do (".abinete, en me limitarei a lo-
c; de leve era dous pooms que assignalam o seu
e do de prosperidade. Ouero fallar do catalogo
/ eus Iivros e das duas aulas de liugoa franceza c
/ rapio i creadas por dispoercoes dos novo* esla-
(Juein quer que Mctaajs^jsij "'n. > IBaaBaal
sua inslallarao em 15 de agosto de 1836.
A's 11 horas da luanfi.u, reunidos na sala da bi-
blioteca do Gabinete Portuguez de Leitura os Exms.
presidente da provincia, barao de Cimbres, o reve-
rciidissiino provincial dos carmelitas, os illustrissimos
senhores inspector da the ministrador do consulado geral, commamlaute dar--
tafia oaval, lenles ; l'aculdade de Direito e do
Gimnasio Pernambucauo, e grande numero de ou.
trua Alustres convidados e socios de dflerentes el .
ses, o Illm. Sr. vico-director Francisco de, 'l'SIS
Brito, tomando assenlo esqoerda do Uwno em
que se achavam enllocada as elligies de S.,,.,' :.0
Sr. D. Pedro V. e de S. M. 1. o Sr. D. I '" "
recilou uto breve discurso anlogo a' sole| J ?e
do dia, declarando aberta a sessao : em seg "a '
leudo a palavra e toman lo successivainente_?"o"
ras. Srs.
)r. An-
Anlo-
. Ilm-
itnbros
ifiuca-
exi-ien -.,,. |,or jue o mesmo tronco ha brotado, e que aalralacandsa
f pobreza de saa bihliolhe- "'us Ralhos, formara um sombra aprasivel, oad* re-
a assuminjr nni'Jyn'an tranquillas as duas nacocs adiadas.
W* fc-:-a
a' direita do Illm. Sr. vice-director os III
l.aurentino Antonio Moreira de Carvalho, I
Ionio Rangel de Torres Bandeira, Frantisc'
Vzevedo, uovametile o Sr. r
de Faria, nro dos Srs. mi'
msaio Philosophico Pernan
no, Dr. Anlui. Vicente do Nascimento Feil?f,a' e
Francisco de Fre
Srs. Dr. Bandeira,
compusieses poelic
discursos anlogo.
tamlioa, recit.irain os n>-
o d'Azevedo duas minoi
ceilo r'ue da evi^iiidade
ca na :* engorara, qua pod>sa
talar J'-e desenvolrinienlo, que esla casa nara
mide lora ransporlada pouco dep>is de soa inslal-
,; o porque lite proroeliH enl3o sullioienles com-
m, m.|0,tr,,Cla """"P^^ade de Iivros que co-
Jgm-'.mTl oirere o eslreilo recinl,. era que %
moraenlo vos aperlaes. Mas, nao he por este l ldo
.haca VqUae'leVe","e,1,r" ',r"'re beca considera,-, antes pelo sea aspecto intellec-
lual, recorre, as diversas estanles que leudes em
presenca e vo. ah. cneonlrareis o que ha de J2
bel o em.liar.lura poezta, demas apredavel era
P nlosophi, e legislac3o, demai, sublime e elevad"
le nirl0!!' KfT A bi"'''a do'&
alia raT? 3 ma". bera e,cnlhill!' ""i- bem mo-
lada de (odas quanlas lera tido esla provincia
da,lne1.ae:?0r'm-,rorma a aareoh de lori-' do- ron-
dadores e funcc.onarios doeslabclec.raento.'.e a reu-
nenlLm d- C5,- cmo pela agudeza do
^ '?e"' l'"""?30 d" idas. -* mais pro-
ai'aaaBPa
Ireita e ronfu
dous povos ir
lam a nossa u
aquello que m
lilicar, he o si
sus Chrislo. he
trina nos os l
velhos na cari*
ca, nessa f div
raos, como oulr
ca tao viva e lao
da; relaeoes qae a** *-
-deu os e l'orlugueies, wmoa
Je i dos os sisases que aties-
ar He que mais nos aproxima
.'enfunde a poni da no* idea-
lledempcau, fie a Cruz de Je-
do E vangelho, ruja relale doa-
iros apreudemo-la da va, lia
de, como firmes na fe calhaMi-
pura que uns a outras gaarda-
o povo hebreu a arca da alliaa-
erfeita como a proseara da Datan
ais -rubores bul.
i mies
esen-
pnos para capar horas vagas d'aqoelles que.'ua'o
lisses, adquirir as riquezas
.cieuca, deven, por c.r.u porfiar em adqe.tr
pedendo pelas mas prolissoes, a.lquinr
da -ciencia, di------
Com ill-i'ue "ui.
s aodia, em seguida ."' "pr ir
ladapor urna con miUaa a ," Sf vice_drec;r'
uma felicilacandH ,i|uslre A,sociaCilo Typographica
Pernarabucana, bem cm0 pe,0 ey,Jlsl p,dre
l'raneisco Ieixolo |)uarie) um irabalho lilIerario.de
uicario ao "'abinete Portuguez de Leitura, e termi-
narlo o qnjj 0 i|lm_ Sr vjCe-director deu por linda
a-se "' la qual eu, Jos Duarle daa Neves, priraei-
ro secre.ario da directora, lavrei a presente teta.
""jiuo do Sr. vice-director do Gabine-
te, Francisco de Assis Brito.
Senhores : Era curaprimento ao dever imposto
peloa estatuios desta associacao, cabe-me boje a
honra de vos dirigir a palavra.
O concurso de pessoas Ilustradas que assisle a
esta fesla lilteraria, he urna prova evidente do apre-
eo que merece t3o olil instituirn.
Convinha, por lano, que o lugar que inmereci-
damente oceupo, livesse sdo confiado a quem me-
lhor do que eu o podesse desempeohar.
Generosos votos me collocaram todava no arduo
daver de abrir esta sessao, para commemorar o qoin-
to annversario da Gabinete Portuguez de Leitura.
He por cerlo, senhores, agradavel a lodos quaD-
los se inleressam por instituales desta ordem, ob-
servar que a nossa sociedade lem scnsivelmente
prosperado : sua biblioteca esta' enriquecida, e suas
salas sempre requemadas allestam o gostu rjite se
vai desenvolvcndo pela lilteratnra. E, senhores,
nao era razoavel esperar o contrario em ama cidade
13o Ilustrada como he a capital da provincia de
, Vrnambuco.
. '-'Ihanle mocidade q.ue__f^r.rai5qjaa Facahla-
de de'Dire.';0! a:!":1!'.0'. d,sll'ncl cavalleir, o au- .
no passado la lu'1 a e,le- alejaran- com en- r.i "------- "" r-""
manier em sua primiva mhh
S0,rSe8"'' a' ">*"" d omTsabi^. ,'
ra.nd4r ".y?* de ma TM" ">o car' de
V l-Tii i 'l,B-e,ro cal,edae5e"' I"* abunda.
A IMtua dos classicos, e daquella obras que
se be nae mdernamenlc
moldurada";1' Pn-or.;of
gamenle indemni. a lcllu'
era lingua a*traoha,ofli*<
imaginacao com uarrajes
ts das vezes se faz a apolh
Qas apparencias de unta m
correm altamente para coi
guagem, ntroduzindo em
cslrangeiros, que saa por
da lingua portugaexa,
ment permanente da if, ,_rf
terisa os traductores de r carac-
lle para lastimar sera
gas horas no esludo apro
tros pazes,ao passn qoe
riqueza c olvidamos o c
loroso que em quanto
de m3o em mo derran
cao vaporosa ; Vieira e
guillados na poeira das
paginas por cardumes
tinham sido por euxar
mos, senhores, era revi
andrajos do eslrangeir
tantas galas naluraes '
Gabinete Portuguez e
dido aos nossns elassjeo
mais; por que BBo he
que riles eiirbem suas como auligualhas
O esludo que d'ell estantes,
sr.a eur-' se ha feito, como o incaica a
lar, ,m rnaii Um "sada- l,e u,na r"-lo
a",crfm?! 1ue ma a portuguez se lem ma-
nlas. nram todava
djispensa e lar-
nances esrnplo-
.e perverterem a
em que asma-
'o sub as fal-
rica, con-
'ii-
amos lon-
gtiasde ou-
s prezamos a
obre ludo do-
. Dumas correm
us urna erudi-
.gas eslejara mer-
, devoradas as suas
-tos como outr'ora o
eilores. E que lucra-
ii"--1 pensameuto'doi
jando temos de sobejo
Agradecemos portante) ao
trbulo de venerarse ren-
agradecamo-lo anda
de muzeu
na Hostia do Sacrific-0" Sen,lores' en- flK* <- -BBiaa
pontos de contado da ',nlM ll0* de "-"a
lanos motivos de amor a feq '**** -,,-*r^" ""
caes se esvaecem os "eeminlms pisj^ja
se exlioguer ,Jlos ,e Iransformam em '
reciproca r ..ei,.e naeiooaldade ata ha
mais do nome, e oN Brasil qae ouIr'era ra-
Dellira -al, com qllerrK,Pena, foraiava aro*
;dad crelica e absurda, i>W.* "T" e '"depea-
. o eur a e o abura, e ne*s*V,J0,P,', tratar-
as duas naroes consliiucm ama aP'dade polen-
-. harmnica e luminosa, que teororSIf** I"**
gresso simultaneo d*ambs tara dus "poir'sW^----
que outr'ora cllesja foram. e do novo lwal*"r
que sen foturo promelte I
L nos, senhores, que aqui eslamas reun(L-*"
um mesmo peoamenlo, tacamos um vivo fr?mfm
contra aqoellesque entre nos querem plantar ***-
cordta. ^
Os Porlticuezes do Brasil s.io Brasileiros palo ."
racao e confundidos coraooco pelos laros de f
ha, consideram nos palricios de seus filnoso- **
de sua palra. SejaracM amigo, senhn-
patria no-loordenara, e 'da
oolrus do m.ius dad- jd
'i Aotiiversario.
este
ICC
hoje iguala'6"'','6"'* de ouvlr Mos senhores
oradores, la* *.!* 'ao agradavel e in-
leressan.e LTZZT^ T"'0 M ,,a P*
da a fasta A"ieneo Pernambucano.
juand ,l.d^"*" ;- 'ociedade, pa-
ra a enlliii In,e,llen,:'a, he acertado prever
"ue'. iSh* n* "belecimm.lo deve ser
prospero : .) ..ero dos socios'!amPm aogmenla-
ra', e cora ..es os recursos pecond''08 de urna ius-
lilulr.lo que pode proporcionar aos c.a3?'1- "m.bem
ainda mais apreciavel, do que a riquezaa ins-
lrucro.
U Gabiueto Portuguez acolhera' por lanto, com
sincero prazer, o concurso das pessoas que reconhe-
cendu a sua ulilidade. quizerem, proraoveudo a
saa prosperidade, conlribuir para mais esplendor da
civilisuco da heroica proviucia de Pernambuco.
Est aberla a sessao.
Discurso pronunciado cm a scssfio raafjna
da Gabinete Portuguez de Leitura, por
ocotsiSO do seu 11 ti i ti lo annivers.iriopulo
Illm. Sr. Latii'cntino Antonio Moreira
de Carvalho.
lie grato ao corac,3o, senhores, he lobremancira
lisongeiro ver, qae aquellas obras dos hotnens, em
que teem sido depositadas suas mais charas espe-
rauras. longe de terem pago o nevitavel tributo a
are.io destruidora do lempo, antes se teem, cada
vez mais consolidado no volver dos annos. He que
ir o lempo, na phrase de um dsliocto escriplor
francez, be dotado de urna dupla potencia, a poten-
cia de destruir, ou de edificar. Lile destia rom a
mao esquerda e edifica com a direita. a O progres-
o nunca interrorapido em que lem marchado o Ga-
llineto Portuguez de Leitura, deide a sua fundacao
al hoje, he urna prova inconcus dextra do lempo que elle lem encela.lr e prose-
guido sua carreira gloriosa.
A Providencia sempre sollicila era proteger e
abenroar todas as obras meritorias, nao poda dexar
de lomar sol sua goardao Gabinete Portuguez, filho
do mais patritico seulimento de philanlropia, crea-
do e cultivado ruino um centro de uni.u, como um
fuco de luz, onde aquelles qua auzeules da patria
sao privados doi lieoeliros que ella outorga, fos-
sem buscar aquella alimento nutritivo, sem o qual
n..:.a .. ---- i'.o mais ue um .ur.mleiro tem
'., "las'do ante e,sa magnifica pujanca de ide-
c;7rn?.?Uodo,borbo,,*i daPe""a S.i
nrmZ ?Cl'eram sr "08 volomes,onde a dccao he
damrm0Bue 01MI>, l,e model0' eollde Km"
do CM r.eV,e'a a Do1 ,rez" da men,e- Oulro fruclo
do (.abinete lie a crea cao das duas
franceza e geographi;
Ppsirao nos estatuto:
diciusae acertada. '
franceza ;por que h
inelhauruo ocano
do mundo, eio i,P
gas como todas a
enca e de luz, der.
lai e sciebcia, lanl
quanto raais facis i
(guando, longe
carta calculamos a<
ca,e viajando cora
Pi
<|ue no Galiinete Poa
Pernambuco, cm odia a
iHb, (juinlo anniversan
rio do mesmo f.abinele, i<
Sr. Dr. A. R. de Torres Ban.
Que valem llores desboladas, marchas,
Solas do ramo, ao haloorar do vento
Jeja rugio-lhes o matiz mimoso,
Se nem Ins resta nutritivo alent .'
Que valcm flores, se a fragrancia para
S esvaecera ii'amplidao do esparo,
K, enlanguecendo e definhando'em breve
Morreu-lhe a sciva n'om terreno eseasso ?
Oue doce enrtnlo, que altraclivo d'olaos,
Oue lindo esmalte, que vistosas corea,
liao de erjconlrar-lliei, se em manhaa saraoa
Ja se dtssipam 13o geolis primores t
ue valem ella., se'inda vao rasleiras
L nir-se em c roas de alecrim viroso,
Decravo e dhaha, de jasmins e rosas,
lteos ei.fe.ies de um jardira formo ?
Naodao rnalo, era belleza exprimen,
Sao pobres fiares qae valor nao tem
Saben descabidas, humilhadas voltam,
e. onde ellas passam nao as 0 nloguem.
Nem para ofi'rendas em fe-l.m singelo
sao ellas propria, que o brilhar d'um dia
Nao Ibes fadou urna eiislatcia longa
?(o frag.1 berro qae inda mal se abra.
i
aulas de lingua
i. A .usen, n de urna tal dis-
i qoe vos regem. foi a mais ju-
dia u foi a respeito da lingua
hoje a lingua universal, e se-
n te vio desaguar todos es ros
hsorvido todas as letras aoti-
idernas, o. centro de ad-
rada a parle llocos de
'lanles e accessiveis,
sin., ... formas que os
** ,A ,n':oa fr...ceza be hoje o grande
porlico do templo .Jas |elras. b
Nao menos trapo rlante do qac es|a rf
,J.P *'.cu-* ^dide. Bao recees aoe en vos
Lanffiss. i*r*";,amo,Dcparece
patria inclinados sobre urna
mpasso sua posicao geografi-
liar por esses Iraro's recortados,
que traduzem a ,||llct. ac|lamo, a |aUlu<|e _'
:n;rar,,r,aq'jeiics,',ie mais ** SbS
H,..r m '?d",Ve' '"" ala C ""-<"*
o pulsar mais ,10|enlo do corato abalado nos des-
folha urah a taraa as lambraas do pai/. onde folgoa
nossa ibIbbbm. Ah! quem eniao poder es.riecer
que Dos, a patria ea familia sao a Irindade do fco-
dedi'tt0^'' Amr 6il0 a Trluda-
laeitem tido,senhores,os fructos do Gabinete Por.
lusuez.'E *erao elle* os nicos'.' Nao, por c.rto
tu nao,ieriadescnptoo lado nobre deste eslahele-
ctmcnlo, se vo-lo ptuiasse como urna oura do coia-
mo ponaguez, destinada somente a seu aso e tili-
dade. () que coustitue do Gabina! Portuguez urna
verdaderamente philanlropica he esse convi-
te generoso feito aos Brasileiros para membros su-
iscriplorC<,coiivite a que pela nosia parle temos tam-
bem coirospondido. Eu nao hetilo cm aHinnar
que somi* nos os Brasileiros quem raelhores c mais
hera sasnnidns froclos (em ralbado deata arvore ie Fnli
onda qnetao aruradameule cultiv is. <.....eiouro, PatZZSZ??. vo^a,-",*,. tendencias.
de .ciencia uue encerra o (abinete sao pela nossa Da oiori? ."."""' I'veiiu ;
moctdade es -"ouito mais aproveitados do que TtjZZSLZVT^ -----bbbI,
v-, ,uo ltoniw,,!vusuuecessarioeiUito.
Dar-vos agora tao ruim prsenle,
riera tao murchas, enfezadas, toacai.
>esle concurso sedactor, lazento !
Ah perdoai-me! se queris o mimo
ao diminuto que oifreccr ra he dado,
lomai-o, apenas, como um voto ingenuo,
ao esperis um canto sublimado.
Poneos momentos rpido-, decorrem
fc as producif.es do imaginar fraqoeam,
Se nao ha lempo de medir-lhe os vea.
Se a nalureza os mritos rarcara.
A musa juvenil, tenue de forro*.
Abre-se um campo qoe sorri fecundo:
Mas desvassa-lo nao ser mu fcil,
fc exige della ura rotear profundo.
Ou -os posso dizer /He fiudo om ltiro
'JT. lellras e ao paiz um monumento
Krguestr- ^rirrinm,^r-~ jy^
,W,du"!"n"obrepem."
A' lei cierna que regula
WMvermais ampio
"ogredir hum.u
os um coito fervoro.
luJ ii M Dando-llm, meios de lca comino,
lir8ac<"''" preparar viesle
is seres
ermais ampio magestoio
^a's\esP-r?gr6d,r,,Um-.....">

I

iwrncsDD"
ILEGIVEL



lu obraste*;
constante
..i.i leosles.
upu, desdobrando austera
.,. nn volver da historia,
impetuoso e rispido
olvido 1,111 feliz memoria.
.anca o far o mais fiel protesta
Fall por vo*, airoja-seao porfii
E da sement que una vez plantaste
Hao de mil fructos immorlacs surgir.
A mesma historia vos ser propicia :
Vos que a indica.te- an cultor sincero,
Qae Iba mostraste* nos sens cofres d'oiro,
Nao a tercis como juz severo.
Sonhos de Roma, tiernos da (irerla,
l>e (irecia e Roma llustrarAo copio**;
Do mundo enligo o respeiloso quadro.
Da nova idade a aspirarAo gloriosa :
l.eis e syslemas, llieorias, usos,
Philosophos niio so. grandes artistas;
Vultos sublimes elevados genios,
Oradores, poelas, estadistas :
A do futuro solaran perfeita
Na fe robusta de ineflavel crenea ;
Recrearoes, deleites que nAomorrem,
Di fantasa a vaslidao immensa :
Tuda apparece no painel pomposo,
E nelle observa o peniameoto hutaati i
A expansiva progreesao que encerra
Lm sea deslino augusto soberano.
Oinmlo assim fallo, o entliusiasmo, o jubilo
.-luneros, graves dentro em mim se agitara :
Comprelieiidei-me, cidadAos prestantes,
t$M ero vos lambem os coracoes palpilaro.
Anda mais !--o monumento egregio
Que levantastes he peohor seguro
Dessa harmona que dois povos prende,
Que os leva unidos a um reliz futuro.
Portugal e o Brasil ir nios se abr.irsm,
l.mguagam d'ambos Ihes iguala a vida :
Vos os fizesles anda mais ligar se
Era doce ampleio de uniao querida.
Uro que foi grande reuasceu as letlras,
O outro, ainda joven, as cultiva ousado :
Aquelle o vio nascer, peoaou-lhe o berc.o,
Este caminha frvido, arrojado.
0 Habilite Porlaguez he lypo
Jue d'ambos elles ennobrece a historia :
Duina litteratura entre dons povos
He mais um emblema que realca a gloria.
Mui bem o diz, as expresses mais|vivas,
I>a inlelligencia este feslim solemne :
Este concert de urna so lamilia,
Esla lianza de alleir.io perenne.
Vos que da Europa derivaes a origem,
Filhos da trra em que na-ren Cames,
Compatriotas de Garren, Caslilho,
D'esses que admiram as de mais nacoes :
Vos que, tao longe do paterno abrigo,
Longo do berco que de vos se ufana,
Con tais aqu urna ceguoda patria,
N'esle torran d.i plaga Americana :
Vos que fundastes entre nos Ido firmes
Famoso gremio de iustruccAo variada,
E airnts hoje o vedes prosperar seguro,
Seguindo alfouto luminosa estrada :
Esta homenagem recebei singela
O'etle das letlras mnimo cultor :
He canto pobre de liarrr.onia e goslo,
Mas he tributo do raaior fervor.
Se no grinalda de cheirosas flores,
Com que vos brindara collossaes tlenlos,
Pode orna flor entrar ja desbolada.
Pendida, e marcha e s, sem ornamentas :
Ahi a rendes, que a deponho humilde :
1 'ai -Ihe o destino que Ihe fur melhor ;
Mas antes vede que he do quem nAo pode
Fazer presentes de valor maior.
Eis o dia, Senhores, mais solemne,
IJue nos ecos do Brasil tem desponlado .'
Aurora de esperanzas mais perenne,
QM o povo Brasileiro lern saodado.
Bem alegre foi elle! Inda estas flores
No rico vecejar o eslAo dizendo ;
Inda dizem as selvas os cantores
Nos hymoos feslivaes que eslAo rendendo.
Inda o repetem musidoras vacas,
Qm o mar arroja n'essa praa alm ;
Inda o repetem harmonas vagas,
Que em nossos campos nossa brisa tem.
Inda palpita o coraran de gozo,
Qaando presente d'este da a luz !
Nuncio foi elle de um porvir bondoso
A' Patria, as letlras, ao progresso e i cruz.
A Patria trouxe a duracao eterna,
Qoe sempre legam monumentos laes!
As letlras trouxe a gerarAo moderna
yuanlosthestre3aDfreIa\ ,m ._-*""
E a mocidade raminhandi
Porque se Ihe abre desle 1 ingresso ;
Ira .olanlo, trabalhando ;
Quando a Patria a senda < iresso.
Quem pode hoje sopitar a el a
Que o entliusiasmo Ihe accei no peito,
Vendo o Brasil a disputar a
De oulras nacoes que o tem m sojeilo.
Quem sabe o Eterno que desl j aprouve
No grande livro onde escrevatj Brasil-
Guardar a Ierra, queoulraassim nao hoave.
De solo extenso, de rinoezas mil.
Mas naj sonaemos ,,(a .
ijuulquer que seja, si \z .
Ser numen.o como a |.
Sera soberbo, como 'o'povo
A fesla! a fesla y. que nos urge .
Qoe o ardor nos cresce, que o prazer ,. -
Solemne lie o dia, que u-um mesmo Temnu
Dous povos une, duas nacoes accorda.
Solemne e grande ; porque he grande o povo
A qjoem pertence d'este dia a historia I
Nu ac vencido Portugal, de novo
l>'ntam seus filhos augmenlar-lhe a gloria,
os Brasileiros exultando gratos
A esta offerla .la eslrangeira mAo,
Nao poder.am sem moslrar-se ingratos
Negar-lbe o affeeto, que merece o lrmo.
:"> corramos ao banquete unidos,
J 's P0)'0* ma' Templo he nm ;..
cao arrogante e faustosa, he fcil reconbecer essa lenca geral escr
lid como iini lypo que se reprodu/. constantemente,
que se amplia, que se engrandece, que val crescen-
do, ennduzindo as geraries ii'iim progressAo sensi-
vel, alargando a esphera do deseobrimenloi, aplar*
nando o camiuho para as tendencias regeneradoras,
e favurecendo em toda a sua plenitudc o prodigioso
impulso da actividade liumaiia.
(le nes diz, com elT.it... essa longa enumeraran,
de imperios que se succederain un ana antros, rin-
do oesapar eansetnlrvamenle os primeires tusare.
no extenso quadro das revolaccie sociaes 1 Que sil.
nilicam esses Invendris aalimolaa |>ara sobrepujar
na snccessAo dos seclos o adianlamentn das nares
mais antigs, essas expansiies de espirito na dilatada
reaa das setenlos e das leltras ? qoe valor laem
essas escolas que se despertara de apocas em poca,
essa crearan de doutriuas, essa porfiada pesqniza un
seio da oalureza p'.y sica e moral para exlruhlr-lhe
pouro a pouco lodos os segredos, esquadrinliar-lbe
lodos os thesouros. averguar-llic, perscriitar-lhe
todas as formas, ale quasi subsianrial csseucia das
cousas, i ongcm primordial da propria existencia do
espirito? Deque maneira, a nao ser por uina com-
DIM'Q g PIIUIBICI QUaRTA FIIM 27 OE IGOSTO IE 1856
todas as nacoes.
i. se i.Au lie is
urna snpposirAo
|da no frontispicio da historia de
0 a verdade, senhores, se aula ah
errnea, qual seria a razao que vos
iuii elllo, ha cinc i annos.a fundar nesta provincia um
lavis, e ainda es
rosa necessidad
testavrl uierilo
lao sean fusse
. ------.------------- ,-~- -------- ------. -..> |.....,s,oij u ni,
ninarao Ue principios irrecusaveluieiilc providen-' auir o resallado al
ciaes, poderiamos explicar essa metaniorpliose, i
todos os rtspeilns adiniravel, por que passou a Eu-
ropa, depois que a intrndarcao da barbaria e de
elementos devastadores lanrou-a por algum lempo
no estado de qoasi completa iiuinoliilidade e paralv-
sacio ? Como seria possivcl mostrar os funaiiieii-
los e as razSea deasa rcuovarao brilliantc que depois
d'aquelle periodo lem apparecido pouco a pou-
co em quasi ledos os paizes do continente eu-
ropeu T
Nolai, senhores, este pbenumeno, inedilai-o pro-
fuidainenlc, examinai-o por todos os lados, e vos
ebegareis a couvencer-vos de que he una necessi-
dade natural, immutavel, indispensavel mesmo
perfeila organisacAo do mundo moral : couveucer-
vus-hesde que esla lei superior a todas as dcinais
leis da vida immaterial dos povos, he o progresso^ e
nAo vos;sers dflicil observar que ueste seculo aquel-
la sublime idea lem chegado a um elevado riesen-
volvimenlo que lende cada vez mais i realsaro
de assombrosas conceptes, de prodigiosos melhora-
mentos.
Entretanto, oessa maltidao de fados, de aeonle-
cimentos,nessa nAo inlerrompida serie dos pheno-
menos da existencia humana, ninguem deseonhect-
r que o instincto civilisahor se tem sempre mani-
festado ainda mais na cultura das leltras e das sci-
encias; e que, estabelecidas as proporroes espociaes
a cada um dos povos, a cada urna das nare- que
j passarnm, em nenliuma deltas se donara de en-
trever mais ou menos pruounciado esse inuviinento
le aspirajAo para a cultura das letlras, esse germen
productivo da vida inlellectual que par pa'tu a-
companha o curso da bumauidade em lod,is as suas
differeules phases.
Esseardenle amor pela sciencia, esses vigorosos
impulsos desenvolvidos em lodos os ramos de lille-
ralura, essa insaciavel sede pelo incremento succes-
sivo dos Irabalhos da iulelligencia, consiiluem ou-
Iros tantos elemenlos inseparaveis da verdadeira
existencia social dos povos ; e sealguns ha que uAo
flerecem anda esse espectculo em loda a sua com-
pleta manifestarAo, he, sem duvida, porque ainda
Ibes nAo chegoa a hora de representar por si sos o
papel de que todos si > eucarregados ; para a con-
summac.Ao dos deslinos providenciaes.
I.aurai os olhos para a Franca, para a Allemanha,
para essa Inglaterra 13o potente c orsalhosa : al-
leodei ao estado de cada urna deslas naeoM no pre-
sente seculo ; e sem vos ser preciso caminhar
adianto, ou e-lemleras ob.ervares alcm desle cir-
culo, rellecli que he nesses niesmos paizes que o
acceleado progredir da civilisarAo toma boje inaio-
res proporroes, e;que a apuro da litteratura, no
meto dellas, o aperfeiroamenlo da sciencia, n'uma
palavratodas as coiidices da vida intellecioal,
eslAo em perfeila harinouia com a situaran prospe-
ra de cada um sol a relarAo poltica e social. Vos
enmprebendeis cabalmente a minha lingnagem ;
equaudo mesmo vos fosse permllidu pr em duvi-
da esles principios, que sao para mim de incuotras-
tavel evidencia, bastara que vos demorasses um
pouco cm aoalysar o movimento ascendente desse
paz a que deveis o berro.
Bastava que medilasseis sobre o progresso de Por-
tugal, nessas pocas cm que o valor de snas armas
victoriosas annunciava a lodo a inundo o esplendor
de sua propria vida romo nacAo. EmauaUlo por
om lado as conquistas Ihe esleiuliam a forc ate os
mais remotos canloes de globo, e nos mares d'Asia
e d frica, c em Ierras inhspitas e drscoiihccidaa,
Iremulava o seo pavilbao soberbo e magostos, no slo
da patria seus filhos corriam pressurosos na estrada
de um.verdadciro progresso intellecioal. Para il-
lustra-la, ao mesmo lempo que a fortificavam oulros
como potencia conquistadora e suerreira, foram
mais que sollicienles os cantos magnficos de Lnrl
de Cainoes, as explanaces frvidas da musa Ivrica e
trgica de Ferreira, as amtoas composi^es de Bor-
nardes, as caiirf.es seolimentaes de Bernardim ti-
Iwiro, e de Francisco Rodrigues l.obo, os viios sin-
Kelos da imaginarn do Quita, e, alem denles os
Irabalhos eminentes de Barros, de l.ucena, de B a,
de Vieira, de Fr. I.uu de Soaxa e Amador Ar s.
I) que prova isto que vida da narAo portuc .
assim ranuijil* Jodsas oulras, nao pedia serrom-
'- emqoantn nAo esjvessem em harmona os n-
Gabinele Portu ** Ltitura 1 Ouc ooiro pansa
melo eeloou an vossos espritus semelhanle
respcilo, a nao si ra profunda cootccSo cm que es-
- ae. de que salisfazieis um. clamo-
e ronsiiiuinaveis um arlo de inenn-
Ique ootraldaa oeeapar-vos-hia en-
de tpresaar desl'arle o movimento
civilisadur do prcicnle .erulo, e de rnneorrer rom o
vosso contingente para o maior beneficie da socieda-
de.a que perlcncJis J Ninguoin mais habilitado pa-
ra dar-me a eonaeoienle resposta do que vos que
ueste momento riminc-iiioracs ruin toda a pompa,
com todos os sigliaos, de iiitr.iuhavel salsfarao. o
quinto anniversa :iu da installarAo desle Gabinete
que fandasles.
Iiores, que, coinprehenilendo en a
grosso como os compreheudo, di-
expansSo da vida nlelleetaal um
is [orles elemenlos para se COOse-
anienlc humanitario que depende
daquelles dona priucpaes, ii.Au. poderia jamis dei-
Bcm vedes, sei
cvilsarAo e o pn
visando na maior
dos | i uncir o- c ni:
pela
"chas
-'o
. i
um Ihrooo erguidos
'ar rommuin.
urge o temcg^~
^c u prazer trasborda .'
mi mesmo templo
ijes accorda.
lercsses propiamente itulenaes con i incresses
de urna ordein superior ; eroi-rdatlro > B.1o revonlie-
cesse que a existencia sucial e poltica gvrava) den-
tro do mesmo circulo com a existencia uitelloctual
ou do espirito. \
Ao impulso vigoroso de urna reforma nos Mo-
dos vio Portugal, suceder orna quadra esperanzosa
no cultivo da litteratura e da sciencia ; e se ja" da
ilguin medo os scalos ureos dsssa narAo haviam
pasudo, e uro espirito cstranho invada" os domi-
nios da lingua, e torlorava os nimos anriosos de
melhores futuros, la apparecium (arrio_e Diniz, la
sorgiam talentos dislinclos, que guar'davam respei-
tosos a heranra legada pelos sinceros e illuslrados
cultores de IAo ahondantes fructos. He que ainda
transparecia all o germen do progresso em seu des-
eiivolver mais aparado e sublime : he que a civi-
lisarao ainda 1 lio avivava os qoadros do sea existir
primitivo ; e qaando mais tarde, ao reclamo elo-
qoente de novos semeadores no campo das letlras,
desabrocharan! tendencias da regeneradlo Iliteraria
que hilinto estreou, e que outros engenhos team
dirigido sem perigo ate los rasaos das, embora Ihe
nAo assistisse tanto a seiva vivificadora dos primei-
ros annos, anda Ihe sobravam alelos para a con-
'ummacao da grande obra da civils.ico e do|pro-
o. Bem longe de mim est o louco proposi-
ta laucar no esqaecimenlo as honrosas memorias
que ,i"je se oslentam ainda na historia da liltera-
lara pof.'agueza : el|>. vive radiante e furmosa, por-
que he, mento daquei.'1
Qoia apenas
po do drenle I
levanta um el.
dos progrp-
de urna '
P*"
Antonio Cezario de Azevedo.
proferido pelo lili. Sr. Dr. A.
.e Torres Bandcirn, no Gubinetc
.tujjticz de Leilura de Pernamlmco,
.m o dia 15 de agosto de 1856, quinto
anniversario da inslallarao do mesmo
-' Gabinete.
Senhores !
Se he fora de duvida que a existencia poltica
social dos povos offerece no seu particular desen-
olvimento as diversas e innmeras phases por que
ai passando a huraanidade para alliugir a comple-
a realisarAo do seu destino moral ; nu he menos
ihconlroverso que a sua vida puramente intellcctu.il
as-iguala uo correr das idades, a atravez de todas as
revolurAes, a marcha sempre ascendente e expan-
siva da, cvilsarAo sob o aspecto de sua mais eleva-
da importancia.
O observador philosopho/ao entrar, dcsassomhrado
c livre, no sauloario da historia, que Ihe pe ante
os olhos fonles magnificas de erudicAo profunda, e
Ihe abre o carainho ,is mais graves c instructivas
mcditaefs ; enconlra, por certa, nesse vastissimo
laboratorio de ideas e de principios, ueste grandioso
thealro do espirito humano, ama lei superior e com-
anle, que, tendendo para o aperfeiroamenlo desse
mesmo espirito, acorapanha-o por toda a parte, em
-nas diflerenies e multiplicadas manifcsla;oes. Ao
passo qne se Ihe palcntcam, pelo esludo e pela com-
pararAo dos aeonlccimentos. as condicoes oecessa-
rias a cxisiencia complexa das nar,es,~com todas as
suas especialidades e circunstancias peculiares ; ao
passo qoe de dia em dia elle penetra sem reren, nos
segredos desse destino providencial qoe dirige os po-
vos ate o ultimo grao de sua marcha ascencional;
remullere igualmente qoe nesse gyro continuo da
sociedade nao fica a intelligenna propriamcnle dila
o derradeiro papel a representar, antes he ella qhc
domina como soberana em todos osdesenvolvimeii-
to- da huinanidade, e fixa o ponto de partida e o
complemento da existencia social. Poi om lado,
nesse tumultuar das gerares que se succedem na
.....iada sean do mundo, alravez de todos essas for-
s da organisarAo politira dos povos, avulla a ne-
sidade argente de urna Iransfoima^Ao futura, pa-
* a qual se approximam elles, ao [icrcorrer o gran-
' ; circulo das instituires e dos rostumes, das ^
4s e dos -\-liona- : por outro lado, observa- -o ah
esmo, no'meio desse movimento ineess.te, o a-
jro gradual do espirito; que se remoota sempre,
is alas de urna aspiradlo frvida, que nAo pura,
ic v.'.a, por assim diiar, na estrada progresiva dos
liantamentos e dos melhoramentos moraes. Ella
i soperior, que se encuntra ligada desde a sua ori-
m, a marcha da existencia humana, acha-la-he-
os cm lodos os lempos figurando mais ou menos
^jjperiosamentc na historia de todas as narOss.
aVesdc os povos do Oriente, os Egypcios grandes*pe-
las investigarnos astronmicas, os Phenicios pelu
commercio e pela iiavcgarAo, os A.syrius c os IV--
sas pela conquistas c pela extensao dos seus domi-
nios, al aos regos polidos pela cultura das letlras c
das srienrias. a aos Remanos celebres pelo insaciavel
amor da gloria, anidnos esforcos de ama civilisa-
vos, senhores, com o exem-
d'oulr'ora, que elle lambem
drAo para altestar a oniAo
ligencia com os progressos
norlanle, o enlace do viver
ivarao com a grandeza do
co.
, o qoe vos leuho pon-
.iiido deve ser comprchen-
e.enlam os faslos e tradic-
cxislir sem a reuniAo da-
sem o desenvolvimeulo
tpcr/e/roainenlo sucial e
qual sera o seculo em
laleulaado, em que mais
tais se rol.usteca de dia
sem davida, que, se al
lento na senda dos me-
pareee o representante
strialismo e commercio,
speranroso e opulento
Hiranos e scienlilicos.
de ferro, do telegraplio
uitriac* e das grandes
obreludo, o seculo das
aerau.
dida t
roes bis.
quelles u
dessas duas
moral prop
que mais se
segura caminhe
para dia ? O sec
certo ponto raarch.
Iheramenlos maler,
exclusivo das ideas
nAo se pode negar, q
na carreira dos intere
O seculo dos raminhi
elctrico, das crposirOes i,
operantes mcrcautis, he,
luzes : e he fra de duvida >,e' se "PP'ireccni alier-
rares de espiritos menos i""sltailos ou m.is des-
tituidos de boa fe, se aqai e acoli surgem com pre-
dominio oxelusivo sol." -' mis t CUStifat0*de
clculos exlremameu, aes, desenvulve-sc pi.
oalro lado certa tendencia de pruveitosa renovatk
produzi.U pelas doutrinas de urna philosnphia m'ais
espiritualista, que derivara do christianismo. lie
por isto que oesie seculo ludo paicce approxircar-se
da nm lermo de eslreila conciliarao entre as ideas
da plnlosophia propriamenlc racional com as da-
quella que se bisea as verdades de urna ordem su-
perior : he por islo igualmente que boje no meio
de quasi lodos os povos lano se cura de activar o
adiantamento das leltras e das scicncias ; porque se
entende com muita razAo, que be Osle o meio mais
fcil para condu/.ir ao seu co pleto dc/ideralmn
civilisacAo da especie humana.
lie justamente dehaixo d
qoe eu considero como
publica, e al'mesmo r
a crearan de eslahel
^oes destinadas i
I literatura e dosconhecii.
ero-me de poder asseve
to, bem looge de ser una ronc prAo desloid de
fundamento, he bascado, ao c trario, na geral opi-
mao dos homens competentes. no consenso quasi
unnime dos povos e das nac Os livros dos es-
tadistas, dos politices c philos. )s mais acredilsdos
a encanecidos no esludo da a social e moral da
hui.ianidade, ahi cslAopara le lar um teslemunho
insuspeilo em abono desi asaeroSo. Hoje, princi-
palmente, que por ludo* os lados abrem-sc a1 inlel-
ligcucia caimnlios mais largos ; boje que o sello iu-
delevel -ie om fervoroso progresso ela' mais do qoe
nunca estampado nos quadros da sociedade-; hoje se
tem compreliendido mais do que cm qualqucr oulro
lempo que a dHIusAo das boas ideas he indispensa-
vel para a consecurao dos melboramciilos eivilisa-
dores; e que para essa difiu.ao os corpos seienlificos,
as associaroet de homens de letlras, os gremios de
insIrnrrAo esparzidos aos milharcs, ofTerecem a mais
provavel e segura iniciativa. Assim he que geral-
meiilo se.eutende (e se propala cm celebres enripio
que quanlo inaisse conseguir plaular o desoja e an-
nedade, c sede mesmo do ler c de comprel. euder o
qne se le ; quanlo mais e ramificare as bibliolhe-
lecas preciosas, os gabinetes de rerreio inslrurlivo,
lano mais depres.a ler-se-ha obtidu lambem a rea-
lisarAo da suprema le do progresso.
Esla ligado IAo intimamente com'ella o,c
cultivar soliciio e peneveraola das lellraa?
lio a*-'
q
R
lar de ver tiesta mklltnlejto um poderoso agente, nAo
su da illoslrarao dtsle paiz, senao da publica felici-
dade.
lie sob IAo doce e profunda impressAu que ea ve-
oho agora lomar p irle com vosco em tao apparaloso
concurso, que lem para mim lauto de significativo
pelo lado purameiue moral, como de animador ees-
iier.inc i-u para as erarfles futuras,quaudo seja con-
siderado j luz da virdadeira plnlosophia social. ra-
me irapussivel, poisLvolar ao silencio as ideas que nu-
tro acerca desle vofeso Instillo, mormenle boje .- se-
ria aliafar o senlimknlo cponlaueo e quasi inslinc-
tivo do meu corarAb, qoe he ao mesmo lempo, se o
posso dizer assim, dm pensameulo iutimo e estriba-
do na mais inahalavjel convicrao.
Ninguem podara contestar de boa fe, ninguem po-
der por em duvidaj a geral ulilidade que lem deri-
vado do Gabinete Partuyuez de fritura nesta provin-
cia : ninguem lera" forras para sensatamente desco-
nhecer o carcter de transcendente necessidade que o
reveste desde o priroeirn dia de sua creaco. Ha
nesle espaco de cincb annos ja urna historia feita em
prol^ de sua Misione a ; e a historia viva nAo a po-
derAo apagar iiem juizos parciaes, nem infundadas
preoccupares.
Figuroa-sc-me desde o principio, senhores, que
esta instituirAo viria a prr.duzir no correr do lem-
po o.iinai. saborosos'e abnndanlerfraetos.' reconhe-
ci desde enlAo que una sociedade, lilha de perseve-
rantes esforcos, cimentada no amor do progresso, e
lendo como seu principal objeclo a disserajiiacao de
lodos os conhecimenli Iliterarios, de lodos os cabe-
daes scionlifiros, adquirida na leitura fcil de bons li-
vros, de obras primorosas, seria nAo s om proficuo
meio para a mais extensa vulgarisarao de inslruc-
5A0 solida e copiosa, mas ainda iim'eloquentissimo
lestemuiiho erguido om favor de nosso inlelleclual
aperfeicoamento.
ho me engauei, senhores. Se vs cnniprehen-
desles que sem a diviilgac.So de taes priucpaes, nun-
ca se chegaria a contribuir com o mais promettedor
contingente para a construcrAo de edificio mais bel-
lo o duradouro ; se deseinpcnhasles lielmenle o pa-
pel de qoe vos havieis encarregado, ao emprehender
IAo poderosa trela, nao eompreheodestes menos quo
a Iraca dessa edificio viria a ser incompleta, e bur-
lados os vossos hlenlos, se nao abrisseis a variedade
das necessidades e dos Cosos um ampio manancial
na historia, na pliilosopliin, na religio, na poltica.
na lilleratura especialmente considerada, no roman-
ce, emfim, em lodos os ramos dos humano conheci-
meulos. I'm instituto creado desta sorte, levantado
sob IAo lisonaeiros auspicios, devera vir a ser um sa-
Inlar sustento aos espirites anciosos de Ilustraran,
vidos de melhoraroenlos ; e desde esse primiro
momento, desde a sua effecva mangurac.io, tem el-
le realisado ate hoje todas as aspiraroes a que era
chamado, l..ruando-so como um padr'o que mais tes-
tifica o estado de moral eugrandecimenlo a que pode
elevar-se esla provincia. Como lodos os eslabeleci-
mcutos da mesma ordem, como todas as associares
que para taes fins cxisiem criadas era quasi lodos os
paizes da Earopa, o Gabinete Portugucz, insultado
entre us, lem conseguido realisar um duplo pensa-
menlo :concorrer para o romelo e radicarAo das
boas ideas, da civilisaru e do progresso, e aa'gmen-
lar cada vez mais o desenvolvimenlo da moralidade
publica, oflerecendo a vida acliva da iulelligencia os
mais vaslos e mexlinguiv.is recursos.He ahi que o
espirito investigador, colhe de um linimento para ou-
tro, por intermedio da leilura, sor""- uo
memos que Ihe devem ser uj.'.'.ssimos : he ai
ja se lem adquirido e fu/trlcado certo goslo que rea
nima e esUmyto-o^TS)foirus da razAo, as criares da
fanJzl,"Bj producios do engenho. Ouanlos ja nAo
-4m colindo ahi precio>issimos resultados Aqui
he um que se aprsenla para sondar no seioda histo-
ria a completa revoluco da sociedade e do boraera
em particular para este nao fallam alimentos, e des-
de os primciros historiadores ale os mais novos, es-
lao-lhe patentes diante dos olhos lodos aquelles que
mais Ihe podem excitar a atlenrAo. Profunda-se na
meditaran dos Xenophonles, Heredlos eThocvdi-
des, esludar Litio e Polybio, Mu Nicbhur e Can-
ta, e oulros elles os adiari para ..lisfazer-lhe o es-
pirito. All ron.uiiaip-e os mouaineulos grandiosos
da amiga e da moderna poesa, goza-se dos elevados
cantos de Homero, dos arrehalamenlos sublimes de
l'yudaro, das sentidas endechas de Tibullo e Pro-
percio.dos mimos de Anacreonle, das harmonas sua-
vsimas de Virgilio, das incomparaveis bellezas de
Ovidio : apreciam-se os soberbos rasgos do enge-
nho de Tasso e de Milln, os delicados primores de
Arioslo o Wielan.1, as producees riquissimas de
Caslilho, de Herculano e liarretl: n'uma palavra,
lodos os eminentes poelas desdaHesiodo, Eoripides,
Cai'ollo e Sophocles, ale Bvron, Lamartine, Esprou-
ceda, Manzeni, Delavigne e Vctor Hugo. Emfim,
a scieucia de PlalAo e Descartes, a de Plolomeu e
Arago, .is explorarnos elhenographicas, malhemali-
cas e pb ysicas, o estado de lodos os conhecimenlos
hnmauos, de loda a litteratura, em geral, ludo pode
ser ahi observado, examinado, meditado.
Hoje, senhores, peranle vos que sois os construc-
tores e zelosns guardas desta sumpluosa obra, pe-
ranle vos que liareis conservado ate agora este monu-
mento vivo, este significativo padrAo n ie
progn;s;o, que poderia eu dizer "
cessar io explicar-vos ueste mom
nidos debaixo de um pensameulo .-.u c huma-
nitario, solemr.isaii o vosso mpse triumpho, solem-
nisando a criarao do vussu, instituto? Enclio-
"ie de ..rgulho quaii.l.--.,.,., uc esla ,i-oci,o_au
inaugurada xtrsetb da minha pal"i'a veio ainda mais
reatar e rnliu.-tocer as rearne. de f 'lerna 1 araisade
enlre dous povos qoe ja Mveram julll,s' CuJa lingoa,
cujos cnsturaes, euja religio e goveT00 9a mes-
mos. O Gabinete Porlaguez de /.cVur<,> fuudado
por Porluguezes nesta provincia, aim1e "r "m pe-
nhor de reciproca seguranca entre duas "oes ir-
mAas, he nm lypo que reprsenla ainda rf8'* a um"
dade de duas luieraturaa homogneas, que,sePran-
do-se por um lado, eslAo destinadas a forma? um s"
corpo anda por muilo lempo :tal he a opinia0 que
me apraz uutrir, tal he a convicrao que lenlr* c
que ludo concorre para consolidar*cada vez mai" os
laros da minha e da vosea patria.Se osle Gabinete*!*
mais que todo um iostiluto Iliterario, erguido aond.
se talla a formosa e opulenta lingua de Camoes .
vieira, he por isso mesmo especialmente consagrado"
a reorrar as duas lllleraturas, nascidas no mesmo
tronco, a promover o progresso intellecioal dos dous
paizes que na Europa e na America eslAo mais in-
timamente ligados enlre si.
Esles senlimeutos, senhores, que me ufano de ex-
primir ante vos, eu nAo poderia deixar de expr-vos
nes e momento; e anida mais grato me he declarar-
vo-lo assim, quando me lembro que pecialmente convidado para tomar parle nesle feste-
jo. Uoas das apenas live por mim : fiz o que pule,
-me pedir vos que me desculpeis se nAo Hz o
O segredo do estado florescento da vossa
sociedade Lamartine, a Poojoolal, Ellos vos farAo ama discrip-
ela na rosal uniAu ; ella comerou pequea para se -
lomar grande, humilde para se lomar elevada ; cou-
liuiai unidos que seris fortes, tornai-vos fortes
'^',.'.,!?'! a ... .... i''""e-8. rom todo o. seusVnlosoptius,
V triumpho da verdade sobre o erro lia o lim do seus jugos rom lodo
abinele.oda todas quantas sociedades Iliterarias com todas as suas a......
exision, ; o erro lie por si mesmo iropolenle, porque a imaginarao do hornera que as rom,
Iras enmsigo o elemento de sua morle, mas uessa vi- ; res sabe-lo '
da runa, e lem quanlo elle nAo merre, trium|.lia
minias vetes, da verdade, e quando nao vence, tam-
bera 0*0 da um passo para Ira/ sem um cmbale ;
lia de cnsiar, ha de ser arrastando-se, mas por forra
ello ha inanidade !...
AdAo o autor do parrado, a rau.a da queda da hu-
niauidade, lm pallado DO Calvario ; seclos, mul-
los seclos depois Jess Chrialo, o autor da Batracio,
acaosa da regeneraclo, expira no Calvario lambem,
n nina Cruzcravado, por om nnslerio inconiprelioii-
sivel, sobre o mesmo lugar da sepultura de AdAo. e
com seu sangue que se embebe na veia e vai molbar
os ossos do peccador dos seculos, (-||e |ava-lhe as
manchas do pecca.lo, e regenera-o. c alva-o ; c re-
genera e salva a humanidade lambem.
Desde este dia, senhores, o erro deixon de existir
Jess Christo, o Verbo, a
rao que vos anancar lagrimas.
O que be de Boma, com todas as soas opulencias,
cora lodos os seus Iriumphos, ruin lodos os sens ora-
rom todos os
imptuosos edificios,
uas glorias, que anida boje assombram
Qoe-
Duramos a Chateaubriand em seu Es-
tados Hisloriros
Dos (diz Chaloaiibriand) linha deliberado seus
decrelos, execulou-os. Roma, que em suas Ironlei-
ras desrobre apenas solidos, pensa nada ler de que
arrenar-se ; e nao obstante, nesses campos vastos
que o Omnipotente rene o exerrito das naco.
Mais de qualro ceios anuos sAo precisos para "reu-
nir esse iiinumeravel exereito, anda qoe as Bar-
baros, apremados como as ondas do mar se preclui-
liim a passo de carreira. Condaz-loi um instincto
niiraculoso ; se carecem de guias, servem-lhrs como
taes as beslas ferozes ; elles ouviram algumil consa
la de cima que os chama do seplentriao c do meio
dia, do [.oenlo e da aurora. Ouem sAo elles 1 Su
Dos Ihes sabe os vcrdadeiros nomes. TAu desco-
nhecidns como os desorlos donde saliera, ignoram
donde nn, mas sabem para onde vAo : maicham
iulelligencia de lieos, des- ludos ao Capitolio, convocados como se dizem
rendo ao mundo para veuce-lo nao bavia deixa-lo de>lruicAo do
com vida. Equea sua palavra nao foi anda uni-
linenlo acceila, he que a arvore plantada na
Jadea anda nAo poude cobrir com seus ramos o
mundo inteiro.
A civilisaru moderna, lilha do christianismo, nas-
ceu no Calvario ; a verdadeira philosophia, a verda-
deira sciencia. a philosophia e a sciencia do seculo
Hito pois no F.vangelho. Mas quando passarAo ellas
do Lvangelhu para nos".'
Qaando, senhores'.'... Creamos c Irabalhemos,
para estarmos IAo prximos da verdade passaram-se
mallos seculos e ainda passarAo muitos para carmns
de posse della ; cr'eiamos e combatamos, que cada
da ella licar.i mais perto de mis.
He u que faz o modesto Ensaio Philosophico quan-
lo elle pode, be lambem o que tendes felo, e o qne
esperamos que continuis a fazer. Vos merecis,
senhores, de nos, do Brasil, e do mundo inteiro lu-
do o que pode inspirar o amor da palria, o amor das
leltras e o amor da verdade.
As sociedades luteranas que vAo agora surgindo,
provam muilo bem que o progresso inlelleclual e
moral do Brasil, nAo he urna chimara, e SAo am pro-
testo solemne contra essa malerialidade, esse fana-
tismo industrial, que absorvendo o pensamento do
homem, o faz somenlc cuidar as comodidades da
vida material, e esqaecer-se de que tem um espirito
que he toda a sua nobreza.que be o que o faz homem
e o que coostitue o poulo de contacto enlre elle e
Dos.
O Gabinete Porluguez nAo tem lido ama existen-
cia improductiva ; elle j lem dado seos fructos, ja
lem auxiliado muilo o progressT das leltras da pro-
vincia, ja muitas intelligcnrias se tem enriquecido
com as luzes que daqoi elle espalha, j mullos espi-
ritos se lem allimentado com a nutrirAo que elle fot".
necc ;lem feilo muito, senhores, i Gabinete, mas
anda nAo fez o que he bastante, o que elle pode fa-
zer, o que se espera que elle fara.
Continuai, senhores, ajuda o Brasil cm seu
mclhorameulo inlelleclual e moral, propagai a ver-
dade pelo meio que adoplasl. s, e Pernambuco, o
ISrasil c a humanidade. abenroaiao a vossa memoria,
vendo o resultado de vossos Irabalhos.
Todas eslas sociedades, senhores, sAo irmAas, ir-
uiAes que se devem amar c proteger ; e o dia anni-
versario do nascimento de urna dellas, deve ser para
todos um .lia de gloria, e um dia de alegria.
He o que vos diremos em nome do Ensaio Philo-
sophico, e o que vos deviamos se fallsemos cm nos-
so proprio nome.
DISCURSO
proferido pelo lllm. Sr. Dr. Antonio l cenle dn
basamento Peitnsa no Gabinete l.illerario, por
occaxio le festejarse o quinto aniversario de
sua installarao no dia IS de agosto de 1856.
Senhores. Convidado por esta re-pella.el cor-
poracAo para concorrer a snlcmnisa-la, julguei con-
veniente lanrar aigumas palavras no papel para sig-
nitirar-lhc de ama maneira aulbenlica o meu agra-
decimeiilo pela honra que rae ella fez dando-me o
liiulo de Socio BeDcmerilo e os meus votos
pelo progresso de um cslabeleciineulo que se me a-
presenla ao espirito como o taco mais estrado que
deve no futuro ligar os deslinos de diuje nar>eS >'<'
presas enlre si oor lanas cadeias insoluveis '
eusei, senhores, que ha um lerrilor.'o
,-..ra as narODs ; esse territorio *"> que to-
u.. : almas individuaes se geueralisa-n ale o ponto
de se pf-rderem no seio de orna so alria : esse terri-
torio, splioras, he o da moral, o da sciencia, o das
arles ; setodAfluc o da moral su cc^Sue esse ponto
culminante derflevacao, quaxdo se transforma em
religio, porque iuVuiiHe da .rigjao consislindo
no mesmo J*eos e na mesma intei pretajAo, lornece
moral a nnica base segara, o Ihe da o carcter de
tmiversaliade que Ihe conslitue a verdadeira es-
sencia.
uipeno romano, como a' um ban-
quete.
