Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07467


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Full Text
I

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anno xxxii n. m
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4^500.



i^pkp


"k5, r- fr"<' W-*-"':l "';5 W ""
ENCARREGADOS DA SI'IISUIIP(:.\0' I\(> NORTE.
Parahiba, o 8r. Gervaiio T. da Natividad ; au!, o Sr. Joa-
iiuim 1. Parata Jnior ; iracaiy. o Sr. A. da Lcmoa Brasa i
Csart, or. J. le deOliveira ; Maranhao, o 8r. Joaqulm Mar-
i|uea Hodriguei i.Piauhj. o Sr. Domingo! Herculaoo A. tato
i .arana ; Par*, aSr. Juitmimo J. Kamoa; aVmaionai.o Sr. Jero-
J jmo da Coila.
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binan
S. All
S. I,..
, a, I l
Cabe,
PARTIDA DOS COI'.KEIOS.
awia horas do Ui
UMtt* os ilifl-i.
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n.-i....., I'., .1 \lliu. N
i>rp, lilla-Helia, Bul
l|">|i|i .1. N.|illii,".riii.
ra e Kalal : iiin.i--1
.. on rnrrri". pqjarteai
....... : i... -.i.ii.I..
'......i, llini.....'
V./.i II,. I.lmoeiri-,
,.,.\i.l ,, ii,,,, ,,, .
II nii.ii. I in
\ii--r.-ir-i*.
iiiIiim. : ii. i --rn-rrirj
ii i, Pcsqnoira. fnicn
mi : na* i|u.in.i.-lriia
Itiiri-irn. Agaa-Prri
. III liOra* .la BMP.hSa.1
Al DIBNCIAS 008 TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribum I do commercio quauai a sabbado.
Relacao : lercas-feirai a sumados.
Fazend : quarlaa etabbadoi aa 10 horas.
Juio d i commercio: segundas ai 10 horas a quintas ao meio-dia.
|Juizo da orphos segundas quintal ai lOhoraa.
Prirneira varado civel : segundas a sextas ao meio-dia.
i Segunda rara do civel: quartaa a aabbadoi ao meio-dia.
BPHEMERIDES lio mk/. DI. ACOST
0 Quarto crescenle a 1 liora 47 minutos e 48 seguudos da m.
1(i La cheia as 1 horas, 20 minutos e 48 segundos da maubiii.
"- Quarlo minguante as *> huras, W ntinutose 48 segundo da
i11 La no va as 8 horas, i ~< minutos. 48 segundusda manhaa.
l'ltKAM.M'. DR IIOJK.
Primeira as 10 horas a i minutos da manha.
Segunda ii 11 llorase 18 minutos da tarde.
DAS da semana.
1S Segunda. S. Clara do Monto Falro v.
m Tere. 8. Lu/ b. l. S. Theca v. m. S. Magno h.
2o QuarU S. Bernardo ah. dnui. da Igreja.
't Ou'nla. S. Juanita l-'raneisca Rumana \iu. S. t'mbclinii v.
22setta. Ss. Agathonicoc aVntbuza Mm. S. Fabriciauo m.
2:t Babbado. S. Pillippe BeDicio S. Davina.
2i Domingo. S. O Sagrado Corara., d.i SS. Virgcni M.iidc Dos,
ENCABREGADOS DA Si lis.
Alagoai,o Sr. Claudino FalcaoDiai ;
Rio de Janeiro,oSr. Joo Pcreira Martini.
EM PER\A.\IIIICO
O propietario do DIARIOManoel Figunro d.
livraria, praca da Independnecia i.liS.
PABTa. QFF1CIAL
aovERNO da provincia.
Expeliente do di 7 de aejaato.
(Inicio Ao Etai. presidente da Baha, recom-
mendando a eipedicn de suas orden, para que o
Dr. Pi Adoci seja indemiiisado na Ihesouraria de i
(alenda daquella provincia da quanlia de aiS-HillO, I
que despeudeu com as passagen de vinda o ulla j
uara ai, -m inulher e mn criado, visto conliecer-se
do despacho de S. Ev.. <<"> mencionado Dr. lem
direitoa esas pissagens; e inleirati.lo-o de que a
Ihesouraria de 'aienda desta provincia se ordenou
que saque a favor daquella letras que satisfarn) a
mencinala qiianiia. Ofliciou-se ueste sentido a
Ihesooraria d aqu.
Dito Ao Eiro. presidente do Maranhiln, inlci-
rando-o de qoe, no vapor de guerra Beberibe, fci se-
guir iii gos bellicos vindos da corte, sendo doas para aquella
provincia e oro para a do l'iauhv.l''ez-sc o neces-
sario ovpeilienip.
l>iloAo I'.mii. presidenle das Alagoas, romellen-
do os papis rclavns ao rejo Francisco Afl^nso do
Reg Mello, para que se sirva acientlear o juila
conoetento, aliui de que, requisile a remesa! do
mencionado reo para aquella provincia, onde deve
cumprir a seotenra que o condemiioa a '. Bonos e I
rnerea de prisao.
Dito^AoEon. mitreclialcommaoilante das armas.
commonicando que o director da colonia militar de
Pimenteiras, fez voltar para esta capital o soldadu do
i- luljlli.ia de inlanlaiia Jos Serapliim de Sania-
Anua, que all se chava daatacado, visto como pelo
sea mao comporlameuto, nao convem que continu
aquella colonia.Kespondeu-o>e ao mencionado di-
rector ilui'iulii li -.ir intoirado.
Dito--Ao mesmo, recoinmendamlo, vista de rc-
quiMi;.lo do inspector da the-ouraria de fa/.-ii 11, a
expedirn ile utas ordena, para que nos pedido* que
liouverem de fa/er os enrumaudantes dos corpas em
goarnicJlo nesla provincia, para a respectivas praca-
qaese acharara destacadas, se declare,alim (lesearan-
telar os interesses da fa/.enda publica, qnal a comarca
nmle se aehar o desiac.ro?nlo, aeoinpauliandu sempre
nma rplar.ii> nominal das praras destacadas, para se
conhecer sea quanlia pedida he indispensavel. ou ao
menos a maii approximadamente imcessaria para o
pagamento pretendido. Inteirou-se a mencionada
Ihesooraria. .
DitoAo rocsrrjn. Acensando recebido o oflicio
da i do correute, sob n. 6i0, em que V. l-.v -. me
commonica haverein os capiles do l. balalho i^e
arlilharia a p conlesfado corno contraria ao alvara
de i d< junho de 1807. a preferencia que manda dar
a provisAo de 24 de abril de I'm i. nos conselhos da
guerra, ou quaesquer nutras commisses do servico
militar, aos oftlclaes reformados ou addidos, quando
estes forem inais antigs do que os effectivos, lenliu
a diier em resposla que, vou levar eilc nesocio ao
coDhecimento do governo imperial.
Entretanto a citada prnviao, n qual se cncontra
a decisao que agora se val pedir seja de novo consi-
derada, deve ser cumprida, pois que he ella bem
clara, os ofiiciaes do exeretto nAo podem .i/.er pre-
valecer o modo porque interpretam urna lei quando
ha nutra dada pelo governo de S. M. Imperador ;
obre lodo dandu-se as raxoes qoe V. I,.c. U" c!an-
roente expe para eslabekcer a differe/ica entre o
ofiiciaes addidos e asgregados, de qWvata ociladi
alvari, e os efleclivos a que se refere a pruvi-.m.
DitoAo inspector da Ihesooraria de fazejiila, pa-
ra marcar aos possuidores de terrenos de marinha no
Forte do Mallos, o prazo de 30 das, para darem
principio a* Sooiic^Su do i-acs qi;i* deve bordar a I
nargeiu do rio ALr -. Hk^ta\^\^f'BB^4,I
DitoAo io^E com'i-.ivncanm :i-i\er o EYfflJ
pfe-idenle da *, .. v i filial jo banco do Brasil uesta
capital, parlicipadi, que \at ser e'nitltdas na <:trco-
lai-.'in a- notas d. inesmo hai :o( constantes da rela-
{9o qoe remelle por copi<.Igual ao inspector da
fhesourana provincial, e respondcn-ie.
DitoAo niesino, anloiisando-o a ai.rir sob a res-
pousabilidade da presidencia, um novo crdito na
importancia de -jn imii-'iiin r., para a conliuuarAo
das despe/.is qoe e houver de fazer pela verba soc-
corros pblicos, visto ja' se adiar fin lo. e mesmo ex-
cedido o crdito qoe para csse m mandou abrir em
10 da jolln ultimo.
DitoAo chele de polica, inteirando-o de haver
expedido ordem Ihesouraria provincial, para pa^ar,
estando oostermos legaes, as contas que S. S. CjC-
metleu das despezis fetas com a lavagem da roupa
dns presos pobres da casa de detenclo,e com differen-
les objeclos comprado?para o expedienteo asseio da-
qoalle estabelecimento, ^ios mezes de junho e jullio
ltimos. v
DitoAn commaodanlo^hvcstarao naval, para
mandar desembarcar eom guia, Tisto ler presenta-
do iseiicAn legal, o recrula de marinha II......I 11-
lippe.Cooimunicoa-seao chefede polTeajjt.
Dilo--Ao mesmo, dizendo, que visto ler Me seguir
amauhAa pira o MaranhAo o vapor de guorra felie-
ribl, reeommende ao respectivo commandante, que
entendendo-as com o do transporte nacional /.-/.i-
liade, que se aclu arribado no porto do Ceara', veja
se podara' fater chezar al aquella provincia o men-
cionado transporte, afim de ser all concertado ; e
no caso de nAo ser islo realisavel, a' visla do seu es-
lado de raina, compre que se aproveile drlle o que
for posaive!, fazendo passar a guarnicAo e Iripola^Ao
para iiordo do referido vapor.OAicioii-se neilo sen-
tido ao inspector do arsenal de marinha e aos Exrns.
presidenlea do Ceara' e Maranhao.
DitoAo director do arsenal de guerra, mandan-
do qoe faca fornecer ao porteiro da Facul lade de
Direilo, os lampees Bortunceiiles a'quelle arsenal,
alim de aervirera pirbilluminai;ao do edificio da
mesma Faenldade nn dia 11 do correntc.Coinmu-
nieou-seao respectivo direelor.
l)ito-Ao mesmo, dizendo Scar inteiradn de haver
S. S. embarrado, a' disposieAo do Exm. presidenle
.das Alagoas,na hartiea Pernambw.ana, osarligos de
fardamenlo e h.nieles oertencenles ao oilavo bsta-
IhAo de infanlaria, e remetiendo para ler o conve-
inenle denino o otlirin, em que snlirilu do Kwn.
presidfkle daquella provincia, a expedicao .te suas
ordeojjv para que >eja all pago o rele proveniente
dessaremessa.--Kcz-se o ollicin de que se (rata.
Dito.--- Ao juiz relator dajuolade justira trans-
metlindo parn srr relatado ein seosao da mesma jun-
ta o proeesso feito ao soldado do rorpn de polica
Manoel Ignacio do Na-irimenlo.Communicou-sc ao
respectivo commandante.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha, de-
clarando haver deferido favoravclmenle o requeri-
menlo em que o segundo lenle reformado da ar-
I Diada Manuel Antonio ViegM Jnior, pede ser de-| de, reuna a mesma caara, qncm lamhem me di-
cesso eleitoral.
Cumpre que Viuc
lo aquello cmara liad
m-iii i'l.i para servir iulerinainente o lugar de lente
de geomelria pradra daquelle arsenal, e reconimeu-
dando que o faca euliar logo ein exercicio, propon-
do a gratificaba-i que llie deve sei abonada. niao, que lia muilo te
Dito Ao couimandanle do corpo de pulida, mente podera' ler luga|
devolvendo julgadn pela junta de jutir;a o po-{ convindo providenciar
cesso do soldado daquelle corpo,(Manoel Joaquim : de, recommendo
dos Santos, alim de que l'a.;a evecular a seiilcuca ; m.u- graduada dessa c
proferida pela mesma junla. Ihe parecerem legaes
Dito 'Ao inspector da lhesouraria|provinciat, re-1 reunio da cmara,
moliendo as coalas dos movis e mais ohjeclos com- i mencionado juiz, que
prados para a directora geral da Mislrncrao publica, | sua vonladc nao devle
.iliui te que mande entregar ao secretario daquell'i funcees, que Ihe con
dir, loria a quanlia de 30(i574l> r., em que impor-
t.iin as referidas comas.
Dito Ao lliesoureiro das loterias'da provincia,
dizendo que deve organisar a tabella deque lala u
arl. i.- do regulamento provincial de 27 de julho
de 18-ii, tendo em consulerarao as preferencias con-
cclidas pelas Icis prnvinciaes a respeito das' loleiias
do svmiiasio e malri/. da Boa-Visla.
Dito Ao consellio adminislractivo do patrimonio
dos orphos. Tendo o cidadAo Manoel lloarquo de
Macado Lima ofTerecido a quanlia de I.iOjOIW re.,
aonoaes por espado de I auno* em henefirio dus or-
phAos que nearam desamparados em conseqoeneia
da epidemia, recommendo a Vmcs., que enlciiilcn-
diNM com o referido Hiiarque, e dando-lhe iin muu
nome o merecido agradecimeulo pela sua generosa
ollera, receham opporlunamenle a indicada quanlia
e Ihe faca ni a devida applicacSo.
Si-
Circular aos eommandantcs superiores da guarda
nacional.--Kecoininendando a remessa no principio
de cada trimeslre do mappa geral da lun.-a le MU
rommandos, conforme determina o j (i arligo do
titulo Ia do decreto u. It'i de (> de abril de ls ,'.
Oflicio. Ao inspector dii.Devolvendo, o requcrimenlo em que l;ranca &
Irin i i pedem titulo de aforamculn de terreno de
marinha, de que se aeha.nl de Sania Rita, alim de que S. S. proceda a respeito
nos termos de suas infonnares de 2 de junho e ." do
correnle, sh na, 253 4-vS, dadasicom relcremi.i as
do segundo lenlo Antonio Egidio da silva, da c-
mara municipal do Olinda e pareceres do piocara-
dor lia|.
Dito Ao mesmo, devolvenlo a folha que acoiu-
(i inli ni o ollicio de S. S. de ti do correnle, e decla-
rando que o aulori'a a pagar ao patrio e remadores
da reparlicAo de saude os jornaes de que irala a
mesma fcilh.i: e dizendo que haveudo barateado l-
timamente algn- uenern alimenticios, cumpre que
S. S. lomando em consideracao esse laclo, informe
se a' vista dellc linda he uecessaria a ronliiinacAo
do augmento que esla presidencia mandn fazer na-
qnelles jornaei no exercicio de 53 a .fi.
Dito Ao chefe de polica, dizendo ler expedido
urdrin a' Ihesouraria de lazenda. para que pague ao
rcgenle da casa dns mendigos a ua craliliracan rela-
tiva ao mez prximo lindo: e recommendaudo que
informe quacs as funccOes que exerce o referido re-
gente, e se pela secretaria da polica foi expedido
algum resulamenlo que asd"etermine c fue o rgi-
men que deve ser ob'Crvail^im'uiliestabctflcimen-
to daquella ordem. ^
DitoAn mesmo, participando eirt aposta o
seo onicjji4i,.(j:l7u_gue ixpedio ordem da Ihesouraria provincial,- parn que a visla do
los que arniupauharam ao citado oflicio mam
gar, estando nos termos legae, a despeza fcii
mezes de Janeiro a junho deslc .inim, com o al
rii, reconiincndaudo- he que delira o juramento ao
mencionadn juiz.
Acabo purcm de s r informado de que essa rcu-
npo nao se eflerlua, niflicil-
r agura ; e ne-la hypolhese,
m a urgencia que o caso pe-
ine, que como a autoridade
Sania Calliarina.A' comnns-ao de commercio. in- O Sr. IHns de CuriaVm pede a palavra para r,f- i I'm requcrimenlo do liacliarel l.uiz Rodrigues
du'l.-ia caries. I ferecer urna emenda addttiva 10 projecto, aulori- | Villares, padindo que na 'eoneessio 'que se houver
Mein do mesmo, com dala de l'.l do correle, I salido a igrcja de >ossa Senhora das .Mcrces, matriz de fazer para que o hupil! de Maceio possa poMnfr
acompaulianilo una reprcsenlacao dos empreados do villa 00 Mar de llespanha, na provincia de Mi- lieni de r.ii/,u.iu so den^ne a rasa loada por l>. Joa-
da cmara da i orle, em que pedem que por una
resoluciio sejam declarados com direilo aposentado-
ra.A roinmissao de- cmaras inuniripaes.
Iin oflicio da cmara municipal la corle, rolirin-
imarca, lome as medidas que I do copia de urna represcnlacao pela momia cmara
propriadas para se obler
fim de deferir o juramento ao
por mu fado independenle de
ficar privado de exorcer as
pelirem na organisacAo da pro-
rale de averiguar se com effei-
se lem reunido regularmente:
e, a ser islo exacto ir de nma iuformaco circuns-
tanciada acerca dos ni olivos que lem occasionado laes
faltas cerlamente mii nocivas ao servico pu-
blico.
Dito Ao subde egadn de polica da freguezia
do Poco. Kecelii > oflicio que com dala de 31 do
mez pascado me din:in Vine, pedindo demissao do
cargo de subdelegad! da freguezia do Poco da Pa-
nella.
N copia junla da oflicio que a es|e respcilo me
enderecoii o Sr. chrfa de policia. vera' Vine, destrui-
dos Os motivos quet o induiram a dar este paaso.
I.ouvando a delic.idqza do sen proceder, e aprecian-
do a prova de pondojnor que com elle da', folgo mui-
lo de poder asevera-a Vine, que apezarde un pas-
so inconsiderado, rtevidn a boa fe natural aos ho-
meus do hein, Vmc. nada desmorecen da eonfianca
do Sr. cliefe de poliea e da minha, e por sso Ihe nAo
posso conceder a deinissio que pede.
Pnilaria C.oncedeudo I mezes de liccnca ao pro-
fessor de grego e esi.iolcr do tiviniiasio,padre Ignacio
de Souza I! um.
Dita-- Nomeandq o padre JoscGrcArio da silva
l. irv.i'iiin. para exencer interinamente o cargo de es-
moler do 11 wnii.i-:u.
Dita- Concedend an professor publico de inslruc-
cAo elementar do \]' gr;io de t'aparaca, Vicente Fer-
reira da Ou/., um inezde licenc com vencimeiilo,a
contar do I.' de scUembro fuluro.
N. 673 bis.Secrelaria da policia de l'ernainin-
co, 20 de agosto diJ 1856. lllm. e Exm. Sr. Em
additamentn a parl^ de boje ciimprc-me comuiiinicar
a V. Exc.. que polo subdelegado da Irrguczia da
Boa-Vista fui informado da seguinle orcurreucia :
O capilao mor decampo, Jos Patricio, apresen'
lou-se a dila aulojridade pedindo aulnrisarao para
poder prender um pardo do nomo Tlionnrz, escravn
de Francisco Rufino de Mello, que andava fgido, e
feila em 1850, pedindo aulorisacao pura fazer as iu-
lorisarocs proposlas sobre a cobranza de laoriemlos
e foros alrazados.A' commissao de cmaras mu-
nicipaes.
Um reqiterimenlo da mesa da Santa Casa da Mi-
sericordia da ridade da Cachoeira. pedindo una
consiEnacn de 20:1)0115 para couslnicc.ao do cemile-
rio, e 10 loteras para conclusao da obra do hospital
e reparos do palrimomn do mesmo.A' i niiiiu-.i
de fazenda.
X'arccerrs.
He lido e approv.ido o parecer seguinle da com-
missao de commercio, industria e arles :
u A commii-sSo de cnnnnercio, industria o artes
atlendendo a um requenmenlo do cidadao Manuel
Itodngncs Borges, ein que pede a eMa aucu>la c-
mara nina solucao ao pKPJectO u. 'Xi de 22 de julho
de 1854, viudo do senado, e adiado em segn.la
discussao nesla casa, alim de ser ouvidu a mesma
commissao, he de parecer que prosiga a oiscusso do
referido projerln.
Sala dascomtnisses| de julho de 1856. Piu-
la Fonseca.Ancusla de Uliveira.J. I.. V. Can-
sansao de Sinimbii. B
l.e-se,'he julgado obierlo de deliberaejio o vai a
imprimir para entrar na or lem dos Irabalbes, o pa- | motivos que o levam a fazer um tal requenmenlo
nuariel nu termo
achava-sc Irabalha
nasio, e oblendo-a
juvar c recollier o
rou-sc.
ido de [ic trena na obra do tjvm-
e mais duas prneai paia o cuad-
preso Casa de Dclencuo, reli-
Chegando a obra aflirmaram-lhe varias pessoas qoe
havia ensao, poi o pedreiro do (ivmnasio ero li-
vre e muilo ronhicido.
Nao obstante o
duzio o homem li
pelo caminho. Se
legado sabedor di
mencionado capilao de campo con-
rre n prisao, ale maliratando-o
ido poucas horas depois o snbde-
acoulecido, dingio-se a Casa de
DetencAo, e fez r sliluir liberdade o paciente.
Dando disso pa
me, que o capilAi
la casa que serve de cadeia
Fscada.
Dito Ao lireotor do at
que fiirnccu u llr. iefe de |
Inys ejnhal > u*, p,\pn serorri e
.rffla u. termo dayliouilo.
Diiit Ao dureclor las oIsMa-pnliriens, concede -
do .. it i i-*r"i i para mandar pagar ao empreiti-uo ihi-
repnxos da bomba sobre o riacho Manga, ua estr/,.
da da Eseada, a quanlia de 70(1?, porque eoutraloq a
factura dos mesmos reparos, que so .icham conrlui-
dos.
Dito Ao presidenle da commissao de hygieoe,
reeommeodando que com a possivel brevida te se
dirija ao arsenal de ni irinha a indague a causa que
lem occasionado frequeules ca'os de falleciineulo
entre os Africanos ollimaineiile apprehcndiilo* no
termo de SerinliAcm, e quecxislem uaquelle arsenal;
e indique as providencias que deverAo ser tuina tas.
Do Ao mesmn. para que forneca algumas la-
minas de puz vaccinieo ao quarlel general do elim-
inando das armas dela provincia.Coininunicouse
ao Exm. marechal coinmandaiitc das arma*.
Dito -- Ao inspector da Ihesouraria provincial,
para que enlresuc, visto nAo haver inconveniente,
segundo sua infoimacao n. 232, os 18:300?, que o
direelor das obras publicas requisita para as obras
por adininistracAn a cargo daquella reparlicao.
Cominiiiiicou.se ao direelor das obras publicas"
Dito Ao inspector da Ihesooraria provincial,
mandando que organise rom a possivel hrevulade
urna rolIeccAn de luda a degislacao fiscal poblicada
al o presente, e que esliver em vigor, assim como
dos re^ulainenlos e in.-diucciis sobre a perceprao e
lai.. ilos dos impostos, c sobre a cxecucAo das
mpsii. leis.
Dito ^\o subdelegado de Barreiros, roinmtini-
caudo em respola ao seu oflicio do 1.' do correle,
que se nllicia a cmara municipal daquella villa para
mandar cobnr o ecmilerio que Smc. suppfie tr pro-
duzido por suas exhnlaces cadavricas,algumas victi-
mas do cholera, com urna carnada de arca e cal, e
para que informe subre a conveniencia de fundar
outro em lugar mai aprnpriado, e que Smc. conti-
nu a empregar seus esforcos em soccorro a' classe
desvalida, invocan lo a cenerosidade das pessoas a-
basladas do lugar.OQiciou-so a respeilo a cmara
municipal respectiva.
DiloAo presi-lenle do patrimonio dos orphAos,
Iransmittindo nao s copio do oflicio que dirigi ao
governo o jmz de orphAos de Olinda, romo do que
a regente do rerolhiineDlode Nu'sa Senhora da Con-
reir.lo da mesma cidade fez a aquelle juiz, acquies-
cendn ao seu pedido para a admisso de algumai or-
phAas no referido recolhiinento. -- OfBciob-se ao
mesmo jais, agra.'ecendo a solicilude com que pro
cura melhorar a sorle dos orphAos desamparados.
Dito Aojuiz de direilo da comarca do Rio
Farinoso.O juiz de paz mais volado rio primeiro
ilislnctoda freguezia de Agua l'rela me representa,
que al boje lem deludo do entrar na po*e do seu
cargo por Do se haver reunido a ramara.qu Ih'a de-
ve dai,na conformidadc do arligo 17 das inslriiccoes
do 1 de dezembro de 1S2S.
Ja ofliciei ao presidente da cmara municipal de
Barreiros, para que, com a urgencij que o caso pe-
le, aquella aolnridade derlarnu-
de campo nao havia procedido de
boa fe, mas que c mira elle nada-intentara por nao
e ser morador da freguezia do Re-
OS CASAMEHTOS DE PARS.
Por Edmundo Apoiit.
SEXTO.
M^H^aaaiBsaaM*M
A ini'da mari/ucza.
I
A 1.5 de abril de ISili lia-ic em todas as pnnei-
paes gazelas de Pars o seeuinte annonrio :
L'ro rapaz de boa familia, quefii discpulo de
urna eseola dn governo. tendo cslodadodez anuos as
minas, a fondicao, a forja, a contabilidade e|a di-
ieci;.'io dos corles de madeira, deseja ac/iar em sua
especialidade am emprego honrado. Quem delle se
quier servir, esereva a Pars com as iuiciaes M. I..
M. D. O.
A proptielaria das bellas forjas de Arlange, ma-
dama He it, eslava enlAo em Pars em sua casa da
ra de Saint Dominique ; mas nunca lia as gazelas.
Para que as.tena lido'? Nao procurava um empre-
ado para as suas forjas, mas um marido para a lilha.
Madama Benoil, cujo humor e cuja figura lem mu-
dado inulto ha dea anuos, era nene lempo urna pes-
ua inleiramente amavel. (iozava com delicias da
seKIandi mocidade, que a nalure/.a nao coucedo o
tudas aa mulhrres, e que ei-lende-* entre os qua-
renla eoscincoenla aiinn-. Su.i corpulencia um lan-
to maeeslosa dava Ihe o a-pecln de una flor muilo
aherla. mas uinuuem vendo-a cuidava in flor mur-
che. seiH ollio* In illiavain rom o mesmo fogo qoe
aos vinle anuos ; seus cab-llos anula nao piilavain,
seus denles nAo se linham alongado, suas faces i,-
plandeciam com a frescura vigorosa c loz-ida que dis-
tingue a s-gunda mocidade do primeira. Seus bra-
cos o sea eolio leriain feito invoja a inuilas miillic-
,'es mora*. Seus pea eram um lano esmagadns pelo
peso de oilenla kilogrammas ; porm sua m.lozinha
g.rda e rosada mnslrava-se anda entre as joias que
a 'inir un como nutra ma.
O inle ior desla pessou to completa urre.pun.lia
exaclamenle ao exterior. O espirito de madama Be-
i.uii era tai vivu, qaanlo seus olhoi. O riso nanea
se sesentava do soa bocea. Es-as bellas mitos esla-
vam sempre aberlas para dar. Sua alma pareca fei-
la de alegra e benevolencia. A'quelles que maravf-
Ihavam-se de ama alegra lio conslanle, e de una
benevolencia lAo geral ella responda :
Ou qaerem t nascj feliz. Meu pas.adn nao
cnnlm iienhuma cousa desagral.ivel, excepcrto de
algumas horas Kqueridas desde muilo lempo ; o
prosela he como eco sem novena, e do futuro esiou
certa. Ja veem que tira preciso estar (lumia para
qucixar-me da sorle, ou aborrecer o gensto hu-
mano !
Como nao ha nada perfeilo nesle mundo, madama
Boiiuit linli.i um defeito, mas que nunca nll'endeu
>enao a ella mema. Kra embora amhicao parec.i
privileaio do sexo deio) apaixnnadunicnle ambiciosa,
>iiiio na i ter adiado oulra palavra para exprimir seu
nico deleito ; porqoanlo, para dizer a verdade.' a
ambicao de madama Benoil nao lem nada de rom*
mum com a dos outros homens. Seu alvo nao era a
riqueza, ncm as honras : as forjas de Arlange davam-
Ihe regularmente cento e cncoenla mil francos de
renda, e madama Benoil nAo era capaz de aceitar
cou*a algonia do governo de I8li. Que procurava
enlAo'.' Pouca coosa. Tao pone cousa que oolleito-
res nao me romprehenderiam, se primeiramente eu
Ibes nao referisse em algomas linhas a mocidade de
madama Benoil, lilha de Mr. I.opinot.
GtbrieUa Aogusla Eliana I.opinot nasceu no bair-
ro de Saint (iermain a margem do diloso regalo da
ra de llar, que madama de Slael prefera a Indos os
ros da Europa. Seus pais, que cram hurguetes,
vendiam navidades com o titulo de/Jmi Sahi
l.nuit, a accamolavam sera rumor orna nqnoza co-
l.issal. Seus principios bem eonhecdos, seu enlhu-
-i-'ino pel-i monarehii. o o resprilo que ni i-lravam
a nobreta, Ibes con-ervavam a Ircgm-zia do lodoo
bairro
Mr. I.opiniil, forncecdor bem cduciido, nunca en-
vi iva nina coilla que nao llie lora podida. Ninpiem
oiivio dzer qoe elle tivesse jamas chamado algam
di'vr-dor a jui/o. Assim o-- descendentes dos cruzados
lalliram muitas vezes nu ll<>n Su>nt Lnuis ; mas
quclles que pagavam, |iagavam pelos outro-.
l-. tre*, dafjOjoacs ninas eugaiiavam-uo, e entras eram
engaadas, ehogoa pouco a pouco a desprssar uni-
formemente seu* unhres freguezis. Eia muilo hu-
milde o respeltoso no armazrm ; ma* ergoa-te ro-
mo una mola, qiian.lu vollava para a casa. Cautiva
admracao mulber e i filha pela liberdade de -cu-
juizoi a audacia de suas malinas. Madama Lopiout
euconlra-lo maja,
cife.
Olanlo acal
[icio lente Fr
pelo pruprio pac
Vou dar as pro
rLin, e o resullailn levatei ,io cnuln cimeutu de vos-
vc.
"Doa guarde alV, Exc.lilni. e Exm. Sr. e.mse-
lliciro Sergio Teijeira de Maccdo, preoMenie da pro-
vincia.O che'." policia. ut. Policarpo l/iptt de
/.co. i
e evpnr me foi lamhem relatado
DCisco Itupliacl de Mello Kego. e
me.
ideneins, que no caso julgo cabe-
da, abre-se a ses
dores ; e lidas a<|
approvadas.
O Sr. I" serrS
da jnslica remel
RI > T>E JANEIRO.
SENADO.
SESSAOJ EM B DE JL.NHO DE 1856
l'rcideiiria dn f r. Manoel Ignacio Cavalrmiti de
r.accrda.
As 11 Jiora* d. maaliaa, depois de feila a chama*
lio, estando prsenles 30 Sr*. sena-
acias de 20 e 21 do coirenle, sao
EXPEDIENTE.
lorile mi' olllcio do Sr. ministro
ii.1.1 a copia do olllcio do presi-
dente da provim ia da Babia de 31 do mez antece-
dente, e do* quadros das distancias por comarcas en-
tre os municipios e parocluas da dita provincia.A
quem fez a requisito.
Fica o senado inteirado da parliciparao de incoin-
modo de ssiide i o Sr. senador Vianua.
OKDEM DO DIA.
San apnrnvad )s sem debate, em 1" di*cu*san para
|iasar a 2, a piopestfjlo do senado approvando a
peus.lo concedida viscondessa de Caravellas : e em
|s 2s discussao para pasear a 3' a proposicao da
cmara dos depalados, approvando a peii'Ao conce-
dida as lilhas do fallecido viscoiido de Mas.
Entra em |a discussao a propona do governo fi-
xando as Turcas de mar para o anno linanceiro de
1S57 a I85S, com as emendas da cmara dos de-
putados. '
Oraram os Srs. D. Manoel, Souza Franco e W'an-
derley.
A' I 'j hora da tarde, rernnheceiido-se nao haver
casa, levanlou-se a sessao.
A 21 nAo hoove sessao.
CAMAIU DOS SRS. UFPlTinftS.
SESSAO DODIA21 DE JUNHO DE 1856.
Preshlrn-ia do Sr. visconde de Racpcndij.
Abrio-sea se-sAo hora do coslume.
I.da e approvada a acia da sessAo antecedente, o
Sr. primeiro secretario da' couta do seguinle expe-
diente :
_L'm oflicio do Sr. ministro do imperio, datado de
17 do correnle, cobrindo orna copia do decreto n.
I7G2 de 1 de maio ultimo, innovando o contrato
felo com Jos Rodrigues Ferreira, para a navegado
por DMio do barcos de vapor entre os porlos desta
cidade e da cidade do Desierro, da provincia de
i ''en da coimni**fu) de marinha c guerra dado sobre
u reqiierimento dn major graduado Antonio Joaquim
de MagalhAes Castro, que conclue com a seguinte
resolucAo :
u A assembleu resolve :
o Art. 1. He o noverno aulorisado a fazer rever-
ter a arma de infanlaria o maior graduado dn corpo
do e*lado-maior de secunda classe Antonio Joaquim
de MagalhAes Castro.
Arl. 2. Ficam revogadas lodas as disposicfics
em contrario.
o Paco da cmara l'.l de junho.Pereira da Silva.
Sera.tices o Vasconcellos.
l.c-se e he approvado o parecer da commissao de
constituicHo c poderes, quo concede a licenra pedi-
da pelo Sr. depulado Josu rerreira Soulo para reti-
rar-se da cmara, e que ao mesmo lempo seja cha-
mado o suppleutc que compete substitu-lo.
O Sr. leudes de {.limada manda a seguinle
emenda ao parecer :
Dando-se enlrelanto assenlo ao snpplenle
Luiz Antonio deSampuio Vianna, que se aclu na
corte, o
O Sr. Angustn de OU':eira requer que o parecer
e a emenda sejam reincllidos comini*sAo de cons-
tituirn e poderes.
A emenda e o requcrimenlo san rejeitados.
Srs. I:. Franca c a. llamos uflercccm a se-
guinle emenda :
Seja chamado o snpplenle a quem compele, que
he o Sr. Dr. Loii Antonio Barbosa de Almeida, que
se acba em Vas*ouras. n
A emenda he approvada com o parecer.
ilc/Hrimrii'os.
O Sr. Tilara pesie que u masa llie informe, se o
governo ja vrestou as inf.irnvicoes que o auno pas-
sado Ihe foram pedidas' pela coinroiojfo de fazenda,
cerca de urna pelicm da mesa da Snita Casa lie
Miaerieordia da cidade do Pene.lo.
O Sr. 'residente declara que 0 Sr. primeiro se-
cretario lomar na devida consideraco o pedido ,io
Sr. depul.idn. .
Continua a discnsao do requsrir^eifl uo Sr. Mi-
cario, y
OSr. Orfirtano nao tomou a ?e.o argo compa-
nli.ir o Si. .>iacario, ueni n.is phaaei ''e auatvida -pu-
blica, nem na poaegrinacfio casa dos ministros.
Apenas quiz repcllir do municipio dn Pirahy a se
cnaa{lo vaua, norein lommamente injuriosa quo lh
dirigi aquello senlior. l'uia isso, mi tendo sallld
anda impressoo discurso do Sr. Macario, socenrr-.-se
de alguns npoiitamenlus que tomou. O orador faz
um rpido histrico da mamslralura que em servido
no Piraliv. quer DO juitado municipal, quer no de
direilo. I.embra que o* Srs. Azambuja, Macha-
do Nunes e Alexandre Chaves juizes municipal'*
dalli, nanea se qoeivaram de intrigas nem de pre-
varicacoes do Piraliv. I.embra que os Srs. Say,lo,
Diogo Macedo, D. Manoi-1, Valdt-Uro e Alexaudre
Siqoeira, magislrados cima de toda a excepcAo, que
foram juizes de direilo daquella comarca, nAo live-
ram de proceder coulra prevaricadores do Pirahy,
por nAo terem seguramente descoberto que a
lioovessem. S o Sr. Macario achoa o municipio
do Pirahy ingrato
O orador lembra casa, que o mesmo ssnhor ser-
vio all de juiz municipal e de direilo, e oonca fez
esses processos de prevaheacao, o que da a euteuder
que a sua accusacAO boje he infundida ; alus vai
com isso olfendcr o sen crdito de magistrado que
nao cumpria os seus deveres.
Depois de muitas oolras considoracoes, remiitou
emprazando ao Sr. Macario a que cilasse na tribuna
os aclos de prevaricaran e os prevaricadores a quem
se referir.
. Em occisin em que' o orador falla va com tods a
niiideraciin. o Sr. Macario dirigio-lhe um aparte,
dizendolie falso. -O orador rcplicou-lhc com calor
que se lembras*e do lugar em qoe se achava, e que
usasse dos termoi d que usam enlre si os homens
eorletes. O pre*i eule cliaraoa o Sr. Macario a
ordem.)
') .Sr, Presidente declara que a discussao Pica adia-
da pela hora.
O Sr. Macario pede urgencia para continuar a
discussao e responder ao Sr. Uctaviano.
Consultada a casa, be negada a urgencia pedida.
ORDE3J DO DIA.
, Primeira parle.
Conlinuarao da segunda dscussAo do arl. 2. do
projerlo n. 27 deslc auno, com a emenda ipoiada do
Sr. BrandAo.
O Sr. Dias de Carialhn declara que relira a op-
posicSo que fizera emenda na se*s;lo passada
P'irqiiaiiin nAo amplia ella a penslo concedida a
viuva o lllios do fallecido coronel oabriel tiomos
l.i*boa. *
lie rejeilada a emenda substitutiva e approvado
o artigo do projecto, e remellido i commissao de
redarcAo.
Tem secunda discussao o projecln n. l'.l desle au-
no, que aulonsa a cunfrana de Nossa Senhora do
Kosario da cidade de Campos a possuir em bens de
raiz al a quanlia de (j a possoir o lerreno que Ihe fui doado por Mi- quina Mara Pereira Vianna.A' commissao de fa-
zenda.
Outro de .1 iquini Augusto de Almeida, pe-
dio.In dispensa para iialurali*ar-se cidadao brasilei-
ro.A' commissao de polere*.
Outro da mesa administrativa du Sania Casa
da Misericordia da cidade de Sabara,pedindo a cou-
cessao de dua* loterias para concluir a grande obra
do edificio que lem enlre inos.A' conunissAo de
fazenda.
PARECERES.
I.-se o be approvado o parecer da rommi**ao de
commercio, industria e arle*, que opina pela conce*-
sAo da isencao dos direilos de exporlacAo por Irinta
anuos em favor dos acucares fabricados no engenho
denominado Santo Antonio de Pilaguara, ua provin-
cia do Ceara, como completa remuneracAo do servi-
co prestado pelos cidadAus, membros da associac.lo
auricola, que emprehende o estabelecimento desse
engenho, com a coustruccAo do grande acude-mode-
lo, em que sao represadas as aguas para o ser-
vico do mesmo engeuno.
II" ignalini'iile lido e approvado o parecer da
coinmiasSo de inarioha c guerra, que nao julga con-
veniente a reioieurara no ejercito dn ofiicial Pedro
Jos Bapli*la, nem *er das .iltribuiccs da cmara
niarcar-lhc urna pcn*ao, e devolvendo-lhe portanto
n requenmenlo e mais documentos que o uromp.i-
nbam ao governo imperial, para que delibere como
entender.
lie lulo e approvado o parecer da mesa, que in-
forma -nlire a pelicau de Manoel Jos Pereira di
Silva, responiteiidii em primeiro lugar que, achan-
do-se eitincta por lei a cudeira de lachymaphia.uao
Ihe cabe lomar ngdida -il-unia sobre e-le puni ; e
em segando lugar, ponderando qoe a concessao do
lias
veno Jos Atl'onso.
Diz o orador qui* em ISS foi approvada pela ca-
mina nina di*posicAo a lal respeilo ; sendo porem
remallida ao senado, esic nao approvona, por i* o
que nao loi sprosontado o litulo da doarao ; auura
i i .ni que o titulo apparece, julga que a aulolisacao
n,ii pode ser negada.
AddWco.
" A igreja de Nu**a Senhora das MerecS, malriz
da villa do mar de llespanha, na provincia de Mi-
nas lieraes, be aulonsada a possuir o terreno que
llie foi doado por Silvano Jote Alfonso e sua mn-
Iher.j. P. Das de Carvalho. u
O projerlo be spnrovado com a emenda para pas-
sar a lerceira discussao, indo entretanto commis-
Silo respectiva para rcdigi-lo.
lie adoptado ein segunda ditcnitSo, para passar a
lerceira, o projecto n. 20 de*le anno, que aulorisa a
Ordem Terceira do Carino da cidade du Itio liandc
para possuir ein bens de raiz ale a quanlia de 10:000$.
Entra em segunda discussao o arl. 1. e seus para-
craphos do projecto n. 3 desle anno, viudo do so-
nido, sobre a proiiioiaAo e encorporacAo de conipa-
uhia* de pesca, ele.
o Sr. Pigueira de .Vello diz que, apenr do res-
peilo que Iriliota ao illu-tre *i'uador, autor do pm-
jeetn. iin podOfdeixar de jiedir a palavra para rc-
querer que o projerlo seja remellido a coiiimi-sao de
commercio, industria c arles, a que perlence. O*
eslava prestes a persignar-se devotamente, quando
ouvia-o dizer depoi* do janlar: marque/e*, e parerem-me boa genle ; mas por ne-
nlmm preco ea quercria um marque/, para genro.
NAo era esse o calculo de GsbrieUa Augusta Elia-
na. Esla se leria contentado rom am m.irquez, e
vi*lo que cada um de nos lem de representar um
papel ne*le mundo, prefera de boa vonlade o de
marqueta. Habituada a ver passar rarruauen*, assim
como os pequeos aldees a verem voar i.udorinhas,
vivera em perpetuo deslombramonto. Inclinada o
admirar;Ao, como quasi lodas as donanllas, admirara
os ohjeclos que a rodeavam ; palacios, cavaUos, ves-
tuarios e libres.
Aos dote annos um grande nmne exerca-lhe so-
bre o ouvdo urna especie de fascinar^Ao : aos qumze
senlio-se tomada de profundo respeilo pelo bairro de
Saint (iermain, islo he, pela arislocracia inrompara-
vel que se considera superior a lodo o genero huma-
no pelo direilo de nascimento.
ou iiiln chegou i idade de casa.r, a primeira idea
que Ihe veio foi, que um lance de fortuna podin fa-
ze-la entrar Desses palacios, cuja porta contemplava,
assenla-la ao lado dessas fidalgas radiantes, que n.iu
atrevia-se a encarar, mell-la as ennversacoes, que
cria mais espirituosas do qoe os mais bellos livros,
e mais inieressantes do qae os melhores romances.
e ceilo, dizis ella comsigo, nAo he preciso gran-
de milagro para abobar diante de mim a han reir
inauperavel. Basta qoe meu semblante ou meu do-
te rae couquistem um conde, um duqae ou um mar-
que?, b Sua ambicio linha sobreludo a mira no
m.irquezadn, com ra/n. lia duques e condes de
creacAo recente, e que nAo so recebido* nese bair-
ro ; porem todos os marque/o* sem excepcuo sao de
tempera antiga, poisque nAo *c lem feito mais de-
pois de Moliere,
Sopponhp qoe se c*tive*sc entregue- a si mesma,
ella loria ariadn sem laulerna o hom-ni que procu-
rava : mas viva dehaixn da sza da m.u cui 'profao-
da sililAo, na qual Mr. Lopinol ia de lempo* em
l-inpos ollerecer-lh" a m.lo de um advocado, de um
notario, ou de um meiu ngeiite de cambio. Kecasou
I,- ii-iitiii. n.....ito lodas us proposlas al IK29. M.i<
mn dia reparn que linha vinle e cinco anuos, e ca-
soii sbitamente com Mr. More!, meslre de forjas em
Arlange. Kra excelleute homem. e ella o leria ama-
do como a mn marqnet, *e bouveise lido lempo.
Mas elle morreo a 31 de julho de 1X30, sala mezes
depois do nanelmonto do fllhioha. Aballa viuva 0
cou tao irritada contra a revnluro de julho, qae OS-
queceu-se quusi de chorar o matido.
an muilo*, entre outros, o de nao haver o governo
rocoiiiinenilKiln scmelbiinlc materia, c |iroceder o
enado com os projecto* que vAo da cmara, man-
dando ouvir a* suas comniisses ; que a cunara de-
ve aceitar o me*mo systema, e obrar de igual m.uni-
r rom o* projectoa que vem do -onailn.
O requennii'iilo dn liebre depulado fui anoildo.
Depois de tallar sobre a materia o Sr. Paula l-'ou-
seca, e pedindo de novo a pulavra o Sr. Figueira de
Mello, a discossao fieos adiada pela hora.
Secundo parte.
Suciedades em couimamjiu.
Procede se votar.'io do arl. I. do projcclo, ruj,(
discussao liruu encerrada.
lie approvado, salvas as emendas.
Approvadas a* emendas du Sr. Carncim do Cam-
po*, duas do Sr. Bundeira de Mellu, e una do Sr.
bario de Mana, C. de Campos o Pereira da Silva,
licou o arl. I. redigido do seguinle modo :
Art. 1. O capital das sociedades ein cumulan lila
que nAo for menor de 100:000": ua capital t\o iiiipe-
rioje 50:0009 as provincias, poder *er divid lo em
acees ; e*tas ,,orem nao serio Iransf-rriveis sem i|ue
estoja reulisado melade do seo valor nominal.
A transferencia das acees das sociedades de que
Halosla lei, sera nominativa ou por in*chpr.~in no*
registros dus mosmas sociedades, na fnrma eslabele-
cida no art. t207 do cdigo eommerrial, licando po-
rem o cedeiile, qiianlo s accns de que falla este
art. 1., respousuvel pela accAo que Iranserir ate sua
integral rcilisacnci.
Si" Hullas as vendas a termo das arene* de qual-
quer cumpanhia anonyma ou em commandila.
Entra em discussao o art. 2. do mesrno projecto,
que diz :
Art. 2. Ooaiidn laes sociedades livercm por ob-
jecln opoiacoes bancaria*, s poderlo dividir o seu
fundo capital ein acees depois de integralmente
roali-ado. o rom previa aulnrisacao do governo
O; .Srs. Carneiro de Cainpis'e l'ereira da Sfra
oh"ereceram segoiqle emenda sobstiiolivs :
o O arl. .'.. *u!i*lilua-so pelo seguinle :(Juan-
do laes sociedades lueretn por objeclo operacoes
hincara, no podarlo inliluir-se sem autorjsinjo
Os embaraces da heranca, e a direcelo das forjas
re!i\eram-na em Arlange at o cholera de 1832.
qaal roubou-lhe em pouco* das o pal e a m.li. Ella
vollnu enl.lo para Pars, vendeuo Hon Saint l.nuis.
c romprou um palacete na ra de Saint Dominique
entre o conde de P .. e a viuva do marechal de I....
E*labelccco-e com a lilha em seu novo domicilio,
e experimenlou secreta alegria por ver-se habitan-
do um bello palacete entre um conde e a viuva de
um marechal.
Sun unilnli i era mais rica do que a de seus vizi-
nhos, -iri estufa maior. eu* cavallos de rnclhor ra-
ra, e suas earraagens mais bellas. Todava leria da-
do de bom grado mobilia, cavallos a carruagens pa-
ra ler o direilo de commuuica-los. Os muros de seu
jardim nao linham mais de qualro metros de altura,
e as noiles serenas de verlo ella oavia conversar,
ora em casa do conde, ora em casa da viuva du ma-
rechal. Infelizmente n.'in Ihe era permilllido tomar
parle na conversarlo.
I.'ma manbAa seu jardineiro Irouxe-lhe um papa-
gaio velbo, que apaiih.ira sobre urna arvorc. Ella
corou de alegria reconhecondn ser da viuva do ma-
rechal. Nao quiz ceder a ninguem o prazer de res-
tituir essa bella ave sua dona, e com ruco de ficar
com as mAos feridas pelas bicadas, levou-o pessoal-
menle. Mas foi recebida por nm administrador,
qual agradeceii-llie calorosamente porta,
Poucos dias depois os filhos do emule de P... lan-
caram em seu jardim um batlAo ainda novo. O re-
ceto de ser recebida por um administrador fez-lhe
enviar o hallan a condensa por um servo com nina
caria mu espirituosa, e de feicAn bem aristocrtica
Foi o professor dos meninos quem Ihe responden.
A linda viu\a .eslava enlAo no esplendor di mm
belleza vio ii.-im haldadas a> -as tentativas. .V
vezes, voltando do neirie para son domicilio, ella di-
zia comsian : A *orte In* mu l|diruli' lenlio n di-
reilo de entrar quando quero na r.n.i do numero iT.
e nao rae lio pernilttldo inlrodu/n -me por mn quar-
to de hora na do numero 50, ou na do numero 55 !
Os nicos mohecidos que linha nu h.nrr. nolire eram
slnons fregantes do seo pa, aosquae* nao pedia li-
llheiin. Fin r......mpensa da *ua di'Crirno essas pos-
soas rerehiaiii-na us ve/a* mu manhila. Ao meio-dia
ella poda de*pir-se : toda- a* suas visitas estavam
follas.
O ailinini-lradur da furia iirrancou-i a essa vida
Intotoravel cbamaudu-a para eus iivrw ios. Lliegau
do a Arlange ella ah arl,.m o que debalde procura-
ra t-in Pars : j chave iini niiuili'Miiii i.riii.iin.
auxilio decretado na lei do orcauenlo compelind
segunda, commissao do oreamenlo, be de parecer que
a essa commissBo se lemclt.i o requerimenlo em
queslo.
E julgadn objeclo da deliberaran, o vai a impri-
mir para enlrar na ordem dos tiabalbos, o parecer
da commissao de oou-liluici) e poderes, que conclue
pela sesuiule
RD.SOLUCAO.
ii A assenililoa resolve :
o Arl. I." O governo lica aulori*iido pura man lar
pa**ar caria de natiiralisacao mis sobdtos porliiEiie-
zes Jos .Mara Pe-lana, da Parahiha ; a Manuel
Caelano da Cu-ilin, Domingos Lzaro de Barro*, Jos
Mara Cardse, residentes na corle, e Jos Mana
Carioso, residente na villa de Benevenle, provincia
do Espirito Santo.
Arl. 2." Fica dispensado em sen favor as dis-
posicOes da lei de 23 de oulubro de 1S32 que nao
liverem ciwuprido.
o Sala das commisses ein 2il de junho,D. T.
de Mace.F. de Mello, a
ORDEM DO DIA.
Primeira parle.
F.ntra em 3i,dscus*ao a prnposla do governo fi-
xando as fori-as de trra o artigo addilivo. que |ias-
saram na 21.
O Sr. Mello franco faz algamas ron*iderac"i'j* a
respeilo do artigo addilivo. Keprova a laliluiiu das
reformas peimillidas ao governo, e pede coinmis-
a i explicaees a resuello de algumas dellas. (I ora-
dor pergnnta se -., reforma -lo arsenal ,le guerra, lo
aconselnada, tan reoonimeu.luda pelo ministro em
seu relaiorio, lambem diz respeilo a mndanea desse
eslabeteeimenlo |uira nm local inni* conveniente. Se
is-nn he, qaal o oreamenlo apnroaunadodo despata
do goveroo, e s poer.lo dividir o seu luodo ca- l'ara e.sa reforma, o as oulra* que se quer empre-
pitnl em acees depois do integralmente reaii- hender, l-.iiiiei.iiiido que Dio esleja na casa o Sr.
-.i.l.i. i)
le apoiada e entra ein disonssffe rom o arl. 2.
Tomaran! parle ua dscussAo n* Srs. S.'.\.in l.oba-
lo, Carneiro de Campo* e ministro dajostlca.
o Sr. Sabuco ministro da josltca) explica que
nan ha coulra.licrao no seu piuccliineuto quando
refereniloii o decrcln, prohiliiudo a divisan do ca-
pital das coramaodilai em acfOes iransferiveia, e bo-
je apoiando o projecln em discussao. Tralavu-se
ailo de interpretar a le exisleulc ; Irala-sc boje
de modificar essa lei. .^aquello tenipn nao se eu-
cnnlravam no cdigo garantas cnulra o* pergos
das coii.mandilas ; buje o proieclo que se discute
ntabalees e*-as garaotias. tjmle esta pui* a eon-
IradiccAo / Beconbccendo a vanlagem da* associa-
coes eommsnditarias convenientemente garantidas,
eiiteiulc dever prestar o seu apoio ao projecln, mas
Bao poda, como ministro, em presenta do cdigo
commetcial, admitli-las pelo modo por que enlAo
se pretendiam eslabelecer.
Eiaminaudu depois a argumentar.io do preceden-
te orador, o Sr. ministro observa a casa que a ad-
uiillirem-se as suas ralbes, ento devem-se risrar
do cdigo as sociedades auoiiym.'is. Seas *ociedades
em cnmniiidila, como as eslabelece o projeclo, cora
a obrigacaodo socio commanditario al a realisaco
integral do valor de suas acones, com a transferen-
cia nominativa, e com a dependencia do governo
para sua approvaco, podem offerecer perigo, enlao
as sociedades anonv mas, onde s exisle esla ultima
garanta approva nias. O discurso, pois, do precedente orador foi nina
coudcmiiacAo de todo o principio de associacao coin-
mercial.
Sobre esles dous pontos, que acabamos de resu-
mir, fez o Sr. ministro slgumss oulras observares.
Adiada a disctalo pela hora, o Sr. presidente' le-
v.inluu ,t sessao, e deu para.
OKDEM DO DIA 23
as malcras anteriormente designada*, aerresrendo
na primeira parle e em primeiro logar a tercena
di*ciirso do projecto do governo que li\a as Torcas
de Ierra para o anno linanceiro de 1857 a IN5S ;" e
se houver lempo:
Terceira discusssao do projerlo n, 15 desle auno,
que crea a Ireguezia de S. Chrislovo.
23
Presidencia do Sr. visconde de liacpcndij.
Abrise a sonlo a boro do costume.
Feila a leitura da acia da sessao antecedente, e
approvada, o Sr. primeiro secretorio deu cunta do
segoiule expediente :
Un oflicio do Sr. ministro d.1 guerra de 1S do cor-
renle informando acerca Has petiee*. que devolve,
do lenenle-corouel graduado AnaslactO Francisco
de Menezes Di'nia e do eapltlo reformado Manoel
Pereira da Silva.--A' commissao de marinha e
nuorra.
L'm seu vitinho de campo ho*pedava desde (res me-
zes o marquez de Kerpry, capilao do segundo regi-
menlo de cavallaria.
O mari|ucz era lioincm de qtiarei.la annos, mo
ollicial, h-im l.iful, anda vigoroso, o. celebre por
suas dividas, seus duellos e suas lravcs*uras. Viva
de seo sold, donde se infere que era extremamente
pobre. A linda Eliana galanleuu o marquez, o qual
n.io Ihe fui esquivo. Dous mezes depois elle pedio
sua demissao ao ministro da, guerra, e condoli ;
igreja a viuva de Mr. Morel. Conforme a lei o casa-
mento foi proclamado na uldcia de Arlange, no d-
cimo districto de Paris. e na ultima guarnicAo do
capillo. \ ccrlidao de baplismo do noivo, redsida
sob o reinado do Terror, tinba somcuteo nome vul-
gar de Benoit : mas ajuntnu-se-lhe um auto de no-
loriedade publica, allestando que Mr. I'enoil sempre
dir conhecido por marquez de Kerpry.
A nnvi marqueza abri logo seu -alo i nohreza
da vizinli.iuca. Depois de deslumhrar com o sen lu-
xo a lodos os lidalgoles dos arrabaldes, quiz ir a Pa-
ris desforrar-SO do pa*sado, e conlou seus projeclos
an marido. O capillo carretn o sobrolho, e de-
clarou francamente que acbava-sc bem em Arlange.
A adega era boa, a cozinha deseu gosto, a caca mug-
nilica : era quanlo desejava. O bairro de Saiul Cor-
main era para elle paiz tAo novo quanto a America :
ahi nao pnssuia prenles, amigos, nem condecidos.
Bondade divina! etClamou a pobre Eliana,
dar-se-ba ca*o que eu lenha encontrado o nico mar-
quez que nao roiihece o bairro de Saint Ceriuain '.'
Nao foi e**e *eu nico desengao. Etla reparou
pono depoi* que o marido Imnava absinlhio i|oatro
v.v.o* por da, alin do outro licor chamado rcr-
innHth, que mandara vir do Paris para -cu oso pes-
-oil. Sua r.i/n ii in ro-iti i sempre i tan repelida*
lili .i.,"-, e quando eslava lora de si lorn r,a-se fu-
"ri i. Seos .ni. li i', luentii. n.io pniipav.mi a nin-
; suein. nem mi -nm a Eliana, a quid chegou a dr*c-
j.u o.in *ar imii* marqueta. Islo acontefeu-lha an-
te do que eui I IX '.
I.'m da o i-1; i! i i eslava indisposto por se ter re-
Qatad i-mil i na vespera. linha a caneca pesa la e
u* olhn* quebrados. Asaonlado na maior pulir.ma do
*ala,i, afagava melanclicamente seus grandes hien-
de* i ivos, amquanto a mulber em p junto de um
bolo enchia-lho enormes cbavenas de cha. I iii*t\.i
snnnnciou o senhor ronde de Kerpry. O capitn, a-
pi./.ur de e-t:ir thienlo, or-jileii-a' repeiiliuiiiiii-oie.
N ni me hai ia voss dito que nao linha pren-
le* .' pergunlou Eliana soliriveliiienle admirada.
Assim o pensan alo agora, respoudeu o capi-
ministro da guerra para re-ponder-llie a certas ob-
jeccOes, lamenta que na critica silnaciio em que nos
adiamos s nao procure diminuir o aow f.irrj. da
modo a poder melhorar-soquanlo ao sold a poti-
ro do iiihso ex-rcito. O orador agnarda a presen-
ra do Sr. ministro para fazer oulras cousideraces
acerca lia lixacao das forras.
O Sr. Marlim Francisco moslra-se acaudado por
lomar parle de novo na qaeslAo qae se discute, leu-
do de eombsler ura camptAo como be o Sr. Pereira
da .>ilva ; e demoraudo-se por algum lempo em ex-
plicar as razoes de sen acanhamentn, passa a dizer
que t rallo apresentada pelo Sr. Pereira da Silva
para juslilicar a commissAo de nAo haver pedido a
reformado rrgulamenlo do conde de l.ippe.ha con-
traproducente e nriginal. O fado de ja existir li-
gnina cousa lena ueste sentido, he urna razan para
que a reforma da lei penal do exercito fus-e ja rea-
lisada. e porque a reforma dos arjigos de guerra da
marinha foi autoiisada quando nenbum trabadlo
exista feito a semclhanlc respeilo. (> orador nao
quer que a nossa marinha lenha nina lei mais hu-
mana que o exercito, quer que ambas as reparlires
sejam regidas por leis penaos humanas e raci inaes ;
lano mais a*sun deve ser. quando esl provado pe-
lo exemplo da I ranea,da Blgica e dos Estados-Cui-
dos, que para ler-se um bum cxercilu nAo he preciso
castigos physico*. Em conclusao, o orador se oppe
a passagem das reformas pedidas que nAo sejam com
> clausula da sanccAo do corpo3egi-lalivo.
O Sr. Mello Franco manda a mesa a seguinle
emenda addiliva ao arligo addilivo npoiado em 2'
discus-Ao :
i< Aecresrcnte-sc no 3" desle arligoigualndo-
se ns vencimeulos, ele.
Ficou adiada pela hora.
Segunda parle.
Continual segunda discnssAo do arl. 2 do projecto
n. 03 desle annn, sobre sociedades em commandite
com a emendo apoiada.
O Sr. Sagilo Lobato oceupo lodo n resto da ses-
sao orando sobre a materia.
Nao bavendo raais ninguem com a palavra, foi
encerrada a discussao ; e passando a votar-'se, verili-
cou-se nAo haver casa ; e o Sr. prestdeule levanlou
a sessao, dando para
OBDEM DO 1)1 A 25
volac.ii) do ait. 2- do projeclo n. 0 desle auno, ruja
discussao licou encerrada ;
Conllnuacau ja 3a discjissAo da proposla do gover-
no, que lila as (oreas de terra |iara o anuo linancei-
ro de 1837-1858 ;
Se houver lempo, as materias anteriormente de-
signadas, secrestando :
Segunda discussao do projcclo n. I2S de li*'i, de-
clarando que os logares de anditores de guerra do
Rio (rancie sao de juizes de direilo.
I'AHAIIIBA.
Falla recitada nn abertura da ac.
legislativa da Parahiba do Norte ,
presidente dn provincia, o Dr. Am
nio da Cosl Piulo Silva, em 5 de afjos-
lo de I s.'iii.
Senltores mcmliros da asumblea legislaUa pro-
saude de que cozam Sua Mageslade o Imperador e
sua angosta familia, lie este um laclo porque de-
vemos render gracas an Todo Poderoso, qae anda
urna vez poiipou, no meio das calamidades porqoe
passou quasi lodo o imperio pela iovasae do chole
ra-morbns, a mais forle senao a nica e verdadsi-
ra garanta de nomos instituic,fies, e da lelmdade e
pro*pendadc publicas.
Traii/fuMutade publica.
De plena paz e piofunda Iranquillidade gota *i.i
provincia e uenlium receiu ha de que vendara a sor
tao cedo perturbada*.
O amor a ordem publica e o respeito *o princi-
pio da autoridad, que lodos os dias lomsm incre-
mento no imperio, fazem-se igualmente sentir na
Parahiba, onde sob a benfica influencia da pollina
.icn.. Hiela do alto do Ihrono vao itesappareceul'i
os ulicos odios produzidos pelas paivne qae o e-
pinlo de partido rreou e alimenlava. As ultimas
clcices, que iiveram lugar nesla provincia para
preeiichimonlo da vaga, que no souailo deixnu o
fallecido cidadao .Manuel de Carvalhn l'ue* de An-
drade, sao prova iucoucussa do qae deno dito. (K
partidos concorrerdin as urnas em todos os pon-'..
sem que am neiibum delle* appareeessem as scenas
de outros lempos, sendo que em minios icinou lia-
ternal unan.
Espero que o bom senso dos l'arahihanos, a|we-
ciando os bous resultados de um lal procedimentn,
4ca com que a* elcice* vindour* sejam lao cal-
ma* e tranquillas como foram aquellas.
Poltica e su/uranfa indiridHal c. de proprieinde.
Km o anno passado foram coromellidoa nesla pin-
Vieta SI) crimes, dos quaes :
32 de homicidio.
21) de ferimenlos.
7 de ofTeiia* pby sicas.
I de prevaricaban.
I de desobediencia.
1 de roubo.
7 de calumnia c injuria.
I de iafraecae de postura*.
1 de uso o unas piolubidas.
Com quanlo ele numero anda aria nwai eresri-
do, uo deiva com ludo de apro-entar *on*ivol di-
minuic.io se o campar armas ao do de IK5I, no qeal
so o iiiiui.-rn dos assassiaatos rlevuu -t a 51, rollo-
cando a provincia da l'arahiba ero qointo lugar, o
luco depois das srandes provincias de Minas-Geraes,
Baha, l'einambuco eS. Paulo.
E se o primeiro semestre do correte anno nos
pode servir de baos para calcularmos o leslaotede-
veiuos esperar que a diminuirn de 22 homicidio*.
que uotou-se dn annn de 1854- para 18.55, ha de
dar-se igualmente nesle de 1856.
Pelos mappas do digno chefe de policia, qoe m
serao presentes veris quedo I" de janearas '.VI
de jiiiiho ultimo foiam commetlidos os seguiutes
crimes :
7 de homicidio.
2 de tentaliva de dito.
15 de ferimcnloc.
3 de i il.m*as pby sicas.
I de roubo.
I de estcllional.i.
fisto resoltado be lano mais animador, uant,
o-i .u convencido de que boje a secrrtana da poli-
ca tem rnulieciineiilo de in isa os dolidos eoramet-
lidiis isi piovincia, n que mlelitmeiile nao se dava
ein uotras pocas pela ni; una das aulordadm lo-
car*.
Dos sele homicidios perpelrados ueste anuo, ra-
bera OJoatroao.termo de i'ianro, temi os restantes,
dous ao do Pilar, e um a freguezia de Tassaara.
'' termo de l'iancri, i un,. s.,i...i.. ,!,. lusubro no-
meada na cstalistira criminal desta provincia ainda
desta feila nAo quiz desmentir a triste colobr,la.le,
que lem adquirido, nao obstante haver melhorado
muilo sensivelmente, nao pouco para isso contri-
liiim lo a residencia all do digno capillo Antonio
Juliano Carnea de Faria, que no com mando do
destacamento volante das quinta e sexta comar-
cas continua a prestar valiosos servicos.
Se o que cabo de referir-vos he lisongoiro, mal-
lo mais lisonjeiros ste os resaltados obtios pela
aclividade da pulir i., na rcpressAo do enme e cap-
tura dos criminosos.
No anno de I8V> fo'am capturadas na provincia
nAo menos de 315 crii irosos de toda especie, nio
indurado os desertores de primeira linha e po-
licia.
O primeiro semestre do correnle anno ja mn
(a 81.
Os criminosos capturados em 1855 nerienrem ;
lo, e leve-me o demose... Mas, veremos. Faca-e
entrar !
O capilAo sorrin de parecer um rapaz de vinle aimns, de belleza quasi
Infantil. Era de c*laliira rcuular, mas lAo delgado,
que pareca nAo ler ainda acabado de crescer. Olha-
va em torno de si com urna especie de lemidez.
Ouandn avistoo a bella l'.lim i corou vivamente. Sua
voz era branda, c qoa*i feminina. Se nao fra o bu-
co que assombrva-lbe o labio superior, ter-sc-hia
podido toril i I > por una rapariga disfarcada em ho-
mem.
Senhor, di**c elle ao capilao vollando-sc um
linio para Eliana, po*lo que eu nao lenha a honra
de ser conhecido de vossa scnluirin, veaho tallar-Iba
sobre negocios do familia. .Nossa cnnversacAo, que
ser longa. conler s-m dnvida capilulos faslidiosn*,
e reccio que a senhora fique muilo enfadada.
Nao lem razau para o recelar, senhor, respon-
den Eliana emperllgaodo-se ; a marqueza de Ker-
pry quer e deve saber lodos os negocios da familia,
e visto que vossa senlioria be prenle de meo ma-
rido.....
lie o que anda snoro, senhora; mas have-
mos de decidi-ln brevemente, c na sua presenca, ja
que vossa evcellcnca o deseja, c o senhor parece con-
sentir.
O capilAo ouvia rom ar pasmado, sem enmprehen-
dor bem. O joven conde vollou-se para elle, e dis-
*3-lhe:
Senhor, son o filho primonenilo do marquez de
Kerpry, o qual be conhecido de lodo o bairro de
Sum Ijermain, o tem o seu palacio na ra de Sainl
l'.'-inliiqno n. i'l.
Oue feliei lile exclamoo Eliana estnuvada-
menti.
iiinmlc i i mi leu a esta o\i! ni..-in, i i ,-n |.i
nm i nidti 'i ia c i eremunii-1. H us oenuiiiioo:
I "n i meu pe. meu BV e meu Insivo i rain li-
Ihos uiiii-i*, o nunca bouve dona ramos na familia.
rn-.i exrellenca dcsculpara' o capalo qae liveotoa
no da em que vimos annunciado tiela* gatetaa o ca-
suineiilu ilo um mar juez di- Kerpry.
Nao imli i eu o direitu >\^ cu*.ir-lue ? porgan -
lou o capillo Barrenando os olbo*.
No digo lal eou*a. lomo* ein casa, alcm da
arvore genealgica da familia, lodos o- papei. que es-
labelecem nonos direilos a tdr o nome de Kerpry.
Se vossa exrollooc i ho noaao prenle, como losepi,
sem dnvlaa lem i.. .. t... ulvjuns papors ,ie familia.
Para que .' O* papis nada pruvjtn, e ludus sj-
beui que sou marquez de herprv..
28
n >l " Tilar .... . il
" ,"-1.....m a an
l ..-llllplllil ilTlBatl. ^ . . ao
<> A^eia . _ 17
Ala&oa Nov. . . . M
a ftaiianoiras, 1.1
i IndependeMii. . . M
<( S. J", 1(1...... . M
7

9
u Sooia...... a 9
tr I'iincn. . . "i
*c Proviriciai vnMwt. . :
Por ordem da pr*,idturia. . 4
Seas rntnes s3o :
Homicidios...... 207
Tentativas He ditos. . 1
1K
Onensas phvsicas. . , a
1
Turto ...,,,?
Ontra a liberdade indnidnal. .i
1 so 1 u.a- de presos. a B 13
Arrnmhamenlo de radeia. , a
II t'-t-lpiiri.'i...... , 3
Jo;os prnhiltidos. . . . 3
1 om;ida de presos. a 3
I>el1or:imenlos..... S IA

Tem r.i/a i, senhor, nito sin precisos moilos
pergaminhos para dar urna prova solida ; basta urna
cerlidao de baplismo com...
Senhor. minha certidio do baplismo traz o
nome de llenoil. He datadai.de 1791. Campra-
hende'.'
Perteitamenle, senhor, e a despsilo dessa infe-
liz certid.i i de baplismo conservo a esperaora de sor
cu prenlo. .Nasceu em Kerpry nu nos arredores ?
-- Kerpry :'... Kerpry Onde suppoo Kerpry
Onde sempre foi : a tres leguas de Dijo, na
estrada de Paria.
Ah' senhor, que me importa'1 Vislo que Ro-
bertpiam venden os bens da lamilra...
Vossa ovcelleticia esta' mal informado. He su-
dado que as Ierras c o raslello foram posto* a' venda
como bens de emigrados; mas nao acharara com-
prador, e S. M. el-rei l.uit X VIH dignou-se de res-
(ilui-las a meu pai.
O .ii.iiii sabira inscnsivelmenle do seu entorpe-
cimenlo; esta resposla arabou de desperta-lo. Ihri-
gio-se rom os punlioscerrados para oseo dbil ad-
versario, e griinu-lhe ao rosto :
Meu scnbnrilo, ha qaarenla (annos qae soa
marquez de kerpry. e para arrancar-mo este nome
sera' preci-o ter m.io forle.
iicnile einpallideceu de colera, mas iembroo-ae
da prescuc i de Eliana, a qual eslendia-se aniquilada
sobre um sof, e rcspnndeu com desembararo :
Meo granan senlior, poslo que os jaitosde Hen*
|.i o-lopim fura da moda, eu aceitara de bom grado
o meso de ciinciliariiii queme ollerecc, se los*er> nni-
eo inlire*-; lo no negocia, mea repro euio ...pn mi
pai, meu- ii m.io* e urna familia mlcira. a qual leria
ra/an de qneivar-se, *c eu jng. ss -cu- inlereo.
Permuta me pois que valle pira Pan-. tribuna'
decidir i qual de nn* u*nr|-a o nome ,1o outro
Dito i*i o conde san loi, profuii.Lmenle a pre
leiiilula marqueta, i gaaboo -ua e; le novia ante-
de ler o espiran cuidado em rele-ln.
O bule e*lava ainda sobre a mrsinha ; ajas n.ln
eia de rba que se Iratsva entre o rapilio a mu-
lber. Eliana quizera sabor se era nu nao marqueza
de kerpry. O impetuoso llenoil. que aiabava de gas-
lar seu resto d paciencia, irntou-se a |wnlo de ba-
ler a mais linda iiiulbi'r dn dislrirto. lia a o-- or
ciiiiisiaiici.n que ella alludia. quando lili i> de .vi
'-unas hora-, .le s-i ,.| ,\ei fepieci.la- i. o. iumii..
lempo
{Contviuar-c-ha.i
MELHOR EXtMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO


=^
OiAiMQ k PtO>.s*!< SXT* FURA LL AGOSTO 01 18b 6
i
i
i
->
9
8
1-2
1
6
4
3
1
1
mi s. Jlo e Cabaceiras, princi- | mailo imi dUI o erun......eo, foi ja uV" mira proel
na esiar.iu teera. soriameole pnslo cm pralica a respeilo de embarago o ler lo (car o termo I torea de plulosopliia. geoiiiilria, ranrni"-*in-lez.
.(.cDOeurla^itrlenccndo a :J. comarca, au coto sautlllnto obtuve a damiisuo, i|ae pedio^-oietie
elanto que aehl-ae actualmente reunido au termo caro que quaai nao exercin.
te 11 maneira', purquaiilu crea linnemnile que ce- Ouaulo, parara, it unirs cadeiras se resolver.fr*
comarca una Incal- ra vasa, mediante ama sratlQ loa loeomnodoa e priva-1 Irabalho Rddicional. Bata svsiei.'", em vardadel o Si. do aagenho da 1tohio;a que ntaia preatoo-se. le as deapaiai indlipennTeia.
1 Veudo a popularan entregue .1 ventura, trale de A renda do eemiterio nao vai alm de 50,000 ra.
mandar quem ao menos a fotse reanimar, c n'esse I anuuaes ; eulrelanto que i com empregadus tem
iuloito aeollei o offrirecimenlo do religioso carmelita I de se despender uso menoa de 3:8168000 ra., alm
fre Erico de Sauf Auno Rique, que lambem denote 1 dos gastos com (crrameulas, expediente', serviro Ja
de aigom das ile lious serums fui afloclado, j capilla etc.
Feliunente a epidemia eom a mesrua inleutidade
do ter elle juiz municipal tctliadu, como ti evigem I adoptar a providencia que vas proponllO, me aulu-^-csU.uij que appareceu fui diiniiiiiu I
as......
os pi-.va io cvidenle do talo e
liria nao 1....... rteixai de Intintar
ios ao sen digno chefe o bacharel
te Arauja Frailas llenriquea.
1 "Air-vos conla ds evasct e tanlaii-
adts, que liveram lugar desde vossa ul-
niAo.
quena e mal seguras priste*, que eiistem
.ovincia e a diminuta torca diponivel para
rnece-li, sAo c serio por muilo lempo a causa
ucipal de (aoJamenlaveis acdenles: a epidemia
urque passaraos, relanhando a vigilancia das guar-
das, que mudas vezes quebradas pela molestia fo-
ram obrigadas aAabaodoiiar a cadeias, apresenlou
enteje l.ivoravel para a repelicAo delles.
Na villa do l'ilar a cadeia abandonada al pelo
proprio rarcereiro den sahida franca a qualro pre-
>o. qoe scguudo lodas as nlormares, lograram
a liberdade para perecer do citolera.
A cadeia de Bananeiras mal guardada pelo des-
tacamento, que ni 11 se urcupava eom os enterra-
menlo* dos clioleiicos do que Cornelia, dcixou fu-
gir cinrn criminosos, dos quaes dous rc11.1e111n.1du
tm .lente consla que fallecer.
Ra cidade da Area, dermis de lima ou duas len-
talivaa, conieguiram evadirse pelas mesmas cauas
tres presos in occasiao de sahircm para a fachina.
Dos calaboucos do Cabedelln escaparam-se igual-
inenie onze, destinados ao presidio de Fernando.
Felizmente sele desles foram nos dias subsequentes
uovameule capturados, viudo a fallar tres, pois
runsla que uin fura victima da epidemia.
Os presos da cadeia desla cid.ide por Ires vezes
tentaram evadir-se : sendo cm grande numero e
raVrtaneados pelos celebres facinerosos Victorino
Moon, Santa Isabel. Cotia Lima, Gaviao c oalros
suas tentativas foram arrojadas, pois por nllimo at
projeclaram minar o edificio e faze-lo sallar, quaes-
quer que fosiem os resultados. Emlioia lodas estas
tentativas fossem malogradas, a segunda dellas nao
11 bu tem que correase sangue e cuslasse a vidaaj
doos dos presos, um iramediatamenle e oulro das
depois em conseqoencia dos le menlos.
Na cadeia de Fumbal lograram fugir de pre-
sos, que ai 11 te achavam, nao menos de treze : auxi-
liailos por duas praras de polica arreme^aram-se
obre a guarda por occasiao da visita da cadeia e
lomaran) a fuga. Anda ditpararam-se alsuns tiros,
dos quaeii nenbumn consequencia funesta re-
sullon.
Uestes treza presos foi ltimamente capturado or
na villa de Falos.
Foram dadis as ordens mais terminantes para a
captura desle criminosos, e espero quo mais cedo
ou mais tarde litio cahir as inAos da joslica.
dministrariioda uslira.
Folgo por ler de ennunciar-vos que em iienhum
dos termos da provincia dcixou de funecionar o jur)
no auno de 1853, lendohavido 18 tesses, das quaes
duas em cada um dos termos da capital e Fombal,
e uina em cada um dos restantes.
A tsalo do jury de Cabaceiras foi encerrada no
mesmo dia de soa abertura por nao eslarem devi-
dj mente preparados os respectivos processos.
Foram julgados na comarcada capital, segondo
a anliga diviAo, eom exceprAo de Mamanguape,
de cuja sessuo nao foi remellido mappa, 78 pro-
cessos, dos qiaes:
47 pelo crime de morte.
boa aJmui'lraco da uslici e couimo.lidade d
povos.
Por decreto n. 1678 de4 de nonmbro de 1853
forera separados os termos dp Filar, Gampna-
grande e Piane dos de .Mainanuuaiie, Aria e Sou-
za, e para ella* Humeados joizes maulcipaei I .-lira-
dos.
Km vossa ultima reunan decrcleatea a revocacSo
da lei 11. (ti de 5 deseleirbro de IS.",n ; contra e*la
revoga^o represenurain a camera municipal e mili-
(os lialnlaules da villa de Alagoa Nuva.
Feco-vos que prestis Toaaa allenr.io para es-
sas reclamares, que parecem-iuu muilu bem fun-
dadas.
Forfa pulilira.
Ueiobalalllo ile caradores.
Temi a .. 11,[! a geral decretado en: o auno ul-
timo a definitiva ur^anisarao de inein-liatalhau des-
la provincia, foram cm dala de de dezemhro lio-
meados os respectivos ohiciaei, do quaes perem
anda nem todos preatnlartm-te, fallando actual-
mente o niajor e:l alfares.
Em conseqoencia da epidemia c de deaerrdea
dando-sc falla de perla lailo romtdelo, e nao me parerendo convenienle
complela-lo coin recrulas da provincia, qoe cous-
risareis a jubilar o respectivo substituto cuiu o orde-
nado correspondente ao lempo de servido,
ile larabem lembrada pelodireeloi a necessidade
le um conlinno que soxilie o bedel, suppra suas
tallas e se preste au espediente*da directora ; sobre
o que delibeiareis cuino fnr mais convenienle.
As aula publicaa le lalini das ridades de Aii'ie
de Sonta, sao frcqoenladas por Vi slansoos, tendo
14 na primeira, e 28 na segunda. A de Pombal
piirem, eouia apenas:! estadanles ; pelo que jnlgo
ciinvenieule supnrimi-ta, como opina o ilireclor, ju-
bilandu o respectivo prufessor 00 reinovendo-o para
esla capital, onde pude ser aproveiladu como auxi-
liar na cadeira de latim.
Me conveniente que consignis na lei do orcamen-
lo quota sullioiente para a acquisicao dos livrus, que
devera ir compondu a bibliolneca do lyeeu, qual
reilaineiilc esl* mullo reduzida c muilu aquem das
crcumstanciate necessidade da provincia. O exiguo
produclo das malriculas nas aulas do lyeeu nao he
bstanle para slo ; a qiiaulia de in)-0iVl i li(K)-IHKl
re- pode ser animalmente appncada para este inn.
pois que he esl 1 urna inslil'iic.io do inconteslavel
utilidade, e digna de vos a esclarecida prolccro.
StliihrtUiiile publica.
\ P(i;deniia das betiges, de que vos den noticia o
3
8 1
0
3 te
1 V
2 c
1 l.
U a de ferimenlo e ollensas physicas.
4 o uso d'armas defezas.
1 fugo de presos.
- a roubo.
3 furto.
i ronlra lil^rdade individual,
la o estellioualo.
Summam 78 julgamenlos que eom os da Mamau-
guape sbom a perlo de 90.
Aquelle numero comparado eom o do anno de
1854 d um excesso de 30 julgamentos ; se iucluir-
mos Mamioguape subir a diftereura a perlo
de 48.
Da enliga segunda comarca falta 111 os marujas das
tanatee do jury de Campia Grande, Alagoa Nova
e Bananeiras. Nas resta ules foram julgadoslli pro-
cessos, sendo .
12 pelo crime de morte.
de tentativa de dita,
de ferimenlns e ollensas pt|ysicas.
de fuga de presos.
A* rnm- nuezas.
de roubo.
de furto,
de anteabas.
(i numero de .11 julgamcntus lie inferior ao do
auno de 1854 em 12, mas se cmannos eom as sts-
soea de Bananeiras. Campia e Alagoa Nova llave-
ra escasto e muilo sentivel.
A antiga lerceira comarca aprsenla o numero de
18 lulgtmeiilos, qu.uido em I85i deram-sa apenas
2, dos 48 foram :
17 pelo crime de rooite.
5 u a de tenlaltva dejlua.
8 a de ferimeni's e oireosas phycas.
1 Ce oso iTV >as defezas.
1 a de fuga do presos.
2 a a de resistencia.
3 o He roubo.
10 o a de furto.
la 11 de aineacas.
Recapitulando 09 jnlgamenlos cotilleados temos:
7li pelo crime de morte.
7 a de tentativa de dila,
35 de lerimculos e olfensas phjsicas.
< ile l*i de presos.
8 K d'armas prohibida.
1 a coOlra a liberdade iudividual.
t> a ttei roubo.
15 e a fetto.
2 a a de anjearas.
1 o .de eslellioo.ilu.
2 a o, de resistencia.
Sao 160 lulgamcutos, excedendo aos de 1854, em
7(t, em contemplar as sessdes do jury de .Maman-
guape, Bananeiras, Campia Gratule e Alagoa Nova.
Nestes 160 julgamenlos deram-se 80 coodemnac&es
e 82a.Dsolvices; id appellar.oe o' 5 prolestoa por
novo jnlgamenlo.
Pesio qoe o numero das absolvieses seja ainda
ua'ior que o das condemnaces, o que he sem du-
vida resollado da indulgencia e compaixo, de qoe
se dexam possuir oh jurados na sagrada mitsiio de
( que a lei os incumbi, nota-se comludo que a
ditlarenc.i ja nao be lo graude como em minos an
terioros.
Confio que a nuva divi.-ao das comarcas facilitan-
do 01 trabalhos dos respectivos juizes de direilo, I ir.
eom que de ora em dianle nao deite de reunir-se
o jury em nenhom termo, de conformidade eom
lei; pelo menos no anuo corrento lem-se elle reu-
nido ero a quaai tolalidade delles.
Na primeira comarca reunio-se o jury nesla capi-
tal em fevereiro e o de Mamaugoape esla actual-
mente funeciunando.
Na segunda reunio-se em lodos os Ires termos,
mas n Inga foi adiado por nao cstarem prepara-
dos os processos, que lem de ser julgados.
Na terceira reonio-se na rea, Bananeiras c In-
dependencia, fallando o de Alagoa Nova.
Na qoarla reunio-se em S. Joo e deve j ler-se
reunido m Cabaceiras.
Na quinta reunio-se em Patos, fallando PombaIJe
Calle
Na sesta reunio-se cm Souza, e falta Pionc.
I codo-so apenas recebido os mappat de duas
ou tres sessea deixn de dar-vos noticias dellas.
Oeixo igualmente de referir quaes as cansas de
repelir.io do tantos mines, da diflicnldade de conhe-
rcr-ae e apprehender-se os criminosos, e final-
mente das absolvieses que o jury conceda ainda
aos maioret erimes por serem cousas por vos sa-
bidas, e lodos os anuos c em lodos 01 relalorios re-
petidas.
Cumpre-me por nllimo communicar-vos que ti-
veram a devida execorao as senlencas de condem-
no, n a morte proferidas pelos tribunses conlra 11.1-
dinoGuedes da Silva e Pedro Baplisla dos Sanios,
bavendn tido lugar urna na cidade d'Area em o dia
i de fevareiro pretrito, e outra em o dia 12 du re-
ferido mez na villa d'Alagoa Nuva.
Permilla Dos que (acs e lo liorriveis exemplos
pioduzam o desejado elTeilo !
Ditiao dril e jujiiaria.
A lei provincial n. 07 d, de ju|no je i^j, gue
reoii mais Ires comarcas nesla proviucia, leve ple-
na execucfi eom a nomeacao qoe em selembro do
anno paseada fez o governo imperial dos respectivos
juizes de direilo.
Esta as.im salisfeila urna das primeiras necessida-
desda proviucia para a boa adminislracao da juslira.
maa pera qu ella seja melhir altedida cumpre
que Miareis t divisan determinada pela referida lei.
e lano mais me convenro disto, qnanlo lodos os
meiis Ulutlradoi antecessores lem reclamado no mes-
mo sentido. Talvez que a crenrao de mais urna co-
marca salislizcssc rouiplclamenle, mas allendendo
ao.iugiiienlode despeza.que a crearau trar, e ao
limitado numero da termos, que licar perlencendo
cada comaica, inrlino-me antes para a roodilica-
(ge, qii- propoanva rom consideraro e que em
minlia opimao uUsfal por emquanlo.
1.' Comarca capilal e Mainangoape
2. Pilar, Inga c Indepeneencia
3.a > Ar.-a, Alazoa Nova c Bananeiras-.
. Campia, (.abaceiras e S. lelo.
.Y' e f." *i Como se acharo.
Esla divisao aprsenla duas vantagens :
1.a Diminnira aclnai 3.'1 comarca, que conla 4
termes, alein de Cuilje Ataruna.
laiilemenle desertara, represcntei ao Blffl. Sr. mi- ; nieu honrado antecessor cm seu rclalorio, coinquaii
nislro da guerra, que inmediatamente 01 denoo que '
(vessem passagem para o referido raeio balalh.iii as
pracas do dcimo de caradores, que desdo 1 X5 aelia-
vam-se na provincia,.e prumclleu reraeller da corte
as que anda viessem a fallar.
As necessidades doserviro crescendo todos os das
lornou-se elle sohrcmaueira pesado para o meio ba-
lalhao. cujas oraras por mais de urna vez dobraram
a guarnirn desla cidade ; quaesquer porc;n que fos-
aem at eiigenciat nunca deixaramde ser talsfeilaa
eom a in "ir poutualiiUdc.
No coininando de dilTereiites dcs(;icaraenlos no in-
terior da provineie lem alguna ofliciaes do incu>-ba-
lalbao prestado bons serviros, e vllirazraeute auxi-
liado a acrao do governo na repressao do crime c
caplura dos criraiuosos.
Corpo policial.
Esle corpo roiiliniia a prestar hous e raliotos ser-
viros e uein uutra cousa era de esperar quando be
seu roraiiiaiidaule o digno, uonrodo e brioso major
.loopiini Moreira Cuna. Sua forra, ja tan limitada
em numero, nao 1..... sido possivel completar, nao
pnoen conlriliuindo para isso a cleva(ao qu una
ultimes lempos lem tido todos OS salarlos, os quaes
uenliuma proporeflo guardam cora o sold das pra-
cas.
O recurso do recrulamenln nfie aproveila ao cor-
po policial : o hoinem recrotado Dcando na provin-
cia raas vezes deixa de desertar, c era senipre
nelle se eneoulra a mnralidade precisa para o servi-
ro, .1 que propriamente lie destinado esle corpo.
Com voluiilaros>iiAo he possivel contar : cm re-
gra so apresenla-se para asseular prara quem leme
o recrulamento, e para este o serviro da primeira
linha offerece maiores vaiilageus pecuniarias e futu-
ro mais lisongeiro.
Su o. recursosda provincia cnmportassem maior
acrescimo dedespeza, pedir-vos-hia que augmentas-
seis a forra desle corpo, mas allendendo nAo s
grande despeza que qualqucr augmento Irar, como
que mais cravra relrthuir sullirientemenle a que
exisle. peco-vos que alteudais para os diminuios
sidos tanto das prara9 como dos olliciaes.
Alm disto algumas reformas lornam-se urgenlcs
para a regularidade do serviro.
QA primeira he a crea rao de um fiscal como o exige
a boa eeouomia do corpo : s o zelo do digho com-
mandanle lera podido al hoje dispensa-lo :
A segunda be a de um secretario com a gradua-
ran de alferes:
A lerceira he a consIrucrAo de urna cavallarica,
onde soh a direcrao r gerencia do corpo sojain pen-
sados os cavados de esquadra.
Continuar romo ale aqu he impossivel : nem ha
praras que se presleiu a pcrlenccr a ravsllaria, nem
o trrica he falto com a devida regularidade.
He irrisorio preleuder-se que um pihre soldado
compre, sustente e tenha eempre proinpto um ca-
vallo medanle a forrageiu de KM ruis diarios ; sen-
do que o lempo por elle gaslo nesses misteres he
lempo roobade ao serviro.
lie algumas mudtcare. precisa tambara o res-
pectivo regulainenlo, parerendo-ine convenienle po-
lo ile conformidade com os regulanieiilos geraes, e
mesmo ahrandar certas disposiees que, tlAo sendo
essenciaes par o trrico, sao em exlremo rigorosas
paia um corjio de pulira.
Guarda nacional.
A guarda nacional ainda esln por organisar.e bera
poucas esperauras Icnho de que (Ao cede cheguc a
estado regular.
Em 1854 dizia-vos o Eira, presidente de enlao :
c Penas alguem que na qualiliraco houve muita
facilidade. U desejo de crear balalhes, para que
corlas summidades lacaes pnssam ser cunlem|da-
a das com commandns, coslnma determinar inultas
a vezes uina qualili-arao irregular. He islo un
a ni il. a
E nAo s he uin mal, como infelizmente una rea-
lidade.
Conseio della deteroiliH!, por circular de 22 de
abril ultimo, aos commandaoles superiores, que fi-
zessem reunir os conselhos de qualicac.Ao, recom-
raendando-lhes muilo expressamenle o exacto com-
pr i monto .la le quanlo as ceudiees par ella exigi- I
,* 1. n 1 a a nli.'lsnvnnln jlsa jiiidB^H H..ni.,mil \ I u
deserta ; Mo que inoi.'-'lidade all fotse grande ?b
que o mal ii\es-e appareciu'u cora grande furia, mas
as autoridades e pessoas grades-J? g/.'f, poMuidat
te terror, peusaraiu livrar-se do mal ahandouando
a villa. Como he de presumir, as noticias chega-
lle iuuegavel que houve luso lio pessoal dado ao
de maoeira que I ceioiiero, priueipalmeale se aitendermos a qra>j
fatal apenas se entregava sua adrainislrarao a Sania Cal}, cijjosera-
pregadus bem podiam iucuiubir-se desie serviro. Ad-
ceimlerio,
oal de dez
a 15 os; narro uiu ou oulro caso
dava. X,
Na villatlo Pilar deram-se < primefroa casoa a I miaiikrr-ttpettttrriiailtStr'pn
21 de feverefWV-es Je marco achava-sc ella qua-i | ijn;,itu a Sania Casa os lera ; um pe
bnmens para sepultar de 30 I 10 cadveres por mez
lie realmente exces-ivo.
A mesa da Sania Casa rcpresenlou-me sobre islo,
mas aules d'ella o fazer ja o liana eu notado, c lau-
to que, leudo fallecido o porleiro deixei de nomear-
ram-iiie exageradas, piiilava-se-me o l'ilar urna u< lhe snhsliluto.
va Necrpolis, habitada apenas por caes faminlos e (I reculameulo do eemiterio cnnlem oulras dispo-
por bandos de slnisl.as aves. 1 iir;ei que a pralica lem felu reconliecer vexalorias;
Como 110 numero dos fugitivos achava-K 0 med-1 portento, pero-vos que o reformis ou auluriseis a
co, li-lo suhstiluir pelo l)r. I.niz Piuheiro de si- | presidencia a"faze-lo de acord com a mesa da San-
qucia, que, aroinpanliado do lenle do 10* bata-' la Casa da Misrrrordia.
Inflo de catadores I irinino da Cuuha llego e de 16 I Se assim o resolverdes, pero-vos igualmenle que
praras de linha, (omaram a si a larefa de chamar a autoriseis algomas reformas 110 respectivo compro-
po|nilaro as suas hahilarcs o de enlerrar OS Cada- | misso, nao s para po-ln de harmonia com o regu-
veres, i|iie constara exislueiu insepultos. Com ef I lamento do cemileriii
como para facilitar mais a
feito, 26 corpos jaziamsohre a trra em rompida ,'marcha de sua administrarlo, boje muilo embaraca-
pulrcfar.io, mas nem por isso se achav.i a villa descr- da cora o graude numeio de emiircgados, sem cjo
das para o alislamcnlo da guarda nacional. Al es-
te momelo s me consla que se reunisse u desla ca-
pilal, sendo causa disto o que lambem meus ante-
cessores vos disseratn : a repugnancia que a popula-
(So tem para o serviro, repugnancia que liecnrapar-
tilhada pelos olliciaes, dos quaes a maior parle t
deseja a patente pelos gozos e regalas que ella con-
cede, e nAo pelo desojo de bem servir.
Tenho nolado ulliinatnaule alguma melhora no
halalhao desla capilal, e atim de aproveila-la so-
licilei do Exm. Sr. ministro da ju-liri n armamen-
to e corrame precisos ; com o que ficara' o dito
halalhao em eslado de inedliormenle cnadjuvar a tro-
pa de linha e de polica no servico da guarnirlo da
pra;a, e de comparecer nas paradas com a unifor-
raidade e asseio que conveni. Por ora he a nica
porjAo da guarda nacional que alguma utilidade
presta, a foruecendo conlingenlc ao pequeo des-
tacamento creado nesla capital, ja inonlanilo guar-
das e fazendo oulros ser*iros com regularidade e
lioa voniade.
/nslrucru') publica.
Exislem na proviucia 12 cadenas Jjensiito publi-
co primario, sendo 37 para meninos e 5 pira me-
ninas. EstAo vagas as de Piauc, Cajazeims e Ara-
cagi e prvidas iiileriuamenle as de Naluba e S.
JoAo, e a de meninas da cidade de Areia. As que
se acham era exercicio foram frequcnladas duraulc
o Auno passado por 1:1:16 alumnos de ambos os sexos,
a saber : 1213 do masculino, e 12.1 do femiuino.
Cedendo a' urna necessidade reconhecida e usando
da aoloridade que me ennfere o art. 93 do regula-
menlo da inslruciao publica, resolv, sob proposla
da directora, crear mais uina cadeira de iuslrucrao
elementar para o sexo masculino nesla capilal, a
qoal se acha ja provida, lendo sido remuvido para
ella o professor que oceupava a de Plane. Ua mes-
mu sorlo, autorisa 10 por lei provincial .10 auno lin-
do, remov sobre requeninenlo das parles com in-
formarn do direclor da instrucrAo publica, alm
- professor mencionado, mais "o da cadeira de
do
Sania Bita para a de Pitimin ; o de S. JoAo para
Sania Bita : o de Ararag para a Baha da Trairao;
o de A1 ai una para Independencia ; e o de Cajazras
para Araruna.
Nolo e lastimo o que ja haviaiu observado meus
illustres antecessores, que o numero de alumnos da
ii.'sli urr.u publica primaria da provincia de nenhu-
ma surte corresponde populacio da mesma, e que
nesla parle ella em vez de prosperar parece retro-
gradar. Com effeilo, o numero de discpulos qoe
frequentaram as aulas do entino publico primario
em o anuo de 1855 he inferior ao do auno de 1854.
e anda menor em relarAo 00 de 1853 !
NAo foi possivel, por nao leretu sido remedidos
osmappos em lempo, calcolar-se o numero dos ma-
triculados nas diversas etcolas em o anno correnle.
Assim lambem a respeito das escolas particulares,
cujos professores nao declararara aos commissarios o
numero dos .eu alumnos ; ou se o fizeram, deixa-
ram eslas declarares de chegar ao conhecimenlo do
digno director, que, assim privado de dados exactos,
uAo pode oflerccer um Irabalho cmplelo a respeilo.
Em o relaloro que junio subinello a' vossa con-
siderado e exame prope o digno direclor d.i ins-
iroccao publica a separaban das escolas das casas
dos professores, como coudirAo de nrdem e regula-
ridade nos exercicios lectivos, e de ama mais ell-
caz iu.|ieccao, assira dos commissarios, como dos
pas de lamilla e pessoas iulriessadas.
i'rcviiio-vos de que o augmento de pessoal nada
podera remediar.
De boa vonlada eu vos propo.ia a renovarao de
graude parte d'este pessoal : so assim, 110 ine'u en-
tender, aeria|possivel urna reforma radical e proficua.
A' vossa illuslrar.io e patriotismo, ajudados do
couhecimento que leudes das circumslai.cias espe-
ciaes das diversas localidades do interior, compele
prascrular os raolivos particulares do alrazo e deca-
dencia da iuslrucrao primaria entre nos. o adoptar
medidas tendentes a obviar e le mal gravissimo, a re-
mover esle Obstculo .1 nossa civil,sarao e prns-
periilade publica, cujo fundamento mais solide he
sem duvida a 111-lriicrao e cdurarAo da mocidade.
O lyeeu desla capital contina a funecionar re-
gularmente.
Onuineru d'alomnoa Inseriploa nas diflcrcnles au-
las do estaheleciineiilo lem id sempre em augrren-
lo desde o anno de 1852, em que apenas era de r2
ale o prsenle em que chega a l:2, a differenra pois
de .50 .il'iiniius ebtldee no periodo ile qoalr anuos
em favor do crrente, prova que a iiisIruccAo se-
rundaria na proviucia prospera, senao rom rapi-
dez que seria para desejar, ao menos de modo sa-
tisfacliirin e Hiiimador.
O director da iislrurrao publica em sen relaloro
indica algumas medidas para as quao chamo a vos-
sa allenr.io por rae parecercm adoptareis. He nina
ledas aeilinefao do actual syslcma de Hibtlital(oes
que a experiencia lera mostrado ser iuiprolicuo e
mesmo prejudicial ; .lvenlo lir;ir dennilivameiile
eslahelecnlo por le que, em sens impedimenlos, ns
professores se aux.liem mnluamerile, sendo desig-
nado pela direcli.ria, d entre o que OStlverom em
eTeclividade, o mais iplo para u exercicio da cadei-
lo triiba diminuido muilo de iiileusidade, ainda nao
ahiudonou comptelameiile esla provincia fazendo
lodos os das unta ou outra victima.
Infelizmente a vaccina nao lem tido da parle da
pnpulacAo, pi iii.-;p limen! do interior, a acceilaejo
que era de desojar, e esle laclo nao deixa sem duvi-
da de contribuir para a propagaran do mal c de scus
lerrivcis efleilos.
O punco cuidado e lalvez a uenhiiraa aptido ila-
qicllcs a quera de ordinario he enlregoe 3 varcina-
rao pelos c-utros das provincias, a ignorancia do
que desej.un ou devera ser vaccinados, do qtiom se-
ja o vaeeioedof e qual a sua residencia, a distancia
os ceiros principacs onde melhor se exerce a vac-
cinarao, ;io razes que oli-lam ao seu progressj, e
que de algum modo seriara modificadas pela crear.io
d vacriuadores domiciliario-.
lainhcn anda nao n.,s deixou a fehre amarella,
de iao lucubre reeordarao. As tripolesjocs dos dif-
ferenles navios estraugeiroa quo nos mezes de Janei-
ro e fevereiro vieram ao iiorlo desla cidade aotfraram
nao pouro. Seguodo um manpa quo apresenlou o
digno l)r. Heurinue Kraus, de S navios que vieram
ao nosso parlo no cuito esparo de 3:1 das, de 21 de
Janeiro a 2 de fevereiro, e cojas Iripolares suhiain
a 115 pessoas, 77 foram affeetada do mal, falleceudo
27. Oepeis desse periodo alguns casos falaes aiuda
se deram.
Infelizmente o mal nflo liinilon-sa ao parlo ; as
pracas do raeio halalhao, e a pnpulacAo da cidade
sonreren) igualmenle.
Na cidade de Ares, que em 1851 foi respeii.-ida
pela elire, raanifcslou-se nos ullimns lempos uina
epidemia, cujos symptomaa, rom quanlo se aproxi-
massem dos scus, nao deixaram ao faciillalivo alli
eiislcnlc diagnoslira-la firmemente ; por isso que
toinarara carcter que nao lhe he curaraum e que
igualmenle levaram-no a considera-la de natureza
1 phoidea : qualquer que seja purera o nome que
deva lr, c a classilicarao que lhe caiba, o corlo he
que uo deixnu de ser para muilos falal.
Resta-me agora dar-vos cotila de mal muilo
maior e cojos estragos foram muilo cima das furc -s
da provincia. Befiro-me invasAo do cholera-raor-
bus, queapezar das quareulenas e de lodas as medi-
das preventivas e vexalorias, que a sciencia ulgou
dever lomar para obstar a sua entrada, visilou-uos e
por maneia hem cruei e devastadora.
Mnguem nielhor do que vos, senhores, sabe que
a provincia nao eslava preparada para rereber lao
Icrrnel hospede : no nosso interior alienas a cidade
de Arca conlava um medien e a de Mamanguape e
illa de campia um cirorgian J o qoe nao .he para
admirar quando esla cidaie apenas linha Ires facul-
tativos.
A mesma falta dava-se a respeilo de pharmaceu-
licos e de seus respectivos eslabelecimentos ; accres-
cendo a islo a unprevidencia geral do nosso povo,
do qoal raro he o que pensa na alimenlacao do dia
de amHiihaa, e raristimo o que possue una rede ou
um catre era rjne 50 deite ;'sen.lo que coherlaras
uinguin s tem, confiados lodos na heuigntdade do
clima.
A fortuna, que por orcasiao de oulras epidemias
gozou esta proviuria. contribuid igualmente para a
improvidencia geral, fazendo acreditar que o chole-
ra se c viene seria hi" benigno como o foi a fehre
amarella e oulras. Essa creuca era infelizmente
parlilhada pelos homens ricos, dos quaes mais de
um respondeu-me com soiriso de descreda, quando
os excitava a lomaren] camelas.?
Nao ohtlanle liz luilas as diligencias para vencer
esta falal conliaura: desde minha ebegadaa esla pro-
vincia que ii.iiei de prepara-la, ja proinovendo a
viuda demedeos, pharmaceutlcos e medicamentos,
ia excitando a crearan de cemiterios e enfermaras,
ja linalineiite creando colninissoes das pessoas mais
importantes de cada Ingarejo, por mais pequeo que
fotse, as quaes se iiicuuihissem de ilar-mc cuuUa de
suas priitei|>nra necessidades, de animara pnpulacAo,
e de entlnar-lhe os meios mais facis do li aumento
da molestia, para o que liz publicar o espalliar di-
versos iinpressos dos que me pareceram mais ada[>
1 lados a lodas as itllelligcncias.
Bem poucas foram as commissOes, que correspon-
deram ao liin de sua nomearAo, sendo grande parle
dellas substituidas na hora do perigo por pessoas,
que, ou mais animosas 00 mais caridosas, lomaram a
si lao pesado quao piedoso encargo. Talvez que es-
te mal fosse devido mu cscolha das pessoas ; mas
quando vejo que a maioria daquellas corporaees,
que pela natureza de suas obrigares, ( reliro-me t
cmaras muniripacs; devtriam ser as verdadeiras
rommisses das cidades o villas, procedern) por
igual maueira. nem se quer muilas dellas dando
signal de vida, consolo-me do meu erro, porque
outros com mais conhecimenlo de causa lambem er-
raram.
O municipio de S. JoAo fui o primeiro que sof-
freu os horriveis effeilos do falal, choltra-ioorbus.
Das margens do S. F'raiipisco eslendendo-se pelo in-
terior da proviucia do Pernambuco, em dias de de-
zemhro chegnu a molestia as povoares de Alagoa do
Monleiro c Zebel, onde atacando a 2(19 petaoas con-
teguio fazer 80 victimas.
I.ouge de lodos os recursos, mudo deveram os lia
hilantes daquellcs lagares au zelo do cidadao Ber-
nardo l.uiz Ferreira Cezar l.oureiro, que com algunt
conhecimeulos praticos foi nao so medico de quasi
lodos, como o arrimo da pobreza.
Com a indina da invasAo do mal coincidi feliz
meule a chegada de dous mdicos, um pharmaceu-
lico e qualro acadmicos, que a sollicilaroes rainhas
havia remellido o Exm. presidente da Baha.
Contratados que fossem, parla o acadmico Anto-
nio Pereira de Sorna para o municipio de S. Joao,
e com elle o acadmico Francisco Antonio Fernan-
da afnn de estacionar na villa de Cabaceiras ; o aca-
dmico Jesuino Augusto dos Sanios Mello, e o i)r.
Filov Joso Jorge, aquello com ordem de licar na villa
do Inga, e esle na do l'ilrr.
Cudoquei assira os mdicos,por me parecer quese-
riam esses os pontos que primeiro sollrcriam pela
sua visinhanra dos lugares ja afieclados, alem deque
assira disposios podenam mais de promplo soccorrer
a oulras quaesquer povoaces que o fossem anles.
Quando o acadmico Pereira de Souza chegnu a
S. Jalo, ja a epidemia bata em retirada uas referi-
das povoares sera que se livesse propagado a mais
lugar algum.
O mez de Janeiro passou-se em inleira especlali-
va, esperando-se a cada momento o horrivel hospede
que ja devaslava os lugares mais prximos da rica
provincia de Pcrnamhuco.
A 5 de fevereiro trouxe-me o acadmico Estevao
Cavalcanti de Albuquerqne, lidio do preslaule cida-
dao do mesmo nome, a Iriste nova de que o mal se
achava na freguezia de T.iquara. I m media i.ament
tralti de dar as providencias necessarias, que quasi
todas porem lar un previnidas pelo referido cidadAo
e seus lilhot, que nao s offerecendo medico como
duas casas para enfermaras com todos os pertenecs
" 800SKK) rets producto de urna sabscripjan que lia
viam agenciado, incumbindo-se mais da factura do
cemilerio,
A' vista de lao valioso auxilio limitei me a mandar
para alli nm pharmaceulico c medicamculos. Mais
larde leiulo-se esgolado os 8OO2OOO res o mesmo ci-
dadao EslcvAo Cavalcanti de Albuquerquc mandou
entregar ao digno vgario da freguezia 2.0(KI-000 rs.
para soccorro da pobreza. NAo obslanle esles recur-
sos o mal progredio e nao pequeo foi o numero das
victimas que fez.
A simples expusirao que acabo de fazer dos ser-
viros que presin aos povos da Taquara I familia
Estevio he por si s mais eloquente que quaesquer
elogios que lhe podesse tecer : sdirci, seuhorc,
que se era rada freguezia enconlrasse esla presiden-
cia auxiliares lo (orles, mudo pouco restara a
fazer.
Infelizmente assim nao foi, nem lodos ditpaoham
dos meamos recursos, e cada um limilou-se a con-
correr secundo suas torcas.
Loro depois do apparerimenlo do mal na Taqua-
ra. manifeston-se era loda a provincia a quera da
serra da liirluireraa, ossymplomas precursores da
lerrivel molestia al que a 25 da fevereiro decla-
rou-se falal em quasi lodos us pontos accommet-
llios.
Querem algum que esto ataque simultaneo do mal
1
(a : os pohres e os menos abastados nao abandona-
ran! os seus penales. Com e preseuca do medico e
ilo dettacainenlo resl.ibelecerain-sc as cousas e Indo
vollon a seu anligo estado.
Dignos dos maiores elogios sao os dnns referidos
cidadflot, que alloiilaiiiente se ollerecerara para ir
hilar rom a morle ; nao merercudo menos o cida-
dao .lose de Brilo I.....un, nico que inlropidamen-
Ic eucarou o mal, e que fez quanlo pode para ven -
cc-lo.
A cidade da Mimangapeu esleve por mnmenlos
par sollrer a sorte do Pilar, mas os etforcas de al-
guns cidadAns deram lempo a que alli chegasseni o
bacharel Antonio Carlos de Alenla c Albuquerque,
I.- supidenle do juiz municipal, e o alferes de poli-
ca Francisco Amonio de Borja Pereira Castro, Ho-
rneado delegado de polica, os quaes conseguirn!
por termo ao desanimo geral. 1 rudo adoecido o ci-
rurgiao do logar.foi para all mandi.do o acadmi-
co lldefouso Asenlo de Azevedo, que mereceu a
grainlAo de lodot.
Cumpre accrescentar que lodo o municipio lano
vol nada he possivel executar-se.
Companhia l'ernaml'uraua.
Em dala de 12 de abril de 1855 assignou o Exm.
Sr. I)r. I'aes Brrelo, presidente desla provincia, um
