Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07456


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Full Text

*
ANNOXXXII N. 187
Por 3 mez.es adiantado igOOO.
Por 3 mezes vencidos 4#500.
SEXTA FEIRA 8 DE AGOSTO DE 1856.
Por anno adiantado 158000.
Porte franco para o subscriptor.
KNCAHKEGADOS DA SURSC1UPCAO* NO NORTE.
Parahib. e Sr. Gervazio T. d* Natividade ; Natal, o Br. Joe-
quim I. Vi rer Jnior ; aVracatj. o Sr. A. dt Lemoi Braga
Cnri, or. J. Jos* de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
i\ im Rodripuel Piauhy, o Sr. Domingo! Herculaoo A. Peoa
UMHI Pari, o Sr. JuiliniaooJ. Hamos; aVmazunai.o Sr. Jero-
ejmo da Cona.
PARTIDA DOS CORREIOS.
din.
Olin.la : lodos .,- lia*, a- Q c meta hora* d<
Isaal.....'. "...tu,na .- Patuhiha : tu *pg*aiUl -.-\t,.-f, ir.-.
8. *nl i. til ('...... r.oi.ili..C.rn.ir, Alnnli.i p C.u-.oilniti- : na I t,-.-l.'ir..
S. I..".i.-i,i;... V......i \ih. Kaurrlh, Lia......r... Bn-m, I'.....wii i, fin
KF, Ht.r,-. Vllia-llelh, Iloa-V ,.i.,. ll,......Km: ,..........na-Mrai
Cabo,Ipojaca, Serialiieai, Rio-FnrBwiao, liaa, ILu-kiu, Agea-Preu
riiii.LH.tr..- Yilal : .pima,.-!.'ti ,-.
(Tudos *ii i-tirroiiis p .1 i.tti ..> Ilt Saras la maitlt.'.a.i
AUDIENCIAS DOS TBIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlai e labbadoi.
Relaco : tercai-feira e labbadoi.
Fazeoda : quariai a abbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio: aegunda ai JO horaie quintal ao roeio-dia.
Juizo deorphaoi aegunda i quintal ai 10 horai.
Priroei rara do eivel legunda a Milu ao mrio-dia.
Segunda vara do eivel: quarlaa e aabbadoi ao meio-dia.
BPOEMERIDES DOMEZDE AGOSTO
9 Quarlo crcenle a 1 bora 47 minutos e 48ieguqdoi da m.
Iii La chela as i horas, 20 minutoa e 48 segundo! di manbt.i.
12 Quarlominguante a U horas. W minutse 48 legundoada l
DO La nova ai 8 horas. 4.) minutos. 4s segundoida manhaa.
IPREAMAH ill.llo.IE.
Primein as 1(1 horas i 84 minutoi da manhaa.
Segunda as 11 horas e 1K minutos da tarde.
DAS da semana.
1 Segunda. & Domingos de liusmao fundudur.
5 Terca. S. Nossa Senhora das iNi'ir>:
ti Qua rta. Transliguracao de Sr. no Monte Thlbor.
7 Quinta. S. Caclano Theatino fundador :
S Sexta. S. Ciraco diac. m. ; S. Emiliano b.
9 Sahbado. S. domao soldado m.
10 Domingo. S. Loureuco diac. ni.
ENCARBECADOS DA M l'.s i;ii'i \n n, six.
Alagoai,o Sr. i.iaud.no Falcao Das ; Babia o Sr. D. IWai
Bio de Janeiro,oSr. Joro Pereira Marlint.
KM PKItXAMIU CO
O propriatario do DARIOManoel Figueiroa dt 'aria, m sua
livraria, praca da Indepeodoecia ns. Ii 8.
*AHTtt OPflCIAL
lllm. e Eim. Sr.Ordenan 1o V. Etc.. em ofli-
rio da 13 do crtenle, que nesla reparlicao prepa-
rmosse coromodo uecetaarios para o rccolhimenlo de
alguna meuinos inteiramente orph.los e desampara-
dos em coosequeocia da epidemia, nm de i"rn des-
11 roaneira recebendo alguma etlucac.i' e soccorro,
curapre-me fazer constar a V. Evc. ja acharrm-se
promptoioa dilos commodos, e propor, conforme
l.inibem manda ni'--a ordem. os meioa mais efcazes
de conserva-lose almenta-lo cora economa e ut-
lidado a favor da fazcnda.
Como medidas a-uropor creio serem bem adequadas
acerca, as que emiti no regulainenlo junio a esle,
para ama coropanhia de artfices nesla repartirlo,
temelliante ao d> arsenal de mannlia da corte, por
darem considerareis vantegens 10 servtco a niorali-
dade poblica ; no priineiro caso, pela assiduidade e
regularidad* do IrajMttho que prestaren) estes meni-
nos, e mesrfto oslfperarios, et qoaes aproveitando a
iccasiAo ajdiciono-lbes por palpitante convenien-
cias, em airi eslasbelecitaeoto qae nao pod e neo
leve estar.a merc de operaras completamente io-
lependentes com a anavidade de uo-sas leis ; e uo
.efundo, porque a Jdmis'Ho doa referidos meuiuus
un om asilo seBO*. onde rafaiarn sa do vicio pelo
lolal abaodoooem qoaae aebam. vindo a dar isiu
-m duvida em resultadojdqoeri-lo na calateara .la-
liradas publicas, nao poaHr ja m .i- ollereccr pro-
licuidadoa moral, a alo taram ligados a una cum-
panhia artstica, onde havendo disciplina aprsenla
ile maia a yantasen) pira o servir citado no priinei-
ro cato.
fieoliuroas onlras providencia' le:nbra-me de pre-
ferencia as consignadas nesse rezulamenlo, para o
lim qoe V. Ec. se prapoe, e en lenho em vistas
pelasconaequencias ululares qoe venlio d'ennunciar,
o se merecrrem a acqoiesericia de V. E\c. orde-
nando serem poalas kib pralica, ser istu assim mais
uaa servido awifjnaiado (eilo por V. Eic. a esta pro-
vincia, no em razao de arapnrai a aquelles infeli-
/.es, como isoalmenle a oahros que j i exislain nu le-
iiham de o ser.pollo que,por circuinslauciaa diversas,
leudo eu a Cunvirrdtt qaa un duvnla o covrrno im-
perial nao deixara .leapprovar 13o pliilaolropico acto
de V. Exc, visto quamolia praticado constantemen-
te em favo/ d,i humanidade desvalida reclamando
rompa prole-rao; aa porein outra cousa resolva V.
Exe. era sua saliedoria, islo he,nao adoptando a crea-
ru da companlna, ao menns como um eusaio, cu
Uo dignar-se-lia estipular quanlo com ca.la um
d essaa meuiuus stt pudera laijao, parereiiilo-.ne que o quantitativo nao po.ler
ser menor de Ire/.cntos res diarios, alenla a caresta
aclualrnente nos gneros de priioeira neces-i la.le.
necorrando que para o vasluirio, e oulras precises
iudispensaveis haverao elle o dinheiru preciso do
jornal que e-la repartir.) pagar peloaseus trabaIhos
arli.lieos, lieau tu esta despeza a cargo da reparli-
t;ao da marioha, quanlo que a outra aera feila pelo
ministerio do imperio sob a verbasocr.orros publi-
ro-a que jualainenle perlence.
Daos guarde a V. Etc. Inspecrao .lo arsenal de
irannlia de Peruamboeo 19 de abril de 1856.llln..
e Exid. Sr. conselheiru Jo-. Benl. da Cuolia e Ft-
gueiredo, presidente ta provincia)Elisiario Anto-
uio dos Sanios, inspector.
Kegolameulo da companhia de arlilices do arsenal
de mirinha da' provincia de l'ernambuco.
TITULO I.
CAPITULO I.
Fin), e urgaoisi'rtidri^'.'inpaiiliia.
Arl. |. ||r A*i^mk&e gil-.rdaViti arsenal.
ii" a aliui'u"i, ob|| Hra-llic im n;;o cerlo de
ubsisteutia,1"e-leiitMl^rT" e>le benelicio a favor
Umhem ah io Imlrii, alem Je aproveilar a morali-
dade poWira. quanlo aos meSiores que alistarem-se
na companhia, por destruir os germen* da corrop-
rao em leura idnile, se por venlora abandonados oo
mal dirigidos acliam-se em catatara na- pracas pu-
blicas.
Arl. 2 Compor-se-ha a compaubi.i de lodos os
.'rustas do arsenal perlencenles as oflieinas de cous-
Irucrao, e de nutras concernentes a de objeclos de
(tiosuino naval, volunlariamente alistados ; e mais
doa menores de lo a -J'i auuos al o numero ile 1211,
que igualmente alilarem-s de tal maneira.
Arl. 3. Uividir-se-lia a companhia eir. lan'assec-
ri">es quantas forem as olliciuasqtie fornecerein ar-
i -ts a menores em numero da trinla oo mais ;
em eaqoadras de dez ou maia ; pudendo as secres
nao obalanle, comporero-se de urna ou mais oflki-
nai, caso julgue-se islo conveniente; sendo que as
ecses e esquartras serSe sargenteadas pelos meslrcs
respeelivo-, perlenceudo a companhia, ou pelos ar-
tistas dasclassea)mais elvalas que u'ellas liajam, se
por ventura nao seder esta circoiiistancia ; preferi-
dos d'enlre os roesinos_!arMja^ ode'tsMior idade em
referencia com os de "mais Selgal c*ugoria, urna
vez lando bom comporlamento a todos osSfespailos.
Arl. i. O iuspector era elleclivameole > com-
inandante da companhia. e desta me-tua forma le-
uenled'ella, om dos swus ajodantes.
TITULO II.
CAPITULO II.
lempo de servir.0 dos alistados na companhia, deve-
res a s.iti-la/.ei, e aquartelamento, uniforme e ar-
mamento.
Arl. 5. Servir cada um dos alistados quinze 10-
dol-. a conlar da dala do alislamenlo ; e lindo eslo
irazo sam inlerrupcAo, e nao querenlo continuar
lerdo direilo a respectiva escosa exhibida pelo com-
inanda.-ileda companhia ex-ollicio,DUsemdepeoden-
cie alsu.iia.
Arl. 6. Sao ohrigados, alem dos Irabalhos arlisli-
co", a lodo servirlo militar quar denlro como fora do
arsenal, para cujo fim lerao fardamenlo proprin for-
necido anncealineule pelo governo. o primeiro no
aclo do ali-l.. uirnio. coinposlo de |aquela de panno
asul com cantillo e gola prela avivados de encarnado,
e botoes amarellos, leudo coroa imperial sobre duas
ancoras gravadas ; caira asul. camisa de lnih.i. sa-
patos, grvala e bouel, islo com palla a uina lita de
rasemira encarnada de polegada e mcia de largura
; -ervindo de galn ; sugeilus especialraenle, quanlo
ao servieo militar, aos regulamentos dos que o sa t
li-la/pin a bordo .lo. navios da armada ; e sobre o I
artstico aos ah lanihem a cerca ob-ervados.
Arl. 7. Cada scccSo lera um sargento, um furriel'
e um cabo, distiuguidosna calhegoria quamlo farda- I
dos com divisas de galto de ouro no brac,o esquer-
do, da largura de meia polegada, tres designando o .
sargento, duas o furriel, e urna o cabo, leudo de
nata a mais o sargento que for mcslre de ollicina um
de-Ir- galoes no centro da lila encima la guarnecen-
do o bonet.
Arl. 8. A excepto do fardaraenlo declarado no
ardgo precedente, neuhum oulro vestuario foruecer
o governb aos alistados, salvo desronlandii a impor-
tancia dos respectivos vencimentos, sendo que sao
obrigados a lerem o absolutamente indispeusavel
para comparecerem decentemente, quer no servifo
arli.lico ou militar, ou mesuio alem destes dous<
caos.
Arl. !l. Pelo fado de obrigado< ao serviro militar l
lerao os ali-lados na companhia aquartelamento
deulrn do arsenal, e o competente armamento, este
coinposlo de espingarda ad. 13) espada curia, e cor- i
reame prelo ; entregue porera aos menores quando
uto Ihes permillira robustez ; e tambera urna raro
diaria em tildo semelhante a exhibida as prara- de
narinha abordo dos navios da armada.
TITULO III.
CAPITULO III.
\ encmenlo* e garandas dos alistados na compa-
nhia.
Arl. 10. O vencimento de rada um dos alistados
sera a paga que obtiver correspondente ao trabalho
artstico, e m.us um quinto d'ella quereudo conti-
nuar depois do lempo de serviro prelixado no ar-
tigo ").
Art. II. A paga pelo trabalho artisiirn ser sem-
pre augmentada a proporrao que tlislo forem cre-
doies o alistados por seus adiautamentos ou aper-
feicoainentos.
Art. 12. Tem direilo os ali-lados a pernailarem
fra ilo aquartelamento, quando casados, nu lemlo
familia a cargo ; i poiiamculn, que a........ni.....a todos os respeitos, e
nao haveinlo prejuizo alguin para o serviro.
Art. 1,1. Alem to oflico a que dedicaVem-se os
alistados Ibes he, garantido o eusino de prnneiras
lellras, geometria pralica applicada as arl-s, e prin-
cipaes rudimentos, do manejo lamo d'arlilharia,
conit de armas bra'ncaa, e ile fogo ; e tambein o de
remador, e nalarao.
Disposlres geraes.
Arl. I i. Nenhuin iadividlio sera alisladu na rom-
panhia sera pasar pur uina in-perclo de sau le, de-
clarando o resollado acliar-ac apio para os sarviros
Mposloe no prsenle regulamento ; e ier li.lo ja lie-
xigas, ou sidn vaceiuodo.
Arl. 15. Oque for menor, alem das comlires
declara dar no artigo antecedente, sera de mais a
mais obriga.lo para adinissao, a apresentar conseu-
limrnto eseriplo de seus asrendenlcs, sob cuja tutela
ou poder viva, rujo documento ficar no archivo da
companhia. O inennr admillido lera o veiicimenlo
de rariVi, e o pecuniarin somonte se lhe proporcio-
nar, logo .pie disto se lome credor ; e quando nio
tenha apncar.lo nos Irabalhos arti.tisros, por qual-
quer ^Hivo. 'pao fado lica sugeilo ao ser ro da
marmita de gueria, daudo-fhe o inspector arse-
nal i ruando o conveniente deslino.
Arl. IH. Para lodos os casos nao provistos ncsti
regulamenlo, he o inspector aolorisado a providen
cia-los. dependente porein d'approvaran superior en
ludo que nao for cun referencia a disciplina c eco-
noma da comp,iihia.
Iiisperr.lt do arsenal do marinha de Pernamiiur
19 de abril le 1836.Miliario AiiUiiiio ios Sai.
tos, inspector.
COBXjS&NDO DAS ASUMAS
Quinal tener a I do coaoaxundo das arenas da
i'rraaabuco na cid,da do Bcclfe em 7 de
agoato de 1856. ^^"
ORDEM IIOW.l X..MI3.
O mnrechal de cap*fi6" comraaudanln das armas
declara para scuurfa da guarnirn e devido efieilo.
que a pre*iilncia em data de liontein foi servida
cxonr.ar das comoiissOesde que se achavain eucarre-
gados, os senhores segundos efrorgioei do eorpo de
saode do exercilo, doutores Kozendo Aprigio Perei-
ra tluimares, e Jos Auguslo de Souza Pilanga, es-
te na freguezia dos Afogado-, e aquello na da Es-
cada.
/os Joaquim Cotlho.
o soccorro de tropas eslrangeiras nao .se poderAo I ram justamente cniHoinnailas pelo conde Walews- i Sania inquisicSo......
su-ienlar. Pela inioha parte, como pude observar ki, e espero que is.o ba-tara' para prevenir qoe se-1 Visita Apostlica.....
pessnalmenle ludo, neg posilivamente lao mana jaro repelidas. Pero a' casa que, lembraiido-se de Propaganda Fide ...".".
Iroosa a-serrao. Todo* aquelles que lem algara co- que sou a nica pesaos que sustenta essa importante Reverenda fabrica de S. Pielro.
nheeimenlo do que se passa em Roma, sabera mu causa, me conceda desenvolver um pouco a defrza Chancellada apn-lnlira .
bem que nao ha na Eoropa um monarcha que seja que enlendo que se deve la/er aos soberano! da lia- I Secretaria dos breves,
mais amado de seus vassallos do que o sobeiauo lia, lo constantemente vituperados e I io violeuta-
I'ontiu -. mente atacados,
a O santo padre anida constantemente por entre : .i Porque razan procurara! n* inlervir nos ne-
o sen poso sera uenliuina guarda que o defeoda ; gocios internos dos uniros paizes'.' .Nao he melhor
apenas acompanhado pur alguus individuo-, he por e mais prudente prorurarmos primeiro acabar cun
loda a parte aeolhido com signaes |de respeilo e ve- os nossos proprios abusos aules de voltarmos a noa
nerarao. O Vaticano esta sempre aberto e qualquer i allenrao para os abasos dos nutro* .' Os reformado-
pe-soa p IJ
61
Registros tas bullas papes
10
3