A Scandinavia, appellidada a fabrica das na-
rnes, foi a primeira convocada a fomecer seus po-
T"ii **'m')nos >i0 primeiros que alravessam
o Bltico ; elles appareceram as dalias c na Italia
como a vanguarda do exercito de exlerminio.
o L'in povo que dea seu nome i Barbaria toda, e
que todava foi promplo em civilisar-se, os Godos
sahiram da Scandinavia apns os Cimbrios a quera
haviam falvez expulsado. Esses intrpidos barbaros
se foram augmentando em sua marcha ; elles reu-
niiam por allianri ou por conquista os Ilaslarnos, os
Venedas, os Saiigas, os Roxalans, os Slavos, c os
Alanos : os Slavos se esteodiam por Iraz dos Godos
as planicies da Polonia e da Moscovia ; os Alanos
oceupavam as Ierras vagas enlre o Volga c o Ta-
llis.
o Aoaproximnrem-sedas fronteras, os Allomaos,
qne sAo tal vea urna parle dos Suevos de Tcito, ou
urna conrcderacAo de todas as aulas d> homens,
col|ocavm-se diante dos tlodos, e tocavam nos
Germanos propiamente ditos, qoe bordavara as ri-
banceiras do Rheno. Enlre esles enconlravam-se
no Alto-Rlieno nacoes de origem gauleza, e no
Kheno inferior tribus germanas, as quaes, associa-
das para manierrm a sua independencia, se davam
i"ime d' lrancos- (Jra- essa grande divisan dos
soldados do Dos vivo, formada das quatro linhas
dos Slavos, dos Godos, dos AllemAes, dos Germanos
com todas as suas misturas de nomes a de raras,
appoiava a sua ala esquerda ao mar Negro, "sua
al- direita no mar Bltico, e tinha em frente o Rheno
eo Danubio, Tracas barren do imperio romano.
O mesmo braco que sublevava as nares do
polo expellia das fronteras da China as ordas de
trtaros convocados ao ponto de reuniAo. Einquan-
lo ero derramava o primiro sangue chnslAo em
Roma, os anlepassados de Allila camiuhavam silen-
om-,miente pelos bosques ; vinbam poslar-se ao Ori-
ente do imperio, sendo, por nm lodo, separado dos
Godos apenas pelos I'alus-.Meolhides, e, do oulru,
reuniiido-se aos Persas, a quem haviam meio sub-
jugado. Os Persas conlimiavam a cadeia com os
rabes ou os Sarracenos da Asia: estes na frica
davam a mAo as tribus errantes do Bargah e do
Sallara, c eslas aos Mouros do Atlas, acabando de
fechar era ura circulo de povos viugadores, a esses
deoses que tinham invadido o Cco, e a esses Itoma-
uo que haviam opprimido a Ierra.
O qne he de Cartlago, senhores ; o que he da
lhenicia: essas grandes potencias martimas, que
resiimiam em si lodo o commercio ? O que he da
Persia c dessas grandes potencias do Oriente Su-
mram-se, e dellas mais uAo resla senAo urna lem-
branca histrica ou urna imagera amortecida !
Coiivcnhamos, por lano, senhores, que a verdade
religiosa he a primeira sobre qoe asenla a existen-
cia e o progressodos povos, e onde essa verdade falla,
a vida das nares he incapaz de altingir a um fu-
turo grandioso c eterno.
E ao passo que assim aconteca com as nares
mais cultas do velho mondo, quem maulinlia' os
destinos da humanidade J I'm pequeo povo, o
povo judaico. Reduzido a urna porcao de familias
esrravisadas no Egipto, elle sabe d'ahi guiado por
; passa quaioiiii annos leeerto; loma
' eopobli-
ue Cha
uizes
eh 'de aspecto que
ieu(o de utilidade
eriosa necessidade,
Horarios, de institu-
a' disseminarao da
rienlificos: e esva-
esle meu pensamen-
rrescrr, o
quedev.a. o que era de meu ardenle deseo.
.T-estrada que tendes seguido at boje he brilliaule'
conl.nua. a Irilha-la sollregos e enlhosiasmados!
Espero que osle vosso inslilulo, tao auspiciosamente
criado, nascido cm dia classico e sublimissirao para
a nossa crenca, como he esle, em dia de verdadejro
".umnho. ;.rc'-'rida on^re na venir-osa marcha
que IAo slidamente encelara.
O futuro sera vosso ; e as llores da gloria, e as
heneaos de lodos, vos dir* muilo mais do que posso
eu dizer neslas mal Iraradas e grosseiras liabas com
que, por ventara, vos tenho importunado.
Discurso proferido por um dos mentiros da Ilus-
tre commiaSa do Bntata PKUaphico Pernambu-
catin, o lllm. Sr. Ucidio da Gama /.olio.
Senhores socios do Gabinete Porluguez de Leitu-
ra. (* Celebrando hoje o V anniversario da fns-
tallaraoda vo-sa sociedade, uAo vosqovysles esque-
cer do ERMio i'hilosophico Pernambucano ; enlen-
desles que elle nAo devia ser excluido desla lesta
em honra da inlelligencia.
O Ensaio Philosophico sensivel a esla demonstra-
rlo de annzade, enva urna commissaa para vos fe-
licitar pelo prazer de que buje vos deveis possuir, e
concede-me a palavra em seu nome para vos expri-
mir quanlo elle vos considera, quanlo vos eslima.
O Ensaio Philosophico v no Gabinete Porluguez
urna sociedade irinaa.umcampe.lo valeule,quemis
do que elle lera servido, quemis do que elle servir
alada para lular com a ignoranciae vcnce-l
comhalcr com o erro e derriba-lo.
He por meio das associares que o mundo se ha
de cmhsar ; as individualidades nunca loram as
executoras das grandes ideas ; a concesso tem sido
sempre sua, mas a realisarAo pcrleuceu em lodos os
lempos as corporaees. Para o individuo que traba.
Iba so com a propria forra, ludo he cusloso e quai
ludo impossivel, para as corporaces que trahalham
com a f.irca de lodos, onde lodas as forra, se ednibi-
nam, onde lodas as inlelligencias convergem liara
um centro commum, para as corporares dizemos
uos, nada ha impossivel e ludo lie fcil.
Qnebrai, senhores, o laro que vos une cm socie-
dade, separai-vos unos dos outros, c nao terieis a
gloria de apreseotar em face do povo brasileiro um
monumento IAo precioso da Ilustrado portugueza
isolados nao leis feilo cou,a alguma, reunidos em
sociedade, sois a gloria de vossa patria ; he que as
associari.es sao a traqueas, mas produzindo a forra,
e venceudo ludo o que ha de mais forlc.
para
. Na Malo do Ensaio Philosophico de Hilo
crreme, as horas da noilc, he que fui nomeado
pelo presidente desta soeiedade.da qual tenho a bou-
-aiA ......:..?' ,?'IS"' gicameale de- Seja o poneo lempo qn. Uve, orna razao p,ra dts-
ier, he a sen- P culparen, a imperte!....o do meu discurso.
tendido e saneciooade por l'af
Em minhas pesquizas do raciocinio, achei sempre
que o bou, a verdade e o bello notan os homens e
os cnn.tiio .m, in urna sii familia, ao passo queomal,
o erro e o feio os desligavara ; porque sei.doa perfei-
CSo urna, a impcrfeicao be mltipla, gradual e in-
dividual.
Em moral, senhores, (oi adiada a ollima expres-
sAo no Evangelho ; mas esse mesmo EvangWhaAa-
veria perdido o seu carcter de bem absoluto se pas-
sasse pela inlerprelaro iadividual. A mxima
lnt capila, tol senlentit: he a verdade pratira da
humanidade individualiada ; a igreja. pois, como
meio de conservar a nlcrprelarjin do Evangelho em
sua pureza, era uina necessidade iudcclioavel para o
calholicismo do Evangelho. As religes protestantes
nao podem nunca altingir ao calholicismo, porque
nAo lem a unidade de inlerprelarAo de que goza a
Igreja Romana. Como he possivel, senhores, que
sendo o bem de um carcter absoluto, a inlerprela-
rAo do Evangelho esleja confiada a mais de nm cen-
tro? E como he possivel que esse centro seja desti-
tuido dessa infalibilidade que da interprclarao a
forca ol.rigaloria e o carcter de unidade que ludos
devem desejar'.' Dieam-se, porlanlo, chrisiaos e sec-
larios da C"i e ao -xvangelho lodos aquelles que
lu.-am fora da Igreja Romana, -.tiles 0 nAo sao,
porque nAo possuem um guarda permanente e linfa
livel do Evangelho. O Evangelho, s o possoem em
sua pureza os homens que commungam o calholicis-
mo, e qoe veem na cadeira de Sao Pedro o verda-
dero guarda do Evangelho, a nica foulo iofalivel
de interpretaran.
Ouaudo assim pens, senhores, nao posso deixar
de rendar infinitas graras ao Creador de (odas as cou-
sas por haver felo nascer de Porlugal essas g'erac,es
que habilam o Brasil, e que se oslentam no futuro
oulros tantos guardas do verdadiiro progresso huma-
nitario.
Mais de nma vez lenho ouvido a espiritas soper-
ficiaes, e que todava se tem em coota de fortes,
lamentar que o Brasil nAo lenha cahido as mAos do
II..I laude/. Se assim fra, eslariamos masadianlados
as .ciencias, as arles e no movimento indoslrial,
dizem elles. Desgrarados 'Blasfemos! E a moral, e a
religin .' Nao sAo por ventura a moral e a religiAo os
verdaderos guardas da humanidade!' Bevolto-me
sempre contra a opiniao daquelles que s medem o
progresso humanilario pelo deseuvolvmento das fa-
tuidades physicas, senlimenlaes c intellecluacs do
hi'nem : este modo de pensar demonstra urna igno-
rarf'a da historia e urna rrellexAo imperdoaveis. t
ven'adeiro progresso he aquelle que!_' f,reUu'e .,
persfal'dade humana,J*tjiaUltmmto*, i re-
iigitf. emfim. NAo^-Krcorporeo, ou inlelleclual
que se oropare curo so/ mot3it aque||e qiie se
alcauratm P'slica do Evangelho em sua pureza,
lossem, port>quaes fossem os beus corpreos, arlis-
ticos e iulellectues que nos Irooxesse a iluminaran
bollandeza, neuhum seria comparavel com o dom'do
calholicismo, nsnbum Iraria cumpensarao perda do
Evangelho, como no-lo transmute a cadeira de San
t'cdrc. utoria e mais glora, porlanlo, aquelles que,
j-jlvaodo a nossa patriado jugo eslranseiro, salva-
ram sobreludo o nosso Dos, os nossosanjos, os nos-
sos sanios, os nossos templos, o nosso papa, o nosso
callo ; porque he ahi qae esla a nossa grandeza no
presente c uo futuro, he ahi que esl a permanencia
da nossa vida rio uacAo.
Ha poneos dias, cm um discurso quo Uve a honra
de recitar peanle numerosa c Ilustrada assembla
no Atheneu Pemambucauo, cu disse : O progres-
so da humanidad., deve ser medido principalmente
pela Minale, e nao s pelas faculdades physicas, ar-
tsticas e iiilcllecluaes. E enlo accrescentei que nos
dous primeiros rail anuos a humanidade se con-
srvelo por urna familia, pelos descendentes de Selh
ale Noc, e destes ale AbrahAo : foi a infancia da hu-
manidade, o periodo de inspiracao satnica ; que
nos dous segundos m'il annos, vida de adolescencia
da humanidade, salvou-se esla por urna narAo, a na-
rAo judaica ; e que, finalmente, na lerceira pila-
se da vida humanitaria, na sua virilidade, qae come-
rou com Jesus-Cliristo, a humanidade salvou-se pelo
rhrislianisino, que dentro em poucos seculos lornou-
sc calholico. Procurar fura da moral e da religiAo o
verdadeira progresso humanilario he caminhar lou-
camente, he ler a historia sem a enleuder, be perder-
se nos fados e nunca altingir a lei que os domina.
O que he dos progressos anle-dehiviauos'.' Nao se
sabe delles, porque foram engolidos pelas aguas do
diluvio. O que he dessa famosa Thcbas com as snas
cera portas, que merecern! ser cantadas por Home-
ro ; com a sua estatua de iMcinnoo, que pronuncia-
va om som articulado quando locada pelos primei-
ros raios do snl ubi radiis solis ca est, tQCQltm
nonumreddens! O que he dessa relebre Memphis,
capital do lleplanomio, com seus templos magnfi-
cos, com as suas pyramides/1 Onde esta o cxiraoidi-
n ti io ca.tello do Cairo, onde os obeliscos coberlos de
jeroglvphos, as pyramides, o labyriulho, o lago de
Mors, e oulras mil inaravdhas que aformoseam as
narrares c disrripres dos prosadores e dos poetas'.'
Nada dissosalvou o Egvpto, e nem a famosa fcrlili-
da.lc do seo Nilo. DEgyplonSe condeca o verda-
dero Dos, o Egypto nao condeca a moral do E-
vangelho, c o Egyplo nao lem mais duque urna exis-
tencia histrica. Se o Eg\ po possuisse a verdadei-
ra lei do progresso, mu i cria, decahiria de sua gran-
deza '.' NAo.
O que he da Grecia'.' (,)ue povo do mundo iaua-
lou nunca a Grecia no culta das bellas arles c das
srienrias!' o que bode Esparla "! O que he de A-
tliena".' O que he desse arcopago. dos seus inagis-
tra.tos, das mas asscmblcas populares, dos seus am-
pbyclions, das uas dansas, da sna mariuha tan fa-
mosa, dos seus Ibealros, dos seus templos, dos seos
primores d'obra de esrulplura e de pintura, da seos
phylniophos que ainda primara no mando dn pinsa-
mentu.' Perguulai-o a Chateaubriand, a Bjiou, a
Posee do nai,
em que m!eje.ml'lo al.
substituido pela X qui-
ero Roma. Qaereii
mundo o povo jud.
I.lale,luliri.in I, eipo.
e em rpido quadro os\
a Ensre AdAo e o Ch'r
do rollme!.i sobre a mo
e a cruz erguida sobre
al.\ -unidas na idolatra, 1,
pai de familia. Ellas
Iraros cora seus vicise si
sua barbaria, de modo que
lornaui vivas : o novo E/ech. '"re o: ^uas
ridas, e ellas ressuscilain. Mt* no meio dessas na-
coes e?i.:ae^ t^quunti'fTovo que perpetua a tradic-
-ra sagrada, e 8I ouvir de lempos em lempos pala-
vras propbelicas. O Messias chega ; a raca vendida
acaba, a rara resgatada comer,' Pedro leva a Roma
os poderes do Christo, ha renovarlo do universo.
NAo me rollocarci, senhores, no ponto de vista
exclusivo de llossuel e nAo verei na verdade reli-
giosa o nico progresso humanitario; pens que
lambem asarles c as sciencias sao siguaes significa-
tivos e esplendidos desse progresso, mas quando as
nAo Ilumina a verdade religiosa, essas sciencias e
essas arles nada valem e sAo mesmo o principio da
queda das nac/.es.
Porque razo vemos Rousseau pronu"-r,-,i,. ,;,o
eloquenleraenle contra a renovac^ojas letlras'.' Sao
falsos os seos argumentos deilmitos da historia an-
liga ? Nao. He que ligio condn-os povos a desmurali.ac.io.
Ja vede que o Brasil se deve ulanar de ler por
.gen- a Portugal, porque foi de Portugal que Ihe
o-a verdade religiosa. E, pois, aquelles qne la-
meiilam o l?rmo da domiriar.'io Hollandcza, aven-
luram um pensamento estpido, que he indigno de
ser pronunciado por Brasileiros que comprehendem
a sua disnidade.
Mas, Sis., piu.,ne, a despeito da communhAo de
religiAo, o laco mais eslreilo que pode ligar os po-
vos entre si, vemos ainda essas disisdencias entre o
Porluguez e o Brasileiro ? Talvez seja, senhores, por
qae ainda se nAo eslabeleccu a solida commdnhAo
do terreno scienlifieo e artstico, entretanto eisa re-
voluto parece ir-se eflecluaudo, c he com satisfago
que vejo entre nos esse gabinete de leilura como ura
Iac,o poderoso entre as duas na;oes. A verdade
philosophica oa a sciencia, Srs., quando he guiada
pela verdade religiosa deve necesariamente condu-
zir a fraternidade.
Assim como, pela religiAo qoe d o bem absoluto,
os homens se aproximan), o mesmo acontece pela
sciencia, que tem por principio c lermo a verdade.
Ora, como Dos he o summo bem e a sarama ver-
dade, temos que pela religiAo e pela sciencia lodos
nos vollaraos ao seio da divindade, patria cummum,
onde os odios e as divises sao desconhecidos, ponto
onde as individualidades romo qae se perdem para
hj coiistiioiiCT; ?rn_ujna sxnjdado idntica.
A mesma ofcsorv
movimento artstico.
bello. E o que he
opiniao o l\po formal das obras de Dos. E quando
digo o lypo formal das otras de Dos, nao rae re-
lira smenle crcac,3o material senao como crea-
cao immalerial e a loda a manifestoslo de seus al-
tribulos divinos, fio vemos com Topfier a neces-
sidade de um sentido especial para no erguerraos
a cuncepr.io do bello, e admillimos anda que a ra-
zao que nos di o couheciracnlo philosophico do que
diz respeilo a substancia e atlributos de lieos, he a
mesma faruldade que nos communica a forma su-
blimo e mageslosa dos producios da activdade di-
vina ; c como as obras de Dos ou sao no domiii'O
moral ou no dominio phisco, em um ou oulro nos
un. .miramos essa forma que nos arrouha cima de
nos mesnios e que parece collocar-nos ao p do
Throno de Dos, para ve-lo querer, pensar, ou obrar
cm toda a sublimidade do ser.
Dalu resulla, como bem pondera Topfier, que a
belleza nAo consista na copia e sim no lypo ideal,
que nAo be dado a todos encontrar.
NAo he de admirar, senhores, qoe a escola chris-
1,1a haven lo erguido a nocAo moral c a noci da
verdade a seu mais alio cume, tenhi elevado lam-
bem a essas altaras a noco do bello. Onde lia o
verdadeira conhecimeulo de lieos, ahi ha lambem
urna manifestarAo mais saliente do bello em suas
diversas applicares.
Onde a razAo, senhores, da supperioridade do livro
de Job sobre os mais ricos episodios de Homero '.' Por
que i a/o essas trrenles de sombra harmona amon-
loadaa, segundo a bella pbrase de Pnujoulat, na
alma de Movses nos dias de dor, que elle passou du-
rante a sua onga emigrarAo para as soldes do mar
Vermelho, se oslentam arrebatadoras ainda depois
ile tantos secutas ? Porqiy rallo, ao passo que II-
liada e a Odyssa caduraram, essa historia escripia
ha li seculos nao envelhcceu,nada perdeu de seu in-
teresse e de sua verdade, e ser sempre crande o
sempre bella'.' He porque as narrares de Homero
sAo lilhas das fiches gentlicas, ao pasio que a his-
toria de Job he animada pela verdadeira noc.lo de
um Dos sublime em suas coucepres, sublime em
seus actas ; immenso em sua jusiira e immenso em
suas misericordias ; he porque servindo-mc ainda
das loquentes palavras de Poujoulal, nahistoria de
Job ouvem-se os gritas do desespero, nuvem-se os
lamentos das victimas ; veem-se rahir dos olhos
humanos lagrima, silenciosas; ciiconlra-sc o mal
na triste variedade de suas obras, e as provanras da
vida em seu formidavel carcter.
Porque razan nao encontramos na anliguidade
nada que se assemclhc, nada que possa comparar-
se as harmonas do cantar de Siao ? .Que mota
grega pode jamis emparelhar com a musa divina
de Silo'.' He que a musa que insprou ao Psal-
misla sent, chora, espera, contempla a sublimi-
dade do homem, como obra de Dos ; he que a ma-
gostado, a bondade do Creador brilham nos ranli-
cosjde,Israel, he qoe nesses canucos nos encon-
tramos Dos, Dos em loda a parle como no mun-
do, i lucaniu. a Poujoulal, senhores, o historiador
de Jeiii.alem :
oOs |.-.almos se miitdram com as nossas reeordaroes
do iofaucis, ai sanias harmona acompanbaram os
nossos primeiros passos na Ierra. A maravilhosa
poesa de David sabe dos labios dos meninos em
lomo do aliar, del. lixo das abobadas da capella.
As religiosas inspiraroes que nos appareceram na
primeira alva de nossos dias, soguem-nos em lodas
as picas solemnes de nossa vida mural, em Masas
alegras e em nossas dores e quando chega o derra-
deiro termo, anda la esUo para adormecerein os nos-
sos males c desperlarom a neesas esperances. Ad-
miravel deslino dos raidos do rei piophela Depois
de haverem sido repelidos nos remolos palies que
Ihes loram a palria, e em seculos qe muilo distara
de nos, anda retumban) desde mais de tres mil an-
uos, as ralhedraes das cidades romo na capella das
atdeas, e s.o repelidos lano pelo rico como pelo
pobre ; lano pelo sabio como pelo ignorante, nos
quatro cautos do universo, a em toda a paite onda se
e nos depara uina sociedade : mohecis um |H>cma
Gabinete om vol publico de reranhecinienlo pela
honra qae me fez de elovar-me calhegoria VaM
socio benemrito, houra a que io lioha dtreito
mas de que muilo me ufano. '
tr. /c//...|
Recita l.'i de agosta de IgJC.
lllmt. Srs. presidentes t man mem.ros da direrto-
ria rio Gabinete Porluguez de leittua em Per-
nambuco.
O conselho director da Assocurao Tvpograidu.
l'ernainburaiia, de que faiemus pan, io01iH
devida con ?iarao, a disliiirla honra iqc V V v*
Ihe confer coimdaudo-o para lomr parir n'ioi
lemiiiduiie .">-. eiiniversario de sna iislalarao fal
laria|a um ..tver de honra .senao asreilaasc oanoaoi-
vile c naso jubiloso admirar a magnificencia de las
uti< e disiinrla cu[,orarn, n'um da IAo -auii...
que lenha la o profunda e lao universalmente enlra- i como o de hoje.para lodos os amigos di lela, ,,. V
do no corarlo e na memoria dos homens ? o i>h. ..,.
tar das harmonas de Silo erguer-se al as concep-
res divinase Ibes roubara a forma ; dahi, senho.es,
a eieruida.lc do bello as inspiraroes da musa do
Siloo.
director dr A-uriar.lo
l'.i na ml.uc.i na. no en
ro estado, e se lehr
daquilln que. ja he pu
r. o que nao he a historia do bello no reinado do i que lao aprcriavel ni
ment.para gloria da
Ierra.
i) conselho
tss.H-iarAoTjpograoh.ra
JXa 0|.pl*^"*m.v ijsjv^r
sci lrtr monlia drtaV.
e lodos, far rolos
ebrisuan.smo. Ledo Homero e Virgilio, e dopois
ledea Divina Comedia, lede a .loro.alem Libertada,
ledo o Paraizo Perdido, lede a Uetriadl e notareis a
grande dillerecra que sopara aquelles principes dos
poelas pegos e romanos de Dante, .le Tasso. de
Milln, de hlopsl.dk. F; o segredo dessa superionda-
de do bello nos poemas da escola christaa I lie que
su o ehrisanismo possue o verdadero r.uiliecimen-
lode lieos e he nico que allinge por in-pirar.ioa
forma sublime e inagcstosa dos productos da aclivi-
dade divina; hejque afronta humana (Iluminada
pelo fuco divino reproduz ascena grandiosa da Tria-
dado, formando o hornera e soprando-lhe por sobre a
face para Ihe Iransmillir essa alma que Ihe he a co-
pia, a imagem fiel. O que nAo seria Cames, se
com as grandes bellas imagens chrislAas nAo cs-
sem de eiivolla torpes e ridiculas divindadcs pagaa.?
Quandr. |,. 0 proclpa dos poelas porluguezes, sen-
le-se d- er o espirito ao prouiinciar niiorac desas
figuras ivlhologicas que '> servein para recorda-
rem ao lomera os tristes rltelos de sua queda.
Se O nossos limitas m'o permilissem, eu passaria
urna visla d'olhos pela musir, pela esralplura e pe-
la pintara, e vos mostrara como a' sublimidade do
christianismo e a'sua influencia se devem essas har-
mnnias de som, de luz e de cor, que arroubam o es-
pectador ante as respectivas execures Nos tocara-
mos nos Pergoleze, nos Vincin.is Leo, nos llasse, nos
tialuppi, nos lluranle, nos Mozarl, e vos traria ale
os Rossini, os Beliui, os Djnizeth, c todos esses que
aspiran) boje a ama celebridade universal. Nos dina-
mosielgama cousa sobre os Miguel Anjo, os Baccio,
os Couslou, os Girardoo, os Lebran, o> Buchardon,
os Rapbael, os Panano, os l.sueur e oulros tantos
que doram alma e vida ao inariiiore ea lela ; mas o
lempo rorre e he mister p.'.r Ierra a esle discurso
que ja vai longo e com o qual vos leuho assaz fati-
gado.
A conclusAo do que acabamos de ponderar he que
depois do laco religioso, o laro scienlifieo e artstico
he aquelle que mais eslreilaiuente fraleriiisa as na-
res.
Ponderai acora, senhores, que um grande obst-
culo que se oppe a' liga das uares he a differonra
das linguas. Se ella nao fra. parece que o po ler da
hnmamdadeseria extraordinario, porquanlo nos cun-
ta a historia sagrada que, quereudo os humeiis er-
guer orna grande torre que topasse com as nuven-,
o racinque Dos achou em sua infinita sabe.Iuria pa-
ra embargar-Ibes IAo atrevido projecto foi a mull-
plicidade das linguas, e os homens foiam forrados a
se separareni e a se dividirem em grupos que occu
param diversos poulos da trra. O que nAo sera' se-
nhores, da futura gloria de Porlugal e do Brasil,
quando os primores da sciencia e da arla-se mam-
le'larem na mesma lingoa, na lingua de Camoes >
de Moraes, no anligo e no novo hemispherio 1
Dehaixo deste ponto de vista sobreludo, senhor
o gabinele de leilura porluguez leude a prestar
grande auxilio ao futura progresso moral, intel
lual c artstico das duas nares. E que lingua
temos mis, senhores'.' Qual dnlre as linguas co
cidas possue a gravida.ie antiga e a lleulnli la '
lerna da lingua portugueza'.' Qae lingua pe
Ihor c mais iilleralmenle reproduzir as bellez.
gas e romanas, e ao mesmo lempo as sublm
da generalisucAo allemaa, os Irabalhos dida
Franca, e as formulas, nduslriaes da Ini
LTancmo-nos, senhores, de que nenhum
nhuma nao "io do mundo possue hoje par
aj alturas do pensameulo, um i
opriado, mais rico e mais impar'
indica, que, Porlugal e o Brasil
i a desempe no muudo
para
o va ero rondnoado aas-
undadores o arlnes man
lo publico desta ri.iedr
os U ralea coihido.
A ociar,io 1 v Bocraphir,
a directora d i.abins-i
mais dchdida svmpalhs
ra ler occasio de'proa-b
ssa.
denle e mais mmih.., U
e, aceitar a segaran'a jV
e annzade.
tenedores, e ullllil
que nao peque uas val
11 conselho director
Pernaml.ucana. proles
PorlHcaei e rordeal afieicio, c e
de urna inauera iiiconr
Diguem-se Sr... pr,
directora desle i.abm
us.o particular respei
Recite I") de agosto di Ds.V>.
VemisfO relator.
Mermillo Mar > lo de Mendonca.
Membrr ta rommisso.
Autc-iK Nort o Malaquus Pacheco.
\
Breve noticie do OCU rortiagaea: M,a
ura lo cidade, oITcrc bt ao mnau pela Irhja. ifj'
Sr. padre Franciaco ^eiaoto Duartp, ato dia 1 dr
Rosto de 18SS, V tojvcreario de naataBa,
N compomos nm ramalhw :
a.lr smos cada amo da eos
flor
a. palavras da redarriatn
Pafista Arma
tora, oo jaral
nos :
do trae -
al, depralos^
a-r-SS
echo es da,
.llluirAn do t-
ue-esidade,h.
vrllade alienl-
'iitilica, e civil-
crio nao do ai
- de am livro o
se Dodesse demon
O i..ibmeie Peni
mgico, indeslrocliv,
"". por Dos aaids
1.10. r.
anta magnanioo, h
humana, ocrapn
tugara, resHeole
irescenle porrle rl.
r mailo lempo p,i
>r urna in.pira. ..o
de duas liar/ees, rmi
lados oo aareo en
' esse peMsouMo
lo do genio de sabe
>Ao qaando dejan 1
tas, ro.idenle en
islra om qeidro k.
" e ./ul.auri-varde.
'anea liam-oe ooa le-
a e illustrarAo.
partido mi ontha-
esse peaiemanlii
idn-se na espsrilo de
">r urna mlaoeeol-
' ha mailo, alio fal-
Servindo-nos das pr
Dutrio de Pernambw
(rala do Gabinete Pu
de 9 de juulio do co-
mos de mais i-
com o ----.
Puhj ci.il.
uages
hinete
loriar
inent
sadoi
arligi.
llllllOS...
Ira i sem
guez de
que pr.
nos al!
Po.
Ihod
dive
no t
ral
lai
n
ao '!
,.ie.ie 01.. em u... e.lao
iossos olhos com geral
hujw mu io ip luenuca.
uii poiJBaiM mil m-liT ao
;o, que consiste niitrau^aTfeV do
e o ello, Srs. '.' He em mirilla
remos n.'.s sulTorar essas semenles que quercm
.nar-se arvores frondosas e eten ler seus ramos
alravez do ocano pan se formaren! um abrigo coin-
mom '! NAo, cubares, maldirAo sobre aquelles que
tal prelencAo liverm ; elles sao os inimigos da nos-
sa gloria commum, do nosso progrosso mixta. Toda-
va, desculpa seja feila a e-ses niesmos prphelas|.la
divisAo e do.odio, haviam causas iialuraes que de-
leriiiiu.i\ am essas propenses malvolas ; eram os
inleres.es polticos o iuduslriaes. Parece-nos purm
que essa causa acaba de ser removida, fiorque a a
racAo que a perpeloava lera desapparecjo da fa
da Ierra ; a morle ceitaa-a. Hoje a.r-jliiica tberaT,
poltica bascada em uina d-lncracia harmonisad
com a muuarcli.i ,e d que couvcm, tanta ao Bra-
s como Porlugal; hoje ha necessidade de que os
Porluguezes do Brasil sejam IAo liberaes como os
Porluguezes em Porlugal ; hoje ambas as nacoes,
cada qual em seu seio, e nina no seio da nutra,'lem
necessidade de erguercm em estandarte commum a
mesma verdade poltica ; hoje tanta o Brasil como
Portugal procisam de erguer em base fundamental
de suas eminencias polticas o principio r/us tlenlos
.''ir/idrs adverso ao principio dos privilegios que o
seculo nAo suporta, que a intelligeucia repelle
que a moral e a religiAo condemnain. Ilrje.se' ,o-
res, que o industrialismo Ingles e norte-airnencauo
ame.icam de invadir o mundo iulciru e ioJfas as le-
gislaroes, erguendo em sciencia dominadile a econo-
ma poltica, he mister que salvemos alguma cousa
do nosso direito cannico, he .instar que de lodo se
nAo apaguem os tragos ornad razAo esclarecida pelos
raios do calholicismo. l'erleneo a escola philosophi-
ca, senhores, em juc.sprudcncia, mas nao pos.o
tambera excluir de lodo o elementa histrico ; c tan-
ta mais nAo joAgo estar em contradir.Ao mminig..
mesmo, quando ao aceitar a iuflueacia da ecoiiomni
poltica, eu nao vejo nella progresso senAo qaando
dirigida pela luz da razao e esla pela luz do cliris-
lianisrno.
Poderia, senhores, entrar em observares de gran-
de alcance, mas falii- me o lempo e basta de can-
tar-vo. He mister que eu apresse a miuha derra-
deira palavra aqui. Senjiores, refreemos lodos Boa
um pouco a lei do iuleresse pela le do dever, da
dedicacAo e do sacrificio, e a nossa harmona sera
collocada em ba.es solidas c duradouras.
Porluguezes e Brasileiros, ha urna historia bbli-
ca que me parece muilo tocanle c preciosa.
Ouando AbrahAo quiz procurar mulher para seu
fillio Isaac, onde a foi buscar'.' Elle chamou o mais
VStfiO de seas- servas e Irte disse a Jura pelo Se-
nhor, o Dos do eco e da Ierra, que nao lomars al-
guma das lilhas dos Chauancos entre os quaes habito,
para desposa-la com meu lilbo ; irs ao paiz onde
eslao meas pas, am de tomares una mulher para
meu lilbo. a o servo foi, e camprio o sen jura-
mento, e trouxe para ser mulher de Isaac a nelta
de Narlior. O que quer d: '.er isto, senhores ? Ooer
di/erque oslaros do sang j nAo sao para desprezar
as relames sociaes; porque os laros do sangue
Irazem coinsigo os leos da educarao, esta exprime
a religiAo, a moral, os co'lumes, as tais. E se Por-
lugal be o ascendente do Brasil, por que razao esse
lular cutre irados '.'
Porluguezes e Brasileiros, ponhamos de urna vez
termo as nossas disidencias, olhemo-nos como ir-
mos, e auxiliemo-nns raninamente. Communs sao a
nossa religio, a nossa verdade philosophica, as nos
sas aspirares artstica,, os nossos sentimentos pol-
ticos, communs devem ser os laros de nos.a al-
feirAo.
Permitti, senhores, qne eu aqu reproduza nm
bello trecho de Sr. Lopes de Mendonca em suas Me-
morias de l.illeralura Contempornea. Ei-lo :
Estamos polilicamenle separados do Brasil : a
o colonia forte e poderosa cmancipou-se, e fundou
.i um imperio llorescenle e vasto. Porluguezes, o
n amor da palria, nAo nos torna mudos a voz dos
n principios humanitarios. Era justo que a luidla
o acahasse e que as immensas regies do Novo-
ii Mundo lvres e independenles, podessem desen-
.i volver a su.i arlividade, e completar os seus dcs-
n tinos. Mas he em nome dos anligos laros, qoe
i elreiliiiioiile nos iiinram, que nAo podemos dei
ii xar de observar com desvanecimenlo os progres-
ii sos e o esplrudor dessa narAo, que falla a ine-m.-,
i lingua, em cujas veas corre o mesmo sangeso
a cujas ;radi.-.;.. mais gloriosas tambera perieucem
.. a nossa historia. Vocaroes, como adoSc.-von-
.. caires Das, como a du joven poela, expirando na
a aurora do tea talento, te>temunliam cloiruenle-
.i mente a vilalidade da nario brasilera. I'nrlu-
ii gue/cs, nao podemos deixar de ter ora
ver a nossa lingos, accordando mavii
.i os chos daquellas ridenlo campias, e
.i copadas llorestas ; se nos fallassem outr.
o los de fraternidade, bastara esla inevit,,
.. miinh.io das leltras, para dc-liuir riv
ii pouco proprias da mulua dignida.le de
.i roes, que por assim dizer, uaiceram u
ir berro, a
a
uo
GU
gen
ran
P.-.a comerou
"tugue
jovotoda
rumas iotHlnron-
dlerece o sai.claa-
inlia Uta a qie.n
"'OS- I <-
K-t DE LElTL-
la por pas oom
endiridede, a in-
ndade indigenta
ne Ihes ininr.uem
i o espirito nao
cial, nao otenm
' da robaslas : a-
rrer o espirito, he
a um, roano ama
"uro ; ha ajaa se
esi-.'.u a estupidoi a a
"ido que era preciso aao
msleriaes, unnimemente
inripi.i e lim. instituirn.
;'l GABINETE"IVRTI'-
odo se fraiiqurou es inlelli-
nto, com o qual ellas vig-
hre continuara o ac Isihtra, se uAo so po,re patente i
ni.dade e. proven,, qae delta so rolhrr,.. le." .
euintasobas abobad,, de nm edifico quo ...
omellia a grande/a e l.rilho
que lem allingid...
o,e moslra-se sua bella inslituirio eheia de vidV
omet ende om porvir lisongeiro. na qual eolio ,.o"
or-se-b, cabalmente avahar do, *rrv.ros q.e .. tt
...estando a sociedade dos hnm-a.ih.iw.tai Vr^
rom mister dizermos al as oosa. o mata-
nal e pessoal des n j. Iair;,0i ZJ^
aju.zar qae sobre d rol(gi SSySlSS.
r\l nerade";' r." :a mtnM 55 eX -
des?' .,',erfidiasem seos egocic,. obslr.ind,,
de>l ie a estrada gloriosa qr
T> Gabinele Porluguez de
co mais ou men 7xo soci'
criplores. nAo incluindo a
quaes nao ha certeza, se qr
tencer a associar.Ao, u
qae se Ihes dirigirn), nAo i
loria, como pela de mnitos so
subscriptores nunca pode ser pr
guns utilisando-se apenas um ar
regalas, que Ihes oflerece o Gi
eonlinnam ; ur.s por serem a.
rem-se para as suas provincias.
ti libando.
ara coala boje poo-
eacriooisla|e ,!,.-
destes altioMs, dos
conliaaar o per-
lorio os convites
opostas da direr
O aaoiotu de
'do, por que, o-
da leilara, a nsais
ale, denote ano
emieos, a retire-
tros por qae do-
lo do
icnle
ellas
il.'lii-
com-
.des,
10-
m i
voraram os romances, e nAo rasura da leilara
dos romances.
Eis porque nao se podara lis
desuhseriplores, nAo se pode>
contar com ama renda pn.v
sociarao poder desassomh.
dispendios do costeio, e
Com l n I,., n caalo-
que s9o firme, colun
estabelecimenlo, por
donarA^ ; no onlc
n'uina eida.le IA
na conlc o i.a
Fallando aqoi dos aMOaa
guez de Ceiturm, deveremos Umnem novoor oa
Per< n a outras classes, segando ns talla.; .
rdadeiros ornamentos das leltras oo eVa-
>rlugaL--Serao sempre respailados ex
res de vvarnhagcm, Goncalves Dias, ai-
atiia. Macelo, Lopes de Motera. Casli-
ano, i. de l.mos, M. Leal, Kebello da
r"mero eerl..
linlooBoale
egore a ...
ar fosa aes
so.
os, ha sene.
o arrimar ..
guOM o obeo-
la-limar, que
da eosno asta,
ro de eodos.
(itImete Porta-
rchis
Mo. I
Silva,
dal
I
oulros
ficTlAo &OS?" """ n0m"; amni '""-
l'erlence#Hle, a classe dos sodas hooor.no,.
o e
1.1 < le'.r,m-' con5e"""r" Basim, Koqootl. Bur-
iata, i. i,. (.ttC|n0i Kibeiro do S, cardoal li
oIhe. e, Lopes de Mendonra. Silva tulla, o de
."..TI. que ,e achi,m u**d< molitalc..
inscripto
espeitavel ne-
da igrna bra^i-
em caja colriegoria se v.
ne de urt dos mais virtuosos biso*, d
'ra, o hxm. Sr. I). Joao, chefe da igreja Pern.m
buena, os dos Exms. Srs. cooselheiro T*
Macedr., seneral Abren e Lima, e dos socio bene-
Feirto^5!,rS" "rS- M ''""' e N-cimeta
l.lua
de-se
Iborr
A
noss,
quae
titear
AnC
Aza
Per
Dioi
pha.
Gil ,
ciso>.,,
Aiiior,
Esles sao, estes devem ser os votos de. homens
pensadores da duas nacoes, e ja vede comque razAo I Kanrlalue. .
vos disso a pouco, qoe os odios u.icionaejs deveriam i Delille. Boilrau, l..-1'onlaine I a.
...I.-- .11 ni.nll i l.ii an, 'i ', .i... -._ ma aua
lo a bihliolheca. qoe possuo o t.ahinete p..
outamente d.ior, que encerra em si., me.
o liiccne do espirita najtae.o
.s, e1llter.io,contem>or.aeos, parlo .1...
amos de mencionar, aobam-se o, r..,
le Fr. Lu. da Soaia, Fr. |.01I c.ecga.
Itezeode. padre Loceoa. Joao de hi,
. r. Beroardo do Brita. J. F. da Aoslradr,
.opes de Canlanhoda, Kaph.el de Je.,
Coolo iogo Barbosa Machado, I). K.
ileao Luas do Andrade, Amador Arr.,,
le. D. Fraoeisco M.noel de Mello, Fmn-
or.es, padre Aolooio Vieira, hispo I.
M.lor, .aheiro, P. M,BO,, rtarnarde^ |T K,
TranciscdeS. Luu, Filinlo Elvso, Came., N,.
coleo loentino, Mom Bemardes. Boca,e, padre
J. A. deMaccdo, P.Theodoro de Almeida, Gab,iel
Pereira Castro. Corle-lteal. e^le. oJr q"
longo sena mencionarpoi -eos anones.
A par dts.es v-se os nomes do aabio bi zea, de Ceiarulo, Villas lto,de SemnietlaT- a, _.
sias de A. lama. Novaos, ele, .lem do ajAila. |.,..
cxcellentes e divanes ..pusculns de Kconiesuvel
merecimenlt. fVAo deveinos lambem e/nuerer ......
'"ne illusIrW. que tanta glonatem/., *l
as, e ass-imbiSdo a Umnm**a*f"" lera en
luanto existir W*$3&mX,k<*K*Ta ante... qae
Ibes he devido. .OubUollieca do (,abi,,elt PM
goez.le Leilara lambem possue nume.osas onran
escripias em francez. italiano, hcspanhol e lati.
con.,, sejam a. : de B. de .Sa,i p,re, axITT* '
Bulln, .srr.be. KinanMn, Vollare. Arago iZZ'
l-enelon. Ilclvelios l'asral, hM, Beanmalrl....."
Corneillr. (.haleiutaiand, Wt.|axuir,|
nete, e que Ihe deseje o mais esple^udid progresso.
Ao menos, quanlo coober em i ninl,- aranhadas
faruldade, conlem as direrc/?. .! 0 Gallineta com a
mulla fraca coadjovacAo.
Aptovei.o a occasio, -enlurc-. para i.uJ.i ao
At onde riamos
so qinze-.emos Irazer para o
pequeo esp.ro de ora rtico de gazela,todos n -_
mes celebres, qoe divisamos na. riras e-.i.,nta, a
t.abioetr Porluguez. Besumirrmo* di/ondo o..
o Gubtitcie lem em s o que ae pode deaejir em lo-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
tVlUTILADO


*
A
i
J o g.iieroi de hitara anliga e moderan, e que
m., .. 'W *la le'nP en> H"" vejamos br-
uU..r" obra,,3 cei*bm- os nome. .lo Venlu-
'. Milln., Alembeito, Balzacs, Barbes, Clieva-
*t !' ,'un,l,ola'f- V.ldnrs, K,ntt, Neckey, llallan-
a. b"lla t-01"101""!. Condillacs. Charmas, l>-
{i ,'. l,u,raara. descarte., Mirabeaui, Bvroos,
illons, Shakspeacs, Waller Scotls, Caldern,
auiouis, Uopers, Airierii, li.ilhes,liji|rinans, ele,
6 le., de ^^^^
Uo sabido que o GabioeleJrlIrluguez de i.eilnra
oceupa o edificio em que ojgfora oileve a sociedade
Apolnea, eslaudo o pnmrJjro sala oceupado com a
nibioleca,ricamente oroa'Ja de estantes de esmerado
goslo, onde lBnalme-ileoflao cmriras moldaras re-
Iraloa dos dnas ffionarejaj, dl, itrasil o Portugal, e
no oufro salao a ro*e5e |ei(ura, ,i,. ,,.,
eslo os pruidpaqOT^puae, de Portugal. Brasil,Fran-
cae H-spanue, f,abeiDiario do GovernoPa-
:ia--J"c'0"l-APortuRueI--Nac.oBovolutAo de
PmS r~ l' l TisanaPcriodicu do Pobres do
tCyo^rliOmi rrm do PortoJornal do Commercio
ue Lisboa, e Rl0 a.a Janeiro.Uurio de Per-
iiambaeoCoi -eio MercantilJornal da Baha
Liberal I eniam* ,noJornal do Commercio (de
Pernarobaco)--(. ,mp0raneo uari0 do Mira_
iinao Panorama levjjla Contemporneal||s.
racio l.uso-Br jiral.a lllustracionLloaln-
elD"ni 'oresco etc.. ele. No ,alao do
aposeolo superior o.ia> mesadas sessf.es da
i h-? V. ma^' Seosraph.cos, dous grandes
globos, lerresire e re ,,le, unla esphei.a ,, ,e.
f^tar y H,na?e opernico, alguns mappas par-
mulares do Brasil lllRJ|. Ue para Amentar que
uno este, e desla ordem n.lo
iianlo era para de-ejar ,- as
Nie merece e qne minios iu-
ipreferem viver na ociosi-
menle me-quinha leilu-
I e Um* Noites, provam a
esse cstabelecimeulo. Que-
iir ? dai ao Gabinete Por-
'mele a exigua contribu-
Dlll.it. DE PERRIIBUCO QUiRTA FLM 27 DE AOGSTO ifc .856
nm eslabelecimenlr
lenha encontrado '
Mmpathias e
dividooa despi
dade, ou enlreg
ra de Carlos Magu
importancia que me,
res ler, dudar e d
luguei de .'Atura i.
V:an de mil re, elr
na deapeadendo I
Depunde tesa ti'
Uhyrinlho das sr'
e moras, e der
gar o qaadrapi'
gnez de Leilu
E porque o
lama adorna
procura eori
nete Vortuj
aquello tem
joaHjjirM..
&
ue nao podereis ler, te
as.
il-vos por esse vasto
celebridades vivas
wj desejareis pa-
. no abinete Porlu-
uiud
\
norsa Ierra r """loso, qne cos-
r ISo caprichosa8. a, ma,r"- n.a
quecer lambem "r,1 ('a6'-
ue: de Leitnra h c0 Pa"
ido, a mais famo i^e-modistas e
tarto bt ^Jei-nlntco
cez Franc-
'gio, a qual
raja : foi
distinelo,
Sr. Fer-
hl cousa
;vio em
saiide,
o. e no
"la.
i ho-
anle
{U-
J7I toneladas, capitad John Bohinson, equipagem
16, carga 1,581 barritas com hacalh.o e 20) com
rariuha de Irigo ; a i James Crablree ; Compa-
nhia. Perlence a Liverpool.
dhs, brignje porluguez ol.nia llln, de
Lisboa)
-23 toneladas, capil
equipagem 1i, car
l;raucico Scveriano
o Jos Jauuario da Cosa,
i vinho e mais ganeros ; \
tabello & Pilbo. Perlence
a Lisboa. Passageires, George Ilarwood, Gui-
Ihcrme Lidbrook. Kicou de quarenleua.
i
ae.
Com a delicadea e modera;ao qne presumo ler
em mons actos, principalmente quando me acho anle
pessoas. qoe por sua poss.lo e carcter ofllcial, sao
mais credoras de respeilo e considerarSo, eu ponde-
rei ao delegado o segoinle :
Saiba V. S., disse-lhe eu, que fui oncarregado
por Jos Camello Pessna do Albuqucrque, de lodos
os arranjos necessarios para o csame uto de seu lilho
Seralim, com a neia, qoe elle criou, lilha de Anto-
nio Barbosa Cordeiro de Gusm.lo ; dispendi com el-
les o meu dinheirn, e procurando ser paso do restan-
te, que aiuda se me deve, ou ler un Ululo que ga-
raaUtrt oineu pagamento, a' urna e oulra cousa se
negou Jos Camello ; eu teulm boas razes para sup-
por que ha proposito de se me deinar ficar no desem-
bolso de mais de TOOJOOO rs., que ccrlamente n.1u
posso perder ; o unico meio que dcscobri para obri-
gara meu deveilor a fazer-me o pagamentn.he recu-
lar a entrega da dtopeuM de qoe fui incumbido, e
qjie conservo em meu poder pac urna oolra razao
ainda : o reipierimenlo cnnlcm allegares falsas, as
ingralidoes de Jos Camello e sua famil'ia, me obri-
gam a denuncia-las, accresceulei cu, peraule o pa-
rodio de [xazarelh, a quein be remeilido por despa-
cho do S. Ev. Uvin.'' ; por ludo isto, permita,
pois, V. S., que eu nao cumpra sua ordem, porque
he em prejuizo meu.
aSe nao eolrewar vai para a cadeia, replicou o CONSELUO ADMINISTRATIVO.
delegado. o conselho administrativo precisa coutralar o for-
Julgo que V.S- nao obr. com jusilla ; irei para necimciilo dos gneros seguinles pata o rnurhoda
a^cadeia, mas nao me privar do onico meio que le-1 companbia da apreudizes menores e Africanos livres,
1 em servico do arsenal de guerra, doranle os
Pela insperc>'io di alfaudcga se faz publico.que
no dia II do correule, ilrpois de meio dia, se bao de
arrematar, a parla pa iiesma repartirn, sendo a ar-
remalacao livic de dir los ao nneinal'iiile.qiialrocai-
nataai iumi botijas conl cerveja em m.io estado, viu-
das do Porlo na barca Sania Cruz e abandonadas
aos direitos por I-1.inri cu Guedes de Araujo.
Alfsndega de Perna nbuco de agosto de 1856.
ti inspector,
lenlo Jos Fernandos Barios.
Recebemos .jnlt m pelo vap
Contis urna noticia., que muito
toca de perlo a muita s pessoas da
a triste nova da moi le de um nc
qne por muitos aniu is retidio enlrt
nando Hieber.
O Musir finada, que deixara es
de '.\ annos, na es peranr,a de enco
oulra parageo apara os seus padecii
infelizmente nao con seguio semelhan
mez passado suecum '' as Caldas d'
Repatamos um d t imperioso rt
menagem de saodi a memoria des
Ilustrado, recurdan os amigos do
ns das mu dislincl qaalidades que
Na sua posirno de jgocianie, 3i en
sioes procurado par? decidir diflicu.'dac
cocoes commema.*, porque era gerai
nlwcido que elle n ao so dolado de i
e perspicacia raras, na soa honrosa profi
limbem de lino e penelragao clara b
suas deeisoes sobre um fundamento la'o sa
que convenciam as partes mais l.norau.
arduas occasioes o finado sempre eslava
dar os une conselbos a lodos qoe o procura
suas maneiras delicadas e arbauai, assim
simplicidade, Ihe grangeavam a eslima
de odo que viviam em contacto com el
Como director do Banco deu provas d
e habihdade flnaaceiras, que ainda hoi
ne.le importante eslabelecimenlo.
ra eclas,ivam.nle negociante
vaga, occopava-s assiduamente com
leilnra, que enriq eu-lhe o espirito
e vastos conhaciv us. H
Era em eonseqi cia desla vanla
esludo condonado .. ,, ,u. cotlvc
em crelos moi disliuclos, e mu
em que o .Ilustre es ange.ro nao eslive
no a expendero sen j .izo.O Sr. Bieber :
en,, em ooa pra,;a.qu. M%
Ueitoa urna vio- -, 0 adorava, r
.nco.i,ol.vei.:.e rigimos o, no
amos-lhes o
l.abilila-
fundos pezare,
Sr. Bieber liesra'
sua memoria vive
smenlo dos sea'
nesla prc;i. ,
em muilo
w* ...
lio para liaver o que se me deve, disse eu ainda.
L o delegado repeli as mesmas palavras : Se
nao entregar vai para a cadeia accresceulaodo
que eu usasse dus uieios lecaes par.i cobrar a di-
vida.
Mas, V. S. nao v, disse-lhe eu, que propondo urna
ac(ao em foro eslranho, vou gastar urna quanlia
superior a' divida "! E insisli em nao entregar a dis-
pensa.
O juiz de direilo interino, rompendoo silencio,
em que al enlao se liaba conservado, me respon-
deu, uao sci >e como juiz, ou se como advogado, em
voz alta, e em (om de reprehensao qoe eu nao me
achava nosertao para proceder assim.
Cnnfessu a V. Esc. que, me faltn a paciencia
para soflrer silenciosameii'le lana .njuslica coolra
mim, e lano patronato e condescendencia em pro do
meo devedor e de seus lilhos, que muito merecen)
d autoridades locacs, cm aUencAo, como be voz
publica, aos bons servicos eieiloraes que podem
preslar ; e por uso repliquei, dizendo -- que se nAo
eslava no serlao para proceder assim, lambem nao
devia eslar para ver sentado naseadeiras do delega-
do e pertnle o juiz de direilo da comarca, e al na
presenca do subdelegado que nislauroa o processo,
nm criminoso, eujoengeuho, em oulra poca de me-
uoscondescendencia, havia sido cercado.
Iodigiando o capila Kcrlunalo, conlinuci eu :
Aqu esta' |o bomemque Icnlou coolra a vida de
Joaquim Vieira, mandando-lhe dar dous tiro; em
Janeiro do correle anuo ; eu 'enuncio ocrime, e
requeiro saa priso, para provar o que acabo de re-
ferir, appello para o leslemnnho do Sr. alferes Azc-
vedo, queja' den principio ao processo.
O juiz de direilo interino, que minlia denuncia
(ornou paludo e quasi convulso, adirinou que eu
nao mereca f, por ser inimigo do denunciado.
Causaram-me a maior estraiiheza estas palavras pro-
feridas por um magislrado, e deveudo desanimar
diante do manifest proposito,firmo e inahalovel, co-
mo se oslcntava, de se proteger um criminoso, ede
se me perseguir atrozmente, tive, todava, ainda tor-
ca, para tomar a reqoerer a prisSo de Forluuato,
cujo crime me comprme! lia a provar.
Conservando-se silenciosas as Ires autoridades pre-
sentes, Forluna(odcbulhava-se em lagrimas,c depois
sahioem plena liberdade ; eu pelo contrario, fui pre-
so por crime de roubo, como conslava da ola re-
melli*ao carcereiro, que foi antes de eu ser sollo,
subsIirWda por oulra, na qual so liam as elsticas
averigoaees policiaes'.
Fai sollo no im de 20 hars pouco mais oa roc-
os, a pedido de amigos, que muito se alDigiram com
minha prisa, e qae so poderam obler miiili i sol-
-a por meio da entrega da dispensa, acto sobre o
I n3o ini lyeio a miiiha vonlade. .
's 9 horasti noile, ainda eu eslava preso, orde-
o delegado ao carcereiro que me passasse do
o em que eslava s para a euvovia ; o earcerei-
ipondeu, que nao execolaria essa ordem, qoe
illisse e nomeasse um.uulro para execu-
onlra Fortnalo se inslaurou um processo
Mo d Goianninna, en provo, Exro. Sr., cum
-nln junio, sob n. I ; entretanto, esse cri-
achou-se na presenra de Ires autoridades,
'oaes he a processaufe, motivando em par-
-' .irimenio Es'' fado qoe por si s cons-
te o meuso.. "imesetamresuousabili-
titne motivo ba,laiile, para^i*rf*fc^__J(
sados o delegado, o |uiz de direilo inlermo e o su:
delegado de Goianninha, aggravou-se no dia tli 0
correule, pela eslada do mesmo Fortunato em 6
do juiz de
ras da lard_.
Fortunato carrega com a iniputac.Ho de manos c
mes, um dos asM he, oulra tentativa de mo
conlra um lal Tr.jano ; lia Ires anuos qoe se
mezes
de selembro e oulubro prximos vindouros :
Assucar snmenos refinado, caf monto, cha lly-
son, pao de onjas, manteiga ingleza, arroz pilado,
bacalhao, carne secca, dila verde, f.iriulia de mau-
dioca, feijao, loucinho de Sanios, bolachas, azeile
doce, vinagre de Lisboa, lenha de mangue.
Ouem quitar contratar esles ohjeclos aprsenle as
suas propostas em caria fechada, acnmpanhadas das
amostras na secretaria do conselho ailimuislralivo as
IU horas do dia M) do correle mez.
