Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07457


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Full Text



A
>
ANNO XXXII N. 188

Por 3 mezes adiantados
Por o mezes vencidos
4Q'000
i,$500
SABBADO !l DE AGOSTO DE 1856.
Por auno adiantado 15fc'0OO.
Porte franco para o subscriptor.
i \< AldiKi.Anos D.\ Sl'BSCIlIPCAO' NO NOllTE.
Parabiba, o 8r. tiervario T. di Natividad* ; Natal, o 8r. Jo-
Sim I Pere.ra Jnior Aracaij. a Sr. A. de Lemoi Braga ;
irt, oSr. J. JoedeOIMira Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
ina Rodrigue!; Piaolv, o Sr. Domingo! Herculano A. Pesioa
Ureaaa ; Par, oSr. Juiliniauo J. Rarooi; Arnazooas.oSr. Jero-
jmo da Coiu.
PARTIDA DOS CORREIOS.
born 'i" du
da
Orlada : i..,l,.. ilias. i htuaraa.a, I...IUIH.I i- Parahlb* : ..
.s. Aalfi. Resero, Ilor lo,Caraar. \lnnlv. .
n. I...,,,.-,.,;,., 1-.......M|,. *,,.,,, ,.,......r
..ti. Plwe., n,,i..-ii..iu. ii0,|.>,.i.,. (),.,,. ,.
.-!-,.. I,... ,,.-... Viinli:.-ni. I'.,.i-K,....... !_,,
1 mii'ii'i Ir......Vii.il: i|iiiii.i.-i.-h.i..
..itas-felra
ni......: ni
lli
Km":
. II,ir,
14 : 114 l,'r,;.i-f,'ir.i.
Pe*!.....i-', fnga-
H ^1 l.i I', ir.,..
,..-. Agua-Prau,
.1,.!,.
|, trie
-' lo lior.i* ,1a
AUDIENCIAS DOS TlUItl'XAES DA CAPITAL.
Tt'bunsl do commercio quarlaa e labbadoi.
Kelacio : tercai-feirai eiabbadoi.
Hienda : quartai eiabbadoi ai 10 hora!.
Juizo do commercio : segundas ai 10 hora! e quintal ao meio-dia.
Jotro de orphaoi.- tegunda a quintal ai 10 boraa.
Hrimeira varado eivel : tegunda e leitai ao meio-dia.
egunda ara ds eivel: quartai a ubbadoi ao meio-dia.
PUW OFflCI&L
MNlSIEdiO 1)0 IMPEKIO.
DECHETOJ. IS68 .le Ji DE EEVI.REIltO HE
1155.
Approca o regulamcnlo complementar dos estatu-
to das FamUades de Direilo do imperio, para
a exea/rao do 3 do art. I do da-reto 'n. t:ty>
de- de abril ue 1854.
Hei por bem approvar o regulamenlo complemen-
tar do* estatuios das (.'acuidades de Uireite do impe-
rio, para a execucAo do i :l do arl. Jl do decreto n.
LtKli da 28 de abril de 185. o qual com este baila
assigoado por l.aiz Pedreira do Couto Farras, do
mea con-ellio, mtu*tro e secretario de estado dos ne-
gocio* do imperio, que assim o lenha enleodido e fa-
ca execular.
Palacio do Rio da Janeiro em de fevereiro da
1855, trigsimo quarto da iudepeudencia e du im-
perio.
Coro a r ntrica a manalo o Imperador. i(tc
"'eireiradS Couto Ferro:.
'.egolameutn complementar dos estatutos das Eacul-
{ailes o>e Direilo. pedido na cunforrnidade do jj
do art. 31 do dedreto n. I38U de 28 de abril d
1854.
GHVTUI.0
Don e.iauf! preparatorios.
ti. 1. Na pocas marcadas no arl. 55 dos esta-
tu, lerlo lugar o's exame* preparatorio.-, sentado
de txaroinadorea era cailr. melena n prnfeasor da
respetiva cadeira e seu Intitulo, e na falla de
quarorr delles qoom o direclor designar.
A|, t. O (".ldanle que qoizcr iuscrever-se para
esleajxames, deven requer-lo ao director da Ea-
ru'dr, .Ulaii.ln e asugnanfo o reqiierimeulo, e
juntadocerfidAo ou outru d(cunieiito, do qual con*.-
le (ernlula.io a materia s .hie que liver de versar o
exam*.
Ar J. O director ir de*pa:hando os requeiimcn-
los, a ropurcao que os for recebendo, e mandara pe-
lo aectlario formar urna relarao dos estudanles que
lorem dmillidos, segundo as latas dos despaclios.
(JuaAi os despachos forem U mestna dala, se-
guir-giba na collocarAo dos nuines a ordem alpha-
helica jaiva em ambos os caaot a preferencia decla-
rada na." parle do arl. 55 do (estatuios.
Art. \ .Urna copia iesla relarao sera afilada nos
geraes e n porta da secralaria, com a dc-iguaro
dos dtaa iii qua lerao tugaros eiames.
Ar. 5 \>s das de-ignadis, o presidente do exa-
nie clij-im i os rsludanles sela ordem em que leus
no.nes '-livirau, collorados.
. Art.'ri. Use>tudanles que nAo comparererem cha
mada rarao para o lim de losa os eiaines, sendo os
eos romts esn|i!osein urna lista supplemenlar.
Arl 7. 0> eiames seri leltos ubre pontos lirados
a* swle pelo orimeiro. Esludanle re cada turma.
I't.i esle limcaia um dos professores das aulas
preparatoria* eetreisar na secretaria, ate o ultimo
da marrado pelo dheclor, devendi omamsa-tos d'cii-
1ro materias das respectivas cadeira..
Ar. 8. Estes pantos, depots do examinados e ap-
provados pelo director, cotp modilicacflf ou sem el-
las, serio numerados e escriplos em livro proprio pe-
to secretario que lanzar os uumeros correspondeo-
Im em oaaa urna, cuja chave ficara em seu poder.
Arl. 9. Os exames de latir, fraacez e inglez
ronslarao da varsflo escripia para porlaguez de" uro
trecha de pro minando, Mgondo o ponto que liouver tirado.
Serai os esladautas examinados (ahbein na le-
I'ira e ua analyse ranimalicnl de pafari do poni dn
Cosa, e na modaedo ol vit-h, so rrWame l'or de
lim. ; ;*-A T
Art. 10. '3 exathe deTjielorica e potica coat-
tiu na aualjse earripla dcVim Iroclio la.mo do pro-
sador na de culi o de alguV] poeta, e a'em di-lo em
pergunlas .ni,r< o principios geraes lena arle
Arl. ti. No exaino de historia c geog'aphia os e\-
aroinandos farao a cxposi^ao por cscriato de uin pe
riodo histrico, e da geugraphia do pai: ou panes de
que se Ira'.ar. com referencia especialirentc ao lujar
ou lagares em que os fados se lenham passado.
Sarao inil> ir i perguuladns sobre us fados ue
lenham rel-irai' mais immediaLa comaquelle penado
e sobre os principaes pontos de geograpliia e Arl. \2. O came disserlaroes escripias sobre .alguma das qnestes im-
portaales da ciencia, iletendo os examinado*e- ar-
gumeutar sobre o ubjeclo de laes disserlarsts.
Art. 13. No exame de arithmetica e geometra te-
ro logar o desenvolvimeolo Iheorico e pralico a,.
opararue- ariilunelica-, e a demonstrarlo por escrip-
lo de ama cu mais prnposires gaomelricas.
Rospoudero alem dislo os examinandos asquis-
Ices que liverem ligaco-coiicos respectivos pontos,
e que Itios fureo dirigidas pelos examinadores.
Arl. 14. Os exames serAo reilos aom auxilio alguno
exlernu, excepli os de Iiiisius. nos qOacs se poderao
ministrar ao eiamin.ndos soineulc. os livros que
conliverem os nonios dados para trad....._,i, e. i. res-
pectivoa dicciomrios.
Art. 15. Qualquer doscxamts preparatorios poilevj
r.i ser feito por latmaS;, que oAo excedam ao numero
de 12.
Arl. Iti. Tirado o ponto e entregue ao presidente
los exames, caJa examinando irseolar-se junto de
urna mesa separada da dos oulros, # um dos exami-
nadores lera o dito ponto em voz alta para que a-
quelles o escrevam ao mesmo lempo, havemlo para
).."<> sobre cada mesa os uecessarios preparos.
Art. 1T. Escnplo o ponto polos examinandos, o
precenle o mandar ler por cada um delles. dis-
Imcla e separadamente, para verificar a exadidao
das copias.
Arl. 1K. Os pontos que forem sahindo no sorleio
serao guardados a parle, e su loruarAo a entrar na
nrua qoandn os restituios firarem reduzi.los a Ires,
tepetindo-se urna e ontra cousa lanas \ezes quatuas
for de miater.
Art. 11). Os examinandoa lero para a prova es-
cripia do seu poni o prato de duas horas, marcadas
por ampullieln, as quaes principiarlo a correr do
momento em que o ponto lorcoulerido na forma do
arl. 17.
Art. 20. Os exames serio julgados por urna com-
misso cuiji, -i.i dos examinatlores, do presidente
de que traa u arl. 5b" dos estatuios, de um conimis-
sario nomeado pelo presilenle da provincia, e de um
dos lentes da Kaculdade designado pelo director.
O presidente da provincia, e n laes uomearOes
preferir', sempre que for possivel, os lenles da Va-
ruldade.
Art. 21. O presidente da conimis>o providencia-
ra' de modo que se corle completamente toda a com-
uciiiicacau dos examinandos entre si e com qual-
KPIIE.MERIDES DO MEZ DE AGOSTO
9 Quartocrescente a 1 bora 47 mlnutoi e48ieguudoi da m
lri La cheia as hras,2(l minutoi e48 icgundoi da manha'a.
>2 Quartominguante ai horas. 18 minutle 48 legundoida I
.10 La ora ai 8 horas, 4"i minutos. 4S legundoida manha.
., l'KEVMAIl DE IIOJE.
Pnmeira as II boros a 42 minuto! da manhaa.
Segunda as 12 horas a 6 minuloj da larde.
DAS DA semana.
1 Segunda. >". Domingos de Gusmo fundador.
5 Terca. S. Nossa Senliora das Noves ;
K Qua na. Traoaiiguieeao de Sr. no Monle Tlubor.
7 Quinta. S. Caelano Theatinn lundador :
8 Sexla. S. Cvriaco diar. m. ; S. Emiliano b.
9 Sabbado. S. Komao soldado m.
1n Domingo. S. Loureuco diac. ni.
quer dos assislenles em quanln aquelles Dio entre- I eslalulos, prebendo o aonuncins determinados no
.'em o sen Irabalho. I arl. ;l:l do p reten le regulamenlo, e fazendo-se
EXr.AllRECADOS DA SIHSCRIPSAO NO Mi.
Alagoai.o Sr. (Uudino Falcio Din ; Babia* s, ii n.,
lio deJioeiro.oSr. J00 Pireiri Mariini. '",
KM PERNAMBIDO
Oproprieurio do DUBJOMaaeal rigueiroa dt tria, m taa
lirrana, praca da lodependoecia ni. 8. ~
Art. S2, Nenhuin .loa cxaminamlos Dodera' reli-
rar-se da sala sob prelexlo algum, sem obter licenca
do presiilenle da commissAo, que nes acompauhar por peMoa de sua conlianca.
Succedendo que algum pradque contrario, o
presidente notara' ossa circunstancia no verso do
respectivo repuerimenlo, e,datando a declararlo que
hzer, a assiguara' de rubrica com os memhros da
coraroisslo.
Art. 2;t. Findo o lempo marcado para o exame
escripto fara'o prcsideuln sitial, pelo toque de una
campanilla, e os examinandos apresentaiAo as res-
pccl|vas provas no esta,o em que se acharen), asg-
natelo cada um o seu minie logo cm seguida da ulli-
ni i huta que Itver escripto.
Estas prova*|serao rubricadas no alio de cada meia
follta pelo presidente na commissAo, e depois dislri-
buirlascom iguallade pelos examinadores.
Arl. 24. No da imtnedialo, ou no mesmo se lor
possivel, reunida a commissAo na sala dos oxames, e
anles de oulro qualquer Irabalho, apreseularAo os
examinadores as provas que Ihes liverem sido dislri-
buldas, nnlando em cada urna os erros cominelltdos,
e declarando por escripto qual a sua opiniAo a'ceica
di tnerecimeuro de cada prova.
Arl. 23. Os memhros da commissAo, examinando
lodas as prov,i< e combinando-as cornos aponlamen-
rns tomados solire os oxames oracs, prouunciarAo o
seu uizo a'ccrca de cada esludanle, a' medula que
for hdo o sen uome pelo presidente, volando por
escrutinio -ecrelo, segundo o medilo adoptado no
arl. 64.
Arl. 26. O presidente, a' proporcAo que lindar a
vntarao sobre cada examinando, verificara' com o
oulros memhros da commissAo o resultado, e escre-
vera' no verso do respectivo requerimenlo Ap-
provado plenamente a o Approvadn imples-
mente ou Reprovado conforme o
esrtiiiinio, e datando oque escrever as>iguara'de
rubrica com os ditos memhros.
Asi. 27. Os requernneutos dos e verem a ola declarada na parle segunda do artigo
22, ou alguma das indicadas no artigo antecdeme,
serao remedidos a' secretaria pata se lavrarem em
os competentes livros os icnn is de approvarAo, ou
de reprovacAo.
Com ellos serao lamhein remellidas as provas es
criptas dos exatno', depois de rubricadas pelo pre-
sidente, as quaes, encorporailas nos requmenlos,
serla archivadas na secretaria por um aiinn.
Arl. 28. O esludanle que for reprovado. ou que
teudo-se retirado to exame anles de acabar a sua
prova nao justificar permite o director que o fez
por molestia superveniente, nao sera' almitlido ao
un-iiio exame cnAii em urna das pocas.filadas pelo
arl. 55 dos aalaloloa, que se seauir immedialamenle.
Arl. 29. 'formulados os exame-, fara' o director
orchnisar pelo secretara) a lista dos alumnos appro-
vados em cada materia, com as notas da approvacao,
a lim de ser enviada com oulra dos reprovados a'' se-
cretara de estado dos negocio* do imperio, remel-
teiclo na mesma occasio copia de ambas ao* directo
res das outras Faculdades a ao inspector geral de
in-lrurcao primaria e sicundariado municipio da
corle.
Atl. :if). (>m ae certidnesde_j|nprov ic,lorn lujos
ano. o qual lainbem s podara1 ser
krocurador rom despacho do direclor,
rircumstancias do arl. u dos mesmos
competente
a-signado por
justificadas as
eslalulos.
Arl. 41. Ai matriculas serao lancadas em livros
espaciaes pira cada anuo, com termos de abertura e
de encerratneijlo lavradus pelo secrelarto e asignados
pelo direclor.
'Ii l.me ime,-i'i serao feitos na margem esquerda
do respeclivojlivro. ficando em hranco a margem
direila para I inrar-se a segunda matricula, c qual-
quer uliservat ao que possa occorrer.
CAPITULO III.
Da* habilita -oes para 0$ actos dos difieren/es ali-
os da / itculdade, dos pontos para Illa, c da
desigiiacriio dos lentes para cada auno.
Arl. 42. Jfara o assenlamento das fallas dos eslu-
danle', na furnia prescripla uo arl. 111 dos estatu-
ios, os hedei* ou continuos a qnem perlencor esle
servico fara* mensalraenle urna caderneta, com lan-
as paginas em branco quanlos forem os das lectivos
do mez ; e i-depois de anntinciarem em voz alia os
nomes dos ejsludanles auzeutes lanr;arAo na pagina
do dia os numero, dos que fallaren!, e enlregarAo
no lim da Ijrao a dita ca,iernota ao respectivo lente,
para ser examinada, corrUida e rubricada. Depois
disso passarao as olas das fallas para a caderneta
impressa.
Arl. 43J Os referidos empregados nada mais es-
creverAo na primeia cadrrnela do qne o seguinle :
j no alio da| pagina, o dia e o mez, loso abano, em
nova Imli.i "f.iliaiem a primeiro chamada os ns. 6,
II, 25, 36 e 42. (Islo he os nmeros do que ralta-
ram Dapais escrevera' em nova linda Eallaram a
ultima rbaiiiada ,o- nmeros t e :Ui, 6ic.
O lente! antes de rubricar a dita caderneta, po-
ra um sijDal do fim no ultimo numero.
Arl. 441 Encerradas ns aulas e reunida a congre-
garlo nol dia 22 de outubro, ou no interior, se
aquelle fdr dnmiugo ou feriado, para o lim delermi-
"* -rl. 73 dos eslalulos, o secretario apresen-
lisia das fallas das eslmlautes era cada um
nado no
tara urna
dosaiinni, orgaoisada na forma prasciipla nos art.
131 e 133 dos citados eslalulos.
Aprese liara' alem 'disto, oulra lisia dos que li-
verem diixado de exhibir conhecimenlo do paga-
mento da laxa, ou de assignar o termo do encerra-
menloda 2.' matricula.
Arl. 13. Em presenra das referidas lisias, e cou-
ferirta a drimeira com as dos lenles r. bedeis, coo-
gregaeo lendira' qoaes dos sludanles aproveila-U
ram o an lo, e eslao nos termos de serem admillilos
a aclo.
Os aclo*. far-se-hAo pela ordem das matriculas,
n CAi*ITlI^)IV. |dequalroLallioilraliro*edem.iisde Ires subsliloto*;' i-i.ignias donloraes e do aerrelaro, quelavrara' o
in -. a,'"r,'"" i0* "''"'i' e da\ rn''>C"fs- l "> S, depois de sorteados os quatro calhe Iralico. | competente termo, o qual sera" assigoado pelos dilos
Arl. ..I. -ma a segunda matricula, e termina- c os Ires sub.lilulos, exigidos no arl. 83 dos eslatu- lenles.
^L''Jer^'3 .,'res''r|",0S T C''1"!. "",,euen,e- i '"- di sobraren doas ou mais lenles em cada Art. 89. leila a chamada, o graduando mais ao-
f..r-/.' 1 f'' l"l's"),n0-DS Hnadamenle o, nina das classes, ser lirado i .orle mais um ralbe- I ligo, acompanl.ado do secretario, pedir' ao presi-
Hi n- i "-''si"'<-'ivosanuo,,ouo,s,il,s.Mra.,co e un. oh.lllalo, para supprirem, aquelle a denle do acl, em seu mime e o dos oulros gra-
hlutos que ivercm fallo suas vezes, se nenhum Talla que se possa dar de um dos cdhedralico,. e es- duanlos, o grao de bacharel. h
aqiiellns_ orhar.sei prsenle. le a da un dos substituios primeiramente sortalo*. Em seguida o secretario Ihe apresenlara' o livro
Arl. ..,. Era lodos os arlos comecara aarsumen-l Arl. 74, Para o sorleio determinado no artigo I dos Sanios EviPEelhos. sobre
lataa pelo lente mais moderno ; examinando o pro- antece lenle o secretario apresenlara '
sidenle, no* arlos de cada um dos Ires ltimos anuos,
depois de todos os oulros Nos asenlos, porcm, o
presidente prerede .ios lenles mais anligos, e estes I substitutosas pastar ao direclor que. lanrando
aos mais modernos. aquellas em urna urna e etas em oolra proceder ao
Arl. .18. No primtiro e segundo anno serlo dous j sorleio.
os examinadores, coinpclmdo smenle ao presidente Art 75. ApprovaJas as llieaes serao estas impres-
mauler a ordem e fazer observar os eslalulos e o pre-!sasa expeusas do doulorando e enlregues 16 exem-
senlc reculamenlo. | p|are5 ao secretario.
Os actos desles dous annos serao feitos por tur- O frontispicio deve conlcr simple-mente o seu
mas de qualro eslinlanles, cada um dos quaes, lo- objeclo e lim. e o uome do autor,
todava, deve tirar ponto distineto. Arl. 76. Se as thesc*, depois de impressas. nao
Os estudanles de rada turma serao examinados; combinarem em doulrina com o original approvado,
por esparo de duas horas e quarenla inmuto, lo- o direclor nao Consentir que sejam dellendidas
cando a cada examinador vinte minutos. Nos no- mandara' inliinar
o qual prestara', de -
sentara tantas cdulas joelhos e em vez alia, o juramento constante da lor- oulros simplesraente a*im o i
quanlos forera os lenles prsenles, eescrevendo em nula annexa a este regulamenlo. da pralicar na callara do em
unas os nomes dos calhooraticos a em oulras os dos : i*-*-*. .-.
maneira que o primeiro na sala de espera, a tmoer-
rAo que forem chegando, a dah -- i- itiIo
para a sala dos graos.
Arl. 10. Neale caso o discorso de qas) trata e arl.
102 sera recitado pelo doataraudo que aera osle km
for nomeado pelos oulros, o qual pedira^o grao pare
lodos os graduandos.
O juramento sera' deferido em primtiro lanar ao
mais amigo, qne o prestara' por extenso, diaaae
-ojnrecomoMmaa-
grao de bacliard. e i
Iros anoos os actos sern feitos singularmente.
Arl. 59. No* :i. e anuo serao tres os examina-
dores, e qualro no 5. auno ; argumeulaodo sem-
pre o presidente na disserlaro, a qual ser lida den-
tro dos ltimos 211 minutos.
Noeles nono* cabera' a rada um dos examinadores
lamhem o esparo de 21) intnulos.
Arl. 60. Se um dos examinadores doixar de con-
correr a qualquer acto, o direclor Horneara' e fara'
chamar inmediatamente oulro que estoja desimpe-
dido, para suhslilui-to. Nao o havemlo, ou fallan-
do lempo para ser chamado, argomenlaro os rs-
tanles.
Se faltaren), porm. dous ou mais, e nAo se po-
der supprir a sua falla, enlAo o cstudaute ou eslu-
que sejam
seu aulor para refoima-las,
reimprimiudo-as a sua eosle".
Se as alterarnos forera uolaveis, de mudo que in-
diqai'm na f,o director levar0 ubjeclo ao coulieci-
ni-nlo da congresac.o, a qul alera do que
posto podera resolver qoe o doulorando eja
hendido pelo mesmo director peraule ella, ou adiar
a delVza das llieses pelo prazo ,te 3 mezes a um au-
no, ronforme a Datareis e grvid.ide das alleraroes.
Arl. 77. Se reren dous ou mais os douloraiidos,
logo que se concluir o sorleio dos leules para ar^u-
meiitarem ao priineiro.prooeder-se-ha ao sorleio pa
raosegaodo, polo n o.io delerraiiiado nos artigos
anlecedeules. e assira por dianle.
Arl. 78. Concluidos os Irabalhos deleriiiiuados
no* artigas anteriores, o direclor fazendo iminedia-
Cada nos dos ontroa pela ordem dos aclos do au- grao de doutor ser conferido auccetsivameule a ca-
o, se aproximara" da mesa em que esliver o referi- I da um delles pela ordeui da antiguida le da defeza
o livro, e rep-lira de joelhos a segaiate formula das (beses.
ic,
d
Assim o juro.
Art. 91). Prestado o juramento, o presidente do
arlo chamara' os graduandos c Ihes conferir' o grio
pondo sobre a cahera do primeiro a borla da Karul-
dtjde, e usando da seguiule formulaEm virtude
da autoridade qoe me coocedem os estatutos desta
l'acoldadc, conliroao Sr. F. o grao de bacharel em
direilo ;chamara' depois o segondo e os que se
Ihe seguirem al u ultimo, e, collocando a borla so-
bre a cabera de cada um delles, dir' e ao Sr.
I". (\r.
\rl. 91. Feita collagilo dogro, um dos
iuvib- an. si. reiu a coitarao no grao, um dos gra- luro e*pei
."ouheci-Muandosque houversidu escolhido por scus rompa- lugares va
lica dis- nhoiros, recitara' um discurso anlogo ao objeclo, o Ueste li
repre- qual devera' ler sido por elle previamente apresen- termo de i
lautos que por cesa causa nAo li/.eram o seu arlo lamente passar edital em que se declare o dia em
quando Ibes competa, serao admdlidos a tirar novo i que rada candidato ha de defender as suas Jheses, e
poni, logo que para e*se lim se apresentrm na se
crelaria, sem todava se augmentar por isso o nu-
mero dos examinandos do dia.
Arl. 61. Terminados os aelos de cada dia, o se-
cretario ira' a' sala respectiva, levando coinsigo o
livro dos termos : e, a portas fechadas, os examina-
dores volarao por e*iTiitinio secreto, com espuerta
brancas e prclas, sendo-lhcs presentes nitela occa-
siAo as notas do lentos do anno a respeilo do* el-
danles exa.ninados.
Recolhidos os votos cm urna urna, sera esta aher-
la pelo presidente do acto, para verificar-se o seu
resultado.
Eeito islo, o secretario lavrar.,' mine talamente
o lermo da deeisto, o qual sera assignado pelo pre-
sidenle e pelos examinadores.
Arl. 62.
** '' T' *"*" |'-trs "tunii IOS lll.III JIM 1,1-, > a.-
sendo prohibidas ai trocas de lugares entre os elu- eamc* P"1" l0"n. proceder-se-ha
dantos. vlecao separadamente a respeilo de cada um dos
Arl. 46. Concluidos os Irabalhos determinados nos
ariigos atilciecedenles, a congregafAo desimiar a
ordem dos annos para os aclos e os examinadores,
leudo em atlenrAo oque dispoe a ultima parle do
arl. I do* estando*.
Art. 47. Designados os examinadores, cada om
dos lenles das cadeiras da Kaculdade apresenlara e
yjeitaM a' approvac.Ao da congregacAo os pontos em
preparatorios, serao os alumnos admlllidcs *' ma>' |ue dev,m ,er examinados os seos alumnos.
tricula, com lano que nAo baja mediado mais d i
que o espaco do dous annos enlre o primeiro e ull
i exame que liverem feito.
Arl. 31. Se s mmparecerem qualro memhros,
cnnimiss;), o i,a,i f, r possivel aiibaliluir logo o na
follar, podera' nao obslale, haver > eXMtne.
Se a falla porem for do alsuin dos examinadof
sera' este aulralitaido pm um ,1o* ontroa incnilito* .
CommissAo, ou por quera o direclor designar.
Se fallar maisde om memhro da cornmissao, o d
roelor providenciara' para qoe soja remediada a su^
falla.
No cara de serem *ii qualro os votante-, *e hoover
empate no julgamenlo, importara' islo .imples..ap-
provacAo,
Art. :I2. Nos exames de preparatorios adoplar-se-
bo os ......mu livros approvados para os oxames
geraes da capital da imperio.
CAPITLU) II.
Das matriculas.
Arl. :i:i. As matricule, serao anniinciadas por
editaos alnados nos tugaras mais frequenlados da
Eaculdade, e publicados pola impreuaa oito dias an-
les das upocas determinadas nos estatuios.
Arl. :li. Sii sern admillidos a' priraetra matri-
cula os estudanles que se apresentarem com despa-
cho do director, o qual io o conceder' no pri-
meiro anno a'quelles que peranle elle tiverem sa-
isfeilo, por meio de requerimenlo, a's coiuliroes exi-
gidas no arl. lil) dos eslalulos ; e uos coiir. aos
qoe liverem preenchido pelo mesmo modo as do ar-
tigo 61.
Arl. 35. O secretario logo que Ihe lor aprescnlado
despacho do direclor inanuaiido matricular algum
esludanle, abrir' lernioSle matricula no respeclivo
livro, fazendo nienrAo do seu uome, pas, uaturali-
. dade, idade e documentos exigidos, e o assignara'
rsaiii o matriculado, ou seu procurador, no caso do
arl. 63 dos eslalulos. e depois archivara' o requeri-
menlo com os documentos.
Arl. HSXxll- termos de matricula serAo lavradea
successivamenle e sem que liquem ludias em hranco
de permeio e'nlre tdles.
Arl. 37. Se dous*Kii mais cstodaiiles se apresenta-
rem siniullancaraeiitc com despacho do director de
dala igual para se matricular no mesmo auno, guar-
dar-se-ha na sua matricula a precedencia determina-
da pela ordem alphabelira de seus nomes.
Arl. 38. I'inda a pnmeira matricula, o aerrelaro
fara' urna lisia geral dosmatriculadus em lodos os au
nos, eom declararao de sua liliacao e naluralidade, e
a fara' imprimir sem demora, para ser distribuida
pelos lento*.
Tambera mandara' iraprimireora antecedencia ca-
,|ei nei.is parciae, conleiido o numero de paziuas
que parecer sullicienlc no alio das ques eicrevera' os
nomes dos matriculados, precedidosdos nmeros qoe
Ihes correspouderern segando a matrcula, e libando
om branco e rosto de cada pagina para que, dividido
pelos dias de rada loezdoauno lectivo, possa ser-
vir de aasenlamente das fallase olas relativas as
lices, sabbalinas e moralidade.
As caderuda* cima referidas serao distribuidas
pelos lenles, bedeii e continuos.
Arl. .19. No dia rielrrminado pelos eslalulos para
e fobarom as matriculas escrevera' o secrelario__
em se.-jidiao ultimo lermo o do curen amento,
e assignara' com o director.
Arl. ll. No mez de outubro se proceder' a' se-
gunda matricula, na cunformdade do art. t5 dos
Os pontos para as djssertacdes, de que trata a se-
gunda parte do an. 75 dos eslalotos, serAo apresen-
lados pelos leales das cadeiras dos tres ltimos an-
uos.
Arl. 8. Os pontos devero recahir sobre a. ma-
terias explicadas durante o anno, o ser diapostoa de
'nodo que, lano quanln for possivel, uos nao of-
r-recam nuinc- difliouldado* do qoe oulros..
Depois de approvados serlo numerados o registra-
Sos em livro* eoperiaes pelo secrelario, o qual alm,
disto fara' cedulaa ialeiramenle iguaes, conlendo
nmeros correspondentes a' ordem ora que se arha-
rem inscriptos no dito livro.
Eslas cdulas serAo fechadas por elle dentro de
urna orna, caja chave ficara' em seu poder.
Arl 49. O secrelario orsamsara'. pela ordem dos
aunos e aniiguidade das matriculas, ama lisia geral
dos estudanles habilitados para acto.
Essa lisia sera' allixada na porta da sala em que
se han de tirar os pontos, e della constarAo os dia
cm que cada estucante deve fazer aclu.
Art. .30. Os pontos serAo lua lo. a' sorle, sob a
presidencia de um dos lenles examinadores, que ul-
leriiaro entre si este servico, 2i horas antes da de-
signada para comerarem os aclo*, lavraodo-ae disto
termo no
OS CSAMENTOS DE PARS.
Pon Edmundo bout.
livro a que se refere o arligo seguiule.
Os o*im antes do 3., 4. e 5. anno, alera do ponto
do exame, lirarAo oulro para disserlacao, que sera'
feila om I agua vulgar, e cuja doutriu defenderAo,
sendo solire ella argidos pelo presidente do aclo.
Arl. 51. llavera' um livro especial para os regis-
tros dos |ionios i.rad.. a' sorle em cada um dos
anuos, no qual o secretario escrevera", na occasiAo
do .niieo pela ordem das datas e separadamente, o
i.ome do esludanle e o ponto que Ihe liver tocado,
do qual II dar' urna copia por elle tssigaada.
O lenle que presidir a esle aclo rubricara' os re-
gistros, a o secretario coniinunicara' immedialamen-
le os pon os aos examinadores.
Arl. ,i2 O esludanle que uAo comparecer para l-
rar ponto quando Ihe competir, ua forma prescrip-
la na arl. ,30, ficara' para depois de todos os do seo
atino ; e -era' admiltido, na sua vaga, o que na lis-
la dos habilitados se seguir au ultimo dos do dia, se
se adiar r rosele.
Arl. 3:]. O esludanle habilitado para a'clo, achan-
do-se imrossibililado de o ellecluar anles das ferias,
sera admitida a feze-lo depois dcllas, e anles do
encerraiiicnlo da primeira matricula, se a-sini o re-
solver a cuogregarAo, peranle a qual juslificara' pre-
viamente o motivo que o inhibi de fazer o dito acto
em lemp compleme.
Arl. 31
poni, uj comparecer, jlgar-se-'lia como se tivei-
sc perdid o auno, excepto se justificar peanle a
congregarlo superveniencia de molestia grave, e for
por ella a tendido, mandando-o admillir a tirar ao-
vo pooto ii fazer aclo depois de lodos os do seo an-
no, ou ni poca declarada no arligo autecedeule.
Ajuslilcaro devera' ser dada anles de encerra-
dos os Ira tallios do auno, cu, ao mais lardar, al 8
de marco do auno seguiule.
Arl. 55 Verilicaudo-se alguma das hvpnlheses
dos artigo anteriores, o secretario fara' mem .lo del-
la no livr i dos pontos, a' margem do respeclivo
lermo, ou em seguimculu delle.
Em qualquer das referidas hypolheses, bem como
estudanles que a* compuzr-reiu.
Arl. 63. Nenhum examinador deixara' de volar.
.NAo servil,i' de examinador o lente que for prente
do esludanle era linlia .rendente ou descendente,
ou linha transversal ale o scguudo grao.
Arl. 61. A loialid.ide, ou o maior numero de es-
pbcras brancas approvam.
A (olalid-.de, ou o maior oumero de espheras
pretas, reprovam.
0 empale torna simples a approvarAo.
Quando lodavia o alumno for approvado por una-
nimidade de volos uo primeiro escrutinio, sera' este
repetido e couforir-se-ha a ola de np/n-oc/ido ple-
namente ao .ilumuo que obliver a totalulade de
spheras brancas, e a de ai'procafio simplesmen
te ao que tiver nina ou mais espheras preta-,
A/l. lij. Os aclos serAo felos com inleira pnhli-
i-jdaiit. Os espaciadores >e conservarn em silencio e
com o devidn rcpeilo. _L
Arl. 66. O esludanle que, lend.jlirincipiado o
o acto, so retirar sem o c,.nrlu,r. considerar-se-
ba reprovado, salvo o caso de molestia juslili-ad
peranle os examinadores, ale o dia do encerramento
doi Iraballios da Eaculdade no anno em qie se dar
tal occurroncia.
Nesta bvpnlhese, a congregarAo o mandara' ad-
miilir a tirar novo ponto e a oulro exaiue no lim de
lodos os aclos da Eaculdade, ou. se a mole.tia se
prolongar, no auno seguiule, do dia I. ao dia 1.5 de
marro.
Seo f.clo liver lugar em acto do mez de marro,
su sera' recebida a jusliliracAo te for apresentada" a
tempo de poder o esludanle tirar nuvo poni e ser
examinado a(c o da 15 do mesmo mez.
CAPITULO V.
Da de/e :a das tliese para o groo d> doutor
Art. 67. O bacharel que obliver approvaQAo ple-
na no aclo do 5. anno, e quiter obter o grio de dou-
tor, requerera' ao director que o mande inscrever
para defender theses.
Para esle lim, instruir o seu requerimenlo :
I." Com a caria de bacharel, ou com a publica
forma deila, joslificando a impossibilidade da apre-
seularAo do original.
2." Com folha corrida no logar do seu domicilio.
Arl. 118. 0 requerimenlo para a inscripcTo ser
enuegue ao secrelario, e esle pasaar recibo delje
ao porlador, declarando o nonio do preleudenle os
documentos apresenlados c o dia e hora em que fo-
raro enlregues.
Arl. 69. Para a inscriprao de que se Irala e para
a escripluracau de ludo o qae diz respeilo a douto-
ramentus, naveta um livro especial rubricado pelo
direclor.
Arl. 70. Eeila a incripcao, o director marcara o
dia e a hora em que se ha de reunir a con^rezarao,
alira de designar quando deva ler lugar a apresn-
laro das (beses e amen a commissAo qu? as tem
de examinar e approvar, a qual ser cumposla de
(res lentes.
Arl. 71. A cornmissao dever, no prazo de Ires
o em que ha do apresenlar-se para lirar o ponto da
disserlacAo, o mandar logo allixar no lugar do cos-
lume e publicar pela imprensa.
Eeito Islo, se proceder disIrihuirAo das Ihe-es
por tolos os lenles lirados a sorle, na'forma do ar-
tigo 73.
Arl. 79. A defeza das (beses lera lugar no nilnvo
,lia depois do sorleio dos examinadores, ou no im-
modialo, so aquello for feriado.
O candidato devera comparecer na secrolaria da
Eaculdade 3 dias anles do em que liver de defender
s suas Ihese-, as S horas da manhaa, para o lim de
.irar o ponlo da disserlaQAo na presenra do secrela-
rio. e sob a presidencia do lenle mais aiilieo qne le-
ra do arsnir sobre ella.
O ponlo sera lirado d"enlre os que, em uumero
correspoiidenle ao das materias que se ensiuain ua
Eaculdade, liverem sido apresenlados pelos respec-
livos lentes, na confotmitade do arl. 8:t dos es-
tatuto
A dis.ertacAo -era lida pelo doulorando,na primei-
ra hora do da manado para a defeza das (beses, e
enlrezue logo ao presidente do aclo.
Sera alem dislo impressa, a' cusa do mesmo don-
turando, oo raso de ler sido approvada ; e distri-
buida por lodos os lentes, anles do ,dni da collacAo
do grao.
Arl. 80. No dia determinado para a defeza das
llieses. os lenles que estiverem em elfeclivo exercicio
e os jubilados pres4nle<, precedidos do direclor, e
dir2irWs 9 horas da inanha a' sala do. aclo*
graiida, com as insignias do seu zr.o, e subiudo ao
dooloral o direclor tomar o primeiro asseuto do
la lo direilo da cadeira.presidencial, que era oceu-
pada pelo lenle mais anligo d'eulie os sele urimei-
r.iinenie sorteados para esaeaelo, se^iiiudo-se os u-
tios lenles ao director, e guardando-se a disdosu- ,o
do art. 57, qnaulp a precedencia.
Arl. 81. Lugo que o* lentes liverem lomado asien-
to no dooloral, o candidato do da sera iolrodu/ido
na sala pelo porleiro ; e recelo (o pelo secretario a
porta della. este o acoinpanhar ao lugar que Ihe be
reservado ao lado direilo da mesma sala, e perlo do
douloral. onde eslar.i urna mesa decentemente or-
nada ; ira depon aeutar-ae no lado opposto, juulo de
oalra mesa, sobre a qoal bavera urna ampulbela de
meia hora tiara regular e lempo dos argumentos de
cada examinador.
Arl. 82. Acabada a defeza das (beses e a da rtis-
erlago, sahirAo da sala os doutorandos e os ass-
tenles, e, fechadas as portas, os examinadores e o
prcsideole do aclo procederAo a votacAo por escruti-
nio secreto, cajo resultado o secrelario laucara' uo
respectivo livro por termo, que sera assignado pelos
examinadores e pelo presdeme.
Na votarlo seguir-se-ha o svslema prescripto no
arl. i.
Na declararAo do resultado lina I, o secrelario usa-
ra sempre de urna de-las formulas : Approvado
plenamenteApprovado por tantos votos, em pri-
meiro ou ero segundo e-crotinioKeprovadocon-
forme for o un hito e a qualidada dos volos.
Arl. 83. No dia seicainte ao da defeza das (beses
do primeiro donloraodo, ou ao immedialo se aquel-
le fer feriado, ser argido ejulgado o segundo, se
o houver, e assim por di.tnle al o ultimo, ubservan-
do-se a respeilo de cada um ai lormalidades cima
declaradas.
Art. 84. No caso de nao serem as llieses approva-
das pela commissAo,'nao sera' o douloraodo -J!
Arl. 110. Dada a hvpotbeae dos artigo, antece-
dentes, proferir' o discurso da qae falla o art. loi
o padnnho que for escolhido ffcoa douloraudn*.
lie applicavel a estes a disposirAo do arl. 91
^ cAPiTinb vin.'
Kos concurttM para u procimento dos loearo de
lentes tubstitutoe.
Seccao I.
Ua inscriprao para o concurso e formalidad*! que n
devem acompanbar.
Arl. lll. llavera' na secretaria da Kacnldade aa
livro especial para a inscripto doi roncoiToataa aoa
goi de leales sabslilulos.
.uhuit-
theses que
. QUINTO.
ii busto.
V
jNunca eJinlia vislo negocio lio mal dirigido co-
mo o duello de Mr. Kert e de Mr. de Marsal. O ca-
pilAo jamis empunlira'uma espada em sua vida, e
suas pistolas carreaadas em 1810 eslavam anda in-
tactas, como os leltores saliem.
Daniel, versado em lodas as armas, nunca asara de
seus talento- senAo para laucar um aguadeiro pela
jauella. Ningueni era 1,1o inimigo de si mesmo que
procorasse brigar com ele. a maior vanlagem da-
quelles que sabem rombater he, que nao comhalem
quasi nunca. Em coinpensarao os oulros veem mui-
las vezes lmalos para padrmhoi. Ms Daniel viva
longo das reunioes, lin tistas, pacficos por gos'lo e por prnh,.;,,,. por jsso
nunca ii|ipareccra em campo, nein mesmo na quali-
dada de es|eclador.
Mr. de Marsal e-colbeu para |iadrinlios o joven
Mr. I.eramheii, son anligo rival Mr. Lafebure.
.Mas o advocado era mullo pradenle para expor-se .
doos annos Ir prisAo, no raso do desgrara ; recusou
francamente. Mr. Lorambeil, filbo, esludantcde di-
reilo e mui joven, aenUo-se engrandecido pelo papel
novo que era convidado a representar, eenrarregou-
sa de procurar oulro padrinlio de sua idade.
Se o leitor o tivesse visto andar com o palito abo-
loado al o pescoro, leudo urna mao no bolso, os
olbos meio fechad.i*, e uin ar de dsrricAo Importan-
te mo leria deixaco de aorrir, e ler-se-bia esqueci-
do deque ......esludanle la ver jogar a vida de dous
hoinans.
II capitn exasperado pola afronta que recebra,
i- i,i),l i ni a is pela ruina de filas esperancas, estava
.iiirioso pelo rombal. NAo rreio qoe elle desejasse
positivamente a morte de Daniel ; mas um tiro de
i*) Vida Diaria n. 187.
pistola poda desfazer o casamento de madama Mi-
cbaiid, e a-sezurar quinbenlos mil francos de rendas
a Viclorina. O artista de sua parle nao linha lempo
i perder ; assignara nina ledra para venecr-se no
da quiize, e seu ajudanle, que linha de pagar obra-
ros, nAo poda esperar. Daniel erapiegot o resto do
dia em terminar seu buslo.
A's ..eis horas avisou a madama Mirliaud de que
era forrarlo a janlar na cidade, e correo a Paria.
Confiava em dous ofliciaes seos amigos, que mura-
ra m na ra Saint Paul junto do quartel da Are Ma-
ra. Infelizmente soiibe, quando la cliegoo, que o
relmenlo partir para l.eAo desde quiuze dia*. |)_
riuio-se ao bairro do Temple casa de Mr. Pibrae,
anligo commandanle da zuarda real, urna daame-
Ihorea espadas da 1816. Acbou-o de cama com a so-
la. O pobre artista vollou ra de Oneal e s offi-
cinas de seos amizos. Escolheu dous anles pelo .eo
vigor e sangue fri do que pela sua experiencia. Era
um pintor, e um gravados de medalhas, (Ao novatos,
como elle, em materia de dnellos. flogou-lhes que
fieassem em casa para receber os padrnhos de Mr.
de Marsal.
Esles esperavam-no em om gabinele do hotel des
Freret Protencaux i um e ootro viviam em csa de
seus pais, e lemiam excilar a desconlianra de suas
familias. Daniel foi s nove horas rJeeignar-lhes a re-
sidencia de scus dous amigos. Encoiilrou na e'srada
a Mr. de Marsal que desea, e (rucou com elle urna
saodarAo de grande rcremonia.
A's dez horas da noile os qualro padrinho- abri-
r m na rea do Ouesl numero oileula e seis urna
ronferciiria verdaderamente singular. Nenhum del-
les rouheria as causas do duello. Sahiam que Mr.
do Marsal ultrajara rom palavras a Mr. Daniel Kart,
o qual ullrajara-o em rrao. O proprio D.u.iel ig-
nnrava as queixas que o capilAo linha delle. Seu 01-
limatuin, (|ue dicl.ira aos amizos, nao era longo
nem complicado. Nunca olliuii a Mr. de Marsal.
Hile chamnu-fne velhwo, intrigante e i/npiidenle,
"o se porque. Atacado na miuha honra lance-lhe
as tovas ao rosto. Se elle retirar o que disse, pedir-
Ihe-hei desoulpa polo que fiz. Desojo que o negocio
seja decidido amanhfla, antes do inoio-dia. Se locar-
me eeeollwf as armas, peco a espada, a Nao leria
do ditril a Mr. do Marsal adiar padrnhos mais
habis do
qne os sea. NAo era de Pars, e couhecia
ah postea gente ; mas liaba minios amios, qaer no
ministerio, qUPr no palaoio da Marinha Militar. Con-
tenlou-so de dous estudanles para nao ler de dar
conlas.
Mr. Lcramber lomou a palavra e isse :
na do arl.
O esludanle que, depois de lirado o !(lii,s' conla',os u" recchiraenlo das tbeses, interpor c
remetler o sen parecer por escriplo au direclor, a
lim de que esle o fara constar ao doulorando.
Arl. 72. Se o doulorando nao se conformar com
o juizo da cornmissao peder recorrer por meio de
reqoerimenlo no director. Esle immedialamenle
convidara os dous lenles mais |anlieos eirlre os que
nAo tiverem feito parle da primeira conmssAo. e
com ellos tomar coubecimcnlo do recurso, resol-
vendo a quesiAn .definitivamente, e conviiunicando
logo ao doulorando a deliberarlo para Set observada
sem mais recuiso.
Arl. 73. deceb las as tbeses pelo srcrolano, e
rommunicado por elle immedialamenle o seu rece-
hi menina.i director, ser i convocada a congregacao
serao examinadores os mesmos lenles para proceder-se em sess.lo publica ao lorleio dos
66,
que o lerii m sidu se o exame tixesse lugar na ocen-
siAo comp lenle, excepto se se acharem impedidos.
Senlvores, Mr. Daniel Eerl lancou a luxa ao
roslo de I r. de Marsal ; eslamos erarregados de
pedir por sao ma salisfarAo.
NAo serbservou nenhuma das regras usadas em
laes caso* : ns padrnhos de Daniel nem sabiam o no-
me dos pa, rinhos de .Mr. de Marsal. N'Ao se falloo
de madara Michaud. nem de Vicloriua, nem dos
prelendida inlrigas de Daniel, nem do engao do
capilo. Ei tu o que o eapiUto qtlzera.
Em laes condiroes nenliuina accommodacao era
possivel. A r. de Marsal eslava exasperado, cuino to-
do o homen indolonle, que sabe de scii carcter.
Daniel nao recosava dar-lhe urna das lires de po-
lidez, cuja lembranra dura urnas seis semanas : lo-
ra com e-si intencao que escolliera a espada. Os pa-
drnhos. qi e eram menores de trala anuos, deseja-
vam asssli ao combate. Quem quizer que um lie-
socio desse genero se accommode, nunca escolha pa-
drnhos moro*.
A confei enca nao durou mais de meia hora : he
mais fcil < eclarar a guerra do que concluir a paz.
Marrou-se o eocnnlro para o dia seguidle s seis
horai da n tanta, dianle da casa da Cmara do Pe-
d Monlrciige. lia, alm dessa aldea, muilai pe-
dreirasaba idonadas, as quaescombate-se mais Irn-
quillamenl) do que no bosque de Boulogue. A ci-
colha das ; rmas nAo perlencia a ninguem, porque
as nllen-1. linAam sido reciprocas. A sorle decidi-
ra. No mmenlo dedespodir-se, Mr. I.erambel per-
zunlou aos seus adversarios :
A pr< psito, os seuhores teem armas'.'
NAo, seubor, e Vmcs. /
lamlem nao temos.
Deve nos dirizii-nos a 'ira armeiro.
He irudcnlc'.' Se tormos sezuidos .' Poderla-'
moa loma las tiocaslello de tiucblan. iiu anles,
nao ; seria abusar da ho*pedagem do marque/. Elle
jamis se c insolara se por infelicidade...
Meu charo Eduardo, di-se-lhe o companheiro,
Mr. de Me sal disse nos que linha pistolas de com-
bale. Esse senborcs acetariam ?
Porq te nao".' respondeu o pintor ingenuaraen-
le. Se sAn boas, tanto melhnr para o mais destro, se
sao ruin* iAo farao mal.
SAo I oai.
Qual lo s espadas, nao Ihes d isso cuidado.
Mr. Eerl ti m muilos pares em sua oflicina.
Duranle isa conferencia Daniel apeava-se da oar-
ruagem a mirada do Eiirlns des ternes. Vinha re-
i:uluinenlo, ah as quinlas-feirai e no* domingos,
depois du janlar, jogar urna partida de dminos com
a tn.ii, e iufurmar-se de que nada Ihe fallava.
lenles que devem ncllas argumenlar.
Para o referido sorleio basta a presenra de
S lu me (alias, responda a vellu invariavcl-
menle.
Nessa noile ella nao eperava-o, poque tinha-o
visto na vespera. Deilara-se s nove horas, e dorma
o primeiro somno, o nico que be bora oas pessoas
de sua idade. Daniel entrn pelo jard.ra sera locar
a sinela, diriaio-se sem rumor > ofliciria, tirn duas
espadas, alimpoo-as, expenmentou u laminas e os
rumbos, envolveu-as em um pedaco de sarja verde,
e conduzio-as discretamente ao jardn), dizendo coin-
sigo :
Eis-aqo duas boas lancetas para fazer urna san-
gria a Mi. de Marsal. Minba pobre inAi lic-ra um
pouen aasuslada quando eo vier amaibaa conlar-lha
minba aventura. Ora !
la relirar-se, mas nao sci que Corel o releve. I'ro-
curou no bolso a chave da rasa, eulron sobre a pon-
la dos ps, e sii parou dianle do leila da mai. ma
lamparn,! espar/ia ni alcova sua trmula clarldade.
Madama Eerl, rodeada do desenlio*, e obras de ges-
so e de bronze do lilho, aorria dorm'ndo. Via em so-
ulio ao seu charo Daniel adoruadi das bordadoras
verdes do Instituto, e do bello cordo vermelho da
l.egiAo de Honra.
Daniel conlemplou-a lernamenle duranle alguus
minulos, depois ajoelhou jiiulu do Icilo, beijou urna
mAozinha enrugada que penda, e enxugou os olhos
com a pona do lenrol.
Vollando ao caslello subi rpidamente ao seu
quarlo, nccullou as espada*, pa-seu iietcovii nos joe-
lhos, desccu para o salan. (I marquez, a irma e a
filha jogavam viule e um com Mr. I.efehiiro. made-
mdiselle de Marsal. e a familia l.eramberl. O joven
l.crambcrl e o capilo ebegaram juntos ao cabo de
um quarlo de hora.
Einhm disse madama Miebiad, torno a po*-
mir lodos osmeus hoepedea. Desde sele horas ou es-
lava como galiana que pardea os pieles. Perroenon !
auuraenla a mesa. Parece que os seuhores crynbin.i-
ram-sa para licar ah. Nao sei se devo dar-lhos
cha ; mo oinerecem. Meu charo esculplor, orna cha-
vena".' Ah esquecia me oe que Vme. loma-n sem
assucar. Paaie o assucareiro a Mr. de Marsal, que
precisa muilo uelle neje.
A mo do capillo Iremeu mporroplivelinenle re-
oelmndo a rbavena das mao.de Daniel. Mr. I.eraiu-
lerl, lilbo, mais aboloado que rnica, nao asseuiH-
Ihava-se pnneo a um joven traidor de melodraina.
Tenlou comer urna falia de bolo ovado rom o rh ;
mas m borrados paravam-lhe garganta. Eroxou o
laro da grvala, que lias nao era aperlado.
previamente aprese
lado ao presideuledo aclo, qoe s consentir na sua
leilura se nada livor de inconvenieule.
A ule discors> responder' o presidente do acto
em urna breve allocucAo tambera anloga ao objeclo
do dia, e dar' por terminada a ceremonia.
Arl. 92. Sera' permillidu aos graduandos manda-
ren!, a expensas suis, ornar a sala dos graos e collo-
car bandas de msica as immediaces da mesma
sala.
Arl. 91. Duranle o juramenlo e a collac.no do
grao, os lenles e espectadores conservar-se-hAo de pe
e miar latan o maior silencio.
Arl. 91. A falla de romparerlioeulo no dia de-
signado para a rollarao do :grao fara' perder a anli-
giiidade do graduaudo. excepto se tiver sido prove-
niente de accoirimeltimento de mole-lia. jusltlicada
peranle a congregado.
CAPITULO Vil
Do formulario para n eollaroo do grtio de dnutor.
Arl. 95. II* dislinrtivos do gran de doutor sao o
anual, o capelio e a borla.
Art. 96. O annel sera de ouro e de padre encar-
na la no centro, como al azora.
O capelio constar do lizurino que lor expedido
por aviso da secretaria de estado dos negocios do
imperio.
Art. 97. Ni collarao do grao de doutor observa-
se-hao asezitin(es formalidades :
Arl. 98. Desiznadoo da pelo director avisarse-
h.i dislo a congrezacAo e aos doutor,nilos, -- c .,. for
possivel se expedirn carias do cumie aos dou-
lores que constar cxislirem na capital, aos chofei de
reparlicijei e pessoas gradas, para que comparecam
i esla solemnidade.
Arl. 99. O doulorando eaeolher um lenle para
servir-lhe de padrinho, o qual o acompanhara cm
lodos os aclos desd a sua chegada.
Arl. 100. Ao chegar a porta principal sera' o dou-
lorando recbelo pelo porleiro. hedis e continuos,
que o acompaubarAo at urna sala, onde esperara'
pela hora mrcala para a collarao do grao.
Art. 101. A' hortrdesignada duigir-se-hAo a' esta
sala o director c todos os lenles, precedidos do "por-
leiro, hedis, continuos, secretario c mais emprega-
dos da Eaculdade. O doulorando os vira' eorontrar
a' porta e ah reanidos seguirn para a sala dos
graos.
Esla sala nevera estar decentemente ornada.
.Nella llavera', no lugar que for mais convenieute.
urna mes i com assenlode espaldar, para o presidente
do aclo, e rom dnex cadeiras do helo aequerdu, sen-
do nina para o doulorando o oatra para o padrinho,
que Ihe dar' sempre a' direila.
Os donlores das Eaculdarjesdu imperio, das Acade-
mias o l'rAver.idades eslranzeiras, que romparece-
rem rom as respectivas insignia*, tomar, amento
promiscuamente logo abaixo do lenle sunsliluto mais
moderno, se entra elles nAo houver algum ou alguns
que sejam lentes de qualquer das faculdades : estes
os precederAo sempre, guardando enlre si a ordem
da respectiva aoliguidade.
Na mesma sala, alorados bancos ou cadeiras ce-
raes paraos (sludanles e espectadores, llavera' assen-
los especiaes para os couvidados.
Arl. I02. Tendo todos tomado assento, fara' o se-
crelarioa leitora do termo de approvarAo : em se-
guida o doulorando recitara' um discorso anlogo a'
solemnidade do dia, e o terminara' pedindo o grao
que Ihe deve ser conferido.
Esle discurso sera' previamente apresentado an di-
reclor, e a sua leilura so podera' ler luear depois de
approvado por elle, por noconler doulrina contra-
ria a' ronsdluirAo ou a' mural e a'disciplina da Ea-
culdade.
Art. 103. Erado o discurso, o padrinho do doulo-
rando o levara' pela mAo e o apresenlara'ao di-
rector.
Esle, depois de deferir-lhe o jaranieulo conslanlc
da frmala annexa a' esle regulamenlu, Ihe ornara'
o dedo com o annel compelen(e e Ihe rouferira' o
gra'o, pondo-lhe a borla sobre a cabera e reveslio-
do-o do capelio.
A formula da cnllacao do gra'o de doulor sera' a
mesma que a do gra'o de bacharel, com dilferenra
do mime do grao.
Arl. lu. Em seguida o doulorando abracara o
director e lodos os lentes, e ira' senlar-se logo abaixo
do lenle mais moderno. O padrinho dirigir-lhe-ha
ora discurso congratulando-.se com elle pelo resul-
tado feliz de seus esbirros, e moslrando-lhe a impor-
tancia do grao qua araba de receber e o uto que na
sociedade deve l'a/or de suas huir-.
Arl. 105. Concluido esle discurso, o direclor decla-
rar linda a ceremonia e o novo doulor ser acom-
paiihado al a porta do edificio da h'acutriade pelo
maamo presido com que tiver ido da sala de espera
para i dos graos.
Arl. 106. De todo esle ado se lavrar um lermo,
que ser assiguadu pelo director, polo presidente do
aclo e pelo padrinho, c subscripto pelo secrela-
rio.
Arl. 107. Repiqoes do sinos, quando os hoover na
Eaculdade, aununciarAo a chegada dos doolores, o
seu trajelo para a aala dos graos e a soa reti-
rada.
Sera' permillido aos douloraiidos mandarem col-
locar, a expeusas suas, bandas de msicas na sala dos
graos e om suas immediaraes.
Arl. 108. Se conenrrer mais de um dou (oran-
do no mesmo dia, serAo lodos recehidos pela mesma
A pericia poder-ae-ha rasar por
lido a aclo, sera que aprsenle
raerecam approvacao.
Nenhuma Ihese era' approvada coulcudo doulri-
nas contrarias ao systema do guverno do paii, ou a'
raoral publica.
Arl. 85. O doulorando que for approvado dever
anles de receber o grao, enlregar na secretaria da
Eaculdade .30 exemplares impressos das suas Uie-es,
e oulros I. nlos da disserlacAo.
Arl. 86. O direclor remellen ao governo pelo
menos qualro exemplares das ditas dieses e disserla
roes, e a' oulra Eaculdade de Direilo um rmmein
-uili.-ienli' para que possam ser distribuidas por toa
dos os lenles, e liquem alguns exemplares archivados
na respectiva bihliolhoca.
CAPITULO VI.
O" formulario para a eollafSo do grao de bacharel.
Art. 87. Publicada oa secretaria da Eaculdade a
relarao dos que liverem de tomar o grao de bacha-
rel na forma do art. 92 do estatuios, comparece-
ro elles no dia immediato, as 10 horas da mauliAa,
na sala destinada para a collai-Ao dos graos, ua qual
serAo admillidos pelo secrelario, que fara' a chama-
da de todos declarando os nomes dos que se acharen)
prsenle.
Arl. 88 Esle aclo sera' presidido pelo lenle mais
anligo do 5" anuo, ao qual rmpele conferir a grao
na presenra dos lenles examinadores revestidos das
Seuhores ausentes, proseguir) madama Michaud,
rniiilemnn-os a ozar orna partida de vinte c um, e
perder sou dinhoiro comnosco. Ounn be o ban-
queiro'.' Mr. Eert".'
Com muilo i i .i/ei. seubora, responden Daniel.
Joguu com lauta felieidade, que zaohou logo qui-
ndenios francos. Mr. I.cfebure c Mr. de Marsal es-
forrararn-se por fazer sallar o banco. Madama Mi-
chaud Ihes disse eslouvadi,menle :
Oh trabalham de balde, elle he mais forle
que o* entrares. Mas, esse dinheiro Ihe cuslara ca-
ro Eeliz no jogo... He mu conhecido o proverbio.
Mademoiselie Marsal lancou ao irmao om odiar
penetrante. Viclorina procurava encontrar os olbos
de Daniel, o qual dial eomsige :
Ilem! su pedirei mil francos a madama Mi-
chaud.
Separaram-se s duas horas. Subiudo a esrada do
primeiro andar Daniel trocou algumas palavras com
Mr. l.eramberl.
Seraauvanhaa?
Sim. senhor, as seis horas, dianle da casa da
Cmara do Pelil Moulrouge.
As armas'.'
A sorle decidir.
Tenho espadas.
I em* pistolas. Saldremos pela porlinha ; lo-
me para ou(ro lado, alim de nao excilar deseon-
lianras.
lodos oslarn dormindo no caslello ; deilam-
se lo larde. !
Mr. de Marsal lir.ni a. pistolas do fundo da mala,
e modou-lhe a escorva, a qual j. eslava verde. Es- j reear orna pistola, a deixar que a sorle decida aue'in
rreveu urna carta mu lonza a iruiAa, lanroo-ie vos- a ter. Os dous adversarios sero collorado* a '.neo
enaodormio uin minuto. | passos um do oulro. He assim que Mr. de Marsal
Aiexandre. ou o grande i quer combalor.
ero o -ecreiario lavrara' para coacervo m
aberlara, e oulro deonrerramenio oo teat-
po proprio, os quaes sero assignados polo direc-
tor.
Arl. 112. Sempre que se hnuvor de preencfcer al-
zura lugar de substituto, mandara' o director, asaia
que tiver conhecirueiito da vaga, annuacaar eaaanr-
so por edilaes, que serao atinados no. logare* do oa-
l>K e publicados como determina o art. 36do* es-
tatutos, declarando o dia cm que so hoover de abrir
a inscripr.lo e o prazo para o seu eneerrarovnlo.
Art. Il:i. O prazo Ja abertura ao eneerramana*
. sera de seis m-/e- cuitados da dala em qoe se files
o aiinuncio para o encano, deven-lo direclor im-
di i lamento que se der qualquer vaga. coinmaaica-U
an governo e a congregarlo.
Art. II i. Se o referido prazo espirar dorante as
ferias, conservar-se-ha aborta a ioaeripeio om tres
primeiros das olis que se seaoirem ao lermo dallas
procedendo-ie ao enrerrameulo no lerreiro as doas
horas da larde.
Arl. 115. O candidato qae quizer iaacrovor-*o,
ira' a secretaria assignar o seo nome oo livro arma
indicado, e enlregar o documentos especificados no
artizo 37 dos eslalulos, a lim de serem prsenles) ou
director.
Na mesma nrcasiao podera' o candidato entregar
quaesquer documentos que julzar convenientes, oa
romo ttulos de habilitaran, ou como provado aer-
viros prestados ao oslado, a humauidade, oo a ei-
encia, passando-lhe o secretorio um recibo, no qual
declare o numero e a nalureza de Iros do
tos.
Art. Ilii.
procurador, se o candidaio se'adiar a n
leznas de distancia do lugar da Eaculdade, oo *e ti-
ver justo impedimento.
Arl. |i7. Se o director duvidar da validarle de
algum documenlo esseocial, convocara' lmmaali.li
menle a congregarlo para deliberar a aimelajaU
respeilo, como prescreve a parle final do art. 37 dos
eslatolos.
Arl. 118. A deliberarse da roogregacao sera'
sem demora Iransmildda polo secretario a lodo o>
candidatos, o publicada pela imprensa.
Art. 119. o* editaos, do qoo trata o art. 11-L
sern repetidos em cada um dos ultimo* oito dina do
prazo da luscriprAo.
Art. I2il. No da fizado para firarrimeata ut-i
inseripcao, reudir-ie lia a congregarlo aadeMaho-
rai da tarde, e, lulos logo depois o* i
didalos e apresenlados polo aocrclario
toi respeclivo*. deci lira' por asalaria
eserntiuio secreto, se estAo oo caso do art. 37 (
la lulos.
Nesta occasio lavrara' o secrelario o termo 4.
encerramento, o qual sera' lugo assigoado pelo di-
Art. 121. O director f.ra' evtnhir peto aecre-
tano duas lisias dos candidatos babi litado* ma con-
zrezacAo, orna das qoaes mandara' publicar. a
oolra remetiera ao governo com a exposicio do nao
liver occorrido duranle o processo das habilitaron*.
Arl. 122 Findo o prazo das irMcripcos, nos ter-
mos dos arl. 36 dos estatutos, neoh.ra candidato
sera mam admiltido.
Arl. 121. 11 anuido man de nma vaga, repelir-
se-hao os anuuncios para novas itumpeoe*, lindos
(res mezes da dala da aberlara do concuo anta
Arl. 121. Se, terminado o segando prazo nin-
guem se houver inscripto, pruceder-oe-na na' coo-
(ormidade do arl.slt>" do* estatuto*.
tConfinna).
SXTIKIOR.
BIIEVE UE S. S. AOSBISPOS DO IMPERIO DA
AISTRIA.
Aos nossos cbarissimos lilhos cardeaes, e ao*
He cousa mui simples. Com a espada tenho
certeza de que nao me far mal, c posan poupa-lo.
Cora a (listla niuzuem poupa u adversario, porque
ella pude quehrar-lhe a cabera. Acouselha-llics a
espada em seu inlere-so.
Mr. l.eramberl dizia a Mr. Marsal :
Vos.a senboria recoa a espada ; enlao he des-
tro em adrar com a pistola?
, Eu absolutamente nao. -.
Enlao, elle lamhem nao sabe adrar?
Enlre vinte tiros erra um smeote.
Logo, tomemos a espada : ella mala menos !
Hei dedizer-lhe brevemente o que convm
fazer.
Desceran) a orna pedreira de quarenla passos de
extensas e vinte de largura, rujo chao era igual co-
mo o i-oalho de urna sala de armas. Mr. l.eram-
berl lancou ao ar urna pera de cinco francos. O
pintor pedio cosas ; a raoeda cabio de face : o com-
bate seria pistola.
deslava marcar a distancia e medir o terreno. As
qualro i.-.iemunlia* eslavam bem curadas da em-
briaguez de amor proprio, que ale ahi as couduzira.
Mr. l.eramberl fallava diflicilmanle ; os oulros tres
choravam.
Colloquem-nus a quarenla passos, diste Daniel
ao* leus amigos, e facam que elle adre primeiro
nao fara boa pontana, e enviare minba bala ao ar'
veneraveis irmao* arcebispo e bispos da imperial
e real monarclna da Aoslria.
"o IX, Papa.
Cbarissimos lilhos e vaneraveis irmaos, aande a
henean apostlica. Soabemos com particular sali-t.
So, chariuimos lilhos e venerasen irmao*, o em-
penho mteiramente digno do voiso zelo a da varan
solicilode pastoral, com qne prestaedo-voi ao* no*-
sos desejos, e aos do nosso charissimo lilho em iera*
Christo l-rancisco Jos, imperador da Austria, e rei
apostlico, rcsolvesles reuoir-vo* na imporial o real
cidade de Vicnna para conferirdea ionio*, e delibo-
rardes sobre os meios mais proprio* a obter a exe-
cucAo de todas ai disposiroes determinadas por nea
de accordo com o oouo chariuimo filho em Jetos
Clirislu, oa conveiii.o que este illo.tr* o reliaieaai
simo principe com grande consolarAo noa*a, gloria
iniiiior tai de sea nome, e applenso da lodas astM*-
soasde bem, quiz coocluir comnosco para rwube-
lecer a igreja emsens direitos. Por seo. charissimo*
lilhos e veoeraveis irraaoa, ao mesmo tempo que eon-
graluiamo-uos comvosco, porque reOoindo-vos nan-
sas conferencias mostris claramente o amor aertoo-
lado que teodei a igreja. nlo podemo* dnpeaoar-
oos de vo dirigir por la occasio palavra* da viva
alleicao e maiiifestar-voi 01 mais ntimos sontiroeo-
los de nosso roraeao : assim compreheadereis anda
niclhor a benevolencia qoe temo* para comvosco *
para eom lodo* os povos liis desse imperio qoe es-
lao conhodos aos vosios cuidado*. E primeirenaanan
quanlu ao que respeila execucao da dita
Mr. l.eramberl veio Irazer as propostas do ca-
pilAo.
Seuhores, disse elle, Mr. de Marsal nunca ad-
rou cora pistola, e Mr. Eerl he mui dcslro. O uniro
meio de lomar as probabilidades iguaes he descar-
lido sobre o mita
Daniel repousou
Conde na vespera de urna balalha. A's cinco horas
e meia eslava em p. (Is dous adversarios sahiram
sem acordar a niuzuem. Mr. de Marsal cnlregoo ao
porleiro a caria que escrevera a irmaa.
Todos foram exaclos .1 reunio. A casa do Pelit
Montronge he nina ronslriicco nova, elevada a pon-
eos paseo* da aldeia, no meio dos campos. As tesle-
111 inh.i- reenviaran) suas earruageos, e camiuharam
lodos a p na direcejo das pedreiras: Daniel la adi-
anle com seus amigos.
Como ellas tranquillo 1 disse Ihe o pintor.
Eicarei anida mais tranquillo se o eambele foi
espada. Com pislolas 11A0 respondo por nada le-
nhu mAo certa.
Que!
Mas he um combale morlal! escl imou Da-
niel,
Nao o 1 "rundiremos! exclamaram seus doos
padrinhos.
EntaY, respondeu Mr. I.erambert com visivel
salistacAo, o duello he iinpossivel, e o negocio deve
arranjar-si.
Oh arranje-o, disse Daniel. Nao lenho cede
do saHgue (W ..nuom, e eslou promido para per-
doar .i 1 e;i[ul ni o. i-u'iip... ,,.((, M.,,- mor.-
Posso levar-lhe snas paavr.,., enlMr ?
t'.erlamenle.
A que ponlo cheeava o e^quenmeiito da for"""'-
dade e da eliqoela Daniel conversiva uo 'uyar do | pininZITir
combate com os padriuhos de seu Idmadno. 4
Elle he de fcil accommodarAo, disse Mr I e-
rambert ao espillo. Esquece-se de ludo o qne o se-
ubor Ihe disse : o oegocio esta meio arromarlo.
A hora mercado, respoudeu Mr. de Marsal
esses hroes da espada c da pistola fandam-se om
sua desdeza. Kecosam o jogo, logo qoo a* parta*
se (ornam iguaes. Pergunle-lhe por favor qnTdes-
culpas me dar pela grosseria de sua coodocU
Mr. l.eramberl alravessoa novameole o terreno
neutro que separava os doos campos inimigos diri-
gio-se a I lintel e ditue-lhe :
Mr. de Marsal soube com prazer qoe Vme.
consent era esquecer-se da* tuas palanas, e caera
que o senhor se dignar de mandar-lhe nova prova
de cmlulade pediodo-lhe perdi...
Daniel nao ouvio mais.
-- Senhor, disse elle com voi alliva, nao peco
peniao a ninguem, sobreludo ai penoa* que rae tn-
sullaram. (Jueira descarregar urna pistola !
Mas, senhor...
Masa de palavrai. As zombarias mais breves
sao as melhores, e esta dora desd* muilo lempo '
Era bello em sua colera, e seu* grande* cabello*
negros agtlavam-se-lhe maenificamente sobre a fron-
te. Os padrnhos tentaram applara-lo ; elle nao Ihes
dea onvidos. O capilo um Unto resfriado reenvi-
ou-lhe Mr. l.eramberl ; elle respondeulque nlo pe-
dia explicarues. mas pistolas.
Mr. de Marsal pallido como om cadver entregoq
as pistolas aos scus padriohos. Daniel examiuou-.is
de urna em ama com escrupuloso coidado.
Cano grosso,Alisa elle, ac eeeo e um taoln
quehrariiro. alias boas armas, iluem carreaon-aa '
O armeiro il. Mr.de Marsal. .
mes. Irouxeraro plvora c lia'.as ?
Mm, senhor. QnM que as esantaaiaWi de no-
vo em sua presenra ?
lie intil.
Tomo., urna pisiola, di-.parou-a ao ar, e dissa :
-- tsiAobem carre;ida. Teaha a bondad* d*
por-lhc outra escor,a.
x.A,dl?;s P'sfe'ias feram enrollas em ut- ';
Mr. de Marsal escolheu nma, e o ardil entra. O
pintor que linha pernas lonza*. mrah'o 5paisa enor-
me!. O qualro padrinhos alMlaram-se solucando.
Senhores, disse Mr. l.eramberl rom arque
n,'7; '"""""i palmas trea vezes ; "" aiirirAo
"."iela.,r,,uBr,,Weg.ld^
escuna ardeu. Sai
i Conlinuar->e-ha.
MUTILADO"
^ r


(JIMIO K P
SA?A O 9 m fGOSTO ': 1856
0C a qual conleui mu s.bci., mullos artigas, cu-1 piedade e vossa prudencia, qn
j, prallc. depende especialmente da v-, de-ejamos com ulwrkris e previdencia na
e lomis eulie VOS
oesss reunan as me.li-
lla qa* Jal;arJes especialmente mais pioprias para
proiuuvcr acate vasto imperio a maioi gloria ilp
Dos e a salvarn elerua dus hoincus. Po*ln que
nos fcliriiciii.i snu-eraiin-nle uo Senhor lie ver o
l'iiin rhciro de
meio de numerosos Deis, unto ecdeeiaslicos, como I e gaohnr iodo* |
leigo-, animados do espirito de t e de caridade 1 menos zelo ua, cel
ehrislla, todava alllige-iio saber que em ce*loa I gando as pre
lugares alguna meinhru- do clero, esqeeridos de sna nelles princip
caniiiiham, Bagando! ein vos dietar como sendo a
Vivaroeulc ova ua maueira de po las ein execuco
totea ladea urna metaia" marcha, nm mesmo cami-
nlio, n lie o u ii lo lodavia an que pudem exigir a- d-
mi UM siluac s Jas dilfereules provincias do vasto
imperio da Austria. Se subrevier alguma duviila ou
aiaunia iHIUculJade rtlallvanenll ao sentido Je al-
gosa artigo, o que alias nao esperamos, mu agrda-
te! no* sera que nos suhmellsii es-as rlilliciii.la.lrs
alim .le que posanlos ilar-lbe as solocoes coiivrni.
coles depjis da liavermos tocordado cun S. M. I.
bem como se deleriniuou no artigo 2't da "or
vencau.
Mas a ardenle caridade, com que amamos ijb o
rcbanho ilo Seulior, que nos rui cumiado pelo pro-
prio Jess Chrislo. nosso lie- s, e o carao do miiiis-
lerio apostlico que nos iinpot o dever da empre-
gar todas as mistas forjas para procurar a salalo
eterna ue lodos os povos e de indas as iiaries. m-
du/.ein-no-, cliarissioioi lidio* e veneraveis nimios,
a excitar cada vez mais vossa eminente pieilade,
vossa energa e vosa vigilancia pastoral, alim .le
que conlinueu a prceiichol com ardor cada vn man raos, quanln os concilios provinciaea. lio sabia-1 sacerdote m parlicnlar
Ta, lodos os deveres do vosso cargo episcopal, e nicnle piesrriptos pelos decretos canouieos, -em- ellas, levando[tratad
car al sraues, peJ| voss. vigilancia, por admo-i l.uzia. da provincia de tlovaz, al o valor de
estacn pelereae, por uieis discurso., e pr iodos 10:000, alm do queja possue.
os meiosoppurluoos, erroa, os aboses, e ns v.ri-! A' de S. Domingos .1. ridade.le Nilharoh} da
que alu enhaia penetrado, oflereeer n lodos sa- i provincia do Rio de Janeiro, al o valor de 30:0009,
litar eiismo, e conservar intacta a disciplina do da-I alm do qu
quitare forlaleceros lien com Inda a serle de I Arl. T ejj, inilaro s arls.
e ja pcsstie
, S^5^W?5|l l&SBSZSttC. de"ra,z
dignidad? e de seu dever.
Je-ns Chrislo
braca., dos sv i
rripcAes dos sanio
listas
caones, e tnmai
que vusa piuden-
ini uleis para o bem
saa vucac.au, e que o povu chiislilu pouco instruido de Vus,a dioreses. Alim lambem .lo l|ur s sil,r.
no sanias prgaailu de noesa divina religiao, e ex-1 dulas qoa dei tm applieaT-sa eduoirina
posto a gravas pergoa ebstem-ee desgraciadamente I a qne tem de entinar
das obras .lo pie.Ia.1e, e da liequ.-iilacan dos sa<-r,i- ga.loi a saber para a salvar.au eterna
memos, all.isiu-se da lioueslidade dos costomes e da' nisirar os sacramentos, n.lodeiiem diminuii sea
disciplina de una vida clnislaa. e pricipila-H pina lo pelas sciencia sagradas neiu arreTecer seu lelo
a Ma ruina. Estamos persuadid"* "-- '------- *:......-
mus a vosea solicitada pasl
lodos as Vosaoe peosamentos para fazei cewar inlei-1 em todas divlsoea
rameal* o mal que acabamos de mencionar. Sa-1 conferencias Versem
beis perfeiamenle, rharisslmoa Olhoa e sener-veis relativas a Ineologl
rsuaiinies, pur conhecer-1 deseamos vivamente que apenas for possivelse la'loiel
iloral, de que einpregareia eam conferencias com os regulamento* convenientes I vinc
Nao leudis I lualinciitc as mesillas corporales e rapellas pos-
i diocesanos se-1 suem eem licerira. relevadas aa.-n.i tas pruas de
coiomissoe confisco em que liverem incorrido.
Arl. 4. pirara revogadas as disposiroes em con-
trario.
Paco da cmara dos depulndos. em 7 dejunlio
ao e-ludo. | de 1856.Viscondede Beependx, pieeidenle.Fren-
lodo* sao obri- cisco de Paula Candido, primeiro secretario.Joto
e de a.lmi- | Wilkcna de Mallos, tegondo ecrelariu.
Vai o imprimir nao o estando.
(iniio.lo presidente da provincia do Para, re-
tendo dous ejemplares das leis da mesma pro-
le Isll, 1842, e IS13..V coramitsao de
i vosa ilioces**. e .me ess..s issemblin provinciaer.
e que essus
le, sobre as qui slOes
moral e a liturgia ; qu c.i la
soja obrigado a ssislir a
ur e-riiptn a qunsloqiie bou-
macninaciit-, os erios monstruosos de lodo o genero
por meio Jos quaes os astutos artistas das doulnnas
impa* eforcam--e por afaslar os linn ns, solirelu-
do os imsrudeuUs e os iguurantes, do cainiibo verja Je e da jn-liea, alim decoudnzi-los ao da nien-
ir.i e dejjjerdiiuo. 'lambem nao ignoris, cbarissi-
mn ftlfWe v.ueraveis irinaus, que entre os males
tu numsresos e deploraveis qoe pertiirbam e alfli-
gerb mais a sociedade cclesiaslica e civil, doos se
diioguem, e.sao com razio considerados como a
origem dos oolros. De fado sabis (e dainnos iu-
nameraveis e funestos causa a nona sociedade clirn-
laa e civil o horrivel erro do ituHf/ereiitintin. Pur
elle 3o deisados uo esquecieaento dossos deveres
para com u Lieos em que vivemos, obramos e existi-
mos ; por elle eessa-se de cnidar ua aantisaima re-
lu:iae. por elle -ao abalados e quasi destruidos al
os proprios fundamentos de todo o direito, d tuda
a jiistira e de toda a. virludc. Ha pouca diQereu;a
cutre esla horrivel for na do iudillerentjsmu toi\s-
lema sabido do seio da Irevas, da uUf(emita en-
tre as iicertas rel'giou, systemsjK^ virlu.le do
qual liomens que se afaslaram da VtsaVde, que -i)o
iulmigos da verdadeira fe e esquecidos de sua pro-
pria -alvacao, hoineiu, que ensinam crenfas rontra-
diluriasequu nuuca ttveram duulriua eslavel, nao
fa/.ein neubuma dilTcrenca entre as diversas pruli
sesde fe. v,\n parluando com lodos e suslenlam que
o porto da salvado elerua lie aberlo aus sectarios de
todas as religies, sejam ellas quaes forera. Pouro
Ibes importa a diversidade de suas doulnnas, cun
tanto que cuncordem todos em coiubaler a nica
que be a verdade. Sabis, cbarissimos lilbos e ve-
neraveis irmAos, quanta vigilancia be necessana pa-
ra que o contagio dcslc lernvcl mal nao infecte e
mo faja perecer desgiacedamente vossas ovelhas.
Nilo cesseis pois de defender altenlainenle vos-os
povos coutra es-es perniciosos crios ; enlregai-lbes
com abundancia cada vez mainr a doulriua da ver-
dade catbolica : eusiuai-lhes que assim cumo lia
un llcus, un Chrislo, nm Espirito Santo, lambem
s.i ha orna verdade diviaamtutc revelada, ama fe
divina, principio da salvaeao do bniuvm, e fumla-
menlo de toda a juslificacad, a fe de que vive o jus-
to, e ero a qual he Idipesaivrl auradnr a leos e etie-
gar a socicnadedos lilbos de lieos ; urna s.i verda-
deira e saula igreja, a calholira aposlalica romn ,
urna su esdeiru fundada sobre Pedro pela palavr
do Senhor, cadeia, lora na qual nao -e pode adiar
nem a verdadeira f nr-ni a salvacAo cierna, pur-
quauto aquelle que nao lem a igreja por m,li, n.lo
pode 1er Dos por pai.e debalde se lisongeia de estar
na igreja quem abandonou a eaoaira de Pedro, so-
bre a qual he fundada a igreja. fsl, pode pois lia
ver criine maior, macula mais vergonbeaa do que
elevar-seconlra Cbristo, dividir a igreja eiigendiaua
e resgatadu pelo seu sanguc, por em esqu. cimento a
caridade evanglica para cumbntcr com o furor d
uina discordia inimiga a unan e a concordia dn
povo de Dos.
Mas Dos quer ser honrado de duas nianeiras.
Uto he,"tanto pela fe como pelas obras, de sorle que
eem as boas obras a fe au pode agradar a Dos, o
qual lambem uo aceita a> obras que nao sao acom-
panhadas das doulrinas religiosas. Pillo he s na
pratica das virtudes ou na obs. rvaur.ia dos precei-
los, mas ua sua onio rom a le que se aclia a vere-
da estreila e dillicil que eonduz a vida. Assim lam-
bem Q3o deixeis de advertir e de excitar conliuua-
monle os vosos povos liis, alim de que au someu-
le se couservem por cada vez mais lirmea e loaba
lavis na proliseao da relenlo catbolica, sono lam
bem appliquera-se a assegurar sua voca'So e sua
salvarlo por meio das bea* obras. L eniquanlo tra-
b.ilhais na salvacgo do voso rebaoho, esfor^ai-vos
lambem com bondade, paciencia e doutrina, para
recouduzir as infelizes ovelhas que se desgarrara ao
nico aprisco de Chrislo, e> Verdade catbolica/di-
n.'in.io-lhes esta palavras de Sanio Agoslinbo :
u Vinde, rm.io-, se queris ser enseriados na \i-
niia ; estamoi afictus de vos ver assim separados e
moribundos; contai os bispos que lem oceupado a
cadeira de San-Pedro, vede a succcssilo n;to inter-
rumpida de poulifices : eis aqu a pedra contra
a qual as portas do inferno uilu poderao [irevale-
cer. lueui come u cordeiro fora drsln casa he pro-
fano : quein nao se acha na arca de No, perecer
no diluvio, a
Grassa em dossos das uatra doenra nao menos pe-
rigosa, a que o orgiilliu e cerla vaidade, donde ella
procede, ti/eram .lar o nome de racionalismo. Cer-
lamenle a igreja nao condenma o Irabalho daquelles
que querem conhecer a.verdade, porque foi Heos
quem deu esse desejo nalureza humana ; lao pou-
co ella condenma os esfnrrus da saa e recia razo,
pelos quaes se cultiva o espirito, se esquadrinba a
nalureza. descobrem-se os segre.ios mais u- culto-.
Esla uiai lernlssima rceonhece e proclama justa-
mente que entre os don- do co o mais lusigue he o
da razan, por meio da qual elevamn-nos cima dos
sentidos, e apresenlamos em nos mesmos certa ima- Sant
geni de Dos. Ella sabe que devenios procurar at tica e
concilios provinciaes conforme os sagrados
caones, alim de que remedios apporlailOS e salula
res sejam applicados em cada una das provincias
que c.iiiiiiiu-
ide
E romo no governo do vosso rebuoho,
cura- que vo
ude.e rooperam com voseoIIu exercleio do soa prin
cipal fuurea.i
ueraveis imid
que pieencha
de cniveiiieiit
nao dei\is, rlianssimos lilli..- e ve-
de inflammar-lhes o zelo alim de
ki sen dever rom a diligencia e pieda-
". Para isso recommeudai-llies que
nutrir os pov.is cmliadus a seu cui-
tado com o p, o da palavra divina, que Ibes adml-
nislrem u* sacamebl.is, e derramem sobre clles a
debati de todas as suas formas, que
|am..r e paciencia os ignorante, e sn-
ninos, nos n,\-ten..- da f rbrislaa e
a noasa religlSo, que recouduzain ao
Ivacao aquelle- que se desgarraran)
nao eessem de
grac;a de Deo.
inslruain com
bretndo ..- inej
na doutrina
camiuho da
o
que c-mpreguem todas as sua forjas em destruir
aiidadet, as inimizades, asdiscordias,
em fortalecer os fracos, em visitar
em preslar-lhes Indos os soceorms.
bspiriluaes, em consolar os pobres,.09
felizes, em exhortar lodos a sao do'u-
sla-los dar a Cezar o que be de Ce-
que be de Deu-, eiisiiiaudu-llies
omento, pur causa du castigo, mas
devem ser suliiiuss.is e obcdtenlrs ios
autoridades, em lulo que nao be
de Dos e da igreja.
lem disip,cbaiissimos fillins e venera-
rjiiimu.il. como hiela em vosso gran
ransmitlir nal pocas proscripta! uuia
If.u de vossas dioceses a noasa Con-
ucilio.e a informar-nos cuidadnssmen-
diz respeito alim de que possamos
as medidas necessari-s para maior
s vosso rcbanho. Sabemos que em
alguinas dtocues da Alleinanha se lem entroduzido
os odios, as ri
os escndalos,
o* enfermos,
mormentc os
afilelos, o ii
Irma, e admo
zar, e a Heos
niie todos
pul conciencia
principas e ai
contra as Icis
Conlinnal a!
veis n u..i-,
de l.iuvur, a
couta da silu
gregac.lo d
le do que Ibes!
sempie lomai
bi ni io^so e i
specialmenli
ras. coslumes
servar.
Eslainus di
dencia; mas
mente esses
particular, e
mente nos li
las circuosla
du nosso mi
cuidado par
gorosamei.t,
Anles ele
nos de dirigir
\iislria, din
no que resuella
que alguna dcnlre
qne tendamos achado. que devemos ir.-r depois de
termos achado, e uan adhenrinos a oolra cousa se-
olo ao que temos crido, com lanlu que oi.iimi.
ecclesiasticas deste imperio ans
mente as allligeiu.
Como numerosas e graves malcras devem ser tra-
tadas por vos nesses concilios, desojamos que na vo-
sa prxima resalgo em Vienna tomis entre vos
com espirito de verdadeira concordia medulas que
vo pe minara adoptar a mesma i.....duela, tuno a
respeito dos principacs pontos, que devem ser trata-
dos eestabelecidos nos s\ nodos provinciaes. como da-
qyelles que liverdes de resolver em un s e mes.no
espirito, .iliin de que em toda as provincias desse
impeiiu nossa divina religian. e sua doutrina salu-
tar se manleiiham, lloiescam e prosperem, e que os
povos liis allaslando-se do mal e fazendo o bem,
caminhein como lilbos da luz com tuda a bondade,
Justina e verdade. Nada he mais ellicaz para cou-
duzir os outros a vitlude, piedade e ao culto di-
vino, do que a vida e o cxemplo daquelles que se
consagraran! ao santo minisle-io ; nao deixeis pois
de eslabelecer entre vea com a malar prempUdgo
potsivcl, 0 que pode restaurar adiscipini eccle-ia
tica na parle em que se acha relaxada, e re-lahele-
cer a exacta praltca na parle que be necesaiia. A
este respeito, Charisaimos lilbos e veneraveis iimas,
reun vossus esforcos e vossos cuidadus, para que os
ecclesiasticos nunca esqaecam sua digui lade e seu
.dever, afun de que cvilem ludo o que he prohibido
aus clrigos, c que hrilhanda, com todas as virtudes
sejam o exemplo dos fiis em suas palavras, em sua
couversatao, ua caridade, na fe, na caalidade, para
que mil, ni as lluras cannicas de cada da com a
conveniente atlenfo e dexorio, para que te exerci-
lein na santa oraclo, sppliquem-se a medils(So da
cousas celestes, amera u esplendor da casa de Drus ;
exercam as func^oes, as ceremonias sagrarlas, Seguu-
do o ponlilical e ritual romana : cumpram os dtxe-
ics de seu ministerio rom diligencia, silencia e >an-
lidade ; nao abandonen), jamis o estado, principal-
mente o dassciencias ssgradas,e irabalbeni assidna
mente para a salvacilo elerua dos horneas,
Vigiai com igual cuidado em que os conego e
outros beneliriadoi das igrejaa metropolitanas, ea-
ihedraesi e collegiaes obrigauoa a assistir ao coro,
procorcm pela gre/idade de seos cosanles, ptla iu
!. gn.l.ide de sua vida, e pelo seu zelo, bull.ir como
luzes no candelabro do Senbor ; preeiicli.-.m cuida-
do-menle lodo- os deveres de seu cari;.., observen!
a lei da residencia, prucurein o sspleu.iur do cuilo
divino, e cheios i
lebrera os luuvures divinos rom allenean, exaclido
piedade e raligito, e nao com espirito dislraiiido,
com oliios errantes, com purle poucu itrenle, lem
braudo-sc sempre de que reunem-se em coro, nao
soineiil.- para reuder a Dos as honras e u culto que
Ihe >ao devidos, senao lamb ni para implorar do
mesmo Senhor ludo o bem, lano para elles, como
para os outros
Sabis petfeilameiile qumilo os Bildelos espiri-
(uaes. enriquecidos por essa causa de iiiiiuincravris I quaes basta
indulgencias pelos pontfices romanos nossos ante- XIV, com da
cessores, conliihui-m para a conservando e progiesso I ve de ti de jai
do espirito eeclesiaslico, c para raanuleneao de\U sede. As- in vea oihorl
salular perseveanca. Nao cesseis .le recomniencia- : u vassa iiiiui
lus vivamente ans ecclesiasticos collocades debaixo sellleilnde pa
.1 vossa aukoridade, alim de que estes serelirem fre-1 aquillo de qu
queulrmeiile duranle certo numere de das a nm!eu.dados, a i
lugar oppoiluuo, no qual longe se ido o cuidado I vosso clero Olk
das cousas humanas, r. fiecliinln allerilainente pe- I melbore den
ranle Dos em suas acee-, palavriii e pensamenlos, cclesiaslica
meditando sasiduamenle s..be a eteriudade, e lem- liis, .le surte
lir.'iudo-se dos iiuuieii.-os lieneficios que lem recelu-
du de Deas, uidaio em purRcar-se das maculas
contrabidas no p do inundo, cm reavivar a griica
que Ibes fui conferida pela iiupo-ie.au das in. -. en
despir-se do homem velbo e de suas obra, e reves-
lir-se do buracm novo, que fui creado na jostica e
na -antidade.
Alera disto, r, nm us labiu d.i- sacerdutes devem
con-ervar a scieucia que os hbil.la a responder
aquellos que o ron-ullam -obre a f, e convencer
'quclles que a combaten), lie neceasarlo, cbarissimos
filhcs e veneraveis irmUos, que vas appliqueis com o
maior cuidado a boa e solida inslruceo do clero.
I;azei pois ludus os vossus esforcos, para pordes em
Vigcr, priucipalineiile nos vossos seminarios, um nie-
Ibudu de estudus excellente e iuleirainenle calholi-
co, por meio do qual us jnvens clrigos, sol a di-
reccau de meslres expenmeulados, srjm afleitos
desde a mais leura infancia a piedade, a todas as
virtudes e ao espirito eeclesiaslico, e sejam instrui-
dos no cnh-.niiei.il. da lingua latina, as lettiat
humanas e as duutrinas philnsnphicas isenla* de todo
o perigo de erro. Applicai-vus principalmente depuis
a fazer-lbes ensiuar cun cuidado duranle lempo
sutlicierteniente longo a Ideologa dogmtica e mo-
ral baseada nos livros santos, na Iraniano dos santos
padres e na infallivel autoridaue da igreja, e a fe-
zcr-lhes dar salida curlhecimenln das Escripluras
dos sagrados caones, da historia ecclesias-
da sciencia liluigica. Importa lera maior
ir usa vigilias do Senhor ce-1 veis Irisaos,
mesmo nutird.
I fe, o na unid
deira de San-
lomea da igrr
pela Santa SL
lolira sempre
danlemenle i
Ponlifices
precaucan na esculla dos livros, alim de que .... di
liixiii de erros espalhados pur toda a parle, os jo-
vens ecclesiasticos nao sejam imprudentemente des-
alen] disto que alguma outra cousa ha para cicr e viados da vereda da saa doutrina. Sabis que ho-
parn prucurar, quaudo temus acha.tu e eremos o que
lo ensinado pur Chrislo, u qual nao nos mau.la
prucurar oulra cousa aenao o que elle ensiuuu. t)
que he ento que a igreja nao lulera nem permille.
e que censura e condemna absolutamente em virio-
de da mM3o que receben de guardar o deposito que
lhe foi cunta lu '.' A igreja censura forte mente, sem-
pre condemnou e coudemua a conducta daquelles.
que abosando da ra/.ao nao se pejam, nem Ircmem de
oppola e preferi-la louca e cnmiuo-amenle auto-
ridade de Dos, que levanlam-se insolentes, que ce-
gns pelo seu orgulho e pela sua vaidade perdera a
luz da verdade. e rejeilam rom soberano desprezo a
f, da qnal foi escriplo : Aqneile que nao ere ser
cjndemMdo. Clieio de conliao(a em si mesmos,
negara que se. deva crer a Dos sobre Dos mesmo, e
aceilar com obedienciu o que elle mesmo nos quiz
fazer conhecer de sua propria miloreta. A- laes ho-
mcusa igreja uip cessa de responder que quandu
se trata du conhecimento de Dos, he ao pioprio
Dos que devemoisrer, que he deile que nos vera
quanlo eremos a seu respeilo, porque o humera n3o
leria podido conhece-lo, como precisa, se o proprio
Dos nao nos livesse communicadu esse conlieci-
mi'iilu salular.
Eis quaes sao os homens que a igreja procura re-
couduzir a pensamenlos mais saus com estas pala-
vras : Que cousa ha mais contraria razio do que
procurar alguem elevar-sc cima da razan pela pro-
pria ra/ao ? E que cousa ha mal* contraria a f do
que nao qoerer crer aquillo que au se pude alean-
car pela razan"? E ella nao cessa de repetir-Ibes
que a f nao se apoia na razao. mas na autorida-
de ; pois nao convinha ale neiibuma maneira que
Dos fallando aos homens confirmasM -uas palavras
com raciocinios, como se alguem pudesse recusar
ere- lo ; porem elle falloo. cuno conaioha, como o
juiz supremo da todas as coosas, o qual au deve
argamenlar. mas sim pronunciar. A igreja decla-
ra aberlamcnle que a uui.a esperanca de salvaran
para o horaein est enllocada na f christaa, a q'^al
cnsina a ventado, dissipa as Irevas da ignorancia
pelo brillio de sua luz, e opera pela caridade, e que
esla esperanca achs-sa ns igreja eatholica, a qual
maniendo o verdadeiru cullo, lie o solido asjlo des-
la fe, he o templo de Dos, fura do qual muguen.,
salvu se tem a desculpa de ignorancia invencivel,
nao pode ler a espei.inc da vida e da salvaran.
A igreja ensin.i, pois, e procama, que e as vezas
se pode empregar para a sciencia humana nu estudo
dn orculos divinos, a raz.lo nao deve por isso usur-
par Jorgulhosa mente o direito de ensillar como sen hora,
mas deve obrar como serva obediente e submissa,
pdo temor de denrienlar-sc raminhaudo adianlc,
de'perder, segnindo o en.Mdcaracnto das palavras
exieilures, a luz da virtude interior e o camiuho rec-
to da verdade. Nao se deve concluir daqui. que
nao ha neiihom progresso de religiao na igreja de
Chrislo.
O progresso existe, e he grandissjmo ; mas he o
verdadairo progresso da fe, nao be mudaora. Con-
xemqon a mlelligencia, a sciencia e a sabedona de
lodos, como de cada um era particular, das idades
e dos seculns de toda a igreja, como dos individuos,
eresca e faca grandes, grandissimos progressos. alim
de que se comprebeiula raais claramente o que a
principio se cria_^nais oscuramente, afim de que
a pnsteridade lenha a ventura de cumprehenrler o
que a ;uilil-ii I,ule \eii.i ,\ i sem entender, alim de
seeslenda-se
saciami mus
S i
ajodam, participan! de vaasa mlliei-
collacao dos cu-
.is desejam con-
postn a fazer ele acto de condescen-
queremes primeiro examinar attenta-
eoslomes expuslos por v.i- cada um em
com cuidado, alim de permitli-lns s-i-
iiles indicadns pela iiecessidadc, e po-
icas particulares ; pois he um dever
eriu apo-lnlicu vigiar com o maior
Ique as pie-cripces cannicas sejflo ri-
abservadas.
erminar esta carta, a qual felicilame-
Ivdoi vos, prelados do imperio da
imo-nos partcula!-menta a vos vener.i-
arcebispos e blspoa que residindo no
imperio, unidos a nos na verdadeira
le calholira, c all'ei^oados a esta ca-
Pedro, segus os rilus e luuvaveis cos-
orienlal approva.los ou pcrmitlulos
Sabeia em que estima esla S apos-
leve voseos ritos, cuja observancia lan-
iu lera recua menda.lo como atiestan] superabun-
s dccrelos e as cunsliluicoe de Unios
ri manos, UOBS0S anlecess'ors, ntreos
enibrar o breve .ltala de llenediclo
a de ->'\ de jullio de IT.j, e nosso bre-
eiro i\K 1818 Iu suprema l'elri .Iposlo-
amus a que preeuclieiido
eno conforme vossa religiaue vossa
doral, e lando dianle dos ulhos ludu
unamos de fallar, gratas aos vosso*
esa industria, a a vossa vigilancia, o
alude todas as viiludes, educado nal
mas, e principalmente uas setnelas
e apphque iodo a aalvsfOo elerua dos
que as pupulaeoes perseveren! nu ca-
imiiln que cu iduz a vida, augmente de da em dia
sania umdade dareligian calbolica, os
So administrados e os oflicios divi-
nos celebrad., i segundo vossa disciplina, empregau-
ilo todava --
ta S.
E como
mente os livrus approvadus pela San
la di-i pin... mais do que satlsfazer
vossai neressi ilades, e as du vossos povos, nao dei-
xeis de recor r a mis, e de expor-nos a situaran de
viissssdiocese i, c de enviar nm relalono a ess'e res-
puto de quatru em quatro anuos a nossa Cungr
Jao da propaganda.
Einliin, chi rissimoa filbo* e veneraveis irmlos, n.
vusconjurami que empretueis todas as vussas forras
e lodo o vosa zelo era conservar, fortificar, e aug-
mentar crida vez mais a paz e a concordia entre o
rleru dd cada diocese, Unto do rilo latino como do
rilo grego cal inlico, alim de que lodos aquelles, que
cumbatem uo campo doSeuner, se amera mutuamen-
te e que avisando nns aosuutrosem
de honra
eus te(emuiihos
copcorrum de coramum accordo, e com
lodo o zelo pira a gloria de Dos e salvac.ro dos hu-
me ns. I .
En aojai, cbarissimos fimos e veneraveis inaJJea
mana eruditos, mas itissidentes em religiflo e sepa-
rados da igreja, publican) as Escripluras Santas c
a* ubi a- dos santos padres cum cuidadu material
sem duvi.la nutavel ; mas multas vezes, nao se pu-
de .len.,r de deplora-lo, lierando-as e desvian-
do-as do seu verdadeiro sentido por prfidos com-
mentarios. A--mi lodos vos rompreheudeis quanlo
imporla igreja, sobreludo nos lempos acluaes, ter
ministros capazes que, sendo eminentes pela sanli-
dade de sua vida e pela pureza de -ua doulrina,
(orles em obras e em palavras, rombalam valerosa
mente pela causa de Dos e ele -uj|-anta ipreja c
edifiquen) an Senl.ur uina rasa fiel. '
Keleva pois nao desprezar nada para que os jn-
vens clerigus sejam educados na santidade e na ci-
encia desde os raais lenrus annns ; porquanlo na
poderiaru ser uteis ministros da igreja, se nao fo*-
sem cuidadosamente afleitos a grandeza de sua vo-
cacan. Assim para procurar rada vez mais fcil- i eoosolacJIO
mente, segundo vossa religiao a vosa sullicilude pre sub're vos us don? mais abundantes iie"sa bu'n-
0 qoe abrazados no amor que sentimos por vos e pe-
las populac,eS fiis desse vastu imperio, jolgamos de-
ver principaliheule communicar-vos, e coaliamos na
vussa virtude na vossa piedade, e na vossa fidelida-
de para cum noten, e para com esla cadeira de S.
1 edro, que aj .daris cera empeoho e superabundan-
lenienle noss is volus e nossus runsellios paternaes
lambem nao duvidamus.cbarissinius lilhos e venera-
veis muas, q ie contemplando iucessaulemenle nos-
so mdelo Je os Chrislo, o principe do pastures, o
qual mostruu -se brando t humilde de corae.iu, e deu
a vida pelas i uas ovelhas, alim de dartariios seu e-
xemplo, nao duvidamos que facaf lodos os vossos
esforcos para seguir seus exeruplos, e pralicar sua
doulrina, paia vigiar assiduaorenle sobre o vosso rc-
banho, preen her com ardo^vosso ministerio, e pro-
curar nao o que he vetad, mas o que c de Jess
l.iilisln.
Kellectiido que nao excrceis sobre o clero poder
de dominara. mas que como pastores e pas amoro-
s m i.lelns do rebatido, nada vos pareja ja
mais moi pe oso. nem mui dillicil, e eslsis promii-
los para s.ifln r ludo cum paciencia, msnsidau, bran-
dura, e prud. ncia, paia ludu tentar e fazer pela Sal-
vacau de vos as ovelhas. Pela nossa parle na hu-
mildade de iosae enraizo, nao deixamos de elevar
fervorosas e untinuas supplicas ao pai clemenlissi-
:ea e das misericur.lias, au Dos de tuda a
hm de que se digne .ie derramar sem-
, .o.-i mium mis us dons mais abundaules de sua ln
pa-lnral. a boa educacao do clero, da qual d- pende I nade, e faze-los descer cm a mema abundan,- ..,
en, ia alto grao o bem da igreja e a salvacao dos bre o, charos cerdeiros, que vos fcjSST.El
po.o, nao deveis fatigar-vos de exhortar e ,ie rogar ; mo pcnl.or .leste divino soccorro, e cora,, test
ios excedentes seccles.a.sicos de VOSSV|dioeeses, e | de nossa viva all-i.a, domis utmi do
ios ricos le.gos zeloso.iel.., mleresses cathulicus, para ra{lo, Vos ciacedmos com amor c iaris.n
que a vos-o exemplo oileiecum o dlnbeiro necessa-
rio para eslabelecer noves seminarios, para dola-lus
conveiiieulemeule, e dar nelles ba educarlo aos
joveus clrigos desde a infancia.
Nao deis uieiie/s alleneflo, ehariisimos lilbos c ve-
eraveis irmJos, a tomar todas a medidas necessa-
rias para que a moel lade de vossas dioceses, a qual-
quer sexo e eondiega qua per(eii(a, seja educada
cada vez mais calhnlieamcnle. Erapregai pois vos-
sa vigilancia afim de que esia niucidade compene-
trada sobre ludo do temor de lieos e alimentada
cora o leiie da piedade, nao seja smente instruida
rom cuidadu nos elementos dn fe, como tambera le-
vada a mais completo conliccimeiiln de nossa santa
religiao ; para que seja habituada a virtude. aus
eoslomas puros, a um modo de vida chrislla, e que
seja prevenida contra a lisonja e contra todos ns
perigos da perversidade, o da corrupeao. Nao dei-
xeis jamis de excitar vivamente a pratica da religi-
au e da piedade com igual solhcilude e de lodas as
manciras que julgir.les opporlunas. as populacoci
fiis .(.:.' \i- sao couiiadas.
Farei pois Indo o que fur possivel para que essa*
ficispupulaces, cada vez melhor nutridas nos pas-
tos salulares da verdade, e da duutiina eatholica, a-
inein a Dos de lodo o sen coraran, observen! com
zelo seos mandameulos, frequenteni religiosamente
sen templo, sanrliliqueni u dia que ihe he consagra-
do, ssilsiam frequeiiteinenle cura o reapeilo e a pie-
dade convenientes, celebraciln du di\ino BaeiiOeio
checuem-se aos sanl .s sacainenlos da Penitencia e
da EneharMia, boureui cora particular devocrui a
Sanlissima Mili de l)co-, a linniaculada Virgem Ala-
ria, manlenbam entre si muliin amor, sejam cons-
(anles na oraran, ese adianlem prorurando a gra-
dara Dos em ludo e produ/iudo os fruitos de luda
a especie de boas obra. Cuino a santas misabas
pregadas pur nbieims capazas servara inuiio para ex-
citar entre os puxus oespirilode fe e de religiaue
para rccondnzillos ao camiiiho da virtude c dj sal-
vcJJo, o nosso draejo mais ardenle he que as mul-
lipliqneis u ni is posslvej era vossas diocese
e como teslemunho
osso cu-
.....rissiinos lilbos
c veneraveis i irmaos, e a lodos o, fies eeclesiasli-
co^ e leigus de v-oesas dioceses, a beuc,ae aposlo-
Dado era Itoma jnnlo de Sao Pedro a dezesele de
marco do anuo de rail oilo cenias e cincoeuta e seis,
dcimo do nosso pontificado.
Po IX, Papa,
lournal des Debis..
RIO CE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO EM 10 DE JIMIO DE 1836
Presidencia dn Sr. Mannel Ignacio Cavalcnnti de
l.acerda
asda mandan, depois de leila a chnma-
a sessao, estando prsenles :tl sculiure*
leerrario den conta duscguinie expe-
\- II lu
da, nbrlo-se
senadores.
