Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07459


This item is only available as the following downloads:


Full Text


VNNO XXXII N. 100
Por 5 muzos achantados 4$000.
Por 3 ine/.es vencidoi 4 500.

TERfJA FEIBA J2 DE AGOSTO DE 1856,
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENC
Tarabita.
quim 1.
CMti, ir
ques lodri,.
(jaranas; Par
jmo da C '

1

I

El.ADOS DA SL'BSCRIPCAO' NO NORTE.
. Seruiio T. da Nalmdade ; Natal, o 8r. Joa-
Junior ; Araeatv. o Sr. A. da Lemoa Braga ;
da Oliveira; Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
aj, o Sr. Domingos Herculano A. Pesioa
oBi. JsUnianoJ. Ramos; Amaionaa.oSr. Jero-
PARTIDa oos cor reos.
(nimia : todss i>- dias, a. B o ni,-ii horas do dia.
I.u.i--ii. l......in.t e I'ui.iIiiIi,! : M| ...juiiiI.,. ,. .i-i(.,s-r.>ira<<.
> *......., acataras, Il.ii,il,..(;.,riiir.i, \ln........ liaranliiin- : M UTO-A
S. I...IIII-IICU, I......I"\lh.i. >....ir.-ll.. I.ini.i.ir... Ilrij... Pesquir, /i
irif*. Flore, VHIa-llella, Boa-Vuia, Oarirarj e Kmi : n.i- qaarua-fei ra
CabiHlpajaca, SitriohaeM, ltin-F..iiii,.,,.. Liu. Henos, agda-Pi bu
I'hi.....Irires e Malal : qaiataa-irim*.
Todus i correios |* .in.ni ,i ni aeras ila ataMa]
ABTI OPFICIAL
/ #
aOVERNO Sal PROVINCIA.
Expediento da la i da agosto.
Circolar Aos F.xms. presidentes das provincias
do Norte.Teoho .( honr?, de participar a' V. Exc"
que esta provincia goza de tranqaillidadc. Dosluga-
res maia prximos desla capital, a freguczia de Ipo-
liica be a uoica onda a epidemia continua a grassar,
principalmente em alguns engenhos que ficain a i i
ou 5 leguaa de distancia daquella fregueza. Pde-
se diier que o centro da comarca de Flores ja se a-
ch* Uvre do llagello, que todava vai lavrandn mis I
extermda delta, assim como no termo do Rio Fer-
inos, onde reappareceu, mas felizmente nao se ma-
n Testa por ora cora carador assuslador.
Seguudo o obluario, sele pessoas fallecern) do
cholera as qnatro freguezias dcsla cidade durante
"'me/ prximo lid lo.
orOcioAo Em. presidente da provincia do Cea-
ra". Kespondeodo ao oflirio de S. Exc. em que
communica nao se ler recebido no correi< in.'li.i
provincia os auto* de appcllario do reo jquini
Rodrigues da Paixio ; reinelttiido por copia os do
mnenlo-.que a respailo desae faci apresenlou o
administrador do correfo desla provincia, e rogando
deS. Exc, a pedido do mesrao administrador, a re-
roessa das carias de guia, que em I i de juoho de
1854 aeompaoharam a correspondencia que coudu-
zio o vapor imperador para all.
Dita Ao masillo, remoliendo em salisfarao de
sua exigencia, mu exemplar do regulameulo da se-
cretaria desla provincia.
Dito Ao Exm. commandante das armas, trans-
millindo para ter execurio, o aviso de 1\ de julho
ultimo no qual o Exm. Sr. ministro da guerra de-
termina qae o Sr. > cirargio do exercilo, Traja-
no de Soasa Velloso, siga para a provincia da Bahia,
para ser all empregado.i'.ommunirou-se a' the-
sooraria de fazenda.
Dilo -- Ao mesino, remetiendo copia de un) avi-
no de 4 de julho allimo, em que se determina que
o lenle de cav.-illaria do corpo de guarnirlo lixa
da Babia, Jos Joaquim Coellio Jnior, venlia para
esta provincia para sir empregado como convier ao
servico.Communicou-se a' lliesouraria de fazenda.
Dito Ao Dr. cliefe de polica, dizendo que leu-
do S. S. achado allendiveis as razes que allega o
cidad&o Jos Joaquim de Oliveira, para pedir sua
demissao do lugar de subdelegado da fregueza de S.
Kr. Pedro Gonralves do Recite, propnnlia quem o
deva substituir.
Dito Ao mesiiio, transmillindo o aviso circular
di repartieao da Justina, recommendando que seja
remedido em lempo os ronppas de eslatislica criminal
deque traa o regulamenlo u. 1J de 31 de Janeiro
de 1812.
Dilo An mesrao, remetiendo para ler execu-
rio, o aviso do ministerio da joslira de 19 de julho,
exigindo urna relajo dos Africanos apprehendidos
em Seriohiem.
Dito Ao Exm. presidente da relajan, cnmrou-
nicando que por decreto de 21 de julho fura removi-
do o bacharel Francisca Garca do Amaral do termo
do Algrete, na provincia do Rio Grande do Sul.
para o de Tacaral nesta provincia.Comrounicoo
se a' lliesuorarja de fazenoa. r*m^ .
"W -\.xt nspeclor .-t lhesorin(ja de
Iransmittindo pieTler a devida exe fjpj.
II de 17 de julho, no qual seima|i etftlr ab.
no da gratificarlo mensal de 1S r Je
at o ultimo de setembro do anuo P',,4aj0 a ^hns-
tovio Santiago de Oliveira para servr ,je secr?lario
do eonsetho de aSminialram, *""'" t)ra|cante' da
exlineta conlartoria de ma-INu. visio v,ao ,er mej.
nio direilo alg|ai>ix4_liii_|af''repr)n. '
Oito Ao rneinio, |*4 a que mand>
geni* da compauliia dos p.kuetes de va
gar ao a-
pr a imjwr-
laiwia das patoaaans d. caifa de esqoadr^ |.-ernan.
do JoSo de Castro, anpecada*Maiioal R. mun,|0 da
Conceicao e o soldado Joao Filippe de g0lliil ue
vieram do Marauhilo no vapor lmperador rac_
ai^So do marecli.il commandante das n,.la._tom_
municou-se ito agente.
Dito Ao miimo, transmillindo o f,vso ,|a re_
reparticao da marinha de Itijulhoea ll0,aj a que
elle se refere, dos direitos que lem J0, |,-aus|jno
Porto de pagar na cstacao competente |M\ |Pr lin
Horneado por decreto de il dejuuho de 18i ,i!o-
mrda costa e porta desta provincia.Coinmutncuu-
se ao capillo do porto.
DiloAp desembargad jui/. relator da junta
ifBliShaji Iraasmillindo para ser relatado em es-
sao, o procesiO verbal do soldado Luiz Jos ?>*hino
perleiicenle ao*.jjalaUhao de infanlaria.Co.nmu-
nicoa-se ao presidente il.i- Atagoss.
DiloAo r. Joaquim de AquTtl V or.seca.Com-
niuniraiiilii. qae do ;i\is- 'e ji'i ile julho ollimo,
musa ler sido Suic. demiltiu ,Jo lugar de commis-
aario vacciuldor desta provinciarCommunicuu sea
tbesouraria,-
DiloAs Dr. Coime de Si IVreiPa, communi-
cando que, segundo consta de aviso de i!i. 4e julho,
foi Smc. por decreto da mesma data Horneado pro-
De igual llieor ao Dr. Ignacio Firmo Xavier, e
Jeito Jos Innocencio Pogge, para os lugares de
memhros da mesma comioissito.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, par-
ticipando ter aulorisado o iuspeclor da Ihesouraria
de fatenda, para mandar pagar ao boticario l.uiz
Pedro das fteves. a qoanlia de 329720 rs.j de que
[rila Smc. em ofllciu de 2 do correte.
DiloAo presidente da cmara municipal de Bar-
raros.No oflicio que remello por copia, o juiz de
paz, mais volado do primeiro drslricto d'.ViM l'rela, me reprsenla que al hoje lem dei-
xalo de entrar na posse do eu cargo, por nao se ter
rosnido a commissao que lb'a deve dar na conlor-
inidade do arl. 17 das inslrucces do 1 de dezembr
d 1828. Cumpre, pois, que Vmc, com a orgencia
qua o caso pede, rena a mesma rommissilo, amde
detirir o juramento ao mencionado jui/. que nao de-
1 \e por um fado iudependente de sua voulade, licar
privado de exercer as fiiucroes que Ihe compelirem
na Tgaoisarai) do processo eleiloral.
Por esta occasiao recnmmendo a Vmc, que me
declare se com cffeitu essa cmara nao se lem reu-
nido regularmente, e desde quando; ctimprinrto que,
nesta hypolhese. Vine me d urna informaran cir
i'uaislanciada acerca dos motivos que lem "ocasio-
nado taes faltas, certamonle mui nocivos ao servioo
puklico.
Ofliciun-se a respeito a cmara municipal de IS.ir-
reiros,
as cinzas de ura pobre poeta, foram Iraziclas de
longo e remolo exilio, rerolhidas em jazigo .iberio a
expensas publica', as suas exequias celebradas cm
snlcmnidade, e a sua memoria exaltada pela grali-
da nacional.
Deve-ae este de-aggravo, este pagamento de urna
diviua Kaoraiissiuia, a oulro poela a quem n.V menos
devedora he a patriaao Sr. A. F. de Castilho.
Eis-aqui o eloquenle memorial, qne elle pela im-
prensa rzaos poderes pblicos.
lem a dala de 1 de otilubru de'18'iI.
'< Segredo parece da Providencia, que nenhtima
grande gloria mundana seja desncoTipanhada ile des-
conlos tambem grandes. Karo var.lo, illustrou ja-
mis a Ierra do seu nascimeulo, que, se bem lan-
tarmos as cotilas, a nn deixa a elle fez, ou pelo que Ihe elln fez a ella, deshonra-
da e euvergouhada. Entre os exeinplos dos Ilustres
deshonradores passivos da sua patria, avnlta na histo-
ria Iliteraria purtogueza dosnossnsdias.o nosso FilintO
fctisio. O que a potica Ihe deveu, e mais do que a
potica, a liberdade, e muito mais do que a liberda-
de, a rica e fdalga lingoa porlugueza, todos nos o
saltemos. E o como para com elle nos desempenha-
ino. de tamaitas dividas, sabem-no, alem de nos
vaiml mal !) a1 Franca, a Europa, e o mundo '. O
scu engolillo, que elle > quizera consagrar a en-
grandecer-nos, em prantear infortunios se consu-
mi : em vez dos gozos da liberdade, que nos elle
evanselisou, leve as amarguras do d?sierro, para evi-
tar os tormentos do carrero ; e a li.'gua qae lano
anin, por quem lano fez e perfez, e que por elle
havta de reuascer... que longos dias, e que prolixo*
anuos se Ihe nao devolveram, sera a fallar, net.i
ouvir podetido ja dizer por si em mein de Paris, o
que o romano desterrado suspirara enlie os golos da
Srslhia :
Brbaro aqu sou eu, que nao me entendem'.
Sobejo era islo, e uo fot bstanle. Cevado de pe-
nas, de saudades da patria, e de amigos ; ruubado
entre eslratihos, depois de roubado entre naluracs ;
avergado, e delido de anuos e irabalhos ; em um
aposento, nao modesto, settao mesqutuho ; desampa-
rado de ludas as cousas mais amigas de DOaaa nalu-
reza, mais uecessarias e agradaveis aos que eslilo de
partida ; sem ler se quer duus livros para os testar
em penhor de aliarlo a lautos e lao queridos ausen-
tes ; sem esperanoa ao menos de ser chorado em ex-
pirando, ou no sepulcro visitado; aquella raneada
alma porlutitieza, sob um co esquivo e duro, a'ex-
halou Mitos estranhas, nao trmulas, o levaratn
cova : olltos eslranhos e eoxulos. o viram sohmer-
gii-se, e dcsapparecer vozes ufo porluguezas, Ihe
liassam e enxameam por cima ; dos alselos e sauda-
des, que por la de continuo refervem, e se renovam,
nem um suspiro desee a procura-lo. Aps desierro
de larga vida, mais que desierro na unirte ; indifle-
renca e esquecimenlo !!
Para aqui '.' Anda aqui n.'io para. Na sepultura,
onde a nu estrella de cada um costuma ter o seu oc-
casso, nao o leve a de Filinto. Entre lautos mtlhares
*de monumentos de virtudes, de sciencia, de euge-
nho, de amor patrio, de formosura, de riqueza, de
vaidade, entre monumentos, emliin de ludd, e de
lodos, a exilada sepultura de Filmlo j,/. ha lanos
anuos, que ja se cotitam 22 mo so sen, urna pedra
que a assignalo, seuao a pique de (nial perdimeulo !
"ais at Vatafs'i TT*"! e muito.mais Occor-
reu omliiTi a tim porlugt. .-ftiattlt i^aaMfc^^^o^jpie ja
como pensamenlo havia a muilos oceurrido; d.
quer, nesle rrundo um tmulo a quem nelle nilt. ti
vera urna palris. Prope o negocio a um sabio lam
bem pottagoez, tambem perseguido, tambera expa
triado, # amigo e companheiro oatr'ora do poeta
deelara-lha a teiir.lo, que eai, de levantar a si
cusa, elle l, aquelle iiiouuinentu. O pru lente v,
rao, em lao grave materia coosiiilado, lotiva con
saino, mas cuino portugus reprova u delerminar .
As dividas da patria, u diz, uinguem sviiAua'p
Ira aa pode pagar, tilinto sem raiatnl lio un
allronla. mas nao irroparavel. o mansoloo de Fitin
lo edifcado por ums homem he urna afTronla irre-
paravcl para toda urna narlo. Fazet mais, c inclhor
do que abrir a vossa bolsa : ide por entre 0 poaa"
porlusuez jiedir urna estrila para h'ilintn K
AUDIENCIAS DOS TRIHLXAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio quartas a sabbadoi.
Relacao : ter(as-feiras e sabbadoa.
Fazenda : quarlaa a sabbadoi as 10 horas.
Juizo do eommercio: segundas as 10 horas a quintas ao meio-dia.
Juizo de orpbos : segundas a quintas as 10 horas.
Prime ira vara do civel segundas a sextas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas sabbados ao meio-dia.
KPIIK.MI r.lliKS DOMEZDE AGOSTO
9 Quarto crescenle a 1 hora 47 minutos e 48scguudos da m.
lili La cheia as-i horas,211 minutos e 48 segundos da manbaa.
IS2 Quartomiuguanle ai l> boras,48 minutse 48 segundosda'l
Inn La nova as 8 horas, 4" minutos, 48 segundos da mauliaa.
PREAHAR DE llo.lL.
Primeira asi horas a 6 minutos da larde.
VSegunda as 2 horass a 30 .minutos da na nia.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. Su Tiburcio e Suzana lita. S. Digna.
12 Terca. S. Clara v. I. Ss. Aniceto e Fou'ino ->liii.
13 (.luiru. Ss. Hiplito c Cassiano Mm.
..ti
de leos.
ti Quima. S. EuseDio presb. Ss. Demetrio o Mercurio Mm.
15 Sexta. 15 S. Assumpcio da Ss. Virgetn M.ii
IBSabbado. S. Roque 1. S. Jacinlho.
5 Sexla. iji S. Assunipca
. I. S
17 Domingo. S. Joaquim Pai da SS. Virgem MJi de Dos.
I'A'CMIKEGADOS DA SL'ltSCRIPCA NO SfK
Alagoas.o Sr. Claudino Falcao Dias ; Babia o Sr. aX Dupra*
Rio deJaneiro,oBr. Joao Pereira Martini.
EM PERNAMBLCO-
O proprietario do IlIARlOManoel Figueiroa de Fana, na sua
livraria, praca da Independnecia ni. (a 8.
scena permnagens e allenres. Entretanto, porque! que o digno e allavel cathedratteo, gratigeara um | terminou pela queda do dictador Rosas. Reuntrei 1II que lalvez se liouvcta realist lo mai> cedo sem a
be esla aia paga de divida nacional, que sem gran- i mime dislincto nos .unaos do pulpito, rpidamente um e outro negocio. | ofl'ensiva interienrito da Inglaterra, se tealisoii mais
de cusi se pode salisfazer, e se uA. pode recusar' Mu veja elle que al opiniies da critica, leo-1 O governo brilauico se votou desde 1814 snp-| larde, em vitlnde, nao do bil A bordeen, mas da
sem vergonha, lomos fe em que o prsenle miuiste- i dera a acrisolar o seu talento, e a que todos presso do Iralico. Qaer o sea niovel lenha sido inabalavel e pariente lirmc/.a do Imperador, dos mi-
rio metlea mos a obra, e a levara a cabo sem dar i possamos aproveilar-uos do peculio da sua sci- tiesta cruzada um calculo mercantil, um peosamen- I nislros e do parlamento braileiro. A inmensa po-
lempo a que novos omliararo-, 011 mudar.ras a ve- I encia. lo de domimra.i universal sobre os mares, qoer le- pularidade ne que goza I). Pedro II se cmpenbou
nliain impedir. O governo, que plantar esle ciprs-1 Acabada a orarao. dirigio-se prestito para o ce- nbn obedecido somenle a imitada de humanila- iulrepidamenle cin una lula contra os preconccilos
le, ve-lo-jha Iransformar-sc-lhe entre as mSo em I miterio do Alto d* S. Joao, aporta do qual, na Sr*.
loiro, com que sua propria fronle se ennobrera. | vereadores couvidaram os o^rriplores e jornalistas
Seguio se o arbitrio, e os osso de Ftltnlo cliega- I que eram prsenles, a levaretn o caixan al an jan-
boa a 17 de agosto de 1853, acompanbados go, que foram os Srs. Joao de LetuosSilva lirus-
ellieiro Ftlippe Ferreira de Arauju e Cas- ehyAugusto LimaAndrade KerreiraSoo/.a Tel-
lesSilva Tullio.
rain a I 1
pelo con
tro.
Nomer|u-se
cao do n
ama commissSo para Tratar da erec-
unumeuto. Aggregou a cmara muoic-
de marro fez o seguinte an
pal, qtieem dala de
nuncio:
lo fallecido em Paris no anuo de 1819, foi
or da lilleratura porlugueza, sepultado uo
eemileri i do padre l.a Chaise, em um tmulo que
fizera er gir-lhe o marqoez de Marialva, enliio em-
naquella curie, e que sempre fra o pro-
amigo do grande poela por logue/ ; mas ten-
seus ossos sido trazidos a patria pelo con-
Filippe Ferreira de Araujo e Castro, e es-
rposilados na calhedral. a cmara raunlci-
isboa jalgou do seu dever consagrar etn um
dos cem lerios pblicos desla capital um monumen-
to em q te descancem as cinzas de um sabio, que tao-
rou com o seu nascimenlo, e as auas fadigas
is, seguindo nisto os exemplos das ita^oes
idas. Ilavendo pois feilo constar ao gover-
a magostada este patritico projecto, foi a
ugii.la senhnra servida de preslar-lhe a sua
EXTIRC.
LISBOA.
19 de junbo.
KxajUhu e rasladoriio de Filinto Flisio.
tamos hoje a registrar um factu nico na his-
toria mitrara de l'prlugal.
aquella generosa bolsa generosamente *" le(,'iovj
aquella man, que ia al'- ,"" 1""""....."' P>nt
lama, se esl','-* a memligar ;e lieos Inuvado.que
linda He ^-trio amor nao estamos lao exhaustos como
n oiro 1 acudio-se ao pregao da esmola, prefez-
se ao sontma, hade (regirte o monumento. Mas
onde etsaqni o aggravo, que do meio do desag-
gravo se reproduz e se perpetua longe da patria,
e na propria trra do desterro. Mitos fraucozas ar-
rancaran! e 1 all iran a pedra'; mi* francesas
por .1 assentaretn : passeiadores francezes passaram
alu sem na olhar, ou sem na entender ; nenhtim dos
para quem elle s viveu, e viven lodo ; ueulium dos
entre qoem desejou existir, acabar e jazer, podera r
assenlar-so rom o livro das suas obras na mao, jun-
io da sua urna, a aprender constancia contra infor-
tunios, generosidade contra ngralides. e incontra-
lavol atierro boa trra do nascimenlo!
Para nos temos que he esle um objecln merece-
dur das atleuoes de um governo. O ministro dos
negocios estratigeiros uao pode ser iudillerenlo para
o que o toca em nteres um dos mais soberanos mestres da liugua porlu-
gueza a iiinguein mais incumbe ze-la-los. do que a
elle : nos esperamos, e com toda a conlianra u es-
ptmiaosNlue a sua petin.i, agora em qunlo' be
lempo, se apresse de escrever um requerimeulu, dig-
no dalla : tima reivindicaran que n llirono de um
povo lao amante e salador da gloria, como he o
francez, no deixara de despachar craciosamenle.
Venha F'iltnlu donrur emlim o seu derradeiro som-
110 aqui, onde o couliecetn e o atnam ; sob o co
alieueoado e risonho do aeu Portugal ; entre a nu-
merosa e devota familia de seus admiradores. Oseu
tmulo, queja Ihe seria apenas urna pedra, aqu lite
sera mais que mausoleo, ser-lhe-ha palacio, ha pyriraide, ser-lheba lempln! a
Era entio ministro dos negocios etlrangtiros um
bomom lo de letlras e lao ronheceder dos servicos
que l'ilmlo havia fcilo a lingua porlugueza, o Sr.
Rodrigo da Fonsera Magalhaes. Escreveu elle logo
an fallecido conselheiro Silvestre Pinhciro Ferreira,
que enlilu se ichav em Pars, cunsullando-o sobre o
modo de se recolhercm a patria os ossos do infeliz
poeta.
Eis como no-lo conla o Sr. Castilho.
u Fui sea arbitrio, que, pedida e alcanrada to go-
verno de Franca, a licenra necessaria no que nein-
uma duvida podara occorrer se maiidassein d'aqui
duas pessoas, para assislrem a exhumarlo, e encer-
r dos ossos em um caixao simple?, e os'acoinpanha-
rem para Portugal; que finalmente as honras da
hospedagem aos manes do poeta so deviam comerar
depois do seu desembarque em nossa trra: sendo en-
tilo cora toda a pompa dos preslilos scienlilicos e Ili-
terarios, levado para o lugar que mais arcorainodn-
dado parecesse a> i nimio, e no qual se Ihe ergueria
mausoleo.
Era o conselho diiio de quem o (lava, digno de
quem o recebta; e de cnnsolho houvera elle ja passa-
do a obra, se uuvos aclos polticos nao modassem na
OS GVSAMENTOS deparis.
Po F.DMUNDO ABOUT.
Ten
esle Nes
baixado
lector,e
do dopo
selheiro
lando d
pal de I
lo a I101
lilterari
mais po
no de si
mesm
approvaVao, em portara do ministerio do reino de
cinco di correnle me/., fazendu expedir as suas reaes
orden- 10 eminentissimo cardeal Patriareba, para
que re* lespejos morlaes do grande i> rico Lisbonen-
e fos-e n poslos a disposicao da muuicipalidade.
A ca nara pois, de acenrdo com urna eominlssao
compos a dos cidadilos baro de Folgosa, Rodrigo da
Funseci Magalhaes, e Silvestre Pinheiro Ferreira,
convida] a ludos 09 amadores da boa poesa, e da nos-
sa bella lingua, para ajudarem com :* suas subs-
cripc<0e!,o desempenho desle projecto patritico ; e
faz sabir que qninze dias depois da dala do presente
annunc o, o Ibesoureiru do conselho romerara a re-
ceber n is paros da municipalidade asquolascoui que
cada un dos senhores subscriptores se digttar'de
coucorr ir, e .10 mesmo poderao ser dirigidas pelo
crrelo, com os seus iinrnes, pelas pessoas domicilia-
das as provincia. Cmara em sess3o de 7 d mar-
co de ISi.'i,O cscrtvao da cmara, Jos- Mara da
Cosa c Silva, m
Com p pouco dinlieiro recolhido, ma'idou-sc fazer
um tmulo no cemilerio do alto de S. Joo.
Ilemorou-se a obra, acabou-se o miibeiro ira co-
fre ; ata que a aclual vcrtac,ao reso'.veu lermina-la a
sua cusa.
Qoaulo o Sr. Castilho teve noticia desla honrosa
decisao na municipalidade, ror.m leudo elle tanta
parte ueste resgale de um prr.scriplo de tantos ali-
os, dirigi ao seu |n e-nlenfc a seguinte Carla:
n illaa. e F^xm. Sr.S<\a na cidade e l-se em
noticiar o de peridicos, estar para se fazer a tras-
ladarlo solemne dos reslps morlaes de,Camfes e de
Francisco Manoel do $4scimeiilo ; aclos magnifico.
em que b '^ ler patle grande a cmara municipal
de-Uiiau. IJaJJoa. Ignoro totalmente o como
e o quanlo deesas fnuccOes, cujas formas, nao me-
nos que o seu fundo, leem de ser conltecdas e jul-
gadas, nao dos nacinnaes, sean de todo o mundo;
e nao s do* contemporneos, seuao ainda das gera-
rosqueeslao para vir. Por isso mesmo que o igno-
- enlendo que pata negocio de lao complexa na-
tflo de lodo, e cin que lao lacilmenle se
^, e (tn que os erros dilliciliuonlo se eineu-
loilos teem mais que direilo, nbrigarfln, do
jair com sua- Itt7es e seus conselhos, me per-
I n.iur ,aa a V. Exc. se sirva chamar a mais sisu-
I da altencao do Ilustrado corpo que fez de X. Exc,
seu dignissimo presidente, para vatios pontos que
^11 tenlto. e i\om V. E%f o .-cus cutiegM na verea-
I fUn mo poderao deixar de ter, por merecedoras de
evame circum-peclo.
1. Averiguar-se, at onde for possivel, a autheu-
lo 1 a lo do (|tie se vai alardear no mundo como reli-
quias de il tilines.
2. Que o programma da trasladaran dos duus poe-
tas saja condigno do assumplo inagesloso, nobre,
simples e potico.
3. Que esses uossos dous memoraveis conterr-
neos vao ler a sua derradeira aposenladoria em lu-
gar conveniente.
i. 0e se aproveile o lauco para se realisarem
nesle municipio algn- beneficios moraes, ja de lem-
po lembrados e prepostos, beneficios de si lu exe-
quiveis que al silo gratuitos,
Subre todos estes quatro pontos encontrara' V.
Exc. itlvttres, nilo lalvez para desprezar, nesas no-
las qije en lenho a hunra de enviar a V. Exc e
que I- rain impressas ha ja seis anuos 110 lim do meu
Estado llistorico-Poetico, intituladoCames.
Permla-me V. Exc etc.A. F. de Castilho. o
Naos.-liemos qual fui a resposta da cmara, e s
sim, i)a leudo ella deliberado f..zer a trasladaro
dos ossos de Francisco Manoel para o jazigo ja ter-
minado, fazeiidu-llie nesse da celebrar exequias so-
lemnes ni igreja municipal de Sauto Antouio da
S, convidou tara recitar a o-arao fu nebro, o douto
lente catite.Iralico da Lniversidade. oSr. Dr. F. A.
Rodrigues de Azevedo.
Folios ;-aVassaaltea a dillercnles corporaoes, auto-
ridades, e a "nda'ia tmprensa peridica, retinio-se 00
da 19 de iiinlio a cmara muoicipal cora lodos os
seus principaes empregados, e poucas das pessoas
que ella convidara, igreja de Sanio Antonio,que
eslava decorosamen armada de luto, e no meio a
eoa'que eucerrava os ossos Lfotaa-ala.
Cantada por instrumental urna MfetME missa de
/o'/iu>m,,subio ao pulpito o Sr. Dr. RodngiiWxvt} S*** cltiUaadaa.
Azevedo.
Itepomos aqui ludo quauto lomos dilo a respeilo
do uso de ie recitaretn nrares fnebres, de perso-
ttageus seculares, nos templos.
De ludo quanlo expendemus, para fundamentar a
opiniao que emillimns a proposito do elogio tunebre
do marquez de Poinhal, nao Ihe alteraran, era a
ubstanca de um cabello, embnra incorresse no
desagrado dnsque mais deviam apoiar esta doutnna,
pelo .sou estado e pelas suas luzes.
Folgamos porm de coufessar, que o Sr. Dr. Ro-
drigues de Azevedo, supperou habilinenle. a princi-
pal dillicul lade da sua ardva larefa.
A primeira parle da oraran pareccu de-dizer bat-
anle da segunda, em que o doulo professor fez a
aproriaro das obras de Filinto. e de quanlo Ihe
levem as leltras e sobreludo a liuguil patria, de que
elle fui um dos maiores mestres e propugnadores.
Nesta parle, o pauegvrico foi esmerado, se uSo
cabal.
O Sr. Dr. Uodrigues, foi nesla orarao mui lo mais
correrlo, numeroso e deserto, pregn em mais ac-
t3o, do que no celebte sermao da Immaculada, que
tanto foi discutido.
Este auspicioso progredmento faz-nos esperar
as tuspiieres do espirito christao, pouco im-
porta : o movcl pele ser alacavel, mas o alvo be
anlo e sagrado ; pois que o Iralico dos negros,
e.io trafico de carne humana, he couse infame.
Mas a .Inglaterra, ainda para realisar um obra
i honesta, empresa moilaa vezes meios que o nao
Nao he para agora nolarmos o porque a academia sao/^S|iecja||Ile,iie nesle negocio do Iralico, nflo
das sciencias e oulras corpnrares jajpomons de let- esjete povo que a nao censure de alguma surte, por
Iras, deixaratn de ir prestar a datfda homeRaKemLaJue o scu modo de obrar lem sido desprezador dos
ao reformador da lingua patria, ao cantor dos Mar-Tilireilos das naques. Ainda nao se acha inleira-
l\ res e dus Novos Argonautas. Deploramos triste- j mente esqnorido em Franoa o movimento da opi-
mente que lal ausencia nos euvergonhe a todos, e nii'to que provocou a quesillo do' direilo de visita,
que se dem hoje exemplos que reprehendemos nos moNinenlo lao pronunciado que el-rei Luiz Ftlip-
intigos. 1 pe so Iranquillisun o pal/, solicitando a obteudu do
Para complotarmos esta breve nolicia de Filinto gabinete de Londres a revogacfto do imprudente
Elvsio, vamos trauscrever um documento indito tratado. Tambera se cotihecem lodas as dillii ul la-
narionaes econtie urna massa de iulercsses inin-
lolligenlos, e sabio victoriosa. Com a alta sagar. la-
de que distingue lodos os actus do joven principe,
vio elle que salisfarao plena e inlera devia ser dad;
aos direiios dabutuaudade eda religiao, eque finia
para u Brasil oulro fuluru de prosperidade e rique-
za, maior. mais ampio, quo aquelle em que se en-
cerr.ivam as tradicres de urna rolitia puuco 1- 1 u-
pulosa e pouco christaa. 11- seus seultmeiilos pene-
Iravatn rpidamente nucurarao do proprio povo, cu-
jo tnaravillioso in'tmrlo separa di.ule de si as novas
vas que Ihe sao abortas ; responden a voz amada do
Imperador, e com um mesmo grito repuliou o tra-
fico e ..relamen a coloiiisdcAo.
Os dncumenlos commuutcados esle atino ao par-
lamento brasileiro, attestaui que nao bouve no 111-
extraltido da torre do Tombo, por onde se v que I), des que esla quoslan susctlou, por um lado cutre a lervitllo que decorreu, depois da precedeote sessao,
Joilo VI, anda principe regente,linha jcharaojo a Itiglaterra, o por nutro, os Estados Luidos ea lie
pnlrai o proscripto poela, arlo esle honroso para o panha, sempre em lula com as preteiices exorbi-
soberano que o decrelon.e para a narAo, que,os bio- lanles dos cruzeiros brilauicos. Mas o que se co-
sraplios dizem ter fechado para sempre as norias ao
seu glorificador. r
Peni foi que o orador nao tivesse deje conheci-
meutn, para completar aasim e liislor^amenle u sen
panegrico. ^
Ei-lo aqui : '
Sendo-me prsenle.
nhece menos na Europa sAo as persegmoes inau-
diclas que a pollica-ingl-za indigio ao imperio alo
Brasil sob pretexto .de snppressao do trafico dos
uearos.
O direilo do visita, em virtude dos tratados cele-
brados com Portugal, e que o Brasil devia sollrer.
Mente, queya ausencia do padre por bem, ou por mal, foi imposto 10 principio a
Francisco Manoel do atUflnento nao loi puramente I marinha briaileira, a applicadu pelos Irsbunas do
voluntaria, e querendj,Tazer-lhe grara e merco', hei I almranlado da Serra-I.eoa e de Sania Helena, cem
por bem, que possiVtcclber-sc a estes reinos quan- 1 brutal severnlade, que linha .muilas vezes
um so caso de desembarque de Africanos sabr a cos-
a do Brasil. Os docuinentus do auno passado an-
uuucian o mesmo resultado. De .VI mil, o algaris-
inn das victimas d.) Iralico impo desccu a zero.
O que fez o bil Abenleen tiesta oceurrencia '.' Em
\ et .1,1 le leulio para man que a lu glaler 1.1 se deve
envergonbar disto, e ja truulou una primeira Ito-
menagein ao direilo ultrajado por ella, prescreveu-
do a' sua esquadra da America do Sul deixa-lo sem
exccuc.Ao. Mas islo uao be basfaule ; couvem a pro-
pria honra da Inglaterra urna reparacAo mais am-
pia ; se mo pode riscar o bil Aberdeen dos seus an
o carac- 1 naos, pode, e deve risca-b. do ^cu cdigo .narittino.
do Ihe permit1,!' o estado da sua Mude ; e desde j 'er de tim la injuslir;a, e contra a qual o gabinete Vollainlo, em virtude de urna feliz alliauca, a prin-
o derlarn reintegrado era lodos os seus direitos. co- do Itio deJanciro uto ces'ou de fazer ouvir pmles-
mo se tivcsve sabido com liceura minlia, e ordeno se tus lAn enrgicos, quanlo impotentes. Mas, anda
lite entreguen) os rendimeulos quo se Ibe.appreben-
deram o se acham em deposito, e os bens que ainda (
existirem em seqtieslro. O conselho de fazenda o
1 eolia assim eut-tnlidoe lite mande pasear os despa-
chos necessarioa.
Palacio ile (Jueloz om 29 de maio de 1796.
Com a rubrica do principe regente.
Ouandn em 1s:t.'>, se descubri a sepultura de Ca-
mes, escreveu Alutei la (iarrett:
valimenlos. o etnprehender a desallronla da nacAo, e
o desaggravo do >eu grande genio, u
Fura o Sr. A. F.deCoslilbo o autor da propnsla
feila sociedade dos amigos das ledras, para se pro-
ceder as escavares em Santa Anua, que se repeti-
rn! e auno passado, de quo rcsultou arharam-se ja
em cofre os ossos de Cames, a espera de jazida para
serem trasladados.
ble nao he ludo, poi mais exoi hilante e atteetato-
rio que seja da soberaua das naces, este direilo de
visita ainda lem certas regras de que se itAu deve
prescindir o cruzeiru su |iode apoderar-se doma-
viossuspeilos 0111 zonas dclerniinadas, eem certa dis-
lanciu da prala; o que se chama mar Icrrial, isto be.
porqo do mar que banha as costas al a dislauria
eipios mais sAos e mais Icaes, em materia de direito-
iiileriiacioiial, couvem a' sua gloria fazer desappa*
recer esla ultima mancha das suas usurparoes, esle
ultimo esliepito dos abusus da forra, com que ella
lem lano enchido o mundo.
Se a lealdade du governo brasileiro se mautfesla
pleu uneiile as suas tristes desavenras com a Iugla*
Ierra por occasiAo do Iralico, nao se tnaoifesla me-
nos em todos os promeuores do ullimo coulllicto que
licia provocara as dilTerenles gazelas religiussa
de Franca, narraoes mais on menas discrepantes
urna das oulras a este respeilo. Todas as duvidas
arfiani-so porem agora deavauecidas a visla do se-
grale annuucio, publicado no Dkii'o de limita de
9 de joubo prximo passado:
O Sanio Padre, desejoso de examinar cerlos
esludos feitos por ordem do grande pontifica Bene-
dicto XIV no meiado do seculo passado relativa-
mente ao Breviario Romano, uomeara urna commis-
sAo de ecclesiaslicos versados na materia e ordeaa-
ra-llies que se urcupausem della. Concluido o eia-
tne. e ouvido o relatorio, o Sanio Padre seguio o
exemplo de seu predeceasor.ordenando que os escrip-
tos fossem recolhidos livraria donde lenharo sido
lirados,devendo ser abnadonados quaesquer procedi-
meulns ulleriores sobre o Breviario Koauno.
i'arece que a commissao fora no masada no me
de marro prximo paseado.
A obra examinada cootm Ires voromes em fo-
lio e fora ja desapprovada por Benedicto XIV.
Parece que seus autores, um conego regular de
I itiao e um i hgioso conventual, se deixaram in-
llueuclar por essas theorias racionalistas de crilicia-
ino que estiveram era voga no seculo dezoito.
A que-1 o pois pode ser considerada comu deci-
dida. Dous Papas -o tem pruunuciado expressa-
ineulc muir ella e todos os ootros a lem condem-
nado por seu sileuciu. "
( TaMet)
a que pude chegar o mais longo alcance de um tiro | acafina pela queda de Rosas, e quo poz lim a eterna
Por ocrasiau desla preciosa achada, propaz logo o
Sr. Castilho a fiiinlarao de uin campo ehsio nacio-
nal, n
a No principal cemileru da Lisboa, dizia o aulor
a cmara municipal que esculla e faca assignalat i
roda rom gradaria, verdura ou como melhor Ihe
parecer, urna porrAo de terreno, reservada para os
finados celebres por qualquer e-pecte de meritu.
passados, conlemnoraneos 011 luluios. Urna das se-
ducres ile tal ohra, be nao requerer despezas ou
s mui tenues.
Ouanrio a aclual cmara municipal anuunriou a
Irasladnro de Fililo e Cames, 0 Sr. Castilho e-
ereveu aquella re-peitavel corporarAo, una carta
em que Ihe propunba alguns bous alvilrea para esta
sulemmdade, mas a cmara nio segua iienlium dos
conselhos que Ihe foram dados.
Id/uerer-se-lta acato fazer a Irasladacflo de CamOM,
lAo Iristementccomo de Filinto?
de peca, fira fra de lo la acgrcsso, assim como a
mesma trra, de qoe faz parle. Ora, eslas regras
eslas reslrirres Iniciares, suprema homenagem tri-
butada a,1 direilo das nnres, incoininodava visivel-
mente a Inglaterra,posto que fossem mal respeilados
pelos seus cruzeiro., e ella nao hesilou emancipar-
se diste. A 8 de agosto le 18i."> proinulgou-se um
bil, que atlribuio exclusivameule ao tribunal do
almiraulado da Inglaterra e a Indos os tribunaes de
vice-almirantado o julgamenlo dos fados do trafico.
proferido conlra navios compavilliAo-brasiloiro. Era
a supressAo das garantas dadas a estes navios pela
compiisirAn das cominissis mixtas, era a violarlo
aberta de ludos 05 principios do direilo das gente-,
pois que, como os pretend los negreiros-hrasileiros
eram assemethados a navios inglezes, os cruzeiros de
S. Al. Britnica eram autorisadosa presegur e apri-
sionar ns navios suspeilos al as aguas lerriloriues
do Brasil, e continuar, emacaso de neces.idade so-
bre o proprio solo do imperio a busca dos africanos
desembarcados. E com ludo este bil era a obra do
mais moderado estadista ingle/, daquelle que passa
pelo mais escrupuloso em materia de direilo inter-
nacional, e ainda boje todos o designan) ob o nome
de hill Abeideem.
lie inulil insistir sobre o carcter de semelliante
medida, btn lempo alguin, em paiz algxiin. nao
se lera vislo una usurparAo das direilo de outreni
mais flagrante o mais impudente. A luglalcrr.i
Iro inlle-lu na mesma Reir deSabseuros man- proredia aberlamenle conlra o imperio romo se es-
soleos, e em lau vil sepultura como a tiue li/o. m a
Francisco Manoel '.'
Se tal projectarn, despir-nos-hemos de lodas as
< iiiemplao.ii--, pnremos de parle lostaa as relar?s
ue araisade, e era publica ncola acontaremos sera
piedade os reos e cmplices desta malltloha na-
cional !
lia colisa mais fcil, que separar no cemilerio dos
Pretieres um tortfo, para alti jazerem era fraternal
ropouso os benemritos das leltras, das arles e das
sciencias'.'
Nao ha ja lanos povoadores para aquella eterna
morada '!
Cames Filinto GarriinizBoeageTo-
lentino1 ir rol lliressaneXavier BoiolhoGas
lAoCosta e SilvaBingreSiqaeiraMachado de
CastroSilvestre PinlieiroBrolero--Paschoal Jos | cincnenla mil Africanos por aono sobre o lerrilono
tivesae em guerra. Era mais que um bl'.iqueio, p i-, ; e atr
que us neutros que escapara aos bloqueadores eslait rannia e
eai segurnnra no porto ; era um abusa inaudito de
forra, conliscaudo .1 soberania do llrasil em suas cos-
tas, e se arrogando. com> se faria era p.uz conqois-
lado, um direilo absoluto de polica e repressAo.
Islo Oto se assemelfiava a nada do que se pralica
entre povos civilisados, e so a piralaria lem taes for-
mas de proceder.
Todava qual era a siluac.lo do Brasil no meio
desles aclos sem nome da Inglaterra .' Cumpre di-
ze-lu, pois que he a verdade, apezar da ardenle io-
dagaciio dos cruzadures inglezes, o trafico dos ne-
grea, activamente feilo por capitalistas punco escru-
pulosos, que nisto acham lucros enormes, lomara
desenvolvimentos consideraveis, e derramava alo
nn me acertara ; sua mao
QUINTO
O Iluto.
(Concluan.)
Mr. deMarsal mais livido que nanea, licou alguns
segundos em seo tusar, leudo o brar,o eslendido, e o
cano da pistola dirigido conlra o pello de Daniel.
Suaa pedias li emi.tm. seus ollios nadavam na in-
certeza e no lemor ; iodo o seu rorpo vacillava. co-
mo belula sacudida pelo venlo. Em semelhanle me-
metilo os segundos sao mais longos do que auno..
Daniel lendo o pello abrigado pelo braco direilo, c !
a rabera meio occulla airas da pistola, leve o lempo
de perder a paciencia.
Alire 1 gri'.ou elle.
Alire, senbor! repeliram nnrltinalrotsfte os
quatro padrinhus.
Todas as desgranas possivets Ibes pareciam prefe-
riveis i angustia que os sullocava.
O capilAn sem abaixaro braco respondeu com voz
trmula :
__ Senbor. soa vida estaaminba disposicao; mas
repugna-me lirar-lh'a. Antes quero que peca-rae
psrdo. .
N,1o, senhor ; atire I
Se en alirasse gor, serin aro .?v ;..... Pera-*
me per.lao !
- Se nao atoar, he um cobarde!
SenhorI
() Vida Diario n. 188.
Vossa senhoria
Iremc'.
Nao me exaspere.
Daniel r.Ao cuidava na morle. nem na sua arle,
nem na mAi; fcrvia-lhe o saugue de ver-se oas
moas de ouUem.
Atirf, senhor griloo elle ainda.
xlrTTrramberl deu um |iasso para os dous adver-
sarios, dizeodo:
Isso he intoleravel!
Espere I respondeu o artista ; vou dar-lhe co-
ragem.
Melleu a mao esqtierda no bolso, como para pro-
curar as luvas. O tiro parti. Mr. de M.irsal cabio
para Irs.
Todos correram a elle, Daniel chegnu primeiro. A
pistola redentora a um centmetro do tundo, e o ca-
pitn tinba o braco quebrado.
O gravad..r e o pintor ai.iram o braco do ferido
com suas gravalat.
NAo ser nada, senbor, disse Daniel. Porque
pedla-me dcsculpas, se nao Ihe liz consa alguma".'
Perdoe-me, senbor, c soja feliz! Case cora a-
quell.i que Vmc. ama.
Eu !
Sim.
Amo a inademnisellc de l.ueblan !
Nao, madama Uichaud.
O pobre rapaz oluervou a caliera de Mr. do Mar-
sal para cerlilicar-se de que alo liie entrera nada no
cerebro. O crneo eslava perfeilainente intacto. No
mesmo momento Mr. I.erambcrt apandara a pistola
quebrada. Daniel lumou-a, e examiuou-a alleola-
meule.
Ouem linha-lbc c.Trregado esla arma .'
Met armeiro.
luslainenie ; mas, em que auno?
Em I8i0.
Ah
O m.i .o apoiado no braco de D.inieI vnllon a pi-
alo o Pclil Montronge. Nal ra. i Rae enconiraram
o medico do>aslello. o excellenle donlor Pellarin, o
qual oondniio : ferido rasa de um de seus amigos,
e faz o primeiro tratamento, emquanto Mr. I.eram-
bert corra a Irsuqaillisar raaderaoiselle de Marsal.
A madrugada fura tempestuosa na Folie Sirguel.
Mademoselle de alarsal, que reparara na physio-
uomia extraordinaria do irmo, pas>ou a ooile sem
dormir, e levanlou-se antes das seis horas. Foi baler
.1 perla da atenea do capilAo. cnirou sem ceremonia,
achou o ninbo deserlo. e poz-se a procura-lo no
parque. O porleiro deu-lhc a caria que receben.
Era a narra;3o minuciosa ua desavonca seguida de
nm leslamenlo olographo para o caso* de deagraca,
Mademoselle de Marsal horrivelmenle inquieta lev
ainda peres para correr ao castalio, onde acordou
logo a madama Micbaud ; esla acordou o irmao, o
qual mandou chamar a Mr. Lefebure. Vidornia a-
cordoo por si mesma, e deseen loda a prensa. Ma-
dama c mademoselle l.eramhert nao tardaran) tam-
bem em deicer. Creio que se os antepassados do mar-
quez eslivessem sepultados na \ mnlianra leriam a-
cudido ,10 (umullo. Ninguem cuidara em vestir-se
cada qual viera como se achava.
Nunca os enlosa do castello tinham assislido a lal
carnaval. Madama Michaud e madama Leramberl
perdiam muito etn apparecer taocedo, e a filha do
baiiquciro nao conservou todas as suas illases so*
bre a pessoa de Mr. Lefebure. Porm Vidornia de
cabellos sollos, sem csparlillto, e veslida de ruupao
parecen lAo bella, como mademoselle llaquel no
quinto aclo de Poliji-urle. Pelas primeira. palo-rae
que ouvio soube o que se passava. Ficou violenla-
r o ni 1 le comroovda, 11A0 de modo, mas de aodacia.
Tranquillisem-se, disse ella ; alo Ihe aconte-
cer nada. Oonhcro-o ; lie homem iuvencivel.
Meu irmAj '.' perguulou mademoiscllc dt
Marsal.
NAo se traa tle seu irmSo ; mas nao le,ha re-
ceio ; Daniel Ihe per loara.
Se as leoas conversan) no deserlo, be assim que de-
veo' fallar dos leos, lodo o auditorio licou pasma-
do. Viclorina nao fez-se rogada para declarar seu se-
gredo urna mulher nao se envergonha da amar o
homem qae combale por ella. Conlou ao pai a his-
toria que acabava de pasar-se, 1 dscrijao admira-
vel ds Daniel, sua coragem, e todo o talento que o
amor Ihe dera.
Onvndn tal narracan, Mr. de Gneblan relleclia
que litera muito cuidado de seas negocios, e pouco
de MelloBorges CarneiroFr. Francisco de S.
LuizFernandes ThomazSlocklerMonleirn da
BochaMacado e otttros muilos que agura uAu po-
demos enumerar, nao sern ja dignos de que Ibes
tributemos eslas honra, poslhumas? A. da Silva
Tullio.
O BRASIL.
/'or Charle* liaybaiul.
A poltica estrangetra do Brasil teve al hoje um
ineriin raro ; tem fetto discretamente osjseus nego-
cios, altiugindo o seu alvoou approximando-se doli
sem fazer que se fallo, muila della. Moderada e enn-
ciliadura quandu leve quo tratar cum os seus visi-
nhos inquietos, muilas vezes pmmplas aos mus
processos e as ameacas de propaganda, soube man-
er o seu ascendeute. sem fazer osteutarao e anda
menos abuso da sua torea. Anta as grandes poten-
cias, a polilira do Brasil nao lem sido menos pru-
dente e menos fialol ; ha permanecido digna |jr_
me uo seu direilo, quando esle direilo JnTsido con-
tesladu, ameacado, ou violado. Deiou ao ieinpu
que nAo falla i sua obra, o cuidadj de validar us I-poreiS*1
protestos solemnes do imperio^contra iniquidades :
que coudeinna em deliutlivaj conscieucia das 11a-
:iviltsadas. i
v.'.earacler geraljljjf|-a'polilira he orna perfeila
honeslidade com.,)' voulade bem firme de nao sollrer
pressAo alguma, de permanecer senhora de si, se-
uliora dentro dos seus limites ; mas tambem com
esla benevolencia seductora que he o calculo natu-
ral dos povos cuja principal preoecupacao be o cum-
mercto. Como ja disse no capitulo precedente, o
governo do Brasil lie sinceramente desiiiteressado
de qualquer pensamenlo de eugrandecimento terri-
torial, e para quem esluduu us seus aclos de vinte gravea e uisuperaveis
cinco anuos, esta averiguado que. desde a guerra vem juntar-s>-lhes, e quando se pe
imprudente coutra Montevideo, era 1828, nAo ha eoa u pe ao pescoco, utna reforma que e.'.'e vestigio na sua historia de velleidade ambiciosa. I 'er voluulariameule. Se este excessos nai' lllcram
Acrescenlo volunlariaraenle que esla regra de pru- i as resolures do governo imperial, compreh',' e
ceder, leal e franca, que deixa aos ageules do go- | qaa al certo poni Ihe dimiuuera a aulorida 1 sc
"s lo-
brasileiro. O hill Aberdeen 11.1 mudara de manei
ra alguma o estado das causas, e, com elleito, ainda
que houvcsse mandado para all loda a sua mari-
nlia, a Inglaterra nada poda acerca da viglancia
de urna canta que lem rail e duzeutas taguas de de-
senvnlvun'iito, e de que todos os pontos erara co-
nhecidos desla nuvetn de negreiros, que pissavam
como sombras alravez da esquadra ingle/.a. e cuja
rapidez jnaudila dcsaliava us actos mais lentos dos
cruzadores.
Por oulro lado, o bil Aberdeen produzira um ef-
feito deplora)el. Todava a populacao se havia in-
dignado, e ao passo que o governo imperial proles-
lava enrgicamente em Londres, os Inleraotadoi no
Iralico dos negros, exploran lo o senlimentn publico,
desvairavatn as massas fazendo-lhes enleuder que a
inelhnr respusla .1 dar .10 indigno procediraenlo da
Inglaterra, era perseverar no trafico e Tavorece-lo
por espirito nacional.
Em as olas diplomticas que foram trocadas a
este .respeito, o ^ue impressiona, he precisamente
este .-, rgiinu'iilo do Brasjl : u A Inglaterra quer a
do trafico, o governo imperial quer
igualmente e e,,a' firmemente decidido a usar de
lodos os ii)(Sos V*n conseguir o seu intento. Mas o
qae Ihe parsr'** a uua vuntade, o que Ihe dilliculla
a aeran, he' pyecisamenle a inlervencAo violenta da
Inglaterra u'unT' lem direilo ,il un1 de inlervir ; he o alenla lo con-
tra a soberana d imperio commeltido por urna lei
ingleza. Ja cra ,iui diflcil ao governo imperial a-
ronselhar os verdade'.1."" '"'eresses dos proprielaros
do solo e dos inlormediai'.,n5 ^mmerciaes que re-
pulam a fortuna do paiz eni|. "nada M conlinuarao
dolrafico; mas os obstculos st" lomaro muito mais
graves e insuperaveis quandu una ,1u"'1'10 Je 'onra
le ao Brasil,
"e quer fa-
vemo imperial loda a liberdade dos seus aclos, col- | bre os agentes administrativos e judiciarios enea
loca mui huiirusaraeule pranle u eslrangeiro os lio- gados de assegurar a execucAo legal das medir/a,-* l0"
mena ditUnetos que compile o corpo diplomtico ruadas conlra o trafico." Esta linguagem """il'
brasileiro, dando a sua palavra a auloridade que '
Ihe he devida.
eneelM do Prala, que a Europa, exhausta de re-
cursos, ja nao sabia porque lado havia considerar.
Para grande nonuro de pessoas linda Rosas um
merilo que devia chamar a indulgencia sobre os
excessos da sua poltica. Elle era a auloridade, o
poder, a ordeiu, em utn paiz que, sera elle, pare-
ria 1 1. .luiente volado 1 anarchia. A sua t\rall-
la, por mats cruel que fosse aos seus, por mais
brutal que fosse por momentos para os eslrangeiros,
era em substancia, um governo. Ets-ahi por que
razAo cerlos espritus o desculpavam, e eslavam dis-
poslos a perdoar-lhe militas cousas. Em 1 raneo, es-
pecialmente, be que esles seultmeiiios se mauifes-
tavam, pois que a Fraura eslava prodigiosamente
caneada de urna intervenrao dispendiosa, mui ne-
gliuontemenle dirigida, e que nao acabava em cousa
alguma. llera n-, uesles atino I89 e 1830) em qu
Ihe fallaran! do tratado Le Predour, ella propria es-
lava lao 1 1111 de an uetii.i, que, o que havia de a-
parenda do forja no goveraa* de llosas, Ihe pare-
ca um estado de cuusas 13o invejavel, que nao de-
via ser contrariado no exterior.
En) nimba opima.) era islo um erro grosseiro : o
governo de llosas nAo era forte, peil que nao linha
fon lado 0.1..-1 alguma em lomo de si. NAo era ao
menos lima Torca revolucionaria, pois que senao
apaiava em principio algn, llosas era um espritu
mediocre e obstinado, sem escrpulo algum, o n
se iiupnrtava rom os meios para s? mentar. Assim,
a- Suas ideas 10 un snfioi ana inrn 1 a lluslis a CIVllisa
zudas om serulo. Se ello altela)a ly-
leii.fia para reunir etn um so corpo sub-
nn ,i A sua verga de ferro, lodos os territorios per-
lencentes ao antigo vice-reiuado de Buenos-Ayres,
era para sublrahir o mais possivel a inllueucia da
Europa as va-tas solidoei da Amrica-interior, para
appbcar sobre una Urga escala as donlriuas do Dr.
Francia, combinadas com a vellia poltica cbtneza,
que do imperio celeste s abra aos eslraugeiros o
porto de Canlou. O Canlo,n de llosas lena sido, ou
Monlevideo ou Buenos-Avres. O gabinete do Rio
couliecia melhor que a Europa as tendencias e o al-
vo de Rosas, e devia acaulelar-sc, pois que o Bra-
sil, em razio da ordem iutertur" que devia as suas
inalitnieM nonarchcas, da prosperidade, de que
gozava, do acrescimo que alcancavain as suas relajee)
cora a Europa, era u objecln das desconlianras, dos
ciumes, c dos odios do dictad ir. A missio a' Eu-
ropa do viscoude, hoje marquez de branles, cau-
sara a Rosas novos susto. Fallou-sc muilo, lio
lempo desla mJssAo, que, segundo dizem, lera por
alvo propr aos governos de Franca e de loglalei-
ra urna especie de trplice alliauca com o Brasil, pa-
ra terminar em commutn esla questao do Prala, dt
que a Europa ja sc achava lAo embarazada.
Esle boato, muito cspalnado, no mntenlo das
negociacoes, ainda hoje he geralmenle acreditado,
posto que seja oteirameata destituido de exaclidao.
Sobre esle pacto a verdade, mu pouco conhecda,
he que o diplmala brasileiro eslava encarregado de
sondar os gabinetes de Londres e de Paris sobre o
alcance das garantas, que um e oulro linham dado
,i Confcderacao Argentina : a saber, a I ranea, no
tratado M ikao. c a Inglaterra, na convencAo preli-
minar de paz concluida a 27 de agoslo de 1828 sob a
sua mediar o.
Verdade be que se informando de anle-mo so-
bre o comporlamenlo que as potencias martimas da
Europa deviam ler na cvenluahdade d'uma acc.lo du
Brasil contra as repblicas do Prala, a corle do Rio
deixava apparecer a possibiltdade de um rompimen-
lo com llosas : mas be islo um genero de precaucaoj
que lodos os governos prudentes lem o direilo e o
dever de lomar, e o acto nao implrava de maueira
alguma a intenrae do renunciar, concluir, por vias
amigaveis, as dillerenoas que llosas suscitara inces-
sanlcmente ao governo brasileiro.
tjuer tivesse sabido ou nAo a verdade sobre a mi-
sio do viscoude de branles, Bosas assustnu-se de
urna maueira singular, e o seu odio contra o Brasil
tornou-'e mais envenenado. Soube com ludo con-
ler-se. pois que tinba sempre sobre os bracos a
Franra e a Inglaterra, e o -eu inleresse Ihe ordenava
que nao aggravasse os perigos da siluarAo, provo-
cando urna potencia Sul-Americana, que nAo pos-
suia nem as fruas, nem os cxercilos dos dous maio-
res estados do mundo, mas que, forlemcnte orga-
nUada dentro dos seus limites, locava por todos os
pontos no territorio regido pelo dictador, o o tinba
debati das boceas dos seas canhoes.
(foii'innar-f-Aa..'
Vienna Ki de jtinho.
Por occasiAo do dcimo anniversario da elevaran
do Pana Po IX, a Umita de l'/enna publicoa um
artigo do qual vamos dar as priixcpaes passagens :
o No lim do seculo dezoito ja p Eeslado Pontificio
acbava-se ha muito lempo sulidasmeiite^eslabelecidu.
Elle se tornara independente conjunetaraente com
os nuiros Estados Italianos, e o que lite faltava em
fnrea material, gjnfiava-n pela grandeza de sua
atiasSoi que be a de ser a base temporal de um
vasto imperio espirttnal.
a O congresso de Vienna recochecec sem equi-
voco esle fado histrico. Ao passo que considera-
cues diversas deram urna nova forma carta da Eu-
ropa, u aclo final de 9 de jauho de 1815 contenlou-
se com exprimir u grande fado da restaurarlo e
esliluicao das possesses da ssude na Italia. He
tambem esse fado histrico que os Papas tem por
mitsle conservar em sua integridade como ama he-
ranra sagrada. He esse fado que o mundo catholi-
co be chamado a manler conscienciosumenle, e a
defender com energa.
a ti Sanio Padre echa ej collocado como guarda
da pureza dogmtica, como modelo da piedade e do
lemor de Den em frente das doutriuas de erros, e
da indisciplina do desejo dos gozos da ama poca
que alguma vezes abaudona-se excesivamente as
tendencias malertaus.
lada em
Dous lacios consideraveis .itsignnlaram nesles til-
limos lempos a poltica estrangeira do Brasil : sAo
por utn lado, as desinlelligencias con) a Inglaterra
era consequencia do tralicu de negros ; por oulro,
o conlliclo as margeos do Rio da Prala, que se
sensata, perfeilameule sucera nao foi escu
Londres, e devera se-Io.
Com ludo, apesar (lestes graves '-">-lac.'>'s susci-
de sba casa ;' madama Mirhaod acbava-se lola. Mr.
Lefebure esfregava os olhos, e mademoselle de Mar-
sal nao sabia mais se devia ,issoslar-se ou Indignar-
le. A paixao de Vietnrinn inanifestava-se como os
incendio, que lendo-se conservado alguns dias oc-
oultos a burdo de nm navio, prorompem e alacatn
ludu apenas se abre unta e'colilba. O pai antes qui-
zera ouvir a decl.irarao desea grande mjslerio em
companhia menos numerosa. Tal confidencia rce-
fiida perautu leslemiiulias equivala a urna promesn
formal. Mas o marquez Uvera o lempo de apreciar
Daniel, e geuro por genro, preferia-o a .Mr. de Mar-
sal. Ao menns elle nao regateara Filra charaar-se
Mr. I arl de lucblan i.ia :n|,. a madama Michaud,
a mais voluvel das mulheres, pasou em um volver
d'olbos da sorpre)a ao eiiihusiasmo. Eu nAo jurara
que seu coracao qua.lragenano tivo-e permanecido
insensivel belleza do esculplor. NAo poda lma-
lo para marido ; pirque por mais ridiculo que al
guem seja, teme sempre ndicnlarisar-se. Porm na-
da a impeda de fazo-lo seu sobriuho : lie qua-
si o mesmo dizia ella romsigo.
todava leinl,i o sobrinlia o maravilhoso desco-
nhecido de que fallara quinte diasanlcs, o mancebo
nobre comu um re, rico tomo um banquoiro de
i llamfiiigo, bello como...
Mas be ello mesmo! responden X ictorina com
i o lom da maior convterao ; liquen) cerlos de que or-
cullou-nos seu nome e seu nascimenlo. A tialuroza
nAo engana-sea ponto de dar semblante de princi-
pe a um pobre esculplor. K-p.'iem que volle, .elle
oos dir ludo. Quantosua fortuna, poderam Vnirsx
crer que fosse lao modesta, romo ella dizia',' Nao
viram como o ouro cabe de suas mAas? NAo repara-
ran! hunlem de noilc com quanlu desdetn elle ajuu-
tva o dinboiro que ganhara '.'
Essas ilItiMic- nao resistirn) figura, voz e ao
Irage da mAi de Daniel. Ella Dio pareca de nenhum
modo a ranha viu.a do paiz de Ten, equando vein
com lagrimas nos olhos busrar novas do ribo, pde-
se reronbecer-lhe o me nm arrenlo dos natttraes de
Franrhe Coinplce, que dislinguia a linguagem de
Perrochon.
II porleiro principal do Rucios des ternes he nm
criador que vende leite e ovos a toda a sua colonia.
lados pela poltica inquieta alliv da l"*lterra,
o trafico, esta lepra vergonhoa de q "8 Selnem lol1os
os coracoes elevado, todos os espiril "s intelbgenles,
lia boje e.....plelamente ilesappareaid^M" lml,eno-
(.litando sua lilba, urna rapariguinha loura^ c. "e"a'
levou a madama Ferie creinc para o seu a\mo-0'
disse-lhe :
Como o senhor Daniel veio larde, mada ma
Ferl! Vine, devia eitar dettada.
QdBBde','
Ilontem ii.olo.
Engatele.
Estou bom certa ; fui cu que Ihe abr a porla.
Elle levou um embrulbo grande e verde, como e d
Mr. M-ran, o mestre de armas.
Dous minutos depois a pobre mai reroiibeccra a
falla de duas espadas que havia na oflkina do Gibo.
'tomn inimediatamenteseu mais bello vcidnsno, ^
correu ao castello de liueblau.
Abl meu charo senbor, disse ella ao marquez,
aconleceu o mesmo qae eu tema. Eu tinia-lhe di-
to : Ha la urna linda moca ; nao le vas enamorar
della Mas elle he lu luuco!
0 BREVIARIO ROMANO.
Teudo o arcebispo de Pars dilo em sua carta
pastoral relativa a adopcAn do ritual o mesmo que
se pretende fazer urna reforma no Breviario c que
al 'urna cominissAo ja linha sido notneada para es-
se lim. o inleresse naturalmente excitado por lal no-
li A igreja callmlica que deixa subsistir loda a .
inslituicao temporal desde o momento em que oAo
altara as bases fundamentaos da vida christia, nio
reclama de sua parte para n Estado Pontificio senio
o que exige a existencia particalar da igreja de qoe
elle he base. Ella nAo se oppe aos melhuramen-
los de tima nalureza sabia, pelo conlraiio concede
as necessidades materiaes soa justa medida.
A appreiario dessas rondifes e relacoes per-
lence em primeira linha ao exame prudente e be-
nvola do Santo Padre, c se alguma mordificarao
he necessaria na orgeejeaeao interior do Estado pon-
tificio, o anlo Padre empreode-la-ha redmenle,
logo que o quizer, debaixo da inspirario deesa es-
piran elevado a cujas reeotnfoea, a Divina Provi-
dencia que viga sobre a igreja ratholica nio rclii-
sara lambem a bencn de ama execurio felis e de
um desenvolvimeuto fecundo, a
.lllocucan i/ue em nome dos Iriupos da Aurtria di-
riga ao imperador o cordial principe bispos de
Sclucurt-.emberg, decano oj rardeaes do impe-
rio.
a Magostado aposlolica, senhor elementissimo, o
grande c importante uegocio em cajo comeco nos
foi com benevolencia concedido apparecer dianle
da V. M., acha-se com a ajuda de Dos concluido.
Apezar da grande variedade dos objeclos que se a-
presenlaram e da grande diversidade dos povos,
cujas oecessidades etpirluaes deviam ser tomadas
em consideracio, nao tivemos todos senio um sn.es-
lunto e um s seulimenlo ; pois nosso nico lim he
azer que ludo que resta a regalar, o seja de modo
proprio para augmentar o mais postivel o zelo da
rebgiao a da honcslidade como tambem o da pros-
peridade do imperio de V. Magestade.
I Muitos objeclos qae julgraos dever expor ou
pedir a V. M. serio brevemente levados dianle do
Un nn de V. M. e ah a'bario essa-benevolencia
imperial, cuja inauifeslario brilhanle enehe de a-
legria a igreja de todos os paizes da Austria. Abai-
xode Dos nossa confianra e-la enllocada na pieda-
de, sahedoria e joslica de V. M.
o Segundo o curso das causas humanas, qnasi que
nao he possivel que o que lio verdaderamente gran-
de nio encontr obstculos em soa primeira appa-
ricio ; mas acontece enmocomo sol,que,quando su-
biudo, dessipa as ligeira ouvens que encobrlo seo
nascimenlo e brilha cora um esplendor que nada
obscurece.
o Vollando as nossas dioceses esperamos que os
efleilos saudaveis da concortada se diffundrio por
toda a parle e que a propria sabedoria do mundo
re a obrtg.i 1a a coufessar qae a piedade he til a
todos.
u A Divina Providencia far friiclicnr a obra
completada em.ua honra e conceder' a V. H. urna
coroa de gloria, que brilhara' nos seclos fuleros
do historia de>le mundo e que nao empallideeer
na mundo superior ; pelo contrario, que brilhara'
com um esplendor mais puro e eterno.
.< A bencio do Altissimo desea sobre V. M. e sua
zugusla casa e uella permanec para sempre. a
Re.;io.fa do imperador.
a A gloria a que aspiro he nio faltar jamis aos
deveres importantes qoe Dos me impoz, entre es-
les deveres colloco em primeira linha o de fazer ludo
o que e-livor em mim para qae a obra da concorda-
ta seja executada em todas as cousas como deve
se-Io.
n Accollierei com benevoloncia e ciaminarei com
cuidado o que me propondes a respeilo desse uego-
cio imporlautc. Ser-me-ha mui gradavel corres-
ponder aos vossos desejos todas as vezes qae as cir-
cumslancias o permillirem. Em lira recomend-
me as vossas orarnos, venerabilsimos prelados.
Faro votos para que sejim abundanles em tractos os
estorbos que fazeis para dirigir todas as ordens do
Estado para todo o qae he santo e bom. Minha
voulade e mens esforens tendem para os povos
que me sio confiados,gozem dos bens da vida lempo-
ral sem perdercm os bens eternos. i>
( loma! des Debis. )
J sabemos isso. Oue mais tem a dizer-inc '.'
Comprebendo, senhora, que depois de lal fac-
i mo me he mais permilldo ficar debaixo de seu
tecto. Venliu, pois. despedir-me e agradecer-lbe o
generoso acolbmeulo, de que hei de conservar eter-
na lembranca.
Qae diz elle'.'
Felizmente sea busto est acabado, e com sua
permisso executarei o trabalho do marmore era mi-
iha caa.
Falle! Qoe mais:'
Ateta disto, senhora...
Tem algama cousa a pedir-me'.'
lie verdade, e j que a senhora lem a bonda-
le de auimar-me...
/te','..!menleaiuii "'"l -
_- Pois bem, amanbAa, ou auies-"-Segunda-lctra, le-
,iho de pagar urna lellra. e se a senho. 'a fosse serv-
T. __II l'_ ...... ._.. nno "iillll tu t.ii t..
. Viclorina nao cuidoa em crlicar o semblante nem Concedo', concedo I 0oema!S..'.:..
o Irage de sua futura sogra ; sn teve urna idea : El-
h
do busto...
le ama-mol disse-n aos seus pas!
E abracen cordialmenle a boa velba, a qual des-
| culpava-se de lio grande honra.
EmSm, chegnu Mr. Leramberl, (illio, u lodos fi-
raram tranquillos excepoao de mademoselle de
' Marsal, a qual tomn a carruagem dujoveu mensa-
| geiio, e dingio-se para o Pelil Montronge. Apenas
ella parlio, parnu dianle do poial nm rabriolel, e
um servo veio diter amadama Michaud, que Mr.
Ferl pedia-Ihe O favor de fallar-lhe em particular.
Esperem, disse ella a loda a companhia ; he a
mim que elle quer confossar-se.
Ella achoii-o uo vestbulo, lomou-o pela mao, e
levou o ale um camarn), no primeiro andar.
Abl senhor, exclamen depois repentinamente.
Acabo do ouvir bella cousas a scu respeilo.
Daniel eslava muilo mais rommnvido que quando
dissrra a Air. Alarsal a Alire
Perdoe-me, senhora, re-,pondeu elle ama hu-
mtldade : jnrn-lhe, qoe se nio livesie sido provoca-
do lio grosseiramonle, lera respeilado mais as le.
da hospitalidiide*. Alm de que nao fui eu que feri a
Mr. de Marial: elle ferio-se a si mesmo.
Smente resla-me dar-lhe muilos agradeci-
elsa
por Mr. Lele-
mente.
__ i i,,i'. sei ludo.
o qaa, senhora .'
Tudo Vmc- amil ,"'"1''1 s0,jri"'a '
Nio a-nhora, juro-lho que nao
Juro'-l"b.-l!uas,l": i'"i,,e cu"":' > de Marsal'.' ,.
Porque o.'lcl'obe-ine insullaao.
Porque c.."0I-se a set mo^,,,
" l'orm,. nlt irrilava-me os ervo.
te la razio' ej. de boa fe..c con fea*, aqui
i.eua razao uciimen|C a \ iciorin a.
entren,,, que ama ,, j, .....
Senhora, prazt. .....
D;,^es'aVa1;i^"-';,e'amif,0 <" ''
acudtam-lhe aos olhos 'yMmi, dtae i lie. f<,i ci-
Quenda madama ^^ d. mini, a T
onfessoil-nos que Vmc. a-
he obstinado, meu lieos I
casamento 1 x
ora, he um lano cruel, e
lumniadn : turo sobre a
i.i! i e^t aqui, o (
mava Viclorina. Cunto
Vislo qae se lb'a da em
A zombaria, sen!.
quaesquer que sejam minbas faltas, nio creio ler
merecido...
Vmc. merecen a mi de minha sobrinha, e ha
de te-la'. Que bella desgrana 1 Dar-se-ha que ache-a
feiaf
Nio, senhora, ella he admiravelmenle tor-
mo-a.
I anlo melhor!
A primeira idea queveio-me, quando a vi, fot
que faria de boa vontade seu retrato gratuitamente.
He galantina para mim isso que Vmc. diz?
Mas, Dio importa! ella he que Ihe dar seu retrato,
e praza ao co qne tenhamos dez ou doze exem-
plares!
Nio ha incredulidade qae resista a semelhanle
linguagem. Daniel deixoo*se persuadir brandamen-
le. A felicidade he hospede que nio precisa de ser
annunciado : acha sempre as portas aborta.
No primeiro de fevereiro de ISfi, brilhaudo um
bello sol de invern, Mr. Fert de Gueblan e sua es-
posa passciavam em sege americana pelas ras do
parque. Daniel era quem diriga a carruagem. (.loan-
do passaram debaixo do famoso carvalho, Viclorina
accnou-lhc que parasse, e disse-lhe :
Lemhras-te"! Aqui he qoe foi feita a tua apre-
sentacae. Eu eslava assenlada all debaixo do meu
bello carvalho, rujas folbas eslavzm mais verdes du
que agora, e lia alternamente um livro do mais alto
inleresse, a historia da incoroparavcl Atalanta : nun-
ca li o lim.
Porque1?
J me deslc (empo para isso".' Ei-lo, o diloto
livrinhn. Moeres que eu le lea um capitulo?
i Holgado, meo charo amor.
Ao menos a ultima phrase'.'
Para que, se nio li o comeco'.'
Nio sabes o que perdes. Ouve : Elles rasa
ram-se, e dessa uniao nasceu nm principe bello co-
mo o da. >i
nevera. '
Nc-le livrinhn 10 ha verdade*.
FIM.
\
ILEGIVEL
MTIESDO"
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


I1TERI0R.
RIO DZ JANEIRO
CMARA DOS SRS. DEPLT7AU0S.
SESSAO DO DA* DE Jl'NHO I>E 1856.
Presciencia do Sr.- vizconde de llaependy.
Abrin-se a setsao a hora do cutame.
I.ida a acia secretario da cenia do seguinle expediente :
Vm otlicio do ministro da guerra, dalado de :i(l
de malo, participando que,. M. o Imperador dig-
nou-sestnccionara resol/acao da assembia (eral le-
gislativa, que auton-a/o governo por lempo de jim
miun a Iraniferir de/Uns para oulros corpas e .hum-
os ofliciaei subalternos do exeteito.Para o ar-
chivo. /
Uro ofllcio do minislerio da jutica, repeliendo
urna capia lo decreto de -1\ do outubro do auno
passado, ve' qual houve S. M. o Imperador por
bern aposentar o joiz de direilo Francisco de Paula
Negecircs Savo Lobato, nu lugar de deseml.arga-
dor da relajo do Rio de Janeiro, cora o ordenado
iiinnal de 1:2000.A' cummis-ao de penses e or-
denados.
Um otlicio do Sr. depulado Francisco de Paola
Santos, participando qoe, por lucommodos de sau-
de, nao lera podido comparecer as setsei da cma-
ra.Inleirada.
IJm requerimento dos parochos da corle, qoe o
sepnlle-se, que acliialmeole dao os inspectores de
quarleiru. seja dado pelos ditos parochos e que
se eleve a sua congroa, e qoe se Ibes augmente o
guisamento.A'cororoissSo de negocios ecclesiatd-
co* e segunda do orcamento.
Um reqwrimeuto do baclure l Francisco Antonio
l'ereira Rocha, pediodo a isenrdo de direilns de
importacao de lodos os machioi.mot e roait objec-
tos, inclniive o do carvo de pedra, precisos para
obra de um calle a haler no porto da provincia da
Rabia.A' comroissSo de Calenda.
O Sr. depulado Cerqueira Pinto continua a fal-
lar aa tenues por molestia, u assim tamben) o Sr.
depulado Relisariu.
Rtdaceao.
Vai i imprimir a redacoo p.ira a lerceira discus-
sao do projecto n. 70 doanno passado sobre a pro-
morao dos ollicaes da armada.
Pareceres.
I.e-se ebe approvado o parecer da commissAo de
marinda e guerra, ludeferiodo o reqoerimento do
lenle reformado Jnaquim Henriqoes da Silva.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DA.
Fixaro de forras de mar.
O Sr. Wanderley (miuislro da marind, ornii lo-
do o lempo destinado para a ditcossAo da primeira
parle da ordem do dia. Nao podemos onvir o dis-
curso de S. Etc. ; porm coosla-nos que se occu-
para a responder ao discurso dos Srs. depotados Sa-
raivi Brandan.
Foram approvados nt arls. segando e'lerceiro do
projeclo.
Poslo em discussao o segointe artigo addilivo da
comroiseAo de marinha e goerra, pedio a palavra o
Sr. Zacaras:
Fica o governo aulonsado :
1. A conceder aos goardas-marinhas a quinta
parle addtcional de sold.
o A conceder mellioramenlo de comedorias aos
olliciaes de apilo e nutica.
3. A rever ot arllgos de guerra approvados e
mandados eiecutar pela alvar de ti de abril de
1800, e a reformar o proeesso, pondo ludo em exe-
coc,8o provisoriamente, e submetlendo a approvt-
eSo da assembia geral legislativa na soa primeira
reuniao.l'ereira daSilva.Salles./.. Ges e Vas-
cuncellos, cora restriegues qoaulo a terceira parle.
Artigo addilivo:
Fica o governo aulorisado a alterar o decreto
u. 739 de de outubro de 183(1, e a fixar o nume-
re dos cirurgioes que forem necessarios para o ser-
viro de saodeda armada, equiparando os pnstos aos
dos cirurgioes do corpo de saude dn exercito de se-
gundo lenle para cima.S. R.Paula Can-
dido.'
O Sr. '/.araras impugna o arl. 3 do addilivo, por
imparlar um attenlado a contliluirao de imperio a
execucaodeum proeesso crime nao determinado
por le, nao saneciooado pelo voto da cmara legis-
lativa.
guando se trata de urna lei penal, quando ca Ira-
la de reformar um proeesso criminal, nao pode ser
permiltida ao governo'a facul.lade de realisareisa
reforma, e meaos a sua execurio como medida pro-
visoria.
0 motivo que obriga o orador a pronunciar-se
nesle sentido, nao be fundado no recelo de que ao
ministro fallem as precisas luzes, que coovm para
emprehender urna reforma conveniente e jusla. lie
sim no principio de que o ministro nilo pode ira-
pojj orna pena a cidadao algum, que a consliluicAo
prohibe, e depois nao que,r que uina medida que se
diz hoje provisoria, su (orne permanente, como lie
cosime succeder entre ni.
O orador moslra os meio porque urna tal refor-
ma se devena fazer convenientemente, e nlo com
otTeusa clara e terminante la constiluicAu.
Sem a sancho do parlamento au pode ser posta
em execurao urna lei penal.
Foi encerrada a discussao pela hora.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Proceiso do depulado M. J. Pinto Pama.
O Sr. \Mlaoda Cunha nao lem oolro lim, lo-
mando parle na discussao, -en, o encaminha-la para
cerlo pantos, a cujo respeito nutre du>ni. mullo
soras, que anda ihe nao parecem resolvidat. lia
neste negocio urna questao mullo importante, que
o orador chamar queslao prejudicial : a cmara oo
caso verteole procede como corpo politico, ou coos-
lilue-se em Iriduual judiciario '.' Se se conseguir
mostrar que*a cmara se consliluo em tribunal jo-
diciario, cahirSo por prejudicados lodos os argu-
mentos que se leem apreseulado sobre oulros pon-
tos de debate. D hypolhese que se aprescutou,
relativa a lei da responsabilidad? dos ministros, na-
da se pode concluir que favorece esta doulrina. Nao
ha duvida qoe emcerlot casos acamara pode lomar
o carcter de um tribunal jodiciario, mas loda a dif-
ficuldade consiste em provar-se qoe o cato verlente
etli neslas condices.
Quanlo a ohjecco apresenlada de qne a decisao
da cmara he um alaqoe ao poder judiciario, he
ella iirfprocedenle. He da proprla natureza do po-
der judiciario qne as toas deciset possam ser al-
teradas, sem que isso envolva quebra de toa digni-
dad* : quando as autoridades superiores atteram ou
deatruem os actos das autoridades inferiores, era
por isso se calende qoe estas sejam feridat em suas
altribuicOes.
Entretanto, deixando de parle esla queslao que
como ja diarera, he urna queslao prejudicial, o ora-
dor declara discordar do parecer da enmmissao na
parte'que manda qoe o proeesso coutioue nica-
mente a respeito do crime de faltidade. De aran-
do com a opi.iiao do Ilustrado e probo joiz Corroa -
dor da culpa e do juiz presidente do jury, eulende
que neste caso se pode perfectamente distinguir o
crime de falsidade do crime de perjurio. Sem ir
bascar exemplos em legslac,ea estrmigeiras, quando
o cato he bem expresto as nossas leit, esta con-
vencido de i| ir o nosto cdigo nao pune s o falso
material e sun tambem o fasolmoral. Com efle'lo,
ninguem poder a rumiar que o testamento nunt*i-
pativo tem sempre sido considerado no proeesso co-
mo obra daquelles que o subscreveram, e por esse
lado lie um papel verdadeiro. Porm como nelle
se attribnemao tinado barao de Villa-Nova do Mi-
nti ditposini ?s qae elle nao manifestara, Jeiiste
nelle o falso moral que a lei nao pode deixar im-
pune.
O juramento prestado raais larde para validar esse
aclo, he coa-a absolutamente dislincta ; se se po-
desse considerar o juramento valido, nao seria o tes-
lamento falso.
Pelo qne respeila ao rrime de estellionsto, o ora-
dor concorda absolutamente com o parecer da com-
missao, e enlende que tal crime nao se deu. Nao
pode porm deixar sem reparo una doulrina emit-
lida pelat cnmmissc.es, islo he, que a cmara dos
depnlados lem o direilo de impor perpetuo silencio
a um falto. Esla doulrina parece-lhe absoluta-
mente insuslenlavel. Abi est o arl. 27 da cons-
tituir.lo limitando o privilegio de qne gozam os de-
pnlados ao lempo da sessao. Por ventora se accaso
a deeisao da cmara fosse f.voravel a nrononcia,
perdera u acerjudo odireilo de recurso _! Nao, por
corto ; islo pois moslra rlararaen'e que a cmara
nao tem tal direilo de impor perpetuo silencio a um
felo.
Faltas eslas consideracies, o orador termina, de-
pois de tor anida' locado de leve em alguns oulros
pontos menos importantes.
O Sr. Barbota procurou demonstrar, qae a c-
mara no circolo de toas aitribuic.es e conforme a
letra da cuns.iiuic.iu, quando loma conheclmenlo
dos enmes pralicadot por teus membros.'exerce um
poder judiciario.
As garantas que a nossa conililuicao da aos mem-
bros da cmara sAo as mesmas garantas oulorgada
pela consliluicao francaza.
Se a cmara nao exerce atlribuicOes jodeiarias,
mat tmente polticas, porque fui que o Sr. presi-
ilenle-da cmara mandn que fose ouvida a com-
missSo de juslira criminal juolamenle com a com-
missao de poderes, quaudo esta era a nica qoe de-
via ter ouvida se se Iratasse somenle de saber, de
determinar as atlribuirOA polticas da cmara Por-
que se mandn tambem ouvir aquella commisslo se
a apreciacao jurdica, se os fondamenlos da pro-
nuncia, nao tinham de ter tambera apreciados ".'
guando tal fado te deu, foi porqoo a cmara,
pelo orgao de seu presidente, quiz qoe a apreciado
judicial Itvesse lugar, e que a cmara fosse MejC
recida sobre esle ponto,,. mais imprtanle por cer-
lo, e ontco que deve merecer a mais seria apre-
Se eiereemos s atlribuices polticas, porque se
nos mandam o proeesso do depulado, eojuiznao
se contena em declarar que o depulado tal foi nro-
verificar qual dellis he a verdaticiramenle consli-
lucioDal.
A primeira determina que o proeesso continu ou
MOJO OE PERM1BUC0 TEICI F?ir H DE AQGSTO H ISS6
SElil NDA PARTE DA ORDEM DO DI.V.
Procei'o do Sr. depulado Manuel Joaquim Pinto
. continu pela, conveniencias polilica, simples: O Sr. Siqueira ijue'roz combale O parecer no
, lerreno da jurisprudencia. O di-curso do orador
A segn.Ha quer que se decida se o proeesso con- interrumpido constantemente por .partes repetido
liuuei.u nao continu, exerce......a cmara allribui- nao ,Kde conservar urna o, lemde idea, escaoaiidu-
c,.e. jodiciaruis, .lo l,e, exam.nando os fondameu- nos f,eque.ilemeu.e o lio da discuto. '""V"""1
los, as ra/ues poderosas poique se fluer qoe os po-
deres do depulado sejam cassados.
A segunda llieoria be inqucstioiiavelmente a que
esla de harmona com a lei e com a razao, porque
a cmara nao ha de representar u papel de um au-
lomalo, quando se traa de -uas regalas, de eus
privilegios, de seus rreitos, que ella devp respectar
e delender, porque sao os direitos da nacAo, slo os
dire.Josdo povo.
Nao se diga que s tem poder de exercer allri-
buicn8 judiriarias quem perltnce a c.rpuracao jo- ] ciadas pessciein por csso
diciaha, nao porque no paiz as altribuicoes ju'dicia- | rMl quando cunlei de Ih
nauta* exercidas tambera pelos delegados e sub-
delegados.
CORRESPONDEXCIAS DO DIARIO DE
rKltWMltlC.
Os ministros de eslado nos crimes de responsabi-
lidade nao respondein seugo peranle o senado, e
conseguinlemeiite tambem o senado exerce allrihui-
oes judiciarias, e e-se- crimes a cunara he quem
dccii.i, he quein rla-ilica o crime, he quem pro-
nuncia, e conseguinlcmente exerce anda atlribui-
ioes judiciarias.
O arl. 8 da consliluicao expressa-se em termos
milito e muito genio-. Se ella quera qoe. s deci-
dissemos pelas conveniencias polticas, oecessaria-
mente teria felo excepres a res|ieito de oulros
crimes; porm vemos que ora depulado nao pode
ter processado por crime algum sem lirenca da c--
mara, a excepcao de flagrante delicio de homicidio.
Em Franca para ser processado um depulado pede-
se licenca a sua respectiva cmara, sem que fique
parausada a accAo da juslica, e qoaudo he preso em
flagrante, he sentenciado e couderaoado sem li-
cenca.
Enlrjt "'" porm, manda-se ouvir a cmara em
lodos ot processos, para que ella d a necessaria li-
cenja para que coulinue o -procedimeulo jurdico,
e se a decisao fosse meramente luadada as altri-
buicoes polticas, ai da seguranra davnla e proprie-
dade.
A igualdade peranle a lei desapparecia por este
principio absoluto das conveniencias poltica. O
orador approvando asdisposires de lei, quando re-
gala o poder judiciario, moslra que a cmara obran-
do como poder judiciario, anda e de suas allribuires polticas. Cmbale a opiniAo
dos que se oppoem ao parecer, como opiniAo que
leude a invadir o poder moderador em suas altas
prerogalivas.
O orador sustenta o principfli de que a pronuncia
do juiz municipal pode ser alterada, por isso que
lendo a Samira o direilo de mandar que o proeesso
continu, tambem pode ordenar que elle coulinue
nos termos laes e taes, ou que de.te de continuar1
absolutamente, impondo ao procedimento comple-
to silencio.
PARA II IBA.
7 de agosto.
Li foi a mares altos o vapor nImperador sem
que llie podase escrever; porm crea que nem foi
falla de voulade miaba e nem mesrao pouco cuida-
do, pon como sabe, goato mullo quo ininhas algara-
mundo de Chrislo ; po-
escrever, l me grilam do
correioferio,o--e a mala! Oue deceprio para
miin^que liitba lauto que Ihe di/.er I Mas qual, lies-
la iniuha leira ludo relrograda porque lodos laze.n o
quequerem, e ninguem u que deve ; pois do'con-
Irario os Srs. coinmandaiiles de vapores nunca an-
daran aqu la/cii Irabalhar a vapor a serretana
dn governo, rorreio, etc. : reronheco qoe elles nlo
leem culpa, porm tej quem de prmplo Ibes stlis-
lat quaulat (slallicies deseja'm ; comojquer que teja
nlo Ihe pude escrever, e nao sei de que serve gas-
lar o paiz etsa enorme quota com a companhia de
vapores, so nos nao podemos coolar com elles pa-
ra nos facilitar a cominontoarao Ha nesle nosso
Brasil lana superlluidade, lana clnichadcira !...
Deixemos os vapores e suas ae-a-.
A seguranra individual nada lem sordo da
parle dos tirarics, que parecem eslar em quarleit de
invern: da parle da polica, >orm. oulro. lano
u.lo se pode dizer, porque leudo rVni Commercial
em u.n dos nmeros passados felo urna Ilutan a
um eerlo Fortnalo da Silva Neves, a quem dizia
se atlribuir a morle e caslracao de um eseravo, foi
esse Fortunato trancaliado, e nao obstante provar
com o proprio escravo que elle nao havia morrido
nem sido castrado, conlinoon o pobre homem preso
2t das sem culpa formada; finalmente este recorreu
ao remedio da lei e por meio de liabeas-corput que
heconcedeu o nosso mailo integro Dr. Asss, pode
hoje passear, nao sem novos tuttos, porque depois
ditas esta sendo prucesado pelo nncistimo crime de
cevicias! Consta-me tambem que em desforra eosob-
delegado esla sendo processado por abuso d'aulori-
dade, se ao menos 'podesse sempre o cidadao en-
coulrar um magistrado recio como o Dr. Assis que fos-
se pondo mu bice aesses mandes, n.ao havena lan-
as vexacoes.
Eu Ihe eonfesso, meu amigo, que lemo muito
una polica pouco prudenle e crcuuispecta em suas
uidagares. Veremos o destecho desse drama. Mal
eslamos.se por meras alluset d'um joroal qoe nem
para lodos lera o memo grao de f, fossemos logo
irancafiado
um homem de serviro rural, vive quati sempre em
seu sillo, e a puvoacao eulregue a Dos e a ventara ;
de tal surte que a iiAo ser a iudole sempre pacifica
do nosso povinh, a povoagao seria om dos lugares
mais apios para se commellerem allenlados.
Fiscal aqunielite essa falla he bem palpavel,
principalmenlc nos das de feira porque sendo o no)
ii.al viuda, sem qne limito seriamente se resenlisse de
sua malfica influencia esle municipio ; onde nos
Consta, entre um crescidu numero de aneciados,
duas ou Ires victimas !
Parece, pois, nao ser o maldito vagabundo foras-
leiro, quem nos esl a fazer carantonhas, sendo em
extremo benigno o raiacler da epidemia, qual IlAo
!".""" *"'<'Jbaslanle activo a presenca de um s- pago o lrisle,fcudo|apenasos s/baril.t imprudeules,
..."" "Illu,ria- J l'a" prohibir os alaqnet dos os apauonadns da melanca. e dos opimos cseos;
gneros de primeira neres-idade ja para exami-
nar as suas qualidades, e ja finalmente para
velar sobre o a.*-eio das mas, nao cousenliinlo
que as cabras, porros e raes andem por ah a' loa ;
re iiiiidinilii ludo isso em prejaixo do publico.
Ojilra falla tambem com que mais cavaco damos
he a de Dio termos na jola de paz, por isso os ne-
gociantes esl.lo sempre a perder pequeas dividas
de velhacos. A razAo de nao haver aqu um juiz de
pa/., e oulras autoridades policiaes (dizem os prepo-
tentes da familia rcinanie na ridade ) Ihe Dao haver
aqui quem seja capa/, de deteinpenhar os laes cm-
pregos ; sim... mas... por caridade, nao seria inelbor
dizerem aberlameiile SS. SS. que ha poi causa do
ciume do poder, por causada inlloencia oas uruas
eleiloraes, por causa de lerem esle circulo sujeilo
aos seus caprichos.por caua emlim de amortecer
qaalquer importancia que e possa apreseular, e por onde algumdia venha a pro-
clamar a su emaocipacAo 1 Sim. sem dovida, mas
eslas o verdades sAo muito descamadas, e s aos phi-
losophos convm fallar assim.
,S ha um lempo, em que para esses meos itabo-
i
pimos cseos;
nio lendo de oppor i qaeixn o geral da pnpulac/io
mais que o enlre-casco da arueira, a mangeruha, e
alguna a panacea do cam|ihora em alomo* liquidus ;
porlanlo, ou au he o cujo, on sob esle cu queri-
do e amado,dot ileoses ha visto agorenlar. e escu-
recer luslre de sua sinislra. e pavorosa Horneada o
gangelico Adamaslor. Quid i/uid sil. leudamos in-
fniilat grabas a Divindaoe suprema,que se amerceou
desla intima Traern dojbrasilero povo. e conlriclos.c
ledos enloemos, le Deum laudrnosle Domium....
Depois da salubridade. condicAo, sme 71(0 non de
nossa aclividade phisiologica a moral, merecem oe-
| rupar a atientan aquellas oulras comiices .iiie qui-
ln non da aclividade do ser livrc, e inlellgeule,
da personaldade cvica emlim.
Nao mi. enredaremos nos del .Ihe. do ;rave as-
sumplo e exercicio da auloridade publica aqu : di-
namos.
! Anda alm da Taprohana
Por mares nunca d'anles navegado!.' '.
Se ao menos desdobrassemns as paginas de um
passado rcenle mare magnum, que nao nos dospe-
de arar^iira da, enao ao menot quando vir-
por
o Poacoa das depois que Ihe dirig a minlia caria
oa l) do passado, cominiincon-me o subdelegado
do segundo dislriclo que o maldilo cholera havia coo-
centrado o seo furor nos arredore, de San Paulo,
distante da povoacao de Ipojuca a .leguas; a v.l.
do que immedialamenle para all parli levando co-
rrugo os necessanos medicamentos, qoe como sabe,
sao as armas quo nos -ervem para alfronlar 1.1o des-
temido mmico: e de facto, minios eram os indivi-
duos que geniiam no leilo ,la jor, era uma ,
de morave Jote Aoloun, (;es,r, velho sexagenario
com a mullo numerosa lamilla de cerca de 90 pessoas.
dimos
cem Porem, meus amos, offerceam seus bolinhos de Borji per,,a e Castro nara deleoado ,1. V 1 !
as enancas, que nns c somos vaque.ro,, a acoslu- des.e gr^T*. SSm&ftoSE?, nlacTd',""
mados lidar con, quanlo bicho manhoso ha. mar de ros.s n.davam o" XI* p&,TJ.
em|sssump-
pelao inler-
!. ^;,- .. J j- ----------- t,u """ "c osas nsuavam os arillgi. da
, Sao ,0 H % SE^ P"Sa 8lfe-! rt''iMo laisser faire, laisser pas-ar*
LfE ., *a" Srl5! d0' mmS m"s Pres" "" d< iusli- polici, quando de so
?Z pa,r,aC'0S' Va' SumenlJB C..m f,m de f8"r peu-lhes a donosa bonanca.
. eenlao mal eslaria a propria polica,
de quera o a Commercial lem dito ja bem feias
O orador, para corroborar os seus argumentos em coosas :
costado, ele
lia uma contradiccao manifesla da parte da-
quelles que julgan nao podermos cnlrar na anre-
ciacAo do proeesso. Como puliremos dizercon-
tinu ou nao conlmue o proeesso do depulado tal,
l M."Ii.",n0.Mra,e*' 1aa no" leterminam
f b.r """'"'"qurliasorle ? Como podere-
Z^r*O?lmm0pm*m0' n5 ''verme,
Ihld. e'i"le,conTenJci" P*lai proras dalle co-
dTl 1lo".er,nM da P'-'uncia.queo proeesso
deveconlinnar ? e aim no temido conlrark.
Do pnncipio sn.tei.Udo por aquelle, que imniic-
navam o pa.ecer, s* ,eKue que a? prerogSPpar-
lamenlaressJo demasiadamenle 'exageradas se%a
fondarem tempre oat conveniencias polilcas
OuailheoriMse ach.m presante;e prec'ihe
favor do principio que suslenlou e que he tambem
de seos collegas que astignaram o parecer, de que
a cmara pode exerc/r, pelo livre exame do proees-
so, allriboices polilcas, recordou o parecer da c-
mara assignado pelo Srs. Fernandes Chaves e Mi-
randa no proeesso do Sr. Mello Franco ; o parecer
assignado pelos Srs. I). Manoel e Vctor, e parecer
em separado do Sr. Souza Ramos, no proeesso do
Sr. Paula Fonseca, e o parecer das comraisset do
senado uos processos dos Srs. Feij, Alencar. Ver-
guciro e oulros. e as opinies pronunciadas no me-
mo senado pelos Srs. Carueiro LeAo, Paula Souza,
Lopes Gama e Vasconcellos.
Encerrada a disalo pela hora o Sr. presidente
levanlou a sessao, e deu para ordem do dia seguinle
a mesroa ja designada para a sessao de hoje.
Terao a palana para fallaren! na segunda parle
ou ordem do dia, islo he, na queslao do Sr. depu-
lado Pacra, contra o parecer, o Sr. Can-ansao. e a
favor o Sr. Saraiva.
Estao anda inscripto".
Contra o parecer os Srs. l-irmino, Sequeira gue-
roz, Savao I."kilo. Brrelo Pedroso, Rocha, Andr
Basles, Triara, Marlim Francisco.
A favor os Srs. Zacaras e Bander.i de Mello.
Presidencia dn Sr. vitcomle de faependy.
Abrrla a sessao a liora docoslume, lula c approva-
da a acia da antecedente, o Sr. 1." secretario di Cun-
ta do seguole expediente :
Tro offieio do ministro da aerra, datado em 'M)
de roaio prximo passado, cubrindo umautograpbo
da n-oliie.in da assembia geral legislativa, que de-
clara permanentes as disposicies do decrelo n. KtMI
A, de 30 de junho, e as do arligo J9 do decreto n.
78.1 de -21 de abril de 18">l, qae s. Al. o Imperador
houve por bem s.inccfon.ir.A' archivar ae.
dem do minislro do imperio, com dala de 2
docorrenle, acompanhada ile una copia aulhenlica
da acta de eleicAo de um depulado, a que se procc-
deu ltimamente na villa de Monte Alio, provincia
da Babia, para preenrher a vega que tcnu nesla
cmara, por ter o Sr. Joao Mauricio Wanderley,
aceitado o cargo de minislro da marinha.A' archi-
var-se.
dem do l.o secretaria do senado, de 3 do cr-
reme, participando, puro cnidiecimenlo da cmara,
que por ofllcio do minislro do imperio, ronstno ao
mesmo senado,que S. M. o Imperador ron-ente na
re-i.|.i.;... que declara, que os esludantes que antes da
publicaran dos eslalulos vigentes da facoldade de
medicina, se baviam matriculado nos cursos pharma-
ceuticos, eslAo habilitados para, no caso de appruva-
f'ni. malricularem-se 110 segundo anno medico.
olerada.
dem da mesada asse./rala provincial da pro-
vincia de Santa Catbarna, datado de 26 de maio,
cobrindo copias authenticas dasleis n. II e II deste
anuo, promulgadas pela mesma assembia na cou-
forraidade do arl. Ih do actoa-Jdicional a conslilui-
cao. A' ciiiiiii-s.io de assembleas pruvinciaes.
PARECER.
He lido o parecer da conimissao de eonslitiiicao e
poderes sobre a indicaran do Sr. Rtrbosa da Cunl,
para qoe seja chamado o Sr. Dr. Gabriel Jos Rodri-
gues dos Santos, concluiodn que, nao julga necessa
rio expedir-se ordem, para o chamamento de um
tupplenle, que pode quando quizer vir lomar aru-
to, suppriudo a falla que esta preenchida pelo seu
immedialo em volos.
O Sr. Rarbosa da Cunha manda a mesa o seguinle
substitutivo a' rnnrlu-ao daqnellr parecer : gue se
chame oSr. Rodrigues dos Saulos, para, na qualida-
de de 1.supplenle, lomar assento.
A pinada e poslo em discossao foi approvado o pa-
recer da commitsao, c rcj>lada a emenda, depois de
fallaren] a respeilo o Sr. Martim Francisco, o Sr.
Macedo e o Sr. Rarbosa da Cunha.
PKMEIRA PARTE DA ORDEM DO DA.
Fixariio de forjas de mar.
Continua a disrussAo. He lido. apoiada e enlra em
em discussao uma sobre-emenda ao artigo addilivo
offerecido pela commissAo de marinha e guerra.
Ao 1. aniso declare-se detde j.
Ao I S 8.a Em vez de conceder melhoramen-
los de comedorias, Wti-itauqmenlar as anla-
gens.
Ao 'l., S 3. Accrescente-se ho podendo, po-
rm, aggravar as penas actualmente estabeleeidas.
O Sr. Wanderley ^ministro da marinha) oceupa-
se em responder ao discurso ao Sr Zacharias, e diz
que a medida reclamada a cmara nao he um alten-
lado contra o svstema constitucional, como se ha di-
lo, nenhuma medida indispensavel a marcha do go-
verno nos negocios que dizem respeiln a reparlicAo
da marinha. Qoe ouvisse ao Sr. Zacharias, e nao
soubesse o que he a legislacao militar, por cerlo se
convencera qoe loda a razao esl da parle do nobre
depulado ; porm, quem attender, que a inlenrao do
governo, pedindo aulorisacao para reformar es arti-
go* de guerra da marinha, s tem por lim acabar cora
o arbitrio que se nota nesta legislacao, por cerlo que
nlo dar razao ao nobre depulado que se oppe
passagein de uma tal medida. *
gue a legislacao militar seja revista, he uma ne-
cessidade por lodos reconhecida, lano mais que a
marinha de hoje d3o be a dos oulros lempos, e as
luzet do seculo nao podem supporlar ama legisla-
cao IAo barbara.
O nobre orador faz a leilura de muilos dos arli-
gos dessa legislacao para mostrar a necessidade de
sua relnrma.
O Si: Figueira de Mello :Aprsenle uma-pro-
posta cmara.
O Sr. Il'anderley como parlamentar anliso tem
moliendo qoe esse meio aponladn pelo nobre depu-
lado em seu aparte, nem sempre lie o mais bemsuc-
cedidu, e o nobre depulado deve lemhrar-se do que
succedeu com a reforma jndiriaria e a do comnier-
eio. A ctmara nao ni pode delegar ao governo un
fraccao de seu direilo de legislar, como uma parle
muilo importante.
O Sr. Zacaras: Neg ambas as partes.
O Sr. Wanaerley : Eu provarei ao nobre de
potado.
1)0 que acabo de dizer se nao tire, porm, a Irisle
conclutao, de queeu quero em minlia Ierra uma po-
lica indolente e descuidosa ; nao, eu al nesse ramo
administrativo propendo um pouco para o arroxo ;
masqueroa par delle una prudencia e bem enten-
dido respeilo a liherdade do cidadao de rerla or-
dem, pois que ilu conurariu o mais vil detractor po-
de levar a enehovia o cidadao mais honesto ; e pelo
que se vai dando em minha Ierra, j na capilal e j
em alguns punios de fora, como no Pilar.
No da :i do pastado foi preso de ordem de S.
Etc., e remedido em continente para a fortaleza do
Cabedello, o alferes reformado Affonso d'Almeida e
Albuquerque, que ha poneos das fra demil-
tiito de delegado de Campia Grande e capi-
llo do corpo de polica ; igunra-se aioda o motivo
dessa prisao. Como quer que seja, fui ella senAo in-
justa demasiadamenle rigorosa ; por que um homem
que, como o alferes AITonso, preslou em dffcrenles
lempos tantos servicos a provincia, era credor de
inelbor Iralamenio, principalmente quando nao cons-
ta que bouvesse commeltido crimes: lodavia nao me
querendo parecer coro a polica em sua precipilacao,
agiiardo-me para logo Cumiar meu jnizo.
Esta aberla a assembia provincial, e nao sem
grande numero de supplenle> : por ora nada anda
lera feilo que marapa a pena fallar-se.afora um pro-
jeclo que desannexa a povoacau de Pocinhos ue
Campia Grande e a une a Alagoa Nova ; Dolndo-
se que dista de Campia /i leguas e de Alagoa Nova
!) ; islo pois, ja bem deixa ver que por ah anda cou-
sa de circulo oleiloral, prclcnces de algara candi-
dato.
Jaque sem querer feri nesse signo, dir-lhe-hei
alguina couta acerca das eleiret futuras e seus can-
didalos.
Primeramente parece, que a demora da puhlira-
cAo da divisAo dos circuios tem desorientado muilo
aos candidatos futuros, que muilo lemem o snver-
no 11A0 qoeir.i metler o hedcllio em algum circulo,
pois que as demissdes d'alguns delegados e oulras
numere.,-, a isso ni in/.-in a crer : como quer que
seja, eu gusto dos crculos, e coinquauto eslivesse
sem ntenroes elaitoraes.o deseo me tenlou a vou cir-
cular tambera, porque o mais que pode resultar he
nao ter volos ; roas emit tn.de ?
Pelo circulo da capilal temos os seguales caudi-
dalos:
Dr. Felizardo.
Ilorgesda Fonseca.
Dr. Costa Carvalho. medico)
Dr. Antonio Carlos.
Dr. Anizio.
Porfirio Aranha.
dos quaes o mais provavel he o Dr. Felizardo, enere
da opposicao, a quera o governo parece mesmo ler
franqueado o campo.
Pelo Pilar temos :
Dr. Flavio.
Dr. I.ni luir bu.
Dr. Meira lleuriques.
Dr. Filial.
tambem o mais provavel he o Dr. Flavio.que emiua
toe presidencia procurou quanlo podeaplainar o ca-
lumbo que linba de Irilhar ; e depois des.e o Dr.
I.mdolpho, que lem all parle de sua familia.
Campia Grande leem de pleitear o vigaro Ca-
ntillo, Dr. Joo Mauricio, .Dr. Aulonio Jos lleuri-
ques e mais algum outro qoe possa vr ; mas eu me
inclino muilo a crer que oenhum dos prelcodentet
lem (anta probabilidad, como o vigaro, que era
verdade goza all de loda a consideracAo.
Pelo circulo do Rreio se apresenlim :
Dr. Costa Machado.
Dr. Dioso.
Henriqoes da Silva.
Dr. Chrispiro.
dos quaes he diflicil j.i se aventurar de que lado es-
leja a prubabilidade ; lodavia se suppe da parle do
Dr. Costa Machado.
Nao be menor a abundaupia do circulo do ceolro,
pois o dispulam o
Dr. Jos Paulino.
Dr. Olale.
Dr. Joao Leile.
Dr. Benedicto.
Eu creio que o elelo sera o
lenee a orna anliga e numslilosa familia de p,aii
leudo alm disso a recomme nlacao de se'- unuosi-
ciouisla.
Vao corremto com lodo o
novenas di Padroeira ; hoi
res
lira
o transporte de uma imagem de Nossa Senora da
Piedade, nossa padroeira : o carreta sera delicil,
porque o peso da imagem, oratorio e caix.lo foi ava-
llado em cinco arrobas, e lem de percorrer em cos-
as humanas (odas as cenlo e sessenla leguas inter-
medias ; mas como o improbuslabor rincit omita,
estamos certos que breve leremos em notsa tpela
uma imagem em todo digna do culto publico. D-
os permita. .
Nao Ihe communico allenlados contra a seguran-
ca individual, e direitos de propriedade, porque ha
mullo, que nao apparecc por aqui detsa faienda, e,
como eu s me compromet 1 para com o qae se des-
so neste circulo.oa quando muito, com aquellos que
com este estivessem em rclarao, julgo nao ler falla-
do a minha palavra; alem disto, eo nao quero sa-
ber de ajndantes ciceroniros ; e nem lio pouco le-
11I10 o carcter da ubiquidade, como alguns de seus
Ilustres correspon-teoles, por sse bem pode ter
que mudas cousas mas por ah se fajara, e entre-
tanto serem ignoradas por mira, porem sabendo
promillo tib, paler, nunquam terer illa* ; nao
ria-se, pois o o homem tambem sabe os seus lati-
nnos de algi.heira.
Desia vez a nda nao derlaro-lhe o meu nome
proprio. porm em recompensa parlicipo-lhe que
eslou para catar-me, i- na primeira que Ihe escrever
dirc lodo o occorrido no meu casarnenln, para que
V. Me. poete licar sabeodo ,Jahi em dianle como se
fazem os casameolot entre os va-rqueros 110 tertao.
Beta ja vai longa, e por essa cauta concluo dando-
llie em resumo a lisia dos alumnos matriculados em
o prsenle anno no collegio, Rolino, em Cajazeiras :
Parahibauos
Oarcnses
Piauhyenses
Rio 1,1 anden-es
Pernambucanot
a
1
Roas aude ele.
Total
fio
O caqueiro.
. Oulro.,ao mesmo, participando ter multado a llen-
rique Oibton, Florencio Jos Carneiro Monleiro.
por infraccOH. de poslur.s.-Iuteirada.
Oulr-i do fiscal le jaboaiao, participando ter en-
iKgado ao procurador a qu.nla de selenla e um mil
res de mulla, ,e arrecad,,, por iofracfes de pos-
tores. Iuleirada. K k
Outro do mesmo, informando sobre a pelicJo do
arrematante das afericoes. que, por ler t^ nao
dera emprmenlo ao que etU Mmarl |,ie orden0(I
. de ebrfl do correle anno, ma, qoe, logo qoe se
reslabeleceu v.zilara a lodo, e.l.becimenlos da
freguezia. lavrando termot deloTracMe cootra aquel-
les que achara incurso* Du arl. 2 ut 11 j.- -J,,!
ra, de :I0 de junho de 18*9 ; e bem a"ira commul
meando que a pestoa a quem o metrao anridor eo-
ci regara de alirir na freguezia. nao tem procedi-
do muilo regularmente.Inleirada.
Keceheu-se boje uma declararan dalada de JH
la pelo padre LoarenfO de Albuquerque l.ovo|a'
ler substituido a publicaran do Kcho Perambu-
cann, por Jornal do Commercio, coiitinuaudu ,er
o seu editor e gerente da tvpographia, onde elle ^
in. prime.
a estada do medien aqui
I.'m homem do mallo contou-nos, baslanle ma-
goadn, que havia desapparecido uma sua ptrenia,
orphaa feila pela epidemia: perguulamos-
noiles um desagoisadu entr i as doss mu.icas, qoe
a convidada, para ti ear ur, levantameuloTdi
qoe i nrhrn-sc o hotel
> Do oolro dia |a ins-
bandeira, o resultado .foi
Alumbaba; foram, porem, ti
Uncas do reverendo vigarii.
II semper sou o seu cor." \anie
)r. Joao Leile, ujd ppr.
brilho, e < ve porem em ama da,
(
"ajazeirat 2
O Puritano.
de julhu.
L'ostiuhu d> ver eslam-
Ainda nao b,TC 0 especia D
pada em le!,,, redon,ia a r,n|,a primera missiva,
mas co-,,flu muilo na probnlade de V. Mc.,e por is-
so Bar, receio de que baja lie ser regeitada a minha
"rida ; e promelle-lhe qoe no da, em qoe ella
lo1' iar a casa paterna figurando entre s dalgas do
'eu. *)beraoo palacio, eu jreunirei todos ot meus
collejas, e regalar-nos-bemos saboreando a gorda
carne le uma lenra vilella; tirad ab ocilibus meta ;
e, sacia^rf, nos cum a |jrrJjpj,ia asaa oo corrego vi-
siiiho ao mel.NjU,ri,COi dar9m05 moilos vivas a saude
te v. He., n e esic pollco maj, on'menee o exor-
dio, raton ni,, 1(!ri,ia te|..ao a!lima com 0 que
dizer^ e Uisculpe-me porque isso mesmo a-
''T.uita.genle boa, quanlo mais a mira, pu-
Calle 19 de jolho de trljfi.
Senhoret redactores. Sem alfazer no dolce far
mente, que nos permute ama vida desoecupada e
sera saborona,luzio-nos a idea de urna por oolra vez,
e tanto quanlo nos permillitsem/.rec otia dar noli-
cias desle lugarejo, a|)avonado com o titulo de vil-
la federal do Calote do Rocha as paginas do seu
famoso e loteressanlissimo Diario.
Someuot ao desempenho de IAo ardida concep-
cao encetamo-la sem desconhecero risco de arranhar
mot as melindrosas susceplibilidades, que abundara
em nossa pobre Ierra.
.Mal se nos perdoara a copia insulsa, a versAo des-
bolada, que no vasto thealro da, correspondencias
locaes nimot dar das cnusa, desle escaninbo do vatio
imperio da Sania Cruz.
NAu ser a falla de adestrados paladins, para bem
luantcr os seus ennobrecidos foros Iliterarios, se nAo
por nungua de goslo de descerem das nuvens ern
que|pairain as humilde, regies da chronca local,
que ah desalentados entramos.
Ser forca, pois, manchar os nilidos espacos do
grande jornal com nossa phrase moulezinha e' espu-
ria, sendo qoe nao ha poder esperar que o araavel
correspondente desta loealidade volte a' carga, elle
que ha lanto lempo descalcen o colhurno, sem ao
menos leve iresora dar aos seus ntimos aprecia-
dores. '
De eoraro sentimos nAo fosse por dianle o esfor-
zado lidador na tica aberla a sua imaginaran arabes-
ca e phaiilasliea, aos immensos recursos "de soa dic-
cAo llexivel, brllianie e pura.
NAu no quiz, deixaodo-nos aguar i prova escassa
da gela do seu estylo homrico, do nevado de suas
chufan Mulire.
Nao Ihe queremos mal por isso : servio de tirar-
nos ao enojo e engourdissement, quenot engolfas a,
a pos o desejo de laocarmot-lhe do recolho do nosso
carunchoso pardieiro. murchas e desfolhadat palmas,
nao taulo anda pela elegancia e gracioto non-cha.
lant, com qae exprime-se na lingua em que com
pouca ebrropcao crC que he latina como pela
feliz inspirarlo de tomar por assumpto de toas dou-
tas e fecundas lucubracoes, esle ubi obscuro, que
jamis se vio tao allanado.
Em seo nome Ihe agradecemos o ligeiros, ma,
profundoi traeos chronicoi e topographicot, que del-
le den ; e donde nos foi dada saber que nosso pilo-
resco Callo demorava no centro do imperio, como
que era um paiz carecido de elementos vilaes.
Casualmente Irazidoao prelo, se nos relevar, de-
rivemos a aventura zombindo em torno disto, ou a-
quillo, 'com que inelhor desafognemos abarrido
pieen.
Na concha ah jazeriamos u7tie ad.....modo
e quedo testemunhando os aoormaes, e estrambli-
cos successos, qoe intermeiam a vida prosaica desta
torra te nao depresassemos os embargos da senhora
modeslia alleila a tahir au encontr de nossos capri-
chos Iliterarios.
Abdicamos, pois, boje esta contemplativa e pusi-
lnime inaccao, aguardando que a redaccau do Dia-
rio de Pernambuco, cojo civismo e etelarecida li-
beralidade hao dado generoso incentivo a esla especie
deesetiptos, franqoeandu-lhea seu jornal, ahi aecu-
mode nusto pequeno e mal ageilado volume, o pri-
meiro qoe vai correr os azares da evporlacao. Nao
lemos a pretenciosa aspiracao de conttituirmo-nos
correspondente des'ta lerrinha : nossos hombros ver-
gam por demait ao capricho que nos impomot de in-
" I ma inivem que os ares oscurece... "
Desde enlao protectores e protegidos se leem villo
noina dobradoora !
" Oh caso estranho, e nunca visto !... "
O Sr. delegado nao respeila os respeilos (radicio-
naesida Ierra .' Onde o levar a ardida lemeridadr
de abordar as inaccessiveis regies de um poder, que
man alio se levanla? Ha bem pouco atuda om de-
legado pedneo, id est, comarcAo, pela todacia de
pretender punir o atroz e selvtico alternado da
arica do Tapuia. can-no aqu orna celeuma nanea
vista.
As autoridades mais prneminenles da Ierra, a ca-
mal municipal, o juiz municipal suppleule, o de
paz, e nao sei se tambem algom esbirro, forgicaram
em ar de representacao ao governo uma tremenda
philippica contra aquellc cavalleiro.
Jogaram<-se todo, os meio,, ludo se envidn e al
o proprio Sr. cura da freguezia, r>roA dolor > nao
trepidou ir a guita de encarregado de negocios
iout procurator in rcm propriam) pleitear na capital
a deslituicao do delegado malulo ; o qual. apenas
para merecer lama animadversao, linba prendido,
e summariado os innoxio* Calados, a Marliniano
t-erreira, pela tentativa de morte na pessoa de seu
primo Joao Evangelista, e a um ou oulro criminoso
mais, recrulado dous ou Ires individuos, uro desle,
por bellas manobras poslo na ra e apprehendido
alguma, armas defezas : todava, acaso oo Irairao,
foi destituido Etcellenle meio na ve.dade de re-
compensar ns cidadaos, que se volam a causa pu-
blica.
Seus inimigos nenhuma raigo linbam para Ihe pro-
moverem a queda, e com lodo com Sbaksperea elles
poderam dizers tinhamns om motivo, e esse nos
hast.va.o ferrenho policindor odiava de morle i raca
tliuggal, Ipassez-nous \a e.rpression) istoberbava
modelo e calmo o golhico nepolitmo, e islo nos a-
borreria. Parece, pois, nAo devem eslarhnui conleo-
le, e jubilosos com a aclualidade policial ; e cnlre
tanto ao sans facn dn Sr. Catiro, que em lao boa
hora o digamos, vai seu camioho animado du zelo,
que so em inspiraran foiirciooario honesto os deve-
res di." sen posto, expanla-nos a nos e a todos, o
momo Inicie], a lacilurnidadc, que lavra as altas
regies n'ns archipotenles Nao logem, nem mogem,
donde proi-edera esla allopalhiradose de resiguacao
qual.er. i c'etpeilo mesmo de alheiot acicalct tt'ous
ne saronspas. (Juem nos diz que os maldizenles
do passado nrV virAo ainda lamenta lo ','
A pena enssina a conhecer a gloria.
a Nao se coiih ece o bem se nao passado.
O governo vai abomcaminho/ja comeramusa crer)
confiando as faiicMea policiae a boinet de duriu-
dana.
gue contraste enirev> Daasado.a o acloal delegado!
Aquclle anda nao lin.'ia conbecimeiiio de sua no-
meacao.quandn ofli liosos .amigos relendo a obon plai-
lir o despacho dn govenio,se afanavam por cassa-lo
e. s depois de decorridos inous mezes de sua dala,
Iho fizeram com vista. N ^.,
Expliqnem os sabio* sO>J .pturav r, minacie-?Ajiuslura <* -"tipal oeiermin que si
gue segredos sAo estes da natura t..... .-.""'> **>&** a noite, alnn de evitar a|-
", il SllIK rn Ptlira n nm
qnemalcabiam nos P*queno,>mmodosquehavia
lodos quasi eslavain ccommetlidos do mal, inclusive'
o pobre velho e soa raulher, os qu,, eraill .,ls(a.
in-nle aquellos, onde a volenria .la molestia apre-
senlava maior grvida,le : foi preciso que o vzinbo
carJoso mandasse algueiii que serviste de enfermei-
ro a lanlot doentes. O velho Jos Antonio sucumbi
infelizmente, mas sua mulher e lodos os mais se a-
cham hoje no lim da ronvalesceiica. Foram lambetn
no mismo lugar forlemenle atacjdos um homem e
uma mulher maioros de Ttl anuos, os quaes, depois
de chegarem ao pe iodo lgido, com caimbras, |4,-c
decomposla, ele.: triumpbaram inesperadamente uc
lao aterradores symplnmas, e boje se acham sAos e
salvos. Aili ja lem declinado a epidemia, e o maior
numero boje he o dos convalescenles. Netles ltimos
dias tem-se dado alguns casos graves em Craoassii, S.Gom-jin"
Para' e Timboass, lendo uestes dout ltimos luga- Eolrnd m disri,.. n.nf.t.
res fanecido 2, 1Ua-, ,,,a,i,eme circum- da ^^S^^^^lg^
bro 04
propooe|e n,e
! recelo qoe-eC^: I ^ ^Z^^^^^^at
nham prejudicara consliluiclo almospherica. entre, outro memhm a-,"'"". acn,',0 o Sr. Frauca
lendo ainda o cholera, qoe" como se't.be ,'?oZda '. StoiZtl /luS* ^^SSl Z'a^o^
chuv.. No da 6 do correle dentro da povoacao del novo e foi anm .?. I -i-WJ, propotlo de
Ipojiic amanheceu violen.amen.e al.acTdc^'ma qnln'.o'ob SHo'm 'toSSS tiK2VE
o infeliz Isidro Jcse de Sant'Anna, qae sucumbi aa enmate na vatarAo e ,'",ormavoe- (do-se dado
meio dia, lendo en esgotado lodos os ree.rsoTmed" p?e^den"e. de4en,P,,l '" or
eos Esse fado impressiouou dcsagradavelraente os O Sr. Ganielro reauereu r.r. a.
habitantes do lugar, os quaes todava .lio animado,, i modo cSS^X^^JSJ^Si *'
porque contara 'com o. meio, que ll.es proporciona baldes da eid.de casas com a "* ""'
loi approvado um parecer dacommiisaojtaCu |r
suslenlando que te devia denegar a Hcafa pedida
de novo por Ricardo Romualdo da Silvjfha ,__
eivacao da soa salgadeira, oode se y m roa de
res lallecidn-j, qua-i l.ilminanlemeiile. as circum- da na setsao anteceden Hn ,id.H5 l. ^5 '
viiinban,, da povoacao de Ipojuca lem hav.do fre- i PerelraT. I va. < "r. btef^^T
quemes d> arrheas com nauseas; mas itln felizmente commissAo de editicaclo die i.'.Zll''
ten, cedido mecouaqu, por copiosas chovas, que tem pos.o o, pela dcannronriXV.^TJL??2*Z3*
,a r___ J ''Rura de 3 palmos
de frente c 60 de fundo sendo a, frentes dobradas e
os oiiues singellos, declarando a cmara qoies otlu-
garet que devem ser considerados arrabaldet___Han-
Se a assemblca pude delegar ao governo funcr
legislativas para reformar uma reparlicAo, e o .,
feccionar, e por em execncao regulamentos que "
ubam um carcter legislativo, llevemos ser deseol .'
dos quando entendemos que lal delegagao pode U.'""
bem ,er permiltida em aso prsenle.
O nobre depulado que coniba'afa^-rgvjila -.., ,
aoterisacao igual JJ.?;,"e memoinAe^inS, de
auionsacao, c-_-inil por exen)pi0i quando execulou a
a, risac. concedida pela lei de lixacao de forca--.
?f i 18WI8I para a creacAo de un balalh;\o
Sr d t,0 re:ula""'n,tf rtac'0 > ese balalhAo. pelo
. epot a(j0 jjejrjea, enlAo miuislro, ha Osposi-
eotM pmtfFji na le^ji-n-ao para qe a0 |10 ve .,_
lorisara ^
legislacao nova, ou applicar legislacao de
a outro caso, he sempre legislar.
Fazer
r.i caso
Em 1
. Slll e 1KS5 o governo, aolori*>ado a crear o
pr'"rd 'mPe''aes marinbeiros, nos rcgul menl,..
a ni r uta '' l'1lnl,tem regulou as penas que deviam ter
"* ,s, e comquanlo obraste nesse senlido com
awnaacl 0 ,ia cmara, veio bu-car a sua sanecAo na
parle que ,a referia a, C9U:,^
A"sim' pois, o nobre depulado nAo pensa como
pensava c ulr'or;li perls,., He um modo dilferenle.
'' i, porlanlo, esse altercado i, consliluicAo,
nem esses prigof qoa ejoer Agorar: noeatan-
i repito, ,jue nj0 (dl,0 jjjj, mimajoiijln uma qUes-
liba T'l al f1'1" m'"'c'ia meli endo, qoe loda a reforma lia de ser para
, '/ '/ 'ararlas : Pn le ser para peior.
--*- anderl'.y anda .uroduz novus araumenlnt
ETE que a raed.idarecUmida uo lem at
riera a c iilCBMS0 ti!XlSl ^ |10rai
centece a "....
bre i:ar/i ar'
Dizia .||,e eu quc ., njjnha ,ania |crrinha devia
merecer a|gulna cnrisidcrarao, e prove ; mat, meu
cllar'j senhor.quem llavera qu e confrontando as suas
rninodidade, e neces-idades nao encontrar des-
"a ullimas uma -omina muilo mais con-ideravel'.'.
E, como lodo o empenbo da humanidade he di-
minuir eslas e augmentar aquellas, eo como parte
da mesma, e em noma de meus visinhos Ihe as cura-
murucu, para ver se quem pode lera compaixao de
DOS.
Comecarei pelat necessidades ecclesiasiicas. Co-
mo Ihe, disse a nossa puvoacao dista i) legoas da ci-
dade de Souza, e por isso a necessidade nos obriga
a termos roustaulemeule aqui um capelln pago do
nosso boltinho ", mas esle nao sendo vigario.no po-
de fazer ludo, razie pela qual temos de recorrer
inultas vezes ao nosso reveiendo na cidade. Res-
tas idas e viudas sempre lia perdat da nossa parle,
principalmente qutnto temo, de tirar licencas para
casamenlus em casas particulares, purque o reveren-
do exige (ig|(K) rs. por cada uma, e he porque (dp)
ser a sua freguezia de ridade. Avista disso nAo
seria inelhor que nos, habitantes do campo, gozeraos
o foro de camponezes, pagando smenle 430110 rs.
por rada licenca '.'
Ainda uulra : quando o nosso bom vigaro lem de
ser chamado para alguma funecao fesliva ou fue- ra,|o oppor aos boles do tomabawV'doa barbaru
bc, temos de ptgar lano a elle, como ao sacrisla e
mais padres IjliOO rs. por cada leguiuha, e con(a-te
taas da ida como da vinda : ora nao seria-nos mais
conveujenle termos aqu mesmo uma matriz, que
eilraordioario e digno de.....s tjqm se dor.
Pre7jmos muito o -tau quo, tmSoamato /r-
mente para irmos mota pruprio pr-lbe retlricces :
por tanto somente per acddtns, e q lando a iss'o nos
conslrangerem as novidades do paiz, trocaremos a
relha pela pluma, esle delicado instrumento, qoe 13o
pouco se adapta a nossa Ma callosa.
Faremos ludo por maneja-la tempre ao servico do
borne do justo, inscrevendo em nossa bandeirola
com o proposito de cainpri-lo Das raias do possivel,
esla especie de districho :
Amicos Plato, sed magis amica verilas
o Parcere personis, dicere de viliis.
A imprensa cabe urna alia influencia na obra da
regeneracao moral ; tieulium correctivo nos parece
mais elliraz e suave, como o da op.niau publica exer-
cendo, por meio desle urgao poderoso,e-se laco com-
mum das inlelligencia-. -na -ahilar influencia nos
costumes sociaes: assim importa que seja puro e
estreme de mesquinhas paixOes, o operario a quem
animar o nobre desejo de Irabalhar uessa vinba san-
ia c fecunda.
A cora de merilo, como cruz do demerito, nao
lemenos uma Decettidade moral qoe sucial: atraa
cuique trihuere ; e pois qoe nem tempre ajusti;a
social lem premios Monlyont, ou calvarios, capilu-
liot.ou tarpat pira urna e oulra ordem de acroes
applique-te solicita opiuiao, a consciencia publica,
a consagrar sua estima ao cidadao honesto, e sao,
romo a imprimir desapiadada o estigma da repul-ao
ua fronte dos corrompidos e mos.
A imprensa nAo be Uto pouco o primeiro balearle
de nossas saranlias politicas, como a fiadora da mo-
raidade de um paiz : por ella nao entendemos a-
quella libertina privilegiada, a quem ludo he licito
diier, na phrase animada de lordChalham, masa
mulher proba, que s concebe filhos legitimo-.
Ouem negar por ventura, que muilot crimes nao
sabiriam a luz Beatas paragens, se seus autores bou-
vessem certeza, nAo ja da saucr;ao penal, mat lao
smenle do anallieuia social, provocado pelos br.idos
cuuscicnciusos da imprensa !
Eis o qne nos exciluti a loleima de escrevitiltar,
ns que apenas temos para lio arduo mister os re-
cursos que poden) franquear u cajado e os teos.
De feilo conlrisla-nus ver puluUr no seio detle er-
mo, outr'ora assenlo de costumes simples, diriamo,
quasi palriarcbaes, o vicio, e o crime coutagiando
cum seu lulilo euvcneuadu os bons itisliuctot, os as-
somos benvolos desle povo generoso.
Christao e proaressista depomos o forcado, procu-
goe queixas, que encarnicainenln, que furias nao
desencadeou aquello cavalfeiro lalet aiiguis ii,
lierba.... Outro vai suave, e desempenc.adaraenlo
e sem quasi alfazer, que moslrasse apto para lud.
fazer quandil faudra tem a-samado estas na"
bravias, parecendo raetamotphotear lobe
doirot : omnla ngranl. gue dita pal
(.i-tro I....
A- arma- attr.ih-in a si lodos os direitos, o
ctlo : aqui ellas leem melltor cndilo, .
htr caraces.
aura
g, ,n tinitlro entre o concurso da pnpulai-ao ; mas he
mesmo por haver esta postura que az-se justamen-
te o contrario, que se passa a mo pela eabeca dos
bota, que se Taz lulo... ai lempo! lempo! Mat o Sr.
fiscal da Roa Vista a ludo sobranceiro n39 faz cato
de gazelas e Paginas, porque cumpre ponlualmcnle
teus deveres: esta'conforme.
Na ra da Roda cornmclle-se uma enormissi-
na vileza : quera a pralic. nao guarda o decoro pu-
olico, nao respeila, nao leva em conla consideraces
nao teme coeaequeneias, nao treme do co, nAo con-
ba
Os prolegmenos policiaes do novo delegado dei-' l L^JKX "'l 'mbra, que ha nJ Ierra
xam-nos esperar, que nov... o mu.. eolaUnisi leste- T* eill"lade, 1ac "> chatnam polica. Oh! be
mundos Sellaran! a coherencia de sua couducla.
O seu debut por lal arle ha alarmado os farin-
gheat, que so liflicilmctit- Ibes podera dar caca.
Anda nao be lempo para que baja podido 'pous-
ser les affares trop aranl ; o pouco, porem, que se
ha piirmiliido descobre-lhc lal energa, e indepen-
dencia de carcter, que nao ha poder crer---. aqui
baja vindorj homem para receber o sanio dos dotta-
larios da Ierra, e non plus cruzar ot bracos, como
seo antece-sor, que disfarcava sua desidia, e inercia
com a nenhuma confianra que linba ni presdanle
candidato ; o qual, em teu entender, pafa fisgar o
nter tres unus, e dahi as leu til I, da vitaliza, ca-
reca angarear afleirdes, explorar bastardos presti-
gios, e affagar ernm as summidades barbarescas da
provincia.
Deixamo-lhes a responsabilidade do seu horsco-
po poltico : o que he cerlo he que M Illa tempore
nao (iveram de que anojar-se os churinda ", e el-
les, ou algoero por elles. birbanles alarde.ivam re-
ren) meltdn o homem da polica no sacco. "
Se o Sr. Ilermegildo linda consciencia d' imprati-
eabihdade de sua commissAo, mais evita > andar
resignando-a, do qoe dar tao ms detculpa ; forrar-
seh)a ao menos aot motejo, dos seus reacables.
Sr. Castro, alerla com a scenla dos cujos, ou de
quem os caudilha : veja as Coreas candnas !
Coma desenvencilhara-se das girr.is da polica
> criminoso Manoel dos Sanios, em cuja pista, lem
balido a campa oha os teus galgos z Qut.ance et ca-
nemenl.
Nesle eomenos iaformam-nos ae dera om eorulic-
lo entre om ou dous sujeitos, due e-roliavain um
recrula, e o ex-inspeclor de rlero Manoel Ig-
nacio, donde resultaran) rea. eos e leves ferimen-
los : aquello redeudo alinpensado ardor, se aulori-
sara casja#>,yvters da escolta, c quebrar os vin-
A mmli i humilde profisso nao me d lugar a
saber do que se passa entre os grandes ; todava ou-
vi dizer. que o projeclo de ser creada aqu uma fre-
guezia passara na cmara dos senhoret depulados
provincia?,, e que so faltava a approvac,ao do Exm.
e Rvm. Sr. bispo diocesano ; se astim he, nao possa
altingir cum a ma de; o Sr. bispo nao amiuir
logo as reclamates desla pacieute fraccilo do seu
gnnde reliando. Mas en bem julgo que'a mu-a be
outra, logo direi-llie.
Quanlo as necessidade civis. Apents lemos aqu
nm subdelegado, ele tm muilo boas qualdades,
qoer agradar a todo, bous e mos, e alm disio ha
formar aliquoties o retpeiUvel publico do que t **** 1ue mantelavam o futuro tildo de Marte, in-
do apresenta-lo iiiconliueiite ao delegado, que mal
contente com semeldaiile proceder, fe-lo recolher
a prso.
Os mos exemplos guian) de ordinario a essas rol-
donadas, dignas de acrimoniosa censora.
Onde o respeilo da le se nao prende aot hbitos
da \ i la.scena- dessa ordem nao sao novidades. Cons-
ta fra sustentada pelo juiz leltrado a pronuncia pro-
ferida pelo aclual delegado mnlra o preso Jos
Francisco, o qual lendo recorrido ohleve do mesmo
juiz sustentador maodado adsoMulum. Sapienlise matare censilium. Por |c rellecle-se, e obvian se
em lempo os lapsos....
Se procedesse a iniciativa da delegacis, lalvez nao
fosse infecundo o exemplo : nesle senlido o escn-
dalo pede raessas : nem ha maior pequice do que
proceder liguen), que uao seja habilitado, contra os
goerreiros do ponhal.
Haja exemplo entre nos as amarguras do Sr. Tra-
jano, qoe pela s qnalidade de natural patrono do
infeliz Galdiuo. recebeu cartel de desalio do cruento
assassino, escapo ha pouco da cadeia de Pombal ;
o qual sem mor escrupulo, e pouco pezando o ca-
rcter da nntaire publique, que reveste o pacifico
pai de familia, pode CODsIrange-lo a daello sem pa-
drinbos.
Islo asa-nos dizer, qae a cadeia do Pombal mere-
ce tuda tolicilude do governo : a fuga peridica dos
presos daquella casa forte, cumpre lenha um lermo :
solida, e segura nao veda, que de temps en temps
se replam all essat ignnminiosass fircas, qoe de
muilo, desraoralisam a repi e-so sorial.
Ja nao basta, que o jury soberano se aulorise a
amiii-iiar os dilectos dos prepotentes, para que o
funecionalis-mo guardalesteja a reprnduzir Icaros ? !
Diz-se, que em pleno dia se dera ltimamente
all a fuga de Ireze bargautes, qae desencalmadot
salnraiii.e-pr.'gni.ando as;gambia- por aquellas ras !
A continuar assim el curnon 1 melln faria o go-
verno ern dar oolro qoalqoet destino aquella suberba
residencia : prisSee, que laes, mais, sao uma cuarta
a segoranca pessoal, do que peuhores de garanlia
publica.
Vai menos clstico o uso de armas defezas depois
do exercicio do novo delegado : este cavalleiro pa-
rece nao ciminungar a dolrina ultra-liberal de
cerlo suppleule da delegada, que rontiderava o uso
de tal diieito um perfeilo despotismo : segando este
sociedade compre apenca reprimir, e nao preve-
nir, fof capila, quot senlenli : essa escola lem aqui
muilos proslitos.
Vai ja um tanto estiradinha esta, e pastable-
ment sopn/era. para qoe dcixemo deiremsoc-
corro dos benevolus leilures, dando-lhe ponto, el
d'um autrecMf.
Majares i/ue cadnnt Iba de montibus timbra. '')
Desojamos a Vmc. toda casia de ventoras du Iout
sauce, a de eximir-se ao acoulc do vendavel pestife-
ro.qoe conforme por ca" se diz, varrs de novo at exis-
tencias dos sign.ires cilla,lino-.
lili another lime. O Compone;.
nos,as rasleiras considerares
^o fatemos muilo, mas o poucu lamhem tem seu
preco : e.i| ijuodam prndirc Una, ti non dalur
- ultra.
0,leJampo,'?i' que l t ,e.u v!lia.rio se ",IS" tm meril nBi ""ogamos.o de iniciarmos na lo-
lize.se smenle com os 19000 rt. da ida f calidade depoit do pastamenlo infau
MUTTCT
slo do Catoleme,
o goslo da chrcmtv, el fores ejus aperire. Temo-
nos por de mais excedido em preambulos:(ique aqui
o nntso iiavanl-proposi, corlezia obrigada do nusso
papel.
A salubri lade tem direilo a priraazia. Opina-te
sea esphinge asialica bahila, ou habitoo entre nos :
problema insondavei,lalvez mesmo aos filhos de Es-
culapio, Na exlremidade oriental e austral do ter-
mo, na, margen, do majestoso Fianhai, lem-se da-
do cerlo numero daca soa fataes, qoe u3o podemos
se quer aproximar, Uo ronlradilnriat, slo as ",er-
ies.
Ha, porem, tres me/es, qne illtjreina a hospeda
PAGINA AVULSA.
De uma carta de 8 do correle, vinda de Ipo-
juca, do Sr. Dr. Gilaliy etlrahimos o seguate:
{'1 O Calote jaz ao p de montes.
uita crueza de corsea-,! He muita perversirtade
^eza (Palma A pobreza, ou autes a miseria, a
iiinno?ln nAo esleoile' rRRTfEr^tglJ* seno le vendo -Ih,.
no peilo o vil inleresse, e depTtsT^iif' recolhem la
fica estampada sobre aquella mais a desi'.'"'1',' e eter-
na ignominia Dcixem essas infelizes, uao as manie"-~J7fiJi
(em Ao ln)n i,n rsiwla til'.n,n a.. nHRJn,_____ .- -*"
Lsse mesmo houiera disse-nos, que a esle respeilo
era grande o clamor, c que maitas orpdAas e orplnlos
haviam desapparecido, como por encamo...
Existe no capliveiro ama linda menina de 1:1
anuos, llo alva que repugna ans senhoret te-la como
escrava ; depositada em rasa de uma oolra familia,
ha quem pretenda concorrer ou agenciar a sua liber-
dade. Com efleilo quem haver que nao se compa-
deca de tus tone, que Ihe negu o bolo da liher-
dade ".'
Houve tiosabbado uma fesla de handeira le-
vada pruccssionalmeute pela ra Nova, acompanlia-
da por musir, e precedida por meninas.
Prevenimos a alguem, que vive alheio e ceg
do que se passa em derredor de ti, que nao coosinta
que seus pequeos accarrelem essa chusma de ami-
gos para os obsequiar, por quaulo esses obsequios sao
commtimenle pagos com a defamacao poblicamentc
decantada.
_ -4d rein. Purque motivo certos senhoret,.....
hao de propalar escandalosamente o que nao fize-
ram, nem fazem e iieni l'ar.lo .' Acalumnia, meas
amos, he comoo canuto qae, quando uao queima,
tima.
No -h liba lo a noite deo-se na estrada nova da So-
ledad.', em casa do foguelciro AntonioTeixeira, uma
grande explosao proveniente do descado qae houve
com um barril de plvora. A polica compareceu e
bem assim os senhoret lente Pelra e alferes Mar-
ques do segundo balalho de infamara, e felizmen-
le nao houve 'lamentar maior sinislro, que o finta
bamentn, segundo nos consta, da cata, o Sr. fiscal
da Roa Visla tem carencia devzitar estes ettabeleci-
roentos, para ver se eslao de acord com at potlu-
rat muncipaes; mas o Sr. fiscal s vizita |a casa de
um desses artistas quando ha incendio!
Ro dia 9 enlruu solemnemente e em pleno dia
uma grande boiada pela Roa Vitla ; nm carro que
segiiia para o Manguinho licou engasgado, um outro
que segua a pos esle licou da mesma sorle entrame-
lado, am cavalleiro foi preciso alirar com o cavaHo
para cima de uma calcada, e ahi car moquecado
al a passagem dos bois. Oh isso he um escarneo
provocador a cmara inuuicipal! que importancia
pode ler uma corporaejlo por sua insliluicAo retpei
lavel, que grao de moralidad., se um emprcgaoV os nove individoos qne lem de comDorVdireccao
della menoscaba *^^m^^fSSra^ 8**" *S* 5-22S "..ruu.u
non^^^fT"^6'0""^ dejlirecr-.-
se leem ye1)To.
etc. I
Dlrecjau que .em de servir de
Foi approvado um parecer da commissaode edi-
IjcacA ara que fosse ouvido o inspector do arsenal
de m itia, a retpeilo da pcelencAo de Rraz Anto-
nio d ^unba e Albuquerque, que reqnereu ao go-
verno da provincia ti lulo de aforamentotje om ter-
reuo de marinha, na ra do Bruro, o qual informa o
eiigeuheiro cordeador, tem sido beneiado oor a-
quella reparlir.io. *^
Resolyeu-se, se onieiasaa ao Exm. Sr. presidente,
d provincia, pedindo a pileta dot Afogados qoe foi
submetlida a approvacao do governo, em dala de 23
de agosto de ia> ; e bem assim para S. Exc. nro-
videnciasse de modo que, pelo agenle da companhia
,b) estrada de ferro, teja enviada a esla cmara uma
planta da direccao que ha de levar a roetma estrada,
palos terrenos que se coinprehendem oeste munici-
pio.
Expediram-se as ordent convenientes para se pro-
ceder nesle municipio, no dia 7 de se-imbro, a elci-
Clo de juizes paz e vereadnret.
Despacharam-se as pelicOet de Antonio tionral-
V(is d. Moraet. de Antonio (lomes, de Anna Joa-
quina Lins Wanderley, Anacilo Antonio de Morae-
Domingos Jos de Magalhaes, Domingos Jote Pe-
rnra da Cotia, Francisco Antonio Pereira da Silva,
Francisco Jote Comes de Santa Rosa (2). Flix da
Cioha Teixeira, Florencio Jos Carneiro Monleiro,
(uslavo Antonio de Figueiredo, Jote Aflbnto Fer-
reira. Fre Joao d'Anampc.ao Moora, Jos Goncal-
ves Torres, Jo3o Loarenco da Silva, JoAo Moreira
Marques, Joaquim llennque da Silva, I.oiz Fer-
re.ra da Silva, Manoel Francisco da Silva, Manoel
Jr.se de Jeini Americo. Mara Dionizia da Paixao,
Manoel Ferreira Accioli, Ricardo Romualdo da Sil-
va, \ aleo Joaquim Jos de Mello; a levahtoo-se
a sessao.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario a eterevi
Barao de Cap Ae, presidente. Neg e Albuquer-
que, Rcgo, t'ianna; lioeira e Carneiro.
v
t
No dia 3 do crrante renHo-te em assembia geral
a Associarao Commercial Beneficente.aCm de eleger
s si os mea
/os cargos ue~
tiente, secretario.
e goslo de 185ti a agos-
n i ,0 de 8s>".
Presidente, Joao Matheot.
S.\" r"'dtD,e-.A',U*f Mar1?>iie Amorim.
Directores : J. 11. ||. i (,_
< wo"!'le"li'n d Silva Barroca.
WilliarntTteid.
I.uit Jos da Cosa Amorim.
F-ugene Tisael.
(Somtnnncaiyo.
lem de tolo no poste infame da escandalosa e cyni-
ca proslitu o... deixem viver qnem seria respei-
lada se fos tador, do contrario ludo patente..reino-.
Hospital de caridade 10 de agosto75 doentes.
At am-inh'ia.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE 30DE Jl'LHO
DE IR.V!.
Presidencia do Sr. barao de Capibanbe.
Prsenles osSrs. Reg e Albuquerque, Vianns,
t ilivetrt. Franca, e (iameiro, fallando sem causa
participada os mais seuhores ; ahrio-se a sessao.
Foi lula e approvada a acia da antecedente.
Foi lido o segointe
EXPEDIENTE. .,
Um offlco do Exm. presidente da provincia, re-
metiendo copia da circular que, emdata de 30 deju-
uho ultima, dirigir aus juizes de paz dedtvcrsat pa-
rochias, providenciando para que, na cofiforraidade,
da lei regulamenlar de la de agotlo d lSli, se pro-
cedesse nos Irabalhos da qualifieacao, qoe jior qual-
quer motivo extraordinario 4 acham suspensos, ou
nao liverem aluda coioecado ; e recommendando
dsse esta cmara den parle "todas as providencias,
quo forem tendentes ao fiel comprimento da mencio-
nada circular. Resolveu-se que se expedisseru cir-
culares com copia da de S. Evc. de 30 de jaiba, aos
juizes de paz das paroebiat detle municipio, que ain-
da nAo remetteram ot livro, da re,pocliva qualitca-
oAo, para declararem cora urgencia te e-la- te fize-
ram, rccommendandu-ldes que, oo cato negalivo,
procedessem nos termos da circular d S Exc. Islo
mesmo se responden a S. Exc, dizcndo-lhe mais
que nesla dala havia a cmara expedido ordem para
se proceder a eleicao de vereadores e juizes de paz,
nesle municipio, no da 7 de selembro futuro.
I ma pelirAo do coronel Antonio Francisco Perei-
ra, com despacho do Exm. presidente da provincia
para a cmara informar, om ni I i aos merabros da
exmela cummissau encarregada do foroecimeoto de
carnes verdes, na qual diz o peticionario ler dispen-
dido com a compra de gados para o mesmo forneci-
mento, por ordem do antecessor deS. Exc, a quan-
ia de1K:asl.;3(K) rs., e que leudo a presidencia man-
dado que a referida cmara o iudemniasse do-la des-
peza, s recebera em diversas dalas a quanlia de
15:5020590 rs., tallando a de 3:1785710; cojo paga-
mento roe.nena a S. Exc- mandas-e a coinnuvao
fazer, ou quem compelisse.
Posto ero discussao, o, membros da cmara apre-
senlaram declararao por escriplo, de qujulo adian-
(ara o mesmo coronel, dot pagamento, que se Ihe fez
era riifferentes dalas, e do que se Ihe resla, sendo regulamentos"provncUCT7ouTroTmu'uiiactos,
esse resto igual aoque elle pede.o qual, diste a com-, tettemundas viva, do qoe acabo de expenter.
in.ssao, que Miara de salisfazer por nAo 1er mais Homem publico, o Dr. Simplicio Antonio Mavig-
d.nbeiro a arrecadar, como consta das cooUs que nier, sempre foi ulil toa provincia; desde etlodan-
tarum xirocaululo. ., hmaiieae J-. (-...^J II... I t____ tr* *stiii-
No dia i de agosto, pelat 2 horas da (arde rende
o u limo suspiro o Dr. Simplicio Aulonio 'MavU-
medico m ell.gente, lidador incausavel n. es-
,,,J.d. tcicnca, deixon uma familia coberla de
luto homem hrme na honradez e caridade, t le-
go u a seut descendentes om nome sem macla-
nao deixoi. forlona, .na, o qoe sempreuE S S.
boi.oem que soobou g|ria e que embebeu gJ^J
A vida be om lular insa0 entre o peccado e <
v.rtudff.^t.avtnla.an.ra f, enlre ^ro
mal. feliz aquellc gu-^Ao manchou os labios nts
deijos visguentes e -mondos do vicio ; felit aqnel-
l(! que viveudo m ,s de meio socolo pode recoitar-te
poroaoseode Deot, como o cedroantigo a' larra
qoe Ihe deuseiva. '
Ciocoanla e seis anuos viveu o illuslre linad.
cincoenla e seis annos, que Coram cincuenta e seis
toarles de caridade e de bens; cada dia mais brando
e mais philosopho se tornava: ora sua caridade se
revellava na abnegado que mostrara a tids, levio-
tando-se do leiln enfermo para ir soccorrer seos ir-
inos necessitados, ora esinollando o pao, oo foru-
ceodo o, meios de curar aquelles que nAo tinham
meios de vida.
Cincoenta e seis snnos correram sero que o l)r
Mavigoier livetse am s instante desviado-se da
estrada do homem justo.
Tendo abracado a religiAo do marlvrdo Colioaia
nao esqueceu ns seus pontos firmes, fortalecen su
f sempre as ideas paramente evanglicas. Vlile
seis annos casadn, sempre mostron-se extremoso
consorte, pai desvellado, eem (oda a sua vida ami-
go dedicado.
Nascdo em ISOOde Joaquim Ignacio Mavignler
negociante honrado desla pra5,, de sua mdlher
D. Cordula Mana das Virgen, Mavigoier, edu-adu
com lodo o cuidado, frequenlou as aulas de pri-
metras lellras do Seminario desta cidade, onde co-*
raecou a mostrar que Dos o havia creado pira a
sciencia.
Dezoilo annos depois de seu nascimenlo,parto do
Recite, sua trra uatal, para ir estudar em Ceim-
bra, onde frequenlou o corso de malhematicas at
o quarto anuo, nao coocluindo estes estados por nao
o desejarem seus pas: parti para Franca onde ap-
plicou-sc a medicina. Residi na Europa at 18-ja
poca em que parti para o Brasil, depoit de se la-
ver formado na sciencia a que se dedicara enlAo.
Tendo chegado a Pernambuco no mesmo annu
de sua partida, Tez parle da primeira legislatura
provincial; desde 1X3." at 1818 foi reeleilo por va-
rias vezet.
Sentado na assembia provincial,nunca esqueceu
as necesidades, c ai necessidades daquelles que c.
haviam enllocado na representacao da provincia
o cncanamenlo das aguas do no Beberibe, e moos
esse resto igual aoque elle pede.o qual, diste a com-1 testemunbas viva, do qoe acabo de ettierioer
inissao, que Miara de salisfazer por nAo ler mais Homem publico, o Dr. Simplicio Antonio Mavig-
d.nbeiro a arrecadar, como consta das cooUs que nier, sempre foi ulil toa provincia; desde etludan-
seriam presentadas a Ihesourana de faienda.Man- te em Franca examDou todas at aguas desta cid-.de
dou-sc responder a s. Exc. com copia desU-4eiUr e do eslodo apurado qoe ez, concloio qual a mai.
"it:f mw,SI'.0V. ... ..,. p0,a,cl e'luu '' 1" dP fei apnlieaco
Oulro do Dr. chele de polica interino, eommun
cando as providencias que tomara, na larde oc fi
do cadenle para prevenir o desabamento do sobrado
da esquina da ra do l.ivramenlo. Inleirada. e
Pplirar.m
opportuna. Como homem publico Toi um verda-
deiro exemplo. um molde perfeilo da honra : como
cidadao era dotado das maneiras mtis orbaoat e ara-
veis, e homem particular, era a caridade personifi-
mandou-sc responder lousando a solicilude e zelo i cada.
com que proceden, e dizendo-se que essa caa lem | guantas vezes sua veneravel mulher nos exlr.
merecido a allencAo da caraira, que respeilo lera i mos de amor nao reprehendeo-o porv.Mo ernuer .
feilo o que Ihe cumpre. | ,, ,Uo enferm0i ,ulando cotn ^ moi,f. "r!
Oulro do fiscal desle bairro, traanlo minuciosa- i ir por enlre urna invernada soccorrer o pobre un.
menlr, do me-mo objeclo, remetiendo o termo de ves-1 nao senta allivio sen.lo ao ver senlado a soa cabe
lona feila em o inencionadu sobrado, no dia 2H, a I ceira esse apostlo da caridade ev Ingelica
vista do qual forrai da op.n.ao os peritos que o pre- guantas veze.aes lamentos do pobre esqueceu que
dio devia ser demolido en, conlinenle, e a conla da | nao era rico, e sua bpl.a entregoi ao enfermo Z,
despeza feila com o escoramenlo do sobrado, retad- ; lidava cm a morle e nenuria fados lorio.... n
,. nao si", ao traualho dos operarios da rcpart'icAu das | voam o espado oue percorreu
obras publicas com a compra de madeiras. Resol- I vignier, porm fados sem
," ----- .----- r .-------"iitsoi-'iint., i.....-ih i.cio. .Pnl numero: inuit
veu-sc que fosse o termo enviado ao advogado para sabemos hoje por sua consorte, que ora os
intentar accAo judicial de demolido, e se pagassern ticar, e ora os via contar emtua casa pelo
Tactos gloriosos po-
entre nos o Dr. Ma-
numero: inultos delles
via pra-
Pelos desva-
lan o do inesmu fiscal, cumraunicando qoe uo dia : cansa no pn
28 du crrente proceder a vistoria no sobrado n. I A vida do homem, scmelhante a um diamante as
86 daroa de Moras, que ,,, linh. passado por oulra lo he poli lo d-pois qoe deixa a mina, 6 denuUd?
vis.oria.declarando os penlot qoe t existan, ruinas ( morle be que deve apparerer dianle da luz dTmUu
no so ao, mas que esle clava qoas) demolido.-l- do. Vor.n feliz aqn.lle que lem forca, para n.r"
(>. a -. ;'rvirlude, lao alia", brintlAoexcessivos.um m
Oulro do procurador, reques.lando a quanlia de dellu tao perfeilo. mo"
cento e sesenta mil rs., par.a pagamento a JoAo do,, 2 de agosto, fui a data fatal para nosooe o r*rd.
Sanios Porto, resto da gratificaCaoq,,e venceu, quan- mot; a pndula da elern.dade p.rou e: I21^ ''
du administrador da companhia de ribeirinhos.-gae [ ea io (|e all:vio ao homem juslo '
''rasse do cofre e se eutregasse ao procurador.
sobre
Com a ine-ina pre-ein a de espirita de un,.
Oulro do engenhe.ro cordeador, duendo que li- rebeo o Senbor, vendo as lewimas mmiSZlL
nha de levantar as plaas de algons logares do bair- orna familia inlaira, e ouvii.d.. seos inhmn. *
ro da Ho,-\ isla, e faz,a-e necetsario que a cmaraj de dor aqu Jab falloo n.da ao bm ThrisU?
aulorita,se a laicra despeza para isto precisa Au-1 O Dr. Jote Mamede Alves Feneira e.n ?.
tunsou-se a dispen.ler ale a quanlia d9 O50O0. |achava-e enfermo, no momento mmuSl 2
Oulro do fiscal do Po5o, pedindo mandasse a cama- esqueceu a amiade estrelle qoe os litav. "*
ra o engenbeiro examinar a obra que se est fazendo closo thesooro qoe perdia.-oo, braco, a.. pr'~
no sillo que fu. do finado Dr. Gome,, a qual nao Ihe eilr.mototac.biram^u, aglJ?2l2*2
parece estar conCorme.-AMtm se r.solveu. | rota a' margem do regato amigo? W d*
a
*>
ILEGVEL MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO { 4


:


>
.

lloje, porm, que naila nos reala era Iroco delle,
hoja que apenas urna lembranc.a desenlia cm nossas
imaginares o que foi esse cadver.; misturemos
nossas lagrimas com as de sua familia : junlus aque-
jamos de ooitos primos a leinbranra daquelle que
dormita sobre urna lapide deserta e fra, e sallemos
essa cabera Uto digna de heneaos e de um co,e
para esses que cravam beijos de fogo na mao re-
gellada de um pai, ou que pedem vida a esses olhus
aein lu, teja consol o ver repartida sua dor por
entre us ; oremos todos por elle e daqui envieraos-
Ibe o ultimo adeos.
Um amigo.
P"iio pmunn tuca ma 12 n sosto otisse
%
Srs. redactores. Tendo de se proceder a' eleii-fiu
para vereadores da cmara municipal e jui7.es de paz
para o I. e 2." dislricto da freguezia de Santo An-
tonio, offerero os nomea dos seguintes cidadaos
O Srs. :
Manoel Joaqoim do Kego e Albuquerqoe.
)r. Ignacio Nerv da Fonseca.
I.ui/ Francisco Maciel Vianna.
Pharmaceulico Joaquim de Almeida Tinto.
Luiz Francisco de (tarros Reg.
Padre Francisco Duarle l'eiioto.
Joaqoim Lucio Monteiro da Franoa.
Kodolpbo Joan Barata de Almeida
Antonio Jos de Olireira.
1 ,- Jf-Z".,d! pa: do '" ilittriclo.
Juito Vilenlim Vilella.
Rodolpho Jo,i Barata de Almeida
Dr. Manoel Jos Pereira de Mello,
Caclatio Pinto de Veras.
i-0 distrteto.
Manoel Joaquini da Silva Hibeiro.
Joao Athanazio Botelho.
Joao Francisco Bastos.
Claudino Benieio Machado.
Compenetrados da necessidadc|de seren as cama-
'* munleipaes composlas de pessoas, que uSo t
aeein raais forra as mporianles riincroes que eierce
asta instiluicao, mas tambera que as" lornem mais
respailaseis, pela considerado econceiloqne deve
merecer cada um de seos uiembros, tomamos a li-
berdide de offerecer apreciado dos dignos votan-
tes influencias loc.ies dele municipio, os nomes
abaixo para cbmporem a cmara desta cidade, no
qualriennio seguinle.certosde que sao cata um del-
les digno do sufragio popular, quer pela posicAo
elevada de uns, quer pelo carcter boueslo, probi-
dad e posirao indepeudente de lodos.
Esperamos, pois. que a uo-sa leutbranca nao ser
desdenhada pnrloilos aquelies.queuas prximas clei-
es eaercerent influencia directa sobre o resultado
is urnas, visto como temos fe, qoe tomada a nossa
lembranca pelo lado dn merecimenlo de cada um
dos uomei indicados, car prejudicada a idea de
que seja e'la fillia da afleic.au particular, c nao de
verdadeiro interesse pela sorle dcsle municipio.
Os nomes que lembramos sao os dos senhores
Dr. Augusto Frederico de Oliveira.
Negoriaule Antonio Marques de Amorim.
I)r. Manoel de Barros Brrelo.
I)r. Cosme de S Pereira.
Dr. Jos Maraede Alves Fcrreira.
Majar Jos Joaquim Anluues.
Major Anlouiu Jos de Oliveira.
renenie coronel Luiz Francisco de Barros KS0
Tenente coronel Manoel Joaquim do Bogo e Albu-
querqoe.
Um ctanle.
rs. redactores.Tendo combinado com ilguns
amigos deste municipio na escolha dos cidadao cous-
lanles da lisia junta, para nelles votarmos para va-
readores rogo-Ibes de a lazer publicar no sen concei-
luado jornal, alim de que possam elles oblar a malo-
a de voUQo de que sao dignos pelos serviros qoe
leem prestado ao pa.z. Sou seu venerador *
' Um colante do municipio.
Us senhores : '
Tenente coronel Rodolpho Joao Barata de Almeida.
ene., e corone Francisco l.uiz Maciel Vianna.
leen ecoronel Joaquim Lucio Monteiro da Franca.
querquT JoaqUm d R,- **^
Major Ouslano Jos do Reg.
M*jor Antonio Jos de Oliveira. *V
Capito Luiz Francisco de Barros Kego.
I adre Francisco Peixolo Duarle.
Commandador Luiz Gomes Ferreira.
H&wmnfbo.
do pannos. 60 barris o 90 meioi ditos manleiga ; a
II. Brnnn l C.
1 caixa perfumaras, i dita cliitas.pannos sedas;
a r. Kadich.
M1gigos chmpame, 2 caixas fazendas de seda c
algodao.1 dita ditas de algodao, 3 ditas objeclos p-
ra marcineiro a Srhafeillin & C.
- fauas '"""l^ane ; aJohannes l'raeger.
j barris e 40 meios ditos manleiga ; a Schramni
ij Companhia.
1 caita metal ; a Menron & C.
1 dita alhnetes, 1 dita penles de ferro, 1 dita ver-
niz, ti barris verdete, 4 ditos caberas de papoula, 1
dilapelles envernizadas. t dilas llore?, lonetas, ei-
tr actos, lampadas, cai\as para rap, pelles, ele, -2
ditas conservas, 12 dilas vmlio, 1 barril salpice, 1
dito cenlllho ; a J. II. Heucker.
I raigas vidros, chapeos e bonetes : a J. K.
Coelho.
I dita chapeos deso, bonetes e roupa ; a Siquci-
ra & Pereira.
15 dilas varla, cidos, rolhss, medicamenlos, vi-
dros, ele. ; a Barlholomeu Francisco de Sooza.
Sumara iiacional u Flor do Angelim, viuda de
Colinguiba, consignada a Jos Teixeira Baslo, mani-
feslou o seguinte :
904 saceos assuear branco, 2% ditos dito mascava-
do ; a ordein.
Brigue porluguezn Soberano, o viudo de Lisboa,
cousisnadoa Thomaz de Aquino Fonseca Filho,
maoifeslou o seguidle .
pipase 90 barris vinhn, 2 vnlumes com urna pia
de marmore ; a Amorim & Irmao.
1 barril vinho ; a J. Macada do Amursl.
:l dilos dito; a Manoel Jos Carreiro.
140 molhos ceblas ; ao capiao.
:t0 barris vinho ; a BernardiLo do Para.
3 pipas dito ; a Palmeira & Bellrao.
V) dilas abatidas, 50 feixes de arcos de pao, (i ditas
c 60 barris vinho. 4 meias pipas vinagre, 17 barricas
cal, 3 pipas e 5 barris vinagre ; a Manoel Joaquim
Ramos e Silva.
100 barris cal, 10 dilos vinho, 12 moios sal; a
Francisco Severiano Rabslln.
.VI caitas cebla, HOi molhos dilas, 75 caigas b-
talas ; a Luiz Jos da Cosa Amorim.
29 barris cal, 1 calile s.tpalos ; a Domingos Fer-
reira Maia.
2 dilos vinho ; a Isaac. Curio & C.
SO barris cal; a Fonseca & Medraros.
17 dilos arroz ; a Jos llapti-ls da Fonseca.
1 caita livrus a Billhar Oy Oliveira.
4 p-pas e I j barris vinagre, 50 barricas farinha, 18
ditos vinho, 2 pipas oleo de linhara ; a Thomaz de
Aquino Fonseea 4 PJIho.
100 barris bolacha, 10 dilos cal, -2 dilos alpista, 12
pecas cabos de linho ; a F. Radich.
10 barris chouricas, 10 ditos toucinho ; a A. C.
de Abreu.
1 caixa bracos de halanra, 7 dilas velas de cera,
20 barris alpisla ; a los Marcelliuo da Rosa.
Patacho inglez lilonde, viudo de Londres,
ennsisnado a Rolde Bidoulac, manifestou o se-
guinte :
200 barris pite, 5 dilos lijollos, LIO ditos tintas di-
versas ; a ni.Irin.
2 barris vinho ; a II. (jib 2 ditos.dito, 1 dito agurdenle ; a Thomaz Lon-
don.
1 caita meias de algodao, I dita fazendas de algo-
dao ; a A.C. de Abreu.
1 dita lacre ; a Feidel Pinlo & C.
300 barris plvora ; a Me. Calmonl.
100 dilos dila ; a I). Alves Matheus.
45 caitas cha ; a F. G. Oliveira.
1 dila livros ; a J. S. Tucker.
10 ditas cha, I dila fazendas de laa, 1 dila livros,
2 ditas charutos; a L. A. de Siqueira.
300 carros de mo, pennas de ajo, I dito fechado-
ras, 4 barricas e I caita frrainenlas, 1 volunte e I
sacco carro de madeira, 50 barricas cerveja, 356 bar-
ras e 53 feixes de (erro, 5 caixas aro, 4 ditas serro-
tes, 2 barricas limas ; a Fox Brolhers.
1 caixa um carro, um po, 1 dila um piano, 2 ca-
nosde ferro, 1 vlvula, 2 voluntes rodas coro ara I,
centros para rodas, 1 flecha, I roldana, 3 spos, 2 bi-
gornas, 3 barris lour, 2 caixas machina para ser-
rar, 2 voluntes dita pan pregar, 1 cana com arreios,!
ti dilas rodas c esleios, 1 dita machina para semear,
22 volumesguindastes, I taha' livros, 1 gisdfles del
ferro, 36 feixes ps de ferro, 1 barril mrtellos, 1 !
dito pedtslaes, 73 ditos pregos, 3 ditos entadas, 8
ailos e 1 caita ferrolhos ; a Bothe Bidooltc.
1 ceslo conservas, 1 caixa e I embrniho livros ; .10
lente Frederico Lopes Guimaraas.
oNSULAI'U GERAL.
ttendimenlr. do da 1 a f> 114038060
dem do dja II....... 2:7793
"7777
11 seceo
o jalea j ,
Estopa nacional .
eslrangeira,
Espanadores gran les.
peqi
mam oca
millu
I ai mi 1 de
araruta
lilao d'ohra
98001 Os pretndenos dirijam-se ao lugar e hora apra-1
1400 I zailos, acompanhailos de scus finieres, no munidos de '
Idilio
alqueire
Feijao
Fumo
bom
ordinario
" em follia 10111.
o resl(|lho
Ipeiaeuanlia .1. .
Goiiima .
Gengibre. .
Leuha de acluu drandes .
I 'quenas..... j,
l'ri'S.......
Planchas de ama relio de 2 costados urna

de
a 3 de I.
i> 11 lourj.
Costado de amare lio de 35 a (0 p
e. e 2
de iIiIh n 11,1c-
IJIHKI
l'-iiiki
19000
.18600
99500
<> (>>INHI
alqueire X5000
. $ IO9OOO
69OOO
99OOO
68000
11 5a000
399OOO
39000
29000
9900
HafJOO
24SOOO
169000
alq.
. ceuto

lo
lio
Cosladinho de di
Soalho de dito.
Forro de dito .
Costado de louro
Cosladinho de
Soalho de dito .
Forro de dila .
> o cedro
Toros de talajuha|
Varas de parreir; .
ignilbalai
* quiris
Em obras rodas
cixos
Melaeo.....
Milho.....
i'edra de amolar
1 lillrar
.relilos
Ponas de boi .
Piassava.....
Sola ou vaqueta .
Sebo en rama .
PcllesMe carneiro
Salsa parrilha .
Tapioca.....
L'nhas de boi .
Salulo......
Vinagre pipa .
quintal
du/.ia
e sicupna para c.
o 1, u
par
u
canada
alqueire
una
v
n
rento
mnlbo
ineiii
,;i.
nina
rento
il
301000
I4JMHHJ
93000
7slMHI
4-^KH)
X^OitO
63000
I9OOO
25OOO
2950
19280
I96OO
I9990
19280
969000
2O9OOO
9280
SKNI
9640
60000
asno
13200
?2(MI
39500
9360
l(i.-IM)0
3S50U
9300
9120
305000
carias desles. Alverle-se, poren, ao inquilinos,
que nao esiivercm em dia. que n.o seao recebidos
os seus lances, -eo. quelenliam sabalo os seas d-
bitos.
Adminislrarao g.ral dos eslahelerimenlos de ca-
ridade II de ago-lo de 1856.Oescmao. Antonio
Joso liomes do Cotreio.
mim xit5cr0.
THEATRO
DE
c?.
uta Isabel.
: 1 ole
OH A VA REPRESENTADO
DOSGR.\ NDESEBRILH ANTES SOIRES
da companhia
f.OBERTO K HU4UL
Quarta-feira 13 de agosto de 1856.
BENEFICIO 1)0
Jora ir Pfruambucano.
O Sr. Joaquim Antonio Gonqalvesda
Rocha, dirija-te a esta typographia, a
negocio de sen interesse.
O Dr. Joaquim de Aquino Fonseca,
leudo sidodcinittido do lugar de commis-
sario vacciiiiidor desta provincia por de-
creto de 20 de jullio Gndo, vaccinara'
gratuitamente aquelbs pessoas que nos
satinados le cada semana comparecerem
na casa de Sua residencia, 11.1 ra Nova
n. l, das7a'sl) llrasela manltaa.
Lotera
de No;ss ; ^eillioi'a d 1 As
.^ei!ioi-a (11
Hump^o, ;i Estancia.
A os 5:000.s e 2 000 000
Corre indiiliilavi'lnienlc Sabbado 16 de
agosto de 1856.
Saiustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respcitavcl publico, que venden
l.ogoqoeos profe'ssores da'orcheslra iouverem I as seftiiintes SOrteS da leiceifa parle da
desempeiihado urna nova symphoot, comesara o etmnda loleiii do Hnaratal PeHir. II
espectculo que se r.unpOe de quairo parles. .^iinoa ior.ei 1.1 ao lIOo])ilai I eclt O II,
Manoel Antonio Dulocq Ihe sendo designada esla
noile para seu beneficio, frz a psralha que se se-
gu, esperando que ella salisfara ao illoslrado pu-
blico dcsla cidade, a quem lano he grato, pela con-
tinua benevolencia qne Ihe ha prndi;alisado.
&tot>iMtntc i't> pi>n$.
yaci* entrados no dia 11.
! e 30 dios.
.RACA DO RECIFE 11 DE AdOTO \S 3
HORAS DATARDE. -
.. Cotatce sffiaiaes. r
J.oiiros salgados231 rs. por librA /
Cambio sobre Londres-27 1,2 d. fui mAlv
Perico nomiar^^Z^-
_______'^_Borges< secretario. '
Sobre Londres, 27 d. por 15.' \
* Pars, 3W^s. por f.
Lisboa, .i --t.
, ....10 uTT'jaoelro, f 1. a por 010 a
ecu do, anco, 9fi oPremlo.
Ae6es da companhia de ^buribe. 5*9000
Ac;6ea da companhia Peraa.l(bucana ao par.
a -i Utilidade Publico, 30 Pr cento de premio.
Indemnisadora.5-.'. por % de premio.
a a da estrada de ferro -- 50 por 0|o de premio
sobre a entrada.
Diaeoolo de leltras, de 7 a ^jptt 0\(.
()uro.Onras hespanhula:,. T>
Modas de 6400 velhas V ? ItMKlO
d 69400 novas" .... 161000
o 48000.......99OOO
Frata.PalacOes brasileiros...... 20000
Peaoi columiiari -......29000
mejicanos.......ijsco
AI.FANIEliA.
Kendiroenlo do dia I i'J. .
dem do dia II. .^-. .
289i
Bueuos-A>res20 dias. barca despalillla Ang-
lica, de 936 toneladas, capilao Thomaz Mauau.
equipagemli. carga 120 toneladas de podra ; a
-Aranaga & Unan, t'erlence ao porto de Bar-
cellooa.
Sacie laktdo no maxmo dia.
Cear pelo Araealy lliale hrasileiro c.Sergipanon,
mestre lleurique Jo- Vieira da Silva, carta fari-
nha de Irigo e mais teneros, l'assaseiros Rav-
ntundo de Oliveira Cabul, .Manoel Alves Lc-s'a,
Jos Joaquim O/.orio. Antonio Damas Ferreira.
R'oda PralaPolaca hespunl.oU olsnacila, capi-
lao Malheo Iruch, carga assuear e aguldenle.
INew-v,orkPatacho americano Sea Foatr.n, cora a
raesma cargs que Irouxe. Suspeudeu do lamei-
r3o.
efto
1-1:6709573
-. iUySAMfi. l'JiUYJililASr-
Rendimenlo do dia r-~,i ti ... .
dem do dii II...... .
54791
S439K
138:0!M>S7I2
20:5179:l!l7
15K:6ll9l09
Detcarregam hoje 12 Jfagosto:
Kriguo portuguezSoberanodivenMs gneros.
Brigue franceiAlmamercadorias.
Brigue lianoveriauoMirandamercada
Baica iuglezaKugeniebacalho.
Patacho iuglezHion/lcpecas de ferro.
IMPORTACAO
Brigue francez a Alma, vindo do Havre, con-
signado i Lasserre & l\sscl, manifestou o* se-
guate :
I cana livros ; ao E*m. Sr. presidente da pro-
vincia.
1 dila chapeos de seda para homem ; a Manoel
Jos Carneiro.
3 ditas fazendas de laa c algodao : a C. J. As-
llev.
i dita obras de cabello ; a J. de Aquino Fon-
seca.
I dita e I volunte seda e livros, 1 dito roupa para
homem, 1 dito algodao, seda, bijooteria, etc., 1 dito
chapeos .leiol, 1 dile clele iris de flandres, 2 caixas
1 carro, 2 ditas camisas de algodao, 1 volnme hules
de porcelana ; a Luiz Antonio de Siqueira.
1 caix.i livros e jornacs ; a Miguel Jos Alves.
2 barris cognac ; ay consigo.nanos.
1 dito porcelana, 2 caixas chapeos de sol ; a Di-
dier & C.
1 dita chapeos de sol, j dilas modas, quinquille-
ras, cifres, trastes, mercearias, ele, 1 dita chapeos;
a Burle & Sonza.
1 dilas espelhose vidros ; a A. Koberl.
2 dilas fa/.endas de laa e seda, 4 ditas cliapos de
sol e armae.es, 5 ditas vidros, 5 dilas chapeos de
palha e de feltro, 3 dilas fazendas de seda e camisas
de algodAo; a Souvage (\ C.
5 dilas chapeos, papel, lixa, 1 dita orna machina,
8 ditas obras de flandres o quinquilleras, 1 dilas
marmore, 4 ditas calcado, 1 dita couros, i dilas ar-
inaces para chapeos de s I. couros, 111-1 rumen' : de
msica e calcado ; a Adour c\ C.
1 barril o 5 caitas perfumaras, legumes, cofres.
gravuias. ele., I caixa bubas, 4 ditas e 2 barris mer-
cearias ; a Feidel Pinto c C.
I caixa fuzl e accessonos, 50 barris e 50 meios di-
tos manleiga ; a Tasso Irmao.
100 barrise 80 meios ditos manleiga : a (i. Urce
kenfeld.
8 caixas papel, I dita tinta, I dila pelles prepara-
das, 2 ditas prensa e acceatorioa ; a Leconle Feron
c\ Companhia.
1 dita frascos vasios, 2 dilas medicamentos, papis
e vidros, 1 barril alibea, i dilos verdete, 4 dilos dro-
gas, 1 dito enxofre, 1 dito talco ; a Joao Suorn &
Companhia.
I fardo cobertores de laa ; a Antonio Lat dos
Santos \ Rolim.
1 caixa relogios e fornecimeutos para dilos, 1 dila
rodapt, capitel, ele. ; aCbapron & Berlrand.
50 gigos champagne; a Me. Calmonl & Compa-
nhia.
1 caixa fazendas ; a G. da Silva Guimaraes.
i dilas azeile, 2 larris manleiga ; a B. Millo-
cheau.
100 barrise 100 meios dilos manleiga, 1 caixa pan-
nos, 3 dilas razendas de algodao, 2 dilas ganga, 1 di-
ta lilas dr seda, I dila pelles de porco, I ditaseda, 2
dilas chapeo de sol, 6 ditas pelles de rarneira, I
dila ditas de porto ; a N. o. Bieber & Compa-
nhia.
2 barris agurdenle, 3 caixas drogas. 1 dila mer-
cearias, 1 dila Cfllohetes, 3 dilas Irasles, 1 dila pan-
nos, I dila lencos de seda ; a ordem.*
I caixa pannos, 5 ditas fazendas de algodao, 2 di-
las calcado, 50 barris c 50 meios dilos manleiga a
J. Keller.
75 barris e 75 meios dilos manleiga ; a Isaac, Cu-
rio.
50 barris c 50 meios dilos dita ; a Johnslon Palcr
& Companhia.
10 caixas chapeos de seda, dilos de fellro, de olea-
do, de molla, bonetes, eoifas, formas para chapeos,
ele. -. a Cbrisliani Frre & C.
9 caixas fazendas de algodao, 1 dila cassas, 1 dila
razendas, lavas de pellica, meias de seda, lencos,
etc., 5 volme rame, cidos, papcl.ohjettos de ou-
r e prala ; a Timm Momsen & C.
40 barris e 40 meios dilos manleiga : 3 Vicente
Alves de Souza Carvalhn.
12 voluntes chapeos de palha da Italia : a Basto
& limos. '
3 raiza* fazendas de seda, 6 ditas dilas Se algodao.
1 dila chapeos de homira, 1 dita chales de 15a, 1 far.
DESPACHOS DE EXPOBTACAo PKI.A ME.
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO D
II DE AGOSTO DE 1856.
LisboaBrigue pnrluguez Constante, Jos Bapl
la da Fonseca Juiior. 20 >accitt aluodao.
Lisboa Brigue portuguez Coactante, Anin
Joaquim de Souza Ribcirn. 90 can, sal*.*__
LisboaBrigue porlU2iiez Constante, diversos ca
regadores, 91 cascos inel.
PorloBrigoe porluguez Trovador, Anlouio i.'.a
Conha A Irmao-, 20<) conros salgados.
GenovaPolaca Mana F^liza, Baslo rx Lerdos
1.200 saceos assuear branco a n^cjKMniSZ
PbiiadelphiaBaria amerjfiM "iiC. E. Taj Mi-
Iheos Auslin i\ Compa'nlua, 1,700 saceos'assuear
mascavado.
Exoortacao .
Araealy e Coala, ltate hrasileiro Sergipano, de
54 toneladas, coudazio o seguinle : 296 voluntes
diversas mercadorias, 28i dilos diversos gneros.
Buenos-Ayres por Moulevido, polaca hespanbola
Ignacila, de 2S2 toneladas, conduziuosegninte :
880 barricas e barnqainhas com 6,401 arrobas e 20
libras de assuear brauco e mascavado, 150 pipas
e 1 barril agurdenle.
Liverpo d, brigue inglez Em-na, de 290 tonela-
das, conduzio o seguiute : 1,680 saceos com 8,400
arrobas de assuear, 802 saccas com 4,288 arrobas e
28 libras de algodao, Ion arrobas de ossos.
Buenos-Ayres por Montevideo, patacho hespanhol
Deseo, de 191 loocladas, conduzio o segainte : __
988 barricas e 161 meias ditas com 8,674 arrobas e 9
libras de assuear.
Ro de Janeiro com escala pela Babia, barca ame-
na Koebocku, de 506 toneladas, conduzio o se-
guiutev: parle da carga com que entroa nesle por-
to, sendo 1,809 barricas e 401 meias dilas com fari-
nha de Irigo.
HECEBEDOBIA DE RENDAS INTERNAS GE-
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
i em cumprmieiilo da le, manda por a concurso o lu-
! gar vajKrfja^egondo escnpliirano da conladona da
^inijSTna Irit.i.ill JP, qual tara' lugar uo dia 15 de
seiembro prximo futuro ; devendo os prelendenles
serem examiuados na gramraalica da lingua nacional:
escripturacao por partidas dobradas, ahlhm.lica e
suas applicarocs, com especialidade a reduccao de
moedas, pesos e medidas; ao calculo de descomes e
joros simples c composlos ; sendo pieferidos os que
liverem tma lelra c souberem linguas eslrangeiras.
Os prelendenles deverao apreseular seus requeri-
reentos na mesma Ihesouraria com'cerlidao,
-'JtaC'tB,1".11; maiores de 20 anuos.
FlTaque'chegue an rni..lirt;-.-... j. .
iios, se mandn alazar o prsenle e
Diario.
em que
PRIMBIRA PARTE.
Mr. Deveauv. querendo coadjuvar a eseolha ifes-
le especlacnlo, lancea iodo das melhores mgicas,
prodigiqs, sorprezas e melamorphoses do sen re-
pertorio.
1. Lina sorpreza.
2. O hbil relojneiro.
3. O rhapeleiro improvisado.
4. O iiascimenlo das llores.
5. A daasa magoetiea.
6. O cofre seguro.
7. Ojardint encantado.
S. 0 pusnirtiiii forrado.
SEGUNDA PARTE.
Lin u- e \,:r:i lo- exorcicios chinezes sold
UM GLOBO,
pelo beneficiado, que tapera com esta segunda parte
salisfazer completamente 1 publico, vislo romo he
inleiramenle novo o exercieio ; lindar esla parte
com a ASCENCAO subalo c descendo de frente, c
so depois de cosas.
TKRCEIR.V PARTE.
exlialiida a i) de agotto.
quarto
bilhete
(juarto
dito
meio
quarto
(lito
dito
1518 lOO.stlOD
.11/1 400$000
1 ."> 2.- aoosootf
."21 IOO.sOOO
TilOI 1 (IO.S'000
. 1 -223 50,f000
2101 50|000
-2V.V-, 50A000
^ m hid^
Grande
leza, pela joven
T~ 1 aTat TI T P>1 Pal 11_
que execulara' mallos e lidos passos e posires so-
bre a corda.
O BENEFICIADO so distinguir' lano com ma-
romba como sem ella, execulaudo os dilliceis passos
de elevacao e elegancia, dando lint com a inleras-
sanle dausa a
leudo
por calcado um par de sapalos
QUARTA PARTE.
Lm liiidisimu passo a carcter inlilulado
*ji A
de madeira.
A ALLEMAA,
pelo beneficiado e asjovens Alexandrina,Fluminen-
se, que acliando-se anda ineomniodada do p se
presin nicamente para coadjuvar seu collega c
irmao d'arle, pedindo descolpa ao publico das fallas
qoe porvcnlora possa commeller.
He esle o diverlimeuto que o BENEFICIADO
tem a houra de oflerecerao publico pernambucano,
de quem espera mererer protec^ao e acolhimento ;
assegurando-lhe, desde ja', seu eterno reconheci-
menle.
Comecara as 8 horase ',.
tt>9. !&Sli.
m
v$.
RAES DE PEHNAMBUCO.
enlo do dia 1 a '.*
Hendim
dem do dia II.
9:.V)9s749
1:0843187
10.6433936
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeulo do dia laO I4:750js70
dem do da 10....... 2:7275008
17:477j878
PAUTA
dos prerns mrrenles do assuear. ntgo&in, e mais
gneros do paiz, que se desparham na mesa dn
consulado de l'rrnambtiro. na semana de 11
a de 16|igoslo de 1856.
Assuear em caixas branco I qnalidadc Q
publicar pelo
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 7 de agosto de 1856.O secretario, A. F. d'An-
nuuciaro.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
em cumprimeulo da ordem do Ezm. Sr. presidente
da provincia, manda fazer publico.que uo da 28 do
crreme, petante a junta da rafeada da mesma Ihe-
souraria. se hade arrematar a quem por menos lizer
a obra do rebaixmcnto da ladeira do 26- lauro da
estrada da Victoria, avahada em 2:7609.
As pessoas que se propozerem a esla arrematado
compareram na sala das sesses da mesma junla no
dia cima declarado pelo meio da competeulemenle
habilitada*.
A arremalacao sera' feila na forma da lei provin-
cial 11. 343 de 15 de maio de 1851, e solas clausu-
las especiaes abaixo copiadas.
E para eonslir se mandn aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
bnco 7 de agosto de 1856. 0 secretario, Antonio
Ferreira d'Annnnciacao.
Clausulas especiaes para a arrematarao.
I. O rebaixamenlo da ladeira do dito lauco ser
feito de conlormidade cora os perlis e orramenlo ap-
provado pela directora em couselho, e aprsenla.lo
a approvarao do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 2:760-:.
2.' O arremalanle romerara' o Irabalho no prazo
de 30 dias e concluir' no de quatro mezes, contados
na forma do regolamenlo.
3." O pagaineiiln sera' feilo em duas presta^oes
iguaes, sendo urna quando houvcr sido feilo melade
dos Irabalbot, c a oulra nolim das obras.
4.'1 Para ludo o mais que nao vai determinado as
prsenles clausulas c 110 orrantcnlo seguir-se-ba o
que dispoe a lei n. 286.
Conforme. O secretario, A. F.-d'Annunciac,o.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendalor da
imperial ordem da Rosa e juiz de direuo especial
do commercio nesla cidade do Recife de Pernam-
buco. por S. M. I. que Dos guarde ele.
Fajo saber em como no dra 21 do correnle mez de
agosto, se ha de arremalai em prara publica de juizo, por venda, a quem muir dor, os bens Vguin-
tes : I escravo erionte, de noroe Ignacio, com urna
ferida n'uma perna, avahado em 6009 'S-; 1 com-
Para o Porlo seguir directamente e com bre-
vidade o brigue Trovador ; para carga ou passa-
seiros, Irala-se com Barroca & Castro, ou com o ca-
pilao na pr.ic.t.
Compaiihia Franco*Ame-
ricana de Vapores
'r: neczes?.
Ksperaia
se uo dr-
18 do cor-
re n l e o
vapor
Pra n c ez
/.yonnais,
capilao
Devaulx,
vindo do Rio de Janeiro, que seguir' para o Ha-
vre com escala por Teneriu", Madeira e Lisboa : pa-
ra frele e passageiros, na casa de L. Lccomte Fe-
rou\\; C, ra da Cruz n. 20.
Baha.
Omesmo Uiin exposto a venda seas inni-
I11 lelizes billietes, meios e uuartos, da
primeira parle da prtneira lotera de
Noua Si-iiliora da Assinnpefio da Estancia,
mis lojas ja' conhecidas do respeitavel
publico.
Os d.iiis premios grandes cima re-
feridos nao osto aujeitos ao descont
dos S por cento do imposto geraf, e cu-
jo discoDto sera' pago logo que saia a lis-
ta, sendo os piceos de seus bilhetes osse-
guintei:
Bilhetes s'SOO recebe por iateiro 0:000.4
Meios sOOO n u 2:500$
Ouartos IsOO De I0OJ0OO para cima Sao vendidos na
ra da Cadcia do Recife n. .'i, loja de
miude/.as de Jos Fortunato dos Sanios
Porto.
55500 recebe 5:0005.
2S800 2:.-t(l0.v.
15*00 1:2505.
Pernamliuco I 2 de agosto de 1856.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
Tercena parte da segun-
da lotera do Hospital
Pedro II.
O ab xo assgnado ven-
den as seguiute* sortea:
1151 2:0005000 em meio bilhete.
lilheles inteiros
.Meios bilheles
O i mitos
1 ."> I s * 9OO.S000 2 .piarlos.
1525 2005000 2 dilos.
"21 1005000 1 dito.
1 Cofl IOO.s'000 meio bilhete.
5101 IOO5OOO meio bilhete.
1325 505000 2 miarlos.
2101 50x000 2 ditos.
2*53 505000 2 ditos.
3*12 505000 2 ditos.
denles da frenle. e applica venlosas sarjad
ser procurado a n/talqucr h> ra do
do Carota ji, |j, df |, rbeiro.
Precisa-e de um feilor queenlenda de jiilim
e-planlarai de horlalice, para um peqoenn Ittic no
losar da Ciipanga qoent se acbar as eireuntslan-
cias, Preeore a rusa n. 56 na ra Yelda da Boa-Va-
la, ai.- horas di manilas, ou dak'i da Urde em
dianle. w
I'reeisa-se de urna ama forra ou eapliva. para
ensoiiimar e eozinbar, e um criado iira comprar :
alraz da matriz da Boa-Visla n. iti.
-- Frederico Itobilliard (em para vender um boiii
cari-upara seis pes-ois, que s-ne para um ou ilous
cavalloi, rom nrreuis dobradose sinuelos, I pi:(1io de
excellenlesxozese 2 bancas para |oi;o: Boaterro da
lloa-\isla n.:)7.
I) bacharel formado Jo.lo de Barros I alelo de
Albnqaerqne Miranhao, leudo ja ohlido 1,200 subs-
criptores para a IropreariTo de em vulume de mas
poesias, pelo preeo de 23000, e deaejaado realita-la
o mais breve ponivel, pede a lodos os seus amigos,
que tan benignamente se encarregaraoa de amuelar
asaignaloraa nesla provincia, i;ue se dignem de eu-
Iregar as lialai das pessoas que subsereveran, assia-
nando seus nomes e a inorada, para aaradeeer a lo-
dos em seral a proleceao que lilo inszeiiuamenle
preslaram.
LOTERA da provincia.
O Sr. Iheaoureiro manda fazer publico, que eslao
exposlos a venda na Ihesouraria das loteras, na roa
da Aurora n. 211, das !l as :| huras da tarde, bilheles,
meios e quarlosda primeira parle da primeira lote-
ra a beneficio da capella imperial da Batnela de N.
S. das Froiileiras, cojas rodas andant imprclerixel-
menle no da 11, de a?olo crreme, e que logo que
sejam distribuidas as listas senlo incontinente pacos
os premios, excepto porm as duas sorles srtnat,
que (So pacas niesmo uo saiao da exlraecrio, logo que
sejam publicados seus respectivos premios. I) pr_
meiro coufereuie, (enriado de eacrvlo,
Jos Januario Alves da Maia.
Alosa-se urna prela que seja boa quilanJeira.
da-se IScOOO: na ra do ltaui;el n. 77,
andar.
ESTRADA D FEfliRO
do ienfe ao S. Franch
I'reeisa-se aluear li prelos para armzem de
assuear : quem livor e qui/.er alugar, dirija-se a rita
de Apollo, armazem n. 7 A,
tratar.
Prcrisa-se de urna ama para casa de rapaz sol-
teiro : ua ra da Cadoia do Kecife, loja n. 1 .
Precisase de una pessoa qoe eozinbe bem e
enaontiDe, para urna casa eslranseira : na roa Nova
n. 17.
Precisa-sc de i
urna ama forra au captiva, para
todo o serviro de on.a rasa de familia : na ra N
sobrad u. 2t, segando andar.
o o mase.........
bar. csac. branco. ... .
B a mascavado .....
i rcnado..........
Algodao em pluma de l. qualidadc
i> o
2.a
ii em raroeo. .
Espirito de agurdenle
Agurdente cachara .
u de caima .
resillada
do reino .
C-cnobra
Licor............
Arroz plalo duas arrobas
em rasca........
A/eilc de mamona.....
o niciidobim.....
de peixc ......
Caeau ............
A\es araras......
papagaios......
Bolachas...........
Biscoilos...........
Caf hom...........
u resslnlho .........
o om casca.........
a muido..........
Carne secca .........
Cocos com casca.......
Charatoa bous........
u ordinarios .....
o regala e primor .
Cera de carnauba......
ii em velas........
Cobre novo niao d'ohra .
Goarea de bo salgados .
ii verdes.........
b espixados......
, de oiiea.......
d i) cabra corldos .
Caachimbo.......,'. .
Esleirs de preperi......
Doce de calda........
a a goiaba.......
ranada
canaila
. bolija
canada
carrafa
un alqueire
... o
. caada
...
... o
... (a)
. urna
. um
... a
ccnlo
H
milheiro
urna

o
9
3
ijooo
2S700
59120
iO0
69100
59700
lalo
uxoo
ajSOO
3700
>700
71 NI
f2il>
8600
S2il
5|000
4W00
snn
l;2so
19600
".^HKI
10-^KH)
SfOOO
59130
89961
59OOI
39500
>"iiin
ia>ooo
59500
29OO0
19700
9700
29500
109000
12*100
9160
Mo
9103
9280
isaooo
5:11*1
iOOOU
8200
9210
gao
Segu em poneos dias o patacho nacio-
nal CONFIANZA, por ter parle do sen
carrefjament prompto: para o resto,
trata-se cornos consignatarios Novaes &
C-, na ra do Trapiche n. 54.
PARA O RIO DE JANEIRO
segu em pnucos dias a polaca brasileira Zelosa II,
por lera maior parle do sen carregamento prorapto ;
para o resto Irala-se com os consignatarios Isaac,
Curio i\ Compaubia, na ra da Cruz n. 40.
Para i Baha
A garopeira Livraejao sabe imprelcrivelmenle at
o da II do frrenle ; s pode receber alguma carga
lida : os prelendenles eolendam-se com o seo con-
signatario Autooio Lniz de Oliveira Azevedo, ra da
Cruz n. I.
Seilfti.
Os administradores da massa fallida de llano
liara de Seixas, lem de veuder em leililo, por au-
loris icao do juizo do iiiinmercio, logo que ultimadas
as respectivas axaliares, asseguiules propriedades,
perteucenles a dila mana, a saber : nesta cidade,
um predio de quatru alijares, tito na ra do Viga-
rio 11. 1:1, um dito de (res andares, ra do l.ivra-
roento 11. 3(i, um dito de dous andares, na ra da
Penha 11. ti, um dilo ua ra Augusla 11. 2, um dilo
na Iravessa dos Mari)ros n. 1, um dilo na roa do
Alecrim 11. 1, dous dilos na liavessa do Marisco n.
do tudo.de madeira de imarello em mao estado :
armario quebrado e 12 cadeiras americanas com as-
senlo ile pao, em TsOllO ; I banhaiio do iollia usado,
em (i.^lUH rs.; cojos bens assiin desrriptos e avahados,
foram penhorados aos execulados Francisco Antonio
de Carvalho Siqueira e Joaquim Duarle Piulo eSil-
va, por execurao.de Joaquim Lucio Monleiro da
Franca, liquidalario da tirina Franca ;\ irmao.
C para que rhegne noticia aos licitantes, in-n-iei
passar editacs. que senlo allixados nos lugares do
coslume, e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Kecife aos '.) de
agosto de IHTdi.
Fu Francisco Ignacio de forres Bandeira escrivao
o liz escrever.
Anselmo Francisco l'erelti.
foteHtttQ.
Por ordem da snlidelenacia da fresuezia de S.
Fr. Pedro Gun^alves. acbaiq-se no armazem do Cu-
nba os objeclos sesuintes : 2 caixas eoin cha', I
sacca ptmenta. 1 barril azeile, ,"> caixes que se sup-
pe seren velas, que vieran) de loma viagem de
Serinhaem, na barcaca uTriamphanle, meslre Pe-
dro Francisco do Rosario : quem direito liver a dilos
objeclos, apreseule-se, que provzndo perlencer-lhes,
ser.io enlregnea.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O couselho administrativo, lem de comprar o se-
guinle :
Pra provimenlo dos armazens do almoxarifado do
arsenal.
20 doiias de taboaa de louro p.ira assoallio, G cos-
alos de pa'o d'oleo.
Ouem ojaisar vender esle objeclos aprsenle as
sods proposlas cm caria fechada na secretaria do
couselho as 10 horas do dia 1(> do ro'rente.
Sala das fornecimenlo do arsenal de Rnerra S de agosto de
1856/lento Jote l.amenha l.ins, coronel presiden-
te.Amonio Comes Leal,' teucnle-cronel vogal,
sei \ 110I0 de secretario.
A adminislrarao ueral dos eslahelecimentos
de caridade, manda fazer publico, que nos das II.
1!' e 21 do correle, pelas i horas da larde, na sala
das suas sessoes, no largo do Panizo, ir8o a praea
as rendas das casas abano declaradas, pelo lempo
que deeorrer do di da arremalacao alo :10 dejuuho
do anuo prximo futuro :
Burro do Kecife.
Ra da Cadcia n. 30, ra da Sen/ala Nova as. 2>,
2K e 30, ruada Lapa 11. 5, ra dos Bargas n. II, ra
do Azeile de Peixc n. I, na do Pilar 11. 7.1.
Hairro de Sanio Anlouio.
Rua llireila ns..", e 7, Iravessa do lirceroiro ns.
11 13, Padre Floriano ns. 13 e 63.
Bairro da Boa-Vsla.
Rua da Alegra n. 5.
10, 12, 31 c 35, duas casas uo caininho do Poco,
duas dilas na Casa Forle n. 5, seis dilas ua Campi-
11a, c om terreno na Casa Forle : couvida-se, por-
tante, aos prelendeulcs o exaiue previo dos mencio-
nados predios.
O agente Vieira da Silva fara' leil.10,
por cotila e risco ds quem pertenec-, de
50 caixas de queijos: quarta-feira 15 do
coi rente, as II horas da tnanhaa, no
largo da alliindega.
O agente Oliveira fara' leililo por anlorisaeilo
do Exm. Sr. Dr. juiz de diieilo especial do cont-
mrrcio, exarada em reqoerimenlo dos adminislrado-
res da inessi fallida de Richard lovle, e ouvidos os
f redores, de diversas dividas activas da mesma mas-
sa : quarta-feira 13 do correnle, ao meio-dia em
poni, no escriplorio do dito agente, onde os prelen-
denles podem examinar com anlicipaeao a relacao
respectiva das indicadas dividas.
O agente Vieira da Silva, fara' lei-
lito, tetca-leira 12 do correnle, as 10 horas
da manhaa, cm seu armazem, rua da
Hadrede Dos n. .">2, de dirersasobras de
marcineria novas c usadas, e dillerentes
obras de ouro c prata, e alguna escravos,
oque tudoestara' patentena hora do le-
lto, para os compradores examinar.
O agente liorja em sen armazem, na rua do
Collegio n. 15, fara' leililo de diversos escravos de
ambos os sexos, mocos e de meia idade, enlre os
qoaes ha urna excedente inolata de bonita lisura,
bstanle niea, ptima costureira e engommadeira,
os |u H- se acharan exposlos no referido armazem
quarta-feira, 11 do correnle, as II horas da manhaa.
dia em que lera' lugar o leililo.
O agenle Borja fara' leililo cm seu armazem
na roa do Collegie 11. 15, de um graude e variado
sorlimento de ohras de marcineria novas e usadas,
bem romo mobiliaa de Jacaranda' c de amarello
complelas, suarda roupas, secretarias, eslaules para
livros, commodas, maiquezas, consolos, cjueiras,
mesas de jaular, aparadores, lavatorios, etc., diver-
sas obras de ouro e prala, relosios de ouro e prata
para algibeira, vasos c catangas de porcelana pora
enfeiles de saia, quiuquilliarias francezas moder-
nissmas, apparclhos de porcellaiia para almoro c
jaular, vidros para ser-vico de mesa, candelabros,
lanternas de vidro, eandeetroa, cspelhos dourados.de
parede, oplimos quadros com cilampas, etc., um ar-
reio completo de dous cavallos para carro e oulros
minios objeclos, os qnaes se acharAo palenlcs no
mesmo armazem ao exame dos senhores prelenden-
les : quinla-feira 1 i do correle as 11 botas da ma-
nhaa.
Os possuitiort s (jo ditos
ama ro portoitt v* loi.c
ber, 110 escriptoiio te
P. A La y me.
Aluga-sc o sobrado n. 1, no lugar do Arromba-
do. oOliiida; o qual tem cjinmodos para grande fa-
milia, quarlas para escravos e feilor, paneiras e ex-
cellente quinlat para planlaeao, por ser para o lado
do panlano : quem o prelender, euleiida-se com Jo-
s Anluues Goimarlea, no Kecife, rua de Apollo,
armazem n. 30.
Precisa-se de olliciaes de funileiro, da-se
bom jornal : no aterro da Boa-Visla n. 65.
Precisa-se de nm raixeiro pira taberna : uas
Cinco Ponas n. 93.
Quem comprou a croulinha Rila, cm leilAodo
agenle liorja, pode mandar buscar a roupa da dila
escrava em casa de seu ex-senhor.
Aluga-se um solilo na rua do Brnm, proprio.
para rapaz solleiro, com enlrada indepenleole : a
Iratar na mesma rna, fabrica de velas a vapor.
-- Precisa-se de -om caixeiro para labor na : em
I-ora de Borlas rua do Pilar n. (12.
A commissAo nomeada para verilicacilo dos
crditos a' massa fallida de Brandao v\.lliegoes,
avisam .- lodos ossenlioresf redores, quedevem apre-
seular oililulosde suas dividas a joaquim Ferreira
Vlenle, ua roa da Madre de Dos, al o dia I i do
correnle, vislo que no dia sabbado, 16 do mesmo
correnle mez. as O horas da manhaa, devera' a com-
missAo pre-eniar o seu parecer, na reuniao que de-
vera' ter luaer nesse da, com qualquer numero de
credores que comparen-a na casa da residencia do
Exm. Sr. Dr. juiz do commercio.
Os Srs. que silo (levadores a fabrica de charu-
tos de Manoel Jos' de Azevedo, hajain de ir pa^-ar
ale' o dia I i do correnle, seno verAo seus nomes por
extenso nesle jornal.
BILHETES DE VISITA.
tiravam se e imprimera-se com perfeie.lo bilheles
de visita, lellras do commercio, e lodos os objeclos
da arte caliurapbica, rejislros, vinhelas e quaesquer
desenlio, abrem-se brillas, sinetes, lano a laiho
doce como em relevo, ornamentos em objeclos de
ouro e prala, fazem-se riscos lindos e origiuacs para
bordados do labjrintho; admille-se a recusa de
quaesquer deles obJHdos no caso de nao licarem I
contento das pessoas que os encommcndacein : quem
prelender, dirija-se a qualquer desles tusares : no
bairro do Recife, ru da .Madre de Dos 11. 32, pri-
meiro andar ; em Santo Antonio, na livraria clsti-
ca do paleo do Coliegio n. 2 : as Cinco Ponas, s-
bralo da quina confronte a inalriz nova.
t) .iImimi ,--_-na'lo leudo de parlir para a cor-
te, n.lo pudendo despedir-se pessoalmenle dos seus
collegas e amigea, o faz pela imprenta, c olferece-
Ihes o seu diminuto presumo ein qualquer parle e
circumstaneia em que se adiar. O mesmo abaixo
aasignado, aproveila-se da oCcastSe para diriair nm
vol de airadecimenlo aos seos Ilustres leales, Drs.
Joao Silveira de Souza e Jos Bonifacio de Andrada
e Silva, pe 15 maneiras urbanas c illenciosas com
que o Iralaram durante o lempo que o leecionaram.
M. da Cuaba e Figoeirado.
in de agosto de 1856.
Perdeu-se no aterro da Boa-Visla una luneta
de ouro, com dous vidros, dentro de urna capa de
marroquim : quem a arhou, levando a i rua da
Cruz n. 2, sera bem recompensado.
RA DA OHB&'Sle
Antonio Barbosa de Barros bz scieute ao publico,
que mudoii a sua sala de barbear da ca>a n. I'v> da
IE L
A directora dn dabinele Perlogael de l.eilnra
nesla cidade, lendo de solemnisar o quinto anniver-
sario da sua oslallaeie, sexla-feira, 15 do correnle,
e desejando que esla solemnidade seja Icila-com lo-
do o brillio, convida por esle meio a lodo os -cubo-
es associados desle eslebelecimenlo queiraot dig-
nar-se abrilbaular com sua presenra o fcalejo da-
quelle dia. A sessAo solemne lera' lugar as 10 ho-
ras da manhaa, e espera a directora que alguna se-
nhores se digne.n honrar esle aclo com as produc-
coes Iliterarias que forem anlogas a esla soleinni-
dade. O Gabinete estara' franco a lodos os visilan-
les de um e oulro sexo, desde i horas da tarde as 10
da uoiie. Nos das 1 i, Ije Iti oto hatera' "expe-
diente. Pernambuco 10 de a^oslo de I85B. Jos
Duarle das Nexes, I.- secretario.
Precisa-se alugar unta ama de boa conduela,
que saiba engommar e coziuhar : na rua da Cadeia
do Recife, luja n. 50, defroule da rua da Madre de
Dos.
1 ,ratilica--o a quem prender um prelo da Cos-
ta chamado Autonio. de i*> para 50 anuos, o qual
prelo Iraz conmigo carta condicional de alloma, a
qual sii fem vigor no dia (.- de julho de 1858; e
como julua-su que por mal aconselhado o prelo se
considera forro Actualmente, a.lverle-Be a quem 111-
leressar, que 11A0 se apresenlando nesles oilo das no
silio do sen senhor, era Sanl'Anna, ou na ruado
Trapiche 11. 10, anuullar-se-ha a sua carta de liber-
dade no mesmo carlorio em que fui laneada. Este
pelo he muilo condecido no Poco, Magdalena e (Ma-
changa e outros lugares, pelo appetlido de Goaia-
muu. e ausentou-se de casa ua mute de 7 do coi ren-
te mez de agosto.
A familia qoe aniiuuciou eucarresar-se de lo-
mar roupa p.ra engommar, pude mandar contratar
alguma com as condiriies mencionadas em se" ""-
nuncio, ua rua do 'Irapicbe Novo u. 12. escriplorio,
primeiro andar.
111 do correnle, pelas (i
1) aballo assigoado faz saber qoe, depoat do dia
II do correnle mez, paxara seu escriplorio aos
Srs. accionistas, joros na razAo de 7 por rento ao
anuo, sobre as aceites registradas nos seus nomes
respeclivos, nos livros da rompauhia da Estrada de
Ferro, ale o da fi do mesmo.
Neiihum auto de transferencia poder ser regis-
trado de .1 a 11 do correle moz.
tls senhores que nis lixerem assgnado o contrato
da companhia, deverAo faze-lo por s on por seus
bstanles procuradores, antes de rereberern os ju-
ros devidos.Por ordem dos directores, S. P. VE-
KF.KF.lt, Ihesoureiro.
Recife 1 de agoslo de 1H56.
Na leja de madama Ronlier, rua Nova n. 58,
se achara chapeos de seda para seuhoras, dilos de
palha para meninas, saiasds clioa moilo modernas,
litas de vellorio prelo de todas as qoalidsdes, enfeitos
de cabeca, liwas de casamento, capellas de llores de
laian a. mantas brancas, leqoes, a todo mais nonti
sario para casamento, veos da Al levrado para cha-
peos de lulo, collarinhos a manguitos para Iheatro,
bicos de linho preto.
Precisa-se de um Rvd. sacerdote de boa mora
para rapellAo de nm eugeiiho na freguciia da Eaea-
da, e que igualmente se queira encarregar de dar h-
resa Iresnieninss,fil!ias do Sr. do eugenho, e ssjJhe
fara' bom ordenado, e mais algumas vanlageos : a-
qoelle a quem convier dirija-se ao paleo da matriz
de Sanio Antonio, casa de um andar n. I, que acha-
ra com quem tratar.
Da-se a juros razoaveis quanlias de OSOOO rs.
por penhores : ua rua das Calcadas n. 10.
Quemsequizei incumbir de fazer cai-
que achara com quem xas para sabuo de empreitada, dirija-se a
rua do Bl um fabrica da industria pernam-
bucana, que achara' com ijuem tratar.
Osbiletes com a rubrica do abaixo
assignado, sao pagos incontinente, na
praea da Independencia n. 40, at O
premio de 500.S000. Polycarpo Jos
La\ne.
Quem liver para vender alguma fa-
zenda de gado, sita no Serid, Espinha-
tas, Itio-Grandc do Norte, Pombal, Rio
do Pekcouem outro cjualquer lugar no
sertao, dirija-se a rua da'Cadeia do Reci-
fe n. 20, que ahi achara' com quem
11 atar.
primeiro
ova.
m PORTUGUEZ
IE LEITL'R.l.
DesaDnarecen no dia
.oras < aanlida, um neu,- vor nome demcnle,
con, oi siRiiaes segoiules :levanu,. .,,,. e camisj
prelas, chapeo de palha velho, sem barba, =tiiira re
galar, chelo do rosto, quando se Ihe peruunli aigu.
ma coosa responde de vista fincada no chao, f*ii
grossa, idade 23 aunus, pouco mais ou menos : por-
tante roga-se as autoridades policiaes, capilAes de
campo, que o appreheudain e levem a sen senhor no
botequim da rua larga do Rosario n. 27, que sera'
recompensado generasameuic.
Precisa-se de urna ama para casa de homem
solleiro, para lodo o servieo de casa, mas que seja
de meia idade : na rua Imperial o. 53.
AGENCIA DE PASSAPORTES.
Claudino do Reg lama, despachante pela repar-
tido da polica, lira pa'ssaporles para deulro e fura
do imperio, por commodo prec,o e presteza : na rua
da Pr.ua, primeiro andar n. 13, ou na do Coliegio,
loja do Sr. Manoel Feruandes da Silva 11. 3.
LOTERA DA PROYINGIi.
Aos 5:000.s e 2:000.s000.
5a parte da 'i3 do Hospital
Pedro II.
N. 141. '. ;>:000i,'o00
l.Vii...... 200.S000
O abaixo assignado avisa ao.respeitavel
publico que venden os premios acuna de-
clarados, o ptimeiroHim meio bilhete, o
possuidor do mesmo pode vir receber os
S por rento da le, cm casa do mesmo,
na rua larga do Rosario n., segundo an-
dar, asstm como tem exposto a venda
os seus afortunados bilhetes, meios e
quartos, da primeira parte da puniera
lotera de Nossa Senhorada Estancia, as
casas ja' annunciadas.
Bilhetes 5jS00 recebe 5:000.s0()0
Meios sOOO .' 2:500|000
Ouartos ls")00 .< I:250$000
Recife '.) de agoslo de 185o\Manoel
Martina Fiuza.
L':n moro hrasileiro, que ja eslava baslanle
adiauladp 110 esludo, e que perdeu seu pai na epide-
mia, e por isso inhibido continuar o mesmo. se pro-
poe a ensinar em algn enceuho, e com perfe^o,
pnmeiras ledras, orlhograpbia, arlhmetica, _r,,m-
malica latina, e os primeirus rudimentos em francez,
'le que pude dar prova de sua capacidade : quem o
preteoder lenha a boudade de aununciar por esla
iolba para ser procurado.
Joaqoim Mendes Fraire, por seu bstente pro-
curador, declara, que o Sr. Francisco Jos Mnreira
deivou de ter ingerencia nos seus negocios desde o
dia S do correnle. Recife '.) de agoslo de 1836.
. No dia 7 do correnle desappareesram dous gan-
sos de cor parda : quera adiar, querco lo entre-
ga-Ios, podera dirigir-se ua cuebeira do largo do
Arsenal de Marinba, que sei.i gratificado.
J. I*. Vogelev faz orna viagem a Europa, e
Precisa-sc de um criado para servir de portas
fura : a tratar na rua Dircila o. 91, primeiru an-
dar.
O abaiio assignado lem a honra de participar
aos senhores negociantes e msis pessoas desta c de
qualquer provincia, as qnaes iotermser possa, qoe so
acha estabelecido com escriplorio da advocada na ci-
dade de .Mareio, capital a provincia de Alagaas, a
rua do l.ivramento n. 34, e seollerece a tratar all
00 em qualquer ponto da mesma provincia da co-
branca de divida e da todos os negocios de sua pro-
fissAo peraule os tribonaes, juies o repartirles pu-
blicas, ou exlrajudicialraeule, por conservar as mais
extensas relaces em toda a provincia, como naloral
della, e haver aiercido durante 8 anuos os cargos de
promotor publico, e joii municipal e da orphio-, em
differenles comarcas, lendo sido alm dalo honrado
com o mandato provincial por ajgumas vezes : as
pessoas que se dianarem de confiar ao abaixo assig-
11.ido sua- commisses podem dirigir-se directamente
nesla prai;a ao Sr. Jos Goncalves de Albuqueraee,
avente procurador da provincia, que se encarregara
da remes-a prorapla -e segara da correspondencia,
papis e documentos. Cidade do Kecife 19 de julho
de iSOli.l.ourenro Accioli Wjnderlcy Canavano.
Deseja-se alugar um prelo fiel e diligente para
o servieo iulerno e externoVJe urna casa de mu pe-
quea familia ; as Cinco Ponas, sobrado da quina
confronte a matriz nova.
Precisa-se de orna ama forra ou captiva, para
casa de pouca familia, que saiba cozinhar e epsom-
mar, ou smenle cozinhar ; na roa do Amoros n.
ti, seguudo andar.
Precisa-se de um feilor pora om sitio na Pon-
te de I 1 boa, que seja solleiro : qoem oestes cir-
cunstancias se adiar, dirija-se ao aterro a. n vi*,
ta, casa de dous andares. ciiumbo, qua acha-
ra com quem tratar.
lem de ser arrematada por qnm mais di
110 dia i'2 ao correle, depois de fiada a audiencia
do Sr. Dr. juiz da or pbaos, a casa da roa do Livra-
""^"_ u. M, de om andar e sotSo, perteocenie ao
casal "do. tinados Jos Fernandos Eiras e so* mu-
llier. o qual sobra. u.m coiinha, quinlal morado o
grande, avahado por tjUoaouu.
Precisa-se alagar urna ama que lenha bom lei-
le, para amamenlar urna enanca : na roa da Cadcia
do Kecife, loja de ferragens o. 56.
A 1 de maio somio-se do paleo do Carino
um cavallo roco, velho, com 2 amibas de carne, J
pares do saceos, t par da sapotees, oulro dito de s-
nelos de couro de lastre para seohora, ana canos de
botas, : pares de lo/as, 1 de seda, 1 de fio de Esco-
ria, 1 de algodao, -2 pares de meias,9 varas de also-
godAozioho, 1 aboloadura para criado,covado o ateto
de panno fino, 6 covados.de castor, t arralo de sel-
lim, 1 bride, t chales de ISa e seda, I covado de ca-
semira amarella, 2 camisas velhas, 8 libres de bola-
cha, .'1 couros de carga ; por isso roga-se a qoem son-
ber do dilo cavallo o objeclos cima mencionad**,
participar a seu dono, no eneenbo Boaqae, oa nesta
praea no pateo d Carato n. 1, qae seri gsaeroes
mcnic recompensado.
Manoel Jos' Leitc declara que rom-
p ou as dividas activas do Sr. Leopoldo
.lose da Costa Araujo, na importancia de
73:000x000 reis: roga, pois, aos Srs. dc-
vedores, que tenbam a bndade de cnten-
der-se com o annunciante, na sua loja da
rua do Queimado n. 10.
FIAQAO e tecido de
ALGODAO.
rua da t.ru/. para a de 11. .71 da mesma rua ; na mes- previne ao respeilavel publico, que breve vollarn',
ma sala e acham as mais modernas bichas de Mam-1 Irazendo um magnifico sorlimenlo '
... magnifico sorlimenlo de pianos dos me
burgo, que se vendem aos ceios e a retalho, ealu-liberes autores al hoie conhecidos, e apropriados
gam-se, ludo mais barato do que em oulra parle. i para esle clima ; adverlc lainbem qoe execulara
Prensa-se de nina ama para casa de pouca d- I com promplidao qualquer encommenla de pianos #
milia : na rua da Cadeia de Sanio Antonio n.li. \ msica para aquclleque o honrar com
0"em liver. um sellim nslez em bom estado e "
qnizer vender, dirija-se a rua da Praia n. 12.
C^os abaixo assicnailos declaramos, que Toi ex-
tracta a soeiedade que Mullamos na botica sita na
praea da l;,.,i \ 1-1 1 n. 2, e que lica o socio Jos
Alaria Freir (iaoteiro encarregado da
responsavel pelas dividas nassivas, e aalon'sadn para .
receber as aetivaa. Renie I. de aposio de 1836. I
Mara Candida Ferreira da Cnnha, Jos Mara Frei-1
re tiamciro.
A pessoa que aiinunciiiu incumbir-se de lavar '
roupa, etc., dirija-se a roa do Collogio n. 9.
sua con-
fia nra.
I). Hara Jos de Jess Cunda Gaiaartlea, por
sen procurador, faz scieute que Marcelino Jeronymu
i de Azevedo nao p le vender bens alstius perlenceii-
11 IL,
nrm
f
rv
DE ABAC A
llo|e das (i 1 lii horas ale as S, haver., sorveles no
aterro da lioa-Visla n. 3. A alvura e a firmeza dos
sorveles, a promplidAo do servieo, nao dcixam nada
a desejar.
i>o respeitavel
publico.
Jos Anacleto, denlisla e sangrador hem rnDlieci-
do, contina no exercieio de sangrar e tirar bem
denles, por presos a vonlade a quem Ihe der a pre-
ferencia, chamba denle;, separa perfeilamenle os
SOCIEDADE EM COMMANDITA.
tirmasocial: Amorim, Faria, Guerra &C.
Os socios subscriptores para a fundaran da fa-
bril-,1 de liar ; :ecer algodao, organisada par K. Ma-
ra 11 iprat, sao convidados a realisar de l.t do cor-
renle al 1.7 de agoslo prximo futuro, na caita da
soeiedade, provisoriamente no eseriptorio do Sr.
.Manoel Alves Cuerra, na rua do Trapiche a. 4,
lodos os dias uleis, das 10 horas da manhaa as I da
larde, a primeira prestarlo de 5 por cenia sobre o
capital subscripto. Pernamhnro 12 do pililo de
IV:i..Os socios geienles, Antonio Margos de
Amorim, Justino Pereiro de Ferias, Manoel Alves
Guerra.
Precisa-se alugar 6 prelos para armazem de
assuear : quera liver e quizer alugar, dirija-se a rua
de Apollo, armazem n. I'i, que achar com quem
Iratar. "
S J. JANE, DENTISTA. I
9 contina a residir na rna Nova 0.19, primei- 0
Xro aaMar. a)
*>#
Precisa-se de urna ama captiva" eo forra, agra-
dnido paea-se bem : na roa do Arago n. 18.
Na fabrica de calcado franceza. roa da Cruz n.
33, precisa-se de olliciaes de sapateiro para obras da
setihora ; prefere-se homens casados, cojas murte-
le- possam debruar sapalos.
Bata-aa procedendo a inventario dos bens do
casal 1I0 fallecido lenente-rernnel Aotonio l.ins Hal-
das. Os credores do mesmo cnlendam-se com a viu-
v,i invenan inte no ensenho Dous Irmaos. oa cosn
o sen genro o Dr. Jos l.ourenro Mira de Vaacen-
cellos, na cidade nova de Sanio Amaro.
-- Para feilor de um ensenho na fregoezia da Es-
cada, precisa-se de om homem nacional oa eslran-
geiro, mas que seja de boas costuraos, paga-se bem :
qoem quizer dinja-se ao lar- > ca nutriz de Santo
Antonio rasa de um andar n. 2, qoe ahi achara'
rom q lera Iralar.
Os Sis. devedores da casa lallida do
|uc ueste e-tabclerimentn achara quem o riequen-! Sr. Joao Moreia Lopes sao convidadla] a
sisudez-,e agrado, pelo q-:e espera seu nroprie- ,1- ,;, __ j u 1 __ a :
io se torne bastante eoacorride de fregoezes. uuijpitm-se a loja de .nanoel Jos l>i-
te, na rua do Oueitr.adon. 10, alim de
amifjavelmente saldarem seus dbitos.
Precisa-se comprar 120 travs de 39
palmus com 8 polegadas de grossura e li
de face ; 8 travs de W palmos, com 12
(possura c 10 de face C envaines de
'SOCIO Jos I (cs a seu a| por qa|qer ululo, pois ella Caoha
I!..1"". i'.e I appellou da senlenra para a RelarAo, e proroelle par
mclbor esclarecer islo.
Aviso connnetciid.
>a loja e arma/em de fazendas da rua da Cadeia I
. do Reeile 11. 30, delronlc da rua da Madre de Dos, [
i acuario os senhores que commcrciim com fazendas !
I para fura desta cidade, e o publico em geral. um
I bom sorlimenlo de fazendas novas, boas e baratas,
que a diubeiro a vista se vendem por baratsimos'
precos, asseguraildo-se serem elle- igoaes para lodo
e que ueste e-abel
lar
lar
O Sr. Frederico Jacques queira di-
rigir-sea livraria ns. (i e S da pra<;a da
Independencia, a negocio de seu inle-
resse.
1) :!'.i A.
Cnnfronleao Rosario de Sanio Anlouio avisa ao
respeilavel publico, ouc recebcu chocolate fino de 1 ~. ,i .j.v a- 1 j c___
diversas qaalid.de, 'assim como b.scoilo, .ugleze. ,'>,,m a 2o P""> de fi polefi*-
para latas e a varejo.
Na roa do Aragao n. :(, precisa-se de urna pre-
la para veuder doce, e que lias horas* vagas se oceupe
em algura servieo do mesmo trafico : a quein cou-
vicrjjipija-se a mesma casa, ou aonuocie.
Jas: lia livraria ns. (ie8, da praea da
Independencia.
Alugam-sc crnicas para coodazir lr.iles na
ma(e">es,por preeo commodo: oa rua da Alegra da
Boa-Vijla a. 42.
MUTILADO"
ILEGIVEL
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO






BIAftiO E r\.*JBlQ TlRQ FUM 12 AGOSTO ift 18
roseopos e
vistas estere-
oscopica^.
Panoramas e monumento, ioteressinle de Pars
e Lisboa, Humas de Pompeia e llerculanum, silioi
pitorescns da Suissa, munles de gelo, vistas dos Pi-
reocos, assmnplos animados e instantneos, sceiias
da Mda c^imeslica, a Crimea Ilustrada.....'. sobre
vnlro, papel e lamina ein prelo e ein cores, ludo li-
rado da natura* coiu a machina.
Retratos estereoscpicos sobre lamina e
papel.
O aais bello presente para uolvo.
l.imnlia. Pompadnur c Uuqueza. lodo quanlo
elMe de mais cllejianle para cunler um rotralu cin
piutura a oleo oa aquarrlla : no eslalieleciineuto
pholographico de Augustu Slaiil, ra Nova n. 21.
t*>0.
Coinpra-se urna casa que tenha .ido bem cons-
truida, que estoja tm liom estado, e que di a renda
iiinini de .">:,'>~ a fjbOsOOO : a iralar com Luiz Go-
mal Ferreira uo Moudego, ou com ADionio de
Moi ues Gomes Ferreira lia obra que se esla lazendo
na ra de S. Francisco.
Comprani-se apolices da divida provincial ; na
ra das Flores u. :)?, pnmeiro andar.
Compra-se pai a urna encominenda -2 negrinhas
ou roulaliuhas, de 10a Hi anuos de idade, o '1 prctas
de 18 a 25 anuos de idade, que tonham habilidades,
paja-He bem : n.i rua Nova n. 1.
Compram-se negeos da companhia de lleberi-
be,: na rua larga do iiosarin n. -J loja.
-- Compra-se urna colleccao do periodieoJus-
lira: quem liver annuncie.
Compra-se uina armaran envidracada. Inda e
ein oarle : no alerro da Boa-Visla, sobrado n. 17.
Compra-se una escravn de idade de 11 a I)
aun >s, costureira e engoiomadeua, recolhida, paga-
re bem : na rua Nova n. 34.
Compra-ie um prelo de meia idade : na rua da
Croz do Kecife o. 12.
Compra-se urua escrava cozinieira :
na rua do Collcgio n.' 2, primuiro an-
dar*
Cnmpra-se cITeclivameiile, lalSo, brouze e cobre
velho : uo deposito da fundirn da Aurora, na ru-
do Rrum, logo na entrada n. 28,e na mesma fuudi-
rao, em Santo Amaro.
CEBLAS E BATATAS NOVAS.
Ja descarregarain as ceblas e batatas novas, e
vend.ni-se no armazem de Jnao Martin- de liarro9,
travessi da Madre de Dees n. 21.
Cal de Lisboa, nova, e potassa russiarla
superior.
O .'.psito df ral da rua da Cadeia do Iterife u
50, acaia de rebeber pelo ultimo navio de Lisboa
Iiarris com ral nova em pedra, assim como ditos de
]""'-' rusiana de superior qiialnli.de, sem exagera-
rlo a mellior que tein viudo no mercado, rom cojos
arluosos si-nhorea de engenlio podem sen. recelo
fazer hom assucar, cm qualidade, peso e alvura, e
os vende por preco commodo Antonio (ornes da Cu-
nda Silva, na rua da Cadeia .io Kecife, loja n. 50,
defronte da rua da Madre de Dos, havendo oeste
deposito um resto de barril com etil da safra pausa-
da, que se veiidem por barato, preco.
\enda-sea taberna sita na roa da Aurora n. 50,
e lem bon entumidos para familia : quera prclcn
der dirija-e a mesma.
- Vendem-se batatas de Lisboa, novas, rlicgadas
ltimamente a lljjoo da uina arroba pira rima : na
Iravosa da Madre de Ueos n. 5.
A SjfSOO a duzia.
Lencos de camnala de liiilm para algiheira : na
rua do Crespo, loja de Adriano k\ Castro u. Iti.
Vende-se uin lionito mulato de 1S
anuos de idade, proprio para holeeiro:
a tratar na tita do Vigario ti. ."i I.
AVISO
Aos seubores acadmicos,
lie chafado o Bazar Periiamhurano da na larga
do 11 nsarm n. :i2, os apreciareis .garro, de pallia d*
Sao-Paulo, o mellior que pode haver ueste enero,
por lar milito lina palha e ser de diversos lanianhos:
vende-se por barato pter.i.
NOVASCOR-
rentcs com
inho
c
ores
Vende-se superior vinho do Porto, e licnre linos :
rua da Madre de Lieos, armaicm de Bastos &
e;*0.
He seda modernos, de quadros escoce/es, eom 1, co-
vados oda um, pelo baralo preru de I83OOU : na lo-
WM
cezes, enm 1, re
de I5000 : na h
ic Ja botica.
ClSOlIrUS LISAS OG
CORES A 1S200RS.!!!
Na loja n. 17 da rua do Queimado,- vendem-se ca-
semira. do cores, lisas, proprias para coeiros de me-
ninos e para forro de carros, pelo barato prero de
l>2H0 cada covadolpara liqeBhirau. '
-r Ver/de-se para fura df provincia urna crioola
de 17 anuos de idade. que *ngomma, cozinha, lava
e cose chao : na rua das Cruz.es n. 22, segundo
audar.
AluroiiJi'
bric; da
trancado
ua
Babia.
V
Vende Anlooiol.uii de Oliveira Avevedn, no eu
escriplorio da roa da Cruz n. I, o superior algodo
trancado da fabrica da Baha.
Jacaranda,
Antonio Luiz de Oliveira Azvedo lem para ven-
der superior Jacaranda', o qual vende as rtuzias ; pa-
ra er, nu armazem de,Manoel Alvesi.uerra.de-
l'ronle do trapiche do algodao, c para Iralar, na rua
da (.m/ii. I.
Antonio Luiz de Oliveira A/evedo 'em para
vender no seu eacrjptorio, na rua da Cruz n. f, pi-
lulas de Vallel, xarope dc'iiaiT, pus de roger, tllela
Lcperdier, hedriodalo de potassa, azut da Prussia,
pasta de jujuba. p_.
Al ten vi o.
rrmio-a un,, famosa negra, mora, de narfio, com
um lindo molequuiho de :> .,. mnto esperto e
nutrido, saliendo a dita negra engommar, cozutiar e
ensalmar, e vender na rua, alem do minio c abun-
dante lene que tem, a sua boa conduela c fidelidad*
a torna digna de possuir-se, por isso que existe na
casa lia anuos, e que so por motivos que se dir*..
ao comprador, por qoe se vende : quem i"lender,
dinja-se a rua dos Martyrios n- i*-
Vcnde-se uxu l>. tnuilo manso, com uina car-
roe* propria para qualquvr servido : ua Capunga,-
casa defroute do Sr. Sebasliao Peuna.
\reude-se una preta de 20 aunos de idade, bo-
nita figura, e lem principio de coziulia : na rua lar-
ga do Rosario n. llti, lerceiro andar.
Vaqueta do serlo e sola do Rio, carneiras c
pelle de cabra,feijao em sacca de 2 alqueires, que;-
jo- lie.-caes, cera de carnauba, alanados grandes e
pequeos, pellos do tigre e panAiera, carne superior
do aertao, >*bo cm rama : vende-se no armazem ao
caes do hamos, de Francjsco de Paula Figueira de
Saboia, e a tratar no seu escriplorio, rua de Apollo
o. 5.
A ttenco.
No aterro da itoa-V isla n. 20 (para liquidir) ven-
dem-se chapeos ee seda para senhora, ditos de palha,
lilas de seda de todas as qualidades, lisas e lavradas,
bico estrello e largo, dito de blonde branco e preto,
cbapeoagle sol de seda para senliora, maulas de co-
ral, chales de touquim bordados, da India, ditos a -a-
loasi adus de todas as qualidades, ditos de merino
bordados, ditos de littras e ditos lisos, cimisinhas
com mangas e sem ditas, flores francezas de todas as
qualidades, lenrcs de cambraia de linho bordados,
setira branco e de cores, i ranea- de seda largas e es-
trellas, filo branco e preto de salpicos, crep de to-
das as ores, chapeos para baplisados, enlodados, to~
cas para baptisados, chales de relroz de 3 ponas fio-
ginda romeara-.
Vende-seluma cadirinha muilo rica, he nova
ein folha : quem a pretender dirija-se a rua do Hos-
picio o. 50, que achara com quem tratar.
FABRICA DE VELAS.
Veude-so uina fabrica de velas de carnauba com
lodos os seos perleuces, quasi ludo novo, cm poni
grande ; vende-se por seu dono relirar-se parji lora:
ua rua do Vigario n. 18, primeiro anclar.
PARA BAILE.
Lindos enteles para cabera, vestidos de blonde e
de larlalana, flores para rabera e veslidus, lencos
bordados, luvas de Jouviu, bicos, fraujas e lilas, la-
zeuda nova em conla : em casa de Madame l'.ucs-
sard Milloclieau, alerro da Boa-Vista n. I.
Palitos de panno.
Na roa do Crespo, loja n. 10, vende-sc um com-
pleto sortimento de patitos, como bem gndolas,' so-
brecasacas, o uielhor que hc-possivel, e por prero
cuinmodo.
Na loja das seis
portas '
Em frente do Livraniento.
Peras de algaditozinlio avariadas rom qualro pal-
mos de largura -a quatro pilaeaa, nuco, seis e sete
rada urna, quasi limpas a oito patacas, lenros hran-
cns i'e cassa, mblhados em agua doce a ilous mil
res a dnzia : pode-sc ir comprar das ti horas da
mautia* alo as 1) da noile,
Lindo sortimento de chitas roxas
luto.
Veudcm-se chitas roas pjra lulo, padroes
de cassas, o covado
Chitas miudinhas fhias, por lerem um to-
que de mofo
Corle de calcas de casemira de algodao
muito forte
Ditos de castor ele quadrns, lindos padroes
Dilos de quadrinhos de linho puro
No aterro da Boa-Vista ao p da ponte n. 10.
Silva.
Vende-se urna prcla crioola, de idade de 30
anuos, que cozinha o diario de urna casa e lava bem,
se lor para a rua paga (80 rs. diarios : ua rua No-
va n. i.
No Passeio Publico loja n. II, de Ferrcira i
Cruz, exisle urna porrAo de saccas de cafe, de pii-
meira qualidade, viudo ullimaineiile do Rio de Ja-
neiro, que se vende por preros razoaveis para li-
quidar.
Vende-se milho a 3*K)0 a sacca : no caes da
alundega, armazem do Mello.
Vende-se doce de coialia superior, em caixoes:
na rua da Cadeia de Itecife, loja u. .i0, defroute da
rua da Madre de Dos.
Veode-s* para fra da provincia urna prcla
perfeila enuommadeira, e que cpse rhao : na roa da
Cadeia do Kecire n. 39, primeiro andar.
Na rua da Cadeia do Kecife, loja de iniudczas
n. II, vendem-se moias de algodao para senhora e
para padres a 33 a duzia.
,. 77 Ven,lem-s" l>ois manros de carroca : na Em-
binbeira.sitio que foi rio fallecido padre'Thereso.
Vende-se urna parda de 33 anns, que cozinha
odiano de urna rasa, lava c engomma : a Iralar na
rua do Pilar n. 20.
Grande peehin-
cha.
dras para
logjios.
pe-
re-
Na loja de Seraphim i\ rmio, ua rua do Cahugi
n. II, ellfgou de novo oulra por{o de ricas cor-ren-
ts de ouro com pedras. cj oulras militas obras de
novos goslos para senhorafc e meninas.
Vendc-seoDgenhqMuribequinha, tres logoai
'^ [distante desta prora, que ira avallado em 3'i:000>:
pertence ao casal do finado commendador Jos Pau-
lino de Alliuquerque Satnenlo, e no qual tem o ac-
tual rendeiro Ires quinhis de 100? cada um, que
lorain excluidas daquel'alavaliacio, a que se procc-
deu uo dia 2ti de julho droximo passado, pel jallo
de orphlot.' quem o prclender, dirija-se ao Sr. le-
nente-coronel Barata, ru ida Cadeia n. 22, ou ao Sr.
.1 'ja- Conralyes de Albuc uerque, no paleo da Klbei-
ra, sobrado junto ao mu o da Penha.
Vendem-se 2 con entes de ferro, 1 ancora e
mais 111 pos dillerenles tiara navios : na rua da Ma-
dre de Dos, luja n. :.
Em casa de Eduardo 11. \V\att,rua do trapiche
Nove n. 18, vendem-se
herios e dcscoliertos,
carro, arreio* para dito
tintas de todas as cores
zeailos, conservas de
llavana,
baotas, lelogios de ouro, co-
clliiis inglezes, chicles de
cabos da Ku*ia, lio devela,
candieiros e casticaes bron-
ructas loglexai, charutos de
Na loj das seis
portas
Camisas francedtl de 15/j
duzia : na rua do Crespo n.
Adriano A Castro.
spo
a i$000a
I (i, loja de
Na loja das seis
ponas
Km Trente Peirocinios de relroz prelos e bordados He cor a
cinco mil r. cada um, eiirles de lid prelo bordado
para manteletes do meninas a mil rs. cada corte,
camisas de cambraia bordadas para senhora a dous
mil rs., o manguitos recortados a dez lusles cada
par, collarinhos de lindos goslos para senhora a pa-
taca cada um, e inuitas oulras fazeodti proprias pa-
ra o passtmento da festa ; dase de ludo a amostra,
levando penhor que cubra c valor do que se maular
pedir.
Na loja das seis
portas.
Em frente do Livramenio.
Lencas de seda francezes de muilo boa seda c cos-
to, proprios para meninas e senhoras a dez lusles
cada um, lenros com bico largo, proprios para miro
de senhoras a qualro patacas, e bordados a dez lus-
oes, fazenda fina, corles de cambraia lisa com oito e
L-s22* a lrcs mil rs- cor>'. <\ac da' vestido
com tres bab.d,, corles de carnura,,il rte seila oilo
'J ':;"da um = loja esla' aherla para quem qui-
,1ri!ar i""0 "T,!" ''"".da, hora, da roa-
imaa alel da noite.
Vend---e saccas com farinha e feijao, por
menea; .'o que em nutra qualquer parle : Irala-se na
, .. da Cadeia do Kecife, loja de ferragens n. 56.
Vendem-se 179 saccas de farinha de mandioca
a jpouu a sacca : na rua da Cruz n. 64, primeiro
a ii (lor*
*opelina!
A 15000 O (".OVADO,
rua do Qurimado n. 21 A, vende-se mai
linda azend. para vestido de senhora e nieiii.ia,,e
.^.1. a"00 70,n ttr,s S0|Is e de lisl"'. '""da
com t'Xr. Pe' Ul"m0 VaP0r = dA0"se as amslri"
Kua do Queiiiia-
do n0 2 \ A.
i Vende-'!1.;,'e \",,cs lle (l,ila frnza com 12 cova-
dosn 2i00, chales de merino bordados a xellu.lu,
do ul imo goslo, cortes do seda lisos e de quadros,
riscados escocezes a 210 o covado, assim eonooalrai
muitas tarad*, que se veudem muilo cm conla.
-- Vende-sc urna carrora grande de I rodas,
minio bem construida, peaa 200 arrobas, e mais do
ditas pequeas para boi ou cavallo, todo novo na
rua da Cadeia do Kecife n. 10, primeiro andar.
Vendem-se 2 negrinhas de idade IK anuos,
com principio de costura e encommado, e 1 preto
de meia idade : na rua Direila o. 3.
-- Vende-se tinta que veda a entrada do copim
as madairas : no armazem naval, rua do Vigario
I -ABVRIMIIOS.
\ endem-se lencos e toalhas de lalnrintho. assen-
tado em Tina cambraia de linho : ua "rua da Cruz n.
II, primeiro and8r.
-- Vende-se um hom eterno de 30 annos de ida-
de tendo muita praUca de pad-ria por ja ler traba-
Ihado., anuos c muito proprio para armazem de
assucar.e jumamente para andar com carrora.de
excellenle cnuduta que se allianra ao
na rua Direila n. !)l.
Na
comprador t
m lente
Novas cassas pialadi
dros bonitos, chales
aiuarellas a duas palacj
bordada para senhora
relroz para eufeilesde
ras a meia pataca,
lo Livraiuento.
s a meia pataca o covado. pa-
lo gansa encarnados, llores
as cada uin. saia de cambraia
a tres mii reis rada urna,
collarinhos para senhoi a a pataca cada um, flore* de
qucri-in trocar porsedulas.
Com
vestidos de meninas e senho-
i.iiii i- oulras fazendas que se
toque
a varia.
de
Peras de madapnlAu a 2-Vi00, :W c 3200 : ven-
dem-sc na rua do Crispo, loja da vsquina'quc vnlta
para a rua da CadeiaL
01 li.iS 1)0 SERIAD'
Sao cheradosos melhores queijos do serian, ese
veudem baralo ; na ria do Oneimailo, loja n. li.
Vende-se a \erjladeira graixa iiilcza n. 07, do
fabricante Da\ and ] lirten, em barricas de 15 do-
a* de poles. em can de James Crabtree & Compa-
nhia, rua da Croa n. (2.
!alti a 8,000
Corles de panno fi
cada corte de palit
valor : na loja de 5
n. 10.
Ca
scmiras
io de cores para palitos a S-^OOO
he justamente inctarie do seu
portas ua rua do Oueimado
I isas de (toros a
IJ-200!
Rua do Oueimadu n. 21 A, vende-se casemiras'de
eriores, para liquidar, c dao-se
cores lisas muilo su
as amostras.
DE LISBOA.
RU'F
\"H.,j i ;U|rs
Kecife n. ib loja nc nou
Fazendas
milito
sen val
portas, n
nilavri: i.,i run :\ Cadeia do
ara.
por
menos do
>r, ni
rua
o n.
lj;i de /i
do Queima-
10. ,
Conlniua-sea vjoder nesta loja o resto das fazen-
das da loja da rua Uo Crespo, que foram arrematadas,
e se \endFin pelos segundes preros :
.Madapolao enlreHDo a 23H0, 3-3 e
Hito multo lino de jarda
*Dito muilo largo muito lino com 35 varas
Algodaozinho de (JO jardas
Dito bom anicririio .
Chitas de cores, tJon< padroes a ."i--;, S|300 c
Corla* de caira re casemira preta a .Vj'iOO e
Ditos de rllele rife selim prelo superior
llrira delinho de quadros, o covado
Dilo tranrado, a vara
Pannos p'retos e c cores a :lc e
Chita larga francfza, o covadu
Hilas estrellas de cores, o covado
Algodao azul me solado e de lluras, o covado
Corles de cassa chita
Ditos de chita la ga
llravatas de seda de cores
Lenros de ganga; e de chita, linos
39300
SjXOO
130000
2^000
3.; tiJOOO
KoOOO
3JO00
200
w
35-VMI
21KI
ItiO
Intl
I56HO
15920
010
7.00
Superiores velas de ca nauba.
Vendem-se por proco commodo : na rua da Cadeia
do Recite D. 2IJ (irimeiro andar
IO"
n
iogezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em lnglalcira: m easa de
lleurv dibsoii :rua da Cadeia do Reciten. 52.
LUYAS HU HOMENS E SE-
NHORAS.
Vendem-se superiores luvas despeluca muilo novas
para hoinem e senhora a I92KO rcis o par, ditas de
seda muilo boas e sem deleito algnm amarillas, pre-
las c brancas para hornera e senhora a IrOOo' reis
o par, ditas preta* de torral minio boas a mu reis o
par, ditas de I
linmein e seniora
ditas para me
de seda ricas
guarnirAo, pa
e oulras mais
roca brancas e de cores para
100. 300 e 600 reis o par, ditas
unos emeninas a UO rcis o par. luvas
de todas as cores e bordadas, com
1 eohora*:l}000e:l9500 rcis o para
qualidades de luvas, ludo ua rua
de
para
11
ISO
18600
oso
800
Lindeza para vestidos
vm
I S!"
KCBlfilSlO mi El?
IHO.
NA FNIiinAO DE FERRO 1)0 ENGE-
NHE1R0 DAVID W. ROWMAN rA
RUA 1)0 BRL'M, PASSANDO O llA
FARIZ,
ha sempri! um grande snriidienlo dos scguinles oli-
jnclos de ineohauis.iios proprios para engenhos.asa-
l.tr : raoendas e meias moendas da mais moderna
oonslrucrao ; laiu* de forro fundido e balido, de
superior qualidadee de lodusos lamanhos ; rodas
dentadas paraagua ou animaei, de todas as propor-
ooes; envose boceas de fornalhae registros de bo-
eiro, rTUilhoes.bronzes.parafusos ecnviihes.moi-
nhos de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICAO.
e execotam todas as cncommendas con. a superio
ridadejconhecida ecom a devida pttstezae com
modidade em preco.
D BOM GOSTD E DA MAIS
SUPERIOR OAODADE, LLTI-
MAMENTE CHEGADA AO MERCADO.
Cries de seda, padroes mui delicados, e ininca
aqu viudos, com habados. tendo 2". covados cada
corle, ditos sem babados, ditos de seda grosdenaplc
am.iella. cor de rosa, azul clara, cor de iierola, e
oulras cores, com habados. c laml*in em pera para
vonder-se aos covados, ditos deseda branca adamas-
cada com babados, ditos de seda adamascada de co-
res muilo mimosas, e corles de cambraia com baba-
dos bordados branens e de cores para vestidos, todo ,
viudo no ultimo paquete da Europa : na loia de Jos I, Vuc">liiu "eni conhecida loja de miudr/as
Sloreira Lopes, sobrado amarello na esquina dos na "" T:'"
Oualro Cautos, Da rua dn Qucimado n. 20.
Mandioca.
Na taberna grande da rua de* liuararapes n. 6,
em Fura de Portas, vondem-se saccas com farinha
de mandioca, a prero de 28200 e 29600 a sacca. e a
120 a cuia.
Velas.
Na fabrica.da rita do Brum vendem-se
velas de carnaube,naos em porroet co-
mo a retallio.
Farinha de iiiamlioea.
Vende-se superior farinba de Santa
Calliarina, em sacras te (medida velha; por preco commodo:
DO arina/.em de NovaesAC., na nri da
Madre de Dos n. 12.
CAUTAS UMSSIAS PARA YOL-
TAKETE.
\ en lom-sesujicriores cartas francezas para volla-
rele pelo baralis-imo preco de .'i00 rs. o haralho ,
na rua do Oueimado, na bem conducida loja de nnu-
deza* da boa fama n. 33.
Perf
limaras de
boin gosto.
>a loja. da boa fama enconlr;'-so sompre uin riro
sortimenlo de perfnniarias de lodas as qualidades,
sendo sou autor o melhor que ha om Paria, riquissi-
mos frascos de extractos muitissimo linos, pelo barato
preco de 19200, 19500, 29 e 29300, jarros de porcel-
lana delicados c do modernos goslos rom hanlia fran-
co/a muilo fina a 29. frascos cm esseencia do rosa a
120, paos do pomada Iranre/.a muilo boa a 100 rs..
frasros pequeos o raudos da verdadona agua da
Colonia do l'ivcr a 1NO e 1^000, sabonetes linos e do
diversas qualidadej.ps para donteso mellior que po-
de haver, e oulras militas perfumaras, que se veu-
dem muilo baralo: na rua do Oueimado, ua bem co-
ndecida loja de miudezas da bd* fama n. 33.
CtRTES DE VESTIDOS DE
SEDA DE OlAI)ROS;A 129800!!]
Na rua do Oueimado. loja n. 17, vendem-so cor-
les de vesliJus de seda foular de quadros, rom IX co-
vados cada um l;000, por eslai com algum toque
de mofo.
Vende-se
cemento muilo novo, chocado em I i de maio prxi-
mo passado de llamburgo, por preco muilo em con-
la a vista da qualidade, lauto en porrao como em
barricas e linas : no armazem de materiaes na rua
da Cadeia de Santo Antonio o. 17.
I\ (les de palha, feitasno
. Par.
Na rua da Cadeia do Recite loja do
portas n. 'iS, vendem-se as referidas re-
des rom cores e qualidades inleiramente
rspiciilinicli ilicas.
Casemiras finas.
[Na loja di Kslrcfla. rua do Uiieimado n. 7, ven-
dem-so rasoiniras fiancozas linas de lindos uostos,
polo harati.sinio prejode 18600 o corle de caira, e
chapeos fraueczes da ultima moda a 69500.
- ,i...... qI "u n-iuaueiru nuialo para pre
cabellos, polo baralissimo prero de lj, ditas de
2-!n iSS: "':o' '*1U'S com Plumas eespell
5L"'U.rL UI,S.ras a P'"' de bfalo muilo I
ama
N
a rua do Crespo n. I (i, continuara
VENDE M11TO BARATO, COMO TODOS
SAIIEM.
Vmdcin-se libras de ludias de boa qualidade n.
30, 60e 70 a I9IOO, ditas muilo finas de 11. 100 e
120 a 19600. don* de tesouras muilo boas para cos-
tura a 19. ditas muilo fioaa e grandes a I92OO a du-
zia, peciuhas de bico estreito a 560, camnhas com
acudas francezas muilo finas a 100, cauinlias cun
10 novollos de linhas de marra muitissimo linas a
2SO, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
39SOO, travenu de verdadeiro bfalo para prender
pelhos e
ara lirar piolhos. 0STtSXar*,ma*^
todas as qualidades, rica, .raneas do seda de todas as
cores e largura, ricas Ql*, de seda lisas e lavradas
de odas as largura, o corea, bico, de li......huissimos
de lindos padroes e todas .-,, larguras, rica* franjas de
algodao brancas e de co.es proprias para cortinado,
oulras mmlissimas coosas, qne ,u0 se veni|
tao barato proco que aos proprie* compradores r- |
ira de admiracilo : na rua do Oueimado, na bem
couherida loja de miude/as da boa fama n. 33.
Atlenco!
A'Iojde aportas da
rua da Cadeia do Re-
rifen. l8,de Narr.7.0
Mara Carneiro.clie-
um grande sortimento
desenlios e de
minto superior qualidade, pelo liaratissi-
nio jirero de 193000 rs. o corte, ditas
rom {jostos chinezes a I.S'000 rs. o .ovado,
e ontras militas fazendas que so avista do
compradores podetao avaliai os seus pie
ros pelas sitas boas qualidades.
DUQUE DO
estar a venda as mais superiores loalltas as e sonhoras a 200 rs., meias brancas muilo ta-
le puro linhoque lem \iudo ao mercado.
Boneeas trance-
zas.
\ eudem-so muilo bonitas bonocas fraaco/.as, polo
baralissimo proco de 19280 e l.\XU0 : na rua do
Oueimado, na bem ecuhecida loja de miudezas da
boa fama 11. 33.
Loja da boa fe.
31 (endas superiore.
NalundiraodeC.StarrAC, em San-
to Amaro, achare para vender moradas
de canna todas de ferm, de um modelo e
construccao tnuilo superioi-es.
ErncasadeRaheSchmettau A C, rua
da Cadeia n. o7, vende-se :
L'm grande sortimento de vidros de e$-
pcllio.
Relogios linos de patente inglcz.
Olios ditos de patente suiso.
Couros de grasa.
Ervillias leoca m garraltha.
VlllllO (1o Rhenn inerme
jou ultima mente
de sedas com lindissimos
para senhoras a 210 e 300 rs. o par, meadas de li-
ndas muiissimo linas para bordar a 100 e 160,1 bo-
tos domadropcrola muito linos para camisasaliOO rs.
a grosa. botoes muito linos de aro para cairas a 2S0|a
itrosa, Dvela* ilnura.las muilo linas para raras e cu-
teles a 120 cada tima, peutes de balra muilo tinos
liara alisar a 300 rs., pecas do fita do ludio com H
varas e meia a 50 rs., raixinhas com colvetes trance
ze*a*60r*f, carretets do Indias de 200 jardas de
muilo boa qualidade e do lodos os nmeros a SO rs.,
macos com 10 grampas e de muito boa qualidade a
50 rs., pares de suspeusorios a 10 rs., torcidas para
candieiros a SO rs. a duzia, carleiras de niarroquim
para algibeiri com molas douradas a 000 rs., cane-
las para pennas de aro a 20 e 10 rs.. meias brancas
e cruas. (aterida muilo boa, para homem a 160 e 200
rs. o par. trancinha- de Lia do carneos c de Indas as
cores a 100 rs. a pecinha, nenies de cure para li
hu C (le,Iu;,lros do bonitos padroes a sar, fa/enda muito boa a StKl rs. a duzia. grozas de
.1111 rs. u covadu, ditos lisos de bolillas cores a 720, huidos do louoa piulados para camisas a 210, peca,
malos de merino lisos com franjas de relroz de bu- do lila de cs de todas as largura-a 210 e 320. hullas
mas cores a .1? ditos com Ostras de soda a 7? : na I brancas de carreleisenm 100 jardas do aolor Alelan-
roa 00 yueimado, nos qoalto cautos, loja de lazen- 1 dre a 10 is. o carretel, linhas. prelas de meadiohas.
aas 11a Doa re n. 22, defroute da loja de miudezas da fazenda muito boa a 20 rs. a meadinha, cartas de
alluietos ua melhor qualidade que ha e com 25 peu-
tes a 110, penles abortos de bal* para alar cabello,
fazenda muilo boa a 2?6 Escocia para menino*, brancas e de cores a 210 e 320
0 par. grozas de livclas para palo* a 680, camnhas
envornisados com palitos ne fogo de velinliasde boa
qualidade a 120, ditas de pao com palitos de foo de
boa qualidade a 20 rs., caixas com 50 caivnihas de
phoaphorna propriaineutc para charutos a 320,
camines muilo bonitos para bengala a 10 rs., ta-
paluilios de laa para ci lanras a :I00 rs. o par,
Irancelins prelos para rologios, fazenda muilo
boa a 110, escovjiiha- muilo boas para denle- a
100 rs. Alm de todas estas miudezas vendem-so
BOlril muilissiniis, que vista de suas boas qua-
lidades e baratos preros tem rausado admirarao
aos proprio* compradores : ua rua do (Juonna-
do, na bem ronhecida luja de miudezas da boa
fama 11. 33.
PORTO.
ESPECIAL VINHO ENGARRA1 AOO.
Vende-sc em caixas do urna e duas duzas
rua da Madre de Oeos n. 31, loja.
nades lie .;::
Vende-se papel de pes
to burato.
c almaro o melhur lina
pude haver ueste genero a 3, 1, 5 c 6.3OOO a resma
papel paquete mullo lino e Je muito boa qualidade:
propriamenle para se escrevor por vapores |.ara a
huropa em eonacajneneia de nao se pegar Branden
portes de cartas, em resmas, meias resmas, quarloi
de resma, ou uiesmo em quaderuus a SO rs., papel de
linho verdadeirameute almaro e proprio para carlo-
rio a lo rs. a re-ma, vurdadeiras pennas de acodo
luco de lae* eantieeidaa pelas melhpres que 'ha a
I92OO a eaixinba com 12 duzias, ditas sem ser do bi-
en de lanca, mas lambem muito boas a 610 a cam-
nha com 12duzias, duzia de lapis muitissimo liiiaso
320, 100 eSOO rs.. ditos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes muilo Olios e de todas as qualidades
e preros, tinta ingleza muito bo c barata : na rua
do Oueimad.i, loja de miude/as da boa fama n. 33.
Aeiico
Riscado escuro e muilo largo, proprio para roupa
de escraros a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muilo bom goslo a 5$, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a IjJfiOO a vara, toalhas
de panno de linho alcotoadas e lisas para rosto, >s
mais superiores que lem vindo ao mercado, ditas
para mesa, suardaiiapos adamascados e nutras mua
las fazendas por prero commodo : vendem-se na rua
|o Crespo, loja da esquina que volta para 1 rua da
Cadeia.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regar borlas c bai-
la de capim : na tundirn de l). W. Bowman,
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
TAIXAS PARA ENGENHO.
No t^:r:. a. rwHe D. W# Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafartz, continua n*-
ver um completo sorlimentode tai\cs de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda, por preco commodo e com
promptido: etnbarcam-se oucarregam-.se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C
rua da Senzala-iNova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires o casticaes
bronzeados, rologios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry cm barris, camas de ferro,
fio da vela, chumbo de manalo, arreios para car-
io, lonas inglezas.
Meio:
nos
coln los o doscobcrlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquele in-
glez : em casa de Soulhall Mellor & Companhia, rua
do l'orrus n. 38.
Coheilores tihes' muito encorpa-
cise grandes.
Vendem-se na rua do Crespo,loja da esnoina que
volta para a roa da Cadeia.
Para os iiamora-
(los.
Vendem-sc folha* de papel muilo bonilo, proprio
para correspondencia de namorados, pelo baralo
prero de 40, 60, 80 e 100 rs. : ua rua do Oueimadn,
ua bem conhecida loja de miudezas da "boa fama
1,0. 33.
ielogis ce patente!
ingleses de ouro; desabnete edevidro :
vendem-se a prero ra/.oavel, era casa de
Kesfriadeiras.
No deposito de hiedas, rua Mtrella do Rosario 11.
11, vendom-se resfriadoiras de barro muittj lino, viu-
das de llamburgo. assim como queijo parmaison,
viudo da lienova. esleirs de Angola, e multas ou-
lras cousas.
Pianos,
Vendcm-sepiaiiosverlicaesiiglezrs, de elegantes
modellns e exccllcules vozes, fabricad ,,,-r umdos
mais acreditados autores, |.nr.i.kjj> .. _xposiciod
Londres: no armazem de Ritstrou Itookercx Com-
panhia, prara do Corno Santo.
Vende-se o sitio com casa de sobrado doffa lle l
cido GeorgeKenworlh), 110 lunar de S. Jos do Man- V'VSTEMA
guinho, com arvoredos" de fructo e mais bemfeitorias
que nelle se acham, sendo as ter.-as do referido silir
proprias : quem o pretender procure er casa de Sa
muel I". Johnston \ Cumpanhia, rua da Scuzala l>"o
va 11. 12.
boas
'I
Rlieno superior,
onservas alimentarias de
dades.
ludo por preco commodo.
Vcnd,v|NH(J PORTO (ENUNO.
finarlo 1 "p,"" ""nodo Porto em barr* de
vei.a. te "' ,J' "Ptono de Bailar 4 OM-
Ravalhasa contento.
j t^sss&s^sasiz ru -
hil fabrcame ,',* ?"'""" de b".reito M* ba-
posices: v.ndem-,' ^ "'i'? ""'*
ando poder o % V^^A'C
dopois 1 a compra, resiii,,;, c a,e "> das
casa de SSStVSStZ '" '"" ""
Recif* o. 36. '
V1 \ 110 lili IMItTi
Vende-se de muilo boa qualidade, cm barris de
buinto : na rua da Madre de Dos, loja 11. 31.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo e azul, lino, fazenda muid
superior, prova de liman, pelo baratsimo preco de
."135110 o covado, alpaca prcla muilo fina a 640 c co-
vado, merinti setim, fazenda superior.para paliliii a
I96OO o covado, cantao preto uiuitu lino proprio para
vestidos a 13 o covado, selim pelo macao, fazenda
superior a 2?600 o covado, grosdenaples prelo muito
lino para vestido a 2.3 o covado, superior sarja preta
hespanhola a 2JJ210 o covado, prinreza prela muilo
lina a 800 rs. u covado, corles de colleles de gorsu-
rio de seda, fazenda milito boa a 25, corles de fus-
tOes de bonitos padroes a 610. brim Iraiir*do branco
le 1 uro linhu a I; e I311 a vara, briol trancados
do cores de muito bonitos padroes e de puro linho a
I t i" a vara, ditos ditos tambem de bonitos padroes
a SOO rs. a vara, dilo trancado pardo tambem de li-
nho a (00 rs. a vara, dilo liso largo a J1S0, ganga
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a 320 e 360 o covado, ditas decores escuras de qua-
dros e lisiras, de muito bonitos padroes para ralrase
palito*a 600 rs. o covado, corles de calcos de bonitas
casemiras de algodao, pelo baralo preco de 13120,
brimzinhos de quadros de puro hubo a 210 o covado,
panno de linho muilo (no a 640 a vara, poitos mol-
i linos para camisa brancos e de cores a 400 e 500
rs., camisas de meia muito linas a 1; e 13120, luvas
pretas de torral para senhora, fazenda muito supe-
rior a 800 rs., ditas de seda de todas as cores para
homem e senhora, pelo baralissimo prer;o de 1d20O o
par, ditas de fio de Escocia para meninos e meninas
a 100 rs., lenciuhos de filel muito bonitos a 13, ricas
grvalos de seda prelas e de rores a ls, meios lencos
pe seda para gravatas a 600 rs., dito* prelos multo
bons 1j, peras de cmbralas de salpicos com S va-
ras e meia a 39200, e 110 a vara, ditas adamascadas
muilo boas para cortinados a 12?, cambraia lisa mui-
to liua com urna vara de largura, pelo baralissimo
prego de 560 a vara, lenros de cambraia mullo finos
todos branco e com barras de cores a 300 rs., lenros
dechila francezrs muito bons a 4O0 rs., chales "de
algodao de cores de bonitos padres a 800 rs., risca-
dinhos mnilo Gao* e de muilo bonitos padroes a 160
o covado, fil de linho liso muito lino a 060 a vara,
dito de llores a 1a-280, meias prelas de seda para se-
nhora, fazeada muilo superior a 2 o par, ditas hran-,
cas muilo Goas a 38 o par, ditas brancas de algodM
muilo linas a 240 e 320 o par, ditas brancas muito
liuas para meninos e meninas a 210 o p*ar, e nlm de
ludo islo oulras moilissimas fazenJas, que a vista de
suas boas qualidades e baratos precos, he qne o. -
nliores frgguezes. amigos do bom_. barato; onlieris
LrSo 8 que le~pechiifcna ; na -Toa doTTuimado, 110-
alro cantos, na loja d* fazendas da "boa f n. 22,
efroote da loja de miudezas da boa fama.
MEDICO DE 1-10LLOWAY
rea da Cidei* do
O. Bichcr
Cruz 11.
13... ^*o~ ,U M.C..I.
Corno Santo n.
seguinle:
Tabeado de pinlio,
- a C pi-...-:, tn
II, lia para vendero
ilcaltao e
pi.xe
Vende-se .
mente de Ffi
rovado. K-ta
seus padroes
lem apparec
uos quatru c
rica fazenda lindeza, chocada ultimo
ura, pelo baralissimo prego de I5OOO a
fazenda be de pnra laa e seda, e os
sao os mais bonitos que al o prsenle
do no mercado
AtiRustoC. de Abteu, na rua da
do Recife, ai maiem 11. 56.
Cadi
*.
...
Ao
V'cnile-seea I de Lisboa ul ti mamen itc becada, as-
sim como potassa da Kussiaverdadsira: na prara do
Corpo Sanio o.11.
Um completosorfamenlo de bordados comose-
am, camisetas com mugas, collarinhos, peitillu,
roinciras, camiss, coICnhas e pelerinas ; tambem
lem um completo sorlisnenlo de ricas flores, enfeiies
para cabera, lilas o os verdadeirns e modernos bicos
le linho: na rua da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
'indar.
Venda-se polassa dn ltio de Janeiro, chegada
prximamente, de superior qualidade : na rua do
vigario 11. 23, primeiro andar.
Suecia.
Alcatraode carvio.
Lonas ile algodSo.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Ttido muilo commodo.
VINHO 1)0 POK'I'O.
Veudc-se viuho do l'orlo das qualidades mais su-
periores que ha, ale as reculares, em barris de qoar
lo e de otavo, por preros commodos : na rua de
Apollo n. 8, armazem d assncar.
AGENCIA
Da fundicio Low-Moor, rua daScnzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontinua a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para eii(;etiho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os taannos para
dito.
NA LOJA DA BOA FVMA.
Vende-se bandejas'randes e muilo finas pelo ba-
ralissimo prero de 3D000, I5OOO e" 53OOO reis, ocu-
los de armaco de aro de lodas as graduarnos a
800 res, lunetas rom armacao dourada a I3OO reis,
ditas rom armarau de tartaruga a I3OOO rei-', ditas
com ,-rmarao de bfalo a 500 rcis, oculoscom arma-
rao de metal bradeu a 100 reis o par, lunetas com
armacflo de tartaruga rom 2 vidros a 33000 reis, ri-
cos chicles para cavollus de homem e senhora pelo
baralissimo prero de 800 rcis cada uin, grvalas de
seda muilo bonitas a IcOOO rcis, houilos atacadores
de cornalina para casaca pelo bantissimo proco de
300 rcis, suspeusorios linos de borracha a 100'rcis,
I penles muitissimo linos para suissa a500 reis.escovas
muilo'linas para cabello a 010 reis, capachos piula-
dos compridos c redondos a 700 e IjOOO reis, ba-
ldea finsimos de madiepcrula para camisas a I320O
r-. a croza e 120 r*a duzia,ricas ranetas para peuna
de ico a 120 reis. ricos portk-relogio* a l.-sSOO reis,
caixas de melal muilo finas para rsp a 500 o (ion
rcis, esrovas finissimas |iara unliai a 320, SOO c 010
reis, escovas para roupa t cabello o melhor quepode
haver a 1-000.1*200, 19500 e 23 reis, pineal* lios
para barba a 200 rcis, duzias de facas e garlo linos
a 39000 reis, dilas de cabo de balanco muilissim
linas a OjlillO a do/ia, ditas linissimas de rabo de
martim o mellior que pude haver a I5.--000 reis
duzia, camisas de meia muilo linas a INHNI rcis, ri-
cas abnluadiiras de inadropcrola o metal para col-
lote e palitos polo baralo prero de 500 e 600 reis,
nissinias navalhas para barba em oslojos de tima c
duas navalhas pelo baralissimo prero de 23000 o es-
tojo, candieiros americanos muilo bonitos prnprios
para ostudanlos ou luesmo para qualquer estabele-
cimenlo, pela boa luz que da a commodidade
de se poder pendurar ou por-so omeima de qualquer
ip'sa, pelo baralo preco de ."1.3OOO res, pastas para
guardar papis a KOO reis, espelho- para parede com
a:macao dourada e som sor dourada pelo baralissi-
mo proco do 00, ,00 e IsOOO rcis, linissimas e ri-
cas canas para rape a 29500 e 33OOO reis, papel de
es de Tullas pequeas em qoarlo de resma pelo
(INGIIENTO IIOLLOWAY.
Slilharesde iiidi\ni^....)(, ,)oas as naroes | ".'.,,,,
leslemunharas viriudcsdeslcremcdio incomparave
ciprovarem casonecessario,que, polo uso que dclle
lizeram, lem -un corpo e membros inteirameiile
silos, depois de haver empregado intilmente oulros
Iralamenlos. Cada pessoa poder-se-ha convencer
dessa curasmaravilhnsa pela leitura dos peridicos
que Ih'as relalam todos os dias ha muitos anuos; t
muior parte deltas sAo tilo sorprendentes que admi-
ram us medicus mais celebres, nuaiii.v pessoas re-
cobraram com este soberano remedio a uso de seus
bracos e pernas, depois de ler permanecido longo
lempo nos hospilaes, onde deviam sollrer a amputa-
ro Mellas ha molla*, que havendodeixado esses
asjlos dcpadecimculo, para se nao suhmellerem a
essa operaran dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas daslaes pessoas. na efuso de seu reconheci-
mento, declararam estes resultados benficos diante
lo lord corregedor, e outros magistrados, afim de
111 cis.i de n.
# C, rua da
4, vende-se
Pianos fortes das melhore* fabricas da
Allemanba ede moderna coiislruc,-do.
ARADOS DE FERRO.
INa fundicao de C. Slarr & C, en Saab
Amaro, acham-se para vender arados de ferro desa-
penor qualidade.
Vcndem-se dous pianos fortes de Jacaranda
construcrao verlical ecom lodos o roettioramenk*
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio do
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem a. 8.
"$ Metal amarello para lorro. $
Cabos da Russia e de Manilha. (0
Lonas, brinzo e brim de vela.
90 Pixeda Suecia. B
Cemento amarello. I
;:f Vinhode Champagne e do Rlieno. #
^ Agurdente de Frdnca. &-
Pianos de armario de modeles do- A
VOS. J
@ Ai-mamen to de todas as qtialida #
:.& des. a
^ Alvaiadelino em p<), oca e tintas #
? em oleo. jl
iff Pedras tle marmore para mesas e S
-.- eonsolos. A
i? Papel de peso inglez. m
vi3 Chicotes |>ara carros. B
t Ferro em barra, verguinlia ecliapa.#
@ Couros de lustre. d&
W Vendem-se no armazem de C. 4. ffi
^ Astlev &C.
>SSt
TAHAS DE FERRO.
Na fundido da Ajcora em Santo Amaro, e
tambera no DEPOSlP) n* rua do Brara, logo
na entrada, e defronte do arsenal de manaba, fia
empre um grande sortimento de taixas, unto de
fa7r nacional com ostrangeira, batidas, fundi-
das, gra'lidr ,ieqiienas, razas e fondas; e ero
ambos os I es exislcm guindastes para carre-
gar canoas 01 carros, livres de despeas. Os
procos sao os. mais com modos.
Sorlimc nlo de fazenda* nova*, boa* baritas,
na loja o. Vi da roa df Cadaia do y*-riff.drf.n.i. A
rpa da '.l-"' .".'ru. ,u\ jp /sjhflllt, e koailw
padroes a *), ISO, e ax .. o ev*
, 9*00, ......mu. 7;i u .... Ur|ftJ e jj^
rezos lai-os de novas n.-lres 240 u eoy-j,
de cass* chita de cor* agradaveis
com 7 vara*
..rr?. par. acabara Ijoao, chala.*,
de barra a 9j>, tMMi?.~Zl*
cores a 100 e M) a v*ra. c*M, para ado,^S
a vara IMIOO a peca, chale, de merio^^S.
finos com Irauja de relroi a 5a, dilo. bordad di
matiz a tvj. dilosbrualj. "os de um* tu coT mu .
S-^^.-H-r^WS'y aa*tcIa2iV:
h-MOO, sed, preta. mac.o proorio mVTj**
collcte. a o covado. 00,1..^,^. **-
:olos moderno 2a e :10a. n,^...p, "*"*.
perior qualidade a l.^.*s3pJ%E'*"-
(o. de cambraia de linho blrdadoi. "^^ iT
Cao com bico larRo para mao daiaarS.'.'Tl"
dOos de .la com esUmp. da, 1-UUltViTrite, i
00 rs. e 13, panno de linho fino rJraleaiW!S 2
vara, de l.rgura a *j!00 a wrl dTSiT *
sa de puro linho. lina, conf^TvtTlT it^f" *""
camisas de senhora e tsrthi di l.h.JSS? V"
litas de bre.anha dejrnh.T*J^
,m. V>rs .pj/a Tju eolii. de s*lTea.r'
r* -','1. b0"l,av "- to**i*2:2i
-a O o coyad.,c.:tM de brim de porVliShV
culis
america-
stiperior
Vende- e potassa da Kussia e
na, ches ida nestes dias e de
qualidade^ e cal de Lisboa da man
que lia nc mercado: no nico deposito da
rua de A[ olio n. >R.
Vciulc 111-se vcllas dcrarnaoha de com|.osirao,
a imilarao < as velas estearinas, navio tmerirano,' da
mellior qtii idade noacivel, bem como de carnauba
-imples, po preros Commodo, arroz pilado muilo
I10111 e ja' iiuilo ciiiihccidn por cresccr mais que u
du .M,iranio o, em arroba a 2% cm saccas a I3NI10,
arroz de ca ca em sorras arailes a 3t30O, e em al-
queire med da velha a :l;tlO, luilo muilo bdm : na
rua do \ igirio n. .">.
Vende se urna casa de sobrado de Ires andares
c sotan, cozinha lora no primeiro e segundo audares,
chaos proprios, livre e desembarazada, sila na rua da
Guia 11. 53 : dirijam-te a rua do*(>e-pn, loja u. 15,
ou rna da Cadeia de Sanio Antonio 11. il, primeiro
andar.
Sabonete e velas.
No deposito das bichas o mercearias, na roa e-
Ireila do Kosarui n. 11, vcndem-se as afamada ve-
las, imitando espermarele, e sable branco com o
cheiro de sabonele, da fabiica iogliza.
saraadoQoein ^WH pretilS para llllO.
utos, loja de lateadas da boa f 11. >>. \ Vendem-se cassas prelas muilo linas propr'ias para
6 Otil^Sl C (*J1 I '"'o. pelo baralissimo preco de 1-n % ., na rua |
do Queimado, uos quatio cantos, loja de fazenda* da 1
boa n. -JJ, defroute da loja de miudezas da boa
fama.
Superior farinha de mandioca cm
saccas.
\ ende-se qualqiier porrao tic muilo boa larinba
de mandioca, chesada ha" pooio de .S. Matheus, a
prero muilo commodo por cada sacca: no escriplo-
rio da roa ta l.ru/ n. I!', primeiro andar, ou 110 ar-
mazem do Sr. raclieco no caes do Hamos.
Refinaria do Monfeiro.
No deposito da rua da Stn/.ala-Ve-
lia n. lili, vende-se assucar retinado de
superior qualidade, dearroba para cima.
Lencos de cam-
hraia de li.iiio
A ^O, 400, 500, e 640
Mei as de laia pa-
a padres.
i
' endem- ?e superiores meias prelas de laia para
padre, pe i baralissimo preco de I5XOO o par : ua
rna do Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa 'ama n. :t:t. '
Cal irjiem tle I.i.boa, checad no hrigue
Constante 1 : nos armazeu de Fonseca, Medtiros &
Companhia, rua do Trapiche.
cada
lili!
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
LEGVEL
barato prero de T2U rers, e oulras muitissimas cou-
sas, qUe ludo se vende mais baralo do que em oulra
1 qualquer loja : na rua do Queimado na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
BIGHIS DE HiHBORGO.
No deposito das bichas, roa eslreita do Rosario n.
II. tnrnou-se a receber nova remessa da melhores
bichas.de llamhur;o por este ultimo vapor inglez
n lamai.i, que passou para o sul no dia s do cor-
rente, c veudem-se por menos de 169000 o cenlo e
alu^am-se muilo em conla.
Veadem-e* madapolnes linos e de ootro, com
um pequeo loque de avaria, a preros muilo bara-
1: naroa da Cadeia Velha n.-ii, primeiro andar.
ara as senho-
ras que gostam do bom e
barato.
\ endem-s* ricos penles de tartaruga para alar ca-
bello a 49500, meias de seda de rores muitissimo lin-
das para mancas de um mez a nm anuo, pelo baralo
prero de*l;jK eres para enhoras K meninas a 1>, Inucas de lila
para senhoras e meninas a 500 rs-, camisas de meia
para chancas ale a idade de nm anno a 500 rs.
meias brancas ile algodao para r.enhora mnilivioo
linas a 5011 r... ditas brancas e prcla de seda o me-
lhor que se pode encontrar a J e 21500 o par, ricas
canas para guardar joias a 800 rs. e 1$, caitas mui-
lo ricas com reparlimenlos nicamente proprias para
costuras, pelo baralissimo prejo de a>500, 35000 e,
Alporcas.
Caiuibras.
Callos. ,
Canceres.
Cortaduras.
Odres de rabera.
das rostas.
dos membros.
Enfermidades da
em seral.
En Tenuidades doanus.
Erupres escorbticas.
I-islillas no abdomen.
I'rialdadc ou falla de ca-
lor as extremidades.
tricaras.
tiengi lucharoes.
In0ammar;3o to ligado.
da bcxipa.
styuintet ratof.
matriz.
Lepra.
Males dasperna.
dos|.eitos.
tle sinos.
Mordeduras derepli*.
I'iradurade mosquito-..
I'ulmoes.
<.lueimadclas.
."Sarna.
Supuraciies ptridas.
Tinha, em qualquer par-
le que seja.
Tremor de ervos.
t leers na bocea.
to libado.
dasartirularties
Veias torcidas, ou poda-
das lias pernas.
\ciide-secsle uugueulo|uo estabelcrimcnlo fiera
de Londres,o. i,.tirana,e na loja de lodos osbo-
licarios, droguista*e oulras pessoas cncarresadasda
sua venda em (oda a America 'do Sul, llavana e
llespanha.
Vende-se a SOO 'ciscada bncelinha,conten urna
instruccao em portui:ucz para esjdicar o modo de
l.uer 11-0 desle un renlo.
t depusito gara lie em casa do Sr. Soum, phar-
maceulico, na rua da Cruz n. >, cm Peruam-
buco.
POTASSA E CAL YIRGEI.
iNo amigo ej bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Itecife, escriplorio n. 12, lia para ven-
der muito superior polassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ficaro
dos'comadores salisfeitos.
Km casa de
ber & C,
N. O. Bie-
rua da C'niz
11. 4, vende-se
AlgodSo para saceos de assucar.
Dito trancado para ditos, a imitado do
da Baha.
Lonas.
Brinzao.
Ferrada Suecia".
Arcano para purificar o assucar vei.cao.lt. I),-. Slollc, rom omcll.odo cm
Imgua portuguexa.
^'m casa de n
^'., rua da
^endo-se
Cemento romano.
Pardo.
Vinho deMadeira e ultramar.
c amulad.eDde,D "" **^la*V5
Vcndem-se sellins com perieatw,
patente inglez e da melhor qualida-
de que lem viudo a este mercado -
no armarem de Adarnson Howie
*C.,ruadoTrapidien. .
XAROPE
DO
BOSQUE
loi transferido o deposito desle xarope para a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n bV
carrafa. .-500, e meias 39000, sendo false lad
aq lie que nao for andido nesle deposito, pelo
que se fz o preseole aviso.
IMPORTASTE PARA 0 PltLICO.
Para cura de phlysica em lodososseus dineren-
les graos, quer motivada por constipares, lossc,
asthma, pleuriz.escarros de saogoe, dor dec.i.'
lados epeilo, pal pilaran no corario, coquelnrbr
bronchile, dr na garganta, e todas asraoleslia-
dosorgos pulmonares.
CUAL. DE m E SEDA USO.E
de quadros de cores muilo delicada* a 700 800 ka.
o covado : na rua do Oueimado, loja n. 17 ao pe da
botica.
,
?
Serano fugiooe.
-sappareceu no dia S do correnlc mez. a
pardo rscravo. Innocencio, de idade de .'14 anno*,
levando 1 sacco com roupa e t chapeo branco de cas-
tor j osado dentro de om raia, e levoa lambem I
chapee de palha velho e roopa de I raba I ho ; os tg-
naes sao os segoinles : j pinla, barba rapada, alto *
secco do corpo, espaduado e descarnado do rosto, ca*
basas, rallo de um denle na trente, o -aal escrava
icio do Ico, em principio do anno de 1853, conipra-
do pelos Srs. Caminha \ lilhos : rojra-se a lodas as
paseos, autoridades de polica e rapiaes de c**apo,
que do in.-ii o possam ler uolicia. o obsequio de *p-
prchendc-lo remctte-lo ao seu tenlior Jostioo Pe-
nar, i da An.liado, na ru* Nova n. 5J, faiendo por
uta desle as de-pe/a-que forero neresaanas, aira
leurna generosa gralilirarao a quem Iroaser.
Do eosenho Crusahy no dia I do correi.la.
luciram > escravo-, sendo um de nome Antonio, de
nardo C***eagfi que represent* .'15 anuos de i dad*,
Ir altura reaular, cangueiro no andar,rur prela.ros-
lu redondo, sem barba, costas limpas, chelo do eor-
pu, conversa pouco ; o ootro de oome VersaiaM do
afio, bastante alto, algum lano espadando, relo
n ..ni.ir. lem de ambos os lados do rosto mercas de
lalhos de soa naci, pomas fina., alcom l.intn bsjj.
Mieiro, ps grandes, e tem un... marras de rturnia
as coolas anda noves qnem os apprehend' -r rou-
ifoza-ea ao diln enepnhn. oa no de Agua-Vria da
fr.euezia de San-i.ourenro da Malla, no nt .i, M,
I m lindo e vanado sortimento de modellospara ra na rua da l.uia n. til, primeiro andar ou Veri
varandas e gradaras de goslo modernistimo : na I generosamente recompen.ado H
fundicso da Aurora, em Sanio Amaro.e no deposi--------------1------------------------------___________________
lodam a, na rua do Brum. I'ERN.TTP. DB M. F. DB FABU um
.:Bieber
Cruz ii. 4,
V1BANDAS.E GRADES.
-
MUTILADO "MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO)


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EA1ZLDIWQ_ZA1W92 INGEST_TIME 2013-04-24T16:10:26Z PACKAGE AA00011611_07459
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES