Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07465


This item is only available as the following downloads:


Full Text

\
\
\
lili \\XH li M
Por 3 mezes adiantado 4$0()0.
Por 3 mezes vencidos 4j500.

E??S

i.;k:ariiegai>os da sbscripcao' no norte.
Parahiba, o Sr. Ger.ario T. da Nali.idacl. ; Natal, o 8r. Joa-
quim 1. Pirura Jnior; Arataiv. o Sr. A. da Ltmot Braga I
Caar, Sr. > Joai de Olneira ; Maranhao, o Sr. Joiquim Mar-
quaa aVidrigui ; Piauhy, o Sr. Domingo, llarrnlano A. Pesaoa
Laraa : Para, o Sr. JuatioiaDoJ. lamoi; Amaioaaa.o Sr. Jcru-
ja i Coala.
PARTIDA 1MIS CORREIOS,
imn, l.niai n> |*i itt *9 : < .ni l.~ e -i-\i i- ira*.
. Ah li.-.TM..-. Ii.u.uiliui(- : n,i l
i-I.............. l\,i Vi. .. v, .. l........-ir... l: (... P.-,.|ii- ii i. Im
'. I \ .11 .,. II i 'i t, ... |,i ; i,.., ,|,in,.t.-ir
.-.!... !.., .,. i. N.-I.II'.:..-..., I.IF..-........ Uno, Itarri-irii*, V.n-l'-.
WHll un. .- .Y,i.| : .!. i i ..-.
I -. i ..;.,.|u, |t.|.u'.'iu .,- ni ii i ... '* NoUa.
AUDIENCIAS
Tribunal do commer
Relaco : lercas-feir
Fazenda : quartas e t
Juizo do comrnercio
Juizo de orpboi
Primeira vara do
Segunda vara do
CVll
\
PA1TI OPFICIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Jllm. e Exiu. Sr. Tenlin a honra de remullir a
Y. Kic. as inclusas demouslraroes iles .los exia-
leuln as difiranles caitas a carsn do (hesoureiro
tlaita' lliesuuraiiii no da lli do crreme.
Do guarda V. B\c. Thrauoraria provincial 'le
Pernambiico 18 de agosto de 1856.litio- Em. Sr. t
cuDsellieiro Sergio Teiiera de Macvdo, presdanle
IIIIS TRIBUNAES DA CAPITAL.
lio quarias a sabbadoi.
e aabbailni.
bbadoi ai 10 hora*.
tegundaa ai 10 horna a quiotaa lo meiu-dia.
iidaa a quintas al 10 borai.
segunda a aextaa ao meio-dia.
I: quartai a wbbadi ao meio-dia.
i.piikmi:iidi:s no mi/.ni. alomo
0 Quarlo erescente a 1 hora47 minutos e 48se?uuiioa da m.
lli La chafa, as liurv,-11 minuto* e ISscguiidos da inanli.ij.
n yuartomiiiguante ai (i horaa.48 minutse 48 srgunduida'l
;I0 La ou.a as H huros. 'i mmutos.ts spgundusda manliaa.
I'I'.I.VM \lt III. IIOJB.
Pnmeira a*9 lloras a <1 S'.funda as 8 horas c 5 minutos da tarde.
DAS da semana.
18 Segunda, s. Gara t'..i Monte raleo \.
I'.i Terca. S. I n b. I. S. I...... >. m. S. Magno b.
2 i.i.i.iu.1 S. Bernarda ib. doul. da Igrcja,
21 Ljuinla. s. Joanna Francisca Romana viu. S. L'mbelina v.
22Sexta. Ss. Anatbonicoe Anthuza Mu. S. Fabricianoni.
23 Sabbado. S. r'lllippe Broicin S. Davina.
l Domingo. S. O Sagrado Corar, da SS. Virgen Maide Dcot.
EXCARREG
? lagoai.o Sr. (.la.
Rio deJaneiru.oSr. Jo
EN p.
O proprietario do DIARIO:
livraria. praca da Indfpendnecia
no ctni.ellio ile suerra coraoinrur-o un arliso I doai pennilli'lo prende-lo a' oulros. (
de guerra, pela fuga do sollado Zefetioo (ion-1 lenca do couselhn do
calves da Kncarnac'io, senlenciado pelo crime de se cnuipra na illia de l-'ernando
piiineir.i desereSa simples.Confirmam tenten- das aaaaoX da jimia d jo-lira irl
c.a ilocon.elli'i de uu**rra. i'oin declarac,jodo que 1 COSlO do 185C.S. de Maredn.li
o reo anidado llernardino de Senna ser.i sollo loi;o ulia l.ins. Sal^aoiro. -- Burlarn
que termine o prasn da prisao que lenhade sollrer Valle.
! o soldado /.ferino (ionraUes da Encarnafin, e Gimpanlna liva d cav
; in.indan que a*sim se compra. Sala da. B*o**a Roo, olda-lo.Anlonio Joiquim
Ida jimia oejo-lica militar rin7 de agostada 1856. ciado no consellio de guerra corrj
i S. de .Mjcedo, Rabello, Lamtnna l.ins, Sal-1 nanea do 9 de abril de 180"i arl
deLi utovincia.O inspector, Jo, ITdr, da .... 2.* balatMo da inlaniana. I raenle seivulo, c a dous metes
Demonstrado do saldo exieteute na cana especial Reo, roldado partieolar. Ernesto Uidoro Caado
de amorliiarao do capilal e loros das apolices, que I.i.ua.-Senlenciailo no consellm de cnerra romo in-
forem euiillidas era Ih da agoilo de 1856. curs no artlg0 ,-j io ,le gnwl? ,,, ealp, ,,e
i dormir estando de fenneila a seis me/es de Ira-
[ liallios as loiiilicare-. Citnlirtnam a senteuca
do coiisellio de guerra, e mandam que ella se voluntariamente. Sala dase*6ei
enmpra. Sala das f*ocs ila jimia da juslu_a mi- militar em 7 de as iln de IS-Mi. ^
litar em 7 de agosto de 1856.S. de llacedo, Ka- Rahello.laimenlia l.i
baila, l.amenha Lint, Salgoeiro, Burlaroaqoe, Tel-1--Telle*.Valle.
les. Valle. A enteuca do soldado parlici^
lieos, soldados, Francisco Jos Teiteira, Joao Car- Casado Lima sera' ciimprida na
afirman) a sen-1 renda pnblica pela mal
guerra e mandara que ella que a nova lei
Noronha. Sala
ililar em 7 de a-
r aflluencia de iraporiargo
di-ve allralur. Nesles primeiros
lem|>o* P'irui, como ja o dissemo-, pruvavel-
mente a renda diminuir, ilillieullaiidu a-sim aiu-
abello. Lame-1
rque. l'elles. I
-1,ninas dos
rea uacio-
Saldo em :ll de jollio p.
fiudo.......
Iteceila de t a 18 do cor. .
I3:ti:lt)3i7
I o servico que llie perleucer.
; lenea do consell.o de guerra,
] de leis metes de prisilo ao sol
, iiim Candido, e o alHolvem en
.\o qual consta que estove
liarla.
'.andido.--Senten- !
0 mcurso ih orde- i
-o :t- 1 lempo anterior* I
le prisilo. faxende I
llrlorin.iin a sen- j
ue impe a pena I
ado Antonio Joa-1
Desp?xa idetu
Em cobre.
ll.it.is
Saldo
l:t:0:io-s-.T i
l: s-7g05l
3HMKI98
ilemoiislraeo do saldo existente na raixa espacial
das apoUces em lli de agosto de 1856.
Saldo em ;!l de jullio p.
fiudo........1 i.kSRISIUM)
Receila de 1 a 16 do corr.
Respeta idem.
Salde.
I .i:8l).-sOIKI
___El
I :.:8(III-5(III()
Deniouslracio do saldo existente na caixa especial
das loteras dest* provincia em lli de asoslu de
1856.
Saldo em 31 de jullio p,
linde.......7:I736K7
Keeeila de I a 16 do corr. l:i0.3UOii
Despega dem. .
Sald.
Lu cobre. .
Em noliis .
H-tmi
S:6(IINKKI
1:11975667
V.M
8:11117-1 l'll
-------------------8:6117.^101
f
l)emonslrai;ao do saldo existente na eaiva especial
da conslruccao da ponto do IteciTe em 16 de ags
lo de 1856.
Saldo em 31 de julbo p.
lindo......7:737276
Receila de 1 a 16 do corr. t>
1XTBHQH.
Im Francisco. Maimp Aogcloi e Jos Gregorio do
NaMiimealOaSenteiciHilus u >* rMpecti*/oi conse*
l!i do .mu rr.i roiuit inrursos o nnrlis" I-* liliilo
..* da ord*>Binca sprrnps simple*, io perdinietiii) do lempo anterior-
m() J
bnoro, ii'i'n le u.i t a esquadra do ensillo (res das MEKCOm
de nunh.ii e de larde em cadd emana, faendo BlonleVldOO de
nos oulros a limpia dos quarleis. pr.i^is oo re- DeptMfl de borlada, *o qui
Kmeole*. Aaminto tettenca em cada um doai| rjo que lomouo general Florea
pfrtMOB.^onlirmam a nenien^ do contedla de "
L'iiprr^, e mandam que ella se execule. Sala daa
aeasdea la joola le jurtica mililar em 7 le agosto
de isj(i.S. de Macado, Kabello. Lammha l.ins,
Salsueiro, Burlamaque, '.Viles, Valle.
Reo, soldado Manuel Alves sentenciado no con-
teni de euerra romo incurso na ordenan.;., de '. de
aliril de Im", artigo tres da- primeira desercne^
implen, e I. do rtico uniro das dcser^des aegra*
va 1a-* por circiimslanrias, a perda do lempo anle-
riormenle servido, ea ajaalro me/.-s de prisa... rasen- ment* materiacs, Uto umonien
do o ss-rvfcoqne Ihe ppripnrer. Cmilirmain a sen U,8 a siinaraj finaiiceira.da
lenfa do ronselho de guerra, e mandam que ella a dade deploravl e inednha ; f
cumpra, levndole em enfila o lempo de prrsao que cl|t .eni>,(, impossivel, >era co
lem SOfliridu. Sala da- se^Vs da junla de jnbca [to* que lh* esli imminenle
militar em 7 ile aaoatooV I85li.S. Macelo. Ka-| yky,t |P preeiso ver muilu IH
bello.Lamenlia Lin>.Salgoeire.Bn*lamaque. lo" soirito, para chegaf a es
lelle-.-Valle. inS ao Wo -r
Ho>, soldado Manmd \entura.Sentrnciido
naes.
I'roinellemos igualmente .ios |eitere, na orre I
poudencia de qoe fo| portador Ifcaaraanotr. der-
lli*s coiilienmenlo da pnp>sU le cidouuarAn de
I). Juan tireenway, pfopost.i que, leudo sidn ap- !
provda em ambos aa eamarai. f>>i contertida ero I
lei.
Naii he a para cnmpri :mssa promesa! que vamos i
(radu/tr o transcrevet rsae duruineuio ; he tamlien.
porque, vendo na r<>lutii palpita na das necetsidad***' d imperio, entendemos
face do proccsM', i dever contribnir cosa Indo qoanto possa dispartar a
e, e se apreseniaai prumpta e conveniente realtsacAo no qom paix da junta de Justina *e benelicio, de que scm duvuia depende o seu fu-
- S. de Macedo. turo destino.
.-Salgubirot" Iturlamaque. I Bis aqu o decreto publicado peta a*semt>l,t ce-
ral da repblica coui dala de II du me/, lindo. He-
lar Ernesto Isidoro i cebendo o poder esecnlivn este decrete das raroa-
foitale/a do Bruio. ras para lli dar a de vida saucc.o, dir 19,10-1 liea
com I da de l-t do mesmo *ne a se^uintii comino-
niraeSo :
\ltenla a falta ile lempo, e paia que nao fiqnem
frustradas as esperanzas do pail no que reipeila ao
empenlin da colooiaacelo aurcula, u poder exuculivo,
que tiasea o desenvolvimentu da rHiucsut publica no
augmento da popolacflo laboriosa, a na importancia
los capilaes le (pie ella nece*Slla para a explorar.o
honorabilidad.'
lebrado em 7 de marco ullimo enlse a Coiifcle ic.io iiiteiraincnte oppoto : que transito *e eoBsidera 1 re-peiio. offarece a nm-r
Ire^otma e o imperio, da > |urnalisl i que os prm- ursvosu t|uaodo fetu pelos no-, e proveiloso quando inm^ni citado um aiti^o i
cipio* poliiiro* e economicoa contidos nessa im|ior- tendo alravessar ase >ias de nestan a cordiiliei- no qnal se eneonlram dadea
[a ii le doc'imeiito, uprofe**ados com linceridade, e ra dosAodea ;qaesejolgou muHovantajoso proter sabilidadc de p|Mer*/adu com resneito religioso que ieve inbu- por mpio de franqnezaso comrnercio com a Europa coinmerdo.
Ur-#e a cnmprt-iiii-os IAo Milemne*, aera urna pela cordilheira t pelo Pacifico, e travos com res- O >r. Lu/. Lam- no da \ t.
Iara c solida baa para a pax e prosperldade de lo- Irjccdes u (pie se id/, pe Rio da l'rata e pelo O- obteve a sua demtvao de niemhi
dos us pivos do Rio da IVota. Tolos ellea estAo des- cea no. peclora da alfandega. I'ublicou u
tinados, por mi.i posiro, por eus intereases peculia- Passando depoia a combaler o arrmenlo do *up-
r.s a pela tendencia gcral da cpic.i, a fazer urna \i- p-to iiiuuo|mliu, que ue attribue as praca- de Mon-
Jo*6 J ittf/uiin Coflho.
)RNAL DO COM
agosto
plirece, pela ilelibera-
ile abandonar os pa
rini lares, a borrasca que amea ava levar anda urna
\c/. o* (iri-iiii.- ao rampo da I
risontes polticos da rcpntilica
e puros ; o nimos tranquill
os hiatos aterradores ; a cunli.
lpceu-se. E sem duvida que, .
ituacao linanceira do Lslado,p<
livre e desa-somhrado do i li.
c/ies, marchar no camiulio que
lo solo, remane a voua lionoraMiinaiie m pro-
iec!o de decreto, ten lo em vista aquelles impurlaute mu n<-o "spirito ; e o desanimo uan nos honvess
fna. | felo calnr -< pelma di mo, couaiderando na f.icili-
os im- ^ |wder esecotivo. emvlsla do leoreloque hm jdadccom qne nesles paizessa abandonam as me-
oriuram-se serenos W enviado pela asserabla gem, em 11 do corren-1 Inores intenrOei ao sopro de urna palelo paaa-
laram-se ; cessaram ,p' a r,|Vor ,le '*' J",M1 li'eenway, confia pie o pro- | seira
ina publica resta be- Ier'" '\,lft inTerece nao encontrara difliculdades, nesa
ni ser a de plora vel | Beeesaitir le maia lempo qua o indispenaavel para
da cninmum em poltica, como menlbres de una lovido e Bueou*-.\vre, pergnnta o jurnalist* ao l
grande familia ; e nada pode contribuir lantn para
fomentar p-ia frateruidude, e manler vivo o x-u es- aoi cominerciantes argenliuoa a suriir-se neslaa pra>
piriii. romo o lomar por base de suas retaques pi- 'ja- do quo uecessilam, para que seja precisa unta
lint-as os principios desse tratado. [medida legialativa que Ib'o prohiba. E em seguida
Resneito a- nacionalida 'es evisionles; conrerv i- procur.i deinontlrar pie o comrnercio he felo aasiafl
\w de independencia e inlcgridade; franquezas para pela conveniencia reciproca doi respeclvM posos,
0 comrnercio e navegacjlo, anida mesmo m lempo islo h*, que sendo as pravas le Uonlevido e Rue-
de guerra ; liberd.nle absoluta de naveuarao as a- no*-A)res is consumid r.- ezclnsivaa da maior par-
iid- communs ; e a seguranrja le que ella n*to ser.i* i te tos pro lucios da conlederaru, natural lie lana-
Iravala por meto de rejulamenlus liscae< ou poli- bem qoe aejam e-tas pravas as que em retome for-
riaes mal enh'ii li bis ; a idingac.1 einliin de na e necu o mercado da Confederaba dos gneros en-
praliraroii liostlli ladea adoaneira* por tantas dille- : ropeus, que com maia facilidad* recebem.
renciaes. n 'i11'- maii nos admira, couclue o joma lista,
a Rec oo hocemos formulado* no tratado, diz ojor- e como ao principio dissemos nos deslenla, he ob-
nalista, o* alise oobre* principios que indicou o sersar qne ni*e*so le Jl de jnnho o congresso ap-
vice-presidente da confederac3o no seo discurso of- provou por nnanimidade de votos o Iraiado cele-
ftcial ao receber n plenipotenciario brasileiro, e que lirado com o Brasil, em qne a Confederadlo se obri-
1 rn profesaadoo govrnn federal em lodo* os -eos' aolemuemenle a militar em suas altamas um
arlos desde sua installa;io du lieje. syalema de lanas unifirme-; o que a ;li do mesmo aquella r
< Teriamos analysado, continua, as -as estipula- me/, e i presen! i na cmara dos debutados, e h ap-
efies Iribtando-llies o elogiu qoe justamente mere- provado em nsco*eao eral, um projecto de lei esto-
ma se .< desconiianra no .-_- Iiouvi*sso nitru lu/.ido betecendo tarifa* diffierend&t, O pro e o contra tu
mesmo lempo '.
He quanbi Uv,\ exlracladose vi> que o ohjeclo os-
ten*ico 'l-t* oli-erv.iresdo Comntercin del Plata he
o proj-clo da tarifa apresenUdo na cmara dos de-
purados da (". afedei.teao Argentina, que estabeleee
( gramma, las reformas
daria boje ogoverno,
ntasin i das revoltt-
racou em -eu pio-
---------------- 7:7.T77r7(i
le-pi'/.i dem......... -J:i(Hi^M>r)
Saldo.
Lin cobre. .
notas. .
I075-J7>
5-.7375E76
:>:7:i7>70
Ht.'Mioii.lrar.Mi do saldo evislentn na caixa especial
do ralcamenlfi das ras dcsla cidade em I ti de
agosto de 18>>.
Saldo ein 31 de julbo p.
findo.......2::tl>Jl
Receila de 1 a 16 do corr. SI>>S
l>espeia idem
Saldo.
Um cubre,
i* tratas.
I>cninlrac.i'
sVeJ
Saldo euVdl w
lindo. .
UiMi-ila de I a 16 do corr.
t I *77
."aSl^HKI
[*rTSre ^
THgkn
779T07
a de depo-
iiitu.ii -, e dos iri I!j. '.i
ente reclamadus !
repoblica lie na ver-
diilicil, inuito dilli-
urar
rou-ellio de guerra como inctirsi na ordenaora de
de abril de 1805, titttio .. do ItigO 3( das pruneiras
desercoes simples a perda*de lempo antertormenle
servido, e a dous mezes de prisao laxen lo o serviCO
qoe Ihe pertencer. Confirmania sentenra do eon-
nellio Sala des ses-ft. da junta do justica mililar, em 7
de agoslo de (856.S. de Macedo. Rabello.l.a-
mcnlu l.ins Salmuru. Hurla maque.Tel les,
Valle.
'.,. halalho de infanlaria.
Reo, soldado Manuel Caelauu da Silva.Seflten-
etado no conselho de gmerra, como iueorao na orde-
nam.a de Ip abril de IStp, UJilo aiUgo |, das
deaercjoes simple? comNi*^6^eonVo artigo unieoftas
- ~ w^ >J^"irj"tta' 1"1ItVi"11- percircusranWe0s.a perda do
~"*pp'P^ lempo anlfiormeiiTe se;vid*, e al annn '
im -;.ili.ili i ir >. d'ondc ira a esquadra do en
ilia- de manhaa e a lanle de cada semana,
nos oulros a hmpe/.a do* quarleis, uracas ou
ment-. Conlirinam a -eutenri d ron*>el
fftterfiS, 4" mandam qn* ella *> cmnpra. Sal
svssAes la jont do jn-lica nsUitar, em 7 de
lo le |5i,.>. ,1,. Macado.Ral'idloLarn
l.in*.Salguer. .~-jUi'**tnMuv^p}****
ii*,% ..i.*-**- -*^*",',l .l'>aqni'n o >^
ige, ii 'in caustr mu-
a conviccau. (Kl'ac-
i 's o clamores, que
e ouvidns anda p -
de corto hau de *er observados
maia indiflerenles.
Basta apenas rellectir qne rri" lia m io il^um de
remediar o enorme delicil qu
rlftcou existir no orcsmenlo d
Estado ; que as retida* publie
falcada* oiiiio se acham p
e uttimamenle se re-
i receila e despezado
diminuidas e de*-
esmorecimento lo
I
e.immerciii e da industria, mes no assim lem d
absorvidga, qoasiemsua tul
misase solemnps e indeclinsv
tas; eflnalmenteqne, eshanst
liaustas, eslao todas as foutes
menos que se nao queira linlajr (ambem a populacho
pelo ar que respira !
E *(" tajes circamstauria
governo ?
(Me nirpUaSie. rtwv procUiherneconomasque
se lenh t mesmo a melhor vo
ora ? He larde.
\s economas as na;es.
nao poilem ir aleen de eerlo
Como os rmNvMluus, aSJiac*
mente de Indifpeusavnl parir
ellas definham e inorrem
SalaocTo.Bu1 'maiiuiaaajiT --'. :\\
i ^ul,- *-- ^s*****''l -'>*lf|il,n o :>.isci;ejQk
tf\- no cnttsethn de Roerra, como iueuisn
4nca de '.i deabril du tJStl", titulo aniso
Ora. a lUpubiu a ilrienl^
aseconoma*''i^-^oyc'^fe
despesas, nao p>dei^ presciuth
Despe/a dem
Saldo
V.m accfies dacompanlra
. 1 :!>.">( t^rt m ., i
i leras;
-*
'. 25&28W6
3>/h0n0UQ0
Demmiflracao do saldo exi-le^e na caixa do eierci-
cio de t83*i a IS.>7, em Ih de afljoslo de t8.ti.
Saldo em .U de julbo p.
lindo......
Keeeila de I a lt> do cor.
l->":7-j:t.->8s:
7/7^9(970
7---------
90*71493.
. I3-495II3
. 47:218394-2
15C012
7";te0i>
u x------47:l8a9
Despeza idem .
Saldo .
Um i:obre. .
. nulas. .
|)emonslrac^o do saldo exisleute na cal*M d. exerci-
cio de 1855 a 18.iu' em 16 de agoslo JSk'SOti.
Saldo em 31 de jollio p. X
imdj.......ij:::i.s2:>8
KeceiU de I a ll do con. 8:25tOU ^
----------------i:,7:7'.m>:7K
l'e-pc/d ult'iu.....
Saldo,
tm cobre.
notas. <

58r687S30
79:10-2^976
88>J7ti
. 79:01 \r*m
7'J:l02?!7ti
COJWMANDO DAS ARMAS.
fe-artel general oonanaando das orsn*s do
iPomambiico na cld-.de do Rreifo tm 13 de
,-igoato do 1S56.
OROEM IM) DA N..H7.
O mareclial de campo commandanle das anuas,
publica para costbecimeiilii da guarnida, e devido
effeilo, as segoinlea senlencas profundas pela junla
de jnslica oro sesj\o de 7 lo correute mes no- pr.-
cessos verbaes ioslaurarios contra os reos militares
.ih.iiiii meucionados.
4.* naUlhso de arlilharia apc.
Ko, soldado Bernardino de Seuna.Sentenciado
Novclla franceza
prtmeiras d**erroa simple*, a perda ilo leu
aiiir.riormente servido, a <> meses d prso no r' -
boiifjn, d'onde ir a esquadra doensno :t da de ua-
uhaa e de larde rm cada semana, fa/a*n la no* ontros
a Mmpesa los qnarteis praeas, ou regimenlos.
Coulirinam a senleuca do Consol lio da guerra, *'
u.aii laui que ella se cumpra. Sala das seases da
junla deiuslics militar em 7 de agosto de I8S6.S.
de Macedo.ISab-llo.Lau'nha Lns.Salgueirn.
Burlamaque.- -lidies.Va i le.
10' baialhao de infanlaria.
Heos, soldado*, Luciano Piulo, los
Lima, Ji>o Cielo, e Joao Ijaplisi.i.Sentenciados
em conselho de guerra | em dous proce-so- como in-
CnrSOS na iir leame de de abril de 1805, lli. V.
arl. t., a perda de lempo anteriormente servido, ea
seis inv/es de prisao no calahouro, donde Irao a es-
quadra do ei.Miio Ires das d monUfla e de larde em
*ua posicau, como Ksiad i msiiluid1, imperiosa-
meoteCestge qne gssie. Para
toda a duvida qui* nao eliea
qoe Ihe fica das rend
lo lempo, em quasi sua i
sernos, a compromssos
veis !
He prtanlo evident* que),
laucar mo de novos impo( i*, o nico recurso qu
i--ii memo he i !,! de
Insianifieante sobra
publicas, aoje i las fiara mui-
lalidade, como j* bs-
ileinues e inleclina-
ua leitura e approvara. desde que as honradas
cmaras acalmo de e-todar a materia, ou formolsl
o referido decrelo.
*> projecto do podar ezeculivo era cancebido nos
seguiules lermns :
>* Arl. I. Autorisa-se o poder ezeeotivo para ce-
lebrar contratos de colon ica'i, fasendo a* conces-
crise de!d_ soes que eslab^lfce a resolu*go la assemblna geral
de 11 do enfrente, sobre a proposta de i>. Jhh Gre-
enway, e devendo garantir -e a eflectlvidatle n per-
manencia da colonia.
a Arla ~2. A quofa qot e houvrr tle. abonar [or
ra la colono nao podera esceder de O pesos, dedu-
cidos dos direilos pie de va pagar o emprazaro pe-
los producios que iinpurtarein ouezpoil-rem os na-
vios conductores dos colonos, h
Asesmaras rejeiiaram e-le projecto lo govrno,
Rcaiidn por nonseguiute em pea lei volada era favor
de I. Juan reenwaj ; sto, n;l olHtanlo as nota-
veis fanlagens qne para os cifres publico resul'avam,
Bprn- wal H,i colmio.
A rejeic.ii do projecto do governo leve Ingir na
uiinna scss.u das cmaras, poucu anisa do en en-
cerramento no dia 1.
Kicou porta uto > po ler p\eolvo. por assim di-
er, inhabililailo para promover a colouisar^So, sisto
que, inlgando onerosa a referida lei^ uto Ibe liavia
[iri'si,, ln a -ua sancrao.
Em tas eireumstaneias, cnmpreliendendo a ur-
genela de alleuder .t e--a n-.-'-^ila publica, e de
aproveiiar os bous elementos que pan preenche-la
vanlajosamenle se Ihe oflerecmu, dirigi a |*oder
ex'culivo A comn,i--a pi ni mi-o.' a ula qne va-
mo lastnserever ; sobre a qual na pus consta une
india mesma commis-ao resolv do eousa algo rila
at esta momento.
Eis a nota a q- nos rcl* r Onan '" > poder esecu>ivo aun 'jafe niaio ul-
timo leve a huir de recomuienlar a*Aoss,i hjnora
btlidade a proposta do eolollisar;>1u .ffiaj-enla'l.i pur
I). ./uaii Ureenway, fe-lo impelli lo peto vivo desejo
de promover o m-uor desoiivolvimenl possivel colmusacao aercola no patz ; o porque contava ol>-
ter do voio d<> corpo legislativo os muios indspen-
saveis para fa/.er fenle ao -ervico publico.
DesfiraCadamente puiem na snccedeu assim;
e os novos sacrificios a que oltrigaria o lliesouro a
Repare o leit r quo se dove inferir de qoanto fica direito d'ffertneiae ; mas lulo' com altimcio, e
d;t > he queos principios sobre que se b iseou a trata- meditado, nao po le dexar le descobrir-se no artigo
do cutre a confederaran e o imperio foram indicados nrr/sTe /-ns.:f re ilivo a influencia eserclda pelo
p'lo ricepresidente da ronfederaC/lo ; ou.por nolra, lrasil ne**a deliberacao do congresso. lie princi-
qjeu| lenipotenciriob asiteiro.se nao linlia em mea- plmenle por i-s. que chamamos sobra este artigo
alleucao do governo e los liumens de estado do im-
perio.
O qoe he cerlo he pie das ultimas noticias que le-
mus da l.o u fed era cao consta ler sido approvado uu
\ senado jtorum vol o projecto em qnestn, nao obs-
tante haverem dado parecer em contrario as commis-
ae* reunidas d rateo h e de legislas^&o. A dss-
I rus-a. i fui mnilo '-uiniala, cas caleras enliveraiu
idade. pelos cu
s a que foram sujei-
s, eompletainenle ex-
le novos imposto*,
o que poder.i fazer o
iladc de realiaa-Us a-
omo nos indiviliio*,
ij" determinado poni.
is nece^sition ab*o'uia-
viver ; como aqelles
1 lies ihiiii I
ir principios diversos*lelo menos apenas Hceileu.ni
i 1 u inifiou os que constam do referido tratado. E
anda mais e poderla inferir, o que sena odioso,
q ie o BraM ao emprebender es*a ue^ociacSn, leva-
va inieuc/ie* sinislras que foram repelliias pelos
princpio- alise uobies indicados pefo vice-presi-
dente da confe-leracdo__Conliiiucmos porem a ou-
vir O j'iril :l:s|.,.
(i (> arl. 17 di trtalo diz o seguinte : tanto por I epinbadas de especia lres_Achavam-se tambem pre-
i> ii te da confederaran Argentina, como Brasil,lenles o encarregado de uegoeiosdo Brasil n o im-
s den 'cadacil i dos respectivos dimiosda alfaudcga.; heixemo p ir mu a CodfederseSo romos seos lirci-
porlo, phard, pilolacein c polica* '"* dill-renciaes, e prosigamos coiu a iiinsa chrouica.
stas ires |i;ib is.pm-cuv o CoiMrtf rl / ,'V'l- Morreo e oi sepulta lo no da |S do pastado u
f, encerram orna das mais iinportantes garantas presidente do Iriboual i-uperior *le jusilla de Mm-
[ue podiam darosgovernesaocommercioileSlespai-
idia
/e*, porque Impartam umaabsoluta libsrdade < igual- !
dadeds Iralicu. Qualquer qne seja a bandeira di
navio : qualqu-r pie seja a procedencia dos rticos
que roudux ; qualquer qne eja o proprietario le-
les, ou o porto donde vein, a arircadacAo dos di-
reilos ser oninrmr. Igualdade pata ludas asbau-l
letras e para todas as procedencias.
> K isio na i e-i 'estipulado come um privilegio i
di/.etn,
um i
levidn l>r. 1. K-taoi-Uo Vega. Segnd
gozava ila repulacjiVi do homeoa de principios
patrila desiutereSsado, noin amigo, e linha
probidade reconbecida. A torra llieseja leve.
A morle e .i ausencia 'i" certu poni se a*semc-
lliain. II" por is*o qoe -mi grande iPfllcnldade pas
sumos desta indicia para d Plores, S. Esc. cuiu elleit embarcou, e fessede
vcl.1 pira Eutra-Rios no dia l'L AUons amigos o
em favor dos contraanle* sendo como um beneficio scompanliarain alo a bordo. Iix a in publica que
e urna garanta ao cnmmerni em gara I. .Vio se I > Bzc. aproveila o sacrificio de dexar a sua patria
dix que s o* navios rgeiilin- hrasaleiros lii-.irao pjr iucIm^ p dslico--, para applienr o frueio de suas
:i que ejm
Vadlise boje em suas
de ta-lar o qoe *
sojeiios a tarifas uniformes, o que nao teria ajgoif-
la : Di
I sceram em
economas a compra de um eslabelecimenlo rural
em Entre-Ros, liedlo ajude.
* i gove ih da repblica* com dala de *Jt* do pas-
- ido, eipedin urna nota a (unta i;i imiea a hnin --
_ I trativa do l"partam*>uta ila capital, para que co/*ri"-
4t '- v hab' "i,'-- a --jurrin n -. -t:i-
ni.iu Irrltnitte de todas, os lireibu ditTereiiciae*; qn* I P,tf da lo pelo* moradores doa uonioa i:<--in-
impusto qun a tarifa statbii ha deso le lodos co- panha auitiliaiitO'espont*iieamenle -de- zas de-
, respectivos
rrecad icio
porls
lo- dn
UfII N/ l:i i arrecaiar,lti t|oi direilos: o que im-
i'"'.> dizei qn i o ha* era all para nin^uein pri
vilrgiu*, aJuduso \ mr.i, .polio-, aerHc^aa ; neiu
orado nnlTormem ule. farifa
t uiiiionnei
he o con- |iartameiitaes, no lomead -*'i: -i i eosleio I
irarif de tarifas diereucaaes, diz a jornalisla ; e aev lu''! '!'' ''M'ii'l- I'-irecc que a junta cuida los malos
le; foVam o* principios do gov.sraoargeutino desdet1** fot** aiTeetivo mais esaa omntiw voluntario.
ca dando parte desea rexducso r
a oflicio que diriuio ao Sr. inmislm o.
He unas e OSJtra ressaita que o Sr. i
ubriguc o posto que occupava por pjlg.ir metlica/c
ao menos na actttaltdaoV, o* -a* servico*.
No \ariojsai do da Ji lem*s que govern
ce/, enviara ao Kio da Trata urna mi-stn *-,
confiada a Mr. Ilevoise, ^i. encarregado de
goclaHues repblica.
Ignoramos qnal o i.i d ver-Ude de-ii asMBMa
e qual a nalurexa de seniellMi.lc mi>ao.
O goveruu areilou, p ir derroto de J. publi< a ln
no lia 2"i, 4 dcmivMo que den o Si. ll. Bruno M.-
do lu^ar de vice-pri--idente da junta lo credo pu-
blico. (I mesmo decreto iiumeou para -aibstttui-lo
oSr. P. Cristnnal Salvanach, uppnrnin lo o eaavjaa
de segunde vice-presidriile que '-ie occupava na
mesuia junlj.
lia noticias .lo l'.ira^uav lc S de junbo. Alsu-
maspalavrasdn Snifinirio que vamos Iranscrever
"eain que cad.i \\7 nms e Iur\am a i^ua-entir
iblica e a r.onfedeirtC.i i Aigcntina. Ki-
-iqui o qne ti/ a foiha olllrial do (-residente l.p*/ .
u Apresjonton-ae orna nova quc-t;V com a Onic-
der.n;;"io Argentina n.io ment- grava, e. segnndu bjsjb
consta, de mais dilBril sol urjan, porque a* preieu-
cdosqne deiva entrever o governo ar^enlino, da*>s
pie uellas pri'sisla, u nao as modilique por um e-pi
rilo de equidad: e < oiivi-nieiin-., nao \emo-qua >
iiicao favoravel pasaaw ler.
i Sabemos c-laiuoscoiivcuridns de qoe aiiimam
i governo do Paragua) i- dispo-irn ** mais equi-
ali\as e co Uiador.i- para cheaar a um arrorli
mul'i un-Mil- houri'So; e que nada p eguir a pas, se he po*sival; usas sabemos qoe i un
bem r-l<> disposto a aceitar a guerra, se ella fr ne-
cessaria e inevitavel : seguro tle qe em talconjain-
tura o con nao abanianar a sua cau-a ra/oavel e
justa*
E a proposito Jo Paraguas ccorre-ns que l*mo-
no SadonaU do di i ^'1 da me/ lindo eilracto d- um
tratado ltimamente c delirado nesta note enlre o
imperio e aquella repblica ; extracto que o Magua-
Rdl dis ler copiado de USB peridico da AMfmnnhn
do ases de maio prosima nansuda* no qo.il se eansasa-
Ira nina noticia dclalhada da mesmo Ir.dad !
Aqui fondeo no lia 110, procedente da Mai-rl'.i
a crvela francesa / urydirs, conduxinde a seo l*or-
! < o Sr. Lefehre lo BeancnsH", ministro plenipolen-
ciara de I-"ranea jimio ao governo da Confederaca
argentino. S. Ese* resolveu residir a bordo com
sua familia, viudo apenas a (erra por passeio. >-*
sondo ouvimas, paaaa aa amanha para o vapor
Flamb.au. aim "!c seguir ao seu destino, onde ha
muito he esperado pelo Sr. Chrislic, plenipotencia-
rio da Inglaterra.
As dalas da Onfederacan Arzcnlina, lia que a
pouco nos reftnmos iruuxeram tambem a desdora-
vel noticia de una revoluro na provincia de Santa
Fe. O Sr. CnlUn, ganarnada legal daqnella pr--
viucia, Tu compclli I > a ihaulooar o poder por eflei-
lo de um maviineulo popular encaberado pelo gene-
ral II. Juan Pablo Lopex.
Nao nos he absolutamente po*sivel formar lujen
nlguaa labre as verdadeins innueuciss e le^iiiun-
esns i- il i -em-lli me auccesc. lis jornaes de Buf-
nosAvres, que delta *e orenpatam, lnrndo os ex-
ircmos, pila em rotosa a ana exagei atjna>4 e pr con-
seguntc torra he avarba** dn euspeiio-. los al-
Iriiiuem a re volt a i.p Santa le ordriu expressa e
sitlva do general I rq i /a : oulr a rnnsideram
p< -
na imposflibiljdade de
I he porveulura
no etleriur.
dos
resta para c\lar a cri*e fal
emprestimos no interior ou
A observa;udemon-lra qbe os emprestimos m-
Isnario da I ^ejen, *!' efltuadoa m sua mxima parle
sob coudic&es de escand^Usa usura em proveilo
dos, cmpresladores, s lem servid. para compro-
mellar e sacrificar cada v(x mais as linancas do
paz.
A empresllinos no exlerirr j recorren lambem a
republica, lendo-os, como e sibe. alcancado com
cada semana, la/endo nos onlios a limpe-a loV uar- clausula- raxoaveis e mesmo ceuerosss. Infelsme.1-
leis praeas ou re-imenlos.Km cada um dos proces- lt> porm o governo lulo snuiv, ou nao qnn dar em
sos. Confirmam ;. senlenes de eonsesnn de guerra I lempo a ese- emprestimos i- lireccao eonvemenle ;
decreuda contraes ru* Luciano Pinto,Jos Ignacio!,la0 t,":,l,e- ",l l,i,rt 1u, eolhw detles as importantes
de Lima, e Joan Lelo e mandam que ella se cun- "geqne devia e pi.dia colher .
nr.. Salla das ses-es da (unta de jos tica mililar em Volver boje de novo a Repblica Oriental
7 de agoslo de 1836.S. de Mac lo.Rabello.La.
Nieulia Luis.Salgueiro.Burlamaque.Telles.
Vafe
Ki>^"ldado, Aulnuiu Be/erra Leite.--Sentencia-
do no cuu*.lho de guerra como I ocurso na ordenan-
ca de S de alr de 1805, titulo 6.. arl. I. das pri-
mairas desercoes*{npies, a perda do lempo anleri-
teriorinentc servido, e dous anuos de trahalho-
publicos, com clcela, e caricia delgada pres-i ti- |icr-
a esae
meio t
Sem devida que na/ descubrimos outro que a
pnssa tirar Ho< atHiclivos apuros em que se acba !
Alc-n<;a-lo-ha com a mesma facili.i.ide, e com
enndicoes idnticas aquellas cum que ouli'orj o ob-
leve ?
He queslAo em qne jumamos nao dever entrar
por agora.
Kepelindo pois que triste e inelonha be com ef-
na a cintura, sem que seja psfmittido prende-lo a feil H linanceira do Estado Oriental, pa,-
ouiros. Confirmam astntenca do cnnselltode auerra. i "Wasaa a lar coma aos leitores dos lacios o das no
e mandam qoe ella se asenle devehdo *er cumpri- "rMi *IUP i9,ntt* Peoteiiares a ultima caria queeii-
dn na iIIm de Femando do Noronha. Sala da
ses da junta dejo-lira militar em 7 de agoslo de
1856.S. le Maced.i.Rabello.Ltiienlid Luis.
Salguen o.Burlamaque.Tellee.Valle.
Ho, soldado .M.i.....i Jos.Sentenciado no eon-
selh le guerra como incurso na ordcnanca de '.I de
abril le ISO", titulo i-* artigo l- das segundas de-
serces |simples, combinado com u artigo nico das
ile-erces a^^ravadas por cirrum*lancia-, a qualru
anuo* da trabalbos publico-, com clcela e cuica
delgada presa de perita a cintura, sem que aria
vamos pelo feaumanoir.
K, cm cuinprimculo da promessa que nella lize-
mos, comecaremus por transerever aqu a nova la-
na das aliattdegas la repblica, que ja foi sanecio-
nada pelo poder execuiivo, e cojo conhecsmenlo
no* parece le inleresse para o comrnercio.
Esta tarifa, que ja es| em execorao, modifica um
pouco os direilos paulados pela que al agora Vigo-
roti. e concede mesmo algumaa laenr.oes e flaquezas
qje u^ uulra nao liguravain. Segundo os principio*
da Ciencia* be de esperar no luluro o augmento da
que nos tratados de IK-Ys* celebradus rom. Franca, | IMaemas nsals esaa, porque o morador de Moiitevi-
a Kntjlaterra os E^Udos-Uoilos. ajipaieceu pela '*' i n de todos os ontros impustor, parca laaa-
pr i metra vez a mesma eatipulaco. n bem mensalmenta una quota para a illuminacAo
Srgaedepois o jornalisla proceranlo dcmoiwirar ?"'' ut Pr a nwnale5e do corpo ,1c
rom u cxcinnlii .lo mu- Hcoiilrccu lio lemrin ile Ho-I ",,''"".".' ,- ,. ,
S..s. e laii.l..do nadl'niicipi.H mralmente recebidos Nu rtU a ,llse" < ">"> d'1 I''""' < lei-
ue.Bnse .!h -,.r iir..lr ,.,..,_ ''* quo pnrecu f..ra i.e .lovula qu,. o sr. Doroikea
ciencia, ip
prnpoal. do Sr. (ircenwaj, que o corpo legislativo i rsiableciinenle .le medidaa'excepeianaeaiVil. **"** de.'jj,,,'| 1,S,a da fa./c" '
siiuccionou, tiran hoja clloear o poder wecaliv. odia mal enlendlda lveridado Iheal, mellior pro-' "' ;r,al
i'in illliriilnaje- a que de inineir.i algama ^e iluve
espor
Por oulro Lulo, no poblifar-ae a iuncrn du
corpo leuulaiivo a favor do Sr. Greenway, reeebeu
o poder execulieo oulras propottaa incoinparavel-
CeiM em nalci-
impressionou ai
leroao que os saveroa* poden! ilar a eonmerco, e I '"""."" I"1,'1 l0* eoenee^rain a circular div-r.ai
p..r eooaegaloie ao dMeiivoOimento e progreno da I 'ef!".'es, l"a**b* i,< e".aM*, ,|ue <,e'c'm'n "-
renda o riqueza publica, lie nao oppdr-lh. entravea, ilir:"'11 ''" >r: ''"'! J* *0,"a >' candldaloi prova
lie deixa-lo gyrar livrtmenle na larga eaphera que
veis p ira sabatltu-lo
Andarara na tierra varios nomes, ligurando priu-
o poder exeiuii.o oulras propottai ioroinp.iravel- |h* per.....ce. B quaodo a sciencia nfln houveVe -l"l'll:"' "a'"-" vanos nomes, ligurando prin-
menic mais ranlajeeaa ; poia que g.raniindo-e nel-1 concladenlem.nl. demonstrado esta ventado; quan- ".P"""* os''"- Sr*. Hnrdenana a Candida Juani-
laa a rfTeciividade e permanencia da onionUacJIi, h- ,it axparieneia uniforme nao a livr** eonOrma lo c."'. 1'1""* -u'" '" "" '"'""M1' e de anue-
milam-ae m pruponenle* a exigir melade da aoinma, por loda a parle, a Coufederai i Arsentina, du o I '''"" ,lu,H'lle "s .1Uill,> curioaoi commentanos se
que pola saiircA. se eslalieleoe a favor doemprezarioliornali.la. d-veria adoptar eaw s>,tcma eomi.....ni-
ila colonisarao. I en q*e pwle aproveilar-llie por sua po*ic3 geugra-
Em cniseqiicni-ia disto propnx o poder evecu-
(iva a vo*aa honoranitidede, com data de 1:1 do cor-
inle, um novo projecto, que infelizmente foi re-
que ganhou o primero premio, decretado pela Socie-
dade doa Homena de Lettrai.
por Luiz FouRTon..
Mtuu tledtris solas -emper kakets opei.
MARCIAL.
'Continuar,.!.)
o_ito inr/.f ilop ii- do casamento, Cecilia eslava sra-
ida, e moilo adianlada cm sua gravidez, qnando
rhegou a fenla no marido. Sallemos que por essa oe-
caaio ella llie lizera una bolsa, anbra qual borda-
ra de ouro a palavra ;eiierosidide. 1 riimcnno
denou a bolsa em um canlo.
I'ouco lempo depnis Cecilia dis-e-llie :
Fromencio, o dia ilo meu livramenlo approti-
ma-ae. T.nhn Inste. fireseiilimeiilo<. Pgame* al-
xuma cousa que agrade a Dos para que ana lionda-
dc me vallia.
Se lie poiivel.
He muito fcil! TragaIB* por favor a betaa
que Ibe dei. e ueca a meu pai que suba com voai.
Elle deve elar no arrnatem.
I m instadle depois-eotrun l/rumcncio seuidu o
aosro.
Meu pai, diss Cecilia, be lempo de por em
crecucao a promesa que Vmc. me lem felo lanlai
vezes, e vossf> lambem, l'ruineucio.
Qual promesera'.'
Cecilia moalrou a boba, e fez, hriihar aos ollios dos
avareulus a palavragenerosidade. Elle deaviaraM
a villa.
Vinos, me prohielleram encli-la um dia, e
deixar-se guiar por niim para esvasia-la.
Enche-la ?... die Fromencio,
Slm, e se me amam, c pre/.am minba san.le,!
mulla lelicid.il.-. Ymc. cumpriao saa prnine je mesmo.
Cecilia induzio os dous avarenloa a se execulariin. 1
llcpois de esfurc.0* maudilns arraurou de cada um
iein [ranco<. Elle- suavam copioMmenlg.
Obrigada. dis-c ctl.i. c a seu lomo Vmr--. m.
a^iadecerao esta mole. Fica entendido, <|oe de poia
do jaular aabiremnvjunti- lodos tres para diapender
nMoa gazealM Franeo* i minba vonlade.
. como retiravain-.e. ella arrrescenlou sobre o I!-
.-ninaxda porta com sorriso divino :
Sabem qne prometleram-me fazer o.Uro Linio
cada anno.
Nea larde Cecilia apparecen li me^a bem atavia-
da, radiando da alegra ; disseao pai c ao marido
omisas tema* deliciosas. Kmquaiilo estes aeabavam to dos muro", e que linliam subido ja a grande .iltu-
njanlai*, o qual pareciam proloni^ir ella entrn no aalAo, e locou ao piano um pedaro de
msica oheia de suave nfludia, no qual pnz lila a
sua alma.
lira, o canto do cisne.
Eslou prornpi, diiie ella depoi* apnareeendo
dn repente com o sorriso no* labios. Tralla a lm|a
na mao.
Huberto e l'"romiicio lomafafll o chapeo ; mas
qu.ndo Cecilia abra a porta, ealremeeeu, lie*.
paluda. Aeabava de sentir ns pnmcir,is dore* do
liarlo. Tornava-se impo.sivel sabir.
No clia sesuinle Qecilia morreu tendo dado luz
jeilado.
h Coneencido porin ili* qua a coluni^ar i piule
ubier-se e a-seiiurar-se pelos meio* pmpoatoa, li-
vrando o Ibeaonro publico de um immenau grvame.
que na aclnulidade nao poderla cnniporlar. ve-se o
poder exeenlivo, moilo a seu petar, forrado a mar
do direito que Ihe con tere o n. li! da comliluljlo,
(mpendendo oeampra- ref-ri la (anees i, es-
perando que, reiiuisileail.i e-la em aMemble* gerai,
ejam lomadas na devida comiderac^a as gravea ob-
jecees que obstam a ua promn|g*cflo e cumpri-
menlo. n
Temos sali*feilo as duas promemai que lizcin.'s aos
leitores na correspondencia do dia 1S do paseado.
Agora vamos perrorrer os apoutanientts que loma.
mu- depoi* d.qiiella data.
Figura em primero lu^ar d'enlre ellos um artigo
publicado no Comercio Irai |ior tituloTraladu ai^eutiiu bra.ilciro.kI) -
reiloa difterenelae*. Paremos algn, eviratus dos
puntos que nos pareeer.uu maii importantes, lie
com elleito um artigo profiiodamente meditado, es-
criplo com nao vulgar habilidad, e astocia, e que
pl.ira r par IUR actual condioju.
< Porem, accrescenla, nem a razio scienlili.-a.
iiem o lic.Vi de ontros povo*, nem a lembranca dos
ridiculos resultados que prodnzio oeystemarie Ilu-
sa-, nnn a el.iquen'ia dos benelici
monte esta palpando, poderaiu impedir que algn
deputado* oo cougressa preteudam volver ao ilesa
reproduiiram acerca da crise e dosembaraesM com
qu lutava o presidenta para encontrar quem se
quzese enearregar da pasta da* finanea* as dulo-
rosas eirrumslaitcias em qne ealas so aoliam, *ou-
be-s? finalmente qoe eslava nonteado ministro da
fazeiida n Sr. Francisco l.eroq.
II Sr. Francisco l.ecoq lie conlic'ido dos leitores
que actual- | p0r nosnl rorrespoiuleiicias. I'oi o riielc de polica
limillidn pelo governo do Sr. Baslamanle, em eon-
oqueii-ia da evatlo com aenle armada doa emigra-
craditadopaterna dnstfireto dircn//e->,e*. | dos iwrtenhos coronis Costa, Basto., e ontros " Porque raza'i au confiemos a> que serviiam qu" tratamos nn< carias de marro e abril do corren-
para su-lenlar semellunle projasjlo as ee> da ra-, leannu.
maraos dapntados le -jiie -jt de jnnho;porem lo tus > ( novo ministro, como o aeu anlecessor, lem in-
ca araumentos que lem esbido em seu Tavnr jorna- tanta lo algnmas econonto : como elle, fmrem ver-
es |it;adoi n essa opiniflo reduzem-se a nm su so-ha sem duvida obriandii a esmoreces na empresa,
iesejo le fazer o comrnercio directo, e livrare, | porque nasas t*conoan**i por si so, verdadaira* aul-
las tiradas; dn Ocano, nao o habililarao
gravea embaraeo^ linanceiroa do paiz !
solver oa
muelles di/em. do monopolio le BuenosAvrea,
lie Ihea enva por transito ou trasbordo os gneros
eslrsnaetrns.
.Nao aflo s porem estas praeas a* que faiera e--
se genero de trafico com u confederacilo. Tulas as
provincia* rio norte, todas as que se a*h-ni a freda | vinciaa de Entre-Ros e Corrientes, eolhendo oa'da-
dos Andes dede Salda ale Mendonva, fazena prov- ; dos mais necessaritei pan explicar a condiejhi aocial,
Vi mesmo unm**ro do "oinMC
nos referimos *- Ir que o governo argentino eucar-
re^dra l'r. Uarliu de Monsa^ de percorreras pror
aa raiao e pur Cobija ; e nflo ubstanta u projecto so im-
pe um direito ililTcrencial aos arligos |ue se Inlro-
duziremccpor asu, prueedentea de alguna dos por-
Int situados de cabos a dentro du Ro da Prula. O
nflo deve paasar desapereebido ans nlhoi lo Brasil.! 'M'*' equivale a di/er que matado da confeders^Xu
Keleriudn-se a publicacA) que fez do irai.ido ce- obedocer a um i\alema* e ^ outra melada aoutro
ra. Efsas heras forma\am nm fumn snmiirin, no
qual davia resaliir farilmenle lodo o objeeto menos
escuro ; por issn atravessandn o palco os uvarentos
avislaram urna figura grande, iimnovel e enensiada
parada. Robarlo collocon n mo e-querda enlre >i:
e a lu/, 8 vio, bem como Frumcucui, o espectro de
Cecilia (al qual aeabava le apparecer-lhe> junio do [
banco, na praca. tuimedialainenle om ne de venta
apasou a Ina.
Riles subirdm o Ires desro* exleriorcs la casa
com (error impetuoso. A porta eslava cntre-aberla,
eiicnmstancia d^sus-ida ; entraram spressadamenta,
e na escuridao Hoberlo fu de encontr ao currnnao
nina hlli.i ; morreu apcrlaudu a mao do pai e do' da escada.
Pedro! idiota! broto! '^rilou elle, como sea
violencia davesse sapprir a bravura.
I'cdro mui perturbado, sabio de om quarto do pa-
vimento Ierren, Ira/.endu urna luz. Irumencio arre-
marido, asqnaesaeabavam de urar-lhc que eum-
pririam eacrupuloaamenta sua protnaasa.
Fromencio, a principio desesperado, considerou a
IIIm como a causa da morle de Cecilia. Nem ao me-
nos quiz v-la, e envin*a iinmedialamcule a ca*a de batou-a, e IUD0 precedendu ao sonro.
una ama b campo. Pedro era rapaz de una viole anuos, mas de e*ta-
Sabemos como cumpriu depois os devaras da pai* lura lao debd e mesqninlia, que irtngnem Ibe lena
Alsrts Cecilia, foi-se punco a puco desvanaconda dadoquin/e. Era o coliseo da Alna le Krumencio.
sua leliz inlliicncia. A casa loruoo-se tria, triste e ; Sendo improprio para o Iraballm dos campo*, sena
sombra. A poeira invadi ludo, e cobiio com veo [ pas so linlism julaado mu feli/.es por se tarara Rn-
cfnzantn O piano entilo silencioso. iberio e Krumencio licuado de empresa-lo 'n seu
Alguna anuos depois os ovaranlos eataaram da com I satvino, t) pobre rapas nao recebis alario ; *iunen-
merciar, e eneenarani--o ern um circulo de hbitos; le Ibe davam sustento e roupa. Qua aualenla '. que
montonos a srdido*. Aasm viveram ate o dia 61ronpa I Desde sete anuos que eslava nesta casa,
de nulubro, do qual comeCSmoS nossa narrar.lo. nunca ouvira nina palavra branda, nem vira um sor-
Comprebcude agora leiloc o eNiremecimcuto. a [riso ; viva em perpetuo eonstrangimenlo padecen-
nerturbacao dos dous Bvarantos? I'mham (ornado a do no cnrp e uu espirito, mallratado e inveriivadn a
V^r Cecilia, a defunta Ocilia. L>-,i pobre molbcr.
que eslava assentada exiremidade ilo banco... era
ella. Como duvidnr'.' ti ca illuminava-lhe plena-
mente o rosto, e Roberto e Krumencio nao podiam
desconhecer esse bello e paluda semblante, esses
ollios Brandes, verdes como agua profunda, e esse
-i-imI/iuI)" prelo do canlo da bocea. Retiraran)-se
eslremecendo por (al impressAo. Nilo coslumavam
vollar Iflo cedo para casa.
cada momanto ; o que nao impeda aos sunhores Ho-
berlo e Krumencio de exprimirn, lodosos das ad-
miraran pela pouca intelllgencla de seu miseravol
cerebro. Idiota! Era seu termo favorito contra a
pobre erealura.
Kntrando na sala de jantai lancaram-so em suas
poltronas cuslumadas, velbos movis de couro com
presos dourados. Os mesTAOS senlimontos os asi la
un ; nenbum dellrsalrcvia-ae a communicar scus
As trevas do beccu deserto, em qoe moravam, Ibes | pensamenlos ao oulro
infundiram medo e*a noite. Eulraram aprestada- ISoberto raciocin.iva assim comio : Resfrel-me.
mente e ferlnram a porta, como sealguett us segus- i A oevoa be cnnt,ra a saMe ; isao deu-me alzuma fe-
M O rirmor que ella fez Ibes parecen sinistru. A- bro, bem sinto quinto meu pulso est agitado. A fe-
chavaovse em om lon*o corredor contigno eo anli- bra perturba senipre mais ou menos o cerebro..... e
o ,ti ia/"ti da casa RoberloJl Coannaiihia. Esse ar- enlao a imaginac.io nos representa uuia moltidfio de
nia/em eslava e:ii.o vaso, e por almiar. cousas... aposto que Krumencio n;lo vio nada.
No corredor reinava >*'* profunda esrurid.lo ; I rumencioque dersiraa poltrona, passeavs apres-
i nevoa ah penetrando lomara um rlieiru de mofo sado pela sala. I'.irou diente .le Roberto, edisse:
natlioularsnente desaaradsvel. Roberto acendeu om Crc as almis do oolro mundo
calo iic vela, e emquanlo camluliavam,sosa sombras A respnsla sxpiroD na bocea de Roberto, a (oda a
{i Vida Diario o. 193.
gigantescas tremiam sobre as paredes ana moviman-
losdaloZ. O corredor lermnava em om paleo, no
fundo do qual elevava-sc a lubitac^o dos dous ava-
renlos, domigada pela: alias paredes da ca- vi-
zlnha --
T.ve pateA no lcr;po de CeeHa foTCiaVl 031 pe-
queo jardim com relva no meic e qualro canleiros j
de roseiras ao redor. Depoia as rosoiras tinham mor-
rido. e a Ierra ra calcada. Smenle rsslava dei.a
poca duas beras, que (Cecilia mandara plantar jun-
sua lirme/a desv<.ncccu-se. I^ile cuupielicudeu (|ue
Krumencio tamli1 m vira.
A' segunda volla Frumenclo parou anda e disse :
Siiilo que T0S5*) nflo lenha dado >i mido me-
nina _
En !";:,[ ;:, ,i unto
Estariamoi labes agora rr.pr.^ atorRientados,
E Krumencio cnntinoon seu passeio.
O cerlo be, dbae Roberto um momento depoi?,
que ee sold pesa-me agora tanto quanto urna bar-
ra d rhumbo. Sim, mellior fura que eu o tlvesse
dado ,i menina.
Pallando aesim lirou a sold da bolsa, o collncou-o
snbre a beira da me>a.
Apre! Ii-.e ensusando a fronle ; hecoosa ex-
traordinaria! Veja, Krumeiicio, veja... ello retos
rumo foso...
Ah responden ei* sem atrever-se a nlbar,
eses sidos lera corlo bnlbo simplesmenle, porque
sau feitos de melal de sinos.
He verdavf*.. sim, lia una la particular.....
be metal de sin.
|s(o mergttlhou a Roberto cm nova ordem de ideas.
Pareceu-lbe que o sold comecava a a^itar-se lenta-
mente obre o mesa, assim como oltr'ora ra debaiio de nutra Intua no alto de akum cdni[ia-
nario. Parereu-lhe unvir nm rumor de bron/e. a
principio apenas perceptlvel, cre*cer pouco a pouco,
e esse rumor era uuu rol qn* caulava : Otiandn era
sino en soava nos ares, clinmanda todossj orai^iio...
i oracao pelos VIVOSe pelos morlo*. Agora felo sol-
do, pereorro o inundo, vou lo rico ao pobre. Sou a
moeda da pobre, gesto de pacar-lhe o pfo. As bol-
sas dos avarantos s9o minlis* prisOes... hvral-me !
0 rumor tornava-se mui loilc, e atordoava os ou-
vidns de Roberto, o qual aperiava a fronte as mitos,
Vose ouve-o. rrumeneio, ouve-o '.'... ello \\,\-
la deoracao.de pobres!..* Sda insopporUvelmeo-
le! LiMe-me le lal tormento... lanee-o fiira.
Krumencio abri rpidamente a janells, que dava
para urna ra estrella, e vefoboacar o sold. Ancio-
so por livrar-se lelic, pesou-o como se llie quei-
njajiQ os dedo*, arremerou-o do meio da ^aia. Mas
o suido encontrn a barra de Perro que servia de
peitoril, e em ve/. du no meio do assoslbo. Rolou dascrevendo meio cir-
culo, e no momento en. que o pe de rrumeneio ia
akinca-lo, desap|iareceu em una renda, entre duas
laboas. Era um assoalho velbo e desunido, t. f.>.
meocio pisando fortementS para lUSpan ler a ca rei-
r do sido, o fe/, entrar anda mellmr na leuda.
Eslava vermelbo de colera ; Roberto eslava lvido.
Tomn a candeia. e velo examinar oluttar em que se
enlrnnhdra o suido. Asunhasnada poderam ronae-
uir. Roberto limu um caivete a bq
prmeiro esforc qu fez, qtiebrnu-se a follia. Kru-
mencio lenlou a seu turno com urna faca ; pnrni
tendo aperlado impiudeulemeiile a Umiu.i, eia I .-
Ihou-lhe o dedo.
Irra! e\c!amou lamjandn a faca, c levanlan-
do-ae.
Pedro appareceu uc-le mmenla para por a mesa.
Mandaram-lbc fecbar a anella, e Krumencio pedio
nm copo d'aaua para la*ar n dolo.
Roberto, disse elle nui iranqnillo e lavando a
ftida, portamo-iios como veidadeiro i.ieuino3, pois
raciocinando todo ;,e expli< Convers mos e la lar-
de a rsspelto de Cefila... ; : o e-p;r..i i-i Imprea-
sionada por certas lcmbrar.es-... Accresceols a Isto
o acaso da semeilian^a, o poder'da Imagnscflo, a in-
fluencia Ho lempo, la I ver. almma febre.
Oh de certo lenho febre.
Industrial e mercantil d is povos que compiebeuilem.
Etlito-seja publicando alguna apontamealaa des-
las siagens, que abundam le Inleressantea noticias
sobre a siiuarau actnal daqucllcs pai/es, alias lao
pouco eonbecidos.
() Commerctodet Plata, que promclio ir trans-
crevendo quanto se (ftr publicando a semelhanie
como u na expo*! i espontanea da vonlade' populai
coraprimids rolo donsnio desse aansiral
Km taes cirrum-lanci-i-, noticiando o farte, lim
lar-nos bemoa m t:an*crrver aqui o qn plemenlo do Xfirimi'il Jrgennn de 31'du passsdo,
i i.i que. como se sabe, be nllicial.
A auviedade em que suppornos estar o publica
acerca dos snccassos que liverm lu^ar em Santa I -.
nos obriza a faxer esla breve andcipacfto.
a O governo uscionsl joIbou necesario assumir
nesta desa^radavel emersencia a posjrao que a cuns-
lituirao Ibe asisna-la, e enviou em commissao S.
Exe. o Sr. ministre da guerra, aftm de que, repie-
sentando a aolondade, lome as medidas precisas pa-
ra pr tarase eitnaeja anormal em quo se aclia
aquella provincia.
< e entretanto digno de reparo que, sea emba-
do das circunstancias etcepcionae la situarlo, nao
s* pralirasse violencia jilBuma, nem houveVse o me-
nor iri'iii/o individual, consequeucias quasi sempre
immediatas das mamf> tet^es populares da especio
da de que se (rala. O l.om -en-o e o patriotismo pu-
blico fa/em esperar que seja reslauelecido o iropeno
da lei, sem perlurbacao da trauquillidade publica.
O go erno nacional nao pode reconherer a le-
BUndaaj la renuncia que le/, o Sr. Cullcn no meio
de urna sMuada, renuncia que nos consta ler reile-
rado mesmo aqu. Assisnalaremos este acto a eslima
publica.
0 A cmara dos depu!*Hos por OBJUo desle suc-
cessos renaio-se em se?sosecreta, qu.
Sr. minisiro -lo tilerior. ,
las domis provincias confederadas sao da poma
importancia as noticias.
O conde Hruyer, con>ul de Kran;a em A--
sumpcfio, bavia olTerecidn passai;em graluila aos es-
colnos franeexes que qui/e-sein descer ale Corrien-
te4. Ja tinham all clieqado SO colon rts, cas espe-
lel Plata a que i r.ivam mais 30"). Diz um jornal de Buenos-A)res
que a m*diiU do cnsul fraucez proporciona novok
bracos a pruvincia de Corrientes ; e os colonos apro-
vei ando e-se beneficie, enlram em um solo hospila-
leiro, onde enconlrar nunca fsllam para o bomem Irabalhador.
Km Heudonzs se tiuba descoberlo uina mina de
carvao fossil as imme liar/es da cidade ein dircccao
ao lu^ar denominadol'apagaios.O seu deseo-
bridor apresentou urna amostra que, a julgar pelo
aspecto, pareca de eicellente qualidade.
Km TneurnaU, cujas dalas chejeam a 10 do pagado
qual assstlo o
lie quanto basta pare perlurlnr urna cabe; i, e
fazer /uniremos ouvidos. Aora que lia de sobre-
natural em ler este sold encontrado o peiloril da
ja nel la, e ler viudo calnr nesta fenda ; em haver
vossfi quebrado seu caivete* e it cu cortado o dedo t
Nada, *em duvida... Kniao uSo er?...
Creio urna cnoss... be que a lambranes de Ce-
cilia orcopa-nos muito, comou sem razio. Ki> n que
he real.
Pobre machina he o cerebro bumano!
Kmlim, lornoil Krumencio. j.i que temos o es-
I piulo doeote, tralemo-to como tal. Qual he nossa
d'eiir.t'' \ (i>-("> a eu oslamos inquietos par nao ler-
I moa dado, comoquciia Cecilia, alguns sidos por
auno aos pobres. He. urna fraque/a .Mas emlim,
j meu amigo, lie v*\* doenca. o remedio lie simple*...
i basta dar de lempos era lempos alguns sidos nos
I pdires c aleijados, Rearemos dahi em liante perfei-
tamenle em pa/ comnosco.
Creio que VO'Sd lem razAo* dsse Roberto.
Ja \i< o leilor qoe Kroinenclo s^bia, qnando as-
sim era preciso, fazer norfeilamente um raciocinio.
, Cuidavam lirjr n'ii'''s com alguns sidos, (|u ava*
[rentos! alsuns sidos nrremcralos de lempos em
lempos sos pobres... e alias vejo-so a influenc-a de
I um alomo deesridade; essa simples resolngao os:
confurtou e alliviou.
Convin aluda notar, arrreeenleu Krumencio
j atando o dedo com a p->nla do lenco, que temoso
[estomago vaaio, e que nada produz haUucinacdesI
como a fome.
Assentarani-ae mesa.
Vem-me agora orna idea* disse Roberto um I
| momento depois ; *e pur occasiao de sua fesla be-
bessoioos urna Barris de viuhe velho sua sada '.'...
j Isso nao nos acontece mullas ^e.'.e^.
De cerlo \i nao Ibes aconteca militas vezes.
\"ou busca-la, accrecpntou pile aecendendo n
coin de vela, que estav i em nm castical. Entretan-
to, Krumencio, vossd aduliara a salada, e inora' da
envela a pedaeo de queijo le liollanda e o poic de
doce.
Decididamente era um regabofe. <> qoeijo dura-
ra desde seis mezes qnando a o polo dedncedalava
deq:n'ro aun is ; lora comprado cm urii eimca. rm
que Robertn estivera doente.
!';/t que elle leseen -i adega semin|uietarlo na
erra p\aclo ; lodnv*< eslava um i nido tranquillo.
Csnlaroloo deseen ln, e e*co|hehdu a sarrafa ; ma-
lembrou*se qne n*lo -e i ic.ira nessa vuiho d* llor-
dttos depois da m rte le (Cecilia. Knlo deizoa de
eantarolar, c subi lentiimente. Vio entreaberla a
pt.ria de urna sala inferior, e penrunlon adiantando
ao mesma Tempo a lu/ e a rabera.
ppdro, e--i, n'ii '
Pedro l nSu e-uva mi< a que Robarla ro ...i.lj
foi a maaeiT. de feiiia assentada a om rain., ,,..
lunrto da sala sobre re-tos de leana amontoada \r.r-
liron-se vivamente, como se nada llvesee fisto, vol-
loi. apressado ao primero andar. Depoz a garrafa
subre a mesa, e <*aho espafuriito na poltrona.
Krumencio. ella o-l.t na ca la na sala da lenba.
-- Ob vosee tem essa fignrn no cerebro; allr-
mo-lhe qoe he eiVili do aangue. J demonstrei-Ibe
isso claro com um dia. Um bom sol desie viulio
ba le Iraquillisalo. Sabe, Ridierto, que elle esta
a vinte p dous anuo*] na eoarrafa '.'
Krumencio enebeu o* copo*.
A su i saude, disse I. iberio, pois que ho sus
festa !
Iti'beu o copo Una perfume que c-iior Na verdade se be-
bessemos raa da um oopinho, ereto qne elle nos
dara mais nidios anuos de existencia...
De c To, o viuho era (i i gen roso que venca ja a
estupi la p ircimonia do avarento.
Esperaremos iue (cubamos morrdo para be
be-lu ? responden Krumencio. A< cousas sao assim :
um boitiem priva-*, econoraisa, arruina a saude,
guarda, amontoa, n.losnza de nada, e ho odiado por
lodos...
He ver lade ha verdad- exclaman Roberto,
enjos olhos animavam-se. Vivemos desgracamente,
ninsuem nos ama., o depois raorremos sus (era um
rauto, e deixsmos a oulros...
Ali que vinho cvcellentc Os dous svarentos
bolir.i:ii -exondo rop, e iam connuar nesse luin,
quan lo orna nota Tule < mafiosa evlialo*i-e do pi-
ano na -ala vifJnhi. Esse piano uHo IVira locado
pur mo bumina depois di m irte de Cecilia.
Roberto Krumencio e-lremereram, o applicaram
o ouvido ; porm nao ouviram mais nada.
Ora, di-se i Ultimo, nao somos menino-. Mais
um copo, Roberl.t, o vamos vor. Apostemos que foi
jimple-mcnle urna corda do [dao jue quebrou-se.
He verdade!
Krumencio tomn a candeia, e seguido de Rober-
to en (roo na sala. I'araram leponliuaincute vendo
u piano aberto.
Cecilia est na casa, marmurou Roberto.
Krumencio pouco Iranquilllsada loi pr a candeia
sobre a ehamiti ;|mas recuou sbitamente avistan-
do um objeeto qne brilhava sobre o marmore.
O que iic aquitlo, Roberto .' liui-me... E*lou
com a vista perturbada. V ? c a bolsa, a bolsa per-
dida, a bolsa de Cecilia?.. Sim... Roberto, saia-
:.. I <|U...
: aturan) ir costas o mui tremol -. Depois de um
it; i i '' i lamou c im anm <_.io :
** il o que I lavemos de iazer. Roberto ".'
D Ba, Krumencio.
Cumpliremos a promessa feta a Cecilia, cum-
prila*lien>os iuteiramenle. Toroaremo a bolsa,
e cada anno ah deporemo-, Ji"l frSOCOS para os
pobres...
Sim, -im.
E nos .i^ ;.i '>'..... <
5in "-^
K anli >, porque lemeracan. ^ :'-i:, tro de .e-
cilia '
Krnmencio foi direrlarnsiile, o san. lu/. buscar i
bolsa de cima da cbamin e collocoii-a com respai-
lo sobre a mesa. Eslava tal qual Cecilia a tivera as
rotos na veapera le sua morle. Os (MI francos an-
da ah se achavam Krnmencio encheu os copos.
-- Y lembran;a de nos-a cbara Cecilia !
-- A' sua lembranca '. disse Roberto.
Bebern, assontaram re, e licaram um mmnenio
calados contemplando a bolsa que brilbava no inem
da mesa.
Entilo parecen que n velho sold de melal demnn
soava instemente. n Dai, sim, dai, disa elle, dai
sobretodo as pobres mAis que lem flhos pequeos.
Colladas! coiladinhos Cecilia lambem leve om.i
liiln. a qual eresceu... Qoe be delta '.' Alguem o sa-
be ? VOS o sabis t o
Roberto e Krumencio senliramseus coraees aper-
tareffl-sc cas lagrimal eulraram t correr-Ibes dos
olhos, > "rn podiam fallar.
Eis que de repente o sold caloa-se, e o piano
eutoou a inrlulia que tocara ('.eolia na ve* per a de sus
morle : e a esse cauto suave succedeu um pedaeo ex-
traordinario e lerrvel. Todas astelas baviam lo-
mado vozes bum^ia*. As olas semiam, crilavam,
choravam. Era um concert de todas as cipressiies
do sollrirnento bumauo. Ouvia-sa o grito da crianca
que (cm fume, o aoloea da mi deaespera do da pobre Ooentc sobre o leito, as maldicoes du
bomem cabido que nenhuma mito sjoda.
Roberl'i c Kruinen iu eslavam solfocados. O suoc
Ibes caba das frontes em ^rossas golas.
Por um esforco supremo conseguiram gritar :
-- Piedade Cecilia, piedade, oh cesse cesse '
cesse !
Knlo Cecilia appareceu a' porta da sala \es(ida.
como na vespera de sua morle. Seu emulante era
inste, e seos olbos lanravam um dardo sombro.
Que en cesse, dis*e ella,que eu eev.e ".' Mas sou
*u |ue faro esse concert lamentavel ? He Vmc,
meu pai, be vosee, Krumencio, que nAo lizeram
bem qoe podiam, que deviam, que me linliam prn-
mettido fazer '.... As miserias, que Vmcs. nao alli-
viaram, sriiarn.e cboram... De quem lie a culpa ?..
Ouaii lo sabi le sua companlna, qusudo chegoe ao
evo, promelli .. Daos que Vmcs. ser iam bous... As-
Bim o esperava... Vmcs. o (cm sido '.'
Roberlo e Krumencio tinham Uahido ?ubre o asoa-
lli", anniquiladoa, respirando apena- ; mas todas as
palavras de Cecilia Ibecniravam no cerebro, csnaosse
loram chumbo derretido. Cecilia tocaas-nS|la arras-
tuu-os a* asa, onde e-lava a burra, a qnal abri com
om gesto. Tomn punlndo- de praia e de ou
m, que l.uir'iu ao ar, e as moeda- em vez de calnr
voavam em todas as aw*rec^dee. Os olhos dos sSoea
avarontos as segoiam apezar da uoile. e a* viam des-
rer a's moradas dos pobres. Enlao Krumencio cui-
dando em ana ruina achou ae.saa for;a para precipi
iir-* ao encontr das raoedas de 011.0 e de prata
ijeter.ia arremec^ava 0movimentn qnalstdi
pasin a..
la linha amanhecido.
^ConiinunT'fe-ha..
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTIESDO"
ILEGIVEL
.



DSRO
pstim
H.1R8UC0 QUlfiTA htr.l 20 DE AQGSTO GE 1856
nula,
aterne, que
mcjay'jlies rouvier, sem
o-esp, .'Tus flleilos depositados,
aejn para reembarque.
.. I"ra igualmente aulorisado o poder au-
.upara tupprlmiron e-iabcloier recebedorias
mis localidades quejulgar maii apropriadaa.
CAPITULO V
Arl. 22. as recebedorias e suli recebeiiorias na.)
IT..."..','..". \ habilitada, pela prcfcnie lei nlo serlo aduillidas as
o,
li-
se-
pnr
joma-
das pu-
. Das a-
. as legae e
.iran ao c-
supp'isirao nAo
que ligurava no*
.mi'.., o que lie cer-
colhidos incommiini-
.arte, e de l palatina no
orno do rapar Conilllu-
governo os levou exilados
embarcacAes que eondnzatn Reneiot estrangeirossem
qua lenham si.lo previamente despachado* ni alfan-
dega de Moolovido op Sallo.
CAPITULO VI.
I>a armtzenagem e direilo de guindaste.
Arl. 23. As metra.lona-, depositadas pagarlo da
arraszeaaaem, na occisilo 'le seren despachada* pa-
ra consumo un reembarque : l|K "|!)-tlire o su va-
lor s gen*roa sarros: urea reaten oo UOO rs., nmeda
l
garant! 'lo jura de 1 (l|0 ;>< anuo, nAu excedendo u
dilo capital a 3,000:OOOS,<-S. K.Un boza.
OrouoSr. marquer.de Paran, e (con 0 dolale
adiarlo.
- lliiii'--! floral c llyjt'ilhi'i'iiHK
Teve lugar houli'in a reunin dos accionista! do
Banco liuial e II) polhecar io para o lim de Ihrssef
lidooHcainle relalorio da rotiimi-s.iu de same
ilc ronlas e vcncacao dn halauco :
Srs. arrioinstas du II.mico Ittital a 11} piilheea-
rio.Cumprindo o honroso mandato <)e que nos
eiiearregasies cm sessio julli iillimo, r em observancia Jo disposlo nos arl*.
21 e 25dos nnssoa estatutos, vamos hoja rf|)iesenlat-
vt>. o resultad dM nos-iis Irabalhos.
O liem elaborado relalorio da -iterran desle
lo corrente, pela 2 horas da
. do respectiva presidente, reo-
i permaneule das cmaros para
.o governosobre esla pnses. Cita-
do noverno, respondeu que com
(Ue Iri iniiM-c a cunferenria em que
ji presidente da repblica que nAo te
4 as i horas da larde, deu lcg*r a que
sao resolverse adiar a inlerpehica para
..uinle. convocando de novo u ministro.
. elfrilo comparecen anle-bonlem o ministro
veruu na presenea da commissAo permanente,
m ella esleve algumas horas em scssAo secreta.
Hora o publico, e por cmiseguinte mu, o que se
jisse e o que se passou ne-sa ses-ao : sabe-se apenas
que. depois de ouvidu o ministro, (oram a|>provadas
seguintes notas que o Commercio del Piala Iwn-
te.n publicou, e que Irauscrcveremos, posto que
o liiima luz derramen! sobre us molivos reaes que
i el 'rumiar mu as prises meuciuiiadas.
Mis aqu a nula do poder execulivo :
A admimsIracAo de I.'de marro, rujo decidido
a helo be manler a paz, consolidar a urdem e salvar
o iriucipio da autoridade, se vio compellida, mullo
a seu ptzar, nos primeiros dias de ana existencia a
adoptar em holocau>lo aquelles grandes bens algu-
mas medidas excepcinnaes e'extraordinarias relati-
vamente a varios eliefes e ofticiaes da repblica. Al-
guns individuos porem que nao romprehcudiaui ou
nao querism comprehender os elevados prinripios
que guiavam a publica do covernu, e que median)
essa pnlilica por mesquinhas ideas de parlido, acre-
dit. rain que essas id.a- haviam influido naquelles
aclus, e prevalecendo-se da circumslancia oe se le-
rem manifestado como sustentadores do governo, a-
creditaran) lambem que devia subnrdinar-sc a suas
vistas a marcha da administracau.
e|Em breve se desengaaran), porque o governo,
longe de descer, se forlilicou mais na postran eleva-
da que liana assumido, e de-de enlfio teses boinens
se coiiverteram em opposilores.
u Sobreveio a rebeliAo ruulra a aoloridailc do
rinde poltico de Tacuaremb : e allilude eneraira
do governo para enm os rebeldes exasperou os ni-
mos dos opposilores, que se lomaran) mais andares
em seus ataques a administraran, procurando deaa-
i-ii' Ida-la, e concitar a animadversAo do povo. O
|irc)dente e os mmislio*, esforcando sua abueaac,*io
e seus principios di tolerancia, desojaran) presumir
ta quanto livesse relacAo com suas pessoas ; mas a
presistencia desses inaiis cidadHos ero suas tenden-
cias de desordens e em seus actos de auarebia (a/.ia
iiidispensavel orna prompla medida de repressao ;
porque, humilbaJa a auloridade publica, se impos-
Minlaria de levar a.liante a sua missito, e evitar a
repelirao de anteriores Iranslonio', que lesaram au
pai/. desid.irao e a miseria, e essa repressflo era lan-
o mais urgente quanto por um ludo os meios orli-
nario* carecalo de cllieaua, nois que empreados
mais de urna vez para o eselarecimento de fados e-
viilentcmentn alleulorios, nao produziran) resultado;
n por ntilrn,m\ ncandii os aciladores o nome de antigs
inllueneias militares, e eiplorando-o em proveilu de
seus prfidos bus. causavam mainr alarme, duplica-
vam a desconfanos, e aui;meulavam o recelo da po-
pulacaa. Km laes circumsianoas o presidente da
lepublica, a quem a coiinliluicilo ohriga a manler a
ordem e a Iranquillid.tde do pai/. julsaria fallar a
um dos seus mav> sacrados deveres se coulntuasse
a tolerar d -ralos lo semelhanle natnreza, que
desradaio a sus aoloridade, lomando molis
os seus sacrificios; e resolveu laucar (ora do
paiz os principaes molotes da agilacAu e da desorden).
Em consclho de ministros aMiaj se resolveu, e se (ex
sabir desla capital II. Nairiso del Castillo, a t.
I'cdru I". Dias, el). J. 1. Tintos.
Nos consclhos do governo inlliiio -a coiisJerae.Ao
le que proredrudo dosse modo, nAo so alleudia a
urna conveniencia publica, e ilava um passo que se-
na appruvado pela maioria ensala e parifica desla
capital,seno que obletia o arcordo da honrada com-
missao permanente, visto que a honrada cantara de
. representantes approvou igual medida rumiada a
respeilo do Sr. Cernadas, sem liaver lanos tem lAu
graves molivo6 ; e a honrada assembla peral pies-
lou lambem a sua approva^Ao ao procedimenlo a que
se alinde no romero desla ola, e que recado em
cidados de mais representarlo social, de oulrus m-
ritos pos-oaes, e de bons serviros patria. Mftior
injrrancia com aquelles homeiis por parte do gover-
no seria Incoootiavel con) a sua pnlilica de eqoidade
e de juslica.e se eiplicura com urna parcialidade de-
gradaule e injusta.
O yoverno. lirme em seu proposito de afiancar a
paz, tem lambem bastante firmeza para remover os
oli-laculos que se I he apresentem, porque desle modo
Itavera' cumplido a sua mi- "to c salisfeilo os seus
desejos a bem da repblica
Dar-se-hao a' honrada commisso permanente
pelo ministerio malotes detallo e esctarccimeulos,
se os considerar necessariosAssignados o presidente
e todos os ministros.
AeommissAo permanente responJeu :
u A i nmiin-.io permanente dn honrada assembla
setal teve a honra de rereber a cominuiiicacAo que
Me dirigi o u#dcr execulivo, daiidu-lbe cotila da
medida adoptada a respeito di s cidados, I). Narciso
del Caslcllo, 0. Pedro P. I lias, e I). J. P. Pintos ; e
tendo em consideracao os diversos fuiidan)eulos ad-
luzidos a' dita coinniunirar.io em apoio dessa medi-
da, e principalmente s iiiformacOes e explicates
verbacs dadas pelo Sr. mmislio do enverno,das qtae-
rcsulla que o presidente da repblica se vio no caso
tle lomar medidos promplas para conservar a ordem
c a Iranquilidade publica
l Julga a commissAo permanente, que a ausencia
do paiz daquelles individuos he urna medida de con-
veniencia publica, e a sua repressao couTorme as ter-
minantes disposices do arliim Kl da lei fundamen-
tal, subentendendo-se com ludo que aquella ausen-
cia tem om carcter puramente temporal.
Desla olas se infere que ..l 'mu novo lenebroso
plano revolucionario exiilia ; mas o (jue lie cerlo be
que o publico nAo o linlia anda farejado, parecendo
que nem se quer pensava em la!.
O governo, porm, que louiou semelhante delibe-
tai;ao, e a commissAo permanente, que a approvou,
he poique com ellVi'o alga hasta ; c portanlo
andar atsim que he um aMar.
Segu agora para ahi no Camilla, o Sr. capitn
de mar e guerra, Joaquitn Kavmuudo de Lamare,
rliefe da divtsAo naval brasileira estacionada no Kio
da Prala.
S. S. oblevc permissao do governo imperial para
acorapsnhar soa seubora a' corle,sendo interinamen-
te substituido no coicm.-indo da divisAo pelo moilo
digno capilAo de fragata llenrique HolTsmtlh.
que aqui se acha eommandando a crvela a Ha-
b.man.
O Sr. de Lamare lio um dos ornamentos da niari-
nha brasileira ; dislinrlo ntto so por seus cotibeci-
menlos prufissionaes, zelo, e dedieseo pelo servico
publico, como anula |nr sua sisudtz e reconhecida
inlegridade.
te corar.m desejamo a S. Esc. c a sua virluosa
amahilissima consorte a mais prospera via-
gom.
Concluiremos narrando aos leilores um imporlan-
le milagre que araba de fazer Nosaa Seitliora do Car-
mu Has immediarOes desla capital, c que foi coimnu-
mcado ao publico pelo Comercio del Pl'ita.
Um joveu de repulacao alegre, e de carcter vivo,
cuntiendo enlie seus roiupaidieiii s por liomein de
/">as /oi'to/'.'-.ii.sli'..: ln polo alf.nale, pelo sa|iale)to,
e pot algumas deidades exigenles, nao julgamlo dig-
no de soa posicAo dobrar a cabrea ao peso da mise-
ria, reftecliu que no fundo do seu coraciio arda um
i'iiiltutiasmi, puro e vchemettle purNoss-i Senltora do
t arun !
A-iin suecede sempre nos momentos solemnes e
exiremos...
Meo lieos, diz o alho, qoaudo a nio da morle
lite apella a garganta '. Nota Seuhoia das Dores, ex-
clama o que nAo re-peitou as lagrimas, nem o soflri-
menlo do proiimo : Pilhos de iiiiuhas eitlranlias !
diz a que matlyrisou em vida o pobre orpbAo, a
quem a miseria rollorou sob sua prolect;ao '.... Nos-
.. esperava, foi la
o aliar da santa......
.ta deegslar n devoto, pois
nnrsl eslava anda em spu po-
u alis] disto habilitado, foi promp-
. annoii a ene l.'ro lisio rirseje.
Iraiitido a sos no templo, o tuaganflo, qnal rato
alio do quei o, esleve em um lio go lele i lele
.om .Nissa Seitliora.
.No Ola scguinlr aiilanliecru
ala dn adorno d
c de Indas as alfaia do sen aliar O cora li
os dnzenlos po-ii da samla, e n deufo passou a me- m
^t^kTb^mXJS^ZSLlZJ^ T'l" 'l'-"'^""^""lep'S".ev,rpr.u,dosmmor,rs,pa- lado da cartera do naneo IM o mais salis-
*;;;;,". '' '" """"".....'" PW** e m de- ..,tm-, qil r,0 ,,,. r,, [inr ^ 01|0 'in Utlatio povH, e a eommiatao se compra/ de vos
t seu a seu dono mtusn ni. nr, referid ,u- *;,'," ;':';':ni ,"'V" ":"''!' ar.n,,Ie,8,ie,n ?"' '''
da na raan da tres iluarlus de rea! por rada oiln
le urna bar-
ios,. a, w..... --.. ..o ron ta,.lian :m.mn /-rr.l
sen barln 1" i' u"*^ Ca,i"10' W *'""" uail0'
cu osa de "h*"V''"P'"ho'. -P"l*~. fcicOes Pro
n .o r.I, e~.c,a""" "'"' **P*o acanhado,! canl.
nao K neo. e, rev ; t.uilhermiiio Antonio Pedro Rae
simi-hranro. csa.lo. -_),;,_ ....... ..'"'* e?0' i "f
... .... ...........,- ,........,........,., ,,., ,, banco ja vos lera'esclarecido da mareha progressiva
......iiiiieciu a sania vir-cn d-p"- ;(o,|ea p,,,,, ,,,, |,q,,)s je s,is barns ; des quarlos e brilbaitle que ello (em lido, e do liem merecido
. 4. ...' .ii*i n ."..""n."..eoI""! id" rM'a b"r"M roiiinnim de faiiuha. Cade eis creiilo que de da em da le al cada vez mais en-
calvos de nina duna le garrafas de qo.ilqucr liqui grandeeen lo, grabas a prudcnle tefert de soa es-
arrobas do tableo, erva, assucat, e|clareoida adminisitario.
t) eslddo da carlein do llaneo he o
'ii
e ca i
oilo
'0 dos qutoliclns ,,.,..........ala da ronfeilaita do J- "S de'lwinh. *** '" ',e
s Thomax ; da carleira achada pelos barbadi
no Morro do Caslcllo ; Jos ; e de lanos uniros engoi.liosos recurso) da ca-
vallatia de industria.
(.le pozar nAo seulira' ello por lite haver al ago-
ra escapada esle !...
A' ultima hora.
INAo se publicando jomaos uesla cldade no-da-
iinmedialos ao domingo e dial lanos de guarda,
livoinns de reeorier a" raridad" do prximo para al-
cauoar as ultima- lioticiasque di* hieitos-Avres Irou-
xe o Camillaa, entrado bontem.
I atai" ueste motlenlo obsequiados rom algumas
folhas daqurlla capital, das qniei extractamos o que
ha do mais iuipoilante, o he o seguiule :
A revolurAo da Sania F he um tacto cousuniiua-
do e logalisa.io.
Os diarios do Bneinn-Ajres, a qae nos referimos,
copiam dos de Paran.i os documentos trocados e pu- {
bbeados a seniellianle respeilo, que em resumo di-1
zem :
n t> governo nacional rhamon a si a situaran do '
Sinta le, e nomeoo -en delegado nquella provincia i
o brigadiiro i). Juan Pablo Lopex.n
Silo Ires o documentos officiaes datados lilos de |
Sania l" em iS do panado.
i.* Do ministro dn interior D. Santiago Derqoi,
conredeudo aulotiar;io espinal ao general II. J. I'. ,
Lpez, delegado do governo naiiun.il, para que con-
voque a provincia paro o da 3 do corrente, alim de |
eleger os represenlantea de nina nova legislatura,
que se inslallara' com o carcter do constituinli, o
que exerrera' su s funrres ale a' poca em que se
dovia renovar a anterior,
2,- to general Lpez acensando recibo.
3, Do ministro Deiqui ao ,-ltefe publico da ctdade
du Kosario, !t. Jacintho Corvalan, cuinmunicandu-
Iheque o ministro da guerra t. Miguel Galn dele-
gara as facilidades de que linha viudo revcslido no
Arl. 2\. Na liquidarAj do dirrito de armazena-
gem secomprebender como lindo o mea apenas eo-
ni erado.
Arl, n-,. \s nierradorias despachadas do deiiosito
pagarn por direilo de guiudaste a melado da aima-
senagem correspondenle a um mes.
Igual dtroilo pagaran as mercadnria' importa-
das direelanienle para consumo, e as que forem ex-
pnrlada.
Arl. 26. Sern suietlns a approlionsao o volume
nu vinillos vicia los, ron-doran lo-se laos lodos os
que coitleiiliain inaior quanlidade, ou objecloa di-
ferenles dos manifestados.
Atl. 2~. loda a apprehenao sor.t m'_ i la segun-
ho as di|iosires da loi de qualorze de julbo de
1855.
CAPITULO Vil.
Dispusieses gerses,
Arl. 28, (lsiteitos serao calculados segundo os
procos correles da praca pnr inaior no aclo do pro-
codor-se ao despacho, com o abatiineulo de 10 par
cenlo.
Arl. 29. No caso de reclamar o inlercssadn, ou de
discordar o feitoc por nina ililloreuea que exceda a
III por cont, decidirn dous ailiilis, lirados a sol-
t de nina lisia do dozo. que seincslf.dmeiile nomea-
ta o tribanal do eommercio -f e se boover anda
discordancia, decidir um lerceiro, noineado pnr a-
quelles.
Arl. .I). O arbitros rennjdos, e na sua falta o
lerceiro Horneado por elle, nian se apaarn sem
ler pronunciado o seu vol, do qul nao hatera a|i-
pi'llarao
Arl. 31, O clculos do fejilnres serao pblicos,
sondo oulrosini obrigados a dJr delles eipllcac/ies ao
negorianle que Ibe as pediretn
Arl. :\2. Fica o poder cxeCulivn autnrisado para
peroiillira introlureo livre Uaqoellea arligos, que
annunriar que as>lrausar;oes pendentes nlferecem
a sen Ver, a mais f.ivnravel c complola solucAo.
a (Is aldos desrnpUis pela directorio coinciden
com os quo iivcmos occasi.io de examinar nos diver-
os livrn do banco.
" Senlc aeommissaoque no que londe a bvpollte-
cas nAo india anda o b.mc
foslirn. (Is conviva lc.tram emprttsados para o en-
terro dos ossos no cemiterio da feijoada-
O rano adimilr dos Inris.Na roadlas >g<><><
da-se urna srena, publicamente praltcada, que he
misler quanto antes, que o puldco soja sabedor, ja
que remedio algiim se possa dar.
llora n/em rita um pobre volito, aoibrunhado
pelos desgostos, imntondamenle, e sempre nssm ves-
lido, mas quo possue, segundo d'/eni, tuna escrava,
nedia, prela como se engrasada fr.i. que Iraj i linas
cambrais, e cu-losas sedas ; dizem ma que, ao
passo que essa ralnha bacchaMt de escura prole abe
ao seu promeoade eostnmeiro, o misero do senhor be
quem lies apromptsndo-lhe a rcleic.io, vaneado a
casa, liriinindo o pralos para sua escrava tervir-so a
Contento. Nao pense o letlor, que esse pobre hu-
men) faz isso por nina deesas aberraces da honra, e
do honesto, que desgracadameote se d.i em alguem,
nao : ello serve a sua escrava porque otilro remedio
nao tem : la.l tem sido o imperio, que ese demonio j carapinhos, srm prolissao no prsenle, fei,v,e, ..
encarnado tem tomado sobre seu pusilnime e- nbadas, aspecto niaonho nao lo e nem estrave-- e
nhor. I'al'oz fnsse creada como urna daiSM /'?i- Joo Jase do Nasriuienlo, cfl.ra, casado, 28 aonos
cabellos carapinbo. barbado, pedrotro. estatura ie-'
golar, leteoos e ispelo desagradaveis, nao sabe ler
tieni escrever. Knr.uregou-se da defeca dos indi.
responder pelos enmes previsto petos artf. 201 e JI.KV DO RECIPE.
rusii'-v i'r "" <'or1"6 era"' necosados pela | Terceira essAo.Da 18 de aguato de 1856.
inso'.'in,'!! ."' os e,-,olalln''! polica,Matliniaiio ; Presidencia du Sr. Dr. Bernardo Machado da Cot-
" !",""s- "' ~....." / Doria.
Tromolor poblico, o Sr. Dr. Antonio Luiz Caval-
de Albuquerqoe.
icrivo, n Sr. Jnaquim Francisco de Piula E--
-! anin-, cabellos rnirido, i leves Clemente.
c ihr'o 7EffrtS2 ^"-"^ pre,us e ''""", Fu *ch<"""'11 i'],nrK da """ <*"">-
ve; a'; mundo WrnnGTd/SST *SsJ> i'--~ I *.PrewnlM M Srs- urad<>, "oaes mm"
32 anuo, estatura regular, bstanlo barbado -._
v
/i'js de eolio, que pnr ahi ve-se em inuila -alas
razando gracas para o yoj rir-e a inorter ; lalvez
srja nina dess- mucamas insolentes, que lomaiu
ascendencia sobre sua- senlioras-inoeas, c que (Ao
Deas os aconsclliaiii ; como quet que soja, o faci di-
zem existir, e a sor exacto, temo esse vivo exein-
plo de here reaceo '.
O rerersn riu mtdnlha. '1 dislinclo Sr. sub-
emptegado a afta que delegado do itecife. anda novel na polica, se bem
coiivirlaaosseosinleresseseeocomprimentodossens que possnidoalas melnorrs inlenntos. n.io pode saber
estatutos, mas fnreoso be ronfessr que a iniplilade de ind i qoanto se pissa em sua Ireguezia, e por isio
.,...i -nr,- .1. l... ......I.. ..A.. ...... ... I__ ,
que Ibe vamos apon
que sena a desojar, anida nAo pode ler Ingai ; e on-
leode que a ditoccAo deve conlinuar enea i pruden-
cia que bode e-perar de seus refleetidoa actos, ato
que o solicito govetno imperial, por ititio da lei a-
propriada, c que se ventila Cloalmenle no corpo
no permillliA que Ibe vamos aponiendo corlas cou-
silas, que van psssando as-tin. como um pao pelo
ollio mas que na realidads devem ser cohi-
bida.
Na ra da C.adeia om cerlac.ua numen.....
cara as laeiihiadcs ite que lu la viudo revestido no .,i ...i.......... f ,. ,. .. ^
Sr. general D. Joan Pablo I......, ; per ene..,, do que }';,' Z '< Z J "* "" "
esle general pao, a representar Va provincia a ao- '"T, *% i?rZ '( """a ,
loridade do governo nacional, ate quese t^Utrnl^^JuL^TS^t ,T def'",,,0"
os poderes cons.uuciouaos que citnpem o m-\?2l23^.!*!rffi^!S?"
legislativo, poesa oflerecer a soj;uranca nere-sana a dAo-se constantemente aceas desagradaveis cuite
essa especie de operaees. que tantos ncneOcios Ira- ina pobte e homilissima escrava, o um senlior nu
r. a lavoura e industria do nosso paiz. A commi- toda a oxion-.io da palavra, cruel. Consta que, esse
sao pens qne bem proredeu a direcrao do banco linniem obligando a escrava a pagar-lhe o da, im-
ita publicaran do ous I..iltmceles mensats, e cnlen- pte-Ilte. queso pie na raas II horas do da, e
ooque sua conliniiirAo deve ter lugar emquauln logo as II e-teja de volla Com 610 ris cantando! Se
ella jii gar conveniente aos inleresse e ao creuilo do a prela, pur ventura, nAo pdde dar cumprimenlo
e.-ioiitdeciiiienlo. i impnei(ao do seu gocerna'ior, ai della, que he vicli-
ii Neuliuina olisorvarAo mais enlende devrr fa/er ma de loucas bor'doadas com ccele, vergalho ele
a cumniis.au no tocante as tran-acroes do banco, e ele. a ponto de a vizinlianra ser algumas vezos quem
que bem patentes vos foraui no seu relalorio ul-
timo.
o O oslado dos livros do banco be o mais perfeilo
possivel no que leca a sua escrplurarAo, que a en-
contramos com a inaior rcgiilaridada e asseio
e Antes de terminar este soeeinto, masconscisn-
cioso Irabalhu, veni comro recer sobre duas proposlll apresenladas na ultima
scssAo : urna do Sr. Dr. Antonio Candido Mscenles
de Azambuja obre 0 fundo de reserva do banco, e
onlta do Dr. Candido Joso Cardoso sobre a reducro
da porcciilagoin que percebe a dirercAo, e, qualo
I ptimeira, enlende a eommissao sullicienle e adup-
lavel o fundo de reserva proposlo ; e, i|iianlo a se-
gunda, julga que, a vista da crescenle prosperidade
do banco, que lanas vaulageus pude ollerecer, o
v sospender tAo hachara persuosclo, e elle di/er
mullas vozes, que n.io a soltara em quanto nao a
matease,... Pois nAo nao v que estamos bahi-
lando as manchas da loa I...
Hospital de earidnde IT de agusio, 71 dnenles.
1K i) 17 "
li ain.inhita.
COMARCA DO BONITO.
Caruaru' II de agoslo.
O prnineltido he devidn ; portanlo Vmr. publi-
que o rciimo, ainda que incompleto, dos traba-
mos do jury desle termo, e fique saliendo que eu
sou liomoui de palavra, c d'aquelles que dizemo
mais ainda a manifestarlo de membros da directo-1 bomem pela palavra, nio obstante ler-me dito
que compue
serna.
Fice, pois fra de dnvida quo a revolufao do San-
ia F foi aatorisada i>elo general Urquiza. Dos
qeoira que olio nAo se arrepenta um da de haver
concedido emelbaule aulortsarao.
pelo que respcila a' limito debatida qnesllodoi
direiies diflereuciaes, encontramos '11118 nova lei do
congres'o que he a siguite :
Arl. t. Estendese asetemexeso prazo lixado
no artigo |- da lei de l'l do presente me/, relativa
ao r-lalioleciiiii ule ile direilos dilieronciaes para as
inorcadi'fias de ultramar que nao venliam directa-
mente de cabo. ti lora.
Arl. 2. Coiiimunii|ue-se ao poder exerulivn.n
Nada mais do importancia nos consta ; nem tea-
mos mesmo lempo para mais.
" volnmea lechados, apresenlalr-se h.lo as f.irlnras cor-
| resnondenles para odevido llineainonlo
Arl. il'i. A presente lei eqmecar a ler elleilo da
lata de sua nromnlgacan.
Arl. 115. Coiiiinumqiie-s ao poder
ele
na. podera a reduccAo ler lugar, lUaudu-se em II
por cenlo a rospecliva porccntagein depoisde reali-
sado o fundo capital do banco,* oBereee os seguintes
addilivos aos c-lalolos :
ii Addilameulo ao arl. 5i :
11 Lugo porem quo esle fundo toque a cifra de mil
conloa eessara' a accomul.1r.10, correndo pordm por
conta, dos lucrus du auno bancal qualquer prejuizo
que nelle se verifique, de modo que se turne inalle-
cveculivo, 'avel o fundo de reserva.
Vdditamcnto ao arl. 1S
Sala da seses do senailp em Montevideo, em l'.i 8oahado porem que seja lodo o capital do ban-
le jolito .lo 1856..lose M tria Pa, presidente. I r0' li.c'1ra' reduzida a :l ll|ll esta commissAo
1 Juan A. La Bandera.secrejlario. Terminando esle mal elaborado Irabalho
ColoniSKio. I commissAo agradece a dirercAo do bauoo a maneara
REPBLICA ORIENTAL DO URUAV.
Tarifi das al/fwdetjas.
O senado e cmara dos representantes da Rep-
blica Oriental do Uruguay, reunidos ctu asasmUea
gcral, decrelain.
CAPITULO I.
Da importarlo.
Alt. I. SAo livtos de lodo o direilo as maclliuas
destinadas a agricultura o a industria, cun exce|i(ao
das de ralo, gelados e Otilios somelltanles a im-
prenses e nlensis de seu uso exclusivo, menos o pa-
pel ; livtos, Impreasos, mappaa o globos geographi-
cos, inslruiiienios scienlilicos, rarvAu fosil, cascas
para curlir, dota em bruto, aducas e arcos de ma-
deira, os couros com pollo, soten. ou salgado, de
uovilbn o de varea, de cavallos. r, rneiros, e em ge-
ral ludas as pelles nao propasadas ; o sebo, grava,
laa, dina, cintres e uniros productos aniinacs, cha-
mados do paiz ; o sal comuium, uuro e prala ennha-
da, ou em oblas velbas : e us animaos vivos para o
dcseuvolvimeiito da industria, ou mclliorameiilo das
raras do paiz.
Arl. 2, 1'agarAo 5 por cenlo o ferro em barrase
em laminas ; a folha de lata e o zinco em laminas ;
as .'ertameulas : as laltuiuhas para lelbar casas ; o
salitre ; o graso : a Ierra romana ; o lellro para cha-
peos ; os maeaiiies de mais do meia pnllegatla de di-
metro ; njoiasjda outo e prala ; os 1 elogios de I-
gibeira ; a> fouces ; as ps sem eabul; os tnlchadci;
o cobte, o bronze e o ac em brulu ; o e-lanlto ; o
as euxadas sem cali.
Arl. ;f. Pagan 3 por cenlo toda a madeira em
bruto.
Arl. 4. Pagaran III por cenlo o alcalrao, bren e
rezinas em geral ; o salitre, agoa-raz, acido sulphti-
rico, vilriolo e teus sentrlhanle ; os lijlos ; as po-
dras de escrever ; os lalrillms ; os fugeles, e os
pliosphoros.
Art. 5. Pagarse 7 por cenlo a camhraia de li-
nho, as sedas em rama e lecidas, as lelas de seda
pura, as- rendas e bordados de liuho ; os bardados
do ouro o prala com pedras 011 sem ellas.os gatees fi-
nos de ouro e prala ; as ninas e as luvas ue seda.
Arl. fi. PagarAo lo por cenlo lodo os arligos e g-
neros naluraes ou manufacluradiis au especificados
na prsenle lei.
Arl. 7. I'agarAo O por cenlo o assucar, erva-ma-
le. cit, cacao, Camila, caf, azeile de cumer, rspe-
ciariai, drogas, eomestiveis em geral; 1 madeira pre-
parada, os chapeos por armar, o tabaco em folha, a
roupa folla, e o calcado, nAu sendo de gomllia els-
tica.
Arl. S. Pagarlo 25 por cont os licore, agur-
denles, vinhus, vinacre, eerveja, cidra e em geral
Inda a bebida espinluosa ou leiinenlaila, o rap e o
polvilho.
Arl. movis ; o tabaco negro ; o trigo, iinllin, bolacha,
polvilbo, as massas tle leile. como queijos e manlei-
ga ; as carnes de poico e vacca seccas ou em sal-
moura ; os bahus c catxas anda que Iragam gne-
ros ; os espelbos ; as ponas c janellas e suas leiia-
meiitas ; as cadeiras ; os lun)btllios do motilar, e seus
srreios de couro ; as carretas chamadas de niAo ; os
chapeos preparados ou em eladu de usarse, toda a
ultra de folba de lata ; u a/.etle de lu/.es ; as argas
de ferro, de broma c de composicAo ; as grades de
trro para as j.mellas de sacada ou de peiloril ; os
espelos de ferro ; os pes de cabra ; as euxadas com
rabo ; as grades de arado de modelo ao uso do paiz;
as ferraduras de cavallos e nulas ; as juias falsas; a
pcrfuuiaiia, osaban, as gorras de hoinem, senbura
ou criaura ; us chapelinlius de sul ; ospeule<, pin-
ina, llores artificiar-, adoraos de cabera para se-
ntaras ; us vasos e luura de porcellana ; us crys-
taes lapidados uu duurados ; a< velas de sebo e
loda a classe de carrungcns e seus repeclivos ar-
reio.
Arl. 10. Pagarlo 35 por cento os charolas, as car-
tas de jogar ; c a familia de trigo na proporco do
valor desle, a saber :
Ouando o trigo du paiz nao exceda de oilo ptsos,
30 por cenlo. >
(.luando exceda de oilo pe-os, e nao passe de dez,
25 por cento.
Ouando exceda de dez, c nao chage a dozc, SO
por cenlo.
Ouando passo de do/o. 15 por cenlo.
CAPITULO II.
Da expi'tiai.an.
Arl. II. eso livres de direilos de exportaras por
lodosos poitos da repblica os gneros eslra'ngciros
que liverein pago dneiios de importadlo, e os slle-
los do pai/. que se expoliaren) pelo porto de Mon-
tevideo. O* qoe houverem de ser exportados pelos
domis porlos da repblica para porlos eslrangeires
pagarao;
Os cooros de looro, vacca, noviltio seceos, 2 rea-
les ou ll reis momia fraca.}
Os ditos de dilo, dila, ou dito Migados. dem.
O dilos de cavallo, e egua. Liem.
Os ditos de dito, ou dila salgados. Liem.
Todos os demais producios do Esladn nao especi-
ficados no arligo anterior, pagarlo (70 res sobre os
pieoos cotri'itlts na piara.
CAI'llt LO III.
Do Iransbordo, nu reembarque.
Arl. 12. He |iermiltido e llvre de direilos o trans-
bordo 011 reembarque de qaaesqui r '611010 para
mereadoe eatrangeiros,
CAPITULO IV.
D>s porlos babibladiis e deposilos.
Ait. LI. Ficam pela prsenle lei habilitados os
porlos de Montevideo e do Sallo.
Decreto promulgado om il
ado pela assembla geral
Arl. I. i'iea aiitori-ado
ititrniu/ir no pail familias!
e artista-i, cujas circtiiiistau
lineado do consol oriental
Arl. 2. Fica o Sr. (Vroi
sa.io para formar pnvoard' i
priedade, dando-Ibes opo
que ilevain di-ignar--o.