Secretoria do conselho administrativo para for-
necimenlo do arsenal de guerra 25 de agosto de
1856.fento Jote Lamenha /./*. coronel presiden-
te. Antonio Gomes Leal, leuente-coronel vogal
servindo de secretario.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
ra o resto, passageiros e esclavos a rete,
para os (juaes tem excedente* commodos,
trata-se com os consignatarios Novaes &
C, ra do Trapiche n. 34.
COIPANUA TBANSATL4NTICA
de vapore sordas.
II REPRESENTACiO
LYRICA E DRAMTICA.'
Oll'crecida aos Sonliores esludanlcs da
Faculdacc de Direilo,
TELA ARTISTA
ANMA KIRARDOT.
Hoje 27 de agosto de 1856.
Logo que a orahaati i liver execulado urna linda
symphonia, comerara n
PRIME IRA PARTE.
Scna e cavatina da npera
BARBEIRO DE SEVILHA,
pela Sra. Anna Girardi I.
huelo da opera
ELEXIR
cantado pela Sra. Anu
pelo Sr. Pedro Nolasco
sen ophicleide.
Scena e cavatina da
DE A MORE,
Girardol, e acompanhado
Baptisla, sobre a icena, no
ipera
CHAMODNIX,
LINDA DE
pela Sra. Anna Girardijt.
SEGUNDA PAR'
Depois da svmphoni
repr.senlac.ao da jocos;
abrir-se-ha a scena com a
comedia em um acto.
JUIZ DE PAZ DA B0(A'
a qua. j (em sido mujlo repreMuUda e uiuilo ;in-
nlaadUa ueste wf^~~*b*9tTof
Jai/ do paz.
@0U! 'uabo.
No dia I'.I do coi
urna (illta do Sr. m
a qual bem que toi
ralada pelo hbil i
t irmino, succumbii
lando iiii-onsola ei-
A Ierra Ihe eja
atacada lepenlinam.nle
.andr Correia de i;..sire,
'i i il,i e .cuidadosamente
o Sr. Ur. Jos Joaquim
da enfermidade, dei-
e mais prenles.
migo da /amilid.
um espectculo Ivri j
Isabel, no qoal lem e
sanle artista, Mad. G.-
B'' nnonria lo
irai. no Ihe
loma. narl
rardo
Em lolalmenle estranhas a
sua vol i. irai 0| llao P"de mostrar as
prendas a. de que heNgJjda ; mis com ludo
vemos occ, le appreciar aHt"011" da saa **,
o seu cunhee, do nao comrnuraSCr,tas da arle,
o a harmona sve da sua execuc^lo.
A difllcil cav^s do Trovador, e a'perT?U3 exe-
cojao das arias- liernani e da cavatina do BaT'.'*'-
ro de Sevilha, 'sa obra immorlal de Roisini, c. V
lados pela arto franceza, revelaram o sea mimoso
lalenlo aos am res da scena lyrica.
Certameule mal succedido no dacllo de Norma
e Pelen ; m- esla parle, todo o mi exilo foi de-
vidoaMr. l. iol. Com efleilo, quemja fio um
por um anico cantor? M. Girar-
u urna ola sequer; e, leve Uo in-
ido triste papel que represen lava,
a vez sorpren lemos-llie o riso nos
que toda a sala comprehendia a dif-
siiuac.io em que se achava Mad. Gi-
f
duello exec
dol nao arl
lima coruc
que mais t*
labio., ao
licil ami
rardol.
Aiuda i lelimos, a artista foi mal succedida na
raa edrea^hias nao foi culpa sua. leve contra .i
um eosasde qoalro horas, no dia do espectculo,
o, de mis. a mais, o mutismo absoluto de M. Girar-
^s>* mas ainda quando ella fosse infeliz a primeira
vez, A'ioni, Malebrand, e mudos oulros artista dis-
uadas iimbem fizeram fiasco na occasiao da saa es-
trea.
Assim, i'ojc, que ja no se dilo as mesmas causas,
e'peramos itf e MgaV Girardol desirua as suspeilus
'l'ie 'yiif^f tguus espinlos ac J0 o be|aeiec>Kao. A artista dedicou o especlacu-
joveutnde aa Faculdade de Direilo. NAo poda
orphaos
'is pro-
mc do
, e a
pen-'
' -^^eusa.e que ella il.P%Jj> jjjC^d-o^Mirar
me foi devolvida para en 1.11 UlIMr a dar os p
necessarios, julgo baslanlesns documentos ns. -2, :i
i e ."> que olTerero a' consideradlo de V. Exc.
Dos guarde a V. Exc. mulos a de agosto de 185(1. lllm. e Eiml Sr. conselbeiro
Sergio Teiaeira de MaciVIo, digno presidente desla
provincia.fu Joaquim llarbom.
DOCUMENTO N. i.
Manocl Ferreira Xavier, escrivAo da subdelegada
dodislriclo desla cidade, em virl"de da lei ele,
ele.
Alleslo que servindo o oflicio de :sciivao da snb-
delegacia de Goianninha, Nossa -enhura do O' e
Lapa, lendo principiado cm seleiubro do auno pr-
ximo passado e deixado em dias' de fevereiro, em
cujo lempo all se deu o caso de ser ferido Joaquim
Vieira com doos tiros de baramarle, e achando-se
o olleudido tosante grave, requereu vesloria peran-
leo subdelegado d'aquelle diatr'cto, ao qu.l a com-
panhei com diversas pessoas 'quelle lugar e em
presenca do mesmo e das pesso prsenles, dtclarou
ooflendido 1er recebido dou^ uros mandados dar
pelo Sr. Fortnalo, senhor de ngeahoRebelde, em
couseqaencia de se acharem inlrigados por causa de
l.ivouras, e que all mesmo nAo se achava seguro,
peJo que havia procurar a'i!aulelar-se ; aflirmo que
de\udo isto lavrei a com plenle vesloria e passei
mandato para oelificac.aa/del.stemuohas, o qualpas-
so por me^ef Pedido. ,
Cidade deib 'ianna y\ de agosto de iuTi.
^^.'Manoel Ferreira Xavier.
(Esl reconhecido e\jellado).
Os oulros documentosNgao carias de Jos Camello
e sea lilho Seram.
KscrivAo rio jui?.
i direilo interino, desde :l at a's 6 lio ^faoort JoAo, lanado
de. Convm mais, que V. Exc. saiba, qnl M)ir, KoMj snl mu|,|c
Auninha, sua flha.
lose, amante de Aun
osepha, campoueza.
liregorio, lavrad .
1 liorna/, dito-
Sampaio, dilo
M->nel Andr
TERCE
Duelo da opera
lo.
ridiun. *^
CAMBIOS. \
Sobre Londres, -li d. por Ijj. \^s.
n Paris, 360 rs. por f, ^V
Lisboa, 100 por 100. ^
Rio de Janeiro, \y>, |,por 0|Q a 15 e 30 dias.
Aces do Banco, 35 OjO de premio.
Accoe- da companhia de Beberibe. 5ij)000
Acces da companhia Pernamburana ao par.
1'lili-la.le Publica, :I0 porcentoda premio.
Indcmuisadora. 52 por % de premio,
da estrada de ferro 50 por 0|0 de premio
sobre a entrada, igual a 31-3111 reis por
aci'Ao.
ha ver ama iuspira^ao mais feliz : as lelras sao ir-
nAai cono eneris das arles, estas dual graras da virtr -TRxraj aII'T.'.i j
liumaoa. DiscoTetiuUeUras, dc. a 9 por 0|o.
uro.Oin;as"hespanbolas.
&
.**
otve$porit>mcl.
Jirx. redactores.lia homeni qae adquirem a re-
l'Vl.icilo de bous e moderados, porque sAo reliuados
h\ pocrilas; para que o publico conheca um dcstas,
"" peso-vo que deis publicidade a queia que dirig
ao Exm. Sr. coos.lhciro Sergio Teixeira de Mac lo,
contra o ronel Antonio Francisco Pereira, delega-
do de Go na ; o juiz de direilo interino Cacta-
no E'lel( Cavalcanli Pessoa, e o aabdelegado de
Goianainu. altores Azevedo. He mais urna pro-
va da 'moderacao e bondade do primeiro ; he mais
uro documento, quo prova sullicioi.leiiienle, que em
Goianna prolege-se a innocencia, e periegue-se o
i-rirae, este que agora olTerero a spreciacAo do pu-
blico. '
Eslou cerlo da qae S. Exc, que quer plantar o
dominio ra' as proTJaHhas necessarias, que o iiro.ee,lmenlo
illegal 04 (oridaJes de Gataona reclama.
Assim Mperu. t
Becife 35 de agosto de 1856.
lott Joaquim Harbosm.
lllm. e Exm. Sr.Quando una auloridade, aba-
sando dq,p>*er qoe asleis lli.eonferem, faz injosli-
ra a ira ctdadAo, qae sempre goioi de hom concei-
lo, em favor d'ootro racojihecidamont criminoso ;
esse mat lorna-se mai. grave, se porvenlura a auio-
ridade aipenor, para queaa se recurre, saneciona a
injoalica e nAo pune arime qae a oulra com-
' roelteu. ,
-. Feliznienle pastando a relator a V. Exc. o fado
injujlissiinn qae conlra mim pralicaram o delegado
de |Wji) termo de Goianna, coronel Antonio
Francisco|B|ra c ojuiz de direilo inlermo bacha-
rel Caelan\fJatellila Cavalcanli Pessoa, eu lenho as
melhores razies para crer que V. Exc. Hender a
ninha queixa contra aquclles scnliore?, e proceder
la loi m.i da lei.
A firmo esperanca que nulro de ver punida a in-
ji.lica de que foi viclima, allenua o meu sofl'ri-
nrnlo.
ion habitante desla cidade, mas os meas negocios
mechamam conslanlcmenle a diversos logares desla
o d onlras provincias; por infelicidade minha acha-
va-ie na cidade de Goianna, cm 31 de julho pro-
xim passado.
Nssedia, pelas II horas da manliAa, ponco mais
on i*nos, foi chamado a' pro-enea do delegado, em
roja isa eoconlrei o juiz de direilo interino, o sub-
delego de Goianninha, alferes Azevedo, o capito
Fortuno Philadejpho Camello Pessoa, seo cuuhado
\ n lo o Barbosa Cordeiro de GusaiSo e algumas ou-
iras p,soas.
O degado ordenou-me que mitrcgasse 1l Anto-
nio Rijosa Cordeiro de Gusmo urna dispensa de
prenlo, queeu ludia sido incumbido de lirar pa-
ra o casmnto a, ,ua fi|h, com Serafim Velho Be-
/erra C^icanti, irmao de Fortunato, e condado do
mencin,, Cordeiro flusmAo, sogro futuro de Se-
ram.

Moedas de n-rtmi velh.is .
u tioi(K) novjs .
i) 48000... .
Prala.Palaces brasileiros. .
Pesos columnarios.
i> mexicanos. .
ALFANDEtiA.
Reudimento do dia 1 a -J5 .
dem do dia 2(......
nha.
Os Srs.
J"- AI ves.
itozendu.
Sania Rosal
Sra. I). Rila.
D. Alcxaudriua.
Sr. Lima.
Sra. I). Jesuina.
Sr. Mves Filho.
(i Ekiucr.
Guilherme.
' Silva.
NABUCDONOSOR.
>l e o Sr. Pedro Baplifta, no
c da Patria,
Girardol,
p que . enumera para
lilico.
288 a 98*500
. 169000
. ItiSKKI
. 98000
. 29000
. 29OOO
. I?8ti0
3dO:s!i!l
dJ:07(>j(iO
345fe485|29o
Detcarregam hoje ->~ de agosto.
Galera iuglezaSeraphinamercadorias c ferro.
Polaca hespanholafinantepipas do vinho.
Itrigue brasiieirnFirmasabio.
CONSULADO ERAL.
Rendimenlo do da I a 85 5:1258966
dem do dia -26 2:9069244
VI VERSAS
Rendimenlo do dia 1 a
dem do dia 26. .
PROVINCIAS.
25 .
2&O3192I0
8449976
118160
8569130
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
26 DE AGOSTO DE 1856.
1 ImoiiihBruno inslez ((Brilanian.Saandcrs, Bro-
thers r\ Companhia, 1,317 saceos c 100 barricas as-
sucar mascavado.
FalmoolhEscuna ingleza Honda, James Ryder
iX: Companhia, 686 saceos assucar mascavado.
Rio da PralaBarca hespanhola Anglica, Ara-
naga & Bryau, 15K barricas assucar branen, 20 pi-
pas agurdeme, 20 ditos espirito.
Buenos-Ajrcs briguo dinamarquez oCourriern,
Amoriin IrinAos (.V Companhia, 15 pipas agur-
denle.
Lisboalirigue porluguez oExpcrieucia, Jos Joa-
quim Pires So.ires, 65 cascos com mcl.
LiverpoolCalera ingleza Seraphina, Jolinslon
Palor 4 Companhia, 900 saceos assucar masca-
vado.
RECEBEHORIA DE HUNDAS INTERNAS GE-
RAES DE PKRNAMBUCO.
Rendimenlo do dia I a 25 32:5399178
dem do dia 26........ 3123087
22:SI8J<:.
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendiinento dodia I a 0.5 39:1l(i;79i
dem do da 26....... 4:7379219
pela Sra. Anna Girard
eu "| I11 cleide
A saudaa
aria nacional pela Sra.
He esto o cspeclacul
seus benignos protectores'.
Os hilhetos de camaoles e cadeiras acham-se a
Sergio teixeira de Mcedn, dignissimo presidenle
venda hoje 110 lhealro.| '
Comerara s 8 horasl
NONA REPRESENTACAO
DOSGRA NS E BlllLH ANTES SOIKES
da companhia
ROBERTO E DEVEAIV.
Sabbado 30 de agosto de 1856.
Logo que o. Srs. professores da orcheslra liverem
execulado urna das melhores ouverturas de seu re-
perluno, dar principio ao diverlimenlo dividido
em qualro partes, e dislriboido da maneira se-
guiole:
PRIMEIRA PARTE.
-, Mr. Roberto, acompanhado de sua filha, preen-
chera esla parte-WHp bellas e dillicullosas passagens
de physiea, entre asqnat- ilguro iuvenladas em
is e nunca vistas no Brasil, quaesjejie. as nAo
maior sorpre? o resjtilavcl'na-
SEGUNDA PA.1E.
pil'vL>MBUCANn ? discipala a JOVEN
AKAcriM-, irAo pela primeira vez cxecular os
apreciados e diflicullosos exercic.os de cleganles po-
sil..es. deslocac/>es e saltos moraos, qoe esperara b-
Icra toda a allencAo do publico.
TERCEIRA PARTE.
GME DNSl
DE
CORDA TEZA.
A joveiizinl... PARAENSEdesempenhar seus lin-
dos e vanados Irabalhos sobre ,1 corda.
O PERNAMBUCANO conlinuar.i esla parle com
os seus extraordinarios e diOicullosos passos de ele-
vares e elegancia, Bnaliunda seus Irabalhos nesla
parte com a diflicil prova de sustentar em cima da
corda urna cade.ra, mesa, pralos, copo e garrafa,
comeado e bebendo muito a sauguc-frio.
QLARTA E LLLIMA PARTE.
Terminara' esla representado pelo difficilimo nas-
so a carcter, que lem por litlo
SLYRL1NO,
Dansaio pelas jorcos I LLMIENNSE, JOS-
' ''' \ 9 O
PERXVMBICVNO.
lie Cste .0 diverlimenlo que tomos a honra de
escolher, para enlrcler esta noile ao illnslrado pu-
blico desla cidade.
Principiara' a' hora do Calame.
SERVirO REGULA PARA O RRASIL.
Barcas de vapor a' hlice.
?*......de 1850 toneladas 3011 cavallo*.
I ""no.........1850
Viclor Emmauuel 1800 o
Conde Cavoar.....ISIIO .(
O vapor GENOVA sahir.i de Genova no mez de
selembro prximo, para o Rio de Janeiro, com as
escalas seguinles: Marselba. Gibrallar, Teuerill,
Madcira, Peruambuco e Baha. Desla poca em
diante as part 1,1, dos vapores serao munsaes : para
qualqucr infnrin.icrio, Irala-se cum l.emos Jnior \
Leal Reis, agentes da companhia, cm seu escripto-
rio, ra do Torres n. li.
Para a Bhia
Segu em pouco. dias, para a Babia, o bem conhe-
culo o veleiro patacho nacional Etpcraucao, por ja
ler metade de s.u carregamenlo: para o resto Irala-se
com o seu consignatario Aulonni Laiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz 11. 1.
- Para a Bahia segu em poucos dias a veleira
sumaca nacional .Castro, de primeira marcha, por
ler a maior parto da carga prompla ; para o res,lo
Irala-se com seu consignatario Domiugos Alves Ma-
Iheos, ra de Apollo n. 23.
Companhia c avegoacfl
a vapor Luso-Uraseira.

Do Rio e Babia al o dia 27 di correnlo devera
aqu chegar o vapor I). PEDRO II, commatidaule
o lente Vtegaa do O', e depois da coslomada de-
mora seguir para Lisboa por San-Vicenle e Ma-
deira : para passageiros, encommendas e cartas,
;cnm o porto Iroradn dirijam-sc ao agento Manoel
Duarle Rodrigues, ra do Trapiche n. 26.
F'ara Macelo segoe com brevidade a barcaria
Boa-Sorle : quem nella qiiizer carrega*-, cnlenda-se
om Jos Joaquim Dias I ornan le-, ra da Cadeia
do Recito, ou com o meslre Manoel Jos da Molla.
lle.ii cuiipaiihia du
quetes inglezes
pa-
a vapor.
Espera-se al o fim do mez nm dos vapores da
real companhia, o qual depois da demora do cosa-
me seguir para os Torio, do sul : para passageiros,
ele, Irala-se com os agenles Adamson Iloie r& C,
ra do Trapiche-Novo n. 12.
Al o ("ja 1 de selembro futuro segu imprcle-
rivclmeule- ira o Araracu' o palarho -Emulacaou :
para carga passageiros, trala-aa com o capilAo, ou
110 cscriploi de Manoel Gooralves da Silfa, na ra
da Cadeia 1 Recito.
i'iir.i o Assu'
salic nestes oito dias o l)riri SAGITA-
RIO: tlucm no mesmo qui r carregar
ou ir tiia>^{assa{;em; trate v n Manoel
Francisc) da'Silva Caniro, na ua doCol-
'egio n. 17, segundo anda'/; 011 com o
capito .Mniiiicl Jos Riheiro, a bordo.
t0t&.
Aludan 1-se
por anuo ou por fetta, algumas rasas na
CapiiQga, pertcncentcs a viuva Lasserre,
prximas ao rio, para grandeepequea
familia : (jiiem pretender diiija-se a na
da Cadeia do Recite n. ")'.), pnmciroe se-
gundo andar,
'; !.--------...... "...- ... ... .-......,,...,.
TJ Manoel Antonio de Oliveira Ledo avisa A
...^ aos seus colieg.is, que elle vai dar princi- lv
i-- po a nm curso de Ceometiia, no 1 de se- **
09 lemliro, para aquelles que se qui/erpin ha- ]J
Ti hilitar ao exame em novenibru : quem qui- a
.^tV /pr frequentar dar' quaiilo antes o nomo a '-f
:i matricula, apagara' pciArz 5.3OOO adan- ").'
"3 '"dos, ra da Penha n. Wsegundo andar. St
:'.'i'y-:'.':ifi:ii.'ri-'.>i '.h '*?"'.<;\.-'\ '':
Companhia Per-
nambiieana.
A direcCHO avisa aos Srs. accionistas,
que para complemento do capital da
metma empreza, lem deliberado emittir
novas a cees, mas de vendo ser preferidos
ile conformidade com o arl. 5- dos estatu-
ios, nadisliilniicio de laes acees, a'quei-
les scnliores que ja' sao na metma interes-
sados, lica, a contar de hoje, marcado o
prazo de dias, para a nscripcao de
seus nomos, com declaracSo das acees,
quequizerem tomar, no sen escriptoiio,
no forte do Mattos 11. 10, sendo a pri-
meira prestacao de 50 por cento. Recife
27 de agosto de 1850.Antonio Marques
dcAmorim, secretario.
O administradore da massa fallida de Leo-
poldo Jos da Cosa Araujo, scenlifica aos Srs. ere-
dores que lem procedido a segundo raleio, c que
paga no seu escriplruio na ra do Vigario o. 23, pri-
meiro andar, nos dias atis (las 3 as i horas da tar-
do, al o dia 15 do prximo mez do selembro. Os
Srs, credores qa deix.irem de receher al aquellc
dia, ohrigarao aa auiionrianto a requerer remollo
dos seos dividendos para o deposito publico, visto
que lendo de ultimar as cotilas de sua adminislrarao
para prestar no juizu competente, deseja obler ple'na
quitaran, como diipoS o artigo 170 do rcgulamcnlo
n. 73S de -J."> de nnvemliro de 1850.
Jos Baptisla da Fonscca Jnior.
Jos Gnnralvcs Vieira, lendo de ir a' Lisboa,
declara pelo presento que nada deve nesla pra?a.
Jos de Almeida Flix deixou de ser caixeiro
do Sr. Manoel Alves Ferreira. Recito 96 de agosto
de 1856.
IS. audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da se-
gunda vara do clia 27 do correte, lem de ser arre-
malado, por ser a ultima praca.'um lerreno atorrado
sito na ra do Pilar, cm Fura de Portas, da parle da
mar grande, penhorado a Joaquim Ignacio de Car
valbn Mendonca, por execurao de I0S0 Clcmenlino
Coelho Calanhn.
Jolino Campaio, subdito hespanhol, rclira-se
para Enrona.
SANTA CASA DA MISERI-
CRDIA DE OLIHDA.
A mesa regedora da Sania Casa da Misericordia de
Olinda chama aos devedores da mesma Sania Casa,
que teem dinheiros a menor premio de dez por cen-
10, a virem fazer novo ajusle, no prazo de 30 dias,
os que moram no Recife e seus soburhios na distan-
cia de Ires legoas, e os que moram em maior dis-
taoria no de tul dias : lindos esses prazos, qoe prin-
cipiaran a correr do dia da publicacao desle annun-
cio, 09 que nao liverem comparecido serao conslran-
gidos a rerolher os capitaes qae receberam, e seus
respectivos juros. Olinda 11 de agosto de 185.O
escrivao da Sania Casa,
Jos Policarpo de Frtilas.
SANTA TASA DA ,IISERT0RD1A
DE OLINDA.
A mesa regedora da Sania Casa da Misericordia de
Olinda marca aos foreiros lano de ilios como de
terrenos perlencenles a mesma Sania Casa, o prazo
de 30 dias, contados da publicaban desle annuncio,
para pagamento dos foros que esliverem a dever, e,
se lindo este prazo nao ns liverem pago, serao cons-
Irangulos a faze-lu ; soflrendo a pena de rommisso
os que nella hnuverem incorridn. Olinda II de
agosto de 185(1.O escrivao da Sania Casa,
Jos Policarpo de Fieitas.,
(< abaixo assigindos, com loja de ourives na roa
do Calmea' n. II, confronto ao paleo da matriz croa
Nova, fazem publico, que cstao recebendo conlinua-
damenlc as mais modernas obras de nuro, lano para
senhoras como para homena e meninas: os presos
enntinuam razoaveis, e passam-se comas com rs-
ponsabilidadc, especificando a qualidadc dn ourn de
liou IS quilates, licando assim sujeil's os ir.esmos
per qualqucr duvida.Scraphim t\ Irmao.
Desappareceu da roa da Cruz 11. l3,'|>egundA
andar, um gato preto rom algumas malhas brancas,
fucinho branco com ama malla pequea prala de-
baiin da barba, da' pelo uomo--diamanle,snppOe-se
ler ido para o becco das Crioalas : qucoi o adiar c
quizer restituir, levando-o a' casa acim., sera' re-
compensado.
R QuarU-feira, 27 do correule, depois da audi-
encia da segunda vara do civel, e na sala respectiva,
serao arrematadas por ser a ollima praca, as casas
seguinles : l moradas de casas torreas, "sitos na ra
de Motocnlomb, na povoarjao dos Afogados, sendo a
de 11. 5i pela quanlia de 100?. a de n. 56 por 50>,
a jJe n. 58 por 200?, e a de 11. (8 porJIOOi: as quaes
vao em praca por execocao de Prxedes da Silva i,u-
mao, conlra a Manoel Goucalves Servina. Escrivao
Kaplisla.
LOTERA DA PROVINCIA.
Segunda parte da Ia lote-
ra do Senhor Boni Je-
ss das Dotes.
Oabaixo :issi den todas as sortes gran-
des em frac;des, excepto
urna deoO^OOO.
27Vr> 5:000.,'D00 emSqnartot.
38i7 2:O,sOOO em 1 dito.
.">
G7
27.") 1
2558
1981
2V5(i
2134
20
307
3112
L01
ele.
9000000 em 1 dito.
00.9000 em 1 dito.
200,9000 em 2 ditos.
200.9000 en] meio hit
lOO.sOOO em meio.
100.9000 cm2<|uartos.
100.9000 em 2 ditos.
30.9000 em 1 dito.
30.9000 em bilbete.
50.9000 em meio.
Sao pagos nao s os 8 por
cento da garanta, como
todo o premio por iuteiro,
que obtiveran ditos n-
meros, no escriptoiio do
abaixo assignado.
P. i. Layme.
LOTERA da provincia.
Primeira parte da Ia lote-
ra do .Senhor Bom-Je-
ss das Dores.
Aos 5:000.9 e 2:000.9000.
O abaixo assignado avisa ao respeitavel
publico, que venden os premios abaixode-
clarados, tem e\posto a venda os seus
afortunados bilbete, meios c <|uartos,
da primeira parte da primara lotera do
recolhimento de Olinda, as casas ja' an-
nunciadas. j- "
N. 5 . ..... 900.9000
507 . ......50.9000
* i'utr.os.
Bilbetes 5x800 recebe 5:000.9000
Meios 5.9000 ., 2:3008000
Quartos 1,9500 <( 1:250.9 Ao lermos a resposta qoe vem no Diario Dk 193- Recife 25 de aTOStO de 185(5.Manoel
de Ido correle, nao podemm deixar de dar iinJP--_, p: tuul-,0,J"- -nanoc
lojsr a Senlwira '" 'Ua *
do recolliimento
ceicfto de (liiu.
Aos 5:000.9 e 2:000,9000
Corre indubitavelmente sabbado 50 ..
a;;osto de I85I.
Salustiano de Aquino Ferreira'
avisa ao rrspeilavel publico que ven.ten a. trtmn-
-uinle- -or- .la relinda paite na primnra liilnit
do Senhor Bom Jess dai llores, eilrahida a >\ a>
ai;oslo de ISti.
I quarlon. S74S ":II5
I dilo a 3H17nu
t dito i> :i 90119
1 dilo i> :M7 Hi~
1 dilo .i -27:11 Wt%
I meio UWI 19
1 aaarto MW lrj
1 dilo 2131 U9
I dilo o -26 -Vi;
I meio MW 5113
I Inllicle. :l:il JU9
O mesmo lem esposlo a venda seas mmU laline.
billieles, meios c quartos, da primeira parla da pri-
meira lotera do recolhimento a CooceicJo deOlm
da, as lojas ja conhecidas do respeilavel pablK.
Os dous premios crandes acuna referido, aa **
13o sugeilos ao diKoalo das mo. por reala do jipi
lo -eral, o qual .lwonio ,er,i pago na roa da Ca-
deia do lien le n. t"., loja de miudezas da Jos For-
tnalo ilos Sanios l'orlo, logo qm saia a lisia, ata-
do os prn.-os de seos Inlheie- m segaiataa:
Bilhela iulairo "i|r*TII receba por mt.iro :.:i*la
Meios :$)) :na$
(.lila rio. I95UU a 1:A"i l'ei uamliuro SS de asoslo de IKV,.
Salusliano aa Aquino l'errarra.
Antonio da Silva (mimantes ven-
den os seguinles premio*, da segiuid.i
parle da primeira lotera do Senlror Boa
Jess das Dores, em S. Hnralo.
1 qaarlo n. 27^MH
I o ii 3H17*0*ls
1 i, 367tiOOnj
1 2156 unto
1 26 509
1 2896 -JOt
Tem eiposlo vend? no aterro da Boa-Vala as.
56 c 18 os tullirlos da primeira parta da pnawtra l-
Icria de N. S. da Cmceieao das freirs da Ohada, a
qual corre sabbado 30 do correule.
Piccisa-sc de vintc ofliciacs de ca jm-
na para tralialtiarcm cm Tamandare e
mais pontos da comarca do Kio-For-
nioso : a fallar na Vpiranfja, com o aa>
genbdro Milet, ou em Tamandare, com
oSr. Saturnino Jos Vianna c Lima.
No dia 20 do corren te (sexta-feira).
na sala das audiencias, (inda a do lllm.
Si-. Dr. juiz municipal da primeira va-
ra, se ha de aricmatar as partes do to-
brado de dous andares, silo na na do
Pilar n. 135. perlencenles aos execulado
JoSo Coelbo do Rosario esua mullier, ava-
hada toda a propriedade por fJ:00l$OOO
reis, be a ultima praca, na cxccucao de
Tasso Irmaos, escrivao Santos.
13:8)4 301 :l
'Miobiihinie 0o pvtt0.
'arios entrados no da 26.
larra Mll-X dias, tarca inglea SnowdouB, de
tem limite.
O agente Vieira da Silva tara" leilao, quarla-feira
27 do correule no armazem d-.i Sr. Antonio Aones
Jacome l'irea de, lOO.ueeas com superior farinlia, ao
meio dia empcnlo.
Os admiuilradores da massa fallida de Nuno
Mara de Seixas, lem de vender em leii.lo, por au-
litri-ir.ot do jni/.o do commercio, logo que ultimada,
as respectivas avaliaroes, as seguinles propriedades,
perleuceulcs a dita massa, a saber : nesla cidade,
um predio de qualro andares, sito na ra do Viga,
rio n. 13, um dilo de (re. aodares, roa do Livra-
oeiito n. 36, iiiii dilo de dous audares, na ra da
l'enlia n. 6, um dito na ra Augosla u. 2, um dito
na Iravessa dos Marlyrios u. I, um dilo na ra do
Alecrn) u. 1, dous dilos na Iravessa do Marisco n.
14 e 26, um dilo na ra do Mondego n. 7, um dilo
ua ra do Amorim n. 15 ; na Casa Forle, os seguin-
les : 1 sitio na entrada do Cordeiro (Chacn), da Casa
I orle Sania Amia, ti. 41 ; Campia us. li, 7, 8,
10, i2, 34 e 35, dnas casas uo caininho do l'oco,
duas ditas ua Casa I orle o. 5, seis ditas na Campi-
a, e um terreno oa Casa I orle : cunvida-se, por-
lanlo, eos preleudeiiles o exame previo dos mencio-
nados predios.
O altele Vieira da Silva na ra da Mad re de
Deoos n. 32 faz leilao sexla-feira 29 do correule ao
meio dia em ponto, de diversas obras de marceneria
novas e usadas, e diversos objeclos de o uro o prala,
dous pianos fortes e mais objeclos que se acharem
do dilo armazem, que ludo sea' sem limites.
O agente Iturja fara leilao, em seu armazem,
ua ra do Collegio u. 15, de diversos escravos de
ambos os sexos, eulra os quaes sobresaliera 2 lindas
mulatas com varias habilidades, bem como, fazer la-
byrinlho, bordar, marcar, ele, 2 prelas mocas de
lioniia- (guras ptimas costurciras o engommadei-
ras, 1 dila excellenle coziuheira, 1 mulalinha de 12
annos com principio de costura, 2 negrinlias muilo
bellas, lambem com principio de eostora, 1 preto ca-
noeirtl, ,1 dito muilo robusto, proprio para todo o
servir,, 1 ptimo- raoltqoe carapmleiro, e oulros
muitos, que se achara,;expostos uo referido arma-
zem, para ev.me aos Srs. preleiiaeiiles : quarla-fei-
ra, 27 do correule, as 11 horas em poni da ma-
nha.
O agente Oliveira far leilao de porcSo de
mobilia, para fechar conlas, e de obras de ouro e
prala, e fora do leilao trocara algumas imageus de
Santo Autouio, S. Jos, e uulras : a mobilia ele,
consiste em sola, mesa redonda, cadeiras de bataneo,
ditas usuaes, baucas de jugo e d'oulras qualidades,
relogios de parede e para mesa, 1 dito de prata pa-
leulc inglez d'algibeira, bom regulador, dilos de
ouro, lavatorios lampo de pedra e de madeira, lou-
cador grande de jacarando, guarda roupa, guarda
vestidos, um rico (oilele de mogoo, lindos leques
da India em|caixas de sarao, peales de tartaruga,
quadros, inarqnezas, commodas, carleiras para es-
criplorio, camas de ferro, berco, lustre de bronze,
candiciros de globo, I nile na-, compoleiras, garra-
fas para vinho, copos, porla-licor, 1 hacia grande
de rame ele,; brincos, rosetas, alfineles, pulcei-
ras, aunis de bullanlo, 1 rico penle de ouro, gar-
gao/ilha, corremos para relogios ele. de ouro ; cas-
liraes, colheres, palileiro, salvas, copos etc. de pra-
la : quinla-feira., 2H do correule, as 10 horas da rna-
uliaa, no seu escriptorio, ra da Cadeia do Recite.
O geme llorja fara leilao em se armazem
na ra do Collegio n. (5 de um grande a variado
sorlimenlo de obras de marcineria novas o usadas
consislinilo : em duas ptimas mobilias de jacaran-
do', diversas obras avulsas, bem como, sofs, cadei-
ras, coiiollu-, bancas, marquezas, commodas, apa-
radores, armarios, lavatorios comlodus os periences,
obras de ouro e prala, relogios diversos, objeclos de
porcelana c de vidro para eufeiles de sala, cande-
labros pos de bronze, lauleruas de vidro, candieiros
uglezes, vidros liuos c loura para servir de mesa,
i nm.iiulinnla.de de objeclos dillercnles* que fora
mpossivel mencionar, os quaes se acharao exposlos
uo referido armazem, e se entregarao pelo maior
prero cflerecido, urna vez quo nao ha limite algum :
quinla-feira 27 do correle as 11 horas em |H>olo.
^tio ZUe-titimoS,
de J
aneiro.
pegue em poucos dias o brigae nacio-
nal riKM.V, para o Kio de Janeiro, por
ter a maior parte da carga prompta : pa-
I'ARA O ARACATV.
obiale Camnes seguir em pouco. dias, e ainda
receba alguna carga miada: Irala-se com'. Ra-
dicli.
Irmandade de Nossa fee-
iibura do Bom-Gonselho.
Hoje, 27 do comente, pelas 4- c mcia
botas da larde, deve baver urna teuniao
dos memhros desta coi porarao, alim de
serem discutidos os respectivos estatuios.
Roga-se, portanto, a todos os senhores
que ja'se inscreveram, liajam de compa-
recer na hora1 indicada, em o convento
dos religiosos Franciscano, onde tera'
lugar a sobredila teuniao.
Precisa-se e um feilor para o sitio no Man-
goinho, passando' o do Sr. Teixeira o immedi.to
junio do Sr. cnsul americano : a tralar no mesmo
silio, oa na ra di Cadeia do Recife, loja a, o.
gargalhada ao devoto qne tem| de fest*
do Carmo em 1857--'.' t'ois para qoe os fesleiros
deen CODU das esmolas que liraram para a Testado'
r'ronlispicio he preciso que publiquemos nosso no-
me ? A muilo chega a miseria de scmelhanle sandi-
ce? Appcllida-uosdeOoidam!Qudam be aquel-
le que gasta o que nAo he seu e nao diz em que '
i.'iii.l-im lie aquelle que nao moslra em qae consu
mi as esmolas que se deram para um im. e farla
a publicar de quem as receheu, c em quo gaslou,
(alvez porque Ihe falta o lempo para fazer urna con-
la de chegar, oa se temer qne baja algum esqueci-
mentono recebimento.' Igualmente qudam he
aquello que ocenllando a seu nome, qoer saber o dos
oulros.t) homem da paz.
A viuva de Joo Nepomaceno llarroso est
prnredendo o inseulario por mnrle de seo marido,
pelo escrivAo facundo : quem se julgar credor
queira .presentar seus tilutos a mesma viuva, na roa
da Cadeia n. 57, alim de poderem per altendidos no
mesmo inventario.
O abaixo a-signado com botica na piarada
Boa-Visla n. -22, doeja fallar com o Sr. Jos, 'rau-
cisco Martin- de Almeida a negocio.
Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior.
Perdeu-se no salan do Ihealro do Santa-Isabel,
na noile da partida de 23 ilo crrenle, ama pulreira
de mosaico : quem a achou, querendo a restituir,
leve-a a loja de ourives dos srs. Moreira & Duarle.
ra do Cabuga', que recebera' em remunerarlo saa
importancia.
Precisa-se alugar um prelo para sei viro de casa,
e de nm silio perlo da praca : na roa da Cruz, ar-
mazem n. 40, no Recife.
Cetn mil reis de gratilicacao
a quem apprehender um cavallo com os signaes re-
gulles : alazao amarrllo, pello muilo fina,"bstanle'
grande, idade de 10 annos, pouco mai. ou menos,
ps calcados, frente aberla pouco, fazendo separarao
no meio e coutinuanno para haixo, ulhos caprlad'os,
denles qaehradns pouco, finalmente, bastante esqui-
pador, fazendn grande tropel na esquipanra, o qual
cavallo foi furlado da fazenria pertenceil ao Sr.
Antonio Duarle da Cosa, do districlo Curato de Bom
Jardim : roga-se a pessoa flne o apprehender de le-
va-lo no aterro d. Boa-Visla, casa n. 28, oa na mes-
ma fazeuda, que recebera' a generosa gralificacao
cima declarada.
As pessoas que quizeram alosar o segundo an-
dar do sobrado da ra Direila n. 36, e qu. nao fize-
ram por se ochar ainda oceupado, podem ir agora
receher as chaves.
Os abaixo aasignados azcm publico, que lendo
finalisado em 31 de dezemhro de 1855 o prazo da
sociedade que tinham na fabrica de calcado ni roa
da Cruz n. 33, no hairro do Recife, sob'a firma so-
cial de I i.-ino-o. Leclrc Ai Companhia, e.l esline-
la a dita sociedade, licando a casa por conla do so-
cio Leclrc. Recife 30 de julho de 1856. B. E.
DenteaneC l.cclorc.
O abaixo assisnado leudo resolvido ir ao Rio
de Janeiro, deixa de ser caixeiro da casa commer-
cial dos Srs. L*sst>rre & Tissel-freres. Recife 27 de
agoslodo 1856.Leonel Machado.
O abaixo assignado nao lendo-lhe sido possivel
despedir-se das peasoes de sua amizade pela rapidez
de saa partida, o faz por meio desle. Recife 27 de
agosto ile 1836.Leonel Machado.
Precisa-se aluear um silio pequeo perlo da
praca, que nao seja muilo caro : a Iralar no Recife,
roa da Cacimba n. 8, sobrado de am s andar.
O abaixo assignado deelara que nao aotorison
e ncm aulonsara' a pena alsuma pata contralor em
seu nome quaesquer dbitos que sejam. Poocas sao
as transacroes do abaixo assignado, e estas mesmas
sn ler,1o validade sendo l'eilas pessoalmente, ou por
escripia.Isnacio Renlo de l.usola.
Srs. redactores.Ser conveniente que de urna
enmarca, cojo juiz de direilo apresenta-se no campo
eleiloral pleiteando a candidatura do irmao, seja con-
servado na delesaci. o juiz municipal e pessoa de-
pendente do juiz de direilo, e d-sl'arle a justira e a
polica as mesmas maos f l'are.e que nao ; toda-
va como posso encanar-me, rogo-Ibes o favor de es-
clarecerme a respeilo. Son, Srs. redactores, seu
constante leitorO Rio r'ormosense. Itio Kurmoso
20 de agosto Oe 1856.
Ffaueiaee Comes Caateilo faz publico, que o
Sr. Jos Concalves Vieira deixou de ser seu caixeiro
desde o dia 23 do corrente mez.
Precisa-se saber aonde reside o Sr. Joaquim
Antonio Alves Cordeiro, para se lile fallar acerca de
urna encommenda que o mesmo senhor Irouxe do
Cear para cr entregue a Manoel Antonio Gon-
calves.
.Xo primeiro audar do sobrado da ra Nova,
por cima do Sr. Itecker alfaiale, precisa-se de ama
ama forrr ou captiva, qae saiba cuzinhar ; paga
bem.
I'recisa-sc de urna ama para casa de pouca fa-
milia, forra ou escrava ^ paga-se bem : na na Di-
reila n. 119, u r.a lloa-Visla, roa Velha n. 104.
Na ra do Cabug n. 16, primeiro audar, de-
seja-se obler noticias de Brigido Jos Jorge, lilho de
Joao Luiz Juri;e, de Camin.a.
Antonio Jos de Arantes vai a Portugal, e jui-
la nada dever, mas se alguein se julgar seu credor
aprsenle suas tontas no praz.o de Ires dias, na roa
do Livramenlo n. 2i, para sorem pag.s; cdcixa por
seu prncur.dor Mauoel de Azevedo Almeida.
yuem quizer comprar um binculo, aununcie
por esle Diario.
Precisa-se alosar ama escrava qae saiba cozi-
nhar, engommar e coser: na praca da Independen-
a-
sob.
No da J do mez prximo de selembro, ao meio
da, tem de serem arrematados era hasla poblica, a'
porta do consulado de Porlogal, na ra do Trapiche
n. b, e em presenca do lllm. Sr. r. juiz de orphaos
e auseules desle lermo, os segaintes escravos : urna
mulata de nome Pulquera, idade 10 annos, avanade
ein 6005000, perlcncenle ao espolio do finado subdi-
o porluguez Domiogos Barroso de Souza ; urna pre-
por nome Gerlradcs, idade de 35 anuos, porta-
te ao espolio do finado subdilo porluguez Anto-
^a Cosa Faria avalinda em 80cKI0 reis ; am
por nome Jos, anjea Cosa, idade 35 annos,
o em 9005, perlenc.nte ao espolio do (filiado
'orluguez Joaquim Goncalves Pereira Neves.
a "Vaegercv C. parlicipam ao ai rematante do
imposto 'ir bebidas espirituosas da Ierra, em res-
jiosla a ca que dirigi ao seu antecessor P. Mul-
ler, que n. ie conforman) eom o contendo da mes-
ma, vislo q 1esde que compraram o eslabeleci-
menlo nao V, ram nem nniica vendern agur-
dente ele. fab 'a na Ierra, e para que o dilo ar-
remalante fiqut rio disto f.zem esta declarado.
Prxedes n. ilva Gosmao pode ser procurado
Para qualquer nosncio de sea pai, das 9 hora, da
manh.la as 3 mi i da larde.no escriplorio do Trapi-
che Hamos ou armazem da illuminaco publica,aule
o depois dessas horas cm casa de sua residencia
ruado Imperial n. 61.
O Ur. Joaquim de qnir .onseca
tende-sc ollerecido para ,iar gratui-
tamente as pessoos que viessem a' sua ca-
sa na uta Nova n. 14, nos sabbados de
cada semana, das 7 a's 9 horas da ma-
nbaa, roga aosvaccinadosque voltem nos
dias que Ihes brenrindicados; porquan-
to s por este modo poder-se-ba manter
a vaccinacao, que sem sement, que de-
ve ser pastada de uns para outt ^s, nao se
entrenan. |
O Sr. Joaquim Antonio Goncalves da
Rocha, pie morn na ra do Mondcgo, e
se ni ii- lu i sem declarar o lugar para onde,
dirija-se a esta typograpbia, a negocio
de seu interesse.
Alugam-se os dous grandes saines da
propriedade nova da ra do caes de Apol-
lo, da Sra. viuva Lasserre: a entender-se
a respeito no arma/.em n. 2l, da rita do
Bruno.
Marianna da ConccicSo, casada com Dominzos
Joaquim da Cosa, achando-se fr. do seu mari-
do ha um -nio.polo mesmo a ler botado para fora de
sua casa, por isso previne a qualquer pessoa que nao
faca negocio com o dilo seu marido em qualquer dos
lien- que perleucerem ao casal, pois licar sem ne-
nhum .fTeilo lodo e qualquer negocio que este seja
feilo desla, antes e depois, vislo o casal se achar de-
savenciado a tal respeilo, e llora' sem efleilo todo
esle negocio.
O abaixo assisnado faz scienle ao respeitavel
publico e principalioenle ao corpo do commercio,
que o seu ex-raixeiro e sereule da casa, com taber-
na no becco Largo do Recife n. II i, Francisco An-
tonio de Miranda, deixou de ser caixeiro e gerente
da mesma casa, a como tal nao pode mais comprar
nem receber divida, perlencenles a inciin casa do
abaixo assignado.Manoel Jos Bernardo de Paiva.
Precisa-se alagar doos oa Ires prelos para um
silio, paga-se bem : na roa da Cadeia do Recife n.
16, primeiro andar.
LTERli DA PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda fazer publi-
co, qoe estao exposlos i venda na Ihesouraria das Ift-
terias, na ra da Aurora n. 26, das 9 as 3 horas da
larde, bilheles, meios e quartos, da primeira parte
da primeira lotera do recolhimento da Conceicao de
Olmda, cujas rodas andam no dia 30 do correule, e
que logo que sejam distribuidas as lisias serao em
continente pagos os premios, excepto as duas sort.s
grandes, qoe sao pagas mesmo nosafao da extraerse,
logo que sejam publicados seus respectivos premios.
O primeiro couferenle, servindo de escrivao,
Jos Jauuario Alves da Maia.
LOTERA da provincia.
Salasliano de Aquino Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que vendes dinheiron visla, sendo a quan-
lia de 100o para cima, os seus bilheles inleiros, meios
e quartos, pelos presos abaixo declarados, na ra da
Cadeia do Recife n. 15, loja de miudezas de faaf
Forluuato dos Santo. Porlo.
Bilheles 53500 Recebe 5:0005------
Meios 39900 2;*ifc
Quartos 1300 /:250a
Piriiiiibuco 25 de agosto de 1856.
Salusliano de Aquino Ferreira.
Precisa-se alugar (ijprelos para armazem de
assucar : quemjliver e quizer alugar, dirija-se roa
de Apollo, armazem n. ,l". que achara com quem
Iralar.
Arranda-se o grande silio denominado Fazen-
da, junio aos Afogados : trata-se rom o abaixo as-
signado, na ra dos Pires.
Mauoel Gomes Viegu,
FTTjam, dentista;
% continua a residir na ra,Nova a. 19, priaeet- #
% ro andar. X
2 Osfti
AVISO.
" fabrcame do. mais superiores paulas de fgo
desla cidade participa a todos os *eas IraaaMes aac
mudou a sua fabrica da roa do KoMrie da ea-Vnta
u. 56 para a ra de S. Francisco n. 48, na freiaeru
de Sanio Antonio.
Precisa-sc de um menino esperto r-
de boa condula, que nao tenha mais de
1G annos, para o servico de um horncm
solteiro. paga-se lxiin e promcltc-ae hom
tr.-itamento conforme sua conduta e ac-
lividade: na ra Novan. II, segundo
andar.
-Os hillietcs com a rubrica do ahai\n
assignado, sao pagos incontcncnle, na
praca da Independencia n. 40, ale o
premio de 500.Y000. Poiycarpo Joac
Layas,
FIACAO E TCID0 DE
ALGODAO.
[
ITTTT1
Firniasocial: Amorim,Farias.Guei laAC
Os socios gerentes da fabrica de fiar a lecar al -
godao, aba Irmados, vendo que aao lem ttm
leilo- toctos os pagamentos da primeira entrada, prn-
mgarr por mais oito das prazo em que iliiurn fa-
zer as suas entradas os subscriptores qae anda (.1-
i'" assim co- convidam a quem mal. eaoira to-
parte em o til empreza. Prrnamlwr*. as-
. iplorio da sociedade em easa do Sr.
ves i,tierra em l(i de agosto de IM6.j,
Farias, Goerra & C.
Novo csi.ihelrmenlo de ourives, na ra
do Cabuga' n. 2.
Os abaixo assignados lem a uti>fac meira vez aonunciar ao respeitavel pabilos, aaa
\ abrirn] o sen eslabelecimenlo, cojo ae aeaa orlid
do obras de oaro e prala, todas de .iceslaato. (os-
lo., afiaocaado-ie a qualidada das mesmas. da mes-
ma encarresam-se de fazer todo o qualqner concert
por mais difllcil qae seja.
l'imanlel ij Coa
Att engrio.
Offerrce-se nesla prar. ama casa capas a todo e
senhor de fdra.que quizer mandar seas filbtM apren-
der os preparatorios, lendo lode n desv.llo cana a
saa roopa, comida e molestia, mediante eea paga
razuaval : a tratai eom o Sr. Jos Gamas Leal, na
ra da Cadeia do Recife.
Trecisa-se alagar um prelo ou urna nrela,
para vender fazeoda com oolra pessoa : queaa aai-
zer alagar dirija-se a ra do Hospicio a. 31 qae a-
ehara' com quem Iralar.
Existe para ser atusada ama parda sadia eeaa
excellenle e ahondante leile para am.menur aaw
crianra : na ra da Cadeia do Recife leja a. 41.
.\o dia 27 do correle depois da aadleana de
Sr. I ir. juiz dos feilos da fazenda em praca piiniai
da pelo mesmo Sr., se bo do arrematar m beaa sa-
guinles penhorado. por everucan da fazenda aaeie-
nal conlra seus devedores, a saber : aaaa entreva
crioola do nomeCypriana com idade qae.repiaatnl.
10 annos de-JoSo Bernardino de Vasconcellos, ava-
liad. em 300S00O reis, a posse de am larrane dn
marinha na ra* Imperial n. 21 i eom 30 petatee de
frente e fundo at a baixa mar por 1203000 res, pe-
nhorado n .Manoel Jaques da Silva, ama casa terrea
sila na ra da Casa-Forte n. 4:1, Taita da tijell e
cal, eom 15 palmo, de frente, cuzinha fora e aninlil
aherto por iOOsOOO reis, por exeearte centra Mara
Francisca da Silva, em logar de Florencia Marn da.
Virgens, o< prelcndenles dirijam-aa ai 10 horas de
indicado dia a al* das mesma. audiencia-, Keni
23 de agosto de acost de 1K56.O selieilader da
juizo. Joaquim Theodoro Alves.
Foeio oa farlaram da cecheira do aterredla
Boa-Visla a.37, na noile do dia 23 do corrale mez,
am cavallo foveiro, pequeo, bastante carnada, coas
ama estrepada na mo esqaerda : aaaa e achar aa
pegar, pode levar a dita coclieira, ejae ana rerum-
pensado.
Na roa das Craze., n. 26, segando andar, pre-
cisa-se de ama boa ama de Me : paga-ie bem.
No pateo do Corpo Santo, .obrado a. 6, cea-
Irala-se ama pewoa para ensillar primearas totlras
em nm cugeuho : paga-se bem e da-se bom Irata-
menlo.
La va-se e engomma-se cem loda a perfeir^i,
assim como faz-te almoco e jaator com meile aeieie
e por menos preco do qae em mitra qualquei parto :
irala-sc na ra da Senzalla-Yelha n. 112.
Precisa-e de um caixeiro de Iti a IN annos,
que seja fiel, inlelligente e de fiador a' saa candar-
la : ua ra do Trapiche Novo n.ljO.
N* ra do Crespo, loja n. I, existe urna ra la
para aei1 entregue ao revereodi-iom Sr. padre Jvse
Pereira dos Santos Silva, inda de Propia.
Aluga-se ara prelo oplirao roznheiro : a Ira-
lar na roa da Cadtiajdo Hecife loja u. 6.
Ouem pretender urna ferramenla usada e ftn-
va,e muilo bom banco, qoe foi de um bom rarapma.
procure na ra .la Praia, armazem n. 211.
Jo^floreira Lopes pelo presente declara, q.e
te extrajAiii do seu poder a Ictlra de :CMp.t>0 de >cb
>aqne cm 20 da junbo desle anna, a praae de 7 me-
ses, sob n. 50. acceita ptlus Sr. Antonio Joaquina
\ idai A U, e foi reformada por oulra de igual qean-
lia, saccada na de hoje a pr.ii,, de .meio, nb a
101, qae os ditos senhores \ nial ,\ (.. Il,e raaeeiU-
ram em sulntiluirao daqucllas exlraviadas, a qnal
lica sem elfeilo, e nao podera' ser cobrada.
Hecife 20 de agosto de IV*.
Precisa-se de ama criada para a eervk-e m -
lerno de urna caa de pooca lamilia : a tratar a cam
lio doUMpicio,caH uu ut. Mcudej m ("
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO


WMIP IE HimBKQ QuahTfl FiM 21 GUSTO M I8&6
A.
. Kiheim (la Cu-
a-so i venda na luja
jza, juulo ao aren de
.mi ama forra que saiba cozi-
para o servido ioleruo de nina
.a familia : na ra estrella du R.OH-
..irlii-n ii II. 2.
.ulo-se retirado pura Europa o Sr. Anlonio
a litumao, he seu batanle procurador seu i-
. 1'ras.edes di Silva (iusmao, na falla deste o Sr,
luneule-cnronel Manoel Florencio Alves -- Precisa-sede cscravos ou homeot forros, das 9
horis al a* 6 : a Iralar na ra do \ il;.-rm n. I .
primeiro ailar. Sendo pagos lodos os .atibados.
(Jflerece-e uin moro brasileirn, ha pouro rhc-
gado do norte, para alguma casa de commercio, o
i|imI ii'in boa lellra e esludo, mesino mediante pouco
ordenado era razan de ainda nao estar bem pratico
no mesmo, e se acha promplo para prestar banca se
eiigir-.e : quvm o prelemler dirrja-se a ra do Tor-
res n. 42, secundo andar.
Quem precisar de lijlos ou arca DM porlos
que melhor 1 lie convier, dirija-se a ru.i do Muudego
i. !W. Na mesraa casa vende-se a verdadeira e bem
condecida cal ile Jaguzribe, por menos prego do que
era oulra qualqoer parte.
Aviso commeciral.
>'a loja e armazem de fazendas da ra da Cadeia
lo Recito ii. 50, defronle da ra da Madre de lieos,
adiarao os endures que cominerciim cort fazendas
l'ir.i lora desla cidade, e o publico un ("tal, um
om sortimento de fazendas novas, boas e baratas,
que a dinbeiro a vista se vendem por baratissimos
piecos, aseguraiido-wie serem rile- iguaes para lodos,
e que neste eslabelecimenlo achara quera o frequen-
tar sisudez e agrado, pelo que espera scu propie-
tario se torne bastante concorrido de (reguezes.
Precisa-se de ama ama para f.t/cr o servio
diario de urna casa de pouca familia, dando-se|pre-
ferenria le for escrava : quem preteuder dirija-se ao
armazem da ra do Collegio n. t5, ou a ra das Cru
es n. II, segundo andar.
. l*recisa-se de um Kvd. sacerdote de boa moral
para capcllo de um cngeulio na freguesa da Esca-
da, e que igualmeule se queira encarresar de dar II-
cocs a tres mcnius,filhas do Sr. do engenho, e se Ihe
laia' bom ordenado, e mais algumas vantagens : a-
qoelle a quem convier dirija-se ao pateo da matriz
He Santo Antonio, casa de um andar n. t, que acha-
ra com quem tratar.
Esterescopos e
vistas estere-
oscpicas.
Panoramas e monuruculos inleressanles de Pars
e Lisboa, Humas de l'ompeia e llerculanuin, sitios
pitoresros da Suissa, montes de gelo, vislas dos l'i-
reooos, assnmplos animados e instantneos, scenas
da vida domestica, a Crimea Ilustrada...... sobre
vidro, papel e lamina em prelo e ero. cores, ludo li-
rado da natureza com a machina.