cnulrato rom a Companhia Pernambucana, no qual
lhe assegurava por espaco de 20 anuos urna subven-
ido medanle alguiiias obrigares a cargo da compa-
nhia.
Esle ciihlrzlu foi stijeilu a vossa approvac,ao cm
vosa iillima reunan uada cnlao dcliberasle's, mas
parece-me de necessidade que deis uina decsAo qual-
quer a respeilo.
Ninguein mclhnr do que vos deve conhecer as
vaulageus ou desvanlagens de scmclhanle conliato,
e por isso fcil vos deve ser a decisAo.
(.lea idea he til, e que lalvez seja a que mais
ellicazracnlc possa contribuir para lirar esla cidade
do eslado apalhico em que se acha, parece-me fura
de loda a duvida.
Longo de sujeilar o enramcrcio desla capilal ao do
llecife, como aiguein aoppoe e recela, creio firme-
mente ser o meio de mais cejo alcancar-se o contra-
de Mamanguape como do Pilar foram ao mesmo 1 rio ; nao mincdialainenle. mas com o cresciraento
lempo aceorametlidos. c que muilo grande foi a mor- que o commerrio hade lomar, e com as vanlagens,
lalidade havida em llabaiaua, Mogeiro, Babia da que a esta provincia ha de Irazer a faciliilade e cer-
trairo e oulros povoados. I (eza das communicaees com urna erande cidade,
As villas e municipios de Inga, Campia-Grande e qoe lioje e anula por" muilo lempo ha de ser a sua
Independencia acompauharain de perlo os pontos prara coinmercial.
cima referidos. Ivn lodos elles a morlalidado a- | Satisfar porem a
vullou, mas em neuhiim appareccu o desanimo, e
com mais ou menos vanlagem lulou-se cora o mal.
.Mallas pessoas houveram que preslaram hous servi-
ros, lodas ellas vos sao couhecidas e |>or isso deixo
de nesle raoincntn repetir eus nomes.
Dora pequea demora soube dos desastres da ci-
dade d'Area, edas villas de Bananeiras,e Alagoa
Nova. Os estragos ah au cederam em nada aos
de mala lugares, mas lambem houve curagem em lo-
dos, c lodus souberain cumprir com seus deveres.
Companhia Pernanihucaiia a
este desidertum pela maueira porque obrigou-se V
E as vaiitagens que trara compensarlo a subvenrAo
nmmallUla ''
compre iuvesligar e o que decidt-
promettida '.'
Eis o que
reis.
EtatUthHw
Grandes desejos linha de apresenlar-vos algum
Irabalho sobre a oslalislica da provincia, mas faltou-
me o tempo para organisa-lu.
(Is dados que serviram de base a ulliraa etUtisli-
l'erinilli, senhores, que me prevaleca.Ida occasiao I ca eslAo raudo longe da verdade ; a morlalidade
para comtnemorar os serviros prestados pelo digno I havida por occasiao do cholera veio dar prova
roriin.aii laiil; sii|ierior d'Ara, o finado Manuel! d'isso.
Maihn Casado, que depoit de ler como sempre
servido de pai a pobreza da povoaco de Alagoa
Grande, foi victima do mal, falleceudo em seu en-
genho aos 20 das de marca.
O procedimenlo que u'essa quadra lerrivel live-
ratn os dignos promotor, juiz municipal, e subdele-
gado de rea, juiz municipal de Bananeiras e o de-
legado de Alagoa Nova sao cima de toda a ex-
p resallo.
Alguna destes se acham entre vos, pelo que deixo
de anunciar seus nomes.
Cabaceiras e S. JoAo, que primeiro h.iviam tido a
epidemia em suas visnhanr;as, foram depois dos l-
timos afieclados.
Nestes pontos as autoridades porlaram-se como
era de seu dever.
Os municipios da 5.a e 6. comarcas lem estado
ale as albinas noticias isenlos do llagello, nao obs-
laule os grandes receios e a proximidade da comarca
de Pajea' de Flores da provincia de Pernambuco,
onde o mal lavra com forca.
Fiz seguir para lodos os pontos dos referidos mu-
nicipios ambulancias sullicieules surtidas, e o l)r.
Antonio Eduardo I'aiihanks, que boje deve achar-se
limites desla provincia e perto de Pajeu*.
Caa dn Jury do Inga. -'
A lei do orramenlo vigente autorizo a presidencia
L"?.m.e,:!,Jr da que fossem igualmenle, mas | que os licitantes se tornem mala razoavets
uminaiao de loda
nAo realisando-se o apparccimeulo do mal, como
lanas vezes tem se ddo, dispensei-os em lempo de
tal larefa.
Itesta-me fallar-vos desla capilal eseu municipio,
era o qual, alera da Taquara e da Cruz do Espirito
.-aula, de que ja vos fallei, reiuou o cholera teuipre
funesto e fatal.
Alhaodra leve em cometo o acadmico l.ourenco
Kir irdiiio, que foi depois retirado, subsliluindo-0 o
acadmico Olavo Carneiro da Cuuha. que graluila-
menle olTtrcceii-se para isso, Santa Bita, Cabedel-
lo, l.ucena, e Tambau' foram por veze visilados por
alguna medi is ou acadmicos ; nAo podendo-os ler
constantemeu. pela falla, que d'elles havia.
St lhes faf i purera medico, nAo Ihes faltaram
sacerdotes, fornecidos pelo convenios do Carme c S.
Francisco ; inerecendo que aqu mencione o dig-
no prior do Carino, que s deixou o Cabedcllo, quan-
do nAo havia mais receio do chulera.
Esla capital, que vio elevar-so o numero das vic-
(mas a 1:518,11A0 licou uuem dos-de mais luga-
res.
Se a maior copia do recursos em urna localidade
pode de alguma maneira ser o garante de menor de-
vastado, (ambem os grandes es(ragos devem ser a
medida da inleosidade de qualquer epidemia.
He o qoe se deu cora esla cidade.onde apezardas
e"fg[mariaa e boticas, que foram eslabelecidas para
a pobreza, onde apezar da promplidAo, e da carida-
de, cora qat erara soccorridos os aflectado9,elevou-se
a cifra obiuaria ao numero referido.
\iui, como era loda pirle, uomeei pessoas que
diariamente visiiassem as casas dos pobres, que ve-
la-sem sobre tuat necessidades e Ibes procurassem
remedios t os _servicos que algumas dessas pessoas
preslaram esli acuna de lodo o elogio.
Nomaei igualmente duas commisses de benefi-
cencia, que procurando a esmola do rico, distribu-
issom seu producto pelos pobres : sua santa missAo
foi enmprida pela maneira mais desvelada.
Finalmente, senhores, eslablleci um deposito de
gtneroe de primeira uocesidade sob a gerencia da
casa commercial de Victorino Pereira Maia. Ja rae
foram apretenladas as coritas respectivas e tenho es-
pecial prazer em eomraanicar-vos que foram laes
quo deram um saldo de mais do 2:00090(10 rs. a fa-
vor da fazenda publica ; e entretanto nao soll'remos
uecejsidades, uem deixamos de aoccorrer as povoa-
SOes do interior,nem aos nossos irrogo* de Hio Grande
do Norte.
Nesla qaadra lerrivel muilo deveu esla provincia
aos Exms. Srt. mioislro do imperio e presidente da
provincia da Baha, pela promplidAo e desvelo
O numertrdos olidos suba, como veris do map-
pa numero, elevada cifra de 30;000 ; quinta parte
da populaco atlribuida aos municipios, que foram
alio, lados do mal.
Se exaclo fosse que a popularan desles municipios
nao exceda de 1.50:000, graude diderenra dar-se-lua
na mesma popularAo, entretanto que iformam-me
pessoas desses lugares, que as feiras continuara a ser
concorridas como d'anles, eque nenhuma dillereura
sensivcl se nota.
Alguns ralculam a popularn .desla provincia em
perlo de 300:000 almas, o que nAo me parece mudo
errado.
Alguma cousa prelendo tcnlar, alini de conseguir
dados mais exactos dn que ale aqu.
Illuminunw publica.
Tendo-se terminado em 30 de abril nllimo o con-
Iralo que exisba para a illuminacAo publica desta
cidade, e apreseulando os prctendentes preros de-
masiadamente elevados, que nenhuma proporrao
goardavaiu com o serviro que prestava a Ilumina-
io, que era pessima, resolv suspender por algum
tempo esle serviju, com cxceprilo dos lampeos de
palacio, quarleis e cadeia.
Esta ii-olm.o porem nAo he definitiva, e logo
ie os licitantes se tornem mais razoaveis nAo
duvidarci conlralar a illuminaraa de loda a ci-
dade.
Obras publica
A historia das obras publicas nesla provincia he
triste ; depois de mullos deependioa de nao peque-
naa tomatas, nao leiuos um nico edificio, que mo- '
re^a tal nome ; e as obras, cuja conclusAo lem-so
conseguido, sao laes, que realmente anles nunca li-
vessem sido comer^adas.
A falla de peisoas professionaes e inlelligenles,
que informen) a respeilo, he a causa principal des-
se mal. aconlecendo que as obras dirigidas pelos
intitulados engenheiros, que a provincia (em (ido,
sao as peiores.
^ Hoje neiihumengeuheiro existe contratado na r?o-
vucia, nao o lenho solicitado do goveruo imperial,
nem osolicito de vos, receioso que conliuae apezar
suhre ella o mao fado, que al agura tem a perse-
guido.
Entretanto cumpre confessar que a' falla de pes-
soas competentemente habilitadas se deve oestarem
algumas obras parausadas, e muilas o nao lerem si-
do emprchendidas.
Urna estrada que ligue esla capilal aos municipios
de Arca, Bananeiras, e Independencia, he urna das
necessidades maisvilaes da proviucia,linas para dar-
Ihe cometo essencial he preciso urna planta ;e quem
a levantara''!
Ja despeiideu-se nAo pouco com urna estrada para
a Ara, o qoe he fcilo della '!
O que he fcito da estrada de Pedras de Fogo 1
Coiicluio-se o anno passado a ponte sobre o ria-
cho, que alravessa a cidade de Mamanguape, de que
vos fallanm meus antecessores; com ella gaslou-se
a quaulia de 5008570 reis, entretanto consla-me que
acba-se arruinada, sem que nunca se livesse presta-
do ao tran-itu publico pela sua desmedida altara e
grande declive.
E com quasi semelhantes imperfeicet e deleito
lodas as de mais obras. Coucebo lodas as diflicul-
dades, que enconlraram meus antecessores, dtflicul-
dades, em quo igualmente me vejo, sendo que para
obvia-las nem sempre acho remedio.
O tempo invernoso e o apparecimenlo da epide-
mia obstaran) a que us primeiros mezes do anno
correle tralasse das obras, que estavam comecadas ;
logo porem que estes molivos desapaprecerain tralei
de po-las era andamento.
Irci dando-vos conla do que tenho sobre ellas de-
liberado.
OBRAS GEBAES.
Caes do Varadouro.
Depois de grandes delougas declaron-me ullim.m-
pra pela tianlia de 1:M)Oc000 rs. pagaveis em duas
.'fesuc/ies.
Como a casa seja de sobrado, c o andar lerreo pos-
sa bem servir para uina pequea casa de delenrAo,
leociono mauda-lo preparar com esse deslino, para
o que j ordeuci que se fize.se o orcuuenlo respec-
tivo.
ijuarlel de poliria.
Ainearanilo ruina parle do quailel de polica, que
anda se arha por acabar, niaudei proceder ans repa-
ros neeeasarios, com oque despendeu-se a soinraa de
rs. '.1851211.
Ja lena ordenado a conclusAo do edificio, se nAo
dependessc|de vosa aulorisarAoparaa conslruccao da
cavallarica, de que vos fallei, e que deve lcar con-
tigua a elle ; logo porem que resolverdes esle nego-
cio Iralarei de lerniina-lo.
f'oitlc de Mamanyuape.
Esla obra, cujo plano de cmiclrucro foi pessi-
mo. arha-ie quasi inulilisada, como ja vos diste.
Para prcslar-se ao Irausito publico, preciso sera,
ou que seja demolida e de novo regularmente cons-
truida, que se laca grandes aterro-, cujo nivel supe-
rior ao das casas vizinhas lera de prejudica-las.
I.adeiras de Manema e de 'Jabalu.
O n.ao eslado em que se achavara as ladeiras do
Mancina, e do Tahal), ambas da estrada geral que
liga esla cidade an cenlro da provincia, delermina-
ram-rau a mandar reparar una e calcar oulra.
Incurubiram-se deslas obras os dignos eidadflos
Francisco Manoel Carneiro da Cuuha, c Jos Fran-
cisco do Albuquerque MaranliAo ; o que quer dizer
que cedo as (eremos concluidas com a maior eeo-
uomia do< cofres pblicos.
Calcamenlo das ras desla cidade.
Acha-se eucarresada do calramcnlo da ra do
Varadouro urna rommissao cuinpnsla dos negocian-
tes Francisco Ferreira Novaes, Francisco Alves de
Souza Carvalho e Jos da Silva Coelho. Confiado no
zelo e aclividade dos raembros da comm.ssAo, e con-
tando 10111 o auxilio de lodos os proprietarios dessa
ra, espero ve-la em breve em estado de dar transi-
to teguro com pouco ou nciihum dispendio da fazen-
da provincial.
Os reparos das ladeiras das Pedras acham-se la
caigo do diguo lenle coronel Manoel Joaquim de
Oliyeira, que igualmenle preslou-se a este Irabalho.
Em quanlo poder merecer de parliculares o in-
cumbirera-se deslas e de oulras obras seraelhanles,
o ire fazendo, cerlo de que serao levadas a elleitu
com maior promplidAo, c sobre ludo com mais zelo
e eeouomia.
Matrices e teiniterto*.
O deploravel eslado m que eslAo quasi todas as
malrizes da provincia, exige que dellas se cuide, sob
peua de raudas de nossas villas lcarem sem ler onde
se relebrem os actos de nossa santa religiAo.
Pretende fazer continuar as de Pilar, Bananeiras
e Cabaceiras, c reparar aquellas, que exigirem mais
promplo soccorro.
Os cemiterios nao exigen) menos do que as ma-
lrizes. Por occasiAo do cholera ordeuei aos vigarios,
impetrada a compleme licenra do Bvm. Sr. bispo,
que immediatamente Iralassem de construir cemite-
rios era lodos os povoados de suas freguezns, o que
com elleilo fizeram, ralo pudenda porem po-los era
eslado decente por falla de recursos pecuniarios.
Para Souza mandei a quaulia de :lOO5lK)0 res,rom
a qual deu-se principio a obra, que espero sera cou-
cluida com o produelo de urna subicripcAo agen-
ciada pelo digno vigario, e com urna qoota dada
pela cmara municipal.
Para Plane, Porabal, Calle, Palos, Alagoa Nova
e Pilar cunsgnei igualmenle algumas quantiat ; nao
me consla porem qual o eslado em que se acham.
Em Bananeiras e Cabaceiras informam-me que al-
guma cousa se fez, devido aos esfor^ot do juiz muni-
cipal no primeiro termo e delegado no segundo.
O de Sania Bila qoe principou a servir a esfor-
cos e dispendio do honrado proprielario da freguezia,
padre Francisco Piulo Pessoa, vai ser concluido,
continuando ainda a cuidado do mesmo propriela-
rio.
Todos os demais lugares precisara que se (rale do
obra (o iraprtan(e, o que irei fazendo ua propr-
cAo dos recursos da provincia.
Thealro pubtco.
Julgu conveniente que resolvendo sobre o destino
que deve ter a casa apenas comerada para o thea-
lio, c que exposla ao tempo vai-se deteriorando, au-
toriseis a presidencia a fazer dalla a applicurAo, que
entenderdes mais conteniente s necessidades do
serviro publicr .-' 'I5 ""-resses da fa^euda ; alim de
que no prior 'P10 da proima eslajAo secca possa isto
ler lugar.
Edifirt Vara a admi ^racaq d- rejulus.
innua o colre da provincia subrecarregado eo"m
essivo aluguel di casa, era que IrabalBa .1 sua
rlicAo fiscal ; nao leudo al hoje usado da au-
acao, que concedesles i presidencia pelo S 2. do
.tgo 11 da le numero 30 de 4 de dezembro do
no passado. i,e parecer vantajoaa a per-
qu a aoccorreram: a elles pois uossos agradecimen-1 le o eontratador d?. obra do caes do Varadouro que
eslava concluida a parle que se obrigara a fazer.
i letei ininei, na ronforinidadc do contrato, a Ihcsou-
raria que mandasse examinar a obra alim de ver se
podia ser acceda.
Un diilin endo a necessidade urgente que ha da
cnnlinuarAo docaes, nao lano para mbellczamenln,
le distribuirn, nomeei cm cada como para seguranca dn porlo, represenlei ao Exm.
ministro do imperio, pediudo para esle lira quota
lo
Cabo ainda commanicar-vos que sua mageslade o
Imperador se dignou mandar dar de seu bolsit.ho
a quaulia (1. KX103000 rei- para ser distribuida pe-
las familias pobres dos que fallecern) da epide-
mia.
municipio urna commissao de tres mcmhrns d'en-
Ire as pessoas mais gradas, c que melhor podessem
cumprir as palernacs intenres do imperial doa-
dor.
Sania casa de misericordia.
Hospital.
O hospital de caridade a cargo da Sania Casa, ni-
co cslabelecimeulo desla nalurcza existente na pro-
vincia, acha-se em estado de ruina e bem longo de
preeucher o lim de lao pa inslituifAo.
Exislindo ainda em caixa o reslo da suhscripr/io,
quo em 1851 fura agenciada pelo Exm. presidente
llr. JoAo Captslrano Bandeira de Mello, delermiuc
no romero do anuo correnle ao provedor da Saula
Casa,qoe lizesse orear os coucerlos, ile que careca o
hospital, para se dar iramediatamenle principio a
elles.
sullicieulo.
Hospital regimcntal.
Sabis lo estado em que se acha esla obra : em Ja-
neiro ultimo mandei proceder a arremalarAo do Ic-
v.inl.miento do restante das paredes e da factura
da colon la, mas os licitantes que se apresenlarara
nao inspiraran) a. necessaria confianza ; palo que
licou ella parada ale que em maiu ordenei conli-
nuasse por adminislracAo, o que se fez at os alli
rnos diat de julho, em que foi coulralada a sua con-
clusAo com Antonio Polari.
Por essa occasiao appareccram oulros prelenden-
les e cutre esles un) que se obrigava a fazer a obra
com as mesmas condires, que qualquer oulro, of-
ferecendo o abate de dout coulos de res. Itejeilei
eslas proposlas, viudo a do abale de dous conlos de
\ epidemia porm e mais tarde o fallecimenlo do 1 reis convencerme anda mais da carencia de habili-
mesiuo provedor obstaran) a realisarao desle inten-
to, que julgaei conveniente confiar ao zelo e dedica-
rAo caridosa da nova mesa, apezar de recoobeccr na
anliga a capacidade para isto sufiicienle.
Com elfeilo logo depois de Horneada foi uin dos
seus primeiros cuidados collocar o hospital cm esta-
do de prestar a ulilidade, a que be desuado ; o
que esl averiguado sera impossivel obler com os re-
cursos proprios e com o resto da referida tul. 1 ip-
co.
Em consequencia lembro-vos a necessidade do
consignardes urna quola para auxilio das ditas obras,
afim de serem ellas levadas a elleilo (o prorapla e
complelamenlc como convem.
Brevemente vos serfl apresenlados os respectivos
lacoes 110 prop.nenie.
Segando o contrato deve eslar iuleiramente promli-
ta a obra em dez mezes.
Obras provinciaes.
Cadeia desla cidade.
Ainda nao esl concluida a ultima -erc.io contra-
tada com Antonio Polari.
Ileconhecendo que era de urgenlc necessidade a
conclusAo de semelhaute obra, conlralei igualmente
em dias passadns com Francisca Soares da Silva Re-
tumba, a inicua linalisaro della.
O contrato vos sera aprescnlado e por elle ficarcis
ao faci das condi^ocs com que foi ellecluado.
Como de coslume, appareceram prclcndenles que
plase orramenlo ; e enlo melhor poderets deler- se ncumbissem da obra por lodo o prego, e que so-
' bre ludo exigiam que fosse ella a praca.
Convencido de que o mais baixo prco nAn he o
garanle da perfeirAo Ha obra, e allendendo a urgen-
te neressidade que hivia de po-la em estado de ser-
vir, c mais que ludo a maneira porque o referido
Kclumha (era rumprido varios contratos de obras
fetas com parliculares, nAo hesitare! por um sn ins-
lantr em dar-lhe a pro lerenda, ainda porpreco mais
elevado.
Cadeia de Mamanguape.
Temi o coronel Joao Valentn) l'eixolo de]Vas-
concellos me remellido um ornamento que por
delermiuacAo minha mandara proceder para conclu
ruinar o quantum.
Me parece atentado invocar a vosa piedad* cm
favor dos pobres, que -ao tratados na Santa Casa,
o quaes antes de ludo precisdin de um edificio com-
mudo e com as condicres de boa hygienc.
Afim de facilitar os trabalhos.remuvi para o andar
superior da cadeia a enfermara dos presos que alli
se achava eslahelecida.
Era o decurso do ultimo anno compromissal cli-
veraiu em Iratamenlo no hospital 182 doenles ; dos
quaes sahirarad50, fallecerara 29 e exislem 3.
/re/a.
Intil he qoe vot diga qual o eslado .la igreja da
I 1 ll---- ......-........ .............. .... ,-.- -- ..^,.. .-..a-., ;a ,,rj,i i,, c|l'i e 1 1III lio r.lO llllllll.l MldUUdr.l pTOCVUVr U^VU COIlCIU-
hord.na a. i '-"""I* do* riea,que Iros- S.nlaCasa de Misericordia, quando pela le n. 12 de \ sao da cadeia de Mamanguape, nomeei urna cora-
bordando ile scus laiiosj innnodaram as vaneas visi-
n i, llenando nellas cm sua retirada grandes focos
miasmticos. Qualquer porem que fosse a razo. o
tacto foi esse, eonlrilmindo defarle para que us re-.
cursos nao pude-seiu chesar a lodos os p ralos no
momcnlu desejado.
Desde esse dia | 25 de fevereiro- al 1.- de abril
era de partir coracAu ver as deagracas, por que
paaton a provincia da Parahiba. Familias, povpa-
cr.es, villas quasi inteiras foram arrazadas, e a cada
momento reeebia cu noticias de toda a proviucia
sempre peiores e nm esperanra que o mal de-
eunatse.
Da Mamanguape, pilar, o Cruz dn Espirito Sanio
rol donde primeiro me ehegram partlcipa{oes.
Para a Cruz do Espira Sanio liz parlir logo o aca-
dmico Ahdon Felinto Alilauez, que alli preslou-se
por alenns dial, ale que alaeido do mal quasi veio
a pagar rnm a vida 09 s?rvicos qne preclara, Com
a sua dneasa coincidi iufelizmenle a do bacharel
s >ie novembro do ani
lurisaiiilo esla preside
dous a Ires conlos de
As mesillas causas, q
pila!, tem obstado a,
espero lera lugar bi
pastado o recnnherestfs, au-
i despender a quaulia de
com os reparos precisos.
demoraran) a obra do hos-
urao da referida le, o que
cute.
ilerin.
Su em julho passadqaoi possivel entregara Sania
(.asa o remitirlo ilesla'oapital, na cnnforiiiiGde da
lei n. :;.! de ile ile/.eUbro de 1855 ; e ainda a epi-
demia occasionou esla'demora.
Previ que grandes de'pczas serian) nece-saris pa-
inis'o rompnsla do referido coronel e dos cidadaet
Francisco Bicardo Cavalcanlo de Alboqaerqne, o
Manoel (ioncalves de Alhuquerqoe e Silva, cocar-
regada de sob a base do dito orramenlo conlralar a
factura e conrliiAo da obra, ao que eom effeilo pro-
cedeu imraedialamenle cora o zelo que era de espe-
rar.
Foi coulralada a obra com Jos Hoque de Vasron-
cellos, pela quaulia de rs. 1:55O|00O, devendo estar
prompla al dezemhro prximo.
Cadeia de Campia.
\ casa que na Villa de Campia servia de cadeia,
ra occorrer as exigencias da morlalidade, e rom I que eslava" de ha muilo abandonada pelo seu eslado
elleilo os fados vieram corroborar aa rainhas previ- i de ruina, recebeu ltimamente alguns concert no
valor de :IO3000 rs. : consla-me que hoje presla-se
sues.
llevo dizer-vos que alguma repugnancia leve a
mesa da Sania Cata em acedar a adrainislracao do
cemilerio, \isto como, longe de ser um beneficio, he
um p.- i i., orui. que lanra le sobre ella, se acaso
nao lhe derdes remedio com a reforma du reguia-
sofTrivelroenle a exigencias do servicia.
Cadeia de rea.
Fizeram-se alguna reparos de que mais careca, o
8seinu-se por occasio do cholera ; jmporlaram ai
despezas ein 83-Mfe a.
para a adminislracAo de ren-
au.,1.,. ._ "para se aproveilado pe<-cisf
ji iiiiciramenle demolido, e que se faca pr.watmm-
3 o caes a margen) do rio. V V^
| Parece-me que aulorisaudo a prVffiencia a alie-
nar essas ruinas e mais a casa da alfandega velha,
Xonsullareis os inleresses da fazenda. Com o produe-
lo da yenda, ou por troca, poder-so-ha obter um edi-
ficio que sirva para a referida repartirlo da fazenda,
e que uAo exiga as de-pc/.as que a conliunacAo do
que esl comecadn ha de Irazer.
-Idininislracao de rendas.
A reforma desta repartirlo lorna-se cada dia mais
necessaria. Tenho ja lanrado os respectivos regnla-
menios, e com quanlo acredite que o accrescimo de
despeza, que nAo exceder de dous contot de reis,
ser compensado com a melhor fiscalisarAo dos di-
nbeiros da provincia, grave embararo siulo em po-
los iramediatamenle em execurAo.
O pessoal que actualmente "serve ua adminislra-
jAo de rendas, com algumas excepcei, nAo preen-
che as necessidades do servico, coulempla-lo na nova
orgauisarAo he iuulilisar a reforma, e as despezas,
que ella Irara ; exclui-lo he lalvez tirar os meios de
subsistencia a hmeos, qoe dados a vida de empre-
gados pblicos, lem-se inaliliado para ganha-la por
oulros maios.
Minio -ao os prelendenlet aos novos lugares, mas
infelizmente poneos sAo os que lem at habilacei
precisas. Mamlei-os admitlir como pralicantes sem
vencimenlos, afim nAo s de ot ir habilitando -orno
para que podesse fazer urna melhor eset' mas
nem odesejode merece-la, nem o eslr lo que
d'elles devia esperar.lem-os feilo dedirar-se ao eslu-
do e Irabalho, raros sendo ns que lem atsidoidade, e
rarssimo o que lem aproveiladu.
Prelendo em consequencia do que deixo dito, por
provisoriamente em execucAo a reforma ; allender i
maneira porque faz-se o Irabalho e as habilitaces,
quo cada um for aprescrilando, aloque em Janeiro
prximo possa definitivamente orgniiisa-la.
I-aicnda provincial.
Keceila.
A recoda provincial reali-ad.i no anno de 1855 su-
bi a res 25:8t)'.lsi72. A dos ltimos aunos desde
1851, fui :
Em 1851 .... l74c68Sg723
I8SS. 183:5213110
1853 .... 100:98t>52 i"
1851 .... 229KM0I87S
Como vedes lem progresivamente augmeolado lo-
dos os anuos a receila provincial, o qoe por cerlo he
assas lisongeiro, pois por ah se v que o augmento
nAo he devido a causas passageiras, c sim ao cresci-
menlo da produrcAo e das riquezas da provincia.
O primeiro semestre do correnle anno, melade do
qual foi absorvido pelos eslragos da lerrivel epidemia,
aprsenla um resudado animador, coro quanlo me-
nor que o do primeiro semestre de 1855 era ris
9:l9!357fi.
Monta a receila desle primeiro semestre em reis
123:0.13119.
^as diversas cifras qac vos leuho aprescnlado, nao
incluo ns saldos que de mis aunos passam para ou-
lras ; esles saldos sAo :
De 1850 a 1851 2i:i923b42
1851 a 1853 42:4183810
1852 a 1853 37:05>>494
1833 a IK-51 42:1.5431 3
1854 a 1855 (>1:4i5S84
1855 a 1856 51:26:13108
os quaes somiuados ao produelo das receila piopiia-
mente dilas dao ao auno de
1851 199:1789365
1852. 225:9725980
1853. 228:0113711
1854 .... 371:234*135
1855. 307:3113-556
l'icmetlrel&G. 171:3143527
Despeza.
A despeza realisada no anuo de 1855 fui de reis
2>f:05l5l 18, excedendo a despeza orrada em reis
19ill(3ll6, e a receila cobrada cm 10:1813676
reis.
A despeza realisada no primeiro semestre do cor-
renle anuo subi a reis 115:9053918, n qual, apezar
das grndes despezas resudantes do cholera, licou
quem da receila cobrada em res 7:1453171.
Dicida rtica e passica.
Do relaloro do digno inspector da adminislracAo
de rendas, que vos ser presenle.vereis que a divida
activa monla em ris 22:5923552, e a natsiva a'
2:3*63170. ......
.Igenciat fiscaes.
A agencia fiscal na cidade do Hecdc continua re-
gularmente, mostrando-se o agente muilo zeloso pe-
los inleresses da provincia.
Sen rendimeiiln, porem, vai em consiente dimi-
nuirlo, sendo causa dislo na opini.io do iospeclor da
adminislracAo de rendas, o allluir para o mercado
desla cidade desde os principios de 1851 os gneros
da provincia, qae d'anles proruravam de preferen-
cia o de Pernambnco.
O rendimenlo do anno nllimo foi de ris.....
15:1028361, cifra inferior a de 1851 em ris.....
1:2623211, c a de 1853 em .1:1283629.
No primeiro semestre do anno correnle prodozio
esla agencia a somma de 1:717-1:11 rs. ; para esla
diminuirn l.lo ..can le deveu ignalmentaironcorrer
a epidemia, por qnanlo pelo mappa respetivo v-te
que nos mezes de marro eabril diminuirn) sensivel-
mente as entradas.
A agencia dn Aracaly he antilhete da do Re-
sife.
Na ultima le do ornamento autorWasles a presi-
dencia a reformar esla agencia : a primeira reforma
Uva bu pessoal, que nao podia. ser peior.e essa foi
salisfeita em jaolio com a uomeitAo de oovo a-
genle.
He de esperar que o novo Horneado teja melhor
que o ileinitli'lo.ique nada fazia.
Co!ieclr*a.
Com quanto a renda arrecadada pelas colleclorias
em o ultimo anuo seja a maior que leuha havido na
provincia, e monle a ris 20:380l399, be forja con*
fetsar que ellas anda eslAo muilo longe de bem cum-
prir os sem deveres, e para isso basta olhar par os
diiL nuiles rendimenloi do mesmo imposto nos drde-
renles airaos.
Inspecrao do algodao.
Entraran! em 1855", 48,973 saccas com 300,669 S
e 26 libras.
Km 1851. 27,633
1852 31402
1853 27,4.58
1854 21,172
Pi primeiro scmeslre de 1856, 13,225 com 81,556
t) e 16 libras.
Di:imo do gado vacrum e catallar.
A arremalacao dodizimo do gado vaeoume caval -
lar. que no anno passado prodnzio a somma de res
32:1223000. quando em 1854 havia apena alcanca-
do a de 11:1983000, subi no correnle anno aris
:M8b0U0, preco a qne nunca havia chegado.
I'epuis dos direilot de exporlarAo,' he esta a fonte
de renda, que mais tem avulladu, e qoe ira em
culisiante progresso, se a Misericordia Divina con-
tinua a hvrar esla provincia do seu mais horrivel
ininiigiia secca.
Orcamenl'i para anuo de !857.
. -ro,w.,, Para *DU0 d m7 "" orVada em
229:o993lll rs, e a despeza em 22I:286I61 reis.
Pelas tabellas respectivas, que vua serao arrecen-
tadas, apreciareis as razos que houveram para as-
sim urca-las.
ncgulamcntos fiscaes.
Brevemente serAo pi-ttot em execucAo os novos
regulamcntos para a melhor (icaliacao das rendas
da provincia, para cuja cou(eccao aolorisareU esla
presidencia : a conveniencia de po-lo de accordo
com nova orgauisarAo da adminislracAo de rendas,
lera sido a causa desla demora.
Fazenda geral.
.Ahm de melhor poderdes apreciar a riqueza e
commerciu da piovincia, requisilei do digno inspec-
tor da Ihesouraria de fazenda alguns dados sobie o
valor das imporlares e da receila, e sobre a nave-
gado de cabolagem e de longo cario durante os nl-
limo 5 airaos financeiros.
A minha requisirao foi inleirameute salisfeila com
os quadrosns......... que junios a esle encontra-
re;-.
Do quadro n..., veris que a renda geral arreca-
dada no exercicio de 1855 a 1856 montou a somma
de 203:6881692 rs.. e a de 1851 a 1855 mporton
na qu.iuiiu de 160:07:13635 r*., leudo aquelle sobre
esle uni excesso de 13:6153057 rs., que segundo
clculos do honrado inspector da Ihesouraria subir
anda a 59:6153057 rs., com a arrecadarao do se-
mestre addicional que corre al dezembro.
Veris ainda, senhores, no mesmo quadro, a que
me retiro, a cumpararAo das rendat nos ullimo 5
anuos, e acharis qoe somenle a dos 12 mezes que
coinpe o anno financeiro de 1855 a 1856 he mpe-
rior ao lermu medio da doi ltimos 5 exercicio em
50:2883-159 ou 25 por 0|0.
O quadro n.....aprsenla os valores ofliciaes dos
principacs artigo, das mercadorias eslrangeiras im-
portadas ua piovincia, nos ltimos 5 aonos financei-
ros.
Delle conhecereis que o valor da imporlarao es-
Irangeira directa elevou-se em 1855 a T856 a tom-
made Il0:633097n.
Resulla de sua compararan cora a da importaran
do anno financeiro. de 1851 a 1855, um augmento
de 63:3193422 rs. e com a do termo medio da dos 5
aunos anteriores, nina diflerenca para mais de........
54:8335535 reis, ou quaii 50 por 0|n.
Ksle augmento vesivel no commercio directo em
nada prejudicoo a imporlaco de mercadorias des-
pachadas cm Pernambuco, pelo contrario o nomtro
de barcos de cabotagem he superior ao dos aonos
anteriores.
Altendei lamhem.senhores,para o quadro demont-
tralivo da navegaran de grande cabotagem entre esta
e as oulras provincias do imperio, que junto achare
h n...... e coohecereis que no anno financeiro de
1855 a 1856 culraram no nosso porto 302 embarca-
r/ies, rae .lindo 8769 toneladas, contendo 1207 pessoas
de equipagem ; e entretanto que nos ultimo 5 an-
uos o maior foi o de 1852 a 1853 em que apenas ue-
traram 230 embarcares.
Oflcreco-vos mais o quadro da navegacao de lon-
go curso nesla provincia nos ltimos 5 anuos finan-
ceiros, para vos prnvar ainda que'o de 1855 a 1856
em que entraran) 59 embarcac,cs,lotando 21,868 to-
neladas, c com 748 pessnas de equipagem foi supe-
rior aos seus antecessores. Do metmo quadro eons-
U a.sua procedencia e destino que lomaram.
"-------Secretaria da presidencia.
A secrels>ts desta presidencia marcha com regulari-
dade, teos empregados lem as babilitaces lecessa-
rias e seus Irabalhos eslAo em dia.
Ainda nao foi nomeado o archivista, de que Irala
a lei o. 19 do 1.' de julho de 1854, continuando on-
c "regado do archivo o uflicial Aulouio Manoel Bap-
-xTr-T. i " |rCe de reforma,
seudo a principal urna i Wtlior dis. auirSo no traba-
dio. Com a reforma .nAo augmentara a despeza,
nem o numero de erar 'gado.
Peco-vos que aolon.eis a presidencia para (aze-la,
e bem assim para aposentar o 2.* olucial Ignacio de
Souza Gouveia, qoe nfio londo o lempo de servico
eligido pa lei para q aposentadoria, acha-se im-
possibilitado pelo stu estado valetudinario de conti-
nuar a icrvir.
Tendo partido para a crlelo secretario, bacharel
l.mdolplio Jos Correa das Nev, nomeei para subi-
lilui-lo interinamente, o professor do lyeeu Thtmaz
de Aquino Miudllo, que ja por nutras vezes tem
salisfacloriamoole exercido o referido lagar.
. Kslas sAo ai informacSes que neste momento pono
dar-vos ; voasas lazes e patriotismo supprirao u que
nellas fallar.
Cidade da Parahiba 1.- de agosto de 1856.
Antonio da, Costa Pinto Silca.
?M*AUDC0.
t
i