Litas as acias de 7 c !l do crrenle, forain appro-
vadas.
ll.se. I-
diente:
l.m ollicip du Sr. ministro da guerra, remetien-
do a deraoi slrsc.au tanto dos rccrulas que colille-
ra ni a provincia de S. Pedro nos tres ltimos unios
como dos gjardas nadonaos all destacados desde
IN'iti.A q iciu fez a requisicaoa
(lteo do primeiro secretario' da cmara dos dc-
puladus aeoinpanhando a seguinle proposican :
a A assenbla geral legisl.liva resolve :'
Arl. l.| Kicam dispensadas as leisde smortita-
cao afim de que ra 'ania da- dualidades de Nos-a
Seohore da Conreictodo Porto das Calas da pro-
vincia do B o de Janeiro, do Sanlissimo Sacramen-
ln da cidade du Pcnedo da provincia das Alagoas,
do Sanlissii
que as preciosa* pedias do du^iKi divina sejam 1ra-
J, osadamente adaptadas; .1,rmenle orna-
balhada*
das e enriquecidas cum graca, esplendor e hellv.ii ;
ras -empru no mesmo genero, islo he, na mesma
doulrina, no uiesnio senluln, na nicuna substan-
cia, i de mancir que, servindu-se dos termos
nov*, nao se disam todava cansas novas.
Pensamos, chanssimss lilbos o veneraveis irmaos,
qoe nenhom de vos se admirar de oovir-nos, ex-
iii .Nrrameulo da freguezia de Sanio
iipiiq..e.soiii.isp,,s.ivei era vossas dioceses. As- Aolooioda capital da provincia da Babia, e a iir-
sim damos grandes e bem merecidos loovarea aquel- dem lercciia de S. Francisco da Penitencia da ci-
lesdeiitr.- vos que ja inlrnduzirara emanas dioceses | dsde da Sanios da provincia de S. Paulu poaaain
'
a obra Uo salotSf das sanias misie<, e temos
li'facao da ver sjae com o aaxiliu da graca divina
ellas lera produziilo Inicios ihundaulc*.
Taea an o pontos que devei- ter principalmen-
te em visla na vosas Manilo, rharisslmos lilbos e
veneraveis irmaos, alim de que aos niales cominuns
vosea accao commotn posaa applicar remedios con-
venieules Ou inlo ao raais ao ignoris que para
reparar os dainnos mais gravea era cada urna de vos-
rcendo o ullicio de nossa pniaasia e de noso direi- | sa* dioceses, e para procurar sua prnspTridade, na-
ta -oberano mi doulrina, fallar novamente deles| da he Ido til como a frequenle visita desaaa dioce-
erros Bq |une-lo-f i religiao, como sociedade para -ci e a celehrarao dos s\ nodo* dioce-anos. dnas
Rieitarmos oss.i vigilancia episcopal a extirpa-loa. cu: -a* que, cuno sabis, o concibi de Tramo pres-
Vitlo que o hiim-in inimigo nao cessa e eine?r a creveo c recoininenilon cora na-ia..i-ir instancia. I provincia d
az.anit. entre o trigo, us, que pela dispoticau da I A.. r^ta sos..M,|iju- Divina l'i~.ideucia somos destinados i ciiJlr-uO|baiiiiu que vos l~- tunliadu, ponde na ordom de vos- '
campo do Sem.., ajnM, con-liluiao* a frente de sos primeiro* cuidados o de vi.llar rnin zelo vossas
, familia corno mmT~- <-~. njodenln, nao de- ij-^cmos aaaterme as pre.rnpce. cannicas, o de
'Zl recoemendam-* p-riicolarment.
i Iquirir e Ipossuir bens de rai/. al o valor de
0:0009, oju a comli.yo .lo eonvcrte-los em ape-
es da di\ da publica dentro doprazoquo I r mar-
uverno.
A iii-iin-ii-rio .lo anigo antecedente he
seguinle* corporaciio- de man mora :
loasa Senhora da Conceico do tluieiro
da rap.lal do Ceani, al o valor oe
rado pelo i
Arl
extensiva a
A" de
da Prainhs
acotiOf.
a A' do H
lililia, da
10:0)0.
,\' do
anlissima Sacramento da cidade de Co-
proxlucia do Paran' al o valor de
eta.-imei.ie indo o que .
tl'-ciudo ^V,.011"" f'i", ,""'tt'- *-**
"retuaoa pe.o ao cumprtmenlo dille dever arras-

a o V
L
rolliimentodns Perdc* da capital da
i Babia, at o valor de :tO:iHKl?.
da ri..ella de Nossa Senhora da Lapada
villa do Cu iha, da provincia de S. Paulo, al o va-
lor de 6:00 I?.
i A' de > o*i Senhora do Amparo da cidade da
uaenoeira, la provincia ,ia Bahia.aleo valor de
V da Ni ssn Senhorn do l nutro do presidente da provincia do Paran',re-
metiendo dous exeniplares dn relaloriu rom que se
abri a primeira aesaSo da segunda legislatura da
respectiva auembla provincialA' secretaria.
i ai requerinicutu do leuenle Kayiiiundu Hemi-
gio de ^lellu, pediuilu raparacfto da injuti^a que
sullrera na prupo-la de IS de julhu de 1841.A*
coniinis-ao de mariiiha e guerra.
Foi lido e approvadu o seguinle parecer:
i. Com caria imperial de H de malo prximo pas-
sado. que noraeou senador da inineno o Sr. Krede-
rico de Almeida e Allniquerque, turara reineltidas
a coraroissao de eonstilui$8D as actas dos collegios
eleilnraes, e da apurajan geral, e a lista trplice.
resulladu da eleicie a que se proredeu na provincia 1
da Parahiba do Norte, para preencher a x'aga que
lie.u pelo lallecjmeulo do Sr. senador Manuel de
Caivalhp Paes de Amlrade.
k Encarregada de verificar a legalidad* destn
eleieJJO, reconheceu a coininissau pelo exame das |
actas que ella lora regularmente fela. Cumpre-
be ludavia trazer ao cuohcciincnto du senadu o se-
guinte :
o t. Nao lendo ido reniellidas a cmara da ca-
pital ate o dia marcado para a apurarao a actas dos
collegios do Pilar, Mamanguape, Inga, Independen-
cia, llananeiras, Cabaceiras e S. Judo, procedeu-sc
a aparadlo dos vutos lestes collegios pelas acias re-
mellidas ao presidente da provincia.
.< '2. Nocollegioda capital da provincia foram
lomados em separado os votos dos I i oledores da
Ireguezia do l.ivranieuln, pelas irregularidades or-
corridas na eleieau prmiari'. A commissao appru-
va o proredimenlohlo collegio a vista do que censla
ila acia, segundo a qual defeilos se deram que vicia-
ram radicalmenle a elei(8o.
.. 3. O collegiu da ci lade da Area maodoa sepa -
rar os volos deis l;l eleiloresda fregyezia da Alagoa
Nova cm Heferiracnlo de una represenlaco de An-
tonio tjabiuio de Almeida Meudonca, sem que da
acia conste o fundamento desta deei-o. Na falla
absoluta de inforuiacoes nao pude a commissao
preclaro proerdimento do collegiu.
Na Campia Grande delibcrou o rollegio
elcilural que se escrevessem era separadu os vuto*
dos qualro ullinios elcilnres, excedentes ao numero
de 2S. por ser este o que na npiniao do collegio ca-
lila a esta freguezia, sera emtiargu de ter sido o nu-
mero de IU approvadu pela cmara dus depolados
as ultimas elcicoes geraes. A commissao enlende
que por esla razao pois nao lem dados alguus es-
lalislico por uu.le se recule devem ser contados
e*c qualro votos na apuraran geral.
i. 5. No collegiu do Pilar lomou-se cm separado
o voto ele um eleilor supplciilr-, que n collegio ad-
nillio em suhstiluicau do eleilor Joaquim Mariiibo
de Suuza Kolim, julgadu nudo por mo ler sido qua-
lilicado. Poi irregular esle procediineulo no en-
tender das commiasoes, t o vol deve ser con-
tado.
o ti. Contra a eleicao primaria da freguezia de
Nossa Scnhnra da Guia da villa de Palos reprsenla
rain os eleilore supplentes Loareoco Dantas Crrela
fi.ies, Jos de Medeiros Angelim, e Ildefonso Ayres
de Albuquerquc t.avalcanli, ar^uindu irregularla-
des da eleic.io que deram em resollado a entrada de
lies eleltores, Manocl Marques Jnior-, Candido Pe.
reir Monleiro e Manuel Salyrn de Santa, os qua
au podiam sa-le pur nao qalifirados. E por esla
occasiao queixaram-se tambera do collegio e'eilo-
ral respectivo, que devendo julgar millos os ditos
eleilores, e rharaar osqueixosos para substitui-les,
cnisiderou-os falius com legitima causa para assim
excluir aquelles queixosus.
o Contra a mesma eleleu represento.! tambera
u i- irlurel Manuel Dantas Correia de Gues, expon-
do urna pur urna as irregularidades uccorrdas.
o A commissao n:1o pode formar juizo algum a
respeilo deslas representacfjee, porquaulo, das actas
que a urna dellas se ajunlaram liada consta, e o
documentos nnnexosa outra san meros atleslados de
auloridades locaes. da quaes dnas sdu us proprios
representantes, Angelim e Cavalcaoli.
<. 7. Da cmara da capital *e queixa o bacharel
Manoel 'tertuliano Thoinaz llcnriqoes, por ler ella
contemplado na apuracau ns volos dos eleiloresda
Alagoa-Nova, que o respectivo collegio havia loma-
do em separado.
* A commissao enlende qoe a cmara excedeu
sua facul.lades. A lei de I'.i de agoslu de lsl< oo
arl. 87 s II l da' arbitrio de esculla quaudo ha
eleie;des em duplcala.
.. Nao obstante o que lica ponderado, as "irregu-
laridades argida*, anda que provadas fossem, na.
viciaran! a eleicao, purque cm iienhunia hypolbe-
se a lisia triplica seria nutra ; qualquer qu seja a
h\pudiese figurada u Sr. 1-redricu de AUnelda e
Albugiierqiie lera'sempre o primeiro lugar, como
so demuuslra nu parecer da secC/Io do cuoselho de
estadu de 21) de abril ultimo, junio por copina es-
te* papis.
a Atieudendo a proximidadedo Icrmo da presen-
te legislatura, a commissao julga intil prupur que
se preceda a eleic.au de novos eleilore* cm subslilui-
cao dos .ii.iiiilliid.i-. Pela mesma r i/.iu lem ella
pur desuccesario enlrar na invesligarao das causa*
que levaran) o collegio da cidade da Areia a separar
os volos doseleilures da freguezia da Alagoa Nova
Enlende porm ser de jnslica que se l'aeatn as
diligencias necessana* para verilicar-se a respon-
sabilidade da mesa da assembla parorhial da fre-
guezia de Nossa Senhora da Guia da villa da Palos,
se porventura se provareraos fados denunciados uas
represenlaces.
a Do expusto conclue a commissao, seodo de pa-
recer :
1. tjue declarada valida a presente eleicao, seja
r?ronhecdo senador do imperio o Sr. Fredericu de
Almeida e Atbuquerque, e consequenlemeole ad-
rnillido a prestar juramentu e luraar assenlo.
.. Que ejarn remedidas ao guverno as repre-
senlaces relativas a eleicao primaria da fregaezia
de Nosia Senhora da Guia da villa de Palos, paia
se proceder como for de lei.
i. Pa;o do senado, 6 de junho de ISti.Visconde
deSapjcahx.Visrunde de Abacl.Mrquez de
Olindaj)
U Sr. Vresidenle declama senador do Imperio
pela provincia da Parabiba o Sr. Prederico de Al-
meida e Alboqucrque.
Ficaram sobre a mea o seguinles pareceres :
o A fommis-ao de consliluic.ao vio o requerimen-
to e papis anuexus da Domingos Calcagno, natu-
ral de Sarderiha, que pede dispensa do lempo que
falta pan obler carta de naluralisaca) de ada u
Brasileiro.
.. Da cerlidfo jimia consta que o supplicanle fez
a decl-ncao exigida pela lei perante a cmara mu-
nicipal le Porlo-Alegre em 2S de afela de 1853.
Dus .locamente apresenlados nao se deduz razao
alguma ntla qual se deva dispensar na lei cm favor
do suppbeanle.
.. Purtanlo I13 a cemrois-ao de parecer que nao
lem lugar a prelenco.
Paco lo senado, 1(1 de junho de 18jM).Vis-
cundo de sapucahx,Mrquez dn I Uinda.i)
1. A' eoBmiaslo de consliluic/to foi remedido o
requerimenlo de l.uiz Francisco de Carvalho, sub-
dito porluguez, que desejj uaturalisar-se cidadao
Brasileiro,
o Observando a commissao que da cmara dos
deputade- fui remedida a esla casa urna prOfHMco
anlorisaodo o governo para conceder rarlas de na-
lurali'arac a diveisns c-lrangeirns, enlre os quac
se acha o *ipplicanle, he de parecer que fique o re-
querimenl sobre a mesa, para ser tomado em con-
sideraran quaniln se discutir a propo-icao.
" Paco da senado, ti de junho de 18>ci.Viscon-
de de Sapuiahx.Marque/ de (Miada.
(I .Sr. Nia-fii-a da Molla :Sr, presidente, le-
nho de mamar a mesa um projeclo de lei conce-
deudo a algemas coufrarias da ridade de S. Paulo
o beneficio que a assembla geral lem conslante-
incnle concei ido a mulla, vislo a falla de meios
que ss confrsrias lera para mauler o cullo publico,
e para poder-Ibes proporcionar a facilidade de fa-
zer acqoisir's pas, que alias au podem fazer.
Sou avessoa* dipenas na le de amorlisarao ;
as lunillas id.a* econemias nao vo muilo "para
ahi, mas leen-.li.-en que a assembla geral, estando
no sxstema de fazer essa* concesses, dexe |ior ideu-
lul.ide de razfus eslende-las as de Nossa Senhora
do Rosario, o do Sauliasame Sacraniento da nova
freaoezja da Csnaolaejio da capital de S. Paulo.
Entendo que eniquautu as i-onli.uia- estao no
sozo desas facildades, estilo todas no direilo de
as pedir, e he oque acontece.
lem viudo ao senadu e a a-semblca geral repre-
senlacues deslas dnas cnufrarias da cidade de S.
Paulo : de Nossa Senhora do Carino, e a da nova
irmanda.le da freguezia da Con*olacao da capital
da provincia.
Estas represenlaces rao foran ainda lomada* em
cnusnleracao, masseivcm de fandameolo au projec-
lo que Icnho a honra de oflereeer a decisBo do se-
nado, assiguado pur mais dons nobres seasdares,
esperando que u senado o tome na devida cousi-
deraco.
Ue lido e lica sobre a mesa o seguinle pro-
jeclo :
" A assembla geraj legislativa resolve :
.1 Ail. nico. A irmandades de Nossa Senhora
do ttoari e do Sanlissimo Sacramento da fregue-
zia da Coiisolacau. da cidade de S. Paulo, licarn au-
torisadas para pnssuir cada una em bens du raiz,
nu apolires da divida publica, ale 5:0009, revoga-
das as le em contrario.o
.. Paro do sene.lo, IU de junho de 1856.Sil-
veira da Molla.Mrquez de Mont'Alegre.Baria
de Anloiiina.u
ORDEM DU DIA.
Continua a diseassae adiada na uilima ssssao dos
requerimenlo* du> Sr*. Dantas, e Perraz, piopondn
que seja remanida aa commose- de legialaco de
consliluic-'io a indicaran do Sr. Danta* sobr a re-
vijao das postaras da enmara municipal da curie.
-
Os mesmo* Srs. senadores retiraran) com o con-
sentimeulo dn senado os dito* requerimenlo*, e olle-
rereram em substituir,o e-le oulio :
a Propendi o adiameulo al que venliam nsse-
gumles .Inclnenlos e e-clarecimelilos, que requeiro
se peeam ao governo :
a I. Copias anlheiitira de todas aa posturas da
cmara municipal da corle.,iue alada lendo sido, na
forma do rl. 2. da resolurau de "> de ouiubro de
1831, provisoriamente approvadaspeto governo, ain-
da u nan foram defiiilivaiueule pelo poder legisla-
tivo ; o igualmente os edilae* em que a mesma c-
mara asiabeleee regra, e crea smpregos, e Ihe* ar-
bitra emolumentes.
>. Que u governo informe se a referida cma-
ra percebe algum imposto a titulo de licenra, 00
sol qualquer uulra denominaran, que oao leiih sido
approvadu ou decreladu pelo poder legislativo.
:l. Se 11 art. i7 da le de 17 de selmbru de 1851
lera -ido eiecnlado, qual o produelo da venda; por
esla lei aulorisadas, e o destino que lem lidu.
.. Proponho igualmente qoe, satiseita esta raqui-
sico, vao us documentos e infurmacnes pedidas as
Commiasoes de constiluicu e de legisla.ao, para ini-
ciar as medidas que julgar a bem.Silva Perraz.
Dantas. >,
Pni apoiadu.
Verilicandu-se au haver casa, licou adiada a dis-
cus-ao.
0 Sr, Presidente den para ordem do dia, alm
da* materias ja dadas, mais :
Ultima diaeosato do parecer da conimissao da me-
sa, sobre a 11 ce uc. a pedida pelo oflicial da secretaria
do senado, Candida Jos de Antojo Vianua.
I. dSCO ladu, apprnvandu a* pensoes concedidas a viuva e
lilbos do chefe de polici da provincia de S. Pedro,
Jos Vieira Kndriguts de Carvalho e Silva ; a viava
e lilbus de Cypriaun Barbosa Belaraio ; e a viuva
do vice-presidenle da provincia do Para, Angelo
Custodio Curra.
3. diseado da propusicao do seuado aulorisando
a cata de Misericordia da cidade de llezende para
p...-11 Ir o eltlicio em que lera u seu hospital, e os
terrenos annexos e oulros lien* de raiz al u valor de
btlrUOO.;;.
I.evanlou-se a sessao a I < hora da larde.
CMARA DOS SBS.DEPITADOS.
SESSAO DODlAll DE JUMIo DE 1836.
Sr. tisconde de ISucpendu.
di,
ORDEM DO DIA i
A mesma de boje em ludas as suas parles.
PAGIWa aVULSA.
Sentimos os males alheios, lano mais quanlo
aquelles que por elles *:lo persoguides eslo era certa
1 1 ni na sociedade, que parecan! dedes e-lar ieu-
lo.; e*ses malas que senlimos sobre lod s sllo.as mi-
serias humanas, os erro* fataes, oa desvias da senda
da honra, que quasi sempre acarretarn a pos um cui-
tado a sorpieza, e alguraas vezes a ndignacao. lia
d.as que de f.uile limp uubemos do q.ie" nf|ii-
iiieuie acaba de acontecer ao alleraa QUartel-oielra
do nono I. .1 .II,,1 de iiifaularia o Sr. rranciseo Jns.,
Joaquim de Barrus, mas assentainos de nada dizer
em que livesseinos coubeciinenlo do fado ; agora
pois que o (eraos, vamos;expolu ao publicu : len-
do u Sr. mejor commandaote do referido batalbio
venido ao sen quartcl-inesire que passaria a lomar
preconta du* dinbeiros a seu cargo, a hora marcada
para esse eiame nao coinpareccu o Sr. alfere,
raais horas se passarara al que a suspeila appare-
ceu, e depois a triste reainlade, a ausencia do
oflicial! Poi entilo que o Sr. raajor preven,lo alr
gom erro, fez um breve exame as cunta* pissadas
c presentes do qoertei-meslre, c infelizmenle conhe-
ceo que a oa ausencia duba pur causa um desar :
appareceu purtanlo um desfalque dequaulia maior
de Di conlos.
pni addiada para o dia 17 a fesla da Senhora
do frontispicio do Carino; preparase ella com luJa
a pumpa e snlcmni lado. ,
O espectculo. A Sra. Anua tjirardol eneheit
c>iiip\etamcnle as medidas; executou, como sempre
trotttfarfs
ro cordeador, peritos e teslemuohas, na rasa de so-
brado ila na esquina da ra do l.ivramenlo. deque
*ao prnprietarios Bernardo Amonio de Mirauda e
outros herdeiros do finado Joaquina laa de Miranda.
-en 1 1 o resudado da vesluna o que ron-lava do res-
pectivo termo, qae remedia; e pediudo man.Uve a
cmara pagar aos peritos o seu Irabalho, em qae fo-
ram bastante minuciosos. Kesolvea-e qoe ae ihi-
blicasse pela imprenta esta parliciparao do fiscal e o
Ierran de vesloria ; e m.indou-te pagar ao* perilss.
1 iiilrn do niesico, dizendo qoa por >e dizer qae *e
aehava arruinada a casa de sobrada, sita na raa So
Itosariu larga 11. 1, perlencenle a' viova Caoba, ea
da ra do Calabouco, de que be proprielario Juan
Uoreira Marques, proceder a vesloria em ambas, de-
claran lo os perito* que nao ..meaeaxarn perigo, prin-
cipalmente a primeira, aneentandu pnreui qae a fen-
le da segunda devia ser demolida, como lado coas-
lava dos lemos que e lavraram.Inleirada e man-
dn se poblicar a parliciparao e as vesloria.
Ilalru di iiie-m 1, comiiijiiicandii qoe se liuham
concluido o* reparea do ralcamento da ra da Cam-
ben do Carino e do passeio da p'aca da Independen-
cia, e qo* o da ra do Rosario larga eslava bstanle
arruinado, rarecendo de concertus. Que roaodasse
reparar o calcaiuenloarruinado.
tiwro do mesmo, infurmaado que a casa em qoe
pretende Manuel Antonio Peraira eslabelecer caval-
-n*J "* "a rua de Santo Amaro, esta' aves coodi-
coea da pastura, p.ireceudo-lhe que o peticionario
poda atrancar alicroca que requer.Coneedeu-saa
lieeoca.
Oulrod.i procurador, aforniau-l.i acerca da pen-
en 1 d.- Maria da Cnnc-ieJo, que nao estando attual-
ineute o cofre municipal em estado de poder despen-
der ja a quanlia de um cont de rci, importancia da
desapropriacSo feila a' peiicionaria por esta cmara
dn terreno que faz parte da praea do Capuu, enten-
da que se poda realuar ., pegamento aos prazos de
I. ti, '.le l mezes, a.- -i lando para mo a peiiciuna-
ria ledras; procedendo-se assim de accordo com aa
e espern, esses trocadores, esse* dateles, e esses
harbeirus de Sovylba a nao esperdicar nada : tem artigo -JS e 29 da lei provincial n. t& de I de|maio
nimica, lem execuca.i. lem vez, lem aspecto scenicu, oa Itii.Annuio-se.
(Juando lereraos
Presidencia
Abre-se a sessflo a hora do cosliim..
I.ula a acia da seeao autecedenle. o Sr. prin
secretario d coala do seguinle expediente.
Un oflicio do Sr. Dr. Joo Dahnex de Avelar Uro
lero, participando baver-se relirado, vislo haver
chegado o depuladu s quera substitua.Inleirada
Um requeiimenin de Joto Apoltnario dos Sanios.
pedindo um dos lugares de conliuuo da cmara.__A'
mesa.
Una represenlaco da assembla provincial de
Hias Geraes,contra oa avisos dummislerio da jusli-
ca, daladus de Ti de abril e i de uutuhro de 1855,
que declarara pertenrer aos bispos a 11,.mearan dus
fabriqueiros das matriz.A' commissao de assera-
bleas provinciaes.
Um requerimenlo do primeiro lente da armada
Manuel Morena da Silva, pediudo a raalisarao de
lima pensao de 15HSKH) Bananas que Ihe foi con-
cedida em 1839, e que al boje anda nao love ellei-
to por falta de approvacJJo da cmara.A'commis-
sao de pen-ip* e ordenados.
Oulro de Pernando de Urdo, pedindo nm premio
por haver descoberln um novo sxsleraa de auxilio
mutun, cuja* bases ufleiece cousiderai;ao da cma-
ra.A' coininissao de commerrio e industria.
Ualro da veneravel cunt ai 1,1 de Sanio Antonio e
S. Pranciseo da villa de Tamandu, da provincia de
lliuas-tieraes, pediudo a pcrmissa.i para possuir em
lien* de raz, movis e scmovenle* a quaulia .le
20:0^109000, e bem a*,im a faculdade de poder ven-
der algn* bens.A' commissao de fazeorta.
PRIMEIRA PARTE DAOKEM DO DIA.
IJIeico da mesa.
l-oram reeleilos para ruinpor a mesa :
Presidente, o Sr. visconde de llaependv com 53
volos.
Viee-presidetile, o Sr. Barbosa com i3 volos.
Primeiro secretario, o Sr. Paula Caudido com ill
voto.
Segundo secretario, o Sr. Wilkens de Mallos cum
53 v.,io*.
Teicciro e qtiarlo secretarios, os Srs. Bernandes
de fioiivea com il volos e Mendes da Cosa cora 37.
Primeiro siipplente, o Sr. Percira da Silva com S
volos.
Segundo supplenle, o Sr. p. Oclaviano cum 8 ve
t'S.
Piragua de forcat de mar.
O Sr. Brandan pronunciou am jiequeun^liaen^o,
un qual, depois de algumas considera.;.-* lendeii"^
a mostrar O exces-o da forra que se pedia para a
nossa* necessidades c recurso* acluaes, responde
noseas oecessiaauas o recursos actuaos, reananda ao :._ .. ---------
Sr. ra.nistr de ealrangriros na parle de sen ultimo '"VrTl "" ''aS VZHSi '""
discurso, em que este aflirmara que o orador havia e.W COm 5 .Kuri"."-a em u"u 1"eslao- 1B".
volado pr.nc p,o cm o ministerio adu.l. S. eIC i"',?9 C*"!.-*'. '"volve o dire.lo de
est complelainciile enganadu ueste ponto ; o orado
appella para seus discursos que se acham publica
dus ; seinpre fez au actual gabinete franca e leal Of
pu*ic,lo.
Terminando, o Sr. Brandao responrlb ao .t. s*
nador pelas Alagoas que encrala por modo divers.
du que elle a resposta que u Sr. rrinistru de e*tran-
geirus deu unta ultimado encarregado de negocio
da liraa-ltrelanha sobre o negociu de Seimliaein.
S. S. sustenta ludo que dissera a esse re-peit-i oa
discussao da resposla a falla do Himno.
Poiapprovado o artigo I e adiada a dn.ci--.id dos
arligos seguinle* pela liora.
SECUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
I'rocesso do deputado M. J. Pinto Pacca.
Entra em discussao o parecer das commisses
reunida* de constiluicu e puderes e ju-ln-.i crimi-
nal.
Tem'a palavra o Sr. Magalhaes Castro, que assig-
iiMi con, rcslriccoes o parecer.
O Sr. Mugalliaes Castro, divergiodo do parecer
das comruitses cm todo os pontos de suas conclu-
irles, vola contra elle. Apreciando a queslao pelo
lado enii.iitucioii.il. diz que a cmara nao pode mo-
dificar a prouunria du juiz municipal, porque a c-
mara nao lie juiz de pronuncia, e em todu o caso
s poderia dizercontinu uu nao continu o pro-
cesso,e nao enlrar na apreciacau do aclo decreta-
do pelo juizo da pronuncia, porque suas adribuicoes
:1o simplesmenle pulilica*. Pela ledra da cu.islilui-
cao e pelas di-posices du codigu n.lo esla determi-
nado que a cmara se cuusliiua em tribunal judicia-
rio para revogar pronuncies nem para decretar ac-
cusacoes.
Oulro argumento em que o orador se funda para
divergir do parecer, tal qual esl elle redigido, he
tiradu do fado de ser julgado o senador pela pro-
niuicla do juiz municipal, an passo qae u deputado
nao o be pelos pareceres das commisses. Se au
importa nuda a qualificacao do delicio, porque qaa-
lica-lo ? E se a cmara tem direilo de considerar
h qualificacao do rrime de um de seus membio,
porgue un-, modifica lambem o grao da pena ? So
un o pode l.i/.i r, porque 11.10} he juiz, lambem n.e.
pode considerar a qualifica^ilu, purque n.lo he juiz
de pronuncia.
.Ncsles eem outros principios se fundou o orador
para assiguar cora reluce.ie o parecer.
O Sr. Figueira de Mello :Trata-se de dar a
verdadeira mlerpielai.au ao artigo S da Coiistitui-
rlo do imperio. Se o artigo da ronslitoicao talla
em termo* geraes, nao se Ihe pode fazer restricc,Ces,
como quer o precedente oradur, e du contrario, mar-
chando de resnenles em restriegues, chegar-se-
hia ao poulo de tirar-se a ornara todas as suas ga-
randas.
lie falso o principio sustentado pelo precedente
orador quaudo disse que a cmara nau era poder
judiciario, purem simple-menle pulilicu. Pela cous-
lilniro, be verdade, estao dccriniinados os diver-
sos poderes, mas quaodo se tratou do poder judi-
ciario, elle foi regulado em re!ac,ao aos outros po-
deres.
He tambera falo que o senado lenha menores
garanda* que a remara dos deputados, por i-su que
em I83, quaudo se Iralou do processo do Sr. Pei-
j, Vergueiro e outros, elle exerceu em sua pleni-
tude us direito* que Ihe foram uulorgadoa pela cons-
lituicao, e que silo ns ine-mos ilireilm da cmara.
Cnrao a cmara, be o senado lambem um poder ju-
dicial era eerlus e determinados casos. Nos chines
de respon*:iliilidade do secrelarios de estado, a c-
mara be quem pronuncia e o senado he quero jul-
ga. Por essa lei, que regalen a liuha de emularla
do corpa legislativo para cora o poder execulivu, se
demonstra calbegoricamerile que a cmara em cer-
los e determinad!* casos exeree allnbuic,t>es judi-
ciarias. .
Ja que se nos leu o direilo de julgar-se o pro-
cesso de um membrn da cmara, dexe ou nao con-
tinuar, temos o direito de exame, e este nao pode
ser pralirado ionio as provas e razcs que deram
lugar pronuncia e no* termus de*la ; e nem se diga
que tal proccdimenlu vai uflender a independencia
do poder judiciario, porque a cmara assim obrando
nao faz mais do que u*.ir de um direito que he seu,
de um direilo lanto mai- necessario, quaulo o poder
judiciario esla sujcilo a influencias estranhas, e o
representante da naeau deve estar rn.lea.lo de tuda*
as garandas, para que nau tenha men- direilos du
que qualquer cidadau.
Tendo respondido ao Sr. Magalhaes Caslro, e des-
truido com liuns argumentos as suas reslriccoe*. o
orador pas*ou a observar o absurdo daqaelles que
ulltam que,a ddalo da camera, de cunforraidade
cora o parecer, vai influir na insliluiro do jury, c
intioduzr a auarchia nos oulrus julgainenlus, mo ad
pendentes c.unu ja decidido*.
A respedo da classilicacn do crime, diz o orador
nao ha nm s jurisconsulto ,1 quem lenha consultado,
I nao ha um jo memoro da cmara que nau concoide
I que o rrime he um so c nao tres : porem as opi-
1 limes varan quaulu a nalureza ; e u orador nau
podo deisar de declarar du alio da tribuna que in-
justas furam as decisrs dnjurx na queslao de que
se traa, que a culpa purem uta deve pesar sobre
esla inslituica.i. Culpados ato aquelles que, como
'salvaguardas da le, lulo corapriram com o* seus de-
beres ; culpados sau aquelles que, u3o aceitando o
recurso do* reos, pelo contrario aggravaram seos
males appellando para us precedentes de saai vidas ;
culpado lambem he aquello que, asenlado na ca-
deira de juiz, di"e pata o tribunal.Daqui n.lo si-
hireis sem qoe n.lo leuliai* proferido urna coudeir.-
uaru.
Em conclnsao, o orador prolesla conlfa qualquer
interpretarlo que se quena dar au parecer, jalgan-
ito-u urna aentenea delinilTa.
Adiada a discu-~.o ptla non, .. pie .denle darla-
ron qoe siria.
tem figura e teve bem 'applauso:
um espectculo ivrico'.'
Os seuhores aclares desempenliaram soffrivel-
rneoto sen papis na tarca do Iruiiu da* Almas: o
publico nao se desagradou, c hom seria que de vez
emquando podessenios lomar urna fartadolla de ri-
sadas.
tiladrl.i que foi decoberln um prelol foi la
para a freguezia de San Jos, c se nao nos engaa-
ran, quera leve grande parte nesse achadu foi'o Sr.
Udu.ir.lo Bank.
Consta-nos que u snldado apunhalado tepi tido
eonslderaveii inelbora, graeas a lieos c aos cuida-
dos duseu inteiligente assisteate u Sr. Dr. Saaxa,
cirurgiu-mr du corpo policial.
Dizem que o negro que ferira-n lem de enlrar
muilu breve em julgameiilu; estar' elle afieilo a
esses orlo pblicos J Dizem que em Pajeo' elle dera
costo? '.... ab liga !
Ouandu fallaraoi nos profesores de primeiras
ledras, que dizem lea, teiado, ele, nem por pansa-
menlo nos referimos a pess 01 alguma; pelo amor de
plmenle' ao Sr. 4.... em quera sinceramente iccn-
Deos nao queirsm a marullu entrar nos segredos
dos U'.ssos peiisamenlo.
Temo uina figura quo tem por costume alias
loovaxel, de a noilecni certas ras arrancar as rotu-
las da* jauell.is das casas onde morara celias inulbe-
res; uao he a primeira vez, e ja algumas pessoas
lem-se-nus qunixado amargameme de-sa pelinlra-
gem.
Conliuuam ns mendigos a dormir as portas das
igreja.
Hospital de caridade7 de agosto~ do'eules.
Pui-nns remedido por Sr. padre Campos, lica a
\ -ma le de S. S.
Ilio de JaneiroA commi*ao dos negocios ec-
clesiasticos, a cuju exame fui submeltida urna peli-
(So que a esta auuu-ta cmara eudererara a irman-
da.le du Seulior Burn Jess dos Passns da cidade de
Olinda, em Pcruarnbucu, expoudo em 1 ni ex-
pressivas o estado ele cmplela ruina em que se a-
cln o conveulo do* religiosos (Carmelitas, erecto ua
edbredita cidade, impulando linio 11 odeploravel
abauduuo a que alies u enlrezaram depois de mal-
barataren) o seu patrimonio quasi ludo em pura
perda da conservarlo .10 edificio e do cullo religio-
so, sendo queja se acham sequeslradus pela fazeuda
publica us restos desse paliiraonio, e embargados os
seas fructos : a dita irinandadr, pnssuida do mais
geueroso desejo, nao sii de reparar os estragos do
convenio, como de restabelecer o esplendor da pie-
dade, comprometiese a realizar laes condieoes, uina
vez que Ihe seja permiltido assunur a administrecSa
exclusiva du mesmo cunvento ; sem que era lempo
algum a respectiva confrana se posaa ingerir na eco-
numia de seu guverno, etc.
Em face de lao ponderosas allgateles, a commis-
saT |i e-1 a desenvolver em leruius ini.-i cousisos os
principios de direilo que regulsm a nialena, aliin de
se poasa pro-
alem de
proprie-
dadr
A alieoacao du* bens da igreja, sera causas, que
a justifiquen!, e sera as solemnidades devidas, he
ohibi.la por direilo Diviuu, civil, e eeclesiaslico ou
cannico. Pondo de parte a* di-posices du direito
Divina lo etpressai nu Levitieo, eaps. 25 e -li, e as
un direilo civil, a commis-o limila-se a encarara
queslao pelo lado do direito cannico, iudicudo li-
geramente as fonle* onde bebeu as suas dedoc/Vea
O cap. sine e.rceplione ~r2 caus. 2 quesl. -J do
corpo do direilo cauonicu ex|ircssamenle prulnbe a
alienara* dos beu* da igreja
A bulla de Paulo -J.-, que comer AmUlio/te cu-
pidilati de I{(7 aliie -e i de aualhrma aquelle, que
sem ser oovido o minino I'..utilice, alieuar de qual
quer forma o bens ecclesiasticos. o mesmo se acha
confirmado pela bulla de Paulo i.- Injunctum de
1555.
O coucilio Tridentmo he bem claro na sess. -.'.rap.
II. ei-minand excummuuhau a quem alienaros
bens eeclesiaslico, sem o concurso das formaluladet
I -re-tal.ele. 1 la-.
O mesmu direilo cannica eslabelece as causas
que podem justificar a alienado de laes bens, <
quaes as solemnidades exigidas. A alienara.. pode
ler lugar em qu.dquer das -cumule- hypotheses :
I." Evidente necessi.la.le du igreja. tVsssi jutlis-
sima necessilale exigente. IncXemenl 1. de rebus
ecctesiasticis atienandi*.
1.' Manifesla ulilidade da igreja, cap. sine excep-
tione al.
3. Piedade, por exemplo, alimentar os pobres em
lempo de grande penuria, cap. Aurum. \->.iuesl. >.
1." Incouiinodo, tcrhigrali, se o objeclo alienado
causar grave ouu e puucu pruveilo. I-,guano la (i,
cap. Airiti Barbosa, lili, de jur. eccles umvers.
As solemnidades exigidas 1 e-lii/em- as' qualro
seguinles :
t,'1 Coniulta do prelado com u capitulo, uu cuu-
venlu, se por ventura a aliena...o cunvein ou nao:
cap. cil. sine ejceplione.
2." l.nuseiiliiiieiilo de todo o capitulo oa ao me-
nos da maior parle de seos membrus. II. d.
3.' Que es capitulares subscrevam. Irrita eril
episcoporum donatin, el rendilio, cel commutalio
rei eccXesiastic.a, abtque .cotlaudalione, el subs-
criplione ceiicorum, cap. fu nuper i.'
4." O eoii-e-n-.i du Summu Poulifice. Exlrav.
.tmbilios.
i\em se pode allegar que e-las clausulas nao sao
necessanas para o caso de que se trata pelo fado de
ser a alienacilo de um corpu eedesiaslico para ou-
lro ; porque isso mesmo se acha prohibido, como se
depreden.le du cap. i.- De rebus ecc/e..iu*/.ci-- non
atienandis in >, onde se declaruu nuda e invadida
a alien,ira.1 dos dizirnns feila por urna igreja a ou-
tra, sem as solemuidades eligidas, p'errans.
Ora, no pen-ar da cuiimii-s.io, a.prclei,c,lu da pe-
ticiunaria pode justilicar-se pela segunda causa, 11-
lilidade manifesla da igreja ; por quanlo, echndo-
se o convento de que- se trata era lolal decadeucia,
como se allega e be exudo, indubilavelraenle g-
ndara' a mesma igreja com a reparacoes e ''leueli-
cio, que a peticionaria se prope fazer : emende,
porm, que, apezar da excepcau de direito que fa-
vorece a prelenco, nao se pode piesciudir da con-
sulla e anuuencia da Sania So, asatoa cuino da dus
religiosos prnprietarios, aos quaes se esleudem as ga-
rantas c.iiistituiciunaes.
Observa a final a rominis-ao que como o poder
temporal he protector da igreja, e coiuo tal Ihe in-
cumbe velar na roaiiutriicau de seus foros c brilhan
lismo, aciidiudo de proraplo a qualquer reclania-
lu do culto, he de opiniao que desde ja n governo
pode determinar iiilerinamente a alienaran indicada,
preenchendo depois as formalidades da consulla e
audiencia du Papa, na esperane;:i de ser confirmado
o seu aclo.
" e-te- lermos, a commissao lem a hour de suh-
meller ao criterio e eonsidera^oda cmara a seguio
le resolujao.
A assembla geral resolve :
Arl. 1." O governo be aulnrisado a por desde ja
a' .ii-i'u-ir.ii. da irinaudade do Senhor Bora Jesos dos
Passus da ridade de Oliuda a igreja, e cunvento do
Carino da me-ma ridade, assim como as alfaias all
existentes, c a impetrar da Santa S a necesaria fa
culdade.
Arl. -2.- A referida irraandade he obligarla a fazer
os comerlo, a reparo, que exigircm a igreja e coa-
vento, assim como a festejar animalmente a N. S
du Ca rao padroeira da dita igreja.
Arl. 3." I'icarn derrogadasas disposiccs em con-
trario.
Sala das commis-iles em li de junho de 1856.
Pinto de Campos.A. J. da Silva.
.tic am.viha
Oulro do mesmo, dizendo que eslava de L
chave do arinazem, em que se gqardavam oe ulen-
cilms do service do aueio da cidade, de que foi en-
earregida a exdncta rompa nina de 1 ibeinnlios, no
qual armazem anda exislero alguus, laes como orna
pipa em bota estado, que fui da irrigaelo. carriokus,
euxada*. p s. 3va*uura, eii .;jtudo iuutilisado.A'
commissao de polica.
Oulro do mesmo, para a cmara dar destino a
quaulia de :(Ki- que receben da lliesoararia de fa-
z-n a, cm 15 do crrenle, para auxiliar o servicia d
dnipeza da cidade, e as lellras aceitas por Praucel
no Ainerico de Albuquerque Mello, das renda del
di acnugue* da Ribeira de San Jos. Maodou-e
recolher ludo ao cofie.
Oulro do en&enheirn eordeador, infurm;rndo aer-
ea da prelenr.li) de Braz Antonio da Conlia a .1-
buquerque, que requereu ao governo da provicia
titulo de aforanicnlu do terreau de rnannlia, de|oa
esla' de posse, na ra do Briiin. A' couimissa de
edificacao.
Oulro do fiscal de Sin Jos, informando ae
logar (travesea du Mauleiro, no quintal da cea do
finado Monleiro^ em qte pretende Manuel dolosos
Am 1 cu eslabelecer padaria, esta' pata este H% de-
signado.Concedeu-se licenra.
Oulro do ti-cal do l'ru, Irazeudo ao coobeinsen-
to da cmara o fado de ler u mejor Ploren. Jo-c
Carneito Monteiro levantado cerca na tremido sea
sitio oa estrada do Moileiro, e dizendo qoabe pa-
receu, a' vista do arillo 1 e 7 do litaso 7 da postu-
ra-, e do que lem vidn pratiear-se, qae deia aas-
pender a conslrurrao da mesma cerra, eaaoanto
expuuha o occorrulo a esta cmara, para retete so
deve ser prohibida j sua continuarlo, e aeHade
mesmo major. visto i.in ler elle oblido liceos a cor-
leacau para -fazer obra. Maadou-se sapooder
que cumprisse a postura.
Eulrou era discussao a proposta feila por Jase
Francisco Pereira da Silva, de ceder pe quanlia
de H00" rs. paga a vi- a, a rozmlia de si. casa, si-
ta na ra da II1.lea dista freguezia, .aido-lbt a
cmara o lerreuo do be-co, entre a rae-macasie a
cadea vellia, e depois di alguma discasso de ha-
ver a comrausa de c.lilr a can expo-to t que te havia
pas-ado enlrc ella e o refendo preprielaio, fr-
eo adiada a pr.-po*l,i, a rcqacrimeolo lo Sr.
Franca.
Approvou-se un parecer da commineo de edifi-
c ea .. nao se oppondo a que foseeui acceios
obras de qualro cano* d'alvenaria, era dillennle
parte* ca dellas informou o engeuheiro cordeador.
O Sr. tranca apresenluu mu prejedn de peder.
prohibindn c oso de bables aerostticos, qae si ele-
vara por et'-il.i de agua-raz incendiada, parmiltin-
.lo-se somenle os que soliera por meio de gas b>4ro-
geno ; c deu a razao porque pedia a pioln. ir.m de
semclhanle pratica, apresentaudo algons fados, e a
cmara resoWeu que se ouvtsse a roiiinns*n de hi-
giene.
Sendo lida a entrando em idcus-ao a peUc.o do
ev .i.lniiii-lr.dur da rompanlua.de ribeirinbos, qne
eslava unida a parliciparao de saa u>mee(ao feila
pelo ex-dirertor das obras publicas, sodeitaodo-o pa
uarneiijo Je7*a gralilie^So, veucj.U de II de janb"
ultimo, erfiuc paralisarac^(U irealbos da anu
cmnpanlii. a y do correnS^ii, qjje ,- n10 c,,mmu-
uica a sua .Sssolueau, re*.dveu a camera diQenr a
semelhanU prelenco, Xitau.lo contra o Sr. pres-
deme, que susleulou que o peticiona rio oo linfa*
direito a ela, ja por n.lo ler o carcter de empro-
gado pulid;'! a vista da sua n.nneaeau e j por nao
ler foilo Irabalho algum doranls u mencionado tem
po, que 11,e-oce-.r! paga.
Man 1.ni reiueder a commisi.lo de saude a pr-
I cao de Moi'eau eV Companhia, requereudo licenra
para eslabtlecerem fabrica de sabio na roa do
I mi ,n. na mesma casa onde ja a tem de velas.
Despacharaoa-se as |.-tienes do bacharel Aotomu
Wilruvio Pinto Bandeira Accioli e Vascoucellus.
I'.: ib di.meu Prancisco de Souza, Dr. Pilij.pe Lepes
Nelto, .1. -.- Jacome Tao Jnior, Jos d'Aqonn
Ponseca, Jos Joaquim da Silva Maia, John Cali, Jm>,
AITunsu Perreira, Jos Francisco Pereira da Silva 1 >:
Joaquim Concalves Salgado, Jos dos Santos Porto,
Josc Antouio Rasiu. Malheus Aulonio de Miranda,
Manuel de Je-11- Americo, Mooel Antonio Pe-
reira, Manoel Aleandre de Mello e Albuquerque.
Maria Joaquina da 1!.-m-eieau, Pedro Anlonw Tei-
xeira ; e levanlou>se a sessjo.
p;u Manoel -ferrtira Accioli lecretario a os-
crevi. Bariio de Capibaribe. presidente___lleta 1
Mbuquerque. i anu. Olivera.GamUn.
Franca.
CMARA MIMCIPAI. 1)0 RECIFE.
SESSAO'EXTRAORDINARIA DE IDE J 11.110
DE 1856.
Presidencia rio Sr. bnrSa dr Capilninlie.
Prsenles o* Sr-. Rcgn e Albuquerque, \ launa,
Olivcir, liaeaia, Franca, a tiamesro, abrio-ae a ses-
sao.
Poi lida e approvada a arla da antecedente.
Fui lido o seguinle
EXPEDIENTE.
Um oflicio do Exin. presidente da provincia, veri-
ficando a ulilidade da de-apn.|,iMea i j;, parle da
casa de Ires andares, perlencenle au cidadau Jos
Pranctscu Pereira iU Silva, da qual Iratou e-la c-
mara em Un in Je li de julhu ullunu. e recominen-
dando procelesse a cmara a' respeilo de confu mi -
.lade coro u capitulo i arligu i."i da lei provincial n
1J9 de 2 de malo de 1815.Inleirada.
Oulro do fiscal desla fregueria de Santo Andullo,
rommuniramln qne em observancia do que Ihe foi
determinado em ofllein dn 16 do corre:.le, procede-
r no da 10 a vesloria, com asiislencia do engeuhei-
llece'.ieiiius In liria* de Villa Bella com dala de --i.
du pasadn. Nesse termo, inclusive o dislrieto de
Raixa- Verde, [rir.-cia que a peste havia deseppareci-
do ruin [de la mente, pois que Je-de o da 11 Bao se
linda dado caso algum novo ; e o mesmo quasi jao
se pule dizer acerca de toda a fregaezia do Flores,
e de Ingazeira.
Em .1. Jos ci-ulinuam os casos fslaes. Neste mi-
tin lugar foi ltimamente assasiuado um pai de fa-
milia, o qual deivuu mudos lilbus em grande mir-
ria,entretanto o autor do delicio ja foi preso. Ouanlo
ao mais nao havia occorrido novidade alguma. (K
vveres anda se acluvam por prejos razoaveis, e h.i-
via em abundancia.
AS EUEICU'ES.
A iieiibum biasileiro, amante de sen paiz, pid>fr-r
in-lill -rente a maneira. purque correm os pubbc.
negociua : se a .nlinin.slrarao, rsquecida de sna alia
mi- i se torna remis-a. ou aberra, dos verdadesros
de veres, qoe Iba sao imposlos, ahi temos a sociedade
ii.leira levautando-su como um so iudividuo, para
Iraze-la a verdadeira senda : Se ella inlh.. p.rm.
a vereda do justo, seria urna iniquidsde, am deeer-
vico mesmo ao publico callar seus aclos, qae .ili.s
mudo convem animar, para que fique bem palenle,
quo o publico sempie solicilo Ibe presta o merecida
apoio.
Al una poca bem prxima observava-se no-- .df.
cfrei.les parlidos.que divi.fiam nosso polticos, ama
.mili nsulade tal, que um espirito observador julgaiu
impnssivel qualquer aproximaban,
O azedomc c rancor com que se gladiavaro, l./ia
perder qualquer esperanza, de que se podesse miti-
gar urna furia, que qoasi lucava os ramada insania !
O caacasse, o tedio, foi consequencia ioevilavel de
lula Mu probada : a conciliario achou-se, portante,
ualuralincnle iulillrada no animo dapopulac/lo ca-
se pendur do espirito publico tontea de uiua oeces-i-
dade palpitante aquillo que al all pareca iiopes-
sivel.
Fot nestas circumslaucias qae a administraban ac-
tual pz-se i frente d-s refurmas eleitoraes. Erarn
as eleir;oes o campo, onde se davam as mais saogren-
tas li ii,lilia- : convinha, portanln, cortar a cabera da
hvdra. Wo fji, todava, cmm fcil vencer a" re-
sistencia legislativa, que va nes-a reforma a mmir
demudas de jn:.....piraeue-. A- mconipatibili.la-
des vii.I,..ni fazer avultar n.da mais a reluctancia,
que ja nao era pouca. Nioguem suppes, qoa orna
cmara, composla na sna maior parle de magistrados
e en.pregados pblicos, ousasse adoptar na reforma.
que ilirerlamenle os exclua do parlamentp- I i
nece-sano orna volitada forle. urna eonvicrvlo pro-
funda para hilar cum van tace ni ronlra tantos' ol.-la-
CUlii*.
11, r-etrui-.e a reforma linalmenle Aquelles que
se viran priado* em sois spirac,e. n*o se qaire-
ram dar por vencidos, nao pateado lunar de fenle;
porque ja linhain sido batida i nconeram a urna
guerra traleaaira, e -o oeaiMaan em fazer crer qe
refoima foi um laco para man lacilmeiilc cmavi-a, -
se as urnas ; be nes-e lerieno. emlini.. escorrrgadin,
que ellos prelendi-ni conlinuara lurta, qoe se Ion..:
mais perliusz a proporcio que >c aproxima a de-
ifecha.
i.i i.mdo nao bastas* c proprio fado da reforma
para fazer acreditar- na -inren.lade da ailniiuMra-
r.lo, neubuma duvida dciiaria os acto, que Ihe lem
seguido. De feilo, se he cello que a* nooieares pa-
ra os alio cargos uo estado, s.lo o thrrmotnelro m
fald-.el da* leudrncias de um governo, niogoein por
mais scrpliro que seja, misara ja agora duxidar d*
espirilO que presidio *t reformas. As rcenle* no-
meac/LVes de presidente* para as principies provincias
-.o nina prova irrecusavel, de que o governo pro-
cede com a mais escropaloaa impamalidade, a
boa f.
Nada se pode accresrealar solire a Humearn da
aelual presidente dealaprov inris ; ella lem *iaa aaf-
lirianlemenle applaodida por lodos os oraae* das dif
ferentes opiutf'is, prova irrecusavel de sua aceda, '.u
MUTll^DD"


I
-
i Si QE PEM4HBUC0 SAHADO 9 DE AOGSTO \m
V
4
i-
iv
e acert : lodo o credos polticos e preparar pa-
ra apreseular-te desatsuiubrados i> .irnas. Nao me-
noi significativa he. aera duvtda, a escolha do presi-
dente da lilii,i. Achava-se frente da a.lmmi-ir.i-
cao daquella proviocia o Sr. Dr. Alvaro Tiberio, que
he sen contradicen.) om cidado de uma conducta ir-
ie|irliensivel. qoer publica, quer particular : mas
era fillio da provincia, nella tinlia apirares mui le-
gitimas sem duvi Ij ; tiulia uma familia, cujos inle-
resses o poderiaro tomar suspeito i as eleicoes : o
Sr. Tiberio coro o eavalleiriimo, que lodo Ihc roco-
nhecem, uo querendo servir de preletto a arcusa-
cos, pede a ana demissao U seu successor. que
vein conveacer a lodo, que as eleicoes vio correr
placidas e livret. Sir, o Sr. Cansaocode Senirabu',
he aro cidado prestante, que lein dado prova de ti-
no e honradez no alto cargo que satisfactoriamen-
te lew desempenhado : he cercado de ama aureola
brilhanle, que elle vem tomar ronla da presidencia
da Baha, onde nao tendo inleressis n defender, nao
tero aspirarlos pesioaes, que possam imperar a mar
cha de soa administraban. O Sr. Cansanc.ao de Si-
uimbo', vai realisar na Baha a mesma transforma-
can maravilhosa que se nperou em l'ernainbuco,
coro a acertada uomeacao do Eim. Sr. Sergio! Sau-
darnos, porlanto, a Baha, pela iuaugurac.no de uma
nova era pois a ella Itie damos os devidos para-
beiis !
A Baha vai ter urna eleicao livre, onde lodos po-
dero i leilear suu causa sein recete da pressao go-
veroamental : a administradlo' 1 j n -11 ._, vai tur
nai -se una realidade : nao ais se verao essas al-
indada* vorgunliosas, onded jogavain ein urna par-
tida eleitoral os inleresset e as fortunas de centena-
res de familias :nao coonnuareraos a ver essesjuizos
qae pissivam repeeflnamente do foro a trii-uua ;
e vendidos nqsla compravara absolvieses cleilo-
raes ... Honra, portante, ao Sr. Cansancio de Si-
niinhu' : lonvores ao governo por lao acertada esco-
lha Fachina* votos para que nenhum accidente im-
previsto, nenhuma imprudencia despertada,venha la-
xar reviver a d solad ora divisao da popularan em
diius eampos iniraigos, on-lo os vencedores de" hoje,
es-embriaguez da victoria, etercem as mais atroaes
i deseo romo na es perseguidles, esqoecidos, qoeama-
nh.ia, vencidos, ten) de epiar dnlorosaroenlc suas
iojustleas : reunamos nos-ios esteraos para fazer ger-
mnur a prosperidade, de que tanto necessitarnos.
A. S L.
Igu 11 n i.-111.- inclusive etitaiilamento e entreguo METAES.
nTWO lamhurpo. 0oro.-< tejen hespanholas.
IS. B.O valor de um thaler segundo o cambio i
medio he de rs. IjsOO. 87,:t quera prussianos sao i
iguaes ,i l"(l litros trnceles.
t) Dr. Schmidt est.
No dia 7 do torrente, pela manilla, uma me-
nina branca, de idade de 9 a..nos, a qaal tu era a
desventura de uascer de veutre eicravo, achava-se
eipntta a venda, por assim bave-lo mandado seu
. Sr., ero leilao, no armaiem do Sr. Borja, na ra
de Collegio :--e.nelhant8 ctposirn commoveu os
animes da quanlos all estavam. e locou-lhes os
coracoo; e urna vofcpartida de um delles, de re-
pente, assLn echoou,na se arremate a menina ;
tiremos urn subscripcao para liberta-la da eaeravi-
doessa voz repercutida por iodos, sospendeu a
arremalac,3o; e cada qual assignou para acto t,lo
meritorio, o que Iha dictara sua geuerosidade e
possibilidade : a subsrripcao chegou de promplo a
perlo de iuogutX), 'ssa quanlia nao prefaz o preco
porque litiiia aquella de ser vendida : pi-.l--.i-, pois,
em nome da humanidade a tudas as pessoas doladas
de nubres entunemos, e capazo, do acoes genero-
sas, qoe se dignem de coucorrer para 'aquelle aclo
po e roeritono, que sendo suggerido pelo Sr. Ma-
noel de Souza Pvrcira, e de promplo seguido por
ina-i todos que all estiveram, da anda lugar a que
alguem moU nelle lome igual parle : o prep eli-
gido he de 700|000 ; os nomes dos bemfeilores se-
lo publica -i. s, e de n-nliuiiia forma a menina a'
quem a serle pareceu aecnar benigna, licara era
captivero : recebem-se as asignaturas no me-ino
armazem do leilao, roa do Collegio n. 15.
zCatunltut,
A FABKICAI..AO UE ASSLCAR
que se aperlcicila cada vez mais, lauto na Europa
como as colonias espanholas, francezas, hullaudezas
e inglezas deve o seu progressn aos apparelhos para
ee fin inventados. Osapparclhos conslruidos oa In-
glaterra e na Franca sij i;eralmeiiteomaisconheci-
dos no Brasil, mas aexpeiirneia lem mostrado em to-
das as partes em que se fabrica assncarqua os appa-
relhos ingiera-, e Trancezca nao corresponden! muilas
ve/os i coiiiiaura que se nelUs tiolia He sabido de
loda. a prteislo, eaclidn, e solide/, com que traba-
Iham os fabricantes allomaos, cujos pr<-c,os sao inva-
risvelmente estabelecidos de uma inaneira razoavel,
e convencido disto o Dr. Sclnnidl em llamhurgo.que
lano se tein interesado pelo Brasil, se lembrou de
oflerecer aos s-nhores de engenho apparelhos para a
fabrcac^lode assocar. afllanrando-lbes, quequalquer
encommenda que se Iho confie, ser eieruladade ma-
nira salisfacloria e debai\o da suai>arlicular inspec-
rSo, o que he linda uma boa gar nha, nns que o
Dr. Schmidt entende da mesma fat/ncacao do asso-
car, e. conhece especialmente a di. Bcsil, onde re-
sidi algunt anuos, e em gerul tnd. qu,iuio he machi-
nas e apparelhos.
As pessoas pois que precisaren) de qiisiesqiier ulen-
i'ilios par fabriea(*a de aasucir, c dislifla^ao de agu-
rdenlo, assim emo inchinas do vaft^ poiieni rti-
rtgir-se ao If. P( Si-hoalt, ">2 AllerwA, pw. Mam-
burgo, na c*teta^e qdRns suas ororns''seto eje-
cutadas de maneira qWTstofacarn todas 'as eiigeu-
clas. \
A activa navegaran queenstc entre liamburgo eo
lir.isil, proraptte promptidAo as epedii;o>s, e lodos
saliem que os precos dos frotes de liamburgo para o
Brasil an nieuo- altos do queda l'i.uira e da Ingla-
terra. A' principiar do me ele nnveinbro do cr-
reme auno de 18> se expedir de liamburgo todos
os metes um barco de vapor para Peruamhuco. Ha-
ba e Rio de Janeiro, e por essos vapores so podc-
rao fazer rcm^saas decaldeiras e machinas da melhor
i-iiinlrui-ca.i com rapidez e por prejos sobremodo
moderados.
Para dar urna idea do que se fabrica na Allema-
nlia, fajemos seguir os precos .le uma das primeiras
fahricas'qne all conslruem toda a sorte de machinas
e apparelhos.
.#. .tpparelko de racuo
de constrnrc.'io mais moderna, de forma globular,
com dous fuios de cobre, .serpentina de dous ca-
nudos com columna de sexiirauca e condensador
(tanto para bombas de ar humUas como aeccas) com
pedeslal sobre ps do leao brouwadoss abertura para
linipar, vlvula para esgiiar, torneirVpara o caldo,
dita dobrada para encher, dita para tirar prnva, v-
dros, manmetro, thermumetro u Indas as vajvtilas
de vapor, ludo completo :
De S ps de dimetro, 130 pues de capacidade,
3,500 thalers da Prussia. .
De 5 ps e6 pollegsdas de dito, IHO pa"es de capa-
cidade, 2,700 ditos da tila.
e 5 ps e 9 pollegadat de dito, 210 pacs de capa-
cidade, 3,s."iil ditos da dita.
De 6 ps de dito, 2i0 pes de capacidade, 3,100
ditos da dita.
De 6 pese :l pollegadas de dito, 270 pHes de capa-
cidade, 3,100 ditos da dita.
Todos os precos sflo calculados inclusive solido
nfardamenlo e entregues franco em liamburgo.
I. Taxat fiara eu/uenlar,
massicas de cobre, com dous fundos c cupola rom
todas as vlvulas de vapor e torne iros necessarias to-
do completo, seja pira esgolar, sejn para trasfegar,
pelo pipen de 70 thalers por quintal, inclusive eo-
farilaroelo e entregues franco em liamburgo.
7'a.ras para clarificar, com dous fundos,
fa.ras abertar,
para evaporar enm serpentinas para esquentar, c mon-
te-jus ou syphao, se calcularao igualmente pelo pro-
co de 70 lialers por quintal.
Canudos de cobre
prnvados por uma pressSo de 10 almospheras, de
comprmanlo de 10 ps, pelo prero de Wi thalor*,
ludo igualmente inclusive enfardainenlo e entregue
franco em liamburgo.
Preco le um gpparelho dnbrailo de distiltariio
rhamado Pistorios para dislillar diaiiamenlc
5,000 quarts do melasso.
De cobre forte, com cravos, sera soldadora inte-
rior.
O apparclho comiste de :
2 alambiques de 900 qnarts de ca-
pacidades lampas para ditos, I cylin-
dro de conducan, 1 esquenlador de
melasso de ea, fiOO quarts. i Inr-
neira para melasso e 1 dila para es-
golar com remechedor, 2 bacas, I *er-
pertina, 1 dita p3ra tirar prova dif-
ferenles canudos de conduccao, etc.,
pesando ao todo cerca de 3V> quintaes
70 thalers .............
Para o manejo do appareihu perlen-
ce anda :
t caldeira de vapor, de ferro com
3 almospheras de preisa.......
A cuarnirAo da dita, grelhas, por-
tas, fechos...............
I bomba d'agua para a serpentina.
Para montar o appjrelho perlencem
nodos de cobro a objerlos de latao
pesando cerca de 13 quinlaes, 70
thalers................ g{0
promplo ;i fomecee Indas as
iiiformar,es c csrlarecimenlos que Ihc forcm pedido-
por cartas.
Qum pois livor prsdtlo desata inforraaees ;i res-
peilo de qualquer machina, sua applicac.io e seus
presos pode dirigir-se direclnmeulc a elle.
l^nblicacao a pepito*
A OJMI'AMiiA PEHNAMBUCANA.
A Compaiilun Pernamlmcana, esmorecida com a
porda do seu pruneiio vapor Mari/ue: de (linda,
parece levantjr-se. i" ibalimenlo ein que a deiiou
esse uanlragin e ter finalmente de allingir o lira pro-
ven- so a que lem dedica.lo lanos e.forcus. (Juan-
do as noticias da compra de novos vapures, da ap-
provaco do senado ao augmcni.i do subsidio por
parle do governo geral. i ill subveiiro generosa-
menle concedida pela provincia do t;ara', acabara
de assegurar a soile desea imporlanle erapreza, iie
justo que discurramos a respeito della, expondo o
modo porque le.n alravp-sado lautas dilllculciadcs.
o estado em qae felizmenl se acba e as medidas
que sao necessarias para eslabelecer definilaineule a
uavegico coslera a vapor entre os porlos das cinco
provincias do Oara', Kio Craude do Norte, Parahi-
na, Peroaajibueo e Alagoas.
II n-ii.lo autorisa.lo o poder legislalivo do Brasil
fundaran dp coiiipanlnas de vapores de cabolagcui,
fui para a navegacao das rcfprid.s provincias conce-
dido o subsidio de sessenla conlos aunuaes pelo go-
verno geral, c delliiula conlos pela proviucia de Par-
Bambuco.
Se a empava subvencionada linha que preencher
um grande Inn dp ulilidade publica, ora duviduso
o lucro que lirariain os particulares que te encar-
regassem de sua retUtac Se a nossa e-isla he mansa, se lem grande numero
de porlos. he foTeaoofet*ar que qoasi todos elles
"oinni iosiguilicair.es e lio ger.ilmeule dilllceis
para oulios navios quo nao Mjsm as barcacas, e que
existen) mu poacas .-Iradas dos porlos de mar para
os focos de pioilurc.lo.
Se no Brasil a parle cultivada he por assim dizer
um estrella ourclu da lena que corre ao longo do
litoral, se be grande a proturcao trazida ao porto
de Periiainhucn pelas barcacas, era incerto que lem-
po gastara a Coinpanhia para triumphnr da con-
currencia d'cssa inliuidade de barcacas lao garal-
nente adnailtida*, que chegam a porta dos fazendei-
ros do lilloral, reerhem cora luda a facilidade os
seus gneros, e psperam na llocifo o lempo neces-
sario para que sejam avisadas as juas eucommen las
e as condusao -le volta.
Os primeiros concpssiouarios do privilegio d'essa
navegacao (ulgarain imprudente compromelter nel-
la os seus cabolac-.
Uniros cavaliieiros, porm, entre os quaes vemos
em primeiro lugar o nome sempre charo a esla pro-
vincia do Sr. Jorca l'aleh-li. nao'hesilara.n era to-
mar a si a einpre/a e c.uiseguiraraaapassar Irezenlos
e sessenla conlos em aceas de nina companhia cujo
funio poda ser ek-v ni., alo seis cenloscoolus.
Agilno-se lugo a quesio .la encoiniiieiida de ura
vapor era Inglaterra, dos trapiches e estradas que
exigiam os diversos porto-,do augmenta das suhven-
res geral e de Pemambueo, e da concessao tambera
de subsidios das outras provincias que lucravam cora
essa navegacao.
A cnnslrucca.i nu compra de duus pequeos va-
pores, pelo proco mais paito qua se p i i-.-c adiar,
lena talvpz res-dvido exrclleuUimcnle a queslao, te
o Companhia Pernambucnna se livesse querido li-
inilar a fazer direilo as suhvpiices, Iralan-to nica-
mente de o!>ler pingues dividendo''. Na foi porem
este o parecer de sua illustrada direc^ao. Dous pe-
queniM vapores ollireciaui lalvez mais facilidade
para a eulrada de cerloa portos. ums trariam unn
111 mu ii I a carga e fariain mais despszas do que um
nico vapor de grandes diraeiises ; ecra pnssivel
conslrui-lo de modo que, emborno vapor fosse gran-
de, calasse fanlos pes de agua como ura pequeo va-
por. Sendo dp madeira offeiecia mais facilidade
para connertos do que se fose de ferro, mas dista-
ra mullo mais do que um Vapor de ferro. Estes
principios prevalecern) na direceo, segundo ellos,
foi construido o Man/uez de Olimla. Infelizmen-
te extrema impericia de um pratico prodiizindo o
uaufragio desle helio va^or, em um lugar onde elle
podia navegar perfeitamenle, pareceu dar razia
lodos os que clamaran] conlr a as alias dirneusoes
do mesmo vapor, lias o grande carregarueolo que
elle Irouta dos porlos do norte, demonstrou nao se-
rrn iiiul.-is essa- diuiensoes.
Com os trapiches e vas de communicacao dos por-
los de mar aos centros cultivados, acconlre^mes-
ma cousa.
<.ue iniporlava i companhia, em relacao aos sen
inleresses prximos, qoe muilus ou poucos agricul:
res se servisspm do i. ,.<-......,. aperfeicoado e m:
econmico por ella on"crec*doa se Dar iww*w .
I..... ..... a .ie carga ara ini-der erando dispendio .1
suj parle, e se as sobvencoess-riam invari.ivelmenl
pagas, qualquer que fosse a importancia das carga-
A companhia, poinrH^^alrn^dus trapiches, eiiiff
iKniM
S loe.tas de ii-jK> velhas
>> GslOO novas
45000. .
i': .la. '.naces brasileiros. .
Ifesos colui.inari.s. .
mexicanos. .
28-5 i
aLFANDKGA.
Krndimeiilo do da I a 7. .
Idam d.i das......
289500
Iti^MK)
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110:7961938
Uriana r
Palacho
Brigue
Baica a
Polaca I
Ilriguc p
Kendlmi
dem Ir
.'teudiin
dem dd
IHsvurrcgaui hn/r 9' de agosto.
anee/Almamarradoriaj.
nglezllioirk- -piche,p,cas de man.
irlugue/.Soberanocebolat, btalas e cal.
lencana--Roabockl'.inuha de Irigo.
tpanhola Aireada pipas e barris de
vinbo.
iituguezSom iViurusodiversos gencros.
;,tl.">SI I.AItU t.Klt vi..
nio dn da I a
dia 8 .
i.'I VE; AS
lio do da I a
9:7479763
I :KIIIj:UI
11:5549113
l'KH\ INCAS.
dit S
525*712
2i390
:>7;UI3
DESI'.xt IIOS DE EXPORTACAo l'l'.t.A MESA
DO C l.\-s| i.xlu DESTA CIDADB NO DIA
8 DE AGOSTO DE 1851
liverpodKrigue inglez .(Emilia, diversos carre-
gadori s, 250 taccat algo lao.
Portollrigiie portugue/. a'l ruadori., Barroca &
Castre 30 saceos tWOCar bronco r mascava.to.
Buenos- iyresPolaca hespanhola nlgnacitau, A-
morn Irmioa iV Companhia, 150 saceos assucar
branc i.
Lisboa -- Brigue porliigue/. Constante, Antonio
Luis a Olivcira A/.evedo. 17 cascos inel.
Plnlad-l iliuBarra americana t;. E. Taya, .Mu-
tleos Auslin i\ (. nii| ...i...., tilMI saceos .i.sucar
mase; vado.
Iloenos AvresBarca brasileira Flor do Oliveirau-
Noval s^- Companhia, 350 barricas assucar brauco.
Litbot* -Brigue porluguez i(('.ons|;inti ii, Thomaz de
Aqu
i....i.
KBCKI
Kandin enio do dia I a 7
dem .I i dia 8 .
CO.NSUI.AtMI
Uendiirje'uin do dia I a 7
dem c o da S .
58
o Fouseca o, l'ilho, Iti5 sacras familia de
inca.
EDOKIA DE KENDAS INTKRNAS tiE-
RAES DE PEKNAMBUCU.
7:321 ;H7
721322
8.042S469
'UOVIM.IAI.
12:2859386
1:9619394
l:2iiij9S0
otos sfiSte

k v
a anos entrada no da N.
Singapirc85 das, patacho americano Sea Foam,
de 1H< toneladas, c?pilajo E. I". Pnce, pquipagem
rga assucar, cafe e mais gneros ; a Saun-
Irolhers c Companhia. I'erlence ao pono
vv-York: Veio refrescar c segu para New-
ol39 das, nrigue ingle/. Brilaniaii, de Itl
das, capitn F. I'ackmau, equi|>agem 10,
raxendat e mais gneros ; a Saunders Bru-
,\ Companhia. I'crtenrc ao porto de Duu-
II. c
lers
deN
Vork
Liverp
tonel
carga
thers
dee.
.Vacos sabido* na mesmo dia.
Kio de JaneiroBarca he-panliola Linda, coma
ine-n a carga que Irouxc. Suspeudeu do lamei-
rao.
Bueimsi-Avrev por Montevideo Brigue brasileiro
Hef mleaa, aapiUo Jo Ferreira Pinto, carga
assiic ir e agnar.lenle.
Maranl aoVapor de guerra brasileiro Beberibe,
com landanlo o capitn lenle Jos Hara Bn-
drigi
' aM
S
11Im. Sr. inspcclor da thotnnraiia provincial
pmocuto da le. manda por a concurso o lu-
gar va| d de seguudn eacriplurario da contadoria da
tliesourariar o quai teta' lugar uu dia 15 de
o prximo futuro ; devendo os preleudentes
seren e xnmiuados na grammatica da lingua nacional;
ti
em cui
na
seleiubd
escripli
suas || alic.icoe-, Com especialida-le a redUCflO da
2450 Ihalers
100
200
2811
Total cerca 1170 Ihalers.
Esles prejos 3o calculado, inclusive enfardamen-
lo e entregues franco em liamburgo.
Preco de um apparellu, para dislillar
de uma vez 600 quarts de melasso.
De cobre forte, com cravos, seni soldadura inte-
rior.
(J apparclho consitte de :
I alambique de 800 quarls de ca-
pacidade rom serpentina para c.ozer,
1 lampa para dito, 1 cxliudrode enn-
diicQao, 2 hacas, 1 cylmdro para car-
vio, 1 scrpenlina, canudo de con-
duccao. etc., pesando ao todo cerca
de 25 quintaes a 70 Ihalers...... 17511 lu.lris
Para o manejo do appareiho perlen-
ce anda :
1 caldeira -le vapor de ferro com
3 atmospheras de pres-ao....... 350
As guarnirles da dita, grelhas,
portas, fecho............. 200
1 bomba para encher, que tambera
serve como bomba d'aeua....... 380
Ptra montar o appareiho com cal-
deira e bomba, ms canudos de cobre e
as lorneiras de laido, etc., pesarn
cerca de 6 quintaes i 70 ihalers 420
penliou-se forteinentc perAnelhuramenlo du ion.
pola onsiruccao de algumas estradas em direcc
ao lilloral.
Acham-se em consirucrAo o raes do Porte do Mal
tos, onde a companhia tero o seu armazem, os tra-
piches do llapiMumi e da Tamandir ; e para qu<-
o goveruo melhonisse os ineios de transporte ao sul
da provincia com a junecao das barras de Serinhacn
e Kio Formoso ao pono de Tamandarc, o primeiro
de Pernambuco, ella nao hesilou em emprcilar cora
a repaiticao das obras publicas, pelos orcamenlns
desla, todos esses trahalhos, e algn, uniros, cora-
promclleudo-se lamhein a fa/.er a sua cuela um pe-
queo Irilho de ferro para completar a junecao
do Rio Formoso com o grande porto do sul da pro-
vincia.
A respeito das lubvenefet, a companhia que desta
forma subnrdinava os s.us inleresses aos iulcresse*
pblicos, leve a felicidad? de conseguir que o subsi-
dio do goveruo gral lives.o ura augmento de vinle
e quatro conlos, ficando elevado alenla e analto
conlos, e que a labvancjo de Peruamhuco subisse a'
quanlia de quarenla cnnlos.
A provincia de Alagoas couredeu-lhe tambera oilo
conlos e a do Ceara' dez, de modo que a somina das
suas subvenres annuaet boje se eleva a cenlo e qua-
renla e dnus contos.
Snieivte se tem deranrado era contribuir para este
grande melhniamento as provincias do Bio lirande
do Norte, pela oppusicao que Iho tem feilo o seu
presidente, c a da Parahiba, pela falsa icm,a de
que o njierfeiroamenlo da navegacao cosleira preju-
dica o se coimnercio directo cora a Europa, era cu-
jo prximo esUhelecimciiln teera fe alguns palriofas
parahibanos ; nacuma idea egoisla de qnererem a-
proveilar-se gratuinrltjriile dessa navegacao, sendo
ella su-tenlada sn pelas subvenees geral* odas ou-
tras provincias ; e lainham pelo despeilo de algins
depulados provinciaes que fazem opposicao ao sub.j-
dio da companhia por haver sido elle concedido pelo
Sr. Paes Barreto em um contrato dependente da ap-
provacao Ja atsemUt provincial, a qual, entre pa-
renlhesis seja dito, haveudo sido convocada parlicu-
larmenle ein palaciu, Ihe dera o seu assentimi-nto
previo.
Com as boas novas da approvtfto pelo senado do
augmento do snb'idio geral, c da snbvpnc.io cearen-
se mi/..n a milicia da compra em Inglaterra de um
vapor de qninhenlas limpia.lis pelo preco de dozc
mil libras, que depnis de coiivensntemeuie prepara-
do devera' em breve aqu anegar pelo cusi total de
quiuze mil libras.
Kestain anda em Inglaterra perlo de quin/e mil
libras, rta importancia do seguro do o Mrquez de
Oluida. as qnacs serao applicadas a' compra de ou-
Iro vapor mais ppqiienu do que o primeiro. Desle
modo serao talisfeitos os votos de lodos esses qup tan-
to receiam dos vapores de grandes dirnenses para a
nossa navegacao cosleira.
Infelizmente, te a companhia a v preenrhi lo o
vacuo deitado pelo vapor Mrquez de Oiiuda. e
se dispe de boas suhvencoes, ella tem necessidade
anda de emillir em acees cem conlos de res pouco
mais uu meiius pan fa/.er face a varias despezas a
sen cargo.
Infelizmente os seus accionistas, desde as suas pri-
meiras entradas, ha ja bastante lempo, al agora,
anda au receberam iicnbuiu dividendo, o que tem
iluvida aognipiila o desembolso em que se achara por
canta da companhia ; e as actes deata iraportaue
empre/a na nossa praca difliciliuenle se leem conser-
vado ao par.
Mas ciemos que aciiegada do vapor que se espera,
dar' nova auiniacao a esta ulilittiffla, poslo que lao
contrariada empreza. Na verdade achando se l.o
-1.I..I.muule alliancadosos lucros da Coti.panbia Per-
nambucana, seria dillicil explicar o contrario era um
negocio que se augura lilo v.intajoso ao paiz, como
aos seus benemrito! einprezarios.
A navegaran cosleira e a estrada de ferro -,i,. com
elTeilo os dous mais grandiosos melboraraeulos que
leem sido emprehendidos na provincia sobre o gran-
de as.mu |o de vas de communicacao.
Brevemente trataremos tambera Ueste objecto era
relatan as obras publicas dirigidas pela reparlico
provincial desle nome.
O Contemooraneo.]
las nes.is e Hiendas ; au calculo do' descoutes e
joros i nples c eompuetot; sendo prefsridofl os que
liverem boa letra c tonnarem linguas ctlrangeiraa.
Ot pr lledenles deverAo aprest-nlar *eus requer
.T.entns la mesma Ihetonraria com{certidAo, em que
proveo) serein inaiorts de 20 anuos.
' E paia que ciiegue ao ronhecimento dos intere-sa-
dos, se non.Ion allitar o presente e publicar pelo
Diario
Sacre aria da thesouraria provincial do Pernara-
bnco 7 ( o agoslo de 1856.O secretario, A. F. d'Au-
nunciar n
O I i.ni. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em cun primelo da orden- do Etro. Sr. presidente,
da prov ucia, manda fozer publiro.que Do da 38 do
correnti pranle a junta da f.rzenda da incsn.a die-
se hade arrematar a quera por menos lizer
do lebaixinenlo da ladeira do 26' lauco, da
la Victoria, avallada era 2:7(i(l9.
As po so.is que aa propozerem testa arremalacao
eompar. cara na sala das sesses da mesma junta no
a declarado pelo meio dia competentemente
las.
malac.io sera' fela na turma da le provin-
.' 13 de 15 de inaio de I85. e sb as clausu-
ourari
a obra
estrada
da .irin
hablilla
A arr
cial u.
las espe'iaes abnxo copiada
Ep;
na iinp
2." (
de 30 d
1.
iguaes,
dos Ira
i.
presen
que di
Con
olil cerca
9QQD Ihalers.
ERRATAS
bavidas no protesto e declarac.o de D. Barbara Ma-
ri! da Silva Seixas, inserios no Diario n. 186 de 7
de agoslo : patina secunda, columna sexta, linhas
ii, em lugar de admitlea-scadmilli-opagina
segunda, columna sexla, linhas lili, era lugar de ven-
COdoretflea-scvencedores ou unicns volantes
pagina segunda, a-olumn.i sexla, linhas 88, era lugar
de dilos--lea-.sellorrilnlc dietnm!!!!pagina se-
milla, elimina sexla, linhas 139, ein lugar de San
-lea-scAo.
y..--.''-; i i -
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. pni lo.
Paris, ?M> rs. por f,
> Lisboa, 100 por 100.
Kio de Janeiro, 1|2 a 1 por 0|0 a 15 e 30 dias.
AcSes do Banco, 33 0|0 de premio.
Aceces da companhia de Beberibe. ... 518000
Aecoes da companhia Per-iainbucana ao par.
Jlilidade Poblic.i, 30 porcenloda premio.
ludemuisadora.52 por de premio.
n",'"da de ferro :.o pnr Om de premio
sobro a enlrada.
Diseoulo de Ittu a-, de 7 a 9 poi 0|ij.
\
Novo
bao,
f
la, en
dente
puhlir
nos de{
do Ke
lados
trueca
no lin-
dera c
possui
buco,
blicu,
ii lem
lelcgi ri
como
do coi
ii.liil.l
raca.i por partidas dobrada, artlunetica e
Par a Baha
O veleiro e bem conherido binle brasileiro Dous
Amigosa, prclende seguir para a Baha neatei 8 dias
lem a huido parte do seu carregamenlo que Irouxe
do Marauhao : |>ara o reslo os preleulbtes euten-
dam-se rom o seu consignatario Antonio I,.
Oliveira Azcvedo. ra da Cruz n. I.
Independencia, a nejjocio de sen
1 rette.
pi-ar.-t
inte-
l.uiz de
;>.
li
n
\ vcloira iaroptira l.ivraraoa, scptie i o (im
da prsenle sfinan. |>'r lee promplo parte ie seu
barre&anienlo : pan o reto enlendam-ne com otea
CeOftignolaHo AntoDO LuuWe Oliveira Aievedo, rua
la Croi n. I.
r
oinj)
rit'i
ai:!:; Franco-
iia dn Va pon
r uceases.
nie-
la
j&3
I ijonnais,
c a pi I i o
De vaulx,
viooo do Ido de Janeiro, que scainra' para o Ha-
vre cora escala pe Tpnerill, Madeira e l.i-boa : pa-
ra frete e pataageirot, na rasa de L. I.erumie Fe-
ron i\ C, rua da Cruz 0. 30.
PARA O KIO DE JANEIRO
segu ein poneos das a polaca brasileira /.elosa lio,
por lera niaior parle do sen carreuamenlo promplo ;
para o reslo Irata-ee cora os consignatarios Isaax,
t^uro t\ Companhia, na roa da Cruz n. SO.
Baha.
Seguet.ni poiico* dias o pu lacho nacio-
nal CONFIANZA, por tur parle losen
can-egamento promplo: para o resto,
lr.ila-se cornos conmgnatarios Novatas &
C, na rua do Trapiche n. 3V.
Aracaly,
segu no da 10 do mez correle o hiale Sergipa-
no ; so recebe pastagelroa: a tralar rom Caelano
Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Santo n. 25.
t tUv:.
0.-ib;mu isi2nad lem n honra ile participar 1 N dia l. rio crranle enlon-te'da cim de i ..O Sr Fl OiliM'usiL Ij
aof tenhore npc;ori*iiip qaalqoer ti- '''fj11****-1 llVi'aria n$. it i* S <,i ifl ,,, ,|;J
acha eslabeleclde rom e^rriplona deadvocacia na ri-j j-io de u n <1 -^ dedoi as mioi ; levoa catea e cn-
dade de Macelo, capital da provincia de Alaooaa, I miea aml, e chapen de bala cor de caf : quemo
roa do Livramenlo n. S4, e ssofiereee a ira lar alli | apprehender o le\<.r a- alerrn da Boa-Vista n. 'di,
oa en qaalqoer ponto d mesma provincia branca de divida e le lotlon w negocios de Ma pro- sado
fisao peranle os trbonsea, juizea e reparticAe*. pu-
blir.is, ou enlrajodicialmenle i"1-" eonaervaf a* ni
naaareJa^oes em (ufa .1 provincia, como nal.
della, e liaver oaercido dorante s anuos os careos le
promotor pi buco, e jui^ municipal e de orpboa pmi
dlflerentea comarcas, lendosido alm disto honrado
rom o man hito provincial por alauoaa veies : t^
peaoas iju se dionarem de r mfiar ao abaito asjic-
n.i'lo Baax commisraea podem dirigir-ae direclamenta
nesla praca ao Sr, Jo tjoiifaives de Albuoueraue,
senle procurador da provincia que so encarreuar
da remessa prompU e sesora Ih correspondencia,
papeifi p documentoa. Cidncle do llenfr i9de;ulho
I* 1836.Lourcnrn Accioli Wanderlo) Canavarro.
3 l\a lo ja das seis
portas
fu
' enf f'4: Lii\ :"
ni
ac& a
KAII.I
mascaras
. f i.- lirios de cor .1
<)e fil preto Iwrduda
o mil r--. 1 a la rrlr.
para tenbora a dotn
ios .1 dea lusliiM rad.i
raxetidaa pr ipriaa (
iiir>sT.t,
c fn.mJdr
%>,,ht
a constir se inamlou alujar o presente c pu-
blicar p-lo Diario.
Secre aria da Ihesooraria provincial de Pcrnam-
bnco 7 de agosto de 1836. I) secretario, Antonio
l-erreir d'Aiinunciaco.
<; ausulas especiaes para a arrcinalajao.
I.-'X rebaixametilo da ladeira dn dito lauco ser
feilo de coiiforniidade com os pcrlis e crcameMo ap-
provad( pela direclona ein conselho. e*apre9cntado
a appnivacilo do Etna. sr. presidenlc da proviocia
O agente Oliveira tara' leiin de urna ptelo
de mobilia, obras ricas e raoderuas de miro c ra-
la, eteravot, etc., o se trocara' fura do leilao, uma
linda e perfeita imagen) do Senhor ata-io a Colum-
na, com cordo de ooro e retplendor, urna Jila de
S. Jos, e oolras ,|e podra ein manga,; os onjeetos
em leilSo sao os tegoinlea : torea, mesas redondas,
i'onsulos, ca.lciras, uil.is r!e lialanen, hincas dejogo,
dilas |iar diversos usos, lindos qoadros, relogios ,1s
parede e para mesa, candieiros de globo, lustre de
Monte, um jogo de pistolas, lanternai, etpelboa,
toiieaire>, iiarda-vestid.-s, uuarda-roupa, um rico
loilcle de iiiogno. marqne/.as, camas de ferro, cai\i-
uhas para costura, lavatorios, apparelhos de porcela-
na para mesa e sobremesa, ccinpoleiras, garrafas e
copos para vioho, porta-licor, I bein grande de a-
raine para bsnhn, Irem do coiiIi.i, e mullos ou-
tros objerlos, um rico peule de onro, pulceiras, alli-
neles de peiln, holoes para abertura, aunis, brin-
cos e correnles para relngios, um baoiinbo gnarne-
do de prata, e nutras obras de dita, dual iipolices
a Iheatro de Apollo, uma porfo de livrot em di-
versos i.liornas : sL-sunda-feir,i,"l I do correle, as 10
lloras da rnanha, no seu escriplorio, rua da Cadtia
lo Recife.
O* administradores da mana fallida de Rano
Mana de Seixat, tem de vender em leilao, por au-
loriMcdo .lo iui/o .'.o .oniu,oreje, lugo que ultimad
as respectivas avaliaroes. as seguintes propriadades,
perleucenlcs a dita matea, a saber : netta ciclade,
ura predio de qoalro andares, silo na rua do Viga-
rio n. 13, um dito de tres tildares, roa do Uvra-
ncnlo n. :)C, um dito de dous andares, na rua da
l'enha n. (i, um ditu na rua Augusta n. -2, um dito
na travest dos Marlyrioi n. I, um dito na rua do
Alecnm n. 1, dous ditos na traversa do Marisco u.
Ii e -2. um dito na cua do Monden., n. T, um dito
na rua do Amonio n. I."> ; na Casa Forte, oaaegoin-
tes.- i lio na nitrada do Cordeiro (Chacn), da Cata
orle Santa Asina, ... | Campia .. S, 7, x,
II, i-.lcj., das casas no caimiilin do foco,
(las ,.,la.s na C-a 1-orlr n. :,, seis ditat na Campi-
a, e um lerreuo na Casa Forlo : envidase, por-
tan o, os prelendentes o exame previo dos uiencio-
uados predios.
< agente Oliveira (ara' leilao por entoracse
do Em. hr. )r. jui de ..ireilo especial do co'in-
mercio, exarada em requerimcnln dos administrado-
re! da mass, lallid de Rjchard Royle, e ouvidos os
credore-, de diversas dividas activae da mesma mas-
sa : quarta-relra |,| do correntc, ao meio-di era
ponto, no escnplori. do dilo agente, onde os prn-
denles podem examinar com anlicinaro a relacao
reapeeliva das indicadas dividas.
O agente Vieira da Silva, fara' lei-
lao, terca-teira 12 do corrate, as 10 horas
da maullan, em sen armazem, rua da
Madrede eosn. ?>>, de diverjas obra de
marcineria novas c usadas, edilferentes
olnasdeoiitoepral;., e algura escravos,
o que ludo estar' patenteiia hora do lei-
lao, para os compradores examinar.
irtaucia de 2:76(1-.
arrematinle comecara' o irabalbo no prazo
as e concluir' no de quatro inees, con'.ados
na foro a do regulamenlo.
C
pasamento sera' feilo em doat prestaees
codo nina qiiandn houver sido feilo melade
ilbos, o a outra no lira da obras.
ara ludo o mais que nao vai determinado na?
es clausulas e no orcaraeiitu seguir-se-ha o
pie a le n. ::-.'..
lirinc. t) secrelario, A. !' d'Annunciacao
vCi !sKrsi-iMw>s
COKKEK) tiERAL.
tala que lem de eondnnr o hiale brasileiro
Olindae, com destino a provincia do Mara-
feclu-sehoje ,!i; ao meio dia.
*m&0& rJ&\vev&0$,
Fogo I'uff
Illin. Sr. nspectoi da lliescuraiia de fazen-
coiiforinidade do ollicio do Etm. Sr. prosi-
ta provinci. de 7 do correntc, manda (azar
, .pie lem marcado aos poMoidoree de terre-
narinha, silos no Forte no Mallot do bairro
ife desla cidade, o praia de nula .lias, cou-
lesla dala, para d.irem principio a cous-
do caes que d,\e bordar margem do rio
donado lugar, e, fin.lo esle prato, se proce-
imo for de direilo conlra aquolles dos inesmos
lores (|ue lorem omteos.
Sec ciara da Ihesooraria de bzendl de l'crnam-
sm Kde agoslo de Isti;Oollicial maior,
ICinilio Xavier Sonreir de Mello.
la meta do consalado provincial se fes pu-
|ae foi Irantferida para o dia '.I do correle a
lacAo de 1 eavalloa apprehendidoa pela sob-
ria da fregnctii dos Afogadoa, considerados
baos de evento, e avahados por 11MJ. Mesa
ula.lo provincial 7 de agoslo de lC>l.--0 ad-
ador, Anloiiio Carnciro Machado Kios.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 cnselho administrativo, tem de comprar o se-
gninte!:
Para provimenln dos armaiem do ilmnxarifado do
arsenal.
ti dbiiat de laboat de loara para aaMalho, (i cos-
tados de pa'o d'olco.
Quein qui/.er vender estes objeeiot aprsenle as
suts itropostjs em carta fechada na secretaria do
consejo as lll horas do dia 1(1 do crenle.
Sala rorneciment do arsenal de guerra 8 de agoslo de
1856Henil, jtui Lamenka fjtu, coronel presiden.
le.--./H/oi'( (.'.iirier Leal, leucnle-r .ronel vogl,
servimlo de secrelaro.
DK
AoJE

Ii. Roherl e Iteveaui lema honra .le participai
ao respeitavel publico, que em cooseqnencia de le
desarmado o sea gabinete para a recita lyrica que
lev.; lugar na quinia-feira, Ihc he iiiipos-ivel traba-
lliar boje, como linha prevenido em son pequeo an-
nuncin ; (rundo Iransleridn o diverlimuiln de hoje
para quarla-feira 1:1 do csrrente, cujo diverlimento
he heuelirio do joven l'ernainhurauo, e o program-
ma sahirii ieguuda feira.
t>i50i? ':. '-:%>,! :.-<\'f&.
Para o Porto seguir direclamenle e com bre-
vidade o brigoe uTrovadnr ; para carga ou passa-
geiros, Irala-se com Karroen ,t, Catiro, na com o ca-
pullo na praja.
manliQa.
forra ou captiva, para
Sentido! Preparar e cairelar '
l'uli: I'ufl!
Oue he islo i Qoe estrondo be esle J leremos por
ventura a lomada .le Sebastopol 1 IVrao os cama-
lenes elctricos se evadido do palco do Santa Isabel
Nada :
He que boje cania madama Ijirardot e se fai
preceder de uma bella descarga de mosqoetaria e fu-
lilaria !
Mas, silencio Ei-ll que chega ; nem mais nma
palavra, alerta porque be preciso ter lodos o, poro,
liem abcrlos para ouvir osla inleressanle artista sol-
tar melodiosos sons de sua insigne giielt d< galo.
Eis o que di/.iain dous camlidos aiile-lmulem a
noite, passeiando p-los corrednre-i dn Ihe.ilro, pouco
antes de entrar o espectculo : Parece que ellos, que
nunca a ouviram cuitar, ja adevinhavaiu o comple-
to fiascc qnc devia dar.
Ha homeiis que logo em sonlundo, seus Hanoi se
realisam.
Rival de madama Dejcan, madama (iirar.lnl nao
acha limiles a sen genio,voa Unle qujnlo uma negra
coruja, que busca alcanzar o tecla de algnm euebra
para em s.-u cfmo dier o ullimo Peilo (trido
buraco fe*to '.'.'.]
O Pica Pao.
O Dr. Joaquim de Aquino Fonseca,
tendo sido demittido do lugar de commis-
sario vaceiuador desla provincia por de-
creto de (i de julho (iodo, vaccinara'
gratuitamente aquellas pessoas que nos
taimados de cada semana comparecerem
na casa di- sita residencia, n.i rua Nova
n. I \, das 7 a's!) horas da
Procisa-ee de ninaam
cngoinmar e coziohar. om criado para com
atrai da malrit da Bot-Visla n. Iti.
-- Frederico Robllliard lem para vender um hom
carro para teit peetoaa, q-ser\e para um ou dous
Civillos, com arreii .Libradose singflns, | piano de
oxcellenli-s vnzes e bancas para jo^o : no aterro da
Boa-Vista n.37.
Precisase de um pedreiro liara Irabalhar em
um sitio pertoda pra<;a, para uma obra grande, da-
se preferencia a hoinem casado : na rua da Cadeia
do Recife n. Ili, primeiro andar.
Po dia I I do corrente, a's 10 horas
da manhaa, petante o Sr: jttiz municipal
da primeira vara, escrlvao Sanios, por
sera ultima praca. ilcve.n ser arremata-
dos dous sobrados de um andar, sitos na
rua Augusta, penhorados a Josc Mara
Placido de MagalItSes, porexecucao sobre
esciiptiira de iypotheca de Antonio Joa-
quim de Souza Ribeito; iguala ente se faz
sciente que esta sem clieito a arremata-
co pie houve pela fazenda nacional de
tundas ditos sobrados, por tera parte re-
querido e pago o que era devedor a fa-
zenda.
Quera liverpara vender algumafa-
zenda de gado, sila no Serid, Esninlia-
ras, Bio-irande do Norte, Pombal, Rio
do Peiveouem outro qualquer lugar no
sertao, dirija-sc a rua da Cadeia do Reci-
fe n. 20, que alii achara" com quem
tratar.
Tende-so detencamillliada .lilas letras sarredas
por II. I'ersier t\ C. em dala de li de mar^o pr-
ximo [.--.i.., a ."> n 7 Mi-v-, ua Importancia de
rs. 1:0X0*000, e aeeeilaa por Jote Lora de Soma
Ferreira, sem anda lerem o competente sello; l-
c.iin de neiihum ell'eilo por lerem .sido substituidas
por onlr-.s.
I'recist-se de om criado ptra servir de portas
(ora : bular na rua Dirella n. 01, primeiro an-
dr.
Palacete-dn rwi HOJE SiniN II DE VliOSO.
A casa catar decentemente ornada e Iluminada,
e os directores promettem conserv.tr a boa ordem o
rgimen do coslume. Os lnlhelcs eslarao a venda
no e.lilino do diverlimeulo, tendo entrado franca as
damas deaeulemeote vetlidas.
'>o engenho Crutnliv no dia :l do co-iei.te.
rusiram 2 eteravot, tendo um de nome Antonio, de
nacao Cissangc, que reprsenla 3 annoa de id.ide.
de altura recular, cengueiro 110 andar,enr prela.ros-
lu redouiln, sen barba, cotias limpas, rbeio dn cor-
po, conversa ponen ; o mitro di iioine Verissimo de
nacao, batanle alio, algura lano espadadlo, roslo
regular, i,-. de ambos oa lados do roeto marcas de
lalhoada sua nacao, pernal nn:., algoin lauto ra -
u-iieiro, pos gran les, e lem urna* mareat de chicote
nas cusas ainda novas : quem os apprehendercon-
duta-oi ao dito erujeoho, o no de Agoa-Fria da
rregoetia de San-I.oureneo da .Malla, uu ne-la pra-
ca na rua da Guia n. O, primeiro andar, que sera'
senerosamente recompensiido.
Secunda f-ira, 11 do crranle, depois da au-
diencia do Sr. Dr. jui/. municipal da primeira vara do
Civel. na ala da metma, lem de seren arremata-
dos i escravos, sendo :t mocos com habilidades, por
execuc.lo de Boavenlurt da Rocha conlra Jos.- Ale-
Kan tro dos Sanios. 11 a ultima prae ..
Preeisa-se de um fejtnr para um sitio na Pon-
te de Uchoa, que seja solleirn : quem uestes cir-
ciiiiisiaiicias se adiar, .lirija-se ao aterro da Boa-Vil-
la, casa de dous andares, cor de chumbo, ipie acha-
ra com quem tr.il.ir.
A pestoa que achoa um qu;:rlo de bilhete da
lotera do Pedro II. cujas indas lem de correr no dia
ti do correle, querendo restituir, dirijaea a rua |)i-
reila u. J, primeire andar, vislo ja oslar prevenido
0 Iheeonraito para nio pagar a dilo bilhete n. 3861.
I'erdeu-se no alerro da Koa-Visla uma luneta
de ouro rom dous vi.lros, deotro de nma capa de
marroquia : quem a adiar, levando na rua da Crut
i. .er bem recompensado.
Tem de aer arrematada por quem mais der,
no da 12 do correle, drpois de linda a audiencia
do Sr. Dr. juiz de orphans, a casa da rua do l.ivra-
inenio n. 10, de om andar ototo, perlencenlc ao
casal dos tinados Joso Fernandea Eiras e sua niu-
l.'icr. o quai sobrado lem coxinht, quintal murado e
grande, avallado por ."i:."iOOo(KKI.
t I). Marte Joto de Jetut Conha (juimaraps, pnr
seu procu.ador. faz sciente que Marcelino Jerniivmo
te Azevedn nao pode vender bous algnm perleucen-
lcs a seu casal por qualquer Ululo, poiselli Conha
appellou da senlenca para a Helaran, c prometi por
estes iIis melhor esclarecer i!o.
Precisa-se alagar uma ama que Icnha bom lei-
le, para aniamenlar uma rri^ni;:. : ua rua da Cadeia
do Kecife, laja de ferragens n. 56.
.>e. dia II dn correle, as 10 horas do da, (ta-
puis da audiencia do Sr. I)r. jui municipal da pri-
meira vara, e-crivao Multe, se ha de arrematar nm
csrravii de nomo llermosio. de i l.i.ie de IS a !l ao-
iioj, tvaliado em 7."i0^, o uma ic-laeo .e dividas ae-
livaa B| imporlanojl de 14:0005 e lanos rs., ludo
perleneents ao inventario do finado Joaquim Jote
Ferreira, vai prarji requcrinn-nto do leslainen-
lero Mannel .loa(piim Hamos e S.|\a.
-- Vendo-te no Diario de Pcriiamhuro de S do
correntc un annnncio e.n n qual declara se calum-
nio.amento., que a parda Maig.irida,esrrav.i de Ur-
bano V cenle Ferreira he forra,tendo .-il.i sido h)po-
1 becada por seu senhor sem onos alguma Manoel Jos
de Amorfm, cuja hypotheea feila regolarmente, veu
ceu-se o auno patMdo,e nao sendo reagaiadi foi ajui-
zado o ntetmo liypolheearlo, o em consequencia de
seotenca, penborada em lins do auno panado a refe-
rida eser|va sem a menor npposi^lo.como Indo cusa
legalmente dos aulos da >e(So e esecncao pelo jaixo
da segunda vara civel, escriv.o Conha e sera pro-
vado no juizo da delegara dc-te dislricto o que nao
obslanle ousoo o eieeatado em julho dcste anuo pro-
curar ntsla cidade comprador ao bom penhnrado :
por Indo isso roea-se ao annuncianle a prova da li-
berdade, e piolesla-se em lempo conlra a calumnia,
se o aiinunciaiile he como soppe-se, o mesmo ete-
culado, que, sendo concubinado com dita cscrava,
pretende inapciosamenteassimembarncaro pagamen-
to do exequenle, como o lem feilo em oulros bous,
vendendo dividas par inenns de metade ; vai nial,
porque a fraude nunca fez obscurecer a verdado e
os prelendenlrt podero iuformar-ie dos aulos o
aclo da arremateeto.
A :t de mam sumise do paleo do (".armo
um cavado ruco, velho, com arrullas de carne, >
pares do saceos, I par ib sapales, oulro dito de sa-
lalos de couro do lustre para senhnra, mis canos de
bolas, 3 pares de lov.s, I de seda, 1 de lio de Esco-
cia, 1 de algodao, 2 pares de meias.O varas de algo-
go.i.i i/.inho, I abi.loa.t.ira para criad i.covado e meio
de panno fino, Ii envaflos de caslor, I arreio de sel-
lim, I bride, I chales de 1,1a e seda, I rovado de ca-
seraira amarclla. camisas velhas, H libras de bola-
cha, 3 COorosde carga ; por lato foga-se a quem sou-
ber do dilo cavado e objeclns cima mencionados,
participar a seu dono, uo enuenho Bosque, uu nesta
praca no pateo do Carino n. I, que sei geuerusa-
roeute recompensado.
I>eseja-se alugar um prelo lid e diligente para
o tarrico interno e externo do orna casa de mu pe-
quea familia ; as Cinco Ponas, sobrado da quina
confronte a matriz nnva.
Precisa-se de nma ama forra nn captiva, para
casa de poara familia, q-ie taibt c.zinhar e engmn-
mar, nu smente cu/.iiihar ; na rua do Ainnriin n.
0. segundo andar.
Pescocinlins de rclro/. (dlo
cinco mil rs. cada um, erli
para manteletes do .i.ei.inas
camisas de cambraia bordadas
mil r-.. e niaiiuilos recorta
par, eoHarinliai de lindos go
lar.i cada um, c mulla' mili..
i.t ,. panamenlo di fcsla *. da se ue iodo
levando penlior (|iie cobra valor do que
pedir.
%a lo^a das
lorias.
Em frente dn Livramento.
Lencos de soda fraucezes de innilo boa seda c i;ot-
lo, prepnos para menina! e senhnrat a dez luslet
cada mu. len.^is rom luco largo, propiios para inflo
d- lenhoras a quatro patacas, c horda.los a dez llls-
tes, (azoada liua, corles de eaiobrait lisa rnm oito e
uieia varas a tres mil rs. o corle, que da' vestido
cun Iros libalos, cortes de rambraia de seda a esto
mil rs. cada um ; a loja esta' aberla para quem qui-
z.-r etCOfher uu mandar Irazer, das (i horas da ma-
nhaa aleO da noli*.
FIACO E TCIDO DE
ALGOOAO.
Precisa-se de um bom padeirode prufivsin qae
anteada peden.enle de lodo o liabalh., pertenen-
tc a' palana, na se adundo a ualuiali.iade nem a
prec, i.reenrhendo Me logar : dinji-.r a padar.j
da rua larga do Kosario n. 18, junio ao qaariel ,|.
polica.
SOCIED.VDE EM COMMANDITA.
Firmasocial: Amorim, Faria, Guerra 4C'
II-socios subscriptores pala a fuil !.,<;,.. da fa-
brica de liar o lecer algodo, orgnniada por Y. Ma-
ra Dupr.l, -.io convui'.idos a rc.ili-ar de I"> do cor-
rele ale l de agoatu protimo futuro, na caia da
sncied.ide, provis.uiainenle no eacfiuteiio do Sr.
Manoel Alves (atierra, na rua do Trapiche n. 4,
lodos os iiis litis, das I) horas da mandila as i da
(arde, a primeira prcslaeau de 5 por ccnlo lobra o
eapitaj tobteripto. Pemamhaeo 1-J de julho de
IS'ill.Os socios geieutes, Antonio Marques de
Amorim, Justino Pereiro de Faritt, Manuel Alves
Cu erra.'
Jo.*,. I..>'.calves ferreira, lendn conlratad a
oin|.ia da loja de niiud./a. sila ua nu larga do IS-
S..II.. n. s. perlencenlc a Manoel tionraivet Horros,
deseja-se saber tlgeem le oppoe "a sen.elhaate
eoniral >,ate .. prato do 3 as.
Aiu-l.i-se por empraitadt para .terral s, -,M|
quer lerraao alagado : aa rochara confronte Va-
liieiro OMcaaneiroa da rua Nova.
, i "1 ,'recjsa-,'e1 ,1e ""' Pequen., de 1 i a 18 ann...
para tenhora a pa-. '" nade, despedido, e que d ruiihecimenla de .ua
conduela, para cueiio : a ti.,i. |wlr, ^^
m-j laberua ao jotrar pira a roa O ;i!t a.
Confronte ao Kosario de Sinlo Antonio aviu m
respeilavel publico, que recel^u rhnrolate fian de
Jnk'm'diversas qualidades, assim romo biseoilot laeleat*
para Utas c a varejo.
(1 bilhete n. 3201 da Infera do Hospital c
dro II. perlenre ao Etm. e Kvm. Sr. csaaa Joa-
qun! i .encalves de Aievedo, da cidade da Barra dn
Alio Amatomi.
FRONTISPICIO lid i:\RMtt:
Por modos motivos e esle panderuMt aje pode
lar iugir a fetlt di Senhnra de Carino do FNntuai
co uodiii annunei.do. lieaado iraiisferida para
lia 17 do corrale impreterivelmeole. Por esta r
casiao pe.le-*e aos S>s. procuro lores da aatima fei-
ta que no domingo 0 do corrente ipi nuil tea ao
paleo do Carato a.' 9, a relacao dos devoto* qoe lean
contribuido pira a toa fetla.
O ibaita atsigoada faz sciente ao Sr. ihaaeu-
i eiro das loleriat, qoe, leudo eoatprado ai leja do
Sr. Acurcio, na roa larga do Rosana, cinco bilhetas
da lotera qoe corre sabbado 9 do correle, o por-
dera. Os bilheles *o, tres meios e dnai qoarlw oa
nomcros --cumie- : 245:1. I>7B. 11-">. 228<:, 1073,
n.io pudendo designar quaei ot nmeros nao pertea-
. ein .ios quartet, c i|oaes aea meios : assim raga ao
V. .uroiro ou qualquer culrlist! qoo ceohaata
!?. i i.abaralos, nAo os pagoe sem veriacar a le-
.iiiiiii.tade do dono, assim cont roga a qoilgow
itessoa que lenha achado os ditos I.libeles, hoja de o
snlresar ao abano assignado que a rrrompeosart".
Herita 6 de agosm de IS.'ib. Joaqnim Jetada
Paiva.
Alleiiro-
Not das 11 e IS do cirrcule. na sala das aediea-
cias. linda a do Etm. Sr. Ilr. juiz do cemnMNM, se
ha de ariemalar, no piimeiro -loa indicados data, a
mullida de Jo.io t'.oelbo dn Rosario, avadada por
2109, e mn inulslinho de 13 anuos por 30OP, O ao
seaundo di< uma casa Ierren -it.i aa roa do Pilar o.
133. avadada por '.imi-, adverlinrio qoe o boceo ner-
lence a casa por dever Ser tapado com
Prensae alucar 6 prelns |>ara arante os do
assucar : quem tiver e quizer alosar, itirija-ne a roa
de Apollo, armazem n. 10, que achar rom oaeaa
tratar.
Precisa-se de uma ama captiva ou forra, agra-
dando paga-aa bem : na la do Aragao n. IS.
Roga-to ao Sr. Manoel Coellio de Brilohaje
de vir resgatar os seus penhoret qae tem na raa
Nova n. XI, de djnbeiro de empreslirao ha 2 i
desta parte, islo no prazo de 8 das, do contrario i
rao vendidos para pagamento.
Nn escnplnrio de I!ALTAR & OLIVEIRA.
rua da Cadeia do Recite n. 12, inste ama carfa via-
da da Paralaba para o Sr. Jos Caelauo Biptiate os
Santos.
i.uiz Anlouio Siqueira vai a Europa, e deiu
na gerencia da soa casa commercial, rumo pratora-
dorea bslaulei. ein primeiro lugar a Francisco Joan
assa aoaman-
tina.
Francisco Piulo Ozorio chumba denles com a ver-
la l-ra maesa adtmantini e applica vealatat peta
ali.iccio o ar : pode sur procurado rnufronle m
Rosario de Saulo Antonio u. 2.
Pede-se novamente aoSr. A. A. V., morador
perlo detioianna. que queira mandar res-alar suas
leiras, vencidas em 1852, 1854 e 1S55, nu valur de Barros, em segundo ao Sr. I.uiz de .Morars Co-
princip.il 1:7209000, e joros, aleite>tell, 1:8369000 ""', Ferrejra. e em lerceiro ao Sr. Antonio lan sendo justo qoe S. S. contratando l.ies daMloaIrM*Gamaf PNlia.
pora teaaarranjos, te enlregatac ao ind.lTerenlis-! .. V,r:,.lo de Meneies l.etl vai a Europa.
ina, e ao silencio, deuanno ne respnnder as cartas.
que a respeilo se ihe diriuio, e que ha um inez, pe- l-rancisco Jo;m de Barros manda para ota M
los anniinrios nesia folh.i. mandatee, por lerceira eolleajoi de Lisboa seus dous lidias rnenorn Miowl
pettoe, offerecer pela quanlia acuna 6:556.^000, to- Vicente de Harrose Anlouio Joaqoipi de EanoaSo-
meule :l:0000(KK) rs. viudo a ser 20 ,. menea dn brinhu.
Pierisa-ic de um homein disposlo ao Iraballm
de sido : quem pretender, itir.jj-sc a laja da Pjsmk.
u. 7.
Aluga-se o armazem e srrto n. Oda raa da
l'raia, rom armarlo de loja que lem oa ten til : a
fallar com Guilhcrme Selle, Iravessa di Cartera
o. ||.
a ae onifii-
M1S
Do da 11 do correle em dianle haver.i um omni-
bui para Ol n.la em lodoi ot dias uleis, o qual parti-
r' para all as 7 c II 3|1 horas d.. manhaa, c volla-
ra' as S da manilla c as 2 da lardo, sendo as pataa-
jens a 2"? mentaet para ot antiguante!, e a 300 rs.
para oaavoltoi.' Na mesma dala ein Ir.me hatera'
.ulrn (!'s|,.,- caros lambem notdiasuleh para a
Pawtgem da Magdalena at a casa do Sr. Vtegaa ;
pailira .is7 ||2da manbaa para voltar as s i|j, a
larde sahira as 5 para vollar as i 3|i. Passagem .
por mez li; e avulsa a 500 rs.
N. I. Todat aaVpaMBaena contlnnam a ser pagas
adianla.las. lisio que o abis., assiguadn uo esl.i' de
aceorde a continuar f.izcr Itncamenlotde cinco c dez
l'isles,que com difllcoldade se recebe.
Claudio Dubeui.
Oaha\o asMi'nado roja a lodosos
seusdevedores em geral, quequanlo-an-
testralem de Ihe satisfacer seusdehitos,
vistoserem quasi todosantKOt, e alim de
evitar o chamar a JUIZO aquelles (jue
continuarem a teromistot; Eazeodo lam-
bem esta declararlo paraquealgeum nao
procure pretextos para deixar de salis-
fazerseus dbitos; lendooabaixoassigna-
doocompel nU- i; delegpdo seus pode-
res em sen sobrinlio Dcli
de A/.evi
Villarouco. ttecife de Pernambuco 7 de
agosto de 1856.-Malhia de A/ vedo
Villarouco.
LIMAS t] MNIBUS,
1#000 viajes.
He na nn dianle haveri Indos os
loniintos c dias sanios, a lardo
principal : deixando de pagar a dila somina. pnr
estes 15 dias, lera de ver o seu nome por extenso.
Kecife 5 de acollo de 1856.Jote Marques da Costa
Soares.
Na rua dn Aragn n. :t, |irecisa-se de uma pre-
til para veuder doce, oque as horas vagas seorcupe
em algum scrv.co ,1o inesino liaficn : a quem con-
vicr Jipija-sea mesma casa, ou anonade.
ESTRADA D FERRO
do Hcctfh au S. Francisco.
a>S
1
.
:
O abaixo assiguadn faz saber que, depois do dia
11 do crreme mez, pagara no seu cscriplono aos
Srs. accionistas, juros ua raiao de 7 por cenlo ao
anuo, sobre as acees regislradas nos seus nomes
respectivos, nos livros da compauhia da Estrada de
Ferro, al o da f> do mesmo.
Ncnhum aillo de transferencia peder ser regis-
trado de 5 a 11 do correle moz.
Os senhores que nao liverem assisua.lo o contrato
da companhia, deverlo l.i.-e-lo pur si ou por seus
bastantes procuradores, antes de receberem o* ju-
ros devidos.Por nrdem des dueilores, S. P. VE-
ItEkEK, Ihesooreiro,
Kecife 1 de agosto de IH5t.
Na loja de madama FAoulier, rua Nova n. 68,
se acbam chapeos de seda para senderas, ditos de
palba para meninas, saias de dina muiln nindern.s,
lilas de velludo prelo de todas as qaaUdadet, enfeiies
de cabeca, lusas de casamento, capillas de llores de
l.iraira, maulas brancas. I-que', e ludo mais neres.
sario para casamento, veos de tilo levrado pan cha-
peos de lulo, collarinhos e manguitos para thealro,
hicos de lindo prelo.
(farros fnebres
A. ri administrador..
Em nnt armazem perteacente ao convenio de S.
Francisco, confronte a teeretarlade polica, est esle
eslabeleciineulo muindu de carros, tanto pira amos
como adultos, de ludas ai ordens que marca o legu-
laiuenlodu ccniileriu, a tatitfaZM a expectativa dos
pretendenles, e por precos que couvcncionarcm, en-
earrogaada-aa de ludo mais perl-ucentc a um en-
terro sem u menor inrommodo das parles inleressa-
das ; para tratar nn mesmo aunazem, ou na rua dd
..mi.-ni,.i.r. ii. I, e na da Cadeia de Santo Antonio u.
ii. Tem igualmente um rico caix.'io que alaga.
.'**..*''.'-* --.'.,.. .- .-. .-, .-. .. ...,,. -i
.. >. Ve7sa7..." ...-... -^-,.?.>".'-.--,;j">!'(aJ
vj Deposito de vinlio dechampag- /?
-j ne Clialeait-A>\, primeira qua- -\':
-,j lidade, de propriedade do conde ;-
,'J de Mareuil.rua da Cru/.do Recife n. &
9 -" : ertc vinho.omelhor detodaa &
-y Champagne, vemle-se i ."(i.s cada i;
9 li,'N;i acha-e nicamente em ca- ;';
i sa de L. Leconte Ferond C. N. S
$ t As cai\as sao mareadas a Ib- <
0 goConde de Mareuileosrotu- O
-;_;- los las gnalas sao a/.ues. { '
^3O-;;0^:^>O:;.-.:::::-;Xh;;o
Prcrisi-se de um Rvd. sacerdote de boa mora
para capelln de um endeudo na freguezia da Esra-
da, e que igualmente se queira enca regar dedar li-
ees a (res meninas,hthas do Sr. do engenho, e se Ihe
fira' bom ordenado, a meta algumas vaulagcns : ,i-
quelle a quem convirr (lirija-se ao paleo da matriz
de Santo Autoniu, ca.ea de um andar n. 1, que acha-
r com quem tratar.
Da-ae a jurus razoaveit qntatiai dn 5O$O00 rs.
por penhoret: ua rua das Caleadaa n. 10.
-- Aluga-ie a casa da rua Real, junio ao Man-
guind n. 95, com bastantes cuminndos, grande
quintal, e Viveiro de peize no fundo, grande e boa
cacimba, porteo ao lado, e podo de embarque : e
igualmente se alue* a casa inimeniala de n. 27
com bous eommodot para lamida, e grande arinazem
nn fundo com grande capacidade. e encllenle Como
para podara, c porto de embarque, ludo por pro-
co muilo commodo : a Iralar na mesma la cun
seu proprieteno Manoel Pereiro Teiseira, sobrado
n. 6.
% J. JANE, DENTISTA,
O Sr. Fiancitcn Jos Vianna lem nina carta na
botica de Barlholoruio, rut larga do Kosario.
Aloga-se o armazem n. 36 ai roa .-a Saotih
\ elha, proprio para rerolher barricas oo gtaeret: a
Iralar no segundo andar do metate.
Antonio Pinto de Migtlhaei, dota dota em
dianle deita de ter procurador da Sra. D. Aaaa Joa-
quina de Mello Carioca, por ter mullo oceasodo
com os seus negocios. Kecife 8 de agoslo do IHi.
O ahaiio assianado roga a todas r nmii pn
se jnlgarem seus credores, de apretenlarem toas crin-
las nn prazo de 15 das, a contar da dte daato. pora
serem tmbolridas ; na rda Direita a. 19.
Aolonio Pialo de Magalliaot.
Ouem quizer 3:0009 a om por coate oo me/,
dando hens de raiz em garanta, piocara aa rau,
do ..i.i-un.lo n. i, segundo andar, qoe ea dir
quem dn.
-- Precisa-se alugar uma preta para todo torneo
de uma casa e comprar na rua ; paea-ea bem : aa
rua da Cadeia n. 48.
Precisa-se de um eai.eiro de II a 16 aaaot de
idade : na padaria da rua Ihrcila n. H : pieoait it
um que tenlia pralica.
Miguel di Coste, Miguel .lu.lidie, Vicaaaa Kro-
da, Braz Broda, Vctor Broda. I.canaite Chica, Mi-
guel Tilla, Brai (iervasio. Jote I matee, Fraaetara
Vntoiiio .Marino, subditos napolitanos, retiram-se
para a Europa.
Na fabrica de calcado (Vaneen, roa da Crac n.
i:i, precisa-se de olliciaes de sapaleiro para
seuhnra ; prefere-e homens catados, cojas
res possam dibruar tapalot.
Bernardino de Sena Oiat arha-sa aaaartaeda
para veuder a hei .me, qoe por fallecimaola de Do-
mingos Antonio liomet (.uiinares, leeea eooao to-
gado ao Sr. M.irrellin Jeronvmo de Aaevedo. aa
importancia de 1:I07523J ra., a' villa do formal do
pardillas, sendo 556>>78 em divids, e 556>45t ao
casa de sobrado defronle dt icre|a de S. fitalan a.
onde osla' o gabinete porlneuez : qualquer loaanr
que queira teaer este negocio, pode comparecer ao
Boa-Vista, roa do AragJo n. U, de ~irH* at ai9
horas, e de tarde depois das 3.
O abaixo issignado, escrivilo interino da ratan-
dade do Sr. Bom Jess dat Dores, em S. (itacate,
por ilfliberarAo da meta regedert o detnach do
Illm. Sr. Dr. juiz de capella*. convida a ladea, ot
seus irmaos, para comparecerem ao eeaalilerto da
mesma irmandade, as 0 horat do dia 10 do cma-
te, alim de proreder-se a eleicao da ateta qoe ha
de reger no prximo futuro aun...a qual par motivas
nao se eflecluou no dia -Ii do mez pistado. Jato
Locas Kodngues Machado.
Es(a-se procedendo a inventari da* betas da
casal do fallecido luiente-coronel Aolonio l.iaa Cal-
das. (Is credores do mesmo rntendam-se coaa a vat-
vi inventarame nn envendo Do Irroaaa, oa com
o seu uro o Dr. Jos l.oiircnro Mira de Vatcoa-
ccllos, na cidade nova de Sent Amaro.
Precisa-se ajugar om sobrado de um andar ou
0 o. segundo nat sgateles ruai : datiuia, da Craa, do
Vigario e largo do Corpo Santo, que lenha alguns
eommodot e esleja decente ; o preteodrnle nao do-
vida pagar bem e mesinn adiaular algn*
quem n liverannun.-ic.
i.ralilica-sc e recommendi-se a Lr
da prela Lana, crioula, cor fula, chin do .
III anuos ; lem uma mirra de fogo, qoe timpi tato
deapa'ebraco direilo; inuiula-se forra: onap-
1 relien.le |..ras coiidiizam-iia a' rua do Qoetatado a-
8, pru.iuru audar.
chamarras o barre-
iini oiiiiuhus para Apipncos, tendo I ""^!1 ,re,',",rD,rni,',a n. 19, primei-
ai paisageiis a 19000 um rail ri> pnr ida e volla.
Kcrilc de agosto de 1856.Claudia Dubeaux.
Manoel .lose' Leite declara que com-
piouas dividas activas do Sr. Leopoldo
Joso da Costa Araujo, na importancia de
7:000$000 reis : roga, pois, aos Srs. de-
vedores, (jue lenliam a hondade de enten-
der-te com o annuueiante, na sua loja da
rua do (Jaieimado n. 10.
Precisa-se de um criado fnrro, para servir em
urna casa no m.ilio a iralar na rua do Collegin, casa
n. 25 primeiro audat.
Q| ro andar.
Quemsequi/ei inc
a
Fazem-s capas, balines,
les : na rua Velha n. 81.
Precisa-se de uma ama para o servieo de ca-
sa de pouca familia : na rua larga dn Kosario a. 21.
Francisco I.uiz Marlins relira-te para {oca da
imperio a iralar de sua saude.
I.ava-se enuomma-se com peifeicao e brevi-
dade nu lamo do Hospital .lo Paraizo n. 7 ; e
lambem precita-ai de orna escrtva para o servir da
misma casa : quem qoizer diriji-ie a mtacioajda
casa.
Alaga-te a casa terrea na rua do Aragaa de n.
10. muilo prnpria p ira qualquer eslabelecinioata.p.ir
estar em armazem, ser ue tres portas de frente o es-
lir no melhor logar da roa, e por ter de prefo
commodo : a tratar na praca da Boa-Vnla a. K bo-
tica.
\o\o tfsiii-u.m:\rn iu;
RELOJOEIBO, NO ATERRO OA ROA-
VIS'I A N. 27, de Cmoi Water.
ttiiiiir de tazer ca-1
(I proprielario desle cst.il^lecimealo acuna iiieu
eionado, visa ao ic-peiiavel publico e em parlicolar
% .o maAa pC- i aos seus palricios, amigos e reguer.cs. uue e ada
vas para tabSo de empre ada, dirjale a! liablll,jd!, pat,., ,,in 0|wrat a^aat.r rZ',i^l-
ruadoISrum lalii tea da industria pernam- 'Inaio que .for condado ao seu cuidaJo, de maoei-
bucana, que achara' com uuem tratar Ira i"e. '!e'1" ao POMUi*,' p'anamcnte tatiifeti.
1 ; aarantindo o mesmo concert, pois elle acaba de re-
Osliillictcs com a rubrica do abaivo ccner ullmiamenle um brillunte sorlimento de pocas
e inslrumenlns inleiraiucnle novos necessiriw para
o mesinc Inn : porlanlo o mesmo icima rige ao
respeitavel publico, patricios, amigM e fiegoeze
pela soa rooi valima [.roleccao, e proleite qoe Cara
ludn pira aogmintar o hom onreiio que al aoje
tem razado, e Ihei --ara eternamente graio.
assignado, sao pagos incontenente, na
praca da Independencia n. 40, ate o
premio de ."iDO.sOOO. Polvcarpo Jos
La\ne.
ILEGIVEL

MUTTLSDD"



* *
1>KDRAS PRECIOSAS. *
S Adereces de brilhantes, *
? ii.iin.iiile- e polola-, pul- X
* reiras, alfineles. pirineos ?
fe i celas, holes e aunis *
de diirerenle goslos ede *
diversas pedra ile valor, 't,
OREIKA l ORTE.
i
K:ri>*- ar -*
OURO K PRATA-
SIMIO IE .. li-dB'Q SABA O.J f-GDSTO al 1816
a --*.3
L6JA :n oYltliRS
Roa do Cabuga' n
iteeluwi por
dos os vapores da
7.
lo-
Eii-
* Compram, vendem ou
* Irncan prala, ooro, brj- ? %.,,,., .... ,>Kiiilnm.. ; .
Ihanles.diamanlesep.ro- | H'|H H! OOi'S OO IllaiS
S las, e nutras nnaenoer iiuulumn irixattt *...^
$ jode valor, aidinheiro J IIO 1 OhlO, t.lll-
* ou por obras.
Aderemos completos de
"oro, meiosdilos, pulcei-
ras, allineles, brinros e
rozelas, conloes, iranre-
s> lilis, medallias, crrente*
2 e cnfeiles para reluci, e
2 oiilros muilo- objeclos de
,ft ooro.
i Apparelhos completos,
2 de prala, para cha, ban-
i dejas, salvas, caslicars,
*> cnilirre" de sopa erierh,
*. e muilns outros objeclos
S de prala.
.'?** *a* yas* ?' *
*
*.
|'to >i Frainja cotuo
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco couimodo como costuiuai.
Para felor de un ensciihu na (re-uezia da E
cada, precisa-se de oni bomcm nacional ou eslran-
Keiro, mas que soja de bous cosluroes. paga-se bem
quem quiier dmja-se ao largo da matriz de Santo
Antonio casa de um andar n. 2, q0e a| acliara'
com quem tratar.
Srs. devedorer da casa fallida do
Sr: JoSo Moren a Lopes sao convidadosa
dirigirem-se a' loja de Manoel Jos" Lei-
Ic, n.i rita do Queimado n. 10, alimde
amiga vel mente saldaren! seus dbitos.
LOTERA da provincia.
Aos 5:000s o 2:000.^000.
Oahaivoassignado avisa ao respeitavel
publico, que tem exposto a venda os seus
elizes bilhetes, meios e quartos, da ter-
ceira parte da segunda lotera do Hos-
pital Pedro II, aos precos aliis o decla-
rados, as lojas da ra do Queimado n.
lil. do Sr. Silvestre da Silva Guimaraes ;
n. 2, Jo Sr. .loaquim Montciro da Cruz :
ra Nova, do Sr..Tinoco ; ra do Livra-
mento n. 50, doSr. Cunha ; n. 34, do Sr.
Novaese ra do Rosario larga, labrica do
Sr. Reis.
Bilhetes ."iffSOO recebe 5:000. Meios .IsOOO .( 2:500,s()0()
Quartos 1 ,sT>00 ., I250.SOOO
Recife i- de agosto de 1850.Manoel
Martins Fiuza.
Precisa-se comprar 120 travs de 50
palmos com 8 polegadas de grotsura e (
re lace j- 8 travs de .0 palmos, cora 12
di gressurae 10 de Hice c enxamesde
Jomo de 22 a 25 palmos, de fi pol
das: na livraria ns. (i e 8, d
Independencia.
lotera da provincia.
Salustiaiiode Aquino Fcr-
reir avisa ao respeitHVe!
publico, que \eiide a M-
uhe.ro a vista, sendo
quainia ciiua, os seus billetes u-
teiros, meios e
dega-
praca da
rnrvs.
PARA REMEDIO.
(.ompra-se um jacar vivo para se lazar um reme-
dio : na ra do Oueimadu loja n. 17.
~ Compra-se urna casa que lenlia ido bem cons-
truida, que aleja bnm e-tado, e que d a renda
animal mes Ferreira 110 Mondejo, ou cor Amonto de
Maraes (ornes l'erreira na obra que se esta fazendo
na ra de S. Francisco.
%- Compram-se apolices da divida provincial ; na
ra das Florea o. 37, primeiro andar.
Comprase um prelo de nario, de '20 I 30 ali-
os de idade, nao sendo fuiSo nem bebadn, e nem
leudo achaque, nao se olha preco : na pallara da
ra do Gotovelto, de Manoel lavares de Aquino.
Compra-se urna collecrao da Gazeta dos Tri-
buuaes ; quem tiver aununcie.
Compra-se urna prela que saiba cozinhar, la-
var e engommar. 11A0 sendo de casa de commissao,
ou troca-se por um preto i'.h Costa de bonita figura :
ua ra do l.ivrameuto 11. 37.
Compra-sa urna arinacao toda envdraosla no
cm parte : no aterro da llua-Vista sobrado n. 17.
Compra-se para urna eucommenila > nesrinhas
011 inulalinlias, de 10a 16annoa deidad, e 2 prd
I.ABVRI MIJOS.
Vendem-se lencos e loalhss de lal>\ rintlio. Mten-
lado ein fina cambraia de linho : na ra da Cruz 11.
\), primeiro aul r.
Veude-se urna taberna no paleo da Paz da po-
vuafto dos Alocados, rom um grande raurlin t casa
para morada : a tralar na nadarla da ra Diralla
da uiesma povoarao.
Vende-ae uin bom aacravo de :tt) anuos de da-
de, leudo mulla pralica de padaria |ior ja ter lial.a-
Ihado.i anuos e mullo proprio para armazem de
arauur.e juntamente para andar com carrora.de
ezeellente condula que se aflUnra ao comprador t
na ra llircila n. 91.
At tenca o.
\ ende -se um lindo molalinhe de 7 anuos milito
Hdio e robusto, proprio para quem quer criar, por
ser mullo esperto e aleure : quem o pretender diri-
rija-se o raa dosMartynoa n. it.
ARADOS DE FERRO.
Ka fundic/io de C. Slarr & C, era Santo
Amaro, ariam-se p.nra vender arados de ferro de su-
perior quaiidade.
de 18 a -i anuos de idade. ipie leiiham habilidades,
paga-se bem : na ra Nova n. i.
Compram-se acroes da companhia de llcberi-
be : na ra larga do Rosario n. 28 loja.
Compra-se um Irancelim de ouru para relogio :
quem tiver dirija-se ao alciro da Boa-Vala n. 16,
loja de calcado.
DE BOM GOSTj E DA MAIS
SUPERIOR QUALIDADE, LTI-
MAMENTE CHEGADA AO. MERCADO.
Cortes de seda, padroes mu delicados, e nunca
aqu Indos, com halados, tsndo 2". covadus cada
corte, dlleatem baados, ditos de seda grosdenaple
anurella, cor de rosa, azul clara, cor de perola, t
oolras cores, com babados, e lamben em peca para
vender-se aos covados, ditos de seda branca adamas-
cada com babados, ditos de seda adamascada de co-
res moito mimosas, e cortes de cambraia rom baba-
dos bordados brancos e de cores para vestidos, lado
viudo no ultimo paquete da Europa : na loja de Jos
Morcia Lopes, sobrado amartillo na esquina (
Ouatro Cados, na. ra do Queimado 11. 20.
Vende-se areia quer por cano, quer por car-
rocas, lijlos de todas as qualidades c lelnas, posto
as obras ludo com brevidade, e preco moito com-
modo: a tralar na roclieira coufroute'ao lellieiro dos
canoeiros da ra Nova.
Mandioca.
Na taberna grande da ra dos (juararapesn.fi,
em Kra de Portas, vendem-se sacras com mrioha
15 de mandioca, a preco de 20200 'e 2?<;00 a sacca, e a
s 120 a cuia.
Vendem-sa 2 correnl-s de forro, I ancora e
mais li; paos dillerenles para navios : na ra da Ma-
dre de Heos, loja 11. ai.
Km casa de Eduardo II. Wvatt.rua do Trapiche
Novo n. Is, veudem-se lar-tas, ("elogios de ouro, co-
berlos e deseoberlos, scllius iuglezes, chicotes de
carro, rreios para dito, clios da Russia, lio ile vela,
tintas d todas as corea, candieiros e casliraes bron-
leados, e.,11 ,r v,u, ,|e frurlas inglezas, charutos de
Davina,
Vndese urna bonita esrrava crinula, de 20
annos de idade : na ra da Cruz n. 18, primeiro
andar.
COBERTORES DE TAl'A HESPANHO.V
Vendi-m-se na loja de Victorino le Castro Mou-
ra portas; esles coberlorea so os melhores que lem
viudo a e lodos is amaules que vio o mais depressa poaairel
VlMio og PORTO SUPERIOR CIIAMK.h.
Em raizas de duasiluzias e cm barris de oitavos
recenlemenle checado pelo brigae Trovador, c
ieude-se nnicamrnle no armazem de Barroca, e
Castro na roa da Cadeia do Iterile n. i.
a loja das seis
portas
Vendem-se cincoenta pipascominui-
to boa agurdente, ptima cateara por
pieej rn/.oavel, e o embarque gratis:
na rita da Praia de Santa Rila, armazem
n. 17, confronte a ribeira do peixe.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-xe superiores meias prela' de laia para
padres, pelo baralissimo preco de l?KO0 o par : n
na do Queimado, na bem condecida loa de luiude-
zas da boa faina n. 33.
[CARTAS FIMSStIVS para vol-
TARETE.
\ eudi-ni-sesuperiores carias trance/as paia volla-
rele polo baralissimo preco de 500 rs. o haralbo .
na ra du Queimado, na bem conhecida loja de nuu.
dezas da boa fama n. 33.
-- Cal vitgem de Lisboa, ebenjda no brigue
Conitanlea : nos arma/eos de I onsoca, Medeiros A
Companhia, ra do Trapiche.
Refina
No
na do Monteiio.
Jepositi, da ra da Sen/.ala-Ve-
na n. 1 k,, vende-seassucar refinado de
superior qitahdade, de arroba pan, cima.
Lencos de cam-
raia de linho
040
A 5'iO,
400,
Ctis
50.
lili!
m lenle do
:.mto.
POR MENOS DE SED VALO
Na ra do Queimado, loja n. 17.
Os donosdo eslabelccimcnlo querendo liquidara
venda de certas fazendas, van vender por preros
moilo haixos romo sejam. cas-as francesas lina- ede
cores liias a 200 r*. e 240 o covadu, e muilo finas a
.120, chitas francezas fins c Cavado, riscados francezes finos de quadros cscoce-
zes.de i palmos de largura a 2i0 o covado, chales
de rctroz pretos muitn linos, proprins para lulo a
Ojeada um, e muilas oulras blendas por burato
preco.
SEDA ESTOdZA PARA
vestidos desenhora a $OO rs. ocovada.
Na ra do Queimado, loja n. 17 ao p da botica
ha para vender s mais modernas sedas escoce/as de
qnadros, viudas pelo ultimo navio do Havre, pelo
har lo preco de 19200 cada covado.
CORTES DE VESTIDOS DE SEDA
PARA SEMIORA.
Os lijis modernos, lisos, adamascarlos, e de qua-
QUrtOS, "f"*-fbegidos pelo ultimo navio, de novos dese-
M| ul,us K ror8 ,nul1 delicadas, por precos coinmodos;
poios piecos aoaixo deola- """* *>oMi(io,iojn. i-aopcdabotica.
.">:00.<{.
2:000*,'.
1:250.S.
agos-
raclos, na na da v adoia do
Reciie n. 45, loja de iou-
dezas de. .los Fot tilinto
dos Santos orto.
Bilbetes inteiros 5.S00 recebe
Meios bilhetes 2,<800 "
Quartos 1$400
Per naiubuco 4de
jo de i8<56." Salwiiano'd<
A quino ferrara.
Lotera
do Hospital Pedro II. "
Aos 5.-000.S e 2000s000.
Corre induliitavelmentc sabbado 9 de
agosto de 185(3.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa aoratpeitavel publico rpie venden
osseguintes premios da quinta parte da Ke8c81,feenA3^"s,oC-dc Ahreu' na rua CideU do
primen-a loteria do convento de NossaSe- .- Ve'nde'-se urna prela chola, de idade de 30
lUiora do Larmo, e\traluda a 2 de agoslo. 1 annos, que cozuiha o diario de urna casa e lava bem,
Al tened".
Vende-se urna negrinha pera, dp nove a 12 li-
nos de idade : na rua das Aguas Verdes n, l'.l.
Vendem-se batatas de Lisboa, uovas, chocadas
ltimamente a 81900 de una arroba para cima na
travessa da -Madre de Dos n. .
iho e licores
Vende-se superior vinho do Porto, e licores Unos
na rua da Madre de leos, armazem de Bastos A-
Silva. **
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical ecom todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
VINUO DO PORTO GENUINO.
V ende-se oplinio vinho no Porto em barris de
qtiarlo e 01I8V0, por prer;o razoavel: na rua da Ca-
deia do. Kecife n. 13, escriplorio de Bailar A Oli-
veira.
Navalhasa contento.
Conlinoa-se a vender a8800() o parfprcro fuo) as
ja bem conocidas navalhas de barba,feitas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas e\
! posteos; vendem-se com a condirilo de nao acra-
i dando poder o comprador devolve-las at :10 dias
depois da compra, reslituindo-sc a importancia :em
Vende-se um cavallo andador bailo e esqui-
lador : na rua do Cabuga n. II.
Velas.
Na labrica fia rua do Rrtim vendern-se
velas de carnaubs, nao s em porqus co-
mo a rctullio.
Parinba de
Vende-se superior
Catha
mandioca.
(rinha de Santa
1 rjuatto n. 21.id 5:000.s000
Meio billietc (55 200.S000
1 quarto 5305 200.S000
i meio 2389 100x000
O' mi i>io so vei
mesmo tem exposto a vendaseusmui-iqudar.
lo felizes bilhetes, meios e quartos, daL._J Ya*4MWe s
lerceua parte da segunda loteria do los- "
pital Pedro II, as lojas ja' conliecidas
respeitavel publico.
ISO rs. diarios : na rua Pi-
se lor para a tua pa
va n. 4.
1 Ho Passeio Publico loja u. II, de l-erreira &
I Cruz, ezisle urna porcAo da saccas de caf, de pri-
| meira quaiidade, vindo ltimamente do Kio de Ja-
| nero, que se vende por precos razoaveis para li-
2 molatinlias muito bonitas, com
pouco mais ou menos: a tra(ar na
runda Assumpcao n. H.
lima escravade meto idade que, sabe cozinhar,
relinar assucar, lazer duce, lavar de sabio e brrela
Os dous premios grandes cima re- ffiJE5-#=*' "^!,"~ ^
leridos nao
do
estao sujeitos ao descont
dos 8 por cento do imposto geral, e cir-
io disconto sera' pago logo que saia a lis-
ta, sendo os precos de seus bilhetes os se-
guinles.
Bilhetes 5.800 recebe por inteiro 5:000$
Meios 5s000 2:50011
Quartos I $500 i'ernambuco i de agosto de 185G.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
Esterescopos e
vistas estere-
oscpicas.
t'.inoiamas e monumento- interesante* de Paris
r Lisboa, Ruinas de Pompeia e Ilerculanuin, silius
i ilore-cos da Suissa, montes de aelo, vistas dos p-
reueos, awnmptos animados c instantneos, scodM
da vida doniestii-i. a Crimea Ilustrada...... sobre
vidro, papel e lamina em prelo c em cores, ludo li-
ndo da nalnreza com a machina.
Retratos estereoscpicos sobre lamina e
papel.
O a> bello presente para uolvos.
CaixinlMs Pompadour c nqueza, ludo quanlo
ust de mais elleganlo pira conter um retrato em
pintura a oleo ou aquarolla : no eslahelecimenio
photographico de Augusto Stahl, roa Nova n. 21.
Em casa de N..O. Bie-
ber & C, rua da Cruz
n. 4, vende-se
Algodao para saceos Dito trancado pura ditos, a intacao do'
la Bahi.
Lonas.
I!i inziu.
Fe i ro da Suecia. ~
Anano para pulilica o"aSsucar ,{ ,-
venraodo Di. Stollc, ruin o methodo em
lingu.i portuguesa.
tJm casa de n. ().Bieber
C, run da Cruz n. 'a,
veii(c-so
Cemento romano.
Farelo.
Vinho deMadeira e ultramar,
Alugam-se carrocas para condozir rosles ou
inaleri.es.por preco commodn: na rua da Alegria da
Uoa-Vista n. 42.
cure na rua Direila n. 1(3.
Grande pecbn-
cha.
Camisas l'rance/.as de los
du/.ia : na rua do Crespo n.
Adriano & Castro.
a I53OOO a
lo, loja de
Vendem-se sacras com familia e fcijilo, por
menas dn que em nutra qualqucr parle : Irala-se na
rua da Cadeia do Herir, loja de ferragens n. ."di.
Vende-se 5,000 lijlos de (apameulo, tendo de
1 largo umi quarta parle de menos da alienara aros-
sa e compriniento drsie, ."1 a 6.000 redondos para
I columna, sendo parles i^.iaes, grandes e pequeos,
inandando-se botar em qualqucr obra, ou o compra-
dor mandando buscar : a tralar na rua Nova n. 18.
Vendem-se fumos clsticos os mais modernos
para luto : na loja-de \ portas n. :!. prximo ao ar-
co de .Sanio Amonio.
-- Vcndem-se camisas de loa para hnmem as
mais lina que se ha fcilo, proprias para evitar as
lipaees : na rua do Crespo, loja de '( portas n
3, prximo ao arco de Sanio Antonio,
7C,y,''1"1Pm"Se l7;' ***" ,le hrinhl a mandioca
sito ''"^ '' "a r"3 'la Uai 6i> l,ri'Deir
Popelina!!!
A isooo 0 covado. na
M rw o Queimado n. -21 A. vende-se i mais
mnia lazend- para vestido de senhora c menina- de
Meato branco com llores solas e de listras, razendi
com peMn-r" Pe' M'm "*" 'l*-ie as '1",,'s"*
ma do Queima-
do n3 2 I
un, em saccasquetem um alquei-
le (medida velha por preco cominodo:
no armazem de NovacsA C, na rui da
Madre de Dos n. 12.
N ende-se
um cavallo alazn, novo, com andares,
em boas carnes, proprio para senhora e
por preco cotninodo ; nacocheira da rua
da Roda, de Paula & Irmao.
\ ende se urna casa de sobrado de Ircs andares
e sotao, cozinha fura no primoiro e segundo audares,
chaos proprios. hvre e desembararada, sila na rua da
(.uia n. 53 : dirijam-se a rua -lo Crespo, loia n. l,
ou raa da Cadeia de Santo Antonio n. 21, primeiro
andar. '
Bom e barato.
Vende-se lia rua do Caldeireirn n. !>, carne do
seriAocqo-ijosa iOOrs. a libra, dilos do reino a
1)800, carne a 280 a libra, farinha de aveia a 120.
gomma a 130, alclria a (80, vinha da Kigucira a 5(i0
a garrafa.
A 3$500 a du/.ia.
Lencos de cambraia de linho nara algibeira : na
rua do Crespo, |ja de Adriano Tt Castro n. 10.
r- Vende-se um moleque pera ; a Iratar na rua
do Livrameuto n. 35.
Vende-se urna refinacan com todos os otenci-
lio, anual he situada em muito bom lugar, e tem
bstanles coinmodos. tanto para retinar como para
torrar e moer a carvao animal, alem de outras vao-
tagens que ufferece ao comprador : quem I preten-
der, difija-se a rua das Flores n. II, ou eslreila do
Hosario u. 23.
Livrauieiiin
Novas cusas piuladas a nicia pataca o covado. pa-
drics bonitos, chales ilo ganga encarnados, llores
amarillas a dual patacas cada um. saia de cambraia
bordada para senhoras a tres mii reis rada orna,
collarinhos para senhora a palaca cada um, llores de
retroi para enfeiiesde veslidos de meninas e senho-
ras a meia palaca, e minia- nutras fa/endas que se
queri-m (rocar por scdulas.
No antigo e bem condecido jardim,
sito no correr da igreja de Nossa Senhora
da Soledade, casa n. 7, vendem-se pes de
roseiras muilo lindas ede militase dille-
rentes qualidades, como os compradores
podem ver, por estar em vegetacao, as-
simcomo ha cv prestes, sapotis, parreiras
e nutras qualidades de llores.
Con toque de
a vari a.
Pecas de madapoMo a 29500, :>? c 3S200: ven-
dem-se na rua do Crespo, leja da esquina que x"lta
para a rua da Cadeia. |
OlEIJOS H SEBTAO'
Sao rherados os melhores queijos do serbio, ese
vendem barato ; na rua do Queimado, loja n. I i.
Vende-se a verdadeira graba ingleza 11. 07, do
latineante l>i aud Marlen, em barricas de 15 do-
nas de potes, em cata de James Crablree & Comna-
nhia, rua da Cruz n. 12.
.lilos a 8,000
(.uflcs de panno fino de cores para palitos a s.^100 '.
cada corle de palito, he ju-lamenle melade do sen '
valor : ua loja de [.orlas ua rua do Oueimado
11. 10.
V
. Biehei
;t Cruz n.
lores tabncas da
ia coustruccao.
Em casi de
$ ., rua
4, vende-se
Pianos lories das m,
Allemanha e de moderi
Curtes de vestidos de
SEDA DE QUADKOS A 1- Pierna do Queimado, loja n. 17, vendem-se cor-
tos re vestidos de seda mular de quadro, com IS co-
vados cada um I2f000, por estar com algum toque
de mofo.
Na rua do Crespo n. I (i, continuara a
estar a venda as mais superiores toalhas
de puro linhoipie lem viudo ao mercado.
Bonecas france-
zas.
Vendem-se muilo bonilaa bonecas Irancc/.as, pelo
baralissimo pre(i de |J80 c 19600: na rua do
Oueimado. na bem cenherida Iota de miudezas da
boa fama 11. .13.
e.
de bonitos padri*
,,a da boa fi
Vende-se chaly de qu.
'100 rs. o covado, "ditos lisos de bonil.is cores a 720,
chales de merino liaos rom franjas de relroz de bo-
nitas cores a .13, dilos com listras de seda a 7> : na
rua do Oueimado, nos nutro cantos, loja de tazen-
das da boa le n. 22, delronlc da loja de miudezas da
boa lama.
Vendem-se ua rua do Crespo, loja da esquina mc
volla para a rua da Cadeia. '
%'ende-se
cemento muilo novo, chegado em I de maio pr..\j.
mo pesiado de llamhurgo, por preco muilo em rnn-
la a vista da qoalidade, tanto em porco como em
barricas e linas : no armazem de maleriaes na rua
da Cadeia de Santo Antonio o. 17.
LV desde palha, feitas no
Para.
Na rua da Cadeia do Hecife loja de i
portas 11. VS, vendem-se as referidas re-
des COm cores e qualidades inteiramente
espiciihinili ilicas.
(^aseiniras finas.
^^loja daBstrefla. rua do Queimado n. 7, ven-
dem-sc ra.emiras lianceas Unas de lindos goslos,
pelo baralissimo preco de JsJUlo corle de cal
chapeos france/es da ultima moda a 6?.j00.
Ira, e
1 boa fama
i tAV BOAS HIALI-
IJ cova-
lelludo.
Sahonete e velas.
No deposito das bichas o mercearias, na rua es-
trella do hosario n. II, vendem-se as afamadas ve-
las, imitando espermacete, e sabao branco com o
cheiro de sabonele, da fabrica ingleza.
CHALY DE \M E SEDA LISO E
de quadros de cores moito delicadas a 700 e 800 rs.
o covado : na rua do Queimado, loja n. 17 ao pe da
bolica. '
mm m vesiibs
de seda modernos, de quadros escorezes, com 17 co-
vados cada nm, pelo baralo pretil .le I8.-*KJ0 : na lo-
a 11. 1/ da rua do Queimado ao poda botica.
mmm usas de
CORES A 15200 RS.IM
.Na loja n. 1, da rua do Queimado, vendem-se ca-
semirasde core, lisas, proprias para coeiros de me-
ninos e para forro de carros, pelo batato preco de
1S200.cada covado:para liquidaban.
Na taberna de j portas, sila|na rua Augusta n.
1, da qoal he proprielario o l.arangeira, vende-se
carne do serian de primeira"quaiidade a (WloO a ar-
roba e a 210 rs. a libra ; azeile doce de Lisboa a
ibOa garrafa, queijos novos a I.5.JOO, azeile de car-
rapato a 360 rs. a garrafa ; feijao inulatinlio novo
muito alvo pelo dnninulo Mees de 720 a cuia, arroz
doAlaranliaoa-trO rs. libra; manteiga franceza
muilo boa a IO, ingleza llor, a 880a libra ; viuho
muito bom de Lisboa a ido rs. a garrafa : o o mais
assirn em propunao, que os freguezes virao.
Para baile.
<> Tarlalanas com vara e meia de
.;,- rom llores bordadas de Ua, (odas de
A Tazenda a mais modern que lem
^ cido no mercado, propria para vestido de
W senhora, a SOO cada covado, 8 covados j1
W ,a1um c*Hocom tres babados; pees de A
flk larlalana branca muilo fina com oito'varas H?
2 f- B,,i,,1 a 750" cadH P'1:-- "a rua do
rf Crespo, loja ainarclla n. i.'
Jote Antonio Moreira )ias & C, fa-
/.em sciente aos seus freguezes, que aca-
bam de receber de Londres pelo patacho
IH.ONI), mais um sorlimeuto d
qnahdades de plvora, da
lem vindo a este mercado,
por menos do
I deste genero : assnn como tere
de soi ti ment de chombo de
desde marea BBB aten. 10:
tras achain-se no sen escr
Lai-an'jeirasn. I i.
Vende-se um bonito mulato de IS
annos de idade, proprio para bolceiro:
a tratar na rua do Vigario n. 31.
AVISO
Aos senhores acadmicos.
lie chegado ao, Bazar l'ernambiirano da rua larga
do Rosario n. 32. os apreciare is sisarros de palha iie
San-Paulo, o melhor que pode haver nesle genero
por ler muito fina palha e ser de diversos lmannos1
vende-sc por baralo preco.
NOY AS COR-
renles com pe-
dras j^ara
Casetnias l-'sasde ce res a
#200!!!
Una do Queimado o. 21 A, vende-se casemiras de
cores lisas muilo
as amostras.
l&fT DE LISBOA.
Vendse a 30 rs. a oitava : na roa da Cadeia do
Kecilen. 1 loja do loursard.
Ateil ;!:;.
Clarulos- Varetas do fabricante Brandas a 28300
a calva de 30 iharulos e regala do mesmn fabrican-
te a 3*300 cm -anas deHlN), e de outros rabricanles
a KlOOOo cenlo : na rua da Cadeia do Recite n. 15,
loja de Bouigard.
. T J1' llil Cadeia do Itecife n. 57. escriplorio
de Joao Fernandos Carente Visos, connua-se a
vender velas de carnauba, por. preco commodo.
Fazendas por
milito menos do
sen valor, na l,.j de4
portas, ii-i rita do QUeuia-
do ii. '.O.
Continua-se a vender nesla loja o resto das fazen-
das da loja da rua do Crespo, que forain arrematadas,
e se vendem pelos seguinlea precos :
Madapolao entrelio a 2S00, bfe
luto muito lino de jarda
Dito muito largo e muito fino com :i. varas
Algodaoziiiho ue 20 jardas
Dito bom americano
(.hitas de cores, boni padroes a ~>B, JiiOO c
Curtes de calca de casrmira prela a .13500 e
l)i(os de collele de seliin |ireto superior
Brim de linho de quadros, o.covado
Hilo trancado, a vara
faunos pretos e de cores a 3aj e
Clula larga franceza, o covado
Hitas estrellas de cores, n covado
Algodao azul inesrlado e de listras, o covado
Cortes de cassa chila
Ditos de chita larga
liravalas de seda de cores
Lencos de ganga e de chila, linos
largura '.."
appare- sjj
e (titas
melhor que
e a vendem
que os antigos vendedores
im gran-
municao
as amos-
ptorio, rua das
.-b\500
HOO
Li.3000
23OOO
:l>000
(130IKI
6000
39000
200
(00
350l
900
too
160
18600
I3O20
610
200
l fio
dad .s c
para a
pasar grandes
meias resmas, quarlns
muito barato.
Vende-SC papel de peso e almaco o melhor nua
pode haver oeste genero a 3, 4,5 e 61000 a resma
papel paquete muito tino e ue muilo boa quaiidade"
prnpriamenle para se escrever por vapores
fcuropa em cr.iisequeii.ia de nao se
portes de carias, em resmas,
rio a .3 rs. a resma, verdadeira peonas de aro de
meo ,le laura conliecidas pelas melhores que "ha a
19800' a caumha com 12 duzias, ditas sem ser de bi-
es de tanca, mas la ni bem muilo boas a (O a eaill-
", i c?,1\ ,2-$S*iUt d"":',1e P" mnilssimo linas,.
*W. 100 e .,00 rs.. dilos para desenl-o a 800 rs. a
UUUa, caivetes muilo finse de todas as qualidades
c pie.;..--, Unta ingleza muilo ho. c barata: na rua
'lo Oueimado, loja de miudezas da boa fama n. 33.
Superiores velas de carnauba.
V endcin-se por preco commodo: na rua da Cadeia
do Hecife n. 2,,primeiro indar
inge/es
depa
lente,
os melhores fabricados em loglalerra: em casa de
Henry (iihson : rua da Cadeia do Reaten. 52.
LUYAS PARA HOHENS E SE-
NHORAS.
Vendem-se superiores lovasdejpellica muilo novas
para humein e senhora a I32SO reis o par, ditas de
seda muilo boas e sem defeito algum amaiellas, pte-
las e brancas para horuein e senhora a I3OOO res
o par, ditas pretal de lorcal muito boas a soo reis o
par, ditas de lio de Escocia brancas e de cores para
liomem c senhora a 100. 500 e (i(KI reis o par, ditas
ditas para meninos eineninas a 400 rcis.o par, luas
de seda ricas da ludas as cores e bordadas, com
g-iarnicao.para senhora u 390QDe39300 reis o para
e unirs mais qualidades de 'luas, ludo na rua
do Oueimado ira bem conhecida loja de miudezas de
boa fama 11. 33.
i'oasSH e cal.
Vende-sc pOtassa da Russia c
na, chegada uestes dias t: de
riiialidade e cal de Lisboa da
re-
Vendem-se cortes de chila Iranceza rom
dos a S9500, chales de. marin bordados a
do ultimo goslo, corles de seda li,os e de quadros!
riscados escorezes 2i() o covado, sssim comoonlras
nimias fazendas, que se vendem muilo cm conla.
Vende-sc urna prroca grande de i rodas,
muilo bom construida, pega 201) arrobas, e mais duas
ditas pequeas para boi.ou cavallo, iodo novo na
rua da Cadeia do Hecife n. Ili, primeiro andar.
com nStpto"?. ooiES o^ommrto 'c Z2 t ITtfi & f"""' na l, >W
no, e 1 prelo n. 11, chegou de novo outr^ porcao de ricas cnsren-
; les de ouro com pedra, e outras militas obras de
logjos.
de meia idade : na rua liireila
Vende-se tinla que ved a entrada do copim
ua- m.idauas : no arma/cn naval, rua do Vigario
Attoncao.
Aiha-;e senipre um granitft aiirtimenlodoa melho-
res doces, lauto seceos como de calda, nlas daa mais
superior,-, e urna porcao de anana/es abacavi. or.
prios para embarque : ua confeilaria da rua da Cruz
n. 17. ludo por mais baralo preco que em oulra
qualquer parle.
ainenca-
tuperior
mais nova
queha no mercado: no tnico deposito da
rua de Apollo 11. 2B.
Lindeza para vestido s
Vende-se a rica tazenda lindeza, chegada ultimo
mente de I-ranea, pelo baralissimo prego de I3OOO a
covado. Esla fazcmla he de pura laa '<-. sed, e os
seos padroes silo os mais bonitos qoe alo o prsenle
tem anparecido no mercado na rua do Oueimado
nos qualro cantos, loja de fazendas da boa fe n. 22
Vendem-se vellaa de carnauba de eompesieto,
a imitacao das velas estearinas, pavio mericano, da
melhor quaiidade poesjvel, bem como de carnauba
simples, por precos coinmodos, arroz pilado muilo
I10111 e |a-muilo conhecido por crescer mais qne o
ilo saaranhao, em arroba a ?, em saccas a 19900,
arroz de casca em sanas grandes a 38500, e em al-
quelre medida velha a 39500, ludo muilo bdm : na
rua do V igario 11. 5.
Perfumaras de
bom rosto.
Attenco
liisrado escuro e muilo largo, proprio para ron pa
de osera vos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas de muito bom goslo a 5;, aloalhado ndamasra-
rto com / palmos de laiaura alsCOO r, ImHm.
de panno de linho alcosoadas e lisas para rosto, s
ms superiori-s que lem vindo ao mercado, dita
para mesa, guardau&pos adamascados e outras mini.
tas Hiendas por preco commodo : vendem se na rua
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua di
Cadeia.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para regar borlas e bai-
1. ec-apim : na fundicSode U. W. Bowman.
na rifa do llrum ns. 6, 8 e 10.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ra fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chaiariz, contina ha-
ver um completo sortimentode taixes da ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por proco commodo e com
promptidao: embarcam-se oucarregam-se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzala-Nova n. 48, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montaria, candieiros e caslicaes
broozeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
no de vela, chumbo de muirlo, arreios para car-
jo, lonas inglezas.

VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-se libras de liabas de boa qoalidade n.
50. 60 70 a 19100, dilas muilo linas de n. 100 e
120 a 19600, doza de lesouras muilo bas para cos-
tura a I, ditas muilo finase grandes a 13200 s du-
zia, prciuhs de hico eslreito a 5<0, caiiinhas com
agulhas Iraneezas muilo finas a 16(1, caiiinhas com
l(> novello-de ludias de marca moilissimo linas a
280, bracek-les encarnados muito bonitos para meni-
nas e senhoras a 200 rs., meias brancas mui(o linas
para senhoras a 210 e 1100 rs. o par, meadas de li-
nhas inuiiissiino linas para bordar a 100 e 160,1 bo-
loes demadreperola muito linos para camisas a600 rs.
a grosa. botos muilo linos de ac para calces a 2801a
rosa, hielas dodtndas muilo finas para caifas e rl-
leles a 120 cada urna, pentes de balea muilo finos
par- alisar a 300 rs., peras oe fila de linho com 6
varas e meia a .VI rs., caiiinhas com rolletes france-
/-> a 60 r.. carreleis de lindas de 200 jardas de
muilo boa quaiidade e de lodos os nmeros a 80 rs.
maros cum il) trampal e de muilo boa quaiidade a
50 is.. pares de suspensorios a 40 rs., torcidas par
candieiros 80 rs. a riuzia, carteiras de marrnquim
para algibeira com molas dooradas a 600 rs., cane-
las para peonas de aro a 20 e 40 rs., meias brancas
c croas, lateada muilo boa, para hoinem a 160 e 200
rs. o par, traucinhas de l.'.a de caraces c de ludadas
cores a 100 rs. a pecinha, peules de chifle para ali-
sar, fazeuda mullo boa a 800 rs. a duzia, grozas de
holoosda Iones pintados para camisas a 210; pe^a.
de lita ilecs de todas as largura* a 210 e .120, hullas
brancas de carreleiscom 1 (MI jardas do aolor Alejan-
dre a 10 rs. o carretel, liabas prelas de meadinlias.
fazeuda muilo ba a 20 rs. a meadinha, carias de
alfineles da melhor quaiidade que ha e com 25 pen-
tes a 140, pentes abertus de batel para alar cabello,
faisoda moilo boa a 29600 a dusia, meias de fio da
Escocia para meninos, brancas e de cures a2il) e .120
o par. grozas de livelas para sapalos a 560, caiiinhas
euvernisariis ooni palitos de fogo de velinbasde boa
qoalidade a 120, dilas de pao com palitos de fogo de
boa quaiidade ;< 20 rs., canas com 50 caiiinhas de
phosphorn propriamenle para charutos a 330,
ra-t>rs mullo bonitos para bengala a 40 r>., m-
pnlinhos de lila para enancas a 300 rs. o par,
tranceln pretes para relogios, Tazenda minio
boa a til), escovinhas muilo boas para denles a
100 rs. Alero de Indni estas miudezas vendem-se
outras inuitissiiius, que i vista de suas nnas qua-
pdadBS-O hamos precos lem causado admirarlo
proprins compradores : na rua do Oucinia-
to, na bem conhecida loja
vena n. 33.
de miudezas da bor
elogios
cobertose deseoberlos, pequeos e grandes, de ouro
e prala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Southall Mellor & Companhia, rua
do turros n. 3S.
Cobeitorets de laa hespa.
nhes muito encorna-
dos e grandes.
Vendem-se na rua do Crespo.loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
ra os namora-
dos.
Vendem-se fnllias de papel muilo bonilo, proprio
para correspondencia de oamorados, pelo baralo
preco de 40, 60. 80 e 100 rs. : na rua do Ooeimadn,
na bem conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
ieoiios de patente
inglezes de ouro, desabnete cdi
vendem-se a preco razoavel, cm
na na da
llesfriadeiras.
No deposito de bichas, rua eslreita do Rosaiio n.
1. vendem-se resfriadeil.sde bario moilo lino, vin-
as de llamhurgo, assiro como queijo panuaison,
indo de (>enova. esleirs de Angula, e nuiles ou-
ras cousas.
Pianos,
Venikm-sepiauosverlicac inglezes, de elegantes
mndellos e eicelleules vozes, fabricadas porum dos
mais acredilados autores, prendado na eiposicande
Londres: 110 armazem de Koslron Kookert\ Com-
panhia, praca do Gorpo Sanio.
Vende-se o sitio com casa de obrado do falle
cido George kenworlhi, no logar de S. Jos do M111-
guiuho, com arvoredos* de fructo e mais bemfeiluiias
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido sillo
proprias : qutm o preleuder procure em casa de .Sa-
muel f. Jobnslou \ Companhia, rua da Senzala No-
va n. 12.
praca do
para vendero
e.
.ugustoC. de Abren,
do Recife, armazem n
vidio :
casa de
Cadeia
Ca\ de Lisbon.
Vende-se urna porcao de Larris com caldo Lisboa,
por barato preco, e relalhu I 39 O barril l na rua da
Cudea do Recife n. 50.
riquissi-
simo finos, pelo barato
1 M loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
ISOrtimeoto de pe fumarias de todas as qualidades,
-- Vemle-se o engenho lluribequi.ha, tres lego.s Z!i2tt&3uttA
lstame des.a praca. que f. Ira ivaUado em :|.-.:.KI0-.; preco UWKtwSS^SSSff *T' Pa
-a. renileiro tre, SSfSfcTEt "Zl' 3 Hs'd'no^ T** '"" "^"^ "" '
lorau, eic.uidos dalpiePa fvali.ca; a qq." prZ! | StrnT P ""a 'ran''"a
' da SS de jolln provino passado.
novos (asios para senhoras; c ineu
., pelo ni/ >
ue orphans : quem o pretender, dirija-so o Sr. le-
nente-coronel llarala, rflffds Cadeia n. 22, ou .0 Sr.
Jos (joocalvei de Albuqterque, no palco da Ribei-
ra, sobrado junto ao irjurp da Penha.
muilo boa a 100 rs.,
pequeos e erandes da verdadeira sana de
(.oloiaa du i-ner a INO ,. S^iaKi, ..abneles finos e de
diversas quali iade.pos para denli-so melhor que pu-
de haver, o oulras multas pcrfumariai, que se veu-
dem muilo barato: na roa do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da ba fama o. 33.
*2' k di
. airo
Vende-seca I de I.isb
sjmconiupolassadaKussiaverdadsira'rnaprca'do
Corpo Santo 11.ll.
L"m completo sortimentode bordados comose-
am, camisetas rom mangas, collarinhos, peililhos,
rumeiras, camisas, coifinhas e pelerinas ; lambem
lem oin completo sortimenln de ricas flores, enlejes
para eabeca, filase os verdadeiros e modernos bi
de I111I1 : na rua da Cadeia-Vclha
aodar.
Em casa de .M. Calmo it & C,
Corpo Santo n. II, ha
scfjuinte :
Taboado de pinlio, alcatrao c pixc da
Suecia. .
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de lindo.
Esponjas desuperior qualii{((
Drogas.
Tndo limito commodo.
VIMIO DO l'ORTO.
\ ende se vinho do Porro das qualidades mais su-
periores que ha, alo as regulares, em barris de qoar-
lo e de oilavo, por precos commodos : na rua de
Apollo n. 8, armazem de assucar.
AGENCIA
Da fundieo Low-.Moor, rua da Senzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontina a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas
para etifrenho, machinas de vapor e Uixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dito.
v RA LOJA BOA DAFAMA.
Vende-se bandejasgrandes c muito finas pelo ba-
ralissimo preco de WHKI, icOOO e 55OOO reis. Ma-
los de armacao de .en de lodas as graduai;es a
8IHI res, lunetas com armaeflo dourada a I9OOO reis,
dilas com armaran de larlaruga a IrsHHI rei, ditas
rom irmaeSo de bfalo a 500 reis, oculuscom arma-
>;io de metal branco a i(KI res o par, lmelas com
arroar.lo de larlaruga cum 2 vidn.s a ri^MI rei, li-
eos chicotes para cavallosde homem e senhora pelo
baralissimo preco de 800 reis rada um, grvalas de
seda moilo bonitas a 19000 res, bonitos atacadores
de coi nalina para casaca pelo barjlissimo preco de
100 reis. ospeusorios linos de borracha a 400 reis,
pentes moilissimo linos para suissa a|500 reis.escovas
muilo linas para cabello a 610 reis. capachos pinla-
rornpridos c redondos a 700 e leOOO reis, bo-
Attencao!
6
A' loja de 4 portas da
na da Cadeia do Re-
cife n- W,de Narczo
Mura Carnciro, clie-
gon til ni;,mente um grande sortimento
de st^das com lindissimos desenlio e muito superior f|iialidade, pelo baratisai-
mo pi-eco de 1 il.vOOfl rs. o corte, dita
com gostos chineas a I 000 rs. o covado,
e outras militas Fazenda* |ue s avista do
compradores podciao avallaros seus pus
eos pelas suas I> ias.pulidades.
Para as senhn-
ras qne rostan, do bum c
barato.
hella'i"1;;, rirS T'M d" '"'""i-* P" **
da ParaVi.; r *"* "' n,~ H-
oreco de 1^1. de "m m ,"no- P*--*""'-
preco ae i --m p,r |,0Cint^ d ?? rr
para senhoras e menina, a .500rs., camisu de meia
para enanca, al lrt,d. de "nnTa tt,
mas a .^Kl r...dita. hr.,,c r prela, de sed. o me-
lhor que se pode encon.rar *3tn ,3, eSL
canas para guardar joii. s 800 r.. e 1?, aaC m.
lo ness com rrp.rlimei.lnsuniramenl prewr.. tura
eosluras, pelobaratiMiism preeo de nSSTlmma
:1>JOO, ii ai ia- de verdadeito bfalo para preaoer
cahellns, pelo baralissimo prero de 1, rulas de li
taruga a :i?."iOO, riCos Itques com pluma aicUsin e
piularas lioissimai a 2?, peales de baha mad. Bass
para tirar piolhos .".(km-., lesouras linitsiina. e >
todas as qualidades, ricas trancas de seda de todos as
cores c larguras, ricas filas de seda lisas a lavrsd*.
de (odas as largura e cores, bicos de liaba liois.ii,.-
de lindos padr i-e e tosas as largaras, ricas fraaj.s e
algodao brancas e re cores proprias para cortinado,
oulras nioilissimaa roosas, qne lado w venda-par
lo barato preco que aos proprins compradores ser-
vir de adiniiac.io : na roa do Oueatada, na basa
conhecida loja de miudezas ds boa fassa n. 33.
Loja da boa'fe.
Vende-se panno prelo e aml. lina, irend. sasiito
superior, prova de liman, pelo baraUssiase proco de
35500 o covado, alpaca prels moilo fina a 6(0 e cn-
vado, merinnselim, la/ruda superior para paMs a
15600 o covado, csiitau prelo muilo fino proprio para
volidos a IS o covado, selim pelo mareo, fsieidi
superior a 25600 o covado, grosdenaple prela a.,|n
lino para vestido 25 o covado, superior ssrja prela
l.espanhola a 2921(1 o cavado, (liorna prela ovailo
lina a 800 r. o covado. cries de collele. de eorao-
rao de seda, fazenda muilo boa a 9S, enres da As-
le de bunilos padroes a 6W, brrmiranr.de hmr.
de puro linho a tic '-lid a varialkelaa Iraaesdos
de cores de muilo boniios pedroes de pare Knfco a
Vi i" a vara, dilos dilos lambem da benita sastresa
a 800 rs. a vara, dito trancado pardo lambem do li-
nio, a UtO rs. a ver, dito liso lares a J0, ganga
amarella lisas e de qo.dros, faienda moilo .penar
a 320 e 360 o covado, dilas de cures escaras de osa-
dros e listras, de muilo honilos padide* para clenla
palitos a 600 rs. o covado, cortes da calcas Oe bailes
casemiras de algodao, pelo baralo preco ae 1I'J0,
hriroiinhm de quadros de paro linho 20 a cavada,
panno de linho muilo fino a 640 a vara, peitos moi-
to linos para camisa brancas a de cores a *00 e 500
rs., camisas de meia muito linas a 19 e 19120, lavas
prelas de torcal para senhora, faienda Bailo sape-
nor a 800 rs., ditas de seda de tods* as cave, pava
lio.i.piu e senhora, pelo baralissimo preca de IfaMSI
par, dilas de lio de Esroria para meninos e meninas
a iOO rs., leocinhos de Olcl muilo bonitos a 19, ricas
grvalas de seda prelas e de cores a I, metas lencos
pe seda para grvalas a 600 rs., ditos prelas a.niln
bons s Is, peca, de rambraos de salpicas esm 8 va-
ro e meia a :g}200, e 11(1 a vara, ditos adamascadas
muilo boas para cortinados a 129, cambraia lisa moi-
lo fins com rima vara de lareora, peto baralmmms
preco de 560 a vara, lencos de cambraia moito linos
(odos brancos e com lianas de cores a 300 rs., lem os
de chila francezes moito bom a 400 re., chales da
algodao de coreaf Je bonitos padroes a 800 rs., rnes-
dinbus muito ;'/ os e de muilo booilas pilos, a nal
o covado. fil de linho liso moito lino a 960 a vera,
diio de n. a ijcflso, meis preias ^ ,.,, ,,.
nhoia, faienda nimio superior a 29 o par, dita, ara a
ras muito linas a 39 o par, dilas branca, de alzodao
mailo linas a 210 o .120 o p.,. ditas besuca, mailo
lioas para .nenios e meninas a O o liar a >le. ,
ludo isM ouras mailissim.. raziaos, ^Z al
soa boa- r lah-lade. e liaf)*fs preco". ft mu, o. or-
nliores frecueses, ainigoy (,un e barato, cvtahaem
rio n que he ptcliiuehaM na raa do Uueimada mm.
qaatro canio, na laja Se fazendas da boa toa' B
defroule da loja de miudezas da boa fama. "
L 1
tes linissimos ne madreperola para camisas a 1,1200
rs. a croza e 120 rs. a du/.ia,ricas canelas p.ra peuna
de ac a 120 reis. ricos porla-relogios a I5KOO reis,
canas de metal muito finas para rsp a 500 o 600
reis, escovas finissimas para uiihaa a :20, 500 e 610
aullimamenitchegada.as- ,e's- escovas para roopa e cabello o melhor que pode
haver a 15000. 19200, 15-500 e 25 reis, pilleis finos
para barba a 20(1 reis, duzias de facas e garlos finos
a 39MO reis. dilas de rabo de halanco muilissima
linas a (WKKI a duzia, ditas finissimas de cabo de
marfim o mell.nr que pode haver a 159000 reis a
du/.ia, camisas de meia muilo finas a 1;000 reis, ri-
cas aboluaduras de madreperola c metal para col-
lele e palitos pelo barato preco de 500 e 600 reis,
hm-siiiia- navalhas para barba em estojo! de urna e
duas navalhas pelo baralissimo preco de 25OOO o es-
tojo, candieiros americano, muilo "bonitos proprios
para ldanles uii mesmo para qoalqoer cstabele-
cimentu, pela boa luz que da a commodidade
le se poder pendnrar ou pr-sc emeirna dcqoalquer
eos
2, primeiro
ttencao.
N.. aterro da Boa-Vista 11. 22. loja de chapeos da
sol, he chegado do l'ar.i um lindo sorlimeiilo de re-
desde dilfercnles cores e goslos, igualmeule lem
varias p.-lles ,le onca de varios tamanlms, e vende-sc
muilo em conla.
Cagsas pretas para luto.
Vcndem-se cassas prelas muilo finas proprias para
lulo, pelo baralissimo preco de i.SO s vara : na rua
do Oueiina.to, nrs quatio cantos, loja de fazendas da
boa Tu n. 22, dcfronle da loja de miudezas da boa
fama.
Superior (rinha de mandioca em
saeeas.
\ ende-ee qualquer porcao de malta boa larinba
de mandioca, chegada ha pouco de S. Malheus, a
preco muito commodo por cada sacca : no escriplo-
rio da rua da Cruz n. 19, primeiro andar, ou ao ar-
mazem do Sr. Pacheco no caes do llamo.-.
Chapeos do Chvle e de cltro os mais
linos (pie ha no increado, ditos de cas-
tor pretos e blancos, ditos de palha ame-
ricanos, bonetes de todas as quaiidade
para meninos c homens, chapeos de im-
Iha e feltro enleilados para meninas, e
outros muito objecto chegado* ltima-
mente ; assnn como pertences para fa-
bricas de chapeos e hvreiro, vende-u-
tanto a rctalho como em porcao, e mais
barato do que .- n oulra qualquer parte:
na rua Nova-tbja e Jiibrica de chapeos, dt-
Chrvstiani A Irmao, 11. 44.
- DQE DO PORTO.
KS.PECIAI. VIMIO K.NGARKAI AlKl.
Veude-se em raixas de urna e duas dalias na
rua da Madre de Dos n. 34, loja.
Vi.MIO PiiHT.1
\ ende-se de muito boa quaiidade, em barris de
bonito : na roa da Madre de lieos, toja n. 34.
)"ende-se potassa do Kio de Jane-.,, rbecada
piusimameiilc, de superior qoalidade : na rus do
Vigario u. 23, primeiro sudar.
Vende-se ou hi potheca-se orna casa vita, na roa
Imperial 11. 20i : quem quizer aaaaacM.
Moendas supeiiore.
Na lundicodeC. SUrrotC., em San-
io Amaro, a cha-se para vender moendas
de canna toda de Ierro, de um modeloc
construceiio muito superiores.
Em casa de Ka he Schmettau A C., rua
da Cadeia n. 37, vende-se :
Lm grande sortimento de vidrosdecs-
pclho.
elogios linos de patente ingle/..
Ditos ditos de patente suitso.
Couros de gra\a.
Ervilhas seccas cm garral(5es.
Vinho do Kheno superior.
Conservas alimentarias de
dades.
ludo por preco commodo.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundioao da Aurora em Santo Amaro a
lambem no DEPOSITO na rua do Brug, vex
na entrada, e defronte do arsenal de marinas fe
sempre um grande sortimento do Uixas, unto di
fabrica nacional como cstrangeira, batidas fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para' carre-
gar canoas ou carros, livres de despexas. Os
precos sao os mais com modos.
boas
<\ i.i-
tgcrppg fttfitM>.
-- l>rs.pparcceu no dia ., do correle 1
pardo escravo. lunocencio, de idade de M aun,
evando I sacco com ronpa e 1 chapeo branco de cas-
tor j usado dentro de um caita, e levos lambem I
elenco de palha velho e roopa de (r.belbo ; a. L.
naes sa 5 8,30nles j, pjn|1, ^^ tmpada ,. ,
pelo baralo preco ile 59000 res, pastas para SM-tdo corpo, espaduauo c dcsararnado te rosto, oar
guardar papis 1800 reis, espedios, para paicdecomj H"*"' '"a de um denle na frente, o qoal ncrai.
armac.lo dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de .500, 700 e 19000 reis, linissimas e ri-
cas canas par rape a SgjOO e 39000 reis, papel de
cores de tullas neqnenas em qoarlo de resma pelo
barato preco de 720 reis, e oulras muitissimas cou-
sa, que ludo se vende mais baralo do que em oulra
qualquer loja : na rua do (.lueimado na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama 11. 33.
BICHiS 0 H1MB0RG0.
No deposito das bichas, rua eslreila do Itosarjo n
II. lornou-se a receber nova remessa das melhores
luchas de llamburtto por este ullini" vapor inclez
laman., f)ue pss.on para o sol no dia 28 do eor
renle, e vendem-'e por menos de ItijOOo 0 rento e
slugsm-sa uniiiu em conla.
Vendem-se ma.1apoif.et Tinos e deool
um pcqueuo toque
ios : ua roa
toque de svaria, a preros
da Cadeia Velba o. 24, pri
ros, rom
moilo bara- I
primiiro andar,"
I veta do |r, rm prillclp,0 do anoo de IK53, compra
do peloss,,s. Camioha & I ili. : rosa-se a toda, a
pes.oas, autoridades de |>oiicia e capuje do campa,
quedo me,1 possam ter uoliria, o ubseqoto do ap-
pr< lieude-lo reraelle-lo ao seu -enhor lamino ro-
rora ds Andrade, na roa Nova a. 52, fiatndi par
conla deste as despezas que forern necessarias, alm
de urna generosa gralifiearao a qoem Irosser.
Kugio do locar do silio Boa-Vtsla. em Doarle
l'ias, rresoezia de N. S. da Gloria da (tolla, o os-
eravo Maiimi.no, rnoulo, idade de 18 a 20 sanas,
tem batba.de boa estatura. corpolento e seco da
um lado, cor prels. olhns 11 m mais aberlo do qoe
i oolro, denle, limado*, falla grosu, pea pequeo.,
: direiiu para frs, qae abre as prrnas; teo eami-
-a .17.il e ceroula de alf-od.ro branco : aacrn o ap-
pi.-heii.ler leve-o a seu senhor Kulinn Jom- da C-
mara Fimeni.l, no mesmo logar.
l'Elt.v, TYC. DR U. V. O FARU lJo
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