Arl. 3. Se os Ierren i
povoaro- liverem rio, nr
que impeeaiii a rouimiiui
faculdade de eonslroir pii
as disposicAes da lei .le i
Arl. I. O poder evef
do julbo prximo pas-
I). Juan Greenwaj para
Coniposlas de laviadore
ia- ronslarAo do um cer-
no porlo da emigraran,
nwav igualmente aulori-
nos lorrouos de sua pro-
er execulivo e nome com
o-n que se fnrmarem as
ovos, 011 otiltos obslaoolos
iirAo. lera o proponcnlc a
tus, de conformidadc com
le inulto de 1815.
livo habilitara' um do
porlos que inai proximoje-liver da colonia.
Arl. .". Fica goalmenle aotorisado o Sr. tjrrcr.-
w iv para fatm .r inllios colonia, e lias povo.trdes rirriimvi/.inba. Tulas as
despeis respectivas corr rao por cunta do prepo-
grave e considerada porque o dirigi em seu ullim.
anuo, e propoe ao Sis. acciooislas"om vol deagra-
deciineiito e a approvaeao do seu respeclivu ba-
lauro.
o Raneo Rural llj polbocario, 12 de agolo de
ISi. Antonio .loaquim Das Braga. Anlomo
./ose Monleiro Amarante.Dr. Candido Jos Car-
doso. u
Proceden lo-se em seguida a eleicio de directores,
liit un eleilos.
Volns.
. T'.IT
. 7U7
. 7:tli
. (.'
5 ti
nenie, quo teta' o direilo
lareni o trbulo que so rs
Arl. (i. Aos rolo
guinUl: 1. serlo sontos
pagarao coultibuies du
Arl. 7. Fica o propon
lar livres de direilos asJ)
le robrar dos que Iransi-
beleeer.
coucelem as franquas se-
do servido militar ; 2. nao
ante (i anuos,
ule luterisado para impor-
eagena, ferramentas, ius-
Irumrnlos, mechinal o ulmsi. assiin como us mate-
iicjo dos edificios dos ro-
aos destinados .-. const
laes.
Arl. 8. Nlo pagarAo i
navios que randu/irem c
Arl. 9. O Estado ih
pesos [cerca de 329 muc
que inlrodiizir. Estes i
importancia do direilos
enwaj pelos prodoeloaq
daclutes de colonos.
Arl. 10. O beneficioc
sislira' pelo prazo de ai
du primeiro navio da ei preza
Arl. ti. Coinmuiiique-se ele
ireilo alguin de porlo os
linos. .
ora' ao Sr. (ireonwav 10
a forte) por cada colono
1 |tesus sarao di'du/.idos da
(ue do.va pagar o Sr. Gre-
e importein os navios con-
mcedido pelo arl. 9, so sub-
i, cantados da chegada
iltlsRlOR.
KIO DE
JANEIRO
II de agjislo de (85(>.
Por decreto de 20 de julbo prximo passado foi
Horneado o capilAo Francisco Egydio Moreira de S.
Pedro para ajudantedo director geral do corpo pro-
visorio de bombeiros
Por decretos do i.' di
l'oi exonerado o jui/.
Araujo Frailas lleunqu
licta da provincia da Ha
correule mez :
le direilo J0A0 Antonio de
is, do cargo de chele de po-
ahibi
Foi nonieado o dito jt iz de direilo para a comarca
de Goiaona, na provine
Foi reroiiduzulo o
Wanderley Canavarro 1
de orpbaos do le 1110 de
Tiveram inerrij da se
de
TabelliAo do publico
a de Pcmambuco
bacbarel Loureni^o Accoli
o lugar de joiz municipal e
San-Miguel, as Alagas.
rventia vitalicia dos ollicios
juilicial e ola, e escrivAo
do etime e civcl do len 10 de S. Rorja, da provincia
lalhao n. lili da guarda
Paulo, o major Aiilouio da Silva Unimarles
Foi reformado o maj
da nacional da amares
cia do Mamullan, Anti
Foraui concedida
honras do posto de le
ri mal da provincia de
Por decrelo de 2 dul
Os Srs
RaiAo de S. (joncalo .
Harao do Pilar ." .
Jos llenriquo de Araujo .
J0A0 Jos Itibeiro Silva
Antonio Joaqoim Das Braga .
P i Pleitos o Sr. : llcurique de Alinela Regadas com
586 votos:iAnloiiio|Jo"c llomiugues Ferteira Jnior,
>0i : Dr. Candido Jos Cardoso, 159 ; Dr. Jeronx-
1110 .lose Teixeira Jnior, 15:t.
Sendo a maioria ab.olula das cdulas recolliidas
para snpplenles 358 votos, e nao a leudo oblido
tnais neiihum accionista, reune-se boje de novo a
assembla geram para elogol o .- supplente.
14
Conliiiuou honlem un senado a segunda discus-ao
do ori-anienio na parle relativa ao ministerio do im-
perio. 1 ir.iiai'i Miiliores Ferraz, ministro do im-
perio c D. Manoel, 1; Qcoo a discossao adiada pela
bura.
Cotilinuoii men na cmara dos depoladns a ter-
ceira iliscus- r lo projocto relativo ao crdito de se s
mil eolitos de rea de-linados ti colouisar.'io : orarain
os senberes Araujo Lima e Ribeiro de Andrada.
Foram ollereculos o seguinlcs addilivos :
o A importancia do credilo de 6,000:0(M)5IHKI ser.i
de-pendida assiin : os 5,000.0003 restantes com me-
Ihoramentos materiaes em todas as provincias, estra-
das, ponles, cu, o-, navegaQAo, porlos, grantles de-
psitos de agua, ele.
o Paco da ornara 13 de agoslo de la'ili. Arauio
Limo.
Fica o governo autoriado a garantir por cinco
anuos o juro de i % a' companhia ou empreza. ou
qualquer particular que se enc.itlegue do fa/.or a
navegai;ao a vapor nos ros da provincia do Mara-
nhAo, nAo oxee.leu lo o capital garantido a S00;O(K);.
h Rio 13 de agoslo de 1856.M. Cerqueira Piulo.
I). Francisco Itallazar da Silveiru.
DIVISAO' NAVAL DE PERNAMRUCO.
O..Sr. chefo de divilao J0A0 Eduardo Wsnden-
kolk foi exonerado do commandn da divisAo naval
do Peruambuco. Pata o substituir est nonieado o
Sr. capilao de mar e guerra Francisco Macoel llar-
roso.
de S. Pedro, Virgilio
Contador e di-iribuid
da dila provincia. Cael
Foi aceita a ile-i-tonc
xeira dos ollicios de par
do juizo do termo de Mjangaralih
Rio de Janeiro
nonieado lencote+coronel rommaii lano rio ba-
lacional da provincia de San-
hpio deFigueiredn
r dos auditorios da capital
10 Xavier Pereira de Brlto.
a que fez lote Candido Tei-
idor, contador e distribuidor
na provincia do
BANCO RURAL.
y* eleirao de directores snppleules a qoe se pro-
ceden anle-honlem 110 banco rural, smente qualro
candidatos obliveniin maioria absoluta. Tinha-se de
proceder conscguintenienle liunlem a segando es-
rruliuiu para eleger-se o quiulo supplente
ftlisoel Romao, meo conipanbeiro de Irabelbos, que
o liomein pelas pona, pois he o animal de mais
ponas que conhece.
Primeira sessoo 01 linaria.
Presidenteo lllm. Sr. Dr. Juaquim (oncalves
Lima.
Protootoro lllm. Sr. Dr. Luiz de Albuqucrque
Marlius Pereira.
EscrivfloInterinoolllm.Sr. Antonio Jos No-
nes do Valle.
No dia 21 do mez prximo passado, dia marcado
para a aborlura da scs-Ao, nao houve casa. e. uo dia
22 cntnpatecendn 116 jranos, o doutor juizdc direi-
lo declarou abarla a sessao c principiaran-) os traba-
mos pelo
I" julgameulo.
Coiiipareren Jos Clemente da Silva Dura, tiran-
cu, viuvo. 53 anuos, selleiro, barbado, rom princi-
pio de calva, cheio do eorpo, eslaluta togular, fei-
ee grosseiras, aspecto agradvel, l e eerreve, ac-
ensado pela jusliea publica pot inandanle do crime
de homicidio, perpetrado em'1811, leudo sido pnu-
cipoiilo o procaaSB quando a Iroguezia do Allinho
ponencia a comarca de (jatanhuus, onde fora julga-
do e coiidoninailo a revelia, islo antes da pubhcacAo
da loi de :! de dezembm de 1841.
No 111 -lado do auno passado foi preso Clemente,
que recurrendo a rellar.10 ohleve enlrar em segun-
do jutgainento.
O processo era bstanle magioe nenhiima prnva
oOereeia capaz da presumir so fosse Jos Clemente,
mandante de semelhanle ctiine, c mullo menos
sullicienle pata uina coiidemnacao.
A ules de principiados us debales (oram discutidas
duas qoesloes Incidentes.'
t.- pode o promotor recusar aos jurados sorteados
anles que a defe/.a tenM-esX9lelade as Jnat rocu-
sa< oes'.' ,
-- .Tioipiirio joso oe Mello.
ul itaf"', ',e S""M '' Silva ('imarae-.
f mui'8'!'1 J"a'l""" de ,;'"',fo Mascarsiiha.
..-. I T.Tn enlomo J-tse de Souza Cousseiro.
(.and do Jos da Fonseca.
Lbrislovao Ouilherme Rreckeufeld.
I.ourenro Jo-,, do Moraes Carvalho.
Manoel Gomes de S.
Peilro Ignacio Ranlislo
vuluos cima ,. Dr. le.veira. que Mnseguilpara implicie Jost de Mell
cus consliluinles nina absulvicAo plena, appellandoj p,,
o Dr. juiz de direilo da senleura, quanto ao
i? j 1 1 j r lln -lo-n de Suui tusseiro
v irnos o ouvimos o advogado da dpfeza invocar Amaro de Barros Correa """""'
em avor de seus roiislituintes o principio, de. que Jlo tabaco da Ouciroa
os jurados podem levar em conla, para uina ahsolvi- Manoel Pire p ,tlt, '
Cao, o lempo de pristo anterior, quando esle he Rodolpb,, jJo uHr >l*rl Almeida
maior do que o da pena O Sr. Dr. ji,. ,,e inil^ preb(en ,, fa ,
Comquanlo nao e.ileuda de laes cousas, c seja ig-; dojurv lomeadoeanbaehMMo das eseu.a.,Z
11 iranio em maleria de direilo, aceile como mais sou os Sis. segin(es "f*"
natural a opinilo contraria loslenuda pela promo- : Ao Dr. Manoel Franriico de Paula Cavaleanli m
lona, que dtsso 1110 ora esa a missao do- jurado, e Allmquerque. por e uchar em exercicio de tsii de
sim o'apienamoiiio da provas, depon do iue con- 1 paz do primeiro dislriclo da Treguexia da Vsrie
fesaariam en negaran a existencia do faci criml- A Jos de Barro i..,TIIM Selle por se achar Vora
noso, c islo em confnrinidadc como allegado e pro- do municipio. *^
vado nos aulos. A .1 .ao Antonio de Flnwiroaa, por ler fallecido
. julgau.enlo. lotam ruullados em 205 rs.. p ia ieretn tprt.
Ao ma ai comparecen, para ser migado, Joao sentado cscos legitima, os Srs. segunles :
Baplisla da Silva, pardo, rasado, 26 anuo, sem Luiz Antonio de Siqueira.
barba, e-latura mais que regular, cabello corridos,' J0A0 Jos liomes.
feicies compridas, aspelo bisonho, agricultor, nao 1 Dr. Jos Joaquim de Souza.
le o uem esereve, aecusado pela jusliea publica por Antonio tjoncalves Ferrcira.
crime de homicidio, leudo por seu advogado o ve- I J0A0 Bernardo de Siqueira.
II10 Poixolo, foi condeninado no grao mximo do j Antonio Primo Soares.
arl. 192doCod. Peo., leudo no primeiro julgameu- I Manoel da Silva Fcircir.i.
lo conseguido absolviro por 12 votos. j Luiz Manoel Rodrigues V'allrm..:.
8- jolgamenio. ( Coronel Jos de Bnln Ingles.
Comparecen ante ojurv, no da :ll, para ser jul- Manoel de Almeida Lima.
gado, Joao II itlui/a Pellos, pardo, casado, 33 au- I Dr. Antonio Alvos de Souza Caivalho.
no, barbado, estatura regular, agricultor, cabellos Jo- Caelauo de Medeiro.
corridos, feires acanliadas, ispelo canegado, nAo
le e nem esereve, acruado pela juslira publica pnr
crime de homicidio, leudo por advogado o Dr. Cor-
deito, foi condemitado no grao medio do arl. 193
do Cud. Peu.
11* julgamenlo.
Po dia :tl rnmpareceu Fiancisro .Vives da Cosa, .
hranro, rasado, i:l nnus, barbado, Igrieollor, ca- Francisco Antonio Ramos
bellos prelOS, estatura mais que regular, msculo-I Feliv Jos Piulo
Dr. Benlo Joso da Cosa Jnior.
Antonio da Silva (iuimares.
Dr. Luiz Rolrigue- Villares.
Flix Nones Cavalcanti de Alhoqoerque.
Jos Paulino de Almeida Calanno.
Dr. Fernaudn de Sa' e Albuqoerque.
Manoel Cavaleanli de Alhuqoerque l.ins.
so, feices grosseiras, aspecto imponente, le e es-
ereve, accuado pela juslira publica por rrime de
homicidio, c leudo por advogado ao Dr. Teixeira,
foi ron .leni.'ta.lo, em segundujiilgameiito, no grao
mximo do art. I9:t do eod. pen., peua que havia
merecido no primeiro julgamenlo.
A fama de Francisco Alves da Costa be eilraordi-
11iia, lio considerado um assassino lerrivel e lemi-
vel ; mais he a fama do que as vozes, porque ouvi
dizer a muila gente de bous coslomos e iiiimiga de
assassinoa, qoe elie nao leve parte na morle porque
foi condemnado, e o mesmo acerca de nutras que
Ihe eram imputadas.
10." julgamenlo.
Amancio Jos de Sania Anua, pardo, solleiro, 2
annos, haixo, cabellos catapinhos, feices acantis-
iiisimas, aspecto dessgradevel, sem barba, 11A0 le e
nem esereve, aecusado pela jusliea publica por crime
de ferimcnlos, previstos pelo art. 201 do mi. penal,
e leudo por advogado o Dr. Cordeiro, comparecen
para ser julgado no dia I." do corrente, c foi ,m.ol-
vido.
lia dous annos que eslava preso, circumslan, ia
que multo pesou 110 animo dos jurados para ab-olve-
rem-no.
11." julgamenlo.
No dia 2 Joaqnim Aulouio \avier, soldado do 9."
balalhAo de infanlaria, simi-branco, solleiro, estatu-
ra regular, 2't anno, leifon grosseiras, aspecto riso-
nho, cabellos estirados, sem barba, nao lee nem es-
ereve, acensado pela jusliea publica por crime de
homicidio perpetrado em um preso sob sua guarda,
lendo por advogado o Dr. Teixeira, foi coiidciniiado
no grao medio do arl. l'j:l do cod. penal.
12.n julgamenlo.
lie novo roinp.ireeoii ante o jury Francisco Alves
da Costa, para responder a um oulro processo, no
1 h. .. _. n j., qu.l era ocusado por crin e de liorruculio pea jus-
J.-' lleve sor ,li-olvi'tn o renselbo-da>T\iluaineiilo. .,., --Kirss 1 a-^ 1 > -~ -1-- -^_^
.. ,_________._. .,__ _' J- .. i' ""Inca, sendo ai vuJMffn Dr. I eixeiri. iTlre
por ler um moinTxrodjelatado, na oeeasMu que lli-
loi appreseulado irVCrBO de jurimenlo para assig-
ua-lo, qoe nao sabia fe e nem escrever '.'
O advogado do reo,'o Di. Jos Theodoio Cordeiro '
pedindo a palavra diese qoe o promotor nao podia
recusar jurado algumy sem que a deeza livesse es-
guiado as recusares,; seguudo o disposlo no arl
275-'o cdigo do procesio.
O nrsfntit'or pedindo p.-'-vra disse que seadmi-
rava fosse caso de duvi a o podei a promoloria fa-
zer rtcmtirfies anles da defeza ; pois era pratira
constante em lodos os iribuuaes do paiz aisun fa-
zer-se c o contrario se nao poder deduzir do dispos-
to 110 arligo referido.
Finita a discussAo o presidente do tribunal decidi
que a promoloria podia recusar, quer anles, quer
depois da defeza o haver feito.
Islo quanto ao primeiro incidente ; pessemos ao
segundo.
O Dr. juiz de direilo. avista da deelaracAo do ju-
radoque 11A0 sabia ler e menos escreverconsul-
lou a oppinile do promotor e o do advogado, oppi-
nando este contra a formaras do 'conselgo, fundan-
do se no $ 2 do arl. 221 do regolamenlo de 31 de
Janeiro de 1812, que considera como oecessario para
e ser jurado osaber le.' e escrever.
O promotor opinou pela conlinuarAo du conse-
ibo ; pois do disposlo no art. 221 do regulamenlc ri-
lado no ^ 2, e nao deprehendia que e divesse dis-
solvero conselho, porque ummerobrodeclarava nAo
saber ler e menos escrever, esim que s se deveri
alietider a semelbanle exigido quando se houvesse
de elecluar a qualilicacAn dos individ ios apios para
seren jurados, e mai< que o aviso de 2 de selem-
bro de 18.16 dcclarava nao era poni de nullidade a
falla de assignatura, lio termo de juramento, de um
ou de lodos os jurados.
O Dr. juiz de direilo depois de algumas valiosas
e jurdicas foiisideraries dissolveu o conselho, e pro-
ceden a novo snrteo.
Dada a palavra ao promotor para proiluzir a ac-
I eusic/go, ante de a fazer prounnciou um discurso
casos lem-se seguido al boje a pralica de volar s,,_ 'l" agradou bstanle as pessoas prsenles
mente no dous candidatos que maior oumero de vo- I promotor fez o cu dever ped'iido a condna-
los ri"i..em no primeira escrolineo. Iloulema han- I n'r.;<" doiiou-se essa praitca e foi eleito o Sr. Ur. Luiz Pe- m,s ntlo linlia razao, porqu as ptoras dos aulos
ir da exiinrla leciAo da guar-
i Pastos Bou, da prste-
nlo Vicente de Campos.
Diogo Jos de Carvalho as
me-. 11. na 1 da goatda 11a-
Paolo.
memo mo.z loi removido
deaembargador da rali ;lo do Maranhlo, D. Manoel
de Assis Uascarenhas,
Pur decreto de 7 do
hargador da rcucAo di
Jo- liattoso de mlrali
Pot dectelo de 9 do
Fui nomeado rapil
nacional de Valenca 1
Amonio da Silvrir.i V
Foi 1 ol.itnia lo no p
lol-meslre da rtmela
Rabia. Pedro Jos de
pata a desla corle
lilo mez foi uoincado desem-
.MaranliAo o juiz de direilo
de Cmara,
tilo mez :
1 secretorio geral da guarda
Parabiha do Sul, o lenle
rgas.
lisio de major o capillo quar-
-m ir.la nacional da capital da
sena.
vol de Laceida Nvorueck
Podemos assegurar que nem o Sr. |)r. Wernerk
nem os seus amigos tivoram a menor paito ueste re-
sollado. Formo todos complelamenle e"lraubo. Un-
to i elelc&O de anle-bonlem como do honlem.
t 'ornal do Coininercio do Rio.)
II
Anprovada limiten sem mais dbale en, |. dis-
ctis-ao o orr.imenlo geral para o teluro auno liuan-
cciro, enltoii logo en d|-rn--.io o arligo relativo ao
ministerio do imperi Oraram os Srs. ministro do
impciio, e Dantas, e icou a materia adiada
baver casa.
Honlem, ni cima
Santos pedio e oble
seguinte prejeelo :
A assembla gct
Art. I.
zcr esludo*
ul.:
por nao
dos dcpiilados, oSr. Paula
urgencia para apicsenlar o
I legislativa resnlve :
O govelrno be aulorisado a mandar fa-
raticahilidade e cusi de orna
PAGINA AVULSA.
lie.: S-j..1
Os seubores que no dia 15 do correle recita-
ran! discursos no Gabinete Portuguez de Leilura,
foram, em primeiro lugar :
0 vico-director o Sr. Francisco de Assis lirito,
quando leve tle annunriar a aborlura da sessao.
Laurenlino Amonio Moreira de Carvalho.
Dr. Antonio Rangel de Torres Bandeua, urna
poesia.
Francisco Antonio Cezatio de Azevedo, urna
poesia.
Dt. II indeifa. um discurso.
1 ni delegado da societlade Pliilosopbica.
Manoel Jos de palia.
Dr. Anlomo Vicente do Nascimcnlo l-eilo/.a.
irancisco de Frailas Gamboa.
Lm membro da eommissao enviada pela socieda-
de dos Artistas Typograpbos, agtadecendo o convite
e inanifeslando atdculcs votos pela prosperidade do
Gabinete, ele.
5#
s e
vaslidAo deseos pens*menlus, historia e'anaivsc dos
grandes aconlecimeiilo;no mundo scieulifico desden
inai remla aaliguidade. Nolon-se em (odas olla
o mais pronunciado desojo de uniAo e fralernidado
entre os dous novos lo/.itano-brasdeiro, o que donla
quanto -e ocha inoculada uo espirito poblico a idea
do bannonia e civlissclo,
Arl. l. So be pormillido o deposito na alfandoga
sa Sciibiua do Carino, luadoo o nosso joven, e foi 1 de Montevideo o na recebedoria do Sal
direilo aos p do aliar implorar a piedade de ral
divina proleclora .'...
Depois do moia bora do piceos intimas o de pro-
funda roiteeulraeao, dirigoi--e o alegra moro a' sa-
rn-tia om bu-ca do rara da isreta.
1 ooipoe o S'tnblanlo como Ib'o pcimilliaiu um
ra de plhos negros chelos de logo,uina borra piran-
te o ambiciosa, o una pbvsiouoinia atrevidamente
profana, e disse :
' Sentios cura. Idilio profunda devoran pin No-sa
Senho).*) do Carmo, e venho pedir a roas! palcnuda-
le .mi iii-ar.io pata rollier esmolas a beueliciu da
saola...
Eu c Inda .1 minha familia somos devolos en-
lliusiastas ; e a melbor jn-ova que posso llar a' V.
K\ 111,1. be que peditci esmolas descalco para que a
pieda e nAo negu os ens ioccorros....s
O bom do padre nao heitou um nr 1 mo. o sal-
lando de gozo, conceden sem demora a desojada au-
loriwro....
Pr-se o devoto em movliwtuto, e parase que con-
*t;o!o reanir a honila sornroa de dnzenlos peso ce.
esla ta que natlindo ,b. poni em quo o Rio Doce | |.r cartI de Garanhnns souhemo, que o cho-
Sa lo' L'' r\ '.'".i f ',"", "',P'0V"""M d""5Cr lera eslava na comarca, poiem em pequen- escala,
Minas'UeraM T "a rr"v,,,c,a de e""> povooonla con, o auxilio das aulurid.dcs;
" pelo qoe j observaran), esta encorajado.
An. 2.- In-a |> mesmo governo aotorisado al A nomeae,lo de chafa de pohria effeclivo para
mandar Conslrnir l|referida estrada, loso qoe 00- I e-la provincia a pessoa do digno Sr. Dr. Polycarpo
plano i de Lelo, que servia mlarin, ineole. veio ncabar de
Arl. I.'i. Fica o poder evo.-ulivo aulorisado para
designaros canses a caniiiibos por ondl devem ser
leinlu/iilas as mete loi 1.1- e seeros, que -aiant dos
armaiensda recebe.lona do Saln por Iransbordo ou
reembarque,
Atl. I ti- He llhmilado o prazo do deposito, i'in
qualo os generes nao indiquein averia*.
A xtOBazenagem do- generoa que exislirem em
deposito seta liquidada e pag aiiiiiialuienle.
Atl. 17. Ojeado be responsavel polo valor dos
ellilos depusiiado. salvo os easos ^r inrandio, pro-
vada a inciilpabilidadc do- smpregados eurarregados
de sua guarda.
Arl. ts. Nlo serao dimitidos a deposito os gne-
ros compteliondidos nos arillos '.l e 1.
Arl. 19. Os cHeitos depositados estarlo sempre ti i Indnsltia, a qoe
disposicao dos iulero-sadns, durante as lloras em que de agoslo de I8.V2J
a repaittrite la all'atidega en\rrom aberl-s ; e o exclusivo que Ibe
alraide be abrigado .1 mandar aluir os atmazeus mercaduras, por <|
s'iupreqne n (equ.siiem os nterssados em horas mitrar, rondicie
proprias.
Art- 20. Os Introdaclorrs poriem Teader por vo-
lonlta os escUrerimaiilus precisos, wgond
que adoptar, cenlidiido a exerurao a utn, com pa-
nilla. 011 a diverso buiprezarios.
_ n Arl..'!.- O go-Jorito podera garantir juros al
7 pur cotilo a com| inliia que se qui/.er encarrpgar
dosta empreza, prel iriado todava manda la sxeeu-
lar despensas do hesouro nacional.
Arl. I." S"in que prcreda a conruiri-nria em
hasta publica, nao .dora ler logar a ailjudicar.'ui da
empreza a rompanl ia eu a piniire/.arioi
11 Arl. "
rottliaii
o Paro da Camila dos diputad
do 1836.f. 'Ir .'' nlo Sanios, s
Approvou a cmara, depois de orarem o- sr-. /,i-
ranas e ministro jla- marmlia, a emolida do senado
ao piojoelo que cria 11111 con-olbo naval.
Pm lim cnirot 1 m .a discuslo o projocto rea*
IW)d:'l(Hl.'s para a coloni-aeao, au
o segunde arligo iddilivo :"
aulorisado a innovar o conlrato
I iea n revoladas as disirasicoes em I'l sen sacerdocio
Mil ve/e- Iclt/ aquello bomem
re*uiniam-se un depuimenlo de cinco teslenm-
nhas.sem srieticia do maullante do farto, depoimen-
los de duvid.i. Entretanto que a defeza aprescnlou
provas bastantes paro orna obsolvletto, como aliual
ohleve tnm loda Justina.
0 processo foi resaltado de intrigas pessoaes, o
que he moilo commom enlte nos,
2-julgamenlo.
No dia 33 compateceu pata ser julgado, Cosme
Soares de Azevedo, simi-branc, casado, 12 anuos,
estatura puuco mais de ordinaria, cabellos prelos e
corridos, incoes acabadas e ponl'agudas. sem bar-
ba, e nao sabe ler e nem escrever, leudo por .n
advogado o professor jubilado Joao hidra Gonrai-
ws oa Cruz, que, roiuquaiilo 11A0 viva da banca,
dcfcudeii p'-rfeilameiile a seo coiisliluiute, aecusa-
do pelo jusliea publica por crime de homicidio.
1 ermiuadus os debales, decidi o conselho que
fossem impostas au reo as penas do grao medio do
art. 193 du Cod. Pen
3- julgamenlo.
Foram appresenlados ao tribunal, nn da 21, para
seren julgados, o major da exmela gualda nacio-
nal Jos Fernandas Thenorio de Albuquerque Te-
rinca (lilho do finado eapttlo nnir Lili/. Thenorio de
Albaqoerqne) branco casado, 14annos, estatura re-
gular, punco barbado, cabellos prelos, l'eirde ale-
gies, especio Sgradavel, agticullot proprielrio, sa-
be ler p escrever, e 11 capilao Francisco Rodrigurs
de Mello, branco, viuvo, (II annos, sem barba, ca-
bellos prelos e punco-, forocs irregulares por cansa
da idade. a-pecio scanhado, estelara mam que re-
gular, agricultor proprielrio, a sabe ler a ccrcver
aerusados pela juslira publica por crime de homi-
cidio, lendo os meamos por defensor a Manoel Jos
Penlo dos Giiiin.iiAes, citutgiAo.
Seguidos os termos ordinario! e depois de ama
horrivel masada que nos deu o velhj Peixolo, fo-
ram absolvios, como se esperav e meteciam os ac-
ensados, pois o proceso fora inatanrsdo por causa
de inlrigaa poltica*. Ah poltica, polilica .'... Ora,
que osla seubora Icnba frito de hoiitetis i:c bim ss-
sassinos, e de assassino homens do bom, repraseo-
tmles do paiz ele?
pilgamento.
Em o dia 25 toi prsenle ao tribunal pata ser jul-
gado, Josc Soares de Sonza, cabra-escuro, raado,
li annos, estatura regular, cabellos catapinhos. fet-
enes aeanlioda-, ape lo ma,,. agticullot, barbado
>s convencer, qoe o governo geral nlo est disposlo olo sabe ler e nem escrever, iccnsado pela inalica
a ler ern frente dos negocios pblicos do paiz pessoas publica por mine de homicidio, teve por advogado o
de animo Iihj, a de carcter dable, Continu o Sr. I velho Peixoto, c foi absolvido. Esta decisao do
Dr. Loan na marcha que rncelou, firmada sobre i,s'jury foi jusla, visto 11:10 constar dos aulos fosse o
-olidas baes da lionrslulade, c da juslira, que os lio-1 acensado o proprio que ptalirra o homicidio por-
mens hune-tos da provincia beinditAo -ua adminis- i que fra processado e julgado.
traejlo policial. Quindo a imprensa geralmenle faz "r julgamenlo.
igual couccilo dp um lunrriimario publico hr.-empie rtcspnndeu aojutv no dia 2b, Jo.io de Barros
livpolbeiic.imeiiio ; o rontiatio era nao ler srienria i Cortea, branco, casado. 37annos, esJalora raoular
!lica, sendo advo/fcnTo" Dr. Teixeira77fm
o fosse alwolv jilo seu cliente, nlo obsloute a
lircvcnrao que Ivavia entre os jurados; mas
.'-"- soubessem que a morle linba sido prati-
por urna palrulha de dez homens. e por causa
sistencia da parte de um criminoso, absolvern)
ancisco Alves da Costa.
LI." julgaineitfe.
Vo dia ."1, lando dado parle rV doenle o promotor,
noo TO* a)..*iui por ,|,rereneia ao
ir. jui/ de direilo e a seu- cullcgjjf ecTii
idade e arcosoo a Joao Manoel de Azevedo,
asado, estatura mais que regular, agricultor, ...
* baslaute crescidos, 52 atino, frirdes grosseiras,
%ec(o carregadn, procesadu por crime de homici-
dio, sendo-defensor o vellio e massanle Peixoto, foi
absolvido, appellando o Dr. juiz de direilo, por ser o
julgamenlo contra as provas dos aulos.
II.0 julgamenlo.
Ojurv occopou-se no dia (i com o julgamenlo de
Antonio Jnaquim Ferro, pardo, casado, >G auno-,
baixo, barbado, cabellos carapinhos, agricultor, fri-
cos reculare, apeclo traicoeiro, le c esereve, ae-
cusado pela juslira publica por crime de homicidio,
leudo por defensor o velho Peixolo, foi condemna-
do no grao mximo do atl. 193 do cod. peual, mere-
cendo a conlirmarao do julgamenlo do jury anterior;
pois era a segunda vez qoe responda por semelhan-
te crime, por ter protestado por novo julgamenlo. O
juiz de direilo apppllou ex ollicio.
15. jolgamen'o.
No ultimo dia compircccram os dous reos Antonio
Joaquim Ferro e Francisco Alves da Costa, cii-rcos
em um processo por crime de homicidio, para os
quaps a jusliea publica pedio o grao mximo do arl.
192, o que 11A0 obtevo ; pris o advogado dos mes-
mos, o Dr. Cordeiro, pode conseguir a absolvirAo de
ambos, appellando o juiz de direilo da deciso do
jury, quanto ao primeiro, porque dos debates se evi-
deucioo, que Francisco Alves era lunoceule, o que
se nAo den acerca de Ferro.
Alm dilo accresce qu- ires le-lemuiihas depoze-
nm lerem estado com Franciseu Alvos da Cusa no
dia em que Cora perpetrada a unirle, porque tmlia
sido processado o dilo Alves, e dous jurados iiiforma-
ram no ine-iuo sentido, alo succedeudo oulro lauto
acerca de Ferro.
Eis em resumo, aluda que impcrfeila e incomple-
tamente, os trabadlos da primeira sillll ordinaria do
jury dele lermu, desculpando Vmc. oque houver de
ma'o, se ludio nao he ; pois bem sabe quo nao
lenho esludo-, e nlo sou culpado do desojo que le-
nbo de prestar a esla localidad o bem qoe pu-
der:
MAPPA dos trabalhot dojurv do termo
de Curuari'i da primeira sessao
ordinaria do anno corrente.
Todas esas produee foram mais ou menos signi-
ficativas cloqueuies, (ebresahindo algumas pela
II de ago-lo
feieors aeanbadas, aspecto reservado, barbado.
que alheio a bollos prelos, agricultor, -abo ler e escrever, b'cco-
lodo- os val-vens da polilica, roncentra-se uo re-1 sedo pela juslira publica, coma mandante do rrime
mili de sua familia, Irala da edurarao ile-eu- lilhus, 1 de homicidio, e leve por advogado o Dr. Joao I ran-
jue consegnio n absolvido de
r,
Coiidemiiacrt
19
AppllUl-
res.
l
Crimes.
M
_ ao
1
ai
O
'/I **
T
- M
III
Manuel Ignacio de Jess.
Jos liodrigue Pae.
Sendo insufiicienle o iiotnetu do 22 jurados pre-
senil para haver sessao o Sr. ,Ur. juiz de direilo
procedeu ao-otteamento de 26 jurados para com us
22 prsenles completar o numero de 48 jurados, e
salnram sorteados os senhores segoinles :
!>r. Ignacio Ncry da Kooieea.
Jos lunoceiiclo Pereira da Cosa.
Manoel Figueiroa de I-ana.
Manoel Lu/. 1 oncalves Jnior.
Manoel Elias de Moura.
Mauoel de Caldas Karrelo.
Jos Pires Ferreirs.
J0A0 Carnciro Lins Suriano.
I! rii.it iiiin de Sena Puntual.
Francisco Atexaudrino de Vascnnrellns t..ill.n_.i.
(Baudilio Benicio Machado.
Candido Thomas Pereira Dulra.
Manuel Francisco de Moura.
Dr. Josc Aulonio de Figueiredo.
Joao Valentn! Vilella.
Jo-io I ranci-rn Ponles.
Aolouio l'.lim.i-n Moreira Temporal.
Joe I Inmute 11 es Cndiceira.
Dr. Luiz Salaz.tr Mosrozo da Veiga Pessoa.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
Adriano Xavier Pereira de linio.
Dr. Joaquim Jos da Fonseca.
Jos Altouso dos Sanios Bastos.
Jacome Geraldo Mara l.tiinarlu de Mello.
Amonio Befara de Menezes.
Manuel Ferreira Hamo-.
Cuncluidu o sorleio o Sr. Dr. joiz de direilo uiau-
doo qoe se pasaassem os competentes mandados para
serem nolilicado os Srs. jurados sorteados, e sus-
penden os Irabalhos adrjiaudo a sesilo para o da
seguiule as 10 horas da mantilla'.
tqtw''-eaV ^emomfruco.
Pelos vapores brasil Imperalri-, e ingles T*u-
mar, recebemos joruses uo H10 ele 14, da Baha alo
l(i, de Sergipe al t e de Mace | at 17 do cor-
rente. ^J^
p"! "*r"*," 1-rT\i <> :?< 1 erdem da Ro-
nlunto I erlu ,a,... os San:,-.
o Correio fyercanlil :
.mus obler *'s seguintes informaces de urna
,soas que acohipauharam a S. M. o Impera-
. ua sua visita bordo da fragata fraoceza e>our-
siucanlf no dia i do corrente.
A's 10 huras e meta, lodos os convidados do el-
mirauuvt nlre os qaaes o corpo diplomtico e diver-
sos ofticiaea.xa>neraes -la marinhas brasileira ees-
trangeiraa, fc se achavain a bordo. Saa Magsstade
chegouasll l|i. Ugcqae loi vista a sua gallla,
- mi ilarain-na com 21 os navios almirantes e as fortalezas. S. M. ia acom-
panbado por seus ministros e pelo seo gentil homeru
e guarda roopa de semana. O Sr. almiraott |a Roc-
que de Chantre) e o Sr. commandanta Noary foram
recebe-lo no primeiro degrao da escada exterior;
lodos os ollicise militare- exvis Ba fragata faziaut
alas com a espada df.semliaiiibada ; as companhiss
de desembarque e do inoslrtio, que nos tem pre-la-
do tao bous servioajs^eachavam formadas a bom-
bordu, o resto da fuipagem eslava Das vergas. No
momento em qn 5ua Magealade ntrou a equipagem
griluu sele ve^es Viva o Imperador os ofll-
ciaes lizeratn a rominencia abanando as pontos das
espade ^Sara o chA", e S. M. passou coinprimenten-
do 1 "in a sua acoquinada affabilidade.
uComrcatam immedislamenle o eiercicioa de in-
fanlaria a pedido deS. M., que foi depois acotupa-
iihaJo do al mira nte, do cominuodsnle e das pessoas
do seu sequilo, visitando toda a fragata; quando
vollou ao tumbadillo), loda a eqoipagem desliloo an-
te elle com a msica e bsudeira a' frente. S. M. o
Imperador nao cessou de demonstrar, pelas anas nu-
merosas pergunlas, toda a atiene,! que dava aos di-
versos exerctcius, assini como aos delalbes do navio.
Os oini-e-, as bombas, as bombas de lucendio, me-
receram-lhe especial aileoi;Ao. Osadneiaesda fraga-
la 1 iram-llie apresetilados, digaando-se S. Mages-
tade informar-se do nome de alguos denlreelle-,
parljcolarmenle dos que tazem parte do oslado maior
<\o almiranle.
Cerca de ama hora da Urde o imperador des-
eeu a' sala do Sr. La Rocquc. de Chaufray, ondosa
actiava preparada una me-a de 36 talhereOeom lodo
0 luso que exiga a soleinnidade.
11 S. M. mostrou-se muilo amavcl para cora o mi-
nistro plenipotenciario da Franca, o cavalltiro de
Siiiit-Georges, e mauifestoo vivas svmpiihias pela
Franca e pelo seu guverno.
a A beuevolencia de S. M. foi notada por lodos.
S. II. dignou-sc manifestar ao seo hospede e ao ca-
v al eu o de Saiul-Georget a sua satisfarn pelo mo-
do porque era tratado e recabido.
F-mquantoS. M. esleve 1'mesa, a msica do al-
mirante, dirigida por Mr. Morvilliers, locoo cons-
1 intrnenle.
oHferam-se tres saudes: as duas primeiras pelo
Sr. La Kocque de Chanfray A S. M. o Imperador
D. Podro II e a S. M. a Imperatriz e a soa aagusla
familia: a cada saude iiu-ou-se o Itvmoo nacional,
dando a fragata urna salva de 21 tires; a terceira
saude fui feila pelo Sr. Mrquez de Paran", presi-
den le do conselho de ministros.--- A' S. JnV o Impe-
rador Napobao III, tncando-se o hyinoo Iraocez, e
reiiovaudo-se pela terceira vez a salva da2l tiro.
S. M. o Imperador demornu-sa al s Ires lluras
na sala do almirante de Clianftay, conversando com
o dt-lin'clo ollicial r com diversos membros do cor-
po diplomtico que se achavam presentes.
niasda enlrada e as salvas que foram correspondidas
pelas fortalezas.
11 Esla visila, di/.-nos o nosso informante, foi urna
vetdadeira festa.
O coo, pela sua sonnidade, pareceu associar-se
a' ella.
Os ofliciaes da trgala, ponlioradns pela gracio-
sa dignidade do imperador I). Pedro II, Icmbiar-se-
hio por muilo lempo do hospede imperial.n
Da Babia, Sergipe e Macelo uada ha digno de
meneao.
Sahiram no dia 13 do corrente, para esle porlo o
bncue inglez # Mus, do Rio de Janeiro ; e o pata-
cho brasdeiro F.iperanru, da Baha
O vapor portuguez D. P,dru II deve partir no du.
20 as l horas da niauliAa.
?
to-peiia as le- do paiz, venera c seguc a rrligiao de j cisco Teixeira
livo ao crdito de
qual foi offerecido
ii O governo Qei
celebrarlo com o e npRUriO da companhia l'niio e
e tefete o decreto n. KCIt de
alim de supprimir-se o privilegio
foi concedido para transporte tle
spaca de SO annos, e ,1 eslahelecpr
voraveis ao rommprco, agrpqI-
tnta Industria po enlo conceder aos capitaei efer-
"vnrnente dnep' ido as e'lrada-- da empreza a
seus pais, barmonisa geralmenle com lodos ouve, v
rala, passa vida foliada, nlodeve, osedeaa paga__
oh be ara enle diloso mas, quem podera ser a--
sim ? Quem deixara de meter n sua colfar uislo,
ou n'aqulu, dando leis, regras, di.pondo desse
mundo, embura seja um misetabilissino prolelario ".'
Poneos, nas sonipre os ha, e d'enlre esses inri ex-
rlenle. que Ini restituido ao paiz, a sua familia e a
seus amigos.
Ainda as intrigas particulares foram a origeiii do
processo de Bai rus, e anda esla vez ojurv fez jus-
lira, absidvcndo ao acensado Joao de Barres, que be
om nplimo eldedao.
Ao jolganienlo de lluros rnncorreu moilo povo, n
cellenie bomem que por.occasiAo- de b.pbsar 11A0 so pot ler o inpsino miiitus amign, como lam- Breio c esta
um blbo no da li do crrenle *m sua chcara 110 1 bem para ouvirem ao Dr. Teixeira, que lisfrz rom-
Jola de Barros, celebrou urna fesla venladeirameii- plelamenle ao auditorio, o que nAo admira, pois
NAo posso deixar de fallar no Dr. Joaquim (ion-
calves Lima, nosso muilo prendo joiz da direilo,
cuja illu-lrarao e inteireza he aqu proverbial, nAo
e-queceudo lambem o Dr. promotor, que nos agra-
dou bstanle, ja' por suas maneiras, ja' pelo perfeilo
desempenbo das finiente, de seu cargo, lie esla a
opiniao geral dos meu- coinpaulieiros de Irabalhos
acere dos dous fonrcioiatios com que me oceu-
pei.
Basia dejar) paseemos aomaia que ba, que he
bern pouco.
O Dr. juiz de direilo conceden habeas Corpus a
um cuju, que ba quatru annus eslava preso sem pro-
cesso.
Parece extraordinario que se conserve um indivi-
duo preso por lano lempo sem processo, mas be
exaclo. O tal individuo voio 110 numero dos que
eslavam ah ua casa de delencAo.
A Itanquillidadc publica caminlia sem novidade.e corrente.
a saliilitidade publica va soflrivelmenlc. comquanlo I ma anda rara al'gumas vclimas, comludo j,
a existencia dous heviguenlos. | achara muilo applacada. Al o dia II n.iliam ahi-
iNl frpguczia do Allitiho una lamibasnlTrcu incom- do mullas chuvas, as quites caosaram grande Irans-
modosquo se a.semoll.avam aos do cholera; mas torno as lavouras. Ouai.loao mais nlo linha oc-
lu uidigesltloc nada mais. corrida novidade al-uma.
(I cilafela do crrate lem leilo a graea deudo lo- I _______ ______^^^^^^^^^^^
car aqut.c deixar no Allinho as cartas a janeen pan /-- s, *
tqui dirigidos,o que lem obrigado<*n -obdelegado, **yOrrC.POUVCltCt o preslimoso ridadan Dionizo Rodrigues Jacobina, '-----------------------------------____________________________
mandar 11111 proprio, porque o Igente nonieado nAu Sr. redactores.Na aclual safra de elogios, pro-
Recebemos nolicias de Ipojuca com data de 18 do
l'ostu que o reapparecimenlo da epide-
- ... 1 .... ....... ...... ., vinin. lili'
aneiloii o lugar ; bom sena que se nomeasse oulro digahsados com profusAo, e qoi{ a mxima parte
que melbor comprehenda a conveniencia da relacies immerecidos, nAu be tuslo que passe desaDercebida
ua > inlerrnmpida.
_() capilAo Cambio passou por aqni em direecAo a
G.itanhiins, sabrndo em lal uccasiAo da crear.o de
districlos mililares pelo Exm. presidente, compre-
bendendo um dos qnaes as comarcas de Garanhuns
lo campestre. Ah reinou -eu.pre ordem, alesris e
profnso : doosou-se, c inlou-se, reritoo-se, rimou-
se. hrindou-=e, comeu-ie e beben-se em qo hon-
T*om dessa orglai, rne ennraramotenta rhimm
elle ahi no joiv lem sido uuvido intuas veres e ja
he bem conherido,
ti- jolgamento.
fomparecirim peranie o jury paj djg j% pra
O ofllrial fsrolhido por S. lxc. nao podia ser me-
a sublime dedicacAo de doo dignos ministros do al-
tar, os Kvm. Sts. Sevenno ll-itirio Jos de Aran-
jo, coadjutor desla paroebia, e Antonio Alvares da
Silva, capsIIAu da groja de Oratorio, cojos no-
laveis servijos sao superiores a todos os enco-
mios !
O coadjutor, desde a negregada invaaio do rho-
lhor ; por is.o esporo que colheremos os melhore Ura islaltco nesta fregiiezia al a
tesubados da medida eropregada por S. Exc. i 0A0 esleve ocioso um 6 momento 1 Era mcesssnle'
Dtsponha do seo respeliador. | mente encontrado, crotmdo em todos os pontos esl
U Ion fxfrr. fregneri, sem qoe o estorvassera as injnrias da es-
(Cor;a. particular). \ lioso, neic o pavoroso ilencio da ootte I forria oe

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO"
MUTILADO
..-.-.- .- -


se viran) stm-
porrm,
i h T'0'"*'"' "."> /^linccao de, oo, qoe requen.ar nutra aula, alem da de instruc-
pes.oas. dectess.s: eem lo espin^, ref, ja_ L,,, imn,', contribuir con. mais aporcad.urna
mais; at.um.ra ara liaeire indicio d.,T enfado ^ .rabera pago,,, quarleia a l,a,..a.los%em do de^
lerminado nos arls. le. O externo,
pasara por mea, segundo disnoe o arl. 25.
Arl. S Santa for i---. vc[ ao pai ou Inlor do
alumno subninislrsr-lbe roupa lavada c en^omma-
da. o eolleaja se eoearregar desle onu, mediante
a paga de Ib meneoeo. os quaes seriio lambem pa-
go em ni.... i.-.-; adi.inl.idu?.
Arl. 29. Olanlo di.us ou mais alumnos internos
forem de urna mesilla familia, islo lie, de una mes-
ma pessoa, far-se-lia um ahalimenlo.
CAPITULO VI.
Dos feriados.
Arl. 30, Sao feriados os segrales das:
1. O de fesla nacional.
2. Todas as qutnias-feitas, excepto na aula de ins-
Irucrio primaria, e quaodo nfii concorrer nutro fe-
nado na semana.
a. Pelo Natal, do dia 'I de dezembro ale o dia (i
de janeiru inclusive.
froote ; antes, pelo contrario, nelirft
pra estampadas a serenidade a/talisfatlo,"" liiias'Yii-
genitasda earidade clirist.n '/
Al a tea turno ser alcanzado por um reten da
corlante cemitarra do maldito .luden Errante .'
O capellao de Matta-Vn'gein careceu, por lem du-
rida, le um estere., sobrehumano para desempenhar
dignamente a sua sagrada miado, na ver la te asca-
broslssima pela situado topographica da sna igreja,
collocada era urna das raas"desla fieguezia, e em
contacto cara n deTaqnarilinsa, Barra de Naluba e
Cabsceiras, cojos parurhianos, domiciliarios Das
cercanas, para alH affluiem.
O el Levita, dua sempre ha servido rom acri-
solado zelo o alt>r\do Croeifi'ado, anhelando esten-
der illimitadamejite os auxilios etpiiluues uessa
Iremeoda crise, calculan lo pelo rpido progresso
da epide oa, quelcsla preste, atlingiria a sua niela
fatal ; dirigi, eojl orna das mistas conventuaes, una
allocucao aiH^Keis, 'exhortando-os a que coocor-
ressem previamente ao tribunal da penitencia, aliin
de oao sereo ffevora.los in lefesos peio inonstro aii-
grtico Essi/alloco^ao prodiizio o deseja.lu cffeito.
Centenares di perliteutas, no decurso de um me/.,
emieorriam dVtamenle ; e o piedoio sacerdote sa-
bia ewnomisajViamhein o seu lempo, que nao dei-
ando de-^prveilar esses niomeutns preciosos de
arropendimento. voava a cada instante ern soccorro
das tristes victimas, pira cuja ultima hura suprema
as preparo* com os conforto! incflaveis da relisiau
da piedade ehristaa !
No meio, porem.da sua gloriosa larefa fui sorpren-
dido pelo sanhudo trnsfuga .lu,Ganges, que lena
stm distincri, invadilo brusca audai-iosamcnle
o magnifico palacio do nobre, como o l.ura.|.le legu-
no do pegoreiro Mas. Altissimo, em retribuicao
da heroica dedicado do seu Lerila.se amcrciou del-
ta ,rom bem se amerceara du sibrrdilo coadjuclor..
nao pemmind.i que os seus relevantes servidos hu-
manitarios soflressem una quebra mui sonsivel. Du-
rauleseus padecimeutos cholericns, que Irte vedavam
acudir penalmente aus mai docntes, conliuuou a
ouvir du confissSo a lodos que procuravam para
tal lira, empreando todas as horas do da e da imi-
te Soa exessiva earidade nao leve reslricrao no
funesto periodo em que grassou o cholera Ora com-
prav o rae licamenlos proprios para debellar lao
horrrvd mal ; ora, qoando nflo havia de venda, oc-
eupava-se acuradamente em compo-los etn face das
receitas, de que ahundavam os Diarios de entao. -
os fazia dislribair pro
">
Dl*i'a PI jjjjjMjil QU.RTA FflM 20 M IGOSTO 01 1856
Art. 66. O al imnos inlernos sao ..brisados a ir
roteo as domill e das sanios, M eompanhia do
director, edepo.,1.....eitod.ra., durante' as ir
ectivusteriam de es.ud.ir as aulas
..das as horas de recreio, antriei
he permilltdo sabir a passeio
u director, quaudo eslejubj,
em que nos d
sendo oais proli
meamos ilias 11
em eompanhia i
veniente.
Arl. (i7. Neiillum interno poder sabir do c
Rio se.n beneplcito do director, sob pena de sor
despedido.
Arl. liS. lie i rohibidoaos alumnos iulrrnoi rece-
bar de su.is f,n tillan, ou amigos, objectos de cu- '
mida de generes da primeira neeetsidade ; lano
pelo pongo que orrein .le prejudicar sua san le, co-
mo do crdito di collegio, onde nada Ibes falla.
Art. 69. O di actor continua a empre-ar todo o.
zeloe cuidado, ( uanlo a boa ordem e rehilan lade
que exige esle eslabele.lmeiilo. Para este clleilo I
nao se poupara -m vencer difflcaldndet, adoptando
as medidas qui jolgir opporiunai, ou ll.e foren
L pel carnav... desde domingo al quarta-faira SSSSZ *"' '"^ BteW,ttd- ........" "
de cinza.
5. Mitata, deqointa-feirasanl, a,ca terca. | qoaVde^nfd- '"- "--l2U,n^ fir""."--- ?>
fe.ra egoin.e : K la.,,,.
b. () anniyersar.o .Ari. II. (>s alumnos internos podero ir passar as lachar m
ferias M Natal ira suas casas ; de dentro da ci- scinclliaule me
da,le poderao lambem pasar a* de Paaehoa. Ad- Artigo 71.
verlingu, pnrein, que na., beam iseulos, por isso, de : lutos de >i de i
pasar por inteiro as meoMlidadea do quartel, e se de I&65H
uito aoa pas ou lulores, que, para I Approvo. 0
reconimiMida
I I L i l .
iiueresso dns alumnos, os manden, logo para o col-1 9 de agosto
j Portella, direct
legio un primeiro dia d'aoli immedialo 's ferias.
CAPITULO Vil.
Rgimen interna, dMribaicSo, do lempo e Sr. Joaquim
. .,, n ,PMla. recebido pela d
ati. .l_. Os collesiaes serao dispcrlados as cinco ; ci com dala dej
horas e meia da maiibaa, de verao, e pelo invern, ; Vine, nao pode,
8ST'i, r. ,l0 lu-
Arl..,,. Uepois de layaron o roslo e pascados pelo motivo
revista do aneio, inio em r.ummuin a presenta que fica sciente
fimecionar pela manhaa. as aulas
ra, ees, Ocardo transferidas as horas do
larde, ou da maneira que o director
is can renlente ; mu que teja permanente
ida.
icam de nenlium ell'eilo
neirn de IK5.\. Reeife J
toa Tkomaz da Soma
rectnrii aeral de inslrnccju pablica
1836.Joaquim Pires Machado
r geral.
Assis Nogueira Paran'lgoa', Joaquim Sobres Bra- I
sdeiro. Goilberme Calbeiraa da rac, Antonio
Pereira Camello, l)r. Joflo Francisco Pae Barra-
W e I eseravo, l"iauci-eo .1, irj da Coila sloreira,
llermii.io de Paula Mesq.nta t:erquoira I es-
eravo, francisco de Salles Fieneiredo Falc". loio
Leocadio Vieira. Manoel lerreia t;|.naraes,
Manoel Antonio Pereira Jnior, Uanoal Janoa-
riu Uezcrra. Joaquim Francisco Besen-i, Candido
Francisco Soares, Jote Joaquim de Olive'", II.
Luisa Mara Candida, Luis Ferreln Fl*|||0< ca-
ete Horario Alve .la Silva, sua senhura e filh.. j
menor, l)r. Carlos Aaqslinho cl(. |., iv^i |.a>evie- I
'-, ', renul.is e I dosertor do eierrllo, I esT"vo a
entregar Seaucinp.na o norte, Hr. I.uiz'ran-:
enea da Silva, sua senhora, t lili... menor 4 *-
crayo. I soldado o I es-praca, Evm. senador Je-
roiiNniu Jos de Viveiros e I eseravo
ador Antonio Manoel Fernand
---v,-
wpor GENOVA sabir.-, de Genoaa no .
eltmbro preiimo.^iara o Rio de Janeiro, eom a
malai sr-uinie- Marselha, Gibrallar, Tei.erilT,
-luieira, Parnaniibaeo e Babia. Desla poca em
iianle as partid ai dos vapores era., mentara : para
qnalqner infor mncSo, Irala se com l.emus Jnior ,\-
i.eai Keis. a lites >U eompanhia, em seu Mcriolo-
no, ra do Torrea i.. 14.
fiahia.
v
',;ueem ponrosdioso patacho ntico-
-... CONFIANZA, |.oi le jtarte do sen
C'dtregaaiento prompto: para o resto,
"W-b lf"1"" CO?ot "wg** Novata &
-na far'r^ia t"' ,1'"'":' I.. IVanicliu n. ."'i.
I.niz t.onealvps Machad,., Manuel Antuntsde t >r- ~ ''"' Pr(os do norte al,-
,|u-,ra, jou de Bitanceurl, t eseravo a enligar, orcaca Flominente ; para cara
eapiiaa rianno Joaquim de Si ,ueira, I cadete, -J isuldadot. --
e 1 ev-[iraca. a.
Araealj saltea
ou pas'ageiros,
tiU)t$.
leen le Pedro
da magem da Saolinima Virgen recitar asoraces
da manhaa.
Art. :li. Concluida a oraeao, van iminedialameiile
para a sala do pslud... e all, esludam as suas lices,
ale a hora d > alune.., que be sempre < 8 horas.
Arl. :i>. Das oitu hora e meia urna da larde
lem lugar as aui,. regulares, como delerminam us
atls. I.., IS, til e ao,
Arl. .:ii. Os alumnos que nao forem romprehen- i
is lices de meiodia a urna hora da tarde. !
ata-
da julho
DarammitsaaBrigue barca de guerra iirasileiro
atumaracns, nnmmandanle o I..
I. de Catiro Araojo.
Nata* tahiilo no mesmn Ha
Boenos-Ayre por .Moulevid!Uricue '.rasileiro "!'""" "-' n,H Madre-de lie
Hercules, cpia.. Ju.io Forreira Pinto, carea I iZ*',,e '"
atsucar c auuard-i.te
3"No arii.nzeia.
Souza&C ru..
ii. 4:
Me chanda o verdadeiio rapo francas viudo p...
navio ALMA, ese vende a j-,k rs. o bote, que
contera mait de libra; para eoinmodidarb) dos aman-
les desle escolente rap, lem feto depsitos n.i I ;-
a dos Srt. Jlo Cardoso Ayrea roa da Cadeie, c
Moreira & Hilarle, ra do Calinga, ao i,in.mu preco
cima dito.
LOTERA
iiio e Janeiro.
do
icaba il*; receber
meios e quartos,
tffSSS* N'2TlYwk"-Bi,rca *" "Sl'iril nl w Tima... "':i:'^,l0"c- '"*""".....esas, obrad
abai\o assignado
- O a2e,.,e Vieir. da Sva faz lei,.,.. s,.,a,P,ra. 1 XZ!^. | ""'"^
-'-'do crrenle, ao meio da em poul... em seu ar- "'' l01" '' -' da* Casa de earidade, OS
ni.izein, na ra .la Madre-de-l)eos n. :t. de diversas
oljrat de inarcineri:.....f.,-s. mesas redondas, c.,...-
ios, cadeiras, candeeiros de globo, lanternat. um n-
quaes neram acompanhaaoi
competentes relarrtes, (irmadas
respectivo tliesoureiro, e '
clro Harrelode Mallo Reg.Fol
rectora da caixa filial, o sea olli-
2I\ do pastado, cin que commooiea
acedar,, nomeaca,. por ella feila.
etbriptnrario da naetma caixa filial,
metmo ofllclo ponderado, de
mesma direeioria.
crnambucol de agosto de 1836.AnlonU Mar-
quts d Amotii l, secretario da directora.
ilvnm i r*ciOs
RACA DO
umplamenle pelos colricos des- I irao estudar al hora do janlar, que sera a hora e
r.vM h'..P q n VUvt "'"P/""" >" -f- i ""i', depois do que brao de desean,,.
frivel dispeusa. De orle que, esle benemrito ec- '
clesisslieo, que por suas hrdhanles virtudes lia con-
quistado ludas as sj mpalliias quer de lodus os seus
administrados espiriluacs, quer de todas sa pessoas
gr.das o honestas, que teem t.do a dila deaprecia lo.
acaba de ciogir-se enm um laurel immarce.civet !
Pelo que venho de espender (sem r.ceio de ser
eoulesladu.) se eonelve dreididnmente. que os dous
dislinclus ministros do Senhor, compreheiideram, e
desempenharam maravilbosamenle os sagrados deve-
res impostas pela religiaoe pela sociedade. E paraque
serviros da ISo subido quilate nao sejam condenados
ao olvido (embora va' eu moldar a mudestia desses
intrpidos soldados de Chritlo.) Dignen, e, Srs. re-
dactores-, conferir no seu bem couceiluado e esli-
mavel jornal um canlii.lio a estas luscas lindas, por
cojo obsequio muilo penhorarao a gradao do seu
assiduo lailor,
' O Bom Jardineii'r.
Bom Jardim 21 de maio de lftli.
ESTATUTOS
do collegio d'Aurora, fundado por Silvano Tbomaz
re Souza Mogalhaes, professor substituto das
aulas publicas de insirucrao elemenlar do se-
gundo grao da cidado do Reeife, e osiabelecido
na freguezia de Santo Antonio, na ra do Caes
lo Ramos no anno de 1853, reformados no do
1856 e approvados pelo director (jeral de ins-
trueco publica o Illm. Sr. Dr. Joaquim Pi-
res Machado Portella.
CAPITULO I.
Dus estatuios e disciplinas, que se enOnam ncsle
collegio.
Art. |. Todo o eosino do collegio esl dividido
all .nslruccao primaria, secundaria, e de recre.o.
Arl. 2. A ioslrucrao primaria coinpreheude :
I.. Ler e escrever.
2. Principios ger.es de moral.
:t. Doulrina Chriata,.. eaivilidade.
1. Esercicios grammalicaes.
5. Noroes de arilhmelica.
tt. seu deseovolvimento em
quer.em inteiros, e quebrado,,
e regra de proporcao.
7. O s> -tenia dos pesos e med
8. Elementos degeographia
minie do Brasil.
9. NocSos ,ie i.i.-io, i., sagrada.
III. Iieo.uelri. ritcl,linea.
Arl. J. A ni'o/ll -ao aW #.
raiTcez,
PP|,ca"e, pralcasT
' TWseni decimaes
is do imperio,
sloria, principal-
, -------------.... j e recrelo urna
hora.
.Arl. :!T. Asduas c meia se reunirao na sala do
esludo, onde eontinoaraa o esercicio al us cinco,
como Rea dito no arl. 15.
Arl. :IS. Das cinco as seis recreip.
Arl. 39. As seis a meia se reunirao novamentc
na sala do esludo, e all esludara,. alo as Olio t
meia.
Arl. 10. As o lo e meia, cha, depois do que. irao
resar em cnmnium as uraeoes da uoile. e conclui-
das, se iecolher.io aoa dormilorios, observando no
acto de se deilarem, bem como ao levanlarom-se as
pralicas, que a decencia o liouolidadc prescrevem ;
guardando empre profundo silencio.
Arl. II. Em lodos o^miivimenlosgeracs os alum-
nos marrliam dous a .ous, tomados por alturas, e
necupando a frente os de menor eslalura.
Arl. \-2. lie prohibido no collegio jogo de car-
las, ncm 13o penco se ansenle jogo algum a di-
nheiru.
Arl. 13, Os alumnos ngo poderao receber visitas
no collegio sem licenca evpressa do direcfor : a ho^
ra ordinaria de-tas visitas lie desde as cinco alo ai
seis da larde, e islo em presenea do director, ou de
rim snas eeiea liier.
Arl. 15". S poderao visilar os alumnos seus pais,
oo pe.soas.lelles encarregadas ; e luda a correspon-
dencia enire o> alumnos e suas familias sera por in-
termedio do director.
Arl. i... >'enhmn alumno podora, sob pretexto
algum, mandar para fura do collegio, ou receber, car-
las, bi Hieles, ou recados, sem que primeiro sejam
revistados pilo director ou por quem suas retes
fizer.
Arl. lli. Todos os alumnos inlernos, menores de
de qaalarae anuos, quau.lu hornero... de sabir do
collea.o a passeio, un a qualquer acto publico, se
apreseularno com o i.nifurme adoptado.
Arl. 17. O umforiiie cuusiste :
I. i...pipa de panino lino azul ferrete com al.olua-
dura dourada.
'2. Caira de panno prelo.
3. Itunet prelo com borlas da mesma cor e gallao
eslreilo de ..uro. ,
'i. Grvala preta de seda. v"~i ---^
Art. S. Os alumnos internos devcrSalrazer para
seu ato os objectos -ip,iil5 >s
. mMlia.
Cama do lona
Descont
Acees da coiu
',. l'rele de ass
RKCIFE 19 OE ACOST AS3
loltAS DA lARDE.
CotacAet ofllciaes,
le Iras por 2 mee-li I (O -. ao anno.
sabia de seguros indemnisadora50
lo.
para Liverpool ou Canali~>\ a :I0|
frederico RobUliari, presidente.
/*. Barga*, secretario.
A os 5:v-
Corre ndubitu
a "os l
..t suas ., ,
nulo sea Sa'ustiano de
' avisa ao respeilavel pol.l.
)0 l|tl CVpO- -uiii.es surtes da primeira ,
cora a mesma carga que Irease. Seg.....,lu lamei- ^ttitVua leiio 'l"e *" ''rlli,re"' lircse"'es, que ; Ker a venda, anilUDClara' ao respeilavel c,<" "' Senhora da Estae.
r.io.
SoalhampCon p
... ---- *- u |'ui III me/, i, -. -mi aja, a iii^^n |
lmar... coinmandanU! Jellicoe. Pasaceiros r'a e Seisaa, lem de vender em
partos intermedios-Vapor nales i "". inttradores da massa fallida de .Nuno
publico. Reeife 19 de aaostode I.l',to*
... eiiao, por a- An|onio Jos Rodrigues de Souza Jnior. >
luu'i.in^Tn3' ,S""."1U 'l'-nr,,l"c- Ala I 'or^-cao do miso do commercio, logo que ntinnada.! Juera liver urna ou dnas reararas, e miser !
Joaquim de Barros > .briiibo, Manoel Vicente de IM reP*Rwt aval,,lees, atteea'"'*- -.....--- al....-----*......-- .
> -----------' ----- _.....----...... .-.,...-, r iiiiici
segundes propriedades. aluuar para vender na ruu, diriia-se a ra das Pin.
el lili,,, jaJ Perlencemcs a dita massa, a sai.er : ,'esla cidade U PonUs, laberna n. S, que' achara'
q.iim Lardte Ayres, Salosliano de Aqainop,. | P^wJ l".lra andares, tita na roa do Viga! IraUr, oo annnocie a sua morad"
Barros. Antonio da Silva Gusmio
com qiipin
1836.
I quarto n. 001 -
I meio 1931a
I bilhele S".".
I meio s IW7
I dito a 2581
I quarto 310
li
tt

Sobre l.ondre
Paris. :(i(k rs. por f,
Lisboa, | ni por 100.
o Rio de J
Acedes do lian
AeeAet da curo
Miro, l| a I por Ou. a I", e 30 das.
\7t (l|(l de premio,
.anl.ia de Reher).. .
Acef.es da con .aubia Peroarabocaiia
I tili.i ida l'iiblie.i. 30 por canto .1
lude
(i da esl
aobre
aceao
llisconlo de le
O'iro.Oncas
Moeda
. ii-
comprehe.
pTaria cu.,,
pieentementcOaiim e rSiTcez, e, logo q
niaior concurrencia, crear-st-ho oulras
secunda, a..
Art. 4. A inslrucc.i de recreio
mosica edan-.,.
Art. 5. Todas eslas radeiras sao regidas por ha-
bis protessores, cuja admissa*la de axordu com
a lei regulamentar de ilutruccJM publica.
Arl. 6. No ensinn sa fazem seguir os compendios
adoptados as aulas i.aciunaes, observaado-se as
leis regulamentares doensino publico.
Art. 7. Os alumnos externos, que n3o souberem
suas licoes. licaro deudos no collegio para assis-
tirem a aula de repetido ; e de maneira slgoma
se consentir qoe nenlium alumno, seja interno ou
extern,., passe um s da sem dar coola de suas li-
coes, nao podendo o colleeio ser resjion.avel pelos
prouressos dos alumnos preguicosos, se es pais, ou
lulores no annuirem acsla proveilosa medida.
CAPITULO II.
Oo pestoal do collesio. devores e allrlbuices dos
empregados>v.
Art. 8. O pessoal consta das cla^kajLsitguinle's :
I. Empregado na adminislrac.io gehs. que be o
director. TtJjT
i Corp.. do ratgisterio, que cnmprr lioiideNudus
os professores, lano de iuslrueco primaria, coW
secundaria, e de recreio.
3. A dos alumnos, qua se dividem em internos,
simi-inleriios, e esteros.
i. A dos empregados soballcruos, que sao os cria-
dos do servico do collegio.
Arl. 9. O director he o chefe do collegio : cum-
pre-lhe velar,pela boa ordem que uello deve rei-
ar; liscalisar o servico das aulas ; fazer ejecutar
tudoquanto se acha presoiplo nesles estatuios ; ar-
bitrar us castigos mais severos: censurar, ou de-
pedir-os que faltaren! aos seos devore ; presidir a
lodos osados pblicos ; e be re.ponsavel para com
a upiuiAo publica, e peranle a le do paiz, c as au-
loTidadet fiscaes.
CAPITULO III.
Dereres dot profeuores, e suas altribuici.es.
Art, 10. Os professores devera.. ser poluaes
hora mareada para os seus trabalhos, afnn de ou
allerar-se a distribuir,, debes.
Art. ti. Os professores devero inculcar aos
alumuosos bous principios de ordem, obedienc
Lavaloliu
Baln......
E-pellio......
Ba--ia ..e lavatorio .
Jarro dem ....
Copo.......
Ouriuol com lampa. .
2. IMipi lirnc*
Lencoes.
Prata.I'atac
Pesot
CAMBIOS.
2, d. p..r 1?.
:.;liii(i
ao par.
re.nio.
maraca, padre Anloni.i .lo-y/ilj
.lose de Faria, Laurinda Pastora de Araob, i.ou-
reneo Acrioli SV. Caoajtjrro e I criado. Jrfie Pan-
In... da Alliuqiierque Sarmenlo, Pe.tro de"A(can-
tara Tiberio Cvpislranrj I. cadete 2.-trjenlo e
sua senhor. Salvador 6e Lucio Cunha e I acravo,
Franoisco Manoel stb Miranda Manoel Carlos
leixeira, Joao Pereira Ctrdoto liiiiin.iaes Itasi-
liano Fraocisco Paos Brrelo, Vicente kserra
Montenegro, Manuel da Cunha e Figueire.u.
na. e um terreno na Cas.
ipl-
I'orle : couvida-fe, por-
lanlo, eos pieleiidentes o exame previo dus mencio-
nados predios.
LEILSEMLlMmS.
i pessoas, sujeian li.-.c a
comprar e fazer o trrico de dentro de casa : ouen,
quizar dir,ja-se a ra do Trapiche Novo u. -_' dr-
mazem.
Peranle ojnil le paz do segn lo distrieto di
fc tvd*
uisadora. 52 por de premio.
ada de ferro ><) por 0|o de premio I de Jetos, a requerimento de
a entrada. Igual a :l>lll reis por "
Iras, de 7 a !l por O|0.
bespanliolas. .
de (itin relliat .
rjaitll) novas .
S500.....
es brasileos. .
coliimoarios. .
mexicanos.....
2891
:!S5oO .169000
tiOOOU
'.1,-OUO
-J-SOtal
29000
IsSIill
0 Dr. Abilin Jo- Tavares ila Silva.juiz de "irphAus
e ausentes desla cidade do Reeife e seu leruo.pur
>. M. I. e C. que Dos guarde etc.
I-aro saber aos que o presente edilal virem, que
leudo de mttaurar-se por esle jui/o de orphaoi, pro-
sso de predgala la.lc contra Francisca <|u (uiacao
Seu subiiiiliu Jlaiiuel
1 elixile OUveira e Silva, tica desdeja inhl.idaa
referida Francisca do Corarlo de .lesos de fazir qual
quer negocio a respailo de" seus bens -em espresta
ordem desle jaito. o presntese pastea pir bem
de meu despaxo Irtie do corrrcnle, e sera' alisado
no lugar du cusame, e publicado pela impraisa.
Oailu e pa.ado sol. o meu sigual a sello detle iui-
/...._ ou vallna sem sello ex causa.aos I i de agislude
queijus por conla e risco
Al.IAMMiiiA.
Rendimenln i o da I a lei .
idam do dia 19......
Drsi
229:7009004
Il.l54a.30
crivo, o lia escrever. e cu sabscreri.
Abflio Jos Tavares da Silvi.
24lk859ai34
nrrrgam hoje 20 'Ir. agosto.
.lera inglesa Siraphinamereadoriat.
Rriaue Ingles- -liriamaluuea e manteiga.
Iliate hrasilciriInieiicirrtgneros du paiz
IWPORTACA.O.
Vapor nacional c. Imperalriz, viudo iIjsuI, con-
signado a ago
a I
cia, maoifesloa o seguiule :
SOeaisae ; Jet Saporili.
I dila
I .lila ;
1 dita : a C
1 dita ; a i
1 pacte; a|
1 e;,i\o ;
2 ditos ; a
imin. Momsen ji V'inassa.
^ ovaes A; C.
iminha kv Fillios.
. M.Rooker.
Ji.sc Joaquim do Amorlui.
Joaqwan do Olireira Maia.
o,?o Jos dn Carralho Moraat,
l
I dita ; a Hciningus Jet Kenora.
'..bertas.
I IMII... ,.
l'.amisas.
Cironlat.
Pares
respeilo as instruccoes." ........."""" I "". de s-u.a *.
Arl. 12. He absolutamente prohibido no colle-
gio, tanto entre os profesores, como -enlre us alum-
nos, toda a cootrslaca .(le panuros, oo opiuiao pi-
tuita ; e por modo iieulium se permittirao discursos
nem doulrmas, que directa ou indirectamente pos-
sam tender i Taita ds respeilo religio calholica
romana, is insiiloieOet e a autoridades do paiz.
Arl. 13. Nenliii.n professor po.lcra sur iuUrrnm-
pirio as horas daula, a nao ser por motivo ur-
gente.
Arl. 14. O professor que por qualquer impedi-
mento, durante o qual deite de runcrionar em sua
radeira, participar logo ao director, que o Tara
substituir por pe.soa idnea, percebendo esta urna
aratilicafo-relaliva ao ordenado do referido pro-
fessor.
CAPITULO IV.
lempo do esereieio.
Ail. li. O ejercicio da radeira deinstniceao e-
l'-ineniar principia de maiiba as 8 horas e meia, e
termina at II e meia. ea larde das duas o meta
as cinco.
Arl. 1t. Nos sabbados a duraeao do exercicio
ser somenle pela manhaa, ficando'o redo da larde
leado, por isso que o nao he i quinta reir. Esle
exerocio con.lar. das materias esludadas durante
a semana, haveuito, enlre os alumnos das rlasses
man adiaoladas, arguices reciprocas : de cada tri-
mestre llavera exames privados, e no lira do anno
aoenrerrarem-seos trabalhos, rsames geraes. os
que e>l>verem para islo habilitados.
Arl. I/. O syslema adoptado no ensino da cadei-
ra de nalrurcao primaria, be o sirrullaneo, era
quanlo nio hoi.ver oulro preferivel.
Arl. 18 O eieracio da cadeira de 'atim he das
nove asdoie, da mall5a, ,omelllB ,, v i0
de meijis ..... o(
Lencos braucos ..... i
Sacro para roupa suja. >
.1. Roupa de car.
Jaqucla do uuil'orme ... I
Calca de dito...... |
Cale., de brim pardo para o
dlarii......... ,,
Palittt de dilo dito. ... (i
Lenjo de seda prelo para pes-
coeo....., .
Bone't......[ 'm f
4. Miudc.as.
Etcova p.ira laclo .... |
Dita para uulias..... |
Dte para denles..... 1
Pente de alisar..... |
Dilo de limpar...... |
Tesoura para uuhas, ... |
Arl. 19, lodos us objerlos devera Irazar a marca
do alumno a quem perlencem.
a CAPITULO VIH.
, w Dot alimentos.
\Arl. 50. C'tosta a alntoco de cha", cafe,
lllafllclga.
Arl. it. O janlar, sopa, carne cozida,
arroz, bife u carne Kiiizada e lombo assado.
A sobre-mesa consla de ruclas ou doce. Nos
dias de preceilo u janlar he da pcire, seudo, eo-
zido, rnlo^ou assado, e preparado de inolho.
O direclur lera' lodo o cuidado em que seja a co-
mida lunpa, sua e variada.
CAPITULO l\.
Premios e castigos.
Arl. :,-2. Os premios que se conceden! no collegio
sSo :
I. Osprimeiros lugares as tata respectivas au-
las.
3. Serem nomeados chelea ou sub-ebefes das suas
respectivas ciasen.
:. I'ermis.ao aos inlernos de pasiearcm a larde dos
ssbbados em eompanhia do director, ou na de pes-
rdeaa.
ranettee Haestrle.
eidel, Pinto t\ <;. '
a CarlosHarunade Almeida.
no ||. Borgra llinis.
Mendes
pao e
pirao
os, que e-le
d '!i'J'' a A' rr'"'f" '""inem urna vez ao dia,
das dez as doze da manhaa.
tarde'.' M' "' de mU5C"' 'U mei-dia um da
Arl. 21. A escola
larde.
de dansa das
CAPITULO V.
cinco s seis da
OtJ alomn,,.. sua iruissao, suas el,,,,,, e specli-
. vas sbrigacocs.
.... '" "''V''''' Urs cli,;ses ^ olumnos, a saber
''ns. simi-iuiernos e esteraos. '
...,,'J -'' i,h""no interno pasar,, a paiui. rrs
tceliva e. noaneis adiantadose na.ur ,,..?" ,u
'.iailrT-'' """-'' 'leahril **"". c- e'u
"' le entrar deniro do decurso d. ura
?, ,d, .aS** "** 1""a ilativa
'ndo o^'no,q'",lel ; M" Po.1aale ir p-
""fl ", Sf* ="<'. como cima fica dito, o
w ". ,"" rom OH "mi-wterno..
aran .,'.,> ","n.n0!, """"i e simi-inlcruos pa-
garan na razio sesmnle : '
O l'imil.ni V y**000
Arl. 25. O tenme lern'o wnUibSS com o
mT;'e';crTM ,a,Dbem "li'""''
Arl. X O collegio rornece a Indos o alumnos da
Arl. W. Qaalqq.j alemno interno, or. timi-inler-
I diio ;
dilo; a t
I dito ; a
2 rolomas
1 dilo : a
I ili'.u ; a
A *": .
>:-
t dito
res.
I '"ta ; a *. t
1 dilo ; i |
1 latee o
veira.
1 riiva-
ramla.
t do ; a atarcelllno Alresda Fenteea.
ci -I Inrenelrel, vindo do Araealy,
. srtins '. IrmJos, maoffetloa o se-
n :i & C.
'be & Bldoular.
i'.rolt ; a Fraoi
ico Antones de Oli-
c.'i plantes; a Jote Joaquim de Mi-
nate i
eontigDade
gointe :
302 eouree
nbos curtido
CCTl t'o -
velas de cara
1 barrica qi:
I caisinha
dem.
Vapor na-i
consignado a
I encapado]
I canaslra
I bahu' ;
I caixo ;
I pacoiiniii
1 embrulb
(unes.
1 pacole ;
1 eiiilirilll,
I eaisa.0 ;
I baba' ; ,
1 raixote ;
I ro'la de
a or-
sl idos, ':_ meio. de , : eaisute conros larradet, 7( s ceos
el-'. 'I' pars decalcado, 112 caitas
ittba, I berica sebo, 22 saceos gomma,
, ".!> esloras, ItXI cacos da barro,
oncles de guardas nacionav
nal o S. Salvador, viudo do
igencia, maufrsiou o segrale:
a Sanios Alves C.
a II. Acomper.
Mcola'o Brunn.
t>0 lll.'slll...
; a Kayiiiu.i.li. Augaslo de Sa'.
e I eaisote ; a Lucas da Silva
Rendimento
dem do di
Rendiiuenio
dem do du
DO CO.NS
Itendimeulo
dem do da
CO
Readimenifl
dem do da
l'aris 353 rs.
lambarso i.i
Lisboa 100 a
Arl. 53. o. eetUgai que se inflingein no colle-
gio sao :
1. Prohibirlo de recreio.
2. l'iivara.. de sobre-mesa.
3. Copiar qoolro ou seis paginas de livros de sua:
respcclivas aulas.
i. Estar de pe ou de j'oelhos.
... l'ruliibic.io de ir s suas casas nos dias de
fesla.
i. Demissao do cargo de chele ou sub-rliefe.
7. OetencAo nn c lleaio para os alumnos que nao
souberem suas iicAes.
8. Careare para os m.ores de quatorzc annos.
quaudo todos os mais castigos forem infructferos.
9. Expulsa,, du collegio, no caso de serem notis
lodos os me,o, de o.rreccao.
Arl. i. Cada professor peder, na sua aula, man-
dar por de pe, ou de joelhtt os alumno
castigo meracam.
Art. 55. as lallasde applicacAo e apioveilameu-
lo serio eaitigados pelo director.
CAPITULO \.
Disposieoes geraes.
Art. oC. O, professores sao lambem modelos mais
iniuiedialosda boa educaeilo dos alumnos, e nao Iba
devora uar aumente por meio de regras geraes, mas
lambem currigindo-lhcs os defeitos na mesma oc-
casio, em que elles se manifestaren! ; pur isso le-
rao os prufessores especial coidado fie cimentar no
aiiimu dos alumnos e germen da rirtnde, sprorei-
lando para esl- liu, importante as occa-ioes que o
zelo bem dirigida e iiicessaule vigilancia fornece de
coi.liuun ao magisterio.
Arl. 57. Toda
obrigado .
pai ou tutor justificando a falta.
Arl. .".8. He absolutamente prohibido fumar no
collegio.
Arl. .".!). O direclnr tero suminn cuidado de inda-
gar, se todos os alu.....os quaudo veem para o eolle-
eio. ou vollam para as suas casas, comporlam-se
cora decencia, Inmesiidade e boa ordem, e castigara,
mes.no com ejpul-o. a lodo aquella que em publico
der escndalo.
Art. (0. lie prohibido a qualquer alumno trazer
ao collegio lirro algum, que nao seja do uso de suas
respectivas aulas.
Arl. lil. Os pais e lulores lem dircilo de assislir.
q,lando quizerem, lauto ao janlar dos alumnos e
mais arlos de eorarounidade, com, s explicace*
dos p.ofe-sorcs. lelas as soas rospectivas ao'las,
sem quo para issn se inlerrnmpara ou allercui estes
mesmos actos.
Arl. Ii2. Nao se admiti n> collegio alumno al-
gum, quer seja interno, quer simi-inlurno e externo,
que padee. eoferiuidade ebronica ou conlagiusa.
Arl. 63, O director recminenda aus pais t luto- Rio de Ja
"s, que, quando quizerem retirar do collegio seus
hllius ou recommenda.ios, o advirlam com aotecipa-
jao de um niez^
Arl. Ci. iodos os alumnos inlernos de idade com-
plenle sao ohnga.los a confessarem-se nina vez no
V!."a'\.. 1u"resi"a, o que f,rao em compaulua
do director. r^
JOtS; ? 0"*-'*'interno ou simi-interno, qoe
de.iar da. sasiazer o trimestreadiantado aleo qoin-
lo din, nJo podara rnais continuar no coliegio.
i Novaos tv C.
; ao Dr. Antonio de Sampaio A.
lote Martin Das.
Benio de Frailas Guimaraes.
a Joaquim Antonio Alcai.fuiado. |
ferro; a Joie Antonia Basto.
CONSULADO i.l-.Kvi..
do da I a 18 20:0539580
..... 6119472
18.*. trigsimo quinlo da independencia e lo impe-
rio do ltra.il. Eu l'li.rioiino Uorreia de Bro, es-
'- ?screver. e cu subsrrevi.
Ablio Jos lavares
_______<)tlJ[H>&tb
A administracao geral dos estabelecioenlus
de candarle, manda fazer publico, que nos das li,
l.l e -I do correle, pelas I horas da larde, ia tala
d-s suas aessoet, no lar;,, do Paraso, rao pra.-a
as rendas das rasas abusa declaradas, pelo lempo
que decorrer do dia da arremalacao at .MI deiunlio
du .liii.u prximo futuro :
Hairro do Recite.
Ra da Cadeia n. 30, ra da Sensata Nova a. ->-,,
20 e .10, ra da Lipa u. :>, ra dus Borgos II. ,Ua
do Azeile de Pene n. I, ra do Pilar n. 7;t.
Rairro de Sanio Antonio.
Ra Oireila ns i e 7. traxessa do t":r.-criiro us.
li e u, Padre Floriano ns 13 e 63.
Ba.rro da Rua-Visla.
Ra da Alegria u. 5.
Os preleiidenlcs dir.jam-se ao lugar e hon apra-
sadoa, acompaurudoa de -eu, fiadores, ou munidos de
orlas destes Adverle-te, porem, a... inquilmos,
que nao esiiverem em da, que nao serao recebidos
os seus lances, seo. qiieleub.im lalilado os seus d-
bitos. ^
Adiiiinisiraci. geral dos eslab.-lecimnlos de ca-
nda-ie li dnoste de W56.-0etcrifSe, Antonio
Jos t.uines do Crrelo. -|
-i.^'^P^^"" 'U fr'*ani Sanio Aillo-
I.uiroa- nio*e Uar publico, que tura appreht da moa iwr-
cao de velas quebradas, por tutpeil ,e iaem s,do
turtadas : quem f,.r seu dunu corap ireca sa mesma
sul. lelegacia para lh serem resliluiuas.'
O subdelega lo da freguezia Je Santo Antonio,
couhamio na aclividade de seus iuspecl.res muilo
bes reroinmeiida, que por maneira aguuia consin-
la.n estiibclecer.se em seus quarleiroe, caas de la-
oolagens, rasando immedialameiite estionir-se as
que por vonlura exislirem, pren.ieudo osdonosde
toes casas, para serem convenientemente proces-
sados. '
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
Oconselbo adm.uisiral.vo. em virlu.ie.le autori-
sacao do bim. Sr. presideule da provincia, lem de
comprar os objectos segundes :
Para o 4." balalbao deerlilharia a p.
Sapatas, pares 8 ; esleirs, 7.
l." balalbao de iulantaria.
Buneles. :,l ; panno verde par sobrecasacas e cal-
tas, covados ii I ; brim brauco Uso par. lrdelas e
calcas, varas 19.. ; algodaosinlio para camisas, dilas
lltl panno prelo para polainas, covados 12 eslei-
rs .,; holoes grandesde metal brur,z;ados com
n. 10 de metal auiarello, Ii8(i; ditos pequjnos de di-
to dito cun o n. l de dte do, 490 ; d de osso, grozas 10 ; ditos pretus de dito, illas 8 di
los brancas pequeos, ditas '.
uorle.
Au-
10
20:6659052
VERSAS
lo da 1 a
19. .
i pequeos, dilas 2.
Con,i anlii.i de artfices.
Bonetes, 18; grvalas, 8 ; panno azul para so-
brecasacas e calcas, cavados IM) ; brim rara frdelas
e calcas, varas 27:1 ; tpalos, pares 15 ; esle,!
ra*i **
Meio balflhao do Cear.
Alpodaosmhopar.i camisa., varas j.iiki j brim na-
ra calcas ef.rdeta., ditas3,758; pao trelo para
polainas,covados 289 ; boloes braiicusie s.-o, -ro-
zas 8 ; dilos ditos de dilo pequeos, sitas ,6 dilo>
prelos de dito, dilas 118 ; bonetes, 2E ; panno azu
lenlo Vieira da aUva las leslflo quarta-teira
, d crrenle ao meio da em pomo, no largo da
alfandeea, de 30 caitas de
de queiu i ertencer,
O agente Borja em seu rmssem na ra ,l
Colegio n. ,. lar., leil.la ,l0 ,,., nilim.lade de ob-
jectosde dilTereuIei qualidades, coositliudo em qua-
iru ptimos pianos He Jacaranda' ......|,-rn ... um dilo
de mes., ,.,,eseellanla mobilia de jacarando' com-
lela. un,a ,1,1, de amarello ; ob,a, avotsas, cus-
iros, suts, eonsollos, roes.is redondas
e amarello, eoromodas, teerelanes,
guarda roupa, 2u.ir.ia louca, aparadores, lavalu.ios,
aucas v\, espelbot de pe rede, quadros. ...ras de ..,.-
ro e prata. relociot de oivertai qualidades, lanternat
ae naro, candelabros, candieiros Irance/.es e ingle-
see, rldros linos para servico de mesa, anarelhot de
luuea parafalinoeo e jinlar.vasos.raluii^as e mais cu
leilet de porcelana, para sala, um ptimo chapeo
nance/, para religioso da ordem du Carmo,2 agulhat
de .marear em per lei lo esladu e mais uniros mut-
as objectos, que .e icbaro espettoi no referido ar-
isea, no da do leilao, os quaes ,e venderao sem
epreco ateum : qumi. feira 21 do correata
horas da nianbaa. ao meio dia em ponto ira'
i-rabem a leilao, um eseravo perito eanoeiro.
laudo
[dejacerand
limite
as
t>i$i>$ fttX>tt&0$.
O Sr. Joaquim Antonio Goncalvesda
Rocha, d.iiJH-s.- a esta typograplHa, a
acjjocto de seu nteresse.
Ueorae Spiro lem a honra de parlicipar ao 'es-
neilavel publico, qu. abrio un. hotel na p,,vo.,.,, de
Beber.be. ondeas pessoas qut desojaren) patear a fes-
la e fazer partidas, encnliarao salas e quartos. onde
-era,, servi.las com lodo o aceio e pruniplida,, ; a
mes,,,., casa lem bons banhos t una .Mando eslriba-
na eom capim,para eavallot.
Treosa-se de orna criada para o servico ru-
erno de caa de penca ramilla : a tratar .,o cam-
po do ttospicio.caia do Dr. Mendos da Conha
l.r7'VU"',"Vv '"'i""'ir>, e seguinlo andares do 10-
nr I T e,"a ",' :i,i' ""' um rom 'nn.modos
man. n." '' *** "" rUa do ti-
Para feitor de um eiisenlio na freauezia da Es-
cada, precisase de um borneo) nacional on eslran-
ieiro. mas que seja de bons eoslames, paga-se b.m :
quem quitar dinja-ee ao largo .la nutrs de Sanio
Anin,,, cata de um andar n.2, que abi achara
con. quem tratar. ^
Na fabrica de calcado trncese, ra da Cruz n.
.13, precua-se de ofliciaes de sapaleiro para obras de
senhora ; prefere-se hornens casados, cujas mulhc-
res pussam del.ru ir spalos.
Alugam-se carrucas para con.lozir trastes o
aicnaes.por preco r..u>im>.t..- .o ..... j_'..-
Boa-Visla n. ij,'
maleri.es.por preco couimodn: na ra da Alegra da
freguesia de S. I'r. Pedro Gonealves, te ha de aire- i '' '^, Parto.
malar um cavallualasao, quarla., com eangnlha e
cassaes, pe,horado a Antonio Penetra da Cotia,
por everuea,.de Maria Rinelro Pessoa de Laceria]
no da-211 do corrcule, as burea da larde, na porta
do dito juiz de paz, na roa da Cuia n. (i.
Sexia-feira, 22 do correte, depois da audien-
cia dojoiio da primeira vara do rival, a na sala res.
pecliva, sirao arremat.doa, por ser a uliima praca,
os bens segulntet : muradas de rasas terreas sitas
na roa .ie Alolocolomb da pi.voaeao dos Afoliados
le n. ..i. pela .pa.,lia de 100, a'de .'.,; por 509,
a de n. >S por 2009, e a de n. lis par ItH);, -,s quaes
rio em praca par exeruc,-,,. de l'rax des da Silva
tiusmao, contra Manuel Iroocalve Serrina.
Suiipiioso baile
Popular de mascaras e
phantasia.
Os directores do baile popular avisara ao respeila-
vel pablico desla cidade. que no sal.bado -r do cr-
reme Miara' iberio e briMianlemeiile illum.uado o
magnifico e magesloso salto do palacete da ra da
Praia, das 8 horas da uoile em alante, nade estante
a venda os bhelea. O- directores nao poopaado
fadigaa e metmo desposas, e guiados petas Inspira-
rales das ideas progressivas.se empeuliarain com'ma-
dama liirard .1, couv, linda-a para tornar mais n,
larettaote o baile eom os meriotos acceoles da sua
sonorosa voz ; convite este que fui por ella e seu es-
poso baaignaraenie aceito, .prettande-aa gralaita-
u.ente a cantar dtll'erenles arias c cavatinas e com
aeomponhamenlo de piano, pelo que os direcloroi
nao poilem denar de dar-Ibes o teatemuoho mais so-
lemne de sua gratidlo, c aos coucnrrenles agradecer
as maneirat delicadas e decentes por que se tiles lem
portado etn tettt .liverli.i.entos.
Na ra Nova n. i'., acal.., de se receber um
liadoe variado tortimente de inobilias, acabo como
lindase claros vidros de e.pelbo, e molduras para os
mesmos, douradas, murmures para mesas redoirdas,
contlos e toilele., que ludu se veu.le p .r rommodo
preco ; na mesma rasa se aludan, mol.,lias, tanlu
por me/ com > para bailes.
As pes'oas que fizerain cn.ommendaa de mol-
daras pora quadros e que nao os lem Ido buscar,
liajam de o lser no prazo le 8 dias depois da dala
desle. sem o que Serla vondldus, pan,,, pigamealo
das mesmas molduras : na ra !Xovh ii. S".>. rsa mes-
ma caa se venden, pirafu*os para camas francesa*.
Na roa da niao, na Ultima casa que lira por
detraz du palacete du Exm. Sr. RarAo de Boa-Vista,
so alosa urna escrava com muilo bom leile para
criar alguma crianra : quem precisar appareca na
mencionada casa para Iralar do sen ajuste.
A pessoa que deitou na caita da adminisleecSs
do correiu urna caria para o De. Casemiro do Sena
Madnreira. venha pegar o respectivo porte al,ni de
poder a mesma carta seguir ao seo deslino.
Pede-se aos eucarregaios da fesla da Senhora
do Frontispicio do Carmo. queiram fazer publicar at
csmolas c a rtepeza da mesma festa, viste como des--
ilIK.I.-
M.los llalli. -itlj
.luarlos l-Vlll ., 1:2509
De HHl>0ix) rs. para cima sga vendidos na ro da
Cadeia do Recil n. 45,toja de miu.lezas de Jos l'oi-
- lua-ie i ., H. ...... j ij caminas c a depeza da mesma Testa, viste como de*.
PrarereV Zi haJr fu SL Pv :,do da '" ,io< dp ""c S'" S'- c,,5 encarregados desta fes.ividade,
Carneiro da Cunha "* '8,a '' "M" r"'" ,M | ""* "5o "'""1'
Na
Preeisa-ee do um Wtor para um anzenho dis-
ia ma du Hanooi "c'-,|-o "" "' i'imr para um anzenno dis-
VammZ\mT27i:SSSSS^lIZrl'Z.* Ir""- *^W^. I?" eslrangeiro ou na-
se c engurama-te com sseio e promplidao, c ncar-
rega-se de lavar, engominar e coser roupa de liome-n
tojleiro ; na mesma casa alug.-se um. yrela que
seja boa quilanueira, da-se lir.ioors.
Prccisa-se de urna ama para casa .le pouca fa-
milia: na rua do R.ingel n. 4()
dar.
eional: na ras da Aurora o. 2.
segundo an-
-- Aluge-te urna ama que compre ua rua e
ztnlie : na ma eslreila do Rosario n. (
andar.
co-
primeiro
Quem precisar de urna boa ama de leile, pro-
cure na praca doCorpo Santo o. 1:1, primeiro andar.
Mares redactores. Tema de dar o meu voto
llilbelcs 59500 recebe .">:IH10?
Meios >SIKI n 5009
Joartot ViOll 1:2509
l'ei nambuco 18 de aguslo de 1856.
Salusliano de Aquino t'erreira.
Tend o povo do municipio desla capital ple-
na cerle/a de fazerem-se pacificamente aseleiroesde
vareadores e jollet de paz dos bairros de S. Fr. Pe-
dro li.u lealves.lSanlo Amonio, S.Jos. Boa-Viste.
Poco da Panella, Afogados. Varsea, eSauluAm.ro
de JaboaUo, flerrce-se a venda a todos os candida-
tos as lisias impress-s em papel de peso, cor de cs-
peranca, p,|u mdico precu de 125000 por cada mil
ejemplares, na txpographia da rua do Passeio Pu-
blico O, l!l. Roga-ae aos partidos saquarema, prai-
orn e republicano, que aprcsenlem quauto aules
suas chapas leual.sadas pelas sociedades que os re-
presentara, alim de nao ser victima o povo das ca-
vilacoea que se praliram uesse da, infringindu-se
ludas as Iris da prnbidade. Fsz-se esla recommeu-
daca.i para opportunamente serem impressas e ven-
didas as referidas lisias dos candidatos, e logo que
forem impres-as sera,, annnnciadas, c euiao fregne-
zes, correi o compra-las, poia havendo moita con-
currencia sera' preciso reimprimidas.
Ingio oo dia I", do crreme a preta Maria, de
tiara,), idade 21 anuos, estatura regular, lem as pei-
nas minio arqueadas, levou vestido de chita encar-
nada rom ramaeens brancas e pretas, c panno de chi-
ta i.zul, lem sido vista na rua da Cruz do Reeife e
na rua larga do Rosario : a pessoa que a levar na
na da Seala Velha n. 36, segundo andar, on na
rua do Crespo n. 17, luja do Sr. Santos Neves, sera'
recompensada.
Joao Baplisla de Qoeiros, porloguez, Jretira-se
para a Europa.
DBCL&RACO E PROTESTO.
A infrascripta D. Barbara Maria da Silva Seixas
lauto p..r si.como procurado,., bastante de se esposo
Niiiio Mana de Seixas, havendo ja por diversas oc-
casies, (auto pur este' Diario como pelo Echo Per-
nambueano, declarado solemnemente que ha de an-
uullar pela compleme acc,ao resoaoria lodos ot ac-
ias dimanados da irrita, milla e man que iniqua fal-
lencia que rra aberla a requenmenio de Jote Je-
ronymo Monteiro, p, elenco creador directo a referi-
da masaa pelas razes ja 1>or vezes exposlas: e ha-
veudu-sa opposto a arrcinalarau que era abril da
1854 pretei.deram fazer Mesquila Dutra de um
sobrado na rua Augusta n. 2, cumo se v do Diario
n. 81 de 8 de abril de 1854a Echo de diversos nu- '
"'""' R. havendo outro sir, protestado e avisado
que iodos os aclos dimanados dos nuil,., administra-
dores que em urna irrita, nulla. e monstruo*, ma-
mau da absoluta rainuria dos credore* I,vera lugar
em l de maio, nao deveriam ler efleilo legitimo,
pur causa da irullidade insaoavel de sua nomearSo,
como s v no Diario u. I3I de 3 de junho e 4Mo
nmeros 43, 15, 47, e 48. Vera de nuvo a infras-
cripta ratificar solemnemente essas declaracAes e
proteslo, e declarar de novo qoe os aclos, praticados
pelos pseudo administradores Aoreliaoo de Almeida
Rodrigues Isaac, e Novaes A C. tilo nnllus de pleno
direito: que por forca do proteste feilo pelo seu es-
poso em 2 de pillio de 1851, Diarlo o. 149 de 5 de
jolho que infrase Iranscreve, ha de instaurar anta
competente quer ao denunciante da fall-ncia jse
Jernimo .Monteiro. como a lodos qoe i u ler ler ira ni
directamente no processo, e por conseqoencia a es-
ses administradores, logo api a annullarSo da aber-
tura da irrita e nulla (alieno,,. E por oonsequen-
cia, previne o publico e a quaesquer licitantes, que
os predios e oulros quaetquer bens de rais movis,
LOTERA da provincia.
i'rlTIciril nartf .iscmov'!"te9elc' flc-< 1ue 9 Pfolensos administrado^
i IISlIClIil ll.lilt. U,t 1 -llt-I resprelendem porem leilao comoaeabamdeaouun-
ria de Nossa Seiihora
00 dia 7 de aelembro para vereado^s e ui/ei ,,e p "" a ? '
da cidade da Victoria, e sendo eu apreciador d' >01 5:000.<000
mrito, nao perno .tenar de volar nos segrales se- 197,1 2:000s000
da Estancia.
U abafxo assignado ven-
den as seguntes surtes:
1 quarto.
nitores :
Pa.a vercadures.
Ds lllms. Srs. :
Rvd. visarlo Francisco Xavier dos Sanios
lennile-coronel Jos Mendes Carneiro I ea..
Or. Pedro llezerra Pereira de Anota Rearan"
Capiiao Jos Esperidiflo Xavier Luna.
.le
PROVINCIAS
763(570
763a570
Sfss ..VnS^Jssr*** ,,t-,-v bsa
lenle coronel I raucisco de Barros Corrt
tlueirosv
Dr. Jo.v. FranciscoCoelho Bilaneoorl
para sobrecasacas c calcas. coVadoTi! -Tute""'' "T."''!0 C"a"JU'"r '''rancisc F"'" 'le Souza
lilt, 2 ; grvalas,-; boU)es grandes de metal doora-
do cora a lellra C, 1,852; ditos
dilo cora a mesma lellra, 1,180.
17i
1917
2.7't-
"10
IS7I
meio bilhele.
200$000 meto bilbete.
H).sO(M) meio billii'ic.
I OO.sOOO 2 quartos.
50^000 2 Jilos.
O.vOOO I lo.
D.S'000 2 ditos.
piqueos de dilo
Para provimento dos armazen-.
preta para escrever boa qualidale;
Rranc
I Un I
DESTA
is-;.
CIDADE NO DIA
10 DE AGOSTO DE _
Rio da Prala-4-llarca bespanli la Anglica diver-
sos carre^dore.. 38J barricas attuoal brinco e
mascavado, 3,000 cocos.
xnoriacao .
Liverpool :oin escala por Hacai, barca inglesa
I-..,-eie, de i:i!l toneladas, cuuduzio uscuinli __
2,150 saceos cUm 10,750 arrul.as de ssucar.
)l IA DE RENDAS IMKRvAS E-
HAES DE PERNAMKL'CU.
lo dia I a
19. .
, da
l
DIO I
18
I3:230&!98
3929873
18.6238171
SU LA IXI PROVINCIAL.
I a IS
-K:I,.'IM:1
1:0369884
29:6783218
Tinta
fas lo.
Para offlrlnas de 1 .a e 2. abase.
Tabees de attuelho de louro de I i a llj
garra-
Ospreuiio8 sern jiagus
ii penas sabir a lista geral,
no escriptorio de
/-*. > Luyale.
palegeda.
. --------... ,......* """v-.*. i i .. io p..|ei;aila.
de lar-jura e 2, palmas de comprimcnlo, duzias ->0
dilas de dilo de pinito smercaoo de II polegadas de
lamura e 19 palmos de comprime,,!.,, ditas30 di.
las ila .liln .,.. ..1..I... -h.^i__ ..... *
Capilao Antonio Rufino Alvos Correi.i
Coronel Jos Qaudioo Le, le.
Juiset de paz.
I t.-p,:.io/arari.s Rodrigues de Souza.
J.'au Euitenio da Irindaiie.
] Irneiite Jlo Antonio de Miranda
Capuso llerme, Plinio deBorba Ceraleanfi.
,_ Um colante.
Victoria I, dqagoitode 1856.
->i ma do Rotarlo larga n. 23, primeiro an- irinil """"roaSr. Jos Marceiuo da Km,'pessoa
fatem vestidos para visitas, bailes e casamen- "'"ptenle para sloga-Ia.
Acba-se .les ,c,upada para alognT-Sa ..
Icirea sita na rua de S. Francisco n. 4S. perteuceute
ao patrimonio da veucravel ordem lerceiru de S.
anrisco : os prelendcnlcs dirijara-se ao cl|arissimo
de 14 polegadas, dallas 12 ; dilas d
d'
li
K JANEIRO 13 DL A(>t>ro.
Cambio*.
ondres27 Inf a 27 i.i d. aOOds.
60 e !HI ds.
rs. a '.lil ds.
>l OI() nominal.
FUETES.
m i. powgauas, uuzlis \2 ; d.las ditas de l'i ditas, _.... i ",'.I"'"""'". seo
lilas 12 ; limslues de diversas polegadas ,| l. ',, A"-"*1" '[". "Uveua. deque obl.
imas chatas de 8 polegadas, dita, lo ; hmas .iieias m'-'i" 'lFlT *."'' *
anas de s ditas, ditas I ; dilas n,,,,',, ""a^ ,!' Wm.
ualidadet, dilas 30 : rao grande, I, ""sen yA r;, () itaii-el n. 77. p
seo man., a >r. Miguel
Lleve I,canea e appro-
'a proviocia. Recite
de luslre,
para
Antuerpia
Canal .
Estados-Unidos' 60 a 80 c.
Ilaiiiliuro, 50
.".Os.
:I0 a... s.
alumno que faltar s aulas be Havre
epresenler au director ura bilhele de seu | UETAfiS e'ilNDDS
ME'IAES. Untas da patria. .
" >' hespanholas .
Perjs de 69400 velha
Moa|das de 4o. .
" -.....1 an ......
Vesos hespanhes .
" da patria .
" Palardes......
Apolicesdeli ,........
proviuciaes.
I.iverp....| 0| a 4".|
Londres I0| a i.'q
Uarselha 55,.
Mediterrneo Vlab.'q
Trieste 55|.
PBLICOS.
293000 a 299800
29a 100 a 29f300
16)000
!);ikmi
8-!WKI g 9.")000
13920 ,. 23OOO
19900 a IJ92I)
ir.)20 .. 19960
105 ,
100 a 100 l|2
Jornal o Commercio do l,o.
OPJcttCil 1 ;;jj,
Vapiot entrados na dia 19
l.io de Janeiro e Babia-., ,|las, vapa, w.\n ,
mar,,, c m.nai.daiilo Jellicoe. I'astageiros para
e-la provincia. Micl.el Nur.t. Jos Joaquim do O-
liveira e silva e I criado. Charles J. Aslley, Al.
J. L. da Silva e 1 criado.
10 de Janeiro epodos Dlerasedies-9 dias, vapor
brasile.ro Imperalriz.., commandaote o l. l-
ente Antonio Corroa de Brim. Pa>aaiiciroi para
esta provincia, coronel Miguel Aflboto Ferre.r.
pulir e I criadu. I. Aun,, Joaquina Baplisla
Kodricues e i fillios menores, Jos da Cunha Coi-
tiuho e 1 filha, Jos Antonio de Almeida Grima-
iaes, Joaquim iiamascenn Mogotira, Fraocisco de
l") Por nao ler oblido a demissSo q,ie pedio de
eocnpinrario da tbesoorereproTlnc .
onieinat de >." ras .
Costras de cabra eorlidoa, .".Oo ; dito
21 ; cera branca, arrobas 2: ludia preta
rietrot, libras | dita li.atic. para dilo,, dila "{..
liba de barca, pecas \>. *, a
Para o I .bnralorio.
Salitre refinado, arrobas 2.
Para o furnecimenlo de luzes.
Azeile de .-arrpalo, can.das 350 ; lio de algodSo.
libras 2>,
nuera quizer vender esles objecloi apresante as
suas proposlas em cart, techa la na seereiaria do con-
seibo as 10 horas dn dia 3do curenle.
va-se e eogomilll
irneiro andar, h-
e com aoteio e promplidSo, e en-
earreea-ta de augommar, lavar e coser roupa de l,o-
mem snlteiro.
Nu dia 21 ,1. crrante so deve arrematar em
praca publica dn Dr. juiz municipal da secunda va-
donra.
tis senbores deredores da eass fallida do Sr.
Antonio de Mello Rodrigan Looreirn toa convidados
a realisar arnigareimeot os seus dbitos, dereo-
do para esse lint enlcndeiem-so cora Laclan.. I'ereira
de Brilo, no caes do Ramos, sobrado de dous anda-
res, uo primeiro andar.
OSr. Cvpriauno Luis da Pos, na rua do Col-
legio, e o Sr. J0S0 Ferreira da Las, no aterro da
Boa-Visl. na podarla do Sr. Bciriz, dirn quem da'
ra, um sobrado de um endar e sota., sito no patea do \ 'lua"1'l, ue :m< *'". 300 e IJOpsOOO con. bj ootheca
Terco, pur execacao de D. Constaotina Jadnttta di
Multa, contra JoseClaud.no Ldre.
PergUnta-se a r-rto ollical da guarda nacional '
do municipio do Rocife. que se encarreg.....le re-1
querer a reforma de vanos ofliciaes da evlincla euar-
da nacional, pelo que ehoeliou bons cobre., qual a
rasao de nlo ler ainda dad,, solucau a esle negocio
e qual f... o servico que fez para I
am casas terreas.
LOTERA da provincia.
Aos5:000.s e 2:000s000.
303
i&ttiffllMa
"at
N. 901.
217 .
ciar neste Diario, se como nao he de esperar tiverera
licitantes u-t,. como, I comesinho o principio jo-
ridico i/uad inultum es au\initio traclu tempore non
concutescit, sendo que ante o corpo legislativo e ete-
culivo pendera decisf.es dot quaes, sem dovida ha
le dimanar a iiullidadtr da abertura da ftlleocia, a
cunseguiolemente todos os seus resultados, e d'ahi o
coiiseguiule'dircilo de haver 01 prejuizus, pardas e
daranus du quem os caosoo !) e reivindicar lodos os
bens do poder de quem esiiverem !
Aproveita a abaixo assiguada a occasiao de decla-
rar, que ainda exislem mais preaos e terrenos
que nito foram evarados no annonciodo leilao (Osa-
rio de 9 de agosto 11. 188,) tanto na Cata-Forte, co-
mo no Recite ; a por aqu se deprehender qoal o
modo porque bao sido zeladoe os bens da massa ou
do casal!!!
Ob.Hcii,nlemenle, ratifica solemnemente ante u
publico o protesto iofra, contra a alienar;.,., dos pre-
dios do casal, ou da maisa, e quaesquer oulros bens,
os quaes reivindicar em lempo opportuno do poder
em que existirem.
Recite, 9 de agoste de 1856.
Barbara Maria da Silva Seixas.
Diz Nuno Maria de Seixas, que achando-se V. S.
por ilelcrminaeao de um juiz incompetente.qual he
municipal d segonda vara, com jurisdiecao com-
niercial.proceden,lo a appu-ieao dos sellos nos livros
e bens du supplicante, o qual fra, alias, a reqoeri-
menlo de Jos JerouymoMnnleiro.nolla e incompe-
leutemente declarado fallido por sentenca daquelle
juiz, em que subresahem nlo s a injostica e imqni-
,1,1,le cuino .1 desprezo o mais absolulu da legiflario
commercial exislenle, e de ti..los os principios q'ue
regalera a materia, he de dever do mesrao suppli-
cante, nao denar passar desapercebido um fado,
qoe lanto compromelte a soa honra e interesaos ; a
por isso vem pelo presente proleitsr, como protesta,
contra a referida nppuieo dos selles, e de lodas as
-uss consequencias para em lempu conveniente usar
do seu direito, nao s contra quero a ella deu causa,
cuino tambera conlra o juiz que ordenou, e contra
V, S. e mais pessoas que eslilu dando everuc.iu a-
quella senlenca proferida com roanifesta infraccao
dasdeis; c por lauto requer que, viste estarse Ira-
lando da mencionada apposiran de sellos, V. S. Ihe
mande lomar por lermo o seu prnle-lo e inlima-lo
ao supplicado, pelo que pede a V. S.--lllm. Sr. joiz
de paz da Ireguczia 0,1 S. I rei Pedro Gon,;alves, do
primeiro di-tr.clo. que assiu. o mandeE R. JJ.__
Pin no Maria de Seixas.
Despacho.
lome-te pos termo o pratesiodu suppticaule. Pri-
meiro dislriclo do Recite, 2 de julho de 1851,-MI -
vetra.
Proleste,
lermo de protesto que f.z Nuno Maria de Seixas.
Aos dons das do mez de julho de 1851, netla fre-
guesla de S. Frei Pedro Gotaeerrea, em casa da
rada k'e Nuno Maria de Seixas, em urna das sal,
s,
Sala das sesees ,1 eouselho administrativo n.ral en'"....., ,erv":" P"5' liara ter ,l,re,lo a p,,,^ "*.'* '. .D.S'HOI)
forneciraoulo do orteni I de Euerra 18 del'l t, ', T ","C rer'l,eo ? ^ "" ''" "l1"'-1" abalX0 "'gnado avtsu ao feSDeitavel
ttLtttts hs? 7 \......e p;' ttz-'- lu,,,,r.....;vc,:;,,:" 7 nm(l-
servindo de secretario -'' --Hoje ao meio dia, per sor o ollim, praea, M clarados, em meios hilhecs, o possiiidot-
,a.. de arrematar os trastes peuhorados a Vicente jiodc Vr ICcdlCf OS S IIOI' (rulo I- i,.,
erreira Crueles, por evecueao de Manuel Martina, I U!,
Lopes: quem oelles prelen.ter lanrar. pode cumpa''i 0,".CaSa (1 ln-'S'n'. na rtlii larga de. l!o-
COHPAMIIA TIWSAILiMICA
de vapores .sordos^
recer, qoe te recebero ss lances.
Precisa-se de un ama que saiba
zer lodo o mas servico do casa
o. 86, segondo andar.
npa-
eosinhar e
rua Direila
[uartos, da segunda parte di.
lot^s0..^^^ ?,' a **r.a dc Snior BomiTcu da,
ciiia e ordem da Sra. I. Carolioa Saboie de Albo- ""t-'s- ",,s '"J:,s I' annnnciadas, pelos
SERVICO REGPLAR PARA O BRASIL.
Barras r|p vapor a' hlice.
Gano"......de 18.V) toneladas ni cavallo*.
mrino.........ib-jo ,,
Vctor Emmanuei SK) ,
1 Conde Cnow. .... 18110 n
luerque, do Araeatv.
A fabriCfi de velase sa-
!)*i.-i di rua do Br.utn, pre-
cisa iic carnuitilS.
Francisco Antonio de Olivcira, pela
rapidez de sua viagem, e nao podendo
despedir-se de seus amigoe e das pessoas
tas relacfles, por sso pede-lhes que
pem.
mo-
as da
mesml, caia' a""u,> fo' v'"110 ojuizdemesrea fre-
>:t)()O.S'()t)0 jguezia, o capilao Francisco Juso Silveira, curamigo
"lO.sllO escr,vo ** seu cargo, para esTeito de se porem se-
. losem seus bens, papis e o inaisque he delermina-
avel do; e sendo ah, loi-aaeonlragoa pela mestno Sei-
xas o requeriinenlu retro para effeito de s lomar
por termo o protesto requerido uu referido requeri-
menln ; e poique se arbasse despachado pelo juit
de paz cima declarado, lomei por termo o mesmo
proteste, o qual versa sobre o allegado na mencin-
> n., segundo andar, assim como tem I nala i'pl,.'1".r.c'r. peranle as leauataadraa abaix
v.-n,l-. .,= 1 i ,, I''" "nndas- d,' '""mo proteslo.t, assieuoo o termo
vmcld us seus leli/.es hillietes, eom as testeroanhas.
Cu. Manoel Joaquim da Silva Bibeiro. eaetitflo o
eecreri.Nano Maria de Senas,Manoel do Iras-
rin enloda Silva Bastos.Jos Anlooio da Silva
\ launa.
exposjo
meios e |
prerjos abaixo declarados
Bilbetes .">s8O0 recebe .".HMKi.sOOH
-Meios .".sIKIO
Quartos IJ500
J...0(.S0()ll
1:250s000
MIIIA ATTE.VCAO'.
Fas-se publico que .1 parda Costea Dainiaua. ea.
. toral de Iguarats, catada rom o olHcial de pc.i.e...,
j l.uiz Pedro, fui alternada desde a idade de cinco au-
nas, pela Sra. II. francisca Luisa de Albuqucrqne,
Reeife lli de arrosto de 185.1 Manoel f.T,a f'" M"lf I'" pessoas fidedignas daqoel-
ti .' l- u L uanoel i le '"? c se ha de provar documenlalinente, e que
IHartlDS FlUZa. qualquer leotalira que se fizer para redu/ir-se a et-
Offereeeie OOlpnoco solleiro que da' fiador a |cra,'dAua mesma parda e seus lili,os Ronde, Irn-
ana rondu-'la, e etla'neoo da suarda nacional, para I c"c areolltao e Juliana he 11 m crune previsto no
arliizo !/! do codiao criminal, e desde ja se
deso
eaixeir.i de al:uma casa de negocio, o qual sabVfal-
lar e escrever (ranees : a pessoa que quizer, diriia-
O se ao aterro da Boa-Vista n. t~.
a."I A""ui\"? wande silio denominado Pareo-
da, junto aos Afogados trata-e .ora o abaixo *-,-
'irr.adr.. na roa do- Pire"
..anoei l ornes Viecas.
e suas Pili** 1
Dominzs Juse Pereira Itocli;
Therera da Croz K.iclia Plassa e Olimpia aas \'ir-
sjens Pereira Rocha, subditos braaeirot, 'eguem pa-
ra Lisboa, levando era sua eompanhia o seas f.mo-
io-. menore- o.vi e Anos, preto-., i ni. e Pedro, pir-
dos, indos livre*=.
-, ... se protesta
conlra qoalquer pessoa que coi.corrcr para lal tim.
l'recisa-se de um liomrm eslrangeiro que en-
eni.a de ptantaeilo de borla para ser mesma o liabo-
Ihador della. e anfengeabo perlo desla prara, p-
eanlo-se-lhe um ordenado que te po ,r convenci
nar ; quem ealiver neslas circomManrias. dirija-se a
rna do Brom. pa-sando c. rhafari:: a primrira ca:.
que lem solao pria rclagoarda.
MELHOH EXEMPL ; ENCONTRADO
MUTILADO
:



KIM'O t r---3-M*Q O Ti, FtlM 20 AG6S0 M 18)6
-I.ti, Ulll
.iiiem-se Irw ncrivo*. woilo, dnas oegri-
...i4 <:rioiila* i'1 idade tic 1(> a ls annos ambas com
princlplodc costura e eniMimnadi., e una (tila de
[liria idade : ta u.i Hiretta n. t.
t|g|
.inlo--e :
en gem, um \ ciulcni-sc algumas joiis ,.Is n.a,S Loas e l'HfaIaS|(||amil|iteSi ,l0r prcro rom,!0,|o : na Ma
te ende. |ur I .ti. holln'-- .. | i ,, ,- .
remelles igoaea para lodos, '-'' ""Ore de UCOS, loja n. .)4.
stabeleciinrniO echara quem o Irequeti- ,- ..
agrado, pelo q .e espera seu proprie- ~~' anl'8 b.-m COIllierido jat'dim,
..lebiMnuu cvncoriiilu de (recuezo, [silo no correr da i;rrei.< do Nossn Sen hora
Precisa-SO de orna aun forra mi captiva, para ,|a Soled;
Indo o servico de ama .-asa da ramilla : na lila Nova I
laue, casa ti.
ii.i constante-
CURTES DE VESTIDOS DE
SEDA 1>E QDADKU81A 1290001 : :
Na rula do (Jue.mado, toja n. 17, vendem-se cor-
le! ile vestidos de seda funlar de quedes*, cum lis co-
vado. rfida mu 12-000, por estar com algn, tuque
de innfj>.
Em casa le M. Cal
Cor) 10 Sanio n
seguate:
raboudo di- pinlio, alcatrao
Suecia.
, Alcatrao de ca vito.
V. i-a du Crespo ii. I ti, continua ni |_(lll;i8 (|(
estar u venda
.i,' polio !
mu t iV C, praca do
II, lia para fondero
as
lilil! Mil
mais superiores toalhas
lem \ 'lo ao mercado.
y
O
nado
itiinef-
O HU o
egado (lo
., de sil i ca-
os , como que de
.i iilo se nao. res-
isa por qualquer
que oii! son iioitie
uscar, visto que na-
tanda comprar liado.
rnHinbuco li de agosto
e 18*56. Domingos Al-
res Mf/theits.
Oflereec-se um rapaz porlugiiez para raixeiro
de taberna ou oulro qualquer eslabelecimeulo, para
'- mar cunta por balde oo sem elle, para o que lem
bailante pral.ca : quem de rea preslinio se quizei
..titilar, dirija-se a rea de Aguas-Verdes n. IS, ta-
berna.
Arrenda-se um aillo na liavessa da tslrada de
Juao de Barr, delmnle do silm do lallei'idu vi-a-
no : quem o pretender, dirija-se ao inesinu sitio,
que achara' rom quem lr.il.ti.
Prerisa-se de una ama para laxar lodo servifo
deras. de homem sollero, e que d coiiherinienlu de
su. conducta, m.s que seja de meta idade : na ta
bema da ra das Cruzs n,20,se dir' quem qucr.
FIAAO E TilCIDO DE
ALGODA.
sobrado n. 21, sepuiolo andar.
ni. ni
para vender pea de roseiras ii?jti-|
O Sr. Frederico Jacques cjueira di- to lindase de umitas e diversas rjiialidi*,-
ngir-sea livraria ns. > e s da praca la
Independencia, a negocio de sen inte-
reste.
Aluga-se um sitio em Santa Auna de
dentro ou do Xavier, com grande casa de
morada, estribara para quatru cavallos,
cocheira, capim para um cavallo todo o
auno, boa cacimba e rio para embarque
e lianho : a tratar com Luiz de Moraes
Gomes Ferreira, na ra da Cadeia do Re*
ci'e n. 2i).
Os administradores da mama fallida de Nunn
Mara de Semas, pelo praeBtfl aviso chamara os de-
vedures a' referida inasoa par s.tt.sfazereiu seos de-
bitos, cnleudcndu-se tamliem cite cunv ite rom os mo
radores dos diversos piedlos, e cojos alaguis estejam
por pagar al ao lim do roncle mez ; no esc.iplo-
rio da adminisIrarAu, ra do Trapiche n. 11.
Kodrico Pinto Uoreira. pelo preaenle annun-
cio convida a lodos os seus devedoie. pora virem
sali-a/er seus dbitos al o lim do corrale uiex, c .
deivando de o f.ixer.usara' .los meios que llie ao \ lcnipaiiliada de um muito excellente l.oi : tratar
concedidos peta le : ua sua loja de selleiro, na ra ,'l V"" que lira junto a i^ieja re ti. S. da Sole-
Novao.29. ',i",v-
des, como os com piadores poderSo ver
por estar em vegetacSo; assim como sa-
poti-, Cyprestes, Parreiras, Dalias, \l>
cru e outras militas llores.
Buhar.
\ en1e-^e um hilliar com lodos 01 p^rlrncps. e em
liom oslada : na ru.i da Crol n II, arinazem.
Balea o.
\ eode-te um grande balcSO, quasi novo, que ser-
ve para loja ou qualquer nulru estaliclecimeiito : no
armacui da roa da Crol u. 11.
~ Vende-se una prela de S annos, muilo fiel e
boa quitandeiia, na ra Nova n. i.
No het.ro do Kspiulieirii, litio perleDCenla ao
Sr. I'rancisro de l/irvallio Paca de Amlrade, ven lo-
se leile puro a l'INI rs. a garrafa, assim como llavera'
do niesino em Sanio Amaro ao peda funlir.io, ta-
berna de Jo>e Jacnillin de Carvalho.
ecas france-
sas.
ugociuo.
Ditas de linlio.
Esponjas desuperioi rinalidail
Drogas.
IuiIm mtiitocoininodo,
panno de linho muilo fino a 6ill a vara, pellOf mui-
u.......* l",r:l '"" braneoa a de coren a 00 e 500
ra., camisas de raria mallo linas a Ijeljldi, luvas
p.elasde o.c.al pa Ml.....ra, f,,,,,,^ j|0'
or a 00 rs ditasde seda de todas as rore. para
liomem e (.hora, pelo baralissimo preru de I9SOO o
A 5.V00 a dona.
Lpeos de camhraia de linho para algibeira na
roa do Crespo, loja de Adriano & Castro u7t6.'

M
;
lisia
ItPIll-..'
Iiaralimuno p
Oueirnad)
boa fin
pelo
rr.;.. de l>2Sti e IffHOO: na ma do
hfiii ccnhccida loja de miodetafl da
.;:t.
ii.i
ja
a u
Vende - ioo rs. o cuNtado, ditos lisos de bonilas cores a 70(
rlialrs de meriVao lisos rom franjas de retro/ de lio-
uilas rores a .">?, ditos com lislras de 'da a 7J : na
roa do Qneimado, nos qoalro cantos, loja de fazen-
das da boa te o. 22, defnmte da loja de iniudeza da
boa lama.
Veiile-s
e urna carroea un muilo bom uso,
1 una social: Amorim,Farias,Guerra <&C.
Os socios gerentes da fabrira de liar e lecer al-
sodao, abaixo lirmados', vendo que 11A0 trm sido
leilos todos os pagamentos da primen a entrada, pro-
logara por inais ojio das o prazo em que devem ra-
teras suas entradas os subscriptores que anda fal-
lara ; assim como convidara a quem mala ooeira lo-
mar parle em Rio til emprexa. I'ernuinburo, es-
rriplorio da sociedade em casa do Sr. Manota Al-
. ves liiien.i era lli de agosto de 1856./fiiiorim,
jarlas. Guerra A C ; t US
Esterescopos e
vistas estere-
oscpicas.
I'.inoianias e inoiiuiuento* inleressintcs de l'aris
e Lisboa, Kuinai de l'oinpcia e llerculanum. silio
piloresros da Suissa, montes de aelo, vistas dos l'i-
reneos. assnmplos animados e instantneos, scenas
da vida domestica, a Crimea illuslrada...... solire
idro, papel e lamina em prelo e em cores, ludo ti-
rado da uatiireza com a machina.
Retratos estereoscpicos sobre lamina e
papel.
fl ana., hrtln p'...nl- para UOlVf'S.
CaiMuhas l'onipadour o Ouqueza, lado quanto
nslr de mais ellegiulcpara Cjiter um retrato cm
piutura a oleo ou aquarrlla : no eslabelecimeiito
pliotograpbico de Augusto Slahl. roa Nova a. 21.
C. STARR & C03JPAM1IA.
liespcitosamenle annunciam que no seo e\tenro
cslabelerimenlo em Santo Amaro, continua a fabri-
car, com a 111,11111 perfeirjo e promplidao, toda a
qualid.de de marliinmo para o uso d'.mnrullufa,
i.vpgaro e nianulaciiiia. e que para niaior com-
raodo de seus numerosos freguezes c do pohlico em
zartl, lem aberto em um dos grandes armizens do
Sr. Mesquita na ra do Urum, atrax do arsenal de
marinha, ara
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu eslibelecimento.
All acharan os compradores um completo sorli-
nienlo de moendasde caima, cora lodos os melhora-
meolos (.Igoni delles novns e origiuaes) que a ex-
puiiriii'.- de muito- annns lera mostrado a oecessi-
il.'de. Machinas de vapor i)e liaixa e alta pressilo,
taixas de lodo ernanho, la.l"'o batidas como.Iundi-
das, carros de mo. edites para conduxir rdnnai
d'assocar, machinas p^ra moer iDandioca, prensas
para dito, brnos de ferro tialido para farinha, ara-
dos de ferro da niais apprnvac; conslriicrao, fundos
liara alambiques, rrivos e porta9 >*ira afornaUias, c
nina iiilimdade d'obras de friro, que sera ciiludoao
enumerar. No mesmo deposito existe OMM pessoa
inlelligenle e habilitdsa pra ttceher roda aa^BCo-
tnendas. ele. ele., que os annuiicianles contando
rom a eapacidade de suas oflicioas e machioismo, e
pericia de seus ofliciars, ae comprometiera a faxer
esecular.com a mcior presten, e jier feicao, e exacta
rooformidade rom os inodellus, ou deseulus, e ins-
Iriirr.-.cs que llio lores omeeidn.
Kua Nova n. 4|loja de M. A. Caj i C. On-
lioua serapre a le* um grande sorlimenlo da
obras feila de alf.iiata, Taolo superior, como mais
inferior, camisas franOzat, brancas e de cores, ra-
vatas, colarihlios, chapeos francezes, dilos de sol, de
seda e pamiioho.suspensorios de bo -racha,nielas para
seolK'ras, hoinens, meninos, CazendJI para fazer-se
qualquer obra de encoainenda com a maior preste-
za e bom detempdhho ; emfim qualquer pessoa que
vier a esta toja, tirara um falo completo e por pre-
(0 mais commodo do queem oulra qulqucr parle.
O abaixo xsrignado lera a honra de participar"
aos senhores negociantes e mais ptssoas denla e de
qualquer provincia, as quaes oleressar possa, que se
aclia eslabelecido rom eserplorio de advocara na ci-
dade de Macei, capital na provincia de Alagoas, a
ra do Livramenlo n. -j4, e seolTereee a tratar all
ou em qualquer panto da mesma provincia da co-
branza de divida, a de talos os negocios de sua pro-
lissao peranle os Iribunacs, juizes e reparlires pu-
blicas, ou extrajudicialnicnlc, por conservar as mai.
extensas relatos em toda a provincia, como natural
della, e baver txercido duraple S anuos os cargos de
promotor public... e juiz municipal e de orphos em
rtilTerenles comarcas, leudo sillo alera dr-lo honrado
rom o mandato provincial por Iguraas vezes : as
pesua* que se dicnarem de confiar a aballo aaaig-
u.ido suas commissocs podem dirigir-sc directan-tnle
nesla prara ao Sr. Jo- (ionralves de Albuqucrque,
agente procurador da provincia, i|ue se enearregar
da remessa prompta e segura ila correspondencia,
papis e documentos. Cidade do Itcrife l'.l de julho
de IKWi.l.oiircnco Accioli Wandeilcy G navarro.
1'reciSa-sc compear 120 travs de ")'!
punios com. 8 polegadas de gronura e-6
de lace; 8 travs de W) palmos, com \'
ili gi'GSSura e 10 de race e en\ames de
lomo de 22 a 25 palmos, de polejja-
das: na turrara ns. 6e8, da praca da
Independencia.
"recisa-sc alujar ti prelns para arrra; ni de
as-ucir : quem liver e quizer alosar, dirjase roa
de Apollo, armazem n. {W, que achara com quem
tratar.
Jardiui publieo t; er-
nambuoo. ra da Sole-
dade n. 70.
Nestc jardira Ua rnuiln grande VAiiedsdtf de novas
rosa e dalia*. Mla (atnbeui mulla divtT>idade de
tullir:-- llores nova* nesla pruviucia, filtre ellns a rosa
de mustio, e que esUDdo aberla a llor, o que *eia'
muito brexe, ne ara* ivisa hos stnliores amadores.
Apromplam-se eucommviida^ paia o cenlm dri pro-
vincia, e as mai* do sul e norte.
LOTERA DA PROVINCIA.
O lllin. Sr. ihesoureiru manda fizer publico, que
eslao exposto* a' venda, na Iheaoiiraril das lolerus,
na roa da Aurora n. u'., das t> as '. horas da larde,
hilhetrs, meios o quartos da segunda parle da pri-
meira loleria a beuefirio da innaudade do ^r. Bom
Jess ds llores, cujas ro los aiidara iinpretenvel-
incnic no dia 1 do emente, e que logo que sejam
dillnboida as listas serao incontinente pagos o. pre-
mios, excepto, porciii, aa duas Borles grandes que sao
jiaga- inesinu no laltlo da extr.u-cao. logo que sejam
jiuhlicados seus lespeeiivus premios.
Tliesooraria das loteras ll> de agosto de 1856.O
priineiro cnufereute serviudo de escrivao, Jos Ja-
uuano Alves da Maia.
Osbilhetes com a rubrica do abaixo
assignado, sao pagos incontenente, na
Independencia n. tl, ate o
5001)000. Polvcarpo Jos
\eiiilem-se t negras qne eminham o venden
naiua, de idade de 35 anuos : na ra das truzes u.
'J, loja, se dir' quem vende.
Adiase a' venda na luja de Irvroa de Cardn
A\i>s, na na da Cadeia do Kecile. a nova ciillecio
de paula geral da
|AW8TADASp8U.4LI-
(lados lie uilfito barato.
\ endt-e papel de pey e alraaco o melhnr qua
pode ba.er ueste genero a"3, *, 5 e 69000 a resma
papel piqoete multo fino e .e mallo Ima qualidadc:
proprianeiile para se escrever por vapores para a
huropaem cnuseq.iencia de nao se pagar grandes
portes de cartas, em resmas, ineias resinas, quarlos
de resma, ou mesmo em qaadernosa 80 rs., papel de
linho vtrdadeiraiiiLMite almacn e pro|irio para cario-
no a ,?rs. a re-ma verdadeia- pelmas de acode
VENDE MUITO RARATII, COMO rODOS
SABE1I.
Vendcm-se libras de finhas de boa qoalidade n.
."O, He 70 a tjllio, Hilas muilo linai den. lOCe
i \ a 196OO, du/.ia ilr lesouras muilo bou para eoa-
1 tura 1 l, ditas muito finas e glandes a l~IK> a du-
I zia, peciulias de bico estrello a fiO, caixinhaa rom
agulhas francezas muilo linas a 160, calxiuhaa com
i tU aovello.da Indias ,lc marca mollisaimo linas a
280, braceletes encarnados niuiln bou los para meni-
nas e senhoras a J(Ki r-., ninas brancas muilo lina-
I para tenhoraa a 210 e 300 is. o par, mea.las;.de li-
I nhas uioitissimo linas para bordar a 100 e 160.1 bo-
luca ilemadreperol.i muito linos (ara camisas a 1100 r-,
a gi osa, hotes muilo linos de aro para calcas a _'S0|a
I rosa, livelas domadas muilo lias para caicas e rol-
| leles a 120 cada urna, penles de balea muilo linos
para alisar a300 is.. pecas de fita de linho com ti
varas e meia a O rs., caixinhas rom foleles france-
zei a 60 r.. carreleis de Indias de 00 jaulas de
muilo boa qualidade e macos com 0 grarapas e de muilo lina qualidade a
o rs.. pares de suspensorios .1 (i 1... torcidas para
candieiros a 80 r. a dozia, ca leiraa de marroquim
para al^iheira-Com molas douradas a titK' rs., rane-
tas para peobas de ac a JO e i
muilo boas para rorlmados ., \._ cambtaill lht ,nu|.
.......a rom 11.na vara de (areu.a. ,,.| baralissimo
|ir,.;o de :,,al a vara, lenco- de c....... ,,, ,;,
lodos bramos e ruin barras de rores a:um rs. lencos
de dula IV.ince/i-s muilo bous a lOOrs, diales de
algodao de rores de bonitos padmes a Mi Mfr,,.
diuios muilo linos e de muilo bonitos padrotea 11,11
o rovadu, fil de linho liso muilo lino a 'lu Vi,r.,
dito de limes a 19280, ineias prelas de seda parase^
nhota, fa/einla muilo superior a*o par, dita, branv
ras inuilu linas a :!> o par, ditas brancas de algodAo
muilo linas a 210 e 3l o par, ditas brancas moilo
linas para meninos e meninas a 210 o |iar, e alein de
ludo islo nutras inuili-iinas fazendas, que Vish de
suas boasqualidades e baratos oreos, he que u. se-
nhores fieguczes. amigos do birn barato, ronher.s
ru o (pie he pechiiicha : na roa do t.lueimadu, 110-
qualro cantos, na loja de fazendas da boa fe n. 22,
dcflonte da loja de miinlezas da boa fama.
Fazendas por
muito menos to
qualida
s alfaudegas de Lisboa e Porto, do I hico de .anca Condecidas pelas melhores que ha a
correle auno, conforme as edicroes idlinae. segu- l?20 araixuih.i com 2 duzias, dita- sem ser de hi-
I da de luda a ksSistacSo relativa as alfaudegas e ohri-' cu de lanra. raa- laiuheui muito boas a tilo a aixi-
garoes niercanli, e de um ndice de ludas esUs 111a- j nha con I2dnzias, duzia d*e l.ps muilissimo IInaso
ler,i,s- I 120. 101 e -VIO rs., ditos para desenlio a Ktxi rs. a
Vende-e no arinazam da ra da I'raia"i7~i7i !,lli^li, "niveles muilo finos e de todas as qualidades
nina negra del! anuo., rom um defeilo no br.ro 15 "IfS" l"1 ngleza minio boa c barata: na ra
dnciio. Io Onemado, loja de miodea* da boa Tama o. 33.
Moilihos de vento
rninhombas de repuxo para regar borlas e bai-
xa (Jciapim : na fundirn de I). \V. liowmaii,
na ruado Bruin ns. f>,8el0.
TAINAS PARA E.NGEMUO.
Ra iundifao de ferro do I). W. Bowmann na
rita dolirum, passanilo o rlinfari7,, roiUiaia ha-
ver un completo sorlimenlo re laixRS de ferro fun-
dido c balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
achamse a venda, por preco commodo e com
prompidao: embaream-se ou rarre^am-se em ar.r-
| ro sen despeza ao comprador.
-vende-sc em casa de S. P. .lolinslon & C,
sen va i o
portas, i,,
do
p, w\ l< j;> de -4
na do Queirna-
n. 10.
Lnnliniia-sea veodrr nesta I
aja
reslo das fazen-
nhnj^inTSS i^X'^^&^i***
praca da
premio de
Layne.
tjiiilherine Augusto Kodrigpes Selte, temh)
pioposto a tiancisco BrannOo l'a;s Brrelo e sua
mullier, arc;lo de antiullaraenlo da do.rao que o hii-
nuncianle liles fez do sobrado da ra Ibreita n. 13,
por diversas nades, sendo entre ellas o lerein oa
mesraos vendido ja a eserava Luna, que lamben Mies
Tora doada sob condie.lo de nao venilerem nein alie-
nar : previne o tnnoncianle a quera liver arrenda-
do a dita casa, que nao pague mais 01 alagela de
boje em dianle, sob pena de loruar a pagar ao an-
noncianle. Itecife 15 de agosto de 1856;
Vendem-sc algo.les trancados de lislras.--li-
ras, um pouco avariadoi, por pieco muilo commodo:
no aterro da Boa-Vista, loja u. lis.
- Vende-se um metliodo de msica (le llodolpho
para qucmqui/er aprender com perfsicao; na pra-
ca di Independencia, loja n. :!.
IMSTillA
^eriiambueana.
Na fabrica de sabia e vetas,maniifaelaradas na ra
do lirum. vendem-se velas de carnauba purificada,
naca na luz as de espermacele. e sera exhalaren!
rs. o par. trancinhas de laa de cararora e de Indas .
cores a 1(10 rs. a pcrinha, penles de < lufre para ali-
sar, fazenda moilo boa a soo rs. a duzia. Brozas de
holOesde loara pintados para camisas a 210, pera,
de lila decs de lodas as largura-a 210 e 320, Hullas
brancas .le carreleis com loo jardas do autor Alexan-
diea 10 rs.. carretel, linhas prelas de ineadiuhas.
lazinda limito boa a 20 rs. a meadinha. ranas de
: alfineles da melhor qualidade que ha e rom pen-
; les a I i, penles abarlos de bales |iara alar cabello,
| fazenda muilo boa a 2S60U a duzia, meias de fio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a-Jlo e :!J0
; o par, crozas de fivelas para sapaloa a 560, ramuhas
cus inusadas com palitos de fogo de veliuliasde boa
qualidade a 120. ditas (lepan COTO palitos de rogo de
boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 eaistnhasote
phosphoros propriamenle para charutos a 320,
raslvea muilo bonitos para bengala a 10 rs., sa-
patinlios de laa para criao;.s a 300 is. o par,
traa .-luis prelcs para rdogios, raleada muilo
Ima a lio. escovinhas mullo boas para denles i
loo rs. A lem de ludas esta- miude/as vendem-se
unirs niuilis-iin.s, que a visla de suas linas qua-
lidades e baratos preros lem causado admiraran
aos proprioa compradores: na ra do (jueinia-
do, na hem conhecida loja de iniudezas da boa
lama o. 33,
Jhi,8'ni desagradavel: vendem-^e" a "prero"de ""> di Senz.ila-.Nova n. 42, sellins ingleses, chi-
roba. encalladas, adverlindo-se que a coles carro e de montana, candieiros e CSSliCNS
relalho he meia bronzeados, rolo;
menor quanh lade que se vende
arroba, e sendo pagas a vista.
Lindo soitimento
0$,
Coraprain-se apolices da divida provincial ; na
roa das flores u. 37, priraeiro andar.
Coinpram-sr areOrs da corapanhia de Beberi
be : na ra larga do Rosario n. 28 loja.
MEMORIAS HISTRICAS DE PEK-
'.N A MU UCO.
Compram-seo primiro esegundo >o-
lumesdestas memorias, escripias por Jos
llci-nui-Jo I-'. Gama : na livrarian. 6 e 8
da praca da Independencia.
Compram-se dotis i.eilerpies de lio-
nitas (guras, mocse sem vicios, paga-
se milito betn : na ra da Cruz do Heci-
fe n. iS.
Compra-se um cailSs de amostras para taber-
na, estando em perfeito estado e rom 10 a II pal-
mos de compride, ou dous que deem o mesmo lama-
nho : na ra da Cadeia u 19, ou annuncie.
. Compra-se um temo de pesos de hronze, de
meia quarla a tima arroba : ua ra da Cadeia do
Becife ii. 19, ou annuncie.
Compra-seaLizia I'oelicacnlleccao de poe-
sas : n. ma do ijueiniado, segunda loja n. IS.
lnupram-se csrravos robustos, de bolilla, fi-
Hmm, com idade de lli anuos a 2"i, anda sendo vi-
cioso. : no engruho Morenos, a fallar com o pro-
pietario.
de cliitas unas para
luto.
para lulo, padrees
por lerem um lo-
Vendom-M chitas rxas
(le Casias, o ciiu i..
Chiles iniudiuhas linas,
que de raofu
Curie, de cairas de casemira de ilgodajn
muin furle
Dilos de castor de quadros, lindos padroes
lequarinhus do Indio paro
ios patente inlcz, barris de gra-
xa n. 17, vinho l'.herry em barris, ramas de forro,
fio de rea, rliumbo de munir.o, arreios ara car-
jo, loias ioglezas.
.. preco
Madapoln entrefino a 25800, 3ke
llilu nimio lino de jarda"
Hilo muito largo e muito tino com 35 aras
Algudaoznbo de 20 jardas
Hito hura americana
Chitas de cores, bou. padres a .\-, .W.IK1 e
Corles de calca de casemira prela a 59500 e
liles de cullele de selim prelu superior
Briin de linho de quadros, o covado
llilolranearto, a vara
Pal.....* pelos c de cures a .1- e
Clnla larga franceza, o rosado
IMUs estrellas de rores, covado
Algodo a/.ul mesclado e de li.lra, -i e-nado
Lories de cassa chita
l'itos (le dula larga
ir.ivalas de seda de cores
Lencos degangae de chita, linos
33500
laHOO
LWNH)
2TSKI0
39000
liffOOll
lioOtHl
39000
200
MKI
35500
JIM)
1110
IbO
19600
15920
610
son
Cemento amai ello.
.. \ inliode Cliainpagne c do Ulieiio.
;_ Agurdente de. Franca.
Pianos de armario de modelos no-
S* vos.
y Armamento de lodas as
'.i des.
y Alvaiadelino em p, oca : tintas
..- em oleo.
-.: Pedias de marmore pata mesas e
" contolos. ,
;:{ Papel de peso ingle/.. /
V.-' Chicotes para carros. .
; Ferroem barra, vergnliaecTrapa.
W Couros de bistre.
f? Nl'"d<;m-se noarmaaemdavC, J.
B AsUej je.
REMEDIO IMCOMPARAVBL.
Sin
Vei
do He
penores velas de ca nanha.
-se por preru commodu: n. ma da Cadeia
primeiro andar
Dilos
Itll
180
ISGOO
680
80(1
CURTES SE VESTIDT
de seda modernos, de quadros escoeczes, rom 17 co-
vados cada um, pelo barato preco de IK5OOO : na lo-
ja n. 17 da ra do (Jurimadu ao pe da botica.
tlSEMIRVS LISAS 3E
LORES;.\ 18200 RS.! !!
Na toja n. 17 da ra do Qneimado, vendem-se ca- i
semiras de cores, lisa?, pmprias para metros de me-
No aterro da Boa-Vista ao pe da ponte 11. 10.
Cal de Lisboa, nova, e potassa rnssiana
-superior.
O deposito de ral da ra da Cadeia do lUcie 11.
50, acaba de rereher pelo ultimo navio de I islma
barris cura cal nova em pedra. assim COMO ditos da
potassa russiana de superior qaalid.de, sem exagera-
do ajtnellior que lem viudo ao mercado, rom cojos
artigo* os senhores de pngeiibo podem sem recelo
razer bom assucar, era qualidade, peso e ,-ilvura, e
os sonde por preru commodo Antonio Comes da Cu-
mia e Silva, na ra da Cadeia du llccife, loja n. 50.
defrunle da na da Madre de Dos, baveudo ueste
deposito um rests. d Larris era cal da safra |UMra.4
da, que se veuem por barato prero.
- Vendem-se lialalas d Lisboa, novas, chegadas
Ra loja das seis
portas
iiin frento c!o tajvraincijio
l'esrorinhos de relroz pretos c bordados de Cor a
cinco mil rs. cada um. e.irles de tilo prelo bordado
par. manteletes de meninas .1 mil rs. i.ada corle
camisas de cainhraia bordadas para senhora a doui
mil rs., e manguitos recortados a dez tusles cada
par, collannhvs de lindos goslos para senhora s pa-
taca cada um, e muilas outras foseadas pioprias pa-
ra o i......m-'iil.i da fesla ; da se de ludu a amostra
levando penlior que cubra o valor do que se mandar
pedir.
\a loja das seis
portas.
Em fhmle do Livramenlo.
Lencos de seda franrezes de muito boa seda c gal-
io, proprioa para meninas c lenhoVas a dez lusloes
cada 11 m, lenej rom bico largo, proprios para uiu
niela vara, a tres
com tres hahad
NA LOJA DA BOA FAMA.
\ eude-se bandejas grandes e muilo linas pelo ba-
ralissimo preco de 39000, JOOO e 53000 re-, ocu-
l.w de armacao de are de lodas m gradusfoes a
800 res, lunetas rom armaeao dourada I9OOO re-,
ditas com armaeao de tartaruga a I3OQ re', .lilas
Ibinaran de bufalo a 500 res, oculnscom arma-
cio de metal branco a 100 res o par, lunetas cura
armarao de tartaruga com 2 vidros a 3S0O0 rei*. ri-
cos chicles para cavallos de homem esenhora pelo
baratsimo preco te aOO rets cada um, grvalas de
seda mua- bonitas a t.-ooo res, botillos atacadores
asaca pelo haritis-imo preeode
e prati. palale ingles, de" um dos melhures fabri-1:,0M "'* 'aspeoaorios finos de borracha a 100 reis,
cntesele Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in- !';'"les rouitisalBlu Hnosunra suissa a|500 reis.escovas
gles: MI casa de Soullisll alcllor & Corapanhia, rita ,",," *" V* cabello tilo res, capachos pinta- a.VVr'.a'V? "'
du lo rus n. 38. I''"- compridoi e redondel 1 700 c ijooo res, bu- "P"80*
I8e linisaimos de madreperola para camisas a 1200
L/upe tores v. IA.t iiespa|?*""r.-iSwi"*,,^e?,,,top,!!jM
nhes milito
vas linissimas para iiulia. a 320, SOO e (O
lugezes de pa-
tenta
5
eloirios
o
cuherlis e desoolierlos, pequeos e grandes, de ourn '';'' cornalina para
1 Ideaeua 120 reis, ricoa porvrelogios a laHO rei
enCOfOaltl,,"",e,,,el, BU'l0Hnaa para rspa 5tM) o i;on
i res, e-co
dos e grandes.
Vendem-se na ra do Crespo,loja da esquina que
v-illa para a ra da Cadeia.
os melhores fabricado! em rnglaltrr: ,m casa de
llenrv tiihson : ra da Cadeia do Kerili o. ."vj.
Vende-se ensenho Uaribeqninha, tres lego"
dislanle rteata prara. ano fina avallado em 3.i:IMKi.~"
pertence 10 casal d" finada eommendador Jos Pau-
lino de Albuqucrque Sarment, e uo'qoal lera o ac-
loal rendeiro tres qainhoes de IDOS rada um, que
loram excluidos daqoel'a avaharao. a que se proce-
oo lia 26 de julho prxima passado, pelojeizo
quem o pretende^, dirijae aoSr. le-
I Barata, ru.i da Cadeia 11. 22, ou o Sr.
Jos Uooralveste Albuquer ra. sobrado junio ao muro a l'enha.
PIULAS HOLLOVVAY.
Esle iiicslimavelespecilico.composlo ioleramsii
le de hervas medicinaes, niio contis inercaiio ocm
algnma oulra sobslaucia delecterea. Benigio a
mais tenra infancia, e a coniplero mais delicada
he igualmente proiuptu e seguro p'.ra desarraigar o
mal ns compleirao mais robusta ; be inleiramenle
ninorenle era soasoperaroese effeibis : pois busca
eremoye as doencas de qualquer especie llano
por mais auligas e tena/es que sejam.
Entre milhares|de pe.soas curadas coo^este re-
medio, rauitasque ja eslavam as portas da moler
preservando ero seo uso, cunseguiram recbrala
saude e Torras, depois de haver temado inulilmeu-
le lodos os nutros remedios. l
As inaisarfliclasiio devem entregar-se deses-
peraran ; faram un corapelei.le eusaio dos eftica-
zes elleilosdesla assorabrosa mediriu., e prestes
recoperarloo beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remed. pata
qualquer das segijinles interinidades :
Urideules epilpticos. Febreto da epecie
Al percas.
Amputas.
Areias mal.,'
Aslhina.
I t^oliras.
i Coovttlsoes.
l'elilliil.lile (
1 nuarao.
Ilehilidade ou
forras para
cousa.
Desnleria.
Dor de garganta.
o de barriga.
nos mis.
Dureza no entre.
L11 lemidadi no ligado,
" veueieas.
Eaxaqoeca.
Erysipela.
Keiires biliosas.
inlerinilteules.
Veuilemsc esta
de
boticarios, droguist'ase
I evlf-
r.illa de
(ualquer
L>
ara os siamora-
dos.
- ->stie.papel muilo bonito, prnpro
Inicia de 11.1 inorado, pelo barate
80 c 100 rs. : na ra do Queimado.
la luja de miudezas da boa fama
Veuden-se IV
para COTres' .1
preco de iO.
na hem -011U.
n. 33,
^ieJo^-ioH de patente
in;r!e7.es'deotiio, desabnete edevidro :
vendeic-se,i piccora/.oavel, cm casa de
AugustoC. de Abren, Ha ra da Cadeia
do Recife, armazem n. ,">6.
15200 cada covado para liquidacao.
CHALI DE LAN E SEDA LISO E
de quadios de cores muilo delicadas a 700 e 800 rs.
o covado : na ra do Oueimado, loja 11. 17 au p da
holes.
popeline
superfina e de iindissimoi sies, para vesllns de
senhora. rhegada pelo ultimo vapor : vende se na
ra do Cahoga n. 10, defronle do cereeiro.
-- Vende-se um escravo de bonita figura com
dlllcin de inarrineiro : a tratar u. ras da Cadeia de
Santo Asiluniu 11. 20.
UVAS.
Vendcm-se muilo boas luvis de pelica para Sr." |
e homem, pelo haratis-imo preco de IN.100 o par,
(lilas ditas prelas a 500 reis. na ma larga do Cosario
11. 38.
-- Vendem-sc 2 inulalinhas, inuilu bonitas liuu-
ras, ("ni idade de 9 anuos penco mais un menos.
luir prero commodo I na rila da A-siimpeau 11. t. i
Na iii'sina casa vende-se tainbrm I mulata de meia
idade, Bailo sa lia, que enzinha bcrao diario de urna
rasa v lava perfeilamente, lano de batrrla, como de
abSo.
'eude-se no |ialeu do Carme, quina da ra de
Moras n. -J. carne do sellan a 240, Iniguii-as a :!J).
j (jueijo- a l-\t(io. gomma hem .Iva a 110 a libra. .1
rroba 19000, manleiga inglexa a 180, 560 610, SOI
rs.. 960 e I92O, franceza a 72'). nova. Inucinhn a
360, caf
ito e
mil rs. o curie, que da' vestido
enres de caiubraia de seda a oito
. a luja esta' iberia para quera iioi-
zrr e.colhcrou mandar Irazcr, das "i hora, da ma-
nilla ate 9 lia nuilf.
mil rs. cada um
Vende-seca I de Lisboa ullimamen lechegada.as-
simromop.lassadaltussaverdadsira: napraca do
L'irpo Santo n.l I.
I.in comptelosorlimenlo de bordados comose-
am, camisetas coa mangas, collariuhos, peilillios.
inmeiras. esmiss, coliuhas e pelerinas ; tambera
lera 0111 coin|ilelo snrlinienln de ricas llores, enfeiles
para caben, filase osverdadcuus o modernos btcos
de linho : os ra da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
indar.
' iSsis pretas para luto.
v endem-se cassas prelas muilo linas proprias para
lulo, pelo baralissimo prero de 180 s vara : na ra
do t.lueimaiio, nos qualio ranlos. Inj.i de fazendas da
boa Ir. u. 22, defrunle da loja de iniudezas da boa
fama.
Monteiro.
da Senzala-Ve-
reis, esrovas para ronjia e cahelln o melhor que pode
haver 1 I9OOO, 19200, 19500 e 2>reis, pinceii l'mus
para bal Isa .> MO reis, dUZlai de faras e garfas linos
39000 reis. dnas de cabo da.balando muitissima
linas a CaXKMI a duzia, ditas linisaiOias de rabn
inarliiii o melhor que pude haver a 159000 res a
duzia. camisas de meia iiiuiln linas a I5JOO reis, ri-
cas abolnaduras de raadreperola c metal para fol-
ete e palitos pelo barato prero de SOO e 600 reis,
finisaimai navalhas para barhaem eslojos de urna e
dnas navalhas pelo baralissimo preco de 25OOO o es
luje, rnndieirns ameri-anos iii'ito bonitos proprb
pittg i>.iu.lanlusu ^ mo r qualquer csi.lieb
cimento, pela ; boa .nmodi
de se poder pendurar ^ por-se emruna dequalqi.. .
"-sa, pclu barato pr 50 de 55000 res, pastas para
guardar papis a 800 reis, espelhos para parede rom
armaro dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de 500. 700 e 15000 re., linissimai e ri-
cas calvas para rap a 29500 e 35OOO reis, papel de
cures de fnlh.s neqieiias em quarlu de resma pelo
barato prer-o de 720 reis, e nutras mulls.1111.i cou-
sa., que ludo se vende mais barato do que em nutra
qualquer loja : na ra du Qneimado na hem orille-
ada loja de miudezas da ba fama 0. 33.
LOfiS PARA HOfflENS E SE- *KszrMBl#
NHORAS.
eperie
iota.
Ileninrilinida-.
Ilydrupisia.
Ictericia.
ludigestoes.
IIIllalliinaeus.
I rreguiaridadesda
inenslraacSo.
Lonibrjgas de toda es-
pecie.
Mal-de-pcdra.
-Manchas 11,1 culi--.
Obstroeeto de ventre.
I'hlisir.i OU tcullsllmiiran
pulmonar.
l'ieltii;ao de ouriua.
Itbeumatitmo.
Svmptomas secumlarin.-.
fmures.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.-
endem-se estas plalas ae eslabelecimenio tera
Londres, o. 244. Strand, B.|0j. de todo os
nutras pe-sea- enrarreea-
IJa-
maceolico,
buco.
Vendeui-se superiores I ivaiFe'pelllea muilo mira.
nara h.imem e senhora a -Jf > rri^'n pa,. diu^jje.
> lioas e sem deieila alguin amarella<, pre
icas para horiim e senhora a 1MHMI reis
as pidas de torcal minio boas a 8(K) reis o
de lio de Escocia brancas e de cores para
senhora a 400. 500 e 600 res o par, 'lila-
a meninos emeninas a -i00 reis o par, luvas
ricas da tudas as rores e bordadas, com
. para senhora a 35tiU0e 3,V.O0 res o para I,'
l-***'* 'vas, tade na t0 ,,J m
a hem SonheCHM |ja B iaii,,
Vende-se asbocelinhas a800rs. Oda orna della
contera uraa lusIrurcSo en, pMlugn pira explicar
o irmilu de se usar deslas piluize.
O deposito geral he em casa do Sr. fSoum piter-
as ra da Cruz n. 22, em l'ernan-
YABAS AS E GRADES.
bin lindo e va
varandas e grad.
fundirlo da Aujajes. em sanio Amaro.e no trsfwsW
' ---nT. ^^ruu,. ^x
o sorlimenlo de mndellos para
as de goslojirodernissiDio :, na
d(
popelina!!!
A I5OO O COVADO.
Na 111a do Ou.-imado 21 A. vende-se 1 mais
onda razend. para veslido de senhora e menina., de
as-enin l.ranr,. com llores sullas e de lislras, fazenda
_ "fSda |iclo uiinnu vapor ; dio-se as amostras
cont penlior.
iaia do Qneima-
do 11. 2 I A.
Vendem-se corles de rhila franceza rom |-2ova-
usa 5 KKI. chale-de merino bordado, a velludo,
10 ullimo go-to, corles de se la lisoe de qoadros,
riscados estocezes a 2io o cavado,
mudas fazendas. que se ven.
R< fiuna do*
No deposito da ra
na n. 11 fi, vndente assucar retinado le
superior rjtjalidnde, de arroba para cima.
Lencos de eam-
braia de nbo
A 3!0, 400, 500, < 040
i.oni toque
avaria.
I'pras de niadapolao a 29500, :'.-5 e 39J00 : ven-
dem-se na ra do Crespo, loja da esquina||que volts
pala a nra da Cadeia.
Vende-se a verdadeira anisa inglesa n. 97, do
fabricante Day and .Mirlen, em barricas de 15 du-
zias de pules, cm casa de James Crahtree A; Corapa-
nhia. ra da Cruz n. VI.
Vendem-se madapoles linos e de oulros, rom
um pequeo loque de avaria, a preros muilo bara-
tos: na ra da Cadeia Velha n. -J, primeiro andar.
Para
ras qnt
as fsenho-
;O.S'taiii do
barato.
Vendem-se uros penles de tartaruga
l))!Sl
_. para alar ra-
belloa 19500, ineias de seda de cores muilissimo lin-
I das para rrianras de um me a um auno, pelo barato
preco de IsttOf) o par. lenriiihus de retro/ de todas as
i cores para stulioras e menina, a 15. loaras db lia
para senhoras e meninas a 500 rs.. camisas de meia
para rrianras al a idade de un anuo a 500 rs.
meias brancasde_ algodao para seolmra moilississo
linas a .*iOO rs.. dilas brancas e prelas de seda o rae-
I Ihor que se pode encontrar ise 29500 o par, ricas
I raivas pa,a guardar juias a 800 rs. i; 19, raixas miu-
; lo ru as ruin reparlimenlns nicamente proprim para
I costuras, pelo baralissimo prefu de 29500, 39000 e
39500, iraves.as de verdadeiiu bufalo para prender
ndem-se na ra dn Crespo, loja da esquina , litas de lar-
volta par a a rua da ..nli-i i.
(rll
ia
lili)
assim cnnniiiiilras
ra muilo em cunta.
LA HVKIM ||(S.
\ endem-se lenco, e toalhas de labvrlnlho, aasea-
lado em Ima camhraia de Indio : na rua da Cruz u
li, prnn"irn andar.
Vende-s;
ceinenlo mallo novo, rhegado em I i de main prxi-
mo pas-ado de llainhurgo, por preco mullo em ce-
anlo era pureau
la a vista da qualidade,
harneas e linas : no arraa/em
da Cadeia de S.uilo Anloni
ruino era
le ialerises na ma
n. 17.
[\ desde p.ilia, eitasno
''ar.
rs.. 960 a 19120, franceza a 720, nova, looeinho a Veude-se urna earrora grande del rodas I Hl'il.
360, caf a 180, alpisla a 160, tapioca a 160, ceva- : muilo hem conslruida. pega -:J00 arroba-, e mais dna-, V...... I r I i ,,-,,, ,
daallKlrs., sagu' superior a 30, alelria a iC I ditas pequeas para boi ou cavallo. ladonov,, ,a 3 C*de'* d Re loja de I
is, calo muido puro a 320, cavada muida a 240, rua da Cadeia do Recite n. 16, primeiro andar portas n. W, \ endem-se as referidas re-
^ile'ls\itlt IV,!__.. ii,.,.1.. .*, f.. n ..... 1.,.,.. Mull.nl. '. ....
: 4. MI EMJSTA.
continua a residir na rua Nova Ii. 19, primal- *n
^ ro andar. 9
* *i$*5*>
iN'a rua da l'raia n. lili se din ciuem
i.i dinbeiro a premio em plantas de
500000 ate ijO.sOOO, com garantas ou
penborcs.
I*recisa-se de orna ama |iara tazer o serviro
diaria de urna rasa de pnura familia, -landn-sejprc-
lerenria se for eserava : quem pretender dir jase ao
annazein da rua do Collegio u. 15, ou a rita las Cru-
zes n. II, segundo andar.
Lindas de mnibus.
D'ora em -diante haver um desles carros para
i 'lio.ia em lodos os domingos o lias santos, o qual
partir pelas 7 Imrss e vollara a 8 da manilla, e da
larde i a volla 5I|2. i'ambem do I. de ouliilirn pr-
ximo em dianle hovera mnibus quolidianamenle pa-
ra o Cacbang.i, ruja partida sera enlo conveniente-
mente annonciada.
I'recisa-se de um Uvd. SacerHole de lina moral
p.-.r capellao de um ctiuenho na rregurzia la Esca-
da, e que igualmente se queira eocarregtr de dar li-
<;oe a tres meniii..,filhas do Sr.SSo eusenlio, e se Ihe
f.ra' bom ordenado, e mais algumas vanlageas : a-
qoelle a quera ronvier dirija-se ao paleo da matriz
derSanto Anlonin, casa de um andar u. 1, que acha-
r com quem tratar.
sahao de massa muilo duro c que lava cvxellcnle-
meiile a 80. duce de goiaba, cha prelo a 2?08 ).
aleo de ricino em meias garrafas a 500 is., tamben)
sanear refinado da fabrica do Monleiio, penetral de
rame aiuarellu para os senhores padeirus e refina-
dores, azeile duce fino a 600 r-.
vinho do Porto.
\ ende 4 vinho .1,. Porto muilo fino, cm han is de
quarlo : na rua de Apollo u.' lo. armazem da as-
sucar.
Vende-se um par de rojetas de agarra rom l j
diamantes rosa, obra de bom 20lo, pela qnaotia de
505 : na rua larga do It isario a. 17. junio ao nuai-
lel. '
Noeacriplorio.de JoaeCundido de llanos, na
rua da Cruz n. 52, ha paia ven ler eharuloi de lla-
vana' e dn Rio. chegados ultiuidinente no brigua
((Sagilariun.
lia ce mandioca.
superior farinha de Sania
Paiin
Vende-se
Catharina, em .tuecas que tem um alquei-
ic (medida velba) por preco commodo:
NovaesSi C, na ra da
12.
no armazem de
Mnlri: de Dos n.
ii usa a 33500, neos leques com pluma! ees|ielhns e
pinlnrai Daissimasa 29, penles de bfalo nimio linos
para tirar piollius a .iDO rs., lesuuias Onissimas e de
lodas as qualidades, ricas trancas de seda Je todas as
cures e larguras, ncas filas de "seda lisas e lavadas
de ludas as larguras c rores, hiros de buho lini-simos
de lindos padroes e tudas as larguras, -iras franjas de
algodao blancas e de cores proprias para cortinados,
t outras mutlisaimai rnus-a-, qne ludo se vende por
lio barato prero que aos proprios compradores ser-
vir de admiraran : na rua do Qneimado, na hem
conhecida loja de miudezas Ja ha fama n. 33,
c/.a para vestidos
.-n a rica fazenda lindeza, rbegad. ullrm
mente de 1 rarrea, pelu baralissimo prcijo de IJOO a
covado. Esta fazenda he de para lia .- sed., e os
sen- psdrAea san ns mais bonitos que al< o prsenle
tcm apparreido oo mercado : na rua dn Oueimado -
uus qoalro cautos, luja de fazendas da boa f n. 22!
Verrdem-se sellas de carnauba de romposicdo,
a imilacau das velas estearinas, pavio americano, da
melhor qualidade iwssivel, bem romo de carnauba
simples, por precos coramodus, arroz pilado muilo
bom e ja' muilo couhecido por cre.cer mais que o
do MaranliHo, em arohaa29, em saceos a 19800,
airuz de casca era laceas grandes a 39500, n em al-
quelre medida vellia a 39500, ludo muito bdm : na
rua do Vigario u. 5.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias pelas de laia pala
padies, pelo baraliSilnM prero de 15800 o par : na
na do Oueiinailo. na bem rnhecida luja de miude-
zas da la lama n. 33.
Cal sugera de Lisboa, rhegadi no hrigue
Comanle : no- irmazena de Fuaseeo, Medeir. i\
'. iii- mina rua do T'
dio do Porto, superior ciiamico
-aixas de 2 duzias e em barr, deoiievo, .-
..lmenle ebegado pelo brigue Trovador; veode-
se nicamente no armazem de Barroc A Caslro ua
rua da C.dera do R.cifc n. 1. ".-V
[Xa loja das seis
portas
Em frente do Liviamento.
Chilis de cores homia. a ,eis violen., dii.s Irao-
. das a rana pataca, ri.cados f. pllnM e J" .
go. proprms pra ,oup. 4e prelas a Mis vintens o
covado por es.arem molrordos da chova e o. doce
chales hrancos de cassa bons pira ir.zertur es. a
(tnrotustoes. ed^ganga ...croados com hoVaZ-
lella J";Jn>.,ea ; dase de ludo amostras, levan-
doio iieUdorpenhor que rubra o valor do qoe qne,
que traga.
7
0crtp fttgi0i>.
*-ap
eal, au
No dia 12 do creis
haixo n-signado ua rua Ri
pparece. da casa do
--, m escravo de nacSn
M'".'.....||IT"-'- I"" ""me CMfcpim, leudo este escra-
voestado grasen.enle enlermono lempo da epide-
a, e como na lic.i-.e de todo bom ieudo-|he
Haes hron-
de fructai inglexa, charolo, de
zeados, cooserva
ll.van.1.
Vaqueta do settao e sola do Rio, carneiras e
pellas de cabra,teijia era i.i de 2 alqueirps, aaei-
jos fre-cae-, cera de caroaoba, ataoados grandes e
rravo les ando-o a casa do seu wrohor oa roa Real a,
i que sera' rernmnensado generossmenb!.
rtanci.ru Hofino Correia de Mello.
-- No dia 21 de mez prximo ps ' ......;"-' e' suprror! l^^^^^St^JSSRJ:
ven le-,e armazem rio |.,ar,sco. rorpo regular, representa ler 50 So.,""
pouco mais ou meno-, usa de meia suissa e Miaja,
branca, e igualmente hrancos os cabello, que uuern
s suissa em arabos os lados, be bastite .cabelludo
T I, a.H.,-^ I....... ~._ -___.. .
do serlflo, sebo em rama
raes da llamos, de Franci.ro de l'aola l'igueira di
Saboia, e a tratar no seu escripturio, rua de Apollo
A
ovas, e
lan is,
CEBLAS,-: BATATAS NOVAS.
Ja descarregaram as ceblas e hlalas i
endini se na armazem de Joan Marlin- de
IraVrssa da Madic de Dees n. |.
(ARIAS IIMSSIMAS PAR. \0L-
TARETE.
Sabao branco.
'' ende-so na fabrica ruado Briun, cu caixas
i 160 rs. a ll)i : a amos-
tra do mesmo acha-x; no
eso r i oto rio da fi'jriea, ru>i N"
ai -I r<> sorliin.
;lo a r.ipicli1' 11. 40, pri-
Vendem-se sa p-riores certas franeezai
. rete |ielo baralissimo preco de 500 rs
na ma do Oueimadn. na bcii) conhecida
dezas da boa fama n. :!.
|>aia volla-
n baratho .
loja de mu-
Perfumaras de
des eotu cores e qualidades intcn menle
espicutuntlriicas.
Casemiras finas.
Na loja di Eslrcfla. rua du Qneimado n. 7, van.
ilein-se casemiras franceas finas do Hados gnsio,
pelo baralissimo prero de !5 chapeos francezes da ultima randa a 69500.
Pianos.
Vciidrin-srpiaiiosvnrlh acsinglrzcs, de elegantes
I rundel los c es'- Ibni. s n/e.. fabricados por um dos
mais acreditados autores, prendado na exposicao de ;
I l.or.dres: no a.ma/cui panlilfi. piara do Corpa Sanio.
-- Vende-se o .itin (jora casa de inbrado dnjfalle '
cii'o Ceurge Kcnwurtbvi rro lugar.de S.Jos do .Man-
guiuho. cora arvnredns de frurlo e mais bemfeitoriai
que elle se achara, senu as Ierras do referido sil .o .
proprias : quem o pretender procure em rasa de Sa-
ttenco!
jjon nltimamenti
de sedas com I *
A" loja de \ portas da
rua da Cadeia do Re-
citen. 18,de Narc zo
Malta Caineiro.clie-
nm pande sotlimenlo
lisstmos desenhos e de
muito superior qualidade, pelo baralissi-
mo pre0 de lO.jOOO rs. o -orle, ditas
iimi {jostos el.ine/.es a I $000 rs. o covado,
outras milita), fazendas pie so avista do
compradores poderao avaluaros seuspre
ros pelas sitas boas qualidades.
Loja da boa f.
Veode-se pnnno pelo e nn\, lino, fa/.end muito
suppiior, prova de liman, judo litralis>,inio pre;o de
tVi(t') o covado* tlp.ira prelu muilo fina a dio ir ro-
vado, merinokid, la/enda Mipetior para plill a
>oui gosto.
i raue
ha
el 1'. Juhiistun S Coiitpanhia, rua da Senzala No- I 's*01l rosado, ranino prelo muilo lino prnpro para nneo visia se vennem
n. 12. vestidos a 19 o ovado, selim prelo macan, fasenda dio-ie amostras.
1
i'
nseiro ;.ii(ar.
Vende-se parda (ie 35 sapos de idade,
quernzinha, lava e engorara : a trirar em i ira de
Portas, rua do Pilar 11. 20.
Vende-se om prelu de .10 annos, pouco mais
ou meno. : na rua das Cruzes 11. 10.
Vende-se urna eserava de meia idade, co/.inlio
e lava a tratar na rua da Cadeia de Santo Anlooio
u. 18.
oja da boa fama encnnlra-.-e sempre ara rico
sorlimenlo de perfumarlas de todas as qualidades,
sendo seu autor o melhor que lia (111 Paris, riqoitni-
moi frascos de extractos muilissimo linos, pelo barato
preco de I92OO, IV.!>0,25c:>>iOO, jarros de pincel-
laoadelicados e de movernos gosU. combanha fran-
ceza muilo lina a 25. frascos mo esscenci de rp-a a
120, paos de pomada francesa muito boa 100 rs..
fras?os pequeos e er.ude* da verdadeirii agua de
Colonia do Piver a M) e 1^000, sahoneles linos e de
diversas qnali Iadef,p0a paradeoleio melhor que pu-
de haver, e oulra. muilas perfumaras, que se ven-
dem muilo barato : na roa doQueimado, na hiVn co-
nhecida leja de iniudezas da boa fama u. 3a. .
AGENCIA
(>a fiindir.io Low-iMoor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Ncsioastabeiecimenioeonlintia a haver um com-
pleto sorlimenlo de morrudas e meias moendas
para en;cnlio, marliinas de vapor e taixas de
ferro balido e ciada da lujos os tanianhos para
dito.
Sabonete c velas.
No deposito das bichas o mercearias, na raa e-
treila do Rosario 11. II, vendem-se as afamadas ve-
las, imitando espermacele, e sabio branco com o
chairo de abnele, da fabrica iugltza.
superior a 5li00 o covado, gros.lenajdcs prelo muilo !
fino para vestido a 2^ o covado, superior sarja prela '
hespabhola a 29240 o covado, trinreza prela muilo 1
lina a KtKl rs. o covado. cortes de colleles de gorgir-
rilo de seda, foseada moilo boa a 25, cortes de fus-:
Ics de linnilos p.idre. a 640, hritn trancado brsnro '
de |.uro Indio a lo e l.~! 10 a vara, brius trancado!
de core, de muito bonito, padniei e de puro linho a
1^140 a vara, ditos ditos tamheni de bunio- padroes
.1 SOO r>. .1 vara, do trancado pardo tambem de li-
nho n fiOO rs. a vara, dito liso largo a 480, gane
.unsrell" lisas e de quadros. fazenda moilo uperlor
a .12n e 360 o covado, lilas de cores escora, de qua-
dros e lislras, de muilo bonito, padies para calcase
palitos a 600 rs. o covado, cortes de ralbas de bonitas
casemiras de algodao, pelo barato preco de 19120,
btiiozinlios de quadros de puiu liu.hu a 240 o covado,
barba, pellos, bracos, etc., castrara a embriag.v-se'
pntem nunca rahe. lem os el nos eBfuinacadoi e m-
'" ';I|H|0- A "p-" l'c ** neos Aolooi, .represenl.
ler ,n anuo., ,n,,. mai oq meas, cr tola, llora
c corpo regulares, nariz tiaibem regular, snflre dos
Innle-. tanlu que conserva Hstola ao q.eixo infe-
rior, sendo c-ia interna; dojuesescravos;,cbram-
-e milicias ale a ladeira do Macaco, em procura do
Rectle, julua-se qoe lenliam procurado a cidade de
Olinda, aonde ja" esliveram algn, dias .Vio mez dn
marro : roga-se aos senhore< capMSes A. campo e
iilnri,lade. policiaes, que os faram prender, fazendo
driles entrega na jirar ao Sr. Maiinie Jos dos
Saiilu.Andr.de, na ru. do l.ivrameiilo, 00 no nien
lunado engeuho Diamante, a seu sei.b'or Francisco
Xavier Soares de Alhuquerque, que .erSo xeiierusi-
inente reronqiensados.
l'ugio no dia 0 do rorrete agosto a eserava
\ irencia, cor parda escura, com o. sigu.es sesuin-
les : baixa. ,1- -dantada.ihrn moca, pos com especia
de calor de ligado, levou vestido roupao, de chin
cor le rosa, novo, oulro amarillo, oulro de cass
roxa, panno da Cosa com lislras encarnadas costu-
ra andar de meias e lamancos, por isso que Um o.
pes muilo feiu. : quera a appiehender leve ao .iliu
da feslancra do Oiquia que sera' recompensado.
l'ugio ero 5 do correle a esrrava Luiza. eri-
(lila, cheia do corpo, cor fula, de cerca de M auno,
de idade. esialura regular, e com urna grande marca
de Tugo que coraprehei.de a pa' e braco .direilo : o
a [.prehensores rnudazam-a ao primeiro aodar da casa
n. H da rua do Queimado, que serao recompensado-.
-- Kogio do engeuho Vicente Campvlln, na fre-
guezia da Escada, no di. 12 de julho. 'j escravo Joan
tilippe, criouloda Baha, estatura rgufar. seceo do
corpo, rosto comprido. bar hado, c,r alguina cousa
fula, calilllo, prrnas bastante finM, levou roupa de
algodao azul c rlia peo de palba de carnauba ; ro
comprado no Kecife a Antooir, Hieardo do Reg :
quem o apprehender leve ao eugeoho Vicente Com-
peli, que eceher do abaix.o assignado VljOOii de
gralificacao, e uu Kecife ao i rlm. Sr. J0S0 Piolo de
I.emu- Jnior. 30 de julio. d. 1856.
M noel tiunralves Pe reir Jnior.
Oo engenhn Crosuby no dia 3 do correr.le,
f'igram 2 cscravos, sendo.um deneroe Antonio, de
nacao Cassange, qoe ieprese.it 35 annos de idade,
le altura regular, cangueiro 1.0 andar,cor prela.n -
lo 1 eiluiidu, sen. barba, costas limpaa, rheio do enr-
\ po, conversa pouco ; o miro de neme Verissitno le
.tacan, hatnle alio, algum lauto espadado, roslo
: regular lem >'o ambas os lados de rollo marcas; de
>a,ojadat,ea, rua do Queiraado n. 7. ven- ^^-^X.TESO^'sSS, TZSZ
^Sr.TlS EXmffJlESSr, S5,n- nScSaftSd. nova. : quem o, apprehender cS'
peloba.al.ss.moprecodei.^eSSfJMradanma e ,,-,., ao dilo encenho, oo no de Agua-Fria dn
alpnra, de seda 1 640 o covado. "- fc s,n.,0rel,e. d, ,,, on ne,u ^
a na rua da diiia n. 64, primeiro andar, qui. seri
generosamente recompensado.
Vende-se um bonito mulato le IS
anuos idade, prop 10 [tara bolceiro:
a tratar na tna doVieario n. 51.
Sorlimenlo de fazendas novas, boas e baralaa,
na loja n. .VI da rua da Cadeia dn Rec.fe.defronle da
; rua da Madre Heos : chitas de cores lixas, e bonitos
I padroes a 100, I.SO, c 200 is. o covado, e em peca a
, 69, 691OO, 63x011 e 7^, dilas larga e riscados frau-
: eezea leaos de uovos |ia-tres a 20 0 .-ovado, rrds
'. de rassa dula de cores agradaveis enm 7 varas! a
; t.-XIHI, dilos de barra par, acabar a 19600, chales de
I merino pequeos de barra a 25, cassas trancezas de
j cores a i00 e 360 a vara, cas-a para bahadus a 200 rs.
, a vara e l>60tl a peca, chales de merino lisos muito
! lino, cora franja de relroz a .Vj. dilos bordados de
j matiz a 8S;, ditos bnrdadns de um -,, ror muilo li-
no. a IO-, ditos de cl.ally ruin barras as-elinadas a
635OO, setini prelo maro propriu para vestidos e
rollete, a D o rovado, corles de seda para veslidos,
gustos moderno, a 26> e 303, grosdenaple prelo, su-
perior qualidade a l>00, 2? e 2;100 o covado, le-
en, de camhraia de linho bordado.a 39, dito a illll-
i.ir.1,1 ro... hiros largos para mo de senhora a 1 --,
dilos de seda rom eslanipe das halall.BS da (Crimea a
SUO rs. \>, panno de linho lino para lencoei com 2
v.ua. le Urgnra a 2-H10 a vara, jiecas de silecia lar-
ga de puro linho, fina, cm -2i v.ras, prnpria par
camisas de senhora e loathaa de lahvriutho a 1(13,
d.las de tirela.ilia de linho, lina, para o msrao lira,
caiiii til varas a peca a 7?, colletes de seda em cor-
les a 29, rase.nifa prela de boa qualidade a 25 n ro-
vado, panno preto e a/.ul, fino, a 1^000 c I9, e .nuiln
supc.ior. aiquuvado na exposicilo de Paris a 7-5, gr-
valas de seda bolillas a 19, lirim de qoadrinhos pan
palitos a 21KI 0 covado,-mies de hriin de puro linho,
padrbei inteiraaieole novns para c^\va a 1>200, pe-
cas de panno de liuho lino rom l-J 1|-J varas a Xl, e
ditas de Hamburse fino,- propriu para ceroula, toa-
Inai c tensor, a lOf. e 11- a pera, madapoles de
boa qualidade de 2^500 ale K> a |iera, roberlnres de
algodao, grandes, imitando laa a 19200. e dilos de
laa a 2?, saias de anulan pa.a senhora a :(s. e dilas
bordadas -V?. c nutras muilas fazendas, que a di-
pnr haralissimo preco, e
Vendem-se livros de medicina e oolros mu- ,
tos. por [irero moilu haraln pa.a arab.r : na rua do 1
Queimado ... 53, luja de miudezas de Jos de Aze- I
vedi. Maia.
CAMISAS FRANCEZAS.
Aos senhores de eBgenbo.
No herco do i.nnr.iise., armazem de Jn lluarle,
vende-se a verdadeira farinha gallega, em meias bar-
ricas, por commodo preru.
K
PERN.TYP. DE U. F. DB FAKU igjti
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EH3IK1FR9_RYJUPY INGEST_TIME 2013-04-24T17:24:48Z PACKAGE AA00011611_07465
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES