Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07470


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Full Text
ANM XXXI! 8. 201
Por 3 mezes adiantados 4,s00.
Por 5 mezes vencido! 4500.
)
ENCAKREGADOS DA SBST.RlPCAO' NO fNORTE
Parahibl. o Sr. Gemido Y. da Ntindade ; Natal, o Sr. Jo-
euimL_Pc*eira Jbpior; tM o Sr. A. d. Lemoi Braga
' JJH* i aranbao, o 8r. Joaquim Mar
Par eir
r, .8r.J. Joa
uta edrlguei; J
laan; Par, ^
jim 4a tona.
Sil. Domingoi Hf re ulano Puma
mi > J. lamoi; Amnonii, o 8t. Jaro-
PARTIDA DOS CORREIOS.
alinda : Iniloi o* ih.i-. i-, l c nina tn>fjj>-^f rila.
IfMirn*!!, (niiannn 8 IVir.iInh.i : H^MMlAu itoitati-iVirn.
j, \i!-.i... RriMnif, I!iniirt.<:.n iil.i-, Mtinhn i> Garanhun* : na t'n; S. LMtRkVfo, IVo-d'Alho, .VwjtiVlh, LifOeiru, llrrjo, IV'.jm'iri, /-
fer*, Flora! VUto-IWta, Itoii-\ifi, Owlcirv a Km : nas t|Hiia-fffn,
i. ViihtVw, RiorFomue, Una, Rarnirotj A^um-l'ttfU,
la- JL hl.
Por annovadianu.
Porte franco para o sub
BCL
Vm
Pinx'iili
(Tutl
dCju-Cc
tem as 10 lioraa Ja manilla.1
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartta o labbadoi.
Relacao : tercai-feirai esabbadoi.
Faienda : quartat t labbadoi aa 10 horai.
Juno do commercio: segundas ai 10 borato quintas lo meio-dia.
Juno da orphoa : segundas quintal ai 10 borai.
Primeirj Tara do eivel .' aegunda < antai ao meio-dia.
segunda ara da eiral: quartai a aabbadoa aa meio-dia.
i.imi EMERIDES no HEZ DE AGOSTO
9 Quarto crcente a 1 hora 47 mlnutoa e 48teguudoi da m.
16 La chela ai 4 boras,20minutle48legundoi da manba.
12 Quartominguante ai 6 boras,48 minutle 48iegundoi da t
30 La nova ai 8 horas, 4"i minutoi, 48 legundoida manbaa.
I'REAMAII DE IIOJE.
Primeira a 1 hora e 18 minutoi da tarda.
Segunda a 1 hora e 42 minuloi da manhaa.
ii nni.
DAS DA SEMANA.
25 Segunda. S. Luiz rei de Franca S. fleronciob. m.
26 Terca. S. /ererino p. m. S. Constancia m.
27 (Juana S. Jos de Calasans S. Rufo m.
28 Quinta. S. Agostinho b. c dout. da Igrej3.
29 Sena. Dcgolacao de S. Joo Baplisla S. Adolpho ni.
30 Sabbado. S. Roza de Lima americana V.
J\ Domingo. S. Raimundo Nonato card.
ENCARRILADOS DA SIKSCRIPCAO N
Alagoai.o Sr. l.liudino Falcan Dial ; Babia o Sr.
|Bio deJaneiro,oSr. Joto Pareira Mirtim.
EM PERNAHBL'CO-
O propriaUro do DIAniOMmoel Figuciroa da Paral, M
lirrana. praca da Independnecia ni. I a 8.
I -

CORRESPONDEN!
20 df
A nossa velba Eoriq
manecer oro momelo t
ente est (arroioada, ma
dada do oaauo aoiiuenli
Sfo. A Beapaoha est
idrid, ca Sdragojd, ei
da ar uutros ponloi. Set
elarameote futuro, cea
dato aos seas Ititores o r
qae abalara neste J&K
camrUociai, no n ^^
vi sngrenla r
i'ive oecesiao,
fallar-Ihe oas d
ladolid, (id R
carcter lociali
be ie diriga
vaste-las, saqi
Espartero reprii.
saqueadores, os a.
medialamenle fuzi .
' nislerio (omararo m
riaa para salvar a soci
les salteadora. Mas e
uiilro do ioterior, M.
volvido grande vigor
cites, resolvea-e a si
relalorio, uo qual all
(as s inlrigasNJns me..
possivel illudiflrrtia
neniados contra a
reprovadu pelos horj
ejoe conservan) as or
msrechal O'Oonnell
rio, bradou que nun
de qoo fizesse par
presidio o conselho,
boa harmona aolre
-i^encer a reiislencia
mtble*frliftfS -,'"
fea ouli o lano, e I
completa. Esparten
rain igualmente as i
chamada a usar de i
zer em seu louvor,
aocarrcgoo inconl
constituir nm nove
mou-se eate gabiut
inarech.nl O'ltonnel.
do conselho : Pastor
* Iraogeiros; Lozan-'
lira; Canteiro. roii
nt'ilro da marinli?
rior; Collado, mu
Islo tinhn logar
qae a noticia desl
em Madrid, o pa
toacao da capital
bla das cortes es
da saos membro
daa aaaa lesaoes,
te, e decidirn! i
o ministerio nao
lo de ama assem
ra lavado aos pai
Donnell recusara
te era inentavel.
cional da Madrid ,
que era off>n'1in'o n..
diMM aanpaanmn
raaa o logo contra
mandada por um an
nio aos amotiiodos,
das. Em robo os I
e o conflicto comeca
longou at o meio-d
coube m tropas re
instante abalada. (
liomens debn\o de
seos soldados sol o
a coiiseanio melter
milicia de Madrid
mas a Hjstencia I
teis de opeViarios, t
Puchela a Mate d
saravel livesse sit)s
genle se dispersoo,
lecida. Durante ei
se qitit decidir poi
rado em casa da vi
raeiro acto de 0')>
estado de sitio : de
licia de Madrid, qi
lamente as armas,
dade. Em virlade
se reslabeleeeo en
noticias, as lojas ja'"
das linham sido de
la he lecida. a se g.
Mas as comas
em Franca, onde
ris deisa de agita
V DIARIO DE PER-
\;o.
; 1H ,i;.
larece dispoita a per-
ego. A guerra do Ori-
|ue na entra ettremi-
ga orna nova pertur-
evoluc.io: pelejam em
rrellona, e talvez ain-
a pretenejo de ver
e Inrelir. paiz,
snecinto dos tactos,
llespanha. e das ebr-
ia se prodazio esta no-
ciras precedentes, de
tiveram lugar em Val-
deiis qoe linham um
nciado, pois que a ple-
Oes dos ricos para de-
lia-las. O governo de
nenie estes rrimes : os
incendiarios toram im-
dos os membros do nn-
m as medidas necessa-
conlr i o retrocedo des-
urdo uo doron : o mi-
nr.i. que tinha desen-
esso destes crimes so-
r an. seus coilegas um
la. desordens socialis-
,Ao*)ctuitat. Era im-
ariaroente, pjis que os
lade sao especialmente
igiosos, e por aquelles
.onservadoras. Assim. o
nvira leilura desle relalo-
necionaria era um cabinete
Escossnra. Espartero que
enn-se para reslnbelerer a
os collegas ; mas nao pode
l'llonnell, que immediala-
iisa"o rainlia. Escossura



que o imperador se retiron de Pars. A sesso do
senado Coi encerrada 10 das depois da sessao do cor-
po legislativo, e doos actos emanados desle poder
acabam de ser publicados. O prirreiro he o sena-
los consulto relativo regencia, qn'o se torna ama
das leis constilnciotines da Franca. A regencia he
atlribuida a imperatriz ni.ii. A seguuda medida e-
manada do lanado he am voto enderejado ao im-
perador, para a erecc,ao de orna eoloinua monumen-
1*1, em honra do imperador e do zercito da Cri-
mea. Esta columna devera' elevar-se no meio de
nm vasto boulecard plantado de arvores, qne neste
momento se esli creando em Paris e qne lem o no-
me de boulecard de Sebastopol.
Coao ja lite annunciei, a evacuaran da Crimea
se lerminou a 5 de julho, e oeste da, u rnarechal
I'elis llie prepram magniHcas feslas. Jalga-se qne che-
gara' em Irairra pelo fim do mez. O grao visir
Ali-Pach' que portou-se com tanta honra no con-
eresso de Pars, vollou para Conslanlinopla desde
-8 de jando.
I ni tacto, que poda ler conseqitencias tuuestai,
piua-se em Giurgevo, na Moldavia. Para ler
ni.iis rpidamente noticias da guerr;i. a Kranra man-
dara estabelecer um Iclegrapho-eleclrico sobre o
territorio ollomano, e a estarao do tiiorgevo era
guardada por dous ou tres soldados Trancezes. A-
chandu-se um destes soldados em urna taberna, li-
vera a imprudencia de nAo salvar am soldado aus-
traco, que, querendo manda lo prender, puzera
em liu'i-a delle um cabo de esquadra, e alguns ho-
ini'iis que, em um lula desigual, malaram o sol-
dado francez. As mais enrgicas reclamac.oes toram
dirigidas ao govarno austraco, qu prescrevau im-
meiiiatamenle a prlsa-a-Vp*W>i.eso do oflicial e dos
cmplices, e qoe a>signou nma penio a' Familia da
victima. Medanle estas satisfaciies o negocio nao
lera' consequenrias.
Na Inglaterra, a quinzena foi escassa em aconte-
cimenlos, e ve-se pela propria lingoagem das folhas
de Londres, e pela penuria dos dbales polticos,
qoe se approtima a hora, em que o parlamento se
vai separar. A grande preoccnparSo lie anida a dif-
fcmira com os E reconhcccr qoe ser possivel entender-se por" meio
de conefe*oe* reciprocas. Os neuoeios cominerciaes
a<<|ueriram urna pnuligiosa aclividade, e a guerra
su he leinbiada pelos embaraces bastante grandes,
que dan ao gDverwo o< e.straugeiros qoe elle alistara.
Ja llu; lallei nas collisas, queJjveram lugar entre *
legiao allomaa e as (ropas nglezasT-~sle desagra-
lavel estadu de cousas ainda nao desai.p"?receu c o
ministerio procura anda os meios doj-o rtesimii..-'-
?rrr.re,rrU"- <'s,r1a"eir<>*. mdesconlena-los.As
p? 'Ia L'""B ",l1"' e 9 deste mez o.reaimen-
10. da guarda, de volt, deste lerrive. campanha, fi-
reran a sua entrada Iriumpl.al em Londres. A
te II' ,.?Urf iT1 f"16"' '" teslemnnho
utSSkST "****' "'""'-Itej a ordem
O onico dbale de alguma mporlancia, que leve
Lord John Kussell pergunlou ao governo o que pre-
len.l.a fazer para mduzir os governos italianos a urna
poltica man l.beral. Lord Palmersloo recesou e-
Iphcar-se sobre negociacoes a
n a eulender clararrrVnte qti
uiria o in' >0 d
cesiidade saprema o jastiflque, e qne sja aos olhos
de lodos, o nico meio de salvar o paiz.
Conhecemos os que sonham com esles golpes
de estado, no para modiflear algomas inililuitoes,
mas para derribar o Ihrono, e mudar a dynaslia,
quer unindo-ie Portugal Hespanha, sob a casa de
Braganea, qoer creando um regencia. Assim, loa-
lnd-M como seestiveramosem vespera de S. Joao.
O malerial mais usado neslas fogueirai sSo as bar-
ricas de alcalrao. Este oso de accender fogos e fa-
zer fumcgac/ies contra a pesie he moilo antigo. I
da ontra vez quando appareeeu u cholera tentou-se
contra elle esle meio ja|aconseIhado por II> porrales,
contra as molestias conluiruzes, em um dos seus
de_reis, mas que apenas tan em cofre 506, relalivos,
a 7,'2t0 accOes procedentes dos 35 por cento que cada
raOMM o rnarechal O'Donneil ter tentado.aem golpe aphorismos, onde diz que quando ellas nao obede-
oe Eitado, reslabelecer na Hespanha a ordem, esta '
primeira e iudtspensavel base da liberdade. I.onva-
mo-lo, por ler, durante os prime iros momentos de
anarchla, empregado todos os seus cuidados ern reor-
ganisar o eiercilo hospsnhol.tanlo sob a rearr.io mo-
ral, como sob a relar.io material ; pois qne nio bal-
lava ler raarganisado balalhoes, ou esquadroea, era
preciso sobra lado dar a toldados tao valentcs e Uo
capazes de grandes cousas, os nicos movis, qoe
maulero, os eiereilos, o dever. a lidelidade ao sobe-
rano, disciplina.
Assim, esperamos que as mudanzas rcenles po-
r.'m fim a estes golpes de Estado, e a esses pronan-
ciamentos tao funestos, pois que desejamos sincera-
mente qne a Hespanha, qne eneerra lanos elemen-
tos de forr.a e prusperidade, recobre no meio do so-
cegoo lugar que Ihe ho devido, em vez de des-
ear ao nivel de eerlas repblicas d'America do
Sul, onde n.lo se enconlra nem patriotismo, nem
virtudes cvicas, nem principios elevados, mas so-
mcnle algons generaes, disputando entre si o poder,
com o auxilio de soldados desvairados por vaas pro-
messas.s
Como v, eie artigo d um satitft'it imparcial
ao rnarechal O'Donneil. e couderona ao mesmo lem-
po o procedimenln de Espartero, e o dos ministros,
qne antes da revolar.io de 1854, souhavam um gol-
pe de Estado, sob a inspirarlo da rainha Chriilina.
N'uma palavra, indica urna poltica mu favoravel
ao novo governo, e se eneerra orna ameaca implci-
ta, he contra o adversarios. Ha am li'mi-m que
represente muilo mais completamente, do'que O'
Donnell,a poltica que recoramenda o imperador, ha
o rnarechal Narvaez, que goza do maior favor ao p
de Napolen III. Parece que O'Donneil na i deseja
de maneira alguma ceder-iheo primeiro papel : com
efleitn, como j Ihe disse, Narvaez se dera pressa em
ir a Rasonna, e ollerecer os seus serviros an gover-
no rainha. Dirigiram-lhe de M.i 1 r i I os mais vivos
agradeeimentos, mas n5o Ihe accetaram a ollera, e
Narvaez se dea pressa em voltar para Paris.
A sessao do parlamento inglez foi prorogada a 29
desle mez. No discorso, que annuncia esta medida,
tribntam-se agradeeimentos as cmaras, em noma
da rainha, pelo apoio que prestaram ao governo,
durante a guejrra ; manifesla a firme esperanra de
ver a allianra com a Franca, manlcr-se e fnrltlicar-
,e dorante a paz, e dei teeio da diflerenr,a com a America do Norte. O
nico i,.''c'llen,|e parlamentar desle fim de *>ssao, foi
nm etame
fe da oppor
hostil ao i
mente.
O mar
mo em i
dea um
le de si
a |-'ranr,i
he espert
'?o/.
dos