raciN avulsa.
Moto continuo.Qoern se persuadir qne linda
nAo foi descoberlo o molo continuo eogana-ta cir-
ruladameule: (a poca he a dosisreulot). Poitqae!
NAo veem qae elle esl bellamente descebarlo no
alramriiin do sierro da Boa.Vista '.' Vejam bem ta-
se aterro de pedrinhas, pequeninaa, miadinbas, par-
tidinhas, cipalhadinhes, quanlai vezes teem-se re-
lora .lo essa ra? Todos os dias, quasi. Mas de que
serve, ia as pedrinhas, pequeoin'as, miudinbas, par-
lidnhas e espalhadinlias nAo lo socadinhas a bali-
rlinlia-".' Ora, com efleito! Nada mais fcil do que
fazer-se urna obra municipal: o aterro do Aterro,
por exemplo. Gasla-se com a compra das pedras,
gasta-se com o quehrament das pedras, gasla-se
com carregamento das pedras e gastaso com o ei-
palhamenlo das pedras, e.... pontos dias depois
ns pedras eslAo reduzidat a Ierra ; a (erra em p, o p
em lama e a lama la vai para a praia, oa aulet as
pedras, que lano dinheiro cootumiram da pobre. i-
nha muda, da senhora cmara Emquanlo, porm,'
as pedras nAo licam reduzidat a lama, lem lodot es-
tes inconvenientes.
Estropiam ot cavados.
Kslragam os carros.
Magam os crocos.
Machucan) os callos.
(Jue melgueira!
Que Alcrro!
Oue emperr !
tue pedreira !
Os Srs. padres Losla e Custodio Imam noroea-
doscapellAes do exercilo: ambos mereeem lio hon-
rosos despachos.
Anles de honlem (20) pelas 4 horai da tarde,
deu-se um mullirlo enlre um pescador o nm car-
niceiro, no acougue da ribeira de San-Jose: foi o
caso, que indo o pescador comprar uro peso de duas
libras, depois de feilo nAo agradon-se dt>contrape-
so, (commommente us Irainholhos sao xinjudiciaet),
e como nao se agradasse nao quz levar a carne;
meu earniceiro, que o nome lhe baila, quiz mos-
(rar-se um acabadoCliunnada, levanlou da mao, o
lt, praulou urna formidvel tapona nu honesto carao
do hornera-do mar, este, le bem ijue acostumadu ao
enjo e aojogo das ondat, nao se agoentou:
Reviron.
Cambaleoo.
Tonleao.
Mas nAo cahio.
K hnlandn-se logo aos retpeitahiliisimoi babados do
Chnrinada este o/efperou de franqua, com urna
descascadeira de tirar chapeo, e a nao ser um ins-
pector, qae veio desmanchar a merend, passana
de Cluirinada a esqueleto. Foram ambo, presos e
levados a preaenra dn maire policial (o rabdelega-
p/. em liberdade, mandando acrtdilar na deteorao
o earniceiro; este, porm, qoe nao eslava prepara-
do decentemente para lo publica solemnidade, pe-
dio hrenra para ir tomar o falo demingueiro, nada
maisjuslu se na delenrAo houvesse mina; porm o
inspector pouco avisado na arte de dar as gambias,
consentio, e vai senAo quando oChurinada encum-
iiieiiiiiui-se as suas pernal, etpirrou, porm os me-
ninos da roa e os soldados deilaram-lb,e orna linha,
que s na roa das Caraiiceiras lhe foram novamenle
dar cara, e o levaram atsim (Ao impolticamente a
tomar nm assenlo nooronibaJos Srs. Codi-
A proposito.Mnda nao felieiUroos aei ama-
dores dos commodcs, pela chegada dM lioba dos
mnibus do Sr. Claudio, qae com Unto capricho o
gosto, vai not proporcionando lacis o deliciosos
meios de patiarmos commodamcole aos nossos apra-
siveis e amenos arrabaldcs : agora ofezemot, e pe-
dimos aoi proprielario de cochinas, qoe inflaam,
alim de haver enlre nos lambem ama companhia de
lulburis ; daiiam, sem duvida alguma, mais inte
reate ter cm urna cocheira dout ou tres Ivlburis.
alugando-osa mil ris por hora, como no Rio de
Janairo, do oue slugar um carro por dia a dei, nao
se emenda, porm, qoe o carrol deveriam acabar,
porque nao admiltindo nm l\ lburi mais de duas pes-
soas, era de necessidade que hoovettem os carrea
para ai familias, vsteos e pataeos.
Anles de honlem, no atorro da Roa-Villa, um
holeeiro, tendo dtixadot o carro junto a urna por
ta, os cavados, logo que virtm sem viga, larga-
ram-se a lodo|paDou,e grande prejuizo cansaran), %

.
1
0
V
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO

"MUTILADO




01**0 E PEKNAMBCO SIXTA iWk U DE AGSTO j* 186
lalvez abruma desunc, a n.Vi ser um criado dn
Exm. ii.ic.ln do Catniragibe, que corajosamente
acompaohando Da carreira os cavallos, pode esbarra-
los pelos freioi, depois foi coadjavado pelo Jus-
tillo, eropregado da cocheira do Sr. Pasios e mais
011 Iros;
i Compunge na alma, ver a mullidlo de crian-
ras de cor, que lodos os diis chegam do ceotro para
aer vendidas nesla cidade, slo depois que o lerri-
vel cholera assoion esta bella provincia, a poni
de seren estas enancas transportabas a p, em meio
de cargas, e as de tenrn idade at em caasans. Bom
seria que a auloridade competeole eipedisse sita*
ordena aos inipeelores de qu irlcirjo, alim de que
fossem condolidos a sua pre-enra, lodo e quatquer
individuo que entrasse com taes enancas para ven-
der, adro de juilificarem sen direito, pur esse
meio obstar que nao sejam rcduzidos escravidilo
orbaos livres, visto qae nio fallara mu inleticio-
Oidos especuladores.
Consta-nos qae se acha encoslado na agencia
do correio do San-Lourenco da Malta, o Sr. Anto-
nio da Silva l'imeuicl ; por conseguinle enlra e-la
agencia a funecionar regularmente.
No dia 9I do correle apresenlou-se ao Sr. sub-
delegado da Boa Villa o capilo de campo Jos Pa-
tricio, pedindo anxilio para prender um escravo f-
gido, que se ochave, trabalhando uas obras do gym-
ii.nio. U Sr. sabdelegado ordeuou a doua soldados
que aeetopanhissem ao dito capilao de campo : di-
neiram-se a' referida obra, prenderam a Thomaz de
tal, e o conduziram a" casa de deleurjo, nao permil-
tiado o capillo de campo qae o preso se vestase, c
fUgellando-o com mao tratamenlo. Como constasse
logoaoSr. sabdelegado que o preso linha em seu fa-
vor presumpces mu vatios em como nao era escra-
vo, dirieio-se elle immediaUmenre a'casa de delen-
(.ao, maadou soltar a victima, tratando-a muilo bem,
e iadagpu do acontecido, alim de dar as providen-
cias neeessariis. Esle fado encontrara os leitores,
ponco mais ou menos, na parle que a esle respeito
dea o Sr. I)r. chafe de polica a' presidencia. _
Hospital de caridade l'J de agoslo.73 do-
entes.
2073 idem.
. /' amdnhiia.
M O
BEPARTIQAO DA POLICA.
Se,-rolara da polica de l'ernambuco 21 de agoslo
de isiii.
Illm. e Exrn.Sr.I.evo ao cnnliecimenlo do V.
Etc.,qu3 das diflerenles partictpacoes boje recebidas
nesla reparlirao, consla que se deram as seguin-
le* occurreui-ias :
Forana presos : pela subdelegad* da freguezia de
Sanio Amonio, o preto escravo Leonardo, por de-
sorden].
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, Tlio-
maz Jos de Oliveira, por briga.
E pela subJelegacia da freguezia do Pojo da Pa-
nella, o portuguez Joaquim Baplista Rezendo, por
espticamente, e o prelo escravo Jos, por fgido.
Refere o subdelegado da freguezia da Boa-Vista
em ofAcio desla dala, que hontem as 8 horas da ooile
na estrada dos Afilelos, Tora assassinado o portuguez
Jos de Medeiros Amorim, pelo prelo escravo de
nome Luiz, sendo o motivo desta assassinalo haver
o referido Amonro dias anles de sna morle ler chi-
batado ao dito preto, o qual foi logo preso e coulra
elle vai ser instaurado o compleme summaro.
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Kxm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.Uehefe de polica, Dr. Poticarpo Lopcr
de Leo.
ftitmo fre tyctnambto.
AGRICULTURA.
IV.
Da rompaia-j dos terrenos feriis.Daproporrai
iot principio fundamenta* o tolo.Do protes-
to para analysa-los.
No precedente arligo mostramos quantos cram os
elementos fandamentaes dosolo aravel, e qual o pa-
pel qoe cada um delles desempenhava na germina-
cao edeieovolvimeulo das plantas.
Diremos agora em qoe proporcAo cada um destes
elementos deve eutrar em um terreno, e quaes os
meios de conhecer cada um delles, alim de que o
agricaltor possa nao smenle saber o valor produc-
tivo de um dado terreno, como emenda-loe corri-
gir-lhe os vicios por meio da acertada combinarlo
dos seos principios constitutivos.
A areia, a argila ou o calcario, so por si, au po-
den ser a bate de urna boa cultura ; mas pela mis-
tura destas substancias lie que o corrigidos os vicios
de urna pelas qualidades d'outra.
Mas em que proporcDo ou dse entrarlo aquel-
les principios na rnuslituicao de urna bja Ier-
ra ? Os Uvros que Itmos'Uoe.Sfifca da mate-
ria sao todos concordes nenie piiSlo, e"Blm poda
aer de ootra sorle, porque ellos >Ao copias do gran-
de livro da nalareza. Assim, todos os esenplores sao
oniformes as segunde* conrluses:
Priroeira, que he preciso que o terreno lenha cer-
ta quntidade de l,a>k,. areia,c calcreo afim de pos-
sniras qualidades *Jerihdade
Segunda, que a/mial sV^rfp -r,.'H,i MarecenTs
as qoe apre-sentare.qtmotidades quasi iguaes de cada
um daquelles principios; posto que existan), como
excepclo, excellenles trras as quaes se nao encon-
trara a igualdade de proporcao nos Ir elementos
terreo*.
Tercerra, que a ferlilidade diminuc ou torna-se
quasi nolla quando a mistura s aprsenla as pro-
pnedades de urna ou outra das tres substan-
cias.
Hilarla, que a ernendg de urnas pelas nutras ter-
ree, al qoe as tres substancias se eqoilibrem, pro-
duz consideravel economa no emprego dos eslru-
nies, e he iim dos mais vanlajosos meios para abolir
completamente o antigo systema dos pouzios, e for-
mar terreos eminentemente feriis.
Do exposto nao se conclna que a mislura pura, e
simples das tres sabstancias mineraes (argila, areia e
calcario) possa bastad "otaxa boa cultura. He pre-
ciso, j o dissemos, alm destas Ires liases priucipaes
o humus ou trrico, isto he, Struines.
Este* fornecem is plantas, alnas^das materias _; j-
zosas, provenientes da sua denm,posesa lenta e con-
tinua, l.ies como o acido carbnico, rrxlivdrogeno
carbonatado, o amoniaco etc., soceos ou iTtsj_pl,;,,es
aturadas da principios carbonatados e azota
de mais a mais materias salinas, que tem urna at-
rae mu dittincla e inconleslavel sobre a vege- +
tacao.
A combinarlo, pozUnio, da Ierra que se pode lo-
mar cmo modelo, recula por um tetro de aieia,
nutro de carbonato calcreo, e oulro de argila, com
urna duodcima parle, pouco mais ou menos, de
humus oo materias orgnicas decomposlas.
Posto qoe a experiencia de alguna agricultores
Ihes d a possibilidade de distinguir as Ierras fer-
iis pela simples vista, pelo tacto, e al pelo sabor ;
todava s os protestos chimicos sao os nicos que os
podem habilitar para conhecerem, com lexactidao,
quaes os elementos de fecundidade, que faltam em
um terreno da inferior qualidade.
Em lodos og livrosou carsos de agricultura aeha-
i ao os agricultores procossos mais ou meuos exten-
sos para analyse das trras, a d'enlreonlros prefe-
rimos o que he apresenlado pelo Dr. Jos Maria
Grande no seus Elementos de Agricultura, cujo
texlo passamos a dar :
Procesto para analijse das trras. Tomem-
>e de virio* ponto* da superficie do terreno que de-
..lamos examinar, e profundidade de algiins pal-
mus sesaapla oneas de Ierra bem limpa de pedras e
raizes; a, depois de muilo bem eslorroada c mi-tu-
rada, faca-*e seecar ao sol. Ponha-se depois ao fogo
n'un vaso de ferro ate licar em brasa, e remexa-se
conlinuamente al a completa evolurao das suas subs-
tancias combusliveis.
< D do da humillade exponha-se ao ar livre, afim de ab-
sorver, a recuperar a porcao de acido carbnico, que
aotrava na eomposir,ao dos carbonatos, e qae a ac-
;ao do fogo fez volalilisar.
t Passados um na dous dias pese-se a Ierra, e a
diflerenca que houvijr entre o seu peso actual, e o
primitivo, udicar a quaDlidade de humus, ou de
materia orgqnica.que enlrava na sua composi(ao. Se
em vea das aessenla nnras nao se eneontrarem de-
pois da combosiao mais do que 3i; he porque couli-
nha urna decima parle de humus ou trrico.
Depois desta operaran, lancee a trra em um
vaso de vidro, e deile-se-lhe em cima um pouco Me
acido murialico, ou espirito de sal jliluido em viole
vezes oseo volnme d'agua. Se a Ierra Irver carbo-
nato* logo se manifestar urna grande efervescencia
acompanhada de espumas. Kemcha-se entao o de-
posito terreo al cessarem de apparecer bolbas na su-
perficie do liquido, que por fin se tornara' transpa-
rente.
Scpare-te em seguida o liquido do deposito ler-
ieo, qoe se pesar depois de secco. Esta seguuda
diflerenca de peso exprime a quanlidade de carbo-
nates (quasi sempr* carbonatos de cal), que a tena
rnnlinha, os qoaessendo atacados pelo acido muria-
lico. ou hydrochlorico fnram decomposloa, ficando
livre o acido carbnico, que se evolvera. Supponha-
mosquenaoseobtenham mais do que 38 onras de
peen, he porque a Ierra ecnliolia 1 oncu ou"quasi
urna ierra parle de carbonato de cal.
'.!JLancen?-5e bnalmeiilo estas 38 oneas de trra
H" V,dr c,,,i0 i'^tti'' c reme'cl,am-se al
iirarem bem suspensas no liqoidn deixem-sc do-
pf {.,!S;,rr,vs,rrt
ra conl.nha, a qual ao.pensa no li.|uido foiToara, i
;ira:ob^-=^S?
era a qoanl.dad, da areia e tf) onras a quinUdad
Ha argila, r-ullando porla,,| de-,odas estas opera-
res que as M^e,. de terra con|illIlanl "I*
_>i) ouras de argila.
Ib de carbonato de tal e ootros saes.
(> de hornos.
18 de slice.
Esle processo com quinto nao dos indique as
pequmissimas quanl.dades de ,utr .obstancias que
*Sle3i ? ""I""" nacom<""iao da,ler?as,
como sao cerlos xidos metlico, riolassa a nd-i
ate; he lodavia sulciente p.ra qoe feu .Tv'.dor col
beca .Miare e compreso do seu solo, qoe nilo
ao sensivelmenle aUeradas por estas mtmm sabs-
MHKI
O JgrUola.
<0rcc3p0tti>citcttt0.
Goianoa 12 de agoalo.
0 Sr. delgalo Antonio Francisco Pereirae a* elei-
coes de Goianna.
T*m propalado o Sr. Auloniu Francisco, que lia
ni comarca de Goianna um partido, que faz guerra
ao goveroo, smenle como lim de desmoralisar, no
cooceilo do m-.ni i governo. os hriosos lilbos de
1 i ai a una, que s nao querem jungir ao carro do Sr.
Autonio Francisco, e que pugnam al o ultimo ex-
tremo pela diguidade de sua comarca ; mas o Sr.
Antonio Francisco vai errado em seus clculos, por-
que o goveroo, bem convencido esta, que n,lo ha
quem Ihe faca opposicao nesla comarca ; os que
nao coucordam com a forma administrativa, eslao
mudos sobre essesea |iuiisainen(o, o governo se nao
arreceie, nem deve recriar por csse lado; o que que-
rem os (ioiiuiii-n -i briosos, a maioria dos proprie-
larios da comarca Iip, que na primeira eleieao por
circuios, se Ihe consiula levar ao seiojda representa-
ran nacional, um lilho sen ; nao, he o qne nao con-
vm ao S'. Anlonio Francisco, que suppoo poder
dispr .1 *,-,.in ,re le tioaiiuacomo urna feitoria sua !
Engana-se, Sr. coronel, a honra e a digmdadc da co-
marca sera susiculada a todo transe, em trente mes-
mo de suas cohortes de inspectores.
.Essas phalanges de lila verde e amarella. eompre-
henderao em lempo o seu dever, elle* saberao des-
prezar as falsas promessas que Ihe s.lo Teitas, lem-
brar-se-ho que seinpre liveram na assembla nacio-
nal um represoiilanlc lilho seu, c jamis poslergarao
esse inveterado direito.
Se o Sr. Amonio Francisco livesse visto a luz do
da nesla Ierra, que Uto bem o Icinagazalbado, e lan-
o o tem enriquecido, rerouheceria qual o dever e o
amor para o torran que nal vio iinscer.
O Sr. Antonio Francisco he traidor ao governo de
S. M. o Imperador, e como lal deve ser responsabi-
lisado ; he traidor ao governo da provincia, e por
conspguinle deve ser apeado do cargo de delegado de
polica.
Kecnmmendando constaulemente o ministerio a li-
berdade de voto, e S. Exc. o Sr. Sergio Teixeira, di-
millindo alguna delegados de comarcas, para Ihes ti-
rar a influencia policial, de qoe estes se poderiam
servir, para, de viva forca, disporem das eleires ;
o Sr. Antonio Francisco, nao respeilando as ordens,
que ni mmenle Ihe sao dirigidas, ahusaudn do po-
der de que se acha reveslido.sseserve'da polica para
negociar as eleiefies, filando promessas a uns, ins-
pectores nutras, ollereccndo perdao aos crimino-
sos, que se Ihe quizerem associar, dizcndoqiie elle he
o poder moderador da comarca, do mancira que te-
mos o Sr. D. Pedro II no Rio de Janeiro, e o Sr.
Anlonio Francisco em Goianna .Mas o que ha de
fazer un ignorante de tal nalnrcza, senao commelter
errosde ludas as qualidades ? Temo arrojo dedizer,
qoe ha de vencer as eleires forja de dinheiro, e
com o terror da policia Puis bem, Sr. Antonio
Franei>co, o seo dinheiro nao ebega para supplanlar
os lirios e honra dosverdadciros^oiannislas, que prc-
lerem os marlyros da sua polica,e a mesma morle
ao ludibrio da sua patria.
A omnipotencia de V. S. apenas aterrar a' algiins
incautos ; mas um momento havera, em que tile-,
seulindo os aguillies dn dever, fusligarao o seo
fro coradlo, cnlao lampejando ch.immas de patrio-
tismo, repellirao essas afames olTertas, so dignas de
almas vis, e daquelles que adoram mais depressa ()
a esse metal reluzenle, do que ao proprio Dos.
Pergunlar sem duvida Y. S., se nao Ihe sera' li-
cito pleitear as eleices, se na he cidadao como os
ootros'.' Ao que respondemos que sim; V. S. pode c
deve pleitear as eleires ; mas com a forja da po-
lica, nao, nao ; he prohibido pela le ; essa forca sii
Ihe foi dada para manler a ordeme casligar o crme;
porm parece, que se V. S. nao he connivente com os
criminosos, lein-lhes mailo respeito, e pjo fado,
nao deve oceupar o lugar de policiador.
Se julgar necessario fados para provar essa pro-
posicao, e os quizer que refira, basla accenar-
nos, que mis lli'os apoularemos. Mas como V. S.
ha de ponir o crime, se V. S. be o primeiro em in-
fringir as leis do paiz '.' Para se tirar da guarda na-
cional um soldado, alim de oceupar esle o lugar dr
inspector, be necessario dar-so parle ao governo, e
esle por intermedio do commandante superior, mau-
dar dispensar o guarda do servir ; V. S. nesles l
das, lem nomeado lilvez mais do fMMJ inspectores ua
comarca, c o presidente ja' foi ouvido a lal respeito I
Nao, porque V. S., lendo adquirido a fama de bom,
s obra pelo sen man iuslinclo, e tem para si, que
deve ir seu caminho, sem que alguem Ihe ponha em-
baraco.
Ja o temos sofTrido bastante, agora he preciso de-
nunciar-se ao publico os seus mos feitos. Que V.
S. qoeira governar a' sua vonla bem, porque isso lie propried0dc sua ; nas dirigir
um povo com astucias misera\eis, estralegjas mes-
quinhas, e mema ridiculas^ nao be pnssiw. Oo.
V. S. se ligara ao povo que eila'sub sua administra-
do, ou minara' por um caminho falseado, qoe o
conduzira' t! precipicios infalliveis. De balde tenta-
ra' V. S. impor a' comarca do a' ella estranho, porque esse brioso povo unido,
Ihe oppora' una b.irreira inveiicivul, qoe, como em
IS'c, .i tara' larde recuar, e eucerrar-se em seu eu-
iien'io.
| f)s goiannistas f.irao ri\ver 'lSmTMSmMU0^iL
-ntao reconliecera'y*Vr-e)aVs)*mP r^iotTeanip^ro
: lerauo, Jivre e imfepcndaute. He esto o pensa-
n.enlo, a expressa .. o scnlimeolo dos goiaouislas.
que nao descouhecem os deveres de honra e do sua
dignidade ; e que eslao disposlos a disputar contra
as aguerridas phalanges de V. S. a liberdade de vo-
tar.
Continuaremos.
O vclho goiannista.
O Sr. Joaquim Lucio Montoiro da
Franca-
Approximando-se o dia era que lem de se eleger
os ni os vereadores, que bao de compor a cmara
municipal do municipio do Recife, dia em que exer-
cendo um direilo de soberana, lem o povo da de-
por as urnas'uma lisia daiuelles qae melhores af-
feiriiss Ihe merecem, nao lie por carta fra de pro-
posito que vendamos gur meio destas linhas lem-
brar o Illm. Sr. lenenle-coronel Joaquim Lucio
Monleiro da Franca, cujo menlo he inconleslavel e
por lodos coohecido.
Apresenlando esle Sr. candidatura da cmara
municipal, seriamos em demasa ociosos seo recom-
roendassemos ao partido saquarema, fazeudo aqui
urna resenta de seus servidos ao inesrao ; nao o fa-
remos. pur cerlo, vislo que, alm disto, o nome do
Sr. r.' -a heassas conliecido desse partido, do que
he um i' -limosos membros.
He.po. 'ie perlence a polilica decahi-
dj, a quem le.. ede quem ora pedimos o
vol para lao dig.. ao, Irazen lo-lhe a memo-
ria, que mais de uiu beral comprometlido nessa
rcvolla estril, em que foi sacrificada a vida do ho-
mem mais emineiile do partido praieiro, encontrou
abrigo e protecro no Sr. Franca, que alheio cer-
tas miserias de partidos, e generoso, so via diante
desi ne migo, aoqual convinha debellar, mas um Pcrnam-
bucano victima da sua ba-fc a da adlicsao a seus
principios.
Do balalhan de guarda naeionil, que entao com-
maudava o Sr. Franca, conbeccinos mais de um
guarda que disto foram testemuuhas, e cuja lem-
branca anda cao foi olvidada.
lie, pois, esse nobre procedimenlo entre mil ou-
tros da vida do honrado cavalleiro, que senivela
com todos, que nos conhecc em todas as pocas,
que escolhemos para relevo de suas eminentes qua-
lidades, e recommenda-lo sem distinci-ao de parti-
do ao sulfragio do povo, que sempre o encentra be-
nigno c generoso, quando o solicita.
Recife 21 de agosto de 18.">(.
M. F. de M.
.1 i VOl-.i, \.
Rendimento do dia 1 i 20 ,
I Itm do dia 21......
25.:847|0e6
18:2679538
27i:lli;l,Ji
Descarregam hoje 22 de agosto.
Galera inglezaStraphinamercadorias.
Brigue iuglez/(riiamuferro aeirvlo.
Patacho inglezlllondepecas do ferro.
Brgue brasilairoBtperaneacharutos.
GUNSULAUO GERAL.
Kendimantn do da 1 a 20 21:31 I9I7
dem do dia 21....... 2798922
21:5919869
L'IVEKSAS PROVINCIAS.
Kendimenln do dia I a "0 76J870
dem do di 21........ 689101
8321974
DESPACHOS DF. EXPORTACAO Pei.A MESA
DO CONSI'I.ADO DESTA t:iDADE NO DIA
2i;0E AGOSTO |>E 1856.
I i-h iBrigue purlugiio/. aEspcrauca*, Amorim Ir-
mos i Companliia, (i pipas, i l|2"dilas c IS bar-
ris com mel.
Buenos-A\rcs por MontevideoBrigue dinamar-
quez .iCourrier, Amorim lrinas A Coinpanbia,
10 pipas com agurdenle.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAM8CO.
Rendimento ,i,i dia 1 a 20 I9:58i73l
dem do dia 21........ 1719998
20.0568729
CONSULADO PRtVINCIAL.
Kendiinenln do dia I a M 30:9585i7
dem do da 21....... 1:6589631
32:6173178
$> CORREIO GERAL.
A pessoa que laurou na caixn da administrado do,
correio urna carta pira os Srs. Mcndes i\ lrmao, re-I
sidcnies no Cear, sem que primeiro paga-so o res-
peilivo pone, queira dirigir-se a mesma rcparlirao,
alim do salisfa/e-lo, e ella poder seguir sen desli'no.
Pela subdelegada da freguezia de Santo A-
ino, fura rccolbido a depos-lo um cavillo easlanho,
que vagava pelas ras da freguezis : quem fr seu
dono Comparec na mesma subdelegada para se Ihe
cutregar.juslilicindo. Subdelegada da Santa An-
tonio 19 de *g.,slo de ISili. O subdelegado, Jos
da f.osla Dnurado.
Pela directora das obras militares se da por
empreitada a factura de dona forros de salas no hus-
pilal regimental, c um no quarlcl de ca>allaria em
-auto Amaro ; e bem assim a de (0 pannos de vi-
draras ua I.* daqucas obras : qoem di-lo se quizer
encarregir, apparera na iua de S. Francisco u. 12.
%}uf>cc% aptbibo.
Ao met collcga e especial amigo Manoel
Imiocenci Pires de Figtieiredo Camar-
go, por occasiao do anni versar io do Da
lamento de sen mui estimado e pregado
pai o Exm. Sr. commendador Vicente
Tlioma/. Pires de FigueiredoCamargo.
Corra ombora leu pranlo, amigo charo,
Nesla dia p'ra ti -empre nefasto ;
L'm bom pai, vero amigo, leu amparo
Nelle perdesle.
Mas te a virlude, a honra, a hooeslidade.
Alma singella, amena c caridosa
O co aculhe sempre com bondade,
0 ceo he delle.
A rrobidade foi seu timbre ua (erra ;
Foi grande, morrea pobre! isto diz ludu !
Itecorda a campa, que seu corpo encerra,
1 ni nome honrado.
Esse nome, n rncu amigo, he leu brazao,
Na nii'iiii- crava-n ; jamis olvides
Nobre bcranra d'um nobre coraran....
Do bom Camargo.
M. F. de Faria h ilho.
21 de agoslo de 1856.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por lj.
a Pnris, 360 rs. por f,
Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, t|2l l.por Aecoes do Banco, 35 0(0 de premio.
A cenes da companhia de lleberibe. 59O00
Acces da rompauliia Peroambucaud ao par.
(i u Clilidadc Publica, 30 por cunto do premio.
% Indemnisadora. 52 por de premio.
da estrada de ferro 50 por 0|oda premio
sobre a entrada, igual a 315111 rail por
lv aeran.
"'ionio ue lellras, de 7 a 9 por 0|0.
(juro.Oneas bespanhulis. .
Moedaa de 6)100 vellos
atoo novas
r. Prala.-Paiaces brasileiros. .
i esos columnarios. .
' nieiicano*. .
289 289500
. IbsOOO
. I69OOO
. 93OOO
. 25000
. 29000
. 1S60
i'4??.0>0 tartitaa.
GOirAHllA TRWSALWTICA
de vapore* sordos_
HE(
n le
SERVIDO
Barca
Genova. .
Turino.....
Viclor Emma
Conde Cavoor.
O vapor GEN
selembro proxin
escalas seguinl
Madrira, l'ern,
dianle as part I
qualqul-r inforrr
Leal Res, agen
rio, ra do Tor
i
UL'LAR PARA O BRASIL.
de vapor a* hlice.
. de 1850 toneladas 300 cavallos.
1K50 n
ISOO ,(
I sao (r
IVA satura de Genova no mea de
o, para o Rio de Janeiro, rom as
MarMllia, Gibraltir, TeneritT,
mbuco e Rabia, esla poca em
dos vapores serao mensaes : para
rala-c com Lemos Jnior i\
cninpanhia, cin seu escrinlo-
. 14.
Baiiia.
A.N
Segu eu'i
I CONFI
arregnmen
r.ita-se coirj,
'"-, na ra
! )
d<
I
Segu em po
cido e veleiro
ler meladcde
com o seu con
Azevedo, ra d
poneos das o patacho nacio-
Csti pw* ler narlc do sen
p* ler p;
pt^nplo: para o resto,
os consignatarios Nova es A
TraTMc)*" > "r'
Compa
ric
t-
icos mas, para a Babia, o bem conbe-
alacho nacional Esperancen, por ja
iu carregamenlo: para o resto Irala-se
igualarlo Antonio Luiz de Oliveira
a Cruz 11. 1.
iliiii Franco-A me-
ta de Vapores
Fraiicezes.
l!l
Espera-se d
por francez flVd/i
Rinde Janeiro
geiros, em cas,
Cruz n. 20.
Havre no dia "> do correle o va-
dnc-Conlois, que seguir para o
com escala pela Baha: para passa-
de L. Lecomle-Ferou C., ra da
Real
quetes
C
utiipaiihia (L> pa-
inglez s a vapor.
Espera-sc a c o f.m do mez um dos vapores da
real cnmpanlnk o qual depois da demora do coslu-
me seguir,, paJ. os por,0, ,, su| BMg,iro,
,A^2,V,,8W,,e' **" Howie&C.
ruado Irapirhe-Novo o. 42.
Para a Bibia segu empoucos dias a veleira
jumaca nacin Castro,,, de primeira marcha, por
lar a ma.or parle da carga prompia ; para o rJslo
h. Cm SU cnos'S"al!'r' Domingos Alves Ma-
theos, ra de Apollo 11. 23.
fcdlkj.
O agente \ icira da Silva faz leilao seita-feira,
SJ do correle, ao meio dia em nonio, em seo ar-
mazem, na ra da Ma.lre-dc-Deos 11. :I2. de diversas
obra* de marci.ieria, sofa's, mesas redondas, conso-
los, cadciras, candeeiros de globo, lanlemas, nm ri-
co piano forte, diversas miudeza-, obras de ooro c
prala, a mais objecloe .|c se acliarem presentes, que
ludo ira em leilo. H
., ? "nJioistra.lorrs da massa fallida de Nuno
Mana de Senas, lem .ie vender em leilau, por au-
U>IWeao do |ulzo ,1o enmmcrcio. logo qoe ultimadas
as respectivas avalian.es. as seguinies .ropridadST
perlencenles a dita massa, aMbar: .es a &
mu predi de qualro andares, silo ua rna do W
".mfiitotla ir, andares, ra do I ima-
nen o )o, fcadllo de dous andares, na roa da
Peobl n. (,, um dito na ra Augusta 1, 2. un. di o
t e 26 nm dito ua ra do Mondego 11. V, um dito
na ra do Amorim n. 15 ; na Casa Korte, osseguin"
Er'i. ? nf! rtraJa u Gordciro (Chacn,, da Gisa
,1 L rt I' d0M ca,as "" minlio do Poco
duas ditas ua Casa Forte n. .V -cis ,|las na ('m,,
a,enm.erreon.Casa Fo'rle : vid" sefX
() Algnm novo Un\*~> destara" essa au aurfero
bezeciu.
9Ct>tdOd a&tottScta
OSr. Joaquina Antonio Gon;-al ves da
Rocha, dtrja^e a esta typorjra'pllia, a
negocio de seu interesse.
.-"" I,'"ci,a-" d ""a "Wi Pira o servico in-
terno de urna casa de pouca familia : a Halar ni cam-
po do Hoapic.o.casa do Dr. Meodes da Cunha
Z ,, d,C "" engcnl, n fr^nezia di Es-
cada, precisa-B de um boinem oaciooal oo cstran-
geiro, mas que seja de bons eosiumes, naga-se bem
quem qu.zer dir.ja-sa ao largo da miuii de San.,;
Antonio casa de um andar n. 2, qae ah achara
com qoem tratar.
- Na fabrica de calcado franeeza, roa da Cruz n.
33, precisa-sede oflkiaes de sapateiro para obras de
seuhora ; prefere-se bomens casados, cujas tnulhe-
res possim dabruar sapatos.
- C^autinuaj-se a dar dinheiro a juro, razoayei,.
com peonorr i na ra das Calradaj n. Iu.
mi mi iilMHa
PEDRAS PRECIOSAS-
Adereeos de lirillianlcs.
diamantas e parolas, pol-
ecir.ts, alAnele, brincos
0 rzalas, boloea r anneii
de difTerentes goslos .ie
diversas pedias ,le valor.
* Conipram, Tendero ou w"
..- Iroram prala, ouro, !,ri-
* Inanles.diamanleseprro- -.
* las, e nudas quaesquer
5 joiasde valor, a dinheiro J
t ou por obras.
I0REIRA & OARTE.
LOJA !li wmti
Ra do Caboga' n. 7.
5.--< !n-i. pur lo-
('.-st)-;v.iorestJa Eu-
ropa asobfi8(ioiiiais
moderno yosu, tan-
to i[y Franca t oito
-s. -, -- -
OGRO EPUATA-
j Adereeos complclos dt
ooro, rneiosdiloi, pnlce
ras, atflnetei, brincos e
. rozelas, cordoes, traare-
lius, mrdilhas, coi rentes
e enfeites para raloaao, e
oulros inultos objeclos ue
noto.
Vpparclhos completos,
de prala, [.ara clin, ban-
.. dejas, salvas, easlifaes,
colheraa de sopa adech,
e mullos outrus objeclos
,. de prala.
i-- : :..
LOTERA DA ru.
de Lisboa, as quaes se veiulem por
pre^o eommodo como eosliimani.
\ ni- ni,---" earrocas para cnduzir trastea *u
maleii.es.por prero commojo: na ra da Alegra di
Boa-Vista n. 12.
Senhoret redactores. Temi de dar o mcu voto
no dia 7 de selembro para vereadores c juizes de paz
da ridade da Victoria, e sendo en apreciador do
mrito, nio pusso deiur de volar nos se^uiulcs se-
nhores:
Pa,a vereadores.
Os lllins. Srs. :
Itvd. vigario francisco \a\ier dos Santos.
TenenU-eorouel Jos Memles Carnairo Lean.
Dr. Pedro liezcrra Pereira de Aranjo Bcllrao.
Capilao Jos Esperidiao Xavier Lima.
Tenenle curouel francisco do Barros Corma do
Queiroz.
Dr. Jo.'io Francisco Cnelho ll.iucnurl.
Reverenda coadjutor Francisco Carreira de Souza
Brauco.
Capilao Anlonio Itulino Alies Corroa.
Coronel Jos Cluudino Leile.
Juizes de pac.
Capilao Zacaras Rodrigues de Suuza.
Joo Eugenio da Trindade.
lenle JuaoAntonio de .Miranda.
Capilao Herma l'linio deBorb.i Civalranli.
I m volante.
V icloria 17 de agoslo de 1856.
^,l ra do Kosarin larga n. 2:. primeiro an-
dar, se fazem vestidos para visitas, halles e cas.iuirn-
tos, ronpas para meninos de an.lins os sexos, c ludu
quaulo perlence a moda e no ultimo gosto de Pans
por precos cninmo.lo!: as scnhoi as quu quizerem po-
derao su dirigir, a' mesma casa qoe acliarao uina se-
nhvra cem quem tratar, assim como se recortam lia-
bados a nieia pataca a vara.
Na ra dn Rangel n. 77, primeiro andar, la-
va-se c eiioiniii,i-.se com asseto e prompUdlo, e en
carrega-sc de cugommar, lavar e coser roupa de lio-
ini'iii solleiro.
No dia 2.) do crranle se deve arrematar em
praja publica do Dr. juiz municipal da segunda va-
ra, ,1111 sobrado de um andar e solao (lio nu palea, do
Ierro, por execocao de t. Conslauliua Jaciullu da
Molla, contra Jo-,- Claudiuo l.eite.
LOTERA
(lo io to Janeiro.
Na praca da Independencia loja n. 0,
acham-W a venda liilhetes, meios c quar-
los, da lotera 2(r das casas de caridade,
<|uc devia correr a 20 011 21 do presente.
Os premios ale 1:000^000 rs., serao pa-
gos a vista.
Bilhetes da oteria do
i lio de Janeiro.
Acliam-sc c\pos los a venda na ra Crespo, loja n. I, junio ao arco de Sanio
Antonio, os bilhetes A.i 25- lotera da
casa de cuirierao, evltaliida no Hio de
Janeiro em I i, e a 20 do crrante devia
partir o vapor portuguez D. PEKU II
eom as lisias, Icnlio a liorna de prevenir
ao respetavel publico, qoe se apresse cin
lomar parle Delta lotera, por uto que
resiain poneos bilhetes e meios. Recite
20 de agosto de 1850.Jos Euzebio
Alves da Silva.
Offerece-se urna ama paraade meia
idade para casa de homem solt<^fo, que
sabe eozinhar, engommar, e fazer todo
servico de tima casa, muito fiel e de bons
costumes : quem precisar dirija-te ao pa-
teo de Santa Cruz, na Boa-Vista, casa
n. 10.
I'RONTISPICrO DO CARMO.
No domingo 2 do enrenle (oitavo dia da fesla da
Sra. do Carillo do Frontispicio) havera' urna grande
ladainha a mesma Sra., e por esla occasiao se dis-
tribuirlo versos, algias livros e benlinhos, que se
deram no dia da fcsla noile ; os devota* com-
pareeam para assistirem anda a esle acto religioso.
Na larde do dia 10 do correnle aosenton-se
le casa o escravo l.uiz, pardo, de i lade de 15 a 16
anuos, com os signaes seguiules: cal ellos quasi cor-
ridos e cortados muilo rente,he muilo bem parecido
foi vestido cora calca prela.camiza branea, chapeo d
palba de Italia, he boleciro de Antonio Botelno Pin-
to de Mesquila, costuma acompanhar a msica de
policia : quem o pegar leve-o a ra, da Cadeia do
Recife n. tit.loja do lerragens.que sera' recompensa-
do. Assim como prolesla-se contra qoem o tiver
oceulto.
Fogio no dia 15 do correnle om molalinbo de
idade de Ib' a IS anuos, por nome l.niz, de estatura
baila e grosso do corpo, cabera grande e redonda,
lem ama cicatriz na testa,falla manst,levuu catea de
ganga amarella ja desbotada, camisa de madapolao,
costuma junlar-sc com sucias as eeeadas dos par-
ceiros, eeonsla andar aqui mesmo na cidade, e as
vezea trabalha na escatlinba da alfandega : roga-se
pois as autoridades polieiaes, e capIMes de campo a
captura do dito escravo,e leva-lo nt roa .\ova o. 29
primeiro andar.
Anlonio Anlunes da Silva declara qae em po-
der do Sr. JoSo Cisemiro da Silva Machado eiisle a
quanlia de 2!7ci2l) para com elles pagar i Minoel
Gomes l.eal r\- Companhia duas ledras da dita quan-
lia, rujas nao pagou uo dia do nao Ihe serem aprcscnladas, e por lambem Ihe cons-
tar no lugar aonde he morador, que o d,lo l.eal se
achava ausente, c por isso desde ja' protesta em nao
pagar os juros. Recife 22 de agoslo de ISjli.
A pessoa que quer comprar um eaitfle de amos-
tras para taberna, querenjo diriair-so a Sanio Ama-
ro, ao p da fundirn, achara mais de um quasi no-
vos, na taberna de Jos Jacinlho da Carvalbo.
l'recisa-se de um feilor que entend de plan
taces e borla, para um sitio parlo desta praca :
quem esliver nesle casu, dinja-se a rus da Concor-
dia, taberna que faz quina para a Iravessa do mesmo
nome, que vai para casa de deleurOo, que'se dir'
quem precisa.
Hoje 22 de agoslo, linda a au lieneia do Sr.
Dr. juiz municipal da primeira vara se ha de arre-
mrtar a seitn parle do sobradinho de nm aotar ar-
rui'ia !., ,i. 28, na ra de liorlas, por exocnc/lo de
Antonio Teiieira, contra Jos Rodrigues do Passo e
sua mulher.
LOTERA da provincia.
O Sr. thesonrciro man la fazer publico, que as ro-
das da loleha da segunda parle da primeira Inleria
do Senhor Bom Jess das Dores andara infallivel-
menle no dia 23 do correnle. pelas 10 horas do dia,
no salSo do convenio de N. S. do Carino.O 1. con-
fereule, servindo ae escrivilo,
Jos Januario Alves da Maia.
Ouem precisar de urna ama de leile, queren-
do entregar a chanca pira ser criada fra, afiaiir,an-
do-se todo o desvello no seu trato, dirija-se a ra de
S. Francisco, casa n. 90.
Qoem precisar de urna ima para casa de pouca
familia ou homem solleiro, dirija-se a ra de Mor-
as n. 17, que adiar com quem Iralar.
lerea-feira, 2( do correnle, lida a audiencia
do Dr. juiz de orpblof, ser arremalado por Ires an-
uos de renda, um silio na estrada dos AlBielos, com
casa lerrea de vivenda de pedra c cal, bastantes ar-
voredos de dilTerenles (rucios, baixa do capim, leudo
uos fundos urna casa de laipa dividida em duas, ava-
liada a renda ua quanlia de itKI^NK) anuual.
Olerece-se urna ama para todo sorvio de por-
tas a' dentro, slo be, a pessoa que precisar adianla-
ra' mesma .100?, o (|iie ira' dascoulaudo nos ,cus
servicos : na ra da Uoidi, serrara n. 3.
O abaixo assigoado pordeu o meio bilhetc da
segunda parte da primeiro lotera do Senhor llom
Jess das Dores u. 'i17, que carro no dia 2.', do cor-
rele, cujo meio hilhele esl garaulido pelo Sr. fran-
cisco Antonio das Chavas, e or isso pede ao Illm.
br. lliesoureiro das lolerias daiaBroviiiea c aos Srs.
rautelislas, que no caso do dB meio bilhetc tirar
al.,un premio, de obstar o pjfcmciiln, sendo com a
vista do abaixo assignadu panVrenlicar o meio que
Ihe perlence : quem a,-',u dita aoeio hilhele. i i -
lev.i-lo a rua da Cruz do ReciB n. ti, que a visll 'lo
premie que sabir se lecnnipensara'.
I nurenee l.ui/ das Navas.
Quem aimuiiciou qucioafcm|irar um lerno de
pesos de bronze, dirija-se a ra da Cruz, taberna
n. 32.
Irmandadc de S. Jos d'Agonia.
O secretario da irmandade de S. Jos d'Agonia.
erecta no convenio de N. S. do Carino, por ordein da
mesa regedora, convida a lodos os seus cliarissimos
irin.ii,s para se reunireio no respectivo consistorio
domingo, 21 do correnlp, peas 9 horas da msiiba,
para, reunidos em meia qeral, lomar cnlieciraento
de qui oilico do aovo pro\cdor.
O abaixo assigoado c seus irrnans deela'am que
iiingueni arrmale a casa lerrea n. (12, ultima da rua
de Motocolombo da freguezia dos Afogalos. por
qualquer eierucloronlia Manoel Conralves Servina,
nem com este transija a respeito da" mesma, vislo
como a dita esa nao Ihe perlence, e sim 10 abaixo
assignadu e seus irmaos.
Icnacio Cosme Ilumino.
Na rua da Ini.,.....a ultima casa por delru do
palacete do Exm. Karao de Boa-Vista, ha nina es-
crava que se aluga para criar, lem abiiudaiile e e\-
cellcnlc leile, e esla coslumada a 1.1 ,r com crian-
cas : quem precisar appareei para Iralar.
No (lia 20 da correnle iii-ln um eabocliolio le-
var ama siriema da rna di Conceico da Boa-Villa,
arinazcni do Sr. Rulino, para casa do comprador.
nSo vollou ; e como se desconlia que se leuha oc-
callado com lins sinislros, declara-se que o referido
cabnclinho be forro, tem de idade S a '.) anuos, ca-
bella mui alindado, denles abortos, camisa e ceroull
dellgodSozinho, Chapeo de COnro, c chama-se An-
tonio : quem drlle soilber qnelri dar noticia uo ran-
elio do Sr. Ka lia,, Nobragl Flamisco di Silveri t'.i-
valcanti. ou na ma da Cadeia do .Recita u. 2, loja.
I'ica em lo ler de Ai,I,mi dos Santos Vietra
i liilheto n. :i7l, da segunda parle da primeira Inle-
ria do Senhor llom Jess Jas Dores, perlencenle ao
Sr. Joaquim Perreiri da Silva Jnior.
(I prsenle aviso a-. Sr. Leu Jsc .le Souza.
morador i lavrador no engenhQaileba desta fre-
gne/.ia de Seriubaein o fax acente, que na,> pode
vender ou lr..sp;,ssar una sorte (fe Ierras que alga
ler uos rumlos do engenho Saceo desla mesma fre-
guczi.i. O fallecido Jos Cavalcanli de Albuquer-
,|iie.(|uando|possuidor do mesmo eogenho Sieeo,ven-
den ao capltao Antonio da Costa IVreira cm 17!l!l
para ISiKl urna lorie de Ierras us fundos do cu en-
genlio. que lluvia comprado a Uamiao'Casado. Es|a
sorle de Ierras era dislincli do cngeiihn Sacro. Quan-
do em IS27 se deinaicou n mesmo engaito por pro-
visito do desembargo do I'asso no Rio de Janeiro,
pela demarcaran se v dos utos qual foi essa sorle
de Ierras 'cujos marcos existem se nao foram arran-
cados. Essa demireico foi nnlla por scuienca do
tribunal superior por algumas formalidades illcsaes,
maudaiido proceder nova deiiiarcacfio, n qual se vai
proceder, mas aules faco esle aviso para qualqoer
pretndanle n.ln se adiar Iludido. ngeiiho (lin-
daliy 8 de jullio de 1836.
JoSo Mauricio de Barros Wandorley.
Siiinptiioso baile
jPopolar tle mascaras e
phantasia.
Os directores do baile puptilar avisam ao respeta-
vel publico desla cidade. que no sibbado 2H do cor-
renle estar uberto e brilbantcmeiilc illuniinado o
mignifico e migestOSO salao do palacete da rua da
Praia, das S horas da noite em dianle, onde eslaro
., venda os bilbelos. Os direelures i;',., poupaudo
fadigas e niesmo despezas, e guiados peles inspira-
| enes das ideas progresnvis, se cmpenharain com ma-
i dama tjirardut, convidando-a' para tornar mais in-
lerassaute 0 baile rom os miviosos accentos de sua
1 sonorosa voz ; cinvile este que foi por ella e sen
esposo lienignariieiite aceito, prestndose gratuita-
mente a cantar difiranla arias e cavatina, e com
arnmpaiihamenlo de piano, pelo que os directores
i nilo podem deixar da dar-lhe o lesiumiiulio n.ois so-
lemne de su i grilidio, e aos concoirentes agradecer
as maneiru delicadas e decentes por que se elles
lem poriado em seus diverliineutos.
AO PUBLICO.
^ No annazem de fazondas baratas, rua ilo i-
fCollegio n: 2, (/
M vende-sc nm completo sorlimcnto de fa- J^
3 zendas finas e rosias, por mais barato S
precos do que em ontra qualquer parte, B
tanto cm porjoes como a relalho, aflian- ffij
cando-se aos compradores um s preeo p
^ para todos: este estabelecimonio abrio-se
, de combinacao coma maior parle das ca- |
m sas commorciaes inglezas, franeczas, alie- B
J| maos e suissas, para vender fazendas mais 3
g{ em conta do que so tem vendido, e por isto ^2
H ollerecem elle maiores vanlagens do que S
II oulro qualquer; o proprieiario dcste im-
p portante estabelecimento convida lodos
H os seus patricios, e ao publico em geral,
S para que venbam (a bem dos seus inie-
^ resses) comprar fazendas baratas: no ar-
3| mazem da rua do Collegro n. 2, deAn-
Pl tonio Luiz dos Santos & Rolim.
Tlioma/. de Aquino FonsecaA Fillio
fe Francisco Severiano Kabello A Fillio. ad-
ministradores nomeados a massa fallida
de Brando A Diegnes, avisam a todos
os Sis. ciedores, que devein apresentar
seus ttulos de divida ate o dia 2 do cor-
renle, em o cscriptorio dos primearos,
alim de poderem ser classilieados e azer-
$e o dividendo do liquido apurado da
mesma massa, nao podendo depois desta
poca ser attendidas quaesquer reclama-
ces.
(, No primeiro andar do sobrado do (lilao da ma-
triz de Sanlu Anlonio, eozuha-se para fra com tuda
promplida eisselo: quem pretender dirija-se ao
mesmo sobrado que achara' com quem Iralar.
Jns Mara Ferreira da CunUa deizou de ser
procurador de seu cimbado Jos Esleves Rodrigues
dos Anjoi, do da Ib do crreme mez.
.Manoel Francisco d.i Silva faz scicnle ao pu-
blico, que iiinguemc ntrrale negocio algum acerca
dos escravos I bomazia, Jos, Maria, Anlonio, Mi-
suel, Launndo c Joaquim que estilo em poder de
seu sogro l'clix Jos da Silva, pois estes escravos sao
de propriedlde do annuuciaule, qoe esta' tratando
de os reivindicar, ambos moradores na freguezia de
Jiboaiao.
Precisa-se alugar dous ou tres prelos para um
silio, paga-so bem : ua roa da Cadeia do Recife n.
1(>, primeiro andar.
-- l'recisa-se de um homem que enleuda de car-
sueijar rom cavallos aqui mesmo para a praca, sen-
do nacional ou eslrangeiro : quem esliver nes'las cir-
cunstancias, dirija-se a' rua do Urum, i .--.,,,-!., o
chafanz, primeira casa que tem solao pela reta-
guarda.
Alogam-se os dous grandes saines da proprie-
dade nova da rua do caes de Apollo, da Sra. viova
I..i-erre : a enleoder-ss a respeilo no armazem
n. 2(> da rua do Brum.
Joaquim l.uiz dos Sanios Villaverde faz scien-
le que deixou de ser sea raxeiro desde o dia J do
correnle Joaquim Marcolino da Silva.
Uma senliora viuva.no de lenra idade, se olle-
recc para ensioar a bordar de ouro, matiz, lalagar-
ra, tapete, ele, ele. : as pessoas que se quizerem
ulilisar de seu presumo, queirain-se dirigir a rua
Direila n. I-JJ, segundo andar, das. as ti horas da
tarde.
Os abaixo assignados declaram que dissolveram
imigavelmmle a sociedade que linhim na loja de
pintura sob a lirmadejos Antonio des Santas i
Vital, ficando a cargo do socio Sanios lodo o activo e
passivo da exmela firma. Recite 111 de agosto de
1836.Joan Vital Correia, Jos Antonio dos Santos.
11 rirurgiao l'raucisco Marciano de Araujo Li-
ma contina a dar consultas lodos os dias das S as 1(1
] horas da mandila .gratis aos pobres;, na rua da (,1o-
' ra janto a nrpja Jo mesmo nome.
O Sr. litares Miguel Angosto llirbaiho Picaneo
lem urna caria na praca do Corpo Sanio, escripl-
: rio n. (i
Alogl-se o segundo indar do sobrado da rua
,lo Jardn, n. 71, con, cnnimodos para grande fam-
lia. muito (resco e boa posirSo : quem pretender,
dirija-se io paleo du Carmo n. 'J, ptimero andar.
Preeisa-Sfl de urna ama forra ou captiva, para
rasa de pouca familia : na iu., da Piala n. 35.
Pretendere alngir um sitio nossegnintes lu-
gares : estrada de Jlo de Barros, Itelcm, ou as
redol,lezas da Solcdade ; nao se exige que a casa .le
vivenda seja muilo grande, por quauto o picteiidcn-
: le mo tem glande raanilia, todava filara a sua re-
sidencia, se por ventura Ihe agradar o silio : para
slo prorurcm alraz da matriz da Roa-Vista, pada-
ria n. 26.
Aireada-so o grande silio denominado Facen
da, junio aos Alegados i Irala-so eom o abaixo as-
signado, na rua dos Pires.
.Mam el Gomes Vicgas.
Ouem tiver urna ou duas escravas, c quizer
alugar para vender na ru, dirija-se a rua das Cin-
co Ponas, laberna n. 82,' que achara' com quem
iralar, ou auniinria j ma morada para ser proea-
rado.
Aos 5:000.,' e 2:0C0.s0;>o.
N. 901......5:000$n00
'2\~\. ..... .r)l).siliii7
O abaixo assignado avisa ao respetavel
publico que venden os Dumercs cima de-
clarados, em meios bilhetes, o possuidor
pode vii receber os S porcentoda le,
em casa do mesmo, na rua larrja d(. Ro-
sario n., segundo andar, assim como tem
C\postO a venda os seus l'eli/.es bilhetes,
meios e quartos, da segunda parte da
primeira loteria do Senhor Hotn-.lesus das
Dores, as lojas ja' annunciadas, pelos
preCOS abaixo declarados.
Bilhetes 5,s800.recebe 5:000000
.Meios 5$000 S:500|000
Quartos l|500 u 1:250^000
Recife l(i de afjosto de 1850.Manoel
Martina Fiuza.
O0erece-se omjmoco solleiro que da' fiador i
sua condujla, e esla' santo da guarda nacional, pan
eaixeiro de alguma casa de negocio, o qual sabe fal-
lar eescrever francez : a pessoa que quizer, dirja-
se ao aterro da Boa-Vista n. 17.
DECLAKACA.0 E PROTESTO.
A infrascripta t. Barbara Maria da Silva Soixjs
lauto |,ni;i.c(im.i procoradoi.i bastante de sen esposo
Nuno Maria de Saixal, liavendo ja por diversas or-
casiocs, lano por esle Diario como pelo />/< Per-
nambuemo, declarado sulemuemeule que ha ,1o an-
nnllir pela compleme acrio rescisona lodos os ac-
tos dimanados da irrita, nulla e mais que iniqua hl-
lencia que f.ira aberla a requerimeiiio de Jos* Je-
roi,\un, Monleiro, preleneo creador rtueclo a referi-
da mina pelas ratesja por vetes expostos: e ha-
veodo-SI oppuslo a arreuialaeao que em abril de
is'i pretenderam fazer Mesquila i Hiilradeum
sobrado ni rua Aognsta n. 2, como se \0 do Diario
n. SI de S de abril de ISt e Echo de diversos n-
meros. K, hateado outra sim, protestado e avisado
que todos os arlos dimanados dos millos administra-
dores que em urna irrita, nulla, c monstruosa red-
imi da absoluta miuoria dos eredores Uvera laBir
em 2;t do maio, nao dexeriaiu ler elleito legtimo,
por causa da iiullidudc insanavel de sua noniearo,
cuino se ve no Diario n. Cil de :! Je juuho e Echo
nornerog i!, 15, ',7, e 18. \ tm de uovo inlras-
crlpti raltficar solemnenienle essas deelararoes e
protesto, e declarar de novo qoeos lelos, praiu-ados
pelos pseuiln administradores Aoraliauo de Almeid
Rodrigues Isiae, c Xovaes C. sao millos da pleno
direilo: que pur forra do protesto leilo pelo seu es-
poso em -i do i o II,,, de 1831, Diario n. l'.l de j ds
jolli!, que ii,lia se Irauscreve, ha de instaurar aceao
compelenla quer ao deannciaole da falleneii js
Jernimo Monleiro, como a lodos que interferirn)
direetonaanle no processo, e por cdnsatinencfa a e.--
ses administradores, logo ips a annullaro da aber-
tura d.i irrita c nulla (alinela. E por dbuscqueu-
cia, previne o publico e a quaesquer licitantes, que
os predios e oulros tpiac-qucr heos de raz movis,
semoventes ele. etc., que os pretensos administrado-
res pretendem por em leilao comoacabam deaonuu-
ciar nesle Diario, se como nilo he de esperar liverem
licitantes [visto como, he coiuesinlio o principio ju-
rdico i/und iiiutltim ejl ab\iiiilio traclu temporc non
conralesrit, sendo que ante o corpo legislativo e exa-
cutivo pendein decises das quaes, sem duvida I,,I
de dimanar o iiallidade da abertura da falleucia, a
roiiseguiilemeute lodos os seus resultados, e d'bi o
conseguinle direilo de haver os prejuizos, perdas e
damnus de quem os causou I) e reivindicara lodos os
lica do poder de quem estiverem !
Aprnveita a abaixn assignada a occasiao de decla-
rar, que anda existem mais predios e terrenos
que nao foram exarados no anuuuciodo leilao [Dia-
rio de il de agoslo n. ISS,) lauto na Clst-Forle, co-
mo no Itecife ; a por aqui se depreheudera qual o
modo porque h.'io sido zeladoa os lieus da massa ou
do casal!!! *,
Consegiiinlemente, ratifica solemnemente ante o
publiro o protesto infra, contra a ilienaeaO dos pre-
dios do casal, ou da PMssa, e quaesquer ontrns liens,
os quaes reivindicara em lempo opporluno do poder
em que cxislirem.
Recife, *J de agoslo de I856.
Ralbara Mana da Silva Seixas.
DizJNuno Maria de Seixas, que achaodo-se \'. S.
por doler minaran de um juiz incuiupelenle.qual lien
municipal da segunda vara, com jurisdicrao com-
mercial.procedendo a apposlciio dos sellos os livros
e bens do supplic.inle, o qual fra, alias, a reqoeri-
mcnlo de Jos JcronjinuMonleiro.nulla e incompe-
lenletaante declarado fallido por senlenra daquelle
juiz, cm que sobresalten] Uo so i injusl.ra e imqui-
dade como u deanreao o mais absoluto da Icgi-larao
ouiracrcial cxislcule, e de lodos os .principios que
regulain a malcra, be de dever do mesmo suppli-
cante, nao deixar passar desapercebido um,facln,
que lano compromclle a sua honra c iiileresscs ; e
por isso vem |ielo presente protestar, como protesta,
contra a referida apposiro dos selles, e de ledas as
-os- consequencias para em lempo conveniente usar
do sen direilo, nlosd contra quem a ella deu causa,
como lamn m contra o juiz que a ordenoa, e contra
V, S. e mais pessoas que estilo dando eiecucAu a-
quella senteuca proferida com manifesla infr'accao
das leis; e por Unto requer que, vislo eslar-se tra-
tando da mencionada ipposi{o de sellos, V. S. Ihe
mande tomar por termo o seu prole-lo e iulima-lo
ao sopplicado, pelo que pede a V. S.Illm. Sr. joiz
de paz da freguezia de S. Fre Pedro Uonralves, do
primeiro dislnclo, que assim o mandeE R. M.
Nunn Maria de Seixas.
Despacho.
Tome-se por termo o protesto do supplicanle. Pri-
meiro districlo do Recife, 2 de julho de 1851.Sil
veira.
Prolesto.
Termo de protesto que faz Nuno Maria de Seixas.
Aos dous da* do mez de julho de 1861, nesla fre-
guezia de S. Fre Pedro (ioncelves, em casa da mo-
rada de Nuno Marta de Seixas, em uma das salas da
mesma casa, sonde foi vindo o juiz de mesma fre-
guezia, o capilao Francisco Jos Silveira, commigo
escrivo do seu cargo, para elleito de se porem sel-
los em seus bens, papis e o mais que be determina-
do; e sendo ah foi-me entregue pelo mesmo Sei-
xas o requerimento retro para efleilo de se lomar
por termo o protesto requerido no referido requeri-
mento ; e porque se achasse despachado pelo juiz
de paz cima declarado, tomei por termo o mesmo
protesto, o qual versa sobre o allegado na mencio-
nada policio relro, peranlc as leslemuiihas abaixo
assignadas. E, de como proteslou, assignou o termo
com as testeinunbas.
Eu, Manoel Joaquim da Silva Ribciro, escrivo o
escrevi.Nuno Maria do Senas,Manoel do Nas-
cimenlo da Silva Ua?tos.--Jus Anlouie di Silva
Viatina.
C. STARR x COMPANHIA.
Respcitosameule annuncian que no seo eilenco
estabelecimento en, Santo Amaro, continaa a fabri-
car, com a maior perfeicao e promplidAo, loda a
qualidade de machinismo para o uso d'agricolluri,
nivegacao c manufactura, o que para maior eom-
modo de seus numerosos freguezes e do publico em
geral, lem aberlo em um dos grandes armazeni do
Sr. Mesquila na rua do liiuin, alraz du arsenal de
marinlia, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
All acharOo os compradores um completo sorli-
mento de moendasde caima, com lodosos inclliora-
menlos (slgons delles novos e originaes) que a ex-
periencia de muilos annos lem mostrado a occessi-
,la Je. Machinas de vapor de baixa e alta pressao,
taixas de lodo lanianho, lauto batidas como fundi-
das, carros de mao, edilos para conduzir formas
d'assocar, machinas para moer mandioca, prensas
para dito, fornos de ferro batido para (arinha, ara-
dos de ferro da mais approvada construcrao, fundus
para alambiques, crivos e portas para fornalbas, c
uma inlinidade d'obras de ferro, que ser,, enfadoobo
enumerar. No mesmo deposito existe uma pessoa
inlelligenle e habilitada para recetier lodas as enco-
mendas, ele. ele, que os aniiuncianles contando
com a cap acidado re soas ofiicinas e machinismo, e
pericia de seus ofliciacs, se comprometiera a fazer
execular.com a mcior presteza, p peifeir.io, e exacta
-.,,lirmela le com os modellus, ou desenlies, e iiis-
truc^es que Ihe forcm fornecidas.
ROB LAI1 ECTELR.
O nico autorisado por dcci'o do conscMio rca\ e
decreto imperial.
Os mdicosdoshospilaesrccommcndam o A.-robe
de l.allccteur, como sendo o nico autorisado pele
governo, e pela real sociedade de medicina. Esle
medicamento d'um goslo agradavel, e facit a lomar
em secreto, eslcm uso na ni anu, a real desde mais
de ,' i aunos ; cura radicalmente em pouco lempu
com pouca despeza, sem mercurio, as allccces da
palle, impingeos, ascunsequeneias das sarnas, ulce-
ras, c os accidentes dos partos, da idade critica, o
da aerimouia hereditaria dos humores ; entivciu aos
cal.irrlms, a beiiga, as coulraccocs, e a fraqueza
dos urgflOS, procedida do abuso das injcrroes ou de
sondas. Como iiili-s\ philitico, o arrobe cura cm
pouco lempo os lluxos rcenles nu rebeldes, que vol-
vcu ineessanles cin cousequeucia ,1o emprego da
copahiba, da cubeba, nu das njet coes (ue repre-
senlem o virus sem neatrilisi-lv. (1 arrobe l.af-
fceieur he especialmente rerommandado contra as
doencas invetera.las ou rebeldes ao mercurio c ao
iodnrele de potassto.Lisboa.Vende-a na Indi-
ca de Uarral e de Anlonio Feliciano Alves do Aze-
vedo, piara de II. Podro n. SK, onde acabadle elic-
gar|nmi grande|porcao de garrafas grandes a po-
noenas vindas dircrlaraente do Paris, le r.,-., do
dito Bn\\eiu-l.aHeeleur 12, rua BJrlieo o l'aris.
Os formularios ,l,i-se gratis cm casa do senle Sil-
va, ni piara de II. Pedro n. SJ. Porto, Joaquim
Araujo ; Babia, Lima & Irmaos ; l'eriianiliuen,
Souin; Rio de Janeiro. Rocha ,\ Filbos ; e M,.rei-
r, loja de drogas ; Villa Nova. Joo l'ereira de
Magales Leile ; Rio Grande, Francisco de Paula
Coulo i\- C.
I'recisa-sa de um feilor para um pequeo si-
tio perlo da praca, prelerindo-se cstrangciro ; ua
rua das Cinco Ponas u. 38.
l'recisa-se de urna prela forra par ama de
casa estraoneira e de duas pessoas, snjeitando-sc a
comprar e fazer o serviro de ,1c,i, de casa : quem
quizar diuja-a* a rus do trapiche Novo n. .', ar
Dazem.
M.
faz \c,
I sua r.-r
recebe loo
de pintura
le/a, ..-un i .
pinta e as dr
qin m de s,u i
almo da Boa-\
O
eni frente dn Rosario em >
peilavel publico, e especial
que receben iio\areeiue>-a d.
de. ou pasiilhaa deiujuba pe,
-- Sibbado, -J do crrente,
ca du juizo da segunda vara du ci
pecUvaaeerao arrematados, por se.
os bens reguinles : 1 un rada- de ca-
na rua de Motorolomb da povoacao .
de ii. i, pela quanlia de H'"-. a de n.
a de n. .18 por 20(1;, e a de n.fiH por l( )-i
vSo em praca por exeruran de Prxedes .
(iii'man, contra Manoel Conralves Servini.
Na rua Nova n. 11, araba de se recent.
lindo e variado sorlimeulo de mobilias, assim t>
lindos e claros vidros de espelbo, e molduras para
me-inos, douradas, marnmres para mesas redonda-
consolos c tllele-, que ludo se vende pr commi-l"
prero ; na mesina casa se alogam mobilias, tanto
por mez como para bailes.
As pessoas qoe fi/cram rn.ominen,las de mol-
duras jiara quadros e que nao os tem ido husrar.
hajam de o (a/.er no prazo de 8 nas depois da dala
de.le, sem o que sern vendidos, para o pagimenl
das ine-inas moldaras : na mi Nov n. 1.1. a mes-
ma casa se vendem panfuses para camas (,.,, era..
Preeisa-se de um (Vtor para um apsenhn dis-
tante III legoas dest.i cidade, qaer eslrangeiro oo m-
cioual : na rua da Aurora u. 22.
Os seubores devedures di casa fallida do Sr.
Anlonio de Mello ltodiigues Loureiro s3o riivN)id..s
a raallllff amigavelmenle os seus dbitos, devrn-
do para csse lim enlenderem-se rom Caelann Pereira
de Brito, no raes do Ramos, s..lirado de doos anda-
res, no primeiro andar.

m&ftM

Em frente do rieren da Congregaran, nas-
sando a bolicn, a segonda loja de lanudas n. 40_r"t
Chales de merino bordados a velludo, a IKSflOtl.
Ditos de merino burilados a matiz em 2 pootis, .
11-V.KK).
Ditos de dilo dito bordado a matiz em vmi pona,
.183000.
Dilos de dito rom lislra e franji de sedi, i K>VM
Dilos de dilo com barra matizados, grandes, a
.13000. _.---"
Dilos de dilo muilo fino com franja da sedl, a
43100.
Dilos de 1.1a grandes de lodas as cores, 1 asHOO
Corles de vestidos de seda de quadros, a Jil-s,
Lindas sedas de cores para vestido*, cavada l3 Chai) de quadros de lindas roles, envido a 8.V)
Sedas assetinadas de quidros de novo coste, rovado
a BOO.
I..1.1 dr quadrosicom 5 palmos de largara, rov*do
I (id.
Curies de vestidos de seda para,menina.
Sarja prela lavrada para vestido, rovad a -JjVWt
(iros de naples prelo encorpado, rovadoi lisian
Sarja pela muito boa, covado, a |~4iais
Velludo prelo liespauhol. covado a Hm
Sel,ni prelo verdadaaialMiela. covado 3**MM
Selun l,r,i:,,- Macao cara veslidos. rovsdn, a I3.IHI
Panno prelo inglez, prosa d liman, cavado 1 -Ijoili
Ditos de cores dilo dilo. covado, 1 i ->*'<
Chitas francezai largas muito fins, a -a
Casias franetzas da cores claras, 1 2i
EUscidos franeczes com .1 palmos de largan, Baa-
do I .Sil
(anca liza e de quadros, covado a -JXII
Pablos de alpaca prela fina, a i-,nri
Cantes deffsemira de core* finas, 1 ',. mki
Dilos de dita prela Unas, a llaMii
relo prelo para panno de prefas, covado a ilatjni
Corles de rasa francesa da corea, a JK*l
Luvas de seda brancas e cor de palha, a IJ'JOn
('..mira, francezas brancas, urna a S|MH
Peilos para camisas de cor c brancas, a .tul
Colarinbos brancos feitos, a' -jm
Lencos de seda de cor fraudes, a Ijini
Lencos de seda para grvala, a MKI
Cobertores de algodn grandes, a ,im
Ditos de laj hespanbnes, a .'IJOrNI
Romeiras de'relrs malizadas, a |,, .-,i
Mantas de blond prclas e brancas, a HI3OIMI
Lencos mnilo finos bordados, pan senhora, 1 i.noi
Madapoln fino com .1 palmo* de largura, 1 l?7ii(i
lenros brancos para cabera de senhora. .',,|
Corles de belezs fazenda inleiraroenle nove nesle
mercado, loda de seda a da lindo gosto, a 1.'-..'1
Cortes de vestidos de sed.- brinc para noira.
Cortes de colleles de seda de lido gosto a 3g0fai
Vellodo prelo para vellidos o covido a 1ni
Palitos de panno fino prelos e de cores forradas de
sedl a IK3UK1
Dilos de alpaka prela muito fino forrados a 69OUO
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi Iranslerido o deposito desle sarape pan a bo-
tica de Jos di Cruz santos, na rna Nova 11. .11',
garrafas 59500, a nseiai 3,'WO, sea* falsa ledo
aquelle qoe nao for vendido nesle deposito, pelo
qoe se faz o prsenle avino.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Psra cura de phtysica em lodosossens diOemi-
tes r*os, quer motivada por ces>stipsr6ei, tosse,
asthma, pleuriz. escirros de singue, d'or de cae-
lados c peito, palpita,;.",., no roncan, coquelorhe-
broncbile, dr na garganta, e (Mas asm,deslas
dosorgaos pulmonares.
ECHAH1SI0 PIRA EISI-
HHO.
NA FU.NDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, RUA DO BRUM, PASSANDO O uHK
FABIZ,
ha sempre nm grande sormentn dos seguidles ob
jacios de mechanismos proprios para engenhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
construreAo ; taixas de ferro fundido e balido, da
superior qualidade e de lodosos (amanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de lodas n propor-
ees; crivos c boceas de fornalbae registros de bo-
eiro, aguilhes,bronzes,parifusosecavilhoes,moi-
uhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICAO.
ae execulam lodas as encommendas com a supri n r
ridade j conhecida e com a devida prestezae cem-
modidade em preco.
Attcncao!
S
arNo iirn.az mi de Burle,
Souza&C rua da Cruz
ii. 48:
He ctogadn o verdadeira r.ipr lame/ vmd, pelo
navio ALMA, ese vende J-H rs. o hele, que
conten mais de libra; para roinmndidade dos aman
(es desle cvrellenle rape, lem Icio deposites na lo-
ja dos Srs. Joao Cardozo Avias rui di (ladea, e
Morrira ^ Duarle, rua du Cabuga, ao mesmo m -,
icima dilo.
Esterescopos e
vistas estere-
oscpicas.
Panoramas e monumento, inlere-sanles de l'aiis
e Lisboa, Ruinas de Pmpela e llerrolamim. silio*
pitoresro-da Suis-a. inoiites de celo, vistas das Pi-
rticos, a-siunplos anini.idos e inslanlanros, sssasaa
da vida doineslica, a Crimea illuslrada...... solna
vnlro. papel e lamina un prelo c cm cores, lude li-
rado di iialureza com a inacbuia.
Retratos etfereoaxxipicoi lobre larnina c
petpaj.
O mal* bello preieale para aaalvo*.
Caixiiihas Poinpadnur ,- llin|ne/... ludo quaulo
eittte de mata elleginle paia roiiler um laMda eaa
i-.iiiiii i a otea ou aquai. Il.i uo r.labrln'imiiilu
plwtograpMcodeAagalo SlaU, rutona.;!.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO



eumo -ir B'.'. S xrn f<*m t- agosto
18*6
i
.ula
ii ca-
.. .N.
-s i Id-
os rotn-
,ies.
-..'.." ..; ...
..... ......-.'
:ssi nado
rl
.vial.
i,i/i'mas da roa da Cadcii
. .icliontp da rua da Madre di' lieos,
onhores ..i lora .li"!a ridade, e u publico em geral, mu
bom rortimciilo de faxenda. aovas, boas e barata*,
j-HrUe a iiinlinio .1 vi-i i se vendra poi naralissiuios
presas, asaegurando-e seremelles iguae. para UNtoa,
e queNt-Mtoestobelecimenlo acbtni quem > freqoeu-
lar siuie7"*e-a::iadu, il.i q-.e espera seu nruprie-
lario ic lorne basuiule evnrorrido de u-enuezet).


do eoiiHiier-
s, tjiie o iinii o
enea rielad (i de
coritas de sj ea-
s Jos na silva
s, assin. como que d
e>ni <' ",(1 Nl' "ao res-
jiij:. bilisa por qiiaiquer
f.ous qtie en sen nome
va o ntnjcar, visto que n -
da malina ceiupraf fiado.
l'asniHinbuco ti de agosto
de 1856. Domingos Al-
ces Mothens.
Preclra-se de um forneiro para a pallara de
Antonio Jos Pedro Goncalves : a tratar na momia
rua da Senzlla Velha u. !H>.
__flmilaa nr de um caiieiro que tenlia prati-
ia de Uberna, c que do bom'couliecimenlo a sua
conducta : na rua da Seaiala Nova n. 39.
__Quem liver um liar para menina aprender a
bordar na escola, que eslivar om liom estado, e quei-
ra vend Id. leve a rua do Rangel n. 35, que agra-
dando, se lhe compra.
fiacaO E TCIM de
Vende'se nu paleo do Carino, quina da rua de
Hurlas ii. 2, carne do serillo a O, ln :ur i. a :I20,
queijoa a 1-300, oinma boro alva a lo a libre, a
arroba i-ou, manleiga ingleza a SU, 560, OSO, sin
'.. (ico b |.f|20, francesa a 130, nova, loueinho a
'il, cale Jmo, alpiala a 160, tapioca a 160, cava-
d.i a loo rs., iaga' auperior ;. 320, alelria a son
, is., caf moldo poro a 320, cavada nwida a 40,
sabso de roana muilo dum e |uc lava escolenlo
! mente a sil. Unco di? goiaba, ca preto a 2a080,
1 oleo de ricino eui meia* garrafas a 5041 rs.. tainbeoa
-O Sr. F
IVlk'I K'li
.1.
S
da
de
iraca d
son inte-
rigir-sea livrariu lis. (i
Independencia, a neg
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. tnesoareiro manda fa/.r publico, que
cstao etposlos a' venda, na IheseuraTia da loteras,
un rua da Aurora 11. 2(i, das I) as :! lloras da larde,
hilhelcs, meios o qu-irlos da aegnnda parte da pri-
meira lotera a beneficio da mandada do Sr. liom
Jess ds Dores, cujas rodas andam mprclcrivel-
inenle nu dia 1 du crrenle, e que logo que scjain
distribuidas as lisias sarao iiicoutiuente pagos us rp-
mios, evceplu, porcm. na riuas surtes graadea que sao
pasas mesino no salan da exlrnrcao. logo que sejam
publicados seus respcevos premios.
'rhesouraria destalonas Iti de agosto de 1856.O
primeiro conferente servindo de cscrivan, Jos Ja-
naario Alvos da Maia.
Osliilltetes com i rubrica do abaixo
assignado, siio pagos incontenente, na
praca da Independencia n. 40, ate o
premio tic OOsOOO. Poiycarpo Jos
Layne.
Lotera
leliles CIUiMlii (Ii-!a.ssur;)ri.'fii|i,!M;. fohtir..
J 1 i ar.inic nii..ii'll par *8 Sf
nhorex
dores, .'eild llore lino a lilU i
lUt Mouleiro, pco^irai dp
N boceo do K^piiiieiro, sitio perlpnriMiU; ao
Sr. Frauciwo J* Orvalho Psesde An-baJe, mu le-
so leiie paro u (K is. a garrafa.: -oaini cuui harera'
berna de Jote Jaciuiho de Carvalho.
CORTES DE VESTIDOS DE
seda de 01 untos a il'-inhi::;
ama !" Qoeimado, luja n 17, vendeni-sc cur-
te, de vealdua de seda foular de Ojnadroa, com 1s eo*
Vados CAtU*
Em casa de.M. Calino t i\ C, praca ilo
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
seguate:
Taboado de
Suecia
Alcatruo de carvfio.
Lonas de algodo.
lias de linliu.
pinlio, alcatrao e pixe da
paiii lo-
un a IJ-lWtU, por eslai com algum loiiue ,-. ,
,,!;.;: demofu. I-Spoti|;is dcsU|icrior(|nalida.lc.
Drogas.
ritma social: Amorim.Farias,Guerra &C.
O socios gerenlBS da fabrica de liar e tecer al-
sndao, abaixo firmados, vendo que nao lem sido
Ieilos lories os pagamento da pnmeia entrada, pro-
>ogam por mais oito dias o prazn em que devem f*-
M as suas entiadas os subcriplores que anda l'al-
i'.n ; assiro como convidam a quem mais queira lo-
mar parle em lao til einprea. I'ernambuco, es-
criplorio dasociedade em casa t\o Sr. Manoel Al-
vos Guerra em 1(! de agosto de ISVi..Jn.orim,
Paria, (ioerra & C.
Oabaito signado lema bonra de participar
aos senliores negociantes e mais pessoas desta e de
qnalquer provincia, a* quaes iuleressar possa, que se
acha eslahelecido com escriplorio de advocacia na c-
rua do l.ivrameolo u. -J, c scolTerece a tratar all
oo em qualquer ponto da mesma provincia da co-
brase*] de dividas e de lodos os negocios de sua pro-
fissSo pranle os Inhume, juizes "e rcparlices pu-
blicas, ou exlrajudicinlinente, por conservar a mais
extensas relaeoes em toda a provincia, como natural
'ella, e haver exercido durante 8 anuos os cargos de
promotor publico, e joiz muuicipal e de orplios em
dhTerenles cornceas, lendo sido alm disto honrado
com i? mandato provincial por slsumas vezes : as
pessoas i,'ue se dignarem de confiar ao abaixo assig-
i ,nl(i suas conimisses podem dirigir-se directamente
i r-t.i praca ao Sf, Jo*c Ooncalves de Albuquerque,
auenle procurador da provincia, que se encarregar
da remessa prompla e segura da correspondencia,
papis e documentos. Cidaile do lenle til dejullio
de 18.V.l.ourcnco Accinli Wanderley Canavarro.
Precisa-sc alugar (i pret'os para armazem de
aburar : quem ver e qui/.er alugar, dirija-se rua
de Apollo, armazcui n. id, que achara com quem
tratar.
**.*: 8 3 E ?;: '
I J. JANE. IEMISA, I
O eonliuiia a residir na rua.Nova a. 19, primei- 0
fia en andar. 9
,'(Sffl I'recisa-sc de urna ama para fazer o servico
diario de urna casa de pouca familia, dando-se'prc-
Icr.Miria se for esrrava : (juem pretender dinja-se ao
armazem da rua dn Collegio u. 13, ou a rua das Chi-
cs n. II, segundo andar.
Precisa-se de um Kvd. sacerdote de bou moral
para capelii) de um cugeiiho na freguezia da Esca-
lfa, eque igualmente se queira enca regar de dar li-
ces a tres meuiaas,lillias do Sr. do engenho, c se lhe
lira' bom ordenado, e mais algumas vanla^eus : a-
quelle a quem convier dirija-sc ao pateo da matriz
ra com quem tratar.
Estabeleci ment
photogr* pliico
Pelos ltimos navios cliegados do Havre se rece-
heraro nesle estabeleciroento mullos artigos de bom
goslo, como sejam, molduras douradas ovaes, lisas e
ornadas, ricos caixilhaft prelus dourndos no vidro,
quadrot prelos e madeira uatureza, lindissimas cai-
xinbas de todos o. tamaitos at um palmo quadra-
do, ludo conformo os modellos mais modernos de
Pars. A galera arUalica se acha assim completa-
mente prvida, e os amadores que aprecian) um re-
trato perfeito podem approveilar-se desta occasiuo
upportuua para serem plenamente
seus desejos e caprfehos. Os p
dicos e scniftaiiitarUveis.
logra prdto |Htoumtt>i
ipie se refere^Ha^flereH
plii.i e d.iuerpjipo eoiaaapp
iierfeitamenle '.apa0|ir1adj.
nm servico especial para tirar i
casa particalar daquetla, pesso
ir ao eslalielceiaMatoy-coino I,
lecidas., l'.i/em-se copias d
modellos e objcclo. de arte nao so em daguerreotypo
sendo conforme as maiores dimeuses photograpbicas
em vidro nu papel. Tiran) se retratos todos os das
desde as 10 horas al a I da tarde, horas as quaes
se acham reunidas as melltores cundieres de luz ero
uma galena envidrronla appropriada a este Om, O
proprietario do estaticlecimenlo approveita esta oc-
casuio para advertir as pessoas que liverem de fazer
algoroa eiicommenda para dagQi'rrc3l)po, que se de-
vem dar pressa em nao perder a nica ocraMao que
llien he ollerecida, vi.ln que o ilaguerreol) pista Ici:
de deixar esta cidade dentro de pouco lempo para se-
guir outro destino. Um sprliiiiento completo de
obras folheadas d'ourp, como cacolclas, allinetes,
pulceiras, etc., etc.. acham se a disposi^iio dos se-
nliores freguezes, para collocar-se retratos cm punto
rcduzido.
41H01E0PATHI4 E 0 i
CHOLERA. t
. nico trataineiirb preservativo e w
curativo do cliolera-morbus, '*)
P PELO DOCTOR j
(Sabino Olegario Lndgero Pinho. *v
Segunda edicri). ^
V9 A benevolencia com qu foi acollada pe-
do Senhor Bom Jess das
Dores.
Aos 5 000,s e 2:000;000.
Corre indubitavelmeiite sabbado 33 de
agosto de 18.
Salustiano de Aquino Ferrcira
avisa ao respeilavel pohlico que venden as seguin-
BaHIlessorles da primeira paite la pnineira lotera
de Nossa Senhora da Eslancia, cxlrahida a 10 de a-
goslo de I8j(i.
I quarton. '.Mil .V000?
I ineio 19312:OO0}
I bilbele s ST-'i iin-
I ineio 1917 ll'-
I dito a -20SI (009
1 quaitu i) :IU 503
1 dilo .. I < mcsino tem exposto a venda seus mallo leli/es
bilhetes, lucios e uuartos, da segunda parto da pri-
meira lotera do/scilhor liom Jess das Dores, lias
lujas ja coidiecidas do respeilavel [iiiblicn.
Os duus"premios grandes cima referido), nao es-
tro siigcilos ao disconlo dos oilo por ceulo do in.pos-
lo gcral, "' qual disconlo sera pago logo qoc saia a
lista, sendo os preros de seus luihetes os seguiu-
tes :
Bilhcte inleiro 5SS00 recebe por inteiro ."):IHHl>
Meios 3>KJ0 w 2:5009
Ouartos 19500 1:2503
, De KHjjOOO rs. para cima sao vendidos na rua da
(iadea do Uecile n. f.loja de miudezas de Jos l'or-
tuuato dos Sanios Porto.
Ililhrtes SJeOO recebe 5:0003
Meios 2^800 2:5003
Ouartos l^OO 1:2509
Pernambaco IS de agosto de 1856.
Salusliauo de Aquino l'crreira.
Massa adamaa-
* tina.
Francisco Piulo Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e applica ventosas pela
alraccao do ar : pode sor procurado coufroule ao
ltosario|de Santo Antonio n. 2.
Vinhodo Porto.
Vende-se vnho do Porto niuilo fino, em liar i is de
quarlo : na rua de Apello u. 10, armazeO) de ai-
mear.
Vende-se um par re roalas de agarra wim li
diamante! rosa, ulna de lum goxto, pela quanlia a*
)W3 : na rua larga du H safio n. 17, junio ao aliar-
le!.
!\o escriplorio de Jos Candido de Barros, na
na da Cruz n. 52, ha para vn Icr charuto- de lla-
vana e d Km, chegados uliimamenle no trihue
(Sagilarioe.
Cortes de seda
i 18.000 RS.
Cortas da ireslidoa de soda de quadros com dezoilo
covados a IS7OOO rs. cada corle : na loj.i das qualro
portas da rua do Qoeimado n. |l).
Vestidos a 2$
ris.
Gompt&&.
de pesos de bronze, de
na rua du Cadea do
Compram-se apolices da divida provincial : na
roa das Mores 11. 37, primeiro andar.
Compram-se acees da companliia de Beberi
be : narua larga do Rosario 11. 28 loja.
Compra-se um caxao de amostras para (alter-
na, estando em perfeito estado e cora 10 a 11 pal-
mos de comprido, 00 dons que deem o mesmo lama-
uho : na roa da C.adeia u. 10, ou annuucie.
Compra-se um temo
meia quarla a uma arroba
Kecife n. |S, ou annuncie.
Compra-seal.zia Poticacolleccan de poe-
sas : na iua do tjueimudo, segunda loja 11. 18.
Compram-se escravos robrjtloi, de bonitas fi-
guras, com idade de 1(i anuos a 25, anda sendo vi-
cioso. : no engenho Morenos, a fallar com o pro-
prietario.
-- Compra-se uma esrrava quosaihii bem engom-
mar : na loja de 1 portas prxima ao arco de Samo
Antonio, de tjuillierme da Silva liuiuiaraes.
Compra-sc o livroEducarlo Phisica moral
dos meninos, pelo fallecido cirurgiao Joaquim Jero-
nvmo Serpa: oa prai-a da Independencia, livr.iria
(i e 8.
Novo c rcmplelo sorlimento
franceza para vestido, a 2SKI0 r
luja dasquat
ro 10.
de corles de chita
i. cada corle : na
les;
Vende-se um escravo moco, hbil e em defe-
ua rua
Vende e
com 20 au
rnupa ; assii
servico : na
andar, sedir.
-- Vende
fas Calcadas n. 10.
o portas da rua do IJueimalu nume-
nm. bonita esorave, de boa conduela,
*, engomroa, cezinl
como um escravo
na da Scnzala Velha n. 70.
quem vende.
cnse p lava hem
e nac)o para lodo
segundo
hcas franoe-
zas.
\eudei.i-e muio boiiilaa bonecaa franeeza>( pelo
baraliMimo prern le 15-280 e IS800 : na ma do
niieirn.i.j. na bem con herida loja de miudezas da
Io fitiu.i 11. ;i:.
Loja da boa f
Vende-se chai) de quadros de bonitos padrees o
*J0 rs. o rovado, dito) lisos iir bonitas cores a 7-Jll,
chales de merina lises com franjas de retro/, de bo-
nitas cores a 59, ditos com listras de seda a 73 : na
rua do l.)ueimade, nos qualro cantos, toja de Calen-
da, da boa le 11. :!J, defronte da loja de iniudc/as da
boa fama.
I-
\
ib mmtocoinmodo.
el alad
panno de linho mullo lino a 640 a vara, polos mui-
rs ?'-!'"rVai"'''a ura,,c"s de cores a 400 e 500
metas,IpT,,'"''3 "'""' a 10 e 19120, luvas
rioram'.': ,'',""r''l,ora-fMen,la "o *P-
nor a kuo rs ,t,taa ,(e 5e,,a de v
bomem sen hora, pelo barattelmo precn de19* o
pesedaparagiavaiasa,;,,,,;^/;,^-; ^S
bous 1>. pecando can, ., ., ae M,^ c l
ra. e roe a a 3200 e ', ( ym l)iu, ,d,masca
mullo boas (.ara corlinads ij,. ^,,,1,^., IUa lul.
lo fina com nina vara de larjru,.,, ,,Ho Bsr,lilglIM
preco de .16O a vara, neo, de caaabraf, mullo linos
lodus hraucos e com barras de cores a 111 ,- lencos
de cima francote) amito boaa iiHtrs., diales "de
alodao de cores de bouilos padres a silii rs. nsca-
dinlius minio finos e de muilo bonitos padrote a'lfiO
0 covado, fil de linho liso muilo lino a '.Mili a vri
dilo de dore, a lc2Si>, nieias prelas de teda nara sc-
nhoia, faienda mailo superior a 230 par, dita, bran-
cas muilo liua< a :!- n par, ditas branrasde al|odlo
mailo lina- a 20 e :'.l o par, ditas brancas mallo
I-UVAS.
V endem-se mOilo boa. luva. de pelica para Sr.
e bomem, pelo baraliMimo preco de IsOOOopar
ditas dita, prelas a 500 reis, ua rua larga do Rosario
HEMED10 IMCOMPARAVEL.

suas boasqualidades e barates preros, be que os so-1e remove os (lele..ii. de qualquer
nhores fiegnejes, amigos do bom e barato, conhec.s llor mais antigs e ten
c uma bomba patente ingleza, evcel-
lenlc, noconedur da casa n. I da rua do Collegio,
a qual se verde em coala,
Vende-se uma parda de :!."> anuos de idade,
quecozinha, lava e engoinina : a Iralar em l'ur.i de
Portas, rua d
> Pilar n. 20.
Vende- e um prelo de 30 aniius, pouco mais
a rua das Croles 11. 30.
e uma escrav. de meia dada, coxiali.
011 menos : 1
Vende-
e lava :
n. fN.
a Irailar na rua da Cadeia de Santo Auto
SaLiao hraneo.
fabrieaTcbi
enj
na do
1 i (30
tra
(O
ese
n
ll;
raiu, efii e ixas
s. a libra: a ainos-
niesino aelia-se no
esc1ip(
Ira
(10
ineiro
piche
ndar.
da Soledad)
mente par;
>rio i
inca, rua
40, pr-
No anlirjo e bem conhecido jardim,
sito no con er da igreja de Notoa Serihoi a
casa n. 7, ba conslate-
vender pes de roseiras mili-
to lindas e demudas e diversas qualida-
des, como os compradores podero ver
issim como sa-
Dalius, Ale-
>or estar em regetacao :
polis, Cvpr
crim e onir
sutes, Parreiras,
s minias flores.
ntit&.
':
,x)
A lo publico primeira ediccao (Jesle jptu- ,'.g
*Z culo, esgolada no curto esDaco de dons me- *
0>
i
i

