Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07462


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Full Text
ANNO XXXII N. 193
Por 3 mezes adiantados 4^000.
Por 5 mezes venc do{4,S"500.

SVHHVIMI I (i DE ACOST 01856.
Por anuo atli.intatlo l.i.slKMl.
Porte llanto para o subscriptor.
tNCARBEGADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NOUTI..
Paiahiba, o Sr. Cervario V. da Natridade r%alal, o gr. j.
quim I. Petaba Jnior Aracatj. o Sr. A. de Lemos Braga :
Ceari, e8r. J. Jos de Oliveia ; Maraoso, o Sr. Joaquim Mar-
que! Rodrigue; Piauhy. o Sr. Domiogoi Herculaoo A. Pessoa
unea ; Pai, o 8t. JuiiiniaooJ. Kamos; Amazonas, o Sr. Jeru
ornada Costa.
PARTIDA DOS CORHE10S.
niii : loda* o* alas, as 9 e iseia hora* do Ha.
I :i m.....i. linwnne Paralaba ; in. .,-..-iiil.,. ,- -eM.i.-f.-ir.,-.
,talan, afierro*, l>ot.iiit.f:.iriMnit Vlilnhn o l.-nantiuii- : na lerra-feira,
. I..,,,,.-,.. .. l'....-,| \ ..... .\..i.lli. I.n.......,. Ili ,,,. IV-........... /;.,.
ira, I i...... Villa-Helia, Boa-Vala, Oare-an .- I >,, : ...i. ,|u-ii...-i.n.i.
?*.....Ii".(iir.t. SerinUea, Rio-Pora....... I na, llarroiroi, Agua-Prava
i..,:..
Kalal
,..-. eurnioa p arte
l ni do'.i* Ij MuiUa.1
AUDIENCIAS DOS Tltllll XAF.S DA CAPITAL.
bunal do commercio qu.irtai a sabbadoi.
afao : tercas-eiras esabbadoa.
Fatcuda : quanai e labbadoi ai 10 horas.
Juitodo commercio: segundas ai 10 horase quintas ao meio-dia.
' lo de orphaos segundas a quimas as 10 horas.
Jmeira vara do eivel.- aegunda aeitaa ao meio-dia.
unda ara do civel: quartai aabbadoi ao meio-dii.
BMa l9Vlaflf SL jf I or|iliilns fusoem eiluradas m numero ann.idcravel,
r J|\ WL l Sf. UWKK'La n 4* col" ,e pralica geralmcnle na i'ruviia, e
^---------------------------- ^"^JT- | estabeleeiiuenlos da Franca, para seren muirs par- j
fJQVERNO DA PROVINCIA liculares as casas de pessoas abastadas em lieos da I
Illm. eKxm. Sr.- A eomroissao incumbida por | *_"> Ibes serviriaes.a habililacAo pela i
EPUEMER1DES DOMEZDE AGOSTO
I Quarlocrcscente a 1 bota 47 minutos e ISseguiidos da m.
lili La cheia as i huras, 20 minmos e 18 segundos da maosa.
122 Quartominguaole as hura.-. IS minutse 18 segundos da l
130 La nova as 8 horas. 4 "1 nunutos.lS segundos da manba.
I>REAMA ni IH'.IK.
Il'rimeira as Shoras IS minuto! da manilas.
(Segunda .1- horas 42 minutos da larde.
DAS da semana.
11 Segunda. Ss. Tiburcio c Suzeaa Hm. S. Digna.
12 Terca. S. Clara i. I. Ss. Aniceto e Fontino Mm.
13 Doaria. Ss. rlvpuliloc Cassiano Mm.
14 Quinta. S. Euscbio preb. Ss. lie.....ira e Mercurio Mm.
15 Sexta. Js S. AssunipCso da SS. Virgeni alai de lieos,
10 Sabbado. s. Roqui 1. S. Jaeintho.
17 Domingo. S. Joaquim l'ai da SS. Virgen Mai de lies.
EXEARRECADOS D\ sri;.*:illft:AO Ko mi..
Alagoai,o Sr. Cliiiu'ino FalcaoDiai Bahiao Si. I1, Hurn
Bio deJaneiro,oSr. Joao Pereia Mirtins.
EM rtltXAMIti <:o
O proprieurio do DlAMOManoel Figueiroi di Taris, na -w
livraria, pra^a da ludependnecia ni. 8.
9." Aildir a adiiinislraciio coral dos orphos algu-
nas aenhorag das 1 nais icspeitaveis pela sua caridade,
intelligenri.i e pos rito social para exercerem u careo
'
de inspectoras dos
vendo essas -mlin
cao, o que nao s
eslabclecimuntos das 01 phaas, de-
as alternar no exercicio da inspec-
\ ir 1 a ser summameulc prolieuu
o fraco contingente do seu parecer com a urceucia,
que o caso requer, se alguns de seus metnbros uceu-
pados no eiercicio de oulrus deveres pblicos, de
que nao ohtiveram dispensa, podesem, llamis lem-
po, ter comparecido em suas
Reunida fiialmenlo loda a commissao a 1 do eor-
reute, recaaheceu logo, eadmitlio quasi sem discus-
sao uein discrepancia verdade das proposires se-
guinles :
numero das orphas e desvalidas pelos desaslro-
os iileilus da epidemia nao pode deinr de ser
iniiilo creicido.
Os rendimeulos acloaes do patrimonio dos orpliAos
de modo alcuin podein chesar para occorrer as des-
|iexu. que -in indispen*aveU e urgentes.
Ksse randiineuto .iclual seria muitomaior,se o ca-
V
candas, ainilaquando nao fosse roiisideratcl o nume-
ro (lasque moslrasscm aplidflo e o alcauce inlellec-
lual neevasario para case inisler.
Era razio ile prejuir.os enraizados em babilos secu-
lares, a que liem poucas das nossas patrelas se lem
mostrado ate boje superiores, e contra os quaes deve-
riam lular todas as iutelligeucias cultas, c amantes
do c ii, tnmbem nao be de suppor que por agora se
Tosse muilo til as orpbaas, dirigimlo a sua educa-
rlo no intuito deas habilitar para aqnelles empregos
coinmerriaes, que as inulheres das naroes man adi-
antadascosluinam exercer, como donas QjH caueiras
do lajas, de raercearia. 011 miudetas, raneara, capel-
las, ni id.i-. e outras mais adequadas a fraqueza do
sexo leminino, e que n'uin pal/, lao fallo de lirados,
como ji nAsso, deixariam disponiveis os linmens, que
pital que o pruduz em lugar de consistir em predios, I se empregam, para se darem industrias mai.
pela maior parle velhos, que exigem rrequcnles con- I c<>uronnes as suas orests, e a publica utihdade ; sen-
do esta cutnmissao de parecer que nao obstante a
rertos, cuja despeza aunual he 01 cada na somma
enorme de quatro eonlos de reis, pouco menos da
stima parle do rendimeulo total, e que por seren
pela mxima parle casis terreas pequeas e ordina-
rias su >ao oocupaila* por gente pobre, inuilas ve/.e
existencia de taes prejoizns, alguma cousa se deve
tentar n'esse sculido. nao sii pela razan ja ponderada,
mas por oulras nao menos evidentes, como seja habi-
tuar os ilous sexos a conratermsar no exercicio
.mpossibililada de satislazcrn pagamento dnsalugueis <""""'"" das industrias, e principalmente alargar o
consistase em apolices da divida publica naci- !rlrc"10 un lano estrello da acc.an nacional sobre o
nal, converjo esta, que nao s auxraentaria irame-
diala e consideravelmente rendimeulo do capital
representado pelo valor das casas, mas tambem evi-
tara as mencionadas perdas c despezas, alem das
quese'dazem com os incumbidos da cohraura dos alu-
gueis, e aquellas nAo menos atlendiveis que resultan!
das frequeutes demandas, em que a adminisirac,ao
dn patrimonio dos orphaos se acba cnvolvnla nica-
mente pelo fado da posse d'aquelles predios; pare-
cendo a eita commissao <|ae com essa nica dilTeren-
ca no emprego do capital realisavel com o actual pa-
trimonio dos orphos se augmentara da mais de doze
contos de res anuuaes o rendimeulo applicavel as
uecesaidades. dos nrpliAu
cominen-io miiido, o que de cerlo se conseguira,
como n.io.pude escapar a alta perspicacia de V.Exc;
melhor, Com mais rapidez, e menos inconvenientes
do que por qualquer nutro modo, se viera tornar-
se possivel a realisacAo deste pensamento da eom-
missAo ; porque dado o exemplo pelas orpbAas.e re-
conbeeida a sua prolicuidadc, de pressa se tornara
ge ral.
Tamanlia lie a convic^Ao desla commissao a tal
respeito que de inndo algum besilaria em reclamar
dos poiJees legislativos do estado 'a isencAo, 011 dimi-
niiicao ilos dircitos rommcrciaes, ou ilispensa de
ecrlos deeveres cvicos em favor dos comnicrci-
antes que adnittissem em seus eslahelerimiMos as
sAo de varios sitios e fazeudas, que possuiam em
apolices da divida poblica, para o que baslava licen-
<;a do governo imperial ; porque lihliam ellas ple-
no dominio nesses bens, 05 quaes pela negligencia
de seus administradores pouco Ibes reudiam : esta
conversan ser poiem mais demorada para os bens do
patrimonio por serem proprios uaciouaes, na- forma
da le 'de 11 dedezembro de IMI.
Justo seria Uinbem que o reudimento applicavel as
necessidades los orphaos fos-e augmentado com a
."iippressao de ordenados aos membros da adminis-
Irar.io, porque 11A0 he de suppor que fallera vares
conspicuos pelos seus tere c caridade, que a isso se
prestem sem essa relriboicao, visto como a le con-
sidera taes servidos relevante* na hx polliese de que
alera de bem prrencludus sAo gratHilos.
A edocaciio ate hoje dada s orphAas mais parece
eIVeilos dos bous desejos de nossos maiores, do que
da rigorosa previsao d'aquillo que se pode realisar
para a felicidade deltas, e o bem corrraum da soce-
dade ; porqoanto sendo o casameut*. o lim ezciu-i-
vo dessa educaran, apezar de imperfeita mesmo nes-
se nico intuito, anda poderia conceber-se a per-
sulcneia em semelltanle syslema, se ao menos taes
casameu'os se realisassem, mas largos anuos de cvu-
tierjrile experienola iio mostrado que mal su pude
calcular em tret^rr ~ ''" ^-niiuiyro dasorpliHas
que se casara ar0*l^^*- wiVsaWs5iii quencia d'ex* i/iili'* -luin :o que as ao^acta e sete
que nao finito sobre o patrimonio' dos orpbos, obslaujo a
entrada da oulras desamparadas, que teem igual di-
reiln i proleccao poblica, ou lia-i desabir do eslabe-
lerimenlo sera levar liabilitacAo alguma industrial
possara sulwislir, licando expostas a todas as lenla-
{6e* da miseria, tanto mais porigosas quaiito liram
educadas na esperanca exclusiva do casamenio, como
se o casamento (osse orna proHifto, un modo de vi-
da ; parecendo alem disso a esta cnmmissoque he-n
pouca probabilidade de ventura e:n seus consorcios
pode ler o nuigmlicanie numero de orpbAas que se
casam 110 estaMtccinienlo. porque taes alliancas cou-
1 rbidas sera eonhecimcnto previo, nem relacAo an-
terior ao all'ecto ou nnlniarao, sAo para a mxima
parte dos coatrahentcs resultado de un calculo, em
cujos elementos raras veces e s por acaso podara
entrar a felicidade,da orpliaa, a qual vindoa ser mal-
tratada, uu abaudonada.sfe achara inleirameiile des-
tilada de Inbililacoes, queVllie deca boneila subsis-
tencia era troco do seu trab
Da simples inspeccaa do inovlmenlo das orpbaas
no cstabelecimento desde a sua insTftaucao era '11 de
fevereiro de 1817 al antes da epideiriwSlo cholera,
se colbge a exarti lao das precedentes remH^*. por
que leudo recebido nicamente ti'.l educandasNlo es-
paca da mais de 9 anuos, deslas casrain 12, mor^e-
ram 9, a sahiram smente 3, existin lo actualme
o oiimero de quasi todas maiores de IS auno..
A despeas animal feita com estas educandas, lem si-
do, termo medio, de quioze-contosde reis. O nu-
mero desque te sido recibidas extraordinariamen-
te ero oonsequencia da epidemia be de 31, o que d,i
o total de 76 actualmente,
Esse proposito do actual sxstema de promover o
casamento dls orpbaas, s se po.lera conseguir, e
passar de (allaz esperanra, que tem sido al aqu, a
realidade pralica no futuro, quandu as educandas le-
vando do cslabelecimenln ao entrar na socielade, so-
lidos principios religiosos, educacAo elementar, e urna
industria de que subsislain, mostraron que eslAn ba-
bililada para nAo deixir caliir o peso todo dos en-
cargos conjugaes sobre o Irabalbo do marido, consi-
HeracAo cala, que ter no animo dos pretemlentes
forr;a mais decisiva do que o insignieantc lote do
patrimonio, licando a felicidade da orpbAa mais ga-
rantida pelo conliecimcnto previo e anterior indina-
<;Ao do marido, e sendo natural que a persistencia
dessa felicidade, se lome mais segura, era razao ta
independencia da orphaa no que diz respeilo a sua
subsistencia.
O pouco desenvnlvimento da industria entre mis,
f o muilo nocivo habito da separaran dos sexos t-m
todos os Irahalhos industriaos, delta mu pouca liber-
ilade a esculla de prolisses para o sexo feminiuo,
cujo emprego se redu/ por agora quasi exclusiva-
mente aos servic.os domsticos, sendo cerl 1 que se as
disciplina, e prosperidad!' dos e-labelecimeutos, mas
dispensara na sua mxima parle a iuterrereucia do
sexo masculino, a quai alem de pouco conveniente
em eslabelecimen os ileata uniera, nunca leva au co-
raran das orpbaas o balsamo do consolo e carinho,
de que s as mais irtuosas possuem o preciosissirao
thesouro.
' 10.- Nomc-ir una commissao de tres membros pa-
ra organisar os 1 statutus provisorios, se parecercm
uecessarios. uu im icar ao governo as resoluroes que
mais couvierera n lalivainente a distribuicAo das e- !
ducaudas pelos re
guisas, qae dellas
;olbimeulos, designacAu das reli-
lao de tratar debaiio da iuspeccAo
As recolhidas de Iguarass ja obtiveram a conver- c'luranuas, quiodo para usa eslivessem liabililadas.
\ promiscuidade, e vida intima corninuin era ida-
dcs nui diversas, nao cunveni para a proluiiaacao
ila innocencia ao menos ato a pulierdade, prolonga-
ran de naoferival neceasida,da para a conseivaciio da
.....-O, e da severa moralidade, c por nutro lado nAo
e*isle na provincia illsponival 11111 ediicio, onde lAo
eresddo numero de educandas podesseser acrnmmo-
dado sem quebra nolavel 'dos prsceltos byeienicos.
Em qoaalo nao fot raodilicada alei que rege o pa-
trimonio dos ornh.'ins, e se nao realizar a menciona-
da conversan, neulium regulamento permanente po-
de fazer. pas, que os priucipaes encargos da actual
aduiinisIracAo cessaro pelo faci dessa coover-.lo,
vista porem a urgencia de medidas que salvein as 111-
felizes orpha ,s dos perigos, que as circumdam, forro-
so ser tomar medidas transitorias nesle sentido, "ou
organisar uns estatutos provisorios, que deveriam
qudiilo possivel, ser redigidos pelas pessoas, que de-
l>ois de approvados por V. Exc, os bao do exe-
cular.
A roMJQissi vCojucj-cj a_d 'fundamento e verda- .
de das consideraces prece leole, a loplou as conclu--
ses seguate*:
l." Helor mar a IcgislarAo e regulara 11 los, por on-
de se dirige a actual administradlo dos orphaos, dan-
do-se-lhe urna orgaaisasjlaq e recursos permaueules
nue ternern possivel a adnaiMo de rnaur numero d
menores de mi.....is sexos, 11, quaes lutos se devi-
ra dar ama educacau naia -tiji >m.. i.-,ia aos sem ver
dade*rosinlerses,^aSsTToaci.-.;a,cs do p'au.
2." Impetrar dolpoder laaislatlvo ueral, valo ee-
rom os bssis. qua Ouuslilueiu o patrimonio das or-
ptiaos. proprios nainnaes, segundo a le de II de
:......lo o de 1830, hutorisacAo para couverler esse^
bens em apolices da divida publica geral. solicitad,
pelo governo irapi/rial a reqaicodo Exm. Sr. pie-
ideiita em viriude de-la represenlacJIo do cousellw
administrativo do patrimonio dos orphAus, a que a-
dlieriram os oulros membros desla cummissao, que
lite ir.nn addidus.
3." Dividirs educandas em duas classo-. sendo a
primeira das menores de 10 anuos, e a segunda das
maiores de 10 a i\ annos.
4." A primeira classe de educandas em numiino
de cera, pudendo ser augmentado conforme a possi-
bilidade das rendas, sera distribuida pelo-, recolhi-
meulusda (loria desla ridade, da Conccicao de
Olindn, e no caso de insullicieucia desles pelos de
Iguarassu, (joiauna, u l'apacaca, encarreganda-seas
respectivas regentes dcsles rcco'llumenlos da educa-
cAo primaria destas meninas, e cnucorrendo a admi-
nistraran do patrimonio geral dos orphaos cora as
necessarias despezas.as quaes incnuleslavelineiilc se-
rAn muilo menores do que em eslabclecinieiilos crea-
dos para esse fim especial.
-">." Couverler o actual collegio das orpbaas era
uin eslabelecimeulo especial par as educamlas da
segunda classe, onde sejara ensilladas hahiluadas ans
lialhos mais usuaes da vida.cnmn : irranjos de casa,
cosrara, cu/.inha, engoinniadn, lavagenide rniipaelc,
adqaine>do o estahelecimento sullirieiile nuinirode
machinas cpriropriadM a esses mnlerea, do que re-
sulla grande utilnlade boto na.facilidade, e perfei-
cAo do Irabalbo, quanlo na economa do lempo e das
forras, com nolavel lucro em loda a parle, e parliru-
larmenln era um paja, como o nosso, onde o Iraba-
lbo se vai tornando cada vez mais caro, e menos exe-
quivel.
ti." Instituir urna caixa especial dn prndurln desse
Irabalbo, appllcando-M melado da sua impurlancia
s despezas do eslabelecimento, e sendo aoutra me-
lado distribuida entre as educandas a medula que
forera salindn do eslabelecimento, o proporrional-
menie a aplidAo e Tontada, que livesscm uiustrado
para o Irabalbo.
7. Conforme o diverso alcance das facilidades in-
tellectuaes das educandas, suas eondicAes sociae, e a
maior ou menor robusliz de suas constituiroes, es-
colber cerlo numero d'eatre ellas para as habilitar
a serem meslras publicas nu particulares, e para as
lomar aptas ans mi-teres do commercio a relalbo.
S.- I'azcr execular os serviros internos do estaba-
l-riniento pelas orpbAas. inclusivamenle n de mes-
Iras, quando as mais velbas ou mais adiantadas se
acliem para isso habilitadas, redu/.indo qnanto possi-
vel, o ingresen do eslabeleciraenlo as pessoas da di-
rectora, vice-ilirecloras. e inspectoras.
Keceita geral.
Iteiidimenln animal dos bilis dn
palriinnnin.......
Benelicio de 12 loteras animal-
mente de Jlr.iMNC-IHHl rs. rada
urna por mez......
Suppriineut pelos cofres da pro-
vincia .....' .
Despeza geral........
Saldo em favor dn eslabelecimen-
to para occorrer eventualidades,
alera do produelo dn Irabalbo.
11:9818000
16:8005000
lOHJOOjjOOO
38:7819000
.>7:(HK)r? t:7Sl?i0t)
das respectivas re} entes, quando dissu se nAo pnssam
estas incumbir, c te assnn relativamente a quali-
dade e ordein dos rabalhos no instituto central, ele,
devendo esta comiiissAo ouvir as inspectoras que fo-
rera designadas p< lo governo, as quaes nao poderAo
deixar de Ibes n Mistral aproveilaveis pensaraen-
los.
Taes sAo, l'.xn Sr., as cnnsiderares que esta
commissao submc le bumdcraenle s pias e huma-
nitarias intenres de V. Kxc, bem persuadida que
nenhuma das que forun fuudadas em razao, tera es-
capado a la alia ulclligenci.-i e consuininada expe-
riencia.
Sendo o augme to das despezas um dos maiores
nbslaculos realis iro de (Ao caritieso intento de V.
Esc, c por andar' m connexas as despezas dos or-
phaos de ambos o* sexos, nao podendo esta coinrais-
sAo separa-las, eiilHideu que devia organisar o orra-
mcnlo annexo con iiium a ambos ps sexos, pelo qnal
vira V. Exc. no c mliecimcnlo da despeza provavel
para duzcnlos orp iSoi de arabos os sexos, e o modo
que Ibc parece mais seguro e adequado para a iop-
prir, sera pesar n iniamenle sobre os mires pblicos,
em quanlo peda d eraora inevilavel na adopcAo das
medidas propostas nAo cresccr o rendimenl do ac-
tual palrnnonio do > orphAos, e em quanlo a crearan
do instituto para 11 orphas da segunda classe nao
tornar desneccssai o esse saerffieio das rendas publi-
cas, sendo esla commissao de parecer que, organi-
sado o instituto e iruvido elle de 11 Hirientes machi-
nas de coser, lavar e eugummar, e sendo o Irabaiho
constante' dessas 111 ichinas aliinenladn pelas costuras
dos ananaes do esiado, c moito provavelmenle lara-
bem pelos alfaiate c nulros induslriaes, que uisso
acbariam maior pcrfeirAo. economa, e pruinplidao
em sua** eiicnmmendas, nao so podera n eslabeleci-
mento dentro em pouco lempo dispensar o auxilio
ilas rendas provine aes,mas alesuppiira iiidepcndeu-
leinente desse auxilio grande parte da sua despeza
total. *
Dos guarde a \|. Exc. Sala dasscsses do conse-
Ihn admuiislralivo klo patrimonio dos orphaos, -J8 de
julbo de I8"i(i.lllln. e Exm. Sr. conselbeiro Scrcio
Tcixeira de Macelo, presidente desla provincia.
Joaquim Jos da l'oiueca, presidente interino.Joa-
quim Francisco Dojirle, (besoureiro.--Jos Viclori-
.iio de l.emos.Auilio Jos 'lavares da .>ilva.--Jos
Mamede Alves l'erjreira.Manoel Antonio Viegas,
secretario. ;>r, Josc Josquira de Moraes Sarment,
relator,Joaquim Pires Machado l'urlell.
ttfcamenlo da despeza provavel que lera de ser fei-
ta pela adminisl-arao dus orphaos, conservando
empreo, respiclivos asvlos O'orpbAos, e 130
orpbaas.
Collegio dos
'om os ordenado-
ustento de "ill orp
pregado*, a .'I'HI r
(-sinario, calca
mais objeclus 1
isjaa^. .
hcniBBJtos
cesta da Malernidi
Despezas diversas c
phAos, cora 50 educandos,
le empreados 3:7099200
Aos c II em-
diarios 7:1179300
oupa de cama,
tecios, a 409
e. .
mprevislas
X-2 g -Z C3 3 J^L.
Novclla franceza
Hue gaiihoM o prinictro premio, decretttdo pela Socie-
clade dos Homeni de Z*e*.trai.
por Lob Fourtoul.
ijuas deile i< totas semper habebis opes.
Era um banco muilo ordinario aquello de que va-
mos fallar, e realmente nada o distingua los uniros
haiicus da prara ; todava recebera exclusivamente
"i nurne. Cbamavam-no : O lid neo dos Duus A v-
renlos.
Essa denominar,."! remontava a dous annos. Ilon-
vera um accidente na prara. O filho de uina pobre
mullier, menino de seis anuos, fia derribado por
um cavallo, e (cara com a perua quebrada. A mAi
Vaj^pavaassentada junto dn lilbo, qie eslava enten-
dido ii^hAo, o as palavras, com que desafogava seu
dr-i'peiirT os que pa.sixiui.
Era vioVa, posto que fosse anda mora, e Irabalha-
va para satisfazer suas neci'ssidades v as dn filho.
Ora, que seria rlclla'.' Se couseivasse em ca bre pequeo ferido, nAo podeiia mais Irabalhar ; se
nao o conscrv.isse deveria metl-lo em um hospital,
separar-se delle, quando lano precisava da mai.
Suas palavras corlavam o corarAo. Assim, emquanto
um medico que por ah passou examinava a ferida
do menino, rcinava o silencio na Mullidla em torno
dessa lamentav 1 dr. Qae se devia fazer/
I ni a Hierra.lora ile batatas do canto da prari quem
respoodeu. Nao era mulber rica ; liulia um simples
lenc,o de qaadros a cabeca, n um vestido de chita Li !
bem usado. Seu commercio consist.! apenas em Im- I
latas, gra-ellia-, avelAes, segswda a eslacAo. Saos
freguezes erara os ineninis que folgavam na prara.
Acudir ao pnraeiru rumor do accidente, loi, pois,'
quera responden, e sua resposla, pjr nAo estar em
bella linguagem, nAo loe fe/ menos honra.
Que se deve fazer".' NAo ha Irinla e seis meios.
I odos mis somos ebrislaos ; be preciso que cada um
depoiiba alguma roma aqu tinlia na ana o barrete
do menino. Sera um pequeo thesouro para a po-
bre mAi, a qual podera applicar-ie raenie a Iralar
do queuJo lilbinlio al que recobre a satide.
De cerlo, a vendedora de btalas fallava em ter-
mos vulgares ; mas, anda que o leilur fosse mem-
bro do Instituto, membro de todas as sociedades sa-
inas da Europa, essa trivial eloquenca do coraran
o liria locado mais do que qualquer passagcni 'da
mais correla lilleralura.
A boa mulber rciinindo o gesto palavr.i lrnu do
bolso um puuhado de sidos, ludo quanlo tinlia, di-
vilio cin duas partes iguacs, e depoz uina no bar-
relinho.
-Muilo bem disse ora bornea que acliav,i-se
alus della.
Poda ler rincoenta annos, seu vestuario era de-
cente, e sua plixsioiiomia era franca a sympalhica.
fcslendcu a nulo por sobre o hornillo da boa mulber,
r deixou callir no brrele urna inoeda de vinte fran-
cos, lodos applaudram. As palavras da incrcadora
tiabatn adiado echo na inullnlao.
Eolio, disse ella, vou fater n pedilorio... po-
rem, torres... no meto de" toda esta gente... sena me-
lhor um leonera... arrrescenlou olhando para aquel-
la que dora os vinte (raucos.
Nao seja por isso '. responden elle.
E, tirando gallardamente o chapeo, oflereceu o
braco pobre nifrcadoia. Esla aceiiou o ollereci-
nicntn assim como era feilo. c seus dous bracos se
cruzaran! tan naturalmente quanto a moeda de' oiiru
se misturara com os sidos 110 fundo do barrelinho.
EflUoaa olTerlas chegarain de lodos os lados. Alias
havia nessa gente maior numero de pobres que de
ricos, porm nAo buuvc neulium... engao! bouve
dous que recusaram seo bolo.
Erara dous homeus ile irlaclc avincada, qne'vi-
nham quasi todas as lardes ,i prara, e assenlavam se
seinpre no banco, de que fallamos. Erara magros,
emperligados, c de olhar rigido ; sua plixsionomia
repellia a sxmpatbia, sua voz era spera e secca.
Eslavam alii quando bouve o accidente. A merca-
.lora c seu cavalleiro pararan) dianle rlclles apresen-
tando-lbes o barrelinho.
O que'.' pergunlou o mais Idoso.
Coiiio!'... o que'.' lornou-lbe a merrarlora.
t) hornera que a arompanliava inlerveio :
Pedimos esmola para a pobre mulliri-, cujo fi-
lho acaba d ser gravemente ferido, e recorremos
sua genarosidade, disse elle othaodo para um. e
aos seus senliioentoi de caridade, aeeresceutou vol-
lando-se para o oulro.
(.'-llmente, a genernsidade de um valia a carida-
de do nutro, e ambos linbam lano desses seiiliinen-
In-., quanlo 3 ilnra e fiij pedia do banco em que es-
lavam.
iVio Uogn dinheiro rapandaa o primeiro.
nem eu, accresceuluu o legando aboloando-se
ale o pescofo.
UK) educandas no:
Suilenlo das cera m
rs. diarios. .
Vestuario, calcado,
e mais objeclos
reis.....
Medicamentos .
Despezas diversas e
recolliimciilns da liloria c da
ConceicAo.
unas, a 900
. I0:9i0?000
oupa de cama
iudos, a 10$'
..... 1:000(000
..... IOObOOO
raprevislas 8Ti09000
inmi 1
Esubelec
Ordenados a gralifl
directora, una
dasa meslras c 11
Sustento das ."1O orv
pregadas, a 300 M
Vertaario, calcado,
, na. e mais objec
-jiOrgHKMI rs .
Medicina .
I'eslividaile do anni
Aluguel da casa do
lo.....
Despezas diversas e
Adrajinisl
Despezas judiciaei.
Paganienlo das dial
cenlotes .
Concert de predios
Empregados, exped
zas diversase iin|
2:flOQsjeO0
2505000
(i'kl.-slKlO
(iVil^iOO
t.: 'OO.-SMH
lti:.i(Kl3000
ilas 30 orphas mai
aees a uina
lee-direelora,
1 1 capelln. .
lAas e cm-
diarios .
roupa de ca-
os miados, a
rsario. .
e-tabeleeimen
raprevislas .
racao geral.
s a rlous sa-
nie, e despe-
heriitas, .
>rcs.
;!:0Oi l-OOO
5:9138000
i'iOOrjOOO
Ul ISliHI
:w 15000
1:100-000
1:3871000
1.1:0005000
6003000
8031000
!:0t05000
3:7979000
0:2005000
Recapilul
Com o collegio dos
id educandos. .
Cora as 100 educindas
Huiliento. .
Cora o eslsheleciraei
candas maiores .
Com a administrara 1 geral
licAo de loda despera.
1 robaos lendo
Entretanto u men
loja vizinha, oude
reuuilo.
Desse dia em di..i
Avarcnlos. Quando
los recu-
lo das SOedu-
IfijiOnjOlK
H: 1005000
13:0009000
9:OOS0O0
37:0003000
i.< seceso.Palacio do governo de Pernanibucn 13
de agosto de 1Ko(.
Illm.a e Exm. Sr.-'A sorte mesquinha de um
grande numero ile meninas que a epidemia alirou
oa orpliamlade e lasliraavel desamparo, reclama do
governo o rnais desvlalo einpenbu em melhorar sua
in-le sitnaco.
Penetrada deste sentimento, a commis-ao que 110-
meei para propor os rncio.de ampara-las enfeuden
que coiivinba invocara inlerveiic,o de ptssoasqne,
por man de um motivo, melhor podeibjaWvelar com
solirilude sinceraraenlc alfecluosa iiajtfbskdessas
iiileli/e. : c nu parecer que \ .....;ik.mj M| fttirlini-
nislraran geral das orpbaas propoz, |U)maWsIa fusse
addida urna cominissAo roniposta de serihoras di>-
lioetas pela sua caridade e inlelligeiicia, para exer-
cercni alternativamente o encargo de inspectoras
dos eslabelecimenlos das orpbaas.
Kceonliecendo em V. Exc. lodos os predicados que
exige a Miaren de urna mirado lo sublime, vendo
rogar-lhe que se digne aceitar a nnmearao que fa-
ro de V. Exc. para urna das inspectoras dos men-
cionados eslabelecimeulo;.
Anda que as inspectoras so devain como taes
funrcionar depois que o estatutos tiveretn definida
suas atlribuicoes, apressei-me em fazer as nomeares,
alini de que desde ja com Mal laxes, e cora a expe-
riencia que s as seoboras podein ler, conlribuain
para a organisacSo dos meamos estatutos, para a que
ser.io convenientemente coosatUdas pela respectiva
conimissao.
Espero lirmernente que V. Exc. aproveilar.i com
prazer a occasiao de dar 11111 valioso leslcmunbo ros
generosos sentimcntos que a animare.
I'enlio a honra de oaerecer V. Exc. os proles-
tos de minlia mais alia consideraran e profundo res-
peilo.lllin. e Eira," Sr.* Baronesa da ltoa-
Viata.Serqin Tei.rrtra de Macaste.
Iguaes ollicios se Uleram s Exmas. Sras. Ilarnue-
za de llebcribe, D. Clerneotina de Moraes Sarment,
D. Anuunciada Camilla Alves da Silv-,, |l. Emilia
de Moraes Gomas l'erreira, D, Uaria de Gomoso
Coelbo. I). Adelaide Mara Coelho da Silva e I). Eve-
lina Teixeira de Macedo.
.-' scela.Palacio do governo de Pernambueo 13
de agosto de 1856.
Illm. Sr."--Para que possara ler execuro ligninas
das medidas indicadas no relalorio de que remello
V. S. um exemplar imprasso, julguei oouvenienle
compor desdeja a romniis.i'io que lem do organisar
os estatutos provisorios, se Ihe parecercm necessanos,
ou indicar ao governo as medidas que convierem re-
lativamente a distribuirn das orpMas pelos reco-
Ihimentos, a designadlo das religiosas que sobre ellas
han de velar, e bem assim qnalidade e urdein dos
Irabalhus em que as mesmaa orpbaas devein ser em- i
pregadas.
Para essa eommissSo resolv nomearA V. .-'-. e aos
Srs. Drs. Jos Soarus de Azevcdo e Jos Marue.de. Al-
.ves Eerreira.
Na persuaso de qae V. S. aceitar de boa voli-
tarte *s*e enrame, e lomar noi ellea mais deci-
dirto inloresse, fazendo dest'arte mili fflevai.lo -er-
vicoa classe desvalida, desde j Ihe anlecipn de mi-
nlia parte os mais sinceros agraderimeutos.
Nao so estarc sempre prompto a caofercuriar
com V. S. e cun os dernais membros da jeiiinnssao
acerca do objecto que nos oceupa, mas tambem a
ministrar lodos os esclarecimcutos e auxilios que rae
requisilarem.
Dos guarde V. S.Sergio Tei.reira tle Ma-
ce-Jo. Sr. Dr. Jusc llemardo Galvao xlcofo-
rado.
Illm. e Exm. Sr.Conlinaando a funccionar as
aulas deste arsenal de geometra pratica e primerias
Ictlras, jalgo conveniente apresentar a V. Exc,
para seu cunheciinentu, a relacao nominal dos a-
luinnos que as frequeulam ale esta data, sendo ope-
rarios de deversas ollicinas, e menores admillidos
para educaco e soccorru ; cuja dislmcci con-la
da mesraa relarao.
Dos guarde a V. Exc. InspeccAo do arsenal de
rnarinha de Pernambueo em 13 de agosto de I83(i.
Illm. e Exm. Sr. conselbeiro Sergio Teixeira de
Macedo, presidente da provincia.
Hltziario ,tntoitio do Santo*, impector.
RelacAo tiuiuiii.il dos alumnos que ale esla dala (re-
queutam ueste arsenal as aulas de geometra pra-
tica, e priineiras Miras.
Aulas de geometra pralira.
Alumnos dfc diversas ollicinas, mas nAo oompreden-
didusno numero dos menores admillidos nesle arse-
nal para educarAo e soccorro.
Manuel Edwiges da Silva.
I'rancisco Comes do l'igueiredo.
Ilelarminn Pires Eerreira.
Agoatinbo Ermes de Santa Anna.
