Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07461


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Full Text

ANNO XXXII EL 192
Por 3 ni e z es ad i anta dos
Por 3 mezes vencidos
4j000.
4$500.

/
(JUMA RDM 14 E MOSTO DE 1856.
Por anuo adiantado 15jj|000.
Porte franco para o subscriptor.

KNC\KREGADOS DA SUBSCRIPCAO* NO NOR.TB.
Parahibt, Sr. tramito T. di Natividade ; Natal, o Sr. Jo
S'm 1. Pereira Jnior ; Araealy. o Sr. A. da Lemoi Braga ;
ra, or. J. Jos deOlireira ; Maranho. o 8r. Joaquim Mar-
quai Rodrigla Piauhy, o Sr. Domingos Herculaoo A. Pessoa
i areosa ; Para, oSr. JiutinianoJ. Hamos; Amazonas,oSr. Jero-
jmo da Casta.
*
PARTIDA DOS CORREIOS.
III,.l, ; loltM M .lia.. .1- O r ni.-i.i Iiura. .1" ,l.
I,;ii,ii.<--. linilMI 0 IVir.iInl.ii : ni- .,_.,iii.l.,.....\t.--f.-ir.i-.
S. Ai.n... IWrrn, lliiiiil..,i:..ni,,m, tlinih,. llor.o.hiin. : n.> ICK-a-Mra
S. i.....r.-.,..., --.-.i" vil.... Xnareta, l.im...n... Iln-j... PesqiKti,. ha
irira, i i.,re.. tiiu-l:> ljli. I|..,|i.,. Vnnli:,...... Ili..-K.,ii,. I .i. |-.,ri.-.t..-, Ini-I'KU
riiii.-iii. ir..- t Katal : .,,iiii.i--n.ir.i,.
(Todas M con......f arica .i. 10 karatas m.inli.i.i.}
AUDIENCIAS DOS TRIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartas aabbadoa.
Kel.1 f .10 : iercas-feirat e mlibados.
Fazeoda : quarlaa e sabbados ai 10 horai.
Juizo do commercio: segundas aa 10 horase quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos .- aegundaa quintas aa 10 horaa.
Primeira tarado eivel .- segundas senas ao meio-dia.
segunda Tara do civel: quartas aabbados ao meio-dia.
EPHEMERIDES DOMEX DE ACOST
9 Quartocrescente a I hora i~ mlnuloi a 48seguudos da m.
[lo La cheia as i hora-, 20 minnlose 48 segundos da manha.
\X ijuarlomiuguan- as 6 h o. -.48 minutse 48 segundosda't
|du Luaanma as 8 horas. lj aiinut -.48 segundusda manha.
1'ltKAM \lt DI. Un.i I..
IPrimeira as3 horas a 42 minutos da larde.
ISrgunda as 4 horas a (> minutos da mauha.
DAS da semana.
11 Segunda. Ss. Tihurrio c Suzana Mm.S. Digna.
12 Terca. S. Clara V. I. Ss. Aniceto e Foaiino .Mm.
i:t Quarla. Ss. Hjpubloe Cassiano Mm.
14 Quinta. S husebio preso. Ss. llenielrio e Mercurio Alni.
15 Sexta. -:- S. Assuiupc.iu da SS. Virgeni .Mu de Leos.
10 Sabhadu. S. Roque 1. S. Jarinlhu.
17 Domingo. S. Joaquim Pai di SS. Virgem Mai de Dcos.
ENCAIUffiCrVaMM DA SUIS<:riPi;aO mi si i..
Alagoas.o Sr. I laudino Falrso Dias ; Babia o kt. D.
Rio da Janeiro, oSr. Joao Perena .Martina.
i:m ri:n\AMiii 1:0.
O proprieurio do DIARlOManoel Figueiroa da Ferie, M sua
linaria, prace da Independnecie ns. a 8.
>
iV
r
i'
PAUTl OFFICIAL
llliu. e Kxm. Sr. Tenhn a honra de remcller a
V. Exc. as inclusas demonslraccoes dos saldos exis-
tente! as dtuVureute* caitas a cargo do thesuiireiro
desla thesourarin no dia 9 do crreme.
Deo guarde a V. Eic. Thesoararia provincial de
Pernambuco 11 de agosto de tK5t.Illm. eEim. Sr.
emisellieiro Sergio Teixeira de Macelo, presidente;
desl.i provincia.O inspector. Jote' Pedro da Sfit-a. |
Demonstrarlo do saldo exislcule ua caixa do exerc-
eki de 18.V> a is'iii ein 9 de agosto de IKJti.
Saldo oni .11 de julho p.
Olido-.......129:5359258
Receita do 1 a 9 do corr. 6:57.'i904:i
----------------136:1 10*101
Despeza dem.........35:5l(MV.I
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SetsSojudiciariaem 1:1 deagoaln de ls."i(i.
Presidencia do Exm. Sr. desembar^ador Snuza.
E-tliveram presentes os membros do tribunal,
a excepto do Sr. desembarcador Villares.
Julgamenlos.
Appellaiues, Reg Albuquerque i Companhia.
Appellad, Melquades Auluncs de Almeida.
Foi ciiiilirnmdn ein partee ein parta reformada.
A pedido do Sr. desembargador Lelo, marcou-e
o primeiro dia til para u julgamenlo da appellagdo
eoi que m'io :
Appellanles, Ignacio Joaquim de Olivcira e ou-
If0<.
Appellados, Cunha i\ Amurini.
80:87?29
Saldo. .,.......
Ero cobre...... 8952W
anotas......8U:i98aOU
---------------- 80:8Tj9K
Demoiistracio do saldo existente na caiu,especial
de amortisacilo do capital e juros das apotices, que
forein emittidas ein '' de agosto de 18%.
Saldo ein 31 de jollio p.
fiado.......I?.u309i71
Heceita de i a 9 do cor. S
Despeza dem
Saldo
Em cobre.
notas
13.-030*474
3:0183889
EXTERIOR.
s
l)emoiistrarlo do saldo existente na caixa especial
das apnKces em 9 de agosto de l*m.
Saldo- em 31 de julho n. ,
lindo.......H3:8005UOO
ReceiU de I a 9 do corr. 9
------------------ Ui:WX>9000
Despeza dero.........
Saldo.
14.V8OO3000
DeinoostrarAo do saldo existente na caixa especial
das loteras desta provincia em 9 de agosto de
|8M.
Saldo em 31 de jullio p.
nodo. \ 7^379667
Htveitade 1 a 9 do con. 1:8tKI50llO
Despeza" idera. .
Saldo.
Em cobre. .
Em aulas .
6JM67
9:Ot.~>90IMI
Sh03l|tj67
DeinoBsIraro do saldo existente na caixa especial
da eomiruccao dapuuledo Kecile em 9 de asusto
de 185C.
Saldo em 31 de julho p.
fiado......
Keceita de I a 9 do co'rr.
7:7379276
9
Despeza i-li-m.
Saldo.
Em robre. .
nolis. ,
10710)76
7:630MMW
------- i 7373276
llHmon-Irai-.Mi do hMo' evislcnle na caixa especial
do calcainenlo das ras <'sjfl.i ci.laile.ein 9 de
agoslo .lo /85;.aJJ ^~V^%.-VA# -
Saldo etn 31 d/julho p. ^
liinlo.......
Receita de I a 9 mntr.
Despeaidem .
Saldo.....
Em cohre......
i> notas......
2:2315119
tS"88
191,>7(I7
2:08t0tHH
O BRASIL.
Por Charles llaybaud.
A Inglaterra clava caucada, e foi a primeira que
fez com Rosas ama especie le tratado. Depois a
Franca, que linha enlio muilos oatrus negocios, en-
Irou em negociacao, e uin projecto de convengan
foi cnncloido entre o almiranle Le l'rrdour c o ne-
gociador de Rosas. Em consequencia dos cooleci-
ruenlos qoe se suceederam rpidamente, esla con-
vencen nlo potlc ser ralilicaila, e licou sem efleilo.
Mas o dictador nem se quer deu lempo a esperar es-
9:lll3->8.>! ta ratificarlo, que nunca devia chesar, e assim que
|uljou os seus uesocios terminados com a Europa,
se Milln para o lado do Brail com ares ameagado-
res. A,MM diplomacia manifcslou internos que len-
diain a uio rompimenlo. O sabiurie do Rio quena
miar a paz, posto que livesse graves m livos de
quL-ixa contra Rosas e scu liisar-leneute Oribe ; o
imni.dro Pauli'no de Souza, boje viscoinle d'Lrusaov. deo-.-e
o IrAbalho, coi urna serie de despaches mu nola-
veis faue ja analyse em oalra oceasiao 'I' de discutir
a reu^iar as velhas e novas quenas aprescnladas pelo
enviando de Rosas, o general Guido.Oproprio impe-
ralor Se dignoo leslemunhar ao senle argemino o
seu l me desejo de teiminar a coalenda amigavel-
menle. ffo se coiisesoio nada. Como disse o valho
poeta jeos lastra a demencia itu coranio d'iqWel-
les que ;mer perder. Ouantn mais o Brasil se nios-
Irava conciliador para com Rosas, lano mais elle
ostentava exisencias inslenles ; e chegon um ilia-
em srlenauro de I830, ein que o general fiuido foi
ohrigado a recebar os seu< passaporles e deixar a ca-
pital do Brasil, levaudo comsigo a guerra que pro-
curara.
Como esla guei.a ru dirigida, e porque habilida-
.le sinsular o gov,rno imperial couseguio ao prin-
cipio egresar Kosa., e cerca-lo com um tecido de
inimigos, he o que o publico europeu lem sabidu
ummariamenle, e o que Bn nao sou ohrisado a
narrar aqui circuinstanciadanienle. Ser-me-ha suf-
ficiente ditar qoe, mui poucc tempo'depois do rom-
pimenlo, tratados de allianc,a offensiva e defleniva
fnram concluidos com o Paraguay,com o governo de
Montevideo e com o geueral Lrquiza, em norne das
Corrientes. O Paraguay, posto que directamente
ameaiv-nto pelo dictador Rusas, se absleve, por meio
de om syslema de contei.ipnsa^a caloiiUrf^, Je
participar as medidas lo iadas para comecar a'
Is ; mas, assim que Lrqi ](0 govorno de Mol
video, delerminaram isr QOs principaes fins da
guerra, concloimlo com o {rasil, como os don oo- .
iros inlere-sados, urna coi lenrrio especial de nave-I
garao ecnmmercio, consa arando o principio do livre
uso ilos rios enlre ribeiri|_no(li
O oxercilo l.rasileiro, (gm'mandado pelo conilc,
hojemarque7.de >)j||_an,,00 nniuediaUnienlc no
'"jjorio.do LrugiiaW oroo .:.-.^ eir.rf!lirr-. oanlinararilrqalza. Na iscg-tiiwiidaile da suato-
lar o embate dos coalisadoi. Oribe *e dera pressa em
concluir com n general areeolioo umiconvcnrao.em
virlude da qual as tropas do lugar-ienenle iij Rosas
foram obrigadasa se .lispersar c a vollarem para os fauloridaile que supprira
seus lares. A cidade ile Montevideo, esla bota que c.alholicos c bespa
Troto, como fura chamada, foi desl'nrlo livre di. | e:n esforros heroicos, ha
oriental. Todoesle pasuda eslava apurado, e us an
lisos republicanos de l'iraliuini se lornarain os mais
ardenles zeladores da mouarchia. Mas era evidente
que Rosas, precipilaiido-se de rorar.i i em umn lula
desigual, nao tiuha abaudonado o uso dos ineios
odioso', e, posto que se illu lisse graudeir.eulc snbre
a ellie in.i delle-, polia obrar sobre alguns espiri-
los luquietos, sobre alsuns homens corrompidos, e
suscitar periurbares. A accao malfeitora desla pro-
pagan la nio leve xito, pois que o Brasil esla cada
vez mais ligado mooarchia cm razSo dos benefi-
cios que sella tira, e do culto que tem votado ao seu
joven imperador; por nutro lado urna guerra desta
onh'iii nao causa medu n'um paiz, onde a escravi-
il.io he iocomparavclmenle mais snave do que em
outra qualquer parle, onde o precunceito da pelle
nao existe, e onde a rlasse tao numerosa dos ho-
rneas de cor livres he ardentemente ligada a urna
constituirn que Ihes abre a grande estrada que
ennduz s mais alias funcrcs publicas. Acresrenlo
qne se urna provocaran aos escravos deve licar sem
i'll.Mi i. he sobretudo na provincia do Rio Grande
do Sul, a nica que se acha em contacto directo
com as nuligas colonias despalilllas do l'rala : com
efleilo, em razio das proprias culturas do solo, qne
9:0379667
t6|00ti
9.-0219667
7:737S27li
- 9
7:7379276
gens do Prala ; em outra poca da regencia, urna 1 nao ha tido evito slgam; a remessa das (ropas au-, territorio de quasi 20 lesoas quadradas, que perlen-, los, pois que esta' redisida de inaneira que o so-
louca tentativa de repblica arrebeolara, como j j xiliares servio ao menos para dar a cidade de Mon- ca de lempos immeinorides ao Brasil e situado entre verno po,lera' mandar adinillir a' matricula alsum 1
disse, 1 lecisamente na provincia do Rio tirande ilo ; le\ideo urna segurauea Ue um anuo, e fazer-lhe ver o 110 Branco e o Rio Apa, fosse neulralis.idu, iito atildado feliz, ainda mesiuo as vesperal da fazer I
Sul, a mais visinha da aceito argenlina, e era aven- que prosperidad* a asuarda, se se resunar a (er um he, declarado para seopre inhabitavel. O enviado acto, entretanto que oulros esludantes, em inelho*
I suado que n3o se prolongara, no circulo estrello em punco de soslo pela ordein. Mas he exigir de mais brasileiro repel, ; eremptoriainente semellianlepro- res circuniil.incias para serem atteudidos, nao o se-
que se aehava circumscripla, se nao p,ir causa da 'sem duvida desle turbnteulo paiz : apezar da pre- posirao. mni '. : ni do herdeiro ile Francia, nao s' rio por falla de. um protector que apoie nesla corte '
coadjuvacao que Ule preslavam succcs-iivainenle os I senra da divisan brasileira, una nova muda 111;a de porque \ V. .\.. ... direitos do lii --il. mas porque of- os seus requerinienlus.
agentes da Besas e os chefes de bandos do Eslado \ vista so efteoluou no inez de agosto petando, O pre- i'endia pvofun 1 imenlc a sua polilira civilisadora. A licaro governo autnrisado para mandar admil-
sidenle Flores foi deitado a baixo, ale cerlu ponto Desde n' I 1 maos actos se accumularain ronlia lir esluJanles a malncala em qualquer poca do
por sua culpa, pois que. para se preparar urna ree- elle, e n" 1 n .arlo dia as rclajnesdiplomticas foram auno, para o que lira servindo o syslema de fre-
leii.ao illecal, teulra elle urna deslas emprezas as rolas por l.ope/, que despeda o Sr. Leal por urna quencia '.' Se nao presla, acabe-se com elle ; ms
qoaes lo se deve naufragar: linha ahcrlaincule I remessi hrulal dos seus passaporles. em quanlo esliver adoptado he preciso sujetlarcm-
violado a constiliiir.lo, impondo imprensa a cen-1 Esle ocios iuqualilicaveis exigiam urna reparcao, I te *t MM consequencia.
sura pievia. A forra brasileira nao Y" ha seguir | c a dignidade do Brasil o ohngava a reclama-la por I l'ara que esta resoluro pussa pissar, parece ao
Flores nesle terreno, pois que a sua mis.o era pro-; meio* enrgicos. Fma rsaondra numerosa, que con- orador que a autorisacao deve soflrer duas limila-
leger o soverno legal : tnrnon-sc ueuira, limiUuilo- i lava, aleui dos seiis navios a vela, uina du/.ia de na- roes : a primeira, quanlo ao lempo, islo he, que nao I
se a m.iiilrr o socego na cidade, de tal sorle que a | vios a vapor, foi enviada as aguas do Prata, sol as se pussa conceder dispeu-as para a matricula de estu-
revolu^ao se piole fazer sem ellusao de saugue. ordens do eomnsandanla Pedro Ferreira de Oliveira, daules, seuo denlro de um mez depois de fechada
Desde eulao, houve urna especie de Iregoa entre os { encarresado de plenos poderes para terminar as dif- | a matricula ordinaria ; a segunda, que a dispensa se-
pa ni dos ; Flores commum accordo, o presidente do senado, Busta- pez. As particularidades desle negocio mu recen- que ellas podem melhor que uiuguem conhecer da
menle, fni chamado a occopar provisoriameule o 1 les sao reconhecidas do publico europeu : nao era a > procedencia dos motivos allegados pelos esludantes.
lagar de presidente da repblica. Cousesuindo sem- guerra que a esquadra brasileira levava ao Paraguay, Que nao poderem inscrever-se em lempo. E se a
pre escapar i anarchia que provocara incestante- | e as forjas deque di'puuha n negociador nao tinham Faculdade nao for ja-la, devera entilo haver recurso
monte, os hahilanles de Montevideo acolherain com
enlhusiasme esle ajuste ; ro*s no me/, de marro
prximo -u|ip in.l 1 que a p*/, interior dura al en-
tilo, o que he sempre duvidosn Indo recomerara,
pois que o mez de marco lie a poca em que deve
ser eleito o presidenle definitivo, e esta eleicao he
para MontcMdo a eterna pedra de toque. Flores,
que goia de certa popularidade na campanlia, re-
pellirarl a randidalura illesal que os amigos lhe
nao exigem de maueira alsuma o emprego dos Alri- preparara .' Eis ti que nn- he de inaneira ligaros
canos, o algarismo dos escravos se acha nlli extrema-
mente reduzdo.
Como quer qoe seja, a guerra conlra llosas e a
queda do dictador, que ha sido urna consequencia
inmediata, jlizeram dcsapparecer lodos estes re-
celos, mais ou menos exagerados, de agitaran inte-
rior.
Ainda isto nao hedido : o Brasil conqoislou, nes-
ta guerra, vantagens positivas nada que d'ora
avante lhe pode tirar, e de cujos beneficios o
mumk) commercial tambera ha de participar para o
ful oro.
O imperio tem immensos territorios inlerinies,
mais ricos e mais fecundos anida do que o solo ja
tan rico que Ine hordas cusas. A estas provincias,
cujo nome he apenas condecido na Europa, s fal-
tara saludas. As estradas sao exlcusas e dMpriidio-
sas ; mas a nalureza, lao prodiga para estaszoiids a-
dencoadas, offerece vias fetas : s3o rios que soleara
o terrilorio e que eslao quasi por loda a parte era
fcil r.iiiiiniiiiirjr.l.i com o mar.
Por um lado, o Amazonas, em que fallare! mais
adiaule, por nutro, o Prata, recedera as aguas des-
les nos. Os tres pnncipacs alllueules da baca do
Prata, o Uruguay, o Paran e o Paraguay, danliam
0 inleriur do Brasil ; a queda de Rosas e os trata-
dos qne o Brasil concluiu cun os ribeirindos lh'os
adriram.
Taes sjo os resultido* que o Brasil soube tirar da
guerra que felizmente levou ao lira no Prala : acres-
cimo de segurauc.a para u imperio, deseuvol vintenio
dado i sua poltica commercial. Um paiz que sade
fazer tao hera r Mu lealjneote os seus oegucius, tem
segueamen lo e-lima e consideracao du
mu .11 i,.. Maiilrn io-se na estrada dajusll-
' Jo-so conslrlingidamente pela guerra, e
.sando com os seos sacrificios a visinhos medio-
mente reconhecidos,
lo crear para si novo
nr.i. lie esle um cu uportamentn
lnuv.tr, pois que he
2:272->7(l7
S
2:2729707
2:2725707
Demonstraran do saldn chstenle na caixa de dep-
sitos em 9 de agoslo de I86.
Saldo em 31 de julho p.
(indo.......2539391696
Hernia de I a 9 do corr. f
----------------333.-9399626
Dc-pcza dem........ 1:2509000
. x >2:689^i26
Em actes da companhia. 50:000.^X10
. 2lr2-.li89.Ni2b'
Saldo.
Jies
letras.
252:0895026
Demonslracan do saldo existente, 11a caina do exerci-
cin de 1856 1857, em 9 de agoslo de 1856.
Saldo em 31 de julho p. ,-
lindo......12:723j8ft.>
Receila do a 9 do cor. 67:1309740
Despeza dem .
Saldo
Em cudre.
d nulas. .
159804
19:6053000
79:8 19635
30^339831
49:6203801
----------- 4^:6203804
ADVERTENCIA.
NoofllC'O dirigido a cmara municipal de Barrei-
ro-, e que lem no expediente do goveruo, publicado
no Diario numero 190, pagina primeira, columna
primeira, lindas lli; e 119, em vez decomroissao,
leia-se cantara.
yfobcft
pela Sociedade dos Hamens de lettrai.
POR Ch. Oeslys.
IX
t) senhor comprehende que esse aconlecimento de-
via suspeuder.os preparativos das bodas.
Mari e eu linbamo-nos dito : At brevemente !
E vollaodo para a casa en abracara os lilbos de
meo irmlo... mcus filho*. E dera a maoa Cesarina.
Era como se todos os notarios do inundo tivessem
tomado parle no negocio.
Assim decorreram seis mezrs.
Comerava-se em torno de nos a fallar de novo
em casamento.
Mas, nao sei porque... sem duvida por om secre-
to presentimenlo... eu nao airevia-me a dizer nada
a lal respeito nem a Cesarina, nem raai de Maria.
Foi esla quem primeiro me pergunlou :
Pedro, adoptaste os lilbos de (eu irmo'.'
Sim, mai Joanna.
E soa inullier lamber ?
Soa mulher tambem.
Aduptisle ioteirameiitc '!
Sim.
Enlao teas o designio de nao deia-los .'
Mai Joanna... assim o jurei a mea irm.lo n
rihimdi, '
coraran eslava coiis-
rihundu :
llouve um silencio. Me
trangido.
Ouve-me, Pedro, torffu a boa velha. Eslou
lonse de oppor-me a que cedas viuva, aosorphilos,
urna parte de tua pesca..... orna parle tao grande
quanlo qoizer teu bom corarao... J vs que nao he
u interesas, que me atormenta a cidera. Mas co-
ntieno a Cesarina, Deiiar ir minha filda para a esa
dalla, oo v-la eslahelecer-se aqui... nunca !...
Esla ultima palavra eulreabria-me um abismo
lebaixo dos pcs. Eo tambem condeca a Cesarina ..
Eo tarnbem coraprehendia enlao que i.-o era im-
poswivel!
Mai Joanna... halbuciei lodavia.
Nao me oppondo an vosso casameutn, lornou
a Ima velha rom lenta solcmnidade. Dien.i.1 t|...-
dirJJe qne Imponan... Sabes que leudo smenle mnla
palavra, assim como s leudo una vontade!
Qnaulo a isso, seulior, de sadido de lodos.....
mai Joanna... uina verdadera mullicr antiga !
Toca-le decidir de la sorte, conclnio ella, e
da de minha tilda.
Brgoi a cadera... Maria eslava adi contemplan-
do-me.
i'.uinpria er perjuro 011 perd-la para sempre!
Oh aeakar, nao concedo que se possa sobrevivar
a inomenlos como esse. Os nuvidos zuuiam-rai' cu-
ino livesse furle Cabr... Eu linda diaiile das pal-
petbra* edammas verineldas e azues... eslava sullo-
rado... minha rabera, meii curaran, muida alma
() Vida J^ono o. 191. "
Lis as repblicas do Prala se terSo hbilmente.
'o.veilado da revolu^di que realisaram com o ron-
*s;ad.Hnenl; uSo. Nao devo
ue perpetuara a agitarlo e
sg^regacoes d'hement, ad-
iuslincUs au principio de
______ Desgt
'''-"Pi' 1
'i anarchia no seio desta
'lo nudo por todos os seu
assedio que susleotava da dez annos. epnis nma ,uma obra de Anglo-San es e protcslanles. Verdade
divisan brasileira, eommandada pelo general Mar- be que o accordu que re m.ra enlro ellas para der-
ques Souza, boje baro de Porlo-Alegre. passuo o rbar o inimiso comniui 1 nao sobreviven an Iriuln-
Paran, leunin-sn aos Argentinos de L'rquiza, en-
contrn o exercilo do dictador em Moute-Casscros,
quasi as portas de Buenos-Ayres, o o derrotou com-
pletamente. Rosas eslava derribada. Montevideo ,se
aehava para sempre desembarazado do seu inimigo
"I,-lina lo. A confederarao argentina se arliava i-
vre. O Paraguay, amearado de invasao pelo dicta-
dor, j nao linda nada qna temer.
Olanlo ao Brasil, os lucros que tirave desla feliz
campanda eram de cerlo mui inronlestaveis. Ani-
quilando o poder de Rotas, supprimmdo a perlur-
barao da goerra c da anarrdia no Eslado do Uru-
guay, dava-se a si proprio urna seguranca ennside-
ravel que llie fallava. Na parle do Eslado Oriental
que eulesta com a provincia do Bio Grande do Sul,
se aedava, desde longos anuos, cerlo numero de e-
tadelecimentos de suddilos drasileiros, que os solda-
dos de Oribe saqneavam constantemente, mudando
gado e assassinando colonos. Os bellicosos Eslance-
ros ii> fionleira so consegnism defender-se por um
syslema organisado de lepresalias. Kra um estado
de cousas arWmaes, indigno de um grande paiz, e a
queda de Rosas punda termo a ludo isto.
A poltica hostil do diclador linha outro perigo,
menor do que *e prelrli.i. mas comludo bstanle
grave. Rosas julgava ter duas armas omoipotentes
conlra o llrasll monarrhico e paiz de escravos ; es-
tas duas armas eram a duplice propaganda da rep-
blica e da abolirao da escravidao. Por mais de ama
vez, .-miraras surdas ueste sentido pariiram das mar-
I O Brasil,e Rosas, brochan in8.", publicada
em 18')l, na livraria de Guilbiumin.
separou das nutras doze
em Eslado independeul
Confederarao \rgentiua
qne perde. se solando,
de se alimentava o seu il
aealiava de eleger, sem
o governo imperirl lem sa-
pendores de prosperidade
doneslo, pr
que
denle
po-
da-
seguro, e o futuro desle triste Eslado, onde o dee-
interesse polilico de descon decido, esla inuilo me-
lanclico.
Com os seos actos leaes e discrelo, o governn do
Brasil nao podia procurar um ptpel que livesse sido
inevitavelmenle calumniado, no meio dos partidos
que dilacerara o Eslado Oriental. Praticara ludo
quanlo dependa de si para assegurar a p/ no gre-
mio da repulilica, e se as facees que -e emdatem nao
faziam as suas iuteneiies a juslica que Ides de devi-
da, concordavam era proclamar os graudes serviro-
prestados pelas tropas auxiliares e a perfeita discipli-
na qoe linham couslanteiiiente manlido.
os sacrificios feilo' pelu Brasil nao liaban) alc.anc.ado
o alvo que elle tivera em vista, como os I..... ron-
seibos que dera, nao foram seguidos, romo pacifican-
do as ras, nao conseguir pacificar as almas, e um
furidundn syslema de calumnias se liga aus seus de-
signios, porque nao podia ligar-se aos seus aclos, o
guverno imperial no lie-ilou prescrever a retirada
das suas tropas.
O antigo ministro dos negocios estrangeirus, o vis-
conde de Adaet, foi enviado a Montevideo para no-
tificar ao governo oriental esta decisao do Imperador.
A evacuando da divisao auxiliadora -odre a frouteira
brasileira devera ser terminada a l.'i de der.emdrn.
A all lude de ahstenc.o e de observaran lomad pelo
Brasil pora tim as calumniosas uiveiiroesrjo- partidos,
e ser suflicieiile para proteger o imperio contra ns
perigos e males a que o expozerain, em oulros lem-
pos, as desordens do Eslado oriental.
No Paraguay, a -1:111,1111;. du paiz 11,10 ha sido per-
Inrh.na : o Dr. Francia, rgurlo na pleniludc do seu
poder depois de quareuta anuos de dictadura nao
contestada, fez para senssuccessores um leilo ein que
podem dormir tranquillos. Assim, nao houve neste
paiz afeito desde muito tempo a disciplina pois que
antes do seu lerrivel diclador, uvera o governo Ideo-
cralico dos jesuilas.i tieiil revolncao era asilaran de
especie alguina. Mas se n presidente Lape/, nao foi
embarazado per pretsfla alguina interior lio deseu-
\ ni vi ineiilo da sua |iolitica, paiece ter lomado a la-
refa de crear eindarajos exteriores era eonseqaencia
do seu comporlanicnlo para com o Brasil.
Era especialmente ao Pijragua)' que liajba aprovei-
lado a eoalitao contra Rosas e a queda .ij dictador.
l.o|ie- sadia mui dein que de Indos ns inimigos de
Rosas, era elle o mais grave e mais iminedialanii-nte
oulro alvo mais dn que irapr ao presidente Lpez para o soverno
o respailo do direito das naces. que elle linda me- j Na primeira discussan volar contra a resolncao !
nnsprezado de una inaneira tao lusolita. A esqua- por isso qoe em materia de inslrucrao publica uao i
dra fundeou a entrada das aguas do Paraguay, o est disposlo a dar mais ama dictadura ao governo ; 1
commanilanlc Ferreira dirigio-se sozmho pelo rio | e na segunda so lite dar o scu vol, se fr emendada '
ein um vapor drasilciro. Cdegaihi a Assump^ao, foi j como indirou.
inimedialamente recedido, com grande pompa, pelo O Sr. I-erro: relata as dillieuldades com que
presidente Lpez, que na desitou em exprimir in- | lotaram os eslu lante- que deviam ir para a Facul-
conlinenle os seus pelares pelo insulto eilo ao mi- dade de Direito do Kecife, e que estavam na Baha,
metra Leal, e em dar au pavildao imperial as repa-! na occasian em que na capital da provincia de Per-
raees puulicas que eram devidas. namhuco o cholera morbus ceilava mais de 120 vi-
gislaliva da mesma provincia as disposiroes do
27 e 28 da eoustiloieao do imperio.
onlinua.
1ITERIQR.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SE3SAO EM 13 l)E JLNHO DE 18S6
Miiscmo /'residenciado Sr. Manoel Ignacio Cacalcanli de se se"limiasse aVraa d'ispoti'c'ao iiidividuaL
f das por dia ; faz ver que as providencias dadas pe-
I I 1 governo. cun o a llmenlo da abertura da Fa-
I cuidado foram insullicienles, e nio-lr.i que he 111-
dbjpenttva) lumar alguma pi-ividencia.
Recouhece que o uobre senador leve r.1/,1 1 para
fazer as observares que ha pouco foram ouvidas,
mas enlen le que S. Exc. todo po lea conciliar
volando pela resolaela na primeira discussao, e re-
servaudo-se para oirerccer-lhe emendas na seguuda.
) Sr. Martjite: de Olinda vola pela resoluro
por conter medida geral, e negar-lhe-hia o seu vo-
fjxccrdtr. Es|>erava quelo nobre senador por Goyaz appro-
A's II doras da manda, depols de Teila a chama- vas-e o projer.lo, por estar de arcordo com as suas
da, adrio-se a sessao, estando presentes -"1 sendore
senadores.
I.i las as arlas de 10, II c 12 do correnle, foram
approvadas.
O Sr. 1" secrtlario deu coula do seguinlc expe-
diente :
L'm ollicio do Sr. ministro do imperio, remellen-
do nni exemplar impressu do decreto n. 1177 de 22
te novcindro de t8">, relativo ao privilegio conce-
dido ao Dr. Filippe Lopes Nellu para o esladele-
riraeulo de um cslaleiro patente.A quein requi-
silou.
Dons officios do primeiro secretario da enmara do
iepulados, acompanhauju as proposires da mesma
cmara, nina revugando a lei provincial de Mallo- I
opiniiies einitlidas o anno passado ; lanto mais que
S. Exc. podera' na segunda di-cus-.m formular as
suas emendas, que paiecem juslas.
Poeta a resiluci a votos lie approvada para pas-
sar a' segunda discussAo.
Approva-se em olliraa discussao o parecer da me-
sa coucedendo licenea para tratar de sua -ande ao
ollicial da secretaria do seoadu. Candido Jos de
Araujo Vianna.
I.'iir.t em primeira discussan a proposiro da c-
mara dos deputadus, mandando pagar o ordenado
do eareereiro da eadeia da villa du Pilar, .Manuel
Anlonio Ba-tos Kacleclif.
He approvadn o segunde reqoerimenlo :
Peco o adiamenlo do projecto para que seja ou-
Grusso sol 11. i de 8 de agoslo de 1835 : e duas ap- vida a cnmmisso de fazcuda subre sus utiliade c
provando as penses concedidas ao conseldeiro Joan justira.Silva Ferraz.
forma do seo governo, e 1 ameac,ado. O Brasil s temia urna perlurdacao ; o
1 es na alma, se extenuara
quarenta annos. para fazer
pin da empreza.
A confederarlo argel
varios mezes de lulas mi leraveis, Buenos-Ayres se
ina se deslucen : depois de
provincias, e se consliluio
, Buenos-Ayres, sem que a
be muito pouca cousa, mas
bs cenlrus de'pruducrao on-
lercado commercial.
Pela sua parle, a Ri publica Orienlal vollou s
suas distraernos la vori I, s fez pronunciumsntos e
pequeas revolocies, de lou abaixo presidentes que
que seja possivel descobrir
ludo parceia-me presles arebenlaran niesmn lempo.
Pedro, ili-e-ine ainda a mai Juanna, he pre-
ciso que respondas. Qoeres licar sozinlio com a Ce-
sarina'!..... (Jucrcs vir sozinlto para aqui/..... Es-
collie.
Adri a bocea para gritar.
Fico... aqui estou !
Mas eslas raalavras morreram-mc na garganla.....
No niesmn momento, em que ditia coinigo : Darei
dlnheiro aos pobres orphaos, Cesarina. muito di-
nheiro... Pareceu-me que via erguer-se dianle de
raiin meo irmao pallido e ensangiicnlado, como na
noile da lempeslnde, mas triste e dcsconleule. mur-
murando com ar de reprcheuso : Nao foi s isso que
me promelleste, Pedro... Nao, uo foi so isso !
Fiz logo um esforc.0 sodre mim inesmo... um es-
furro quo devia lei-me morlo eem vezes... c respon-
d com vuz quedrada, mas firme :
Mai Joanna... en o jurei !
Depois fugi como ebrio, ou romo doudo.
X
lodavia no meu delirin senlira apertar-me Maria
a man. ouvira sua voz murmurar-me :
Muilo dein, Pedro... es liomcm de lirio !
Durante um anno inteiro repali a mim inesmo es-
las palavra, as quaes liiiham-nic parecido a esperan-
ca, se nao a pmuiessa de que Naris enternecerla
algum da a mi, queschaiia talvez um meio de
por-nns de accordo.
Dira a mira inesmo isso... mas evilava encontrar
Maria. Nessa poca ainda eramos moros... e cu pa-
deca lanto !...
Para rendir.ir coragem contemplava meus lildos,
adrarava-os, ainava-os !
Ad smenle a rile- podia .-ni,ir colo !
Comludo, em cerlos momentos... senta ura dese-
jn furioso de rcpelii-los, como a cansa viva de meus
pesares, como o in-uperavcl odslaculo ininlia feli-
cidade !
Coadndos! Recobrava logo o imperio sobre mim
mesm, esforcando-me por cumprir meu dever.
Oh I leudo a consciencia de hav-lo preenchido
religiosamente, e meu irmao Cesario la no co deve
estar salisfeito!
Nao he verdade, sendor'.'... Para coma Cesarina
sou om IrtJtao como nao ha... Para com os orphaos
sou um verdadeiro pai 1
Creio que amo-os dobradamente.... por serem Pi-
dos da Cesario... e por eram a lembranca lete-
santemenle llagada de minha continua dr 1
Mas vollemos aos seus primeiros das.... ans dias
qne sesairam aquelle, cm que eo fugira da casa da
mai Jnaona... no lempo em que Maria e cu ainda
uo lindamos lomado a fallar-nos.
i.iiiani.i. mezes p.issaram-se assim '.' Eu nao leria
^i podido dil-lo enlao ; nao linda mais o sciilimenlo
de nada ; e-lava como um idiola.
ICiilrelanlo mea pobre roracao romecava .1 sere-
nar-so, e a adormecer com o lempo, quaudo rhe-
giiu-me suhilainenlc I noticia de que Mana eslava
para caar i
Oh : logo enli que ainda amava-a !
Procurci-a enlao. 'I'.ilvez de sua parte ella procu-
rava-me lamben). Cora e-se mutuo desejo de lor-
uirmosa ver-nos ojo lardamos em enronlrar-iio,
nina Lude, ai ealrada ruliertl, nne ronduz a T1011-
\illf.
Na iiKfoi pre.tso (.llar. Ella lea-rae a perguu-
tima causa para estes re rocessns, pois que a r.onsti-
luir.lo he muito hoa c parece de una pralica f-
cil. Existe nes-e padre paiz, urna lula perpetua de
personalidades, conflictos incessanlemeiile renas-
renles eulre ns Brawos e os l'ermelhos, e nu-
vens de generaes, de coronis, de funeciona-
rios civis desorcupados e um tdesouro pudlko em
oslado de penuria permanente. O Brasil, abrigado
por ura tratada e tamdem pela necessidade de ter a
sua frouteira do sul pacifica, .1 prestar a sna coadju-
vacao MHuuienr ni da presidencia legal de Monte-
video, conseolio, s instancias dn governo orienlal,
a prnlege-lo pela sua inlcrvcnrao. Enviou a Mon-
tevideo urna divisao de cinco mil homens ; enclieu,
por urna suhvencn mcnsal de 60,0'KI piastras, os
cofres desse infeliz paiz, verdadeiro tonel dasDa-
naidas, que engoliram muilas nutras sommas em
consequencia da foroe dos seus credores de toda a
especie. L'sles sacrificios peeuniorios, aos quaes
foi preciso por termo, se elevaram ao algarismo
enorme de 10 milbes de francos, e adsolutamenta
Pedro! accrescenlnu ella vivamente, sou ainda
tua nniva... e emquanlo no me liveres dito : Casa
com .lacques!... ficarei solleira. Mas minha m.li
supplica-me... minha mili esta mai velha... mui do-
ente... Tcnbu tambem de cumprir om dever !...
Escapou-me um grito de desespero.
Pedro! exelamnu Maria laudada de lagri-
mas... amo-le! Pedro... nao podes duvidar... hei
de amar-te sempre... Mas nao posso por ti dcixar
innrrer minha mai!
A esle grito de dedicalrao n3o menos doloroso que
o meu, eu devra cahir-lbe aos ps, consentir no
que ella implorava, e g ilar-lhe lambem : lle-i.na-
e,o e coragem!
Mas nao eslava m.
i> em duras rcpreliensrls, em odios
um arrehatainenlo insenialo.
Isso de mo!... murmorou Maria brandamea-
le... lie muilo inao... n as nao posso agastar-me...
meu pobre Pedro... pois he o excesos de leu amor,
que falla nesle mometit)... Espero que a razo le
voltara brevemente... e com ella melhor respusla...
liei de espera-la!...
E deixou-me soloranJo margem da estrada.
\l
Com elleilo nos dias siguiles rellecli.
Nao pudendo mais cas ir com Maria, tiuha cu o di-
reilo de im|iedir seu cas ment cora oulrem, de con-
demnar assim de urna feila a (ilda ao isolainenlo, a
mai ,1 sepultura '.'
Ic oulra parle eu deih via, que lodos em lorno
la conduela, e julgavam-na
n-me, encaravam-me com
o me cstendiam mais a mo
Paraguay lmia pela sua propria existencia com o
Estado iinlepcndenle. Kosas pretenda invadir o
Paraguay e eucorpora-lo conledcrarao Argentina.
Elle, que manlinda vuluntariamenle us seus planos
na sombra, uo dissimulava esle, e a ultima vez que
reuni a sua cmara dos representantes, foi para que
llie desse urna carta branca que o aulorisasse a pro-
ceder como en 1 ende-.e contra o Paraguay. Se a ac-
r.in enrgica do Brasil, Lpez e a sua repblica es-
(avam perdidos, puis que a lula era sodremaneira
desigual. Assim a victoria de Moolc-Caseros salva-
ra Lpez de um perigo ilumnente, e o que de digno
de uliservarilu, he que esle resultado capital linda
sido ndtido sem esforrnalgom da parte do Paraguav,
pois qoe as tropas de Lpez nao estavam em linda
em Moule-Caseros, e nem se quer sabiram do territo-
rio Paraguayo. Assim, o Paraguay devia ludo, al
a existencia, a iniciativa e nos sacrificios do gover-
no imperial. Eis aqui como lite testemnuhnu o seu
reconliecimenlo.
Em virlude do tratado que consasrava como prin-
cipio o direln de navegaran e commercio para o pa-
vildao brasleiro lias aguas do rio Paraguay, tratado
eminentemente proveiloso a repablica paraguava,
pois que lamhem Ide abra a passagem do rio Para-
n que Rosas lhe tinha obstinadamente lechado ; em
virlude, digo eu, deslas eslipulsces e para regula-
risar-lhe a pratca, o plenipoleiiciariu brasleiro em
Assumpcao, n Sr. Leal, recebeu ordera para enlen
der-sc cum o governo de Lpez e fazer ao mesmo
lempo um rcgulamenlo de limites entre os dous Es-
tados.
Desde o comeco das negocac,oes, a mi vonlade de
Lpez se manifestou da inaneira a mais clara. Sem
que ao principio ousasse declinar das consequeucias
do tratado de uavegacao c commercio, Iralou de cer-
car a questao de limites com dfflculdades: fez urna
proposiro de iucrivel sclvajaria ; exigi que um
ns em meu juizo... prorom-
mearas, em
de mim ronlieciam mm
mal. ir de rensura geral, e n
como danles.
llouve al alsuns que]
cm lom de compaixao c
critica e pnr zorabaria.
Comprcliendo, Pe
dieta me um dia o deca
preciso snffi-la... he preciso ser hornem !
Oulra vez, quando e
praia, muilas mulhered
mim com voz significad la :
A mai Joanna esl
At o meu marojo esl
lo borracho, ousou dize
Ymc. de como
Nao come, nem cousen
Chegou emfira a vez i
horlou-mc palernalinei
da religiao.
Eu nao me animava.
Mas a Cesarina den tan)
Nao ters rumprii
vra para com o teu irm
verdadeiraracnlc o pai
liouveres forrado Mara
fallaram em voz alia ; esles
de exhortadlo, aquelles por
ro, que he causa dulorosa,
los pescadores ; mas he
1 chamava minha barca da
murmuraran! ao redor de
mal boje... est muito peior !
indo no dia seguiute um lan-
-me :
rao do jardineiro, palro...
e que os outrns comam !
o senhor cura, o qual ex-
le com a santa autoridade
ao quera, nao poda ainda !
bem sua npiiii.1.1 :
o completamente la pala-
0, diase-me ella, nao sers
le inciis lildos -en,in quando
a ser mulbrr de oulru !...
isso sorrio a mi-
nos iv'ihos, e respoudeu por si mesma.
Bra verdade!
Era
Oh senhor, enlao d cidi-me....
ulia dr... Ha inomenU s na vida, ein que a seute
quasi compraz--e ein mugoar scu podre coraron, ja
lo dorido... em que i forra de termos padecido aco-
lliemos com lonca alcgr|a ludo o que pode fazer-nos
padecer anula mais.
Resolv, pois, re-lilu r logo a liderdade a Mara.
Mas cuino derUrar-l te aviaba re-olur.io. \'-la,
f.ill.n lhe... eslava Mil n de iiiinhas forcas.
Esprevamos! disse ea cumigu.
XII
Com esta Qteo(iio coinprei uia caderna de papel,
fecdei-mc a duas voltas no meu qoarto, e comecci a
larefa.
Posto que soubesse apenas escrever, ferviam-me
tantas eonsas confusamente no cerebro, que minha
iii-l j poz-se a cobrir rpidamente de caracteres gros-
seros as qualro paginas.
Ol! murmurei, a cousa he menos difticil do
que eu pensava.
Mas, quando Inrnei a ler mmlias garalujas, repa-
rei com pasmo, que nao fra isso que quizera, que
dexra ter escriplo...
Recoraecei.
Uuatro paginas anda... mas que lo pouco eram
a expresase de meu pensameiilo, de mea dever.
Risqueinus o que be de mais, disse eu coraigo,
veremos o que restar.
E lendo segunda vez parava a cada phrase, cuida-
va um raomeulo, e depois a fazia desapparecer de-
baixo de grnsso Iraco.
Assim fui riscandn at qoe emfim nao reslou das
quatro pagiuas mais do que estas palavras: Casa com
Jacques.
Ad nao era ludo o que eu tiuha a dizcr-lhe'.'
XIII
[rancrevi, pois, esta suprema despedida para ter-
ceira folda de papel.
Ouanlo tempo levei a dobra-Ia, a fecha-la De-
pois ilesci com a carta.
Eslava escripia, mas ainda nao entregue... o que
era o mais lerrivel!
Por quem a enviara agora ?
Justamente passou um gramcle.
O'l pequeo!... eis-aqui dous sodios para
ti... vai entregar c-u caria filha da velda Joanna.
Prnmplu romo una aiulorinha do mar, quando
cade sodre algum peixe, u grumete empolgou us duus
sodios com nina nio, c com a oulra quiz agarrar ao
mesmo lempo a caria.
Rclirei vivamente a mo, em qne ainda a linda...
depois a o grumete.
Oh sendor, relo que nonca l-la-hia dado. Nao
era niiiiha ultima esperanra... nao era toda a mioha
felicidade. toda a minha alma que ia levar esse me-
nino maligno '
Mas elle que sem duvida eslava ancioso por go-
zar dos dous suidos, em um dos meus movimentos
incerlos achou meio de apodcrar-se da carta, e
correu !
A principio quiz lanrar-me apns elle... Mas... isso
eslava decidido... bem decididn... Contive-rae... li-
quei em pe, iinmovel, poim trmulo romo ama fre-
ca no momento em qoe arada de rravar-se.
Helcndo-me cora una iii.ui .1 parede vizinlia, e
compriinindo rom a oulra o meu pobre roraro, que
impella-rae temara para dianle, segui com a vista o
grumete, a caria...
Elle chegou rpidamente outra exlreraidadc da
aldeia... Parou liante da casa de ni.ti Joanna. En-
trn. Eslava ludo perdido !
Voltei-ine vivamente para n outro lado... Ahdei a
passos largos pelo campo, pela floresta, inuiinur.in-
du illonilo :
F.ll 1 lera luinlia caria agora... adre-a.... l.....
chama a mai... e depois... e depois...
E depois ale aiiidiiderer rauiuhaiido para dislra-
lur-ine ledril, diuca, e iuressjuteuieuie repeta a
iiiim me um esljs palavra-;, que via correr em eanc-
leres de logo ein luino de tuio, as tretas : Casa
cum Jacques!
Mara Jacobinaa*. a' viuva e lildos do capilo docor-
po policial da Baha, Francisco Joaquim da Sil-
veira, e a' viuva do alteres Vicente Francisco Dias
Jnior e a seu filho Vicente Francisco Dias.Vao a
imprimir nao n e-I.indo.
Oulro do mesmo, rcmellendo a decisao da cma-
ra dos deputailos para que ronliuue o proresso ein
qae foi pt-nnanclado o deputado Manuel Joaiiuini
Tinto Pacca, e bem assim u seu re-pcrlivo Ira-lado,
acompanliado de una ropreseular.io documentada
do uiesiiio deputado.Maudou-se auluar e fazer de-
pois o feito concluso.
Passaram sem dbale em I.e2. discussan, as
proposires da cmara dos depnlados : l.a conce-
dendo um anno de licenra, para tratar dasuasau-
de, ao juiz de direito Carlos Antonio de Bullioes
Bideiro ; 2.a 3.a e i.-1 approvando as penses con-
cedidas i viuva e lildos do Dr. Jus Vieira Budr.
gues de Carvalbu e Silva ; a' viova e lilhos do Dr.
Cypriann Bardo-a Betamn, e a' Viuva de Angelo
Custodio Crrela ; .".' e I.-1 mandando paitar car-
ia de naluralisaro de cid.i lao drasilein. .1 Jos da
Costa Ferreira Cardoso. padre Jo-e Doroingiies No-
gucira da Silva, Beruar lo Teiseiri Bargas, Caetam
de Si', l.uiz
lin rcqiicri.neiito da Jos da C isla Frrreira, pe- Evaristo Vicia de Si', l.uiz de Freitas A r ruda,
lindo revogacA da postura da cmara municipal I Joaquim de Castro Silva, Jos JnaqoisB Pereira A
da 'orle conlra ollicinas de caldeireiros no centro do rurara, falto l-'ernandes Valdez, JoAo Coivie, Jos
Dolsi, Joo ICdeling, Guilherme Evans, Pedro Goi-
Iderme Macyer, l.uiz Francisco de Carvaldo e Joa-
quim Avellez.
He approvada em :. dlsennlo para ser remel-
lda i' cmara dos deputados, indo primeiro a' com-
missao de rcdarrio, a |iroposirao do senado autori-
sando a irmandade da Sania Casa da Misericordia
de Bez.ende para possuir bens de raz al o valor de
6O9OOO.
O Sr. presidente declara esgotada a or lem do
dia, e da' para a do seguiute trabalhos de commis-
ses.
LevanlDO-se a sessao a ulna hora da tarde.
Nos dias II e IJ nao douve sessao.
e.A' cominis-ao de legislarlo.
Lem-se os segualas pareceres da corainissao de
m,mulla e guerra : o I. indeferiudu o rcquerimeulu
do capillo reformado, Francisco Jos Cmara, ein
que pede regressar para 11 primeira classe do exerci-
lo ; 2., pediudo informares 110 governo sodre a pre*
lenr.lo do primeiro lenle, Francisco Duarte da
Costa Vidal, que pede se cont sua anliguidade da
data em que coinerou a servir cuino praticante de
piloto, e I.0, propon lo qm se aredivem os papis
relativos a' prelenco do lenlo reformado, Jos
Xavier Pereira de linio, por ser fallecido u dilo l-
enle.
O primeiro parecer tica sobre a mesa e os oulros
sao approvados.
OBDEM DO DIA.
lie approvado o requerimento dos Srs. Ferraz e
D tulas, propon In o adiamenlo da indicarlo do Sr.
Dantas, sobre posturas da cmara municipal da cur-
ie, at que veuliam as infurmares pedidas no ines-
mo requcrimeulo.
Entra em primeira discussan a proposiro do se-
nado, que manda matricular as escolas maioresos
aluinuus que, por motivos justos, nao tiverem com-
parecido 110 prazo lixado para as matriculas.
O Sr. SUtiri da Molla julga incuravel a mo-
lestia que ha lano lempu allerla o corpo legislalivo,
de dar constantes aulnrisacoes ao governo para le-
gi-dar e alterar a legislarlo existente, sem ao menns
formular as liases cinaque devera assenlar as dclide-
rares ; eulrclanto que pareca ser lempo de eeo-
llier as recl.nnares do paiz contra om syslema tao
perigoso, qual o de demr a assembla geral, pur
preguira de fazer as eonsas por si, para delegar lu-
do ao goveruo cora risco de graves adulos.
CAIAM DOS SRS. DEPUTADOS.
SESSAO 1)0 DU 10 DE JIMIO DE 1836.
1'resiUenria do Sr. lisconde de facpendi/.
Adrio-se a se'sao a dora do cosime.
I.ida e approvada a acia da testan antecedente, o
Sr. primeiro secretario den conla do seguinlc expe-
diente :
, l'm olrio do ministro do imperio, commanican-
do que esla iuleirado das pessoas que compoem a
mesa dos Srs. depulados no correnle mez.Ao ar-
chivo.
dem doSr. depala lo Frederico de Almeida
e Albuquerque, communicaudo 11A0 poder compa-
recer a sessao por incummodado, o que far* logo que
Ide seja possivel.Inleirada.
Dilo do Sr. deputado Anlonio Carlos, parti-
cipando n.10 poder comparecer a sjeatft por estar
de nojo pelo (altecimento de seu pai.Mandoa-se
desnnnjar.
A passar a resolocao como esta' redigida, impor- I dem do presidenle do Para, enviando dous
lara' o mesmo que declarar que nao ha mais prazo
legal de matriculas, e que esla' invalidadu o nosso
syslema de esludos por dres e frequencia. Seme-
Ihanle disposiro dar' lugar aos maiores escanda-
\1V
l'.miim chegou o dia dos desposorios.
Desde a vespera eu tinha-me embarcado.
Vaguei lodo da ao acaso. Mas de tarde houve as
ondas um infernal crueldade. que Irazia-me forzo-
samente praia de Villerville, qoe obrgava-rae a
hordejar sempre... sempre dianle das luzes acezas
para a fesla !
Senhor, lenho uuvido fallar de espantosos suppli-
cios que exisliam ontr'ora... da loriara, da roda...
de desgrscados a quem se arrancava a lingua, e as
milla-, e se quebrava os otaos, que se esfolava, e
queimava anda vivos Pois jurn-lhe, senhor, qoe
lodos estes marly res sollreram ainda menos do que
durante essn imite aquelle que Ide falla !
Emfim, nao podeudo mais resistir... lance a an-
cora... cJloguei h Ierra... melli-me airas das sebes...
( onde se luid.un festejado nossos desposorios!... );
agaehei-ine na relva... ol^ervei..*
Coitada I inliam odrisado a Maria a dirigir a
dausa, e era ella por cunseguinle quem cautiva !
Justameule a can. do da rosa.
Cania, canta, rouxinol,
Tcns alegre o coraran ;
11 mea jai actualmente
A logado em allIicc.o.
Puis que meu edaro Pedro
Em lagrimas me dexou.
Por um lioioo de rosa
Oue de mim oulro llcancon.
<,iuem me dera que inda a rosa
Kslivesse no rosal !
V. que meu caaro Pedro
Nao ressasse de me amar !
No mntenlo cm que Maria lerminoil esla ullim.i
copla, um marinbeiro acendia sen cachimbo atr.is de
mim... A claridade illuminou-me o rusto... Mara
avislou-uifl... e, dando ura grande -i .lo. cabio so-
bre a telva.
I.anrei me para ella.
Jacques chegou quasi ao mesmo lempo. Porin,
longe .le mustrar ciume, colera, aperlou-me a mo
com urna especie de araizade, e contemplando a Ma-
ria, que tornara a si, disse-me com ar extraordi-
nario :
Nao lema !
XV
Era rapaz, cxcellenle esse Jacqaes VoSM senbo-
ria nao arlavinha anda oque fez I Ol! quem n ade-
vinh ira "J
1-1 le que de ordinario era lo pacifico, lo hom.
Uto sndrio, pareceu ler-se lomado de repente nutro
liomein. Grilava que era preean alegrar os despo-
sorio-, inaudeva duscar cidra, viuhu, agurdenle...
multa agurdenle.
lina hora depois eslava horrivelmcute emdriaga-
do, ao menos as-im o pareca.
Pela meia noile Jacques pozera tu lo era revo-
lur.i..... drig.ua cura lodos os homens... asuslra a
ludas as r.ijiaiigas.
Recondazindo de roadraelda Mara a casa da mai,
fez nina siena espantosa... Ter-se-hil jurado que 1.1
espiura-las.
Sanlissiva Virgem I IXriimav a ra Joanna
depon desuj retirada, que palile nboiniuavel fus-
tes vos, Virgem Sautissima, que m'o lizesles conhe-
cer anda a lempo para impedir urna desgrasa.
exemplares de rada ama das cnllecres dos actos do
governo da mesma provincia, expedidos em 1811,
1X12 e IHI:t, e que formara a segunda parle das
(eis promulgadas nesses anuos pela assembla legis-
Ouem leria jamis suspeilado tal cousa '.' Nanea mi-
nha filha sem soa mulher !
De fado, o rasamcnlo acabava de ser desfcilo... O
segundo novo de Maris tora expelldo para sempre da
casa da ini Joanna com applauso unnime de lo-
dos osfaldeos, os quaes retiravam-se repelindn :
l.loe palile !... Oucra leria suspeilado lal cou-
sa '.'... Que hnmem vil !
Oh !... nao... nao !
Se Jacques nos comprebendera, iamos lambem
comprebender a Jacques.
Pouco depois eu linha voltado ao campo ja soli-
tario.
Maria nao lardou em chegar curiosa e furtiva.
Jacques vein collocar-sc entre mis... Jacques des-
emhriasadn como por cncaulamento, o verdadeiro
Jacques.
Baslou-llie contemplar-nos sornndo, estender para
nos as m.ios, uas quaes eslavam seu rainaldcle, e sua
fila de noivo...
Oh! com quanlo reconhecimenlo apellamos lo
boas e generosas maos!... Ouanto as abrarmos. Ma-
ria e en !... Oh! romo Idq gritamos do fundo do
rorar.io :
Obrigada, mea amigo !.... Obrigado, Jac-
ques !...
laliva provincial.A' commissao de assemUeav
provinriaes.
Ima representarlo de Kohertr da Silva Saa-
los Pereira, queixatido-se de nao hiver o govevmi
dado -ulur.io um requerimento que, dirigida a
esla cmara, foi pur ella renvetlido ao gov.rao.
A' commissao de penges a ordenados.
l'm requerimento de Nalhali* Franeifi.
pediudo ama penso em remunerarn dos srvtcaa
fcilns por seu fallecido mando em Sergipe, por ec-
casiao do cdolera-morhus.
Psaranar.
lie lido e approvado o parecer da consmistn de
r iii-liluir.io e poderes, opinando qae nao ejaadap-
l.ida a iiidir.ie.'iu dn Sr. depnlado Mendis de Al-
meida, para que fosse rhamado|a lomar awienlo pela
B.diia o Sr. ronaclneiro l.uiz Antonio de Sarapam
Vianna, tiste acliar-se preenchida a represan tiran
daquella provincia.
Ileiac'-o.
Sao lidas e approvadas assegninles redacr*n :
I." Do projeclo que nvoga 1 lei provincial de
Maltn-Grnssu, s.b n. 1 di 8 de agoslo da I8i%.
que fe extensivas ios membros da assembla le-
arls.
peno
2. > Do projecto que ipprovt penso innail ele
liwrjooo ao conselheiro Ju 10 Miria JicobiM.
3. Do projeclo que concede penses a vrava 1
lildos do capsule do corpo policial da Babia, Fr#n-
cisco Joaquim da Silveira, el). Mana Amalia das
Sanios, viuva do alferes da corno policial da pro-
vincia de S. Pedru do Rio-Grande do Sul, Vicente
l'r.inri-rn DiaS .llllnor.
PBIMEIRA PARTE DA ORDEM Imi DIA.
lie dado para discusso o art. I do projecto a. '.I
desle anuo a repello das sociedades em cvraaaen-
dila.
Ileapoiada a seguale emenda do Sr. Caraairo da
Cara pus.
o No art. I, depois das palavras menor de Hi
contos de rei, 1 accrescentc-se ani capitil da im-
perio, e de ou contos as provincias.
Sodre esla maleria orarara as Srs. Bandeara da
Mello e Carneiro de Campos. O primeiro lembreas .
a cmara os perigos que em sai organiserae posteen
traxer as sociedades em commandila, e 1 aeacaaai-
dade qae ha de se lolherem os passos 1 agutlagem
universalmente coudemoadi. O segando MHletsUa
0 projeclo que nao enzolve alterarao algnnsa do
nosso cdigo commercial, e qm deve pradnztr nji-
tiinos resuliadus.
SEGINDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Proresso do d'miado M. I. Pimo Pmeem.
Procede -e 1 volaro do parecer dan conatstSMon
com a emenda subslitnliva do Sr. Magalki*. Cat-
iro, concebido nos segnintes termos :Qoe eaatti-
uue. o processo du depuladu Manuel Joaaaim Pialo
Pace..
O Sr. nutra Bocha faz alsnmas rnosideraces
acerca do modo porque deve veriKcir-te a vetefio,
e conclue pedindo esclarecimentot acerca 4a ataca-
da, por deixar ella inteiramente occolta a circurm-
lancia da prisao do deputado.
O Sr. IWoriro da Imz falln no mesma sen-
tido.
OSr. MngaXhe* Castro eiplica-se da rnada'aaa
o uo podemos comprebender.
O Sr. Saraira diz que acusado ha a votaras te
parecer do Sr. Maga Ida es Castro, par Vaao que, vo-
lando-*! por pirlet o parecer das eammiwes, po-
dem tirar -a'i-ieila- todas as opinioes.
OSr. Oriarianoconcorda com opiniao da Sr.
Saraiva.
O Sr. .S'ayo Lobato combate a opioo das pre-
cedentes oradores.
O .sr. Marlim Frawisro ronform sa cara a
ipini.i.i do Sr. Sayao Ldalo. Depois da anta ra-
lorosa disco-sao, inleriiquda por apartes de lodttt
os lados, aiiprovon-aa qua primeiro :, votada a
emenda do Sr. Maualdie. Catiro.
Posta a votaran, passuu a emenda, (icindo preja-
dicado o parecer das rummistoes.
O Sr. Oatra, Rocha pela ordcnn obterv qtsa
nao parece muito irregular que o parecer das cstaa-
inisees fique prejudkado com a passagem da imn.
di do Sr. Magaldes Castro.
O Sr. .Magalhes Catiro pela ordarn d alga-
mas e\|i|irirues.
Nao estando esgotada a hora, enlrou em dsacan
sao o projecto n. 11 desle anno.
O Sr. V. tontera pede qne a projecto taaka ama
SO dl-ciissao.
Verilirando-se nao haver casa para procadat a v-
larao. u Sr. presidite levanten a tato a toa para
ordem do da 11 :
Pniiiesra parle.
As materias anteriormente designadas laale para
a primtira como para a segunda part.
Segunda parle.
Segunda diseossAo da proposta do gevarneema
ti xa as forras de trra para o anno finante ira de
185718J8.
II
Vret'denaa do Sr. ritronte aa / acatad.
Abre-se a sessao depois das II horas.
I.ida e approvada a acia da antecedente, a Sr.
primeiro secretario di cunta da tegaiate expe-
dienle :
l'm oflicio dn ministro do imperio, atetada da t>
do correte, parlicipando qne S. II. Impendo
dignuu-se marcar o dia II, a 1 bar di tarda, para
receber no paco di cidide a depuljrao da rataara
que lhe lem de apresenlar a respetta a falla ala
Ihronn.Inleirada.
dem do mi-mo. datado do dia 8, remetiendo tama
1 copia do decreto de 6 do mrrente, palo qual S. M.
I o Imperador digooa-se cooceder a 1). Frinciaca da
Hiveira Lisboa, viuva do coronel cd-fe da lesin
da guarda nacional, Gabriel Gomes Lisboa, a pen-
araigo
XVI
Depois desla nllima prova nao se Iralou mais de
casamento para Maria.
I "mu 1 din: cem vezes bemdita, ella uos linda ap-
proxiuiado !
Agora se nao proruramo-nos mais, ao menos nao
nos evitamos.
Indos os domingos, como nos dias dilosos de Bat-
a mocidade, recobrei o habito de olTereccr-lhe a
agua denla ao sabir da igreja.
Hurnnle a missa recuperei igualmente meu lugar
hereditario no mesmo banco que ella... Por extraor-
dinaria irona do deslino, a' Cesarina e seos lildos 1-
cbam-se enlre mis na igreja, como na vida !
Issu nao nos impede de trocar cada domingo nos-
sos livms de oraees, que s.lo iguacs... pois sao os
meamos dos nossos desposorios... de sorle que do-
rante toda a semana Maria ora por mim no mea li-
vro, e eo oro por ella no seu !
Emquanlo nao chega a otar, vou a liorta... dian-
le de sua jauella !
Nunca emlwrco-roe sem passar dante da rasa da
mai Joanna, sem que caia-me aos pcs urna flor, ama
lila, urna reliquia, que durante toda a semana me
larn feliz, no mar.
As vezes do alio vejo lluclaar um lenrn branca
que parece di/cr-me de longe : Amigo, rora-
gem '...
I odas as nuiles, quando nao ha novan, lio os nlhos
meditando sodre a luz, que arrend-^> .1 sua |ancl-
la : de m->ii pbarol ..he minha esirella !
Na verdade niio dir-se-hia que somos casados/
Mas nao ... mo... nunca !
Algunas palavras de passagem, as vezes um fur-
livo aperlo delra.io, odiares, sornsos, meiiinices,
-mili.1- 1 f
l'al he nnssa iiui.i ueste mundo al qutsejanios
rliamsdus |iara o ero... onde, roulnrme diz o senhor
cara, Deojsatt as stotas I
Mas j.i muilos .unios lem pasuda assim sobre mu-
sas caberas... Iiui,me esse lempo, m o eco livesse
querido, quaulo leriamos sido felizes !
XVII
E o pobre Pedro deixaodo recehir a cabaca nat
mos sem duvida chorivi em silencio.
Em silencio deiiei-o chorar.
Qae poda diter-lhe '.' Sen petar nao era sjajajnal-
les que admillcm consolarlo '. Alem de qae aae ti-
ve tempo.
0 vento linda cnchido as velas.
Pedro levantou-se logo triste, mas traoqailleeeano
sempre.
Obla grumete marujo obla acordona. !...
Eis ah o venlo !
XVIII
Era no invern passado, era hoalem. ChegaaHn
Villerville achei a aldeia loda em fesla.
1 .iue novidade ha aqui I porgantes aa velha
pastor, que primeiro enconlrei ni prala.
nne novidade ha retpondea-vae elle com ar
alegre. Pois o senhor nao sabe "'
Nao.
Ha qnasi seis mezes que a Cesarina uao tliste
mais nesle mando.
E he por bbjh ciOsi...
Nao. Mas azem seis mezes.. Seas lildos ro-
raeram a nao chora-la mais. E alias sao tai suts
excellentes !
Que ha esl.io t
O casamento de Pedro e de Marta !
Esta inaulia t...
Daqui a urna hora.
Ja en nao novia mais ao cari, ja eslava sobre a
penhasco. Duus minutos apenas bastaram-me para
chegar ao limimr di cisa.
Pedro com mapas novis e bellas, Ptdro to ale-
gremente transformado, lao bem remorada peta fe-
licidade, rerebia as fclicitanjes de lodos os pescaste-
res que o .un.ivam.
Ah senhor... nao me dissera elle nma noile
em sua barca.. Ad' senhor, he lao boro qitm
ama!
A brio-se ama porta no (ando.
A noiva appareceu .... ainda mora.... ainda
bella !
Dava-ihe a m.10 sea fularo entrado... bailo rapar
de vinle annos.
Alraz della ajuslando o reo branco vinha asi fa-
ln enlen ia... urna linda donzella.
(.Miando Maria chegou junio de Pedro, a rapar a
a rapariga ajoelharam dianle della, a diaseram :
Minha mai !
1 ido- estavam enternecidos. A velha Joanna
com os olhos ar razado- de lagrimas marmarav at
sentada na poltrona :
Vossa mai.... sim.... agora.... sim.... masas
blhn.. !
Talvez arcresrcnliva em voz baixj e com algnma
r.izao :
Agora que uo exi-le mais aqu a t.esa-
1111.I !
Appruximci-mc a mea turno. Abracei a noiva.
aperlei rordialmeule a 111.10 da nono, cata val
ccmmndid.i Ibes disse :
Honrado Pedro... lerna Mlria... .1 fritrideda
parec chegar-vos no aalonn... Mas a corar aa ...
euvelliece... e par um aniui, romo o veno, lia asna
pi Hlatela i-lvnij !
MM
i\nHrnLfii5tT
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO





laORllt'0 DE PERUCO QUIRTI F I 14 RE AOGSTO II IK6
sao aiiiMi.il de rltMljtXIO.A' mnimissao de penses
e ordenados.
I ni requeriineuto de Joao Apolinario dos San-
loi, cidadao brasileiro, pediodo ser manteado par
um dos lugares de continuo da cmaro.A' mesa.
I.e- (Juenoz, a proposla da mera para na lugares de con-
tinuos vagos, para os qoaes indica os Srs. Jos
francisco Xavier de Catiro Jnior, Josc Joaquiui
de S'iu/.i. Carlos Domingos de Souza Caldas.
O Sr. presidente numcla o Sr. I.ima para subs-
tituir o Sr. Brolero na con>nnssn que lein de apre-
senlar lioje a S. M. o Imperador a resposla a Falla
do Ihrono.
O Sr. Mello Franco, (pela ordem.' expen a ra-
zAo porque Da quesillo do depulado l'acca volou
pela emenda do Sr. Magalhftes Caslro, porque era
da opimao daquelles que julgara que o processo de-
via conlinuar.
O Sr. Saraita :A respeilode conlinuar o pro-
ceso e ser suipeuso o depuladv, luda a cmara era
unnime.
O Sr. Comes Ribeiro explica seu vol, dizendo
que volara contra a emeuda pur volar pelo parecer
un (odas ai suas conclusoes.
O Sr. Oetariano eiplca-ia no mesmo sentido do
Sr. (ornes Ribeiro.
O Sr. Ribeiro da l.uz, Uulra Rocha, c oulros se-
nliore eiplicaram a razio do sen vol.
l'RIMKIRA PARTE DA ORDEM DO DA.
Coolinua a Ii-i-ii."<> do ari. 1 do projec(o o.'.),
desfi anno, e emenda apoiada.
O Sr. barilo de Mau t*\\ largamente cm res-
posla ao Sr. H.mdeira de Mello, e concille o seu
discurso faieudo algumas coinnderacoes acerca de
varios tpicos do discurso do Sr. viscoude.proferido
uo seotdo.
/'lia do Ihrono.
OSr. Bandeira de Mella, relator da commissao
que foi ao pae<> layar a resposla a falla do Ihrono.
dea conla a cmara da lal commissao, eommun-
rando que S. M. I. te digoou responder uos se-
grales termos :
e Agrader-o a camare doi Srs. depulados o apoio
que presta ao mea enverno : elle coutinu.ira'a
merece-I, promoveodo o adiantamenlo da narito.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
FixQcao de forras 'de trra.
lallnrnm hoje nesla materia os Srs. Uran.l.lo.Pau-
la Punan e Marlim Francisco.
Acham-setainda inscriptos os Srs. Saraiva, Men-
clonra e I.eilao da Cunlia.
O Sr. Ilrando, depois.de prestar respeilosa lio
menagem ao Sr. marque/, de Casias, mini-lro da
guerra ; depois de dizer que, como opposicionita
de Ima f, nAo pode negar pao e agua ao goveruo
com que esta em desinlelligeucia, diz que nao pede
deiiar de fallar contra o excesso da forca pedida
pelo enverno, alenlas as circomslaucias do paiz.
Temi nos lutado terrivclmeole com a epidemia
do cholera, que devastou a uossa populacho, achau-
do-ie o nosso lliesouro com um delicil, "julga que
nao se devia pedir a mesma forra dos anuos ante-
riores ; porque, para preenche-la uecessariaraente
se (em de recorrer ao rccrutamenlo, fatalissimo re-
curso, hoje que a lavoura est desfalcada c lula-
moa com urna crse.
O Sr. Mendonca :V. Exc. falla contra a Turca
pedida, porque a sna provincia Rio tem guarda na-
cional destacada ha 20 anuos.
O Sr. Saraita :A de V. Exc. desde 1837.
O Sr. Brandilo, continuando, diz que se livesse
certeza de que a guarda nacional era dispeusada do
seryiet), nao duvidava \olar pela forca pedida.
Em seguida, o orador pugna pelo 'augmenlo do
sold ; e passando a tralar dos desanmenlos vo-
lantes que ltimamente se (em considerado como
medida necessana para a repres ao do crime, mos-
1ra o inconvenientes que podein resultar para a
disciplina do exercito da pralica dse nomearem
delegados de polica a esse. commandanles volan-
te, e dele-Ios por esse modo ausentes de seus cor-
pos por rouitos anuos.
Anda fulja o orador para a desproporrao no re-
crutamenlo, e chama a atienen do Sr." ministro
para o recrutamento que se faz un norte do Brasil.
I.uncluc o seu discurso prometiendo fazer mais
algumas consideraces acerca dos negocios da repar-
licjto da guerra quando se Iralar de seu orra-
menlo.
OSr. Paula Fonsecaresponde a alguusdos lopicoi
do discurso do Sr. Brando, e conclue moslmndo
a necessidade de se proceder ao recrutamento pelas
margens do Jeqoilinhouha, onde a seguranza de
vida e prnpriedade nao eslao hem garantidas por
nao existir uaquellas paragens urn forte destaca-
mento (|Ue faca a polica do rio.
O Sr. Marlim Francisco comer o sen discurso
pedindo deiculpa a cmara por (er'de necupar a sua
alujucao. eos protestos que faz nessa occasiaoa
respeilo de sua posicjlo na cmara da maior realce
a sen merecimenlo.
Em seguida mostra o orador a necessidade de
mandar o nobre ministro da guerra completar o
corpo fixo de S. Paulo, para a-sun ficar slliviada a
guarda nacional do servido activo.
Mostra depois o orador as razoes porque entre
nos he (So diflicil a acquisico de homens para o
nosso exercito, e acha-as us castigos corporae que
se applicam no nosso exercito, no arbitrio das penas
e na exigoidade do sold. One a exeiuplo do exer-
crto fraiire/., que 13ohcllissiuias pravas de coragem
e disciplina deu na Crimea, se devia abolir os cas-
tigo* phvsicos.
Depois de combater o principio emillido pelo
hr. Paula fon-era, de que o recrulamento he um
nos meios de policiar certas localidades, depois de
anula fallar na desconfianza de delegados militares
o orador chama a atiendo do Sr. ministre para o
estado lastimoso em que se acha a fortaleza da Bar-
ra Glande da provincia de S. Paulo, que ja para
uada serve pelo aen eslado de completa ruina.
Estando esgotada a hora, o presidente levantou
a senao, 8 deu para ordem do da II as materias
anteriormente designadas, accrescendo na primei-
ra parle a discussao da .proposta da mesa para os
lugares vagos de continuo* da cmara.
12
Le-se e approva-se a acia da sesso antecedente-
O Sr. 1." lecrelario da coula doseguiule exoedi-
enle : r
Cm oflicio do secretario do senado, devolvendo a
proposito deita cmara acerca da aposenladoria do
ollicial da secretaria de eslado dos negocios da ma-
rraba Dionisio de Azevedo Pecauha ; e parlicipan-
Oo que o mesmo senado adoplou e vai dirigir a
sanecao imperial a resolucSo, que declara poder
ser admitlido n fazer came das materias do 3. e i.
auno da faculdade de medicina da Baha o eslu-
daole llercnlann Anlonio da tonceca.Inleirada
e ao archivo.
Um requeiimento da confraria de N. S. do
Oaadelupe. erecta na sua igreja na cidade de Olin-
da,provincia de Pernambuco.pedindo para possuir cm
heos de raz ale quantia de 10:0008.--A' commissao
de l.izenda.
Oolro de Jos Mara Pestaa, cidadlo porlu-
guer, po-lindoser naluralisado cidadao brasileiro.
A commissao dec.onstiiuir.ao e poderet.
Iledacres.
L-se e approva-se as sgoi.-.tes redacrf.es :
1. Do decreto n. 10 dcsin anno, qu concede a
pensflo correspondente ao mcio sold a viuva do le
nenie Ignaeio Marinho da .-ilva.
2.a |)o decreto n. 1-2 desle auno, que concede
a pensio aunual de liSOOs as Gibas legitimas do fal-
lecido viscondc de Mag.
ORDEM DO IA.
Primeira parle.
Enlra em discussao a proposta Ha mesa que pre-
enchc os lagares vagos de continuos da cmara.
He approvada sem dbale.
Cominu'a a discussao do arl. 1.- do projecto n.
9 desle anno, sobre as sociedades em 'commandila,
c a emenda offerecida pelo mesmo aulor do projec-
to o Sr. Carneiro de Campos.
O Sr. Styao Lobato, respondendo nos oradores
antecedentes, pronunciare lambem conlra o pro-
jeclo. Estendeu-se largamente em considerarles
relativas ao estado da nossa producrao actual, que
so em appareocia he mais prospera" do que a de al-
Biins anuos atrs, e na realidade muilo inferior,
nao se diga que se pretende, censurando o proiec-
(o em discussao, por peas ao dosenvolvimeiilo do
crdito, e estancar essa mina rica e frtil.Nao; o que
se quer he evitar urna calaslrophe.que pode Irazer
o. excesso que entre n (em lugar a semelliantc res-
peito. para prova do que lia entre uos grande abu-
so do elemento do crdito, e a enorme delTerenca
que temos entre a tomma do papel fiduciario,
da moeda metlica. Cuando arelarlo em que
esiao eslas duas roodas em diversos paizes e compa-
rando depois com o que se passa no noo, mostra
que ao patso que em lodos clles a somma de mu-
da metlica he superior do papel, entre ns uc-
ceda exactamente o contrario.
Desle estado de cousas o orador concebe graves
suspeilas, que de cerlo ic bao de realisar se o paiz
conlinuar na marcha que leva.
OSr. Yereira da Silca, responde ao orador ante-
cedente, sustentando a ulilulade do projecto, e a
necessidade de facilitar a orgnuisarAo das sociedades
em commandita, conseulindo que possam dividir o
seu fundo era acr-oes Iransferiveis. No fim de seu
discurso, o orador, como fiscal do Rauco do Brasil,
julga-se na obrigaejio de defender tase eslabelcci-
roeiilo aecusadu i gr. barAo de Manua.
Knlre os doos meios que liaba o Banco de manler
o seu fundo disponivel, e que eram oua imporla-
(80 da moeda metlica ou a conservara da laxa do
juro, escollieu elle ote ulli.no por Ihe parecer o
mais conveniente. E na verdade, he melhor a enn-
servacaoda laxa, do que um abalsmenlo passagei-
ro, que depo.s trouxesse urna alta maior.
Neste ponto o Sr. presidente inlCrrompe o ora-
dor .lembrando que esta pSSada a hora daquclla dis-
cussao e que na sala v.sinl.a se acha o Sr ministro
da guerra, que vem assistir i discussao de ludo de
OvStaV Icrrfl.
6 Sr. Minhlro da Guerra lein -., p,|avra e
prnnoiro lugar, e re.pou.le ai observares dos ora-
dores que antecedenleinnele se joceuparam da
posta.
OSr. Figneira de Mello annunciou-se i
proposla, lazendo divfcrsas observaW.es sobre neos.
co rolalivos i rcparlicA., da guerra, principalmen-
le no qu diz rnpeilo ao reciulamcnto. O sv.le-
dos presidentes de provincia a respejio de semelbau-
le queslAo :Bt tmrtmtt ;iu depile.
Sr. l'arauaguu contraria as ohservac,es ,|o Sr.
Figueira de Helio, e proooneia-te a favor da pro-
posla.
A dlscussAo tica adiada pela hora
ORDEM DO DA 13. '
l.eilura de projeclos e iodieafoM. As materias
anteriormente dMgudel tinto para a primeira co-
mo para a segunda parte.
PSAfcAMaVCO,
PAGIWa AVULSA.
3j
'":'[ i.
He amanbaa o ."). auuivcr-ario da nsl.ilacAn
do gabinete portugue/. de leilura desla cidade : co'ns-
la-nos, que a nuva direcloria lencinna conmemo-
ra-lo com pompa, lie esse eslabelpcimenio um dos
melhores do tmperi nao s pela boa ordem, e eco-
noma, que conserva, sen3u lamheinpeln grande nu-
mero do socios honorarios, prinnpaes UOlabilidadea
scienlilicas da Europa, e do Imperio, substriplore*,
e excellente pe-u.il ; e pelo numero avultadissimo
de obras a respeilo do que de inellinr ->e tem escrip-
lo desde os mais remotos seculo* al a uossa idade.
He lambem aniaubAa a feslividade da Assump-
cAo da SS. Virgen ; e diversas "igrejascornmerno-
ram csse da glunoso nos fa*tos do clirislianismo.
Se nos das de sol na se pode transitar por
algumas ras do bairro da Boa-Vista com a lama,
nos das de chuva muilo menos ; porque uem en
as rus liram como profundos canaes, como tamlieui
os cavallciros espiri(am-se para correrem a toda
a brida por dentro ragua fazendo desi'arte que a-
pessoas, que transilam pelas eticadas, prururem as
portas das casas para se recolber : cavalbadis
bydraulicas.
Nova industriaSancho que lodos o conhe-
cem sem eir, nem beira, nem ramo de ligueira,
apre#enta-se na feira, e compra dous btiiziuhosjim-
gados, e fazeudo-os conduiir para esla cidade esla-
belecelallios c nellcs faz corlar es dous pinga-
dinhos comprados a dinbeiro : depois la vai Sancho
para a feira, compra cinco sobsua honrada proposla,
e assim continua (serapre empenbando um cabelli-
nho da barba) e quando sejulga devedor de hidr-
pica quantia, diz com sigoora este negocio nAo
deila ninguem para diaulea quando os seus credo-
res Ihe aperlam, elle diz :
Meus amigos, o bol dis.se que qnem llie tirasse a
pello elle tirara a camisa n No enlauto
Corneu ;
Jogou ;
llebeu,
Rodou !
Apezar do nao pequeo numero de aeougucss
que vao snrgimlo a cada da, c das copiosas chuva.
pelo serto, o preeo das carnes verdea nesla cidade
nho para o seu reslabeleciineulo. O Sr. Piulo pra-
lieou esa., operario gratuitamente, pelo qne anda
mais credOf se torna da estima publica.
He ini.ler que o Sr. inspector da ra d'Ale-
grii acabe rum una prorniscuidade de meninos pe-
rallas, e lavadriras que fazem da campia dessa
na um alrouce, e lu>lo mistarado co:n todo liso que
ab in/l*ralhuto.
Foi transferido para boje o espectculo, que
honlern daveria ler lugar por causa do rnao lempo,
c cousegiiiiiiemenle tMarem houlem inlraoiitavea
as ruis ; lio boje pois o beuelieio do noato patricio,
Insigue artista gyntuatlico, o primeira sem duvida
que em laes exerciciol leal merec.lu geraes applao-
sos Dio > apezar de nao serums parisienses sabemos avallar o
talento e genio do Joven Pernambucano. Se a noite
nAo f.,r invernosa, oque Dos permita,lie mu pro-
vavel que a endiente de seus admira lores turne o
espectculo o maisbrilbanle d'eutre O queja hemos
vislo desle genero entre D. He misler animar ao
nosso agilissuno Dafoef,para que recooheca us seus
patricios homens de guslo e verdaderamente appre-
ciadures d-i que be bom e maravilhoso. A nuile de
hoje prometi eslar brilhaulissima, rogos, msica
inililar no sala do tbeatro etc. Consta-nos que o
insigne arlisla Dulon/ tem de receber urna rica pal-
ma ollerecnia por urna menina Veeni poli os di-
letantes que a noite de boje no Sania Isabel esla'
digna de ser apreciada em todos os sentido'.
Crrelo,O Sr. administrador do correio des-
la cnlade suspendeu o correio de Uaranhuoa por 8
dias, porque nao locou em Carnar como ora deseo
dever : muilo estimamos que o Sr. administrador
sustente a maior regularidade nesle .servijo, que
lanos beus deve Irazer a provincia. '
Huiilcm as fi horas e ineia da tarde deu fundo
no Poo o hiale brasileiro .iConceijao ds Mara de
propnedade de PauloJose Baplisla,domiciliado ne,-
ta praca, procenenie da Parabiba, com carga de lo-
ros de mangue, por nao poder seguir, pela approxi-
inac,ao da noile, para o ancoradouro do Mosqueiro,
e, duas horas depois, den a cosa na praia da furla-
lea do lifoin, era ra/ao do mo lempo que fazia,
e me instantneo desmaiichameuto do casco logo depois
de sua eucalbacau. Felizmente, aos promplos soc-
corros prestados pela capitana do porto, se deve o
salvamento de todo o inadcirameulo do mesmo
navio.
O inao lempo que tem reinad estes dias fez
com que o brigue brasileiro Hrcules, que d'aqui
havia sabido no dia S do curreute com deslino de
Buenos-Avres, arrihasse honlein por Ihe ser impos-
sivcl seguir com lal lempo.
Oetacato.a larda de 12 do correnle, levando
um soldado de polica preso a' um preto, que pare-
ca esrravo, esle procurou evadir-se no palco do
Carino, para o que Iravou lula com o conductor ; e
como apparecessem mais dous soldados do mesmo
corpo foram invocados para coadjuvar a seguranea
do preso, e longo do o fa/.erem com aquella mode'-
nao desee das 10 patacas, e quando Dos quer sobe nejo que cumpria ; um delles desembainliou a du-
as II e grimpa as 12. ^ riud.uia c deu no preso tanto pauo e culilada, que
Esiao os marchantes em o progresso. alm de o deiiar muilo maltratado, o ferio cima
pro-
Senda de coslume reouir-se um magote de
pretas quitandeiras em urna taberna, que fica fron-
teira i\ igreja da Soledade, succede que repelida!
vezes daj-se n'aquelle lugar vanos disturbios, occa-
sionados pela ramha do rancho, urna crioula ; ora
para se extinguir a tal quitanda faz grande mal
pobreza do lagar, que para alli recorre, e para dei-
xar que se repilam sernas dcsigradaveis entre as
quilaudeiras nao he licito; o que convem, pois he o
Sr. inspector huiut la: fazer chegar ao estribo essa
auimaleja de (uine ; dizem que se prelende mesmo
por isso acabar com os laes gneros de estiva n'aquel-
lelugar, mas a ser assim vem a sollrer os pobres do
lugar ; cubro na negra, e ludo osla feilo.
Pedem-nos alguns moradores da ra do No-
gueira, que Tacamos cessar os desmandos,as obsceni-
dades pralicadas ao olho do publico por urna
ncilicelque habita um andar da casa ti... Ora,
que poder temos nos para im '. O que podemos e
llevemos fazer he chamar a allencao do Sr. inspec-
tor do lugar para essa casa (a allencao policial hem
entendido )
O Sr. Til.... das.... lalvez ignore que ha al-
guem que se queixa hem amargamente de um seu
empregado, pelas pilherias que Ihe dirige quaudo
negucio la vai...
Consta-nos que no Monleiro cm certa rasa de
pouco mais ou menos, houve n'urna dessas"uoiles um
baile, e que baile priucipioii pela madrugada, ou
antes, por onde os mais acabam, bouvcrain :
Berros, |
litro,
(ritos.
Murros.
Camaletio-mofUlro.Temo mesmo la para o
Monleiro, um amiguinho, qual bacurau \ peesaru
nocturno) que s pas>eia das onze paia a meia noile,
e o r|ue faz especie he urna cnorinis-ima bangalla
com que se arma, e um formidolosissinio cbarulj,
qae dirieis ser um facho, se o visteis de longe lam-
pejar, tem o que se Ihe diga o lal 8;l!
ConsU-iius que o individuo iillimamente ope-
rado pelo Sr. cirarge Pinto se acha cm bom carai-
ra aquellos OS silos jnigos do Dos, e para esles es
caprichos dos hmeos, se nina mao benfica os nao
liberta delles: para aquelles, em fim, o iiifailivel
esqueriinenlo, e para estes urna fatal leunn ancaa
orphaudaiie !
He, prtanlo, apoaiciodeam orplio, digna da
mais paternal sinhciiu.le. l-'allaudo-lbcs quera Ibes
deverla dar o pao e a educarlo, sem aquclles cui-
dados que a piiberdade neeessila, sem aquclles des-
vcllos de nina m.ii eslrewosa : o orphao he o lillio
da caridade e o pupillo do eslado : se esla o aban-
dona, se aqueile o repudia, o orphao he o fillio di
desgraca, n eilucando do dc-tino. Aclualmeute,
e energa, farlos e acees dignas de maior ule-
rease,
O drama, vaado neses moldes, que inlelli-
gencia de eseriplos *e oflereeem a cada momento,
lie, qos. um ca.ipo vasto ern que vnein oslenlar-se
e ds-nvolver-se esses elementos inherentes a vida,
e quando se romehe a ronleceao -le m Iranalha
dramtico, a primeira cousa que se deve altender
he a necessidade ingenie de eslampar-lho em todos
os seus divrsiis o suceessivos ojuadros una aeeao,
cojo andamento eampro ser propurcionalmenle eon-
liniiadu em tudas as snas parles, subindo Sempra de
nileressee de importancia ate seu final complemento.
porem, por rslieidada delles. por impulsos da cari-1 Superior por esse lado a (odas as eomposieOes lnie-
dade, e para gloria do eslado nao morreao de fo- i rarias, com ss quaes est em ConlOCto pelos laros da
o desproxarto o ira- natoreza e pala origem da in-piracao, que as p.'oduz,
drama svmbolisa, pela sna OSpeClalidado caracle-
balho : ludo se prepara para (pie e-ses infelizes va..
encontrando pao, ru|ia e tranailio, e slo, releva
dizer, sem esse cortejo da vaidade, sem essas osleu-
lacfies de iiome!
Qucm ler com cuidado as disposices que olliri-
alinenle vai dando o actual presdanle desla pro-
vincia, o Exm, Sr. rouselheiro Sergio Teiseira de
Macedo, alim de mitigar a surta desees infelizes or-
phaos; quera ler esses ollicios dos juizes raunicipaes
de (aranliuns e l.imoeiro, a S. Exc, em resposla,
end-ressadns a esse mesmo respeilo, quem vir a af-
ilo
risliea, om grande pensaineulo de moralisac.lo pu-
blica, trazando a face da sociedade, e manifestando
pela represenlacAo scenica, os aelos e successos
qoe mais devem utilisa-la e suliininislrar-llie ge-
nerosas licoes de edificante inslrucea. Esse ele-
mento |ioderoso, em que o drama se funda, poden
do ser encarado sol) mullos e dillerentes aspectos,
aprsenla, porem, em lodos riles o mesmo carcter
de solidez e importancia ; e beui que a arrin. pro-
piamente dila, possa e deva mesmo ser considerada
lliiem-ia dos recolludos orphaos do colleg.o de Santa em diversos po.....s e relaroes dislinclas, em uonbu-
lliereza para as nossas nlhcinas publicas, quera oh- ma dellas proluzra tao ampios esultados, como
servar o cuidado da nossa polica na acqu.sico de na que tiveram por fim especial a represenlacAo dos
orphaos, qnem lado Itlo allenlar com bou o//m., I movimentos apaixonados ou a de.cripcAo dos" vicios
conherera que actualinenle u.n dos cuidados mais ridiculo,, que poden) ser ca.ligados com o riso, as
dominantes do illuslrado presdeme de Pernambii- I ironas e os puiigen'cs -.inasmo, da joCOSidlde
co, dos JUI7.eS municipaes e orphaos, e da policia.que. l-oi esta, sera duvida. a razao que levou os primei-
merce de Dos j> tem um magistrado integra e. ros doutrinarios da materia, a dividir o drama e -
enrgico a sua Irania, be o uluro dos infelizes or- '
pilaos pela epidemia desvallidos.
Nao acoslumado a cortejar o poder, e sim sem-
pre respeita-lo eadmira-lo quando se porta com a
digni.lade e independencia que actualmente lodos
as grandes generalisac/ie* ou especialidadesa
tragedia e a comedia.Mas, prescindindo de en-
trar na iuvesligacao desle pona, que se prestara
mais a una analvte propriameule didctica, ou a
ara exame sobre a ibeoria d'arle, do que a um r-
pido estudo de romposiQao dramtica, entendemos,
pidando um so momento em procurar a unprensa, todava, dever allirmar que, ou se atienda a pintu-
<- publicamente manifestar es notaos sinceros volos ra de paix.ies vehementes, desenvolvidas n'om viver
de respeilo, pelo i|ue hemos observado S. Exc. pra- mcrgulhado em lermeis desregramentos, pandes
cara hem desla provincia; e especialmente dos or- | que sejam capazes de excitar a c.npa.xao eo ler-
h.io i qoe o devem considerar como o seu mais, ror. quanlo a. accSes que a. repieseulan, ; u se
nei protector cm nome do monarclia brasileiro.
vbservam no Etin. Sr. conselheiru Sergio, nao Ire-
conbecida e venerada, conforme os sentimeiitos de de ocedo. Aindaqu-ndo, fechanuo os olbosa an-
que estamos possn.dos, a favor ,|os orphaos desval- liga distincro da escola classca, prescii.....ido de
idos.... he um elogio, ah Lnlao quanlo uos apraz saladar a. duas especialidades principaes. a l'ane-
ZTl'^'TT .""'"r ,'"",' dU1"" fresid'"le "' comedia, como as estudaram e couceberain
que fehzraente se acha a frente dos nossos negocios os (licoristas Aristteles, Horacio, Vida, Boileau, l.a
c' 005" .- i Harpe, l.cmercier, Blair e oulrus, quizesseraos exa-
(.uinpre n.io hnalisarmos estas nossas redeses, minar o drama, como um gne, o novo, a parte de-
cm pedirrnos em nome da hunianidadc aos que "
parle ...
tinado mais a reproduceao dos faclos moracs e de
' om seu padoi arplrtos fallos pela epidemia, e importancia paramante social, sezuudo pensara, cu-
que nao Ibes po.lem dar al.raenla<;Au a educado Ira outros, Villeman. nos seus esludus lilleraho. os
"* s ..ilreguem aos que eucarregados se crticos Julio Jai.iu. uslavo Planche, Nisarde e
do olho esqnerdo : arrudio mulla geule c entre esla
O inspector de quartoirao, que deixau correr as cou-
sas como eslavam; mas um dus espectadores deu
voz de preso a ordem do Sr. chefe de polica ao es-
pancador, o qual longo de obedecer, respondeu que
nao se importava com a polica I (jue tal osldadi-
nho '
Al amanhaa.
ZSSPABTIQAO DA FOX.ICIA.
Secretaria da polica de Pernamhuco 13 de agosto
de I8.it>.
Illm. e Exm.Sr:l.evo ao conlieciiueiilo de V.
Esc,que das dilfereules parlicipa(es boje recebidas
nesla reparlicao, cousta qMesederam as segundes
oceurrencias :
Foram presos : pela sulelclegacia da freguezia do
Reare, os marojos fiancezes John I.. Itlock, e Fran-
cisse l.nglais, a reipiisirao do respectivo cnsul, o
porluguez Bernardo Jo. da Silva, para averigua-
Cues, e Alauoel Francisco da Silva, por desorden).
Pela subdelegada da freguezia de S. Josc, Anto-
nio Bonifacio da Silva, por ser desertor e o africano
Anlonio, por desordeno
E pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
Joao Pedro do Nascimeiilo, para averiguarnos por so
tornar --i-p- n...
Das mencionadas parlicipaees consta mais, que
em as nuiles de Me 12 do correnle nao se apre-
senton para o patrulhamenlo da freguezia do
Recife urna so pura da guarda nacional.
Dos guarde a V. Exc-----lllrn. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixcira de Macedo, presidente da
provnola.O chefe de policia interino, Dr. 1'oWcar-
po Lopes: de />o.
ERRATA.
No rotatorio da direceao da Associsc9o Commer-
cial lienelicenle, publicado no Diario de honlein,
lindas -i.') no fim. e 16 principio, onde diz esplen-
dida produeao, a qoal anda assim, ele,, Icia-se
esplendida producrao. anda assim, etc.
BALANCO/v KECE1TA E DESPEZA DOS ESTABELEC1MKNT0S UE CAUIDADE'
VERIFICADO NO HEZ DE JL'LHO DE 1SG.
/teceila.
Por saldo em 90 de juuho, a saber :
Em letras.......1.082M.
Em recibos de diversos ere-
dores .......&,&3$m
------------------I0:0jj-8
llecnhi lo da cmara municipal, pelo cu-
rativo do srvenle do cemilerio publi- .
co, o Africano livre de nome Fran-
cisco............ 'i2;li
Da Ihesouraria provincial, por saldo das
quolas do exercicio lindo.....i:87.jg Do cnsul porlugnez, pelo curativo do
subdito de sua nacao, Antonio Josc da
Costa...........
Do procurador da admiuislracao, por
conla do rcndimenlo dos predio- arre-
cadados ueste mez.......2:!K)7.>"i20
1909*10
221 f>IMO
iOUjOSO
Detptza.
Pago no regente do grande hospital, des-
peza dejunli.........
Ao dito do hospital dus lazaros dem. .
Ao dito da casa dos exposlos. ....
A Manuel Antonio de Jess, importan-
cia Je 71 arrobas, H libras e I i nnras
de pao e bolacha,que forneceu aos esia-
belerimentos de caridade, do 1' de Ja-
neiro a :!l de julhudo anuo passado. 3:53i-?802
Aos eufermeiros c serventes do grande
hospital, seus jornaes do mez de junho OtijOOO
Aos ditos do lio-pilal dos lazaros, dem
de abril a junho....... 175/300
A casa de delencao, pelas commedorias
do Africano livre de nome .Manuel, ao
servico do hospital, em 1.1 dias que
esleve recluso......... ?200
A l.oorenco Justiniano da Rocha F'er-
reira, importancia de i Y; sauguesu-
gas, que fnrneceu ao grande hospital
do r de abril a 30 de junlio. 2l.>lT."i
A l'homaz de Aquino l-'onscca cV l-'ilbo,
fretc de um fardo com 102 libias de
fio de linlio. viudo de Lisboa na bar-
ca GratidSn......... 3^700
A Manoel Ignacio de Olivoira Braga por
21 varas de cassa para os berros dos
expostos.......... 255390
A diversos por consultos leiios no gran-
de hospital ......... 1939800
dem com a obra do hospital Pedro II,
neste niez, como do livro respectivo. Villano
5:910O7
U-'iMi Por saldo em raixa, a saber:
Km lelras ...... t:082M5
Em recibos de diversos cre-
dores.......0:07i.->(J
Em moeda......1:!il5sl(i
17:9829912
12:072->!)05
17:!S2;9I2
Adminislracao geral dos eslahelccimenlos de caridade :ll de jnllio ale 1830.
Ocscrivao. O ll.csoureiro,
Antomo .lose (.orne* do Corren. ./., rires Ftrreir_
MAPPA lo moviinento dos estabdeamenb de
jullio de 1656.
caridade, vciilicado no inc/. de
iHAN DE HOSPITAL.
Exisliam........
Enlrarain........
! Curados.....
Melhoiados ....
Nao curados ....
Morreram ii'"1 -' lwras d entrada
Kxisleni
..Depois desla poca.
5 H
.12
:0
13
?
3
9
ti
HOSPITAL DOS LA/.AHOS.
Mm-II.IIII. .
Enlraram .
Curados
i .lirados.....
Sahiram-(Mellinrados ....
(Nao curados.
Morreram
Kxislem.
CASA DOS EXPOSTOS.
1S 10 2S
II 0 0
0 0 0
0 0 (1
o 0 0
(i 0
IS 10 28
Exisliam i"!8 ra"-
,1'ora da casa .
Enlraram.....
Sahiram.....
M(irrciam-(^'il< -' -* entrada
tl'epuis desla poca
Exislcni- -S; "*
[Fora delta.
Somma. .
13 (1 7
1117 102 209
1 5 (i
1) 0 0
rada 0 0 0
. :i 'i 7
13 00 7:t
. 103 104 -_ii'i
11S 101 2S2
Adminislracao geral dos estabelecimenlos de caridade 31 de jolito de 1836
_________________ O eteritio,tmionto Jofc
assim por muilos litu
0mnmnit0b&.
A administraca'o provincial c os
orphaos.
Siium cui/ite...
As nossas ereneas religiosas nos mandara conven-
cer que as grandes calamidades, enviadas ab-allo
sobre a misera hum.nidade, nao silo sena outros
tantos Incentivos, para que os homens, reformando
seos cosluraes, ligando-.* o mais possivel s le* oi-
vinas e humanas, possam, depois de completo o cas-
tigo, fazer brillar qoanlo ser posa, o verdadeiro
espirito do clirislianismo, pur ,rl, e dSposir,-,es
cujas OMOMfceocsas revenara a favor do bem' sol
os auspicios da anta enunciae.locaridade.
He o que felizmente observamos, depois'dos ter-
os deve ser; mas.
ca i arca com a de*grara
quanto possa coucorrer p,
ment de esperanca de u
hemos nesla allernaliva q
se1 para sopportar os Ire
e de ama rpida e mortal
lomasdo Cotroto.
rrorle natural vem sorprc nder u infeliz hilando ar-
fallando-lhc ludo, ludo
ra dar-lhe sg(iuer um mo-
n melhor viver... nao sa-
)al a escullase bem qne
an
pf
acham de abriga-los da mizeria.
1'. D.
LITTERATRA.
o DRAMA
Tentativa de critica litleraria.
'Inlroduccao a urna obra indita.)
II.
Para qne o drama possa corresponder ao lim de
sua rreaeao, c t'clle se derivera ludas as couscqucii-
cias que tarto de recahir sobre a sociedade, e a mar-
cha constante da vida humana, he neeeoserio que
seja desenvolvido debaila de cerlos principios, e se
preeiicliam na sua realisacao todas as formulas li-
brenles sua propiia existencia. Baldado sena o
plano de una composic,;o desla ordem. Se na sua
especial contextura e enredo se nao procorasse ob-
servar a maior naturalidade, e se, rorrendo a imagl-
i'a. aocoui a maisexcessiva liberdade por sobre lodos
os quadros e concepcoes da nalureza, Ibes nao impri-
misse certa regularidade, sem a qual us eHeilos se-
nicos viriam a ser destituidos de todo o ioteresse e
importancia.
Bom convencidos eslavam d'esla verdade aquelles
escriptores, que, anda m,s primeiros lempos da so-
ciedade amiga, anda uas primitivas expansoes do
engenho, no nielo dos povos nascenles e un. pun-
co alrazados em relac.To a poca aclual, se deram ao
trabalho de estabelecer sobre a base de urna rigoro-
lleuve; anula as-im,di/.emos mis, essa couiposi-
cao a que nos referimos, nao pode ser verdadera-
mente coinprchendida, senao a cxamiuaimos em
sua propria base aaq-iloe nao eoosidoraraKM
esla como o seu principal' e inextinguivel ponto de
apoio. Mas, se n-ac-ao he a grande chave de um
drama qualquer, se he ella que deve presidir a
qualquer eampasicjM deste genero, se o que essen-
i.-i..luiente a constilue, be esse mesmo elemento, sob
que conilices deve ser pralicamenle realis.da na
arte '. Como poderemos e deveremos ronceber essa
palavra acr'io, inlroju/.i.la quasi desdo o principio na
linguagera da litleratura dramtica, e do (pie modo
figurara esse mesmo elemento na organiaco mate-
rial de urna obra de semelh mlenatureza '/ Quaes os
conseclaiios legtimos que devem acompanhar esse
principio fundamental do drama, ua sua generali-
dade, e as suas diversas manifoslacOes particula-
res .'
Eis o que podemos e queremos resolver, e para
isso recorreremos as ideas, que sao geralmeuLe rece-
bidas pelos crneos e entendidos.
Sendu a aceito o principio substancial, ou antes o
fundamento primario e elementar de lodo o drama,
e coiisliluindo ella de lal surte a nalureza de qual-
quer composirao desle genero, que sera ella se nao
pode concebei a existencia de um poema ou escripia
dramtico, he misler que no seu respectivo anda-
mento, no seu moviracnio propiio e na maneira de
encadea-la, certas cundirOes se observen), tendentes
a assegui ar-lhe a precisa regularid ule c perfei^ao.
Lm drama, representando una arcao, representa ara
sa critica os prereitos e regras que, segundo seu
modo de pensar, deveriam sempre esiar prsenles I "salo, que, periencendo a principio ao dominio da
ao espirito na ronfeccao de um drama. He verdad.-. "'iireza e da realtdade, passa.depjis a perleucer a
(|ue as sucessivas mudancas porque lem passado a cspbera da arle.e fica sujeito thllucncia da forra in-
lilteratura, n'este raminbar incessante tos seculos e vanljw e creadora da iniaginafao. Para que se'bar-
das revolucoes. as variadas lraii>furmares que se
tem operado em grande escala pelo que s'e relere ao
Ihealru em quasi (odas as nares modernas, (rouxe-
ram pouco a pooco a necessidade de rrodificar mili-
tas dessas regras que realmente nao Iem senao um
valor relativo, que nunca poderlo ser traduzidas
pela philosophia e pela critica em preceilos absolutos
e im preteriris ; he verdade que o drama, como he
modernamente considerado, despio-se de mollas des-
sas formulas antigs, que, se mu bem astentavam
as composieoes de eras iifa-ladas, e condiziam com
a ndole da poesa e da litleratura de eniao, boje
apenas podtrao valer como tvpos significativos do
eslado e v r d'arte, manejada uos primeiros ensaios
de sna ex stencia ; mas he Torga confessar, que nem
todas as regras foram indirectamente de.prc/.ada-,
nem o espirito moderno repellio. i titulo de anli-
gualbas, todas ascnndicOes que a vellia escola class-
ca havia lal respeilo estabelecido.
Ficaram em pe lodos aquelles principios que lem
sua base na propria nalureza e na razao : recolhe-
ram-se e colligiram se todas aquellas ideias que esl.lo
inlimamenie ligadas c m a essencia da composirao
dramtica : deu-se toda a Importancia s regras "de
um valor absoluto, sem as quaes o engenho desvai-
rado e pcrplcxo ver-se-hia sujeito a commetter nao
pequeos nefelios e irregularidades: foi-se procurar
na funle das inspiraees nalaraat a origem de todos
os elemcnlos indispensaveis unidade e perfeirao
d'arle, eleinenlo. sem os quaes a belleza dos qua-
dros e o esplendor das imagens creadas pela fantasa
estaran) conderouados a um verdadeiro eslado de
immiilnlidadee parausaran; deu-seaocaracler de lil-
teralura ja canela e expirante o que Ihe perlencia;
tomou-se d ella o espirito inventivo, a originalida-
dc que incessanlemente se renuva e reproduz ; e na*
senloo-se que m deveriam ser rejeitados i limiiic,
ou l.mea.li s a um esqueriinenlo prolundo, aquelles
preceilos que antes se podem considerar como for-
mulas e condicOes locacs d'arle, do que ser (idos na
conla de principios fundamenlaes e irrefragaveis.
He claro, portanlo. que se nao podei afasiar iu-
'eiramenle da nalureza e da razao iodo aquelle.que
conceber c nrgauisar um drama, seja qual for o peu-
samenlo geral que se propunha fazer sobresabir
alravez dos souhos, devaneios ou nianifeslacoes vi-
goiosas do seu talento inventivo e creador ; e por
mais que, no apreciar de urna composirao dramtica,
pretendamos subtrabir-nos a averiguarlo desses
principios elementares, por mais que ambicionamos
analysa-la sem preceder esse esludo o exame dos
dados constitutivos d'essa especialidade Iliteraria,
nao poderemos prescindir do apoio d'clles, e da seria
consideracao de lodas essas essencialidades.
(Joao dillicil, qu.o arduo e melindrosa seja orga-
nisar cora perfeicao um drama, he cousa qoe nin-
guem contestara, e se evidencia das observaees ale
aqui expendidas : o aulor lera de lutar com muilos e
nao pequeos embaraces, cumpre-lhe esludar a
fundo o espirito da composiejio, ver ale onde ella se
presta aos seus intentas, manejada por elle, impn-
mir-lhe luda a energa capaz de faze-la participar
de verdadeira importancia, e dcrramar-lhe a maior
somma de nleresse, de sorle que a represenlaclo,
momzem, pais.ua conceprao e na organisacao mate-
rial do drama ess.is duas coudi(;oes, som'que urna
venha a invadir eanniquilar a ou/' """^-precisoque,
ao dar-lhe. vida.i.i.priininin-lhe'. ,u -ue ,
arle para laes lins suggere, se Iba ron hn
a circumslancias que inlallivelmente Ihe per.ei
que sejam ellas entre si perfeilaineuta ligadas,
se nao de.imam as relares intimas que uella se i
e que podem convir para pruduzir os melhore !
felos sceuicos. Oa se trate de um fado un, or,,
pralicado por personasen* de volio na sociedaf'
cuja re.,l-ae.i.i imporla n resultado de palirtes
les, consequencia de um viver desregrado e v:\ci
como sao lodos os faclos de que se occupa'n a se ..
posices trgicas, propriamenles dita ,,-a e
de urna areao menos ponderosa e iiileressanle, m is
reveladora de aberraces c insliucios ridiculos qe
devem ser exposlos cm liuguagem popular esimnls
ao riso das turbas, ,i jncosidade de lodos, que se oh-"
serva pralicamenle as chamadas comedias ; ou se
pouha em movimeolo nma dessas acedes, que, sen-'
se confundir com nenhuma daquellas, nem por seo
conlnbue menos para a instrucrao e regularidade
dos coslumes, porque lie simplesmeule moral, o que
constilue na sua essencia o drama moderno ; he lo-
ra de duvida, que na pintura que dessas acjes se
tenha de fazer, por meio d'arle, se devera apanhar
e reproduzii lodas as canillones inherentes natuie-
za e existencia dellas.
Ora, primeiro que ludo, nenhuma acc,3o poder
excitar allencao, a nao ser revestida de verdadeiro
ioteresse ; e esse inleresse lauto se d nos fados de
iiiiu ordem elevada, como n'oulros de qualidade in-
ferior, cora lauto que pelo seu natural desenvolvi-
menln e por suas consequeucias, tenda a produzir
mnralidade e proveilo. A primeira condc.ao, por-
tanlo, para urna acrao que tenha de fundamentar
um drama, he n inleresse : cnndic.ao esla da qual
nao deve prescindir, na conceprjlo de urna obra se-
melhanle, lodo aquella que a houver de ciuprehcu-
der. Escolber, pois, d'enlre muilos faclos que se
possam prestar a's formas do drama, aqueile que
maior somma de ioteresse olfereccr; esluda-lo,
aprecia-lo na sua especialidade, examinar Ihe a na-
lureza, ou incidentes que se Ihe unen), o carcter dos
agentes que o produzram, deseuhar em quadrus de
fiel exaccao lodas eslas circunstancias, aprirnora-
los c exprimi-los convenientemente por meio de
nma phrase adequula e bem cabida : eis, n'uma pa-
lavra, a primeira lei emiueuleraenle lazoavrl que
o csrriplor dramtico deve cumprir, e a cuja restric-
ta observancia devem convergir lodos os esforros de
sna imaginadla e inlelligencia. Os fados, porm,
na ordem da nalureza, enneetidos sob lodos os as-
peclos, porque polem ser considerados, como oulras
tantas manifeslaces da vida do homem e da socieda-
de. nunca se apresenlam sus, inteiraincnle desacum-
panhados de cirrumslancias Inherentes a' sua propria
reahsacao ; e fura desconhecer a marcha usual e
cuuslante dos acunteciinenlos suppo-los nu imagna-
los p. ssiveis e realmente cxislenles sera a ligaco
necessaria de relaees, que valhara como seus essen-
ciaes incidentes, proprios a fazer apparecer em toda
a sua naturalidade o pensaraento capital, que consti-
f co, para faze-lo separar de qualquer oulro, e un-
prnnir-lhe urna consistencia propria. Tomemos um
accontecunento qualquer, anda aquelles que attta
contisnidos nos aunaos da historia conlerapuranea ou
pastada ; exarainemu-lo na.ua base, uo sen princi-
pio, as suas legitimas ronsequciicias, e debaixo de
lodosas relaroes imaginaveis ; analjtemo-lo na sua
marcha, no seu gradual movimenlo, na sua direceao
0 desenvolver progreisivos: acha-lo-heinos cun imperio lao extenso he muco aarlade, anas ellt
todas as suas particulares rircumstancias, cora todos he em parte alguiua insalubre, ssataB*aaa>aao
os accosonos que o compof m, com lodos os inciden- clima do Indosllo ; he parte plano c parle eot.eriu
es que se Ihe prendera ; eaeha-lo-hemos sssim per- de iiioulanhas, que se prolongara giaiualmentr al
i'iliiueiitedesenha lo. porque foi assim que elle se a gr
Na primeua parle de -ua <,br, .. s*. M.cken.ie
esleode-se sobre a pos.ca.i geograpl.in, ,i,,ie ,,,,.
no, o qual antes das geas de (N21. w, e |K .,,
era rorapreheadido eulre II c 27 gr.,o .le lahlade
noile, enlielanlo que, liuje, taat limilea sj ,|e SJ ^
S" de lalilule e de !t I., de lnngiiu,|e e.(e, rom-
preliendendo liMJJN milhas quadrada-. e aa Ba-
pulacao de i milhet de hahilaubt. 11 clisna .|,..-,
m ais anlogo que seja, por mais qne ponaa parecer Muroo< e loda a parle noile ainda eMao inespkT
los. Essa unatle, carcter iu.hspensavel rado, e enrerram lloresta virgeot -
Haga. dOT
IIIM| I
a Ierra eoMle as
que se revela na existencia de qualquer faci" ou sur- I europeus anida nao posramos pcs.
cesso, c o extrema e di-liiigue esseocialmeule dos I Dos desliladeiros dtslas desroahecidas inonlaidi,
ouinis c-'a umitade. resultado de harmona das sabe o no agrado Iravadi, qae lira o Boaae 4
sPa*iimM."L',""!i iiu c "'8"'s*<> do/do, helaojeleplianlede Idra. As antalas nao.sao indicia.
rj '. qa'1no*1' procura apreciar essas oceurren- em caria nenhuma ; mas, -eundo a pimio dn
ias naiurae-, quer n.i vida do liomcm, em parlico- lenle Wilcox, eilas ,,., devem -er alujadas Sa.
iar, quer Da dos povos ou naeoes consideradas ua sua do Hurampo. ter ou llrahmapoolra. O Jerusdi le*
successiva progr.ssao. qoe, por mais que o espirito um curso conheeido de l,J(H milha. ale o a. -
aspire ron undir umi relo com oulro, assemelh.in- elle atravrssa lodo o imperio, e vai laucar-te Mil
rto-os por lodos os lados, sera' sempre forjado a dis- golpho de Marlaban, no reina do Pego.-As prinri-
lingu.-los. maie nido entre elles as dilTereuras radi- paes cidade* banhada par esle rio, rujo declive hr
Ve",',,',',* "r" """""I- erla'''' he ''ue u!i" r,rM "' i "e "'" de P^- *> M*efcao B.boo, ner-
zes entre fados profundamente separados, que a his- lo das quaes se encontrara as f.m, f,,,,,,' de
s, que a Ins- : lo das quaes se encontram as famixai fonlet de
nos pur ante os | oleo de petrleo, que alimentara lio a imperio,
que mais ou menos se i Os oulros nos priuripaes sao o Dallah, o ChiMbuc-
0,"!..!n/-""l ?.'.,,.'_*.?!W'. 'H,r !?". Poto. keer. o Saluem, o llvan-Duav n e o Sei.n*.
loria era suas vastas explanaces
olhos, la' divisamos alguna
ramos considerar inleiramenle dependentes e. sohor-
inados ; e especialmenle na ordem daquelles que
O Sr. .Machrnsie tirn da excellente obra do Dr.
Wallieh as iiiinuriosidades segaiutes obre a Hatil-
los Birinans : Esle paiz
naces.ms figurara que se nos antolhara romo o- &? Traii^erT;, "abuudam f '""" *
riondoa das mosmat causas, c lendenles a produzir I rio. entre Bamboo
maisiulimaligi.r.io leera com a siluatao social e po- reza do solo do imperio .
tilica em diversas pocas, e no meio de diflerenle' produz cerca de deCseis
n,:-.,Q, .....il.. I. .... .... ..... ^._________..I. -S..W
idnticos resultado- : mas anda ah, cada um delles
tem urna existencia propria, cada um se extrema por
caracteres especiaes, cada um tem sua umiade i
parle..
Assim que, lodas as arroes Irazem romsigo inci-
dentes qae Ibes sao peculiares, sem os quaes nao po-
deriam jamis conceber se ; esses incidentes ou ac-
cessorios conrorrem para a realisac,ao dellas ; he des-
se complexo de eirciiui-l.incias que, derivando as ic
roes, deriva igualmente a unidade que Ibes he Inte-
paravel ; de sorle que, nem as cnndicoesaccideulaes
podem encararse como fados independeules, nem
mesmo, eoncorrendo para formar os fados de per
si, rompen) a unidade de rada um delles ; antes des-
se mesmo tecido de unidades he que ella resulta.
(Continuar-M-ha.)
A, I!, de Torres Ilandeint.
. quasi loaos o.
e a fronirira da China correara
quando venha a ser ellecluada, produza sobre a'in- I,ue fundo principal da acrao.
lelligencia e o coraco dos circuihslanles lodos os "
resultados para que elle a havia preparado. D'unde
vira, porem, essa diOiculdade as composieoes dia-
malicas? qu.d ser o mulivo d'esses embarazos a que
de ordinario esla sujeito a eneenbo humano, loda a
vez que se prope reatisar sob as condiees d'arle
urna obra de semelhanle nalureza ? Eis o que a
propria razao por si nos mostra ; e he isto justamen-
te que anda e-la em relarao com o plano da apre-
ciarlo que formulamos.
yoem compie um drama, poe em relevo orna ac-
rao. um movimenlo significativo e poderoso da vida
humana : e para que esse genero Iliterario possa to-
mar nas mos de quem o croprehende e execota
urna fiel c perfeila rcalissc.AU, lie misler que no de-
senvolver do fado com lodas as suas ditlcrenlcs rir-
BENEFiqO DO JOVEN PEUNAMBICANO.
Segundo vimos aniiiincado, vai a companlii.i lii-
berl e Deveatur dar boje um especlaculo, em bene-
ficio do j-^veii pernambucano, o Sr. Manoel Anto-
nio Dulocq.
INu be de nossa inlencio lecer um elogio a' esse
arli-la insigne, com o lira de rccomnieuda-lo a con-
sideracao do publico, nao: seria isso escu-ado paca
com aqueile que tantas vezes lem sido enlrc nos ad-
mirado, e qoe, como lodos sabem. fui vicloriado eu
Pars, ua grande capital, onde lodas as celebridades
do mundo v3o receber a conlirmac/io do baplirUio,
qae Ihes lem por ventora conferido um nomo.
Se como artista, puis, o Sr. Dulocq, leve a fortu-
na de ser dolado desse tlenlo que Ihe tem coiiquis-
tado a publica admiraran, como hornera levoilam-
bem a felicidade de se ver ornado por qual>xlads
que .Ihe devem grangaar alguma cousa d opelhor
em nossa opiuiao, a prolecrao divina e a estir>>a dos
homens honestos.
Acoln lo desde a infancia pela familia /obcrt,
arorlioje lem o Sr. Dulocq sabido respeilar e Honrar
a rnao benfica que o lera protegido ; o del-ano des-
le ponto de vista he elle o Ivpo dessa gmlidao, hoje
tao rara no seculo do eg dsnio era que vivemos.
.Vsenlo do urna pobre, mas santa muJher, sen)
oulro arrimo uo inundo, (em o Sr. Dntoeq desempe-
uhado para com ella lodosos deveres de um verda-
deiro lilho amando-a com leroora i cora ella re-
parlindo a prolecrao que recebe dos generosos es-
Irnngeirosque llie servara de pai.
Ouando aqui esteve a compa"'ua folierl em 1852,
concedeu um beneficio joven Dutocq. Quer-se
saber que destino deu ">' ao fructo desse beneficio '.'
Juiitou-o ao pequeo peculio que Ihe havia propoi-
conado a liberalidade de seus protectores, e rom el-
le oomprou urna escrva, de que !/. doarao a sua
velha mai, ja calla impossiblidada de ganhar
a vida, por enferma que era. Da Europa enviava-
Ihe elle por quasi todos os vapores um signal de sua
lemliranca e piedadc lil'al.
luje oatrovez a seu ado, e cada vez mais dedi-
do, espera Te"lelo re Jetado do beneficio que Ihe
i concedido, para qae, 80 partir de Pernaubuco.
i-i ve a infeliz mai, hoje luavi privada da vista, mais
um conforto que Ihe al -eire as amarguras da vida.
Perdoe-nos a modesti do Sr. Dutocq o devassar-
mos e expormos assim ao "oblico essa pagina de sus
vida intima. Acreditamos? flae o povo Pernambaea-
no saliera' comprelieniler (Vl,a a belleza esanlidade
do seu comDorlamenlo. e qi"' ""oeroso, como he, nao
j)cv\ar* fre swL.i'iai *aa noi. .s esforros. Elle n>i
proteger e honrara a um que o /e: a estrange/rn : e foj nessa couvirao que
escrevemos as presentes linhas, que, quando para
mais nao seja, servirn ao menos como lestemuiiho
di eslima e r.onsideracSo em que lomos o arlisla ce-
lebre, o homem grato, o filho extremo, n'uma pala-
vra, o CONCIOADAO' que dos honra por suas vir-
(ades c talento.
O Pernambucano.
<$ovtpot&aui*&.
Esses accidentes qae naoeem do mesmo principio
gerador da aceSo, que importan) a sua ronliuuar.lo
natural e razoavel, que se desenrolam como as cn-
dirocs sem as quaes aquella nao pode ser concebida
o menos manifestada, encadeam-se por utna cuune-
ilo tao intensa eeslreita,que,por mais que se preten-
da separa-los, desuni-lo-.exlreiua-los.nem a razio se
prstala a esse resultado, nem a critica, ao apreca-
los, podera motivar a desbarmonia delles. Desde o
in minio em que urna aceto he praheada, ou he
consummado nm faci qualquer, a serie de circuins-
taucias que Ihe pertencem.porum taro indeslructivel,
apparece ao mesmo lempo cora clie ; e na ordem
successiva das causas que produziram esse fado ou
acrao, no andamento proressivo a que elle se des-
una, essas rircumtancias o vao acompanhaude sem-
cunislaiicias se observe urna marcha regalar e con- I pre, como oulras tantas linhas, que, porfiado de lo-
rtigua do ubcelo principal. Aoligos o modernos, | dos os pontos da circuinstoreiicn, vao conrundir-se e
c assicos e romnticos, lodos concordara em que o I ligar-se no centro cominum. Suppor ura faclu que
elemento de acnio sempre lu, sempre ha de ser | nao live-se anlecrdentc< nece-saiios sua execueao
caraclcriilico indi-pensavel para a existencia inlriii- i e nesenvolvimenlo, e qoe nao possa ler igualmente
Or Q IILiniiAiil >ln !..-! I T in, -i a >. '__________________I- -S I .* *
he mistar coragem e resi nacao, ao menos em llic-
lendos g.lpes da miseria
adversidade.
Como quer qae, sempn he digno de compaixSo,
sempre merece umcoil idoo homem que vive
sol o peso da desgraca )s orphaos pela peste des-
validos, esses lilhosquasi sempre esquecidos da for-
tuna vifiam por ahi alm, errtiles muilos. e oulros
tantos gomando sob o pcs
riveis e incomprehensiveis effVitns
lares desrnnliecidns, on> e os seus gemidos, onde
us mo podiam ser allen-
ndo elles mais Infelizes.
ados n'un pice, ou lenta-
suas lagrimas c sentidos
didos... E nao eslavam
o ocoinre' qeJaoas 'S^S^'kJ^^S1^ ^ador; mente pela gelada raao ,|o genio da mwto'mT'-
iliiilr. Hu.... J ao.... I _. I
dinerenlcs provincias, be atesW~da'a7o"aIJasTaaTlLS T ?!* '|Ue ,nrre' "*- nham deix.do
,...,, ,m,.---------------------- I veln ser julgadns os mats nfelizes porque s vezes
a morte nao he mais do queum gollc de suave
Hedorno centro de um dos vasto
serlos d'Arrica, onde una fonle he
que lonvos annns de exislenci
censura ; cumpre que o goveruo adopte em seme-
lhanle distribuido urna base fi.a, ou calculando o
numero de recrulas que deve fomecer rada provin-
cia pelo de seus respeclivos denodados, ou calcu-
lando rajgundo suas populaces. Entre outras coa-
sai compre tambtm, qus o governo diga a slguoi
la medonha ca- I do que aquelles que roul
la rnao i
enlregui i aos caprichos de falsos
e ardentes do-
mis suspirada,
para mullos os pa-
decrmenlos, a. provancas, os dissabores, que se sof-
(FOX linila aioll. J_ i 7 7
mentores T
Sem ituvidct.
l'->'.: .quel!f?s, um m\
-pnipre 09 cnrjjQfle-t piai
leiiti iiisomlarel, reslando
ieule renles urna idea de
homem, qoando nu Ierra
MUTILADO
Ir ueste vallo .-" .....-'-. -j -- nuinem, quanao na ierra a rasura talla : para esles
ir oeste valle de lagrimes, o preferiris i morte, ama fatal realidade-o enlodo dos infelizes :-pa-
.
i de um severo li lar, em
- --.__.._ ,,^ ..., .------- ....iuei>ini ,sCi|e na jas especiaes, e temiendo a ciuiscqueucia
sociedade. A vida humana, cin a serie constante das'veis, se ofierera aos olhos do invesliaador nhileso-
suas maufe-laroes, can.inha sempre n'um muvi- pho totalmente destituido de accessoriosnaluraes que
ment de aclmdade ascendente, phenomeno esle que Ihe digara respeilo. .Mas. se isto he urna evidente
a philosophia nao pode jamis desconhecer e que l verdade, se e nao piule conlesl.ir que as arenes nas-
iiinaescrupulusaanah.se psvcholugica seria cumpe-1 cero, cambbala e surcessivamenlc se deseuvolvein
lente para investigar ale os seus ltimos deseu- com a eii'lciicia das circuralaiirias que Ihe s,,o co-
volMiucnto.: a existencia em si mesmo oulra coosa I nasas, porque he nu principio que a nlellisencis
nao he sonSo a reproducrao continua de relaees en- por si mesina nos revela, nao he menos i
tre o liomein e o mundo, no qual desempenha elle o
seu papel, entre a soeiednde cm grande escala, e o
gremio da familia de cujas ramilicacdes aquella se
vem a formar por fim. N'cssc correr" incossanle da
bumanidada, essa ponto mais vaslo.c do homem, con-
siderado em particular : n'csse fio quasi perpetuo
de relaroes matosa e e.-lieil-meiilo ligadas, succe-
dem-se regularmente as an.-es, os faclos, os aron-
tecimantos de Iota a especio ; o rar- ser a situa-
ra da vida, por mais privada e rccolhida que soja,
na qoal senao desenvolvaui lodas essas coudires da
marcha gradual da sociedade,
'As proprias reTolorOea polticas que vem bara-
lhar muitas vezes os elementos constitutivos ila or-
Srs. redactores. Leudo no Liberal Pernambu-
cano de II du correnle, ura requeriioenlo feilo ao
Exm. Sr. presidente da provincia, no qual se pede
providencias sobre os negocios elriloraes de Pao d'
Alba, la/en i crer que o Sr. lenle coronel
Luizd'Albuquerque Maianhao pretende lanzar mao
de meios menos regulares, lendenles a conslitoi-lo
poulencia oMIoral; nao podemos dotiof de fazer h-
geiras considerarocs sobre aqueile requeriraenlo cm
defeza do Sr. lenle coronel.
Ao aleivoso, e maldizenle nada he mais fcil do
que fazer arguicoes, mas nada Ihe he lao diflicil ro-
mo dar a prova della-. Assim, por exeraplo, asse-
vera-se naquelle rrqueriinenlo, que se preparara a
Tarcas ridiculas e immoracs em bem de inlercss
eleitorars.e que o Sr. lenle corouel Maranhao pre-
tende subjugar os homens e as comas de nurheira a
encaminha-los ao seu desidertum. Ouaas sdo essas
larras fio mundo da subjeclividade-i>o Sr. lenle
coronel, quem he o ambicioso que se atreve era boa
razao a adevinhar-lhc os intentos'.' (.toaI he o acto
desle Sr. que aulorisa senfelhanle aleivosia Cida-
dao respeitavel i lodos os titulo- o Sr. lenle co-
ronel lem em Pao d'Alho, e lera, aquella importan-
cia, qe Ihe vera do merecimento irrecasavcl ; e que
nao poder ser delurpada pela declamaran fofa de
i-omprcsiao de homens, e de cousas, laica tanto mais
grosseira e ridicula quanlo se sabe que em Pao d'
Albo os homens da opposicao cslAo em sensibili-sima
minora, e que us recursos das decisoes das mesas
do qualilicaran anda -ao permittidos por le. Sir-
va isto de protesto as insinuares*(/<>.autor dore-
i/uerimento ou da credu-ao do Lilieral.
Fpaminondas.
Recife 13 de agosto de 1856.
Sr, redactores.Para juizes de paz da freguezia
de S. Josc do Kecife, lemos a salisfarao de oflcrecer
i considerarlo dos Srs. vutsnlcs o"segundes uo-
raes :
Os Srs. :
I." Manoel Jos Teixcira Bastos.
2." Joao Jos de Moraes.
:!. Eduardo Y. Banks,
i.- Manoel Ferreira Acciole.
Escrever as manchas craves, sem impostura, por-
te sizudo e honesto, c nutras nobres quahdades que
sobresaliera em cada urna larfpcssaas que cima in-
dicamos como dignas de merecer os suliagios dos
notaos comparochianos, seria repetir o que lodos sa-
bem, o de que ludes leem a mais firme convieedo,
indo sobre isto ferir a bem rcrouhrcida modo-h de
lodos elles : a esculla, poi-, dos Srs. Arrile,
Banks, Moracs e Basles, para juizes de paz, he sem
roiilcslarao a melbor.n mais digna dos habitantes da
freguezia de t. Jos do Kecife.
.1/. F. de M.
de
incoulesla- [
vel que na unidade do faci ou accao principal he i
que esta a mudado do pensamento que Ihe deu ori- ;
sem ; e nem se julgue que aagglomeracao dosinci-|
denles ou dos fados circumslanriaes e" subsidiarios I
venha necesariamente prejudiear a' essa condicao da ;
unidade, ou romper-lhe a existencia complexa que
a deve caraclerisar desde o principio ale o lim. De
feilo. urna acrao nao pede sor concebida sem que se
eoneeba a realisarao de lodas aquellas rircumslan-
cias que Ihe sao inherentes, pois he e-la a marcha
regularmente seguida na sua etecucao pralica : sera'
imperfcilaiiieute compreheudida, se for considerada
como urna oceurreuria de momento,despida dos me-
nores c dos mais ligeiros incidentes. Mas
Sentares redactores. Tendo de dar o meu vo-
to no dio 7 de setembrn, para vereadores c juizes de
paz da cidade da Victoria, e sendo eu apreciador do
mrito, nao posso deixar de volar nos senhbres se-
grales :
Para vereadores.
Dr. Joao Francisco Coelho Bitanroiirt.
Dr. Pedro Be/erra Perelra de Araujo !i Mr.
Tcnenlo-ruronel Francisco de Barros Corrcia
(Jueiroz.
Copino Jos Thomaz Concalvos do Rosario.
Capitao Antonio Dellino Alves Corris.
Tenente Miguel dos Anjos Alvares dos Prazercs.
Capitn tiervazio Eugenio SimOes.
Flix Cavalcanti de Albuqnerqnc Mello.
CapilaoZararias Rodrigues de Souza.
Juizes de paz.
Dr. Pedro Bezerra l'ereira de Araujo Bcllrao.
Jo-" Marrelli.....le Mello.
Anlonio Josc Alvar-.
Atolondre Josc de llollanda Cavalcanti.
' ni votante.
MmuIi-DiIDi/.
ouro ; os arredores de Laoos sobretodo contera mi-
nas de prala e de pedras preciosas ; ota hval-pvrn.
ss esmeraldas sao laras, os diamantes pequeos"e os
rulos -e enroniraiii ern grande qoantidaJe : a por
deslas riquezas, o solo produz mbar, forro, r-i.
nho e chumbo. Mas a civiliar,ao anda nao toso
Irazer os recursos de seu genio para aproveilar lar-
gamente dos productos desle solo favorecido.
O" animar- domsticos dos Birmans ao : o bol. o
bfalo, o cavallo e o depilante. Elle sabes* domo-
licar os bfalos e os .minar sos Irabalhos do r.nnp., ;
o cav illa he de |iequeno laroauho, c asseatrlba-sc
muilo as peaios do Canad'; o elepbante, o apis do
buddlusino, segundo o senhor de Saiicignv, he a ca-
balgadura de laso dos soberanas e dos persoaagen-
iinporiaules; t ua proviocia de Laoos he qoe elle
ser,vcae esi, ,|e am. ih ,n,naes selvagens -....
raros iib^j ,mme, florestas: a cara lambem a-
binia. e calador acha com abundancia faisces,
perdiic, cabr..,, m0nlezos e lebies.
As nocAet que cv-opoe 0 iniperj0 nM irmtni ^
mimeresos, c loda- k., w ,,., ru_ ,
cul.ir: sa priraeiro as nopaiu-oes do Pegu, ch-
inadas no paiz raloina, mas cajo nroe verdodeirn
he Mans ou Mon, o cuja lin^u.een, he om dialoc-
lo puro derivad do chines, leudo por tuse 0 ,|Paa_
be(o de Pali e urna anligaid.de inconle.taT.l- o,
harians, habilanles .las plair,- e da provincia de
Basuin ; os Maromas que nanea desrem das alias
inunlanbas que elles habilam traja arigesn he cele-
le segundo urna Ira.I.ro ern lodos os pontos ignol a
dos I neis 11 l'eri. I dos e.-es povos se confoaden
enlre si na opiuiao dos estrangeiros, e formara o
grande imperio dos llirnian-, o qual, na pintan do
coronel Svmes. be chamado a' grandes destinos.
Nos extrahmos de sna excellente obra as linhas se-
grales :
i O com raer .-i i, ntreos Birmans, adqoiro cada
dia importancia c d.'senvolve as lusos Jas castos nao
sao -eparada. romo nas oulras parles da India, e In-
das as pessoas de talento do admitila, a coucorrer
para o bem estar e progressos do paiz. Os barataos
anda estao pouro esclareci'Sos sobre cerina pontos
de moral, de religiao ou de philosophia, todava el-
les podem ser conlempladnt na daase don povotus-
vilisados; soas loia sao abivs, sna polica xeellenlp
suas maneiras alfaveis, hospitaleiras a eordioea. An ,
(igamenle elles eram exclusivo* em aos usos, e ro-
pelliam enei sucamente os m-llioramenlo. ;*noie cl-
les a.lnplam todas as reformas otis estodaoa os lin-
goas estrtngairas, e inves(igam na litloralara atrro-
pea salios ensinos. do, qoaes elles apprevoilam pata
melhor ir sua legislaran.
O senhor Markensia entende-se so depois sobre a
ora.inis.nao poltica, administrativa e linanceira do
imperio dos Birmans ; elle e-hira a grandes traeos
o poder desptico dos principes do imperio ; elle faz
um ratotno imparcial das lea rivis e militaros, dos
vicios di hujMlplo, e nos d uuia e.tali-tica muio-
ciosa dos re,di meo lo. e dos recortws deste paiz.
N'um capsulo especial wbro as leis do imperio, o
.-.olor cita romo priuripaes regras indiciaras a que
contera o Snwe-men, o Wan-da-na, o Diatmili
Illa, o llama-al o Dain ,lli..i.
Os llirmans nao entreten) extreila regular. Em
caso da guerra, a aduiinsirar.to municipal da capital,
ou l.ul-il'liau. e as daa provincias oa ton, isa atol-
eadas a fcrnecer o -oniiugenle do homens pe ti lo
Pe nvtaaa- s-artroV. que sJA nrapaz's do servir
eslcf sianle r.cos, Tibriasds.Vsubliioir seo ser-
vico e*ii n a da a ua fortuna, a Ojo. I he destinada, segu do a
lei. a equipar um corlo numero da homens, mas nue
na realidade, he apenas suflirientt para a caaBara a
concert das armas fomendas polo governo. Os re-
gulamenlos sao mu severos sobre as iseorOes do scr-
viro ; lodo hornera de dezesets a scssaola anos he
obrigado a aprespiilar-ss deliaivo das baadeiras ao
primeiro reclamo, a as anloridades militares profe-
rem os hiimeni casados, parque sna mulhcr, sea* li-
Ihos e sua lamilla ser vem de refens e garanta em
caso de infiarr. j disciplina, de mo compon ame
to ou nealigencia no serviro. Ao primeiro rhasoa-
menlo, cada homem apreseola-so cm nm logar in-
dicado, lodo armado, leuda, em sea sarco provisto
de plvora e sobre as costas ums cobertera da Mi,
eonlendo urna marmita e urna provisto 4e arres sai
e peixe reco.
Os soldados em campeaba cortara o esbelto e pin-
am no corpo umamnlidao de ligaras de elephanlrs
tigres eanimaes feroces, nas postuiasatoaaia borle--
cat ; soas armas ao sabres de dous gomes, liaras
arcos, frerhas -e maxadinluis, tiles qoasi qne nao
leem armas de fogo ; mis em lodas ti casaaanhw
as tropas indgenas sao sustentadas e defendida! pos'
unidor po ds a: lidiara ligeira. qae sa recroll entre
oa-europeus descendcntei dos Porlagneies chegados
ao paiz, ha quasi doos seclos.
A plvora he mal prepsrada e de ruim qnalidade.
apezar disto, esla arlifhaiia lem teilo grandes servi-
dos, e he considerada como nma das grandes forra
exercito do birmano.
Em lempo di guerra, o rci est atas pea minliij
cm um depilante brinco, animal exes-mvemeale ra-
ro, a respeilo do qoal o senhor llakluvl, o primeiro
inglez que entrara no imperio, se expreses assim : o
rei dos Birmans posue qualro etephantes bronco, a
elle he o nico roonsrrha que os lem oca saos ea-
vallarii;as : o que Ihe d o direilo de eo chamar o so-
berano dos clephanlcs hraru-ns. Oaauuo om desle
curiosos animaos chesa ao palacio, lodos os Intuan
Ins sao admitu los a \t viula-lomedanle umarolii-
boir-ao de meio ductdo p r cada ptatos. Cada de-
pilante be posto era nma rasa, cajas paredes sao Sjtoj -
radas ; seu roche, sus manjadoura, o lolos oa seos
ulenrilios. sao de ouro massi(o. Ouando ello val ba-
nhar-se, oilo homens Irazem em cima delle nm do-
cel de seda branca com franja de ouro; antros o pre-
ceden) langeude tambores e dilTcrenles iaslrumentos
de msica.
No reinado de Mcn-ta-ra-gve. em ie,, o pri-
meiro elrphanle branco foi apanhado em Loeln nos
norestes do Pego, (.mando se dtrramou esu noti-
cia foi urna grande alegra cm lodo o imperio.
Os maior-s digu tartos tonm enviados a ota encon-
tr ; edifiroo-se na capital um soherbo palacio para
o receber, e um petaaal namernso para o servir.
Sendo o paiz infestado de mosquitos, o rei mando
fa/.er. para este curioso animal, um mosqoleiro
de seda enriquecido de pedreras, e nomeoo urna
>l
.
felicidade, um- eperanc i, a mesma que alimenla o
ganisacao material c moral dos povos, hem longc de | guem contestara' que, as im como a tceflo he in.e
ntorromper este complexo do rolacei orna voi es- paravel das circumslaocias, assim tambera he din-
lobelccidas, concorrem para esleude-las cada vez Hurla de todas ellas, de sorle qm. jamis se poderao
mais, alargandO-lhet o hnrltonto em que se leem de coiifun iir estol co.o aquella, ou imaginar nuc ns di
produzir fados de una ordem superior a lodos os' versos incidentes sejam oulras lana-acc.es narli-
respetos in.porlantissiinns ; e quan lo um ralachs- colares. Ao contrario, essa inesma li"ari,i dos ar.
ma romplelo ven lia subverler de urna vez os alicer- i ce,sorios de um faci, sem os quaei eto e nao no- '
IRMAII AMI THE Bill MESE,
por Kennetli Mac kensic,-autor dasCar-
tas (obre o Egypto e a Ethtopa.
I m dos bvros mais cousciencinsamcnlc escripias:
sobre as naces indianas, nao sujeilas a Inglaterra
he, cerlameiite, o do Se henuetli MarkansMsobra
o imperio birmano. Elle compulsou com cuidado
guarda, composta dos maiores senhoras da corle,
liara vigiar que por nenhuma abertara penttrasaei,
os insectos.
Tres grandes chalupas .tomadas foram reunidas
em ma so para o lran|iorlt, -irgadas por muilos
barcos erabandrirados, c manobrados pelos melho-
res remeiros. O rei e loda sos familia vieran ao
encontr deste elrphanle, depois de haver ordenad..
na capital f?sias c feslins publico que duraran lr
Os mais altos digoilarios oHrrcecram iof,li.-
nimal presentes .1. maior riqueza; ata desle,
d'isl n" a."1" '"" V'nS0 "* Ur m,mK9 P"
Ima ledo paiz prohibe dizer-se qae re lee
morlo; na p.esenca deseos subdilos olio esliera
viaaem ou desappareceu ; esla lal ss calende ios e-
lep .antes branco, e as penas as raais seven, sao de-
cre todas ronlra aquello, que uzam fallar de sua
morte. O primeiro desse animaes, de ano fallimos
morreuemlWK;: como ca lemea. SS+Z
ar^.. S^-* i4N--1 observida pan ron,
., i ,'.", Cor,P f' ""bre orna fagoeir.de
i. .le, a de satMfraa^ 01|,|o, oolr,. espera
. roiiMtieas depois rtmerio de perfumes. Ologo
o.emreudo darantes di,,,' findo. i ajsjaat o,
pricipaes mandirin vieran, rcfolhcr emitoe os
o-sos do e.epbanie. os qae, pozeram cm urna Imrota
de ouro Bassito. que foi r ,.,d..zida eom grande rr-
rho T|,ar" """,er' '" -Se o animal he tto-
cho^lcinjus as honras reservadas to enlerramenla
0 Sr. Mackensio fez grande invcstiits-i*. son
a origenida nirao h.im.na, a qu.l, r', alisas
'quilla parle da Asia, se perde na escuridade d.h,
lempos. B||a c-ludou lodos o autores qoe tsatnsn
desle asstiinpln.e rila nos Sangeimano.qne bo om asa
mais inij.orlai.le- Iraduclurcs dos titileos litros.,,
gra.Uia d. s lliruians.
> A cienra geral desle povo be que ha cinco es-
pecies de aloraos crea lores. A primeira he um llui-
de sublil. qne nao pode ser apreciado seoan p ...
geuios superiores chamados nats ; a segunda po.le
ser comparada asmoleculas que dansain. em um
bello da, n'um ralo sola
s'
\j
Kur.r -ti.i ....'un,
a------- r------- ~. w -., ..-..,, -.,- .-. i.-iiiri.i.. i ict i'*1-,1 ( i fl-* Urtrcl COllS* -taJT IO P mano, porqoe represenlam ahi, em inda a soa forSt | lituir a verdadeira unidade deiia mesmt acSao ou] dos Birmans.
hvro d ,to. e das narto. "a A,i"" FT I ^ ;,omos 40 '"''- """ **^m^.
--DWcrincaoi d imoto H.. ir Uma' ""'"">" = :! P""* esqui tormo a, om da oegnn-
rh,s nirm.n """i""hbi poltica o religiosa por dianle. ^
16 di primeirt esqecio tormosn nm da scann-
li. da segunde formam I d tercera, o
liante.
Mas tis a deducrio a maii cariosa 7 alomes ,

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



*
quinta e ultima especie sao iguaes ein grandeza a
cabeca de un pilho ; 7 dessas caberas igualam a
ura grao de irroz ; 7 eraos de arroz formsm nina
pollegada ; 12 pollegalas un palmo, ti palmus
um cova.lo ;7 covados djo uio tas ; "20 /os, I usiaba ;
80 utiabat I gaut, e 4 gauls l juzma. Finilmen -
le I juzena reprsenla 6 leguas birmanas ou 28,000
covados.
O mundo, chamado Logha, qoe significa des-
truidlo e reproducido, divide-so em Ires parles ; a
do alto, morada dos nnh, a da meio, onde vivem os
liomens, e a de bailo, lugar de punirAo. A Ierra,
segn lo os Binnaiis, n.in he esphetica. mas urna
planicie circular miis elevada no renlro. A mora-
da dos liomens he cercada de una impcnetravel lu
reir de ninnlanhas chamada Xacchiaeala,e 82,000
jrenos olma do nivel do mar, e de oulro t-nto era
suas profndela. O dimetro he de 1,-203,400 juze-
nas ; |;i saa oireumferencia, Ires ve/.es o diamelro.e a
profun lidirte 210,0110. A melade superior dcsta pro-
Iuii ti lilil- he de p, e a uutra oiclade urna pedra
dura chamada sibapataei. Esta enorme m.ssa de
p e de padras he sustentada por um volume d'a-
g.ia duplo, nbaiiodu qual seacha um volume ainda
dohrado de ar, e depois o vacuo. Segundo a crenca
ness povos, alm da Ierra onde vivem os liomens
euslem 10,100,000 nutras que se l icam cada orna
por Ires pontos, formando entre si espieos rquilale-
raes, mas cheias d'agu-is glaciae*, pirquaoto ellas
mo estn sujt-ilas s' queule mil jonci.l do sol A
jirofondidsde desses 10,100,000 espieos triangula-
res ne de 8i,000 ; u :>-m- e cada um le seus lados
de 3,000.
No centro da parle do meio do mundo cuta'
Orna raonlanha chamad* Miemmo, que se eleva a
8i,000 jazenas cima do nivel do mar. O pico lem
ura dimetro de 18,000 jrenos e urna rircuinferen-
cia Ires vezes inaior. Ires enormes rubia, enlloca-
dos sobre a grande pedra sibapalaai, sustentara In-
das essns masetl; us quilru lacios da montanha silo
do prata, cryslal, ouro e rubis. O Miemmo he cer-
cado de sele cadeias de monlanhas, d'onde correm
selle ros, chamados Sida, que no dialecto de Ara-
kan, significa mar.
q'i-.tro punios cardeaes do Miemmo.no meio
de om inineiisn mar, esli as qualro ilhas onde vi-
ve o genero humano, urna de figura de meta lila,
nutra redonda, a lerceira quadrada e a quarla -Ja
forma de um rh.mbii.
v Na quarla dessas libas, em face do lado rub
do Miemmo, oslan o< reinos .los Itinnaus, de Sio,
da China e de Ceyllo. Ha, alcm'deslas ilhas mais
2,001) ilbfltas, d'omla vieram os europeus ; o mar
he povoado de monslros horriveis, que embaracam
penetrar nas nutras Ires grandes ilhas, que aMSo qua-
si inteiras cohcrlas d'agua.
Todava, boje os Birmans leem modificado um
pnuco sii.i. idcis geograplncas ; ellos cousideram
com mais respeiioas ilhas d'on lo descendem os eu-
ropea, selle* ebegartm a chimar a Inglaterra l'yee-
gye ou grande reino.
Os Birmans erera os seres vivos eexistenles no
mundo divididos em Ires classes : Chama, ou seres
regeneradores ; tapa, seres corp->r.e>, mas nao ge-
radures ; e .trapa, ou espirito*. Essas Ires caseos
so snblividem em tnnl.-i e urna especies. Chama
cnilm- onze, sol Mizos e qualro desgraciadas
n urna das primeiras osla' o homem, e uas oulras os
KM* Superiores ios homens. As qualro desgraradas
comprehendom os seres punidos por suas fallas' poi
um lempo limita lo, chimados apes. llupa se sub-
rtivide em dezeseis especies, o Arara em aui-
Iro. "
A dnulrina da melempsyeose, ou transmigrarlo
das almas, he adoptada pelos Birmans ; mas ella dif-
iere do sysleraa dos Imius e de Pvl'.agoris. JJMes
sustentara que a alma c o eorpo perecem joutamen-
le, e que urna oulra alma c um oulro corpo nao for-
mados dos primeiros fragmentos, segundo is boas ou
mas aerees precedentes. Todas as essencias se me-
llinram insencivelmenie, e lornam-se nas, ruase
arupas at que ellas altiojam a bemavenluranca
eterna de nieban.
A vida huiniua, segundo os Birmans, varia de
duracau conforme as pocas. Algumas vezes a me-
dia he de dez annos; depois qnaodo as virtudes
leem parificado a homauidade, ella pode tender-
se a um asse.-/,,.-. medida cujo valor, segundo San-
germano, he o seguinte ; se chuvia constantemen-
te dur.ule Ires anuos sobre a superficie inleira da
Ierra, que Um de dimetro 1,203,430 jussenas, a
quanlidade de gotlas dechuva cahida equivala a um
i.ejir/iif. i)
Fallamos de qualro especies de" punirf.es, eis em
qne ella* consislem: mudanri de homem em animal-
preilta, eslado de dor cruel esperimeutada no"
Trtaro, seguudo a religiao grega ; assurich, aug-
mento desta negra melancola, muira o inferno dos
Birmans. A transformarlo em animal he reservada
laquellesqoe espesinhim loda a moderaco, que
maldizem do seo prjimo, e prolerem discursos ir-
religiosos. No seguudo grao de pumcSo, os culpa-
dos nao podem comer seuao objeclos "flidos; elles
sao condemnados a errar us nas florestas sombrias,
uas cisternas e nos tmulos ; elles so&'rem foinc, se-
de e so leem por bebida o sangue que elles lir.m de
seo corpo oom puntas aceiradas e agudas, o preitta
be reservado sobreludo aos m.ios sacerdotes aquel-
los qoe adulteran* sentido da religirlo de Boudha.
Amancille Inwi augme jj4asJa^Mkal-'es frmen-
los, e a parlno?ilos laja !cida4r>!is aV-nssiuos. Ai-
rio, o iiil-;w 4w KirTT A, es'.a' coll4a,|n no cen-
tro .da grande podra .--'bana'atri.ahi os culpados so-
frena (mas as torturas dogelo e do fogo, e'estao cx-
postos a' raiva iosaciavel dos demooioi vingadores.
Nenhom desees castigos he eleruo ; nu fin do lem-
po da provaejo, o ser regenerado entra no corpo Ha
um iuseclo, e lie novamente admitlid a percorrer
todos os graos que separam o infinito peqoeno
da bemavenluranca c perfeila esseucia -lonieban.
'Continuar -se-ha
Htm. e Exm. Sr.Joaquim Uariuho Civalcanti
de Albuquerque, segundo escriplurario da 1.a sec-
eao da coaladoria da Ihesouraria provincial, achan-
do-se, por virtude de licencia do governo, em servi-
do de escriplurar.io conlabilidaile no escriplorio
da companhia da estrada de ferro, e preferiudo
continuar no mesmo (senatorio, onde seus-servicoi
sao acceilo!. servir nart^tda Ihesouraria. vem
respeitoiainente requerer a \vF\c. ezoueraeAo di-
qu'lle emprego.
E da oppnrlanidada que ao su| 'te proporcio-
na a solemnidade da oceasiao, p < V.jEzc.
que elle se prevale^ para fazer cheg 'iiheci-
inenlo do probo e illuslrado inspector da tliesoiir.--
ria, seo digno chefe. os seiilimenlos de alta esliitw
e distinta consideraran, que mui respetosamente
Ihe tribua.
Nesles leraiiH : pede a V. Eic. a eilectividade da
eoueraeao requerida.
IVeeife 31 de julbu de I8.1O.E R. M.~
Joaquim Marinho Cacalranli de Albuquerque.
..
DL'AS PALAVRAS SOBRE A ADMIMSTRACUV
IIAPROPRIEADE 1)0 ENUE.NHO AI'l'U-
IAIS.
Era urna vergonha ver-se o deleixo em que se
achava oulr'ora esta administraran qucjia mais de 7
anuos nao se lazia o dividendo "das posses, deleito
este devido a falla de um chefa activo e zelnso qu
r.uidasseuos interesses dos herdeiros menores, com
se fossem de seus proprins lilhos, porem ftli/.m-ut,-
o ei-cbefe dessa administradlo succuinbio. c Scha-se
nomeado para suhstilui-lo o lllin. Sr. l)r. Alvaro
Barbalho Ucboa Cavalcaoli, magistrado conspicuo a
quem depositamos muita confluir pela honradez
do que he caractensado, o Qraados oestes principio
inahalaveis, esliramos que reveja os livros desta ad
ministraran com a maior sindicaneia |iosiivel, para
ver o eslado em que deixva o antecessor de S. S
essa administracTio sem se importar na dividend
da posses de cada um, nem na paga das mesmas, >.
que tem' sido muito prejudicial a mor parte dos
herdeiro-.
Oom estas puncas linhw n.li he de nossa luienr.lo
offender ao aateceasor do Ulm. Sr. l)r. Alvaro, sim
fazer chegar ao seu conbeciinento o esladn de esque-
rimenlu em que se acliain semelhantes propriedades
Um dos herdeiros.
t&wmtte*
.'HACA 1)0 KECII-E 13 DE AtiOSTO AS 3
HORASUATARDE.
I Iota ei.es nlliciaes.
Cambio sobre Londres 27 1| 0 e SO d|V.
Prcierico Itobliard, presidente.
P. Bnrges, secretario.
M CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 1j.
Paris, 3 rs. por r,
Lisboa, 100 por IJ^jj.
. Kl J,nci'. fl^ por O10 a 15 e 30 dias
Acco.es do Banco, 35 0|0 de premio.
Aeos da companhia de Beberib'e. 540000
Acroes da companhia Pernambncan.1 ao par.
Llilidade Publica, 30 pur cei.lo de premio.
a indemnisadora. 52 por K de premio.
., da estrada de rorro-50 por 0|0 de premio
sobre a entrad.
Disconlo de lellras, de 7 a 9 por (),nt
.....~ _<)ncaj hespanholas.
Moeda de 6100 velh'as
o 11 lioiOO nuvas
49OOO. ,
l'rala.Palacoes brasileiros. .
Pesos colummurios. .
* mexicanos. .
Ouro.
289.28S.-.00
K.3OOO
I&tOOO
naooo
25000
arXKH)
1?860
AtFANDEUA.
Ilendimenlo do da I a 12 .
Moja do dia 13......
177:4279103
9:4!Dtsti!)3
t86*25#796
Descarregam hoje 11 de agosto.
Brigue ingle/.Hilan,-,merradonas.
Barca inglcza/-.'iioeniebacalho.
Patacho inglez/:ii,n -pecas de ferro o madeira
Brigue francez. Brigue ImiuverianoMirandamercadorias.
Uiale brasileiro Correio do Xurle gneros do
paiz.
IMPORTADO.
Brigue iogl,,.. ,, Brilania, viodo de Liverpool,
SriS? Um*m B,0""n <: ""^"h>
2 saceos imostrai; a diversos.
50 barril manteigt, 2 fardo-, panno para seceos,
caitas
Abren
3
son.
52
1
69
vvie
8
pan
3
pai
fazeudas de algodao ; a Augusto Cesar de
fardos estopa, 4 ditos fazenda ; a 11. (iib-
lanas de ferro ; a Rosa< Braga,
caixa um piano forte ; a i. J. Amorim.
Tardos fazendas de algodao : a Adamson llo-
Cil C.
caitas seda, 1 dita ganga ; a Schifeitlin i Com-
lua.
ditas fazendas ac algodao ; a J. Keller rj; Coin-
ihia.
5 barris manleiga : a Jamos Crablree & Compa-
1a.
8 caitas cha, 2i fardos fa/eidas do algodao : a N.
O Bieber 4C.
I2caitis linhas, 0 dilas e I fardo fazendas de al-
godao, 50 barris manteiga ; a Barroca & Cas-
11I11
tro.
onl
ditos dita ; a S'ulliall Mcllor.
dilos \iuiiu, 2> toneladas earvo de pedra ; a
em.



B'gW g PtH' vidade o brigoe nTroi adoro ; para carga ou paMl-
geiros, Irata-sc com Birroca & Castro, ou com o ca-
pit.ri na prara.
hia.
Segu em poneos dias o patacho nacio-
nal CONFIANZA ])or ter parle lo set
(Mtii-ijarnciilo p
Irata-se com os
C, nu roa do Tra
Companhia
ricana
111
is
18 dilas, II quintacs, l(i libras do ferro ; a D. W.
a II. Brunn & Compa- j
a Uo-iinu Rooker I
iwmnii.
caitas chapos de sol
tic
nina.
dilas fazendas de algodao ;
nnpa ulna.
, 2 -'iicoras e :t crranles .le ierro, 1 caita bicos de
algodao ; a h. ||. \\ %,ilt.
5 Ioo|a4a 9 quinlaea de fdhas de ferro, 1 (o-'
da e 11 quinlaes de *rros de ferro, 21 feitcs p i<
Ierro, 10 canas e INI lardos fazendas de algo-
. -caixas objeclos de csciiplorio ; a James Hal-
3V.
caitas lencos de seda, (i fardos azendas, 100 bar-
manieiga, 97 gigos, 7 barricas e 1 cesto louea : a
'.. Calmont Si C. '
Barca brasileira Malhilde vin.la do Rio Gran-
ido Sul, cousignada a Manoel Alves Uaerri, ma-
festou o seguidle :
11,300 arrobas de carue secca, 1(1 couros seceos :
consignatario.
Barca ingleza Eugeuie, viuda de Terra Nova,
consignada a Saunders Brolhers & C, manifestou o
seguinte :
9,560 barrica biealha'n ; ao< consignatarios.
iXINSULAIrtJ UKRAL.
endimenlo do da I a 12 1i:923-;82S
lem do dia 13 ...... 3JS5IH
viudo do Rio de
vrc com escala p
ra frele e passa^eirns
rou t\ C, ra da Cn
Par,
A garopeira l.ivrar lo sah* imprclerivelmeulc al
o da 11 do correte
iliuda : os prel-iider
a<>
15:2919997
MB4SB749
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlo do dia 1 a 12 18:35927.'>
dem do da 13
2:021522
20:983; lll
doDimeitit? ou porto.
OITAV
Aocinj entrados no dia 13.
Aracaly pelo Assu'2i das, hiate brasileiro Cr-
relo do Norte, de 37 loueladas, meslre Jo3o An-
tonio da Silveira. equipasen) .">, carga sal e mais
gneros ; a Caetano Ciraco da Cosa llorn.
Passageiros. Antonio Fcrnandes Thom, Manoel
de ha LeilAo. Perlence ao porto de Pernambuco.
Arnliou a esle porto pnr man lempoBrigue brasi-
leiro Hercules, cacihlo J..ao Ferreira Pinto, leu-,
do saludo em 8 do correle ron. Vuedeou no I
la 111 en.'.o. j. -^2
Buenos-A>res21 di. brigne dinamarquez Co- iQuinta-feira
'I l.n.l. (lis .......1,1 1, ti,.
-ompto: para o resto,
ontigiiatarios Novaos &
liche n. .
Kraaco- .lue-
Vapores
netzes.
Espcraia
si- no dr-
18 do rol-
r e n te o
va por
ira D C 61
/.yonnaii
e a p i I a o
De vaul\
para o Ha
lerilf, Madeira c Lisboa : pa-
na risa de L. Lecomle Fc-
z n. 20.
a Bahiu
so pode receber alguma carga
.-. 0 ,..v.. ...... les enlendain-se rom o seu con-
signatario Anluuio I. liz de Ohveira Azevedo, ra da
Cruz n. I.
Real couips
qiietes ingfle
pan
z
lila
8 a
de
pa-
va pur.
No dia 19
desle roez es-
pera-te do sul
o vapor T.\-
M A R, COID-
ui.Midante Jel-
liroe, o qual
depuis da de-
mora do cos-
luuie seguir
IHVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo ..odia I a 12 547|I02 lum,. seslIlra
liemdodul,!........ 21S:WI _para Soulhamplon, locando nos porlos de San-Vi-
----------------Ceiite. TenerilV. UaJlatra a i ;-l....... -:-
.")|>8:40.I
DESPACHOS DE EXPORT.VC.Vo PULA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
13 DE AGOSTO DE 1856.
PortoBrigue purluguez Trovador, diversos car-
regadnres, 29 saecos assucar mascavado, 3 barri-
cas e 2 meias diln branco.
ExDortacao .
Aracaly. patacho brasileiro Sania Cruz, de 101
3|i toneladas, condiizio o seguidle: 570 volumes
leero; eslranggiros. saccas cafe, 200 carnudas
charutos, 2 harris -goardenle, 1 barricas bUcoilo, 2
ditas e 15 l|2 dilas assucar, 2 saccas arroz. 1 barril
mel, 2 rolos fumo, 2 relilos, 1 barrica quartinhas,
2 ditas hnlacbii, 1 caita rape, 3 quartolas vinagre,
60 barris plvora, 1 cana diflerenles objeclos, 2 Lar-
ris vinho.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS liE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenln do dia 1 a 12 12:532j(7S
Idcm do dia 13........ 31O07l
cenle. Teneln, Madeira c Lisboa : para passageiros,
ele, Irata-se com os agentes Adamson llowie &C.,
ra do Trapiclie-Nuvo n. 52.
N. I-.Os t-inbrollios que preleudcrem manjar
paia Soulliampton, deveiaoesl.il na agencia 2 ho-
ras antes de se lecliarcni as malas, e dcpuisdcita ho-
ra nao se recebera prolume alguin.
Cuiiiiianila brasileira de
paquetes vapor

.'.
O vapnr S.
S n I n dor
rommaiilan-
le o priinei-
ro lene ule
Sania Bar-
bara, espe-
s, >-s 'VrasB,l"*por-
.;] ; -i> tos do mirle
em segu 1-
' uienlo "para
-, os dosul nos
lias lli e 17
do rorrete : agencia ra do Trapiche i),
gundo andar.
(>, se-
THEAT
DK
Sania Isabel.
REPRESENTADO
EBKILHANTESSOIKES
DOSGRANJip
di companhia
um
riero, de 131 lonela 'as, capillo P. A. Pelen
equipagem 1,:, carga 'i toneladas de rea ; a
raorim batios. Perl nce ao porto de Apen'dra
o,
a
lego
~ O Illm. SjoJOJLjjItOrrdjl lu.-mi.ir... y,,<-.
nenpo uariei, manda
Jorc.
Va: ]
Me uto i
BDC.4NO, -.
iov i,I
10 l DEVEAtX.
em co
lempo,
teii Iug
velinent
Hieles t
tlicatro.
em compnioenBr.lTTei, manda por a concurso o
gar vago de segundo escriplurario da conladona
mesma Ibesouraria, o qual lera' logar uo dia 15 -
setemiiro prximo futuro ; devendo os pretenderles
seren etamiuados na grainmatica da lingua nacinoal;
escriplurarao por partidas dobradas, arilhmelica e
suas applicaroes, com cspecialidade a reducrao de
moedas, pesos e medidas; ao calculo de descootns e
juros simples c coniposlos; sendo p.eferidos os que
Mverem boa letra e soulierem lingo .s eslrangeiras.
Os pretendciiles deverao apreseular seus reqneri-
rr.eolos na mesma Ihesouraria com cerlidAo, em que
provem serem inaiores de20 annos.
E para que cliegue ao conhecimeiiio dos interessa-
dos, se mandn alliaar o presente e publicar pelo
Diario.D
Secretaria da thesoorarin provincial de Pernam-
buco 7 de agosto de 1856O secretario, A. F. d'Au-
uunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
em cumprimcnlo da ordem do Etm. Sr. presidente
da prdvmcia, manda fazer publico.que no dia 2M do
correte, perante a junta da fazeuda da mesma Ihe-
souraria, se hade arrematar a quem por menos lizer
v obra du rebaitincnto da ladeira do 20- lauco da
estrada da Victoria, avallada em 2:7609.
As pesio que se propozerem a esta arremataro
comparceam na sala das sesses da mesma junta 'no
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
-Varreinutaeao sera' feita na forma da lei provin-
cial U.-3J3 de 15 de maio de 1854, e sob as clausu-
las cjpeciaes ahaitu copiadas.
E para rouslir se mandn aflitar o prsenle e pu-
blicar pelo lllaii".
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
bnco 7 de agosto de 1836. O secretario, Anlouio
I cireir d'Aniionciaro.
Clausulas especiaes para a arremalatao.
1. O rebaiiameulo da ladeira do dito lauco ser
fcito de coi.lnrmidade com os pcrlis e orcameulu ap- '"as ditas na t
provado pela direclnria em consclho, e apresentado ". c "'- Ierre
a approvaeilo do Etm. Sr. presideule da provincia
ua importancia de 2:760$.
2.' O arrematante comecara' e trabadlo no prazo
de .10 das e concluir' 110 de qualro mezes, contados
na forma do regolamenlo.
3. O pagamento sera' feilo em duas prestajes
iguaes, sendo urna quaiido houver sido feilo melade
dos trabadlos, c 3 outra nolim das obras.
*. Para ludo o mais que ola vai determinado nas
presentes clausulas e no orramenlo seguir-se-ha o
que dispe a le 11. 286.
Conforme. O secretario, A. F. d'Annunciacao.
J JBr> -12
14 de agosto de 1856
IENEI ICIO DO-
**eruambucano.
se ii i c- livertij
MUJiciaiiL. iM bc.>\
K> JOVKiN IMUNAM-
:ujo divertiiiteiito
1er no din 15,co-
mo ioi aiinuncirido, porm
equeneia do mo
transferido, e
hoj ifiipreteri"
O resto dos bi-
stao ;i venda no
o
1!
Os admini
Mana de Scitas
ter i--. _- i do ui
as respectivas a
'Z>tii&<:&.:eb.
CORREIO (ERAL.
A mala que lem de conducir o patacho brasileiro
Bom Jan, com destino ao Rio de Jaueiro, fecha-
se no dia 15 do correule ao meio dia.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, lem de comprar o se-
guinte :
Para provimenlo dos armazens do almotarifado do
arsenal.
20 daas de laboas de louro para assoalho, 6 cos-
tados de pa o d oleo.
Oucm quizer vender estes objeclos aprsenle as
so.s l>ropostas em carta fecbana ua secretaria do
eunselho as 10 horas do dia 16 do co'rente
Sala das sesies do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra S de agosln de
l8obliento Jos l.amenlut Un, coronel presiden-
\.Antonio (Jomes Ijeal, lenle-coronel viral
servindo de secretario.
A admiuislraco geral dns cstabeleciinentos
de candado, manda fazer publico, que nos das 1 i,
19 a 21 do correle, pelas I horas da larde, na sala
das suas sesses, no largo do Panizo, ro i prara
as rendas das casas abano declaradas, pelo lempo
que decorrer du dia da arrcmalacao at 30 de juuho
do anuo prximo futuro :
Bairro do Recife.
Ra da Cadeia n. 30, ra da Scncala Nova ns. 25,
26 e 30, ruada Lapa u. 5, ra dos Burgos u. 11, ra
do Azeite de Peitc n. I, ra do Pilar u. 73.
Bairro de Sanio Antonio.
Una Dircila ns. S e 7, travesa do Carccrciro ns.
11 e 13, Padre Floriano ns. 13 c 63.
Bairro da Boa-Vista.
Roa da Alegria n. 5.
Os pretendemos dinjain-se uo lugar e hora abra-
zados, aeampaofcados de seu? dadores, ou munido, de
carias desles Adverle-se, porem, aos inquilinos,
que nao esliveren em da, que nao scrio recebidus
us seus lances, sem quclcnliam saldado os seus d-
bitos.
Adminislrac.io geral dos cslabelccimeulos de ca-
rida.le II de agosto de 1836.O esenvao, Antonio
Jos' tio.nes ao Correio
l'enha ii. 6, un
na Iravessa dui
Alecriin n. 1,
les : i sitio na
Forle Sania Ai
10, 12, 34 c 35
nados predios.
O agente
ua ra do Col
sorliniento de
bem como ni
tttrOf.
Aradora da mam fallida de Nuno
lem de vender em loliao, pur au-
o do comniercio. logo que ultimadas
aharoes, asseguinles propriedades.
perleucentes a Ka massa, a saber : uesta cidade
um predio de qialro andares, sito na r.ia do Viga-
no ii. 13, um e tu de Ires andares, ra do I ivra-
nicuto n. 36, o i dito de dous andar, na ra da
(lito na ra Augusta n. 2, um dito
Martynos u. I, um dito na ra do
-, ous ditos na Iravessa do Marisco n.
It o 21., um di o ua ra do Mondegn n. 7, um dito
na ra do Aiik rim n. 15 na Casa Forle, os seguin-
sslrada do Cordeno (Coaeoo), da Casa
na, ii. 41 ; Campia n*. (i, 7, K,
duas casas un caminhu do Poco,
asa Forle u. 5, seis dilas ua Campi-
uaCasa lorio: convida-se, por-
r^eH"leUleSU"al"0 I-revio dos mencio-
Borji fara' leilAo em sen armazcm
egio n.;1.), de um randa e variado
oliras de marc.....ria novas e usadas,
billas de Jacaranda' c deamaicllo
livros, comino
mesas de jaul
as obras
para algibeira,
eufeites de sa
uissmas, appa
janlar, vidros
laulernas de v
parede, oplim
reio com
inoitos
mesmo orn
completas, guarda .oupas, secretarias, oslante. '
das, marquezas, consolo,, iadeSS
, iparadores, lavatorios, etc., diver-
de o ir,, e praU, relogios de ouro e prata
vasos e cilun^s de porcelana para
i, (|o.nqu.lhar.s fraucezas moder-
clbos de porcellana para almoco e
para servieo de mesa, candelabros,
i iro, cau.leeiros. espedios duurados.de
*" quadros com e-tainpas, c|c., Um ar-
"'us cavados para cairo e oalros
quaes se acliarflu patentes no
l ao etame dos senhores prelendeu-
optimi s qiia
plelo de ii)
objeclJis, us
arma Un ao
n. IV, daj7a'sl liorasdtt manlsa
"iBILHEtES DElOfESIA
- ------------ ------'xiuir.j mciriiueil-
tes: quinla-f Ira 14 doro.reme as II horas da ma-
nnaa, e ao me > da era ponto ira' tamben, a leil.io
um ptimo t, reno de 30 palmos de frente e 100 de
fundo, silo na Sulcdade na ra Real.
OagenK Vieira da Silva faz leil.lo.sabbado, 16
do correte, 1110 horas da niuuhaa, em seu arma-
zem na ra di Madre de Dos n. 32, de diversas
obras da marc ncria novas e usadas, um rico piano
forle, de meio oso, una balau.-a romana de 2 300
libras, e diversas obras de ouro e prata, relogT de
ouro e piala, e mais objeclos que se acharao pre-
sentes.
O agenl
Coltegio n. 1.
bstanle mnc
os quaes se ae lar.o exposto
sabbado, 16 .11 enfronto.
Borja em seu armazcm, na ra do
lara- Icilo de diversos escravos de
ambos os san s. muros e de meia idade, cnlre os
quaes ha urna exc-llenle mulata de bonita fi-urt
, ptima coslmeira < engonimadeira.
no referido ..riuazem,
11 horas da raanhaa,
da em que le lugar o Icililo.
m>o$ tomao.
0 Si
Koclta, di
negocio (1
O Di
tondo sido
sario racci Dador
creto de
gratuita tu
sa libados
na casa d
Joaquim Antonio Goncalvesda
tja-ae a cita typographia, a
sen interesse.
Joi(|iiiin deAquino Fotucca,
demittido do lugar de commia-
desta provincia |or de-
iti do jullio lindo, vaccinara'
inte aquellas pessoas que nos
le cada semana coiniiaiccei-om
i sua residencia, n,i pa Nova
do Recife se faz publico, que fui appreheodido
mulrque de nome Torqualo, o qual diz ser do Sr.
Adriano, morador na ru do Queimadn. O seu se-
nhor compareca munido com documentos para Ihe
ser eulreeue. Delegada do segundo districlo do
lennodo Roe.fe 10 de agosto de 1856.--0 delegado,
Joo Francisco \aviei Paes Brrelo.
VTi>io5 m-atimos.
Para o Porto seguir directamente e com bre-
Josc E. A
lo vapor Pi
I!0 DE J1IEIR0.
Eslado S-niiario da Corle, cuja extraera leria lugar
em 5 do cor
vem vir pel
aleo dia 18
na rna do C
Aolooio.
MUTTODfJ
Silva, recehendo em 3 do prsenle pa-
lana os eus Lideles da 19 loleria do
tenle no Rio de Janeiro ;" as lisias de-
vapor francez Lvonais, que chegara'
desle roez ; achaiu-se etposlos a' venda
Olpo, luja u. I, junio ao arco do Sanio
-
Kocie ade Ffoofogfoa.
Sao convidados os Srs. socios paia urna
reuniao extraordinaria, hoje, a'$ i Lo-
ras da larde, no aterro da Boa-Vista n.
6, tercetro andar, aim de se tratar de
negocio de muita importancia e urgen-
cia.-O prmeira secretario, Francisco
Cordeiro da lioclia Campello.
Francisco .lose Leite declara que des-
de ja' vem cobrar judicialmonte qual-
quer de suas dividas, vencidas lia mais de
um anuo, tanto por lettrascomo de con-
tri de livro, sem excepco de individuali-
dade.
Pi-ccisa-se de 10:000^000 va. a juros
de I por cento, dando-se por sarautia
duas casas quevalem odoln-o: quemqui-
zer anniincie por este DIARIO.
LOTERA Di PROVINCIA.
O Sr. tliesimrciro manda fazer publi-
co que as rodas da primeira paite da pr-
meira lotera de Nossa Senhora da Es-
tancia ai ii la m infallivcl mente uo dialti
do prsenle, pelas I 2 horas do dia. no Sa-
rao do convenio de Nossa Senhora do
Carmo.O primeiro conferente servin-
do de escrjvao, Jos Januario Alves da
Maia.
loteras da provincia.
Salustiano de Aquino Ferreira avisa
ao respeitavel publico, que a primeira
parte da primeira lotera de Nossa Se-
nhora da Estancia, corre nlallivclmcnte
sabbado 16 do crrante, ao meio-diaem
ponto, segundo o. annuncio do Sr. the-
soureito; eseus bilhetes ettaraoa venda
at 11 e meia horas. Salustiano de
Aquino Ferreira.
\ fabrica -o y]>s e
saj(|o t]n 2-u t (lo Brum,
precisa fie carao nas.
LOTERA da provincia.
Priinein partera primei-
ra leteria de nossa s b-
NHORA UASSMP9AO.
Corre infallivelnieiite
sabbado 16 do correrte,
ao meio-!l;i, sendo h es!a
llora, em coiisequencia da
chuva; portanto,ateas II
]/o lloras, estarilo venda
os bilhetes, com a rubrica
deP. A La vine.
S.ldi'ili It', do correule, depois da audiencia do
Sr. I)r. jui/ municipal da secunda vara, sera' arre-
maladi. em ha-la publica urna escrava parda, de no-
mo kfargarida, porioneante a Urbsao Vicenie l-'er-
reira, por ueeocJlode Manoel Jos dcAmoriin, a
quema mesma se achava h\polhecjda:porser a ul-
tima prnca.
l'recisa-ie do um cozinheiro que teja limpo
e liel, para o servieo de urna can eslrauseira a
tratar na ra dj tjru n. ti, armazem de Manoel
Jos Corroa.
Airenda-se um bom mUo com lodos os com-
modos precisos para gr.inde familia, -ito no Arraial,
perlenrenle a lllma. Sm. I). Francisca da Caoba B.
Mello : os prefinientes poiler-se-hao enlcnder
com seu corresponienle nesta nraea, oSr. Jos Pialo
'a Cosa.
Alnga-SO urna prela de meia idade para todo
o servieo, lano de ra como de cuso, menos de en-
Sominar:iia roa da Cadeia de Sanio Antonio, so-
brado de um andar n. 12.
O* scnl.ores do.edores da eaaa fallida do Sr.
Antonio de Mello Itodrisues Loureibisilo convid.idus
a realisar ami^avelmente os seas"eliilos, deven-
do para esse fin entenderem-se com Caetano l'ereira
de Brito, no caes do Ramo^ sobrado de dous anda-
res, no primeiro andar.
Antonio da Silva Moreira segu para o Rio
de Janeiro.
Sis. alfa lates.
I'recisa-se de um cintra-mestre : na ra Nova
n. 1.
O eiroTRtao Francisco Marianno de Araujo Li-
ma conlini'ia a dar consullas lodos os dias das S as
10 horas da manhaa gratis aos pobres), na ra da
(jloria junto a igreja do mesmo nome.
OKDE.M TERCEIRA O CARMO.
O iili.iiM. assignado convida a todos os eus clnris-
simos iriii.ni para comparecerem na igreja da nos.a
ordem no domingo. 17 do correule, pelas 10 horas
da manhila e as 1 da lardo paramentados com seus
hbitos, para assislir a fesla e rnsoura, e Te-l)eom a
noile, de N S. do l-'ronlispicio do convento, que
nos livrou do lerrivel Oagolla do cholera-morbus,
que lano nos allligio, salisf.izcndo .-.lim ao convite
dos dignos protectores da mesma Seuhora, que live-
ram a honra de nos convidar para um neto Uo so-
lemne. Recife 11 de agosto de 18.V. Fraucisco
Pinto da Cosa Lima, prior da mesma ordem.
Jos Marximian > Soares de Avellar deixou de
ser caiseiro de Barroca it Caslro desde ',) do corre-
le nez.
Precisa-se permutar o aluguel de um litio com
grande casa deviveada, na Soledade, por una casa
de dous andares ero ns bairros de Sanio Anlouio. S.
Jos ou Boa-Vista : a quem este negocio iuteressar.
dirija-so a ra do Queimado n. -JO, que ahi achara'
com quem tratar,
Precisase de nina ama de lei le : na ra 'de
Santa Thoreta, casa o. 1. Alianra-se o seu bom lu-
lamente c um bom ordenado.
Achante urna colheruoha da prala na praea
da Independencia, a qual se dar a quem der os si"-
naes ; na livraria n<.SS da mesma prara.
t) eterivio -la irmandade de S. Jo mar convida a todos o irinSos respectivos para se
reunirem sexta-feira, 1 do crreme, as 10 horas da
manhaa, no eonsitiorio da referida irmandade, afi.u
de em mesa geral lrnlar-se negicio de grandp im-
portancia, e proceder-se a eleicao da uova mesa re-
gedora.
O Sr. Cjprianno Luis da Paz, na ra doCol-
legio. e o Sr. Joaa Ferreira da Luz, no aterro da
Boa-Vista n padaria do Sr. Beirii, dirio quem da'
quanlias de :(00, i(X), 100 e (tKI^OOO com hvpolbera
em casas terreas.
No .lia |." de agosto, de bordo do patacho
Emiilaraoii desappareceu um retorno de Icibtira,
grande, de prala. lem o ponleiro dos minutos que-
brado, porm de boa machina ; por isso quem o com-
prar ou j i comprou de os siguaes da pessoa que ven-
deu, qoe da-et-lhe o dinheiro que deo, a alm dislo
tem do gratificaran o que pedir, afim de saber-se
quem foi : dirija-se ao Sr. Antonio (ornes Ferreira,
meslre c dono do referido paladn, viudo de Acara-
cu, provincia do Csar; que ser gencrosamenle re-
compensado.
Jardhn publico esn Per-
nambuco, roa da Sole-
dade n. 70.
Nesle jardn ha muito grande variedade de novas
rosas e dalias, assim lambem muita diver-idade de
oulras llores nnvas nesta provincia, entre ellas a r.'sa
de inu-go, e que estando iberia a llor, o que sera'
muito breve, se fara' aviso aos senhores amadores.
Apromplam-ta oneommenda para o centro da pro-
vincia, e as mais do sul e norte.
-- Precisa-se de una ama forra ou captiva para
o servieo de una casa de pouc familia : na roa l)i-
reil.i n. 119.
Fugio em "> .|j corrente a escrava Luia, cri-
oula, cheia do corpo, cor fula, de cerra de 10 ai.....I
de idade, estatura recular, e com nina grande marca
de fogo que compreliinlc .1 pa' e braco direilo : os
api rel,cu-ore- ccn.lii/.am-a ao primeiro andar da casa
n. x da ra do Queimado, que ser.lo recompensado*.
-- lto Lisboa o sen Ii I lio de menor idade de nome .Manuel
Theophilo da Costa, no vapor nPedre lie.
Afieucclo*.
Roga-se a pessoa que lem o casal de pavees que
desappareceu do sitio do Toque, iroeiri mandar .o
mesmo sitio, oo ra do l.ivraiucuto n. lli, que sen'
generosamente recompensada.
O Sr. Frcderico Jacques qaeira d-
rigir-sea livraria ns. (i c S da piara da
Independencia, a negocio de seu inte-
resse.
Aviso com inercia I.
Na loja e armazem de fazendas da ra da Cadeia
do Recife n. 50, (iefronlo da ra da Madre de Dos,
acb.ro os senhores que coramerriain com fazendas
para fi.ra desla cidade. e o publico em geral, um
bom sorlimeiilo de fazendas novas, boas o baratas,
que a dinheiro u vista se venden) por baratissinios
precos, .i--.-i.-iii ando h serem elles iguaes para lodos,
e qoe. ueste estabeleriinrnto achara qoem o frequen-
larsisadez Je aerado, pelj qwe espera seu nroprie-
lario se torne baslaute coucorrido de freguezes.
Programma
DA
FESTA DI) FRONTISPICIO DO
StlO
No dia 17 do corrente ter.i lugar na igreja do Car-
mo a fi-sl.i da mesma Senhora, creca no fr nlispicio
dimesmi igreja, pela f.uma e maneira seaoiiilc :
na madrugada .!e sabbado so levantara' a handeira,
a qu.l s.iliir.i' de casa dajuiza paleo do C.rmo),
percorrer* as ras da Camuoa do Cirmo, Flores,
N .va, Cibos*',larg e estrella do Rosario, sea chu-
va der lug.ii o ao sulnr a baile sera' annuneiadi
por urna airndola de foso do ar. >a noite de sali-
na ,o l.avera' vesperal, na madrugada de domingo
inissa ; as II doras em poni principiara' i leM,
sendo o celbrenle o padre meslre provincial Fr.
Joao d'.vssumpcao Moora, e o pregidor .1.. sermlu
da fesla o prega.lor da eapelll imperial o ei-provin-
cial l"r. Lino do .Monte Carmello, qoe sera' himbem
do Te-I)eum. llavera' msicas militar e de r-
cbeslra, sendo esta io insigne arti-ta Melquades
rraneiseo da Cos.a, e aquella de om dos c-rpos de
primeira ludia. .\s horas da larde sihira' ao re-
dor do paleo a rasoiira, com i he cosame, ao depois
subir' aos ires um balan nunca visto uesta cidade,
lauto em lamaulio como em roslo, feilo gratuita-
mente por um curioso lVrnambucaoo. Segue-se ..
Iiroinenlo di handeira. e depois se enloar* o Te-
Deum. No fim havera' fogo de vista feilo pelo pri-
meiro dos artistas ueste genero Rufino Gomes da
ronsoco,
Terceira parte da seruti-
d.i lotera do Flospital
Pedro!i.
O abaxo assig-nado ven-
den as seguinte- surtes:
1151 2:000*000 em meio bilhetc.
900$000 2 nuartos.
20OJJO0 2 dilos.
lOOi'000 1 di lo.'
I00S000 meio billiclc.
iOO.sOOO meio hill.ete.
50&-000 2 nuartos.
50.SOOO 2.litos.
50*000 2 ditos.
50J000 2 ditos.
Os [)OSniii 1525
521
1659
5101
122."i
2101
2155
Sil 2
+ laMW -- i en t(Mfk
* PEDItAS pni:i:ios.\s. it
* i
i i
5 Aderemos de hrilbanles, *
. diamantes e perolas, pul-
^ cciras, alliueles, brincos -
i e n.zelas, boli.es e anneii
^ de differentei goilos e de *.
j diversas podras de valor. ',
t -
* sy-
j C.impran, vendem ou "
fc trocam piala, ..uro, bu-
-' Ihanles.iliaiiianlcsepcrii- -
las, e oulras -|n.. p.-r i
; joiasde valor, a dinheiro ^
* ou por obras.
?, ,-'.*.,*.....:***. **;#
MOREIRA 4 OOARTE.
L0J.4 R| ni
Ra do Cabuga' n. 7.
Hii'eofi! por ;.-
Ho8osr*i>orefida u-
rupa as obras domis
moderno gosto, lan-
o df. innca como

Mi-

jv*- f^!HaTi,-~.
OURO K m.MA
Aderecos eomplelos le
ouro, meiosditos, polcci
ras, allineles. brincos *
rzalas, rurd.-es. trancr-
lins. in.-ilalli.i-. c.!-. i '. *
c eufciles para raSoflto. S
"i i m- (muios objeclos de
ouro. 9
Apparellms completos, *
de prata, para rh... ba-i- ,
Jejas, salvas, ca.lieae*. i
c.lberrs de sopa c.lecb...
e muilos uutr. objerlo- ^~
de prala.
.-:' : 4 -
de Lisboa, asquees se vcudcm por
pre^o couiiiiixio romo costuiiiam.
Lotera
de Nossa eSenhora da As-
sumpcao, da Estancia.
Aos 5 OOOs e 2 000 000
Corra induliitHvelmentc. s.ibhado 10 di-
agosto de 18.")(i.
se-1 Sa'nstiano de Aquino Ferreira
nitores so digne.n honrar esle acto com as pro.luc- W*a ao resiieitavel publico, que venrjV'u
"^^ ^rlr "?ru5 di\.,e,cci a k? *
les de um e oulro sexo, desde i iior.s da tarde as 10 s<'o"ii(la lotera do Hospital Pedro II,
u.MTfc n mu
m iiEITiRA.
A direcloria do dabiiicle 1'm lugjrv de l.citura
nesta cidade, leudo de solemnisir o quinto auniver-
sario da sua intlallacSo, sesla-feira, 15 do corrente,
e dse jando que esta solemnidade seja feita com lo-
do o brilho, convida por eslo meio a lodos os senho-
res associados dcste estebclecimenlo queiram dig-
nar-se ahrilhanlar com su., presenea o festejo da-
quelle.ha. A. sessao solemne lera' 'tugaras 10 lio-
ras da manhaa, e espera a direcloria
lillll OS
podem vir rece
fjer,no e-criptoiio de
P. L'ijjme.
Aluga-so o sobrado n. 1, no lugar de Airomha-
oo. lOlinda] o qual lem Cjinmodos para grande fa-
milia, qoarlos para escravos e feilor, narreiras e es-
colenle quintal para plantario, por ser para o lado
do paulano : quemo pretender, cuten-la-so com Jo-
so Aniones t.uimaraes, uo Recife, ra de Apollo,
armazcm u. .10.
LT8IA DA PROVINCIA.
Aos 5:000.s e 2:000 000
5a parte da T do Hospital
. edro ii.
'*"' j*l......:00llA(|00
<< 1524. ..... 200$000
Oabaixoassignado avisa ao respeitavel
publico que venden os premios cima de-
clarados, o primeiro em meio bilhele, o
possnidor do mesmo pode vir receber os
S por cento da le, em casa do mesmo,
na ra larga do Rosario n., segando an-
clar, assim como tem c\ posto a venda
os seus afortunados bilhetes, rucios e
quartos, da primeira parte da primeira
lotera de Nossa Senhora da Kstancia.nas
casas ja' anntuiciadas.
Bilhetes -i.vSOO recebe 5:000$000
Meios o.sOOO .< 2:500f000
Quartos i|500 < l:250}000
Recife !) de agosto de 1856.Manoel
Martins Pinza.
-- Aluga-se um solao na ra do Rrnm, prop
para rapaz solleuo, com mirada independenler a
tratar na mesma ra, fabrica de velas a vapor.
Precisa-se de um Hvd. sacernote de bou mora
par capello de um eogeoho ua freguezia da sca-
da, e que igualmente se queira encarreaar de dar h-
c.w a tres meninu^ilhai do Sr. do ei.genbo, c se Ihe
tara bom ordenado, e mais algumas VMlaaem : a-
quelle a quem convicr dirija-se ao palco da matriz
deihanlo Antonio, casa de um andar n. I, que acha-
r com quem tratar. ,
Osbillietes com a rubrica do abaixo
assigoado, sito pagos incontenente, na
praca da Independencia n. 40, ate o
premio de OOsOOO. Polycarpo Jos
Layne.
O abaixo issignado tem a honra de participar
aos senhores negociantes e mais pessoas .testa e de
qualquer provincia, as quaes interesar posta, que se
aclia eslabeleeido com escnplorio deadvocacia na ci-
dade de Maceio, capital da provincia de Alaaoas,
ra do l.ivramenlo n. i, e seolerece i tratar all
oq em qualquer ponto da menina provincia da ro-
l.ranr, da dividas c de todos os negocios de sua pro-
Bssllo perante os Iribooaos, juizes e reparlices pu-
blicas, ou evlrajudicialmeule, por conservar as mai
extensas relaees em loda a provincia, como natural
della, e baver exercido datante 8 annos os caraos de
promotor publico, e jui/. municipal e de orphaos em
dillerentes comarcas, tendo sido alm disto honrado
com o mandato proviaeatl por algumas vezes: as
pessoas que se dignaren) de confiar ao abaixo assig-
uailo suas cominis-ues podem dingir-se directamente
uesta prara ao Sr. Jos Goocalvts de Albuquerque,
agente procurador da provincia, que se eiicorregarn
da remessa promptl e seora da correspondencia,
papis e documentos. Cidade do Kecire l'J dejulho
de ISli.L.iurcneo Accioli Wanderley Cauavario.
-- I'recisa-se de um caixeiio para taberna : em
lora de l'orlas ra do Pilar u. 'JJ.
A commisso iiomeada p .ra verilicacao dos
crditos a' massa fallida de Brandao 4 Digaes,
ivisam lodos os senhores credores, quedevein apre-
seulsr os lilolus de suas dividas a Joaquim i'erreira
\ ajenie, na ra da Madre de lieos, alo o da I do
corrente, visto que no da sabbado, 16 do mesmo
corrente mez. as (I horas da manilla, devera' a com-
missjlo apreseular o seu parecer, na reuuiAo quede-
vera ler lugir nesse .ha, com qualquer numero de
credores que compareca na cosa da resideucia du
t.xro. Sr. Dr. juiz do comniercio.
-- Os Srs. que sao llovedores a fabrica de charu-
tos de Manoel Juse' de Azevedo. hajam de ir pairar
ale o da t do corrente, senio ver.io seus nouies por
extenso nesle jornal.
>..s abaixo signados declaranios, que foi ex-
horta a socieda.le que linh.iinos na Indica sita na
praea da loa-\isla n. -2. e que lica o socio Jos
M-in.i l-reire i.arin-iru .nc..ii._.i.|,, da liquidarao e
.esponsavel pelas dividas pa-sivas, e aulonsado'para
recc.er as activas. Kecife I. de agosto de 1S.1B___
Alan Undula l-'erreira da Cuuha, Jos Mara Frei-
r uameiro.
LOTERA da .provincia.
ii sr. Ihesooreiro manda, fazer publico, que Uo
evposlos a venda na Ihesouraria das loteras, ua ra
da Aurora n. 2b, das '.I as :! lloras da larde, bilbeles,
meios o quarlosda primeira parle da primeira lule-
ru a benelicio dacapella imperial da Estancia .le N.
. das l-roi.leiras, cujas rodos audam nnprelerivel-
menle no da lli de arrosto corrente, e que loco que
sejam distribuidas as li-las serte iiicnnliueiite pjgos
os premios, excepto porem as duas sorles gr-ndes,
que sao pagas mesmo no saino da extrae, rio, logo que
seiam publicados seus respectivos premios. o pri-
meiro conlcrcutc, crvindo de esenvao,
Jos Januario Alvea di .Maia.
(I bacbarel r.irinado Joao da ilarros Paleode
Albuquerque Maranbao, leudo ja oblido I ,-ilHj subs-
criptores para a imprMSSo de un volume de suas
poesas, pelo prero de 29(100, e desojando realisa-la
o mus breve pouivel, pode a lodos os seus amigos,
que lao benignaniente se eiicarreg.iram de agenciar
lislgnaluraa nesta provincia, qu.: se digueui da en-
tregar ai lisias das pessoas que subscreveram, assi-
nando seus nomos c a nn.rada, para agr le. cr a to-
dos em geral a prolec.io que lao ingenuamente
preslarani.
Precisa-se comprar 120 travs de ."iO
palmo.-; coiu S llegadas de grossiua e 6
'lean-; S travs (le l) palmos, lom 12
dt grossurae 10 de lacee en \a mes de
louro de 22 a 25 palmos, de (i polega-
das: na livraria ns. Ce 8, da praea da
Independencia.
Alogam-se carrncas para condozir trastes, ou
materiaes.por prero coinmodo: na ra da Alegra da
Boa-Vista n. Y2.
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr. Joao Moreira Lopes sao convidados a
dirigirem-se a' loja de Manoel .lose' Lei-
te, na ra do (Jueiinadon. 10, afim de
amiga velmente saldaran seus dbitos.
da noile. Nosdi.isll, 150 Ib nao havera' ex|ic-
dientc. Pernambuco 1 de aaosto de 1836. Jos
Duarle das Noves, 1.- secretario.
Manoel Jos Leite declara qoe com-
piou as divids activas do Sr. Leopoldo
.lose da Costa Araujo, na importancia de
T.kOOOsOOO ivis: roga, pois, ios Srs. de-
vedores, pie lenliam a bondade de enten-
der-se cota o annunciante, na sua lujada
ra do Queimado u. 10.
eMi-abida a 9 de agoslo.
([liarlo
bill.ete
(jtiaito
dito
I meio
1 (| uarto
I dito
1 dito
1518 900*000
wi< ioosoon
1525 200.VOOO
".21 100*000
5101 100x000
122.. 50x000
2101 50x000
245.". 50*000
E T-CIDO DE
ALGODAO.
O mesmo tem exposloa venda seus raui-
FAfA P TPrinn l\V tofelizes bilhetes, meios e quartos, da
Ii IJjj primen a parte da primeim Mena .!,
Nossa Senlioia da Assiimpcao da Btaiid.i.
nas lojas ja' conbecidas do respeitavel
publico.
Os dous premios grandes cima i (-
leridos nao estao sujeitos ao deacoiilo
dos 8 por eenlo do imposto geral, c cn-
jodisconto sera' pago logo r|iicsaa a Iss-
la, sendo os precos de seus bilhetes os *r-
'guintes:
| BHbctes 5.s800 recebe por niciro 5:000x
Meios 5*000 2:500
(( 1:250,x-
\)c 100x000 para cima sao vendidos na
ra da Cadeia do Recife n. io, loja de
rniurJezas de Jos Foilunato dos Santos
Porto.
subsS'^^ 5gM recebe 5:000;
183b.Oo socios gcienlcs, Antonio Marques de Meios bllbetcs 2*800 2:5lMX.
r."1""!"' Jus,i" Pareiro de barias, .Manoel Alves; (.luartos 1*400 1:250v
Cernambueo 12 de agoslo de 1850.la-
- trecisa-e lluasr (i iprelos para armazem de bistiano de Armio '
assucar : quem livor c qnir alucar, dirtjl-se rna ,,,!,l,ano de Apollo, armazem n. 10, que achara rom quem
tralar.
SOCIEDAD!- EM COMMANDITA.
Firmasocial: Amorim, Faria, Guerra di C.
Os socios subscriptores para a fnndaco da la- f
bnca de bar e tecer algodao, organisada por I-. Ma- I V
ria Dupril, sao convidados i realisar de 15 do cor- I
rente al IS de aposta prximo futuro, nu calta (la i
socie.lade, provisoriamente no esciiplorio do Sr.
Manoel Alves Guerra, na rna do Trapiche n. i,
todos os das uleis, das id horas da maullas os 4 da
tarde, a
capital wmnm, i
1856.Os -
Amoriir
Guerra.
Precisa-e de ofliciaes'de funileiro, e da--
bom jornal : uo aterro di Boa-Vista n. 65.
Srs. ri-d.irtnr..Arhaii.In-i nesla Provincia
doversos lugares vagos d'labelluo de oella orpls...-
; come rivel re/i los e capella. o ap porteudentes, sendo um driles o Sr. Joaquim d>.-
Cavaleaoli Machado d'Albaquerque, ntaMO mmlo
nbel, |i;ira qual-qucr ollicio d'Jntlira. pede-se m
Kxm. Sr. Ministro da Juslira, que deile seus olb...
dcandade para este mosso, visto elle Mihcarrecar
con o eros, ramilia, e-ein ler inrios em vi*la de aro
mo eslado de fortuna ; esle mosso foi eiammadn
nao so pelo Sr. Ilr. Joiz Municipal da 1.' Vara di
Capital, como lilo bem pelo Sr. lar. Jais Miii.inp...
ellitivo da Villa da Escadi, Termo d Saalo-Anl...., a
ro por esles Juizos plenamente a Provado, Exm.
Sr. Ministro, atendendo que o Sr. S.. Civalunli es-
trja ablitadn, e com moilos documentos ptimo- .,
proveudo em um dos Carinos, com preferencia a
um dos da Cidade da Virionj, obra um arlo revi.ii
do nao su de joslica como d'umauidade : e fasdeu-
paricer o pilo da miseria, incopado de lacrimas de
dor. Cidade d'Victoria II d'Aloslo d'lA5K.
Por I ni Victoriauno I id.
Qnem comprou a erinnlinlii Kili, em lni.io.t-.
agente Borja, p,.de mandar bascar roupa da dila
escrava em casa de seu ex-senhor.
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.
I t .!. JAME, DENTISTA, |
ff continua a residir na ra.Nova n. 19, primei-
v ro andar. 2
'j*S>*Sit3iSatO?*-XO^'vSff 9? :'^9
Precisa-se ,1e urna ama captiva un forra, agra-
...,ndo paga-se bem : na ra do Aragao n. 18.
N fabrica de calcado franceza, ra da Cruz n.
33, precisa-se de oiciaes de sapatolto para obrasde
Canora ; pr.-fere-se horneas casaJos, cujas mulhe-
res possain debruar sapalos.
-- Esta-se procedepdo a invcnlario dos bens do
casal do fallecido Isnnile-curoiiel Antonio l.ins Cal-
das. Os i-o- oi.-s io mesmo culendain-se com a viu-
va inventarame no engeoho lous rmeos, uu com
o seu geiii-o o Ilr. Jos l.ourenoo Mira de Vascon-
cellos, na cidade nova de Sanio Amaro.
-- Para feilor de um eusenho na freguezia da Es-
cada, precisa-se de um .....nem nacional uu cslran-
ueiro, mas que teja do bons cnsluiues, paga-se bem
qoem quizer dirija-se ao largo da matriz de Sanio
Antonio casa de um andar n. 2, que ahi achara
com quem Iralar.
Na uta da Prfeia n. 60 se dir' quem
da' dinheiro a premio em quantias de
50x000 ate 200x000, com garantas ou
penhores.
Patn Nasb & C., e Adamson llowie
& C, administradores nomeados da mas-
sa do fallido JoQ Moreira Lopes, avisam
aos credores do mesmo para apresenta-
rem os sllSttulos de divida aos mesmos pir
administradores ate o dia 18 do corren- | Este ioestiJSolf,,^SS^Iaj,^
te, pai-a serem classilicados c poder-se la- ,e de hervs medicinaes, uao conlem mercariisncm
zer o dividendo do liquido apurado da a^uma oulr,r nslanea deleelereo. Benig... .
... i ma|s tenra infancia, e a compleicao mais delirada
mesma massa, SOb pena de nao serem at- he isualmemepromplo e seguro para desarnipar o
tenoidosno dividendo, os rme deKarcm m*1 cmpleicao mais robusta ; he iateiramenie
deapresentar seus lilulos. innocente oro suasoperr.ces o elTeilos : pois bw-,
1 o remove ns doencus de qualquer especie e grao,
Aluga-se mu sitio em Sania Anna de K,rJm/"s '"V"5 e, e""e, l"e .
,l. j v n "" Entre militares|de pessois curadas com'este re-
de medio, muilasque ja eslavim as portas di owrr
recbrala,
iaulllmen-
er, com grande casa de
morada, estribara pura quiltro CavalloS preservando em seu uso, consesuirim
roclicii-n i-mim ni.-. ,,m ,.. ll i *' S'1I"1*' forjas, depois de haver tentada i
cocliena, lapun pata um caxallo todo o te todos os outros remedios.
auno, hoa cacimba e rio para embarque As mais aflliclis nao devem enlrepir-se i faano-
banli
Moraes P*ril50 ; far.m um eompelenle ensiio dos efl.ra
/es elidios desta assombrosa medicina, e prole
e banlio: a tratar com Luiz de
<'_.. 17_____ i r, i """.. zes eilcilosdesta assomtirosa medi
38 I errara, na ra da Cadeia do Ite-I recuperaran beneficio di snude.
.Nao se perca lempo em tomar esle remedio para
ni;
e n. -20.
Pela direclnria das obras militares se emprnita
urna pequea eoberla no quarlel du Paraizo : quem
dista se quizer encarregar, p le dirigir-se a ra de
S. Francisco n. I i, segando andar. '
Loiz Concalves Franco vai a Europa.
LOTERA
do Kio de ilanelro.
Anda nao temos podido c\por a ven-
da os noSSOS billietes da loteria 1!)- do
estado sanitario, em virlttde da voutade
cap idiosa do Sr. iesoureiro das loteras
da provincia, qiiesendo-ll e apresenlados
no dia terea-leira do corrente, com to-
das as condiees exigidas na portara do
Exm.Sr. presidente da provincia, mesmo
assun se nega a rubricar, procurando
desla sorle tazer com que tenhkmos re-
pelidos prejui/.os, alim de nos desviar des-
le negocio (pie uos lie garantido pela le.
Temos recorrido para o Exm. Sr. ptvsi-
dente, de quera esperamos fara'justica
Annimeiaremos ao respeitavel publico
logo que os possamos expor a venda.
Recife \> de agosto de 1856.Antonio
Jos Rodrigues de Sou/.a Jnior.
Brai Carneiro Lelo manda para Kornp.i o seu
iill.o Demetrio Carneiro Lelo de menor idr.de.
t)s administradores di massa fallida de Nuno
Mirla de Seixas, pelo [.rsenle aviso chaman) os de-
vedores a' referida massa par. salisfazerem seus d-
bitos, enlendciido-se lambem este convite comosmo
radores dos diversos predios, e eoj alusueis eslejam
por pagar ale lo fin do corrente mor ; no esrriplo-
no da administrar.!,., ma do Trapiche n.:.
Da-se Tllft-^KHI a juros s,b penhores,
boas firmas : i tratar na rna de I lorias n.
bradiiiho.
Rodrigo Piulo .Moreira, pelo presente riniiun-
eio convida a todos os seus devedores pan viren)
satisfacer scus ,ic|,,|,ls ,.c. ,- do crrcnlc mett e
deixindo de o faief osara' dos meios que Ihe stu
concedidos pela lei : na oa loja de seilciro, na ra
-Nova n. 29.
on rom
10, su-
Aito.;.s.
Na ra do Trapiche n. 34, ha xiperior rap prin-
ceza do Brasil, chegado recenlemenle do Rio de Ja-
neiro, em i|o.ii,i.e pouco dilfere do de Uaboa ao
passo que cusa apenas IjitHI a libra : a elle, antes
que se acabe, pois a remessa he pequea.
Precisa-se de una ama para fazer o ervico
diario de urna casa de pouca familia, dando-se pre-
ferencia se for escrava : qnem pretender dirija se ao
armazcm da ra do Collesio n. 15, ou a ra das Cru-
zes n. 11, seirundo an.lrir.
qualquer das srguiutes enfeimidades :
accidentes epilpticos. Febreto di epecie
Alporcas.
Ampolas.
Areias .mal d').
Asthma.
Clicas.
Convulscs.
Ilebilidadc ou c\l<--
nuacAo.
tlebilidade uu falta de
for^is pora qualquer
cousa.
Ilcsinteria.
llor >le garganta.
de barriga.
I nos ruis.
Dureza no venlre.
Enfermidadesno ligado.
venreas.
Enxaqueca.
Ervsipela.
I'cbrcs biliosas.
inlermillenlcs.
Vendem-sc eslas pilulas oo esUbeleeimciil.. ,.i
d i.....dres, n. 24i, Strand, e ni loja de I...I-- .
bolicarius, droguislase oulras pessoas encarrila-
das de sua venda ern tuda a Amrica do Sul, lia
vana c llespanba.
\ ende-se asbocelinhas aSiHIr-, Ctdi urna delta
conlem urna instrurcoo em pnrtugiirz para esplu ,.i
.modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. JSoum pl.ai
maceulico, na ra da. Cruz n. 22, em Pernain
buco.
Gola.
Ilcmorrhoidis.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indigesldes.
Iull.iminac.ie>. '
I rr eg ulari da d es da
inenslruacri.i.
I.ombrigas de loda es-
pecie.
.Mal-de-pedra.
Minchas ua cutis.
Ol.-lrucrao da venir. .
I'lilisici uu Konsamprasi
pulmonar.
Heline.io de oui in.i.
Itlieumatismo.
Svmplomas secuadarn.
I einores.
Tico doloroso.
II leers.
Venreo (mal.
CiHISIO FARA EICE
no.
XA FXDICAO DE EEKRO DO KMiE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. rs\
ISLA DO BRUM, PASSAXO O ollA
FAattZ.
haspinprc um grande soriimenlo dos sezninles .!.-
jectos de mechanisinos proprioi para eimenho>, a >-
bar: moen.lase. meias moendas da mais modei.-.i
cunsirurcao ; taixas de ferro fundido e balido, -uperior qualidade e de todos os tamanhns ; n-l..
dentadas para agua ou animaes, de tmlis as pio|-u
coes; crivos c horcas de furnalbae registros .1 !..._
eiro, agii.llii.es.l.ruii/..--. p.irilusns eC.ivilhe.s.l.i-.-
UDOS de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICA'O.
se evecul.-im todas as enroinmcndas com a Mpntii r
ridade ja condecida ccom a devida prestez..e com-
modidade em prero.
Itua Non n. 18 loja de M. A. Cajo & C. con-
tinua |sempre a ler um grande sorlimeulo da
obras felas de alfaiale, tanto soperior, como mais
inferior, camisas fraucezas, brancas e d cores. Bra-
vatas, cola, inhos, chpeos fraucezes, dilas de sol, de
oda e paiiuii.ho.saspeiisorios de ln. -r.irha.mea. para
senhoras, homons, meninos, fazendjs pira r.rrr r
qualquer obra de encomrneuda com a maior
prest0-
, /a bom deseiiipcnho ; emliin qualquer pessoa que
_"~ pC!'a"se!;e um cis*iro para taberna : nas vier i esta loja, tirar um falo completo e pnr pre-
Ciuco 1 otitis u. JJ. I o pjaij comuiodo do quecm oulra qulquet pule.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



o
0 Deposito de vinho decliampag- U
g ne cliateau-Ajx, primeira <|aa- )
f^J lidade, de pi opriedade do conde s
^ deMareuil.ruadaCruzdoUecifen. *:
$5 20: este vinho.oinellior de toda a ^}
tfl Champagne, vendc-se a -".S cada (f
j cabra ; aclia-se nicamente em ca- *3j
5 sa de L. Leeonte Feron & C. N. gj
3 B.As ca\as sao marcadas a fe
? goConde de Mareuile os rottt-
-, los las garrafas sito a/.ucs.
Massa adaman-
lina.
I i ancuco l'into Ozono chamba denla* com a vet-
dadeua masau adamantina e applica ventosas pola
atracrao do ar : pode sor procurado confronte no
Kosario de Santo Antonio o. .
Jos Antonio Horeira Uias & C., fa-
/.cm sciente aos sens lregue7.es, que aca-
Imn de receberde Londres pelo patacho
IJLOND, mais nm soitimento de ditas
.'italidades de plvora, da mellior que
lem vindo a este mci'cado, e a venden)
por meuos do <|ue os autigos vendedores
leste genero : assim como tem uin gran-
de soitimento de chumbo de municao
desde marca 11BB ate n. 10: as amos-
tras acuain-se no sen escriptorio, ra das
Larangeiras o. I i.
inheiro a r't* >'f 'H t jj '
KM! acabar. f^ Srz\\ i
l^-lm frente do beceo da CongrcgacAo, pas-
sando a botica, a segunda toja de fazeudas n. -itl.r-*
Chales de merino bordados a velludo, a 183000.
Dito de mernm bordados a matiz en) ponas, a
1I9O00.
Ditos de dito dito bordado a matiz ciu urna pona,
a 83000.
Dtte* de dito com lislra e franja de seda, a 05.VM)
Dilo< d diio com barra matizados, grandes, a
59OOO.
Ditos de dito muilo Tino com fianja de seda, a
49500.
Ditos de-. 1,1a grandes de todas as cores, a 800
Corles de vestidos de seda de qoadros, a 2O000
Lindas tedaa de cores para vestidos, covado lOUO
Chai) de quadros de lindas cores, covado a 50
Sedas assetmadas de quadros de novo cosi, covado
a 800.
Lia de quadros.com 5 palmos de largara, covado
a lili.
Cortes de vestidos de seda para menina.
Sarja prela lavrada para vestido, covado a
Ijros de naples preto encorpado, covado a
Sarja prcta muilo boa, covado, a
V ellodo preto hespanliol, covado a '
Selim preto verdadeiro Atacan, covado a
Selim branca Macao para vestidos, covado, a 1-5500
'anuo preto inglez, prova de liado, covado a ."ijOOt
Ditos de cores dilo dito, covado, a 4S000
Chilas rancezas largas inulto linas, a 280
Cassas fraucezas de cores claras, a 960
Uiscados francezes com 5 palmos de largara, cova-
2W
80
400
41000
3|600
3M0O
9|000
11000
2|000
3d0
900
19500
600
700
39OOO
109000
IO9O6O
25300
IgKDt!
incoo
'45000
:wjoo
do a
1 .insa liza e de qoadros, covado a
Palitos de alpaca prela lina, a
Corles de casemira de cores finas, a
Hilos do dila preta finas, a
relo preiu para panuo de- pretaa, covado a
Corles de casta franceza de cores, a
l.uvas de seda brancas e cor de palha, a
CanitH fraucezas brancas, urna a
l'eitos para camisas de cor o brancas, a
Oil irllihus blancos feilos, a
l,enr;os de seda de cor grandes, a
I asneos de seda para grvala, a
Cobertores de algodao grandes, a
Ditos de laa hespanhes, a
llomeira deVelrs matizadas, a
.Manas de blnnd prelas e brancas, a
Lenco muito Qdos bordados, para senliora, a 19000
Madapolo fino com 5 palmos de largura, a 3970o
Lencos brancos para caliera de senliora, a 300
Corles de beleza fazenda inleiraiiientc nova nene
mercado, loda de seda e de lindo goslo, a I3000
Corles de vestidos seda liranca para nona.
Cortes de colletes de seda de lido soslo a 3JOK)
Velludo prelo para vestidos o covado a 49000
Palitos de panno lino prelos c de cores forrados de
sed* a IK-noo
Ditos de alpak* prela muilo fino forrado) a (9000
O abaixo assunailo
avisa ao corpo docoinujer-
<:io en| geral, que o nico
caixeiro enear regado de
rece be r coutas de su > cu-
sa he o ftr. el os da silva
iVeves, assim como que de
boje em diante se nao res-
ponst bilisa por qualquer
colisa que en sen lime
vo buscar, visto qiic n -
(la manda comprar liado.
'crii mlnico 11 de agosto
de 1856.Domhiyos A l-
ces Malhens.
Liulia de mni-
bus
Do dia 11 do correle em diante haver.i um mni-
bus para Olioda em todos os das litis, o qual parti-
r' para all as 0 horas da mauha, c voltara' as 7
afim de se adiar aqui as 8 horas da inanhaa c as 2
da tarde.sendn as passagens a 205 meusaes para os
astigoanles, e a 500 n. para os avulsos. Na mesma
data em dianie havera'oulro deslea carros lambeni
nos diaa uleia para a Pas*ai;em da Magdalena al a
[rasa doSr. Viegas ; partir as 7 liada manbaa para
ollar as 8 lia, o do larde satura' as 4 para vollar as
4 3|i. t'assaEem :por inez ItiJ e avulsa a 500 rs.
N. II. Tudas as passagens continan) a ser patsis
adianladas, visto que o abaixo assiguado nAo esta' de
.i. --uni a coutiuuar fazer laucamenlos de cinco e dtz
l'i.-lie-.ijiie rom difiiculdade se recebe.
Claudio Dubeui.
a o 'respeitavel
publico.
Jom Amn-lclu. dentista e sangrador bt-m condeci-
do, conliua no ejercicio de sangrar e lirar bein
denles, por precos a vonlade a quem llic der a pre-
ferencia, chumba denles, separa perfectamente os
denles da frenle, c applica venlusat sanadas : pode
ser procurado a qualquer hora do dia, na Camboa
do Carino n. 20, luja de h rbeiro.
I'rerisa-se de um feitoMae calenda de jardim
planlacito de Inirlalire. para um pequeo sitie no
luaar da Cipunga : quem se acbar lias cirrumslan-
cm, procure a casa n. 56 ua ra Velha da Boa-Vis-
la, al 7 lloras da maoh.3], ou das 4 da larde em
diantc.
Precisa-so de urna" pessna qoe cminlie bem e
cncnmme, para urna casa aslrangeira : na ra Nova
ii. 17.
Precisa-se de urna aula forra au captiva, para
todo o serviro de urr.a casa de familia : na ra .Nova,
sobrado o. 23, segundo aodar.
Compra-se urna collecc.ao do periodieoJus-
tic,a: quem liver anuuncie.
Compra-ee urna escrava de idade de 14 a 20
anuos, cosmrciia e t-numninadeira, recolhida, paga-
se bein : na ra Nova u. 34.
Compra-se um prelo de mcia idade: na ra da
Cruz do Kecife n. 12.
Compra-se urna escrava cozinlieira :
na ra do Collegio n. 25, nrimeiro an-
dar.
Compra-se urna volia de trancellim'de ourn
de 12 a I i oilavas : na livraria n. 6 e S da praca da
Independencia.
Comprase no bilhli usado : quem liver an-
noucie para ser procurado.
Compra-se urna casa terrea que seja as fre-
nuezias de Sanio Anlouio ou Boa-Vista : a tratar na
ra Nova n. .
etidtt9.
Vende-'e fumo em fnlha de primeira e terceira
sorle, o mais superior que ha no mercado : no ar-
nia/.em de Novaes iS; Coinpaiihid, ra da Madre de
Dos n. 12.
\ en ie-o urna rarroca de dous hoi> : quem
pretender dinja-e a rui imperial, luja de lerreiro
do Sr. Amaro.
Vende-se urna negra de 2(i a 2S anuos de ida-
de, pouco mais un menos, milito boa cVinlieira e
engommadeira, muilo fiel, vende lambem na ra,
n3o lem vicio alguin e muilo s.nidavel ; na ra da
M;|dri'_i1c Dos n. ti, loja.
Vende-se_ para aluum engenho ou lusar fiira
da ridade um prelo de idade, proprio para lodo o
serviro: na primeira Iravessa da ra da Praia n. 11.
Vinlio do Porto, superior chamico.
Em caixas de 2 duzaa e em barris de oitavo,
cenlemenle chegado pelo brigue Trovadorn; vend
e nicamente no armazem de Barroca & Castro,
ra da Cadeia do Kecife n. 4.
CAMISAS FRANCEZAS.
Na loja da Estrella, ra do Queimado n. 7, ven-
dem-se camisas fraucezas linas e di- ultimo goslo,
pelo haratissimo proco de 25500 e 390O0cada urna, c
alpacas de seda a (iitl o covado.
Charutos S. Flix.
Vcndem-se rharulus finos por prer.o commodo.
Caixas de 100, lanceiros grandes, dilas de dilo, dilos
pequeos, ditas de dito, cigarros, ditas de dilo, rja-
los, .lilas de dilo, reaalia : no armazem de Jos
Joaquim Pereira de Mello.
Aos senhores de engenho.
No becco do Connives, armazem de Jos Duarte,
vende-se a verdadeira fariuha gallega, em meias bar-
ricas, por commodo prero.
Vende-se um ptimo mulatinho de dado 12
anuos : na ra da Sama Cruz a. 38. .
Altencao!
^ Noarinaztiiide Bur-
le onza & C, ra da
Cruz ii. 48.
lie chegado o verdadeiro rapr Irancez vindo pelo
navio ALMA, ese vende a 29400 rs. o bote, que
conlm mais de libra; para commodiiUde dos aman-
tes desle excellento rape, lem R-ilo depositas na \a-
ja dos Srs. Jolo Cardozo A y res ra da Cadeia, e
Morena & I loarle, ra do Cabug, ao mesmo prceu
eini dito.
VARANDAS E GRADES.
Lm lindo e vanado sortimenlo de modellospara
varanilas e gradaras de goslo mnderuissimo : na
fiiudirao da Aurora, em Sauto Amaro,e no deposi-
to da m a, na ra do Brum.
:Vloeudas superore.
Na fundicao de C. St.ur&C, t-m San-
to Amaro, acha-se para vender motndas
de canna todas de forro, de um modelo c
construccao muilo superiores.
(MIES DE FETOS
de seda modernos, de quadros escocezes, com 17 co-
ya-los cada um, pelo barato preio de IS^HH): na lo-
ja n. 17 da ra do (.lueimado ao peda botica.
'tSEHIRAS LISAS OE
COKES A 1520O RS.! !!
Na loja n. 17 da ru do (Jueimado, vendem-se ra-
semiras de cores, lisas, proprias para coeiros de me-
ritKui e para forro de carros, pelo barato prero de
15200 cada covado para liquidarao.
CIIALV W LAN E SEDA LISO E
de quadros de cores moito delicadas a 700 e 800 rs.
o covado : ua ra do Queiinado, loja o. 17 ao p da
botica. '
A
H:omps /5.
Compra-se um cavallo rujo ou rodado, que seja
novo c trulla servido em carro, mesmo estando ma-
,10 : quem o liver falle na loja do Passcio 11. 7.
Compram-se dous moleques que sejam sadios,
lumias fisuras, que sirvam para criados, idade 1S a
_'0 annos : na na da,Cruz no Kecife n. Vi.
Compiam-se apolices da divida proviucial ; na
ra das Flores 11. 3", primeiro andar.
Compra-te paia mu.) enrommenda 2 iiegriuhas
mi mulatinhas, de 10 a Mi annoa de idade, e 2 prelas
de 18 a 25 aonos de idade, que tentiam habilidades
paga-se bem : 0.1 ra Nova n. i.
Compram-ie arenes da companhia de Beben-
te : naraa Urga do Kosario a, 28 loja.
Pernanibucana.
Na fabrica desabo e velas.manufacluradas na ra
do Brum, vendem-se velas de carnauba purificada,
iguaes na laz as de espermacele, e sem exlialarcm
cheiro algum desagradavel : vendem-se a prero de
1.13000 a arroba, encaiioladas, adverlindo-se que a
menor quautidade que se vende a retalho he meia
arroba, e sendo pagas 1 vista.
Vende-se a casa terrea do paleo do Iluspilal
n. 2, oceupada por urna refinacao deaSsucar : quem
a pretender comprar, enlenda-se com JoSo I'inlo
Itegis de Souza, na ra da Penha, que dir' quem
ver.de.
VIN1IO DA F1GUEIKA.
Na Iravessa da Madre de Dos 11. IG, armazem de
Martins; Piolo, vende-ie superior vinhoda Figaei-
ra em barris de quinto, proprio para casas particu-
BICOS DA TERRA.
!Na ra do Queimado, segunda loja n. 18, vendem-
se 4 pecas com 10 varas de bico largo.
Na ra Nova, loja o. 20, vendem-se taboas de
cambio, por prero commodo.
couros de cabra.
Na ra da Cadeia do Recite n. 57, vendem-se su-
periores couros de cabra, por prero commodo.
Gomrna do Arcatv.
Na ra da Cadeia do Recite n. 57, vendem-se sac-
eos com superior gomma do Aracaly.
Velas de carnauba.
Vendem-se superiures velas de carnauba, por pre-
ro commodo : na ra da Cadeia do Recite n. 57.
-- Vcode-se para fra da provincia urna crioula
de 17 auuos de idade. que engomma, coziDha, lava
e cose chao : na ra das Cruzes 11. 22, segundo
aodar.
tiigodo trancado da fa-
brica da Bat i.
Vende Antonio l.uiz de Oliveira Avevedo, no Mu
escriptorio da ra da Cruz n. 1, o superior algodao
traurado da fabrica da Babia.
'i ac randa.
Antonio l.uiz de Oliveira Aievedu lem para ven-
der superior jacarauda', o qual vende as dallas ; pa-
ra ver, no armazem de Manuel Alves Guerra de-
frnnle do Irapiclie do algodao, c para tratar, na roa
da Cruza. 1.
Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo lem para
vender no -en escriptorio, na rua da Cruz o. I, pi-
lulas de Valle!, xaropede nade, pus de ruger, lafieta
l.epcrdier, hedriodato de potassa, azul da Prussia,
pasta de jojaba.
Ateiiciti.
Veude-M urna famosa negra, mora, de narao, com
um lindo molcqiiinho de 3 mezes,'multo c'sperlo e
nutrido, sabeudo a dila nesra enaommar. coziahar e
eiuaboar, e vender ua rua, alem do muilo c abuu-
lanle leile que lem, a sua boa couducla e lidelidade
a torna digna de possuir-se, por isso que existe na
casa ha 8 anuos, e.que s per motivos que se dirao
ao comprador, por que se vende : quem pretender,
dinja-se a rua dos MaiUrios n. 1(.
Vende-so um bui muito manso, com urna car-
rosa propna p.ra qualquer servijo : ua Capuiiga,
casa defroote do Sr. Sebasliao Penna.
Attenco.
No aterro da Boa-Vista n. 99 para Irquirlir) veo-
dem-se chapeos ee seda para senliora, dilos de palha,
filas de seda de todas as qualdades, lisas e lavradas
bico eslreito e largo, dilo de Mande branco e preloi
rliapeosde sol de seda para seuhora. maulas de co-
ral, chales de (ouquim bordados, da India, ditos ada-
mascados de lodM as qualdades, ditos de merino
bordados, ditos de Viras e dilos lisos, camisiuh.is
rom mangas e sein dilas, llores fraucezas de todas as
qualdades, lenres de cambraia de llano bordados,
setioi branrn e decores, trancas de >eda largas e es-
Ircilas, fila" branco e preto de salpico-, errne de In-
das as cores, chapeo-) pira baplisados, enlr'ilados, lo-
cas para baptisados, chales de relroz de 3 ponas fin-
gindo romeiras.
FABRICA DE VELAS.
Vende-se urna tabrka de velas de carnauba com
todo os seas pcrlenccs, quaii ludo uovo, em poni
grande ; vende-se por seu dono relirar-se para lora:
ua rua do Vigario o. 18, primeiro aodar.
I
Lindos enfeilps
de larlalana, tlor-
URIO l ft^.RB8lO QUINTA FURA U AGOSTO II 36
Vende-se un palanqmm em hom estado, e por
mallo baralo pre ;o : a Iralar ua rua da Cruz do Re-
cite 11. 27, segundo andar.
ARA BAILE.
para caber, vestidos de blondo e
para cabera e vestidos, lencos
bardados, lavas de Jouvin, bicos, franjas e filas, fa-
zenda nova e em Minia : em caa de Madame llues-
sard Millocheau, alerro da Boa-VUla n. I.
I'uliti'is de panno.
Na roa do Crespo, loja n. 10, veude-sc nm rom-
plelo -oihm.'iilo de pahls. como bem gnndolas,; sn-
brecasacas, u mellior que he possivel, e por prero
cummodo.
pura
160
180
"* mo
Lindo sortimi-iilo de cintas r\as
luto.
Vendem-se chita: n'nas para lulo, padres
de cassas, o robado
Chitas miudinhai tinas, por Icrem. um lo-
que de mofo
Corle de cairas de casemira de algodao
muilo ferie 1 i,11-1
Dilos de raslor de quadros, lindos padres (180
Dilos de quadrinhos de linho puro SIH)
No aterro da Boa-Vista ao po da ponte 11. 10.
A 5 Lencos de cambraia de linho para algibeira : na
rua do Crespo, loja de Adriano Si Castro 11. I.
i\a laja das seis
^ portas
m frente do. iviamcuto.
Peras de akodaozinho avariadas com qualrn pal-
laos de largura a quatro patacas, nuco, seis e sele
cada urna, quasi hmpas a oilo patacas, lencos bran-
cos de rassa, moldados em asna doce a dous mil
reis a duzia : pode-a ir comprar das 6 horas da
maniota al as II da noile,
NOVASCOR-
reiHes com pe-
clras para re-
fugios.
Na loja de Seraphiro & Imito, na roa do Cabug
n. 11, cheuou de novo oulra porr.o de ricas conre-
les de ouro rom pedras, c oulras mulita obras de
novos gostos para senhoras e meninas.
CEBOI.ASE BATATAS NOVAS.
Ja desrarreuarain as ceblas e b.latas novas, e
vendem-sa no armazem de Joao Marlius de Marros,
tra\essa da Madre de Dos 11. 21.
Cal de Lisboa, nova, e potassa russiana
superior.
O deposito de cal da rua da Cadeia do Recite 11.
i0, acaba do rereber pelo ultimo navio de Lisboa
barris com cal nova em podra, assim como ditos de
polassa roniana de superior qualidade, sem exagera-
cao a mellior que lem viudo ao mercado, com cujos
artigas os senhores de engenho podem sem receio
fazer hom assucar, em qualidade, peso e alvura, e
os vende por prero commodo Antonio Comes da Cu-
nda e Silva, na rua da Cadeia do Kecife, loja 11. 50,
del'rnnla da rua da Madre'de Dos, havendo ueste
deposilo um rcslo de barris com cal da safra pana-
da, que se \ rudera por barato prero.
Vendem-se hlalas de Lisboa, uovas, eJiagadM
ltimamente a 32200 de urna arroba paia cima : na
Iravessa da Madre de Dos 11. 5.
iiiho e licores
Vende-se superior rindo do Porto, e licores finos :
na rua daJMadre de Dos, armazem de Bastos A
Silva.
NoPasseio Publico loja o. Il.de Kerrcira &
Cruz, exisle urna porrao de sacras de caf, de pri-
meira qualidade, viudo ltimamente do Rio de Ja-
neiro, que se vende por preros razoaveis para li-
quidar.
Vende-se doce de goiaba superior, ero caixoes:
na rua da Cadeia do Kecife, laja 11. 50, defronle da
1 ua da Madre de Dos.
IXa loja das seis
porlas
Fra frente do Livramento
Pescocinhos de relroz prelos e bordados de cor a
cinco mil rs. cada um, enres de fil prelo bordado
para manteletes de meninas a mil rs. cada corle,
camisas de cambraia bordadas para senliora a doos
mil rs., e manguitos recortados a dez lusles cada
par, collarinhos de lindos eoslos para senliora a pa-
taca cada um, c muilas oulras fazenda proprias pa-
ra o pasamento da fesla ; da-se de tudo a amostra,
levando peuhor qie cubra o valor do que se mandar
pedir.
$a loja das seis
portas.
/m /rente do Livramento.
Lencos de seda francezei de muito boa seda e gos-
lo, propnos para meninas e seoburas a dez losloes
cada um, lenros com Moa largo, proprios para mo
de senhoras a quatro balacas, e bordados a dez lus-
loes, la/.end.i fiua, corles de cambraia lisa com oilo e
meia varas a (res mil rs. o corle, qoe da' vestido
cun lre babados, corles de cambraia de seda a oilo
mil rs. cada am ; a loja aata' abeila para quem qui-
zer escolher ou mandar Irazer, das C horas da ina-
nbaa al 9 da noite.
Vcndem-se saccas com farinha e feijao, por
menos do que em oulra qo.ilquer parle : Irata-se oa
roa da Cadeia do Kecife, loja de ferrageos n. 50.
Popelina!!!
A 15000 O COVADO.
1 a "a linda fazenda para vestido de seuhora e meninas, de
assenlo branco com llores solas e de lislras, fazenda
esla abogada pelo ultimo vapor ; dilo-se as amostras
com penbor.
i*ua do Queima-
do n. 2 \ A.
Vendem-se corles de chita franceza Com 12 cora-
dos a 39500, chales de merino bordados a velludo,
do ni 1 uno oslo, curtes de seda lisose de quadros,
riscados escocezes I40 o covado, assim comooulras
muilas fazeudas, que se vendem muilo cm couta.
I ABVKINTIlOS.
\endem-se lencos e loalhas de labvrintho. asseu-
lado ein fiua cambraia de linho : ua rua da Cruz u.
31, primeiro andar.
DE BOU GUSTO DA MAIS
SUPERIOR OUALIDAJjE, LLTI-
MAMENTE GHEGADA AO MERCADO.
Cortes de seda, padres mu delicados, e minea
aqu viudos, com baados, leudo 25 covedos cada
corte, dilos sem babido, dilos de seda grcsdenaple
amtrella, cor de rosa, azul clara, cor de parola, e
oulc-s cores, cum babados, c lambem em pera para
vender-se aos covados, dilos de seda branca adamas-
cada com babados, dilos de seda adamascada de co-
res muilo mimosa, e cortes de cambraia com baba-
dos bordados brancas e de cores para vestidos, tudo
viudo no ultimo paqoole da Europa : na loia de Jos
Horeira Lopes, sobrado amarello na esquina dus
i.iualro Cantos, ua roa do IJueimado n. 20.
Mandioca.
Na taberna grande da rua dos Cuararapes n. G,
em I'ra de Portas, vcndem-se saccas com farinha
de mandioca, a predi de A}200 e 2-^X)0 a sacca, e a
120 a cuia.
Farinlia de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, em saccas que tem um alquci-
ie medida vcllini por prego cominndo:
110 :,iina/.em de| Novaes .V C., na rua da
Madre de Dos ti. 12.
Vende se amalean de sobrado de tres andares
e iodo, Cozinha fra| no prinico e segundo audares,
chaos proprios. livrc e desembararada, sita na rua da
(iuia n. 5:1 : dirijan -se a rua do Crespo, loja 11. 15,
*J Sanio Antonio n. 21, primeiro
(ARTAS F1MSSMVS PARA YOL-
TRETE.
Veudem-sesoperiores carias fraucezas para vnlla-
rete pelo baralHiimo prero de 500 rs. o baralho .
ua roa do Queimado, na beiii conhecida loja de miu-
dezas da boa fama 11. 33.
Perfumaras de
boin gosto.
Na luja da boa fama enconlra-se sempre um rico
sortimenlo de perfumaras de lodas as qualdades,
sendo seu autor o mellior que ha em Parla, riqaissi-
mos frascos de etlrarlos ininlissimo linos, pelo barato
pieco de IJ200, I950O, 25 a 9300, jarros de poreel-
i,ina delicados e de modernos oos|0s com nanita frau-
ceza muito lina a 2, frascos ruin esseenria de rosa a
320, paos de pomada franceza muilo boa a loo rs.,
frascos pequeo) c craude< da verdadeira anua de
Colonia do IMver a 1SI) e 1IHK>, jabonetes tinos e de
diversas quahdades.ps para denteso mellior que pu-
de haver. e oulras multas perfumaras, que se ven-
dem inuitu barato: na roa doQoeimado, na bem co-
nhecida luja de miudezas da boa fama 11. 33.
curtes de vestidos de
SEDA DE QUADROSgA 12(0001!!
Na rua do Queimado, loja n. 17, vendem-sp enr-
es ile vestidos de seda (otilar de quadro, rom IS co-
vados cada um a 12;000, por estar com algnm loque
de mofo.