Retratos estereoscpicos sobre lamina e
papel.
O mais bello prsenle para uolvoi.
Calimbas l'ompadoor c Duqueza, Indo quanlo
eiisle de mais ellegaulc para conter um retrato em
pintura a oleo ou aquarella : no eslabelecimenlo
photographieo de Augusto Slahl, ra JNova n. 21.
3
AO PUBLICO. 1
No armazein de fazendas baratas, ra do g|
Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento de fa- $f
zendas linas e grossas, por mais baeto ||
K precos do que em oulra qualquer parte, **
tanto cm porcoes como a rctalho, afilan- g
2 cando-se aos compradores um % preco S
*5 para todos: este estabelecimento abro-se ^
g du combinarlo com a maior parte das ca- ||
*3 sas commercias inglezas, francezas, alie- O
gomaos e suissas, para vender fazendas mais |g|
3>j cid sonta do que se ton vendido, e por isio gg
jjjj ollerecem ello maiores vanlagens do que M
'& outro qualqucr; o proprielario deste im- ||
* portante estabelecimento convida a todos *|
| os seus patricios, e ao publico cm geral, *
B para que venham (a bem dos seus inte- j|
f resses) comprar fazendas baratas: no ar- gjg
H mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- w
J$ tonio Luiz dos Sanios & Rolim. $
|BiIhetC8 de visita.
Bhwm-M e irapriiuem-se com perfeicSo bilheles
do visita, leltras de commercio e lodos os objectos da
arle caligraphica, registros, vinhelase quaesquar de-
senlio!, abrem-se firmas, sinetes, tanto u taino doce
como m relevo, ornanienlos era objectos de ouro e
prala, faz.em-se riscos lindos e rigibaes para borda-
dos de labyrinlho ; adraitle-s a recosa de quaes-
quer destes objectos no caso do nio ficarem a conlen-
to das pessoas que os encoiamendarem : quem pre-
lender dirija-ic a qoalquer destos lugares : no bairro
do Recife, ra da Madre de l)eos O. 12, priiueiro
andar ; em Santo Anloni. ua livraria classica do
palco do Collegio n. 2 ; nn Cinco Ponas, sobrado
da quina confronta a matriz uova.
Aenco!
<3*No anu". .ni de iui le,
Souza & C n. 48: ^ -
He cliesado o verdadeiro'rapc francez vin. i pelo
navio ALMA, ese vende u 25100 rs. o bol que
conten .'.i,ii- de libra; para commodidade dos a
te* deste encllente rap, lira feito depsitos na .
ja dos Sr. JoSo Cardozo AyreS ra da Cadeia, e
Moreira cima dito.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
RA LARCA 1K) OSARIO N. 36.
CoDliua a vender-se este arope (do qual sao
ageules no Rio de Janeiro os Srs. Vates &- Compa-
nhia, ra do Hospicio n. 0., na botica do abaiio as-
iguado, que garante ser verdadeiro.
Uailliuluinco l'raucisco de Souza.
lama
Primeira.
ATERRO 1)A BOA-VISTA N. 8, UEFRNTE
DABOiVECA.
Jos Joaquim (oncalves da Silva faz ver aos seus
fregoezes que recebeu noV'i sorlimeuto de moilos
ueiicro- e.Han-eirus de soierior qoalidade : latas
com biseoitos liaos sonidos de todas as qualidades,
hulachinha de soda, presuntas para fiambre, ditos de
Lamego, salames, conservas, manteiga inglcza a 400
rs-, 600, 800, 960, 1Q280, bolacbinha amejicana a
:)J0a libra, soperior cha' Inssoo, dito chira, ditodo
Kio, primeira sorle, qocijt.s do reino, ditos de
nata, ditos do serian os melhores do mercado,
champagne em garrafas e meias, vioho engar-
rafado das melhores qualidades, eomo seja, du-
que do Porto, feitoria, \eri-z, moscalel, de Setu-
bal. Porto, Bordeaux, cognac, mateas linas para
sopa de todas as qualidades, a muitos oulros gneros
que a vista fax f, e mais bralo do que em oulra
parle, u dinheiro a' visla.
^j Deposito de vinho de chaLD|iafj- ^2
tjfc ne Cateau-Ayx, primeira <|aa- Z
;,< lidade, de propriudade do conde ]3
%J deMarcuil.ritadaCruzdoRecifen. @
s& 20 : este vinho.o ntellior de toda a S
A Champarjne, vendse a o(j,S' cada -iQ
'3 caixa ; acha-se nicamente em ca- %'.'i
O de L. Leconte F;:ron A C. N. Q
9 ^As caixas sao marcadas a ib- ij-
O ;Conde de Mareuilcosrotii- Q
f.\' los las garrafal sao azues. f'-
Attenco.
No eacriptorio de Jos Cnn di do de Bar-
ros, na ,u ,|a c,.u/ n 52j ||a pa|..( en_
dercliariiios de Havun.i do Rio, cliega-
dos ltimamente no bi'iguc Sagitario.
0 59 A
em frente do RosarioemSant, Anlonio, avisa ao r-
peitavel publico, e especialmente a seus tregeles,
drrn.-.h0Va,,ee"1'S5a ae Nito HSo3 soli-
de, ou pastilhas d.jujuba peimral.
norJ',rve.Cf"Se de u,m lr'tj'dor de padaria. o
^^ttStoT&rer'w: que, "ui"rd,ti-
O Sr. Fredenco lacques queira di-
rigir-sea livraria os. (i e 8 da piara da
Independencia, a negocio de sen inte-
rs, se.
AO
publ
ICO.
Manoel Joaquim de Miranda, oflicial de ccolplnr,
faz ver fe. publico e aos sens fregueze?, que iniidou
a sua residencia paia o aterro da Boa-Vlfla n. 17 ;
recebe toda e qoalquer encoirmeuds de sanios, lano
de pintura como de esculplura, com perfeko c pres-
ttia, assim como limpa ecoucerla magent de pedra,
pinta e as doura, e lambem troca imagen, vclhas :
quera de seu presliino se quizer utilisar, aterro da Boa-Vista n 17.
tiaiiaixu iisignado tema honra de parlicipar
aos senhores negocianles e mais pessoas desla e de
qualqucr provincia, as quaes inleressar possa, que se
acha eslabelerido com cscriplnrio de advocara na ci-
dade de Macein, capital da provincia de Alagoas, a
ra do l.ivramento n. i, e seofferece a tratar all
ou em qualquer ponto da ine-ma provincia da co-
branca de dividas e de todos os negocios de sua pro-
fissSo peranle os Iribunaes, juizes e reparlicoea pu-
blicas, ou exlraiulici,lmenle, por conservar as mais
extentaa rehenes em toda a provincia, como natural
della, e haver exercido durante 8 anuos os cargos de
promotor publico, e juiz municipal e de nrphos em
diflerenles comarcas, leudo sido alera disto honrado
com o mandato provincial por algumas vezes : as
pessoas que se disnarem de confiar ao abaiso assig-
nado suas commisses podem dirigir-se direclameule
nesta praca ao Sr. Jos Gonalvcs de Albuquerque.
agente procurador da provincia, que se encarregara
da remessa prompta e segura da correspnudeucia,
papis e dncumentoi. Cidade do Recife l) dejulho
de 1856.Lourcnco Accioli Wanderley Canavarro.
Na ra dos Copiares em seguinte ao beceo do
Lobato, quarla casa depois da venda, o. 20, ar-
mam-se bandejas de bolo, e tambera se dio bojos
de vendagem pagando-se qualru vmlens por pataca.
Na mesma casa precisa-se alugar urna prela para
vender na roa, pagando-se mensalmente.
O arrematante da capatazia da al-
fandega de Pernnmbuco, bastante ressen-
tido da injustieu que Ihe faz a Associacao
Commercial, em sen relatorio, responde
que ate lioje tem sempre cumplido as
obrigacOet contdas em'seu contrato, sem
<|tie para isso llie fosse preciso indicaro
alguma, e que mesmp lia feito mais do
t|ue deve, porquanto sendo obrigado a
ter (iOserventes, tem constantemente a pre-
sentado (i V, como prova a certidao jun-
ta ; e se estes serventes apresentados pa-
ra o excediente carecestem ser reforma-
dos, o ilustre inspector, em cucm a As-
sociarac reconliece existir qua.idadcs (|iie
Ilie hao merecido considei acao e conlian-
ca, nao consentirie que o aorematante es-
ca i necesse por tal forma de sua autorida-
de. O arrematante desejava que a as-
sociacao llie indicasse qual a irregulari-
dade do andamento da capatazia, por-
quanto, se ha rousa pie o arrematante
aborreca de coracSo lie a irregularidade,
e tanto que nao querendo que ella llie
appareca na capatazia, tem tres man-
dadores, quando o seu contrato manda
dous ; tem quatro abridores de nume-
ro, quando be obrigado a ter tres; e
sendo de costume na abertura dos volu-
mes os despachantes darem-lbe os arcos,
coi dase encerados, isto mesmo ja' seaclia-
va prohibido, lie isto urna prova nao pe-
quea de que o arrematante se nao pou-
pa a sacrificios para cumplir o seu dever.
Queiram, Srs. redactores, dar pubii-
cidade a estas poucas Un has, que mili-
to grato Ihe licara' o seu constante as-
signante-Jos Thomaz de Campos Qua-
tesma.
Recife, l) de agosto de I8(>.
-- Tara foilor de um engenho na freguezia da Es-
cada, precisa-se de um hi.mcm nacional oo estran-
geiro, mas que.soja de bons coslumes, paga-se bem :
qoem quizer dirija-se ao largo du matriz de Santo
Anlonio casa de um andar n. i, que ahi achara
com quera Iralar.
Na loja de madama Roulicr, roa Nova n. 58,
lem, recebido de franca, ferros de recortar haba-
dos para vestidos, os mais modernos que lem viudo ;
espartilhos ; saias de dinas, muilo modernas ; veos
de fil lavradu para-thapeot de lucio ; bicos prctos
de linho ; entalles e llores para cabera ; bicos de
blondc ; leques, 'lodo o mais necessario para bai-
les e Ihcalro.
Continuase a dar dinheiro a juros razoaveis.
com penhnres : na ra das Calcadas n. 10.
iuia do Queinia-
do n. 2 \ A.
Vendem-e curtes de chita frauceza com 12 cova-
dos a 9JtM), chales de merino bordados a velludo,
do ultimo goslo, curies de seda lisos e de quadros',
riscadus escocezes a -l'M o novado, assim comooatras
muitas fazendas, que se veudera muilo cm coala.
CARTAS FIMSSIMAS [PA1A VOL-
TARETE.
Vendem-sesuperiores cartas franrezas para volla-
rele pelo baratissimo preco ile .'>ll ua ra do OueimadoAa bem Mohecida loja de iniu-
ile/as da boa fama n I.
l\a loja das seis
portas
Fm lente do Livramento.
Corles de cambraia lisa com oito emeiavarasa
tres rail res, crt'sde cassa chita com sete varas ,
cinco patacas, cassas de quadros de cores fingiudo
rambraia e seda a doze vinlcns o covailo, risrados
francezes de bonilos padres a raeia pataca, e qua-
dros largos a dous lusles, chilas escuras trancadas e
lisas a meia pataca, e de diversas eores a seis vio-
laos, chalet de cassa com bolillas flores a cinco lus-
les, e de ganga encamados com flores amarellas a
duas patacas : vendem-se por estes haixos precos
porque se quer acabar com fazendas que estao de-
moradas.
^a loj das seis
portas
Em frente do L.vrameiito.
Lencos de seda decores bonitas para pescorode
senhoras a dez tustoes cada om, collarinhos de cam-
braia para senhoras a pataca, manguitos bordados e
com recortes a dez tiisles, camiaiabat cora peitoi
bordados a dous mil res, pescocinhos da retroz com
llores de cor a cinco mil reis, fil prelo de ehuvis-
quinhos proprio para camisas, manteleleseqoalquer
enfeile para senhoras que esliverem de lulo a qualro
patacas a vara ; de ludo se d amostras, das (i boras
da maohaa ate 9 da noite, trazendu penhor que cu-
bra o valor do que se manda pedir.
Vende-se um escravo moco, hbil sem defei-
tos ; na ra das Calcadas n. lo.
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
sortimento de perfumaras de todas as qualidades,
sendo seu autor o melhor que ha em l'arig, riqusi-
mos frascos de eUraclos muilissimo finos, pelo barato
preco de 1500, IMOO, 23 e SfSQO, jarros de porcel-
lana delicados c de modernos goslos com banha frau-
ceza muilo fina a 2j, fraseos com esseencia de rosa a
3G, paos de pomada franceza muilo boa a 100 rs.,
frascos pequeos e grandes da verdadeira auna de
Colonia do Piver a 580 e 1^000, sabonetes finos e de
diversas qualidades.ps para denleso melhor que po-
de haver, e oulras militas perfumarlas, que se ven-
dem muito baralo: ua ra do Queimado, na bem co-
ndecida loja de miudezas da boa fama o, 33,
i\a loja das seis
portas.
Em frente do Livramento.
Lencos de seda francezes do muilo boa leda e sos-
'o, proprios para ineiiinas e senhoras a de/, lusles
i'irda um, lencos com bico largo, proprios para inflo
t enhoras a quatro patacas, e bordados a dez tus-
toes,. ranada fiua, corles de camhraia lisa com oilo e
meia1 varas a Iros mil rs. o corle, que da' vestido
cora Ir. babados, corles de camhraia de seda a oilo
mil rs. rlula mu ; a loja oslar aberta para quem qui-
zer escolher ou mandar trazer, das fi horas da raa-
nhaa al 9 da noite.
nonecas france-
sas.
', Vendem-se muilo bonitas bonecas franeczas, pelo
haralissimo preco de 11080 e 1^800 : na ra do
nucimadn, na bem cenhecida loja de miudezas di
boa fama n. 33.
fommj^ Loja da boa f.
Compram-se G ou 1->cadeiras de jacaran
sendo obra do Porto, e que estejam cm bom
mesmo que estejam com a palha furada, o ,n
ella : na ra de Borlas, casa terrea n. 62, r em
a frente pintada de azul e as portadas brar
Compram-se apolices da divida prov' ,al ; na
roa das Flores n. 37, primeiro andar.
Compram-se accoes da companh de Beberi
be : na ra larga do Rosario n. 28 lo1
Compra-se calcado de .a a quali-
dade, agradando o preco: ra liirei-
ta n. 45, loja.
Compram-se 2 eseravas mocas, bonitas, e com
prendas, para urna eocorameuda : na ra das Trin-
cheiras junio ao nicho.
-- Compram-se meias garrafas que lenham sido
lampngne : na ra larga do Rosario n. 28.
^smpram-se duas ou tres casas, qoe rendam
anniialn. -*K) ou 300? rs. cada urna, ou hit. so-
brado, que VIO ou 0003 n. : na ra du Colle-
gio n. 9.
Quem liver om compendio de dootrina rliris-
13a por l'rculo. e o quizer vender, dirija-se a ra do
Rangel n. 30, segundo andar, das fi ate as 10 horas
da manliaa, ou annuucie para ser procurado.
Compra-se orna taberna em bom local, e que
esteja bem afreguezada para a trra: quem tiver an-
ouncic.
Compra-se um compendiu de cblmica por Pe-
louse, e um de historia universal por Pedro Parlis:
quem os quizer vender annoncic para ser procurado.
Compra-se urna lazarina de doos canuos, em
Dom eslado : no paleo do Paraizo o. 18.
$$cn$a&.
Vende-so urna carraca, de i rodas, grande e
nova, propria para lodo servico : ua roa Nova, co-
cheira de carros n. til.
o
f Gambraias francezas #
iiias,a5a,0ocovrtdo,
na ra do Queimado
f n. 9. 1
fe-1* \endem-se cambraias franeezas muilo am
g modernas e de lindissimos goslos, pelo ba- W
'ty ratissimo preco de 320 o covado. ^
mwh
pernambucana.
Na fabrica de sabo e velas,maoufacluradas na ra
ao Brom, vendem-se velas de carnauba purificada,
iguaes na luz as de csperm'aeete, e sem eihalarem
eanoalgaai desagradavel : vendem-se a prtjo de
l.tsooo a arroba, encaixotadas, advertindo-se que a
menor quanlidade que se vende a retalho be meia
arroba, e sendo pagas a vista.
Cal de Lisboa, nova, c potas rumana
superior.
O deposito de cal da ra da Cadeia do Recife n.
jW, acaba de receher pelo ultimo uavio de Lisboa
harris com cal nova cm pedra, assim como ditos de
potaisa russiana de superior qualidade.sem eiagera-
caoa melhor que lem viudo ao mareado, comernos
artigo* os senhores de engenho podem sem recen
azer bom assucar. era qualidade, peso c alvura, e
os vende por precocoinmodo Anlonio (iomes da Cu-
iilia e Silva, na ra da Cadeia do Recife, loja n. SO,
defronle da ra da Madre de lieos, bavendo neslc
deposilo um resto de barris com cal da safra passa-
da, que se vendem por baralo prc^o.
J\a loja das seis
portas
Em frente do Livramento
Pescocinhos de relroz prelos e bordados de cor a
cinco rail rs. cada um, erles de fil prelo bordado
para mauleleles de meninas a mil rs. cada corle,
camisas de camhraia bordadas pira seniora a dous
mil rs., e maugoilo* recortados a dez lusles cada
par, collarinhos de lindos eoslos para senhora a pa-
taca cada um, e minias oulras fa/.eod.-s proprias pa-
ra o passamenlo da testa ; da se de ludo a amostra,
levando pcnlior que cubra o valor do qoe se rnaodar
pedir.
Vende-se cbaly de quadros de bonilos padres .-
i"'a covado' d,los lisos de bonilas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de retroz de bo-
nitas cores a .">, ditos com lislras de seda a "0: na
roa do tjueimado, nos qoalro canlos, loja de fazen-
das da boa fe n. 22, defroulc da loja de miudezas d
boa fama.
AVISTA DAS BOAS QUAL1-
dades he muito barato.
Vende-se papel de peso e almaco o melhor qua
pode haver neste genero a 3, 4, e oOOO a resma
papel paquele muito fino e de muilo boa qualidade
prnpriamenle para se escrever por vapores para i
turopa em consequeiicia de nao sa pagar grandes
porles de cartas, em resmas, meias resmas, qurlos
de resma, ou mesmo em quadarnos p 80 rs., papel de
linho verdaderamente almac.o e proprio para cario
rio a 3 rs. a resma, verdadeiras pennai de aro d
, 21n a conlleci 1-3200 a caixiohn com 12 duzias, ditas sem ser de hi
co de lauca. mas lambem muilo boas a GiO a eaili-
nh* *55 1-dazlas> du"a le lapis muilissimo linas,,
320, 400 e 300 rs., dilos para desenho a 800 rs. a
duza, caivetes muilo linos e de todas as qualidades
e preco-, tinta ingleza muito boa e barata : na ra
do Queimado, loja de miudezas da boa fama o. 33.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ka fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-
dido c batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptidao: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C
ra da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de moniaria, candieires e casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
no da vela, chumbo da munico, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Relogios
coberloj e descobcrlos, pequeos e grandes, deonro
e prala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Soulhall Slellor Compaohia, ra
do lorros n. 38.
Cobertores de laa hespa-
nhes muito encorpa-
dose grandes.
voha^ptr/ru"3 ^^^T'^ e5qaUa ^
Para os na mora-
dos.
Vendem-se flbas de papel muilo bonilo, proprio
para correspondencia de Untando, pelo baralo
pceeo de 10, 60, SO e 100 rs. : aa ra do Ouciraado,
na bem condecida loja de miudezas da boa fama
u. d.,.
inglezes de ouro, de sabonetc c de vidro :
vendem-se.a preco razoavel, em casa de
Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeia
do Recife, armazein n. 36.
13$500
Vende-seca I de l.isboaultimameniecbegada ai-
simcomopotassadaRussiaverdadiira: napraca do
Corpo Santo n.U.
t'mcompletosortimento de bordados comoe-
ata, camisetas com mangas, collarinhos, peitilhoi,
romeiras, camiss, coifinhas e jielerinas ; lambem
tem om completo sortimento de ricas llores, afeites
para eneja, filase osverdadeiros e modernos lucos
dennho: ua roa da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
Cassas pretas para tute.
\ endi'in-se cassas pretas muilo finas proprias para
luto, pelo haralissimo preco de ISO s vara : na ra
do Queimado, nos quado canlos, loja de fazendas da
boa le n. 22, defronle da loja de miudezas da boa
fama.
Retinara do Monteiro.
No deposito da ra da Ser/.ala-Ve-
na n. lid, vende-se assucar refinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Lencos de cam-
hraia de linho
A 320, 400, i>00, e 640
eada um.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da jesquina que
volta para a ra da Cadeia.
Vende-se
cemento muilo novo, chegado em 11 do maio prxi-
mo passado de llamhurgo, por preco muilo em emi-
ta a villa da qualidade, tanto em porcilo como cm
barricas c linas : no armazem de malriaes na ra
da Cadeia de Sanio Antonio o. 17.
popelina!!!
A IfOOO O COVADO.
>a ra do Qaaiaado n. 21 A, vende-se i mais
linda fazeudi. para vestido de senhora e meninas, de
assento brauco com flores solas e de lislras, fazenda
esla ehegada pelo ultimo vapor; dio-se as amostras
com penhor.
Pianos,
Vendero-sepianosvcrticaesinglezcs, de elenanles
modelloseeicellenlesvozes, fabricados porumdos
maisacrediladosautores, premiado na etposiciode
Londres: no armazem de Koslroo Hooker^Com-
panhia, praca do Corpo Sanio.
Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle
cidoOeorgeKeoworlhy, no lacar.de S.Jos do Mea-
suinho, com arvoredos de fruclo e mais bemfeilorias
que iidle se acham, sendo as ler:as do referido silio
proprias : quem o pretender procure em casa de .Sa-
muel I'. Johnslou ;\ Companhia.rua da Scnzald No-
va u. 12.
AGENCIA
Da fundirlo Low-.Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteesiabelecimenlocontinaahaver um com-
pleto sortimento de moendas e neias moendas
para enrjenho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido o coado de todos os tamanhos nara
dito.
Em casa de M. Calmoit &JG., praca do
Corpo Santo n. 11, ha'para vendero
seguinte:
Taboado de pinlio, aicatro e pixe da
Suecia.
Alcatriode carvfio.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Ttido muitocoinmodo.
a boa fama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SAItEM.
Wndom-se libras de linhus de boa qoalidade n.
>0, 120 a 1)600, duzia de lesouras muito boas para cos-
tura a l, ditas muilo linas e grandes 15200 a du-
zia, pecinlms de luco cslreitn a 560, i
agulhas francezas Imuilo linas a 160,
l no% ello, de huas de marca moi
280, braceletes encarnados muilo honi
as e senhoras a 200 rs., meias branc
para senhoras a 2i0 e .100 rs. o par
iilins rauilissii finas para bordar 100 al 160,1 bo-
tes de madre -ola moilo finos para camisisatiOO rs.
nuito finos de ac para caljas a 280|a
juradas muito finas para laical e col-
a orna, pentes de balea muilo linos
DO rs., pecas de fita de linho com ti
rs., caiiinhas com colxeles fraoce-
vinhas com
ixinhas com
simo linas a
para meni-
muito linas
ioai.'.|s;;i!e h-
a grosa, bolo
-rosa, livela
leles a 120 c
para alisar a
varas c meia a
zes a tiO ri., carreteis de liuhas de 200 jardas de
muilo boa qualidade e do lodos os nmeros a 80 rs.,
majos com 10 grampas e de muito boa qualidade a
.ii) rs., pares de suspensorios a aflflm |jrT*i*lM
Candieiros a SO rs. a duzia, c
para algiheira com molas fltnradas a (00 rs., cane-
las para peonas de ajo a .20 e 40 rs., meias brancas
e cruas, fazenda muMp-boa, para homem a 160 e 20O
rs. o par, Irancinhas"3e laa de caraces e de lodas as
cores a 100 rs. a pecinlia, pentes de cbifre para ali-
sar, fazenda muito boa a 800 rs. a duzia, grozas de
liolcs de loo'.a piulados para camisas a 2S0, pejai
de fila de eos de todas as larguras a 2i0e .120, linhas
brancas de carreteis com 100 jardas do aulor Alejan-
dre a 40 rs. n carretel, linhas pretas de meadinhas,
fazenda muilo boa a 20 rs. a meadinha, carias de
allinetes da melhor qualidade que ha e com 25 peu-
tes a lio, pentes abarlos de bali-a para atar cabello,
fazenda muilo boa a 28(100 a duzia, meias de fio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a2i0 e 390
o par, grozas de fivelas para sapalos a 560, caiiinhas
euvernisadas com palitos de fogo de velinhasdeboa
qoalidade a 120, ditas de pao com palitos de fogo de
boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 caiiinhas de
phosphoro propriamenle para charutos a 320,
castes muilo bonitos para bengala a 40 rs., sa-
patinhos de laa para criancas a 300 rs. o par.
tranceln prelos para relogios, fazenda muilo
boa a 140, escovinhas muito boas para denles a
100 rs. 'Alero de todas estas miudezas vendem-se
oulras muilissiraas, que i visla de suas boas qua-
lidades e baratos precos lem causado admirarao
aos proprios compradores: na roa do Queima-
do, na bem condecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
" A LOJA DA BOA FAMA.
\eude-se bandejas"grandes e muito finas pelo ha-
ralissimo preSo de 3WXJ0, I3OOO e 53000 reis, ocu-
los de armacao de ac de todas as graduacSes a
800 res, lunetas com armasao dourada a 19000 reis,
ditas com alancS* de tartaruga a 1>000 reis, ditas
com armadlo de bfalo a 500 reis, oculos com arma-
dlo de metal branco a 100 reis o par, lmelas com
armacao de lartaruga com 2 vidros a 38000 reis, ri-
cos chicles para cavallos de homem esenhor.. pelo
haralissimo preco de 800 reis eada um, grvalas de
seda muito bonilas a IjjOOOaeis, bonilos atacadores
de- cornalina para casaca pelo barjlissimo prejo de
.100 res, suspensorios linos de borracha a 100 reis,
pentes muitissimu liuospara suissa alOO reis.escovas
muito (mas para cabello a 610 res, capachos piula-
dos compridof c redondos a 700 e IjOOO reis, bo-
tes im 1.irnos demadrepcrola para camisas a I920O
rs. a sroza e 120 rs. a duzia,ricas caetas para peuna
de ac a 120 reis, rico porta-relogios a IfSOtj rejs,
caixas de metal muilo finas para rsp a 500 o 600
reis, escovas fioissimas para uuhai a 320, 500 e (ii
reis, escovas para roupa e cabello o melhor quepode
haver a 1-000,18200,1>500 e 25 reis, pinceis linos
para barba a 200 reis, duzias de facas e garfos linos
a 35OOO reis, ditas de cabo de balando muilissima
linas a 0SO0O a duzia, ditas fioissimas de cabo de
marino o roellior que pode haver a 155000 reis a
duzia, camisas de meia muito linas a I5OOO reis, ri-
cas abotuaduras de madreperola e metal para col-
lele e palitos pelo barato preco de 500 e 600 reis,
limssimasnavalhas para barba em cslojos de urna e
duas navalhas pelo haralissimo preco de 25000 o es-
tojo, candieiros americanos muito bonitos' proprios
para estudantes ou mesmo para qualquer estabele-
cimento, pela Iboa luz que da a commodidade
de se poder pendurar ou pr-se emeima de qoalquer
mesa, pelo barato preco de 55OOO reis, pastas para
guardar papis a 800 reis, esnellios para parede com
armacao dourada e sem ser dourada pelo haralissi-
mo prejo de 500. 700 e 19000 reis, finissimas e ri-
cas caixas para rape a 2s500 e 30000 reis, papel de
coies de Tollus pequeas em quarlo de resma pelo
barato preco de 720 reis, e oolrasmuilissimas cou-
sas, que ludo se vende mais baralo do que cm oulra
qualquer loja : na ra do Oueimado na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama u. 33.
