Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07455


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Full Text




ANIO XXXII N. ISi;
1
r
Por 3 iiR'/.es adiantatlos
Por 5 mez es vencidos
4^000.
4|500.
(Ilim FEIRA 7 DE AMISTO DE 485.3.


Por anno adiauUdo 15$00U.
Porte franco para o subscripto
KjVCARRECADOS DA SCBSCRIPCAO' NO NORTE. ~
Hraaiba. o Sr. Servaiio V. da Natividad ; Natal, o Sr. Jos-
S!. Pereira Jnior; Aracatv. o Sr. A. da Lemoi Bra.a
lrt,or.J.Joaid.OI.ira;jrf.ranho, o S?. jllZin, Mar
^2?1:: ,u,,lnl,no1- noi;iim,lon,0Br.jero-
je da Coila.
PARTIDA DOS COR REOS.
Miada : i..;,.. ... .ha.. 9 c aria hora, .i
1;.,..,.,-.,,. c.,.,.,1,1,., ,. |-.,,|| : ......,.
. A....... 11,.,..,,,.. i;.....,.,:.......,. ,,.,
S. I.....c.-iiw, l'.i-,Hlli... .V,
? '.....'"to> Pateara......Kuirrlk, I..-.......r... i:,.... |.,.,,,, ;.,,.
l.-.r Kl.,r.-.7\lk,-ll..|l.,. Itaa-Vl.1 ,, Oarirnr. !. : ... *u,u*J,
'"'"''I........ s-1 ni,:,.",. li..-l-..rni....>. l fu. i;, r......-, Agua-l*rau.
altana e >..ij| j .|uimj.-t.'L.....
[Tudoa is ...rri'ii..H parteai .> lo hars di manlia.-
AUDIENCIAS DOS TRIBUNABS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartaa a sabbados.
Relac.no : icrfas-feir.m e sabbados.
Fazenda : quariaa a aabbadoi aj 10 fioraa.
Juizo do commercio: segundas ai 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo de orpbos.- segundas a quintas as 10 boraa.
Primeira varado civel: segundas a seitas aa meio-dia.
segunda Tara do civel: quartas a sabbados ao.meio-dia.
EPUEMERIDES DOMEX DE AGOSTO
'.' (Juarlo crcscenle a 1 hora 47 minutos e Macanudos da m.
h\ La cheia as i horas, M mnalos e 48 segundos da manbaj.
12 (nano miiipua nte as *> boraa,48 minutse 48 segundos da
30 La oovaasS horas, i'i minutos.48 segundos di manliaa.
1PREAMAR ni MOJE.
Primeira as 10 horas a 6 minutos da manhaa.
Segunda n lo llorase 30 minutos da tarde.
DAS HA SEMANA.
' Segunda. S. Domingos de Gusm.o fundidor.
5 Terca. S. Kussa Senhora das .News:
8 iguaria. Transtigurscao de Sr. no Monte Thabor.
7 Quinta. S. Caclao Thealino fiindarlor :
8 Sexta. S. Cvriaco diac. tu.: S. Emiliano b.
0 Sabbado. s. Romao soldado in.
10 Domingo. S. Lourenro dte ni.
Ossenhores di comarca Ho Bonito, croe quizerem
ukcrever par este Diario queiram dirigir se ao
Sr Joio Gomes da Silva, que esta' aulorisado para
i* ; e por intermedio do mesmo Sr. rereberio as
folia sm despea alguma alm da sobscripcao.
J Sr. Alejandre Jos de llollanda Cavalcanli e-la
ettaiTcgado oe receber as subscripcoes 'de.te Diario
nacida le da Victoria, comarca de Sanio Aulao.
EfSCARBEGADOS DA S iiscrip;.\0 No sil.
Alagoas,o Sr. i.laudino Falcoo Diat ; Baha o fr II. Diii
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
i.m i'i:it.\AMiu ;o.
O proprieurio do DlACIOMaoocl Figuairoa de rana, aa i
barrara, praca da Indrpendueria os.Ca.
o numero 312, datada de hoje : c he chamado pelo
presente edital para que, no prazo de um mez, a
mular da dala desle, apresciilc-sc, sob pena de pro-
ceder-se, a respeilo de sua falla de coroparccimeiilo,
nos termos da lei de -."(i de mar de 1835.
fc. para que o referido Ihe conln, hz lavrar o pre- i capitulo da moderna historia de ('orlncal.
sentedilal, que Nagual Rl sellar com osinelei Mas eslas honras naciouacs, mu estas humcnagens
Has armas impenaes, e que sera publicado as aa- que Ihe fez o municipio de Lisboa, silo rcconheri-
PARTB gf FIC1AL
OOVERNO fiA PROVINCIA.
Expediente a u 1 de aeo.io
OnirloAo ft(iii. Sr. presidente da provincia de
ieranhan, acensando recepto do ofticio de i do
jsuho ultimo, em que V. Exc me faz saber que o
enprezario da companhia lyrica do theatro des edade, Jos MjgT Kamonda, pretende conlralar
invamenle'a etjj>eza do mesmo theatro, junla-
nente nfin a doThealro desta capital, medanle a
inndinies tipaladas na proposta, qoe por copia re-
netteu-me V. Ese., tenho a honra de siguilicar-
Ite que, coinquanlo desejasse muitn conenrrer nle
wgocio cora as Vistas de V. Etc. nao o posso fazer
or falta de fundos, visto como 5 me he possivel
lespender 12 conlos de res, ao passo que os encar-
aos do contrato proposto eicedem a :0(IJ.
Dllo^Ao Ezm. presidente da Parahiba, com-
iiuaicando que conforme a ua requisirAo foram
hoolero entregues ao agente daqoella* provincia
los Joaqun) de Lima, diversos onjectosn arliuos
le fardamenlo qna em observancia das ordena im-
UTiaes foram promploa no arienal de guerra para o
neio halalliao da menciouada provinria.
DitoAo inspector da (hesouraria de fazenda,
levolvendo o requeriinenl de Jo.1o Marques de
iouza Coulinho, em que pede por aforamenlo 15
brarai de terreno de marinha que lica nos fundos
de una soa propriedade na ra Imperial, afim de
que proceda a essa^espeilo cnufurine indica o se-
gundo lenle Antonio Egidio da Silva.e o procuia-
dor riscal daquella Ihesouraria.
itoAninesmo, Innunlllrndo parar seu conlie-
nmento nJo scopia do ofli'io cm que o dirrelor
da caia filial do Banco do Brasil participa que e
acha piompto, para ser enlregae a Ihesouraria de r.i-
zen.ti., mais cem conlos de rcis em notas da meina
caisa do valor de .V : mas lamben) da rehiran con-
lendo o* uomesdos signatarios das mesmas olas.
itoAo inspector da Ihesouraria provincial, so-
bre o mesmo a*sumpto.
DitoAo inspeclur da Ihesouraria de fazenda.
(levolvendo os requ-rimentos da Antonio Valenlini
da Silva Barroca, Jol? Matheos, JoSo Leite de Aze-
vedo, e Joo l'ercira Martina, em que p^dem por
aforamenlo terrenos de marinha para que lhe< man-
de passar litlos dos mesmns terrenos na confor-
midade das informarOes de S. S. de IX e 21 dejo-
Iho dadas coro referencia as do segundo lenle An
Ionio Egidio da Silva, a parecer d procurador lis-
cal, sob a clausula de cederem os peticionario, gra-
toitamenle o terreno que for preciso a estrada de
ferro.
DitoAo rommandante superior de Pao d'Allm.
loceh o ofhcio de > de julli. ultimo, em que V.
i -espite as razes porque ainda nfio foram or-ani-
idosi nos cornos da guarda nacional sob seu cbm-
' lando aupenor do conselho de adminaslracao para
amprimenlo do decreto n. l:):t de 18 de fevereirn
eis, COHlludo/ulgo *.i;ovi-"-- -le inni- i l :
/'Ja a diligo^alBa.jiW ^SJsasjA --
o.a orj.iOMTcH!, ,-,,,,,^^'^ojojsjjsj, f|)r
sivel.
DitoAo enmmandan.i snperiir do Rio Tormo-
so, ordenando qn faca ri'meller com urgencia ao
(.enente coronel ccminaiidante do 2. halalhao de ar-
tilharia, conforme se recoinmen luu em lil de ju-
nho. a rslaro -I.- lodos os guardas que devem coin-
por o mencionado balalho, aiim de que aqaelle
teoente coronel possa fazer a distriliuico dellas
e pelas respectivas eampanhias.Commuiiicou- ao mesmo lenle coronel.
DiloAo commandaiile do corpo de policia, de-
lermin.ndo que as guardas da Capunga e ribera da
Boa-Vista, srjain compo-lasde urn inferior e nove
pracas cauforme pede o l)r. rhefo de polica ; que
a primeira deslas gnardas seja rendida semanal-
menle, e a segunda diariamente.
DitoAo inspector da Ihesouraria.provincial re-
roromendando que devolva ao director das obras
publicas, para ser reconsiderado, o orr;ainenlo do
segundo lanco do empedmineuto da estrada da Vic-
toria.Communicou-se ao director das obras pu-
blicas.
DiloAo mesmo, autorisando-o nao s a rtwui-
dai levar em c-o-.la p." ccriplurarios daquclla re-
p.irln-.iu Francisco Heraldo Moreira "'l'emporal, e
Pranci.co Joaquim de Oliveira Baduem. a oespe-
zas na importancia de lili) que lizeram em uina
commiss^o ao municipio de lgoarasu', mas lanih. ir
a abonar aos mesmos escriplurano repartidamenl<-rL.a|
como gralilicacao, a qoanlia de cem mil ruis.dedu-
zindo-se deslaa addiccao de :ilSiO reis, que esl>'
comprehendidC na cunta daquellai despezas.
Dito.Ao director das obras publicas, mandando
entregar os bancos qoe perlcnceram a reparlicaoda
vaccioa, e eslao hoje s las obras publica* segundo declara n coinmis-ario
vaccinador.Communiniu-se ao mesmo.
DiloAo mesmo. para que enteiidendo-ie com
n segando lenlo Antonio Egidio da Silva, maudo
niganis.il- com urgencia uui inappa lopographico ilos
terrenos de marinha que esln no caso de ser afora-
do*, sem e\clusao daquelUs acerca dos quaes exis-
tem pedees a informar na ihesouraria e dependen)
anda d deeisSp da presidencia, alim de que
a vista delle nao sejam concedidos a particulares os
terrenos em visla para olilidade.
DiloAo presidente da commissao de bygieoe,
para mandar apromplar os inedicameulos constan-'
les dc.uma relacao ,para serem entregues ao cirur-
giio Francisco Marcino de Araujo Lima.
DitoAo provedor da saude de porlo, dizndo
licar inteiratlo do conleudo do ollicio de Smc., em
que aprsenla alsjomas considerac;oes acerea d s>s-
lema das quareuleuas, que sa deve observar com rs
navios procedentes de porlos onde reine qualquer
conlagio.
DitoAo tbesourciro das lotera', pVra que con-
temple na tabella que se lh j-j.nn'ou orgauLsar por
. ollk-io de julhn nllimo, e que de\ : retncller com
urgencia, a latera que pude a irmaudade do San-
tissimo Sacramenlo da Roa-\ isla.
DitoAo mesmo. distando que d'ora em dianle as
loteras sero presididas allernadarceule pelosjuizes
rauuicipaesda prtraelrt e .-un la vara, sendo a que
ai correr presidida pelo di primeira vara.
DiloAo administrador do cemilerio, declaran-
do ter expedido ordein para pa folha que acompauhouo seu-olliciodc II docorrenle.
PortaraConcedcndo a JoseK.Nicacio da Silva.
professor de lalim, removido do UeTftKT'ara Igoa-
rassu', vinle dias de lcenca com vencimetrips a con-
tar de 18 de jolbo ultimo, alim de tratar de sua
viagem.
DitaConccdenile dous meses de liceura a pro
fessora de priineiras ledras de Iguarassu, pava tra-
l.u de sua saude, e a ci/iitur zelas dettl provincia.
Oaarlel-Benoral na eidade do Becife, em 6 dea-
costo de 1856.
lote Joai/uim Coelho.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sosaojudiciariaem ti de agosto ate 1856.
Presidencia do E\m. Sr. desernbargador Souza.
Eslivcram presentos memhrns do tribunal.
I'aiin do Sr. desernbargador Leilo an Sr. desern-
bargador tiilirana a appellacao em que >ao :
Appellanles, a viuva e herdeiros de Jos Goaeal-
ves refreir e Silva.
Appellados, Bailar & Oliveira.
Appellanles; Bego AlhuquerqueiV Compaohia.
Apprllado. Melquades Anlunes de Alenla.
Pas>ou do Sr. desernbargador Villares ao Sr. de-
seinhargador l.eao a >ppellar;rio em que sao :
Appellante, l'irmian' Jo. Rodrigues l-'errcira.
Appelladn, Aulonio Connives dos Santos.
Esciivao .vlhuquerque.
Caria de M. de Monlaemberl.
Sr. presidente.Detido a 12 leguas de Par
por um imperioso dever de familia, que me obri-
gou a pedir urna licenr.i ao corpo legislativo, sinto
o inaior pesar por nao poder lomar paite na ileli-
beracao que se vai abrir sobre o projecln de lei rp-
lalivo li cuiicesso de 00,1100 fr.de renda as prm-
eezas da casa d'Orleans e aos lens'herdeiros.
Jolgo porm que a ausencia a que me vejo obli-
gado mo me privar do direilo da emillir a mi-
ulia opiniao sobre esle plajelo, deate meo procedi-
menlo facilmenlc se acham precedentes no. anna-
es da SSSembla, de que nos dous lemos feilo parte ;
he paranlo a vrfs Sr. presidente. q;ie tenho a honra
de me dirigir para vos pedir que participis aos
"i"-"- collegas a ininha opiniilo.
Bejeilo com todas as tortas da mitiha conviccao
as disposires do projorlo de lei, c os loutivos que' o
inspiraram.
Ha 20 anuo, qi.e faro parle do corpo legislativo
do meu paiz, e nSo me lembro de ter sido chamado
a dar o meu vol sobre uina medida por (al forma
incnmpali.el com lodas as regras de direilo pu-
blico e privado.
Nlo catn pela implilili tMctaoqae esle proiee-
lo da aos decretos de 22 de Janeiro e de 2 de mar-
co, que despojaran) a casa de Oileans de um patri-
monio.
Ja por 3 vezes ourio o corpo legislativo os meus
protestos conira estes aclos.
Parliods porm do fado consuminado sobre estes
ai tos eis o que salla a (odas as vistas : Se. a lei que
e.labeleceu a lista civil do re l.uiz Phihppe ; e oa-
ja reduzidos os documentos cum que a posteri lade | do ulico*, conimerciantes. mundanos, arbitro, da ambas do Rio de Janeiro, una rom escolla para o
poderia julga-lo, sem os odios e (Teicres de que governacao, e porque a companhia era um estado norte, outra para o sal do imperio. Slo anda em-
eslao eivados os livros, ou antes as bibliotliecas raa- uo eslado. ] presas pailieulares subvencionadas pelo overeo.
nuscriptas v iinprrssas que ha a rtspeilo delle. Sim, foram ulicos lotos ellcs, desde o meslre lis respectivos contratos a cabain de ser renovados
I. I ir lio se, e para sempre, o mais importante; Ignacio al an douto Vieira ; leve raides de estado I osla anno, e mediante um pequeo augmento de
para osetlinguir, mas para o. iufamar, paraosipiei-isubvencan, as obrigai.es da companhia bao sido
mar, paraos encarcerar, para n atl'ogar, e exterm- de>cnvolvids<, de maneira que nenhum posto de al-
na-Ios pela fome, a humen, de urna corporacn que cuma Importancia seja privado desles meios rpidos
lanlns servidos linha prestado ao reino c a clin.- de commneicacjlo.
lau-ia Li, desles aclos so os decreta a publica do .Ne-la revista resumida c acanhanda, apena- posso
diabo.
A oracao do dnulo profes.or, foi laborinsameule
estudada na vida do meinoravel estadista, e os fae-
ricultura, ao que instiluio as I los mais proeininenlcs da sua adminislrac.lo foraui
inslruccao primaria], ao que moralisados rom profundiza, n'um discurso de duas
sieiilo devido ao que o grande dadista nos legou.
Fez Cesar o que cumpria a Cesar ; Dos fanao que
Ihe aprouvesse.
Lisboa pagou tributo aquclle que arriscara e levan-
tara, lodo o reiuo ao que mais fnineiilnu a indas-
tria, o commercio e
escollas menores ,'de
reformoo a universidade, ao que abollo a e.cravalu- i horas, recitado com cxpelicao iulimaliva, e una
| ra, ao que cerceou os morgados; ao que amesqui- grande firmeza de memoria."
uhou a inqoisicilo.ao qae dotoa o hospitaes e acudi I Em assumplo mais evanglico quizerarans mis ver
ao. exposto*: ao que organisou o excrcilo.ao que ela-1 empregada a grande sciencia eeClesissUea, e a unc-
heleeeu a jimia do commercio, ao que creou as fa- rilo que a palavra toma da auslcridade sacerdotal) e
bricas de pannos, de sedn, louca. chapellaria, vi-
dros e outras, ao que tomliou os liens da coroa, ao
que povoou as colonias, ao que inslitnio a compa-
nhia das Indias, c a do Para e Mar.nhao, nos Bra-
sis, ao que abaleo o orgnlro brilaniao. ao que iuau-
guruu um monumento dr arte, admirado pelos es-
lianhos, emlim, ao que i'ius deisou leis mo-
numeutaes.coino sao mudas da famosa collercao jo-
sephina.
Quem deisou nunca lio granJe cabedal para re-
mir as dividas que a Iraqueza humana eonlrai 1
A cmara municipal de Lisboa, sob proposta do
Sr. vereador Ayrcs de S. e com a coadjuvac>> do
Ilustre successor da casa de Pomlial, con>eguio que
as cimas do marque? fonem lirada, do exilio e de-
posadas decorosamenle nestacapit.il.
Emquaoto se Ihe n.lo faz um maiisolu condigno,
preparou-se o jazigo da casa, na sois ermida da ra
Formosa.
dos professores, do cal >ido da S, dos trihuuaes i-
vis e do commercio, d. i armada nacional, inultos ti-
tulares, escriptores e oulras pessoas que juntamente
com a cmara forinav; un o cortejo.
Pelas cinco horas da .larde, acamara municipal,
que se achava em carp mcjk> portas da eidade,
reerheu do Sr. marque? de Pombal ii'nma salva rte
prala, as chaves do ataii de, com orna breve elloeo
ro a que respondeu o t-r. presidente na muuicipa-
lulade.
Logo depois seguio o prestito para a igreja de
Santo Aulonio, indo lodi is os Irens sem dislincco
de lugar, fechando, por.m, o sequilo os vereadore
da cmara, e anles delle-, a carruacem enlutada em
qoe vinha o marquez a rtual, e nutro em que um
fmulo trazia a corda d Logo aps era o coche da casa real que eondazia a
cleresia, e onlro puxadij a oilo. rodeado de criados
tras lanas leis, que, mesmo uo lempo ila repblica, da "s c<"n bratvKies accesos, onde vinhain as
sanccianarain a dolaran feila a -eni lilhos.no foram '{**' 'A*
-iHi-i.nl,-. para derotr asfui regra monarchia lilo singularmente invocadas no reina, i
de Napolaao, he fiira de duvida que nao lem val
a le para que peden) o noso voto,
Diiomantigo adagio de direilo dar e dei.i.
'ir itnr Ac impoxxicel,
Devc lambcrn nizer-se : ainda o he menos dar
lomar. So ha o direilo de tirar, nao ha odedi-'
De duas orna, oaJiPuR raufumudade .-. '
ligO ilit-i'a .i.l.li.lrWSS f
lal
da vida irrepreheusivel do Sr. conego Ferino.
Mas quanlii anos, o panegrico do marquez de
Pombal, esta' escriplo por elle mesmo. L"m exeerp-
lo de muilas de-uas leis, dos rclalorio. principal-
mente, e do que elle por shh tato cscreveu, loria
urna longa aotobiograpbla.
./. da Silia Tull).
' dem
O BRASIL
l'or Charlci Reyliou.
O que n estado nao pode fazer, o que Iheorira-
menlc nao he bom qoe elle faja, a industria e os
capilaes particulares se ctiearregarain de empre-
header.
Eis-aqui o que o pa'seu. I'ma le approvra oes-
tabelccimenlo delres llnltaa inui importantes de ra-
, minlio de ferro, partoslo, urna do Rio de Janeiro.
A cmara expedio convites a loda< as autoridades a oulra da Babia, a ler'eira de l'pinamlnico. e per-
c corporacrs, para a BeompSObjar as honras lu- j correndo o pontos cointnerciaes e agrcolas mais
nebres que ileva prestar ao rtslauradur de Lisboa, j povoados e mais productivos detlaa tres ricas pro-
logo que as suas ciuzas chega ssern s portas da ci- vincias. Para altiahir os capilaes eslrangeirns c in-
dade. ^ dige as a estas operaces.n estado garanlira aos em-
lloje para a barreira rite Arroins se encaminha- I prezarios om juro de .'i |ior cenlo.
ram di Moren ie. auloridai'les. c as depulaces da as- i A medida era exrelleule. mas o juro garantido en.
sociacilo commercial. Aaa diversas associafes de ar- i mili diminulo, onde o dmheiro produz inulto pelo
listas, ila academia da s bellas arles, da associacao Irabalhn. A assemhlea provincial da Baha recor-
reu a um meio de fazer acolher a sua huta pelos ca-
pitalistas, A lei dos 5 por cenlo garantido pelo es-
lado, deu ella nina garanta supplemeiil-r de 2 por
cenlo. As asseinbleas das provincias do Rio de Ja-
neiro e Peruambuco seguirn) esle esemplo.
Em consequencia deslas medidas lomadas em
1854, aaiiengao dos empresarios inglese* -e dirigi
para estes grandes tralialhos, e depois de nm estado
profundo do plano e das direcces do eaminbo de
ferro projeclado do Bio de Janeiro, uina companhia
que tem a soa frente Mr. Pnce, concluio Com o re-
presenlanle do Brasil em Londres. Mr. Sergio de
Macedo, um tratado pelo qual se obnga a execular
minie li-it.menle esta linha. O goveruo brasileiro
approvou a iniciativa do seu hbil agente, Saneen*-
liando o contrato.
Esle raminho. que loma o nomede I). Pedro II,
partir da capital e biturnar.i depoi.de ahumas le-
guas, para atlingir de um lado a fronleira'de Mi-
nastieraes. do onlro a frouleia da provincia de S.
Paulo. A despeza do etahelecimcnto do caintiiho
indicar atguns dos inelhorameulos materiaes opera-
dos pelo governo on com o seu concurso. Ainda
tena mullo que di/.er ; pois que. uestes ltimos
anuos, lodos os servicos administrativos bao sido no-
QCESTAO ANULO-AMERICANA.
Eis aqu as pecas mais iniporlautes que acaban)
de ser communiradas an parlamento ingles acerca
da desavenea iinglo-americaua : fo as duas respos-
las de lord Clarendon, relativamente retirada do
Sr. ('.rampln e a qucslo da America ceulral.
Despacho relativo a retirada do Sr. Cramptun.
I) ronde de Clarendon ao Sr. Pullas.
Porcino, oflice 211 de junho de IS.">(i.
Sennor, o despacbo do Sr. Marev, que V.
.Nao lomarte BCm exercerAo '.nenhum.i domiuc^o
sobre neiihuui desles l-.-i.nlo..
> 11 a liria-Brelanhi, nem os Kslados-I 'nido.
se prevalerer.lo de urna Inlimidade, de orna atlian-
ea, de qoalquer inllueneia sobre ana dos EslaC.
rujo terrilnrio o ranal alravesaa, alim de adquirir
ou de ler dircrla ou indirtclameata para roa e
! subditos ou rioadaoa de ama potencia, direilo e van-
i lagens relativas ao commercio ou navegbate ate
dilo canal, que nao forem nderecidas as mesen i.
. que
Exc. me leu a II do rorrete mez, a da qual me I condires aos satMitaa oa cidados 4a nutra.
deiiou copia, foi lomado em cousnlerac.io pelo go-I O governo de S M. pcn verno de S. M. I mais natural c imlubilavel cicle artigo era, aae li-
li governo de S. M. felicita-so de saber que foram cava prohibido a cada governo fazer at o ler-
lavelmenle melhorados, e lie evidente que a uover- aceita, sem reserva pelo presidente dos Estado*- mos do artigo.declaravam eiplieilamenle, que ne-
no progride como o paiz. O qae lie especialmente Unidos as deelaraees coulidas na minha ola de nhum dos govrruos faria dahi em dianlr '
Alraz ia o marechal duque de Saldanha. com o seu
basiao, e seguido dos chefas e olliciaes do estada-
maior.
O nobre duque de Sil,ludia pode contar como
una da glorias da sua carreira, esta de haver acom-
panhaato tiiaoiphnte|rienlo as einzaa de seu moino-
iave| avu,
t ma forra de cavallaria conimand.i.la p.-|o hriga-
dciro D. Antonio Josi de Mello, cerra,a o sahi-
mento.
ligo r-i^i|,.i.l^avr-a|B| t.,,..., r,iIn)J i(i ,,, ,,, ., ment. 9
lainrWO, Cfle se Djz i mirar no dominio rio Eslado] ^" allegado a Santo Alilonin da S, onde
P-irilitaniu da .milia Orleans. S. M.el-rd. o iniuiserioe grande nome
I* latn lil.'P n.l. r> Am.ila, ..^. .a___I. '. B .^ a .1- 1. f .!_. B
COMBSAMDO DAS ARMAS.
Qoartel general do eocanaaodo das artaas de
Pernimbuco na cldnde do Rcclfc en. (> do
agosto de 1866
OBDEM DO DI.VV..II2.
Tendo oSr. ulferes quartcl-mrslre do nnni bala-
Ibo de infamara, Francisco Jo- Joaqun) de Bar-
ros, deiado de comparecer hoolem, s 0 horas do
dia no respectivo qoartel, como Ihe foi determinado
pa.a prestar coulas do. dinheiros do balalho a seu
cargo ; e bavondo toda a probabilidade de se ter
evadido da capital, unde tem sido procurada intil
E i esle caso com qae direilo peii.am boje desp
jar p sreialmenle o Estado ?
t)u cnlo esle enligo direilo no era appbravel ..
reale za creada pela caria de 1830, c entfio para que
a den ogam boje em parte e lmenle em proveilo
doaac nitores da casa de Orleans?
Se os bens de que o duque de Orleans, anles de
sub r ao Ihroun, fez doaro a seus lilhos, nao per-
lene ama estes, poique motivo se Ibes hade dar urna
qna. 'ilicaijio, em detrimento do eslado ''
M as se elles Ihes pcrlencem, ou mesmo ainda, se
soWre islo ha duvida, como he possivel dar a ons o
qi ie. se nega a oulros '!
Como se atlrevem na presenca do DOSSS direilo
ci vil c da igoaldade de pardillas, que elle consagra,
a reronhecer s direilo das fiihas despojando os li-
li ios. creando uina especie de lei sabea em proveilo
(So conliscn \*
Se porem os dominios de que se Irala n.io pcrlen-
cem aquclles, a que se propoe dar-lhes o seu valor,
sobre quesefundam para lli'osresliluir.'
Donde vem o direilo de substituir urna renda a
bens de raz '.'
f,)ual sena o particular qne querena eslar por es-
la i roca !
Donde vem esta penso de 200.0(10 ir.ni.-o.- por
de eslao os arbitros '.' Ooem fez a avaliaro i
An. de eslao os contratos, os processos Verbaes de
ai ijudicacn, que serviramde base a esla avaliacilo
d e bens itninoveis e de valores, de que tumou poaaC
i. adminislraco djis doimiiios ?
Alm disto deve reconhecer-se que as cohvencoes
matrimoniaes entre as lilhas do rol Lint Plnlippe e
s-cus esposos, leem om carcter internacional, e qoe
ajs mesmas CMlvenfOM eram cou4ralada entre os fi-
liaos do* res e as princezas eslrangeiras, com que
el les casarain.
. Vcaso a farluua matrimonial dos qualrn princi-
pe- i d'Orleans nao deve ser considerada como urna
da s contienes que delerminarsm o casamen-
como diz o relalorio ) eom'as princezas que
rbeisaram as soas patrias para entrarem no co de
urna familia eslrangeira e que agora se veein pri-
vadas das amageos que para ellas resullava da
doafao de 7 de agosto, da qual seu. llhus deviam
ser herdeiros'!
Finalmente se se consideraren) como a regulares e
elinitivos os decretos de 18.V2. como he possivel
propor a una a.scmhla franceza. que inscreva no
grande livro da divida publica rendas, que ngose-
riam mais do que pensiles gratuitas em proveilo
de Jimaa princezas eslrangeiras, as quaes nunca fize-
rarne.prnvavelmenle,nunca farao cousaalguma pela
Franca, ao mesmo lempo que se recusa luda a re-
pararao, e iudemnisacao a principes essciirialmcnle
francezes, os quaes desde a silio de Anvers al
captura de Abdel Kader nunca perderam uina oc-
sasiAo de servir e de honrar a bandeira nacional,
que deram frente dos nossos exercitos o exeinplo
de todas as virtudes militares, e que depois que o
m?is Iniqno exilio Ibes fechou as porlas da patria,
n;lo proleslar.im nunca, nem por obras, por aclos
ou palavraa, a paz publica '.'
Por lodos estes motivos e alada por oulros mul-
los votarei contra o projeclo de lei apresenlado a
23 de junho. faco-o mesmo por honra dos princi-
pes, pois nao quero pertenrer ao numero dos legis-
ladores, que Ibes inflingen) c.la hunilhac,1o.
Nlo obedece com esla minha conducta "a conside-
rarlo alguma de partido, ou de pessoa, ese em al-
gn lempo os principes da casa d'Orleans poderem
.charca em eslado de obrar da mesma sorle, com
os principes da dynaslia napolenica, mo.lracei os
mesmos .entnenla., e empregarei a mesma I i ai
guagem, porque aou daquelles, que seguein a ju-li-
c. e nilo a fortuna.
Peco-vos, Sr. presidente, que mandis ler esta
carta an corpo legislativo, e que facais com que el-
la seja mencionada como aclo oflicial.
Assignado Montolemberl.
( A Sarao.)
LISBOA.
Iii de junho..
/..lei/uias do man/uez de Pombal.
Eolraram hoje nesla orle, com honras de princi-
ente, conforme parlicipou o Sr. maior comitian- ** as ""** de um hornera de astado, que ha se-
tenta e nove foi dclla expulso com pena de niorle
se ca voltasse. e a quem a clemencia de urna rainha
tivrnn do palibulo.
Oncm pode prever as virissiluiles desle mundo !
Para ser em ludo extraordinario, o destino de.te
homem de genio, al no seu funeral poslhorao, o
n.io des.imp.il no a estrella que laulo Ihe lem pro-
longado, e feto radiara relcliridade.
Se elle morrease no fastigio do poder que lexe do-
rante vinle e sote minos, teria maiercs honras que
as que hoje se Itie li/eram Nao nem laes.
He porque a sna l'-ina no vive so as paginas da
historia, nas as inslituiees e inoiiomeutos que Bl-
inda boje no-la eslao pregoando.
Que Inrbilhflo de pensamantos nos nao aeodram
alenle, quando xiniiis passar o alaitde que encerra-
va as mizas do lerrivel ministro, coja vida se nos
figura um quadro de Iteiubraiiltraeos indeleveis
do genio creador sobre um fundo lnehroo !
Birhelieu, Mazarino, F'ouquet, a quem o coui|ia-
rain muilos, Sulh
c arhava
...ro de cida-
daoa, o alan le ro lomado pelos vereadores e ,le-
poito uaa, e ahi ai cantn por instrumental, o
libera me.
Acabado o oflirio, tegnio na mesma orden) o pres-
tilo por entre as alas da guarnicao da capital, que
se esleudiam desde a largo da igreja al ao Unci.
Era noile fechada quaudo chegou aa jizigo da ra
Formosa, dando o parque de artilhana que se ada-
le I). Pedro V, as .le.cargas do
lo Iransilo eslavam apianadas
va poslado ua praca
eslxlo.
As ruase janelias
de genio.
A", exequias mnn- -i|,.ie- seguiram-ie as familia-
res que o senhor marquez successor fez celebrar
pomposamente, na cjpella das Meccs, onde licam
depositadas as cinzai do grande ministro.
Reunidos no lemnlu os prenles e alins do fina-
do e grande oumero de notabilidades, prseme
tambem o eminenlis| verendos arcebispo ( e Evora, hispo de Angola e do
Algarve, comecou-s i a missa. ofliciada por esle ul-
timo prelado.
A msica lanto vrlral enmo in.lruinenl.il, era dos
melhores artistas qdc temos para igreja, regente
Srs. Sanios Piulo,
vid Peres.
Acabada a missa
neg Marlens Ierra ,.
a coroposicao classtca de Da-
ubioao pulpito o "reverendo co-
t elogio do marq
peranle os aliares,
so, que ni ib 11 ii- pre
por lemereto o exit
intratare! para um
So urna razao all
priedade de se faze
deira sagrada.
O ministerio eva
mas da f. para n
para os edificar con
justse piedosos.
lmenlos polilicos ;
coes do talento e da
es de Pombal, para so recilar
oi tido por lilo arduo e espiuho-
adores se recii'aratn a tarefa, ou
ou por acharen) o assumplo
cclesiaslico.
garemos mis, qoe he a impro-
em panegricos profauos na ca-
gelico be para dill'uodir os dog-
ruir e couverler os pecradores,
os exemplos da vida dos varoes
\s glorias militares ; os commel-
o rgimen dos estados; as crea-
arle, que as celebren! as acade-
mias assoas meritoria.; as musas nos seus poe-
mas ; o oradores [nos seus discursos; os Ihealros
nos seos palcos ; as arles nos seus Iropheos, o mun-
do nos seus applauios e a fama pelas cem lubas da
aura popular. Mas nenhum desles cebos da gloria
secular, se lepercola jamis pelas abobadas do sanc-
luario, nem ouse ii beijar sacrilegamente as aras do
Dos vivo.
Contrarios a eta doulrins, s3o de certo minios
exemplos da igreja desde a mais remola anliguida-
de ; e ainda assiin pnucos Pumos tiveram os Traja-
nos enlre os santos padre". Mas o uo, por mais
fundadas que tenha as railes, mo pode, nao deve
prevalecer contra a boa razio.
Ouando a Franca quiz honrar a memoria de Sul-
ly e perpetuar os tactos memoraveis ntemeraveis da
i Imini-traein do grande ministro de llenrique IV,
rnmmelteu o seu elogio ao eu Plutarco nacional
Mr. Thomaz, e coroou-o no instillo, em cuja sala
se Icvanlnit entaa a eslalua inouuraeotal do profun-
do e-la ll.la.
\ao mudo embora as cinzas dos ricos e poderosos
arolher-se ao sagrado, nao para ahi serem sopradas
do alio da cadeira da verdade, mas sim para serem
aspergidas a apagar-se de todo aquclle p, que
avulla pela gr-ndeza exlerna das urnas e mausoleos.
Qoe a palavra divinase i.ao abata das alturas don-
de dimana, nem o sacerdocio se fofa acadmico.
Maso illuslre marque/, do Pomlial quiz que ne-
nbnma das homenagens que o mundo e a igreja cos-
tumam tributar aos finados, lalla-se as exequias
do seu glorioso avo. R e Sr. conego Ferrao acce-
deu ao convite, sem Ihe descouhecer a arduidade,
como bom entendedor e amestrado juiz que be.
0 insigne professor de historia accIesUslea, pla-
ueoo o sen discurso com afoiteza c arrojo de mes- i rilr'io do" Per''
Ir. O monumento era gigante, a arel nao poda
ser acanhada.
Mas fez elle urna hiographia, fez um elogio histo-
rien, fez urna oracao fnebre ".'
Chegou-nos a limidez para classilicar. Deixemos
a oulrem esle oous.
iiiiiiln
esla calculada em 2S mil conlos de ris III iiulkr-
e a compinhia c encanega de f,,mecer, medanle a
garanta do juro de 7 por cenlo. estipulada para 33
anuos, e acoucessao da exploracilo do eaininlio duran
le '.MI alios. Toda a liaba deve ser eseeutada den-
tro de um prazo de II) anuos, mas, suppue-M que a
porcAo mais mpnrlanta e mais lueraliva, a que vai
at o rio Parahiba, ser acabada em menos de ti
anuos.
Ao pa-s.i qoe se conclua esle negocio, lrala)a-se
com outros capitalistas ingleses acerca das Habas
de Pernainliiico e da Babia. Enviaram-se onge-
uheiros ao. logare, para (aladar as direcries, e e-pe-
rava-se chegar tambem a nina OnncTasfo,
SeCC Ingleses, que a -ua experiencia odoslrial
collora em primeiro lugar para execuca.) das vas
frreas, reservaran) para si a direroao dos Irabalhos,
o concurso ilos capilaes pailiciilares do lira-il nilo
lem com ludo fallado a patritica empresa do eami-
nbo de ferro de D. Pedro II. Lma parle mu con-
sideravel das arcaies que formara o fundo social, foi
subscripta no Rio, e a arlluencia foi grande, a jul-
gar-se disto pelas queixas e rccruniuifes que lize-
ram ouvir, nos Jomaos da capital, os numero-os so-
licitadores, que no ohliveram, ou que apenas live-
ram urna parle mui diminua na dtslribuicao das
acfoes.
NSo se podem fazer caminhos de ferro em toda a
parte, mas era loda a pide li bom e nece.sario abrir
estradas para carroagens, c melhurar os ros, de ma-
neira qne se tornen) praticaveis aos transporte!. He
a que parece mui liem enmprehender as assemhlas
i provuciaes, e a sua tendencia unnime he applicar
a estes Irabalhos fecundos os sen. recursos disponi-
veis. Mas estes recur.os sao restrictos, e ah tambem
a inteligencia econmica suppOe a iusulliciencia dos
cofres publicus. Assiin o anno pastado, a assemhlea
de S. Paulu ,le -re ,n um lecido de vas ou por agua
ou por Ierra, que abraca a eilearSRO de toda a pro-
vincia. Para atlrahir os emprezarios, ella eslabele-
ceu ao mesmo lempo urn direilo de pedagio, um
monopolio de transporte e urna garanlia de juro. A'
vista do alvo que espera atlingir, ludo.he admissivel,
anda mesrno o monopolio, lie melhor para os via-
jantes ser cuuduziuos por urna empreza privilegiada
do que no s-lo de maneira alguma.
Cilo um exeraplo, mas os documentos que tenho
debaixo dos olhos eslahelccem que em todas as pa-
ragens o impulso esla dado, e que ha nvalidade en-
tre as provincias para inclhorar as vias de commu-
oicacto.
Encontr especialmente a prnva disto no relalorio
que aprescnlou esle anuo as cmaras o ministro do
imperio. Disse que urna porcAo dos fundos geraes
era destinado a subvencionar as obras publicas a car-
go das provincias. O relalorio refere as obras mu
numerosas em principio de execuc,ao em cada orna
das aleadas provinciaes, e as subvencoes concedidas
pelo governo. O melhorainenlo dos ros tem urna
parte mui grande ncslas dislribuices.
Entre os nos que sulcain o Brasil e que sao des-
uados a tornar se dentro de puucns anuos um dos
mais poderosos vehculos da sua propriedade, eiisle
um que he o maior no do mundo, c qne merece
especial menea,i. he o Amasonas cujo curso lem ma.
de mil e Irezenlas legoas de deseuvolvimenlo, e que
engrossado por milhare- de Iribularios, tem setenta
c duas legoas de largura na sua embocadura, o
Brasil, na posse do curso inferior e das embocadu-
ras desle iniuensorio.fora imperdoavellse tivcrsc dos-
prezado fazer concorrer aos seus dtsenvovilmenlos
prsenles e futuros e.le grandioso clmenlo de pros-
peridade. Com cffelo, ha vislo muilo que fazer,
pois que as margena do rio inagesloso, com a p-
tenle vegelacao. se acham quasi inleirameule des-
providas de populacho. Alaamas tribus de ludios
a costo se lulo podido aclimar sob o clima trrido
da /.una cqualnrial.
Prtsenlemenle, o governo do Brasil ha feilo o
que era possivel : creou por meio de una medida
enrgica c intrpida, a navegacilo sobre o grande
rtu. Urna conpaiibia poderosa se encarregou, me-
danle una sebveneao bstanle consideravel. mis
que deve diminuir progrrssivameale, de eslabelecer
sobre o Amasonas qualro Indias de navios a vapor,
que devem tocar em todos os pontos habitados do
rio e dos seus principad allluenles, e das quaes urna
deve chegar al as aguas superiores do rio, no rer-
nolavel, lie que nao he somonte no lado positivo
material das con.as que o progresso se assignala ; o
mnviraenlo inlelieilual nao esta menos desenvolvi-
do, em virtude do impulso dado do alto e dos recur-
sos do espirito de a'sociacilo mu preciado, e mui hem
praticado. O Rio de Janeiro especialmente lem
poetas, jornaes do lamauho do Times, clieinsde an-
uuncics, porem bem redigidos e de. um sabor local
algumas vetas mu picante/ ; lem sociedades hue-
lo de abril, de que da parle do governo de S. M. j-ca la governo ronservava oa dirallo, do que onuva
mo havia neuhuma iotenclo de violar as leis, de ] preredenleiueule. nlo leudo eswca dirastaai tate ex-
comprometler a neutra I ida de. nem de i.Hender a su- ; pressamenlc lumia os oo abandonadas.
herauia dos Eslados-Cnidos, e que cessou de existir Quanto ao que respeila e-perialmente pmlerr
toda a causa de desavenea a respeilo da queslau de que durante multo lempo o governo hritaaoM-oevn-
cedeo aos ludios de Mosquito, este artigo, loage de
alislamento entre os governos da (jra-Brelanha c
da liiiao-Americaua.
todava a governo de S. M. soube com pezar
que o presidente nao modificara sua opiniao relab-
raras e scienlilicas, enlre oulras, o Instituto bis- j vamenlc t coiidocla do ministro de S. M. em Was-
lorico e geographico, de que he membro o impe- I hinglon. e dos cnsules de S. M. era New-Ycrk,
rador, e membro dos mais assiduos e dos mais BCli-1 Phlladclphil e Ciucinuali, acerca das qucsli'ies que
vos. Ao lado desles desenvolvimcnlos dados ao.
Irabalhos da iulelligencia, ha lias insliluiees e os
costme* do Brasil a luidla piadosa de ludo" quanlo
he fraco, e de ludo |quanlo sull're, do menino
que, por indo o imperio, recebe o b-uelicio da ins-
lruccao gratuita ; do negro que, em cerlos casos,
he prolegido por um juiz especial ; do pobre enfer,
:no que he soc.corrido e Iraladn as molestias. As
metieres cidades do impprio pos-nem hospilaes do-
tado pela raiidade particular, e em caso de neces-
sidade pelos cofre provinciaes. A capital, ni-lo
assim como em todas as cousas, da nohrcmente o
exeinplo. 'I'em a sua casa da Misericordia, colocada
hoje sob a alia direccao do presidente do censelho,
marquez do Paran, e que no lem nada que inve-
jar aos mais perleilos e.lahelecimeulns deste gene-
ro na Europa, l'm pslbetico exemplo lumado
Franca vem rninplelar recntenteme a organisacao
da casada Misericordia : asnossas irnies de V-
renle de Paulo foram chamadas para fazer o servi-
do interior deste eslabelectmento, e la, a.sini como
no Oriente, estas piadosas mniheres bao colindo o
recouheriiiiento publico e feilo abeneoar o uoine
da Fanos. A Babia encheu-se de emlscilo : a se-
gunda eidade do imperio tamlicm quiz ter as suas
irmes de caridade. e a propaganda que exerce a
sua adiniravel dedicacilo estende lodos os das os
seus elleilos o multiplica os pedidos casa inai de
Pars.
Assim, ludo se acha em progresse no Brasil, e em
prograuo nolavel. Mas querra islo dizer que nao
ha nada eeiisnravel na situara,i geral do imperio '.'
De sorle alguma. e nio seria amigo sincero da Bra-
sil aquello que Ihe deixasse cier queja nao lia olis-
ijimios serios a superar, que ludo camiuha o me-
lhor possivel e que u seu futuro se realza-
r por si i. He a custa de grandes, estar-
eos e de cuidado, incessantes que esle foluro dar
ludo quanlo promellr. As in*tiloi(cs polticas ao
exc-llenles, garantem a seguranca publica ; mas os
defeilos dos coslumes neulralisam os seus bons
eiritos, no que se refere a seguranca individual.
Ha no relalorio apresenlado s cmaras pln mi-
ni.tro da justiratristes e severas paginaseaassgradas
a nnmencl.ilura fnebre dos enmes contra as pes-
soas, e o numero dos amaslpalos e dos homicidios
r.-inineiinios no auno se apprnuiuiain muilo das es-
lalisiicas liinulires que ininistrava a Corsoga no tein-
po das m.is ardenles rrndella.
Set que ele- cTimsx, mais frequcnles alias nos
pases menos rivilisados do interior do que no lilto-
ral, sao raras vezes o obra das pahoes balsas ; qoe
nao despojam, nao rouham aquelles qoe malam. e
nao ha exeinplo de que um assassino tenha ferido
Viajantes solados que voltam d is minas, atreves das
lloresias espessaa, condosindo oas seas malas dia-
mantea oa inrtaes preciosos. He um fado ; n.io as-
saacinam para rouhar, mas aasaasinam por ardor de
sangue. por vinganca e para saciar odios heredita-
rios. Estes lamenlaveis excessos Doatecsni aos es-
trangeiros, anda aquclle. que por urna longa resi-
dencia se acham naturalisadns no Brasil ; mas nem
por isso deixa de ser urna mancha para a honra do
imperio, mancha que releva apagar, l'm sy-tema
de |,rompa e rigorosa repres.ao he o nico que po-
de proporcionan um remedio efficaz ae mal, que por
oulro lado devera singularmente allenuar-se me-
dida que a eivilisacao que vai ganhauJo terreno lizer
desapparee,er estas florestal impenelraveis qne -er-
veii) de anlro ao criminosos. Mas estica, de.de
ja e sempre, lem o seu papel, que ella devora mui
enlmente melhor preencher boje do que a. nova
le de eteicao, prohibiudo a accamnlacAo das func-
ces judiciarias e do mndalo legislativo, arredar o
magistrado de qualquer penamento de intriga clei-
toral e Ihe deixar a plena imparcialidade.
<) Brasil adoplou, para o primeiro geo de juris-
diccao, a regra do juiz nico ; he esta em minha opi-
niSo uina regra excelleute, pois que he mais fcil
adiar um bjn magistrado do que tres, cinco e sele,
e nao he sempre o melhor elemento que triumpha
na (nhunaes rompo.los de elementos diversos. Uas
eslado em discussao entre os dous go-
linbam
verno
O Sr. Marrv anuunciara no sen despacito de
38 de dezeinhro de 1855, que o presidente penaava
que cssrs runccionarios de S. II. linham violado as
leis dos Estados-1'nidos, lomando parle em alsla-
menlos no territorio da l'ni.lo ; que por esses mo-
tivos era de opiniao, que nao podiam ser aceitas co-
mo orgaos do governo de S. II. mu Estados-1 nidos,
e que por cuiisequencia pedira, que fussem retira-
dos de seus respectivos pastos.
O governo de S. M. n.io comparlilbou a opiniu
do presidente sobre a conducta des.es fuiccionanns
de S. M. i iepn. de ler communicado aus mesmos
as accusacOes, que Ihe eram felas, e as declaraces
esa que se lundavatu essas acru.acocs, depuis de*ler
recelo I,, delles negaees furmaes, hem como as bre-
vas que poderam reunir em desabono dos lesieiua-
nhos dados contra elles, o goveruo de S. M. espoa
francamenle toda esta queslao ao governo dos Fl-ia-
dos-l nidos persuadid i de que dis-iparia a imprcs-
slo dcsfavoravel, que existia no espirito do presi-
dente relativamente a conduela do ministra de S. M.
em Washington e dos Ires con.ules supra-meucio-
nadns.
Entretanto, parece, que essa communicac.o nao
produzio o elleilo que esperava o governo de S. M.,
e o Si. Uarcy dtcUranoo que nao se modificara a
maneira de ver do presidente sobre essas materia,
acresceiiloit a essa declararlo urna serie de dncu- como beque o presideue. como diz o Sr. Marrv, y.
montos tendentes a confirmar a primeira opiniao do por certo-, incidentes subsidiarios, tora levados con-
cluir que a anuir rio da desavenga Ssrhrminda mire
decidir qoe cessse tal protercio, reronbaee tmn
existencia, e prev soa continuarlo ; p.i o arti...
diz, qoe nem urna nem nutra das parle* se servir
da pn leciulo que concede ou qae possa conceder a
um i,ino ou a um Eslado, para erigir o* raamiii
forlificeri.es, ou para oceupar, fortificar, coiooca
o. paires que sao especificados. O tratado nate eli-
ge, pois, que cesae a piotereao existente ; oaiia-
mente prohilie, que se use dessa prolerr.it, para omb
lin del, iminailo.
luformei por multas vezes ao Sr. Bachawan, te
que o governo de S. M. desojara retirar-te W ajra-
tectorado de Mosquito, comanlo que o podesse fa-
zer com honra, assegorando a sitoacSo da rtf* dos
Indios de.se pajz. Acrescenlei que Roatan er^
possessn da coro de S. M., e qne como o governo
de S. II. jamis consentira em abandonar o pro-
lerlorado de Mosquito ou entregar a ilha de Raa-
lau -imple-menle como consequencia do ansa itilrr-
prrlacao dada a um tratado pelo governo dos E-
Hatos Unidos, inlerpreiar.ni qne o governo de S. M.
nao admita, a conducta mais naim.il e mais aaaisa-
vel sena submeller a interpretaran do tratado a ama
terceira potencia.
Fiz esle otlerecimento an Sr. Rochanari sob a di-
reccao du governo de S. M. e elle fot nimias ver-,
renovado e discutido entre mis. Sem da-vida o V.
f.ramploii de conformidad com uas insliaccica de-
via ler romuiuincado an Sr. Marey o mea despa-
cho de III de nnvembro, o qual dava coala de ani
nhas ronvrr.aclies com o Sr. liochanan ; mas ainda
que o nao 'eolia feilo. he roosa de pouca ronseqen-
cia : par quauto o Sr. Buch.inan aflirntnu-me mol-
las vezes que referia ao seo governo lado o qae sa
p.i.-.iv.i enlre nos. Perganlo enlate a asim
ine.mo.
O governo de S. U. examinot rom cuida.lo esses
diicuinentos addicionacs, porem na achou prova
digna de fe, que podesse abalar sua confiauca as
-deelaraees do Sr. Crampton e dos cnsules.
(t governo de S. II. conserva o alio conreito, que
empre fez do zelo, da bahililidadc e da inleireza do
Sr. Crampton, e do vivo desejo que o animava de
evitar tuda a causa justa de olfensa ao goveruo
junto, do qual eslava acreditado. O goveruo de S.
M. nao pode deixar de crer que, sobre muilos pun-
ios materiaes da conduela do Sr. Crampton o presi-
dente se tenha dexado levar por informacrs er-
rneas, c pelo depoimento de le-leumulias indignas
de f.
os dous governos acerca da America Central, foi pro-
posla pelo governe de S. M.
Seja romo for, bouvo um equivoco deploravH a
proposito do retar,lamento occasinnado. lias esto
retardamculo tornou-se relativamente s*t tmpir
ancla em onsequencia da uiissiva do Sr. Marrv e
da linha de conducta que dle prope aas otean o-
vernos para ser adoptada. O goveroo da S. M. de-
-tj.inlo tanto quanlo o presidente comer.ar intacta.
as relac,.csamigeis dos dous paites, est diaposl
a entrar em oegoriacao sobre esla qaestuet roa .,
sincero desejo de leva-las a ama conclMtte rpida a
salisfarlnria.
O Sr. Marey be exacto, quando diz que a i,r.,,
governo de S. M. conserva a. mesmas eonvir- Bretanha n.io lem pnlijacln sobre npnhan
la coaducta dos conanJos de S. M
releva, para que a ju5licaseja'bemad7nin.7radap*c qJ^' PS' *
enes a respeilo
em New-Vork, Philadelpbia. Cincinnati.
Semellianle conllido de opinies sobre 1,1 objeclo
enlre os governos de duas gfindes potencias dava
neceasarlasneate dar lugar a serias .i, ii........ de
parle a parle, e o goveruo de -S. M. nunca 'deisou
de dar a este negocio lodv a attencao que me-
reca.
Se o governo de S. M. eslivesse convencido, co-
mo o governo dos Bslados-Ucidos, de que os fuuc-
eionarios de S. M.. desprezandu suas MtlraeeOes,
linham violado as leis da Cuiilo le-los-hia demilli-
00 dos cargosf que necupavam ; isso taolo era al-
ienen,! aos Estados-Luidos, como a auloridade da
ceroa.
Se o governo de urna nacao eslrauseira capricho-
smenle e sem eslar persuadido da juatica dos mo-
tivos que o fazem obrar, padease romper suas rela-
ces diplomticas com o miuislro acreditado por S.
M., seus conselberos respousaveis pela honra e pe-
la di.unla,le da coroa, nao hesitaran) em propor-
Ihe que romposse guabncole todas as relares di-
plomalicas com o ministro desse governo acreditado
na nos-a rorle.
Mas no caso presente o governo de S. Al. he obri-
gado a[ aceitar as deelaraees l'ormaes c repelidas
que faz o presi lente da sinreridade de sua persua-
su, de que esses fiiuccionarios de S. M. vtularam
as leis da l'niao, e sao por consequencia oreaos
inadmissivies de commtinicai;ao com o governo e
autoridades dos F:slados-l'niios. O enverno de S.
M. nao pode negar ao dos Eslados-Cnidos ura di-
eito que era caen aualcgo reclamara para si mes-
rao, a saber : o direilo de julgar o alcause das leis
da l Sigo. vv
, w
pensnu.
a laawra
s egn-
dante interino em officio, que sob o n. .2S dirigi
ao quarlcl-general, o marechal de campo, coinman-
danle'd.H arma, em execucau ila le ,i,. oj; ,|e maj0
de 1835, o declara ausente, c manda que seja eba-
ui.idn por edilal, na forma pnsscripla no formulario
approvado pelo decreto n. ItjSI) de 2 de novenihro
de I85. s
Jo$i Joa>/unn Coelho.
Jos Joaquim Cnellio, fidalgO vavallero da casa im-
perial, gran-rros da ordein de San-liento de
Aviz, dignilaria da do Cruzeiro, condecorado rom
a medalha do exercilo cooperador da Boa Ordein,
marechal de campo e eomm>iiilanle dss armas da
nrovincia de Pernamboco, ele.
''ajo saber ao Sr. Francisco Jos Joaquim de llar-
ros, alteres quarlel-meslre do. nouo balalho de in-
l mlaria. e.a ludos aquelles que) poderem e quizerem
fazer chegar ao seu ronhecimenlo, qoe, nlo lendo
elle comparecido sil horas do dia ,'i do rorrele no
respectivo qoarlel, rumo Ihe loi dalerminadu por rain muitos, Snilj quem elle se julgava igual, tu.
seu commaudanle, para prestar comas dos dinheiros i dos esses na0 |e(ll captulos ua sua historia como us se aos melhores
do balalbao qoe se ochavan) aeu cargo, foi deca- do marquez de Pombal. panhia de Jess
rado ausento em of dem du dia desla guaroicao, sob I A p lau impalpavol como u das suas ciuzas, eslao deu o marquez,