5
i
Sil
18
S7
(10,
1.1
CMARA DOS SRS. DIN TAOS.
SESSAO DO DI a 31 DE MAIO DE IH.6.
Presidencia do Sr. reonde de HteptHif.
Abre-se a se*ao hora do cosame.
I.ida a acta da sessAo antecdante, o Sr. primeiiu
eoverno c conlinuaiao a progredir se os honrados
meiitbros tiverem u bom sent e o juiz de nSo em-
OS GSlHENTOS DEPARXS.
Po Kdmundo About.
QUINTO.
O buslo.
IV
Durante o jamar o marque; esluriou com inleres-
a a pbvsiononiia de Daniel, Mr. i.efebure lralou-o
cora frVza, e Mr. de Marsal conlemplou-o cora es-
i ipelarran ; madama Michaud rilebroa seus lonvo-
res em lodos os lons, e Vidornia esleve em extrase
dianle deile. Quanlo ao herue do da, nao perdeu
un boceado.
Separar a m-se duas horas mais cedo que de Coslu-
me. Quera volla para sua rasa depois de quinze dias
de eosencia lem cem pergonlas a fazer, c Mr. de
tiueblau iinlia mil a dirigir a madama Michaud.
Vidornia adevinliava que se fallara a seu respei-
lo nessa conferencia. Na,, i|eitou-se, lomou om li-
vro, e o que leu nao lo,, aproveilou. Mr. Lefebure
c Mr. de Marsal, ligados coolra o inimigo commum,
procuraran) juntos os meios de baldar a poliiica
de Daniel. Esle deilou-se Iraoquillamenlc s dez
horas, e durmi ale a manhaa segunde.
Querida irraila. disseo marque/, a madama Mi-
chaud, Cu o que quizeste. Abri um concurso qoe
i.....le va tie ier perigos nem sobretudo de ser ridi-
culo at filando doos prelendentes ao mesmo lempo.
>ilo vejo qoe a queslo tenln feilo grande prograssn
na minha ausencia. Em que estado achaioo-nos'!
Que diz Vidornia'.'
Anula o mesmo: nao diz nada. Mas, se liver
ai ni incentivo de enlendimenlo ha de escolhera Mr.
de Marsal. Assim Iho dizia eu ha tres diai, e-hei d
repetir a li o a ella ate que vosss romprehendam :
na esculla de nm casamenln n.ic s leve allcndcr
oo homem, na- ao iiurae. lina mutlier casada anda
por loda a 'arlo sen) o marido ; mas he mister qnPt
bom ou mi gratn, lave comsigo seu nome. Em um
salta aquelles que a veem lansar, tilo se informan)
-r o marido be helio ou fein, grande ou peqoenn.
Pcrguulam : Como chamae aquella senbora que
dansa all'.' O nome elle eclipsa ludo, (rase, riqueza,
|. rmosiira ; he o raaior luxo da vida, porque nao es-
l.. ao alcance de todos.
(Ira! fa/eni-se lanos Indo* os dias e...
EnlA.) porquelef.ihrieam diamantes artifician,
tl.-veuios desprezar o* verdadeirns'.' N;lo sabes quan-
lo lisoiigeia o ouvitlo ura nome sonoro ede boa es-
pecie. E*li j euervado ; ha cincoenta anuos e al-
""() Vido Diario o. 18.
ras sem enroutrar ninguem que o faca parar, nem 1 mais moderados, elles se lera deixado seduzir pelas i muios se estilo fa/.endo lias diflerentes repartires do
que lhe dirija urna sp pergunta. Nenhum oulro so- doces palavras .lo Robra lord que se acha a' frente
berano europeo he menos protegido em sua vida do governo, c al ajudaram-uo no dbale sobre Kars,
diaria do que S. Santidade. Ainda ltimamente sabio entretanto que era sen piimitivoiou virginal etado,
elle do Vaticano acinpanhailo apenas por qualro costuraavam dizei cousas que inlligiam consideravel
guardas suissos e pellos seus Ires camaristas e dirig-i coudemnarao sobre o manejo dos negocios no inte-
ra-se igreja de iS. Pedro, onde admimslrafa a | ror. Repito que devoraos remediar os defeilos e a-
communhAo a bem aU"! pessoas. i buso de nnssa propria administracAo autes de in-
Durante a epidemia do citolera, servio elle no lervirmos na adminislrac.Ao dos outrus paizes. Diz-
hospilaes e tralou difs doentes e moribundos como o seque os soberanos dos oulios paizes devein per-
mai* humilde e dedicado padre. He por tanto sim- doar os criminosos polticos a Perde-se a Sraith 0'
plesmeute monslruixo dizer-se que um soberano
paternal, que loo livremente se mistara com o seu
povo sem ser guaidado, precisa que as boouetas
francezas o protejan coulra a violencia, c he huiui-
1 lian e para mira I ir que refular fatholnieiile lAn
transparente absurdo. (Apoiados/. ATTert
z
rdadeira ra-
Itrien a he o comiiieiilario obvio de tal opiniAo.
.Apoiados.) As represenlaces dos merabros irlanle-
zes, que o procuraran) para defender a causa desse
infeliz eavalleiro, o primeiro ministro deu urna rea-
posta maleo evasiva. Minio melhor lena sido que se
aproveitasse a occasiao para fazer um aclo generoso
la oecupa^Ao francesa he ser o Estado Humano que leria cobTln de honra o UOSSO. proprio nome. dr e que iienhuin miui-lm em seu juizo perfeilo se
treveria a prnpr nesla ca-a ; todava essas medi-
como militares, que nos tres ltimos annos. e alj o i
presente, leem reeebido, ou receben) gratilcar&es, I
nao marradas por le, por qualquer titulo qoe eja e
o quautnm de cada sratilirarAu ; e os nomes dos,
lieiielifiadii-r
2. Quaes os empregados publico', assim civis
como militares, que percebem ou leem percebido secretario da coula do seguinle expediente T
no lempo referido mais de umo gratificaran, eaccu Um ollicio do Sr. depulado Brandao. receosdo
inulam pliilerenles vencimentos. e o quaulum da- houlem .lepos da leilura do expediente, parlicipan-
; quedas e destes, e os nomes do* respeelivo* beneli- do nao Ier comparecido por incoramsido.
.'"1,120, ciados. Um requeriinento de Maooel Rodrigues Borge-,
a 3. Quaes os empregado* pblicos, assim civis peiliudn que a cmara sa digne lomar em cunside-
coino inilnares, que estaudo em cumiuissdes alheias raro o decrelu n. '.121 de 2M de feverriro dr IK.V2,
tle seus empregos. continuan a vencer os ordenados em que o "governo imperial lhe coofere ora atrm
desles e nutras gralilicares que por qualquer oulra pelo aperfeiroamenlo a que elevau o fabricu-da cha
coraniissAu, que nao desempeuham, Ibes eram de- pelvoe.A' cominissao de industria e arta.
vidos, e isto nao su pelo que loca ao preseute. e nos l'areceres.
pregaren) nesla casa nina linguageiu calculada para Ires anuos passados, quer a respeito dos que ja leem Val a imprimir para entrar na ordem doi traba-
excitar o partida] revolucionario em Roma, e leva-lo cobrado, como sobre os que leem direilo a tal co- Ihos o parecer da primeira comraissAo do orrameo-
O* salarios dos ecclesiasticos montan)
nu. os do* leigos a 61.836.
Esles fados sao extraliido* de listas ollicacs e de-
vein paranlo inspirar loda a rontiaiira. Uelhora-
a crer que a Inglaterra quer apreseular-se paia sus-
lenlar suas ideas. Urna tal lingnageni impedir que
o governo realise os melhnramenlo* que (eucioua fa-
zer. 0 povo de Roma paga mullo meaos tnbulos do
que o Moto.
Dizem-me que odie para a Sardenha. Os honra-
dos membros nao senam tAo apaixouailo* pela Sarde-
nha
e se o seu guverun nao tivessse praticado acto* que
nio seriara tolerados ne-le paiz, se nAo fossein diri-
gidos coolra a igreja estabelecida ; aclos que offen-
lem le frenle o* proprio* fundamento da proprida-
branra em virtinle de roucessao do governo, com lo, confonnaudo-se com a proposta do governo, qao
declararlo de seus oumes. fu a despeza publica noexercicio de IR">7__IK."*,
i." Qual o numero de eraprogados addidos, que l'oi a imprimir para entrar na ordena os Iraba-
etislem aclualineule em diflerentes repartirles pu- | Ihos.
bliras, c bem assim o dos collaboradores e aggrega- i l.e-se, he approvado e adoptado o parecer da
dos tle qualquer clenominarAo que lera as ine-ma- commissAd de penses e ordenados, que approva o
reparties, os veuciincnlos de uns e oulros, e o que decreto qoe conceden ama pensAo annoal da (Oltlp
de mui limitada evieu-a ,. c Ier urna larga fruuleira; Apoiados.
e urna larga costa, aem uenhuma armada. A lista He opiniao geral que, quaes quer que pussam ter
civil do papa m mit apOOaa a 10U libras por anuo. | sido as fallas linpru Irnt la. de Mr. (!' Rnenr, elle
O povo, parle pelo clima, parte por oulras causas, i lem ido sullicieiitcnienle punido apoiados ), e he
he singularmente falto dessa energa que raraderi- | lempo de ser restituido a seus amigse a sua patria,
sa as raras do norte. Se os Francezes evaruarem
Roma amanliAa, sera duvida nenhuma ludo tirara'
perfeilaraente .Iranquillo por algura tempo, porm
havera o segonte
gura disturbio em
pr'ii:u : >io caso de apparecer al-
qualquer e-lado da Europa, a ci-
BXTSRiafl.
DISCURSO
de Mr. lioiryer ni tanmrm dos coininuns de Ingla
Ierra sobre a i/ueslo italiana.
O Ilustre orador, depois de Ier defendido o go-
vernos de Parma e aples das accosares que Ibes
eram fcilas, expnine-se nos segoiules termos acerca
da) governo do papa ;
o A respeilo da oceuparao dos Estados Romanos
pela tropas fraucezas que o lord, membro por Lon-
dres, suslenlou que devia ier lmenle de doracAo
temporaria, a rasa ha de estar lemhrada da sabia de-
clararlo do conTle Walevvski, o qual admillindo ier
assa ocruparAo uina aaiomalia, disse que cessaria a-
penas podesse ser lerminada cora seguranza.
Era pois de esperar que nao estara longe o da
em que achando-se n governo romano sufficiente-
menle consolidado, se poderia alcanrar lao impor-
lante reiullado porem as aecusaros felas nesle
parlamento, e as que a imprensa lem publicado, -
minan ln as sociedades secretas, nAo podera deuar
de r.oncerrer para retardar a consecurAo de lao
lesejavel lim. Esla opiniao parece ser lamben)
adoptada por lord C.larendon, pois querendo lord
l.vndlivrsl discutir na nutra casa os negocios da lla-
lla, pedio-lhe que nao fizaste tal, allegando que o
silencio seria mais proveiloso para os ulerease da
causa que o nobre e douto lor I advogava.
ti Diz-se geralmenta neste paiz que o papa e seus
padres sao lao detestados pelo povo romano que sem
gnus mezes que chamara-te marquez de Cueblan.
Ah se podesses s<> ura momento chumar-te Mi-
chaud Sou nobre como lu, son tua irmAa .le pai e
mi, e bel de charaar-me elernamenle madama Mi-
chaud Nao me queixo de meu marido, Dos o te-
nha era sua gloria Viv em paz rom elle, amei-o
apezar da seu nome e dos outros seus defeilus ; mas
nao poda elle levar o seo Michaud para o nolro
mundo? Einlim, prosegoio dando profundo suspiro,
innfurmo-rae com a minha sorle, mas sob a condi-
rao de que Vidornia nao se chamara Michaud !
I.efebure nao he nome vil, e demais...
I.efebure he Michaud. lodo o nome que nao
he aeompanhado de um titulo, precedido de uina
coma e de um brazao. entra na calhegoria do Mi-
chaud Ha Irinla e seis millu.es de Michaud "em
Franca, e eu e*tou nesse numero '. dous ou Ires mil
tiiieblaus, e Victorino sera lamben) desse numero '
E porque uto:' Ella poderia casar com Mr!
Lefebure, e chamar-so madama de Cucblan. Sou o
ultimo do nome, e Mr. I.efebure recorreudo ao chan-
reller...
Mo expediente, meu rasaol Mr. I.efebure
he couberitlo pelo seu nome ; o euxertonA.i pegara,
e o marque/ Lefebure de tiueblan seria sempre Le-
febure. Maisal he bello nome !
Mr. de Curio in liuha excedentes razt.es para rc-
jeilar a Mr. de Marsal. Sabia que o ultimo til lio de
urna familia lAo anliga nAo cousenliria em trucar seu
nomo por uenhum oulro, e o marquezdesejava apai-
xonadamenle nAo ser o ullimo dos (iueblans. Alera
disto contemplando de lado o semblante padido do
capii.in, elle di/.ia a s mesmo, que se casasse-o com
Viclorin i, preparara para si dbil e mesquiuha pos-
teridade. Emlin, nao coulava cegameulc na rique-
za da irmAa, posto que livesse ganho boa parte dol-
a. Madama Micbaud era capaz de casar novamen-
le para mudar de nome ; Viclorna ficava abrigada
de lodos os capricho* casando cora Mr. I.elebure.
Esle ulimo arsuraculo que o marque/, desenvol-
veu cora loda a franqueza, fez madama Michaud re-
benlar de riso.
Es louco disse ella ao irniAo. i.Hem qutrera
para mulher urna velha como eu? Viclorna lera
ludo, (.luanio queres que eu lhe d de dol ? Cem
ind francos d rendas? Ella nAo precisar raais de
.asar com Mr. I.efebure. Comprehendo que procu-
ren! dinheiro aquelles que o nAo lem ; mas quando
pnssue-se o neressario, para que procurar o super-
lluu ? O necessario he cem mil francos de rendas.
Viclorna u.l > comer mais do que bao : (em den-
les lao pequeos! Demais, cielo que ella prefere um
naneo a Mr. Marsal.
Devras ler-m'o dito desde o principio: nAo
leriamos discutido. Mas ten cerlt/.a le que...
" ^ amo asna alcova ; ella uAo est dedada,
t.uiifessa-la-hemos junio*.
\ irlninia, a silenciosa, romerava a enfadar-se do
papel de personagem muda. Depois que eslava cer-
ta de ser amada, a alegra escapava-lhe pelos odio*.
O amor por raudo lempo eucerrado uas prufundezas
de sua alma subta-lhe aos labio, como as plaulas
dade sania se lora ara' logo o centro da sociedades
revoliiciuoarias e o poolo para onde coiicorrei.in os
refugiados demagigo* de todas as partes do mundo,
e enlao ogoverin, au sendo alllcieuleineiiie pro-
tegido, peder se derribado, co.n.' ja o foi urna vez.
O momento ac uat em que os nimos eslau anida
agitados pela gi erra que ha pouco acabou, e em
que muilas ques Oes imporlautes eatlo amia para
ser resolvidas, lu o lempo peior que se pu >ia esco-
Iher para a retir, da das tropa estraiieira. daqueda
capital. As id I do honrado eavalleiro Mr. Si-
dney llerberl) r ilalivainente a' iiilerveurAo nos es-
tados eslranzeiro sAo sAas e polticas. Niassa pui-
rao in.iilar inllal lita-nos para coinpreheuder o* in-
leresses do* estados estraugeiros, e quando iulervi-
raos em seus uesocios, n.lu Ihes fazemos uenhum
bem, nem adquerimns ueiiliuin crdito para mis. O
nobre lord (lord J. Rossell) recommeiitlando ao so-
berauo poulilcc que d una consliluirlo a seus vas-
sallos, esqueceu-.se de que isso fora jafeilo no auno
de 1817, e que o lilao successo de-sa experiencia fo-
ra seiu duvida em grande parle devido a' poltica
por ella seguida relativamente a' Italia, quando
primeiro miuislro de Inglaterra.
Em I s s os loberanus da Italia pensaran) que era
lempo dealar ao povo om governo liberal. Ilavia
da parte dos primeiro. boas inlenri.es e da parle do
segundo grande lealdade, mas, cora) o nobre lord
eniendeu que nem uns nem uutros sabiam o que ra-
zian), o governo inglez interven). Lord Minio foi
enviado a Italia e nao si. (ee accusares ao. sobera-
nos, assim em particular como em publico seuo
ambem proclamo ao povo tas varanda*. Disse-sc
|ue o progres.o de lord .Milito era una perl'eila ova-
.ao ; entretanto ao meu ver, he isso urna forte rou-
.;-.j,.-;u da conduela do nobre lord, porque o de-
er de ura embaixador uAo he sublevar o povo, po-
rein simulesmenle tratar com o sovemo junio ao
qual t-l.i' acreditado pelo governo de que he agente.
lome nesse lempo una insurreirau na Sicilia,
e peras foram enviadas para all dos arseoaea nigle-
zes, a-egiirandor aos insurgentes que se eleges-
sem um prinrpe da casa deSaboia, o governo u-
glez o reconheceria, bem que esle paiz e-livesse em
paz com o re de aples.
O papa den nina constituirn. Quando o conde
Rossi era primeiro ministro havia em Roma um go-
verno puramente secular. Havia duas cmara* de-
liberativa ; havia berdade de implen.a. jnlga-
menlo por jurados em muitus caso* e M germen* da
raaior lbenla le. I ni bando de demagogos expedi-
dos da Lombardia, opprimirain os paeicos haliilan-
les da Roma, e cslabeleceram esse governo proviso-
rio que assassinou o clero em grosso e comraelleu
os raais negros |crimes.
NAo particularsarei as atrocidades que deuegrram
o soverno desses mlseraveis. O suberauo pontfice
achando-se phiionero e incapaz de desempcohar as
suas fuucces, mu judiciosameule refugou-se no
reino de Napol s. A occupac se necessaria c lodavia a linguagem do nobre lord
Lord John Risselh a do honrado merabro por Av-
le-luirv | Mr. .ayard fora a mesina como se o sanio
padre livesse destru lo e siiprinitlo as liberdades de
seu paz. O kiobre lord que se acha a' freole do
governo, -en I, .convidado para turnar parle na po-
liliea eoropea de fazer vollar o papa pira os aeus
Estados, disse que o papa quando vollasse devia dar
insliluiees ll eraes ao seu povo. A experiencia ha-
via sitio fela, o povo devia queixar-se de si mes-
rao pelo mao r sudado que ella dera. Se ede lives-
se mostrado miis energa em resistir aos demagogos
e conspiradores a cunstuicAo tena sdo mandila.
.. Quando o sanio padre vollou para Roma.a eons-
liluirAo ja n.ii existia, e elle leve que baver-aa cum
as circomstauc as como eslavtim. O mesmo aconte-
eea em Napoli s. A coiisluir.Vi fuiccionava plena-
mente, i|ii.n i os membros da cmara baixa pedi-
ram a soppre sAo da cmara alta, e como o rei re-
cusasse a isso romeraram a levantar barricadas. O
rei querendo prover pela salvacju de seu povo,
rliamoii as lilopas a obrar ; as tropas apoiaram-no,
e elle suppriniio a conslilui.io (Riso) ; foi obrigado
a t'aze-lo. AJcamara baixa dis-e que nao quera Ier
urna cmara ..lia e o paci entre o soberano e o po-
vo eslava rold. Nao quero juslilicar todas as medi-
das do re de aples. Apoiados.) Alguma-'dellis fo-
accrescenlou
aqualicas que itccullam a* fulhas e as razes al que
veem llorescer na superficie d'agua.
Ella mi vi., cora fronte radiosa a exborlarAodo pa,
o qual pedia-lhe que declarasse frauc.inele o uu-
me daquede que prefera.
Lefebure oo Marsal? escolhe!
madama Mi h.iud.
Nem ujm. nem oulro, respundeu ella.
EntAo porque, ranha sobrlnha /
Porque nAu os amo, minha ta.
Como dizes isso N'Ao te pergunto se ests e-
namorada de um desses senhores. A genio casa-se
por amizade ; o amor vem depois.
Quero amar meo marido antes.
Primeramente isso nAo he de bom gnslo. Acho
indecenlcs as uoivas que moslram-se loucamunle a-
paixouada palo marido. Quando casei com Mr. Mi-
chaud. conbecia-o, ostntava-o, prezava seu carc-
ter ; porem nao amava-o mais do que ao imperador
da China. O amor he arvoreque cresce lenlanieiite :
si. a mi herva he qoe brola com rapidez.
Querida lia. tambera he de bom gosln que um
homena ca-e com urna mulher sem ama-la '.'
Eu nunca te disse tal cousa, nAo me emprestes
Iolire*!
Porque, parece-me, que ncohom desses senho-
res me ama.
Que!
Oh! nao me engao. Tenho-os esludado mili-
to, principalmente depois que Irabalba-se no buslo
de minha tia. Ei*-aqu em pnucas palavras o resu-
mo de minhas observaees : Mr. de Marsal he bem
nascido e bem educado, tem carcter braudo, humor
igual e manera* mui agradaveis.
Ah exdamoo madama Michaud Irinmplial-
menle.
Espere! Mr. Lefebure lem cspiriln variado,
vivo e elegante, voz bella, gesto uobre e resoluto.
Al! ah! murmurou o marquez.
Paniencia, meu pai! L'm he loro, o oulro he
moreno om he delgado, o oulro gordo ; um pobre,
o oulro ico, e alias dir-se-hia que sAo um mesmo
homem, lauto se asseraelham em suas raaueiras pa-
ra cora o. Ambos dizem-me as mesmas finezas, co-
mo -'. livessrm aprendido em um manual, olham-
me do tiesmo modo, e su leem uina inaueira deap-
provar- re quando fallo. Se me veem aorrir, Irium-
pliain u liforraemcnle ; se Iralo-os com Crien, cur-
vara a Ironte ul. o peso da me-ina dr. Dir-se-hia
que enl>ndem-se para faze'cm cahir a conver-ai;Ao
-obre o casamento, c enlAo cada, qual itesenvuve
maior doqoencia para provar qne sena o melhor
dos mal dos. Quando reusuro a iiidl'erenra, rarre-
gam o sibrolho como dous co*os, quando* declar-
me enn ra o ciume, seu*semblauies mostram simul-
laiieain me grande nddferenca. Se iniiba lia di*
sesse ui la palavra contra a avareza, elles rorreriain a
adrar n agua inoedas de quarenla francos para
las -all r ; >e ella fallasse cunlra a prndigalidade,
procurariam alfmelessobre o tpele! NAo he assim
que se una!
C mu tabes '.'
pns nao errara por malicia, e sira por excessu de
svmpatlna pelos male- de I o 11 u ni altamente em seu favor.
demudo bnm fallar de reformar as insliluires
de paizes conlinentae, ma* olhem tambera para a
igreja estabelerida na Irlanda | Apoiados. J L'm
vaslo eslabeleciinenlu ecclesiaslico ntaolido cora es-
plendor e oppulencia para benelicio de urna simples
fracrAo do povo, entretanto que os milhes tem que
sustentar seu proprio clero cora suor de seu rosto.
Esle be o mal chronlco da Irlanda e un escndalo a
civilisacAo do secuto. Relalivamenle crueldade,
antts de julgarmos a* outra nares pela dureza de
seus proced.inenlus, .levemos lembrar-nos de qnjn-
us lemosespiugardeado, arouladu e enforcado as
libas Jnicas.
Quando o Jpapa rollara para os -eus dominios de-
poi- de urna lernvel rcvolurAo.reiiiatlo do terror, al-
gn criminosos polilleoa foram presos por curtos
periodos.e inlimou-se a oulrus quedeviam ausentar-
se >lo paiz ; mas uenhum foi exec.uladu | Apoiados .
^at) llevemos esquerer o que lem acontecido na
India.
NAo devemos esquecer quanlo mal resullou para
o* nossos polticos inglezesde assaltarem outra let-
ras, e de reprovaremleis e instituirles que nao apre-
seiilavain iiciihuraa feruu que merecesse se quer
urna sombra da c.)ii.lemnacAu, que as reve-
larles arerca da tortura na India provocara. A de-
clararAo feila pelo honrado merabro p..r Aylesbury
! Mr. Lavan' .le que em ISO havia Itl.OIH) indivt-
duus as pri.es .le Ruma, he inleirameiile infunda-
da. { Apoiados '. O numero dos presas polticos ex
i-leiile.em Roma naqurlie lempo uo chegava a in.
Tambera nao be verdade, cuino asseverou o honrado
membro, que os padres em Roma u.'.o pagara li utu-
tos. O contrario he o qoe lem lugar. O honrada
membro futa mal informado Apon-idos ]. Elle ,tl
ludir luquisirao, ciilretaiilo ella nao he em Roma
scnAo ura tribunal ecclesiaslioo, que loma ruuheci-
menlo du uegocius relativos a disciplina do clero, e
nao lera iieuliuina jurisdicjA.) sobremos seculares.
Seo poder limita-se a irapor a |.ena do prisao, c
mesmo a este respeilo, sua autoiulatle esla longo de
ser fprmldavel, poiquanln as priaoosiflo tAo eosnnvo-
das que, quasi que nAo merecein esse nome. Digo
aipiillu que vi por inim meslo, entrolaiitoque o hon-
rado membro or Avle-buiv nao citou urna s ail-
loridade em favor de sua .issercAo.
Relaliv.mente secularisacao do poder papal, di-
Vi que nao he mui fcil entender o que se quer sig-
nificar por esta phrase.
Urna velha doulrina vvhig que parece ser abraca-
da pelo nobre lord membio pelacidadedc Londres,
pelo secretario dos negocios estraogalros e pelo hon-
rado membro por Aylesbury, susienla que o* eccle-
siasticos sAo improprios para tomarem parte na ad-
ministradlo dos negocios polticos, porem a historia
prova que es*a opiuiAo nAo he verdadeira. Certa-
mente Ximeues, Alberoni, Wolsey c Richclieu fo-
ram lAo grandes estadistas como qualquer dos do
tempo presente, bem que lodo- fussem cardeaes. (A-
poiados ). Te-se diloque os leigos sAo excluidos
dos empregos no governo romano ; porera he orna
falsidade.
O* estados romanos nao sao governailns pelo col-
legio dos cardeaes, mas por ministros, Ir dos quaes
00 ecclesiaslico e lodos os oulros secdlares. Quasi
luda* as repartiees publicas sao dirigidas por leigos.
A seguinle eslatislica lirada de fonles aulhenlicas ha
de corrigir milito erros sobre esla queslAo, e moslra-
r a loda a luz em que proporrao eslAo empregados
os ecclesiasticos e os leigos nos negocios do estado
/eclesisticos. Leigos.
Ministerio dos negocios estrangeiroi. 17 30
Ministerio do interior ....
u da instrucrao publica.
da grai;a e justtea. .
lo'i i/ni lo ....
a do commercio. .
i das obra publicas. .
o da guerra.....
da polica ....
Os salarios dos ecclesiasticos monta a 1110,310' scu-
di, os dos dos leigos a 1,186,1!)!.
A eslatislica cima he para os empregos dos ne-
gocios temporarai, mas os leigos sao tambera admit-
tidoa aos empregos dos negocios ecclesiaslicos.
Becletiaitico. Leigos.
e ella nao livesse despojado a igreja calholica,: se lem gasto em tal pessoal uesles ltimos tres anuos vuva e filhos do capilAo do corpo policial da Ba-
- e no preseute. I bio, Francisco Joaquim da Silveira.
a 5. Em quanlo mmila al boje a despeza feila O Sr*. Jecintho de Meudonra e bario de Mao
cora a eaixa d'agua do Ilarro Vermelho nesla corle,; ollerccem como arligo addilivo o parecer, qoe an-
e o un; menlo da provavel despeza que ainda de- prova .i pensio de istij rou:c.lida a vurva e tlboa
manda o remate de seu concedo, cuiidusAo, aper- i do aderes do corpo de polica do Rio (iraude do|Sal,
feeoamento ou einbellezainenlo. O mesmo sobre as Vrenle Ferreira Das Jnior.lie tambera aporv-
da lera si lo .|,pltu li la- pot bomcus a quem a -ua
hoslili la.le a igreja calholica cega. Amraca. lem
side feitas contra a autoridade espiritual, bem como
coulra a autoridade temporal da Santa S, mas al-
iona, aos honrados membros que essas amoscas sAo
vas e iiiuleusivas.
o Mudas vezas se lera dito .< Este he o ullimo dos
papas a mas.) thionn papal lem permanecido inaba-
lavel. Po VI foi feilo prisioneiro por Nap.deAo e
morreu no dplivejro ; oulro papa foi eleilo em seu
lugar. Quando Po Vil f.i lamben! deslhronisado
e faitu prisioneiro, disteram ootra vez que seria o
ullimo dos papas, mas elle voltou para P.oma tAo
grande e lao po teroso como nunca. Quaesquer que
ajara as esperances que os hourados membros te-
obras to* reservatrin, canas, ou ciicaiiamenlo ani-
da por eoncluir da Tijuca.
tS." Em quanlo montam aclualmente osbilhetes
dnihesuuro einiltidcs por auliciparAo de renda.Sil-
va lerraz. >
O Sr. I isrnnde de .llhugnerque : Sr. piesi-
denle, pe li a palavra para fazer uina reclamaran.
Antea de publicado, foi-ine lido o raeu discurs, e
he possivel que me esrapasiem algumas express.'.es ;
mas ou porque assim osse, ou por erro de prova,
appaiccein uellc duas as.eiroes cuja palernidade
na., quero por foima alguraa ; nAo [iosso deixa-las
passar.
No discurso publicado parece que fui eu que apre-
senlei na rasa essa aineara tic invasau du Brasil pe-
que
nbaui furniadn a este respeilo, ellas ser.lo lodas il-! las pupulares da Europa, quando nAo fui e
lusoriae. I aprsenle! tal idea.
NAu posso senl ir-me sen) eslranhar o tom arro- i A oulra asserrAo que nao desojo deixar passar, he
gante e imperioso rom que nesla rasa e loia della aquella em que s'e me allnbue ter cu dilo que Da
se tem fallado a respeilo da Sania Se e da igreja ca- se censure o governo. Dos me livre, Sr. piesideu-
Iholira : se sa traa de Mavnooth ou do ttulos ec- le. que cu tal disse-se ; u guverno deve sei rensu-
rado sempre que o merecer. O que eu tli.se foi que
rle-ia.liros, ou do juramento de alujaracao, emp.eg.i-
0 0 mesmo lom de de-prezo contra o soberano pon-
tfice e contra a igreja de que elle he caneca. Estis,
senhores, para levar ans pos do Ihrouo as vo-sas con-
gratularles por ter o ministerio concluido una pal
honrosa. Ou ganbastes vos com a guerra e cora a
piz Diaria que assegurasles a inlegrldade da Tur-
linha sido feila ao guverno uina censura acerca da
colonisarao, censara que nao me pareca bem fun-
dada. Mas dizer que nao se ccn-uie o governo, es-
poro em li,.ns que nunca o riiiei. Apoiados.)
O Sr. Dantas para una explicaran : Sr. pre-
sidente, islo lei-se o nobre senador referido a uina
quia, mas en duvido ds*o, pois considero a Turqua I idea por mira apresenlada, doro dar uina pe
apenas como um cadver galvanisado. A igoaldade cxplicarAo. Ea nao disse que o Rrasil eslava amea-
enlre os lurco* e os cbristns he a deslruielo para rado poi estraugeiros ; ma* sim que o governo cui-
aquelle paiz. Emquaulo exislio la uina clae doini-1 dasse de colonisar o Rrasil, por isso que muilas-na-
nte, a Turqua era a Turqua, mas o sullAo tem re da Eurnpa linham os odios nos paizes que nao
e-lahelecido os chrislAos no mesmo p que o* Torcos,
e a Turqua nao he mais Turqua. Creio que us no-
minios latees -o despedararu ; nAo sel o que ser
feilo dos respectivos fragmentos, ma a Turqua, em
vez de um sanhor, tem agora cinco. Uemai, liu-
milhasleso poder do maior inimigo da igreja ralliu-
lira romana, fzesle morrer de Uesgosto o persegui-
dor d;.s freirs do Min-k, a o destruidor da igreja
calholica da Polonia, quehraales o prestigio da flu.-
sia, ponale o gfaotle perseguidor da igreja calholica
e tles"e modo dcscinpenliasles a vossa larefa como
ura ii.lrumculo as iuAqs da Divina l'iovideucia.
Mfjfes snela eccttt humiire. a
( Tabkt),
IJK 1)11
3 11
! 927
3 2017
1 111
'i 1IKI
0 98
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23 SU59
ILEGVEL
Sinto-o O corarAo v claramente, sobretodo
na minha idade : uo tem os odios fatigado*! Se es-
ses senhores me amassem, alguma cousa m'o diria, e
ea Ihes seria ao menos cradecida. Ma, se suas al-
lences deixam-me indillereule, be porque nao se di-
rigem a mim, toca ao meu dol agradecer-Ibes.
Mr. de tiueblan cslranbou menos as palavras da
lidia do que o lom com que ella lallava. Nunca a
vira lAu animada. Qaiz examnala de mais pert
pegou-lhe das mgot, tirou-a da poltrona era que es-
lava, e, aeiilanilu-a biaudameule sobre seus joe-
Ihos, disse-lhe :
Ollia bem para mim.
Vidornia experimentava a primein IransGgura-
rAo que o amor diloso prodoz as don/ellas.
Amasa alguem? pergunti.it lhe o pal.
Ella abrarou-ii em VOI de responder.
He homem nobre?
Como um rei.
Rico ?
Com-. minha lia.
Redo?
Como Vine, meu charo pai. E bravo, e espi-
rituoso com. \ me.!
Nos o coiilieccmos ?
Vmr. vio-n ; mas nao n conlicce.
Onde o encontraste /
Era casa do embaixador de llespanha, o invar-
no pateado.
Ha um seculo !
Sim, lqiiei seis mezes sem noticias suas.
Elle esqueceu-te.
Nao.
Como o sabes ?
Tenho provea.
NAo te pergunto se elle escrevcu-le ; es mi-
nha filha.
Oh meu pai !
Quera he? Di/.c-nos seu nome!
Viclorna licou bem en!.....la sera saber que res-
pondesse.
J a intimidaste, disse madama Michaud ao
marquez ; deixa-nos, ella me descubrir seu sc-
gredo.
NAo sei como Viclorna enfeitieou a lia. O cerlo
he qae nAo lhe disse seu segiedo. e que ilistou-a em
uina conspirarlo cunlra os prelendentes, rujo lim
era provar a elles mesmoi que su linham amor ri-
qoeza de madama Michaud. Viclorna fez logo -eu
cerco ; o amor he grande meslre em estrategia.
Corlou inmediatamente de un volunte da Biblio-
llieque bteue a* palavra aognintoa, que foram medi-
das em um involioiio com deslino a .Mr. I.efebure :
i. A dama e a sobrinha casaran) no meewo da roto
dous eavalleiro queainavam, e Aquelles que se a-
rbavan na rapella do eaalello, .is-isiirim a duas
bellas ceremniiia*.
Racioeinemi.s, ,i.se madama Michaud. linan-
do lhe loi entregue esta lulbele anonsmu, elle nao
o laucar ao fogo : estamos no vero.' Elle o lera.
Qae pensar? Primeirameflle que he zoinbara.
Quando eslive para casar com Mr. Michaud, meo pai
1MTEHI0R.
RIO OE JANEIRO.
mm.
SESSA'O EM 7 DE JUNHO DE 1856.
Presidencia do Sr. Manotl /gnacio Cataicauli dr
Lmarda.
A's 11 lloras da manbaa, depois de feila a chama-
da, abrio-se a sessao, estando presentes 29 senhores
senadores. ,
Lilas ai adas de 5 o 6 do correnle, foram appro-
vada*. ,
O Sr. secretario deu cotila do seguinle expe-
diente:
Dous oflicins do primeiro secretario da cmara
dos depulado, parlicipando haverem sido sanecio-
nadasasresotiicOe da assembla geral, urna aulo-
n-ando o goveroo por tempo do um anno a transfe-
rir de un- par.i oulro* rorpos e armas os ofliciaes
subalterne do exercilo, o oulra mandando decla-
rar permanentes as ili-posiroe do deereto n. 8110 A
de 30 de juuhu de 1851, e uo arligo 29 do decreto
n. 783 de 2 de abril do dilo nao.Ficoa o sena-
do inteirado.
Um reqaerimenlo de Domingos Caliagno, pedn-
do ser naturalisado cidadAo hrasileiro.A' roicntis-
-.lo de eonsluico.
Foi apoiado e a imprimir o projeelo que fcou so-
bre a mesa em (res desle mez, astiguado pelo Sr.
Miranda.
Foi apoiada a seguinle indicado :
a Indico que se refnrmem os arl-, 30 e 40 do re-
giment interno do senado, para que, na forma du
arl. 23, cap. 1, til. i da contiloicao, logo que se
rena a melade e mais ura dos seus respectivos
merabros, era cujo Motare jamis se podem contar
os que nao existen), e cojas vaga ainda se nAo le-
nham precncbldo, se possa abrir a sessao.Silva
Fcrraz.
Foi apoiado, e approvado o seguinle requeri-
mento :
o Requeiro que se prram ao governo pelas re-
partiees competentes as seguinle inforuiac.es :
- l. Quaes os empregados pblicos, assim cvis
receben mais de vinle carias anonymas, urna das
quaes afllrmava, que meu nuivo era casado com dez
mulhere na Turqua Depois elle corara a cabera,
e dil rnmsigo, que he grandissima loucura minha
ronlrahir segundo casamenln, leudo ja cabellos bran-
cas. Tornando eu a casar-me, a consequeucia be evi-
dente : entras na calhcguria das mora- sera dol.
Ora, Lefebure be mudo aferrado s suas rendas pa-
ra desposar-te gratuitamente. Antevejo a careta que
tara. M. de Marsal, le queretia anda assira. He ea-
valleiro. Mas, romo poderei fazer que u advogado
crea que escull um homem para meu marido? El-
le nao se afasia de mim Rem sabe que nao rece-
bemos quinze visitas em quinze dias. Para casar he
preciso um marido. Ah esse csculplor !
Ol] minha lia !
Porque n3o? He mu bello.
Sem duvida, mas. .
Tem talento.
Concordo, mas...
lem nome absurdo, porem pouro conherido.
He urna nobreza Amo os arlislas, porque nao sao
piebeni.
Mas, reluca, minha tia...
Que elle nao possue nada ? Sou ass.n rica para
dou*. Alm de que esse casamento seria cem vetea
mais verosmil que o da condessa de Pagnj com o
li Catn com um eiigenhciro do porto de llre-l.
chamado Rnuniol! E madama de Rouge! e mada-
ma de l.ansac! e madama de La Ru!
Sim, minha lia ; mas que papel faro Van. re-
presentar esse pobre rapaz ?
Ei-lo j mudo infeliz Trala-lo-hei com agra-
do, passearei cora elle no parque, dar-lhe-hei azas
de frange, entretanto que larei, Mr. Lefebure, mor-
rer fome. Demais, elle nAo desconfiar de nada,
e nimbas atlenres -rnenle serAo intelligiveis para
quem estiver prevenido.
Madama Michaud eucarregou-sc de Iranquiilisar
o marquez sobre o amor mvsturioso da llli Piutou-
o como um dos sonhos que os jovens corceos lanas
vezes lem. NAo havia perigo : Viclorna eslava em
paizes q
estAo povoados.
O Sr. I isconde de Mbuquerque : Isso he que
eu cbamei ameara.
O Sr. Dantas : E para prova de que as na-
ques europea teein ni odios Idos as naques nAo po-
voadas, ah estAo Nicaragua, as Anlilhas, c mesmo
a queslAo do Amazonas.
O nobre senador, pon, nao poda inferir de mi-
nhas palavra que o Rrasil eaUveaee ameacjde por
estraugeiros.
ORDEM DO DA,
Foram nomeados para .a nova cominiss-io de em-
piezas privilegiadas e de obras publiras os Sr.-. Ilap-
liala de Oliveira rom 2I votos, leiraz 23, u viscon-
de de Albiiqin ripii- 9.
O Sr. /'residale derlaruu que, convludu preen-
cher-.i as vagas que evisliam as commi-si.es d
redacrao e attemCleat provinciaes. pelo fadecimenlo
do Sr. visconde de Uberaba, ia mandar correr o es-
crutinio para esse lim.
O senado decidi, sob proposla do Sr. vis-
cimdc de Italioraby, que fosse o Sr. presidente, nAo
t no caso presente, como lambem nos futuros
quera hzesse as noraearoes para se suppriretn lacs
falla*.
Era consequeucia do que o Sr. presidente nomeou
para a commtssAo de redacrAu o Sr. visconde de Sa-
pucahy, para a de assemblas prdVinciaes o Sr. Fer-
rar, e para a de inslrucrAo publica o Sr. Silveira da
Moda.
Entrn em primeira discussau a indicarlo doSr.
Dantas, propoudo qoe a comraissAo de legislarlo
reveja a postaras da comaia municipal desfa cor-
le, e proponha a revogaeo daquedas que, ou forem
contrarias con-iuuiru, ou aos iuleresses pu-
blico!.
Foram apoiadas as segninles emendas :
o Que a indicacao va a commisso de couslilui-
jao para, oovindo o seu nobre aulor, dar o seu pa-
recer.Silva Perras, >.
f Emenda a ambos os requerimentos.Que o re-
querimeulo va a commisst.es de consliluicao e le-
gisla^ar;.Dantas. k
Verilicando-se uAo haver casa, ficou adiada a dis-
cussAo. O Sr. presidente deu para ordem do dia o
restante das material dadas, e mais a primeira dis-
cus-Ao das proposices da cmara dos depulados au-
torisando ao governo, uina para mandar matricular
na* escolas maiures do imperio os alumnos que por
motivos justificados nAo tiverem comparecido no
prazo fiwdu para as matricula no presente anno
lectivo, e oulra a conceder um auno de hcenri com
lodosos vencimentos aojuiz de direilo Carlos An-
tonio ile Hur.it... Ribeiro ; lerccira diseussAo da
pi tpu-ir.'.o da mesma cmara auforisaudo o governo
a mandar pagara Manuel Antonio Bastos Racteclif
o ordeuado de carcereiro da cadeia da villa do Pi-
lar, na provincia da Parahiba do Norte.
Levaulou-se a sessao i I hora da larde,
No dia II nAu houve sessao.
aules.de 12 de julhu, quando Mr. Lefebure perse-
gua ja declaradamente madetooiiede Lerarahert, e
Daniel lernaracnle tratado por rhadama Michaud
lermiuava sua obra de gesso.
O artista nao reparara uem no resfriamento rpi-
do de Mr. Lefebure, nem na alegria que Viclorna
c a lia por isso tlnhaiu experimentado, nem as suas
allences voltadas para a filha do banqueiro, nem
no pezar do marquez de lilebau, ueui no Iri-
iiiDplu de Mr. de Marsal soraeute vira seu bus-
to, o prazo, e o mil e quiuhentus francos. Nada
podera ditrahi-lo, nem us odiares de Viclorna, que
nAo observara, nem suas ineias palavras que no com-
prehendera. As alleacoc de madama Michaud li-
nham-lhe tocado o corarAo: elle nAo duvidava de
que uina pes-oa lao benvola lhe concedesse oadian-
tameiito de qoe precisa va. Animado por essa con-
lianra apressara, e acabara em doze dias urna obra
nol.ivel. Os artistas nunca trabalharam melhor do
que sob oacnule da necessidade : ei porqaeos mil-
h ni ir io- sAo raras vezes grandes artistas. Aquelles
que o viarn trabalbar com laulo afn diziam eulresi
ao ouvido :
Como elle ama Haqoem aflirmc que Ph.dias
qusndu fez a Minerva de marlim e de ouro, eslava
enamorado de seu inodelu. Quem teria poaido pre-
ver que a primeira paixAo de madama Michaud se-
ria cumpai lidiada por lAo bello rapaz ? Elle contra-
hir um casameuto de diuheiro e um casamento de
amor.
Ninguem duvida de que elle eslivesse seriamente
enamorado, excepc,Ao de Viclorna e de Mr. de
Marsal que linham oulra venda sobre os olhos. A
propria madama Michaud coraec,ava a assuslir-se de
sua obra, e Mr. de Gueblan caidava em reprehen-
der sua veneravel irmAa.
Mas era Mr. Lefebure qoe ria com sigo racimo
vendo seu antigo rival aferrarse cala vez mais fe-
licilava-se de ter nsseido com juizo, e represenlava
ja a caranlonha do capilAo uo da em que Daniel e
madama Michaud camiuhassem junto aualiar, t) ad-
vogado nao conservara iduses sobre a pessoa tle
nina. Depois que sabia que ella nio tinao dote.
__ appru-
v.nio. depois de haverrm os Sr. depulado Mondo
da Cosa e Jacmlho de Meudonra requeras, que
ambos ti % t un urna so diseussAo.
lie lido, julgado objeclo de deliberaro o vai a
imprimir-sc para entrar na ordem dos Iranoioaa o
parecer da commissao de inslrucrAo publica, que
i o 11ne pelo segonte projeelo do
/tesoturao.
Arl. 1. O governo mandara admitlir a cierno do
segundo anuo do corso pharmaceotieo o alumnn
Pedro Jos de Araujo Corle-Real, loga qne leuda
pago a secunda preilarAo da matricula daqoade
anuo, e oulro sim o mandar admllir a matricula
do lerceiro, se justificar que tem freqoeolade as
respectivas aulas, na forma dn regalameolo em
vigor.
Arl. 2. Picata revogadas, etc. Em 31 de mam
de 1856.I. Oclaviano.J. J. da Rocha.Dola
Rocha.
/rqueriinentos e iniirarie$.
O Sr. Il'ileiis de Mallos requer que so peca an
governo urna copia du ullimo relatorio apraaeuladu
pelu majordo estado-raaior de primeira cleonji oaada
I biie-lan de Rusowadowski, ao coinmandoaiodo ioa-
pri mi corpo de eugenheiros a respeilo daa obras sob
sua direii.au na capital e oulros lugares da proviocsa
do Amazonas.Appiovada.
O Sr. Amonio Carlos pede urgencia para qoe a
cantara resolva sobre a ele.rAo da freguezia de Pal-
tos, na l'.nalaba do Norte, procedida no anno do
1852. depois de ouvida a respectiva maimn jo poderes, coja -uliiran se acha pendente.o eoare-
iliila a uigencia, e va commoao do poderes para
dar seu parecer.
" Sr. Barbosa da Cunka peda lamboa oroencia
e Indica que se chame o Sr. Dr. (.abrid Jos Ro-
drigue* dos Santo, primeiro sapplente polo pro-
vincia de S. Paolo, para tomar assento nos Ingares
.los depulados que fallan) por aquella provincia.__
Vai commissao de constituidlo e poderes.
Commissao.
O Sr. Presidente declara que vai oiueiar-ao go-
verno, pe.Mudo dia c hora para ser presento a S. II.
o Imperador a respusla falla do I bruno, e sao no-
mcadu para a comuiiss.io us Srs.: I! indeira de Mel-
lo, Taques, Barbosa, Sonta LeAo, lirandao, Perotra
Jorge, Angelo Ramos, Eduardo Franca, barao do
Mau, Lu/ Soare, Paraiiagu.Brelas. RodrigoeaSil-
va, Brutcro, Jos Malhias, Antonio Candido, Livra-
ineiito. Paula Santo, Martius Ferreira, Ribeiro do
Aiidrada, Brusqoe, Forren a do Araujo, Viera do
Mallos e jacmlho de Mrndon(a.
/ledacres.
Sao a|iprovadas as redaccoes das rcsolor,.es qoe
approvam as peasoes :
l. de 1:2009 annaal, concedida a D Anna Ru-
fina de Souza Franco, viuva do vice-prasidenla do
Para.
2.\ de 1:600, reparlidameole a viara o Albos do
Dr. Cypriano Rarbosa Relami.
3."," de 1:01105, re partidamente viara e filhos do
Dr. Josc Vieira Rodrigues de Carvalno o Suva,
chefe de polica do Rio lirande du Snl.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM OO DIA.
Continua em seguuda diseaste o projeelo n. 74,
que declara, que os oIBciaet do corpo de sonde da
armada leem direilo a serem comprebendidat, easne
os demais ofiiciae, noMoole Pi da Mariana.Pat-
ea lerceir? di-cuu.
Passam, em urna s dttcnatao, os projotloa oto
impre-ti. que approvam a ponse concedidas a
viuvas e filhos do capillo Francisco Joaquim da Sil-
veira e aderes Vicente Ferreira lli.t. Junior.
Entra em terceira diieusso o projeelo n. 71, do
anuo passado, que dispensa ai leis de aosortnacaa
em favor de varias irmaodades.
O Sr. hiendes da Cos ollerece como additive
ao projeelo, o de n. 77 que aolocisa contraria de
Nossa Senliora do Amparo da Cacboeira, oa Babia,
a adquirir beus de raiz ate o valor de -IhOOOp.
He approvado.
O Sr. h'leunj ollerece, como addilivo, o urajeen,
o. 52 do anno passado, para que tal dispeooa ao ca-
lenda a favor da irmaodaode de Nossa Sinhuri das
Rosario da villa de Santa l.uzia, em Govai.He
apoiado e approvado. <
O Sr. Pau'a h'onseca, como artigo additive, re-
quer tambera em favor da irnsandade do S. Do-
mingos da cidade de Niihcrohi, para qne posea pao-
suir al 30:00 em bens de raiz.He appro-
vado. """
Entrando em disrussAo o projeelo u. 79 cosn os
addilivos, ha ludo approvado e adoptado anast o
remedido a commissao de redacrao.
Entra em terceira discosrto o projeelo n. 315 do
1850, viudo do senado, que permute i iraaaudade
segurauca no castedu longe das sociedades e dos sa- achava-a mu tu menus formosa do que madenioisell
loe de Pars. I.cramberl. Do sua parle a familia Leramberl pre-
A bna lia que nao renunciava ao seu projeelo so- 'ava altamente a eloqueucia e a riqueza de Mr I e-
bre Mr. de Marsal Iratou de adiar quem a auxilias- I febure.
se. Fezvir de Pars madama Leramberl cum o filbo II marquez mudo indignado pela conduela de seu
e a lilha, a qual linha um milhAo de dol. Conlava l randtdalo senlia-se inclinado por um naUnclo se-
em inademoiselle Leramberl para fazer urna leliz creio para Mr. de Marsal. Arrepenaiia-se raais do
diversAo allrahiudo sobre si as forras do inimigo. "
Ao mesmo lempo chamou pelo lelegrapho a velha
madcuioiselle de Marsal, pessoa de espirito. irmAa Saint l.ermain, e senlia a necessidade de casar Vic-
primogemla e querida de seu candidato. Mademoi- '
selle de Mar-al davia formar reserva, e marchar na
relagoarda. Por ijajicidade ella foi deploravelmen-
te vagarosa em deixar seu pequenu castedu de Lu-
neville, em despedir-se d..s vi/mlio-, e dos galos, e
eulrar em urna barbuda da viagem. linha Ha pun-
ca conanea as estradas de Ierro que prelerio vir
com seus cavados loreoos, bellu animaes que anda-
vam dez leguas por dia. Essa berlinda nao chegou
ville. e coolou-lhe o cato. Madefneaaaile do Mortal
cboiou de alegria, e disse :
(.liego a proposito pora vos aboaroar. Era sera
duvida por isso que madama Michaud chtetava-ato
a loda a pressa.
O dia seguinle 13 da julho era mili atoll : da
duas vezes de mao agouro. Mademouello do Maisal
luna o tempo de lomor iingua, a do saber o qoe so
passava em casa. Depois do a I moro ella cha sao) o
iriii.in parte e perguntou-lhe :
Qual he a fortuna pessoal de mademoisede de
(jueblau ?
Nao sei. Nada, ou dez mil francos de renda.
De lote ?
Nao, pela morle do pai. Por qoe me porgan-
las isso ? Sabe que ella lem a riqueza da lia.
De madama Daniel Perl ?
Qoe dizes ? De madama Michaud !
Ma, desgracado nao sabes ?
O que ?
Madama Michaud esla para casar com a o-
culplnr. lodos o saliera, menos tu. Foi por itto
que Mr. Lefebure reln ou-se.
Misericordia !
Mr. de Marsal sahio corrodo ; em sua vida nan-
ea tivera cores 1.1o vivas. Suas saijas loaras pare-
can! ruivas. Elle encontrn a madama Micliaud, a
qual lomou-o amigavelmeutc pelo braco e disse-
lhe :
Para onde corre ? Prendo-o. leono mudas
coasas a conlar-lhr. Vossa senhona portou-se como
om anjo, Mr. Lefebure he um bruto ; modo estiro*
que tenha chegado sua irmAa, o minha sobrinha ser i
sua.
Elle encaroii mui incivilmente sua fiel alliada, o
responden em lom secco :
Agradeco-lhe, -enhora. Creio qoe alguem aqu
he engaado, e farci que nAo seja eu.
Madama Michaud ficou estupefacta. O cap la.
- mi.ni-a pro l;ni Jmenle, t rorreu a Daniel, O qual
pimoiava com o joven Mr. Leramberl marnam do
tanque.
Seiihor esrulplnr, di-.e-lbe elle, ba mudo lem-
|.o que Vmc. zomba de mim, e creio-me obrigado a
Ir .. rar-lhr que ii io amo ns velhar.i nem os lotn-
gantes.
Mr. Leramberl deixou cahir os brae,o em tignat
de pasmo. Daniel ronlempltm o capilAo assim com*
um medie, de Ricetre contempla um doado.
He a mim que o scnbor falla "!
A N'mc. mesmo.
Eu he que sou velhtco e inlriganle '...
i E impudente, se as oulras palavras uto bastana
para que o idralo lhe parera semelhanle.
Daniel perguutou um m-i.inle a i mettno, e da -
Air. de Mar-ai nao se fez ruga- i ria rom o rapilao no tanque ; mas lomou outra res
eharmar-se Casta., de Mai-al de lurao : tirnit as luvis du Iwlso, e Ibas lauro,, ,,,
roslo.
(C reto (tara Air. de Marsal.
que nunca de 1er poslo a filha a concurso ; rerciava
que o boato de-sa ventura se espalha-so no bairrode
turnia quanlo antes. Nessas di-p..-iru..s arntlheu fa-
vnravelmente osadiantamenlos do capillo. Teve com
elle duas ou tres cooversacocs secreta, abrio-lbe
seu corarAo, e encelou emao) a que-lao delirada^la
um l-inr. de nome.
do, i i-i,non e a
Gueblan, ou de Marsal tiueblan, nu de tiueblan
Marsal, segundo aprouvesse ao marquez. Depon foi
abrarar teruamente a irmAa que chegava de l.uue-
MUTIODU


do Senilsimo Sacramento da f resunta di Candela-
ri.i e ailitiinUlr^^riit dos lzaro* disparen) da casa da
ra Ja alfandega n. 9, que Ibes foi legada pelo com-
mandador Antonio Ferrein Ha Rosta, por meio le
venda, cojo producto' se.a enipregadn ein ajinlices
la divida publica. Me adoptado e enriado
rao imperial.
Enlra cui lerceire d.rif.s".o o projerio o. J||i ,|,.
ISO, que annelto*e le mili cunililucuual .e K de
oulubiu do 18.15 da assenil.ic-a prov.iirml rte Mallo-
Grossu.lie adoptado e remedido o cummis,;!.. do
rcdaeelo.
SEGCNDA PARTE DA ORDEN DO DI V
A discoriaoi (oncea por uma lueira ubse varan
(ella peloSr. Paula Candido em favor dos crorgides
da armada, a qual ie.pou.le o Sr. ministro da ma-
ncha.
O Sr. Brolero (omou cntAo
de un lirevo reparo sobre o non cu. de fon*
O .Sr. Octarionn ju'g.i que n adiamanto prnpo-lo fita
prlo Sr. depuladu Nenriques a proposito do ser ou- I lo>
ido a
paro eala parle da orden, ilo
rja naval (.ara o auno financeiro da IS.Y7
._, e, ta Itoover lempo, ai material anteror-
eaaa a cumrnis.au de cuminerriu o inen-lna. nit mer le designadas
pode ser acert |nla cmara, visio como o materia da
*m discussu ja h" por doman sabida, e mesmo
sinc- 'discutida pela iraprensa.e que ludo- jolftam da su lo-
ma utilid.de. o
O Sr. Figutira de Millo duque, sendo creadas j el
as eoinoia-oe, para seren onvidas a esc';..-;cpreni a ladi
i palavra, c depoit
~ ...c.o n-paiu >unre o Homero de lunas pe-
dido para cate anuo, que nao devia ser, como be,
igual ao do auno pausado, uma \w que as citcums-
lauc.as s.1o minio difierentes, enlra em langas con-
sideraron sobre poltica eral.
A man lia do governo aclnal, apezar de ler em
muilo melhorado as circunstancial em que nos
acharamos, uAo pode entrelanio inspirar-Ble nein
Jim apoio enlhusiaslicu, nem urna cunliniira abso-
lola. i' |ai/ i, ,1,., |,.._; ,.m iri1 epoca que o
orador nao deleruuua, ao estada de exercer um doi
parlidos urna dictadura absoluta sobre o oulro. Es-
so oslado liona sido a cuusequenria dos grandes
meios de que Jse liulia julgado indispensavel reves-
tir a auloiuiade para combaler as laccnes. O an-
damento do pai/ eslava assini sujeto a vonladt ta
parcialidad* dominante, qua, >e algumas vezes po-
da allendcr ao> verdadeiros inlcresses da nai,.lo, su-
jeilava-os quasi sempre aos scus caprichos e inte-
reses pessoaes.
Semelhante estado nao poda continuar. O mi-
nisterio actual subindouo podar levou em villa cor-
lar semelhante mal, e ccn efleilo cousesuio que as
eousa, leuham mudado de face. Essa dieladura de
um partido subre o oulro acabuu.
Mas islu nio basla; he misler que o governo
prosiga e que desenlie mais vivamente soas tenden-
cias.
Al aqui elle nAo lem felo senAo eoucenlrar em
si o poder de que se achara de posse o parlidu a
que d*oradur allude ; .1 dictadura muduu apenas de
maos.
He ja isso om bem muilo apreciavel, porque o
goveruo, cnliocaudo-e acuna de todas a parciali-
dades, pu lera livrememe usar cm beneficio da na-
i;o do poder de que dispde. sem achar--e escravi-
sado as exigencias de neuhuma dellas. Osado*
principies do ministerio, desde que se aeha a Trente
dos negocios pblicos, sao lodos unauimes em ma-
nifestar esla tendeucia. Nesse caso est a lei de
incompatibilidades, cojos beneficios o orador reco-
nhece e applau le. A le da reforma, que nao lem
senao uma vanlagem de momelo, lem lambem um
fim idntico.
NSo npparecerao mais daqui em dianle cmaras
unnimes....
O Sr. fntra Hucha :Com a'Jei dos circuios
poda o governo ter cmaras unnimes romo danles.
O orador replica a esle apaile que o governo po-
de, he verdade, ler cmaras unnimes com a lei dos
circuios, se acaso o quizer, mas com ess* lei nao es-
la mais no caso de quere-lo. Actualmente aclia-se
elle livre da fatal allernaliva de ler ou uma uoani-
midade phanalica ou uma unanimidade aberlamen-
le hostil, como al aqu succedia.
Enlrelnnlo, como ja cima hara dilo o orador,
nao deve permanecer esle estado, que he sem duvi-
da preferlvel aquelle em que antecedentemente nos
achavamos ; cumpre que ojgovemo prosiga, e que v
cmara (cerca da- qoesloei que Ihe ilo preseotat,
lijo v que pnssa sei prolelada a discuss,), ()(, pr-
senle projeelo com a demora que por ventura poasa
ler em poder da comiuissio ; que nao t a eominit-
sae de commercie, indoitria e arles deve internar o
seu parecer, romo fulga conveniente que lambem
seja oavida h conimisslo ilo Icuislac.io criminal, po-
mo que nin propoe tal expediento, p^ra qoe u.io
se julunc que quer por evlorvos a diseussAo.
O Sr. Marlim l'ramt'r; ;(I projeclo ern pri-
meira dicu rea que requeren) o parecer da eommiaio de com-
mercio e indoalria, nem por intil ncro por ineona-
liluclonal, e pois be inlempettivo o adiamento; lan-
o mais que a materia lem sido tongamente discu-
tida pela imprenta.
Paasou o projeelo em primeira discoasSo, cahin-
do oadiemeiilopropoele pelo Sr. drpulado llci;-
riqace.
finir em primeira dicataoo projeclo n. 7, do
anuo panado, qoe dispensa de quaesqtier impoato*
erzes as loteras concedidas \n la a.-.....Idea da pro-
vincia da Babia a lociedadede artfices da morca
provincia.
O Sr. I'aia Ponteen impugna o projeclo, rlizen-
clo que havendo cm rulras provluriaa sociedades
iguaet, o !avor concedido a da Babia deve s.i ex-
lernivo as dermis.
O Sr. Tuque* obaerra que a Babia he a primeira
que pede.temrlliante favor, e tf facto de exhilireiii
sociedades de artilicis em OUlraa provincias nada
importa para que o projeclo nao spja approvado.
|)ue est elle ile harmona rom os precedentes da
cmara, que lem ja feilo seinelliaiii-.'s favores a ou -
tros eslahelecimenlos.
O Sr, //iir'/i/es combate o projeclo por ir des-
falcar a receila geral do Estado, di/.endo mais que o
fado de ser um projeclo em favor dos iuleresses da
provincia da Babia talvcz seja mais bem acolliido.
O Sr. i a gr l o Romo* As paltfvraa do nobre de-
pulalo envnlvem urna odiosi laile.
O r. Ilcwi'/ucs diz que se he favor, ceiba elle
a lodos, e que a eireprao he injusta e inconve-
niente. Joigaode aflnal inopporiiiuo o projeclo,
conclue pedmdo qae sobre elle ^eja ouvida a com-
missao de ffzenda.
Aleanadepaladoa nbservamque o projeclo he orl-
ginario da mesuia corfllBsaao que aa manda ouvir.
O r. Ihnr'i'iuea eontinu observando que a si-
tuadlo (iuaiiceira do anuo passado nao he a iiiestna
desle auno.
O Sr. mura Rocha :Esla' muilo bello ; quer
o senhor salvar o dficit com a rejeirAo deslc pro-
jeclo...
" Sr. /:. Fraitri diz que, se boje se traa da
Babia, amaohaa se tratar da Parahlbe ; c qu sen-
do por lodoa reeonheeida a nlilidade da oeiedade
dos ,ir| lioes .la sua provincia, vida pelo projeelo, e
contra o adiamento propollo
O Sr nutra Itocfta :~>ao lem duvida, nao; sal-
va o dficit.
A emenda he approvada depoii de verificada por
dnaa vezes a volacao.
SEGl'NDA PARTE DA ORDEM DO DA.
hi.raritn das fiircn< OSr. Saraica vola pela forja pedida, porque lem
eonfianca no ministerio, e poique em lemelhantea
vito
sai o
Iml
lud
pos-
cree
mus
coll
fl 10 DE PE^IlfBUCO SOTI FPIM 8 DE AOGSTO II I8b6
Seganidl parle.
a meia hora depon do meio da em dianle.
fu.....lo parecer das commi'Sasde romliioi-
juslira, criminal robre i procesa* do Sr. Jepo-
Maoocl Juaquim Pinto Pacca...
h&<- ,rv m$*
Pt\G.i, &VULSA,
lmar o proresso, poro,, II leslenunbas nada .lepo- do o mappa dos haplisados que houve naquella pa-. qae Peraira, qe do mes.no modo se nr-slava a aro-
25! T!^LSTJ*i: f^f?l0,2nL3J?! s" '?". "" '- *" > i'"' ..nimo.-Ao ar- ..,, a......h.ar\omoo l,,"lZae ,T.oda ., parK
preslan lo alm lisio s relevanli-simos serviros de
qu-na que o denunciado Ihe pagaste lOO.-sOIK! re
pela inventada injuria.
Duas pessoas eradas rieala freanezia, qoe por ami-
zade do subdelegado, se achavain na occasio em
Koram appiovados dnus pareceies da coiiiinissa'o fazer ioir.y ,t
de ediliracAo ; um no scnliilo de se conceder a Jo-
s de Aquino Fouseoa, licenca para abrir dual porras
dionil, principalmente n Brasil, larobem prndore.
mas na cifra |la| i,
em que se p.Vi. avalir
fu
rorjam-te as dupas dea no-sos fularoi ciidi-
. O povo |u.'paia--e para volar ; fcrve.u os ein-
ingam os praleii'Jeulea, reilecam'ie oa
la/er.i-so pr.uuessa; juram-ie vingancaa:
|ein Uregos; Tnvanis quercm; calcnla-se,
i-e, mede-se, apalpa-te, lioTominaa-se.........
raje a uin no, a pon-i. mais ou meno<, 5H-
e-ha queni lea' probabilidada de entrar,
i lera certeza de sabir: sao muiloi os pre-
iiites, sao poucos o camaristas; alaue.n ha
itrar e queni ter orurinaa'.' i porque lem de
No entretanto he mistar confessar que'ha cs-
icas ie nn.iu liberdade eleiloral, e anlm he de
riib
peu
poli
que
Colll
de
her-
qu.
ten
de e
sallar
pera
esperar que o povo nes.es dias ande de MOptro e co-
ro,
o. |
rano]
que se lazia o dito processo, vendo que .lie so nada I uas lujas do obrado da esquina da ra l-rga do Ko-
adiamaya e s tml.a por lim despezas para a pobre sirio, ua paite quedada para a ra do Cabngv, guar-
ilenuiiiiaute, foram a casa dista e Ibe der.m o pa- dando-seo mais que fr possivel a devida propon So-,
recer de acabar com a quesISo inlenlada, fazendo- | vislo.que semelhante pretencio nan esla' comprelien-
ine ver. que como as cusas lam, ella aeria a pre- i d.da na disposifo do arl. 1:1 lit. 7 das po-diras de
judicada, porem como muilo pode a estupidez e 10 de junho de 1819 ; e oulro, dizendo que, estan-
malercarflo, passou a dita denuncwnle e ai filhas n ,1o parle do terreno, silo ua ra Imperial, cu|oafo-
r.ila-1 s, m.d pilo rouselho, quando por niuilos li- ramelo requer Marcolir Croocalve da Silva, des-
loio* ellas silo tleredurai > eslas pessoas, que san-1 una da par. serveutia pobUea. como declarou o en-
ram da sua casa pouco satisfeilas. gei.lieiro rordeador, si. se TJOdia conceder-Ihe a que
.Nao >e bu lan lo o processo uo da I i do correle oi he precisa ; e que ueste senlido se inform.isse ao
por ralla de leslemunhas.osub 'elegido maicou lie-|Exm.
goinleaudieueia para selinalisir. Rodia l'Jappareceu | Koi
a denuncame ci in o raslo de leslemunhaa Improvisa- comra
urandes quaulidades dille ,
sin milhCes de lulngrainruas
n..e"r',n !S*toB? e l"':u *1"P""S,> 'er- ac.ualmenle a produecio conhecid de laatTa b'ioih."
IL h ro ,,""les'! rte-s" I""1"' "">- "ao American. iem quasi lre ooarlo, e | ,..
tos, e de fornecer o merc.do desla cidade de carne- aleedio americano que mSe\\\m tratar
eslava laxada pro. ,,.,.ino. | lantenionte em lodos os povo, lem feilo em m-io
l reslaram-c entnem a ministrar allivio aos po- eculo a forlona desle producto regelsl lu i .
bresedesv.hdos, o ... .-!., J..... Anl........ioncalve.! Americana. '. I ,ao
.)...a. v.cl.ioa deiua deatcaya,, 0 Sr. M .noel I,,- ||, sesseula annos apenas, conl.v.m-.e al-.ns
bo de Miranda, e minios outrui igoalmeoC
sos, a cuja dsposiro o tillo Sr. Silva
Cirleiras. indicaiido-lhes os medicamentos que da-
aj.plicar em cerlos e dcleriniu
Ha menla annos apenas, ronlavam-se
calido- I plantadores, o algodoeiru era quasi deKaaberte~o~ ,
p.inlM siias j sebe-se que quanlo em i7Si apparereram oile sar
; c.i- no caes de Liverpool, a alfaodeea insiera .pior-
e que junio ao seu augusto llnoiioeslejain lodos
eleodenlea prestan lo-lhe homeuagtm de sube*
Notamos que as han las de mnsicas militar, s
lerdendo de da a dia aquelle posto que d'anles
lervava neila-, e al meamo o enlhosiasmo que
ni qoandose apraseuiaraio em publico: boje..,
rai acallando aos pourcaj l'alvcz i|oe ai...la
adianle na promocao das reformas liberante de qoe "omptoi d'mais pelo pensamenlo do governo do
uecessita o paz. Enlre outrai que Ihe cumpre fa-
er, lembrara a all.-racao do |ssoal de que disrioe o
governo, que. principalmente pelo que respeita i
polica e i guarda nacional, he anda quasi todo
composto de individuos de um partido exclusivo.
Pelo menos he isso que tuccede na provincia do
orador.
Feilas eslas considerarOes, o orador demora-se
anda em alcuus elogios administraran de su.) pro-
vincia, e termina lamentando que a estrada de fer-
ro da mesmalprorincia, sendo llveza de melbor fu-
turo, livesse lirado uus-peiores condiees.
Em seguida lomam a palavra os'Srs. Sayao Lo-
bato e Marlim Francisco, enhe os quaes esubele-
ce-se um debate alguin tanto vivo sobre o passado
polilico do paiz,- que cada um dallas encara segun-
do soas opmii.es Mohecidas.
A discussao fica adiada pelo hora.
i de juuhn.
Vrttidencia do Sr. titeond 4e Haep-udy.
Abre-se a sesso a hora rio cosiume.
He lida e approvada em reclamarlo a acta da
sessao anterior.
O Sr. priraeiro secretario 10 o seguiule expe-
diente :
l'mollicio do ministro d* imperio, datado de 29
de maio, aecusando a receprAo do oflicio de -M) do
mesmo mez, em que se rommuuicou a resolucaoda
cmara, tomada no dia t'.l daquellc mez, filando o
numero de seos empregadossubalternos ; e patiici-
paode haver expedido aviso ao ministro da razan-
do acerca do mesmo assuinpto.luteirda.
Um reqosriineulode VascoTarquiuio de Abreu
pedindo aer adrailti.lu a malricnla no curso phar-
maceolico.A' commis-fio de iustrncrao publica.
PAKECEBES.
So lidos os sesuintes parece.es da eomoiissaode
marinha'e guerra :
1. Para qoe se remeta ao governo para informar
o reqoerimeuto de Mauoel Pereia da Silva, pedin-
do qoe se anuolle sua refurma, e seja resli luido a
primeira ciaste do exercito.Approvado.
2. Opinando que se envo ao governo para infor-
mar o Irequenmeulo do leneiile-c.urune! graduado
Anaslaeio Francisco de Meuezes Doria, pedindo
passagem para a primeira classe do estado-maior do
exercito.Approvado.
:!. Queseja indeferidoo requerimenlo docapilao
Jos Rodrigues da Silva Menezts, pedindo para ser
pago do sold de 30$,e mais a diflerenca da ,V> que
diz competir-the desde -Ji de selciubrode 1829.__
Approvado.
'4. Opinando que se indelira a preUnrao do ca-
, pilao honorario Jos Augu-to Caslcllo Hranco, que
pede se Ihe conceda o sold de seu posto.Appro-
vado.'
He lido e julgado objeelo de deliberarao, c vai
a imprimir para eulrar na rdrm dos Irabalhos, o
parecer da commiiiao dc fazeuda, que conclue cun
a segoinle :
Uesolw-ao.
Arl. nico. A confraria de J.osa Senhora do
Uusario da cidade de Campos lica aulorisada para
powuir em beus de raz ou em apolices da divida
nacional a quanlia de W):tMKr? ; revogadas para esle
fim as disposicoes em coulrano.
o l'aco da cmara dos depuladcs, em :|| de maio
de 156.C. Carneiro de Campos.f. de Paula
Sanios.A. J. Ilcnriques.n
i. Iodeferiudo o requerimenlo do primeiro len-
le da armada reformado Jos Pires Munleiro, cm
que pede reinlegracao na primeira claise do quadro.
Aprovado.
He lido c julgado objeelo de deliberaran o pare-
cer da commistao de fazenda, que conclue com a
seguiole :
Retolunio.
a Arl. 1. Fica anlorisada a or.lem'lerceira do
Carmo da cidade do Rio drande. piovincia de S.
Pedro, para posiuir em bcus de raz ou apolices da
divida publica al a quanlia dc 10:UIC5, sendo o
o mais
sidades
pue pelo propiio ; visto cuino be o govern
habilitado para conheeer e avallar as neo
do* serviros especiaos que tiin ,le talitfaier.
I) orador eolei.de lo seu dever nao limilar-se
esse vol de eonfianca ao govern. e mu fazer al-
cumas ohservaces que lenllam por lim ii.luzir o
nobre ministro d.i marinha a pensar no modo por-
que ha de realizar economas que sej.m appliruda
al .miras necessi lales urgeuli-simas dc servijo
naval.
Durelaloro do nobre ministro e ve que a repres-
slo do trafico a cargo do ministro da mariuba aug-
menta consideravel. enle as despezas no respectivo
snico, interrumpe o etvico das equipageni emba-
raca o reparo doi navios, e prodoi oiilros muilos
iucoiivenienles.
O orador se persaade de que a repressao du tra-
fico deve eslar a larga dos rninislerios da juslica a
imperio ; porque aquello pode acabar com o con-
trabando de escravus, leudo em lodos os pontos .lo
litoral, accessivels a desembarque-, juizetj energi-
cos e probas, e que eslejan convencidos que preesao do urlico depende a iorl do paii ; e por-
que este promovendo a eolonisacjjo deve impedir
a reprodcelo das rsperaneas dos eonlrabasnUslas,
matando o trafico em sua raz pela eviirpacAo com-
pela de todas as cuiivicc.-aatjjs poneos que anda
coiilam COTO, esse desgranado rTcur.o para desenvol- |
. mos ler em nona ierra uma escola philarmoo-
n.le se malriculem os arli-tas que quizerem cn-
piihlicame.ile suaarle.e entao talvez que possa-
ttinda ver enlre nos de-envolvido o guslo, e es-
.1 para a musir.
' felizmente a cmara municipal desla cidade
tem da ver augmenlar-M as soas rendas com doui
eolitos de icis, provenientes da arrenatacao das ca-
sinlii. ila ribeira da Itoa \ isla, cuja arrematicao tem
de si-r muilo di.pula la, poique muitos prelrndeii-
le se preparam, aaseauroudo, segunda dKm, que
por bienal da lopradita quanlia n.io a levaro. O
pova pacara' os excessos, pois que alagadas as eui-
nhas a til e 03 cada uma por niel para esUbelece-
rem icougues em mai frentes, o proco das carnes
que lu' sompre Combinado faro a despeza : na verda-
de a ribeira da Boa Vista esia' como o sobra lo da
ra |ia (ili.na, chamado oulr'ora da carioade, anude
cada um individuo fezia o que hem Ihe aprazia. No
ctanlo a cunara lem uin empregado co.n duas or-
denanca e om cavallo, a quem (o empregado per-
tence inspeccionar as ribeirai, prseas, mas c lieccos
t.n.illos e relucidos, que parece crer desccr de -ua
digM lado se tur a ribeira ; c na verdade algamai
pesMas jolga.n que he deshonra ebegar aomacoo-
gue, leudo para i-so restricta ubrigarao.
j CunsU-nos que um empregado municipal quer
pedir demi.ssao do losar que occopa, porem quer
adiar parceria ; e esta! seuhore prelcndenles, alvi-
caras '
Esta --e dolido prin.-ipo a demolica da casa
da ru,, Velha, as lelhas esUo asalv.<: o becco foi
ioleraiclo.
Porque algomas oulrai casas lenlo sida vislo-
riadajl e julgada prjimas a dcsabar, niiidados os
seos v zinhos, escoradas e.... lem licado a espera do
vapor .' Eis porque por ubi temos ouvidu dizer
que as ultimas modas lito:
Partidas numerativas:
Elctricas cam.iledas:
Vi-las dissolalivas:
Exames de puredOes.
Ili/eui que ha uma postura que espressamenle
prohibe as entradas das boiadas por deu'.ro da cidade.'
Pois se ha nao parece.
Dize que ha ootra postara que prohibe oa
camos f.ira dos muros, calinos de estribaras, que
iountlam as ruai de lquidos catingosos'.' Pois se h.i,
nao parece.
Nem seiscentos iiiilhOes de liscaes, nem seis-
ver os iuleresses da agricultura
O orador, como presi lente de provincia, eoaliou
sempre mais na repressao mlerna do que na reprts-
s.iu maritima, e julga se nao le,i como certa a rea-
lisacilo dc offia ecooomia ronsileravil no on; unen-
lo da marinha, se a eoltica ministerial ;mo"dilcar-
se no sentido, das ideas qu ofierece. Com essas
economias o mmislerioda marinha poderia realizar
os grandes mellioranienlos de que falla em sen lu-
minoso relnlorio, como par extmpl a conslruccao
de diques, a creaoSo de ofllcinas om arsenaes, o
melhnrainenlo dos porlos e a prolecjo da mari-
nha mercante.
O orador faz aullas nbservarf.es leiide:i!es a mos-
trar a exactidilo de seus principios, e declara que os
Ira* a discussao Dio somenle para que o Sr. ministro
os considere, e para que se Dio diga que elle pedio
a palavra e nada disse sobre a lei de livaco dc for-
ca navsl.
Declara o orador que o seu fim principal foi res-
ponder ao seu colleca por S. Paulo ,Dr. Broten,
na parle de seu discurso em que se relerio a elle
orador.
Agradceos elogios que receben.; porem entend
dever reclamar contra a propasicJIo Ja nobre drpu-
lado quando disac : O presidt'iile de S. Paulo fez
muilo, porem nao fez quanlo poda, quanlo devia
fazer no proposito em que eslava de inanter a im-
parrialidade da administrarlo em uma poca supe-
perior aos partidos.
Cre o orad -r que, recehendo do governo imperial
a honrosa missSo de goveroar S. Paulo por meio de
urna pollira de rigorosa juslirn e benevolencia para
com lodosliherac-esaquarema-manlere-se sem-
pre na altura de sua missio. Oue.couliando muilo
na gencralidade de taoi delegados, apenas moJilirou
o pessoal administrativo, que nao [.odia por seos
odios ejecutar a poltica ministerial, ernem mesmo
a sabia comprohen.ler.
Enlende o orador que rom esse proredimenlo
juiga ler consultado os roleresaei de S. I'anlo e sido
lid ao gnvern.i. Modificando como Calclo e pru-
dencia pessoal que nao poda couvir-lhe, o orador
qoiz r|ue laes modilicaces nao se assemelha*sem a
uma reacclo, que nao eslava ne.n devia estar mi
pregramma do ministerio, que nao era de partidos
mas .un de tolerancia, e de tolerancia para co.n
todas as opinioes qae apenas se eucoiilrassem rom
a arrend governo no campo das leis e das aspira-
rles legilimas.
O orador se persoa le que, explicada asfim a ra-
zan porque nao fez mais em relaca., ao SSSOtnpte a
quealludio o nobre depulado por S. Paulo, deve
declarar que he o primeiro a fazer juslica as inten-
s milhoes de guardas, nem a polica secrela de
nem nada... he capaz de obstar que na ra do
ro e-lreila se lance aguas pnlridas na rila ; he
le a' noiie arrisca-se quem estiver lomando fres-
v.iranda, a lomar uin banho de erva piluim :
s gefite icostomada com .inmundicias,creada na
viven o etlerquilinimente i:e i|uo or lal'for-
io s' C"rrue : felizinenle sabe se o'onde parle
otar coslume !.: Ou aguas Oue cenle One
Que c .:, i...
I iii.i aneedota original. L"m senhora per-
va a uma sua vizinha a razio de se cham-r a
tanl-lo mensal que se da na thsalro baile dos
ciuedantag fez oeales termos a peigonl.i :
I ll'onde vein que se di* se chamar ojia de dos
cenln
['.ni.
Rosa
Id q
co
lama
ma i
lao s
easa
gunl
Sr. conselhe.ro presi.leule da provincia.
lambem approvado oulro parecer la meeoia
.....s-ao, para quo se conadesse aos pro..rielarlos
uas. que depozeram como as primeirai sen.io peior, qae a requererain, a prorogacao de > anuos do prazo
avista do que pedio a autora ao subdelegado, que mareado para a conslruccao de muros nos terrenos
quena desistir da ac.ao inlenlada e lavruu-au o termo
abaixo.
viam a4.pl.ear en. cer.os e -le r,ra s r.,s.. i liei.deu-as como algodo estr.nae.ro. d.reodo o, e
Pora da cidade oiUHota MiWkWMli con.- os EsUd..oioa So podi.m fornecer atT^ZZT
tau.ia, dedicaran e espirito cirilalivo .. Sr. coronel ilade. '
O denunciado c;n altenco ao esladu, digo cir-
i'.im-i lo.-ias pouco vani.ijo-.i- da denunciante, nao
obllanle estar innoceule romo ella coufcssa no termo
quiz e pagon as cusas, que iroporlaram em l(i.-!l(|H
rus, pois o dito et.cnv.io para as enfliar he boro, a
proposito de rustas, n auno prximo passado exigi
elle por um termo de ve-lona feilo dentro oe-la po-
voacao J900U rs. emlim na quesillo quem ganbou
rol o escrivao.
Vamos ao termo :
Termo de ietUleneia.
Aos deztnove dias do mez de jnlho de IS-li,
nesia freguexis de Ipojnca, conurca do Cabo, pro-
vincia de Pirnambuco, cm casa das audiencias do
subdelegado do primeiro .ustrino, o bochara! Fran-
cisco Al ves da Silva, e sendo ah prsenle Anua Po-
lica do Moni... a qual liana denunciado de Eugenio
l.ourenco Lemoine, pela olfensa feila ao fillio della
denunciante, e como o dilo Eugenio provasse a sua
innocencia a denunciante declarou que desista da I crev
que fuzem frente para a ra, e que eslao desocu-
pados.
V requerimoolo 1I0 Sr. Franca, mandou-se recom-
mendar ao solicitador, que promovis* o andamento
da processo de demolifao da casa que foi vastoriada
na ra de Sania Bita, ao lado du sul.
D-sparharaiu-se as pelire- de Domingas Jos da
Cunba Legis, majur Florencio Jos Carneiro Mon-
leiro, l)r. .lose Joaquini de Moraei Sarment. JoAo
dos Sanios Parlo, Jo-e Joaqun, da Silva Man, Joa-
quina JosPereira de M igalhSes, Jos I ,..,,, Tasan
Jnior, Isabel Kavuiuuda dos Santos Pinheiro, Jos
Anl.10 deSou/a M.igalhAes. padre Joaquiin l'ereira
b'reire. Juo Siinf.es de Almeida, Jos' Gooealvoi da
Purciuncula, Juaquim dc Almeida l'inlo e" oalrOa,
Manuel lta> inundo Penna Forte, Manoei Loiz Coe-
llm de Almeida, Manoei Jo iqmm Hamos e Silva,
Manoei Jos de Jess Amarice, Ro-a Prima Felicia-
na lialvao. Pedro Aulon.o Teiveira iniunai.io-. e le-
vantou-se a sessao.
Eu Manoei l'eireira Accioli secretario .1
es-
ar o ba.
,!ra.
seu producto especialmente applica.lo ao as\ lo e Ira- \ ces do nobre depulado, o Sr. Krotrre, a' quem con-
lamento dos irmaosda dita ordem, cm um hospital sider. como om dos mais illuslres e honestos carac-
teres daquella nnporlanle prnvincia.
por alia para esse fim estabelecide.
Art. -4. Ficaun revogadas, etc.
Pa^o da cmara dos depulados, em :il de maio
de 1836.C. de Campos.A. J. Ileiiriques.
He prsenle o parecer das coinmisses reunidas
do marinha. guerra e juslica criminal acerca do
Finalmente, diz o orador, be misler recoul.ccer
que aquadra actual he urna quadra dillicil para
lodos.
A psito do ministro he dillicil porque elle nAo
deve leiubrar-se du passado sem ler prsenle o fu-
projecto o. IJ8rlel8>i, que considera lugares de luro e as novas necessidades que a bella ilirerrlo
ju.zes de direilo os de auditores de guerra eexerci- '
to do Rio Grande do Sul
Diz o projeelo :
Art. 1. Os lugares dc auditorca de guerra do
exercito do Rio Grande do Sul sao lugares de juizes
de direilo, assim como os auditores de guerra e ma-
rinha da corte.
Art. 2. Para ser nomeario auditor de guerra da
corle ou do Rio Grande do Sul sAo neressarias s
roesmas habililaroes que para juiz de direilo.
As commissues, discordando da redacrAo,propoeni
qoe o projeclo entre em .iisrussAo com soguiules
inodilic.ires :
Subslilua-se o arl. 1 pelo seguiule :
F.cam reduzidos a 11111 os lugares de auditores
de guerra, doexercilodo Rio Grande do Sol, ficen-
do considerado lugar de juiz dc direilo como o sito
os de auditores de guerra c marinha da corle. To-
davia, o governo podera nomear provisoriamente
em lempo de campar.ha os auditores que julgar
conveniente, sem que estes srconsiderem juizesde
direilo, e na qualidade de addidos.
Subslilua se o arl. 2 pelo seguinle :
a Os hachareis Jos Affunso l'e.eira, e Ignacio
Joaqu.m de Paiva Freir de Andrade, licam consi-
derados ju.zes de direilo, como lempo de servien
qoe prestaran) como auditores de guerra ua provin-
cia do Rio Grande do Sul.
O Sr. .S'ara.t-a rnembro da commissao de jostica
do passado creou e produzio
A pmicAo da maioria he dillicil, porque he posi-
cao dc amigo que ipoii o amigo com calculo, e nao
com rnthusiasmo, porque esse apeno he mais de to-
lrete do que de seus iuleresses pessoaes.
O enlhosiasmo he das pocas dc lula, de paixf.es
aHentei e de inlerease graves, que disputan) urna
vicloria dillicil.
A reflexAo he das pocas de calm.i, e pois a c-
mara e a maioria deven) importar com resignacAo
essa consnra de Ir dos es dias que >e Ihe tem feilo
de que apoia o ministerio sem a convierAo de que
con. esse apoio consulta as necessidades do paic.
O orador enlende que 1 poicao da maioria he .1
ua, e di* mais 0 orador que quando o governo en-
tender quo esta nos iuleresses do paiz uma lei c que nao combina, dar' o seu vol ruiitrario is con-
viertes do ministerio. Com islo nao ihe faz inju-
ria, como nao se repnlara injuriado quando o mi-
nisterio vier as cmaras defender com ardur ideas
com que n.io combina lambem.
O orador conclue dirigindo uma BOpplica ao Sr.
ministro da marinha, porque assim promedio fazer
a um dos roembros do una classe da armada, que
esta' peaiimamenle aqoinboada.
O urador refere-se a. s pliaimpreulicos do n.rpo
de saurle, que nem receben O augmento la gralili-
cagao qne foi dada ao offlciaea desle eorpo, mm
peder ter ns as|.i.:rtes dos mesmos empre-
cincArnta a four-la des ciiicoenla do Ihi
j Responda-Ihe os anjos, disse a out
No ..... r. do correiii, a sociedade lilleraiia,
denominada tntalo Pltilosophico Pernambucano,
celebrou o lerceiro anniversaiio da sua inaugurarlo
comidistinclo eulhusiasmo.
L Ol acto e-tevo bastante coororride, e foi presidi-
do pelo piesidcule honorario da associaedo, o Sr.
Rr. Jos Soares de Azevedo. O Alheneu Pernam-
hurifno envin urna cnmmissAo de tres memhros,
da uu.1l foi orador o Sr. l.'rzedo, e a sociedade A'oo-
l'iijica foi representada pelo seu presidente ii'.ec-
tivej,
11 presidente da piovincia, alguns desembargado-
res, lentes da Faculdade, do Gymnaaio e do Colle-
gio das Arles, diredor geral da inslruceao publica,
olli iaes do exerfilo e outras pessoas de dislinccHo
abiilhanlaram com as suas presenjas essa fesla da
iulelligencia.
^j casa eslava convenientemente ornada, tendo no
fundo um crelo, donde a msica do segundo bata-
Ihp de fuzileiros fazia oovir escolhidss pecas.
4. sessAo lerminoa s 8 horas da noile, depois de
lerm orado o presidente honorario, presidente eirec-
livo. orador da casa, orador do Alheen, orador da
NuologJca e diversos membros da sociedade.
Ratifeatuw. O ladreo que dissemos no da i
ler-se descoberto, nao foi o da taberna do Paraizo, e
-un o de oulra ua ra de Dorias.
Il05pil.il de caridade(> de agoslo7:1 doeules.
. iii: amanhaa.
CARLARl".
i de agoslo.
IV.
enhoieulid.i b.slsnle a irrcgularidade do cor-
re 1 ). e orna das causas he o nao recebar, como es-
pe.ava, os jornaes nos dias de domingo al 9 horas,
segundo uma tabella qne oov dizer existe.
No dia I do correte aqui cegou o eslafela que
Iraz a malla, depois de duas semanas de espera,
ira /ond os jornaes de '.I a -11 do passado, em nm dos
quaes Uve a dila de ver e ler, em cooselho de fa-
milia) a produccAo do lilho de minha mai, cansan-
do grande conlenlamenlo aos meas progenitores com
senselhanle leilura, oainla mais satisfeitos ficaram
quando ouviram diier a um anliao sacristn lodo
enlfiusiasmado -.Heatns venter qui te porlail,e ou-
lro dizer nAo se esqueram da nuli arcrcscenlan-
do fl ubera que oamaeisli. (Apoiadns geraei .
O jurv tem continuado nos scus Irabalhos absol-
renjdo ora um. ora oulro i. divi.fno. e enlre as cun-
den)..artes sol.iesahe a do geno mximo do arl. I'IJ,
e duas do grao medio do 193 do nosso cdigo
penal.
.Nao sou panegirista do tal grao mximo do sil.
19a; mas ha causas que pu.lein mais du as leses.
Felizmente para mun, lenho sido recusa lo pelo pra-
molor, porque diz que lem medo ce homem que faz
de pule, oratorio.
Temos aqui uin se.vo de Dos que, sahiudo sor-
teadlo para rompor um conselho, ao recolher-se a sa-
la errcla he mesmo urna secrela) p* as maos e de
joelhos, junio .10 pote, invocou o auxilio do Espirito
Santo, dando em reaulttdd urna condemnarao nn
grao medio do arl 19:1.
Ilj.uve uma estrilada de mocas por aqui, firando
uma e.n casa do pal c oulra labiado, seudo esta em
co.npa.ihia de Guilhermino de Tal, e a onlru|/irjic//.
ciada por DamDo, imbu vieran, responder ao jurv
por Cr.imes de ferimenlos, e esiavam presos (ou de-
viam eslar O que en ufo sCi he como dous presos
-ram e benelicaram duas meras.
prclenc.) e denuncia, o prolesUfa que em temp.
alaun 011 qu.ilquer trlboual apparecena para pro-
seguir contra o denunciado.
O que sendo ouvidn pelo subdelegado e as tesle-
monhas abaixo assignadas, o major Joaquim Pedro
Patrila e Mauoel Correia de Albuquerque t:aval-
eanli, mandou lavrar o presente termo em o qual
assignou rom a denunciante c lestemunhas.
E en .Mauoel Silvestre e Silva Calule escrivao o
escrevi.
1". Alvea da Silva, Auna Felicia do Monte, Ma-
nuel Correia de Albuquerque Cavalcantl, Juaquim
Pedro Patriota.
No lia '.I do correnl" jnlho, fui preso pelo desta-
camento de polica que se ai ha nesta pnvoa;1o,o de-
sertor do mesmo rorpo Simplicio de tal ; esle cama-
rada ja o auno prximo paasado foi mandado captu-
rar pelo Sr. subdelegado .Manuel Gamillo Pires,
como tal que dizam ser, porem elle illu.lio-o inlei-
raiucule mostrando orna escasa ou haixa, pelo que
houve o mesmo suhlelegado de u sullar ; om essa
mesmi escusa Iludi elle Simplicio, ao propiielano
do lugar, eilgeobo un le morava para obler sitio,
do contrario a.II mo rriiraria porque, dizem, que o
proprietario do engenho Montevideo nao paelua com
criminosos. Foi cercado em casa e preso demadru-
gada e 110 mesmo dia remedido p.ra a villa do Ca-
bo, para de la seguir para o Itscife.
Agosto l.o.Tiremos o goslo de ver rhegar pelas
:! horas da inanhAa o nosso vig \i~> Tirmino, qoe ha
quasi doos mezes se arluva f ra da Ireguezia, lioha
ido a Paral.iba buscar sua familia e rhegou sem no-
villada em sua saude. Dos Ihe d prosperidades.
lia qoatra dios ippareceram as chinas, porem en-
termeadaa com sol, que bem Iranstoriio causa aos
plantadores de eanuas, porque, estar suan.io e ar-
riendo em calor com'o sol. e rialu a nada tremer
com fro, e estar escorreudo em agua cuma cliuva,
he a m-sma cusa ; e o ineJo do cholera, mais que
ludo, com laes alieraces.
Agosto 2.-Ilouteiii (aileceu a Sr.' D. Auna Fran-
cisca de Paula, viuva do finado 1.-1. ni.coronel
Domingos Afibnso Ferreira. O seu cadarer foi con-
duzdo boje do engenho Si'nir.. da Serra, para a
igr-ja do l.ivramenlo desta freguezia, que serve de
matriz e d'ahi para o convenio, donde se deo sepul-
tura a seus restos junto ao jazigo de seu marido na
rapella du Sr. Sanio Clirislv, nao foi numeroso o a-
Companhamenlode pessoas aradas.devido talvez a co-
pioa.1 chuva que cabio, deade o amanhecer al a o
meio dia.
dem.A polica ji vai fazendo alaurua eousa.
Hanoi I Silvestre da Silva Calente t Antonio de bar-
ros, por aleunha do Sacco, liVeram p-las9 as 10 ho-
ras da manbaa de boje urna allerearao vergonhosa
e immoral, no meio da ra desta povoatlo, das des-
eompostorai e regaieirices pisaaram ao jugo inglez,
los murros e soceos, o que visto pelo%aho dc polica
aqui destocado, os pren.leu e se achain reclusos ate
que a digno subdelega lu disponlia o que adiar de
ra*ao, fica cada um 1, seu dever, e as cusas Irgo
bem.
foram relaxados no dia inmediato.
i dem.)
Declaro em lempo, que a requerimenlo do Sr.
Oliveira, mandou-ae expedir ordem ao fiscal, para
proceder a urna vesloria 110 sobrado do ndadAo Ber-
nardo Antonio de Miranda, sito na esqu.ua da ra
do Livra.nenlo.
Accioli o declerei. liaron de Capibaribe, presi-
dente.llego e .llbiigoeri/ue.Barata d'Almeida.
Oliceira.Qanurirt).tranca.
(omrjtiui:atv5.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE 16 DE Jl LHO
DE ISJti.
Presidencia do Sr. harn de Capibaribe.
Prsenles osSra. Vi.inna, Oliveira, Barato, Fran-
ca, e Game.ro, abrio-se a sessAo.
Foi l.da e approvada a acia da sessao antece-
dente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE :
- I'm ollcio do Exm. Sr. presidente da provincia,
dizendo em respaila ao desla cmara' de do fr-
rente, em que Ihe pedio mandasse reformar a plau-
la na cidade, vi.lo que aceilava o terreno em fenle
do Ihealro de Santa Isabel, que S. Exr. julgou pre-
ferivel aoqueamesma cmara pedir para a edifica-
i;ao do paco municipal, que suppunha po ler breve-
mente presentar
planos
occasiAo
A CASA HE DETENCAO.
Sem embargu de termos nasci.lo nesta cidade, e
della nunca haverinus sabida, nAo linhamos anda
visi.ndo a casa de delencAo ;masante-houtem o fi-
zemos, e em boa hora ebegaodo all sem ser.nos es-
perado, sobremodo nos regoiijamos por adiar ludo
na maior ordem e aceio possivel.
<>meoHiiBe a observar esse edificio desdo o mo-
ro de .mi cuito ale n mais interior das prisSes, nao
piiupando invesl.gares, ato mesmo na secretaria.
O respeclivo admin.slrador sninmamenle nos pe-
uhorou |ielo sen eavallelrismo e niHeioaidada em
ludo moslrar-iios sem omiasao de suas explicac.es,
dando-nos assim a ccnviccfio de que o Sr. Florencio
Jos Carneiro Monleiro era a homem que all se fa-
zia neeessario ; e, com elfeilo, a su.i nomeacao deu
alma e vida a nm estabelecimenlo que em maos de
oulro nSO alcanfaria, eatamol cerlos, o gra de accio
e boa ordem que lili reinan).
O estraegeiro que vio a ooaaa anliga cadeil e ac-
Inalmenle v I casa de detenerlo lica sem duvida es-
lupefaclo, porque esses homens que oulr'ora se
despe lacavara inuluau.enle. buje situ os pmneiros a
repellirem de seu sein aqnelles qu conservara an-
da maos hbitos e coslumes reprovados, adqneridus
na pralica dos cuines.
t) trabadlo e a boa ordem suecederam v.idiarAo,
folganca e relaebacao da amiga c.i.leia, de modo que
jamis vimos lana regolaridade e boa dtepeateJM em
presos da clas-e, quasi lodos, a ma.s intima da lo-
ciedade.
as cellulas do andar terreoexislem os presos, de-
lentos ou por coi receso ; uas do primeiro audar
aquellos* qoe tem processos formados, sem que le-
nli.iii sidu julga tos, e rinalinenle 110 segundo os que
estilo coudemuadus. Homens sobre os quaes pesa
o aoslbem socialmeot inOigido pelos seus .-i.......,
ah vivem em iocego, empregados 110 trabalho ; pois
que os que lem ollcio uelie usam, e os que o n3o
Um aprenden) enm os que com elles se acham uas
cellulas. Vimos, por evempln, um homem que.
segundo nos disse o administrador, havia norte sua
piopria mulher pala nica falla de Ihe nao ler eu-
guminadu urna calca 110 lempo que elle quera,e que
para all entrando um nenhom officio, ora aprenda
a debruar calcado. .
Paasaodo ao uepois secretaria, ah adiamos o li'v.
vro meetre e todos os filiaes m dia, sendo pur cerlo
devida anda esta ordem, que nella existe, pre-
senca do caralleiroque a dirige.
Tivemns porem dor, e d.'.r vrr.tadeira dentro d'al
ma, ao vermos que o passeio de sobre a muralh
houvesse sido feilo por tal funm, que em dous ai
nos com a conlinuacao vira a desabar.
Estando esse passeio exposto ao lempo, dever-s.
hia dar-lhe iuqueslionavclmanle um dadive par;
um dos lados, am de se e-golarem as aguas prove
lenles da chuva ; mas a isso se nao alUiideu, e lu-
da a agua que nelle cahe, coacula-sc em pequeo-
riachos, que impedem o Irausit.) Iconlinuo das sen
Huellas que vgiain as prisoes e por tal forma estra-
ga com o seu inlernameulu ua muralha, luda a
parede.
Lastimamos que csiejam os presos agglomerados
as cellulas por falla de esparo ; he uma necesiidade
pois acabarem-se os raios immedialos, afi.n de que
deixe de haver essa accuinula.,ao, que pode Irazer
males incalculaveis.
As casas de banho lambem foram por nos visita-
das, e fomos infnrmados, mesmo por presos, que se
Ibes d banho lodas as semanas e roupa lavada. He
mais uma regra cstahelecida pelo regulamenlo, que
Remigia Verisairno de Avila e soa execllenllssin
cnsoite, seinlo -cu engenho eoncorrido ,ii,. e eoile
p>r loda a cenle da vi-inhnnc.a, que alh nao s.i iam
ver remedios homeopalhicos, como lambem antros
recursos, qne Ibes prodigalilavam rquellr senhor e
sua -enbora ;o Sr. majar lenlo Correa Lima, do
mesmo mudo proceda salvando a muilos ; o Sr.
.Nuiles Gue-les Pcreira, e seu estimavel lilho u Sr.
francisco Xavier, voavam a todas as gruas da vi-
siuhanca ministrando com o lino, de que sAo dola-
do-, as .tuses que IllM parecan, mais acertadas, e
com as quaes salvarjm a mulla gnle.
O Sr. commandanle superior Marlins r.a-a.lo, lo-
tou em Alagoa Grande reve-tido de exemplar cari-
dade contra a epidemia, luccumbindo victima de
seu denndo e de sua extremada dedcacAo. OSr.
capillo Alaxandre (iarcia Brrelo, preston-aa Man-
to pode em ministrar soccorrns aos desvalidos ; li-
nalmenlR muites unirs pessoal se prestaran) enm n
maior zelo e diiveilo a mitigar is dore do primein
enfermo queencontravain: nao havia escrupulu nem
receto de contagio, encarava-.sc o mal com resigna- I (onriladas
cao.
Os reverendas Jos Genuino de HnM.iiida, Jos A-
pnlinario.la Silva, Antonio Jota Bargas e.Manoei de
Sonta Correa Lima, sao dignos de lodo o elogio pe-
los rrlevaniis-i.no- serviros qoe prestaran) Constante
c corajosamente como ministros do Altar. Para es-
pro durr.? montn a gil milhoes de Vi-
l.i- aqui em pouras palavras as phases qae lem se-
gu lo a produecio:
F.m 1792 os siados-lnidos ...menl exnortaram
para a Inglaterra :llli sarcos de l.itl libras cada en .
a sacca aclualmenie aperlada por machina pesa em
lermn medio KKj libras inglezas ou IHI kllagram-
ina- ;
Fin 1803
loganimas ;
Em I8l a safra dapUeasj esta cifra ;
Km is.;deu 12.,(l .cas 00 77 milhoes dc ki-
logrammas ;
Km 1832 ohleve-se mais de um mJlhio de ast-
eas ;
Ern 1810, dous milhoes e 170,000 ;
Em IS ,n. dous milhoes e h.i 1100 ;
hmlim em t.V> huaro doas milhoes eK|8,ini
saccas, c rri-se que a prxima afra exceder' dr
Iresmilnncs de aeras, ou em grao mnimo de ..*:t
milhoes de kilngraminss, qae he o carregamcr.to de
uma frota de I ,:->7 uav.os do porte medio de too
Assim 110 intervallo dos vinte e tres altimos anuo-.
a rolheila do algodao quadraplicoa. He trala ve-
zes mais do qoe no comeen do seclo.
Fcilmente se concibe qne uma produecio Ua gi-
gantesca requer a appr.ipriarast de vastos "espacn do
Ierras. Dous mithAes de heclares Ihe -Ao raaacra-
ics mlrepiuo' sacerdotes, que bem comprehenderam dos, o que reprsenla qnasi o equivalente da cajfluia
sua m.ssao, n.io havia chuva nem lama, dia nem noi-1 da vi Jeira entre n.is (doas milnm e 88,tM8 her ,-
le; nem para comer linham lempo. Vivram sem- 11-
pre a cavallo a acudir aos infelizes que os chama-1 Concentrada no sul da 1,'niSo, a eullors do alzo-
va m ao cumpnmenlo de um de seus m.is pesados dan conla aclualmenie 77,000 plaastaeoes, repartidas
deveres. Oulio lanln nao pode lazer o velho viga- \ por feze eslados, a saber oa ordem de iu
rio visitador, por sua ida le e molestia ; apenas fez
alguns Services antea de ser atacado da peste dentro
da cidade, do que eou bem proslrado.
Grande e valicsissimo ervico presin o insnecloj
de quarleraoSr. ThslAo Grangeiro de Almeida, que
com a maior impavidez dirigi da e noile. debai-
xo de sol e chuva os enlerramenlus do cemiterio
desla cidade. S-rvico de lal ordem. e quando lo-
dos se julgavam morios, devia ser bem recompensa-
do ; porem infelizmente nao foi! ..
O E\m. presidente da provincia noineou commis-
sues de soccorros por loda a parle ; e quandu as
desta cidade commuuicarain que a peste (inlia su-
bido a trra e jii fazia victimas, e que era i.rcciso
contratar mdicos e enviar ambulancias, que fez o
governo ?.. responden que ja linha remellido urna
ambulancia, e que coulratasse o medico. Dr. Eva-
risto ; dirigio-se nn mesmo senlido ao Dr. promo-
tor publico desla cidade, a quem foi remeltida a
'nnporlantissima anibnlonria, tornando-so anda
mais palele esle fado pelo proredimento do medi-
co, que sedno convidado pela commissAo, s quiz
conlratar-se com o pro notor publico.
Esse pasto e a remessa da mesqiiinhs. ambulancia
resfriou completamente o zelo ollicial da comraissSo
que amargando falla de confianfi do governo, e es-
peculaclo de alguem, lavou as raaos, e deixou cor-
rer ludo pela promoluria.
Ouaii lo se contar grande numero de viclimas
do cholera.abalroou a esta cidade uma ambulancia,
que o governo man lava para ser distribuida por lo-
do o municipio, que hulla mais de vinte mil almas
Era compnsta essa ambulancia de duas garrafas de
oleo de ricino, uma ou duas onca- de macclla,
uma oilava de pus Danvver e mais urnas bagalellas,
qoe o Dr. promotor en-anzin^do euipurrou para
Alaga Grande. Cerlo homem vendo conleudo
da ambulanca, tomluou-se de um mimo com que
um gracejador mimnseou a re.tn amigo mandando
por um criado urna recia robera de rica toalha
cnnlendo no fundo della uin pires com uin ovo. !
Dias depois quaudo a epidemia seachava em to-
do o seu furor, e algumas pessoas deploravam a
perda de tantos eliol.-ricos aban louadus, o suhredilo
Sr. Silva lembrou--e de convidar algumas pessoas
para o ajudarem a rnonlar urna enfermarla, em que
tosaem Iraladns o desvalidos, offerecendo-se p.ra
Irala-lus cuino possivel Ihe f..sse, de cuja idea
senda sabedur o Dr. promolor, chin na roa a loda
a priesa e coneguio com uma solfrivel luberarioeSo,
que. vranjou. rnonlar na eiife:::'...ia na sata da c-
mara > Consigno esle faci para dar o seu a n
dono e para retlabelecer a verdade um tanto dea-
figurada pur um Si. esmiii'dtor do Comercial
l'orahibano.
A enfennaria dirigida pelo Dr. Evari-lo, depojs
de perJer muita aeule. foi provida de medicamen-
tos enviados pelo governo a requisicAo do Dr. pro-
impor-
tancia productiva :
-Vlabama, Georgia, Misaissipi. Carojm.. do so!, e
Teiin.-seo, os qnaes fornecem pelo masa*> melado da
colheila ; depois desles vem Luiziana, Carolina On
Norte. Arkansai, Texas, Florida, Kentacky, Virgi-
nia e Indiana.
O algodao brnlo representa no mesmo logar o va-
lor de cont e viole militos de dollars raO milho>-
de francos- e sua cultura emprega alm te 400,Mtl)
plantadores ou pessoas occopadas no trabalho aur-
cula, um 111iih.il> JOO.OOO eaaVavos, e he esla 'diga-
ino-lo de passagem' a chaca viva da Confederae**.
talvez a p" Ir, de tropero de seus deslinos falurm.
Sendo humilde malcra, oalzodflo cobre a man alta
e a mais fnrnii lavel quolgo poltica e acial do no-
vo inundo, a da e-rrav.dao, e por rnezuiate a d.i
unid,..:e da Confederadlo. Kmlirn a eslalistiea aaso-
rirana nAo avaha em menos de ilocentos milhAes
de dollars mais de i mil milhoes de francos) 0 T,.
lor do capital more! e immoret empregado nos E-
lados-Lnidos na cultura do algodao. E.s o ontt a
Unau Americana deve a ama simples planta recau-
dada pelo genio do trabalho.
As variedades de alzodio cultivadas nos Eslidas-
I nidos sAo numerosas; todava podem redozir-se a
tres principa-s : o da sement prela 00 aaat ralenaf,
conherido por algoda de fibra longs, primltivamen-
le tirado da l'ersia ; o de sement,verde upltm mi-
tn mi algodilo de libra curta, Irizido das Anlilhi-.
011 antes da India ; por quanlo o mando accidental
reenva ao Oriente dehaixn da forma d lecidos o al-
godao que dr la he originario, e do qaal elle Mu
sn.ibe aprnvelar-se ; emlim duas especies de ate-
dio de Nanfcin, on amarello, igualmente de libia
curia.
Foi cruzando as duas primeiras especia qae se
oblcve o algoda da Luiziana, too bem repelado pa-
la oa exrellencia. t'.omo a cuitara do alaostnoir
exige lemperalurs qoente, r. nserv..U~.e a principio
nos Eslados-Cuidos em hroiles muilo ealrcitos ; de-
pois eslenden 10-se gradualmente ao oeste, ganhou
pouco a pnuco lamliem para o norle ; asas sem pu-
dor ollrapassar o 37- grao de l.liiude. Os irabalh..-
preparataree se-
inea-se, e no meio de julho o algodueiro tem loma-
do ludo o seu detenvolVMuento ; cometa enllo a a-
madnrecer, e sliparece por loda a parle a bastea car-
regada dc sua hla de hrilhanle alvora. Km agonfo
e sstembro eolhe-se ; he a poca da masar activid-
de dos irabalhos ; enlAo ludo he vida o asevimeol
as plantaoOes, e as fazendan de algodao ; lo las as
lardes vi-em-se grupos de estraves traserem em ar-
den) e csnlando suas melodas primitivas se pnekine
houte .vasto eeleiro de seccar) os celos eheios de al-
godao, os quaes dahi so condolidos ao yin hopprr,
ou engenho de descaroar, islo he, de separar a Ma
~~menle.
motor. Dos oileuta c lautos reculhidos ao hospital zia a' m
Esla operec.o im
le ipreaenUr cinara outras cousideracoes e ""'I "":=','''"'"i
M relativo, esle objeelo. guardando para essa ..""J" "f ,,a ""'" e"^u"",,,
ale resolver defln,tivime, ic.-imeirada. I "'""""'ocano, momo., t
ivemos suinmo pra-
com que as rc-pectivas praxis coadj
desla cmara, quando forem chamadas para obstar,
nao so o escndalo pralicado pelos que se b.inham 11
margen) do rio, cm lugares puniros, sMlO lambem
impedir que se corra a cavallo pelas mas da cidade.
luteirda e mandou-se scientilcar aos liscaes.
Ostro do capilAo do porto, anuuindo a planto que
a cmara mandou levantar, do caes do Hamos ate a
praiade Santa Bita, concillndoos alinharuentos das
edilicacoes particulares com os das obras do mellio-
ramenlo do porln, que all se eslo conslruiudo.
Que sesubmeliesse a planto a approvacao do E.m.
Sr. presidente da provincia, co.n copia do olliciu da
capitana.
Ouiro I 1 h.icharel Francisco Bernardo de Carva
Iho, participando ler cm dala de O do crranle, en-
trado em exercicio da segunda vara municipal deste
termo, na qualidade de ti." supplenle, por ler lindo
o seu qualriennio u bacharel Francisco de Assis de
Oliveira Macicl, e Ihe communicado o 2. supplen-
le, que nAo pndia por ora funccionir, achando-se os
demais impelidos.Iuleirada.
Oulro do procurador, participando ler recehidn da
Iheaonraria de fazenda os 2:0O0S00O rs. mandados
dar ltimamente pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, para auxiliar o sorvi^o doasseio da cidade.
luteirda.
Oulro do mesmo, para mandar a cmara recolher
aoeofie 11 lellras aceitas por Francellino Araerico
de Alhuqueique e Mello, das rendas dos 1fi arou-
gues novos da ribeira da freguezia de S. Josc, e pe-
dindo ser abonado da despeza de 33fol0 rs., que fez
com o sello das mesmas.y.je se recolhe*em as lel-
lras e se ofciasse a contadura para hincar em des-
peza a importancia do sello.
Oulro do fiscal desla freguezia. Irazendo ao co-
nherinienlo da cunara, nAo su u beta lamentawl do
desmoroiiamcnlo que leve lugar pelas 11 horas de
completa
Se porem tamaita regufaridade observamos em
lodo o nomnenlo desse eslabelecimeiilo, coran ha-
vemo lo ...diesdo, sucredeu-nos o contrario cm re-
lacAo ae andamento do Irabalho das obras publicas,
onde nolamos o deleixo enllirnoisado, porque segun-
do nos disseram, Irahalham smenle m ou 12 ofli
ci.ies. Estamos cerlos que o mu digno administra-
dor desta reparlicAo ignora laes fados; e desde ja
chamamos a sua altcnrdto para essa parte do Iraba-
lho a sen cargo.
.Vis desejainos prospero progresto .1 esse esla-
helecimento, e nao lindaremos este seni dar os rae-
rac.dos elogios ao fuuccionaro que sua frente se
aeha, pedindo Ihe ao mesmo lempo, que jamis re-
trograde um passo se quer do caminho que al boje
lao nobreinenle ha Irilhado.
F. t.
(>*orrc3,|?i3ir)i*ncia.
furia
rriminal, opina em separado, e conclue o seu pare- j gados da fazenda, que sem lerem muilas vi
cer com a seguinle : soas habililarf.es, sao mais conveiiienlcmcutc atten-
Jtet.llllri'io.
r Arl, I. Oslugaies de auditores de guerra da
provincia dc S. Pedro licam reduzidos .1 om. >;ae
sera em lodo equiparado ao do auditor de guerra 'da
corte,
didos
O orador he otivido com profunda alteiic.lo, e
finalmente apoiado vivameulc pelos seus col-
legas.
O Sr. Brofcrn responde ao Sr. Sayo eslcndendo-
se largamente em ron-iderncfies acerca da politici
geral, e especialmente da poltica do governo na
Se san segredos la natura, .;
.. Digam us sabios da escriplura.
us em ur.i dos nmeros do jornal um coinmu-
0, no qual se Iratou de prelenclio eleiloral do
erooymo Villela pelo circulo do Bonito. Quem
que e-creveo ha defter o gnslinbo de ver reali-
os des-jos 1I0 Dr. \ ilMa, porque os Booilense
m ser representadoi romo meirrem, em laes
rtslaocias esl o prelendcnte, com que me oc-
\i
nica
Dr. J
.uer
zade
quer
circu
copo
Nb posso pintar, como pinfosi o eomronnicanls
que me retiro, as habililac/aea do Dr. Villela ; mas
ilau o a esle que os mcui fracoi esfnrcus roncr-
rerAo;em conromilaiicia para a sua eleiclo.
Os .presos na noile do .lia 2 brigaram dentro da
cadeil. e quasi que ha fogo ; nas a final accommo-
darani-se com o rerem a dous companbeiroi no
tronca,
Na Icadeia desla villa exislem trila e lanos preoi,
casal he pequi 11.1, cfferece pouca seguranra, e esla'
que ht um cbiqoeiro de porcos.iilo devido'a falla de
rendimcnlos da cmara municipal.
Foijpreso.e logo depois tollo,Joao de lal.poriuguez
funileiro.por nao ler querido abrir a noile a casa de
01 rrssidencia c fornecer um lampean para a cadeia
Cidade de Arca, .10 de junho.
Srs. redar.loret.Y.m uma Ierra onde os homens
que podem e sabem, 11A0 querem fallar, embra sof-
frarn, nao he de eslrauhar que gaguejo om ente, com
quem a ualureza fui me-quinlia pespegando-o na
classe dus ammaes; e se os poetas inllimmados em
soas imaginares e engenho lem a liberdade de fin-
gir pedras e mares fallando. nAo he extraordinaria a
minha pelicAude licenca aVincs., e aos seus leilores
para desenfardar o que me introduziram 110 corifeo,
leudo drsla aite de prceucher iud.gnameiito a vaga,
que deixaram seus amigos rorrespondenlesCome-
ta e Espectador, que talvez calculadamente poze-
rain-se ao fresco : ah mecos !...
Sei que he espinhu-a a cheia de onmpromettimen-
tos a larefa de corresponde.lie ; mas observando que
Soponhn que esle aclo foi menos pensado pelo dele-
gado;bna< como quem pode he quem manda,co/a/Ml
Art. 2. O actual serventoario da auditoria de
guerra da provincia dc S. Pedro podera ser conser-
vado pelo governo. caso cm que sera considerado "forma eleiloral, que o orador alBroia aer uma des \eet boeorum
jola de d.reilo.o .deas do partido poltico a que perrce. A trpnquillidade publica vai errendo como con
I,cam sobre a mesa us pareceres, para sercm lo- Retnond.ndoao leu nobre amigo depulado pela vem. flvao lenho sabido de laclo," eniaio ios da
nados em consulerac.o quan. o livcr lugar a pri- 1>U- 1"e <"' ne.n de leve cen- propriJdade. e ...se po fosse eu .liria 1
meira discussao do pro|ecto sobre que Venam.imprl- I "irar 'a:t 'idministra.;ao em >. Paulo que......- berdiide individual mas nassJm ,a^V
mrndo-a na ..reanlo em separado para screm'dis- bredopolado fez boa administracAo p.,,, ,,(. Ine ; JgJ e pouco, e Z" a,Z do iorx '''""1"e
I faltara lempo para fszer ludo, ou alargar ai vistas permil'-
alvuu o Sr. Dr. Evarislo uns trint.i e Untos.
Foi-*e o chotera e nAo nos deixou saudades, po-
rro frou seu impertinenle salellile typho, fehres
perniciosas ou como em medicina uiclhor nome le-
nba ; o que he verdade be que reina desde o lem-
pu do cholera para maior tormento da humatudade,
e ja lem feilo mais de JO viclimas, seudo bem ad-
miravel nao ler* oslen lido as gruas. Alguna
pensadures ou poneren falalisllas ou por desenror-
rujarem as linguas allriboera a cosligo pelo desco-
munal proredimenlo do nosso jo mniiicipal e do-
legado de polica o Sr. Dr. 1 au-io, a" i-.mi moiia
genteseguindo a upiniao dos Banaoeirensen vio a-
chandn infausto : e he o caso :
Tinha cessado o cholera dentro da cidade, mas
por tora anda morrlam alguus infelizes, e por que
os de pouca distancia da cidade viuham para ser se-
pulladnr no cemilerio della, ordenon o juiz inuui-
cipal delegado aos seus in-pe.tores e a uma escolto
de polica, para ensotaren) os cadveres e seos con-
ductores para os cemilerios de ouho lugsrcs lomen-
do a i 11-fautla individual.dada que vollasse a pes-
ie e o li/.es.i. raspar mais sustos. Vem e vollara ca-
dveres, e as mesmas or.lens se reproduzem poslan-
do-se piquetes uas avenidas da cidade com medo de
defuntos. Cada um glosan a seu talnate o proce-
dimento inaudito e antiearitllo do delegado, que a
despeilo das mais pacificas reclamates, ergue-se
na punta dos remos, iincle os beicoi e fazendo uma
horrivel carranca emhrulha que a Bada atiende.
frAo licam as cousas ah vai o quixotismo .m.
ouvidos do digno vigario interino, e esse pondera
ao delegado que semelhante medida era veaatoria c
anlichrislAa. tjaalv exaloria, qual ,:uud.i i-l,ia !...
grita o delegado, e bolou o vigariav^ior ah alm ;
mas este que condecen quanlo pode o egosmo mel-
tido 111 conche da auloiidadi, deu parle do occorri-
do ao Exm. presidente da provincia, que vendo
bem patente a sem razao do delegado, ordenou que
contiiiuassem as nhutnaces no cemilerio. Ah
esl o que minha siith quena O homem desco-
medido abaisou a crista, e para mais penas sentir
a sua casa foi das primeiras a soflrer das febre*.
sendo justamente castigado, como prognosliciram.
Basla de pesie, e vamos ao jurv.
Xo principio do andante i'uncrionuu O fnrj
presidido pelo joiz de direilo interina Sr. Dr. joto
Bodrigues Chaves. Xao auaivsare todas A*s"iecur-
rencias. somonte direl que as" decisoes dessa seaaae
merecern! o assenlimento piihlirn, emhora algum
desconlenlameul de rerlos interessados ; mas lor-
noa-se repirvel nao ler viudo da captol, para on-
de fora daqui retirado, o celebre Ar-enio, crimino-
so de varias marica ueste termo. Cus allribueni es-
sa falla a birras do Sr. Dr. chefe de polica, c ou-
tros a manejos eleituraes. Malditos eleiroes que era
ludo entrain. Aqui paro : se cuolinuar tratare! de
outras cousas, que me rahirem no cor loa. : por ora
vai para a colmeia o C'upira.
ranle que antigameale e fl-
.. e fatigadora ; a eme-
*Pt?licac Td rr irebbo.
Irhuidns.
t\ei*ef3o. I da poltica ministerial
lie lida e aiiprovads a redaeco Ha retolurJio que -s'r- Sni/iio responde ao .sr. Brotero rasteniando
aulorisa o governo a conceder ao juu dc direilu Car- ~
los Anloniu de BolliOes Bil.eiro, licenca com lodos
os seus venrimeulos pur espco de um auno, para
tratar de sua saude nieto ll.e convier.
PBIMEIRA PARTE DA OKDEM DO DIA.
Entra .em priineiredisrussio o projeelo n, !), des-
te anuo, sobre as sociedades ein cummandila.
O Sr. Henriquet pede a palavra, e requer quo o
projeclo em discussac- seja leinellido a commissAo de
comenercio, industria e artis, para inlerpor 'obre
clie o leu pirecer.
mesmos psineipiot qdc por vezes lem enunciad
na casa.
OSr. Mello Franco piolere um discurso que nao
oovimos, porem qne nos Informan) ler sidu um vivo
protesto contra o ataques do Sr. SayAo ao partido
politicoa que peilcnce o orador.
ORDEM DO DIA 3.
Primeira parle.
Eliicao da mesa ;
rontinoacAo da uacaataa da proposta do governo
permit
Esla
. nao me
m proceder as necesarias indagarles.
.a a terminar a prsenle, quando me foram
entregues us nmeros n:i e 178 deste jornal, lendu
os mesdios!loiinidi na agencia
Al
Vmc.
a primeira e disponha do respeitador de
Le bou [rere.
Carta particular).
POVOACAO DE IP0J1.CA.
22 dejulho.
A mi de um menino injuriado, pela suppoila bo-
filada que diz snffrera do francei Eugenio, denon-
es O Sr. rol, lele: iun f0 a poroasao ios-
i 1 l oi y t
L
III do crrenle, o sobrado em reconstrurcAo, ua sen Piario sa "presYa"beragainnie a admUlir'cor-
rua 00 Kangel, perlencenle a Manoei francisco da respoiidencias de (oda a parte, he fraqueza e al ver-
Silva Canjeo, como que linha a exigencia da com- gonhl nao apparecer desle lugar qualquer arenga in-
m.ssAo de edilnacAo, procedido a vesloria oas ro- sulsa, deseuvahida que com ellas se parece. Nao
uas da casa.cnnslando do respeclivo lermo.que se la-I salisfarci pois aos seus leiloies, como cofiseguirei
vr.ui. existente em poder da mesma commissAo, que [ p.'.r uma barreira aos peccados do prximo para nao
semelhante fracaeso rora devido -. impericia dos ar- morrer impenitente.
listas, acereteenlando que. de confonnidade com a | Contando pois, com a ditericlo de \ mes., que me
poriaria que Ihe tora expedida aos l,s de junho ulli- goardarlo lodo o sigillo para q'ue me nao quehrem o
mo.ol.s.ara no andamento da obra, al que a exami-', corlieb, me animo a mandar Ihe e-ta o se a vir es-
nasta a mesma commissAo. o que leudo ella feilo 110 | lampada em ledras redondas contir.uarei na larefa
da 1.1, per om dns s.us memhros. quanlo ao aboba'-, encelada quando se offerecer occasiln opporlnna
nenio, achouelle que a reconstruccao poda con-1 e deixe-se eslar que os amiguihhos bSo de ler com
linuar, sendo este o juizo que se poda fazer da | que uular os beirus.
obra, pois que nella se guardaiam as regras qe as Esl.. em grande voga IraUr-se sobre o cholera,
poliuria presr.evcm. Pollo em discussao. o Sr. posto que seja materia velha e ja muilo sovada
barata fez diversas rontidera{uetacerca do objeelo, Esse embudo desertor do Ganges, que lem a eran-
enlenden lo que o deiabameolo parlio de defeito dos de propriedade de lirar a vida de uns para da-la a
operarios. nulros, fez sua entrada nesta cidad em filis de feve-
A. commissAo de edilicacSo compromelleu-se a apre- reiro, e gustando do china deslas bellas serranas,
sentar alguin Irabalho tendente a' prevenir laes de- j aharracou-se pe.lo de dom mezes vomitan lo eslra-
sastres peto Jado da impericia dos artistas, e um nos 5s, como he de seu coslume.
sco membros o Sr. Oliveira, declaran que, segundo i A morlalidsde em lodo o municipiu he avalinla
as inforiiiaces quecolhera, erara inrandadoa os boa- em mais de cinco mil pesoas ; nAo no lendu haver
los que rorriam de te acharen, arruinadas algumas calculo evado por se lerem improvisado muilos ce-
das casas :, que se lem referido u Diario d* Per- mileiios, pelo que se lornou d.fiic.l.ina a inspeccao
nambuco -- A reqoenmento doSr. Oliveira mu- dos enterramentbi, acc.escendoque niuiiasii,urila.
dou te pagar o que he de eoslume.aoi peritos que li- c.cs se lizeram isoladamenta a inargem de rius llo-
zeram a vesloria referida. restas, encruiilhadoi e as rocas.
Oulro do engenheiiornrdcarior, tratando lambem! O vcxainc o calarnidade ass'un o nerinilini em-
miuuciosameiile do de.ahamc.ilo do sobrado e uas. hora a dedicaran elevada ao mal subido oranoua
causas que, au seu ver, o produziram. Inlei- i por luda a parle se de-envolveu.
''"''', Muilas curas se mallograram, ou por desnre/o dos
<)utro do mesmo, duendo que a ubrada oonatrne- primeiros svmplumas. ou por ...nica cautela dus ae-
ran da ponlez.nha de pedra e cal, na estrada le Joo commellidos. ou por appl.cares piec.pitadas c uou-
de anos, de que fui ..rremalante Jos' GanfjBlvtsdu 1 co convenientes ao periodo da molestia
Poraoncula, esta execolida cora a pecesurlf sol-; A homeopalhia apnlieada por ah ns cariosos
deze ne-ejavel perfeie.lo.luteirda, e mandou-se, lairou a mullos, e lambem para muilos fui imiui
pagar ao arrematante 1 ultima prestarlo. i (ente. '
Oulro do mcsni", informando que, endo examina-; Con) as prrcri|.ccs da allopalhia ns Sil Dr Ma
do as obras dos! canos d'alvenaria, de que lora ar- vado e seu mano Joao Lope- Machado,' e'boticario
rematante Jase Francisco do llego Barros, as achara Simio Patricia da Costa, se prestaran] a cuantos re- i
no caso de seren ace.tas.--A ciiumistau de edifica-1corriam a tea caridade.
rao rumos orramento. das obras. Apenas iivc.no, um medico o Sr. Dr. Evaris- '
On rn do soliciiador. duendo qae, lendo recebido lo da Cruz Gouvea, que iempre se pre-lou a soccm-
do advocado doui termos de inlracrf.es es posturas, I rer aos qne proriiravain
commetf.d.s por los Joaqun. Gomes Duaito. para i Na applicarlo dos remed'ius homeopatfico, se dis-
serem BjOlzados. nao havia anda dado andamento ao linguiram algn- cidadaos, bem como ,1 Sr Joauum !
processo. por Ihe dizer o mei.uo advogado que esta ; Jos Manriques da Silva, qu. preslava "aluitomenle '
cmara eslava arriscada a perder a queslAo ; o que I 01 seos medicamentos a pubr.za u. d"ia 1 o. f! '
irazia ao coiiheclmenl.) da cmara para resolver co- flua a soa casa, e com prompliaao anresenlara-se
mo en.end...e, v.slo que as castas judiciaes -Jo boje desde o principio da epidemia em lodoTo poulot n,
"nZfcrf&eS TT a tay"'- *Wa onde Ihe ron.tova haver do..e, S Sr te!
Outro do vigtio di freguezia do Poco, remellto- iienta-coroael reformado Joao Baplista de Albuquer-
AXACHEtl.MICA.
Ora rejan !
Euvelheco ?
Le lo inu-lo, c auxilio le no
Miis demanda o torpe invern.
Nem ha sabio
Se nio triste '
Em que noile espavori la
Lin lal sabio perde a vida !
Dai-m flores,
Lindas tirara-,
Com que sempre esta'Alma pura
Sacrifique a l-'urmosurn.
O Ceo claro
Ri de amores "...
Bebe alegre, Misanlliropu,
Deste ameno, e feliz copo.
Por--.*-. J. de M.
SiU'iebx.^c
o ALGODAO.
Iliva anlig.mente no mundo um arbusto dbil,
cuja existencia nu utihdade nossos avs quasi que
au tospeitavam. A Providencia pela sua bondade
quiz que elle viene a ser uma das primeiras rique-
zas do genero humano, a base da maior industria
manufacliireira.
Me a algodueiro, cujo pro.ludo em no-eos dias oc-
cupa lies a qualrn milhoes de obreiros agrcolas, taz
eyrar lauto na America romo na Europa 10 a i"1
nulhoes de fu-os, fornece Irabalho e ronpa por di- dizer objertn de leas.
minuto prec a innumeraveii popul.ires dc indus- lados em rrxilisac.i. ,os lie- qaarlo- u, g. nare lian
['ioioi.e reprsenla um capital Jauto agrcola como nn esperara anida es vestidos que h.10 de co: rir al
nhusa inve*ro do cntti, fn-> he movido por
hesta., ou a vaonr, fui o >n .0 irnrnen-o progre
so para e-la induiin. /-ein ella lalre nunca o al-
godilo loria deseado a lo baixm preco, nem ao teria
inundo depois de aso 1.10 universal (de 1791 e IMM
a libra delle veuden-se por um fra co e 7B eeali-
mos ; em Isv., anno de grande can-lia, enae-sea
53 a .")H cenlimo- ,
E entretanto o inventor do colln fim. Elias
Whilney, natural de Massarhosfels, Ma receben
neuhuma recompensa de seu paiz, e morrea na po-
breza.
O passado da humanidade he chelo deseas inaia-
lides! K
As particularidades qne acabamos da par, la-
zem assai adevinhara profunda influencia jue Mer-
cera sobre o calado comniercial e financaira da I -
niAo americana e lambem da Europa, ai vicrasilu-
des muitos vezes caprichos* nue soflram as eolbei-
lus e por cnnsegninte o vatoirlh Iralico de ama asa-
lena que se lem lomado e> alguma -orle o barme-
tro das lransacr7.es do- dous mun los. I mi tknrl
crop, ma colheila. produz a dim.niiirao do IrabaU-
as ollicinas de Manchesler, de Kao, no Malboo-
se, mu.tas veza-, fall.mentos em .Ne-Y*.k, >
abalam o ij-ic,< l umiMiast c por conaequerta as
casas de oommrrr.iu 011 os bancos de Liverpos4, da
l.ond-es, do llarrc, em ama palavra predas i< c-
/.- ruina dos ebefes da manufactura, quasi eaan-
-prc a despe.lida de 1.1.Miares de lrabalbadores.e para
elles um redobramento miseria Digamos rpi-
damente como a producrao do algodao da Ame-
rica reparle-sc petos graudes Estados raannfaclii-
reiros.
E primeramente o consumo americana. Uas .Val
a IK111 nu.hes de kdugr. clindo- nmeros raajan-
1:0- ello relem para si II.') milhoes. Nao erase mais
de 15 milhoes ha qainzo aonos. quaudo nmerjsn a
generalisar-se nos K.i,i.iu--I'nido- a appicacsto m
vapor a esta industria. Assim o fabrico das fazeuda.
de algodao americanas que era em IftWI apenas ato
lili milhoes de metros, monta boje a bsi milhAos. e
ja faz concurrencia no- mercados eslraogeiros as fa-
zenda, iuglezas. M.is he a Inglaterra aaaanr ceei-
siiiiiidcra do alg dio americano ; romo se 1 ibiaili.
pu.i da reforma de sua, tarifas, ella recebe franca-
mente esta materia preriosa, e seos -JO a > nilhr-,
de fosos ahsoiveui presenlcmenle l .0 amibos i ile
kilogrammas, sendo :I00 .los Estados t ; a>-e
algodao convertido ein diversas especies de fazemla-
forma em lecidos uma mana de mai- de 3 mil as-
Ihes de melrns, 01 lo a nove vezes a .lislauna do
nosso planeta Im, e espalha-,e aleas partea nui-
longinquas du glubo por piceos Cibulo-amenle hai-
xos. Gracas ao genio inventor dos Wall, rloa Hai-
greave. dos Arkwrighl, dos Jacquarl, qne pcrnM-
lem boje esecular ein um engenho de fiar a abra
queaulesde 17110 exiga o trabalho de 306" passaa.,
o kilogramma de panniohn, que se venda a do...,
J"> franco- ha se-s-nla annos, a Uou 1:1 em tttat, c
a (i 1111 7 ir ero IK.jO, desceu nos nossos das a 4 oa
'. fr., islu ha, ao alcance de qnasi todos ; Mil revo-
lucAo que nao intereses -omeui.i commo.li.lade ma-
terial, pois o gusto e o habito do asseio sao lelere-
ses 1.in lo -o de o.den moral, sao ama das forma-
da dig.11da.lc iiumana.
Pela nossa parle, sem chegarmos i giganlesca prn-
duccAo da Inglaterra, igu- lamo-la hoja em hab 1-
dade ua mor parle ds artigo- ordinarios, e vencemo-
11 nos artigos de goslo : ns doos grandes ronrn...
dc IHjl e de l'V. vi Iriiieuienle o ptovaram. En-
lre nos "i mille.es de fosos, a quarla parle dns ins-
trumentos inglezes pcm em obra 75 railhor. ,1.
kilogrammas de algodAo, sendo 70 do- Eslados Uni-
dos : he qua-i o dnhro do que consumamos ha vio-
le anuos. Depois da Inglaterra oda Franca, o7.ol-
Iverein he que eoiisome maior qnwilidade de algo-
dao americino: obra de 110 milhoes ; depois vea
Austria 28 a J!) ; a Bos-ia 20 a -Jl antes da sjoiilii :
emlim e ejoa-i a par a Soiasa, a Hespanha, e a Bl-
gica. 10 a ljmilhf.es cada ama. E lal he per loda
a parle o procresso desta industria, cojas roaravi-
Ihas s ExpusicAo razia sobre-ahir ullimaaMnle, qoe
a prodtir.-o do algodAo parn preales a nle cor-
responder as nereesidades sempre cic-cenles do '<.n-
sumo. Por isso vemos com vivo uilere-se a culluia
desla preciosa lAa aclimalar-se, e e-tender-- nos
nossas pcOstMOea da Algcria, onde lalvrr no fim d-
vinle anuos peder r.vaiisar rom o algooae do Gan-
ges, do Nito, ou de Alahanis, sem lo.lavia dimioorr
,as.im o espramos auraa rnmpras na Vararaata.
Oilocenlas mil lonelad.s de algo ,.10 colinda, cada
anno no no-so globo Bato parecen orna fonle oe\-
gnlavel de abastec menta E lias c-la formi lavel
Masa de inaleri- IceivCl paiercra anida mol poner,
se considerarme- que mesmo i. m, ,|,,s nosas rt-
ciedadcs civilisadas, ha millu.es de individuos, pala
s quaes o uso da roupa m-iius cususa he por a ioi
que lora dns Eslados a li n -
fabril de oito mil milbnes "de francos. '. Pri-
me.10 alimento do grande cnmmercio inar.li.no, c
uma das l'outes mais precinsas da nrr-peridade ma-
terial do continente americano, o algodAo pesa im-
rnensanienle na balanc.i dos iuleresses fiuancein.s,
com me rciae, e ale polticos dos dous mundos. .
?seja-no, permillido evp.'.r aqui em apoio desla con-
siderar.io algn, dad... eslatislicos lobre esla impr-
tanle malcra lecivel (I).
O principal foco da coltura do algodAo, esl, co-
mo se sabe, uas E-lado.-Cnidns. A China, a India,
o Egyplo, a mor parle dos piizes da America ileri-
I) Todas as cifras cilada. nasle artigo s*o extra-
Indas de uma recenta pnbh.-ie.o ollicial, um dos do-
curoenlo. dos Animes do commercio erlerioi.
gum da e |ialegar -.ua nudez.
I urnil es Dthth.
iiv
.AACA IM)REt:iKK7 DE AGOSTO ASU
HORAS DATAR Di..
Cnlact-.cs ofllciaes.
Cnaaill obre Londres a 27 ) d|v. a praio.
Freaerirn linbUliaru, pre-Mlen.-
/'. Boroet, secretario.
Sobre l.on.li ., ', d. im. ls,
Paria, 'fio rs. por f,
MDT
n-*
X

*.




Fl ') PCSVdKKI SrXT. FKI 8 BK IGOSTO OE 1856
>
a Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1|2 a 1 por 0|0 a15 e 30 'lias.
Ac^Oes do Banco, 35 0|0 de premio. ^^
AecOes da companhia de Beberibe. SiSOOO
Ai"c6es da companhia Per-iambocana n0 Par-
l'lilidade Publica, 30 por cento d premio.
n Indeniiiisadora. 52 por % de premio.
i da estrada de ferro 50 por 0|0 de premio
sobre a eiur.nl...
llisconlo de ledras, de 7 a II por 0|0-
METAES.
Oto.On^as hespsnholas.
Moeda de tO velhas
>, 69100 DOV.19
, 45000. .
Prata.Pataees brasileos. .
Pesos colurouari s. .
mexicano*. .
transmitidlas pela cmara inaniripal, em nllirio de I
30 do mez prximo finilo, e eni camprimento do !
dispo-lo no art. \)2 da lei n. 387 de 1! de goatd de
1846. dvendo os elefbma e supplentes desta fregoe- '
lia. cotnpareetrem no rapradlo din s 9 boro.da)
manliaa, no corpo da igr.jn malri/, aliin de orgaui- !
sar-sea meta parorbial, lie-uto os qoe deixarem de
comparrer Sun justo impcdimenln, snjeitosa mulla
cnmininaa no art. \->( j .-,.,. ->_ ,ja citada lei, e
sao os seguintes:
ELKITOIIKS.
Os sonhores :
General Antonio Crrela Srara.
I)r. Joao Jos Ferreira te Aguiar.
He-ombargadur Jeronxmo Matliniaiiu ligueira de
Mello.
e imm.
ALl'AN DEliA.
lien.tmeme do da 1 a t>. .
dem do di* "i......
7K:Slh>Jir0.i
16:134*391
9*:93638f
Descarrilan hoje 8 de agosto.
Birca americana /. I. Tay farfulla de trigo.
Barca americanaRoeborkdem.
Brigue francsAlmamercadonas.
Brigue poituguezBom Successoliversos gneros.
Polaca bespaeuol*iirecidadem.
Patacho ingle*Hunde peras de ferro e madeira.
0!>!\SULAl><< xjEKAI.

Itendimonlo do da 1 a l.
dem de da 7
i.'IVliltSAS PROVINCIAL.
Heudimento do da 1 a 6 .
dem do rt i i 7........
8:8855385
8623375
:747760
iftSK)77
279635
DESPACHOS DE EXPOKTACAo Vt,l-X MESA
IK) CONSI.H.DO DESTA CIADE NO DIA
7 OE ACOST DE 1856.
LisboaBrigue oortuguez Constante, diversos car-
regadores, 80)4scos mel.
Buenos-AyresPatac'-o liespanhul Deseo, Novaes
& Compauhia, tu barricas assocar branco e mas-
ca vado,
LiverpoolBrigue inalez Einmaa, Rostron Rooker
i\ Cinpanhirye>-'accas nlgodao.
LiverpoolBrigne inglez Emma, Johnston Palcr
& Companhia, 124 saccas aleodao.
PortoBrigue portugus Trovador, Barraca &
Castro. 200 saceos assacar mascavado,
llamburgV)Brigoe bamburgaez aGeii*e, cnry
Brunn & Companhia, 14 volumen dure.
* Ezbortacao .
Patahiba, liiale brasileiro l'lor do Brasil, de 2S
toneladas, couduzio osaftiinte : 159 volumos g-
neros eslran li-
bras lio d Baha, I barrica sebo, 20 meios sola, 18
duzias de cocos, 1 sarco hipos, 3 iaixas de ferro, 13
saceos conteado GotlfOOO, 6 caitas doce.
Buenos-Ayres por Montevideo^ brigue brasileiro
Hrcules, de 191 toneladas, ronduzio o *cguiii-
le : 963 barricas e 85 rueias ditas com 8,350 arro-
bas e 5 libras 'le.assncar.
HECEKEDOR1A DE RENDAS INTERNAS CE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo lo dia 1 a 6
dem do dia 7 .
Rendimenlo do di
dem do dii 7
CONSULADO PROVINCIAL.
1 ai.
&Wta&ext*i? &H5 p&uK
.Mii'ii entrado* no dia 7.
New-Orleaus 50 diaa, barca hrspanhola Linda,
de HK louelada-, rapiluo Jaime Terror, equipa-
sen! 15, carga 3050 bairicas com familia de trigo
e 20 louelaiias de pedra : a vinva Amorim & l'i-
_ Iho, perlones ao porto de Barcelona.
Cojiogoiba3 dios sumaca brasileira Flor de An-
suliroo, de 98 toneladas, capillo Antouio Francis-
co habano Padilha. rqoipagem II, carga assocar ;
a Jos Teixeira Basto, pe lenco ao porto de Per-
Simbuco. Pas>ageiros, Francisco Piolo de Lomos
_ Manoel Nicolao (ireao.
.l Nario* tahido* no mesmo dia.
Liverpool por Mareipatacho inglez tlenrv Cur-
wen, capil.to E. Corkhill. carga assncar.
dem dem barca ingleza Miranda, capitn l>t
Newroan, carga assucar.
Camafagahiala brasileiro Sania l.uzia. rneslre
Esterlo Itibeiro, carea bacallio e rnais gneros.
Passageiro, Jos Antonio.
Parahibaln il In i il iM\ '"'Wa^l i aail i atesfre
285 28*500
. 169000
. trfcOOO
. 95UO0
. JOCO
. 2)000 i Bario de Capiharibe.
I860 Manuel l.uiz Vird -.
JoSod Barios Falcflo.
| Untino Joso Corrija ,1o Alim lia.
Manuel Coelho Cintra.
Jos Victorino de Leinos
Jos Joaquin Aniones.
Amaro da lirros Corroa.
Uareelino Jo* Lopas.
Manuel Caroeiro Ifaehado Frene.
Pa 're Francisco Alvos de branles.
Aletandre dos sanios Barros.
Jos.; de Barros Corroa Selle.
Simplicio Jos de Mello.
liento dos Saldos liarnos.
JoaqoimJos Ferreira d* Penha.
Jo"i i Francisco da Lapa.
I.ui/. de Aievedo Soma.
V'icisnle Anlnnio do Espirito Santo.
Jos Antonio dos Sanios e Silva.
Joaquim Milel .Mari?.
Joc Mara Freir Cameirc.
Candido t.enl Ferreira.
Pedro Jos Cardse.
Francisco Ignacio .le Athay.le.
Jos Com;alves da Silva.
Maximiano Francisco Duarle.
Tbomaz Jos da Silva liusmao.
rlypoliloCassiaoo Vasconcctlosde Albiiqneiquc Ma-
ranhao.
Joto da Silveira Borges Tavora.
Dr. Joo Vicente da Silva Costa.
SI l'PI.EMES.
Os senhores i
yiaoel Ribro do Amaral.
Padre Jos Mara .le Jasas Vaseoacello*.
Francisco Sergio de Mallos.
Aleixo Soares Pereira.
Jos Alfonso dos Sanios Bastos.
Antonio Malla.lo Pereira Viauna.
JoAo Facnndo da Silva tinimarAes.
Antonio C irdoso de Qaeiroi Fonceca.
Antonio Carlos de Pinho Borges.
Jojto Vielra de Araujo.
Praneiseo Lopes Vianna,
Jos Tiloma/, de Campos t^uaresina.
Jos Ferreira da fenha.
Francisco de Lemos Duarle.
Fraoriseo Antonio Cavalcanla Coiaseiro,
Antonio Edovirses Soartv.
Jos ('.andido de Barros.
Joo Miguel l'-neira Lima.
I.OIJ Jos Nones de Castro,
/.acaias dos Sanios Barros
Linca Jos d'AssumpcSo.
Matlii.s Jos da Lapa.
Patricio Jos Borges de Frailas.
Jos Cavalcanla da Alboqnarqoe,
Joaquim Antonio Carueiro.
Jo.lo de S LeilAo.
Jolo lireuorio dos Santos.
Manoel Rodrigos do Paaso.
Pedro Alfonso Rigueira.
Antonio da Silva Cuinaraes.
Antonio Horcos Uenda.
Dr. Antonio Ferreira Marlins itibeiro.
Dr. Jo> Htria Runos Gorjlo.
Benlo de Barros l'alcio de l.acerda.
Convido igualmente a todos os aidmllos quaiilica-
ilos rolantes, para pessoalmente comparecerem a dar
sen voto na forma do arl. 10 da dita lei, e adver-
linilo-llies que. nao serlo admitidas ledolas dos vo-
tantes que nao roniparecercm pessoalmente, nem as
que (iverem nomos rtseados, alterados oa Bobslitoi-
dos por ostros, romo li" expre-so em o art. 50 da
mama lei :e serSo molledos em lOSOOOrs., em con-
lorinida le .I.. ,in. 1267, os que sem motivo jus-
lilicado'deixarem de comparecer.
E para que chagua ao conbeciinentu de lodo-
inandei passar o presente qoe sera aflixado nos luga-
res pblicos dos .listnclos desla fregiie/.ia e publicas
do pela imprensa. ,
I. dislricto da freuuezia da Boa-Vista, 4 de agos-
to de 1856. Eu Franeisco de Barros Concia, esen-
vao o escrevi.
Antonio >ant 7.0181666
3023NI
7:321511}
10:SI2;!1!I
1:4419377
12:285:386
Jos Camello do Reg Barros, leante da exliucl
guarda nacional, nii de paz mais voladu lo pr
meiro dislricto da freguezia do Poco da Panell
etc.
Fac saber que len lo se de proceder a alalrjSo d
jalaos de paz e vareadores no dia 7 de satembro pr.
J-ao Frafie*KMai;. Cargl "llls g?j I ^tSZfigiT*!* i"P^'' d"!"
rwros. \ ^^^7^
Canal peta Parahib br
Segu no di 8 dnlcorrenle o patacho Bom Je-
sosa ; para o listo da carga, passa.eiros csrravos
a fete, Irala-s I com Caelano Cyrisco da Costa Mo-
reira ao lado d Como Sanio n. 25.
l'Alv.A O RIO DE JANEIRO
segu em pnucoidiasa polaaa brasileira /.elosa II,
por lera maior parle do sen rarreuamentopromplo ;
para o reto lr>la-se com os consignatarios Isaac,
Curio k\ Compa lda, na ra da Cruz n. 40.
Baha.
Seguem
n,il CONFIJr.A,
cirregament
trata-te com
Ci na rui do
poneos ili^is o patiiclio nac'O-
>or i i |..ii 'c ilo leu
i protnplo: para resto,
os consigiiat'trios Novaes S
Trapiche a. ?>\.
Para o l'o
vida.le o brigue
geiros, Irala-se i om ll.irr
pilao na praca.
Segu nestes i
be carga o pasas
riaco da C. M
lo seuir.. .liriTla'iieute e com bre-
.( Trova lu..; para cargo ou pagsa-
a <\ Castro, uu rom o ca-
CARAC".
as o p
eiros
.Ihabcle <
a tratar
ij Pa?
o liidu do Corpo Santo u
iracaty,
segu no dia ID i o me/, crranla o biale
s recebe | aasageiros : a tratar com
Sohrali nsen, rerc-
roiii Caelano Cx-
25.
Cxriaco da C. M
O aganie (
le ni billa, coi
i-ousulos, ca.icira-
ditas par diver
.>ergipa-
Caetano
00 la lo do Corpo Santo n. 25.
V-s-vS*
liveia fara' leilao de urna porreo
SHlindo em solas, mesas redondas,
ditas do bataneo, bancas de jogo,
s usos, lindos quadros, relogios'de
paredo e para mi so, candi,rus de globos, lustre
brome, mu jo;
loucdores, cu.ir
tntele de iiiogno,
lillas para costura
na para mesa e
copos para vioba
hacia grande .le
nlia, e inuilu- o
prata, 2 opoliees
de livros em divo
rravos : secunda-
da manbaa, no
Recite.
de pistolas, lanternas, espelhos,
i i-vesti.l.is, goarda-roupa, uin rico
msrqoezas, camas ^e ferro, caixi-
avatorios, apparelhos do porcela-
obreineso, compoleiras, garrafas e
ditos para clarete, porta-licor, 1
iraine para baulio, Ircns de cozi-
ilros objrcios, obras ius ooro c de
do lliciiro-rte Apata, u:n [ o.-rao
os idiomas, o nlgons opimos s-
eira, 11 do curenle, as 10 horas
cu escriplorio, roa da Cadeia do
O agente Vieira da Silva, fara let-
lao, sevta-tin 8 do corrate, as Id horas
la manliaa, im sen arma/.em, ra da
Madre defieo n. 32, de diversas obras de
marcineiia novas c usadas, edilierentes
prata, relogios de patente,
de otipo <: prata, lima rica
i de 2,.")()D libras, emuitos
acharao presentes.
obras de ouro i
snissos, in;;lc'/.c
bakbnea romn
objectosque se
de vinagre mallo
le, as III lloras da
fandeua.
Jos Joaqoil Das Fernandes fara leilao, por
inlcrvencao do agr He Dlucira, de cerca de50barril
penor : sexta-reir 8 do corren-
lauli.u, defronle da porta da al-
t O agente
bpje, as 11 I
de dillercntes i
gro moco, lio
tftri^ii
.!..;
ieira da Silva fai-a' leilao,
ras da manliaa em ponto,
sera vos, onde ira' iim ne-
n canoeiro ; na hora do
leilao estara'ta lo palete para os com-
pradores exan nat
fl ''.
v'i" bsinhurguez aGensen,
capitn C. Maricos, cargaSissucar. I'assageirv, Ma-
noel Jaques da Silva.
vit$.
O Dr. Anselmo Praneiseo Perelli, roininenda.lor da
imperial ordeni da Rosa e juiz de direilo especial
do commercio desla cidade do Recife de Pernam-
buco, por S. M. 1. que Dos Guarde ele,
Faro saber em como por este juizo pendein uns au-
tos de execurau entre parles,exequenle J. F.li.kladr,
executada D. Maria Carolina de Brito Carralho, e
proseguudu- peuliora em dinheiro suflicieute qoe j< te acbava de-
positado em mo do depositario Timm Mosmeu A
Vi nnassa em ronseqneocia do que em audiencia
fez-se uin requerimenlo, o qual be do llieor se-
gunde :
Aos 3 de julho de 185b"-stsla cidade do Recife de
1'ei lumnico em audieucia publica, que aos ledos e
parles dava o Dr. juiz de drciSjeIH'cal do com-
mercio Anselmo Frei*iPerclli7ft^la pelo solli-
citador Frederico Chaves, procurador ffsse moslrou
ser do exequeote Kladr fui acensada a penara feita
em dinheiro perteocente a missa fallida da execu-
lada. querendu qoe se houvessem os dias da lei por
ass gnados e se passassem os edilaes do esly.lu para
rila jau dos credores iucerlos ; o que ludo ouvido
pelo juiz assimo deferio e extraa o prsenle do pro-
locollo das audiencias, juntando o estes autos a pe-
licao, mandado de pcubora, e apudacla que se
segu.
Eu Francisco lguacio de Torres Bandeira, eecrivlo
o escrevi.
E mais se nao eonlinhs em dito requerimenlo a
qui copiado, eiu virludedo qual o esenvao que este
subscreveu mandou passar o presente com o pra/o
de 10 das, pelos quaes se chaina" e se cita aos cre-
dores incerlus da referida executada, para no dito
preso allegaren) o seo direilo e licarcm scientes do
que cima lica exposlo e para que chegoe ao co-
nliecimenlo de todos man :ei passar editaes, que s**-
r.iu Bllixadr s nos lugares do coslume e poblica\lo pe-
la imprenso.
Dado e passado nesla cidade do Recife aos 6 de
agosto de 1856. Eu Francisco Ignacio de Torres
Bandeira esenvao o subscrevi.
Anselmo Francisco l'erelti.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em cumprimento da lei, manda por a coucurso o lu-
gar vaco de serondo escriplurariu da contadura da
mesma Ibesouraria, o qual lera' logar no dia 15 de
setembro prximo futuro ; deveudo os prelen lentes
seren examiuados na grammalica da lingua nacional;
es.-i ipluraco por partida dobradat, iirilhmeliea e
suas applicacdes com especialidade a redcelo de
moedas, pesos e medidas; ao clenlo de descantes e
juros simples c campalos ; sendo, preferidos os que
[nerein noa letra e souberem lingas eslrangeiras.
Os pretendeoles deverao apreseular seus requeri-
menlos na mesma|lhc provem serem maiores de 20 annos.
E para que ebegue ao conhecimento dos inlere-sa-
dos, se mandn afiliar o presante e publicar pelo
oDiario.D ,
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
ImroTdc agosto de 1856.O secretario, A. F.'d' \u-
uuuciaf;o.
O lllm. Sr. inspector da Ibesouraria provincial.
mu cumprimento da urdcm do Exui. Sr. presidente
da provincia, manda fazer publico.que no dia 28 do
crrente, peanle a junta da fazelida da mesuu Ihe-
souraria, se hade arrematar a quem par menos lizer
aobra do rebaixmenlo da la loira do 26- lauco da
cstrad la Victoria, axalia la em 2:760-?.
As pessoas que se propozrreiu s esla arremal.icao
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo msio dia competentemente
habilitadas.
A arreinitacao sera' feita na forma da lei provin-
cial n. :W3 de 15 de maio de 1834, e sob as clausu-
las e'peciaes abaixo copiadas.
E pora conslir ae inaudou afinar o presente e po-
blicar p.lo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial do Pernam-
bnco de agosto de 1858, o secretario, Antooio
Ferreir d'Annuiiciaco.
Clausulas especiaes para a arrematacac
l.i O rebaixmenlo da ladeira do dito lauco ser
feilo de confonuidade com os perfis orcameiilo ap-
p-ovado pela directora em conselho, a apresen! ido
a approvarjlo do Exm. Sr. presidente ,|a provincia
aa importancia de 2:760>.
2. O arrematante comecaru' o trahalho no prazo
de .'10 das a concluir' no de quatro niezes, contados
na forma do regnlamentn.
3.a O pagamento sera' feilo em duas prestaeo's
iguaes, sendo urna quandn houvcr sido i a' i melada
dos trabalhos, a a oulra uu t ni das obras.
1.a Para ludo o mais que nOo val determinado as
presentes clausulas e no orcamenlo seguir-se-lu o
que di-pe a lei n. 286.
Conforme. O secretario, A. F. d'Annunciai.ao.
O tencnle-coronel Antonio Carnciro Machado Rios,
juiz de pnz do 1" dislricto da freguezia doSauli-si-
irniSsarramentn do bairro da Boa-Vista, termo da
cidade d > Recife de Pernambuco, em virio la da
le, te.
Faco saber qoe est designado o dia 7 de setembro
prximo futuro para a eleicao de juizes de paz do
1.-, i.' o 3.' districlos desta freguezia, de vereado-
tw. do municipio, segundo as orden que me foram
-'!> de agosto de 1816, e e
observancia do que determina o arl. i.- da cita
le. convoco para > lu.lirado dia pelas nove horas .
manliila oo coosislorin da Igreja motriz desla fregu
zia, os ddadaoa que eslao no caso de volar, e aos si
libares eleitores.
ELETTORES. ^'
Os nim. Srs :
Mijar Jos Tbeodoro de Sena.
Capitao Sebastian Aslonio lte;o Barros.
Dr: Alvaro l'.arhalno l'chda Civalcaoti.
Majar Jallo Francisca do llego Maia.
Dito Florencio Jf,se Carneirii Monleirn.
Capilao Jos Ignacio Pereira da Rocha.
Dr. Praneiseo Lio. C Mas.
Jos Lopes Cuunarites.
SLPPLEMES.
Os lllros. Srs. :
Alferes Francisco de Paula Reg Barros,
lente Joo Francisco Caroeiro Monteiro.
Hilo Jos Francisco C.rueiro Monteiro.
Alferes Sebasliilo AITon-o Reg Itarros.
Dito Jos Francisco do Rejo Barros.
Agiicoll-ir Joaquim Jos Cavaleaoli.
Proprietario Joo Severino Reg Barros.
Alfares Aulonio Flix Maciel.
K para eonslar mandei fazer o presente que sera'
afflsado us lugares mili pblicos desla fregue-
zia.
I'rimeiro distrirlodi freguezia du Poco da l'anel-
\iji\e agoslo de 1836.
\_ Jos-i i ;mello uo Reg Barros.
O Dr.
tt'lldo-Sraa'-
sario vacciii,.
creta de 26 d
gratuitamente
sabbados de c.i<
na casa de sua
n. /i-, das 7 as
c ahai\o
la
sUJv'i '
iUeWtb.
CORilElO.
O hiate aEalacJrOa recebe a mala para o Aracaly
hoje s ao meio dia.
Pela mesa do consalado provincial se faz pu-
blico, que foi transferida para o dia ti do corrente a
arrematado de 4 eavallos apprehendidos pela sub-
dclegacia da freguezia dos A Togados, consideradas
como beus de exento, e avallados por 10>. .Mesa
do consulado provincial 7 de agosto de 1856. O ad-
iiniii-ira.ii.r. Antonio Carneiro Machado Bios.
A conp.iijnajliva da cavallaria precisa comprar
eavallos. e paoa a WI--OO cada uin, sendo precisa
que leu'iam a. tumdifoes seguinles ; pelo menos 18
pollegadas da altura.
uim de Aquino Fonseca,
i dolugardecommis-
-,.sla provincia por de-
julho [indo, vaccinara'
|, ellas pessoas (|tte nos
i semana c")m|iai'i'ceiem
residencia, n,i ra Nova
' huras da manhaa.
issignado
roga a lodos os
seus devedores em eral, quequantoan-
testratem de lie satisfazer seus dbitos,
visto serem quat i todos antis;os, e alimde
evitar o chamir a juizo aquelies que
continuaren] |s:romssos. fazendo tam-
)cm esta deelar icio para que aigeum nao
procure pretextos para dersar de satis-
fazer seus debitok; sendo o abaixo assigna-
do o competente e delegando seus pode-
res em sen sobri
Villarouco. Re
agosto de
Villarouco.
185t
lioDelphino de A/.cvedo
fe de Pernambuco 7 de
Alalinas de A/evedo
LIMAS
l^OOaft
V
aJ
MNIBUS,
De
domi
um n
as passageus a Istmo
lie.le 7 de adusto d
ora em dianle baver lodos os
jigos e dias santos, a larde,
iiuilius para Apipucos, sendo
um mil ruis: por ida e volla.
1856.Claudio Dulieuu.c.
Manoel Josi
pin as divid.is
.lose da Cosa Art
73:,000$000 res J
redores, que len
Leite declara tpie com-
iclivas do Sr. Leopoldo
ojo, na importancia de
roga, pois, aos Srs. de-
lam a bondad.' de en ten-
iler-se com o annunciante, na sua loia da
rita do Queimad
No dia I." do r< rreule .aosenloa-ta da casajj
seu seuhor,
de 35 aunas
Precisa-se do un
enleuda pcrfeilament
le a' padaria, nao se
precoj preenehendo
da na larga du Rosa
polica.
Joo Gootjalve
ja.lo de un dos ile.l
i misa azul, e chap
corpoleulos. sern achaques,! al.,.i, .' .
idade ate S auno, q,,em e. liver para vender, diril 't cale I, erL
ja-se ao quarlel da mesma un Santo Amaro, das 8 ai / e
1 horas da larde. Recife em 6 de asusto de 1856.
Leopoldo Augosto Ferreira, capillo comman-
daulc.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em ciimpruueiilo do
art. do regaUmento de 14 de desembro de 185,
taz publica, que foram aceitas as propostas de :
Pedro Ferreira dos Sanios para fornercr: 500
couros de cabra curtidos e esculhiaos, a iligOOO rs.
cada cont.
Jefa Rento Par, 10) grvalas de sola de lustre?,
a lO rs. cada urna.
Antonio Ferreira da Coda Braga, -20 libras de ne-
dra pomee, a iKO rs. a titira.
.lose Nocueira de Soou, ( lixros em branco de pa-
pel de HolUnda, com 300 reinas, a 8.^000 rs.; 5 di-
tos de dito de papel paula lo, a I ASMO rs.
Francisco Macleide Soasa, f70 pa'es de sipalos
folios na provincia, 19800 i. cade um.
E avi-a aos sapraditos vendedores que devem re-
cnllier os referidos ohjectns ao arsenal de guerra no
dia II do crrenle mez.
Secretaria do ron-.Iho administrativo para fornc-
cimcnlo do arsenal de guerra 7 de agosto de 1856
Antonio Gomtl Isnl, laOCnte-c roncl VOgal, servin-
do de secrelario.
%y ;

s>
ani a
Em!i
ii
O vcleirG e bem eooliecido hiate brasileiro illos
Amigo, pretende seguir para a Babia uestes S das,
lem a liir.lu par" do sru carregamcnlo que Irouxe
do Maraub.iu ; para o reato os prelen.lentes cuten-
d.iui-sp com o seu coasiznatario Antonia l.uiz de
Oliveira Azexcdo, ra da Croa n. I.
s J
'a a
Ba
3
' canco-Ame-
Vapores
A veleira garopeira 'l.ivrac.in,,. tegoe ,s\ o ',,
da presente semana, por ter proir.plo parte de m-u
Carregamcnlo ; par resto enlendam-se com o reu
consignatario Antonio Lois-deOliveln Azevedo, ra
da Cruz n. I.
Comp uili -t
rinii
r iicczes.
Espera ia
se no di-
18 docor-
rente o
vapor
Ira necz
I.yonnais,
c a p i IA o
Devauli,
viudo do Rio de Janeiro, que seguir' para o Ha-
vre com escala por Tsnenfi. Madeira e Lisboa : pa-
ra rrete e passagero,, na rasa de L. Lecomle Fe-
ron ,\ t, na da ii u/ ii. 90,
ario n. :ls, perteoee
deseja-se saiier se
contrato, al o plazo
-- l'ica em podr i
bilhele n. "2.'l'l:i, da i
pilal Pedro II, pertei
da Silva Jnior.
Ajnsta-se j.or e
quer terreno alagad,
metro dos caneeiros
Precisa ae de
de litado, dcspedito.
cotlducla, para Caixei
mo taberna an loln
I
10.
Joaquim, de uacAu, de mais
xo, q ebradu do quarls oireilo, alei-
is das niaos ; Icvoil calca e ca-
de harta cu- de c..f : quem o
j aterro da Boa-Vista n. li,
generosamente recompeu-
bom padeiro.le profssao, qoe
t de lodo o trahalho perleiicen-
ilhando u nalaralidado nem a
sle luL'ar: dinja-se a padaria
io n. IS, junto ao ojaartel de
Ferreira. ten.lo contratado a
oinpia di luja oe m adelas sita na roa laiga do I! i
le a Manoel Gon^alves Barros,
Igueni se oppc a senielbanle
He 3 dias.
Antonio dos Sanios Vieira o
a parle da .- I......ia do lls,-
coule. aoSr. Joaquin Ferreira
Confronte ao llosa
respeitavel publici
diversas qnalidade
par., latas e a varejo
o bilhele n. Ujtii da loleria
dro II, perlence ao
I Hospital Pe-
lixin. o Rvm. sr. conego Joa-
quim tionealxos de .zexedo, da cidade da Barra do
Alto Amazones.
numerus lesoinles
nao podeiiilu design
cem aos quartos, c i|
Sr. Ilies'iuiciro iu q
laier pagamento,
gilimidade do do
pesos que leoha
entregar ao abaixo a
Recife 6 de ii^bslt]
Paiva.
do Sr. Dr. juiz inim
na sala da mesma, i
cravoa, sendo 3 ni ;
de Boavenlura da R
Santos; he a ultima
Hoje 8, as 11 |
Jopis de fnda a do
npreilada para aterrarse qoal-
na cocheira conTroate o te-
rna Nova.
im pequea de lia IS anuos
e que d conheciiiienlii de sua
. ; a Iralar no palea do C.i-
i ir a ra da Camboa.
o :in A.
0 d Sanio Anl inio avisa ao
pie recotn: chocolate lino de
..-.ni como biscoitos inglezes
FRONTE PICIO DOCARUO:
Por mailos rnwtivi s e estes ponderosos' nao pode
ter lugar a (esta da : echara do Carmo .1" Frontispi-
cio no dia anonoriai o, fican.lu transferida para o
lia 17 do correle i Iprelerivelmenle. 1'..resta oc-
easiao pede-se aos es. proeoradores da mesm fes-
la qoe na domingo 10 do crrente apresentem no
paleo do Carmo n. 1 a relnc,3o dos devotos que lem
ci.ntribuidu p-ra a si a fesla.
O abaixo assig a.lo faz -cenle ao Sr. tliesoii-
reiro das loteras, qi e, leudo comprado na loia do
Sr. Acarcio, na ra arga do Bosario, cinco bilhele
da lotera que corre sr.bba.io '.) i!o cnenle, :s per-
der. Os bilbclcss o, tres meios e doua quartos dos
2453, 1578, 145, Si:, 107.1,
r quaes os nmeros que perten.
aes aos meios i a-san roca ao
.i |ui: .. ntelisla que eosluma
lo os pague -era xonticar a le-
ai. o como roga a qualquvr
a.lo o- ditos bilhele-, baja de os
signa lo .|u--., recompensara*,
de ls.jt>. Joaquim Jos de
Sexla-felra, Sin correle, uepois d.i audiencia
ipai da pnmeira vara do cixel,
^111 de serem arrematados i as-
ile habilidades, por execuc:lo
iclia cintra Jos Alexandre dos
anea.
oras, na sala das audiencias,
Sr. Dr. juiz de orphaos, ae h.lu
de arreimlar diversa1 b|0ias de Doro com diamante-.
Atfii, 3.0
Nos dias II e 18 do crrenle, na sala das audien-
cias, linda a do Exm. Sr. Ilr. jmz de commercio, so
ha de arrematar, no primeiro dui indicados dias, a
ni..lidia de Joilo Coelho do Rusario,- avhala por
2109, e um mulalinbo de 13 anuos ,por 3009 i ""
segundo dia urna casa Ierre sita na rna do Pilar n.
133. avahada por 11005, adverliedo qoe o becco per-
tence casa por dever ser tapado com a a lificacSo.
Prccisg-ee alugar 6 prelos para armazem de
assocar: quem liver e quizer aluaar, drija-se ra
de Apollo, armazem n. O, que achar com quem
Iralar.
Precia-e de urna ama captiva ou forra, agra-
dando pagase bem : na ra do Aragao n. is.
Roga-s ao Sr. Manuel Coellio de llrilo baja
.le vir resgalar os -cus penliorea qoe lem na rna
.Nova n. 53, de dinheiro de einpreslimo ha anuos
desla parte, islo no pra/.o de S das, do conlrario se-
riu vendidos para paeamenlu.
No escriplorio de BAI.TAR v\ OLIVEIUA,
ruada Cadeia do Kecilo n. 12, existe ama -aria viu-
da da Parahiba para o Sr. Jos Caelano Baptisla dos
Sanios.
l.ulz Antonio Siqueira xai a Europa, c deixa
na gerencia da sua casa couinierrial, como procura-
dores bastantes, em primeiro lunar a Franeisco Jofla
.le Barros, om ..ejuu.lo ao Sr. l.uiz de Morar- lio-
rnas l'err, ira, a em lerceiro ao Se Antonio de Mu
raes Comes Ferreira.
Virgilio de Mcnczos Leal vai a Europa.
Franei-ro Julo de Barros manda pan um dos
coll-gi-.s de Li-i.oa seu- dnus lilhos menores Man..id
Vicente de Itarros c Antonio Joaquim .le Barros So-
hniiho.
I endo sido annuuciada a erreinalacau lio ilia
! do corrente, da parda MargariJa Maria. qoe foi
esrrava de Urbano Vicente Ferreira. previne-se ao
publico, que iiinguein ai remate dita parda, que esla
tratando de sua defeca e liberdade, para o que ja
den 900$, e em viriinlo de uin artificio frau.iulenle
se pretende reduz-la a escravidao.paia cujo lira pen-
de urna denuncia criminal contra ns autores de um
(al allentado, pela delegara do primeiro dislricto
desta cidade. EscrivUo Sarai*a.
Preeisa-se de um humem ditposl i ao Irabalho
de silio : quem pretender, dinja-se a luja do Pasala
n. 7.
Aluga-se n armazem e sulilo n. 40da ruada
Praia, com rrakcjo de loia que lem ou sm ella : a
fallar com Coilhernie Selle, travesea do Carioca
n. ||.
O Sr. Francisco .los Viarina lem una caria na
botica de Bartholomao, ra larga .lo Rosario.
Aloga-sa o arma/ein u. ;I6 na ra a Senzala
Velha, proprio para rerullicr barricas ou generes : a
Iralar no segundo andar do mesmo.
Antonio Pinto de MagalhSca, desla dala em
diante deixa de ser procuia.lnr da sra. II. Anua Joa-
quina de Mello Carioca, por ser multo oceunado
com os seus negocios. Recife 8 de agosto de 1856.
O ai.aixo assiflnado raga a lodas as pessoas que
-o jiilgareci-cus credores, deapresenlarem auas con-
las no prazo de 15 dias, a copiar da d la desle, para
serem embolsadas ; na ra Direfla n. I'.).
Antonio Pinto .!.. UagalhSe*.
Oucm quizer ;t:iMKV5 a u dando hciis de raiz em garanta, piocure na ra
do Oueim.ido n. 1, segundo
quetn di.
nlar, que se dir
CORRE SARBADO, 0 lio CRREME.
Oliveira Jnior avisa ao respeilavel pnblieo, que
o resto de seos bilheles acham-se a venda ucs luga-
res do co-lume, o os premius 5A0 pag..s na ra do
Oueitnndo 11. l2.
Precisa-se alagar urna prela para lodo ervico
de una ca-a e comprar na ra ; paga-s bem : lia
ra da Cadeia n. 4S.
Precisa-se de um eaixeiro de I i a 16 anuo- de
idade :na padaria da ra Dircita n. 21 : prefere-fe
um que lenba pralica.
Miguel dj Coste. Miguel Jndiehe, Vicente Uro-
da, Braz Broda, Vctor Broda, Geanamo Chico, !i-
guel I ida, Braz. liervasio, Jos lervasio, Francisco
Antonio Marino, subditos napolitanos, reliram-se
para a Europa.
Na fabrica de c Icado francesa, na da Cruz 11.
33, precisa-se de n!licias -!e sapaleira para obra- de
senhora ; prefero-se homens casados, cujas mulha-
res possam debruir .11.1 -.
Rernardino de Sena Dias acba-se autorisado
para vender a hrranna, que por fallecimrntn de Do-
mingos Antonio Comes liiiimargea, tocou coma le-
gado ao Sr. Mnreellino Jeruuymo de Azevedu. na
importancia .le 1:1078233 rs.. a' vista du rormal de
parliHiaa, sendo 550^7SJ em dividas, e 5564451 na
ca-a de sobrado defronl^ da igi-ia ,1o s. Praneiseo.
onde osla' o gabinete porlcgiiez : qualquer senhor
que queira f*zer es.e negocio, p :e comparecer na
Boa-Visla, roa do Aragao 11. 1':. do manilla ale BS '.'
horas, c de larde depuis das ,1.
O abaixo essignado, eaortvlu interino da irman-
dade do Sr. Rom Jess das Dnren.'eni S. Goncal >,
por delieracao da mesa regedora e despach do
lllm. Sr. Dr. johi deeapellaa, convida a lodos os
seus irinaos, para comparecerem no^eonslalorlo da
mesma irmandade, ,^s '.i horas do dia lodo corre-
le, alim in proceder-aea eleicSo da mesa qoe ha
de reger no prximo futuro .inno.a qual por motivos
11,10 se efleetuou uo dia Si do mez pealado. Jos
Lacas Rodrigues Machado.
Esta-se proi-edendo a inventarlo dos hens do
casal do fallecido leante-coronel Amonio Lins Cal-
das. ti- credoresdo mesmo enlendam-se rom a vin-
va invenlarianle 110 angenho Daos Irniaos, un com
o seu genro o Dr. Jos Lourenco Mira de Vascon-
cellos, na cidade nova de Sanio Amaro.
Precisa-ae alagar um sobrado de um andar ou
uro seaundo na segainlesruas : da Gola, da Cruz, do
Vigano c largo do Corpa Sanio, que lenha alguna
commodos e esteja decente ; o pretndeme nSo du-
vi.la pagar bem e mesmo a.lianlar alguns mezes :
quem 0 liver aunun.'ie.
LEERA Di PROV/NCIA.
abaixo ass;;nado wmh; liilhetes da
lotera da provincia, (lelos procos seguin-
les, sendo daquantia de lUO.s'UO para
cinta e a dinheiro avista.
Bilbetet 5J500
Meios 2800
Quartos l.soo
1*. J. La vire,
leneitii pule da segunda loleria do
Hospital Pedio II.
Osbilheles, meios e(natos da loleria
sttpr.i, acjbam-se a venda as lojasia'an-
nnnciadas, cuja axtraccao lie inlllivel-
mente sabbado !> do corrente, pelos pre-
coaabaixo notados. Osbilhetes, meiose
tjuarlos coin a iniulia rubrica, nao so-
remo disconto dos S per cento do im-
posto geral.
Bilhetes 5.^800:0<)0SO00
.Meios ^0002:500^000
Quartos IfJOO1:230000
P. J. La-.me.
i Precisa-se de um criado forro, para servir em
una casa uo mallo : a tratar na ra du Collegiu, casa
i n. 45 primeiro andir.
Precisa-se do um cralo, para servir a um mo-
co solleiro na rna do Collegio n. ^1 lercetru andar,
! prefere-se eacravo, c paga-se bem.
Da-so a juros ratoaveis qu inlias le 50S000 rs.
! por penhos : na toa das Calcadas u. 10.
Francisco Seraphico de A-sis Vasc^ncellos, nao
podeudo comparecer ao inventario que -e lem de
proceder nos heos , las iSosneira fez para esse fim si i basUnle procu-
i r ao Sr. Ju.Vi Bapliala Paes Brrelo. Recife ti
1 de agoslo de 1856.
Pede-se aos Sis. passageiros dovaparnl'e-
dio!iiue par encano lex.i.-.ni un bauzinhode
fiandres com tlguma roupa, o favor de man.! r na
ra da l'.aia, n. s que Ibe licarei moilnobrigado.
Joo Flix de Mello.
'. Praeger&C-, beg lo inforin bis
Iriends in general tliat be lias opened bis
new establishment ruada Cruz n. II.
wlierein Irom Jajacebrth tlie*. will lind
|a sinlableapartmenl for the purpose <>l
bavngltinclieonfrom 12 lo 2 t) P. Al.
Kecil'e I agosto I B
Aluga-sc a casa da ra Rea!, junta aa Man-
guinho u. stj, com bstanles commodos, grande
quintal, e viveiro de peise no fundo, gramo e boa
carimba, porlao ao lado, e porto deerubaique: e
iaoalmenle se alaga a rasa immediala do n. 87
com bous commodos para lamiaa, e grande armazem
no fundo cun grande ci acidade, e exrellenle tumo
para padaria, e porto de embarque, ludo por pro-
cu uiiiilo o<.uo.lo : a Iralar na mesma ra com
seu proprietario Manoel Pereira Teixeira, sobrado
n. 6.
Y-.' .. :. ^-.'
J. JAJE, DENTISTA,
B continua areaidiruaruaNova u. Itl, priuiei- y
H ro andar. g
s's-5 >vie39e<&-s>;s
No dia 8 do corrente ao mel dia peranje o
Sr. juiz municipal da primeira vara, eserivlo Santos,
par ser a ultima praiv devem' ser arrematados dnus
sobrados da um andar, silo- na roa Augusta, penlio-
radosa .los Mana IM.icn!.. le M.'jalti.Ve:. porexec;:-
jSo -ubre eacriplura .e hipolheca de Antonio Joa-
. in de Souza Hiber ; igualmente se laz -ciento
que esl sem e'i'-iio a arremalac e> que iiouve pela
l.izen.la nacional de um dos ditos sohrados. por le a
parle requer lo e pago o que era devedor a la-
zonda.
-- Aloga-se a eaa larrea na ra do Aragao de n.
: 10, mallo propria para q<:alqoereslabelecimenlo,por
c-lar em armazem, ser ires portas de fente a es-
tar in. meilior lugar da rna, e por ser de proco
coinmo.lo : i Iralar na prac.i da Boa-Vista n. ii l,-
, lica.
Perdeu-sel ou foi desencaminhado por algum
\ malvolo un cabinilia forro, de n une liuilherme,
de iia ,c .le 5 anuos, levando camisa de chita prei.i
i ji x dhi e um bonel de panno azul, ps descalcos ;
foi desencaminhado 11 Capnnga, luaar da Baixa Ver-
de, em occaso de ir comprar em urna laberm cer-
loobjeclo : roga-se a quem u adiar haja de leva-lo
ao pateo do Collegio u. que sera gr.lilirado. Ad-
verle-seqoe elle lem urnas samas por lodo o corpo,
com cajos eignaes he fcil de zer conheei lo.
(! abaixo a sigua,] comproo por orden dos
Srs. Viova Theophilo lillm-^ Riheiru. puaoSr.
Cariguasi S. I'. Barcellos, do Aracaly, o bilhele in-
leiro n. Sin da lerceira piale da segunda loleria do
ho-pilal Pedro II.
Joo Fernandos Prenle Vianna.
Precisa se de nina criada para casa de pouca
l'amiiia : em Sanio Amaro, em casa do Sr. coronel
Lamen ha.
Oiieniseriui/ei incumbir de fazer cai-
xas parasabao de emprcitada, dirija-sea
ruadoliruiii fabrica da industria pernam-
bucana, que reliara' rom quem tratar.
FAC40 E ISCIDO DE
ESTRmDi D FER" 1 |SVSTEHA MEDICO DE IKH.LOWAY
do leeife. no ,s. Francisco.

Antonio da Silva Guimaraes vendeu
os seguntes premios da quinta parle da
primeira lotera, de Nossa Senliora do
Carmo, e tera evposto a venda os bilhe-
tes da lerceira parte da segunda lotera
do Hospital Pedro II, a qual corre no
dia 9 uo corrente, e esto a venda no
aterro <\o Boa-Vista n. .">t e .s.
I Quarto n.21505:000 I Meio .. 11)92:0003000
I Quarto 2178 OOOsOOO
I Meio .,_lti<)!) lOOo'OOO
Gralilica-se c recommenda-se a spprehensjo
da prela Luiza, crinula, cor fula, elisia do corpo, de
0 anuos ; lem ama marca ce fugo, que compr. hen-
de a pa'e braco direilo; iolitula-se forra: oaap-
prehendedores conduzam-na a' ra do Queiniaio ir
K, primeiro andar.
Fazem-so capas, batiua
les : na ra Velha n. St.
Precisa-se de utna ama para oservico de ca-
sa de pouca familia : na rna larga do Rosario II. 21.
Francisco l.uiz Marlins relira-te para fura do
imperio a tratar de sua san.le.
Jo- Ravmuudo de Carvalho, morador na ci-
dade do Aracaix,receben no fieara do boticario ata-
majk Irezeutos c cocoenla mil rea, para condoz
para esla pr0e,i, cuja quanlia passou tecibo, c comu
ignore paia quem he dito dulieiro,e leudo de retirar-
se pera seu domicilio ,dn sobredila quauliaa Caela-
no Cxriaco da Cosa Moreira, para entregar a quem
perUucer avista do recibo une p ,-sou.
sabbado '.i do cunea!.-, depob d.i au liencia do
Sr. Iir. juiz municipal du 2.> vara ser arrematada
em hasta publica, urna esrrava parda de norae ilar-
carida, perteocente a Urbano Vicente Ferreira, por
execucSo de Manoel Jos de Amoritn, a quem a mes-
ma se scliava hyp ihecada, por ser a ultima
praca.
I.ava-se e engomma-se com pe lei..'.o e hrevi-
dade : no largo do Hospital do Paraizo o. 7 ; e
lambem precisa-se de orna escrava para o servico da
mesma rasa : qnem quizer dirija-se a menrionada
casa.
.
IGOOs.

StiCIEDADE EM COMMANDITA.
Frmasocial: Araorim, Faria, Guerra &C
O socios subscriptores para a lun !,i...io da fa-
brica de liar e tecer algodao. organisada por 1 jla-
ria Dupral, sflo convidados a realisar ,le 15 do cor-
rele al 15 de agosto prximo futuro, ua caixa di
sociedade, provisoriamente uo escriplorio do Sr.
Manoel Alvos Cuerra, na ra do 'trapiche n. i,
lodos os dias uteis, das 10 horas da manhSa is da
larde, a prur.eira preslaciin de 5 por cento sobre o
capital subscripto. Pernaiiihoco 12 da jaldo de
1856.Os sucios ceientes, Antonio Marques de
Anaerim, Justino l'ereiro de Fa/ias, Manuel Alves
Cuerra.
Ilii-se 200J a juros ; quem quizer aiinuucic.
Os abaixo assignadus declaram ao respeilavel
publico, que abriram seo armazem com prensa para
aigodilo na ra da Lapa da freguezia de S. Fr. Pe-
dro Uuncalves desla cidade, ex ramio a casa lobre a
lirma Francisco Alves A; Carreiro, sendo o crenle
Francisco Alves de Aloraes Pires. Kecife 5 de agos-
lo de 1856.Francisco Alves de Maraes Pires, Jos
Carreiro da Silva.
Quero quizer um administrador para om sitio,
evado, dirija-se a ra de llurt-is, j chegando aos
M.arlvrjos n. 126.
LOTERA da prothcia.
O Sr. theaonreiro das lotera- manda fazer publico
que estro expiulos a' venda na Ibesouraria das late-
ra-, ua roa da Aurora o. 2C, das 9 as :t huras da
larde, bilhetes, meios e quailos da lerceira parle da
segunda loleria a beneficio do Hospital Pedro II,
cujas rudas audam imprelerivelinenie no dia 9 do
crrenle, c que logo que sejamplistribuidas as listas,
serao em continente pagos os premios, excepto po-
rm as duas sorle* grandes que silo pagas mesmo no
sabio da extraeco logo que sejam publicados seus
respectivos premios. O !. confereule scrvindo de
escrivao," Jos Jannario .Uves da Maia.
Osbilbctes com i rubrica do abaixo
atsigoado, sao pagos ineontenente, na
praca da Independencia n. Mr, ate o
premio de 5O0.S0OO. Polycarpo Jos
La \ne.
O Sr. Frederico Jaiques queira di-
rigir-cea liviatia ns. (i e S da praca da
Independencia, a negocio le seu inle-
c-se.
asisa
irvsiaa-
2ia.
Francisco pinto tl/orio chi.mba denle-com a ver-
dad, ira masta adamantina e applica venlosas pela
atraceao o ar : pode s>.r procurado cotifioule no
Rosario de Santo Antonio n. 2.
. mm nKomaEsaum
AO PUBLICO.
S Po armazem de fazendas lia ratas, ra ilu S
CollgM) n. 2,
H vonde-sn um cmplela soriinnntn ile f,i- se
56 sendas linas croSsas, por mais barato ;-
U "I .
g prer/R ilo que em oulra qual pior parle, M
J*i lauto cm poiccs romo a retallio, affian- |Jj
S r-atido-si! aos compradores um s prerri B
para lodos: este eslaln
j de cotnliinaciVi rom a maior part: das ca- S
r. sas eommereiaea nglezas, fraocezas, alie- gl
i: mios e suissss, para vender fazendas mais B
ES em eonia do que se tem vendido, e por isio ?
fc. ollcrecem elle maiores vaolagens do que J^
. g outro qualijucr; o proprietario deste im- S
chamarras e barre- S portante estabelecimento convida iodos ^
3 os seos patricios, e ao publico em geral, H
t para que venhara (1 bem dos seus inte- $%
%$ resses) comprar fazendas baratas: no ar- ^5
O abaiso asaignadn faz saber qoe, depois do da
!! do crrente tnez, pagara no s-.i^ esrriptorie aos
Srs. accionistas, jures na rarAo de 7........,, ,
anno, sobre as cees registradas nos seus nomra
respectivos, oos livros da ciHiipanhia da Estrada
Ferro, ate o .lia i -l" mesmo.
Nenliuin aulo de Iraosferrnria peder ser regis-
trado de 5 a i I do lorenle moz.
(i. senhores que n 1 liven ni a-siguada o emir..: 1
la companhia, devena f.ize-lo por si ou por sem
bstenles proeoradores, antes de recebciem os ju-
ros devidos.Por ordem di KEKEK, lliesuurciro.
Kecife t de s' -'.* oe 1836.
Na loa de na lama Jtoulier, roa .Nova 11. .'.s,
se acliam chapeos te seda para senhoras, dit..s ue
p ilha tiara ineniu s. sai is de rliua moilo moderm s,
'i is de velludo p.elo do todas as qualiua.le-, eufeiios
.1" cabera, turas de casamento, capellai le flores de
laranja, mantas brancas, leque-, e ludo mait neres-
sario para casamento, veo- de til" levrado para cha-
peos do luto, Collariobos e inanguilos pata tbealiu,
biros de bullo prelo.
(farros fnebre
A :- ;.duiii8tn>dui
Um um arin../. in poileocei.le ao convento de S.
Iranci'co, eoolroute a secretaria de polica, esla este
eslahelFcimenlo manido de carros, lano para alijos
como adultas, de todas asordens que marca o regu-
lameulodo ccmilerio, a satisfazer a expcctalixa dos
prelendenles, e por precoa que convcucionarein, cn-
earregando-ae de luda mais perteoeenle a um eu-
Ierro sem o menor iiicommedo das partea iolereaaa-
das ; para Iralar 110 niesino armazem, ou ua ra do
i.iut'ima.lo 11. I, e na da Cade:;, de Sanio Antonia u.
o. Tem igualmente un neo caix.lu que aluga.
'--'-. ..' .- .. "... '..' .':: r
.j< Deposito de viubo de cbampag- _:
-.3 ne Cliateau-Ayx, primeira qua- t
-;.; lidade, de propriedade do conde -
:'..? de Mareuil,rua da Cruz do Recife n. : '-
\J 20: este vmlio.o melbof detoilaa \]
:,J Champagne, vende-te ;i ."ti.; cada :,
-,.. ca xa ; acba-se nicamente em ca- s
,..- sa de 1.. Leconte Feron & C.. .\. -..
v. I> As cuixas sao marcadas a fo- '.
'i1 SConde de Mareuileosroln- t j
: los las garrafas s;';o a/.ucs.
..:/.. .::.-... -. :-:: ; .'
Preeisa-ae de um ltv.1. sarer lote :. ',,.., mora
pan capellS ue um engenlm m rregoexia da Enca-
da, e que ignalin* nte se queira enrarr. ear de dar li-
cu? a tu- iiicnin:.-,lilas lo Sr. do engenho, e *c Ihc
t^r,.' boun ordenado, e mais alKumai vaolagens : a
quelie a quem eonvier dirija se.ao paleo da mairiz
le Sanio Antonio, casa de uro andar ii. I, que acha-
ra com quem tratar.
Alugam-sc curucas para cundo/ir rosle- ou
inalcriacs.por prero' eommvdo: na ra da Alegra da
Boa-Visla n. ii'.
lio,! I,Al-Fr.i'.TKl I!.'
O nico aulorisado por derisiio do ronu-lAo rsol e
dcrrelo imnart'ul.
ti mdicos dosbo-pitaes recannieuda 111 u A.'robe
de Laffecleur, cuino sendo o nico autorlsadj pele
g'ixerno, e pela real sociedade de medirina. Esto
rnedicamenlo d'uin gosl a^radavel, e (acil a lomar
em secreto, esl em uso na malinha real de-.le mais
de til) anuos ; cura radicaliiicule eni pouco lempo
com pouca despeza, sem mercurio, asaflecuesda
pelle, impin.'cns, ascon.-e.juetnias das sarnas, ulce-
ras, c os accidentes dos parios, da idade critica,
da acrimonia hereditaria dos humores ; convm aos
calarrhos, a hcxiu'a, as ccnlracc.ics, e .. Iraqueza
dos'orgos, procedida do abuso das injerees ou de
-ondas. Como ,'iulavsxpliililico. o arrobe cura 0111
pouco lempo os :liagBS rcenles t.o rebeldes, que vol-
veu incessaiilc- em con-equenria do empreso da
copabiba, da cubeba, ou das injeices que repre-
sentem O virus sem neulrali-e-lo. t) arrobe Laf-
fecleur he eapecialmenle recommendade contra as
doeiifas Inveteradas ou rebildos ao mercurio e ao
io.lurelo de potassio.i.ishoa. Veiide-ae na Indi-
ca de llarral e de Antonio Feliciano Alvea de Aie-
vedo, praca de II. Pedro 11. NS. onde arbante chc-
gar urna itrande porcao de carrafas grandes e pe-
quenas viudas directamente de Pari-, de rasa ilo
dito Boyveau-Laflecleor i-2, ra lliclieo Paria,
Os formularius dlo-ae gralls em casa do atzeule Sil-
va, na praca de 1). Pedro 11. 82. Porto, Joaquin
Araujo ; Babia. Lima iSi Irmaus ; Pernambuco,
Soum; [lio de Janeiro, Rocha A lilhos ; e Morei-
ra, loja de drogas; Villa Nova. Joan Pereira de
Majales Leite ; llio I.rande, Francisco de Paula
Coulo A '..
i A HOEOPATHIA E 0
-
CHOLERA.
^ nico (calamento preservativo
&f curativo do cholera-morbus,
PELO Dl'TOR
0
-An-
^ mazem da ra do Collegio n. 2, de
% ionio Luiz dos Santos Ri lim.
"-'
.i-vaV.-.;..*.^....!. .. ..............
Pede-se novamenle aoSr. A.A.V., morador
perlo .le Cioianua. que queira mandar riri^alar suas
elras, vencidas em 18j2, I-'-.: o I.-'."., no valor
principal l:~20}00, e juras, ..lee-ia < .da. i.
nao sendo justo que S S. contrahiudo laxa dbitos
pura seus arranjos, ^e entregarse ao indiflerenlis-
in,), o ao silencio, dcix.iu tu de responder as cina-
que a reSpeilO se Iho dirisio, e que ha um najs, p
los aaonneios nesin faino, mandasse, por lerceira
pessoa, offereger pela quantia aerna 6:5569000, so-
mente ftltuD^OOt) rs. viudo a sir SO J menos do
principal : deisando de pagar a dita semma, por
estes 15 das, lera de ir n ku neme por extenso.
Recife ."> de agosto de 1856.Jos Marques da Coala
Sueros.
Na roa do Aragito n. 3, precig-se de nma pre-
la para vender doce, e que na- horas vagas e ocupe
em algum servico do mesmo Irafirn : a qneni ron-
vier iipija-'ea mesma ra-,a, ou aiiauaeie.
^SabinoOlegarioLudgeio Piaho- A
/ Segunda edieeio. ,.%.
,'J A benevolencia om q.e foi acoihida pe- "otV
A lo publico pruneira edieglo desle opo M
^ culo, eaxotada bu curto espacode dous me- *?
^jj) zes nos induzio a reimpres-.iu' J )
A Cu-lo de rada eiemplar......I5IKX) aA
2 Carleiras cmplelas para o Irala-
'ol menlodo chulera e-le muilas ou- tkp;
/ tras molestias, a..........3O|000 A
Sf Meias carleiras..........IliJOOO *7
& Os medicamentos sSo os melhores possiveis. (A
S Consollorlo central homcopall.iro, ra (_
'i?) de Santo Amaro Mundo-.Xuxu n. ti. v'/
C. STARR iV COMPANHIA.
Itespeitos.imenl'e ainiiinrinm que nu seu cxleoro
BSlatMIecfimaDaO em Sanio Amaro, continua a fabri-
ear, com a maior perfeiwto e promplidao, toda a
'lEi.ih i.i.ie iuvegaco o noanofaetora*, p f|ue para maior coni-
ui'nio de seus Dumerosofl fresuezei e publico em
-eral, tem aborto cm um dos grandes armaiona do
Sr. ftleoqoila na ra do ti'iin, alraz du arsenal de
iiiarinlia, um
DEPOSITO DE MACIIXAS,
cunslruidas do Jilo *eu estalielonmeDio.
All acharao os cumpradures um completo sorli-
menlo de moendasde caima, com lodos os ineUiota-
mentns ilge-oi delles novos *; orii^inaea] 'jut' a ex-
periencia de muitos annoi leni moftrado a uccosi-
dade. yaehinas da vapor de baixa e alta prataRo,
ijx.i de lodo lamauliOi tanto balida romo fandi-
ds. carrea de mao, lloi para condosir rdraaai
d'aisvucar, naacliioaa para moer ir.aitdiot*a, preaaaa
para Jilo, fornoa do forro batido para laaba, ara-
do* de fero da nata approvada eonatroccjlo, fusdoi
para alambimHa, erivoa eporlaa para brnaihai. e
urna ofloidade A'obrai Je Ierro, qut- sera eufadonlio
enumerar. 1V> mesmo deposito existe una paaaoa
uitctliaenie e habilitada para reccker todas as eneo-
nit'iidas, etc. ele, que os annuiicianlfs contando
com a eapacidade no suhs olticiuaa v machinbmo, e
pericia de ious olliciac-, o comiiromellf m a fazer
exccul.tr, com a ineior nrealeza* e perfetcAo, e exacla
conformidade oom os mndellos, ou deaeuhoa, c ina-
rucnies que Ihc ftueni loiif-cida-.
PVO ESTABELECISOTO K
ItlXOJOElBO, NO ATERRO lA lOA-
VISIA N. ',. Je Carlos IValter.
proprietario .lele estabelecimento cima men-
cionado, avi 1 aun ipeilavel publico e cm partienlar
sos seus palricios, amieos e freaueies, uno se aeha
habilitado para bem Operar quabpicr concert de re-
buti que lor confiado ti -cu ct:-],t |o, de maneJ-
ra que deixa an poesuidor plenamente aaiisleita,
garanlindu o mesmo concert, pnis ello acaba de re-
cebar ullimamenle um brilhanie soitimcnto de pecas
e instrnmentaa inleiramente novos necessarioa para
o meante fim : tinrlaulo o mesmo rima rosa ao
respeilavel publico, palririos, amitos e fiegaezes
pela sua m..i valia a prolecclo, e protesta que fara
todo para auameutar.. bom conceito que al boje
lem gozado, c Ihc- sera tleri.amenlc grato.
LNI.IENTO HOLLOWAY.
Milbaresde individuos de i..,ia. as nacOes poo>m
leitemuiiharas xiriudeidesteresuesHe iaMeSssBnasrae
provarem ca-.ni..-;.....,qoe, prlu um. que dille
fieram, tem sen roipu e membras inteiramenii.
-i.-, depuis debaxer mi|.retado intilmente eutr.e.
Iralamenlos. Cada |u--..a po>ler-se-ha ceuvuuei
de-sas curas niara vill.o-a- pea lriluradosperio.il. 1 -
que II. as relatan! lodos os das ha mullos amu;
maior parle dellassio lo -..r| n.u.lenlrsque a.li...-
r.un ..- mediros mais celebres. (Juanlas penoasre-
robrar|m rom esle oberano remedio a oso de cu-
bracos e pernas, depois de l*r |*erm;>necido Innuo
lonifio nos hospilaes, < eSo : llallas ha mullas, que luvendodeisado esaes
asx los Oc padecimenlp, para se nao suhmelieri-m a
essa operai.iin dulorosa, foram curada* complela-
menle, mediante ., u-o desse precioso remedie. Al-
sumas das loe. |>esuas. na efuso de seu rnheci-
nieulo, 11-. I r.i 1.11.1 tes re-11 liados benfico*dianle
do lord rorrccdor, e oulros masislrados, anea de
mais aulriilicarem sua aflirmaliva.
Mnsuem desesperarla do estado de sua sonde *-
li. e bstanle conliarca para ensaiaresle remedio
constantemente, secuindo alsum lempo o Irala-
meulo que necessilasse a nMureza do mal, cujo re-
sultado seria prorar inconstestaveluienle : Q*M lo-
cura!
O ungento he til mu- particularmeuU
seguinlet coras.
matriz.
A porras.
Calmaran,
Callos.
Canceres.
Corladuras,
llores de caber*.
das cantas.
dos membros.
Lepra.
Males daspernas.
dospeilus.
de olhos.
Mordeduras dcrepti-.
Picadura de mosqailw.
fuliues.
E:i'eruiidadM da cutis (.lucimadelas.
em ccral. .Sarna.
Enfermidedes do-ana*. Supuraces ptridas.
Eruproes e-roiboticas. Tinha, in.qualquerpai-
I-jslulas uo abdomen. le que seja.
Frialdade ou falla de ra- Tremor de ervos.
lor as extremidades', t leers ua bocea.
Irieiras. do ficarta.
tiengivaa escaldadas. dasarlirnlarne-
Incbaeiea. Veas torcidas, oa ada-
Inllammacao do lisado. das lias pctna*.
da bexiita.
Nendr-seesle iiuuuenlo^no eslahelccimenla seta
da l.ondic-.ii. IM.Strand.e ua loia de lodo*o*bo-
ticarios, droguistas e unir- pc-soos rucar rezadas da
sua venda cm Inda a America do Sal, llavaM e
liespaiiha.
\ende-se a KIK1 'ciscada Ihm elinha.conleaa orna
iustrucc.io un po.-tuuuoz paia explicar o modo de
faxes iisn desta un .nenio.
(I deposito acia he em casa do Sr. Soum. | l..u-
niacculic.i, na tul 11a Crua n. 1. tm Pera
baca.
apWN
aalMi
t^siti
.Vi
I^:
l?SI
43Wi
a)ao
^_-lim rienle do neceo da Congregaba*, p_
-auoo a botica, a -i-un 1.1 loja de l.ucuuao a. Lja
Chales de merino bardados a velludo, a Ik-i>
UltiKde merino bnidadosamalix em 1 pona, a
lt|06u\
Hilos de dito dito bordado a mal/ em urna pona.
a s>(Mio.
Hitos de dito rom lislra e franja de seda, a (.VIH
Hilos M8 dilu com barra tnatirailo-. grandes, a
59O0O.
Un..- de dito iniiilo lino com franja de seda, a
19500.
Hilos do Ua glandes de lodas as cores, a
Corle- de sesudos de Mila de qua.ii.is, a
..indas sedas de cores para vestidos, cavado
Uialj de quadros de lindas Cures, cavado a
Sedas -sseluiadas de quadros de novo goslo, cavad"
a SIN).
1.3a de iiia.:.i,--roin palmos de largara, cavada
a 6*0.
Corles ,le xeslidos de seda para menina.
Sarja rea lavrada psra vestido, cavada a
tiros de imples prelo eururpado, evado a
Sarja prela muilo Ima, covaoo, a
Veliu.10 prelo he-panhol. rovado a
Selim prelo verdodeir ."pelln branca Macao :ara vestidos, cavado, a IJ.VSI
fauno preto iuslez, prora de hm.lu, covadoa 330UI
Ditos de cores dito dito, ruvado, a 4UO
Chitas franeexas largas mullo linas, a #1*
Cassas franetzaa de cores claras, *
niseailos Irancc/cs com ." palmos de largara, cava-
do a jt
Cansa liza p do quadros, covado a 0
l'alilm de alpaca prela fipa, a *v*>
Corles de casemu. de cores Gnas, a 49000
Hilos de 1I11, prela linas, a 39SHO
relo prelu para panno de prela, covado a
Corles de casa liar.ce/a d* caas, a
l.uxas de serla brancas e Cor de palha, a
Carnizas francezas braocas, urna a
J'eilos para camisas de cor e brancas, a
Colariiihos hrancos feilos, a
Lincas de seda de cor grnndes, a
Lencas de seda para grvala, a
Cobertores de algodgo Brandes, a
Hilos de laa hespanhes, a
ilomeiras de'relrs matizadas, a
Maulas de hlnnd pretas e braocas, a
Lencos muilo finos bordados, para senhora, a I___
M.iapolo fino com palmos de largora, a 370n
Lencas branros para cabera de senhora, a 300
Corles de beleza fazenda inleiramenle nava eesM
mrreado, loda de seda d* lindo god*, a 139000
Corles de vestidos de seda hranra para noiva.
Corle de rolletes de seda de lido oslo a 39000
Velluda prelo para vestidos o covado a IjOOO
Palitos ile pinina lino prelos e de core* forrad** da
seda a 189000
Hilos de alpaka prcta muilo fino forrado* a
19000
anWO
34)
900
19S00
600
X
-.
I 11 transferido o deposito 1 le tarop pua a ba-
dea de Jos da Crus Santos, na ra ,\uva 1. ,r.
garrafas 5a>00, e muas SgOOO, i., fabw iodo
aquello que nao for vendido nc-le depoaila, pe o
que se f/. o prsenle as leo.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
l'ara cura de phlysica em lodos osseu diltereu-
les graos, quer motivada por coiislinac&es, losse,
aslhma, pleuriz. escarros de sancue, il.'.r de cos-
tados e peilo, oalpilaeAo oo corac.ln, coqueluche-
hronrhite, dr na garganta, e Indas a-molestia-
dnsorgos polmnnarei.
Estabelecimento
pkotographieo
i'elns ullimos navios rhesados do Havreserece-
i .ni nesle cUahelecimenlo mullas artiaos da bom
oslo, como sej.un, molduras douradas avaet, lisas *
ornadas, ricos caixilhos i^eius delirados no \iru.
lualru" prelos e madeira ualureza, tindisaimas cai-
xiiibas de loO-.s os laiuanhon al um palmo quadra-
!.., ludo confurme os modellos mais modernos de
i'aris. A galera artstica se acha assim completa
mente provida, e os amadures que apreeism na re-
trato perfeilo pedem approxeilar-se desla oceasMo
opporluna para serem plenamente servidos seaondu
seus desejos e caprichos. Os preros sSo os mais s-
dicos e sempre iuvariavei-. O eslabeleeipieal* pho-
locrapbiro se encarrega de ledas .s earsmeitiwlas
que se lefercm aos dineceotes proresso* da pbelsgra-
pina e dauuerreot'x pe com ap, licarjo de pintara fina
e prrreilanienle appropriada. rha-se preparad*
um servico s[ierial para lirar retraas era q*alq*er
casa particular ilaqucllas pr..ua- que au qoizerem
ir ao rslaheliTimenlo, como lanihem de peswa fal-
lecidas, razem-se copias de ilios e de todm m
modellu- e ohjectos de arte nao so em dacoerre.ilvn
- ...... e, nl,i me as maiores dimen-oes pdal-srai.bwae
in xi.lio ou papel. Tirsm se retalas lodo* os das
desde as 10 horas ale a I da larde, hora* na* qaaes
so acham reunidas as melliore. rondires de luz cm
urna saleru rnvidracada appropnada tale nal. O
propietario dnMtabelrrimenlo appreveila estar...
c.-i.iu para advertir as pessoas qoe tlverem de faaer
alsuma n.-onunenda para dauueireiiv| xemdar pre-a em nao perd-r a nica ..cn.iio nue
lies i,e ollcrecida, vi-la qoe .. d acue.reolx pista lem
le deixar e.|a cidade doutro de p,.uco lempo para e-
suir oulra destino. I :n sortimenio rompida de
obras rolbeadas doure, como raco'.ctas, allinele-,
p.ilcoiras, ele, etc.. acham se a disposirao das se-
ahorea freeuezes, para collocar-se retratos em pool*
redundo.
Kua Nova n. IS loja de M. A. Caj & C con-
tinua en,pro a ler um crande -orlimealo d
"liras reila. de alfaiate, lano superior, romo mais
inferior, camisas francezas, brancas da ***, ara-
va las, ca.lidio, chapeos franeezes. ditos deso, de
seda e paiiniohoAspensorio* de he -racba.aicias para
senhoras, home-.is, meninos, fazeadi* para fiot-M
qualquer obra de encuiiiinenda rom a maior preste-
za e Imiiii desempenha ; einlim qualquer prosea qoe
vier a e-la loja, tirara um lato i ompl, la e por pie
'jo mais commodo do querm nulia qnlquer palle.
- lima familia nesla praesse ollrim- para kiaiai
roupa paia mandar lavai. ii--lHiu-ahili.aiid*-se por
qualquc Lilla que po-a haver : astim easno tai
bem encomias sa rom amata c iwrfcirs*, laol* rea
pa para hamem, eoaao oara senhara ; e a-em-se c--
lura- de todas ai qualidades c, ,n a miior urevidade:
quem se qui/er ulilisar annnncufpor esla Mfcapara
se piorurar, de qoe da banca, se for prenso.
VARAI.DS GRADES.
I m lindo e vansdo -artimento de mi Sillos para
varandas e gradaras de gosto moderonaimo : aa
[iludirn da Amura, em Sanio Aiuaro.e no deposi-
to da ni s, ua ruado Ilr.un.
Tt-s-
'

!?
: -
7
^ J



.

1**0 E ESl-MBdiQ SrXTA FtlA X ftGliSTO
18*6

***? -mmu tr-tum-. i
* PEORAS PRECIOSAS.
S Aderecij de brilhante, *
diamantes e perolas.pul- J-
* ceiras, allineles, brinco* S
* e rozeta, mies e anneis *
<$ de difireme goslosede *
diversas pedraa de valor. '.
* Compram, vendem ou *
trocara prala, ouru, bri- J
as Ihanles.diamantcsepsro- *
* las. e oulras quaetquor ?
J joiasde valor, a dinheiro i
obras. 3
MQREIRA DDiRTE.
Ra do Cabuga' n. 7.
iec,eliom por io-
dos os v iporesda Eu-
rojia !so!>r !'- do iiiis
moderno gusto, trili-
to de? Franca como
e|> -
*!-*-
OIRO E l'I.ATA-
Adereros cmplelo? de 9
uro, meiosdiloa, palee)- '?:
r.is, alliueles, bniicos e *
rsela*, curdes, Irance- *
lins, medalhas, corrente V.
e enfeitcs para rclouio, e *
oulros muilos objeclos de S
ouro. ,
Apparelboi completos,
de prala, para ch;i, bao- ?
dejas, salvas, caslicaes, /.
eolheres de sopa cdecli, !.
e inuitos oulros objeclos ^'
de prala.
Vende-se nm escravo cura offieio de pedreiro,
pardo, com idade de 20 a 22 anuos, cun a candiese
de o comprador o embarcar : a Iralar na ra de San-
ia Rila Nova n. ."O.
Vende-se um terreno com alaria e .1 n- vivei-
ro. no lugar dei Uem.-dins. perlencealet aw herdei-
rof de l'raucisco ila Cosa liare.
ellar : os pretenden-
No al,
erroda Boa-Vista u. i'.), na cuta de
modas, iiuefui de madama Scasso.
\ e i dem so por menos preco do sea valor .para
liquidar) lodoa os objeclos para adornos de senhuras
e meninas, copio sejam : chapeos de seda com en-
feiles, diinsS plba, vestidos de seda de difieren!*
de Lisboa, as quaes se vendem por
pre$o couimodo como costuniam.
AVISO.
Salustiano de Aquino Ferreira, cidadao
brasileuo, i-ctira-oe pata a Europa no
di.i I!) oo -20 do corrente mee, no vapor
inglez TAMAR, ticando na administra-
r dos seus negocios como seu bastan-
tes procuradores, os Sis. negociantesTho-
inaz de Aquino Fonseca di Fillio, Mathens
A listn & C., e Jos Joao de Amoiim.
Peinambuoo 2 de agosto de 1856.Sa-
luslianode Aquino Ferreira.
Para felor de alta encenho na fresuezia
ie m
.... da Es-
cada, precisa-se de nm hornera nacional uu tslran-
geiro, mas que seja de Has cosluroes, naga-se bem :
quem quizer dinja-se ao largo da aMi de Sanio
Antonio casa de um andar n. 2, que ah achira'
rom quem tratar.
Os Srs. devedores da casa fallida do
Sr.JjpaoMoreira Lopes sao convidados a
dirigirem-tc a' loja de Manoel Jos' Lei-
te.na ra do Queimado n. 10, aim de
amiga vebnente saldarem seus dbitos.
LOTERA DA PROVINCIA,
Aos 5:000, e 2:0C0s0G0
Oabaixo atsignado avisa ao rcspeitavel
publico, que tein evposto a venda os seus
felizes bilhetes, meios c quartos, da ter-
ecina parte da segunda lotera do Hos-
pital Pedro 11, ao precos aliako decla-
rados, as lojas ta ra do Queimado n.
01, do Sr. Silvestre da Silva tjtiimaraes;
n. 2o, do Sr. Joaquim .Monteuo da Cruz :
ra Nova, doSr. Tinoco; ra do Livra-
mento n. 50,dor. Cunba ; n. 7>, do Sr.
Novaes c ruado Rosario larga, fabrica do
Sr. Reis.
Rilhetes 5*800 recebe 5:000*000
Meios Ti.sOOO 2:500#000
Quartos IjjSOO i< 1:250*000
Recife i de agosto de 1830..Manoel
.Martina Fiuza.
O abaiio issignado lein a honra de parlicipar
aos scuhores negoriantes e mala pessoas desla e de
qualquer provincia, as quaes inlercssar possa, que se
acha eslabeleci.lo eom eaerlplorio re advocada na c-
dade de Maceiii, capital da provincia de Alasoas, a
ra do l.ivramenlo n. 21, seofferece a Iralar alli
ou ni qualquer ponto da mesina provincia da co-
bran de divida c de lodos os negocios de sua pro-
fissao perante os tribuuacs, juizes "e repartiee pu-
blicas, ou etlrajudicialmciile, por conservaras mais
extensas retornes ein Inda a provincia, como natural
della, e haver etercido durante 8 anuos os cursos de
promotor publico, e juiz municipal c de orpbaos em
diligentes comarcas, lendn sido alm disto honrado
com o mndalo provincial por algumas vezes: as
pessoas que se diuoarcm rte confiar ao abaixo asig-
nado suas commis-es podein dirigirle directamente
no-la prara ao Sr. Jos Conciilvcs de Albuqurrque,
azente procurador da provincia, que so encarreuar
da remessa prompla e secura da corre papis e documentos. Cidade do Recife tOdejiilho
da 1856.l.ourenco Accioli Wanderlev Canavano.
bW -
<&mipm&.
(es dirijaovae a ra do Vigario n. >:,, ou na mes-iCures> chale) de louqaim e de todas as qualidadea^
i com l.uiz Carlos da (.osla Campello. u"rc,a,lu'' e lisos, lencos ,ie todas as qualnUdes, /eos
turbantes de relroz bordado, ouru para rubeea de
senboras, flores de todas as qualidades, dilts branca
pira noivas, diverso objeclos de ouro; fitas de seda
de todas ai qoalidadrs, e ludo o inafsqne he proprio
para cnl'cite da aanhoraa e menina, que nao se men-
cionan! para nao enfadar ; ludo se vende por menor
preco que em qualquer liarle.
Vende e sola.i, coznha fura no prnneiru e sBKliiido andares,
liaos prnprlos,livre e desembaracada, sila i
Cuia n. 53 : dirj,i-e a ra do '(>,..,,, \.
ou rna da Cadem de Santo Antonio n. 21
andar.
a i a i da
13,
primeiro
Bom e barato.
Vende-se na roa do Caldeireiro n. ertSoequeijoe; 4iK) rs. a libr.,, diloa do reino a
IJStlO, carne a 2S0 a libra, farinha de aveia a 1-11
gomma a 130, aleliia a fsl), viulta da r'iiiueira a "lii
a garraa.
A 5*500 a (lu/.ia.
Lencos de cambraia de liulni para algibeim na
roa do Crespo, toja de Adriano Castro n. |(i.'
Vende-se nina escrava de muilo boa (rura
noc, eom habilidades, dous mulalinhos e una mu-
laliiilia, todos muilo luidos ; na ra do l.ivranieulo
\ ende-se um moleque peca ; a Iralar na ra
do I.mmenlo n. :l",.
Vende-se urna refinaeAo rom lodos os olenri-
llo, a qual lia aunada em muilo bom lusar, e lem
.asanles commodos, tanto para rehilar como pare
orrar e moer a curva animal, alem de nutras van-
la^ens que ullurccc ao comprador
ler. dinja-se a ra das llores n.
Itotario n. 23.
i|uem o preleu-
II, ou eslreila do
Sahonefe
No deposito da
e velas.
das bichas o mercearias. na roa es-
rcilado Itosano n. II, vendem-se aa afamad
las, imitando espennarele, e sabio
as ve-
braiico com o
ebeiro de saboneie, da fabrica ingiera.
- Vendem^a 2 corremos de ferro, I ancora e
l* ..! ,.r"s ,nere"! l>ara navios : na ra da Ma-
dre de Heos, loja n. :14.
CHUY DE LAN
Compram-sc duas canoas grandes de carregar
lijollo, na ra da Lina n. 9 : taberna
PARA REMEDIO.
Compra-se um jacar vivo para se fazer um reme-
dio : na ra do Queimado loja n 17.
Compra-se urna eva que leulia sido bem cons-
truida, que estoja em bom e-tado, o que d a renda
annual de O..II.3 a Ktld-MKKI : a Iralar com l.uiz Co-
mes Ferreira no Moudego. oo com Amonio de
Manta bornea lerreira na obra que se esla fazendo
na ra de .s. Francisca.
Cumpiam-se apolieeldl divida provincial ;
roa das Flore n. ;I7, primeim andar.
Comprase um prelo de naco, de 20 a .10 an-
uos de Hade, nao sendo fujao nem behado, e nem
lendn achaques, nao se olha preco : na padaria da
ra do Colovello, de Manoel Tavarea de Aquino.
Compra seo o Diario de l'ernambiico n. 1o(i
de Iti de julho de (832, pasa-so bem ; n> livraria
o-eS da praca da Independencia.
Compra-se urna collerrilo
bunaes qiiin Urejr auuuncie.
da Gauta dos Tri-
Compra-se urna prela que saiba cozinnar, la-
var e engommar, nao sendo de rasa de rnmniissao,
ou lroca-se por um prelo da Cosa de bonita ligura :
aa ra do l.ivramenlo n. :17.
Compra-la orna armaran toda envidrarada na
em parle : no aterro da Boa-VUli sobrado n. 17.
Compra-se um Irancelim ile ouro para relouio
quem liver dirija-se ao alerro da Boa-Villa o. ili
loja de calcado.
r
'en&u&*
AVISO. P0R MENCS DE SE moa
Salustiano de A((uino Ferreira, cida- "a raa ,l0 Queimado, loja n. 17.
dao Brasilciro, retira-se para a Europa j,SSr!^t!Sr^fSS^ liqoidar a
nr, ^^> i Ttuin i- ,n K venia ae cerlas Tazendes, vao vender por precos
no vapor inglez. TAMAR, no da 1!) ou nwilo baixos como sejam, cassas fraucezas Omi e de
G\ do corrente mez, licando na eerencia Sk7s '.'"* *,aM e -i0 vado, e muito fina a
dos negocios das loteras desta pwincn.^XSZZ^tJ^'^^
os Srs. Xo! Fortunato dos Santos Porto, ; "*lle '' palmos de largura a 2H)
escoce-
o covado, chales
fazendas por barato
10 cada um, e mailas oulras
preco.
SEDA KfOCEZA PARA
vestidos descnhoia a 1*200 -s. o (-ovado.
.Na ra do Queimado, loja n. 17 ao p da botica
ha para vender as mais modernas seda- escocezas de
quadros, viudas pelo ullimo navio do Havre, pelo
baralo preco de 19200 cada covado.
CORTES DE VESTIDOS DE SEDA
PARA SENHORA.
(ls mais modernos, lisos, adamascados, e de qua-
dros, chesdos pelo ullimo navio, de novos dese-
nhng e cores muilo delicadas, por procos commodos
na ra do Queimado, leja n. 17 ao pida botica.
Attenca*.
Vendc-se urna negrinl.a peca, de nove a 12 ali-
os daldade : aa ra das Agua Verdes n, 19.
Vendem-se batatas de Lisboa, novas, chocada
ltimamente a 3|900 de unta arroba para cima : na
Iravcssa da Madre de Dos n. .'>.
inlio e "licores
Vende-se superior vinho do Porto, e licore fino*
na ra da Madre de Dos, aruiazem de tastos A
.Silva. "
V7ende-se
um cavallo alazo, novo, com andares,
em boas carnes, proprio para senbora e
(HiartO.S, Por l,l.',,;o.co,nmodo nacocheira da ra
Ja Roda, de Paula rS li
nao.
Velas.
5:000*.
2:500*.
1:250*.
fl "OS-
200.s000
200*000
100*000
Na labnca da ra do Brum vendem-se
velas de carnauba, nao S em pon oes co-
mo a reta I lio.
Farinlia de mandioc.
com loja de miudezas na ra da Cadeia do ?Lt! ,,r*t05 Uf'l """^ P""0* P8 Ia,
. (, IU: cana nm. p mml. n,,l.^ i-......i~- .m i.---
necile n. i-5 ; Antonio Augusto dos San-
tos Porto, eom loja de calcado na praca
da Independencia ni. 57 e 59, e a Sra.
viuva Rastos, com loja de bilbetes na mes-
ma praca, n. -i-. Pemambuca 2 de agos-
to de 850.Salustiano de Aquino Fer-
reira.
Precisa-se com piar 120 travs de 50
palmos com 8 polegadas de grossuru c
de tace ; 8 travs de -0 palmos, com 12
dt gressura e 10 de face e enxamt de
lomo de 22 a 25 palmos, de G polega-
das: na livraria ns. Ce 8, da praca da
Independencia.
lotera da provincia
Salustiano reira avisa ao respeitavej
publico, que vendd a di-
nheiro a vista, sendo a
quamia de 100,000 pata
cima, os seus billieto iu-
teiros, meios e
pelos precos abaixo decla-
rados, na ra da Ladeado
l\ecie ii. A', loja de iniu-
.dezas de Jos Fortunato
dos Santos 'orto.
Bilbetes inteiros 5*500 recebe
Meios bijbetes 2*800
Ouartos |*i00
Pemambueo 4de
jo de 1856.- Salustianod<
A quino Ferreira.
Lotera
do Hospital Pedro I .
Aos 5:000.s e 2:OOO.sOOO.
Corre indubitavelmenle sabbado !) de
agosto de 1856.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao lajspeilavel publico que venden
osseguintes premios da quinta parte da
piimeira lotera do convento de Nona Se-
nbora do Carin, extrabida a 2 de agosto.
t qoarto n. 2150 5:000*000
Meio bilhete "" 155
1 jiiarto 3505
1 meio '' 289
Omesmo tem expostoa venda seus mui-
lo felaes bilbetes, meios e quartos, ta
terceira paite da segunda lotera do bos-
pital Pedro II, as lojas ja' condecidas
do respeitavel publico.
Os dous premios glandes cima re-
feridos nao estilo sujeitos ao descont
dos 8 por cenfo do imposto geral, e cu-
jodisconto sera' pago !ogo.que"saa.a lis-
ta, sendo os precos de seus bilbetes os sc-
guintes.
Bilbetes 5J800 recebe por inteiro 5:000J
Meios 5*000 u <(
Quartos -1*500
Perr.'ambuco i- de agosto dfc 1850.
Iustia.no de Aquino Ferreira.
An enda-se um crande e evcelleule sitio muilo
perlo da c.'dade, por ser loyo no principio da entrada
de Joao de Barros, denominado sido da Capella da
'lonceicao, coutendn (odas as proporcoes para lia-
liilar um negociante hrasileiro ou estranyeiro. por
ler encllente eaafi nova e grande, una eileosa bai-
\a_de eapim plaotocto, um grande viveiro de l>om
|>eiic, minios arvorei.'os e coqueiros de produeco,
LISO E
00 e 800 rs.
ao pe da
COSTES
de quadro de cores muilo delicadas
o covado : na ra do Oueimado, loia n
bolica. '
M VESfID 8
de seda modernos, de cuadros escocezes. com 17 ca-
vados cada um. pelo baralo preco de IK^KMJ ; |.
a ii. I / da ra do Oueimado ao pe da botica.
CiSIlllUS LISAS BE
COftBS A 1^21X1 KS.! !!
Na loja n. 17 da na do (lueimado, vendem-se ra-
teoiiraa de cores, li5il, propria para coeiroa de me-
nino e par,, rorro de carros, pelo baralo preco de
SUBO cada covado para liquidacSo.
-rNa taberna de 5 portas, rilaflM ra Musan.
I. daqual be propnetario o I,aranera, vende-se
carne do serian de pnmeira qu-lidarie a (^IHK) a ar-
roba e a 210 rs. a libra ; azeila doce de Lisboa a
lliiia garrar, queij> novos a IJOO, ajeile .le car-
rapatoaarJOr.a garrafa; leijAo m.ilalinbo novo
muilo alvo pelo diminuto pieeo de 110 a cu.a, arroz
do Marauhao a 90 rs. libra ; manlei^a france-a
mu, o boa., i.i, ,nglea flor, a 880a libra ; vinho
moli bom de Lnboa a itM) r. a Rarraa : e o mai<
assim em preporcao, que es [reguena virm.
^.^.'.......-_ '; ... ... ....... ,....,
QIEIJUS DO SERTiir
Siio chei>ados o melbore queijo do serian, ese
vendem baralo; na ruado Queimado, loja n. I i.
\ ende-^e a verdadeira '^raiva inuleza n. I7 do
fabrii-anle llav and Mirlen, em barricas de l.i du-
zias de potes, em casa de Jani"s Crablree & Comba-
nbia. ra da Cruz n. \-.
I*alits a 8,000
Corle de panno lino de cores para paliliis a SNHIII
cada corte de palito, be justamente nielado do seu
valor : na loja de i portas na la do (lueimado
n. 10.
Cal > i_vm de I iilina. chegad no brigue
i .'instante. : nos armazeu de Fonseca, Medeiru i
Companliia, ra do Trapiche.
Em casa de n. O. Biei
J* i-., ra ta Cruz
4, vt':i'it>s(!
Pianos fortes das inelliotes fabricas
Allemauba ede moderna consliiici
ter
n.
da
Veutle-.se
cemento muilo novo, cl.egado em li de maio prxi-
mopassado de llamburgo, por preco muilo em con-
a a vista da qual.dade, t.nlo em prela como em
('Otos a
Casen.iras I isas de
f4?Sm
lina do (.lueimado n. ^1 A, vende-se casemiras de
cores lisas muilo superioro, para liquidar, e do-se
as amoslras.
RAPE" l)E LISBOA
\ ende-se a :lll rs. a mlava : na ra da Cadeia
iicciie n. la loja do Bouigard.
a o.
CORTES DE VESTIDOS DE
SEDA DE (.MAUROS A 12*000!! !
Sarua do (Jjeimado, loja n. 17. vendem -se cur-
tes .le vest lis vados cada um I-HH), por eslai con. alqum loque
do molo.
Na ra do Crespo n. 16, continuara a
estar i venda as mais superiores toalbas
de puto linboqiie lem viudo ao increado.
Boneeas Irance-
pelo
ra iln
loja de mindexu da
do
I
, ara baile. -!;-
Tarialanai com var,-, R lneia dc ,a ira Q
com llura bordadas de bia. todas de corea ,'-
tazenda a mais moderna que leiii appare-
cid,. ,.o mercado, propria para vestido dc v""
cada covado, 8 covadoa O
as de A
aras ir.
na ra do ";
veijde
.de*,,
tm'Jfr.i
que
dem
res
ria-
muiiicao
as amos-
as
bonito mulato de 18
proprio para boleciro:
a
Vende-se superior l'aiinlia de Santa
Catbarina, em saccasquetem um alquei-
ie (medida velba por preco jcommodo:
noarmazem de Novaes* ., na rinda
Madre de Dos n. 12.
Vende-se areia quer por canda, quer por car-
racM, lijlos dc todas as qualidadcs e lelbas, potlo
. ., -v---------..,,. ,.- ,|u...iiirtocs o tenas, posto
as obras ludo com brevidade, e preco muilo com-
modo: a Iralar na coebeira confronle'ao telbeira dos
canoclros da ra Nova.
Mandioca.
Na taberna grande da roa dos Guararapcsn.fi,
MBFora da Portar, vendem-se aaecan eom farinha
de mandioca, a prego dc 2*200 e 29G00 a sacra, o a
liti a cuia.
Vende-se um cavallo andador bailo c esaui-
pador : na la do Cabug n. I i.
DE BOM GOSTO E DA MAIS
SI PEKIOK QALIDABE, LI TI-
BIAMENTE CUEGADA AO MERCADO.
i'-Crles de seda, padres mu ilelicados, e nanea
aqu.Viudos, combabados, leudo 25 Covado cada
rolle, ditos em babados, dito de seda groadenaple
anwella, cor de rosa, azul clara, cor de perola e
oulras cores, com babado, e tambera em peca para
vender-sc aos covados, dilos de seda branca adamas-
rada com babados, dilos de seda adamascada de co-
res mnitomioiosu, e corles de cambraia com baba-
dos bordados branens e de cores para vestidos, |u,|
viudo no ullimo paquete da Europa : na loia de Jos
Morena Lopes, sobrado ainarellr. na esquina d[.s
(.lualro Cantos, ua ra do Queimado n. -*l
IABVKIiMIIOs.
Vendem-se lencos e loalhas de labvrintlin. asen-
lado eni lina cambraia de liulio : na "roa da Crui n
.ti, primeiro andar.
o-n ~, V^"'le;f ""!" lal,""a I"1"0 ,la P <> l'o-
I:2o0j vuarao dos Atogados, enmura grande rancho e casa
s para morada : a Iralar na padaria da ru.i Direila
da mesma povoacao. "
-- Vende-se nm bom escravo de :m anno de id
,lc, leudo muila praca de nadara por ,a ler t.aba-
Ibadu. anuos e muilo proprio par., ar.na/cm de
assucar.e juntamente para andar com carroca dc
cicellenle cundula que se allianra ao comprador 1
ua ra llireila n. 1)1. '
Aiieiicito.
Vendc-se um lindo mulalinlio de 7 anuos
estribara e eoinmodo ,oara 2 cavtllo, capella prm- sadio e robusto, proprio para que
pa para celebrar-sc missa ele: a quem ennvier, i fr muilo ciperlo e aleare : quera
cotnpanMjai qualquer hora do dia, mediaule certa rija-se o iua doi.Marlvno n. '
roiidiroas.
mnilo
quer criar, por
pretender diri-
Da-so dinheiro, a juros razoaveis sob bvpolhe-
ca era casa na cidade, ou lirmas a rnnlculo quan-
liisde 1:000) al 10:000$: ua ra Nova n. i'J se
dir com quem deve tratar.
ARADOS DE FERRO.
Ka fundico do C. Starr & C., em Santo
Amaro, adiam-se para vender arados do ferro desu-
perior quadade.
dauui vestido com Ires babados; pee,
larlalana branca muilo tina com oilo'v
~ < meta, a 7rOiKI cada pee
...- Crespo, loja amarella n. ',. '
Jos Antonio Moreira Dias & C., fa-
zemsciente aos seus freguezes.que ca-
bam de receber tie Londres pelo patacho
I5I.OM), mais um sortiment de duas
qrtahdades de plvora, da raelboi
tem vindo a este mercado, e a ve
por menos do <|ue os antifjos veni
deste genero : assim como tem um
de sor ti ment de chumbo de
desde marca BBB 'aten. 10: _
tras a)cbam-se no seu escriptorio, ra d
Larangeiras n. I i.
Vende-se um
anuos de idade,
a tratar na ma do Vigario' n. 31.
AVISO
Aos senhure acadmicos. >
lie clugado ao Balar Pernambucano da roa larca
do Rosario n. 12, os aprecale!* carros de palba de
Pan-l aulo, o melhoTque pode liaver nesle genero
por ler muito lina palba e ser de diversos lmannos-
vende-se por baralo preco.
NOVAS COR-
rentes com pe-
dirs para re-
logios.
Na loja dc Seraphim tS Irmao, na rna do Cabug
n. ii, cheBuii de-novo outr. porreo de rieas coaren-
tes da ouro com podras, e oulras militas obras de
novos uoslos para senbora e meninas.
Vende-se o ensenho Muribeqiiinha, tres legoas
distante desla praca, que fra avallado em 3541009:
perlcnceao casal do tinadoeommendador Jos Pau-
lino de Albuquerque Sarniento, e no qual lera o ac-
tual rcndeiro Ires quinboes de 10O9 eada um, que
loram excluidos daquel'a avaliacao, a que se proce-
den no da 26 de julho prosita* passado, pelo jouo
do orpbaos : quem o pretender, dirija-se oSr. te-
nenle-coronel Barata, rna da Cadeia n. 22, ou o Sr.
Jone Ooncalve.s de Albuquerque, no pateo da Ribei-
ra, sobrado junio ao muro da I'enba.
Em casa dc Eduardo II. Wvatl.rna do Trapiche
>ovo n. IS, vendem-se balas, rebutios de ouro, c-
benos e descoberlos, sellins inglezes, chicles de
carro, rrcios para dilo, Cabo*da Russia. lio devela,
Untas de todas as coies, candieiros ecaslicaes bron-
ceados, conservas de fruclas inglezas, charutos de
llavana,
Vende-se urna bonita escrava crinula, de 20
annos de idade : na ra da Cruz o. |N, primeiro
COBERTORES HE PAPA IIESI'AMIOfiS.
\eudcm-se na loja de Victorino de Castro Mira-
ra <\ Albino, ruaafo Civraineulo, loja graude de i
ponas ; estes cobertores sao os melhores que lera
viudo a esle merca Ir, e por issn se recommeuda a
lodos os amaules que \Ao n mais depressa possivel
VINHO DO PORTO SUPERIOR CHAMICO.
Emcaixns de doasduzias e em barriada oilavos
recenienienle rhegade pelo hriuue .Trovador, e
v*nd-sa onicamenle no armazem dc Barroca, e
Castro na roa da Cadeia do Recife n. .
loja das seis
portas
Attcn^ao.
Charutos'Vrelas do fabricante Brandan 3830011
a caixa de SO Chfalo e regala do mesmo fabcan-
te i *300 era caias de 100, e de oulros fabricantes
a 29000o rento : na ra da Cadeia do Recife n t"i
loja de Bourgard. '
Vc.rns tic Icie.
\ endem-se cm conla 7 vaccas sendo ."i de leile o 7
bezerros, para ver e tratar na cidade de (Huida das
1 horas d.. Urde cm diante na cocbeira.de Joso Ma-
na da Lapa.
Vende-se manlcica ingle/a boa a S00 rs., (lo
e 560 a libra, lourinlin dc Sanios a 2iO. arroz do
MaranhSo a loo rs. e 130, carne dc loncinho e orc-
llias le porro a 120a libra, milho c arroz de casca
a 1(10 a coia : na ra das Cruzes n. 20.
Na ra da Cadeia do Recife n. .",7. escriptorio
de Jo8o remandes Prente Viran*, cnnliuua-se a
veuder velas de carnauba, por preco rommodo.
0 BOM E BARATO,
.Na ra estrella rio Rosario, taberna n. |(i, que faz !
quina para a ra das l.arangenas, baha carne do I
serlao. bous qneijos e boas li.iauicas. assjln romo |MM i
gomma de aramia e mullos oulros elleitns.que a vista
do comprador llie ser^o apresenlados.
\ endem-se muito bonitos bonecta fr.inec/a
Mrati,snno prejo de 1-.2W1 e IKIMI : na
yiiennado, na bem cenberida
boa lana u. 33.
toja da boa f.
VVn,le-se cbaly de quadros de bonitos padrdes .,
'Hirs ,. covado, ditos lisos de bonitos cores a 720,
eftato* de merino liso com franjas de relroz de bo-
ilascores a .9 ditos cora hslras de sedaa7f: nal
na do Oueimado, nos qualro canto, loja de la/en-
' da hoa fe n. 22, delronte da loja de miudezas da
oja de l
referidas re-
n tetramente
la.
AS BOAS MAL-
Hades lie muito barato.
Vende-* papel de peso e almaco o melbor qua
odebaver ueste genero a i!,',,:, e liaOOO a resma
papel paquete muilo lino e Je muilo boa qualidade-
propr,a,,ll,e pSra se escrever por vapores para a
huro.aeincnnseqiiencia dc nao se pasar srandes
porte de carias, em resmas, meto, remas, quartos
d. resma, ou mesiuo em quademosa SO rs.. papel de
ho verdaderamente almaco e proptio para carlo-
hiL ?i """l3' *Srdde'r P'ima de ac de
Tin., :* Vm,,ec"U* l"'l,s melhores qoe h* a
WHi cauna con, |o dllrif dlUi M|q f ,,c h_
I co de lanca, ma tambera muilo boas <;o a caiii-
'< wo S -:,'."'"' d?lia ,le U#> fwtimmo naso
-o. MHI eOO rs., ditos para desenlio a 800 rs. a
I duna, caivetes muito i;,,.,s e ,ie todas as qualidadcs
* precos, lint* lUBleu mnito boa c barato: na rna
00 (lueimado, loja de miudezas da boa fama n. 33.
ttcnco
Vendem-se cincoenta pipas com mui-'
to boa agurdente, ptima cascara
pretp razoavel, e o embarque gratis:
na ra da Pr.iia de Sania Kila, armazem
n. 17, confronte a ribeira do
peixe.
33300
18RO0
l:i?ooo
2,-000
38000
(OOIKI
ma
m leme do Livraiueiito
No*** cassu pintadas a mcia pataca o covado, pa-
droes bonitos, chales do gaoua encarnados, llores
amarella a duas patacas cada un, stia r/e cambraia
bordada para senlioras ,1 Ires mu reis cada ma,
Colluriubuspara senbora a pataca cada um, llores de
relroz para enlejes de vestidos de meninas e senlio-
ras a meia pataca, e muilas oulras fazetidas que se
querem trocar por sedulas.
No antigo e bem condecido iardim,
sito no correr da igreja de b'ossa Senbora
da Soledade, casa n. 7, vcndein-se pes dc
rosen-as muilo lindas ede militase dille-
rentes qualidadcs, ramo os compradores
nodem ver, por estar em vegetacio, as-
sim como lia cvprestes, sapotis, parreiras
e outras qiialidades tle llores.
Vendc-se a armaclo da taberna que toi Elc-
phinle d'Ouro. na ra do Hospicio, era cujo lugar
anda se arba : quera a pretender cnlenda-se rom
Joaquim I ilippe da Costa, que fara' lodo negorio
na ma da Madre de Dos n. 22.
0111 to<[uc de
a varia.
I'ec.i de madapolAo a 2;VIO, .75 e *mft ven-
dem-e na na1 do Crespo, loja da csquillaj(|ue' vo|la
para a ra da Cadeia. "'
Vcnde-se urna cabelleira crespa dc nasrenra,
em muilo bom oslado, e um crescenle de cabello ca's-
lanbo, muito grande e muito em cunta : no cae do
Ramos, laberua do Heliro n. 20.
Fazendas por
muilo menos do
sen valor, m l,]i de-1
portas, na rna do Queima-
do 11. 10.
Conlinua-se a vender ncsla loja o resto das fazen-
uas da loja da ra do Crespo, que toram arremata*,.
e se vendem pelos seguidles precos :
Madapolao entrelio a 2JH00, :'e
Hilo muilii lino de jarda
Dilo moli largo e muilo lino cora :j varas
Algodaozmbo Ue 20 jardas
hiiii bom anieriraiio- -
Chito* de cores, b.....padroes a .3, S500 c
Corles de calCa ,le casemira prela a .3.>iOO e tijOOO
llilos de collele de selim prelo superior 3B000
Brim de linho de quadros, o covado 200
Dilo Iranrado, a vara Jj(IO
Panon prelos e dc coro a :l.- e 3&iOll
Chita larga fraaceza, o covado
Ditos estrellas de cores, o covado
Algodao azul mesclado e dc liilras, o covado
Corles dc casia cbila
Jilos de cinta lai^a
(iravalas de seda de cures
Lencos de ganga e decbla, linos
Superiores velas de ca nauba.
endem-se por preco commodo : na ra da Cadeia
doKciife n. 21, primeiro andar
ti.elog'ios
inge/es de pa-
Itiscadn escuro e muilo largo, proprio para roana
de escraTO a IliO o covado, rolcbas brancas Idamas-
1 cadado muilo bomgoHo a .',;, aloalbado adamasca-
do cu, nalmos de largura a INHI a vara, toalbas
de panno .I imho alcovoadas e lisas parroslo, as
mais supe iores que lem viudo ao mercado, ditos
para mesa, uuardauapos adamascado e oulras mua
tos Ii tandas por preco commodo : vendem-se na ra
,|o Crespo, loja da esquina que volla para a ra da
Cadeia.
Moinhos de vento
com bombas de reputo para regar borlas e baf-
a dccapiin : na fundicaode D. W.Bowman,
na rna do Brum ns. 6, He 10.
TAI XAS PARA ENGENHO.
Na fundipao de ferro de D. W. Bowmann ta
ruadoHrurn, passando o chafariz, contina* lia-
vur um completo sorlimentode laixcs de ferro fun-
dido e balido de : a 8 palmos de bocea, as quaes
m-se a venda, por preco commodo
200
ItiH
1W1
I>!I20
640
200
lente
os melhores fabricados em Inglaterra: em casad*
Uenry Gibson : ruada Cadeia do Reciten. 32.
LUYAS PARA HOMENS SE-
NIORAS.
\ endem-se superiores luv as dejpelliea muilo ora
para hornera c senhora a l?2S0 reis o par, ditos de
eda muilo boas e t*m defeilo algum amaiella, pre-
tas e brancas para liotuem e senbora a ||000 reis
o par, ditas prelas de torzal muito boas a XOO reis o
par, ditas de lo de Escocia brancas e de cores para
lioraem e senbora a 100. .300 e 000 reis o par, ditos
ditos para meninos emeninas a iOO reis o par, lovu
de seda rica de todas as cores e bordadas com
guaruicfio, para senbora a .1-sOOOe riSJOO res para V, -,.
o outras mais qualidades de luvas, tudo na ra tl0 "ecile, armaz.cni
do (.lueimado na bem conhecida loja de miudezas de
ba fama *. 33.
oassa e ci!.
\ ende-se polassa da Russia c america-
na, chegada nestes dias e de superior
qualidade e cal tic Lisboa da mais nova
<|iielia no mercado: no nico depositoda
ra de Apollo n. 215.
- e com
promplidao: embarcam-se-; ^-c em tor-
ro sem despeza ao compra..
Vende-se em casa de S. P. Johnslon&C,
ra da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-,
cotes de carro e de montaria, candieiros e caslicaes
bronzeados, relogios patente inglez, barrts de gra- ;
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
no d* vela, chumbo da munico, arraios para car-
jo, lonas inglezas.
barriese linas : no armaVe'm etomUStS^lZ
daJCadea de Saalo Antonio n. 17.
Va lojt\ das seis portas em
fronte to Livraiuciito,
v< ndein-sc :
Camisa imlispensaveis para lioiuem
do/e anno paramal*, de eseniio,
nina, len.o de cambraia broncos para ,j0 t a)
beira a d..ze vintona, brim de algodn ntoprto para
qualquer obra de casa a doze violen* a vara, e nra.
lo largo a cruzado, chapeo de castor branco rrance-
zes a oito rail rci c prelos de seda a sele. de formas
a moderna, panno lino mosclado de di derruir, cotes
a i? o covado, proprio para palitos e sobrecasacas dc
muilo goslo.
Rtdesde palba, feitasno
Para.
Na ra da Cadeia do Recife loja de
portas n. 8, vendem-se as
des com cores c qualidades
espiculundri ticas.
Casemiras finas.
Na loja da Kstrclla. ra dotjueimado n. 7, ven-
demse casemiras f.ance/as fina de lindos soslo,
pelo baralissiino preco de -tgtiOO o corle d* calca, t
chapeos francezes da ultima moda a 6*300.
a boa fama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SABEH.
Vendcm-se libras de liuba de hoa qualidade n.
SO, 60 e 70 19100, ditas muilo Tinas den. 100 e
120 a lariOO, du/.ia de lesounis muilo boas para cos-
lura a I?, dilas muilo lina-.' grandes a 1>200a du-
zia, peciohaa de biee etreilo a 360, caxinbas com
asulhas francezas muilo linas a 100, caivinha com
Ili novellosde linhas de marca muilissimo linas a
2S0, braceletes encarnados muilo bonitos para meui-
nas e seubora a 200 rs., meias brancas muito lina-,
para senlioras a 210 e H00 rs. o par, meadas ,de li-
nhas muilissimo linas para bordar a 100 e ItO.l bo-
hos demadreperola muilo fluospara camisasatiOO rs.
a grosa, boloes muilo tinos de ac,o para caifas a 2H0|a
grosa, livelas lloarada muilo linas para calca e col-
leles a 120 cada urna, peines de balea muilo finos
par alisar a :IOO rs., pecas de Tila de linho com ti
>aras e meia a di rs., cauinhas com colxeles rrance-
iea60r., cairelis de liaba de 20(1 jardas de
muilo boa qualidade e dc lodos ns nmeros a 80 rs.,
macos eom |0 crampas e de muito bna qualidade a
M) is.. pares de suspensorios a iO rs., torcidas para
candieiros 80 t>. a duzi, carleiras de marroquim
par* alsiheira rom molas douradas a 000 rs., cane-
las para pennas de ac a 20 e 40 rs., meias brancas
e cruas, hienda tnuilo boa, paia hornera a IOO e 200
is. o par, trancinhas de laa de caruenes e de Indas as
cores a Km rs. a pecinha, pcnles de cbifre para ali-
sar, fa/.en.ia muilo boa a 800 rs. a duza, trozas de
liolies de louca pintados para camisas a 2(0, peca
de lila decs de todas as larguras a 210 e 390, hullas
brancas de candis cmn ItNI jardas do autor Alejan-
dre a 11 ,s. o carretel, linhas prelas de meadinhas,
tazenda ramio boa a 20 r. a meadinha, caria dc
Hete* da raclbor qualidade que ha e com -23 pen-
les a 110, penles abertos de balea para alar cabello,
fazenda muilo boa a 28600 a du/.ia, meias de lio da
Escocia para meninos, brancas e de cores a2i0 e 390
o par, rozas de Ovala* para sapalos a .300, cauinhas
euvcrnisadis eom palitos de fogo de veliubasde boa
qualidade a 120, dilas de pao cora palitos de foyu de
boa qualidade a 20 rs., caixas com .30 taisinha* de
phosplioroj i.ropriamenlc para charutos a :)20,
caslrs muito bonitos para bengala a 411 rs., sa-
palinhos de laa paro ciianras a 300 rs. o par
tranceln pieles para relogios fazenda muito
boa a lid, cscovinbas muito boas par denles a
100 rs. Alem de toda estas miudezas vendem-se
unirs muiissimts, que visto dc sua Loas qua-
lidade e baratos precos tem causado admira..10
aos proprio compradores: na ra do Oueima-
do, na bem cuubecida loja de miudczas'da boa
fama n. !l!t.
HesiViatciras.
Attenco!
o
\' loja de* por tas da
ra da Cadeia do Rc-
cifen.i8,deNarcw>
MariaCarneiro.che-
; ;oii ultimaniente un grande sorUmento
I de sedas com lindissimos desenho* < ,j,.
" -to* tustoeicada m"'t0 M,PePr '|udade, pelo har.ti*.
mo preco de l.sOOOrs. o corte, ditas
com fostos cliine/.es a I $000 rs. o covado,
e outras muitas fazendas que S avista dos
compnidores |>odeiao avaharos seus pie-
ros pelas suas I mas ijualidades.
Para as seiilio-
ras que ^O.slain do boin c
barato.
alar ea-
\endem-. tr ,, de urlaruaa para
Sai nr^!' ""'? d' T!.d' <"""-"' lin-
das para crian.;t de am a a om anno. peto barato
preco de limi p,r, ,rBe|nho, de ^ P*^j^'j
cores para .enhora e menina a la. ucai7lii
ha* 4* meia
seno a .300 rs.,
MllmiaM
*****-
elogios
. menina a la,
para senlioras e menina a .300 r., ci
para enancas ato a uia.le de om ai
meias branca dc algoua para seaJanra
lina, a ,300 r*.. ditas blanca e |ire*f^k
Ihor qoe se pode encontrar 2e ^Rd o p.
canas para guardar jotas a nhi r,. e i^ j^J^ _
lo ni ,s cora reparlimenlo, onieantnaie propria cara
costura, pelo baratsimo preco de 29300, 39000 a
:t9300, iravcssa de verdadeiru blalo para preader
cabellos, pelo barali preco da lj, ,|,ta de Ur-
laruca a :tSiOO, rico laqoes com nlnm.. nrHun a
P'iitura Iransima a 29, penles de bafalo '-1 fhj",
para lirar piolhos a .300 r., lesouras runsima t de
todas a qualidades, rica trancas de seda de toda* a*
cores c largura, rica Tilas de sed* lisas e lanada
de todas as largura e core, bico de linho norma*.
de lindos padrees e todas as largura,, rica* franja* de
algodao brancas e de coi es propria para cortinado,
outra moitissima* coosa, qne lado se vende par
lio barato preco que aos proprios compradores ser-
vir de admiracAo : na ra do Queimado, na besa
conhecida loja de miudezas da boa fama a. 33.
Loja da boa f.
Vende-se panno preto e azul, lino, fazeada imiito
superior, prova de liman, peto baraUnino pre de
.l-MOO u covauo, alpaca preta mallo Dea 1 40 ee-
*": merinu selim. faunda sapenor para p,lil. .
1MKMI o covado, cantan preto mnito Tino proprio pera
vestidos a l> o covado, miro niele inarao, rateada
superior a 29000 o covado. grosdeaapta prelo n.
lino para vestido a 29 o covado. superior -sari* ateto
hespanholaa 29210 o covado, ruinera prela aiailn
filis a mhi rs. o covado, corles de cohetes da gmsu-
rSn de seda, fazenda muilo boa a 29. curto* de !-
loes de bonitos padrne a tilo, bnra trincado branco
de |.uro lilil,. .. ; e 19140a vaia. brim trancados.
de ore de muito tomn. padnie e de pur liako
l9ii(l a vara, ditos dito tambem de bonita*pedie*
a 8IKI r. .1 vara, dilo naneado pardo tarabeas de li-
nho a 00 rs. a vara, dilo liso largo a ML nansa
amarellas li-a c de quadros, fazenda malte superior
a :i2n e 360 o covado, ditos de cores escoras de qea-
dro e lislras, de muilo bonito padroes para cairas!*
palitos a 100 rs. o covado, corles de cicas de baratas
casemira de algodao, pelo baralo prevo de IsIJO
brimzinlm de quadros de poro linhea 240 o cavada*
panno de buho muilo Tino a 640 a vara, peites mal-
lo linos pira camisa branco e de core a 400 e 500
rs., cami-a de mria minio lina, a I9 e 19120 levas
prelade tonal para senbora, fazenda bu.lo supe-
rior a 800 rs., dilas de seda de todas as cores para
homem e senbora. pelo barailuimo preco de 13900
par, dilas de lio de Ecoci, p.i* meninos e menina,
a 400 rs., lencinho de filet muito bonitos a la, ricas
grvalas de seda prelas de cores a IJ, meto* lenco*
pe seda para grvalas a 600 r.. dilos prelas avalle
bons a I9, pe.;a de cambraia de salpicas cesa H va-
ra, e meia a .19200, e 440 a vara, dita adataaaeade*
muilo boas para cortinado a 12, cambraia lisa mni-
to Ira* com urna vara de largura, pelo haralissimu
preco de .16O a vara, lenco de cambraia mnito linos
todos branco e com barra de cores a 300 1., toares
de chita trance muilo hont a 400 rs-, chale de
algodao de core de bonitas padroes a 800 r., n>ca-
dii.b.i mnito linos e de nimio bonitas padrrt a 160
-'ovado, lito de linho liso muito baa a 960 a vara
r-o deposito de bichas, ra estreila do Kosario n. i d" d 'e a Isi8t>, meias prelas de seda aara se'
. vendem-e resfriadeiras de barro moito lino, vin- hora, lajeada mullo superior 29 o par dita* fcran
cas muitrrna a :5fj o par, dito brancas de alged*.
muilo lina a 240 c :120a par, dilas brincas rnarl*
mas par, meninas ^flmm, 40 a par, e alea* do
ludo islo ouW, muilissima *,n.tas, que ,.1,1,4,
sua. boas qualidades e bar- prc, M, "^ ~" *
ahores freguezes amigo:/ lin'm e I-rito" eonl-eca.
rao o que he pecbncl.a /n. raa do Joeinwd.. Wat
qoalro cantos, na luja de fazendas da baa fe n
defronle da toja de miudezas da boa ler-
as de llamburgo. assim como qoeijo
mo do i.euova. esleirs de Angola, e
is cousas.
parmaison.
mudas ou-
Pianos,
cobeilose descoberlos, pequeuose grandes, de ouro
c prala, patente inglez, de um dos melhores fabri-
cantes dc Liverpool, viudos pelo ultimo paquete 11-
Klez: em casa de SoiilhairMellor A Companbia, ra
do 101 rus n. .18.
Cobeitores le ln
nhes muito
dose grandes.
:udem-se na ra doCre
voha para a ra da Cadeia.
hespa-
e licor pa*
Veudem-se na ra do Crispo,loja da esquina que
ira a roa 1I.1 I 1.I1.,.
ara os na mora-
dos.
\ endem-sc flbas de papel muilo bonito, propria
wra correspondencia de uamorados, pelo baralo
".Mid
eza para vestidos
Vcnde-se a rica fazenda lindeza, chegada ullimo
mente de I rauca, pelo baralissiino preco dc I9OOO a
covado. Esta fazenda lie de pura 1,1a i seda, e os
seus padrne san os mais bonitos que al o prsenle
lem appareculo no mercado : na ra do Oueimado
nos qualro canto, toja de fazendas da boa le 11. &
\ endem-se vcllas de ca nauba de composicao,
a imilacao da vP|as estearinas, pava americano,* da
mellier quali lado possivel, bem como de carnauba
imples, por preco commodos, arroz pilado muilo
bol a ja mnito cunhecidn por. crescer mais que n
do Uaranho, era arroba a 2o, em arcas a l-?8ll(),
rroz de rasca em sacras grandes a :|.-.30O, e era al-
lucirc medida velba a 39300, ludo muilo bdm : na
'ua do \ igario 11, .3.
Perfumaras de
precu de 10, 60, 80 e 100 r. : na ra do (lueimado,
ua bem conhecida loja de miudezas d.i boa fama
n. 33.
fielogos de patente
inglezes de ouro, dc sabonete e dc vidro:
rendem-se a preco razoavel, em casa de-
le Abren, na ra da Cadeia
11. .10.
Augusto C. (I
Cal de Liftbo.
Vende-se urna porcilo de barris com cal dc Lisboa,
por barato preco, c relalho a 39 o barril t na ra da
Cadeia do Kecifc u. .30.
3$5IM>
Venic-secal del.isboaullimamenlrcbegada,as-
imcoin.ipotassadaKussiaverdadsira:uapracado
Corpo 8auto n.ll.
lu cmplelo sorlimentode bordados romose-
am, camisetas eom mangas, eollerioBO, peilill.....
romeiras, camiss, coifinbas e pelerinas ; lambem
(em um completo sorlimento de ricas flores, eufcile
para cabera, lilas e os verdadeiros e modernos bico*
de linho na roa d* Cadeia-Velha n. 24, primeiro
lunar.
\ end madaMo e encllenles vozes, fabricados por um dos
mal acreditados autores, prei:.iado na eipw.-3ode
Londres: noarmazem de Itostrou Itookri .\ 'Cm,:-
panhia, praca do Cori.u Santo.
Vende-** o sitio com casa de sobrado do falle
Cldo George Kenworlhy, uo Inaar dc S.Jos do Man-
guiuho, cora arvoredos" de frurlo e nial hemfeilurias
que nelle se acbam, sendo as Ierras do retondo sitio
propnas : quem o pretender procure em rasa de Sa-
muel P. Jolinstoii i Companbia, ra da Senzala So-
va 11. 42.
Em casa le U. Calmoit & C, piara do
Corpo Santo n. II, ha nata vendero
pinito, alcatrao c pixc ds
raboudo de
Suecia.
Alcatriode carvo.
Lonas de algodo.
Ditas de linho.
Esponja* de superior qualidade.
Drogas,
ludo muilo commodo.
VINHO DO PORTO..
Vende se vinho do Porto das qualidadcs mai u-
periore* que ha, alo as reculares, era barr de quar-
to c de oilavo, por precos commodo : na la de
Apollo 11. 8, armazem de assiirar.
AGENCIA
Da fundico Low-.Moor, rua'daScnzal-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimenioconlina a haver um com-
pleto sortimemo de moendas e meias moendas
para ensenho, machinas de vapor e laixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dilo.
LIA LOJA B0\ DAFAIA.
\ eude-se baodejas1;raiides e muilo fina pelo ba-
ilisaimn preco de il^XKI, ij>000 e 51000 rei. ocu-
JL
m
mttenco.
No aterro da Boa-Vial* 11. 22. loja de chapen d*
Mi, heebegade do Para um lindo sorlimento de re-
de* de diflerente* crese anslos, igualmente lem
varias pello de ooea o> vanos lamaubos, e vende-9e
muito era cuita.
!)0lfil gOStO.
ni toja da boa fama encontra-sc sempre um rico
sorlimento de perfumara de todas as qualidades,
sendo seu auloro melbor que lia cm Paria, liquissi-
mos rrascoi ,le exlraclo muilissimo linos, pelo baralo
P-ecode |,o(Kli |500,2OS300, jarros de porcel-
i.iua rielicadns c de modernos goslos cora banha frail-
ees muito lina a o?i rr;lsCS cln ecei.ja de ,iaa
>-0, paos de pomada franceza moitoboa* 100 rs.,
rseos pequeos c grande da vrrdadcirn agua de
Colonia do l'iver a SII e 1'(KMI, saboneles finos e de
diversas qualHade...pospaia denles o melhnr que po-
ne liaver, e OOlra muilas perfumaiias, que se ven-
dem muito barato: na ra do Oueimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama 11. 33.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendesn-se snperiorrs raaias prela* de laia para
padres, pelo baralissiino preco de I3HOQ o par : ua
rna do Oueimado. na bem conhecida loia de miudc-
tas da boa fama ti. 33.
CARTAS F1MSSIMAS PARA VOL-
TARETE.
Vendem-sesupe iores carias francezas paia volla-
rcle pelo baralissimo preco de 500 rs. o baralho ,
na rna do Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama 11. 33.
Vende-se muito em conla a pada
seuspertences: a tratar na mesma.
Cassas pre tus para luto.
Vendem-se cassas prelas mnito Roa* propria* pan
| lulo, pelo baralissiino preco de SO s vara na ra
lo (.Inclinado, nos qualio can'os, loja de fazendas la
boa lo n. 22, defronle da loja de miudezas da boa
toma.
Superior farinha de mandioca em
saccas.
Vende-se qualquer poicm dc muilo boa tonaira
de mandioca, chegada lia ponto de S. Malheus a
preco muito commodo por cada sacca : no eserioto-
rin da roa da t.ruz n. io, primeiro andar, ou no ar-
mazem do Sr. Pacheco uo caes do Hamos.'
Afoitteiro.
Scn/.ala-Vc-
Rt finara
No
do
ral
los de armacao de ac de toda as graduarnos
^"0 re, lunetas com armacAo dourada a 1*000 reis,
dito com armacao dc tartaruga a I3OOO rei, ditos
curo armacao dc bfalo a .300 reis, oculoseom arma-
cao de metal branco a ilHi reis o par, luneta cora
armacao de torlaruga rom 2 vidro a :t5000 reis. ri-
co clocles paia cavallo de homem csenboia pelo
barali.snno preco de 800 reis cada um, grvalas de
seda lu,| Lonilas a ls ;!.,'corml,l,,a I1'"'1 c,saci' l'elo banlissimo prero de
i(HI res, suspensorios lino de borracha a 400"reis,
I penles muilissimo linos para su i va a|300 rei,escovi
j muilo linas para cabello a 640 res, capachos pinla-
; dos coniprido e redondos a 700 e IjjOOO reis, bo-
! loes liniuimos ne madreperola para camisas a 11300
1 r. a groa* e un rs, g dola,riea* canelas para peana
ne ac a 120 res, ricos porto-relogios a I58OO res,
canas dc metal muilo finas para rspe a .300 o 000
res, cscovas finis-imas para uuliai a 320, .300 e 010
res, escojas pi, roupa e cabello o melbor que pode
haver a l.-OOO. 1*200, 15500 e 2c reis, pincel linos
liara baiba 2(K> reis, duxia de facas e garfus finos
a 33000 rei, ditas de cabo de bataneo rauitissima
linas a (irOOO a duzia, dilas liuissiins de cabo de
niarlira o melbor que pode haver a 1.3-5000 leis a
duzia, camisas de meia muito linas a ISOOO rei, ri-
cas abotuadoras de madreperola e metal paia col-
lele c palito* pelo baralo preco de .300 e (MI reis,
biiisimas nivalhas para barba cm estojo de uraa e
duas nai al..... pelo baralissimo preco de 2.^100 o es-
tojo, candieiros americano* muilo bonito* proprio
para eldanles ou mesmo para qualquer esiabele-
cunenlo, pela boa luz que do 1 cemmodidade
de se poder pendursr ou pr-sc emeima dc qualquer
mesa pelo baralo preco de 5JO0O res, pastos para
guardar papis a soo reis, ,spell.os para parede com
armacao dourada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de 300. T(MI e IJJOOO rei., linissim.s a ri-
cas calas para rape a 28500 e 3|000 reis, papel de
coi es dc Tullas pequeas cm quarlo dc resma pelo
.ralo preco de 72(1 reis, e oulras muilisaima rou-
Ifl
1 ,'o,
OS a Xl
deposito da ra da
litan, lili, vende-seassucar refinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Chapeos .lo Clnle ede Icllro os m.,,,
luios que lia 110 mercado, ditos dc cas-
tor pelos c Inancos, ditos dc palha ame-
rtanos, bonetes dc toda* a* qualidade
para meninos e homcni, chapeos de pa-
Iha e leltio eneitado* para meninas, e
oulros mujtos objectos ri ,VJm ultimm_
mente ; assim como pcitence* para fa-
bricas de Chapeos e livi-eiros. vende-*e
tanto a 1 ctnllio como em poroto, e man
barato do pie. m otitra quakjuer paHe:
na ra Nov aloja e .'abrir de cbapiHX, de
Cbrvstiani A Irmao, n. 4*.
DO PORTO.
ESPECIAL VINllo ENGARHAKAIH).
veiide-se em caitas de urna e duas dalia* na
ra da Midie de Dos n. 3i, loj. '
Vi,Mili lili PllRTii
\ ende-se de muilo boa qualidade, em barrr de
buiulo : na ra da Madre de lieos, toja 11. 34.
Vcnde-se polassa do Rio de Janeiro, rbesada
nrosimamenle, de superior naalidad. a, rito o.
> igano n. S3, ['iinicuo indar.
Vende-se ou b> 1 olheca-e nata cas* sito na raa
Imperial n. 204 : quem quizer annunda.
No alerro da Boa-Vista n. 80,
vende-se chocolate, macarro Ulhasins Bjj ...
a libra, giao de bico SO ,.., >ago' primein aaatida-
d muilo alvo ;i2tj, cevaciinha da ft.7a.jK.
pioca a 160, mauleiga inglesa a BW, francua MM
IECHSISIO PARA EI6I-
RH0.
NArLXDIf.AO DE FKRRO DO ENf.t-
MIEIRO DAVID W.BOWMAN. rsA
RA 1)0 BRUM, PASSANDO O oHA
ha sempre um grande sortimenlo dos secnial*. id-
jectos de mechani.nios proprio para en.enbo, a sa-
nar : moendas e. meias moenda da niars moderna
conslruccao ; taitas de ferro rundid* e batid, da
superior qualidade e de lodos os Uauaaos ; redas
dentadas paraaguaoo auimaes, detodisis nrepw-
ees; erivos e boceas de foraalhae registros de b-
eiro, afiuilhfics,bronzes,par*fuos ec.ivilhoe.,nw,-
iihos de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICO.
e eteculam todas asenconimeadiis ccn> saper.
ndade ja conhecida e cora a devicla ptestesae casa
inodidade em preco.
POTASS CAL TIRGEI.
No amigo e j bem condecido deposito da ra da
Cadeia do Itecife, escriptorio n. 12, ha par* ven-
der muito superior polassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa om podra, todo
a procos muilo favorveis, com os quaes firaro
dos minadores salisfeilos.
&**>*$ faitoi.
LCai<;08
ce cani-
cie linho
A :>20, 400, SOO, c 640
cada um.
Vendem..* na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
sis, que ludo se vende mais barato do que cm oulra
qualquer loja : na roa do Oueimado na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
BICHAS DE HAMBURGO.
-No depui|o das bichas, roa estrello do Kosario 11.
II. lnrnou-e a receber nova remessa das melhores
bicha, de llamburgo por esle ullim" vapor ingle/.
1.1 amaro, que pissou para o sol no itia 2S do cor-
rente, c vendem-se por menos de 16*000 o cenlo, e
lugam-te muito era cunto.
Vendcm-se madapoles linos e dc mitre.., com
um pequeo loque de arara, a precos muilo bara-
to: na ra da Cadeia Velha n. 24, primeiro andar.
Venden*-*, travs de madeira de qualidade
cora 10 I 53 palmos de comprido e 8 10 pollega-
da em qoadro de griissura, e por
que em oulia qualquer parle : ua
aluesjHila n.lo, serrarla.
menos
ra da
prevo to
l'raia de
- I>"*l'l'areceu no. di* :, do corrente me*.
pardo escravo. I.Inocencio, de id.de de ,14 ann-.,
'"i "... 1*3 "'"i"""' '.peo bran.od. ^
tor ja u ado dentro de nm caita, e levoo tambe |
ch.,o de p.lh. v,||.o e roupa de iraMlK, WZe-
nae. sao os segoiules : j pm7. barba rapadi "||7.
ba-., falla de um denle na frente, o qual t-*ra*.
co do |e, m plincip,o do.anno de H& cnpr.
do petossr. Caaainh* Filho : roa-.-se a LtoTa,
pes.oas, autor.dadc, de polica e eaafik* de TaT."
que do me,n o oaswm ler noticia, o obwqa.o da an-*
prtbende-lo a remette-la ao seu senhor Jaslina Pe-
reira da Andrade, na ni. Nova n. Sn, fazenda par
conla desle as despera que forem neressanas alea*
de urna genero! gratiuracao quem trouter'
Kugio do lagar do sitio Roa-Visto em Daarle
Dia, fregoc/ia de N. S. da Gloria da (,oila, .
cravo .Matimuno, crioolo, idade de 18 a 30 lian.
em buba, d hoa catalura, corpulento c teri.-* da
om lado, cor prela, olbn um mais .iberia du *
oolro. denles limado., falla ,rw,, pt rttiinu '
direilo para fora, o qoe abre a pernos ; Evaa canil
azul e rerouli de algodao branco qoan, >p_
pr.heii.ler leve-o seu enhor Hulino Joc da *j-
mara Pimentrl, no mesmo l.cir.
i j



NTOTIDDiT
I'ERN.TYP. DB W. F. DB PAHU -, |Ui
.,


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