tf om-
reu-
ICa-
iria.
iro-
gem
um
mil He

qu.
se er oi>ti-


nha, quer obrar i
iiiqulela^oes sobr
importantes de A
Jrfdi-re&.,..
Ja sabemos que a capitel de
teou o estandarte da revolla.
pliieos, que passam por esla
raidos desde 17, e temos re
proclamares, qne annuneiai
reccional se constituio sob a
Falcon.
Quanlo a Bsrcellona, sabe
utna viva firmentarao, e qu
ah eommandi, o general
enrgico, e devotado a u 11
ra comprimir o movimenlo
Assim o negocio nao esl <
ache a hom camioho, e se dev
le nm pleno triumpho. Mas, i
liz Hespanha. nos parece mais
da desse repooso e dessa Ir,
quaes nenhum governo pode e
os melhoraraeutus tao necessari
Nao ha talvez no mundo paiz i
a Hespanha para pralica da li
que se paisa nas colonias hespau
nos o fruclo das inslituices rept
carcter nacional, que exagera o
, e nao snpporta nem o command
dade de oatrem. A idea mola-
le enraizada nos eorsces do$
o nico dique .ontra esses a
esta idea (o a* .da na sua I
lamentar, assim orno pelo
cis porque ra,.i>1no auligo .
os povos de rara despalillla
a eternas (guardes.
Segurameole O'Donneil pr
parlero : nao lem, como este,
lem desiguios mais moderad,
mais pratievs. Porm, suppom
completamente, qaem sabe se <
raco Como representante das
e liberaes, ha um horaem nn
mais influencia e mais prestigio
rnarechal Narvaez, e posto que s
perfeito accordo, esle ultimo nao s
vavelmeute, por multo terepo com
dario: Todava, no mometilo, ar<
mente ludo quanlo se fez. Ket
para ir Bayonna, onde te poz a
verno.
As perturbarnos, que asilara a lies
a atlenrao da Franca que eutesla pe
i lea pela fronleira do sudoeste. A-
acaba de prescrever urna reunan
parlamentos que v8o dar noi Peri, .
nao lem carcter algom de ameara -. o
cez dsixa os llespanlioes perfeilameiiu
confundir e esclarecer os seus negocios i,.
mo entendern), mas nao quer que o< confelos e as
eolisoCs, qoe poderiam ler lugar sob os pontos mais
approximados da nossa fronleira, possam occ.isiunar
violacdes em nosso territorio, e il.ii....... aos subdi'os
francezes. Eis porque raza nm rorpo de obser
;ao vigiar a linha dos Perineos.
Ha mu possivel que os aconlecimeulos, queden)
lugar na Hespanha, Irauslornem o- planos da fa-
milia imperial, que pretenda partir nos primeiro-
da.- do mez da agosto para Biarils, na fronleira hes-
Eoro
A:
oina /.a. .
gado a .orlilicar-se u,. lado virinlio a Auslria, traba-
Ida nesle momento para reconstruir as fortificares
de Alexanilri.i.
31
Foi anda a Hespanha que riiiiii-lrnu, durante es-
les lllilias, o prineipal alimento noticias, que te-
iilio a dar-llie. Ja Ihe disse em um rpido resumo
o que s passou em Madrid, e como o general O'
Donnell conseguio domar orna insurreicao, que ao
principio lomara proporcoes (erriveis. Desde lt,
ludo eslava tranquillo na capitel, e desle lado o go-
erno da rainha se jnlguu de lal socte abrigado de
ualqoer periuo, que mandn marchar sobre Sara-
nea orna parle das forjas que goardavam Madrid,
le o general Dulce, que commanda esta expedirao
devia reunir em catrintra as tropas qoe pozerem
ua dispnsiran os enraman iaules das provincias, que
sliverem pacificas.
As ultimas noticias annunciam que o general Dnl-
enlron em conferencias com os chefei dos iusor-
los de Sarasoca, e que Ihes deu cinco das para se
nderem.
roininunicares lelegraphicss enlre Parii e Ma-
ainda e acham interceptadas pelos insurgidos.
s Sarigoca nao pode fazer nada sem llarcellona,
s da revolla contavam com o concurso da
'alunlia, ondeo partido prozressisla lem
adherentes. No se enganavam nos
-i efleilo, Barcellona sublevou se,
-.mrenla leve logar nesla ci-
cinco dias, e fez em nu-
Mas l guarnirlo,
trabadlos legislativos, felo pA' che-
'. Mr. D'lsracli, examr, que fdr mui
rio. e que o eara mediocre-
om enlhusias-
nla. O sui.io
-u de presen-
1 parti para
tas, Malta, e
aHta.
ou,is noticias
om a date de
reconhecida
"dade
general Zapatero,
ni liria, reunida
"ir O' Don-
. as resisle.ii
lebe, e a causa da raiuha
I triumphou.
Vvaliam-seas perdas soflridas ne- is dias
mais de 1,500 pessnas moras ou Ha
ar para crer que o desbarato dos insn
alunita decidir' os habtenles de Sarape,
longar urna lula fralrecida : ja mailai iosu
s parciaes, que tiveram lugar nos campos, se .
m aplacadas, e as noticias do sol, assim como do
te da Hespanha, assignalam (ranquillidade per
a e a submissao que reina em todas as localidades
orlantes do reino. A difllculdade para O' Don-
nao he lanto reslabelecer a paz nas ras, como
r enlrar o socego nos espirilos.
i Ihe disse qoe, em consequencia da noticia das
lurburei na Hespanha, u imperador ordeimu a
BUa de eerlo numero de regimeolos francezes so-
i a Ironloira dos Perineos. Lsloa convencido qoe
o he moa simples medida de precaorao, e que
Ipaleto III nao deseja de maneira alguma imitar
erro do seu Ilustre predecesor, e fazer urna guer
a de iutervenrao na Hespanha. Com Indo a medi-
da, em que fallo, causou certa emoc,ao na Inglater-
ra : foi dirigida a esle respeilo ama inlerpellar,ao a
lord Palmerslon na cmara doscomrauns: o ministro
respondeu que o imperador dos Francezes tinha muilo
espirite de jus(ir;a,e por isto nao se enlromelleria nos
negocios dos seus visinhos, e muila sagacidade, para
nao expr a Franca a lulas interminaveis e sem prn-
veito para si. Lord Palmerslou jolgou com jasti-a
a -ituaea i. e para communicar-lhe cabalmente *o
pensameiilo do imperador acerca da llespanha, llie
reproduzire aqu um arligo mui curioso, ujue o......
so Monitcur publicou, eque evideolemenle emana
da penna imperial : eis aqu como se exprime este
rtico:
Temos seguido coro inleresse os ltimos accon-
lecimeotos da llespanha, e os lemos applaudido ate
rerlo pnnto.crcnlo poder agoarar urna favoravel pro-
babidade ao firme estabelecimento do governo consti-
tucional ; porque a Franra, que representa na Eu-
ropa as ideas de 89, nao pode ler oulro desojo mais
do que ver um estado vizmho, por cuja prosperidade
ella se interessa vivamente, evitar a anarchia ou o
despotismo, esles dous cachopos de lodo o progresso,
e de toda a liberdade, e como o mioislerio Esparte-
ro nao pareca ter, nem a forja de prevenir os ex-
cessos, nem a energa necessaria para cnnduzir ura
grande paiz, lie natural acolder com sympatdia ama
mudanr.i que deve consolidar o Ihrono de Isabel
Alguns jurones eslrangeiros, cegos por soa pre-
ferencia pouco razoavel para com am nome, qaalili-
caram como golpe de estado a demissSo de um mi-
nistro, aceite pela rainha, pura esimplesmenle, de-
pois de reiteradas reeusas. Se esta dimiss.io tivesse
sido a de O' Donnell, ellas loriara reputado o faclu
comlitucjonal. O espirito de partido nunca devera
desfigurar as cousas ao punto de esforcar-se desta ma-
neira para mudar a opiniao publica.
.t Ha dous anuos que a llespanha se achava em
um estado deploravel. Esle grande paiz, por tanlo
lempo arbitro da Europa.cuja allianra ainda ha pou-
> era procurada com tanto assodamenln, descera a
i ponto nfimo, Ja nao linda nem Suncas, nem
panhola, onde a imperatriz devia lomar banhos.sal-, .jrcito, nem marmita, nem commercio, oi ad-
BMtof. Nada ainda esl decidido a esle respeilo. O! iniislrajao, n.-m iuflueiicia externa. Neita situarao
imperador que linha neeossidade de reslabeleecr a dillii-il, os aradiciosos, em vez de procurar fortificar
mu t~
ile Ihe^etjjrare por
i d bolsa : I l|_' por
e
u-
aa
jm
e o
em
,iro-
un-
ile-
aris
80-
nam
i de-
ador
/ de-
ledida
o fran-
s para
. co-
ma saude alterada, foi tomar as aguas de Plombiercs,
que Ihe eausaram urna moldura sensivcl. Plom-
bieres diste punco da fronleira de Allemanha, e aa-
nunciara-se que este circumslancia seria aproveila-
da para uperar-se urna entrevista enlre os dous im-
peradores de Franca e de Austria nas inargensdo
Rhono. Esle boato liuli i sido muilo acreililado, e
por isso o goveruo nao misara desmtul-lo por uina
nota eoierida uo Moniliur.
A poltica se acha em cmplela calmara, deIJe
o que exista, tenlavam adala-lo, ou iaflainmando as
paixoes da mullidao, ou querendo realisar utopias
perigo'Sas. As perlurdares qne lem agitado a lles-
panha desde alguns anuos, provtn justamente da
fatal i dea de certas ministros, ha quatro annns, de
deitar abaixo a ordem de cousas, quando a llespa-
nha es livetse tranquilla, prospera e que iieulimii.i
grande razao aa obrigasse a mudar repenl i mmenle
ai les i 'o reino. Para que ura golpe de estado seja
legiliio.u aos """>< da posleridade.releva que ama ne-
80 ; ,_ : ', ) 60 ; :t lr uglezes : 95 5|8.
LISBOA
7 de agoslo.
No dia 19 lelas 7 horas da larde leve lugar a sei-
s.1o do encen.linalo das cortes, assi-tindua esle ac-
to S. M. el-nsi e S. A. o Sr. infante D. I.uiz. As
tropas da gua.-iiie.io fu rain dispensadas da furmatu-
ra tm altenra.i a insaluliridade do lempo.
Eis o discurso pronunciado por cl-re I). Pe-
dro V :
Dignos pires do reino e sinhores depulados da
na rao porlugneza.--No mumeulo de encerrar a pr-
senle sessao, que he a ultima da actual legislatura,
veuho de novo testemouhar-vos quantc me spraz
ver-rne no seiio da repreientacao nacional, e signili-
car-voi a minhasatisfacniopelo zeloque leudes mam-
feslado no desempeuho das vossas imprtenles fuuc-
coes legislativas.
i' Couhecidas vos sao as causas que produzirum a
mudanri de ministros, que leve lugar nos primeiros
dias de junho.
a'Keconhecendo que o melhorameoto das vias de
comniunie.aean.iiiir'iiieni de boas estradas c cammlios
de ferro, he boje de Uo imperiosa nec.e--i.la la, co-
mo sempre foi do mais alia conveniencia, nao hesi-
tasles em volar os meios que para esse fim vos fu-
ram pedidos pelo meo governo.
i< Eu vo-loagradcro, e coulio que os meus e vos-
sos desejus serae saliifeitos, proseguindo-se em lodas
as obras publicas Vetn inlerrupcio e na maior escala
qoe possivel for, para rjue mais promptainenle pos-
sa o paiz gozar de todo o iticoinraeiniiravel beneficio
que daln Ihe hade provir. .
n Nao pramellem os colheites de-te anuo ler ma-
Ihores que as do anuo passado. Todava, por effeilo
' medidas que, para nlteouar esle mal. tambem
"ses, e, snbretudo, pelo favor da Providen-
que possamos atravessar semelnau'le cri-
lo se faz-rem sentir suas terriveis coos-
quen,.
Viv, ente deplorevqac o II ig 'IIo do cholera lor-
nasse a invadir a caiotal oulroi diversos pontos
do reino. Eiitretanla elle Hai diminuindu de gra-
vidade. que felizmente nunca clteguu a ser assusta-
dora ; e cuidadosamente se lem procura lo e pro-
cora minorar seas estragos por rano de promplos
soccorros aos que driles carecem. '-^
Agradavel me he o annunciar-vos que a Iran-
quillidade publica se lem roanlido em (oda as par-
les da monarchia.
Dignos pares do reino e senhores depulados da
nar-ao porlugueza :
k Esluu bera cerlo de que, ainda no descanro dos
Iranalhos parlamentares, continuareis a prestar va-
liosos serviros, fortificando os povos no espirito de
conciltacao e tolerancia e uo do respeilo e obedien-
cia s leis.
o Est fechada a sessao.
O Sr. |). Pedro V, o Sr. D. Fernando, e o Sr. in-
rante D. Luizforam visitar a nao franceza Principe
Jerome., surte no Tejo. SS. M.M. foram reeebidos
com orna salva de 101 tiros, e com todas as demons-
trarles de respeilo. A bordo da nao eslavam os re-
presntenles de Inglaterra, da Kussia e da Franca.
O duque de Saldanha parlio no paquete para
Londres, d'onde ira Blgica fazer urna viagem pa-
ra vigorar a sua saude.
0 conde de Sania Mara ficou interinamente en-
carregado do rominaiido era chefe do excrcilo.
O Sr. Adriano Mauricio Gitiilhertne Feneis, rna-
rechal de campo, foi nomeado, por fallocimenlo
do viscomle d'Ovar, commuudantc geral d'arti-
I liana.
Teve lugar na real capelia das Necessidades a ce-
remonia da impo.ic.io de brrele cardinalicio ao
cardeal di Pielro. A ceremonia da imposirao
foi feila pelas maos de S. M. el-rei. Sua emi-
nencia (oi i-mi In/.idn ao paro us coches da casa
real, com o estado correspondente a sua dignidade
de principe daigreja, e depois da nnpu-ic.io fo rece-
bido em audiencia publica por S. M.
Esla ceremonia foi muilo concorrida pelo corpo
diplomtico, pela curte e pelas pessoas qoe costu-
mam fazer parte deslas solemnidades.
Foi despachado legado apostlico para a Nova
Crinada, o conde Ledochowski, auditor da nuncia-
tura nesla corte, em substiluir,ao de mgr. Ba-
sili.
O cholera-morbos continua a devastar i capital
e alguns dislrictos. principalmente o de Ltete. Nos
dias 19 e 20 diminuto alguma cousa, mas uos dias -Jl
e >recrudeiceu em Lisboa a ponto que teram es-
les os dias mais fatacs que lemos lido durante a ac-
tual nvu-o. Comtudo pode-se dizor que a epidemia
he benigna o mais possivel. Lisboa lem til) mil al-
mas, pouco mais ou menos, e conla por da entre
100 e LIO casos de cholera, dos quaes, apenas urna
latvia parte eualuina ser fatal. Comparad rom Se-
vilha que de -28 de junho a l de julho vio morre-
rera I5tit pessoas, ainda lemos por onde nos con-
solar.
Em lodas estas imites leein-se eslalieleeido foguei-
las em varas ras da capitel, principalmente do
bairro alto, obleudo-se os minara* resallados para
a allenuarao da epidemii, que parece ler muilo
medo das faiscas.
A maior parte das uoiles teem parecido de feste,
o rapazio rodeaudo as (ogueiras, Iripudiaudo e sai-
nos
ide.
conselbo de
licas, admi-
do muilo zelo
cerem ao ferro, hilo de ceder aSSugo, medicina esla
que os cabouqoeiros usam .-ontra as pedreiras.
O Sr. Dr. Lima Leilao, propoz o anno passado,
quando o cholera reappartceo enlre nos, qne se l-
zesiem fogneiras era lodas as znas. Deste vez o con-
lelho nao foi acento.
E-te asno, com o proveito das fogoeiras e fumara-
da, que liraram as tropas atacadas do chotera nos
acampamentos da Crimea, a reeejta acreditou- Dr. Mo,publicou alguns tactos evtrahidos dos bulle-
lins sanitarios daquella hnntoaa campanha, os quaes
dizem que al do incendios que por la houve, reco-
mern) boas vantageus para a altenuacao da epi-
demia.
Teem-se estabelcrido postes mdicos em todas as
freguozias dos bairros ; assim como hospilaes pro-
visorios.
Mr. Lncotle, mprezario da companhia de cami-
nho de ferro de Cintra, procurou preservar os ope-
rarius einpregados nesle Irabilho. ordenando que os
(rabalhns estivessem suspensos desde as II doras do
dia al s .'t da larde, dando assim aos operarios um
de-caneo de quatro horas, durante a maior forca do
calor.
Na agua que se casta na bebida dos trabaja-
dores deita-se orna porcae de agurdente e gomma
arbica.
Alero diste estabelerea no Da fundo um hospital
para cholencos, prvido de vinle camas e ama am-
bulancia pharmiceutica, e servido por am enfer-
meiro e dous criadus. o qaal he visitado quatro ve-
res por dia por um facultativo.
(iracas a todas estei medidas acontece, que apezar
do estado climatrico da eslar-ao, agglomerac^io de
gente, e natareza destes trahalhos, em loda a semana
ullima houve apenas um doenle de cholera e tres
de outras melestias.
A compauhia de leste tambem mandou suspender
os tralialdo. durante as quatro horas de maior calor.
Igualmente acudi a preveuc.no hygienica das fo-
gueiras, mandando queiinar ua linha urna porreo
de barricas de alcnlro.
A proposito d.i epidemia posso contar o seguinte
caso :
Cma ni,mina aiulava de porta era porla, pedindo
eamola, um horaem cm mansas de camisa, sem cha-
peo ; mas com um guarda-sol aberto, rodeado de
muila aente, a quem de vez em quando conlava pa-
vorosamente nma historia que nao pude saber.
Averiguado o raso, era um hornera qoe iudo ja
na tumba, a< portas da cidade, senlindo o guerda-
barreira una gemidos que sohiam do caixao, fuera
parar o carro, abrir a tumba e ei-lo vivo, pedindo
qne o lirassem dalli.
F'oi levado para o hospital d'onde sahira ; e agora
que ja esl sao anda por aqoi contando esta histo-
ria que Ihe lem granceado muilas esmolas.
S, M. I. a Sr." dnqueza de Braganra envin a
commissan dos soccorros da freguezia de Santos__o
Velho, 50 soberanos para soccorrer os inv-didos
do cholera e mais medidas sanitaria.
Este acto de deliraran c raridade foi
por um cavalleiro residente na freguezia
naeao, mandando que durante 50 dias
antar por sua conla a 250 pessoas ner
nainr elogio a ida <
vernanoi ovil .leLisboa o conde da
parar as cre.uicas, rpie em ronsequer
mente de seus pas pete ;--| e
do pa- afllige, ficarem em miserr*
co. Em geral pode-se dizer,
urna car- saude, como todas as autor..
o imptuii. nistrativas e militares, teem o.
cento. .. : 75 e energa nas acluaei circomstai. ,.
Os jornaes le.m supprimido os oi?!JS!e*UU*"
licas da epidemia, o que me parece a,er ,,h -
Fallecen a oxccllenlisiinia marqueza-^l? eira
Grande, lilda'dos duques de Lafes.
A perda deste sendora, lie lamentada por loua
pessoas que poderam avadar as suas virtudes.
No Porto, a' mesa da Santa Casa foi dirigido um
memorial assignado pelo hispo da diocese e alguns
cavalheiros d'.iquella cidade,pedindo se mandem vir
de Franra alguma- irmas da cari lade para se ns-
turalis, r all aquella pa instituirn.
Acham-se suspensas al ao futuro mez de setem-
bro lodas as feirai mensaes e anuuaes de qualquer
natareza,que se costumavam fazer por causa da epi-
demia.
Em consequencia da epidemia,de lal a accumula-
rBo de genle desta cidade na villa de Cintra, que es-
l passando fome e dorminlo ao relente, por nao
ha ver Ja poitsadas para lanos peregrinos.
Um da houve em que o pao foi all repartido por
faltas, alias licava grande parle da popularan a fa-
zer crozes na bocea. Todos os gneros e'slao pela
llorada morle ; as casas rsl.lo carissimas ; em sutn-
ma Cintra e Moscow, sao hoje as duas Ierras mais
curas do mundo.
O Sr. Manoel Pinto da Fonseca, que fallecen em
Paris, deixnu no seu testamento umquantioso legado
destinado sustentaran) de um as>lo de crea ocas
desamparadas. O legado foi na mporlancia de 100
cotilos de rcis em inscnpres, que reurjem 3 ronds
de res. Sabemos qoe os testameoteiros se apressam
a dar ctimprimetitu a esta importante disposir-jlo tes-
tamentaria, conhecendo que agora mais do que nun-
ca e torna indispensavel lio caridoso instituto.
Acha-se invadida a ilha da Madtira pelo cholera,
o qual foi all importado pelo destacamento do re-
giment de intentara n. 1 que de Lisboa levou o
vapor Infante I). Lutz. dragando esle vapor ao
Fuochal, imraediatamente comecou o desembarque
da tropa que ia de passagem, levando ja soldados
eom o cholera por fora qoe foram immediateraente
para" o hospital.
Depoi propagou-ie o mal e lem feilo estrago- nao
demasiida.
Depois d~eo|demia reinante, o que est na ordem
do dia he a prxima1 eampaoha eleiloral ; teem-se
feilo .lignina- reiiuifies pzeparsturias na capital. A
ultima que leve lugar no sai'.lo do Iheatro de D. Ma-
ra II deu em resaltado elegef cavalheiros afeicoados ao miuislerSNransaelo para
formarem a commis*ao convocadora rj\eleilores.
entretanto alguns dos progmssislas, dissidenlsrsa^'
on quatro) sahimm eleilos para fazerem parle dessa-
commisso. A consequencia foi recusaren muilo
polidamenle. Islo quando mais indicios nao hou-
esse, era prova mais que sufliciente de que as duas
fracre do partido progressisla que um dia haviam
sondado approximar-ie nas vesperal do charaamento
i urna, se acham hoje mais separadas e dissidenles
do que punca. Toda a genle Talla em eleicoes li-
vres, a imprens barafusla quotidiaaamenle* multi-
plicam-se as apologas da liberdade de votar, ap-
pelta-se para o patriolismo publico, fazem-se mutuas
recriminicoes em selima e uitava edicrao,allegam-se
servicos ele. ele. Nesle capitalo, l'orlogal esl pa-
recendoos Eslados-L'nidos em miniatura, em vespe-
ral de eleirao de presidente. O ministerio actual
nao poda fazer mais, nem melhor do que al hoje
tem feilo. Se nao realisou o cmpreslimo de .{:t.i: i.i
contos, comejou por um de 1,300; se nao propoz s
corles a entrada livre de cereaes, como le perma-
nente, obleve logo nos primeiros dins de sua admi-
nistraran que o parlamento approvasse urna propos-
te tezendo aquella enlrada lcar sendo livre al de-
zembro de 57. O accordo de Londres foi approvado
como ja sabis, a norma poltica do presente gabi-
nete he a mesma que a do ieu predecessor. Presta-se
iiomenagem aos meamos principios, promelleu-se
seguir o mesmo programara ; apenas se declaroo
que os meios empregados haviam de ler diversos.
Veremos quaes MTao esles meios na prxima sessao
legislativa. Eis o que nao cessa de mostrar at a
ullima evidencia, aquella parle da impreosa que re-
presenta a regenerarlo. Eis as approiiro5oes que
uao consente nem por sombras, a parcialidade dis-
sideolee hoje ministerial. O combale com a frac-
cao lira oarista lem se reduzdo uestes ultimas le-
manas a escaramuzas epiurummaticas, a tiroteiros
de synlaxe e chistes de relhorica.
Falla-te em que se tratera de mudanras de go-
vernadores civicummandanles mililars e embai-
xadores.
O governo achoo fundos a seis por eenlo e sobre
eitc lypo fez aogmentar o correspondente ao valor
do mercado aos pussuidores do ttulos da divida, que
oollereciamcomobjpollieca desfondos dados ao
ministro Fonles Pereira de Mello. Esles litulos sao
muito procurados.
Nao he exacto ler .Mr. Proal ol.tido a rouce-ao de
estabelecer em Porlugal o Crdito .Mobiliario. Mr.
Prosl o que tei apenas foi emprestar ao governo um
milliao de franco, a sais por cenlo de juros.o meio
por eenlo de commis.ao. As lellras desta negocia-
cao foram passadas a ordem do bario de Asda' e ac-
ceiladas por Mr. Prosl. cora ludo nao foram reco-
n lucida, pelo buneo de Porlugal.
Corre como cerlo qoe a casa Prosl comprara os di-
reilos da coinpaitiha uililuladaLniao Lomtuereial
Bou tura.CUJO I un iu nominal be de l.'aN conlos
acrionute entregou era moeda. sonan
nominal. Na compra nao se acb
dos os segaros marilimos e lerresiiej
companhia Bonanea, limtlando-se prtenlo ale agu- tal effeilo. e o que he mais convincente, todo o di- Nanles. lenconando drisir^ Q"
ra o contrato as transacceimercanlis, pois de ac- i nheiro preciso foi posto a'disposic4o do mesmo di-
cordo com urna pesoa influente do banco se com- redor.
protnelteram a n3o fazer desceios de lellras. Vao lambem reparar-ie cora a maior prompldao
A existencia de vinho do Porto, smenle nos .ir- lodas as quebradas do eneanamenlo do Mondego,
mazens daquella cidade, e em Villa Nova, verificada como era urgente fazer.
no fim do semestre prximo lindo, he de 99,850 pi-
pas, par? embarque.
Termo medio, |iode-se ealcalar que esle vinho lo-
do vale hoje sessenta inilhes de cruzados.
Em mnitas cidades e villas ha urna grande ewa-
cez de vinho, que lera maior do que o anno lido
O director do distrielo de Aveiro (o Sr. Jos Diogo
Moiisinho) recebeu as mesmas ordens e autorisarao
para proceder com a maior rapidez a' constrorrao
dos laucos de estrada, que atravessaui esle diitriclo.
O lauro de estrada a quem dos Fuos esl muilo
adianlado ; e concluido que seja al a' ponte de
em queja houve mudo pouco. Ai vinhis apresen- Trooxemil, esla vencida iima.das iiHiores'dillicul-
landu-se muilo bem espigadas, tiveram urna limpa- dades, de Coimbra a' Malhada.
C.ao assaz agradavel, pelo bom lempo qoe o mez de
junho Ihe prosperou, porm o oidiiim, que al o
dia 6 de judio se aprescnlou em pequea qoanlida-
de, daquelle dia em dianle adquerio um desonvolvi-
raenlo espantoso, a ponto dos lavradores que an la-
vara lazendo a redra uas vinha,darem alia aos ope-
rarios, ua certeza de que era perdida a |despeza
que com este servieo se fazia, pela nenhama quanli-
dade de vinho que pudium tirar.
Finalmente a rcducc.an .he levada a nm lal ponto
qoe. pruprietarios que at : ui colhiam 20 a 30 i-
pas de vinho, eile anno nao collierao nem dez ca-
batns.
N'outra parte parece lerem descoberlo um reme-
dio eflicaz contra semclhante perseguirn.
Vai tratar-se das expropriaces jante de Coimbra
a' ponte d'agua de Maias.
i'rndildaram diariamente na semana linda em 5
de julho, na estrada do Porto a Amarante, 1,534
operarios, pagando-se 8,950 jomaes. Na de Villa
Nova de I amelic.m a Vianna de Caslello trabnlha-
ram na mesma semana, tambem diariamente, 1,501
operarios, pagando-se 8,928 jornae. O empe tr-
menlo na primeira foi de 40,767 melros, na sesunda
de 31,224.
Na estrada do Porto a Lisboa, nos lauros perten-
ecido- a eile distrielo, Irabalharam diariamente 275
operarios, pagaram-se 1,415 jornaes, e acham-se em
conste ucrao 293 metros. %
Em geral posso dizer que as obras desle genero
Os proprielarios das v indas de Peniche j n anuo vao tomando um impulsa rpido e vigoroso. lgnns
passado empregaram com bom resultado a flor de | empreileiros ja coineraram os (rabalhos nos ianros
enxolre como preservativo do oidiuin, e conseguirn)! que arremaiarara, e o contrato obriga-os a da-los
obter cerca de 150 pipas de vinho : esle auno lor- promplos e viaves no prximo mez de outubro.
non-so a'li geral o emprego daquelle antidoto, mais Dous directores da companhia da mala-posta do
de 150 arrobas de flor de enxofre cobrem j as viudas Alemlejo.os senhores Barros e Cunda, e Jorge de A-
de Peniche, que apresentam o mais V50SO aspecto vilez, acompanhados pelos senhores Pintos Bastos,
- partirn) para Badajoz, alim de inspeccionarem o es-
lado da ludia ale aquella cidade, e lralarem de ligar
esta carreira cora a de Hespanha, interessando tam-
bem accionistas Itespaudes nesta empreza porlu-
gueza.
O ministro das obras publicas expedio ama ordem
mui explcita, para que lodas as autoridades e era-
pregados das obras da estrada do Alemtera, minis-
tras.-m a' direrr.io da nova corapanhia todos os es-
clareeunenlos e auxilio de que necemilasse para ve-
rificar a inspecrn de que ia encarregado.
Os referidos senhores Barros e Cunta c G. de Avi-
lez procederam a um relalorio que a direcrao das
Mexiagerie* e Malan-poslas fez ao governo,'ein're-
sulladu da in-pecr.io a que pessoalmenle proceder 111
ras referidos senhores. Poblicou-se nos jornaes.
l-'ui anlorisado o governo para organisar e regula-
risr o servieo das lindas lelegraphicas.
A oiiocae"10 do lio para o taJegrapl.o elctrico,
continua com loda a aclividade |esla cidade para o
Porte. Segundo informim ja hotilem ficou alm da
Malha da. Por esla forma, dentro em muilo poucos
diai se Rodera' comniuuicar a cidade do Porto com a
de 1,1-do 1.
ComeroiKa funecionar o telegrapho elctrico enlre
l.eiria e esla capital no dia lt de julho.
Na noile de 1 para 2 de agoslo, na eslaco do te-
legrapho elctrico em l.eirea, ficou um dos para-raics
fora do serviro, sro consequencia da fus.io
ceden pela eleclric ade alhmospheric
Consta que uas ( ddaa succedeu -
de verdura ; os cachos e sao poucos, mas esperan)
salva-Ios todos, e que a producrao esle anno uao se-
ja inferior do passado.
rim geral o anno apreenla-e assustador e tme-
se muito a fome. A enlheita do centeio, em algu-
mas partes he diminutissims, nao ha espernanca de
balates e (11,11 ; em partes um insecto branco vela o
unido que o faz secar, ao mesmo lempo que, era
consequencia de um calor abrasador, como h 1 ui-
los annos se nao tem sentido, ha grand-s secr o
que causa bastante detrimento .1 sua creacao. He r
este razao que os das torras baixas prometiera
abundanlissima colheila
Os gados langeros e suinos otilo soffrendo em si-
tios diversos urna ruina pasmosa, morrendo repenti-
namente, iguorando-se pnrem as causas deste ef-
leilo.
Organisou-se'agora na capital um estabelecimento
que nao s ollerece vantagem immediata a elassedos
productores agrcolas, que dclla muito careca ; mas
tambem, em grande parte, a dos consumidores.
O ngne.ilini. queem consequencia de diflicdldade
das eommunicacoes nao podio apresentar os produc-
ios de sua industria nn grande mercado da capital,
vai ler na Agencia Agrcola Commercial um meio de
fazer condecidos esles nrodn>~ te que por veolu-
ra pouco a, por serem ia-
I10'"'' empregar oalros
via defraudado
justa compen-
dio, abi lem na
n dos arligos do
urna garanta de
ti a Par.
Acha-ie nesla capitel Mr. Dallot, dislincto colla-
dorador da /terina 4 Dout Mundos, ja' moilo eo-
11 decid o pelos eicel lentes ortigos qne neqocllo jor-
nal tem esrriplo sobre Portugal e IWspaoru. A ma
viagem a esles dous paze, cojos idiomas o litlera-
tura condece perfeilaroeole, lera por lia visitar ao
priucipaes monomenlos da Pennsula, ceotiocor e
tratar os horaem eminentes do ambos 00 reinos.
Era Viaona do Caslello comeeou-rt a publicar mu
novo jornal poltico commercial religioso, so* o li-
lulo de 7'imere.
Tem apparecido sobre o caslello desta cidade am
comete sem canda, vendo-se apenas o norteo. Ala'
agora nao lem havido nenhum malhematreo nacio-
nal qoe leuda dado noticio delle, pan qe oe pauta
conhecer se ho dos qoe lem penodicidsde ciaba
cidt.
Na cidade de Braga, tro di* 5 de julho temtamal
seriam 2 horas o mcia da tarde, hoove om araode
abalo de Ierra. Ha qaem aflirme qoe doroa 2 se-
gundos, e ha quem aflirme que don Maos. Des-
la opiniao he a maior parle das pessoas. Nao fez
estragos, mas caasou sustos.
He incrivel quanlidode de pralinhai falsas da
moeda antiga, que esles das lera apparecido na cir-
cularan.
A cansa disto he a falla da nova moeda do prali,
que ainda naochega para os troco, petar de se es-
lar mudando da lano lempo, mas, era porrf.es tao
pequeas, que mu poucas andana em gvro.
Esta anarchia monetaria iofloo ccnsideravelraoote
noaagmenlodo asi dos soberanos, priocipaloMalo
nas provincias, onde ctiesa a 80 ra.
No dia 24 de julho, pelasH doras da Urda, levo
logar a sessao solemne anniversaria da Anociii 11
Pharmacentica Luzilana.
Nn dia 17 de julho, por volta do meio dia, mooi-
feslou-se om pequeo incendio no pindal oactoaal
de ma rinda, a punca distancia do aueiro geral.
I i'r.un-se as providencias, o o fogo foi tofo ana-
do, causando por islo peqoeno prejoizo.
No dia 28 de julho, encalhoua' Boa-Viste o vapor
inglez Ilaliao, .. procedente de Liverpool, o qoe so
destinara para Cibrallar.
O motivo da arribada foi por sa Ihe ler manifesta-
do fogo no pora > da carga, 00 -osando da da via-
gem. Logo quo o vapor encalhoo, comparecen
all os empregados da polica do porto o da alfande-
ga, fnrneecndo e-u duas bombas, o oalros daos a
nao frauceza. Resolveu-se a na abrir as ooeoti-
Iha, mas sim por meio das bombas encher os Bo-
rnes d'agua al se extinguir o fogo. Pela urna hora
da tarde do dia 29, romerou-se a tirar a carga qoe
se acha completamente avariada pelo fogo 00 pela
agua.
S. 51., querendo galantear a dedicarlo a alocata
que o Sr. Dr. Pegado dirige as observar-oes meteo-
rolgicas na escote polylechniea de qoe he lente,
honve por bem acceder aos desojes do sea an
mao, o serenissimo senhor nte*-*- ""
o od-ervatono, d*
possa de- e:
sele postes entrr
quebrados, ouli
lelr^a.
n Jorge e.
icados
1 da
ctares sobre os seus gcueros, nao bt......si..
ndecida ci 1 i! 1,1.1 1.'.
Pela sua parle < cousumidur lucra sem llovida,
em ler um deposito onde ache por preros muito cora-
modos, os producios ilu que necessila, e onde podar
escolher os qne mui.s Ihe agradar de lodos que se
ihe apresentarem.
Finalmente puliremos dizer, que Agencia Asn-
ela Commercial ser anda um incentivo de aperfei-
Mo de industria agrcola, resultado uecessario
irrencia em que seus productos all irao
a firma Diniz & Silva acaba de abrir-se
nutro eslabeIeom.cl,,0 quedeve ser de muila vanla-
gen, para oeoinraVr"!0 :1 Cr'd!, &"**. ''"
ladetecido no largo dVP?,oor,nl";.,n. l',1,o:l- "
desuado a recepcao de Mal" qua''dalle de gneros
...conaes e es.Vangeiros aY. *"/"^' 5
leilao ou .m particular, compr. c.Ten1da de Pro.R"-
edades. de papis de crdito tS"e' de companhia..
leitses de monila. etc. Aspeo 0,8.'*" ".'";
la da sua gerencia possuem grande crauS-,
base principal de lodas as Iransaccijes.
Esl-se aqui organisan lo urna sociedade dloml_
nada Alimenticia cujo fim he lornerer aosme"
nos remediados um alimente sadio e econmico.
A sociedade prope-so a fundar em diversos pan-
Ios ita cidade eslabeleciraentes, onda fornecer urna
raco, ou antes janlares diarios, constando de meio
arralel de carne, sopas ou arroz, um pao, e meio
quartllio de vinho, pelo preco de 80 ra.
Todos estes gneros sern da melhor qualidadr.
He licito ir comer aos estabelecimeulos da sucie-
dade, ou mandar ah buscar a rarao.
Sao cunden las as vautegens que resultara de urna
tal sociedade.
Em primeiro lugar, a certeza da boa qualida-
de dos gneros e do asseio com que lado he feilo ;
em segando lugar, urna comida suceuleula e sadia ;
em lerceiro lugar ecouomica.
As classes menos favorecidas da fortuna, que hoje
se veem reduzidas ua maior parle, a um comer mol-
las vezes pouco nutritivo e quasi sempre prejudi-
cial a saude, pela excessiva caresta de lodos os g-
neros, eiirnnir.it ,io na Socieda ie Alimenticia um
meio fcil e econmico de se proverem de um bom
janlar. Accrescendo que a racao podedecompor-se,
islo de, quem quizer comer s sopa ou arroz, ou s
carne ; quem quizer, preteindir do vinho. pode fa-
ze lo.
O qoe he mais imprtenle he o eslabelecimenlode
ama cozitiba econmica, onde o pobre pode encon-
trar por um preco mnimo um alimento nutriente e
sadio. Pudcr.to os pobres lodos os dias ler carne ao
janlar, cousa rara de urna mesa ; e al vinho
do bom.
Em Franra, em varias cidades, se tem seguido
i'-tjj .meio. como melhor reullado nao s para as
classes pobrisy mas al para as proprias sociedades,
que teem lucradrr. -
Sabemos que os accirWK'las sao homens de diuhei-
ro e genle serio, e que n.lo he urna empreza armada
no ar, o que he urna lolid^aranlia.
A* semelhani;a de urna sociMtfde philantropica es-
Inhelecida em Paris. denominada hi'iij"' 'frique,
o Sr. Cliristiano Schusler propde a funrjac.o de urna
associacao nesta cidade. de que a julgarmor,elo que
lem acontecido em Franca, deve resultar grandes
beneficios para a raga prela. ~N_
Eis as condices cum que os subscriptores se com-
prometiera a eslabalecer a associacao cima pro-
posta :
Arl. 1. Organisar-se-ha urna associacao com a de-
nominoslo de Associacao promotora da n-ili-a-
r"10 d'.\frica, com o din de promover .1 civilisa-
eao da pupulac.10 prela, da referida parle do
mundo.
Arl. 2. A ciix da associacao formar-se-ha por
conirihuices mensaes, donativos e quaesquer oulros
modos, pelos quaes outras assuciaces humanitarias
e eslabelecimentos pios coslumam formar e aug-
mentar os seas fundos.
Arl. 3. Podera ser membros deste asssociarjo,
pessoas d'ambos os sexos e de lodas as classes e
idades.
Arl. 4. O mnimo da contribuirn pecuniaria a
que qualquer membro (excepte honorario se deve
obrar, ser quareula ris mensalmenle.
Arl. 5. O respectivo diploma de socio, ao qual se
ajumaran os estatutos, que regularan a nasceute as-
lociarao, importar em cento e sessenta ris por ama
l vez.
$ L'nico. Enlende-se de si mesmo, que as eslipu-
laccs pecuniarias de que Iralam os i artigos prece-
dentes, nao sao por limite generosidade de pes-
soas abastadas e benvolas.
Arl. (>. O embolso das contribaices a qoe os subs-
criptores se obrigam, s lera lugar depois de ser
eleila a admirn-lrar-io provisoria da associacao.
Arl. 7. Apenas esles arligos primitivos livere
50 asignaturas, destinaran os primeiros 5 subscr
toros o da e a hora e o local aoude a primeira
niao dai pessoas que subscreveram, lera lusar
qual se elesei a .i.liinni.trucan provisoria, q
dar na I rniae.io delinitiva da proposta
arao.
Os Irabalhns dos eaminhos de ferro,
Vendas Novas e Saiilarem coulinaam coi
e nao reste duvida de que a seerao d
ferro de Lisboa ao Carregado liqu'e ab
raco no primeiro de -eteinhro pro
fim de ooliibro rdegiie ate as Vir
tres le ua- de Santareru.
O goveruo foi aulorisado a ni
da
-tito de
.o 3 deju-
para a la-
do a companhia Etperat.
vra da mesma mina.
No dia t de julho houve em Aliada lima reoniao
de pessoas de lodas as classes aquello conselho, a-
fim de se inslallar urna asoriaca. de auxilio eensi-
no para as classes laboriosas. I le ao Sr. Eduardo
lavares que se deve lodos os Irad albos a esto res-
peilo.
Ja sabio nm decrete confirmando ;t instituirao da
associarao Setubaleuse das classes laboriosas, 'a ap-
provando os estatutos porque 6e ha de Veger.
A fabrica ac lanificios de l.udell< em pouco
lempo tem adquirido om ronsideravel incremento,
levando lempre na razao progressiva o araemenlo c
aperferoainenio dos seus producios. Han be um
dos mais importantes esl.ibelerimentos tente qne
lem o Porlo.
O seu deposito de Las excede em valor 40 nulos
de ris. Emprega 300 pessoas d ambos os, .0*,,
tem 57 leares de fabricaoao exclusiva do pannos.
Consta que o viscomle de S convidara o Sr. Jos
Victorino Damazio para fazer um plano, que con-
verlesse o edificio da Cordoaria n'om estabeleci-
mento industrial, grande e proveilnso como o pode
vir a ser em lugar de um estabelecimento de pouco
presumo, como actualmente o est sendo.
Nas provincias do Norte anda-se assignando
^peliejo dos povos contra o monopolio do ta-
baco e s30' 1"e Prece. r deita vez a trra.
N'am dos*^0^00' do porl eguinle :
A represeid^acaVedilidr necao do mono-
polio do tabaco e sabV re as 'dades e villas
do Minho e IrazosHmJ ""do noticias qoe
recebemos. Os meios da represa do cn""bando,
odiosos as vezes, e sobretodo onK0Polio io ,aba
sao a causa da livre vonlade com que,odos CBI,C0'-
rem a assignar o seu nome.
No dia 22 foram presos em Braganco co\5j'e,~
panhes, diz o Popular, por se suspeitar delle' em
consequencia de andarem examinando os quartnV1'
"" A' noile eapalhoo-se o boato de que
es. cas
c uucmmentt, neto arcrets-
.. lem sido ama questes etcandateu.
-1 a Cirilisaro cnntinaa a paMicar 00 bn-
.ues docuinen tu-,que enmprovans o bom xito do
malhodo portoguez -- Caslilho na Baha, |>r-
nambuco. Rio de Janeiro e oatrast proviaetea da im-
perio. He urna gloria par o paiz, poder ajada*-
nas lides da in. trcelo primaria o sea ti mi a aun
novo, que tan idiantedo vai no estrada do [Woirer-
so. ile nao menos glorioso para o Brasil acollar
sem aliene lo a' prioridades de falso -iriiniiiomi
pnrluguez.
O Diario do dorerno, continua lambem a publi-
car a cathesorica resposta qoe o Sr. Ca.tildo dea o
.Inocioruo dos IHoftttoret Prmarins di capital
que a fallara verdade, aquella asocioeio nao era
merecedora de tenia consider.-rao; mas bom he Mi-
nar os ignorantes.
Esla instalada ama commissan, r. meada pete roa-
ni.lo do lodos os Iliteratos no thealro de D. Marta,
para tratar da reforma Idead al. da qoal ha proai-
dente u Sr. D. Pedro Brilo do Bio. e secretario o Sr.
lalmeinro. Eipcra-ia em breve os resultados dos
seus Irabalhos.
(I enrerramenlo das aol.is di esrola de rnaarca do
conservatorio real de Lisboa foi no dia 31 ; ao dia
I de agoslo deviam comecnr os respectivos eta-
Eslreiou-se no dia 31 da julho, dia da groada
salte nacional, no thealro normal nm nova drama
da ariualidade, composto pelo Sr. Antea do La-
cerda com o titulo : fazer fortuna. Este drama foi
muito applaudido ; u que parece de jaotica, visto o
assumplo do drama ser exper a' vergoa a eio>
craclo publica, os qoo lenlam enriquecer-te voo-
dendo gente branca, e sendo algozes da raca prela.
Por alguma- noticias reeebidos, aqni sobe 00 qoai
o Sr. Porto, encarregado de e-criplorar o campa-
nilla para S. Carlos na prxima poca, escripturara
as duas da,Harinas Cranzini e Hilariof ; secundo
dizem -.10 reinas o /Wat, qae peca pora o* pobres
Lisbonenses Diz-se qoo nio quii confirmar a es-
criplura da simpathiea e dramtica cantora Saonar-
zaro, que fora escriptnrada pela pastada empreza.
Parece que o mesmo Sr.foi 1 Tarim e dirijo-m '
casa de campo da De tiuilliBors, natoralmoata pa-
ra yer se o escriplnra para S. Carlos, depois do ea-
aca de Turim, para onde esta excedente cantora
- contratada. Igaalmente se acha escriplorad..
ravallaria '
um corpo de 2,500 llespanhes pretenda enlrar o primeiro tenor Laiz 'jacceomaaiio" de qxtoaTa^lH
naquella cidade, lorprehender o regiment e levar-
Ido os cavado. Por esle motivo, formou-se a ca-
vallaria, delaram-se lellins, e ludo eilava em dis-
posirao bellica, destacando-se senlmellas perdidas
ere lodas as direccijes, e muito mais cousas. Mas
pelas duas da madrugada lodos aquelles briosos sol-
dado! qoe eslavam asneando o denle para esgrimir
com os Caslelhanos, ficaram desapuntados quando o
criminan laule depois de ler mandado locar mon-
tar, passoa reviste ao regiment e mandoa recolher
ludo a quarlis. Antes assim do que peior.
Krilr.'iti barra, onde esleve qaasi dando a costa,
chegado de S. Vicente de Cabo-Verde com 34 dias
de|viagera o desmanlellado e infelicissimo vapor D.
Mara II. da companhia Luso-Brasileira. A serie
de desastres por onde chegou a semelhanle estado,
ja' a|es(as horas he assaz conhecida no Brasil. All
esta nas agoas do Tejo I A carga que era quasi teda
de btelas e ceblas, veio avariada, mas nao alijou
nenhuma ao mar. A galera porlugueza /letoluco,
que sahira de Macau carregada de colonos chinas
para a ilha de Cuba, perdeu-se na coolra-cosla da
China. Constava que pouco depois de sahir de Ma-
cau se tinhara revolucionado os passageiros, atacan-
do e matando o contra-mestre e alguns marinheiros
que e-lavam proa ; que depois tentaran) fazer o
mesmo ao capitao, piloto e marinheiros rstenles,
os quaes os esperaran) corajosamente com espadas, e
liojuiis de um rendido cumbale, que durou das 4 da
tente al a meia noile, os ol -aram a recolher-se
no poican, lendo perdido oi'
De maJ'haa rebenlou no-
capilo akbandonar o navi
ler e dirigio-s-'.'jara urna i
salera enealhada V-.ncqu<
ao mar e demandoa "ir contra-costa da ilha, com
tanta infelicidade porm,'" fue quando encalhava p
escaler para sallar em Ierra, vio-se enibrulhado n.-
ondas, e apenas conseguio
Ires marinheirus. Apenas
maltrata lo- e feitoi pr:
ilha ; melteram-sr
para Singapura,
A lorcha An
urna esquadra
l'.z o Pirata, iornal dos Iheatros delurim.'que o .
Sr. I'orl. ewr comprimaria CaoMlaai, t*.
qoe dizem ler boa rep-jj
vinciat, qae Frar .^
site da Fonal t^^
em sobre am ,_il _
netos na freguezia da O/'i1'-^, anal
invernos. O rcpeilavr-' esteraado ai
i ptenles.
la que obrigou o
tten-se n'um esca-
.oxima, mas vendo a
distancia, fez-se logo
dvar-se com dou
11 em trra Ir
!oj habiten'
merca;) le,
ao Brasil.
adra de
A crvela n a cheg?
gue Mond> em para
Conste , corpo rr
nado A tha, par
navios
As es correspoi
Poul jllio e doAng
a\? ra a collocacao u
1" ai erigir-se a Boa-N<
( enilenciana, acabando
as masmorras do caslello
eadeia publica.
-:S*H
nn
as
bordea e.n tributar elogios .0 le.1
Cuilherme Roed Ladral, ut
Bar-
.onc
lo Sr.
indega.
de Mocambique o Sr. ">
.ario do governo geral dique a
rint Vem em comm.ssao. Joslt-
,or\la..Lada Keuu.ao
o baillari .
tirao.
Conla am joi
Comes, o c.irvoeiro,
conselho de Ponte do I.i.
seus qaioze janeirns mais 1
moilos
setenta i
nasceu na era de 1711. Ha pro na,principlo
em Ponte de Lima, onde te c rva com friqooarii.
ao qoe te lem visto, 1 existen .1 de pemil cata) ton-
ga vida. Ho pouco morreo all nm tojeile cha-
mado Mendonct, que contara lOfi annos morir aa
freguezia de Souloe viuda a villa (ama legua cerno
se fosse um simples pasteio para ello I Nesle mermo
conselho acham-se portea a completar o seclo deas
se n horas.
A respailo de macrobios, morrea em Caslello de
Vtde, ha nm mez, nm homem de 109 annus, e mar-
ren de nm ponero dr ervhas com pato. Eata ao-
ciao linha 5 filtras, 32 ocios, 29 bimetos, eti triae-
los, foi soldado perlonceo ao regiment de covolto-
na do principe i.ippe. Foi casado duas vete, do
primeiro casamento com amo franceza nao tova S-
Ihos. Do segundo matrimonio tere 6, morreo to-
lde I. ,
A fe'.ta do Passeio Publico a beneficio daa eatoo
de asylo da infancia desvalida, prodazie nao tata noi-
ies> i seis dias. de janho ultimo, em qae lera lagar,
'ogaiate receita1l:95t9-i6l reta. Neste coala do
rceila ligara como verba prineipal o proveniente
1 entradas que se elevou a 6.-899W88 reta.
despeza foi de t:7!ljfi-r> rs.,qao abatida na ver-
incipal, he o lacro resultante da testa a favor
fre das casas de as; lo 5:221 J939 iota.
dia 17 de julho houve lerceiro illorainacan aa
n de S. Lzaro, no Porto, a beneficio da remo-
nto das raparigas abandonadas. Postea foi a
rencia, em relelo, sobre Indo a* ootros not-
is a fe-la nao deo mois de 9O90U0 rota. Em
-arao o leilao e-leve bstanle animado dnran-
I hora da noile.
' asinciarn natal mandoa comtroir am
simado a' regata qae deve ter lagar aa
agosto.em Paco d'reos: S. A. o infante D.
cea o modelo paro a embarcarlo qoo ho na
mni bellas proporcoes a mui elegante,
ao do j acht foi confiada ao Sr l.uiz Fo-
'ur naval, e de no seu proprio estaleiro.
. que selrabalha nesla obra.
ima-se Prenda, e oera rifado do ms-
ala.
te auno o regala sera' brilhaoliMima,
1 presenra de S. M. el-rei Pedro
luiente a-si-lira' a esle acto, remo
ciaro, e S. A. o inlar te I). Laiz, a
v.icdts, e outroo barcos sera' me-
os delega
coulralarem
E
lili-
l"
Ir
f
france/a -
e ,uB.- -;-..:. a. legaeao trance
LTIMA HORA.
1 para hoje nacapilal, qae n-
rio acaba do se deseavoivev
e aniarella. lis jornaes de
cia. leos queira qae taja
as reecia" -gvtlla bostariam
oliimo ITierlto d Brasil.
la decidido a por a ditpio
eeiro, governador rivd da
pura soccorrer os lultlize-
---------------
1 bi
- '
'______
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
:,^


BttjjO DE PEMUMCO T'RgA FitlS 26 DE AQGSTO H 1856
''
! marnenle as da Pla/a-Maior e dis rua adjucenles. i l-'alcon lido por desleal, segundo o que na Gaceta se
1)001 li tallie euininaiidado* pelo Sr. Madoz eco- publicou eu respeiio, que lie o segrale ;
.es so- J p4P *n o palacio da* corlea ; a arlilharia s ordeos o Tendo o marechal de caropo l>. Antonio l'alcnn
- ilialriclM | dos ,Sr*. Calvo Aseocio e dos dous nnio. Escossura, y Aballan capillo general de Aragao, commrttido
prosrmnma. i nreop.....i anillo convenio .le Basilio*, a l'uerla del j un aclo de dealealdade, qual foi o de eonslitair
jeito e miiiiiitencao Sol, a Praca-Maiur e a ra do Arenal. A infau- I em Saragoca urna junta de que se declama presi-
ddadlos,paraqueele lana espalliea-st por diversos pontoa, no quarlel de a denle, ataim que Moheda levanlamento da milicia,
na ru< de Toledo, prara da Cebada, pitea : hm lodos os sao* deve-
o estada.
sem nculiuiiia disliucr.iu
>s regulada por o muilu.ser-
nm.
em lodos os ramo* do trrico
os contribuales nao teiihaui jue o restricl.imcute m.lispeusa-
:nto de in-lruv 11 publica, e com
ele.
da inslrucc,o primaria,
a'm lodo os mellioramenlos ma'eriaei do
iculrmen(e, nos da viacao publica, fun-
en: interrupcuo lodos os Irahalliosde o-
\>as estradas e de coiislruccio, e de ca-
.,'iiu e jlarsjiiih quanlo possivel srja a
semelhantes Irabalhos, para que mais de
se colham os consequeiites beneficios,
.nalmenle iunlinu*.Ui dos pagainenlos em
Marn de hnnteni publicou um decreto deter-
naudo que sejam applicaveis a bolacha a as mas-
as pira topa inlmdu/ida- pelo- qu.i foreui porlos
aeccose e molhados do reino, .is disposiees doa arti-
go- I.' e 2.* da caria de lei de 3 .le julbo do crrenle
auno, pagando o direilo eslabeleei lo para a familia
e pao cozido.
Pelo raeamo decrelo Tica Umbem permillida a
imporlaco do milho ealrangeiro, por os porlos mo-
lhados ...i sul do reino desdr.a Figuaira inclasive, al
villa Heal da Sanio Antouio, nos lennos dos arligos
1.' e 2.* da citada caria de lei.
En boa hora menta, providencia. Osame*
cuja colheiU ae eat/azendo, -jo pata tornes ala ne
se espera, a* btalas tmpora e as lavas portm
o toa mulau parle dcalrnidas. De lodo* estes
producios m va) aotiudo (alia nos mercado-, e se
nao forem rianwlat)** de lora do reino eaeacero
l< >l.d menla. EnajaMBto a alsuns carean est pro-
vindenciado convanienlemente ; cumpru porlanto
taier exlencivas a ostro seeros alimentares iguaes
disposic&es, entre *h qoaes se nao pudem invocar os
principies de proleccJo. porqoe os qat precisan! ac-
tualimuie delta alo os coosammidores e ale os pro-
doctores.
Kometto-lhe i tabella a que se refere o decreto
testa data.
Diz o Jornal do Commercio, que os negociantes
desla praca resolveram promover orna sobscripcao
em grande escala para acudir a pobreza de Lisboa.
Parece que a associacao commercial empresa os
seus aforeos como cumpre, para que a subscripColo
produza os mais largos resallados. EQeclivamenle
abno-se a subscriprao, foi avallada, e concorreram
para ella inultos estrangeiros, ntnhutados qnaea of-
fereceu menos de cinco libras.
Diz-se que algons individuos tentaran! fazer dis-
lurbms por causa da carislia das subsistencias, e for-
maran! o projeclo de sabir da cidade e de ir atacar
(algona selleirns.de cereaes lias visioliancas della.
Ogoverno esta prevenido.
Precisando o guverno habililar-se com os fundos
solHcienles por ir oecorrendo ai de-pe/.as do servi-
do c"in a necessaria regolaridade, e muilo especia-
mente dar andamento as obras publicas ua eicala
qoe convem na preaentc estacAo afim de dissemiuar
pelo paz por raeio do trabatho, os recursos de que
opovo lento precisa na presentaron joutura, recorren
a direcrao do banco de Portu.it convidando-a a le-
vantar na pra(a, por sua intervengo e por conla d
governo um empreslimo de 600 cuntos de reis sobre
todos os rendimeolos perlencentes ao Ihesouro por
cobrar al junho de jo. O empreslimo vencer ju-
ro pelo desembolso na razio de 6 .', ', ao anuo, t
ser reahsado em seis prestares d 10 contos .le
reis, em metal cada nm, queserSo poslos a disposirao
do Ihesoaro nos das 15 de cada um dos mezes de
agosto de 18t> a Janeiro de 1857.
A direcrao do naneo, foi devidamenle autoriaila
pela asserulileajgeral, nao so para gerir o empresli-
mo, mas lamhem para entrar no mesmo por parle
da banco. Eucarrega-se de gerir o empreslimo
gratuitamente e presla-se a subscrever pela quantia
de ItIO contos de reis, ao juro aunual de cinco por
cenlo.
COMMERCIO.
Praca de Litbea em 6 ato agotlo.
Tres por ceulo ( Assentamento 4* Divida differida ( Coupoos 4i. 44 M, 23, 24.
. (De Portugal 4959000. jOU.
anco 'Do Porto 2189000, 210a00.
1*790,4*795.
milicia.
de S. Domiiig
U niarecli.il O'Donnell deu onlein as tropas para
nao avancarea. O* generara Kios de Ulano, Con-
cha e S. Miguel tomaram o coinuiando dos corpas,
que se achavam no pai.-u e seus arredores. Os gene-
rar Dulc', Mataina, Serra-.io, ele. foram para a
Prado pr-se a tesla da eavallaria, da uirairtaria e
da irtilli.ria. Duranle a imite as tropas que oceu-
pavain a ra de Alcal, avanear.iin para a parte
superior da ra para fazer fugo sobre os milicianos,
que eslavam pelas varamlas das casas. Ifaqaelle
ponto f..i i'iinsiileravel o numero de murlus e feri-
dos. A's S lluras a artilliaria collucada defronlo do
no. bt'i por beffl decreUr, ronfarinando-mecnm a
a propo.la do mcu consrlho ile ministros, a sua ex-
<( oneracao de lodo e qualquer emprego ou cargo, e
que passe a ser julaado em cnnselhn de guerra, i
Este decrelo f.o taaisaa lo pela rainha e referen-
dado pelo marerhal O'Donnell.
O general Galiano fui muiieado capilao general da
Eitremadnra em substiluicau do general Lebrn,
posto em disponibilidada.
Silln oulro decrelo do tlieor segiiinte :
K Qiiereml.i dar urna prova da satisfazlo que me
ransou a leald ide, o valor e o enlliusiasmo com que
as lropa de todas as armas que estavam de guarnirn
minislerin da guerra c na ra d'Atocha, en) bailo, em Madrid' se dislingiiiram, hei por bem decretar o
rompeu < fogu contra a cidade, e por doze huras
eonlinoai chuveram halas sobre as casas sitalas na
Praca-Maiore na Puerla del Sol.
A arlillisria da milicia respoiiilcu-llie at as 3 da
larde. Entretanto, haviam- pillados no salao do congresso. Eslava prsenle o \
duque da Victoria. Os Srs. Bicawura, Madot, Sa-
gasla, etc., ele, recordaratn as suas promes-
sa, lanas vezes [rouovad.s, de empuiihar ou-
tra vez a sua espada de l.uchana no da em que a
tiberdade eslivesse em perigo.
O Sr. Calvo Asencio moslrou-se muito vilenlo
ronira o marerhal O'Donnell.
scgiiinle :
1. Os chefes e oicises feridos oblero o pos-
to iinme.liato.
>." Os soldados que se itislinguiraiii receberao
a cruz de Mara Isabel l.uiza, com una (.eu-.io vi-
lalicia de 30 reales por mez ; a pnala dos feridos
sea de til) reales, e aqaellea a queui os feruneiilos
obrigarem a pedir baila do servido lecheerao seis
reales diarios. Reservo-mc agalar.loar conveiiieule-
mente as acres brir.-as dos generaes. chefes e ollici-
aes, segundo o seo merecimiento.
3." A forra da milicia Bel aos seus juramenlos,
que enmprio com os seus deveres no palacio, he
O duque da Victoria fez grandes protestos, e peu-: cmnprclieiidida oas disposires anleriores. Dada no
sava-se que irla no lira da ses*ao fallar aos milicia-! pa^o etc. ele.
Mi ni.
no K~p.ii..,,___, .. ^
queocia do combale de Madrii.
los na* provincias.Successos de u..
Aconlecimeutos de Saragoca.Probahilida...
iniervenro armada por parte da franca.Oque
diz o Times.Ultimas noticias.
LISBOA
de agosto.
Alcanean as correspondencias e tullas penudicas
de Hespaulia :
A siluaco poltica daquelle paz acaba de passar
por urna melamorphose completa. Cahio o minis-
terio presidido pelo duque da Victoria. Antes que
vos diga qual o gabinete queosuccedeu, vejamos por
um pou,'.i as causas da crise ministerial. O Sr.
Escossera, quando vollou de Valladolid, sem aecu-
sar diroctamente o partido moderado de ter provo-
cado as desordeus de que tem sido tbeatro a Castel-
la-Velba, formuloo um decrelo rigorosissimo contra
a imprensa daqcelle partido. Aquella decreto foi
ubroeltdo ao consellio de ministros, e euconlrou
viva opposh-o da parle do marecli.il O'Donnell,
que exclamou : Esta vez, nao u
Collocon esta dissideocia o ministro da guerra e o
do interior, na imposiibilidade de fazerem parle do
rue-ino gabinele.
O duque da Victoria, cujas sympatbias pelo Sr.
Escossura sao conhecidas, quera arranjar ama con-
nliar.lo, mas foram inuteis os esforcos que empre-
goo. Soccedia isto no dia 13 do passado pelas tres
horas da manli.ia.
O duque da Victoria apres*nlou-se no paro, e a
rainha collocada na posi^ao de aceitar a demis-ao
do Sr. Escossura, ou a do marechal O'Doooell, de-
clarou querer aceitar a do Sr. Escossora ; comtudu,
eonvocon a palacio noite o duque de Victoria, o
marechal O'Donnell e os outros ministros. Foi em
v.lo qoe S. M. tentou concilia-los.
Vendo o duque da Victoria, qoe nao era possivel
manler a consliloii;,lo actual do gabinele al ao
momento da promulgarlo da lei fundamental edo es-
tado, dea a sua demissao; todos os|miniatrot seguiram
o aeu exemplo. Por mais de Irea horas sopplicou a
rainha ao duque qoe fcasse a tests do gabinete ;
foram baldadas todas aasoas instancias, e no dia li
a qualto horas aceilou a demissao do ministerio, e
nos na praga Maior. Mas ein \-n, o esperaram.
Os commandaDtes da milicia que mas tmliam esal-
tado us espiritos na vespera, enlraram a retirat-se
para suas casas pela volla das duas huras.
A's ti ;* e meia o general Valdez, que se tinha
arrogarlo t, caminaudo das milicias, reuni lodos os
seus na pr...,,. .Valor e Ihes disse, qoe aquello que
nalaralmenle devia pdr-se a -un frente, nao vinha,
nem viria, | aue por eonsequencia o mais acer-
tado era rettrarem-se.
O consrlho agradou. Dchandaram porlanto os
milicianos para suas casas com preapilacao,
despindo osoniformes e escondeudo as armas-
De manliaa tinhain-sc dado alguns vivasa Espartero,
ao p ,m, |e morras a O'Douuell. Mas s horas,
da larde ludo tinha mudado de ligara, eram gritos
de raiva contra o duque da Victoria c contra os de-
potados da opposirilo.
Keale lempo o famoso Pucheta, que assassinon
Chico pela revoluto de julho, tentou reunir em
torno de si alguns dos fugitivos. Poz-se a frente de
algons ceios de milicianos e forlilicou-se na Pe-
ra Maior. Encravon as peras de que se tinha ser-
vido a milicia, e as descargas de fuzilaha lnrii.ir.nn-
se mais amiudadas, anda que de manhaa. Dous
demcratas, Sixto Cunara, director da Soberana e
Becerra, ambos capitaes de urna campanilla, suslen-
laram o foso coro raro valor ate a uoile ua praca
de S. Domingos.
0 baialh i commandado por Madoz tambem sus-
leoloo o fogo contra as tropas com etlremada bra-
vura.
Aflirma-se que o duque da Victoria apparecera
um instante a ravallo, duranle a noite, frente do
regiment de eavallaria da milicia, de que he coro-
nel. Comi.lo be fado que n.lo est bem averigua-
do. He dillicil calcular as perdas que houve de
ambas as partes, porquanlo nao ha memoria de se
ter visto em Madrid l.lo encarnizada lula. O gaz
uno se accendeo, e a noite apenas era alliimisda pe-
los claroes da (Miara. A cidade de Madrid apie-
senlava um espectculo de de-lrurao e horror.
16
O marechal O'Dnnuell Iriuraphou. De maohaa,
as e meia, depois de urna uoile mais tempestuosa
que a precedent?, oa generaes Dulce e Serrrauo, a
tesla de numerosas toreas de artilliaria, eavallaria e
infanlaria torr.aram posse da Prac,a Maior. Pucheta,
frenle dos milicianos revolvidos a coulinoarem a
lula, se alojou oa ra de Toledo, e dahi a pouco
rompeu o mais vivo fogo. Os soldados forcaram a
entrada das casas, qne dao sobre a praca c ra de
Toledo, e lomaran! posse de ludas as jaellas. As-
eslaram-se pecas ua praca por baiso doa arcos de
bocea da roa d'Alocha e da ra de Toledo, e houve
descargas al ao meio da.
Alguns homens destemidos foram circular na ra
Maior inleiramente guarnecida de tropas. A's seis
liora ,iu lavam passeand.i na prara do palacio o ma-
rerhal O'Donnell e os generaes Concha e Ros de
ulano. A rainha e o ro eslavam a urna janella do
paso. O* marechaes pareciam radiantes. O'Don-
nell saliendo que o bairro popular de Lavapies re-
sista, deu ordem para levaren! para all a arlllia-
ri de maior calibre, e em caso de necessidade arra-
"ella parle da cidade.
' do capilao general a Madrid, afiliado
odas as esquin ,s, ordeuava a todos
ntregasserr 's armas no espado
ramenle, aliu.il leve que ceder. Em Barcelona os
sublevados liveram perdas consideraveis e li/.eram-se
muitns |ii i -1 c, 11 mi o-.nue foram entregues a commisao
militar. O capillo general parlicipou o se^iiiute
em dala de 21 :
Unjo dei n ataque geral conlra o nuirailo lab] -
rinllio de barricadas en qne o- rebeldes eseondiaui
a sua aeran ; e a nina hora determinada Indas as
Torras os assallaram, obligando oa miniaos da rai-
nha cunslilucioual a abaiidona-las em linio y eapaeo
que occupavam, apelar da enrgica rosistciicia que
ua manir parte dua pontos oppozeram an arrojo dos
nns'os bravos e enthotiastai sol.la,los, que repelliram
n inimigo al leva-lo aus ulliinos coulins de Vi la-
liarria, Gcaodo esla cidade lirre dos que tentaran)
allronl.ir o seo boni lime. Orciipo-me em ln mar
os resollados desla brtlliaiilc jornada, de que darei a
V. Etc., os pormenores, sendo immensa a perda
cansada aoa qne se revollaram contra a aulondade
de S. M., a ranilla e quizeram ro||ocar-se cima da
le, e pela simultanea e bem dirigida arrao das tres
armas, as quaes.como he cosluma (ao dignamente ri-
val isaram.
E a-~im Iriumplioii a orilem em Barcelona, com
una perda imineusa de vidas aos populares,
Em Heus, lanibein curren saugue, publicou a fa-
lla ollicial un decreto, concedeiido ti mezes de abo-
no de ervico a todas as pravas que eompuiihsm a
guarnir,!,! de Madrid nos das I i, 15 e 1(.
Em 21 eram formidaseis as torean que marchavain
sobre Saragoca.
Diz a P.poca, jornal semi-olTicial, que o governo
appareeeo um iotrieado labyrinUto de barricada
frus com lal arle, que pareciam fortes mnr.illi.i-. e
comern de novo em toda a parte o fogo de fu/.il e
de canlnlo,
ti combale foi muilo encarnira lo; os insurgentes
n'uma investida lonaram o tropa qualro pecasd'ar-
lilhafia. No povo de tvi irlaTapaiiharam a gnverna-
dor mililar.fuzlaram-ii,!, cortaram-llie a rabera e o
levaram de relos pelas ras. O general Zapatero
deu ordem pelo telegrapho ao caslello de Mninnich.
que hombardeasse Oracia, e come^aram a chuver
bombas sobre a villa, por um modo espantoso.
Propnrctonalmenle.morreram inais'oUiciaes do que
soldados. Entre us rebeldes hara uns dous mil na-
liaogciros. pela m-inr parle francer.es.
Tambem hara mullos paisanos de sobrecasaca,
rom arma ao hombro. As ti horas de tarde do da
21, ludo eslava acabado, e os tiOO revoltosos que se
retiraran), eram perseguidos de perlo por dois bata-
llies de cacadores.
O que diz o Times. 1 O Times tratando dos a-
caiiiecimenlosde llespaulia, diz o seguinle : O
plano formado enlre a rainha Maria Christina e seus
adeptos, consiste em deivar que O' Doiiuell lude
por algiim lempo e esgote as uasiforcas no combale
com seos ad\ersarios,que serao animados para a re-
sistencia.
o Ouando o actual presidente do consellio de mi-
nistros esliver enfraquecido, enlio o general Narvaez
merecer os seus servidos a O' Donuell para salvar
o tbrono, e urna vez iulroinellido na questao, os se-
os esfjrc.is dirigir-se-bao a derribar o conde de l.u-
dentes de Cinc
uezes.
Itiza f.w-etai,
lilao a que se re
mansa, que salii;
chavan) a unir-se comos Arago-
1 de se
I estav.
O capilao general de Madrid nomeou ama com-
misato, composla do priineiro magiitrado civil, o
marque/, de Perales e eis adjuntos, dos quaes o pri-
meiro lie o duque d'Alba e vinle e um conseljieirns
muiiicipaes. Esla commissao he provisoria,'porqoe
as cleicesse arao conforma a lei recanleiueuie vo-
tada pelas cortes.
Reinava alegra no pac,o. A rainha, assistiodo no
dia 17 ao destilar das tropas, inanifeslou extraordi-
naria alegra.
A siluaco de Saragoca inquielava o governo.
tirande numero de pessoas hara partido para aquel-
la cidade para excitar a resistencia contra o uovo
ministerio. .Viu era nllnnln rumo codsa imposslvel
ver->e marchar sobre a capital parte da milicia e
das tropas affeiroadas a Espartero. Dizia-sc que os
marechaes Falcon e Garrea, h......como os genaraes
compromellidosse poriaru a' lestd dos adversarios do
gabinele.
Em Sevilln houve un inoviineulo que foi compri-
mido em poucas horas, mas po/ um modo horroroso.
O general Dulce foi levemente ferido. A condeco-
rac.,o que Irazia ao pello enfraqueceu a pancada de
urna baila que de cerlo u alra\escaria. Uns mil in-
dividuos se absliverarn de/eutregar as armas. O ca-
pilao general deu-lhes. lais um da para o fazerem.
Depois comecaram as eisilas domiciliarias. Todos
os ajunlamentos de seis possoas foram prohibidos
por um edilal, e no mesmo se declarava que lodo e
qualquer porlador de armas, seria medido em con-
sellio de guerra.
No dia 17 havianv-se entregado 15 mil espingardas.
Dizia-se que Espartero eslava escoodido na emhaixa-
da ingleza, mas nfio se conlirmuu. Espadero parti
a 18 para Almagro.
O governo eslava decidido a obrar generosamente
com elle. Os Srs. D.Patrelo de la Esco Madoz. Sagasti, Calvo Asenrio e outros depulados,
que a' frenle dos balalbes nacionaes lizeram resu-
leoeia, eslavam tambem escondidos.
O marechal Narvaei tinha partido para Bavonna,
com nm grande sequilo de olliciaes seus partidarios.
Eis o que i'.iti'm. m a reapello das inlen(;oes de Nar-
vaez ao jornal Craneal a Patrie, que he favoravel a'
causa de O'Doonell : e Se a ordem se reslahelle-
cese em llespanha,abandonara lodos os seus projec-
lo' le regre.so a Pennsula. Mas no caso em que
a -nrrucan se generalisassc oo apparecesse n'algum
lo com persistencia ame,ira,lora, enviara ao go-
lerno da rainha urna ola, oirereceudo-lhe o sen
concurso e o das pessoas queparlilhamas suas ideas.
Em lodos os casos o marechal nao entrara em Hes-
panha sem que fossein acolhidos os seus oflereci-
mentos. i)
Chaftaram a Madrid sem perda nem tranilorno os
57 inilhes de reales enviados ao crdito mobiliario.
Duranle a iusurreir.ao eslavam guardados no palacio
pelos soldados.
O correspondente particular da Indrpendance Bel-
gc, em data de 17 de julho. apreciava o golpe de es-
lado pela seguinle maneira :
O golpe de estado he um fado consummado.
O'Donnell, legando bario de Mu, apenas Iba servio
de instrumento. correspon-
dern) as suas esi outros,
e dos actos que a <,,
sean a deshonr
formar a siluac,;
sentimcntos qut
netlidos em con- doblez, estes pro,
lelecido em ses- causa libera' Mr
nao pens em convocar as Borles, nem em reorgani- I cena, in'veitlod-ae em dictadura,
sar a milicia nacional. A .Soberana, jornal deino- .. Se O' Donnell se mostrar frouxou e NarvdeS for
cratico, snspendeu a sua publicarao. I bem acolhido pelo exercito, ai|uelle ser denunciado
Em 25 virago.; i conluuava resislindo, dizem as ] como traidor em razio da revoluco de 1851, e de-
fnlhas moderadas que o povo mandara urna commis-1 sapparecer da scena.
sao parlamentaran general Dolee, cojo qu artel ge-
neral, conforme as ultimas noticias.se acluva em
Ateca ; porein o general responder que nao accei-
lava seuo a entrega da prac,a a discrir^jo, para o
que conceda o pi_a-> de 5 das.
Dizia-se qua havia grande desanima;ao entre o
povo, e qoe er*Vn os chefes quem sostentavam o mu-
vimenlo. No lie possivel, provavelmente foi noti-
cia para animar os soldados.
Granada, Halaga e Jan estavam insurrecciona-
das.
Chegoa a Madrid o general Primo. O duque de
Bailen, mor.loino-mnr do paro pedio a saa demissao.
Foi preso em Madrid D. Narcizo de la Escosnra A
rainha acreitoa a demissao do general S. Miguel de
c.ipil.ni da guarda de alahardeiros.
Diz o parlamento que um desparho recebido no
dia 24 de Pars, aniiuncia que o infante I). Joao de
Bourbon desapparecera de Londres no dia 19, logo
qoe soubera das noticias de llespanha.
Parece qoe os carlistas cobraran! aiiimae.lo com a
adual lula.
Segundo as milicias de 2C, as tropas em Barcelona
linham ordem de au dar quarlel a quem se remles-
se a discricfto.
llavtam'alli comecadn os fuzilamenlos. A fren-
le do movimenlo de Mallaga collocara-se o gover-
nador civil I). Domingos Velo. O general /.avala
pedio licenra para viajar fura do paiz.
Em Sevilha no dia 22 houve em tiroleio entre a
tropa o povo. Diz o Diario de Barcelona que as
torca- do gabinete O' Donnell liveram con-i leraveis
perdas em Barcelona.
Do Aragao nada se sabia ; o general Dulce eslava
no dia 25 em Calalayud ; no da 22 o general 1. lia-
gue devia ter feilo um recoiihecimenlo sobie Sara-
goca. as vascongadas, havia socego.
Em Saragoca aineacavam-se os cidadaos pacficos
para os obrigar a pegar em armas. Organsavam-se
novas companhias de paisanos obrigados pela junta,
todo i.io he *' Que o bala-
. .. pondencia, he u de Al -
Soria e se uni com o resto do
seu regiment q ie. se achava em Saragoca.
Devenios advertir que a follia ollicial he parle sus-
peila, e que Saragoca anda resista.
Parece que ni dia 29 cumecariam as eperaraiet
conlra a cidade.jconrluiila a Iregoa, que segundo se
diz, o general Dulce conceden aos sublevados. No da
:lll saino de Madrid o tren do baler. destinado a divi-
san do general Dlulee : 111 pecas de :(, 5 de IU e S mor-
A Ho-patdia.es-e isiz ouli'ura tan prospero e tan
pnderii.n.ai lia-se pre-enleoieule redolido a um lal
gra'o de avillamemo pela imprudencia e lournra de
seus lilhos.que parece mu) prximo a urna lotal rui-
na.
Em o mez prximo passado na propria capital da
ilion,urina os miliciano levanlaram o etlandarlr
da rrvolla ehateram-se com a tropa de liona p"> '
esporo de um da inleiro. Km quasi lodas as rida-
desdoreinoo mesmo leve logar, resollando dalu
muilo -.ingue derramado,tanlo de ama como de ou
Ira parte.
I'elizmenle em loilosos lugares o partido da ordem
leirns, 20 pecas que a 20 tiros cada urna, prudiizem licou victorioso, e a- ultimas noticias dao o paiz co-
i mili projectis ens e solidos. |;ma balera de mu aocegado, lendo n governo pri
teinmenlaiido estas liohas do Times, acrescenta o
/isla/elle de Paris.
ir De cerlo he esta urna apreciadlo original eru-
riosa dos succi.os de llespanha, que a Europa con-
templa com inlereese e anciedade. Nos jugamos
que ha grande exactidao oeste juizo. Ja dissemos,
referindo-nos a Patrie, que Narvaez ira somenle a
Bavonna, onde esperara aalorisacao para entrar em
llespanha e esla uoticia concorda perfeilamente com
as do Time'.
a O general Narvaez entrara opporlunamenle
na Pennsula, supplaiitaiia o conde l.ucena, que
processaria como aulor da revoluco de 1855. To-
i> neamenle italiano e hespanhol da rainlia Christina,
sabem que a viuva de Fernando Vil professa odio
iuplacavela O' Donnell ; nao Ihe perdoara o des-
Ierro e o processo poltico de que ella foi objec-
lo, processo dos mais escandalosos, que as corles
o iam examinar, n
Lia-se no Jornal dos Debates, o Sabe-se que o
governo frailee/, adopta ueste momento medidas de
precaurao, em vista dos aconlecimeutos de llespa-
nha. o
O regiment 22 do linba parlio de Paris no dia
20 e chegoa a Bajouna ero 21 em dous trens espe-
cia es.
No dia 22 este regiment devia por-seem marcha
para se aquarlelar ao longo da frouteira. O impe-
rador acaba de ordenar ao principe Luiz Luciano
Buuuaparle que se ochava em llespanha,que sereco-
Iha a Ir ,n; i.
Eis o que diz urna carta de Pars do dia 25 a lar-
de, que por ter immediata rcla^ao cora os successos
do reino visinho, vos transcrevo :
Ja informamos da formarlo de nina exercito de
observacao de 25,01)0 homens na linha dos l'vreunc-
us, e de se lerem expedido tres brigadas das duas
divises destinadas para compo-lo. Os jornaes de
hoje fallan) de outros movunentos de (ropas, e di-
nos scguinles termos:
Seoliores, apres.
mesa, proposla tao^gr.
presidida pelo general I'airn. Toda a gente que po- | zem que tres divisoea do exercito de Psris i.-o para
ln. -
dem.
Minio- in. na es suas armas aos s
lins designados, quand s soldadus que estavam de
emboscada a lodos os cantos das roas, cuidando que
eram rebeldes, alirr am-lhrs.
Na pra;a de S. I amir.gos e na roa de Fuencnrral
alguns milicianos do alio das janrllas malaram e fe-
nrara camaradas seus, que iam entregar as armas.
Um delles matn um soldado que eslava de senli-
nella ;i esquina da ra Valverde. Este acto provo-
con urna descarga cerrada das tropas esleudidas pela
Porla do Sol, e muilos camiolanles iuolTeiisivos fo-
ram victimas.
Ao meio dia poderam as Iropas avanzar e tomar a
igreja de Santo Isidio, ontras tropas sahiram da ci-
dade, c foram entallar os amotinados enlre dous
fogos.
Continuoj a resistencia at ao momento em que
Puch-la eseu irmau cahiram atravessados pelas ba-
las a ^soldados. Knt.l i, foi completa a deba miada
e os insurgidos pedirn) quarlel. O marechal O
Donnell promelleu-lhes a vida. As tropas assenbo-
rearam-se de lodas as posicOes e procederam ao des-
armamento.
Parecia Madrid ama cidade lomada de assillo. As
tropas da cuarnicao liveram 250 homens fora de
combate, pooco mais oo menos, no numero dos quaes
se coiilam tres ou qualro olliciaes e 25 a 30 soldador,
morios. ___-
He conslderavel a perda dos milici.nu>-. __
Deve ebegar ao ,Hobro da qoe soflreuj/'ropa, o a
mais anda. 7 .^
a equilibrava com a de Espartero;
us mais atl 'icoa.los a' sua causa
marlr, pji,, generai Ros de
Aires de Vincennes, os ca-
iteu-se com mulla energa. K
O novo regiment
(llano, u maneira dos
radares de Madrid, i
rara a sua destreza
As seis da taVac, a capital eslava occupadalmilitar-
menle.
Em Sar ag0r;a. immediatamcnle depois da recep-
",0.n>js" notirias de Madrid, lodas ai autoridades
encarregoa ao ministro da guerra de formar o novo mil; ,,areSi po|if,s e civis da provincia e da cidade,
(L
\
gabiuele.
O marechal O'Dounel tratoa logo da desempe- '
uhar esse encargo e s nove preslaram jaramente
os novos conselheiros da coroa.
Eis os nomes dos novos ministros: O'liun' il0n
presidente do conselho e min;
"lias, estrangeiros; La"
(Mitero, f.i/.en.laj; l'e '
K,,.-, reino; Hilad-
E em que termo.
cscrip" sua demiss
' Sllf,ra--A. "JL
guerr rTPaslor
e justica ;
iiarinha ; Ros
da Victoria deu por
laude enfraquecida nao
i
me permi?tfonl" mar a preenrher as funecajes de
presidente do'on wlbo de ministros. Dgnese V.
M. aceitar a dem", que Ihe odereco, do que tica-
re agradecido a \ ', como do mais alto favor que
das unios de V. M. i ssu receber.
Dos guarde a importante vida de V. M. por
inoilos e dilatados anuos. Madrid 14 de julho de
lx.il>. Baldomcro Espartero, o
Pruduziram estes fados naturalmente em Ma-
drid profunda mpressao. As corles reooiram-se
as 4 da larde. Eslavam eravarmas lia 10 mil lio-
meni de tropa de linha. A. milicia nacional toda
em armas. Estacionavam numerosos ajuutainenlos
em lodas as ras e as praca* publicas. Ccrriam
agentes pelos differenles bairros populares, para
excitar o povo revolla. Pamplilefos e proclama-
roes voltiles appellavam para as armas populares.
Vendiam-se pelas ras, publicamente., ale que Ihe
lizeram parar a circularan defronle do i.niusterio do
reino.
O general S. Miguel deu a sua demissao de com-
m a ma ule geral do alabardeiros ; foi imn tedala-
mente substituido pelo marechal Maooel Loncha,
que lomou posse do seu cargo e se apreseulou ao
lialalli.lo da milicia de guarda ao palacio, ao oual
dirigi esla falla :
h Seoliores.Acabo de ser nomeado ebefe d
sempre o Tai da milicia nacional ; porem
Koo-o. Conheceis os acoulecimentos que se
passando. Todo se passar nos limites da mi
trida legalidade. ie eslais disposlos a respe
prcrogalivas da coroa, podis conlinuar a vr
guarda do palacio, senAo, podis relirar-vos
A munieipalidade deraillio-se. t) goveri
Imi-llie i demissao.
as cortes apresenlou se, acompauliad
assignalultas, urna proposla concebida nos
termos : \
Pedimds presidencia que reaua i
mente a asserobla, segundo as dispnsie
na ultima sesslo. lima pioposla de cei
da pelo Sr. Mayoz, foi approvada por '.
Ira 1, que foi o id," morque/ de Taime1
Apezar do voloVlas corles a rainha i
nislerio. I ia\ oi-.; a lula. Comerr
palacio e na praca lie S. Domingos
se barricadas por lodos os pontos,
nha, inrluindo as ilhxs adjacenles
cin estado de sitio. Fui nomeado
Sr. Alonso Martnez. Os dous
tomaran) o partido da revoluco
suppleinenln a tiacetla annm
to; o prembulo lie iuler
Victoria no conflicto do da
do seu secreRrWo Venancio
No dia 15, o drainc de qu
llespanha, foi sanguiuoleii'
as tropas eila_ sa* no
palacio, e ao vir.u da roa i
simo fogo contra a milicii
3 ve/es, durou ale as 4 '
Ktfor. .i- da milicia inv
todas a3 c j~5, que u.'e
'.im como os chefes da guarda nacional, se reuni-
r m no palacio do governador geral de Aragao.
N'uma sesso presidida por aquelle | fuuccionsrio,
volou-se a seguinle proclamaran ;
Habitantes da provincia : Acaba de con-
summar-seem Madrid am fado funesto para a cau-
sa da liberdadr. O homem qoe em julho de 185i
se insurgi em nome da lei, se apodCrou do poder
conlra eslss mesmas leis, atacando a soberana na-
cional e fazen lo correr o sangoe do povo. A eidade
sempre heroica { Saragoca ) baluarte da liberdade,
nao podia resistir indillrrente i vista de semelbante
altentado, e acaba de consiiluir-se em aberla oppo-
sico conlra o governo, e com a resolucao iuaballa-
vel de nao abandonar as armas al que as hberdades
patrias sejam para sempre consolidadas. Fisla junta
commuuicando-vos 13o graves acontecimeiilos, vos
convida a fazerdes causa comioum com a capital, a
erguer-vos como um s bomem e a preparar-vos pa-
ra a resistencia contra um poder qua se inaugura
impon lo ao povo com a melralba e a sua dispoli-
ca voutade. Mas ao me-mo lempo que esla junta
deseja ver-vos unidos ao inoviineulo da capital. nao
pode deixar de vos recummendar que procedis com
a maior moderacao, coir.primindo lodos os excesaos
que poderem prejudicar a sania causa que defende-
mos. O mais leve disturbio servirla os nossus inimi-
gos, que folgariam de nos ver comprometlidos na
anarchia para fazer acceilarn seu despotismo. I'nio
e resistencia ao minislerio do conde de l.ucceua, c
nos salvaremos a liberdade dos perigos que a amea-
Qam. O presideule Antonio Falcon, vice-pres."
denle, Polo, tiarrig- Mariu, Cano .Manuel, Sel"
"so. I)
isada em Saragoe" ';nr-
es com Madi V e lodo
.inda nao h- 'l : P-
,1111o pas-'10 P*" governo
"o e":aI e leal do impera-
Conde, Gime
Eis a resislenc
laram-se as comm
Interior da llespan!.
tido carlista, vencido
de E-parleru e pelo apoio
dor dos Francezes. amea- ,urn,'r """ <">*<
lieos sabe as conseqi'."01 .
h llespanha he uro ,m desgracado agitando-se
n leilo de lor
t dia |18 reie
No di. W a
\ -.nilicia e
.. Navarra
o. No me
la milicia
do as ana
ule o coi
he iuslr
nlo, a de,
jnslrurcao di
,irovocarao ao |
o que uo deixa
.odia |ti o cmbaixadi
rt| O'Donnell.
dia 17 a (.arela publiroii
, reslabel-cida a din
a agitacao em Barcelo-
reslabelecido a or-
o desarmameulo
Byscaia eslavam
>oava o desar-
os habitantes
c.es.
indo todas
As cor-
o povo,
is urna
he
ro
do
.vislia antes do decreto de suppre-
n mn \s modificar/es neccsa.
u,,"0:. ...I. ministro das obras pu
- ocia
lioje, ate os homeus
condemnam a comedia que representou para Iludir
os seus adversaiius
Outros, que penetrados da gravidade da sita-
cao e da iucaparidadc do duque da Victoria para a
dominar, se acham inclinados a perdoar ao conde
de l.ucena o ter violado as leis do seu paiz, ter des-
lumhrado os liberaes com os seus protestos 13o fre-
quenlea e t.io solemnes.
Pcrdoar-lhe-liiam o seu jogo hbil dur
minislerio de dous annos, desde o aluaco '
Iho de 1851 al as ultimas conspirar;es l0
astuciosamente disfamadas, que prece.f.0,a, golpe
deeslado de I i de jolho ; mas n3o Ihe perdoarao
jamis o ter coberto Madrid Ae sangoe e ruinas. Sao
recordaees que se nao ai~,gam nunca, e que des-
gr.irad,menle podem '/ecahir uro dia com lodo o seu
peso sobre o thruno e sobre a dj nastia. As jorna-
das de 11, 15 e Ifi i le jolho serao fataes i coroa ain-
pamais que ao pa a. Acreditai-me uao approvei-
larao senae.-- causa de lodos os inimigos da realeza
constitucional.
O part lo clerical esta' salisfeiiissimo de ludo
qu*.se passou. Podera O seo reinado vai lecome-
*l.\T. Ja corre o boato de que o ministerio desappro-
voo a circular de Cantero, que mantera a lei de de-
-amorli--ac.ao dos bensecclesiasticos.
o Porlanto, apezar da sua victoria, be licito duvi-
dar da eslabilidade do actual gabinele. A presenra
de Ros Rosas no seu gremio, que torpredea, para
nao dizer outra coosa, ale mesmo os liberaes mais
moderados, he de tal nalureza que faz tuppor mudi-
ficarOes impelanles, etc. ele. etc. a
O governo conceden, a pedido do duque da Victo-
ria, um passaporte para aquelle ponto do eslraogei-
ro que escolhesse.
Tornaran) a publicar-se jornaes. Os do partido
ul Ira progres j isla eos do partido repoblicino.ali-lem-
se de tratar queslAes polticas e goardam silencio ..li-
bre os deploraveis aconlecimeutos de 14 e 16 de
julho.
Em ValladolJ lem tilo lugar numerosas execu-
epes. Continuavaiu os incendiarios n'algmnas loca-
lidades da Caslella.
No da 16 deviam ser fuzilados em Rioseco 16 in-
dividuos.
Fallava-se no marque/, de Tahaerniga para o sub-
secrelariado de estado dos negocios estrangeiros, do
Sr. Coelbo, redactor da ICpoca para o sub -secreta-
riado do iulerinr, e do Sr. I a-ara para a embaixada
de Portugal em substituirlo do Sr. Corradi. D. Pe-
dro Bavarri lumon posse do ministerio da mariuha.
Em \'alenc,a a' chegada das noticias da capilal que
se dina u como contrarias as tropas reaes. houve
tentativas de desordene, e o governador civil parecia
querer pronunciar-se contra o governo, mas, gra-
tas as medidas tomadas pelas autoridades militares e
a altr.ude das tropas, linliaro-se podido dissipar os
grupos sem fazer fogo. Restabelecu-se a ordem.
A rainha mandou distribuir :10,000 charutos a's
Iropas da guarn,; o> de Madrid.
Parece qne a forc.a da milicia que lomou parte no
combate da capilal era de 17,000 homens.
As forjas do eaer.'0 que tomaram parte na lula
dos Ires dias, "am 13 halalbes mais de 2,000 ca-
valloa e 50 i"Cas de arlilharia. |
O ge;-'-1 Manoel de la Concha foi nomeado
caiieiro do lo.-flo de Ouio.eo general Messina "r3o
r.uz da ordem de Carlos III. Cliovem as graes
sobre os generaes liis a' reaeco e a O'Donnell.
Em Jan e em Granada parece que tiveram algum
cebos successos de Madrid, mas tanto all como em
Sevilha e Salamanca foram de pequea importancia
as occurreueias. Logroo, Aleante e Cartagena
pronunciaram-se contra o novo galiinete. Em Murcia
mo houve pronuiiciaineiilo, mas a depulaco a
munieipalidade e ;a milicia nacional, reprsenla
ram a rainha. A cnmpanliia geral de crdito de
llespanha representada pelo seu presidente, direc-
tor, suh-direclor e um adminislrador, apreseutoo-se
ao ministro da fazenda olferecendo-lhe os seus ser-
viros.
Em Santander no dia 18 houve um peqneno mo-
vimenlo. Foi logo reprimido. Em Albacete ho-
ve .ilguin movimenlo. A rainha deu 150 mil reales
do seu holsinho em beneficio dos feridos de lodas as
classes sem dislincrao de partidos.
Segundo nl'arlamenin.pirnal moderadn.parere que
o governo te.-irionava reconstituir a milicia nacional,
o quo parece sera fundamento algum, assim como
outra nolicia dada pelo mesmo jornal, de que o novo
gabinete quera r.invocar as cortes ronstituintes, on-
de esperava lermaioria.
No dia 96 de julho recebcu-se aqu em Lisboa pe-
la lelegraphia elerlrica, do encarregado dus negocios
de Porlug.il em M*drid, e seguinle despacho.
n Em Barrelon^, pronuuciou se o povo e urna
parle da milicia n iioii..l.l|nuveram mudos morios e
feridos. As Iropa, deirelaram os sublevados. Sa-
aioca Conserva-! em posir.lo hostil ao guverno,
i a direceai) de tima junta revolucionara, presi-
pelo capilao general Falcon. Poda a provincia
tana lem adl er lo ao movimenlo de Saragoca.
iiunriament-s das deinais provincias bao sido
ule sulloca los. Madrid goza de Iranquilli-
dia abandonar a cidade. relirava-s.
O general Dulce eslava no dia 26 em Almunica.
Diz a Espaa de 27,que oSr. Cmara, director do
jornal democrtico t Soberana, se diriga a Portu-
gal.
Dizem outros que eslava em Saragoca.
Cada cheizada de jornaes hespanlies he a coutinua-
cao do bulletiui das scenas sauguinuleolas que todo
aquelle paix lera presenciado.
Eis o que nos dizem as de 28. Era Barcelona to-
na l'u/.ilados dous mil cuino-, apprehendidos coro as
armas na mo na occasiao da revolla popular
Oulros presos, condeinoados a degredo e as galles
foram obrigados a assislir a esecnro. Por toda a
parle se preparara estes eplogos sanguinarios da de-
ploravel rearc.io promovida pelo general O' Donnell.
He um luxo repoguanle de croeldade, fazer assislir
os cQudemnndos a oulras penas, as execucOes capi-
laes.
Segundo se le na liareis, em Barcalona, as perdas
da (ropa foram as segrales monos :l chefes, 8 olli-
ciaes e 32 pravas ; feridos 1 general, 4 chefes, 18 ol-
liciaes e 177 pracas ; contusos !t chefes. 5 olliciaes e
81 r as, lotal 332.
milerios de Barcelona sepullaram-sc 214 ca-
'os chamados rebeldes, aos qoaes devem ac-
os que foram sepultados as barricadas
is i ,i hlirar-s, duranle o combale,
que naquelles dias, como o cal" "- '
cr-ropuiiham os cadav <><.
r parte dos feridos I ,,,
so enlraram no- Ivn.p toe ou-ip .|| i-
ueraes Dulce r. Echagoe siei/an.-aim
- .-ivas forjas no dia 27 em
o sul, e serao rendidas aqu por oulars do exercajo
do mirle, ludo islo he mu proprio para dar ori-
gen) aos boatos de pretendida ou provavel interveu-
*<> armada em llespanha ; mas creio com bom fun-
damento, que nao lia a menor inleneao de tal,
nem na eveulualidade de occorrencias anda mais
importantes dn que essasque se lem passado.
Oulras razoee, em recorrer a intensan de inter-
ferencia militar n um paiz, onde ja foi l<1o falal i
denaslia de Boonaparte, sao suflicientes para expli-
car a reunan de urna forrea mililar na fronleira "
Crc-se qne Napoleao III plenamente rea. 2!
os erros de Napolelo I e.lajresolvido a '/*,', ,*"
proveilo, e porlanto se abslera do em'- v,
militar na pe1 ula ibrica.
101 arlilheirns e 30 civallos, cuarnece o trem.
Consta que em .".aragoca havia lories dcsinlelligen-
cias, jiorque uns queran) transigir com as forcas de
O'Donnell, e outros resistir ale a ultima.
O governo man leu soltar os respnnsavtis de va-
rios jornaes, que eslavam presos por querellas con-
lra lies dadas, duranle o goveruo do duque da
Victoria.
A frouteira da Navarra eslava tranquilla.
Ivn qu mo a poltica qoe teuciona seguir o mi-
nislerio, nada si, sabe ; lano os jornaes moderados (eVe
e retrgrados, como algons progressistas pedem que
appareca o programla dos principios do minislerio ;
uns acooselliarii-no a que suslenle as conseqoencias
do momento de 1854, outros propem-lhe que as
despreze, e oulros, fiualineiite, que coutinue a obra
que eocetou.
O fado he que por emquanlo lodos ignorara qual
lera a polilica do gabinele (VDonnell.
.1' ultima hora.
O governo hnspanliol recebeu no dial- dn cor-
rate uma participaran do rapiln general de Ara-
gao, annunrando que Saragoca capuub.ra. A par-
le lelegrapbiea foi redigida nos segrales termos :
u Acabo de verificar a rainha entrada na cidade, re- ese se lomar em consi
cebido cora as honras do estylo. A milicia naci- les con-titrttliles deix
nal esta entregando as armas aos respectivos rom -
mandantes, para verificar depois a entrega geral.
Reina a mais completa Iranquillidade, e se V. Exc.
asjun o entender, pode retroceder o Irem de sitio.
Regressaram a Cslalunlia e Valencia as (ropas da-
quelles dislrietos, que marchavam sobre esla prega.
Nomeei segundo cabo am commissao ao brigadeiro
Bournaga. a
O general rebelde Ruiz clin n sub-inspeclor da
milicia do Ampurdam, Roger, fizeram-se fortes em
Liers, ero numero de 2,000 humen-, quasi todos da
milicia uacional. O regiment de Navarra, com-
mandado pelo IzOnialex, all os desbaralou e dis-
persou compleUimenle, resollando alguma perda de
parte a parle. O general Ruiz, o seu ajudanle, o
major da praca de Geroua e o commandaote do re-
giment d'Afric.l, com todos os demais compromet-
lidos na rebdlia.> de tierona c do Ampurdam, en-
lraram era Irania. I uain detidos e internados pe-
las autoridades fi anecias. A fabrica de papel de-
nominada Aurora, sila em (jerona, foi incendiada.
Foi desarmada a milicia nacional de Badajoz e
oulras povo ico-- da Extremadura.
Huesca lamhem se entregou.
Em Barcellona reina a ordem ; foram fozilados
no da 28 dezeseis sediciosos em Gracia Barcello-
na). Desta cidade foram deportadas rouilas pessoas
respeitaveis. A .eieen..1" dos dezeseis sediciosos de
Grada, foram obrigados a assi-tir Ires co-ros de
menor idade! o,ue gente Qoe civilisacao i loe
deslas e de oulras, se fizessem entre os cafres nao
admirava : mas elm 1856, na Europa e n'um paiz
que se lem na cunta de adautado, euslava a acre-
ditar-Be genliiezasi destas se nao eslivessem all a
presenciar lautas vezes!
Ilolsa de Madrid.
Celisacao no I de agosto s 3 da tarde.
governo proclamado o e,tarto
de sitio em todo elle.
E qn.ii 'o o motivo para lao grande deaordem '
A demiss., lu gabnele que se dizie pfoiresiU e a
nomeacao ol,, de denominacao ronlraria.
as cartas s>r correspondeoln de Par e
Lisboa, prniri nle na desle. acharan os leil,, -
res noticias cr. laoriadas sobre lia deploravd a-
conteci"-ciito, p que apenas Ibes daremos aqu
a arla da sesslo ceie1 irada pelas corles ronajlituiu-
les no da 15 : a qi al pelas circamslaocia em qe
lugar lie a--.,', roosa :
A' meia uoile, omindo-
fua de Alcal, os d< ipu"
damente na sala da i
Accenda-s.; o gaz, ac md
c lilumiaou-sc \to t li
sentes uns 50 depuiad os
Sr. Infante, o qual a.
as desrarsas da
raram precipita-
lava s escuras.
ruavam todos,
liando-se pre-
a presidenria
os represen lar 11
3 por eeulo consolidados. 41.
DilTeridos2550 c.
Ac{5es do Banco de lles-
panha preso nao publicado. 119 d.
Creio, .enfloras, que
ja feilo ludo o que se
OSr. Alotiz'C;
que se lea a proppsta,
nao, nao.) Pnis nav '
<< Varios senkoi
de confusao.)
O Sr. Fernandez
que o Sr. presdeme
o governo commissai
a S. M. houvusse de
presentar a inensagem
O Sr. Presidente:
da dize-lo ao Sr. dep
a algumas pessoas as
achavam na sala) ant
senliores que se acham
dos nem em pregados n
dem eslar aqui, e qu
tribunas.
Assim 6 fi/.ar.im.
OSr. Gomex {\j
gravidade da ptoposi
denle, quizera saber
que fez sua senhoria, ;
.-Uyamas Pozes:
O Sr. Presidente :
l suspensa a sesso.
Soara meia hora depois
a Os depulados sahira
raram-se para duscancar
"> Vi'ins e '-
Nao era d
grado o eslabe
co, mas lodos
com que rec
introduzido
Espartero ..
tigo e conhe
governo.
sempre as su
motivos jiara
tirada *
com da
emocrali-
1 cordeal
.' liberal,
iiniiulu a
o seo an-
iel i do i '
eis r.-
PAGINA AVULSA.
IB3&I& SHAS
Os peraltas da sociedade nao salisfeilos de vi-
verem vida desregrada, de serem apontados como
padrea de escndalo ; de se acostumarem com os vi-
cios e devassidcs, tralam de roubar de certas cor-
poraees rcspeilaveis, os ltalos e os nomes de seu-
nembros, para, acoberlados com elles, poderem, a
seu salvo, continuar nesse viver, qac lodos sabem,
que passa um vadio sem moral.
nsi--e,. r.-, |,a cnlre alguem, bem co-
-feitos sublimadosque serve-
lades alheias. para poder
le; ?.| he f
rae...
Muela.
O general
vara em Gen
seu comman
celona fugio |
casa i genera. -
1 neral de Granada.
rgsSSas
Ruiz e Ruiz que se suhle-
,o abandonado pelas tropas do
i e-nil.i.lo dos successos de Bar-
Franca. Foram postas em liberda-
de 150 pessoa s deBarcelona que eslavam presas como
suspeita. IJio da 24 o general Zapatero publicou
um l~i*ft, iudultaudo da pena de morle os indivi-
du tomaram parle nos acoulecimeulos revo-
conarios, excepto se fossera chefes, diredores, ou
iiouvessem commellido parcialmente assassinatos em
[iracas do exercito; o indulto he para os que se apre-
senlassem dentro em 2 das. Os feridos paisanos que
declamsem os seus ferimenlos e residencias ero 2i
horas, perdoados tambem; ordenava-se a milicia na-
cional a entrega das armas dentro em 6 horas.
Em 28 resistan) ainda ao governoO' Donnell, Gra-
nada, Malaga c Saragoca. Parece que o coronel Bu
cela se achava em Malaga. Segndose 16 no Diario
Espaol, a milicia nacional que esl em Saragoca.
compoe-se de 5 balalbes em forrea de 4,800 horaeus,
um e-quadrao e ama batera.
Narvaer chegara a Brayonne com o principe Luiz
Luciano Bouaparle, que se dirigia a llespanha.
Um peridico de Bayonne suppoe que a viagem des-
te principe da familia imperial nao lem nutro firo
seno o estado do dialecto vascongado. Pode ser.
Os joruaes que servem de supplemenlo aos de 27
de julho dizem que coutinuavam as exonerares e
substituidles de guvernadoies das provincias.
D. Joao Broil trabalhava em Saragoca para Irazer
os acootecimentos daquella cidade a um de-fecho pa-
cifico. Com este mesmo objeclo sabio para all o de-
pulado progresista D. .Icio Martnez Alonso, de-
pois de ler conferencias com o governo, e receber
inslrucces.
Teruel, onda foi seguido o movimenlo de Sarago-
ca,achava-se i* aperlada pelas tropas do brigadeiro
Damato a reiiuzida as forcas da sua milicia.
Segundo escrevem de Calalayud, continnavam a
apresenlar-se partidas solas, e individuos que avul
smente conseguiam evadir-sc de Saragoca. A guar-
da civil que se achava oaquclla cidade coro os insur-
gen les pralicou um aclo resoluto que Ihe faz malta
honra, dividida em 3 grupos para poder escapar mais_
facilmeule, sahio da povoacao, leudo da baler-
relirada,
us jornaes de Tarragona acha-se a segijuiie des-
cnpc.io dos ltimos successos occorridu em Keus :
i. As Ires da Urde dn dia 19j>j)**jTm-se sympte-
mas de alboroto, e a tropaypegu em armas ; com-
mandaote geral dislribiiigrconvenienleroenle algu-
ma forra ; e logo que Mi avistado pelos sublevados,
rompen o fogo na arrabalde do Jess, ao qual res-
pondern) alguns dos mocos da esquadra (especie de
ordenanzas,) acorapanhados por urna companhia de
caladores. As 5 horas o fogo conlinuou mais vivo
para a parle de S. Francisco, oceupada pelos in-
surgentes, os quaes se apoderaran) do convenio do
raesmo nome c ah Iraiavam de se fazer fortes.
Progredio a tropa na occupac.lo da cidade sem
encontrar mais resistencia do qae alguns tiros na
prara do thealro e alguus pontos dispersos.
o Concentrados os amolinadores no sobredilo con-
venio, obligado La Rocha efTectuou nm reconhen-
menlo, em virlude do qual se determinou o ataque
com duas pecas de qualro e dous obuzes de sele. Os
sublevados pedirn) para parlamentear.mas nao con-
segrando combinarrm-se, o fogo rompen de novo,
oppondo os revoltean* uma resistencia tenaz e vale-
rosa dando nicamente o grito de viva I-Espartero.
As Iropas portaran) se com extrema galhardia. Os
sublevados, delerminando-se a resistir, tocaran) o
sino a rebate c soccorro ; porem nao o receberam,
nem de dentro nem He fura da cidade.
A milicia nacional, como corpo, nao lomou parle
alguma no movimenlo, e lano, que a guarda prin-
cipal recolheu-se ao quarlel, onde depoz as armas,
sem fazer u presumio-se que aos sublevados cscaceavam as mn-
nices. Por ultimo, aberla a brecha pela arlilharia,
e prximos os revoltosos a suecumbirera, acharan,
meio do se evadir lodos. Cessnu o fogo e resla-
beleeeu-se a tranquillidade publica.
A Iropa leve um sargento e um granadeiro
" morios e 7 pracas ferldas. Igooia-se qual foi
ao eerlo a parda dos insurgente-, posto que se
diga qoe fui de Ires morios e alguns feridos.Os re-
o vollosos ciara pouco mais ou rarims 20(1 homens,
ilenlre os quaes,pouco mais de metade penenciria
i i milicia nacional. O resto da populacao manle-
ve-se tranquilla em suas casas.
L'm bando que se aflUou, mandava a milicia na-
cional rpie enlregasse as armas no pra/.o de dez do-
rase que lodos os grupos que pas-asem de pcstoai
fossera dispersos pela forra armada, sem previa in-
tima^ao.
Ouando lerminavam os sut-essos de llarcclunala
vida de Gracia era thealro de mui sanguinolentos
desastres. C.unla-se que os sublevados cnminetteram
all lamenlaveis eveessos dignos de severo castigo,
provaudo oNeu odio conlra um repeilavel e esti-
mado coronel e oulros olliriaes do exercito, e oppon-
do depois desesperada resisteocia as tropas. E-las,
att.n- m.mi por lim resnliilamenle, e a eavallaria Ira-
sangu
de Ua
tendan)
em tal ca
e-
1.1
nr
la
rasos-
da
14
'o I
i reconltferea o governo. Os jornaes mo-
tiniiavbm descolo/indo a sua oppusico ao
i o novo levanloti-se conlra o novo ca-
sliuin fogo de que resullou ser mor-
, Boa* feridos, mor Mnenle um cabo
i [al.
iouve nm renhi.lo combate u po-
nn> convento, e resisti hetoi-
a
4_iceber qut
inlerviesse para sustentar nl Bourbun i.
llespanha. Em sumina, nao ha fundam
vel para julgar que a l-'ianca auvilie qualquer dos
partidos, rujas discordias tem, por tanlo lempo, dila-
cerado a llespanha.
Apezar de ludo que acaba de ler-se, eis o que
diz o A'aluf Puii de Lyon.
Por ordem do mininro da guerra alguns regi-
inenlos de infanlaria do exercito de I.y.lo, peiten-
cenles a divisa* Lafontaine, marcham para as fron-
leiras de llespanha.
a Esles relmenlos ; que primeiro irao a To-
losa, sao o 4. 24.', 30 e 92.' de linha. O '20 de
caradores a p, arlo lmente era Boulogne-sur-mer,
reonir-se-ha a eslas tropas em Tolosa, e d'ahi par-
lirao lodos pelo caminho de ferro, para Monlpellier,
rth'ciuando a p o resto da jornada.
O eslado-maior el.' bala I lio do 92.. sahira Ly-
on no dia 21. e os oulros regiment- segui-lo-hao
em ordem regalar, nm cada da. Duas divisen do
norle da Franca substituirlo em Paris a divisao
Grosbon. mandada para ai provincias do sal, e a
divisao Courtigis mandada para Lavon. Os acam-
pamento de Bonlggue v.lo ser abandonado* ficando
somenle o nbarracamento de Helfaut prximo de
St. linter, qne he mais antigo que os de Boulogne,
e parece mais slidamente construido.
A' vista de todo isto o lempo mostrara' se a Fran-
ca te manifesla ou nao ditposla a intervir na guerra
civil que araeaea lavrar ainda com mais intensidad*
pela iiespenha.
ULTIMAS NOjaCUS.-----------.
No bullelira ofiical dojsrrnS|erin j, guerra publi-
cado na Gaceta de JL^ communica haver o capi-
lao-general de Navarra participado com data de 26,
qae a prara de^oca reconhecera o governo! O mes-
mo aniiuiicif'da cidade de Alborracio, que se lint-
P> onunc.-,,(. \ junta de Teruel niandoa am
missao^ara a capilolar. O brigadeiro Da
verfidaor militar daquella provincia, rea
que nao admillia propostas, -ni.ri a de s ..ii
i ll-cri,_. .
Na uoile de 20 sahio de Granada nal forte co
lomna, em direcrao a Malaga, para restabelecer a
ordem publica e punir os insurreccionados.
O lenenle-general D. Domingos Dulce, capiao-
gero-ral de AragSo, siluou-se a 28, as immediacoes
de Saragoca, para dar principio s operaron.
Foi sollo o general Ulano, rapiao-general de
Granada, detido pela dissolvida junla de Jan.
Ilein.ua a Iranquillidadeem Sevilha.
A Calalunnha gozava de socego. As autoridades
de Gerona reconheceram o governo. Os compro-
metlidos evacuaran) a provincia. Em Berga nao se
chegnu a alterar a ordem.
O capilao general de Granada em 27, participa
ao minislerio da guerra a communicaeo qoe rece-
bera ilo governador do caslello de Gibralfaro, ebefe
da guarda civil, neslcs termos:
a A's 7 da manna* (omei a eidade de Malaga, sem
resistencia alguma. i> Seguem-se os pormenores on-
de relata, como sem elTusao de sangue conseguio a
victoria,
As tropas do capilHo-general de Aragao occupa-
vam (Candela, Las-Casetas e Moiilalbarba as im-
mediaciies de Saragoca. A brigada Manso devia
passar a 29 para a margen) esquerda do Ebro, para
levar a cabo o estabelecimenlo de uma punte de
barcas.
Por decreto ne 29. foi exonerado o marerhal de
campo I). Filippe Ruiz \ Ruiz, governador militar
da provincia e [iraca de tierona. do seu cargo, em-
pregos, honras e condecorarles, devetido ser sub-
meiiido a um conselho de guerra.
O marechal decampo I). Francisco Valdcs foi, por
decreto da mesma dala, exonerado de ministro do
tribunal supremo da guerra e marinba.
O marechal de campo I). Diogo de los Rios, se-
gundo cabo de Valenra, foi condecorado com a
gra-cruz da real ordem de Isabel a Calholica, em
recompensa dos seus servicos.
A Gaceta de 30 desmenle o seguinle despacho le-
legraphico.poblicado pela Presse fetge:
u l-rlin 23 de julho.O mini-lro de llespanha
em Berln. D. Pascual Oliver, acaba de receber de
Londres um despacho em que se Ihe annoneia que
a Inglaterra r.o admittiria inlervenco nenhuma
em llc-panlia, em favor de um governo absoluto
ou militar, e fiel ao espirilo do tratado da quadru-
pla allianca /abril 1S:l- se npporia, de concert coro
Portugal, a todo e qualquer ataque a forma cons-
titucional do governo da Pennsula, n A Gaceta,
pnis, diz ser inexacla eemelhanle nolicia, porquanlo
em primeiro lugar as nolicias de Berln da mesma
dala, nada dizem a tal respeito. Em segundo lu-
gar purque se o governo ingle? livesse tido estas ideas
mal natural fora haver-se dirigido ao governo hes-
panhol, que ao seu representante em Berln) ; e em
lerceiro lugar, porque inlerpellado lord Palmerslon
na cmara dos commans de 21 de jnllio por M.
Marrnug, sobre a allilude que a Franca na- acluaes
e |*ia-
res de
o... uos cuino
havia de sa.ier-se.. _. .e em m uniao
fura da eidade, onde era tratado por Sr. alferes
I ni individuo que ahi eslava, e que tinha sido ca-
dele, tralou de fazer-llie algumas pergunlas relati-
vamente a corto- episodios da campanha do sul, e o
meo sujeilo a nada respmideu : depois (e fui quan-
do foi condecido este mesmo individuo o euconlrou
n'uma tenda de pinta-ratos, e ficando sorprezo, iu-
dagou quem elle era ; e soube entao que nao pas-
sava de pessimo borrador !
Um novo Juif Erran!.Cerlo moco ale a idade
de 18 annos, exerceu a prolissao de caixeiro na cu-
itad* do Rio-Bello ; nao Ihe couvindo mais reliroi
se para esta cidade, onde arruranu-se de caixei
em casa do Sr. ***, deixaudo pouco lempo depoi
estabeleceu um armazem de carne serca, na ra i
1"". Dando, comlndo, em panlanas, e ficando, e
mu | dizem, sem etr.i nam beira, euvotveu-se i
revoluco de 1819, e relirou-se para as mallas: i
entrada do dia 2 de fevereiro foi ferido na S"*
depois de curado, foi ser escrevente de carlor
depois do qae foi ser caixeiro de armazem de ca
secca, e nao qaer-ndo. lempos depois, retino
para a cidade do Ro-Bello, levando am pe
negocio de molhados ; no lira de mezes qaeb
passou a eosinar primeiras ledras ; depois foi 1
nar em am collegio ; acabado o collegio
vio de colleclor; depois foi nrurgio *
de balalhao... de balalnao!.... ^o,
Uma espacie de Cinciunalo
plantava caimas, que nunca r
foi agora proposlo par
balalhao de guarda r
de aldeia, que se
-P""f"e" "'-"'
ce ram, i ,m nelle conhecimenlos med
naes. El' u razao....
Se tem para a Babia o Dr. Traj
Ve1'
t oflicial de guarda nacional, que ven
..pital, disse que linha viudofalda-se.
he uma vergoulia e um de-ar para os bros
.na coi porar.iu lAo honrosa como a guarda na.
nal. O governo confiando as escollias, porque
las devem ser filhas da prudencia, sinceiona non
ees taes, que realmente deve eovergonbar a qi
as prope. As vezes por empenhos ou capric
mauda-se as proposlas para o governo nomear
mes, que nao lem a menor signifirarao, cajas
soas sao completamente analpliakelaa, deixand
commummenle de propor pessoas em lado hbil
das, s porque nao so do peilo dos Srs. comm
dantes; e tudo mais he assim, e ir al a consan
r,lo dos secalos-polilicos, porque, dizem muitns,
neslcs e oulros despropsitos que consiste a paliti
de aldeia...
Tcve lagar no domingo 4 do corrente, no pa
lcele da ra da Praia, uma reuniao de grande nu-
mero de pessoas da oppusico, convidadas pelo or-
gao do l.xberal Pernambwnno, para Iralaram dos
interesses das prximas eleijon. Orara m os Srs. Drs.
Feiloza e Ivo.
Passou man-.miente por sobre mi- i- caberas,
as i lloras da larde de domingo, am liado halan, 'su-
bido de uma das ras do bairro de Sanio Amonio,
e eahindo perfeilamente intacto na Soledade.
Reduz-se esla nossa odade, nos domingos, em
ama senzala de pretos, em dias de Testa ou boladas
de engenbns : se pelas pracas, grupos delles de be-
rimbaus, dansando; se pelas tabernas, gropos delles
de copos, beben lo ; $e pelas casas, grupo, delles de
maracatu's, herrando. Com facilidade pode-se exa-
minar o que dissemos; ouve-se perfeilamente os
sons doaoro mulungu', do inavioso chamados
da melodiosa ti ma pastoril, etc., do argentino pan-
deiro e.do vibrante marac... Oh que banda infer-
nal yoe prova manifesla de nossa civilisacao! Tu-
do islo he progres-).
Se fosse possivel, pediramos a M. Girardol, a
repetirao daquelle bello duelo, para amanba, que
canlou no sabbado, na ra da Praia, viilo ler ou-
vido dizer a immensas pessoas, que foi profetsional
e magnficamente exerulado. Se nao nos engaa-
mos, he elle da opera.lmenlo de Ferro, do ma-
estro Fiasco.
Dehaixo de uma palmcira do I'.i-ein Publico,
mora uma infeliz alienada, que lem em soa com-
panhia ama crian;* de tres annos, a qual, nos seos
acressos de Inucura, castiga desapiedadamente com
um pedaco de eouro cru' ; e as pessoas que accodem
faz a mesma graca : o Sr. inspeclor do logar pode
muilo bem por termo a scenas desla nalureza, fa-
zendo recnllier a pobre looca ao hospital, ou parti-
cipando a' autoridade competente, para dar ai pro-
videncias.
Os passageiros do vapor franrez Franc.-Comloii,
passarara do mesmo vapor para o Lazarela.
.-ffc am.mliaa.
en
sab
nq
eci
pa
halliou conlraios dispersos, ao passo que a ai lidiara I cireiimstancias tomara, maifestau lerminanleiiieii-
bali'm edificios onde minios se refugiavam. Pare- | le o niinislro inglez, que nlo havia razHo alguma
para crer n'uma intervenido armada de Franja, nos
Oco-I
ce que no pas-eio ja/.iam muilos cadveres,
ronel as,assinado foi II. Jlagin Ravell.
O general Zapatero ordeuou logo o dez.irmamen-
lo da milicia ; enlregaram-se somenle rail espingar-
das.
0.a demais narinnaes recusaram entregar-se e na
Rarreloiieti deram-se rifas a Espartero e morras *
O' DoouelljUt.gixo o ministerio, instanlaneameiiie
successos de llespanha.
L'm despaclio de Bavonna de 21, publicado pelo
Moniteur, diz que segundo uma carta de Saragoca,
o general Falcon passara revista a Ifi.OOO homen*;
que um balalhao que linha saludo de Tldela passou-
uma proposla na
se eder canta o presidente das roe-
sar. (Sensafao.)
do circulo legal tamos
fazer.
* ; forera he misler
urmurios. Votot: Nao
a.
Leia-se, leia-se. (Gran-
'oi : Desqaria
O que responden
em qua se pa.li >
para sa Ihe a-
-'. possivel ain-
i'( ongnsso. qoe
> devo advertir aos
a m sern dopuu-
gresso qoe nao pn-
b de passar para a~
i) : b vista da
aV.'ii'uO o Sr. presi-
iiU da manilesuca.)
os sens autores.
o, por modo algum.
rdem, senhores, os-
,ieia noite.
t sala ; alguns ret-
arios!;
a notou-s* all al-
imissio do ayunia-
sr. presidente e Si ~.
al nao contara rom
evavam os milis ia-
icia cansn baslan-
a entrn no palacio
t.i arompanhado da
i depois. c geneial
ao um nainern r-
tn quarto da ma-
> com toda a sua
toros, nao ~e p.^
;nal de eessen
misso, alim de
o pela rlara-boia
ba. O Sr. Sa-
ar.)
aos laHiigrapho-.
>eca para su segu-
unos ter bem prc-
as ras, e que nao
isur de arrordo com
so.
s modos, he preris-i
liclos e desgrasas, a
- presidente dtoaoi-
onimissao que m-
artilhariaja sea-
inenja*.
B^tisu): -_ ().
s esecuparnos o nos-
nuito bem !)
msabilidade do qu*
erno.
residonla para e\e-
H) : Rmquaiiin
i tainos de ama pe-
vcnienie, porlanto.
i occu pasta an de
ipa o Sr. Pastor.
ega. Nao ha
Portella.
.anea am quar-
" ->i preslaeni*, ro>""*"
em sesso lcrala.
sahiram do palacio do ron-
es depulados, mandando-so
ira nacional.
ordenou a marcha de di(-
as para as fronieiras hespa-
, segundo corre, de 30 a
|reee que eu designio n.m
mada na pennsula, e se-
tcrrilorio franrez.
respondendo na cantara dtis
eirpellacao feila nesle sentido,
muilo na prudencia e sagaa-
rador e que nao rereiava de
dessa nalureza, pois a expe-
t a inienencao da Franca ns
aha Ihe tinha sempre sido a-sas
na mesma caaaara urna iniar- '
^io do eontrabando de Afri- V
ta provincia junto a ill ,
iaem, q respondeii o
i que este negocio em na-
s relacoesrfiue existem cn-
alerra c do Brasil.
passado lord John Russell
ministro acerca dos negorm-
a este respeito nos exista que
tn
elli
pr<
ital
ni'
boa
as
Seri
vez.
syste
vera
:is-iim i
ber-se
cidade, e qne 10,000 milicianos
tarto j>c ^jnambua.
Pelo vapor franrez enlrado honlrm do Havre com
escala por Lisboa, Madcira e S. Vicente recebemos
carias de nasas correspondentes de Pars e Lisboa
transcriptas em oulro lugar desle Diario e lombem
\arias aazelas portugezes e francezas.
Era o anuo passado derr.iin.iv ae o snii.u hu-
mano em uma pennsula que licana e\(-cmidad ori-
eolal da Europa, boje derramase elle em oolr.i
pennsula que fica na exlreraidade ocoderilal do
raesmo rnulinenle. All eram na cues et|r*nceiras
que batalliavam urnas conlra as oulras, aqnl **" os
se para o, subjevadji.jo^o qne .l.egnn A frente da filho, de nina patria rorumum ame emp'iilan *'
plsanos, proce- roas para reciprocaroenle se dilacerar*m.
^11 levantou-se para apresen.
O aeu objeclo immedialo, disse
ao governo que efeito bavian
prescnlace dirigidas s potencias
conferencias de P.ri, ; c se, ,yy
ra verdade, nao se haver mlhni.,
pw-'unuva ueste caso qoaes eram
overnodeS.M.aesw respeiio ?
julgava elle, declararse por urna
tenciona fazer, do que continuar o
-".maces que ja de antemo se dc-
tmm aljendidas. Ouecra um
ra -le Inieress-c para Europa, o sa-
oceupaco da Italia pelas tropas eslran
gcras, -taou nao conlinuar. Que a 0rrup3,^o
do Itoma durara 7 annos, e que apezar .lisso n
estado actual do paiz e o desconlcntamenlo ger.-.l
~ itinuavam cjmo na poca em que a mmmkt
leara.
^t Quanlo :i elle, havia muilos motivos i|ue jns|,.
ficavan a intcrvnc;io da Inglaterra. Relerio-e asi
'generoso auxilio prestado durante a ultima guma
pelo Picmonlc, o qual a sen turno esperava que os
alliadas em recompensa llie dariam apoio, mier-
vindo para o mellioramenlo da Italia.
Ouc se toruava porlanto, a seu ver, um pon-
to de honra, lamo para a Franca, como para .-, |n-
glatcrra, o nao abandonar os negocios da Italia.
L'm tal abandono seria falal inle[iciidencia do
IMemuiile. o qual, para conlrabalancar as numero-
sas forcas que a Austria manleria as suas Imnlei-
ras. vcr-se-iria obligado umbem a manler ama for-
ra maior duque as suas financas eaMBHM, < o
pak, entpn cuiu esi.i mmnh imjiosio, rkig-
MELHOR EXEMPfAR LNCONTRADO
,.s.
MUTIETSDIT



i
ir
OIII'O I PHAIMISI TtBCA FIlBfi 26 C IGOSTO DE 1856
nar-se-liia a ceder Austria a sua independencia
par vives era paz. Quo nao podia acreditar, que
a Inglaterra e a Franca, depois de todas as declara-
Ses por ellas feilas acerca dos mos gocemos da
Italia, deivassera a Austria para com elles haver-se
cora tanta frieza e desdin, o papa com absolutas
rogativas, eo rei da Napoles com urna afrontosa
desconfanos.
h Que eslava persuadido, nue se a FranSj-^ a de.'c ali,asi.stij \Wtiliras militares. O
era representada/ pelo_tsrevitch Taimaray, [800 turquesas, c 5 amntbistas de om
a Mingrclia pelo: principe Touriel Dailian o
o sen ministro ttounel lainia, os kerghisoa
pelos scus dous Ithans, Sartal TeUngissolT o
Tchangir Bonjclroffetc.
Todas as tribus 'los cossacos enviemm as
suas deputaces Un exencile mons acampaval*i redor do palacio l'etrof-
shi, antes do eui,ar solcjiMioineiilo na cida
Inglaterra declarassem nao consentir por~fais tom^4tl"a
po a oceupacao estrangeira da Italia, a Austria nao guD**
faria resistencia, e iiuenenliuma guerra seria ne-
cessaria.
Oue tinha toda a ronfaneja na governo, mas
que jugava que acamara se nao devia separar sqm
ouvir primeiro do ministro, que, ou nao tencin '
v intorvir, ou que quera ciTectivamonte intei
vir.
Pab*^*
everou ao nobre lord e
ao entenda abandonar a
momentnea nao podia
lerosos a abandonaren! a
tija. Quo uo podia por
a cmara os passos que a
dar. Disse que tinha al-
eio dos perigos que resuj,
opas de oceupacao dos *
se o papa tvasso o a
D 1849,
essa medo"-
kado em
184, ja^*
. sido n
Lord P:
cmara, qu
Italia. Que i
induzir dous p<
causa da-s*./
emquanto coi
este respeito si
gura fndame,
tariam da relira
lados Romano.
proprio por eili
gresso do exilio
do que sufeient,
los.
Que condica de aples.*ra evlJen'-e <|uanto
o rei conGavs'nUusiria.erT'e lava cerio, que
urna oceupacao aus ider*aP0,es- Poria e,n Pe"
(>ue era melhor, porlan-
e^preseniacoes amigaveis,
vphe. O nobre lord con-
ces haviain at aqu fa-
ibue cm grande parle s
nle espalhadas, de que a
Hegia as rcvolucoes. Que
enlames emanadas de ou-
produzir o melhor cf-
KtfM
rc-
niais
satiifazer. os seus subJ|-
a Sardunha sevisso amea-
estrangeira, a Inglaterra
adas por lodos os lagos da
reromseu auxilio. De-
as ideas expostas pelo seu
se devia reservar ao go-
uanto ao modo Je-as levar a
aonob"> cmara
seassegu-
i ao mes-
iropa.
ito com
uaes se
a ba-


en la-
tea
.er-
'ioS
ord
,>re-
ru-
be
en-
ido
i'es-
mo
.11,:-
r-se
sde
as
ledetto
dada :
ipoli-
rovar
o de
iro-
is-
n-
ie-
fo-
IS
rigo a paz da Eurc
to, iniervir por u
para prevenir essa
fessou que essas rej.
Ihado o que e
calumnias indusii
Inglaterra fomenta
anda esperava que
tra poteucia po<
feito.
Dis.i-***~
cadode un.
e a Franca
honra edajusli
clarou que abur
nobre amigo, por
verno toda a disc
c licito, eque asso
que nenhum esfr
rar a independe'
no lempo de so
Lord John I
as explicacoes *
deprehendia qiii
donada,
Dispenso
cao dos papis r
De Turin eir
Independenci
Os ultimo
ra acerca dos n
com grande all
A vista dat
Palinerslon e di
hendeu cada vez
dencia.
A causa ii
mistar nao cor
tricidades dess
aqui diz.
O bom ser
tado por un
as aciuaes <
O gov
rente a opin
Helia, procui
que ton) sid(
suas instruo
A Bil
tagne a eefcn
que na Italia;
ses do rei de ft
Um mag.
Cantalupo, acal
ii Sul progresso
tae. *
Nesta obr,
que o reino das
prosperidade se
gresso. Fund
inos da estalisti
tregar a insinu
moni,'. Mili'
ram espalbadc
cuidados do I
O bar Gu..
1848, acal de partir ,
Asseveia-Se que o n
rumbio a mfsao de esclarecei
geiro, o de Paris sobreiudo, a ce.
estado dascoSas em aples. ,
Nolou-" grande agitacao na-,n, .
sado domingo* dojullio, por causa de res
de pasquius r'ue se encontraram de manhaa na I
Toledo, a m '* frecuentada da cidade. I.ia-se nes-
ses pasquins na proclamacao, na qual aconsonn-
tanos a paciencia, se Ihcs annuncia
justica e da legalidade nao est Ion-
mui naturalmente assuslou-se, so-
ande moderaejo cora que essa pro-
clamacao esli adigida.
O governo d Piemonte acaba de conceder ao
amigo dictador da repblica toscana, em 1849, o
advogado Guerazz' a permissao de residir nos ss-
tados sardos.
No dia 12 A passado a impcralr7. H.* '
dera a l-
bapst
O im, .ador, quer<
lecimenlo, conedera i
demoados por delicios
os bens confiscados a' m.
vanios.
A coroacao do czar Alex
mente fixada para o dia 31 d
sabera os leilores, ser celebra
ga capital da monarcliia.
Eis o que a este respeilo cscri.
riodico de Bruxellas :
A coraacSo do imperador A xandre II,
que devo ter logar no prximo mez de agos-
to, ua antiga capital do imp/rlo, he um
sucressa que premio a altem,-~o da Euro;>a.
Anda *ko se publicou o pror amina ofliciai
desta cnerflonia, mas he de ppor que se
nSo fas\c as disposicoes css^.iciaes do que
se observhu na coroacao do iiiiperador Ni-
colao, em 1826
Na Russia respeitam-se as praticas consa-
gradas pelos anuos, e as vcuorandi>s tradic-
SOes do passado.
Um jornal de Berlim publica promenores
mu curiosos acerca da ceremoiwe. da sa-
gra^ao do uiiimo imperador, e quo poderSo
dar uma-dea do que ser a actual :
ntrnda stilemne em Hoscov.
Assim como succedeu om 1826, ha justa-
mente 30 annos, a coroac.lo lii aniiunciada
por um manifest imperial
urna commissSo para redigir
do festejo e dirigir os prepara
tes preparativos exigem um
balho.
Basta duer que he mister
meios de transporte no grande
dos habitantes qne vSo reunir-
do impeaio. Na estrada de Va
cov havia em cada estacSn [
vallos disponiveis para mudas:
Ja por aqui se pde'ver, attendcr"d a0
grando numero de cslagOcs que deve'm ex"
istir em tilo grande distan'.a. quaes Igloos
immensos recursos de q o neste potito
Russia dispe. Todas as oirtaa da Ki^rop
mandaram representanteL a Moscou, cmV'
ram no territorio russo quasi simultant*
mente o na maior parte acompauhadns p numerosas comitivas.
Bastara a concorrencia de cstrangeiros,
para dar urna extraordinaria anima;o a
antiga capital do imperio. Mas essa multi-
diio de estraugeiros he quasi insignificante
a vista das depulaces, das corporacOcs e
dos curiosos que acodera a' cidade santa,
desde os mais remotos conins do imperio.
Na roroaco do imperador Nicolao, todos os
soberanos da Europa estavam representados
por pessoas da mais eievada gerarchia ; o
proprio papa mandou um nuncio. A Grecia
VaV^ierador tambm se demorar
^n I'ctrofshi.
a solemne do imperador na sua
.leassignalada pela ajtlga pratica do
sol. O clileh sol que ligntica pao e
0 o symbolo da bospilalidade. O clero
iarda o imperador no perislvlo da callie-
"I da AssumpcSO .((uspeuski-Ssobor,) no-
ta'cl pela sua an.iguidadi), e all i lio apre-
se^ta o crucilixo, quo o imperador beija, o
,jepois o introduz no templo. Temi l'eit
um.J
inseiip-
do valor. Estetbrono foi do izar MiguefFeo-
dorovitcli, av de Pedro oCraude.
O terceiro, o throno do. imperador he co-
nhecido pr-la deaomDa;3o que Ihe da' opo-
vo, de throno dos diamantes. IJma socie-
dado de negociantes armeiiinos le Ispahan,
na l'ersia, com eile presentcou o t/.ar Alei-
xo Michailooithc, pai de Pedro o eran-
do No espaldar loma seguinto
?ao.
" Ao muilo poderoso e invcncivel Aleixo.
Izar dos moscovitas que reina afortunada-
monte sobro a trra. I'ossa este throno, pri-
mor da arto, sor para elle um penhor da sua
lelicidado celeste c terrestre.
O throno do imperador e o da impe-
ratriz ficam sobro um cslrado levantado
om lace do alta'-mor. O da imperatriz viu-
va fica mais para o lado cm frente da cre-
dencia sobre a qual eslao as insignias impe-
riaes.
Entro os thronos do imperador o da imp
ratriz, ora 182(1, estava do pe, o com a espa-
olda desembainliada, o conde Oriott'. nessa e-
t breve oraeao parante duas imagens
yg'njrandas. um quadro representando o
Salva^ur> ''e mx,i remota auliguidade c a
,'nJwn in/ieralor recebe o clileh-sol que Ihe apre-|poca coronel de um regiment de couracei-
entam em salvas de ouro as deputa^es da ros da guarda. O iinpercdor Nicolao indica-
nobreza c da burguezia. Concluida esla ce- ra-lho aquello lujar de honra, em reuoin-
reinonia o imperador dirige-se ao seu pala- Ipeasa da Odelidude que o coudo provara,
ci que fica prximo. por occasio da revolta militar cm S. Pe-
A coroaQo he annunciada publicamente, tersburgo. Agola o nobre conde excrce os
alguns das antes, por dous arautos, ves- mais elevados cargos, premio merecido dos
tindo os pitoresr.os trages da antiga corle| eminentesservig)s quo lein prestado ..o seu
dos tsares, Sacm do Kremlim precedidos de i paiz, Seja qual I3r o lugar quo pela sua po-
trompas e escoltados por dous esquadres |sigao deva oceupar no coragao do imperador
do ca vallara da guarda ; parain as encru-, Uexandre. nenhum sera' tai liouroao como
zilhadas de todas as ras em to las as pracas o que leve ha trinla anuos, representando a
cleema proelamaee imperial, que o povo | lidelidade velandj, de espada na inSo, junto
applaude com estrepitosos hourras. Acora-1 do seu augusto amo.
pauham os arautus, o gr mestre de ce- Os cantos sagrmlos conlinuam emquanto
remonias, conde Borch, e 8 mestres de ce- todos os que leeui lugar reservado, o 'icm-
aeraonias, quo hoje sao ni ni. Khitrovo o
principe Troobelzhoi, o principe Couziah-
ine, o principo Vasiltchihor, o conde l'olstoi
Kibcaupierre, o conde l'ololzhi c Tchelisclit-
cheir.
K Ka vespera da coro'<;3o celebra-se urna missa
solemne com urand pampa em todas a -rejas de
Moscow. Mscuw ni pnssue neiial de J'.*', lemplus;
desles, bsao cnlhedracs, 2t mosleiros e 30 lampltM
perlencenlpa a oulros cal!js i,;, chrisldos.
a Cumo Vienna e Berlim, .Moscow lie una reuuiao
de muilas cidade, entre U qu^ifli ii;ar.,m o krem-
lin, no cenlro, com as hums baslicas e os seus pala-
cios, a cidade chinela (KilaiRornd), a cidade Branca
'.Beloigorod) a cidade dos Campamos (Semldiinoigo-
rodj, e alcn disso .!i arrabal les ou Sloboics, loos
com dilTerente nome.
Os templos ala aeaahado) para o povo que a elles
.illlu,'. A m uiir parle aguarda a' porla, de cabera
descoberla, que Ihe ciiegue a sua vez de eutrar ua
iareja para orar pela bmilia imperial, e implorar a
divina prolecrilo para o novo reinado
Na Russia, a religiao consagra todos os
actos da vida publica, e, be:r. longe de ser
urna parte accessoria, he a mais cssencial
de todas as Testas nacionaes.
O imperador e a impcaatriz, ca familia
imperial, assistem ueste da s ceremonias
religiosas que se celebrara ua principal igre-
ja do Liemlim, a igreja de Santo salvador,
chamada tambera Solotaja reschotka, (a gra-
de de ouro'. N mesmo dia se col loca ni as
joias da coroacao na saladaaudicncia do pa-
lacio,para servrem na ceremonia do dia se-
guinte. Estas joias so : o collar da ordem
de Santo Andr,', o estandarte do imperio, o
sello do imperio, a espada, a esphera, o
sceptro, o manto do imperador, o manto da
imperatriz, as coroas imperiaes, grande e
pequea.
A COROCAO'.
No dia da coroago, urna salva de 21 ti-
ros serve d e signa! as tropas para entramn
uo Kremlim, ou fonnamm em batalha as
proximidades. No recinto do kremlin ha nu-
merosas tribunas, onde s teem cntr-Ja as
do aos na
que a poca
ge. A poli,
bretudo pela
pessoas que para isso lee espa-
Qo nao sendo mui gram' a en-
tra rem urnas 6,50T )( i-se to-
das as precauCoes ari. "-rn a
maior ordem/o que de .
serva na Rosiga quando \<
"As massas Populares ;
nui narod, o povo negro)
a este especia.culo,
lo palacionD < um hrill
vagarosamente s pn"i:
plata-forma cobe-
para a ca Hiedra 1'...,..
triz viii-.a Mara FeodOi
baixo de um pallium comdozcva.
peratriz leva c mani imperial ricameim.
b irdado das aguias russas. O Clero marcha
na frente do prestito. Era redor da impera-
triz vo os pagens, os camaristas e as damas
da sua|ci'irle, ealtos dignatarios da sua im-
perial casa. Agora he a augusta mi d.i im-
perador Alexan re II quem primeiro entiara
solemnemente na cathedral, onde fJi coroa-
da ao lado de seu esposo de immorlal me-
moria e onde sera coroado seu lilho O joven
imperador. Oxala ella recobre, nos banhos
de Wildba I, as torcas necossarias para sup
portar urna Uo longa e lao enternecedora
ceremonia.
Depois da imperatriz viuva, seguem-se
os principes e princezas ligados familia
imperial, os principes das casas soberanas
da Europa, os quaes devero achar-se no
templo antes da cliegada do cortejo impe-
rial,
Em 1826, o principe Carlos da Prussia;
rmo da imperatriz mil, assistio coroa-
Cili. Este anuo, sera o herdeiro presump-
tivo aulhrouo, o prncipe Frederico Cui-
Iherme, "Representante da Prussia nesta
festa. \_
Finalmente, ap|nrcce o cortejo imperial,
formado pelos pagerts guar/as de corpo; al-
tos funecionaros do pac>,dcputa5es, arau-
tos, etc. No meio do coridp vem o impera-
dor, com o uniforme de goi "al; ao seu Ja-
do a imperatriz e todos os 'Uhos e ir-
plo se collocam. Entao comeca a cerera
da coroa^So.
O primeiro metropolita recila um
discurso, resam-ie as oraces rtuaos, oo
imperador ordena depois que Ihe seja a pre-
sentada a confistSo apostlica que le em
voz alta. Concluida a leitura, reveslc as
insignas da sua dgndade imperial. Os ir
metropolitas v3o buscar o manto imperial
e, assistidos por certos dignatarios da cor-
lc,poem-no aos hombros do imperador, pro-
nunciando a formula sacramental : nEainoI
me do Tadre, do r'illio e do Espirito santo o
Por ordem do imperador o presidente do
consciho do imperio traz a coroa. o impe-
rador recebe-a dds suas maos cello proprio
a colloea na cabdea. O molropoiita de Mos-
cow Ihe dirige e Hiio a seguinto allociicao:
Muito po, m|uito poderoso e muilo alto
imperador de tollas as Kussias :
Esta joia vis
gora a la cabeca lio o symbolo do acto
mysterioso pelo
das glorias, te
soberano do povjo
vel e tangivel que oinaa-
i|Ual Jess hristo, o rei
coroa ueste instante i;omo
russo o to conlirma pela
sua divina bengOlo nop oder supremo c ill-
mitado sobre tolos os seus subditos.!
isphcrai do sceptro vorili-
ca-se com o mdsmo ceremonial; depois o
imperador rev tido de todas as insignias
da coroacao, astenla-sc no seu throno, co
clero cntja o Domine, salvuin facimpe-
ratorem. Com luidas estas homenagons
prestadas pela ij reja ao soberano, comeca a
coroacao da im icratnz. A imperatriz col-
loca-se em face do throno do i-npe ador,
que larga o sce itroe a esphera, tira a coroa
da cabeca e a ustenla por alguns momen
tos sobre a cabaca da imperatriz, tornando a
po-la na sua. egue se a apreseiiUcSo da
pequea coroa destinada a imperatriz, que
as suas damas acommodam ao seu pontea-
do : depois leo am-lhe ao p- oco o collar
da ordem de Sa ito Andr,
Quando
sagrado i
manto impera
assenta, o coro
Domine, salvi.m fac imp
'poicaiiva-.rji'.v, ni; d a
IOVauos.
No meio do c
tos sagrados,
f
a imperatriz v
de seu lilho pa
tar-lhe as sua
is
os
s hombros a
imperatriz sa
a o 11 \ nio :
ricu! os sinos
i imperial de
trapito produ. ido polos can
ios sinos e pe.|
a artilharia,
uva se aproxiim., j0 ti,rono
a sera pni.ieira a apresen-
bomenagens. t ;ucni.se,
demais me libros da familia i. ijorial e
principes ajliados c eslrangeiro?*
raaos debaixo de um paliin
iiiva-
omo ja
ow ant-
iord pe-
nomcou-se
irogramma
Ora es-
le tra-
tir Os
ment
centro
Mos-
00 ca-
.dllO
poli la i
conio
Rsper^
seus pe.
que Ihcs
sao
j-
o
0-
m,
.e
ios
irso
ra-
mu-
v,, .ulicos
plomatico e
sem deixarem
dores, com
ceremonia con
gia russa Mnl
uos. O i rapen
urna lxtensa
todos os'prcsc
petera a OragSd
Concluida a
principio a da
itiga |
:om a ag
O pisar,
irige o cli
dor e a imperatriz.
sicosda cu pulla im,
sagrados.
He bem conhecido erecimento
dos coros da capolla imperial, cujas vozes
magnificas deixam admirado! todos os es-
trangeiros que as tem ouvido.
Cabe aqu urna brevedescripcSoda cathe-
dral onde se verifica a ceremonia da coroa*
gao. Foi construido este edificio em H"5
por um architcclo grego chamado Aiistotil,
edcu-so-lhe o nome den Ous benski Sso-
bor, (igreja da Assumpcao ) Nao he de
excessivas dimensOes, mas he espacosa e
imponente quatro grandes columnas orna-
das de pinturas a fresco susicntam o zim-
borio.
as paredes da igreja vcem-sc mais de 200
quadros com imagens de santos de lamanhu
natural, pintados em fundo de ouro, segun-
do o genero byzanlino. A viveza das co-
res, o lirilho do ouro, a belleza das liguras
produzem no espectador urna improssao in-
definivel. O altar mor, como em todas
a
qiianto a clerebia, osgeneraes, ocorpo^jj.
t idos os presentes saudajm,
os s-us lugares, OS imp era-
ma trplice aeelamacao. \
lue com o cntico da lit'.iur-
o.-aja CetaVive longo.-, an-
dorajoelha, ele emalta v,>z
oraeao niiin inissal, da-pois
tes, tambera de joelhosi, re-
dita pelo prolodiacono. I
ceremonia da coroacao, i den
sagrar;, fio.
A sa^rago.
A ceremon iaj da sagraco comeca pnr um
Te-Deum gera O imperador tira a coroa
da cabeca e 'ga o sccotro e a esphora, e
beija osSaut's Evangelhos que II14 apr-
senla a clcrezi Desde o throno at ao san-
tuario por (telliz do altar mor, cxtenJe-se
um tpele de''el ludo canuesirn, bordado a
ouro, sobro o < ua-se pOc urna tira de tpele
de Iliama de ouro.
Na ultima c iroa-Qao foi o vice-governador
he Moscow, Krap'oT/i'kv. o encarregado
dcste irabaltK Depois abrem-se'JS portas
do sanctuarioe os metropolitas com ossiW.s
mitras e acompanhados pelos seus protodia-
conos avancam at ao p do throno, segui-
dos pelos dignatarios, conduzindo as insig-
nias imperiae: imperador e a impera-
triz descem di estrado e dirigem-se ao san-
tuario por sol ir o tirado Inania de ouro,
e o cortejo p ir sobre a tpele de velludo
carmezim. A' porta do sanctuario para o cor-
tejo, e o imp rador avance s at a entra-
da, onde o aguarda o metropolita de Novo-
- mto'o'ieVVr ramo de ouro, c
perador na testa, rrtS palpebras,
aas vv .s, hos labios, uos ouvVos .e no
peilo, pronunciando de cada vez a formul
sacramentalj Impressio doni s iriius sancl
depois o metropolita de A'iew limpa com
um panno o vestigios do santo oleo ; o mes-
mo ceremonial se renete no sagracJo da im-
peratriz a qual todavias he ungida ua tes-
ta, o he o metropolita de Moscow que lim-
pa O santo oleo. Durante esta ceremonia
repicamos sinos, e urna salva de 101 tiros
annuncia ao povo este acto religioso
Depois da ceremonia da ncelo os tres
grandes metropolitas introdu/em pelas por-
tas chamadas imperiaes, o imperador no
interior do sanctuarioe conduzem-o ao al-
tar. Osmarcchaes eos cunanstas que al
entao sustentavam o manto imperial, re-
tiram-.se, nao sendo licito a niiiguem, ex-
cepto ao imperador, entrar no sanctuario, e
entregam aus metropolitas de Kiew e de
Moscov o manto do imperador, o qual do
joelhos 11 um tapete de brocado de ouro, re-
cebe do metropolita de Novogorod a Santa
Eucharistia sob as duas formas, privilegio
quo a igreja grega s concede ao sobe-
rano.
Durante a communhao do imperador, a impe-
ratriz que fica no liminar da porla imperial, rece-
bo igualmente aquello sacramenfo, nao sol. a for-
ma de pao e de vinbo, mas conforme o rito
holico da missa.
He este o acto mais solemne e imponente sym-
2m lonas as ------ ..... -"i'.j.kiiu
igrejasdo rito orthodo'xo, consiste n'uma !f!e.n'a_ sfg.3.- ,naii P^fundo silen-
especie de bufete que separa o santuario da
nave principal.
Na igreja da Assumpcao, o altar eleva-se
ale ao teclo, e aprsenla, nos seus 5 anda-
res, urna grande variedade de imagens todas
"nificamente douradas. Alera de dous
quadros, cima mencionados, c um dos
quaes, a imagem da Virgem do Vademiro,
passa por ser obra do evangelista S. Lucas)
a igreja possue o anligo throno dos izares.
Este templo, pela sua original architcetura,
pela magnificencia dos seus ornatos, pela
variedade das pinturas e especialmente pe-
las recordaoor-s histricas a que anda liga-
do, he digno de ser o lliealro da sagracao
dos imperadores.
Os tres thronos que bao de servir nesta
co reina na cathedral; apenas se ouve o murmu-
rio dasorac.oes recitadas no santuario, o som gra-
ve dos sinos e o estrepito da artilharia que faz "tre-
mer as antigs vidracas do templo. Fra da
igreja, c as ras mais remotas, iodos descubran
a cabeca. dado este signal todos param, e em si-
lencio unem as oraces de cem mil Kussos s do
monarrlia, que naquelle momento recebe cora o
Santo Sacramento a bencao divina.
O imperador e a imperatriz copiados o sagra-
dos, vollam para os seus Mirnos e reveslem de
novo as insignias de sua soberana dignidade, SS.
MM. saliera da caiedral pola parle do norte, quo
conduz a igreja de San-Miguel, onde csto os t-
mulos dos amigos Izares. A imperatriz, viuva
os mcinbros da fami'
ia imperial, ns principes cs-
) primeiro, que I trangeiros, o corpo diplomtico, bem como lodos
dignatarios e pessoas presentes saheiu pela por-
dala de IbOo, foi nm presento do schah da
Persia Abitas ao izar Bors Codonnoft, ne
do feitio de urna cadeira antiga sem espal-
dar, o esta' todo coberlo do perolas, pe-
dras preciosas e laminas de ouro maci-
" i. He neste llirono que toma assento a
ta da entrada e vollam pela plataforma para o pala-
cio, aguardando a chegada de SS. MM. me pri-
meiro vio orar junto dos tmulos dos izares e de-
pois se dirigem cathedral da AnnunciaQo (Bla-
coroacao, so com a dilTorenra, que o imperador rai
agora revestido de todas as insignias da suprema
magestade. Da ultima igreja o cortejo dirije-so
para o palacio degrauio (Granowilaja Ptilola)
subbtdo a estada veimellia [hrtutnoje Kruillzo)
qual andan ligadas mutas rerordac^es histricas,
Quando o imperador poe o p no primoiro degrao
da nieni'iouai aseada, urna outra salva de 101 ti-
ros annuncia ;i capital que est concluida a cere-
monia da coroacao.
0 imperador apparece na janella do palacio de
granito ao pevo reunido, e dopois dirije-se ao
banquete da coroacao, que ha seculos, leni senipre
lugar na loesma sala, cuja abobada immensa he
sustentada por urna s columna. Em redor dcaia
columna, no centro da sala, esLio exposlas lodas
as riquissimas baixellas dos palacios imperiaes : e
lio alii queso levantara 05 ihronos do imperador,
da imperatriz o da imperatriz viuva. O corpo
diplomtico assisie com alguns privilegiados, raros
sao, ao banquete imperial. Ncsla occasao func-
cionam os altos funccionaiios da corle, o Irinchan-
le-mr, ocopciro-mr occupain o seu cargo. Ca-
da prato be escollado pelos olliciaes da guarda dos
ravalleiros, de espada desembainhada, e he de joe-
lhos que o apresenlam aos augustos convivas.
Antes de sentar-sc masa, o imperador manda
ue llie apresenlem o*cmba\adurcs das potencias
eslrangeiras, que nesta occasiao Ihe dirigem as suas
felicitaces, e disiribuem-se as medalhas cunliadas
para commemorar a coroacao.
Na occasiao em quo o imperador pode que llie
Sirvam o vinbo, o corpo diplomtico alTasta-se, e
as pessoas que pela sua posicao teem lugar mesa
imperial, assenlam-se.
'Tf^J-sr memh/os da familia imperial c os
principes estrangeiros"^ltouiin mesa pr-
xima. ^^^^^^nK
O dia da coroagao he seguido de Ilumina.^
de fogos de artificio, de bailes, mascaradas, festas
popularos, ludo as proporcocs mais grandiosas.
Parece que para a actual coroacao se fazem prepa-
tivos prodigiosos.
Antes de deixar Moscow, a familia imperial vi-
sita o convenio da Santissiina Trindade, denomina-
do de S. Sergio, e que lica nos arrabaldes da ci-
dade.
O estandarte do imperio lie de seda amarella,
biliosamente bordado. Representa no centro a
aguia de duas cabecas com o escudo de S. Jorge,
circumdado pelo collar da ordem de Sanio Andr :
as qualro orlas figurara os brazes de todos os
reinos o territorios que constiluem a Russia.
A Grecia continua em estado de agilaco, nao
liavendo naquelle reino nem seguranca de propric-
dade era de vida. Os ministros de Franca e In-
glaterra enviaran! ao governo hellenico 'enrgicas
notas sobreest assumpto,
No dia 5 do passado, como estava determinado,
as tropas adiadas evacuaram de lodo a pennsula
trtara emque nos dous ltimos annos lamo valor
mostraram. O general l'elissier (cara em Cons-
lantnoplaondo Ihe bxeram urna brilhanlissima re-
cepcio.
O vice-re do Egypto permittio aos soldados
clirislaos de seu cxeicilo a livro pratica do seu
culto.
Eis aqui o decreto em que isso be deter-
minado :
Mandamos a todos os oflioiaes, generaos,
aonis e ontras cheles dos corpos do nos ercito nos quaes cxislem militares clirislos, quo
lomera as necessarias disposiees para que possam
praticar o seu culto com a maior liberdade, ordena-
mos, pois, que todos os domingos e das de
guarda do son rilo, os soidados enlistaos, sejam
comluzidos reunidos e sem armas "aj;respectiva
igreja, acompanhados por olliciaes, os quaes lindos
os officios religiosos, 03 levarao outra vez paraos
seus qiiarleis.ii
A respeito da divergencia entre os Estados-Uni-
dos c a Inglaterra relativa a America conlral, con-
tinua anda sera snluc/10.
giindo 1 7'mc.s de 19 do iocz passado as
crJW!1p^ ministro americano est autori-
sado a proi sseguintes :
San-J sjjha 11ra rn-io.rranco sul,
a soberana i,ara*ua. )
Os indios mosquitos serio (,ii..,ontrados sobre
um territorio, cuja extencao e limites seriam exac-
tamente definidos, pagando-se annualnienta urna
pensiio aos seus cliefes.
A Inglaterra eulregar as Illas da Balim ao
estado de Hondura!, Balise ficaria perlencendo aos
Iiiglezes, com as mesillas fronteiras que linlia no
anno de 1850.
Finalmente, dcsiinar-sc-ln urna porcao de
territorio atravz da America central para se stabe-
lecer urna va de com 111 un cacao entre os dous
ocanos.
da Cnsla, equipacem 5, carga nems; a l.uiz l;,i_,s do siqueira. Puilence an
portci do Pernambueo.
I'arnliilin dlaa, hiale brasiteiro al'lor do llra^il,
da 2S tonelada!, mrstre Joo Francisco Martina,
equipaijcm I,carpa lroa da mangue; a Ju-imo
da Silva II ,avta. Pasnpeirm, l/iinm Barrete
de Mallo, Manuel Alvoi -tns Panol Mcndonri.
Pcrlencc ao porto d Pernamboco.
AfacfM 'ahiiiiK no menino Ua.
llalli-,Brieue raine/. ,1 Aunan, capil.lo Pelil, carga
c-ouroi, carnauba e parle d que Ironxe.
Rio de Janeiro pela BahaVapor francs sFraoe
Cimtoi, rominanilanle Inirnicr.
Rio da Janeiro a porloa iatermedioaVapor braai--
leiro Paran',,, rommandanle F. !'. Borpcs.
, T,
cfluxra vef.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O consellio adnainislratlvo prectoa eootraUr for-
iieciincnii dos generoi scauiulc pita o r.,m a., ,tn
conipaniiia daapreudizes menores e Africanos livres,
em serviro 1I0 irienul de guerra, durante os uaezes
de selcinbro e outulirn prximos vimlouro. :
Assucar somenos refinado, caf moldo,cha lly-
son, pao de i onra-, manleiga Ineleza, ,'irro/. pilado,
bacilli.io, carne >ecca, dila verde, t.irinba de man-
dioca, hija, (oiicinlio de Sanios, bolachas, aztile
doce, vinagra de Lisboa, leniia de mangue.
Ooein quizercoulralar estes objfclos aprsente as
suas propnstas em caria fechada, aconipanbailas das
amostras na secretaria do conselbo admiuislralivo as
10 horas do dia 110 do correla mez.
Secretaria do conselbo adinimstralivo para for-
nerimento ,l0 arsenal de suerra 25 de agosto de
1836.lenlo Jote l.amrnhn Uns, coronel presiden-
te. Antonio (.'ornes Leal, lenenle-coronel "Vo"Sal
servindo da secrelario. "
Pela delegada de JaboatSo toi piCl a ,iia u
do andante o escravo Filippe. crou''0 nu 05 ^
annos. o qual diz ser escravo de r, i-";., ,,.
;Oliveira. morador uo e.gwbo Je^SXSto de
de
le reccbe-loquan.o a,..Pe''"Cif-1e,'a '^VTjr^T-
2T> de aitoslo de 1856.-0 de (K,|efCla Jf>*alao
Joao l'rancisco 1 {; ,, ,
avier Pacs Barreto.
""'"'i, niuraoor uo enzeiuio jafear. ,h. int 1
Cruan.i urna lego. O seu leai.i<^0tud0
documentos leaaes. comparrea n fTTSi. r.
,1,,
&0mmttd0.
CAMBIOS.
Sobre Londres, -27 d. pnr lj.
Pars, 360 rs. por f,
Lisboa, 100 por 100.
Itiode Janeiro, l|9a l.porOiOa 13 e 30 dias.
AcQies do Banco, 35 0|0 de premio.
Ac,;,",es da compauliia de Beberihe. 611000
Aceoes da rompanhia Peruambucana ao par.
L'lilidade Publica, 30 por ceulo de premio.
ludemnisadora. 52 por % rie premio.
C o da estrada de ferro 50 por Ora de premio
sobre a entrada, igaal a 315111 res por
safio.
Uisconlo de ledras, de,7 a 9 por O10.
Ouro.Oin-as hespanholas. .
Moe.lai de 69HIO velhas
i) 6t00 novas
n 4ouo0. .
Prata.Palaces brasileiros. .
Pesos columna'ios. .
i> mexicanos. .
. ItiWKK)
y
I!
161000
Haooo
25000
25(K)0
lStiO
ALFANIlK'iA.
Kendimenlo do dia I a 23 .
tdam do dia 25, .
305:2833301
IS:IS|390
32II:I08J!)1
Oesrarregam hoje 2(1 de agotlo.
jilera ingleza.SerapAinamercadorias.
Brigue brasdeirnFirmafumoe anbjlo.
CONSULADO liKAL.
Kendimenlo do da I a 23
dem do dia 25 ,
23:7399386
1:.'18.-:80
2.5:l2i?'Jli(
l I VERSAS PROVINCIAS.
Kenilimento do da 1 a 23 .
dem do I11 25. .
8I3J933
19033
sir'.i7t;
l>lwl.,,,:!^r,l"' PORTACAO PEUAMESA
-i '.i "" l,ESTA CIDAOE NO DIA
25 Db AGOSTO DE 1856.
lalmoulliPatacho inglez Blonil, James Ryder
C'-ompanhia, 1,250 saceos assucar mascavado.
Itioda PralaKarea be^panhola Anglica, Ara-
naga i Brvan, 2il barricas assucar branco, 20 pi-
pas aguanlcule.
Sxoortacao'.
Cotinguiba, sumaca brasilelra ol'lor do Angelimn,
ue J8 toneladas, conduzio o segrale 60 barri-
cas lannli* de trigo, 3 bairis e 8 meios dilos man-
Mga, 1_ canas espermacele, 3 (lilas massas, I barril
vIBlio, 1 cana btalas, lo barricas bacalhao, 23 cai-
tas velas de carnioba.
Ilav.e pe. Baha, brigae francez Alma, de 285
toneladas, conduzio o seguinte : i,.583 couros
Mecos,!,000 dilos verdes, 63 barricas carnauba, 208
u^.r(;')!,m,;","r', vio,e'e- 1 caixa cobro velho.
KhUiBLOOUlA I1E KB.NUAS INI'lKiNAS GE-
KAES DE PHKNAMBUCO.
Kendimenlo do da 1 t 23 "l-RVt^i
dem do dia 25........" aa
aco"V|i.mliado
.-ua, uo
DE
Santa Isabel.
11 ''EPKESENTA.AO
Li IUCA e DRAMTICA.
Oireiecidu aos S|10l.(.s (.slflilntcs
Facoldadt, ,|0 Direito,
PELA RTJSTA
ANNA (iK4R!)0r.
Quarla-feira 27 de ag09to de 1856.
sjesrer^''^""01^--1-^
PRIMEIEA PAfcxE.
Sci-iia e catalina d opera
BARBEIRO DE SEVILh.v,
pe 1 Sra. Anua GlrardoL
Duelo da opera
ELEXIR DE AMORE,
cantado petaSra.Aona Girardol, e *
pelo Sr. Pedro .Nolasco Baptisla, sobre a
seuoplucleide.
Sceua e cavatina da opera
LINDA DE CIIAMOUN1X
pela Sra. Anua (iirardol.
SEGUNDA PARTE.
Depois da ympbonii abiir ec-aa a scena rom
repreaantacao da jocosa comedia em um aclo.
0 JIZ DE PAZ DA
qual ja lein sido muilo representada e
plan ti 1 1 neste mesmo lliealro.
Personageus.
Juiz de paz. ,
E-crivao do juiz. '.
Uaosel Joilo, lavra lor. '. ]
Mara Rosa, la mullicr. .
Aiininba, sua lillia.....
Josc, amaine de Aiininlia.
Joscpha, campoaeu. .
Gregorio, lavrador ....
I'homaz, dito. .
Sampaio, dilo. .
Manuel Andr, dito. \
E mais 3 (aeradores, ele
TERCEIUA PARTE.
Duelo da opera
NABUCODONOSOR,-^
e'u'o^c'leldT Grard0t 6 Sf- Ped" ""-1*. D
A saudade da Patria.
ana nacional pela Sra. Girardol.
se,.!'i.e,n?ff ''s'"""ac!"u <*<>' lUUi offerece aos
seu> ln-nignos protectores.
ve'nd^nVi a" "l"ar",es e ''ciras arbam-se a
na Grardot, ta"**" "sa de An-
Conierara as S horas
de Janeiro
Si';iu- cm poneos das o brigue oac
nal FIRMA, para o Rio de Janeiro, |
ter a maior parte la carga prontpta : |
rao resto, nassageiros e cscravof a rel
para os quaes tem excellentes cooMnodc. 1
ir.iLi-sc com os consignatarios -XfVcsA.,
C., rua do Trapichen. 3i. '
lleul coiiipaiihia /&q pa-l
quetes hi^lezcuKi vapor.
^spera-se al o lim do mez um dos vapores ida
re-al companbia, o qual depois da demora do coslu-
ie seguir para os portoi do sol : para passgeiros,
e le, Irala-sc coro os agentes Adamson llowie & C.
Vua do Irapiche-iNovo n. 12.
Ale o dia '1 de Retembro futuro segu iinprele-
rivelmrnie para o Acaracu' o patacho Emula^Aou :
para carga e pa"saseiro. brala-ee com o capilAo, ou
110 cscriptorio de Maaoel UoDralves da S Iva. na roa
da Cadete do Hecife. _.
r-