Quando Bossnet houve da fazer a oracao fne-
bre do ministro Tellier, comecou por dizer que a
scieoca que elle ia loovar no seu discurso, nao era
a que engrandeca e affamav os horneas, nem a
que governava os imperios, que folia a paz e a guer-
ra e que liheralisava as gracas ; mas sin) a setencia
christaa com que o chancellar se boovera era muitos
aclos da sua adminislraco.
E Flechier, na oracao de Turennc, la diz alcures,
que nao fora materia do seu elogio do que para o
marechal fora motivo de penitencia.
Sentimos que o erudito professor, a quem livemos
a distDCcao de ouvir, mo achssse na longa vida do
Enlre os encargos imposlos companhia, em
cambio do subsidio qne Ihe he concedido, releva
ai.igualar a ohrigarao de crear sua custa as mar-
geos do rio seis centros coloniaes n'um preso qoe
nao poder exceder a seis auno., e seis oulros esla-
beiccimenlos do mesmo genero n'om segundo praso
de qualro anuos. Cada urna deslas colonias lera pe-
lo menos seis ceios habitantes, iodos de origen)
europea e importados a rusia da .-orapanbia. L'm
desles eslahelecimemos. formado 'om colonos dos
Acores, ja se acha inslallado na risinhaea da eidade
da Barra, cabrea de dislriclo du provincia do Ama-
sonas, e lomou a denominar-ge se Maua', nome de
un celebre bauqueiro do Rio di Janeiro, un, dos
chefes da empresa de navegaegf no rio. (I servir
de navios a vapor he rheio de iclividade, e mui r- i
uiz nico, seja livro de qualquer preoecupacao po-
ltica, e por consequencia de qualquer Tranquera
para com lal ou lal individuo, lal ou lal convent-
culo que elle pozes.e n'um intoresse eleiloral. Este
alvo ser incoiileslavelmente altingido pela lei que
acaba de ser volada, e se |ide esperar que a repres-
sa. dos ciimes contra as pessoas lome em virlnde
tiesta nova silnacgc creada para o juiz urna enlacia
mais completa. Visto que eslou rallando na macis-
balara, ainda fare urna nica observaran.
Para a vasla esltnrao d> imperio,exislem -omento
qualro Relafes, que S acham no Rio de Janeiro.
Babia, Peruambuco e Uarsnbao. O zelo desles ma-
cislrados, rolloc.idos muilo alio na estima publica,
nao poderia salisfozer u sna larefa, e no iuteresse
das parles separadas por enormes distancias do. Iri-
banacs superiore.;. fora mui desejavel que cada pio-
vincia possuis.c una jiirisdiccao de segundo grao.
A necessidsde desla ere{ao, que s dillicul lades li-
nanceiras deveriam lazar adiar, he demonstrada com
vigor no relalorio do ministro da justira, que aca-
bara certamenlc por Iriumpliar ante as cunaras.
\ on resumir esle bosquejo, mui incompleto, da
iluaega interior do Brasil o que resalla para mira
dos iiiiiiiero.o- documentos que esludei, he a ardeule
vnnladcdos homens do poder, do Imperador, dos rai-
Dstros, das cmaras legislativas, de aprensar, por lu-
las as medi las que permute o eslado financeiro e
que a prudencia nilo condemna, o futuro de riqueza
.ei grandeza que, na cunvicrao de lodos, he |iromel-
tido ao Brasil. () que, resulla ainda desle estado, be
o concurso intrpida, unnime, que preslam a ar-
can governameiilal as iuleliigenrias o os capilaes de
imperio, inspiranto-se no patriotismo das massas
He especialmente no Rio de Janeiro que eslas ten-
dencias se manifeslam. O Bio he urna rica c pode-
rosa eidade, queconla boje quasi 300,000habitantes,
que lem os hbitos das grandes e-pecul ices c do
grande commercio, e que iicnhuma empreza assarla
quando se traa do fazer que o Brasil d mais um
passo, F'sses honrados e dignus Fluminenses, coad-
juvados de corae.ao pela (lor do commercio europeo,
que lem os seus escriplorios nes.a praca ansetica
parerem decididos a nao recuar diante de estaren
alguin de que pode nascer om hem para o seu helio
paiz. A coniauea delles he sem limites, e a bolsa pa-
rece iao inexgotavel como a conlianea. Se trata de
crear un grande eslabelecimeulo de crdito publico
e particular ; a exemplo dos bancos de Franca c de
Inglaterra, apenas apparecea a lei, apenas a subs-
cripcao foi abena, iiniuediatamenlc alllue odinhei-
ro, e ve-se que se sub.crcvera dez vezes o capital ne-
cessario pira o estahelecimento do banco. Quanlo ao
eaminbo de ferro de D. Pedro II deu-sc o memo
acedamente. Acerca de eraprezas, ainda poucovan-
lajosas, quando lisongeiam de alguma sorle o amor
proprio n,o-ion ii. os capilaes tambem apparecem es-
pontneamente. Assim, o pequenu eaminbo de Ier-
ro do Rio i Pelropolis foi acabado pela compendia
Mana. Tomaran) o paita ler no Rio de Janeiro, an-
les de qualquer Estado da America do Sul, nma
amostra de via-ferrea, e liveratn-na. Ouizeram lam-
marqnes de Pombal, asss de pecendos para invocar da provincia, que navettou o lio al a c lade nenia-
Lilil II .ll > BS-..~..I.Jl- .ll..' ... .ll*... Sf ... _
centcmeole pnblicou-se na liara a narraca curiosa i ',e,n ler ,"11'1 S'ande, nm verdadeiro tti-airo lyrtco,
e ingenua de urna viagem de exploracao aflactuada i "!"le "'obras primas de Itossini, Bellini, Don'iselli,
em um dos navios da coirpaihia, pelo presidente I Verdi,Uvssem interpretes dignosfdelles: be ainda a
sobre elle a misericordia divina, e os suOragins do
auditorio.
E lodavia no fretro que o orador linha sob os
olhos, eslava sin um grande homcni, mas um gran-
dis-imo percador !
v)ue farao os r.ihislros lo propensos a abasar do
poder, vendo qi e lo longe chega o parre tepulli
para um que foi prepotenle como poneos'.'
O capitulo magno da hiographia do marquez de
Pombal, a eslo celo dos jesutas, esse Iralou-u oSr.
conego Ferino com lodo o dessaiombro. Assueiou-
na de Nauta. I) trajelo de ola e volts rieron vinle
e oilo dias, de 11 de marco a S de abril. O jornal
da viagem, escripia pelo secretario do goveriin pro-
vincial, o Sr. Joo Wilkcn de Mallos, se parece
inleirameule com urna mrracSo de dascobertas
em um passeio uo malo df tribusaclvagens.
Aguardaudo que estes louvaveis esforeos desem-
bolsa dos ricos parlicul.ii es que Tez face a esta despe-
za real, com a liberal roadjuvarao do governo, e he
a cusa de alguna que se-abre esta srena.onde as pri-
lona., como Stolz. Charlon, a hoja Madamm-
recolludo e recolhem mui ricas
sella Lagrua, bao
meases.
coinquanlo o goveruo de S. M. lamrnle pro-
fundamente um proredimenln que da paite do pre-
sidente dos Estados-I.'nidns mi pode ser considere-
do senao como pouco araigavel, todava nojulgoii
de sen dever acntiselhar a S. II. que me desse or-
dein de suspender as relaees diplomticas com V
Exc.
Devo allirmar que a alia eslima pessoal que con-
sagrara a V. Exc. os raembros do governo de S. II.
mj fard mu agradavel a honra de entrar em eoas-
municato com V. Exc. sobre lodas as materias
que interessam as relaces mutua, dos nossos dous
paizes.
Fique V. E\c. cerlo, de que achara da parle do
governo de S. M. os senlimenlosmais araigaveis pa-
ra enm os Esladcs-Cnidos, e o mais vivo desejo de
arranjar lodos os ohjeclos de coutestacao, de ma-
neira que concillen) os justos direilo- e s interesses
reaes dos dous paizes conservando as boas rela;e,
cuja maiiiiieneao he de lo grande.imporlanria para
ambo?.
Soii, ele.
lAsaignado. Clarendon.
Bespo.ta de lord Clarendon ao despacho do Sr.
Ilsrrx relalivamenle i queslao da Amrica-Cen-
tra I.
O ronde de Clarendon an .Sr. f)ala<.
Foreing office 2ti de junho de IS."*.
Senhor. o despacbo do secretario de Eslado dos
Estados-Unidos datado de 21 do mez prximo pa.,i-
do, do qual V. Exc. entregou-me urna copia a ll
do crranla mez. rel-livamcnle .. difTerenca de opi-
niao_entre o governo brilannico e os Estados-lui-
dos, sobre a interpretaban e elleitos da eooveucao
de II de abril de 1850, assim como sobre o lodo das
quesloes da America Central, foi o objeclo de sa-
me alenlo da parlado governo de S. II.
Anles de rommunicar a V. Exc. o pensamento
do governo re S. II. em resposU a esse despacho,
| pedirei a permissilo de fazer notar, a proposito da
observadlo do Sr. Harcy, que desde muilo tempo
linham cessado enlre mim e o Sr. Buchauan as enm-
monicacoes relativas ao objeclo principal; que es-
sas cmnmonirares cessaram, porque pareceu ao go-
verno de S. M.. que urna correspondencia prolon-
gada nao prodnziria o arranjameulo do objeclo de
que se Ir.ilava. A que.tao versava obre a inlerpre-
lacaodo tratado de IStl, sobre o qual o governo de
S. M. soube pela primeira vez do Sr. Buchanan,
que o goveruo actual dos Eslado.-Unidos liuha
uina maneira de ver difireme da do precedente.
0 (ratado nasccra dos diversos projeclos que fo-
ram suscitados para as commoniraees commerciaes
atravs da America Central entre' o Atlntico e o
lacifico. Applicava-se sobreludo ao projeclo de
um caual pelo rio de San Joao e lago de Nicaragua
0 objeclo priucipal do tratado era fazer, que eilas
Via de coinmnnicarno, qoalqaer que fusse a parte
da America Central, que devesse alravessar, licas-
sem livres e aherlas a todas as naques, e nao cahis-
sem debaixo da dorainaeao exclusiva de nenhuma
potencia.
Estes ohjeclos e designios estn claramenln es-
pln ados ccstabelecido. no primeiro artigo assim con-
cebido :
o. governos da lirSs-Bretanha t Hn- Estsdoa-
1 ni lo. declaran), que nin um uem oulro procurar
jama nem conservar para si a dominacio exrlo-
siva sobre esse canal ; concordan) ambos em nunca
levantar nem manler fortifiraciics qoe possam rom-
mauda-lo, assiin romo tambem em nunca oceupar.
tarliflear, colonisar, lom
sao e nenhum territorio da costa de Mosquito ; > g-
verno de S. M. peia agora, como sempro
que a sin te dos ladioe'da .Moaoj.ito, na qu.
olinga cuidar, poile ser a--( gurada por as
eiarAo directa.
.Nao se contesta, e nonra tai cont lado qn o go-
verno brilannico rom as estipularnos do tratado d
I8.it) poda em nome dos Indios de Mosquito leanai
a forca de armas, e conservar San Juan da Nica* a-
gua ou qualquer oulro (junto da America Ceulral
e o governo de S. M Concorda com o Sr. Marev ase!
quesemellianle conducta seria incnncdiavrl coma
independencia e ueolralidade do ntlhoto, o faenara
o tratado Ilusorio para os Estados-Laida ; mas fae-
uliurna prelenc.iode.se genero foi apreseatada. ooaa
se rui.lou em nenhum acto igual.
A respeilo do di.tricio de Belize, o goveruo de S
M. coosidera qne a nica qaestao qne eonvem de-
terminar relalivamenle a America Central, be a da
fronteira enlre esse paiz a a* psMsesaoes inglesas e
no regulamento desla queslao n.io se poda prever dif-
ficuldade instiperavel.
A respeilo de Ruatan e das oulra- ilhas da Baha -
que em diversas |K>cas foram postuida pela tirJU-
llrelanha, bem como pela llespanha, leudo sida no-
vamenle oceupadas por colonos inglese, a Grio-
Brelioha tnmoj posse formal de Restan em 1K3H
cmi.eivando-e nclla depois.
A populacao augmenlna rpidamente, o os ma-
gistrados foram de quando Horneados pela aapena-
lenitciil de Beliie al 1K..2, poea om qoe essas
ilhas receheram urna forma regular de governo co-
lonial sement pya terem melhor administrar- ,-
lerior : porem a t.i i.i-llreanha nio adqatrio aaalsa
direilos terriloriaes que nao possuia precedente-
mente- ^
lodavia o governo dos Eslados-lnidos, manaan
soppoodo qoe o tratado Claxton Bulwer uo trvnaaa
elfeilo retroactivo, -u-tenta qoe essas illias nao ra-
ziara |iar(e dos dominios britannicos antes da 1852
Se iiodem ser araujados pela negociarlo directa
dissenlimentos sobrevindm a esle respeilo entro os
dous governos, n.io ha razao para qaeutedeetn la-
gar i i o lerv ene.io de urna terceira peteoeia.
O governo deS. II. soube rom satisfacao ana vos-
sa excellencia recebeu inslrucces do entrar om coaa-
mumeacao comigo relativamente i America Cealral
para verificar primeiramente se as desavenea aass-
lenles podem ser prnrnplamente termiuadas por asna
ucgociacao directa, e no caso contrario, para discutir
quaes silo as questoes a que se pode applicar o me-
llo,-i-, de um arbilrarao.
Tal he a linha de conduela qae o govorua da S.
M. sempre esteve disposto a adoptar, o teuho naar
lanto a honra de informara vossa excellencia deque
eslou promplo para entrar em cnmmauieaRau o earie
espeilo. I eolio a conlianea de que notnas roufBa
cas serao fritas rom o espirito do roidialidede a da
jraoqueza, que bem, como justamente otiserv o Sr.
Marrv, he ordenado pelos verdadeiros (ulereases da
(raa-Brelanha e dos Estados-I'nidos.
Sou etc. Assigoado clarendon.
' fournut ates Ptlmls. )
ILEGIVEL
ludu he possivel nesla eslrad, e ludo lem bom
asilo; assim a proprii eidade est era via de se u
volvam as riquezas do m erior, slrahiodo a popula- transformar. Chama a si lodos os conferios das rau- sobre
cao e a commercio, a aclivi, ade dos negocios se di- des cidades da Europa ; comer a aliuhar as
rige para o lilloral que .aulla o ocano Atlntico, mas, a calca-las, e llomins-lss a gaz. ludo C
goverao se^qd,..; mu^icar nha *--* ^.^Tl^^Z I V'" ^7' ttS ^^ ^ ^^
e fez-lhe o panegvrico; mas defen- pontos da costa. Dua. linhas regulares de navios ,ZnZl!. ,' 8 '" ^"v- r',r"l,cC"Ps upsr, lon.licar,
porqut us jesutas se Uaviam torua-la vapor, urna bi-mcisal, oulra meosal, pirlindo i _______\vmmnm-M-**.) ou colonisar Nicaragua, Costa Rica, costa de llos-
I pulo, ou qualquer oulra parle da America Ceulral.
ISTfiftlQR.
BIO HE JANEIRO
SENADO.
SESSA'O EM 5 DE JIMIO DE 183(3.
/rcHdenria do Sr. Manoel Ignacio Cavilcattli e
Lacerta.
A's 11 horas da, abrise a sessao, estando prsenles S seahores
senadores.
I.ida a acia da anlerior, foi approvada.
.O Sr. secretario deu conta du seguale espe-
diente:
L'm oflirio do primeiro secretario da cantara dos
depnlndos, participando a nomeacin da mesa que de-
vera' all servir uo correnle mes. Ficou o senado
inteirado.
Onlro po Sr. senador Francisco lonralves Mar-
lins, pirtuupando nao poder Icomparecer por eoiilj-
nu nem ainda os molivc que o lem impedido de o
fazer.Ficou o senado inteirado.
i HiliF \1 lio DIA.
loi approvado em primeira diseosao, para passar
segunda, o parecer da commissao da mesa relativo
i lcenca pedid pelo oflicial da secretaria do senado.
Candido Jos de Araujo Vianna, e igualmente pro-'
pondo a JoseMartins V.anna para o lugar de porte-
ro do paro do senado, c a Agoslinbo Pereira da Cu-
nta |i.ra o lugar de continuo.
t: iiitiuii ni a ultima discossAo, adiada aa sosate an-
tecedente, do projeclo de resposU a' falla do Ihrooo
Discutida a materia, foi approvado o projeclo c
loram sorteado, para a depularo que deve apresen
lar a resposla a S. II. o Imperador, os aeohores vis-
ronde de Albuquerque, Pimenla Bueno, Viaana e
Araujo Ribcir, Tazondo parle desla deputarao a
senhores marquez de Amantes, visconde de Abade
Miranda, redactores do projeclo.
Enlrnit em segunda e ultima discnss.m a indica
i.a i do Sr. visconde de Jequilinbonh, piopoudo que
l>ere se oexercirio de presidente d
e ma i. iiisuspeilos julgsdnresda com- cada vez mais as n minan
approvada em segunda e altima disctalo a
indicaeao do Sr. BaplisladeOliveir.,pata qaeed-
dicioue as cuimuisses permauenles do senada, ou-
lra coro a deuommarao de commissao de ampie-
las privilegiadas a de obras publicas.
MUTILSDD"




MsElO- DE PEKWaWBUCO QUINTA FIHJ 7 OE AOGSTO II m
Bni pprovada em lereeira disruss.lo, para ser en-
viada a' sanrrAn imperial, a prupusirao da cmara
dos rieputadoa, declarando que llern laun Antonio
da Fonsera, eldanle de medicina, pode ser admit-
lido a fazer exame das material que compuiiham o
curso do lerceiru e quarlo anuo conforme os estatu-
to* que regiam em 1852.
Eulrnu em primeira riiscussAu a proposicAo da so-
hredila cmara, aulorisan.lo o guvernu para aposen-
tar a Dionizio de Azotedo Peranha, no lunar de olli
rial-maior da irrrelana de oslado dos negocios da
uiarinha.
Discutida maleria e posla a volos a proposirAo
para passar a segunda clsenselo. r;i rejeilada.'
O Sr. Presidente declarou engolada ordeno do
da, edn para a da primeira seeaao: cicic.lo da nova
eommissAo de empre/.as privilegiadas c o..ras pulili-
cn; priineira disrussao .la indicarlo (obra postura
da cmara municipal ; priineira discussao de variai
pruposioes la cmara doi depilados sobre nalurali-
>.ic dn de eilrangeiro.
Levaolou-iea 9eslo i II :ji.f horas da manilla.
crea os producto. ,Vi forras reunidas da liomem, e u corpa rfelinliava
dos animaos, os motora que poemna em talado ilo! sempie exoessiva q
fuucciouar. Eiiilim um capital proporcionado a el- paulo 'le inbir a
len<,io do terreno, que ae orejela explorar Ihe lie diaa qua havia mei
Un noces-ario, eomu em qual quer oulra especulaclo bilidada ra urelra.
industrial.
la
i o ontbigo, augmentandose no
os evacuacilo. Tal era
que a mais Uve manobra
pregada para a nilinilnrr.vi de aoudiia 00 algalhas,
M
PAGINA AVULSA.
Coiisla-nos que, com a ausencia do Sr. subde-
legado sopplenle da Recite, vai lomar rala da po-
lica o Sr. Jnse Joai|oim de Oliveira : conliainos
mull] que, donando o Sr. Salosliauo o lugar que
Uto dignamente oceupa, elle cuntiuuar a ser bom
preenchido peloSr. Oliveira, en qnein sempre re-
conhecemos moita probidaoo a energa duraule as
vezas que lera servido na polica daquella fie-
goeiia.
Itogamol a polica de Santo-Antonio, .no i. ; ,
acabar coro um ncleo de jogsdores, que se reunoiu
u'urna loja de barbear oa praca da Independencia. O
proprielana ilesa casa, pobre linmem, que por seu
bom genio nao pode dizer nada, nao lie culpado que
se convoque Uto honrada gente em sna loja...
Cootaram-oos, que em um.i das nussjs mais
esqiiisilas ras, um imberbe, que paleslrava a porla
de urna peealri.r muito a ten goslo, soflrera una alo
peqoena allionta por oulro, que lamben) quera par-
lar : haviam, lie verdade, orna porla e urna j inell i:
os parladores eram dous, e a parladeira sola, iota el
una... e como conciliar ".' L"m opinava, fazendo va-
ler cerlas pecis de Cascudas subtraliidas de pratelei-
ras envermsadas ; oulro lembranilo o chales de easa-
mira... emlim, posla a vonlade da pecalrix a eco-
Hia, dteidio-se por ambos, justamente o que a am-
bos nao conveio, e para logo o que pode mais le
valer a torca, e o oulro sahio, alm de alTrontado,
com o seu aecredo desroberto, o segredo das pecas
de lazendas : ludo islo na ra, na calcada, adiale
de iiewoas que passavam, em presenra de vizinhos.
Ora, com elTeilo I Ao passo que priicura-se dar
mocidade a educarlo que je se pode ir ministrando,
ao passo que mullos pas de tundas sacrifcam-se
para dar a seos filho educaran, e cerlo grao de mo-
ralidade, vai-se observando desses espectculos ridi-
culos nimiamente reprovados pelas tuas da cida-
de : rara he aquella em que a loda hora do da, e da
noile oto se eja eolrar e sahir esi-aiidalosamcule de
certas catas mojos que nem pinlam, mogos que nAu
leem um real de seu, mas que podem sustentar ca-
prichos de urna harpa, gaslaurio largas sommas !
I ini .le sabirn o dinheiro que, a maus largas, gasla
um lilho-familia e om eajxeiro nessascasas, verda-
deirus purgatorios rfelles, e inferno perenne dellas.'
I lieairu-, carros, passeios. coraesanas, alogoeis de
casas avullados, roupasde culo, e... o gastador ven-
de cabritos, sem ler cabras!... Eis um milagre, que
ao pode fate-lu quem lie educada francesa, quem
umi de parceria com o eelhn, quem afina he mo-
ciohodu lom ; e ijogatinhal Isso he recreio.
"a nvenla e lanos candidatos a futura cma-
ra municipal : Dos permuta que lublrahindo o zero
t)0A0 lique os!)fra !
Consta-nnt, qua os Srs. mdicos senilmente
leem visitado da melhor boa vonlade o infeliz sol-
dado apunhalado.
Seria muim para dsejar, que reinasse a nnilo
em algumas confranas, e assim fossem feilas as 10-
lemnidade religiosas por devorao, e nao por capri-
chos e aciales.
Soubemos que foi epl*ndida a fesla do Sr.
Bom Jess das Dore em San Goncalo, sohresahindo
a maguifira decoraran do interior do templo, e a
illunnnarAr.'ilo exterior, qae, vista, de longo, apre-
seoliva um espectculo sublime.
Ha quem Icnha comprado quarlos de bilheles
de toleria e nao pague, porque, diz elle, que, alem
de sahirem Areos, cusa pnuco. A especulagao os-
la em seu auge ; de lo-tvs as parles surgem as es-
perteas, ese nio se andar com mil seulidos poriem-
iios ate convencer, qoc nao comemos com aossas
boceas, que nao andamos com nossos ps.
A ra da Trempe est, sem a menor exagera-
cao, como a estrada mais lamacenta das estradas la-
man utas ; os carros enterran as rodas ; os cavallos
hcam at o pescoco ; os homens al os joelhos, e os
guardas muoicipalitsimos vao-se !... ,
Trala-ae de aceiar loda a frente e (orre do
convento do Carino, os sndaimes j subiram ao alio
da lorre. *
Nio seria mao que dessem ao irmao esmnlcr
de certa irmandade, orna oulra opa mais decente :
itso asiin relacha.
Hospital do caridadei de agostoT.'l doenles.
5 'o 7-2 o
Al amanhSa.
HEf.ACAO DOS BAITISADOS UESTA I-BEGUE-
ZIA DE SAMO-ANTN IO DO KECIFE. FEI-
TOS NO ME/ DE JULHO DE ttvJG.
Das.
1 (ervazio, crioolo, rascido lia um anuo.
12 JoSo, pardo, escravo, nascido a 16 de maio do
crrenle anno.
13 Cbristina, crioula, escrava, nascida a 18 de abril
do correle anno.
i) Maooel, crioulo, escravo, nascida a II de abril
de 1851.Sanio Oleo.
Joaquina, crioula, escrava, nascida a 21 de agos-
to de 1853.Sanio Oleo.
Tiborcio, crioulo, escravo, nascido a 1* de maio
do crreme anno.
Lnii, crioula, escravo, nascido ha dons mezes.
15 Aguida, branca, nascida a 8 do correnle.
lli Lniz, branco, nascido em agosto de 1830.San-
to Oleo.
18 Fraocelioa, branca, Dasrida a -> de maio de 1851.
Pedro, crioulo, nascido ha 19 annos.
20 (andina, parda, nascida a I" de nuvembro do
aooo proiimo passado.
Tbereza, crioula, escrava, nascida a 17 de maio
do crranle anno.
i) Ernesto, branco, nascido a 25 de selembro do
anno prximo passado.
(aspar, branco, nascido ha (i mezeg.
> Candi la, prela, escrava, nascida ha meze meto.
Auna, braoca, nascida a 29 de novembro do an-
uo protimo passado.
23 Joanoa, crioula, nascida a 15 de Janeiro do cor-
lele anuo.
o Joaqoina, branca, nascida a 23 de maio do cor-
renle anno.
27 Mara, parda, nascida ha dons mezes.
a Aslerio, branco, nascido a 3 de marco do corren-
le aono.
Clemenlino, branco, nascido ha anno e meio.
o SebasliSo, pardo, escravo, nascido a 19 de Janei-
ro do correnle anno.
" Maa, parda, nascida a 21 de agosto de 1851.
<> Mara, branca, uascida a 28 de marn do corra-
te aono.
Sicilia, crioula, escrava, nascida ha 20 das.
loaqoim, branco, nascido a 7 de abril do corren-
te aono.
Ao lodo 27.
l-regnezia dcSanlo-Anlonio do Kecile, 31 de ju-
Iho de 1^856. O conego gario, leando llenrt-
qua de Ilezende.
mi].iiini,ii, acompanhada de
. proslraco geral elc.,lncom-
(,..iv,mi no cabob sele ou
oso de bichas, papas'mhos c
l'or mais penoso
meus solli Imenl
cante, purqui: agj
mais simples nfra< r.io da rigorasa'diela, que on'ob-
servava ; e ruin ia|
lian imminciile de
Depoil ile hav.r
VOS, como hei dil'
aos Srs. lir-,. Cabo
tilia cura ; mas,
ultimo aocordo quJ
ilolcucia que puiilia-mc em pc-
kida.
i.l.i lialadn por varios facullali-
iie-s., ultimas lempos recurr
u' e Mascareiili". que poteram
maiui lelo algana recursos da
beimentoa Ihea tribuloi para mi-
v 'iidn-os baldados, opinaran) om
o nico refugio que me re-lava
para esrapar a mol leera aimr a urelra por lora
Era oulra oeca*Ulo lerenoa de oecopar-noa desles I prodozla-me lorie
agentes da produejOo agrcola, sem objeclo do pie- felue. lores de raliti;
senle arlnjo iim-liar em poueas palavras, quues as modos eales, que
scicncias. cu|o concurso he indispensiivel ao agrirul- olio dial iiicdi.iiie
lor, que dtarjar applicer, rom snceesao feliz, as u,,s uulros remedi s.
forras e ca,iilaes para dellas anlcrir o inatimo pro-
veilo.
Nao ne a agriccllura. romo o suppiiem miiilns,
urna arle grosseira, que posaamoa exercer sem m -
Iroccie, e so entregues ao acaso. A observaran so
por si he insullirieiile para tirar todo o parlido dos
iinmensiis Ihesouros que a Ierra esconde em seu seio.
Sem ser guiado pelo lacho dos conheeimenlas posi-
livos, nao creia u igrienllvr, que poderu contar cora
resallados felizrsna ua carroa. Ao contrario pe- om praliea com
suada-se, lirmemenle, que i agricullnr lucceder | acieneia (mil ..grad
o iiiesmo, que se lia observado n.i marcha das indiis- '
Iras humanas.Km qiianln estas nao iiivoraran a
scitncia, e se rollnranim lob a sua bcuelira lulella,
nunca puderam tomar, uus paizea culius, o vio que
principiaram a ler depois que as rienda- se incnin-
biram de dirigi-la*. Assim lamhem, entre nos a -
gricnllura nflo passari de urna arle puramente na- lao dignos proleas
nual. fatigadora e gru-seira, de pralica arrisrailas e' pognaneia, que
absurdas, de inelluidos ramerraueiros e nocivos, cm i Ihanie alviiie, re
quaulu o liomem dos nossos campos nao conhecer a xcnienle que. I0i
necesidade de apoiar oscusxslcin.i nos scguros.per- pareca de muila
leilos. c fecundos principio! d scienria. r-r dos meocionad'i
Filha e irmaa da rivilisarAo que par lo a a parle i llexan de que o eal
vai dando unaada da gigante, nao abandone a o| lender-se al o co
gricullura a sualegilima e natural eoinpauhcira, mo I nao fosse. era possncl que u mesilla
se deixe ficar alr.z, antes corra sempre emparelhada se manilealaaM em
com ella na carreira do progresao. Louge, porem, seo uitimu fosse mi
de nos o aconselharinos aos nossos lavradores o a- nAo podia altiiigi-l >, seria sem cuVo^ra'nli'in'e''
handono repenlino dosseus atra/ado melhndns em i lalvez, um marlj ri i de mais. Por esta razao evilei
quanlo ulo sabem on uAo podem subslilni-los por a operacjto aconiel
outrus novos e inelhores; mas lambem nao cessare- e Iralei de solicitar
moa. de clamar, e repelir-lhes urna e multa vezes alsom entro de so
que nao fetem os olhos a luz, aos moa e innnvaroos Foi enlata que U
da scieuria, que em oulro* paizea lem proda/ido re- Dr. Carohno, que
sulladus 1,1o vanlajosos. praliras lio fecundas, que le '
nao podem recusar. Coodemnarem-se a innaeau,
.Mas, como inauifeslar-lhe o meu recoiiheci jeolo,
se a forluna sempre avara para comigo, me'a col-
locado em nina pi.sir.lo, que se nao he a do nen li-
g, me inhibe com ludo de preslar-lhe qualqi !r ser-
vir., valioso, e ale inesino de principiar a ar irlisai
meu dehiio por va de urna ampia relribni
que fo-se o estado habitual de 'rumana ".'
inda se loriuvj igall murlili-
ravava-se freqoenlemenle pela
mediante urna iuc
na por e'sa lisliila.
O respeilo n acal
olhos visto. A hexiga, ronlendo i visla urna generosa recompensa, que eu nAo <0di i
Hiildade de ourina, dilaloo-se I proporcionar Ihe, avahe se a miuaa BralldaqBarj
graliuaapara
com o Sr. Dr. Crolino poderu enrnuirar oalrn'.inii-
a irrila-; le, que Dio seja o pililo da forc.a humana oaiacu|.
a, em- dade de sentir, rumo em Indas as nutras P~T'
ao.alim de dar evacuarao a ouri-
nienlo, que guardo a pericia de
i-s, nao poderaiu vencer a re-
senta em arquiescer a seme-
guancia fundada em um incou-
lhos de um ^nuraule como en,
ravidade. Com elloilo ; o pare
s facullalivos suegerio-me a re-
citameiito da uielra pillera es-
to da beiiga, e quainlo assim
eslreilaiiientn
mais de um pimo da uretra ; e
eolio da bexiga, a oeisfio que
curvarom-se ao desptico e fatal imperio ila rotiu
sem ao ineno leular. em pequea escala, os uuvos
sjslcmas, boje abracados na Europa, he ero incom
prehcusivel, e par demaii prejadicial.
Teodu a agricullura por l'nn favorecer as funcroe
dos org.los das plaas, ahm de nbter melhores o
mais abundantes fruclos, he evidente que o esimlo
da n.ilure/.i dos vegelaee, e das condirro-s do sen
crescimeiito he in lispen-avel para altigir aquello
lim. O cullivador deve, pois. ao menos summaria-
menle conhecer a orgainsaro. eeslroclara das plan
las, islo he,A anatoma veyetal- ; deve conhecer
as funrroes do orgilos, ou os phenomeiios da vege-
tarlo, lato he,,1 phhwlogia vegetal; ora lodos es-
tea eonhecimeoloa w ihe podem sor subministrados
pela bolauc.i, sem a qoal jamis o agricultor sabe-
r e poder rom acerlo, dirigir-se na escoiha das e<-
pece, que deve cultivar, de preferencia em cada
localidade.
Nao ha agricullura sem gado, porque sem elle
nao pode o hornera, iu-lrumenios aratorta, sem elle u<\o podem ser la-
vrados, anianli idos e eslrumado os terreno.
Ei- anula a agricultura invican lo o auxilia de ou-
lra scieucia, que l"in por (im conhecer e clawiflcaf
as dUTerenle eapeciei da animaea uleis, ou nocivos,
e prescrever os meioa da sua crearao, propagar;ao,
eJucarao e emprego. E a ciencia que pude sal.sfa-
zer a agricultura nesla parle he aXoologia.
E nao precisara o afiricollor de invocar o auxilio
de oalras scieucia, lem as quaes poucouu nada po-
der' fazer'?... '
As suas forras c a iln? animaos que o servem, pos-
las em lula com Coreai consl-nles, iguaes e superio-
res nao poderao ser Vrnndas, obstadas e alo aniqui-
ladas ? Nao lera'elle, a nece--i >aile de prover-se, 10-
dispensavelmenle, de machinas, dein-lriinienlos, de
quas quer oulro- iileusis proprios para l'acililar o seu
Iraballio, loma-lo maii prompto, mais perfeilo, mais
econmico ?
Ei-lo ah lemas invocando a mecnica, para po-
der vencer aquilio, que s cein nimio rusto, perico,
e imparfeifio 'podara conseguir enfn as proprias fur-
ias.
Ainda isso Ihe uno basla. A ualureza e a inlluen-
cia dos senles naluraes, que o cerra > por lodos os
lados, e em lodos os momentos, laes cuino o calor, a
luz, a cleclricidade, u ar, a agua rcpreseulau um pa-
pel Impuilaulissimo na vida das pima ; e d'alu dif-
ferenle auxilios deve ainda o agricultor pedir duas
ou Ires sriencias, cojos principios geraes e especiaes
a cultora Ihe -ao minio e mullo norrssarios. .#"
I'hisira devera' ello pedir que Ihe d cotila da in-
fluencia respectiva dos agenta naluraes, a Iba in-
dique os principios, sobre us quaes repooaam arle
a irrigarlo e da melh.jr roo-uurrao dos eilirios,
e acoiniriiuiaros para oa homens, paraos animaos,
e para os producios agrcolas. E a' Chimica, em-
fini, que Ihe ensina a conhecer a uatureza do slo,
a melhor maneira de melhora-lo, o valor compa-
rativo ilos producios vegelaes. como itjbsfancta all
menudas, ou como meios de prover as differenlcs
neressidades dn liomem.
Eis, em poueas palavras,ilemnnslrada a nerossidade
de algumas sriencias auxiliares da agricultura, o
sem as quae a marcha do agricultor sera' sempre
mcerla e ruinosa, quer elle se entregue a grande ou
pequea cultura.
Em eecasiao opporluna trataremos de-las duas di-
vierta da agricullura, e dos seus respectivos instru-
mentos e objeclos.
O agrcola.
S'onm.tuicab-'..
ada |iclos fallados ptofessores ;
os auxilios da scieucia por via de
s ministros.
f a fortuna de ouvir fallir no Sr.
a reromincndava nesla cidade
JA por diversas operaroes dillicois, em que livera o
mais feliz resultado, como fura a exmeoslo de urna
podra om ser peli lalha. e ja por varios c-srriplos
em materias de t ia proQssIo, que Ihe gaiili.iram
valioso aproen. <
ao que se presin
metra visita conhe
difliruld.ules com <
Com efleito ; p
empregado o Sr
que no da i < un: i
Iratar-me de um
videi-o i que me visase Iralar,
le boa vonlade ; e desde a pri-
eu elle, segundo manifoslou, as
ue tiuha do lular.
>r mala delicadeza que houvesse
Carolin as manobras toma-
das nessa priineira visila, tal era o meu estado,
alo precisei de seus serviros para
los ataques rnslumado-. eoBsis-
leule em felne, r( toncan absoluta das ouriuas, do-
res ele, que lenl
outras yesca liuha
Haviam deeori
menUva alguma
luiii ]ul_-.ni couve
qual se houve con
menta o resulla
lulo se ganhuii um
siib-oqiienle fui u
jiinrlura pareceu
ouvir a opiniao d
uiadoo Sr. Dr.
raffl elles. Ignoro
do-me, que lauto
lira nova mauohr is, j
mitras um pouc
nenie fnram dimiouiudo, como
aconlecido.
do uus oiio das, e j eu experi-
melhora, quando u Sr. Dr. Caro-
i ente pralicar nova tentativa, ua
o maior cuidado ; mas inleliz-
foi emellianle au da priineira :
passo na operario, e o ataque
B/i dos mais violentos. Nessa cou-
ronvenienle ao Sr. Dr. Carolina
alguin de sensrollegas. Foi cha-
rlenlo, e nina contri enra live-
em qae aeseotaram ; mus recor-
un como nutro pnzeram em pra-
rom -ondas lineares, j rom
|ials groesaa ; ora mudavam de at-
. poreiu todas
fnram frn-lanoas : e o descaro-
lelioeava c.n seus semblsalcs, en-
te de- -, om. A lodo ese Iraba-
aque habitual, que s no cabe de
chilar.
periodo, reclamnn o Sr. Dr. Ca-
uferencia ciqn o Sr. Dr. Sannen-
-Ihe a idea de abrir-me dous se-
xo-venlre, oulro no perineo, com
[le cnmbaler o estado da bexiga, a
lilude, ora usavam de alguma forra
a- sua diligencias
roamenlo, que -e
chia-me o rorarao
llio seguio--e o a
do/ das veio a d
Au expirar esse
rolino, segunda c
lo, na qual propu;
donhos, um no l
o lim, dizia elle,
miaran da urel i, c essa sensibilidade que einba-
rarava todas as o erares. Esse alvilre merecen a
acqutacaneia do ir. Dr. Sarment ; mas, anta que
fosse levado a
tentativa pnr em
ve/, foi mal suceeifji
{os, lautas diliga ci
por declarar, qui
forrado prodozri
essas palavra
c lilliu.
Somelhante ;
rcrosse, iloixou-in
goardava. He que
o estlele, desped
se-me aules a i
pourn provavel
l'eilo, quiz elle em urna extrema
prova sua pericia, que anula esla
la! Vend burlados lanos esfor-
o Sr. Dr. Sarniento acabou
naquelle caso s o cateterismo
h algam elleilo : mas ao lermiuar
lia que o crep da
lar mulla familia,
Eulreaiilo. pn
iilins ; e como po
que nAo devia eu
era quanlo a epi
Mappi das fallas dos alumoos doGvmnasin l'eriiam-
queano no mez de julhu.
Externos que *eguem o curao do anno.
Ffanciicofrlaviano de Canlalicio i fallas justilicada".
Camerino Filippe Nerx Collaro 2 ditas nao juslili-
radas.
Bxteriioi que segucm dirersas aulas.
Jos Rodrigues i'ereira|Junior i fallas juslilicadas.
Francisco Elias do Kego Dantas, 2 ditas nao jusli-
licadas.
Joaquim Jos Moreira, ti dilas juslilicadas.
Antonio Francisco Crrela d'Aranjo, 4 ditas dilas.
.lean Francisco de Si, 4 dilas dilas.
Joaquim Pires Ferreira, 2 dilis nSu joslificadas.
Adelino Mximo de Souza l.ima.li ditas justificadas.
Joan Baptisla Accioly Lilis, I dla dita.
Bernardo llabello da Silva l'ereira Jnior, 1 dila
dita.
Manael l'ereira de Castro, S ditas nao juslilicadas.
Manuel d'Abreu Macedo, 2 dilas juslilicou, urna.
Josri Jachudo da Silveira N'etlo, I dila nao juili-
fenda. N
Francisco Benedicto de Souza Barboza, I dila nao
justificada.
lose Nicolao Tolenlino de Carvaldu, 2 dils jusli-
licadas.
Americo Numeriano Antones Villaca, 5 dils nlio
justificadas.
Pedro Emilio Roberto, 1 dila D3o justificada.
Joaquim Anglico Bessone, I dita nao justificada.
Amancio da Rocha Bastos, I dila dila.
Paulino Das Fernandes, 1 dila dila.;
Oymnasio Pernambucano 2 de agosto do i85(.
O .ecrelarlo,
A. A. Cabral.
UM VOTO DE f.RATlDAO'
ao lllm. Sr. Dr.Carolino deLioiaSantos.
Ia meilleur mogen de reennnai-
Ire un hienfait, est de s'en sou-
reir san cesse, el de le rappel-
ler queti/ue fois a son auteur.
Barlhelcmv. I'oyage d'AnacharsU.
No seio das ondas revollas por furiosa procella,
alquebrado de causado, lula o naufrago com a mar-
te, que vii,I. lilamente o impeli para o tundo do
pelago, onde snhinergira-se o balel, ultima esperau-
ca de silvaro L'm peilo em que pulsa coraran no-
bre fende asvagasem hinca da victima, e com he-
rura intrpido/ Iheeslcnde o braco vigoroso, que o
suslem as horda do salso luinulo, ale que pode t-
lingir a riba prxima, onde expira o poder da tor-
menta.
Qoal ser a gratidao do naufrago para com o sea
libertador .'!... f
Invade voraz incendio a parto inferior de um
edificio, em cajo pavimento superior jaz em deli-
quio nina alma limida que, vendo d'esvanccerem-
se as probabilidades de saivar-se, porque as rhammas
Ihe leem interceptado todas as sabidas, sentir sos-
sobrar-se-lhe o .mimo no pago d) desalent. Atra-
rs de espessas nuvens de fumo, por enlre labare-
das ardente, va em socenrro do infeliz um mortal,
cuja corageic le escita e augmenla a face do peri-
go : prende em ponto convenirn'.e o sarco da sai-
vaeSo ; por elle faz deslizar-se o misero que, sem
seu sorcorro, cm breve nao seria mais que um ca-
dver em cinzas ; e desl'arle o poe em seguranra
conlra a inexoravel morle, que de perlo o ainearax'a
no crepitar das lanas.
Qoal sera a gralidao.d'aquelle que assim fnra sal-
vo do incendio para com o sou libertador'.'!..
Qoal ella seja qaem podoiS definir '.' As palavras
san impotentes para Irada/ir as grandes einure
d'alma : estas senlcm-se, mas nao se delinemn.iu
se explicamnom podem ser comprehendidas por
qoemnjo as experimenlou.
Qual seja, pou). a maguiliide da gratidao nos casos
indicados, nuiguom a podera determinar ; mas se-
guramente se pode allirmar, que ella nao ser iufe-
rior a que experimenta o enfermoo moribundo
que, vendo mallogradas todas as tentativas da sci-
eucia empregadas no intuito de salva-lo das garras
de nina molestia gra\isiir,a, oppresso de dores e
abandonado da forluna, enronlra ainda um ente
bemfazejo, urna alma earidosa e dedicada que, pon-
do em prova os ltimos recursos da arle, com zelo
paternal e incan-avel perseveranoa, cuche-lheo m-
racdlo de eporanrareslilue-lhr a saudee com
ella lodos os gozos da vidasem aguardar onda re-
compensa, sanio a satisfaro de fazer bem.
Tal he o agrado titulo, que me oonslitue na
obrgarao de coufesar anle o publico o meu reco-
nhecimento para com o Sr. Dr. Carolmo Francisco
de Lima Sanios, sendo alia IiiHiluvel o debito, que
como mesmo hii rcnlradido.
Passo a exj;or lielmeule o rarso de minlia moles-
lia em longos anims de snffimontos, para que se
possa apreciar quanlo nevo ao facultativo, cuja pe-
ricia se iulerpozcra entre iiiim e o tmulo para di l|e
arredar-me, o que cunseguio com o mais feliz
xito.
Doze annns ha que experimento um eslrcilamcnto
na urelra procedenle de molestias siphililiras, que
pi rgunlou-me, se eu liuha mull, r
gunla, por mais simples que pa-
: asss entrever a serle que me a-
o Sr. Dr. Sarniento receiava que
H da canuta ao catter, trouxes-
> qoasi cena, do que a cura hein
S. S-, duiad de um careci ge-
neroso e nimiaiiierjle comp.issivo, ja d'anle-mu sen-
viuveze nrphandade vies-e entu-
se por ventura en a livesse.
cedea-se abertura dos sede-
iros das depois fosse esla cidade
invadida pelo cholera, enlcndeu o Sr. Dr. Carulino
prehender algoma nova operarao,
lemia nao havesse declinado' de
iilensidade : i......e os alaques subsequeoles a quil-
guer manobra po liam piedispor-me para soffrer do
referido mal.
Pasudos cses t mpos calamitosos, em que o tan-
gor dos sillos a lin dos pareca haver om pouco em-
bolado a sensibilii ade pbyiica, de modo asentirem-
e menos as dores
fnssern o cholera,
Sr. Dr. Carolina
lamenlavel estado
paixao. A vo di
procedentes de molestias, que nAo
iuvoqoei de novo os autillos do
a quem, segando creia, o meo
havia inspirado verdadeira cora-
miiilia aillicr io penelrou em seus
ouvidos com proxjeito para mim porque em breve
senti essa consola ao, que soavisa o sollrer dos en-
fermos, quando i i>em a seu lado um medico dese-
joso de os salvar.
Dessa vez o prineiro cuidado de S. S. consisti em
examinar o meo i stado, aiiin de verificar, que ellei-
lo havia produzid i a applirariio dos sedenhos : de-
po's dessa ubserxlajao assegurou-me, que a nica
iliflereuga por el e notada consislia em achar-se a
uretra menos sei sivel, e a bexiga om pouco mais
molle e menos d llorosa. Aproveilando a pccashlo,
fet fres lenlaliva para inlroduzir urna algaida,
recuou di.me dessa dillculdade,
la Ihe pareceu insuperavel, segan-
do o deslenla qi e se divulgava em seus gestos e
feires.
elirar-se prometleu-me o Sr. Dr
Enlrelanln ao
Carolinn, que redabraria suas allen(0es obre miaba
molestia ; que biscaria fazer uso de algum oolro
inslrumenlo em >rdem a ser melhor succedido,
que logo voltaria. Era urna esperanca, que prova
velraeule deveria desvanecer-se, como todas as ou-
Iras ; mas, emfiin, era urna esperanza.
J'a-sados das villoo o Sr. Dr. Carolino a' minha
casa, Irazendo altuns inslriimenlos, que'eu via pe-
la priineira vez. Seu semblante radiante de ale-
gra, -na- pal i\ra chelas do animaran, a narra-
rao fiel do exilo "
operario semellia
co:nraunicaram-m
para submeller-iq
Adulado por ron
inslriimenlos, ain
voiade para enlr
via ser o ultimo...!
Sem demora piincipiou o Sr
nodrar com os se
foi a mais rendid i
va lodo o geilo p
ros : Irabalhou,
sem ceder a' fadi
pertinacia foi cok
feliz que acaba va de ler em urna
lie a que se prnpunha a fazei-me,
novo alent, e encorajaram-me
e a' mais urna provario difficil.
uloes produzidas pela visla dos
a aim live bstanle torca de
ir nese combate, que lalvez dc-
Dr. Carolino a mo-
insirurnento. Desla vez a lula
Os obslaculos cxcilavam dili-
genciai mais ellic.i tes da parle dalla, que emprega-
ra nao causar-mu dores e marlj-
insislio, duplieou seus e-1'urr'.s.
:a ; pareca incaiisavcl Mas "sua
.ida do resultado o mais feliz No
Cuarto ue %ttttm%buto
TtllA.
ACRICt I.
i) que he agricultura.Im agentes da producriio
agrcola.Das >ricnraf*u\iliares da industria
agrcola.
A agricullura, na mais lala accepgao da palavra,
lie i industria,' que lem por objeclo a exploraran
do ilo, o i pro lui-cSo de subslanrias, nleis ao lio-
mem, e nos animae-, oo como define Raspad, he
mn i arle pela qual, imilan lo a iinlureza, rivalizaa-
nni. sua virlode creadora, e produzimos em um
terreno delermiuado, a maior e mais formosa copia
de sojtilos de qualquer especie vegetal, de i oronde-
en! i presumo para o cousuinino, para a industria ou
para u commercio, n
Sao pni. os veoelaes o priineira, e priocipal ob-
jecto da indOEtria agiirnla. A ierra a machina que
rabo de Ires hora i eu senta o veutie diminuir de
volme, porque a ourina jorrava pela cnula do ins-
trumenta, de que se servir o operador, e a bexiga
eslava qoasi esg liada! As lacrmalas cxpressAo dn
mais profundo co ilenlamenln, borbulli.ivam-me nos
olhos, porque eu me rapulava salvo, visto como se
effecluava a operai;Ao, sem graudes dore, e sem
incidcnle algum, que iuculisse receios eoDlra minha
vida.
Deserever ss Imaiubrai scientifieas, de que se
servio o Sr. Dr. Carolino ueste ultimo Irabalhu ; a-
preciar o uso conveniente que fez de seus inslro-
niento, e expor ludo ao publico de modo a se pu-
dn jol-ar da importancia da operarao, he trela
superior a's ratonas habililacOes, e que s elle de-
vera" emprehendlr era pruveio da scieucia, e priu-
cipalmenle das doenles que, cm circumslaneias lAo
rnlicas, como aquellas emque eu me arhava, liuu-
verern inisler de seus iuapreoiaveis servico.
\ollando a inin do xtasis em que permaneci por
algumas horas, e mal roinprehendi.ii lo que podesse
recunqoislar a saude ja Ido arruinada, eu boscavs
dos labio de lodo oa que me frequenlavam a con-
lirmarao de que elloclivamenle lugrava esla ventu-
ra ; c quereudo melhor bascar o motivo do jubilo
que expertmentava, procurei ainda a anin lad do
Sr. Dr. Sarniento, que, ao visilar-me no da 15 de
enlAn solfii, A principio era um leve incniuiiioi'lo, IjuOBO, maufestou a maior satisfaro, assegurando-
que nao me privara de exercer os mistares de minha "le que. no oslado lisnngeiro cm que me achava, a
profis.lo. e panela curavel poi qualqnordesses meios rura rad'oal deveria seguir-se, sem euconlrar Iro-
faccis. que a srienria aconsellia. .Mas nina Irisle peros. S. S., plorem, ove a curiosidade de saber,
experiencia provoii-mo o conliaiio; pois de da em se era o cateterismo forrado, que havia gando la-
dia o mal se Imnava mais penoso, e os processos ,te
cora empregades para estirpa-lo naafrgavam de
cnconlro a sua inadalavel resistencia.
Seis anuos se esram sem que a medicina con-
quistaste una linha de vaiitagem conlra c-.a enfer-
rnidade ; e ne cabo dalles nimbas esperanras lison-
geiras de pleno reslalielerimcnlo haviam, quai in-
das, arenado. Varios mediros, que nesse largo pe-
liodo consullei, fizeram diversos tentativas inlrurli-
feras ; receilaram-me purrouilas vezes-variando de
medicamentos, empregando aquellos que repotavam
mais ellicazes, ao que sempre me prestei de bom
grado; e por mis liel que eu fosse em rumprir
seus preceilos. nfinal minha situarao se havia limito
empeiorado, por que a urelra eslava quasi inicua-
mente obstruida.
O segundo periodo de oulro seis anuos, a dalar
de 1850 ale junho prximo passado a-signalou-se pe-
la reciudesrcncia de mu penar. Obstruid.i a uretra,
i eu nilo podia verter a ourina, se quer, gola a gola
manha vjnlagein.
,pe-
Nessa emergencia, pni, prevaloro-me de saliiar
conselhii de Barthelem) : buscare sempre rec.r-
dar-medo beneOcio que receb do Sr. Dr. Cerolito
e o lembrarei a seu autor, como agora o fajo p.i
prela, para que o publico renda a sua pericia e
senlimentoa ne beuelicencia a homenagem de ata
he rredor. '
Mimoel Jo KaicimtMo Capilla.
Recite, ra da cadeia n. 15, 5 de agosto de IS5U,
REVISTA JLD1CIAB1A.
Iiiig dn fleci/e.
V
Ha ja alguns anuos vimos alguiis jornaes desla ci-
dade trataren) do as-as-inaln de Ignacio de Arroda
Cmara, mino do Dr. Jos Francisco de Arroda C-
mara, a-sas-inalo pelo qual algun dos mesinns jor-
naes respousabilisavain um lal Sr. I.arerda. Pare-
ca que esle faci havia cahldotmesqaeefment, que
os liihunaes se uAo OCcupiriam cun elle ; nao ac-
conleceu, porem, assim: no da 7, o jury jnlgava a
Jos Francisco Ribeiru, pardo, maior Je 50 anuo,
SCCUSado de ter rnorlo ao mesmo infeliz Arroda.
O crime livera lugar ha uns quinze anno, p mea
mais ou menos ; mas em 185:1 se proceder o
summano, do qual via-se que espalhando-se uo lo-
sar Iguarass o boato de que Itibeiro fiira o inslru-
menlo do crime, o joiz municipal daquelle termo
prendera ao mesmo Kiheiro e a um tal Matimo, p-
renle ou vizinho do aecusado, por ser lalvez a fonle
de que partir o hoalo.
Mximo com elleilo declara ler oovido a om so-
lmi.li i de Hit..en., que esle confessara haver sido o
instrumento daquelle assasslnalo, a mandado de um
tal l.acerda, que naquelle lempo era rendeiru do en-
genlio Agoiar ; mas duas teslemunhas ref-rom o
mesmo, por ouvir dizer geralmenle no lugar ; ou-
tras linalmenle depuzeram nada saber a respeilo do
laclo. O resultado do sommario foi a prnnancia do
mesmo Jos Francisco Hibeirn.
O acensada no interrogatorio negou completamen-
te o fado, assim como o negara na formaran da cul-
pa ; declarou todava ler oovido di/.cr qu o assassi-
no fura um lal Joso Francisco Itibeiro, mas qae nao
era elle.
Salvo o engano, parece-nos que urna ou duas les-
teinanhas no processo diziain que Kibeiro carregava
rom a imputarao de oulro ssassinatM.
O Dr. promotor sosteniendo o bbello, que suppo-
mos pedia o grao medio do artigo I8ll,pur se nao da-
reniaggravanlc nem atlcnuanles, tralou de demons-
trar que a cirrumslanrias conslaules do processo, le-
Vavain a rrer que o arrusado fura realmente o autor
do crime que se Ihe impulava.
A defeza, que foi ileduzida pelo acadmico do
quarlo anno Mauoel Jos Marinhn da Cunha, con-
sislio em qu- o processo nAo oAereeia prova convin-
cente que auiorisasse nina e..n l-nnnrju, por qoautu
se duas le-teinunlias diz.iam, por le lo ouvidu, que o
assassinu fra um Jos Francisco Itibeiro, nlo asse>
veravam que fosse o ar.cusdo, esles mesmns ditos
eram delruido pelos d-s oulras que sendo pessoas
moradoras no lugar, deveriam ler ronhecimeulo U-
quelle hoalo se fosse veridieo, enlrelando derlara-
vam nada sabor, ao qu accresca a circumslaucia I
dos muitos aunas derorridos, vinda paranla a ser
minio Iraca e Jm idn-a a base da arcusarao ; nolou '
que ha qualro anuos eslivese seu cliente solTrendo
os marlyrios de urna prisAo ; fez ver que a pruva
que exista uo processo a rspeilo do acensado eis-
lia tambem om igual, senAo maior grao, conlra l.a-
cerda. ex-rendeiro de Aguiar e mndame du crime,
e que haveudn o promotor publico de Olinda exigia
do a inquirirlo de novas teslemunhas acerca do se-
gundo indinado, o joilo municipal da primeira var-
salvo o engano) dtsla cidade, para onde passou o
processo, em virlode do nova divisAo dos limites do
termo de Igoarasa com os do Kecire, Iralou lmen-
te de pronunciar o aecusado ; observou finalmente
que .lo piocesso conslava que o irrafio do moilo. o
Dr. Arruda, prometiera um ralo de ris a quem
descobrisie o assassino, e paranla, que se o aecusa-
do tora o verdadeiro aulor do crine, aquelle doulor
apresenlar-se-hia aecusando, prmnnveria sua puni-
rAn, e i.im lino pedindo a absolvirAu do reo.
Repliraudu o Dr. proiimlor, tralou de responder as
eonsidancoes apresenlada pela defeza, observando
que du relo de se na > arensar a l.acerda o que alias
se nao devia a elle promotor) nao se podia coucluir
a innocencia deste, e que se l.acerda fosse crimi-
noso anda poJia ser acensado, e a condemnacao do
reo prsenle coiicnrrena mesmu para islo. A Irc-
plica consisti na suslenlaro dai cuusidcra^Oes ja
apresenlada, lanado ver oadvogado que uo cen-
surava a aaloridade por nao ler pronunciado a l.a-
cerda, antes entenda que assim proceden in fuera
juslica, mas s lamentara que com as memas provas
scpruuunciasse seu cliente.
O reo fui absolvido, mas nAo nos parece que seja
eila absolvirAu muito digoa de censura ; lalvez que
o acensado, e nlo oulro, se preslasse a servir de ios-
Iruineiilo naquelle assassinalo, mas anda que proba-
bilidades se deem, nao sendo oslas em numera que
gerem a convicru, o escrpulo dos juizes nao dee
acarrelar censuras. Resla-nos lamentar a impoten-
cia da polica por lano lempo em descobrir os auto-
res daqueile crime alroz, viudo assim o mesmo a fi-
car impune.
VI
Da 8.
Tres reos liguravam no processo cuja julgamenlo
eslava assignado para esle dia. Clemente Jos de
Sanl'Anne, Manuel Eloy do iSascimeoto, pardos, o
pnmeiro de :|( annos, e o segundo de 25, soldados
de cavallaria, e o paisauo Marcelino de lal, branco,
de ::n a 10 annos. Em das de abril do anno pas-
sado Marcellino sahin lo noile de sua caa que he
no logar de Santo Amtro, freguzia da Una-Visla,
enconlra-se com um vulto agachado, qu era um
dos saldados ; vai porem reconhece-lo, Iroca-se en-
tra os dous boa descomponenda, sendo auxilala pe-
lo oulro soldado que chega : Marcelino porem que-
rendo dar-lhes a conhecer a amostra do patino, vol-
ta a casa pramellendu-lhes isla mesmo; os saldados
que u e-ta i la mullo pela regra de prudencia de
quenAu brigam dous quando um nAo quer,-se-
guem-uo, Marcelino puxa de urna faca de pona, e
seos adversarios um de urna estaca de cerca e uulro
das esporas que (razia segundo disse.oude urna espa-
da, segundo a declararlo de urna das testemunhasdn
processo, e o resulla lo fui sahir Clemente com al-
gumas focadas, e Marcelino com om fenmenlo na
cabeca, que inulilisou-lde um olho, conforme iii.se
peraole o tribunal.
A narrara i que acabamos de fazer ennstava dos
interrogatorios feilos aos Ires, e dos depoimenloi dan
teslemonhas do processo. Nao combinando os Ir
oas recusai, enlrarnm em julgamenlo os soldadas Pi-
cando Marcelino para o da seguiute. A pena pe-
dila para clles supporaos que era a do arl. 205,gro
mximo.
O Dr. promotor suslenlou o lidnllu,mostrando que
estando o laclo provado pela coufissAo dos proprios
reos, a pouirAo devia ler lugar, pois as circomslau-
rias nAo eslaheleci.ini como a lei quer a justificativa
de legitima defeza, a que os reos se soccorriam, c
fazendo ver que nAo livera razAo o Dr. subdelegada
da Boa Vista quandn deixara de pronunciar os reos
presenl -, pronunciando somonte a Marcelino, apro-
vei(ou-se do ensejo para responder a urna censura
que Ihe conslava haver sido feria a sua promorAo
no processo do inglez Cirloi Lucas julgado oa saetto
antecedente do jury.
( advocado da defeza que foi o acadmico Ban-
deira de Mello, occupou-ie em demonstrar que em
favor do aecusados mililava a circumstaocla de le-
gitima defeza, avista do que, allendendo-se e a um
anuo de prisAo ja solnida, a absolvirAo dos mesmos
era de tola a justiea.
De feito ojorj assim o enleudcu.e absolveu a am-
bos : va porem aqu dito de paisagem, que se riles
nao mereciam urna pena minio severa, parece to-
dava que sua bsolvictle nAo eslava muito de ac-
cordo com ajoilica ; eremos que lano de urna par-
le como de oulra houve igual deseju de brigar.
Vil
No dia !l foi o julgamento de Marcelino, para
quem pedia a Justina a pena do arl. 205 do coligo
penal, grao mximo.
O Ur. promotor depois de fazer valer as provsa
dos aulos, obseriou que no seu entender os reos no
da aiilecedenle julgado, nlo e.lav.un innocentes,
mas que nlo o havendo entendido assim u jarv que
os absolveu, era islo mais urna razao para esperar
que o reo prsenle fosse condemnado, pois era urna
incoherencia o jorj reconherer que lodos Ires ha-
viam obrado em legitima defeza, sendo esla a razao
que o feo presentara para dcsculpar-se.
Enlrelanln a defeza de que foi brgao o acadmico
D. M. Peixoto, cousislio realmente ueste, valemto-se
mullo o advogado da circuoistanciailc que sen clien-
te leve de lular conlra duu, um dos quaes armado
de urna es|iala e nAo de esporas como se dizia. Fi
o jurv u que bavia de fazer Reeonheceo lambem
que .Marcelino pralicara o fado delleiidendo-se as
car muila infamia sobre o Sr. cnpilAo Francisco An-
tonio de Carvalho, oulr'ora delegado desle lermo,
inf imiai s dignas daquelle que lal artigo esrreveu,
se concluo dizendo que o delegado foi suhsliluidu in-
terinamente por um liomem que alem de ser de seo
peilo, ja havia levado 500 bofetadas. Coma seja eu,
senhores redactores, o subdelecadu mais visinlio do
Sr. capillo del-gado, o me aehe com a consriencia
tranquilla de snnielhanle impulacAo, e ainda mais
de que houvesse sellado arlos merecedores do es-
tigma publico, 11 uro mo, pila primeira vez, do seu
acreditado Diario para desafiar a quem quer que
tenlia sido u autor de lal correspondencia, por es-
le mesmo DluriO OU qualquer oulro, vir derlarar|qual
o unitivo que deu lugar a levar eu 500 bofetadas,
e iiem assim qual a causa de se rae chamar assassino.
Balea convencido que esse cnlumiiadnr jamis se
apresenlar sem a rapa infame do aunnvmn a pro-
var aquillu, que leve o arrojo de assegorar nesse
Jornal.
Nanease apagar, seuliores redaclores, pudlican-
do Vinos osla indas, em meu corarao a gralid.o que
Idos trbulo fillias da verdade, ellas sao" iuconlesla-
veis.
Sou de Vine, constante leilor e asssignante.An-
tonio Daptista de Mello l'ei.ioto.
Sniores redactores. Para islisfazer o desejo do
Ignorante, que peto sen Diario de lioulein, perguu-
lou se a lei dfsarreraalares da dlreito ao engenliei-
ro Uilet a passar oas barreiras sem pagar, rngo-lhes
a transeripr;ao fia artigo do regulamenlo do 1." de
selembro de 18:18, promulgado em virtude dos ai-
cos Si e 2li da lei provincial numero y, pela qual he
regulada a cobrai.ca do pedagio das estradas pro-
vinriacs.
Espero que. avista do disposto no mencionado ar-
tigo licara o Ign-.rante sollirieulemente Instruido,
para nAo pretender mais que o engenheiro Milel. ou
oulro qualquer echando-te encarregado da secjAo
queahrange a asilada da sal, deva pagar a laxa da
harreira da punta Me Molncolombn.
E porque esleja n referido engenheiro fnra desla
capital, e nAo pos,i com promplido responder a in-
nocente pergania de que Iraln, lomo o/pciosamente
o (rabalho de o fazer. visto romo sou
l'm ofpcioso.
6 de agosto.
llegiiUmenlo do i.-de uUmbro de 1818.
a Arl. i. As laxas mencionada sern pagas lau-
lo pela ida coma pela volt*, c smente serAo ieulos
de as pagar : I.-os que andarem a p na puntes
sohredilas ; 2.' os padres e pessoas que os jcumpa-
nliaiem em acto de admioittfiejle dos Sacramentos;
3." os elfeilos qaa lio reconliecidamenie de proprie-
dade nacional ; !. as pessoas que Irao-lare-n pelas
ponlesem acto de efleclivo Servico publico.
Srs. redactare.Cuma lomos de volar uo dia 7
de selembro, lemhramos ans volaules do Recito os
seguales numes :
VER ADOBES.
Os senhores:
Dr. Jor Mamede Atoes Ferreira.
Jnse Pues Ferreira.
Jos Marques da Cosa Soares.
Jos Gomes l.eal.
Jos Jacinto da Silveira.
Lata Antonio Vieira.
Manael do Nnsr.-imeMn da Cosa Monlciro.
.Mime; Joaquim do Kego e Albuquerque.
l'hamat de Aquioo Fonsera.
!.- DISIKICK).
Juizes de paz :
Teiieute-corouel Jos Comes l.eal.
Major Francisco de M iranda l.eal Seve.
Jais de paz, Manuel ViCiun. da Silva Aoluues.
Dito Jos Baplisla da Foncera Jnior.
2" DIS1RICT0.
lu/, lie paz, l.uiz Anlouio Vieira.
Dr. Jos Joaquim de Souza.
Juiz de paz, Ignacio Anloiuu Borges.
Jos Bernaido de Souza.
Dous coi antes do fecife.
21 da malo prxima passado, inserios no Echo Per- mo que Isaac ola pode representar Fm.rv K r
nambucano na. 13.S. W a 48,a qne pur come- |j. F. Eme.>. por teren t'K
rod. todos os ..ro,V.ri WZ& praiic^ ."ou^ i^o'toVmu,"SKXS ZZ
dos,rao oullo, e rriloi.e eaalra osqoaes me oPPa- minislraraa da ma-s. ~^E2*2i
22XSTV,2!!P*JJ ~!z. lio .rauco ; po,,,,,, ,r.,: :lt'r

iif.iQfl.
.. .imio, tima
ne...;Ho enderessada ao m,s-,,n Sr. Dr. joil do D. i ,|e Mr. t.a.quel. cnsul i,,,,,,,, A uJSTZ-
drreilo especial do c minore,,,. PereU|| ,erUmiwtl, ] lttio ,|e s ,, M^br# df ,-, C'.J*
contra a alidada ou direilo, oom que, na, .., Sr. ,a declararan j, fe.la em MM por Mr? d
Aurehano de Almena Bu irigue, |Mill., a{lttseu., SPllcur| ,;l0iJa|em Je loda, nuUld)M
Uva como procurador de J. r. Bmerv, do Ido de
Janeiro, visto cuino esle havia fallido, o saa ra-a
lava em administraran, c pur cuja caosa, ainda
o mesmo titease casslo legal e houvesse dado
prucu-
rae.io ao Ida Isaac, om termos lgaos, e na eoofor-
mulale do rodig '.essa procuraran nao linha validada,
por causa da fallencia.romo he de direilo expre-so.e
careca de novos poderes da adminislrarAo da ra-a
fallida, para legtimamente a poder representar :
aroutecea que o ineiilissinm jui/ mandara subir pe*
linda nos aulos essa pelirAo, e I lie Dio dando delr-
iusana-
xeis apuntadas na anterior petirao, anda nao o>fe-
es-1 rida por V. Exc. E. quinto a Daniel lar>, avtsrea
que (.audiiii., aguarda a -lipidenle que V. Ezc. Tara
rmenlo, desde logo, como o casi, requera, e anle Birbuza, que para os lio, ue ||,-
nisislindo em considerar o dilo Si. Isaac como legal i prensa que 0 fM,^iu qc,,e ,_
procarador, dora logar a que eu, vendo menoscaba- lidio, e que eomlar dos aulos de Bal
ilii.- lirixiln: nif,\ii/ respeilar a lellra. o que existe eslaluido na artigo
815 do co ligoe -cumies ; ne-ta Ierra! :
Pede a V. Exc. Sr. Dr. juiz de direilo pecialdu
r.uiuiien-m que asim Ihe delira.E. R. He.Bar-
bara Mana da Silva Seixas.
Despacho :No da da reunan (21 de maio ds-
lerirei.Becif'.I'erelli.
'.'Ira.'-Sr" '"'l ''" ro|n"iercio.Diz Jos Ageslinbo
s.lo neetssariot
e pane pur cet-
fallenria da caa
dos direilos laeoocassos, eudere*sae ao fallado juiz cominerc.al de Emerv A C. M|.
a nova peliran, que se transrreve sob n. A, a qual, que de devedor Nano Mana de Seiaa de l'er
lendo o despacho que noli i se vo, aguardarase urna '- "------
.lecisdouessa reuni.lo, cimipalivcl com n que se e-po-
rava, e era de irrefragavel juslira em face dos docu-
mentos oriainses irrefulaveis ; em fare dos arligoi
de
buril : paranlo :
de direilo especial do commercio n'esla corla e cu
lermo ele.
Certifico que revendo as aulos da fallenria de Jun
Franrisco Emerv, de que he curada fiscal Aatoiio
Joxido Amaral.n'eltaii folha. t. verso m ronl.i,,
rolaclo dojaclivn o secuiite :Leen,- por__Emle
Prnvenoeem litigio com Sena., de l'ernamhn-o
doze ralos de reii. lie o que ronsto dm refencos
auto e-te respeilo. ao qual me reporto em lln
que subaerevi e assifpiei n'esla maito leal e hemra
cidade de S. Sobailiao do Rio de Janeiro os 16 das
do mez de julho do auno do nawimenlo da Ni,
Senhor Jess ChrUtn de 1856.Eu Filippe Dam.-
ziu Cunralves l.eite que o subscrevi e atstgoei.
$r*&tXe'i*.
.'RAg.\ IK) RECIFE ti UE .thosTOtaAS 3
MOKAS DA TARDE.
ColacGes nficiaew.
Cambio sobre Londres 27 l|2 tp d|v. a diuliein.
frederico IU,bHHr4, presdeme.
.". Bor, secretario.
^bicacdc pciO.
. ciiejin-i,meias m que a le excluo a criminaliil ide
scieniifique, a S. s. d que nAo se havia recorr. Uoot. porianloum. briga, de ZmSSffbSS
operacAo. que aquella que empregara o las, e que be,,, serlo livaram de se? luesHs'nnas.
dedous.n-lru-lenlrelantoto,tos'.iera..i razAo. DecisOes, incohe-
rencias desla nalureza convem que u jur\ para bem
ll.l ..., IM I.' ....... I.n-----1.. -.- *.- r
do a e-sa
Sr. Dr. Carolino, consistir uu uu
menlos, uiu dos quaes era urna sonda de eslanho,
do dimetro de oras algaida n. 8, cuja extremidade
fnra por elle agujada, sem que todava se podesse
ebamar ponte-agada o uulro, rom que penetrara
a bexiga. v dera evacuaran a' ourm, era a cnula
ou baniha de um instrumento que diseme o;Sr.
Dr. Carolino', denominava-se escarificador de /-
c ni. Por essa batalla inltuduzira ella ao depois
u.na eipecie de estlele, armada de um fio corlante
ua extremidade, rom que dera alguns laidos nopou-
to do cslreitaincnto da un-lra.
Depois da operaran, como lica narrada, a urelra
admildo fcilmente a inlrodacfau de urna algalha
' e de da em da oulras de niaior dimetro,
at que se loroarnm pnr ora desnecassarias, porque,
i sem o auxilio dellas ja dou livremente evacuarlo as
que marejava, era antes por orna especie de iulil- ouriuas, restando-me, porem, pira eslorvar* um
trae.io. Das mleirus passava eo, ora de ccoras, ora ; pouco o meu re'Ubelecimeuto algumas dores nos
sentado cm urna eadeira torada, recostado a urna rius e inflammarAo na hoxig, de que me estuu Ira-
mesa, e nessas pusiroeslevava algumas vezos al nina linda, eonseqoeocUi infalliveis do meu estado an-
n duas horas da m.i I. ligada, para dar evacuaoio a 'leriar, que fielmente doscrevi.
alguma porreo de ourina. -Agora, o publico que eonhece a historia de niinhs
Dessas diversas posires forrada, e mesmo do tonga moleilia, a diDiruldade da cura, n eminente
progremo do mal. reiultou lolumecerem-se-me as pari-n de miuha vida, a parienria e inransaxeis
peroae n venir* leinnu ^e mmiamenle \olnmo-.o, e sforcoa da medien, que '.alvaa-m'a, oem ler em
de seu crdito, pata bem da junta os avila sempre.
O Dr. promotor appellou de ambas as decise.
lano de-le da cuno da espera ; a noso ver nlo
toram essas deciaoei juslas como ja disemos, nem
una Bem oulra ; entretanto occorreria nu julga-
mento alguma falla te formula, uoico fundamento
porque em lal caso ira dado ao promotor appellar
S. S. l o sabe, c a n.arao he que o lem de decidir,
mas o que de cerlo d- que Dio e mandando logo
para a ra os lies vaholes, mxime Marcelioo.que
nos pareceu realmente mais criminoso, nao sellfies
faz nina verdadeira iijuslira ; servir isso de'pu-
IllrAo.
0ttt$pmbttuia&.
Illms. Sr. ileclarandci muila pessoas que a
casa n. I, sila na ra larca do Rosariu, oulr'ora ra
dos Qowlais, perlencente a'viuva Cunha, e ade n.
19, sila na ra do Senhor Bom Jess das Crioulas,
de propriedade de JoAo Mcreira Marques, achavam-
le arruinadas, proced no i'ia2l do correle, de con-
tormidade com o artigo 1 do titulo 8 das posturas
municpaes da 30 de junto i de I89, a vesloria em
ambas, e pela declaradla i,ios peritos, nlo amoaram
perigo, particiiUrineule a primeira; sendo porem
necessario demnlir-se a fenle da segunda, do que
asta -nenie o prnenrador ba-i'.anle do prnprielane,
que assistlo ao exaino ; e ludo isi.s *.-..-, Ata .e-^-.--
livo* termos, que se lavraram ; o que participo a Vv.
Ss como julgo do meo ngom-n dever.
Deo guarde a Vv. Ss. Fiscalacio da froguezia
de Sanio Antonio do Recfe 21 de julho de 1S5(.
Illm. Srs. presidente e veraadoraa da cmara mu-
nicipal dealacidade. O fiscal, Maooel Joaquim da
Silva Ribeiro.
Conforme.O sccrelaro.Mannel Ferreira Accioli.
Termo do eiame feilo na caa de sobrado de dous
andares n. 1 iii na ra larga do Rosario ontr'ora
ra dos Quarleis, perlencente a Francisca lh\
inazia da ConceirAu Cunha.
An Jt de julliu de 185t>, nesla cidade do Becife
e freguezia de Sanio Antonio, sendo na ra larga do
Rosario, outr'ura roa dos C/uarleis n. I, aonde rea-
uidos foram vindo o fiscal da mesina freguezia, Ma-
uoel Joaquim da Silva Ribeiro, os peritos Theodoro
l .im-, Francisco Xavier Soares, e Jos Francis-
co Ternura e as teslemonhas 7Anlouio Brochado
Soares Cuimares, Francisca Antonio Saraiva e
Pedro Joaquim Alves de Carvalho, lodos abai-
xo assiguados, comigo escrivAo do mesmo fis-
cal, para elleilo de se preceder a exame na casa de
sobrada n. 1, sita oairua larga do Rosario, oulr'ura
ra dos Quartcis, da qunl he proprielaria D. Fran-
cisca Thomazia da ConceioAo Cunda, que ao mesmo
hscal constou achar-se arruinaaa, e depois de feilas
pelos peritos cima declarados as diligeaciasem laes
casos pralicaveis, de couformidade com o artigo I do
(iluto 8 das posturas inunicipaes de 30 de juuho de
181. Declararam :
Que os uiles do menciooado predio eram singe-
los, mas que achavam-se aprumado, e bem assim a
frente, sendo que internaraeole as paredes eslAo
baslaote deterioradas por falla de rebocos.
Declarou c perito Jos Francisco Teixerra, como
meslre carapina, o seguate :
Que o mideiramento achava-e em algumas par-
tes arruinado,'principalmente duai tercas da caber-
la, as quaes devem ler substituidas por oulras.
Declararam lodos os peritos finalmente, que mar-
cavam o prazo de seis mezes, a coular de boje, para
todo o reparo do supramencionado predio. E nada
mais lendo os peritos a declarar, relativo ao prsen-
le exame, houve o fical o rnesino por lindo.
Do que pira constar mandn o dilo fiscal lavrar o
presente lermo, em que assignou com os peritos e
leslemunhas.
E eu Ih polillo Cassiano de Vasooncellns Albu-
querque MarandAo, escrivAo do fiscal, o e-crevi.O
fiscal, Manuel Joaquim da Silva Bibero. Jos
Francisco Teixeira.Theodoro Ramps. Franrisco
Xavier Soares.Francisco Anlouio Saraiva___Pedro
Joaquim Alves de Carvalho. Antonio Bernardo
Soares tiuimaraes.
Conlurrae.O secretario, Manoel Ferreira Accioli.
Termo de exame feilo na casa de sodrado de dous an-
dares o. I-.1.-11.1 na travessa dus Quarleis, oulr'ou-
ra ,roa do Calaboaco, pertenceule ao proprie-
tario Juan .Muren a Marque-.
Aos vinle um de julho de 1836, nesla cidade do
Becife e freguezia de S. Antonio, ien,lo na travessa
dos Quarleis, oulr'ura ra da Calaboura n. 19, aonde
re.....los foram viudos o fiscal dame*sma freguezia
Mauoel Joaquim da Silva Bideiro, os peritos Tdeo-
doro Ramps, Francisco Xavier Soares e Jos Fran-
cisco Teixeira, e como bailante procurador do pro-
prielario JoAo Moreira Marque, Jurdao Jos Fra-
gozo, e as lestemunlias Franruco Anlouio Saraiva
e Pedro Joaquim Alves de Carvalho, lodos abaixo
assiguados comigo escrivAo do mesmo fiscal, para ef-
feilo de se proceder a exame na casa de sobrado de
dous andares 0. 10, sila na travessa dos Quarleis,
outr'ora ra do Calabouro, da qual he prupnetano
o dilo Joao .Murena M,rques,e que ao mesmo fiscal
constou achar-se ariutuada ; depois de feilas pelos
peritos cima declarados as diligencias em laes casos
pralicaveis de cuiitormidade com arligo !. do Ululo
8-. das postoras municpaes de :10 de junho de 1817
Declararam.
Que a frente do mencionado predio achava-se
bstanle arruinado desde o segunda andar al o
chao, observando elle* que essa ruina era llovida a
nina grande curvatura que no centro da mesma fren-
te lem a parole :
Que o aillo do o esle, era lodo siogelln, e ronlinha
um desaprenno para dentro, de meio palmo :
Que o oilAo do leste ; era dohrado, e ronlinha
lambem o desaprumo de meio palmo. Declamo
u perito Jos Francisco Teixeira, como meslre cara-
pina o segumle :
Que a coberla c lodo o mais madeiramenlo do
predio se arhava em bom estado. Declararam lodos
os peritos, finalmente:
Que a mencionada frenle da casa devia ser demo-
lida, cumprindo no entonto que neslcs Ires dias fosse
ella devidamenle escorada ; e purqne lom de ser re-
forrado em fare da posturas muniejpaes, o oilao
singello, entendiera que devia ler lugar primera-
mente o reforjo, e depois a demolilo da sopracilada
freote ; e para dar principia a ludo isso, marcavam
o prazo de dnus mezes, conlar de doje.
E nada mais leudo os peritos a declarar relativo
ao presrnte exame, houve o fiscal o mesmo exame
por lindo. Do que para conlar mandou o dilo fis-
cal lavrar o presente lermo em qoe assignou rom os
peritos, procurador da proprielano, e te-lemoulias.
E eu llvpolilo Cassiano de Vasroncellos Albu-
querque Maranha'o, e-crivo do fiscal, o esrrevi.
O fiscal Manuel Joaquim da Silva Ribeiro, Fran-
cisco \axier Soares, Tbeodoro liamp-, Joe Fran-
cisco Teixeira, JordAo Joje Fragnzo, Fraocisco An-
tonio Saraiva, Pedro Joaquim Alves de Carvaldo.
Conforme.O secretaria, Mauoel Ferreira Ac-
cioly. '
do cdigo, rcguluneulos e leis a respeilo rilados; e /,-Rio lo de julho de IS5.Bm:e.
emlim, como os principios mais comesinhos da juris- -anleiro. t Kni de Janeiro til de julbo de 18Mi-
prudencia commercial o exigiera. j0!T ;aosl'nh0 Baiboza.
He, porem, com dr, com soiilimenlo profundo, rilippe Daroaziol.oucsivea l.ele acloal servm-
que a infraienpla lem de noticiar ao punliru, e me- I "'*"? vil.ihcio d um des otli-ios de eacrivao do biz
mo aos poderes do estado, que o Sr. Dr. Perelli. no
dia da i emiti (2:1 de maio de islii: meuosprezan-
do os loe unir uto- irrefiagaveis juulus s petirOes e as
leis respectivas, admilti a volar e ser volado o
prelenso|procurador de Emerv c C., ou J. F. Eme-
rv, o qual fra de rela Horneado administrador por
urna in.ii.iria artificial, pur urna malaria que nao de
aquella de que falla o art. 817, 3.' parle do cdigo
do commercio, cu disposicao nAo fra mo librada
pelo decreto n. l:l(8 de 18 de adril de 185, mas
deixada subsistente : emlim,por una maiuria irriso-
ria e nulia, que alias se compoz do proprio sogro
Jos Jeronymo Monleiro : di procurador Perriaut-
diico, como represeulandu Mesquila v\ Dulra, c pui
iNovaes AClll
Ora. lie claro, que o ogro Monleiro nao poda vo
lar no genro como obviamente volou, visto coma o
procurador do Dr. BraudAo o Sr. Dr. Adolplio; uel-
le nlo volou, e cnnseguiuleineule os 3 votos vence-
dores foram dos que hcam all mencionados : votos
que idnticamente sao utios e rritos ; primen.>,
porque Mesquila & Dulra nlo eram legitimo- ere-
dores, e sim Francisco Alves da Cunha, purque a
cessAu por esle feila nquelles de milla de pleuo di-
reilo, por nao haver sido fela por escriplura, e o
cessionario nao ser negociante maliiculadu ;pnrque o
titulo versa sobre beus de raz) ; segnudo, porque
Peruambuco lie devedor massa (art. 82 2.
parle do cdigo.)
Couseguinleoieiilc, nao sii a nomcaoAo do Sr. Isaac
de milla de pleno direilo. mas a de aquelle parladas as razes ja dilas, e esles por se-
ren llameados pela decidida minora de credores, e
por votos millos, como os dus volaules ja indi-
cados.
Muida quexa de lano maior do Sr. r. Perctti,
quanto o inesino mcnli-simo juiz, em lugar de des
p.lidiar ante- da velara i as peheiiJ-, as deixou no
stalu quo, e verbalmrnle declarou na reunido, que
nma caria de Emerv ,\ C, datada de mareo do cor-
renle anuo, exhibida por Isaac,destrua os documen-
tos presentado, e que provasa que Emerv A; C .
nAo era o J. F. Emury, do que rezavam os docu-
mentos por mim exhibidos !
E declarou mais, que quanlo Mesquila vV Du-
lra, os administradores nomeados incatigassein so-
bre a tegalidade jurdica da cessAo de Franrisco
Alves da Cunha, feila a Mesquila!!! Ditos'.
Consumada des'arte a obra injuridica, e de que
por certa os annaes judicianus uAo aprcseularao que-
jando exemplos, live de mandar haver do Sr. juiz
o dele iinenlo das petir,oes para futuros elfeilos ; mas
o mesmo Sr. houve ;ior fiem mandar entranhn-las
nos autos, e como me consta, com longo despacito
d'umas poueas de laudas', e responden que exlra-
lusse por certidAo !
Ora, eu eshulhada dos meus bens, que por ah luto
sido eslianjadus de um nodo inaudito, como eu Ihe
a hei de pmvar ; por corlo que alo linda os emo-
lumentos neressarins para u escrivAo ; e por isso e<-
(ou anda sem saber os pehgriiios fundamentos para
esse longo despacho ; mas, que lgicamente presu-
,.e~ resumirn em a todo o transe anuquilar o
un direilo, e cou-uinar a obla
CAMBIOS.
Sobre Londres. 27 d. pur 13.
Paria, llio rs. por f.
a Lisboa, I00 por lim.
Bio de Janeiro, ||2a 1 porOHj a 15 a W dia
Acones do Banca, 33 0|0 de premio.
.Verdes da corapaohia de Beheribe. .51 gnu
Acones da companhia Per ambucana ao oh
a a Ulilidade Publica, 30 pur cenlo de avamic.
a Indenioisadora.52 por '. de premio.
ir 11 di e-Irada .Ir Ierro ;",(l por aode presa*
sobre a entrada.
Diseoulo de lellra, de 7 a O por Om.
METAES.
Ouro.Onras hespauholas. 28 a
Moeda de bjitKl velhas .... Ifiyaa
t.-iMi novas .... laajonn
" 19000.......sysn
Prala.Palaces braiileiros......2earai
Pesos columnarios......
a mexicanos......
ALEANDKOA.
Rendimenlo do dia I a 5. ,
Ideen do da ti .

37:7aB|Satl
2lfli|.57:t
MalaasisM
Descarregam hnjr. 7 de agmto.
Barca americana /Y. Taij farinha da trigo.
Barca americanaKoehucL--idem.
Briguc pattasgajoiBasa .s'nrcesioceblas, cal
hlalas. '
Brigue francez timamercadorias.
Patacho inglezlilondeplvora,
Brigue hraiilciroSagitariobarril de sebo.
IMPORTACAO .
Brigue ponujuez a Bom Suceesso, vindo d 11
0
om direilo, e can-umar .1 obra. <-- k- .-~.<-~. ........,
Mas, eu em defeza dus meas improscrpliveis di- '10"' c""";"',to '"""Y *)* ? & F
ilos e dus do meu esposo, de quem sou procuradora, ","' """"^l," *'-"}"}* : ,n .- t ,
lisame, e com poderes illimilados, uAo devo decli- I 7 p,|M' e ^ bami vlnh?- 1 "*'" P>Pe 4, ba ,
.Sr. redactores. Occipado iuleira o nicamen-
te dos Irabalhos do meu roqueo negocio de que
vivo, e alem dissosobrecanegado agora com o lugar
de subdelegado do 1. dislrclo desle tormo, jamis
me orcupei rom a leilora In peridicos. Infeliz-
mente vi e li un Jornal di Eommtreio de 7 do pas-
sado mu ariisu om que, depw, de se proearai Un-
D. BAKBABA HABA DA SILVA SEIXAS.
Ao publico.
11 av 0111I0 eu em quali ladede esposa, e como pro-
curadora de Nano Maris de Seixai, protestado e
pro. Lunado, como milla irrita, e de nenhuin elTeitu
a nomeacAo mouilrnosa de adminislradores casa,
qne la,, nalli, rumo injuslgmsnle, fra declarada
lalli 1.1 dn dito meu esposo, qne livera lugar no dia
' ar de tornar bem saliente ; !, a nullida-
^ e iusanavel da nomeae >o do Sr. Isaac e doi Srs.
J ovaes A; C.para a Iminislradores da massa declara-
' "Uliineule fallida d casa lp meu esposo ; 2.", a
juslira, m,rtfu H,. Sr. Di p.relli no cass-cm
estao : e para cap nm, a|ipreseiito ora su> n. II
cerlido em devida forma exlradida dosau'losria
illencia de Emery A; C,
J. F. Emery, e pela qual a luz meridiana sel pro
,que esle era chale fallido daquella casa qlue es-
te era oque linha os direilos sobre o acllivo da
minha casa, pelo piodurlo dus salvados du rpaufra-
gadu do brigue francez a Provence, nconverl ido em
oraa cambial ; e po'r consequencia.que a carta, exhi-
bida ao mereli-simo juiz, datada de mareo, o.u era
apun ipda ou era simulada du dito J. F. Emerv, para
occullar a circumslaucia de sua falleucia, e aiqadn-
cidade da procurarAo dada a Monleiro ou a Isa ar !
E, consequenlemenle, esl provado de um ..oodo
indubilavel, queoSr. Isaac nAo he legal administra-
dor : que todos os actos dimanados delle, como la ra-
bera de Movaos & C. SAo millo- de pleuo direilo e
porlanto de novo protesto pur mim, e como procu-
radora do meu espuso, con Ira lodos 01 actos passadus,
prsenles c futuros, diraauados rio curador fiscal, e
leo- falsos e illegitimos administradores, ludo n a
forma do protesto de 2 de julho de 1851, anuexo aos
autos principaes da fallencia, e inserto uo Diario
de Peruambuco o. 149 de 5 do dilo mez e anno, a
em oulros ns. do mesmo, bem como, nos 11. do Echo
de maio e junho desle anno, j rilado- supra.
E, fiialmenle, anda derlaro para tornar bem sa-
liente a mnnslriiosidado da noineajAo do Sr. Isaac,
que J. F. Emery, edefe da casa Emery i C, falle-
toa em 18 de maio do corrale anno (vide al
do Comoierc'ou. 110 de 21 de maio) e qu ,,nda
por mais esle molivo forle he IriplicadaroaVte falto
e uollo procurador da firma Emery o admim-irad .t
da massa de meu esposo !
a Barbara Mara da Siha .Seixai.
Diz D. Barbara Mara da Silva Seixas, por si, o
como bstanle procuradora de leu esposo (Vuno Ma-
ra de Seixas, que havendo em 30 de abril passado,
requerido i esle joizo, que oao fossem admillidos a
volar e -er.un volados para administradores da massa
ns vinagre ; aos consignatarios.
II pipas vindo ; a Francisco Saveriane Rebelln
Filho.
5 dllaa .lii. inJeLSS*eiri.
15 barr. *areile : a A.
Al-r.u.
C. at
20 ditos loucinho, 10 ditos chaoritav 2.50 eaia*
de cuja casa Mr* cheto I ce,"!i',5 ; *hn" Jo,c d. Cosl Amorim.
< luz meridiana sel P">va I J.,d,la v,,dr0, ""? d'l brocha, 2 tarris ma-
colla ; a JoAo da Concei(An Bravo f C.
13 volumes encapados mobiha ; a Manuel Jasaa r
Ramos e silva. "
1 barril macolla ; a Jos Alexandre Ribeiro.
2 canas marmelada. .50 cinsslras btalas ; a lia
ingos Jos Ferreira Cuimares.
10 barris loucinho, In
peneiras de
dlus cliourie^s.
Banks.
eneiras de rame ; a Eduardo F. Bank
I barril macolla ; a Vmva Cunha i'v C
j-iO ditos cal ; a Lino Ferreira Piulo.
fard,
cera em velas ; a Joaquim alea.Ir
I ciia
Freir.
20ditas btalas ; a Silverio Manoel do Res.
20 barri luonoto, 30 diloi cbouriras, 1.5 dilas
Pista ; a JoAo Piulo Begii de Souza.
I dilo vinho, 1 dito carne ; a Antonio Alves Bai
1 caixole moldura e cordes ; a Vicente Alvas <
Souza Carvalho.
2 caixas drogse-; a Moreira | Fragi.
barris ervas raedicirraes ; a Antonio Pedro d.
"leves.
I fardo mscclla, 1 barril relalho de peHica I
J" 10 Moiim ti C. '
I fardo macolla ; a Vicente Jos de Brilo.
50 barris cal ; a Manoel Josquim Maaiz Bs
I caiiole livros, 20 barris erva-doce, 30 calas ce
bolas ; a Jas Marcelino da Besa.
1 lala oleo de ameudoa, 2 fardos marella, I caix
drogas : a Joauuim de Almcida Pinto.
1 Tardo p.io campeche, I caixa garrafas, i dita
drogas ; a Marcelino Lurigero da Fonseca Maora.
Polaca hespanhola Atrevida, viada de Baree
lona e Malaga, consignada a Aasga A Brxan, asa
nifo-liiu u seguinle :
l fardas cominhus, 7 barricas aloisia, li barr
oliveira, 211 barris perdigones, lili pipa \ ,
dilas viudo ; ao ns pitia
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do da I a 5 7:30X3*'
IdMpM
dem do dia (i
aeoVeVaal
MVEItSAS PROVINCIAS.
I50J87
I7JJIS
p^jiei- '
mtm
aas oao rom cessAo em regra. e para DESPACHOS DE E\PORTAC\n Pili A M KM
1 nao davia pago o imposto propor- | IM) CONSIT Un JiESl'A I ID\lll".n ma
lia como cesion.rio figurar como I ti UE MM.% ) MT I8.5K '
nulla e iiiiquameiile declarada fallida do seu esposo, i garbanzos. 225 barris vinho, 20 auartolas'ar.il. 1
nlo so o consulado francez, ou o cessionario Emery, -
e Mesquila & Dulra, pelos ponderosos motivos, que
entao expozera, desenvolver, e comprovara cora
Ires documentos rrefragaveis que juntara, e por
um dos quaes s lornava evidente que o consulado
francez havia feilo caerlo a Emerv A; C, do Rio de
Janeiro, por or.lem do eowerno francez, e que por
consequeneia osle nada mais linha com esle negocia
desde os fins de 1818, como ludo se arda ex ira tu ji
termo da concillaran tolla ante o jai de paz n. Rendimenlo rio dia 1
Becife, por de Uoossenenurt, ex-gercnle du mesmo I dem do du (i
consulado : que Emerv & C, ou J. F. Emeiv |i-l
quidalario daquella firma estabelecila no Kio,
quem o dito consolado eolreg*ra lulos os
coiicernenles, ma
qual tambera se
tonal, nAu pni
rredor, por isso que havia fsllido, o que se provou
com o documento da rouvocar.to dos credores d'esle
para o contrato da nniio ; alem de que o adminis-
tradores d'esse fallidu Emerv & C. ou J. F. Emerv,
nao haviam mandado procurarAo ainda legal, mas
anterior a fallencia, era milla, hav.a caduradu pela
mudanra de eslado do fallido Emerv. E, havendo,
oulro sim, a supplicante mostrada luz da eviden-
cia que Me.quila c\ Dulra, lambem nAo podiain
runccioiiar, porque quaulu ao seu crdito ( o da In-
polheca de Francisco Alves da Cunha ) 11A0 se ha-
viam anula segoido os tormos prescriplos no arligo
8(5 do cdigo, mas atropelladamente por um imito
despacho do cx-juiz Dr. Rufino, a louvarao de que
reza o arligo Sili, sem que para e-la tambem tupia
lido lugar a impugnarao, em rennila leizaKcim;
quer a lercoira parle do arligo 8*7 do raigo, sem
a qual aquella Impugnarlo nlo pode seT exeqnivel ;
arcresoendo que. ha um s laudo du perito oumeado
por Mesquila, -em que anda u houvesse o do im-
pugnante ; he obvio que sem ambos nao podia haver
senteoca arbitral, como he expresso 1 arligo 8il> do
cdigo ; ; accre-roudo. que a cessiode Francisco
Alves da Cunha he milla, porque 11A0 tora feila por
escriplura publica nrd. Iiv. .!. |i|. 5!!,) ou pnr ne-
goriaole matriculado, que alias, o nao era o dito Cu-
nha ; e por (auto folios cessionario, alcm de qae
ronsla-se nAo pagara imposto proporcional da Irans-
feroncia.
Alientos esses motivos, requer a V. Exc. a sup-
plicante. que recoosiderando o sen despacho pelo
qual julgara dilu consulado francezou Emerv,e
esquila Dulra. habilitadas volar, fosse elle
suslado. nu revogado.
A suppliraule, pois, vulto n'esla oroa-io a recla-
mar de \ F.xc. as cicluses ja requeridas, e com
lana maior razioquanlo coasta que Isaac, preten-
so procurador de Emerv \ (;. nu-ara
reoailo, que, J. P. Emerj fallida, n.ii
cV: C, credor pelo que ie|ireenla. dasean lo-e fri-
volamente em um almaiiik rio llionao se salie ile
qoe armo : e conlra es-a argucia impropria, ajunla a
supplicante sobA. ns. I B. 2 D. : Ires documento,
no pnmeiro do quaes o rio negociante capil.ilisl.-i in-
glez l;:d, \|..\ e ,-enii-ul geral Argeulino no qualre-
fore-se a resposla rie J. F. Emerv, cm sulurAo a pru-
po'laque Ule fura feila pelo esposo da suppicante em
I_8i8: nu legiiudo a propria resposla do mencionado
Emery, no idioma inglez.deque nAo pora duvida em
lra,lar logo que a consolado trance/ ihe entregue p5
papis lendenlcs ao negocio, e expe a origem d'elle
etc. ele. ; e no lerceiro, a caria do negociante rom-
meudador JoAo Pereira de Andrade, de fevereiro de
1851, na qual esle diz, que Emerv rerusou Iralar,
commellendo esse negocio ao eu procurador nela
(Jaee Jeronxrao Monleiro.)
A viila de quanlo lica ponderado, hee\nleniis 1-
-
LiverpoolBrigue ingles Emma. Kostrou Roeicr
A Companhia, 3.iil arcas ulgodAo.
LisboaBrigue porlusucz uCnoiUnlea. Ivjjajaaj (
da Cosa Moreira, tW) saceos assucar branco e m%-
ravadu. *
Buenos-AvresPatacho iKspaohul .Descoa, Novae
A; Cnmpaiihia- -M>. barricas assucar branca e mas-
cavailo.
LisboaBrigue porlinjUez nConslaalea, Thoma/ d-
Aqumo luoieca^f-Hlho, 2t saceos aaaaaaa. _,,.
cavado, ^s-^
____" Exuortacao .
Liverpool por Maeei, barca insiera Miranda,
lajli toneladas, con.Inzu o seguale: 2,11.51 *t-
caa>BJB 10,270 arroba, de a.ocar, e parle da car-a
rom qae eulroo:I00 barr-ia- de bacalhin.
dem ide n, patacho inglez nllennx Corwia de
200 toneladas, roo lorio o seguinle : |,||j j'cc
Com 5,600 ,11'utns de asucar.
RECEBEDOBIA DE KEMlAS INTERNAS ir
BAES DE PERNAMBUU).
Kendimenlo do da I a 5 ... ~,..mmii|.m.
dem do dia li.......". |0|aj
ZMaWH
CONSI'I.ADI PROVINCIAL.
Rendmenln do da I a .5 .
dem do da 0 '
'.l::!llli,
1 VI2-H.5
IO:S|-i;|
%boPtt*H$kt0 i>0 pvtto.
sanios entrados no da fi.
avanrar em \ llamborge60dias, iViguc honoverianooMi
de o Emerv 1 de 222 toneladas. raiilAn r "
I. Fock, equipagrm 'l
carga fazeodas e mal ^eneros, e man '2| loneta-'
As de ara ; a N.rO. bieber A Compaahia. PW-
tence ao porto Crauz.
Havrei dias. brigue Trancez a 11 lanas, de M |.
rieladas, capillo l'elil, oquipanem 1:1, caraa'fazeii.
das e man seero., r mals 30 ia,u,,l, de ped
a |.erre vV Comg,ai.ha. I'ertencc ao porto do
IW;
0.feS3ftBSsafi
do commercio
penal
uo commercio niu rilada do K~.ir. "
de Peruambuco por s M I i. Z Pr"'"
Faro saber ~ <,* IV,>, "arda ele.
' *
..
MTIUADCr
,


m*?0 3 Pl! -:*?m QUINTA FIRS 7 ?:r AGOSTO O? 1856
liuimarges como leslamenleiro e inventarianl- de
Manoel de Soma C-uimarSes, eiecutadoi Jo oa de Miranda, e h'ilippo Bello Maciel de Oliuda, e
prosegaindo-se no termos da etecuc.o.enectunu-se
a pe iliora em dinheiro na quavslia de 8:18W90 rs.
que se achava ja depositada no deposito geral em
1 coissequcncia do qne se fe era aadiencia o requer -
melo do Iheor seguinle :
AN 31 de julho de 1N5(> pesia cidade "lo Heeife
de Pernambuco em poblica' Snitieucia qne eos feslos
e parte* dava o Dr. Anselmo Francisco Perelli, jaiz
de direito especial do commerclo, nella pelo solci-
lador Manoel Lair. da Veiga, procurador do ese-
quenle foi requerido, que se hotivesse por accusada
debaixo do presan a penhora feta em dinheiro per-
tencenie 10 eiecutado Filippe Bello Maciel de Olin-
da.qoe ncasuin assignados 119 til das da le e s<
passaaaem os editaes do eslylo, para citar,ih> dos re-
doren insertos do roesmo eiecatadn, o que oovldo
pelo juiz assim o deferio e exlralii o presente d
prolocollo das audiencias, juntando 1 estes uto
seguinle peticao, mandedo e penbora. En Kran-
cisco Ignacio ite Torres Bandeira, escrivao o escrevi.
E mais se nao coolinha em dito requeritnenlo
aqui copiado, que eu escrivao em;virtude du qual
mande) pasear o presente com o piraso dejo das,
pelo qual se cita e se chama os crodores inrerlos dn
referido eiecutado para no dito prazo allcgarein o
seu direito e ticarem scientes do qne cima Tica cx-
poslo.
E para que cheeoe ao conhecimento de lodos man-
dei passar edilaes que serlo aflUado* nos lunares
docistumee publicados pela iroprensa.
Dado e pasaado nesla cidade du Recif* aos (i de
agoslo de 1S56.-- Eu Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivao o til escrever.
Anselmo Franciico Perelli.
O tenante-coronel J5o Valenlitn Villela, juiz de
pal do primeiro auno do primeiro districlo da fre-
gueiia do SS. Sacramenlu do hairro de Santo An-
tonio da cidade do Recife, ele.
Faro saber, que achaudo-se designado o dia 7 de
setenibro protioio futuro para a eleieao de ju17.es de
paz do primeiro e segundo dislriclos desla freguezia,
e de vereadores deste municipio, segundo as ordens
qne me foram commonicadas pela cmara munici-
pal, em oflicio de 30 do.mez ullimamenle lindo, c
em eampriraento do disposlo no arligo 92 da lei 11.
387 ie19de agosto de IHWi, devem os eleitores e
anpplentea desla freguezia, em numero de l'.t. nella
resilientes, comparecer s 9 horas do supradtlo dia,
em o corpo da igreja matriz do bairro de Saulo An-
tonio do Recite, aliin de se organisar a mesa paro-
Hiul, ficando os que ileivirem de comparecer, sem
motivo legitimo, sujeUoa .1 multa comminada no arl.
l:lli ;.. Ii. atda^aaWfda lei, cojos nomo se seguero :
V*ip,EITRS.
Os leabores :
Tenente-coronel Rortolpho JoSe Barata d'Almeida.
Vigario Venancio Henriqaesde Rezende.
ara a Bulla
O veleiro e liem conherido Mala brnsileiro Dous
Amigos, pretende seguir para a lalna uestes 8 das,
lem a bordo parle do seu carregamerto que Irouve
do Maranhao ; para o resto os pretendcnles enlen-
-se com o seu rons"na!arin Antonio l.uiz de
Iveira Azevedo, ra da Cruz, n. 1.
i*
a; .j a
li-, I
ii;>
A veleira caropeira l.ivrariln. segu al o lim
da present' -emana, por ler pron.ple parle de seu
earregamenlo ; para o reslo enlendam-se rom o seu
canaigaalario Antonio LudeOHteira Azevedo, ra
da Cruz n. I.
ai I-E JANEIRO.
Senta no da K ,1uocurrente o patacho altom Je-
su ; para o reto da carga, pauageiroa e eseravo*
afrete, lraU-e com Castao Cvnaco da Coila Mo-
reira ao lado do Corpo Sanio n. 5,
PARA O KIO DE JANEIRO,
segu om puncos dias a polaca hra por lera maior parle do sen earregamenlo prompto ;
para o reato Inda-so rom os consignatarios Isaac,
Curio A Companhia, na roa da Croz o. 10.
CoinpHiihiii franco-Ame-
ricana de Vapores
iv neezes.
Espera a
se no dr-
IS docor-
r e n l e o
Fugio do lunar do silio Boa-Vala, em lluarle
Das, freguezia de N. S. da GWria do Coila, o es-
cravo MasiBliano, crioulo, id.nl.' de 18 a 20 aunos,
sem barba, de boa estatura, corpolenlo e seceo de
un lado, cor prela, olhos um mais aberlo do que
mitro, denles limado), falla grossa, ps pequeos, o
direito para fura, o que abre as peritas ; leuiu cami-
sa azul e ceroula de algodo bruen : quem o p-
prelien |. r leve-o a seu senhor Rulioo Jos da C-
mara Pimentel, no mesmo lugar.
Miguel di Coste, Miguel Jtiliche. Vicente Cru-
da, lira/ Beoda, Vctor Oro la, (ieanasio Chico, \!i
auel Fula. Braz Gervasio, Jos Gervasio, Francisco
Autoniu .Matitio, subditos itapelilauos, rclirani-sc
liara a Europa.
Na audiencia do Sr. juiz de paz de S. Jos do
dia 8 do i ni rente lem de seren arrematados na noria
da casa da rcsidetscsa do mesntn jmz, as l horas ,|o
da, mis movis penhorados a Andr Avelino da Coa-
la, por QiacocSo contra elle movida.
Ni latinea de Baleado fmneei i, ra da Cruz n.
33, precna-se e olliciais te sapat.iro para obras de
senliora ; prefere-se homen casados, cajas iiinllie-
res possam drbruar npatos.
Des^pparereu no dia 5 do crrenle mez. o
pardo eseravo. Inuoceneio, da ida le da :li anuos,
levando I sacco com mupa e t chapeo brancada cas-
tor j usado dcnlro de um caita, e levoo larabem I
chapeo de palha velho e roupa de Iralialho ; os sig-
naes sao os seguinles : j pinta, barba rapada, alio e
seccodo eorpn, espaduaoo e dasparuado do rosln, cor
basaa, falla de um denle na frente, o qual eseravo
vcio do leo, em principio do a ti un le 1833, compra-
do pelosSrs. Camtiilia Ov Fitho* : ro_-se a lodas as
pessoas, autoridades de polica e capu.-s que do me*iro possam ter Batida, o obsequio de ap>
i prehenle-lo remetle-lo ao seu aeohor Justino l'e-
reira da Ainlradc, na ra Nova n.52, fazeudo por
Koga-se ao Sr. Verissimo Anlonio da Cruz
Soarea e a Joao Paulo meslre earanina do arsenal de
marinlia, de dirigirem-se ao armazem da rua du Sol
n. 2., a negocio.
J*. PraegetiV C, beg lo inform bis
fricndi n general lliat he luis opened lits
new e$tubl8hraent ruada Cruz n. 11,
wlierein Ivom bencetbrth thev will (nd
Massa adaman-
Una <
Francisco Piulo Ozorio chumba denles com a \cr-
dadeira masu da nanlina e applira vento.as pela
atraceao otbt: |i;le sor proeurado confronte ao
a siiitableapartment fortn- purpote of Rosario de Anlo Antonio n. 2.
Ii.tvinglunclteonfrom 12 lo 2 O I*. M. ~ h,r* naignado tema honra .le parliripar
Recf 1 agoslo 1856.
-- Alaga- suinlio ii, a"(, eom bstanles com.....los, grande
quintal, e viveiro de pene jio fundo, uranio e )hh
cacimba, portan ao lado, e porlo de embarque: e
icualmenle se alnga a casa inmediata de n. 27
cum nona eominodoa para lami.ia, e grande armazem
no fundo eom grande caaariiladc, c ezccllcnlr fu.....
para podara, e porlo do embarque, lulo por pc-
eo muito eommoilo: a Iralar na mr-in.i rua eom
seu pruprielatio .Manuel 1'ereir.i Tcimiii, -lindo
i), li.
negociables e ma
'.ineiu, as qoaei inl
I ra ncez
l.yonnai,
c a p i 19 o
llevauU,
vindo do Rio de Janeiro, que seguir' para o Ha-
vre com escala por Ttneriff, Madeira c Lisboa : pa-
ra fretp c passaaeirns, na rasa de L. Lccornte Fe-
ron i\ C., rua da Cruz n. 20
vapor coala rtcsle as despe/.as que forem necanariaa, .lera
Coronel Domingos USovno Nery Ferreira.
I)r. Joaquiro Pires Machado Porlella.
Oimmercianle Anlonio l.uiz dos Sanios.
Padre Jnflo Jos da Cosa Ribeirn.
Dr. Antonio Epaminomlas de Mello.
Cor nel Fraucisco Joaquim Peretra l.ubo.
Major Claudino Beoicio Machado.
Empregado publico Caelano Pinlo de Veras.
Capilao Joao Anlonio de Paula Rotritiues.
Padre-meslre Joao t.apislrano de Mendonea.
Alfares Caelano Jos Meodes.
Alferes Joao Baplista de Araujo.
Empregado poblieo Joao Manoel de Caslru.
Teticnte Francisco de Paula Machado.
Alferes Barlliolomeo Guedes de Mello.
Capilao Joao A'hanazio Boteltto.
t ninnierciaule Manoel (iuncalves Agr.
rCmpregado publico Joao Pereira da Silvrira.
Major Berilo Jos Fernandos Barros,
Capilao Firmino Jos de Oliveira.
Dr Angelo Henriques da Silva.
Tenenle-i'uronel Sel -li.'m Lopes Cuimaraes.
Dr. AdIoiiiu Rangel de Torres Baudcira.
St'PPLENTES.
Os senhores:
Major Jos Rcidio F'erreira.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Empregado publico Joao Carneiro l.ius Soiiano.
I^ommerciante Joaquim Bernardo dos Reis.
Alferes JoSo Henriques da Silva.
Empregado publico Theodoro Jos lavares.
Cnmmerciante Anlonio Jos Mouleiro.
Artista Dionisio Bibeiro de Vasconcellos.
Empregado poblieo Flix Paes Pereira.
Commercianle Thom l.eao de Castro.
Commorcianle Joaquim Francisco de Torres (jal-
lindo.
Empregado publico Anlonio Manoel Pereira Viau-
ua Jnniqr.
Artista I.oiz onr;alTes Agr Jnior.
Conimerciaiile Joaqaim Vital Machado.
Commercianle Melchiades Antunes de Ahneida.
Commercianle Joaquim llenriqoe da Silva.
Commercianle Alexandrioo Cavalcauli de Albu-
querquo.
I'enenle Agostinho Jos de Olireira. .
Empregado publico JoSo Antonio 1I.1 j> j Pereira.
Commercianle Manoel Jos de OliveiW"
Commercianle Francisco Jjq-iivs Ca.swtl _
Commercianto SWn SjAirn da Silva. >
Alfores Aoloin Manoel WySiNa CninVaes.
Capilao Jos Narcizo CameWi.
Assim tambem convoco tonos os cidadaos qualili-
cadot votantes nesta freguezia, cujos nomes foram
insoriplos na lisia afiliada na referida malnz, para
peisoalmeole comparecerem a dar seus volos na for-
ma do artigo 100 da mesma lei,jjbservando-lhes, que
nao serao admittidas as seoulasWlos voltiles que nao
compareterem pessoalmenle, bem como as que con-
Iiv -rein nomes riscados,^ allerados, ou substituidos
poe oiros, como esprcssaincule declara o artigo 50
desla lei, e qu serao multados ua quantia de 103
rs. na forma do arlio 12(i $"' 1"* sem mo-
tivo legal deixarcm de comparecer.
V. para que todos conste, maudei fazer o prsen-
le, qoe sera afiliado nos lugares mais pblicos desla
freguezia, e publicado pela imprensa.
Recite, 4 de agosto de-1856. E eu, Joaquim da
Silva Reg, escrivao o eseftvi.
/airo l'alenlim filela.
ma.
Scgnc fin poneos di.ts o patacho nacio-
nal CONFIANZA, por ter parle do seu
c-a riega ment prompto: para o reslo,
trata-te com os consignatarios NovaesA
C, na rua do Trapiche n. i.
Para o Porlo seguir directamente e com lirc-
vidade o bricue Trovador ; para carga ou pasia-
geiros, lra(a-se com Bairoc.i ji Caslro, ou com o ca-
LpitSo na [11 ae i.
CARAC.
Segu uestes dias o palbabota Soliralense. rece-
be caraa e paSMgelros : a tratar com Caelano Cy-
riaco da C. M-, ao lado ... Corpo Sanio n. 25.
Ceara' por'
racaty,
secue no dia 10 do mez corrcnle o hiato sSergipa-
n.".i "' recB',e passageiros : a tratar com Caetauo
Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio n. 25.
w
Jos Joaquim de Oliveira, oHki.iI da imperial ordem
da Rosa e cavilleiro da dessUin-to, suMelegado
da freguezia de San-Frei-l'edr.>Gonc,aIves do Re-
cite, e juiz de paz mais votado mV-wesma fregue-
zia, no primeiro districlo, em virludeNjJa lei, ele.
Faso saber, que achando-se designado C>dja 7 de
selnibro prximo vindouroparaa tleii;aodejuT%es de
piz desla freguezia, e de vereadores desle ntuiiicipTaj,jn^ol^"!f['
segundo me foi commnnicado pela cmara munici- -
pal em oflicio de :l() do mez prximo findo, e em
cumprimenlo dndisposlo no arliso 02 da lei n. :|87
de 19 de agulo de 18it>. convoco, de conformidade
rom o delerminado Do arligo !H da lei citada, lodos
os leilores esupplenles desla freguezia, para com-
pareceremos 9-loras do referido dia 7 de selembro
no corpo da igreja matriz desta mesma fresuezia,
ilim de se organizar a mna parochial, iicando os que
deixarem de comparecer, sem motivo justificado, su-
jeitos multa do a/liso 12li $ 5." 11. 1 da le dila,
01 quaai sao os seuoinles :
EI.EITORES.
Os senliores:
Jos Joaquim de Oliveira.
Tenenle-corouel Antonio Gomes Leal.
Joao Marques Corris.
Anlonio Jos de Caslro.
Francisco Xavier de Oliveira.
Domingos Alves Matheus.
Dr. Francisco (onealves de Muaos.
Dr. Jos Joaquim de Souza.
I.oiz Anlonio Vieira.
SUPIM.ENTES.
Os senhores :
Commendador Manoel lionralves da Silva.
Padre Francisco Jos Tavares da Gama.
Manoel Amando da Saula Croz.
Jos Bernardo de Souza.
Eslevao Jorge Baplista.
Flix da Cunha Teixeir.i.
Jos Kaoslioo Porlo.
Jos (jomes Leal.
Joaquim Alves da Silva.
Caetauo Jos C0HI1.
Manoel Estanislao da Costa.
Da mesma fiirma convoco a lodos os cidadaos qua-
lificados volantes nesta freguezia, enjos noines_fu-
ram inscriptos na lisia aflixada na referida matriz,
para pessoalmenle comparecerem a dar seus volus
na forma do arligo 100 da prodila lei, observando-
Ibes, qoe n3o serao admlidas as lisios, cujos vo-
tantes nao comparecerem, assim como aquellas que
forem emendadas ou alteradas com substituido de
nainc, como expressamenle declsru o arligo 5.* da
mesma lei, e que serao mulladns na quantia de 10-3
rs. na forma do'arligo 126 7.*, os que, sem mo-
tivo justificado, deixarcm de comparecer.
E para que a todos conste, mandei fazer o pre-
sente, qoe sera affixado no lugar do coslumu, e pu-
blicado pela imprensa.
Freguezia de San-Fre-Pern-Conc,alves do Reci-
fe, 5 de agoslo de 1H.5li.Eu, Manoel Alexandre Go-
mes de Mello, escrivao o escrevi.
Jos Joaquim de Oliceira, juiz de paz mais vo-
lado.
I. Keprescntarao a beneficio da
artista lyrica
ANNA GIRARDOT.
Quinta feira 7 de agosto de 1856.
PROGRAMMA.
Logo que a orche-tra honrar execulado urna bella
ouvertura, darse ha eomeco .10 espectculo com a
Siena e cavatina da operaTrovador,do ma-
estro Verdi, cantada pela beneficiada.
Seena e cavatina da aperaLe Chalet, do maestro
Adao, pelo Sr. V. Girardol.
Scena c cavatina da operaBarbeiro de Sevilh?
de Rossini, pela beneficiada.
SEGUNDA PARTE.
OS IKMOS I)\s ALMAS.
___-Comtitia cm 1 acto.
--*-^lr E R S O N A (, E N S.
M iiianna, mi de. <*Kv Sra. D. Rila. *
Ei'razla.......
Luiza, 11 n, 11 de, ....
Jorge, maridn de Batracia.
Tihurcio, amante de l.ui/.a.
Souza, irroao das Almas. .
Felisbertu.......
Um irmSo das almas. .
I ni cabo de permanentes.
Qualro suldados.
TERCEIR\ PARTE.
Duelo c scena da operaNorma, do maestro
Bellini, pela beneficiada e seu marido.
Scena e cavatina da opera Ernani, do maestro
Verdi, pela beneficiada.
TERCEIRO ACTO
DA OPERA iNE TUCHEZ PAS
A LAREINE.
Pela beneficiada e seu marido.)
A beneficiada cnuada na extrema boudade do
publico ptrnauhucanu e em sua recutihecida lios-
pilalidadc, espera loda prolccrdo de que necessita
urna ai lista, que antecipadamele prolesla seu reco-
nlieci ini'ii |.', i- bem as-im nlferece sua graUdSo aos seus
dignos collegas artistas, qoe Generosa mente se pres-
tan a onsequia.la em seu beneficio.
As pessoas que eueommeudarain, bilhetes de ca-
_am de os mandar buscar al seeunda
IVira, em cosa de sua residencia, no hotel Fran-
cisco, e desde ja'se acha o reslo a venda em casa
da bcoeliciada.
A beneficiada para mais asradar ao rcspeilavel
de urna generosa gralitieaeao a quem Irouxer.
Beriiardiuo de Sena Das aclta-se aulnrisado
para vender a her.uie 1, que por f illeciniento de Do-
mingos Antonio Comes liitimaraes, toenu como le-
gado ao Sr. Marcolitio Jcruuyino de Azevedo. na
importancia de 1:HI7o2:l:l rs., a' vista do formal de
parlilhas, sendo 5 ntc>782 em dividas, e 55li.">l5l oa
casa de sobrado defronle da Igreja de S. Francisco,
onde osla' o gabinete pnrlusuez : qualquer senhor
que queira f-zer este negocio, pude comparecer na
Boa-Vista, rua doAraejto n. I i, de mauhaa al as 9
huras, e de tarde depois das l.
(I abaiiu (asignado, escrivao interine da irman-
dade do Sr. Rom Jess das Dores, em S. Gune.ilo,
por tleliberar.ao da mesa reged ira e despacho do
Illm. Sr. Dr. juiz de capailas, convida a lodos os
seus irmSos, para comparecerem no consistorio da
mesma irmandade, as 9 horas du dia 10 .lo corran-
te, aliin de jiroeeder-se a eleiCSo da mesa que b i
de reger uu prximo futuro auiiu.a qual por motivos
nSn se elTecluou uu da 27 do mez passado. Jus
Locas Rodrigan Machado.
M'ma familia nenia piaeas? oflerece pira lomar
roupa para mandar lavar, rcsjiiiii-vihilisaiido-se por
qualquer falta que pos>a havci ; assia) Como lam-
hem en2omma-se eom asseio e perfeicao, lauto rou-
pa para homem, como para senliora ; e cjsem-se cos-
turas de todas as quahdades com a maior brevidade :
quem se quizer ulitisar aumiucie por esta folha para
se piueurar, do que da lianea, re ter precias.
Esta-se proceden io a inventario dos hens do
casal do fallecido leimile-roronel Anlonio l.ius Cal-
das. Os credoresdo meamo entouilam-se com a vin-
ca invenlanante no enseobo Dous Irmaus, ou com
o seu genru o Dr. Jos l.oiireneo Mira de Vascon-
cellos, na cidade nova de Sanio Amaro.
Negaudo-se pelo Diario de 25 do prximo pa-
sado mez, a exislenea do vinculo feito em parte do
engenho Muribcjuinha, pelo presente se alllrma a
existencia de lal vinculo, instituido por Pedro da Cu-
nha de Andradcc sua mnllier II. tirites Meirelles.uo
anuo de 17 lo. cuino consta da respectiva escrip.
tura.
Preciu-Se alagar nm sobrado de um andar ou
nm segundo as geaaialearuas : da Guia, da Cruz, do
VigrtO e lar^o do Corpa Sanio, que lenha alanos
enmmodos e estoja decente ; o prelcndcnte nao du-
vida pagar bem e mesmo adianlar alguus Itaezes :
quem u livorauuuiK'ie.
abaixo assignado roga a toda a
pessoa pie se julgar sen credor, de
apresentar suai cootas no prazo de lo
ditts, a contar da dala deste, na rua 1)1-
reita n. 19. Recite 7 de agosto de 1856.
Antonio Pinlo de Magalltaes.
LOTERA DA PROYBC^A.
O abaixo assignado vende billietes da
'leria da profrncia, pelos precos seguin-
tes, sendo da quantia de lODsOOO pura
cima e a dinliciro avista,
Bilhetes
Meibs
|:s9*j> j
i
; .!. JAXE, DENTISTA,
O continua a residir na rua .Nova u. 19, primei-
9 rn andar. ^
ajn##9sj>fj>fi9t))ajies)>tl t v \tm s -s
No dia 8 do correle ao meiodia pranle o
Sr. juiz municipal da primeira vara. eaCrvSo Sudo:,
por ser a ultima praea devem ser arrematados dona
sobrados de um andar, silos na ruaWuuu-la. peiilio-
radoea Jos Mara Placido de klagalhaes, poreiecu-
cao sobre e-crin;ura de hipclhera de Antonio Joa- ,
qnim de Sonsa Bibeiro i mbalmenta se las sciente SSmmXLI&i.:.O 'SKMJOaBII
que esta sem elleilo a arrematarlo que houve pela i jE
fazenda nacional de um dos ditos sobrados, por ler a tgj
aos aenuure
qualquer provincia, as i|uaes iniere->ar possa, i|ue se
acha eslabelerldo nuil escriplnrio deadvocaeia na ei- ,,
dada de Mace, capital da provincia deAlaaoaa, a
rua do l.ivramenln o. -'.',. e dlerece a tratar all
na em qualquer pnnlo da nie-ma provincia da '-
branca ,:' dividas e de. iodos os negocios de sua pro.
li-.'ii pranle o tribunaca, juizea reparti^ei pu-
blicas, cu exlrajudicialmenle, por roiwaraar as mais
extensas rela-gOes < m toda a provincia, coma natural
dalla, e haver exerrido durante s anuos,, .. rs >- le
proui dor publico, e juiz municipal o .le orpbaos rin
dill lenlr. louiarras, lando Sido aloni di'lo honrado
com o mandato provincial por algumis veaea : as
pesaoai que se dianareaa de eonflar a ahaiso assig-
nado anas commisoea pndem dirigir-se droelamenle
oeslaprara ao Sr. Jote Goncalves do Alhuqoerque,
senle procurador da provincia, que so eiicarreear
da remesaa prompla e segara da correspondencia,
papis p documentos. Cidade do Recite lMejullio
de 18,18,l.iiur.uco Accioli Wanrieilc; Canavarro.
Da-se dinhciros a juros ra/oavr is gob hvpolhe-
ea om casas na cidade, ou firmas a eoiiieulo, quau-
li.is de 1:04)09 al 10:0009: na rua -Nova n. 49 le
dir com quem deve Iralar.
parle ruqueri to
zenda.
pago o que era devedor a la-
Alusa-s a casa terrea na rua iln AragSti de n.
10, muito propria |>ara qual<|iiereslahelerimeiilo,pTr
estar em armazem, ser de Ires portas de frente c es-
lar no melhor locar da rua, e por ser de preeo
commodo : a Iralar na praea da Boa-Vista n. (i b-
lica.
Perileu-se uu foi desencaininhadn por nl^um
malvolo um cabrioha forro, de nome liiiilherme.
AO PUBLICO.
K
g No armazem Je fazandas baratas, rita do
| Collegion. 2,
feS vemlfi-se um completo sorlimento He fa- $$
pi zondas finas e grossas, por mais baralo ^4
H precos do que em ottlra (iiialquer parle, I
0 "lano cm porc/jes como a ralalbo, aftian
Si'tando-se *s compradores um s preco
w para todos: esle estabelerimento abrio-se
fi de combinarn com a maior parle das ca-
j velha e ti n l.onei de p nno azul, p'descalcoV" % SaS commcrcae nglazas, francezas, alle-
Z
loi de-enc.aminh.idu da Capaoga, louar da Baila Ver-
de, en occasiao de ir comnrar etn una taberna cer-
lo objeclo : mga-*e a quem o aeliar baja de leva lo
ao poten do Collegio n. 1. que ser gratificado. Ad-
verlo-se qne elle tem ornas sarnas por lodo o corpo,
com cujos signaes lie fcil Je ser condecido.
^ maos o suissas, para vender fazendas mais S*
M em conta do que se i>m andido, e por isio jg*
' ollerecam elle maiotes vanlagcns do que J|
S oulro qualquer; o proprietario desle im- &
fj prtame esiabelecimento convida lodos *
M
os seus patricios, e ao publico em peral,
O abaixo B*signndo comprou por ordem .
Srs. Viova Theophtlo I'ilhos ^ Hibeiro. para o Sr. j Para 'l"e venham (a betn dos seus inte-
Cariguasi S. F. Barcelloa, do Araeaty, o bilhete in-.| S resses) comprara/ondas baratas: no ar- 53
hesita, pdo* H r"ra Par'e '" SeSU'"la Ule"' ''" mazom dar,,a 'l0 ColleSio 2. d-An- I
Joa'o remandes Prente Viatma. B. ni L,I7- dos S:,llI0S & Rulim- 53
Alugam-se duas casas eom dous ar-
na/ens, no caes de Apollo, ltimamente
acabadas, pertencentes a vinva Latserre ;
assim como Iris casas na Capunga, pro-
Minas ao rio: quem as pretender dirja-
se a rua (Ja Cadeia do Recife u. 39.
O abaixo assignado, pouuindo una lonua pra-
lica da eacriptnrar livroa commereiaea por qualquer
B}itema conhecido, quer fraticei quer porlugoes, se
uOerare para arranjar as conlaade qual |ii,-r e-l lio-
lecfmenlo desla ordem aqu na la cidade ou oulro
(ualquer lugar, tambem se oerere para dar lijoes
nSo wi com applie.i;."io neceasida-
des merrantis romo aoslrabalhos das Ihrsoorurias
geral e proviueUl. Qualquer una do-las larefasscra
preeoeliida ruin o maioi zallo o coidado : e- |......ms
que se qui/eriiu nlllisar de sen presumo | o em di-
halr-aa a qualquer hura na rua do Livr.iuieiilu n. (i,
aegondo andar.lleiuiquc Auianie Chave.-.
Fio dia25do passado "nes fogio dojsngenljoS
Jo-o de Kin-Kormoso o eseravo Marlinbo, te ni,ole
di) aune-, meio Cola, estatura regular, ollicial de sa-
paleiro, leudo as niaes calos da luida de coser sa-
plns ; loi visto no I. lo Brrente nesta cidade : ro-
ga-se portento as autoridades puliciaes e capilCs de
campo a appreheiisAo do mesmo, pudendo lvalo
Livramenlo n. 30, lerceiro andar, que serao grali-
lic.olo-.
-- Para feilor de.um ensenho na freguezia da Es-
tada, pre.isa-se de um tiomem aacional ou cslrau-
geirn, mas que teja de bons COSlomes, paga-se hem :
quem quizer dinja-se ao larga da matriz de Sanio
Antonio casa de um andar n. que ah achara'
com quem tratar.
Meio bilbete 155 200t0
1 quarto "'">'"> UllxlKI *
1 meio 58) ItMI.sOOO
Otnestno lem expostoa venda seus rotu-
lo l'eli/.es I ii I i ii-i<-n mt'iiiN c quartos, da
tcrceira*parte da segunda lotera do lios-
pital Pedro II, as lojasja' couliesidas
lo rcspeitavel publico.
Os ronj premios rp-nndes cima ir-
lerulos nao esto sujeitos ao destxmo
los S por cenio do imposto gcral, cu-
odisconto sera' pago logo quesaa a lis-
ia. ;sendo os litros de seus bilbclcs OSK-
guntes.
Bilhetes .VsSni) ivcebe por niero ."):(MM.s
Mcios "i.sOih ,, ->:.->lMl.s
l.u.irlos I.S.'illll....., 1:3.MI,<{
l't-i nainliiico \ tle agosto de 1856,___Sa-
lusliano di- Arxiiino Ferrena.
. -s -.-,,...
A beneficiada.
Sr Santa Rosa.
a Lima.
< Jos Alves.
Kozcndo.
9 Iiiiilherino.
tiirardol.
Viatma.
O abaixo assignado pelo prsenle avisa aos
credores de seu casal, uue e-la procedendo a iuvon-
(ario pela primeira vara dn rivel, escriv.lo Confia,
por fallerimenlo de sua mnllier Antonia llosa de
Barros Silva, afim de que os meamos senhores Ira-
tem de jusliliear as suas dividas para serem al ten-
didas as p.rlilhas, e aquelles que deixarem de o
fazer i,,lo poderlo allegar desrolpa de falla de scien-
cia ;i vista do presente annunrio.
Apoliaario Pereira Badueu.
Precisa se de urna criada para casa de pouca
famiiia : cm Sanio Amaro, cm casa do Sr. coronel
l.amenha.
Quemsequzei incumbirde fazer ca-
vas para sabfio de empreitada, oirija-se a
ruado Urnin fabrica da industria ncrtiam-
bucana, que achara" com (jiiein tratar.
FIAC40 E TrCIDO DE
ALGOOA.
publico, acntou o papel de Luiza na comedia, os
KMA'OS DAS ALMAS, confiada em que lite se-
rao perdoadaa as rallas que commetler, e principal-
mente na pronuncia purlugueza, para a qual nao
ae julga bem habilitada. ^
t) espectculo principiramos horas.
--^ifcisV?"
Mr. Koberl e Deveaux previuem ao respeilavel
publico que se achatii preparando um bello e variado
diverlimcute para sabbado '.I do crreme, cujo pro-
gramma sera publicado pelo jornal ue sexla-feira.
"i.s'iOO
.sSOl)
Q liarlos I.SIMI
P. J. La vire.
Tercena parle da segunda lotera do
Hospital Pedro II.
Os bilhetes, mcios e quartos da lotera
Stipra, achutn-se a venda as lejas ja' an-
nnnciadas, cuja axtracco he inlallivel-
mente sabbado 9 do corrcnle, pelos pre-
sos abaixo ntanos. Oslitlheles, nietos e
quartos com a minlia rubrica, nao sol-
li-emo disconto dos 8 per cento do im-
posto geral.
Bilhetes .'i.so<"):<)i)0.s(ioi)
Heios ojOOO2:5005000
Quartos l/500 1:250S0O0
P- J. Lajme.
Lote da.
Antonio da Silva GuimarSes venden
os segyintes premios da quinta parte da
primeira lotera de Nossa Senliora do
Carmo, e tem e\roslo a venda os bilhe-
tes da terceira parte da segunda lotera
do Hospital Pedro II, a qual corre no
dia 9 do corrente, c estao a venda no
aterro da Boa-Vista n. 56 e 'iS.
I Quarto n.81505:000j000
Meio .. 1992:000s00t)
Quarto _217S 900JJOOO
.Meio .1699 100.S000
SOCIEDAliK EM COMMANDITA.
Firmasocial: Amorm, Furia, Guerra O socius subscriptores para a fiiujaen da fa-
brica de fiar 5 :ecer algodlo, organisada "por I'. Ma-
ra Dopral. sao convidados a realiSor .le 15 do cor-
rete at 15 de agosto prximo futuro, na calta da
sociedade, provisoriamente no eaeriptorio do Sr.
Manoel Alvos liuerra; na rua do "trapiche n. 4,
lodos os dias uteis, das 10 horas da manhila as 1 da
iarde, a primeira prestaejo Je .", por cec.la sobre o
capital subscripto. I'eriiamliuro \-> rte julho de
IrCiti.Os sucios ceieulcs, Antonio Marques de
Ain o un, Justino Pereiro de Farias, Manoel Alves
Guerra.
Esiabelecimento
&.&<*.
phofogr piuco
.Na ruH di .Vr;;t4."irt D. '.\, precis.i-se tle una pre-
di ptra vender iloce, i; 'pie na* hura", va^as st occonv
cm aliuin servn;> di mesmo Irafieo : n qncm i'on-
vjer Jipija-se a mesma casa, ou aoiioacie.
ESTRADA St
do tiectfe no S.
FERRO
rancisvo.

toe\MQ&t&.
COKKEIO GERAL.
A mala que lem de condnsir o vapor de guerra
Heberibe, com deslino a' provincia do Maranhilu,
fecha-sel boje (J) as i horas da tarde.
A foiiipanhiajlixa de cavallaria precisa comprar
cavallos, e paca a Mi-nuil cada uiu, sendo preciso
que lenUam as condirocs seguinles ; p|(l menos 18
pollegadas de allnra, corpoleolOS, sem achaques,
idade al S anuos : quem e* liver para vender, dirj-
ja-se ao'quarlel da mesma em Sanio Amaro, das 8 as
-1 horas da larde. Recife em li de agosto de I8.'>li.
Leopoldo Augusto ferreira, capilao comman-
danlc.
Pela reeebedoria de rendas internas Keras se
faz publico, que esl.to venda a preco de lOjOtKI ca-
da exemplar dos mappas estatislicos dos annos fin.in-
ceiroade IKili. IS7, 1S8, 1849 e ISJO, publicados
Pelo thesouro publico nacional. Reeebedoria de
l'emambuco f< de agosto de 1856.O administrador,
Manoel Carneiro de SuUia Lacerda.
O seme Oliveua fara' leilo de urna porr.lo
de m billa, cunsi-lindo em sofs, mesas redondas,
isolos, cadeiras, ditas de bataneo, bancas de jogo,
.utas para diversos usos, lindos quadros, relogios de
parede e para mesa, codleiros de globos, luslre de
bronte, um jugo de pisiolas, liiulernas, espelhns,
loucadores, guarda-vasliduS, guarda-roupa, um rico
loilete de mogno, marque/as, camas de ferru, caixi-
ubas para costura, lavatorios, apparcllms de porcela-
na para mesa e sobremesa, compoteiras, garrafas e
copos para rindo, ditos para clarete, porta-licor, 1
hacia giaudc de rame para banho, lieos de cozi-
nha, a mullos oulrus objrclos, ubras de ouro c de
prala, plices do lliealro de Apolla, urna parejo
de livros em diversos idiomas, e alguus ptimos es-
cresos : seunila-frira, 11 do corrente, as 10 horas
da manhaa, no seu escriptorio, rua da Cadeia do
Recife.
O BEenie llorja. fara' letlao em seu armazem an
rua do Collegio n. !.">, de um completo soiltmento
de marciueirias novas e usadas, diverses pi.nos, obras
de-ouro e piala, re agios de diversas qualidades para
algibeira ; assim como de varios movis perlenceules
a uina pessoa que se retira para fora do imperio,
consislindo em urna excellenle mohilta de Jacaranda'
inodcinissima, urna dila itcamarello para sala de de-
Iry/., un. rico guarda vestidos, um guarda loncan,ma
ptima secretaria, uina estante, dous espelhos gran-
des, varios aparadores e lavatorios, mesas dejantar
e de coztuha, aparelhos de louca e de porcellana para
alimono e juntar, vidros paraservieo de mesa, vanos
utensilios de ca-a, e oulrus muitos objeclos ele,
quiula-feira 7 do corrente, as II horas da manhaa.
O mesmo agente, ao meio-dia em ponto, fara lei
ISo, de um inulalinho de idade 13 annos, sapaleiro,
um ddo de 10 anuos, duas mulalinhas de \-l annos
com* principios de lahvnuto a qual coze perleila-
menle, e urna eacrava mora de bonita figura, cozi-
nheira. engoinma.teira, etc.
O agente Vieira da Silva, fara' lei-
lo, sexta-leira S do crtenle, as 10 horas
da manhaa, em seu armazem, rua da
Madre de Deosn. r>2, de di versas obras de
marciiieria novas e usadas, e dill'crentes
obras de ouro e piala, relogios de patente,
suissos, inglezesde ouro e |>rala, urna rica
batanea romana de 2,500 libras, emutos
objectosque seacharo presentes.
-- Jos Joaquim Dias l-'ernandes Tara leililo, por
inti rveticao do agente Oliveira, de cerca de u barri-
do rioaare minio superior : sexla-feira 8 do corren-
te, as II) horas da manhaa, defronle da porta da al-
Eindeoe.
Wti&M &itt&0&.
ARACATY.
Hiale be paasageirm : a Iralar con Caelano Cvriaco do C.
M., an lado do Cnrpn Santo n. &*>.
t'recisa-se olugar urna prela para lodo servico
de urna caa e comprar ua rua ; paga-se bem : na
roa da Cadeia o. 48.
-- Precisa ae de um eaixeiro de ti a 1C nnos da
idade : na nadara da rua Uireila n, S : prefere-se
um que lenha pulir.
I
1
I
Pr.iza aos eos, qne na ausencia do digno sub-
delegado do bairro do Recite, Salusliano d'Aquino
Ferreira, seja em seu lug'ar substituido um cidadao
que cunipra com a lei, e siiba administrar a juslica
ao grande e ao pequeo, como o mesuiu Sr. Salus-
liano. O amit/o da ordem.
GraliOea-se e recoinmenda-se a apprehenso
da prela Luiza, crioula, cor lula, cotia du corpo, de
10 anuos ; lem urna marca de fugo, que rninprelien-
deapa'ebraco direito; inlitola-se forra: osap-
prehendedores cundiizam-na a' rua do Oueimado n
S, primeiro andar.
Precisa-te de um homem que enlenda de bor-
la para um eogeullO distante lle^la praea i lenuas :
quem estiver tiestas eircomslancias e quiker ajustar-
se, dirija-se ao escriptorio de Jos Pereira da Cu-
nha, rua da Cadeia do,Recife n. li.
Fazem-se capas, balioas, chamarras c barre-
tes : na roa \'elha n. Si.
~ I'recisa-se de urna ama para o servico de ca-
sa de pouca familia : na rua larga do R.sario n. -Jl.
Francisco l.uiz Marlins relira-se para fora "do
imperio a Ir-lar de sua laude.
Jos Rayinundo de Carvalho, morador na ci-
dade do Aracaiy.receheu no tiearu du boticario Ma-
mece Irezeoloa e cineoenla mil reis. para eoodosir
para osla praea, cuja quanlia pasaou iccibo, e como
Ignore pira quem he diludinheiro.e leudo de retirar-
se para seu domicilio ,dii sobredils quanlia a Caeta-
uo Cvriaco da Costa Moreira, para entregar a qocm
perlencer avista do recibo que petsou.
Sabbado 9 do crlente, depoil da anuencia do
Sr. Dr. juiz municipal la !. vara sera arrematada
em hasta publica, uina eserava parda de nome Mar-
gar ida, perlciirenle a Urbano Vrenle Ferreira, por
ciecuc,ao de Mauoel Jos de Ainorim, a quem a mes-
ma se achava hypjlliecada, pur ser a ultima
pesca.
I.ava-se e eitomnia-se com perfeiraoc brevi-
dade no largo do Hospital ,a Paraso n. 7 ; e
lamhem precisa-se de uina eserava pata o servido da
mesma casa : quem quizer dirija se a mencionada
casa.
Preclu-se de un criado forro, para servir em
nmacasa no mal io ; a Iralar na rua du Collegio, casa
n. "> primeiro andar.
Precisa-se de um criado, para servir a um mo-
co sollciro na rna do Collegio n. -Jl tereeiro andar,
prelere-se eseravo, e paga-se bem.
Da-se a juros rasoaveis quantiai de Q9000 rs.
por peulo,r,. na rua das Calcadas n. It>.
I'ranciscn Seraphiro de Asis Vasconcellos, nao
pdenlo comparecer an inventario que-se lem de
proceder nos hens de teu falecido sogroJoSode l'rei-
las Nogueira fez para esse lim seu bastante procu-
dor ao Sr. Jo.lo Baptiita Paes Brrelo. Recife (i
de agosto de ls".(i.
I'ede-se aos Srs. paatageiroa do vapor o Pe-
dro II que por engao levassen umbauzinhode
flandrcs com alsnina roupa, o favor de mandar na
roa da l'raia, n. s que Ibe liearet muito ohrigado.
Joao Flix de Mello.
L Sexla-feira 8 do corrcnle, se ha de arrematar
em hasta publica na audiencia do Sr. juiz de paz da
freguezia de San Jos pelas 'a horas do dia, na porta
da casa da residencia do mesmo juii, os bens movis
que foram penhorados a Rufraiino Odilon da Clr-
cnmctsao, por execucaln de Mar i a Clemenlina Ro-
drigue-.
I'elni ullimos navios chozados do Havre se rece-
beram nesle esiabelecimento muitos arltsos de bom
goalo, como sejam, molduras douradas ovae, lisas e
ornadas, ricos caixilbos prelos d,nurados no vidro,
quadros prelos e madeira nalnreza, lindissimas cai-
xinhas de lodos os lamanhos at um palmo quadra-
do, ludo conforme os modellos mais modernos de
Paria. A galera artstica se acha assim completa-
mente provida, e os amadores que apreciam um re-
trato perfeilo podem approveitar-sc desla occasiao
opporluna para seren plenamente servidos seuundo
seus desejos e caprichos. Os presos silo os mais m-
dicos e sempre invariaveis. t esiabelecimento pho-
losraphico se encarresa de todas s encommendas
que se referem aos dill'erenles processos da phologra-
phia e daaoerreolypo com apidicacAo de pintura fina
e pe eilamenle appropriada. Acha-se preparado
om servico especial para tirar retratos cm qualquer
casa particular daquellas pessoas que nao quizercm
ir ao estabelecimenlo, como lamhein de pessoas fal-
lecidas. Fazem-sc copias de sitios c de lodos os
modellos e objeclos de arte nao so em daauerreotypo
seno conforme as maiores dimcnscs phulocraphicas
em vidro ou papel. Tiram se retratos lodos os dias
desde as II) horas al a 1 da lardo, horas as qnaaa
se ocliam reonida* as melliores eondicoea de lu em
uroa calera envidracada appropriada a este (im. O
propri 'lao do esiabelecimento approveila esta oe-
casillo para advertir as pessoas que tiverem de fazer
alguma encommenda para dagoerreotvpo, que 'e de-
vem dar pressa em nao perder a nica oceasoque
Ibes he olierecida, vislo qoe o daguerreoly pista tem
da deixar esta cidade deulro de pouco lernpo para se-
cuir oulro destino. Um sorlimento completo de
obras folheadas d'ouro, como caeolelas, allinetcs,
polceiras, ele, ele. acham se a disposicflo dos se-
nhores freguezes, para collocar-se retratos cm poni
redondo.
Deseja-se fallar com o Illm. Sr. agrimensor
Joaquim da Fousera Soares de Figueiredo, alim de
ir demarcar umengeidiu ; roua-se ao mesmo senhor
a bondade de apparecer na rua Inreila n. 98. que
achara com quera tratar, uu anniiucie a sua morada
para s?r procurado.
D-ae -M)~ a joros : quem quizer annuoeie.
O abaixo assignado faz saber que, depois du dia
11 do crrenle mez,. pagara no seu escriptorio aos
Srs; accionistas, juros na razan de 7 por cento ao
auno, sobre as acues registradas nos seus nomes
respeclivos, nos livros da cninpauhia da Eslrada de
Ferro, al o da ti do mesmo.
Vmoiiihi aulo de transferencia poder ser regis-
trado de ."> a tt do corrente moz.
Os senliores que nao liverein asaisinado o contrato
da companhia, deveao faze-lo por si ou por seus
bstanles procuradores, antes de receberem os ju-
ros devidus.Por urden) os diteclores, S. V. VE-
KEKER, Ihesoureiro.
iiectfe 1 de agesto do 1850.
Na loja de madama Ronlier, rua Nova n. .">8,
se acham chapeos de seda para senliora-, ditos de
palha para meninas, sainada dina muito modernas,
iitas de velludo preto de lodas as qualidades, aofeilea
de cabeca, luvas de casamento, capellas de llores de
laran|a, maulas brancas, Icques, e tildo mais neces-
sario para casamento, veos de fil levrado para cha-
peos de lulo, rollarinhos e manguitos para lliealro,
bicos de linbo prclo.
(farros fnebres
A^r.t adminisniador.
Em um armazem perlenrenle ao convento de S.
Francisco, confronte a secretaria de policia, est este
esiabelecimento munido de carros, tanto para amos
como adultos, de lodas as ordens que marca o regu-
lamentodo remilerio, a satisfazer a expectativa dos
prelendentes, e pur precos qoe ronveneionarem, en-
carregaiido-se de ludo mais perlencenle a nm en-
terro sem o menor incommodo das parles Inleressa-
das ; para tratar no mesmo armazem, ou na rua do
Oueimado n. 1, e na da Cadeia de Sanio Aoloniu ?.
di.. Tem igualmente um rico caixSo que aluga.
Os Srs. deredores da casa fallida do
Sr. Joao Moreira Lopes sao convidados a
drgirem-se a' loja de Manoel .lose' Le-
le, na rua do Oitein-.ado n. I (I, alim de
amigavelmentc saldarem seus dbitos.
AVISO.
Salusliano de Aqttino Ferteia, cida-
dao brasileo, retira-se para a Europa
no vapor inglez TAMAI5, no dia I! ou
20 docorrenle me/., Iicando na 'ciencia
dos negocios das loteras desta provincia,
os Sis. Jos<; Fortunato dos Santos Porto,
com loja de mindezas na rua da Cadeia do
Recife n. 13 ; Anlonio Augusto tos San-
tos Porlo. com loja de calcado na piara
da Independencia ns. 7>~ e r>!i, e a Si-a.
viuva Bastos, com loja de bilhetes names-
ma praea, n. i. Per nambuca 2 de agos-
to de 1850.Salusliano de Aquino Fer-
reira.
Acha-se desocenpada a loja da rua da Cadeia
do Kecife n<..). c arrenda-sa para qualquer estahe-
lecimento : os prelendenles entender-se-bao com
Joao Jus de Carvallio Moraes.
^E& :m
Em frente do neceo da Congreaaeilo, pas-
-.11. io a botica, a seconda loja "le foieodaa n. -IO,~~t
Chales de merino bordados a velludo, a 18)600,
Ditos de merino bordados a maliz cm -J ponas, a
119)000.
Pilos de dilo dilo bordado a maliz cm urna pona,
a 81000.
Ditos de dito com listra e franja de seda, a t>>~>00
Ditos de dilo com barra matizados, grandes, a
gOOO.
Ditos de dito muilo lino com franja de seda, a
Cf500.
Ditos de l.la ersndea de lodas as cores, a i-sIS)
Cortes de vestidos de seda de quadros, a jn^ iim
Lindas sedas de cores para vestidos, covado liNHio
Chai] de quadros de lidas cores, covado a
AVISO.
Salusliano de Aquino Ferreira, cidadao
brasileiro, retira-': para a Kuropa no
di.i I !l ou 20 do crtente me*, no vapoi
inglez TAMAR, Iicando na administra-
cao dos sens negocios como seus bstan-
les procuradores, os Srs. negociantes Tho-
maz de Aquino Fonseca c\ \ illm, Matbens
Atistin & C., <; Jos Joao de morim.
Pernambuco 2 de agosto de 1856. Sa-
lusliano de Aquino Ferreira.
GcmpctB.
Compram-se duas canoas grandes de carrefar
tijullu, na rua da (iuia n. 9 : taberna
Compra-se um nesrn para o servico de unta ca-
sa, na toja de qualro portas n. .' prximo ao arco de
S. Antonio.
PAB.\ REHBMO.
Compra-se um jacar vivo para se fazer um reme-
dio : na rua da (Racimado loja n. 17.
Quem liver um eseravo de naeao. que soja sa-
dio. de bolilla figora, de idade al 10 annos, a en-
lenda de servico de rmpo. qoe nao seja fojso e la*
Irflo, hebado, que queira vender, dirija-se a rua ata
S. Concalo n. au, que achara com quem tratar.
Compra-se cITeclivamenle. laiao, bronxe e robra
velho : no deposito da fundir.io da Aurora, na ru-
do Itriui. logo na entrada n. ^8,c na mesroa fundi-
rAo. em Santo Amaro.
Compra-se urna casa que lenha sido bern cons-
truida, que esteja em bom eslado, e que d a renda
iinual d Vio-a P.iHlNwm : a Iralar rom '.nir C.c-
ines Ferreira na Moudezo, ou rom Amnnlr de
Moraes (iomes Ferreira na obra qoe se esta faaesroo
na rua de S. Francisco. (
Compiam-se apolires da divida provincial^ na
roa das Flores n. SI, primeiro andar.
Compra-so urna balanra grande rom pesos al
\-2 arrobas, cm bom estado : na rua da Cruz n. MI.
taberna.
Compra-se um prelo de nar.lo, de 9> a 30 an-
nos d^ idade, nao sendo fojao uem hehade, e ,nesn
tendo achaques, nao se olha orero : na padaiia da
rua do Cotovello, de Manoel Tavares de Aqaino.
- Compra-se o Diario de Pernambuco o. Is
de 16 de julho de 18V2, pssm-aa bem ; na livrarh) n.
6-e8 la praea da Independencia.
Compra-se urna colleerSo da Gasela dos Tri-
hunaes ; quem liver aununcie.
Compra-se urna prela que saiba reajustar, la-
var e ensommar, nao sendo de casa de tumamnaa,
ou ir ira--o por um prelo da Costa da bonita Hgara :
na rua dn Livramenlo n. 37.
/
t&t\\$ $.
Os abaixo IssignadOJ declaram ao
publico, que abriram seu armazem com prensa par
algodn na rua da l.apa da freguezia de S. Ir. I'e-
dru tiuuealves desta cidade, cvraudo a casa sobre a
firma Francisco Alves $ Carreiro, sendo o gerente
Francisco Alves de Moraes Pires. Itecife ."i de aaos-
| (o de 1836.Fraoelaco Alves lie Moraes Pires, Jos
I Carreiro du Silva.
Onem qoizer um administrador para um sili,
|exacto, dirija-se a rua de Dorias, J;i rhegando aos
Mari) ros n. 1(i.
I'ede-se ao Illm. Sr. Jos Marques da Cesta
Soares, que se di'^ne fazer a devtd.i reclilicarao no
seu annunrio publicado lioulcm nesle Diar.o", e na
parle relativa ao cITerccinieiiln rpie Ibe fui feilo por
I terceira pessoa, pola que sabe o mesmo Sr. Marques
%$) ejwsito de vinho de champag- $jv
3 ne Cliateuu-Ayx, primeira t(ua- Q
^ lidade, de propriedade do conde fr
i de Mareuil.rua da Cruz do Recife n. Q
^ 20: este vinlio.o melbor detodaa tf
5 Champagne, vende-se a 7>ti ^ caixa ; acha-se nicamente emea- ^J
i!J sa de L. Leconte Feron C. N. %fr
%& R-As taixas sao marcadas a lo- ^/j
^ noConde de Mareuile os rotu- $
%3 los las garrafas sao a/.ues.
Precisa-se de um Hvd. sacerdote de boa mora
para capellao de um engenho na freguezia da Ksea-
da, e que igualmente se queira eucarregar de dar li-
ces a tres iueiiiii.s,iiili,n. do Sr. do engenho, se Ihc
fara' bom ordenado, e mais alcumas vanlageus : a-
qurllcaquem convier dirija-se ao paleo da matriz
de Santo Anlonio. casa de um andar n. 1, que acha-
ra com quem Iralar.
Alugam-se carrosas para condizir trastes ou
malcriaes.por preeo commodn: na rua da Aleara da
Boa-Vista u. i.
I'recisa-se para casa eslraugeira, de urna cria-
da branca, para cuidar de uina creanca, prelerindo-
se a que souber coser ; quem Ihe convier, dirja-
se a rua da Cruz n. i primeiro andar, que achara
com quem Iralar.
I'recisa-se de una ama para coser eengum-
ruar : na rua uo Rangel n. 11 primeiro andar.
I'ede-se novamenle an Sr. A. A. V., morador
perto deljuiaiiua, que qncia mandar resbalar suas
letras, vencidas em \X~r2, l'i e 1855, no valor
rcspeilavel I principal :7Ji)~n Mi, c juros, al esta dala, 1*169000
nao sendo justo que S. S. contrahindo laes dbitos
pura aeoaarranjoa, se cnlrega-se ao indillerenlis-
ma, e au silencio, dallando de responder asearlas
que a respeilu se Ihc dirigi, c que ha um mez, pe-
los annuucius nesta folha, maudasse. por lerceira
pessoa, ollerecer pela quanlia cima 6:o69000, o-
inente :l:0003(.'0il rs. viudo a ser -JO'% menos do
principal : dcixando de pagar a dita somma, por
estes l> dias, lera de vero sen nomo pur extenso.
Kecife 5 de .igo-to de 1856.Jos Marques da Cosa
Soares.
Precisase de urna ama que saiba rozinhar :
na rua do Hospicio, cm casa de Thomai de Aquino
Funseca.
LOTERA BAfROYIlCIi
Aos 5:000 e 2:000.sOO.
Oaltatxo assignado avisa ao respeilavel
publico, pie Itin exposlo a venda os seus
l'eli/.es bilhetes, meios e quartos, da ler-
.esouretrodrsloleria, manda fazer publico,"";' *** W6Unda *?*. que estao exposlos a' venda na ihosouraria das lote- l",al "ctlroll, aos precos ahaio ilecla-
rados, as lojns da rua do Oitciinailo n.
61, do Sr. Silvestre da Silva GuimarSes:
n. 2'), do Sr. .larpti.-n Mouteiro da Cruz:
rua Nova, do Sr. Tinoco; rua '!o Livra-
menlo u. 30,do>r. Ctiulia ; n. .~>V, do Sr.
Novacs e ruado Rosario larga, fabrica do
Sr. Reis.
Bilhetes 5.<,-80() recebe 5:000s000
Meios r..sllllO :")lil.si!(lll
Quartos l$500 l:250a'000
Recife 4 de agoslo de 1856.Manoel
Martina Ftu/a.
Arrendase um sraude e e\cf lenle sitio muito
perto da cidade, por ser loga no principio da estrada
de Joto de Barros, denominado sitio da Capaila da
Cmrcie.io, conlendo lodas as proporees para ha-
bitar utn negociante brasileiro ou cslraugciro. pur
ter excelleiiie casa nova e grande, urna extensa bai-
xa de capim plauladn, um grande viveirn de bom
que em um lal oll'ereciiuunln nao inlerveto o seu
devedor.e sim umcainente es-a terceira pessoa, que
prestando um servico a sen amigo, o devedur do ar.
Marques, nao deixou em olvido as alleoc,oes qoe es-
te Ibe merece.
LOTERA DA PROVINCIA.
ras, na rua da Auiora n. -il, das 9 as :i horas da
larde, bilhetes, meios e quartos da terceira parle da I
seauuda lotera a beneficio do Hospital Pedro II,
cujas rodas andan) imprelerivelmcnle no da !t do
crrente, e que lu;o que sjaindistrihnidas as lisias,
serao em continente pasos os premies, excepto po-1
rom as dual surtes grandes que s.lo pajas mesmo uo
sabio da exlraceao lugo que Sejam publicados seus
respectivos premios. O I.- caiiferente serviudo de i
escrivao, Jos Januario Alvos da Maia.
sliillietes com a rubrica do abaixo I
assignado, sao pagos incontenente, nal
Independencia n. IO, at o-
5O0.S00. Polycarpo Jos!
Sedas assetinadas de quadros de novo gnslo, covado
a 800.
LOa de quadrosirom "> palmos de largura, covado
a tito.
Cortes de vestidos de seda para menina.
Sarja preta lavrada para veslnlo, covado a 23300
Groa de naples prelo eucurpado, covadu a laSIKI
Sarja prela muilo boa, covado, a i-mm
Velludo prelo hespauliol, covado a > -11
Selim prelo verdadciro>Macao, covado a :fe Selim branco Macao para vestidos, covado, a 1354H)
Panno prelo Ingles, prosa de limAo, covado a :lalSi
Ditos de cores dilo dilo. covado, a i:, si
Chitas francezas largas mullo linas, a SO
Cassas francezas de cores claras, a 2(i(>
Bascados francezes com 5 palmos de largura, cova-
do a o
Canga liza e de quadros, covado a -2SII
Palitos de alpaca prela lina, a Wilin
Curtes de casemira de cores finas, a iSOOO
Ditos de dila prela tinas, a :l?t>Otl
relo prelo para panuode prelas, covadu a ilWitHl
Corles de cassa francesa de cores, a 23t>t:u
l.uvas de seda brancas e cor de palha, a l-rODO
(ionizas francezas brancas, urna a _'3ISK)
Peilos para camisas de cor c brancas, a :iM
Colarinbos broncos feilos, a 200
Lencos de seda de cor grandes, a I3.JOO
Lencos de seda para grvala, a <00
Cobertores de algodao grandes, a Ton
Ditos de laa hespanhes, a i^ui'i
Komeiras de'retriis matizadas, a lii-.-hm
Mantas de biood prelai e brancas, a IOM0Q
Lencos muilo linos bordados, para senliora, a ltHK)
Mdapolio lino com ."> palmos dfe largura, a ^1-Tii,)
Lencos brancos para cabera de senliora, a ;|(jo
Corles de beleza fazenda inleirameiilo nova neaie
mercado, loda de seda e de lido goslo, a 1?000
Precisa-se comprar 120 travs de r><>
palmos com S polegadas de grossura e li
de lace ; ^ travs de 10 palmos, com 12
d grossura e 10 de face e enxamesde
louro de ii a 2."> palmos, de (i polega-
das: na livraria ns. (ie8, da piarada
Independencia.
Singularidade.
Quem liver um pass.no de valor, c
lite queira dar uina bella e rica gaiola, de
muito jjoslo e perleilamenSje envernisada :
dirija-se a' rua estreita do Rosario n. 15,
sobrado.
LOTERA da PROVINCU.
Salustia o de Aquino kVcr-
reira avisa ao respeitavel
publico, que vend ;i di-
nheiro a vista, send'j .
({luiii ia de 100,000 para
cima, os seus bilhete in-
teiros, meios e, quartos,
pelos presos abaix>i decla-
rados, na rua da Cadeia do
Recife n. 4o, loja de uiiu-
dezas de .lcs Fortunato
dos Santos orto.
Bilhetes inteiros .stIO recebe 5:000.
Meios bilhetes 2(800 2:500$.
Qtaartos l.siOO. I:250!
Pernaiubuco 4:lt! ugos-
jo de 1856.- SeUustianodi
i quino
Vende-se nm eseravo com oflicio de pe4reir,
pard >, com idade de tt a 2 anuos, com a rendir,*
de o comprador o embarcar : a Iralar na rua de San-
la liit.i Nova n. 50.
Vende-se um terrena eom olaria a dona vivei-
ros ro l'i_',ir dos Keroedios, pertencenles aos herdei-
ros de Francisco da Costa Barcellar : m pretenaVn-
tes ma propriedade com Luiz Carlos da Costa CaMpello.
Vende se urna casa de sobrado de tres andares
e solao, enzinha fiira no primeiro e segundo aderes,
^-|(',I chais proprios, livre e desembarazada, sita na na da
praea da
premio de
Lavne.
O Sr. rrederico Jacruies nueira rli-
pr-SCa livraria ns. li e S da piara da
nc;ocio
Independencia,
resse.
Coii|inua a estar futido
(le sen mle-
o tie'^ro Angelo, re-
presenta ler i annos, baiio e Erusso,"roslo compr- | peixe, muilos ar%oredos e coqueiros de producto,
do, olhos urandes e afogueados, pu\a por urna j estribara e commodos para 2 cavallos, eapella prom-
perna, he natural da Rabia e esleve preso na cadeia | pta para celebrar-se mia etc.: a quem convier,
deSariuhSem: quem o pesiar leve-o a rua do l)ati- i comparar; a qualquer hora do da, mediante certas
Diado loja ii. io qne sera' reroiupeasadu. I condiciies.
tiuii o. 53 : iii'ij.iin-se a ro* do C'c uu rna da Cadeia de Sanio Anlonio n. -21, priasairo
andar.
Rom e baralo.
Vende-se ua rua do Caldaireiro n. Os, carne do
serijo e qaeijos a 100 rs. a libra, ditea do rata* .i
Iasi ji. came a :M) a libra, farinha de aveia a I JO,
gomma a 130, alelria a 180, vinha da Figaeira a ntl
a garrafa.
A .""is.iiio a du/.a.
lencos de cambraia de lnlm para algibeira : na
rna do Crespo, loja de Adriano (t Caslro n. 16.
Vende-se urna eserava de muilo boa fignra,
tunea, com habilidades, dous iimUlinlios e una mai-
atinha, todos muilo lindos ; na rua do Livramenft*
n. S.
Vende-se um moleque peca ; a Iralar na ma
do Livramenlo n. :I5.
Vende-se urna refiuarao com lodoseanlanci-
lios, a qual he situada em muslo bom lucar, e lean
bstanles commodos, lano para retinar come para
torrar e moer a c.ir\.io animal, alea da oalras vao-
lagens que osTerece ao comprador : quena a preten-
der, dirija-se a rua das Flores n. II, ou estrellado
Koario n. '23.
Seda de cor de Iwm gosto, c da mais su-
|>erior (juahdade, ltimamente che-
gada ao mercado.
Corles de seda, padres mu delicados, e nunca
aqu viudos, com babados, lando cavado* cada
corle, ditos sem babados, ditos de seda grosdasupte
amarella, cor de rosa, azul clara, cor de parola, a
oulrss cores, com baoados, e tambem em pera para
veuder-se aos covados, ditos de seda branca nlsaam
cada com babados, ditos de anda adamascada da ca-
res muito mimosea, e cortes de camhraia eom baa-
dos bordados brancos e de core* para vestido, toda
viudo no ultimo paquete da Europa : na loja da Jos
Moreia Lopes, sobrado air.arrllo oa esquina *V
i.iualro Cantos, ua rua do Queimado n. aS.
Sabonete e velas.
No depnsii.1 das bichas o rnercearias, na roa es-
treita do Hosario n. II, vendem-se as afamadas ve-
las, imit.in.iu espermacele, e sabio braaco con o
cheiro de -abnele, da fabrica melaza.
RILMFJD10 IMCOMPARAVEL.
Ferreira
Lolc
ra
PILLLAS II0LL0WAY.
i^sfe iiieslimavelespccifico, composlo inteiranen-
te de hervasmed)cinaes,nSo conlem mercurio nena
i'-iiin., oulra subslaucia tleleclerea. Benlgnio a
mais lenra infancia, e a compleicao mais delirada
he igualmente promplo e seguro para desarraigar o
mal ua compleic3o mais robusta ; he inteiramenle
ii nocente em suas operares c elTeituB : pon busca
e remove as doen^as de qualquer especia e croo,
por mais antigs e tenaces que sejam.
Entre milhares|de pessoas curada* eom sale re-
medio, inuilas que ja eslavam as portas da mores
preservando em seu uso, conseguirn) recbrala,
saude e forjas, depois de haver tentado intilmen-
te lodos os nutros remedios.
As mais afilelas nao devem rnlregar-se a deaes-
porar.io ; Tacam um competente ensato do* eftfca-
zes elleilos desta assombrosa medicina, e (roste
recuperar Ao o beneficio da saude.
.Nao se perca lempo em lomar este sentedlo para
qualquer das seguiutes enfermidade* :
Acdenles epilpticos. Febrelo da epecie
Alporcas.
Ampo las.
Arelas mal d'.
Asi lima.
Clicas.
Couvulsa'ies.
I'ebilidadc ou exle-
nuacfio.
Uebilidada ou ralla de
toreas p.ira qualquer
i-ousa.
Desu.teria.
Dor de carganla,
i> de barriga,
i' nos lius.
Hiircza no ventre. .
Kiilermidadesno ligMo.
venreas.
I'.uvaqueca.
Krvsipela.
rebres biliosas.
> inleruiitlentcs.
Gola.
Ilensorrhoidas.
Iljdropisia.
Ictericia.
Iisdigesloes.
I iill.iiiiniantes.
I rr emular ida de> da
inellslliiiie.io.
I.nmbrigas de loda **-
|iecie.
Mal-dc-pedra.
Manchas ua ruis-.
>sli urc.'io da venlrr. i-
I' li tsica un iconsamprao
pulmoisar.
Kelcnrao de ouiin.i.
Itlieuinalismo.
Svmplornas secaadar'-.
I emores.
Tico dnliirnse.
I leer*.
Venreo 'mal. I
do Hospital Pedro 11.
Aos 5000.S e 2:000sOO0.
Corre indiiliilavelinculc sabbado 1) de
agosto de IS.")(>.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeilavel publico que vendei
OSSeguinteS premios da quinta parle da conlem ama instrucAo em porlognez para esplic-r
primeira loteria do convento de Nossa Se- o modo de *c usar desta* pilla*,
nliora do Canno, evtral.da a 2 de aposto. I
1 quarto n, 2130 5:(HMMO00
Vendem-sc oslas pilulas no eslalielecirnealo geta
do Londres, u. Jl i, Slrnnd. e n.i lina de lodosas
li .ln.itio-, drogaislase utas pessoa* eorarreca-
das de sua venda em tuda a America do Sal, II*-
\.ni.i e llespanha.
Vende-se aslioeelinhas acSWra. (;.da ama della
I maceulico, ua
buco.
rua Ua Crua n. 22, esa feruam-
ILEGIVEL
MOTIL ADCT


CI:l>.BE nu\u
DE

biM'Q E IWlUtQ OHT. FilM 7 GDSTO 18*6

m
y
'"' > -v [j '.

O

ranbe soitmisn
E '
ROUPA FEITA.
<

abaixo issigit.ulo, |artk-ij>;i scus numerosos Ve 11. 4, casa iiovaao p do ano de Santo Antonio, onde comn
glande sortmiento de roupa feita, perfumaras, rticos
i e fr^'^^$^?^ m"t0S **"* das Prime
;s, e ao respeitavel publicodesta capital, uueuiudou o se
*aaterseinj>reoi!i completo sortimentode chapeos de so
mgem, e outros muitos objectos das prioieiras casas de Vn
i estabelec
do todas
Pars.
miento sis qiialidadcs, tanto
lo n
fi, par a i na t> ( rcMpo
para lioiuosn como para senhora,
W^^^ vemHdo8
POR MEM DE SED VAIGB.
Ni rua do Queimado, loja n. 17.
Os dones do estabelecimento queremlo liquilar a
venda de eerlas fazendas, vo vender pnr precos
muilo hamos roinii sejam, cas.as francezas linas e de
curen lisas a 200 rs. e 240 p covado. e muilo Omi a
20. chitas fraocezas fiuas e de cares las a 210 o
\ endem-se tres escravos, sendo duas crioulas
de nlade 18 anuos, rom principio de costura e en-
gommado, e um hmiiio escravo de idade 25 ..uno- :
na roa Direila D. 3.
COBERTORES lE PAPA IIESPAMIOtZS.
\endein-se na Inja de Victorino de Castro Mou-
ra - .. ^ ponas ; estes cobertores sao os melliores que lem
, de'i lm. duroa, nos e 1ui,,,"s es?- v,'"' a nwrcalo, e por m% se recomienda a
de. relrol ... g? .covarto. chales, lodos os amantes que vo o mais depressa possivel
L pre,os m""" fin0>' Propnoa para lulo a ,- '
lUScada um, erouitas oulras fazendas por barato "~ 'enrte"se superior familia de mandioca, ulii-
P'e. mmente chegada de Santa Calharina, em acras de
^Hl\ ESaTATE?! P1C 4 m alqoeire, medida velha : ua rua da Madre de
vestidos desenlila a IjJBOO rs. ocovada.
!>a rua do Queimado, loja d. 17 ao p da botica
lia para vender as mais modernas sedas escrelas de
padros, vindas pelo ultimo navio do Havre, pelo
barato preco de 1520(1 cada covado.
CORTES DE VESTIDOS DE SEDA
PARA SENHORA.
Os mais modernos, lisus, adamascados, e de qua-
dros, chegad<* pelo ullimo navio, de novoi dese-
nlio, e cores.muilo delicadas, pnr precos con.roodos :
ua rua do Quemado, loje n. 17 ao pe da bolica.
. V^aaaJro-se 2 correnlrs de
.paos dillcreiiles para navios : na rua da Ma-
i de Dos, loja n. 34. '
Cfttl DE LAN E SEDA LISO E
de quadros de cores muilo delicadas a 700 e SI10 rs.
battea '' aKtm Jo ,iuel"lad. 'ja n. 17 au p da
por barato,
Dos, armezem n. i>, de ovaes &"Comp'nhr
\a loja das seis
portas
m frente do Livrainento.
Novas amu piuladas a mcia pataca o covado, p,i-
droei bonitos, chales dn gasu encarnado", dores
amircllas a duas patacas rada um. Ma de cambraia
ancora e "iY^1", pab se"lrils lrcs '' is cada orna.
IT collannlios para senhora a pataca cada um. florea de
VELAS 1)13
Na rua Direila
ba refinada, mil
prero de 4fi0 a li
CARNAUBA REFINADA
i. 59, veiidem-sc velas de carnau-
Odo espermacele, pelo diminua
ira, e em pon-m se faz ana agr-
Fazi
muito
dinlio ; anllll co no carnauba pura de todos os ta-
manhos, por mei M preco do que em qoalquer oulra
parle.
mas por
menos do
seu valor, ni lija de 4
portas, 11 a rua do Qiieinia-
(lo n. 10.
Cnnlinua-se a rendar nesla loja o resto das laten*
das da loja da ru,
e se veudein pek
.Madapol.no entreino a 3(800, 35e
rclroz para enfeitesde vestidos da meninas e senil-
rsamela pataca, e militas unirs fazendas que se
qiiereru trocar pursedulas.
k*fc4Bls?t%-'!ft^ Ki -V" < M 'Un'raneado, a
.- .. .. .?., : -.. '...".,-.;.-..,...',..... Pannos pretns c
Diln iii.nl.. lino
I lid. muito largo
AlgodUoiiDho de
llilu bom amcric
Chitns de cures,
Curies de caifa
Hitos de colleta
llrim de liuho d

de seda modernos, de quadros escocezes, com 17 co-
vado cada um, pelo barato preco de 185000 : na lo-
a n. 1< da rua do Queimado ao pe da botica.
".SEMIKAS UW
k .J. 45ORES A 1S200RS.!
a 'o*, li da rua dn Oueimado. vendeni-se ca-
semirai o> cores, lisas, pruprias para coeiros de me-
ninos e para forro de carros, pelo barato pr
I5U cada covadolpara liquidaco.
Na taberna de .", porlas, silalna rua Augusta n,
l.jlaquallieproprietario o Urangeira, vende-se
carne do sertao de pnmeira'qoalidade a 6)000a ar-
roba e 10 r. libra ; azeile doce de Lisboa a
IMI1 garrafa, queijos nov

ratissiiiMO.
Na rua do Queimado n. I!), vendem-se
chales de rnerinu bordados a velludo os mais
bonitos que leem viudo a esle mercado, di-
tos de chnly bordados a 8)000, ditos de me-
:.'i'
Chita larga franceza, o co\
Dilai -1 r c; i,: de
e arda
c mudo fino con 35 \aras
0 jardas
an
ioiis padrfios a .*>j, 5^500 e
le cae-mira prela a 59500 e
e aelim preto superior
quadros,ocovado
Iv ara
le cores a ;.- e
j> rii((i inalizados a R-000, ditos com rica
iravajas de seda
Lencos de sanaa
Suneri
V
asa (l
rs. o covado, pei;as de brclatiia de liuho ;'
\.: com 12 jardas, a ."QOOO. B
No antifjo e bem conliecido jardim,
silo no correr da igreja de Nossa Seohora
da Soledade. casa n. 7, vendem-se pe's de
roseiras muilo lindas e de militase dille-
a
car-
vos a 10500. azeite de
bosussux svra ssi??" v^d*, ,0 os c
do Maranhao, a 90 rs. I.bra ; manleigl ranceza
luilo boa a 440, ingleza flor, a SHO a libra ; vinho
muilo bom de Lisboa a iUO rs. a garrafa : e o mais
assim em proporcao, que os f[eguezes virSo.
ara oaile.
podem ver, per estar em vegetacao, as-
sim como lia c\ prestes, sapotis, parreias
e outras qualidades de llores.
l%.-mictK.aQ> I Vende-se a armajflo da taberna que foi Ele-
W/iPiiPs?V''tiVVi? I pnanle d'Ouro, na rua do llu-pi in. em cojo logar
:-.-
Jg Tarlalanas com vara e raeia de largara W
cg com flore, bordadas de Lia, todas de ores &*>
VJ 'Me'" mis moderna que lem appare- f%
l, Cld? no mercado, propria para vestido de %?
W nbora, a 800 cada covado, 8 covados 0
f daum venido cora tres babados ; pei de fi,
..-a Urtalana branca muilo lina com oilo "varas S?
f e meu, a 70u0 ca.U peca : na roa do W
Crespojloja a i arella n. I.
Jos'
e Antonio Morira Das & C, fa-
zem sciente aos seus frejniezes. nue ara.
i i ti *vrf,x-' *|'iw a^-' naia uoiva, oiversus onjccios nc ooro, u
i>am ae recelier de Londres pelo patacho de 'odas as qualidadts, e ludo mais que
.nuda s,' acha : quem a pretender cntenda-se com
Joaquim l'ilippe da Cusa, que fara' lodo oegocio,
na rua da Madre de lieos n. 22.
No aterro da Boa-Vista n. -29, na casa de
modas, t|ue foi de madama Scasso.
Vendem-se por menos preco do seo valor para
liquidar; lodos os objectos para adornos de seulioras
e meninas, como sejam : chapeos de seda com en-
feiles, ditos de palh, vestidos de seda de difTereules
cures, chales ,1e touquim c de loda as qualidades,
bordados e lisos, leudos de ludas as qualidades, ricos
turbanles de relroz bordados a ouro para cabeca de
senboras, llores de todas as qualidades, ditas braocas
para noivat, diversos objectos de ooro, litas de seda
RLOND, mais um sortimento de dita
qualidades de plvora, da mell.or que
tem vindo a este mercado, c a vendem
por meuo do que os anti{;os vendedores
deste genero : assim como tem um gran-
de sortimento de chumbo de municao
desdemarca BRR aten. 10:
he proprio
para cnfeile .le senboras e menina', que nao se men-
cionara para nao enfadar ; lodo se vende por menor
pre^o que em qualquer parle.
QUIJOS DO SERTAO'
Sao enerados os melliores queijos do serla, ese
vendem barato ; na rua do Queimado, loja n. 14.
Vende-se a \erdadcira grai\a ingleza n. 97, do
amos- fabricante l)a\ and Mirlen, em barricas da 15 du-
, ....."' ...' M tras aCliam-se no Seu escriptorio, rita das lia." de ll0,esi casa de Jamss Crablree A Cainpa-
ulii.i. rua da Cruz n. i2.
Larangeirasn. 14-.
Vende-se um bonito mu hilo de 18
annos de idade, proprio para boleeiro :
a tratar na rua do Vigario n. ~>l.
AVISO
Aos senlinres acadmicos.
He chegado ao Bazar I'ernanibucano da rua larga
do Rosario n. 32, os apreciaveis sisarros de palha de
San-Paulo,; o rnelbor que pode liavar nesla genero, dem-'se na rua do Cresp7^daii2
por ler minio hua palha e ser de diversos lamanl.os: para a rua da Cadeia. q
vcmle-se por barato preco.
Com toque de
avaria.
Pecas de madapolAo a 2?OO, :)s e
3faO0: ven-
(loc vnlla
Vende-se urna cabellcira ere-pa de nascenca,
em muito bom estado, e um cres.-enle de cabello cs-
lanho, muito grande e muilo eni conla : no caes do
llamos, taberna do Retiro n. 86.
VESTIDOS DE BOA SEDA POR POLCO
DINHEIRO.
Corles de calida de seda cscoceza com 18 cova-
dos, sendo de novos etmodernos goslos, pelo barato
preco de m cada corle : na loja de 4 norias na rua
' do Queimado o. 10.
Panoramas e monumento inlercssanles de Parisi "" ^fnile"!f um;l PorcAo de Ierras, no lugar de-
e Lisboa, Ruinas de Pompeia e Herculaiitim, siiioa n,om,ni,n" a R^poza, na freguezia de S. Jos dos
pitoroscos da Suisia, montes de gelo, vistas dos Pi- 1Keletrof ,"m" da ',d"'e da Victoria, cujas Ierra
rencos, assnmplos animados e instantneos, scenas' lI"*'8-. .Bua. e '"" e "ma leSua de fuudo :
da vida domestica, a Crimea Ilustrada...... sobre
vidro, papel e lamina em prelo e em cores, ludo ti-
rado danatureza com a machina.
Esterescopos e
vistas estere-
oscpicas.
i quem as pretender comprar, dirija-se a povoacao de
i lleberibe, no lugar chamado a Cruz dn Canh'enga :
i a tratar rom Jnaquim Francisco de Mello, ou com
; a prupnetaria Anua Mana da Luz.
Palitos a 8,000
Retratos estereoscpicos sobre lamina e
papel.
O aula bella presente para nolvos.
Caiiiolias Porapadrur e Duqueza, ludo qanio '.orles de panno fino .le cores para palitos a 8X100
.'liste de mais elleganlc para conter um rctralu em cada corte de palil... he jucamente
SOClrDADE N00L0GC4.
Por ordem do Sr. presenie da mesina. con
A 16,
O deposito da
do Rosario n. II,
bichas de llamh
passuu para sul
gam-se a :I20 as d
do Crespo, queforam arrematadas
seguinles precos :
39500
l800
I3O00
23000
35000
69OQO
(i.T Bonecas france-
zas.
\ endem-se muilo bonitas boneras Iraacezas, pelo
baralissimo prer,. de 1*280 e I^HIMI : na ma do
oueimado, na bem cenhecida loja de miudezas da
hoa faina n. 33.
Loja da boa fe.
Vende-se ehalj de quadros de bonitos padres
MI rs. o covadn. ditos lisos di '
Cascas prita.s pai.i luto.
\ endem-se cassas relas muilo linas proprias para
luto, pe baralisslmo preco de iSH ; vara : na rua
I do Qoeimado, nos qualio cantos, loja de blendas da
boa l n. 22, dcfronlc da loja de miudezas da boa
fama.
chales de meri
bolillas cores a 7211,
111 lisus com iranias de relroz de bo-
l r, .?S ''". ''"os com IWra ,le seda a 7c: na
na do Queimado nos quaho cantos, loja de fazo-
das,!., hoa fe n. dcfronlc da loja de miudezas da
.1(0.1 I-IM.,1.
iVISfi DAS BOAS Ol'ALI"
dad
Superior farinlia de mandioca em
se ceas.
Vcnde-sr Qualquer pnrrao de muilo boa farinha
de irandiuca. chesada ba ponto de S. Malheils, a
pre<;o muituconimudo por rada sacca no escripto-
rio da roa .la Cruz n. i!l, primeiro andar, ou no ar-
mazein do Sr. Pacheco no caes d Ramos.
Refina ra do Monteiro.
No deposito da rua da Scn/.ala-W-
Ihan. Il(i, vende-seassuiar relinado de
superior flpalidade, de arroba para cima. I
cores
, o covad'i
AlgodSo azul misclado e de lislras, o Covado
Curies de cassa (hila
Kilos de ahila
ga
de cores
e decidla, linos
IK)
3&500
2 10(1
160
19000
13020
(id
200
0res velas de ca nauba.
preco rommodo: na rua da Cadeia
primeiro audar
000
rs. o ce uto
bichas de Hamborgo, rua estrella
iiirni.ii a rereber nova remeasa de
rgo pelo vapor Inale Avon, que
; vendem-se a Itij o ceulo, e >lu-
randes, e 200 r?. a menores.
es ne muito barato.
\ende-se papel de peso e almaco o melliui ,,.,
pnilchavcr ueste genero a 3, i,.", \ f.vm ., rc< 1M
39OOO PfP* paquete mo.lo uno e .e muito bWqnalidadc"
2110 propr.amen.e para se escrever por por para a
Eoropaem conseqoeucia de nao SB plgar grandes
LK2. C",IS- e,n ,es,n,ls- mcM '". 'IUrlus
M resma, ou uiesmo em quadernosa Sil rs., papel de
ho verdaderamente almaco e proprio para cario-
no a .5 rs. a resma, verdadeiras pennas de ac.de
luco de |.,,:a conhecidas pelas melhores que 'ha a
liapOa calimba com 12 du/ias, ditas sen, ser de hi-
eo de lanca ,,.a Umbem muilo boas a 010 a eaisi-
"\ '-.du"a<. d"-' uc l.ps mu.lissim linas
. -O. IWOdOO rs. ditos para desenlio a 800 rs. a
ansia, can vates muito linos e de todas as qualidades
e p ecos, Unta ingleza muilo boa a barata : na rua
do Queimado, loja de miudezas da boa fama o. 33.
Etn casa de M.Calmont 4 C, praca do
Corpo Sanio n. 11, ha para vendero
seguate:
Taboado de pinho, alcatrao c pixc da
S necia. .
(Mcatraode carvao.
Lencos
braia
A 520, 400,
de cam-
Hnho
500,
IIIII.
e 640
VINHO l'O PORTO.
Vende-se vinho d.. Porto das qualidades mais su-
periores que ha. ale as regalares, em barris de asar-
lo c de oilavo, pnr precos rummodos : na rua de
Apollo n. 8, armazcm de assnrar.
\a loja das seis
PORTAS EM FREKTE D3 LI-
YIMENTO
Riscados de algodao de lislras com Ires palmos de
largura, fazenda propria para veslir escravos por ser
lorie a meia pataca oco\ado, chitas escaras que njo
dcsbolam a meia pataca, e de cores a seis vintn,
cobertores de las. grandes, a dous mil reis cada um.
ede algodao de dous pellos, muilo grandes, a quatru
patacas, dinheiro a visla, para acabar. *
AGENCIA
Ka fundicao Low-Moor, rua rlaSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimenioconiinaahaver umeom-
pleto sorlimenin de mnendas e meias moendas
para eii(cnho, machinas He vapor e laixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos oara
diln. r
|)Ot
pe seda pai a grvalas a 00 rs., ditos pret-s kart
bons a 13, pe.a. de rambraiss de salpicoscasal K va-
ra- e meia a 35200, elNi vara, diUs adasnascadai.
nuilo boas para ..rimados a 12, cambraia lisa (osm-
io una rom urna vara de largara, pelo baraustan
prc,o de -30 a vara, lencos de cambraia mallo liaos
iodos brancos e com barras decores a 300 rs.. lastros
.leclnia francezfs muito boma 400 rs chale* de
alyidao de rnres de bonitos paaWla a 800 r... rco-
diulios muilo buos o, mallo benitos paaires a Ion
m a 2l '" d* l,nho Uto ">'" n. a 9W1 a asa,
nh,^*>"".1,,*"."*" prelaa sja .eda para se-
nno a, azenda mai.o soperior 2.per, ditas br.a-
cas malta nnas111 3 par, dita, brancas de altoda.
fin,? 'Mt :,0 P*'- "* krai*a7nnil.
as para meninos e menina, a 240 o par, e ateas do
udo islo Mita, a.i,inimn faItrjM ^ ,b| ^
n ,,'f'""i ,'T?" ral.7V*nbec.s
rto o que be peeliineka : na saa da Qoeisnada, no-
noalro cantos, na tojas reten*, da b f a. 22.
defronte da loja de mindaaas da boa fama.
cs-
ame-
lugezes ele pa-
tente,
os melhores fabrieaot em Inglaterra: seo casado
Henry t.ihson : rua da Cadeia do Recifen. 52.
\ endem-se superiores lavas dejpelliea muilo .
para hoiuem e senhora a 18280 rcis o par, dila
-..i. muilo boas e ssm defeito algum amarellas,
tas e brancas para houiem eHenhora a 1J000 res
o par, ditas pretas d lorjal muito boas a 800 reis o
par. ditas de lio de Escocia brancas e de cores para
hornero e seohora a 400. 500 e 600 reis o par, ditas
ditas para meninos emeninas a 400 reis o par, luvas
de seda ricas de todas aa cores e bordadas, com
guaruisao, para senhora 3000e 39500 reis o para
e outras mais qualidades de lavas, todo na rua
do Qnetmado na bem eoobecida loja de miudezas de
boa fama n. 33.
Potassa e cal.
Venderse potassa da Bussia e america-
na, chegada nestes dias e de superior
qualidade e cal de Lisboa da mais nova
que ha no mercado: no unico deposito da
rua de Apollo n. 2B.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
rabos de linbo edeManilba.'
Cudo muitocommodo.
Attenco
i
Riscado escuro c muilo largo, proprio para roupa
de escravos a 160 o covado, colchas brancas adamas-
cadas do muim bom gusto a 5% alMhado ndamasca-
'" com 1 p.-:iroos de largura a 1-600 a vara, loalhas
de panno de Imh alcotoadas e lisas pira oslo, ,s
mawanperiores qnelemvindo ao Mnercauo. ditas
v NA LOJA DA ROA FAIA.
Vende-te baodejaslgrandes e muilo linas pelo ba-
ratsimo preco ,]e 3,000, i#m e :,vm reis, ocu-
U de armacao de ..; de todas as graduares a
w re-, lunetas rom armara doura'da a I.XKJO reis,
lilas com armara de tartaruga a 19000 rei*. ditas
, rom armaranaie bufalo a .VIO reis. oculoscom arma-
cao de metal branca a 100 res o par. lunetas ruin
armacao de tartaruga c0m 2 vidros a .!;000 rei ri-
cos chicles paia ravall.is de homem esnhura pelo
baralisaimo preco de 80(1 reis cada um, grvalas de
seda 11,.,,!,, bonitas a 19000 res, bonitos alacadores
do cornalina para casaca pelo baotlssimo preco de
.na res. >ospcnsorios linus de borracha a 100 rei.
peales mailissimo linos para suissa nfiOO reis.escovas
minio linas para cabello li'iO reis, capachos pinta-
dos conipridns e redondos a 700 e IgOUO reis, bo-
, toes liniMimos ae madreperola para camisas a Ijj-'OO
i-! d'.' VTi, m a d",,'rh? '" >" Peona
he.ra a lu/e vinlens, hrim de algodao proprio para f '-U r|cos porl.-relogios a 1.-800 reis,
qualquer obra de casa a dote vinlens a vara, e mni- [' u "lu" u"as Pi,ril "P ''"" iH
lo largo a cruzado. Chapeos de castor hranco franre- '*'*' e5c",a* '""ssimas para nabas a .120, ."1OO e bit) I
/es a oito rail rcis e prelos de seda a sele. de formas [e"' esco%f* P",;l ""'P* cabello o mclhor quepode
a moderna, panno lino mescladn dediOerenle. cores C'i "BlaDr ,,:>"0 e '^ reis' Pinceis '"">os'
Vendem-St na rua do Crespo, loia da esquina que I
vulla para a rua da Cadeia.
1 ene-so
cemento molla novo, chegado em I i de maio prxi-
mo passado de llamburgu, por prec mnilo em con-
la a vi.la da quali.la le. lano era pon-fio romo em
barricas c tinas : no armazcm de malriaes na rua
da t.adea de Sanio Antonio 11. 17.
Va .oj i das seis.portas em
frente do Livranclito,
ridem-se:
Camisas indispensaveis para homem c mo.us de
duze Snnos para mais. de esguiao, a dez tsMOes cada
urna, lencos de cambraia brancos ptn mao e algi-
1 duze vinlens, hrim de algodao
Chapeos do Clivleede leltio ns mau
linos i|iK< ba no inerodo, ditos de
lor [intose brancos, ditos de palha
licanos, bonetes de todas as qualidades
para meninos e Irornens, chapeos de pa-
lha e fcllro 111I. liados para meninas, e
outros muitos objactos chegado iiltima-
tnenle ; assim conao pertence para fa-
bricas de clia|teoa e livreiros, vendse
lano a relalho como em porcao, e mais
barato do que em outra qualquer parle:
na rua Nova loja e fabrica de chapeos, de
Chrystiani & Ir mao, n. 44.
DUQUE DO PORTO.
ESPECIAL VINHO ENGARRAFADO.
Vende-se em caitas de orna a dae daras: na
rua da Madre de Dos n. 31, loja
' a 9 .1 covado, proprio para palitos e sohrecasacas d
muilo gusto.
cores
c
LA
,, ... """"a *" uuza, ditas I
<:.CleSCle palla," lcSj;lS||<)\_"1',rl"n meH,or que pode ba
, duiia, camisas da meia muilo
K ra I Ci,s aboluaduras de madreperu
Caseuiras finas.
Na loja da Estrena, roa dn Queimado n.
LUYAS PRA HOMENS E SE-
XiIlv/iiiliJi #"j- vuc"
nnvns1 rll'' P damascados e onlras mua dem-sc casemiras franeeias linas de lindos ostoSl
re! SdelaT' qU,na qUe l""'a ru:' da "'pe''a rra"c"fs Urt ui"'a moda a 6SOO0.
I\a loja das seis
porlas
Em frente do Livrainento
Pa.,,!u.'t,d -00 "'' ,)u,a de'facas'egarfos linos
a ...0(10 res, dilas de rabo de balancn niuilissima
Unas a 1.-5000 a duzia, ditas linissimas de cabo de
haver a 150000 reis a
linas a IfOOO reis, ri-
r.ifi. I ca'aboluaduras de madreperola c metal para col-
JJarua da Cadeia do .ecife.loja de A^^ApiS^J^rA
! poilas 11. S, vendem-se as referidas re dua!l """'"'s P*w baralissimo preco de 25000 o ei-
; des con, cores e qualidades inteiramen 25 ZSZS2 VI^^J^*!^ "'"P""
, cspictilundrificas.
Moinhos do vento
com bombas de repuxo para rBar borlas e bai-
xa decapim : na fundicao de I). W. Bowman.
na rua do Brum ns. 6, M e 10.
TAIXAS PAISA EMGENHO.
Na fundipo de ferro de D. Ur. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, continua ha-
ver um completo sortimentode taixes de ferro fun-
Alpaca de llgodSo de quadros,
ras, bonitos goslos, para vestidos
de duas largo-
pataca en-
Ir lid
eza paia Vestidos
melado do se
do Queimado
Cu
asentirs I isas de ecresa
I #200
!( f
NOVAS COK-
rentes com le-
dras para
re
..nvido aos;
senhores socios a comparecerem luje 7 da correnle I
as 10 horas em ponto, para sosaSo extraordinaria, na "u:l ,,n '.''"'imaclo n. 21 A, vende-se easemirat de
sala das sesscs da mesina suciedade. 01.' sccre- cnres lisas lm"' SapSrlorea, para liquidar, c dia-M
lario, Francisco Cordeiro da Bocha Campello. as amostras.
BiPE' DE LISBOA.
AtteiiQHO.
Charutos". Vrelas do fabricanle lirandn a '-",00
? .SnSS :' l!hf^,,0 e rc-'llia do "'mo fabrican-
le a .13.100 em canas de loo, e de oulros fabricantes
a ^POOOo ceulo : na rua da Cadeia do Itecife 0. 15
loja de Boursard.
Vccas de lete.
Vendem-se em conla 7 vaccas sendo ."> de Icilc e 7
hezerro., para ver e tratar na cidade de Olinda das
; 2 horas da larde em .liante na cocbeirs.de Jos Ma-
; ra da Lapa.
1 Vendc-se manleiga ingleza boa a 800 rs., (iO
. o 560 11 libra, loucinho de Santos a 210, arroz do
Maranhao a 100 r. e 120, carne de loucinho e orc-
Ihas deporco a 120 a libra, millio e arroz de
a 160 a cuia : na rua das Cruzes n. 20.
Na rua da Cadeia do Becife n. 57, escriptorio
de Jnao remandes l'arente Vanos, conlinua-se a
veuder velas de carnauba, por prec commodo.
logios.
Na loja de SerapMm & [ralo, na rua do Cahus
a. II, ebegou de novo outra porcao de ricas corre-
les de iiurn com pedras, e outras minias obras de
novos goslos para senboras e meninas.
Vende-se o engenho Muribeqninha, Ires legoas
(istanle desla praca, que fura avallado em 3590009;
Menee ao casal do finado roramendador Jos Pau-
lino de Albuquerque Sarment, e 110 qual lem o ac-
tual rcudeiro Ires quinhes de 1003 cada um, que
turara excluidos d.iquel'a avaliaejd, a que se proce-
den no da 2b de inlho prximo paseado, pelo ioizo
de orphaos : qnem o pretender, dirija-se ao Sr. le-
nenle-coronel barata, ruada Cadeia 11. -> ou ao *r
Josc Goncalves de Albuquerque, no palco da Uibei-
ra, sobrado junto a muro da Penha.
-Em casa de Edoardo II. Wvatt.rua do Trapiche
Novo o. 1S, vendem-e baa, rclogios de ouro co-
bert.hi e desenlenos, sellins inglezcs, chicles de
carro, ane.ns para dilo, c.bos da Bussia, fio devela
I111u.de lodasas co.es. candieiros e raslicaes br,.n-
zeados, conservas de fructas inglezas, charutos de
Batana,
Vende-se urna bonita esrrava crioula, de "0
anuos de idade : na ruu da Uruz n 18
audar. '
Vende-se urna escrava crioula, de idade de 10
anuos, propria para lodo o sertico : na travesea da
Concordia, sobrado n. 5.
Vende-se a rica fatenda lindeza, chegada ultimo
mente de Frauca, pelo baralissimo preco de 1J000 a
covado. Est fazenda he de pura Illa e seds, e os
scus padrAes silo os mais bonitos qoe al o presente
tem apparecido no mercado : na roa do Qoeimado
nos qaatre- cantos, leja de fazendas da boa f n. -22.
Vendem-se vellas de carnauba de composi{i)o,
a iniii.ieao das elaa estearinas, pavio americano, da
meliior qualidade possivel, bem como de carnauba
simples, por prejos cpmmodos,, arroz pilado muilo
bom e ja' muilo conhecido por cresccr mais que o
do Maranhao, em arroba a 23, era sacca* a 1J800,
arroz de casca em saccas grandes a 3$00, e era al-
queire medida velha a 35.00, ludo moilo bdm : na
rua do \ igario 11. 5.
Perfumaras de
bom gosto.
Na loja da boa fama enconlra-sc sempre um rico
sortimenlo de perfumara de todas as qualidade.,
sendo seu autor o inelhor que ha em I'aris, riquissi-
mos frascos de extractos muilissimo finos, pelo barato
pieco1 de 1320(1, IJI500, 2a e 2*500, jarros de porcel-
lana delicados e de modernos costos com banda fran-
ceza muilo fina a 2?, frascos com esseencia de .osa a
.120, paos de pomada franceza muito boa a 100 rs.,
fras-os pequeos e crandes da verdadeira asna de
Colonia do river a ISO e 1/tHK), sabonctes linos e de
diversas qualilades.pos para deuleso inelhor que p.i-! PrtV> de 10, 60, SO e 100 r-.
de haver. e outras muilas perfumarias, que se ven- "
dem muilo barato: na rua do Queimado, na bem co-
anacida loja de miudezas da boa fama n.:}:!.
Meias de laia pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias pelas de laia par
padres.pelo baralissimo preco de 15800 o par : na
conhecida loja de miude-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes 1 v;"'".' cambraia de seda, superior qualidade e ge
acham-se a venda, por preco commodo e com 'os ,"""lerilos a de?, latida) o covado, ehelv dn
proapiido: einbarcain.se oucarregam-seem-er. ESfc lll'-l'0 n,- l,or.dado- "": V"a
ro sem despea ao comprador.
Vende-se em casa de S.
quadros e liso, filo liso
meninos brincarem, com avaria a vintein o len-
'co, om completo sortimento de fazendas de to-
! ds as qualidades, em peras c a relalho, nue se .
. Johnslon & C., querem reduzir a sedulas, por menos preco do que
rua da benzala-JN'ova n. Al, sellins inglezes, chi- em 6B,M T'^l'iuer loja, sendo dinheiro i vista,
cotes de carro e do montara, candieiros e caslicaes K g(,
P.
Oronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
no da vela, chumbo da munico, arreios para car-
jo, lonas inglezas.
ama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
para csliidantes ou mesmo para qualqulf-asiabele-
cimento pela boa luz que da a commodidade
Je se poder pendorar O'i p .r-se emeima de qualquer
meta, pero bndo preco de .V5OOO res, pastas para
guardar papis a 800 reis, espelhos para parede rom
rmar.io duurada e sem ser dourada pelo baralissi-
mo preco de :,0. 700 e ISOOO rcis fiuissimas e ri-
! -as caixat para rap a 33500 e llSOOO reis. papel de
I cores de rolbia peqnenas em quarlu de resma pelo
, barato preco de ,20 reis, e outras muitissimas cou-
, sas que ludo se vende mais barato do que em oulra
1 qualquer luja : na rua dn Queimado na bem conbe-
I ci.la luja da miudezas da boa fama n. 33
BICHAS DE H1MBRG0.
Ha dep,*.lo das luchas, rua estreila do Binario n.
I. ;i'0.r!s0au e 5.rCeber "0,s 'emn" ,la' melhores
bichas de Harohurg por esle ullimo vapor inglez
..lmar,,, que passou para o sul no rtia 28 do cor-
rele, c vendem-se por menos de I6>000 o ceulo. e
alugam-se muito em conla.
tlencao!
A'loja de Vpoilasda
ruada Cadeia do Rea
cicn. VS.de t4au:izo
Alaria Ca neiro. die-
;on ultima mente nm grande sortimento
tle sedas com lindissimos die*lio.s < de
R^ 1 Veinlcm-sc libras de' linbat de boa qualidade n.' mm,0 superior (|ttalidad^fpelo liaralissi-
V lj t fc*Baf~-,V ,V), OOe 70al51(H), dilas muito linas de 11. 100 e i mil preco de l9$OQ0rr>. O corle dilas
^*^1! IHi^ 20 f80": "U,-,ade '*" ,nui, ' b. ~^-***r tura a I?, ditas muilo finase grandes a1?2tHladu-: !,"Sios (.inne/aTS .1 I.StlUO is. o covado,
"' ta, necinhai de bieo estreitn a An niimh.. ,..' outras multa* asnrlns mi ,'. ..,;0i.. ^,...
pecinhas de bico eslreilo a 560, caitas" coin Ie OOtTO muitas fazenda que SO avista dos
agulhas franeeias muilo linas a 160, eaixinhas cm compradores podeiO av.diaros sensnre-
10 novellos de linhas de marca muilissimo liiiasa|..c ,, 1 1 "^'"" ,;,"," os scus pi t-
ol. vmdos pelo ultimo paquete in- :*>0, braceletes encarnados muilo bonitos para meni-
Southall Mellor i Compauhia, rua "'Is e senboras a 200 rs., meias brancas muilo linas
para senboras a 240 e 300 rs. o par, meadas de li-
nhas 11..111 s-ii.i.. finas para bordar a 100 e I60,| bo-
tos de madreperola mimo finos para camisasabOO rs.
a grosa, bole- muilo finos de ac para calcas a 2801a
grosa, fivelasdooradas muilo linas para caicas e col-
leles a 120 cada una, penles de balea muito finos
para alisar a 300 rs., pecas de fila de linho com (i
varas e meia a 50 rs., eaixinhas cora eolxetea franca-
a 60 rs., rarreleis de liuhas de 20<1 jardas de
coberlose descohertos, pequeos e grandes, de ouro
e prata, patente ioglex, de um dos melliores fabri-
cantes de Liverpool, v'
gle/.: em casa de
do Torros n. 3,s.
Cobei torea de la hespa.
nlics muito elicorpa-
dose grandes* i
vonr^aSJaaoaCaur|,0',0*,,ll,eS,'UDa<'0e
ra os iiam
1 -------------[-"_..... """.li t_
ros pelas suas hoas qualidades.
Para as senbo-
ras
qut;
i:).slani do
barato.
l)om
c
Vendem-se ricos pentes de tartaruga para alai
helio a 19300, meias de seda de cores muilissimo lin-
r^ilo^nna^^^
lora-
dos.
Vendem-se romas de papel muito bonito, nronrio
I corrcspui.dencia .le nainurados, pe barato
rua do Queimado. na be
zas da boa fama n. 33.
CARTAS FIMSSI1VS TARA VOL-
TARETE.
niazos com 10 grampas e de milito boa qualidade a
50 rs.. pares de suspensorios a 40 rs., torcidas para
. candieiros a 80 rs. a duzia, carleiras de marruquim
. para tlgibeira com molas douradas a 000 rs., cane-
las para pennas de ac a 20 e 40 rs., meias brancas
1 e cruas, fazenda muilo boa, par-a homem a 160 e 2IMI
I rs. o par. Iraucinhas de laa de caraces e de todas as
cures a 100 rs. a pecinha, pentes de chifle para ali-
sar, la/euda muilo boa a S00 rs. a du/.ia, grozas de
liolfiet de Inuca piolados para camisa, a 20, peca.
de lila decii. de todas as larguras a 2Oc 320. Mullas
brancas de carieleiscum 100 jardas do autor Alexan-
' e a Hl is. carretel, linhas pretas de mea
fazenda multo boa a 20 rs. a meadinha,
Heles da mclhor qualidade que ha e com 2.'
(es a 110, pentes abarloa de balea para alai
preco de I5SOO o par, lenrinbos de relroz de lodas a.
cores para seulioras e meninas a IS, loucas de laa
para senboras c meninas a 500 rs., camisas de meia
para enancas al a idade de um anuo a 5WI rs..
meias brancas de algodo para senhora muilissiaio
mas a .,00 rs., ditas brancas e pretas de seda o me-
liior que se pude encontrar a 2? e 2*500 o par, rica. 1 g
caitas para guardar joias a 800 rs. e 1>, canas mni- I 3?
lo ricas cora reparlimenlos nnicimenle proprias para ^
pelo baralisaimo preco de 29500, i'.joot e I &
as de verdadeii bfalo -
Foi tp^tna ido o deposito rlcsle tarop para a b*>
I i ..e Jn.e .la t.inz Sanlns, na rua Nova a 53
rgarrafas ..3500, e meias :t000, senda falsa' lado
aqucllc que nao lor vendido ueste derMte aaiv
que se faz o presenie aviso. p^
IMPORTANTE PARA 0 P18LIC0.
Para cura de phtvsica em lodosos seas difieren
es graos, quer motivada pur constipa, oc, i(...r.
asllima, pleuriz.esrairo de saugue, d'.ii decm
ladosepeilo, palpilarao no rorarao, coqurlaclM-
bronchile, dr na zargaola, e todas astnaleit.a-
dosorgaos pulmouares.
Em casa de KalxSelimt ttau A C, rua
da Cadeia n. 37, vendese :
Um grande sortimento de vidros de rs-
pellio.
Kelofjios (nos de ptente inglez.
Ditos ditos de patente suitso.
Couros de fjraxa.
Ervilhas seccas em garraies.
Vinho do Klieno superior.
Conservas alimentarias de boas
dades.
f|l .r-
l'udo por preco cummodo.
Q
Metal amarello para iorro. $;
Cabos da Kussia c de Manilli ,. B
Lonas, brtalo e brim de vela. d
Pi\e da Suecia.
Vendem-sesuperiores cartas francezas para vnlla-
rel pelo baralissimo preco de 500 rs. o haralho
na rua do Queimado, na bem conhecida loia de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Cal virgem de Lisboa, ebegadt no brigue
Comante,, : nos armazeus de louseca, Mcdtirvs A
l.umpanhia, rua du Irapicbc.
Cadeia do Becife 0.50,
ii. &
casca
Bieber
0 BOM E BARATO,
.^...:.. a., i...___ ..
.Na rua estreila do Rosario, taberna n.lt;. que faz
quina para a rua das l.aranganas. haboa carne do
sertlo, bons queijos e boas liaajaifas, assim como boa
g.uniiia de aramia e m u i tus oulros elieib,s,que a \ isla
do comprador Ihe sero apresentadus.
Vendem-se cincoenta pipascoin mui-
primeiro;'''0a agurdente, ptima cascara por
jifera razoavel, e o embarque gratis:
na rua da Pt-.i., de Santa Bita, armazem
n. 17, confronte a ribeira do pei\e.
Eni casa de i. .
y' x- ., rila du C'iiz n
4, vende-se
Pianos Corles das melliores fabricas da
Allemaiilia ede moderna tmislrticiao.
(MTES DE VESTIDOS DE
SKI>.\ l<< QUADROS A 12S4KI0!!!
.Na rua do Qoeimado, loja n. 17, vendem-se cr-
ies de vestidos de seda foular de quadros, com IS co-
vados cada um a 18*000, por estar com algum loque
de mofo. H
Na rua do Crespo n. I (i, continuara :
eslur a venda as mais superiores loallias
de puro linbo que tem \ indo ao mercado.
Vende-tecalde Lisboaullimamaaieehegada,at-
simcomopoiassadaBussiaverdadsirarnapracado
Corpo Santo .11.
-- Vende-sa urna casa terrea na roa do Kan
n. li, oulra dil.i ua rua das Aguas-Verdes n. 1 :
quem pretender dirija-se ao caes do Ramo. .
Lm completo sortimento de bordados como se-1
am, camisetas com inanias, collarnbos, petilhot, I
rnineiras, eamiss, coifiol.at e pelerinas ; tambera
tem um completo sortimento de ricas llores, enleiles I
para cabeca, lilas e os verdadeiros e modernos bieot
delmho: na rua da Cadeia-Velha n. 21, primeiro
/ittencao.
No aterro da l!na-\ista n. 22, loja .le ohapeot da
sol, he chegado du Par um liudu sortimento de le-
des de diirercnles cues e goslos, igualmente tem
varias pelies de nnea de varius lamanos, e vende-se
muito em conla.
prelos para relogios, fazenda minio
' lina a litt. cscoviiihas muilo boas para denles
] 100 rs. Alera do todas estas miudezas vende
i outras muilissimas, que vista de suas boas ,,,.
; lidades e baratos presos lera causado admira
..os proprios compradores: na roa do tlueima
: do, ua bem conhecida Inja de miudezas da boa
fama n. 33.
JjLoja da boa f.
consoles.
|@ Papel de peso inglez.
; ^ Chicotes para carros.
mesas e
Resfradeiras.
No deposito de bichas, rua estreila do Rosario n.
II, vendem-se resfradeiras de barro muilo lino, viu-
das de llaiuburgo, a.sim como queijn parmaison,
viudo de t.enova. esleirs ue Au=ola, e muilas ou-
tras COUSdS.
Pianos,
Astlev & C.
J.
NsjG'SvLS!
VINHO IK) PORTO litMIM).
vende-se ptimo vinho do Porto em barr.
cao Vende-se panno prelo e azul, lino, fazenda asalto & Ferro em barra, verruiilia anaaba
"- SBnZ'EH ']e>i'0 rel Llra"-.si,no r'eco de Couiw de lustre
l>aHI o covauo, alpaca prela muilo lina a 10 t co- 4 \- j ""<-
vado, mermo selim, razenda superior para palitos a ^ endem-SC 110 armazem de C.
9000 o covado, cantao preto muito lino proprio para-
vestidns a 1 o covado, selim prelo maco, fazenda
superior a jfiOO o covado, crosdenaples prelo muilo
ino para vestido i2;o covado, saperior sarja prela
bespanhola a 2}240 o covado, prinreza pre.i muilo
fina a X0< rs. o covado. curtes de colletes de gorco- '
rao de seda, fazenda muilo boa a 25. corles de.fus- j c "'*>. Por preco ratoavel: na rua da Ra-
ines de bonitos padrfies a 010, brim trancado uranco Rec'[e n. 13, escriptorio de Bailar 4 mi-
de puro linho al.-,. Ojo a vara, brins" trancados veira-
de cures de muilo bonitos padrbes e de puro liuho a I
l;IO a vara, ditos ditos lainhem de bonilos padres I A'aV.I | J|: S a COMleiltO
a S00 rs..1 vara, dito trancado pardo tambera de fi. | .. ,. ",,r,s, ** *'"",C,,U'
nhoa 600 rs. a vara, dito liso largo a jiXO, ganaa 1 .i yon_,,nB_y. vender aRaOOO o par prec. fiai
amarellas lisas c de quadros. fazenda muilo superior
a 320 e 360 o covado, dita, decores escuras de qua-
ilio. e li.iras, de minio bonitos padroet para calcaste
palitos a lilillr.. o ruado, enres de calcas de bonitas
rasemiras le aleodflo, pelo barato preco de I9I9Q
Booker & Com- I hrl,l"'"h"S 'le quadros de puro linho a 210 o co\do!
panno de linho muito lino a tilo a'vara, peilos mui-
\ ., .. tu linos para camisa brancos e de cores a lim v>.
*2StE^zzM5!:& S i =as**L-!: &**a *& l
Vcmlim ..piaunsvertiiacsiiglezcs, de elegantes
.ndellns e excellontet vo/cs, fabricado
mais acreditados autores, prendado
Londres: no armazem de Rnstron
pimilla, piara du Coria, Sanio.
poriim dos
eiposicio de
ia Iwm conhecida navalliaa de barba,feilas pelo ba-
bil fabricante que ha sido premiado em diveisas es
pnsirfies: vendem-se com condirlu de nta acra
dando poder o comprador devolve-las al :NI da*
depois da compra, restitundo-se a importancia :em
casa de Auonsto C. de Abren, na roa da Cadeia do
Recife n. 36.
VINHO DO PORTO SI PERIOR aiAlUtO.
Emcaisus de doasdnziaa o em barris de oilavo.
pelo brlsoe 1 rotador, e
> armazem de Barrera r
Casita na roa da Cadeia dn Recife n.S.
rerenlemeule chegado
%ende-se oi.icameute no
?
VI lili l) PoRTJ
Vende-se de muilo boa qualidade, em barris de
buiulo : na rua da Madre de Dos, laja a. 31.
Vende-te urna frrramenla rompate de rara-
pina e duas serras para marcineiro. Inda nanita been
tratado ; c bem assim ama venesiana nava : na roa
Imperial n. 100.
Vende-se potassa do Rio da Jaaetre, rbegada
prximamente, de superior' qaalidade : na ma da
\ igariu n. 23, primeiro andar.
Vende-se ou hypolhoca-w ama casa tita na roa
Imperial o. 201 : quero qaiter aaanacia.
Vera i-se ama escrava de (6 antan con alga-
'. ^iiSf^" "" M rH* *"-
Noalerro da .w-Vitta n. 80,
vende-se chocolate, mararrao c talhanm a loo r.
a libra gro de bien ,*tt r.., MR1I' primeira qaalida-
de muito alvo a 320, cevadinlia de Fr.nra a 3*1 ta-
pioca a 160, maule.ga inglesa a 6R, fra'nceta a *8.
Vendem-se ma lalo fios e deoolros, eana
m pequeo loque de avaria. a presos mallo bara-
to: na roa da Cadeia Velha o. 24, prhtwiro andar.
Vendem-se travs de madeira de qualidade 4
com 10 a .m palmos de com|irido e 8 e 10 neMesa-
da. eroquadrodegrowara, e por mena, aeaeada
que era outra qualquer parte : aa rua da Praia de
Santa Rila 11. I.,, serrarla.
XABOPE
IK)
HOSQUE
grvalas da seda pretas e de cores a 1, meios leocos I I'ERN, TYP. DE M. F. DB FARU -
UM
MlJriU^D ?t.


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