Jacintdo Mendes Mnnleiro.
I.uiz de Franca Mnnleiro.
Jeronxnin Joaquim da Silva.
distamos sendo o.< ntenoret de sote BeiOM s trata.
Joaquim Jos do Itego Itaugel.
Jos Custodio lemande. do Nasrimenlo.
Francisco de Paula Neves de Seixas.
Jos Comes de Fredas.
Joaquim Vital de Moura tirara.
.tala de primeira Ultras.
Alumuo.de diversas ollicinas, mas nao cnuiprrheii-
didos no numeio dos menores adiuillidus ueilc
arsenal para edurarau e socrorm.
Manoel Joca de Souza.
Antonio Soares Brando.
Joaquim Soares de Barros.
Paulino Baplisla da Albuqucrque.
Jos l-'crreira da Cosa.
Joan .los Dias dos S lulos.
Andr Francisco dos Sanios.
Adelo Jeronyrno le re..
Januario Josc. (iouealves.
Joo Jos Soares.
Ser-andina Amaro Dias.
Malheus Soares de liirros.
Josr Serillo lliogenes \avier.
Gabriel da Cunha Cavaleants.
Francisco de Assis Santa Clara.
Adelina Augusta Pereira de Albuquerque.
Theolonio di S Iva l.uureiro.
Joaqeim flartins Gomes.
Joaquim Jos .10 Nascimento.
Eluardo llodolpdo de Aguiar.
.tluwtr'is seiri'i .lose Crrela Campello.
Ciiilherminu .Manuel dos Passos.
Amaro Malaquias dos Santos.
I llices do llego Rasgal.
Joaquim .lose Severino de Allmquerqne.
Anluuin de llullanda Cavalcanti.
Agripino dos Saulos'Albiiqnerquc.
tiervazio l'orlann do llego ilarrus.
Jos Ctnuido.
Julio Cesar do Rogo Barros.
PJro Antonio Argntico da Silva.
Manoel I-'ilemo Fernandos.
.Manoel Josc de Mendnnra.
Jos Antonio Je Albuquerque Mello.
.Manoel .luaquim Ferrnra.
Manuel Francisco de llullanda Cavalcanti.
Joveual Kodopiann (ionralves dos .Santos.
Jase Francisco das Chagas Kihoiro.
Jos I.uiz Pereira.
baurindo Augusto do llego Barros.
Mariano Adolpho Pessoa de Mello Araajo.
Mano.-I do Nasi-im-nto Barbo/.a.
Marciiliun Augusto da Silva Brasil.
M inoH Eerreira da Paixfio.
Secretaria da nspeecSu do arsenal de marinha de
Pernambueo em 13 de agosto de 1856.t) secreta-
rio. .//cM/.'ii/rrj/.'O'/ri'/ue-ro.- lujo*.
Illm. e Kxm. Sr.Snb o titulo de urna oerurrencia
no porto desla cidade.lenhoalevaraocoohecimenlode
V.Exc. qnelioiilein as ti llorase meia ,la|larde, dando
lando nu ancoradonro do Poro o hiale nacional Con-
irir'1.1 i/e Marn. ms!r Severi'nn da Cosa e Silva,
e proprietario Paulo Jos Baplisla, procedente da
Parahiba, carregado de toros,le lenha, por nAo poder
segoir, pela entrada da nolte. pira a do Uosqaoiro,
lora duas horas c meia depois a praa do Bru em
raziado muito ruim lempo que (azia. e man estado
mesmo desse navio, a pnnin de desmanchar-ae ah
logo, c poder arenlo ser salvo em pedacoa, impos
silnlit-u.lo assnn a esla reparlirao de prestar Ihe
-or'irro algum com pruveitn.
Dos guarde .1 V. Etc. Capitana do porlo de Per-
nambueo 13 de agosto de 1836.Illm. e Exm. Sr.
conselbeiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente
da provincia.
Iltizlario Antonio dot Saittot, inspector.
Tsai
no (ora transportado para urna
foi entregue nai o dinheiro
le licou baplisado o Banco dos
elles ahi eslavara, ninguem l 1
astonlar-M ; al oa meninos se af.siavam. O senti-
mento, que infundiera, nan Ibes escapava ; todava
posto que Ibescausisse dr, nao deixavara passar
nenhuma occasio rie juslifica-lo anda mais.
Era a 26 de outu iro, da verdadeirameule bello !
ar vivo, mas puro, e ceri sera nuveus. .\a vespera
das utvu... do nove nbro o sol pareca despedir-se
nesse dia do annu, < tic eslava diidar-se. Os dous
avarentoslinhasn vi ido ao sen bauco habitual, c go-
zavarn dtsses genere sos raios, tendo as raaos anoia-
da< no ra-IAo da be igala.
Ira delles.pareca ler sessenta annos, n oulro lal-
vet rincoenta. Este era duvida por ocrasiao de al.
guia supputncao mental lirn um pequeo almi-
nak do bolso, percoi reu um momento rom o ndex
as dalas mensaes, e parou na do dia segrale.
lloje he o dia 26, Robera? pergunlou elle.
Sim.
AinanbAa, Sai
nos, lornou o prime
Fromeneio... dia de meus ao-
rn fazendo urna caraulonba. Era
sua mautir 1 de sor ir ; eslava tao pouco habituado
a isso !
Ah! hen dia de sous annos... Esperan que
eu o felicitara'.'
. '?r!' Voas nunca fez tal cousa, e sempre ou-
vi-o criticar esse u Irumencio tornau a nielter o almanak na algi-
beira.
Fm momento depois aeeresceutou em forma de
rcflexAo :
Ila vinte e ura annos que ninguem me felicita
por isso.
Sim, responden Roberto... Foi Cecilia...
E no mez seguinle ella... morrea..,
Frumeucio lossio. e dis*r :
Creio que rae endelluxo ; ha nevoa esla tarde.
Cora elTuilo os raios obliquus do sol que so piinha,
ti.'iain levaol.ir-se leve nevoeiro, que corra sobre
os tciftos.
Sim, lembro-me, lornou Roberto depois de um
motlenlo de silencio, locando rnm 0 dedo na (ron-
te, Cecilia por essa occasio Ihe den urna bolsa, que
ella mesma fizara.
E que desapparerpu no dia de sua raurle,
Com ns dii/emus lia uro. que ronllnba.
Parece qn era destino de rea. ilu/eutos fraoroa
serem perdidos.
lie venia le '. Cecilia oa lefia smenle perdido
de oulra raaneita, eslavantos expusios ,1 perder
oulro lano lodos os annos... agora, Irumencio, se-
riara qoatro mil e duzcnlos francos perdido-.
Ooalro rail e duzenlos francos! grande Den.,
que sainma !
Eu sempre llir- disse qae a inllueneia das 11111-
Idere. de m ; enerva o dnmem.
Ah Huberto nAo era certamentc homem enerva-
do!... A humaiiidade iuteia tena morrido de fume
sua porta sem arrancar-Illa um cntimo... (j>ue lir-
ineza que energa !
Depois de breve silencio Frumenrio lornou :
Na verdade ella nos domiuava, uns guiava co-
mo meninos, sendo voss seu pai, e eu sen manilo,
l.ombra-se quando litava em nos os olhos? Elles ti-
nham cr extraordinaria : nunca vi nulros seinelhan-
tes: era como a cor verde d'agua profunda. Franra-
menle amei-a. Roberlu ; sua morle lio inesperada,
lAo sbila, lornara-me quasi doado. Despend seis-
centos francos cura n sen enleiru !
Seiscentos francos!... disse Roberto.
Ilouxe numeroso acorapanbauento, sobretodo
de pessoas pobres... lembra-sc? Ella era mu ama-
da... dava uiiiilu.
Ah! nunca allam vcldacos para tirar proveiio
do fraco da gente. Dar de avurecer a pregaica, c
todos os virios.
A imite edegava, as lejas illuminavam-se, e vam-
le us bicos de gaz aceiidcrera-sa ao longe as ruis.
Roberlu lirn as luvas do bolso, e desdobrou-as ine-
Ihodicamenle. Qoandocalcava a primeira parou, e
locando no braco de Friimencin disse-lhe :
Voss disse que de.'le milito lempo ninguem o
felicita pelos seus anuos'.' Engao, Irumencio, urna
pessoa fslicil.i-o.
Quem'.'
Sua fillta... Quando ella eslava no collegio. en-
xou-lhe una caria rom um ramalhcle. c ura par re
chinellas bordadas por ella.
lie verdade ; mas laso nao se renovou.
I.cmhro-nie de que voss Ih'o prohibi, licou
por ventura agallado?
NAo, nao ; parece-mc que cumpri Bollicenle-
mente men dever de pai para rom ella ; paguei lo-
das as suas despezas, e dei-lhe a mcu couscnlimeiilo
para casar-se.
Cun elieito. Iruraenrio erilendia uobreinrntr- as
obrigacoes da paleraidade. Que pai pagou jan.ais
coru maior exaclida o salario da ama, a os trinies-
Irea do collegio da Riba" Nunca bouxe um dia de
lardan". Que pai uppuz 1.....ios rrsistencia ao casa-
mento da lilha .' lie verdade que ella niinra Ihe dea
cuidado, que passou da rasa rhj aun parau collegio,
e do collegio para balso do tecla conjugal, sem que
elle ieetemonliaaaa ao menos o desejo de abraca-la.
Jle verdade que elle mal qaiz saber u iioine da'qnel-
l)o om extenso arigo publicado na Hecue Con-
lemporaint por Mr. Feht lelly sobre o conflicto
angloamericano, exlrahimos o segmoie:
Duas raras, duas religies, dnas iniluencias essen-
cialmente cuutrarras e hostil dividem entre si a Ier-
ra de Colorado. Ao mirle a ra:;.a auglo-americana,
ambiciosa, activa e descendente de tronco puritano,
intolerante e asado, nccupi urna regiAu lo va.la
como a noasa Europa ; desde o Canad' al ai .M-
xico, e desde o Pacilico ate .10 Atlntico. Ao sul, a
raca latina, sabida luda da Peninaula heapasihola, ca-
ttiulica do relislaa e indolente da costamea. mas ap-
ta para seguir lo las as mpalsues fecundas, estn d-
se sobre uin espara immenso desde o Mxico ate ao
cabo de Uorn. Aradas Um qvaai o mesmo algarismi,
de riopulaeao, vinlo a 't mildes de individuo. ;
poii-ni au passo que na primeira essa popularan Ie
completa, residindo agrupada em cidades popalosas
111 cultivando terrenos virgODS, na segunda os dra-
S is faltara por toda a parte uaiureza. As rique-
zas esperam douos c as cidades vas de cumiiiuni-
cacao.
Ao primeiro aspectn este paratlelo de loda emvan-
Ligera da raca americana ; mus quem o examinar
com mais allnelo, levando em corita os anteceden-
tes, e as circumstancias tocaos de cada paiz, princi-
palmente cotlocandose no ponto de vista da liberda-
de e da moralidade, laes como as comprehendemns
naEdropa, achara' que o equilibrio se resiabclecc
proriiptaraente. As duas raras tem qaalidades bem
como desliaos diflerentes, porm cumpre recoudecer
que se urna espanta pelas suas grandes obras c pela
sua prodigiosa actividade ; a nutra, pelo seu carc-
ter sxinpalhico, pelas suas Icndeuclas c pelo seu ge-
nio particular, corresponde melhor ao nosso ideal
de orgauisacAo duinana e social.
A granle deas-race dos estados da America do ral,
a romecar pelo Mxico e a que anda boje pesa so-
bre algum delles, provm re sua origera. Vice-rei-
nados he-panboes ou portogiiezes aban donados du-
rante Irrs leeutos s amhices, avidez e vicios de^-
onfreadoi de um (avorilisrao sem limites, lier.la-
ram fatalmente lodos os germens de eorruprao, hai-
xeza, desconli.inra popular. supersIicAo c inlolenn-
cia ainonloadas duranle lodo esle lem(io.
Os mos guvernos nandesorganisam somenle a po-
ca quodirigrui; sua niiluencia dissoluliva penetra
no propno sangue de uina nacAo, e algumas ratea
ataca la impotencia uiuilas aerares. A dominaro
liespanhola mo levara a' America senAo o olio do
Irabalbo, o preconreitu das castas, o amor dos (itu-
!os sonoros, o despotismo ceg e sem piedade de urna
aristocracia vaidosa* Quando chegou a hora da inde-
pendencia, os povos que sacudiraui o jugo, acbsrain-
se sem cohcsAo. sera luzes, sera rali m 1 reciproca,
e prinripalmeute sera lioineus superiores para gua-
los. Prudimo-se entao o mearon plienomeno em to-
das essas repblicas improvisadas. O soprn da liber-
dad e das virtudes que ella exige. Inspirara a (odas
arrojos magnficos mas a anibicao desordenada de
alguus rhefes e a rivalidade das iniluencias loeaes
.1A0 lardavam em mudar esses arrojos em agilnroes
esteris, c be assim que desde ISJI muiloi estados
da America do sul, inclusive n Mxico e a America
central, nao tem podido anula conseguir reprimir a
anarrhia deslas revolures periodiras.
Qucicra' i'so dizer que a rara latina be menos ac-
eessivel do que nutra qualquer aos enciulos da or-
dena, do Irabalbo, da ju>Ura e das vanlagens geraes
da cvilisacSo .' Nao podemos aceitar uein esta enn-
rlusao, nem mesmo o principio absoluto da desigual-
dade das raras.
le, quem era confiada a snrle da lilha : mas que
importava isso'.' Nem a ama, nem o collegio linham
podido jamis pedir um cntimo. Era o cssencial !
Ah eslava o bello ideal de sua Icnura paterna.
Frumncio gsbava-se com razao ila maneira par-
que deseinpenhra sua mMao de pai. Roberto que
icabava de calcar .1 luva. nao leve que dizer ; pnis
nSo curaprira menos decentemente seas deveres de
ax.
Nese momeulo ouvio-sc perto delles urna vozi-
nba infantil qoe dizia :
.Minlia mai, teiibu lome
Roberto e Frumenrio voltaram a rabera, e virara
urna mulber na oulra extremidade du baucu. 'l'iuba
emp sobra osjoelhos, e aperlada contra o peilo
ama filbinha, cujo ro.lo eslava volladu para o hom-
bro.da mai.
(slo nio inleressava aos nossos avarentos. Um lor-
nou a apoiar o queixo na bengala, o uutro calcon a
segunda luva. Fasquepirou rli.nl delles um r'ipa-
zinho de doze anuos, que venda [diospliorosera uina
caixa.
Oh di-a* Hoberlo, sto vera a proposito : eu
ia esqueeer-me de que nao temos mais pbuspboros.
Da ultima vez foi vossO quem ri:iprou, a^ora se-
rei eu.
E dirigindu-se ao rapazlnho :
Deixa ver esse. phospliorns. Os ruaros sao mu
pequeos. Sera 1 bous bu mai na .'
Sim, seudor.
Se o nao loretn, e eu encontrar-ia algura dia,
1 hei de puxar-le as orethas, diste elle eMothendo um
! maro. Queres agora (eu suido, nio ha assim t
Procurou a dolsa nu collcl.
Nesse linimento oovio-se a menina dizer linda :
Minda mai, leudo tanta fume eomprc-mc
pao.
Desla vez rila eslava no chao, ajanada nos jucldus
da mai. I.-t' iuclinou-se para a tilbinba.e disse-lhe
algumas palavras em vuz baixa. A cibera tremia-
liie como a de quera mioc.i solaros, lalvez se Ro-
berto, que eslava mai. prximo, e-livesse alenlo,
leri.i uuvido n mai murmurar Ati! roiliha lilliiulu,
nao leudn seqoer um sold para rnmpr.:r-te pao,
.Mas. eslava occopadoem remecher a bolsa, 'lirn
minios sol.los, enlrr o. qnies procurou mu cuida-
dosamente um que svalesse quatro cntimos. O ra-
pazinho leudo recebido o pagamento afaatonse.
11 banco e aquellas que o oceapavam oram iab-
lamente ilhiminados ; pois arabava-se de arender
un lilil.,- ... 11/11,1,,,. I) -'/ te/ tu lili II B ........I 1, que
o avarenln lnha na mo, \ menina tio oasoldos;
india loi.-,e. Os sidos |iara eil. aram Ddalos de
pAn, e pela sua ngenuidade, pela sua ignorancia das
Ibis da uoisa sociedade peiisou que aquelle9 que li-
Para os povos anda inaif que pala 00 individuos, 1
0 meio em qoe ellas vivera decide de na forte, til
1 genio benfica de um homem, o poder re-peitad de
i uns insliluico, baslam para mudar a face de um :
imperio, lie a' prudencia de Washington c de seus '
Ilustres colaboradores que a liniao deve sen de*en-
volviraeuto e sua durazno. Ora, a meio qoa ellas I
crearam lera dado urna impul-Ao igual a lodos os'
elemeiii. e.lranho.s de que se compite Imje a gran- '
de repblica.
Uraa eslalislira rerenle verifica este resultado sig- I
irtaeativo.que de ti'.l membros de urna lesislalura de!
estadu, apenas um era de sangae americano, c mes-
rao assim lilil.1 por pai um Iran le/.
NAo lio isso orna demonstrarn solieran.! desse a-
xiorna consolador, que nenhnma raca he irrevocavel-'
mente desbordada, e que so ns caracteres s,u, diver-
los, ha paridade quasi completa na's aptides civili-
sadoras.
Deuiais a historia da America do sul, depois da
proclamaran ilc sua independencia, (ornere-no. tam-
bero a c-tc respeilo lesleinunbos coucludenles. O
Rr.i-il que aua immeosa estensAo pareca dever con-
demnar a dissoInrAo e a guerra civil permanente,
goza ha rnuitns anuos de urna paz prnfuuda e realisa
em presenra dos E-lados-1 nidos, o Ixpo de um go-
verno meoarchieo mais liberal, melbr obedecido, e
sobre ludo mais Irme-lo do que urna repblica. ()
Chile e Cosa Rica, de sua parte, bem que subnielli-
dns as uie-inis condiroes originaes que seus viziuhus,
acharam o meio de escapar ao destino eommnm ; e
sua prnsperidade .em di-turbios, bascada sobre o Ira-
balite e sotire o respeito da lei. prova superabundan-
teniente que estavam maduros para a iudep?udeu-
cia.
Quanlo aosran le imperio hrasiletra, encenlrara-se
por felicidade uin principio de anidada n.iciunal na
pessoa de om relenlo da casa do Bragaaea, F>a um
prestigio soberano que fixava a forma du governo. a-
partara ns competidores do poder supremo e manti-
ntia a homogeneidade da ant'ga rolqnia porlngoeza ;
mis nenhuma felicidade desse genero favorecea o
Irabalbo de organi.ac 1 das dnas repilbhcas. Elias
lirarain de si mesmas a do palriotiimn esclarecido
de seus principaes eidadflos, as con lindes ra.iteriaes e
moraes de sna existencia.
Ora o Chile ha vinte c 01I0 anuos prosegue em sua
eerreira de paz e de mclhoramcntos continuos ; Cos-
a Rica d a America central o exemplo os vanla-
gens da ordem assim para asegranos exterior co-
mo tambem pai a o desenvulvimenla interior. A
experien. 1.1 por tanto be lo completa quanlo po lia
se-lo, e sera injuslica ninguem podera mais refuso.-
ans povos sul-anieriranos esse direilo que elles re-
cl.im nu.per jcus actus, de fazer parte dos povus ci-
' vilisados.
Sem duvida lia excepcoes deploraveis. O Per',a
! Bnlivia, oEqoador e dea outras repblicas vsinhas
I dn Amazonas uu dn Prala, nao esto firmemente cs-
tadeleridas sodre ms constitoicues, as muesses ines-
nios Estados o >ro^resso de-cu-ivel.
o pera1 eoza ha dez nabos d ame iranquillidade
perfeita deliaixb da adminiatracjaOk do general Cas-
tilla. A Goatimabl deve a dirladnra do presidente
Carrera um estado de calma relativo, cujo beneficio
sobrevivern a sen autor. Mesmo onde a febre das
revolures se prolonga, romo em l'.iienos-A.i'es e
Montevideo, essa. revoluces lem grandemente per-
dido era sua intensidade. A agricultura c n com-
mercio eslrangeiro quasi quenada sotlrem Com ella..
lie anula u Balado de inquictacAo de uin paiz que
niO achou o h'iin-m 011 a lei que Ide ennvera : nao
de mais a lucia encarnirada e sangninolenla de pai-
xos ou de interesses irreeoocltiaeeis. Por luda a
parte sentse a neceaaidada da ordem bem como a
da liberdade. Al mesmo se pode dizer qoe debai
xo deste ponto de vista qu ;si tota. a. colislitlllCoes
sul-americanas sao ubras primas.
De mais, ns costamea dessaa populaetes, mai pou-
co iiii -.-i 11., bastariam para toereeer-thes ai sym-
paldiasdos Kuro|>ens. "
Entretanto que as sii.is mais monstruo.,!, reedi-
tan! a leptos nos Estados Cuidos, e a mullipliridarie
das aberraras reliaiosa pertnrba la as con-ciencias
mais fortes, toda a America launa reconhere ,no-
mo culto, prolea o mesmo dogma e ioalina-se di-
anlo da mesma auloridade espiritual.
Entretanto qoe a metade :!a grande repblica pro-
clama a leejtimidade da eacravidao a unta a barba-
ria dessa insliluico ans seus ultimas limites, o Bra-
sil persegue o iralico, aprcdenrle ns oegreirns e diri-
ge a polica do Ocano contra o commercio norte-
americano.
Em urna aprebeosSo deste genera feita em o auno
passado as costas brasileiraa, veiilirou-sc que Ncvv-
Woik era a sede de urna imraensa associarAo de ca-
pitacs e de navios destinados ao trafico. Anda re-
ccnlemenl? o f'atmoulli, perl'enccnte provaveliuen-
Ic a essa associac.lo, fura aprehendido cm llagante
delicio e veudiJo em hasta publica por nAo ler
sido por iiingucui reclamado.
Nao mostrar is*o i|ue essa sociedade ameiicana
lo admirada, esl bcra pcrlo de divorciar se de sen-
so moral e de lodosos aentimentcs chrislAus'.' Ella
val as eleic'.s com o rnntcer na mao ; repelle o
eslrangeiro e o calholicismo era o nonio de 11111 par-
tida exclusivo, e calca aos pos 11 direiln publico'da
Europa que a America do sul invoca como ura pal-
ladium.
Entre essas duas civilisaces rieae*, a esculla nAo
pode ser duvidosa pira ui'u. A Cumpa) deve 11
para onde de bem recedida, para mide lodos us ca-
rcter Ihe estilo hbertos, para onda a liberdade ci-
vil be lao larga quinto a liberdade poltica, para
onde a moral cbrislaa reina sem couleslaco, para
onde seus interesses, sobre ludo seus intere'.ses eco-
1 mmicos mais preciosos, achara sempre, acoutenra o
1 que acontecer, uraa plena salisfacao.
Esla questAo de iiossus iulercsses econmicos de
mais grave do que se pansa. As principaes impor-
laroes dos Esla los-Cnidos sAo o trigo e o algodn.
Ora o trigo pode vir-nm da Algeria, dos princi-
pados danubianos, da Itussia meridional, do Egvpto
e mesmo da Asia Menor.
Quanlo ao algodao, ruja rallar vai turnando um
grande desenvulvimenle du outru lado do Mediter-
rneo, brevemente nao ser mais para nos um ub-
jecln de impnrlarao iudispensavel.
Alera de-les duus arligos os EsUdns-Cnidns nao lem
qria-i renCO productos seinelhanles aos uossos, ac-
crescendo que todos os seus esbirros tendera a cons-
liiui-los cm estado de nn preci-arem da Europa, e a
fecharem ura dia seus increados as nossas indus-
trias.
Na America do Sul, pelo contrario, o campo das
Iroca, bem romo o da emigracAo nao lem limites.
nham qoe comer deviam nalnralmenla dar um pou-
co aqnrllcs que 11.10 liuliam. KutAo a pohrczinha di-
rigio-se a Robarlo, e disse-lhe com voz trmula :
Senhor, dme um s^ldo p.ira comprar pAo.
I ma uieridija iiiurmiiroii Frumencio eslen-
dendo o pescoco.
lia gente que ensina n lilbos a mendigar de
noile, ohseivoa Roberto procurando incller os sidos
na bolsa.
Mas um driles radio, era mais oruSSO que OS OO-
Iros. Era ura ilos sidos duplos que lm de ura la-
do a etligie 1I0 r ei I.uiz XVI, e do oulro as laces co-
rnadas pela gorra da liheidade. S.-u peso separnu-o
dos oulros, elle escapou, e foi cahr aos ps da me-
nina. Ella apanhou-o pulsando que Ih'o era dado.
N3o, coilndinh.i, Roberlu nao da dinheiro I.Vj f-
cilmente ; teme muito favorecer a prcguic,a e tudus
os vicios.
Reatiloe-mo meo .oblo, ladrinha, griten elle.
He preciso que seja presa .1 mai e a lilha, dis-
se Fromeneio.
A nui levanlra-se sbitamente. Cora nm lance
d'olhoa comprehendeu a scena. e -em dizer urna |ia-
lavra lornou o soldu das mAos da lilha, c cntregju-o
au avarento, o qaal rccelieu-o murniiiratido.
Entretanto a clan.tade do lamptga \izinno deu no
rosto da mAi. Era anida mura, India lalvez vinte
annos.; seu rusto de oval perfeita, c pallidn nesse
momento, era coroadn por cabellos adiniravclnienlc
negros. Seus olhos grandes liiiliam nina expressAo
extraordinaria, e duas lagrimas suspensas s palpe-
I liras brilliavam como diamantes. I m sigualzindc
pretu, 1I0 lmanle! de Icnlilha, uruava-lhe o labio
superior, pouco cima do canto esquerdo da hoera.
Eis o que virara logo Frumenrio c Hoberlo ; mas
viram tambem oulra cousa, que o fez estremecer dus
pee at a oabeca.
A moca toraou a lilha nos bracos, e relir.ui-se r-
pidamente. Emquanto poderam v-la, us avarcnlos
segniram-na Com avista. Depois bouve entre elle.'
longo silencio.
He exiran .linaria o (rio que faz!... disse Ro-
berto, rui is denles batiam (orintenle.
Oh! muilo briol respundeu o-genro, elTeiloda
nev.i.i !
Nao, senhor Irumencio, nao be elleitu da I
nevoa.
Estamos earegelados, senhor Haberlo, redar-
guiu u i;enro, cujas pemas lrcmi.nn quando levan- !
Inu-se.
N."io l,e eiireiielamenlo, meo chara,
Het11.11.1111 se ,,pniindo"i' a I. W ala
Sao aecesaariaa alsnmas pakavrai abre upa jJo
deles lnn avarentos.
Kulii'i lo casara mu moro cun ,1 tilda Je um cuin-
Coiitiiieiileesseiui.ilineiile asricola.com r ajaezas "11-
ncralugicas inesgulavets, elle pussue ludo que 1 .
temes, e precisa de ludo o que fabriramo*. Paasa
llorcsla Vlrgesu, maa maJeiras de tinlursria e de
uiarrinerias, OM cale, seu anil, sua cocbunilha, sua
zumosa ciaslica, seus nielacs ile luda a especie, -cu
algodo raesmn e seu a-sucar abretu u nosso cmn-
merriii dorisonles iuliiiitus. O gado desea* pmmpns
alimentaria toda a (Europa (.lunilla.
As mil e 'iii/cnt is leguas do Amazonas e seas du
zenlOS e cincnenla confiueutes ti .tan.un para Indas
as nere-sidades de erairarflo. E com n geni* be-
nvolo e svinpalluco que domina uaqiirllas reglo*-,
cora as tendencias liberaes de suas leuislarue- reta-
livamente lis alfandegas. quanto mais rica, e povna-
das lorem. tanto eealosa augmenlara' o uo-.o mefra-
do iinluslrial : tanto maiores virio.dula.!- e pro-ita--
ndade riciprocas nos liara a solidariedada de nm,.,
Irocas.
Esta civilisarao cbrislaa ridiooal appcll boje para nnssa joslica .lim de *
salvar ; ella pede-nos por todas as *uas voze a-
poio de no>so direilo publico ; reclama lambens a
-ua entrada no caaes rio europeo.e a garant e- -
autonoma ameae.ada pela invasao. A nalssrcralr-
xanluu para ella uina barreira na America reir!
parece na justo que a Europa proteja *sa barrei-
ra contra avculureiros e piratas. Nao be i-.o>i ajasaai
ver um negucio ile guerra ; mas um negocia de |m-
licia internacional.
A parle lurbulanl.i dos Eslalns-laidos |mile
cxallir-se sna vnnladr. mas no da cm qn ar-
ndeiiie. apoiade sobre Iralado Claxton-Bntvver.
liver prorlamado de nova a iicnlralidaaii -le Nicara-
gua,toda esta exailacaocaluro diaule de am faci. ae
he cora qaarlose mil linmens e uina marinha quai
exeiilsivanicnle rnrainercial, que se falla seriamente
ile guerra Franca e a laajaaaaia, e qnanln man
riru lie um paiz un suas actividade e crasas Ira-
cas, mais deve temer lineare rm urna avenan
cujo primeiro etlcilo seria mina de seu rasiaei-
cio, a susp-ucao de suas gigantescas enrpre/a., cala-
Iropbea partirulares inralculaxris lalvez para ronna-
lo de desasir-, a guerra civil.
>cr.i bem comprehen lida esta silaarlo da Aaarii-
a noaso respeito? Igiu i.ini.i |o ; mas lia nm*
coo.idcrae.iu ultima, cuia iniporlaiieia impressiuan
lalvez o pesMamento publico. O auligu vice-rema-
lode 1 iiialm:>l 1, qoe firma hoja a rnult leracao ala
Vmerica central, au he suncute um paiz fecunda,
admiravclmriilc dnpladn relativamente a tempera-
tura e prud.ierao ; be tambem a grande aneria fu-
tura do commercio do miin Imnleiro; he a Ierra prr-
'..d::..idades-e llospliuro americano que da de snppri-
iniru cabo de Moni e approximar de Ir mil leRnas
.1 China, o Japao ea Polvnesia. ludo esta' preparad*
paiaessa grande revolui.Vi econmica.
O no S. J0A0 e o lago N ir ancua eslao j.i saleados
por barros de vapor. As regiiies ribeirinhas esn
colierlas S3e florestas seculares, que por muili seca-
'ns I Tiieceriaui materiaes para lodas as mariuh 1. dn
uundo. Nao falta a Nicaragua seno seguraai-a c
a independencia.
Essajindependencia, parece que he rhegada a da
de ser declarada ; essa seguranra, a Europa lem o
lireilo de ikigi-li cm nonie de" seus proprios in-
teresses. Ora, he nessa iiiterveiir.io de saaemaipu-
lenria que reside para nos, pira a AmencaaD sal,
e mesmo para os lisiados I.'nidos a \ cr ladeira s-du
rao do equilibnu do Novo Mundo.
ilTEEIDR.
RIO DE JANEIRO
SENADO.
StmaVO >1 IS UU JIMIO DE Ha
I reside,j-ado Sr. Mantel Ignn, 'ara/cnit d-
Ijicerd*.
A's 1' horas da manliaa, depois deleita a chama
da, abrio-se a sessjo, estando presentes J!, xnhme-
senadorea.
I.idas asarlas de 1:1, I!, tl a 17da rnrrrnle, foram
aparara las.
O Sr. t-secretario den conla du seguinle expe-
diente :
Um ofliclo do Sr. ministro da faxenda, remenea-
do o mappa 11. 371 das opoi.v orrorrida- naaar-
gao de subsIiluirAo do papei-inaeda em a me, de
uiaio ultimo..\' cuminissAo de razenda.
Outro do Sr. ministro do imperio, participando
ter-se por aviso do mesmo ministerio, rialado de tt
deste mez, ordenado ao presidente da provincia da
Parahiba, que Bzesse responsabilissr a masa para
rbial da rregoezia de Maesa Senuora da l.ma da vil-
la de Palos, pelos faclui qoe conlr.i ella se allegara,
pralicados na eleir.io primaria a qae se pracedea
para a de um senador ulliuiameole all letla.Fi-
con o seuadu inleirailo.
Outru do mesmo Sr. ministro, remetiendo nm ds
aulograpbos saneciouadus da icsolmao da a-ein
bla geral declarando que, liereulaiio Antonio da
Fonseca. esiudanlc da laculdade de Medir,na da
Rabia, pulo ser admillido a fazer exame dnaule-
nas do lerreiro e quarlo anno, conforme os aslaiu-
los que regiain em IN">2.Firou o senado mena-
do, e manduu-sc rommunicar a cmara dos debu-
tados.
Oulro do Sr. ministro da marinha, em resposla ao
lo seuadu du 2 do rorrenle, remetiendo ansa copia
do oflicio n. 5, que Ide endererou a presidente da
provincia de S. Pedro, coinmumcando a eaasa qae
deu lugar aos naufragios ullimameale occcocri-
dus na darra do Rio Crande.A quera fez a requi-
sican.
O Sr. lobim pela ordem ;Peco a leilara do
ollicio do presidente do Kiu Gratada do Sal, em qua
da bem a entender que da falla, relaxaran ou na
ilirereao no servir da praticagem da barra daqaatla
provincia. O mesrao iniuistro qae o remelleu diz,
que vem para ser presente au senado ; pero poi
que se faca a leilura delle.
Foi sal.feilo o pedido do Sr. senador.
Oulro ollicio du mesmo, Majal leudo as iufurma-
res que Ihe I iran pedida, em t do crrente mez,
subre !i requerimenlo do commendadnr Joao Perei-
rs de Andrade, era que pede se Ihe mande pagar a
importancia das presas retomadas na guerra du l'.io
da Prala, como rcpirscnlanle de ttulos das reine-
sadores o lenle charles l.idlex a oulros.A qaem
fez a requi-icao.
Duus oflicius 1I0 primeiro secretario da cmara
los deputados, acoinpauhando as segrales iwopo-
s i roes :
m"rrianle, em cuja casa tiabalhava. A toja Ihe fas
cedida rumo dol. Nn lim do primeiro anno elle 1i-
vera nina lilha, Cecilia. Esta nio tinha dez ajasaao,
quando a kA inorrcu. Roberlu meileu-a no colle-
gio. Pouro depois associou ao seo commercio I m
mencio, ao qual aUcicooii-se logo pela semelban. a
de seus gustos e de seu carcter. A rnmmnnidade o>.
interesses rimentou anda mais a oniAo des dnas B-
varentos. Aos tre/.c airaos Cecilia inoslrava j inlel-
ligencia lanerivr, e maturnladede espirito rara ne--
-a 1 iade. Roberlu liruu-a do collegio, enlrccou-lbe
seus registros, e despedio o curarreeailo de sua es-
crpluiarAo. Mil e quiohenlos trancos de eroiiosnia
por auno, que exrcllenle operar io !
Creaeen lo Cicilia lornava-se iiolavelineni. bella
seus olhos erain. conforme a expressao de liuinru-
co. da cr verde d'agua profunda, a por arcrpscimo
de belleza ella duba am sagualzinho predi do lama-
nho de Icnlilha anua do caolo esquerdo da ucea.
Signal que realrava a baca aivura de sua tez. E-la
belleza nan era nada relativameole a de sua alma.
Ella tinha tanta genernsidade qaanlo u pai luida de
egosmo, o que de certa nao era |muco. Imp.,/ 1 .1
mesma a trela ilc equilibrar aos nlhns de leos .1
somma rie bem e de mal, que prndazia o lar dom,
tiru ; e Roberto Ihe dea.niuito que lazer. lodavia
ella cunseiuio lomar imperio real sobre elle. O pai
lemia o dlbsr profuudo e alias lao fagueiro de t>-
1 alia.
Fromeneio, que era dez annos maii moro, nao
piide ver a Cecilia impunemente lodos os das"; ena-
tnorou-se della. O amor, quandu entra cm alguma
liarte, quer reioar sozinho ; Iravou, pois, forte
. ) 1 r 1 contra a avareza no coracao de I rumencra.
Roberto vio isso. Tal estado de cousas tenda a enrn-
pronicllcr os intcre-ses da associacao commerrial.
Cumfina tomar prompla resolucAo. o Cecilia casara
rom I rumencio, di.se o pai, e no lim de um mz
elle estata curado, n
V principio Cecilia recu>oa ; ms Roberto vallan
o carga urna, duas. dez vezes. A resi.lencia irnla-
v.i-11 elle tornoii-.e dc-abrido. A lilha ronheceu
que mais inga recusa couipiomcttcrii os (rucio- dos
seu esforcos ptasidos, a a brinque delles e.peiav.,.
Emflm, um da que Iralava-se da ruina da urna la-
milla honesta de roninietciantes, cuja sorte arhava-
>e as mns do pai, este respundeu as instancias da
Cerilia :
Gaaa cora Fromeneio. e farei a que quere* ;
do contrallo 11A0 estarc pm tal couss.
I'oi. bem di-. ella.
I i- 11 rom F'rumi'nri. Collada *.o laiel 1 da
plicon- a dev,a rr.nlr iliilanrar -e don- e o-
mos... Sea coracu uo esmorecen.
(Continuiir-'C-hu.,
MUTILADCT


MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO




A asnemhla geral resolve :
Arl. 1. Fica approvada a pensBo animal dr
I: si Mi.?, concedida por decreto de 1\ do novembro
de ls.V), reparlidamenle .1 )> Mana Joaquina de
Lima p Silva, U Mana Eulalia de tima e
Silva, e I). M.iii.i Amalia de Lima e Silva,
lilhas legitimas du fallecido in.iiprli.il do evini
viiconde de Mag, em reroonerieaa dos nervinos
prestados pelo moni" viocon.le, inrlnindo-se na
referida pen-ao o meio nido queja perceliem.
k Arl At agraciadas percebenio esla penlo
desde a dar do decreto que a concedeu.
<< Paco da cmara dos depulados em li de jnnho
de 1831!.Visconde de Raepenut, pre-idenle.
c io.w. '"."".o o vaciiam}, pre-i.ienie.-- ana legislativa pela (
Francisco Je l'aula Candido, primeiro secretorio. I cer essa indusliia.A
loT.. tt'.lLi.ii- ,lt* Mjlto- lamniln.! Manoel Francia* Xavier dp Andrailp, naturaes da
provincia di l'araliih;,, esludanles da l'aculda.ie de
Direiio de Peruambuco, peoiada latbrisacao para
malncularem-se e famciii acia do i. amio m-i
nao se lerem pedida malncular em lempo por causa
da epidemia. A 1 onitnlssao de inslruc.au publica.
Uutro de Emilia \ aipiiiun dal'iindade Barro,
ped.odo a rvaHda^flo do cana que ja Riera de al-
gn, preparatorios, aliti. de nial.uular-se do cu.so
jurdico de s. Piala. A* cummissao de inslruccao
publica.
Oulro de varios empreados 1.0 lidia eomiDereia
da venda de hilln-les da lotera, pedindo una me-
did! legislativa pela qual poesaiq eanUnaar a exer-
UOtMBm DE FERRUCO SKBl 00 16 DE K0GST0 H 1856
I ...I------------------------------------------ .., I II,. ".!- |
Jo3o Wilkens ile Mallos, segundo secretario
ii A assembla geral resolve :
o Arl. 1. Fica approvada a pendo annoal ecu-
rrdui.i por decreto de :1 de -elimino de 1835 D.
Mara dos SaDtos l.nr... viuva do lente do hata-
lli.io n. t-2 de lofanlaria do exereilo Ignacio .Uari-
nho da Silva, corrpspoudenle ao meio sold de
sea maride, sem prejuizo do que por lei llie com-
l>ele.
Arl. 2. Esla pensa ser paga desde dala do
decreto que a conterin lic.n.lo para este lim revoga-
dss quaeiquer di-po-ue- em conirann.
Paca da cmara dos depulad em I de junlio
de 1856. Viscoude de Raependj, presidente.
Francisco de Paola Candido, primeiro secretario.
Jnao Wilkeos de Mallos, segundo secretario.
Vio a imprimir, nao o estando.
lima representacjto da cmara municipal da cilia-
do de S. Joi<> da Barra, pedindo que seja elevada
calbegona de provincia a comarca de Campos. A'
commissao de eslatisliea.
nj reqoeriroenlo de Luiz Emilio Vieira Lisboa,
bacbarel formado em direilo pela Universidad! de
Coimbra, pedindo ser additnuo a lazer euinc das
materias que fazem objeclo dos Corsos Juridicus do
imperio.A' commissao de legislaran.
Ficou sobre a mesa a redore] d i proposico do
senado, que autoriss a irmandnde da Misericordia
da cidade de Ke/.endc para possuir bens de raz at
o valor de 60:0005.
Foi apoiado e a imprimir no jornal que publica
;is sessoes do senado, o projeclo que licou sobre a
ines em 10 deste raez, assignadn pelos Srs. Silvei-
a da Motta, marque/, de Monte-Alegre e balito de
Amonios,
Foram lidos e approvados os segoiules pare-
ceres :
A commissao de assemblas provinciaes, para
poder inlerpr sea juizo sobre a inclusa representa-
do da assembla provincial de Minas Genes, re-
quer que se pesam informaees a* governo, por
intermedio da secretaria de estado dos negocios da
joslica.
Paco do senado 14 dejunho de 1856--Sil-
va Ferrar.D. M. A. Mascaienlins.B. Souza
Franco, o
A commissao de assemblas provinciaes, para
poder interpr scu juizo a respeilo da inclusa repre-
senta^ao da assembla provincial de S. Pedro do tija
dr.tnde do Sul, precisa c requer se pecam ao gover-
no copias aulhenticas das leis provinciaes das provin-
cias do Paran e S. Paolo, rel.tivas u creara., c mo-
dificaran dos imposlos de importaban de auimaes
que se cobraran! uo registro do Rio J>egro, e actual-
mente na estrada de Sorocaba c Castro, sol o ulu-
lo de imposto de barreira por parte da provincia de
S. Paolo, e no proprio regisiru do Kio .Negro por
parte da do Paran, assim como nfoiniares sobre
a importancia arrecadaria nos 3 ltimos anuos pro-
veniente de tal fonte de renda provincial.
<< A commissao igualmente requer copia aolhen-
lica das leis provinciaes da provincia de Sania Ca-
tbarini, qoe crearam um igual imposto sobre os ani-
mes qoe da provincia do Rio Grande procuran)
os mercados das provincias Innilropbes, e pasaam
pelo sea territorio, e iniurmac,u sobre as quanlias
arrecadadas e provenientes de tal imposto nos Ires
ltimos anuo-,
(i Paco do senado IV de junho de 1856.Sil-
va Ferraz.I). M. A. Masrareuhas.li. de Souza
rraneo, b
ii A commissao de assemblas provinciaes requer
que se exija do governo :
o 1. A remessa anuual e nao inle rompida de lo-
dos os aclos legislativos das assemblas proviuciaes c
dos regalamenlos e inslrucces dos presidentes das
provincias para bol execucao de laes aclos e para a
cobranca e arrecadar.io dos irrposlos.
2. Os aclos legislativos das assemblas provin-
ciaes publicados durante os ltimos quatro anuos, e
coro, urgencia os da provincia da Babia e de quaes-
quer oulros anoos dessa e de oulrai provincias que
l.ill.irem para completar a collecc.lo da secrelaiia do
senado.
3. A legislacao fiscal de cada provincia, relati-
va agua administrajao de fazenda, publicada al o
presmie, e que se aclia em vigor, incluidos os re-
galamenlos, instruccoes e ordens sobio a percepcao,
l.im.Mnenlo, ele, dos imposlos.
ir Paco do senado 16 de junbo de 1836.Sil
v Ferraz. I). M. A. Mascarenhas. Souza
Franco.
A commissao de legisIscSo foi presente o reque-
rimcnlo de Jos da Cosa Ferreira, cidadao brasi-
leiro, proprielano da casa n. 1 da ra das Violas,
pe lindo a revogacao da postura da cmara munici-
pal desta corte, publicada por edital de 26 de eve-
leiro do correle auno, pela qual se ordenou a mu-
langa das ollicim-s de caldeireiro de ceilas ras da
cidade, para fon delta, no prazo de 6 mexes.
O sdpplicante invoca em favor de sua prelen-
C3o os principios de liberdade das industrias, o fa-
vor que sedeve a esta industria nacional, coja apreu-
di/agem se diflicullh om a remocao das ollicinas
|iara lugar distante, ea illegalidade com que pro-
cedeu i cmara restaurando urna postura que por
acto expresso do poder legislativo geral tora re-
vogadi no decreto u. 236 de 30 do novembro de
A commissao, para poder emiltir juizo sobre a
illegalidade com que procedeu por veulura a cma-
ra municipal, e para apreciar o inconvenientes que
IHMsim resaltar induslri, cujas odlcinas sao re-
movidas do cenlro da cidade, be de parecer que se
I"'1.' ao governo os seguinles esclarecimenlo :
1. So o edilal ala cmara muuicipal de 26 de
levereiro desle auno foi publicado depois de appro-
vada provisoriamente a postura.
2. Qaaes sao os lugares deslinadrs para ai ofli-
cinis de caldeireiro, e as novas raines que leve a
cmara e o governo para restabelecer a postura re-
hogada.
",?'V> do nado 17 de junho de 1856.Silveira
di Motta.Visconde de Marausuape. '
KIIE.M DO DA.
En (roo em primeira discassao i proposirao da c-
mara dos depotados revocando a lei provincial de
Mallo-Orono o. 4 de 8 de igoalo de 1835, que faz
exlenaivas ios membros da asembla legislativa da
marea provincia as disposic,oes dos arts. 27 e 28 da
cooslilolcao do imperio.
Foi apoiado e approvado o segointe requeri-
roento: '
Requeiro que a presente resulucao vn i commis
slo de assemblas provinciaes para inlerpor a respei-
lo seo parecer.Souza Ramos.
Entrn em primeira discuss.io, e passou segun-
da, e desta lerceira, a propoee.ao da cmara dos
depotados ipprovando as penses concedidas a viu-
va e fillios do capitn do corpo policial da iUna
JTinciaco Joaquim da Silveira, e i viuva e fillms do
alteres do corpo policial da provincia de S. Pedro
Vicente Irancisco Das Jnior.
Teve lagar a primeira discusso da proposico da
mesma cmara, epprovando o privilegio concedido a
Francisco Antonio Pereira Rocha para eslabeleccr
no porto da capital da provincia da Uabia una ea-
le-a-baler.
Foram apoiados e approvados os seguinles reaue-
mentos:
a Reqdeiro qoe o projecto sej remelli.lo i com-
missao de emprezas privilegiadas para dar seu pare-
cer. Silveira da Molla.
sao de emprezas privilegiadas o decreln de 22 de
novembro de 185i, qoe conceden ao Dr. Filippe Lo-
pesrvetto, privilegio por 10 anuos p.ia o eslabele-
cimenlo do estaleiro patente palent slip no porto
la capital de Peruambuco, bem como ascondicOes
annexas ao mermo decreto.
a Pajo do senado 18 de junbo de 1856.
Dantas. i>
ii Sa' Vruidenl decluou esgolada a ordeni do
lia, c diu pan a do segointe : discussao da redac-
?ao qoe se scha sobre a mesa ; sesund.i disenssao
da proposico do senado autorisando o gover-
no para mandar matricular as escoi.s maiores do
imperio os alumnos que por motivos justificados nao
liverem comparecido no prazo lixado para a> matri-
culas oo prsenle anno lectivos; lerceira discusslo
das proposicoes da cunara dos depulados: 1 au-
lorisando o governo a conceder um auno de licen-
;, com lodos os seas veucimenlns. ao juiz de di-
reilo Carlos Antonio de Bolhes Ribeiro ; 2.', :i." e
4., approvando as pcosces concediaas a viova e
filbos do ebefe de polica da provincia de S. Pedro
Jos Vieira Rodrigues de Carvalho e Silva ; i viu-
* e lillios de r. Cypriano Barbosa Belamio, e
viuva do vice-presideule da provincia do Para An-
gelo Custodio (Jorrea ; primeira discussao das pro-
posites da mesma cmara : 1.\ approvando pri-
meira eondicao a que ss^refere o decreto de 22 de
novembro de IKi, c que augmenta a subvenclo
concedida I cosafeaiihia Parnambucana de navega-
Sao a vapor ; 2., declarando qoe as liceness que
se coucederem aos falseadores s o serao nos luga-
res que nao eslivesom arrendados, ou concdidus a
companlnas ; lerceira discussao de duas proposices
sobre naluralisacao deasiranseiroi.
Levanlou-se a sessgo ao meio da e 10 minulos.
commissao de fazenda.
Oulro dos mesarios da irmaudaile de S. Pedrada
cid.ule de Mai launa, pedindo, como ja o fi-z o auno
MMMO, a coiu-essao de duas I.....riss para a concia-
-ao ii respectiva templa. A' commissao de fa-
zende.
Parveare .
L-se, hejulgado objecto de leliberaru, a vaia
imprimir para entrar na ordem do Irabalbos o pa-
recer da commissao de penses e ordenados, que con-
cipe com a seguinle resolucSo :
Arl. 1. Fica approvado'o decreln de li dejando
de 1856, pelo qual lie concedida a II. Francisra de
(lliveira Lisboa, viuva do coronel cliefe de logiAo
da guarda naclorul da provincia de S. Pedro do Ido
brande do Sal, Gabriel Gomes Lisboa, s pen-o an-
imal deSOUo, que por decreto de 20 de levereiro
de 183/ lora concedida a seu marido, o qual, em
deeza da nlegridade do Imperio, morrea em com-
bale antes de entrar no gozo diquella grasa.
Arl. 2. A mesma peo-So se/a' paya eesde a da-
la do decreto que a conferio, licando para este lim
revocadas todas as disposices em contrario.
. g dos depulados. em Itdeiunho
de 1856.I. fc. Sayio Lobalu.-- Pacheco Jordn.
I.e-se, e he igaalmenle jalgido objeclu de racao, c vai a imprimir para entrar na ordem dos
lrnbalhos, o parecer da commissao de inslruccao pu-
blica, que cuuclue pela seguinle resulucao : r
A assembla geral legislativa resolve :
Artigo nico. Fica o governo autorisado para
mandar malncular as escolas maiores do imperio
os alumnos que por motivos justificado, nao liverem
comparecido uo praso lixado para at matriculas.
Pajo da cmara dos depulados, 10 de junho de
1856.F. Octavii.no.J. J. da Rocha___Dulra Ro-
cha, o
lie finalmente lulo e julgado objecto de delibera-
Ihanle, e mostrando as vanlageni de erem gover-
riadas as prnvinrias por seus propnos lilhos, lem-
hra o evpedienlc de seren examinadus os presiden*
les que forem govemar provincias que nao couhe-
rem.
(I Sr. Mendonro, oeeapande il tribuna, principia
osen discorsomostriudn alguns mellioramenloade
que o aovo exereilo carene. Fallando do recrula-
miMito, o orador moslra a necessidade de se faier al-
guma raforroi na pratica do recrataroe.....; e com
quanlo a inieiativi ou urna reforma desU ordem
perlen; a cmara, com todo o ministro da guerra
por si mullo pode fazer para meli.orar este ramo
00 servieo publico. Se uosso exereilo n.ln tim ehe-
ndoi compleiar-se e a aperreir^ar-Mao ponto que
lie dp-ejado, minias tSo as razos ,|Ue o.....orr.....
para issu. \ uecessidade de hospicios para os inv-
lidos he una i oudic.au .le melhorameiito, a fideli-
dad., nos emiratos de engajamenlo e na isen.au do
servieo qiiando se lindar o lempo dos recru'tados,
o augmento de sold, ludo isl.. he de reconlie-
nila uecessidade, e sem islu pouco podemos conse-
Ein segoidl falla o orador na conveniencia de se
melhorir n escola de infaolno e cavillaria do Rio
Grande do Sul. de aogmenlar-M o ordenado dos
lentes, para por esto modo terse perfeilos profes-
*ores, c ilar-c lim pralica ponco mai- conveni-
ente de iran da corle profestores para examinarem
os alumnos do Rio Grande, ou virem estes a corte
pre.tarem seus exames.
O orador interpells a commissao de marinha c
guerra, por nao se ter ja reformado a tabella dos
encmenlos millares que arompaulia o decreto de
2S de marro de 1825.
Fallando de soa provincia, inostra n orador ao
honrado ministro da auerra que os quartpis precisao
de melhoramenlos e reparos, que a guarda nacio-
nal deve ser alliviada do servieo activo que suppor-
la com tanta resisnarHo, e que ;i eraacao de um
corpo Oto he da mais palpilaute necessidade para
guarnicao c polica da fronleira, e conseguiutemeu-
ce para descansada guarda nacional.
O Sr. Ilorla diz que eslaudo a casa por demais
esclarecida, pede o eucerramenlo da discossu.
O Sr. l'resitifiile. indo por a votos o requeri-
menlo do nohre drpalado que pede o enrerranien-
lo, reconhecc nao haver casa, e por isso levanlou a
sessao, dando par
ORDEM DO DA 16.
As materias anteriormente designadas tanto, para
o para a 2.a parle, srrrscen.ln naquella
ttiaude do Sol, os
escola de marinha
i.iiut'is da escola militar e da
Tnumpliaram ao mesmu lempo a materia,
intelligenci.....
. A ampliar o quiltro du corpo de engenheires, I "" A or"'11''-1 ,l,o desc.iiHoii.
nforme a* necessidades do servieo. Ao vemos |iasar por no- n'uin des
A oiganisar deliuitivaineute
dias um
. .- ....,......-. ,aiueiiiti .. corpo de au^r-
nicao creado provisoriamente pelo decreto n. 1715
de 12 de Janeiro de I85G, ni provincia do Ama-
lonas.
t'. A rlevar a ill o peasoal do quadro da reparli-
{lo eeclesiislica da guerra.
7. A reformar a tabella de 2S de marco de 1825
na parto relativa &s gratilicacOes do comiuaudo e de
exercicio.
8. A reformar o resulamenlo do corpo de saude
do exereilo.
9. A sapprimir a commissao encerrada dos Ira-
nallris preparatorios das proinosOea e o couunan lo
das armas du corle, creando o lugar de ajudiiile-
general em sUa sulisniuirao.
Pa<;o da cmara em li de junho de 1856.
Senda approvado, enlrou em diseoS'ip.
" Sr. 'facharla* prooniacla-se contra o artigo ad-
dltiVO, nao pelas soas iloutrinas, mas pela impro-
pne.lade da oceasiilo para eulrariiios em reformas
despondiusas. Alem dlsao, emende, que as cmaras
nao podem iicar tranquillas dando ao ministerio o
poder ampio de legUlir sobre estas materias, eoosa
que ella, n.l.i podem declinar de si. epois noli a
desinlelligencii em que marcham duas rapartlcSe
geineas, como a da loarinha c a da guerra, pedindo
o ministro de urna aquillo de que a oulrn dc-i-le e
viee-versa. Ao |iasso que o Sr. ministro da guerra
pele a evlinccnn da commissfo de promoees a que
entrelanto faz grandes elogios no seurelatonn ,
querendo commeller a um ajudaule-general o tr..-
balho de que ella eslsvi cncarreaada, o Sr. miui
Iro da marinha ludo espera de urna erMeSo seme-
Ihante para sua rcparlisao.
O orador lermina fazendo Rlgamas consideraees
sobre a con>ervasau das commis-des dejuslira mili-
lar que o Sr. ministro quer supprimir.
Sr. Vatanhos (ministro de eslrangeiros res-
pobre liomem de meta idade, euberto de iininiindos
andrajo-, mas com Incoa em sua pliisionumia, que
deiioliva tal ou qual nobrexa d'ilma, seolo menlem -,.o p,.,> ,..-ir,
LavatereGa.il, fomos a-sallados peto mal com que : central desle canal, asmas ill
nossa primeira m.ii desnalorou-oos: pergantamos a 300 bracas que randean os ffran"t """ !"cla ll('
om senhor rom qaem conversamos, que liomem era mrein"fnrmaiuln n.u-
barra do Picao, no ponto onde mais se aparta do ar-
, "" s ;llur '' ''"". vai augmenlando succes-
irrn,/,1"!"''1'"0 '" I "". <'t'>-
2 v, dimiu, n''4, nas l'r"'" "-as vivas
a a ,' r""" ""-"' 26PI. que he
" "fronte da ilfind,.-,'. lie n parle
-------........... i-^------------ -'
aquelle. nlle, nos diz elle, irmao de um grandeper-
sonagem, que habita n cidade de""
i- E nao se interesal por sen irmo, lera' elle
defeilos, mo merecer' sua amisade '.' Replicamos.
.Nada, iniu seDJwr. retorquiu o meu infur-
mante, he um excelleule liomem, mas esi|uecido da
lorluiia ; o iinico mal que -ollre he o da indigencia,
e cs porque seu mano, que he um lilbo querido da
-orlo o espesinhi___
E- pobre liomem inspiroa-nos seri.i eompiixlo:
lamentimos que anda nouvessem irmaos 13o desni.
turados que abominassein a irina is por seren pulir.!
Para que ese ouro imonloado, senao serve iicm pa- ,,
ra levantar do p um infeliz, que curvad > .ili o vezesosni
I peso da miseria vive esquecido de um iranio ? E do 0 vento
mercio,"formando mlle VooTIT" """"" "" """"
i.i. i,..ri. "u ''las, mais nu menos
..per adas a paite ,, ,,, ,
na frenle du arsenal ., llutilA e I(w.rv|i
para os njv.os de ...erra B .., en|barc,;i,,s
pequen., que se demora,,
e na parte superior fandeam de preferencia -.,-
vas de cal.olage.n, e os que r-,,1 m cocoll
poslo que em quasi toda a sua extenso c-ta parle
poileria aduiiltir navios de niaior porte.
I'ara sabir do porto, os navios seguer o caininho
Pelo qual enlrarim. conforme o ve 2312! ^SPS d" M"a' devi'" '
para anh ,. alio mar a barra do Pica.' ...C" ,,c ''a "V"' c"rrp"' ni vasinle da
pondendo "ao S.' /.acar'i.si'oL.'erva que a aulor'isa- lo* empresl-do
la Martinho, eda-lhe a letra dos robrinhos para
Continuarflo da I .a discassao da proposta n. 128
de 1851, declarando que os locares de auditores de
guerra, no Rio Grande do Sul. sao de juizes de reilo, conjuuclaiiiPiile com o parecer e voto em se-
parado ii. |N de-te anno.
No dia 13 nao honve can.
16
Pre>ii[enria do .sr. citeonit de. Baepend*.
Aberla a sessao hora do costme.
Lida e approvada a acia da antecdeme, o Sr.
primeiro secretario da cotila do seguinle expe-
diente :
Fin oBleio do ministro do imperio, de 12 do cor-
rele, enviando copia do decreto pelo qual S. M
cao ef,.liprim -kt yssLWts.Tirie'::;:sa
balhos o parecer das commissoe- de ne-ocios ec regue/.a de S. Cnri-lva
clesiasticos e 2 de orcamemo, que termina opi-
nando que se peca ao Exm. hispo diocesano infor-
mases sobre rada urna das prelenc/7es dos Revi.
padres Marcos Cardse de Paira, Antonio Jo-oda
Silva, Qnlntiliano Jo>do Amaral, .Manuel da Silva
Lopes, Jomo Procopiu da Natividad! e Silva, Sebas-
.i" dos Iteis Saraiva, Jos Crrela Cuelho, Pedro
de Mello Alcanforado, Jos de Outeiro Piulo, pa-
rodies desta Cidade, que reqnereram Ibes fosse ni-
camente concedido dar o sepuile-se-, e que se
Ibes augmentas-e a congrua.
I'ropota.
Vai a imprimir, para entrar na ordem dos Iraba-
lbos, a proposia da :1.a cornmis-ao de orc.amento,
que cuuclue pela approvaflo da proposta do gover-
no Hundo as despezas do ministerio da cuerra em
9,520:1383720.
Inicarito,
. T Titara pede urgencia para apresenlar una
indicacao. Por virtude de razoesque deseonbece, ou
que nao procura demonstrar, por varias vetea tem
pedido a palavra em di-cusses impurlanles : e sen-
do classilicadu em ultimo lunar na Ordem dos ora-
dores iuscriplos, enerrram-se as iliscussi.es sem que
tenha podido fuudamenlar o seu voto, yue seme-
Ihanie facise da em diversas pocas, e para que se
nao repinduzam laes fados, e oulros depulados mi
leiiham .le queixar-c da mesma sorle, {oiga indi-
peu-avel que se lome urna medida que arrede da
presidencia da cmara (oda e qualquer responsiblli-
dade a semelliaiiie respeilo. por i.-so o orador eflo-
rece a seguinle iudicacu :
Proponho que sja reformarlo o regiment da
casa na parle em que inenmbe a' presidencia de de-
signar a cedencia entre os depulados que a um
lempo pedein a palavra sobre o objecto dado para
discussao ; continuando porein ueste casoaaulo-
risasao acerca dos dous primeiros que devem ence-
lar a discussao, sendo os mais determinados pela
sorle, ou que se admita oulro qualquer alvedrio
qoe sanie o presidente da cmara do onus daquel-
la designarlo, assegurando a lodos o lugar cerlo em
que cada um deve estar inscripto, no caso de que
rala. Paco da cmara. 1:1 de jiinlio de 1856.
S*o que se permute ao governo para emprehender
certas reformas nos diversos ramus de seruco do
ministerio da guerra, mo tem nada de extraordina-
rio neni de censuravel, por isso qoe, como bem ob-
servou o seu cullega da marinha ; quandu se discu-
ta a reforma do irtiges de guerra, o nobre depu-
lado, piando ministro, servio se de izoal autonsa-
cao. O governo nao tem oflerecido as bases das re-
formas que espera realisar, por isso que a discussu
das bases impurta a discussao do projecto por inlei-
ro, e assim convem antes que se disenta as refor-
mas, quaudo for pedida a sua approvarao. Esla he
a pralica segaida, e tantu que a escola militar lem
sido reformada sem que o goveruo olTerecesse as
bases.
Moslra o orador que nao ha divergencia entre o
minisleriolda marinha e n da guerra no mudo de
procedo] Hp.i- reformas nao podem trazer mande
despegas, porqusoto ilgnmas econo-
pen-arao que essa liirluna perdurara'? Impos-ivel.
I liomem opulenlo que despreza a miseria, que tor-
ce o rosto vi-ta de um prenle, que asmla, ninrre
sem duvida na desunir, porque rico mo he aquelle
liomem cuja fortuna mi serve senao para pralicsr
vitlezas!
0 Sr. subdelegado da Boa Vista lem suspendi-
do e ppdido a dpmiss.io de dous inspectores de quar-
leirao da Boa-Vista, o do Mangaioho c o dos Coe-
Ihos, e se acha di-poslo a ir reformando o pc--.nl
desses empregados de polica.
A feslividade de honiem no Kecolhimenlo da
Gloria esleve com muilo aceio, e simpliculade
lina historia bem ronlada. Pedro viveu
por miiiio lempo com urna mnipanliia em sua casa,
mas Pedro qoe era pobre e a compendia que liaba
uns cobrinhos juntos, rj haaujntO para Pedro pedi-
brigam e separam-se : a companlii
(-i v .'.i v 1 I il I ii 1 I I i i IIIIIUI "I t(]||
para ganhar a alio mar a barra do l'ica.i lnt
Poro ; uao havendo nada a untar acerca dest,i om.
racao sean a grande diflleoldade que tem algerna
navios em ganhar a pn|neira barra, quan.
.- se approvmia do n irle, pirque nao evis-
le meio algum preparado para dar-lhes loa ; c que
fazer para chegar ao lugar qoe querem tomar, quan-
do entram, para mudar de lugar oo lempo da sua es-
tada, ou para sahir oulra ootra vez do porto; o arci-
dentes que resollam da arru iiiiiUcio dos navios n'uiua
carreini de t.io pouca largura sao bstanle freqoenles,
e sem duvida seriam mui graves, se hoavesse algum
temporal. A impossibilida.le dse eiieoslarem os'na-
vms aos lugares de embarque e desembarque.he defei-
Ijgravusiino, qae|para eartega-los.oudescarrega-los,
obnsa a empregar barcas, chamadas neste porto sl-
vareng, o que augmenta muilo a despeza destas
operacoes, e as toros msis complicadas e demo-
rada ; esle defeito provem da disposisao do canal
que nao lem profundulade senao perlo do arrecife
e que do lado de Ierra vai sobindo com ama in-
clinacao mu fraca, de tal modo, qoe nao se acha
urna profundula le sufticiente para rundearem os na-
vio* sena,, a .....|.. distancia da linha da beira-mar
esla dispusir.io do canal devida em parte s diren-., ,
la manir orrente na vasanle da mir, e por oulro
a violenta quedadas aguas Uncidas pelo vento por
cima do arredre, antes que a mar tenha chegad.
a toda sua altura, rao permute que se consideren
ancora loiiro actual como um verdadoiro porto de
eommeraio, eniquanto e-e estorvo oSo for removi-
do, roas anda suppoudo que um dia o seje, nio po-
li canal nao tem i largura su luciente, para se poder I deMn'
bordejir: traliremos deste ineonraqhmle do rio, 2 J "" u" 0i,v,0-', pwvmior-so c3o b.-
> conseguido em razao dos defeilos que
nas
lo as
quando ohegarmos aolo-
elfecluar com a extincsfto do conse-
.ira de armas e oulras medidas que se
lem de por em exeenfSo, e que a experiencia lem
mostrado serem de sununa necessidade.
Coiicluc o orador dizendo, que o scu collega da
Imperador fez merc ao'L'irila nacional ".om- j'o'a- I M,ta d" uerra Mo l,m i>'Psuinpca.> de reformador,
quimdeSiqueirada pensao animal de 2(fclHKI A' P"""" q"\'. .S melhl>ramentos que a experiencia
commissia de Deni6 e ordenados. Iem, ilc0''"l"-
--------------------, w----- m .......... -.......i ( -.ti .
ir cobrar de Pedro mas Pedro que era mlnrar/claes
cousas dis-e,taes lamunas fex.UOS lagrimas lacrimuu,
laesprinlM nruneou.que pode obler a lelra,einquan-
t" O papalvo do Marliiilio|fosse a casa da roinpanlna
pedir para Pedro um abale: a resposla foi a de urna
mulher despeitada : volla Martinho, e qoem dis-e
que Pedro quiz dar lelra .' Qaeia i polica, ande
para aqui, volla para icolis, la vai a companhia a ca-
sa de Pedro, e Pedro duro, duro, dizendo queja li-
nha pago e lano que a lelra eslava re-gatada Ora.
Mora digam-nos, nao havendo teslcinunhas. como
nao houveram entre Pedro e Martinho, quem p .-
dera' "linear a Pedro pagar? .\n entrelanto porin
que Pedro tal dinheiro nunca den ; pode ser que o
nariz de cera se preste a sleom geitinho.
Segu boje para Garanhuns o Sr a'fercs fer-
raz do secando bilalbUo de infinlirii, a tomar um
logar na fore volanle daquella comarca, como olli-
cial. em suhslituicao ao que la esta", que lem de re-
colhcr-se com o ex-delegado Carvalho.
Hospital de caridade 13 de agosto75 doenles.
U 73 o
/'' aman/tita.
CMARA DOS SRS. DENTADOS.
SESSAO DO DIA 1i.DE JIMIO DE 18,6.
I'retidenria do Sr. visconde de Baepend'u.
Abrio-se a sessao hora do costume.
Lida e approvada a arla da sessao anlecedcnle, o
>r. primeiro secretario da' conta do seguinle exp't-
I m requerimento de Jos Baplisti de Oliveira
lerraz Pinto e Jos dos Sanios e Oliveira, amanu-
enses do hospital da au.-irnis.lo da orle, pedindo
augmento de ordenados. A' commissao de pemOed
e ordenados
C Silva Tilara.
Vai a' mesa para dar o parecer.
(>*>: Leito pede que o Sr. presidente tome em
con-ideracao, para ser dado para a ordem dos tra-
badlos, o projecto n. 07 de 1852, pelo qual je re-
solve osegii'ule :
o Arl. nico, lie concedido, em beneficio do col-
legio de meninas desvalidas da villa de libidos da
provincia do Para, sob a admiuilracao da iriiiauda-
de de S. Luiz Gouzaga, o UsO-fracto do cacaotal na-
cional sito no termo da mesma villa, e actualmente
arrendado a Antonio Das Guerreno ; revogadas as
disposisops em contrario.
O Sr. Presidente : t) pedido do uobre denota-
do -era considerado
ORDEM DO DIA.
Primeira parte.
He approvado em primeira discussao o projecto
n. 19 desle auno, que concede a' contraria iie Nos-
sa Senhora do Rosario da cidade de Campos licen-
g para possuir em bens de raiz al a quantia de
He approvado em primeira discassao, e passa pa-
ra a segunda, o projeclo n. 20 desle auno, que au-
torisa a ordem lerceira do Catino di cidade do Rio
Grande, provincia de S. Pedro para possuir em bens
de raiz ou em apolices da divida publica a quantia
de 10:0005000. H
_ lli* adoptado em lerceira discussao, e remellido
a' commissao de redaccao, o projecto n. 74 du 1855.
Entra em discus-ao o projeclo n. I desle anno,
que manda adimllir a exame do segundo auno do
curso pharmaceiilino o alumno Pedro Jos de Aran-
jo Pamplona Corte-Real.
O Sr. lauta h'omeca pede que o projeclo leiihn
urna s discussao.
A cmara consenle.
t Sr. Marlim francisco pede explicaces para
poder volar.
t Sr. Octaciano, como membro da commis-
sao de iustrucsao publica, diz que a coucessao que
pede o eslodanle Corte-Real esta' nos limiles da jus-
liS?. Pelos re=u.menlos da escola se pagam unas
matriculas, urna no principio do anno, e a segunda
depois de ler provado nao haver perdido o auno,
bsla seRiuda maliicula foi a que o esludaule na
paKou em lempo compleme para poder fazer exa-
me, e por isso vem solicitar a respectiva liceuca da
cmara.
t Sr. figueira de Mello oppiie-se ao parecer da
commissao, por isso que o estudate fallou s cotuli-
cOes que a lei exige; e porque nao quer que laes ex-
cmplos passem, para que se nao torne frequente a
iiilracco dos estatutos, conclu: o orador pedindo
que se espere pela aulurisacao que se pretende dar
ao governo para dispensar o preceilos Ua lei em fa-
vor dos estudantesdos cursos superiores que Icnham
perdido o auno por motivo justificado.
O Sr. (Je/aciano diz que se mo (rala desses favo-
res e dispensas que anteriormente lem sido pedi-
dos a' cmara, e sim de um caso mallo especial. O
eslodanle de que se Irali mo perdeu o anuo, mas
deixuu de salistazer a segunda matricula em lempo
por haver adoecido e lile ler fallado os recursos pe-
cuniarios.
O Sr. ferreira de Aijuiar. apezar das razoea da-
das pelos oradores que o precedram, lem algamil
duvidas que o levan) i nao volar pelo parecer. O es-
ludaule incorreu ua pena de perder o anuo po- i-sn
que nao salisfez i segunda matricula : e para 1 ina-
nulencao da le e da disciplina, julga que o alumno
nao esta no caso de merecer o favor que solicita,
t Sr. Dulra Rocha, memlrru da cotnmiasao que
deo o parecer favorovcl ao e-lu.ianle, combate os
argomentos do Sr. Agotar. Se o eslndanta, nao tem
a lei em scu favor, be por isso que vem pedir c-
mara ama dispensa pie certas formalidades que se
exigem, que nao importa a quebra da disciplina
nem o esquecimenlo da lei, por isso que o alumno
'requemen regularmente 0 anno, e. luido adoecido,
c estando sem dinheiro, deixuu de encerrar t soa
matricula.
t Sr. Aprigio Guimarg* pede a volacJo do pa-
recer por parles, por isso que, havendo qem nnei-
ra volar pela primeira parle, e negar seu vol a'
segunda, nSo o poden' fazer votando englobada-
mente.
OSr. nutra Rocha observa que a segunda parle
do parecer he conseqoencia da primeira.
O projeclo foi approvado em ambas as parte- e
remellido a' cominis-ao de redaccao.
Entra em discossio o arl. I. c"as emendas do pro-
jeclo n. !) desle anuo sobre as suciedades un com-
mandita.
O Sr. .1. J. Ifenriquei cmbale o parecer, por-
que, apezar das emeudas que se llie tem oflerecido
anda nao mu completa. E em seguida mostr
commissao de penses e ordenados
[den .lo mesmo ministro, datado de lo do corre-
le, enviando' urna consalla do eonselno d'estn.to so-
bre os aclos legislativos da assembla de Sergipe,
promulgados no anuo pissido.A' eommiasao de
assembles provinciaes.
dem do mesmo ministro com a mesma dala.cem-
monicando que em II do correle se expedir aviso
ao ministerio da fazenda. declarando-lhc que a de-
libentao lomada por esla cmara em 19 de malo
ultimo n.lo se emende cuino porleiro guardalivro-
Jos Joaquim da Silva, nem com o porleiro-mr
Jos de AlmeidaSaldanha.A archivarc.
I m oliicio do Sr. depulado Saraiva, coinmunican-
do que de.iva de comparecer as sessoes por (star do-
ente.Inleinds.
Um requerimento de Corlos Komis de Tatvarad.
pedindo permi-sao para niloralisar-M cidadao bra-
sileiro.A commissia de comtiloir.io e podres.
Parecer*.
Sao lidos ejulgados objecto de deliberacao osse-
gointes pareceres :
Da commissao de fazenda, concloindn pelo seguiu-
le projecto :
Arl. I. Ficam dispensadas as leis ile amorlisacln,
Om de que a ordem lerceira de S. Francisco, prec-
ia na provincia da Parahiba do Norle, pos-a possuir
em bens de raiz, nu apolices da divida publica, al
a qnantia de 30:0(109000, cujo producto sera appli-
cado i mauulencao do culto divino.
\r!. 2. Ficam revosadas, etc.Paro da cmara,
em li de junho de 1856.A. J. [feoriqms.C.
(.arueiro de (.ampos.P. Paula Sanios.
Da commissao de cmslituicao e poderes o seguin-
le projeclo "c resolucao :
Arl. |. Coiiliniia em vi-or para a prxima sesuin-
te legislatura a lei n. 672 de 13 de selembro de 1852
que marra o subsidio do* depulados assembla -t-
ral legislativa.
Arl. -2. Ficam ravogadasas disposises em con-
Irario. Paco da cmara dos depulados,'li de junho de
1856.Goes c Vasconcellos.D. 1. de Macedo.J
II'. Figueira de Mello, vencido.
Da commissao .le negocios ecclesiaslicos :
Arl. 1. () governo he lotorbario a por desde ja i
disposisao da irmaodade do Senhor Bom Jesu dos
Passos, da cidade de Olinda, a igreja e convento do
Girino da mesma cidade, assim como as alfaias alli
existentes, e a impetrar da Sania Se a necessaria fa-
culdade.
Art. 2. A referida irmandade he obrigad.i a fazer
os cotcenos e reparos que exigirem a igreja e con-
venio, assim romo a festejar animalmente a Rom
-en horaido (.armo, padroeira da dila igreja.
Art. 3. Ficam revogadus as disposires em con-
trario.
Paso da cmara dos depulados em 11 de junho de
1856.V. de Campos.A. J. de Campos.
Indicares.
L-se igualmenle, e he remedida A comiss.lo de
cnu-liluirao a seguinle indkacSe dos Srs. Costa Ma-
chado e I.cirro,i das Nevei.
n Achando-sc incmplela a deputarao da Para-
tuba do Norle pela falta do Sr. Assis Rocha, indica-
mos, jiara que seja chamado, afim de subslilui-lo, o
Sr. r. Chrispim Antonio de Miranda Delinques,
lerceiro supplcme pela referida provincia, e que se
acha na corte. --.' coniiniss?o de conslituicio e
poderes.
Oulra udicacao do Sr. Femandes Vieira :
Indico, que se chame o suppleule pelo f.eari,
Jaronvmo Macario Figueira de Mello, que se acha
na corte, e que ja leve assenlo na casa na prsenle
legislatura. A' cummis-au de consliluicau e po-
deres. r
ORDEM DO DIA.
Primeira parte.
Continua a dbensslo do arligo 1. e emendas do
projeclo numero 0 deste anuo, sobre as sociedades
etn commsndilii.
O Sr. Dias de Carrallio declara que o objecto
principal de scu di-curso he resjiondei a algumas c-
cusacfies que ao Banco do Brasil foram feitas pelo
Sr. bario de Uan. A principal dessas aecusares
foi ler o Banco cuuservado a laxa do joro, o que
pesava singularmente sobre capital e sobre o crdi-
to. Antes de ludo, para mostrar a njmlira desla
observacao, ba bancaes, urna vez fundados, nao leem por principal
objecto baratear o juro, o proprio commercio pre-
fere mies a estabilidad! do credilo do que a bara-
ten do juro. Os bancos ngo serven para crear ca-
pilaes, elles nao sao desuados senao a facilitar o
n.oviineulo ilr.s c.pitaes existentes
Accusuu-se lanibem o Banco do Ilra-il de negar
seu auxilio industria do paiz. Tambero he unir, ac-
eusaejo renos procedente. Aniesde ludu compre
lembrar que um pslalielcrimenlo daquclles iijo po-
de proteger directamente a industria.
Entrelanto, como emprefado do Banco, pode af-
lirtnar que ludas as ledras que l se lem apresenla-
do, partinilii da nos-a industria, lauto fabril como
aercola, urna vez que eslavam revestidas de todas
as uaranlias de segiiranca, que se nao podem dis-
peoaar, foram proniplameutc descontldas,
licpois disto, o orador passa a Mplicir quaes os
motivos que leem ocasionado a conservarlo da lava
do juro. E-sa laxa tem permanecido a mesma, em
coiisequencia do grande de-lalqoe que se oiicrou no
fundo dispensivel do Banco, desfalque que anda
continua. Desde jullio do anno pallado alea i.re-
seiiledala lem- eslabelecimenU. a quatilia de seis mil doanlose lan-
os eolitos, e ludo isto em consequeucia da truca do pa-
pel por metal. Semelhanle irora lem orna explicaran
muilo raioavel, nSo so no grande iinn.ero de Via-
eeus que ltimamente se fszem do Rio de Janeiro a
Europa, como laosbem em nao ler curso nas pro-
vincias o papel do Banco. Todas as peonas que -e
transportan! daqui para a Europa, e que sffo de or-
dinario pessoisibasladas, levim grandes qoinlidides
de metal amoedado. As tr.insacces feilas aqui para
as provincias occasionam i^ual sabida de melal.
Ainda urna ultima aecu-acau infundada loi feila
pelo Sr. baraodeMaui. DisseS. Exr. que a laxa
ilo Banco en inferior a lava ordinaria da Prau. l'a-
aconse.....
Encerrada a discussao pela hora, o presidente le
vaulou a sessao, declarando que seria a
ORDEM DO DIA 17
as materias anteriormente designadas, arcrescendn
na primeira jiarle, e em primeiro lugar, a terreira
discussao rio projecto do noverno, que lixa as lonas
de mar.
17
Presidencia do Sr. cisronde de Daepriithj.
Abrise a sessao a hora do costume.
' ida o approvada a acta da se--ao antecedente, o
Sr. primeiro secretario da Cunta do segoinle exiie- "'-nma, antes lem estragado em mullas parles. A
diente : reuni,lo do braco principal do C.ipiliaribe e do Be-
1"^.__________ ....-.. _. _. I l.or.l.n .___u ___'__ a .
diente.
I m requerimenlo de Jo' Carlos da Silva Piulo
fluminense, continun graduado e porleiro da c-
mara, pedindo i;ue se Ihe mande abonar a Gratifi-
caran correspondente do lugar que interinamente
exerceA' mesa.
Oulro de Joao Anlonio de Sepulveda Figueiredo,
preparador do observatorio astronmico, pedindo
auameuto de ordenado.A' commissao de pensos
e ordenados.
Oulro da mesa admmislraliva da irmandade de
.Nossa Senhora de Natireu de Saquarema, na pro-
vif.p.i a.. 1., a_ i_______ .. .*
Memoria sobre os mclliotamenlose aper-
lciro.imcnU.s do j-otlo da cidade do
Hecil'ed'j Pemambuco.porL. L. VV'au-
thier.
CAPITULO I.
. tetuat estado do porto.
O porto de Pernimboco, birmado pela emboca-
dura nu mar do braca piincipal ,d0 rio Capibaribe
unida ao rio Beberibe, he uina das uhras mais bel
las p mais inlere-sanlcs ua nalureza. que ale agora
o Iralialhodo liomem ainda nao melhorou em cousa
Iguma, antes lera estragado em mullas liarles. A
100:000?}.A' comroissto de fazenda
ORDEM DO 1)1.
Primeira parle.
Enlra em Ierren discos*, com as emendas ap-
provadas em segunda, o projeclo n. 6 deste anno,
li tandu a forsa naval para o anno financeiro de
188/ a IS58.
Depois d haver feito algumas impngnases o Sr.
Figueira de Mello, he o projeclo adu|>(ado para ser
remellido i commis-o de renacsao.
fndicarao.
t.Sr. Ilorta manda i 'mesa a seguinle indi-
cacao :
o Fallando nm depulado pelo Rio Grande do Sul,
eachando-se nesla corle o suppleule Or. Fidenno
Ncpomuceno Frates, indico que seja chamado.
foi i corom ssao do conslituicao.
l'arectres.
He lido o parecer da cotnuiis-ao de comtituican e
poderes, que concluc approvando a entrada mi c-
mara do Sr. Jerouvmo Macano, suipleule pelo
Ceara.
O Sr. Henriques oppi5e-se ao parecer por acho-
lo em con i radicha" com os precedentes da cmara,
e mesmo com .nitros pareceres da mesma com-
missia.
O Sr. Correa da% Mees manda a seguinle emen-
da addiliva ao parecer, que he lido e apoiado :
ii Depois das palavras Jeronvmo Macario F'isueira
de Mello, acrescenle-seeo Dr. Cliriipim AiMonio
de Miranda Ileuriques. "
O Sr. Uenriques muida a mesa i seguinle e-
menda :
A pasar o p>rc.cer da commissao, requeirn que
se chamero os supplenles que estiverem na corte
pelas provincias, cujas deputacocs nao estiverem
completas.
Enlra em discussao, e depois de apoiado, o Sr.
Corra das Neves pede lieaaei para retirar a sua
emenda, no que a cmara consente.
O Sr. Candido Borgis envia a mesa o seguinle
requerimento :
a Requeiro que a emenda ao parecer da com-
missao de poderes seja enviada i mesma commis-
sao.
O Sr. Uenriques, depois de consultar o parecer
anda n3o lido, que opina contra a entrada nosup-
plenle da Parahiba, faz um reqoerimenlo nos se-
guinles termos :
Requeiro que o parecer da commissao de pode-
res em discassao c o nutro sobre ;i mesa acerca do
sopplenle pela Parahiba ejam devolvidos i mesma
commissao de poderes com a minha emenda, para
que refunda ludo em um s parecer, isto dentro de
tres ou quatro nas, n
Esle requerimenlo nao he apoiado.
Posto a votai.ao o parecer qoe opina pela en-
trada do Sr. Macario, he approvado, e elle toma as-
sent.
Enlra em discussao parecer acerca do supplente
pela Parahiba, e conclue a commissao quepara
supprir a falla qoe ha se experam ordens para vir
o suppleule imn.-edi.ilo em votos.
Os Srs. Cotia Machado e Pereira dit Seres of-
fererem couclus.io do parecer a seguinle emenda
addiliva :
Dando-se entretanto assenlo ao Sr. Chrispim
Amonio de Miranda Uenriques, 3. suppleule pela
Parahiba. '
A fmenda be approvada rom a concluso do pa-
recer, depois de haver orado o Sr. Marlim Fian-
cisco
------.^ ,-------.,., w w.pM ,, l#c-
iieniie,que vem o primeiro do sudoeste, c o se-
gundo do norte, em buha parallela i beiramar, da
qual esl separado por um otreito islhmn de arcia,
faz-e na pona do noile da Iba oblonga em
que esl edificado o bairro de Santo Antonio, um
dos Ires que compe a capital de Peruambuco ; des-
de o ponto de junccaii, os dous ros em i om reuni-
dos para o sul, ohra de 100 brasas, e Morando jiela
pona do sol da peniqsula em q'ue esl edificado o
bairro do Itccife, loman) lesle e depois de 800 bracas de curso, em que es-
lo separados d mar pelo dique natural de pedn
*-..~... ,. i, u- iiiiu, na >i ; ------------------i *| ---
vmcia do llio de Janeiro, pedindo pertntSsBo para ePandos d mar pelo dique natural de podra,
poder possuir em bens de raz al a quautia do M"do arrecife, enconlram a barra pela qual se
luwiniMi i lancam no Ocano
V precdemede-cripcao exacta na parle figurativa,
daria com ludo una idea muilo incompleta dos
pheiiomeiins hydrographicos que aprsenla o porto
de Pernamburo, se nao se arrescenlasse que o vo
lome das aauas forneridas em lempo ordinario, le-
los ros Capibariba e lleberibejie. insignilicmte. em "
relacao a largora c |ir,>run,lidade do lveo ruja con. lo anles. Oulra causa pafem ecddSjDlal nnirece
liguracao ilescrevemo--, de inodb que a quasi lolali-^na occasiao das chelas do^io Capibaribe, parque ni
dade das asnas que nellc se ir.ovem. sao aguas d um momento, no principio da enc'iento di mir
de envolta com os mai
gar proprio
Al" asura piucas, ou nenliumns lem ido as obras
que se bao feito pira melhorar o eslado do porto, e
militas bao sidop-loroiitiarro as causas que tem con-
tribuido para de-lruir ou estragar a obra da Bala-
ren.
A nica obra cvidentemenle aproveitavel nave-
garan que se possa citar, he o pharol, edificado em
.111, ao lado do "eauem.
Vio estes defeilos ; a grande correnloza qoe ha
'canal, no lempo medio do inlervallo que se da
,...? '"'""" e i bsixamar.e a lorieagilii-ao das
h-,u.in prod4izias pelo vento e as vigiada fura, no
lempo da preamar : a correnteza no canal, medida
directamente .,-urna mar vasaute de syzvgia, pern-
eo depois de n,ei iier,a||0 entro a primir e a
hauainar. acl.....--e scr ne ,,:, de ||p,imo r
segundo, em qu. toHa a eeu,,i0 do ,ncoradour
dad. -lo arrecife ^^^T^STS, t^J^ZSS. u'raloS.taSSmlS?
me hora em nada o porto, e lodas as mai, em con- que nas HKnm,.cnTMlafc^
tacto com o mar, ou j.roxima, a elle, houveram ou- ...ente a dez palmo, P ?.ud' hi? !.\'l
m^SSSfiTX "0 P""- e P"Co!a {i"Mtde d--^esd^amvrcnrT
ou na ia o nene iciara.n Ihp- sao as vanas eons- ,' Ierra, assim como aos embaroues e deseinham.i. .
iruccoe, irregulares. as parte. ,1. caes edificada, combinado com o ootro *BSZ*TS3ff^
em diversas pocas na face de le-le do bairro do
Recle, e o caes novamenle edificado ao sul da pon-
te do Recife, do lado do bairro de Santo Antonio.
'.i nulo ,i causa, de deleriorasao, e deslruisao sao
ellas numerosas, como ja disemos, e em parte de-
vidas a aceto do honiem augmentada posteriormente
em sua energa pur phenomenos liatones. O efiei-
lo de lodas essas causas resume se n'um ponto ni-
co.o enliipimento do porto pelas arems ;nao ti-
mos em iius-,0 poder documentos completos com que
possamo, seguir, e descrever pelo miado i marcha
do dito entopimenln, mas que o f ,clo existe, nao
pode duvidar-se ao oovir a unnime declarara., da.
pessoas pnlicas que eonheeem o pon., desde o
principio do secuto ; de duas plantas hv.lroaraphi-
Cls do porto, a primeira sem dita, masque p.ova-
velmenle toi feila ha IM) anuos, oa Islvez mais e a
segunda c.m dala de Irilli. al resulta que os bneos
de area ententes agora no fundo do |.orlo. an -ul
na direcsao da ilha do .\ogu?ira augmcnlaram mul-
to depois das .-pocas das plantas citadas : alem di.lo
lorna-se lodos os dias mais eslreilo o canal, onda
fondeamos navios, e poslo que n.lo seja medido o
elleilo com loda a exaclidao, a analv-e da.- causas
visiveis da cnlupineiilo que eiislero vem i poste-
rwri confirmar o fado. Lina della, he a eilura
do, innmeros e extensos aterros que foi precno
fazer, para atrancar Ierren, onde edificar o, bair-
ro, desla cidade, e particularmente o da Boa-Visla,
parle do de Sanio Antonio, e u que se esta creando
era Sanio Amaro : o mal que provem destas obras
podc-sp conceber fcilmente ; o canal do portu ser-
ve, como distemos, no principia desle escnplo, para
dar pasngem mis endiente, c tsente, s asuas do
mar que vem alargar o, terrenos das detrs do, rio,
Capibaribe e Reherihe. inferiores a., nivel da prea-
mar : .fall resulta que se deve estabelecer um cerlo
equilibrio entra a secrSodo canal,e o vnlume .Pagua
necessarii para invadir o, terrenos a alagar, que lio
os dous elemento, que pur ,ua relac.io determinara
a rapidez com que deve correr a agua no canal, pa-
ra chegar em qoanlidade sudiciente ; se a superlice
dos terrenos augmentar car.cer--e ha de mai. agua
para alaga-los, ser necessariu que ella corra com
mais rapidez no canal, e por con-eqneucia corroer-
se-ha o fundo e auEmenlai-se a seccao ; se ao con-
trario a sujierlicie dos terrenos fiir d'iminuindo, ro-
mo no caso presente, demandaran elles menos anua,
e tr-se-|ia demorando a rapidez no canal, o qual po-
llera enltlo entupirse. A segunda causa de enlu-
piraeulo que poderosamente ajada a precedeulp.vem
dos exteams baos de area existentes ao sul do
pnrlo, e provenientes da deslruisao da ilha do No-
goeirs, OS quaes atrahidos no porto pela, crrenles
da maro tasante, deposilam-s em todos os lugares
onde riinvnne bastante a rapidez da agua, para mo
poder mai, arrasll-los ; osla causa he a man activa
das que exereem sua inlluer.cia para o enlupimeuto
do pnrlo, e he de toda a dVgenria remov-la qu.iii
PCfi
mar, que depois de se lerem precipitad na occa
siao da enchenle pelo canal descripto, para ir alr
par os immensos terreno-, inferiores na sua llu
ao nivel da preamjr, que se achn pelas berras
rio Beberibe ale Olinda, e pelos dous lado, do C
piharibe ao oeste oa ilha do bairro de Sanio Anl
nio, se reliram na occasiao da visante, pelo me.
canal, o qual presencia desta forma, q,
por dia, um violento fluxo e reltuxo J.
ignas
mar. Em razao do que precede, e de 11.10 haver oh. j sen se <
taclo algum que se opponha ao inovimeiito das* haver n
em que ficam as agua, paradas no pnrlo. e enlao
ahi se deposita todo o lodo que as agua, do rio con-
ten ; ora e,te lodo, |ios|o que de-apparee.i comple-
1 amonte nas beira, do jiorlo, alguns dia, depoi das
cheias, he provavel que fique parle delle depo-ilado
os locares rn-.i. nrofalfjos^ Emlim a ultima cansa
.lo entupimerrmrni 1 lo deslrt.vo e da falla
liria, na-ce de -e ler deludo pon- varia, ve/ .
Miar .10 po.lo embarcas*! velliAs, ou-enndemnaln,,
sem se cuidar loso em lirar-lh^s os deslroros -. de
-------------_._ ^---------..-,.,. .......... ..,., ,^ u, na-
vio, a se -ejuiarem pela proa.c pela popa.laoto por
meio desleros deila.los para o interior do por!
como por amarras atracadas em esleios eollocados no
arrecife, circnmstancias que ainda augmenta os in-
eonveiii-nlesque resol la m da eslreiteza doanc.ua-
dooro ; a forte agilasao das aguas na preamar Iraz
comsign os mesraos inconvnienles que a grande
correnteza, e he por cansa della que se nao pode fa-
zer o embarque dos gneros de exportaran senao
por meio de trapiches onde a alvarengas soUVem
menos da res-aca, e onde correm meos o risco de
se de-c.injiitiot.irem. do que se fosse na beira de om
cae, do obra de alvenaria : he esle larobem o mo-
tivo que lomara de pouco proveito o profundar-se
o canal do pono perlo da trra, emquanlo lies de-
feilos sohsisOrem.
Resumindo ludo oque precede sobre aa defeilos
do porto e sua parles contingentes, vemos que
aquelle-, cuja remocao he susceplivel de se provi-
denciar e ealcular-se ja, se podem classiGeir do mo-
do seguinle .
1. Perigos que resultam do baen do lozlez. 11.1
enseada.
2. Falta de profundidide da barra do Picio, e de
demiraacao exacta dos limites desla e do Poco.
3. Falla de um meio com que se possam loar os
navios para ciilrarem ou sahirem.
i. Falta de profondidade na parte inferior do
canal do porto.
."i. Eslreiteza e pouca extensao do ancondouro.
(i. Impossibilidade de se encostaremos navios
ao, lagares de embarque e desembarque.
7. Grante correnteza no incondonro em cerlo
momento da mar.
S. Agilarfu. das aguas na preamar.
9. Entiipimenlu progresivo do porto.
Trataremos no capitulo seguinle dos meios de me-
Ihoramcnlo a empregar.
(Conli/iMar-se-Ae.;
nasjjaas
REPABTIQAO DA POLICA.
Secretaria da polica de Peruambuco 14 de agosto
de 1856.
I lim. c Exm. SrLevo ao conhecimento de V.
Exc.que das dilferenles participasoes hoje receidas
nesla repartir, consta que se dera a seguinle
ocrurrencia :
Fura preso : pela subdelezacia da freguezia da
Vanea, o pardo Joaquim Francisco Jos, por sus-
peito de ser escravo.
lieos guarde a V. Exc. Illm. e En. Sr. con-
selheiro Sergio leixeira de Macedo, presidente da
provincia.O cl.efe de polica interino, Dr. Policar-
po Lopes de teao.
--------- ._,, I '' r<- v|i|itiii.ia n%i 1 1 1 1 1 lid*
aimas, era seguimento para o sul da pona da pe-
nnsula do bairro do Recife, as aguas das mares,
que entrara pelo primeiro lanro do canal do porto,
preripitam-se lambem nesta direcsao, e cobrindo
valos terrenos baixos a lesle da ilha do bairro de
Sanio Antonio, circulara a oulra ilha chamada do
Sogueira que nesla parte existe, unem-sn com o
braca secundario do Capibaribe dito dos Afogados, e
correm, tanto oa endiente como na vasante, por
varios canaes como grandes tortuosidad.-.
O dique natural de pedra que divide du mar o
primen o lanro do porto, he urna parte deste famoso
arrecife lao condecido dos geoaraplio-, que ss calen-
de desde a altura da Radia ale o cada de S. Roqoe,
suarnecendo essa vasla Ktonslo da cnsla do Brasil.
Esla obra gigantesca da nalureza toma aqui urna
conligurasao particular ; lalhado quasi verlicalmpu-
le no lado interior, com urna plata-forma de 130 a
300 palmos de largura, quasi ua altura das maiores
m.-.rs, e leudo a face do lado exterior cortada com
pender de nm deciibo pouco mais ou menos, o arre-
cife nesla parle eslendese paralello a costa, n'uma
distancia de tres mil brasas em linha recta, coiujo
rumo do norte y leste, e desippireee repentina-
mente na barra que forma a extremidade norte do
porlo, para surgir novamenle, a distancia de mil
brasas pouco mais 011 menos, formando os cae hopos
ditos de Olinda, superiores apena, 3, ou i palmos as
mais bahas mares. O arrecife he lormado d'uma
pedra siliciosa tgrz coquillier. bastante dura, e que
as agoas dn mar nao corroem, apezar de baterem-na
rom grande forsa, a sua piala-forma acha-sr, lermo
medio, um palmo inferior ao nivel das maiores ma-
res, mas por cau,a das oscillasoes das vagas do mar,
o arrecife ve-se superad muilo mais nu preamar,
e nao priva o canal interior de nma grande agila-
esjo nos yzygins, quando o vento est forte.
Para a entrada e sabida dos navio. porto (em
dua, barras : a primeira, dita barra |iequeua, oudo
PsVo encontra-se na extremidade norte no arrecife
do porto, qoe se termina pelo rochado chamado
Tartaruga : esla barra lem apenas lili bracas de
largura Iranra ; a segunda denominada barra gran-
de ou do Poco, achn-se mais ao norte da primeira,
e na mesma linda, e della e divide por um banco
de rocha de JOO brasa, de enm; rmenlo ; esla barra
tem mai, de 500 brasa, de largura,
O porlo nao ten. verdadeira enseada. A cosa ao
norle faz urna pequea Inflexlo por for, na altura
de Olinda, porm at r.jl ,.,rre em linha recta ale
altera do cabo de Sanio Agostinho, ea laliencia des-
0 Sr. depulado Chrispim he inlroduzido com as 'C "'a' "2 po,",,a ,le "I""'3 'a0 ,il0 Pequea,
formalidades do elt lo, presta juramenloe loma as-''''" las""',e;,l5,;l,'c,a de ,,,ni' 0,,,,il' 1ue *
senlo. Iprolegcm de modo algum centra a accao dos venios
1 III lo rlll 111 :> PS... r>n..ij .. ___ __ I
. ..avio- de commercio \ nulo- a procurar frete,
que lancam o lastro no |>orlo, e emlim de servir o
|.orlo de deposito a todo o lno daXcida le. Os eirei-
tos de fados laes san prpju licialisslmo-, nao em rt-
to do tutumo proprio da, materias que se depnsi-
lam un canal, mas porque a, ditas materias servem
de ponto lito em redor do qual se icrnmnlam asi
areas e mais partcula- que correm pelo fundo, ar-
rastada, pelas amas. Nao devo aqu deixar dedi-
zer, que o Irabalho da barca de escavacao que exis-
te neste porlo, ha tre, anno, lem prestado mulla
ntihdade, e removido ilguus oh-laculos devdos ao
enlupimenlo, poslo que o seu Irabalho tenha sido
mullo irre&ular e interrumpido, e leuha-ie verifica-
do al agora, somenle na pirta superior do pnrlo.
I ode pelo, resultados batidos al agora ajuizar-se
qualsera' a facilidade do desenlupiraenlo, quaudo
rorem lomadas medula, acerladas.e mnrmenle quan-
do fur cercada a ilha do Nogucira. de lal modo que
nao possa mais correr para o porto a arcia que pro-
vera da sua destruirao.
CAPULLO II.
Defeilos do porlo.
Se temos sido claros no capitulo que precede, f-
cil tarefa sera' notar os defeilos que tem o porto e
sua, parles contingentes, o que servir' para delor-
minar cum mais acert as obras que se podem e de-
vem fazer.
Principiaremos pela enseada ou lamcirao. Esle
>errelaria da pnlicia de Pernambuco U de agoslo
de ISJ6.Illm. Sr.Transinillindo a V. S. o inclu-
so exemplar da copia do oliicio que em dala de II
do crreme intz me foi dirigido pelo Exm. Sr. con-
seldeiro presiifcnte da provincia, fizando o modo
porque se devem comportar as autoridades poliriaes
por urca.no das prximas elain'ies, cumpre-me re-
cninmendar-lde muito a fiel e restricta observancia
de ludo quanlo fica ordenado no .dilo ofiicio, rerti.
V. S. deque leudo o governo lodo o empenho em
fazer com que adii 'Vol livre do ri-
uad;..of.e rTSBsgr.. &., ,ibeloeidn,
lita depo- no olllet.quoine re ., sera' J,pe,entmente
veres enea- "'-lal.ilisdo
4.m....,. i De-* guarde n \. S. -Illm. Sr. Dr. Francia
Bernardo de Carvalho, delegado de policio do pri-
T.7,!\ Si"05'*UH6BN>- chefB de Polica in-
lerlno, Dr. Pahcarpo Lopes de uo.
Iguaes officios se dirigiram a todos os delegado e
subdelegados da provincia. .
sssS =Z-? S~a=Sft!s
quaes os males que amia ficam or ser irioMiii.' i.-""-"."" "" """',, '' >"ia.ia na reara. IM-
aentao animlha wnwIniSuTdM^tt menn onrlo, pota, nirando os dado, qoe
praliei dessa, assocace- '* '" I,C'"'. s!. "",'le "r "uc la" a "illa sem-
T^^.^""^ !nrgamen,ero presi-!'' O or^^nii^a'inda a.gumas oulra, causa.
senlo
Segunda parle.
r'ixacao de forsas de Ierra.
Continua a discus-ao do artigo addilivo ; e depois
de fallarem o, Srs. Figoeira de Mello, minislro da
coerra, Marlim Francisco e Pereira da Silva, c es-
tando esgolada a hora, o Sr. presidente adiou a dis-
cossio, fijatelo com a palavra o Sr. Dulra Ro-
cha.
'oi dada para
ORDEM DO DIA 1H.
Vrinicira parle.
Continuaran .la discassao do irligo addilivo ,1 pro-
posla do governo que lita a hura de Ierra no anno
hnauceirn de ls:>7 a 1838, e se lloarar lempo a, ma-
terias anleriormenle designadas.
Segunda parle.
lerceira discussao do proieclo n. 21 desle auno,
que regula o arce-so dos olliriaes da armada.
denle adiou discus-au, por haver pedido a pala-
vra o Sr. Dias de Carvalho.
SEGDNDA PARTE.
Ficuro das forcat de Ierra,
O Sr. SUta Guimarae* confessa qoe Use seria in-
leirameiile iinpu-s.vel deitar de fallar na litara,, de
forjas de Ierras por isso qe ||le aasisle dever de,
Iralando-se dos negocio, que correm pela nparli.-i,,
da goerri, fazer um prolesto contra orecrulamen-
lo cxcess.vo que se lem Mo no Ceara' nesles lti-
mos anuos. O orador moslra, pelas ladillas do tc-
crolamelo e um estado comparativo com o recrula-
menlo nas oulras provincias, qoe o Ceara' em o n-
ii" passado Concoma para o exereilo rom um nu-
mera de rerrutis igual ao que de.am tren i.roviu-
eias reunidas.
Depois de demorarle lirgameole ueste assumpto,
procura o orador demunslrar as razes por que (ai
Ou.ro de Cvrillo Delermando da Silveira, 3.- es- K'o.xn, 'p'vmHas toSho. menoVn'-nt; "7 I A """au r as ju",a' da '""
S^lt./!^^.'1' Pedindo nm em- | adi.,,. L ~ m,^% g ; -K* -labelecida pela le, de S de setembro de
----------------J.....M. ..u..,,s t.OOd
qu-- aiitori-ain a coii-ertacao da lata de S |ior cento
e faz finalmente nina langa resenha dos servio, que
lem jireslado ao paiz o Banco do Brasil.
A discuss.i lien adiada pela hora.
Enlra em discussao o artigo -J. sobre o qual o Sr.
.tl.irliH, Francisco faz um ligeiro reparo.
O arligo he approvado, assim como o lerceira que
nao sollreu discu-ao aljamia.
SEGUNDA PARTE.
fisoro de forras de Ierras.
Encerrada .1 deassflo d arliao I. do projecto, a
requerimenlo du Sr. Ilorta. entrn em discassao o
artigo 2. sobra o qual o Sr. Marlim Francisco fez
algons reparos.
O arligo de ipprovado, assim como lerceiro, que
nao solirei. discuss.i algoma.
"- Srs. Saltf e Pereira da Silca ofTerecem o se-
uniie arligo addilivo.
Lira o governo lutorisido :
."A exliiiau ras juntas de juslica niiliiar.com
iiai..i.iii.iiiiih......... I'"""10 uro em- vaniin. nao lie iiorque
presumo le 10. KWp pan oceorrer ... despeza, feitas! compo.ta de e-i.adacdin, ll
PAGirA AYULSA.
VBWZ DSSAS
Esleve sobarbo o especlacnlo de quiula-feira
no Sania Isabel: a imite oll'ereceu aos concurrentes
um bello luar: a sala estove repleta ; o, cama-
rotes de todas as orden, clieios '.quantum satis
,.-------------. ......... ,.,,..., ,.,,,, ...._.o. 00- vemos:
a parte do mar em frente ao porlo. Esla parle cha-
mada LameirSo oilerece. a di-iancia de imi bracas
penas ilo srreeife, nma prorondidnde BUUlcienle
liara qoaesqocr' navios, e iuuslrneute um bom auco-
radooro, rom fundo de arela misturada de pedreau-
Iho e deslroco, de madrr-porasi cotu algumas cabe-
cas de rocha ; mais perlo da !*rra, /.ameirao esl
oilailo |ior canaes de diversa prufuiididadc, mas
que sao litos, e bem ronhecid, dos pralicos, e do
de modo algn contra os venios dos rumos de sus-
suestea norn 11 desle, os nicos que reinam nesla
parle do htloral; semelhanle defeito he gravissimo
sem duvida, mas como n.lo se podara' remediar, se-
na com obras aisantesca-, que napodem ainda en-
trar na previdencia dos rnnlemponneos, e nao lem
alias nexo alitum com as odras a fazer no porlo.
dei taremos por ora de ladq esta parle do assumpto
geral, noland de mais que o def-iio apuntado lor-
na-se de muilo menor n.....ta aqui do que em qual-
quer oulro lunar do mundo, ja pela Iranquillid.ide
ordinaria do mar nesla, |iaragens e js pela randada
dos temporaei. A enseada aprsenla ainda oulro
defeito, que de a existencia do banco do inglez. qoe
lem dado logar a algUM accidentes, or lerem (ti-
rado nalle alimns navios, e deilado o eme tora ; es-
le defeito nao se podesuppriinir, ma, podem-sc evi-
tar os acci.lenles, marrando-se os limites do banco
com algumas boias, que lornariam muilo fcil a de-
manda ta, barra, sem pralicos.
Passando agora ao parlo propriamenle dilo, nota-
remos nelle, alen, do grave iurunvcnienle dn enlu-
pimenlo, defeilos Inherentes 10 estado das barra,, e
tlcreilos que se relerem parliculaimeule ao ancora-
dooro.
Defeilos das barras.A barra do Picio que he a
que serve qu ki exclusivamente pan eutrarem os
navios, tem ugravissma de.feito de ua ter bastante
profondidade ; esle defeito por ora he pouco Moti-
ve!, porque a suppor que navios de maior porto |io-
dessem sargir pela barra, elles mi poderiam rhenar
aoincondouro por nao haver bastante profundidide
no principio .1 canal, romo |a dxsemos ; purera' he
fcil pelo- meios que adianto lembraremos profundar
lado do norl elle esl limitado pelo 'naneo de ro- '"."' ''Ic"","!t\"s qiica.lianle lembraremos profundar
rbe.lo chamado bao, do ingle:, cuta extremidade I c"pa'"s '"''as do dito canal, e vira a ser enlao
meridional dista apenas 600 bracas do arrecife, e li-1 nSSFl ","l"1"u"cla ;' favagem da barra do Piejo.
cu justamente na linha de leste di bocea da barra I""'""""1'1 he cimlinuacio da rocha que forrea
do Picio : o dil banco na, mais baixas mares mi i '',?"'' ? s,ID"l,c'e.'' I'*'''* "esla parle parece
lem semio -JO palmos d'allnra d'agua, nos pomos i mu" ,rr<,--"r- pelas difierensas de altura que;apre-
mais alio,, o que (orua-o bstanle i.erigoso para os 1 *0"'ul'<<* "".' pwiimas urna da oulra : esla
navegantes. = para os rlrcum,lai.ri tornar mais fcil a cavagem, que to-
dav.a se nao noder fazrr senao nolo broaneaiupiiin
Para procurara, barra*, os navio, vem raimen- com emprego do rio de mcrgul bar. m se"u d
" ", defei.oda mema barra mnilo^mpnos grate do q, o
precedente, he o nao seren a, suasbeirasexactamen-
te demarcada-, inconvenientes que se pode remover,
com a edificacao de orna Inrrinha no rochedo chama-
do Tartaruga, na margem do sul da barra, e a cl-
Inc.icao de algumai boias, na borda do norle. On-
Ir.i, boias seriam prceins lamben. |iara remover-se o
dereilo da barra do Poc, j;ual ao que acabamos de
indicar a cerra .la barra do Pica.., que he o nico
Pode oin-
nutra falla
le passar .10 norle do banco do Inslez ; e dadi os
que demandara a barra do Picao canliam o oeslc
com algoma inclinacao para o norte, e euliama bar-
ra quando eslao na linha das duas guaritas da l'or-
l.ile/.a do Brum, enllocada no isilimo a pouca dis-
lanria da extremidade norle do bairro do Recite -
os qne demandan, a barra maior, ou do Poso sodem
na linda to noroeste, o dan nella quando podem ali-
ndar-a cruz do Palia, signal collocado ti > isldmo,
coma torra dacipelli de Santo Amaro. A barra I especial "qoe por oroTeposM notar nu,
do Pico lem somenle nina profundiuade de 17 pal-I da indicar-se relalivarnVole as barra
mes. nos logaras mais fundo,, e termo medio de I i
palmos por bailo do nivel inferior da, mares or-
cminum que be a de na haver meios facci-, rom
hall, sexo radiante e ^S3S3mZ~ I STn^tas.'o'q^fh. da S^STZ jSEZSi I a'daT K.VnttanTmr'S T'" PT
raws tisuac. dos binculos crozavam-se em todas a 2* na de aguas vivas : abarra do W lemmna tarnbeJ^xX^^\^^\\t.\\\thX^ l""'C
as -hrecenes;.,. inlervallo, bellamente preenchido, profoudida.le media multo maior, que MguoZ deS7S^attS *\\Z^^"mm
d,de, do .ande sala,,, que brilhanle pelas ff* I !,r 5 TJ^ 5T-U^pSTttS;' ff5SS UtSXSlXZ
i barrai. entre urAta rii a* ^iir ,rtr :.x ,i ,,,___- ^____._ -

DO"
" A reformar ,V regnlameatos dosirtenies de
guerra, conladoria gerai da guerree da paeadoria
das Iropas.
3." A reformar o regulamenlo da escola de appli-
ra<;o, e do curso de cayalljrja c infanlaria do 1,10
-
--------- ...... -..... .| -- ........Hit |.^..,t. lur-.rs .11-
seus lustres, que honrado por duas alas elctricas de
ovens, e Htado* ravalleirns que embalsamado pelo
soave odor que derramava.n dezeuas de lencos, cm-
briagava nao s os sentidos dos que conlavam mi-
lliare, de batalha, nessea campos das araras e do, ri-
so,, sean lambem os tlaqnelles que pouco acnsltima-
dos a laes commocoes doqiiiaderlos conlem]d.xvam
1.01 variadas secnas.
A companliia Irahalbot exrellenlctqenle bem :
o Deveaut. como sempre eutreteu os seu, apreciado-
res : Dulocq. rei da fesla maravilhoujus seus adini-
ridores por mil modos, ja na corda cora maromba e
sem ella, ja Sobre-a globo ambulante e ja iinahnenle
de lamancos.
A sala por muitas veze, estrnndoo com os ap-
plau-o, maravilhada di lana agilidade, de lauto
equilibrio : oobe victoriar o genio nrlislico do in-
signe Dmtoeq, principalmente uo passo dos rc, o
sobre ludo na, rollas das duas 1
A importancia dos porlos para a prosperidide d^
um paiz esla na mesma razio que o syslema de vas
de cummuiiica. :lo terrestre- e lluviae-.
Abra-so ama caria oonlemporaoea do lilloral ilo
llrasil, compare-se esledocomeiiloeom ootro igual,
trasaJo sol. o dominio hollandez, e leremos orna
prova jvidenlc desla asserc/ii,.
S gundo um Irabalho deste genero, no principio
iio secuto XVII, niserid> oin urna chronic. bn.i-
leira, escripia em iiajikuo pilo carmelita descalco,
ire Jos de Santo., hereza, vemos que o desenvol-
vimentu matcriai'da cidade do Recife, di cd.de da
Paiahiba e^afMe >. Luiz do Minoliio en muit
mais vasjrnaquella poca, do que o di cautil do
Rio da-Janeiro.
1 -m filho daquella geraso, qoa ignorase eoo-
eHses essenciaes, que servem de base 10 oslibsle-
ciroeulo de um cenlro de populacao. entra as quaes
tem d.slincto lugar ora boro porlo, 080 supporia
que s cidade de S. ebasliSo, ara dia, hav.a do rivi-
lisar com as grandes cidade- da Europa, qoe eice-
dena a cidade do Recife, qual o principo Mlorino
ec,'"i .r r""S "'"' Tte |,r.:a d- "e a"a b0r '" ,,e W censtruc .o, de um qu
recri do irrecif. no logir chamado Pc, que entre duas birria, Vnvu estencao do 2......racas
em toda a sua ex ensau ol erece urna profundidide : o qual toril por efleito abrigar do 'vento este lo-af li. i>,~ ~, TL""-
de mais do 4, palmos na da.xa mar, mas ten, o de- tornar muito mais eommodi a ancor .ni aM*ta i mnlirton i Tl""' ^ Cl
relio de soffrerem muito o, navio- nelle fondeados ..elle; mas esta obra, alias exeiiuw ,3 le ,1.' J "'." '''"' necess.tavamos
com a braveza do mar, emnre muilo agitad, nessa niuila ursanali ,!,, .i,.l,.m... 1 1 V. I "a >"" an"os' nouco m'" 1
com braveza do mar. empre muilo agitado ni
liarte do lilloral. Entretanto, por qualquer barra
qu lenliam entrad navios, quando querem chegir
incoridoorodo Porto, he preciso queaodirijsm
virludedo que, enlre os emblemas que Ihe den por
brasao d armas,deu-lhe urna forraos mulher. Enlie-
lanto, hoje a capital da ttrra da Santa Crol conla
mais de 300,000 lubitanles. he o primeiro foco de
populasAo do continente sul-americano. lem- sjua'i
raelade da populsao de Pa'ris, o o Recito' conla
apenas cem mil almas.
So o centro ,1o poder e da ictividide nacional se
collocou no Rio de Janeiro, o motivo principil foi
se.n duvida a grande vanlagem que proporeionava
a sua vasla baha e as esperancas magnifica qne ella
inspirava aos dominadores porlugoezes : foi o sen
coiumodo porlo, um dos ralis eonsideraveis do
mundo.
Entretanto, a provincia do Pernamburo lambem
pude vir a oceupar um logar dislmclo no concur.o
das sua, irmaas aniericams. Se a nalureza n.
Ihe concedeu um porto conveniente, os esl'or.os d
liomem e os recursos da scieucia podem supnn'r c(a
falla.
Este solo ajienosado abrange diversos climas,
produz nao s os Inicio- que Ihe sao naturaes ,e
nao lambem os da Europa eda Asia, e lem om por-
to collocado no ponto mais oriental de todo o con-
finme sul imericano. Em virlude da guarnir
de muralha, naturaes com que o dolara a Previden-
cia, e que alguns reparos podem torna-I
mais tranquil! .- commotjo anenradoaro do noss
lilloral,he o ponto mais mil e imprtanle da en-
cala |iara os navios qoe sulcarem as ondas do oeean
Atlntico e do Parifico, em buse do ouro e dos
diamantes da Calitornia e da Australia, oa dos ricos
- preciosos pr.idudos da India.
Mas, infelizmente, esle porto qae ao princimo
poda sal.-fazer, de algumi sorle, as neeesrid.Sc"
commerciaes, se acha adualmenle bstanle arrui-
nado, edalu tem rcullado ato cerlo ponina rotr
cha vagarosa do tcngrandecimenlo e opulencia de
Pernambuco, a cidade da oativi belleza anwr.
cana. >nen-
Eulrelaiilo, os obst.icolos que o eslado ictaal .1
nosso porlo aprsenla, sao de um carcter mui u-
peravel, e para os remover ja se tem suggerido va-
rio, projectos com o Sm de fszer que elle aos pro-
porciono a, vsntageus a que he destinado
A, obras necesarios para que se consigan os be-
neficios qoe n um protimo futuro deveroos colher
sa dispendiosas; mas Uto nao nos deve desanimar.
Com elle.lo.raais dispendioso he o rasguen! do
islh.no de Suez, do isllimo do Pan.m.e o canal que
se projecta abrir entre cidade do Havre e a d.
I ar.s, com o fim de fazer da capital da Fra.._?---
porlo de mar, acora ludo is duas primeir-W^braT
ma!.* f8 i e"C',,imd0; lercei" Wfct'loou
mais larde sera einpreliendida.
Na possoimos o, recursos de que podem dispnr
OS Ingieras I l.ancezes ; masera virlude do n-
nigioso principio de associmao, que ja se vai
radicando entre n,.s, da cunfian;a que insni-
ramos ao cslranaeiro e dos lucros imiaenU
qne esla empreza ha de dar, ohn sen emprehen-
dula, assim que lor |ellercci.la i conrorrencia pu-
b "ra. O primeiro paseo pira essa empreza, i,.
anas devera ser o sen complemento, ja cst. dad
be o Patente SciUpe, um dos mclhorameolos mais
1:01 .: .. ..- ..... ......______
t >
*
murta urgencia, c deill-la-lieroos |ior ora de parle.
Defeilos doaocoradouro.Elles provem da sua es-
lreiteza p jioura extensto, la impossibilidade de ,
encuslarem os navio, ao, lunares de embarque c do-
-----------------_........^ ,.,,.,. .uc .-o-mi ii...o fciirosiari'iu
pelo compleme canal, que a partir da barra do Pi- seu.barque, da crranle raiidafque nianV "nrl
Sao faz po. deniro urna volla quasi lemi-eJraalar, em cortos momelo, da mri e c?"aai.ar" o nrod",,
com om ralo do brasas, segu depoi, ao longo da nas agua, pelo impulsa do vento e^l., va-as de n
do dique de pedra que elle eslea, em distancia ra. nu lempo d. |,rei,,r.-A pone, exletsto ,!'"
vanavel de 3 a .111 dracas, ato pauto do bairro do I cowdi.ro mi,, he .al. que ero a a le I! te.ih 2'
Recite, onde se aparta do d.que e desenvendo urna lavolmenta solfrido ale agora con e.c,, .?,
I.nha circular com bstanle regularidade, sobe peto quando for mais fnquenlail o nrlo r'n\ ^,1
moto do no ale a ponte o Recife onde se aproxi- f'alnro he provavel que o rata a su^oned.ei/vfir ,
roa mu, alguna mra n deira esquerda do rio. A aar mui ponco ep,coM; q"ato% Anf.ez ell, tor
profund.dade dest, c.n.l, qae igual, ,p,a, o dajna mui SuQreis aVm Jbra'q,Twtos lm dt"
. menos, que o go-
veroaso oeaopa cenia grande obra que deveme-
Iborar o nosso porto, e parece que ja de chegsdi a
hora de se por era pnlica as ideas soggertoi, n,|a
srienna. '
Exi.lem sobre o assumpto algumas memorias acer-
ca das quaes diversas pessoa. enlendidas na maleria
l,.,o dado parecer, ; mas romo !., des, ira-
balbo, for.ro ,mpre.,, em la pequeo nuraer
qoe apenas sao condeeido, de '; pouca .e'
deliberamos reproduzi-l,,, ne,.e joruil.Vfim d?u
chesuemaoconhecraenlpde lodos, provoquem .
conSe*' "-* B ^" B SCP-:
Amm, encelaremos hoja a piibiicacio desses Jo.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



01*110 BE PflUIIIM SBADO 16 DI AGOSTO! DI85-6
rumenlos,
logar.
cujo prinieiro encontraran em oulro
i
V
1&6txcponbtnia&*
Senhores redactores. Sera' possivel qae ai au-
toridarics policiaca mi lenliam ver.larieiro conheci-
mento de haver no becco do Parir em um sobrado
grande de dea* miare, joao de gaso do solo to-
do o alias, causando por eme motivo o que lia poo-
co soccedeu, am nili -mi do ejercito af.atar-ee de I bre as espadoaa, a moda ris".Nu'bis.
(a muilo cara em Ikimbain, he minio rara no Pean, Prata.Patacies brasileros.
e a melhor pira navios e habitares. Os Birmans mo Pesos coluinnanos.
se servem della, porque suas casas, que elles elevam mejicanos,
alguna pos do ido par.i as tornaren! sadias e evita-
ren) as exhalares da tarde e da manhaa, sao quasi
todas de bambtise caima.
O vestido dos Birmans he de ama erando sim- dom do dia I i.
pliciriadc, os homeni Irajam urna coinpnda peci de
alsodilo ou de seda enrolada em Ionio da cintura, e
que liles cahe al aos ps; qnanrio elle Iraballiam,
afrnuinm os lios e lancain ama parte do estufo su-
AI.FANDKtiA.
Rendimenlo do dia 1 a 13 .
A alta clasao
suas banilelras por nao poder prestir tontas rio di- i aecrescenia uiua aqueta e niannoitos, chamada in-
nheiro qae tinli.i em tu poder por to-lo perdido ~'- '
nesae jugo: nflo t nessa casa como em < utra que al-
iste na rpa do Rosario eslreita, sii.tciila-se meia
iln/i. de humen, que 11S0 lem oulto emprego acnilu
o de jojar, andando de bons relogios rom boas cor-
rentes : esaes liomeus sein eniprego 11S0 silo uns
verdadeiros empreados da cnmpauniii do tiro, a ra-
zio he justa, porque estando ludo nmpenhado e n.lo
tendo elles donde haver mais dinheiro,- vejam o
que -a.1 obrifados a pralicai.
Portanlo, salidores redactores, qeeiram inserir es-
tas daas liabas afim de que entre i no conhecimento
da noticia, alim dalla acabar cora se/mellia+iles casas,
para nao se ver em poucos dias aluuns honiens de
milito crdito do commercio praticar faltas cm
seus pagamentos, por lim quehrarcin. e ouiro-. fal-
tar com o pao a suas familias, ludo isso cuslandn
tilo poaco, para o qae vejara o exemplo do si'h.lele-
6 i I di Boa Vi.la Sr. 'tufillo Jus Correa, que lu-
go que aumio o scu emprego acabuu com una caa
de jogo dos Coellios, que havia todos os domingos, e
So consta que na Boa Vista baja mais dessas casas.
Sr. redactores. Itepois que os eacravos subiram
a alto preco, nao ha liadas que senSo armero para
oble-las Uns acouselhaiu-lheg a fgida de sena ver-
dadeiros aenhores, e quaudo os apandara lora de
seu dominio os occullam e veodein para longe e on-
de posteas relacoes exislam para o I-car riu proprie-
lano ; oulros approveitam-se dequalqoer equivoco
e prociiram reduiir a escravido a pessoas que a
inulto goiam de saa liberdade, como parece ahioem
qaer fazer umaCosma Uomiaua, parda casada; mas
rteseogaue-se esse pretendile qoe esta infeliz lem
protectores, e elle uo obler o resultado que pensa;
e do entretanto para que nao se illuria a polica, of-
ferecemoa o documento infra.
O inimigo das traficancias.
Illm. Sr.1>* Cosma uamianu, parda, casada
com o mestre pedreiro l.uiz Pedro, escrava ouc foi
de francisca Luisa de Albuquerque, que tendo el-
la de idade > anuos, foi alforriaria por urna carta
pala referida scohora, como he constante nota vil-
la on Je he a supplicnnte nalural e sabido por pes-
soas raaiores, de toda a excepto e com conceilp e<-
labelecido; e porque couvera que esse faci que
faz a bem do drcitu da supplicante, seja de urna
maneira legal atlestado ; por is cante a V. S. qoe determine que aquelles que sou-
berem da verdade do fado referido, o allesiem con-
forme em suas coosciencias o euteu lerein: e para
curialidade pede a V. S. o Illm. Sr. I)r. juiz mu-
nicipal e de orpriaos, se digue de assim deferir-llie.
E R. Me.A rogo de Cosma Damiana, Amaro da
Costa Sou;.
Alte'leni qu rendo. Iguarassu' 11 de asoste de
I8.1G.A. de Lima, n
Atiesto que coaliecendo a Cosma Damiana, sou-
be que ella era liberta desde menor idade, e qoe
lauto prova, que seudo por mint casada de liceuca
do reverendo parocho, como tal o lia, e como me
seja esle pedido a passti. Uuarassu' I _' de agosto
de 18.56.O padre Sebastiao Jos tbeiro.
Kcliro-mo ao alleslado do Kvd. Sebastiao Jote
Ribeiro l'essoa. Isuarassii 12 de ago'lo de 1836.
Francisco Xacier t)as de Albuquerque.
Kefiro-mean alleslado rio Kvd. Sebast'iio Jos Ri-
beiro l'essoa.. Isuaras.ii |-J rie agiwlo de 1 **."(>.
Padre Florencio Xavier Oas de Albuquerque.
lie geralnienle sabido o atlestado infra nesla vil-
la, o qae jaro se preciso for. Isuarassii i> .le
acost de 1856. Padre Trajano Ustccao da Vroci-
dencia.
He verdade que sempre foi liberta a pos-oa a que
se referi o padre Sebastiao. e jurarei sen lo pre-
ciso. Vilr 12 de agosto de IRVtj.'osme da lincha
Bezerra.
II* verdade que ha viole aunos que moro nesta
villa ooqo dizer que a supplicante era forra. Isoa-
rai t de acost de I8,"i6.Alexanire Ferreira
do* Marlijres.
Reiiro-menos allestados arima por assim sempre
me ter conslado.desde que conbefo a supplicante rie
que trata o reqoermenlo. Iguarassu \-> de asost
de 1856.Perfro Jos Montenegro.
lie verdade que lia 12 anuos qve moro nesta vil
la.'e sempre ouvi riizrr que a suj *u\inle de que
resa esta pelican he forra, de menor idade.
Iguarassu' 12 de agosto de 1r5t.-i-Joxe nomigues
d Souza.
He sabido e joro ae for preciso qiw Cosma Da-
miana h forra. Iguarassu' 13 de agosto de 1856.
Padre (lennino tlomet Vereira.
Allrslo por me constar, que a supplicanle sem-
pre foi liria e hn*iiJaViicla > da por liberta. Isua- I
i-ano' 13 do as< do '-' 4 'rv^ntc-i- C
cunt de Albu;>- '/-. J' ^|Ba;
25OOO
JJitKM)
15860
1N0:!I2.)J79
13:025ji36
l!W.!l.il52!2
Cacat-
(F.stuva frcl lie. i.l
SSftric)c.
BLRMAIl AND THE BIHMESE,
por Kenneth Meckensie, autor dasCar-
las sohtc o Egypto c a EtJiiopia.
(Conlinoacao.)
O teolior .Mackensie fe, alem disso, grandes in-
dagarse* sobro lilleYatura dos Birmaus e sobre so
livros conhecidos dcste poo ; ei aqoi algunas par-
ticularidades que elle nos d a este respeito.
Os hvros sagrados sao escriplos na lingoa chima-
da Val, que difiere do sanscrit e he muilo niais
suave rie proounciar-se. Os caracteressao >iinple e
facis de se eseievaj: ; ha onza vngma.lrinta e tres
coatoanles e ura^uNtidao de combinacoes entre
rssas letras. Ouasi lorju as palavras do puro bir-
maiio sao moiiosyllabaj,ir>BS excessivameule nume-
rosas, porque lem nlo so VBtt para todas as espe-
cies de cousas., mei anda pamu difTcreules v.ina-
joes dassas cousas ; assim urna pnawa signilioa la-
y^r-K o roita,uma nutra lavar-se asTrrlAos, urna (er-
ceira lavar a roupa n'asua pura, urna rMurla com
sabao, ele, ale, etc. O diccionario se rhama^fcrn
bonggtjet. Os livros elementares sao mullo'
ralbados no povo ; mas elles nao tecm urna cor
queneja de dcimvolvim -n'.o intellectu.il bem sran-
de, porajuanto elles estilo cheios em parte, rie his-
torias fabulosas, de balladas.de legendas e de as-
trologia, que he mnito em voga nesle paiz.
O Birmans sio mu super urna muitidao de combinacoes pbysicas que inflo
em sobre o dislino dos bomeus, e que esiao tolas
consignadas n'um grosso volunte que elles chamara
Dtilton. Pot exemplo, elle examinara com ca-
dado as maderas que empregam em suas conslruc-
rnes. As madeiras maclias sao as de urna s gros-
sura ; as femeas sao mais grossas no p, e as nm-
fras no ineo. Aquelles cuja casa he constituida
com madeira manchas silo felizes em lodos os men-
tidos e em todas as pocas -; as madeiras neutras
implicam a miseria e os soffrimento*; se os uouf.
esteiiH das escadas lecm dez divises, he islo sigual
de riqaezas ; se ura d se encontra em o primeiro
degrao, o proprielario lorna-s* o valido do rei,
se sobre o sesunrio. abundancia de provises(dc toda
a especie ; sobre o lerceiro, signal rie inorlc de um
lillio, sobrinho ou um escravo ; sobro o sexto, ri-
queza de gado ; sobre o oilavo. rnorle fulminante
de ama mulher, sobre o dcimo finalmente riquezas
i m mensas....
A aslronomia dos Birmans assp'nclha-sc i dos
ludios: Elles conhecem, diz Sanserinano. nilo
planetas : o Sol, a l.ua, alercorio. Venus, Marte.
Jupiler, Saturno, e o oilavo, cTianiado Rafi, jiue su
be visivcl em certas epocas. coja riescrip(ao he a so-
guile : Soa granrieza he de iK 0011 juzeuai, sen
peito de 12,000, sua cabera 900, sua lesla e burea
:tOO,seus|ps e in.los 2O,e caria um dos seus dedos 50,
Este monstruoso planeta he mollas vezes ioflam-
m.ido rie raiva e enveja, :\ visla dos esplendores do
ni e da la ; elle atira-se sobro es seus passos para
o devorar, ngarra-los era sua enorme bocea, mas
nao pode os conservar por'muilo lempo, ptrquau-
lo elles o queiuiam. Muila-< vezes elle os cobre
com sua barba c sua lingoa. Os Indios explicara
leste modo s tcl\pscs,e preteudem quede Ires era
tras almos ll-i/m altaca o sol de seis era seis raezes a
la.
" <* anno birmno he lunar, e dividido cm dezc
me/es, que ao allertialivaueutc de trinta c da is-
la nove dias.
Eis os nimes. Me:es de Irinta dias : !. la-
goo ; :i.-, S'amiaung : 5.'. Il'agginn ; 7.-, .S'a-
drcH'-giHt; 9.-, Nato%U.; ; labudua-Mezes
de cinle note dias : 2.-, Kassoon ; 4.-, llagoo ;
*>', Tadaluj ; 8.-, Taxaunogmo ; 10.-, Pua-
zo ; 12.-' Tat,ow___
Como ha onze oas de differanra com o anno so-
lar, para fa7er coincidiro princip'io dTgoo rom
18 de abril, primejro da de seu anuo solar, os Bir-
mans, de Tes _em tres minos, accrescenliim urna
loa de mais. Enlrelanlo elles nolaram que seus
clculos nao sainara justos, e. rie lempos em lem-
pos, accreseenuvam urna luj para eslabelccer o
lempo exacto. O re actual qaiz, ha alguns anno,
arcrescenljr ama nol ; mas enconlrou grande op-
posi^ao na provincias retirada.. Elle nao pode
persuadir aos sacerdotes, e aronieceu que ama fes-
la religiosa do poca fu, foi celebrada em Bagoun
nm mez antes rie o ser na capiui Amalapura.
o Os Birmans nao teem dinheiro cambado; em ca-
da pagamento o dinheiro be locado e pezado.e muilas
vezea urna venda nao se effeclua semlu depois de ter
examinadas as barras. A pequea moeda crranle
he um bilhao < I o oaro lem um valor de/.esele ve-
vezes maior qoe a prala ; esle melhndo he a causa
do numeroso! processos, que s podem ser julgados
por pessoas esptciaes. chamadas poe-:a, que tirara
nina commissao de doos e meio por ccnlo. nleate
paiz, o oiiro'e acha na embocadura dos grandes cur-
sos d'agua, e a prala be importada pelos Chiiiezcs.
se, ile cassa ou de velado, aliotoaido no pescoro.
O turbante de cinsa gounhoiiiig, lie usado poaUodos,
assim como as sandalia- de madeira presas fc ps
com liras de panno. As mulherw teem smente um
te-mine, saiole de alsodo ou de soda, aoerlo as
evtremidadri. que doixa passara pema ; mas na ra,
ellas Irazera urna jaquel e um pequeo maulo, lio-
mens e mulheres leem as orelhas ornadas de brinros
de otiro, prala, pao, marmore, ou sanente de papel,
,f> a grande muda he o buraco ser de urna pollegada.
He um uso niui eral para os doiis sexos pintaros
bracos-, tarando a pello c inlrodoziudo sueco de cer-
tas 'plaas que tingtm prelo, depois desenliar lias
pemas e carpo lisuras exquisitas de animaes fero-
/es. E liga raioha, que vendo a dcfordem as familias, o
q.ieos vicios exocr^ndosse arraisavam cada vez mais,
decidi seu real esposo a ordenar essas fisuras para
tornar os hninens e as mulheres de lal surte medo-
iihos, a nao acharem riislraceoes Tora de suas lami-
llas. .\ maneira ri abracar assemelha-se muilo a
das 1 Ma- da l'olynesia; con-isle em por o nariz forte-
rncnle e a bocea sobre a face e respirar bstanle.
Os Birmans nao dizem eu quero vus abracar, mas
sim en qaero vos aspirar. Qoando um mancebo faz
escolha de nina moca, elle manda ped-la em esta-
mento por seus prenles. Se he aceito, presenta-
se depois em cao de seu futura ssro, onde lica tres
anuos, (indos os quaes, a mulher Ihe pertcnce e pode
condiizi-la |iara onde Ihe aprouver.
a Mas elle corre alguns perisos no dia de seu ca-
samento, porque urna grande muitidao se rene e
lanja um chuveiro rie pe.tr. na casa pelas Huellas,
portas e lelhados. Apezar rie todas as suas iuvesti-
aaces, ."sangermino, a quera llevemos estas parti-
cularidades, nunca pode descubrir a nrigem desle
costume extravagante.
O Sr. Mackensie foi convidado para urna fesla es-
plendida por occasiao dos resozijosde urna entrada
de anno, na casa de om majwoon, elle assistio urna
rcpresenlaro dramtica, eojaa particularidades ci-
ta O ihealro eslava enllocado n'um paleo em
pleno ar, o maxwoon subi a urna balustrada e nos
offereceu asscnlo dcbaixo de sua janella ; o reslodo
paleo eslava cheio de cspectidorea dispnslus em
semicirrulo O panno tibio c eu liquei muilo ad-
mirado do excedente joqo dos aelures; o dialoso era
vivo, auimado, bem sustentado, os cestos perfeila-
meule em relacito cora as diversas siluares dos per-
sonagens ; nos intervalos, um palharo vinha millar
lo lis as especies do cslravagai riis, e divertir o pu-
blico com esbirros c ligcirezas tacs como sabem fa-
zer os Ir. i li'-.
O assumplo do drama era (irado do Raymayau,
livro sasrario dos InriosUlo, era o poema pico da
suerra de S. Kam c.onlra Raliwaan..ehefe dos demo-
nios lialkii-s. raptor rie sua mulher Sccla. Kam foi
ferido de nina Trecha envenenada, e ia soccombir
quando um hbil medico icceiluii romo, o contra o
sueco de urna herva que nasria na monlanha da In-
dia, e que Dola .ni disto, a propriedade de des-
truir o encanto que retinaa a captiva, a infortunada
Seda. As riiflieulriarics eram tan srandes, que nin-
suem quera ir a procura do lalysman, quaudo
lloinmaan, chefe poderoso de um exercifo de ma-
caco-, se aprcsenlou e parlio ; mas, nao pudendo
disiinsuir a planta, decidi cairegar .1 monlanhii e
leva-la ao medico, que, eseolhend.. a herva necessa-
ria, curou o bom Kam, e desle moto libcrtou a
bella Secta. Applausns fienclcus e-trondaram com
a nerrola de Raliwaan.eo esperlaculo Icrminou com
dartsas e cautos guerreiros.
ir Os Birmans sao loncos pelo joao do chadrez ou
chit'lhareem. Eis aqu o nomo das pecas desle jo-
so : meitg, 011 o rei ; ekagouf teneute general ; ru-
tila, carro de gnerra : afila, elephanlcs ; mner, ca-
vallaria ; yein, pefies.
O rei segu us mesmos movimeutns qne no jago
europeo, t nao ha permilttdo fazer Ihe roque o
pile. O chekog dia&onalinenle se move em todo os
sentidos, mas de quadrado em quadrado. O ru-
ina em nad.i dillere das torres. O chein lem cinco
raoviraentos riisliiictos que Iho dfio as vanlaaeus da
rainha. O nihee josa-se crau os cavalleirns, e os
yeins como os pees ordinario*)* Secundo certas pe-
ripecias do joco indicadas por conveiicao riciproca, os
movimentos dos yeins liifferem dos adopudos na
Earopa. Os Birmans imam lambem os oaos de
canas e de dados ; elle sjo'e'U geral muilo jugado-
res, sobreludo em Siao, onde quasi lodos os lime '
livres pastara Doites e 1 as inleiros em roda de um
mesa a fumar opio e a Jugar. i>
Ka fim da primeira pal le de sua obra, o Sr. Ma-
ckensie nos d a historia c omplela de tiaudama, che-
le da rclgiao bfrmane, a qual ello extrado de- |
roa relisioso do paiz. d asIrarincces de Crawfu'
de .Ualconr e Sangeniian_.0
lUndaina na.cnitL>|yjJ ,| |PSU>. Chrislo. '
(Iho de Thuke-riaJI"awc, ."'ll uaiiaiaajade^an1
provincia rie BehV no Inrintlo, e Maha-mai ol
arando Mala. O'meuino foi creado o educado p.
duaa divindades,encarnadas.\Fsrur 'l'engri e llur
nuita-engri, que Ihe rieram o rime de Arlaehiri
Sua oriceio divina foi reconhecida pela sauda^ao u
m dolo puderoso, dianle do qual foi apresentado
scguudoo usodesua familia. Elle vivera preceden-
temente cm qualr 1 centof ruiihcs de mundos, e
pilo perror 1, ra (odas as escalas dos seres desde o
iatiniaiaenle pequeo ale ao homem. An uascer,
elle cM'iainou : a Acora snu mu ente perfeito, eis
minha ultima cncariiarao.ii Aos dez snnos, fui coo-
li wlo a t-uarila ricura sabio, chamado Baliburemi-
hbaeshi, que comerou a >ua educarlo, mas bem de-
pressa elle excedea seu me-lre c Ihe ensinuu elle
mesma 50 ou (II lingoa.
Aos vinle annos, cason-se, mas vivendo em ma
inlelligcncia com sua mulher, fez-se anacborcta, to-
mn o nome de (iaodema c cnlregou-se do todo a'
coniemplacao da diviudade. No retiro, elle lanroii
as bases de sua religiao, que se entendeu logo por
lodo o imperio, e rirstruio inleiraiuenle os principios
do eullo de Brahma,que s readpareieu alguns secu-
los mais tarde.
o Elle altinaio o ultimo sr.io de pureza, islo he,
o rieban, e deixnu a Ierra 5i:t antes de J. C. Elle
dcrldrou que sua religiao existira at o nascimeulo
de um novo Boorih ou Bu.Ira', cinco 011 seis mil
mais larde. Suas leis rebatosas se conserva-
iobontos ou sciscenlo- anuos por Irariicr.lo e
nao fofTii. escripias em Pali, debati do nome de
Bedaaat, senAu aos noventa e quiltro anuos da era
cbrisla. Moja, (Jaudema, anda he adorado nos
suberbos templos, cojo principal he Pega. Esjes
templos .ao servidos por muilus sacerdotes que lecm
urna hierarchia entre si -, o primeiro se chama tha-
thcna-hyng, ou archebispo, que reside em Ava e
he o chele supremo ; os punghees, que iSo os chefes
das insliluiciies religiosas ; os ov-pc-zint, que
-aliciii do noviciado e sao eticarrcgados da educarlo
nos inostfiros, c os l.o-goa-ga-laij, que s retira-
rain rio mundo c se dedicara ao sacerdocio. No lim
de cinco annos de esludos elles lornam-se tayic
e no lim de vinle, maha-Uy.
o As ceremonias asmis extravagantes, cuja mi-
sera o Sr. Mackensie nunca pode descubrir, lecm
lucar por unirle de um sacerdote. O coi pojhe embal-
samado da secuinc maneira: os iutestinos sao arran-
cados e substituidos por herva- aromticas, os bra-
co* cruzadossobie o pello, e lodo robrrlo de um
envoltorio de cera. Por cima da cera, um euil.i-
50 de resina c bituuie, depois liceiras laminas de
oaro. O corpa Pica na casa do deluulo um anuo,
lindo o qual, he transportado para um lugar espe-
cial, al que os sacerdotes ordenem queima-lo. No
dia apra/.a.lo oeorpo be eoUoeado sobro u'n carro
rie quatro rodas, armado de bandeira-, e passoimln
por toda a ciriade. aos sous de tambores e instru-
mentos do msica. Todo- os habilanlea sdo obn-
gadoa a apreseularem-sc na passasem do cortejo,
alirando petardos, tiros de espingarda c peras de
artificios. Meninos dansam em roda .lo carro,"sob a
direrrau de algumas veihas encarregadas de os vi-
ciar.
o No dia seauinle, o carro que con luz o corpo he
levado a maior piara da ciriade com dous cabos ar-
raslaudo dos lados. O povo se divide em dous cam-
pos, acaira os cabo-, e procura, a forra de braco,
lirjir c carro rie um ladu 011 de otilro." Esle brinco
so se acaba com a vicloria de um dos dous parlidos.
e mollas vetes a rotura de um cabo orcasiuna que-
da, que os adversario- saudam rom foiles deloua-
;Sea de artificio. No lerceiro, coninuarao dea fo-
gos de artilicios. No qoarlo iba ; filialmente, o cor-
po he rodeado do (..sueles, o chele dos sacerdote-
loca foso, e Indo csU (ermiuado....u
A historia e os cosluines desle povo cslranho, se-
mi-chioez o semi-inrijo, pedera lornccer au Sr.
Mackensie mai- aventuras c mair> bosquejos pilores-
cos ; ma* o nulor nao quiz fazer um romance, elle
quiz somcnlc fazer urna obra exacla, o que plena-
mente eonseguio.
Ilotc.
- Monittur unhtrscl.
Descarregam hoje 16 de agosto.
Baica incleza--Bugenibaealbo.
Ilriaue inslezllritanituiercadorias.
Ilris 1.1 hanoveriaii.i Mirandauiercadorias.
Patacho inslezIHondeperas rie ferro 0 madeira.
UONSLADU liBRAL.
Rendimenlo do da 1 a 1.1 .... I5.29I&MR
dem do dia I i....... l:f>289U7
I6:020j00l
UM VERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da I a 13 .
dem do dia I i........
5689403
9*9115
6II25SIS
DESPACHOS DE EXPORTACAn PtuA MESA
Do CONSULADO DESIA CIDADE NO DIA
11 DE ACOST DE IS",(.
HavreItnsue franrez Alina, l.asserre cv T., 208
arrobas de pan vilelo, 65 barris com 0 arrobas
de carnauba.
PliiladelphiaBarca amerirana aC. E. Taya Ma-
Iheos Ausliii O (.ompaubia, 1,700 saceos assucar
mascavado.
.TDortacao .
Rio de Janeiro, patacho hrasileiro oBom Jess,
de 170 toneladas, conriuzio o seguate : I pipa e
2 barri* vinagre, 12 [iranches de piuho, S barris
de oilavo viuho, .'1 caxias fazendas, 30 cimbeles fa-
enes, I barril c .">0 pipas aauarriente. 10 barris espi-
rito. I,OiHI cocos cora casca, 196 saccas arroz, 1.">2
barricas assucar, 7S meios de sola, 6.i2 vaquetas,
I.W caixas velas de carnauba. ,
Rinda Piala, barca bra-ileira Flor de Oliveirai,
de 261 toneladas, conriuzio o seauinle : I ,:l t bar-
ricas e :iS metas ditas com l.i.OSS arrobas c 20 li-
bras de assucar.
Ganara, polaca sarda "Mara Eliau, de 260 to-
neladas, conduzo o seauinle : 2,100 saceos coUI
12,000 arrobas de assucar. lllli.OOO unhas de boi.
KCKBEDOlilA DE RENDAS INTERNAS UE-
KAES DE PEIINAMBDCO.
Rendimenlo do dia I a 13 I2:8i279
dem do dia II........ I:20?9.,
l.t:!r97S2il
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I a 13
dem do da I i
20:9S:',;i96
l:268;7l)
22.2513960
yUobUmuii* tf p$u0.
Satta entrado a dia I i.
Kio de Janeiru9 dias, barca brasileira ulpojura,
de 275 lonela.las. capil* Manuel l.uiz dos San-
ios, equipagem 15. carca 126 loi.e.adas de podra e
1.600 barricas vastas; i Joao da Coaita Maga-
Ibaes. Perlence ao p.irdo de Peinaiubitco. Pas-
sdsero, o lente Alejandre Miguel Telles c 2
eacravos.
Sario< sahidosno mesmo dia.
LisboaBricuc ponucue/J Constaolca, capilao Sil
verio Jos dos Res, caica a-socar e rpais cueros.
Rio da PralaPatacho In/spanhol Deseo, capilao
Pablo Bosch, carga asslicar.
xaviOS entrAitos no dia 15.
Liverpoolli dias, galera ingicza tSeraphiban, de
299 loneladas, rapilao/james Mojes, equipasem
16. carca fazendas a laai- gneros, e 2.1 toneladas
de horra de cobre; ajJohns'.on Pater iV Compa-
nhia. Perlence ao parlo rie Liverpool.
Moulcvido l dias, bicue biasleiro Mallrao, de
270 loneladas, capilie Jos Joaquim Dias dos Pra-
zeres, cquipagem I5J carca 100 toneladas de ara;
a Amornn limaos. Perlence ao porto do Rio de
Janeiro.
Sacio sahidn no mesmo din.
GenovaPolaca sarda Minia Ehza, capillo Jos
Gajriro, carga assucar. Pastageirea, Vctor Pron-
ta, Eraucisco Jos,. Corhiats, Francisco Miguel,
(icuoro Decio, Pranciaco Antonio Mariuo, Vicente
Pronta, Miguel Gorgel, Braz Proula, liraz Ger-
braes, Miguel l.acoile.
JbtfUxnwt*.
BISPADO.
Brevemente se ho de allixar edilacs de concurso
as freguezias vagas <|o Rispado. Palacio da N l.-d.i
de IS le acost de ItiJO.(.) provisor,
Francisco Jos Tavaicsila Cama.
A administrara. gttal ,is estabelaeimeuloa
c.in.ladc, manda fazer publico, que nos das 1i,
e 21 do correle, pelas i horas da larde, na sala
9 suas sessoes, no largo do Pamizo, irao ;i prar,a
.. i"eijas das casas aballo declaradas, pelo lempo
que rieron er do dia da arrematar, i at 30 de luiiho
do anno prximo futuro :
llarro do Recite.
Ra da Cadeia n. 30, roa da Sensata Nova n. 2">,
26 e 30, ra da Lapa 11. 5, ra dos Bureos u. 11, ra
1I0 Azeile do Peixe n. 1, roa do Pilar n. 73.
I!uno de Santo Antonio.
Ra Direila ns. 5 e 7, iravessa do Carceraro us.
1 e 13, Padre Floriauo ns. 13 e 63.
I hito da Boa-Visla.
Ra da Alegra u. 5.
Os preleudenlcs dirijam-se ao Inaar e hora apra-
zados, acoropanhados de seus fiadores, ou munidos rie
carias ricsles. AriVerle-se, porem, aos inquiliuus,
que au estiverem em dia, que nao aeran recebidos
es seus lances, iem queleuham saldado us seus de-
b los.
AdminlftracKo geral dos estabelecimculos de ca-
ridade 11 rie ago-lo rie 1856.O BtCriTao, Anlonio
Jos' Gomes do Corrcio.
THEATKO
DE
Santa Isabel.
Ouarta-teira 20 do correte lera' lugar nma repre-
senljrao extraordinaria, na qna| Mr. Roberl tapora'
seus Irabalhos plii-iro-, pedido do respeilavcl pu-
blico, eujo cspeclacnlo sera' aununciado mascir-
Clllllslill .1,1 .mu lll'.
vtmb* m%xim&.
Baha.
%&Q1M4%CW,
RACA !)(> RECIPE l DBAGOSTO AS 3
UORAS DA TARDE.
Colacf.es olliciaes.
csconlc de ledras6 l|2 ", ao anno.
rederico HobUliard, prcsidcnle.
.". Bornes, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 15.
Paria, 360 rs. por f,
n Lisboa. KM) por KM.
Kio de Janeiro, l|2 a I pnr 0|o a 15 e 30 das.
Acedes do Banco, 35 OjO de premio.
Segu em poneos dias o patacho nacio-
nal CONFIANCA, pot- tci parle do seu
carregamento firomptn: para n rosto,
li-.ila-sc cornos consignatarios Novaetd
C, narua do Trapiche n. ".
CQiupauli
ricaska
1 iM'auco- -.me-
dc Vapores.
'i. neczes.
viudo do Rio
vre cora escala
ra fretc e paaw
ron ^,- t;., ra
lte;.l q<
(Juetes
e Janeiro, qoi
por Tener i IT, .M.
Esperaa
se lio dr-
S docor-
renio
vapor
Cr a n c c z
/.yonnais,
capilao
Devaulx,
ciitiira' |iara o lla-
ieira e L-boa : pn-
Bjelrns, na a*a
a Cruz u. J.
de. L. Leconile Fe-
ing^lezes
11
1
de pa-
va por.
t Acres da companhia Jo liehcribe.
O commercio da Birmania be muilo florescenle Acres da companhia Pemnmbneaaa
c so estrale al Meruuy. Chiltagons, ('.aleuda. I'e-
iiantie, Madras, os gratides portos sfo Bassein c Ra-
Koun. As principaes exportacOes coosislem em ma-
deira rie lecL. alsodiio, cera c.chou, marfim, chum-
bo. Mtanno, arsnico, ninhosde passaro, ambir, anil,
tabaco, tamarindos, gengibre, pimenla, etc. Forera u
maior commercio he em madeira tecL, que de lodas
as partes da Jdia se vem procurar, porqnanlo cus-
^------------
(1J Motda haixa de cobre.
. .itSOflO
ao par.
< l.lilida.lo Publica, 30 porccnln .1. premio.
a Indemnisariora. 52 por de premio.
a da cslraria de ferro .',() por 0|0de premio
sobre a entrada, igual a 3III1 rcis por
aecto.
Discnnlo rie leltras. de 7 a 9 por Otn.
()uro.-On.;as hespanholas. 2X). 2S.iOO
Moeda de 6?>i00 relhas .... 16> " > 6B00 novas .... 16JO00
* *vOO........91000
No dia 10
desle mez es-
pera-se do ful
o vapor T.\-
M A It. com-
inan.laule Jel-
licoe, o qual
depots da de-
mora do cos-
lume sesuir
para Soulhampton, locando nos portos de SaoVi-
cente, Tenerpir, Madeira e Lisboa : para pass,ii;eiros,
ele, iTala-se com os agentes Adamaoo llowie i\ '
roa rio 1'rapjche-Novo 11.1.
N. II.(ll cmbrulhos que prelenderem mandar
para Soulliatnpliui, devero eslar na agencia lio-
ras antes dejse fecbarem ai malas, e depois dela ho-
ra nlo se re enera volume algnaa.
C<'mpanhia brasileira de
(jactes 1 vapor.
O vapor S.
Sal varior
roiiimandan-
lo o primei-
ro lene ule
Sania Bar-
?!*- liara, epe-
**ra-scdos por-
tes do norte
E em segu-
fy menlo para
9- dosul nos
_ afa dial 16 e 17
do correnli : Bgeneii rua (lo irapiebe n. 10, e-
guodo aud r.
ILEGIVEL
I'ara o Porlo segoiri direclamcnle e com hre-
vidade o brigoe (Trovadora ; para carga ou paaia-
eiros, tratae com Barroca kS Castro, ou cun o ca-
pilao na praca.
\W$M.
0< administradores da ntataa fallida de Mano
Alaria do Seixas, lem de vender em leiUln, por au-
torisacao .lo juizu rio commercio, loso que ultimadas
as respectivas avallar.,..-, as seguidles propriedaries,
perlenceules a dila massa, a saber : nesta ridade,
ura predio de qualrn andares, silo na rua do Viga-
rio n. 13, 11111 dito rie Ires andares, roa rio l.ira-
nento 11, :t,, um dilo rie dous andares, 111 rua da
l'enha 11. (, um dilo na rua Augusta 11. J, un dito
na Iravessa .los Marlyrios 11. I, 11111 dito na rua do
Alecrim o. dous .tilos na traversa do Marisco n.
I i e H, um dito na roa .1. Mondegn o, 7, nm .lito
na rua rio Ainorim n. 15 ; na Casa Porte, Mtegain-
les : I sitio na eslrada rio Cordeiro (Chacn da Casa
Forte Sania Anua, 11. il ; Campia n. (i, 7, S,
10, >, 31 e 35, rias casas no camiulm rio Foro,
duas lillas na Casa Forte u. 5, seis .lilas na Campi-
a, c un; terreno na Casa Forle : convidase, por-
lanlo, aos pretndanle! o ex.inie previo .ios meneio-
iiailr*. predios.
I agente Vieira da Silva az leil.lo.s.ibbado, 16
do crlenle, as III horas da manhaa, era sen arma-
/.ein na rua da Madre de lieos 11. 32, ,|e diversa-
obras da marcineria novas e usadas, um rico piano
forte, de meio uso, una balanra rumana de 5IKI
libras, c diversas obras .le onro c prata, relogio de
ouroe prala, e mais objectos que se acliariio m-
senlos.
O agente Borja em seo arma?em, na rua do
Cnllcsio n. 15, lara' Icililo de diversos escravo. Je
arabos os sexos, moros e de meia idade, entre os
quaes ha una exrellenle mulata de bonila lisura,
bstanle mura, ptima coslnreira c eugommadeira
os quaes se acharan exposlos no referido anuazem,
sabbario, 16do coi-rente, as II horas da manila 1,
lia em que lea' luaro le.iao.
O asente Vieira da Silva declara qoe (ica trans-
ferido o leilao aiiniinciado p para teira-feira, l'.l rio correle, as II) horas da ma-
nhaa, em seu armazem na rua da Madre de Dos
n. 32, que fara leilao de diversas obras de marci-
neria, novas e usadas, diversas initidezas e roupas,
diversas obras de prata e 011ro, e reloios, um rico
piano forte de meio aso, urna batanea romana de
SpSOO libras, e mais objeclos que cslarao presen-
tes, o que tuda ser vendido a voutade dos compra-
dores.
0 agente Vieira da Silva azicilao
hoje lfido correute as II Itoras da tn.i-
nliaa no largo da alfamicga, de 10 caixas
de i'.icijos muilo hons, por coota e risco
do (jucui pertenec-, pelo maior pceo tpic
lionvcr. /
O agente Vieira da Silva faz leilao
segunda-fijira 18 do corren te, ao meio dia
om poni no armazem do Sr. Antonio
Aunes Jcomc Pires, de 100 saccas com
frinha muito boa para a mesa : sera'
vendido seta limile pelo maior pt'ceo pie
houvcr, por conta o risco de quem per-
tencer.
'^tO.^uS &it>tt&0$.
O Sr. Joaquim Antonio I tica I ves da
Rocha, dirija-se a osla typographia, a
negocio de sen inlcresse.
O Di*. Joaquim de Aquino Fonsecn,
leudo sidodemitttdo do lugar de commis-
sario vaceinador desla provincia por de-
creto de 20 de juljio lindo, vaceinara*
gratuitamente aquellas pessoas pie nos
sabbados de cada semana comparecerem
na casa de sita residencia, 11.1 rua Nova
n. IV, das7a'si) horas da manha.
ANANAZES ABACACHIS.
Na confeitatia da rua da Cruz n. 17,
aclia-se nos dias de eliegada de qualquer
dos vapores, urna grande poieao propina
para emHrque, previne-serpie sendo nos
dias santos se encontrara' na rua do Trapi-
che Novo n. 1 V, assim como loda eipial-
quer fineta do paiz, e tildo por preeo
inuilo diminuto.
AlfeuMo;
Tonrio .1 ahaixo asignado prrrii i r i.illii'ii inlci-
ro n. -J6S3 da primeira parte da p.-iiifeira lotera de
N. S. ri'As.umprao da-eapella imperial da Estancia,
roga ao Illins. Srs. thesoereiro e mala caulelislas
las loteras riela provincia, nao pugnen!, caso saia
pi-cmiario, seiiilo ao aballo asaignadu. O bilhele be
garantido pelo Sr. caulelisla Policarpo Jas l.avrae,
e foi comprado no dia II do correte ao Sr. Fran-
cisco Xaviei de Mendonca, estando prsenle o Sr.
Manoel do Nascimeulo da Silva Baslos, que foi quera
a pedido do mesmo abaixo assignado o escollieti. Re-
ala I de agosto de 1856.
Candido Atiiran da Malta Albuquerque Jnior.
Ouem precisar de urna ama para fazer todo o
servico interno de urna cas, excepto engommado,
dirija-se a Ponte Velba 11. 31,
No dia 13 .lo rorrenle ftirlaram ilous quarlos
de burieles no aroogue riebaixo rio sobrado do No-
vacs, sendo os qu .1 ios de ns. IOS e 30O.'>, um assignn-
rto por delraz por Francisco Rodrigues da Luz, e
oulro por Mari. Seraphina do l.ivramento ; assim
roga-se aos Srs. caaloli-tas, que por consciencia, no
caso qne elles sahiam premiados, nao sali.facam se-
nao ao seu proprio dono, que este gratificara con-
forme o que tirar.
Aluga-se urna ama forra 011 captiva, que com-
pre e .- i/.inlie em urna casa de pouca familia : na
rua do Amorim, armazem 11. I.
Francisco Mana Dupral vai a Europa a nego-
jo da sociedade Fundadora da fabrica de fiar e te-
cer algodao, constituido por acia da sociedade, pas-
sario em 12 de|no\emhro de 1N55.
Na rua Velba 11. Si, fazem-se capas, halinas,
samarras e barretes com a maior perfcirao e prom-
pli.lilo.por a pes.oa ler ido oflieial do fallecido mes-
tre Joto l'achceo.de Olinda.
O abaixo assignado, leu loe despedido da ca-
sa dos Srs. Barroca eV Castro, realisou sua sabida no
dia '.) do correle, e he de sen rigoroso riever agra-
decer aos mesmos senhore. o bmn Iralamenlo c a
muita eonBanea que sempre nelle depoaitaram du-
rante S anuos incompletos que os servio como seu
saimiro.
Jos Maximiano Soares de Avallar.
O abaixo assigna.io pede ao Sr. Manoel Mar-
ques da Cosa Soare* que mande buscar um molerole
de nome Manuel, qne diz Ihe perlencer, que aqu se
acha, com o qual far-se-ha (u.lo e qualquer negocio
que queira o mesmo senhor, tirando riesilc j.i sem a
menor responsabllidade o que poder aconlecer. En-
i-enho (iranrie do Cabo Kirie agnslo de 1856.
F. I.. I'aes Brrelo.
Joao Jos Itodrigues, professor particular, au-
lOrlsado pela "rectora geral do inslraccao publica,
se oilere.'c p ira, por rasas partiealarea, ensinar pri-
meiras lettras, grararaatica nacional o francez. O
mesmo pretende, logo que Icnha sulflcieiilc numero
de alumnos, abrir ura curso nocturno em que ensi-
llara' nao a Iradnzlr como a tallar e escrever o
francez, pudendo ser procurado na roa da Cruz n.
52, loja de livros. ou na rua dostiuararapes, cisa de
aa residencia, por cima da paJaria do Sr. Mauocl
Coelho l'iiilieiro.
JoHo Martina Goncalves relira-se para Lisboa.
Fira em poder de Anlonio dos Santos Vieira o
bilhele namero2301, pencucentc ao Sr. Joaquim
Ferreira da Silva Jnior.
O abaixo as-aguado, senbor do crnjeuho Jabo.1-
to, sito na freguoiia de Sinto Amaro e Jaboalao,
fax ver a. respeiiavel publico, que conslanOta-lbe que
os herileiros rio ensenho Joaaara querera vende-lo,
declara que ningnem coutrale negocio algum sem
primeiro liquhl.ir-se urna linha divisoria que n en-
genho Finios lir.ni por senleiira judicial, porque
sendo o seu engenho Jaboalao liiho do ciigeulio l'in-
los, elle lem de proseguir judicialmenle a me-ma
linha divisoria, na qual lera rie pegar orna porcia
de ierras que o engenho Juagara esta arbitrariamente
de po-se ; e assiin para csrlareciiiienlo rio publico
pede aos Srs. redactores se digiiem fazer era sua bem
coneeitnada foiha o presenteanonncio, noque lcara
obrigailo o seu constante leilor
Pedro da taiuha e Alh'iqocrquc.
Pele-so encarecidamente ao Sr. acadmico
que passou um val para ser pago quando Ihe roete
apresentado, a .Nicolao Machado Freir, no .Montei-
ro. da qoana de MajOSO, baja de ler a bonriade de
ir ou mandar pagar, pois elle foi panado em o I.- de
abril e at esla dala nada de rcalisa;ao.
Linias de mnibus.
D'ora em dianle baver ura destea carros para
Oliu.la em (orios os .Ininingos o lias sanios, qun|
parlir pelas 7 horas e voliara ,1 8 da manh.la, e da
tardo c volla 5 l]2. Tainhem do I. de oaluhro pr-
ximo era dianle baver mnibus quotiriianamente pa-
ra o Caelianca, cuja partida sera cnlao eonvenienle-
mente annunciada.
Approximande-se as oleirfiei para vareadores .la
cunara municipal, oOerero os iioincs dos Mguinlea
cidadaos :
Dr. Ignacio *v?r\ da Fontoca.
Engenlieiro Manuel de Barros !:arrelo.
Tenenle-coronel llaneejrjoaqoim rio Rr; e Al-
buquerque.
leiienle-cornncl Rodolpho Joao Barata de Almeida.
Pharmaceiilco Joaquim de Almeida Pinlo.
'lenle coronel l.uiz Pranciaco Maciel Vauna.
Padre Francisco Pei\olo Uiurle.
Francisco Baplisla de Almeida.
Simplicio Jos de Melllo.
AJogaaa-ae carrosas para condazir rosles ou
ii.-ii.-n-e iii preco commodo na na da Aleeria da
Hoa-Visla. n. i.
4
H^'W* ii*JL; ('{. nwnjr:- ':
PEDRAS PBECIOSAS- 1
%
Aderecns de brilbanles, "V
diamantea e perobM, pnl-
^*- ceiras, alfiueles, brincos -.
* e ro/.etas, botona e aunis \
J de dillvrr liles goslos p de -
* diversas podras rie valor. *
fe
?. *
* Compram, vendeni ou *
v Iroram prala, onro, hri- :'
Ihanles.rianianlese pero- -
las, e nutras qoaesqoer
* joiaade valor, a dinheiro
* ou por obras. ]
' > <* ?>.:?.*
MOREIRA k OOARTE.
Lffl ni mim
Rua do Cab'iga' n. 7.
Ht.i'elO'i por fo-
dososv;. porejsda Ds*-
ropa as obran tio mais
moderno ?osto, '\m~
to 'i< branca como
I
. mm aWlWi .*- *-
orno KPBATA-
Ariererns cmplelos de
ouro.meiosdilos, pulcei-
ras, allinrles, brincos e
I rozelas, eordfiea, trance-
lina, me.lallia-, correntr-s
' enciles para n-iogio. e
(iiiiros uitiilos objeclos de
ouro.
Apparelhos completos,
de prata, [.ara cha. ban-
dejas, salvas, easlicaes,
c-iliere* le sopa o dech,
e moilos oulros objeclos
de prala.
:
de Lisboa, asmaacs se vendem por
ppe-po commodo eomo eostumam.
loteras da PRoracii.
Salustiano de A(|tiino Ferreira avisa
ao reapeitavel publico, que a primeira
parte da primeira lotera le Nona Sc-
nliora da Kstancia, corre infallivelmente
sahlxido Hi 1I0 correte, ao meip-dia em
ponto, sejjnndo o anntincio do Sr. Ihe-
sonreiio; csetis b I heles esla rao a venda
ate II e meia horas. Salustiano de
Arruino Ferreira.
Francisco .lose Leite declara riue cle ja' vem cobrar jiidieialmonte <|tial-
quer de suas dividas, vencidas lia mais de
um anuo, lano por lellraseomo deoon-
le de livro, sem excepcao de individuali-
dacle.
Precisa-sede I0:000s000 rs. a juros
de I porcento, dndose por garanta
duasiasas rjuevalem odobro: quemqui-
zer annuncie por este IH.VKiO.
L02ERIA D PROVINCIA,
O Sr. thesouieifo inunda fezer publi-
co que as rodas da primeira parle da pri-
meira lotera le Nossa Scnhoiii da Es-
lanria anilam infallivelmente no dia I (i
do prsenle, pelas \i horas do dia. no sa-
lao do convento de Nossa Senbora lo
Carino.0 primeiro conlenle nervio-
do de eserivao,. .lose Januaiio Alves da
Maia.
O abaixo 3ssir;nado lema honra de participar
aos aenhores negociantes e mais pessoas .testa e de
qualqoer provincia, as quaes interesar poasa, que se
acha ealaneteeldo rom etcrtplorio deadvoraeia na ci-
la.le de llacein, capital da provincia de .Villanas, .1
rua do l.ivraraeulo 11. e se oll'erece tratar all
ou em qualquer poni da mesma provincia ria co-
l.ranra de lvidas e rie lodos os negocios de sua pro-
Batlo peraue os Iribonaee, )uizes e repariicDea pu-
blicas, ou extrajudkialmciiie, por conservaras mais
extensas relaces em luda a provincia, como natural
della, o haver excrcido dorante S anuos os caraos de
promotor publico, c jui/. municipal e de nrpbos em
dillercnlcs comarcas, leudo sirio alt-m disto honrado
com o mandato provincial por alga-mas vezes : as
pessoas que se dianarcm rie confiar ao abaixo assis-
ii.nlo suas coroiuissocs podem riiriair-se riirerlamente
nesta prara ao Sr. Jos (iunralves rie Albuquerque,
aaenle procurador la provincia, que se eucarregar
da reraessa prompta e segara da correspondencia,
paDeiae documentos. Cidaile do llecife l'Jdejullio
de 1856.l.ourenro Accioli Wanderley Canavarrn.
Precisa-sc comprar 120 travs de .10
palmos com S polcgadas de j-rossiua e ti
deface; 8 travs de () i>alinos, rom 12
L grossurae 10 de lacee ensarnes de
Ionio de 22 a 25 palmos, de (i polcga-
das: na livrai-ia ns. lie 8, la praca da
Independencia.
Os Sis. devedores la casa fallida do
Sr. Joao Mni-cii.i Lopes sao convidados a
dirigirem-se a" loja de Hanoel -lose" Le-
te, na rita do Ouein-.adon. 10, afim de
amiga velmentesaldarem seus dbitos.
Manoel Jos'Leilc declara que com*
prou as dividas activas do Sr. Leopoldo
los da Costa Aranjo, na importancia de
7."i:000.s()0() ris : roga, pois, aos Srs. de-
vedores, que tenhain a bondade de enten-
ler-se com o annunciante, na sua loja da
rita, do Queimado n. 10.
I'recisa-sc alosar (i 'prelos para armazem le
assucar : quem liver c qthter Singar, dirjase a rua
de Apollo, armazem D. ,40, que achara rom quem
tratar.
t l MI IIFYriSTA, S
* conliiiiia a residir narua.Nova n. 19, primei- *
> ro andar. j
a-eaiaS";^fta*4<#so
Precisa-se de urna ama captiva 011 forra, acra-
dnido paga-se bem : na tua do Araqao 11. IS.
Na fabrica de calcado franceza, rua da Cruz n.
1-1, precisa-se rie olliciaes rie sapaleiro para obras de
senbora ; prefere-se hoinens casados, cujas mulhe-
res possam debruar sapalos.
-- Para feilor de um enacnlio na freauezia da Es-
cada, precisa-se de um homem nacional ou eslran-
gelro, mas que seja de bons coslumes, pa;a-se bem :
qoem quizer dirija-se ao larzo ria matriz de Sanio
Anlonio casa de um andar n. que ah achara
com quem tratar.
A fabrica tic v^i.sf,
say.jo d;i rua do Brum,
precisa de carapinas.
lotera da provincia.
Primer.i parte ra lote ria de nos^a i i>
MIOKA 'ASSUMPCO.
I
(orre infallivelmente
sabbado t<> d correute,
ao meio- hora, em consequeneia da
chava'; purtanto,ateas II
Yl horas, estar?) venda
os bilhetes, com a rubrica
[deP. .1. Layme.
^ Sabbado llid. enrenle, depois da audiencia do
Sr. Dr. juii municipal da segunda tara, sera' anc-
( malaria em basta publica nina escrava parda, deno-
me Margarnla, pertcnceulealib.no Vrente ter-
rena, por execucao .quema niesiiia>e acbava h\polbecaria:porser a ul-
tima praca.
Roilrign Piulo Moreira, pelo prsenle aiiniin-
cio conviria a torios os seus devedores para virem
1 salisfazer seus dcbilns ale o lira rio coi rente mez, e
; dcixanrio de O fazer usara' dos meios que Ihe silo
concedidos pela lei : na sua loja de scllciro, na rua
i Nova n. 29.
I lraz Carnciro l.e.lo manda para Europa o scu '
, lilbo Demetrio Carnciro Lean de meiiur id.de.
Precisa-ae rie um cozinbciro que seja limpo
;e fiel, para o servico de una casa estraugeira : a
tralar na roa da Cruz n. i(i, armazem de Manuel
JoscCorreia.
Arrenda-sc urrt bom solao com lodos os eom-
modos precisos para grande familia, silo no Arraial,
, perleucenle a I lima. Sra. D. Francisca ria Cimba II.
\ Mello : os prcL-luientes poder-se-hao eolen.l.r
com sen correspoudenle uesla praca, o Sr. Jos Piulo
' la Cosa.
AlOga-M urna prela de meia idade para lodo
0 serv, lauto rio rua como le casa, menos de en-
tornillar: na rua ria Cariota de Santo Aulonio, so-
brado de um andar 11. |-_>.
(Ja senbores devedores da casa fallida do Sr.
Anlonio de Mello Hodr^ucs Loureiro siio convida.los
a realisar amigavelmenla os seus dbitos, deven-
do para esse lim eiilenderem-se com Caclano Percira
de Bolo, no raes rio llamos, sobrado de dous anda-
res, 110 primeiro andar.
-- Anlonio da Silva Moieira segu para o Rio
de Janeiro.
Srs. afaiates. ,
Precisa-se de um eonlra-mcslre : na rua Nova
n. I.
O eirorgiSo Francisco Uarianno de Aranjo Li-
ma contina a dar consultas lodos os das la's S as
10 lloras da manhaa [gratis aos pobres na tua da
jloria juulo a igreja do mesmo uome.
UREM TBKCEIB.A DO CARMO.
O abano assignado convida a lodos os aeus eliaris-
sunos irmaos para comparecerem na sreja da nossa
ordem no domingo, 17 do correute, pelas 10 horas
da mauba e as i da larde paramentados com seus
hbitos, para assislir a fesla e rasoura, e Te-Denm a
noile, de N. S. do Krontispirio uo convenio, que
nosnvrou rio lerrivel dagello lo clwlera-morbus,
que lano nos allheio, salisfazcn.lo alim ao convite
dos dignos protectores da mesma Seuhura, que live-
rain a honra de nos convidar para um acto lao so-
lemne. Itecife I! le agosto rie ISoti. l-'rancisco
1 luto da Costa Cuna, prior ria mesma ordem.
Jos Marximian j Soares de A vedar deixou de
str caueiro de Barroca & Castro desda !) du curren-
lej nez.
Precisa-se permular o aluzuel de um silo com
grande casa devivenda, na Soledade, por urna casa
le dous andares ein ns bairros rie Santo Anlonio, S.
Jos 011 lioa-Visla : a quem este negocio inleressar,
dirija-se a rua do Oueiraado n. 0, que ah achara'
com quem tralar.
Precisa-se de urna ama de leile : na rua de
Sania Tbereza, casa 11. 7. Alianra-se o seu bom Ira-
taiiienlo e ura bom ordenado.
O Sr. Cypranno l.uiz da Paz, na ruadoCul-
legio, e o Sr. Jota Ferreira da Coz, no alerro da
Hoa-Vista na nadara do Sr. ISciriz, dirAn quem da'
quanlias de Sil), 500, 300 e tWOfOOO coin.hvpollieca
em casas Icrrcas. w
.Jauln publico em ''er-
nambuco. roa da .Sole-
dade 11. 70.
Neslc jardim ha muilo grande variedaric le novas
rosa, e dalias, assim lambem muita riiveraidade de
nutras dores novas nesta provincia, entre ellas a rosa
DA
FESTA DO FRONTISPICIO 00
CIRIO.
No ha I. do cnrrenle tcia lugar na isreja do Car-
me a fesla da mesma Senbora, erecla no trinli-pin,,
ia mesma oreja, pela forma e maneira seeainic :
na madrugad de sabbado se levantara' a tenan a,
a qual satura rie ra-a da juila paleo do CarSM e
per.orroi, as russ da Camina do Carmo. llore-,
i>ovi, Caboi:.', larga e eslieila do Roaaiio, arlig-
va der Ingai e ao subir a .basle sera' anona ais
por nina girndola de f.,; do ar. Na mole dr sao-
hado baver' vespera-, na ina.lrugaria o> doran....
missa ; as 11 horas em poni pnnripiara' a fesla,
sendo o celbrame o parir me-lre proaiucial Ir.
Joiod'Assumprao Moura, e o pregador do sermn
la lesla naaTegarior ria capella imperial o ex-proMn-
eial rt. I.ino lo Monte Carmello, que ser' lambem
do le-lleilin. llavera' msicas militare dcoi-
beslra, sendo esla do insigne artista Melquades
I- ranci.cn ria Cosa, e aquella de om dos enrona de
primeira linha. Asi horas da larde sabir' ao re-
dor di paleo a rano are. como he coslume, ao anaws
subir aos ares um balan nunca vislo nesla rulad.-,
lano em lamanbo congo em costo, feilo graloila-
mente por um curioso Pcrnamburano. Segoe-se
liramenlo la tandeara, e depois se ruinara o Te-
Denm. No lim haver'fogo de visla feilo pelo ao
mero dos arlislas ueste genero lluduo Gomes da
Fonseca.
im
W-^^^-U-td
muito lino com franja de arda, a
jiir'i
laawat
K'atl
Na rua la Praia n. (ifi se dira' quem
l' dinheiro a premio em quantias de
505000 at 200^000, om "aianlias OU dc J""'*0- I"* estando aberla""a^Vri"o*'quVrW
penhores. '"mo breve, se fara'avisa aos senbores amadores.
PatnNash \ C, e Adamson llowie
X C, adininisti-tiiioies nomeadosda mas*
4 ----- -"~ vi- -i diluir- diiia.iores.
Vpromplam-se eucommeiidas para u cenlro da pro-
vincia, e as mais do sul u norte.
WmmUS
C7*Em frcnle do iiccco da Congregarse, pav-
aau.lo a ntica, a segunda loja le fazendas n. O.!-
Chales de merino bordados a velludo, a IHjasm.
Hilos de merim bordados maliz em > ponas, .,
115001.
Iiito. rie.lilo riilo bordado a maliz cm urna po"".
a S-HKO.
Ditos de tlo com lstra c franja de seda, a *ajBJ
Hilos .le dilo com barra matizados grarnks,
5**fl00.
Hilos ri,' dilo
-rWHl.
Ditos le lia grandes de loilas a. cores, a
Corlea do vestidos .le seda de qoadros, a
lindas serias rie cores para vestidos, covado
Chala le qua.lrns rie lindas cores, covado a
Seilas aaselinadaa le quadros le novo costo, covado
a 800.
I.a.i .'e (|uadrosrom ."> palmos dc largara,
a (lili.
Cortos rio vestidos le seda para'menina.
Sarja prcla lavrada para vestido, cosario a :>.at
tiros dc oaples preto enrorpado, covado a lim!
."sarja prela muilo boa, rovaoo, a latm
V ellurto prcl bespanhol, covado a *j Selini pr.-lo verdadeiroSMacao, covads a :fcai
Setini branca Macao para vclnlos, covado, a lalgl
Panno prelo luglez, prova d* liman, covado a .IJOKi
l)ilos de -ores dito dito, covado, a |- Chitas fraurezas largas mullo linas, a -NO
Cassas fraocezas de cores claras, a JMI
Itiscarios francezes com ."> palmo- de largura, cova-
do a -,,i
Ganga li/a c le qnadros, cavado a -JSII
Pablos de alpaca prela fina, a >Hm
Carlea rie casemira de cores finas, a taltal
Ditos de dila prcla finas, a :lai
trelo prelo para panno de prelaa, covado a :lWi
Corles le rassa franceza da coces, a i-iril
l.uvas de e-la brancas e cor de falla, a I, l
C mizas fr.-inrezas brancaa, orna a aVOT
Peilos paia camisas de cir c brancas, a Mal
Colarinhos broncos feilos, a -J
Lencos de seila de cor grandes, a / IJ.Va
l.enri.. de seria para grvala, a / TOI
(aiberlores de algodao grandes^ 7ii
Diloa de lila hespanhes, a ^f aVJMt
llomeiras de reros matizariiCa ln-ial
Mantas de Iriond prels bram-a-, a Iii-siii
Lencos muilo linos bordaabs, para aeahora, a lint
Madapolao fino com -> pal pu. de largura, a :tJ7H|
Lencos brancoa para eabeca de senhora, a :aMt
Corles le beleza fazenda .nteirameulc nova nr-l.
mercado, loria dr seda de linda costo, a |-J. sai
Corlea de vestidos de seda Vanea para Boira.
Corlea de rolletes de seda oV lido eoslo a :!
Velluda prelo para vestidos o covado a IsUIKi
Palitos de panno fino prelos e de cores forrado de
na*Ja a tR-mi
Olios dc alpaka prela muilo lino forrados a 6WIO11
Precisa-se de urna ama forra ou rapliv 1 para
o servico de ama casa de poaca familia : na ro Di-
reila n. 119.
-- Rosa Mara da Cooceicao Simas manda para
Lisboa o seu lilbo de menor idade de orne Maawel
Tlieophilo da Coala, no vapor Pedro II.
Aftt.'MCO.
sa do (aludo .loan Mnrcita
aos credores do mestno para apresenta-
rem os sensliltilos de divida aos mesmos
administradores, at o dia IS do cori-en-
te, para serem classilicados c. poder-se la-
/.t- o dividendo lo li<|iiido apurado da
mesma massa. sol) pena le nao seren at-
indalos n> dividendo, os que tleKarcm
de a presen lar seus t i I tilos.
Aluga-se nm silio em Sania Anua le
leuIroou do Xavier, eom grande (Tasa de
morada, estribara para quatro eavallos,
cocheira, capim pata um cavallo lodo o
auno, boa cacimba e rio para embarque
e banlio: a tratar com Luiz d Moraei
Gomes Perreira, na rua da Cadeia do 15c-
cil'e n. 20.
Pela directora das obras militares vC emnreia
urna pequea caberla no quartel lo Paraso : quem
riisl. se quizer cncarre.tar, polo dlrigir-se a rua de
S. I'ianciscu u. l. segundo andar.
l.uiz (onralves I-raneo vai a Eoropa.
LOTERA
do Ri de *latieiro.
Ainda nao temos podido e\por a ven-
da os nossos bilhetes da lotera l'.i- do
estado sanitario, em virlttde da vontade
eaptieliosa doSr. tbesoureiro das loteras
da provincia, quesentlo-ll-c apresentados
no dia terca-feira do crrante, eom lo-
das as condicoes exigidas na portara do
Evm.Sr. presidente la provincia, mesmo
assim se ix-ija a rubricar, procurando
lesla sorle la/.er eom pie tenhamos re-
petidos nrejuizos, alim de nos desviar des-
te negocio que nos fie garantido pela lei.
temos recorriilo para o Exrh. Sr. presi-
dente, de quem esperamos fara* justira
Anmuiciaiemos ao respeilavcl publico
logo que os postamos expor a venda.
Becife 12 le agosto de 1830.Antonio
Jos Rodrigues de Souza Jnior.
- Oa admloialradores da massa fallida de Nnno
Mara le Seisas, pelo prsente aviso cliamam os de-
vedores a' referida massa par ialisfazerem eus d-
bitos, enlendendo-se lambem esle convite com os mo
radores do. diversos |reriios, p cu|os alngiieis eslejam
por paear al ao fim rio crreme me/. ; un etcrtplo-
rio da administraco, tua do iapiche o. :i
1 ~.;V":a',c s"l'ra,, > "1 "o lugar do Arromha-
ao y imilla; o qual lemcummodoa para grande fa-
', milla, quartos para eacravos e feitor, parreiras e ev-
cellenle qoiolal para planlacjlo, pur ser para o lado
rio panlauo : quemo pretender, euleoda-se com Jo-
s Anlunes Cuimaracs, uu Itecife, rua de Apollo,
armazem 11. :|(). '
LOTERA da provincia.
Aos 5:000 e 2:000.-00".
5* parte da T do Hospital
Pedro fl.
N- *......">:()()0.s00
152*. ..... oo.sooo
O abaixo assignado avisa ao respeitavel
publico que venden os premios cima de-
clarados, o primeiro em meio bilhele, o
possttidor do mesmo pode vir recebar os
8 porcento da le, em casa do mesmo,
na rua larga do Rosario n., segundo an-
dar, assim como tein exposto a venda
os seus afortunados bilhetes, meios e
piarlos, la primeira pile da primeira
lotera re Nossa Senhora di Kstancia, as
casas ja' amitinctadas.
Bilhetes ...vSoo recebe ::iiOO.sOOO
Meios 5.S-000 i 2:500|000
Quartos 1(500 .- I:250$000
KecifeOde agosto fie 1856..Manoel
Martins Fiuza.
Precisa-se le um Rvd. Sacerdote rio boa mora
par. capellio rie um eiicubo na rrenneiia da Eaca-
da, eque isualm-ntesc queira encarreear de dar li-
eeaa tres meninas.ruhas rio Sr. lo engenho, e se lbe 1
lara bom ordenado, e mais alcumaa vanlaceus : a-
qaelle a quem eonvier dirija-se ao pateo da matriz
dbanlo Antonjo, casa de 11111 andar 11. I, que acha-
ra com quem Iralar. ,
Roja-sa a pessqa qoe lem o casal de pavona qoe
dcsapparecauaJo silio rio Toque, queira asanatar o
mesmo silio, ou a rua do l.ivramento o. 16, ene sera'
senerosamenle recompensada.
0 Sr. Frcderice Jacqucs quena di-
ngir-sca livraria ns. i e 8 da prara la
Independencia, a negocio de seu inte-
resse.
Aviso coinmcrci.il.
Na loja e armazem de fazendas da rna da Caatoia
do lenle 11. .V), defronie da roa da Madre ale Dea,
acharan os senbores que coinmerriam cosa fsisnilu
para f.ira deala cdade, e o publico em sera I, nan
bom sortimenlo de fazendas novas, boas o baratas,
que a dinheiro i vista ae vendem por baraliasttnns
procos,......-iir,inrio-se aerem elles icoaes para lados,
e que ncsle e-labelecimento achara qoem o frinjncn-
lar siandez 'e asrailo, pelo que espera seo nraprie-
l.tr.'i se lome baslaule coocorrido de fresones.
C. STABR A COMPANHIA.
Ilespcilosamenle annunciam que no sen evlenrn
e-i.iln le.-iinenio em Santo Amaro, eonlioaa a fabri-
car, cora a maior perfeicao e promptidao, leda a
quali h.lu de machinismo para o uso d'ayicnUnra.
uavegacio c manufaclora. e qoe para masar roao-
modo dc sena numerosos frecuezes e do pablka en
Scral, lem abe rio cm um dos srandes armazem
Sr. Mesquili na ru do Brum, alraz do arsenal do
marmita, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dilo seu cslabelecimenlo.
Alli.irliar.lo os compradores um completo sotti -
mcnlo de mocadas.le caima, com lodos os mediara
metilos klgnns delles novos e nrisinaes) non a e\ -
pciieucia de mnilos anuos lem mostrado a oecei^i
riaile. Machinas le vapor de haiaa o aMa i lailaa dc todo lmanlo, lano batidas com fund -
das, carros rio mito, edites para rondusr (orna
l'assu'-ar. machinas para moer mandioca, pren-a*
para dito, fornos de ferro balido pera laria.au. ara-
dos de ferro da mais approvsda constroccto, fuant."-
para alambiques, crivos c norias para fornalias. e
u 111.1 iiitiuiriaile d'ohraa de ferro, qo* sera enfadonho
numerar. _No mesmo deposito exlato nma pee-ara
inlelligente I habilila.la para reeeber lalas as eatco-
mendas. ele. ele, que oa annnncianles conlaari.
com a capaculade de snas offirinas n aaachiaisma, e
[lericia de aeus offlciaes, se compromellem a far.r
eiecntar.ram ,1 meior presteza, a |>orfei%-a, o etaru
coiifiirnii.lade rom os modellas, ou deseabas, e in-
Irucr.ics que de forcm fornecidaa.
EGHaifilSIO Palli D6
KHO.
Os bil
assignado,
praca da
premio Lavne.
etes cot.i a rubrica do abaixo
sao pagos incontenente, na
Independencia n. i", ate o
500x000. Rclycarpo Jos'
O liacharel formado Jo.io do Barros KalcSodel
Albuqoeique Maranliao, lindo ja 0I.I1.I0 1,100 subs-i
criplurcs para a impres-ilo de om volume deslas!
poesas, pelo preeo de js)000, e deaejando reali.a-ia I
o mais breve possivel, pede a lodos os seus amigoe,
que tilo bei.iiin.luiente se encarrc;;arain le au-enciar
assisnaliiras nesla provincia, que se disiiem .le en-
tregar as lisias i!a- pessoas que subscrever.ini, aaain>
nanrio seus nomes e a murada, para asra.lei-er lo>-
rios em peral a proleccr.o que 1 lo 10 -eini um ule
prastaram.
NA FIINDI^AO DE FERRO DO ENCK-
NHKIKO DAVID W. ROWMAN. fi\
RUA DO BRUM, PASSANDO O UIA
FARIZ,
ha sempre um srandesnnmenlo dos esninle. "I-
JTdos le mechaniamosproprios para envceho". a *
btr : moendaa e meiaa morurias) da mais mo.l.-i >
conslrurcan ; laivas de ferro (andido e balido, do
superior qoslidartc e de lodosos lmannos ; roda
dentadas paraauua ou animaos, de lodas as prnp*r-
i--.es; cri\os e bi-ccasdefornalhae registros de b-
iro, acuidiiies.bronzes.Mrafusos cr.-i\iih*s,m.ii-
nlios de iiiaiidinca. ele. ele
NA MESMA FUNDICA'O.
ae eveculam lodas as enrommendas com a sonetii r
ridade ja .oohecria eeom a devida presteza e ron.
mnritdarie em preco.
Itua Nova 11. 18 loja do M. A. Caj A <".. con-
tinua sempre a ler um cranrie sorlinaenla d
obras feilaa le alfaiale, lano superior, como mais
interior, camisas fraurezas, brancas e de roces, -l-
valas, colarinhos, chapeos francezes, riilos da -ol, .le
seria e panninho,suspensorios de bo "racha.meias para
-eulioras, horneas, meninos, fareiidjs para frr-e
qualquer obra dc encoininenria rom a maior prr-le-
za e bom deseniiK-nho ; eraliiu qoalqner pe-na 1110
vier a esla loja, tirara um falo coinirielo e por pie-
i,'i mais commodo do que em oulra qulquer parle.
Em casa de
U. leber
a Cruz 11.
M.
$ C, nm <
4, vcnde-se
Canos lories das incln .res fabricas ,li
Alleminlia ede uiodeiii. coiistiuciao.
MUTILADO"




tiSSIO E ,-^fi.fflB.O S,A O 18 GST ai t%6
$ Deposito de vinho de eliani|);ij- .
^ ne Cliateau-A\\, pihneir.i i|,m- 0
-;'3 lidade, de propriedade do conde ;-
: ..- deMareuil,na daCrtizdoKeciien. ^
^ 20 : este vinho, o inellior de toda a (jR
3 Champagne, vende-se a ."ios eada -'"-
Sj-S cai\i ; aeha-se nicamente em ca- ;'
:.'; .sa de L. Leconte Feron di C. N. djg
$ B.As cai\as sao marcadas a fo- gas
. eoCende de Rfai-euile os rotn- A
los l.is garrafas sao zoes, sa
Dlassa adaman-
tina. t
I i.mcsco Pinlo Oxorio chumba deTS com a ver-
dadeira massa adamantina e applica vcnlosas pela
..li-aecao do ar : pode sor procura*! confronte no
Kosario de Sanio Anloiuo n. 2.
Jos Antonio Morena Dias & C, fa-
zerd sciente aos seus fregueses, que ac*
liain de reoeberde Londres pelo patacho
liLONI), mais un sortment de duas
qnaKdades de polvoia, da melhor que
lem viudo a este mercado, e a venden)
por menos doque os antigos vendedores
dcste genero: assim como lem um gran-
Hdj> sortimento de chumbo de municao
desdemarca HHB aten. 10: ;;s amos-
tras achatn-se no seu escripiorio, ra das
l.ai'angeiras n. 1 \.
AO PtBLICO.
js No. armazem do fazendas baratas, ra do B
I Collegio n. 2,
| vende-se um completo sortimento de fa- 8
| zondas finas e fjrossas, por mais barato m
g precos do que em outra qualquer parte, .SI
| lano em porgues como a relallio, affian- |
3 cando-se sos compradores um so preco S
9| para lodos: esto estabclecmenio abrio-se *
3g de combinaran com a maior parte das ca- M
S sas commerciaes inglezas, francezas, alie- *
| maos e suissas, para vender fazendas mais ||
J$ em eonla do que se tem vendido, e por isto
S oHerecem elle maiores vantagens do que
| outro qual([uer; o proprieiario dcste un-
M portante estahelccinicnlo convida lodos 6
-J os seus patricios, e ao publico em geral, g
a para que venham (a bem dos seus inte- jf
y* resses) comprar fazendas baratas: no ar- P
gj? mazcm da ra do Collegio n. 2, deAn- B
$ tonio Luiz dos Santos & Rolim.
Lotera
deMossa Sen llora da As-
suuipcHO, da Estancia.
Aos 5:OOO.S e 2000s000.
Corre indubitavclmente sabbado 16 de
agosto de 8-r>(.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavel publico, que venden
as seguintes sortes da terceira parte da
segunda lotera do Hospital Pedro II,
e\traliida a 9 de a;oslo.
finarlo n. 1518
bhete .1777
quarto 1525
dito 521
meio 5101
Estabelccimento
pfaotogr piieo
Pelos ullmius navios cliesadM (lo Havre se rceo-
beraei oeste eslabelcciraealo moilos artigo, iic bom
gesto, comoeejain, molduras deliradas ovaes, I i as e
ornadas, reos caixilhos prelos .loucdo, iiu vidro,
quadros prelos e maddra iialureza, lindissimas cai-
ziuhai de lodos os lmannos ale um palmo quartra-
do, lulo conforme os modellos mais modernos de
Par. A galera artstica se ada assim eempleia-
mente provida, e os amadores que apreciara um re-
lalo perreito podem spproveitar-se desta occatiae
opporlana liara seren plenamente servidos secundo
mus deiejos e caprichos. Os presos sas os mais ido-
olcos e sempre iuvariaveis. O eslabelf cimento pho-
loaraplnco se enearrega de todas >s encwnmendas
que se leleiem aos dulereutcs proeeasos da photogia-
pina c digaerreotypo cun applleajflefde pintara lina
e lierfeilaoienle appropriada. Ailia-se preparado
um tervifo especial |.ara tirar relalos em qualqaer
casa particular daqnellaa petsoaa que nao quizerem
ir ao eslalieleciinento,- como Uinbem de pessoas fal-
lecidas. Faiem-se copias de sitios c de lodos os
modellose objeetos de arte nao so em daguerreolypo
scnio confjiNic as maiores iliincnsr.es pliolocrapliicas
em vidro oh papel. I'irain se relalos lodos os desde as 10 horas al a I da larde, horas as quaes
se achain reanida as melhores condi(oes de luz ciu
uma calera envidrarada appropriada a este ti ni. O
I proprieiario do cslabelermcnlo approvcila esta oc-
casiSo para advertir as pessoas que liverem de faier
algami eiicoinnienda para dagoerrnlypo, que se de-
vemdar pressa em nao perder a nica occasiioqae
llies lie ollerecida, visto que n dagueireolypitia lem
de deiiar esta eidade deulro de pouro lempo para se-
Kiiir oulro destino. Um sortimento completo de
obras follieadas d'ouro, como cazoletas, alfineles,
puleciras, ele, ele. acliam se a disposiro dos se-
uhores freguezes, para collocar-se retratos em ponto
reduzido.
Vende-se a luja de fazendas da i ua
do Collegio ii. ") : a tralai na mesma. '
Vcnueiu-SB livros de medicina e ootros mu
los, por prero inuilo barato para acabar : na roa do
uueiinado o. 33, loja de roiudeaa deJnsdeAze-
v.Jo Maia.
Vende-se um aellim mullo grande e em bom
eilado.com iodos os seu< perteoces : qoem preten-
der dirija-se a;nia Formn,quinta casi Ierres indo
pela loa d'Aurora,
Vende-se urna loja de mindezaa onm poneos
laudse em boa ra : qoem pretender annonci*.
\ (iide-se a armario da taberna da ra do Hos-
picio o. I, com lodos os perlences: a tratar na
mcenia.
_ Vendem-se :! cscravos. sendo Urna mnlalinha
de 12 aonos. umlmolallnho de 9, e oulro de 7 : na
travesa da Concordia, sobrado u. 5.
N.svilhs,. contento.
Conlinoa-se a vender a89000 o parfprero Po- as
\t bi'iij ronhecidis nava Illas de barba.feil.w rolo h-
bil labrir.inle que lia sido premiado em diversas ev
poeicOes: vonderb-se com a eondijao de nao acra-
dando poder o comprador devolve-laa at :in ia-
depois da compra, restiliiindo-se a importancia lem
casa de AucusloC. de Abren, na ra da Cadcia do
Itecilo n. :ili.-
CARTAS FIMSSiMS PARA VOL-
JARETE.
\endem-sesuperiores cartas francezas para volla-
rele pelo baralissimo prego de 500 rs. o baralho ,
na ra do Queimado, na bem couliccida loja de iiuu-
dezas da boa faina n. :I3.
mimaras
de
cornos a ila Cidria .lo lente n. YT. vendei
cauros de cabra, por prtro commoili
Goniina do Ar.catv.
Na rila da Cidria .lo lente n. Y7. vcndein-se sii-
periore cauros de cabra, por prero comniodo.
Rl'A DA CRIZ N.
Antonio Barbosa de Itarros faz sciente ao publico,
que mudou a sua sala de barbear da caa n. (2 da
ra da Cruz para a de n. 51 da mesma na ; na mes-
illa sala se acliam as mais modernas' bichas de llain-
burgo, que se veiidem aos ceios e a relalbo, ealu-
gam-se, ludo mais barato do que em outra liarte.
BILHETES HE VISITA.
Gravam se e impriuiem-se com perfeicao bilbcles
de visita, lellras de commercio, e lodos os objeclos
da arle caligraphka, re_islros. vinhelaa e quaesqoer
desenlios, abrem-se firmal, sinetes, tanto a taiho
doce como em relevo, ornamentos em objeclos de
ouro e prala, fazeinse riscos lindos e originaos para
bordados de labyrintho ; ailmitle-se a recusa de
quaeiquer deites objeclos no caso de nao licarem a
conteni das pessoas que os eucommendarcm : quem
pretender, dirija-se a qualquer oestes lucares : no
bairro do Reeile, rus da Madre de lieos n. :VJ. pri-
mevo andar ; em Sanio Antonio, na livraria cini-
ca do pateo do Collegio n. 2 : as Cinco Tontas, s.
braJo da quina confente a matriz nova.
$
$)


Ai IIOflLOPATIIIA E 0
CHOLERA.
nico Gratamente preservativo
curativo do cholera-mrbus,
g> PELO DUUTOR {
^SabinoOlegaiioLudgeio Pinho. as
t .Segunda edierao. T$
(W A benevolencia com que foi aeolhida pe- ^
.^ lo publico prneira edierao deste opu- -*
L culo, escolada no curio espacode dous me- 2
(A Cusi de cada eiemplar......lyKH)
j! Carleiras completas para o Irala-
^ menlodo cholera e de muitas ou-
C 'ras molestias, a..........305(100
Meias carleiras..........Kirll(K)
Os medicunienlos so os melhores possivels.
Consultorio cenlral homcopalhico, ra
de Santo Amaro Mundo-.Novo n. 6.
Na ra da C ideia do Rneile n. .".7, vendem-se sac-
eos com superior comma do Aracalv.
velas de carnauba.
Vendem-se superiores velas de carnauba, por pre-
co cominoJo : na ra da Cadeia do Itecife n. 57.
\endc-sc Om palanquim em bom estado, e por
mnilo barato pre<;o : a Iralar na ra da Cruz do Re-
eile: n. 27, segundo andar.
Lindo sortimento de chitas rosas
lulo.
Vendem-se dulas roas para lulo, padrees
de castas, o corado
Chitas miudinhas finas, por (erem um to-
que de mofo
Cortes de calcas de easemira de algodao
muilo forte
Diloi de castor de quadrns, lindos padroes
Dilos de quadrinhos de lindo puro
No sierro da BoafVisla ao p da ponle n. 10.
A 5.s500 a du/.ia.
Lencos de umbrala de liaba para algibeira : na
ra do Crespo, loja de Adriano & Castro n. Ili.
NOVAS COK-
rentes com pe-
para
160
180
ICblHI
USO
800
Iras
para re-
logios.
1 quarto \ 125
1 dito ^V' 2101
1 dito X 2*55
90OSOO0
400*000
200x000
loo.s-ooo
i oo'sooo
50^000
50.S0O0
2455 50.S000
Omesmotem c\posto a venda seus mui-
lo eliz.es bilbetcs, rueios e (juartos, da
primeira parle da/primara lotera de
NnssaSenliora da AssumpraO da Estancia,
as lojas ja' conhecidas do respeitavel
publico.
Os, dous prerflros grandes cima rc-
etfifiagi uao estao sujeitos ao lescoiito
dos 8 por cento do imposto geral, e cil-
io disconto eia! par;o lofjo quesaia a lis
U. .^'ido os presos de seus billieles os se-
guintes:
Uilbetes 5.800 recela; |jr inleiro 5:000|
Meios 5,s-000 < .< 2:50(1,?
Quartos l.s500 l:250|l
De 100^1000 para cima siio vendidos na
ra da Cadeia do. Ilerifc n. 45, loja de
miudezas de Jos Forlunato dos Santos
Porto.
Bilbetes inteiros 5x500 recebe 5:00,s.
Meios bilbetes 2.$800 2:500,s.
Qdartos 1^400 l:250.s.
i'ernambuco 12 de agosto le 1850.Sa-
lustano de Aquino Ferreira.
O abaixo assignado
avisa aoeorpo do commer-
cio em geral, que o nico
caixeiro encarregado de
rec be r coutas de sua ca-
sa he o Sr. .Jos da Silva
iVeves, assim como que de
lioje em diante se uiXores-
ponsabilisa por qualquer
cousa que e:u seu nqtne
vfl.o buscar, visto que u -
da manda comprar (iado.
'crnambuco 11 de agosto
de 186.Domiiiyos Al-
tes Muthcu.
Liulu
OII1S1I-
^0V0 ESflBELEGIMEITO DE
BBLOJOEIBO, NO ATERRO DA ROA-
VISTA N. 27, de Carlos Waltcr.
O pro|irictario dcste cslabelccimcuto cima men-
cionado, avisa ao respeitavel publico e em particular
aos seus patricios, amleos e frosue/.cs, que se acba
habililaclo para bem operar qimbpier concert de re-
oslo oja> kfor conliado ao scu cuidado, 'de manei-
ra que^leix.i ao possuidor plenamente saiisfeilo.
Sarontindo o mesmo concert, pois elle acaba de re-
ccher ullimamcnte um brilbanle sorlunenlo de pecas
e inslriimenlos iiileiramcnle novos necesarios para
o mesme lim : porlanlo .1 mesmo cima roca ao
respeitavel publico, patricios, ainipos e fieguees
pela sua mol valiosa proteccao, e protesta que tara
ludo para aogmenlar o bom eonceito que ale boje
lem goiado, e Ibes sir ele/namente grato.
S*>mprc;?.
Compra-se um cavallo ruco on rodado, que seia
no\o c lenlia servido em carro, mesmo estando ma-
gro : qoem o livor falle na toja do l'.i-scio n. 7.
Comprarh-se dous moloques que sejam sadios,
bonitas figuras, que Sirvan) para criados, idade IS a
d0 anuos: na ra da Cru/. no Recite n. 4ti.
Compram-se apolices da divida provincial ; na
roa das Flores n. :7, primeiru andar.
Compfa-iepara urna encominenda 2 neirriohaa
oa mulaliubas, de 10a lfiannos deidade.eSpretai
de 18 a 2-"> anuos de idade, que tenliam habilidades,
paga-se bem : na ru Nova n. I.
Compram-se acees da companhia de Beberi
be : narua larga do Rosario n. 3S loja.
Compra-se urna volia de Iraucellim de onro
de i> a 11 oilava? : na livraria n. ( e S da praca dd
ludepcndeiicia.
Compra-se urna casa terrea que soja as fre-
goexiM de Santo Antonio ou Boa-Vista : a Iralar na
ra Kova n. 4.
MEMORIAS HISTRICAS DE PER-
. NAMBUCO.
Cotnpi^m-seo primeiro c secundo vo-
lumesdeslas memorias, escripias por Jos
Bernardo F. Cama : na livraria 11. (i e 8
da piara da Independencia.
Comprj-se urna preta moca ou de neis dado,
em vicios 00 achaque?, propria para lodo o servico
de urna casa de pouca familia ; se agradar, paga-se
bem : na ra do Amoriin, armazem n. Jl.
gettfri$.
bus
MTES BE VESTBS
seda modernos, do quadros escocezes, com 17 ce
ibis nula um. pelo barato preco da IKrOtKJ : na li
n. 1/ da ra do Oueimado ao peda botica.
\) \.oLm niilii tjliYlA h L
AS uloA!
CORES A 1^200 RS.!!!
Na loja n. 17 da ra do Oueimado, vendem-se ca-
semiras de cores, lisas, propnas para coeiros de roe-
iimos c para Torro de carros, pelo barato jirero de
l'JWI cada cavado para liquidaran.
CIIALY DE LA\ SEDA LISO E
de quadros de cores inulto delicadas ;
o covado : na rua do Queimado, loja
botica.
71)0 e ROO rs.
n. 17 ao pe da
Do da 11 do crvente em dianle havera um mni-
bus para Ollnda em lodos os das nleis, o qoal parli-
1.1' para all as 6 horas da manhSa, c vollara' as 7
alim de se adiar aqu as 8 horas da man lula e as 2
da larde.sendo as passagens a 2oj mensaos para os
assignanles, e a .Ot) rs.-^ara osaMilsos. Na mrsma
dala em diante bavera'oulro dcstes curo lambem
nos dias otis para a Tasiancm da Mazdalena ale a
lcaa doSr. Viejas ; partir as 7 I2 da inanbAa para
yoar as ti 1|2. e de larde lahira' as i para voltar as
i J|4. I'assacem rpoj (hez 163 c avulsa a .">0O rs.
N. B. Todas as passagens coulinu 1111 a ser pagas
adiantadas, visto qne o abaixo assignado nao esia' de
accordo a continuar fazer laocamenlos de cinco e dez
l'isloes.que com dfficuldadc se recebe.
Claudio Dubeus.
a o respeitavel
Na loja das seis
fas
publico
Jos Adelo, dentista e lacrador b3m conheci-
1I0, contina no exerekio de sangrar o tirar bem
denles, por procos a wuiladc a queui Ihe der a pre-
ferencia, churul a deoles, separa perieitanicnle os
denles da frente, e applica ventosas sarjadas : pule
"r procurado a qualquer hora do di, ua Gamboa
do Carino n. 20, loja de b ibeim.
I'rccisa-sc de urna pesaoa qoe coznlie bem e
ciijoiiiroe, para una casa eslranueira : na rua Nova
n. 17.
I'recisa-sc de uina ama forra au captiva, para
lodo o serviro de una casa de ramilla : na rua Nova.
s"brado n. 83, segundo andar.
Atcii-ilo-
Na rua do Trapiche 11. :ii. |,a superior rape nrin-
cesa do Brasil, checadn rccenlemeiile do K10 do Ja-
neiro, en. qualidadc punco difiere do do Lisboa, ao
passo que costa apenas 13400 a libra : a elle, antes
que se acabe, poi a renesn he pequea.
Precisa-se de orna ama para fazer o servieo
diario de urna casa de pouca familia, -lando-se pre-
ferencia se for eserava : quem pretender dirija-se ao
armaiem da roa do Collegio n. 15, ou a rua das Cru-
zes u. 11, segundo andar.
Esiu (rente :!o Livraineiito.
Chil de cores bonitas a seis vintens, ditas Iran-
{adaa a meia palaca, riscados de tres palmos de lar-
go, proprios para roup da pretas a seis vinleos o
covado |ior eslarpin nolbadOS da duna r agoa doce,
cicles branens de cassa bous pira Iratcr por cara a
c......1 loloes, e de gaa encarnados com flor ama-
rolla a duas patacas ; d-ae de ludo amostras, levan-
do o parlador penhor que cubra o valor do que quer
que llaga.
TAHAS DE FERRO.
Na fundic.o da Aurora em Santo Amaro, e
lambem 110 DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal demarinha, lia
sempre nm grande partimento de talxas, tanto de
fabrica nacional como cstrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, linea de despezas. Os
priivjs. sao os mais com modos.
Mociidas su perfore.
Na undicaodeC. Starr&C, em Sua-
to Amaro, acha-se para vender moendas
de caima todas de Ierro, de um modeloc
cpnstrucrao muito superiores.
Virriio do Porto, superior chamro.
Km calas de 2 dalias c esa barril d oilavo, re-
cenlcmente chesado pelo bri^ue Trovadora ; vende-
Ise unicamenle uu armazem de ilarruca t\ Castro, na
>ua do Cadeia do Hacife n. 1.
ARADOS DE FERRO.
Na fundieo de C. Starr & C, em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro desu-
pertor quaiidade.
Na loja deSerapbins Irmao, na rua do Cabogi
n. II, ebegoa de novo outr |iorcao de ricas ennren-
les da our.i com pedras. c outras militas ojirai de
novos gostos para seuliora e meninas.
Cal ele Lisboa, nova, e polassa rttssiana
superior.
() deposito de cal da rua da Cadeia do Reeile n.
M, acaba de receber pelo ultimo navio de Lisboa
barnsCom cal nova em pedra, assim como ditos de
polassa rosslaoa de superior quaiidade, sem exagera-
cao a mellior que lem viudo ao increado, com cojos
arligoa os senhores de enzenho podem sem receio
fazer bom assucar. em quaiidade. peso e alvura. e
os vende por precocoinmodo Antonio (ornes da Ca-
oba e .Silva, na rua la Cadeia do Itecife, loja n. 50.
defronte da rua da Madre de Heos, bavendo oeste
doposilo um resto de barra com cal da safra pasea-
da, que se vendem por barato preco.
- Vendem-se btalas de Lisboa, novas, eheeadas
ltimamente 39200 de ama arroba* para cima: na
travessa da Madre do Dos 11..",.
vniiio e licores
Vende-se superior vnbo do Parlo, e licores lino-
na rua ilaJMadre de Dees, armazem de llaslos A;
-- NoPasseio Publico loja n. ll.de ferreira iV
Lruz, existo orna porfo de saceM.de caf, de 01 i-
ineira quaiidade. vindo ltimamente do Kio deja-
neiro, quo se venda por precos razoaveis par li-
quidar. '
" "' *n,!f~.'ip ,,cce ,le =oaba superior, em eaixoes:
na rua da (.adea do Itecife, loja n. 50, defronle da
na da Madre de heos.
J\a loja fias seis
portas
Kih frente t!o Livraniento
I'escocinhos de relroz prelos o bordados de cor a
cinco mil rs. cada um, corles de filo prelo bordado
para manteletes de meninas a mil rs. cada corle,
camisas de cambrsia bordadas para senbora a dous
mil rs., e maogoilos recortados a dez lustes cada
par, collarinbos de lindos gostos para senbora a pa-
laca cada um, e muitas outras tazeodsa proprias pa-
ra o passamento da fcsla ; dase de luUo a amostra,
levando penhor que cubra o valor do que be mandar
pedir.
i\a loja das seis
partas.
Em frente do Livramento.
Lencos de seda francezes de muito boa seda c sos-
lo, proprios para meninas c senhoras a dez luslcs
cada um, lencos com hlco largo, proprios para mao
da senhoras a qualro pajacas, e bordados a dez lus-
loes, fazenda lina, eortekde cambraia lisa com oito c
meia varas a tres mil re. o corte, que da' vestido
com tres babadas, curtek de cambraia de seda a oito
mil rs. cada um ; a I. 1.1 esla' aherla para quem qui-
zer escolher ou mandar trazer, das 6 horas da 111a-
uhaa ateo dn noile. ,
~ Vendem-ic sacras com farinba e (eijiio, por
menos do que em outra Iqonlquer prtc : Irala-se ua
rua da Cadeia do Itecife,, loja de ferragens n. 30.
Popelina!!!
A I9OOO
Na roa do Ounmadi
linda fazenda para vesli
Bsenlo branco com flnn
esla ebegada pelo ullim
com penhor.
O COVADO.
n. 2i A, vende--e a mais
o de seuliora e meoiuas, de
s solas e de lislras, fazenda
vapor ; dao-.-e as amostras
Rua do Queima-
do 11, I

\endem-se ri.rtcs de chita franeeza com 12 cava-
dos a 29500, chales de mirio bordados a velludo,
do ultimo goslo, corles de sc.la lisos e de quadros,
meados escocezes a2O o covado, assim comooutras
muitas fazendas, que se veudi-m muilo cm conla.
LABYBMTUOS.
Vcndem-se lencos e lo;
lado em fina cambraia de
'i, primeiro andar.
Ibas de labvrinllio. assen-
linlio : ua rua da Ciuz 11.
G0S1 ) l DA MAIS
SUPERIOR O
MMENTE ClIEli
\UI).\|)E, LLTI-
MA A O MEUCADO.
Corles de seda, padrcs mu delicados, e nono
aqu indos, cora babadoi lendo 2"i cavados cada
corle, ditos sem babados, itos de seda grosdenaple
amurella, cor de rosa, azu
mtrss cores, com babados,
vender-se aos covado, dil
cada com babados, ditos d
res muilo mimosee, e ertei
dos bordados branens e de
vindo no ultimo paquete d;
Moreira Lopes, sobrado
Ouatru Cados, na rua do
clara, cor de penda, e
e lambem em peca para
is de seda branca adamas-
1 seda adamascada de ro-
d cambraia com baba-
fores para vestidos, lo,lo
Eoropa : na loja de Jos
manilo na esquina dos
lucimado 11. 21.
Fariiiha de
Vende-se superior
Catharioa, cm saetas
ie [medida vellia) po
110 urma/.em ele Nov
Madre de Dos n. 12
Vndese ama casa dt} sobrado de tres andaros
e solao, eoiinha fra no | ejdoa proprios, livrc e deser baraca la, sita na rua da
liuia n. 5S : dirijam-se a r
ou rna da Cadeia de Santo
andar.
mandioca.
farinha de Sania
{uetem um lquei-
prero cotninndu:
i es iV C,, |la rUi ,|a
Sabonete
do Crespo, loja n. 15,
Intooio n. 21, primeiro
e velas,
merceana-, na roa es-
No deposito das bichas o
Ireit.i do Kosario o. II, veni em-ee s afamadas ve-
las, burlando espermacele, e sabio branco com o
cheiro de sabouele, da fabrica ingleza.
mrnumr
GIVEL
DOttl gOS
!\a loja da boa fama enconlra-se Kcmpre um rico
sorUmeoto de perfumaras de todas as qoalidadcs,
sendo sea antor o mellior qne ha em Taris, rlquissi-
mos fiascos .ie eslraclos rouilissimo linos, pelo barato
pirco de 19200, 1>.VHI, i: b _' '~iiia, jarros rte poreel-
laua delicados e de modernos costos com banlia fran-
reta muilo lina ,1 ;>.-., fiascos cora esseencia de rsa a
520, paos de pomada francesa minio boa a 100 rs.,
frascos peqoenoi e Brandes da verdadclra acoa de
Colonia do l'ner a MI e 1/0110, saboneles linos de
diversas qnali ladet.ps para denkso mellior qu: po-
de haver, e outras mullas perfomarias, que se ven-
dem muilo barato: na rua do Queimado, na bem co-
oliecida loja Me miadezas da boa fama a. 33.
cuetes de vestidos de
SEDA DE QUADKU8IA 129000!!!
.Narua do (jueimado, loja 11. I", vendem-se er-
les de vestidos le seda foular de quadros, com IS eo-
vados cada um a I-J.-IKK, por cslai com algum loque
de mofo.
Xa rua do Crespo 11. Ili, continan* a
(star a venda as mais superiores loallias
de puro linlioijiic lem \indo ao mercado.
Boneeas france-
zas.
Vendem-se muilo bonitas bonecas francesas, pelo
baralissimo preco ,|e |->2so e 1?K00 : na roa do
Queimado, na bem cenhecida loja de miadezas da
boa faina n. :;:.
Loja da boa fe.
Vende-se chaly l quadros de bonitos padres a
100 rs. o covado, ditos lisos de bonitas cores a 720,
chales do merino lises com franjas de relroz de bo-
nitas cores a 59, ditos com lislras de seda a 7.-: na
roa do Queimado, nos qualro cantos, luja de tazen-
das da boa fe n. 22, defronle da luja de miadezas da
boa fama.
Veni!
e-se
cemento muilo novo, chesado em H de maio prxi-
mo paseado de llamburgn, por prei;o muilo em con-
ta ti vista da qoalda le, tanto eni'|iori;,lo como em
barricas e linas : 110 armazem de materiaes na rua
da Cadeia de Santo Antonio o. 17.
Rt des de pailia, feitasuo
Par.
da Cadeia do ttecife loja de \
Na rua
porlas n.
des com cures
cs]iiculiuidi ilicas.
Gasemiras finas.
Na loja ila Eslrefla. rua dol.iueimado n. 7, ven-
11.....-se casemiras francezas linas de lindos gostos,
pelo baralissimo preco de 49G00 o corle de calca, e
chpeos francezes da ullima moda a 63500.
39jOO, ravesas de verdadeiro bfalo para prender
canos, pelo baralissimo preco de 13, ditas de tar-
taruga a .(.oo, ricos leques com plumas e espedios e
pinturas liniss.uias a 29, paules de bfalo muito linos
para l.rar p.olhos a 500 rs., tesouras lini.simas e de
todas M qulldaoea, ricas trancas de seda de tota as
cores e larguras, ricas filas de seda lisas e lavradas
de odas as .rgnras e eorw, bicos de linho finissimos
de lindos padroes e lodas as tersura-, ,Cas Iranias de
algodao brancas e de cores proprias para cortinados,
e outras moilissimas coosas, qe ,udo se ,,,m|<, uf
to barato preco que aos proprios compradores ser-
vir de admisjicao : na rua do yueimado, na bem
11. :):t.
S, V'endem-SC as referidas re- conbecida loj de raiudezas da boa faina
e qualidudes inleiramcnte
a boa
ama
(lules lie muito barato.
\ ende-se |iapcl de pe pode haver ueste seero a .1, 4, ."1 c (iOOl) ai resma
papal paquete multo lino e Je muilo boa quaiidade:
pr.ipi lamente para se escrever por vaporee para a
Europa em conseqnencia de nio sa pasar grandes
portes de carias, em resmas, meias resmas, quartos
de resma, on mesmo em qiiadernosa 80 rs.. papel de
linho verdadeiramenle almacn e propfio para carto-
rio a i? rs. a resma, verdadeiras pennas de ac de
luco de lauca conhecidas pelas melliores qoe "lia a
I92OO a eaixinba com I2duzias, ditas sem ser de bi-
en ci laura, mas lambem muilo boas a lii a i'aizi-
nha rom I2dn/.ias, duzia de lapii moilissimo finasn
.20, OOeOO rs., ditos para desenlio a 800rs. a
duzia, esniveles muilo linos e de todas as quaiidade
e precos, tinta ingleza mulle boa e barala: narua
do Uueiinado, loja de miudezas da boa fama n. 33.
FOTiSS E CAL IIESEi.
JNo anli^o cj bem condecido deposilo da rua da
Cadeia do liedle, escripiorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potas-a da Russia, dita do luo
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo j
a procos muito favoraveis, com os quaes ficaro
dos comadores salisfeilos.
Vcndem-sc dous pianos fortes de Jacaranda,
consirui-c.no vertical e com todos o melboramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Homburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
Moinhos de vento
com bombas dcrepuxopara regar hortas e bai-
decapim : na fu nd i cao de O. W. Bowraan,
na rua do Brumas. 6, 8 c 10. *?~
TAIWA-S IjjytA ENCI-MIO.
Na fundipio de forTaaXU W. Bowmann ua
rita do lirum, ,,,is.sand6\o chtfariz, contina ha-
ver om completo sortimento de laixes de ferro fun-
dido c balido de a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptido: embarcam-se oucarregam-se emacr-
ro sem despera ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnslon & C.,
rua da Senzala^ova n. 42, sallins inglczes, chi-
cotes de carro e do moniaria, candieires e casticaes
bronzeados, relogios patente ingles, barris de gra-
xa n. 07, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de muniqao, arreios para car-
jo, lonas inglezas.
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SABEN.
Vendem-se libras de buhas de boa quaiidade n.
50. GO e 70 a 19100, ditas mnilo finas de 11. 10C e
li) a 1 -noli, duzia de lesoaras muilo boas para cos-
tura a I?, ditas muito fioase grandes a 19200a du-
zia, pecinhas de bico estrello a 500, caixinhas com
asumas francezas muilo linas a 100, caixinhas com
II! uo-.cllosde liulias de marca moilissimo linas a
2St>, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
nas e senhoras a 200 rs.. meias brancas muito finas
liara senhoras a 2*0 e :00 rs. o par, meadas; de li-
nbas muitissimo finas para bordar a 11111 e 11,11.1 |, ,_
loes de madreperola muito finos para camisas a (00 rs.
a Krosa. boles muilo finos de ac para calcas a -.Soja
urosa, fivelas douradas muilo finas para caicas e rol-
leles a 120 cada una, peutes de lial-a milito tinos
liara alisar a :M) rs., pecas de fila de lnlio com ti
varas c meia a 50 rs., caixinhas com colxeles trance
/es a 60 "., candis de liabas de 200 jardas de
mullo boa quaiidade e de todos os nniiieros a SO rs.,
macos com O erampas e de muito boa quaiidade ,i
50 rs.. pares de suspensorios .1 '|0 rs., torcidas para
candieiroa a so rs. a dozia, carleiras de marroqoim
para algibeira com molas douradas a 600 rs., cae-
tas para pennas de ac a 20 o ll rs., meias brancas
e erosa, fazenda minio boa, para homem a Ion e 200
rs. n par. Irancinhas de laa de caracors e de todas as
cores a 100 rs. a pecinha, tientes de chifre para ali-
sar, fazenda mullo boa a 8IK) rs. a duzia, crozas de
botos de louca pintados para camisas a 2i(l, pecan
de lila decs de todas as larsurasa 240e 320, liuhas
brancas .le carreleis com 100 jardas do aulor Alejan-
dre a 10 is. o carretel, liuhas pretas de meailinhas,
fazenda muito boa a 20 rs. a uieadinba, carias de
allincles da mellior quaiidade que ha e com 2"i nen-
ies a 140, peales aberlos de balea para atar cabello,
fazenda nimio boa a 2^100 a duzia, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas ede cores a 210 e 320
o par. -rozas de fivel.1l para rpalos a 560, caixinhas
envernsadas com palitos .le to-o de veliuhasdeboo
quaiidade a 1211, ditas de pao com palitos de foo de
boa quaiidade a 20 rs.. caixas com o caixinhas de
pliiisphoros propriaiaenlc para charutos a 320,
costos muilo bonitos para bengala a 10 rs., sa-
palinlios de laa para enancas a 300 rs. o par,
trancelms prelos_ para relogios, fazenda minio
boa a lio. cscovinbas muito boas para denles a
IIIO rs. Alem de todas estas miudezas vendcin-se
outras muirissinus. que isla de suas tinas qua-
lidades e baratos precos lem causado admiracao
nos proprios compradores: na ruado Qoeima-
*.....1 nem conbecida loja de raiudezas'da boa
fama 11. 33.
No deposita de M
11, veudem-
das de UamborgO, assim como queijo
Modo de Genova, esleirs ile Angn, e
tras cousas.
Atlencao!
o
A'loja de V porlas da
rua da Cadeia do Re-
citen. tS.dc au /o
.Marta Carneiro,ebe-
;ou ltimamente um grande soilimenlu
de sedas com lindissitnos desenlios e de
muito superior quaiidade, pelo baratissi-
mo pceo de IflsOUO rs. o corte, ditas
com gostos chinezes a l.s'000 rs. o covado,
e outras muitas fazendas que su avista do
compradores poderao avallar os seihpre
eos pelas suas boas qualdades.
Grande pechin-
cha.
Camisas francezas de i~>x a 5$000a
duzia: na rua do Crespo 11. l, loja de
Adriano A Castro.
Loja da boa f.
\ ende-se panno preto c azul, lino, fazend moilo
superior, prova de lunao, pelo baralissimo preco de
39500 o covado, alpaca preta muilo fina a CO r co-
lado, merino selim, fazenda superior para palitos a
1-5000 o covado, canuto preio muito lino propno para
vestidos a 1 o covado, setim pelo macio, fazenda
superior a 2?K0(I o covado, grosdeoaplas preto muito
lino para vestido a 2? o covado, superior sarja preta
hespaiihola a 29240 o aovado, rrinreza prela muilo
lina a SOtl rs. o covado, corles de colleles de gorsu-
ro de seda, fazenda muilo lina a 29, curtes de fus-
tocs de bonitos padres a (i0, hrim trancado branco
d puro liuho lije l9U0a vara, bruis" lranc>dos
de cores de muilo hondos padies e de puro linho a
19440 a vara, ditos ditos lambem de bonitos padroes
a SIKI rs. a vara, dito trancado pardo lambem de li-
nho a (100 rs. a vara, diln liso largo a JSO, nanea
atoareilze lisas c de quadros, fazenda muilo superior
a 320 e 360 o covado, dilas de cores escuras de qua-
dros e lislras, de muilo honilos padroes para calcaste
palilos a 60(1 rs. o covado, corles de calcas de bonitas
casemiras de alcodao, pelo barato preco de 15120,
lirimznhos de quadros de puro linho a 210 o eovad.,
panno de linho muilo lino a ((O a vara, peites mui-
lo luns para camisa broncos e de cores a 100 e 500
rs., camisas de meia moilo linos a 15 e 19120, luvss
pretas de torzal para senbora, fazenda muilo supe-
rior a MOO rs., ditas de seda de tortas as cores para
homem e seuliora, pelo baralissimo prer,o de 1520(1 o
par, dilas de lio de Escocia para meninos e meninas
a 40(1 rs., lencinhos de filel muito bonitos a 1.3, ricas
grvalas de seda prelase de cores a 15, meios lencos
pe seda para grvalas a 600 r., ditos prelos moilo
bons a 19, pecas de camhraias de salpicos com iva-
ras e meia a 39200, e lo a vara, dilas ariamjsradas
muilo boas para cortinados a 12?, cambraia lisa mni-
lo lina com urna vara de largura, pelo baralissimo
prec,o de 560 a vara, lencos de cambraia mullo linos
Vaqueta do asrlAo e sola do K pellos de cabra.fejao em ucea de 2 alqueire., quei-
jos frescaes, cera de carnauba, aleados grandes o
pequenos, pellea de ti^ra e panlhera, carne superior
do serUo, sebo em rama : vende-*, no armazem n*
caes do Hamos, da Francisco de Paula I-igoeiri do
Sahoia, e a tratar no seo escripiorio, rua da Apollo
o. 3.
Vende-se um bonito mulato de 8
anuos de idade, propno para lioleciro:
a tratar na uta
l, propno para Ik>
do Vigaro n. 51.
naueiras.
to de hienas, roa estrella do Rosario n, lodos l.raacose com barras de cores a 300 rs., lencos
-e resfriadciras de hairo muilo lino, vin- de chila francezes muilo bous a iOOrs., chales de
parmaison,
mudas ou-
co
g'lOS
cobcrlos e descoborlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patenteiglez, de um dos melhores fabri-
cantes de l.ivorpooi, viudos pelo ultimo paquete in-
gles : em casa de Southall Mcllor o; Companhia, rua
do forros n. 38.
Cobeitores de laa hspa*
nbes muito encorpa-
dose grandes.
Vcndem-se na rua .lo Crespo,loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Para os namora-
*
alEodo de cores de bonitos padroes a 800 rs., risca-
.iiihos muilo linos e de muilo bonitos padres a KiO
o covado, fil de linho liso muilo fino a %0 a vara,
dilo de llores a 19280, meias prelas de seda para se-
nhoia, fazenda muilo superior a 2sopar, ditas bran-
cas minio linas a 33 o par, dilas brancas de alsodo
muilo finas a 240 e 320 o par, dilas brancas muito
linas para meninos e meninas a 20 o par, e alm de
ludo islo outras moilissimas fazendas, que a visla de
suas boas qualdades c baratos procos, he qoe os se-
nhores rratcueses, misos di bntn e barato, conhecas
idas da boa fe o. 22,
'Vendem-se pianos ver ticaes i nsle<^-de elefantes
modellose.scelleatesvesos, fabricados porumdos
,|'!,a,!S,!r<"'"a',"Sai""reS.-'"1?,T''*rf" E." "M'osici. dej ru.- o que he pecliiu,7rHia rua do Oueimado, uo-
l.ondres: no armazem de Rastran Itooker t\ Com-
panhia, praca do Corro Sanio.
\ ende-se o tilio com casa de sobrado dojfa lie I
cido Geor^e Kenworlhy, no limar,.le S.Jos do Man-
Koiulio, com arvoredos de ru.^u, e mais bemfeilorias
que nellc so acham, sendo as Ierras do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em caa de fi;
iniiel P. Jonnsiou 5 Cuiupanhia, rua da Senzala !
va n. 42.
Km
dos,
Vendem-se folBlsde papel muilo honio, proprio
para correspondencia de uamorados, pelo barato
preco de 40, 60. 80 c 100 rs. : na roa do (.Indinado,
na bem conbecida loja de miudezas da boa fama
o. 33.
elogios c!e patcte
iii;;lczesde(iuro, desabnete ede vidro :
vendem-sea preco ra/.oavel, cm casa de
AugustoC.Tae Abreu, narua da Cadeia
do liecife.arma/cm n. 30.
v
Fazendas por
iiuiloT nionos do
seu valor, ni loja de 4
ortus, na rua d (lo n. 10.
das fazen-
matadas,
Continoa-se a vender nesta loja o resi
das da loja da roa do Crespo, que loram a
e se vcn.ifin pelos seguinles prejos :
Madapolo entrefino a 29800, 3oe
Dilo muilo lino de jarda
l)iio muito largo e mnilo fino com 35 viras
Aiaadaezioho de 20 jardas
Dilo bom americano
Chitas de cores, bous padres a .'x;, 59300 c
Corles de calja de easemira preta a .V;jO0 e
Ditos de collcte de setim preto superior
Ilrim de linho de quadros, o covado
Dito trancado, a vara
Pannos pelos c de cores a 3? e
Chila larga franeeza, o covado
Ditas estrellas de cores, o covado
Algodao azul mesclado e de lislras, o covado
Corles de cas-a chila
Ditos de chita larga
(iravalas de seda de cores
l.eucos de ganga e de dula, linos
3 i
-Vendc-scNJai de Lisboa il ti mamen ice liega da. as-
sim como polassa da Uussiavcrdadsra: na praca do
Corpo Santo n.lt.
letosorlimento de bordados romose-
eom margas, collarinbos, peililhos,
s, coilinhas e pelerinas : lambem
elo sortimento de ricas llores, eoleile
a, filase os verdadeiros e modernos locos
de linho: na rua da Cadma-\ clha n. 21, primeiro
a miar.
Casss pretas para luto.
vendcm-Wcassas prelas muilo linas proprias para
lato, pelo baralissimo pceo de 180s vara : na rua
do fjaeitnado, nos quaiio cantos, loja de fazendas da
boa to n. 22, defronle da loja de miudezas da boa
fama.
liara do Monteiro.
ila rua da Senzala-Ve-
lian. M'i, vende-seassucar retinado de
superior quaiidade, de arroba para cima.
Refiu
casa de M. Calnionl. V C, pracr ...
Corpo Santo h. 11, lia para vendero I
seguinte:
Taboado de pinlio, alcatto e pixc da,
Siteeia.
AlcatrSode carvao.
Lonas* de algodao.
Ditas de linho. '
Esponjas de superior quaiidade
Drogas.
ludo muilocommodo.
VINIIO DO PORTO.
\ endo-se vinho do I'orlo das qualdades mais su-
periores que ha, at as regulares, em barris de qoar
lo c de oilavo, por precos commodos : na rua de
Apollo n. 8, armazem de assucar.
AGENCIA
"Da fnnilicoLow-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
JcMeestabelccimentocontinua a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para en/;eiilio, machinas de vapor e laixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dito.
XV L0.IV DA BOA F\M\.
\ eude-se banilcjas'sran.les a muilo finas pelo ba-
ralissimo preco de 3*XK). -jOOO e 0:000 res, oca-
los .le armafSo de ac de todas as graduaees a
800 res, lunetas com armacao doorada a IjOO) reis,
ditas com armacilo de larlaruga a l-UOO res, ditas
com armacao de bfalo a .'HKI reis, oculoscom arma-
cao de metal branco a 100 reis o par, lunetas com
annae.Vj de tartaruga com 2 vidrus a 39000 reis, ri-
cos chicles para cavallos de homem e seuliora pelo
baralissimo preco do 800 reis cada um, grvalas de
seda moilo bouitas a 100(111 res, bonitos atacadores
de cornalina para cauca pelo hantissimo preco del "c"r5 tlibsou : rua da Cadeia do Reciten. 52.
300 rea, i o ------------
penlcs ni
mnilo fin
dos rompridos e redondos a TOO e 1O0() res, ho-
Ies finissimos de madreperola para camisas a I9S00
r<. a grata e 120 rs. a duzia,ricas canelas para peuna
de ac a 120 reis. ricos porla-reloios a 19800 reis,
caisai de metal muilo finas para rsp a .VMI o (no
reis, cscovas linissimas para liuhas a 320, 500 e (O
reis, escovas para roupa e cabello o mellior que pode
bavci -a I.-O00, 19200, 19500 e .-j reis, pineeis linos
Superiores velas de carnauba.
Vendem-se por proco commodo : na
do Recite u. 2i, primeiro andar
39300
S;00
13JOI
SNOO
3^/XMJ
(iNHKI
69000
39000
200
IKN)
39500
-200
160
loo
l?6O0
19820
(40
FO
A
Reiogios
iugezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: im casa de
B llcnry Cibsou : rua da Cadeia do Reciten. 52.
suspensorios linos de borracha a 400Veis, #... rwnmmw,wm -
ttJSBfitttZ&ZS: LVAS PARA HOMENS E SE-
NHORAS.
."omnenlo de fazendas novas, boas e baratas,
na loja u. .VI ,(.-, rua da Cadaia do Recite,delroule da
rua da Madre Dos : rimas de coros lizas, booiln*
padres a Kio, |o. e 200 rs. o covado, o em pera a
(>5, b;i()0, i.-^iki e 7>, dilas largas e rseados frio-
cezes laicos ele novos padroes a 210 o covado. coilas
de cassi chita de cores ociadavcis coa. 7 varas a
t>SlHI. ditos de barra para acabar a lyOO, chales de
merino pequeos Oc barra a 39, cassas francezas do
core- a 100 e .4*1 a vara, casia para babados a 2WI i.
a vara e IjMO a peca, chales de merio lisos moilo
11" r'"",.fr""l" >'' "<">* -"i, ditos, bordados rio
anz a Sf ditos bordado, de urna k. cftr muilo -
l"a. t,-',"* de fl,,"> com br" -aoseli-ada, a
ci?ll,i pre,0J m'"'"' fW para vestido, a
couele a ? o covado. cIm do Mda para vcattea.
gortos modernos a 969 o :S. iro.deo.No presTW-
penor qu.lidad. |.-*nn, % .~.m **?&.
eos de cambrai, de linho bordado,, .*,, di?*. im?.
lacao com b,c ,rso. mJo ^^ ^"
ditos de seda cm estamp.s da. balalh.s da Crioana
00 .sel.-,, panno ,,,. r10 la^ooeof
vare. d. largar. *.., varj, peca, de l.'ecST,,':
.dep-relinb.. mw.eoos-i v.ra. propii. p,,a
camisas de senbora e loalh.s de labvholho a In-
ditas de brelanba de linho, fina, par. o aaeMoo mn'
Com 10 varas a peca a 7}. rolletes de seda em cor-'
le- a J?, easemira prela da boa quslidade a > o co-
vado. panno prelo e azul, lino, a fefiO o i, o aanii,,
superior, approvado na ei|>nsrjo de Paria a 7j-, ra-
valas de sed. bonilas a 19, brim de qosdrinhe, para
palilos a 200 o c.i\,ido,-..res de brim de por* .iuh,
padies iulciramente novos para caira a 3)0O po-
cas de panno de ludio lino com 12 l'|2 vara a'xj, o
dilas de llambursn fino, proprio para eeroolo< loo-
Ihas e lencoe. a 109. o II? a pera, nwd.pole. o>
boa qoahda.le de 2>500 ate 89 a peca, eobertono oV
aluodao. era.ides, imitando la. a l00. o dito do
aa a -J5, sata, de canulo para srubora O 39. o dita,
Ixirdadas a 5s, c oulras moilas fazendas, qoe a di-
nhciro vista w vendem por baralissiaao proco, o
lao-se amostras.
Com toque de
a varia.
Peca, de madapolo a 29300, 3 e a, -_
dem-se na rua do Crespo, loja da aasjsSBBBassissl osa.
para a rua da Cadeia. ^ "" *""
Vende-se a verdadeira asedia inctou fe T. o>
fabricante Da, and M.r.en, em 1-rric.s d. lYiT
zias de pules, em casa de Ja
libia, rua da Ooz n. 12.
ijr,VeJ?<,1""e e"EC,,no Maribeqiiiolia. Iros I
lislaole desla praca. que ra avahado em HifMK
perlenee ao casal do finado commend.dor Jo nl
nio de Albuquerque S.rmenlo, e no qual lem *-
ualrendeiro (res quinhOe.de lonj. ,.da om asa
loram excluidos daquePa avaliacao. a ooo so mr
dea no di. 2li de julbo prximo p.ss.do. \Z,
de orphrtos quem o prelender, dirija-* s |-.
l.iil. -.... .1. t*-M~i----------- .
ou ao .V.
RnW,
Jame, Crabtreo & Cnpa-
ncnte-coronel llarala, ruad. Cadeia n >
Jos Goncalve.t de Alboqoerqur, no pstm'd.
ra, sobrado junio ao muro da Peaha.
Veudo-m fumo em Toma de prims-ir. o lerceira
orle, o mai, superior que ha aa aserrad."TT2
mazemdc^ovaesA Comp,,mi., ro, da MadT, J.
Vende-.e urna canora de dous boi, : aB.m
uCSrn,,^m,,,r7fe^", "^"^ de '"""
Vende-se urna necra de M a > aonos da Ma-
ne, pouco mais on menos, muilo boa cozioheira
encommadeira, muilo fiel, veode lambem na loa
mo (em vicio hL-iiui e muilo saudavel:
Madre de lieos n. ti, loja.
"a roa da
a.""^\ Pi,'i, "lsum *nBn'" ou lutzar fma
da eidade um prelo de idade, proprio par, |^
servico. na pnmeira travessa da roa da Praia o II
CAMi.iAS FRAHCEZAS.
Na loja da Ea relia, rua do Queimado o.'7. ven-
dein-se camisa francesas lio., e d.. ultimo SssaVs
iwlo hara.,s,,m preco d. 2SO0 e 30000 a* sSaTs
alpacas de -edi a bO o covado. 'tf,~"cu "Saja, o
Charutos S. Feliv.
dilo. re,.i : TO .VoTazem 4,j
xas de I Or, i
pequet._ ^4as
lo., dilas le
Joaqom l'ereira de Helia.
Aos senhores de cnrcnho.
>o berro do Goncalves,
veude-se a verdadeira farinha galleca
ricas, por commodo prejo.
...7 Ve,,0>- um "Ptioao mul.tinho
annos : na rua da SanSs&uz n. 3B.
rrnero de Je Dnari,
em meias bar-
de idade 12
C3P no armazem tic Bur-
le J*-< iiz.i &-%x; rua h
Cruz ii. 4$.
' una dito.
ates
para barba a 20!) reis, dozias de facas e'garfos linos
i )-oi)0 reis, ditas de cabo de balaneo rauilissima
Haas a 69000 a duzia, dilas finissimas de cahoiie
marflm o mcll.or que poda haver a t.>000 res a
duzia. camisas de meia muilo linas a laOO reis, ri-
cas abotoadnras de madreperola e metal para col-
lele o palitos pelo barato preco de SOOe 600 reis, I '"a fama n. 33.
linissimas navalbaa para barba em estojo, de urna
dnas navalbaa pelo baratisj.nio proco de 2:000 o rs-
lojo, rnudieirosaiiieriraiios muilo Lonilos proprios
para eslu.lardes ou mesmo para qualquer c.labele-
cimento, pela boa luz que da a cnmmodi.lade
de se poder peiulurar uu pAr-SS emeima dcqualquer
mesa, |ielo barato preco de 39000 res, pastas para
guardar papis a soo rei-. eapelboa para paiede com
armado doorada o sem ser .lonr.nl,i pelo baralissi-
mo preso de 500. TOO c 19000 reis, linissimas e ri-
cas calas par rap a 2:TOO e 39000 reis, papel de
coies de folhis pequeas em quarto de resma pelo
barato preco de 720 reis, e oulras mullblmat cou-
sas, que ludo se vende mais barato do que.em outra
qualquer loja : na rua do nueimado na bem couhe-
cida loja .1 miadezas da boa fama n. 33.
Vendem-se superiores lava, deipellica muilo novas
para homem e senhora a 19280 reis o par, ditas de
teda muilo boas c sem deleito algum ama/ellas, pre-
las c brancas para houicm e senbora a 1,-^KKI icis
o par, dila, prelas de lorcal muilo boas a SIK) res o
par, dilas de lio de Escocia brancas c de cores para
houiein c senbora a 100. -VHI e 600 reis o par, dilas
dilas para meninos emennas a HKI reis o par, lavas
de serta ricas de lodas as cores e bordadas, com
S'iarnicao, para senhora a 3>O00e 39S00 reis o para
e nutras mais qualdades o o luvas, turto na rua
do IJueimado na bem conhecida loja de miudezas de
Xo .1
eposilo
Lencos ere cam
Uvnin de liulio
A 5'aO, 400, 500, ( j/iO
rada um.
V en lem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua ila Cadeia.
Vende-te nina carsara grande de 5 rudas,
muilo bem eonslriiida, posa Jim arrobas, t mais duas
ditas pequeas para boi ou cavallo, ludo novo: na
rua da Cadeia do Itecife n. IV, primeiro andar.
- Vende-so lila que ved a enlrada do copim
as ir. i.i.ura- : no armazem naval, rua do Vigirio
n. |.
CBBULASE Batatas novas.
J descarregaram as cebla, e batatas novas, e
BICHAS DE H1HB0RG0.
No deposite itas bichas, rua eslreita do Rosar!
II. lornou-se a recebar nova remessa da, nielbo
bichas de Hamburgo por este ultimo vapor iaglez
llamara, qoe paasoo para o sol oodia -s do cr-
rente, e vendem-se por menos de llrsiotlo ccnlo, e
alu^am-se umiio em cuota.
Lindeza para vestidos
Vende-se a rica fazenda lindeza, ebegada ullimo
menle de t-"rau.;a, pelo baralissimo praco de I.^HJO 8
covado. Esla fazenda he de pora laa '< seda," e* os
seus padre, sao os mais honilos que ale o presente
tem apparecido no mercado : na rua do Oueimado
nos qualro cantos, luja de fazendas da boa ti a. J
Polassa e cal.
Vende-se potassa do Russia e america-
na, ebegada nestes dios e de superior
f|ualidade e cal de Lisboa da mais nova
que ha no mercado: no tnico deposilo da
itta de Apollo n. >B.
Pernainbueana.
Na fabrica de sabo e velas,manufaeturada na raa
do Brum, yendem-se vel de carnauba porraearfa.
isuaes na loz a, de espermaeote, e sem chalare
cheiro algum desasradavel: vendem-so a prero do
ItHHW a arroba, encaisoladss, aovertindo-se no a
menor quanlidade que se veode a retilbo ha otla
arroba, e sendo p.gas a visla.
Venda-e a casa terrea do paleo do HoopMal
n. :, oceuparta por urna refinarao de assaear : qoem
a pretender comprar, cnlenda-se com Jis pialo
Rcris de Souza, na roa da Penha, qoe dir'
veode.
VINHO DA KIMKIRA.
Na travessa da Madre do Dees n. 16, arma,
Martin, & Pinto, vende-te sopehor vinho o Kl
ra em barris de qoiulo, proprio para casos partka-
lares.
BICOS DA TERRA.
*
se I peca, com 10 vara, de breo largo.
Na rua Nova, loja n. 20, veodem-se lab..., i
cambio, por preco commodo.
$*Ct*t><>* f$is>)>.
Kugio em j do correlo a eserava Luisa, en -
oula, cheia do corpo. cor fula, de eevea de SO anona
de idade. estatura regular, o com urna graode Barca
de fojo que compreliende a pa' e braco d-eil.. .
apprehensores ronrliizam-a aa primeiro andar da ea>
n. S da rua do Queimado, qoe serSo reeompeosad*,.
-- Fngio do engenho Vicealo Compeli, aa !.!
euezia da fc-cada, no da 1J de jolito, o escravn Jo*n
Fihppe, crioolo da Babia, estatura regular, aeren do
corpo, rosto comprido. barbado, rr olg
Vendem-se inadapoloes linos c de oolros, com
nm pequeo loqop de avaha, a precos muito bara-
tos: na rua" da Cadeia Vala a. Sf, primeiro andar.
. Vendem-se vcllas de carnauba de composicTio,
ores I a '"J""?80 l1iis vpli,s estearinas, pavio imerirano,' da
1 mellior quaiidade possivel, bem como de carnauba
simples, por precos commodos, arroz pilado mnilo
bom o ja' muilo conbecida por cresccr mais que o
doMaraohio, em arroba ai, em aceasa ISJBDO,
arroz de casca em saccas Brandes a 30500, e em al-
queire medida vaina a 33500, ludo muito bdm : na
rua do \ icario n. 5.
ara
ras
C|llfc
as senho-
l)ono e
postan! do
barato.
Vendem-se ricos pentes de larlaroga para alar ca-
belloa iaOO, meias de serta de coros moilissimo lin-
das para criancji (le um mez a um anuo, pelo barato
pceo detjHOOo par, lencinhos de relroz de lodas as
cores para senhoras o meninas a 1-, toncas de lia
para senhoras e meninas a .VHI rs., camisas de meia
para enancas at a idade de um anuo a 50O r-.
meias brancas da algodao pra senbora maili'simo
linas a ,"i00 r,., dilas brancas e prelas de sed. o me-
lhor qoe se pode eiieonlrar ae 2>j00 o par, ricas
- caixas para cuardarjoias a S00 rs. e l>, calzas mni-
ven.lcm-SB no armazem de Joao Martin, de liarros, lo ricas com reparlimenlo, nicamente proprias para
I costuras, pelu baralissimo preijo de 2*500, 3SO00 e
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendcm-se superiores meias pelas de laia para
padres, pelo baralissimo preco de l;800 o par : na
rua do Oueimado, na bem conbecida loja de miude-
zas da boa Tama n. 33.
Cal virgem de Lisboa, chc:ad<. no hrisue
Constanteu : nos rmaseos de l-'nnseca, Medeirus &
Companhia, rua do Trapiche.
Km casa de Bdoardo II. Wyatl.raa do Trapiche
Novo n. 1K, vendem-se Itarlas, ioIolios de ouro ca-
berlos r. descoborlos, seilina aglezas, chicle'; de
carro, arreios para dilo, rabos da Rusta, lio de vola
tini.s de todas as cores, candieiros e casticaes hron-,
nados, coniervas de fruclas inglezas, charutos de
liavam, J
seecn ilu
rola, canholo, pera., bastante finesVle^^ourTe
alsodSo azul e chapeo de nalha de caraaoba fi
comprado ao Reeife a Antonio Ricardo ri. (1,'or,
qoem o apprehendor levo w> engenho \ icol, {m-
pello, que receber de abeizo auigaade .YMmi da
eralifieartn, c no Kecife .o film. Sr. Jo3o VmZ
Lomos Jnior. 30 de jolho do 18J6.
' M.aoel Goocalvoa Pereira Jooior,
-- Das.pparoeeo no'da do corralo asez.
pardo escrav., laaocencio, dosliade de :I4 nsm,
levando 1 sacco com roupa e 1 daapo branco de r*.
lor ja usadodeolro de um raiza, e leroa lambem I
ch.|Kio de palha velho e roopa de trabme ; as .ib-
nae sao os segralas : j pinta, barba rapada, alio o
seccodo corpo, espiidodo e aescarnado do rosto, car
bass, ralla de um denle na frente, o aaal carrava
vcio do Ico, em principio do anao de 183.1, compra-
do pelos hrs. Caminha & Filos : ro^-e a toda, as
pessoas, autoridades de polica e rpita, de rasar*,
que do mi-iro poaeam ter noticia, o obsrqaio da ap-
prehende-lo a remclte-lo ao wu tenhor Jasliaa Pe.
reir da Andrade, na roa Nov, o. "i2, faaetido par
conla deste as despezas que forera necesarias, .boa
deoma generosa graliuarSo a qoem Iroozor.
Do eocenho Crasaby ao da .1 do corre, le,
fuzram 2 escravos, sendo um de oome Antonio. '.-.-..lo CassanRe, qoe reprsenla X annos de idade
de altura recular, cangueiro no andar,cor preta,ros-
lu redondo, sem barba, costa, limpas. cheio do car-
po, conversa pouco ; o oulro dt neme Verissimo do
uac.io, hatUnle alio, algom lauto espadando, rato
rcBular. (em ue ambos os lados do rosto morras de
lalhos de sos naci, perna, rias, aleara lano raa-
eupiro, prs erandes, e lem un.a marra, da rhtrota
oas cosas anda novas : quem os apprrher.drr cm-
daaa-os ao dito engenlin. oa no .Ir Aeu.-Kria da
freiina d# San-laiiireiicu da Milla, i.o aassa pi-.,
a na rua da (ioia n. I>l, primeiro andar, qne era
onerosamente recompensado.
l'ERN.TYr. DB M. F. DB FAMA NM
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
.-.-.
v


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