Seui limite.
saccas com superior farinha, ao
_0 agente Vleira da Silva tara' leilao, qaarta-Mra
27 do cnrreule no armazem do Sr. Aolonio Aunes
Jacome Pires de, 100
meio dia emponlo.
- Os adiDiuitlradores da massa fallida de .\uno
Mara de Seises, lem de vender em leilao, por au-
lorisacAo do juizo do rominercio. logo que ullnnadat
as resperlivas avaliaroes. as aegOiatea propriedades,
perleucenles a dita massa, a saber : nesta cidade,
um predio de quilro andares, silo na rua do Viga,
rio 11. 13, mu dilo ue tres andares, rua do l.ivra-
mcnlo n. 36, um dilo de dous andares, na rua da
Penha n. li. um dito na rua Angosta n. 2, um dito
na IravesM din Martyrioa n. 1, um duo na rua do
Alechm n. 1, dous diloa ua traversa do Marisco n.
II e 2(1, um dito ua rua do Mondego n. T, um dito
na rua do Amarina 11. 1.5 ; na Casa l'orle, osseguin-
hfS : I sitio na estrada do Curdeuo [Chacn), da Gisa
l-orlc Santa Anua, n. 41 ; Campia n*. S, 7, 8,
10, 12, 31 e 35, duas casas no ramiuho do Pojo,
duas dilos ua Casa l'orle d. eis (lilas na Campi-
a, e um terreno na Casa Forte : convida-se, por-
lauto.eos preteudentes o eiame previo dos mencio-
nados predios.
O agente Borja far leilao, em sen armazem,
Da rua do Collegio 11. 15, de diversos escravos da
ambos
os iva da rila
viuva Lasscrre
.0 110 ai'm.i/.ciii n. .
un.
O l)r. Joaquin de htft
ten'do-se oilei-ccido pata vax-i.
lamente ns peatooi pie vesM-m 1
sa na rua Nova 11. 1 i, nos sahli.10
caila semana, das 7 a's '.) horas du
iiliaa, ro;;a aos vaccinados dias (pie IIh-s loicm indicados ; porquan-
lo si por este modo poder-sc-lia mantel
a vaccinacao, pie sem scmenli-, qaaj> d-
se ser pastada de nm pava outros, asni .
entreten.
J- PraegerV C. p.nlicip.im ao airemalanlr d-
mposlo sobre liehidas estArttaaaaa da Ierra, en -.-
poeta a carta que dirigi ,10 sea anlecrs-nr P. \| :
ler, que na\> ae conrormam como eonlcndo da mo-
ma, visto qae, desdi; que enmpr*ram o e. al>e|. 1-
meuto nao sen ler.no nem nunca vennVrao hsoi-
denle ele. fabricada DaJ.-rra, e para qae n diln ar-
rf mal.inte fique corto d '.;em este declara, a, .
Praiedci da Silv lo pode *m procorad
para qualquer ngocii ui, ,la '1 hora* a.i
111,1 nlija as 3 ou 4 da ( Lolono do Trapi-
che Kainos ou aruia/.eni ^aMahlira.'o<<
e depois dessas liara, el
rua do Imperial n. 61.
Precisa-se de vi
ja para tiabalharc
B8JI pontos da <:<
mfJso : a fallar na
genhir0 Milc|. "
oSr. SSi"'nmo
-No dia P
na sala das a
Sr. Dr. juiz
ra, se ha '
brado de
Pilar n.
Joo Gn'
liada toi'
it'is, lie a
Tasso Ir
Pe
sacada a
Baar
pai oS
corre
de s-
pre
J
os sexos, entre os quaes sobre I mili V.ril. I, .h.lia ulac l.n.n m r..-^. ,_ .. .
muito ap-
Os Srs.
Jos A Ivs.
R oxeado.
Sania Rosa.
Sra. I). Rita.
rr U. Aiciandriua.
Sr. Una,
Sra. |). Jesuina.
Sr. Uves Filho.
E-kincr.
(iudberme.
a Silva.
Wsh&o* m$titm>&.
de Janeiro.
Vai seguir brevemen-
te a escuna nacional JO-
S, de lote de 115 to-
nelladas, capitao Manoel
Jos Picstello: parag
restoda carga que Ihe falta e escraytj, a
re\e' aos <|,,aes da' as mellioies a^com.
moda,es c tratamento, queiranyk.ten.
der-se coi V**** Aliada (lomes,
na rua doTrapicZS n- '>. ffrundo andar.
l-ARAOAKACATY.I
O hiate Cames seguir e pouro, dji ,, ajnda
recebe ulguma carga miuda : 'rril'-e com I Ha-
dieb.
C01PANUA THANSATL4NTIC4
de vapore* sardosm
mulatas com varias habilidades, bem como, fazefa-
byriolbo, bordar, maicar, etc., a prelas inoras de
bonitas liguras, ptimas coslureiras e engommadei-
ras, 1 dita excelleule cozmlieira, 1 malalmlia de 12
annos com principio de costura. 2 negrinhM muito
bellas, lambem com principio de costura, 1 prelo ca-
noeiro, 1 dilo muito robuslo, proprio para lodo o
serviro, t ptimo moleqoe carapiuleiro, e onlros
mullos, que se acliaraoeiposlus 110 relerido arma-
zem, para same nos Srs. pielendeiitcs : quarta-fei-
ra, 27 do crreme, as 11 lions era poni da ma-
nhaa.
O agente Oliveira far Ul3o de pnrrilo de
moliilia, para fechar conlas, e de obras de ouro e
trala, a Cora do leitlo trocara algumas imagens de
Sanio Autonio, S. Jos, e outras : a mobilia :1c,
cousisle em sof, mesa redonda, ca letras de bal uro,
'las usuaes, bancas de jugo e d'oulraa quali. jes,
relogios de parede e para mesa, I dito de pral pa-
"fto ingles d'algibehra, bom regulador, "* lavatorios lampo de pedia e de madeir i,,u-
cadol- gran.ia de jacarando, guarda roupa, guarda
vesiio-n,, mm rlcu toilele de moguo, lindos lequcs
da UUnta cm canas de Sarao, penles de larlaruua,
quadros, iijorqnezas, coiumodas, carteiras par e-
criptono, c~mas ,)e ferro, berco, lustre de bronze,
caudieiros.de i'.obo, lantemas, compoleiras, carra-
ras para vmlio,. copos, porla-licor, I hacia grande
de rame ele.; brincos, rselas, alfinetes, pulcei-
ras, aunis de (aniante, 1 rico penle de ouio, gar-
gantilba, correlo.-. pura re|ogios etc. de ouro : cas-
licses, collicres, p-nnieiro, salvas, copos ele. de pra-
la1 : quiula-feira, 28 ido correle, as 10 horas da -na-
nlia, no seu escupilo, ,ua da Cartela do Becife.
O agente Borja rara leilao em seuarui--.
na rua do Collegio n.R-, re- -- filado
sorlimeulo de obras de Baar "" D0V* usda9
consisliudo : em duas optu 'obllias de Jacaran-
da', diversas obras avulsas,. m como> sot:,s' eadei-
ras, consollos, bancas, marqui'"'1 cmmodas, apa-
radores, armarios, lavatorios co ml0os periences,
obras de ouro e piala, relogios 'rrersos, objeclos de
porcelana e de vnlro para enl
labros pes de bronze, laulernai
ngtezes, vidros fiuos c toura
i urna iiiliuidade de olijecls
mpossivel mencionar, os qua
no referido armazem, e se en
preco offerecido, urna vez que 1
quiula-feira -27 do crreme ns
O agente Yieira da Silva
de Dos 11. 32, fara leildo Ierra
la ao meio dia em ponto de o
conlendo: sofs, mesas redo
cadeiras, consolos, e lanlernas,
obra de prala e ouro rclogior
pianos sendo um cm meio u^
es de sala, caude-
vidro, candiciros
1 serviro de mesa,
entes, que tora
"llanto Musetas
1 pelo maior
mil* algum :
em poni.
1 da Madre
do corren-
mareineiru
ah
(ai de .,
ros, e diversas
juro e prala, 2
ro novo a forte,
W*M* iDiDtod.
e ,.- .aiicisco liomes Casleiaoas publico, que o
''vaoiCioncalves Vieira deixode ser seu caixeiro
vsde o dia 23 do correle mez
Precisa-se saber aonde side o Sr. Joaqun)
Antonio Alves Cordeiro, para slhe fallar acerca de
urna encommenda que o mesir seulior Iroute do
Ceara para 1er entregue a Mawl Antonio Gon-
calves.
22:529oi78
CONSULADO PROVINCIAL.
liendimento do dia 1 a 23
Idera do ha 1 .
37:3768600
l:740194
311:116,701
t30i>imtui0 'a p0tt&.
Staetos entrados no dia 25.
Havre 0 portm inlermedloa22 dia. vapor fr.mrcz
c'l-raiic Cotnloit, cummandaule Kouruier. Pas-
sageiros para esta provincia, Francisco de Paulo
KOdrisueae I criado, Jos lunario da Rocha, Cals,
Luiz Manuel Rodiigues Valonea, sua senbora c 1
bil,, menor, llenriqne l.uiz da Cuoha e Mello,
I). Iza bel Joaquina de Souza l.eo e 1 fidiu me-
nor, Migoel Amonio Porfirio Nazarelb, Angelo
Mana Creado. I). I.ibania Rosa, Luiz Antonio,
Agirony Alfrcd, Jean Barlbclomv, Sorgnard,
daignoiu P.,ul. l-'icou dequarenlcna.
Richmood48 dias, barra americana aAlice, de
3.11) tonelada, capilao !s. N. Pemv. equipagem
11. carga rarinba de Irigo, 3130 barricas e 69 cai-
xascom cha' ; a Rostrnn Rooker Companbia.
Perlenre ao purlo de Neiv-Vork.
Aracaty palo Asmi*21 dias, I,ule braiileiro nCapi-
baribe, de 3'J toneladas, mestre Trajano AdIudis
SERVIDO REGULAR PARA O RRASIL.
Barcas de vapor a' hlice.
Genova......de 1850 toneladas 300 cavallos.
Turino.........1H50 a
Vctor I'.inin iniii-t IKOO o
Conde Cavour.....1SIXI a u
O vapor (iEM)VA sabira de Ijenova no mez de
setembro proiimo, para o Rio de Janeiro, com as
escalas sc-'uinles: Marselba, (jibraltar, TaneruT,
.Madcira, Pernambueo e Babia. Deata poca em
diante as part las dos vapores serlo nensaes : para
qualquer informarrio, Irala-se com l.emos Jnior A;
l.eal Reis, agentes da companbia, em seu escriplo-
rio, rua do Torres n, 1t.
Para a Baha
Segu em poneos dias, para a Babia, o bem contie-
ndo e veleiro patacho nacional aEfperanesa, por ja
ter meta,le de seu carregamento: para o resto trala-se
com o sen consignatario Antonio l.uiz de Oliveira
Azevedo, rua da Cruz 11. 1.
Par a Babia segu em poneos dias a \eleira
sumaca nacional oCaslro, de primeara marcha, por
ter a maior parle da carga prompl.t ; para o reslo
Irala-se com seu consignatario Domingos Alvo Ma-
theos, rua de Apollo n. 23.
Com pa 11I1 ia e : avegc?aca
a vapor Liitjo-ttrasiieira.
--:--; -.-. ,;; '
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
Do Itio e Babia al 0 dia 27 do rorrenle llover
aqui ihcgar o vapor D. PEDRO II, enmmandanle
o lenle Viegaa do O', e depois da costnmada de-
mora seguir para l.i-boa por Sari-Vicenle e Ma-
deira : para paMageiroa, euconimeinla. e rarlas,
(coa o porte trocado;, dirijam-e ao agente Manoel
Uuarle Rmlrigues, rua do Trapiche n. 26.
Fara Macei segu com hrevidade'a barrara
Boa-Sorle : quem uella q.iizer earrega-, entenda-se
com Jos Joaquim Dias Feruand ca.;. y
Uo Kccife. "3 com o
1 1
-
se procei
de Sanb
O sen
Dr, Ivo :
Tenante,!
Capitao A. ..
Capitao Josc l.u.
Os sen horca:
Capilao Miguel Jos
Dr. Francisco Josc C
Je",,, Francisco lla-t
Capil.li> Francisco J
Precisa-se ale
assacar: quemilivcr
de Apollo, armazem
tratar.
Arrenda-se o p
da, junto os Afosado?
signado, na rua dos P
O abaiio assgi
a pe..o.i alguma, ne
qualquer docamen'
iiiiir,,, por isso nfli
le por ipidlqiier Mi
seu nome. Itecife
Fucio 011 fui
Boa- Visla a.37,
pegar, pode levar a 1.
pensado.
Na roa das Croza*, n. 26, 1,.
cisa-se de urna boa ama de leile : pa.r-se I
i\o paleo do Corpo Santo, sobrado n. t
trala-se urna pessoa para entinar primeiras
em um engenbo : paga-sa bem e da-se Iwm
ment.
I.a va-se e engomma-se com loda a pe
assim como faz-se al moco jaolar com mu ito
e por menos preco do qoe em oulra qualquer
lala--c na rua da Senulla-Vrlba n. tai
Precisa-sede um caiieiro de 16 a 18 -
qoe teja fiel, intelligente e de Pudor a' saa eo
la : na roa do T 'che Novo n.l-iO. ^s
Na roa loja n. -23, etisla'W
g aa* dissimo Sr. na
^ ..e^Wop^
algo
doil
por c
liver
lar na
va,e
pro<
pan
zer t
char.
eicell
crian;
-JO.
a asa nt^
No primeiro andar do sobrai da rua Nova,
por cima do Sr. Decker alfaiale, jeci-a-se de orna
ama forrr ou captiva, qoe saiba coaliar ; paga-se
bem.
Precisa-se de urna ami para ca de pouca fa-
milia, forra 00 escrava ; paga-se ben. na rua D-
reila 11. 119, ou na Boa-Vista, rua Vea B. 104.
Na rua do Cabnga n. 16, primeir andar, de-
seja-se obler noticias de Brigido Jos J.-ge, lilho de
Jo3o l.uiz Jorge, de Camiulia.
Antonio Jote de Arantes vai a Porttal, e jol-
ga nada dever, mas se algaeaa se jnlgar iu credor
aprsenle suas conlas no prazo de Ires diasT ra
do Livrameoto n. H, para seren pagas; edeix por
seu procurador Manoel de Azevedo Almeida.
Na tarde do dia 2i do correle mez des>pa-
receu da freguezia de Santo Antonio do Recife t o
Pojo da Panella 1111 crioulo fula, o qual he f/ro e
reprsenla ler I i annos, levando alguns objecti em
um lenro de cor encarnada : roga-se as aulonades
polica,- que o recan prender e levar na re'rida
Trcguezia do Poco da Pauella, em casa do proessor
publico.
Quem quizer comprar um binculo, aunocie
por cite Diario.
Precisa-se alugor urna escrava qoe saiba cozi
nhar, engommare coser : na praca da independen-
cia ns. 37 e 39.
Dcsappareceu da rua da Cruz n. 13, segundo
andar, um gato prelo com algumas rnalbas brancas,
fiirinliii branco com urna mal,a pequea prela de-
haitn da barba, da' pelo uome--diamdnle,suppoe-se
ler ido para o becco das Crinlas quem o adiar e
quizer restituir, levando-o a' casa cima, sera' re-
compensado.
Quarla-feira, 27 do corrente, depois da audi-
encia da segunda vara do civel. e na sala respectiva,
er3o arrematadas por ser a ultima praca, as casas
seguinles : i moradas de casas terreas, sita na rua
de Molocolomb, na povoaco dos A Togados, sendo a
de n. 54 peta quantia de 1005. a de n. 56 por 50*,
ade n. 3.H por 200?, e a Je n. 6S p.ir I na- ; as quae
vaoem praca por execucaode Praiedes da Silva Ous-
mo, coulra a Mnoel Gon^alves Servias. Escrvao
Kantista.
No dia 9 do mez prximo de setembro, ao meio
dia, lem de sercm arrematados era hasta poltica, a'
porla do consulado de Portugil, na rua do Trapiche
n. 6, e em presenta do Illm. Sr. Dr. juiz de orphilos
e ausentes desle termo, os seguinles escravos : urna
muala de nome Pulquera, idade 10 annos, avahada
cm 6OOJIKI0, perlencentc ao espolio do finado subdi.
to porluguez Domingos Barroso de Souza ; om.-i pre,-
la por nome (erlrudes, idade de 3."> anuos, perlen-
cente ao espolio do finado subdito porluguez Anto-
nio da Costa Faria ; um prelo por nome Josc, nn-
5,1o Costa, idade 35 anuos, avahado em MfJf, per-
lencentc ao espolio do tinado subdito porluguez Jo-
quim lioncalves Pereira lleves.
Marianna ,1a CoBeeteS.0, casada com Domingos
.loaquin da Cesta, arhandoso fon do seu man-
i lia um anuo,pelo mesmoa ler bolado para fra de
ou**
31
la sadia con
mentar ama
ja n. il.
aodwac da
ir,a presid-.
r oa beirs-e-
enda aacie-
uma e*er*va
qoe.rrpresenU
oncellos, ava-
lerreini de
O palmos de
Sr. Dr.
da pelo -1
-'imites peuho.
nal coulra seu.
criuul.i do numfc..>pr
iO anuos de Jo.lo lleriiardn,
liada em 3009000 reis, a posse
111,11 inlu na roa Imperial n. 21 i
frente e fondo at a baia mar por 1.09000 rea, \-r-
nhorado .1 Manoel Jaque da Silva, ama caa terrea
sita na rua da Casa-Forle u. 43, feila de lijollo e
cal, com l.'i palmo de frente, cozinha fora e quintal
aberto por 400:000 rei, por exeroc.io contra Mana
Francisca da Silva, em logar de Florencia Mara das
Virgens, os prelendenles dirijam-se a. 10 horas do
indicado dia a sala das mesmas audiencias. Recita
23 de agosto de agosto de 1856.-O solicitador do
juizo. Joaquirn Theodoro Alves.
No dia 6 de maio desle corrente eriun devap-
pareceu orna escrava. croula, de nome Vicencia, de
idade de .10 annos pouro mais oo mena, estatura
regular, cor falla, com reumas marcas de bes.is
palo rosto, que leva o anuo pastado, chela do asen,
falla apressada, e groesa, e a vista espantada ; ha
indicios qoe esta preta esta acodada, por me prole.
infla* percas e damnos da pessoa qoe a livec etu
seu "ler.
Rife 23 de agosto de 1856.
Josc Candido de Carvailio Medeiros.
Josc Moreira Lopes pelo presente declara, qoe
se elravioijaaJtfo poder a leltra de :|'is->ji ar cu
saqn'e'ir^J de'^xUL' desle anno, a prato de 7 me-
zas, sob n. 50, aecrlta p-lo Sr*. Antonia Jaaquiaa
Vidal 4 C, e foi refo7?,,''a por oulra de igual quan-
lia, saccada na de hojfe a praio de 5mezcs, soh n
101, que ot dito lenliorc- Vidal A; C. Ihe reaceila-
ram em substituirlo daoJellas eilraviadas, a qua
lica sem cITeito, e nao ppJcra' ser cobrada.
Recife 20 de agosto del1*-"*-
Continua-se a dar diiheiro a juros r.iroat 1-1-.
com peuhores : na rua de" Calcadas n. 10.
Alugim-seescra>s poraia para obras 00 ar-
mazem de assocar : qr*m o pretender, pode pro-
curar na rua da Cade/I do Recife, loja o. 54.
riela as de ama ama para o -ei vico de ama
casa estrangeira, o-rc coziuhe, c eugoraiae, a <|ae
eja conservada pga-e bem ; na rua fcoxa
n. 17.
Precisa-a* la om Irabalhador de pad.111,. o
qual serve me*no sendo escravo : quem quizer din
ja-se a roa Ulreita n. W.
Preca-se de urna crala para o seixira lat-
iera* de r/ma casa de pooca familia : a lialar rio cam-
po do llospicio,caia do Dr. Mondes da Cunda.
I'aia fetor de um enscuho na Iregoezia da Ba-
cana, (irccisa-se de om borriem aaeional 00 i-lran-
ueiro. mas que soja de bous coslnmes, paga-se bem :
quem quizer dinja-se ao largo da matriz de Sanio
Antonia casa de om andar 11. 2, qoe ah achara
c.iiii quem Iralar.
Na loja de madama Rniilier, rua Noxa 11. ,-,
1

faca negocio rom o dilo seu mando cm qualquer,los
bens que prilciirerem ao casal, pois lirar seta '"-
iihuin elTcilo lodo e qualquer negocio que ele scia
feilo desla, antes e depois, virio o rasal se acba de-
savenciado a tal respeilo, e licara' sera efl'eito lodo
este 10 icio.
O abaixo atfignedo faz scienlc ao rcspcilavcl
publico e principalioenlo ao corpo do conimercio,
que o seu ex-caixeiro e ucreule da casa, com taber-
na no neceo Largo do Recife n. US, Prend! An-
tonio de Mirstila, deixou He ser caixeiro e gerente
da 101-11.a cata, e romo (al Hilo pode mais comprar
nem receber divida perleucenles a menni casa do
abano assignado.Manoel Jos Bernardo de Paiva.
Precisa-se alugar dous ou tres r>';'->. %
sua casa, por isso previne a qualquer pessoa que 11.10 '?fm, recelado de I ranea, fenos de recortar hab.
dos para vestidos, os mais modernos quo tem viudo ;
cspar.'ilhos ; salas de rimas, muilo modernas ; \,,,.
de filo .'avrado para chapeo, >lc lurlo ; bicos pr.i,-.
de linio enfeilcs e llores pala cabera ; luco- ,|,
blondo ; le jues, e toda o mal uccc<-.niu pas 1 hai
les e tbca'.ri'.
Pr ecisa-se de orna ama para o serviro interno
de urna cea* de pequea familia, qoer raplivaou Int-
: q
dirijan
acbar
l.oba -
mam
1 qni/er c estixer netlas rircom.lanc,.
, prara da Boa-Vista, sobrado n. III, que
quem Iralar.
'' dos Copiares em seguiute xO kSMBitla
mmJ,,
ois da venda, o. 211, ar-
Wffs de lilo, e lambem se ,1.1o bolos
o pagando-se quatro vmlens por pataca,
'asa prerita-sc alugar urna |-reli para
-, pagiudu-se lucusaimeuic.
MUTTLftDD"



MIMO Ef ;'RBQ TvF.Q* Fl'M 28 GSTO
I8S6

A,
t
aerv
: na cu
Milu para Eui
ir seo bastante p.
,,iva (lusmilo, na fa.
j'aiioel l-'lorenrio Alvas >.-
de escravos ou Iioiucim forros, o-.
y tratar na ra do VigMIO n. I*,
.Retido pagos lodos os abbados.
^-t um moro brasileiro, ha pouco che-
,ie, para lignina casa de rnmmcrrio, u
'\ boa ledra e esludo, mesnio mediante pouco
'. :do ra raiao de ainda nao estar bem pratico
esmo, e c icha promplu para prestar llanca se
etgir-se : qucm o prelender dirija-se a ra do Tor-
re* n. *2, segundo andar.
Qnem precisar de lijlos ou rea nos porlos
que mcllior llie convicr, dirija-se a ra do Mondejo
n. !1'.). N mesrua osa vende-se a verdideira e bem
cuidiecida cal de Jaguerhe, por meuos preco do que
ei i oulra qualquer parte.
Aviso commecirnl.
Na loja e imiM de fazendas da ra da Cadeia
do Recie n. 50, delronle na ra da Madre de Dos,
a.-hiriio os senhores que commercUm com fazcudas
para fura desla cidade, e o publico un geral, um
lioro orlimenlu de fazendas novas, boas e baratas,
que a dinlieiro i vista se vcudem por baralissimos
precos, asseguraudo-se serejn elles iguaes para lodos,
e que oeste ealabclecimer achara quem o frequen-
tar sisudez e asrado,
t.irm se torne bastan'
Precisa-se iW
diario de un
li-reiu
1
e espera sen nropne-
rido de Ireguzs.
para fazer o servico
familia, dando-seprc-
n prelender dinja-se ao
n. 15, ou a ra das Cru-
I. sacerdote de boa moral
lio na fregoezia da Esca-
eira encarregar de dar li-
Sr. do engenho, e >e lie
alcumas vanlagcns : a-
-se ao paleo damalriz
andar u. 1, fue aclia-
"V
nento
hico
vie se rece-
los de boro
aes, lisas e
DO Mil 10.
.simas cai-
10 quadra-
idernos de
ompleU-
um re-
orcasiao
'Cundo
s roo-
pho-
idas
ra-
08
reparado
"" tualqoer
uizerem
as Tal-
ludos os
reotvpo
:raphicas
os os dias
lias quaes
irou de luz ero
Ja a este lim. O
.pproveila esla oc-
je tiverem de fazer
irreolypo, que se de-
iiiiici occaiiao que
igueireolypisla lem
ouco lempo para se-
ncillo comptetu de
cazoletas, allineles,
a disposic.o do* se-
-se retratos cm ponto
M. A. Caj & C. con-
e -ni lmenlo de obras
ir, como mais infe-
as e de cores, gra-
os, ditos de sol, de
orracha.meias para
inljs para fazerse
.in a maior pre*le-
ulquer pessoa que
mplelo e por pre-
a qulquer parle
Vende-se um palanquim eiu bom enlacio : a
r na mi do Sania Hila, secundo andar do so-
l n. 40.
Vende-se um terreno eom dous vvenos c ola-
iio lunar dos Remedio* : quem o pretender, di-
se a roa do Vinario n. 5, ou no mesmo lugar
_'tuiz Carlos da Costa Compeli.
- Vende se uin.i bonita negra deidade de 1S an-
: na ra de Agaat Verdes n. 23.
- Vende-se carne do serillo a 210. manleif in
a a 480, 5(0, 640 e KIMIrs. a libra, dita francesa
iO e 640, louciiiho de Santos a 2X0, carnes do
smo a 120, arroz do Maranhao a 100 e 120,lianha
porro rttuilo alva a 440, ahilo branro a 210. dilo
.unxrpllii a 160 e oulro HO, cha h\sson a -000 e
2>4iVc!f a ISO e 200 r-., dilo mido a 320 a li-
bra, viuho engarrafado a sin r., dito de pipa a 500
n., 560 c l'ii 0 a carrafa, azeile iloee de Lisboa a 6i0,
dito de carrap.'ilo a 280, feijAo molatinho muilo novo
a 560, ni 11 lio e rToz de casca a 160 a cuia : na roa
das Cruzes, taberna *V-rO-
Vendem-se sacras fasdes com leijno mulati-
nho nimio novo, e por preco coffMUp'lo. latas__c_om
oleo de ricino o mellinr que ha no mTF "" 360
a libra, e im garrafas de 1 t|2 libra a 800 ludo
na roa do Vigario n. .
Vende-se a casa terrea sila na ra da Capa do
Uecile n. 7 : a Iralar na ra do Vigario o. 33.
Vende-se ou aluca-se a armara da loja da ra
Direila n. 63 : a tratar na mesroa.
Vende-se um escravo de meia idade, sadift e
lorio, proprio para servi P. le casa ou de sitio : a
ra da Cadeia do Hecife loja o. 41.
Vende-se urna batanea Brande com seus pesos;
na ra larga do Itusariu n. 36.
Na Pa do Crespo n. 1(i, continuam
a estar a venda asmis superiores toallias
de .nitro linho que tem vindo ao mcr-
VeiHe-se urna loja*tftVt miudeza* SSSB pouco*
fun lo-, e era bom logar: .;iuem p.eleuder an-
DUUCic.
Farinha (te mandioca.
Tem para vender Antonio Cuiz de Olivcira Aze-
vedo, oo sea eseriptono, oa ra da Cruz n. 1.
Vende-se superior linha de algodao, branca e
de cores, cm novello, para costura : em casa de Soo-
lliall Mellor & Companhia, ra do Torres n. 118.
V1.XH0 D iWi
o mais superior que lem vindo ao mercado, cm bar-
r de 5." e 8." e engarrafado, em caitas de duzni :
vende-se no escriplorio de Manuel Joaquim Hamos
e Silva, ra da Cadeia do Hecife n. 38.
Ao p da ponle da lloa-Visla veudem-se qua-
tro burros excelleules, viudos do serian.
I. UVAS.
Vendem-se muilo boas luvas de pelica para Sr.
c bomein, pelo harali-inio preco de IgOOO o par,
ditas ditas [irelas a 500 reis, na ra larga do Hosario
n. 38.
GRANDE SORT1.MEMO DE MOLBADOS NA
RL'A U1RE1TA N. 7.
Queijoi muilo uovos a I -srn, dilos a 19500, ditos
a IjiOO, rmuleiga ingleza 800 rs. a libra, ditk~20,
dila 640 dila francesa a 720 a libra dita 640 dita .560
cai&es de doce de guiaba 1>000, fannha em mu al
grandes .nhhi. dita 39.500, dita 3JO00, favas vindas
da ilba de S. Miguel a cuia 400, saban 160 dilo -200
a libra, cevada a libra 160, dila 140, espermacele a
libra 1?000 dila a 960, 1 lelocio patente Micas, car-
ne do seriAo a 10, vellas de carnauba a libra 440
reis, e outros muilos mais gneros qoe a vista do
comprador se veuderao por barato precio.
Em casa de Timm Momsen & Vinassa, ptaea
do Corpo Santo n. 13, acha-sc para vender um gran
de sorlimentu de livros em brauco para copiar, por
precos muilo baratos.
No Passeio Publico, loja n. 11, de Fcrreira &
Cru existe porcSo de saccas de caf de superior
qual lade. viudo do Rio de Janeiro ; vende-se por
|n i. s commodos para liquidar.
Vende-se no pateo do Carnio, quina da ra .le
11 "i i n. 2, carne do serlAo a J40, linguicas a :,'2i l.
queijos a IJItOO, mnnma bem Iva a 110 a libia, i
arroba 4S000, manleiga ingleza a 480, 560, 640, 800
rs., %0 e 1)120, franceza a 720, nova, lojicinho a
360, caf 180, alpista a 160, tapioca a 160, ceva-
da a 100 rs., sag' superior a :120, aUjtria a 400
rs., caf moido puro a 320, cevada /noida a 240,
sablo de mas>a muilo doro e que la/,a excelente-
mente a 280, doce de goiaba, cha prelo a 29080,
oleo de ricino em meias garrafas a 500 rs., tambein
assucar retinado da labrica do Moofairo, peneiras de
rame aniarello para os senhores padeiios e refina-
dores, azeile doce lino a 600 rs.
*7
scienle ao puolico,
lear da caa n. (12 da
^ ut n. l da mesma ra ; na mes-
i as mais modernas bichas de ilam-
ludo mais barato do que em outra parle.
Atttnyo.
ia do Trapiche o. 34. ha superior rap priu-
lirasil, ebegadn receolemenle do Rio de Ja-
m qualidade pouco differe do de Lisboa, ao
ue cusa apenas 1J400 a libra : a elle, antes
cabe, pois a remessa be pequea.
o 'Isniui
9 i tilo u.
orto.
Vende-se vinho d
qoarto : na ra de
sucar.
ilo fino, em barr* de
10, armazem de as-
,j^ Crner'
Cortes de seda
,000 RS.
{pram-se 6 o-
L.do Parir
kestej
nda
uso.
stm
lem
; na
leberi
1
ili-
vi-
pro-
on-
l.ili-
irei-
: no ei
rio.
y* Compra
Com[)|
dade, agr,
la n. 46, Y
Compra
prendas, par
cheiras juutol .
Comprakt(
da champagne
Compra
annualmenle
brado, que n
gio o. 9.
Quem livcr um compendio de doutrina elltia-
l.ia por l'ri-ulu. e o quizer vender, dinja-se ra do
Kangel n. 36, segundo andar das 6 ale as 10 horas
da mantilla, ou aununcie para ser procurado.
Comprae orna laberna em bom local, c que
esteja *cjn afreguezada para a Ierra : qucm liver an-
nancic.
Compra- um compendio de cblmica por IV-
lonse, e um de historia universal por Pedro Parlis:
quem os quizer vender annuDCie para ser procurado.
Compra-se urna la/.u na de dous caos, em
bom estado : do pateo do Paraizo n. 18.
e com
sTrili-
e lenham sido
io ario n. 28.
- es casas, que rendara
si rs. cada urna, ou um so-
.0 ou 6009 rs. : Da ra do Colle-
Crles de ve-
covados il (So-
portas da ru
Ve
>
c seda de quadros com dezoilo
ada corle : na loja dasqualro
uado n. 10.
dos a 2#
is.
Novo e compli ,,o sorlirnejito de cortes de chita
franceza para vestidos a 2^)i)(> rs. cada corle: na
rol ,qUalrUP' '" da d0 QueimaJo "llme-
Sabap bratco.
; (nde-se nn fabrica da
ruado Brum, em cixas
a 160 is. a libra: a amos-
tra do m esmo aelia-se no
escriptorio da fabrica, ra
do Trapiche n. 40,
meiro andar.
"o Mitigo e bem conhecido iardim,
silo no co.i-ior da groja de Nossa Scnlioia
da Soledade, casa n. 7, lia constante-
mcnl para vender ps de roseiras mui-
lo lindas e de umitas e diversas qualida-
des como os compradores poderao ver
poi jstar em vegetarao ; assim como sa-
polis, Cypresies, Parraras, Dalias, Ale-
crim e outras militas flores.
lua do Queima-
do ii i \ \.
Veudein-,ie corles tle i-hila franceza rom Ueova-
dos a 38300i chales de merino bordados a velludo,
do ullimo ROSlo, corle* de soda lisos e de quadros,
rlscadus eteoceiea 240 o covado, assim romountras
maltas far.cudas, que se vendem muilo em cunta.
CART.VS tWSH&S l'ARV YOL-
TAIETE.
Vendem-scsuperiorcs cartas francezas pain trolla*
rel pelo baralissimo proco de ."iOO rs. o baralllo ,
na ra do Queimado, na bem couhecida loja de iniu-
de/as da boa fama u. 33.
i\a loja das seis
portas
m frente do Livraiueiito.
Cortes de cambraia lisa com oito e meia varas a
tres mil res, rrl's de cassa chita com sele varas,
cinco patacas, cascas de quadros de cores fingindo
cainbraia e seda a doze vinlens o covado, riseado*
francezes de bonitos padriies a meia palara, e qoa-
dros laigos a dous tusloes, chitas escuras lrani;artas e
lisas a meia pataca, e de diversas cores a seis viu-
lens, chales de cassa com bonitas llores a cinco lus-
tes*Svde ganga enramados com llores amarellas a
duas p.r-fcas : vendem-se por esles baitos procos
porque se qner acabar com fazendas que estao de-
moradas.
wa loja das seis
portas
Em trente do f..;.vsrauieno.
Lencos de seda decores bonita.-vj)" pescocode
seulioras a dez lustes cada um. ci ajos de cam-
braia para seulioras a palaca, mani 4 bordados e
com recoites a dez tusles, ranii-inb.i. com peilos
bordados a dous mil reis, pe*(oci'ihos de relroz com
llores de cor a cinco mil ren, Ii p.relo de chuvis-
quiuhos proprio para eamisns, nuni-letesequalquer
enfeile para seuhoras que c-liver "n de lulo a qoalro
palaena a vara ; da manlraa Id 9 da uoite, Iraz. ndo penhor que cu-
bra o valor do que se m.nr'a pedir.
Veode-se um escravo mojo, hbil e sem defei-
los ; na ra das Calcadas n. lo.
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja da boa fama encontra-se sempre um rico
sorlimeiiln de perfumaras de lodas as qualidades,
sendo seu autor o melhor que lia em Pars, riquissi-
mos frascos de evlraclns muilissimo finos, pelo barato
pceo de 15-iOO, UtSOO, 29 e -J-jjOO, jarros de porcel-
laua delicados ctle modernos gestos com banha fran-
ceza muilo lina a j, frascos com esseencia de rosa a
'0, paos de pomada fraoceza nimio boa a 100 rs.,
frascos equenns e grandes da verdadeira agua de
Colonia Jo Piver a 4*0 e 1/000, saboneles linos e de
diversas qualidades.pos para denleso melhor que po-
de haver, e outras minias perfumaras, que se ven-
dem muilo barato: na roa do Queimado, na bem co-
nhecida toja de miudezas da boa fama o. 3:1.
Ora loja das seis
portas.
Em /'rente do Livramenlo.
Leamos de seda francezes de muilo boa seda e kos-
lo, proprios para meninas c senhoras a dez lusloes
cada um, lencos com bico largo, proprios para mito
de senhoras a quatro patacas, e bordados a dez lus-
I6es, fazenda lina, cortes de cambraia lisa com oilo e
meia varas a Ires mil rs. o corle, qoe da' vestido
com tre* babados, corles de cambraia de seda a oilo
mil rs. cada um ; a luja esla' aberla para quem qui-
zer esculher uu mandar trazer, das 6 lloras da ma
ulula ate 9 da muir.
Ilonecas t'ranee-
zas.
Vendem-se muilo bonitas bonecas franceza?, pelo
baralissimo preco de 1;>:rt0 e 1;S00 : na PM do
i.Miniin.idii, na bem ccnbccida loja de miudezas da
boa fama u. 33.
Loja da boa fe.
Vende-se chaly de quadros de hooilos padrSes a
900 rs. o covado, dilos lisos de bonitas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de relroz de bo-
nitas cores a S), ditos com lislras de seda a 78: na
roa do Queimado, nos qoalro cantos, loja de fazeo-
das da boa fe a. 22, defronle da loja de miudezas da
boa fama.
Cascas |>retas para luto.
> eiideni-se canas prelas muilo finas pro|irias para
lulo, pelo baralissimo preco de ISO -. vara : na ra
do Qoeiinado, nos qualio calilos, loja de fazendas da
boa le u. 22, defronle da loja de iniudezas da boa
fuma.
Refina ra
No
l I
VIonteirn.
da Senzala-Ve-
eposito da ra
lia n. I I ti, vende-se assucar refinado de
superior tiualidude, de arroba para cima.
Lencos
as
ai;s
de
e;
linb
e 640
'O
,
i as
ras
que
gOstam do
barato.
seiiho-
bom e
que
A 520, 400, 500,
cada um.
Vpndem-se na ra do Crespo, loja da ^esquina
Tolla para a na da Cadeia.
Vende-se
cemenlo muilo novo, chesado em 1 i de maio prxi-
mo passado de llamburgu, por preco muilo em am-
ia vista da qualidade, lano em porrao como em
barricas e linas: no armazem de malriaes na ra
da Cadeia de Sanio Antonio n. 17.
eit;
asno
R.des de oalia,
Para.
Na i ua da Cadeia do Hecife loja de i
portas ti. VS, vendein-se as referidas re-
des com cores e qualidades inteiramenle
espiculitiHii ilieas.
Pianos,
". i s'rlao e 80li d0 Ri0' carneiras e
pelles de cabra.feijBo em steca ^le 2 alqueires, quei-
jos rrescaes, cera de carnauba, atanados grandes .
pequeos, pe les de tigre e panll .era, carne u.Tor
do .ertAo. sebo en. rama : vend .-se no armazem
caesdoKamos.de francisco d e Paul., Fiu(.; de
haboia, ea tratar noseuescriplori o, ra de
o. 5.
Apollo
Vendcm-sepiaiiosvcilicaesinglezcs, deelcsanles
inodellos e encllenles vozes, fabricados porum dos
mais acreditados autores, preciado na esposicaode
Londres: no armazem de Itoslrou UookerOv Com-
panhia, praca do (jirjio Sanio.
Ycnde-se o slio coro casa de sobrado do falle
cido Oeorae Kenworlhv, no lut-ar de S.Jos do Man-
goioho, com anotados de frurlo e mais bemleiloriai
que nelle se acham, sendo as Ierras do relerbio sillo
proprias : qnem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Jolnislon \ Companhia, ra da Scnzala No-
va n. 42.
AGENCIA
Da ftindr.o Low-Moor, ra daScnzala-No-
va n. ii.
Nesicesiabelcrinientocontinija a haver um com-
pleto sortimenio He moendas e rucias mocadas
para enjjenho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido o coado de todos os lamanhos para
dito,
lim casa de M. Calmoil 4'C, piara do
Corpo Santo ii. II, lia para vendero
seguinte :
Vendem-se ricos penles de tartaruga paia alar ca-
bello a i>.'iOO, meias de seda de coras muilissimo lin-
das pura chancas de um mez a um anuo, pelo barato
preco de lf>SOii o par, lencinhos de relroz de lodas as
cores para senhoras e meninas a 1?, toncas de laa
para senhoras e meninas a .MI rs., camisas de meia
liara enancas al a idade de um anuo a .">00 rs.
meias brancas de algodao para seuhora muili-siiuo
linas a OO rs.. dilas brancas e prelas de seda o me-
lhor que se pode encontrar a 2?c 2>iOO o par, ricas
rai\ai para guardar joias a 800 rs. e l>, canas mui-
lo ricas com lepartimenlos nicamente proprias para
costuras, pelo baralissimo preco de gpoOO, 3$000 a
39500, iravessas de verdadeiro bfalo paia prender
cabellos, pelo baralissimo preco de 1?. ditas de (ar-
tanica a M.^.jOO, ricos Lques com plumas eespelbos e
piolaras fiaisiimasa 29, pentcs de bofato muilo linos
para tirar piolhos a .VIO rs., lesouras linismas e de
lodas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas as
cores c laruuras, ricas litas de seda lisas e lavradas
de todas as larguras c cores, bicos de linho linissimos
de lindos padres e lodas as larguras, ricas franjas de
algodo brancas e de cores proprias para cortinados,
outras muilissimas cousas, que ludo se vende por
i.io barato preco que in-proprios compradores ser-
vir de adroiracao : na ra do Queimado, un bem
couhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundirlo da Aurora em Sanio Amaro, e
lambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na enirada, e defronte do arsenal demarinha, fia
sempre um grande sortimento de taixas, tanto de
fabrica nacional como cstrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
^sja^cinjfias ou carros, livres da despezas. Os
prseps saoios mais com modos.
VVNIIO 1)08PORTO CEMINO.
Vende-se ptimo vinho do Porto em barriada
quar'io c oilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Recite n. 13, escriplorio de Hallar i Oli-
vcira .
Vende-'
aunos de
a tratar na tua
se um boniti mualo de
idade, proprio p, ,,a lioleei
do Vinario n.~. "J-
18
ro:
SYSTEM\ MEDICO DE HOLLWAY
""as,
da
"Ullo
)i de
(i-
Vinho do Porto, superior chamico.
Km cai\as de 2 dnzias e em barris de oilavo, re-
ceniojm.'iiie chegado pelo biigue Trovador; veoile-
se unlicainenle no armazem de Barroca Ov Castro, na
rua d i Cadeia do Recife n. 4.
A 5500 a du/.ia.
I.e icos de cambraia de linho para algibcira : na
ra t o Crespo, loja de Adriano rS Castro n. 1(>.
Tabeado de pinito, alca!
S necia
Alcatrao de carvao.
Lonas de aieoddo.
Dilas de linlio.
Esponjas de superior <| nal idade.
Drogas.
Tudo militocommodo.
rao c pxe
da
VENDE ML'ITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-se liliras de linlus de boa qoalidudc n.
VI, KUe 70 a 13IIX), ditas muilo linas de 11. loo e
120 a 19600, duzia de lesouras muilo boas pai-a cos-
lura a 1?, dilas muilo finase grandes a 1-;2O0 a du-
zia, pecinhas de bico estrello a .V>0, caixinhas com
agulhas francezas milito finas a lliO, carnudas com
16 novellos de 4*>rha de marca muilissimo Unas a
280, braceletes encarnados muilo bonitos para rrieui-
nas e senhoras a 200 rs., meias brancas muilo l',n,i-
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo c azul, lino, fazenda milito
superior, prova de lunao, pelo baralissimo preco de
395OO o covado, alpaca prela muilo fina 1 (10 co-
vado, merino selim, fazenda superior para paliois a
I.NMI o covado, canlao prcto muilo fino proprio para
vestidos a 13 o covado, selim pelo macao, fazenda
superior a 23600 o covado, giosdenaples prelo muilo
fino para vestido a 23 o covado, snperior sarja prela
h es pa ti hola a 2J210 o covado, irinreza prela muilo
tina a Sil!) rs. o covado, cortes de colletes de gorsu-
rlo u seda, fazenda muilo boa a 23. corles de fos-
loes de bonitos padres a 610, I rnn trancado branco
de puro linho a 19 e I -i 10 a vara, brins trancados
de cores de muilo bonitos padres e de puro liulin a
I-lio a vara, dilos ditos lambem de bomlos padres
1 Mili rs. 1 vara, dilo trancado pardo lambem de li-
nho a 600 rs. 1 vara, dilo liso largo a >i80, gansa
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a 320 c 360 o covado, ditas de cores escuras de qua-
dros e lislras, de muilo bonitos padres para calcase
palitos a 600 rs. o covado, cortes de calcas de bonitas
cosemiras de alaodilo, pelo barato preco de 19120,
brimzinlios deqoadros de puro linho a 210 o covado,
panno de lioho muilo fino a 610 a vara, peilos mui-
lo finos para camisa brancos e de cores a 100 e VIO
fs., camisas de meia mnito finas a 13 e 19120, luvas
prelas de lorral para senhora, fazenda auito supe-
rior a HOO rs., dilas de seda de lodas as cores para
homem e senhera, pelo baralissimo prero do 1Q20O o
par, dilas de fio Escocia para meninos e meninas
i filel muito bonitos a 13, ricas
ise de cores a 19, meios lencos
a 600 rs., dilos prelos n.uilo
mbraias de salpicos com 8 va-
1'iOa vara, dilas adamascadas
a-'ovs 1 -i" 'b*?,"isa mu
1 de largura, pelo bar,;..1^10
preco de .".60 a v.-'a- enl:0' de cambraia muit^tmos
lodos brancos e -m ""ras docores a m "..?
Sorlimentu de fazenda novaa, |
na loja 11. 30 da rua da Cadaia do Ucrn
rua da Madre Dos : chitas de cures lii,
padres a 160, 18 e 200 rs. o covado, cc
69. 69100, 6-800 7?, dilas largas e riseado,
cezes largos de notos padres a 210 o covado, c,
de cassa rhila de cores auradaveis eom 7 (ara
19800, dilos de barra pan "acabar a .$600, chale
merino pequeos de barra a 23, cassas franceza
cores a 100 c 360 a vara, cassa para babados a 2001
a vara e I36OO a peca, chales de merino lisos */!,
finos com Iranja de relroz a 59, dilos bordado,
matiz a 83, ditos bordados de urna su cor muil
nos a 109, dilos de cbally com barras asseliujr.,," ~
b;.)00, selim preto maco proprio para ves,iri" .
colleles a 29 o covado, corles de seda para vesl", "
Cosos modernos a 263 e 309, grosdenaple preto, s '
perior qualidade 11 I38OO, 2g e 29100 o covado, len-
cos de cambraia de linho bordados a 03, dilos a imi-
lacilo com bicos largos para mo de senhora a 19,
dilos de seda com eslampas das balalha da Crimea a
81.0 rs. e I3, panno de linho fino para lenroe* com 2
varas de largura a 23100 a vara, pecas de silecia lar-
ga de puro linho, lina, com 2 varas, propria para
camisas de senhor e loalhas de labyrinlho a I63,
dilas de hrelanha de linho, fina, para o mesmo fim,
com 10 varas a peca a 73. colleles de seda em cor-
les a 23, casemira preta de boa qualidade a 23 o co-
vado, panno prelo c azul, liuo, a 39600 e 19, e muilo
superior, approvado na eiposicao de Paris a 79, gr-
valas de seda bonitas a 19, brim de qoadrinhos para
palitos a 200 o covado,:orles de brim de puro linho,
padioes inteiramenle novos para calca a .13200, pe-
Cas de panno de Moho fino com 12 i|2 varas a 83, s
ditas de llamburao lino, proprio para eeroulan, loa-
lhas e lencoes a IOS. e 113 a peca, madapoloes de
boa qualidade de 29500 ale 8 a peca, cobertores de
algodao, grandes, imitando laa a 1200, e ditos ds
Ha a 23, saias de canuMo para senhora a .X3, e dilas
bordadas a (?, e outras muita fazendas, que a di-
nheiro a vista se vendem por baralissimo preco, e
dao-se amostras.
CAMISAS FRANCEZAS.
Na loja da Estrella, rua do Qoeimado n. 7, ven-
dein-sc camisas francezas finas e de ullimo goslo,
pelo baralissimo preco de 29500 e 33000cada urna, e
alpacas de seda a 6(0 o covado.
Aos senhores de engenho.
No becco do Goncalves, armazem de Jos Duarte,
vende-se a verdadeira farinha gallega, em meias bar-
ricas, por commodo preco.
Moinhos de vento
rom bombas derepuiopara regar hortas ebai-
xadecapim:na lundicode D. W. Bowman
na rua do Brum ns. 6. 8 e 10.
Na loja das seis
portas
Em trente Chilas de cores bnnilas a seis vinlens, dilas tran-
cadas a meia pataca, meados de Ires palmos de lar-
ao, proprios para roupa de prelas a seis vinlens o
covado por eslarem moldados da chuva e agua doce,
chales blancos de cassa bons para Irazcr por casa a
cinco tn-les, e de ganca encarnados com flor ama-
relia a duas patacas 5 da-se de lodo amostras, levan-
do o porlador penhor que cubra o valor do que qoer
que baga.
IECHAI1SK0 PARA EI6B-
UNGENTO IIOLLOWAY
^os.dePoi,,|eTavreP.n..'n!fn^ro,..i,e,r,,''
1(K) rs., lencin
gravalaa de seda
|ie seda para gra\
bons a t3, pecas 1
ras e meia a 3.320
muilo boas para (
to fina com urna
a muilos auno-; e
a rcialam lodos o
maior parle deltas sao
rain os mdicos mais eel
cobraran com este sobe
"'eos e pernas, depois
'eP nos hospilaes, ond
i-10,' Delta, I,., muis,
as.vlosdepadecimenlo, p
essa operacao Menea!
mente, mediante o oso de
SD";'"d.as!aP"oas,,,a
^ento.decl.raramesle.r,
lord corregedor, a oulr
^ulendcarein ,u, m
tiveSseb,'?l.',e'ePrf'di
'endenlesque admi-
"as pessoas re-
t aso de sean
aneado loago
dlrer a ampula-
odeiado caaes
ubinellerem a
da< complela-
0 remedio. Al-
eu reconbeci-
benefico dianle
tridos, afim d-
desua saade e-
saiaretle remedio
m lempo o traa-
O ungento At ...
conslanlemele co,,l'nca
menloque necl' .,e*u'"di
ullado seria p?* a '
cura!
NA FUNDICAO DE FERRO 1)0 ENGE-
.....ID W. BOWMAN, ,VA
PASSANDO O uHA
NI
RU,
l'Ali
para senhoras a 210 e 300 rs. o par, n >adas;ide rVi- ,|e chila france'*5 n"", bon* a *W l*" cnale de
\e 160,1 boaSalgodao de co**"0 bonitos padres a 800 rs., risea-
pri-
i^en^ss.
Vendem-se Ires escravas moras com algo
hibilidades, um preto de meia idade : na roa
la n. 3.
Vendem-se 2 travs de 50, de qualidade : a
Iralar no palco do Hospital n. 30, taberna.
Palitos acadmicos. ,
_ rua do Crespo, loja 11. 10, vcude-se 11 m com-
Vlelo sortimento de palitos, fraques, sobrecasacas de
ophnio panno fino de diversas cores, com gola de
V
'clludo e boles da mesma ciir.
por proco mais com-
^nodo do que em oulra qualquer parle.'
Vende-se um si'.io no logar dos Remedios,
com casa de vivenda, olaria, bom barro para todo
servico, urna pequea baila para capim, viveiro,
bstanles arvoredos .- quem o prelender dirija-se ao
mesmo lugar a tratar com Chalana llaplisla Vende-se a taberna sita no becco do Campelo
11. i, e na mesma laberna lambom se vendem 2 ar-
marios propiios para laberna, 1 moinho de cafe, e 1
1 elogio de ouro com con ente, ludo a Iralar na
mesma.
Itedes de todas as q na lid a-
es, (eitas no Para.
Na loja de qualrOTortas, sila na rua da Cadeia do
Hecife 11. 48, de NarrNuo Maria Carneiro, ha om
completo sortimento das Referidas redes para lodos os
presos, bateado de lodos (te tamaitos e qualidades,
como sejam, de palha, ue fid\e dilas de algodilo, leci-
das com dous lios, leudo nestaVgrande quantidade de
redes nina variedade de desenlio* com cores inteira-
menle seductoras. \
KA PE'. \
_\ endose rap fresco de lodas ai
Lisboa, Paulo Cordeiro, princeza di
fgasa grosso, meio grosso, linos, meurdtfi: na praca da
Independencia n. 3.
Vende-se um;i loja
boa roa e eom bastante
nlteiro ou a prazo, com
5^ Jrernambucana.
Na fabrica de sabo e vclas,m.inufacturada< na rua
do llrum, vendem-se velas de carnauba purificada,
iguaes na luz as de espermacele, e -cm cihalarem
cheiro algum dcsagradavel : vendem-se a preco de
159000 a arrolla, encamotadas, adverlindo-sc que a
menor quantidade que so vende a retalho he meia
irroba, c sendo pagas a vista.
Cal de Lisboa, nova, e potassa russiana
superior.
O deposito de cal da rua da Cadeia do Recife n.
SO, acaba de receber pelo ultimo navio do Lisboa
barris com cal nova em p" Ira. assim como ditos de
polaisa russiana de superior qualidade, sem ei.igera-
cao 1 melhor que lem vindo 10 mercado, com cojos
artigos os senhores de engenho podein sem rcceio
fazer bom assucar, em qualidade, peso e alvura, e
os vende por preco commodo Antonio Comes da Cav-
aba e Silva, na rua da Cadeia do Itecife, loja n. SO,
defronle da rua da Madre de Dos, liavcndo neslc
deposilo nm resto de barris com cal da safra pasea-
da, que se vendem por barato preco.
l\a loja das seis
porlas
de
freguezraV
trinas a ce
lis cm
;i len-
to:j tratar na rua da Cadeia do l'ecife
11. o't.
Na rua da Cadeia-Velha
ja 11. 22, vendem-se sai
de carnauba, vinda ultimairiet?
caty.
Ii
do*'
pite
era
qualidades, de 'Comisas de cambraia bordad
Kio de i; :.a.
fc.111 frente do Livramonto
Pescocinhos de relroz pretos e bordados de cor a
cinco mil rs. cada um, enres de fil prelo bordado
>ar manteletes de meninas a mil rs. cada corle.
Camisas de cambraia bordadas para senhora a dous
mil rs., e manguitos recortados a dez tusles cada
par, collarinhos de lindos rosIos para senhora a pa-
laca cada um, c muitas outras fageadM proprias pa-
ra o passamento da festa ; dase de lodo a amostra,
levando penhor que cubra o valor do que se mandar
pedir.
popelina!!!
A 13000 O COVADO.
Na rua do Omimado 11. 21 A, veud-se t mais
linda fazenda para vestido de senliori a 1......as, de
asseulo branro com flores solas e ile lislras, fazenda
1 "lo uitirno vapor; do-se as amostras
1 -z i .,
10 milito firato.
\eode-se papel de peso e alinaro o melhor qua
pode haver neste genero a 3, 1, 3 c 09000 a resma
papel paquete muito lino e Je muito boa qualidade:
prnpriamenle para se escrever por vapores para a
Knropa em consequeucia de nao se pagar grandes
portes de cartas, em resmas, meias resmas, quarlos
da resma, ou mesmo em quadernosa 80 rs., papel de
linho verdaderamente alma e proprio para cario-
no a 18 rs. a resma, verdadeiras pennas de ac de
bico de langa contiendas pelas melhores qoe "ha a
132011) a caiiinha com 12 duzias, dilas sem ser de bi-
co de l|nca, mas lambem muilo boas a 60 a r.n.v-
nha com ISdazuw, duzia de lapis muilissimo iTnaso
320, 400 e- ."iiiii rs., dilos para desenlio a JOO rs. a
duzia, caivetes muilo finse de toda;* qualidades
e precos, (inla inejeza moito boa e barata : na rua
do Queimado, Ioja de miude.-as da boa fama D. 33.
TAIX.AS PATA ENGENHO.
Na fundipao de.fjrro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, comina ha-
ver um completo sorlimcnlode laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promplido: embarcam-se nu carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzala-iNova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de montara, candieires e caslicaes
bronzeados, relogios pa fnte inglez, barris de gra-
xa ^. 97, vinho Cherr'y em barris, camas de ferro,
""V/ ve'a chumbo de municao, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Relog'os
coliertose descobcrlos, pequeos e standes, de ouro
c prala, patente inglez, de'um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ullimo paquete in-
glez: em casa de Soulhall Mellor & Companhia, rua
do 1 oros n. 3e.
Cobei toras do laa hosp..
nhes mnito encorna-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo,toja
volia para a rua da Cadeia.
da esquina que
ara os na mora-
dos.
Vendem-se fllias de papel moito bonito, pruprio
para correspondencia de namorados, palo barato
preco de 10, 00, 80 e 100 rs. : na ria do Qoeimado,
na bem cunhecida loja de mu le/as da boa fama
o. 33.
U-louiosle patente
inglezes de ouro, de sabonete e de ridro :
vendem-se a preco razoavel, em casa Augusto C. de Abreu, na rjtia da Cadeia
do Kccie, armazem n.
ribas moilissiinc finas para bordar
loe demadreperola muilo finos.par sasatiOO rs.'
a grosa, boloes muito finos de ao. leas a 280|a
grosa, fivelas douradas muilo fu deas e col-
leles a 120 .id-1 ma, pen-'s_' uiio finos
para alisar a ;U -s., pecas de lila _. ynho com (i
varas e meia a ,.j >., caisinhas com colveles france-
zes a OO rs., eaitaiail de ludias de 200 jardas de
muilo boa qualidade e de lodos os nmeros .18O rs.,
macos com in 'rampas t de muilo boa qualidade a
-V) rs., pares de suspensorios a 40 rs., torcidas para
candieiros a 80 rs. a duzia, carteiras de marroquim
para algibeira com molas douradas a (iOO rs., cane-
las para pennas de ac a 20 e 40 rs., meias brancas
e cruas, fazenda multo boa, para homem a IOO e 2UO
rs. o par, Iranciubas de laa de caraces e de lodas as
cores a 100 rs. a pecinh, penles de cintre para ali-
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, grozas de
boles de louea pintados para camisas a 210, peca
de fita decs de lodas as larguras a 210 e 320, liuhas
brancas de carreleiscom 100 jardas do aotor Alexan-
dre a 40 rs. n carretel, linhas prelas de meadinhas,
fazenda nimio boa a 20 rs. a meadinba, cartas de
alfineles da melhor qualidade que lia e com 2. pen-
les a 140, penles iberios de balea para atar cabello,
fazenda muilo boa a -liuo a duzia, meias de fio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a240 e 320
o par, grozas de vclas para snpatos a 5C0, caixiohas
envernisadas com palito- de fogo de velinhas de boa
qualidade a 120, dilas de pao com palitos de fogo de
boa qualidade a 20 rs., caixas com O caixinhas de
phosphorns proprianienle para charutos a 320,
casloes rnoihi bouilos para beugala a 40 rs., sa-
palinhos de laa para chancas a 300 rs. o par
Irancelins pretos para relogios, fazenda muilo
boa a 141), escovinlias muito boas para den'.-n 1
100 rs. Abra de todas estas miudezas v-iiuem-se
oolras imiiiisMn.-. que a vista de suai boas qua-
Inlajfs c baratos precos lem causado admirarao
Si pi rios compradores: ua roa do; Queima-
do, na .e.'n douhecida loja de miud czas da boa
fama n. 33,,
BLl"I0J.l DA BOA FAMA.
\ eiide-se bt'Odejas cranmes c muilo finas pelo ba-
..,,n fioo9 e de muilo bonitos padres a 160
c\ cov ido 1 di'.o de ,,,es a ,5-8> meias prelas de seda para se-
a\ __ enda moito superior a 2j> o par, ditas bran-
Mito linas a 33 0 par, ditas braucas de algodao
mi 'o linas a 240 e 320 o par, dilas brancas muito
finas para meninos e meninas a 210 o par, e alm de
ludo listo outras muilissimas fazendas, qoe a vista de
suas Boas qualidades e baratos precos, be que os se
nboreV freguezes, amigos do bom e barato, conbeif^s
rumi.nlo d os seguinles ob
,rpri os para engenhos, a sa-
"WjdM da|inai -ar
j ferro fnndids. balido, de
M lodosos la,manilos; rodas
aninrarf, d;tod.af as !Wf
' rniiiclrii- iln a-,,,
Alporeas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Ures decabeca.
das cosas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Enfermidades do anos.
Empees escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Erialdadeou falla de ca-
lor as extremidades.
Frieiras.
engias escaldadas.
Iiicliaenc.
Inflammacao do figado.
da bexiga.
V ende-se este ungento)
de Londres n. H,siram
licanos, dr aseoulras
sua venda y
llespanha
Veude-
inslrucc
fazer use
Oder
uiareut
buco.
Ra
eslal
car,
qu-
ua
nu
uci
Sr.
ma
con:
A
mei
mei
per
da:
lai
d'a
par
dos
par
om.
enu
inte
mei
core
"atril.

de fornalh
e registros de bo-
1 que lie pichincha
quiln.'1 cantos, na loja de fazendas da boa irj n- .t
na roa do Queimado^-,_
fazendas da boa frfn. 519.
defror?ic da loja de miudezas da boa fama.
Fazendas por
muito menos do
j.;eu valor, ni loja portas, na rua do-Queima-
do n. 10.
Conlinua-s('3 vender ncsla lcja 0 resi0 das fazen-
das da loja da "a do Crespo, qile foram arrematadas,
e se vendem |>elos seguinles piecos :
MadapoUa en Irelino a SjBBQQ^|e
Dilo muito ti-ud-'frTa'rij'a'
Dilo mui'.o largo e muito fino com 35 varas
,i'_'odao/inbo ue 20 jardas
Dito bom americano
Cliitas de cores, bons padrdes a 59, ojsVH) c
Corles de calca de casemira prela a 5?jOO e
Dilos de rllele de selim prelo superior
Krim de linho de quadros, o covado
Dilo trancado, a vara
Pannos prelos e de cores a 3f e
Chita larga franceza, o covado
Dilas eslreitas de cores, o covado
Algodao azul mesclado e de lislras, o covado
Corles de cassa chita
ralissimo pragk* de 33000 45000 e 5^)00 reis. ocu- Ditos de chila larga
los de arniaeao de ac de todas as graduales a | Grvalas de seda de
Ailchila, linos
:t*vio
43800
138000
29000
3000
03000
3 33000
200
00
3*500
200
100
160
1360(1'
l>o-
es.naraf. us ecavilhOes.moi-
. 3ICA0.
.oiiimenilas com a superior
..e.^j ecom a devida presteza e com-
.......e cm preco.
Ntvaihasa contento.
Conlinua-se a vender aSjjOOO o par(preco liso) as
ja bem couhecidas navalhas de barba,feilas pelo h-
bil latineante qoe ha sido premiado cm diversas es
posirAes: vtudem-se com 1 romlir.io de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las ale 30 dias
depois da compra, reslilnindo-se a imporlaocia :em
casa de Augusto C. de Abreu, ua rua da Cadeia do
Rectfa n. 36.
Em casado N. O. Bieher
tj,' C., rua 4, vende-se
Pianos fortes das melliorcs abricas da
Allemanba e de moderna coiistrucro.
L'm grande sortimento de vidros de c-
pellio.
llelogios linos de patente inglez.
Ditos ditos de patente suisso.
Couros de grava.
Ervillias seccas era garraloes.
Vinho do Klieno superior.
Conservas alimentarias.,; \WJi
da des.
Tudo por preco ccvnodo.
Em casa,e n. o. Bieber
d*Priiaa.
do Paitos.
de olboa.
eduras deraplis.
urademosquilos.
oes.
ndelas.
aces ptridas.
, em quallqaer pat-
ine seja.
'"-'fiaailf.
jeta.
gado.
> arliculacnes
orcidas, oa noda-
ias pernas.
belecimenlo gera
"ja de lodos osbo-
sencarregadasda
lo Sol, Haveoa e
"lia,conten orna
plicar o modo de
Sr. Soum, phar-
i. em l'ei tiiim-
HIA.
00 sea esienro
onllnaa a fabri-
oplidio, leda a
0 ragrfcallara,
ra malar coaa-
< do puUka em
s armazena ato
1 do arsenal ato
INAS,
lio.
completo soni-
do os melhora-
aes) qae a ei-
"ado a aecessi-
aa prettao.
1 como fundi-
ndimr fraaa*
lioca, prensas
farinha, ara-
icrao, fundos
lornalhas, e
ra enfadonho
orna pessoa
das as enen-
es contando
achioismo. m
Mern a raaar
ci, e exacta
e ios-
0*.
Vicen-
tes : r
deca
cor d
rosa
ma
pea
da
de
gesto a eserava
signaes segom-
pes caca espene
onpo, de chila
oulro de csea
-amadas, costa-
isso que lea a*
r leve ao itiu
ompensado.
npelto, na de-
o escravo Joao
galar. aeceo do
algansa caaaa
vou roopa da
carnaoba ; foi
<| ld-
C., da Ci
ruz n
4
,,. awifjaiMiJrt ara
-mo Rieam0 j. K^ .
-o engenho VicenU S.
-dej.lhod. 183 *> Plto ""0"oo*l',"PeiraJanior.
( ...no i.rusaliy 00 dia 3 h 1
oscravos, sendo um de nom. AiJSTS.
10 redondo, sem barba, cosas limpas
po, conversa pouco; o oulro da non
nacao, bastante alto, algum lauto e
'iMi i' '"" "mb0S M" 1'
talhos de so. nacao, pero, 6na,, ,|
ueiro, pes grande, e leaa uir.as ma
naScostasaindanov..:q.eD;"0Ss,,;
duza-os .0 dito engenho, 00 no de
freguexia de San-I^ureneo da Malla
generosamente recompensado.
cor prela,ro.-
cheio do cor-
VerisaiaM do
dado, rosto
o marcas) de
n tanto car-
is do chicote
(hender con-
Vgoa-Kria ato
oo nesta pre-
ndar, qae asra
penles muilissi
muilo finas pa
dos eonipridot
toes finissimos
rs. a croza e 1.
de aeo a 120ri
caias de niela
res, escovasfi
reis, escovas
haver a 1$
para barba a
a 33OOO reis
(elogios
ingezes de pa-
tente,
os melliorefabricado! em Inclalcrr?: m eand de
11 citr \ (jibson : rua da Cadeia do Bccifea. 52.
L VAS PARA HOHENS E SE-
NHORAS.
\ endem-se superiores lavas degpellica muilo novas
para homem e senhora a 1^2S0 reis o par, ditas de
seda muito boas e sem deleito algum amaiellas, pre-
las e brancas para homem e senhora a 1 - o par, dilas pretas de lorral muilo boas a HOO reis o
par. ditas de lio de Escocia brancas c de cores para
homem o senhora a 100. 500 e 800 reis o par, ditas
dilas para meninos eme,una- a 100 reis o par, luvas
de .seda ricas de (odas as cores e bordadas, com
K'jarnicfio, para senhora a :l;000e 39500 reis o para
e outras mais qualidades de luvas, tudo na rua
do (Juciinado na bem couhecida loja de miudezas de
boa fama n. 33.
0
Vende-seca lile Lisboa ullimahien tecliegada.as-
iimcoino|iotassadal(ussiaverd(idsira:napracado
Curpo Santo n.11.
Coi ccmplelosorlimenlo d bordados Cmase*
am, camisetas com mangas, rullariiiho-, peililho-,
roiiieiras, camisiis, coifinhas e pelerinas ; lambem
lem un completo sorlimenl.. de ricas flores,eofeilei
para c.l.ec.i, litas e os verdaderos e modernos bicos
de linho: ua rua da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
__ cores
800 res, tunelas ^m -armarilo dourada a loOOO reis, Lencos de san-a e 5
dilas com arroarao i "- tartaruga a I3OOO reis, ditas
com armacaoiJe'bu' a '"** ,e's> ocul' s com arma-
Cao de metal BnTiico ''"" re'* "5r-.-i'f'i'J c'
armai.Ao de. "arlar una com 2 vidrs a 38000 reis, ri-
cos chicotes tara c.vallos de homem < senhora pelo
baralissimo pcro de 800 reis cada um, grvalas de
seda muilo botillas a ljOOO res, bonitos atacadores
de cornalina | ara casaca pelo baralissimo preco de
IOO reis, suspensorios linos de borracha a 400 Veis,
10 linos para suissaa|OO rcis.escovas
cabello a 610 res, capachos pinta-
redondos a TOO e IjOOO reis, bo-
madreperola para camisas a 1S200
rs. a duzia,ricas canelas para peuna
, ricos porla-relogios a 1)800 reis,
luilo linas para rspe a 500 o 600
mas para uuliai a 320, 500 e 610
roupa e cabello o melhor que pode
8200,18500 e 28 reis, pinceis finos
reis, duzias de facas e garios finos
las de cabo de balanco muilissima
linas a 63OOO a duzia, dilas linissimas de cabo de
marfim o melhor que pode haver a 158000 reis a
duzia, camisas de meia muilo linas a IjOOO reis, ri-
cas abutuaduras de madreperola c metal para col-
lete c palito* pelo barato preco de 500 e 600 reis,
linissimas navalhas para barba em eslojos de nina c
duas iiavalhas pelo baralissimo preco de 28000 o cs-
tojo, cnndieiros americanos muilo bonitos proprios
para esludanles ou mesmo para qualquer esiabele-
cimenlo, pela boa luz que da a commodidade
dse poder pendurar ou pr-se emeima de qualquer
meta, pelo barato preco de cOOO res, paslas pa-a
guardar papis a 800 reis, espelhos para parede com
arni.u.ao dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de 300, TOO c I8IMH) reis, finissimas e ri-
cas caixas par rape a 2-jiOO e 38000 reis, papel de
cores de folh.s neqnenae em quarlo de resma pelo
barato preco de T20 reis, e outras muilissimas cou-
sas, que Indo se vende mais baraio do que em outra
qualquer loja : na rua do Queimado na bem couhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
LABYRIKTIIOS.
Vendem-se teneos e loalhas de labvrinlho. assen-
lado em lina cambraia de Indio : na rua da Cruz 11.
34, primeiro andar.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Sania
Catbarina, em saccas que tem um alquei-
ie (medida velba; por preco commodo:
no armazem de Novaes& C., na rm da*
Aladre de Dos n. 12.
Vende-se a verdadeira grafa ingleza 11. !IT, do
fabricante Hay and Mirlen, em barricas de 15 du-
zias de poles, em casa de James Crabtree & Compa-
nhia, rua da Cruz 11. 12.
Vende-ic o ensenho Miirihequinlia, tres legos
distante desla praca, une fina avaliado em 35:000?;
pertence ao casal do tinado coimnendador Jos Pau-
lino de Albuqiierque Sai ment, e 110 qual lem o ac-
tual rendeiro lies quinhes de loo~ cada um, que
loram evclnidos daquel'a avaliacao, a que se proce-
deu no dia 26 de ollio prximo passado, pelo jaita herios e deseoberlos, sellins inglezes, cbicole's d
- No dia M do crranle a
engeubo Abreo, comarca de rtawa
------vos. ndo, o ..cr.vo de ooma
"o, eeco. mal|feito
Lindeza
vestidos
Volar.
para
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ltima-
mente de Tranca, pelo baralissimo preco de 18000 e
covado. l-.-ia faada he de pora lila seda, e os
seus padres silo os mais bonitos que al o presente
cm apparecido no mercado : na rua do Queimado.
nos quatro cantos, loja de fazendas da boa f 11. 22!
Vendem-se vellas de carnauba de composiciio,
a imitacao das velas estearinas, pavio americano, da
melhor qualidade possivel, bem como de carnaoba
simples, por precos commodos, arroz pilado muito
bom e ja' muito conhecidn por crescer mais que o
do Maranhao, em arroba a 3, em saccas a 18800,
arroz de casca em saccas grandes a 35500, e em al-
queire medida velba a 33500, ludo muilo bdm : na
la do Vigario n. 5.
Meias de laia pa-
ra padres.
da
i'
d
AI
na
-se
e assucar.
iie-
/'rnz
Jitos, a imitacao do
Dito ta
da Bahia. 1
Lonas.
BriozSo.
Fetro da Si tecla.
Arcano para parificar o assucar d in-
venrao do Dr. Slolle, com o methodo em
lingua portugueza.
Vende-se urna escrava de moilo bouila figura,
sem vicio ncm achaque : na rua do l.ivramcnto n. i.
POTASSA E CAL TIR6EB.
No amigo ej bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Hecife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muito superior poiassa da Russia, dila do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a precos muilo favoraveis, com os quaes (carao
dos comadores satisfeitos.
Vcndem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical ecom todos o melhoramenuM
mais modernos, tendo vindo no ullimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n, 8.
ARADOS DE FERRO.
Ka fundicao de C. Strr & C, em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su-
perior qualidade.
, V.ARNDAS E GRADES.
l.m lindo e vanado sortimento de modellospara
varandas e gradaras de goslo modernissimo : na
rundirao da Aurora, em Santo Amaro.e no deposi-
to da m a, na rua do Brum. .
Moendas su perfore.
Na fundicao de C. Starr&C, cm San-
to Amaro, acha-se para vender moendas
\ endem-'.-e superiores meias pelas de laia pai^ de caima Iml is ,1.. (,.,., ,1........11
padres, pelo baralissimo preco de I9MO 0 par : a }MM ?S U"' dc um m00^0"
ma do Qoeimado, n. bem couhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Cal virgem de Lisboa, ehegade no brigu
Comanles : nos armazens de Kouseca, Medairos jj
Compauliia, rua do Trapiclie.
Km casa de Eduardo II. Wyall.roa do Trapiche
Novo 11. IS, vendem-se barias, relogios de ouro, eo-
conslruccao minio superiores.
de orpliaos quem o pretender, dinja-se ao Sr. le-
nenle-coronel Barata, ruada l.adei.i 11. 22, ou ao Sr.
Jos tioncalves de lbuquerque, no paleo da Kibei-
ra, sobrado junto ao muro da l'enlia.
carro, arreios para dito, Cabos da Kussia, fio devela,
tintas de tojas as coiei, candieiros e caslicaes bron-
zeados, conservas de (rucias inglezas, charutos de
ulavaua,
Vendem-sc sellins com pertonces,
patente inglez eda melhor qualida-
de que tem vindo a esle mercado :
no armazem de Adamson llowie
4 C, rua do Trapiche n. 42.
Vendem-se madapoKies finos e de oolros, com
um pequeo loque da averia, a precos muilo bara-
tos: ua roa da Cadeia Velba n, 24, primeiro andar;
S...
apprt
qoe se.
Coi
lo de mu
o qual foi
que, senho
uaes he ha.
usenloo-n do
Ih, um casal de
Joaqaim, naca
de corpo, da 45
<(~ alio da
i escrava,, nom Ja-
le idade, poseo mais ao
bastante leia, mqilo bo-
*. O escravo Joaquim
.a moito mal a apresMdo,
saluram aaa direecae a
a Madre da lieos : quera os
levar ao mencionado engeolre
o com senerosidade.
a eslar fgido o escravo er iou-
ais conhecido por Joao Calaanbi,
ido JeAo Cavalcanti de Albaquer-
ugenho Apua'.coai os seioiutes tig-
grosso, leprestau leriOanaosde
idade, pouco mais on menos, possae ja alnas cabal-
los brancos, tem falla de algn, denlas na gtoaiv,
superior, e lera aind, n^j, aml dciUjl d '
nai perna esqua-d. ; suppfte-s. ,oe elle #,)?-
lado, ou em le do engenho Asaode C -anda aaa
S. Aniao, do c | j, foi rendeiro seo fe ido -
nhor, ou na pr iedade Qaali., perleoc ule ao ea-
genho Apua m l'ao d'Alho : quem c appreben-
der pode-o levar, ou ao engenho Abreu, comarca de
Nazaralh, ou a' cidade de (Unida, casa terrea rom
sotao, no oiiio deS. Pedro Novo, qoe sera mu bem
recompensado. wm
AVSO.
CINCOENTA Ha REIS.
INo da 23 de jooho do crrante, fggio ,|, barata
ciir fula, cab
e amortec
grosso qo
cima, fe
denles,
esquerc.
vo sahii
dar lem
lo-a Ii-
caler
ric
e
le* -?**?* "Prido e descarnado,
cercilhado, olhos um poico grandes
icos grosao, sendo o de cima mais
ra a falla que tem de denles am
lonco alrapalhado devido a falla da
irba e rala, a bigodes, lem na mao
ao dedo mnimo ama especia de ner-
idegas om pouco empinadas, no aa-
' para o lado, eadeiras largas, cen-
Iheladas a um pouco largos ; levou
. azul desbolado a camisa da aleadlo
>eoWe palha, lem odldo da rozinheirn,
ia mbriagar-s ; foi escravo do Sr. Ik. Je-
Jilella euo Sr. Dr. promotor da (llioda,
ronseca, e iltimamente doSr. Albert Kors-
lon : o aban assignado, senbor do dilo ,ire-
lilica seeros! nenie qucm o appreheoder a
o em sua casa, w aterro da Boa-ViaU n. 53,
i .ndo andar, ou no lecile, rua do Trapiche n. it,
> nlonio de Almeida (jomes ; como lambem pro-
le la contra qualquer pessoa qoe o occallar em sea
poder ; assim como gratifica e paga lodas as despe-
zas.joaquim Lopes de Almeida.
Fugio no dia 23 do correte da nadara de
Jo3o Antonio Carpinleiro, rslabelecida no Mangai-
nho, um escravo de noinu Antonio, da idade de 35
anuos, de cor fula, alio, crosso do corpo, cara cheia
olhos grandes, com calos nos dedos das m.os da par-
le de lora do Irabalho da padaria, poneos denles, e
levou vanas pecas de i.mpa : quem o pegar leve .1 a
referida padaria que sera' bem gralilicado.
l'ERN, TYP. M M. F. M FAHU T


)
v
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO
Ha-
ILEGIVEL


Full Text
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