Na rua do Crespo n. I (i, continan] a
estar a venda as mais superiores toallias
de puro 1111 n 1 11 h tem \indo 10 mercado.
Bonccas frauce-
zas.
\ endem-se muito lionilas bonecas fraaeczas, pelo
haralissimo prero de ls>280 e 1>K00 : na rna do
Queimado, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama 11. 33.
Loja ca boa f.
Vende-se chaly de qoadros de bonitos padres .1
.M) rs. o corado, ditos lisos de bonilas cores a 720,
chales de merino lisos com rranjas de retroz de bo-
nitas cores a 5J, dilos com lislras de seda a 7?: na
roa do Queimado, nos quatro cantos, luja de fazeu-
das da boa fe n. 22, defronle da loja de miudezas da
boa fama.
Vende-se
\\l{
c
DAS BOASUALI
cemento milito novo, rhecado cm li de maio prxi-
mo pagado de ]| la ;i visla da quali>la barricas e im.i- : no armazem de maleriaes ua rua
'.h Cadeia de Sauto Antonio o. 17.
Pttdesde pal lia, eitasno
Para.
Na rua da Cadeia do Iteeie loja de \
portas n. 'rS, vendem-se as referidas re-
des com cores e qualidadcs inleiratnente
espieiiliiiidiilicas.
Casemiras finas.
^aloja da Estrella, rua do Queimado o. 7, ven-
ilem-si! rasemiras liancezas Mnai de lindos costos,
pelo haratissimo prero de .1-^lilHI o corle de caira, e
chapeos fraueczes da Ultima moda a 60300.
a boa lama
VENDE ML'ITO BARATO, como todos
SABEU.
Vendem-se libras de buhas de boa qualidade n.
50, GOe 70 a I9IOO, ditas muilo linas de 11. Um: e
120 a 19600, duzia de lesouras muilo boas para cos-
i lura a 1.~, dilas muilo linas e grandes a 1>200 a du-
zia, pecinhel de bico eslreilo a 500, cavinhas com
asulhas fraucezas muilo linas a IW1, caixiahaa com
10 novellosde linhas de marra inuilissimu linas a
2SO, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
nas c senhoras a 200 rs., meias brancas muilo linas
para senhoras a 240 e 1100 rs. o par, meadas de li-
uhas muiissimo finas para bordar a 100 e 100,] bo-
tos demadrepcrola mullo finos para camisas a(iOf) rs.
a Ecosi, boles muilo linos de ac para raleas a 2S0|a
crosa, li\elas doura-las muito linas para calcas e col-
leles a 120 cada urna, pentes de balea muilo linos
|iara alisar a 300 rs., peras de fila de linho com (i
varas e meia a 50 rs., caiainhaa com colxcles france
zcs a (0 rs., rarretcis de linhas de 200 jardas de
muilo boa qualidade e de lodos os nmeros a SO rs.,
maros com 10 prampas e de muito boa qualidade a
50 rs., pare de suspensorios a SO rs., torcidas para
candiefros a Ktl rs. a duzia, rarleiras de marroquim
para aluiheira rom molas douradas a 1X10 rs., cane-
las para pennas de aro a 20 e 10 rs.. meias brancas
e rruas, fazenda muilo boa, para bomcm a 100 e 200
I rs. o par, Irancinbas de laa de caraces e de todas as
cores a 100 rs. a perinha, pentes de chifre para ali-
j sar, fazenda muilo boa a sillo rs. a duzia, srozas de
boles de loora pintados para camisas a 210, pecas
] de lila decs de lodas as largaran a 20e 320, linhas
I brancas de rarrelciscom 100 jardas doaulor Aiexan-
libe a iO is. 11 carretel, linhas pretas de meadinhas,
1 fazenda muilo boa a 20 rs. a meadinha, carias de
j allineles da melhor qualidade que ha e com 25 pen-
: les a 110, penlea abertal de balea para alar cabello,
1 fazenda muilo boa a 9600 I duzia, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a 210 e 320
39300, ravessas de verdadeiro bfalo para prender
cabellos, peto haratissimo prero de Is, ditas de tar-
SlSL! i-? "co* l'1aes com plumas eespelhos e
ni! Z'""."* 45. pentes de bfalo mudo fu
K? '1 ESStSf a ""' "- ''ras lini.s.mas e
nos
todas as quahdades. riraiu.^de-ydrdV't'oda'a,
cores e larguras, ricas Btaa de seda lisas e lavradas
de odas as largura, erores, bico, de linho finissimos
de luidos padroes e todas a, largura., ricas franjas de
alcodao brancas e de co.es p,upriils eortloadoa,
a oulras muitissimas cousas, qne |g m y|lile
(achralo preco que aos proprio, compradores ser-
v.ra1 de admirarlo : oa rua do Queimado, na bem
contienda loja de miudezas da boa lama n. 33.
Atlenco!
o
A" loja de i portada
rua da Cadeia do Rc-
cien. i8,de Nftrczo
.Maria Carneiro, elie-
fjou ltimamente um grande sortimenlo
de sedas eom lindissimos desenhos e de
milito superior (jualidade, pelo haratissi-
mo prero de l'.l.sOOO rs. o corte, ditas
eom jjostos eliine/.es a IjOOO rs. o covado,
e outras umitas fzendas C[UC s avista do
compradores poder ao avali
poo
avallar os seus pre
---- .*. -
(lades lio muito jarato.
\ ende-sc |iapcl de peso c alinaeo o melhor qua
pode haver neslc genero a 3, 5 c 69000 a resma
papel paquete mullo fino e de muilo boa qualidade:
propriamenle para se escrever por vapores para a
Europa em consci|iienria de nao so pagar grandes
portea de carias, em reamar, meias rumas, quarloa
de resma, ou mesmo em qoadernni a 80 rs.. papel de
linho verdadeiramenle almaco t proprio para rarlo-
rio a 13 rs. a resma, verdadeiras peonas de aro de
Meo de lanra ronhecidas pelas melhores que "ia a
I20-I a eaixinha rom 12 duzias, dilas sem ser do bi-
co de lanra, mas lambem muilo boas a 640 a enii-
nlia com 12dorias, duzia de l-pis muiissimo finaso
320,400 O 500 rs., dilos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caniveles muilo finos e de toda* as qualdades
e pieros, tinta inoleza milito boa c barata: na rua
do Queimado, luja de miudezas da boa fama'a. 33.
Attenc
i
llisradn escuro e muito largo, proprio para roupa
de escravos a 100 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito hom goslo a 55, ainalhado adamasca-
do eom 7_palmos de largura a I96OO a vara, loatbas
'le panno de linho alcosoadaa plisas parroslo, as
mais superiores que tem vindo ao mercado, ditas
para mesa, uuardauapos adamascado* e nulrusmuia
tas fazenda, por prero commodo : veudem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volla para a ru.i da
Cadeia.
Moinhos de vento
com bombas-de repuio para regar borlas e bai-
la de capim: na fundirn de 1). W. Bowman,
na rua do Brum ns. 6, 8e 10.
TAIXAS para ENGENHO.
Na fuiilifc 'o ferro de I). W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o cliafariz, contina ha-
ver um completo sortimenlo de laixes de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a renda, por proco commodo e com
proaipdao: embarcam-se oucarregam-sa emacr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston&C,
rua da SenZala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e caslicaes
bronzoados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de munido, arraios para car-
jo, lonas inglozas.
Relogios
cobertose dcscobcrlos, pequeos e grandes, de ourn
e prala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
gle/.: em casa de Soulhall Mellor& Companhia, rua
do Turros n. 38.
Cobeitorcs de laa hespa.
nlies muito encorpa-
do e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo,loja da esquiua que
volia para a rua da Cadeia.
Para os na mora-
eos pelas sitas luas cualidades.
Grande pechin-
eha.
Camisas franeczas de los a I5f000a
duzia: na rua do Crespo n. IC, loja de
Adriano & Castro.
Loja da boa fe.
Vende-se panno prelo c azul, fino, fazend. moito
superior, prova de liman, pelo b.irali-simo prero de
:tjs500 o covado, alpaca prela muilo lina a MO co-
vado, merino selim, fazenda superior para palitos a
t?(>00 o covado, caulao prelo muilo lino proprio para
vestidos a 1 o covado, selim pelo mamo, fazenda
superior a 3f600 o rovado, crosdenaples prelo minio
lino para vestido a 25 o covado, soperior sarja preta
hespaiihola a 23210 o covado, r.rmreza prela muilo
lina a 800 rs. o covado, corles de colletes de gorgo-
reo de seda, fazenda moito boa a 29, corles de fos-
loes de bonitos padroes a din, hrim Iranrado branco
de puro linho a I5e 19140 a vara, hrins" trancados
de cores de muilo bonitos padres e de puro linho a
l?itO a vara, ditos ditos lambem de bonitos padres
a 800 rs. a vara, dito trancado pardo tamhem de li-
nho a 600 rs. a vara, dilo liso largo a J180, ganga
amarellas lisas e de quadros. fazenda muilo superior
o par, gro/as de Bielas para spalos a 50, caiiinhas I a, :,-n 360 o covado, ditas de cores escuras de qua-
envuriiisadas com palitos de fugo de velinha, de boa | ,? ? iU"' mu"0 bonl,0, Prt'oes para calrasle
qualidade a 120, dilas de pao com palitos de fogo de I P?!.!"".."?? "-",e."vado.- ra_rlcs_de caira? de bonilas
boa qualiilade a 20 rs., caixas com 50 caiiinhas de
Vaqueta do sertao e sola do Kio, carneiras e
pe les de cabra, feyau em sacca de 2 alqueire,, q.e,-
jo freacaes, cara de carnauba, afanados grandes o
pequeos, pelles de tigre e nanllura, carne soptrior
do lertSo, sebo em rama : vende-,* no armaiea a
cae* do Hamos, de Francisco de l'aola 1 igaeira da
Saboia, e a tratar no tea escriptorio, rua de Apollo
o. 5.
Vende-se um bonito mulato de 18
annos de idade, proprio para holeeiro:
a tratar na 1 ua do Vigario n. 31.
Sorlimrnto de fazenda oras, boa* a barata.,
na loja 11. 50 da rua da Cadaia do Itecife,defronle da
roa da Madre lieos : cintas de core* lias, e bonito*
padroea a IliO, 180, e 200 rs. o covado, e tm peca a
lio. <-''"i. i.-Mni e 79. dita* larga* e riaeadw fran-
re/es largos de uovos padres a 2*0 u corado, reiras
de c.issa chita de cores agradavei* con 7 vara* a
19800. dilos de barra para acabar a 13800, chale* de
merino pequeos de luir a 29, ca**** fraseen*de
cores a 100 e 5m 1 a vara, eassa para babada* iHtrt.
a vara e I9UOO a pera, chales de merino liso* iMilo
'"os com franja de relroi a 5, dito* bordado* t
mal a *5, dilos bordados de urna cor muit* -
nosa109, dilo* decliallv com barra* awelinadas a
">hio, teiim prelo macao proprio para vestidos e
cuteles a 25 o covado, corte de seda para v1ido*.
gostos moderno, a 2t9 :9, grnsden.ple preso, o-
perior qualidade a IcHOO, 29 e 20100 o covado, ten-
eos de cambraia de linho bordado*a 5o, dilo* a Imi-
taran ,m biros \Ufl para nja, de ,en|H^, ,^
ditos de seda com estampas da* balalbes da Crimea a
800 18. e 19, panno de linho fino para lenco** eom 2
vara, de l.rgora a 29,00 Yara, peta* de lilecia lar-
ga de puro linhu. boa, com 21 varas, propria para
camisas de seuhora e toalha* de labyrinlho a lh>
ditas ric brelanha de lioho, nn*, para o metrn* nm
com 10 vara* a peca a 79. collet** de seda em cor-
lea a 29, casemira prela da boa qualidade a S9 ca-
vado, pauno prelo e azul, fino, a :tfi00 e I. mnilo
soperior, approvado na erposivao de Par* a 73, ara-
ralas de seda bonitas a 19, brim de qoadrinho* par*
palitos a 200 o 1 ovado.rurtes de brirn de pora IhMw
padres inleiramente novo* para caira a :t?20, pr~
^as de panno de lioho fino eom 12 1|2 varas a ttf, o
dilas de llamburco fino, proprio para ceroalas, loa-
lhas e lenroei a 10. r ti? a peca, oaaapaano* a
boa qualidade de 29500 ale 83 a peca, cobertores da
algodao, glandes, imitando lia a 11900, e dila* de
laa a 29, saias de canulao para senliora a .19, a dita*
bordadas a 59, e oulras muitai I a rendas, aat a 01-
nheirn vista se vendem por baratisaimo preco, t
dSo-se amostras.
Com toque de
a varia,
l'eras de madapolso a 29500, 39 e 3a2M: *-
dem-se na rua do Crespo, loja da e*qainaaa* volla
para a rua da Cadeia.
Vende-se a verdadeira graia ingiera n. 97,4o
fabrcame Da\ and Mirlen, am barricada 5 do-
zias de pules, em caa de James Crablree Cx Campa-
nilla, rua da Croi o. 12.
phosphoros propriamenle para charutos a :t20,
casles muilo bonitos para bengala a 40 rs., sa-
palinhos de IAa para crianeae a ^K) rs. o par,
Ir.inceliiis prelos para relogios fazenda muilo
boa a lio, cscovinhas muilo boas para denles,a
ll'O rs. Alem de loda estas miodezas vendem-se
oulras muilissimas, que a vi-la de cuas linas qua-
lidades o baratos preros lem causado admirar.lo
aos proprios compradores: ua roa do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudvzas da boa
fama 11. 3:1.
Itesfriadeiras.-
No deposilo de bichas, rua estreila do osario n.
11, vendem-se resfriadeiras de barro muito lino, vin-
das de llamhurgo, assim como queijo parmaison,
viudo de Cenova. esleirs de Angola, e muilas ou-
lras colisas.
sa nos.
c pxe
da
dos.
Vendem-se flhas de papel muilo bonilo, proprio
para correspondencia de uamorados. pelo baralo
prero de 40, 60, 80 c 100 rs. : ua rua do Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
ilelogios de patente
llglezes de Ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia
do Hoci'c, armazem a. 56.
Vende-secal ile l.ishoaullimamenitc llegada,as-
iiucomnpolassailaKussiaverdadsira: napraca do
Corpo Santo n.l 1.
Lu completo sortimenlo de bordarlos romose-
ain, camisetas com mangas, colldrinhos, peitlllto*,
romeiras, camiss, coilinhas e pelerinas ; lambem
lem um completo sortimenlu de ricas lloros, cnfeiles
para cabera, lilas e os verdadeiros e modernos bicos
de hubo: na rua da Cadeia- Velha 11. 24, primeiro
indar.
Nende-se polassa do Kio de Janeiro, rbesada
l>ro\imaineutc, de superior qoalidade : ua rua do
! Vigario n. 23, primeiro andar.
Cas-as pretas para [uto.
\ endem-se cassas prelas muito linas proprias para
lulo, pelo haralissimo prero de SO a vara : na rua
do Queimado, nos quatio cautos, loja de fazeudas da
boa f n. 22, defronle da loja de miudezas da boa
lama.
Retina ra do Monteiro.
No deposito da rua da Senzala-Ve-
ba n. lili, vende-se assucar retinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Lencos de cam-
braia de un lio
ou rna da Cadeia d
andar.
Salioi
ete e velas.
No deposilo das bichas o merceaiias, na rua es-
trella do Kosario n. I, veudem-se as afamadas ve-
las, mu noto espermacele, e sahilo brancu com o
chairo de sabonete, da fabrica iugltza.
A 520, 400, 500, e 040
cada nm.
Ve udem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua -la Cadeia.
Vende-se urna carrora grande de i rodas,
muilo bem construida, pega 200 arrobas, e mais dnas
dilas pequeas para hoi ou ravallo, ludo novo : na
rua da Cadeia da Kecife n. 1(1, primeiro andar.
Vende-se tinta que veda a entrada do copim
as madairas: no armazem naval, rua do Vigario
n. 1.
Vcnrlem-sepianosvcrticaesinalezes,; de'.csanles
modellos e excellcules vozes, fabricados por uta dos
mais acreditados autores, pcraiado~ia expuso ,io rtr- ,
Londres: no armazem de Koslron Kooker V Com-
panhia, praca do Corpo Santo.
Vende-se o sitio com casa de sobrado do fa lie
cido Goorge Kenworlhy, nologar.rle S.Jos do Man-
goiulio, com t -aredos de fruclo e mais bemfeilorias
(que nelle se )rn, sendo as Ierras do referido sitio
I proprias : qu o pretender procure em casa de Se-
mu-J.l'. Jnmi' u i Companhia, rua da Scozala "
va n. 42.
Em casa de 51. Calmoit iV C, pi-v. do
Corpo Santo n. 11, lia para vendero
segujnte: .
Taboado de pinbo, alcatrao
Sueeia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodao.
Dilas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo muitocommodo.
VINHO DO PORTO.
Vende-se vinho do Torio das qualdades mais su-
periores que ha, al as reculares, em barriada qoar
to e de oitavo, por preros commodos : ua rua re
Apollo u. 8, armazem de assucar.
AGENCIA
Da fundido Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. Al.
Nesteestabelecimentocontina a haver um com-
pleto sortimenlo de moendaj e meias moendas
para enr-enho, machinas do vapor e laixas de
ferro balido e coado de todos os lamanhos para
dito.
NA LOJA DA ROA FAMA.
\euiJe-se baodejas'grandes e muilo linas pelo ha-
ratissimo preco de :.tOO0, IjOOO e 53000 reis. oru-
los de arniafao de ac de lodas as graduai-oes a
S00 res, lunetas com armar;1o douraila a 13O0 reis,
dilas rom armaran de tartaruga a I5OOO rei, dilas
com armarno de bfalo a 500 reis, orillos com arma-
cao de metal branco a 100 reis o par, lonetas com
armac.Vi de tartaruga rom 2 vidros a :lo000 reis, ri-
cos chicotes paia cavall-s de hornera c seuhora pelo
haratissimo preco de XOO reis rada um, grvalas de
seda muilo bonitas a IjjOOO res, bonilos atacadores
de cornalina para casaca pelo haralissimo prero de
:l(HI reis, suspensorios linos de borrarha a 100 reis,
pentes muiissimo linos para suissa a|500 reis.escovas
muilo linas para cabello a 010 res, capachos pinta-
dos eompridos c redondos a 700 e laOOO reis, bo-
rnes lini.simos de madrepcrola para camisas a 1S200
rs. a sroza e 120 rs. a duzia,ricas canelas para peona
de ac a 120 reis, ricos porla-relogios a I58OO reis,
raixas de metal muilo finas para rsp a 500 o lilIU
reis, esenvas finissimas para linhas a .'120, 500 e (iiO
reis, escorar paia roupa e cabello o melhor que pode
haver a MXJU, 1*200, 1*300 e 2o reis, pinceis linos
para barba a 20O reis, duzias de facas e garlea linos
a :|^IKK) reis, dilas de cabo re halanro muid-sima
linas 6$000 a dalia, dilas uissiins de cahnne
marflm o mellior que pode haver a 15*000 res a
duzia. camisas de meia muilo linas a 1*000 reis, ri-
cas abolladuras re madreperula c melal para col-
lele e palitos polo baralo proco de 500 e 600 reis,
liiiiaaimaa naralhaa |iara barba em estojo* re urna e
duas navalhas pelo haratissimo prero de 2?II00 o es-
tojo, ciindieiros americanos muito honilos proprios
para catudantes ou mesmo para qualquer estahele-
rimento, pela boa luz que da a commodidade
re se podet pendurar ou pr-so omeima dequalquer
mesa, pelo baralo prejo re jOtKI res, paslas para
guardar papis a MHO reis, espelhos para paiede com
a:mar.ao dourada e sem ser rourada pelo haralissi-
mo prero de 500, 700 e 1*000 res, linissimas e ri-
cas caixas para rape a 3*300 e lijOOO reis, papel de
cores -le follus pequeas em quarlo de resina pelo
baralo preco de 720 reis, oulras mullissim.is cou-
sas, que ludo se vende mais baralo do que cm nutra
qualquer loja : ua rua do Oucimado na bem conhe-
cida loja re miudezas da boa fama 11. 33.
BICHAS DE HMBRGO.
No deposito das luchas, rua eslreila do Koaario n.
II. lornou-se a receher nova remessa das melhores
luchas de llamhurgo por esle ultimo vapor inglez
Tamar, que passou para o sul no dia 2N do cor-
relo, c vendem-se por menos de lb>000 o cenlo, e
alu^am-se muito em conta.
Vendcm-se madapoles finos e de nutro-, com
um pequeo toque de avaria, a precos muilo bara-
tos: na rua da Cadeia Velha n. 21, primeiro andar.
Para as senho-
ras que g-ostam do bom e
rasemiras de algorl.lo, pelo baralo preco de 19120,
brimzinhna de quadros de puro linho a 210 o covado,
panno de lioho muilo lino 1 (itO a vara, peilos mui-
lo linos para camisa brancos e de cores a 400 e 300
rs., camisas de meia muito finas a Ije 1&I20, luvas
pelas de torral para senliora, fazenda mullo so,e-
rior a H00 rs., ditas re seda de todas as rores para
homem e senliora, pelo haralissimo prero de 11*200 o
par, dijg* de lio de Escocia para meninos e meninas
a 100 rr, lencinhos de filet muilo bonitos a la, ricas
Bravateo de seda pretas e de rores a 1*. meios lenros
pe seda para grvalas a 000 rs., dilos prelos ir-uilo
bons a 13, pecas re cambraias de nlpieoa com H va-
ra e meia a 3*900, e 110 a vara, dilas adamascadas
muilo boas para cortinados a 129, cambraia lisa mui-
to lina rom urna vara de largora, pelo haralissimo
prero de 500 a vara, lenros de cambraia multo linos
todos brancos e com barras de cores a :100 rs., lenros
de chita francezes muilo bons a 400 rs., chales de
algodao de cores de bonitos padroes a ISOO rs., rrsca-
dinhos milito fiuos e de muilo bolillos padroes a 160
o covado, fil de linho Uso muito lino a '.IliO a ara,
tito de dores a 1*280, meias pretas de sera para se-
nliora, fazeoda mono superior a 2d o par, ditas bran-
cas moito fioas a :i* o par, ditas braucas de algodao
moito lina- a 210 e 320 o par, dilas brancas muito
linas para meninos e meninas a 210 o par, e alm de
ludo islo unirs moilissimasifazendas, que a vista de
suas boas qualdades e baratds presos, he que oa se-
nhores freguezesT aungosjlo bom e baralo, conliecas
a a que he pichincha : naf. 'a do Queimado, uo-
at ro cantos, na loja de faz .idas da boa fe n. 22,
fronte da loja de miudeza* da boa fama.
Fazendis por
/mito nae^os do
sen valor, ir* 1< ja de fi
Oftas, 11a rua do encima-
do 11. 10.
Cnnlinua-sr a vender nesla loja o resto das fazen-
da da loja da roa do Crespo, que foram arrematadas,
e se vendem pelos seguinles precos :
Madapolo entrelio a 2*800, 3* e :lj500
Dilo muilo lino de jarda 4*800
Dilo muilo largo e muilo fioo com 35 varas I:',n"ki
Ai_:<>il.ni/iiih 1 ae 20 jardas 2JO00
Dilo bom americano :i-iki
Chitar de cores, bom padroes a 5f, 5*300 e 0*000
Corles re calca de casimira prela a 59300 e OjOO
Dilos de collete de selim prelo superior 3*000
Krim de linho de quadros, o covado 200
Dito trancado, a vara litio
Pannos pretoi e de cores a 3* e 3*500
Chita larga franceza, o covado 200
Ditas estrellas de cores, o covado 160
Algodao azul mesclado e de ultras, o covado 160
Cortes de cassa chita 15600
Ditos de chita larga ij(l20
tiravatas de seda de cores 610
Lenco, de ganga e de chita, linos- ^00
Superiores velas de carnauba.
Vendem-se por prero commodo: ua rua da Cadaia
do Recife n. 21, primeiro andar s
Rciogios
ingezes de pa-
tente,
os melboresfabricados em Inglaterra: im caa de
lleurv tiib-on :rna da Cadeia do Reciten. 52.
LUYAS PARA HOMENS E SE-
NHORAS.
\ endem-se superiores luvas dejpellica muito novas
para homem e seuhora a 13280 reis o par, dilas de
seda muilo boas e sem deleito algum amarellas, pre-
las e brancas para hoiuem e seuhora a 1*000 reis
o par, dilas prelas de lorcal muilo boas a 800 reis o
par. ililas de lio re Escocia brancas e de cores para
liouiem e seuhora a 100. 500 e 600 reis o par, Ollas
dilas para meninos emenioas a 400 reis o par, luvas
le seda ricas de todas as cores e bordadas, com
g'jarnic.io, para senliora a 1-onii e d-.MKi res o para
e oulras mais qualdades de lavas, ludo na rua
do (Jueimado ua bem conhecida loja de miudezas de
boa fama n. 33.
Liiitl
Vende-te o engenho Muribcquinha, trea lia"
dislanle desta praca, que fra avallado em XirtMOJ;
Eierlenre ao casal do finado cnmmendador Jaa Pa-
ino de Albuquerque Sai ment, e no qual tea* ac-
lual rendeiro Ires quinhoe* de 10UO rada am, qoe
loram excluidos daquel-a avaliafao, a qaa se proce-
den no dia 26 de julho pro. mo pastado, pelo jorro
de orphaos; quem o prelioder, dirija-** Se. l-
ente, coronel II lata, rua da Cadeia 11. 2, oa *o*Sr.
Jos Gonralveade Albuquerque, no palco da Riairi-
ra, sobrado junio ao muro oa Pecha.
Em asa de Eduardo U. Wyall.raa do Trapiche
Novo n. 18, vendem-se liarlas, letegia* da ouro, ca-
berlos e descbenos, sellini inglezes, chicotes do
carro, arreios para dilo, c.bos da Hastia, Be do rola,
tinta* de loda as corct, caudieiro* e caalicaea broo-
zeados, cooservas de fructas iugltza, ckaralo* da
Havaiia,
POTASSA E GAL 1IRGE1.
^o amigo e ja bem conhecido deposilo da rua da
Cadeia do Kecife, escriptorio n. 12, ha para -
der muilo superior potassa da Russia, dila do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa en podra, lodo
a precias muilo favoraveis, cota os quaes ficaro
dos contadores satisfeitos.
Ein casa de H. O. Bie-
ber & C, ru da Crin
n. 4, vende-se
Algodao para sacco de ataucar.
Wito trancado para dito, niCicao do
da Buliia... **v
Lonas^ ,
lirinzo. v
Ferro da Succia.
Arcano para purilicaro assucar d in-
vcncao do Dr. Stolle, com o methodo cm
linijua potiugueza.
/iu casa de N. O. Bicher
C, rua da Cruz n. 4
^eude-se
Cemento romano.
Fardo.
Vinho deMadcira c ultramar.
Em casa de Kabu^Sclimetlaud C, i ua
( ,;if lci:i n Ti.*7 _-J -
vidnde ev-
da Cadeia n. 37, ndc-sc
L'm grande s- ; lmenlo d
pellio.
Ilelogio
Uitr
qi IJ-
eza para vestidos
barato.
MUTILADO
Vendem-te ricos peaiei de lartaroga pan alar ca-
j bello a LVitN), meias de seda de cores muiissimo lin-
das para rrianras de um mez a um anuo, pelo baralo
preco de I58INI o par, lencinhos de relroz re lodas as
cores para senhoras c meninas a lj, toucas d6 12a
para senhoras e meninas a 900 rs., camisas de meia
|iara rrianras at a idade de um anuo a .lK) rs.
meia* hraneaade algoda para senliora moiiit-daio
linas a tKI rs., dilas hianras i- pretal re seda O me-
lhor que se p-.de encontrar a;e yrflO o par. ricas
caiai para guardar joias a 800 rs. e 1?, caixas mui-
lo ricas com reparlimenlus nicamente proprias para
costuras, pelo baratsimo preso de -'--iOU, J?W e
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ullim"
mente de I-rauca, pelo haratissimo pnto re IjjOOO a
covado. Ela fazenda lie de pora Ha seda, e os
seus padroes silo os mais bonilos que al o prsenle
tem apparecido no mercado : na roa do IJueimado
nos quatro cantos, loja de taieodas da boa le n. 2>.
Potassa e ca!.
Vende-te potassa da Kussia < america-
na, chegada uestes date de superior
qualidade e cal de Lisboa du mais nova
que ha nn mercado: no nico deposito da
rua de Apollo n. B.
Vendem-se vellas de carnauba de compotirao,
a iuiitacao da velas estearinas, pavio tmericano, da
mellior qualidade possivel, bem como de carnauba
simples, por precos commodos, arroz pilado muilo
bom e ja' muilo conheeido por crescer mais que o
do llaranhio, em arroba a is, em saccas a l|B0O,
arroz de casca em saccas grandes a 3g00, e ero al-
queire medida velha a :i300, tudo muito bdm : na
rua do \ gario n. 5.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias prela* de laia para
padres, pelo haratissimo prero de 1 -** o par : na
roa rio (.lueimado. na hem condecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Cal virgem de Liiboa, rhegad;. no brigue
Constanle : nos armazem de I-ouseca, Mediiros A
Companhia, rua do Trapiche.
Caseiniras I isas de cores
!#200!!J
de patente inglez.
s de patente suisso.
Cfluros de graxa.
Ervillias seccas em garralt'ies.
Vinho do Klieno superior.
Conservas alimentarias de lioai
da des.
Tudo por preco commodo.
VINHO DO PORTO GEMlflO.
\emle-se ptimo vinho ro Porto em arria do
quarlo e oitavo, por prero raaoavel: na raa da Ca-
deia do Recife n. 13, escriptorio de Bailar 4 Oli-
XAROPE
DO
BOSQUE
I-ni Iran-erido o deposito diste sirope para a ko
1 ca de Jos da Crui Santo*, na roa Nora a. .'U'
garrafal -'-tai. e meias 39000, toado taha toda
aquello que nao for vendido netle deposita, no**
que se faz o preaenle aviao.
niPORTANTE PARA 0 .rilU.
Pira curado phlvsieaero lodososiaaadiaerea-
ies graos, quer motivada por conttipafdes, tost,
sllima, pleuriz. esrarrns de sangue, dr doca*-
tadoso peito, palpitarlo no corarlo, eoa^oolaclie-
hronchile, dr na garganta, e loda aiaaalaatia
dosorgaos pulmonares.
art>o fKgtfttt*.
:i
-- Kugin do engenho Vicenta Caaapollo, oa fre-
guezia da Escada, no da 12 de jaiba, o escroto Joo
Filippe, crionlo da Babia, estatura regular, neceo do
corpo, rosto comprido, harpado, cr ajgania coaan
lula, canlioio, pernas bastante final, levou roupa de
algodao azul e chapeo de tulla de carnauba I foi
comprado no Recife a ooio Ricardo do Reg :
quem o appreheoder b 'engenho \ iceuli Caai-
pcllo. que recebera do aoaixo asiignado .jatMll do
gralifcarao, e no Recife *o lllin. Sr. Joao Pialo de
l.eiuos Jnior. 30 de jolho da I8J6.
Manoel (.oncalves Pereira Ja
Desappareceu no dia 5 do cmate i
pardo escravo. Inuocencio, do idade de 34___
levaodo I sacco com roupa o t chapeo brancada ea*^
lor ja uiado dentro de am caira, e levoo lanbem I
chapoo de palha velho e roana do trabalho ; oa sof
nae. san oa segundes : ja pinta, barba rapada, alie o
secco do corpo, eipaduado e descarnado do reato, car
basta, falta de am denlo na frenle. o q.*l etrrav.
veio do leo, em principio do aanode 1853, compri-
do pelos Srs. Caminha \ Kilbot : roas-ac a loda* aa
peaoas, autoridades de polkia e capitn de campa,
que do mearro possam ter uoiieia, a ocoeqoio da ap-
prehende-lo < remetle-lo ao*eu**eabor Justino Pe-
reira da Andrade, n* roa Nova a. Sct, fazeoda par
conla desle as desperas que forera weccwartee, aaeoa
de urna gneros* gralifirarjo a quem Iroaior.
Do engenho Cruiehy o dia 3 do corrvLle,
fugiram > escravos, sendo um de noana Antanin. do
narao Cassange, qoe repmenla l aaoeo de idade,
de altura regular, cangoeiro no andar,cor preta,ret-
o redondo, sem barba, costas limpat, rheio do car-
po, conversa pouco ; o outro di neme Veriatioao do
afie, bailante alto, algom tanto espadando, malo
regular, lem de ambos os ladea do rodo marcas de
talhos de toa najao, pernal finar, algom lano ceo-
eueiro, pea grandes, e lem un.is marca* da chirota
as malas aiinla noval*: quem os apprehender con-
-lura---i ao dilo enceaho. oo no de Aeoa-Fna da
fie: urna re San-la>orenrn da Milla, ua unta pra-
iii rua da Cuia n. til, primeiro andar, qoe i
Rua Jo Uoe.mado n. 21 A, vende-te cernirs de enerotamenle rceompeniado. '
cores lisas muilo superiores, para liquidar, e dao-se-----------------------------------------------------
as amostras. j l'ERN.TYP. DB M. F. DB FAWa
IKfi
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
*
?


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