LABYRIRTllOS.
Vendem-se lencos e loalhas de labvrinllio. assen-
lado em lina earabraia de linho : ua ra da Cruz 11
3, primeiro andar.
Fariiiha de mandioca.
^ Vende-sc superior farinha de Santa
Catbarina, em saccasquetem um alquei-
ie (medida vellia) por preco coinmodo:
no armazem de Novaes & C, na ra da
.Madre de Dos n. 12.
Vende-se a verdadeira graixa ing'.eza n. !I7, do
fabricante Dav and Mirlen, em barricas de 15 du-
zias de potes, em casa de James Crabtree .V Compa-
ubia, ra da Cruz n. 42.
Vende-se o engenho Muribequinha, tres legoas
dislanle desla praca, oue fra avahado em 35:0005;
perteoee ao casal do finado commendador Jos Pau-
lino de Albuquerque Sarment, e 110 qual tem o ac-
tual rcndeiin (res quinlioes de IO05 cada um, que
loram excluidos daquel'a avaliaco, a que se procc-
deu 110 da 26 de jiilho prximo* yassadu, pelo jaizo
de orphaos ; quera o preteuder, inja-se ao Sr. le-
nenie-coronel Barata, ra da Cadaia 11. 22, ou ao Sr.
Jos Coocalveide Albuquerque, 00 paleo da Kibei-
ra, sobrado junto ao muro da i'eJda.
Para
as senho-
ras que rostam do bom e
barato.'
\ endem-se ricos pentes de tartaruga para alar ca-
bello a 45>00, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para criancas de um me?, a um annu, pelo barato
preco de I58IKI o par, leiirinhos de relroz de lodas as
cores para senhoras e meninas a 15. toncas de laa
para senhora e meninas a 500 rs., camisas de niela
par criancas ale a ulade de un anuo a 500 rs.
meias brancas de algodao para senhora muilissiiuo
linas a 500 rs., dilas brancas o prelas de. seda o me-
lhor que se pode encontrar a 25e 255011 o par, ricas
caiai para guardarjoi a SOO rs. e I-, canas mui-
lo ricas com repartimenlns iiuicamente proprias para
costuras, pelo haralissimo preso de 25500, 35OOO e
3&500, traveseas de verdadeiro bfalo para prender
cabellos, pelo haralissimo preco de I5, ditas de tar-
taruga a 35500, ricos leques com plumas eespelbos e
piolara! fioissimas a 2>, peules de bfalo muito linos
para tirar piolhos a 500 rs., tesouras fiuisimas e de
lodas as qualidades, ricas transas de seda de todas as
cores c larguras, ricas lilas de "seda lisas e lavradas
de todas as larguras e cores, bicos de linho finissimos
de lindos padres e todas as larguras, ricas franjas de
algodao brancas e de cores proprias para cortinados,
oulras muilissimas cousas, que ludo se vende por
lo barato preso que aos proprios compradores ser-
vir de admirarn na ra do i.lueimadn, na bem
condecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
taixas de ferro.
Na fundlcao da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal demarinha, lia
sempre um grande sortimento de taixas, tanto de
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas ; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
prscos sao os mais com modos.
VINHO nos PORTO CENLI.NO.
\cnde-se ptimo vinho do I'orlo em barris da
quarlo e oilavo, por preco razoavel: na ra da Ca-
deia do Recife n. 13, escriplorio de Bailar & Oli-
veira.
Vinlio do Porto, superion chamico.
Em caixas de 2 duzias e era barris de oilavo, re-
cenleinenle chegado pelo brisue uTrovador ; vende-
se tnicamente 00 armazem de Barroca & Caslro, ua
roa da Cadeia do Kecifc 11. i.
A .".S'oOO a duzia.
Lencos de camhraia de linho para algibeira : na
ra do Crespo, loja de Adriano y Caslro n. 16.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo e azul, fino, fazenda muito
superior, prova de limao, pelo haralissimo preco de
38500 o covado, alpaca prcla muilo fina a 640 co-
vado. merino selim, fazenda sii|>erior para palils a
I56OO o covado, canlao prelo muilo fino proprio para
vestidos a 15 o covado, selim ptelo mar.1,1, fazenda
superior a 256OO o covado, grosdenaples prelo muilo
lino para vestido a 25 o covado, superior sarja prcla
hespanhola a 25210 o covado, prinreza prela muilo
fina a SOO rs. o covado, corles de rllele- de gorcu-
rao de seda, fazenda muito boa a 28, cortes de fos-
(cs de I,mulo- padres a 610, brim transado branco
de puro linho a Ije l550a vara, brins transados
de cores de muito bonitos padres e de puro linho a
I Si 11 a vara, dilos ditos tambem de bonitos padroes
a SOO rs. a vara, dito transario pardo lambem de li-
nho a 600 rs. a vara, dilo liso largo a 180, ganga
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a 32n e 360 o covado, ditas de cores escuras de qua-
dros e lislras, de muilo bonitos padres para calcase
palito*a 600 rs. o eovado, corles de coisas de bonilas
casemiras de alsod.lo, pelo barato prego de 15120,
brimzinhos de quadros de puro linho a 20 o covado,
panno de linho muilo fino a 6i0 a vara, pcilos mui-
lo linos para camisa brancos e de cores a 400 e 500
rs., comisas de meia muilo finas a 1J e 15120, luvas
prelas de lorcal para senhora, fazenda nuilo supe-
rior a SOO rs., dilas de seda de lodas as cores para
homem e senhora, pelo haralissimo preso de 1J20O o
par, ditas de fio de Escocia para meninos e meninas
a OO rs., lencinhos de filcl muilo bonitos a 15, ricas
grvalas de seda pretas e de cores a 15, meios lencos
pe seda para grvalas a 600 rs., dilos prelos n.u'ita
bons I5, pecas de cambraias de salpicoscom Sva-
ras e meia a 39200, s, 10 a 4Jr'j 'amoscadas
muito boas para cortinados a I2j, et. ft. Vliaa mu
to fina com urna vara de largura, pelo baralissira
preco de .".60 11 vara, lencos de camhraia muito lino
\ aqueta do serlo e sola do Rio, carneiras e
penes de eaora.feij.lo em sacca de 2 alqueires, quei-
jos frescaes, cera de carnaoba, afanados grandes e
pequeos, pelles de tigre e panthera, carne soperior
0 ertao, sebo em rama : vende-se no armazem do
cae. do Ramos de Francisco de Paula Figneira de
Saboia.e a tratar no seu escriplorio, ra de Apollo
De O. '
Vende-se a taberna da ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 26 : a Iralar na mesma.
Vende-se um bonito mulato de 18
annos de idade, proprio para boleeiro:
a tratar na uta do Vinario n. ,11.
SuMmenlo de fazendas novas, boas e baratas
na loja 11. 30 da ra da Cadaia do Reeircdefroole da
ra da Madre Dos : cintas de cores lixas, e bonilo*
padres a 160, ISO, e 200 rs. o covado, e em oera a
65, 65.00, 63000 e 75, dilas largas e riscados fran-
cezes largos rie novos padroes a 240 o covado, corlas
de cassa chita de cores agradaveis com 7 varas! a
I5S00, dilos de barra para acabar a I56OO, chales de
merino pequeos de barra a 25, cassa francezas de
core a OO e 560 a vara, cassa para babados a 900 r.
a vara e I56OO a pesa, chales de merino liso muilo
linos com franja de retroz a 5-5, ditos bordado de
matiz a S5, ditos bordados de uina t cor muilo fi-
nos a 105, dilos de chally com barras asselinadas a
oaauu, selim prelo maco proprio para vestidos e
collelc a 25 o covado, corlas de sida para vestido*,
goslos moderno, a 265 e 305, grosdenaple preto, su-
perior qualidade a I58OO, -J5 e 2ci00 o eovado, len-
jos de cambra.a de linho bordados a SL dilo. a imi-
lasao com bicos largos para mo de senhora a 15,
d|tos de seda com estampas das balalhas da Crimea a
SW rs. e 15, panno de linho fino para lenroee com 2
varas de l.rgora a 25IOO a vara, pesa, de -lleca fer-
ia de puao linho. lina, com 21 varas, propria para
camisas de senhor. e loalhas de labvriolho a Id-
ditas de brelanba de linho, fina, para o mesmo lira,
cora 10 varas a-peca a 75. colletes de seda em enr-
e a O, casimira prela de boa qualidade a 2- o co-
vado, paouo preto e azul, fino, a 39600 e i, e'muilo
superior, approvado na exposicao de Pars a 7a, era-
va as de seda bonilas a 15, brim de qoadriobos par.
palilos a 200 o covado.rorles de brim de puro linho,
padroes luleiramente novos para calca a 35200. De-
caa de panno de linho fino com 12 S varas a f>,e
lilas de flamburco fir.o, proprio para ceroulas, toa-
has e lei.coe. a 105. e 115 a peca, madapoloe. de
boa qualidade de 25500 ale 85 a peja, cobertor. de
algodao, grande, imitando laa a 1200. e dilos de
aa a 29, astas de canulSo para senhora a 3c, e dila
bordadas a ., e oulra muita fazendas, que a di-
nheiro vina se vendem por barali.imo pre5o, e
dao-se amostras. p v > =
CAUSAS FRANCEZAS.
Na loja da Estrella, ra do yueimado n. 7, ven-
dem-se camisas francezas linas e do ultimo goslo.
pelo baratissimo preso de 25500 e 3000cada urna, c
alpacas de seda a 6i0 o covado.
Aos senliores de engenho.
No beceo do Oonsalve, armazem de Joc Duarle.
rt^T." veroade,,a farioha gallega, em meias bar-
rica, por commodo preco.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar horta e bai-
la de capim: na fundisode D. W. Bowman
na ra do Brum ns. 6,8el0.
Wa loja das seis
portas
Em frente do Livramtyiio.
Chitas de cores bonitas a seis vintens, ditas tran-
sadas a meia pataca, rucados de tres palmos de lar
so, proprios para roupa de prelas a seis vintens
covado por estarem molbados da chuva c agua doc
chales brancos de cassa bons pira trazer por cas
cuco lu.les, e de ganga encarnados com Oor a>
relia a duas patacas; da-se de ludo amostras, le
do o portador penhor que cobra o valor do qoe
que traga. H
Kedes de tod
as qualidade
feitas no fiara.
completo sortiinento da. referida, rede, para lodos os
Palitos acadmicos.
Na roa do Creepo, loja o. 10, veade-ee 110 casa
I lelo sortimento de palito, fraques, sobrecaaaeas da
ptimo panno fino de diversa core, casa (ala la
velludo e boloei da mesma cr, por preso asis ceaa-
inodo do que em oulra qoalquer parte.
Vende-se om .i'.io ne lagar do Reatadio,
com rasa de y>venda, otaria, bom barra para lodo
'ruco, umaspedjeapa baita para espire, viveara,
bstanles arvorMos Trinen! o pretender riirija-ee a*
mesmo lugar a Iralar cor? Caelano Baptista de Melle.
Veiide-.e a taberna ifila no beceo do Caaapelo
u. i, e na mesma taberna tambem te veadem 2 ar-
marios proprios para taberna 1 aeeenaa. de caf, f
rrlogio de ouro cora crreme, l"** tratar aa
mesma.
Navalhas a con 'ento.
' r'r. n' a
Biaaas aaaaW.
aWMKK n
(.onlinaa-se a vender aSjOOO
1. bem conhecidas navalha. de
bil fabncaule que ha sido prt
fisisoes: vandem-se com a
dando poder o comprador d.
depois da compra, leslilumrio-
cas.de AogustoC.de Abreu,
Recite n. St.
l ~".y,n<,n-e tres escrava. 1
habilidades, um prel ^ a^ K
Ul lia J.
.. RAPE".
Vende-se rapo frejeo oe loC
Lisboa, Paulo Cordeiro, prnu
gase grosso.Tneio ero*, fino.
Independencia n. 3.
Vende-sc urna 1^
boa ra e com bast:
nheiro ou a prazo, o
to : a tratar na rua
n. 5i.
Na rua da O '
loja n. -i, ven**
de carnauba, vir
caty.
de nao aera
la. ale 30 da*
portaacia :eea
rea da Cadeia de
ule : aa raa
a. as qualidae*. de
r a do Kio de Racha.
n.uron: aa prasa da
'" fazendas cm
>iea, a di-
tas a contrn-
ideia do Recife
v'elha do Kccile
accas cota cera
mente do Ara-
Vendem-se muil
e homem, pelo b
dilas dila prelas
n.,38.
CHANDE SOP
yocijo. mu'
a 1:li>0, man
dila 610 dila
cai&es de ,!
grande ^v
da ilba de F
a libra, ce
libra I5OO
ne do ser'
res, e oc
comprad
F
do Cor
de or'
preso
oa. Iuvm vaiiea para Sr.
" preea' dj*^
', aa rae & **.
NTO DE Mii ADOS
UtElTA K.n.
""00. Ilesa .,
'"W'. a libra.
* <20aiibrad a 6*0 ,
lab. tsou ," ,1^'
' JC-iO, dila -o. ,
diri.T'J****^
1 400,
a 1*0,
H)' relogia
ella, ,j.
patente si
'arnaana a
..
^^Kys-
HWa *
>Hta *V>
Timm MooHe.4 A Vi^
'*> em br,
I
ralo.
* Pablieo, lo
tata de .acca
'* do Rio de
o* Pra liquK?
oca
lS
Rraa-
ll.deF.niBJ
le cafe -*
neiro :
todos brancos e com barras decore a 300'ra.","lenco! rom^seUm'd^nliV'^05."' ,,manhos e qualidades.
de chita franceses muito bons a 400 r., chale de a. com dou. fio* nd alBoda0' ""*"
algodAo de cores do bonilos padres a 800 rs., risea-
dinhos muilo finos e de muilo bonito padres a Ir
o covado, fil de linho liso muilo fino a 960 a var
dito de flores a 15280, meias pr de seda para se
nhora, faienda muilo superior 1 par, dila. brar,.
cas muilo Jias a 35 o par, dit; icas de alqodao
muito linas a 210 e 320 o par. brancas n>-
fina para meniuos e meninas ijie.^
ludo isto unirs muili-ima^ ... n,las.a||^^\ i-,
" L_^4LeBBBaJp |K precos, he que 01
amigos do bom e baralo, conhecas
rilo o que he pichincha : na rua do Cmeimado, uo-
quatro cantos, na loja de fazendas da boa fe n. 22,
defronte da loja de miudezas da boa fama.
Fazendas por
muito menos do
seu valor, na loja de 4
portas, na rua do Queima-
do n. 10.
Continoa-se a vender nesta loja o reslo das fazen-
das da loja da rua do Crespo, que foram arrematadas,
e se vendem pelos seguinte presos :
Madapolao entrelio a 25800, 3J> e
Dilo muito lino de jarda
Dilo muilo largo e muito fino com 35 varas
Alsodaozinho de 20 jarda
Dilo bom americano'
Chitas de cores, bou padres a ."J, 59500 c
Corles de calsa de casimira prcla a SS500 e
Ditos de collele de elim prelo superior
Brim de linho de qoadros, o covado
Dilo trancado, a vara
Pannos preto e de cores a 35 e
Chita larga franceza, o covado
Ditas eslreitas de cores, o covado
Algodao azul mesclado e de lislras, o eovado
Corles de cassa dula
Hilos de dula larga
Grvalas de seda de cores
Leoso de ganga e de chita, finos
es..raa variedade de desenhos com cor
nte seductoras.
fco do Porto,
ortes de seda
1 18.000 RS
Jo r-| I J ltalpMl
tidos i-2#
ris
rea ioleira-i
>
i^os ewtes de4
Novo
frauceza
loja da*
rolO.
sito
ampielo sorlimen
a vestido a 250/Kl
ro porla da r
o de cortea Ida anata
' cada eru: m
r,o
' ^
31500
ISKOO
139000
25000
35000
(5000
65000
3JO00
200
600
39500
900
160
160
19600
15920
6W
pOO
\
t ^og-ios
ingezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inzlalerra: em easa de
Ilenrj Gibson : rua da Cadeia do Reciten. 52.
LUYAS PARA HOMENS E SE-
NHORAS.
\ endem-se superiores Inv as dejpellica muilo nova
para homem e senhora a 15280 reis o par, dilas de
seda muilo boas e sem deleito algum amarellas, pre-
las e brancas para homem e senhora a I5OOO reis
o par, ditas prelas de torzal muito boas a 800 reis o
par, dilas de fio de Escocia brancas e de cores para
homem e senhora a 100. 500 e 600 reis o par, dilas
dilas para meninos emeninas a 400 reis o par, luvas
de seda ricas di luda as cores e bordadas, com
guarnicao, para senhora a 3)000e39500 reis o para
e oulras mais qualidades de luvas, ludo na rua
do (Jueimado na bem conhecida loja de miudezas de
boa fama 11. 33.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, ehegada ltima-
mente de Franca, pelo baratissimo preso de 15000 e
covado. Esla fazenda he de pora laa i seda, e os
, seus padres sao os mais bonilos noc al o nreaama
seda
... A .8,000
A lojadeiatro portas da rua da Ca-
dca do llecien. W.chegou nltimamcn-
c unv jranA sortimento de sedas muito
ucasedeltii.ssnnos padroes, que
de pelo han issimo preco de I85O1
corte.
-No sitio dmominado Cl.ora-Men.,
vende-se urna nda de ferro para mandio-
ca, e urna prens de madeira tambem em
muito bom estro, para a febricacSo da
tarinha.
-.-ddc, ca
nei te para veno
to lindas e de mu
des, como os com
por estar em veget
potis, Cyprestes, P
enm e outrs muit
Scido jardim,
tfoasa Senhora
'a coustante-
le roseiras mui-
versas qualida-
* podero ver
ssim como sa-
as, Dalias, Alc-
res.
se ven-
8000 rs. o
no
owr *
t^mpello
Iho, o e
a re-
e
Antonio
pa da
Jba; f.i
Ja Reg :
cante Cam-
do JOJOTO de
leso Plato de
Ira rico piano de jacand, de om dos,- melhores
e mais acreditados autore^le Paris: ^?nde-.e na
tua da Cruz, armazem n. lio P ..ife.
Vende-se orna escrava n'asa qoe sabe coser al-
suma eousa, cozinha bim o diario de urna casa de
familia, ingomraa perfeiament, sahe tratar de um.
sala com lodo coidado na rua da Aurora n. 40.
. V*nde.se nma rasa principiada de pedra cal,
Ma as Capunga : a tratar no aterro da lina-Visla
n. 33, loja 1*3 alfaiate.
Vende-se um cavallo russo, bonito e
anda bem em carroea : a tratar no sitio
denominado Chora-Menino.
^@@@$$ M9
9 '"e"'as da India, proprias para f-rrar fi:
Ssala e camas na rua do yueimado n. lo,
loja de Sanios Coelho. gi
XAROPE
DO
BOSQUE
Fogio do engen
aats da Escada, no ,
"ippe, crioolo da Bal
>orpo, rostocomprido,
rula, canholo, p^rnas b
algodao azol e chapeo
comprado no Recife a-----------
qoem o apprehender T!*e ,0.n8
fe, qoe recen/ a .1 abal,
gralifiearao, e -x Kec,r* ,IIb>-
Laaaaa Jun "" oe Jlho de l.
Manoel Goocalvei*reira Jaaior,
Do engenho Crutah; no d 3 do eerreat
uigiram 2 escravo, sendo um de ne Anteara. ,
"acao Cassaoge, qoe reprsenla ooa da i
ile altura regular, cangoeiio no ai
to redondo, sem barba, coila lita
po, convena pouro ; o oulro da o
nasao, batanle alio, algum lauto
regular, lem de ambos os ladea da
talhos de sua nasao, pernal fina.,
gueiro, p grande, e ten un.as n
as cusas aioda novas : quem aa a,
duza-o ao dito engenho, o. no de ua-Fria ca
freguezia de San-Uoreno da Milla, neats pr.-
a na rua da Oaia n. 6i, primeiro ano generosamente recompeoiado.
mZJOl fi ,9 do eorre,,,e afo"o aweavas do
engenlw Abreo, comarca de Naiareth, aa
jal
co-p, de 3.1
cor prea^a^
ehetodaear-
VeriMiraa da
dando, raeto
1 mareaaf ala
n laato can-
de chieei.
icoaereofi.
qera
-----_-----., MMlai ua naarein, 01
ejeravos, sendo, o escravo de neme Joan,
Murambiqoe, alio, seceo, mal|feito de co
a 10 annos pooco mais ou menos, lando ,l
iiae de ferro proprio de .a nagjo, dedaVaMad
testa at. pona do nariz ;jj escrava 1.
auna, crioola, de -Jo anne '
nos qualro cantos, lojs de fazendas da boa fe a. SS
Vendem-se vallas de carnauba de composicilo,
a imilacao das velas estearinas, pava americano,* da
melhor qualidade possivel, bem como de carnaoba
simples, por presos commodos, arroz pilado muilo
0111 e ja multo conhecidn por cresccr mais que o
doMaranhio, em arroba S*4, em saccas a I98OO
arroz de cana em .accas grande a 39500. e em al-
queire medida velha a 3-0O, ludo muilo bdm : na
rua do \ igario u. 5.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias prelas de laia oara
padres, pelo haralisaimo preco de I5HOO o par na
rna do Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
-- Cal virgem de I.i.boa, ebegad no brigu
.Constante : nos armazei.s de Foassca, HeeWreaX
l.ompauhia, rua do Trapiche. a
-Em casa de Eduardo II. W yall,rua do trapiche
Novo n. lis, vendem-se ba.-U. .elogio, de ouro. co-
berlos e de.coberlos, u-lhns laglcsas, chicles di
carro, arreios para dilo, cebas da Rusaia, lio de vela
tintas de lodas as cor.,, candieiros e casticaes bron-
zeados, conservas de frucla iuglizas, charuto de
Foi transferido o eposito deste arope para a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53'
garrafa 59580, e meias 35000, sendo falso lodo
aquclle que nao for vendido nesle deposilo, pelo
que se faz o prsenle aviso.
IMPRTAME PARA 0 PIRLICO.
i ara cura de phtvsica em lodosos seus difleren-
ies grio, quer motivada por consliparftes, losse,
aslhma, pleuriz. escarros de sangue, dr de col-
lados apello, palpitaraono coracao, coqueluche-
hronchite, dor na garganta, e lodas aimoleslias
dosorgao pulmonares.
Vende-se um p.lanquim em bom eilado : a
tralar na rua de Sania Rila, segundo andar do so-
brado n. 40.
Vendem-se saccas grandes com leijao mnlali-
nho muilo novo, e por preso commodo, laia com
oleo de ricino o melhor qoe ha no mercado a 360
a libra, e em garrafa de 1 l\J libra a 800 r,., todo
na rua do Vigario n. 5.
~ Vaada-es a casa terrea sila na rua da Lapa do
Hecile n. 7 : a (ralar na rua do Vigario n. 33.
Vende-se ou aluga-se a armaejo da loja da roa
Direita u. 03 : a tratar na mesma.
Vcnde-se um escravo de meia idade, sadia e
rorte, proprio para servi g. de casa oo de silio : na
rua da Cadeia do Recife loja o. II.
Vende-se nma balanra grande com seus pesos:
na rua larga do Rosario n. 36. .
Xa rua do Crespo n. Hi, continan,
a estar a venda as mais superiores toallias
de puro linho <|ue tem vindo ao mer-
cado.
Farinha de mandioca.
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu escriplorio, na rua da Cruz n. 1.
Vende-se superior linha dealgodo, branca a
de cores, cm novello, para costura : em casa de Soo-
thall Mellor & Companhia, rua do Torres n. 38
VI..II lltt POKTII
o mais superior que lem vindo ao mercado, em bar-
r* de .i.- e 8.- e engarrafado, era caitas de duzia :
vende-se no escriplorio de Manoel Joaquim Ramos
e Silva, rua da Cadeia do Retire n. 38.
Vende-se urna eicrava de moilo bonita figura,
sem vicio oem achaque: na rna do Livrameolo o. i.
-iraw de idad- ,
menos, de ealalusarTegulir, bailan!. I I
clieehuria e de luiros grosso,. O eecrava JasMela
he meslr.de .s,ue.r, e falla mBito^rap^ST,
supp..e-se que arabos elle, sahiram em dinertT
S.. Aniso, oo ao lirejo da Madre de Oeoe : mmm m
apprehender pode o. '......-------------, 7,.^T
que sera recompensado com generosidade.
Continua .linda a estar frgida a eacraw.eriaa-
lo de uome Joao, mais eonhes-ido por Joao Cal amb.
o qual fot do fallecido Jolo Cavalcanti de llbaS'iaei
que, senhor do engenho A pa, com oa leaantae >-
raes de baixo, grosw, representa ter 40 Baae V
idade, pouco maii ou menos, pwaoe ja algaaa cabal
lo. blancos, lem falla de algoM dente - superior, e tem ainda maii ama eiealr w'imai
na perna esqnerds ; lappde-w ae ell teU a
lado, ou em Ierra do engenho Asmo -laaseaa
S. Aniso, do qnal ja foi rendeire aea fallecida a.
nhor, ou na propriedade Qaal, peHeneenla aa eia-
cenho Apua em Pao d'Alho : qaem e apnreaM
der pode-o levar, ou ao engenhe Akrea, coaurra da
Nazarelh, oo a' cidade de OHnda, casa terread
^p^r.aes- p'd- *-* 3 ^
AVsrf.
v. CINCOENTA MIL REIS.
>o da 23 de jonhodo nnaale, faci
do brigue a.Maria Luziaa a ai all niaJ Si
de idade 2i a 25 asaos, poacT^
o signie seguinte. : rela eMido e dea
hada. aMM ai
aa aaeaoa, e lea.
edaaearaade,
paacograadee
-

-
,'


cor fula, cabello cercilhada,
e amortecido, beiro grosaee, asaaje a de rima a
gro.so que encubre a falla qua lem de dtotei em
cima, ralla um pouco atrapalhede devido .falla aja
denles, pouca barba e rala, e bieodea,' -*hh
esquerda junto ao dedo mnimo orna ^ttSSfSt aer-
vo sabido, aa nadega. um pouco eapiaada, aa aa-
dar lem om geito para o lado, cadeiras breas, cea-
tura fina, pee apalhtlado* e nm pooco largo. ; levna
calca de algodao azal desbotado a camisa de alcadra
riscado, chapeo de palha, lem ofticio de cozinhei o,
e costuma embriagar-e ; foi escravo do Sr. lar. >-
ronvmo Vilella e do Sr. Mr. proas alar ae (Mida,
Queiroz Fonseca, e nltimamenle do Sr. Alberl Kcs-
(er amon : o abaiio aaaignado, senhor da dito are.
to, gratifica generosamente a qoem o apt>rehener a
leva-lo em tua casa, no aterro da Boa-Vista i. 53
segando andar, oo oo Recite, roa da Trapiche 16,'
a Anlonio de Anacida Gome ; como lamben pro-
le-la contra qoalquer perno, que o occallar aa eea
poder ; assim como gratifica e paga lodas as Cape-
tas.Joaquim Lopes de Almeida.
Kugio no dia 23 do correle da paaria da
JoSo Antonio Carpialeiro, evUbelecida no ansat-
iiliu. um neravo de neme Aulonid, da idae de 35
aonos, de cor lu., alio, crosao da rorpe, --ai rbea
iilhns srandei, com calos no. dedo, das m.r.oda par-
V de (ora do Iraballro da padaria. |,imc,ijtiiir. e
aevou varias peca, de roupa : quem o pt-u leve-iia
lerida p idaria que lera' bem gralilirail.
PERJi, TYP, M M. F, tAMl^lM
*
. -


MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO

MUTILADO
aiaaa


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E180GZ8LE_0GMGUM INGEST_TIME 2013-04-24T19:33:36Z PACKAGE AA00011611_07471
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES