Diario de Pernambuco

uo uecife n. 2i, primeiro andar
Potassa e cal.
Vende-se potassa da ttussia e america-
na, chegada nestes.diase de superior
qualidade e cal de Lisboa da mais nova
quena no mercado: oounicu deposito da
ra de A|>ollo n. 1{.
Veiidcin-sc vellas de carnauba de composicao,
a millar.....tas vL.|as estearinas, pavio americano, da
melhor qualidade possivel, bem romo de carnauba
simples, por precoa commodos, ario/, pilado anuito
bom e ja' muilo conherido por creacer mais que o
do Maranhio, cin arroba a 2?, em arcas a 19800,
arroz de casca em saccas grandes a 39300, e eiii al-
queire medida velha a 38500, ludo muilo bdm : na
ra do \ igario n. .
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja da boa fama enconlra-sc sempre un rico
sorlimenlo de perfumariai de todas as qualidades.
sendo seu autor o melhor que ha em Taris, riquissi-
mo> frascos do extractos muitissimo finos, pelo baralo
preco de 1*20(1, IJ.-.00, 25 e 2500, jarros de porcel-
I.ma delicados e de modernos goslos com hauha fran-
ceza muilo fina a 2>. fra*eos rom esseencia de tosa a
:I20, pao* de pomada Iranceza muilo boa a KM rs.,
Ir.i,eos pequeos r grande* da verdadeira auna de
Colonia do Pive a iHOo,|JfD00, saboneles linos e de
diversas qoalidade.s.ps pin denleso melhnr que po-
de haver, e oulras muilas perfumaras, que se veu-
dem malta barslo: na ruadoOoetmado, na bem co-
uhecida loja de miudezas
eia
ra
fama n. 'S'.\.
aia pa-
res.
Vendem-se superiores meiaa pretas de laia para
padres, pelo baralissimo preco de 1J800 o par : u
rna do Uneiinadn. na bem condecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
CARTAS FIMSSIMAS TARA VOL-
TARETE.
Vendem-sesoperiores carias fraoeezas para volla-
rete pelo baralissimo preco de 500 rs. o baralho ,
na ra do Qoeimado, na bem conliccida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Cal virgem de Lisboa, rhegads no hrigue
-Constante : nos armazens de l'onseca, Medeiros &
Companhia, ra do Trapiche.
CURTES DE VESTIDOS DE
SEDA DE OTADKOS A ISI00OI
Na ra do '^ueimado, loja n. I", vendem-sc cor-
lea ile vestidos de seda mular de quadros, com IS co-
vados cada um a 12-000, por eslar com algum loque
de mofo.
Na rita do Crespo n. I (i, continuam a
eslar a venda as mais superiores toallias
de puro linhoque lem vindo ao mercado.
[Bouecas fraoee-
zas.
Vendem-se muilo bonitas bonecas rraacezas, pelo
baralissimo preco de 1*380 e 19600 : na roa do
Oueimado, na bem cenhecida Iota de miudezas da
boa fama n. 33.
33500
5S00
KteiiO
2.SHKI
3.-0IKI
liSOIK)
.^MMI
3^(00
2110
liOO
39500
2(MI
IMI
19600
18920
(O
r-oo
Loja da boa fe.
Vende-se chaly de quadros de bonitos padrees a
.1(10 rs. o covado, ditos lisos de bonitas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de relroz de bo-
nitas cores a 59, ditos com lislras de seda a "S: na
roa do Oueimado, nos qoatro canios, luja de fazen-
das da boa fe n. 22, defronle da loja de miudezas da
boa fama.
AVISTA DAS BOAS MJAU-
dades he muito barato.
Venderte papel de peso e almajo o melhor qua
rJ. i..vM .i. R.n., 3, 4, r, c ftjnuo a resma
papel paquele muilo fino e Je muito boa qualidade
prnpriamente para se escrever por vapores para 3
r.nropa em consequencia de nao se pagar grandes
portes de carias, em resmas, meia resmas, quartos
(le resma, ou mesmo em quadernosa 80 rs., panel de
Mono verdaderamente almaro e proprio para carlo-
rio a i rs. a resma, verdadeiras pennaa de aro de
l>iro de laura conhecidas pelas melliores qoe 'ha a
1-3200 a calimba com 12 duzias, dilas sem ser de ol-
eo de lanca, mas lambem muilo boas a 40 a eaili-
nt u", IM' duzi;l de l*',i' iimo finas,.
330, .00 e.m rs., ditos para desenho a 800 rs. a
duza. caivetes muilo finse de lodas as qualidades
e preros, Unta iugleza muilo boa c barata : na ra
do Oueimado, loja de miudezas da boa fama n. 33.
Atteneo
*a
Itiscado escuro e muilo largo, proprio para roupa
de escravos a tlill o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito homgoalo a j-5, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a IjtiOO a vara, loalhas
de panno de hnho alcotoadas e lisas para rosto, as
mais superiores que lem vindo ao mercado, dilas
para mesa, guardauapos adamascados o oulras muia
tas fazendas por preco conmnelo : vendem-se na roa
do Crespo, loja da esquina que volla para a ra da
Cadeia.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regar borlase bai-
la decapim: na fundicao de O. W. Bowman,
na rna do Bram ns. 6, 8 e 10.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundipao de ferro de I). W. Bowmann ua
ruadoBrum, passando o cliafariz, contina ha-
ver um completa sortimento de taixes de ferro fun-
dido e lialidu de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prec,o commodo e com
proroplido: embarcam-se ou carregam-se emacr-
ro sem despea ao comprador.
-Vende-se em casa de S. P. Johnston& C,
ra da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieiros e caslicaes
bronzeadOs, relogios paiente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
no de vela, chumbo de mun'no, arreios para car-
io, lonas inglezas
Re
o de munuo, arreios para
ilriios
coberlose dcscobcrlos, pequeos e grande* de ouro
P lir.tlll luanla 11..1I., 1 .<.. __ ___*1 -
gios
e prala, patente inglez, de
cantes de l.iverpooi, viudos;
um dos melliores fabri
pelo ultimo paquete in-
alez: em casa de Soulhall llellor^ Companhia, ra
do turros n. 38.
Cobei torea db laa hespa.
nhes moito encorpa-
. dose g-ranijes.
espo.loja da esquina que
Vendem-se na ra do ,-
volla para a ra da Cadeia.
Para os namora-
d
>s.
Vendem-se folhas de
para correspondencia
iogezes de pa-
tcote,
osmelhoresfabricados em lnglalerra: em casado
Uenry Cibson : ra da Cadeia do Recifen. 53
LVAS.PARA HOHENS E SE-
v MORAS:
\ endem-se superiores l.vas despeluca muilo novas
para hornea) e senhora a t>2so rcis o par, dilas de
seda muilo boas e sem dcfeilo algum amarellas, pre-
tas e brancas para liouiem e senhora a I.NIOO res
o par, dilas prelas de lorcal muilo boas a su. 1 res 0
par. dilas de lio de Escocia brancas e de cores para
huiaem e senhora a 100. .TOO e UN) re* 0 par ditaa
dilas para meninos e meninas a INI rcis o par turas
de oda ricas d* lodas as cores c bordadas, com
g'iarnirao, para senhora a 39000* 39500 reis o para
e oulras mais qualidades de luvas, tudo na ra '":
do yueimado na bem condecida loja de miudezas de <-orf0 Sanio n.ll.
para vestido s
boa fama n. 3J.
Lindeza
V7"'e-*' r"'-a fazenda lindeza, chegada ultimo
mente de> moca, pe|u blMlUrirao preco de I -iai a
cov.do. tata fazenda he de pura laa seda, e os
seus padroes silo os mais bonitos qoe ale o presente
lem apparecido no mercado na ra do Oueimado
uos qualro cantos, loja de fazendas da boa f u. '>>'
lapel muilo honilo, proprio
- Je namorados. pelo baralo
preco de 10, 60, 80 e 10 rs. : na 1 ua do fjaeimado,
na bem condecida loja de miudezas da boa fama
o. .13.
lleloios|de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a prero razoavel, em casa de
Augusto C. de Abren, na ra da Cadeia
ao Kecife, armazem n. 30.
Cal de Lisboa.
Vendse orna porran de barris com cal de Lisboa,
por baralo preco, e relalho a 3a o barril t na ra da
Cadeia do Kecife 11. 50.
Vende-seca Ido l.isbuaul I mamen lechegada.as-
mcomopolassadaltussiaverdadsira: Dapraca do
Corpo Sanio n.ll. "
Um completo sortimento de bordados como e-
am, camisetas com mangas, collarinhos, peililhos
roineiras, camisns, coiOnhas e pelerinas lambem
(em um completo sortimenlo de ricas flores, enfeiles
para c.heca, lilas e os verdadeiros e modernos bicos
n "a rn.la*.adea-Vellia n. 21, primelro
Vende-se potassa do Rio de laneiro, chegada
prximamente, de lup.rior qualidade : na ra do
Vigario a, s, ptlmeire sudar.
A Uejico.
No aterro da Boa-Visla n. 22, loja de chapeos da
sol, lie rlu'g.ni.i do l'ara um lindo sorlimeulo de re-
dea de diflereules cores e goslos, iaoalmeule tem
varias pelles de otjca de varios tamanhos, e vende-se
muilo em cotila.
Cassas pretas paralte.
\ endem-se cassas prelas muilo finas proprias para
lulo, pelo baralissimo preco de 180 a vara : na ra
do Qoeimado, nos quito cantos, loja de fazendas da
boa le n. 22, defronle da loja de miudezas da boa
fama.
Superior farinha de mandioca em
saccas.
Vende-fe qualquer porriio de muilo boa farinha
de mandioca, chegada ha" poni de S. Malheus, a
teco muilo commodo por cada sacca: no encriplo-
da ra da Crin n. SI), primeiro andar, ou uo ar-
mazem do Sr. l*achcco no caes do Hamos.
Refina ra do Monteiro.
No deposito da rita da Senzala-Ve-
ha n. I I (i, vende-se assucar refinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Lencos de cam-
braia de Iilio
A 320, 400, 500, e 640
cada um.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Vende-se
cernelo muilo novo, chegado em I de inaiu prxi-
mo passado de llamburgu, por prec,o muilo em con-
la .1 vi-t.i da qualidade, lano em porrAo como cm
barricas e tinas: no armazem de malriaes na ra
da Cadeia de Sanio Anlouio o. 17.
Redes de palha, eitasno
Para.
Na ra da Cadeia lo Hecife loja de
poi-tas n. 8, vendem-se as referidas re-
des com cores e qualidades inteiramente
espiculiindiificas.
Casemiras linas.
V: l"|.i .il.i l.-irt: ;.i. rna do Queimado n. T, ven-
dem-se casemiras franceas linas de lindos goslos,
pelo baralissimo preco de 4s chapeos fraucezes da ultima moda a (icOO.
a hoa fama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-se libras de lindas de boa qualidade n.
SO, fio e 70 a I5IIHJ, dilas muilo finas de n. t(NI e
\M a 1S600. duza de lesouras muito boas para cos-
tura a 18, dilas muilo finas e grandes a 15200 a du-
zia, peciohas de laico eslreito a .'ifiO, caixinhas com
asulhas francezas muilo linas a ltMI, caixinhas com
tti novellof de linhas de marca muilissimo finas a
280, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
nas e senhora* a 200 rs., meias brancas milito linas
para senhoras a -J10 e 300 rs. o par, meadas' de li-
nhas muitissimo finas para bordar a 100 e 1G0,| bo-
(es de madreperola minio finos para camisas a600 rs.
a giosa, bules muitu finos de ac para caigas a 280|a
rosa, livelas douradas muilo lias para calcas e col-
leles a 120 cada una, pentes de balea muilo finos
par* alisar a:iO0 rs., peras de fila de liuho com li
varas c meia a 50 ra., caixinha* com colxeles trance-
tea a liO r*.. carreteis de linhas de (JO jardas de
muilo boa qualidade e de lodos os nuinerns a 80 rs.
maro- com 10 grampas e de muilo boa qualidade a
M) rs., pares de suspensorios a 10 rs.. torcidas para
candieiros a 80 rs. a duzi, carleiras de marroquim
para ilgibeira rom molas douradas a tiOO rs., cane-
las para peonas de aro a 0 c 40 rs., meias brancas
e cruas, fazenda muilo boa, para homem a IKO e 200
rs. o par, Irancinhas de la de caraces e de lodas as
cores a 100 rs. a perinha, penles de chific para ali-
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, grozas de
holors de lou'.a piulados para camisa* a l'O, peca
de lila de eos de lodas as largura-a -JiOe 320, linhas
brancas de carreleisenm UN) jardas do autor Aletan-
dic a 10 rs. o carretel, linhas prelas de meadinhas.
senda minio boa a SO rs. a meadinha, carias de
alfiucles da melhor qualidade que ha e com 25 pen-
les a 140, penles aberlos de bal'a para alar cabello,
fazenda minio boa a 28600 a du/.ia, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a 2i0 e 320
o par, grozas de livelaa para sapalos a 560, caixinhas
envernisadas com palitos de fogo de velinhasde boa
qualidade a 120, dilas de pao com palitos de fogo de
boa qualidade a 2(1 rs., caixas com .V) caixinhas de
plinsplioriis propriameiile para charutos a 320,
cMSes muilo bonitos para bengala a 10 rs., sa-
paliuhos de laa para enanca* a 300 rs. o par,
tranceln* pretes para relogios, fazenda muilo
boa a lo. escovinhas muilo boas para denlos a
100 rs. Alm de todas estas miudezas vendem-se
oiihas muitissimas, que a visla de suas linas qua-
lidades e haralos preros lem causado admira*.io
aos proprios compradores: na, ra do Qucua-
do, na bem couhecida loja de miudezas da boa
fama 11. 33.
Itesfriadeiras.
No deposilo de hichas. ra ejlreila do Kosario n.
II, vendem-je resfriaderas de barro moilo lino, viu-
das de liamburgo, assuu como qoeijo parmaison,
viudo de Genova, esleirs de Angola, e mudas ou-
lras cousas.
Pianos,
Veiidem-sepianosvcrlicaesinglezes, de elegantes
modelloseexcellenlesvozes, fabricados por um dos
mais acreditados autores, prei:,iado na exposicode
Londres: no armazem de Kostron llooker <\'Com-
panhia, prara do Corpa Sanio.
\eode-se o tilin com casa de sobrado do] falle
cido Gcorge Kenworlhy, 110 logar de S. Jos do Man-
goinho, com arvoredos de fruclo e mais bcmeitorias
que nelle se acham, scudo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender procure em rasa de Sa-
muel I'. Johnslon Companhia, ra da Scnzala No-
va 11. 2.
Emcasa de M.Calmont & C, praca do
Corpo Santo n. 11, lia para vedero
seguinte:
Tiibondo de pinito, alcatrao c pi.\e da
Suecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodiio.
Dilas de linlio.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
Tudo mtiilocommodo.
vinho do POETO.
Vende-se vinho do l'nrlo das qualidades mais in-
pprinrrs qnp ha. al as recolares, em barris de qoar-
ADo,loen0i;IV ''"' pr;0* ""*" ">a ra de
Apollo n. 8, armazem de assucar.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, ra da Senzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentoconiina a haver um com-
pleto sortimento de moendes e meias moendas
para en/;enlio, machinas de vapor e taixas de
Trro balido e coado de todos os tamanhos para
dito.
v MLOJA BAB0VF\MA.
vende-se bandejas grandes c muilo |i,la. .i 1.,
ralissimo prero de 3900, 4^000 e .Xnin ,1. ,f" l''"",'"'"""?"' "K """" TT ?"1 ""Wslss,
losdearriacio de aro e lodos a. .E r Tso^.lT.', '""" C0,,"s- < lodo *>* f*
800 res, lunetas com armado dourad. a inSj, "cis ,1 de llW" "" P"P'k 2,'d'" ""
dilas com armara., de larlaroga a I9OOO ?m2 IZmT, Ch : a "* 5""Wd0' ?* bm
com armara,, de blelo a 500 eis, oeulo.com'.rm.! con,,ecioa lol d miudezas da boa Ten n. 33.
rSo de melal branco a 400 re o par, lmelas com
armarao de tartaruga com 2 vidros a 3501)0 reis, ri.
eos chicles paia ravallns de homem esenhora pelo
baralissimo prego de 800 reis cada um, grvalas de i
seda moilo bouitas a 15000 reis, bonitos atacadores'
de cornalina para casaca pelo baralissimo prero de!
300 res, suspensorios linos de borracha a 400"reis,
peala muitissimo linos para suissa s|S00 reis.escovas
muilo huas para cabello a tilo res, capachos piula-
dos rompridoa e redondos a 700 e IjOOO reis, ho-
loes finissimos de madreperola para Camilas a 1J200
rs. a croza e 120 rs. a duzia.ricas canelas para peuua
de ac a 120 res, rico porU-relogios a 1J800 reis,
caixas de melal muito finas para rsp a 500 o 600
res, escovas linissimas para unha* a 320, 500 e (10
res, escovas para roupa e cabello o melhor quepode
haver a IJ000, 13200. IsOO e 2o reis, piuceis linos
V",',ui '' re's duzaf de faca!i e S"fo fino,
a 3*000* res, ditas de cabo de batanee muitissima
boas a 6W00 a duzia, dilas linissimas de cabo de
marfim o melhor que pude haver a 158000 reis a
duzia, camisas de meia muilo linas a 18000 reis ri-
cas abotuaduras de madreperola e melal para col-
lele e palito* pelo baralo prero de 500 e 600 reis
linisaimas navalhas para barba em estojo de urna e
duas navalhas pelo baralissimo prero de 28000 o es-
lojo, candieiros americanos muito bonito* proprios
para esludanles ou mesmo para qualquer estabele-
cimento, pela boa luz que da a commodidade
ue se poder pendorar ou pr-se em cima de qualquer
mesa, pelo baralo preco de 58000 res, pastas para
guardar papis a 800 reis, espelhos para parede com
armarao dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de .500. 700 e 19000 reis, linissimas e ri-
cas eolias para rape a 28500 e 38000 reis, papel de
cores de olhis peqnena* em qoarto de resma pelo
baralo preco de 720 reis, e oulras muitissimas eou-
qnalqeMoTaS^LenroaToiOuemadd00nq"K 2S 7 D'^pareeeu no di. 5 do corren!, me*. ..
lor ja usado dcolro de um caixa, e levou lambem 1
] chapeo de palha velho e roupa de Irabalho ; o* ais-
------------------. 1 a** o s segumles : j pinta, barba rapada, alto e
rao deposito das bichas, roa estrella do Kosario n. i ,ecco do ^'P0- espaduado e descarnado do rosto, cor
II. lornou-se a receber nova remessa daa melhores' **'*' fjI"' d """ dn'e frenle, o qual ecr*vo
niciias de liamburgo por esle ullimn vapor inglez vel do Ifu- em P'incipio doanno de 1853, compra-
.1 lmar, que passoo para o sol no dia 28 do cor- do PelosSrs- Caminha & Filhos : ron-se a ludas as
renle, c vendem-se por menos de 168000 o cenlo, e Peoi". autoridades de polica e capases de campo,
alugam-se muito em coDta. j que do raearro possara ler noticia, o obsequio de ap-
:: !m;f! ."W a tSttZTZZ T%k'S22. \t
rocas brancas de algodio pera enhora oiU**iioo
finas a o0 r*. dila. brancas e prela. de sed. o C-
Ihor qoe *e pode eneonlrar a fje 28500 o p*r rc,,
cana* para goardar joi,, a 800 r*. e 1, ca... mu,
to rica* com reparlimenlo* nicamente propri.1Toara
costura*, pelo oaraliasimo preco de 28500 nni
3S500, lrave*M* de verdadeiro bofalTVara Ofender
cabellos, pelo baralissimo preco de 18, dilas de lar-
laruaa a 3-3500, rico* Icques com pluma* e espelhos e
pintura- linis-imas a 28, penle* de bofalo muit. fion.
para tirar piulhos a 500 r., lesouras flnietim** e do
lodas as qualidades, rica* tranca* de seda-de todo* a*
cores e larguras, ricas filas de seda lisa* e lavradas
de lodas as larguras e core, bicos de lioho fioissimo.
de lindos padrOes e loda* a* largara*, rica* franjas de
algodao brancas e de coies propria* para cortinados
condecida loja de miudezas da boa Tenia n. 33.
AtlencoU!
o
A'loja de 4 portas da
na da Cadeia do Re-
cifen.A>8,deNarciz
Mara Carneiro, clie-
gou ulitmamente um grande sortimento
de sedas com liiidistimos desenhos e de
muito Mipeuor .|ualioVde, pelo baratissi-
mo preco de 1>.000 r. o corte, ditas
com gostos cinne/e a 1J000 rs. o covado,
e outras multas fazendas compradores jwdetao avaliar os seus prc
eos pelas suas hoas (|ualidadcs.
DQE DO PORTO.
ESPECIAL VINHO ENGARKA1 ADO.
Vende-se em caixa de urna e duas iluziaa ua
ra da Madre de Dos n. 34, loja.
VI,lili Dil PilRTil
\eode-se de muilo boa qoilidade, em baeri de
buinto : na ra da Madre de-Mag, loja n. 3i.
ct*t>rt fu%m.
BICHAS DE H1HBUR60.
um pequeo loque de avaria, a precos moito ara-
los: na roa da Cadeia Velha n. 2!, primeiro aodar.
Para
conla deste as despeza* que forera necewaria!lej
deuraa generosa gratificado a qoem trouxer.
Do engenho Crusahy no dia 3 do correi.le,
fugiram 2 escravos, sendo uro de nomo Antonio, de
narao l.a-sange. que reprsenla 35 anuos de idade,
de allura regular, cangueiro no andar,cor prela,ros-
to redondo, sem barba, costas lirones, ehelo do cor-
po, conversa pouco ; o oulro de nome Veriwlmo de
j oacao, bastante alto, algum lauto espadando, rodo
ras
que
as senho-
ostan do bom e
barato.
I cores para senhoras e meninas a 18, toucas de laa
para senhoras e meninas a .500 rs., camisas de meia
para enancas ale a idade de um annn a 5tm r,.
Oos premios da terceira
rreguezta de San-Lourenco da Malta, 00 nesl* pra-
ra na ra da Guia 11. 4, primeiro aodar, que aera'
uenerosamenle recoinpenando.
""aiaai.aaiaa_H>aaaaaa^B*.
parle da segunda lotera a
a 9 de /ig< to de
beneficio doJElasptal Pedro II, ejrtrahida
1856. -
NS. l'REMS.
2
4
to
13
li
15
17
21
2S
20
42
48
52
53
5(i
(.1
02
60
70
75
81
84
86
89
93
07
yo
101
9
12
13
16
18
21
30
32
33
36
39
40
41
46
47
SO
51
53
\H
63
70
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12
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i 2
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57
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PERN, TYP. DE M. F. DE FARU.-1866.

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07458


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Full Text
-
ANNO XXXII R. m
^
\
*
Por 3 niLV.es adiantados
Por 3 mezes vencidoi
4'000.
if5 5
SEGIMA FEIRA II DE AGOSTO DE 4856.
Por auno adianlado ljOOO.
Porte franco para o subscriptor.
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE.
Parihiba, o ftt. Gervizio Y. da Nsliridade ; Ral, o 8r. Joa-
m I. Pereira Jnior; Araealy. o Sr. A. da Lemoi Braga ;
ira, or. J. Jos dsOliveira ; Miranheo, o 8r. Joaquim Mar
quc Rodrigue Piauhy, o Sr. Domingoi He re ulano A. Pesaos
Carama; Par.oSr. Justiniano 4. Bamoi; Amaionai.oSr. Jer-
nimo da Coila.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Oliml.i : torio, oa 'lia*, O r aBeia dora- ilo ih..
'-"".....1. i.inn;i I'imIiiIm : w -..^u.i.l........iias-lrira*..
S. A111..,. l:.-n.... !,......finura,Allinl.....Ganahaaa : 11.1 ien-.-i-r.-iri
<- '.........ipii !''..... 'Alan, .V.i-.r.ih. 1.1,1.....ir... Rn-jo, IV.,.iii.'ii.., fa
cirt, Flora, \ Illa-OclU, Itoa-Vi.i.,. Oarirarj En : n... .,u..ri.-..n,,:
Cabo, laojuca, SeriBhaaai, Ro-FurajoM, L'11.1. Banelraa. Ana-PreU
rim.Miirir, \ni.l : .|hil.-l< ii.i,.
I It.il',. VI i.rrt'i... y -irl.-ni .1- 11} liorai ta manha.)
PaVETI QFFICIAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
DECRETO N. 1068 de -21 E FEVF.RKIRO DE
1855.
Ipprom o regulamento complementar.dos tftla-
lo* tas Vacuidades de Direito do imperio, para
a ixecuco do ^ 3 do art. I do decreto n. 1:8<
de 28 de aor.1 de 184.
(Canclaain.)
SECCAO I.
Das tltese< e da disseriaran.
Arl. 125. Reco ,hecidas as habilitantes doa candi-
il^los, cada lenta cilhc U alteo e substituto que esli-
v* regando alguma aula apresentara' ua rotuna les-
sao da congregarlo, em que isto liver lugar, nove
pontos pelo meaos sobre cada materia da re-peciiva
caileira.
Art. 126. A congregarlo nomeara' em seguida
oa commj-jo de tres lentes calhedraticos e dous
subitilolos para escoltier, deotre os pontos apre-en-
udos, cioco aobre cada materia, e formular os que
dererianf apresentar os professores que o3o liverem
comparecido a' sessio.
Art. 127. No dia seguinle a coir.nii--.Ti> submel-
lei i congregaran os pontos que liouver escolliido;
e, appruvados ou substituido* por esta, o director
mareara da para a apresentarao das llieses, com o
prizu de nm mez.
Arl. 128. Immediatameule o secretario olliciar
aos candidatos, remettendo-llies copia da lala dos
pontos, p declariodo-lhes o da em que devem en
tragar as tbeses iropressas, em numero pelo menos
de eem exeiuplares.
Estas Dieses constarlo de tres proposires d'entre
os pontos approvados sobre cada materia das cadei-
ras la Faculdade, e de urna riisserlarlo acerca de
uin ponto qoatqaer, escolba do candidato, d'en-
tra os que liverem sido adoptados pela congre-
ga sao.
Art. 129. No dia Otado, n secretario lavrar
um termo, que o director assignar, declaraudo
qoaea oa candidatos que entreg.iram suas Dieses.
Art. 130. Serlo excluidos do concurso os que
constar do termo do artigo antecedente nao as lerem
eutregado no dia marcado, salvo o diaposlo no arl.
48 dos estatutos.
Arl. III. I.ogo depois de lavradoo termo do arl.
129, o secretario entregara a lodos es candidatos as
Ineses dos seus competidores, e remetiera um Mam-
piar a cada leule.
(.iniciara igualmente aos candidatos participando,
com antecedencia pelo menos de 4X horas, o dia, lu-
gar e hora em que deva ellectuar cada urna das
prova* por que lem de passar.
Arl. 132. Oito das depois da apresenlacio das
llieaes, ter lugar a sua defeza.
Arl. 133. No caso de s haver um candidato, se-
r esta argido por 5 lentes, pela ordeni de sua an-
lignidade, argumentando cada um por espaco de
meia hora, marcada por ampulheta.
Arl. 135. Se forem dous os concurrentes, arguif^
sr-hae estes reciprocamente por naca de duas lio.
para cada cati-
ras, tocando urna hora a cada um. Se forem lr>.
sera o prazo de meia hora
dato.
Art. 135. Se o numero dos concurrentesfor mU0I
le I w, ser o concurso prorogado durante oa i,,,.
seguia'es, observando-se a regra estabelecida no .,',-
ligo amece lente, de modo que nenbum dos can datos saja obrigado a argir ou a defender a j
Diese por'mais de doas horas e moia.
Arl. 136*. .**av> nuineanafe candidatos exeeriei
seis, eerio sd^spidos gf^Pn'-oe aeg
llnae. -*/ w^
-1 Panisso "nacraUna. ob a ni pee cae3o-ai. ac-
tor, lanzar os noraea dos criucurrcnles em urna ur-
os, da qual o defeadeute eitranir cinco.
Arl. 137. As sesses de arguic,o e defe/.a das
lhees nunca poderao durar mais de cinco horas, nao
se comprehendeudo o* periodos de deacanco que a
congregaco julgar necesarios.
Art. 138. tjuer a defeza, quer a argirn serau
sempre feitas segundo a ordem da inscripeo dos
candidatos e em presenta da cougregacao.
SECCAO' 111.
Daproca eteripta.
Arl. ti'.'. Dous nias depois da defezu das Dieses,
reunida a cougregar.~o, seguir-se-ba na orgamsaco
dos pontos para a prova escripia o mesmo pro-
cese qut para as Dieses, com as seguinles allera-
roes :
1." Oa pontos su serSo dados pelos lentes calhe-
draticos e pelos sabstilulos que esliverem regendo
cadeira.
lf'2.J Sero formaladosero-aiumero da 30 pela com-
missjo de que trata o art. !<. no mesmo dia da
sessao da coogrega;ao, a qual vallera sobre todos en-
globadamente, e com especialida'tle sobre qualquer
sjtstituic.io proposta. %
Arl. 140. Numerados pelo director os pontos ap-
provados, escreveru o secreurio o*nmeros cprres-
|K>udentesem pequeoas liras do mesmo papel, iguaes
cm Umauho e forma, as quaes, depois de dobradas,
serio laucad,!- em urna urna.
Arl. 141. Lngara em seguida os nomes dos len-
tes que se acharem pre-enles em mitra urna, da
qual o lente mais antigo extrabir oito, qne se iro
escrevendo a proporg-io que forera tirados.
Art. 142. Serlo logo depois admiltidos os candi-
datos : o primairo na ordem da inscripeo cxlrahira
um numero da urna dos pontos, e, lido pelo direc-
tor em voz alta o-ponlo correspondente, o secreta-
rio dar urna copia delle a cada candidato.
Art. 143. Itecolber-se-b.lo immedialamente os
concurrentes a urna sala onde havei a legislaeao do
l*iz, a tiT.ui o prazo de qualro horas para disserla-
icm sobra o ponto dado, deixando em cada meia fo-
Iba de papel urna pagina em branco.
Arl. 144. A cada hora desse trabalho assistirao
ilous^lentes, dos oito sorteados, na ordem em que
nstiverem seus nomes, segundo o art. 141, alim de
l'azerem observar o silencio uecessario e evitar que
qualquer dos concurrente sirva-se de livro oa pa-
pel que Ihe possa ser de adjulorio, ou teuha commu-
nicai;ao com quem quer que seja.
Art. 115. Termiuado u prazo das quatro horas,
sarao todas as folbas da composico de cada um ru-
bricadas no verso pelos dous lentes que liverem ns-
sislido ao Irabalho'.la ultima hora, e pelos ouiros
eaudidalos.
Art. 146. I -'echada e lacrada cada urna dascom-
misoes, e escripio no envoltorio o nonie do sen au-
tor, serlo todas encerradas em urna de tres chaves,
urna das q'iaes sera guardada pelo director, e as ou-
tras duas pelos dous lentos a que se refere o artigo
antecedente.
Art. 147. A urna ser tambem cerrada com o
sello da l'aculdade, impresso em lacre sobre urna ti-
ra de papel rubricada pelo director e pelos dous re-
feridos lentes.
SECCAO- IV.
Da prora oral.
Art. 1iK. Dous dias depois da prova escripia
reuuir-se-ha a congregacao, e seguir-se-ha para a
prova oral o mesmo processo indicado nos arls. 125,
126, 127 o 128.
Art. 149. A preleccao lera lugar, em plena pu-
hlicidade, ~\ huras depois de tirado o ponto, dau-
do-se aos eaudidalos o espaco de meia hora para fa-
ze-la, guardada a ordem da iuscripco, e la po-
dendo os que se seguirem ouvir a exposiclo dos pre-
cedente*.
Arl. IjO. No caso de haver mais de quatro can-
didatos, a lirio far-se-lia era duas ou mais turmas,
que tirarlo pontos diversos.
Art. 151. A divisao das turmas se far por sor-
te no dia, em que a primeira bouver de tirar
ponto.
Art. lj. A turma designada pela loria para se-
guudo lugar, tirara ponto no dia da prelecrao da
primeira, seguindo-se em tu lo as mesraa disposires
e havendo para ella novos pontos orgauisados' oa
conformidade do arl. 125.
SECCAO' V.
Po julgamento.
Arl. 153. Concluida a ultima prova. reunir-se-ha
a congregarlo no primeiro dia til. Em sua pre-
senca abrir-se-ha a urna das eomposiroes escripias,
e recebendo cada candidato a que lili pertence, a
lera em voz alta, observando-so a ordem da im-
criptlo.
Arl. 151. O candidato que nessa ordem se se-
guir ao que estiver lendo, velar sobre a IMelidade
da leitura, liicalisando o primeiro inscripto a do
ultimo.
Art. 155. Finda a leilura, relirar-ie-hao os can-
didalos e expectadores, e lera lugar a volaran do mo-
do segoinle.
Arl. 136. Histribuir-se-hao pelos lentes urna por-
cao de cdulas em bramo e tantas series de tres c-
dulas impressas quanlos forem os candi latos, eon-
lendo carta orna rteslas series o nome de um aleles, e
devendo ser ninas e onlras de igual tamaito e do
mesmo papel.
Arl. 157. Paila isto. passar-se-ha volarlo de
preferenria sobre aquellu que deva oceupar pri-
i. ir,, lugar na lisia que lem de ser apresentada ao
g 'nm, lancanilo cada leute na urna o nome do
caunidato que julgar neste caso, ou nina cdula em
bra.ic se a nenhum considerar habilitado.
. Arl. 158. Se houver maioria absoluta de cdulas
' jrancas, en lender-se-ha que nenhum dos concur-
riles est habilitado, e dar-se-ha por terminada a
volacio.
Art. 159.-,Nocas contrario sera collocado no res-
pectivo lugar Itfnaih que obliver rcaioria absoluta
de votos. v v
Arl. 160. Se nenhom dos candidatos reunir *
maiona, correr' o eserotino secreto sobre os
mais votados ; e se ainda assim nlo se der rcair
absoluta proceiler-se-da a terceiro escrutinio, i
mente sobre aquelles que no sesulido bouverem .
(idn pelo menos a Icrca parte dea votos.
Se na lerreira voJa(ln aintla nao apparecer ma-
ria absoluta, licara' enteudiilo que nenhum dos c
didatos e>l.i habilitadtr, salvo o caso previsto uo i
16i. I
Art. 161. Ile-iguado o concurrento a quem coi
pila o primeiro lugar na lisia, seguir-se-ha o mesn
processo para a designarlo dos que devem eccapr
o segundo e o terceiro.
\tt. 162. No caso de empale de dous candi-
los, por haver rada um obtid mola le do numero de
volas, pasaarto ambos por no\o escrutinio, e er
incluido na lisia aqocllc que obliver maiona.
Se esta, porin, nlo se der ainda no novo escru-
tinio, serlo os nomes de ambos collocados uo res-
pectivo lugar da dita lisia.
Arl. 163. I-nula a velaeio, o secretario lavrar
em acto successivo um termo referiudo todas as cir-
cunstancias occorridas.
Arl. 165. No dia seguinle reunir-se-ha I congre-
garlo para assignar o oflicio de apresentarao des
candidatos.
Art. 165. Este odirio sera acompanhado de co-
pia authenlica das actas do processo do concurso,
das provas escripias, e alm disto de urna informa-
dlo particular do director sobre todas as cirrums-
lancas occorridas, com especial men;ao da maneira
por que N hooveram os concurrentes durante as
prova, de sua repulaclo lilteraria, de quaesquer
litlos de hahililaco que lenham apresentada, e
dos servicos que por ventura hajam prestado s
sciencias ou s leltras, humnela le ou ao Es-
lado.
CAPITULO IX.
Da ib~.ia, solemiiidade* e dnrarao da* MMdM da
conyrcgartlo.
Arl. 166. A convocarlo dos lenles para as sessoes
da congregarlo sera falla por ollicio do director,
com antecedencia, pelo menos, de 21 horas, salvos
os casos que nlo admittam demora.
Nesle ollicio se communicara o lim principal da
reunas, qoando nao bouver inconveniente.
Alm lulo, sempre que for possivel, o director
declaiar antes de lerminarem os Irabalhos da con-
gregarlo o dia e hora cm que devera 1er lugar a pr-
xima sesso.
Art. 167. No dia e'hora designados, os lentes se
apresentarao ua sala destinada para as se.soes.
Se acontecer que ate meia hora depois da marcada
nao te ache presente a maiona dos que esliverem em
eflectivo exercicio, o director mandara o secretario
lavrar urna acta, que ser assignada por elle e pelos
lenles presentes, conlendo os nomes dos que, leudo
ido avisados, fallarem com justa causa ou sem
ella.
AUDIENCIAS DOS TRlItCXAES DA CAPITAL.
[Tribunal do commercio quartai labbadoi.
Retaceo urcas-feirai esabbados.
Fazeoda : quarlai e labbadoi ai 10 horas.
luizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos .- segundas e quintas ai 10 horai.
Primeira vara do civel .* segundas a senas ao meio-dia.
Segunda vari do civel: quarUS a sabbadoi ao meio-dii.
BPUEMEBJDES DO MEZ DE ACOST
I '.' Quarlo crescente a 1 bora 47 minutos e 48seguudoa da m.
lili La cheia as 4 horas,20 minutle48segundos da nianb.ii.
152 Quarlo miuguanie as 8 horas.4H minutse 48 segundosda l
130 La nova as 8 horas. i"> minuioi. 4s legundoida
PREAMAR HEHOJE.
IPrimeira a 1 hora IR minutol da larde-
(Segunda a 1 borasa i'2 minuloi da manilas.
manha.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. ,ss. Tiburcio e Su/ana Mm.S. fligna.
12 Terca. S. Clara v. I. Ss. Aniceio e l'onlino Um.
13 Quana. Ss. Hypolilo e Cassiano Mm.
14 Quinla. S. Lusebio presb. Ss. Ilenicirio e Mercurio Mm,
15 Sella. B S. Assunipco da SS. Virgem Mai de lcos.
16 Sabbado. S. Roque 1. S. Jariotho.
17 Domingo. S. Joaquim l'ai da SS. Virgem Mai de Dos.
KXC.UUIKGADOS DA SIBSCRIPCAO NO SIL-
Alagoas.o Sr. i.iaudino Falcao Dias ; Babia a Sr. I>. Dumu
Kiodeianeiro.oSr. Joao Pereira Msrlias.
EM PERNAMIltCO.
O proprieurio do "DI A RlOManoel Figueiroi de rana, asj tea
livraria, praca da Indepeadnecia oi.ti 8.
o ubjecto for irgente, ou o director julgar conve- | vocaJa para este um, em dia e hora designados pelo i guarda das obras de que ella se compOe, e exercer i
niente que se celebre a sessio nesse mesmo da. director. | a polica em seu recinto, maniendo o sileucio necea- |
Arl. 169. I eiinida a maioria dos lentes em aflea- Art. 185. Se nao poder reuoir-se, em qualquer sano para nao serein perturbadas as pessoasque, de-
livo exercicio tomara' astelo o director, ua cabe- | dos casos dos arliaos antecedentes, a iiiaioria ceiitemenle vestidas, forem all inslruir-se.
reir da mesa e em cadeira de espaldar, e os oulros ; da congregarlo, verificar'e-ha, nao obstante a- Arl. 205. l'erlence lambem ao bibliotherario de-
lenles na ordem seguinle : prestaclo do juramento e a posse com os leules pre- i Icrminar a escripturaclo e o mbalha interno da hi-
O calhedralico mais anligo oceupara a exlreroi- .sentes, qualquer que seja o seu numero. bliolhcca, que perlencer aoseu ajudaulc, dandu-lhe
darle do ladcJ direito prxima ao director ; o sen I Diito se fara menclo na acta e dar parto ao go- as necessarias instraCfSef.
nnraedialo erJi anliguidade a extremidade dolado verno. Art. 206. A bibliolheca eslara aberla desde
esquerdo; elassim por diante ale o mais moderno
dos calhedra icos.
ilo os sohslitutos, conforme as respec-
lades.
oseutar-se-lia na oulra cabeceira da
Em secuida u director fara' tomar ola
e nlo liverem comparecido, e declarar
Megor-se-
tivas anligui
O secretar
mesa.
Art. 170.
dos lentes qi
aberta a ses ilo.
Art. 171. h'eito islo, proceder o secretario a lei-
tura da acial da ultima seseas, a qual,depois de dis-
cutida e approvida com emendas ou sem ellas, ,era
assignada pelo directore pelos lentes presentes.
Dahi paisur o director a expor em resumo o ob-
jeclo da rcuniau. e, pondo-o em discusslo, dar' a
palavra aos! lenles pela ordtm em que a pedi-
rem.
No caso dje conler o objeclo parles distinclas, po-
dera' qualqaer lente requerer que cada urna seja
disentid* e votada separadamente.
Arl. 172. Durante a discusslo nenhum lente po-
dera' fallarmais de duas vezes sobre cada materia,
salvo se liver por lim requerer que se manleuha a
ordem dos irabalhos. ou dar algunia explicarlo.
Nn prinieiro caso limilar-se-ha a reclamar em
poncas pallivras o camprimenlo dos estatutos, rego-
lamenlos elinslruceoes, ou a propor e desenvolver
alguma quitan de ordem, sem discutir a principal:
e no segundo aos termos razoaveis de urna expli-
O lenle comeado ser receido porta do edificio horas da munhaa al as 2 da larde, e desde as ."> ale
pelo porteiro, bedeis e continuos, e na da sala das s 7 da larde de todos os dias do aono, exceptuados
a discussa
rem, de v
sala.
Arl. 17
actos da c
cederlo ci
cario.
Arl. 17
director o
estatutos,
moderno.
Arl. 17|
mente interessado algum lenle, puder esle assistir
Finda a discosslo de cada objeclo, o
bora' a' volarlo, na forma do arl. IK dos
irincipiando pelo lente substituto mais
i. as quesles em que for particular*
a uella lomar parle ; abster-se-ha, po-
blar, devendo nessa occasiao relirar-se da
as diseoasBes, assim como cm todos os
neregaelo e da Faculdade, os lentes pro-
ra a malar urbanidade e consideraclo, nlo
s para ciim o director, que por sua parle ser o pri-
meiro a < ar o exemplo no cumprimenlo de tacs de-
veres, mai lambem para com os seus collegas, indi
olleclivamente.
O direc lor chamar a ordem o lenle que se aQas-
ireceilo. e se o nlo poder cooler, depois
-lo por duas vezes, Ihe dcciar.ua que se de-
' da sala, e em nlliino caso levantar a (-
lo de tudo conla circumslanciada ao Ro-
lar desse
de adverl
ve retira
slo. dan
verno.
Art. 1
ras, salvoj
Arl. 1
cada leu
para '"0
ii"
sesses da congregarlo pelo secretario.
Prestado o juramento e lavrado o termo, que ser
assignado pelo director e pelo lenle, ira este lomar
assento na mesa da congregarlo, no lugar que Ihe
perlencer.
Arl. 186. Os professores de preparatorios e oulros
empregados da Faculdade prestarn juramento e lo-
marlo parante o director, do que se lavrar termo
que sera' assignado pelo nomeadn.
CAPITULO XI.
Dos empregados da Faculdade.
SECCAO 1.
Do secretario e do of/iiial da secretaria.
Arl. IS7. A secielaria sera'dirigida pelo secreta-
rio, de conformidade com os estatutos c reglamen-
tos da Faculdade, e debaixn da inmediata iuapecco
e das ordens do director. Nella llavera' ludo o que
for uecessario para o promplo desempenho do ser-
i ico que Ihe he proprio.
AnP ISS. A secretaria eslara' aberta desde 3 de
fevereiro, em todos os dias que nao forem feriados,
desde o comero al o lim dos trabalhos, e as quin-
tas feira<, em que nlo houvcr aula, das 9 da ma-
uliaa a's duas da larde.
os domingos e dias sanios de guarda, os de fesla e
luto nacional, quinta-feira de Euduencas, sexta-feira
da I'aixlo, e os que decorrem de 20 de dezembro
at o dia de Kei<.
Art. 207. llavera na bibliolheca o numero de me-
sas e assenlus necessarios para eommodidade das pes-
oas que a frequentarem, no intuito de se inslrui-
rein por meio da leilura ecopiaremoquelhes aprou-
ver, para o que se lhes mini'lrar tambera Unta c
pennas, se o pedircm.
Para estes litis e para as mais necessdades do ser-
viro indicadas pelo bibliolhecario e reconbecidas pe-
lo direclor. on pela congregaclo dar o, mesmo di-
rector as providencias precisas.
Arl. 20H. O bibliolhecario organisar sem perda
de lempo o cataloga dos liaros, impressos, nianus-
criptos e mappas que bouver na bibliolheca, divi-
dindo-os em classes, secundo for o ramo da sciencia.
disciplina, arte, ou materia de cada um, e incluindo
em cada classe todas as obras que Ihe perlencerem.
Art. 2(19. O catalogo dos hvrosser lancadn em
livro para isso destinado, numerado e rubricado pelo
director, por ordem numrica relativamente as obras.
Descrever-se-ba debaixo do mesmo numero rada
Exccplua-sequaodoMiouver objeclo urgente, caso I exemplar da obra, de que bouver mais de um. em que o direclor podera' prorogsr o servico pelo claraudo-se a eilicu e o numero de volumes de que
ti. Cada sessio podera durar ale doas li-
se a congregarlo resolver proroga-la.
7. Esgolado o objeclo principal da ses*lo,
e ler o direito de propor. se restar lempo
o que Ihe parecer inleressante boa exe-
. estattrrrHi- e das ordens do soverno, ao
Jiho do serviro da Faculdade, ao progresso
rfefroamento do omino, e reforma ou repres-
tusos inlroduzidos ou praticados por algum
s. empregados ou estartante
dea
. lent
An. <78. Se alguma das questes proposlas nlo
poder se decidida na mesma sessio, por falla de
lempo, t cant diada ; marcaudo nesle caso a con-
cregaclr o dia em que a discusslo de\a continuar,
e avisanio-se pira isso os lentes em e 11 crino exer-
'-'.10 qu nao esliveram presentes.
Art. '79. O secrolario dever laucar por extenso
na acta de cada sesso as iinlicaces propostas e o
resultadp das volaees, e por extracto os requeri-
menlos Has partes e mais papis suhineltidos ao co-
nliccimjoto da congregarlo, c bem assim as delihe-
raciics 1 imadas p-'r ella, as quaes eilo alem di-so
IAiiis:rl itas em forma de despacho nos proprio* re-
querim utos, para serem archivados, ou restituidos
s partas, segundo n seu objeclo.
Nlo ib*tanle esta disposicao, podera a congrega-
rlo ma idar inserir por extenso os papis que, por
sua inq orlauria. entender que estilo no caso de Pi-
care m
Arl.
exames
soes d
noile.
Exea!
admit
Nesl
rir a
ORIGINAL. DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
10 DE AGOSTO Dfc 1856.
Em o nosso olhelim dr-.ofnana passada demos
.ios leiloies um resumo do corso de litteraluras me-
ridionces de Edgar Qninet.
O espado que nos he concedido apenas nos per-
inittio dar uina idea mu i abreviada acerca deste tra-
balho ; entretanto, ho,*e ainda fallaremos sobre esle
assompto, mas -ob qm.t retarlo especial, sob a rela-
rlo do Genio da Arte, quesllo que constilue al-
gumas das paginas mais brilhautes e eruditas do dis-
linclo pfofessor.
Para elle o lim da arle he a belleza, mas a belle-
za, que se commumea sera se exhaurir, esplendor
soberano, sem mocidade e sem velhice, a prnpria
irnagem da perfeirao, que na,'a pode ullrapassar,
nem alterar, nem eclipsar, o De.osEspirito.
Eis o modelo eterno que, sob qualquer forma, se
aprsenla eternamente dianle do pnsamentodo ar-
tista digno deste nome.
O que quer dizer que a arte lem por objeclo re-
presentar por meio de lrmasa bellesa intitula, com-
prehender o iminutavel no cph.-mero, abracar a.eler-
nidade no lempo, pintar o invisivel pelo visivel.
Para exister a arte lem necesaiilade do homem.
Antes da npparirlo do genero humano sobre a tr-
ra, o universo era urna grande obra d'arle que pu-
bUeata a gloria do seo autor. A belleza linha sido
realisada e encarnada na paitaren nascento.
Nlo creamos que os primeiros poemas lenham si-
do os de Homero ou de Moj ses, irada o autor, nem
lio pouco creamos que as primeiras eseulptoras le-
nham sido leilas por urna ni.io mortal, n mais anli-
foeonslruclor do templo he aquello que edihcou o
inundo. .
O prinieiro poema e a primeira pintura .oraran
iirimeiro levantar do sol ao sabir do chaos, o primei-
ro mormurio do mar se informando 'las praia* o
primeiro movimenlo das florestas ao i-onlaclo da luz
inmaculada ; foi lambem o echo da palavra anda
vibr.inte da creadlo.
Eis a primeira poesa, o primeiro qoadro em que
foi pin ladoj eterno. Ainda nenhum povo eslava no
mondo. eVida da arte j era completa.
A ohi a .' operario -e ichavam em piesenra nm
ilo outro ; a '.e esta eipeeie de approxiiuarAo Dao he
umitas vi'tei arbitraria, pode-se accrescenlar que
exista j urna especie de magem aote< ipada da di-
y'isij das ftles; que nesle seulido, a: cadeias das
sempr,
Art.
i Arl. 168. Se antes de assignada a arla, ou anda
depois, completarle o numero legal, proceder-sc-
ha na conformidade do arliao seguinle, sempre que
monttnhas eram a aichiteclura da nalureza, os ver-
dees e os piscaros esculpidos pelo raio a estatuaria ;
as sombras c a luz, o dia e a noite, a pintura ; o
bulicio de toda a crear.lo, a harmona, e o com-
plexo de tudo isto, a poesa.
Ih> que precede, resulla que, nem a nalureza. nem
a arle nlo slo copiadas urna sobre a outra, pois que
urna e oulra derivam de um mesmo original, que
he Dos.
Seja qual for o objeclo que ella prclenda repre-
sentar, a arle o crea, por assim dizer, mu segunda
vez. Nem a archilectura, nem a esculptura, nem a
pintora, nlo copiara servilmente urna parle do mun-
do exterior ; nlo reproduzem a imagein de um ho-
mem em parlicolnr.
Assim, o objeclo ria sua imitarlo he o bello em
si, o verdadeiro por excellencia. Entretanto, sesun-
do a denominarlo que se cosluma dar aos artistas,
cumpre arranja-los em duas familias dislinctas :
uns Jeitos para a escravido, que copiam a* formas
do universo, sem nada accrescentar-lhes, sem nada
lirar-lhes, os oulros, livrts e soberanos, que imilam,
nao s o rosto e o rorpn da nalureza, mas es seus
processos de formaclo e a sua inlelligencia, para rae-
Ihor rivalisar com ella.
I'erguntavam a Rapbael onde enconlrava o mndel-
lo das suas virgens : Em certa idea, responda
elle ; e esta idea era o divino que elle entrevia atra-
vez dos Irados immorlaesdas muflieres de Peruge e
de Foligno.
Dcvercmos cnnrloir deslc principio, pergunta o
sabio eseriptor, que a arle se confunde com a pililo-
sophia '! De maneira algnma. Esla pode esquecer
ai formas dos objeclo* para se oceupar Minenle com
as ideas. Pelo contraro o artista lem dous mundos a
reger, o real e o ideal ; nem pode destrui-los um
pelo oulro, nem resolve-los um no outro.
Releva que os deixe igualmente subsistir, c qoe
faca sabir a harmona das suas conlradicces appa-
reiiles. Eis-ahi o milagre que ello deve constante-
mente realisar. Entre as doas extremidades, enlre
o finito e o infinito, se enconlra uina mullidlo de
nuancas que constituem os dillerente* sros do ver-
dadeiro, do f.uso, do man e do pior.
Qualquer obra bella he verdadeiramenle moral,
porque exprime a harmona do inundo e do seu au-
tor ; est no equilibrio das cou*a>, no plano da pro-
videncia, as condires da juslica eterna, ou anlcs
he um resumo da ordem geral.
Segue-se anida daqni que asarles nlo sao objec-
tos de capricho e de pbaulasia, que pelo contrario
lem mais realidade do que qualquer das ocrupaedes
do mundo. Heal he lodo quanlo he verdadeiro,
chimeriro he ludo quanlo he falso.
II positivo he piuvaveliiienl o que nao desfallece.
0 que nao perer.e e, uetle sentido, nao coiibeceuin
nada menos eblneriea ilo que o inmortal, nem nada
mais psito do qoe o eterno.
Todo se altera, tudo suecurabe, ludo morre, ex-
i :.-m registrados.
180. Para evitar a inlcrrupeo das aulas,
e oulros arlos acadmicos, deverlo as ses-
i congregarlo ler lugar tarde e mesmo
ptua-se os casos extraordinarios, que nao
m demora.
hypothese, a serviro da congregado prefe-
|ualquer oulro da l'aculdade.
CAPITULO \.
Da coi respndatela e da posse do director, dos
lentes e mais empregados.
Art. 181. A correspondencia enlre o director o os
leules ser feila por meio de ollicios ; a daqoelle
para c im os professores de preparatorios e empre-
gadoe, por portaras.
Art. 182. As communicares e avisos entre o di-
rector e os lunccionarios cima declarados far-se-ha
por escripto.
183. O director lomar posse e prestar ju-
ramento do seu cargo perante a congregaclo.
l.og que liver apresenlado ao presidente da pro-
vincial o titulo de sua nomcaclo o remetiera por
ollicioj ao director em exercicio, o qual convocar
a congregarlo para o primeiro dia til, e passar
ao Horneado a hora cm que dever comparecer pa-
ra tomar posse e ser-Ihe deferido juramento.
No dia e hora indic.dos, recebido o novo direc-
tor 1 |iorta do edificio pelo secretario emais empre-
gados e a' portada sala das sesses da congregaclo
pelo director em exerricio e lentes presentes, tomar
as.etuo direila do presidente da congregaclo, e
iido o titulo imperial pelo serrelario prestar jura-
mento, do que se lavrar termo, e qoe ser assigna-
do por elle e pelos lenles prsenles.
Tomara logo depois o lugar que Ihe competir, e
dar-se-ha por terminado o acto da pesse, que sera
communicado ao governo e ao presidente da pro-
vincia.
Art. IS. Os lentes prestarlo iiiramcnto as mos
do direclor, em sessio da congregaclo que ser can-
enla 3 immulabilidade, que, ainda sepultada, per-
manece bella com una belleza incorruplivel, assim
como as maibemalicas permanecen! verdadeiras com
urna verdade eternamente iromulavel.
O espectador movel desapparece ; a arte, funda-
da sobre o eterno, subsiste. Em toda a parle, depa-
ramos com os exemplos. A drena anliga he feila
em pedaeos, e a estatua de sua Niobe ainda se acha
a esta hora de pe como urna viuva sobre um se-
pulcro
Onde est o imperio romano .' No po da cam-
panha de Koma, e a estatua do gladiador moribun-
do Ihe sobrevive, o qual, com os seus labms de mar-
more, sorri para esla desappariclo de todos os es-
pectadores do circo.
Se a arle lem por alvo a belleza soberana, releva
admiltir ainda que, apezar da contrare,lado dos
lempos, das civilisacrtes, das religies, o mesmo ideal
paira sobre toda a humanidade.
Com effeilo, eis o que explica como o paganismo
nos revolla pelas suas doutrioas, e todo o complexo
nos suhju.-a por suas obras.
A- diviinlades do passado nos raosam piedade, os
seus templos nos encantara ; contradiccloque se tor-
na muito mais inenmmoda, se se accrescenta que os
artistas da idade media, islo he. os homens mais pie-
dosos, mais crdulos, mais embriagados da f eliris-
laa, longe de experimentar algnma repugnancia pa-
ra com as estatuas e as imagem paglas, lizeram del-
tas o objeclo de um esludo assiduo.
Em verdade, as escalas grecas e as da idade media
s eitiveram em guerra uo espirito dos Dieoricos dos
nossos dias.
Os artistas gregos se elevaran) cima do seu culto ;
das alturas do pagaoismo, entreviram o ciarlo nas-
cente do christiaoismo ; no meio da sensualidade
pagla, annunciaram d anleniao o milagre da belle-
za espiritualista.
Assim, estendiam os braros para o futuro, e estes
prophelas de civilisac.ao foram os medianeiros nalu-
raes dos povos e dos aillos.
Nlo ser verdade que Virgilio d a mo a Dante,
que Sophocles ehesa ate Hacine' Nlo ser verdade
que Phidias e l'lalao se encontram, sob oulros no-
mes. ua obra de Raphael e de Miguel Angelo.
K. apezar da dill'erenea dos lempos e dos lugares,
apezar da conlrariedade da* relittioes que parece lu-
do qaebrar, donde nasce que, longe de se excluir,
de se repellir, de se renegar, estes homens te altra-
n ni. >e i'liaiu un. (a .ibiraiu alravcz da exleuslo
dos seculos'.'
A razio he porque lodos bebiam n inspirarlo ua
mesma foute de luz. as suas bellezas particulares na
me-m i belleza suprema, os eu poemas ua mesma
l me de poesa ; porque separados e iiiimigoi qnan-
lo ao mais, ealravam no mesmo reinado do iiiiiuu-
II. el .Ui.I.- todo* enti ,111 lilla-. do un mu pai,
islo he. do tiiesiuu dos da arle, do baila e da har-
mona.
lempo que for neeessarlo.
Arl. IH'.I. A secretaria continuara' cm efleclivo
servico, ainda depois de encerrado o auno lectivo,
emquanto assim for preciso para que a sua escriptu-
raclo fique toda em dia.
Arl. 1!M). A nm dos lados da porla da secretaria
llavera' urna cana propriapara se lanearem nella os
requerimentos.
A -un chave eslara' cm poder do secretario, qoe a
mandara' abrir urna sez por dia.
No lempo dos exames e matriculas, porcm, sera'
aberla peto menos tres vetea cm cada dia.
Os requerimentos despachados serlo entregues
aosinlcressados a' porla da secrelaria, salvo quando
pela nalureza do seu objeclo deverem tirar ardhi-
vados.
Art. 101. No oulro lado ria porta llavera' nma
taboa pendente da pareric, na qual se hao de allixar
os edilaes.
Exceptuam-se os casos esperiaes em qne o direc-
lor julgue conveniente designar oulro lugar.
Arl. 192. O servico Ja secretaria rieve estar sem-
pre em dia, sendo registrados em litros para isso
desuados lodos os avisos e ordens imperiaes, os ol-
licoi dirigidos ao director, e os deste a quaesquer
autoridades ou particulares.
Para a guarda e conservarlo dos avisos e ordens
do governo, ollicios, pelires, documentos, memo-
rias, livro*. sellos e mais objeclos pertencenles a'se-
cretaria havera' uesla a* c-tanles e armarios neces-
sarios.
O director s lera' em seu poder om livro de re-
gistro para sua lembran^a e o governo.
Art. 193. Nlo sera' permillido o mgreaso na se-
cretaria aos alumno-, nem a pesoas eslrauhas, se-
nlo em caso ric necessidade, cun pcrmisslo do se-
cretario.
Art. lili. Ficam a careo d. secretario, alm do
serviro interno, e esciiplurarao propris ria secretaria,
a guarda, conservarlo e arreradae"o de todo os
moveise mais obje'os a ella pertencenles.
Art. 105. O serrelario fara' e copiara' cm livro
para isso .destinado, sob Ululo* dUtinctas, o inventa-
rio de todos os objeclos da secretaria, do uso e ser-
vico das aulas, exames e preparatorios, actos acad-
micos e concursos, e em geral de tudo quanlo for
destinado ao serviro da Faculdade, exceptuando so-
mente o que pertence bibliolheca.
Arl. 106. Os movis e mais objeclos, que eslive-
rem fura da secretaria e da bibliolheca, ficain a car-
go do porteiro, o qual dar ao secretario uina rela-
clo delles para a organisaco do inventario.
Art. 197. Campele ao secretario exercer a poli-
ca dentro da secretaria, fazendo sabir os que pertur-
baren! o silencio, e dando parle ao director dos a-
rnntecimenlos que liverem lugar deulro do edificio
da Faculdade.
Art. 198. O secretario ser auxiliado no desem-
penho de suas ohrigacoes pelo oflicial da secrelaria,
incumbir o asseio da sala e de suas dependencias
aos bedeis, continuos e serventes, os quaes Ihe slo
subordinados e devem execular as suas ordens, que
todava serlo dadas com atlencao nalureza e qua-
lidade do objeclo, e calheqoria do emprego de ca-
da um.
Arl. 109. Todas ai funeces e encraos que per-
lencem ao secretario, passarlo para o oflicial, quan-
do esle o substituir nos seus impedimentos e faltas.
Art. 200. Na serrelaria havera os livros constan-
tes da tabella annexa a este regolamenlo sob n. 1,
para os filis nella declarados. He lm dislo permil-
lido congregaclo crear, sobre proposta do director,
os que a necessidade exigir.
Arl. 201. A enhrauca doi emolumentos, a que se
refere o artigo 149 dos estatutos, ser regulada pela
tabella n. 2.
Arl. 202. As ecrlides passadas na secretaria s
conterlo o que liver sido requerido.
Art. 203. Quando algum estudante quizer tirar os
ohginaes de cartas de hachareis em lellras, ou de li-
tlos de approvac i oblidos nos exames geraesda ca-
pital do imperio, ou outro* ilumnenlo* esseociaes,
annexos aos requerimentos de matricula, pode-lo-ha
fazer, deixando eerlidao no archivo da secretaria,
pela qual pagar os emulumenlos laxados na tabella
respectiva.
SECCAO II.
Da bibliothecu, bibliotliecario, ajudaulc e porteiro.
Arl. 204. A bibliotheca ria Facnldarie ser regi-
da, debaixo da immediata inspecrlo do director, pe-
lo bibliolhecario, a quem incumbe, alm dos deve-
res qoe em geral Ihe impe os cslalulos e de uulros
especiaes ahaixo declarados, velar incessantemente
sobre o bom airanjo, classificaelo, conservarlo e
se compite cada obra, ou cada evemplar della, se Ihe
falta algum volume, e qual elle seja, se he enrader-
n.i la. meio-eneadernada, ou em hrochura, e qual
seu estado.
Arl. 210. Os livros, depois de feilo o catalogo, se-
rio collocados em estantes por sua ordem numrica,
havendo em cada obra om pequeo rotulo, ou car-
tlo indicativu du numero que ella lem no dito ca-
la logo *
Art. 211. Emquanto durarem os trabalhos da or-
ganisarao do ratalogo e do arranjo dos livros, o di-
reclorse for necessaria esla providenciadesigna-
r alternadamente algum dos lenles da Faculdade
que esliver desurcopadn, para auxiliar o bibliolhe-
cario com suas luzes e ronselhos.
Art. 212. O bibliotherario, logo que liver ter-
minado a escripluracao do catalogo, remetiera urna
copia delle ao director, o qual a apresenlar a congre-
gaclo na primeira sessio, e a fara imprimir em lanos
evemplares quanlos forem necessarios, alim de se-
rem enviados ao governo e distribuidos pelos lenles
de ambas as Facilidades, devendu tic.ir alguns archi-
vados na bibliolheca e na secretaria.
Art. 213. A congregaclo nomear orna commis-
slo, composla de dous lentes cathedralicos e de um
subslitulo, para formar, vista do calalugo im;ires-
so, uina lisia dos livros p-oprios rias sciencias da Fa-
culdade, qoe, por nao existimo ainda na hibliolbe-
ca, devam ser comprados de preferencia.
AtI. 214. Approvada a lista deque falla o artigo
antecedente, pela congregaclo, com os additaraen-
(os, diminuiees e subslitoiecs que julgar conveni-
entes, o direclor a remetiera ao governo, com uro
en mais exemplares do catalogo impresso, para re-
solver a compra dos livros consientes da mesma lis-
la, segundo a auturisaru que liver do poder legis-
lativo.
Arl. 2l-'t. Impresso e distribuido o catalogo pelos
lentes, o direclor noiueara urna roinmis*io composla
de um cathedralico e rios substitutos, para o confe-
rir com os antigos que houvcr na hibliolheca, ou na
serrelaria, e com quaesquer documentos que Ihe rii-
gam resperio, alimile conbecer-se o numero de obras
extraviadas e em que lempo, organi*aurio depois
urna lista destas, segundo o que achar.
A mesma rommissao conferir lambem o ratalogo
impresso com as obras depositadas _nas estantes ria
bibliolheca.
Arl. 216. O hihliolherario organisar de qualro
em qualro anuos um novo calalugo, accresreulando
ao ultimo, nas classes e lugares compelenles, a bras que a bibliotheca liver adquirido nesse periodo.
Este novo catalogo sera laucado' no mesmo livro
cm que foi o ultimo, e remeto lo por copia ao direc-
tor, para proceder e fazer proceder nos termos dos
arligos 209 e seguinles.
Arl. 217. Alm do livro declarado norligo 209
llavera na bibliotheca mais qualro, a saber: um pa-
ra o registro da correspondencia do bibliolhecario
com o direclor, ou com onlras autoridades, ou par-
ticulares ; outro em qoe se lance, por ordem das da-
tas, a entrada das novas obras que a bibliolheca ad-
quirir durante o periodo da rimarlo do catalogo de
que Irala o artigo antecedente ; o lerceiro para os
a**entos e olas neressari.s a respeito da entrega e
re-liiuie.io dos livros que o director mandar oflirial-
mente que se remella para a sala dos exames, ou
dos aclos, on para a secretaria da Faculriaric, ou que
se culreguem a algnm lenle, ou professor, passando
recibo, ou ao esludanle, que pur seu talento e ap-
plicaclo merecer que algum dos seus lenles o re-
cummendi' nilirial mente an director para Ihe ser ron-
cedido esse empreslimo, de que tambero passar re-
cibo ; e o quarlo para o inventarlo dos movis e
objeclos da bibliolheca. exceptuados os que forem
comprehendirins no catalogo dos livros.
Arl. 21H. No lim de cada anno o bibliolhecario
remetiera ao direrlor urna lista das obras que a hi-
bliolheca hoover durante elle recehido, e urna Te-
larlo circunstanciada das que deverem ser enca-
denadas. A lisia se ajuntara ao catalogo impresso
archivado na secrelaria, e a ielaca i sen levada ao
conhecimenlo da congregarlo para decidir definiti-
vamente se devem ser enra ternarias taes obras, po-
dendo mandar previamente um ou duus dos seus
membros examina-las.
Arl. 219. Nenhum livro, fulhelo, impresso, ma-
nuscripto, ou mappa, que perlencer a hil.luit.ieca,
saldr para fra della senao por ordem escripia do
director, nos termos e com as clausulas do arl. 217.
A aulorisarlo concedida no citado artigo 217 nio
enmprehende por forma alguma os manuscriptos e
livrtwraros. Qualquer (lestes livros ou manascriptns
ter no principio da primeira pagina a nota nao
sabe. ~
Chegados a esle termo, podemos responder a esla
admiravel pergunta, agitada moitai uezes nos nos-
sos dias : A arle eslara mora'.' A pocsia cita-
r mora'.'
" Sei, diz o iliustre professor, que moila gente
escreve, e publica que urna e oulra eslan Igualmen-
te exiinclas ; au que accrescenlo que depois de ler
passado a minha vida em examinar os povos eslran-
geiros, s encontr! em I ranea a expresslo deste sen-
timenlo de desanimo. Em qualquer oulra parle es-
las tbeoriis de morte pas>anam por insensatas.
U'ois como, a poesa esl mora, a arle esl mora '
Eis umi grande noticia, e que equivalle sem duviria
a da morle de um principe ou de um re da Ierra. V,
quem lhes fez as exequias'! Serian Goatna e Sehil
ler, Chateaubriand e llvron, que botaram lulo por
ellas'.'
Para que esla morte fosse pcssivel, seria mirler
tirar ao mondo asua|anliga paixlo pela belleza; Tora
necessario que Dos houvessedesapparerilo da nalu-
reza e da conscieucia dos homens, assim como um
padre se retirado templo quando o culto esta'ex-
lnctn.
o Ser isto o que se pensa de Dos'.' Se tuto i-lo
he verdade, so lodos os roraeea eslo vasins, ainda
de pesares e desejos, selja' nlo ha culto iiilehor.nem
palria, nem cidade, nem lares, nem familia, anuo
ludo he verdade : a arte e a poesia esto no mesmo
sepulcro que o Eslado !
A belleza moral nlo he mais que urna illuslo,
e lodo* aquelles que anda lentaro encontrar-Ibes os
vestiglos, ou pelo pincel, ou pelo rinzel.ou pela
prosa, ou pelos versos, esenptores artistas, esculpto-
res, pintores, sao os mais insensatos dos homens.
Para sempre desvairados, sem esperanca de
achar n caminho, nlo Ibes resta mais rio que sentar-
se ao lado uns dos oulros, sem imagiuar mais em
cousu algoma,sem|tentar mais nada ; pois que nlo ha
pintura do vacuo, nem arehitectura do nada, era
poesa rio qoe nlo existe, e a morte be incapaz de
gerar no menos um aono no turnlo.
o Mas pelo contrario, se lorio quanlo arabo de ili-
zer he falso, se nao he ventado que a socedade es-
teja mora, se nao he verdade que lieos lenha
abandonado o mondo, lurio e*la salvo ; reata-noa o
infinito, e nao be preciso nari-i mais.
lim lugar ric serem in-cn>alos aquelles ric quem
eU fallava ainda ha POMO, e que lenlam maniera
religln ria belleza, esles tein por si a razio eterna.
a Assim, nlo desesperemos do fuluro. Se a vida
nos escapa,nao a ainahleroeiuos. Sohrelurio nao frus-
tremos de anleinlo os rerem-nasridos nos seus ber-
ros : Crearam elles, r. farau o que us nao temos sa-
bida fazer. )>
Vnllaurio ao assiimplo principal, o autor derlara
que *-,a lalos os artista* d:a liumaindjrie Ifiiriem ao
mesmo lim. eita all .nca lie esperialmenln evidente
oaqoelles que perleucein a mesma ordem de eivili-
saelo. Qualquer que (aja a iilcmi,a dos processos,
Arl. 220. lie prohibido lirar livro das estantes e
revolver os folhelos, impressos, manuscriptos e mais
papis perlencentes bibliolheca.
Quem os pretender consultar devera' riirigir-sc ao
bibliotliecario, ou ao apiri,inte, e cnlregar-lhe um
bilbete assignada por seu puiibo, cm que declare o
nonie do autor da obra, ou o sen objeclo, e ns n-
meros los volumes ile que precisar, os quaes linda
a consulta, serlo novanieiile postes no seu logar, e
restituido o bilhete a quem n cieu.
Arl. 221. Os livro, folhelos, impressos, tna-
nusrriplo* e mappas da bibliolbera, serlo marcados
com o sello da l-'arulriade.
Arl. 222. Ao porteiro da Faculdade he lambem
incumbido o asseio ria bihlinlheca e rio- seus movis.
Arl. 223. O ajuriante amillara' o bibliolhecario
em todas os seus deveres e fiincees, e o substitui-
r' em suas faltas, on impedimentos.
SECCAO ni.
Do porteiro, bedeis, continuos e serenles.
Arl. 22i. O porteiro lera as chaves do edificio da
Faculdade. e as de suas dillerente, divisoes, qoe
Ihe forem confiadas pelo director. Tanto elle como
os serventes deverlo comparecer no mesmo edificio
para cuidaren! do asseio rias aulas e mais parles da
casa e dos seus movis, urna hora antes da que tiver
sido marcada para coineco de serviro da Faculdade.
Arl. 225. lera' a seu cargo o relogio da Faculda-
de e luriu o que for concediente ao asseio rias aulas,
guarda e conservaclo do edificio em geral, as.im
como de lodos os movis e objeclos que nelle bouver,
exceptuados os da secrelaria e da bibliotheca. Para
es*e lim os serventes Ihe slo subordinados e abriga-
dos a fa/er o que Ihe* determinar.
Art. 226. Tamben Ihe perlence o fornecimentn
das cousas necessarias para a execurla desse servico,
romo vassonras, espanariores, ele., a provislo d'agua
potavel e do* vasos uecessarios para o deposito della
ero lugar apropriado para o uso geral, e em lugares
reservados para uso do direclor, lentes e emprega-
di-s.
No lim de cada mez dar' ao director a conla do
que despeurier com esses objeclos para, depois de
approvada rfbr elle, ser-lbc paga na Ihcsouraria ge-
ral ria provincia.
Arl. 227. O porteiro enc.irregara' semanalmenle
a um dos continuos da guarda ria porta pnucipal do
edificio, do rccebimeulo, guarda c entrega de cha-
ppo* de sol e bengalas dos estudanles.
Arl. 228, O porteiro, assim como qualquer em-
pregado da Faculdade, que vir algum esludanle cs-
rrever, desenliar ou piular qualquer objeclo nas p-
reles ou porlas do edificio, su em argum movel,
mancha-Ios, ou riamoifica-!os de proposito, o parti-
cipara' ciicumslaiiciadameiile au direclor para pro-
ceder como fr.r conveniente, ou reprcbendeivrio o
esludanle. ou impondo-lhe a pena Je prisau por um
ale. oito dias, segundo for o caso ; c se este for lo
grave que mereca maior pena, levando-o ao conhe-
cimenlo da congregaclo, a qual peder impor al
vinle dias de prisa o.
Art. 229. No primeiro dia dos exercicios das au-
las, ns bedeis, e no impedimento desles os continuos
qne forem designados pelo director, logo que os len-
tes -ubirzmi a's aua cadeiras, assignarlo aos eslu-
dantes os lugares que Ibes ficam perlencendo indi-
vidualmente, regulando-se pela respectiva cademe-
ta e pelos nmeros correspondentes aos que devem
i haver nos bancos ; marcando una falta aos que nlo
esliverem presentes.
Nos oulros dias lectivos irlo a' hora designada pe-
los estatutos fazer a chamada, e marcar as fallas dos
au/.coles.
Arl. 230. II lenle dispen>ru' laes fallas aquelles
; que comparererem dentro rio primeiro quarlo de ho-
ra, nara o que o bedel se apresenlar' de novo nei-
>_ momento, e fara' a chamada dos que fallaran) nu
principio na hora. >
Quatro dispensas, porm, desla naluaeza, laja qual
for o motivo, eqliivalerao a urna falla.
Arl. 231. Os referidos" empregados apparecerao
frequeiiles vezes a porta das aulas, para testemunha-
re:u e eertilicarero, de ordem do respectivo lente,
os dconteciineutos nolaveis qoe liverem lugar den-
tro riellas, ou em parle lio vizinha que perlurbeni
o silencio, f arlo alem disto lodo o servico que oc-
correr, e lhes for determinado pelo direclor, por al-
gum dos lenles, pelo secretario, ou pelo porleiro.
Arl. 232. Alem dos dous bedeis edous serventes,
llavera' cinco continuos, incluido o das aulas pre-
paratorias.
O numero de serventes podera' ser alterado com
peiraisslo do goveroo quando o exijam as necessda-
des do servico, e serlo ajustados pelo director me-
diante os salarios qua o governo marcar.
Art. 233. Nos impedimentos temporarios do por-
leiro, o direclor nomeara' um dus bedeis, e na falla
desles um continuo, para substituir aquello em-
pregado.
CAPITULO XII.
Di polica acadmica.
Arl. 23i. Se algum lenle nos actos da Faculdade
deixar de cumprir o precedo do arl. 165 deste rego-
lamenlo ser-lhe-hlo applicadas as penas dos arls.
1(19 e 110 do* estatuto.
Nos casos dos arligos antecedentes, a congregaclo
devera' ouvir o lente que responder' por escripto,
no prazo de oito dias, a' arcusarito que Ihe for fei-
la ; e, depois de ouvir a urna couiniisslo de tres de
seus membros, deliberara'como forjuslo.
Art. 235. Deulro do edificio da Faculdade nlo he
permittidu ler o Chap) na Cabera.
Nao he igualmeule permillido fumar, nem riscar
ou escrever uas paredes.
Os hedis e continuos adverlirlo em termos urba-
nos aos que infringirem a dispoairao do artigo, e se
nlo forem altendidos, tomarlo nota do facto, e o
cuinuiunir.ir.in ao director para providenciar.
Arl. 236. Niuguem podera' entrar no edificio da
Faculdade com armas de qualquer nalureza, e sb-
menie serlo toleradas as bengalas, precedendo per-
mi'in do director, por motivo de eufermidade.
Art. 237. Os que transitaren! pelos geraes, ainda
mesmo uo intervello das aulas, o farlo sem que per-
turben) o silencio.
Arl. 23S. O porteiro, bedeis e continuos velarlo
na manutenrio da ordem dentro do edificio da Fa-
culdade, procurando advertir com civilidade aos que
a perlnrbarem.
Se suas advertencias nao forem bstanles, loma-
rlo os nomes dos perturbadores, e darlo parle do
occorrido iminediatanieiile ao director, e era sua .tu-
do* instrumentos, dos meios de execurlo torios se
applicam ao mesmo lempo a imitarlo do mesmo mo-
dello,
Quanlo a definirlo do bello abstracto e soberano,
diz apena* que o ideal dos artistas nlo he urna aba-
traerlo nascida uas escolas de pbilosophia : he um
dogma vivo, um rain da revelarlo universal, um ob-
jeclo de f, una tradiro legada pelos anlepassados,
de que a liberriade ria arte corrige, alormosca, ou
desnatura.'
N'uma palavra, o culto, a relalo nacional, eis a
forma visivel deslc modello invisivel.
.Para tornar a idea mai patpavel, toma elle'nm
exemplo, nlo na anliguidade. mas nos monumentos
ilos lempos presentes.
Levantemos dianle de nos pelo pensamenlo una
calhedral. Fin numero prodigioso de artistas con-
corrcrain para acaba-la. Todos sem se ronherer ex-
primirn! a mesma idea por meios dilTcrenles. A
primeira arte, aquella que sustenta todas as outras,
be architetura.
E qual he o sen carcter ''. Esla vasta nave com
as suas duas capcllas lateraes em forma de cruz, c
que figura o corpa de Cbriito no sepulcro, este mjs-
I terin, estas semi-lrevas, esla torre principal, que,
imagem do poder espiritual, sobe ale as novena,
i nlo sera o edificio, nao da carne, mas do espirito '.'
Apprniimeino-nos. O archileclo ainda nlo fez lu-
do. Ne.les nichos halnlam estatuas, povo de perira
nascido para esle monumento. O pensamenlo, es-
criplo nas abobadas e nos pilares, reapparece mais
visivel nos Irans, na altitude, ale nas pregas dos
vestidos deslas personagens. Reis, hi-po*. impera-
dores que lem eternamente nos seus livros de pedra,
em loaos brilb.i o mesmo espirito.
Que macerarlo 1 que humildadc que ascetismo !
l'ma nica alma respira nas formas da esculplura e
nas da architetura.
.Mal isto ainda nao he bstanle. A ra*a do Invi-
sivel nao he smente una obra de arthiteclos e de
estatuarios ; os pintores lambem lomaram parle. I
Esl revestida interiormente com os frescos dossecu- i
los XIII e XIV.
Serlo ou as viriraras rio Norle, ou o* mosaicos dos i
Bysanlinof, ou antea as pinturasde (ioito, de itu-
lalmaceo. cana. Que culto a paix.io do tiolgolha I Que reina-
do do espirito '
.Ma- a maravillia ainda nao esta' conrluida. A ca-
thenral esta' muda, vai billar; a msica va i corear
as mitras arles. No meio do silencio das abobadas se
ergueiaui cnticos*
i; quaes serlo elles'.' O cntico gregoriano, o
Diestro', o l'e-Dettm; e a expresslo deslis melo-
, dias litrgicas he rie tal surte conformo a rio iiinnii-
ineiilo, que dis^reis que esle* caticos se exhalan
dos labios das e^ljiuas e da mullidlo desfiguras, dai
vidraras e dos irseos, cono ou grande curo de en-
tes sobre naturass.
zeocia a qualquer leule, ou ao serrelario, alim de
empregar os meios coiivementes para a realabeleci-
iiienlo da ordem, observando o disposto no artiga
118 e seguinles doa estala los.
CAPITULO. XIII.
Dos exercicios prolicos ai aulas.
Arl. 239. As prelecces dos leales serao dadas ao-
bre compendios cerlos e determinados, compoalo*
pelos meamos leules ou adoptado! d'entre oa qoe ja
crrelo impressos ; precedendo em lodo o caos ap-
provaclo da congregarlo, a qual podera' dar prefe-
rencia a oulros. se assim o entender comeuieule ao
approveilameuto dos alumnos.
A eseolha dos compeudios lera' comrounicada ao
governo, e depender' de sua approvaran delinitiva.
Arl. 210. Nas prelecces darlo os lanas lodas as
explicaces que forem uecesaanes aos alumnos, tan-
to para maii fcil compreheoslo da materia de qoe
lr.itirem, como para o seu desenvolvinaeoto, para a
correcrlo de qualquer doolrioa errnea, os masa,
conforme aoi progressos da sciencia, e para o coafco-
cimento dos dilTerenles aytleinas que postara haver
sobre o nssumplo.
Arl. 211. Quando os estodantes nlo eomprehen-
riereiu algum.poni, poderlo propor a- duvida que
Ibes occorrerera ao lenle, verbalmeole ou por es-
crip.o dentro, d'anla ou em casa do mesmo lenle.
pedindo-lhe para isso permissao previamente.
O lenle explicara' o objeclo reaolveode as dnvi-
das no raesrao da ou no seguinle, salvo so preferir
guardar a resolurlo della* para a primeira aabba-
lina.
Arl. 2i2. Os cathedralicos qoando impedidas
habilitarlo os substituios com os esclarerimenlo*
necessarios sobre a marcha do ensino da respectiva
cadeira.
Arl. 23. O lenle de cada cadeira dar' anoaal-
mente aos seus discpulos dous pontos escolliidos, de
enlre as maia importantes doctrinas que Ibes bouver
explicado, para dissertares por escripto em lingoa
vulgar, as quaes serlo leil.i- e entregues no prazo
de mez e meio.
Estas dissertaces, depois de examinadas pelas res-
pectivos lentes, serlo remeltidas por ellas al o lim
do anno lectivo ao lecrelario, que as archivara por
ordem dos anuos.
Arl. 2. ti eiludanle que nlo entregar a ana itis-
*ei i.ie.-iu no praso marrado'no artigo antecedente,
sem juila causa, a juizo do respectivo lenta, sera
considerado como leudo dado 10 fallas.
Cada lente calhedralico aprsenla a congregar hi.
no primeiro dia ulil do mez de marco, para ser per
ella approvario, o prograroma do emino da ana ca-
deira.
Esle prngramma, depois de adoptado, coro esedi-
fiearoes ou sem ellas, nlo podera ser alterado sanan
por deliberar.i i da congregacao. *
Art. 215. O director dever remellar ao ministe-
rio do imperio al o da S de abril orna ropsa des
prograramas adoptadoi para as diversas aolas, o dar
parle de qualquer modificarn qoe nos mesmos'^se
liar,
Art. :!lii. Os programlas approvados am om an-
no poderlo servir para os annos segoioles, so a con-
gregaclo, por ti ou por propostas dos respectivos
lenles, nao julgar necessario allera-los.
CAPITULO XIV.
Disposirnes geraes,
Arl. 217. As disposiriies do artigo 95 dos estatuto-,
nlo comprehendem, para o descont des gratifica-
res, os lentes ruja fallas forem provenientes de
semen uilriico gratuito e obrigatorio por lei, nem
os que, tendo vuelo a Faculdade para exerrerem
qualquer aclo, o nlo puderam fazer por cansa qoe
Ibes nlo seja pessual.
Art. 21K. As riis|iosrocs do citado artigo 95, as
dos nrlii*u 9ai, '.17 -- sis, supprlroittM, menos quanlo
ao secretario, as palavrasas sestees das eongrega-
eese as rio, arligos 99, 100 e 'lili sao appliravri-
ao secretario, bibliolhecario e mais empregados oa
Faculdade.
Art. 219. llavera' para a verificarlo das Lillas
desles empregados om livro de ponto que oslara em
poder do secretario, e no qnal serlo notados os qao
nlo comparecerem hora, no se retiraren! aeaa ti-
ronea antes de limlarem os Irabalhos: As rallas do
secretario serau fiscalisadss immediatamcnle pele di-
rector.
No edificio da Faculdade havera om relogio de
torre ou de parede, para regalar as horas do serviro
das aulas.
llavera alem dislo urna sineta maior o oulra mais
pequea para os signaes do cometo a fim das antas.
Estes signaos serlo repetidos era quanlo duraran
os trabalhos das aulas da preparatorios, embora le-
nham cessado os das aulas da Faculdade.
Todas as horas serlo marcadas por seis badalada
da sineta maior, e os quarlos por oaaa, doas, oa
tre bdd.il.iil.i, da menor.
Art. 250. No edificio d Faculdade, aleaa das sa-
las para as aulas e das divisoes necessarias para a
secrelaria e para a biblioteca, para os trabalhos da
cougregacAo, para riescanco dos lenles. e para pn-
-.1" dos alumnos, havera urna sala propria para a
collaco dos Kros e mais aclos solemnes.
Arl. _'.j1 O porteiro dever marcaras faltas do
secretario, bibliolhecario e seu ajudanle, do oflicial
da secretaria, dos bedeis e continuos.
Art. 252. O director commonicar laes fallas '
congregado mens.il.
Arl. 253. Repular-se-ha falla a entrada depois da
hora competente, ou a sabida antes della.
Esta disposicao nlo se entende com o secretario,
que for lente na hvpothese do artigo 153 ees asa-
los.
Arl. 254. Os lentes cathedralicos e substitu*,
nos aclos solemnes da Faculdade, osarlo, aleaa 4a
beca dos rie-embargidore, das insignias donteraes.
Art. 255. Slo actos solemnes da Faculdade ;
1.* As visitas de Sua Magestade o Imperador, of-
ficialmeulc annonciadas a* Faculdade.
2.' A.collaco dos gro'os de dootor e de bacharel.
3.* A posse do direclor e dos lentes.
i.* A coii.icao de premios.
Art. 25t>. Sise der no edificio da Faculdade qual-
quer oceurrencia qne exija imraediala previdencia,
dever esta ser tomada a bem da manotearlo ala
ordem pelo lente ou substituto que se ochar pr-
senle segando sua anliguidade, e na falla dalles pal*
secretario, mandando-se porera logo avisa ae direc-
tor para comparecer.
Arl. 357. Os lenlesou qualquer
lano he verdade que o mesmo modello invisivel
appareceu a lodos os artistas que deram a vida a esle
complexo, estatuarios.Jpinlore*, msicos, c esle mo-
dello he o proprio Clinslo.
V-se que Edgar Quincl quiz eslabeleccr que o
ideial que reina sobre qualquer civilisaclo he a reli-
gilo, que he ella que da' a (odas as artes de urna su-
ciedade o uiesmo ar de familia e de allianra, de
sorle que, sen 1o conhecida urna s d'entre ellas, po-
der-se-hia, d. alguma maneira encontrar lodas as
outras.
Donde resulta a lei giral, de que as revoluces
nas arles sao determinadas pelas revoluces nas reli-
gies,
Assim, para saber cm quantas pocas se divide a
lii.toria das arles, comeraremos por procurar quan-
tas pocas tero havido ua historia dos cultos.
Tantas vezes lera mudado a figura sh a qual o
hnroem represenlou a si o pensamenlo de Dos,
qu.mlas roudou o seu i leal nas obras de emilaclo.
Assim, as phases pnnripacs do descnvolvimenlo
das reli^ies nos pndem servir nlo sn para marcar as
p'iase* das revoluees uas arles, se nlo lambem a
determinar a nalureza de cada urna dellas.
Centola releva observar, antes que tudo, a dille-
renra da fe eda poesa, do culto e da arte. Esta ul-
tima, realisando por formas palpaveis a idea de Dos,
tal como he coucehida pelos povos ou imposta pela
Iradirlo, Iransforma-a e altera-a inevilavelmente.
Ao principio contenta-se com copiar os ivpos con-
sagrados pelo sacerdocio ; de alguma sorle faz parle
da lelurgia. Nlo ha liberdade, nem invencao na
eseolha, nem na forma dos objeclos representados
e quanlo mais a f be profunda, quinto mais o ar-
(i*la he escravisado. Camnalo, pouco a pouco a ima-
gin.ic.ao se suhstitue ao roslume. e as formas se aper-
feiroam, adquiriudo mais liberdade.
O genio individual crea no proprio sancluario urna
crenra particular ; muja, innova a' sua vontade ;
segu, em vez da estrada dos anlepassados. aqulla
que abre para si. de sorle que se p.1e e*tabelerer
que a arle sn cresce a' rusta da Iradicclo, e que,
nacida do culto, mas ic inclinando para a beresis,
(ende para destruir o seu berco.
A primeira poca das rcligies .-mueca nn Oriente
rom a historia civil dos povos da alta A-la : pan-
theisino visivel, infinito material, culto d nalureza,
do leo* do universo, da crearlo que ainda nao ea-
perimcnlou a soberania do homem.
1' i.i,a maneira d'arle visivel e-la forma de reh-
allo podera' ser representada *.' fura uiisler deico-
ftrir urna arle que se pode-ie elevar a certa perfei-
rlo sem que a figura do hornero deixasse nella o seu
rniiho ; e *" a ircbileilura poderia salisfazer esla
neces-idade,
i ai,i eiini i. 11 ni ai columna-, nem o- frontoe-,
nem o porlb o?, alo slo luituades -ubre u modello da
figura humana.
Os espitis recordarlo -lalvez o desenvolviesen!*
das palmei.m- e dos acaulhos; os obeliscos, os otean
de granitos do valle do Egipto. Mas em todas as
cousas he so a nalureza geolgica on vegetal, que k
aprsenla dianle do artista ; nio he a humanidad,
que ainda se acha ausente das suas obras. Alem dis-
lo, de todas as arles a architetora he a qua he mais
apropriada ndole de ama sociedide formada da
casias.
As mais das vezes he a obra de geranios continuas,
e nlo a de um individuo. Todo o povo Irabalhou
nas pvramides. Me no Orieute que esla arte attin-
gira' primeiro, antes qao todas as outras, om genero
de -uhliiui lacle que anda honlem fazia qoe o exer-
cito francez halesae palmas n ruinas de Theba.
A segunda revolurlo na historia das refiriese er-
rehentou na Grecia. Foi cnllo qoe a hamanidade
se adoro a si propria pela primeira vez. A estatua-
ria foi a arle que reproduzio esla nova pitase.
Reprsenla a humanidade naa e abatracla ; pro-
cura exprimir o espirito de urna vida inleira, o ili
am accidente particular.
O objeclo da sua imitarn be o homem immorla-
lisado, e que no sen orgulho ja provoo a beberagem
| os mpiea. Exige para as as peronagens ao menos
sime-deoses, quando nao forem deoses.
Com o christianismo se coosomou urna nava revn.
laclo religiosa ; o homem ja nlo he considerado a li-
li; clamen le, he um reno homem em oaa Ite
parlicoiar e a pintara he creada.
Dahi nasce que ludo quaoto serve para fixar o ca-
rcter imlivi Jual he do dominio desla arle, o trajo,
a cor, o lom dos objeclos ; e a pesaos divioa e huma
na, depois de ter sido consagrada pelo ehristianisuts.
i undou enlre os modernos n reinado da pintura.
Depon deilaa divisoes da arte soberana Edgar
Qainet conclue dizendo que cada homem, ao aar.
Ira/, em seu roragau certo ideal de bellota moral que
deve pouco a pouco revelar, exprimir e realisar por
suas obras. Ha Pnidias em rada um de nos, porque
ha Phidias em qualquer rrealara moral.
Com elleilo, cada homem he um eseolptor nao
deve corrigir o seu marmore, o seu limo ale nao to-
i'h i liitn sabir da m.i- i confusa alos'seos insliorln-,
urosseiros urna pessna inlelligeutee livre.
O justo, isto he, aquel le que regula as no as crata,
sobre um modello divino, aqoella que he. quaiul,,
conven despajar a vida mortal, aooaa o e-tculplnt
despoja o marmore, para allingir a estatua interior.
Scrates bebendo a cirola, S. I.un s.ri.rc o leilo de
cinzas, Joanna de Arco na balalha : n'oma palavra
o nares e o sanio, eis o ultimo termo e o cumulo da
belleza na Ierra.
Eis o poema, o quadro, a harmona por exrellen-
eia ; pin- qua- he urna harmona viva, nm paeaaa vi-
vo. A obra e a operario eslan inleutmenle umstat- a
cublaudidos, .ib. lo su existo Dos.
iMtsuWeA-f i-Arany.)
ILGIVEL
MUTILADtT





coiiipazeroD compendios ua obra para uo das aulas
e es que mrllior traduzirem os publicado, im lingua
estrangeira, na contormiriurie dn arligo 72 do esta-
tutoi, lem a I. bapreaUo a caula dos carrea publico;
e alem di-.o privilegio exclusivo por 10 anuos e um
premio al dous conloa de reis, a juizo do caverna
conforme o merecimeulo da obra.
11 privilegio nao inhibe a ndoprilo e venda, com
pe, laiaflte, do Sverno, de melhurcs compedios que
por vcnlura spparecam.
Arl. 258. As solemnidades com que devem ser
coi feriaos premios aos alumnos que mais se tleslin-
guirem, sua qualnl.de, a maneira c as circumslan-
cias em que poderlo ser concedido,, dependerao de
int.rucci.et especi.es, que strito expedidas quando se
d-, ecurao ao qoc a tal respeilo dispoe o artigo
lo., dos cstalutos.
Arl. 259. O dircelor fara lirar copias da memo-
ria nisloncoacademia.de que trata o artigo 163 'los
caUluliit. afim de remette-las ao governo e a oulr.i
Fa uldade de Direilo.
Mandar onlro sim imprimir, para ser distribui-
da pelos le ule- de ambas as Facilidades e por quem
o enverno determinar, a referida memoria, depois
de approvad pela congreg.oao.
Arl. -60. () director, o s'ecreUrio. hibliolberario
e >ea ajudante, c o nflicial da secretaria usarao do
biliario constante do ligurino que for approvado
por decreto. '
Arl. 261. O p, rtetro, bedeis e continuos usaran
ja ealimeola de que usam os porleiros e conliuuos
das relaoi.es.
Arl. 262. Ficam revogadas atdispnsices em con-
trario.
I'a'oio do Rio de Janeiro em 2 de fevereiro de
1831%
/.ui; Pedreira do (-aullo Ferra:
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sessaojudiciariaem 6 de agosto d185t.
Presidencia du Kvm. Sr. desembargador Souza.
lisliveram presentes o* membros do Iribunal,
a eicepeuo do Sr. depoUilo Bolu.
Jmljmtuiof.
Appellinle, Juhao Te.lmey.r ;
Appelladoa, os administradores da massa fallida
ile Ricardo Koyle.
Rui o appellaule condemnado de preceilo.
Appell.oietTa vinva e herdetros dejse Oonral-
vei Ferreira e Silva, o douvc*. curador nonieadoi e
Dionizio Goacalves Maia ;
Appellados, Bailar & Oliveira como cessionario
ue Mauorl de Souza Cunearles.
Foi coolirmada a lentonoa appellada, condemnan-
do-se os reo da preceilo, alleula a eonlisso driles.
Appcllaotes, Reg Albuquerqoe& Companlna.
Appellado, Melquades Antunes de Almeida.
Ficou adiada i pedido do senhor depotado Reg.
Pamagmi.
Passou do Sr. desembargador Villares ao Sr. de-
sembargador Lelo a appellacan em que sao :
Appellaolea, Ignacio Joaquim de Oliveira e ou-
Iros.
Appellados, Cuuba & Amorim.
Patsou do Sr. desembargador Gilirana ao Sr. de-
sembargador Villares os embargos em que sao :
Embargante, Antonio Hrochado Soares i,mina-
rle..
Embargados- Anlnnio Dnmingues Ferreira e II.
\ doriaua Hibfirn de Mello.
O Sr. presdeme dea provimenlo ao aggravo em
que >9o :
Agravantes us administradores da massa fallida
d Farla Machado ;
Aggravado, o menino Faria Machado.
pimo i Ptmmm s-gdndi fiim n br igosto m isse
ICO,
HEC1FE !DE AiOSTO DE 185G.
As 6 IIORAS DA TARDE.
IITMSHCTI SEIAIUI.
A provincia goza de traiiquillidi.de, e secundo as
mticas receladas de varios pontos acerca do reappa-
rcciroenlo da epidemia em alcuns. e da respectiva
manifestarle em outros, o estado sanitario ai rae-
Iboraodu a' olhos visto. Assim, parece, que deu-
tr.i em ponen, estaremos livres inleiramcnte do hor-
rivel flagello, qoe lanas lagrimas h i frito der-
ramar.
Por fallar nesse assum'pto, nao podemos deixar
de fazer algumas obstrvaei.es acerca de um oflicio
do governo ao provedor da saude do porto, dizendo-
Ibe, que segundo a sua requisito, ordenara ao ins-
pector do arsenal de mariuba. que apromplasse cum
presteza o novo lazareto da liba do Pina.
Temos para mi, que o molivo, que inspiran ao se-
nlior provedor semelhanle requisicao, foi, sem duvi-
.1. ,i noticia deque o cholera-morbus linha apparo
cido em Portugal. A nos-a epiolao individual, cor-
rc horada pela pralica de inuilos anuos, realisada em
varios paizes da Earupa, be queasquareutenas, an-
da de continente a continente, sao imprulicuas para
allingir ao fim que se lem em vista, e puio detri-
mento a's operacet do commercio. Com efleilo,
ilo observou-se em Franca, na Inglaterra, e em va-
rias paragens do continente eurupeu, quainlo o cho-
lera se man iest.ui pela primeira vez. Eulra nos a
evperscucia no* deu mu rncentemeiile orna llcdo
severa a esto rspeilo : a epidemia zambou dos la-
zaretos, dos cordOes sanitarios, de lodos as prescrip-
rf.es auggeridas por alguus iheoricus, e afioal de-
tcnvolveu-se em toda a provincia.
Entretanto,tnudilicandu de alguma -irle esla nossa
"| unan individual, ainda poderiamus adniiltir que a
qiiarenlena teila entre dous paizes, separados por
militares de leguas, dsse um resultado proveitoso,
se fotse restrictamente comprida, mas, da maneira
porque tem sido feila entre nos,' damlo-se commu-
nicaclo entre os individuos que se snppOe empenta-
dos e algumas pessoas de Ierra, inclusive os empre-
gidos da repartirlo da sande, a quarenlena he urna
burla, e so lera' por fim o dispendio dos dinbeiros
pblicos, o incummodo dos parlicul*res,e o Iranslor-
Ba nasoperaooes do commercio.
Nao somos maia philanlropicos, nem mais sabios
que 08 Inglezes, e he sabido geralmenle que elles
pt oscreveram as quarentenas, submetlendo-se as leis
immnlaveis da natureza. Portento, se coitumamos
a[ pillar pura a pratica e civilisacno desse povo,
iniiltenio-lo a este respeito, e desperemos esses
meioB fuleis, que sej nos podem causar prejuizos.
I"m movimenlu de regenerarlo soeial, em urna
er>hera pacifica da aclividade huinaiia, se opera bo-
je em varias parles do mundo. O bomem conven-
cido, de que a solidaricdade da especie he o deslino
supremo da humanidade, leude incessanlemenle pa-
ra sabir das lormas limbicase egoiilicns do indivi-
dualismo. Todos Irabalham, com vicis i u menos felizea para a consliiuic.iu da unidade
christaa, propheticamente annunctada pelut aposlo-
lot-da-f-evangelica. Em ludas as parles e em io-
dos oa sentidos formam-se associaces, com o lira de
reunir as forr-as e os recursos, que individualmente
'Considerados pouco produziriam no estado do isola-
nenlo primitivo. Mas estas tendencias humanita
nas, alem de um alvo economicu, teera por lirn o
>flccorro mnloo entre as difjereiiles corporaces qoe
constituem a sociadade.
Vimos, com moito prazer, a noticia de que, na
capital da Babia, mullas senboras distinelas e ricas
se haviam reunido em associa;ao, lendo a' sua fren-
te o illuslrado principe da igreja inetropolilana-bra-
Mleira, com o fim de soccoirerem a | ai le desvalida
do sexo, que leve em parlilha a grac,a c a fraqoeza.
Fazemoa votos, para que este nobre exemplo se tor-
ne eonlagioao, que em breve lenbaiitosa sali>fac,lu
de aniioaalar aos nossos Icilores, que, na capitl'de
Pernambueo, cujos filhus tantas vezes bao ciugtdo a
cora do marlvrto par amor da civilisaco, lombem
e inaugure "urna socledade para esla' santa em-
preza.
L'ma das classes, que mais servicos preslam a so-
iedade, he iocoolestavelmeole a classe dos tvpogra-
phos, mas, em abona da verdade, be lambe'm urna
das escassamenle relriboidas, e cuja sorle ephemera
os conduz em breve a umjdestino infeliz. Franck-
lin, Herberl, um, filho da Unan-Americana, nutro
membro dn repblica franceza de is, ambos oceu-
param lugares distincin e elevados nos respectivos
paizes. e o primero acubeu no seio da abundancia,
legando um oome glorioso e scienttftcoj' pnslerida-
de : ambo- foraro lypographuf, mas ilo he raro, e o
Brasil ainda nio he a Franca, nem os Eslados-Uni-
dos dn Norte.
Assim dentro era pone,, o individuo que entre
neis se applica a esle ramo tle vida, tica qussi inuti-
lisado pela u.ilureza do Irabalho, sem considerarao
social, e as vezes reduzido a miseria. Esle esta'do
deploravel nSo podia ter urna duracao eterna. Era
preciso que alguma medida viesse currigir esle fac-
i anormal, e a asociac3o do membros dcsa classe
fui o pensainenlo qae occorrera ao espirlo de al-
guns typographos da rapal do imperio, os qnaes se
congregaran e crearain urna sociedade, tendo por
alvo soccorrem-se muluamcnle em caso de indigen-
cia oo molestia.
Ella passo, dado no Itio de Janeiro- transpoz os
limites ocenicos e foi imillado cnlre nos. ISo dia
11 do correnle leve lugar em um sobrado do paleo dn
Carmo urna reunio de ,'16 dos priucipaes composito-
res e impreMores das diirerenl's lypographias desla
cidade, e solemnemonle inslalaram urna snciedade
de bencllceocia e soccorro, sob o Ululo de .Isincia-
raoTypographica l'rruamliunina. a qual parece
dispona a seguir a prospera estrada, cm que se ha
distinguido a CorpuraQAo T> posraphica Fluminense
fuudada em 1853< a qual eo*a de grande considera-
cao e lem dbido conquistar para assuas fileiras, co-
mo soeios-bonorarios, nimias uolzbilidades da corle
do imperio.
Elegen om conselno provisorio, para dirigir os
negocios at que sejam promulgados os respectivo'"
estatutos que devem ser coufeccinadns. Este con-
selho he composlo dos s'gutnlcs Ivpographos, os se-
nhores:
Presidente.
Francisco de Paula e Silva Lint.
I'rimetro secretario.
Hermenegildo Mello oc Azeredo Uotilinlio.
Segunda secretario.
Florencio liaptisla de Oliveira.
Thesoureiro.
Francisco Auguslo de Oliveira.
Procurador.
Adalberto Bclarmino da'Silva.
I'rinieini adjunclo.
Augusto Cesar Rodrigue da Silv*.
t'eguitdo adjunrta.
Vicente de Moris Mello Jonior.
Reala auura que as louvaveis lu' urucs dos Mata*
romposilores alo sejam perdidas, qoe encoulrem a
ciiidjuvacn particular das ouli;: classes, e qui- a
idea d os iructotque lodos aguardamos
finalmente a cmara r.tnnicipal allendeu aob jaa-
tos clamare da populaiao acerca do ilumnenle pe-
rigo que corria a casa do principio da ra do ltan--el
em que (antas vezes leos fallado. Como os respec-
tivos propnelanos nao se resolvesseni a mandar dai-
lar aballa o ediflcio arruinado, ella o mandn fazer
a cusa delles ; nas, conla-nos que em conequen-
cii de um mandado do joil municipal da primera
vara, fot a ilemulicao embarcada, e al o momento
a que Iracatno e-la linbas, icnoramos seo desiiacbo
foi rajsado. Nao sabemos quacs loram as nllegacei
da pelicao, mas eremos que n;io havera inleressa <;l-
2um individual qu? lenha direilode Irininphar con-
tra as eiigeucias clamorosas da ulilidade publica, e
estamos persuadidos qoe a cmara municipal ha de
usar de todos os recursos, que a le Mo concede, e
a opiniAo publica ser delinilivameule salisfeila.
Tem continuado o reccliiiiienlo da primeira pres-
lai.ao para a fabrica le liar e lecer algudao, a vista
da concurrencia dos subscriplores tpie han acudido
ao chamado da dirercao. he fora de duvtda que a
mpreza sera levada a efleilo. Esla sociedade, cujo
capital he lixado em lloll conlos de reis, coma nos
suas lisia perlo de .VIO nbacriptores de KHI^O'KI
rs. a ,'cotilos ilc rcis, fonnaiiila tuna sonirna de it.
a li. conlos de res. A enlrada da primeira prea
la^ao de ."i por cenlo sobre o capital sub-cripto, li-
laila ale l.'i de auoslo corrale, val sendo realiuda
diariamenle no escrtptoriO da ciiiiipaubia, proviso-
riaiueulc eslabelecidu no escripturio do Sr. .Manoel
Alves (tierra, ra do Trapiche n. -i. Consla-nos,
que. loco que liver recehidn os riscos, plantas c ou-
Iras infurniacoes, que vai mandar buscar Euro-
pa, dar principio a edilicaco da casa para a fabri-
ca e suas de penitencias, em Janeiro prximo fnltiro.
Vimos, rom pezar, um oflicio de S. Exc. ao pre-
sidente da provincia do Maranliilo, dizendo-lbe que
oo podia aceitar a proposla do empresario da com-
panlna Ivrica daqoella cidade, porque, com quanlo
dezejasse minio concerrer ueste licencio com as vistas
de S. Exc, li.ia o podia fazer por falla de fundos,
visto que s Ihe era possivel tlespemler 12 eonlos de
reis, ao passo que os encreos do cntralo proposlo
excedem a 22 coutos. Com efleilo o motivo llega-
do por S. Exc. he sobremaneira juslo, mas, parece
que a difliculdade se poderia resolver de urna manei-
ra mui facii. He sabido qne, a maiet patle da
despeza que se fe/.nu principio desle atino com esta
compaiihia luir, quando aqu esleve de parsigem
para o Mamullan, sabio da bol-a dos parliculaies.
Assim, estes bem podiam reunir es seus esforcos, e
termos desl'arle um passa lempo honesto, cm que nos
distrabissemos das fadigas du dia. Cerlamcnle con-
trasta com o bum goslo e a tito justamente paliada
civilisacao pernambucaua.qne nao leudamos um di-
v ei i i metilo publico nata cidade, e nem se diga que
ha falta de goslo enlre mis, pois que, todas as vezs
que apparece alguma cousa ueste genero, a concur-
rencia he Inatenta.
A proposito, consagraremos rganas, pnlavras ao
expeclaculo Ivrico-ilnmatico. que leve lagar no dia
7 do correnle. (jeralmrnte lallando, as cousas anda-
rn mal, porm, cm abono da verdade, poucas ve-
zes lemos visto a sala rio S. Isabel lan brilhnnl. men-
te chala. A senhora Girardal foi infeliz na sua es-
trea, n.io podemos saber a que causa foi devido o seu
miio evito ; eutrelanlo, assevera-uos o director na
orchestra, em cojo talento, boin-go>(o cseverHade
conliamos plenamcnlo. que a senhora Ceraldol he
artista completa, lem encllenle \u/.. e que he una
das boas cousas nesle genero que lem appnrecido
enlre mis, e que em runsequencia do que observara
not ensaios, livera urna antarca decepcao, quando
vio o mao exilo que aeonlecpu a' cantora. Nao du-
vidamus do que nos disse o dislmcto artista peroain-
bucano. e nao be esla a primeira vez que artistas
celebres f.izem pasco.
Gimeenu a funecionar de nina maneira positiva o
novo reculamenlo de iustrnecao publica, relativa-
mente a parle que diz respeilo ao concurso para o
provimenlo das cadeiras de in-lrnccao primaria de
ambos os sexos, e parece que be eheaadi a horada
reforma para esla classe que crandes servicos poda
proporcionar a sociedade, mas que infeliznieule ha-
via cabido em cerln abandono, c pouco se acuardava
della. Ullimainenle abrto-se um concurso para 6
cadeiras do sexo mascoliun, comparecciam 21 candi-
datos, e apenas!) forN-n simplesincnle appmvados ; c
se pode dtzer quo. as regras para a admissao Coran
escrupulosamente guardadas ; parece que a ju.liea
preidio ao acto. Era nm dos das da semana co-
cluiram-se os trahalbos de oulro concurso para o
provimenlo tle urna cadeira do sexo limitnno. Bo-
ira as 5 concurrentes, que se inscrvcram, dislingui-
ram-se duas. as stnhoras donas Emilia Candida de
.Mello I.una e Francisca das Cliagas Kibeiro, lendo a
primeira obtido com justica a preferencia do couse-
Iho tlireclono sobre a segunda. Batel resallados ins-
piran) grala coiifianca accica do fiiluro da juvcnlu-
de peruanihncana.
Em lima das nossas revistas pascadas, noticiamos
a creacao da una eompanhia de arlilicc-inenores
no arsenal de inarinba. Ksla insliluicao butnaniia-
ria vai loniandn incretnenlu, e prouietle um abrigo
a lanos iuTelizes meninos, <|ue se nao forem ampa-
rados lela.solicilude do governo c da candadp pu-
blica lerao de vegetar no ocio e no vicio, cujo para-
deiro infallivel be a tleuraca e a miseria.
Sabemos que alenmas pessoas quo por fort;a que-
rem desconfiar das inle'icoes de lodo o governo,
assoalbam qoe, apenas os menores se acbarem
promptos nos olliciosque abracaren, irn fazer par-
le do corpo de impenaes-mariiihcirns. Felizmente
esle boato nilo lem encontrado echo, e o estabeleei-
ineulu vai prosperando.p algumas mais e paes que
pensam no futuro de seus ulllvs para all os tem le-
vado, e muilos empenltos So appiirecendn para ad-
missao de criancas.
I- .Mam-nos artilices inlelligentcs en todos os ra-
mos ; os que temos adquirirn! com urna pratica e
rutina, sem o necessario desenvolvimenio inlellec-
tual, um modo pouco perfeito de Irabalbar. Esses
mestnos rolineiros age em pequeo numero e nao
basiao is necessidades de om paiz onde tanto ha a
fazer. Assim a insliluicao creada mi arsenal de ma-
rinba, nao s be pruvetlosa as creaneat desvalidat,
mas ao estado.
Alem da e Iticacao moral e rcliciosa, qoe esles li-
Ibos expunos da lorluna encontrarlo no eslabeleci-
menlo, esludartlo primeiras leltras, crammalica pora
lucueza, ns primeiras rudimentos da arilhmeli-
ca, geometra applieada as artes, desenlio linear,
construecao naval, e machinas. Estas habililanies
asseguram um prospero fultiro a lodo aquelle "que
applicar-se e a proveitar estes coniiecimantos.
Nao se Irala, pois, de viver e morrer corpinteiro
ott ferreiro, um luluro brilbanle se appresenta a es-
tes artistas de primeira ordetn. Alm dot pinsues
venrimenlos de uilo on dez mil rcis por dia que s*
pagam boje aos machiuis,tas (ojead lodos inglczes.i a
bordo de uossos vapores de cuerra, elles podem vir a
dirigir estabelecimenlos particulares em grande es-
cala como alguus tem geral eslrangeiros) qoe ja exis-
lem enlre mis, e setvindo ao estado podem chegar a
exercer ftincrties mtiito importantes
Comeeito o conslruclor primeiroengenheiro na-
chinisla tem assenlo no conselho naval, alem de lar-
Cos venrimentos, que percebe. He urna vantagem
lisongeira para um pobre, privado de recursos, e que
de ordinario tein a miseria to termo da sua vida.
I.nlrel mo. alim tle banir de tima vez para sr-m-
pre as duvidasqnea tal respeilo possam subsislii em
algnns espirilos, reproluziremos aqui os tegulnles
documentos, qoe se referem a esta ulil c proficua
insliluicao.
Illm. e Exm. Sr.Continuando esle aisenal a re-
ceber menores, iuleiramente desamparados por cau-
sa da epidemia, e oulros motivos mais ponderosos,
islo.em vista da urdem dessa presidencia, dalada de
.10 de abril do correnle anuo, he tninlia opiniaoque
hajam indispensavelmenle inslruccoes reculando nao
so a admissao dalles, romo ludo o naia tendente ao
rgimen e rornerimenlo que se Ibes lleve fazer : e
orsanisando-as.so as que junlas a esle passo as mios
de V. Exc. para ndlgnai approva-las brevemente,
raso tamliem julsue sejam ellas de misler pelos mes-
mo motivos, sendo que leem relarao com o disposlo
no regulamenlo da copia junla, aprcsenlado ao Bxm.
antecessor de V. Exc, para a creacao nesle arsenal
de urna companlna de arhlices.a qul perlenrc referidos menores, quando ttve acerca da admissao
destes de cthibir-lhe a informarao datada de 19 to
js citado mez de abril.
lieos coarde a V. Exc. InspeecSe do arsenal ue
mariuba de Pernambueo 15 de julho de 1836. --
Illm. e Exm. Sr. ronselbeiro llr. Sergio Te'xcira ile
Macedo, presidente da provincia.
Instrurc'ies para a execut.aa do reculamenlo da eom-
panhia dos artilices do arsenal de mannha de Per-
nambueo, datado de III de abril de lS.i;, na par
le relativa aos menores de qoe elle (rala.
Arl. 1. A admissao dos menores tmenla ser or-
denada pela presidencia da provincia, em vista das
pelices que Ihe dirigirem, pelo intermedio do ins-
pector do arsenal de marinha, as pessoas a cujo car-
eo elles eslejam, instruida* de documentos provaudo
nao poterna as mesmas pessoas prestar-Ibes educa-
cao, ou de requisicao do ebefo de polica, por seren
di.s nao tendo pai, nli, ou tutor podeinlo ale-loa
que devidamenle os represente ; precedidas no pri-
meira caso, anota mesmo estando os menures nas
circunstancias de sercm adiniltidos, a fornialulade
dos papis irem aojara dos orphaoa, alim das pessoas
de qne ah se lala assicnarem um termo de usjlia-
verem entregado para o servieo do eslado.
Arl. 2. Ordenada que sejs pela presidencia a ad-
missao dos menores, proceder-seha na secretaria da
inspercSo do arsenal de n-rinba a respectiva matri-
cula em liv'ro propno, ficando ah archivados os do-
cumentos mencionados no rtico antecedente.
Arl. :!. Se antes da apprnvacao da? prsenles ins-
lruccoes houverem ja na companlna alguna menores
dos referidos em primero lacar no arligo I.-, nao
hoveudo se as lo de suas admisasea do que ahi se falla,remeller-se-
ha ao juiz dos orpbaos ama reneg nominal deiles
com declararan de suas idades htacoes, natoralnia-
de, e das pessoas que os cnlresarain para o lerna,
em comprimen!" do disposlo na ultima parle desse
dilo arligo.
Arl. i. A matricula em livro proprio como evice
o arligo 2.-, sendo rubricado pelo inspector do arse-
nal, tlever conter par ordem numrica e ehronolo-
gica os mimes, itlades, filiaces e nalnraUdadM dot
menores, assim comnqjaestptT signaes 'caracleristi-
cos para loma-tos mais condecidos, adverlindn-sc po-
rm nilo serem interiptot mais quo um em cada fa-
lda desse livro, com atoara suflicicnle para auccesji-
anala nolar->c o progresso nas aulas e olDcini em
que loiem applicados, baixas para a encrmaria, al-
ias da mestna, e linio mais que convirr relalivamcra.
Ic a conduela, quando esla possa fazer-sa notavel
por arlos dignoi de Inuvor, ou de especial cen-
sura.
Arl. ">. Logo que os menores perleucatn a compa-
uhia, ter-lhcs-ha laucada em debito as sussinalri-
cnlas am e. uitn.hu das olas declaradas no arligo
antecedente, a sorama lolal das despezas que li a
apoca da admissao por vetilura lenliatn l'eiln prova-
Btenlea .le vestuario, inclusive mesmo os menores
que ehegando a idade de qnlnze aunoi, Ja maueeboa
em seus olllcios. hajam tpso fado de ser considera-
dos artfices propiamente ditos, perlcurendo elfccti-
amenia a eompanhia ; .codo que quantu i estes
ser-llie-ba lambem lamnda, porm como crdito,
a sotnina loiai deajorneta que ale entgo leuiam per'
celndo, e adosadlo a f.,v..r na caita econmica da
companlna, caso o demonstre as impurlanciti des-
criptas iio respectivo livro, por haver excedido a
nmma deslat da doa jomaet.
Arl. 6. Alem do livro de matricula ao da cala
econmica l.avero mais na eompanhia os seguin-
tet: um de receita e deapeza geral dos menores.
ouiro das contas correles com elles, no qal se lan-
ce a cada aro a qnota que incnsalmente Ibes locar
M dividendo da respectiva despeza geral, c a. quau-
t que veiicerain e perreberan de jornaet dorante
tal lempo; lancametilos astea Daestarioa para os da
matricula, delerrninados no ailico anlecedenle, ret-
ios porem, os clculos de Indemoiiaego das tleapezaa
com esses individuos,divi.|iiido-sca iiiipnrlancia des-
las pelo numero lolal d-.s das que lendain eslado
no arsenal n.io pertaocendo a eompanhia. por srr o
retnitadt.....anadete o a dedoslr-aa do dos teas jor-
naet, sendo que no caso de dficit lato mesmo cons-
tara de am crdito cm separado, onde igualmente
se lance incnsalinenie o importo dos desenlias tie-
ntas a fazerem-te not jornaet al conelohvte a anor-
lltacao ; um livru de enlrada e contamino dos gene-
ras alimenticios e tos otetisis que receberem-se ; nm
tle enlrada e distribuidlo do vestuario e calcado ;
tunde registros da correspondencia uflicial dirt'-ida
e oulro da correspondencia recebidn, consliloiodo es^
te .i eniiolernaco......ualmente dos oricinaes, e la-
tios esles livros, a1 evcepcSo do ultimo, lerao rubri-
cadas as folhas peto inspector do arsenal, depois tle
uumeradas, com tormos de abertura e enrerraiueulo
que elle os aisigne.
Arl. T. Sempre que hajam despezas a fazerem-se
em um semestre sen' com anlicipacao remedida a'
presidencia o necessario orcamento,"iornaudo->e por
base de calculo do valor dos vveres o precu em que
importar na occai3u urna racSo exhibida' a pracas
da armada na forma da respectiva tabella, e para" o
do vestuario com mais tiricia economa o quantum
estimado par peritos competentes.
Arl. 8.' Para o fornerimenlo dos vveres far-se-
hao contrates simeslraes por grosso, e lulo em refe-
rencia a.i computa tle rac.es ; e as saludas para o
consamo diario lambem far-se-hlopor peso eme-
dula e nunca pelo numera tle racoes, c excedeudo
a quanlidade tos que cflcclivot devam pois rece-
be-las.
Arl. '.!. A tabella -- I, n. I. reculando o forneri-
menlo das rariies. decala o miivittio dus alimentos
que devera'Tompor rada racao ; porm mostrando
a experiencia que o susleulo em rancho rommnm he
sempre mais econmico, sera' licilo dimiuuir-se o
iiumern de racoes, e applicar-se o valor das que de
menos receberem-se compra d'oulros generes que
maia satislacini.e principalmente pera dietas aos con-
valescenles.
Arl. 10.- Para o fim de bem serem Iralados os
menores, e melhormenlc fiscalisada a dlrecclo desles
domsticamente compete, ao petagtigo nes'le senli-
do assecninles obngaces :|.a regeilar os gneros
que larein fornecidos,sendo de niqualidadc;2. viciar
que a comida teja bem feila e com o maior asseio, e
nao baja india falla tle uleomii rnusa.sem Irazer toda-
va isio ditperdleiot-3. vigiar igualmenle que os meno-
res andem constantemente limpie e cuidadosamenle
veshdos ; e i.-, a-.-isli-los a' mesa eos acompandar
acbando-se rentioos quer no quarlel como no arse-
nal, o principalmente quando liverem assim de sa-
bir deste,
Arl. II.- Compele mais ao pedacogo applicaraos
menores ot eatligotem pralica como correctivo de
pequeas fallas a individuos semelhanles ; sendo
que para a punicao dos maiores liinilar-se-ba apenas
cm dar dellea parle ao inspeclor tle arsenal, com-
mandanle da rompandia, alim de proceder como
convter e cxempiarmvnto.
Arl. 12.' Os menores ser0 divididos em (anlas es-
quiabas, qoaoUt lorem as olliciuas cm que esliverem
applicados, formando urna so m que nilo perlencen-
do a islas eslejam lotlavia nas aulas de primeiras Ict-
Iras.geomelria,desenlio,ronslruccao naval ou tle ma-
chinas.dirigimlo rada nina das primeiras o mais adi-
anlado em classe ou idade at a.apresenlarfio dos res-
pe Itvos mcslre;e o ultimo o denlre elles em iguaes
c rcumslancias na falla to pedagogo;devendn os me-
nores a esles seus companlieirns enrarregados da
ibrercilons mesmos rrspeilos e obediencia coma aos
tneslies p ao pedacogo.
Arl. 13." As mapas dos menores quer do vestua-
rio como tle cama, largo a numeraco a elles-corres-
pnndfules o coartarlo das declaradas na tabella
n. 2.
Arl. l.- Os menoresaprendizotattirlo acordados
ao romper do dia, e depois de doren gracas a lieos,
lavadot e veslidot.entraigo em forhta pata" a revista,
que passara a pedagogo com o maior esmero, e em
esquadras marrdarao as suas olliciuas ou aulas. As
nilo doras c mina ta manilla dar-sc-lhes-ha almoco,
nao paitando nieto mais tle mein hora ijtolarao, liu-
iloictial lempo, depois de meio da. e vollarao ao
Irabalho as duas horas j e as seis dest recolher-se-
bau ao quarlel, onde depois da cea e nos dormitorios
recebarlo do pedagogo durante meia Jiora o ensino
da doulrioa rhrlsiaa, otiviro missa nos domingos
e diassanlilleados, e confeatar-te-lllo aunualmenle
em ciimpriiuenlo do preceilo qaaiesnial. O lempo
que nesles das Ibes licar Itvre de suas obrigacoes
ordinarias sera'empregado em exercirios recreativos,
laesa romo cinaslica, cadencia, evolucoes, oalacao,
msica, paatjeiaa pie. ele.
Arl. 15. A de-icnacilo dos ofTicios far-ie-ha
atlcncln a fdri;a phisjca de cada menor,de mudo qne
os mais robtlot na sejam desuados a aqnelle que
demanrlc m|Ptior ricor.
Arl. 16. K) vesluario dos menores para oso dia-
rio ou o h-abalho sera' o designado na labella o.
2. e o dos domingos, dias sanlilicadns. e fcslas na-
conaes oqrjea mettna tabella lambem designa na
conrormidatlc to disposlo no arl. 6. do recolamcntu
ao qual jierlencem as proieules instruc;Oes.
Art 17. Ijiii dos serventes que mclbor ajudar an
pedagogo njis Irahallios o devera substituir na sua
ausencia ou! impedimento, e lera' a seu carga nao
so os gencrok da dispensa e inspecce da cosinho,
refeilorio, lavacem c colicortos das roupas, como
a limncza e nrranjos das camas e asseio do quarlel.
Totlos os mais serventes tarto em numero quanto
seja lotlispeesavel para coaduvar a aquelle oulro em
todos esles fazeres.
Art. 18. O pedacoco ser fiscal immedato dos
srvenles paf serem-lhe esles subordinados, e por
consequenein responsavcl pelas faltas que hrjam de
commeller, Ms qnaes motivarao rcpreheiide-los, e
quandu nilo corregidos darem-se tlelles parle ao loa
periot do arsenal para punilos conforme mais con-
venieiilemeilto julgar.
Arl. 19. O pedacogo lera o vencimenlo de 1>200
rs. diarios, eos srvenles SOO rs. lamben diarios.
pacos todos por folhas feslas pelo encarregado da et-
cripiuratao [da rumpanhia.assisnadas pelo pedagogo
e com o visto do inspecler do arsenal.
Arl. 20.1 linio o pedagogo como os serventes lerao
o direilo a i barata no quartel e comerem no ran-
cho dos mentores.
Arl. 21. O individuo que for incumibdo da cs-
crtpluracao. devendo-a ler sempre em dia, vcucert
a eralthcacao mental da 20> rs.; e o srvenle que
sobsliluir o bedagogo O de 6f rs., lambem mental,
nas abonado sotnenle no lempo em que tsto se
Arl. 22. O oflirial do dia no arsenal mencionara'
nas suas parles ao inspector, as irrecularidadcs que
observar no (ralamenlo dos menores, e conductas
deslescotno dos enipiecudos. leudo por deveres ze-
la-los c visto-loa, pois estos mestnos emprecatlos Ihe
silo immediaMineiile subordinados tlurante aquelle
lempo, devendo porlanto pe.lir-lhe liccnc.iii viera
qoalqoer mivimeuto geral e exterior do cuartel.
Arl. 23. Para a admissao dus srvenles lera" ou-
vidoo pedagneo, e mu particularmente sobre o que
denlre estos buuver de servir tle seu substituto,
Vlttp ser o responsavel pelas fallas de todo.scunforme
o tlisposlo no arl. 18.
Art. .21. O in-pcclor do arsenal, romo comman-
tlanle da rompanjiia, remetiera' nos pnn.eircs dias
de cada meA a' presidencia ora mappa dos artilices
e inenorps ai ine-tna companlna,relativo lo aitlcce-
dcnlc com alleraces e mais aceurrencia que du-
ranle elle lenham litio legar.
Art. 2.1. O inspector rio arsenal conforme ja sa
acha pravHl no arl. I.V do regulamenlo dando
luear as prsenles inslruccoes, providenciara'tobre
ludo quanlo nella. nlo se pode prever, dependente
purein iT.ipprov.icao superior o que mi for cotteer-
nenle a disciplina e economa dos menores.
Inspeccao uo arsenal de marinha 1"i de julho de
Ceia.
alqueirc.
'libia.
l.-tecrao.-Palacio do governo de Pernambueo
2.1 de julho tte 1856.
solucilo aos tlotis ollicios que Vmc. me dirigi
ll'S.c datas de 15 c 21 do corrcnte.devo
Em
sob n
188 e'
Arroz para cania liliO
Paol|8. ... .
Asstic.it I |ln jl )
Os generes pata as r.icii;dos etnpregados da eom-
panhia sao em quanlidade dupla.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pernainduco,
15 de julho de I8",.
.V. 2.
Tabella regulaudu o loriiecinienln tle roupas para o
vestuario, cana o meta do* menores pertencenleg
a eompanhia de arttlii.es do arsenal de maiiuha da
Pernamboco, da t|ual trata as inslruccct organi-
satlas na nata de Itoje.
Para o da de Irabalho.
II' n.'t |.
Iteiu/.cs azups 3.
Calcas ditas i.
Camisas brancas Sapalos de cauro, enlrada alia, I par.
Para os dias de guarda.
Conforma o uniforme designado 110 arl. 6' tlu regu-
mriilu da compaiilii.i.
Bou el I.
Jaquela de panno 1.
Calca tle panno azul I.
Hila de brim branro I.
Grvala prela ou lenco I.
Sapalos de muro, entrada alta I par.
Cama.
Cima 011 esleir 1.
Travesseiro I.
Frondas 2.
I.cueoes 5.
Cousas necessarias ao uso diario dos menores na
mesa.
Todos os objeclos absolnlamenle Indltpeoaavait.co-
1110 tonca, loalbas, Irem de rozinha, ele
ve esle senhor que sou brasileo e pernambucano
como elle o he'.' e que lodos devenios ler iguaes di-
reilos J pois bem acabo de recelier pelo paquete
" Paran, entrado domingo t do correnle, oulra
remetaa le bilheles.a qual aconipanba urna bsla fir-
mada pelo ten respectivo Ihesoureiro, fura ni rubri-
cados loco pelo meemo illuslrissiino spnbor adminis-
Itador d.. consulado e n.io obataola estarem isim
romplelat as coi.dicc.3es exigida! na portara,' o se-
nhor Ihesoureiro ainda se nega a rubricar, ditentto-
me na occatiao que os levei, que llie rcqiteresse e
que lir.isse ccrlo de que ja mais os obleria rubri-
cados, pois que ".isso importava antea prejuizo,
ele. dirigi-lhe urna pelicao na forma tob o nuineio
12, c esle seOhor despacha o que se v lambem sob
0 13. chpgar.nn sem ser acompanhados |da relarao' do ll'e-
l'pco a nail seria allenr.lo do cxcelleulissimo se- soureiro por ser de dala posterior a eneornrneoda
nitor presidente :1a provincia para esle negocio, pa- porlaria tle V. Exc. que asim ordenava
ra que S. Exc, fat;a evitar es abusos da parto desle Chrgados esses bilnelet, e, rubricadus pelo admt-
tetihor. Senhores redacloret, queiram dar publici-j nistrador do consulado, os mandou o anpplieanta
lade a e*as toscas lindas proprias tle quem au lem ao tbesuureiro das loteriat da provincia para os ru-
1' '"''f t,e:ron rtejmiiiaa artigo 35 da regulamenlo
ceral de 23 de ,|,r.l de 1854, e earUdgo da thesoura-
rla geral, em como lambem aiii presin banca.
iiosourar.a dai1 loteriat 21 de julhj de 1856.
(Eslava aangoado e telladoK
N. lO.-Illm. Sr. couselbeiVo presiilenle da pro-
vinria.-Anlonio Jos,. Itadr,,,,,,,,. Souzajun.ur vea,
reclamar tle V .Exc. utna providencia argente conlr
a prcpolcncn do li.eeotire.ro da Inieras da provin-
cia, aquelle nao quer rubricar < bilhetes que 0 sop-
plicnnto Ihe remelleu para esto mn e que conttan
dn 'i 1 1111 pulo junio. O suppliraue rom casa de
vender bilhetes de loteras nest,, enlaje, man Ion
por torca do despacho de V. Exc (,e'i;r.-, {'a
sob n. 2. buscar btlbelps no Rio de Janeiro, "pelo que
Rendimenlo do dia 1% 8
dem do dia 9
AS
1%
co'luinedp taciever para o publico.
Sou seu constante leilor e asignanle
Antonio Jo'i- ttodrigites de Soasa Jun'nr.
Recito, !l de agosto de IS.Ifi.
DOCUMENTOS.
Numero I.
.t Decreto .727 dr-20 de /crereim de I8.".(i.
a Providencia sobre a divisao ue bilhetes de loteras.
" llei por bem, de ronformida.le com a minha im-
mediata resolocao de 7 do correnle mez. tomada so-
bre parpeer da scelo dos negocios do imperio do
contelho da esiatio, determinar o tegointe :
Arl. |.a Ha dula deste decreto cm dimito he pro-
hibido aos possuidores de bilbcles de loteras a suh-
divisilo delles em quaesquer fracse.
Art. 2." -omente aos lliosonreiros das loteras
Inspeccao rio arsenal de mariiiha de Pernambueo. ""N" e provincae he permillida a emissau de bi-
~. ..-;.. II._J. .... n ltala. I.....*... 1. kll.._t_. -l_l_._*_______ .
15 dejulhode 1856
Falleceram durante .1 semana :17 pessoas, sendo :
I borneas, 8 multieres, 12 parvuols, livres ; 1 rou-
Iter, j prvulos, escravos
PAGINA AVULSA.
Hilese fracces de hilheles de lotera, na coufor-
midada tos respectivos planos, e das ordens do go-
verno, na rtirlp. e dos presideules nas provincias.
Arl. 3. A venda tos bilbeles, ou sejam inlei-
ros, ou em fracres, que nao lenham sido emdidos
1 pelos Ihtsoureiru* das loteras legalineule concedidas,
; sera punida rom as penas da 3.1 parto do arl. 35 du
1 decreto 11. 357 de 27 de abril de 18i, quando nao
bricar ; mas este a is-11 se neg.i pelos fundamento,
exarados em sua respotla em forma de despacho.
l-.11 trri.ini 1 esses fandjmeulos nao procetlem e nio
passam de mcios moral .ros para impedir que o lup-
plicnie venda os seus bilhetes, causando-lhe assim
um grave prejuizo. A presura., da lianca pelo
consulado nao pote ser exigencia feila pelo Ihesou-
reiro das loteras, porque ettt Ihesoureiro mo he
Uieal daqaella repartirlo, puma vez que o stippli-
ranle moslra os seus bilhetes rubricados pelo consu-
lado he evidente ter enmpride all as suas obriga-
coes. Ka o pode ser o tupplcanto abrigado a apre-
senlar a litla do Ihesoureiro da corle, porque, como
diio esta', essa exigencia foi ordenada posteriormen-
te a piiciimriieii.la do supplicante. Nilo pode ser
o snpplicanle obrigadn a junlar ccrlidilo de haver
pago a imposto, porque o Ihcsnureiro das loteras
da provincia mi lie encarregado da arrecariacu ;
O upplieanto tem colela da sua esa na praca da
Independencia, lojt n. JO. asepsia' na "luja.;.o.
de pagar o imposto, nilu se Ihe pode cnnleslar o di-
reilo de fazer robricar os bilhelps para os pxpor a
venda, sendo que o pagamento do imposto se faz tle
acord com a legislaco de fazemla, e n.lo pelas exi-
gencias do Ihesoureiro das loteras da provincia.
Em urna palavra, rubricados os hilheles pelo con-
sulado, nao Ibes pode negar a rubrica o thesoureiro
las loteras da provincia, e como qualqner prolel-
. 7102
. 5
5471102
DESPACHOS E EXPORTACAo P*lA MESA
DO CONSFf.ADO DKSTA CIDAHE HO IIA
9 UE ACOST DE 1856.
BuPiias-AyresPatacho be.panhol Deseo, aaotja
i\ Comparihia, 1:1 barricas assurar branco,
LisboaItri.uc porlocaez aGamlanlra, 1'homir rio
Aqmoo l-ODseca ,\ J-'ilho, .VI saceos aaeacar atas
evado.
Porlo--|lrig0e porluguez nTrovador... diversas ear-
regtdoret, 11,7 saceos e l barrica assucar branca.
xportacao .
Kio da Prala, escuna hrasilcir.t /.elota, de III
dele .ntl barrtc, e 80 mei dita, ..sacar.
Iih.a patl.aho.e brasilero Doas Amigo.,, dr
III. louPlala. conduzto .t,uinie _, ^^ ^
de Boaba, .lU'.l saccat milho
Araca.v dt.ile bra.tleiro ..Exalac,., re 37 fono.
ea?^u"e,r"r,'"t",,et1"n" : ~ -"' "'"" R"CT"
ettr.uice.ro, 6 ditos ditos narionaet
I ton U,ns";',.h!a,e l,r*""r0 ">oro OM"!."*-,
' c ix,t reT'i V:.?RU'n,e : ? "Sa. ch.,
K l, l h!. Z'."' m ba,r,c"1 f"'nl de Inga
Kbi.bKl-.li.KiA K rKNUA, ,p,rEKr)"?*.;
I AES DE PKKNAMBI.O
Handimen o ,l nia a ""
dem do da :t .... n.iiijjii, i
........I:I7:wi
MMgM
Ket'diiiieolo do da I a\
dem do di. O
IfcMaVM
.iiittjeca
se julgue ernne tle eslelionalo. a vista da disposicao
do n. i do arl. 2II do cot, criminal.
tetto extraordinaria da cmara municipal Arl. i."Na C'irle.os bilbel deloleriassii poderao
de tt; ilo passado mez de julho,um dos dignos mem- ser vendidos nos escripturius dos thesoureiros, ou Bat f mj ne-of' d'sla ordem de de graves prejuizos.
brosdacommissanile edlicatao, oSr. Oliveira.de- casas por elles riflerminadas. sob sua imme lala res-[s,e ludo o0 caso n qnesiao em que deve estar
clarouque segundo as intormaret que colbera, pontabilidade, lirandoappliraveis aos infractores des- ^'"""a a chegada da lisia dos premios, o sup-
erara infundados os boatos de se acbarem arruinadas I d|tpoai(ia as penas do arligo anlecedenle. i P.llcan,e Pde a\. Exc. dignp-se de dar providen-
alcuinas das catas a que se lem referido a nussa Arl. o.e Ficam revogadas quaesquer disposicf.es
l agina. Queremos crr, qoe assim seja eonlladoa em contraria.
uat bas inlormaeoes, que colbera o Sr. Oliveira, '-"iz Pedreira do Cont Ferraz, do met couselho.
mal enmpre-nos diier mu respetosamente, que a minislro e secretorio de estado dos negocios do in-
cas, da rna \elba da Boa-Villa, a da praciuha do \ perio, assim o lenha entendido e faca execular.
I.lvrameoto, e da ra do Araglo etc., foram exa-I a Palacio do Kio de Janeiro em 90 de fevereiro de
minadas e rerotiltecidasdesaprumadas e tanto I8.ili, Irigesimo quinto da independencia e do im-
qtie urna se acha demudado, a Boira escorada, e se peno.Com a rubrica ,le S. M. o Imperador. Lu- |, ser conhecida essa ordem da presidencia
Ferraz.Conforme Fausto Au- VSS* do 80ve""> de ''""
cas urgentes e afllctcea pata o lim de serem rubrica-
dos os bilhetesE K M.
Eslava assicnado e sellado;.
N. II.O supplicanle deve aprcsenlar ccrtiiSn
do confutado de ter pagoomposlo provincial, mas
nao pode ser obrigado a aprcsenlar a listo do Ihe-
soureiro das loteras do Rio, porque nilo havia lem-
alaotnas anda seconseivam cm p he porque lieos i Pedreira do Cont .
he PAi de Misericordia ; pelo que a /'asi/iojonli- gotlo de Aguiar. Contarme Francisco Lucio de
nuarit a ir apuntando aquellas quo forcm sspcilas Ca'lro.
de estar docnles, einbor.t era alguns exames sejam N. 4.Diz Antonio Jota Rodrigad de Souza Jn-
abslcidas. olor, com casas para vender bilhetes d ts loteras de
Como houvesse um trocadilho na composijao I oulras provincias, para o. que paga o impcslo de
dtttgoinle noticia em nossa fagina de !) do cor- I:200j000 rs. porcada casa, conforme a respectiva
rento, be mister da-la novaidnie : ei-la. colela, que acaban tle chegar-lhe prlo vapor fraa-
" yuaado. fallamos nos professt.res de prmei- e* Cadtu- diversos bilhetes da lotera (i a beneli-
rat lellraa que di/em lea, Iciadn ele, nem por pen- c,n ''o recolhimeiilo de Sanla-l'hereza, da corle, sen-
timiento nos referimos a petsoa alguma, principal- ; do 50 hilheles, 150 meiose 100 qoarlos, os qnaes to-
mento ao Sr. tt.... em quem sinceramente reconbe- dot te achara rubricados e enjillidos pelo respectivo
mos as babililaces e nlelligencia para um bnm e Ihesouieiro Joao Pedio ta Veiga.
melhodico prof.-ssor ; pelo amor de Dos nilo qiiei-l Acontece, porem, que consto ao supplicanle pre-
ran a martello entrar nos segredos dos nosstu pen- lnder-ta pdr eslorvo venda desses btlhples, meios
smenlos. A proposito. Em algumas villas, alias quera! a pretexto de ser prohibida pelo decreto
populosas e coinrr.erciaes do nutsu centro, ilizem, 1. 1727 de 20 de fevereiro do correnle anuo,
lallar escolas de primeiras ledras para o sexo femi- Entretanto, parece ao supplicanle que esse decre-
ntno ; havendo tanta carencia dellas ; Garanhnni Ilo ''< l"m ciato, e que neubuma dovida pude haver
por exemplo, que nilo esla boje no numero dessas respeilo de sua Mira e espirito, sendo que tilda
villa esquecidas e barbarescas, nlo lem urna aula i parece aulnrsar tenellianto prohibiego.
para meninas, e havendo lanas que apezar de po- I E de tollo o derrelo referido consta".!. cinco arli-
bres merecem ao menos recebrr estas tinturas pri- i $"*< a* quacs o |. prohibe aos possuidores de bilbe-
marias da lingua verncula, alim tle que lulo ftqiieni
na crassa e supina ignorancia do que dizem ; fui
umesquecimeniobtm nolavel da nossa exctllcnlis-
sima represenlacao provincial, (mas que suppomos
emeudar.-i esse esquecimenlo na futura sessao. lie
incrivcl pnder-se ajuizar da ignorancia que reina
pelos nossos sertes, muita vez a falla .de urna es-
cola para esleou aquelle sexo, devendo"ser sem du-
nda um dos primeiros cuidados dos nossos legisla-
dores promover quanlo ser possa ainstruccao do po-
vo, salvo se por povo so se entende o das villas pr-
ximas a capilal ou da mesma capital.
Consta-nos que o Sr. delegado de Caranbtius,
0 subdelegado de S. liento, capitno Camitao, e o al-
feres Ribeiro. qtiereudo apressar sua viagem, dei-
xaram o combov oa Victoria entregue a pessoas se-
guras que os acoinpauharatii, c seguiram etcoteiros
aos seus destinos, porque to contrario nao rbega-
riam Uta cedo sendo abas lao neccss..rias as suas pre-
sencas nesses lugares.
-- O Sr cirurgtao Pinto fez na quinla-feira pas-
sada em Custodio tle tal, ollcial de oarives oa ra
de Hurla,a operacao da er-romia dos orga, sexuaes,
proveniente d plepha.ili.ise., que desde longo lem-
po padeca, resultan.lo dessa melindrosa operacao ti-
rar-sc do paciente 14 libras de carne I Assisltram
ns Srs. llrs. Padilha, e llamos. Viola e lanas npe-
racet tiesto genero tem feito o Sr. Pinto, sem qne
iienliiima livetse lun resultado ; he muila pericia,
he muila felicdiide .'
Continuara os exames de cotilas no nono ba-
talho.radiidadot proceder pelo Sr. m.jor coramun-
danle com a maior minuciostdade e zeto possiveis, e
bem assim na Ihesourana. Dizem-not qne foram
encontrados cnlre os papis do altores qoarlel-
meslre em ausencia, alguma cousa que nao far.i
cerlamento hom cabello a alguem, o que he
cerlo he que se o digno cuinmandanle nao he quem
he, lalvez que d'aqui mais a alguns mezes o eslado
tvesse um enorme prejuizo ; diversas commistes
esiao era Irabalbos de verilicaco de conlas e ainda
nao he apparerido o quarlel-meslre !
i llouvc bontem urna partida no leercio Mili-
tar, dada pelos Srs. olliciaes do segundo balallrao de
infatuara ; estove brilhante em todos os tenlidos.
Havendo boa musir, familias escolladas, anima-
iio. honestiriade, ausencia tle pedantismos, fuga de
des/rucies, e morle dos laes pataciamsmoi, onde o,
Camalen d.lo largas a ludo quanlo ha de mais en-
joahvu.... tima reunan sempre he agradavel.
As recomidas da Gloria preparam-se com suas
novenas bem sodriveis a festejar a Immaculada
v irgem da doria.
Breve iremos ra da Moada.desejamos v-la;
sim, senhor.
Acha-se a frenle da polica da fregnezia de S.
1 re Pedro l.onralves oSr. major Francisco de Mi-
randa I.eal Seve. Auguramos bem de sua admi-
nislracao policial, petos precedentes de S. S. e por
seus mcrecimentus pessoaes.
Hospital da raridado 8 de agosto73 docnles.
9 7i a
Al amanhaa.
ozte$ptmbtncia%
Sr, rcrfactorc-.Nascido nesla cidade do Kccife,
e costumadu desde 1851, a negociar cm bilhelet
de loteras, da corle e dpsta provincia, na qualidade
de caulebsla. para o que havia pretlado as competen-
tes baiicas a loeaoorari. geral, e provincial, liran-
dti i. alu nm lucro para minha subsistencia e de mi-
nha familia, acontece que em 20 tle fevereiro do cor-
renle ano, b-ixa o governu o decreto sob documen-
to n. 1. e claro eslava que esse decreto nao merina
com a yenda dos bilbeles da corle nas provincias;
apprnv.unaii.lo se porem o dia em que eu devia com-
prar ao senhor Ihesoureiro das lolerias. cerca de 5 a
b cont de rcis tto bilbeles que, como coslumava.
desmaticb.iva era caulelas.julgtiei conveniente me en-
tender com o Sr. Paiva Teneira ex-cheto de polica,
aura de a visla de tal decrelo.me asseaurar se eu po-
da ou mi continuar como cautel'nla, vislo que a
nao ser permilljdo conl.t alguma me lana coninrsr
' para nilo fazer caulelas delles, o Sr
esses bilbeles
les a subdivi-ao destes em fracqes ; o 2. sti permu-
te aos thesoureiros das loteras jer.tc e provinciaes
a emissiio de bilbeles e fracces ; o :!." pune a venda
de bilbeles e fracees quamln nilo emtllidos pelo Ihe-
soureiro, e o }." he concebido nos seguinles tormo :
Na Sirle, os bilhetes de lolerias >n nodera.. ser
tt vendidas nos escriplorios dos Ibesoiiretros, ou nas
casas por elles determinadas, sob sua imraediala
o responsabilidade, /cando applicaceis aos infrac -
a ilesln disposii-ilo as nenas do arligo antecedente.
He evidente que esta detoimiiiaeao do arl. i. do
derrelo he especial enre, c uenhuma applicac.i.0
potle ler as prorincias, que a respeilo das transac-
c.iis desta natureza te devem regular pela legislaco
provincial ; pois que a venda de hilheles he eCg0'Cio
licilo. .
Mesmo uo podia ler o governo cm vista,
nas praviana a venda de laes bilhelet por q .
petsnit, porque seria tlillicullar-lhes a cxlrac.ioe
rar ns Ibesotireirot na cirie com o Iribalhu" inai
de torem casas nas provincias sob sua resoo;uao.
dade.
E-sa inlerprelac.lo fern ainda de frenle as renda-
provinciaes, que pereebam O imposto de 1:200?1IO(
por caria casa datlioad. venda dos referidos bilbe-
les. Nilo ha por lauto razan alguma p.ra qae o gil.
i." especial ti corle c estrnda tamben i provincia
e nem retolve* a qupsiflo o Bnm. prpsidenle d
provincia quan lo om sea aflicto de 21 de abril ai
thesoureiro das lolerias tle Ir, provincia, publicado no
Diario de. Pernambueo, declaran que os bilbeles
das Pilona- da corto s poderiam ser aqui vendidos
na forma dn arl. 1. do diado decreto, com o que
nlo atlianlou idea alguma. Ora. na havendo lei al-
guma que prohiba a vetilla de bilhetes da corle nas
provincias, e sendo tur. crime punido pelo arligo 180
do cdigo pem.1 impedir que alguem faca o que a
le permuto, ionio miraoc.in do arl. 179 5.1- da
Conttllniylo do Imperio.
A' lata do ponderado,espera n reqner o supplican-
le que V. S.a Ihe permuta ou declare nao obstar as
vendas dos bilhetes cima referidos,qoe u supplican-
le recebeu da corle.
P. a V. S. se digne Ihe delirir na forma requeri-
da.E R. Me. H
(Eslii assigna.to e sellado.)
N. 3.Illm. SrO arl. i do decreto n. 1727 tle
20 de fevereiro me parece que nao permute aqu
particulares venderem bilhelet tto Kio, senao sendo
comictonados pelos respectivos thctntireros, senrioel-
les comicionados nao os podem vender por mais do
valor declarado nos mesmo bilhetes porque eniao fe-
riamos os thesoureiros vendendo bilbeles pormaisde
seu.valor, o que a lei nao permute; mas como o sup-
plicanle alegue ter pago o imposto de 1:2003000 por
cada casa que ende seus bilhetes al jutiho, me pa-
rece que pode-se permiilir que elle al a dala em
que ja esla pago o imposto, os va vendendo, para
com esla prolnbicao au jofrer lamanho prejuizo.
Eis o que me oflerece informar a V. S. sobre a
preleocao do supplicanle, entretanto V. S.' mandar
como julgar dcjusli^a.
Dos guarde a V. S.a. Ihesouraria das lolerias2ti
de abril de 1856Illm. Sr. llr. I.uiz Carlos de Pal-
va i'eixeira, dicnistimo Cheto de polica.
(Esta assignadn e sellado.,
N. i.Em vista da informarao do Ihpsoureiro das
loteras da provincia, e disposlo no .ir*, i. to de-
creto n. 1727 de 20 de fevereiro do correnle anno.
nao lem lugar a preleucaodo snpplicanle, que deve-
ru licar cerln de u3o poder vender bilbeles das lo-
lerias da corle, sob pena de serem apprehendidos os
bilbeles processado o supplicanle na forma do de-
creto de 27 de abril tic I8, que refere-se o de
20 de fevereiro do correnle auno.
Secretaria de polica de Pernambueo 2(i de abril
Je 1856.
vEsli. assignado e sellado.'
N. 5.Illm. e Exm. Sr. cnnselheiro presidente
da provincia.Antonio Jos Kodrigues de Souza
Jnior recorre para \. Exc. do despacho proferido
pelo llr. chefe de poliia na pelicao junla, purquan-
lo paga o supplicanle um imposto por de mais gra-
voso para ler casa de vender bilhelet d lo-
lerias tic oulras provincia, em virlutle da lei pro-
vincial, e o arl. 4.- do decreto 0. 1727 de 20 de
lumnico :',l de tull
de 1856.
(Assignado Sergio de Macedo.
W. 12.Antonia Jote Rodrigues de Souza J-
nior, con. casa de vender bilhetes de lolerias na pra-
ca da Independencia, em sua loja n. 10, precisa
que o Sr. thesnureiro das lolerias da provincia llie
rubrique os bilbeles cernante, daarelaes juntos,
visto se acharem rubricados pelo administrador do
consulado e estarem acompanhados das respectivas
rclaces assignadas pelo Ib-snurciro da corle.
Recito h de agosto de 1850.
(Eslava assignado e sllalo .
N. 13.O tupplicauto prove juntando o jornal
era que foii annooejad. a venda, e designado o dia
da exlraeco da Mara, riij.s hilheles quer que se-
jam rubricados, para que vista do annunco do Ihe-
soureiro da lotera se prove em romo M bilbeles qne
o supplicanle aprsenla para serem rubricados com-
prados em dala de 20 do prnximo passado eslavam
legalmenle a venda, e nlo foram vendidos, ao seu
correspondente, autos de cvlrahid urna oulra lote-
ra, visto nao ser pernillido a nm mesmo thesoureiru
vender duas lolerias conjuntamente.
Ihesouraria das loteras, li de agosto de 1850.
Oliceira.
Srs. redactores. Lendo a caria do seu digno cor-
respoiirienle rio Bonito publicada no seu Diario n.
185 de 5 rio correnle, n.lo passo furlar-me ao u, ,/e-
rinso dever de render-lbe nm voto de agradec! ito
pla maneira honrosa, porque fallou de >"n talle-
cido mano o Dr. Manuel Rodrigues Pitheiro.
Ouando o escriplor publico, que pes.i na halan-*
da juslica as arenes dos homer.s, e I he da o mu
recido valor, elogia aquelle que ja nao existo, e nao
pode prori gali-ar favores, nlo se pode dtzer que he
a lisonja, a adulacao ou a tlependencia, que o levan
a tima lal Mclargcge, be sim u ** imperiosa da sa
consejera"1- bco'c.-tio da verdade, que diricio a
peona, e lie adqutre assim iocontestavel direilo
rslima do publico.o a gratulan daqutlies sobre que
rabera seus louvores unparciaes.
Receba,pois, o Sr. rorrcspondenle do Bonito e-tas
it.dat toscas expreiet, como um leslcmunho so-
mne do meo reconhecimenlo e urna eonlissao pu-
lir da minha cierna gralidlo.
Francisco Rodrigue* rinheiro.
Recito,!) de aparto de ISt.
Senhores redactores. Aproxitnandc-se as elei-
.ties de creadores da cmara municipal, rogo .
Vmcs. do publirai a spguiule lisia cunslamc de ne-
mes bemeonhecidos netta capilal por sua inriependen-
val de carcter e servicos prestados a causa publi-
ca, requisitos necessarios para o hom desempcnhojde
semelhanle cargo.
O rotante de Santa Amonio
Os Srs. Tenenle-corutiel Manoel Joaquim do liego e
Albuquerquc.
Tenenle-coronel Joaquim Lucio Monleiroda
Franca.
Capillo Lu/ Francisco de Barros llego.
Major Antonio Jos de Oliveira.
Brigatleiro Joaquim Bernardo l-'igueiredo.
Negociante Anlonin da Costa Reg Monteiro.
Padre Francisco Prixolo Hitarle.
Tenenle-coronel Francisco I.uiz Maciel ViatWO.
llr. Ignacio Werv da Fuuseca.
CORREKi. aaataajat
Rciidimeulo apurado no mez de julha do
correnle anuo........ r*57*l I
O ad m i lustrador,'
A. J. Gomes do Coerci.
Cambias
Aleudan
J3iibticc.D i pi-!>i^.).
Paiva Tuxeira me respondeu que podia continuar fevereiro s.i se refere a' corle, e nenliuma applica-
como caulebsla, porem que iicasse cu cerln de que I '.''" Iem as provincias.
nao poda vender bilbeles delolenas da corle, pois i A listo, vem requerer o supplicanle a V '
que M venda em as lujas da Praca da Independen- Exc. digne-se de declarar por seu respeilavel des-
cia ns. i, 1:, J.-, t U), que para isso eslavam collec-' P;lcll improcedencia do Dr. chefe de polica, que
ladas em 1:200.^)00 par cada urna, imposto esto an- l,or "ma inlerpretacga foroda, cansa um prejuizo as
nuall.a vista de nina lal declaraclo do Sr. Paiva ; rendas da provincia, infr'mgc a const. rio imp. pro-
leixeira.lhcenderecei ura rcqueiimenlocomo se v. | htbtndo um arto licilo que a lei nao prohibi,
documento n. 2, o qual leve por despacho.Infor-1 a*, a V. Exc, ihe delira na forma requerida.
me o Sr. Ihesoureiro tas loteras da provinciaro-
mo que se u Sr. Ihesoureiro das loteriat devtssn en-
tender mais^do que cito,) coja inf .ranlo se v sob
,r E R. M.
'Lslava assignado p sallado .
N. (i.Pode o fupplicanlc expnr a venda bilbeles
o numero :!, e a vista desla inforinaeno deu o despa- I ne '"tortas da corto e de oulras provincias, urna vez
chosobn. ; recorr desle despacho para o F.xm. i Sr. prtsidento dj provincia x> Sr. Jo-e Beoto, docu- provincial 0, 361 de 8 de marco de 1855
declarar-lha que leudo sido aflecla ao governo' im-
perial a i.eccsti.lade de crear-te tima eompanhia de
arbitres oeatb arsenal, a qual devetao pertencer os
raenuret que por desvalidos se lera mandado admil-
lir nelle, cjiuvcm aguardar a decitao do memo!
goveinapar cm vista della provttlenciar-so sobre!
o que \ me. teqoiaila m ditos odicins enlrelanlo I
pode essa intbectori. adoptar as providencias com-
prehendidas nas inslruccoes de q-ic Iralam os mes-
tnos ollicios, as que nic-iu absolulataenle necessarias
para regalansai, tanto o fornecimenlo de genero i
para suslcnld dos dito, menores, rumo o eusilio e i
iraoallios a quo ttovem ser ellet applicados.
Heos guarde a Vmc. Assignado, SeroioTe.reira !
n ced0*' inspector to arsenal ,|e mari-
N. I.
Oda o loriiecimenlo tle gneros para o
llar e rea dos menores perUocenlet a
dearlibctt o, da qoal irala o arl. *J.- das intime.
lunadas ucsla dato.
cu monto d. 5. esle seiihur, 'coinu se diz deituu utna
podra em cima.que por mais vezes que mandaue ver
o requerimenlo se eslava despachado, nunca o pude
ilcanrar afin.il, he despachado pelo actual presidente
o Lim. Sr. Sergio, na forma sol. o n. (; avista ties-
to despacho mandri pelo primero vapor qoe d'aqui
parti [relo que o ti Piralininga ; vir 25 bilhelet,
150 meios e 400 quartot; d'abi a alguns dias aparece
Palacio to govetnode Pernambueo 25
de 185/1.
ile jutiho
Eslava assignado c sellado
N. 7.o presidente da provincia iitierendo evitar
as fraades que se podem dar e Ic.n dado na venda
de hilheles de lolerias que vem da enre, e tto oulras
provincias, ordena que laes hilheles c suas fracees
nilo sejam aqu exposlm a venda sem estarem rtiiiri-
.h.f: ilreS,:'en,' 'I'1 ''O.nos'cados pelo administrador do consulado provincial c
oulro d,a remelli-M au Sr. theso.ireiri. das loler .arla con,ei.Mtom.nknj^hfaSiJa.nntaS
desla pravii.ca, alim de receberem a rubrica do di- luneeionarios. ro"f'do, por aquelles tluus
Tabella rega
almoeo, ia
eompanhia
Pcrnamhii
cues confci
Po 1|.
Cato I |ill
Assucar l|ln
F.irinlia Iptll
Feijao l|M>
Arroz 1|0tl.
Carne verde
Hila seca i|i
Baralho 1|'i
I "iicinlni l|l,
Areile doce 1
rduras,
Almoco
Juntar.
:
libra.
lo senhor, indo acompaohndot de un ollicio. redigi-
do sol o ti
como era seu
lonria lat c
tes ja couti
e por isto claro eslava que eu all havia salistoilu lu-
das aicoiidiroes precisa despacha o meo ollicio do
modo sobo n. 9, recorr tiesto despacho Ilegal p ar-
bitraria paia o Etm. Sr. presdeme da
Sendo a venda dos bilbeles sojeila a um imposto
.8; a este tenhor em vez da o. rubricar provincial, nao poderao e p,X i vend "a Ut
eu davar.a v.sla da portara de sua exrcl- casas que o liverem pago.-slrgio ie^e,r, de M
elarameole eipreM, v to que os bill.e- ce to.-Canlor.ne-Anto..i i.eiie ailCh._c2l
^JJ^+SSej***""' r""I'--' ri Aoton l4r,c^ra al ^nnal
cacao. er'Cra da A"n"-
N 8 -Illm. Sr -Remello a V. S. 35 bilhelet in-
le.ros, I..0 meios hilheles e OO qg.rlot sendo lodos
l|2.
H t Oj\
L
,ali|ucir.'
10. .
(recua.
libra.
nio.li 11
i., cm 30 meios bilhelet, e 107 quarlus que me l- i lieos guarde a V S Illm
carra por vender, Ion as despetai: anda assim nao nio de Oliveira, llicsoureiru
lira satisretlo com esto mal que me (cm feito. estad, j vinria.
otilrosembaracos a por-me, alim de conseguir sem-
pre o neos prejuizos, e com elle azttar-me, e dei-
tand.i-me fura, desla serle, desle meio de vida, pelo
qual a lei me faculto, e pago um pesado imposto de
1:200.300o, como cima digo.
E qu? direilo lem o sentar thesour.irn dan lole-
rias, atrnpelamto a lei, etigindo o que nio pode em
a:;iro descoromuDalraenle i-.,-?,- rite laolo mal.' o',n
Sr.
das
Francisco Anlo-
loleriaa da pro-
Recito 21 tle julho de 1856.
Eflava attagaado e sellad.. .
N. !l.O upplicanle prest- lianca a mesa do con-
sulado, como fez o Sr. Jos Euzebio da Silva, vitlo
nao apreteolar a lisia .signad, pelo respectivo ihe-
soureiro, como determina a portara rio Eim Sr
presdante, |jnr.ta carlidao coma paonn impo'to
proiincial.comdecljracaodacaiaemqii NPud.oidi.
Urna lagrima sobre o tumtilo da/E\m.a
Sr.' I). A111111 Francitea de Paula Fer-
reira, dedicada ao seu ger-ro o cafilao
Francisco da Cliajjas Cavalcanti de Al-
HUquerque.
Morle... morle, i/uanto es cruel'.
*
Mais urna vida preciosa yaba a negra Parca de
roubar a exislencia terrestre, que Ha dignamcnle
era preenchida por ella.
No da 1 rio correnle, nrgimhiu a lerrivcl moles-
lia, qne a llagellava, ha obra de Iret anuos, a Kvm.
Sr.-' I). Auna Francisca de Paula Ferreira, vtuv.
do itosso sempre chorado amigo o coronel Domingos
Atlanta Ferreira Copohre.
Victima em lo longo esparn da mais cruel en-
fermidade. a ponto de nao levantar-te mais do leito
nesles ollimot seis mezes, supporlou sempre tama-
nhns marlv lint cor.i evangclicit restgnarao ale o ul-
limo suspiro !
No tlecurso de 51 annos que, como o anjo da pie-
dade, peregrinou por este valle de lagrimas, fui sua
vitla um compendio tto virtudes que edilicava a
lodos.
Boa esposa, dedicada mili, c venia le.1.1 lilha da
religi.lo do Crucificado, nunca falln aos devore- in-
herentes a essat qualdades, que lano mais se o-
lenlavara brilbatilcrquanto a occasio as solicilava.
E sua tllustre familia jaz hoje imersa no pran-
lo e ua dor, com o nico lenitivo, porem, da con-
vieco de que as virludes da illuslre tinada .tenia
exalcarrs ante o Iltrono do Altissimo : a quem nada
be occullo, a quem erinet e virtudes nlo sao daa-
conhcctrlot e nem aferidus igualmenle.
Ja no vive a Exm.- Sr. I). Anna Francisca de
Paula Ferreira... sua alma voou mancan celesle em
dr 1 nanita do premio, qoe n'essa vida ri'alemtmu-
lo he concedido aos bous !...
Perrieu cerlamento a torra um mortal, roas ga-
nhou n co mais um justo, para o ornamento da
choro que decanto nas alturas as glorias do Senhor.
E adram-.-e 05 ecos a sua alma, como feclion-se a
Ierra sodre teus rastel morlaes. 'II
it***^tt*t*wktmmk\^akmmmk^mtmKmtmwmm
CAMBIOS.
Sodre Londres, 27 d. por 15.
t Paria, :5rill rs. por f.
Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, l|2 a I por 0|<) a 15 e 30 dias.
Accftes do Banco, :I5 0|0 de premio.
Acces da eompanhia tle Beberibe. 541000
Arenes da eompanhia Perunmbucaua au par.
a 111 inial,idot.t.52 por ', de premio.
o t. da estrada de Ierro 30 por 0|Q de premio
sobre a entrada.
Ditcoota de leltras, de 7 a II por 0|q.
(juro.Oneas hespanholas. 289 285500
Mneda de 6fl00 velhas .... HIt"ii
> ficii(M) novas .... IbXggl
i;lKHl.......Ojlggl
Prala.Palacet brasileos......29000
Pesos 1 o:.1 miiar -......25O0
mexicanos....... I|SM
ALKANOKtiA.
Rendimenlo dn dia I a.....IIO:7IK'^!l2s
Id.tn do dia '.1........ 2799g78l
l3ttKJ96sr7t2
. Dcsrarregam hn;e II de agosto.
lu-.ie hunoveriiiiioMirandainirradorias.
Briguo porluguezSoberanadiversos gneros.
Rrigue porluguezHom Swccssoa reste.
Polaca bespanholaJireridapipas de vinbn.
Brigtie fraucezlimamercadura.
Patacho inglczfito-ide--pecas de torro e madeira.
oONSULAD RAL.
Rendimenlo dn .da 1 a x II V".i~ll.:
dem do dia II....... 3371M7
i RACA DO RECIPE !t l>F. ACOST lE Bal
AS :) HORAS DA TARDE.
lerista semanal.
O pouco que se lem feito sobie
Londres [regnlaa de 27 Iri a 87
d- por l, sendo c primero ron -
Ira riinhe.rn de conlotto, p o se-
gundo com prazo ; e sobre P.rn
a > rs. por fr. e de 9>i 100 por
100 de premio sobre Lisboa.
---------Entraran 100 saeca.. que tor.m
vendidas rie I3200 a i.-Km por r-
roba e tom sido proeur.de.
Assucar----------Smenle enlr.ram 12.53 .arcos, e
pouco se vendeu para eiparla. o,
P'-r nao haver, poit o que entona
nouco excede do coatano. Ot pre-
;os soitouiaram-ta de .'SJfiflO a Ij.
'"IJ dnhnco, e de 25000
.. a 2-silOO pelo maaravado.
Lourt.s-------------Venderam-t. de 200 210 rs. por
, "" dus seceos salgados.
Agurdenle- Anda he procurad, de 90S v
por pipa.
*rrof:......Na lm melhor.de de proco.
Baoalhiio---------Nao ehegoo Mrrwameolortirem:
relalhou-se de I7Vi00 a 1K/iw
barric.e lctramemior 1,2UUbar-
rica.
Barricas valias Venderm-se tle 900 a IJ at le-
!f"!f*> e de 800 a 960 rs.
abatida.
Btlatas------------dem de 2 a:% por arroba.
Chumbo---------O de mtitncan regado de 23 a
-1? por quintal. n |en1 de ftt
a 22J. eem barra de-JH a 219.
Cariiesacca- \endeu-to urna parta, ordinaria
a preco collu, a a regalar da
..MOO SfjW por arroba ; hun-
do em ^r 11,000 arrobas do Rio
t.ranle do Sol.
F.rinliadelrigo- Toeoo no porto um carregamenln
de Nc-Orlens, qoe teguio para
. o tul, porm dncirraenu raclxle
do que chegon a semana anteceden-
to, que eslava oderiso, lendo de
seguir com o reto para e mesmo
destino. Eiislein em ser 7,000 bar-
ricas, e rpialhou-se a 218 por bar-
^*^ re. rie Philadelphia e Ceoova.
. 213 a lletpauhnla. 27c? a de Rirb-
,. 1 moiid, e 2!t| de Trieste.
Ula tto mau.liocatCoiitiiioa pueo procurada, lendo-
te vendida de 25800 a SaJOll po.
.. saeca.
S*-------------"' P00 he procurado.
'Htnleiia---------A ingleza vendeu te de 700 8O
r. por libra ; e os importadme
11 ,, loerera 500 r.. peto toancea. nova.
D-,cont- U% d-naov^ dinheiro o,
r rebate. -sTTitode 7jlH
.. a nno. W
l-i Mes-------------Nadan* fez em frel.raealev
locou nonotto iwrtt; alera do vapor Paran' ,.-,
navio com fannha de Irigo e onlro con .rroT
fcntraram : 0 com car.egamcolo eoror^t 1 h
eabotagen e 2 par. fechar o carregamemo^ d"
sahtrain : (> com gneros do paiz par. naizes a.
lr=os. 5 de cah,,.gem &&.
Exislem no parle .19 embtretcoes. a taber
americanas. 20 bra.....ra-, 2 r.ncea; I haitovW
n. J hespanholas, :. igler.s, 7 p\
n,h '."""'^ *aniio* no dia 9.
Aracaly-llialebrf deiro Ex.l.^o. neslr. JeJ.
Rodrigue, d. Ainie.da, carg. faienda, 7L, 7,
ero.. Passage.ro, J Ra>n,.,nd de t"A"lh
>ario entrado n dim 10 ""m
loL!* hU!"! hcr,Mleiro -'ido., de
loneladas, metlre Etlaeio Mendes da Silv.
eqo.p,gera i, carga con ra, e ma.s gem^rot ,
ntmb'uco M' Hnmn ,0 dePer-
u i. A.?f '"* 0*Wm Baanjoj dia.
.M11r.111l1.111ltale brasilero Novo Ohnda mailr.
Custodio Jos Viatina. car^a fartnha de tr'igo
Rio da1 Pralaetenna branle.ra /elaa, canilo
Adelino Klpuliu Pnho, carg. atiucar a aoxur-
deale. *>
^-lCSa
M-.'l.>1IS0
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em eumprimento da le, manda por a rooeurao o lu-
gar vago de segundo cscripturarto d* conudon. da
mesma Ihesouraria, o qual 1er.1 logar no du 15 rie
seiembro prximo fuluro ; devendo 01 pretendenle-
serem examiuados na gramm.tica da lingu. nacional:
escr.pttiracao por partidas dobrada., arilhmtliei e
suas applicacei, rom espectalidade a redocraa de
motidas, petos e medida,; ao calclo de desead? a
joros simples e compuslos ; sendo preirriries es aee
liverem boa lelra c souberem liugu.t ttlrangeir.s
Os pretndeme deverao apreseolar seus reaceri-
meulos na mesma Ihesouraria cum cerlidiio, cm tina
provem serem maiores de 20 anuos.
E p.ra que ehegue ao ronheciroenlo dos inlerein-
itos, se mandou atli.ar o prsenle e publicar peto
l'lall 1.
Secretoria da Ihesouraria provincial de Periure-
huco 7 de agosto de I8.16.O tecrelario, A. F. d'Aa-
nunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesooraria provincial
cm cumprimenlo da urdem dn Exm. Sr. presidrnl
da provincia, manda fazer puhlico.qne ao dia 2K n
crreme, peranlc a junla da fazenda da mesma Ihe-
sotiraria, te lude arrematar a qnem por menos |in
a obra do rrbaixamcnlo da ladeira rio 2ti- lan.-,, da
c.Irada d \ irloria, avhala rni 2:7609.
\t pctoasquese propozrrcm .esta trremal n-in
comparecam na sal das sestoes da mesm. juou'no
rita cima declarad*>w|o rjitiu da compelen (emente
ll.lilllladis. 1 c
A arremalacao seta' feila na' forma d. lei nrovio
cial n. .11.1 de 15 de malo de 1854, e tdh ai clan.-"
las etpectaei abara copi.d.s. V ""**""
E para cettttar se mandou ilitar o nrcsrmto o.
blicar pelo Diario. i-J.c e p-
Secretoria d. Ibesourari. prminei.l de Pernam
lineo 1 de agosto di- 1X5ti. O errr,i..
Ferreir. d'Annonctaca. er,o, Aal.aio
Clausulas especiaet para a .rreoial.rao.
1. O rebatxamentu d. ladeira doeWa toara sera
fciln de cot.tormiiladP com o. pcrll. e orT.nni.^
provado pela directori, ero con||,o, e ar*tsoUdn
a approva. ao rio F.xm. Sr. pretidento tlproVmeta
na importancia de 2:760>. '^a
1 "hi .f r.rCn'3',"-e f0""^'' o irabalho no pr.z.
r concluir' ne de qualro mciet, contado,
na forma rio regulamenlo.
:i.' O pagamento sera'" feito em duas prclac-es
igoaet, sendo urna quando l.auver sido f,ii melade
dos irahallius, c a oulra no lim d.a obras.
1." I ara ludo o mais que nao val determinado na-
prsenles clausulas e 11.. neanli sesair-se-lia
que diipe a le n. 280.
Conrormc 0 screlario. A. F. d'Aon.nciarao
0 Dr. Jusc (luiiilmo de lastro Lele, jmz m.nici'p.l
do tormo oela cidade de Oteada, par S. M. o Im-
perador, que Oros guarde, ele.
Faz saber que pelo Dr. juiz rie direilo ,1. ..8an.
ti* vara da comarca dn Recito, Alex.odre BernaVrii-
n dus Itois e Silva, lite fni rommunieado haver de-
signado o dia ~S* do mez de agosto futuro, netas lo
doras da maudaa, par abrir primeira sessa* di.
jurv, que Irabalhara' cm ritas ronspculivos. e aap
havendo piocedido ao torlrio por torr.. do .rlige I-
do regulamenlo numero 120 de til de tanc. dr
1812, dos IS jurados que lem de ervir na mesm ,
sessa... en eonformidade do arligo :I28 do rec cu.'
do, foram torteados c designados os cidadaos seguin-
Ficgnezia de S. Pedro JUarlA
Major Salvador llenrique de Albuqutroioe
Jn. Roberto dn Espirito Santo. W^'
Cosme Flix Coireia da Mello.
1 enenle Jos Eoilaqoio Maciel Mooleiro
Dr. Domingos Soria.io Fcroaadr-s Sotre. '
ifuentoriiriflorao r'rre-a Piolo.
\
V
-
J

'
i.


Alferes Joao Xavier Pereira de Oliveira.
lenenle-coronel ManoelIAnttvnio doi Passos e,;SH-
I.uiz Jos Gonzags.
JoSo Esleves da Silva.
Manocl Pereira Brandao.
I'rofessor Jo.io Antonio ila Cosa Mr'eiros.
Manoel Zacaras da Silva liraga.
Dr. L'mbelino l'erreira Cali.
Candido Eustaquio Cesar de Mello.
Vicente terrena de Barros.
'uquim Jirnnynio da Conceirao.
lente Bernardo Joaquim do Azevedo.
1 enenle Bernardinn de Scnua llias.
CapilAu Francisco l.oir Viriles.
I enenle Luir, Ignacio Jeronymo do* Sanios,
Antonio Joaqaim Kabello Pessoa.
I enenle Jos Joaquim de l.ima Jnior.
Freguezia iln Cralo da So.
CapSo Boaventora de Mello Castcllu Branca,
tapujo JuAo Baplisla da Silva Manguinho.
I>r. Manoel Joaquim Carneiro da Canha.
Miguel Arrhinjo de Barros.
Jos Germano de Lira.
Capitao Joao Gaoralves Rodrigues Franca,
hrancisco Candido daa Chagas.
Candido Jos Serpa.
Joao ISuiies da Silva.
Coronel Francisco loaqnim Pereira l.oho.
Tenenlo Filippe Manoel de Chriilo Leal,
.lose Manoel dos Santos.
larurgiAo-ror Francisco Joic do Amaral.
Antouio Pinto do Araujo.
Freguezia de Marangoane.
Morral Ber.erra de Paula. r
Francisco Xavier Cavalcanli Pessoa.
Jos Antonio de Souza.
Comoiandanle superior Joaquim Cavalcanli de Al-
buquerqoe.
I.uiz B'lmiro Pereira.
Majar Carlos Marlins de Almeida.
Major K.yroundo Jos Pereira Bello.
Antonio Pinto da llalla.
Major Joaquim de S Cavalcanli de Albuquerque.
Jos Marlins Lopes.
I. lureneo Juslioiauo Torres.
A lodos os quaes e a cada um de per si, Tioin co-
mo a todos os ioteressados en) geral se convida para
comparecerem na sala das audiencias desta cidade,
era a sala das tessoes da mesroa, lamben) destinada
para as sesses do jury, tanto no referido dia e llora,
como-nos ruis dias segoinles em quanlo durar a tes-
sao. sob as|penas >- lei se fallareui.
E para que ciegue a noticia de lodos mandn nao
s passar o prsenle edilal, que ser lid eaflixauo
Boa logares mais pblicos e publicado pela impreusa
liavendo, como remetter igu.es aos subdelegados do
lermo, para publica-los e maudsrem fazer as notili-
racei oecessanas aos jurados, qoe se acharcm nos
seus disltictos desla cidade.
Diinda 21 de jullio de 185C.Eu Filippe do as-
cimento F'aria, escrivao dojoiy o sobscrevi.
Jos D'iiniinc de Castro LeSo.
lo?a(t>e#s
COHREIO.
O patacho cSanla Cruz recebe a mala para o
Araealy hoje (II) no meio dia.
Por urdir da sub lelegacia da freguezia de S.
Fr. Pedro Gou^alves, acham-se no annazein ilo Cu-
ulia os objeclos seguinles : -- 2 caii'is cun cba', I
sacca pimenla. 1 barril azeile, > caixes que se sup-
pde seren velas, que Yi.rain de loma viagem de
Serinhaem, na barcacs Triamphanle, meslre Pe-
dro Francisco do Rosario : queui direilo (iver a ditos
objeclos, aprsenle-.e,que provendo perteucer-lhes,
serao entregues.
CONSEI.HU ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo, tem de comprar o se-
riante .-
ri a provimenlo dos armazens do almotarifado do
arsenal.
".-'i duzias de laboas de louro para assoalbo, i cos-
l.i ios de pa'o d'oleo.
Quem quizer vender esle objeclos aprsente as
snas proposlas em caria Techada na secretaria do
eonselho as 10 horas do dia i t do co-rente.
Sala das aessoes do eonselho administrativo para
foruecimenlo do arsenal de guerra S de agosto de
IStBento Jote Ijunenha Litis, coronel presiden-
te.Antonio Gomes /jal, lenenle-coronel vugal,
aerviudo de secretario.
THEATUO
DE
Santa Isabel.
OITAVA REPRESENTA'.: \0
UOSlaKANOES E BBUWANTKSSOIRES
'da co^anhi"'7^
umm i m\m.
QuaHa-feira 13 de agosto de 1856.
BENEFICIU DO
Joce> Pernamlmcano.
Manoel Antonio Dolocq Ihe sendo designada esla
noite para seu beneficio, fez a escollia qne -e se-
gu, esperando que ella satisfar o illustrado pu-
blico desla cidade, a quem lauto he grato, pela cuu-
linua benevidenr.ia que Ihe ha prr.,iigalisadu.
Logo que os prftfessures da orclieslra houverem
dosempenliado urna nova symphouU, cumerarn o
espectculo que se conipe de qualri) parles.
PRIMEIRA parte.
Mr. Deveaux, querendo coadjuvar a escolha den-
le espectculo, laii;oir'~vn)a'o das melhores mgicas,
prodigios, sorprezas e ra\sjUmorphuses do seu re-
perlorio.
1. I ni i sorpreza.
2. O hbil relojoeiro.
3. U chapelciro improvisado.
. O oasciroenlo das llore,
."i. A dan-a magntica.
(>. O cofre seguro.
7. Ojardim encaulado.
8. O peus..mento forrado.
SEGUNDA PARTE.
Lidos e vanados eiercicios chnese* sobre
IM GLOBO,
trata-sc cornos consignatarios NovacsA
C, na ra ilo Trapiche n. 54.
PARA O RIO DE JANEIRO
segu em poneos das a polaca brasileira a/.elosa II,
por lera maior parlo do seu carregameuln prumplu ;
para o resto trala-se enm os consignatarios Isaac,
Cutio & Companliia, na ra da Cruz n. 10.
SetiiM.
O agente Oliveira bra' leito de urna poroaa
de ni.dola, obras ricas e modernas de ouro e pra-
la, csrravos, etc., e se trocara' fora do leila, urna
linda e perfeila migan de Senlior liado a Colum-
na, cora cordao de ouro e re.plendor, urna Jila de
S. Jos, e nutras de pedra em mangas ; os objeclos
em leilao sao os seguinles : solas, mesas redondas
ronsolos, carteira*. ditas de bataneo, bancas de joco]
ditas para diversos usos, lindos quadros, relogios de
parede e para mesa, randiciros de globo, luslre de
bronze, um jogo de pistolas, lanlernas, espelhos.
loucadores, guarda-veslidos, guarda-ioupa, um rico
Inilete de inocuo, marquezas, ramas de ferro, caisi-
nii.i- para costura, lavatorios, apparelhos de porcela-
na para mesa e sobremesa, compoleiras, garrafas e
copos para vioho, porta-licor, 1 I. ca grande de a-
rnme para banho, tren de rozinha, e muitos ou-
Iros objeclos, um neo penle de ouro, pnlcoirat, alli-
neles de pedo, botes para abertura, aunis, brin-
cos e correles para relogios, um hauzinho gnarne-
cido de prala, e onlras obras de dita, daas apolices
do Ihealro o> Apollo, urna porreo de livros em di-
versos idiomas : seunda-feira, II do correle, as 10
oras da raanhaa, no seu escriplono, ra da Cadeia
ha Recife.
Us administradores da massa fallida de Nuno
Harta de Senas, lem de vender em leilao, por au-
luri-, .;ao do uizo do commcrcio, logo que ultimad as
as respectivas avaliaces, as seguinles propriedades,
perlencentcs a dita massa, a saber : uesla cidade,
um predio de quatro andares, silo na ra do Viga-
no n. |3, um dito de tres andares, ra do l.ivra-
nento n. .'!l, um dilo de dous andares, na ra da
Penha n. fi, um dilo na ra Augusta n. ->, um dilo
na Iravcssa dos Mari)ros n. I, um dito na rol do
Alecrn) n. 1, dous ditos na Iravessa do Marisco n.
14 e ^'(i, um dilo na ra do Mondeso n. 7, um dito
ua roa do Ainqrim n. 15 ; na Casa Forle, os seguin-
les : 1 sitio na estrada do Cordeno (Chacn, da CM
Forte santa Anua, n. 41 ; Campia ns. ti, 7, s,
lo, i, :i e 3.">, dnas casas no caaiiuho do P050,
duas ditas na Casa Forle 11. .">, seis dilas na Campi-
a, e um lerrenn na Casa Forle : convidarse, por-
lanlo, eos pretendenles o eiame previo dos mencio-
nados predios.
O agenlc Oliveira fara' leilao por aulorisarao
do F;\iu. Sr. I)r. juiz de direilo especial do coin-
mercio, exarada em requerimcnlo dos administrado,
res da maesa fallida de Richard Royle, e ornados os
credores, de diversas dividas activas da mesina mas-
sa : quarla-feira 1:1 do corrale, ao mcio-dia em
ponto, no escriplorio do dito agente, onde os preten-
denles podem examinar enm anlicipacao a relacao
respectiva das indicadas dividas.
0agente Vieira da Silva, fara' lei-
lao, terca-tira I do correnle, as 10 horas
da inanhaa, ein seu-arnia/.cn, ra da
Madre de Dos n. 7r>, de di versas obrai de
maroineria novas e usadas, c diferentes
obras de ouro eprata, e alguns escravos,
o que ludo estara' palenlena hora do lei-
lao, para os compradores examinar.
O agente liurja em seu armazem, na ra do
Collcgio ii. 15, lara' leilao de diversos escravos d,
ambos os sexos, moros e do meia idade, cnlre os
quaes lia urna excellentc muala de bonita ligur,
bastante moro, ptima roslureira e eucommadeira,
os quaes se achirlo exposlos no referido armazem,
qm'rla-reira, 1:1 do correnle, as II horas da inanhaa,
dia em que lera' tusar o leilao.
O agesto Borja fara' leilao em seu armazem
na rus do Collegie n.';1 j, de um grande e variado
sorlirnenlo de obras de marciueiia novas e usadas,
bem como mobilias de Jacaranda' c de amarello
completas, guarda roupas, secretarias, estantes para
livros, commodas, marquezas, consolos, cauciras.
menas de jaular, aparadores, lavatorios, ele, diver-
sa* obras de ouro e prala, relocios de ouro e prala
.paralalgMHaa vasos e calungas de porcelana para
enlodes de sala, -iiiiiiquilliaiias francezas rooder-i
nissmas. apparelhos ..' porcellana para alinoro e
jaular, vidros para trrico de mesa, candelabros,
lanlernas de vidra. r-n l^c.tuj, caj*clliua duMra44s,U'
parede, oplimos quadros com eslini'as, "c.. um ar-
reio completo de dous cavallos para carro e oros
inuitn- objeclos, os quaes se adiaran patentes i
niesmo armazem ao exame dos sanhores pretende
les: quinu-fctr.1 I i do correnle ai II horas da n
nia.
Gratifica-
la chamado Ai
prelo Iraz roms
qual s fem vig
como julsa-se q
considera forro
teressar, qne na
sitio do seu sen
Trapicho n. 10,
dada no mesniol
arr*wrai,ai. -s" n*^*** v* d.
DIR|0 DE PEMSBUCO SGH3A FBII II H AOGSTO U is--s
go carta condicional de alforria, a
|>r no dia 1.- de jullio de 1H.">8 ; p
le por mal aconsclhado o prato so
clualmeute, a.lverte-'ie a quem in-
> se apresenlando uestes oilo dios no
ior, em Sanl'Anna, ou na rua do
annullar-sc-lii a sua caria de lilior-
cartorin em que fui lineada. Este
liviana ns. t c S da praca da
lencia, a n^ocio de seu int-
pielo he miiilo i onherido no Poco, Magdalena c Ca-
chang e oulros
man. e au-enloi
le mez de agosl
A familia
mar ruupa prra
alguma rom as iiui.lir"
niinrin, na rua i
primeiro andar.
Desapparc
horas da manhaj,
com os siguaes :
prelas, chapeo il
lugares, pelo appellido de Cuaia '
-se de casa na noite de 7 do cm ren-
hne annuncioii enrarregsr-sp de lo-
engommar, pode mandar roiilralar
mencionadas cin seu an-
o Trapiche Novo n. !:>, escriplorio.
n
obiikii-
S)5SS
eu no dia !!l do correnle. pelas ti
um negro por oomc Clemente,
^guintcs : levando calc e camisa
palha velho, sem barba, altura re
mu cousa respoi^
grosss, idade -J.'l
lauto rogaSO II
holequim da rua
recompensado g
I'rocisa-se
Do dia II ilor.irrrnlc em (ii.iulp liavcr.i III
luis para Olinda cm lo tos os das uteis o qoal parli-
ra'jiara all as 7 e II Jf horas da mauhaa, e voltu-
ra' as S da in.inliaa o as > da larde,, sendo as pi bsa-
gem a ano laensaes para para 0savulsos. Na mesma data em>diante hovera*
nutro desle carros lambem noi dial ulois para a
PiMagem da Magdalena al a casa do Sr. Viegis:
pailira as 7 li!da nianliilJ para vol-.-ir as S ||-J. e de
larde sahira'as para follar as < :l|'i. Passagem :
por me/ 16g e avnlsa a .VMI rs.
N. I!. das asJJpauageiH continoam a ser pa
gnlar, eludo do i oslo, qnando se.lhe percuuli algu-
le de vista lineada no chao, falla
lannos, pouco mais ou menos : por-
autoridades policiaes, eapilles
i de
Pede-se novamente aoSr. A. A. V., morador
porto dcljoianoa. que queira mandar rescatar sua
campo, .inonaplprehendameleveinaseusihornol1''";' .^^rr-.lMiuw!1' 'S'- "^ '. "^^ "" Val"r
nuc sera' '"'"-'I''11 "~f Hl. < juros, al.-cla ala, I :S:',C,-IM"I
1 nao sendo justo que S. S. controlando laes dehilos
e li.imem l"ira *eus.ar"i0*- se enlregasse ao iiidillercnlis-
olleiro, para lod|i o servi.o d ea-a, mas que seja "" e "os,l.';"r|o, dcivando de responder asearlas
sario n. i"7.
larca do Rm
nerosamenlo.
le urna ama para casa
go Lima, despchame ps,, repar- K'^^'^^nSo'
ra passapnrles para dentro e fora i DrjncMl
ommodo preco e presteza : na rna
de meia idlde : lia rua Imperial n. as.
ACEMIIA DE PASSAPORTES.
Claudino do R
ticSo da policia. I
do imperio, por (
da Prala, prmeii > andar n! i:'.', ou 'na do Collecio,
loj do Sr. Manoi I Fernandos da Silva n. :t.
(i J);iixo assignado
avisa oi:orpo docoimner-
c.io em g
caixeiro
receber
s< he
Ve ves, a
hoje vn\
ponsibil
OOtIS ; qfjlt
vho bus
da
mana
em ni
de 1856
ves Mnlkvm.
rai, qae o mino
eniearrc^ado de
cuitas de su < ea-
> ;. .Jos da Silva
sinfi como que d
Idiaiite se uo res-
sa pof quaiquer
em seu iiouif
ar, visto que n -
i comprar liado.
Mico i i (le gostp
Domingos Al-
rigir-aea livrara ns.
Independ
resse,
Ajnsla-se pnr empreilada para alrrar-se quai-
quer terreno alagado : na rorlicira c fronte o le-
Ihciro dos canociros da rua Nova.
O :','.! A.
Confronte ao Rosario do Sanio Antonio avisa ao
resprilavel publico, que receben rhucolale lino de
diversas qualdades, assm romo biscoiloa inglezea
para lata e a varejo.
FRONTISPICIO DOCARMO:
Por moilos molivos c estes ponderosos nao pode
Iit losar a testa da Scnhora do Carmn .11 Fronlispi-
eio no dia annunriado, licando transferida pira' o
di_ 17 do correnle mprelerivelmente. Por tala oc-
ra-iao pede-se aos Sr. procuradores da mesm ha-
la que no domingo 10 do crranlo aprsentela na
paleo du Carino n. !1, a relacao dos devotos que lem
contrlbaido para a sua fcsla.
Segunda era, II do rorrcn'e. denotada au-
diencia do Sr. Ilr.juiz municipal da primeira vara do
civel, a sala da inesma, le.n de serem arremata-
dos t esclavos, sendo : inores com habilidades, por
everiico de Ibaventura da Rocha contra Jos Ale-
undre dos Santo, lie a ultima praca.
Precisa-se de um t'oilor para um sitio ua Pon-
te de I clioa, que seja solleirn : quem neslas cir-
enmstauciu se adiar, dirija-so ao aterro da Boa-Vis-
icima Gi.VMijtNIO, so- la, cata de dous ailares, cor de chumbo, que acha-
ser 20* menos dofrd cun quem Iralar.
leixando de pagar a dita soinma, por I ... ,
osles I.", dia-, lera de ver o seu noine por citrino T leln de ser arremalada por quem mais der'
Recifc : de agoslo de ISV.i.-Josc Marques da Cosa ','" J* J "" correnlev d,'""'i de fin,U ""llc,,rla
Suarcs. "" Sr. L'r. juiz de orphaos, a casa da rua do l.ivra-
I ment n. 10. de um andar e soiao, perloncenlc ao
casal dos finados Jos Fernandes Firas e sua mu-
ll", o qual sobrada lem cozinha, quintal murado e
grande, avahado por :.jOO$O00.
|i. Mu i .! -e de Jess Cunta CuimarOes, por
seu procurador, faz scienle que Marcelino Jeronymo
de Azevedo nao pode vender bens alguna perlencen-
les a seu casal por qualqoer titulo, pois ella Cunha
appellou ua senlenca para a Relacao, c pi muelle por
estes dias inclhur esclarecer islo.
Precise alngar urna ama que lenha boia lei-
te, para aniair.cnt.ir urna crianr-a : na rua da Cadeia
do Recife, luja de ferrageni u. 06.
No dia 11 do i-nrrcnte, ;-s 10 horas do da, de-
pon da audiencia do Sr. Ilr. uiz municipal ila pri-
mara vara, eserivo .Mol i, se ha de arrematar um
esrravo de nenie llermngio, de idade ile S a'.I an-
uo. BvaladO em 75u), o urna relacao de dividas ar-
livas na importancia de I4:OO0eJ e' tanto* rs., tudo
perteneeote ao inventario do finado Joaqaim Josa*
Ferreira, vai .i pra^a a reqoerimento do tealamcn-
Precsa-'e de um hoiiiem disposlu ao Irabalho,
de aitio : quem pretender, dirija-se a loja do Pstelo
u. 7.
Aloga-ss o armazem e 10130 n. 40 da ruada
Praia, coa armadle .1- laja pie tem ou mo ella : a
fallar rom Gailherme Selle, Iravessa do Ciroc
. II.
l-.s i-se proredrndii a inventaro dos bens do
casal do fallecido lenente-cnroiiel Antonio Lias Cal-j
das. tls crealores do niesmo en tendam-s tonta viu-
va iuvonlai inte na en-.....lio Dous Irraans, ou com i
o seu gei,r nr- |, | auieiico Mira de Viseen-
eolios, ua cidade nova de Sanio Amaro.
Alnga-w a casa terrea na rua do Aragao de n.!
t". muiio propria para qoalqnerestibeleeimenlo.p r
estar ein armazem, er .le tres portas de frente e es-
lar no iiielhur logar di rua, o por -ar de prri-a
que a respeilo se Ihc dirigi, e que lia um mez, pe- '
los anniinrios ne-la tulla, muid i-sc, por lerecira i
.Na rua do Aragao n. :l, precisa-se de ama pre-
la para vender doce, c que as horas vagas se crups
em algnm servir do mesmo trafico : a quem rou-
vicrjjipija-se a inesma casa, u annuncie.
. ESTRADA D FERR
do Recife ao S. Francisco.
m-

O ibaixo assgnado faz saber que, depuis il dia
II do rorrcnlc mez, pagar no seu escriplorin aos
Sis. accionistas, joros na raz.io de 7 por reuln ao | lero Manuel Joaquim Ramos e Silva.
1000, sobre as aecoes registradas nos seus nnmes no i ....
respectivos, nos livros da eorapaaliia .la Estrada de .~' ," n f,"nin"; palco do Carino
Ferro, at o dia 6 rio mesmo. "re.^ r^n'.vell,;'""" "m,b". de carne, i
' pares do saceos, I par de apatnes, oulro dilo
LOTERA ba provincia
Aos 5:000.s o 2:000x000.
5" arte Xa *2a do Hospital
-ledro II.
N. 141. ......):00l).s000
152*.....2OOSO00
Oabaixo ast ignado avisa ao rcspcitavel
publico que vi indeu ns premios cima de-
adianladas, vislo ipie o abaixo assgnado nao esta' de commudo : a Iralar na praca da Boa-Vista n. ti li-
accord a coiitinuar fazrr lancaiiientns de cinco e dez Oca.
I'islc-,r;t:c com dillicaldade se recebe.
Claudio Duben. ',' '"" l0""r 'T ""' "l-""i"' a ('soezii di Ks-
raua. piecisa-se de um ln.niein racional u cslran-
geiro, mas que quem quizer dir ja-so ao lamo da matriz da Santo
Antonio rasa de um andar u. 2, que ah achara'
com quem lialar.
Os Sis. devedorta da casa fallida do i
Sr. Joao Morena Lopes sao convidados a
dirirrircm-sc a" loja de M.moel Jos.-' Lei-
le, na rita do Queimadon. 10, alim de
amigavelrjwntcsaldarem seus dbitos.
Precisa-se comprar 120 travs de ll
palmos cotn S polegadas de jrossun c 6
de face ; S travs de 10 palmos, com 12
di- fjrossura e 10 de face c ensarnes de
de (i polega-
da praca da
>;
proeurailores. ames oe rei'eherein os ]
ros rievidos.Por ordem des dilectores, S. P. VIC-
RF^KKR, Inesooreiro.
Recife I de agosto de 1836.
clarados, O pi
possnidor Spo
n.
cen
lo di
imi'irocn meto hilhetc, o
esino pode vir receber os
le, em casa do mesmo.
na rua larga lio Rosario n., segundo an-
dar, assim como tem es posto a venda
os seus
al'oi
casasja aiinti
Bilbetes
Meios
Quartoa
Recife !> de
Mtirlins Fin/.a
tunados bilbetes, meios i
ipiarlos, da primeira parte da primeira
lotera de Nosi i Senliorada Instancia, as
tetadas.
S1S8OO recebe 5:000.s'000
.sOOO .< 2:500.?000
I-S-MIO u 1:2o().s000
agosto de 1856..Manoel
Na loja de madama Koulicr. rua Nova n. ."jS,
se acham chapeos de seda nara sonlinr,1-. diles de
palia para meninas, san.s de .dina JBOllo modernas,
titas de velludo prelo de lodas a
de cabera, lavas de casamento,
iaran)a, maulas brancas, Irque
sario para casamento, veos de fil k \ r.nlo para cha-
peos de lulo, eollai 1111111.. e manguilos para Ihealro,
hitos de ii..... prelo.
&&&& &&q -q o -;. oac ;;.'0
ij Deposito de vinho decliampag- i'?
le panno fino, covadoi de castor, 1 arreiu de sel-
lini, I bride, 1 chales de 13a e Seda, I Corado de r.t-
semira amare la, rannsas velhas, S libras de bola-
cha, ; couros 1c carga ; por isso roga-se a quem sou-
ber do dilo cavada e olijer;os cima nici.cionados,
participar a sen dono, no engolillo Bosque, ou nesla
praca n paleo do Carmo n. I, que sci geocrosa-
|Oalidadcs, enleiles ir.cnle recompeusado.
apellas de llores de
e nido mais ncees-
Oabaixo assignade roga a lodosos |
seus de\ odores cm geral, que quanlo an-
tes tralem de Ihe satisfazer seus dbitos,
visto serem tpiasi todos antigos, e alim de
evitar o chamar a jui/.o aipiclles que
&&** rVCt>rt0o^s
LOTERA U RflKCiA.
Oliveira Jnior venden as sortes aba i so liara' bom ordenado, um>n hsa
|5 20 : este vinho.o meiltor de toda a t[
) Champagne, venue-se a o(.s cada *
:]> caisa ; acha-se nicamente em ca- ;
;';- sa de L. Lcconte Pern & C. N. -j
'- B.As caisas Ao marcadas a Ib- C'J I VilUrouco.
c^ los las garrafas sao a/.nes. f '.
-.:-.;'"-J.-'-..- .-.... -;.;,:. ...''' 4
'$ lu- Chateau-Ayx, primeira pa- i continuaren! aseromissos; l'a/.endo tam-
[idade, de piopriedadedocot.de bem esta declaracao para que aleeum nSo
de Mareuil,rua da Cruz do Rec le n ,< ,,,,.., ,
' procure pretextos para deixar de satis-
facer seus dbitos; sendo o abarco assgna-
do o com ptente, e delegando seus pode-
res em seu sobrinho Delphino de Azevedo
Recite de Pcrnainbuco7 de
1S5I).Malinas de Azevedo
larouco.
Precisa-se do u;n lvd. sacerdote de bou mora
para capellfl *e um engenho oa fre^uc/.ia da Fisca-
la, e que igualmentese qm 111 eocarregar de dar li-
a iros uMiiiuaSalHhat do angonho, e sr Ihe
pelo beneficiado, qoe espera com esla segunda parle
salisfarer completamente o poltico, vislo como he
inleiraueiit- novo o eiercicio ; lindar esla parle
com a ASCENCAO subindo e desrendo de frente, e
ao depois de cosas.
TERCI2IRA PARTE.
Grande
Os abaixo assisnadns, deparando no suppletoen
lo do Jornal do Commtrcto n. StV2 de 2 de julbo
com ra trecho 1 discurso do Sr. desembargador F-
gueira provincia, possodeclara-lo, os medicus alli existen'
poilaram-sc com corasein. quai lailosa|nu)i,.: li-
so para curar os doentes denlru e fra da rinade :
com praier lembrar-i os nomos do Ilr. Sarment, dos
ciruruies Miguel Felicio da Silva, Francisco Jos
da Silva e Leal, ele. ; nao sabem qual o motivo,
qne levou ao Sr. desembargador a lecer-lhes um elo-
gio l1o espontaneo c qne julgam immerecid ; por
quanlo, se preslaiam soceorrs a humanilade desva-
ira naquella crise calamitosa, ora sote o seu dever
pela profissiio e posicitu que oceupam, e religito que
professam ; mo pudendo, lodavia, deixar de agrade-
cer ao Sr. desembargador o favor qoe Ules fe/, de
conserva-Ios em sua memoria. Recife K de agosto
de IKjti. Miguel Felicio da Silva, Francisco Jos
Cvrillo Leal.
O Dr. Joaquim de Aquino Fonseca,
tendo sidodetnittido do lugar de COmmis-
sario vaccinador desla provincia por de-
creto de 20 de julho lindo, vaecinara'
gratuitamente aquellas pessoas que nos
Rabilados de cada semana comparecerem
nlbtijau de sua residencia, tu rua Nova
n. I>das7a's0 horas da manbua. .
-- Pradsmo.de urna ama forra ou captiva, para
engoinmar e cosijihar, e um crudo para comprar :
aira/, da matriz da Roa-Vista n. Ili.
-- Frederieo Robilliat 'em para vender um bom
c^rro para seis pessoas, que serve para um ou dous
cavallos, com arreos dobradose singlos, 1 piano de
eieellentes volea e -2 bancas para jogo : no aterro Ja
Roa-Visla n. :>7.
bei 110 sen escriploriu, ruado Oiteiina-
pn. SS.-
m meio bilheie n. I VI
teza, pela joven
\5=?
.".:000.s0<)0
2:0008000
9O0.,0O0
200.SO0O
2O0.S000
IOOjjOOO
OsOOO
O.s'OOO
Im dito dito 1 -'il
Um (piarlo 1518
Un dito 1523
Um meto 1684
Una dito 1659
Um (piarlo 2101
Um dito f 22."
Oliveira Jnior.
Na rua da l'rai.i n. (ili se dir' quem
da' dinheiro a premio em (plantas de
30J000 ale 20O.10O, com garantas ou
penOores.
Cm moco brasileira, qne j eslava bstanle
adiautado no oslado, e que perdeu seu pai na epide-
mia, e por isso inhibido continuar o mesmo, se pro-
poe a entinar em alano ensenho, e com perfeirao,
primeiras lettras, orlhographia, irillimetiea, grm-
matica latina, e os prunciros rudimenlos em francs,
de que pode dar prava de sua capacidade : quem o
pretender lenha a hondada de aiiniinriar pur esla
folha para ser procurado.
Joaquim Meudcs Freir, por seu bastante pro-
curador, declara, que o Sr. Francisco Josu Moreira
deixon de 1er ingerencia nos seus negocios desde o
dia S do correnle. Reeife 9 de agoslo de 1836.
-- Pergunta-se ao Sr. Joaquim de Albuquerque
Mello, capilao do segundo lulalhan da uuarda na-
de um andar\. I, que acha-
ra com qoem tratar. ^
Da^soa juros raxoaveii quantiai i!o 30)000 rs.
por penbores : ua rua das Cateadas n. 10.
Aluga-sc a casa da rua Real, junto ao Man-
guinho ,n. -J~>, com bstanles coinmodos, grande
quintal, c viveiro de pene no fondo, grande e boa
cacimba, porto 00 lado, e pnrlo de embarque : c
igualmente se itilOjl a casa inmediala de n. ^7
com bous coinmodos para tamilia, e urande armaxeni
no fundo com grande capacidade, e excclleule huno
para podara, e porlo de embarque, ludo por pre-
co muilo commodo : a Iralar na mesma rua com
seu proprielano Manuel Pereira Teiieira, sobrado
n. <>.
^i:^'t.:)':Aid>*^*fl
i J. JA^E, DENTISTA, S
Q contina a residir na ruaNova n. 19, primei- 9
> ro andar. s^
Quemsequizei incumbir de fazer cal-
vas para sabao de empreilada, dirija-se a
rua do lirtim fabrica da industria pernam-
bucana, que adiara' com quem iralar.
Os bilbetes com a rubrica do abaivo
assgnado, sao pagos nrontenente, na
praca da independencia n. 40, ate o
premio de 5006*000. Polycarpo Jos
Layne.
cional de inlanlaria, se acha decente ser elle o pro-
curador da massa fallida da vinva Marlins de Ca&-
valho, quandn seu irmAu Antonio de Alhoquerque
e Mello foi o gerente e administrador do negocio da
inesma viova, c por eonsegainle quem o camplicou'.'
No dia 7 do correnle desapparecerain dous gan-
II lormado Joao de Rarros l-alcao de sos de cor parda : quem adiar, querendo entre-
ga-Ios. poijern dirigir-se na cocheira do largo flo
que execulara' muilos e lindos passos e posicoes so-
bre a corda.
O RF'NEFIOAD'i se dislinguira' lano com ma-
romba cumo sem ella, execulaodo os dilliceis pasxn
de cleracjlu e elegancia, dando fm cun a nteres-
sanie dansa a
leudo por calcado um par de sapalos de madeira.
QUARTA PARTE.
I m lindissiino pasto a carcter intitulado
A ALLEMAA,
|ilo beneficiado c as jovens Alciaiidrina,Fluminen-
se, que ttehindo-s anda iacoaunndadi do p se
presin nicamente para coadjuvar seu collega e
irmao d'arlc, pedindo desculpa ao publico das fallas
que porvenlur.i possa coinmctlcr.
He c'le o diverlimentu que o RENEFICIAIH)
tem a honra de ohTcreccr ao publico pernambucano,
de quem espera merecer prolcccao e acolhimentn ;
asteguraiido-lhc, desde ja seu elerno recuuheci-
nionlo.
Conieeara s f, luirs e ';'. *
Para o Porto seguir directamente c com bre-
vulajle brigoe Trovador ; para carga ou passa-
gen-os, Irata-sc com llarroca & Caslro, ou com o ca-
pilao na praca.
Pard a Bahia
O veleiro e bem conhecido blata hrasileiro Poiis
Amigoso, pretenda seguir para a Rabia nolcsXdias,
lem i bordo parle do seu carregamento que Irou.ve
do Maranhao : para o resto os pretendenles enlen-
dain-secom o seu consignatario Anlonin I.uiz de
Oliveira Azevedo, roa da Cruz n. I.
Comptnliiii bra neo-A me-
lieasia de Vapores
Fr.mcezes.
Albuqueiquc Maranhao, leudo ja oblido 1,200 subs-
criplorcs para a imprimi de um vulume de snas
poesas, |ielo preco de 29000, e desejando rsalisa-la
o mais breve DOtsiveJ, pede a todos os seus amigos,
que IM benignamente sa cncarregaram. de agenciar
asignaturas nesla provincia, que se dignen de en-
Ircgar'as lisias das pessoas que subscreveram, assig-
naodo seos mimes e a murada, para agradecer a lo-
dos em '^cral a prolcceao que t.lo ingenuamente
prestaran!.
LOTERA da provincia.
O Sr. Iliesoiireiro manda fazer publico, que calilo
BSpothM venda na tliesouraria das loterias, na rua
da Aurora n. 2t, das 11 as :! horas da tarde, l.dh -.
meios e quartosda primeira parle da primeira lote-
ra a beneficio dacaoella imperial da Estancia de N.
S. das Fronleiras. rujas rodas audain imprcterivjl-
meulc no dia Iti de asocio corrate, e que logo que
sejam distribuidas as lisias serAo incontinenlo pagos
os premios, exrento porem as duas sortes Braodes,
que silo pagas mesmo no sai.'io da cxlraccao, logo que
sejam publicados seus respectivos premios. O pri-
meiro coiifcrenle, servin.lo de escrivao,
Jos Janiiario Alvos da Maia.
Surgi boje tamboni na arena o p?ricdico__
Advocado dos (iuardas ttacionaoBSeu fi i ti nniro be
defender os mesmos suardas de quaiquer iajtulica e
ggresaBo, que porvcnlora Ihcs poManj fazer os seus
superiores ; vende se a 10 rs. por cada numero, na
lypograpbia do Patselo Publico n. 19, e na rua li-
rels, sobrado do redactor, defronte da Iravessa de
S. Pedro u. 5.
Alnsa-se urna prela que aajl boa quilandcira.
d-so 149000: na roa do Raugel n. 77, primeiro
andar.
Precisa-se alngar (i prclos para arnia/.cm de
asaltear : quem livct c quizer alngar, dirija-se a rua
de Apollo, armazem n. 7 A, que achara com quem
tralar.
Precisa-sede urna ama para casa de rapaz sol-
leiro : na rua da Cadeia do Recife, loja n. I i.
Precisase de urna pessoa que eozinha bem c
engomroe, para urna casa estraogeira : na rua Nova
n. 17.
Precisa-se de urna ama forra au captiva, para
lodo o servico de nir.a casa de familia: na rua Nova,
sobrado n. 2'i, segundo andar.
GIIB..ET& PO.TGDEZ
.'*
Massa adaman-
tina.
LINHAS DE MNIBUS,
I.VOOO.u via^em.
ne ora tiu dnla Iwvera todva >.s
domingos e dias santos, larde,
um mnibus para Apipncos, sendo
Recite i da ..gostu de [806.Claudio Duboamc.
Manoel .lose Leite declara que com-
piou as dividas activas do Sr. Leopoldo
lose'da Costa Araujo, na importancia de
7.i:00<).s0(l() res: roga, pois, aos Srs. vedores, pie lenliam a bondade de enten-
der-se com o annunciante, na sita loja da
rua do Queimado n. 10.
No dia I." do correnle aosentoo-CO da rasa de
sea senlior, o escravu Joaquim, de liaran, domis
de {Sanaos, bailo, quebrado do quarto direilo, alci-
jado de u n dos dedos das inflo, ; livou calca e ca-
misa azul, e chapeo de btti cor de cafe : quem o
ipprehender e levaracsierro da Bod-Visla n. ib,
loja ne raleado, sera generosamcnlc recompen-
sado.
FIACAO E TECIDO DE
lomo de '12 a ::.> palmos,
das: na livrara ns. (i e 8,
Independencia.
Aliiam-se carroeas para ronda/.ir rosles ou
mil0raes,por preeo eommoda: na rua da Alegrii da -
Rua-Visla n. i2.
Estabelecimentoj
phatogrnphico
I'elos ltimos navios chocado! boram ueste osUbolecimoato nimias artiBOi 'le liom j
RostOf com') scjiuii, moldura* doarsdM ovaei, li:i!* e
ornadas, rlcofl c.i\:!1io preos doursdoi no \idro, i
qoadros prolos o madeira naloreza, lindisdinas eai- [
siiihaa de todos os lmannos ale hu i> iim-t <<..i u>- i
do, ludo conformo os modcllos maii modernos de I
Pars. A salaria arti&tic* so achs assim cumple!*- i
ment provitla, e tr,!i |ierfeili iiodem snproveirM desla occasias i
opporlnna para sprt'm*pleu.imcnie sondos sacando
?eus (lesejos e caprichos. Os presos sao o* mais mo-
iieo e sempre invariavei". < eslalielerimeiito pho-
tographlen sg encarreca de todas s eneommoadas
me se re f I lu e dscaarreofypo rom applica^So do pintura Un
e perl>i(.ifnehte apprupriada. Acha->e preparado
um sarVCO especial pir,i tirar retratos em i|ual<|nor
casa particular daquella* pena* que it.lo quizeram
ir an estaneleclmenlu, roino limltem tU: pestuas f^I- I
lecidas. FazanV-SO copias de sitios e de. lodaoosl
modctlos e objeclos de arle nao so em dasowrreoh po [
enro eonfdrma as maiores disDansOes pholasirapliicaa
tin %i.lro on papel, i'irr.m 86 retratos todo os dias
desde us 10 horas ale a I da larde, horas as quaes
se acham reunida* as melliores cundic/ies de loa em
orna galera envidracads appropriada aeatofim. O
pronrtatario do estabelecim''iilo approveila esla oc-
ca alguma eiicommenda para dasjncrreolypOg que se de-
vem dar prassa em nao perder a oniea ocaasssa que
Ihes he ollerccida, visln que o dapieirenU plsla lem
de deixar esta ci lude dentro de ponen lempo para B0-
iuir oulro destino. I.ui sorlirnenlo rompido de
obras Mbeadu d'ooro, como caplelas, allineies,
pulceiras, ele, etc.. acham se a disposirao do sc-
nhores rre^uezes, para colloc.ir-se retratos ni puni
leduzido.
Rua >ova n. 1S luja de M. A. Caji fc ('.. con-
tinua Isemprc a ler um gruida sorlimeuto da
oliras rallas de afaiate, lauto superior, romo rmh
inferi:, camisas francozas-* brancas p de cores, gr-
valas, eolariifhos, chapeos Franceses* ditos de sol, de
leds e panniiho,suspensorios de hu -racha,meias para
senhatgiSi homans meninos, fazendjs para fasar-aa
quatqurr obra de encoinmenda corn>a maior preste-
za e bom desemnenho ; nnlim quaiquer pessoa que
\ier a ela toja, llrarA om lato completo e por pre-
i;o mais commodo do que un outra qulquer parle.
l'ma ramilla nesla brar.i se ufcrece liara lomar
roupa para mandar lavar, respnnsjbilisand-se pr
qua'.quer falta que pos-a haver ; asnim como tam-
beni eogomma-se com atseioo perfeirao. Unta ron-
ca liara hornero, como para sanfaora ; e cosem-se coa-
loras de lodas as qualdades com a maior brevidade:
quem se quizer ulilisar annuncie por esla folha para
se procurar, do que da Ganga, se Cor preciso.
Loja da ho t.
Vende-ae panno prelo c arnl, fino, laren-t. pjatb
superior, prora de lim.o, pelo l,.,r.iti-Mino ;m, de
1- di I o corado, ilpar prcla muilo fina a fiMI ro-
rado, merino setim, faernda -miierior para i .du,* a
l- vestid..- a l-iiniviile. setim pieto rnaran. rami<|a
-npeiior a "MilHI o ro\ado. uiusdenaple pr.ln mml,.
lino para vestido 12-0 Meado, saperwr n. nm.
hi-|.ai,li.d.i .1 :'-_'(i o cuarto, rrinreza prela rauu..
lina a IS'KI r-. .. evado. r.,nes ,c rllelo ile enrju-
r.in de seda, lazenda minio Iwa a 25. rartr* d* fos-
(oes de lioilus nodroea .1 6M, I rim Iranrxln br.nr.
de puro ludio a loe l.-lilla Yara, 1.111,.' iranca...
de e. es de muilo bonitos padr e oe paro linfcu a
l?l (I lavara, ditos ditos Umliem de I>miIo. (uMlrm .
a M'.i r*. .1 vara, dilo (raneado pardo lambem de h-
11I10 a 600 r*. van, dito lio largo a Jlsn. g.nca
indi .- litas c de quadros, tarruda mml. tupen..r
a lio c :W) o cavado, ditas de cores escora, ale aaa-
drot lislras, de muilo bonitos padrcs para calcaste
falilcisa llIHlr. o fovado, nirles de e.dea. de bosnia-
e.i.eiitirns de alsodao, polo barato proco de t-l-jn.
bnmiiahns detiuailros de puro hubo a tfjii e.v#.,
panno de linho muito tino a l.H' a vara, peiln. nm
lo linos para eaaaial lirancos a de rnres a iil e :*m
rs.. camisas de meia mullo lina, a 1 e 1?U>, tovas
pretaa de loreol par seubnra. tatenda asalia >,.--
or a StK) rs., ditas de -eda de lodas as corea para
liomem e senhora. pelo baralissimo preco de tailSl n
par, dilas de lio de Kscoria para meninos c meninas
a imi rs., lem inlm- de lilel minio boniloaa l>, ritas
Bravatas de seda prelae dr .ores a t, meios tafos
pe seda para ravalas a MI rs.. diloa prelos n.mi..
bons a lo, perla de cambraias de .lpicos com S va-
ras e meia a .'trJOO, e ( a vara, di las adamascada.
muilo boas pira cortinados a IJ9, camhraia Issa mal-
lo lina rom urna vara de larrara, pelo barata
preeo de "iiili a vara, lencos de cambraia muilo I .
to tus liranros e rom Ipjrras da cores a ti I I is.. lencos
de rliii.i rranre7.es inoilo beSavl lis) 1. chales de
;dqnd.10 de cores de bonitos padn.es a MUU fs,, risea-
dinhos muilo linos do mailo bonitos poerO a 1611
rov.ido, tilo de linhe Mee nioilo fine a 980 a vera,
dilo de llores a 1)280, meia* prelas da toda para se-
nhora. lazenda nmilo aaperior a 2; o pOJt, dilas bran-
cas muilo linas a :j o par, dilas hraaeot ao ilud
mullo lina, a ."lo ,: :i20 o par, ditas branca. moMo
linas para meninos e meninas. 2*0 o par, e aiem e>
ludo isiu outras moitissimaa tiieaJas, qoe a viati ee
suas boas qualidades e liar.lo* procos, he que as sa-
nhores tregeles, amiRos do homo barate. eeaOiai
rao o que he pechiucha : na roa de Uminad, im-
qualru cantos, na leja de tatendas da bea fea.i,
I-.''..ule da loja ilc miuderas da boa fama.
Vonde-se mdho a :1>00 a sacca : no em da
allandega, armazem du Melle.
Vrnde-se doe de eoiaba superior, em rai\.-. :
na rua da Cadeia di. Herir, loja n. .~j0, dcfreele da
na ila Madre de Heos.
VeaaVoa pata fiira da provincia ama prrla
icrfeila encomniatleira, e qne cose cha* : aa roa da
Cadeia da Herir, n. .VJ, primeiro andar.
Na rua da C.adei 1 do Kecife. loja He mitraras
n. II, vendein-se mrias do alsndAo para taimara e
para padres I :t-> | doria. .
\ cii.|m-.e hus mancos de carrera : na Ew-
biiibeira.sitio que 1..1 do i.ilie.i lo padre'Time..
Vende-se nma parda de :!. auno., qne eerrnha
0 diario de urna rasa, lava a enznmm. : a Iralar na
rua du Pilar 11. 211.
Ai) PtBCO.
i^ No arma/cm re far^ndas baratas, mi do I
Collegion. 2,
vende-se um completo sorlirnenlo de fa- S
M zendas finas e ;,r..,-a<, por mais barato X
}w precos do que em outra quaiquer parte, I
EJ lano em porces como a rclalho, iffin- S
Q cando-se aos compradores um s proco S
jj para lodos: este estaboleciment atino-se
g| de rombtnaro com a maior pirte das e-
j| sas cnmmcrriaes inglezas, francezas, alla-
J maos e suissas, para vender fazendas mais
|| cm ronta do que se tem vendido, o por isto
X ollerecem elle maiores vanlagens do qne
M oulro quaiquer; o pmprielario deste im- i
M ponala esiabelecimenlo convida i lodoa I
1 ; os seus patricios, e ao publico em geral,
B para que ven lia ni (a bem dos seus inle- i
^ resses) comprar fazendas baratas: no ir |
5-4 mazein da na do Collegio n. 2, deAn- j)
! ionio I.uiz dos Santos & Rolim. >*
FgTp
EC Er^t^a
VM\K REMEDIO.
Compra-s um jacar vivo para se fazer um reme-
dio : na ru.rdo (Jucimado loja n. 17.
Compra-se urna rasa que lenha sido hem eoaa-
Iruida, que estoja ein I10111 estado, c que d a renda
aunual da 550} 1 (XlOJOOO : .1 tratar com I.uiz I lo-
mes l'erreira no MondegO, ou com Amonio de
.Moraes Comes Ferreira na obra que se esla fazendo
na rua de S. Francisco.
Compram-so apolices da divida provincial ; na
rua das Flores 11. :>7, primeiro andar.
Compra-se para urna eucommenda -2 np^rinhas
ou mulaliiilias, de Illa Ili anuos de idade, e 2 prrtas
de 18 a 2"> anuos do idade, que leiiham habilidades,
par:a-se bem : 11.1 rua .Nova n. I.
Compram-se accons da companhia de ileberi-
be : na rua Urg do Itosario 11. 28 loja.
Compra-se um Irancelim de ouro para rewgio :
quem liver dirija-se ao aterro da Boa-Vista u. i'i,
loja de calcado.
SOCIEDADE EM COMMAND1TA.
Eirmasocial: Amoiim, Fara,Gnei
a&C.
Ot socios subscriptores para a fundae.io da fa-
brica de fiar ccer aU'udao, organisada por F. Ma-
fia Dupral. sao convidados a realisar de I." do cor-
- > .-.,-. fenle al 15 de isoslo prximo fuluro. na caisa da
Fracol'intoOrio chamba denle. cn. ver- s,,,,e,,a,te. provisoriamente 1.0 escritorio do Sr.
trapiche n. .
anha.i as i da
eiito sohre o
exeeotan d noanhaa, peante o Sr. jiii/. municipal "<">"> sonos aemites, Antonio Marques de
e da primeira rara, escrivao Santos, por 5!*"D-"** Fertw, Manoel Al
sera nllini.i praca, ilevem ser arremata- Pr.;,, ... .1. ..
, 1 J 1 iraciit-so alujar I. pelos para armazem de
(IOS dous aobradys de 11111 andar, sitos na annear : quem tiver e quizer ilugar, diriji-se a rua
rua Augusta, penhorados a .lose Marta
rseiial le Marinha auc en aoltaui..... m.,,.,..,..!..,^....... .tl,,,,,.- tociedade, provisoriamente 110 eseript
rse11.11 11 aiarinu.i, que -ci.i .r^lilicailo. dadeira massa adamantina e apphra ventosas pela Manoel Alvo, f'.nerra ,,. ,1,. i-
- J. P. Vosees taz ama v,a,.., n Enropt.e airaccSo .0 ar : pode sor procurado confronte .10 J,d ,0. di.ru d 10 n^-d, m,
revine ao respeiiavel publico, que breve vollara',; Rosario de Sanio Antonio n 2. : P ,''"',' !'V7J- T
azendo um mazniliro sorlimenlo de inauos dos me- V i: I 1 I 1 4i\i .'-ri. a primeira prestado de > por ee
.res amores at boje conhee, 1(,s, e aprdpSa ~Nu,d,a do COlienle. a S 10 I.OraS capital suLsenplo. I'ernamhuco 12 .
ira este clima ; edverle tamhem nao exeeolara < lli.inliaa, peante O Sr. I UIZ municipal <*<<<> socios aei entes, Anlunio
prev
ira
Ih
para este clima ; sdvertc
a sua cou-
musica paia aquelle que o honrar com
fianca.
Roga-se a quem livor em sen poder nin casa!
de pavAes, que no .lia quarla-leira, ti do correnle.
voon do sitio do loque pira a Capong, e lomou a
ilireccao do Maiiiuiulio, querendo restltni-lo, diri-
ja-s ao mesmo sitio ou a rua do l.ivrimenlo n. 1(1.
que sera ueneosainenle recompensado ; assim como
quefn der nolirii cerlajdc um oraba' rei, que voou
do mesmo sitio ha dous mezes, pouco maia on me- sciente que esta sem elleilo a arremata-
nos, o qual eslava principiando .1 lirai com a cabera ,;, ,.e |IOIlvt. |le|a fazenda nationa"
SOtl>*0e
Placido de MagaUi9es, pore\ecueSo sobre
esetiptura de hvpotheca de Antonio Joa-
az
: (iiiui
llora -U: Injiolheea ae Antonio .loa
de Souza Kibeho; igualo ente se fa
de Apullo, annazein 11.
Iralar.
10, que achara com quem
encarnada ein ra*ao de ser anda muilo novo, grafi-
lica-se I quem descubrir eles Ires paneros.
Ilcsapparerau da rua do Collegio n. 12, um
moleque de nome Toralo, com idade t) aunos, le-
viiii calca de ateo -ao ri'cado e camisa de madapo-
ln : quem o apprehendT leve-o a rua do Crespo
n. l(i, loja de Adriano c\ Caslro, que sera' recom-
pensado.
Iill.iIF.TES \f VISITA.
um dos dilossolirados, por lera parle re-
querido c pago o (pie era detedor a fa-
zenda.
zenda de {jado, sita
as, ltio-di'ande Precisa-se de urna ama Ciplivi cu forra, a;;ra-
doiido paga-se bem : na la do Ango n. 18.
Itoua-se ao Sr. .Manuel Coelho de llrilu baja
de vir esgatar os .cus peuhorea que lem na rua
>ova n. .vi.de dinheiro de empretlimo ha 2 anuos
desla |iare, islo no prazo de 8 das, do contrario sc-
ijo vendidos para pagamento.
-- I.uiz Antonio Siqucira vai a Enrona, e deixa
na sernela di sua Cltl roinuiercial, como procura-
dores bastantes, em primeiro logar a Francisco Joao
''" Ogondo ao Sr. I.uiz de Moraes lio-
rceiro ao Sr. Antonio de Mo-
de Harros
dravam se o iuipriiuein-se com iierfnicao hilhetc. 1 A^ o..:. .. 11 Vireil
de virita, ledras d commercio, e lodos'os objeclos | d !"XV. 8m 0,l,," 'I'"''.!"!'1'. '"-'I'"' "
d.i arl calisrapbica, rauitlros, rinhetat e quaesquer ISCrBo, iluija-se a rua da Cadeia doReci- |~ r,Jc
Esperaia
s no dr-
18 doenr-
n 1 c o
vpor
I r a n e c 1
/ijonnais,
Hipitlo
Devaolx,
viudo do Rio de Janeiro, que sesuir..' para o Ha-
vre com escala por TeuerifT, Madeira c Lisboa : [ta-
ra frele o pasaqeiros, na casa de 1.. I.ccomle Fe-
ron'iS; C, rua da Cruz n. 20.
no
quaesq
rtcseOtios, abrem-se lirm.is, sin. les, tanto a talho
dore como cm relevo, ornamentos em objeclos de
ouro e prala, fazemse riscos lindos e originaos para
bordados de lahvriiilhu ; admilte-se a recnu ne
quaesquer denles objeclos no caso de nao licareni a
contento das petaoas qne os encommendarem : quem
pretender, dirija-se a quaiquer destes lujares : 110
blirro do Recife, rm .la Ul tro de Dos n. :2, pri-
meiro andar ; em Sanio Antonio, na livraria clsti-
ca do patao doColleuion. 2 : as Cinco Toiitas, so-
brado da quina coiiTionle a nialri/. nova.
Aviso commercial.
Ka Iob e armazem de faz 'ii.l.ns di rua da Cadeia
do Recite 11. .V), delronle da rua da Madre de lieos,
acharan os senliorcs que commerciim com ,'azcn las
para fra desla cidade, e o publico ein geral, um
bom sortimento de fazendas novas, boas e baratas
que a dinheiro i vista se vendem por baralissimos
piceos, assegunndo-se serrn ellos igoae) para lodos,
e que nesle cstabelecimenlo achara qoem o frequen-
i a tiradez c ,i:ii i 1. pelo qe espera seu nroprio-
tiriose torne Distante concorrido de Iregoezes.
le n. 20, que ah achara'
ilj
tiSahia.
Segu em poneos dias o patacho nacio-
nal CONFIANCA, por ter parte losen
i-jrregamenlo promplu: pura o resto,
A directora do Gabinete l'orlugacz de l.eilura
nesla cidade, Icndo de lolemnisar o quinto aniiivcr-
sario da sua inslallarao, sexU-feira, 1 do corrent?,
e desejando que esta soltmnidade seja feta com lo-
do o irillio, convida por esto meio a lodos os sanho-
res amo elido desle eslebclecinieiilo queiram dic-
nar-sc abrilhaiilar com sui presenea o festejo da-
quclle dia. A Sessio mlemM lera' lujaras 1(1 ho-
ras .|a mloliAi, e espera a direcloria que al^uus se-
nli.ui s se digoem honrar c.le aclo com as produr-
eSm Iliterarias que I a em anlogas a esla solemni-
darje. o (jabiiiete estar' franco a lodos os visitan-
tes de um e oulro sexo, desdo i horas da lardo as l
da noite. Nos das 11, loe Ili nao havera1 expe-
diente, rernambuco 10 de agosto de ISli. ~ Jos
Uuarle das Noves, I.- secretario.
Precisa-se aluear urna ama de bo conduela,
qae saiha engoinmar e cnziuhar : na roa da Cadeia
do Reeif, loja u. 50, delronle da rna da Muir d*
Uros.
Attenca
-*
SSS-SSs9Ss0sM
<' A! IIANF4IPATHI I II 9
V)
i
No* dita 11 c 18 do correnle, na sala dai audien-
cias, linda a do Exm. Sr. Ilr. juiz do roinmercio, se
ha do arrematar, no primeiro dos indicado! dias, a
mobilia de Joao Coelho da Rosario, avallada por
21tl~, e um mulalinho de l.'l anuos por 3O0J ; e no
secundo illa urna casa terrea sita na rua do Filar n. i nado suas cumini-Ocs podem
133, avahada por 9009, advtrtiudo que o berro per-
tence easa por dever ser tpalo rom a edificaran.
--Frec:sa-sc de um bom padeirode proissao, que
enlcnda pcrfeilamcnle de lodo o Irabalho perlencen-
te a' padaria, nao se nlhando a ualnralida'de nein a
proco, preenchendo este locar : dirija-so a padaria
da rua larga to Rosario n. 18, junto ao qoarlel de
policia.
Quem liver para vender alguma fa-
no Serid, Espicha- Fwrejra. o em le
>- i i, i i ,,* | raes fiomes le rtira.
Norte, i'umhal, Hio|
io de Menezes Leal vai a Europa.
cisco Joao de llarros manda para nm dos
eallegios de Lisboa seus dous Millos menores Manoel
cotn rjucn \ ceme de l'.arros e Antonio Joaquim de Barros So-
l alar. luii.il...
I en !c-so dcteiicaiiiiiiiado duas lelras sacr.idas
por II. Portier & C. em jimo panado, a ."> e 7 mezes, na importancia de
rs. !:(I8('i>:HIO, e iceeilai por Jos I.uiz de Souza
Ferreira, sem ainda lerem o rompeicnte sello; li-
c un de nenliom clieilo por lerem sido subsliluidas
por nutras.
Precisi-ae de um criado para servir de portas
i fura : a tralar na la Direill o. 91, primeiro an-
dar.
Oabaixo issignado lema honra de participar
aos senh.ires necocianlus e mais pessoas desla e de
quaiquer provincia, as quaes iiilercssar possa, uue se
acha eslabelecido com eacriptorio de advocacia na ci-
dade de Macei, capital da provincia de .Magnas, a |
rua do Lvrameoto n. 24, e seoOeroeq a Iralar all
ou em quaiquer ponto da metml provincia da co-
branc i de dividas e de iodo., os negocios de sua pro
hsslo perante os tribnnaes, juizes e reparliees pu-
bliCdS, on cMrajudicialineiite, por conservar as mail
extensas relaeaes em loda a provincia, romo natural
della, c haver exerado durante S anuos os cargos de
promotor publico, e jo:/, municipal c de orpnios em
diflerentes comarcas, lendo sido alm dislo honrado
com o mandato provincial pur algumas vezes : as
pessoas que se dignaren) de confiar an ibaixo assig-
lirigir-se directamente
A IIOHEOPATHIA E 0
CHOLLIM.
5 L'iico tratamento preservativo
9 curativo do cliolra-morbus, *&)
s& PELO DOL'TOR ^
.^Sabino OlegarioLudgei o Pinho. #r>
, Scnunda cdirr'm. Y2
\y) A hrnevolentia com que foi acollada pe- (9
J, culo, esgolada no curto espacude dous me- ^
y zcs in.s induzio a reimpressau' (fy
8
m
Joao ilonc.-.ives Ferreira, lendo .-onlralado a
compra da loja de miudezas sita na rua larga do Ro-
sario n. .'18, pertrurente a Manuel (.onealves Barros,
deseja-se saber e algueni se oppnt "a -tii.elhanle
i'ontr.iio, ai'- o piazn de:! dlai.
Quinde cndaexemplar......Ir'MJO .">
Ctrteiras completas para o trata- Vj
nieiilodo cholera e ne lilailas ou-
tras molestias, a..........:I|SIKIU i*.
Meiai earteiraa..........IttgOOO V'
Os inedicanicnlos -.'.o os melhores possiveis. (fa
Consultorio central homconalhieo, rua *
de Santo Amaro aUuodo-Aovo n. t. B

~ al>aixo assignadn roga a todas as pessoas que
se jiilgarem seus rr.-doies, de nprescnlarein suas con-
oesta praca ao Sr. Jo'c Uoncalves' de Albuquerque. !'5 "" ,,n'.'" ,le '' dia,> COI1|ar da dala dtsle. para
agente procurador da provincia, que se ei.carregara '""" "'''O'iailas : na roa llireita n. I'I.
da remessa prumpla e tesara da correspondencia, Antonio Pinto de Magalhaes.
papis e documentos. Cidade do Recife 19 de julho Na fataica da e.lcado franeeza, rua .la Cruz n
de iN)h.Lourciieo Accioli Wandetley Cimvarro. 33, predra-se do olliciae's da aapalelro para obras de
Ueseja-sc alngar um prelo Bel e diligente para I senhora ; purere- o servico aiierno e externo de urna rasa de mili pe- re postan) d. l.-mr tapatoe
quena familia ; as Cinco l'onlas, sobrado da quina 0 Sr. Francisco Jos Vianna lem urna caria a
confronle a matriz nova. bolica de Barlhulumeo, roa larga do Rosario.
eJ.'di'ln.V'r dei"mi ama f?rraou fP,va. Pa Antonio i'inlo de Magalh.le-, desla data ee
tasadepouca r.innlia, que saiba cozmhar e engom- | .liante deixa de er procurador da Sra I) Una JnT
mar. ou smenle rozinliar ; na rua du Amorim n. quina de Mello Carine.,, pr
9, Mkjaado andsr. ,.
slis lie.'.iiili.
ILE6IVEL
MUTILADO
por '-'i milito orrapaJo
Ht.'il8 x de .iijn-lii le |H"t(i,
CHALI BE m E SEDA LISO E
de quadios de cores muid- delicadas a 700 e 800 rs.
o covado : na rua do Qneimado, loja n. I ao pe da
bolica.
ffl' se mim
de seda modernos, de quadros escocezes, com 17 co-
va.ios cala um, pelo barato preco de tS-HXH): ua lo-
a n. 17 da roa do Queimado ao pe da botica.
"iSEMlBAS LISAS IE
CORES A IftOO RS.! !!
Na loja n. 17 da rua do Oueimadu, vendem-se ca-
semiras.lc cures, lisas, pruprias pira cueros do ine-
iiinos e para forro de carros, pelo baiatu preco de
l$dQ0 cada covado para liquidacAo.
Sorlirnenlo de fa/oudas novas, boas e baratas,
na loja n. .VI di rua da Cad'ia do Recife,defronte da
i ua da Madre Dos : chitas de eres lisas, e bonitos
padriies a 160, ISO, e 2iX) rs. o covado, c cm peca a
69, 6&100, 63800 e 7--, dilas largas c riseadM fran-
cezes lirgM de noves padroes I ^10 u aovado, r.irles
de eaasi chila de cores aura*lavis com 7 varas
l800. dllot de liarra liara acabar a I-(.H), diales de
meriu.i pequeos de barra a ti, easaai francezas de
cores a 100 e ."iil a vara, casia para habados a no rs.
a vara e li-lilH) a pera, chales de merino lisos muilo
linos com franja de retroz a 38, dilos bordados de
matiz a 89. dilas bordados de nina s cor muilo li-
nos a 109, dilos do chally com barras asseiiuadasa
fi>"ifK), setim preto macan propria j.ara vestidos .
culleles a 2; o covado, cortes de seda para vestidos,
goslus modernos a 369 e 309, grosdmaple prelo, so-
p'rior qualidade a l.-.SOII. ti e 29M0 o euvado, len-
cos de camhraia de linho bordados! "c ditos a imi-
laca.t com bicos largos para mau de senhora a I."?,
dilos de seda com estampa das balalbas da Crimea a
800 is. e 1-, panno de ludio lino para lenroes rom 2
varas de largura a 29100 a vara, peras de silecia lar-
ga de puro linho. fina, com 'i'i varas, propiia para
camisas de senhora e loalhas de lahvriulho a lio,
dilas de bretanha de linho, lina, para n mesmo tiui,
com 10 varal a peca a 7?. culleles de seda em cr-
ie a -, casemia prcla de boa qualidade a -J> o co-
vado, panno prelo e azul, linu, a 39600 e Ij, e muilo
superior, appruvadu.na esposicao de Pars a 7>, gr-
valas de seda hunilas a I;, brim de qoadriiihus para
palitos a JOO o covado,rortes da brim de puro liaba,
padiocs iiiteirameiitc noval p|ra calca a ."l^JIKl, pe-
cas de panno de Id'i.i lino com 12 1| varas a S"*. e
ditas d Ihatelencaet ilOS, e I Id ipeca, madapaloes de
boa qoalidade de25500 at 89 a peca, coherloris de
algodn, grandes, imilando l.ia a l ajOO, e dilos de
l.ia a g, -aias de ranulao parasenhoia I 39, c ditas
buriladas a .'.-, c uetrasmuilas fazendas, qae a i.i-
nliciro u visla se veudem por baralissiniu preco, c
dau-se amostras.
CEBOI..VS E BATATAS .NOVAS.
Ja descarregaram as ceblas e lualas nova-, e
vendem se no armazem de Jo.lo Martin, de llarros,
Iravessa da Madre de Dees n. 2\.
Cal de Lisboa, nova, e potassa
Chapeos ilo Clivlc e re (<-||(o os ruai^
linos que ha no increado, ditos de *-
tor[arelse branoo*, ditos de palha amc-
t canos, bonetes de lodas as <|tialidadc-x
para menino* c liomcns, chapeos de ia-
llia e f el tro cnlcitados para meninas, c
oulros muitos olijeelos cliegados nllima-
menle ; assim como pertences para l.i-
bricas de chapeos t* livreiros, vende-sc
tanto a relalho comocm poii-iio, c mais
barato do que cm outra quaiquer parte:
na rua Nova lojac fabrica de cli.-ipcos, de
Clirvsliani i\ Irmao, n. ii.

f
~bc7
S *

IJjaM
JtOtJWI
l.-om
H.VI
cavas.
"TA'
* A dinheiro a v"sta,^
__ para acabar.
tS^tm frente do neceo da Congrafarao, pal-
iando a bobea, a segunda loja de Uzeada, o. 4QU"1
Chales de merino bordados a velludo, a UPisMi.
Ditos de merino bordtdos a matiz em 2 aialn, *
119000.
Dilos de dilo dilo bordado a matiz em au peala,
a K-rOOO.
Ditos de dilo com lislra e Irania de seda, a *- Wl
Ditos ile dito com barra maulados, graad.a, a
3>00t>.
Dilos de dito muilo lino com fiama ata teda, a
i~.00. ^'
Ditos de 1,1a glandes de todas as cores, a
Cortes de vestidos de seda de quadros, a
Lindas sedas de cores para volidos, covado
Chais de quadros de lindas cores, cavada a
.-eda. assclinadas de quadros de nove rele
a 00.
I.aa de quadroslcom ."> palmos de largara, cev.de
a bul.
Cortil de vestidos de sedi para|menina.
Sarja prela lavrada paca vestido, revade a j:ati
ros de uaplet prelo eucorpad., covado a ll!
sarja prela muilo boa, covada, a tgGiai
\ elluno preto hespanbol. cavada a -skhi
S'lim preto verdadeirol Maesa, cavado a !BHt\
hetim branro .Macan rara vestidos, cavado, a la""
Panno prelo ingle/., prova de limlo, cavado a 39Mi
ea*M
fJB
JMI
cava-
2V>
->va
i?>ii
Jn
I^IKI
J-..l
:t.i
-jll
I Mili
iOii
7111
irrun
Mpi
i'
iiissiana
superior.
O deposito de cal da rua da Cadeia do Recife n.
.'K), acaba de receher pelo atlimo navio de Lisboa
barris com cal nova em pedra, assim romo ditos de
pnla-sa ru-siana de superior qualid-.ie, saaj evo-era-
rao a mellinr qoe lem viudo ao mercado, cum cojos
arligos os senliorcs de engenho podem sem recelo
fazer bom assocar. em qualidaje, peso e alvura, c
os vende por pr.-co commodo Antonio Comes da Cu-
nta e Silva, na rua da Cadeia do Recife, loja n. 30,
d. fronte da rua da Madre de Dos, liavendo nesl
deposito um resto do barris com cal da safra pasta-
da, que se vendem por barato pro.;...
Venda-sea taberna sila na roa da Aurora n. M,
elem bom enmmodos para familia : quem a preten-
der ilirijii'e a me-m i.
Dilos de cores dilo dito, covado, .
Chitas francezas largas muit. linas, a
Cassas francezas de cures claras, a
tisc.nlos francczcS com Malinos de Urcari,
do a
Canga liza e de quadros, cesado a
l'alita de alpaca prel. lina, a
Corles de casemira de core finas, a
Dilos de dila prela linas, a
Jirel preto para panno de prelas, covado a
Corles ile cassa frai.eeza d. core, a
Luvas de seda brancas e cor de palha, a
(.mizas francezas brancas, urna a
l'eilos para camisas de cik e braceas, a
Colariubos broncos feitos, a
Lencos de seda de cor grandes a
tMroa Cobertores de algodao grandes, a
Ditos de l.ia hespanhoes, a
Romeiras dejelro. matizadas, a
Maulas de Matad prelas e branca*, a
Loncos muilo linos bordados, para senhora. j |s.Ki
Mdapolo fino rom > palmos de largura, a :t?7Hi
Lciicu, braucos paia cabrea de seuhoi. a 30"
Curtes de beleza fazenda inicuamente nova iterte
mercado, toda de seda e de lindo goslo, a I!
'orles de vettidut de seda brinca para noira.
Corles de culictet de seda de lido geste a :fc-4im
Velluda prelo para vestidos o covado a Witi
Pahlaa de pannorlino prelot e de core forrados de
seda a |s-..n
Hilos de alpaka prcla rnuilo lino forrados a (Isooii
Bm cana de *. O. Bic-
ber & C, rua da Cruz
i;. 4, vende
AJgodO para saceos de assui ai .
Dito lraneado pata dilos, a imitaruo da Babia.
Lonas,
rin/.io. .
FeirodaSueca.
Arcano para purificar o assurar d m-
vencao do Dr. Slolle, om o inelhodo em
lingua poiliifjiie/a.



Vendem-se btalas de Lisboa, uovas, chegada*
ultimameble a 38200 de urna arroba para cima : na
travetsa da Madre de Dos d. 5.
inlio c licores
Vende-se auperior tinlio do Porto, e licores linos -
na ra da Madre de Ueos, armazem. de Bastos A-
Silva.
Vende-se urna prcla crioula, tje idade de 30
annos, que coziuha o diario de urna casa e lava liem
se for para a ra paga 180 rs. diarios : na ra .No-
va n. 4.
NoPasseio Publico loja d. 1t.de Ferreiri &
2S *! Dn,a POrtfo de sacca* de caf, de nri-
meira qualidade, vindo ullimamenle do Rio de Ja-
quidarT* "e"de Pr pr,'CS razui"-' W I'-
ii.V.y'dem'se 2 mulali1"" muilo bonitas com
tfiB^Wi."'* nMM: ira,ar ,,a
Grande pechin-
cha.
Camisas francezas de l,s a 'io.sOOO a
du/.ia: na ruado Crespo n. l, loja de
Adriano & Castro.
Na loja das seis
portas
Km frente do Aivra ment
Pescocinhos de relror prelos e bordados de cr a
cinco rjliLr. cada um, erte* de filo prelo bordado
pan manteletes de meninas a mil rs. cada corle,
r.nniaas de cambraia bordadas para senhora a doos
mil rs., e manguitos recortados i rici lusloe* cada
par, collarino** de lindos goslos para senhora a pa-
taca cada ufo, e.muitas oulras fazendss proprias pa-
ra o passaroeoto da (esta ; da se de ludo a amostra,
- levando peuhor que cubra o valor do que se mandar
pedir. /
l\a loja das seis
portas.
Em frente do Livvamento.
l.onros de seda francezei de muilo boa seda e gos-
ii>,, proprios para meninas e icnhoras a dez lusles
(aqa um, lencos com bico largo, proprios para inflo
le aenboraa a quatro patacas, e bordados a dez tus-
loes, la/enda fina, cortes de cambraia lisa com oilo e
nieta varas a lies mil rs. o corle, que da' vestido
com tres libanos, cortes de cambraia de seda a oilo
mil rs. cada um ; a loja esta' aberla para quem qoi-
i\mc?, ua mandar Irazcr, das 6 horas da ma-
ntisa al 9 da noite.
Vendem-ae saccas com familia e feijao, por
meiie-sdo que em oulra qualquer parle : IraU-se na
ra aa Ladei.i do Recite, luja de ferragen* n. 56.
Veode-se 5,000 lijlos de lapamenlo, Icndo de
largo urna quarla parle de menos da ilvenaria gros-
m e comprimenlo desie, 5 a 0,000 redondos para
columna, sendo parles isuaes, grandes e pequeos,
maudando-se bnlar em qualquer obra, ou o compra-
dor mandando buscar : a tratar na ra Nova D. 18.
Vendem-se fumns elsticos os mais modernos
para luto : na loja de 4 porlas n. :>, prximo ao ar-
co de Santo Antonio.
Vendem-se camisas de l%a para liomem as
mais tios que se ha leilo, proprias para evitar as
cnnstipscoes : na ra do Crespo, loja de i porlas n.
, prximo ao arco de Sanio Antonio,
"VeDilenwl79 saccas de farinha de mandioca
"lad^ 5"CCa '' a r"a da CrUZ D- 6i* l'rime'ro
Popelina!!!
. A 18000 O ('.OVADO.
mh r""" y""""1""*" > 2i A, vende-se i mais
moa lazeod* para vestido de senhora c meninas, de
.cenlo branco com llores solas e de listras, fazenda
Vum penw Pe' U"'m0 Vapor dff"se a9 amoflri"
Klia do Quciiiia-
do n. 2 \ A.
Vendem-se corles de chila Trncela com 12 cova-
do* a 23500, chales de merino bordados a velludo,
do ultimo costo, cortes de seda lisos e de quadros,
riscados esccete* a SO o covado, assim comooulras
muilas fazondas, que se vendem muilo em corita.
Vende-ie urna carrera grande de i rodas-
mullo bem construida, pega 200 arrobas, e mais duas
ditas pequeas para boi ou cavallo, ludo novo : na
ra da Cadea do Kecife n. 1, ptimeiro andar.
Vendem-se 2 negrinhas de idade 8 annos,
o principio de costura e en?ommado, e 1 prelo
de meia idade : na ra Uireitan. 3.
-- Vende-so tinta que veda a entrada do copim
nas madairas: no armazem naval, ra do Vigario
DIARIO lE ftllftlB.,1.0 SGND'. rf-IM II AGOSTO II IMbb

Sabonete e velas.
No deposito das bichas o inercearias, na ra es-
reit.i do Kosario u. II, veudein-se as afamadas ve-
as, imitando espermacete, e sahao branco com o
'hciro de saliouele, da fabrica iugleza.
el
Jos Antonio Morena Dias i\ C, fa-
/.em iciente aos seus fregueses, que aca-
bam de receber de Londres pelo patacho
KLO.ND, mais Um sortimento de duas
qnalidaaes de plvora, da mellior que
lem viudo a este mercado, e a vendem
por menos do que os anti;os vendedores
dcsle (jenero : assim como lem un gran-
de sortimento de e!iuml>o de municao
desde marca Klilt alen. 10: as amos-
tras acham-se no sen escriptorio, rita das
Laraugeirasu. 1 i.
Vende-se um bonito mulato de 1S
annos de idade, proprto para liolceiro:
a tratar na ra do Vigario n. 31.
AVISO
Aos senhores acadmicos.
lie (bagado ao Bazar Pernamliurano da rna laria
do Kosarin n. 32, os apreciaveis sicarros de palha de
San-Paulo, o melhor que pule haver nesle seero,
por ler muilo lina palha e ser de diverso* tamanhos:
vende-so por barato prero.
NOVAS COR-
rentes com pe-
dras para re-
logios.
Na Ijja de Serapliiro & Irmao, na roa do Cabug
n. 11, ebegou de novo oulra poreflo de ricas entren-
les de ouro com pedras, e oulras muilas obras de
hoyos goslos para senhoras e meninas.
Vende-se o engenho Muribeqiiinha, tres legoas
distaole desta praca, que fura avaliado em 35:000?;
perlence ao casal do finado coromendador Jos Pau-
lino de Albuquerque Sarment, e no qual lem o ac-
tual rendeiro Ires quinhcs de 100-3 cada um, que
loram excluidos ilaqnePa avahado, a que se prore-
deu no dia 26 de julho prximo passado, pelo jolzo
de orphaos : quem o pretender, dinja-se ao Sr. le-
nente-coronel ltarala, ruada Cadeia n. 22, ou ao Sr.
Jos G-oncalves de Albuquerque, no paleo da Itibei-
ra, sobrado junto ao muro da Peuha.
Vendem-se 2 correnlas de ferro, I ancora e
mais lt; paos dillereutes para uavios : na ra da Ma-
dre de Heos, loja n. 3i.
_ Em casa de Eduardo II. Wvall.rua do Trapiche
Novo n. 18, vendem-se hartas, rclugios de ouro, co-
berlos e descolierlos, scllius inglezes, chicles de
carro, arreios para dito, cabos da Kustia, lio devela,
tintas de todas as cores, candieiros e caslir,aes brou-
zeados, conservas de fruclas ingleas, charutos de
llavana,
COBERTORES l)E PAPA IIESPAMIOES.
Vendem-se na loja de Victorino de Castro Mou-
ra & Albino, na do l.ivrameuto, loja qraude de i
porlas ; esles cobertores sao os melliores que lem
viudo a esle mercado, e por isso se recommenda
lodos os amaulcs que vio o maisdepressa possivel

Attenco.
Acba-se sempre um grande sortimento dos melbo-
res doces, taulo seceos como de calda, jaleas das mais
superiores, e urna porci > de ananazes abacaxia pro-
prios para embarque : na confeilaria da roa da Cruz
n. 17. Tudo por mais barato preo que em oolre
qualquer parle.
I.ABYRINTIIOS.
Vendem-se laucos e loalhas de labvrinlho. assen-
Udo em fina cambraia de lioho : na "ra da Cruz ti.
:ii, primeiro andar.
Vende-se um liom escravo de :M> annos de ida-
de, lendo molla pralica de padaria por ja ler traba-
Itiado .> annos e muilo proprio para armazem de
assucar, e junlamciile para andar com earroca.de
cxcellenle condula que se allianca ao comprador l
na roa Uireila u. Ul.
At teii^o.
Vende-se um lindo molalinho de 7 anuos n.uilo
sadio e robusto, proprio para quem qoer criar, por
ser muilo esperto e alecre : quem o pretender diri-
rija-se o ra dosMarlvnos n. H.
DE BOM GOST DA MAIS
SUPERIOR OLALIDADE, LTI-
MAMENTE C1IEGADA AO MERCADO.
Grtes de seda, padroes mu delicados, e nunca
aqu vindos, com babados. leudo 25 covados cada
cre, ditos sem babados, ditos de seda grosdenaple
amarella, cor de rosa, azul clara, cor de perola e
u jiras cores, com babados, e tambeiu em pe.a para
vender-** aos covados, ditos de seda branca adamas-
cada com babados, dilos de seda adamascada de co-
res maito mimoses, e cortes de cambraia com baba-
dos bordados blancos e de cores para vestidos, todo
viudo no ultimo paquete da Europa : na loja de Jos
Moreira Lope, sobrado amarello na esquina ds
i.i jatro Cantos, ua ra do Queimado n. 21).
Vende-se areia quer por canoas, quer por car-
rocas, lijlos de todas as qualidades e tenas, posto
nas obras Iqdo com brevidade, e preco moito com-
inodo: a Iralar na cocheira coufronle'ao telheiro dos
cauoeiros da ra Nova.
Mandioca.
Na taberna grande da ra dos Guararapes n. 6
em Fra de Porlas. vendem-se saccas com farinha
.le mandioca, a preco de 25200 e 2>(i00 a sacca, e a
120 i csia.
Velas.
Na fabrica da ra do Bruna vendem-se
velas de carnauba, nao s em porees co-
mo a retalbo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Sania
Catliarina, em saccas que tem um alquei-
ic (medida vclba) por preoo, com modo :
no armazem de jNovaesA C, na ra da
Madre de Dos n, 12.
Vende-se
um cavallo ala/.aol novo, com ailares
em boas carnes, proprio tiara lenhora e
por preco commndo ; rutcocheira da rita
da Koda.dc Paula & Irmao.
Vende-ae urna casa de sobrado de Ires andares
e ila.i, cozinha lora no primeiro e segundo audares,
chaos proprios, livre e desembaracada, sita n* ra da
tatas.) ii. .1:1 : dieijam-e a ruadlo (><'po. loja n. 15,
ou rna da (".adela de Santo Amonio n. 21, primiirn
andir.
A 3$500 a duzia.
I.eneo. de cambraia de liaba para algibeira : na
'ui do Crespo, loja de Adriauo i\ Castro n. IV.
]\a loja das seis
portas
Fm frente do Livrament.
Novas cassas piuladas a meia pataca o covado. pa-
dree* bolillo, chales do gansa encarnados, llores
amaiellas a duas patacas cada um, saia de cambraia
bordada para senhoras a Ires mii rea cad orna,
collarinhos para senhora a pataca cada um, flores de
relroz para enfeilesde vestidos de meninas e senho-
ras a meia pataca, e muilas oulras telendas que se
querem Irocar por sedulas.
Com foque de
avaria.
-rerns ae mauapoiao a -jsm, 09 e VJ20ll: ven-
dem-se na ra do Crespo, loja da esquina qoe volla
para a ra da Cadcia.
(HEMOS DO SERTAO'
Sao checados os melliores qucjos do serian, e se
vendem baralo ; na rna do Oueiinado, loja n. I i.
Vende-se a verdadeira graisi injleza n. 07, do
fabricanle Dav and Mirlen, em barricas de l.'i du-
zias de poles, em casa de James Crabtree & Comoa-
nliia. ra da Cruz u. 2.
Palitos a 8,000
Corles de patino fino de cores para palitos a SgOOO
cada corle de palito, be jucamente nielarte do seu
valor: ua loja de i porlas Da ra do OueimaJo
Casemiras lisas de cores a
1^200!!!
Roa do l.lneimado n. 21 A, vende-se casemirasde
cores lisas muilo superiores, para liquidar, o d.lo-se
as amostras.
_ B..PE* DE LISBOA.
\ende-se a .10 rs. a oilava : na ra da Cadeia do
Kecife n. 15 loja do liourgard.
Ai tem Charulosl Varetas do fabricanle llrando a 2>:l00
a catxa de .V) charutos e resala do mesmo fabrican-
le 100 em caias de loo, e de oulros fabricantes
a .t>iio cenlo : na ra da Cadeia do Kecife D. 13,
loja de Bourgard.
Fazendas por
milito menos do
seu valor, ni l portas, na na do Qiieima-
do n. 10.
Continoa,-se a vender nesla loja o resto las fazen-
aaa da loja da ra do Crespo, que loram arrematadas,
e se vendem pelos sesuinles preros :
Madapolo entrelio a 25X00, :tB*e
Mito muilo lino de jarda
pilo muilo largo e muilo fino com ;S3 varas
AlgodSoxinne de 20 jardas
Hito bom americano
Chita* de cores, bom padrf.es a 5, 5300 c
Corles de calca decasemira prela a riViOO e
Jilos de collele de selim prelo superior
Bnm de hnlio de quadros, o covado
Dito trancado, a vara
Papn* pretos e de core- a :!.' o
Chita larga franceza, o covado
Ollas estrellas de cores, o covado
AISod,io azul mesclado e de listras. o covadu
Corles de cassa chila .
IJilos de chila larga
i ir.natas de seda de cores
Lentos de ganga e de chila, linos
Superiores velas de carnauba.
do Kca,r,;,
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