i
urto espaco de don. me
zes nos induzio a reimpressao*
Casto de cada exemplar...... 1;000
CarUiraa completas para o Irat!-
menlndi) cholera e de muilasou-
trus moleslias, a..........3O90O0
Meias carteiras..........ItisOOO
Os mediementus so osmclhores > '-ikis,
Consultorio cenlral homcopalliico,*o.
de Santo Amaro Muudo-INovo. n. 6.
F\0V0 KSTVBELKniEMO DE
UELOJQEIUO, NO ATEKKO DA B9
VISTA N. 27, de Carlos Walter.
O proprielariu doale Clabeleciinenlo cima men-
cionado, avisa ao respeilavel- publico e cm particular
ate. aova patricios, amigos e Iregue/.es, que se acha
habilitado para bem operar qualqaer coucerto de re-
loejo que fcfoff confiado ao seu cuidado, (le uianci-
ra quo deisa ao possnidor (deuameule saiisreilo,
farantindo o oaesnia concert, |>ois elle acaba de re-
tbcf ulumameiile um bullanle sortmienlo de peras
instrumentos inteiranienln novos Boeossarios para
> mesase i'un : poriaolo o mesmo eioaa roaa ao
ie-peilavel publico, patricios, atnigos o freguezes
lela ni ini valiosa protocflo, e |>rolela que faro
lulo pira augmentar o liom cmireilo que al boje
lem gozado, e lhe sera eternamente gralo.
Os adinini-lradores da mas
Mara de Seixas, pelo presente aviso rliamam os de-
vedores a' referida massa par. silisfa/eiem -eus d-
bitos, entendendo-se tambem este convite com os mo-
radore. dos diversos predios, e cujos alusuei. estejain
por pagar al ao fim do correlo mez ; no escriplo-
rio da (idmiDitraao, rua do Trapiche o. S\.
COMES E mflB'S
de seda modernos, de quadros escocezes, com 17 co-
vados cada um, pelo barato preco de IS^XH): na lo-
ja 11. 17 da rua do Queimado ao pe da botica.
HAS LISAS HE
COKES^A I3200 US.! !!
Na loja n. 17 da rua do (Jucimado, venlein-se ca-
semiras de cores, lisas, proprias para roeiros de me-
uinos e para forro de carros, pelo barato preco de
13200 cada covado para liquidaco.
MAL DE LAS E SEDA LISO E
de quadros de cores muilo delicadas a 700 e 800 rs.
covado : na rua do Queimado, loja n. I" ao p da
Vende-se um escravo de bonila figura com
aurcineiro : a tratar na iua da Cadeia de
\ntouio 11. 20.
DE SORTIMEMO 1)E MOM1ADOS NA
RUA UIREITA N. 27.
uetjos uitu uuvos a I^SiKl, ditos a I5.VOO, ditos
IfWO. manteiga iugleza mu 1-. ,, hbra. dita 720,
diraflH) dita franeca a 720 a libra dita (O dita 500
candes de docjde guiaba l.-OOll, bnuba em sacras
grande. WtfvVna 3S5UO, dil 1 :l0(K), lavas viudas
da ilha de^ag.|i|fcel a cui 1 lili), sala.> ICO dito 2110
a libra, eevarta aWbra I (O, dita O. espermacele a
IHira 1-00(1 ditO'aOeO, | leb.-ix patente -iii-sn. car-
ne do -enao a310, ellas de carnauba a libra i 10
reis, e oolros muilo. mais gneros que a vi-la do
comprador se vendern por barato prec,o.
\ ni :em-se Osas carros inglezes de qualro ro-
d, fin bom eslado : nacocheira do Sr. Miguel Ar-
chanjo de -ijneiredo, na roa de S. francisco.
Em casa de Ti;:;m Momsen & Vinas-a, praca
do Corpo Santo 11. 13,acha->c para vender um gran
de sorlimento de I utos em brnen ;>ara copiar, por
precos muilo baratos.
Vende-se uma bonila negra de idade de 18 la>
nos: ua roa de Aguas-Verde, n. 23.
Veadem-se velas de cara de carnauba pura, e
confeccionadas, d,. cm libra, viudas do Aracalv,
a preco de I2$500 a arroba, em caixas de SO libras,
lamoem hadoCaardo8 cm libra, confeccionadas,
mas superiores cm qualidade, a razio de licito,
canas de orna arroba exacta : na rua do Ouciniado,
loja B. 45, de l-'rancisco Ignacio Ferreira Das.
No Passeio Publico, loja n. 11. do'Ferreira &
Cruz, existe pore.no de saceos de caf de superior
qualidade, viudo do Ro de Janeiro ; vendee por
preros commodos para liquidar.
Vendem-se por batato preeo,
corles de chitas lars.is proprias pora vestidos.' pelo
barato pret-o de I96OO: na loja de 1 portas n. 3,
prxima ao arco de Santo Antonio.
TAIXAS DE FERRO.
Na funriieo da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, lia
sempre um grande sortimento de taixas, tanto de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas ; e em
ambos os lugares existen) guindastes para carre-
gar candas ou carros, livres de despezas. Os
precos sao os mais com modos.
Vendmit-se scllins com pertenccs,
patente nglezeda melhor qualida-
de qoe tem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson Howie
4C, rua do Trapiche n. 42.
UA
Pcrnambucana.
Na fabrica dosabo e velas.manufacturadas na rua
do lirum, veuilbii-se velas de carnauba purificada,
Biiaes na lu/ .- s de espennaeete, e sem exhalarem
Cheiro algum ddsagradavcl : vendem-se a preco de
l.cOOO a arrobal encaixoladas, advertindo-se que a
rcenor quanlida^e que se vende a rclalbo he meia
arroba, c scndolpagas a vista.
Cal de Lisboa, nova, e potassa russiana
superior.
O deposito de cal da rua da Cadeia do Kecife n.
50, acaba de reicber pelo ultimo navio de Lisboa
barris com cal n iva em pedra, assim como dilos de
potassa russiana de superior qualidade. sem exagera-
ra o a melhor qi e (em viudo ao mercado, com cujos
arligos os senho es de engenho podem sem rsceio
fazer bom assuc; r, eqi qualidade, peso e llvnra, e
os vende por precocommodo Antonio (Jomes da Cu-
iiha e Silva, na ua da Cadeia do Rerfe, loja n. 50,
defronte da rua da Madre de heos, bavendo ueste
deposito nm reslo de barris com cal da safra passa-
da, que se vend
AVISTADAS BOAS01 AL
dades he milito barato.
\ eude-so papel de peso e almaco o melhor qua
pode haver ueste genero a 3, 4, 5 e 69000 a resma
papel paquete muilo fino e de milito boa qualidade:
propriamenle para se escrever por vapores para a
Europa em coutequeucia de nao se pagar Brandes
portes de cartas, cm resmas, meias resmas, quartos
de resma, ou mesmo em quadernos a SO rs.. papel de
linho verdedeirameute almaco e proprio para sarto-
rio a 1-3 rs. a resma, verdadeiras pelmas de ac de
luco de laura conhecidas pelas melhorcs que "ha a
Is200 a caixuibii com 12 du/.ias, ditas sem ser de bi-
en de lanca, mas lamber muilo boas a (iO a caixi-
uha com ISdnzias, duzia de tapia mulliwimodlnaso
320, f nu c."HiO rs.. diloa pira desenlio a 800 rs. a
duna, caniveles muilo linos e de todas as qualidade
0 precos, tinla inglesa muilo boa e barata: narua
dn Queimado, loja de miudezaa da boa fama n. 33.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para regar borlas bai-
la decapim : na fandicSodc D. W. Kowman,
na rua dn Brum ns. fi, 8 c 10.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundipao de ferro de 1). W. Bowmann
rita do Brum, passando o cimfariz, contina
ver um completo sorlimento de tatxrs de ferro fun-
dido c balido de '! a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptido: embarcam-se ou carrejarn-se cm acr-
ro sem despe/a ao comprador.
Vende-se cm casa de S. P. Johnston & C
ma da Seazala-Nova n. -12, sellins ingleses, chi-
cotes de carro e de montara, randieires e caseaes
bronzeados, relogtos patente inglcz, barris de g'ra-
xa n. 97, vinlto t'herry em barris, camas de ferro,
no da vela, chumbo da munifao, arreios para car-
)0, lonas Dglezas.
ua
ha-
elogios
Coberto.e dcscoberlos, pequenose grandes, deouro
e prala, patente iuelex, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle*: em casa de Soulhall Mcllor^ Companbia, rua
do Tunos 11. ;1K.
Cobeitores de laa hespa-
filles milito encorda-
dos o grandes.
Vendem-se narua do Crespo, loja da esquina que
volia para a rua da Cadeia.
K
VENDE MU1TO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vein!em-se libras de lioh.a de boa qualidade n.
50, OO e 70 a I3IOO. dita, muilo finas den. 100 e
120 a 19600, duzia de lesoaraa muito boas para cos-
tura a I9, ditas muilo fnate grandes a 19200 a du-
zia, peeinba de luco estrello a 560, caxinhas com
agulha. franceza. muilo linas a 160, eaixinhaa cen
I6n0vallo.de lindas de marca inuilissiuio linas a
280, bracelete, encarnados muilo bouilos para meni-
nas e scnhnras a 200 rs., meias brancas muilo lina-
para scnhnras a 210 e :oo rs. o par, meadasgde li-
abas inuitssirao linas para bordar a 100 e160,| bo-
rnes deinadrcperola minio linos para camisas .600 r-.
a grosa, bolees muito linos de ac tara cairas a _sii|.,
prosa, livelas douradas muito linas para calcas e col-
leles a 120 cada uma, peulrs de balea muito linos
para alisar a 300 rs., pecas de fila de linho com fi
varas c meia a 50 rs., caxinhas com colxele. france-
te. a 60 n., carreleis de ludias de 200 jardas de
muilo boa qualidade e de todos os nmeros a so rs.,
macos com 10 graropas e de muilo boa qualidade a
30 rs., pares de suspensorios a 40 rs., torcidas para
candiiiros a SO rs. a duzia, carteiras de marroquim
para algibeira com molas douradas a (00 rs., cae-
sar. fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, crozas de | Dito muilo largo e muito fino com 35 varas
bolo.', de louea pintados para camisas a 2*0, peca. Al.od.loziul.o'de 20 jardas
de hla decos de lodas as larguras a 210 e :120, buhas Dilo bom americano
brancas de rretei.Com 100 jardas do autor Alexan- CllilM de cores, bou. padroes a 5, 5*500 c
carretel, linbas prelas de mead.nhas. Corle, de calca de caseraira pr.l.'.SNM
PILIXAS H0LL0WAV.
i.slc iuesliniavelespecificn, romposto intriaasen-
tc de lierva. medicin.ies, nao cuntem mercarlo ni ai
algaina nutra substancia delerlerea. Benigiii,. .
mais tenra infancia, e a enmpleirao man delirada
. he igualmente piomplo e .eguro para desanaieai
linas para ineiunos e meninas a 2*0 o par, e alem de I ",al roiupleicao mais robusta ; he iuleiraaienu-
ludo isto oulras muili-mias fizcn.las, que a vi-ti de I "'nocente em suas eperares e efleilos : poi. bn>ra
especie e grao,
es que sejam.
re milharcsld. pasasM curadas ceta ule re-
I. mullas queja eslavaaa as portas da
, rao o que lie pichincha : na rua do (Jueimailn, uo-
j qualro cantos, na loja de lazcndas da boa fe o. 22,
defronte da loja de miudeus da boa fama.
Fazendas por
muito menos do
seu valor, ni lcja portas, na rua do Qtteinia-
(io li. 10.
C.iintinua-se a vender nesla loja o resto das fazen-
Enlr
dre a 10 rs.
laceada muito boa a 20 rs. a meadinha, carias de
alflneles da melhor qualidade que ha e com 25 len-
les a I i, peales abertos de balea para alar cabello,
fazenda muilo boa a 28600 a duzia, metas de fin da
Diloa de collete de selim prelo superior
trun de buho de quadros, o covado
Dilo trancado, a vara
Panno, prelo. e de cores a :b* o
Escocia para meninos, brancas e de cores a20 e 320 Chita larga franceza, covado
o par, arozai .^e fivela, par., spalos a o60, caixinhas Dilaa estrella, de cores, o covado
ci.vernisadas con, palitos ..o fugo de velinbas de boa Algoda azul meocwdo eide uira. o rovado
qualidade a 120, ditas ni por barato prc;o.
Na leja das seis
portas *
Em frente do Livrau.entaj
ira os na mora-
dos.
Vendem-se'jlbas de papel muilo bonilo, proprio
para ooares| ..uencia -.le n.nnorados, pelo barato
pf.endc''.' 60, 80 c loe r na roa do Queimado,
na bem coniecida loja de miudezas da boa fama
o. 33.
' logio8 de patente
injjitv.es deouro, de (abnete c de vidro :
vendem-se a preeo razn vcl, cm ca^a de
AugustoC..de Abren, narua da Cadeia
do Kecife, armazcm n. 3C.
boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 caixinhas de
phusphoros |uopramenlc para charutos a 320,
ca-lis muilo bonitos para bengala a ll i'., ia-
palinhos de l.i.i para criancaa a 300 is. o par,
Irancelins prcies para relogios fazenda minio
boa a lio, escovinhas muito boas para deules a
100 is. Alem de todas estas miudezas vendem-se
oulras niuilissiin.s, que vista de suas tmas qua-
lidade) o. baratos precos tem causado admirar/do
aos proprias compradores: na rua do Queima-
do, na bem condecida loja de miudezas da boa
fama u. 33.
NA LOJA DA R0.V MA.
\ eude-se baadejaa'srandes e muito linas pelo bi-
ralissimo prejo de 39000, igOOO e sOOO reis. oril-
le- '( armajao de ce de todas as graduacAe. a
S00 res, lunetas com armadlo dourada a 1-rOO) reis,
dilaa com armacao de tartaruga a l.^MK) res, ditas
Caa crinaran de bfalo a 500 reis, oculosrom Srma-
cilo de metal branco a 400 res o par, lunetas com
armario de tartaruga com 2 cidros a 3-J0U0 reis, ri-
cos chicotes paia cavallos de bomem c senhora pelo
baratissimo prero de 800 reis cada om, grvalas de
seda mailo bonitas a l.-in res, bonitos alaradnres
de cornalina para casaca pelo banlissimo prei;ode
M) res, sospeusorios finos de borracha a 400 reis,
peale, muilinimo finos para suissa ar">00 reis.escovas
muilo linas para cabello a (10 res, capachos pinta-
dos comprido. c redondos a 700 e 1(000 reis, bu-
loes linissimos demadrepcrola para camisas a 15200
rs. a groza e 120 rs. a duzia.ricas canelas para peuua
de ico a 120 res, ricos porta-relogios a I58OO reis,
caixas de metal muilo finas para rap a 500 o (00
reis, escovas linissimas paro unhas a 320, 500 e (40
reis, estovas para roupa e cabello o melhor que pode
haver a 1%MM), 19200, 15500 e 23 res, pinceis linos
para barba a 20O res, duz.ias de facas eg_arfos linos
a 3&000 reis, ditas de cabo de balance niuilissima
Anas a 69OOO a duzia, ditas J^ tmas de rabada,
uiarlim o melhor que pode T^ a 159000 re
duzia, camisas de meia muilo
lotos de chita larga
Lencos de ganga c de dula, linos
ijjciOO
135000
25000
3(000
(5000
(i*M)0
:i5000
200
(00
3#5O0
-2(KI
ll.d
ll0
IrsHHI
19920
6M
r.oo
Superiores velos de ca nauba.
Vendem-se por preco commodo: na roa da Cadeia
do Keciie n. 24, primeiro andar
preservando cm seu uso, Massaaa (.ki,
/es afalo, desta a,,mbro7a med.r "J a aZta
rec..pCra,.,o bellico da saude. P"**
Nan se peica l..milu eIn 1(imar ,
qualquer das segue, .nfeimidad,.* ^ *
Accidente, epilpticos, lebrelo da epecia
Alporras.
Ampolas.
Arcas mald').
Aslhma.
Clicas.
t^onvulses.
Dchilidadc nu exte-
nuarn.
Debilidade ou falla de
forcas pora qualquer
cousa.
Dcsinlcria.
Dor de galana.
de barriga.
(r nos rins.
Dureza no venlrr.
Enfermidadesiin libado.
_ venreas.
e.nxaqucra.
Erxsipela.
Febrea biliosa*.
iuleriiiiltrnlps.
Vend
Cola.
Ilcmorrfcoida..
lydropiMa.
Ictericia.
Iiidiuesloe..
Ilamniarat.
rregularidade.da
nien-liuarau.
I.ombriga. e, loda*-
pecie.
Mal-de-pedra.
Mancbas na rali..
Olislruccaod. venlre.
I'bli.ica ua insumiu..,,
pulmonar.
Helenfasdeosjrina.
KheomaUsBBe.
Svmploma. sscundaiu. .
temores.
Tico dnlnroMV.
Ulcera..
Venreo (mal.?
Pescocinhos d( relroz prelos e bordarlos de CM a
cinco mil rs. cad 1 um, sortea de filo prelo bordado
para manteletes de meninas a mil rs. cada corle
Camilas de camb aia bordadas para senhora a doi
mil rs., e maug Otos recortados a dez loal&H cad
par, collarinhos le lindos gestos para senhora a pal
laca cada nm, e nuitas oulras fazeiubs proprias pa-
Vende-seca I de Lisboa ultima met lee llegada, as-
siaicomopolassadanussaverdadsira:napracado
t.irpo Sanio n.ll.
Cm completo sorlimento de bordados comose-
am, c.iiiii.qlas.coiu iiian-as, collarinhos, pcitilhns,
romeiras, Canfeiis, cuifinhas e pelerinas ; lambem
lem am completo sorlimento de ricas llores, enhiles
para checa. fitas e os verdadeiros e modernos bicos
de linho : na roa da Cadeia-Vclba n. 24, primeiro
andar.
.(
fiS^o-i pretas para loto.
Venden)e cassas pretas muito finas proprias para
luto, pelo buralissimo preco de ISO vara : na rua
do Qoeimado, ans quatio canlos, loja de lanudas da
boa f n. 22, rjafronle da loja de miudezas da boa
fam
ra o passamento la fesla ; da se de ludo a amostra,'
levando penhor 1 ue cubra c valor do que se mandar
pedir.
Xa loja das seis
(tortas.
Em /'rente do Livramento.
Lencos ile seda franceze de muito boa seda c cos-
to, proprio. para neninaa c wnhoras a de/, luslnes
rada nm, lencos 1 om bi.o largo, proprio. para mo
de senhora. a qua ro patacas, e bordados a dez dis-
ides, fazenda lina,
meia Taras a tres
com tres babado,
mil rs. cada um ;
zer escolher ou 111
abas ale 0 da nmi
cortes de eambraia lis com oito c
mil rs. o corle, que da' vestido
cortes He eambraia de seda a oito
la loja esta* abarla para quem qui-
adar trazer, d3s li horas da ma-
popelina!!!
a '
NI rua do Qna
linda fazead. para
aaaealo branco con
esla chegada pelo ultimo vapoi
com penhor.
>OfK O '.('VADO.
nado u. 2i A. vende-se a mais
reslido de senhora e mipas, de
llores solas e de listras, fazenda
d.'10-se as amostra!
Kiia
do
d
n
o Queima-
1 A.
lecRila rraoeesa com tjenva-
0 mtriu bordados a \elludn,
le* de seda li*oe de quadros,
'(O o covado, assim comonolras
se vendero. muito em conta.
CARTAS FIMkSHIAS PARA VOL-
TA1IETE.
Vendem-se superiores cartas francezas para volta-
rele pelo baratuaimo preco de .500 rs. o baralho ,
na rua do Queimado. lia bem condecida loja de miu-
dezas da boa faina n.133.
Vcndcm--e corle
dos a 39300, chales
do ullimo costo, c
rlscado. escorozes a
muitas fazendaa, qui
YABANDS E
GRADES.
trinitarias de
lumi rosto.
filia
Monteiro.
da Sen/.ahi-Ve-
t'm lindo e vanado sorlimento do 1.....lellos p.
varandas c gradaras de gosto inoderui.-siiuo : na I,los frasco.
fundic.lo da Aurora, en, Sanio A maro,e no deposi-
to da m a, na rua rio lirum.
[Ha loja da boa fam;: anconlrase sempre un rico
sorlimento de perfumarla, de todas as qoalidades,
sendo seu anloro nulo.ir que !. em l'aris, ,iquisi-
o extractos imiitissuno linos, pelo barato
Moendas
Na undicaode
to Amaro, acha-w
de canoa todas di
snpenore.
C. Slartiv C, em San-
para vender moendat
ierro, de mu modelo e
construceuo muito superiores.
preeo de 13200, 1(500,2S e 29500, jarros de porcel- i para encenho, ma
lana delicados c de modernos .osle, com banha fran-
ceza iBiiilo lina a 25, frascos eum esseencia de rosa a
320, paos de pomada franceza muilo boa a 100 rs.,
frascos pequeos e uraudes da verdadeirn agua de
Colonia do l'iver a '.SO e 1/000, al,mieles finos e de
diversas qualilades.pos paiadeiileso melhor que p-
'le haver. n outras multas perfuinarias, que se ven-
den) muito barato: na roa du (Jueimado, na bem co-
oheclda loja de umileza* da ba faina u. 33,
a do
So deposito (i.1 rita
han. 1 l(i, Vetiile-seassiieap reliu.-xlo de
nperior quejlidade, de arroba para cima.
Leos de eam-
braia de linho
A 520, 400, 500, e 640
cada um.
Vende m-se ua rua do Crespo, loja da esquina q
olla para a rea da Cadeia.
Vende-se
cnenlo muito novo, chegado em I de maio prxi-
mo panado de ll.imburgo, por preco muilo em cun-
ta a vista da qualidade, lauto em poreao cnui'j em
harnease linas: no armazcm demaliiaes na rua
da Cadeia de S.iuto Autonio n. 17.
R-des de pal ha, feitasno
Para.
Na rita da Cadeia do Kecife loja de
porlns n. \iy, vendem-se as referidas re-
des cora cotes e iptalidadcs intuir mente
cspicultindrificas.
Casemiras finas,
Na loja da Estrella, rua do Queimado n. 7. ven-
dera-sc casemiras franceas linas de lindos gustos,
pelo baratissimo preeo de >(i(K) o corle de caira, e
chapeos francezes da ultima moda a (ijoOO.
Pianos,
Veiidem-sepiaiio.verlicae.inglezes, de elegantes
modellos e excellcnles vozes, fabricados |>orumdos
mais acreditados autores, premiado na exposiro de
Londres: no arma/en) de Kostrou KookercV Com-
panhia, praca do Cori>o Santo.
Vende-se o sitio com casa de sobrado doffallo
cdo Gcorge Keuvvorityi Iu2ar.de S. Jos do .Man-
::oinlui, con) ai vei edos de frtelo e mais hemleilorias
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido sitio
proprias : quem o praicnder procure cm cata de Sa-
muel r. Joboslou .\ anipanhia, rua da Seala No-
va 11. 12. 1
fCIA
oor, rita daSenzala-No-
11. 4-J.
tocontina a haver um rom-
Ifnoendas e meias moendas \
as de vapor e taixas Je
ferro balido e coado'de lodos os tamaitos para
dilo.
sabonete e velas.
Cirs abotuaduras de madreperola c melal para cob
lele c palitos pelo barato preco del.".00 e (00 rei'
finisrimas navalhas para barba em aojos de uma
duas navalhas pelo baralissimo preco de^OOOo/
Injo, cnndieirosamariranns muito bonitos prop
para esludantes ou mismo par;/qualquer cstalx
cimento, pela _boa loa que/da a commodida
de se pnder pendurar ou rs ae em cima de qoalque
mesa, pelo barato preco de*fl?000 reis, pastas par
guardar papis a S00 re--, espelhos para parede coi 1
armacao delirad.-' o or* ser darrsda pelo baralis
mo preco lcis, (inissimas e*.'-
cas caixaj 30000 res, papel de
cores de fu... larlo de resma pelo
barato preco de 720 res, e oulras muilissinias mu-
sas, que tndn se vende mai* haralo do que em oulra
qualquer loja : na rua do Qoeimado na bem conde-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
I.ABVRIN1I10S.
Ven lem-se lencos e toalbas de labvrinlho, assen-
ladn em lina eambraia de liuhn : ua roa da Cruz n.
3I< primeiro ailar.
Farinha. de mandioca.
Vende-se superior farinha de Sania
Catliarina, em saceas rpte lem um alquei-
ic (medida vellia) pot preeo commodo:
no armazem de Novaesdi C., na rua da
.Madre de lieos 11. 12.
Vende-se a verdadeira graixa nglcza n. 07, do
fabricante Day and Mirlen, em barricas de 15 du-
zias de potes, cm casa de James Crabtrec & Compa-
nbia, rua da Cruz n. 12.
Para as senho-
ras que <40.sti.n1 do bom e
barato.
\ endem-se ricos pentes de tartaruga para alar ca-
bello a 19500, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para enancas de un) mez a um anuo, pelo barato
preco de IjjSOO o par, lenrinhns de relroz de lodas as
cores para senhoras e meninas a 1c, toncas dt lila
para senhoras e meninas a 500 rs.. camisas de meia
para enancas ale a idade de um anuo a 500 rs.
meias brancas de algodao para senhora moilissioio
linas a 500 rs., dlas brancas e prelas de seda o me-
lhor que se pode encontrar a 2>e 2>.i(K) o par, ricas
caitas para guardar joias a S00 rs. c I?, calas mui-
lo ricas com reparlimentns nicamente proprias para
| costuras, peto baratissimo preco de 29500, 38000 e
3&500, travessas de verdadeiro bfalo para prender
cabellos, pelo baralissimo preeo de 1$, ditas de tar-
taruga a 3ViOO, ricos Irques com plumas e espelhos c
pintaras Itaiseimasa 2>, pentes de bfalo mudo linos
para lirar piolhos a 500 rs., lesearas finsimas e de
toilas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas as
cores e larguras, ricas fitas de seda lisas e amadas
de lodas as larguras e rores, bicos de linho fioissimos
de lindos padrees c lodas as larguras, ricas franjas de
algod.io brancas c de cores proprias para cortinados,
e oulras inuilissimas cousas, que ludo se vende por
Ito barato preco qoe aos proprtos compradores ser-
vira de admiracfio : na rua do l.tueimadu, na bem
couherida loja de miudezas da boa fama n. 33.
OglOS
hijgezes de pa-
tente,
ns melhore-fabricados cm lnslalerr;.: m casada
llenry (lihson : rua da Cadeia do Reciten. 52.
Vende-se n engenho Muribeqiiinha. Ires legoa*
(lisiante desta praca, une fura avahado em 35:000?'
perlence ao casal do finado cominendsdor Jos Pau-
lino de Albuquerque Sai ment, e no qual lem o ac-
tual rendeiro tres qoinhoe. de 1009 rada um, que
foram excluidos daquel'a avaliarao, a que se prece-
den no dia 26 de julho prximo passado, pelojaus
de orphfloa : quem o pretender, dirija-se ao Sr. le-
nentc-coronel Barata, ruada Cadeia u. 22. ou ao Sr.
Jos Ooncalves de Albuquerque, no paleo da Ribei-
ra, sobrado junto ao muro da l'enha.
LUYAS PARA HOMEHS E SE-
NflORAS.
\ endc-.'i-e siiperu.r,s luva- de.pellica muilo nova.
jiarahoMiem c senhora'attffBU-tci! o par. diUs da
seda muilo boas e sem deleito algum amaiellas. pre-
a 19000 reis, ri- las e branca, para houicm e senhora a IrKKIO reis
o par, ditas prelas de torcal muito boa. a S00 reis o
par, dilas de fio de Escocia brancas e de cores para
lioinem e senhora a {00. 500 e 600 reis o par, dilas
ditas para meninos eineninas a 400 reis o par, luvas
de seda ricas ds todas as cores e lux dadas, com
guarnicao, para senhora .l?O0Oe 33500 reis o nara
- nulos roais qualidades .-'e luva., ludo na :
o- Jueimado ni bem ...bacida loja de miudcz:.s
boa fama n. 33.
Lindeza para vTfstdos
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ullimo
menle de Franca, pelo baralissimo preco de 1SOO0 a
covado. Esta fazenda he de pora laa i sed, e os
seus padrcs sao os mais bonilos que ate o presente
tem apparecino no mercado : na rua doOueimado.
oos quatrn cantos, loja de fazendas da boa f n. 2-2.
\ endem-se vcllas de carnauba de composicHo,
a milneAo das velas estearinas, pavio imeric.no, da
melhor qualidade peesivel, bem como de carnauba
simples, por precos commodos, arroz pilado muilo
bom e ja' muito conhecido por cresccr mais que d
dollaranhio, em arrobaaSf, era saceas a 19800,
arroz, de casca em saceas grandes a 33300, e em al-
queire medida velha a 39500, ludo muito bdm : na
rua do Vgario 11. 5.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias pretas de I" para
padres, pelo baralissimo preco ->S(' ,iar : ua
na do Queimado, na hem eo' miude-
zas da boa fama n. 33.
Cal virgem de I.isb ..egadt no brigue
Constante : nos armazens -a l-'onseca, Medairus &
Cnmpanhia, rua do Trapiche.
Em casa de Eduardo II. Wvalt.rua do Trapiche
Novo n. IS, vendem-se barias, relogios de ouro, co-
herlos e dcscoberlos, sellins inglezes, chicotes de
carro, arreios para dito, cabos da Kussia, fio de vela,
lunas de lodas as cores, candieiros e rostieses bron-
zeados, conservas de fruclas inglesas, charutos de
llavana,
Vaqueta do serto e sola do Rio, carnearas e
pellos de cabra,feijSo cm sacca de 2 alqueires, quei-
jos frescaes, cera de carnauba, alanados grandes e
pequeos, pellcs de tigre e panthera, carne superior
do .erbio, sebo cm rama : veude-se no armazem do
caes do Hamos, de Francisco de Palla Figueira de
Saboia, e a tratar no seu escriplorio, rua de Apollo
o. 5.
bol.c.rio., droguislase outras S-m ****' T
o modo de se usar destas pilol.,8 V"' "ph,-r
O deposito geral be cm rae do S IWm ,1..
mace-lico, na rua da ttigXSaZ
lim caiv.s de 2 duna, e em barri. da o,!.,',
lilemente chegado pelo brigue .Trovados, m
.. umeamenle no arm.zem da IsarroeTTca^
rua da C-deia do R.cife n. 4. ""

ttenco!
A" loja de V pot tas da
rua da Cadeia do Ke-
eilen. S.de Narezo
Mara Carneiro,che-
011 n 11 mi.menle um Brande soi lmenlo
de seiias com lindissimos desenlins e de
muito superior qualidade, pelo baratissi-
mo preeo de l'.l.sOIIO rs. o corle, ditas
com gestos chinezes o l.sOOO rs. o covado,
e oulras militas l'a/.endas compradores podero avaliaros seus pie
ros pelas suas boas (|Udlidades. ,.
Loja da boa fe.
Vende-se panno prelo e azul, fino, fazenda nimio
Vende-se um bonito mualo de 18
annos de idade, proprio pata bolccito:
a Iralar na 1*1 a <
lo Vid
ai 10 n. 51.
Vinlto do Porto, superior chamico.
Era can. de 2 duz..... bar, do oilav.. ra-
ir.;*eade-
! Castro, m
POTASSA E CAL TIB6EE
Cadeia do Ftectfe, escriplorio n. IS, ba para ven-
der muito superior potasa da Ruwia, dita do Rk
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em podra, ludo
a preos muito favoraveis, con os quaes ficarao
dos contadores satisfeitos.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda
construecao vertical o com todos o memora roen loi
mais modernos, tendo vindo do ultimo navio da
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8
Vend V,MI ,M> P0RT GBNWS.
vende-se ptimo vinho do Porto ees barris
quar.oeoi.avo, por preco razoavl: mTtm\lSfT
de-a^do Recito n. 13, escriplorio de 52V-
Nivnlhnsa contento.
i tiimllfh**!! vend" 9000 o partpreco fit.)
ja bem conhecida. naval!,.. ,1, barba.feiu, peto b. -
l'il fabricante qoe ba s,do premiado em diversas es
posicoes-. v.ndem-s. com a condicitu de ni. %-V
d.ndo poder o comprador devolve-la. .to 30 dia.
depois da compra, reMilnimlo-ae a importancia em
r".fe'm Tt0 c-de Ahreu-ni KSK
yendem-semadapol
*f"eOijO' a. -
los: na rua da Cade iS
A 5*506 a dii7.ia.
Ma loja das seis
portas
Em frente do Uviamento.
Chitas de cores bonitas a is vintn., dilas tran-
cadas a meia palacs, rifado, de Irsa MlnWee l,
go. propr.os para roup. de pretas avTvssEn,
covado por es.arein molhado. dVchuva TTJSce
chales brancos de bon. p.r, trater pVcW.
cuco lu.toe. c de SJ^a ec,rao, cii IW tT,!
relia a duas palai^da-ae de ledo ai
que" trrg,1.^f!rh0r "" "^ "^ 1
poloesAos e de ostros.
"' gayrcco nuil., b
-^if!mH, ptunen ai
Cid
bw-a-
dar.
,levan-
%
*o.t>os fttgid0i
toas
ca-
Fugio no dia 18 de agosto corraole asa rela
cnoula, de nome Benedicta, da idade 28 a*
co mais ou menos, alta, secca do corpo, 1
denle, na frente, he bastante civilisask kri
bello sempre riesdo, he mnite conheeid peti
dicta do Joaquim d. I.iogoeta.iem eoslunvad
e quando esla fgida costura, andar pala raja daVi-
lar, em I-ora de Portas, aim como u Ohad. : pe-
de-e. u lodas as aotoridade. policiaca e rillilli Ji
campo a captura da metma escrava, e mim t
se bem quera a lev.r em casa da sea rcnh.i i
de Collegio n. 21, lerceiro andar, o aMsjaetoaae
protesta contra quem acootar a mesma SKrava.
I>a iindicio Imji
Nesteestabeleciii
pelo sorlimento
No deposito das bichas o mercearias, na roa es-
trella do Kosario u. II, vendem-se as afamada, ve-
las, imitando espermneete, e .ahilo branco com o
cheiro de sabonete, da fabrica iogleza.
Sorlimenlo de fazendas novas, boa. e ba
na loja n. Vi da rua da Cadma do lenle,dcfrnn
rua da Madre Dos ; chitas de cores finas, e bonitos
padres a 160, IHO, e 200 rs. o covado, e em pe;a a
(>>. (teillO, (.-800 c 7-, dilas larcas e Oseados fran-
cezes largos de novos padres a 210 u covado, corlas
de cassa chita de cores agradaveis cora 7 varas, a
I -si io. ditos de barra par. acabar a 1-iioo, chales de
merino pequeos de barra a 2?, cassas, francezas de
core a 100 o 5l>0 a vara, cassa para babados a 200 rs.
a vara e 19600 a peca, chales de merino lisos muilo
linos com franja de retroz a j>, dilos bordados de
matiz a K>, diios bordados de uma s cr muilo fi-
lm- a III-, ditos de cbally com barras asselinadasa
1,-"un. .ruin preto 111.11 .o proprio para vrslidos e
rlleles a 23 o covado, corles de seda para vestidos,
aoslos modernos a 2li- a 30?, grnsdenaple prelo, su-
perior qualidade fi 1.-80O, 25 e 2?t00 o covado, len-
rns de eambraia de linho bordados a .*>>, dilos a imi-
lac3o com bicos largos para mito de senhora a I?,
ditos de seda com estampas das balalhas da Crimea a
SOO rs. e 1c. panno de linho fino para lencoe. com 2
varas de largura a 2?i00 a vara, pecas de silecia lar-
ga de puro linho, Una, com 21 varas,' propria para
camisas de senhora e toalbas de labvrinlho a Id?,
dilas de brelanha de linho, lina, para o mesmo lim,
com 10 varas a peca a 7?, colleles de seda em cor-
le a -J--, casemira prela de boa qualidade a 28 o co-
vado, panno preto c azul, lino, a 39l<0tl e O, e muito
superior, approvado na eiposicfta de Pars a "9, gr-
valas de seda bonitas a I-, lirim de qaadrinhos para
palitos a 200 o covado,cortes de brim de puro linho,
padres inleiramente novos para calca a 3;200, pe-
tas de panno de linho fino com 12 l|2 varas a's- a
dilas de Hambnrio lino, propno para ccroula, loa-
Iba. e lenc.ies aillo, e lisa peca, madapolAes de
boa qualidade de 2-000 ate 85 a peen, coberlore. de
u eiinr. prova.de imao, pelo haralissiniu preeo de algodao,grandes, imitando 14a a 1,-20(1, e dilos da
;l-.'i()0 o covado, alpaca prota moiloTma a 040 s en- ] 13a a 2-, saias de ranui.io para senhora a :l5, e dilas
vado, merino setim, fazenda superior para palito, a hordadas a ."..-, c oulrasmuila. Jazeudas, que a rii-
1,-iiOO o covado. canOo preto muilo lino proprio para
ve-lidns a I- o covado, selim prelo inacao, fazenda
superior a 2-1 d>0 o covado, gro.dcnaples pelo muilo
tino paia \e-tido a 2? o covado, superior sarja prela
despatillla a 2-2 i o o covado, prinreza prela muito
lina a Six) rs. o covado, corte, de colleles de anrgu-
rao de seda, fazenda muito boa a 29, cortes ds lus-
lies de bonitos padrOa. a 040, brim trancado branco
. per.. Ie.!i.. a 1--e l-'i i a vara, lirios trancados
de cores de muilo bonitos padres e de puro linho a
I-i So a vara, dilos ditos tambera de bouilos padres
a MKI rs. a vara, dilo trancado pardo lambis de li-
Fogio no da 19 do crrante da Capn onde
eslava como serente de pedreta na obra do Sr
Paulo Joi (jome., o prelo Jos, conga, de toesto 441
anuos, pouco mais oo menos, tendo os aegniato. g-
n es : bem preto, gro.su do corpo, (ende ra. tu-
triz sobre o olho, a oulra no beico, costana beber
cachaca, faz-se maluco e incolca-e por fon, e der-
la canoa, he bem conhecido uo dilo lugar : iva o
appreheoder leve ao paleo do Terco n. I, on a Ca-
punga a Sra. D. M.in.i l.nurenra. viova do fallecido
Jusliuo, que sera recompensado.
Recommenda-sea todos oscapiUes decampo
e aos senhores inspeclore. de Santo Amaro, a capta-
ra do escravo cnoulo de nome Domingas, eses os-
eta. *"""" "oinles : altura regular, eheio do eorpn
ito da "au1,em 1,^,"1 ,en' "'o* n- J" de. dado, por
-.. ler trab.lhadn de amassador em nada
oulras muila. ._
nheiro visia se vendcio por naraliaslmo prero, c
dio-se amostra-.
Veftem-se livros de ineibrina e oolros min-
io., por preco moito barato para acabar : na rua do
Queimado n. 33, luale miudezas de Jo-e do A/.c-
vedo Maia. *
CAMISAS FRANCEZAS.
Na loja da Estrella, rua do Queimado 11. 7, ven-
dem-se camisas franceza. linas e de ullimo gosto.
nho a CM rs. a vara, dito liso largo a '18O, ganga |*lo baralissimo preco de 28500 e 35OJO cada um
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo sapenor
a 320 e :it.O o aovado, dilaa de cores escuras de qua-
dro. e lislras, de muilo bonilo. padres para calcaae
palitos a 600 rs. o covado, curies de cairas de bonitas
casemiras de algodo, pelo barato preeo de 19120,
brirazinhos de quadros de puto linho a 210 o cbvado, 'ricas, por commodo prec,o"
alpacas de seda a OSO o covado.
Aos senhores de engenho.
No becco do Goofalvea, armazem de Jo. Uarte,
yJBftl a verdadeira farinha gallega, em meias bar-
amassador em padaria, tovsa cami-
sa de meia azul, mas j foi encontrado as Sanio
Amaro com camisa branca de algodSociabs; sanio
dominio, 17 do crreme, montado em asa cavalln
pequeo, raslanho escuro e carregador neis., eem
cangalha, e andoo no mesmo dia de tarde em Sanio
Amaro; consta que all se Me samira o cavall-. a
que na seganda-reira elle all proesrava nasa pea
para lhe entregar o cavado, ma. qsm nao Ibe tora
possivel encontrar em casa essa pesase, e anda all
foi visto na l.iri de inanh.ia com am ..eco no hom-
bro, caminhaiido em ihrecr.10 a' lloa Vista : qawn
0 appreheoder, pode dirigir-se 00 Recito a. Sr. Joa-
quim Francisco de Alem, no Forte do Malla., on a
1 'linda no abaixo assignado, senhor- do dilo escravo.
que sera' generosamente recompensado do se. Ira-
lialhn.Luiz Jos Pinto da Costa.
_ Fugo no dia 9 do rorrele agesto a carras.,
Vicencia, cr parda escura, eom os signoe. Mgain-
les : baix, desdaniada.jbem moca, pes con. capar,*
de caler de figado, levou vestido roupao, de ehil.,
cor de rosa, novo, nutro amarello, oalro da cana
rosa, panno da Costa com listras encarnada., cosla-
ma andar de meia. e tamaneox, por risa qna teas aa
pes muito feio : quem a apprehendar leve ao 1 ,*,
da Eslaucia do Ciquia', qae Mra' recompensado
-- Fosio do engenho Vicente Campalto, na fra-
guezia da Eseada, no dia 1*2 de jalho, o escravo Joao
Filippe, crinlo da Babia, estatura regular, aacee da
corpo, rosto comprido, turnado, cor alguna ro-nsa
fula, canlioio, prroas bstanle finas, lesea roana de
algodao azol e chapeo de palha de carnauba ; foi
comprado no lenle a Antonio Ricardo da Ke-go :
quem o apprehender leve ao engenho Vicenta Caes-
pello, que rereber do abano assignado ."-n-joon de
gratifiraciio, c no Beeifs so Illa.. Sr. Joan (lato de
Lcraos Jnior. 30 de jalho da 1856.
Maooel (.encalves Pareirr, Jnninr,
Uo engenho Crus-ihy no dia 3 do eorrei.tr.
fugiram 2 escravos. -endo um de nome Antonia, de
a-gao Cawange, que reprsenla M Mito-, de idade,
de altura recular, rangueiro no anr,ar,cnr prela.ros-
to redondo, sem barba, rostas limpa, chelo dn ras-
po, conversa pouco ; o ouiro ds neme Vernusw de
nar.10. bailante alio, algum lauto espadando, reala
recular, tan de amos o. lado, do rosto marcas} de
lallio.de *o. afio, perno, fin.,,, olgoro lano caa-
uueiro, pes gla-adSSi e l'.m urnas marcas da chic.le
na- costas anida novas : quem s apprehender ron-
duza-os ao dilu englobo, ou no de Agua-Ir,a de
fregu.zia de Sai)-',.oureuco da Maltg, 00 nesla pra-
a na fu da livAa 11. (ii, piuneiru sudar, que Mra
ueiieiusaiu.nle recuiiipentau.
I'ERN.TYP. DBM. F. DB FARU Mi
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADr


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