Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07460


This item is only available as the following downloads:


Full Text

ANNO XXXII.. Itl
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4j?500.

-'
0I\RT\ FEIRA 13 DE AGOSTO DE 1856.
Por anuo adiantado ISfMM.
Porte franco para o subscriptor.

i-NCABREGADOS DA SI l;si inri vn' NO NOUTR.
Parahiba, o Sr. Gertazio T. da Natividad*; Natal, o Sr. Joa
quirn I. Pereira Jnior ; Araeaiy. o Sr. A. de Lemoi Braga
Cear, or. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
Suet Bodriguei; Piauby, o Sr. Domingos Herculaoo A. Pessoa
arene*; l'ara, o 8r. JuitioianoJ. Hamos; Amazonai.o Sr. Jera-
ymo da Coila.
PARTIDA DOS CORHEIOS.
jmlt
.1,.
lias. ., o m.M.i hona ,| -I
'-' ara**, ..........,,, ,. |'.,,,||,., .,, ....
s. Ani.,.., r.,..,,, iiii,.,r...,,. n
'....."''. ..I XII.... .\.,,.,.|l,. |.
leir*, Klore., 1 ,ii.,-|:,ii.,. Ru-Vi-ia, (i,,
l..il,, I|,.,jur.i, s.ihii,;,,.,,,, l;i-K,,ini,.
I'imcn, ,r.,* ,. \.,i.,i ; ,,,t.,.-i,...l..
l,Hl
Nll.l"-.....,1*1
........Uanaki
......"". ""I'.
ti I..i, ;
i, l ii... Mu,
. : tu terca-II
' P
a* H,
,la mflnh."i.i.)
( PATl flWIQIAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
KEGU LAMENTO
das aulas preparatorias das Facilidades de
Direito.
PORTARA DE DE MAIO DE 1856.
StM Mageslade o Imperador ha por bem que nas
Facilidades de Direito se observe o segunde regula-
rucnlo.
capiti:lo i.
Dos ettuiot preparatorios e uomtaro dos pro/es-
sores.
Art. t. O curso ile estadal preparatorios, anncxo
s Kaeuldades de Direilu, eontiuuar.i a ser dado nas
segointes aolas:
laP De lalim ;
J.' De francez e de inglez ;
.'I.-1 De rhelorica e potica ;
4." De philoaophia racional e moral ;
5.a De arilhmeliea e geometra ;
>." De historia e geographia.
Art. :'.. Os professores deslas aulas Sern Hornea-
dos pelo goveruo imperial, sobre proposla de uina
. commisso de exames, presidida pelo director.
Eta propoata ser feila depois da approvaeo dos
candidatos em concarao.
Art. :l. Os tres substitutos de qnc trata o art. .">7
doa estatutos de i de abril de 1831, serio assim
. considerados :
I ni de linguas.
Uro de rethorica, de pliilosoplna, de historia e
geographia,
Um de arithmetica e geometra,
O seu provimenlo ser feilo pela forma determi
nada no artigo antecedente.
Arl. *,. O lempo do ensino diario e a sua dislri
hincan por ora serao regulados todos os aunus no m
de Janeiro, em urna tabella organiada e publicad,
pelo director da Faculdade, e podero serOpur
elle alterados no correr do anno, se ussim for con-
veuienle, ouvindo previamente aos respectivos pro-
fessores.
Arl. 8. Nesga tabella dever-sc-lia alteuder aos
eguinles precedo:
1." Que o trabalho comece s S horas da manida
e termine s duas da tarde.
2. Que os alumnos uassato frequcntar, se o qui-
zerera, maii de urna aula.
Art. Ir. ftn obstante a disposirao do segundo pre-
eeilo do artigo antecedente, uenhurn alumno po-
dera matricular-se nas aula de rethorica e de phi-
losopliia sem que prove ler apreodido l.ilim e fran-
co! ; nem Da de lusturia e geographia, sem que mos-
tr saber o Trance/..
A prova uestes casos ser* dada por attestado pas-
sado por professor publico, ou por professor parti-
cular aotorisado pelo gove.rno para lecciouar.
Art. 7. Os compendios ejkjrios usados nas aulas
preparatorias serio os ese^rilRiue ti verera sido ou
forero adoptados pelo governo para a instroceoji-
cuodaria. Oa professores guiar-se-ho em suas i-
plicaiioes pelo systema ,do programma dos etti ios
das aulas secundarias da corte, e segundo as
iruccoes que para ese | lim receberem do
rector.
Art. 8. Para etecuco do artigo anteceder
inspector zeral da insiruecao primaria c secun
do municipio da corle enviar jos directores'da
culdades nao s a relajo dua compciidioa e
approvados para aso das aulas do ensino secar, .rio,
OSO exeuiplarec: ,{j referido rosruiuma. cornil aro
^ d.,ilaiiienUr|u.il.iuri
to. T
I.
r
as aula preparatorias e seus alumno, desempenhan-
do os professores todas as funcres all commetlidas
aos lentes.
Arl. I'J. o professor de cada cadeira, logo que
encerrar no lim do anno lectivo os trabadlos de ua
aola^devera Iran-millir ao director urna reanlo dos
aluraiuos que jul;;ar habititados para exame, decla-
rando os nomes daquclleseque pelo numero de fal-
las tiverem perdido o anno.
Arl. -2(). l-'ica porcm enieintido que a falla de lia-
bilitacao, declarada pelo professor, bern Poma a per-
lia do aunn, nao inhihera o alumno de requerer e
prcseiilar-se a esaine, oqual ueste caso dever ser
mais ricoroso.
dme, ou
ponda no
AUDIENCIAS DOS TBIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartaa a aabbadoa.
Rela(o : terfaa-feiraa esabbadoa.
Calenda : quartaa aabbadoa ai 10 horai.
Juizo do commercio: aegundaa aa 10 horase quintal ao meio-dia.
Juizo de orphoi.- aegundaa t quintal ai 10 horas.
Primeira vara do eivel .- aegundaa a aeitai ao meio-dia.
Segunda vara do eivel: quartaa a labbadoi ao meio-dia.
EPHEalEMDES DOMEZDE ACOST
9 Quarlocretcente a 1 hora 47 minutos a ^Sseguudoi da m.
lili l.ua cheia as 4 lloras,2n minutse48segundos da manhaa.
112 Quartominguante as l"> huras, 4S minutse 48 aegundoida~r
I ni La oovaat 8 horas. 15 minutos,48 segundaida manha.
I'RKAMAR DEIIOJE.
[Primeira as 3 horas 12 minutoi da larde.
[Segunda as 4 boiasf a '> minutos da manhaa.
das da semana.
11 Segunda. Ns. Tibureio c Bonat Min.S. Digna.
12 Terca. S. Clara \. f. S. Aniceto e tontillo Alm.
13 guana, s... Hiplitoe Cassiana Un,
14 Quinta. S. Euiebio pretb. S>. Demetria e Mercurio Mu,
15 Sella. .Jj S. A->uiiipi;.,o da SS. Virnem Mal de Leos,
itl Babbado. s. Roqoe l. S. ladoino.
17 Domingo. S. Joaquim Pai da SS. Virgen fttai de Dos.
ENCAItUIX.ADOS DA SriK4:R||H,:A. No MI..
Alagoaa.o Sr. (laudino Falcan Diaa ; Baha o br. D. Duatai
Bio deJaneiro,oSr. Joao Pereira Martn!.
EM i'i:n\amiiico.
O proprieurio do DVJvRlOManoel Figueiroi de Faria, na ui
lirrara, praca da Independnexia ns. ( 8.
e, ou reconlicccndo elle que itera ler lujar indo-
penilciile de ser requerida, roiivucari a ron^rega-
e.io para que a jugue procedeule ou improco-
Ueiilc.
Art. ML Julgjda procedente a denuncia, ser* oii-
vido o aci usado por escriplo deulro do prazo do oilu
das, que 1 tie sei assignado.
Arl. H A congregaro interrogar o aecusado e
ouvit as paaaoai que souberein do Ucto denunciado,
rearcande previameulc da para i^so.
Arl. 41. Sobre a resposia do acensado, depois de
se haver |irocedidoas diligencias do artigo anlecc-
revelia, quauJo o aecusado nao rea
prazo que Ihe houver ido marcado, a cou-
ih liabililados porom lerdo preferencia na li<(., gresa.Ao resolver sobre a nalureza do delicio c pe-
que organisar o secretario na conformidade do cap.' na que Ihe deva ser imposla.
I c.oregulainenlo complementar das Facilidades de I Art. \>. Para que a congregado iulgue proce-
Direilo, o qual em ludo o que concerne as aulJS denle a aiccusaio, e posu declarar que lera lugar
mar-
ra ju>-
o que a ina-
mez de ju-
r
boro Ibes comifubicara
alleraco que Raja neslc
.^^ CAPITV'i
Matricula, frequencia eaic<,
Arl. 9. A matricula para as aulas preparatorias
comecara a 27 de Janeiro ; durara at 8 de fever' jr.
ro ; e podere-ha clleciiur indepeudeute de ,s.
pacho do director.
Arl. 10. Desla data em diante al o lim de
co. o alumno que quizer malricular-re devt
lificar perante o director os motivos que o r ,.|
rara naquelle aclo, e eo com pemtitsao sua ,er, i...
criplo.
Kvcepluani-se as aulas de linguas. e
tricula ser permillida al o fim de ,
loo. '
ArLlKAioalricula lera lugar er n uma das ,a_
-^Ill1lull?^'"al"f7' "'' l'r'' enea do profes-
f^ aorou do subti(it2"-.l"f de''" "ado pelo direclor
para cada semana ; e sel.om a por termo em um
livro especial por um des 'c"e is ou continuos uo-
nieado pelo mesmo direclor.
De cada termo dever cou*larsafc"orrle, naturali-
da le. ida lo e liliac'io do alumno, e>do ter sido sa-
tisfeila a tata do artigo seguinle.
Art. 12. O alumno pagara na Isec
culdade como emolumentos de matricula.
Pela inscripto em uma aula. .
em dllas illla.. .
i) em inaisde duas.
O producto deises emolumeulos' sera recolhido no
fim de cada mez Ihesouraria geral da respectiva
provincia.
Arl. Ilt. O bedel oa continuo eucarregado da ma-
tricula, exlralura relaf.oes lano do alumno, inscrip-
tos em cada ama das aulas no prazo do arl. 9, como
daqaelles que forem depois admillidos porordeui >io
direclor, no caso do arl. 1U, e as entregara ao direc-
tor e aos professores.
Arl. 14. O direclor enviar ao governo, ate o dia
i da abril, uma copia dessas retardes.
Arl. I."i. Aleiu das disposices dos arligos cima
referidos, se,,ni observa.las, quanto as matriculas, as
regrai proscriptas no cap. 2 do regulamenlo com-
plementar das Kaeuldades de Direito em ludo a-
quillo em que forem applicaveis.
O director espedir para esle ,1101 ao enearregado
deslc servico aa cooveiiieoles inslrucroes, em lempo
opportuno.
Art. 16. As aulas preparatorias serao aherlas no
dia i de l'everi'iro, ou no seguinle, se aqaelle for
domiogo ou feriado, e lertninarlo no ultimo dia ultl
do mez de oolubro.
Arl. 17. Nas ditas aulas eerdo feriados os das co-
mo laes considerados nas Facilidades de Direito.
Kiceptuam-#e os da Semana Sania, que licam res-
inugidos aos das daquella semana al domingo de
l'aschoa.
Art; 18. As disposioes da sccrAo 2, cap. 7, dos
estalalos de 28 de abril de 18.">i sobre a frequeucia
dos esludanles e polica acadmica comprehendem
t
^Dini.i
CJue obteve o segando premio de accciait, decretado
pela Bociedade dos Homens de lcttrai.
POR Cu. Oeslys.
I
Ha nm ca'ntiulio da Franca, 'cm que nunca me
ilemorci, e donde nunca parli sem dilor a miin mes-
mo : Ijoanio seria feliz se podesse pertnanecer
aqu!
Iffi na cosa da Normandia, entre llonfleur e Irou-
ville, em Villerville-tur-Mer.
Airas dessa bella aldeia, collinas ricamcnle.cnber-
las de arvoredo des:em formando vollas harmonio-
sas baha de Seine, a qual aure-se e alarga-se jus-
tamente nesse lugar al o mais longinquo liorisonle
da immensidade. _
Aos ps do observador fieam j.i o penliasro esca-
broso, j a dun verdejanle, j as planicies salinas,
no mrio das quaes veem-se s vezes bnis immovcis,
pensativos, e como escutando a voz do Ocano.
A' direila o rio que vai sempre apertando-se al o
promontorio, apenas entrevisto, de l.lu llclioeuf e
,'|ue incesianlemenle carregado de nevoas parece bar-
r,?leiro no ineio das aguas... que lem visto lautas
colisas... a mysteriosa crrenle iulelleclual de Pa-
rto, oatra loiii: donde Ihe a III ti e a idea.
N.a frente, a tres leguas de distancia, fiea o Ha-
vre... eom seus maslror-, seu* pharocs c sua laiMea.
Alean Jo Havre a Indi., eucosta de lugouville lao
graciosamente adornada de quintas scineadas entre
as arvnrts, e que Casimira DelavigM cautou ru-
ino o primeiro |iou(o de vUla do inundo. Para a es-
qaerda emb'm o pulo, e depois o mar.
lia una dei: anuo que afogenlado pela eiiitencin
mu parisiense de 'i'rouvillc fui a Villcrville ; pela
primeira vez ti:c a felicidade de viverahium me/,
como verdader i aldean, como verdadeiro pescador.
Meo apnsenlo, <>ii antes minha ernii la, linlia pa-
redes simplosiuenle ealadls, grossas vicas prelas no
lelo, a mais rustir mnhilia, qne se pode imaginar ;
por nico ornato una pequea imagen) de S. JoSii
de cera, debaiio de un globo de vidro, e algiimas
las boas gratla* ultrajosamente coloridas com ail
e verinelh.ui, que enfeilam ludas aschoopanas fran-
crzas : o Jmttu-lirrante rodeado de sua eudesa em
e>amcs de preparatorios sao auxiliare- do pre
ente regulameDlo, e como laes devem ser obser-
vadas.
CAPITULO III.
Dos profesares.
Arl. 2|, Os professores da preparaloiios sao im_
mediatamente suboroinados ao director e a eoHzrt>
gaeao da Faculdade.
Arl. 22. S.'io-ihes eilensivas em ludo em qUe
forem applicaveis, as oi.posioies da eeclo | do cap.
8 dos estalalos de 28 de abril de I8i. eioepto
nos casos prevenidos pelo prsenlo reglame ulo, e
q>ianlo disposicao da primeira parle do arli"o
IOS.
Arl. 23. O provimenlo de qunlquer cadeirai, goar-
dadasas resras do capitulo seguiule, ser conside-
rado vitalicio depois de cinco anuos de efl'eci'.N scr_
vico. ,
O profeisnr tiestas comlires perder o s'm logar
^te^por senlenra em processo discipl iuar, que
pena de demissao, ou por iaenpacidade
moral, judicalmeiile declara'da. salvo
i direito jubilac.lo, se se adiar nas co-
acs para oble-la.
2i. O professores, logo que forem- conside-
rados vitalicios, requererc que o gotera*) a.iim 0
fara declarar por iposlila cm seus ttulos, >. terodi
reilo :s vantasens concedidas aos profe.sores p-
blicos nos arls. de26 a :I2 e 9> do decr.|0 de 17
de fevereiro de IS.., com a dillcrenca dej que todas
as vezes que em qualquer dos ditos arligos se
falla em inspector geral ou em conselliodirector de-
ve-se entender direclor da Faraldadc Oai connre-
garao. e
Arl. 25. Os professores nao poilcrao ejercer ne-
nhum emprego administrativo sem aolori saeao defi-
nitiva dosovernn, ou provisoria do direc'.or.'
Arl. 2f. Kilo Ibes ser contado para sua jubila
cao, d'ora em dianle, ) lempo empregai |0 fora ilo
macislerio, alvos os casos de servico p uliliro -ra-
luj.li-* obril'alorio por le.
Arl. 27. Hc-lhes absolulamenle prohibida qual-
quer prnlis.ao riniiiiierci.il ou industrial.
Arl. 28. Nenlium professor portera reger mais de
uma oa icir.i. euccnlo por suli-liliiic.lo, oa .falta ab-
soluta dos -ulishlnT e, ainda assim, aorMenle no
caso deque o directurfo'o julgue mais com enieute
nomear para regencia interina outra pes-i ,a ,,,,
(enha as precisas babi,lil*60es^_-^,,^__.__^v.
Arl, 29. Na ultima h^polhese dVarligo ar.*e
denle, o nomeado lea direito a uma gratiflcacac
correspondente metade dos veacimentos do pro-
fessor.
Arl. 30. O profesior qne por negligencia ou m
vonlade nao eumprir seus deveres, inslriiindo mal
a seas alumnos, alTaatando-se dos- livros, compen-
dios programe** approvados. rfoMando de dar au-
la sem causa justificada peranlc o director por na'
de tres diasemum mez, ou infringindo qua
das disposicfiosilesle reulamenlo, diw eslalutos
i oju uneiii,, ,1a Faculdade, on as decises de
superiores, lica sujeilo -s seguales penas ;
t." Admoesiacii verbal.
-ri'-SsP'-L'eTiS vt!'il "u por escriplo em i
cnlar.
3.a Reprehenso cm porlari, do, dicccLor.
i." Mulla atSG9.
."i.-1 Suspensio do exercicio e veueimciilos de 8
das al dpus metes.
6,* Perda da cadeira.
Arl. 31. As tres primeiras penas sn.i impostas
pelo direclor ei-ollicio, ou por deciso da coigte-
gacAo.
Asoulras tres t por deliberacao da congregar,1,o
sobre proposla do director.
Arl. 32. Das Ir ultimas haver recurso para o
governo, que podera mandar restituir a mulla e le-
vantar a atispcnsan em lodosos seus effeiliis*.
Nos casos de peda da cadeira, o recurso sera sos-
pensivo. e o governo sobre elle resolver, depois de
ouvida a seccao dos negocios de imperio do conse-
I no de|Estado, se o professor ja esliver no gozo da
vanlagcm do arl. 23.
Arl. 33. O recurso devera' ser iulcrposlo dentro
do prazo de cinco dias, contados da inliinarAo. qua|
sera' feila pelo secretario da Faculdade. que apre-
senlai ao professor a portara do direclor, Irans-
imliindo-llie a delibeiarao da congre^acao, e lavran-
do iSnno disto no mesmo da.
Ari>iti. A pena de suspensao ser imposta :
I. Na reiHcidencia de aetos pelos quaes o profes-
sor (iver tidb mullado.
2." i.iuainlo violar as dispoices do art. ">8 dos
estatuios de 28 de alTriNle Isli leccimiando parti-
riilarmenle as materias no art. 53 dos mrsmos est-
lulos, depois de admoestado pelo direclor.
3. Quaudo der mjs exemplos ou inculcar ma is
principios aos'alumiios.
i. n-iando fullar ao respeilo devido a seus supe-
riores.
Arl. 35, l-'icar desde logo mspenso do exercicio
e yeiicimentos o professor que for pronunciado em
crime inafiaucavel. ou que oltenda a moral publica
ou a religin do Estado.
Arl. 36. I> professor perdea a sua cadeira, mes-
mo depois de cousideado vitalicio :
l. Uuando lor coudemiiado s penas de cals
ou priso com trabalho, ou por crime da elasse dos
que oirendem a moral publica ou religwo do Es-
lado.
2 Quaudo lenlia ido suspenso por tres vezes.
3." Ijuando for convencido pcranle a congrega-
ste de fomentar a imioorabdade culre os aluiii-
nus.
Arl. 37. Quandn a congregar liver de julsar
as inrraccAes disciplinare, se observafio as ditposi-
i;es dos arligos seguinles :
Arl. :I8. Apresentala ao direclor da Faculdade a
accusac/io, por denuncia ou a requrrimento de per-
trinta e seis coplas, os .tmurrs de Pijrumo e l'/usbr,
o Juren e bello Damou. etc., ele.
Minha janella licava justamente frouleira ao pe-
nhasco, e ali'mi do panorama da baha, cada baixa-
mar apresenlava-me o jocoso espectculo da pesca
dos mariscos feila pelas irezenlas ou qualrocenlas
mulheres da ableia, emquanto os maridos rruzam no
alio mar dorante toda a semana em suas barcas de
pescara, e smenle nos sahhados .u lardo vem euca-
lliar sobre a rala a humilde e parifica esquadra.
iudo isso era clicio de movinenlo, de cor, de a-
larido c de alegra.
En eslava alojado em casa de urna mulhcr alia c
maora.de qiiarcnla auno, rixosa, intcrcsseira e des-
poliea, cmlim urna mullo, r vil.
Alas como pagava bem e adianlado, era uma es-
pecie de Heos para a Osarioa, a qual abrandava pa-
ra comido seus duros accentos e seus ferozes olba-
res. Apenas percebia meus passos, vinlia-ine ao en-
ronlro reparando com cerla garridice seu lenco en-
carnado e sua iuevitavel louca de algodito, e sorrin-
do-me... como o avarento sorri ao sen Ihesourn.
One mais pndia-se exisir Alem disto ella liulia dous
bellos tillaos: um menino de treze anuos, e urna me-
nina de doze, ambos louros, com grandes olhos zoes
cheios de ternura, e s vezes de ativa vonlade, ni-
ca semelhanra que linham com a mi.
Quanlo ao dono da casa, eu ainda nao o condeca ;
pois era pescador, e ja disse que os pescadores de
Villerville smente vollam i aldeia na larde do sab-
bado para toroarein ao mar no dia seguinle. Ora,
eu eslava alojado em casa de Cesarina desde a quio-
la-icira ; mas o domingo chegou posee depois, o
com elle Pedro Auberl.
II
Era um marinbeiro de Irinta c cinco anno-, ba-
xo, refeilo, moreno, de cabellos corlados em lomo
da fronte, i excepoao de dous longos aunis cabidos,
enire os quaes brilliavam as srgolas de ouro, que
pendiamIhe das orelhas cobi uma ancora uo meio.
Son sorriso peirsalivo, seus olhos geralnMOle enlris-
leeldoS) seu carcter ileucioso, suas manriras quasi
jiinidas, aobreludo para cum a tcrrivel madania Au-
berl, sua pbyiiooomia branda e franca Ihe urangea-
raiu lugo minha afleice. E todava as circiinislaii-
cias de nosau primeira enlrevisl.i n.io me dipoze-
ram a seu favor j polo nmlrario !
Asaeotade debaiio da alta enamio da sala infe-
rior eu conversiva rom Cesarina, a qual preparasa
uese iiioinenlo o janlar.
Kepeiitiiiameuie ctMntaram os dous meninos da es-
cola a -aiopo, Ira/ondo os litros debaisu do
braco.
Ei-lo exclamaran) elles com voz e.-baforida.
da scencia, poderao os exaniiiiadore fazer as per-
gunlas que jnlgarem necessarias.
Arl. 62. O lempo para a prova escripia sera' de
duas hora*., e para a oral de urna, locando meia ho-
ra a cada examinador.
Arl. :. A prova escripia devera sempre prece-
rar OS cjdados a usar do direilo que tSo eierceri A esle respeilo lembrarpri-s om dilo profundo de
I com iiobie/a, digoidade e tolerancia, c a conliarem | i'io IX a mu persoiiagem nto menos notavel por -m
leressem o rgimen inierno das aulas, meihodo do
ensino, compendios e litros adoptados, expuud > as
obseivaeocs que tiverem colindo de sua experiencia I da aulorida.l para a prole, cao de suas pessoas con- I piedade, que por seu nasri.. cn|o. E
e e-iudo. I ira as violencias dos mal intencionados c dos iuimi- I di dar lempo a lempo. ||e nitciso dar leii-o
Arl. 8o. F.sta conferencia sera regulada pelas ns- ] go da liberdade c da paz publica. ao lempo. Este dito profundo resume loda a saina
Iruccm-s que lorcm expedidas pelo governo para
der a'oral. Concluida e-la, occup.ir-se-ha a cun- professores pblicos na corle, na conformidade d
missilo com o exame da primira. obre a qual rt- arl. 7li do regulamenlo da inslrurcao primaria e se-
da gnu dos examinadores escrevera' seu tolo inoliva- COIldaria de 17 de fevereiro de IS'ii, e podera' durar
doUeoiicedcudo ou llegan lo o lilulo de capacida le ale tres das consecutivos.
requerida. Arl. 86. I) director permillira' que, linda a cuii-
Nessa votaeu, e pira justifica-la, devero os exa- ferencia, cada professor ou subslilulo aprsenle re-
miuadorcs alien ler Uinbem ao mereciineiito da pro- suniidainenle suas obserta(Oei por copia ao governo
va oral. com as rellcxes que Ihe occorrerem.
Art. li. Se concorrer em um dia mais de um ex- Arl. S7. O mesnto director participara' ao gover-
amiuando, detera' a prova escripia de lodos versar no o resultado deslas conferencias e o* Bornes dos
r ------------- ------------- oii" .."je -ij.i-ir
11 desvio desle principios nao pode deivar de poltica da corle pontificia. A eleruidade he o nai-
de Dos. O lempo lie o minislro de sua
a peoa de demissao de um professor vitalicia, he ne-
cesiario que se ache completa.
Arl. i3. No caso do artigo antecedente, a coo-
gregaeaii n.Vi impoe defiiiiivasneute a pena ; sub-
metle sua deciso ao governo para resolver sobre a
maleria, (cando salvo parle o recurso para o con-
seibo de esla Jo na conformidade da disporir-ao 5 do
arl. I do decreto n. (i3i) de 17 de setembro de
1851.
Arl. Nos casos que alteclero graxemenle a mo-
ral, ou em que baja perigo ni demora da delibe-
rarlo deniliva, o direclor .da Faculdade evera'
suspender desde logo o professor culpado, al a de-
ci-.io da con^resacao, que ser immedialani"tile
convocada, levando-se ludo auconhecimenlodo go-
veruo.
Arl. i.*. As penas declaradas no arl. 30 compre-
hendem os substituios das cadeira. de prepara-
torios.
Arl. i(>. SSo-lhe lambem exlensivas as vanla-
gens concedidas aos professores, e o seu lempo de
servido como subslilulos sera' contado para a sua ju-
lolar.io, .piando Horneados professores.
Arl. 17. I'ercebero os vencimenlos aduje, al
que sejam alterado* por lei.
Para serein promovidos a professores devero en-
trar em concurso com os candidatos que se inscreve-
rem. lero porin preferencia para as uonicaces
em igualdade de circumslancias.
Art. 18. Os actoaes substilutos conservan) os seos
ilnolio adquirirles em xirlude da legislacte ou se-
l}lo al agora recouhecido pelo goveruo.
CAPITULO IV.
fo provimenlo das cadeira*.
Arl. 19. Qnando vagar ou se crear qualqutr ca-
deira de preparalorios, o direclor o far auni.nciar
pelos jomaes e por edilaes nos lugares mais pjbcos
da Faculdade, marcando o prazo de quapo mezes
para a iuscripcao e processo de hbil ilacfic dos can-
didalos.
Arl. 511. O direclor dar immediaiamenle parle
de assim haver pralicado ao governo c aos presiden-
tes das provincias mais prximas, que, sem demora,
mandara > repetir laes annoncios Dos jornacs da cor-
le e das dilas provincias. .
Arl. 51. Neiihuiii candidato podera' ser inscripto
sem que justifique previamenie peranle o direclor :
1 ._iWrcidadilo_brasileiro.
. -.' Maioridade legal.
3* Moralidade, por meio de altestaeoes dos paro-
dios e de lolhas corridas nos logares ondo haover
residido nos cinco ltimos anuos.
,4. Capan lado professiooal.
Arl. 52. He absolutamente prohibida a DSCripeao
1 qualquer individuo que liver sido condeinua.lo a
ma de galos ou sotlrido acciisarao judicial de fur-
, r nilio, eslellioiialo, banca-rola, rapio, ou ou-
ro qualqoer crime que ollenda a' moral publica ou
^"o poreui a acensadlo judicial livor sido ar-
do falsa pelo candidato, e nao baja provocado
ademnaco judicial, podera' elle ser aduiillido, je
assim o decidir a congregarlo por va de recurso io-
ler poslo dcnlro de dez das.
Arl. 53. A capacidade professional provafe ex-
bibiiido o caodidalo algnm .lestes docuinenlus :
fillo de capacidade, na materia em concurso,
conferido pelo conselho-director da inslrucco pri-
maria e secundaria da corle.
Titulo de professor publico, lambem da materia
em concurso, concedido pelo governo imperial.
Diploma de hachare! ou de doulor nas Faculdades
do imperio oa academias cslrangeiras, mi de bacila
, -re em ledra.
sobre o mesmo poolo
Arl. 65. O assumplu para as pravas escripias dos
exames sera' lirado por sorleio 6"entre pontos for-
mulados por dous lentes ou professures Horneados
dous dias anie dos exames pelo direclor, com tan-
to que n.io lenhain de ser examinadores.
Arl. lili. Esles pontos registrado) pelo secretario
em livro especial, sern numerados, e os Harneros
correspondenles I,meado em uma urna em liras de
papel de um so tamauho e enrolados por igual ma-
neira na oceasiao do exame.
Dessa orna extrahira' o candidato, se lor um sd,
ou o primeiro que houver requerido, on lie compe-
tir essa designarn pela orden) das leltras iniciae
de seu nome, se mus do um liver apresenlade sen
requerimeulo ao mesmo lempo, o poni que deva
fazer o objeclo do exame.
Arl. 67. As demais formalidades do exame serao
professores e substituios que conipareccrem, c nellas
mais se distinguirn).
CAP TI 1.11 VI.
Dispotiriie" yeraet.
Arl. 8S. o invern, quaudo julgar convenieiile
^n ensino, podera resolver, sobre proposla da con-
Irazer runeslai consequeacias, e he de esperar que
sesaindo-os por sua parle uioslrem os povos dela
provincia que rada vez se lornain mais dimos dos
direilos que lano lem Castado a firmar, e que o go-
verno o seos senles de lodas a) .ordeusj se esfor-
eain para manler ille/as.
As aulorida.les rumpriro os seus deicre
rustro
igreja
Ha vinle anuos a esta parle descreviamos pela pri-
meira vez nas columnas do I Hiten, os soflrimrnlr,
c a escravi-aru da igreja nessa mesla Ierra da Al-
leinanha. Nosaas palanas arbar.ini enlo rouiliK rri-
lieos e inuilos leilores incrdulos. A rrticiAorxllio-
ilos os hoinciis de honra
d.io
e dignos do tioinc de rida-
lllm. c Exm. Sr. I cubo a honra de commuui-
car a V. Exc, que a epidemia, depois de haver gras-
sadu com bstanle inleuridade nos arredores de San-
l'-ulu, onde Tez mollas Victimas, conforme partici-
, pci a V. Exc. em cilicio de 2 do pasando, lem de-
g egai.ao, que a cadeira de francez e inglez seja di- c,nado ro.isideraxelmenle naquelle poni ; Icndo-se
xiuioa cm anas. ,. | neslcMillimos dias manifeslado em Crauass, l'ar,
Arl. sil. Os professores deverao representar and.- e Timboass,,, onde ja f-lleceram don, individuos
reeior, para que ebegue aoconbec.me.ilo .1., conure-1 nne furjm accommeUidoi com notavel violen-
gaco e do governo, sobre ludo quai.lo possa nteres- la.
sai ao ensino e a' economia inlerna de suas aulas.
Arl. 90. O direclor* no lim de carta auno, envia-
ra' cum o relaturio que lem de dirigir ao governo
sobre o estado da Faculdade, oulro acerca das aulas
preparatorias, do proeedimento e articos dos pro-
fessores e substituios, progream dos alumnos e medi-
da
peranca de que lero o apoio e a Minpalhia de lo- lica achava-se escransada, e a masa do clero sedu-
cida pelas luzesengaosas da prelendida -ciencia
independencia ecclesiaslic ; a popularn eslava mi
desanimada pela imuiensidade du inal.'ou arrastrada
para o abismo pelos exemplos e prfidas Iheoriai de
seus proprios pastores. Enlo os Josephislas e pro-
testantes esforravam-se por lodosos meios, em pre-
venir que a verdade chegasse ao soberano pontfice,
em soffocar os grilos lamentosos do peqeno numero
de liipos e padres que permanecan) fiis, em re-
pcllir o remedio .que so Roo poda ur appli-
cado.
ludo pareca perdido; todava, foi no mesmo mo-
mento em quea lieie-ia e o scisina pensavam cele-
Kas circnmvisiiihanras da povoacao de Ipoiuca tem Il,rar seu 'noinpho final, que se rasguu oteo escaro :
apparecido muilos casos de diarrhal, arcompanha-
da de nauseas ; mas esles pymplomal cedein com
dorildade as appcaroes Ihcrapeulicas, por isso que
a pessoai allecladas leein o cuidado de parlicipar-me
unincdialamciilc, lisia das rccomineiirtacoes que
hei feilo.
cap. I. do regulamenlo complementar tas Faculda- cada profes
necessarias para o inelhnramento do ensino. A
inesmas marcadas para os de preparatorios no | esle relalorio aeompanhara' um mappa das fallas rte
sssor e ubslituio, com declarar-o das que ,iu;' amanliecer' do dia 6
liverem ido pislihcadas.
Arl. 61. Fieam revogada as disposiroes em con-
traro.
Palacio do Itio de Janeiro 5 de maio de 1856.
Luiz l'edreira do Conlo l'crraz.
Art. Vi. As pessoas nolaveis por eu [,ilen(ejJn|f-
coiihecidaineulc habilitadas poden) ser dispelsaofti
pelo governo da jirova de capacidade.
Arl. 55. Os candidatos que nao apresenlarem al-
giim dos documentos exigidos nos arls. 53 e 5i, pas-
saro por exames aules de serem admillidos a' ins-
cripeo.
Art. 56. O exame, no caso do artigo antecedente,
aera poblico, em dia previamenie annuneiado. pe-
ranle uma cuminisso composta do director da Fa-
culdade, como presidente, e de dous examinadores
Horneados pela congregaran de entre uma lista'de
pessoas habilitadas que direclor Ihe apreseular.
Arl. 57. Se o came for de lalim, de francez uu
de inglez. sera' oral e por escriplo.
O primeiro versara'sobre a leilura e sobre gram-
malica ; o segundo constara' da verso para o purlu-
guez de algum dos autores mais difliceis ; e da rom-
posico, na lingoa de que se tratar de un (reclu de
alsiiin classico porlngeel dictado ao examinando.
Arl. ">S. Se o exame for de rhetoriea.e de potica,
constara' da composicdlo escripia de um discurso ou
narrado, a qual podera' ser feila em lalim ; da a-
nalyse oral de uro trecho de prosador e de algum
poela, lleven i,, os examinadoras Interrogar o candi-
dato sobre es primeiras rudimentos da arle, e fa-
ze-lo ira Iuzt por escriplo om trecho latino desig
nado pelo direclor.
Arl. 59. Se o exame for de historia e geographia,
rousislira' no deseiivolvimenlo escriplo e Ba exposi-
ro orl de alsum dos mais imporfanles periodos
histricos, sendo o candidato interrogado lambem
sobre os fados qoe lenliam relaco mais inmediata
com os mesmns periodos, sobre a [Hisiro geographi-
ca do paz ou paites de que se Iralai c sobre geo-
graphia em geni.
Art. 60. Se o exame for de philosophia racional
e moral exigire-ha do candidalo uma disserlaro
escripia % urna exposirio oral sobre algumas ilas
mais imporlanles quesloes da scencia, devendo os
examinadores argir sobre amha as provas.
Arl. 61. Se o exame, finalmente, foi de arilh-
melira e geometra, alem da prova escripia, que
consistir' na exposiro melhodira de algiima parle
Eis-ahl Pedro Avistamos sua barca de cima da du-
na. Elle desembarra agora. Vamos correr ao seu en-
contr... vamos, minha mi f
Para que? recusan mais speramente do que
nunca a cesarina. Pens que elle bem pode vir aozi-
nho. Demais, preciso de vosss. Vio lodos dous
borla colher-mc legumcs para minha salada.....
Vo!
A esla ultima sxllah.i, mai do que imperativa, o
dous pobreziuhos desappareceram subilameole como
duus passatinhos assustados.
Ah disse eu comido. Dar-se-ha caso qoe essa
homem seja mo pai... m.io marido*.'...
Alguna mnalos depois elle chegou.
Como para corroborar esla impressao desfavoravel
a Cesarina nao foi-lhe ao encoulro, nao apreseuloii-
Ihe a fronte uem a mo, nem ao menos di^nou-se
de acollier sua volla rom um sorriso.
Conlenlou-se de lirar uma ardosia que eslava sus-
pensa i parede, e perguutou seccamenle muoida ja
do creio:
l,ioanto?
Pedro Auberl lirou do casaco uma bolsa de cou-
ro. e dia por dia da semana enumeran o produca
de seu quinho da pescara collocando o diuheiro so-
bre a mesa.
Durante esse lempo a vida easeira alinhava sobre
a ardosia seos algarismos grosseiroj. Depois sommou-
os Ion-.iinciiio, mais longamenle ainda verilicou to-
das as moedas, at o menor sold.
Felizmente achou a conla cerla.
Cesarina mellen o diuheiro era uma gaveta, a
qual fcchoii a duas vollas, e guardn magislralmenlc
a chave no bolso.
Pedro Auberl recolheii silenciosamente algihei-
ra sua bolsa de couro, cujo ciiendo acabala de en-
liegar sem hcsilaco, sem pesar, coma mais indiUc-
lenle e manir ilnnlidade.
la julga-lo mal, disse euromigo, visla dcsla
siena. Ccrlamcnle. Pedro he bom marido.
No mesmo instante os dous meninos fizeram se-
cunda irrupro, lalvel mais niipeluosa que a pri-
meira, na sala inferior, e Isncaram-se ao peseoen de
Pedro Auberl com lal esponlaneidadc, lal ale'gria,
lal ternura, que accresrentoi logo em voz haixa :
E exccllenle pai T
Mas, qual nao foi minha adiiiirac.io, quaudo as
duas voi^ Inlanik podeudo emlim subir du rorecaO
ao labios exclamaran) ao mesmo lempo:
Boa larde, boa larde, meu lio Pedro !
Era smenle o lo dos dous meninos 1 Nao era o
marido de Cesarina ? Da parle de um irino, ou sim-
plestneute de um cuuhado laula Hibmhaao, laula
des de Direilu.
Arl. 6S. O rigor das provas de moralidade pode-
ra' ser dispensado p-lo direclor em rasos especiaos
que Ihe parccercui dignos da allenro, ouvida a
congregaro.
Das dispensas que assim conceder dar' elle parle
rriiiiedalamente ao governo, expondo o. motivos
que o levaran) a osar de semelhanle faculdade.
Arl. (9. Fiido o prazo das inscripcues, sera' mar-
cado pelo dirertnr o dia mais prximo que for pos-
sivel para o exame dos concurrentes, ao qual terto
admillidos todos os que se houverem inscripto e se
acbarem prsenles, toinando-se por lermo levrodo
pelo secretario o uome daquelles que nao compare-
cerem dentro do primeiro quarlo de hura ilepois da
que i:\,o sido designada para o concurso.
Ail. 70. Quaudo nocoucur-o se aprcsenlars um
preteudenle ja apjirovado, podera' esle sem uovo
exame ser apresenlado ao goveruo.
Art. 71. Nesle caso o dirjclor o alisara' para
que em um prazo determinado exhiba um requer-
ment ao governo todos os documentos que possain
abonar seu mrito Iliterario e sua moralidade.
Arl. 72. Quando compareecrein dous ou mais
candidatos, havera'sobre a maleria, cujo ensiiiu for
objeclo da cadeira em concurso, um trabalho escrip-
lo, para o qual se dar' o prazo de duas horas.
Arl. 73. Findo esle prazo, o presidente do exa-
me fara' sisnal pelo toque de uma campanilla, e os
concurrentes, depois de enlresarcui suas provas,
argumentar i entre si sobre um puni coiiccrnenle
a' materia que cada um delles tirara' por sorleio,
e sobreo metbodo e systema do ensino da respectiva.
Arl. 1 O ponto de que falla o artigo antecedente
cadeira sera' exlrahido .Centre os que formular um
dosjuizesdo concurso designado no principio do exa-
me pelo presidente, cm qaanlo os c-iinlidatua eslive-
rem oceupados com a prova escripia ;e, laucados no
livro a que se refere o arl. lili, proecdo-se-h a sua
collocarao na urna, pela Turma declarada no mes-
mo artigo.
Arl. 75. O assumpfo do Irabalho escriplo sera um
s para lodos os concurrentes que forent examinados
no mesmo da.
Arl. 7(i. Os nornes dos candidatos serio lanradoi
em uma urna, d' onde o secretarte os ira extralimito.
O primeiro, cujo oome sabir de-sa nina, argumenta-
r por eapaco de meia iora ao segundo ; esle ao ler-
ceiro, e assim por dianle al o ultimo, que detera"
argamenlar ao primeiro.
Arl. 7". A cr.mmisso di exames rumpir-sc-na
do direc ir, que sera' o presiden!?, de dous lentes
mineado^, um pelo presidente da provincia e oulro
pelo direclor, e de dous examinadores designados
pela congregaro.
Arl. 78. Nao havera' volac,<) sobre a argumenta-
rn ; mas a commisso, no graduar o mereciinenlo
dos concurrentes pelo exame da prova escripia, de-
vera' allender ao merecim'iilo daquella oolra pro-
va.
Arl. 79. A decises da commis-i st.Io dadas e
justificadas por escripto. e acompaiiharo com as
respeclivas provas a proposta que pela ordeui do
uno enmonta dos candidatos o director houver de
fazer ao governo, aoqual seri lamhein presentes
lodos os documentos que os concurrentes liverem
juntado aos seus requenmentos.
As referidas provas reverlero, depois da deciso
do governo, a' secretaria da Faculdade, onde seio
archivadas.
Arl. 80. Ouer na hx pothesc do arl. 70, quer na
do 72, o governo pajera' deixar de nomear o can-
didalo proposto, ou de fazer a esculla de enlre os
propostos, mandando neste caso proceder a novo
concurso.
Art. 81. Se, depois iU limlo o prazo das Oterip-
coc, nenfium candidalo se aprsenlo/, sera' o dito
prazo prorogado por mais seis mezes'; e e, Icrini-
nado o novo prazo, r *em se mscrever, o gover-
no podera' nomear qne.n Ihe aprouver, com lauto
que rena as condiciies do arl. 51.
Arl. 82. llavera' na secretaria da Faculdade um
livro para os termos de exames dos concurrentes,
contendo simplesmenle as decis'S da commisso, e
oulro reservado, em que o secretario registrara' os
votos justificados dos 'examinadores a respeilo das
provas.
Arl. 83. A' proposla de qua Iralam os arls. 70 e
"9 fara' n director acompanhar um ofllcio seu, no
qual dar' conla circum'lanciada ao governo do qu
houver occurriJo no processo da iascripro e du
concurso ; e o informara' reservadamente sobre
ludo .pianto Ihe constar e colher dos documento.
apresentados acerca dos candidatos.
CA PITUCO V.
Das conferenras dos professores.
Arl. 8. Os professores e substituto* da aulas
preparatorias, depois de encerrados os trahalhos do
anuo lectivo, se reanirao em dia previamente an-
niiuciado pelo direclor, e sob sua presidencia, alira
aOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente ds du 3 de acost.
()(IC0Ao presidenlc da assnciaro rornmcrci.il
lieueliceiile Joo Matheus.Itccebi o'ollicio que me
n a.. m-. ...........----.i:____- .. .___
Uenlro da mesla povoarfio foi forlcmenle allaca-
, ao amanliecer do dia li do crreme, um indivi-
duo, no qual o cholera perrorreu os seus periodos
rom uma rapidez lal, que seis hora) depois jazia na
elernidadc, nao obstante havcr-lbe eu applirado lo-
dos os meios d'arle : esle aconleriroeuln produzio
uina impicso bem desagrdate! na poptilaro do
lugar, que julgando-o precursor de outros seinelliau-
lee licou poMaida de algnma inquielaru, poslo que
ligeira visla .la pr.senra do medico, o qual, pro-
poirionando os meios de combaler lo terrivel ini-
inigo, inspira de certo aos espirilos tmidos o soreg
c Iranquillidade neressaria para aguardar com cora-
gem a invaso do mal.
Convcm indar que leudo comer.ido o presente mez
com chotas Copiosas, que lem continuado sem oler-
ru|iro, a nonio de lornarem os c.uninlios quasi in-
tran-ilaveis, rereia-se feralmente que ellas venham
enlreter a epidemia, .i vista do que tem demunslra-
do a experiencia.
leos guanle a V. Exc. Fregiie/.ia de Ipojoca S de
agosto de 1856.Illm. e Exm. Sr. consclheiro Dr.
Sergio leueira de Macedo, preaidenle da provincia.
Dr. Jos Unniz Cortiro liilahij, medico cm
en lercrou a :ll do m*/. pastado a direceo da
ciarn coininerrial beiielirenle, a-signado por Vine.
e pelo secretario da mesma direccAo, lamenianiio a
prccipilaro quo empregOOem representar um ou-
lro ollicio datado de S do mesmo mez, conlra um
acoiilecimenli que ao depois ronlieceu nao se ler
pateado, romo Ihe foi referido. .< Esla direceo,
Jiz o ollicin a que respondo,vem ronar a V.
Exc., se digne fazer retirar O rilado nllicio, que li-
ca sem effeilo, preferindo antes confesar sen erro
lo que afleetar in.ietidamente o carcter de um rhe-
fe uc reparlicSo que alias tem inrrerido as simpa- commisso na mesilla fregoezia
Ihias do commercio em geral.e Tenho a honra de
responder Vine, pira fazer rhegar ao conheciincn.
lo da direcrao, que j.i eu linlia mandado proceder
as necessarias informac/ies arerra do faci de que
tralata o seu ollicin de 8 dejalho, e que o resulla-
do rtclla* coincide com o que por seu lado obteve a
direcro. Todos podem engauar-se, rahir n'um de--]
cuido, dar um passo precipitado. Mas lodos nao
sao capazes de reparar lt|o nobre e dignamente um
erro como agori faz a direcrao da associaro com-
mercial. Isso lio .i dado aos caracteres elevados e
acnerosos. Se, pois, esle accidente deve prnduzr
em meu animo e no ijum eleilo, he o de augmentar a eslima e conside-
rar., em que he li.la essa corporaco.
OficioAojaiz de paz do priruere disiriclu >l.i
freguezia de Petqneira.Reepondendo que os ra-
dados volantes resllenles na parle da lerrilorio .lo
I lermo de Pesqoeira, que pela le proviocml. n. 309
lile 12 de mato de 1853, fot comprehendida na fre-
guetiai de San-Berilo, devem epresenlar ossesnuro-
tos para vereadores ejuizes de paz da mesa pfro-
chial da freguezia de Saii-Benlo, e nao a de Pe
queira.
H
OtlicioAo Sr. Dr. ebefe de pulida.A minha
presenca lem chegado por diversas vias represenl-
resde autoridades particulares, exprimindu o re-
celo de que urna illegal c reprovada inlcrveuro da
policia venba tirar aos cidados a liberdade .ic seus
votos nas prximas uleiroes, a que se lem de pro-
ceder.
V. S. abe que na escolha dos dcleados e subde-
legados temos de commuin accordo procurado eollo-
car qaanlo be postivel a frente da policia pessoas
alheias ou superiores as paixes e iuflueiicia das lo-
calidades, pessoas de uma posijo independenle cm
relaro a essas inlliienrias. nacccssivcis, cmlim, a o
medo, ao odio c a amizade.
Nenhuma orden), neiihuin ario, nenhuina s in-
sinuario de nona parle lem deixado de contribuir
para generalisar na proviocil a opinio do que o
desojo do governo he que as elcires sejam, como
devem ser, o resollado das convicres e uo o da
iiilimidaco. Enlralanto cuuvin dar inslracce
apropriadas a que o proceder das auloridades pli-
riaes seja em Indo 05 punios dirisido felos mes-
inos principios, e por isso tenho por muilo recom-
incnclado a V. S. que espera a lodos os delegados e
subdelegados da provincia, inslrucroes ncle sen-
tido :
1. As auloridades poliriaes por forma nenhuma
emprearn os poderes de que sao rexcslidas para
apelar ou guerrear a candidatura de quem quer que
soja. Bllai podem, como lodos os cidados, expri-
mir sua opinin, mas por isso mesmo que exerrem reserva sobre este assumplo em presenca de uma al
auloridade. devem ser mais reservadas e comedidas la dignida le ecclesiastica. Depois de '.ii.nunciar
no uso desse direito.
2. Na occasio das elciees devero evitar
___HTsWOE.
AI.I.EMANIIA.
Irauscripln do 1'niiers.)
A causa calholica .inliou ama nova victoria na
Allemanha. Tao certo he, que a verdade e a jusli-
ca s por algnm lempo podem ser opprimidas, aca-
bando sempre por triumpharem gloriosamente do (o-*)
do sos obstculos.
Depois de lougas negociaees, nas quaes for^a he
reconhecer as celas e benvolas inlciires do sobe-
rano e de tea primeiro ministro, o governo rte He-
se Darnislartl astlgnoa urna ronveneo definitiva com
o ,Sr. hispo de Mogllela, devendo lodos os docu-
mentos ser brevemente enx lados a Roma, para ah
receberem a approvocBo do Supremo l'a-i.n. o ti-
gario goral da diocese, o digno del. nado .lo Sr. Kel-
leler, ser lalvezo enearregado de levar a Sal* Se
esla noticia 16o propria para consolar ealegraro co-
raro de Po 1\.
Na diocese de Moguncia, a igreja vera' para o fu-
turo seis direitoa imprescripliveii i-oiemnemenle re-
eonhecideo n garantidos pe poder temporal ;
o bem, comecedo cum lana felici lade debaixo da
admiiiieararo uo saulu hispo, se do-envolver rapi-
dainente, e apressan a gran le re-liuraro religiosa
comerada ha Irinla anuos pelos ultraga commelti-
dos sobre a pessoa do Ilustre confessor de Co-
lonha.
A conduela do gabinete de Darmsladl nas rcenles
discussoes fez-lhc mulla honra. No primeira projec-
lode pacificar j subinettido a considera(o da curte
de Ruma, h.ivia mais de um artigo cm que o gover-
no julgava poesivel manler as anligas reslrtres,
e-p '.o lmenlo |, qUe respeila ao cslahelccimenln
de congregaroee religiosas no Cro-Durado. O san-
io padie declarou, que lodos esses injustos grilhes
deviam ser quebrados, e que lodo o pretexto a futu-
ra malevolencia devia ser removioo ; o Sr. kcltc-
ler foi o tul e perseverante interprete de sua santi-
dad, e S. A. o grao-duque, arahou por consentir
em lodas as modifieares reclamadas pelo cabera da
igreja.
He coni grande prazer que podemos aasegarar,
que li) llrao-Durado de llesse, o accordo entre a
iireja e o Estado sera uma unan sincera e duradera,
pois o soberano esla plenamente convencido .le que,
resliluir a religio a' sua legitima liberdade. he op-
por a mais forle e niaisd.ira.lora lian, ira a's ideas
revolucionaria-. O gro-duque l.uiz he feliz por le
podido dar a seus vassalos calholicos essa prova de
sua paternal solicitude. Ainda ha mais mu re-
cenleesenle o principe expressou-se sem nenhuma
(oda a
uslentaco de orr^a.
3. Nao devem permillir rjuc os volantes se apre-
enlem armados ou em adunde de arueara conlra
os que nao partilham suas opinies.
i. Devero, porin, impertir que a pretexto de
buscas de armas, se excrcam violencias correndo e
apalpando cidados pacficos, c por esse modo opri-
mindo-os e desgoslando-os, ou avilando que vo
volar. Os que trouxerem armas ostensivamente de-
vero ser deltas logo privadas, e s se deve correr
para examinar se as Irazcm occoltas aquellos conlra
quem honver fundado molvu de suspeila.
5. Devero eslar promplas a responder as re-
quisirr.es le:aes dos presidentes das mesas, c sempre
prexmidas para evilar as violencias e inlimidares
de qualquer lado que bajara de partir.
de conferenciaren! enlre si sobre assumplos que h- sao e por urna alliliide lirme e eireomipecta prepa-
resinac^o, lana abnegaco tornava-se ajada mais
notavel.
Porra o que pareceu-me sobretudo extraordina-
rio foi a paixo paternal de Pedro Auberl para com
os dous meninos.
Elle os assenlara sobre eus joelhos, sorria-ll.es, a-
bracata-os, afagavo-ot com lano amor, que eu mes-
mo que conlemplava de perlo esse qaadro, aeuli-me
commovido.
Um instante assim se passoo.
Depnis.de repente, cuino se houvesse sido disper-
tada algama leuihranra dnlorosa, Pedro Aobert em-
pallideeea horrivelmenle... seus olhos encheram-se
de lagrimas .. levanlnu-se... e ainda com voz bran-
da atestando a nbrinha c o sohruiho, disse :
Vo brincar na praia, vo, meus lilbos!
Fura impos-ivel descrever a pungente Insleza, e
ao inesinu lempo o lingular affeciu com que pronun-
riou esial uliiinas palavras.
Os pobres meninos contristados hesitaran um lis-
iante ; depois, apartados por um geslo qua-i loppli-
canle do li". e sobrelu.lo por nm acenn ainda mais
concludeiile da parle da mai, desappareceram, mas
nao correndo, na direcro da praia.
J se sabe que vossQ nao os ama !... disse en-
lo Cesarina com voz spera. Mas be iuulit inuslra-
lo lano aos pobrezinhos!
Pedro nao responden. F'echou o olhns e poz a
mo sobre o coraco, como para comprimir orna re-
volla mui josta, on um solfriinenlo mais cruel.
Depois, lomando uma enxada que estaia em um
canto, disse simplesmenle :
Vou 1roli.illi.ir uu nosso jardim.
E sabio.
III
Vendo o pobre pescador rolirar-se, Cesarina euco-
Ihrra os hombros, libera urna caraiilonha.
J eu presenta um drama de aldeia... Seglli a
Pedro, e observei-odc longeorcullo era una moula.
De laclo, elle chesuu a una paqueo.i lioiU ilua-
da nos coulins ,1a aldeia, mellen a enxa la na Ierra ;
mas ersiiendo.se loso, e conservando a mo inoiada
na exireiindade do rabo, pezsea contemplar de ama
maueira extraordinaria cerla ra/.inlia, cujo lela fo-
megava a pouca distancia, eque linlia uim das pi-
nedas oleiramenle coberla pelos ramos de uma ro-
seira.
Era sobre essa janella que pareciera tilo- os (ribos
do mariiibeir.i.
Aliaie/ da ruitina da folhagein entrevi una miiu
l.ra de iniilher.
iiiiiii..vid coiuo uma eslalua Pedro Auberl licou
ah alii au.lecer, ale que e accendeuuo eco a ul-:
lima estrella.
tapxiieSrnroando a por a enxada ao hombro, vol-
lou para'a sua liabilar.lo.
Mas, i,o iiiomouio em que por as'm dizer elle se
arrancara do meio do campo, eu ouvira dislincla-
mente um suspiro de coraran sem esperanra.
IV
Na manlia tegainle, ao sabir da missa, vi Pedro
Auberl sobre o lumiar na igreja.
Dava urna ni.li aos dous meuinos, a outra anda
hmida de agua-lienta era cuidadosamente eslendi-
la para uina mulher mora, que, prestes a sabir, ia
, pasear dianle delle.
Kra una erealnra mui meiza e bella, de lez alia,
j embora mase simples aldea, de olhos negros padi-
camenle ibaixados, de anglico sorriso, e que, roin-
qiianlo pareresse lor Irinla annns, consrvala anda
na fronte o casia cunti da xirgindade.
Ouan.lo seus dedos locaram-sc houve nelles um es-
, Iremecimenlo, uma pallidez, om relmpago...
N.io era essa a sombra que eu enlrevira na vespe-
I ra alravez das rosas?
V
Algara oslantes depois a .lu i la nao me era mais
permillida.
A encbenle ciieron muilo cedo nesse dia, eos
pescadores .Inpuuliaiu-se a galibar seus barcos.
Pedro Auberl parti primeiro ; porm, lomando
o eaminho mais longo, pasoa diante da cazinha.
A seus ps cabio uma flor.
Elle apanhoii-a vivamente, occoltou-a do mesmo
modo no bolso, e fugio como ladro que acaba de i
furlar um Ihesnuro.
VI
De larde, no momenlo cm que as barcas sahiam
do ancoraduiiro, vi anida pois continuava a obser-
var um lenco blanco, que fluctuaia na mesma ja-
nella.
Pedro Auberl esteva em p na popa de sua bar-
ca, leudo os olhos mai do que nunca filos sobro a
canuda.
Kvidenlemenle ah havia uma historia.
E lena pul lo sab-la immediaiamenle iuteriu-
gaiido um dos Villervillensee, aobreludo urna das!
Villervillenses, e lalvez mesmo Cesarina ; mas ape-
zn da impaciencia de minha eariosidade, disse com-
miuo :
Biperemos.... n.io quero ouiir nada, seando
proprio Pedio '
iiuiii/o dio depois eu eslava com elle emana
barca. A uuiie sdianina e esplendida e estrellada.
A calmara era profunda, e mar immovel. U ra
niele e u ui.irujo iloi iiii.iiii esperende que o dispertar
da brisa perraillfttu la115.11 as redes. Pedro, de quem
eu tornarj-mu amigo, velo asseular-se ao weu lado
Depois de ai.nuncia
sua salisfaco por um arraujameiilo, que nao pude
deixar de contribuir para a vaulagem de lodo o paiz,
sua alteza declarou, que ieeouiiueAidaria a seu pri-
mo, o principe regente de Rulen, que acabasse o
mais cedo pnssivelcom ucnnlliclo existente enlre o
dous poderes. Sabe-se, alera disso, que o gabinete
prussiann deseja igualmente que a queslo das rela-
r ".es enlre a igreja e o estado sejam reguladas antes
do rasamenlo do regente.
I ma lal mu.lanra de opinio pude ao principio
espaldar, mas os verdad-jiros liis ihem que ha uma
mo omnipotente que soierna lulo com sabe.lona,
iiielhudo e moderarn, que muda os corares dos
principes, e faz que urna almosphera serena succeda
a' mais furiosa lempesiade. lie esla cu di.nica que
susicnla a iureja e que lem sempre inspirado aos seus
pnlilces,os succMSores de Pedro,umal oiiganinii.la-
de que de balas se procurara em outra parle. Ro-
ma confia e leo, e sua confiairlTnuiica foi Ilu-
dida
sobre '""a vela, e lallou-me neslcs termos... ou qua-
si ; pois lalvez eu nao consiga conservar sua nar-
ra^o to-'a a sua -pecinosa simplicidade.
Vil
Vosea sinhor ia deseja saber, porque nao sou ale-
gre... lie Ha bem simples, e que lalvez o far
sorrir. 'l'oda*\ia ei-aqui...
Amo a Mari*! l'recisava dizer-lb'o? Como noi
veio este amor ? Sem duxida Dos no-lo mellra no
corarn desde o noso nascimenlo ; porquanlo anda
eramos crianras e j nos amalamos. A' proporro
I que cresciamos, elle augmenlava. Eramos encontra-
dos sempre juntos uu uiesnio soleo, na mesma mou-
la, no mesmo Irilho. na mesma vaa... Primeiras
. palavras, primeiras brincos, primeiras lagrimas, pri-
meirus surrisiis, ludo enlre mis foi commum. .'loan-
do (Minamos lirado muilo tempo peusalivos, "e um
dos dous loruava depois a fallar, o oulro nunca
deixava de exclamar :
a Oh isso mesmo peusava eu a Era como se li-
vesseraos o mesmo espirito, a mesma alma ; alguns
velhos da nossa aldeia o tem dilo mudas vezes. Com-
mungamos pela primeira vez no mesmo dia, ao
mesmo lempo, junios ; laes coasas ligam a gente.
IJuando comecei a ir ao mar, nunca parli sem que
ella orasse por mim dianle da cruz da duna, nunca
vollei sem que enlrasse na agua al a cintura para
corrern meu encontio. Depois eu lomava-a sobre
os hombros para reronduzi-la Ierra, onde nos a-
braravamos rindo. Oh sim, umos bem Telizes na
nossa infancia! Oh! meu Dos, perqu nao lefica
sempre pequeo f
Todava nossa juvcnln.le fui ainda boa : pelo in-
vern sempre jaulas 11.-1 vigilia, pela primavera co-
Ihendo morangos, pelo verao na reifa, pelo ouloiin
11.1 cnlheila dos aveles I V. nos dias de renm.o.! Ah !
inanias \eirs lemos dansado junios '. (.inanias \e-
// lemos vallado de noile pelos campos illuiuiuadu
pela la! Qoe risonhai promessai .le futuro, queos-
pcianras do paraso, yue bellos sonlios I
Depois veio a idade do rasamento... Kenhnm de
iis uria pensado nisso... Obi nao; nao linhaatei
presea... vivamos lo couteules assim mesmo Mas
os outros pensar,un por nos, primeiro que lodos o
senlior cura.
oh 1 dissemoi Hara c eu... (Joenoj importa
lal rnusa ?... n.io podemos amar-nos mais do que nos
amamos !
o nei-.N-i.i apre-eiiiav.i algumas dillicaldades. A
mil ,le Msiij era rica. F.u n.io. Alem disto ora
tiipba. lora ineu iruiao i.e......quem raje creara.
lo um corai.o geuerusu um irmo excellenle !...
Foi elle que com o senlior cura euceluu Iraucaiucule
a quesl.io do cdsjuieulo.
fui nesse mesmo momenlo que a i&reja da Allema-
nha lancou fora sua inorlalha, e sabio viva
do luiiiulu que sobre ella eslata para ser sel-
lado.
Vinle annos sao passados depois disso ; estamos no
mesmo sitio em que entao sri vamos desolarlo no
santuario, e mudas vezes mesmo aliominar.io"; ago-
ra por loda parle observamos em torno de nos a
volla para as sanias Iradicroesdo passado. Os hu-
mildes ninas de S. Francisco edificaran) de novo
sua casa de orarn e devoro aposloliri. As irinao
de catidade leem lomado posse de modas casas. As
ordena decenles astee reouindo em suas escolas os
(Ihos do povo, assim como os das classes altas ; mis
s.ies multiplicadas eslo despertando a f adoranei-
da ; o padre nao teme mais apparecer cm publico
com o (rage austero da jejiej no meio de om mon-
do que o respeila, ainda mais por ler a coragem de
eo augusto estado, c o nrofundo senlimenlo de seu
ministerio evanglico. \
Em loda a parle vemos a visilo de Ezechiei repeli-
da de um modo mu maravilhoio e mui rousolalorio
para o genero humano.
Tablet.)
1ITBRI0R.
RIO DE JANEIRO.
rVHARUWSSRS.DEPlTADOS.
SESSAO DO DU5 DE JUMIO DE I85fi.
PretUenei d Sr. risconde de lloepend;/.
Cuulinuarao.)
O .sr. .s'ara/ra principia declarando que oceupa a
tribuna ponrns sao mudos os impugnadores do po-
recer, e porque ha necessidadc de nao deszniparar
aquellos de seus collejas da comini-sn, que sao iii-
coiileslavelmcnle mais pos do que o proprio ora-
dor para o prsenle dbale.
Oue a queslo constitucional, lendo versado sobre
a exlencao t\o poder quo o arl. 28 da eonslitaiei*
c infero ,1 cmara, he indispensavel o exame da mes-
ma con-liluicno em todas os paulas qoe podem ex-
plicar aquello poder, alim de que se encontr a ver-
dadeira solacfio da qoeslocontrovertida.
I.iue no cap. I. da coniituico se (rala da orca-
nisaco do poder legislativo o das 'medidas necessa-
rias para que asee poder pudente ler uma vida iode-
peiidenl'de lodos os milroc.
Tara iso fcrain ledos os arls. -JT 28.
Pelo primeiro. a cntitiluii quiz que ninguem,
neohuma cnliJnde, pe deesa amearar a liberdade dea
meinbius do poder legisl divo, e apenas permitan a
priso 110 caso de flagrante delirio, pelos motivos
lioulem expendido pelo nobre dcpuladn por Mi-
nas.
Pelo arl. -_'s a romlituiro fni alem : quiz assogu-
rar anda aquella liberdade, abrigando o depulado a
'enador dos effeilos de uma pronuncia, e nao con-
eiitio que fosse sujeilo a priso e livramenlo
por um aclo de sua respectiva cmara, que orden
a roiituiuaco do processo.
Nao parou ah a prndenle e liberal disposirao
conslilucional.
Prevendo-se que no jiilgareenlo poda ainda dar-
se uma violencia dos oulrot poderes, e romtilairaO
deu aos membros do poder legislativo, para jen m
ramo .do proprio poder legislalivo ou anles n joiz
dos principes da casa imperial e dos ministro* de es-
tajo.
(iaraulida por lal forma a independencia do poder
legislativo, por uma maueira que nao lem exemplo
em consltuir.io alguma do mundo, nanea se pode-
ra prever que laes garandas jwxlessem ser limitadas
por uma inlelligencia do art. 2X, que declara os mo-
tivo segundo ns quaes se ha de exercer o poder ele
mandar ou nao continuar o processo, quando a pro-
pria ron-til un..10 cm iieiihiim arligo, e em parte al-
-1 ni.1, define a exlenran c natureza das razoes qoe
dcvem-arraslar e drlerminar.. rorpo legiilativo m*
exercicio do direito mais grave, que garenle a sua
independencia, e rnnseguiuleinenle o respeilo de lo-
do os direilos individuaes dos cidados.
Oue u orador nao menla quando enanca qne a
detei minao.io dos motivos, secuodo os quaes se deve
usar do poder do arl. 28, restringe esse poder, por-
que se a cmara apenas se levar de razoes poillieas.
Ble pude enibararar e prevenir as violencias resal-
anles de uma pronuncia errada ; porque nao pode
examinar o processo, e se ha de limitar a indagar so
hnove ou nao proposito de perseguir politicamente
o depulado, o que dispensava o mesmo preces**, o
arredar-sc da inlenco constitucional, qne foi a man
latgi, a de pcVr a caberla o corpo legislativo nao tn
das 1 loicnria como dos erras dos outros peders, a
por lal forma, que nao deixou o depulado e senador
sojeilos a elles em caso algum que podesse ararre-
ar-!he a limilaru de sua liberdade.
Cominoaudo, o arador declara que ba raides para
ludo, e al paua defender loo* reslriceoes.
As que se tem aposentado coosislem em consi-
derar-se a cmara como poder poltico e nao ju.li-
ciario.
O orador nao comprchende o alcance nem o roeri-
rilo dessa dislincco.
lodos os poderes sao polticos, e aj. podem *sr re-
conhecidos diversos c distinclos em coulequenrie das
allribuic.ics especiaes da ualureza especial que ello
Eo tinlia jurado qoe minha filha casara coa*
um homem, que possuisse lamo quaulo nos, respon-
deu a mi. Mas como posso eumprir a palavra que
dei aot meus escudos ?... Mara e Pedro aroam-tc
laido !
Ella tinlia bem razo.!
ILEGIVEL
VIII
A esla ultima phrase Pedro deu om snloen, c as
lagrimas acrudiram-lhe aos nlboi.
Mas era um marinbeiro forte Apenas eu (era o
lempo de aportar-lhe e mi, elle recobrando im-
perio sobre si mesmo conlinooo sua narrara...
Julgue ve san senhoria, se liqaemos alegres, Ma-
ra e eu... depois meu irmo Cesarlo... depois a Sr.
cura... depois a aldeia (oda... pois ah eraste* gara
Imcule amados... Ah! he lo bomqoem ama !...
I lome rumo uma fesla. Pourn depois os despo-
sorios. Oulro dia bello Mas linha de ser o ul-
timo 1 .
Era no meio da semana. Naturalmente eu nao
fora ao mar. Cesario lambem .pinera firar ; mas a
Cesarina exigir, que elle reene. Ha mudos que ae-
cusim-na disso, allirnando, que o Irabalho em um
dia de fesla lorna-se atoJanTs). Mas elles nao lem ra-
zo. A Cesarina era mi... linha dous lilhinhos...
convinha primeiro que ludo cuidar no pao da
caa .'
l-.uir 1'auto o da passou-se bem. He larde o ero
colino-e de nuvens. O er annunciava lempetlade.
Mal nao ruidavamns naquelle-, que eslavam 00 alio
mar. A felicidade loma a genle egosta.. Dansava-
mosl -ubii.niipiilo .. iiinrelampa.-o, urna grande (ro-
vos la... dejiois urilos :
I ma harca a cosa I... em perigo de perder-...
A harca de Cesario!
"" eslava j.i na praia.
Oue tempestado !... niicera lemhra-se de ler vi.
lo 1 aira seinclhaiile !
Iiz quaulo lie poj\el a um homem, senlior. Wa-
cipile me por Ir vetea aa m.r ridurreMio. A ai-
lima ve/ e-.-apci de br.ir la lamb.11,. Tiraram-me
quebrado de fadisa, sem enlidos. rom., morlo. Mas
ah !... nao era eu que linha de morrer !
Era Ce-ario !
Ouan.lo lornei a mim, elle eslava esleudido.Ilo.lo
eosanguenlado enlre os roehedos.ec.nseivaodo alie-
nas a foro. siiflieii-ule para dizrr-nic :
Peilro, s.'. o an, 10 de lunilla mullir., .- .1 |m*
de iiii-u- blho '
Cesariu, Ihe respond, assim I o foro !
E elle inoi 1 eu mais tranquillo.
(Coaaoauaa>*VB)ta]
MUTILADO MELHOR'XEMPLAR ENCONTRADO


MQlM'Q OE PEftMKO 0' RT F'liU H DE AOGSTO I iSS6
Se o poder jn tiaario lamboni podesse legislar, se-
ria poder leaitlativo quaudo legislases. Astttn o po-
der legislativo po.ie ser considerado poiler judieia-
rio quaudo exeree uuccoes propriamenle desse po-
der.
Se pois, pelo arl. 2S, lie inqueslinnavel que. u ra-
in...... por mulivos polllicoi 011 nao polticos, pode
; -1 r 111 r iini.i I i liiincl i proferida pelo
poder judieiario, he claro que exeree funeces de-se
poder.
Se eserre fenecbes desse poder," he o incsnio po-
der, e portento nada usurpa, nada aloca, porque nao
podo nina jurisdirrAu ei|>eciii| do poder udicinrio
violar a independencia dae poder quinao e\erre
allribuicoe* cuiislitucioiiacs e de revisan de arlos de
jartsdieo*s labelleroM.
Se ns utiros tlepulados porem, conlinua o orador,
instsiem ein que a Cmara obra como poder polti-
co oh anles como poder legislativo, nao llie po.leudo
licuar o direilo de aniquilar a pronuncia, sin forja-
dos a adimllir que um poder poltico lie superior aos
uniros, porque nesse caso be a cmara superior ao
poder uiliciario, o que n.lo pode ser, poique a cons-
tituir., escreveu entre osseus dogmas o da indepen-
dencia dos poderes.
I.oao, he preciso convir que a cmara no exerri-
cio do poder do arl. 2K,-lie poder judieiario, c nao
legislativo ou polilico. Se lie poder judieiario, po-
de examinar 0 prucessu, avalia-lo, julgar proceden-
te o que lie justo e improcedente o que lie injusto.
Isto he incoittest.ivel.
O orador produz anda minias observarnos con-
cemeules a (JuestAo constitucional.
Entando na queslAo"propriamente jurdica, o ora-
dor observa priraeiro que a roinmissao nao faria
qoc-i.io na qnalilcacAu do delicio, ae ella nao en-
tenrtesse que a cmara dos senhores depulados era
chamada no prsenle caso a decidir a respeilo da
priso preventiva. Para decretar ou Dio, a cmara
ilevi'ria examinar os crimes imputados ao deputado,
e pelos quaes ra.iudava coiitiauar o processo, 6.1o ioa-
lancaiveis.
Nesse exame a commissAo principio por verificar
que Dio existi uem poda existir u crime de eslel-
Iiooato. Alm das razes ja dadas no parecer, a
commissAo verifcou que em todos ns cdigos, desde
a legislado romana, e em todas as discussOes fran-
cezas, e de oatros paizes que consullou a respeilo do
caracterstico esseocial de eslellionalo, havia con-
cnrdaneia em um ponto, viuda a ser que a exis-
tencia do eslellionato presuppnuha a coexistencia da
fraude que se quera commeiier com um faci sub-
jeelivo, que consista na illusao do espirito da pessoa,
cuja cousa Si- pretenda luver, e illusao tal, que p-
dese determinar essa pessoa'a dar ao esteilioiiatario
parle ou toda a sua fortuna.
O orador moitra que esse caraler de eslellionalo
depreheode-se do cdigo, e qu a realid.ide deslre
a m-rao da lei de 1774, poi- ninguem no Hio de J-
neieo poderla crer que em algum lempo, em alguma
occasiho a opulenta heranra do tallecido visconde
de Villa-Nova elivesse em nutras mos, c se tlisses-
se per leucer de facto a nutras pessoas que nao fussem
a viscondessa e sen (curo.
O orador relata anda o fado de haver aquella se-
ndera feilo avoltados donativos no lempo do chole-
ra, dispoodo da fortana que linda como sua, e que
anda est como lal cm suas mos.
Quanlo aos outros crimes, o orador faz observa-
ntes que na i podemos apandar, e declara que se li-
mita ao que disse, porque mo quer prevenir em
mais o talentoso e cumenle jurisconsulto, membro
da eommissao de constituirn, que anda leiu a pa-
lavfa.
O orador cmbale anda alcona tpicos dos orado-
ros que o prectderam, e declara que n dar o seu discurso seto protestar ceir o preceden-
te orador, quando enlendeu que a curamissAo profe-
rto urna sen lenca defiuiliva por usar da palavra,a
enmmissao est convencida de que se commclleu o
delicio de fiilsidade. j^B
A commissAo imito-I oJri. I i do cdigo do pro-
cesso, que usa de Ignaeffnpretsea tratando de pro-
nuncia.
Observa anda o orador, que a commissAo nao tro-
vitlou jamis da illustrarao e prubidade dos juizes
que iiilervieram no processo. (I orador lio demais
amigo especial de um driles, de quem Torma o me-
Ihor juizo.
O arador cOnclue asseverando a cmara que nao
lie inconveniente a discussAo que se abri, c que o
silencio lie que seria inconveniente e alo crimi-
noso.
Para sal ar a coherencia, para que os juizos da
cmara e dos Iribunaes nao se contrarieos, era pre-
ciso, disse o seu colleja que o precedeu, que o silen-
cio folse a conduela da cmara.
0 orador protesta eiiergicainrule contra semelhan-
le doulrma. que em nome da lgica, e de c.iuforrai-
dadedas decises dos Iribunaes, pede que a enmmis-
sAo nao d a razao dos seus ocios, que. a cmara n.lo
d ao paiz coala do seu proccdiiiieiilo. que sejAo vio-
lados os direilus de lerceiro.
l-'acao os juizes o seo dever; faca o jurx osen de-
ver ; faca o dluslrado tribunal da relaca o seu de-
>cr ; faca a cmara a -cu dever: cumpram lodos a
sua ohngarAo, e o paiz decidir qnem procedeu
mellior, quem melhor cunipnt. a grainlc e grave
inissAo de punir o crime -em alarar os direitns que
a lei e a buraauidade ordenara que se respeile, at
ii. 'an'i- aqttellcs que lecm a tle-graca de se acharem
sol o peso de nina arcusaro infama'nle.
Finalmente, di o orador, eslou persuadido de que
a rommis-ito pode ser acensad de erro*. Ninguem
porem a arcusar de um favor ao deputado sobre cu-
ja surte temos de pronunciar.
A comuiissao pede a absolvirao de seus erro*, po-
rom senle-se orgulhosa porque "fez quanlo c smenle
mi.i rons.-iencia Ihe dltoil.
Nos, Sr. presidente, que em nielarle eramos eom-
panheiros ale de depularAo do dcpulado, seriamenle
lastimamos a sua sorle ; poiem procuramos colloear-
noi cima da bqudade do nosso corarAo para cuin-
prir o nosso dever.
Acreditamos que o cumprimos com eonsriencia, e
de urna maucira que consulta nao so ludas as neces-
sidades de urna Justina severa, porem lodos os direi-
los do parlamento. Kespeitaremos porem a deciso
da cmara, qualquer que ella seja, e a proclamare-
mos sabia e justa, porque n3o queremos senao o que
a cmara ha de querer, isto he, que seja punido
quem fr criminoso, porem que nao soflra alguem
mais do que a lei qoiz que soflresse.
(O orador he vivamente applaudido e cumpri-
meutado peles seus collegas.!
Presidencia do Sr. nsconde de Baependtj.
Abrio-se a sessAo a horado coslume. I,ida e ap
provada a acta da antecedente, o Sr. priraeiro secre-
tario deu conla do seguinle expediente :
Um oficio do ministro do imperio de 3 do cor-
ronjf> Irausmitlindo as informaroes a que se refere
o ollkie co presidenle do l'ar," relativas ao cacas-
sal illo oa Vllli-l'ranca. na mesma provincia, e so-
licitadas por esta cmara.A quem fez a requsi-
reformas cm sua reparilcao que nAo estiVeasem au- Salle', pe linda licen^ii p ira
lori-adis pelo poder Compeleule, e nem applirar le-1
gishcAo uova em ca-o alguin, e conseauiileiieulo!
relir.ir-se da cmara
por caua do mo estado de sua saude.
I'e igualmente lisio, po.to em discnssAo e reiei-
iiii regulain-nlo que expedio por occasiAo da crea- l.t I s.vn del. do, o leguiule requoriincuto do .-r
tao do batalliAi) uav.il, i Silva tiuinarfles
m-
luc;
a
bus
l.luaul
ADrvveila a nrcasiSo para reajionder a n;n lopiru
do iiiscarsu do Sr. ministro .' eslrangeiros, i- ocia-
ra que n.io iieixainlo traeos laminosos na repartirn
que dirigi, lamln-m lern a siiif.u.Ao de dizer que
nao deix.iu liaeos lenebrnsns.
.luaiido mesinou actual ministro da marinbi pu-
desse convencer me, iii/. o orador, de ipie praliqnei
um '-no, um aboso irranrie, esse arsumentn aho-
iitiiieiu nao poh-ria em nada servir a S. Kxc, nein
lomar defensavel a aulerisa{i que se pede.
Kinalinenle, o orador cmbale a sobre emenda
oflerecida ao arl. addiHco, que coDclueno
iin-fi porm ogocerw) aggrarar etc.
O honrado mi:'itio disso no Imal de sen dienr-
sos qup eslava corto que nao lena lempo de por em
execueo a reforma que intenta ; se assim be, culo
be um laxo essa autorisacao. *
I) orador conclue o stii discurso convidando a se- | ,i K.a Se al
us cnllesas disru-sAo, pelo respeilo que nos develdo Brasil, e qd
merecer a eonslilui^So. rao
OSr. Virelra da Sllra, fallando em seguida, u- He li 11 e re
lenta a conslilucionalidade da liecnca pedida pela I pdeles una n
commissflo em nome.do governo, e acerescenta que I que se chame
nAo be queslAo de cunt.nica, porque, foase qual los- penle pela pr
se o governo, dar-lhe-liia essa aulorisaco por nao de Sampaiu V
recetar um abuso.
.Musir de,,ois a Decetsidade |>or lodos rpcoulicri-
da na reforma da legislacao criminal applicada a
inarinlia, por isso que em Irinla e lanos dbelos
que por esla legislacAo sao recoilbecidos, a mais de
vinle manda applicar a pena ultima.
Susler.ta o orador o principio de que a cmara po-
de delegar uina jparle do seus poder de Icglslaar ; e
se nao he verdadeiro este principio, luda a uossa
legislacao desde a poca da independencia deve er
considerada nulia. A cmara tem coiislaulemenlc
nelegado ao governo esse poder.
O Sr. HraiMaa :Mas nao po le faze-lo.
O Sr.l'ercia da Silva: Tanto pode facer,qae n tnn
feito, e he de seus cslxlos. O Curpu legislativo, com
a marcha de seus trabalhos.be quem tem iieiermiua-
do o sentido constitucional a tal respeilo.
O orador faz anda muilas nutras runsideraees
para justificar o seu vulo como membro da rumtnis-
sAo de mariuba e guerra.
Segui/'la larfe da ordciu dn da.
Processo do Sr. deputado M. J. I'inlu l'acra.
O&r.Firmtno absteve-se de entrar na aprtciacao
da secunda parle do parecer relativa classilicacAo
do delirio, por divergir esseiicialme.-ile das cuiniin
sde*quanlo aqueslo prejudicial doslimilai e cxicn-
sloda preroaliva parlamenl ir.
rara mais fcilmente resolver esla queslao, a
simplifica redu/.indo-a aos termos seguinles : A c-
mara decide qno o projeclo continu ou nao como
corporac.An publica ou como corporarSo judicial .'
Hcmonta a oriRetn pliilosupluca do tlireiiu, c a vai
buscar ao pt iucipio da independencia das cmaras,
a necessdade de saranlir Itberda le da tribuna, de | .j Despezas
tornar real e elfecliva a inviolabilidade das opi-| eventuaes
ni"es- |31 Exerciciiis li
> Kequeiro que se poja a governo as
iuformaeoes :
n I .a Ouanlas apprrhensoes de Africauos
lados no Brasil,- tem leito depois da le de
veml.ro de IS.II.
pguintei
lo
i. 2." Oiinl
cimii a designa
:.' Oa tul
da corle e pn
1. Por q
pim
'j.-1 t.lual a
sen salaries
* o numero que lem nascido depols .1
, nuinero lolnl
ao iio sexo,
s exi'li'iu arlualineiil
tucias.
ein distribnido
ppreheudidos,
no municipio
o ein que se oi'eit -
despci que fa/eu,, o a recoila de
is que morreram da ch<
l'.xaniinando a queslao couslilucional, o orador v
que ajei qoer e-lahelecer urna exrepeAo a' araod*
regra da igualdade, dando ao* deputados um f especial. Nao he como enrpo pulilico que a cmara
iiitervtm uestes negocios, poique isso collocari.i o
depulado li'urottEOiialeJIo inferior a' do simples ci-
ilalao. Nao p.|r lambem prevalecer a opinio de
impiir- que a cmara, mandando suspender um processo,
leo- usurpa ss aitinneoe. do poder moderador. sque-
cemse os que de al argumento se prexalerem, que
o per.'an so icni lu-jar nos esos em que n crime ja
el.i jultiado, ao pa-so que a decisMqao i cmara
dovO loniai be segundo a prova dos autos.
Decidida a queslao do direilo constitucional, en-
tra o lirado: na queslao :\,i prifflO. Hi/.eu lo a cma-
ra que o processo continu, lem o reo de prodazir
i defeza de Irea maneiras : ou livre, ou afiaucado,
ou preso.
Se a c .ruara ni i d
Nao
lio mililar da Una de Fernando cas desm par.......m ancoradouro ; ohservou a of-, Candida lia
i sei. em seis me/. pelos |fena rita a libeidade docommweio rom dipo-
iiupor-
l.-ra-mor-
us Iceni sido reexportados para fura
mos teeni lido carta de emancipa-
neltida A commisj.lo de eonstitui^ao e
lirarAo do Sr. Candido Mandes, para
lunar Bsenlo na cmara, como sup-
xiocia da Haba, o Si. I.uiz Antonio
auna.
Parererex,
Vai a iinpriiiiir, para entrar na nrdem dos Iraba-
llios, o parecer da lerceira eommissllo do orcamculo,
que lx.i a despieza do ministerio da marinha:
Ari. 5. O ninistro esecretario de estado dos ne-
gocios da inarnllij lie anlorisado para dcspeulcr com
os objectos doaJgnadsH nos scguiiites paragraphos a
le i.V..:l:!.r27:l.
quanlia di
I." Secretaria Ide estado.
2. i.i i.rlel general da marinha.
8." Cnnselho upramo militar.
i. Auditoria e, ejecutoria. .
.">." Corpo de
annexos. .
(>. Balalhlo u
7." Corpa de
nhriros. .
8. Corcpanhia
li.i Contadoria.
10 luteiideiicia
11 Arsenac
\2 Capilaiii...
I.'l Forra naval
porle
I Navios desarjnad
I". Mospitae
Ib rharves.
17 Academia del
18 Escolas. .
III llihliolbeca
M\ Reformados
^1 Mileiial. .
22 Ohr.
ei traordinarias
idos
miada e curpos
val. .'.'.'. '. '. '.
nperiaes iiiari-
le invlidos. .
c accessorios, .
s porlos.....
vios de Iraus-
marinlia.
a marinha.
3I.INKINI0
1:318382.)
SirSUOgdOO
:l:IHJIIMH)(l
3K
I93200
7SIWI.VI
A lgica quer que as con-equencias de um direilo |.,-._se e he a|)| rVrfl|n '(;,;.,:r ,|., commrto de
lie lido c
san dcfi-riiido o
l'ar.t. M. I'ercira
rUIMKIHA I
/-V.r'/
O Sr. /:. IVan
palavra sobre o ul
ramenle violado:
que pi.ilem fa/er
um delles nao padi
se o poder legislati
ees ao execulivo
quer poder, e ass
reforma penal que
legislativo, sem oiK
ilisse que o poder di
legislativo com a si
Se boje o govern
guerra, amauha* u
inado pelo governo,
Um requcrimenlo dos empregados do archivo
publico,do imperio pedndo augmento de ordenados.
A commissAo de pensiles e ordenados.
Pareceres.
SAo lidos e approvadoi oa seguinl's pareceres.
1. Da rommisso de marinha e guerra indeferin-
do o rcquprmeiiio.em que o capilAo reformado Jos
Mara de Meoezes Correa e Caslro pede melhnra-
inenlo de reforma com o sold da tabella.quc esla em
vigor.
2. Da mesma commissAo, iudeferindo o requeri-
menlo do alteres do estado-maior de segunda classe,
Segismundo de Aguiar, ein que pede passagern para
um dos balalhots de iiifaularia do exercilo
/tedarnlo.
He I ida e approvada a redacto jo projeclo n. 70
de 18.">. que dispensa as leis do amurlisarAo cm fa-
vor das inuandades de Moasa Senhnra da Concecao
do l'orlo .las Caixas, da provincia do Kio de Janeiro;
do .lam- imo Sicraineni.. da culade do l'enedo, pro-
vincia das Alasitas, do Sanlissimo Sacramento da
frcguczi de Santo Antonio, da capital da provin-
cia da Bahja ; da ordem lerceira de S. Francisco
da Penitencia da cidade de Santos, proxiucia de S.
Paulo, para possuir beus de raz al o valor de.......
Projeclo.
lie juleadoobjectodc deliberacflo.e vai a imprimir-
se para entrar na ordem dos Irabalhoi, um projeclo
do Sr. lili.ein. da l.uz, roncedeudo loteras para a
lundaeAo de um hospital das aguas viiluosas de
llaependx.
Primeira parle da ordem do da.
FxacAo de forcas de mar.
Conlinn'a a discustiln do arl. addilivo.
O .Sr. Y.acarias oceupa-se principalmente cm res-
ponder ao Sr. ministro da marinha, e anda da as
razos por que se funda para dizer que he incons-
titucional a aetorisacio dada ao governo para refor-
mar os arligos de guerra da marinha, e por em exc-
rucAo provisoriamente a nova legislac/io penal.
Diz o orador que, mererendn essa reforma o ac-
rordo do ministro, nAo enlcndc como nao possa ser
urna medida de ronfianca a aulorisaco que se pede.
Os lermos em que esi.i permittida a auloiisacAo lie
de urna conlianra, e tle urna conlianra cega.
Diz o nobre ministro que nAo pode haver perigo
na facuhlade pedida, por isso que a legislacao exil-
enle nao pode ser reformada sent para melhor.
He certo que essa le penal euvolve disposiees
inhuman sima-, e por isso dexc ser reformada; c
lie orna divida que deve ser paga a nossa marinha ;
mas a reforma lal qual se quer fazer pude ser para
peior, nAo absoluta, porem relativamente fallando.
Todo o mundo sabe que a legislacao consagrada no
liv. 5.* das ordenarles he a mab; barbara possjvel,
e no entanlo o nosso cdigo do processo. que rovo*
gnu aque'la legislacao, cm algum rasos be mais bar-
ban do que ella. Onde be que nao sevio que nm
soneto ru m nAo podesse ter urna emenda peior 1
lia urna cxagerac.lo manifesta na parle ein que o
Sr. minisiro suslenlou o prinripio de que a cmara
poderia delegar seus poderes de legislar ao poder
execulivo ; e anda man), quando alrmou que nem
srmpre a camera poderia mais convenientemente
realizar certas reformas do que 0 governo. O" tar-
tos apealados pelo nobre ministre nao provaro nada,
ou provaria antes que vamos sensivelmcnle rclrngra-
d'"'1.....i rgimen represenlalivo.
O nobre minisiro elabora cm um equivoco quando
falla na faenldade de legislar concedida ao governo.
Ilesempre nm abaso, e abaso que desdoura a c-
mara, porque lira ella de si unta mis.ao que he lo la
sua. e que mesmo desdran o governo. ^Ao ha i.a-
ridade entre a reforma da insirur.Ao publica e a
reirma de um syslema penal, nem o uobro minis-
tro poje chamar em seu auxilio a facublade Conce-
dida au governo para aquella Dm, a bcenra
preseulemente se requer.
O orador orcopa-sc minuciosamente em prova
sejam revestidzs do carcter de sua origein, confor- consliluicAo
me as coudirot-s de sua existencia. Cumpre pus
exerce-lo so e nicamente nos cs.*ios para que elle
foi instituirlo, quando se dei motivo publico.
O c iiilipcimeuto da injostiea to processo he da
competencia do seuado, a garanta tle bom julga-
mentu. i\Ao pode ser da competencia da cunara,
p*irque importara o direilo implcito da alterara.-,
ta pronuncia, e em minios casos a inexeqoibillitade
la formula consliiucional, que he uAu s a expreasllo
como a limitar m do direilo.
o parecer amplia a preregetiva ampliando a for-
mulla, os que o nnpugnam nao a reslriugem, como
se disje ; querem a cunstiluicAo tal qual he, com o
seo espirito e com a sua frmala.
Corporacao judicial, a cmara nao pode decidir
que nao contine o projeclo (piando a razan jur-
dica mandar que rnulinue. S^ nease aso inltres-
ses da ordem poltica, alias razes de Estado, exi-
girem que o deputado continu uo desempenho de
suas fuucrdes, esses uilertsses sarao supi.lauladus e
estos razes desatteodidas, o que pode ser gravissi-
inn mal ein urna situaro dada.
Julgarpor roiisitlcracs polticas n.lo lie julgar
por odise alfeires. O liomein pulilico lem um
dever tAo sagrado a cunr^inr como o juiz. lie urna
fatalhladc para o p:tiz e para lodos que se pense de
oulro mudo.
Cum o correctivos n.tluraes que o parlamento
lem em si mesmo e na opiniao, flo pensa como a-
qaelles qne eniergAo na deeisSo |>or motivos de or-
dem poblica a frequencia dos crimes por contar o de-
putado com a impiini ule. lio confiar por demais a'
defeza de urna causa da exageraran de um princi-
pio.
Como a conslilucao confia os .'amaras o fazer a
le. a expressAo mafs pura e cleva-i.i da soberana,
os Uioineircs, o sangue, e o territorio to paiz, pode
lainbeui confiar ao seu pro.lente acJiilrin e esclareci-
do criterio o txercicio de un allnbuir;,io, que ten.'
de ser apreciado pela opiin.lo tambera como o de
outra qaalquer.
lias Ite-it.ares da pralica, dos oli-lacolos nascidos
to silencio da lei regulaineular, nao se pode argu-
mentar contra a intelligeucia que se pielende fir-
mar de um principio que, como quer tpie seja enten-
dido, deve fazer desapparecer tojas easas besilar-s
e obstculos- lima le regulunriilar pode decidir
quando tlevei.i ser inleiposio o recoraO, se antes,
como parece mais razoavel, da deeisSo da cmara,
ou depois, como parece meuos, pois aquella decisao
llrma a competencia do senado. Da talla dclla nada
se pode deduzr pro nem contra a doulrma eui dis-
een.
O Sr. linndeire de Mello aprsenla como pri-
ineirn argumento cm favor da doutriua que susten-
ta ser a cmara dos deputados em casos seinelban-
les u*n tribunal judicial o facto tle serein remedi-
dos para a casa os processos de deputados su depois
tle feila a pronuncia. Se ,i cmara nao livesse de
decidir senAo coma ct.rpo poltico, a Deesa legisla-
cAo marchara de cQaformidade coma frauceza, que
manda que os processos v.lo a cmara anles da pro-
nuncia, lie bem claro, puiem, que a consliluicAo
brasileira quiz dar aos representantes .la nrau
maiores garantas to que a caita Irauceza. Alem
dislo, tas palavras da roiHitiluicAoo uiz suspen-
der i/uaUfuer procedimento Mlferior, depreheu-
de-se anda um oulro argumento mnilo valioso em
favor desla Ibese. O juiz suspende qualquer proee-
dimenlo ulterior, mas a quem be que compre con-
tinuar '.' Em que cousisle esse procedimeiito ulte-
rior? ti juiz suspende a decrelacao da prouuncia,
a prisao do pronunciado, etc. A cmara prosegue ou
manda proseguir em taes ac'os. Ora, pergenia-so:
a nirpiiraeao que prosegue em actos seinelbanles pu-
de dcixar de ser considerada romo um tribunal ju-
dicial para ser considerada corpo poltico '.'
Aind.i mais : nAo dizlainbem a consliluicAo o
juiz dar conla, etc. Se o juiz th cunta, lie evi-
dente que a cmara Un o direilo de loina-la. E
como lia tle a cmara tomar essa conla senAo exa-
minando o processo, examinando as provas e jol-
gando deilas ? E por ventora tiestas circumstaucias
proceder a cmara como eorpo publico '! I'm pro-
cesso que se manda continuar nAo pode ser senao
um proeesso eniajjue se remidieren que est prova-
tlo o crime. O contrario seria urna repugnante ini-
quidade que deslustrara a cmara que a cummel-
lesse.
lie absolutamente iuadmissivcl c perigosa a dou-
triua que SOStentaram alguns oradoresde que a
cmara por motivos poliliros pu.lp mandar suspen-
der ou continuar um processo. Esses oradores fi-
guraran! nicamente as b; polbeses favoraveis : de-
vem-se tainbem figurar as iix polbeses opposlas. Sup-
ponba-se que om governo disp.le na cmara deuma
(randa maioria, e que lendo sido atacado por um
deputado, quer abafar sua vo e desvia-lo da c-
mara ; nada mais fcil qne forjar um proeoaso in-
juslo : esse processo vem i cama'a, e esta o manda
continuar. Eis^qui um lado pen. issimo por que
pode ser encaiaoa a doulrini* qne o u. 'c,r combate.
Nao se diga que nAo llavero cmara q^ ilique
semelhanle cousa ; o arVastamenlo das paix :s poli-
liras pode levar muilo 1 uige. 'ludo o mais be ador-
mecer sobre o perigo paOQ n.io preveni-loa*
I ma ontre considerarse raforea ainda estes argu-
mentos. O privilegio que se q,: jnceder i cma-
ra de fazer luspeiider processos (Or consideraees
politic s envolve urna verdadeira usurparao do po'
der motleratlor, do direilo de agraciar. Como, com
efleito. se qualilicaria o acto de mandar suspender
um proces-o ein que o crime eslives provado se-
an um orn de greca ?
leilas eslas consiocraroes, o orador produz mais
alguns argumentos cm favor de seus principios, de-
daiindo-os do groo de Inferioridade que oceuparia
a tmara em relarao ao senado se por ventara ein
semelhaoles eonjancloras rosse unicamenie eoosl-
dtradl como corpo poltico. Ih'pois prosigue sus-
tentando asronrluses to parecer, e relativamente
a qualiucacao do delicio de que be (CCUSado o bri-
gatleiro Pacca, e com isso termina,
F.ncerrada a tliscus-Ao pela hora, o Sr. presidente
levautou a sesso, e deu para
OHDEM DO DA ?t.7
as materias anteriormente designadas em ambas as
suas partes. *
SI:.T7.')5000
i;:sr,i.i-,(i
2l:SII(i?IKIII
lt:l49tMJ0
7IS:."illiii2()
Ut: 1205113
7i:!:s:;i-l"iii
2S:.visn>ihi
;_,:i;.iin..iii
28:7725100
21:1187 jOOO
1:3015000
t::'.2i^sis
62:177529.J
.."i:;7::ll:l-(loo
:ll:ulMJ.iOUO
228:22(9000
c pi tleres, que manda admillir a tomar
assenlo o Sr. coi sellu-iro J. se liento da Cuiili,i,c l'i-
giieire lo, depotl do por l'eruambuco.
Adiando-es na sala nnmcdi.it.i o mesmo Sr. eon-
sclbeiro Jo-e Itei lo, lie inlrodiizi lo ruin as formali-
dades doesi-.lo, (resta juramento c loma usseuto.
ippi ivado o parecer da mesma eommis-
querimeulo do Sr. deputado pe o
le Salles.
VltTE DA ORDEM DO DA.
to de /orrns Ue mar
Conlinua a disi ssSo tos arligos addilivos
'i :Nao pode deixar tle lomar a
jacto -ni diacussao, quandu v ci-
is prcceilos cunstilacionaes, uuicus
felicidade do paiz
\ faculdade qu i se quer conceller ao governo, de
rever e aiter.tr o
curao provisoria tu
da palavra permit ir ao governo
gislar
Ouem anlorisoo
gisiaiivos.' Carian
etUbelecen a divi
na delles.E todas
chissam, todas as
culo de suas altribs]
podem ser bem ga
rli^os tle guerra, e por em exe-
Ic essa reforma, he na exlensao
a faculdaJe de le-
;\ cmara a tlclrgar poderes le-
nte nao foi a cou.lituirao, que
o dos qualro poderes, a barmo-
s vezesque esses po leres.se anar-
ezes que ellos nao gxram uo cir-
ires. os dircitos dos cidadaosnie
autillos, porque essa garanta est
dependente da di\ i vio dos mesillas poderes c tle -na
liarinoni
Se lodos os pode es sao delegados da afie, cada
delegar poderes ; e do contrario,
0 pode delegar as suas atlnbui-
ite lambjgm pode delegar a qual-
em vesTle pdete) disliuclos, te-
lemos un so, que Ae o poder abatalo
Conseguinlemenl
rttgos de guerra
o governo n.lo potle rever os
Ir ni por
o tlver
autorisa^ao pelo corpo
nder a consliluiro, .porque esta
legislar sd compete ao corpo
legua imperial.
be anlorisado a rever ahigos de
rop m c. ligo penal ser refor-
poslo ein exeeurao, e outros
mallos absurdos se pirao em pralica com grave olfeu-
sstlo nosso rgimen represenlalivo.
1\ urador responda ao Sr. ministro na parle em
qu argumeulaiiilo r.....os factos. procuroa moslrar
que o Sr. /.canas libb i applicado penas ou leeisla-
dn, quando expedio i> regiiiKinenlo do corpo naval.
(luiros mullos argumentes produzio (i urador para
roo-irar o perigo que encerara urna lal autonsacAo.
Responde lambem a lalgumaa proposiroes emolidas
lelo Sr. Pereira .la Silva, e conclue dizendo que se
nina tal reforma tos arligos de guerra na., pode
ser posta ein eiccucAu ames da futura reouiAo das
cmaras, a auluriacao permittida nao paasa de urj
laxo.
O Sr. Il'ilcl.ens de Mallos prope o encerraineo-
to ta discusso.
O requerimeiito hejapoado
O Sr. leando Lisboa propoc a volac-lo nominal
acerca da terrena parle dos arligos atldilivos.
O reqnerimento tloSr. Venancio he rejeitado.
Approvadoi os artigas addilivos com as emendas,
he anual adoptado o projeclo, que be remeltido a
commissAo tle marinha e guerra par redigi-lo con-
forme ti vencido, para entrar era lerceira discussAe.
Eutra em primeirai discenao a resulucAo n. I
tlesle anuo, que approva
a JoAo Mara Jacobina.
O Sr. Ililcken
s discussAu,
O projeclo be approvBdo
dacrAu.
Entra era primeira discassle o projeclo n. SO de
I8V), que eleva o impuflo, que aetualmenle pagaaa
as lojas, a Mires csiabeleeimeulos coinraerciuas, que
liverem mais tle um cajxeiro estraugeiro.
OSr. LeilHo da Cuhha pedio o adiaraenlo do
projecto ale ser ouvida romrnissAo de fazenda.
(* Sr. Candido llorgis ollerece urna emenda ao
requerimento do Sr. I.ellao da Cuuha, para que uAu
so seja ouvida a cuminlnao de azenda como a de
diplomacia.
Sendo ambos apoiadoi, sao sobmellidos a discus-
s.lo, que bea adiada pela hora.
SEtil NDA PART DA ORDEM DO DA.
Processo do Si. deputido Manoet Joaquim Pinto
laceo.
(i Sr. Sinimbii' dis qi e ha doas fonles nuda b.ber
a solurao da queslAo pendente : a piimeira remontar
as nrigens do dueilo c ne se attnbue cmara, ea
segunda examinar a leln de nossa c nistluieAo. Rc-
monlando ns origens bis ericas, encontra orador
que na Iuglalerra a invit labibdade dos deputados he
um direilo 1.1oenligo cono a prupria roiistiluicAo in-
gleza : as pioprias leis os ulicos (iodos a garan-
tas armas, o presb
lem eapellaos dos cornos da auaroirao ds(a eida \e. du- i sirAo .lo regolameom qu-obiiga 'o'negocanie a pi-
l nex-s. alio, de que lo los par- lolar seus navio. ., ..,' ,, ,, ,,.,t n:, N ,";,.
lo li pie s, in rara .1 almas es-' qne Ihe merece maisri,llld, m)S ,im [ltr aqurlle
, ao. Srs. mediros emprestados a quem loca por escalla, sendo que la exislem al-
e | gnus que n.lo lendo ainda a experiencia necessaru
Ibes navios de grande
qoe rouiluzem mais va-
faeMIdaile tle impar multa,
lleipein e 0 presi.Iin li,
la medida he exleusiv
lambem na guarnir...
prinlenle me li.la vem -
ri-.'.i de lirarem sem ... -
pelu que loovamos muil
ma.echal a favor dee-
Realmente lao acertada
iilvar ..s| senlenc .idos do pe-! nao be prinlenle eoiifi.
rrorros inedien- eespiriloa
i ns bous (tosejas t|o Kxin.
miseros sentenciados aos r-
li-ios .ie Fernando, tp ,. e urm gejain .. refnm da
soriedade, merecm rom |,|0 que se Ibes ni falle
rom o que iiiauda n nnss,., mg| cimraum.
Pedimos ao Sr. Com mandante de Fen.....lo,
que arranque das g,,rras des. ., fariaangoe-seden-
la.i lernvel Carlota, o infeliz Sanios Leal, a qnem
tinir.ira ronliecemos um citladA'. ifisllnrlo, mas que
o infortunio arrojan no abismo ...de se debate.
Temos ii.io diversas qaeixas ro ,)ri4 algn* Srs.
esladanles do n.llegio tas arles : ha .le olree-'ses Sr*.
quem lenha |mr devurAo apupar aos qu... .,l)r |qh|0
le si Iransit.m, ja Mies dirigindo pilbenh <( ja finel-
mnle piriando-sc romo propriamenle meninos
l'ois olbem qu n.io enronlram com l ih) pessi-
ino prncetlimrnlo, prtderrAo, nem da par,. ,|,m s(.4
lentes nem ta .lo dign.s director, cujo carai.|8r rtlJ._
tero nao transige rom pelintrsgea; nos publicare-
mos na primeira occasian os mimes .lesses Malos.
-- Anles larde do que nunca. Consta-l-ioe que
do t|ia fS de julhn prximo passatlo. pooco m ;,n 0;,
rala lo, que sao rempn
Ilusos carregainenle-
os embaraepa para a .--scarga .ios
menie a duflleuldi.de de matricula
naeionaea nao deixaram tle ser ,
ministra ior .la provincia ; esta .le.
iienbuma* providencias s deram,de
riloa, mas em baldere/.ulvera anu
I'Jess, paida, ..|lnra.7i| anu -
Mana telIcaiiadaConccirao, cnoul.i. casada '''
Limos
Sebastiana, crioula, esrrava de Jo.i.i de ralle n ,
I o/.o, i mezes.
Mana Joaquina ta Paixan, parda, viuva i ,
nos.Pobre. '
Ivo braoeo, lilbo to Dr. Ivo Miqeeliuo da Cuiihj
souio Maior, nsesea. '
Mauoel, branro, ispate, 2 anuos.pobre.
lastros, e final- Ser.|m, branro, rxpttslo, ."> inezes.__pobre
las enibarnroe. Clara Mara I ranrisc. do Rosano, ,,.,,1,, .' _. -.
Icoles ao ex-a.l- aun,... "" *
.o xeii.io que Iteuedicta Maria Freir, erlenla. vienm. as aojan
Aul..ni.. t;,i.i.,r,Jpardo. casado, 2! anuo..
nina vez a llaraarida
espotla, 2 mezes.I'obre.
ir e-la queslao, qnem o faro!
iz a eDnstituicJto que o depaiado n.lo pote ser
preso ein .pie reja ouvnla a respectiva cantara? tai-
mo nao bavia de se decidir este negocie nesla neca-
si.lo".' I'ara quaudo guarda-la '.' Ella alinal teria per
forja de apresenlar-se. Gnardando-se silencio, nao
se faria com >so mais do que adiar nada se re-
solva.
A id.j".-ea i levantada a re-peilo da forma, quando
mesmo uao estivesse resolv.la pela resotnrao de li
de Pii.Ini de ISi:i. nao poderia prevalerer,'porque a
loriiia n.io pule prejadiear o direilo.
Pelo que respeila a' qneslo da qualilicarAo do de-
licio, o parecer da cominissAo n.io he mais tlu que
om Iraliallio preparatorio, que pode ser emendado
segando a cunara entender conveniente.
Com estas oli-.-rfaenes o orador pensa ler justifi-
cado o parecer, que ali-s pareca ler encontrado
maior benevolencia Ja parle da cmara.
O Sr. Sayiin /olalo nriiu tongamente em ultimo
;ar. s.-.i principal arsamenlo baiaoa-ee em qne,I parqaa o Ul pnrlngaet repeilio com palavras ui
'.. o que havta a resolver era a queslao insulto quesolfrera, e pelo que nos parece o lal Oxo .
poder. 1 or iniqno que possa pa- rio foi mu.lo feliz, porque nessa casa lem esse Inrh,
-lo. I que fura a gente, e lambem lem pea, e baja vista.
declinamos da respail-
as ha quem uto duvitle
por muido
in-.slir mas unta lisongeira noticia por ca cca-1 Manee! da' l.uuha','pardo, olie.ro, | .V,^"
si*, snspendcu .. proposito-: apenas .......,n q|,e M..OL.,. ;,, [,.,, "y fj*
i. .M o Imperador nomeara novo administrado,,, ,,ue |.Qi, ,|r l ,......,. brinco eaoH. i-' >.- .
a oomeaeao reealiio na pessoa do mu, dWiclo ron- |cr. ardo, par'.,;,, blbo '.le I i.m.ua Mana~!x':>',';
selheiro o Exm. Si. Sergio Teixelra de Uare.lo, e-Ka Linio- Janns "" nu vavirr
menos q horas do dia, no ineio da estrada i \r. j sulados gcral e provincial todos ns .lias,
atal fura e-p.tirado n porlngiiez Mauoel Al berlo |ce a palpilanle neeessidede de estarem
tlirecru mi goa acertado sospendeT quabpier repre-
scnlar.io, por confiar religiosamente na eneigia e
jusiiea da ni.va a.liiiiiii^irarao, e firme nesle pn,..
ripio a du erran apenas se limita a rousiguar nele
relatorio alguns eml.-.reos que tem enlorpernlo o I j.,
uecessario .Ir.rnvolv iineuto .1., rominercio, fon le ,ic
principal da riqueza publica ; confiando que o ^c- Jos
lual Exrn. Sr. presidente leudo tlellcs ronlieciiiieulo
uze .la jusii.a nr earaelcrusa para remove-lns.
.as dependencias que oeommereiotemcom osron-
reeouhe-
JoSU Ig
rasado
'ti-l ivo, parde
gas, 2 anuos.
branro, filho d(
lloraos, i meze
he. Africana, e,aVJ ,|c ||ol4r,, Jos* ,j i.,,
lena ligmiredo. i-1 .ini.,...
I.U/I.I \
I ernandes llarrcs Bolarliinha, bran,
anuos.
lilbo de Francisca Sahna das Un-
Anloiit.i Joaquim (. o 11 r i .
Mana, paid
mezes.pob
noula. soKca, j.. H,
-Pob,', ,,C U'"'' '""' ''' ,:'*S*'.
H^,c,,a,d,,:'"'" "" lr"',"r" 'le M". "-
l.nurenra Delbua
anuos.
antes tit-
ila competencia t
o, ames de modifiea-lo e allera-lo, qe fra a e,,^, e tambem i
se a r miara he compleme paraf*.,,. ,,,.,,, ,., experimenloa mis
tle instira he por exemplo a rWar.lo I sabilidade dessaa noticias, ma
reitlar m
Teve aiile-bonlem lugar, por ncrasi.lo .lo an
niveraario da instalar.lo la l-'aruldatle tle Direilo.
una soasan magna do Alhenru Veriiomloiraro, so-
riedade que, sinleniada i expensas de aslndanlas da
mesina. e nim carcter ollicial, ale boje se ha distin-
guido tle entre as muilas que exislem boje. Ainda
una \z vio es.a soriedade em sen seo as pessoas
mais gradas da provincia,quer romo seus socios bo-
norarins, quer como meros convidados. Ss. Excs. os
senbore's, presidenle, comman.lano tas armas, lentes
ocurso de uotatiilida-
es for.im abi recitadas, 8o
bresabiiido iVn'i-' ellas ns disruisos tos senhores
dotilores Joaquim Vilella e Feilosa, e poesas dos
qointo-annistas, socios do mesmn, Dinil Cunba e
llerarlilo tirara. Nonca vimo- lana ur.lem. asseio,
profiisao r zosit reinarem ein actos taes. He por
certo uin f'sla que umita gloria tleixa aos membros
desla soriedade. Praz aos re.ts que esses jovens iiAj
rerueni na snla que ho enecladn. I'm creseido
numero tle senhoraa esleve present ao acto, (ira-
ras a Dos que ja enlre mis se vai iulrodu/indo o
e i.iunie tle fazer parlilhar a es-a porrAo do sexo
mimoso os Irabalhos do col ti vo tas lellras.
Hospital de caridade II tle agosto7.1 dnenles.
.lie am.inlula.
leve-se siber se a
Kein tribunal
do districio, e entretanto nu caso de appllarAo, nada
po.le deti lir senao quanlo a* forma.
0 Sr. presidente levanlou a sesso c dea para or-
dem do da !)'
PRIMEIRA PARTE. '
Conlhinarai da discnssAo do projecto-u. 80 de
1855.
I" discussgo lo de n. II devtfl anuo.
11 tlita dos de ns. 10 e 12.tlesle'auno.
2> dila do de n. I i tlesle anno'.
Coiiiinuarao da primeira discuso to' projeclo n.
I2sde Ul!, coiljancumeate como parecer votbida Facnaie' e "imifimeni coi
emsepa,..lo,t. ISiiesieaiino ... "drn. Producces sublimes for
Sl^lil .vll.x lARIfc.
Processo do brigadeiro Manuel Joaquim Tinto
Pacca.
Prttidenri do Sr. l'ifconde de Vaependg.
Abno-se a sessAo .1 b ira do coslume.
I.i la c approvada a acta da antecedente,0 Sr. 1."
secretario tl.i conla do secuinte
EXPEDIENTE.
1 m requerimenln du esludaiile Jn*c Francisco Cal-
das pedndo permls-ao para fazer aclo das materias
do3. anno da escola tle medicina da rl'.rle.A'cotn-
inissAo .le inslrucr.') publica.
dem da mesa regrdora da ordem lerceira de
S. Francisco, erecta no convenio de Sanio Antonio
da I'arahiba do >orle, pediudo a coiices-o .le una
lotera para o reparo de sua capella..V commissAo
de fazenda.
Idcm ta niesina, pe.lindo dispensa das leis de
amnrlisat;Ao para possuir bensde raiz ale o valor de
:I0:(KIIINKKI.A commissAo de fazenda.
dem de Manuel Jos l'ereiia da Silva, pedin-
do ser prvido na cadeira de lachvgraphia. A'
mesa. .
O Sr. Barbosa da Cunba participa que o Sr.
Jos Malina- dcixa de comparecer a sessAo de luje
pur molestia.
I.c-se e vai com urgencia coramiisao de cons-
liluicAo e poderes urna indicaran do dr. Feruandes
Vicira, para que se d asseuto pelo Ceara ao primei-
ro sopplenle da depularAo, Aprigio Joac da Silva
CuinarAes.
PARECER
Da commissAo de coiisJjluirAu e poderes, para que
lome assenlo o Sr. deputado Aprigio Jos da Silva
1,'jimarAes.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Continua a discusso do requerimenlo doSr. I.ci-
l.lo da Cuulia. pedndo o adiamenlo do projeclo u.
Sil de 1855, emquanto nAo he ouvida a cummissAode
fazenda e emenda do Sr. Candido Borges, para que
lambem seja ouvida a commissAo de diplomacia.
He approvado o adiamenlo, depois de orarem sobre
o mesmo o Sr. Bran lAo, autor do projeclo, e o Sr.
Candido Borges.
Entra em primeira discussAo, c he' approvado para
passar segunda, o projecto n. 15 desle auoo, que
manda crear a Tregueiia de S. Cbristovao.
Entra m nriineira discussili o projecto n. 10 dcs-
to anuo, que approva a |ienAj concedida a D. Mara
tos Sanios Curas, viui-, do lenle do halalhao .-i.
12 de nifanl nia do exerelto, Ignacio Manulio da
Silva.
(' Sr. I" Mein de Mallo pode dispensa das tlu .s
disrnsses por que lem de pastar o projecto.
A caraar casenle.
O projeclo be approvado c enviado ,i commissflo
de re.laccao.
Enlra em primc'ira disrussao o projeclo n. 12, tles-
le auno, que approva a pensSo concedida ss lilba-
to fallecido marecbal do exercilo, visconde de
Mago.
O Sr. Ii'ii.'.ens de Mullos pede que o projecto le-
nha urna so discussAu.
A cmara runenle, e o projeclo he a, provado e
enviado i comiuissAo de redacto, depois de bave-
rem orado os senhores lir.iu.lan e Candido Borges.
SECUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
.. eslas tinas
Ozono, mor;.....r na paitara do Manguind, e ven-I reparliroes prximas urna da nutra. .\a evenir.i
dodor de pao da mesma casa, e desiie eniao aeb .,. dos regalamenlos senle-se que o v.lor .1.. paula
mal d i, borduadas ; dizem que o mandatario de ,1o I r-ir,, os assiicares bramos romprehenda a .orleso-
har.iaro (ratamente mora por all mesmo, e fcil ip. I menos- ,,.e sempre vale no mercado muilo ahaiio
-r que a cusa I ,( v.il r da paula, lambem lern-e untado algu-
mas tlilb ulda.les que as vezes os guardas apresen-
tam [.ara embarques depois de i horas da larde n-s
mares .lis sv/igms. que seinpie ditaiu alera dessas
horas, mas a direrr.o lexe occasiao de ccrtilicar-se
que eslas exigencias tos guardas sao por abuso de Paulo Pereira Simes, brai
sua aulon.lade, |.ois os chefe do. consulados se lem Maris das Merrs, rnonl
iniereesade em remover este embarnro. Pobre
Francisco
i Assumpr.,,,, parda, eaenjo, l!
Ilioinr ^ne.ro rtAlmoiJai branro, solle, S;
M.'-r!i SS' fi"' "c ***" M"' <>>-
^rz,r:,^nn:s."l,,"dfA,".......*
i-olleira
SI anno.,
i. .'Illri.
a penso de iio; concedida
requer que o projeclo lenha una
e vai a coromisso de re-
liara lambem. A primei
lo se estabelecea em h
lleniique VIII. em l.'H
lou a sollur.1 de um tle s
do indevotamente pres
Iruuxe'abusus, pois que
ao poni tle puuirem
pessoa ou a pr.ipried.nle
de Guilhcrme III esses
lizerani-ie as primeira
lloje o privilegio causis
nao pude ser pi eso sem q
cipe cmara, esta !
nAo conliuuar.
Na Franrt a origem
no lempo da pnmcird
I7'J8 a disposirAo t|ue f
a vez que -e.n. Iliante dire
laterra foi no reinalo de
I, quando a cmara decre-
us membros, que bavia si-
Esta deliberajAo porra
as cmaras a exageraxain
quellcs |t|ue alaravam
dos depotndoe >o lempo
busos foram reprimidos, e
inotliliearoes a rsse direilo.
em que o representante
ir, quera o prende parli-
ida se o proce-so deve u
esle direilo dala tle I7'.I0,
embla conslituinle. Km
i tomada particularmente a
respeilo tle um depulari i, fez-se extensiva a ludo'
O grande ura.lur Mirabeau
|ue a cmara n.lo poda -er
tpie linda o direilo de co-
lens uieiiibros. Desde essa
i passou iuaUeravel; nessa
teguiole maiieira : ne-
i r preso sem que a cunara
cusacao.
naneara a origem bislorir
que
Presidencia do Sr. visconde ie Baeptndy.
Abrio-se a se-s.lo > hora to coslume.
Uda e approvado a acia da sesso antecedente, o
Sr. primeiio secretario den conla do seguinle expe-
diente :
I'm nidrio do ministro da guerra, informando so-
bre a materia do requerimento, que devolve, .1,.
major graduado du estado-maior da segunda classe
to exercilo, datado de "i de ju.iho do corrente.A'
enmmissao tle marinha e guerra.
Requerimento de Antonio Joaquim Rodrigues
Roma, capul i do esquadrao do extinrto corpa de
voluntarios da provincia de S. Paulo, pe.lindo paga-
mento de saldos vencidos, e a que lem direilo.A'
lerreira eommissfo to orr.emento.
I milito da roinpaiibia da Ciliada de Ierro le Pe-
dro II, pedndo iseorSo do pagau-eiiln de siza da.
deseppropriarSes, tic.A' iiunmi.-ao de fazenda.
Dito tle Manuel Caetano da Cunha, pr.lindo natu-
ralisar-se ci ladAn bfasiieiro.A'commuasSode cons-
liiuirao e poderes.
Umofliesa da cmara municipal do llerife, capital
tic Periiamburn, dirigido ao conselheiro Jos Rento
I da (imilla l'igneire.ln, reiueltendo-lbe o diploma tle
! deputado lopplenle pela me-m i provincia, ein -obs-
i (iiuic.lo to conselheiro Antonio Peregnnu Maciel
| llonleirn.A' mesma commisslo.
iie lido c remeilido com urgencia .i commissflo de
us membros da ..-amara
tissc por essa occsi.lo
juiz nem aecusador, ma
nhecer da aecnsacao de
poca ale isis cs.e direit
poca ti-mi coiisogrado nbum deputado pode
lenha couhecimenlo .la a
Exainiiaud i por es-a
do direilo c inviolabildi
passa a examinar u qu
no^sa prupria constituir
nAo enconlra e.m parte
cmara -e pjssa c-mverl
Ii.io roulrario llavera' ga
a decisao ta cmara pod
l.er ser desfavoravel .
disto, n.lo e.labolcct'u a
tribunal, p .ra ju.gar os
do que isla? Oue m .i
soja lem um foro espec
Em seguida o orador
toza das aul ii id.ules qutf
queslao, e cora i.so lern
a Se. Zacaras toma
qoe como ministro da mariuba, nao eropreheude-1cnsUluicjlo e poderes a iudicarflo o Sr. depulado
presente ocr.asi.lo, divid
aquellos que combatan
n.io lem per lim senAo
tlt'ltbeiaroes oa cmara
se dos magistrados qne,
classe, enxergam no pa
re"
trina dos expositores
le
laca
teme
parle
apegam-
desviar a primeira
Processo do Sr. depulado Manuel Jcaauim Piulo
Pacca.
Tomnu a palavra em priraeiro lugar o Sr. Maga-
IhAes Caslro, que. depois de respouder aos oradores
que contraran! sua opinio, acaboa mandando a
mesa uina emenda sulistiluliva.
Seguiu-se o Sr. Brrelo Pedroso. Depuis de lia-
ver disentido a queslAo conslilucional, S. S. demo-
ruu-se fazendo um elogio s aulorulades que loma-
ASSOClACVO COJVIMERCIAL
BENEFICENTE.
RELATORIO
apitsentadoa anembla (jeral da Associa-
rao Commercial Beneicerite de Pcr-
ii.mi!>iii o, pola direct^o du mi'Smu cm
scssSo de 5 de agosto de 185C.
Senhores:Em virtude da formalidade prcscripla
pelo arl. jS do-estatu..s xem esla direccao apre-
seiil;,r-vtis n relatorio tos seus arlos durante o pe-
riodo annuo em que-tlrcoireu sua gerencia.
l!e sobre modo listingeiro o ler de auuui.ciar-vos
oue o principio do periodo cnm.uei i-s.l em qne fuuc-
cioutmos foi assigualado pela inaugiirac.lo de urna
das p. uncirs obras era prol da prosperidatle de
nosso r co territorioqueremos fallar da estrada de
ferro. De feilo, grabas ao cre-lilo que o governo do
Brasil merece na Europa a despeito mesmo das dif
liculdades monetarios na prara de Londres dorante
a guerra do Oriente, fui eucurporada a cnmpanliia,
e chegarara, o emprei[eiro,cngetiheiros eos primei-
ros raateriaes a tempo de, no memorave! dia 7 de
selembro de 1853, ollorar-so na ilha de N'ngoeirai
a pe.ira fundamental do caininbo de ferro t o Rio
de S. Franciscofoi urna ft-sia v er '. ule,ramenle po-
pular, e primeira deste genenuna roviucra.-
Alm de.le passo de gigante nu caminho do pn?
gresSo, esla provincia fm entao como animada p
um espirite empreltendedur que pareca faze-la sui
gir do atraso que a tem perseguidoassocia;o<
para emprezas importantes apparecero a publico,
a re_ ,i:.n na le da Bslato promellia sobre ludo
mellior beneficio, (kis se esperava uina copiosa
Ibcila tos pruductos agrcolas.Mas apenas ent.
da tanta fortuna escureceu-se esse horisuiito de
perancas.
Com cITeito, quando esla tlirecc.l j:.
congratular-te comvosco pelo augmenlu pi
da principjl pre.ln.-rai agrcola, por isso qu
manda par os mercados do imperio, do Rio
Prala, e do Pacifico assegurou lugo nu principio ib
safra prerns, que bem compensaran! o sacrificios re
nossos agricultores, foi quaudo ap.'uuve a Diva
Providencia nao poupar-nos a visita do terrivcl lia
gello que, ja destie racio do anno passado devastava
o exlremu norte desle rico imperio.
Ao lempo cm que leve lugar a invasan ds epide-
mia nesla pruvincia, ja se haviam exportado
1412,700 arrobas de issurar, que comparadas com
jo total ale boje, ti qoasi 3|5 parles da safra que,
sem embargo dessa crise funesta que Ihe ccrccou
[cerca de um quarto doua esplendida produccAo.ajji
4p.nii la aspira apenas decresceu :1,(M)0 lonelatlas
aTaixo da quatilidade que na safra finda xportou a
i provincia em igual periodo.
I.ogo que se roiibeceu nesla praca a inevilavel
invasAo epidmica, lembrou-se esla dircccAo de
promover urna subscripcao em prol tas cla.ses da
populacAo menos favorecidas de meios ; esla idea
11- dignos administradores (deslas' repartirles o Unilherme. pardo, liltiode Mara Jo,aa, a. r
rio do seu acrisolado zelo pela fiscahsacao que | ceirao, :l 'unos. ,,1 de Domiiigcs Kiloiiro da
toeiii a cargo, nao leem tambem desmerecido das Engracia, brsnca bil i ,|,. Hnmu^e. ai-i
sxmpalhias do corpo de coinmercio. Cunba! me,e "omingcs KilK>iro da
.as nos.as imptirUules dependencias cora a al- Manuel da Costa Pereira. branro rasado n.
landega nao e pode deixar de-apercebido o iire- Julia, parta, (ilha de Ignez5* r"n\7,, i 2"^
Miar andamento da capalaxia interna, .pie alera de JaciniC M,r,., ., r ,"aC"X -T
ler pouros1 srvenles carecer ser reformados. \ .,o..-pi,rf. p *"""" -'>-
trecen iqlga anreseular seus vnlos de BWHtii IvUr..-, h**. ",:... .,_ ^
"tolga apresentar seu votos de merecida 1 Mara, brauca, lil
Mi lei.irno nos cni|irrgailos -uperiere- tlessa rapar- I d'Ar.mj... |:| ,|,-,,.
le francisco de Paula lioirea
'''.Ao.p,inr,palir..le a., nluslre inspeclor.que confia j Kiraciii; pa'rdo', escravo de \,,na taiulinhn ,.
I" ..seguir na senda encelada ja de dar ao edificio I 5 anus. laonlinno llarrci...
Francisco, Africano.
Valga, "0 anno..
I
r.rravo de Narrizo 'erreira
esparo necess.ino para daxer o devi.lo expe lente
"'s descargas dos navio., e lias sabidas das fazen-
"l^r^erq^ldnicldadesja aponladas v.,o ^2*""*"**"*" de
ippareceudo a medida que se latan os beneficio-
de
ma adiuiuislrarao enrgica e justa. E lie ja Conceir.lo, SO aiinns
''^:"-'^ 'r.w* ,,e -..gastada
i ip (i,i J ------ ~" "~ I -" .sv.iso, _n .ntlliis,
cinn a"'" *"** ('ue ll-u"'i embararos dos mrn- Jacob, Africano, e.rr.vo de J
n"n.,rlosnarepresenlarAode> de jullio de 1855, reir, 30 anuos.
idomodificado.. An,..... u ,.,
A conversao do llanca de Pernaniburn era raixa mezes.
filial <|0 J|anro do Brasil, se fez ellecliva no I de
junno prximo passatlo; as xanlageiis de una rnedi-
aaanj inaximo alcance para n coinmercio desla pra-
ra sao i:,0 obvias, que apenas uolanius o fado re
pierur...r d0 desenvolvimeiilii de nossas
com os p.ercados ,1o sal, e do Rio da l'n
disto da fniora medocridade da laxa di
llaveiir|o lambem ebegado a seu termo
cimento!, qoe perlurbarara a paz da Europl,
remos esp>rar dovelho mundo limites mais
ao* uos*'is pruductus agrcolas.
Para v, dar urna ideada exporlarflo ta proxin-
Clr .lurai ,e sa(ra qae j,!,-, a rindar ,oi re|'erim0S
as seguaes nola, ;.
Ihj *M'acar exporlou-se 4;I'J9,TG arrobas e 2\
Era algado jem 1(6,115 arrobas e libras.
. t"1 a?'.'ardenle dem I:II2,5*7 caadas.
tm couros lJe(n lil.ilcKi cooros.
lores es dados estalislieos observamos que a ex-
portacao do a|g,|fl0 ajja |le vietinia da fatalidadc
que;lem b,j|0 decabir progressivamente este ramo
ue iiidustija agrcola, convm muilo invesligar, o
remover a <* dtsl!l faiaMade. Cabe aqu tesle-
muntiar n(aaa sr,h,lao a honrada assemblea pro-
...a...' !!"-? animada por soa sollicilude -ur:, a agii-
tull
ora Pajajuju q por cento nos direi'
- P... ... .. ..^, jo algo
tESES** ""* "* """que.nesle
Tivej0, rie lamentar o sinis' ,ro s0C(.-,HiH
P<" laTqaez da Oliod. em sua prm?e,r, V
"Irte; todava grecas a co
" '"te; lodavia eraras a co .sLurf j7- ""ni
rom parte no processo. Katendo-Ihea porem a jus- I corroborada por anloga iu.licar.io do ex-presidenle
lira de reconbecer o seu zelo, nAo ptide deixar de re- I da provincia foi jmmediamente posta cm eaecoej
Por mais que a eslude
guui.i a donlrina de que a
r em tribunal judicial. (I
artigo28 nao ten. por fin senao garantir o depulado
cono membro do parlam mtn. Nem mesmo nu sen-
inlia, p,.i, que assim como
a ser favoravel, podo l.nn-
merabro aecusado. Alem
on-tiliiic.lo o senado, como do e comrr
epatados.'' Para que mais
podcni querer os depnladoa
conliecer que sobre ellas actuuu a press.lu tas opi
nies extremas, o que fet com que.ohrando um pon-
en precipitadamente, se desses algumas irregulari-
dades no processo, como por exemplo a falla de cor-
po de delicio. Alinal nola lambem slsingala-
ritlade de haver sobre n mesmo fado em julgameiilu
urna seiilenea civil conlrariaudoabsolatamenle urna
seulenca criminal. Se setivesse annollado no jaira
civil o (estnmenlo nuucupalivo, isso servira depois
de base no processo criminal.
Em ultimo lugar orou o Sr. Martiml I-'ran.-t-. .
pronuneiantlo-s roulra ovn-ecer, e respondemlo a
diversos oranores que o ha. o precedido.
Levantada a sessAo, o presidenle deu para ordem
do dia 10 :
PRIMEIRA PARTE.
SegonJa discusso do projeclo n. !i deste anno, so-
bre as sociedades em eeminandila.
SECUNDA PARTE.
Yotacllo do parecer das coaimi.sesj reunidas de
consliluicAo e poderos e juslija criminal sobre o pro-
censo crime em qoe he reo o Sr. depulado Manuel
Joaquim Pinto Pacca.
Priraaira discussAo do projeclo n, ti, desle auno,
que aalorisa-ajgoverno a mandar admillir a .exame
do segundo anno do corso pharmaceutieo o alumno
Pelro Joee Pamplona Corte-Real.
Primeira dbcossAo dos projeclos ns. 19 e 20, desle
anno, qse dispensam as leis de amorlisarao em fa-
vor da contraria "le Nessa Senhora do Ro'sario da ci-
tlade de Campos e da ordem lerceira de Nossa Se-
nhora df/Carm.i da cidade do Rio lirat.de doSul.
lerceira do projecto u. 7i, de 1855. declaran-,..
que us cirurgir.es da armada .imperial tecm direilo
a ser conprehendidos no monte-po da marinha.
TMatAliaaOn
PAGINA AVULSA.
Segoe para a soa pcrigrinacAo o Sr. Amo-
nio Accioli (Antonio doudo val ao Rio Formoso,
haver o que por la lem era maos de alguns seus en-
rarnicados inimgos, e depois segu a Porto Calvo
ao mesmo lim ; a empreza seria arriscada ou Ihe
cuslaria pelo menos onlro tiro, se a polica nAo o
;aranlise, felizmente para elle suspela-se quem
lenlara contra seus das, equaes os motivos. Esta-
mos alientos para bradar contra os que preteudem
saldar soss cuntas pelo fuzil.
Trata-se da organisacAo de sociedades eleilo-
raeBj meclmg, festina populares ele, ludo... ludo
por causi. das pobrezinbas elcires j assim be bom,
ao menos o pavo lera essas bomeiiagcns. O que rediinenlu era mais propiio com as"
da-lciran>eiite pas dos subscriploreSa
As difllcalda les com que a nossa agricultura lac-
lava, aggravaram-se sem .luvida cum os destroros
que Ibc ararrelon a invasto da epidemia, mas de-
vemos confiar as sabias e enrgicas providencias
iba i iic selembro ser elle por lodos qualro costados ;.que Jiouvercm de ser postas em eiecofflo pblo ac-
--i.'iona.-r-.'.'ipor unnime acclamor.lo dos candi- llaal governo lao sollicilo pela feticidade do Brasil :
I.., ambora depois seu manto real eoufunda-se|pela nossa parle n.lo devenios hesitar em uir.-re-
uma para
I.;' ..'Mar.U.u'i
,-------^ ~ |w *- -w.- i uiiKiiri.1,11
le Uos depiila.los, o orador I eonvem he ver se o pnvo conserva ludo na memoi la
semelhanle respeilo diz a ale o di'cs mooiia, porque gente ha languam tabula,
que por mais qoe e-lude a lirflo, vai dizer (Ooafo
em vez de l'-ouia. .No entretanto em todo cao
cumpre fallar sempre ao povoe fazer-lhe crr.que
nomeando-se cinco eommesoes de commerciantes
respeilaveis, os quaes deseiivolvendo uina detlicacAo i qualidatles lo mesmo Exm. Sr
cxemplar, consegiiiram elevar a tpiaulia subscnpla 'na tle nosso socio honorario,
a res 43:3539500.
A maneira porque devia er feila a dtslriliuicao
do soecorros, foi por luis julgada nbjeclu de sninma
imporlancia, e lauto que a ilespeilo de afumas
lenlalivas iulluentes para que o prndiirlo ta subs-
cripcAo fo-se entregue a cummisses em que nAn
enlravam commercianles, esla dirccc.lo su-leutou a
reaolncjlo de tlislribuir os soecorros pelas proprias
mos dos seus membros asseguran lo assim a linios
os subscriplores que seu duiheiro seria repartido
Com equidade c sem contemplarlo,*; de feilo a tbsiri-
baico leve lugar por forma que n.lo se pote du-
vitlar de ler .ido a semina subscripta um contin-
gente qoe soeorrea lmenle osverdadeires necess,-
lados. Szbeis que a iinpreusa (oda a uina viiz fez-
nos a dcvida juslira ueste imprtanle objectu. A
dirccc.lo aproveila a opporluuilaile para era vosso
nome prestar uina meosagem de lonvor aos diguus
membros, que com lana dedicaran tli-lriboiram os
st.rcorros que o commercio ollcreccii a gente des-
valida.
Hilando felizmente a,..ouve a Divina Providen-
cia applacar sua ira contra mis, c as cousas Toram
volvande ao seo estado normal, esta dirrrrAo infor-
mada da desueces.idadc de mais soccorro-, olliciou
a. commissotis para cooclairem seus Irabalhos, e re-
culbitlos os documenlos respectivos verificoo-ee ha-
ver sido distribu.la a,quanlia de rtis 17:9995050,
eiislin.lo ainda em caixa um sjldu de res.......
5:3539850.
Para se dispor tiesto saldo deliberou a direccao de
convidar ns sob-criptures por annuncius pblicos,
e em ar-semblca geral foi decidido que a quanlia
cima fusse convenida em acriies da eompauhia de
Beberibe, c os divitleudus aunuaes cnlregues por
esla associaca.i ao eslabelecimento de carola le, cuj i
ailmimslrar, oiner. e.i mais conlianra da di roerlo.
Em virtude tiesta dcci-.lo foi convidado o no-.o
socio Sr. conimeii !ador Manoel (ionralves da Silva,
para edecluar a compra das ace-s pondose-lho a
disposicAo a quanlia tle r.s 5:353cK50 t|uc exisliam
em mAo do Sr. Valenlim Barroca, Iheaoureiro da
subscripcao, declarandose ainda que .la caixa da
associac.lo se forneceria mai. u nceessariopara com-
piolar a compra de cera acc.'.es. Como os posanido-
res deslcs papis lem difllculdada cm oa .vender, ain-
da nao se couiplclnti o numero de cen, mas apenas
fallam -5 estando ja compradas 75.
Em nossa secretaria exislem archivadas Indas as
coi.las relativas a este .ervjro de beneficencia, assim
como as relares nominaos sal pessoas visitadas, as
quaes e.la direccao enlendeu nao publicar, pois
julgun que tleixar de fazer j.lentar.lo de seu pro
ihlences ver-
il i
asa a fazer urna breve de-
lera dirigido o proceso em
m.i.
a palavra em seguida. De-
pois de invocar em seu I ivur a benevolencia da casa
tle que, segundo diz, nunca preci-ou laul i romo na
' S. S. em tre. grupos iodos
parercr, IraballM que ali..
irir campo a' di.cus-.io e t
o primeira grapa compoe-
zclosos dos direilOS de sua
cer um ataque a esses di-
coin os andrsjai do prosaico psnperinno, embora
depois seja elle vassnllo, c vassailo humilde, esqneci-
Ite desprendo ; releva porem dizer
que entro o. que procurara o povo quaiido querem
elevar-se, inultos ha que Ibes fallam a lingoagem da
verdade.
cer o contingente com que pdennos ronlnbuir
fraco qne elle seja. A falla tle bracos he a ncres-
sidadeqneeom mais urgencia deve ser .aii-feila
a colonsaco he ti meio nico de o remediar mais
promptamenlee devemos esperar dos nossos Ic-
gisladores que nlinralem emprezas roloniae.
-- I api ir Ierra/uro.IMo vapor que Ibc dito j Esta direccao lisoiigear--c-hia do hsver o com-
lambeto .. nome tle Uwutabara, consiste cm trans- | mcrcio estado cm perfeilo acrordo com as
portar algumas ve/e. banbas cheirosas, (- oulra
leltrc d'ant'iiirlem forja de um sendeiro, noen-
Irelanln qoe a su i v. loi.ade he prodigiosa. II seu
consignatario he o mais lindo, o mais bello, e ornis
el -gante morelAo a.sim nftl desse lito as ranearas
o ex|.elienle, por ser desnocessario que u publico
saiba a carga do seu vapor.)
Falla-ae ein nm snmpinoso baile para a imite
to dia 7 tle selembro prximo, ja ferrrl npus as
i das modistas, as casas do
repart
les publicas se nao lives.em lugar anula alguns em-
bararos cm urna nu oulra, reunir us qu..es reprc-
seniaiamja as direrroc. transarlas. Antes .le ...
expur dexemns tlcrlarar que nao lemas o menor res-
sentiinciilo de-Ir-, ou daqucllrs rhefei das reparti-
res, ns quaes minio re.peilamn., mas lamenl irnos
que algum nao se lenha iolaiMKada em b.irmonisar
o sentido tos regolamentos a seu cargo com as par-
liculari ladea desla praca. Sirva de exemplo o nosso
LEGIVEL
uaves
Por orlan do
crevendo-os minuciosameule, aponlou o acrescimo
insrerbil romt.iaulanle | de despezas pela exigencia de continuadas mudan-
or.,^.,_..., ,yr,c. e s.rv
^^^PJPme%3na logas.
Eliminaram-se ..'maule o periodo tle nossa ge-
linca 3 socios, e fallecen I, e a acquisicAo de mais
t nos habilita a moslrar um eslado li nance ira pro-
fiero, pois segando as rautas do nosso digno Ihesou-
rfo Sr. Bryan, veris existir em C3ixa o saldo de
rois i:SOi>>|qi_esian.lo pagos todos os encargos ta
associacao, inclusive o completo arranje da rasa, o
qual a direrrflo etn-arregon a doos de seus mem-
bros por ver que as salas se apresentavam ja pouco
pruprias para sciem freqoentadas. t:abe aqu lem-
brar-vos a conveniencia da aequisiraude um edi-
ficio prtiprio para a llol-a, e que eslja era relac.lo
com a importancia, e estado tle progresso un que
se acha esla provincia c seu commercio. Jaaadi-
recres transadas lem chamado a xossa- allencao
sobre esle poni.
I.ogo que l.unou posse ta a1mini.lrar.lo desla pru-
vincia o Exm. Sr. conselheiro Sergio Teiieira tle
Macedo, esta tirecr.lo que ja ronb-cia as eminentes
expedio-lhe diplo-
lisongeamo-no d .
vos dizer que S. Exc se dignon conceder-nos a hon-
ra ile o eontarmou em nosso gremio.
Dnrante o anuo que boje linda, expediram-sc ain-
da nomeaedaa d socios honorarios nos Illms. Srs.
ronsul de Iranra, Alfreda tle Morna c Tucker esle
engenheirn. e aqoelle directo- da estrada de ferro,
a Manoel l-'igneira .le Faria.pi oprielario do Diario de
Pernainburn, e aoExm. Sr. rninineiidadnr Anselmo
l'ranri-co Perelti, em leslefflunhn da consjilerarAo
que o corpo tle ronimercio Ihe tribua como juiz "es-
peeial do commercio drs|a capital. '
0 anligo presidenle le varias direccoes e da ac-
iiial.o Sr. Manoel Ignacio de Oliveira,retiroa-st pa-
ra a Europa por moleslia, o seu lugar passou a ser
substilaido pelo Sr. JoAo Alalbeus, do eenfermidade
com os estatuios.
Qoasi ao terminar esla exposicao julgamos ainda
'.ouvenienle dizer-vos, que sendo iiconlesiavcl que
esla cidade pela sua pstelo lopographica poderia
tornor-ee o emporio do commercio ta America do
sal, se o seu porto oerorosse entrada franca as em-
barcar/es tle grande lonelagem ; boje principalmen-
te que tas mais importantes pracas commereiaes
navegan vapores IransaUanlicos d'c largas diraen-
ses, rendo cnnstanlcmcnte este ponto o pnucipal de
sua escala as IraveasM para o sui to imperio, ou pi-
la o Parifico, o maior empenbo do eorpo commer-
cial deve .er rollado para sollicilar do governo su is
providentes medidas a tal respeilo. Consta a esla
lireeeli. que o actual Exm. conselheiro presidenle
da provincia, dolado como he da intclligencia e ron-
la de precisas para rmprabender uina obra lAo gigan-
tesca, nulrc os inelliorcs desejos para p-la em exe-
CUeAo.
Apresenla-se, pois, nppnrlunidade para tentara
iniciativa de semelhanle empresa, o que de corlo -e-
rs um verdadeiro padrflu de gloria para o muilu dis-
linelo ailininjslradnr da provincia.
la-nos escapando o dizcr-vos.que durante a maicr
entrada de a-sucare-, e quando u commercio desle
artigo chegou a sua mxima actividad,apresenlava-
suuma dilliculdade cxlraordinaria cm realisar as
Iransaccilrs pela cxlreujrn escassez de Irocos miados,
a direccao considerando allentameute e.le objecto
ronvenceu-s- de qu- semelhanle esca-sez de troco
era devida a' Constante sabida de sedulas raiudas pa-
ra a I'arahiba c Marciti, e principalmente de avalla-
das soniinas em pataces brasileiroa e he.paulinos, os
quaes alli eurn im por i? rs. : em lal caso delthe-
rou-se a promove um convenio, entre as princi-
pies rasas, que '( obrigavam a rereber e pagar rom
os pataces no mesmo valor de rs. -JjtHH). Esle con-
venio nao achini o menur embarace em sua pralica,
e ainda boj., correin essas moedas pelo valor conven-
cionatlo, tenlo-se seguido sempre as Iransacces re-
gularmenle.
Circamtlanciassuperiores vonladc tiesta direccaa
infiairom para que ella nao salislize.se inletramele
o mandato que ihe haveia confiado, mas certa .levo.
ss indnlseneia, espera qoe de-rulpamlu-a tacis us.
tira sua ilcdicar.io que foi sempre activa, e sin-
cera.
bles proceder a oloirAo de nnvos membrosque nos
devera snbstitair, e nossos volos ao para que a es-
eolha recaa era pessoas, que lenbain a felieidade -le
aoementar a prosperldade tl-ia associarJo.
Sala dassessOesda Assuciarao Commercial Bene-
lirenle tle Pernamboco, 5 de agosto de 1856.
Aureliaao de Alraeida Rodrigues Isaac.
Secrelario.
Direccao ue lera de servir tic agosto de 1856 ., agos-
to tic 1857.
Prcidenlr, Joo Maibetis.
\ ir-Presidenle. Anltiiiio Marques de Amorim.
Secrelario, Aurelianode Almaida Rodrigues l-aar.
Thesoureiro, Miguel llrvan.
Directores: .1. II. II. II.dm.
Antonio Valenlim da Silva Barroca
w illiara Itcid.
I.uiz jTosdda Cosa Amorim.
Eugene fisscl.
Jo-u luir Sna/a Kor-
Irancisct l'rolmda, >
Padn Leonardo Joo C.rego. prioste.
aplano m_Jpiru*aiui%
AURtCll.TLRA.
III.
opcrarties tlisliurla. da riiliura.--D.is eiamru-
lo do solo ,-iravel.Da im|>orlanria desles ele-
Bienios Doulitna de Raspa.l.e J. C-irardia arerr,
ta malcra.
A cultura de qualquer campo exige tres npera-
roes di-mirtas,amanhns, sementaras c calhei,n
c cada un,., deilas se realis, rwr meio de n.oila. Pr.
rac.u, secundarias. Ma. lodaa e.las .perar.les de-
pendein. indeclinavelmenle, ned.as condirr.i-, ,e,
as quaes na,, poder.lo le.r feliz e,tl0 ; e.las -,,.
mena, u roiihecimerilo da nalorcza do solo, ,,.. .
pmjcta lavrar ; segunda a po, e oso de lns an-
i amentos agrarios.
Por amor da Icario das .tras tr alaremos, pois, 4a
natureza do soleara p'iiueiro lagar.
Nada i.leresajViulo ao agricultor qoe de-na gav-
iar bem o seu teme-o e capilaes, como o esluda da
niiKirasa, e das propneiades do terreno, que ^rTe
uetlieatro aos seus Irabalhos.
A falla do conbeclmeulo .lo solo, e das sua. pro-
priedades d lugar a violencias, e a aberrarles das
leis iialuraes, cujas vjyarocs o agricultor v loco pa-
aidas pelo malogro, oa li untan da sua rolheila, p _Mtos superioie-d lempo e rapilal, que elle bou-
Ki [raspado, se, prU ignoranna da nalereza do
V nAoquizesse contrariar as Irise, tendencias na-
^tcs-* l -ira. fori.aiido-a a pioduzir plaa., im-
V"sdoa tau. rPn.-r.lo. rniislilnveo.
P'a Virgilio havia dito, que nem lodm m tem ai,,
,ia todos ,;, plantas, .\enhum objecto, pess, mais
5 ue_esle deve mererer rellrrdo exame. r senas
itarbesd'aqoellcsque procurara na cultura di
, nina fonle do abaslanej e proapartdade.
ilrscrv i^Ao e a
?n a-^ricil''.'- ,
enlutad*
:er pura
ntica p.
ir.d.v ,
precian
ao*lysecldo-ihea!
'ni imini
-i-
tir, ao por si,nAo -libia-,,!
'..-.--I-i das -an.... n Irrr-'no. nem o que In
;g'-|o, r. '.'>., -. lo, *v,, ,
a ,.,. r. -prilo^-vl.ireca-b',
principios damno-
parles indispensaveis a foriili-
dadL *'' '"" '''' f"n,l",r '" araseis e de div
para urna I...., colbeila. he poriaula m do.
m.s imprtanles raahurlsaantii que devora nTOSn.r
o agrirnllnr.
Mas o que he Ierra aravel I talle por n, nm
uistinelo esenplsr a quera sempre consultamos para
a ronlerrAo deatei nossos pequeos e humildes ai-
tata aravel, diz o Sr. Raspa, no seo exrrtleu-
ecorso de agricultura, he aquella qse. sendo cul-
tivada he capaz de prodnr.ir. A expir
dos os lempos l-n, mtlra.lo. que
[tenencia
erreno
productivo r .iuc pode dar mais diversidad .. cae.
los, he aquella enejes molculas Offisaaeelivera 5
maior d.visao, sen, que loiUTx^deixem d.P|
do mai
pulveralenln e
uo. da deromposi-
It.Uvvr
a mutua a .herencia; e^ tttm d,. conten, -1
grande qaanhdade ,ic- Uumns snbsianci.
complicada ram|rac.io, de aslelo
anegrado, provevfTenle, como resid
rAo dos rorprat, irgaincos.
tee^dCf 2**TS; '"* "" '" '"*"-
e rnnroitem estas qnilidades, laes sao os do nores-
tas.^ne se demharam, os arerescimos dos ros, fnr-
idos pelos pnipnos naleiroselr. ; oatros porem ...
|tor va d arle as podera vlr a adquirir.
Da idea dada peio Sr. Kaspail. do lerreno aravel.
ou rapaz de prodorcAo resulta qae so poda ser ,.
luclivo o lerrcno.quc for diristrti, romiUrme (.
icrulento e anegradn. A raza tiestas condicroes
encontraran ns nossos leilores em enlra rarw' do
agncullura, nao menos lulereMant*. evriplo pe
Nr. i. (.iranlin, cujas doulas cxplicares i a
expender. *^^
a As ierras proprias para a cuitara, da esse e
rnplor, loram formadas pelos detritos das rochas
saperfietaes. Portantu para r.nheeer a nalaro/a
rhiraira das Ierras ar.ve.-, baslana saber a das ro-
chas que Ihe deram origem. Porem tantas can.*.
diversas lem concurrido para misturar os solos ara-
veis, uits rom ns oulros : o lempo, es veeetae.. l,-
mem .mfim, si.rressivamente lizeram Ibes lanas a
laes modilirarocs, qoe o carcter primitivo delles de-
sappareceu ; e por isso he precise jelga-los, e apre-
ca-los conforme o seu salado actual.
Os -oos araveis oftererem grande diversidad" na
ua cumiHh.ir.ia ehimiei ; mas esas diveraenna con-
si.le mai- na proporrao.do que na nalureza dos sea.
elemento.. Com etTeilo, quasi lorias coatem roa
prmnpio, etsenciaes t^Sitiee. a nina, o rnrbn-
nato de cal, c lambem quanlidatte mu variavel dr
urna mal-ria, que designamos com o nome de *-
mus mi lerriro.
tr SAo prtenlo qoalro o* etemenlos fendanreulaes
dos solos aravel. ;
VIUTILSDO" MELHOR
l"ini,o!ir',ls,lvbs'b kai.i.ecii.as ;v
Manoel. Africano osera vo de Carvalho A Irm.loc
36 anno-,
L'ra prvulo, ,ignora-iePobre.
" } Aceta,Slice, mona, veces, quai pora.,
A Argila.-Silioalo d alumina,
O Calcreo,Carbonato Te cal.
" O Humus,melenas orgnicas dceniripo-l.. .
< Eslas materias raislnradas em dmorenle- pm-
porene., formara a variedadedos terrenos, e confor -
me urna ou mitradas trespriaseiras substancias n,s-
domtna na massa da Ierra aravel. denominamos m
terrenos armosot, argilosos, calcina.
tt I lilaila be o verdadeiro fandamenlo do ler-
reno ; be o que produt a sua compacidado, a lar.
. elcr os a.lubts, ., em ella se inliltraram rei-
damente, em pura perda das carnadas superior** d
sol,,. Serve tambera [.ara ruar as raase das plan-
as, e impedir que ellas se canuta e cedam a vio-
lencia dos venias,
Alas a empanda le d'acgila, que poderia .rr
cuela por algn. ,|..s era. les vege.ae,. Irr ... rd,.
aculo [..na o de.envulvnn.-nlo das plantas atis de-
licadas, cuja genmnare se cHcnua coin muilo co.-
I". c cujas ra- nao p.l,.,, aperar de lodos m m-.
eslorros. fender ou ,r, arar as partcula, da arg.la.
Ilc|,rec..n que nulrt. esrnu favorece a tendencia
natural que tem a. ra.zes .le cleude em ludas ...
direccoes, e a nerr..,d,de que .ei.tr.n .le ir ae un
conlro de um alimento, qu ,e ,,., ragener. rnae.
no esparo por ellas esgt.la.lo.
-t Esle rii.p., he a Siliee nu o OHartzn, caas nat-
les, nwa vea divididas, eronosJMns o estado de o-
rei, in. podem mata recobrar, ramo as na Misil,
a sua primitiva adherencia. A arria naat anata
iirpo-irao, allenu.l, ;., a fon-a d'atlheso das par-
les arenosas, nu brrenlas.
Deivando-s- nn/ila. dini.-ilmenle, penetrar |h--
Ii agua, anles conservando a eslagnada as a.
rama las ,,,, pasta que a alis a ansia farilwrnie
lillrar. e rscoar-.e. .pial .-corpo para |io.ler alKr-
vrr a a :ua, rete-la por bstanle lempo, a lim de qae
a l.umija.ie sja unil nnemenle espalhada em nm
terreno, e al-- Iraosinitiida a ar aneara? K.ie imiera rarna he n fti/carr., qoe
alrm de oulra-. lem i tronrirdade de augmentar a
finura, e a aurluosidada da- Ierra-, \*\ cxiieina
tenuitladr de-oa. moler ubi.; e.le rouserva p,,t
nitiilo leu.p' o r.iior. q.n- ... ementa lambem ., |,.
meelaflo, lio favoravel a certa krieenia.a.., vtt*Jt-
cadora da vecetel.a
Kis como -ao e\|di.a.los pola Sr. I.irardin o. maj
Ir.. <-lein"ni..s IninlamenUe. .los.ulos aravn. ,. ,,
iiopiirlaoli.siini.papel, que rada mu desemprnha em
um solo llsreplvirl de -.roduccAo.
Com elfeil-, a falla de cada' um desles eleni.nl...
ronda aos terrenos certas queli.la.b-. ruja ausencia
o- loma rsleruis su de luniia.lis.ima Mantua la.
Impeeslvel sena -r*rmr1t naa lama ataaatiiia
o lerreno, que nao conlivesse urna sultirienle .i.ne
de argila. O barro he a elemento qoe da" rerla
densdade a (erra, e lorna-a capaz da fixar as pla-
as, que sem esla solidez, seriara desanaigaUas |>cU
XEMPL/

^
n
^O
^
/


Ott?iO A PtS-S3B;8 QUARTA
violencia dos venios. O barro faz coni que a Ierra
nao tenha urna pcrmeabilidade eicessiva, porque
eniao ai churas e ai loiivias doi adubos se escoa-
riam iramedialaroenle pela Ierra dentro, e atreves-
s m i mu suas carnadas superiores, como se pasas-em
por alsura arosso crivo, sem que os le renos podes-
sem absorver n substancias do adubos, 011 o lille-
renles iaei coudos as anuas da chuva e nos orva-
llios.que a nalurez* ISo providente, joeira sobre elles.
Mas se i.'i.i importante lie a arjila para a cnpaci-
d.ide productiva da Ierra, ido menos imprtanla be
a Hee ou areia, porque so o terreno nao a conlivesse
ua bise ronvcuieiiic. nao podarla ser lavrado pot
causa da sua denidade. Knlrelanlo que a areia.
combinada enm o barro loma a Ierra sulla, laadla,
penelravel pelas raizes delicadas das plantas, per-
ineiaveis a agua, e finalmente lvese poro-as, dando
assuu cabimento a que os torreos tejara fcilmente
penetrados pelo ar, pelos gales e per oulios ineleu-
ros alinojpliericns, necessarins e uleisa vcsolar;lo.
Estas qualidades, porcni, de um terreno aroflo-sf-
iicioso nao sao por si so Millicientes para subinini--
Ir.ir a' letra to-la a virlude productiva. Se a Ierra
nao coulivesso o elemento calaren ou os seus carbo-
uuf<>< e o humus, mullas coudicedes indispensaves,
a seimiiiaro d.is sement', c ao desenvolvimento
las plantas Ibe foltariain. O elemento calcreo da' a
letra a virlude ou propriedade chamada ftydroseopf-
' ila U, i-l' be, a aplido para altrahir e reler a hu-
midade que lie urna das inail importantes condiroes
Ja gerraiuacao e ceescimenln das plantas ; e nao so
allrabe erclem a bomidadc, carne tambem desen-
volv-, conserva o calor que Ibes n.'io he menos ue-
cessario.
9 tamal Bnalmenta rommuuica a Ierra os princi-
pios caibonajailos e otados, proprios para desen-
volver iioi.i forte e luvunante veselaro.
No segunde artillo trataremos das classilicacnes ilos
lerreuos, segaada o predominio da cada um desle
elementos e do modo de conbece-los e de Corrigir os
seus vicios.
(i nortela.
@0 rrcifyott-Orttcttfi.%
.Sr*. redactores.Tendo lido o sen aprecia vid jor-
nal, odie depare com alsumas lisias de candida-
tos para veresdores, e como anda nao me acnstu-
mei a suhordinar-me as chapas de partidos, porque
ellas s revcllam exclusizisinnjo imposiruo revollan-
le, venlm ua qualidadc de cidado livre, e volan-
te no municipio do HeriTe,manifestar previamente o
meu vol, dictado pela minh.i cunsrieticia,a villa 'lo
pleno couhecimenln que lenbo dos emeos, c das
cunsas, sera me importar com os odios dos mesmos
partidos.
Kar.iu de Cimbres,
francisco Accioh dejtjuuveia Lint.
Ilr. Joaquim d'Aquino t'onceca.
Manoel Antonio Mr(ins Pereira.
Manoel do Nascimenlo da Costa Monleiin.
I)r. Antonio Dornellas l'essoa.
Joaqnim b'eliciano dos Santos.
AuIodo da Cosa Iteso .Monteiro.
Antonio Aunes Jacorae Pires.
l'm calante de S. ./ose.
SMC redactores.Qnando be lempo de discutir
o roeio de orsanisar urna cmara digna deslc man
cipio, pero licenra, para apresentar a ci
dos meus colegas do corpo elciioral.'ires
se recummendam por si mesmos.
Sao elles os dos sjrs:
Negociante, Antonio Valentim la S ilv
Agricultor, Luiz Francisco de Barro s Ka
Negociante, Joaquim Lucio Monlcii-o di
{m COli
Mik^mtt,mMti\rii. i,'jgt" I i-lo ?m alsumas lis
las de pessoas. que atunera maisila fibra vercadore.-
da cmara municipal lesle municipii i mis protimat
eloicofs, o raeuApme erradamente esiTipio, cmpre-
me dcclarar,qVagradecenilo profundamente ocoiw
ccitn que de tnim faz. quem pretende b onrar-me cora
seu vol para camarista, me asiisoo :
O padre 1'raucisco Peinlo lluarle.
lina-Vista i> de agosto de 1S6.
*$ub\icacte& pthibi^
AO DA 0\7.E DE AhOSil).
tmiiti i-s:n'io de i't-riimnliuro.
Salve da pompo'", que o ntsi-cr aponas
IVarvore rrnudnsa do saber e lu/,,
Qu'enlre nis plantada, cnlre nos floresee,,
'?' mi menos nova, tanto mais produz.
Magestoso templo neste slo erguido
Em Iribnln as ledras, desde eolio Mor'
Onze ile Agosto, fusle o grato da
Oue ao bdico povo nova era abril
assignada'. E, de como proteslou, assignou o termo
com as lesteniunlias.
Ko, Mmoel Joaquim da Silva Kibeiro, osrrivo
o eicrevi.Nuno Mara de Salas.Maneel do Nas-
cimenlo da Silva llaslos.Jete Antonio da Silva
Vianna.
@Om f r.
"KACA O) RKCIFE I;! HK AdOSTO AS 3
HORAS DA IAII lili.
Cotac,ei ofllciae*.
Cambio sobre LisboaUKl por .....lo de premio.
freierieo ItoUUiari, prndenle.
.". Borget, secretario.
i:\miuos.
Sobre Londres, >' d. |" I?.
i P.iris, lilil rs. por f,
Lisboa. HKl por IIH).
i< Kin da Janeiro, l|J ,i t por D|(| a l.'i e 30 dias.
Arenes do Banco, 15 "|ii da premio.
Acces da eompanhla de Iteberibe. .ii.(HX)
is pcsaoai que se prhpuzerom a esta
co.aipaii' a:n na sala I
dia mima declarado p
habilitadas.
A arrematacSo sera'
cial n. :I1S de'l.'i de nJ
las eipeciaea abaixo es dadas.
E para constar se m
blica pelo Diario.
Secretaria da llicsouraria
Ftl^a
01 GOSTO DU856
arrenial.irao i/'. f
leteafOH da me-ma juula'no *-OUS l)-t II11 la I'l'aCO- \ Ulu-
lo nielo dia compelenlemenle \r
ricana de Vapores
feila ua turnia da Ici provill-
lio de Isi, e siib as clausu-
de
r iicezff.
udou alfliar o presente e po-
provinelal ile Pernam-
bnco 7 do agosto de I s.">li. O secretario, Antonio
l'errcira d'Aiinuuciar.lu.
Claumlai especiaos para a arrematara".
la ladcira do dito lauco sera
um os perfil e orcaroento ap-
era couselho, e aprcsonl.ido
l.1 (i rebaisameuto
felto de conlormidade
provado pela diicrlori
a iipprovacao do Kviji. Sr. pre-ldcnle da provincia
na importancia de'Jiili:)?.
ra' o Irabalho no prazo ,o\\ i... [,, ja' (',,
Acr
ie
i
2- O aiicuiaUnle conic^
de :lll das e concluir' no de ipi ilro inexes, contados
un forma do regulamenlo.
j." O pagamento "sera* foto em duas prealacOes
iguaes, temi ura.i quinde bouver sido leilo melada
( dos Irab.illios, e a nutra no in das obres.
s da rompaiiliia Peniamliurana ao par.! |.> Para ludo o mal- que nao v.n determinado lias
I ululado Publica, ,|i| |,r rento de premio.' presentes clausulas e no ornamento legoir-sc-lia o
liMloinnisadora. .rl por de premio. que dispue a Ici n. :!Mi.
O |ior Uto 'le premio | Conforme. > seqrelario, A. I'. d'Annunciacao.
i, (i da estrada de forro
sobre a entrada.
Diseonla de lellras, de 7 a !l por Duj,
Duro.Oneaa heapanholaa. .
Moedas de UjilMI vellias ..
u Ioiki novas .
>i i) ijiUIM.....
Prala.Palaeoea brasileirns. .
Pesos rohininari. s. .
mexicanos.....
ALPANUKUA.
Kendimenlo do dia 1 a II .
dem do dia 12.......
riescarreqam linje |2 de agoto
Briguc inglezflritai'tmercaduras.
Itaira inslczal-uq'mebacalhao.
Patacho ingle/./tlimdeperas de ferro c niadcira.
Ilrigue banoveriano--/V(rrinalrJmcrcadorias.
Brigue france/..-limamercadorias.
Ui.ile biasileiroDuoUmOgneros dopaiz.
IMPORTACA.O".
liriguo liamburgue/. lliranda, a vindo de llam-
burgo, consignado a N. ). Ilieber ,\ C. iiiaufcslou
0 seguinte :
100caitase I'*' frnsqueiras genebra, !l caixis cou-
ro de luslre, :t ditas liula em p, 1 dita pinecis, i
ditas mlndezti, V ditas papel, 2 ditas asninas, 2 di-
las panno de linlio encerada, :! ditas gaitas e briu-
quedos, i dila colheres de mel.il, 7.> dilas velas de
composicAo, I dita fa/.an las ,Ie se la, 7 ditas ditas de
1 ja c algod.io, _' tlilas calcado de fellro, I dita couro
de porro, I dita corJas para guitarra, 12 dilas thalc
le algodo, de lita e mislura lus, :l ditas c 2 fardo'
lencos de algodao, 32caitas, 5 picles e I barrica
ferragens, ,'ilicaivas tellias de vidro, 2 dilas louca, 111
ditas vidros, I dilas c 2 fardos fazendas de algodao,
I barrica alvaiade. .illO feixes de aduelas e arcos, 211
barricas com lampos para dilas, 50 gigos garrafas
vasias, 369 garraffies vasios, 2 latas biscoilo', i dilas
salames, 2 caixas e i pacoles amostras : aos consig-
lalarios.
t latas biscmlos, 53 garrafes cevadinha, "il di-
sagu', 2 caivas andelas, 2 embrulhos com ha-
ancas, i caitas com pesos ; a Itabo Schamcltan A
Ptatpanliiii.
IbO caias velas de composi^ao, 1 dita araoslris ; a
' k'eller & C.
icas genebra.; a francisco (jomes de Oli-
II l>r. Anselmo Kranrisco Perelli, comiuendadorda
imperial ordeni da Rosa e juiz d direiio e-penal
2S35 a 2S>.iim ,|o commoreio nosla cidade do lenle de Pernaro-
. KiNKKl' bino. |ior S. M. I. une lieos guardo ele.
. iiiNnni| |;ico aaber em eomo no dia 21 d crranle mea de
. 99OOO i agosto, te ha de arrenaalai em prara publica deale
. 2-?uln> juizo, por venda, a quem in.ur der, os nena seguin-
tSHHl les: I cscravo crioulo, de nome Ignacio, Com una
. t.^s(iO ; ferida u'uma perna. avahado cin lilil-- is. ; I cum-
| moda, em S-INIO rs. ; 1 burra de madeira chapeada
, de ferro rallando urna ch.ive, em IJ-^HKI rs. ; I rar-
. 158:1.1141001 leira. em 5500(1 r. ; 1 marqneza, ein 59OOO u. ; I
, IS:SI2j'j:ii mesa redonda de meta de sala, em IHNHHI r. 7 sen-
----------------, j ij|, ,1,. inadeira de amerella em man ealado : I
177:127910-11 armario i|uebrado e 12 cadeiras americnoas com a>-
sent de p-o, em 7j*H)(l ; 1 banlleiro de lollia usado,
em I.NMIII is.; cojos hens assim descriploa e avahados,
forain penhorados aos execuladoi Franetaeo Anlomo
de Carvallio Snpieira c Joaquim Pilarle Pinto 0Sil-
va, por aaeeucao de Joaquim Lucio Monleiro da
Franca, liquilaiano da firma Franca ,V Irm.io.
E paraque chegoen noticia aos licitantes, mande!
passar edilaes, que sordo aOitadoi nos lugares do
coatume, e publicados pela imprensa.
Dado e pesiada nesla cidade do Kcrife aos 0 de
agosto de is."a.
Eu l'ranri-ro Iguario de Torres BaodeVa cscrivio
o liz escrever.
.tnscluio /''rainisni l'crelli.
viudo do llio de Janeiro, que .cguir,
vre rom osala por iVncriu", Madeira 1
11 frclo c passageims, nan-.i de L.
20.
Eaperaia
se 110 ilr-
1S docor-
r c n I e o
va por
f!l a 11 e c/
/.l/Ol/MI-,
capla o
evauls,
1' |iara o II.1-
1 Lisboa : >a-
Lccomle le-
s
(recia, essa Grecia de falladas gl
I.U'.t'ir" ulico que na<> jnals i lu-
ii n i.ini-i lial^d, fao lie ifma arlos 1
Do. artistas ualr\a, das ciencias luz,
Nosso arder eieUarn" i arvoi*jruv,iiii
Os priinnis frucioi, que eiiciviiu^ produ/ ;
Deslmhrala-mandaranesle templo entremos,
(Jne lio o templo augusto que .10 purvir condux.
.1/. F. de Faria I'iiko.
KodrJ-
M
le^e
SOI
vcia.
I ca
l'iiniii
1 ca
eos les
C. J
2 c-
caixas
Merki.
2cai

col
5
chapi
talen
lele
v*e.
4d.
nina.
lupos de fellro, I fardo papel; a I*. F.
das de, seda, 1 pacote amostras, 75 gi
1 frasqueiras e 155 barricas genclira ;
'c, 4 barris tinta para imprimir, 2
le lila, 1 pacota amostras; aJ.J.
'gas; a J. II. Tenerherd.
'' dilas fazendas de algodao, 1 pa-
ira Momsen 4 Vinassa.
Pa, 1 dita Mnele/ is. 1 .lila
ditas conservas, 10 ditas
s, 1 pacota e 1 fardo dilas
lilas faiendas de iinho e
* dita lesouras. 20 barri-
Iras ; a *'. Briran (i
F. Lu-
X'C.Hfa..:5.
Kc.il cuiitpsuiliiii
quetes inglez; i
PARA o i:l<) lli; JANEIRO
segu em poucos dias a polaca btaslleira uZelosa lie,
por lera maior parle do -eu ca re jmenlo proinplo ;
para o resto Iraln-ie com os ronsigualarioi Isaac,
Curio & Companhia, ni ra da Cruz 11. 10.
Pili.i a ii.ilI :i
Agaropeira Livrac,1n -alie imprelerjvclmentc al
o dia 1 i do correle ; su pode rerelur algnma r.irga
miuda : os pretendemos entendam-se rom o seu con-
signatario Antonio Luiz deOliveira Azevcdo, ra da
Cruz n. I.
Vapor.
No lia 19
dcsle me* e--
pera-se do su!
vapor TA-
M A II, .cora-
uiaiulaiite Jel-
licoe, u qual
depois da de-
mora do eea-
lume seguir
pata Nuilh.implnii, locSodo nos portoi do San-\'i-
cenle. leiieriil. Madeira e I ishoa para pasaageiros,
ele., Irala-se rom osageutes Adamson llowie ,\, ('
raaMo Trapiche-Novo u. i.
N. I;.(I' embrulhos que prelenderem mandar
para Southampion, deverAo estar na agencia 2 hu-
as antes de se fecharem ai m.las, e rtcpolldesla llo-
ra 1110 se rereliei.i vohinie algom.
Jtriitt.
.as o 2 .1 .. uerc>ginriat
pcrfumari.ie a Feidel Pinl,
apa-
1 di/a qnadros, i'i dilas qaeijos, 8 dilas
de algodao, 15 barril tinta para imprimir, 3 paco -
fazt
DECLARACAO E PROTESTO.
A infrascripta I). Barbara Mana da Silva SeiXM
tanto per si, como procuradora-baslanle de seu es-
puso uo Mana de SeiaS, hiendo ja por diver-
sas occasiues, lauto por esle Diario como pelo lieho
I'ernambucailo, declarado suleiuucmenle que ha de
annullar pela competente accao rescisnria lodos os
adOI iiiraaiiadns da irrita, nuil 1 c mais que luiqua
fallencia rue fura aberta a icqueriraenlo dejse
Jernnymo Monleiro, pretenso crednr directo a re-
ferida inassa. pelas ra/es ja por ve/.es e\p>stas: *
havendo-se oppoeU* a arrematacao que em abril 1K5f
prelenderara faier Mesquita A; llulra d'um sobraOo
ua roa Augusta n. 2, Millo se v do Diario n. SI
de K de abril 18.5 e Echo de diversos nmeros. E,
havendo oulro sina,prole?lailo r avisado que lodos os
aclusdim.iu.utos dosnullos adinTrtisIradores que em
urna irrita,nulla,e monstruosa reuniaa; da ab'olula 1111-
noiia dos credores livera lugar em 23 de maio, nao
deveriam ler elleilo legitimo, por causa" lia nulli-
dade iusauavel de sua uomeaeao, como se* v
Diario n. 131 de 3 de junlioe Heho dos nmeros
43, i5, 7 e 48. Vera de novo
Icar solemnemente cssas declar
declarar do novo que os actos, pralicsdos pelos p-ou-
do administradores Anreliauo de Almeida lludri-
goes Isaae, e Novaes V C. sao nollos de pen
reitn : que por torca lo protesto feilo pelo se
poso era 2 de julho de 1851, Diario 11. IllldeVde
julbo qae uifra se Iranscrcvc, ha de instaurar accau
couipetenle quer ao denunciante da fallencia Josc
Jornuymn Monleiro, como a lodos qutf.iulcrferiram
directamente no processo, e por cousequenria que
esses adraiaistradures, logo apns a annullacao da a-
berlura da irrila e nulla fallencia. E por conse-
qu.'ncia, previne o publico e .1 quaesquer licuan-
tes, que o predios e oolros quao-quer hens de raz
movis, semoventes ele. etc., que os pretensos ad-
ministradores pretenden) por em 1,-il.io coraoacaliaiu
de aiiiiuni.iar oeale Diario.n como nao he de esperar
liveiem licitantes (visto como, he come9inho o prin-
cipio jurdico quod multnm est ah inilio traclii
lempnre non concaXeteU, seudoque anle orurpo
lesislativa e eieculivo pendem ;-ies dos quies,
sem duvid ha de dimauar a nulh> -la abertura
da fallenciii. e consegainle trjoowc .. ^.u1)'.,
e dahi o cooseguinle dir un de liaver .1- prepn/o-,
perdis e dainos de quem os cuasou inreividcari
lodosos hens do poder de q uem e'liverem !
Approveit* a abai.t o asignada a occasiao de de-
Jit\- que ainft'e\islein mais predio.- e lerieno
rrnenioeAra eiarados 1111 aniiuncio do leilao Dia-
rio le 'i de agosto n. 1SS,, lano ua Casa-Fui le como
110 Recife ; n por aqu se deprehendea qual o mo-
do porque ho sido sellados os lien- da ma-.a ou do
casal !
Coosegoiutemeole, ratifica solemnemente anle o
publico o protesto infra, contra a alienarlo dos pre-
dios-do casal, ou di masa, e quasquer uniros bens,
o> quaes reivindicar em lempo opportuuo do poder
era que etislirem.
Recife O de agosto 18.51.
Barbara M. da Silva Sci.ras.
Diz Nuno Mara de Senas, que achando-se V. S.
por determicao de um juix iiicompelenle, qual he
u municipal da segunda vara, con] junsdicao com-
1nerr1.1l. prncedendo a aposicao dos sellos nos livros
e beus do suppheanle, o qual fura, alias, a requeri-
meotode Josa Jeronymo Uonleiro, nella incompe-
Icntemei.lu deelaiado fallido por seulenca daqu'elie
luiz. em que sobrcsalieiu nao su a injuslica e iui-
quidade como o daspreso > mais ah-ululo .la legis-
laran eoanrnercial eiialente, e de lodos os principios
que regulara a materia, he de dever do mesmo sup-
pheanle. nao deiiar passar desapereebido um faci,
que tanto compramelle a sua honra e mlercsses ; e
por isso vera pelo prsenle protestar, como protesta,
contra a referida apposico dus sellos, e de todas s
suas consequencias para em leinpi convciiicnle usar
do seu direilo, nao ii centra quem a ella den causa,
come tambem contra u jui/. que a ordenoo, e contra
V. S. e mais pessoas que eslio dando eiecuro a-
quella senlenea proferida com mainltsla lulrace.lo
das leis ; e por lano requer que, visto eslar-sa tra-
an lo da mencionada apnsicao da sellos, V. S. Ihc
mande tomar por termo o seu protesto e iimuia-lo
ao supplicado, pelo que pede a V. S. Illui. Sr- juiz.
de paz. da freguezia de S. Fre Pedro Uonealves, do
primeiro dislrictn, que assim o mandeE II. M.__
Animo .i/ui-iu de Seixa*.
Despacho.
lome se por lerino o proteslo do supplicanle.
Primeiro dislucto do Recife, 2de julho de 1851,__
SUeiira.
Proleito.
l'ermo de proleslo que faz Nuno Maria de Sei\.|w.
Ao- dous das do iiiez. de julho de 1851, tiesta Ire-
;-.uezia de S. Frei PciAro tiuncalvcs, em rasa da ino-
rada do Nuno Mana de Selvas, ein una das salas
da mesina ra-a, aonde fui viudo o jui/ da mesma
lie.ue/.ia. o capitn l'raucisco Jos Silveira commigo
esrrivao do seu cargo, para elleilo de se porem sel-
los em srus bens, papis e o mais que he determi-
nado ; e sendo ahi foi-me entregue pelo mesma Saj-
as 0 reipierimenln relro para elleilo de se lomar
por lenno 11 protesto requerido no referido requeri-
menlo ; e porque se achasse despachado pelo juiz
de paz cima declarado, loinei pur termo o mesmo
proleslo, oqual versa sobre o allegado n> mencio-
nada pelieao celto, peraui- as (e'lemauhas abaixo
amostras, 2 canas dilas, 4 ditas c I fardo chales
Ida e algodao, 2 cairas faiendas'de algodtn, 68 d
coraedorias, 12-J pre.onlos. 1 barril ueile de
mente de uibni., ,7 callas conservas, 3 dilas e 5 p
voir.,-. i naisi liyua e mo-i.-ai-, 30 catxas vel
composicao, 2 di(^*ci,jrgs.de luslre, i ditas ss'
1 dita miudezas,' 4 ditas vidros, 2 pacote?
barricas ginebra, "i garrafcs .-.evadinh/ u,
sag', 27 1 saia bolsea de vidro, 21 ditas fech. '0-
bradicas ; a .los Velloso Soares.
t dila cima de ferro, I dila ferragei t
filas de algod.io, I dita rhampagoe, 16 ,
jos, 2 dilas conloes de lAa, 1 dila e 1 p ., _
algodao, 2 locles amostras; a Manoel Joaqaii Ha-
mos e Silva.
20 ditas coraedorias, I dila courode lustre ; No-
vaos A; C.
3 dilas roiiri' de lustre ; a Domingos Alvos Ma-
theus.
1 dila dito de dito, 60 barril pregos ; a J. Ilal-
liday.
20 eaiai cognac, 2 dilas fazendas de Ua, 4 barrs
tinta pira imprimir, 1 pacote amostras ; a Sch afei-
Uinc5|C.
Ilralo nacional a lluvdoso, vindo do Ara'alv,
consignado a Joaquim Al. vV Irmao, manifestou o se-
grale :
158 caivas velas de carnauba, 88 sarcas cera d. di-
ta, 3 barricas sebo, 2 ditas e li picotes calcado, P
meios de sola, 8,585 courinhos curtidos, 368 coaros
salgados, 1 barril lingnas salgadas, 1 pacote carne. 1
dilo peonas, 2 ditos h ipeos de palha, 2 cailes
queijos, 2 barris garffafoea vasios, 1,11.3 esleirs, I
a infrascripta rali*- ''*" J '!' saces ,.na, i bshusruupa, 1 cesto
ra-es e protesto e "UP> queijos, | cana rapaduras, 1 colchao ; a
o rile m.
UO.NSUI.ADU tiKRAL.
Por nrdem ila inbdolegicia da freguezia de S.
Fr. Podro Gonealves, acham-sa no annaiem do Cu-
nlia os ohjeclos seguinte' : 2 caivas rom rlia", I
sacca pimeuta. I barril azeile, 5 cailies que se sup-
pc seren velas, que vieraiu de tuina viagem de
Serinliaem, na barrac aTrlumptlanle, meslre Pe-
dro Francisco du Rusariu : quem direila liver a ditos
ohjeclos, apreseilte-se,'quo provn.lo perlenrei-lhes,
seio entregues.
COMSELIIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, lem de comprar o se-
guinte :
Pira pruvimenlo dos irmazeni do almovanfadn do
arsenal.
M dolias de taboai de louro para assoalho, (> cos-
tailos de pa'o d'olco.
Quem quizer vender eitei ohjecto' aprsente as
sus propostos em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas do dia lli do crente.
Sala das sessoes do comelho administrativo para
fornecimenlo .lo arsenal de goerraSde agosto de
1856liento Josc Ijtmenhalini, coronel prnden-
le,.Intoiuo Uni/iev /.cu/, lenenle-cjronel vegal,
scrvmdo de secretario.
A adminislraco geral dus eslabelerimcnlos
de caridade, manda facer publico, qoenosdiai l.
III e -Jl do correule, pelas \ horas da larde, ua sala
das suas sessoes, no largo do Panizo, irSo :i prara
as rendas das casas abano declaradas, pelo lempo
que decorrerdo dia da arremalac.io al 30dejunho
du anuo proiirau futuro :
liairru do Recife.
Ra da Cadeia n. 30, ra da Semtala Nova n. 25,
26 e 30, ra da Lapa 11. 5, roa dos Burgos n. 11, ma
do Azeile de Peiie n. I, roa do Pilar 11. 73.
Bairro de Sanio Aulouio.
Ra Direila ns. 5 e 7, Iravessa do Carcerciro ns.
11 e 13, Padre FLoriano ns.^13 e 63.
Bairro da Uoa-Visia.
, Kua -.fis* o. 5.
Os prclendenles dirijam-se ao lugar e hora apra-
zados, acompanhiidos desensfiadoras, ou munidos de
cartas desles Adverle-se, porem, aoa inquilinos,
que nao esiiverera eni da, que nao sarao recebidos
os seus lances, sem qiieleuliam saldado os seos de-
'ji tos.
Admioistracilo geral dos eslahelefimentos de ca-
IdauV II dvagoelo ^- 1851*.O aacrivAo, Antonio
Jos' Gonies do Crrelo.
Pela dclegicia do segundo di'lrirlo do Icrmo
(I Kecife*'- faz. puhheu, que fui appraheoaUdo un
raolrque'de Hume Turqu.ilo, o qual diz. ser do Sr.
Adriano, morador na ra do Queimado. (* seu se-
nhor comi.aieea munido com documentos para Ibe
ser entregue. Delegada do segundo dislriclo do
termo do Recife 10 de agosto de 1S5H.O delegado,
Joo Francisco \aviei Paes Brrelo.
LOTERA
do lio de Janeiro.
Aindit nao temos podido expor a ren-
da os iiussos hillietes da lotera l!l" do
estado sanitario, em virlude da vontade
caprichosa doSr. llicsoureiro das loteras
la provincia, i|uc sendo-li>c npreseiitados
nodta terca-teira '< docorrente, com to-
llas as eondi^iics rxifjidas n.i portara lo
l'Ain.Sr. presidente da provincia, mismo
assim se ne(<;a a rubricar, procurando
desla soetc la/.cr com (iuc tcnliamos rc-
pettdos nirjii/.os, alim de nos desviar dis-
te negocio que nos he garantido pela Ici.
remos recorrido para o K\m. Sr. |ii'si-
dente, de quem esperamos fara' jnstica
A11nn11r1.ilmos ao respcitavcl publico
lorjn < 1 nt' os possjimos cxpor a venda.
Recife 12 de agosto de 1850.Antonio
/ose Rodrigues de Sou/a Junior.
l'.r.iz Garneiro Lean man la para Europa o seu
LOTERA da provincia.
Aos 5:000. e 2:000 000
5a parte da T do Hospital
Pedro l.
>. HI......5:000s,)()0
.. I52...... OSOOO
Oilai\o assignado avisa u> respeitavel
publico que venden os premios acuna de-
clarados, o primeiro eni III. lo liilliclc, H)i
i i i misa-so le u-n leil >r une enleii.l de iirdin,
possuidor do mesmo pode tu- ,.IT osle pi..,,i.,ea ,i, i, ,.,,,, ,..,'.....7| rn
S por cento da le, em tasa lo iinsmn, lugar da t.ipung.1 : quem ,c Hei.,r ,,,. ejavsnfjstsai-
na ra larga do Rosario ..., segundo *t>\ttkTmT2*?- )'"\' H"'%"
. u la. ah Imra- da 11..111I1.11, uu ,1a. da |atie
lar, .lsiiii como tero, exposto a venda diaote.
afortunados bilhetes,
t\o respeitavel
publico.
Jos Vnacalo, deathla sangrador bem sjsaJsBCi
do, eonlina no exerririn de SSSMsrar o lir.ir hen.
denles, porpracoaa vuni.de a quem I he der a pre-
ferencia, chamba denle., letara | rleilainenle os
denles da frente, e apphca venios.! sarjada. : f-U
-01 prorura.lo a q.al,|uet lira do da, Ba Cimlma
,l"1 "..... << -". I"|a de bibeirn.
de menor id.ele.
inas'a fallida de Xum
lilho Demelriu Carneiro LeAa
O* administradores da
Mara de Seises, pelo prsenle aviso chamam os de-
vedores a1 referida masas par satisfaserem -eos de-
hilos, enlendendo-sc lamhem este convite com ns mu
radores dos diversos predios, e cujos .tuguis e-lejam
por pagar al au lira do correle mez ; no esrriplo-
rio da adinini-traeao, ra do Trapicis n. 31.
LOTERA da provincia,
Aos ..iDil-miO e 0tj0JfJ00.
(I ahaivo as.iguado tem esposlo a' venda O' *cn<
bilhele', raeios > quarlos, o* njnaes se ach.iin rubri-
cados coni o seu nome, e se obliga a pagar o. oilo
por cenlo da lei Das surtes grandes da primeirs par-
te da priineira lotera de ,\. S d'As.ampfo da Es-
tancia, cujos hilheles se aeham a' veuda na ra do
Calinga' n. I A, INova n. -JS. Livramemo n. 15. ra
da l'raia n. I, arco da C.onceicao n. >, ra das Irin-
rheiras n. 17, e atorro da Boa-Vista n. II o 5S.
os seus
ijiiai los, ila |ii imi'il i
loteria le Nossa Senliora 'I i
casas ja annuuciadas.
ccebe
meios e
parte da pi incira
Kstancia, as
Bilhetcs
Meios
Onai los
5s80ll
r>sooo
I.S'iOO
5:000.sn00
2:500.f000
1:250.s-000
I85G.Manoel
Oliacharel frmalo Jado de torna Mctoaa
Alhuquerqiic .Mar.iuli.io, leudo ., hli,ln 1.-j| ,B|.
rriptores para a impinAs de aa vnlome ioooas
poesas, [.po preeu de nssi, e dils|aoda reili-a la
<> mais hri-vc pussivel, pede a to.lus ,.s sen. aankoaa
que tao lieiiigu,luiente se ooratlsajassoi de aaaocsas
asngoaluras nesla piovincia, que *e osajasaa Irc^ir .i-h.las das pessoa- que sulrreveram. avug-
n.indo seu. nemes e a morada, para agradeerr lo
do. em geral a prolerco que lita uigeiiu iiiuuie
prestaran,
Aluga-'e uioa prela que saja ba quilandrua.
ila-sa I istmo : na ru. do Rangel n. 77, primen.,
andar.
'"B^
S? %. rTri k df
m.
i i;
amii
Hendim.
dem do
'o do da I a
di., t .
II
1:(i70>57:l
2538255
14:9233828
f -CUSUSAS PROVINCIA?.
1'Keiidinicnlo do dia'i a'J ...
dem lo dia 12........
!llt!
i7;lil_'
DESPACHOS HE EXPORTACAo PELA MESA
lili CON.-sil.ilil IIEM'V CIHAHE NO IHA
12 DE AUOTO HE 1856.
LisboaBriguc purtuguez Constanlee, diversos car-
xegadores, 10 saceos assucar iiiascavadn, .V) meios
ai sola.
i,en "vaPolaca sarda ManaEliz.ao,Basto cv Leraos,
l.H sacros assucar branco e mascavado.
HhCfclfEIIOKIA HE ItKNAS INTERNAS UE-
I'.UNAMBIXO.
KAES HE
Keni'.imenlo di. dia I
fdera do lia 12. ,
a II
in.i;i.i-'.i.;i.
l:reH#7t2
12:5:2-liTN
OITAVA REPRESENTADO
DOSGRANDESEBRILHrVNTSSOIBBS
da companhia
KOBERTO i iiEVEVlA.
Qu arta-feira 13 de agosto de 1856.
BENEFICIO no
rjore i L*crnambncano,
M 'i.'M'l Aolonio Ouiocq Ihe wnda leM^nada v~\a
noi'*i para seu hen?lirio, VZ a escolllfl pir --e se-
si e. wpefaifido que ella MlisfaQa rio iUoilrado pu-
|,i eo desla enlace, a quem lauto he grato, ptld cou-
i li imiii henevulfiiria (|uu Ihe ha prr.ili^ali^aMo.
I.uuo que M professores ila orrlieslra houverein
deicmpeiihailo nina nova lymphonia, nmie>;dia u
e^pecldculo qufl se cotnpoe ile quairo parles.
PRTMEIIU PARTE.
Mr. Devcanx, querendo co;ii|jnvar a t^collia 'les-
le wpeclacolo, lani*ou man itaa melhorw maglcM.
1 prodigios, sorpre/.ds e melamurphuscs o seu re-
perlorio.
1. I m.i lofpreza.
2. O liabl relojoeiro.
. t rhapeleiro improvisado.
H. O nascimenlo -las Mures.
.*>. A danoa raasnelira.
(i. O rofre segoro.
7. Ojardim encantado.
s. O pens-sinenlo forrado,
SEGUNDA PARTE.
Lindse variadosesercicios ebiner.os sul.ic
Os administradores da massa fallida de Nuno
.Mana de Selvas, lera de vender era leilao, i.or au-
lonsieo ilo juizo lo oraineiciu, logo que ullimadaa
as respectivas avaliaroes, ..s seguinlea propriedades,
perlenceules a dila inass/i, a saber: nesla cidade,
um piedlo do quairo .miares, silo na ra do Viga-
rio n. I.t, um dilo le Ires andares, ra do l.ivra-
rnenlo n. ;l, um dilo 4e dous andares, ua ra da
l'enba ii. li, ura dilo ua ra Augusta n. 2, un dilo
na travesea dos Martyrios n. t, um dito na ra lo
Atecrim a. 1, dous dilns na traveisa do Marisco n.
li e 26, ura dilo na ra do Mondcco n. 7, un dito
na ra do Amorira n. 15 ; na Casa Forte, o- segra-
te! : | siliu na estrada do Cordeiro (Chacn da Casa
I orto Santa Auna, n. II ; Campia ns. (i, 7, S,
I", 12, :! c 35, duas casas no caininlio du Poco,
duas .lilas na Cusa Forte o. 5, seis lilas na Campi-
a, c ura terreno na Casa lorie : coovida-sc, por-
tanto, eos prelcndeuleso etarae previo dus mencio-
nados predios.
O agente Vieira da Silva fara'leil.io,
por tonta c risco de ([tem pertencer, de
oOcaixatde queijos: <|uarla-fcira l do
couentc, a' II horas da manliaa, no
largo da alfandega.
O asente Oliveira fara' leilao por aalnrisoeao
do Evm. Sr. Or. jui de lireilo especral do coin-
rnercio, exar.da em requerimeuto dos administrado-
res da massa fallida de Richard Rovle, c ouvidos os
credores, de diversas divi.iai activas da mesma mas-
sa : qoarta-feira 13 do correule, ao mcio-ilia em
ponto, no eicripleno da dilo senle, onde ns prelen-
denles podem examinar com anlicipa^o a relacau
respectiva das indicadas dividas.
O agente Borja em sea armaicm, na ra do
Collesio n. 15. fara' leilao de diversos escravos de
ambos os .esos, mocos e de meia idade, entre os
quaes ha urna excellentc mulata de bonita lisura,
liaslantc moca, ptima coaloreira c engummadeira,'
os quae se achar.io eipostos ao refeeido nrmesetn,
quarla-feira, 1:1 do correule, as 11 horas da raanhaa,
dia em que lea' logare leilao.
O .g^ulc Barja fara' leilao era seu armazem
na ru do Collecio n.,15, de um grarAe e vanado
sortimento da olirai de marciueria novas e usadas,
bem como mobilias da jae.ii nula' c de amaiellu
completas, suarda ronpas, secretarias, estantes .ara
Hvros, comroodas, m.nqunm looslos, cadeiras,
mesas de j, u'ar, aparadorri la*alorioa) ele, inver-
sas obras e ouro c piala, relogioa de ouro e prala
para algibeira, vasos a calunaaa, <* porcelana para
enreltea de sala, quinqollhariaa francesas meder-
nissmas, apparelbos de porcellana para alnim-o e
jantar, vidrus para Service de mesa, candelabros,
lanteroas de vidro, eandeeiros, esnelbos doarados,de
parede, ptimos qnadros com estampa*, ele, um ar-
roto compiti dedous eavallos para carro oolros
mullos objectos, os qones se acbarao patentes no
mesmo nrmarem ao tame dos senbores pretenden-
les : quinta-felfa I i do corrate as II horas da ma-
nliaa, e ao mein dia era ponto ira' tambem a leilSe
ura ptimo le reno de 30 palmos le frente e 100 de
fundo, silo na Soledade na ra Real.
O agente Vieira da Silva faz leilap,sabbado, 1(1
do crrenle, as 10 huras da manhaa, ein seu arma-
tem na ra ila Madre de Heos n. :12, de diversas
obras da marcincria novas e usadus, um rico piano
forte, de meio oso, una balanra romana de 2,500
libras, c diversas obras de raro e prala, reoslo de
ouro e prala, e mais objectos que se acharlo pr-
senles.
Bilheles 51800
Meios IISOOO
tunarlos IVmi
Recife 12 de agosto le
Francisco
Da-se7003)00 a juros s.b penbore
boas firmas : a tratar nj ra de Hurlas n
liradiuho.
Rodrigo Pinto Moreira, pelo presento annuu-
cin convida a Indos os seus devedores para virem
-aii-la/er seusdehilnsal o lim do coirenle mez, e
deixando de o fa/.er usara' dos meios que Ihe s.io
concedidos pela lei : x\.\ sua loja le selleiro, na ra
Nova ii. 2D.
Recebe 5:0003000
2:>iM-'l.:il
o 1:25031)00
1856.
Aulonin das Chagas.
ou com
SO, so-
Koeife '.I de agoalo Martim Fiu/.a.
-- No dia 7 do crrenlo desapnareceram dona gan-
sos de cor paula : piein achar, qiierendo eulre-
sa-lbs, podar diiisir-se ua rocheira *lo largo do
Arsenal de Mariuh.i, que sei.i sralilicado.
J. I'. Voslev laz urna viagem a Europa, e,
previne ao respeilavel publico, que breve vitara I p,Ccisa-. tratendo um lua-iulu sorllineulo de pianos des me- ie,
l'reci'a-se alusar li prelos para arniar.era 'e
ssorar : quem liver c asnear alosar, dirija-s. a rasa
anna/rm n. 7 A. que achara rom quem
I de A |' dio,
i tratar.
na ra da Cailria do Recite, loja l.. 11.
Precisa se de urna pessn -to. eoiinke bem r
engomase, para urna casa cslransewa : na roa Nava
Hieres autores at hoja eonhecMoa, c apropriados
para esle clima ; adverle lambaos que osecular
com prumptido qualquer eiieninmenia de pianos e
musir para aquello que o honrar com a sua rou-
lianea.
-- Alusa-se um snlao na na d. Brum, proprin
para rapaz sulleirn, com entrada ludependeole : a
tratar na mesma ra, fabrica de velas a v^pur.
Aviso comiucrcial.
Na loja c armasen de fazendas da roa da Catleia
lo Recife n. 50, defronlc .la ra la Ma lie de Heos,
acharan os seubures que commerri.m nuil fazendas
para fura de-la cidade, e < publico em geral, ura
boni sortimento de fazendas novas, boas e baratas,
que a dinheiro a isla se venden por baralissimus
prceos, asseguraudo-se seren elle- igoes paia lodos,
e que nesle eslabelecunenlo achara quem o reqnen- I e desejando que esia'enlemnidade seja feila rom l.
! lar sisudez c asradn, pelo q -,e espera seu nronrie- do u brilho, couvid. pur esle mein a leda os koIi
lariu se torne bastante concurrido de Iregoezes. I es aswciadns desle eslelieleciment goiiim 4is-
nar-se abrilhanlar com sua presenra o (aslejn da
l.u<|il n. 17.
Pfacisa-se de urna ama forra au captiva, pau
lodo n seivicu rte asna casa de familia: na rna Nova.
obrado ii. 23, sesundo andar.
G\IB.\ETI I'i! TI 4.1 GZ
DE I.E1IKA.
A direcloria do Calimete l'orlasaer de 1 eilm .
nesla ciliada, leudo de solemnisar o quinli. anaioei-
sano da sua inilallacn, sesU-leira, 15 do correal.-.
Atlciicao.
CONSULADO I'KIIVI.M.IAI
lien lmenlo ,o .1 i,i I a II .
Llera du da 12.......
17:i77aK78
SSI-.'i'.IT
18:359*275
? 'fio entrado no din 12.
Rio Grande do Sul pelo Rio de Janeiro25 dias, do
Ultimo porto 17, barca brasilcira "Malliildeii.de
2.13 louelalas, capitn Jeranvuiu JnsoTelles, equi-
p.gem 12, carga II.:1HI arrullas de carnesecca e
lO couro*; a Manoel Alves (iuerra. I'ertence ao
porto de rernanibuco. Passageiro, Custodio Jos
dos Sanios.
iVarioi tahUot no mesmo dia.
Araralvl'atacbn luasiieiru Sania Cruza, meslre
Joaquim l'crcira Dias. carga lazendas e mais g-
neros. Pasiageiros, Jos Francisco de Oliveira,
I'. Emilio Ayres, Jo.lo dos Sanios, Vicente tiru-
sel lo Amaral.
Babia e Rio de JaneiroBarca americana nltoc-
boeka' capilao A. Chase, earua p.rto da
trouve.
LivarpoolBrigao Inglez aEmmaa, capilSo Tborasz
Wl.ilc, cir^a assucar e algodo.
que
:?i>*e$.
Na ra do Trapiche n. .t. ha superior rape prin-
ce/a do rasd, clieaado recenlemenln do Rio de Ja-
neiro, em qualldade pouco diflere do de Lisboa, ao
pas-n que cusa apenas l?1(>0 a libra : a elle, antes
que se acabe, pois a reiheva he pequea
I'iisio do ensenho Vicente ('.ampollo, na Ire-
SoerJa la Eseada, no dia 12 de julho, o esrravo Joao
Filippe. crioulo da Babia, eslnlura regular, neceo do
corpo, rosto coraprido. bardado, cor alsuma cousa
fula, canboio. pernal bastante linas, levoa roupa de
algodao azul e chapen de palha de carnauba ; foi
comprado no Recife a Antonio Ricardo lo Ileso :
quem o apprebcuder leve au ensenho Vicenta Cam-
pell i. que recabar du abaixo assienndo ">.i~ le
sralifiraeAu, o no Recife ao lllm. Sr. Joan Pinto le
Lentos Jnior. SOdejnlbo de 1856.
Manoel Gonfalves l'ereira Jnior,
Precisa-se de ama ama rara servir da casa,
c urna Mitra para aerviri de cozuba : quem se achar
no estado de o ser, dlrija-se a ra da Aurora n. 30.
l*recisa-se de om ama para fazer u servieo
diario de una casa le pnuca familia, dando-se pre-
ferencia se lar escrava : quem pretender dinja-se ao
arniazein da ra do Collegio n. 15, ou a ra das Cru-
zes o. 11, secundo andar.
Srs. redactores.Arbando-ae nesla Provincia
levcrsos lagares vasos d'labelliSo de nolla orphaos
crimerivel rezidos e apella, e aparieendo muilos
perlendenles, sendo um dellcs o Sr. J.iaquin d'Sa
Cavalranti Machado rAlhu|uerqua, ino-so muilo
abel, para qual-quer ollieio d'Justira, peie-ie ao
ExiD.Sr. Ministro da Jusliea, que dede seus albos
d'caridarie para esle mosso, vi-io elle subearresar
com onerosa familia, esem ler ineim em villa deseo
mo estado de furluna : este mosso foi etaminailo
aboso pelu Sr. Hr. Juiz Municipal da 1. Vara da
Capital, como filo bem pel.i Sr. Hr. Juiz Municipal
eflilivu da Villa da Kseada, Termo d'Sanlo-AoMo, e
foi por estes Juizo- plenamente a Provado, o K\in.
Sr. Ministro, alemlendn que o Sr. S Cavaleanll es-
leja ahlnadn, c com innil... documenloa oplimne, o
I aoven i-, ,in um dos Carlortos, com preferencia a i
im dos da Cidade da Victoria, ulira ura arlo revlstl-
lo no f de jusliea como d'umauidade : e faadaca-
paricer o pao da miseria, ineopado le lagrimas de
dir. Cidade d'Victoria O d AfiOSlo d'IM'ili.
I'or l'ra Viclorianno Fiel.
O Sr. Frcilerico
rigr-8ca livr.iii.i ns. ii e s da
Independencia, a negocio res&e.
o 39 A.
(-onfronle ao Rosario de Suilo
respeilavel publico, que recebeu
diversas qualidades, assim coran
para latas e a varejo.
prara ta
.sen iliti--
Anlonio avisa ;io
r.hnrolale lino iie
biscuitos mslezes
ESTRADA D
do Ueeifc FERR
Francisco*
As-
assignado, sao pagot incontcncnti-,
jrica do abaixo
iki
%tt>i&oZ 3&t>tt&0$.
UM GLOBO,
pelo Iwnefciailo, ijue espera com c*ia secumla parle
^.itisHi/er couipk'l.iinciilp o pulilico, \i.-io cuido he
iuteinmeiHfl novo o exercicio ; lindar e*la parle
com i AS(.E.\.:\o subindo e descendo de Treme, e
au depois de rusta-..
TERCEIRA 1>.ARTE.
Grande
leza, pela joven

B a j^^ BJ B aflkV. Jsl -^ ?^
que axacnlara' muilos e lu ios passos e posjcei so-
bro a corda.
o BENEFICIADO se disliusuira' lauto cora raa-
roinl.a como sem ella. e\.-eulaiidn os lifliceis passos
de elovacfio e elegancia, dando lim cun a interes-
sauta dansa a
ij
leudu por cateado un par
QUARIA
I m liudi>simu passoa carcter
le sapalos de inadeira.
PARTE.
ii iiiui: lo
A ALLEMAA,
O lllm. Sr. inspector da Ihesaoraria provincial
em cuinprnnenlo da le, manda per a concurso o lu-
gar v,iii de sonando eecripturario da eonladona da
mesma Ihesooraria, o |iial lera' luqar no dia 15 de I lem a boina da offere
Miembro prximo fuiun
pelo beoeficiado easjeveni Alexaudrina,Fluminen-
se, que nehaudo-se anula ineomiuodada lo pe se
prestoa nicamente para coadjuvar seu collesa e
iriiiaa d'arii', pediudo deseulpa ao publico das faltas
|ue poiveultira possa coiniiieller.
lie esle o divertnjienlu que o BENEFICIADO
Sr. Joaquina Antonio (ioni-alves Ju
Rocha, lirija-se a esta typograpliia, a
negocio do ieu intei-esse.
O Dr Joaquim de Aquioo Fonseca,
tendo sidodemitlido do lugar decommis-
sario vaccinador desla provincia por de-
creto de 26 de julho (indo, vacunara'
gratuitanicsate Bqoellat pessoas que nos
tabbadot de cada semana contpareccrem
na casa de sua residencia, n.i ra .Nova
n. I das 7 a's 9 horas da manhaa.
BILHETES DE LOTERA BO
m DE JiNEIRO.
Jos L. A. Silva, recehendo em 3 do presente pe-
lo vapor Paran os >eus bilhetes da 19 lotera do
Eslado Sanitario da Corle, coja ettrarcao (eria losar
era .i do crrenle no Rio de Janeiro ; a* listas de-
vora vir pelo vapor france* l.yona*, que chegara'
ale o dia 1S (leste mez ; acham-sc uxpoitos a' venda
na ra do Crespo, loja u. i, junto ao arcu de Sanio
Anlomo.
Na ra da Prala n. (i(i se dtxgt' quem
da' dinheiro premio em quantias de
50$000 ate 200.S000, com garantas ou
penliores.
Attcneao!
^r**\o anuazttin de Bur-
le '- uz,i & C, ma da
Cruz ii. 48.
lie chesado o eidaJeuo rap franca! vindo pelo
navio ALMA, e se vende a &900 rs. o bule, que
conten mais de libra; para comraodidadc dus aman-
tes dasla excedente rapo, lera feilo depsitos na lo-
ja dos Srs. Ju3o Cardlo Ayres ra da Cadeia. c
Moreira \ lluarle, roa do Cabug, ao mesmo prero
cima dilo.
Paln Nash i\ C, e Adamson llowie
\ C, administradores nomeados da mas-
sa do fallido Joo Moreira Lopes, avisara
do mesmo para apresentt- n;;,i) i
ilos (I
screm exaroiuados na grammalica da liogua nacional;
escriplura;o por parllas dobladas, arlhmelica e
suas apphcaccs, com espeeialidada a reduccao de
moedas, pesos e medida) ; ao calculo le deseootos e
juros simples c cumpostos ; sendo preferidos os que
11 v ere i i boa lelra c souberem liusuas eslrangeiras.
lis prctendentes deverffo apresentar seas requeri-
ii'.cnlos na me-ma llicsouraria eoin rcrtid.io, ein que
proveni seren maiorai de-II anuos.
K para que ehegua o conliecimeiiio dos inlere-sa-
dos, se mandn alliiar o presente c publicar pelo
"lliario.
Secretaria da llicsouraria provincial le i'ernam-
huco 7 le agosto de ISjli.0 secretariu, A. F. d'Ao-
nunnac o.
li lllm. Sr. inspector da Ihesonraria provincial,
em comprimento da ordena do Eira. Sr. presidente
da pruviucia, manda faxer publicn.que no dia S do
crreme, pranle a junia da faienda da mesma ihe-
sonraria, se hade arrematar a quem por inenus lier
a obra do rebaixamento da ladelra do 26. laoco da
estrada da Victoria, avallada era 2:7ijU~.
er
ao publieo pernainbucano,
; devendo os prolendentes 1 de quem espera mere er proteccAo e aeolbiinenlo :
assegurando-lhc, desoje ja', seu eterno reconheci-
Ull'lllu.
Comceara as S horais e
>:ix:.:^
-..'.. $.
Para o l'm lo -ejsuir diiecl.menle e rom bre-
vidade o brisae To rador; para carga ou passa-
seiros, Irala-se rom larroca & Caslro, ou cura o ca-
pilao na prara.
Seguem
nal confan.:
carregamento
trata-te com os|
C, na ra do T
Ibhia.
oiicos lias o natacl
JlO nac'O-
V, ]>or ler parle losen
prompto: para resto,
roiisi;;nal.-iiiK Novar; &
apiche n. o\.
nos credoies
rom os seus ttulos de divida aos mesmos
administradores, i te o dia 1S do coiren-
le. para scrcm ca ii idos e poder-sc !'.i-
zer o dividendo !u lii|uido apurado da
mesm.i massa, sol pena de nao seren at-
leiidiiloMio dvidcinio, os (pie deixarein
de apresentar st^us ttulos.
\!uga-se um silio em Santa Anua ile
dentro ou do Xavier, com grande casa de
morada, estribara para quatro eavallos,
cocheira, capim para um cavado lodo o
auno, boa cacimb e rio para embarque
e b.iiilin: a tratar com Luiz de Moracs
i.niius le-i cir.i, na ina da Cadeia do Re-
cife n. 30.
Tela direcloria daaobraa mOilares se empreila
urna pequeua coberta nnquirtel do Paraizo : quera
disto se qoi/.er encarremr, p lo diri^ir-se a ra de
S. Francisco u. li, sesin-lo andar.
Uuem pesar urna (rem da Costa, alia e secca,
com vestido a/.ul p panni da Cosa com listras en-
carnadas, de nume Ma ia, rom fallas de denles e
(em una fstula no rolo,
'., l.uu tiuiicdhe 1 tilico vai a Europa.
I
(piarlo
bilhetc
quarto
dito
meio
piarlo
dito
dito
De inii.s'iiin
roa da Cadeia do
miudezas de Josc
Porto.
liillicles inleiros
Meios bilhetcs
(.ruarlos
l'crnamliiti'o I 2 de
(1 abaixo assignado faa saber que, depois do lia
II do correle mei. pasara no seu rseriptorie aoa
Srs. accionistas, juros na raxaO de 7 pur cenlu ao
auno, sobre as acc/ies registradas nos seus uomes
respectivos, us livros da conipjnliia da Estrada de
Ferro, alo o da (i do mesmo.
iScuhuui anlo do transferencia podera ser regis-
Iradu de "> a II du corrente mu/..
Os schliores que nao livercra a-Msuado u contrata
da com;i.inina, deverAo faie-lo por si ou pur seus
bastantes procuradores, aoles de receberein os ju-
ros devidos.Por orilcm dos directores, S. P. VE-
REKBR, lliesi.ureirn.
Itecire 1 de agoslo le 1856.
Na toja de madamVeaynlier, na Nova n.-S,
se acbam chapeos de seda para senhoras, ditos de
palia para meninas, lilas de velludu prelo de ludas as qualidades, eufeiles
I de ealieea. lu..:- de casamento, capellas da llores de
I laranja, inanias brancas, leqoes, e ludo mais nonta
sario paia caaamealo, veos de filo levrado para cha-
peos de lulo, collarinlins e manguitos para Itiealio,
bicos de linlio prelo.
- Precsa-se le um l.vd. sacerdote de boa mora
pan capelln .le um engeoho na baguesia da Esea-
da, e que igualmente se queira eucarresar de dar ll-
enes a tres inenin>s,lillias do Sr. do ensenho, e se Ihc
fara' bom ordenado, e mais alsumas malagana : a-
quellc a quera convicr lirija-se ao palco la mstil
de Sanio Amonio, casa de um andar n. I, que acha-
ra cora quera tratar.
s bilhetcs com a n
os
prara da Independencia n. 0, ate o
premio de 5001)000. Polvcarpo Jos
Layne.
Quem tiver para vender alguma fa-
zenda de gado, sita no Sertd, Espinha-
ras, Rio-Grande do Norte, Pombal, liio
do Peixeouem outro qualquer lugar no
Scrtao, (lirija-se a rua da Cadeia do Reci-
te n. 20, que ahi achara' com rpiem
li alar.
Precisa-se de um criado para servir do porta5
a fura : a tratar ua rua llireita n. 01, primeiro an-
dar.
Ilescja-se alugar ura prelo fiel e lilisente para
o servieo interno e externo le urna casa de mili lie-
quena familia ; as (juco Ponas, subradu da quiua
coufruole a matru nuva.
O ahaiiu assignado lema honra de participar
aos senliures nesociantes e mais pessoas desla e de
'jo il'juer provincia, as quaes inleressar possa, que se
acba eslabelecidu cora escriplorio deadvucacia na ci-
lade de Macem, capital da provincia de Alauoas, a
rua do l.ivraineulo u. iS, c seofferece a Iralar all
ou em qualquer ponlu da mesma pruvinria da cu-
branca le dividas e de ludus os uet,ocins de sim pro-
liss.10 peranle os Iribunaes, jm/e- e reparli;".es pu-
blic.is, ou evlrajudicialmenle, por conservar a< mai
extensas relaces era luda a provincia, como iinlur.il
delta, e haver exercido dnate S anuos os carsos de
promotor publicu, e jui/. municipal e le orphaus em
diflerenles cumarcas, leudo sido alera disto honrado
Com o mndalo provincial por alsumas vc/.e*: as
passodfl que se dftaarem de confiar ao abaixo assis-
ii.ido suas cammissoes podein dinsir-sc direrlainenle
nesla praja ao Sr. Jos l.onralves de Albuquerqiie,
asente procurador da pruvlucia, que se eucarresar.i
da reraessa prompla e segara da corresp.iiulcnria,
tara cima sao vendidos na I papis e doenmentos. t'.idade do Recife 19 deiulho
Lotera
de Nossa Seu hora da
siiiii!C;o, da Estancia.
Aos 00 e 2:000-000.
Corre indubitavelmcntc sabbado 16 de
agosto de I8.")(.
Salustiano de Aqnino Ferreira
avisa ao respeilavel publico, que venden
senjuintcs sorles da leiceira parte la
as
segunda loteria do Hospital Pedro II,
extrahida a 9 de agosto.
n. 1518
900.S000
400s000
20O.S0IK)
IIH'.S'IIIIO
IIIII.SOIIII
.ill.SiKM)
50.S0O0
50.S000
I #71
" 1525
' r,-2l
" 5101
" 1*22."i
" 2101
" 2i5.~
0 mesmo lem ex posto a venda seus mul-
to leh/.cs bilhetes, meios e quartos, da
primeira parte dq primeira loteria de
Nossa Senliora daAssumprao da Estancia,
as lojas ja' conhecidas do respeilavel
ptihlico.
Os lous premios pandes cima re-
feridos nao estao sujeitos ao descont
dos 8 por cento do imposto geral, : cu-
jodisconto sera' pago logo picsaia a lis-
ta, sendo os precos de seus bilhetcs osse-
guintes :
Bilhetes 5^800 recebe por inteiro 5:000$
Meios .".sflOO < i < 2:500$
Quartos l.s'500 > < l:2oii,s
ras oa manhaa, e espera a directora qae ilr,un* SS
nbores se li_-ue.ii huurar esle arlo eosn a* prwlw--
fies Iliterarias qae forem nalosas a asa demni -
dade. (I (.abnete estera' frenen a lodtH os Hilan-
tes de um e oulro sevo, desde l hores da lardo bn las
da noile. Nos das 11, 15O Ib n.ln h.v-ra' estu-
denle. I'eruambuco III le asordo de IHifi. Joyr
lluarle das .Ncves, 1.- McreUri.
Prosita as alusar ama ama de hna rondarla.
que saika ensommar e eoiinhar : na ru- 4 I:..d-i.i
lo Itecife, loja n. O, drfronle da raa da Madre de
Heos.
I'rensa-se de urna sma para caa de bttjssai
solteiro, para lodo o servieo de casa, asas que seja
de meia idade : oa roa Imperial n. 53.
..(.ENCIAAE 1'AS.S A PORTES.
Claiidino do Ileso syria. despachante pela repai
tieso ja p.dicia, tira pe*Ssporirs para denlr- a f<*a
do imperio, por cnmmodn preeo a pressata : na ni
da l'raia, primeiro andar n. 13, oa na de Collesm.
loja do Sr. Manoel lernanries da Silva a. 3.
t ni moco hrasilciro, qne ja eslava haslanle
ailiaiiiado no e-ludo, c que perdeu seu pai na epxle-
niia, e por isso inhibido ronlinoar o mesmo, se pr*-
pie a entinar eni alsum ensenho, o esa perfew .i...
prmieiras lellras, orlhosrapbia.'arilhmelK*. sr-i-
raalica ltlina,e us prinieiros ru limemos em franrer.
de que pede dar prova de ua capacidade : ajoceii
preleuder lenha a houdade de anuunciar por ola
lollia para ser procurailo.
Joaquim Mendes Irsire, por seu bstanle pr>-
ciirador, declara, que a Sr. l-'rancisro Jase Mmen .
deixuu de (er insereucia uos seus uefiocios lev.le n
dia 8 da crrente. Itecife !l de asnslo de IX.M.
Manoel Jos- Leitc leclara que lim-
pin as divid.is activas d< Sr. fajsjsjasjlla
Josc da Costa Aranjo. na ini|>ortancia 75:00O|O00 reta: raga, pois, aos Sis. d<--
vedoies, pie lenham a hondnde de cnl.n-
ier-*Q com oannimciante, na sua Ina dLa
risa do Oueinndo n. 10.
FIACAO E TsGIDO DE
ALGODAO.
Iteeile n.
Fortunato
ii, loja le
dos Santos
5x500
2.SSDII
I.S'tllO
oslo de
erreira.
ncclic 5:000$.
2:500$.
I :2-")0.s'.
1856.Sa-
lustiano de Amiiiiio
Terceira parte da sesrun-
(i.s loteria do Hospital
'i'.ii'Oi i .
O abaixo assignado ven-
den as sei^uintes surtes:
I lo I 2:000.s00fl em meio bilhetc.
I ".S. OOII.sOOl! 2 (piarlos.
1525 200s000 2 ditos.
521 IOO$0O0 1 dilo.
OOsOOO meio bilhetc.
5101 lOD.sOUn meio bilhetc.
122") 50.S(I(K> 2 pinitos.
21(11 500(M) 2 ditos.
21-55 5H.li )U 2 (Jilos.
,">I2 "MI.SDIIU 2 ditos
Os possuidoivs df! dios
niim ros podrm vir rere-
jerjio escriptorio to
P. J Li.fic,
Alusa-se o sobrado n. 1, no bisar lo Arrumba-
do. (Olindal o qual lem r .minados pira grande fa-
milia, quartos para escravos c femr, parreiras e ev-
rellenle quintal para plaolaeau, por ser para u lado
lo pantano : quem o pretender, enleoda-se com Ji-
se Antones iuimares, no Recife, rua le Apollo, i
armazn n. 30.
Preei-a-se de olliciaesde funilciro, e da-se
bom jornal : uo aterro ila Boa-Vista n. 63.
Precisa-se le
(anco l'onlas n.93.
yuein comprou a rrioolinha Rila, em leiloda rejam publicadas
asente llorja, pude mandar buscar a tulipa da dita meiro coufereule,
esciava era casa de seu es-seubor. 1
ile l.s li.--i.onenei Acciull Wandcrlnv (ianavar
-- l'recisa-so de um caiveun para taberna: era
pora de Portal rua do Pilai n. 112.
-- A comini"-ao Humeada para veribcac.io lus
Credilus a' massa fallida de Brandan ,V lln-sues,
avisara a lodosossenhorescradores, quedevem apre-
sentar os tiiulus de -uas dividas a Joaquim Ferreira
\ alent, na rua da Madre de lieos, ato o da II du
corrente, visto )ue no dia salibuln, II', du mesmo
corrente mv/.. as o hura* da manhaa, devera' a cura-
mi-sao apresentar o -eu parecei, na reunilo que de-
vera' ter laqrr nesse lia, com qualquer numero de
credores que comprela tu ca-a da residencia lu
Eira. Sr. L)r. jut do commercio.
Os Srs. que -ao devedorc-s a fabrica de charu-
tos de Manuel Jos' de A/evedo, i i. 11 de ir pasar
ale' o dia 1 i do crreme, scnSo ver.iu seus nornes por
extenso nesle jornal.
I'erdcu-se no alerru da Boa Vista una tunela
de raro, com dous vidros, deulro de urna capa de
maiToquim : quem a ai lem, levandu a a lu da
i'.ra/. n. -2, sera bem recompensado,
m D\ oto R. 51.
Antonio Barbosa de Barros fa/. scienle ao publico,
|ue mudou a sua sala de barbear da ca-a n. >>S da
na da Cruz para a de n. 51 da mesma rua ; na mes-
ma sala se achara as mais modernas bichas de llam-
bargo, que se vemlem eos ceios e a- realhn, ealu-
gam-ae, ludo mais barato du ue em oatra parte.
pja abaixo anisnados derlaramea, que foi ex-
Ueta a soeiedade que linliamai na botica sua na
prai^a la Boa-\i-la li, -, e que lica o socio los
Mara Freir liameiro enearresndu da liqui',,-e-ui e
espon-avel pelas dividas |iassiva, e aiil.n-.idi para
receber as uetivas. locile 1. descosi de IK5.
Maria Candida Ferreira da Conlia, Jos Maa Fre-
re Gemetrp.
--A pessoa que anniinriioi ineumbir-s de lavar
roupa, ele, dirija-se a rua lo Colli ..... I
LOTERA da provincia.
OSr. Ihesoureiro inania faier paMieo. qne eslao
eiposlos a venda na Ib souraria la- loterias, na rua
da Aurora n. 2l>, das 11 as .1 horas da larde, bilhele*,
meios e qtiarlo-da primeira parle da primeira lote-
ra a beneficia da capaila imperial la Estaen
SOCIEDAD.: EM COMMAMHIA.
Firma social: Amorim, Faria, l.ueira ftC
Os saetea subscriptores psra a fundaban da 1-
bnra de fiar o '.ecer alsodo. organisada por f. Ma-
na lluprat, Ao convidados a realisar le li *n coi-
renle al 1.". de asosto pmtimo faioro, na caita da
soeiedade, provisoriamenle ne esenntorra do Sr.
Manoel Alves (iuerra, na roa do l'rapirlie a. i.
lodos os diss ule, dsi 10 horas da manhaa as 1 da
tarde, a primeira preslecAo de ."i por cento sobro
capital subscripto. Parnamboco ii de |ollm ,!
Ifl-jli.Os socios seienies. Antonio Marques le
Amorim, Justino Pereiro de I arias, Mianl Alves
Guerra.
ITeeisa-, alusar fi pretos para araaaiam da
a asnear : quem liver c qui/er alagar, 4M^I m a nu
de Afollo, arma/.cm n. 10, qae achate rssn quem
(ralar.
S J. JANE, DENTISTA.
9 conlioua h roMlir narui.Nova u. 19, priri
Sro .i fi.|,tr.
i.;.;si3( jitit
Precisa aa de urna ama captiva en torra,
i!..10lo pasa-se liera : na rua do Ansas n. IX.
^a fabrica de oleado frassesaa, roa da Oui n.
33, precisa-se de ufliciaes de sapaUr* para ohra>4e
seiihura ; prefere-se hoiueni casados, co)a ania-
res possjm debruar sapalos.
Ksla-se procedendo a invenlario < hens w
casal do fallecido lenente-coronel Anlomo lu- Isol-
das. (Is credores lu mesmo enlendam-se coma asn-
ea iiivenlariaiile nu encei.lm linas Irmaes, mi com
o seu (reara n I Ir. Jos l.uu i euro Mira de Vascon-
cellos, na cidade nova .le .~-aiilu.\maro.
Para felor de um m: nlm na fresuezia da Be-
cada, preci-a-se de um livmcm nariunal ua cslran-
ucim, mas que 0|a de bnn. rosiumes, pasa-se lu* ;
quem quizer dirqa-sc au larae da malrii de latlta
Anlonio rasa de uui au.lar n. i, sai shl llhall
eum quem Iralar.
Os Sis. dcvcdoies l.i sjm |JJJMsj rio
Sr. Joo Moreira Lopci sao tnmmkn
dn ii;irem-se a loja de Manoel Josc-- Lci-
le, na rua lo Quqmapjp. 10. dim de
amigavclmentc salda I're-isa-se cijiupi.u- 120 tr.\i-s de 50
palmos com S poli-ijadas le riossiira c
deacu; S travs de V(l palmos, com II
(k groasurae 10 le Cacee cn\am... d.
Ionio de 22 a 25 palmos, rjsj li gallofa-
das: na livrai-ia ns. lie 8, da piara la
Independencia.
Alusam-se carrocas para rondonr Iraslr. m
iualeriaes.|Hir preeo comino,I. : na rua da Alesna da
Boa-Vista n. ki.
1ECHAHISHQ PARA SKI-
ne.
NA FlXDir.AO DE FEM DO VSl.h-
NHEIRO DAVID \V I.OWMAN. ,\\
KUA DO BRLM, l'ASSANDO O UIA
FARIZ,
ba sempre um grandesoriimasila dos aagairadei !.-
jeclo- de merlianisasMH lopMya pafti eni.enbo.. a sa-
ber : iiioenda- c ineas :., .c*Tit da man moderna
eiin-lriier.in ; laixas de Ierro jFoi.didn e haJmfo, I-
superinr qoalidade e de inoaaa lasBaaJhaa; rmlas
demasas para asna nu animar-, le Indas as prnii-ir-
...ie-: rm.....hueras de fornalhae rssjMaaa le (...-
uro. ii. iiillioe-.l.ron.es.parafinns c CivillHie-.ni.i-
ulios de mandioca, 'ie. ele
NA MESMA IIMlt.AO.
-c cveeiii.im ludas a- ii.oinniciida. con. a -uian, ,
rida.le ja conheenla a cura a des ida presteza e rom
ade cm pre;o.
medid
- Ma Nova n. is bjja ,i, h. A-,- u ,; riiIi
liuua (sempre a ter uin Eraude -ri,.ei.. d.
la .le .V obras felas de alfaiale, lano .....srtot o
S. das Irooleir.i-. ruja- rodas hii1.ii, unprelerivel- inlerior,-----'
mente no dia 10 le SROtO crrente, e iiiie \oso
, ; seiam di-liihuidas as h-las sern incontinente i
um ca.ve.ro para laberna : as | pr(.,mo.. ,,, p(lrnm a5 Jlla, sor|e< ,^\
que s. pasas mesmo un saUlo da evlrs
eu
camisas france,.,.. broncas de cure-, na-
que valas.rnl.iiii.lire.. chape.,, frsnili, ',.....I, -,.|. .ir
asos sed:, e paniiiuhu.suspeiisoriu, le l, i illliaiaHl (r..
enlioras, homens, meninos, fa/.u. i,. pata f.rer-e
aceso, loso que qunlqu.r obra le enroinmenla r..... maiur |*eie-
pechvos premios. (I |,rj. ,., |,m uosemneiiha
eryinda de eserivlo, v.er a este hna
Jos Jauuario Alves da Msia.
emfim pialnuer Bajasna -i'i
tiran um tala rosnaiasioa fvar pVo-
, .o iiuu njiuuiudu du que ira uutra quiquel palle.
LEGTVELi MUTILADO. MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


Liuha de oniui-
Ims
Do dia II do corrnle em dianle Imvera um mni-
bus para Olinda em lodos os das nleis, o qual parti-
aliin de se achar >qui as S horas da inanhaa e as 2
da tarde.sendn as passegens a 20J meosaea para os
issiRuantes, e a ..00 rs. pan os avulsos. Na nusma
dala cm dame havera'oulro desle. carros lambem
nos dios ,i(e para a Passagea ,ia Magdalena ale a
casa dosr. Megas ; parliraasT 1->da manhaa para
yo lar as g ||_>, e de larde sal.ira' as i para vollar as
i u *55*:|,ur mcz ,6;> e i,vuUa -*30 *
n. B. lodas as: passagens coiilinuam a ser pasas
.iitiauladas, vistd qm o abaixo asignado lulo esla' de
.nrordo a continuar faier lancainenlosde cinco c dez
lustoes.que coin dilliculdadc se recebe.
Claudio Dubeux.
%3 Uepositb de vinliodecbampag- ^
:,'} ne Chateau-A)\, .nirneia <|.m- ^
tt -idade, do propriedade do conde |
.^ de Maieuil.rua da Cru do .Reciten. v-J
V 20: este vinlio.o inellior de toda a
0 Champagne, vende-sc a 36,s cada gj
&J caixa ; aclia-se nicamenteemea- iyi
9 sa de L. Leeonte l'cron & C. N. i"-.
j? BAs caixas sao marcadas a fe- Q
$ ;oConde de Maiettileos rotn- Q
Q los las aralas sao a/.nes. :'\
Alassa adaman-
Una.
l-raocisco linio (Jzorio chumba denles com a vor-
dadeira Mu adamantina e apphca venlosas pela
alraeeao do ar : pode sor procurado confronte ao
Rosario de Sanio Anlonio u. 1.
Jos Antonio Moreira ias & C, fa-
y.em sciente aos seus frejjuezes, que aca-
ban de recebar de Londres pelo patacho
BLOND, mais um sortimento de duas
qnalidades de plvora, da racllior que
lem viudo a este mercado, e a vendem
por menos do que os antigos vendedores
deite genero : assim como tcm um gran-
de sor ti ment de chumbo de inuiicao
desde marca BBB aten. 10: as amos-
trai acham-seno seu escripiorio, ra das
Laiangeirasn. 1 \.
g Al HOHEOPATIIIA E 0 5
8 CHOLERA.
' nico tratamento preservativo e B
curativo do cliolera-morbus, W
O PELO DOUTOR $
(J) Sabino Olegario Ludgero Pinho. g
Segunda edicriui. XJ
99 A benevolencia com qu Toi acollada pe- 'V.
i lo publico primeira cdiero desle opns- (f\
IMISTKIA
Pernambiicana.
Na fabrica de Mulo e velas,manufacturadas na ra
do Brum, vcndei.i-se velas de carnauba purificada,
isuaes na luz as de espennacle, e tein exhalaren!
chciro algum desagradavel : vendeni-so a prer.i de
IS3000 a arroba, aaeaixoUdasi advertiado.se que a
icenor quni.ti.iaile que se vende a mUIIm lie meta
arroba, e sendo pagas a visla.
Vende-sc a rasa terrea do paleo do Hospital
n*. _, Decapada pr urna refinac.io de assucar : quem
a pretender comprar, ci.leiida-se com Joiio Piolo
Kepis de souza, na ra da l'enlia, que dir' quem
VINHO DA FItllEIKA.
Natravessa da Madre de eo u. Iti, arma/.em de
Mariins & Piolo, ven ic-.e superior vinho da Kigoei-
ra em barris de quinto, nropno para casas particu-
lares. '
BICS l>.\ TEKKA.
'Na ra do Qaeimado, segunda luja n. Ih, vendem-
se i pecas com il) varas do bico largo.
Na ra Nova, loja n. I, vcudem-se laboas de
cambio, por prero commodo.
couros (ic C l:)l-A.
Na ra da Cadeia do llecife n. .">7, vondem-se su-
periores cutiros de cabra, por prero roinniodo.
Gofiiuia do Ar icaty.
Na roa da Cadeia do Kecife n. "iT, vendein-se sac-
eos com superior goman do Aracaty.
Velas Neiidem-sc superiures velas de carnauba, por pre-
ro commodo : na ra da Cadeia do Kecife n. 57.
Vndese um palanquun cin boin c-dadu, e por
Dioilo barato prero : a tratar na ra da Cruz do Ke-
cife n. -S, segundo andar.
du it
Saa-Pa
por ler
\ende-i



CIO E RtlIlBILQ QUAftTA FtlU 13 aGOSTO I856
AVISO
Aos senhores acadmicos.
He el egado ao Basar l'ernainburano da na larga
rio n. SI, os apreciaveis siparros de palha de
II, 11 inellior que pode liaver nesle peero,
mulo fina palha e ser de diversos lmannos:
por baralo prejo.
Metal amarello para lorio.
Q Cabos da llussia e de Manilha.
% Lonas, brinzao e brim de vela.
V, Pixeda Suecia.
Cemento amai ello.
O
Vinbode Champagne e do Blieoo.
i$ Agurdente de Flanea. i'
^ Pianos de armai o de modelos no-
@ vos. ?-'
pe
NOVAS COR-
ites com pe-
ras para re-
logios.
Na I. a de Serapbin & Irinao, na ra do Cabog
l
n. I(,ci
les de o
>c-.....le novo nutra porrao de ricas eorren-
o com ptdrtv, c nutras militas ob^ de
novoa g islos para senhoras c meninas.
XBULASE BATATAS NOVAS.
L-arregaram as ceblas e bilatas novas e
Ja de
vendiui
Iraveau
Cal ck
50, acal
barris c
potassa
fazer
os vend
nba e S
defronti
deposite
da, que
Vei ida
e lem b
der diri
(ratessa
Armamen to de lodas as qualida
des.
Alvaiadeino em p, oca e tintas
?^ em olt^o.
3 Pedias de marmorc para mesas e

rw
i
i
i

eolo, espolada no curto esparo de dous me-
tes nos indiizio a rcimnrciiilir
Cusi de cada eiemplar......lOOO
Carteiras completas para a trata-
ment do cholera e de mu i la- nu-
tras molestias, a..........3O|000
Meias carteiras..... |riMI0
Os medicamcnlos so os melliores pnssiveis.
Consulldrio central homcupalbiro, roa
de Sanio Amaro 'Slundo-Novo! n. ('<.
C. STABB & COMPANIIIA.
Kespeitosameule annunciain que no seo cxlenro
eslabelecimeuto em Santo Amaro, continua a fabri-
car, com a maior pcrfeirAo e proinplidao, toda a
qiialidade do inacliinismo para o uso d'agricultura,
navi'gacao c manufactura, e que para maior com-
modo de seus numerosos freguezes c do publico em
ceral, lem aberto em um dos grandes armazens do
Sr. Mosquita na ra do Brum, atraz du arsenal de
marioba, om
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu eslabelecimento.
All arliarao os compradores um completo sorli-
mento de moeudasde caima, com lodos os melhora-
iniiitos algn delles uovos c original) que a x-
peneiicia de muitos auuos tein muslrailo a neeessi-
dade. Machinas de vapor de baila e all pressao,
lanas de lodo lamauho, lano batidas como fundi-
das, carros de mao, edite* para ronduzir formas
n'.is.urar, machinas para moer mandioca, pfcDMfl
para dito, fornos de ferro balido para loriaba, ara-
dos de ferro da mais approvada construcritn, fundos
para alambiques, crivos e portas para forualhas, e
urna inlinidadc d'obras de ferro, qu* sera enfadonho
enumerar. No inesmo deposito existe urna pessoa
iutclligenle e baliilada pra receber lodas as enco-
iiieudas. etc. etc., que os anuonciantes contando
cum a capacidade de suas oilicinas e maclunismo, e
pericia de seus ofUciacs, se comprometiera a fazer
ev 'miar, com a meior presteza, c perfeieao, e exacta
onformidade corn os modellus, on desenhos, e ins-
Irucrnes que lile turen ioncenla.
MYO EST.1BELECIME3T0 DE
BELOJOEIBO, NO ATERRO DA BOA-
VISTA N. 27, de Carlos Walter.
consolos.
C? Papel de peso ingle/..
% Chicotes para carros.
W Ferro embarra, verguinhae chapa.@
vl2 Couros de lustre. S
Q Vendem-se ao arma/.em de C. J. @
f Astley i\ C. .
TAIXAS DE FERRO.
Na fiuiiIieio da Aurora em Santo Amaro, e
Umbum no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na enirada, e defront do arsenal demarinha, fia
sompre um grande sortimento de laixas, lamo de
fabrica nacional como cslratigeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares exhstem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
procos sao os mais com modos.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construeso vertical ecom lodos o melhoramentos
mais modernos, lendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n, 8.
Navaliasa contento.
Conliiina-se a vender o8|000 o parfprero fixo) as
ja bem conhecidas navalhas de barba,feitas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas ex
posiroes: vendem-se com a coiidirSo de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las at :U) dias
depois da compra, restiluindo-se a importancia :cin
casa de Aupuslo C. de Abrcu, na ra da Cadeia do
Kecife n. 36.
-- Veude-se para fura da provincia urna crioola
le 17 ,iiiiiii. de idade, que enpomma, rozinha. lava
e cose chao : na ra das Cruze. n. 1, segundo
aunar.
Algodau trancado .la fi-
brica da Baha.
Vende Antoniu l.uizde Olivcira Avevcdo, no seu
escripiorio da ra da Cruz n. I, o superior algodo
trancado da fabrica da Babia.
Vend
na ra
Silva.
eni. armazem de Jo;, Mariins de Barros,
oa Madre de Dos n. 21.
Lisboa, nova,
e
potassa russiana
superior.
OdOjOsilo de cal da ra da Cadeia do Kecife n.
a m cal nova em pedra, assim como ditos de
-Miaa de superior qualid.de, sem eaSera-
a nHliorquelcm vindo ao mercado, comcuios
rllgos .s senhores de cnsenho podenj sem recelo
m assucar, em qualida.le, peso c alvura e
por prreo commodo Antonio Comes da Cu-
Iva, na ra da Cadeia do Kecife, loia n. ;,n
dama da Madre de Heos liavcndo neni
um resto de barris cm cal da safra psta-
le vendem por baralo prero.
-se a taberna sita na ra da Aurora n. .">0,
commodos para familia : quem a preteu-
e a mesma.
ulHm^.,.d.e,","^,lM,i"as <*p l.i-hoa, UoVas, rliegadas
ultiman enle a :i:m) de urna arroba n ,r r..,,. ....
ima arroba para cima : na
da Madre de Uens n. .">.
lio e licores
I -se superior vinho do Porto, e licores finos :
da Madre de Heos, armazem de Bastos &
ejx.jle urna poroto eiseeasde^fTdT^r
1 laudado, viudo uliimamenle do Ido de Ja-
< ue se vende por preros razoaveis para li-
a sacca : no caes da
:de-se doce de soiaba superior, em caito* :
-,(:IIC,'r,:UeClle-l"Ja "'-'. efrunteda
Cru,^,^S.,:Ul!If" !* "'"' F-i
ineira q
neiro,
quidar
-- V ii'le-se milho a 3$000
iraadOj a, armazem du Mello.
~ V
na ra
ra da ladre de Dos.
7t.u !','*' pa*. f"ra i|. pWTiodi urna prela
I'.trd pnt res i .1$ a a/.ia.
Vi ;irte-se urUa parda de :j annos, que cozinlia
Grande pichin-
cha.
CARTAS FIMSSDIAS PARA VOL-
TARETE. ,
\ endem-se superiores cartas franrezas paro vnlla-
rele pelo haralissiino preco de ,100 rs. u baralho ,
na ra do (Jueimado, na bem conhecida loja de nnu-
dezas da boa fama n. 33.
Camisas francesas .de I5,s
duzia : na ra do Crespo n.
Adriano i\ Castro.
a .").sl)00a
l<, loja de
Jacaranda.
Antonio l.uiz de Uliveira Azevedo lem pan ven-
der superior Jacaranda', o qual vende as duzias ; pa-
ra ver, no armazem de Manoel Alvesi.uerra, de-
fronte do trapiche do algodao, e para tratar, na ra
da Cruzo. 1.
i Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo lem para
vender un seo escripiorio, na ra da Cruz n. I, pi-
lulas de Vailel, xaropede afie, psde roger, tllela
l.eperdier, hedriodatu de potassa, azul da I'russia,
pasta de jujuba.
Na loja das seis
portas
Km frente do Livr.uncuto
l'escocinbos de relroz prelos e bordados de cor a
cinco mil rs. rada um, enres de filo prelo bordado
para mantelcles de meninas a mil rs. cada corle
camisas de cambraia bordadas para "senhora a dous
mil ., o maiiRuilo recortados a dez tusle. cada
par, collarinhos de lindos eoslos para senhora a pa-
taca cada um, c maltas unirs fazendts proprias Da-
r paaMDKOlo da fesla ; dase do ludo a amostra,
levando peobof que cubra o valor do que se manda
a
Atteiu fw..
Vende-se urna famosa neera, mora, de nacao, com
um lido malequinho de 3 mezes/muilo esperto e
nutrido, sabendo a dita negra engonwMr, rozinhar e
ensaboar, e vender na ra, alem do muilo e abun-
dante Icite que tein, a sua boa conducta c lidelidade
a lorua dicua de possuir-se, por isso que exislc na
casa ha 8 anuo-, e que s por motivos que se dirio
ao comprador, por que se vende : quem pretender,
dirija-so a ra dos Marlxrios n. 14.
Vende-se um bui inuito manso, com ulna car-
rosa propria para qualqucr servido : ua Capunj-a,
casa defronte do Sr. Sebasliilo Peono.
\ aqueta do serlao e sola do Kio, carnciras c
pellos de cabra,feijao em sacca Je -2 alqueires, quei-
jos frescaes, cera de carnauba, atauados graudcs e
pequeos, pcllcs de linre e panlhera, carne superior
do serlao. sebo em rama: vende-se no armazem no
v caes do Kamos, de lrancisco de Paula ligueira de
> Saboia, e a tratar no seu escripiorio, ra de Apollo
n. .
O proprielario desle eslabelecimento cima men-
cionado, avisa ao rcspeilavel publico e en particular
aos seus patricios, ainios e freguezes, que se acha
habilitado para bem operar qualquer concert de re-
logio que ,for confiado ao seu cuidado, de mauei-
ra que deixa ao possuidor plenamente salisleilo,
^inmundo o mesmu concert, pois elle acaba de re-
ceber uliimamenle um brilh>uleorliincnlo de peras
e instrumentos inleiraiociile novos necessarios para
o ii i'-mc fim: portanlo o mesmo cima roga ao
rcspeilavel poblieo, patricios, amigos e freguezes
pela sua mu valiosa proleceao, e protesta que fara
ledo para augmentar o bom ronreito que al boje
lem gozado, e Ibes sera eternamente -ralo.
I AO PUBLICO.
.3! ^ armazem de fazendas baratas, ra do
j; Collegio n. 2,
$ vende-se um completo sortimento de fa- 9
M zondas finas e grossas, por mais baralo ti
m presos do que em oulra qualquer parte, M
B tamo cm pon;es como a rqtallio, afilan- g*
,f| cando-se aos compradores urn s preco S lVo al".ro ,la ,,0S-Visla n- *' !Para quidir) ven-
gj parabodos: esie es^lecimento abro-^ g tSSSKS^^SS^JSttA
i# de coinbin;irno com a m^ior parte das ca- -v -"r" <**- urn .v.*.. .i m..j. i..------------._
31
j ;as commcrciaes in^lc/.as, francezas, alie- v5
i maos e suissas, para vender fazendas mais ?|
s cm eonla do que se tcm vendido, e por isto 9
X oHerecem elle maiores vantagens do i\u< ^
S "ulro nual'l"or; o proprieuno desle im- M
^ |")rlantc estabelecinienlo convida todos f$
I os seus patricios, e ao publico em geni, g
Q para que venliam (a liem dos seus inte- SS
3 resses) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- dj
;. tonto Luiz dos Santos & Rolim.
%Zompva$.
Compra-se um cavallo ru{o nu rodado, que seja
novo c Icnha servido m carro, inesmo estando ma-
;.id : quem o tiver falle na loja do Passeio 11. 7.
Compram-se doos moleques que sejam sodios,
honilas ligaras, que sirvan, para criados, idade IN a
lio anuos : 11a ra da Cruz no Kecife 11. 48.
Compram-so apolices da divida provincial ; na
ra das flores n. '.i~, primeiro andar.
Compra-se pata urna encommenda negriuhas
nu mulaliiihas, de In.i Iti aunas do idade, o 2 praUs
le 18 a 25 anuo da idade, que lenham Habilidades,
paga-sc bem : oa ru Nova 11. f.
Compram-se arenes da coinpnnliia de ieberi-
be : 11,1 ra larga .lo Kosarin u. -J8 loja.
Compra-se urna collercao do peridico Jus-
liea: quem liver aiinunrie.
Conpra-M urna eserava de idade de ti a 20
anuos, coslurcira e engommadeira, rccolliida, paga-
s bem : na ra Nova n. 31.
Compr.i-e um prelo de meia idade : na ra da
Cruz do Kecife n. I^KIV-
Coinpra-sc'lrnia eserava co/.inheira :
na ra do Collejj.o 11. 25, primeiro an-
dar.
II -SS,
'mmt ves-j's
' seda moilernos. de quadros escoeezos, com 17 co
vadnsjeao-a 11111, pelo baralo preco de IS^HH) : na lu
11. I. da ru.i do Qaeimado ao pe i botica
mmns usas
CORES A 15200 RS.!!!
Na loja n. 17 da ra do yueimado, vendem-se ca
semiras de cores, lisas, proprias para coeiros de me
pinos e para forro de carros, pelo baralo preco
1;290 cada covadolpara liquidac,ao.
E
de
A Uencao.
Nu aterro da Itoa-Visla n. l (para liquidir) ven-
elreito e largo, dito de blondo brauco e prelo,
chpeosle ol de seda para senhora, mamas de co-
ral, chales de louquim bordados, da India, dito- a la-
mascados de lodas as qnalidades, ditos de merino
bordados, ditos de luirs u ditos lisos, camisinlias
rom mangas e sem (lilas, flores franrezas de lodas as
qnalidades, lenccs de can>hraa de liiibo bordados,
solio] brauco e de cores, trancas de seda largas e es-
trella*, filo brauco e prelo dc'salpicos, crep de In-
das as ^ores, chapeos para baptisados, euleilados, lo-
c para baptizados, chales de relroz de :t puntas lin-
gindo roineiia.
Vendc-sctuma cadeir, !n nraila rica, he nova
em falla : quem 1 pretend : Jirija-se mi du Hos-
picio n. 50, que achara coin quem Iralar.
FABRICA l'li VELAS.
'. ende-sc nina fabrica de velas de carnauba com
lodos os seus periclites, quasi ludo novo, em pimo
grande ; vende-se por seu dono rclirar-so pira lora:
na ra do \ gario n. 1s, primeiro andar.
loja das seis
portas.
Em /'rente do Livrameiilo.
l.eii(;os de seda francezes de muilo boa seda e gos-
0, proprios para meninas e senhoras a dez lusles
u ...a ":s cu'" k^0 larS. proprioa para mao
le I'"", ar''"'"r" '. v ''"* C0,lesi|e cambraia lisa com oilo e
c!n ,rS ""' rs- cur'''' nue ua' -W
m r l!aUi",,H' c,"-es de cambraia de seda a oilo
: cda Ul": a luJH esl-'' al,i'"a p'--' quem 'i>-
nciaM? .r.0U '"a"i,r ,rdzer- das (i ''' d ma-
im.ia ale a da noilt.
ine"irde,"lcn,"e Si'CC',s com larinl,a e fc'Jao. Por
ra da Cadeia do Kecire, lj de lerrageus n. 56
Popelina!!!
Na ra a A ,500n ('(,VADO.
linda ZL, ann"d""' -' A, veade-ao'a mais
siento K ''''" Vr,s"d0 de s""">" e 'neninas, de
com e f, ^ ''el ul""' "PSf i dao-se as amostras
erfuaiarias de
>obii gosto.
Na loja da boa Tama raeontra-se sompre om rico
snrlimeiilo de perfmanos de lodas as qualidadc-,
sendo seu autora melhor (pie In em l'ari, riqui-i-
mos rraseos de estrados muilissimo linos, pelo baralo
pceo de lelil, l.MHl.^e-J..-,!)'!, jarros ,1, ppreel-
1 ana delirados c de modernos -.-oslo, eom banha fran-
cesa nimio lina a i"., frascos com osscencia do Ipsaa
:>J0, paos de pomada franreza muilo boa a Ion r*.,
Irasms |>eqiieiios c grandes da verdadeira agua de
(;ul.....;l d" P- a WO e IHK, sabonetes finos e de
'versas <|nati lades.pos para denleso melhor que po-
de haver, e entras militas pe fumarias, que se ven-
dem muilo haralo: na ra do Qaeimado, na bcni ro-
nherida toja de niiiidezas da boa fama 1 T
Curtes de vestidos de
SEDA DE yi AliKS.A 129000!! I
Na ra do Queimado, loja o. 17, vendem-se cor-
le de veslidos de seda foular .le quadro, rom 18 cu-
vados cada um a 128000, por eslai con alguin loque
de mofo.
Xa na do Crespo n. 16,contnuam a
esl,ir a venda as mais superiores lunillas
de puro linhoque tcm viudo ao mercado.
Bonecas france-
sas.
Vendem-se muilo bonitas bolleras franrezas, polo
Iwralinimo preco de 1-N8II e I5KOO na roa do
Jueimadn, na bem ccnliecida loja de miudezas da
boa Tama 11. .13.
Loja da boa fe.
Vende-se elialj daqoadws de boaitos padrSes a
900 M. covado, ditos lisos de bonitas core- a 7-.1l,
cuales de merino lises com rranjas de retrox de bo-
nitas cores a j, ditos eom hslras de seda a 7? na
roa dopueimado, nos qualro cantos, loja de fazen-
das da boa fe n. delrunlc da toja de miudezas da
boa fama. aj
AVHi'NS IMS JALI-
(lades lie uiuito barato.
Vende-se papel de peso e aliara o melhor qno
pode haver ueste genero a 3, i, ."> BSO* a resina
papel paquete muilu lino e de muilo boa qoalidade:
propriamenle para se escrever por vapores para a
Koropa em eoiiseqoeneia de nao se pagar Brandes
porte* de cartas, em resmas, meias resmas, qnarlos
de resma, ou inesmo em quedamos a 811 rs.. papel de
liiho veriiadeirameute almaro e proprio para carlo-
rio a i rs. a resma, verdadeira. pennas de aro de
luco de tanca conhecidas pelas melliores que 'lia a
l^lHI a caunha com 12 duzias, ditas sem ser de bi-
en de lanca, ma tamben! muilo boas a (>10 a enisi-
iilia com 12donas, duzia de lipis muilissimo finaso
. -II. iOO e .)X> rs., ditos para desenlio a 8IX rs. a
duzia, caivetes multo linos e de lodas as qnalidades
e piecos, tipia ineleza muito boa c barata: na ros
du Qaeimado, loja de miudezas da boa faina n. 33>
Aenco
Kiscado escuro c muilo largo, proprio para roopa
de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
radas de muilo bom gosto a 55, aloalhado adamasra-
111 com 7 palmus de largura a IJfilK a vara, lualhas
de i'.-inno de linli,1 alcoxoad.is e lisas parroslo, >s
mais superiores que lem vindo ao mercado, ditas
para mesa, guardauapos adamascados e unirs muia
las fazendas por preco commodo : vendem-se na ra
do Crespa, loja da esquina que volla para a ra da
Cadeia.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para regar borlas ebai-
a decapim : na luiulicm de W. Bowinan,
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
TAIXAS PARA EXT.KMlO.
Ka fundipa de ferro Je B. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver umcomplelo sortimento de laixss de ferro fun-
dido e batido ,le 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prero commodo e com
prompttdo: einLarcam-se ou"carregam-se cmacr-
ro sem despea ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C.,
ra da Senzala-X'ova n. Ai, sellins inglezes, chi.
coles de carro e de montara, candieires e casliraes
bronzoados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
no de vela, chumbo de munieao, arreios para car-
JO, lonas inglezas.
Vende-se
remenlo muilo novo, chegado em 1 \ de maio prji-
mo passado de Hamburgo, por preco muilu em cun-
ta .1 vila da qualidade, lano em'purc.'io como em
harnease linas: no aimazem demaliiaes na ra
da Cadeia de Sanio Antonio 11.17.
IV des de palha, eitasno
Par.
Xa na
portas 11.
da Cadeia du Recite loja de \
is, vendem-se as referidas re-
des com eores e qualidades iateiramente
cspiculundi'ilicas.
Casemiras finas.
Na loja da Estrefla. raa do Qaeimado n. 7, ven-
dem-se casemiras fiancezas finas do linios postas,
pelo baiali-siiiio piecode iljGOO o corle de calca, e
chapeosfranc-eies da ultima moda a 69300.
ilflll
VENDE MIJITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-se libras de linhas de boa qoalidade n.
30, (10e 70 a I9IOO, dilas muilo linas de n. KKI c
120 a IS600, duzia de lesearas jnoitoboas para cos-
tura a l>, dilas muilo finase grandes a t?-1H)a du-
zia, permhas de lucu estrello a 560, caisinhas com
agulbas franrezas muilo linas a 160, CSitiahas com
16 novellosde Indias de marra muilissiiuo linas a
i8IIJiraceleles enrarnados mullo bonitos para meni-
nas c senhoras a -2011 rs., meias brancas muilo linas
para senhoras a 210 c :i(M) rs. o par, meadas de li-
nhas muilissimo linas para bordar a llKle 160,5 bn-
tes deiuadreperola muilo linos para camisas a 600 rs.
a grosa, boles muito finos de ac para calcas a 80|a
grosa, livelas ilonradas muilo lias para caicas e cul-
letcsa 120 cada una, penles de balea miiu finos
para alisar a 300 rs., peras He fila de Indio com (i
varas c meia a .MI rs., caisinhas com cokeles franco
sea a 60 rs., cairelis de ludias de -.IJO jardas de
muilo boa qualidade c de lodos os nmeros a80 rs.,
macos com ill rampas e de muilo boa qualidade a
30 rs., pares de suspensorios a ,0 rs., torcidas par
raudiciros a 80 rs. a duzia, carteiras de marroquim
para algibeira rom molas douradas a 600 rs., cane-
las para pennas de ac a -JO e (0 rs.. meias brancas
c ri uas, l'azeuda mullo boa, para homeui a IfiO e 200
rs. o par, tranriulias de la de caracurs c de ludas as
cores a 1011 rs. a ru-rlnha, penles de chifle para ali-
sar, fa/enda muilo boa a 800 r. a duzia. Brozas de
lioloes de luuea piulados para camisas a 2, peca.
de lila decs de lodas as largaras a 210e 320, linhas
brancas de cairelis com 100 jardas do aolor Alexan-
dre a 10 is. n carrciel, linhas pretaa de meSdioliae,
lazenda muilo boa a 20 rs. a ineadinlia, Carlas de
allineles da melhor qualidade que ha e com 23 pen-
les a 140, penles abertos de balea para alar cabello,
fazenda muilo boa a JlillO a dalia, meias de lio da
Escocia para meninos, blancas e de cures a210 e 320
par, arozas de livelas para sapalos a 560, caisinhas
envernisadas com palitos de fogo de velinhas de boa
qualidade a 120, ditas de pao eom palitos de fugo de
boa qualidade a "20 rs., calvas com 30 caisinhas ile
plins| lloros propriamenle para cbarulus a 320,
casloes minio bonilos para bengala a 10 r., sa-
paliuhos de l.ia para criancas a 300 is. o par,
iraocelins prelos para relogios, fazenda minio
boa a 140, escovinhas minio boas para denles a
KM) rs. Alem de lodas estas miuilezas vendem-se
oulias muilissim.s, que a visla de suas luas qua-
lidades c baratos presos lem causado ndmiracao
aos pmprios ci mpradores : ua ra do Oueinia-
do. na bem cunbecida loja de miudezas da boa
fama 11. 33.
Kesfriadeiras.
No deposita de bichas, ra estrella do Rosario n.
II, veudein-e resfriadeiras de barro muilo lino, viu-
das do Hamburgo, assim como queijo parmaison,
viudo de lienova. csteiraa de Angola, e mullas ou-
Iras cousas.
Pianos
Veiiilrm-sepianosvcrlicaesinglezc- modello>eexcelleiilesvozes, fa+*it..... rum- niaisacreililsiilosiulores, prersiddu n.i e\pos,r,io de
I iiti.lnv. ........_______ 11 as. ^
de pinho, alcatro c pixc da
Ba
do
PARA BULE.
Lindos enTei.es para cabeca, vestidos deblondee
le larlalona, llores para caheca e vestidos, lencos
bordados, tovas de Jouvin, lucos, franjase lilas, ra-
teada nina e cm Coala : em casa de .Madamo liucs-
sard Millocheau, aterro dj Itoa-Visla 11. I.
Palitos de panno,
spo, loja n. 10, vende-sc
Na roa do Crespo, loja n. 10, vende-sc um cm-
plelo sorlimonlo de palitos, como bem gndolas, 10-
brecasacas, o inellior que he possivl, e por preco
cimimodo.
Na loja das seis
portas
Em frente do Livi amento.
1'ecas de algoilaozinhoavariadas com qualro pal-
mus de largura a qualro patacas, cinco, seis e sele
cada urna, qnasi linipas a uilo patacas, lencos hran-
rns de eassa, moldados cm agua doce a ilous mil
reis a duzia : pode-se ir com| rar das 6 horas ,1,1
manila al as II da noite,
Lindo sortimento de cintas to\as-para
lulo.
Vendem-se chitas rdxas para luto, padrees
de cassas, o covado
Chitas miudinlias linas, por lercm um lu
que de mofo
Cortes de calcas de casemira de slgndg
muito forte '
Ditos de castor de quadrns. lindos padrees
Ditos de quadrinhns de linho paro
No aterro da Boa-Vista ao pe da ponte n. 10.
A 3$500 a duzia.
I.euros de cambraia de linho para algibeira : na
roa do Crespo, toja de Adriano & Castro 11. 16.
do Queifiia-
11. i \ .
Vendem-se curtes de chita franceza *ln 12 cova-
doSa>-KI, chales de merm bordadora velludo,
do ultimo gosm, corles d.. seda lisos e d\ qoadros
^T,V"'Te' ~M cu,dd> assim conJooulras
muilas fazendas, que se vendem muilo embola.
-- Vende-se urna carrora grande de i rodas,
mu, bem con-.mida, pega 200 arrobas, e mais duas
ditas pequea para bm 0u cavallo, ludo novo ; na
ra da Cade.a do Kecife n. 16, primeiro anda,.
- Vendem-se 2 negrinhas de idade 18 annos,
rom principio d c.|Ura e engommado, e 1 pret
de meia ida le : na ra llireila n. ;t. '
Vcnde-se tinta |ue ved a entrada do coajta
as niada.ras: no srnuzem naval, ra do VigeVio
I.AIVKIMTIOS.
vendem-se lencas eloalhas de labvrintho, assen-'
lado em Ima canil.....a de linho : na ra da Cruz r;
>. pnni?iro aiiBr.
DE BOM GOsST DA MAIS
SLPEKIOll OiAMDADI-;, (111-
MAMENTE CEGAUA AO MI-lCAOO.
Corles de seda, padrc mu delicados, i nunca
aqu viudos, com baados, lendo 23 co,a,; cada
"". jWess......abi......, do, deseda ,.r;"d,.n,'.;
"relia, eorder...... azul clara.-cor de perol., .
.mr. seres, com babados.e lambem en, per.,,,,!
venderle aos evado, dito, drscda branca' ail, a,-
c. da con hallados, ,1......|, .,,; ..damascada de ro-
dos bordad s hrancos e de cues para vestidos, lodo
Mea" ",'"" ,I'IT'CI? *" E"r"1" : '<"-
Mor ua Lopes, sobrado amareUo na esquina dos
Oualro Cantos, ua ra do Queimado n. 20.
waodioce
Na taberna grande da ron di 5 Cuararapes n .">
em I-ora de Por'as. vcmlem-.-e ,,,,. com farinha
ue mandioca. ,1 prero de 29200 1 -Q600 a sacca, e .,
IM a cuia.

elogios
dierlose descobi Jos, pequeos e grandes, deouro
e prala, patente Ingles, de um dos melliores fabri-
eanles de Liverpool, viudos pelo ullimo paquete in.
glcz: em casa de Soulhall Mellor & Compauhia, ra
do lorrus n. 38.
Cobeitores de laa hespa-
filios muito encorpa-
* J^TZ'Z CadelT,,0ja di eSq,,Ua "Ue
Para os na mora-
Vendem-se fthasde .
pata correspondencia d
preco de 40,60,'80 e 100
ll muilo boniln, proprio
oamorados. pelo barato
: na ra do Qaeimado,
F
ariiiii.i de li'Miili
1
Sania
ilijiiei-
160
180
I966D
(18(1
ts(H)
TLEGIVEL
Vende-se superior tariulia de
Cailiai-ina, em saccasc|tieIcrn mu ,
te (medida v, Un, rior prero com oodo
no ainia/.em de Xov.ies A 1'",., na 111 id-.
Madre de lieos n. i>.
Vende se nina rasa de sobrado de (re.-' 1 I .re*
e sollo, eozinha rara no primeira e segundo audaies.
cilios protirin, livre c desembaracada, sita i.a ra da
t.uia n,,53 : dirijam-se a rn 1 do Crespo, loia 11. 13,
011 ina da l.adei.i de Sanio inlnoio n. 21, primeiro
andar.
Sabonete e velas.
No deposito das bichas o mercearias, na raa e-
reila do Kossrio 11. II. vendem-se as afamadas ve-
las, imitando espermacele, e sabao branco com o
cheiro de sabouele, da fabrica ogleza.
na bem couheeda loja de. miodezas da boa fama
0. J).
*ele jn;*/.csdeouro, de*abonete edevidro
fe^em-se a prero raznvel.em easa de
Augusto C. de Alireu, na rita da Cadeia
"'ccil'e, arma/.em n. 56.
Vr: 4"% Tia {sW
9
RcaldcLisboaoatimamenlfehegada.as-
_ inpotassadaUussiaverdadsira: naprara do
CorfH Sanio n.11.
Um completo surliraeilto de bordados eomose-
ain, camiselas com maogai collarinhos, peilillui
roiiieims, Camiss, cuifidias e pelerinas : lambem
lem um completa sortimento de ricas llores, entalles
para calleen, lilas c os verdadeiros e modernos lucos
indio: na ra da Cadeia-Vclba n. 24, primeiro
Vcn,!o-o potassa do Itin de Janeiro, rhesada
prosimameiKe, de -uperior qualidade : na roa do
Mgario n23, prnnciru andar.

( assas pretas para luto.
Vendcm-secassas pretas mnilo finas proprias para
luto, pelo harali-simo preco defsilsvara: na ra
do niieimado, nos qoatio cantos, loja de fazendas da
lioa le ii. >>, defronic da loja de miudezas da boa
I,, 1,1 a.
superior I", nlia di mandioca em
u
Vende-se qualquer pore,i lomoilo boa arinha
le mandiOea. chegada ha ( K0 de S. Si........,s, a
neco muilu cniniii,i,|, i sacca: no escripio-
rio da ra da Cruz n. primeiro andar, ou nu ar-
mazem do Sr. I'ach'-co no caes do llamos.
-------------------..,,,-, ^-.,.,.. ,.,,,,,,,, ,,-, eKposiraoo
Londres: uo armazem de Knstrun Roekei Coro
panhia, praca do Carpo Sanio.
Vende-sc o tillo com casa de sobrado dolfalle
cido George Kenworlhy. uo logar de S.Jos do Mar
ginbo, com rvoredos de truclo e mais bemfeilori
que uelle se achain, sendo ag Ierras do referido i
proprias : quem o pmlendei; prucore em cana de S
umel I'. Johoslon S Coiupanbia, ra da Sensata Ni
va ii. i>.
Em casa de M.Galmo-it& C, praqa do
Corpo Santo n. II, ha pata vendero
seguate:
Taboado
Siteeia.
Alcatro de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Dogas.
Tudo miiiloroiiimodo.
vimio do PORTO.
Vende-se Vinho do Porto das qualidades mais su-
periores que ha, ale as regalares, em barra de qnar
lo edeoilavo, por presos commodos: na ra de
Apollo ii, s, armazem de assucar.
AGENCIA
Da fundiere-Low-Moor, ra daScnzala-'fln-
va n. 42.
Nesteeslabelccimenloconlina a haver um r.om-
plelo soriimento do moentlas e rucias moendas
para en;enho, machinas de vapor e laixas de
ferro balido e coado de lodos os tamanhos para
dito.
v NA LOJA DA BOA FAMA.
\ cu.le-se liaailejas'grandes e muilo linas pelo ba,
rallMimo preco de 35000, SoOOO e OcOOO res, ocu-
los de armario de seo de todas as gradoacoes a
mu re, lunetas com armacao duurada a laOOO reis
dilas coin armacao de tartaruga a t^HK) reis, dilas
coin armacao de bfalo a 300 leis, oculoscom arma-
cao de niela! branco a i(H) reis o par, lunetas com
armacAo de tartaruga rom -> vidros a :laO0O rei n-
eos chicles paiacavallos de homem e senhora co
barali-snno pceo de nuo reis rada om, grvalas de
seda moilo honilas a lOOO res, bonitos atacadores
de cornalina para casaca pe" barjlissimo preco de
Miilrcis, suspensorios finos deliorrarha a 100"reis
penles muilissimo linos para suissa a|3(K) reis.escovas
muilo linas para cabello (io res, capachos piula-
dos compridos e redondos a 700 e 1;O0O reis, bo-
les hnissimos demadreperola para camisas a I-'IKI
rs. a grosa e 120 rs. a duz.a.riras canelas p.ra pcJna
de aru a IJO res, ricos porta-relogius a 1>N(iO reis
canas de niela I muilo finas para rsp a M) o (itll)
res, cscovas finissimas para unhas a 3-JO, 300 e (iiu
res, escovas pata luupa e cabello o inellior que pode
haver e 19000, I*, 19300 e i; reis, plneeN nos
para barba a 900 reis, duzias de facas e garios lino,
a 39000 res, ditas de cabo de halaur.o mnilissima
linas a 1.^)011 a duzia, dilas liiiisiinas de cabo de
marfim o melliur que pode haver a lgOOO leis a
duzia, camisas de lucia muilo linas a I* 100 reis ri-
cas aboluaduras de madreperols e metal para 'col-
lele e palil* pelo baralo preco de 300 e (ido reis
linisimas navalhas para barba em estojo de urna e
duas navalhas pelo baratissimo preco de SfOOO o es-
lojo, candieires americanos multo bonitos proprioa
para csludanles ou mesmo para qualquer csiabele-
cimeiilo, pela boa luz que da a commodidade
dse poder pendn* ou pr-se emrima de qualquer
mesa, pelo baralo preco de 3.; guardar papis a son reis, espelhos para paicdc com
armacao dourada e sem ser lloarada pelo haralissi-
ino preco de 300, TOO e 15000 res, finissimas eri-
cas caixas para rape a ->- dio e 39000 reis. papel de
i-ores de follus neqneiias em quarlo de resma pelo
barato prero de720 reis, e oolrasmoitlerimas cou-
sa. que ludo se vende mais barato do que em oulra
qualquer loja : na ra do Uiieiinado na bem conhe-
di loja de miudezas da boa fama u. 33.
c'fi.'.i1.' iravp"< verdadeiro bfalo para prender
H u", a'-'l'-T-a0 -aralissimo preco de 1.;, ditas de l.r-
SI.i- i "c<" '"lues com P|umas espeftes e
%.Xl!?JrZEm a---' '""lei de uff" "o lo finos
ES --o 1 fa m "- ,esouri,s -rtsslsnse e de
todas as qualidades, ca. acas de sida de lodas as
cores e larguras, ricas nas de seda lisas e lavradas
de odas as largura, c cores, bico, de linho finissimo,
de lindos padroes e todas as largura, ricas franjas de
algodflo brancas e de cues prpr,a para cortinados,
- oulras muilissimas eoosas, qe ,do ,e V|1(|e or
L."?r yend'm-se bois mancos de carro. 1 M ,?__
binbeira.silio que foi do fallecido padre Tnereso.
Vende-se um bonito mulato de 18
anuos de idade, proprio pata boleeiro:
a tratar na ra do Vigario n. 51.
Soriimento de fazendas oovs, boas e baratas
na loja 11. 50 da ra da Cid. 1,1 do Reeift.defroale da
raa da Madre l)eos : chitas de cores lisas, e bonilos
r psdroes a U*\, ISO, e -2UO rs. o covado. e em ... .
lao baralo preco que aos propr,,,, compradores sir- Gs, (ijlOO, CgOOO e Tfc dilas larga, e IsStSalL'sssV
1 do Q0imad0i M bem : ce/fs ,,,If.0, de novos ^-^ ;.w u foi* Sisas-
de cassa chita de eores agradaseis coa 7 varas a
IJrflOO, ditos de barra pars acabar a l.^ido, chales de
merino pequeos de barra a 29, cassas franrezas da
cores a 1(10 e 3iHI a vara, cassa para babaoos a -asi rs
a vara e i-iski a peca, chales de merino lisos moito
liaos com franja de retros a 59, ditos bordado* de
maliz a K;, dilos bordados de urna s c> moii ,_
nos a 10?, ditos de rhallv com barres assesinad. ,
B9.i00, selim prelo mariio proprio para veslnin. ,
clleles a 5 o covado. curies de seda para vestid.,
goslos modernos a -(i. e :105, gro.densple prelo, -
perior qualidade u |.-8(KI, 25 e 2SWI o corado, sen-
Cu. de cambraia de linho bordados a 59, dito* a ssrt-
lajaocom biros largos para mita de senhora a 1),
anos de seda com eslamp.s das balalhas da CrieMa a
", "9. panno de ludio fino para lencaee rom 1
vara, de |.,suri j>|oo a v,ra, pera, de sitada lar-
ga de puro botn, lina, com i vasas, propria para
camisas de senhora e loalhis de labvrialha a 16>
ditas de brelauha de linho. lina, para' o bswssm In,,'
cum 10 varas a peca a 79. col lele, de seda esa re-
les a 9, casemira preta de boa qunlidade a 2p n c-
vado, panuo prelo c azul, lino, a 39fi00 e I9, e mmn
superior, approvsdo na evposicSo de Parts a 79, gr-
valas de sed bonias a 15, brim de qoadriohos para
palib'is a 300 o covado,-orles de brim de pan linho,
padroes iulciramenle novo, para calca a :kr_1i, po-
cas'de panno de linho fino com I > i\i varas a 8>. o
dilas de llambureo fino, proprio para cereal., loa.
Ihaselenrues a 109. e 1l?a pera, madapetaea de
boa qualidade de 29500 ale K9 a peca, cebrtores ato
algodao, grandes, imitando ISa a 19200, e ditos do
laa a 2?, saias de r.iuuiau para senhora a :i;, dita*
bordadas 59, e oulras mailas fazenda, sjm a i-
nheiro vi.ia se vendem por barali.simo pres-o,
dao-e amostras.
PORTO.
roiilifrida loj.i de DWaCUB da boa Tama n. '1,
^Uencao!!!
o
A* loja de i portas da
ra da Cadeia ilo Hi-
ede n. 18,de Narc zo
Alaria Carneiro.eiie-
C" ultimainente um grande sortimento
de sedas com lindissimos desenhos e de
muito superior qualidade, pelo baratissi-
mo preco de 1 i.sOOO rs. o corte, ditas
coin jostos cliinezes a I.SOO is. o covado,
e oulras umitas fazendas que s avista do
compradores poderao avaliaros scusprc
eos pelas suas boas qualidade*.
DQOE DO ....
ESPECIAL VIMIO ENGARRAI AUO.
Vende-sc era caixas de urna e duas duzias : na
ra da Madre de Deas n. :li, loja.
Vi,110 lii PtRTil
Vende-se de muilo boa qualidade, em barris de
buiulo : na ra da Madre de l>eos, loja n. 31.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo e azul, lino, fazend mnilo
supeiior, prova de limao, pelo baratissimo preco de
39300 u covado, alpaca preta muilo lina a 610 co-
vado, merino selim, Tazenda superior para palilns a
I?(i00 o covado, cania,, prelo muilo lino proprio para
veslidos a lf o covado, selim pelo inac.io, fazenda
superior a 39800 o covado, grosdenaples prelo muilo
lino para vestido s 29 o covado, superior sarja prela
hespaiihola a 290 o covado, priureza prela muito
lina a SIS) rs. o covado. corles de odele de gorgu-
r3o de seda, fazenda muilo boa a 39, corles de fos-
locs de bonilos padroes a 640, brim Iranc.do branco
de puro linho a I9 e IM40 a vara, linos trancados
de cores de muilo bonitos padroes e de puro liilm a
I9MO a vara, ditos ditos lambem de bonilos padroes
a SOO rs. 1 vara, dito trancado pardo lambem de li-
nho a 000 rs. a vara, dilo liso largo a ]*S0, Ranga
armuelles lisas e de quadros, fazenda muilo uperior
a :120 o 300 o covado, ditas decores escuras de qua-
dros o ristras, de muilo bonilos padroes para calrasle
palitos a 600 rs. o covado, corles de calcas de boil"
casemiras de algodao, pelo baralo prejo de 191
br 1 inziiihiis de quadros de puro linho a -JtO o cov
panno de linho muilu fino a 640 a vara, peilos m
lo linos para camisa hrancos e de cores a 100 e ^
rs., camisas de meia muilo linos a lo e IfISO, '.
pretas de lorral para senhora, fazenda muilo supe-
rior a K00 rs., ditas de seda de lodas as ro es para
homem e senhora, pelo haralissiino preco
par, dilas de Iiu de Escocia para menino
a 100 rs., lencinhos de lile! muito henil-
grvalas de seda prela e de cores a I*
pe seda para grvalas a 600 rs., dil
hons a tj, peca, de cambraias de s
ras e meia a 39:200, e 110 a vara, 1
mnilo boas para coronados a l9,
lo lina com urna vara de lardar?
preco de 560 a vara, lencos de c
lodos brando, e com barra, de c
de chita francezes muilo bons
algodao de cores de bonilos p,
diiihus muilo finos e de mi
o covado, fil de linho lis
dilo de flores a 19280, m
nhora, fazenda muilo sui
cas muilo finas a 39 o
muilu fin- 1 240 e
finas r eniuo 14,
ludo lrs_mi",iMt f nda, q.
s"a' lidades e baralo* recns, he
Kdezes, amigos do bom e baralo.
REMEDIO IMCOMPABAVEL.
19200 o
le ninas
9, ricas
s lencos
s n.uilo
m K va-
tascadas
isa mu.
ill llln,
lo linos
leiir;os
es d*
risca-
laltO
a vari,
laras-
. brsi-
io
PIULAS IIOLLOWAY.
Ksle ine-liinavele-pccilico, composlo 1 Hiena
le de hervas medicinaos, au conlem mercorto.i.__
algoina oulra sdhslaneie delecleree. Beatgttio a
mais lenra infaucia, e a roropleirao mais delhsds
be igualmenle promplo e segara para desarraigar
mal ns cumpleirao majs robusta ; he inleiramento
innocente em suas operaces e efteilos pala base
as doenc.i. de qoalqoer especie e grao,
'oas e leases que sejam.
libares |de pessoas caradas com este re-
ina que ja eslavam as portas da main
lo 1-1,1 seu uso, conseguirn recbrala,
'tas, depois de haver tentado inalilmea-
psrtlao remedios.
al 11 icia- nao devem entregar-so a deoes-
faram iim competente ensaio dos esfica-
"' elleiio ,l,-,ia a.-omiM-a medirj.ua, i^rj-la,
reeoperaraosjJ.enefilSVda .aude. *"
Hio se periSJ lcmpo em tomar esle remedio para
qualquer das s,.ui,.les enfermidade. : ^
Aporcas^ f"UvUcoi- tb"^* P~-
Ampolas.
Areias mal o?).
Alibase1
Clicas.
.Convulsics^
Debilidadc' 0u exte-
nuacao.
Dcbitidade -:, fa|,a de
e
o se-
onhecas
* I H'I.KR, ,1,1,,.,,-- IIU .". c .-,,,,,, 11,1^1 ..
''ir '-' '<' psebiucha : na roa do (.lueimado, 110-
-iir.1 cantos, oa loja de fazendas da boa fe o. 22,
frenic da loja de miudezas da bna fama.
Fazendas por
uto menos do
forjas pura qualquer
cousa.
Desinleri.-i.
ur (legar!.Juia>#
de barriga,
i nos rin,.
-Jhireza rl0 ventre.
Enermii'iad,sno fiK;ldo_
veaereas.
lila.
Ilemorrhoidaa.
II vdropisia.
Ictericia.
Indigestos.
Instammacot-.
I rregalaridades da
roeosIraaeS.
Lombrigas de toda ee-
-"i
' valor, 111 lt>j-,t de 4
), na ra do Qiieiiua-
* do n. 10.
onlinoa-se a vender nesla loja o reslo das fazen-
da; da loja da ra do Crespo, que foiam ancmaladas,
' S( vendem pelos seguinles preros :
Ma apotle entrefino a 29800, ;t? e 39300
Dito muilo lino de jarda IMOO
Dito mnilo largo e muilo fino com 35 varas 139000
AIsodAoziulio de 20 jardas 2JO00.
j'ilo bom aun i nano :|0U0
hilos de cores, bons padroes a .19, rcilK) e 69OOO
Corles de calja de casemira prela a 55.1OO e O-jOOO
l'ilos de collele de aelim prelu superior 39000
Iwim de lilil,1 de quadros, o covado 200
Hilo Irain-ado, a vara lato
l' linos prelos e de cores a .Ic e ;5J00
Cl.ila larga franceza, o cavado 200
<*"'as estrellas de cores, o covado li.n
Algodao azul mesclado e de lislras, o ruvado 160
Corles do cassa dula | -un
Olios de cinta larga 1 -,-i-..ii
(iravalas de seda de cores (vil)
Lencos de ganga e de chita, linos l)0
Supeiiores velas de carnauba.
Vendcm-se por preco commodo : ua ra -VCadeia
do Kecife n. 2, primeiro andar "
pecie.
Mal-de-pedra.
Manchas oa calis.
(Hi.lrucraode veolre.
I'hlisica no -ci>nsump,_,,u
pulmonar.
HetcocSo de earitM.
Illieumati-nie.
Sjmptomas teeandano.
lemores.
Tico doloroso.
L" leers.
....... Vesseree (mal.)
slas plalas no estaactecimenlo gata
' 214, strand, e na lafa de iodo n
ukh(,(><- ^uban pesamn monraa-
.iid.i emloda Ameiica d Sal, ||-
tu.
1-1 reliiib...s a msi rs. Cada nasa Helia
iriillenles.
P.nva
Ervsi,
Febte
U
Ven.
de Lu
bolir.ui
das de u
vaui e II
Vende-sc
conlem u.na insli-cVarem poWSoer|ia""eTpiVa
o modo de se. usr tmtm p|n|_
deposito teral be em easa do Sr. |Soum ,*,-
naceul.co, oj, rua d, oUI a. 22, iirPerliasii-
buco. '
Com toque de
i varia.
1'ecas de madpoiso, oy-oo, 39 e 3*m o-.
dem-se na rus do Crespo, loja da saSSJsjEn vrtt,
para a rua da Cudeia. -
,.~.y?fS >er.l,leira gniKi incirt n. 37, d.
fabrcame l)a> a,, Mirlen, em barric.de 15 d.-
zias de Petes, eR ca.a de lames Crabtree & Cosa..
nina, rua da Crea n. J-. ^^
Palitos a 8,000
Cor': de panno fino de cores para palitos a RaOOO
atf curte de palit... he jasUmenle melade do sm
falos .- na loja de 1 portas oa ,ua do (.tueimad.
Relogios
igeies de pa-
tente, i
os melliores fabricados em Inglaterra: cm easa de
Ilenry Gibson : roa da Cadeia do Rcn le 11. 52.
LViS PARA HOHENS SE-
NHORAS.
\ endem-se superiores tovas de;pel|ica muito novas
liara homem c senhora a I52S0 reis o par, dilas de
seda muilo boas e sem defeilo algum amroslas, ore-
lea c 1,rauca para homem e senhora a 19000 reis
o par, dilas pretas de lorral mullo boas a MU) ,,.,.
par. ditas de lio de Escocia brancas e de cores para
hoiuein e.senhora a 100. 500 e 600 reis o par dilas
dilas para meninos emeninas a 100 reis u par [uvas
de seda ricas de lodas as .cores e bordadas, rom
g'iarnicao, para senhora a iljOOO e :.; VIO res o para
e oulras mais qualidades de luvas, ludo na rua
lo ni.cimado na bem conhecida loja de miudezas de
boa fama n. 33.
Lindeza para vestidos
sjajlai
mi.'
Jiefi.-.na c
No deposito da
Im a. I i'i, veode-scassucar:
^iin.-.-Jor qualidade, dearroba
lu
na
Moiiteiro.
da Scnzala-Ve-
relnado de
ara cima.
^nTrs
lwi^os de cam-
braia de linho
A 320, 400, 500, o, 0-50
Ctla um.
Vendcm-se na rua do Crtspo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia. M
BICHAS DE HAMBURGO.
No deposito das bichas, rua eslreila do Rosario n
II. loniou-se a receber nova remes. da. melliores
bichas de Hamburgo por esle ullimo vapor ingle/
Tmara, que psesoo para o sul no dia d0 cr-
reme, e vendem-se por menos de tb;O0D o cenlo e
alasam-se muito em coola.
Vendcm-se madapoles linos e de nnlros, eom
um pequeo loque de averia, a procos muito bara-
tos: ua roa da Cadeia Velba n. -J, primeiro andar.
Para as senho-
Vende-se a rica fazenda lindea, chegada ullimo
menle de tranca, pelo haral.ssimo pr.co de IMOO a
covado fc,a fazenda be de pura laa *e sed., eoS
cus padroes sao os mais bonito, que slTpresenlo
em appareeide no mercado na'rua do (.ueim.do
nos qualro cantos, loja de faiendas da boa f ovS
Potassa e ca.
Vende-se potassa da Kussia e america-
na, chegada nestes dias c de superior
qualidade e cal de Lisboa da mais nova
queha do mercado: no nico deposito da
rua de Apollo n. 2B.
i aVeDd!n'"Se,Ve"as dc *"* 1 composicao,
a irailacao das elas estearinas, pavio sraeric.no,' da
melhor quahd.de possivl, bem como de carnauba
I V ende-sc o engenho Muribequinha. Iros kso.
lanle desla prara, que fura avallado ees .Tj.iKKbj-
.ence ao casal do Tinado rommendador Jos Ptm'-
de Albuquerque Sai menta, e no qual lem o ac-
ri-nilciiii ires quiihoos de IOO.; rada asa, qoo
loram excluidos daqurl'a av.li.rSo, a qae se proee-
deu no dia -ib de julho prximo' passado, pelo i.i.
de orphans .- quem o pretender, dinja-se .o Sr. le-
nenle-coronel Uarala, ruada Cadeia n. -, ou ao Sr.
Jos Goocalyeide Albuqaerqn, no pateo da Ribei-
ra, sobrado junio ao muro da l'enha.
Vendem-se > rorreles de ferro, 1 amasa e
mais 10 paos diflerenle. para navios ; na rae a Ma-
dre de Heos, loja n. 31.
Em rasa de Eduardo H. Wvall.roa lo I raptes.
Novo n. 18, vendem-se baUs, i elogio, de ..uro, t-
benos e descobertos, sellras ingleses, chirotes do
carro, arreios para dilo, c.boa da Rosta, t. alo vela
lini.. de lo.l i cores, candieiros e catlieaes bsea*
ados, .as de huelas ingleses, charole, ata
i man, .
Em casa de |ff. O. Biehrr
*S* C., rua rfA Cruz
4, veude-si;
Pianos fortes das melhores fabricas da
Allemanlia e de moderna eonstruccao.
ARADOS OT .ferro.
!Na fundido de C. Sttrr & C. em Sanio
Amaro, acham-se para vender erados de ferr dese-
perior qualidade.
^wdp f$i0b.
ras
que
gostam
barato.
do l)oin
c
Vendcm-se rico, penles de tartaruga para alar ca-
bello a 49500, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para enancas de um mei a om anuo, pelo baralo
preco de lcSOO o par, lencinhos de relroi de lodas as
cores para senhoras e meninas a 1c. louras do laa
para aenhoras e meninas a :.oo rs., camisas de meia
I ua i naneas ale a idade de um auno a ,-|(MI rs
meia brancas.le algodao para senhora muili.siai
mas a 500 r, dilas brancas e platea de seda u me-
lhor que se pude encontrar a -e -3.500 o p., cicas
canas para guardar joias a SOO rs. e 1^,, caisas mui-
lo res com rep.rlimenlos nicamente propria. para
coilura, pelo haralissimo preco de 3JO0, 3c000 e
hJ l)"i,nni,rcu a lia 10 do crreme. p^
hora da m.nha., um negro por nome CleaaeMo
eem os im, Jaimes : levando cale. TES
preta., chap. de p,llu, ,, ,em ,,,,., "
Kular, cheio do rele, qn.ndo se Ihe persanl lasssst
ma coas responde de visl. r,DC,da no cho !l
.ropa nlade ann^. ,k,oco m.is ou ]* por!
lano roga-ae as aulondades 'polici.e., camuAd.
campo, que o appreheodam e Uvem L^Sm
hotequ.n. da rua larsa do Kosario q rr 7ZJ?
recompensado generosamenlc. *
-- Uesappareceu no ,|,a -. j ....____
pardo scravo. Innoeei.co, de idade ri. i* S "
levando I saccocon. roupa e 1 clanto tJ """'
, lrja u.adodentro de KhWSSfiSi
bou !'''"'Pr?CS """"odos, arre/, pilado mui.o tl..p-o de p.lha vetho e roopa de IraWho J
bom e ja' muilo coiiherid.. n.r ....I___i______! nac. sao us seuniutes ia nim. i ut,ne.' S*>
seco do corpo, e^rfJSfl32liSiJ! !
ba.se. falta de un, denla n. fren,. .d,1u-^ **
veio do le... em principio do auno je 11?"-." 22?
do pelease* Caminha% |.,,h"";?*\1 ""j,^-P"-
Do en-en In, i iu.,ln n al. .
rug.ram i escravu,, sendu un. .letal A.,'"'"''
,--------.......... ,...... ...... para l,,,*-"A." -assanse, que reprsenla .15 amm. ."VaV*
padres ,,elu baratissimo preco de l?N00 o par : ,!"> ahura resular, c.nKoeiro no andar c^nLiL'
uiVJTJ'10, n;:.bem con,,i'1-' 'ojs de m.ude- ''^"londo, se.o barba, cosas MapS/SCS.
K^SSJeiTel.^
regular, lem de mbosos |.i h7^! *'' ""
Mire, pee grande., e lem ....sn, J Vl
as cosas anida novas ou,.,.. ,, ',h'/^
dura-,,, ,o dilo ^veuU^X ,l^rC ^"'"T
(r,.u,a de Sa-..ure;,. d. *. TJl
e:;ro,^.dn,e,;eco.,p:;;ad,r,,ro "
dT\l?J,a- CO"l'Ccld"l'or cr"ccr nai.qneo
d.Maranhio, cm arrobaos*, em saccas a IMOO,
arroz de casca em saccas grandes a 38300, e em al-
queire medida velba a :t,.-,00, ludo muito bdm : na
rua do \ (gano n. 5.
Meias dc laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias pretas de l.ua para
ti, i.ni., kauuSi__T__ ..
MELHOR EXEMPLAR E
zas da boa Tama n. 33.
Cal virL-em de l.i.boa, rhesadi no trina
Constante. : nos armazens de loii.cea, Medeiro A
(.nmpanbia, rua do Trapiche.
Casemiras I isas de cores
!#900!!!
Roa do (.ineimado n. M A, vende-se emir.-., de
asr.emoS,|r3S!U SUPeriores- P" M e dao-se
l'ERN.TVP. DBM. F, DB FARlA-
'

.* .

ISisi


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E31BIIMPB_XWKCCF INGEST_TIME 2013-04-24T19:19:15Z PACKAGE AA00011611_07460
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES