Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07454


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Full Text

>
ANNO XXXII N. 185



Por 5 mezes adiantados
Por 3 mezes vencido
4jJ000.
4#50O.

OlUirv FEIRA l DE AGOSTO DE 1856.
Por anno adianlado 15J0OO.
Porte franco para o subscriptor.
ENUARREGADOS 1>A SEBSCRIPCAO' XO NORTE.
Parabiba, o 9r. Gervasio ?. da Natiridade ; Natal, o Sr. Joa-
qun) I. Partir Jnior; Araealy. o Sr. A. da Lemoa Braga ;
Cear, ir. J. Jote da Oliveira ; Maranho, o Br. Joaquim Mar-
qua> lodrlguea Piauhv, o Sr. Domingos Hereulaoo A. Peiioa
urtua ; Part, o Sr. JuitiniauoJ. Ramoi,- Amaionai.oSr. Jero
njroo da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
ida : bufet
'.is.ii, Gtl
.1,.
mes,
l'iihi'iilririi*
(Toaos u
Nal
.. ... 'i mol., korai .lo da.
mi.. I'.i.itnii.i : ........mUHlu e MKUs-IWns.
r.... Ilonil.i.ll.ini.irii. AlUabfl .' l..,r..iil,.ii,. : n.i L-rca-rctro.
to-d'.Mbu, Nauraui, Lia......ro, urejo, Pestiaeira, Jtwje-
K\u : BU <|ii.irl.ls-l.n.i.
barreiros, Agaa-Piata,
lo
S. Aulj.
,s. Un
tetra, Florea, Villa-Bella, rioa-Vuia/Ow
<. I|N>JIM'.I. S.'llllll.'ll'lli. lli-KiKUlil^O. Lll
: naintaa-ft
i* pirli-m as lu lior
,. .la r
nhia-l
AUDIENCIAS DOS TRIBCXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartai a aabbadoi.
Relapao : lercai-feirai eaabbadoi.
Fazenda : quartai esabbadoi aa 10 horai.
Juio do commercio : segundas ai 10 horai e quintal ao meio-dia.
Juio de orphoi.- legunda quintal ai 10 borai.
Primeira varado civel .* legunda a lextai ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartai a labbadoi ao meio-dia.
I.I'|||.mi;i:iiii.s IO MEZ DE AGOSTO
II Quartocrescente a I hora t7 mlnutoi et8seguudoida m.
lili La cheia as i horas, 2(1 minal
|32 Quarlo miuguanle as ( horas,.
rIO La novaaa 8 horas, i'i minuins.48 legundoida manba.
REAMAR
iPrmeira as !l horas 1S minuloi da manhsa.
[Segunda as 9 horas a 42 minutos!
o e 48 segundos da manh.ia.
48 minutse 48 segundoida
lll. IIO.IE.
da tarde.
DAS DA SEMANA.
i Segunda. & Domingos de Gusmo fundador.
5 Terca. S. .\ossa Senhora das Ncvei
*i Quarta. Tiansflguracno de Sr. no Monte Thibor.
7 Qitinta. S. Caetano Theahuo lundador ;
8 Sexta. S. Cyriaco diac. ni. ; S. tmiliano b.
9 Sabbado. S. Romo soldado m.
lll Domingo. S. Lourenco diac. tu.
EXCARHEGADOS DA SlltSCRIPCA NO STI,
Alagoai.o Sr. (laudino FalcoDiai ; Babia* Sr. D. Daprai
Bio deJaneiro,oSr. Joao Pareira Martini.
KM PERNAMBL'CO.
O proprieiario do DI ARlOManoel Figoeiroa da Jara, aa sm
hvraria, praca da lndependneca ns. t a 8.
Ossenhores da comarcn do llonllo. que nuizerem' n>'Poll,e *> recrreme! O aviso de 11 de agosto diz I companhia aa pessoas que Ibes forem charas ou liga-
i em verdade o contrario ; mas na') vem na collecrjo das pelos laros do parenlesco.
DitoAo regador do (iymnasio Provincial, re-
ubscrever para esto Diario queiram dirigir te ao j ,|IS decisoes.e tanto'parace q"oe"nao"'h'ove"ri"i.te*o-
Sr. Joto Gomes da Silva, que esta' aulorisado para rao de formular regra, que, sea m'.^u sta bem
8*0 ; e por intermedio do mesmo Sr. receberao as | informada aempre na prattea se considera juiz do
folnae san. despeie.lgum. alm da subscripto. ?""' nno PP'le que he chamado p.ra subs-
_____ | Uluir algum dos qualro primitivamente eleitos.
O Sr. Alexandre Jos de HollandaCavalcanli et I ni.Vr'a'T T' ia,VM "f fo,'he llprese",e ""
^. nisiro, e quando o fusse, iiilu o inhibira de afaslar-
rtceber as subseriproes de ua cidade da Victoria, comarca de Santo Aoiao.
1:t de dezemhro de 18:1:2. E, portanlo, he a seccao
le parecer que se negu provimenlo ao recurso.
Sala das conferencia*, em ti de jullto de IhVMi.F.u-
sebio de Queiroz Coulmho Matloso ('amara.l'is-
conde de Ahaet.-Viscande de Maranguape.
Como parece. Paco, 19 de julho de IHM.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Jos Thomaz Na-
bneo de Aran jo.
P41T1 QFP1G1 AL
MINISTERIO DA JLSTICA.
3.'Sacco. M'ni'terio dos negocios da ostica.
Rio de Janeiro em 18 de julho de 1856.
Salicita Vmr. no seu cilicio do mez antecedente
ser esclarecido sobre as seguintes dovi.las quelite
occorrem :
' 1.a Se designando o decreto de i:) de dezemhro
de loWt.-conlo lrritorio da freguezia de Santo An-
tonio. J rita Nova do Conde desde o ehafariz al sa-
bir ao tjiinpo da Atclamacao, e sendo dous os cha- cobrara emolumentos das cerlidfies'passadas as rs-
farizes, 4>em que unidos por un paredao, devera
enlender-sc que eslto ambos compreheiididos na so-
bradita fregoor.ia, oa someote un delles.
2." Se a parle destacada da ra de Paula Mallos
he compreheudida naquella, ou na de Sanl'.vtiua.
S. M. o Imperador, ennformando-se com o pare-
cer do Rsvd. bispo capellao-mr, a quero mandou
ouvir a respeilo de taos duvidas, me ordenou que
declarassu a Vmc, em reposta ao seu citado oflicio
e qoanlo n primeira queslao, qua ambos os chafari-
zes estilo coinprehendidos nu territorio da freguezia
de Santo Antonio, porque, emboru dividido! entre
si por um pared.ln que lites be commum, devem ser
considerados como um s todo ; e quanlo sesunda
que tnmliem perlence a' inesina freguezia de Sanio
Antonio easa parte destacada da ra da Paula Mal-
los, considerando-te limites da dita frcttuezia oesse
ponto em retacao a' de Sanl'Anna, a juncejo que
fatem as roas de Paula Mallos e drlaiteira'do Se-
nado. Dos guarde a Vmc. Jos Thomaz .\6m-
r,o de Araujo. Sr. juiz de paz presidente da junta
de qualtficaco da freguezia de Sanu Antonio.
Stccio dejiutira docontelho de astado.flecar so
de francisco ios da mica Itumafko.
Sefiltor Fallecendo o brigadeiro Jo3o Chrysos-
" lomo da Silva, eleilojuiz de paz de Sant'Auua
para o l>;rceiro anuo, francisco Jos da Silva ltd-
malho, que era o do qiiarlo, o substituto, e a c-
mara municipal juratnentou o quinto na ordero da
volarlo como juiz de paz. Kiodo o terceiro anuo, |{ i-
malho sustenta que deve continuar a servir no quar-
to, porque era o que Ihe competa, sem que o fac-
i de ter servido no tercein Ihe devesse prejudicar,
pois o lizara como substituto, em ra/.ao de ser o juiz
do quarlo anno. Levada a duvida ao coiiliecinien-
lo do juiz de direito da primeira vara criminal, este
responden pela roaneira segoinle :
< lllm. Sr.Aceusando o oflicio de V. S. em da-
ta de 23 de dezemhro do anno prximo lindo, tenho
a responder que, seudo V. S. o quarlo juiz de paz
ua ordetn da volelo, e haveudo substituido o ter-
ceiro por falleciinetilo desle, i:ao se acba ezcluido
de servir uo quarlo anno como proprieiario em ra-
za daqualla sobslitoicao, pois os avisos de I e 19
de fevef eiru de 1836 declaraiu que, a vista do que
determina e arl. 10 do cdigo do processo criminal,
6. das oitrucnoes de 13 dedezembro de iK\, he
claro que qualqner juiz de paz a qu-m cctnpu.c sel -
vir ero um anuo determinado, u.lo lica iulnbido de
servir o emj'rego Des*'; anuo romo ouprietario del-
. Je por ter "* \* qualldade 1'Wipplente cin
So.lquer ^oQlru ; e Reviso de 1 i de mam de 1836
celara qv* o juil 0c pakeJBstsvii' m armo hsi. vntUcoii i. ,a>jfHilia
sopplenle ( ou seja por Inpedrento ou por escusa
do proptietat io > nao perSc o dtreilo que tem de ser-
vir etn nutro como proprieiario. Claros e determi-
uanles me parecem os aviso* citados, e por isso jul-
go desuecessaria mais argoma cutida dizer a respei-
lo ; entretanto butn e prudente sera que V. S. leve
sua consulla a' ^Bidci.ioio e dectso do governo.
u Dos gur^e^sTV. S. Rio de Janeiro, 2 de Ja-
neiro de 1856.lllm. Sr. juiz de paz do primeiro
dislricto da freguezia de Sant'Anua.Aianoel Eli-
siario de Catiro Metuzet, juiz de direito da pri-
meira vara criminal da corle.
Sobmetlida a queslao ao ministerio da juslica
liaisou o aviso do llieor seguiule! Minislerio dos
negocios da juatica.Kio de Janeiro, 12 de Janeiro
de 1856. l-'oi prsenle ,i S. M. o Imperador e of-
licio que Vine, me dirigi em data de K do correte,
pedindo solur;ao sobre, a duvida soscilada a respi-ilo
ilo juizadn de paz do primeiro dislriclo da freguezia
de Sanl'Anna desla corle nu corraule auoo. Do di-
to seu officio, e do que lambem me dirigi Fraucis-
co Joso da Silva Ramalbo, consta que bavendo fal-
lecido ero fevereiro de 1851 o btigadeiro Joao Cltry-
aostbnio da Suva, juiz de paz do terceiro auno, se*
gundo a ordem ta volacao, a jllaslrissima cunara
municipal juramenlou a Vmc, e o referido Uanta-
llio, elelto para o quarlo anno, servio no terceiro.
Qoer esle agora tomar a vara, allegando que servir
entiio como soppleute, e que taes subsutui;oes nao
prejudicio! o nomeado para servir no auno pro-
prio : e o mesmo aogusto senhor houve por bem
mandar declarar qoe o legiliroo juiz da paz do pri-
meiro dislriclo da Saut'Anna no correle anuo he
Vmc, e nao Francisco Jos da Silva Ramalbo ; por
3omito, por morle do brigadeiro XoSo Chrvsoslomo
a Silva, juiz de paz do terceiro auno, passou o til-
lo R.imallin para esse lugar, como ptoprielano, e
nao como substituto, o servio em lodo esse anuo,
sendo rerlo que em lugar de Ramalbo juramenlou
a illusln-siina cmara municipal a Vmc para pro-
prieiario do quarlo anno. nao obslatile a douirioa
dos avisos do I e 10 de fevereiro e II de ruaio da
1836, que tralam de sobstitoiroes por impedimentos
temporarios, e nao, como no caso verlente. dos que
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediento do da 4 de julho de 1856.
Circular.O marquez de Parara, presidente do
tribunal.do lliesouro nacional, observaodo que al-
gumas lltesourarias de fazenla das provincias nao
cohram emolumentos das cerlides pi
pectivas contadonas, nao nbslaiite o disposlo no
arl. 86 do decreto n. 736 de -J de novembro de
1850, lalvez por uiloler siJo anda orgaoisada a no-
va tabella de que trata o referido artigo, ordena aos
Srs. inspectores das ditas tbesourarias, que ua co-
hrauca de taes emolumentos, que pertencem u ren-
da geral, rcgulem-se pela tabella anuexa ao decre-
to ii. :is de 19 de abril de I s i, como a respeilo
das reparlicoes do tbesouro se delerminou rece-
lie.loria do roiiuicipio em portara de 29 de no-
vembro do diloautio de IN50.
A' tbesoureria de S. Pedro.O marquez de
Paran, presidente do tributial do thesouro nacio-
nal, a quem fui prsenle o oflicio do Sr. inspector
ila i Lesionar la de l.i/vmla da provincia do Rio Gran-
de do Sol o. 230 de 12 de Bale do correle anno,
relativo ao procedimcnto que livera a alfandega de
S. Jos do Norle, deixando de mandar arrematar
em hasta publica no devido lempo as fazendas rec-
nditas aos respectivos armazens, e damnificadas em
consequencia do grande temporal que calnra sobre
aquella villa em 20 de dezemhro de 1853, enlre as
quaes se coiiipreheudiam alguns voluntes perlencen-
les aos negociantes Prondofot, Meier c .Muii.it, que
foram mandados arrematsr pela thesouraria, preen-
chendo-se aos mencionados negociantes a differeuc,a
entre o producto dcllas em letlao e a sua avaharlo
na pauta, Ihe declara que, nao lendo com eteilo o
inspector da sobredila alfandeca de S. Jos do Nor-
le observado o disposlo no S 3. do arl. 2 do regu-
lainenlo n. 5S9 de 27 de fevereiro de 1849. logo que
oi condecida a avana das mereadonas em ques-
lao; he elle, nos lennos do arl. II do regu menlo
n. 590 daquella dala, o respousavtl pela dillerenc,*
do valor das mesmas mercaduras, resultattle da
damnificarlo occasiona la por sua demora nos refe-
ridos armazens.
-V presidencia do Kio Grande do Norle, de-
clarando que, nao iili-l.nli' os motivos que allega em
seo cilicio de 27 do mam ultimo, rito pode ser ap-
provada a deliberado que lomou de mandar adian,
lar tres mezes de vencimeutos aos ofliciaes milites
e outros fuuccionarios pblicos menos abastados pi-
ra sern descontados pela quinta parte nos seus -
toros vencimeutos ; por isso que be ella conlr. a
ao disposlo nos arls. 71 do decreto n. 7.16 de 20 e
novembro ile IS50, e 1?t do cdigo criminal, co n
ja fui declarado pela ordem n. ;!2 de I i de abr.' ,
atino passadii e oulras ; camprindu pujlauln q i
presidencia fa.JMHJBiymmeJialdm<>liIVos c'o s
A' thesouraria do l'ara.O marquez de Para ,
proidente do tribunal do thesouro nacioti.il, ule -
rado por aviso do ministerio do imperio de 28 le
iinho ultimo, mo so da deliberarn que lomou o Sr.
inspector da Ihesooraria do Pan", de mandar pagar
aos veepreaideblea que obalitoiram o cunsellieiro
Sel, Kliao do liego Barros, qomi lo voio tomar asien-
to na cmara, o ordenado por inleiro, setto Idinbem
da desapprovacao qoe srmelhanle .icio mereceu
daquclle ministerio, por ser contrario o letlra ez-
pressa do art'9 da lei de i de oulubro de 18:11, or-
dena ao Sr. inspector qoe, pela parle que Ihe toca,
promova a resliloirao do que indevidaiiiente recebe-
ram os dilo vicc-presidentes, de conlnrmidade com
a ordem que a seiuelhaule respeilo foi pedida ao
Ezm. presidente dessa provincia pelo referido mi-
nisterio.
12
A' Ihe. >ur,n ia do Maranlio, declarando que pro-
cedou regularmente, mandando entregar aojuiz de
Montos sonviile o produelo das joias que foi reco-
mido aos cofres da thesouraria em 1852, sem o juro
eugnl, pelo dito juiz, poiquanlo. sendo entilo maior
de 21 anuos a pessoa a quem o dito producto per-
teucia, nao pode seinellianle operaran ser considera-
da como um empteslimo de orpha'os nos termos da
lei, a qtial nao poda deisar a arbitrio dos juizesa
cla-sii'n ario de dtnheiros em laei circumslancias,
|>/que isso impoilaria poderem elles, com prejuizo
da fa>sida, garantir juros indevidos a dinheiros de
ausenlcs, como deve ser considerado o da queslao
verleule. .
metiendo copia do conlralo celebrado enlre a presi-
dencia e o professor da cadeira de allemao d'aquelle
eslabelacimenlo,Carlos Slcmber.
DiloAo mesmo, declarando que eipedio ordem
ao inspeclor do arsenal de tnarinha, para mandar
entregar a Smc. dous Africanos ilvres para o ser-
vico do Gymnasio ; que resolver opporlunamente
sobre a gratifca^ao do mordomo ; qoe o professor
de grego proponba o arranjo que lite parecer mais
vanlajoso e razoavel na respectiva aula ; podeudn
entretanto Smc. enlregar-lhe alguns eiemplares ; e
linalmente que mande Smc. fazer o repartimenlo na
aula que a tslo se prestar melhor.
DiloAo inspector da thesouraria provincial, di-
zendo que o professor de latim Jos Nicacio da Sil-
va, removido para a villa de Iguarassii. conliuua a
perceber o mesmo ordenado que tinha como pro-
fessor da mesma liugua da cadeira da freguezia de
S. Frei Pedro Goiir,alves do Recifc.
l)lo--Ao mesmo, recommendando que mande
entregar ao thesoureiro do conselho administrativo
do patrimonio dos nrplios,Joaquim Francisco Duar-
Ic, a quanlia de 3:0003000 res, que pela lei do arca-
ment vigente Tora consignada em beneficio dos rol-
legios de orphaos.
DiloAo l)r. Thonin/. Anlunes de Ahreu, cm
commissao medica lias comarcas da Boa-Vista e Flo-
res, nleir.inilo-o de que vat seguir para all o rirur-
gi.'m I rann-ni Marciauo de Araujo Lima, afint tic
auxiliar a Smc. na commissao am que se acha.
Igual comniunicioao se fez ao juiz de direito de
Flores.
DitoAo subdelegado do dislriclo de Balsa Ver-
de Antonio Lopes de Siqueira, nleirando-o de ler
eipedido ordem thesouraria de fazenda para abo-
nar o honrarlo Joaquim Uarte Piulo e Silva, de
qoe Smc..trata a quanlia de 60034)00 res, como paga
nao sai dos servidos por elle prestados, mas tambrm
dos medicamentos que forueceu Mpeasoa* desvalidas
que foram accommellidas do cholera n'aquelle dis-
lriclo.
(iloAo juiz de paz mais volado da freguezia de
1 ra-mili ion), lievoiven lo a copia da acia e lisia dos
cidjadAos qualilicados volantes n'aquella freguezia,
ali n de que vollem assignadas nao s a mencionada
coijiia, mas lambem lorias as folhas da referid.t lisia.
('orlaraConcedendo um anno de licenca ao se-
ctnt'l.* lenle do 1.- balnlhao de artilbaria da guar-
dajnacional do municipio do Uecife, Jos Ignacio de
l.okola.Conimunicou-se ao respecivo comman-
ilaule superior.
lllm. e E\m. Sr.Ketnello a V. Exc. a eslalis-
nca das carias e mais papis de portes, intrads e
sahidos desla admittislracao no mez de julho proii-
iri" passado.
Dos guarde a V. Ene. Correio de Pernamhuco,
2 le agosto ue 1856.lllm. e Em. Sr. consalhei-
ro;SergioTei\eir.t de Macodo. presidenlc da pro-
m i' ia.ii administradoi, Antonio Jos Gomes do
Crrreio.
& casicoJ c
MINISTERIO DA GL'ERKA.
Rio de Janeiro, ministerio dos negocios ero 21 de julho de 1856. leudo V. S. prohibido em
ordem do da desse commando de armas, de 19 do
correule, sob ti. 15, que em aclo de formalura os
ofliciaes usem por sobre a farda cadea ou crrente
de relogio de qualqner Balaren ; e poden.lo dedu-
/.ir-se dos termos dessa prohihiroa tolerancia impli-
m cita do uso di laes e outros ojelos nos mais casos
resollaiodo Talleciinenlo de um dos volados. Cun- em l0^0.0.1!^'"1 IPP"'"'!.' fardado, o que lie conlra-
pre, pois, que Vmc. enlre em eiereicie, e sirva o
lugar de quarlu juiz de paz do primeiro dislriclo da
freguezia de Sanl'Anna.
Dos guarde a Vmc./os Thomaz Sabuco de
Araujo.--or. Candido Jos Fernandos.
Ha deata decisao que recorre Francisco Jos da
Silva Ramalho; r sobre este recurso dignoue V.
M. imperial de ouvir a secrao dos negocios ds jus-
lica do conselho de estado. A queitao redu/.-se a
saber, se morlo o juiz de paz do lerceiro auno, a-
qoelle que fura el'ito para o quarlo passa a consi-
derarle juiz do terceiro,
O cdigo do processo no arl. 10 diz :
Os quairo cidadaos mais votados serao os juizes,
cada um dos quaes servir' um anno. precedendo
sempre aos oulros arjuelle que liver maior numero
de votos. Oaaodo um dosjuites estiver serviudo,
os oulros tres serao ieus suppleolcs ; guardada,
quando lenha lugar, a mesma ordem enlre os que
nao tiVerem anda exerrido esta substituirs.
Poder-se-hia suslenlar que os volados do quinto
am diante nao livessem aplidao para servir, nem
mesmo como sopplenlcs, o que alias seria consenla-
neo com o peusamenlo de lazer governar Mmenle
as maiorias. Oulra, porero, foi a inlelligencia a-
doplada as in-truccoes dadas pelo decreto de 13 de
dezembro de 18:12, cojo artigo (i. diz o seguiule :
Quando alguro dos qualro cidadaos mais vola-
dos quo bao de ser juizes fallecer, ou for escuo nos
termos do arl. i. da lei do 15 de oulubro de 1827.
acamara municipal juramentara' outro mais vola-
do, de lorie qoe haja sempre qualro juramenta-
dos. ,
Ora, desde que os votados alem do quarlo seta ju-
ramentados para o lim de qoe baja sempre qualro,
parece que devem ter lodos os dtreitos dos outros,
e por tanto o da servir um anno correspondente
ordem de sua votar m. o citado art. 10 do cdigo
nao eslabeleceu que houvesse jui, especial do pri-
meiro anno," oulro do segundo, ele. : a regra he
que cada um servir om anno, precedendo sompre
aos oulrm aquella que tiver maior numero de votos.
Esta classificacb de juiz do 1. anno, juiz do 2.,
etc., he uno corollario que se deduz da regra ci-
ma ; roas por isso mesmo deve eoteuder-se por el-
la, e assim desde que um quinto he chamado para
substituir qoalqoef dos quatru, esse lica sendo o
finarlo, e se os tres mais votados ja servlram um
anuo a elle compete servir o ultimo, CerUmenle se
esse novo juramentado acha algum dos tres que lulo
lenha servido om anuo, esse pretere, ,. exclue pe-
la regra de quo a precede sempre aos oulros aquel- '
le que liver maior votaran. Se, porm, lodos ires
tem servido anno inleiro, parece que ueohuin del-
les o pode teluir, pois licou sendo um dos quatro
juizes, a cada um dos qttaos corre o dever de servir
ti m anuo.
Oos avisos citados o que vem na colleccao das le-
cisdes be apenas o to 5 de mato de ISSO, o esse diz
o egoinle: a qoe o juiz que no impedimento do pio-
prielario serve por algum lempo do anno que Ihe nao
perlence, enleitde-se have-lo feito em qualH.nle de
sitpplenle, sem que por isso perca o direilo de ser-
vir como proprieiario no anno qoe Ihe competir se-
gundo a ordem por que foi votado.
Mas bem se v que a especie be diversa, e diversa
a decisao, da qoal, a cotilrario senso, parece antes
coueloir-se qoe quando o juiz tiver servido um atino
peVde o direito de servir os aeguiotei; ora, osla be a
no ao principio da rigorosa uiiifunnidade, delermi-
na o gover.....mperial que V. S. faca evceular res-
trictamente o plano vigente dos uniformes do ejer-
cito, n.lo loleraudo que os ofliciaes e praeaa nem,
com a farda ou sohrecasaca, de oolio objurlo que
mo sejain os marcados no dilo plano, era referencia
a qualqner .las tinas circumslancias facliveis delles
apparecercm, isto he, armados ou desarmados. Dos
guarde a V. 8.Mari/uez de Caxiat.-Sr. Joto
Iredenco Caldivell,
OOVBRNO DA PROVINCIA.
Expediente d ola I de agosto
OlllcioAo Eim. cotnmaudaale das armas, para
mandar passar escusa ao recrula Mauoel de Mi-
randa.
DiloAo me.mu, recommendando que mande
avisar Ires oflira>s superiores, p,ra servirem de vo-
gaes na junla de juslira, cuja reuiiiHo lera lugar no
palacio da presidencia no da 7 do correule.Fize-
ram-so s necessarias roinmunicares.
DitoAo chcfeile pdicia, inlcirando-o de Itav'er
lanijado uo requcritneulo.em que o caulclisla Antonio
Joso Rodrigues de Souz.i, queixa-se do Ihc-oureiro
das loteras por nao ler querida rtibricar-lhe os bi-
Iheles da lotera do Rio de Janeiro o despacho se-
guiule :
O inpplicanle deve apresenlar cerlidan do consu-
ladaxde ler pago o imposto provincial, mas nao pode
ser tingado a apresenlar a lista do Ihesoureiro das
oleras do Rio, porque nao lluvia lempo de ser co-
ndecida essa ordem da presidencia.Igual ao ins-
peclor da thesouraria provincial.
DiloAo mesmo. .loriar nulo que expedio ordem
a Ihesouraria provincial para pagar estando tos ter-
mos legaes a conla que S. S. remellen das despezas
fetlas com o sustento dos presos pebres da cadeta de
Santo Aniao, nos mezes de abril a junliu desle anno.
DitoAo inspeclor da Ihesouraria de lazeuda,
participando que o continuo d'aquella reparlicao
Targino Silve io de Sooza Magalbaes, foi dispensa-
do do servico da qualicarao du guarda nacional do
batalhao de S- Jos.
DiioAo director do arsenal de guerra, dizendo
licar inleir.tdo de haver S. S. nomeado o srvenle
Francisco Jos dos Santos Jnior, para exercer as
funCoes de apontador do mesmo arsenal durante o
impedimento do npontador interino l'rancisco Jos
(alvao, assignando as folhas do* operarios.i.mn-
municou-se Ihesouraria de fazenda.
DiloAo commandante superior da
Lugares d'onde
correio de Pernam-
huco recebe, e para
onde remelle corres-
pondencias.
Pcrnambuoo .
Maceiti.....
Babia......
Rio de Janeiro .
Sergipe .....
Espirito Santo .
Gniaz......
Sania Calharina
S. Paulo ....
Minas......
Matlo-Grosso .
Rio Graude I'ar.ih.,.....
Parahiba ....
Kio Grande do Norte
Cear......
Mal .mil.lll I .
Piauhy.....
Para.......
Alio Amazonas .
Paizes eslrangeiros
ro coteto yeta/Ue 'cinam/n
cinamf'rtcc itu
me-z
f/e
RECEBEU
Odicios.
149
30
20
195
M

"l
1
ai
28
CARTAS.
Seguros.
601
91
.3
Selladas.
115
.181
931
1968
1
1
1
i.
26
20'
2.50
125
191
58
438
19
532.
De porte.
10(1
1696
Jornaes e mais
popis.
Francos.
iV
113
962
II
13611
62.'
De porte,
10
370
Total.
/
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(o f/e
cn/tac/ti.
careo) e da.
/".>/>
ol
/es.
camenlos, c fazendo parle de todas as administra-
^ts.
o le-la o partido legilimisla.
I'arii la de crticas puras, com as Iradircoes de
O islhmo de Suez. A snencii moderna conti-
nua com fortuna, urna das maiores obrar qoe aa pae-
sam eioprebender : lembrar-se-ba qoe no mez de
oulubro ama commissao internaciooal, convocada par
sele seculos, com os desengaos das rcvolurnes com | M. de l.esseps, o engenheiro francez, se reouio em
um apostolado heroico na presenca de todas as ten-i Pars para deliberar acerca de ama exploraiao aa
laces a muilns dos seus caracteres mais decididos,' islhmo de Suez.
REMETTEU.
Ollicios.
2:17 815
462 78
. 1103 28
3251 212
20 .i
| 1
2
24
14
7486
2804
326 5:1
291 29
532 42
593 20
70 1
496 21
:ui
1335
CA UTAS.
Seguros.;
7?
Selladas.
100
313
425
810
2 O
31
250
177
3,4
392
29
289
5562
146
Deporte.
13
164
Jornaes e oais
papis.
I 1.S
:it:
Parlirain em lodo o mez 72 corretos.
Adminislracao do correio de Pernambuco l.de agosto de 1856.
Francos.
531
209
150
122
27
3
10
6
:tii
104:
45:
259
362
18
391
3930
Deporte.
i;
i
i
29
31
38
Total.
II,
1667
7:is
1029
3151
37
6
s
24
II
I
66
i
1356
661
720
976
19
879
>
11391
O administradorAntonio Jos Comes do Correio.
RISPADO DE PERNAMBUCO.
I). Joo da Purificaran Marques Perdigan, eonego
regranle de Sanio Agosliubo, por grar-a de Dos e da
Sania S apostlica, bispo de Periiambitcn, do con-
selho de S. M. I. e C. etc.
A lodos os nossos diocesanos saude, paz e beoclto.
Anda neslc anno gozamos a ventora do annuu-
ciar aos habitantes desla diocese, o veneravel e apra.
tiavatdia 15 de agosto, no qual a sania igrrja cele-
loa ooiversalmenie com a maior sorewntdaoVa
gloriosa e brilbanies Assompi.ao de MariaSanlitWma
ao co em corpo e alma, para ser coroada de gloria
mais sublime, que a de ludas ascelcsiiaes hierar-
cbas. '
Dilectos diocesanos : este da seja par? nos um
dos mais solemnes enlre as principaes ft-slividade*
do aupo, em cuja classe o collocou a igreja catholi-
ca, nao st para honrar sua protectora e defensora,
como para que os seus lilhos oblenham ,i rlli ,t/. in-
lerveuc.lo de lao poderosa bemfeilora, por quem a
Divina Omnipotencia quer agraciar aquellos, que
so consliluem dignos da beneficencia de Uo grande
medianeira.
Neste dia em que a Eterna Omnisciencia maoifes-
lou seu supremti poder para exaliar a Alaria Sanlis-
sttna, sobre lodos os coros anglicos, recordemos os
excellenles mritos, que a sublimaram cm seu por-
tentoso egresso da Ierra para o ceo, assim determi-
nado esle magnifico e maravilhoso aclo, que declara
a Mai de Deo, isenla singolarmenle da lei com-
mum a todos os mortaes sujeilos corroprao.
Nao nos admiremos, que a predilectsima fillta
do Allissimo fosse privilegiada cm seu gloriosissimo
tramito, leudo sido ortiada de relevantes perlei-
ries. e dotada com mulliplicadas e extraordinarias
grajas sem intermissio, desde sua punssima Con-
ceirao. Regosijemo-nos. que a Sumn Sabedoria a
illuslrasse em sua Assumpi;ao, psra a constituir Iro-
peraihz do co e da Ierra, e advogada dos que nau-
Iragam no tempestuoso mar das irilml.ir.ie-, inhe-
rentes i vida humana.
Tributemos inlermioaveis aeros de grabas ao San-
to Espirito, que se dignoo communicar a Mara San-
lissiioa, sua esposa e templo da Trindade Sanlissi-
m, aquello perfeilissimo grao de rxctllenle cari-
dade. na qual seu iuuoceute coracAo ja eslava in-
llammado.
Hornnlirr.iiii.'s em Maria om modelo, sem man-
cha, de todas as virtudes, cuja pralica leslemunhoo,
sua innocencia sobra a trra, e a elevou al ser col-
lorada junto do luminoso Ibrono da infinita \la.-es-
la.le, que, em sua juslira, jamis deixa de equipa-
rar o premio com o menlo.
Confessemos as dislinclas prerogativas e egregios
privilegios com qua Nosaa Senhora da (.loria fui
su.gu lar isa. la. e sem que pietendamos comprehender
tanta suldimidade, vamos ao sanio templo venerar
sua imagem e implorar seu palrocinio, que nos pro-
leja principalmente oo xito de uossa peregri-
naco.
Vamos prestar aos caridosos senliinentos de Ma-
ria sincero reconheciinenlo dos beneficios que por
sua mediaran \m~ lem sido benignamente conferidos.
Felicitemn-nos de gozar a ventora de solemnisar o
maravilhoso mjaterio, que nos xcita a tributar cor-
deal alleicao a Sacratissima Virgem, digna da ve-
nerado anglica e humana, e verdaderamente su-
perior a loda a crcalura.
Assim comoj professamos defender pela satiifac-
toria jaclora db propria eiislencia sua immacolada
CouceicAo, iiresiemoIbr do mesmo modo iguaes
seulimentos ert obsequio de sata resplandcscenle As-
sumprao, a qual todas as celestes potestades dirigem
o maior cullo a reverencial acaiamento.
Persuadidos de gozar direito ao patrocinio de .Ma-
ra, estamos eficazmente conlrilos dos excessos pra-
tcados, recorramos aos Sacramenlos da Penileocia.
Sacralissimi Euchanstia, para que munidos e
tonificados com estes poderosos soecurros, possamos
receber no da 15 do correule, depois da missa so-
lemne ni igrejb do recolhimenlo de Nossa Seiihma
da Gloria, a b mcao papal e a indulgencia pleuaria.
que nos he co icetlida pela bettgnidade do saulo pa-
dre, ora presi lente da igreja universal.
lie ncsla ig ja, dilectos lilhos em Jess Chrislo,
que prelenden
ios comparecer pelas 10 horas (se ou-
lra tolo foi- a )ivina disposicto para vos abenroar e
conceder a i idulgencia ja indicada era tiome do
summo pontllice, como se prsenle fosse, segundo
consta do respectivo breve apostlico, dirigido a to-
dos os i re. ios da Sania igreja, dissemioado por
lodo o orbe catholico.
Suppl ca a Nossa Senhora da Gloria.
Maria San issima, mais formosa e bullante, que
a celesle Jer isalem, por essa ionarravel e incom-
orehetfivel Maria, que vos fui designada desde o
principio, e antes dos seclos, dignat-vos promover
a oniix er-ao dos impeniteotes, que esquecidos de re-
parar, pela penitencia, a perda da graca, exislem
exposlos a (itjalisar sua existencia em estado pecca-
minoso. lll uninai os que vivem as Irevas do er-
ro, igtiorand
clarecei e fo
pura que se
i a praltca dos proprios deveres. F^s-
lificai os peccadores, de quem soii Mai.
Iisponham e preparem para compare-
guarda na- | ccr peran|e a rerlissimo Juiz," em temor da eterna
cioual do municipio do Brcjo, tnleiranilo-n de haver renrnvaem I II,n h> ., ai. L i eterna
aulorisado a Ihesouraria de fazenda pagara im- JBJPl"* .P?-0-?'. mi"s ProP"M'" a-
porlancia dos vencimenlos do corneta Simplicio Go-
me* Pereira, a contar do I.- de abril al 30 de junho
tost anno, urna vez que esteja legal o prcl que S.
S. remellen.
IliloAo inspector do arsenal de ni.irinba.Com-
pre qoe Vmr. as horas desliuad.'S ao tentar e ao
repouso, ou as que Ihe parecerem mais apropria-
das, e nos domingos, frauqueie a iilrada nesse ar-
senal as pessoas que, leudo abi llltos, prenles oa
amigos alistados ua companhia dos aprendi/.es me-
nores os qaVerem visitar e observar a roaneira por
que sao elles tratados, e a regnlaridade c vanlagem
dos irabalhos em que e empregam.
Com tslo sa conseguir Irauquillisar os iitleiessados
na sorte desses meuores, que por seu lado nao lica-
es ^rossa solida piedade, cominunicando es-
periars favores e particulares merci-s aos vossos li-
lhos e servios, que ueste 1.1o aarigoalado dia recor-
rem i vosia clemencia com maior conlianra cm
vossa misericordia, convencidos que sois o asvo se-
guro dossinceramente Matricida, cre lores do vosso
palrocinio. Abri, 6 Virgem Sanli'sima, perfeita
imagem do corarao de Jess Cbhsto, e modelo de
todas ai virtudes, abri esses inexhauriveis lliesou-
ro, a caja dislribui^ao presids por divina di'peu-
s.ieao, e agraciai iiarlicularmeute os habitantes da
diocese pernambueaua. ctt|o prelado, na qualldade
de mnimo sucressor dos apostlos, vos roga e sup-
plit-a a eterna febridada do rebaoho, que, jior di-
vina miseracio, lite esl confiado. N.lo permutis,
corredemptora do genero humano, prodigiosa-
3 I a------------ -- ..w ... ,. v .... ^----...r.^. i, ,. _.i,itu llullldUU, (/I UU llalli, a-
rao pnvaoos ue ter por alguus mumeulos em iua mele elevada iulermiuavtl gloria), qae as nossas
oraees solfram a menor dcsaltenr.ao em vossa pre-
senta.
Convencidos de que ser submissa i infeliz elcr-
iii.la I., (oda a crealura, que nao expi-rimiotar as
ineflicaveis vatil.igeiis, que vossa heitelicencia offe-
rece aos que sabem apreciar, valei-oos. auiparai-
uos, salvai nossas almas. Nesle di i para viis o mais
venturoso, c para os vossos servos jucutidissimo, di-
lalai vosso niagesloso maulo, soboug tutela espera-
mes ser soconrridos em nossas afHir';6es, protegidos
nos perigos e defendidos na hora da morle.
Por vossa sublime Assumpr-.io, dignai-vos nben-
rjoar-nos, determinando que os imnlacaveis mimi
gosde nossa salvaran, nao mais se esforcem a com-
baler o designio que formamos de conseguir a eter-
na felicidade. que por vos esperamos alcanrar.
Palacio da Suledade 5 de agosto de 1856*.Joo,
bispo diocesano.
Nao ha teslemonho mais insuspeito que a home-
oagem publica dos adversarios. N.lo |,a conquistas
mai. gloriosas que as do applauso e admiraran dos
que nos team combatido, alcanzadas Itvremeiile pela
rea i irresiilivel da verdade.
U partido legilimisla, confiado nos seus dogmas,
com as suas tradices, sem remorsos do seu passado
e seguro do seu honroso proce.limeiilo, pedil cami-
nliar para o liiluro enm a cabeca erguida a esperar
.ib.ilo a senlenca da hisloria, consider.udo-se recom-
pensado com a pralica da virtude e com a fundada es-
peranto da juslica que merecera aos vindouros.
Quer, porem, Dos qua o desengao allraia os seus
mesmos contrarios a ceifar-lbe loaros a palmas,
a entrelccer Ihe coras, e a rollucar-lh'as tas fron-
tes.
O ciarn dos factos lem sido tao vivo que nem a
cegueira apaixonada po le deisar de o ver ; a ndole
da douiriua dest* partido maoifesta-se lao|poderosa
que aquellos que mais a conlestavam se apreseutain
a pagar-lhe tributo ; a uobreza do seu carcter e
das suas arenes fallou Lio alio, que dos arraiaesop-
poslos saltero differ -nlos bracos a aponla-lo ao res-
peilo de todos, a designa-lo como exemplo, e al-
gara al a inculca-lo como salvaran da patria !
Regosijemo-nos, que be para isso ; consolemo-
iio- de vinte annos de perseveranca, de amargura
e dores, com esles premios, que ti sabem apreciar
as almas elevadas e os coraees generosos. as
mximas legilimistas uao poda entrar o egosmo
que desmoralisa, nem o iuleresse mesquinho que
abale a coniltrao humana. A mira desse gremio
poltico, disse-o, provou-o elle sempre, dissemo-lo e
alleslamo-lo couslaulemcnle, nao se cifra nos ben-
que se apalpam, no goso material, na satisfc.10 gros-
seira, como raja degenerada ; pa mais alto o peu-
samenlo, olba de mais lmpidas regioes o deslino
dos dmeos, e reconhece os privilegios e lidalgua
do espirito. He por isso que nestas victorias ma-
raes, nesles triumplios incruentos, uestes despojo'
preciosos mas impalpave-, que recolbe para a verda-
de e para o bom proceder, setite-se pago e conleute,
remunerado e enriquecido.
Anda lia ooucos das que neita folba publicamos
imporlanles excerplos de um notas el trahalho bio-
graphico acerca do senbtir I). Miguel de flraganc.a,
onde nina peona liberal l'a/.ia a esle illuslrc prin-
cipe a juslie i que o rancor partidario tantas vezes
Ihe lem negado ; boje publicaremos alguns trechos
de um pequeo folhelo, que acaba de sabir a luz,
intituladoConselho a um rei moroonde o seo
aulor, lambem liberal, presla ao pan do legilimisla
e a virtude do seu dogma urna franca e nobre lio
menagero que merece arebivar-se, eque os legili-
mistas devem presar nao s como satisfacao inltroa
da sua vida poltica al agora, mas lambem como
eslimulo para lerem sempre direilo a iguaes elogios
uo tullir.i.
O folhelo a que" nos referimos he dirigido directa-
mente ao Sr. D. Pedro, rellexionannn sobre a crise
actoal, e aeouselhando-o a reolv-la por um al>i-
tte, qoe o aulor cousidera til o exequivcl, e em
que nos, sem entrarinos todava na -ua apreciaro,
nao podemos deixar de applaudir o inluilo leal e'pa-
tnolico com que parece aprsenla lo.
Propondo para modelos ao principe, que boje se
acba i frente do governo, os doos ehefaa das duas
solo iiilin de,se homem a corda da
Magcstade comparaliva-
cabera de um
Franca, o
ii Sera a missao de V.
menle menos grandiosa ?
i Nao o eremos. Se a independencia porlugiieza
nao precisa de ser conquistada romo nos lempos de
Affonso I. o eslrangeiro despreza-a. Vossa Magesla-
de deve conqoialar-tlie o respeilo. Se nao precisa de
ser defendida c uno nos dia* do Al-ue d'Aviz, pre-
cisa de ser respailada, corn.0 dissem >s, e emquanlo
bouver em Porlugal partidos radicaes. emquanlo
V. Magestade far o r-i de um partida e nao o rei de
un povo, como ctimpre verdadeira .olirraiua.
Portugal lem em si lodos os elementos de dissuluc.ao,
que Ihe rompromeltcui permauenlemcnle asuain-
dependeacia como mc3o, a sua grandeza como po-
vo de Iradicries, e a sua prnsperidadecomo paiz mo-
derno, que nao pode sahir da estrada da civdisacao
para os desvos da barbaria, sem se auiquilar no
con., cito da Europa, a
ii Nao Coi como rei de um partido que Alfonso I
fundn a independencia porlugueza. u
Nao foi como rei de um parlido que o Maslre
d'Aviz, depois de defender essa independencia, co-
mceoii a gloriosa carreira das dcscoberlas d'.Vfrica. a
i< Fui dominando os partidos, que estes dous bo-
mens foram reis, eque esles doas res foram hroes.
dous res, desles dous hroes nao est completamen-
te sepultada em Sania Cruz de Coimbra, ou j |,,.
labia.
u liafejai aquellas cnzas, seohor, que veris an-
da espirrar falseas de genio.
ii Vossa Maaeslade nao precisa de EgasMoniz que
Ihe d urna Huracn de monareba, tem-u'a. u
Xao precisa de ir cathedral de i.'imoi a lomar
as insignias de cavallciro, tem-n'a-. >
o Nao precisa de arrancar o governo das m.ios de
Sua Mageslade mai, tleu-lh'o ja a morte daquella
princeza. a
Mas. se nao precisa lambem de obrigar o rei de
Lean a aisignar a paz. precisa de obrigar os parlidos
a.assiguar oulra especie de coucordia ; aquella ni-
camente que pode consolidar o throno de Vossa Ma-
geslade.
'i. Loira, Mafra. iiilra e Lisboa eslao lomadas,
Ourique he ja um padrao do gloria, falla que Lame-
i/o lambem o seja nos das de Vossa Mageslade, co-
mo o foi naquellas eras, c o sera sempre nos falsos
da monarchia livre de Porlugal.
A realeza de V. Mageslade ou ha de ser ephe-
mera e mlregm aos raicehs dos partidos e das
crises da rol lica es
Lamego por si
a l)escngaiie-se Vossa Magestade que a realeza da
caria, anda que as iulluencias da poltica eoropa
Me poohan escoras, se nao liver lambem as colum-
nas da realeza nacional, o edilcio nao est seguro
se a poltica infulura du continente fizer tumbar
aquellas escoras
itrangeira, ou ha de ler lambem
com um mu un. de vnle annos, com urna catite
cherc de lodos os das, que o reanima dianle das
dellecres c enfraqueciinenlo dos partidos opposlos
e da reareflo europea, com tuna vclhice limpa de
atea, com urna mocidade desinteressada, be este de
cerlo um dos mais poderosos obslaculos a consolida-
cao do throno de V. M.
n Todos estes partidos com as suas renlas refor-
madas ou puras, com as sitas esperances gastas ou
vivas, etilo agora na presenca desla crise fioancera,
quasi lodos unidos no combate destas medidas mu-
ir os homens, que as pioclamam, como a nica
salvarlo do paiz. o
o Se nao lie preciso, louvado Dos, o drsembai-
nhar a'espada de Oariqne. ou de Aljubarrota para
reunir em torno de V. M. lodo o roracao em qne
possa ferver una gola de Banana porluguez para ser
derramado em henefirio da patria commum, cum-
pre desembainhar a espada cvica, o espadim de ga-
la para se collocar lerminanletnente testa da fe-
derarilo dos parlidos. u
o O que querent elles, mesmo os mais sanguneos
adversarios do Ihrono de V. M.".'
' A orna livre, o sulragio universal se he possi-
vel, a abolirao do jutamento polilico, e a convoca-
rlo de urnas cortes cnnililuintes.
o A parcialidade do rpiuislerio cabido arroja aos
ps do Ibrono de V. M. Iroperns de Inda a especie,
obslaculos sem numero c a espada de um general
victorioso, por cima da qual he forzoso que passe V.
M.e a naco. para que e-le general se persuada da
urna vez para sempre que o Irnmpho de urna cau-
sa poltica nem sempre ha de ser concedida ao di-
reilo da terca, quando V. M. de companhia com a
nacAo Ihe pode oppor a forra do direilo. >
o Senhor.Este brado, enfraquecido pelos anuos,
pelos Irabalhos: que a voz publica pode lalvez levar
ale ao Himno de V. M. he o ultimo alent de um
velho.flho desla Ierra.
o Dentro em pouco tempo qualro carnadas de Ier-
ra" lio de comer o cadver e o tiome que Ihe per-
lence, de quem escreve esUas linda*.
o Assisti aorora da revolorao que agila, e anda
por muiio lempo ha de Irazer a Europa e u mundo
nos abalos il'aqiielle grande cataclisraa das socieda-
des modernas.
Vi a jornada du infeliz menarcha de l'ersail-
les para as Tuilleries e das Tuillcrics para o Tent-
plo.
Assisti ao (i de otitobro, ao 20 de junho, ao 10
de agosto a quasi ao2l de Janeiro, o
ii Nao pude sympithisdr com a revdlucTio Trn-
cela, que afogava a liherdade da Europa nu sangne
de um juslo, do um botnem honrado, de um per-
feilo cavailciro e do um irarlvr.
ii A revoltones de I ranea e de Inglaterra sabem
ao sangue de seu* munarchas. o .
As revulures porluguezas sabem ao herosmo
de seus hroes e grandeza, e ao genio de seus
res. i>
o Mande V. M. pregar o seu Ihrono com presos
verdadi trmeme porluguezes comu D. ABunso e I).
Joo I.
" Retempere a origem da sua dyuaslia ua forja
nacional de um saffragi'i universal, que seja o La-
mego c i .minln a do uosso seculo.
o Convcrla-so V. M no rhefejegilimo, natural e
permanente da federarn dos pltrliilos, e depois des-
le acto consnmailo, depois de organisar o seu minis-
terio da poliue* grandiosa e IjVoic.i, qoe deve
cer dessa federarlo, di
le Alfonso Hrnriques'.emTtcflo de
escolheu a V. M. para ser o terceiro heroe, qoe se
scnla no tliruiio o*avForlugal. o
(./ -Vjfo.)
A m irinli.i de Nova-York.Exislem em Nova-
York multas companhas de paqoeles a vapor ; ha
especialmente qualro subsidiadas, qae sao as mais
fortes : urna, a d U. I.arr tinha uo anno passado 9
navios com 18::I00 ton-ladas, ucsle numero coolam
se o Georgia e o O/iio, ambos de 3:000 tone-
ladas.
A companhia lluwland e Aspinvval possue 14 va-
pores, com 15:736 toneladas. Oulra da carreira en-
tre Nova-York e a California, cotila i navios com
7:900 l .noli -.las. c lem em construc^o mais dos um
de 3:000 toneladas e outro de 1:800. A linha Wan-
der llil. que faz as carreiras de Nova-York i S. Joao
do norle, de S. Joao do sul a S. Francisco, lera 7
vapores com 12:600 toneladas, lodos elles de mais de
1:200. Mais sele companhas possaem 17 vapores,
que navegara para diversos porlos da Uniae, sendo
muilns delles de mais de mil i une la la..
Alm dsljs ha as -arreiras de Liverpool, de Bre-
me e do IIavre;asdo Pacifico e do golpbo do Mxico:
sendo ao lodo mais de 100 vapores quasi lodos de
grande (onelagem.
Os documentos americanos avaliam asa immensa
esquadra mercante em 250 milhSesdedolars 2J5:imhi
conlos).
He para pasmar que seja quasi o commercio de ama
su cidade que lenha podido construir urna ll quan-
lidade de navios, que excede a dos primeiros impe-
rios mai ilimos,
Em 18(5a l'ui.iii Americana possuia 19:720 navios
com 2:tl6,000 lunch las. nove annos depois, cm
185, 11nlia 34,000 navfos com 4:802,902 tone-
ladas.
[Jornal do Commercio de Lisboa).
CORRESroXDF.XCIA DO DIARIO DE
.I'ERXAMItL'CO.
PARS
6 de julho.
feiisla. O Verlo torna Paris descro, he debal-
de que aformnsea os seus jardins e as suas couladas,
u uso exige que sabamos para o campo-, uns vao para
suas (erras, oulros para o,]lugares de bauboi, algumas
Depois de dous das de deliberaron a commissao
concordoo ir ao Egyplo em um lempa dada, a
le I ao ajaste consagrou cinco das ao criada da
ancoraduuro de Suez, dez diasao esludo do Min-
ino, e quatro ao exame das praias Pelote a aasal-
lou desta explojsrao qae a reaoiio dos dea
marea era cousa mu realisavel ; desde enlato M.
de l.esseps proseguio na sua larefa rom infaliga-
vel perseveraiiva. e ullimamenle, Idepoiss de ter re-
r.dhido e publicado todos os documentas, reamo
oulra vez ero Paris a commiwao internacional do
aiim. passado, afim de dar um impulso definitivo a
ua empre/.a gigantesca, que sera orna das glorias de
seclo \l \ ; examinaram-se, e resolveram-se as di-
versas objecces ; as doas primeirts repoosam sobre
a impossibilidade presumida de abrirte anta oulra
em Peluse, a sobre os supposlos perigos da navega-
cao do inar Vermelhii: a praia de Palote he propria
para recabar tolos os Irabalhos, e a sbcrlora da ca-
nal ter romo resallado immediato substituir a ma-
rinba a vapor a tnarinha i vela.
O capital julgado necesaario para este immenso
projeclnse eleva a duzentos milhdaa repartiodo-se
enlre Iotas as nar-s que tem am iutreese prooar-
cional ;> sua realisacao ; mas, qualqner que seja a
sua roinbinaro linanceira, o bom xito|da oaca he
cerlo.
O ice-rei j> mandou comerar os Irabalhos do ca-
nal de navegaran, que deve reunir o Bosphoro late-
ro no lago I mi...l ; o propno Bosphoro deve ser
concloido em seis annos. Assim a llora desla rave-
locjto eciioninn- rsl prxima, e o trahalho peranle
que as civili.sar.riei antigs sempre reeuaram, aa rea-
lisa e se vat coucluiudu todos os dias.
G. U.
IITMIOR.
S. PAULO.
1 i do julho.
Cada dia mais me convento de qne a politice tem
segredos e mvslarios que, para mim, serio sempre
iusotidaveis. V. enl.io esta poltica de S. Paule!
Para mim, que aqui resido ha pouco lempo, pare-
ce-mecousa anda mais ioinlellgvel do que o pro-
phelico Apocalpse.
Ah temos a eleicao senatorial, e justamente da
mais mn motivo para diier qoe nada entendu o-'
tal senhora poltica. Dizia eu em miohas anten-
res cartas que eslava eerto que o conselhciro Ciah
tetro de Campos era candidato a entrar na lisia tr-
plice, e que cerlamaute seria um dos mais velado ;
porque prevalecendo no corpo eleiloral o partida a
que elle sempre pertencea, a do qual nesla provin-
cia fui uin-dos fundadores, nlo poda deiiar de ser
volado, reconhecida como ha a soa i Ilustrarlo e ta-
lentos parlamentares. Dizia isto oa melhor boa f;
mas a poltica tem seus mysterios, e per iaaa nao me
espanlei quando me fizeram ver que longe de ser
to boa a candidatura do Sr. Cariieire, era de todas
as do partido conservador aquella a qoe se mova
desla capital urna guerra sarda, mas eflieai. Por-
que ? Sao segredos a que nao alcance miaba corla
perspicacia poltica. Tambera a guerra a qae allti-
dimos n3ose ostenta publicamente, apregoaodo seus
motivos ; apenas a Unio diz que o grupo mais in-
dino do Sr. Carneiro n quer enredar o partido eoa-
servador na provincia, a que elles nao ligam prin-
cipio algum, a que uao lem amor, a qae mesmo
nao perjajifan), seuao quando precisam, invocar o
botillo
para conseguir alguna
Santa, i-,,..,, u < pessoas ale einprebendvm graudes viageus, lodos dei-
Seiihor.--tncare \ M. a situacaodos parlidos xaII1 a ca|liu, a t,j0 cusll)-
na presenca da crise actual, compare proporcional-
menle essa situacao e essa crise, com oulras silua-
res e oulras crises em que esliveram por exemplo
aquellcs dous hroes, que sao seos avs, e veja se
desta eemparaejto nao saltera exeraplos e lres para
o reinado de V. M- "
Por quanto, se a historia nao Inte servir seuo
de lio.li> e exemplo iuulil aos povos e aos reis.melhor
fura que a historia se nao escrevesse, para que ao
menos os povos os reisse podessem desculpar coro
a ignorancia lias crises erevolures, qoe affligein a
humaoidade. o
Vejamos agora as condi;oes do Porluga|lde boje,
regido pela dyaiiriia de V. M. o
ii Dous parlidos radicaes e um dvnaslico relalham
a forluna liedle paiz. e comproinellem pelas -ni- di-
visoes .1 seguranza do throuo de V.M. u
o (tuanilo fallamos de parlidos, nao nos fazemos
cargo das lacees c sellas pessoacs ; porque rcal-
iiienie he indigno para a hisloria de um povo, qoe o
historiador Ihe d una importancia que ellas nao
nierecetn, e que um momneulo verdaderamente
nacional alira sempre para a sentina imraunda dos
Ulerete* do'individuo, sempre inimigos dos inle-
resses das naees.
O partido progressista, tomado na melhor c
mais leal accepcao da palavra lem a coroa como.iir-
ressidade de Irausicj para as formas democrticas.
primeiras dynastia. porloguezas I). AOonso llenri- I Espreita de que lado supra o vento da poltica paVa
2 ZVL. r.. J",r?|VIVe "V" "r"6800"* "*' -rigir o lae dH suas rencas, sempre com uto
e pretende fazer della urna cerla applicar.to de cir- je monrao.
cumslaticas para qoe se imite, da maneira possivel,
a sua resolurao. A condirao da legilunidade c na-
cionalidade he reconhecida por indispensavel, apon-
lando o autor do Tldelo acuelle expedienle que re-
pula apio part a ubler.
Eis-aqui os trechos a que alludimos:
Senhor. Curopre que o monareba esleja ua
altura da naro que representa, e sai das crises que
se Ihe olfereccm, Ou bene, ou rei abdicalorio.
k A verdadeira realeza be o genio, e genio he, nao
s o quecoinprebenile a igdnle do seu seculo e do
seu povo, mas o que lira do coraro e da cabera o
verbo solemne, que caracleiua e'sse povo e esse se-
culo, abundo de par era par as portal do futuro,
para que a posleridadc Ihe escreva o nome no livro
da sua gloria, e nos fastos da sua juslica.
ii Ora, he das grandes erises que sabem as cenle-
Ihas do genio, que fot sempre, e hoje especialmen-
te, a realeza inalien.tvel. i>
ii O filbo de I). Thereza era ..... infante deslina-
ii Perdido inuilas vezes na furia de venios conlr,i-
rios, sobrenada por assim dizer a tona d'agua, olle-
recendo a soa forra numrica, a sua intelligencia
e a maior parle dos seus mais respeitaveis caracte-
res ao serviro de lodas as crticas. Pareceudo-lhe.
que lem os inovimentuslivres para entrar na lica da
Europa no da'em que Pars proclame a repblica,
esta atado a tantas amarras quanlos sao os diversos
parlidos, homens e (armes coto quera se compro
melle. Por consequencia no momento em que
queira levantar o estandarte das doulriuas do seu
credo, ha de renunciar empreza, porque nem lera
bracos que o levanten!, nem maisas que o sigam,
nem interesses que o lenlem. a
ii O parlido cartisla respcilandn a roma e a dv-
nastia, tambera algumas vezes a lem compromellido,
lanrando-a nos campos das desor.lens civij. Partiilo
de capilies, e de prnpriedade pode ler a .irerrno do
governo como uina cpbemcridade a ailunnisliaraotmas
Dio pode conserva-la por mnito lempo, porque vive
vi-joiii-le-i'tiir, lem nielo do futuro, esraceam-
do a prestar homenagem a l.e.lo, e a independencia i lite as aspiraees c cabe peranle o pretUsio dos gran-
do seu pa.z lortiou-o Affunso I. ,. des Irabalhos e engrailecmientos em to.lus o, ,os
O Jlestre ti Aviz era um particular, c- a tule- I de civlisaco, de que precisa o paiz.
pendencia porlugueza tornou-o tambera um dos pri- a Alm'.lisio a pureza de suas crticas toncan-a
metros monarcas de Portugal. lambem ja no cadiiiho daa lrausaccf.es'e sabio de la
" A"eieSl' d,e Cn"'er a"i,rrhia '"nverleo oulra cousa ; de modo que uo momelo em qae
um b i no de Ajaccio n um iiiouircba fiancez, e u'oma Iriumphasse a pureza do seu credo, se alente ea
das primeiras glorias do mundo. ,0ar mullos dos seus apostlos, cumpria qua ot pro-
u A intsma necesiidade poz oulra vez sobre a | curasse em lodos os bandos, a mesa de lodos os ur-
'Assim us lhatros ja nao pod*m alttahir a mttlli-
dao, as feslas dramalicas se exliuguem, os autores
Vio sonhar em novas obras, os proprios artistas lam-
bem se afaslarn, vo esquecer debaixo do graude sol
os ardores da rampa, c ja nao resla mais que a recor-
darlo de todas estas cousas encantadoras qun nos
preoecupam de todas as formas.
Parece que como o drama he destinado ao silencio
as colinas do Sena, deserto por cerlo lempo, e nao
pode seguir us elegantes no camiuho dos seus cas-
tellos, na estrada da viagem, o livro pbderia ter es-
le privilegio. Pora islo una occasio maravtlhosa
para um pensador, para um poela dar mull I jo a
sua obra no momento cm que ella se dispersa.
Arrancado a esla aclividade de lodos os instan-
te", enlreguc ao desennro, ao recolhimenlo, cada
um conduzria o livro novo, o leria nao como olhar
superficial,| como dedo dislrabi lo. que vollo ligei-
raraente a pagina, mas com a gravidade da ter tu tu
tranquilla, bastante confiado uo da seguiule, ese o li-
vro fosse digoo de semelhanle deslino, que doce re-
compensa o pensador nao racolberadas suas vigilias!
O seu livro fallara nella aovoltar.osseui pensameu-
los, os seus versos audariam em (odas as boceas ;
cheio de reconhecimenlo para com o eucanlador
companbeiro das mais gratas horas do anno, pagar-
Ihe-hiam em glora um dilicioso prazer ;mas nao
acontece assim ; tiesta poca do auno u.lo se pode
di/er oada acerca da litleralura, nem 'tao peavjje *""
acerca do drama. Nao ejvparcceo esle mez um Miaja mas
novo'para cuja gloria a nossa peona possa com coni- f.f
ciencia fazer Irauspr as immcnsidades do Ocano.
I ni graude moviinenlo de reirapressao se produz .*
na falla de crear, couserva se, reslaura-se, e as ve-
Ihas obras primas recebem as honras de urna nova
edio,',o.
Um des escriplores do grande seculo XVII, um
dos engenhos mais originaes da lillealura franceza,
uro hornera que conservoii viva urna das mais glo-
riosas pocas da humanidade, e que como Tedia
lem maneiras de dizer que pintam com urna palavra.
o duque de Saiut-Simou, he ao mesmo fempo Ires e
qualro vezes rempresso : ediees iii octavo para os
felizes e privilegiados ama lores das lellras ; edicoes
em dezoilo para aquclles cujo destino he ganhar di-
nhero ; edires etn quarlo a vnle centesimos li-
crar'to para os pobres, lodos tem parle nesta reno-
var.toda nossa hisloria, ncsla fesla de iotclbgoncia
e de pensameulo.
Ili boje um quarlo de seculo que o graude genio
vio atear a ana gloria puslliuma, lA sempre cres-
cendo, e com fileno, liejusitca. Nao se podedexar
de ler grande a imirarju par este lidalg, que com a
ardenle coriosi.lade, com a febre de curie, e com i
precisan da perspicacia no fogo da paiiilo, trilbou a
estrada com o eolio erguido, o espirito livre, sem se
curvar sob o sceplro de l.uiz XIV, sem se entregar
s le vi nula, les da regencia ; a.-i.lindo sempre com-
niitvido a sesseula annos de corle, de feslas, de intri-
gas, etc., e mauifeilando a sua alma pela uarrarau
n'um Irabalho solitario, queso se ioderera ao lato-
ru, tas suai memorias que serao eteruameule tovas.'
erWe e repele que cum-
pre votar' em Paulistns natos ; modo de hostilisar a
qoem, cometo Sr. Carneiro, nao itscen aqui. He
urna uova suseeplibilidade dos que te querera in-
culcar titira conxercadures ; nao ha muilns anuos
que elles apoiavam urna chapa de tret nones et-
Irtnhos a provincia, os Srs. Rodrigues Torrea, Joa-
qoim Jos Luiz de Sooza eJos Cesario. Nao ha
muilos annos que empenhavam-se pela candidalu-
ra do Sr. Pacheco, Bahiaoo, guerreando a do Sr.
rmenla Bueno, Paalisla. Ha pouco anda, em
urna lisia sexlupla, forana ua nomea dot Sr. Joo
.Ramalho e Carneiro, e depois em lista triplica o
do Sr. Carneiro. E te vamos para a cmara dot
Srs. depulados veremos que Ires on quatro dos de-
pulados]desta provincia, aliaa muilo dignos, tao
nascidos em mitras provincias.
Mas, emfim, seja qual for o motivo, den-te etsa
hoslilidade, essa opposirao ao Sr. Carneiro. A
' /i>iio apresentou doos oomes, os Srs. baria do
Tiet e Nebiat ; e sabendo-st qoe o Sr. Pacheco
Joman nao desista do terceiro lugar, e lambem ere
reeommendado pelot chefet daqoi, claro era qoe ia
mal o Sr. Carneiro. Repotel, pois, perigota a can-
sa do Sr. cooselheiro Campos ; mai ba Ires dias pas-
sei por umlnovp espanto, e peniei qne ere victima
de algoma m\ slilicarjo, lendo na mesma l nio que
o barao do Tiel renunciava a candidatura a tena-
loria, que pedia aos seus amigos que nlo votaatem
nelle ; e que s baviam em campo tret nomea, a
saber : Nebias, Carneiro de Campes, e Fernando !
Parece que se propaloo que a opposicao liberal po-
derla talvet nesle caso, como na eleicao do Sr. Fon-
seca, decidir da qaesOo volando no Sr. Carneiro ;
e para n evitar qoe o governo, ou ot amigoi do Sr.
Carneiro, precisassem de volos da alilga opposicao,o
e mesmo para prevenir urna derrota, parecen op-
portuno fazer cessar a hoslilidade a candidatura do
mesmo Sr. Carneiro. llavera ahi ainda logro t O
que vale ha que o Sr. Carneiro tem aqu amigos
dedicados e vigilantes que nao se deixarao enredar
em qualqner laco.
O Lxm. Sr. Vasconcellos, presidente da pro-
vincia, que se achara enfermo no principio do asaz
esl reslabelecido completamente. A sita adminis-
traran vai rorrendo plcidamente ; por era nenhn-
ma voz de oppoiir,3o lem surgido contra os tana ac-
tos. S. Exc. tem mostrado querer ser o continua-
dor da poltica justiceira e moderada qoe nesta pro-
vincia fura inaugurada pelo benemrito e sempre
irmhrado i r. Saraiva. Sem se prestir a fuer reac-
cfie>, tem elle conseguido fater calar a anliga op-
posicao, que pelo Spirauga, se nao o elogiaAposili-
vamenle, applaude a muilos dos seus actos.
Os org.los do outro partido tambera nato mostrara
deseonliaura.
Nao lem falla lo trahalho ao novo preeidente : a
cocommenda do projaclo da divido dot circuios, ot
espinhos da queslao senatorial, o expediente que
aqui sempre avulta, a rtettna da inslrocrao publi-
ca, de qoe foi o govcrnvenca'rregado, o regnlamen-
te para a cobranra do novo imposto da decima ur-
bana, e oolros regularcenlos de qne depende a exe-
cuc.io das ullimas leis de ornamento, e que. ee as-
serablas proviociaes >.io tanto mait facis em or-
denar ao governo qoe os faca quanlo he diflicil a
larefa de legislar. Tambera aqui esio maito em
voga as laes aulorisares com que tanto te enfadou
no senado o Sr. Pimenta ;'a nossa aatembia, de-
pois de graves discussoes, cosluma aotoritar aa go-
verno para reformar, por exemplo, a legiilac,ao r-
laliva a instrucrao publica, repele-se o mesmo em
rulara., a oulro- ramos do serviro*, de torta qae o
presidente da provincia, alm ,de ser delegada do
poder executivn geral, e ser o poder execulivo pro-
vincial, ainda be o verdadeiro legislador provin-
cial.
Para auxilia-lo em seos Irabalhos, encontr o Sr.
Vasconcellos a aua secretaria com um bom pattoal,
pouco numeroso e com pessiraa ou nenhuma or-
ganisacan. Foi o primeiro cuidado de S. Exc. re-
formar a orgausacilo da sua secretaria, dividiode-e
em serenes, como em oulras provincias sa me. Nao
estando, porm S. Exc. aulorisado 'para augmentar
desde ja a despeza com esta reforma, qoe ntssa
parte, dependa de approvaco da atsembla legis-
lativa, uo poder,i' por ora ser tal providencia tao
proficua como era de desojar.
Em ama de minbas anteriores cartas allodi e
falla de Torca que se faz cada vez mais sentir nesla
provincia, nao potso deixar de voltar aiode a esle
assurapto. '
Continua aguarda nacional a ser vexada com
continuos deslaca metilos. O numero dos toldados
deslacidos acaba de ser augmentado por acto re-
cente do presdeme. Anda assim, ot gnardat na-
cionaet fazem serviro dobrado freqoentemenle, ta-
gettando-se a Irabalhos a que nao resistem nem os
veteranos de linha Ame-ce mais qne a guarde
nacional nesla capital c toda a provincia la' em
coniplei.i desorganisarao.
A lo dos Circuios atlribue esta deeorganita-
i;3o a culpa dos ltimos presidentes desta provincia,
pelo Tacto de haverem decidido contra ot chefet e
ofliciaes certas reclamares dos gnardat; o Ypirnn-
ga altrtbue esle estado a oulras cautas, qua provm
no seu entender, da pouca popularidade e aptid.au
desses chefet e ollicaet. Seja qual for a cauta, he
cerlo que esla' em perfcilo desmanlelamenlo a geer-
da nacional ; obierva-se inteira negir.io e repug-
nancia para lodu o servico ; e he precito sompre re-
correr a coaccao e a meios speros pare echar gen-
te para o destacamento.
ILEGIVEL
MOTTOD



Ja qu* aillo Tallo, vero so na dizer que f'i thiii
lijas aqoi co.m applaoso as ubservacfle fetas no se-
nado pelo digno senador ItarAo da lioy-\"isl.i, por
orcasiAo ila filar, a o das forja de Ierra, ubre a ne-
cessidade de di*peusar-sc do servico aclivo a goar-
da nacional.
O Vomio Paulislann tiauscreve com piilliosih.s-
roo a* expreso* do honrado senador ; e na verda-
de o digno representante da provincia de Pernain-
buco repello uina verdad* que esta' ua consriencia
de lodos ; islo lie, que o artista e operario ne-
resiudoqaevivado*en Irahalhu diario lie quera
carrega ema ene servico, dislruhii.do-se de Na ifl-
dusliu lioueila para ser arrutado mudas lem
miseria. Louvnres au Sr. barao da Boa-Visla e a
todo os que e lizerem echo dos sotTrimenlo e dos
vexanies que penara sobre a popniaoAo cora u servi-
ro iclivo da nos.a imiiulada guarda nacional.
De uina caria de Sofocaba, publicada ein ama
da folha denla capital, exlrahiniut a tequate
uoliria :
a Mais urna vida que a morle arrebata.' Falle-
ceu no dia 2 docnrreula o coronel reformado Joso
de Almida l.eme, fidalgo cavalleiro da rasa im-
perial, commendador da ordem de Chrislo e ofticial
da Rosa.
Dexou 11 filbos, 2 borneo e !> mulheres, sendo
um delles o conego honorario da capella imperial
1'rancisco Theodnrio de Almeida Lemc.quc he actual
mente vicario de urna das parochias do Rio Granae
do Sol.
O coronel Almeida Leme era um dos bous vo-
ltio desta cidaJe, moito religioso, bom pal, boto
espoio e boro cdadAo. Teve a honra ( como elle
metmo dizia ) de beijar a mao a tres nionarchas, I).
Joao VI, I), l'edto I, e o Sr. 1). Pedro II.
(i Foi memhro do anligo couselho da provincia,
vice-presidenlr, deputado provincial por muila ye-
ees, eommandante superior dn guarda nacional no
lempo das legioes, administrador do registro desla
cnlade, em cujo emprego foi aposeulado ha pouco
lempo, e oceupoa lodos os cargo de eleieao po-
pular.
Foi sepultado no dia 6 na igreja de S. Bento '.
grande concurso asistio ao seu pomposo funeral,
sendo carregado por railllate*.
A cuarda nacional de cavallaria e ufatilaria
acoropanhou-o ule a iereja, edeu as (res descarcas
lo eslylo. B
Eis poii sepultado o hnmein ruis condecorado
lio Sonirah.i.ii *
Tambero falleceu nesta capital o conego Ma-
noel Teixeira de Almeida, qu'c cm 11842, sendo vi-
cario era TatuliY, distiuguio-se prtslando relevan-
tes servidos em prol da legalidadv.
No dia30 do mei pastado, na paracein da
Cachocira, na pru\iraidades na erra da Canlareira
Fraocsco (jonr.ilves, vulgo Chu/uinho o Carador,
diverta se em companhia de mais alguns' indivi-
liios jogando ao ar urna moeda de cobre, e aliran-
do-a com espingarda para experimenlarem a sua
destreza. o momento rn que um des* inJivi-
duoa levantava a arma para tirar por sua vez a
ooeda, disparou o tiro ante de lempo c actrluu
por em cheio sobro o peito de Francisco (onralves
O infeliz rabio inmediatamente roorlo.
Foi obsequiado com os Unos primeiros nme-
ros do (uyand, jornal cientfico, poltico e Ilitera-
rio, redigido por acadmicos. Estes duus nmeros
faiem muila honra aos jovens redactores ; revelara
nao so talentos superiores, como tambora esludos
graves e aeriamente emprebenilidos. Cada numero
conten nm foiheto com 32 paginas em quarto.
Ouesies scientificaa de muila gravidade sao ahi
tratada* com esmero, e sein dovnla algum pode-
mos aflirmarqoe hniueus de pc-.ofio superior e ver-
dadeiros lilleralusuAo se desdooraiiam assignau-
do esses artigas.
Os esludaules da Babia, reunidos, festejaran)
com um banquete o Dou de Julho. Consla-nos que
esliverara presente quasi todo os Bahiauos aqu re-
sidentes, e inoilas outras pessoas de dislinccao llei-
uou, dizem-nos, o in.ii- patritico enlhusiamo, e
sempre a melhor ordem a gravidade. Termiuou o
banqoete com uina saudacAo ao imperador.
Faro aqu ponto ; esta' a fecbar-se a mal do
Itibir. A appancAo dcste novo Ilibirc e do
lamben) novo uPirthy deu lugar a que se propa-
la** qoe uro delles era o novo vapor ha mono es-
perado, perleocen le a corapauhia Saldista,e que
dizem, he esplendido. Convein que c saiba que
nao ha tal : charaa-se ee vapor o Piralininga, e
anda ti So comecoo a navegar. Por ora temos geole
velha com seus uome uovos em virlude de chris-
ma. O tal Ilibirc he o ulico Todos o San-
ioso !...
IM O 5 PfQDQ6IC9 QUASTA MIM 6 K /GOSTO 01 1856
EXPEDIENTE:
..Carla particular.)
(Jornal do Comniercio do Rio.1
P*GI?Jd AVULSA.
I nmos honlem visitar o lazarelu do Pina, e fi-
caruos com ell'edo maravillados de encontrar muedi-
Hcio, que rene (odas a proporcOes para a perfeila
rommodidade do quareutenarios. O rico da obra
be excedente, e o local mudo bom por er ventilado.
O edibcio admitle 100 a 120 hospedes mullo a' vou-
ia le. Alm de mudos quarlos e salas tem um ba-
nliriro e tanque para agua. Ainda i)Ao esta' lermi-
nido.inai podemos afliaucar que|depoit de coucluido,
era' ama das melhore obras da provincia, e lano
irais digna de allencAo, quaalo he o nico lazareto
qoe existe no Brasil. Desojamos de lodo coruja que
0 lazareto nanea preste servidos.
Iloutem partiam para a comarca de tiaranhuns,
allomar mota dos scu* cargos policiaes os seohores
capitao Cami'Ao e alferes Ribe.ro.
O pai de Telemaco, depoia qqe deu para lolo,
ninguem o pode suportar: encaforna-sc colidiana-
menle na caa de um pobre|rapaz quouhecido por
Totoolo das Mocas, e d'uhi sem a menor altenrAi-
o visinhos inceta um jogo de mimica para urna o
caiquilha Calipso, que nao s causa asco, como es-
cndalo .' E no enlamo quem pega na cabc.a da
creaaca he o oosso pobre Totonio...
Eilou respirando, disse urna joven a oolra.
N2o he respirando, relorquio esta; he suspi-
rando.
Eu tambem di a grammalici, do soo algama
ega.
Poii vamos vi '!
Vomo*.
E foram ambas enfesailinhas a um alfarrahio ; do
resultado nao soabemos.
Esta' sendo ja mudo frequeulado o cae* con-
fronte a detenan e ra contigua ; mas depois do
angelut domwi Pica tudualli em completa escuren:
seria modo conveuienle all a collucarAu de algn-
1 din peos, como tem o da ra da Aurora, afim de
qu* nao se do nesse lugar sceuas desagradaveis. vis-
taa /isp/iilii-'/s, oo nao se reunam grupos de cama-
leoes : as casas do Sr. Araojo esiao sendo habitadas
e be mister qoe se considere essa lugar como um
ra.
He pessimo coslumo de certos pelinlrinha (o<
taea camaleoer), quando passam pela* calcadas, nao
su olharem para o interior das casas terreas, como a
uoile pararem ipara ver a seu gosto. N'nma deisas
noites pasudas um ebegou a pedir licenja a um mi-
rador qoe jonto a' sua porla balaojava-se em urna
a li'ira para poder ler lempo, emqoanlo aqurlle e
levanlatse, de olhar para a sala : recommcudamo a
todos aquello- sruhores que morarem em casas ter-
rea* o uso da* venesianas, alim de irapedirem que o
interior de soas casas eja lobrigado por laes cu-
riosos.
Se beo que lenhamos porfolio ronhecimenlo
de qoe nem lodos qoe frequenlam as plateas silo tur-
buleulns, oo por outra, que lalvez menos de uielade
de om terco eja a nica porra que lAo irr.proden-
Icmciite perturba com laes miados, baliJo e bodejos
o osporl.irul.seria bom que a pohcia derramasse pe-
la platea algn* inspectores, para que maia em contac-
to possam coohecer quac os perturbadores ; a nao
ser assim, nos quer parecer que aqnelle mojo, qoe
liver diguidade nilo ha de querer hombrear-se rom
um gaiato no mismo baoco, nao e saliendo quem
be o roleteiro. lia quem tambem aprovedando-so
da trevas derrame do gallinbeiro sobre a platea por-
ra 3 de liquido-, que quando nada pode estragar o
falo de quem recebe o tal bapsmo por asperao.
Algumas ra* da Boa Vista principiarain a ser
(rutadas ,- pelo menos vimos o palhdo e gigante guar-
da municipal andar para bailo, para cima, dando soas
acertadas e proficuas providencias.
O distinelo eommandante do nono balalliAo de
naniaria vai mandar celebrar ama musa fnebre e
solemne pelo descanso elerno mas, fallecidos durante o flasello do cholera; ron-
la-noe ase o oradot sera' o Sr. padre meslre Capis-
traoo. Applaudimos moito a lembranra do Sr. com-
mandanle.
Urna ancdota original. Passando um joven
cavalleiro por urna porla de jelosiai, onde impacien-
te o esperava urna supplicanle, succede que so esbar-
rar o cavallo um pouco de lama salpicara o roslo e
niveo eolio da canoada da mocinha : ella eoraiveci-
da enlrou para dentro e baten coui a rolula, dizendo
antes com modo impela : Diabos le leveni, pressas
de hornero e patas de cavallo!
-fiido" o baile da ra da Cloria. leve la-
gar na node do domingo 3 do correle na rn da
Gloria n. 9, casa de obrado perlenreule ao patrimo-
nio dos orphSos. Tona a etiqueta foi aih observada,
imisica, inslromenlal, introductores, meslre sola
guarda porta a receber earles ; e ale bouve rainba
a quem cliamavam n thesoureira I que se faz digno
de reparo he ser o predio do patrimoniodos orpbaos i
Ouem empreslana, quem dara asvl^ves para cs
funecao Ele predio eslava em coVeri0i linlia ia
sido aircmalado com a cndilo de *er entregue ao
arremtame no primeiro de julho prximo panado
mas a Ululo d nao estar nrompto se li. na Noha
fedo enirega da chaves, perdeudo o estabelecimen-
to por incuria de qem quer que soja. Pare-e nue
e nao quiz entregar sera ser experimentado.'' |}es.
grabado estabclecimeuto I (Juem poru' termo a tan-
tos desvario*'.'
Al amaiilia.
CMARA MUNICIPAL DO KECIFE.
9 I)E JLI.IIO
l'm n.li.'io do Exin. Sr. presidente da provincia,
ooiiiuiunirando que, em dala do .'i do corronle, ex-
pedir orden a' thesourarii da lazenda para mandar
abonar a Ola cmara a quanlia de loas rodo* de
ruis para auxiliar 0 Servico da lluipeza da cidade, e
aulori-audo a ilis-oliiAo da rompaulua deribein-
uhos. luteirada e inandou-so espedir ordem ao
procurador para lereber o dinhoiro, e cienli-
licar ao administrador da referida eoinpiiihia a di-
olafiodesla, ocomiiiendando-lbe enlregas'tao pro-
curador lods iis ulensilios comprado- para a inos-
ma. li'ouinliio-o a coiiiuiissAo de polica de es-
ludar e propdr algum svslema sobre o a.seio da ci-
dade.
Huiro do l)r. Joaquim de Aquino Fonseca, di-
zeiido, que pulo se nao acbe inle-rameote reslabe-
lecu.o de seus incoiuinodos. lodavia julgou conve-
uienle entrar, no da T do trrenle, em excrcicio do
lugar de conmnssario vacciuador provincial.Inlei-
rada.
tiulro do fUral desla freguezia. pediiulo Ihe man-
dasse a cmara fornecer pela eonladona uina rel-
oao dos carros de aluguel colleclados, perlenccnles
a cocheiras estaholecidas na sua fregutzia.Oue so
foriiecose.
Oulro d mttnio, requesitando onxadas, pas, c
carrinlins para o servir da limpeza da sua fregue-
*'Oue o procurador fornecesse dos que recebosse
do ex-admiiiistrador da exmela rompaulua de ribei-
riiibos.
Oolro do ursino e do fiscal da rregoezia de Saav-
Jos, tliziiido que, para eumpriraoi o qo* Ibes ile-
lorminou a cunara arerca da evaliari do terreno
de marinha, de que pode iudcmui-arao Vicente Per-
reir (iomes. se euleiideram com o lonente Antonio
Egidio da Silva, encarrogado da menirao de laes
terrenos, e esle Ihe informara que o terreno nume-
ro 110, deque faz meiirAo o Idilio apreseulado pelo
requereule, ja se acba occupa.lo com rasas suas, es-
tirado o cidadAo Josc lljgiuo de Miranda de posse
do que fica em frente das mesillas casas, e que be o
destinado para serventa publica.Inleirada e defe-
rio-se que nao liaba lugar a mdeiimisarao pedida
pelo peticionario, visto que o terreno nAo he de sua
piHJse propriedade ; ecomolivcsse elle requerido
a enlrega dos seus pa[>eis sobre esla queslAo, se os
mandou entregar a quem os procurasse, passaudo re-
cibo.
Oulro do procurador, apresenlando os balanoelcs
da receila e espesa municipal do inez de juuho ul-
timo e o do cemilerio, perlencrnte ao Irimeslie li-
do no mesmo'mez.A' comniisao de polica.
Oulro do niesiuu, coiniiiuiiicando que recebera de
Francilino Americo de Albuqiieique e Mello, ren-
deirodos dessela aeougues novo oaribeira, a qnau-
lia de 1:l79."^lt:tl rs.. e, i|o ordem da commisso que
fui encarrigada do forueciineiilo de gado para abas-
lecer mercado desla cidade, a' quem inaudou a c-
mara entregar a mesilla importancia, a passara ao
poder de Antonio Joaquim de Mello, procurador do
coronel Antonio Francisco Pereda.Inleirada.
Oulro do mesmo, apresenlando um balancele das
despena pagas com o producto das ledras tirada do
cofre, no 1.- do rorrele, u qual figura um dficit
de 9l-?ii(>, v declaiaudo quacs as coillas que Ihe fo-
ram aprescnladas, e u.lo pnueram ser pagas.moulaii-
do lodas na quanlia de 3:9229620.
Posto em disoussao u Sr. Reg e Albuqiierque a-
prescnlou a idea de se parar com as casas que se cs-
lou coiislruindo no cerailerio, ale que a cmara sol-
va lodosos seus dbitos, visto nao asjulgar de ur-
gencia ; o que nao passou, em coixequencia de nao
se arruitiarem as obras, resolvendo-se que o procu-
rador se enleinesse com os credores para acallaren
as ledras a vencer das rendas niiiniripaes.
Onlro do fiscal da Boa-Visla, informando que o
lugar em condonara da ra da Cuuceicao, em que
pretende Ilumneos Jos da Emilia l.age's estabelecer
pailana, esta para este lim deiiguado.Concedeu-sc
a licenoa.
Oulro, do coiiego vigario da fregoexia de S. Jos,
remoliendo o mappa dos baptisados que bouve" na
mesma freguezia, no semestre ultimo. Ao ar-
chivo.
Oulro do vigario din Afosados, nos meamos ter-
mos.O mesmo desuno.
Oulro do amanuense servind de ronladcr, infor-
mando ter adiado exactas as snnunas das coulas dos
que f.inoreram maleriaea para a obra i!o maladou-
ro ; mas que nada poda dizer acerca dos seus pro-
cos, por nflo estar a par delles ; dizcudo mala' que
aa contas de ana eslavam legalizadas easdaoulros
Dio,A' commissao de polica Mandou se remel-
ter a' commissao de -ando a Delicio de Ricardo Ro-
mualdo da Silva, pedlodo de novo a cnservaoao de
un salgadcira no lugar em que se acba, prxima a
Igreja de S. Goncalu, e a cnuinii-sAo de pelicoes, a
de diversos, requemulo priirog*rao por mais dous
anuos, do prazo marrad pela cmara |ira a cons-
InieAo de muros nal fenles dos terrepos nao edili-
cados, dentro da cidade c no* seus ..rrabildes.
Uesparhaiara-se as pelienos de Antonio Jos Soa-
res, de Antonio Gouralves,le Morrcs, de Barlbolo-
raeu Francisco de Soasa, de Iteuedicla Mara da Con-
reirAo, de Dmniiigns Jos da Cuuha l.ages, de Jos
M 'ilcito do Rio, de Joaquim Jun Pcreia de Maga-
Ihaes, de Joso. Joaquim da Silva Maia, do Di. Igna-
cio Nerv da Fonseca, de Jao Francisco de Souza
l.iuia, de Jo- de Aquino Fonseca, de Jo&o Caval-
canti de Albuquerque, de Joaquim Jos de Olivcira,
de Rosa .Mana de Jess, de Scveriuo Rodrigues da
Silva Campos, do Vicente F'erreira (jomes, e levau-
lon-se a sessao.
Eu, .'la noel F'erreira aVecioli, secretario a subscre- |
vi.Barao de Capioarfbe, presidente./ iarmu.
Barata d'Almeida. Olheira. (.'ameno.
Franca.
:*'--------------------------------------------
Balando da receita e despeza da c-
mara municipal do Reciic, cm o mez
ile marro de 1856.
feeeUa.
Exercicio de 185.") a 1H56.
Imposto de cordeares, 121. SJOOO
Foros de terrenos, 2...... !'>S7"i
Molla pelo fiscal d Recito, 30 a 39. GtigOOO
dem "dem de Sanio Aidonfo, 113 a
119........... 37)000
dem idem de S. Jos, 30 a.'il. ItSOOO
dem idem da Boa-Visla, 90 a 93. IM.igUUO
dem pela subdelegada do R-oife, 2 I0|000
Imposto sobre fogo arlilieial, 41 a 16. 69000
dem obre cslabelecimeulc, fregue-
lia do Rccife,>3a 233.....
dem dem de Santo Antonio,:1 a i07.
Idem idem de S. Jos. Ka72 .
Idem idem da Boa-Vista, 1."i a 139 .
Mem idem do Poro, 2 .... ,
dem idem dos Alegados, 2 a 16. .
condiccAo de lodas a industrias humanas, e da qual
depende o fuloro iuteiro da notsa patria, e desta es-
peraocosa provincia, nalnralmente agrcola.
Tamben*, por is> me.me, era bulas a pocas,
iieiihuma inducira bouve, que aval* foros lvesse a
gratidao do honiem ; n-nliilina, que nvais Ihe ab-or-
vesse a atlencao. E quem, na verdade, em lodos os
lempos, ha sido mais honrad pelos Sabios, e at can-
tada pelos poeta*, do que esse ser, que seb o modes-
to uomelavradorse nssemolha ao Creador Divino,
quando do seio da Ierra, faz surgir com os seus uu-
res e faligjis, novas plaas, c nevos fruclos, e espa-
Iha a abundancia om roda de ll, e de Indos quaidos
lelle so acerearo.
Creadorjlerreslre, o lavrador, nao s lira da Ierra
o neressano para suslenlar-se a si, e a familia, que
^ lieos Ihe aorouve confiar: nenio lambem um accres-
i cuno de pwdaecjio com qoe aucmenla bemfeilurias ;
| maniera um grande numero de obreiros; paga im-
. poslos, que raiislituem a maior, e melhor parte da*
| renda publicas; consomm grande numero de ob-
Ijectos da Ijidoslria fabril, oo manufarlureira ; o for-
nece a estas a materia prima de qoe se alimentara.
[ Olio objeclo, pas, mais digno de oceupar a allen-
; ra do sabio, detallar o eaeriplor poblieo, servir de
pasto ao verdadeir patriotismo, do que essa indus-
tria, anda lAo alrazada ende mis, entregue quasi lo-
|teirament( a ceta, e fatal rolina, e que he, enlre-
I laido, a i-i.!i- solida ba-e do poder polilico, a mais
segura galanlia da ordem e trnnquillidade publica,
a mais perenne funle do verdadeiro palriolismo ; in-
dustria, 'im a qual nem pode baver rldades floret-
enles, aun artes liberaes, nem sciencia, nem rom-
merrin exkcnor, e interior, uem.em urna palavra, a-
i queda paijilica sociedade. que aproximando, e ente-
rando os iomen, < civilisa, os'ennobrece, e exerce
a sua salujlar afluencia sobre Inda a narao.
Infclizrfienle, purera, para no, e para prestante
propneiajio desle Diario, se nos sohram boaa dese-
' jos pela sirle d'agricullora e dos agricultores per-
lumbnca ios, cora especialidad?, fallam-nns os co-
. nhenmei lo Iheoncos, e iiralicos de orna arle lao a-
Iheia a n ssa proBfSio, o sobre a qual ludo quanlo
| hnuverm s de escrever sera' u frncto de leiluras co-
i lindas no i livros e jornaes agrcolas, cm horas furia-
das a contantes, arduas a bem difltrentes obriga-
ooes. |
Nao in porla : repetiremos lalvez mal, aquillo que
.-I ... l..n. ,:_______ .. ? -
por ahi que uaquelle lempo muda geole passoo vi-
da fainada, comeu c beben a cusa do novo aug-
meiil da circulado ; mas se na era possivel descu-
brir lodo enlre quem a sorama do roubo foi distn-
e que faz limhre era unicainenle guiar-se pelos prin-
cipios de juslica.
U dou* oiilros senlinre*, com pezar o digo, ac-
baram por saneciunar o procedimenlo de Viraes, c o
..anclas que o acom-1 que sobremaneira admira, (ni o nao ronseutircn que
oalravam que geule de casi livera paile I na arla se esrrevessein as razos com que o Ur. Ouin-
Iml.l:
o facto emsi e as circuOJs
moslravam que g<
Proceden se ao
n.v!''i l'ro,''"le" coinpelenle suininario, I lino fiindaineidou o eu voto! Ten.lo c
....... '* m" le"? em u,u 'opartimento do I porcm d desoommunal .irnrediineulo de Viraes, e
Hilario unde achava se o diulieiro
la, le-eidi
era una jane!-; vendo que seria un escndalo dar por legal os Ira-
^^xsssizs' 'fr,nos' appa-1do <"?'-'. >. podi.
se acba t
que ai mi
aoaaoi nd
E depi
in boas livros; mas repetiremos doulrinas,
assim nao sAo conhecidas geralmenle dos
ricullores.
is vonham oulrus lomar-nos a dianteira ; e
corngiris n.sos errns. e densos era assumplo de
tanta na
cederem
vencido
dieses di
vellam, i
blica.
Oiremos agora dnas palanas sobre a maicha, que
projeclaios seguir na tarefa oue lomuioos. S-m que
nhainrw -
Jiulude, que nos ,lc mudo bora grado, llies
o campo, licaniln-nos sorapre a gloria do
porque em rerlames de-la ordem, as con-
vencido c do vencedor como que se ni-
Innian um e oulro dignos da eslima pa-
leaba
prelenrAo de e-iabdecer um corso com-
~i ......i.- I quaiincacao merece elle: o publico era sua un;
","-,",u''!"''"" s.-,,ud.. absolvido; mas a | liaade que o julgue. Era quanlo a. ra.in a ra/Ao ha
reac.a coiiiirmaii.lo a decisgo quanlo ao primeiro, I obvia ; aproximam-se as tleiroe*,e he misle anga-
r ', ,,'iT W*I"!2 ,-'"lr;lSS, el" "ovo jolgamenlo j riar gente que sirva de esplela, c guarde as cosas
i,!ic x decisa.. contraria evidencia do* do Sr. Psosos Silva, qoe certaineide alo lera co-
uios. ci egoado. nortaalo que se chama Germana i.igeiu de se |apreseidar s era campo. K eu, i.oslo
''Ter f'"2.....c :1'';l *. al,n"s l'""cu "'"i' me- qoe nao faca causa coinmiim cora o partid pra.eiro
" 1 ? '|ue '"!''", ac""'' ,ne,"'iado rompa-1 desla cidade, lo.lavia me iij uuirei por forma al-
,",''t'lr" "" .lr,"'1- Clima cura os dominadores da actualida.le era Olin-
uo inleriogatorio que,joo-se_ oto par-jda, que bem Ion-e de conlribuirem para seu incre-
mento e mnr.dhi.ide, nAo passam de verdadoii
seguirn de seu ex-senhur, que segundo elle deca-
rou diz ter as autoridades fechada na mao : fez in-
creparnos ao l)r. Manuel Joaquim Carneiro da Ca-
lina, delegado de Olinda, por quem fora-lhe feito o
egnistas que s cuidara cm eiirher as algibeuas,pun-
co Ibes importando a natareza dos meio para coii-
seguirera tal lira ; sendo que a ultima quadra por
'miuXXIZTt?!'""'"1'?''**"; "SS'm cumoa" "" do cholera morbos, pozberaemre-
" .i!,1,',Z^,e't?a.:J?'.t. '""-'.<"" na I levo seraelbanle. caracteres, que foram apreciados
pois
para mim. e porque se me ,
laucar tora de ludo de que podera tirar pro- Manoel Jos da Molla.
ve!"- N. 2.Manuel Jos d
vendo eo que se nao hara enlregido ao conselho
de revista lodos os reqaerimeu
ro.ia .___ '., t ....."" "" "-"' "" i 'w whwiiii Bnanvrai que roram apr
fh.3. ..-' ""'I ,e ^'rrS 1 c,di' ',"sso-! fr es,e importante jornal. Bis pois ra/Ao de
(.llegada a occasiAo dos debales, .. Ur. promolor lauta ogersa
promolor
nolou quocoHi algum acanbamcntoaccusava naquel-
le dia, pois que Iralava-se de um crime praticado
contra peasoa a quem o ligavam laros de pirenlesco;
mas que nAo era islo motivo legitimo para rteusar-se
naquella occasiao a cumprir os deveres de seu cargo
hisloriou o faci, coolestuii as increpaes do re",
que disse seren um meio esludado pira obler a ab-
tolvioao ; fundou-se as provas do anlos, especial-
mente no interrogatorio era que o reo confessara o
enme, e na caria eseripla pelo seu parceiro lioje
condemnado que declarava ser o accuado o autor
do crime ; e coucluio ptdiudo a condemnarA doac-
cusado no grao mximo por se haverem dado as ag-
gravaules do ajusle e na sabemos que outras mais.
O Dr. Mauoel Joaquim de Miranda Lobo disse
que nao sendo desla cidade compareca no tribunal
c cncarregara-se da defesa arraslado pelas lagrimas
da miseria; fallou com muda vehemencia da perse-
guoslo quesolTiia o aecusado que deuuminou atroz:
qualificou o procesio demonslruoso, di-e que o che-
fe de pulira de enlao dera urna ordem ao olleudido
para mandar prender e conduzir a sua preaanoa a-
quelle* qoe suspeilava orem os autores do crime ;
que em virlude desla ordem o reo sendo preso em
Fora de Forlas levaram-o para Oliuda e dahi para
a casa do oilendi lo no Pomhal, depois de Ihe qae-
brarem a cabe(a cm tres parles e o espancarcn liar-
rivelmeute que Ires das medido cm ferros juera
nos rarctres dn l'omliil 'he
..i-,, ,i_....._,_ --------- i "^ iiottit., um ruiifuiii au' exuressao do nobrp al-
a t. aJ'oria n;,1Ue h" '" S^',. ,"?"" *< f.,1 -i.!"-' ." !"l''via, so- cusa,),, deveria responder fi
ucipios elementares, facis c accessiveis ao ge-
Nilores, e lamhcm lero por objeclo os rcsul-
bre prin
ral dos I
lados pralicus que anda mais apro'vedam aleda
gente, i
Precedo' simples sobre a Ealorrza do solo, manei-
ra de laVra-l,c eslrnma-lo, noticia dos diversos ins-
Irumontk.s usados nos varios amanbos. exposii-Ao dos
dill'ereiilcs melbodos de cullura, que mais no inle-
resam |Conliecer, norOe sobre a economa rural e
todo quanlo lender a ajudar o lavrador as uas li-
des asrajria; sem esquecer nitiilns oulro latios de
fomentar e desenvolver industria agiicola, laes co-
mo sociedades agricolas, escolas e bancos ruraes, fa-
zendas i|iudelns ou esemplnres, ele, eis os objectos
com que exclusivamente se oceupara
0 aqrirotn.
omimmtcafco.
No di
Idem sobre carros de passeio, 17
dem sobre vehculos mauuaes, ij. .
Exercicio de 18.'>t a 18.").').
Imposto sobre eslabelecimeolos da fre-
guezia do Recife. 301 a 328. .
Iden, idem de Santo Antonio, 10 a
72...........
dem idem de S. Jos. k!3a 133 ,
dem idem da Roa-Vista, 188 a- 190.
dem idem dos Afogados, 23. .
dem por infraccao do regiilanieuto de
26 de agesto de 1851. 130 a 223. .
Exercicio de IS53 a IK.'i.
Imposto sobre eslabelecimentns, fre-
guezia .lo Recife. 380 a 300. .
Idem dem de Sanio Antonio, .">SI a
398...........
Idem dem da & Jas, 135 ....
Idem idem da Roa-Vsla, 27. .
Mollas por iufrncrAo do regulamonto
supra, 91 a 71........
Exercicio de ISJ2 a 1853,
Imposto sobra eslabelecimentns, fre-
guezia do llerife, ;)8t a 389. .
dem dem de Santo Antonio, .Y72 a
H2 .........
Mullas por infrarcio do regulamenlo
supra, t*0."> a 819. ......
Exercicio de I8*>1 a 1S52.
Imposto sobre eslabelerimeulosda fre-
guezia do Recife, l.'di.....
dem idem de Sanio Amonio, 72 a
73...........
.Mullas por infracrAo d regulamenlo
opr ,")l9a.'>2l.......
Delicil em 31 de mareo de 1896. .
De'pe.i.
Defieil em 29 de fevereiro prximo
psssado......* .
Com a folha dos ordenad*, 11 e 12. .
Com o jury e cleiriie, Ij a 20. .
Com luzes para as prises. 10 .
Com inope/,i e calramenlo das ras,
31 a 63..........
Com evenluaes, .">7 a 7i.....
(aun o matadouro publico, j a 73. .
Com o supprimento fedo ao ccinile-
aa.rio, 6...........
3i^HHI
1:2663000
I90>IKK(
38*9000
2S000
(:s lujooo
3000
SESSAO' Oi'.IH.NAHIA DE
I8J6.
DE
Prftdencia do Sr. barao de Capibarthe.
Prsenles os Sr. Reg e Albuquerque, Vianna,
Franca, Barala e eraeiro, abrio-e a sessao.
Foi liil.-i a approvada a acia da sessao antec-
deme.
Foi lido o segaiote
180000
1049000
2SJ000
313000
19000
1283000
I 3000
3<9000
29000
19000
l 89OI it 1
I 90OO
369000
969000
23000
8xi(HI
209000
2lj^l2J
1:137.3800
3039218
1:3223933
69W
723O..U
3J8S7O0
(379800
6389300
8OI93O9
4:1373800
Cantara maaielpal do Recife, j de maio de I8.j.
O procurador, Jorge l irtor t'trrnra Lope*.
tfU> &ttn&mbute
lia mudo que desejnvamos consagrar uina parte
d nosso jornal aos ialeressea agrcolas desla pro-
vinra, ina a falla de uina peasoa que se qoixeue
encarregar de mos esle nobre desejo. Felizmente vencemos esle
obstculo;encontramos umospird dedicad echei
d'amor pela trra da patria ; e hrje encelamos a la-
refa, da qual suppomos resudara alguma vaulagem
a Pernambuco.
Assim, sbaiso encoalrarao os Miares o primei-
ro arligo sobre a agricultura desta provincia, c
d'ora a vaolc, daremos toda as semanas um arti-
go sobre o mesmo assumplo.
AGRICU.il HA.
I.
Acquiescendo, com mudo lina vonlade, aos desejos
do digno propneiar i do Diario de i'crnamhuco, da-
remo, semanariamente, nm arligo com o fim ani--
de promover os inleresses aercolas destn bella pr
vlneia, onde nos desvanecemos de baver uascido.
NAo poderaraos mostrar-nos 1 mi diere ule- a sol le aa
aneolliira. que denlre todas as arles humanas, h
por cerln a mais nobre, a mais anliaa, a mais ni,I, e
am a mu innocente, e bella: que he a origem, e a
REVISTA Jl DICIAKIA.
/itnj do Recite.
III
i occnpoiise o tribunal com 1 apreciataa
de om itrocessn em que tr.ilav-se de om crime bas-
laiilemdnle brbaro, se be que o supposto deliquen-
le foi reJalmenle o autor delle.
Josc ilias dos Sanios, teini-brancn, de 37 annos
seaund declaroo, morava no lugar do l.amarao,
povoarAo do Monteiro, fresnezia do Poro da Pe-
nda, ehi rouipanhia de Mara da Conce'irAo, cora
quem el-a casad. Era 29 de abril do ann passado
beatos Sirgando a casa pela horas da tarde leve
uina ruja com sua DDuIher por nAo achar o jonlar
promplji 00 pr mo Ihe o-prep,.rera com a desojada
presteza. Depois de janlar, e havendo sabido em
duas moltierc- que inoiavam na mesma casa,
Banda por um menor que lambem all resi-
da comprar rap, e sem que esle vottasse alie
do casa, passa pela de urna irona onde aquellas
inulbcr s se arhavam e o chama de longe como quera
' allr-lhe era segred. e d'ahi loma a direc-
io. l.ogo aps de Sanios vera o referido
Limando que Mara da Canceiao be mora,
ido nlguraaa pessoas da visiubanra com ef-
sonlrararo a Mara da ConceicAo mora, ten-
ias rouxas no pescoc que moslravam no eu-
los curioso que procederaiii ao corpo de de-
ver morriio por videncia de algueiii que a
ullucando-a. A polica haveiido'-se poslo 110
de Santos foi enconlra-lo nessa mesma noite
ja em Ifcrriiorio da Varzea a dormir no copiar de
uina cua leudo coinsigo nina laca de pona.
Sendo preso e interrogado, Saulos declara que ao
sabir d casa deixara sua inulber mora de um ata-
que qu 1 livera e que leudo de ir a oan, onde Ira-
balhav e que fica do ouU"o lado do rio, chamara
sua ntl na para licar com ella ; e qoe se ooile nao
vollarj para a casa e tratara de fugir, foi porque le-
ve noticia de que tratavam de prende-lo.
Em face destas circuraslauoias sobre qoe depozc-
rara oi o leslemunhas, das qoaes algumas se nos nao
engallamos referiam que algumas rixas costumavam
dar-se, entre Santos e sua mulher por ter o mesmo
oulrai mi/1/nres, foi elle pronunciado e acensado
co-ico autor daquelle assassinalo.
Cnn pre Helar que o estado de gravidez da offen-
nda veio dar mais negras cores a aquelle llor-
ado.
passeio
Santos
quena
cAo do
menor
e acud
feit ei
do nod
tender
lid h
inalou
enc.ilfi
di da
rivel
Ao
nlerrogatorio peranle o jury o aecusado res-
ponde j embararadamente, ora dizendo que sabio de
casa iieixamio sua mulher boa, ora que cora um alo-
que, dnlrelanlo que peranle o subdelegado por oc-
casiaoilosumm.riodeclaioo como cima uolamos
que alnr para ir a otaria.
El is rircumslaucias pois levavam a crer que o ac-
rosad 1 nAo era innoceule, que a morle de sua mu-
lher fura resudado de um crime.
A promoloria apoiando-se no libello e fazendo va-
ler a la urna dessas circomslancias pedio para o ac-
cusad > a condeinnacao na pena nllima, visto como o
dehet) fora revestido das aggravanles do abuso de
conlianca que levava a especie para o arl. 192 e das
aggravanles de motivo frivolo, superiondade em se-
xo e oreas, e a conenrrencia de oulro mal alera do
do ciime. que eslabeleciara o gro mximo.
O Ir. Rufino, advocado da defeza, observou que
no pi ocesso 11A0 estova verificada a existencia do cri-
me, por quanlo o corpo de delicio fora feito por me-
ros c iriosos que concluirn) a existencia de violen-
cia oomo causa da moste de fados que bem podiam
ir resultados de morte natural, pois qoe a apople-
oulra* molestias capaste de dar a morte subila
i m deixar as laes manchas ou nodoas do prscoco
lin foram ainda assim apreciadas por pesso*
dadas ; fez ver que nos autos nAo exislia prnva
sen.lo indicios mudo vagos a que a aecusaoao
rra-se ; pira mostrar o perigode julgar-sc por
ios leu o fado acontecido com Mr. Donglad e
em na (iazeta dn* Tribunaes disse que esla-
-n leudo de improviso ; que nAo condeca o
iem sabia de seus precedentes ; leu ainda al-
gum is mximas de um esenptor sobre o jurv, ma-
s relativas ao procedimenlo de lodo o .juz recio
rapnlase ; e conrluio pedndo juslica.
leplica e Ireplica consistirn) nn'desenvolvi-
lo e reproduccao dos argumentos ja apresenta-
ie o resultado da leilora do processo e dos de-
balci foi gerar nos juizes a ooiivirrao de qoe o sc-
cusado eslava criminoso, pois negada a aggravanle
de a luso de ronlianca, c recnnberida a de superiori-
de no i rao mximo do arl. 193, e condemnado a gales
per .-'-'
vicc
peu
xia o
poli
que
hab
caba
socc
indi
que
va d
reo
xi m
e es
A
ilion
dos
de:
livi
goie
ord
pul
ni
silo
qui
me
'eluas.
)i urna decisAo severa ; mais estabelecda .1 con-
Ao de que o aecusado fora o autor do fado, a
1 eslava em proporeSe com seu crime.
Telo que ouvirnos do processo, duas cousas nos
nieiererara reparo. Convinlia interrogar as pessoas
a otaria onde o acensado rti*se que lilra p r roo-
de servico; tal inquiricAo poda derramar al-
luz sobre o processo e em quesles daquella
ni deve a auloridade proceder cora lodo o escru-
com toda a gravidade, pois quanlo maior fr
a si mma de prnvas, de infnrmaics, lauto mais ga-
11I1.-1
do
( ulra falla de muila importancia dava-se na corpo
de leliclo ; esle exista be verdade; mas
daiuclla ordem era para o eorpo de del
poi
per 1
alg
are
eii
esc
de- endent, o jury uo presta. Os procesaos 11
fel is, cheios de lacanaa e a demora dos julgamentos
- concorre para que es reos sollram as vezes pri-
preveiiima correspondente ao mximo da pena
mereeiam, A os dous fados a que o maior uo-
o de ab-Jvices se deve.
,0 queremos que lodo o peso de nossa censura
rec ia sobre as aulori lades suballernas; sabemos por
experieucia que mudas vezes sobram-lhe os bons
I"-, un-latan,-lilis mnelos para bem desem-
o que o ac,
ponder fora mandado para Olinda-
em cuja dhlrielo ata resida era fura perpetrado o
delicio, nas cujo delegado era amigo particular de
offeudido, nada valendo por couseguiule o interro-
gatorio que se dizia feito peranle aquella auloridado
o mediante as circumstancias ja referidas, que se
all responder o reo a om processo pelo crime de
uso de arma defesas. foi islo ura pretexto a que se
rceorreu afim de dar lempo a que saraem os fe-
rimeutoa e desappareressem os vestigios do espau-
camento que o aecusado soBrera; ez sentir que a
caria que Batanea escripia pelo parceiro do aecu-
sado, hornera iguoraiite pareca antes de um advo-
cado, raostrando-se por islo que fora o resultado de
insmuacoes, de coacrAo lalvez para o fim de enm-
proinedcr a iunuceucia; observou ainda que a vis-
toria feila mudo lempo depois do facto nAo conveucia
da existencia de violencias; disse que os jurados n3o
eslavam adslriclosa julgarem seguiidu a decisao da
relacSo de que se prevalecer o promolor, e con-
cluio pedindo absi>lvi(Ao do aecusado. t
A accusacAu replicn sustentando seusargumentos,
contestando os fados referido pela defesa segundo
disse lalvez para prcvinir o juizes e inclina-loa para
seu lado, e fazendo ver que neubuin inleresse po-
da dar lugar i fallada perseguirlo, pis para o
iill-ndid o resollad era o mesmo* quer oreo fosso
condemnado, qoer absolvido, e coucluio pedindo a
condemnaco na form
rendo de d
-ol\ le.u d
do disse o ni.-.rn 1 promolor mostrara nolavel" mpe-
nho por essa absolvira.
O advogado insislio nos sea rguinenlos, discor-
rcu sobre provas fazendo dislinccoe eapresenlando
a este respedo urna Iheoria que no p.recen sui ge-
nerif, finalmente coadoio esperando a ansolvicAo
como um aclo de juslica.
O ciiuselho, preenchidas as formalidades reo
soin
leudo ces-auo i
!ugar, au tem apparc.it,,, '1'' H*' '"'ue"e "f ?"< '*'"". houve oliseal o mesmo por nodo.
laido que por vezes leu, leo 1 comprar.; Do q,,e para conslar mandou o dito bacal lavrar e.Ie
procure Comprador para ,er .,ir' !' "?, ?u,".r q,,e ;,ermo e,n a,,e 'f-nou1 Cum "Benheiro cordeador,
provar,, que he falso o que o a,,iZ *.,' 1"l - P">P"elario lestameuleiro e leslemunlia.
luein. arligo do libello a folha, 7 t, :,?:"'' ,'"'" I E ,u H>?"'" L" *"^oncellos Alboqocr-
do o reo leve diver.os oflereeimenuS%tm*EZ. V'? l,M01h?0' c,cr,!aocd,0 "*,' O fi*-
rem o dito aterro na razio de 39 a K. J222I Te ,,,a('u"1, da ^!2 R,be,rO engenhai-
ler,s pede o recebimen.o da ls,,Srl^!, *''*'' An""! h,i,c" "'ignas Selle.
cunirarieda- fbeodoro Ramp*. Francisco Xavier Soares.Jos
aqui copiada dos proprios aulos, aos quaes me re-
p irlo, certificando mais que a senlcura proferida em
ilitos aulo passou em julgado. ((referido he ver-
dade e consla do* proprios aulos aos quaes me re-
porto. E vai a presente na verdade sem cousa que
dovida fac, por mim subscripta e a-signada uesla
sobre Ida cidade do Recife provincia de Pernambu-
co aos 1 dias do mez de agosto do anuo do nasci-
menlode NossoSenhor Jess Chrislo de I8.', Iri-
gesirai quinto da independencia e do imperio do
Rra-il.--Subsrrevi eassigneiem fe de verdade.
(os e ni.m- papis a
qualilicai-ao. ou, que por outra, s furam entregues
s livros, requer qoe se me desse por certido o'que
bata sido enlregue pelos conselho* de qualiliracAo
da freguezia de S. Pedro Marlvr e do cralo da Se,
mas os dous membros doc nsellio, em cujo desagra-
do iuenrri, as-enlaram de adiar o de-pacho de ineu
requerimenlo, dando lempo a que se an la-e reco-
lliend de porla em porla os requerraenlos das par-
le para eallo serera presentado !
Ei- portauto como se procede nesta pobre Oliu-
da, que, apear da soa proximidade do Recife, he
(eslemiinha das maiores arbdraiiedades e iojuslifai
que s se voem pr.dicadas 110 mats longiuqun ser-
ta. Aqui a le be a vonlade de certos raaudoes.que
acuna de si nada veem e a nada respailan]; e qual-
quer auloridade que para aqu vier, hade vivar iso-
lada e odiada so acao na quizer viver sujeila aos
seus dictaines ; mas que diclames, ineu Dos,
de genle que nao ve (liante de si dous deilos.
Dos queda que o Exra. Sr. prastdenle.que laido
ha Brangeado as svmpalhias do Peroaulmcano,
lauco sua vistas para tllinda e desmanche a panella
de zangos que aqui existe, plantando desl'arle o
reinado da le e da ordem. s'era oque be impns.i-
vel a prosperidad desta cidade. sobre que parece
pezar urna terrivel Talalidade.
De-cuipeui-me, Sr-. redartorc*, ler oceupado o
precioso espaco de seu jornal, visto romo a io fui
obrigado para desaffroiiiar a le
a Molla, cscrivao vitalicio do
civel dela cidade do Recife provincia de Pernam-
buco por S. M. I. o Sr. Den] Pedro II, a quera
Dos guarde ele.
Certifico a vista des autos mencionados na pcli-
cao retro, ser o Iheor da senlenca pedida por cerli-
daona meima peticAe.da forma modo e maneira se-
guinle :
Vistos esles aulos etc.Pede o autor no libello
Tullas 7 que o reo Ihe pague a quantia de S
juros da contestara da lulo vilo como em
auno de 18j0 o inmo reo conlralou com elle au-
tor, incumbindo-o de mandar aterrar um alagado,
qoe possue na ra da Aurora, ajoslando cada braca
por 3. oh a comlh-An de pagar 00 prazo de um an-
no, depoia de concluido o mesmo aterro, que con-
lem 1j7 braca, sera que depois dese prazo ton ha
sido realizad o pagamento.
O reo deflende-se cora a conlrariedade folhas 10,
dizendo ser falso o que allega o aolor no primeiro
arligo do libello, poi propor. aterrar o lerreno sob a rondican de, depoi
dd aterrado, vender-se e do prer qu desse se dc-
dnzir um ronlo de reis para elle'ro, e o reslo para
o aulor ; que sendo rnnvencionado e acedo e nAo
havendo apnarecido compra,tem deixado o aulor do
ser indemnisado, o que ludo visto e omais dos au-
los : Altendendo que nao obslante reennhecer o
reo e constar dos depomentos de foshsa 1 a folha
19, que o autor fez o sierro de que
e Irala perlcn-
reine a roesmn reo, com ludo nao esta prevado que
ontar a le vilmente ultrajada o ronlrato .eellectuou nos termes indicados no ni-
ln orgulbo, suppoe-se acuna meiro arligo do libello, e nem que o proro de cada
braca foi pela quaulia ahi indicada, que dos tres
depmmeutos de folhas 20 a folhas 23, bem e dc-
prenende que o contrato foi celebrado nos (erraos
constantes do sesundoarligo da conlrariedade, sera
qne pnssa por-se era duvida qoe a lerceira leslemu-
nha a folhas 22 Verso, fallando ao autor acerca do
._ contrata foi no sentido de que trata a mesma con-
por quem, em seu
dejla.
Sou seu constante leilor e assignaqle
lao Utwralcet ttodriguet Franca.
Oltnda 2j de julho de 1836.
MEI'IIODO.MNEMOMCO DE I.ER ESCREVER E
CONTAR.
Illas. Sr. Francisco Manoel Raposo de Almeida.
Havendo eu lido no Liberal l'ernamburann al-
gunsardgos exlrahidos da .Semana,peridico da cor-
e "V" '" ,0Sio melhodo mnemonico, desde lo
go aesejei ler delle conhecimento ; masera vio, ate
S* n" do">ingo 3 da agosto, encontrando com o
Viva rA.5e"e,ariu da ''o' Rl dos estados
i.ri?,,'i",b( 1ue Puuia exemplar, o
qual nao pude obler scuAo na segunda feira as 5 da
arde ; apesar de me achar bstanle fatigado, po,
ler nesse da110.lal.do ama escola filial do melhodo
Casldho qa Ireguazia da Boa-Vi.la.coro ludo era tal
a miaba aueiedade por couhecer o melhodo mne-
monico, que o prescrolei era toda essa noite : para
logo depare coro a vossa felicissima lembranra, da
com cinco caracteres, oblermos as aeis ubalaa'liva-
dezenove inflcxes, e as qualro consoanle* eompos-
las. e ludo dividido em familia, homoeeoeas, de-
' i >-s 1 pr"an a l,elene'd Pdaide*ca do alfabeto
1 lo rio aDl'S- -Xc>mos,''l'rin"P'0 ''je me.010 a p la
.1" ,m P"u"< e como nao *ou exclasivida, reforcarei
o melbudo porluguez com as parles qoe me sio co-
nhecidas do vosso precioso melhodo mneraonieo.
Eslou cerlo que o Exm. Sr. conselheiro senador Fu -
zebiu de (Jueiroz Coulinho, qo* *e dignou aceitar a
vossa preciosaolferta,nAo olvidar protgela,mrmen-
le no especial lugar que oca-upa da inspector geral da
ostrocrao publica. Os serviros han-unitarios qoevns,
senhor, estis fazendo a tiero da homanidada, ha* de
ser recompensados pela Providencia, ella tem os
seas escolhid-s, e a nsneneia do bem que prati-
cai, he a vossa mais al(a recompensa. Todo pela
patria, dizen vos, Sr.. os que compremiaWem esta
missilo, e acudirem ao appello, conlem qo* terio
por patrimonio para o redo da vida a maia alia eon-
sideraeao, e a mais legitima influencia putdica. Este
heo premio a que s aspirara os eoraroes verdadeira-
mente humanilarios.
Recite j de agosto de I83S.
Soo vosso admirador e adepto. Francisco de
l-reitas Gamboa, prufessor pelo melhodo Casli-
Iho.
Senkoru redactores.Vor mudas ve/es tenho
cebjdo diversos avisas de que se leda coolra a m
-- aborta tor inuilas
e depois de mivir o Sr. b.igadeiro Alcixo que deca- s"**l**Jf>"*zo Rraiid,T9T Tralei logo de reme-
rou ter emprestado ao aecusado aigum diulieiro pa- lar _:"_ ro.' 'anrando elle, enlre outras mate-
___1 p.
ra auxilio de soa alforna, apresenloa suas resposlas
aos diversos quesilo das quae pareca que era seu
intento absolver oreo, pois que reconhecendo o fac-
to da lirada no dinheiro negavam a violencia, e des-
te modo rediizinilo.se o crime a furto deixa
va de caber a accusaeAo jualica; mas leve o con
seibo de vollar para reconsiderar a materia em vir-
lude de urna conlradiccAo, por quanlo tendo ne-
gado a violencia rcspiraderain|depois aflirmativamen-
le a oulro quesilo sobre se o reo para accommeller
nha exKleucia, mas nao lendo, nem coohecendo un- i ""dadp, o que combina cm o depoimenlo a fo-
uiigo algum figadal, seno roinha mulher D. Atina v'',s',' 1ue *e i,r"'i>"a rom o de folhas 20
Joaquina de Mello, nao poda acreditar que ella pre- v,r"' **"do de nolar que a leslemonha do aulor
medilasse ora tal ademado, ou mesmoque arcolhea-1 a."Ao ser*m someule cora referenria a elle, nao mi-
se os Don* cnnselho qoe nese cutido Ihe bao sido n"'l""n um crcumslancia qualquer que iuduza a
dados por alguns especuladores de ambos os sexos n,na P,00h'ddadeao menos de oue o contrato foi
que a rodei.un, enlre os quaes mudo se tem distin- "u Iernl"s P<"" el'e allegado, o que nao snecede cora
guido ura tapurk nojenlo que se diz chamar Frau- ', a* ? rco i'1!0 improcedente a accaosustentada fi-
cisco llrandao Paes Brrelo, e que coin ella mora e canc, salvo :ln a'or o ditedo de er indemnizado
vive moito hnneslamciile. I Pel valor rto terreno segundo o ajnsle conslaule da
E se bem que miuha sania mulher, me lenha des- i co",r:,r",|aile. E pague o mesmo autor as cusas,
fechado golpes mudo mais dolorososque o da morle ..,'!* ,0de '1Dri1 l,e 1851-Custodio Manoel da
com o emprego de mil infamia que tem posto era ,,u,mi,f-
obra contra mim; na poda acreditar, repilo, que niais e nAo coiitinha e nem nutra coua algu-
ella assenlisse em tirara vida, a quem por duas ve- i m'1 se <,erlari,va em dita sealenea aqu extrahida por
ze Ihe salvou a sua : favor esle, que ella rievia cou-! f.erl" d"s P^pno aulos, aos quaes me repodo.
ue. I Cerldicando mais por constar dos mesmos aolos que
o aulor Francisco Itolelho de Anliade inlerpoz o
reeurso de appellarAo para o tribunal da relacao
da mencionada senlenca. O referido he verdade e
consta desalos e lertno de appellacAo assignado pe-
lo dito Francisco Rolclho de Andrade, aos qoaes mi
reporto. E vai a prsenle na verdade sem coasa
que duvida face, por mim sulisciipta c assignada
nesla cidade do Recife ilej'ernamhucn ios 19 dias
do mez de julho do anuo d Nascimenlo de No-sc
Senhor Jess Chrislo de 18j, trigsimo qainlo da
Ji'dependenria e do imperio do Brasil. Subsrrevi a
lenei, em f da verdade.Manoel Jos' da Moda.
bstava sellada.'
icao na forma do libello. la-nos esque- servar semPrc "a memoria, quando mesmo se esque-
dizerqueoDr. promolor fallando da ab- cc',e<""ro mudos que Ihe prestei.
o reo, allribuindo-a a alguein que segn- Constnu-me porem a das, que ura novo Churina-
.,.~...~____^ ..___...._ *. ^ fase lile ,i! irar.ri -,-n ., nnn...xn a. i-, _. -.
da se Ihe ullerecera para a execujAo de 13o merito-
ria empreza, mesmo de dia, e cm minlut casa, seudo
preciso.
E de feito : domingo 3 do correnle, vendo eu lo-
go de manilla, que nm cachorro que tenho sempre
na aseada, apreaealavi lodo os,iguaes de envenena-
roeolo, occorreu-.ne tambera logo a crcumslancia
de, na vspero, leijuierondal
ras, urna grande bolla de sebo preparada, verdiiiuei
o euveneuamento.
Sahi larde, e recolhendo-rae para casa 8 s horas
da node, achei ja dous escrav meus, e alguns vizi-
nbos, pmrurai, lo-iue assuslados, para avisarem-me
de que, loda a (arde fui procurado por don homeiis
descunhecido de m catadura, leudo um delles cer-
lo ar de ferrabraz ; os quaes, recusando-se adiser
para o qoe me procuravam, foram esperar-me nu caes
do Hamos e junio ao ineu portao, al ao auoilecer,
S>ftricfra$
__ _^-----. -, ...w J-..M 5Dii iuu idid dituiiiiiifttrt ,tH.. it j- a .---------------.-^*,,
o crime pralicara os dous fados declarados anterior- ', f ,ad'"os .de. e"s designio, tinislros.
menle, Islo he, a lirada do dinheiro e a violencia.
Reconsiderada a materia sahiram-se da conlradic-
cAo reconhecenilo a violencia; e assim, e porque
recouheceram mais as aggravanles indicada na ac-
cusacao foi ao reo imposta a pena de oito annos de
gales e mulla de 20 por cenlo s "bre a quantia rou-
bada, gr.-o mximo do arl. 29 du cdigo penal.
Parece-nos que o Dr. juiz de direiio confeccio-
nando os quesiloscingio-se ao Formulario; mas nAo
podemos comprehender a necessidade do terceiro
quesilo: enlrelanl senAo vaio tal qnesilo qoe deu
locar contradicho eaojury refloclir sobre sua
resposlas, ficaria lalvez impune um criminoso, ro
a nosso ver, se se poder contestar a juslica de cou-
E-----------------------------------.. .....v.. .-..,,,,,. 3.
soube depois que um delles be um valeniao, moito
conhedilo nos Remedios e em Fernando, onde aca-
ban 110 cumprir uina senlenca.
l'daVer que|rae engae, mas contino a du \ ido r :
no enlamo lomei algumas providencias, e declaro a
esses.ou a oulro qualquer, qoe uAo Ibes virarei as
costas se liverem a coragem de me proenrarem pela
frente ; nem me occullareide pessoaalguma quaudo
esliver era casa ; nem deixarei de andar na ra, a
loda a hora do da, e da node como coslumo.
Elou preparado para o ultimo do sacrificios : e
confiado nicamente na Divina Providencia, asseve-
ro e juro miuha sania mulher, que nada dislo me
fara fugir diiqai, nem mover da resolurAo em que
Ai.t a. -- ______._____ ... "
demnacao no maxi.no e que o acensado fora o prin- a '2' Y V S e'" r tr,,n8e'0, *
i.n.,1 ..,,.. a. ______? r.. oireidos de marido, nnr ella i.u, vim.........,i^,<
cipal aulor do crime, nao se podera lodavia dizer
que o lal fmulo fusse inleiramente fiel a seu amo,
que nenhoma parte livesse no crime.
o rreSponfc cnciaS.
r.s. redactores. Por divewas vezes lemos'ouvi-
do queixas amargas conlra o Sr. administrador da
mesa das renda internas, pela arrogancia demanei-
ras e Iralo inslenle que tem adoptado para com as
pes-oas que naquella eslacao lera pendencias ; mas
confiando no bom concedo de qoe goza o Sf. La-
cerda, quucr comu bom empregado, quer ;como in-
lelligenle, liiihamos para mis que esas qoeixa-
no passavam de exagetarAo de algum desconlcns
le, por nao er em lempo despachado.
Agora, porem, depois que observamos a cena trisle
e vergonbosa dada na rcparlicAodn sello, eujo prin-
cipal aelor foi o seu administrador, convencemni-
nos de que, anda 11A0 se diz ludo a respedo da in-
solencias,vi..lencias e grosseiia de cerlos pachas, que
julgam urna cadeira de chefe de reparlirAo um Ihro-
110 da Indias...
Foi no dia 31 do prximo passado que naquella
repartidlo deu-sa um es|>erlaculo. que bem revella
carcter vilenlo de seu chefe, que nesla cidade se
leo. qua*i que tornado o tulii dos empregados pu-
blico. O Sr. Victorino Jos de Soaza Travassos,
bem conhecido enlre nos como bomem honesto e
honrado, empregado no tita como solicilarior, indo
a essa re|iarlirAo pagar o irapuslo de escravo por lur-
te de um sen constduinle das Alagoas, foi-lhe dito
por um empregado que nAo era possivel o qoe que-
ra naquella dia por se achar fechada a receila ; ven-
do porem o Sr. Travassos, que os iniere-ses do seo
ronsliluinte erara prejudcaoo por terem oi'otliraes
da fazrnda de preceder a peiihora se nAo fose apre-
seulado o compel-nle ciintieciiiieiil, resolveu enten-
der-e cora Sr. Lcenla, pedindo-lhe urna deelara-
rSo que servase para suspender a exerucAo qoe ame-
aeava sen conslituinle; mas qual 11A0 foi a sua or-
preza, quando vio que, em vez de ser ouvido com 111 -'"*""" ""i c V !'"< i""."-
delicadeza, foi recebido desabridamente como e fos-! r. subdelegado e mais pasaos que se d-
se elle algum criado, ou comensal desse senhor.' 'JS?!? P"? proceder-se a vesloria, pareca
direidos de marido, por ella lAo vilmeule calcados.
Quero ainda crer que muida raolher se cementa-
ra cm o inilhAo de ultrajes e vilipendio alrozes que
sobre mim tem derramado, e que esles nsvot indi-
cios, sao oolra tantas ameacas com que u tanto lem-
po me atormenta : mu com ludo, eu a Taco desde
ja responsavel peranle Dos, e peranle as autorida-
des do paiz, por todo e qoalqocr mal prsico que
houver de acoutecer-me ; e nem so a ella, como a
lodo os seus comparras com quem convive.
Punge-me n'alma levar ao prelo esla declararan,
mas he que a medida do soffrimemo j transborda a
eu nao quero morCer calado.
Pernambuco ."> do agosto de 18.">(>.
Guilherme Augusto liodrigues Selle.
Um caso guapo e gosloso deu-se uo I.* do corren-
le mez as seis para as sele horas da manhaa no Re-
medio, uo sitio do Sr. eraldo Jos Pareira.
Viziolio delle he o Sr. Seraphim, que letn urnas
vaccas de leile, que por vezes em seu sitio ha entra-
do e por islo j lem ido em presenra do Sr. subde-
ledegado dos Afogados, Carueiro. ".Na manhaa do
da cima dila entrando ellas 00 sitio do referido Sr.,
este mandou cerca-las e prende-las para novameute
leva-las a pie-enea do mesmo subdelegado.
\ endo-o o Sr. Seraphim, corre sobre ellas acom-
panhado de um escravo e quer violenlamenla bola-
las pira fra, por nao as deixar sabir o Sr. Heraldo.
Ao que rasislindo esle, avance para elle o Sr. Sera-
phim e liveram ahi forlc luta. do que sahiram ara-
bos fertdos, lornaiulo-seo conflicto bastante perigoso
por vir em soccorro do Sr. Seraphim scu filho com
urna faca nua na mao. leutando por varias vezes
aecummcl(e-lo para qnerer fura-lo, que nao canse-
guio por enconlrar em defeza o cunbado do Sr. He-
raldo armado, que deu lempo a qne chegusse o Sr.
subdelegado acompanhado do inspector de quarlei-
rau e dous soldados de polica, que ludo esbarrou,
prendendo lauto o Sr. Seraphim como o seo filho,
depois de averiguar u raso, levando juntamente as
vareas para o deposito.
Al aqu est referido o fado, c que pela ponlua-
l.e-so no Portugal :
rali-uto -urioso.--|)emar*ie dias um calculo cu-
iso acarea da vida; agoi'*- vai oulre n'outro sentid.
alieleeido, como poulo de partida, que a viua uu-
sessenta annos, segue-se que o homcm come vin-
e tres moios de pao ; bebe, pura, ou em cha ou
afe, '-riiil.i tunis d'agua ; e gas(a em oulros usos,
cenlo e oilenla loneis, consom a comer, cinco an-
uos ; a fumar, anuo e meio, a lomar tabaco, man
de dous ; a lavar-se, a Tazcr a barba, dous annos;
e a dormir mais de deznilo
Crescendo ss unhas em rada semana ama linha e
i ajearte, vm a crescer n'um anuo seis polegadas :
em sessenta annos lem o homcm corlado sete vara
d unhas, que multiplicadas por vinte, da cenlo e
quareuta varas que se deilam rra desla subs-
tancia.
Do mesmo modo, o cabello crescendo regularmen-
te oito pnlegalas cada auno, lem e cortado no fim
de sessenta annos seis bracas de cabello, e rapado
oulras seis de barba.
Qne paciencia a do calculista '.'
fontal do Commerrio de Lisboa;.
^jtblicacBeS apc^dD.
O Sr. Irnvassos esiranhando aquelle procedimenlo,
sem duvida de um meslre escola dos Cariris, fez-lhe
ver que nAo era assim que ora chefe de reparlicao
deveria tratar a uina parte ; pois, senhores redacto-
res, Sr. I.acerda teve a animosidade de araearar o
pacifico Sr. Travao de inanda-lo laucar fora' por
esbirro, ou soldados Ouem couhecer o Sr. I.acer
da, e souber o que sobrera alguns dos seus subordi-
nados, quem vir contar geralmeidea maneira brus
ca ci ni que esse humera acceda na sui reparlicao
qtialquerraclamaoAo. conveneer-se-li.i que nAo es-
tamos inventando nem invectivando.
"'os paramos aqui, c pedimos ao publico que ajui-
se bem de diversas cousas que se lem ddo do carc-
ter vilenlo do Sr. I.arcilla.
Mais nada. Sou Srs. redactores t m que vio.
.1 juslica. U processo foi eito pela subdelegada
'uro da Panella.
-sena corpo Srs. redactores.Em seu respeilavel jornal u.
emqeestoes 1/2 de 22 do correnle inserirn] Vmcs., a pedido
licto ser feito | meu, urna pelirAo de remiso an conselho da revi-la
ludo seguir de sorle, que nAo ficasse menoscabada ..
juslica. Mas engauei-nie, porque ale depois de cs-
lar se tratando de acomniodarn devendo nesle caso
sujeilar-se o Sr. Seraphim a pagar as desperas occor-
ridas e o damno causado pelas vaccas no silio ; he
quando sola o Sr. subdelegado a ambos os crimino-
so, cuidando nina historia de onca ao Sr. Heraldo,
e dizendo-lhe vocalmente, que elle se compromellia
pelo que honvesse do succeder-lhe !
Bravo e bravissimo islo he que he juslira reda,
assim he que garanle-se a vida c os diredos de qual-
quer eidadao No cidanto, al j andan, as vaccas
pcrlo do silio do Sr. Heraldo Todo e qualquer
resudado mao nAo correr por conla do Sr. subde-
legado dos Afogados? Paleulein o caso pelas fallas
publica, ja que juslira 11A0 encoiilrou no referido
Sr. subdelegado o pacienta Sr. Heraldo Jos P-
reira.
/ m .seu viiinlio
des
p 1 li Tem sua miss3o.
IV
(. crime que fez objeclo do ulgamonto do dia .">
lanthem nAodeixava de Intercalar grandemente a
juslica pela sua gravidade. Trateva-ea de um roubi
de inmnia avull.ida. pralicado com fri a premedi-
tad 1 calculo. Ha ou anuos o Sr. bario de Suas-
suna deliberava ir corle alim de lomar prtenos
Iralialhos do senado de que he mcrabru: durante sua
aos inda asaehtaram que deviam augmenlar a circu-
i i

A
L
los, -i- ,1111 lu as diposires expressas da le. Ke*sa
publicarao de proposito deixci de fazer observar.o
alguma, certo de que era i-so desnecessario para o
publico sensalo. a quem nicamente baslava a sim-
ples expo-irAo du acontecido para formar um com-
pleto concedo do eapilo VirAes, se be queja de ha
mudo nao o lem formado pelas gentilezas desse r.t-
pdAo nesla cidade.
I'ois bem ; acra que a miaba pelicjlo ja foi aiire-
senlada ao conselho de revisla, mister se (-z, que
eu informe an publico qual a decisao que Ihe e-lava
destinada, e que ltimamente Ihe deram. Comple-
se o lal conselho dos Illms. Srs. Dr. juiz municipal
ose nuinliun de Ca-tro l.eao. coronel Joaquim
Cavakanti de Albuquerque, e leiienle-coroiu I Ma-
noel Amonio do Passos e Silva. O primeiro desses
senhores, pelo espirito |de juslira e imparciali lade,
qaer como auloridade. quer como bomem particular,
depois de maduramente rellerlir nobre a minha pe-
tirdo, e examinar
.-=..... a-.rm.di.i que oeviam augmenlar a circo- (icAo, e examinar os documentos que exuberante
lae; o cem eignns petaefies seibos qoe o Sr. barao (i- .nenie provav.ro Indo quanlo nel?. ,"Uei n
nh. guardado; e, segundo ouvimos dizer, so na oc- Irepidou eu, dar o seu voto a meo favor uo'r ver
5? ^iUZZSSrjr!*.....'." Para. banf0 '."""" qne ei. fallava com a I. n, U aoe
do bao he accionista, foi que o roobado dera pela
fall 1 dos laas patari.es em importancia a nos nSo en-
gaojaruos superior a qaareola cnnio= de reis. Dizein

- ... na mao, e qoe
linha a juslira de meu lado. I m semelhants voto,
portauto, me eoche de orimlho e lifarAo por er
de um magistrado eDcaoeritlo na prslica* da jolgar,
Srs. redactores.Consla-me, nao obslante um
aiiiiuiici queja fiz ha das nesle jornal,qoe alguein
quer comprar a Sra. D. Floresta Alexandrina de
Henezes, viuva ilc 1 orlunalo Cofraia de Mcnezes,
um lerreno sito na ra da Aurora: como um tal ter-
reno nAo pe lenco boje mais a esla senhnra, que
nelle SO (em um conlo de reis em virtud* de un a
senlenca queja passou em julgado, alm de que elle
*e nena embargado por mim e depositada a quantia
de om conlo de res perlenccnle a mesma senhora,
de novo venho prevenir ao publico para qua alguem
an depois lulo se chame a ignorancia ; e para mais
clareza publico o docnmenlus abaixo que compro-
vara u meu direiio.
Francisco Botella) de Andrade.
DOCUMENTOS.
X. 1.Manoel Jos da Molla, escrivao vitalicio do
civel desla cidade do Recife provincia de Pernam-
buco por S. M. I. e C. o Sr. Dora Pedro II a
quem lieos guarde etc.
Certifico a vila dos aulos mencionados na pelicAo
supra. ser o Iheor da conlrariedade pedida por cer-
t idao da forma, modo e maneira segrate -
Comrariando libello a folhas 7 diz Fortnalo
Crrela de Mcnezes o s*gninle :
E sendo careenProvar que Domando o reo
um lerreno na roa da Aurora em parle alagado em
virtud da ordem da presidencia deviam er ditos
lerrenos alerrados, roas jirovar que achando-se o
reo fallo de rneios pira mandar fazer diln aterro,
roquereu ao F.im. Sr. presidenta para Ihe conceder
luaioi tanaca, ltenla a falla de uie.-. em qu nu
Illm. Srs. Em observancia ao que me foi por
Vv. S. determinado em ollicio de It do crrenle,
proced no dia 19, com o engenheiro cordeador desla
cmara, e os peritos Theodoro Ramps, Francisco
\avir Soares e Jos Francisco Teixeira, e com as-
sislencia do proprielario Rernardo Aidonio de Mi-
randa e de cinco leslemunbas|couhecidas, .1 vesl.,ria
na casa sila na ra do l.iyraraeiilo, e que- .ambem
faz frente para as ras do (Jueimado e,do Rangcl, e
da qual Ao propietarios o mesme Bernardo Amo-
nio de Miranda e outros herdeiro- de Joaquim Jos
de Miranda, e o resudado de semelhanle vesloria
consta do termo que incluso acharAo Vv. Ss., rogan-
do a Vv. S. se sirvam mandar pagar aos peritos o
seo traballu, no qoal foram bastante minuciosos.
Dos guarde a Vv. Ss. FisraliracAo da freguezia
de Santo Ai.lomo do Recife 21 de julho de 18.'*.
Illms. Srs. presidente e vereodores da cmara mu-
nicipal desla cidade.O fiscal, Mauoel Jowmim da
Silra llibetro.
Conforme.O secretario, Manoel Ftrreira Accioli.
Termo de exame fedo na casa de sobrado de dous
andares 11. 1, sila ua ra do l.ivramcrilo, e que faz
Treme tambem para as ras doTJueimado e llau-
gel. da qual he proprielario Reman Antonio de
Miranda c oulros herdeiro- de Joaquim Jo de
Miranda.
Aos 19 de julho de 1856, nesla cidade do Recife e
freguezia de Santo Antonio, eudo na roa d l.ivra-
menlo, aoude reunidos foram viudos o fiscal da mes-
ma freguezia, Manoel Joaquim da Silva Ribeiro, o
engenheiro cordeador da cmara municipal, Amonio
Feliciano Rodrigues Selle, os peritos Theodoro
Ramp, l-rancisro Xavier Soares e Jos Francisco
leixeira, o proprielario e lestamenleirn Rernardo
Antonio de Miranda, e as teslemnnha Albino Jos
da Silva, Jos Marlins da Cruz, Manoel Rodrigues
da Silva, e Victorino de Castro Honra, ledos abaixo
a-signados, roniigo escrivao do mesmo fiscal, para
ellei.o de ser examinada a casa n. I, sila na roa do
l.ivramenlo, e que f-z tiinbem frente para as mas
do Oueunado e Rangol, de conformidade com que
foi determinado ao dito fiscal, pela cmara munici-
pal desla cidade era portara de < do correnle e
depois de felas as diligencias em laes casos pratioa-
veis, de conformida le cora o arligo 1 do dolo 8 das
posturas municipaes de :t(l de lunho de 1819 : De-
clararan! :
Que o oilao da casa do lado da rua do Rangel, da
janella do segando andar ao chao, coatisba um dos-
aprumo de seis polegadas, e na altura d* nova.pal-
mo, e sobre as homhreiras das duas partas de eanio
a' cado, conlinlia o desaprumo de date* e nieta pul-
legadas.
OSie a' frenle para o lado da rna do (.lueimado
roiitinha sei fenda, sendo qne duas cram'de alio a
balso.
Que a frente para a rua do l.ivramenlo eonlinha
urna fonda disdc a corberla ale a altura do primriro
andar, sendo que esa renda ara em ditisAo do pre-
dio qoe Ihe lica immedialo.
Que do ladn da roa do Rangel, aonde conlm o
desaprumo cima mencionado, eonlinha tambero (re
leuda, sendo uina deltas un mesino lugar da hora-
breira dcsapriimada, cuja fenda couiinba meia ple-
gada pouco mais ou menos de largura, c dessa quao-
tidade erara lodas asmis fonda, pouco mais ou
menos.
Une as paredes das Ires (rentes do predio, linliam
doos palmos e seis pellegedaa de groaron, e qoe o*
obles desde o frerhal al a comieira eram sin-
glos. Declaro o penio Jos Franciico Teixeira, co-
mo meslre campia o seguinte :
(Jus exainiiaud o a-snalbo do primeiro c segun-
do an lares, rec-inheceu esse assoalho abatido cm dif-
ferenles parle-, estando convencido qut be i-so de-
vido a achaieiu-se podres as respectivas cabecas das
travos, se bem que 11.10 lrasse as travs do assoalho,
por entender que nao era i-so preciso, visto como ai
bravea que se aehavam arruinadas he do lado da fren-
te para a rua do Oucimado.
Oue a caberla da casa se acba em mao estado, por
&owmtttk*
- CAMBIOS.
sobre Londres, 2i d. por I;.
Caris, 3tu rs. por r.
Lisboa. 100 por 100.
11 Rio de Janeiro. IjSa I por 0|o a 1 j e :t0 da*.
Acres do Banco, SS Oill dc premio.
Aceoe da companhia de Beberibe. ,"4nO00
Arcos da companhia Peruambncana ao par.
I 11I1 lade Publica, 30 por cenlo de premio'
Indemiiisadora. 52 por % de premio.
11 da estrada de Ierro 50 por Oh) da premio
sobre a entrada.
Disconte de ledras, de 7 a !1 por Oin.
MKTAK.S.
(juro.Onras despalilllas. 283 a SKa.VXI
Mnedas de 3100 vellias .... 16x000
e 9100 novas I
> 43000.......
Prala.Palacoes brasileiros......
Pesos coliiiunarios......
11 mexicanos.....,
ALFANDEtiA.
Hendimenlo do dia 1 a i. .
dem do dia ..,... .
4l37la4-|R
'TfJHI
ail Paran, ido dos nostos do Sui,
agencia, riir.ile.tnu o seguale :
a Domingo* Jos F*i-
57:75S.'>22
Descqrregam ho/e de agosto.
Barca americana F.. Tay farinha de trigo.
Barca americanaRoebockbolachinha.
Brigae bratileiroSagitariodiverso* gneros.
IMPOHTACAO.
linde nacional Dous Amigos a vindo do Mara-
n liAu, consignado a Antonio l.uiz de Ol veda Aze-
vedo, maoifeslou o segointe :
20 saceos com 5'J meios alqneires ile cay. I.-I dita
com .111 aj, ujjjre de carrarwlo ; a Ellene Cban-
Vapor nacin
consignado a agencia, nj'r.ilnslou o segu
2 saceos e 2 panoeiroi arroz; a Francisco Ka-
dichc. '
20 caixotes ignorase
reir CubnarAes.
1 voliiiue ddo ; a Manoel Conr.ilves da Silva.
21 .Idos dito ; a Eliziari* Aalaio dos Sanios.
.1 ditos ddo ; a Jos Pereda Vianna.
1 caixote ddo ; a Jos Antonio Bastos.
I volunte ddo ; a Carlos Fiedlir.
1 caixa de billia ; a Pedro Velloso Ribeiro.
1 pequeo volunte ; a Rosal Irrnaor.
1 volme ignora-.e ; a Aolonio Pereda de Oli-
veira Hamos.
1 dito dito ; a Domingo Monteiro Peixot*.
1 caixnle dito ; a (1. F. S. Carvalho.
1 dito dito ; a l. C. Coelho da Silva.
I dito dito ; a Exm. Baroneza de Beberibe.
i ditos dito ; a presidente da movinda.
II ditos dito ; a Scharamm Whailv 'A Comiu-
nhia.
I di! dito ; a Joao de Aquino Ca-par.
I caixinli.i dito ; ,., Scharamm Whally A-Ceea-
panhia. w
1 caivole orlo ; a Lima Jnior & C.
100 cestos ditos ; a Eduardo Wflon Jnior.
Barca americana Koebork, a vioda de Rteh-
moud, consignada .1 Rostron Kuoker 4 C, mani.ri-
tou o seguinte :
3,606 barricas c 557 meias com farinha de Irla,
9 meia* caixas cha ; aos rnnsignalaries.
CONSULADO BRAL.
Rendimanto do da I a 4
Idem do dia
6:lflM0
7:3fJ8j9
i.'IVEKSAS
Rendiraeiito do dis f a
Idem do dia .
PROVINCIAS.
378S6W
72J193
oil!r77
DESPACHOS DE EXPORTACAn VtijTisk
DO CONSCI.XDO DESTA, CIDADE VO IHA
5 UE AGOSTO DE 18.56.
Bucnos-A> resPolaca hespanhola Ignaeitas, A-
nioriiu iriuAo & Companhia, 50 |>ipas agoarden-
le, 301) Harneas assucar branco.
Buenos-A v resEscuna hrasileira tn/elota, Issac,
Curio ,\ Companhia, 30 barricas assucar taraaeo.
LivertioolBrigue iuglezEmma,Sauoders Bmlrts
O l'.umpanbia, 28 saccas algod.io.
LisboaBrigue |iorlncue< nslanle, Thomiz de
Aquino Fonseca V- Filho, 350 saceos assucar ma*-
ravadn.
LiverpoolBarra ingiera "Miranda. Rostron |tn-
Ker c\ .mpanliH. 210 saceos assucar mascarada
HECEBEDOKIA DE RENDAS INTEHNAS l,K-
ilAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeiiin do dia 1 a i
dem do dia 5
4:101*112
t:l!S7Hl
.xSSaftn.
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendlrnenio dodia
Idem do da
I a I
:9!7t9l7
2:.W23.V5
9:3IO|442
PAITA
dos preros correnle* ilo assucar. algodn e mais,
eneros do paiz. que se despacham na 'mesa h
consulado dc l'cnmmbnco. na semana <
o'.lde agosto de \K*.
Assucar cm caivas branca I. qualidade a
1) M mase. ........ -
bar. e sac. branco. t -
i n 11 111,ii aiado .....
rrfiuado.......... B
AlgodAo cm pluma de |.a qualidade
i) 11 >i 2.* y .
" "- 3." a
cm rarorn...... .
Espirito do agurdenle......ranada
Agurdenle cachara........ ,
a dc cann.........
rcslilada......... ,.
" du reino........
Lene],1.1
l.icur ,
quanlo 0111a das lerjas do lado da roa do Rangel
existe rolada a sobre um ponlalele de um caibro'
que desranca sobre o rcparmeuto daxasa assim
como que una oulra Ierra do lado da rAdo'l ivra
ment, acba se qu-si uo mesmo estado daquella ob-
servando que o mao eslado da robera e a falla de
amarracAo na madeiras que descansara sobre a em-
.^.n.TI10 'm ron,-orrirto P*f o desaprumo que
se ola no predio.
Declararan, lodo: os perito lioalmetile, que o la-
ciiiada
botija
caada
gafrafa
Iqueire
Arroz pilado duas arroban um
cm rasca........... a
Azeilc dc mamona........caada
mcndohim........ ,,
11 dc pcixo......... ,:
Cacea............
Aves araras......
papagaios......
11 dail'.i-...........
B sendos.........
Caf Imiih...........
o I e--lidli.i.......
a um cttsri .....
. 1)
urna
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muido.........
Carne secca ........
Cocos com casca......
Charutos bons.......
ordinarios ....
regala e primor
Cera de carnauba......
em velas.......,
Cobre Novo mao d'obra
Couros de boi salgados
verdes.........
espitados......
> de uuca .......
cabra corlidos .
Caacliimbo. .....'.,..
Esleirs de preperi.........urna
Doce de calda.........,
11 > goiaba.......
v secco.........,
jalea ......
Entupa nacional........
eslrangeira, mao d'obra
Engalladores grandes.....
> pequeos....
Firinlia de mandioca.....
millio.......
aramia.....
FcijSo............
Fumo bom ........
ordinario..... .
ein folha boin......
ordinario ....
o restolho.....
Iperacuanha.........
tioruma............
liengibre...........
l.cuha da adas grandes ....
pequeas .
"\t. (oros.....
l'rauchas de amarello de 2 costados urna
11 louro.........
Costado de amarello de 3o a 40 p. de
c. e 2 > a 3 de I.....
i> del dito Nsuacs.......
Cosladiuto de dilo........
Soalmvntp lito...........
Foito de'.lito '......."."!!.'
Costado d. louro ;.....
CosladinlioXde dito........
Soalho de -Jilo...........
Forro rln/ dito..........'
i cedro ..... .....
'fj/xt do lalajulia ....
Yaras de parreira ....
,' aguilliadas.......
i ii quiris..........
Ein obras rodas de sicupira para c. par
u i) elxos ii ii
i lOjOOO
J> JJ500
cenlo doOOO
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700
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1) I3|000
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15-5000
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urna !>200
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0 ?200
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9 1-5600
u 1$000
mu 25000
I.5OOO
alqueire I500O
1 -ij.500
- SJ0O0
alqueire SJOOO
O'|0 DE PEMAUBUCO QIH TA FUM 6 QE AOGSTO 1856
ficado, sujeilus mulla enmminada no artigo 126 I Luiza, irmaa de,
a>
alq.
9
cento
11

, quintal
lii/ia
M. lar........
Milho......
Pedra de amular
filtrar .
o rebolos
Ponas de boi .
Pinssava.....
Sola ou vaqueta.
Sebo ein rama .
l'elles de carneiro
Salsa | Tapioca.....
tahas de boi .
Sabao ......
Vinagre pipa .
V V
. caada
. alqueire
. urna
. s
. i)
. renco'
. raolho
. rucio
. la)
. urna
. ii
. ceulo
.
1O3OOO
63000
95000
63OOO
jOOO
320O0
33OOO
23000
23)00
3000
H3OOO
213000
163000
303(100
U5000
03000
"3000
43000
83000
6000
43000
23OOO
25.500
13280
3600
msf>
13280
265O00
203000
5280
23OOO
3610
63000
800
43200
8200
3.5500
64, JB60
I63OOO
33.500
3300
3120
309000
^Ui9mtmt0 ve pono.
.-vacos entrono* no dia 5.
Lisboa31 dias, brigue poriugue/. Soberano, de
1.58 louela las, capitn Manoel Auluuio uerreiro,
oquipagem 15, carga vinlio e mais gneros ; a
:'ia uciseu Severiann Ksbello o Filho. Passa,-ei-
ios, Jos Barbosa, Jos Bonito Aljan. Perlence ao
porto da l.nlioa. Ficou ein observarlo pela re-
pariicao da saade.
Barcellon por Malaga% dias, polaca hespanhola
Atrevida, de 153 toneladas, capilito Joo Abr',
equipagem 11, carga viudos e ijVn- generoi; a
Aranaga iV. llry.n. Alen da car. m~ts 25 lae-
ladas de pedru l!i>rJjMce o porto ijorflarcelluna.
Londres5 f*aj>nlaw eiptUo JaT*at aiilitra, equipirfnrT.-l
carga Tazendis e plvoras ma'u gneros ; a Rollie
iSl Bidoulac. Perteoce ao^orto de Jersey.
0iU&.
0 lenenle-corouel Joan Valenlim Villela, jaiz de
1.1/. de priiiieiro auno do primeiro rustrido da fre-
aiezia do SS. Sacramento do bairro de Santo An-
tonio da cidade do Recite, etc.
Fajo saber, que achaudo-se designado o dia 7 de
setembro prximo futuro par a eleicAo de juizes de
paz do primeiro e eguudo districtos desla freguezia,
e de vereadores deste municipio, segundo as ordena
iju me foram commonicadas pela cunara munici-
pal, em oflicio de 30 do mez ltimamente findo, e
111 cumpriinento do disposto no artigo 02 da le 11.
387 -le 19 de ag.ito de tsli;, devem os eleilorcs
aupplenles desta fregoezia, em numero de 49, nella
residentes, comparecer a- 9 horas do supradito dia,
em o eorpo da igreja matriz do bairro de Santo An-
tonio do Recife, afun de se orgauisar a mesa paro-
1 li al. Ilcando os que deix.ircni .de comparecer, sera
motivo legitimo, sojeilos a multa comminada no art.
126 % 5.- n. 2 da citada lei, cujos nemes se seguem :
EI.E1TOHES.
Os aeuliores :
Tenle-coronel Rodolpho Joito Barata d'Almeida.
Vilano Venancio delinques de Rezendc.
Coronel Domneos Alfonso Netj Ferreira.
Ur. Joaqiinn Pires Machado Portella.
Commerciante Antonio Lu/, dos Santos.
Padre JoJo Jos da Costa Ribeiro.
I t. Antonio Epaminomlas de Mello.
Coronel Francisco Joaquim Pereira Lobo.
Major Claudino Benicio Machado.
Fltapregado publico CaeUnn Pinto de Veraa.
CapiUoJoao Antonio de Panla Ito-irimics.
Fadre-meslre JoAo Capistrano de Mondonga.
Atieres Caetano Jos Mendes.
.Alferes Jo.V Baplisla de Araujo.
Empregado publico Joan Manuel de Castro.
Tenente Francisco tte Paula Macliado.
Alferes Barlholomeo (ioedes de Mello.
Capiao JoAo Aihanazio Botelho.
Commerciante Manoel tioncalvcs Agr.
Empregado publico Joao Pereira da Silveia.
. Major Bento Jase Fernandes Barros.
l'.apil.io 1-iriinu 1 Jo-t de Uliveira.
I)r. Angelo lienriques da Silva.
I (Miente-coronel Sebastian Lopes (iuimar,ies.
l)r. Anlouio Rangal de Torres Itandeira.
Sl.PPf.EMES.
Os senhnres:
Major Jos Esidio Ferreirn.
I ir. Ignacio Firmo Xavier.
Empregado publico Joao tairiieiu l.:.n.' Soiiauo.
(aimmereiante Joaquim Bernardo dos Reis.
Alteres Joao lienriques ita Silva.
Empregado publico Theodoro Jos 'Cavares.
Commerciante Antonio Jos Monteiro.
ArOsla Dionisio Ribeiro de Vasconcellos.
lvmpregadn publico Felis Paes Pereira.
Caimmerciante Thom Lcio de Caslro.
Commerciante Joaquim Francisco de Torres Cal-
lindo.
Empregado publico Antonio Manoel Pereira Vian-
m Jnior.
lrlsU Lniz (oncalves Agr Juntar.
lommercianle Jo'aquim Vital Machado
Commercianle Melchiads Anlunrs de Almeida.
.ommerrianle Joaquim llcnriqao da Silva,
t.omm-rciante Aleiandrino Cavalcanli do Albu-
qunqne.
Tenente Asostinho Joa de Uliveira.
Empregado publico Joao Antonio da Silva Pereira.
Commerciante Manoel Jos de Oliveira.
Commerciante Francisco Comes Castellao.
Commerciante Saliro Straiim da Silva.
VIfere Antonio Manoel da Silva (iuimaracs.
Capitn Joio Narcuo Camello.
Aas.m tairibem convoco todos n cidadaos nual.li-
..dn, votantes^e,.. ;,,;, ruj, nnm,.s'roram
"*^It"I,I!"W na referida malnz. para
pessoslroeote com .ar-cer.a, a ,lar ,,, Ju,t.
' I!I 1 i" meM,i1lei- "''fvando-lhes, qoc
nao aeran adm.tl.das a, sed|a, llos w|, ^
omparecerem penalmente, hem como H que con-
l,veremnomr,,do.. aUerados. Millslituidos
por olilros, como eapressament decUra o ariino VI
deslalei eoueserao mnl..do. %& d"liS
rs. na forma do artigo 126 S7... 0,q ,e '^'^_
livo leal drisarcm de comparecer.
E para que a todos conste, maudei Tater 0 t,.csea
le, qne sera .llina.lo nos lugares inais pblicos deali
IrcEuezia, e publicado pela imprensa.
Recife, i de agoslo de 1856. E eo, Joanuj,,,
Silva Reg, escrixao o escrevi.
Joao l'atentiin lHielo.
5.' 11. 2 da citada le, cujos nnines se
EI.EITORES.
Os seohores :
Francisco Baplisla de Alineida.
Joaquim Lucio Monteiro da Franca.
Joso H^ginn de Souza Peise.
Uaooel de Almeida Lima.
Joaquim Pedro dos Santo Bozerra.
Amaro Benedicto de Sooza.
Joao Morrira de Mendonca.
Manool Joaquim Ferreira lsleves^
Joaquim Antonio de Castro Nmies.
Joao Jos de Moraes.
Joaquim Clemenle dos Saulos.
Jos Carlas de Souza Lobo.
Joaquim Jos Taran.
SliPPLENTES.
Os senliorcs :
Manoel Ferreira Arcioli.
Joao de Brilo Crrela.
Antonio da Silva u*niao.
Francisco de Oliveira Mello e Silva.
Joaquim Francisco de Paula Fisteves Clemente.
Francisco de Paina Mcira Lima.
Juslini.uio Antonio Alvcs Suares.
Juao Francisco Baslos de Oliveira.
Jnao Snarcs da Fooiswa Velloso.
Domingos dos Paasoa Miranda.
Manoel da Fonseca .Mcdeiros
Honorato Joseph de Oliveira Figueircdo.
Joaquim Joso dos Santos.
Joau das Virgen Molla.
Assim tambem convoco a lodos os cidadaos qua-
lifcadoa votantes nesla freguezia, cujos imines fo-
ram inscriptos na lisia allhada na relerida malri/.,
para pessoalmeute cnmpareccrcm a dar seus volos
ua forma dn artigQ 100 da mesma lei, observaudo-
Ihes, que nao serao adinillidas assedulas dos volan-
tes que nao comparcccrem, bem como as que conti-
verem nomes riscados, alterados 011 substituidos por
oulros, como eipressainente declara o artigo 50 da
inesma lei, e que serao multados na quantia de I13
rs. na forma do artigo 126 7.-, os que deizarem
de comparecer seui molivo legal.
E para que a tintos coo-lef mandei lazer o pre-
sente, que sera allixado nos Ingira mais pblicos
desla freguezia, e publicado pela imprensa.
Freguezia de San-Jos du Recite, 5 de agosto de
1856. Eu, Jos (oncalves de Sa, oscrivao o escrevi.
Manoel Jo*i: Tei.ieira Haslo*.
O l)r. Itulino Augusto de Almeida, juiz municipal
snppleute da segunda vara, e preparador dos pro-
cessos do jury do termo desla cidade do Recife,
etc., etc.
_ Fajo saber, que pelo Dr. Bernardo Machado da
Costa Doria, juiz de direilo da primeira vara crimi-
nal desla c miarca, me foi communicado ler designa-
do o dia 18 do correnle, pelas III horas da manlia.i.
para abrir a teroira sessao judiciaria do jur\ deslc
lermo, que trnlialhaca em dias consecutivos : tiaveu-
do procedido ao agrelo dos 18 juizos de facto, que
tem de servir na rcfe/ula seso, em eonformidade
com o rtico 326 do reculamenlo n. 120 de 31 de Ja-
neiro de 1842, foram sortea los e designados os cida-
daos seguintes :
Freguezia de San-1'ici-Pedro-Gonralves.
Joaquim Antonio Alves Ribeiro.
I.ui/. Antonio Siqueira.
lo<> Jos Comes.
Jos Goncalves Torres Jnior.
Dr. Jos Joaquim do Souza.
'Octaviano de Sooza Franca*
Antonio Concalves Fereira.
Dita do Santo-Antonio.
'n.io Bernardo de Siqueira.
Manoel (ionc,alves Ferreira e Silva.
Antonia Lu/, dos Sanios.
Amonio Primo Soarcs.
Manoel da Silva Ferreira.
Dr. Manoel Jos Pereira de Mello.
Rodolpho Joan Barala d'Almeida.
I.uiz Manoel Rodrigues Vallenca.
Or. Joaquim de Souza Reis.
Jo-e dos Saulos Nunes.
Dita de San-Jote.
Manoel Epliigeniu da Silva.
CoroueIJo' de lirito liudez.
Candido Jos da Fonseca.
Manoel de Almeida Lima.
Dita da Boa-Vista.
Christovao Ciiilhcriiie Brerkcnlcld.
Lourenco Josc de Moraes Carv.lho.
Manoel Comes de sa.
Pedro Ignacio Baplisla.
Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho.
Simplicio Josc de Mello.
Jos Caetano de Medciros.
I'ornar lino de Seno:, da Silva Cuimaraes.
Jo3o Pela de Queirosa.
Dr. Bcnto Jos aa CoslaJunior. _^__-^
Dr. Miguel Joaquim ue Caslro Mascarenias.
Jos de Barros Crrela Selle.
Amaro de Barros Correia.
Antonio da Silva Cuimaraes.
Dr. Lab Rodrigues Villares.
Capillo Antonio Jos do Sooza Cousseiro.
_ Dita .ios Afogedo,.
Felii Nunes Cavalcanli de Albuquerque.
Joao Antonia Je Fiattfredi--.
Jos Paulino e Almeida Calairiio.
Dita da Varzea.
t)r. Manoel Francisco de Paula Cavalcanli de Ai
buquerque.
Dila de San-Lourenco.
Dr. Fernando de S e Albuquerque.
Mauoel Cavalcanli de Alhoquerqur Lins.
Dita do Santo-Amaro de Jaboalao.
Francisco Anlnnio Ramos.
Manoel Pires Ferreira.
Flix Jos Pinto.
Dita !- I Mu un'. .
Manoel Ignacio de Jess.
Josc Rodrigues Paes.
A lodos osquaesea cada um de per si, bem co-
mo a todos os interessados em gera!, se convida pa-
ra eomparecerem na casa da assembla provincial,
em a sala das ses-es do jury, lano no rercrido dia
e hora, como nos mais dias aeguintes, emquanlo do-
rar a sessao, sob as penas da lei, se fallarem.
E, para que chegue noticia de lodos, mandei,
nao s paasar o presente edilal, que ser lito e alu-
zado nos lugares mais pblicos, e publirado pela
imprensa, como remeller iguaes ans subdelegados
do termo para publica-los e naodarein fazer as no-
tilicacaies necessanas aos jurados, aos culpados e as
tesiomuohas, qoc se acliaiem nos seos dislriclos.
Cidade do llecife. 2 de acost de 1856. Eu, Joa-
quim Francisco de Paula Esleves Clemeole, escrivao
do jury o subscrevi.
Itufino .111 gilo de Almeida.
A beneficiada.
M. S ma Rosa.
Lima.
Jos Alve.
Rozendo.
liuilherme.
Cirardot.
Jorge, marido de Eufrazia.
Tihurcio, amante de l.uiza.
Seuza, irmj das Almas. .
F lisberto.......
11 irmao das almas. .
n cabo de permanentes.
Miro soldados.
TERCEIIU PARTE.
Duelo e secn da operaNorma, do maestro
Btllini, pela bem Ociada e sen marido.
Secna e cavatina da opea Ernani, do maestro
Vrdi, pela beiu-firiada.
TERCEIRO ACTO
DA OPERA Ni: TOUCHEZ FAS
A LARELNE.
'Pela beneficiaila e seu marido.
V nein-ii -i 1 I., confiada 111 extrema homladc do
pu ilicu periiainbucano c cm sua recuiihecida hoi-
pllalidadc, espera toda protecrao de que neeeasila
uma artista, que anleeipailamenlu protesta seu reco-
nhecimeiito,o bem assun nltrecesua gratidao aos seus
diauus eollegM arlislas, qoe uenerosamenle se prei-
tain a oisequia-la em eu heueficio.
As pessoas que eucumniendaram bilhcles do ca-
marotes liaj.nu de os mandar buscar ale segunda
fcifa, em Cosa de sua residencia, no hotel Fran-
cisco, e desde j se acha o resto a venda ern casa
da beneficiada.
A beneficiada para maii agradar ao respeitavel
publico, aceitou o papel de Lui/.a ua comedia, os
IRMA'OS DAS ALMAS, cooliada em que Ihe se-
rn perdoada as tallas que cominetler, e principal-
nenie na prununcia porlugueza, para a qual nao
ojalga bem habilitada.
C1 especlaculo principiara' 's 8 hoias.
*>r
i?;i5>d >-.>r-.i:U.U4?jJ.
ARAC.VTV.
Iliale Exalacjlo segu com brevidade; su rece-
be passageiros : a Iralnr com Caetano Cyriaco do i;.
M., ao lado do Corpo Santo n. 25.
Para a Baha
O veleiro e bem eoohecido hiaie bruileiro sDoni
Amigos, pretende leguir para a Balda Desla S ilias,
tem a bordo paite do seu carregamculo que trou\e
do Maranhao ; para o reslo os preleiideutes enlen-
dam-se com o seu consignatario Antonio |.uiz de
Oliveira Azcvedo. ra da Cruz n. I.
A
da
carrt
-i
veleira garopeira l.ivraan, scEue alo o lini
rcsenle semana, por ler prorr.ptu parte de seu
'gamenlo ; para o reslo entendam-te com o seu
com igiialano Antonio Laia de Oliveira Azevcdo, ra
da I
;ruz n. I.
S<
sus
segu
por
para
Curi
r a ii hia
Rli DE JANEIRO.
^ue no dfl 8 do'correule o pnUrlin t
; pura > reslo da carga. pfl!-sa^<'iros
iBoni Je-
escritvus
arme, ira!a-e rom Caelaoo Cyriaco da Coila Mo-
to l*lo do Corpo Sttito n. }'.
PAHA O RIO UE JANEIRO
j* em poneos dias a polaca brasilcia i/.elosa II,
era maioi'paiie do seu carregaroeolo prompto ;
o reslo Irala-se com oj Contigoatarioa Isaac,
> & Cempanhia, na ra da Cruz n. 10.
Computihia 1H rauco-Am-
rica.1a
Ue. Vapores
. ncezes.
*ia%p3^
Esprala
si un dr-
18 docor-
r e 111 e o
vapor
f ra ucea
t.ijiinnais,
> a pi I a o
De vaulx,
do Rio de Janeiro, que seguir' para o lla-
im escala por TenerilT, Madeira c Lisboa : pa-
lo e passaueiros, na casa de L. Lecomlc Pe-
ro ,; C, ra da Crol n. O
t) abaixu assignado passageiro do vapor fran-
.yonnais, na sua ullima viageni de Lisboa a
orlo, agradece ao Sr. commaudanlc Dcvauh e
lliciaes o boto Iralameolo que recebeu.
S ildanha.
GRaf.1T
BAILE UE
mascaras
NO
Palacete dn ron da Prcia.
SAMADO!! O COKSIEME.
A casa eslara flecarte-
mente ornada e Ilumina-
da, v, m directores promet-
an a boa ordem e rgimen
do coatume.
LOTERA DORIO DE JANEIRO,
l'ui vendido na loja n. 10 da praca da
Independencia o billiete nteiro n. 27H0
com o premio r|uarto 11. "", com o de :D0(l,se outroc
muitos de KlD.s, 3008 e lOO.s. Temos re-
cebido os fiovos bilhetes da loietiu 1!) do
estado sanitario^ que seestfio legalisando,
e sera'annunciado logo que estivercm a
renda.
Quemsequizei incumbir de fazer cai-
\as parasabo de empreitada, dirija-tea
ra do Ri um fabrica da industria pernam-
bucana, que ochara' rom quem tratar.
FIACAO E TEGIDO DE
1LG0DA0.
1-
Vililj,
vrp c
ra fn
CPZ <(
seus d
.i
ia.
ue em poneos dias o patacho naco-
CONFIANEA, por ter parle do seu
carrjjamento prompto: para o resto,
; fr.ita|-sc com os consignatarios Novaes .
C
/
., nji ra du Trapiche n. ."i5.
J tara o l'ortn seguir direclamenta c com bre-
o brigoe Trovadora ; para carga 011 pasta-
lr.1l.1--e com Barroca jj Castro* ou com o ca-
a praca.
vidadej
eiros,
pio 1
ACARAC.
Scgi e uestes das o palliabole icSotiralensc, recc-
m car a e paangeiros: a tratar com Caetano Cy-
naco 1 a C. M., ao lado fio Corpo Sanio n. i. '
Ceara'.
Segnp 110 dia 7 do mez correnle o Inale Sergi-
pauo : para o resto da carga, trala-sc com (jelano
Ojnaca da C. M., ao lado do Corpo Saulo|n. 25.
O
fcciiika.
da
Manuel Jos Teiteira DaslM, cavalleiru da ordem da
llosa e juiz de paz do primeiro anno dela Trcgue-
zia de San Jos do Recite, cm virtude da lti
ele. '
Kae.0 saber, que achando-se dssignado o din 7 de
seterehro prolimo futurc para a eleicao do juizes de
paz desla fr-guezia, e de vereadores deste municipio,
segundo as oriensque me foram communicadas pe-
la cmara municipal, e em cumprmenln do dispos-
In no artigo !) da lei n. 387 de 19 de agosto de
IHiti dtvem o< eleilores esopplentes desla freguezia,
nella residentes, eomparecerem ns 9oras do supra-
roeneioondo din em o corpo da igreja de Nossa Sa-
nbora do Terco desla freguezia, que serve de ma-
triz, alim d se organizar a masa parnchial. Tirando
os pa delurem da compartear, sem molivo jmii-

j^ednra^^.
CORHJ5IO MCI!Al..
A mala que tem de conduzir o hiale brasileiro
Flor do Brasil, com destino a cidade da l'arahiba,
-fecha-se boje (6J a I hora da larde.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
t ron-cllio admiuislralivo lem de comprar o se-
guintc :
Para o \. batallido de arlilharia a pe.
I.ivros em brancode 200 folhas, i : ditos pautados
de 200 diia-, 2.
ParaoS.* baUlnlode iafanlaria.
Sapalos, parca -'"_'.
Para o 2," batalhao de infanlarid.
Sapalos, pare 117.
Para o 10. halalhae.
Sapalos, pares lllii.
Pata o 9." balalhao.
tiravatas de sola de lustre, 100 ; MPSlOI. ta-
lesSOO.
Para o mem balalhao da l'arahiba.
Sapalos, pares IOS.
Provimcnlo do armazens.
Pedia ponos, libras 20 ; couros de cabra curti-
dos. 500.
Qoea quizer vender estes ohjeclos a|nesenle as
soas proposlas em carta fechada ua secretaria do coi -
selho ss 10 horas do dia 6 do prximo mez de
agosto.
Sala das scsscsdoconselho administrativopara for-
necimento do arsenal de guerra 31 de julho de IHti.
--Denti, Jote'iMinenlia l.ins, coronel presidente.
Bernardo Pereira do Carino /unior, vogal e secre-
tario.
O adminisirador do consulado provincial, em
virlude do dispnslo no art. 3. do reglamento de 17
le jullui tle iK,J, fn publico que se arham deposi-
tados mais % cavallos remcllidos pela subdelegacia
da freguezia dos Afoliados em dala de IS do corren-
le, os quaeaaloeoiisi ieradoi heos do evento, por se
'lisconhecer seus dono, c para.que seja rumprido o
qiieconicmoaobri'ililo artigo maudou publicar pela
imprensa, para, 110 prazu de 1"i dias, comparecer
ijuein aos dita* avallo- teuha direitn, lindos ns quaes
se proceder Jrrcmalacao p la forma determinada
no arl. I do citado reuulameuln, e para que cliegue
a noticia mandn fazer o presente edilal ios 19 de
julho de IXjG.Anlouio Carneiro Machado Rios.
I. Representarlo a beneficio da
artista I\ rica
ANNA GIBARDOT.
Qyinta feira 7 de agosto de 1856.
PROSIIAMMA.
Logo que a orrhe-ira houvcr eieculado uma bella
ouvenur.1, dar -so-ha romero no especlaculo com a
Scena e cavatina da operaTrovador,do m.i-
eslro-Verdi, cantada pela beneficiada.
Scena c cavatina da operaLe Chalet, do maestro
*"o, peloSr. V. tiirardol.
''na e cavatina da operaBarbeiro de Sevilha,
oe Kossiij), pd beneficiada.
SECUNDA PARTE.
<> 1RMAOS DAS ALNAS.
Comedia em 1 aclo.
P E R S O N A C E N S.
Marianna, mai de. . Eufrazia.
Jesuuia.
gente Borja, Tara' leilao emeu armazeman
ra do ^illegio 11. 15, de um completo sortimenlo
de marc nemas novase usadas, diversos pianos, obras
e prata, relomos de diversas qoalidadea para
; assun como de varios muve perieucentes
auinapis.oa que se relira para forado imperio,
consist! do em uma encllenle umbilia de Jacaranda'
.noilei 11 isnua, uma dita de amarello para sala de .10-
triz, un. rico guarda vestido-, um guarda loucau.ma
ptima secrelana, urna estante, dous espelhus* gran-
des, varios aparadores e lavatorios, mesas de jantar
e de cozulia, aparelhos de louca e de porcellaoa para
allmoco e jautar, vidros paraservico de mea, vanos
utensilios de casa, e oulros mullos objectos ele,
1 umt.i-l- 1 a 7 do uirrcme, as 11 huras da mntula.
Omesmvageutc, ao meio-dia cm poulo, f.r lei-
lao, de um mulaliuho de idade 1.1 anana, sapaleiro,
umdilodelOaunos, duas mulalinh.u de 12 anuos
com principios de lab.vriiito a qoal cuze perfeita-
mente. e una eserava moca de bouila ligura, cozi-
nlieira, engommadeira, ele.
O agente Vieira da Suva, fara' lei-
lao, se> ta-teira 8 do correnle, as I () horas
da maahaa, em seu armazem, ra da
de Dos 11. 7>2, de diversas obras de
eria novas c usadas, ediUerentes
obras deouroeprate, relogios de patente,
suissos, ingleses de ouro e prata, uma rica
balanc romana de 2,500 libras, e muitos
objectujsipie Seacharao presentes.
Madre
ma re 1
Jos Joaquim Das Fernanda Tara leilo, por
interveni So do asente Oliveira, de cerra de50barra
de viuag e mullo superior : sexla-feira S do concil-
le, as 10
fandega.
lloras da manilla, defronle da porta da al-
W&0 &0t&y*t
Prcrisa-se de um criado forro, para servir em
uma casa no matio : a tratar na ra do Collcio, ca-a
n. 2."> pri neiro andar.
Pre isa-se de um criado, pira servir a um mo-
jo sollcirma ma do Cnllegio 11. 21 lercciro audar,
prefere-s( escravn, e paga-se liem.
l)a- e a juros racoaveia quanlias de VI-jOOO rs.
por penlu res : na rila das Calcadas 11. 10.
Una eritica morder, furiosa c deaapiedada tem
por alus, trido o mcu amigo o Sr. Porlicarpo Jos
l.avmc, ti porque favurecido pela surte, acaba agora
de tirar o maior premio da lotera do U10 de Ja-
neiro.
l'ois be 1. n,io se alDija, c nem c mage o meo
amigo, p rque criticas a censuras desla ordem, c
mxime das pessoa, de quem parlein, jamis po-
dem marear sua honra c hem fundada repnlacau,
que he al. Minada siimeute por certa calila de in-
vejosos, cijas palavr'as se devem considerar come
r'..-,que i.liain a la. Siin, lranquilliss-se o Sr.
Policarpo. que para os homeni riaudoa e honesloa
sera semrre reputado homein probo e sincero,
Recife ti de de acost de ls",ii.
Joaquim Fernandes de Azevcdo.
Francisco Seraphico de Asila Vasconcellos, nao
podando qomparecer ao inventario que se lem de
proceder nos bous de seu flcenlo ogro Joao de Frei-
las .\osneira fez para esse lim seu bstanle procu-
doiaoSr. Juiio Baplisla Paes Brrelo. Recife (i
.le agosto de 1856.
Pede-se ios Srs. paaaageiros do vapor Pe-
dro II que por ensao lovasem um liau/.inl,,. de
flandrcs com alguma roupa, o favor de mandar na
roa da Traa, 11. 2S que llie liure inuilo obrigado.
Joao lelu de Mello.
Precnsa-se fallar com urgencia ao Sr. Uanoel
ChrvsoslontodoRego Lima, morador na Emlnribera
a aegecio necu inleresse : na rus da Clona n. :|S.
-- Scsti-eira Sdo correte, >e lia de ariemalar
ein h isla j ildica na audiencia dn Sr. juiz de paz da
freguezia ds San Jos pelas !) horas do da, na porta
da casa da residencia do inesino juiz, os bens movis
que foram lenhora tos a EufrozinoJOdilon da Cir-
cumcisao, por execuclo de Mara Clementina Ro-
drigues.
vj. i'raeger&C, beg to inform bis
friends 1 general tliat he lias opened lns
new est; blisbment ruada Cruz n. 11,
wherein Irom henceforth they will ind
a sintabk apartmunt for tlie purpose o
liavinglunclieonfrom 12 lo 2 O P. Al.
SOCIEDAD!-; EM COM1IAN01TA.
Pirmasocial: Amor i m, Faria, Guerra &C.
Os socios subscriptores para a fundacao da fa-
brica de liar o ecer algodao, organisada "por F. Ma-
ris Uupral, sao convidados a realiiar de l.'i do cor-
rete at l.'t sociedade. provisoriamente no euriplorio do Sr.
Manoel Alves luerra, na ra do Trapiche n. 4,
lodos os dias ulcis, das 10 hnra da manilla as 4 da
larde, a primeira preslac.lo de ."> por cenia sobre o
capital subscriplo. Pernamliucu 12 de julho de
1856.O soems gei.ules, Anlouio Marques de
\iin 1 un, Justino Pereiro de Farias, Manoel Alves
Guerra.
Esta beleci ment
photogr phieo
Pelos ltimos navios chegudos do Havre se recc-
bernm neate eataboleeiraenko muilos artigo de boni
-osto, como -'[un, molduras dourudas ovaes, lisas e
ornadas, ricos camlln.s prelos dourados no vidro,
qnadros prelns e madeira nalureza, lindissimas cai-
inhas de lodus os tamanh al um palmo quadra-
do, ludo conformo os modellos mai modernos de
Paris. A galera artstica se acha assim completa-
mente provida, e os amadores que aprecian) um re-
trato perfeiln podem approveitar-sc desla occasiio
onportnna para seren plenamente servidos sesundo
seus deaejoa e eaprehos. Os precoe sao os mais mo-
dicos e srinpre invariaveis. o atibele cimento nk>-
lographieo se encarrega de todas >a encommef|ps
que se referem aos dilTereules processos da phologra-
pina e dagaerraotypn com ap liclcao de pintura lina
e perfeilamei ;- appropriada. cha-se preparado
um servil;., especial para tirar retratos cm qualquer
casa particular daqaclla pessoas que n,1o quizerem
ir ao estahelecimento, como tambem da pessoas fal-
lecidas. Fazem-sc copias de sitios e de iodos os
iiw.ii i I e objectos de arta iin s em dimuerreotvpo
sen.to confirme as malnrea dimensoeTpIulugraphicns
em vidro nu papel. Tir..m se retratos todos os dias
desde as 10 horas al a 1 da Urde, horas na quacs
se ncham reunidas as melhorea conili^Acs de luz em
oraa galera envidracada appropriada a este ti ni. O
proprietaro do oslabelecimenlo apprnveita esta nc-
i-a-io para advertir as pessoas que liverem de fazer
alguma eucomincuda para daguerreoly'po, qoe se de-
vem dar pressa em nao perder a Hinca occasUo que
Ihes he od'erecida, visto que o daguerreotvpisla lem
de deizar esta cidade dentro de pouco lempo para se-
guir outro de-tino. Cm sortimenlo completo de
obras tolheadas d'ouro, como caplelas, alhneles,
pulceiras, ele, etc., acham se a disposicio dos se-
nhnres treguezes, para collocar-se retratos cm punto
reduzido.
lcseja-e Ciliar com o Illm. Sr. agrimensor
Joaquim da Fonseca Soares de F'igueircdo, afim de
ir demarcar um engenho ; roga-se ao mesmo senhor
a hondade de apparecer na ra Direila n. 98, que
achara com quem tratar, ou aununcie a sua morada
para s?r procurado.
Desojase saber se a lei das arremalaci.es da ao
Sr. engenheiro Millcl algum ptivileiio de passar as
barreirai sem pagar, visto que o mesmo ie recusa a
laVe-i.. em Motocoiomini.o ignorante.
I>ii-se 2lK); a juros ; quem qni/.er annoucic.
Na ra estrella do Rosario n. ib, primeirn an-
dar, deseja-se fallar com o Sr. Floriano Vieira Del-
gado PerdisSa a negocio de seu inleresse.
Os abaisa astianadoa declaran ao respeilavel
publico, que abrirn) seu armazem enm prensa para
abada na ra da Lapa da fresuezia de S. Fr. Pc-
dro.Ooncalves desla cidade. gvrando a cosa sobre a
firma Francisco Alves ,\ Carreiro, sendo o gerente
francisco Alves de.Moraes Pires. Recite 5 de agos-
to de IK.'*.Francisco Alves de Moraes Pires, Jos
Carreiro d Silva.
CJuem qaiier om administrador para um sitio,
evado, dirija-se a ma de Hurlas, j chegando aos
Martjrios n. I2li.
NOVAS COR-
Aliiga-se a rasa da ra Real, junio ao Man-
Euiiho |n. '1, com bastantes ennunodns, grande
quintal, e viveiro de peixe no fundo. Brande e boa
cacimba, portan ao lado, e porlo da embarque :
igualmente se aluja a rasa inmediata de 11. '1
com bous 011:11:..|n- para lamina, e urande arnia/cm
no fundo com grande capacidade, e exrelleule torno
para Dudarla, c porto de embarque, ludu por pre-
co miiiln coniniodo : atralir na mesma ra com
seu '.r i nd.11 m Manoel Pereira Teixeira. sobrado
11. ti.
Precisa-te para casa eslrangeira, de urna cria-
da branca, para cunlai da urna creanca, preferindo-
se a que uuber coser ; quem Ihe Convier, dirja-
se a ra d 1 Cruz 11. i eumeno andar, que achara
com quem tratar.
Precita-ta de nina ama para coser eeogom-
mar : ua ma Pede-se nuvaineiilc ao Sr. A. A. V., morador
parlo de (ioianiia. que oueira mandar resgatar anas
lelrai, vencidas eiu 1852, 1M"i IK55, no valor
principal 1:720)000, c juros, ale esta data. l:N.I(>n 11.10 seiidii jn-lo quoS.S. conlialiindo laes debito
pura seus arranjos, se enlrcgajae ao indillerenlis-
ma, e ao silencio, deiando de reapunder asearlas
qne a retpeilo s.- llio dirigi, e que lia um mez, pe-
lea annuncios ne-ia f.dli.., mandaste, por lercein
petaoa, offerecer pela quantia acuna b:.V>l>9000, so-
mente :t:O00SOO0 rs. viudo asir 20J menea do
principal : dallando de pagar a dita Minina, por
estes Ci .lias, tera de ver o seu noine por extenso.
Recife .1 de agosto de 1856.Jos Marques da Cusa
Soares.
Precisa se de urna ama que saiha rnzinhar:
na roa do Hospicio, em casa de Tilomas de Aquioo
Fonseca.
O bilhele 11, 278, e quarln n. :!'.ISI da lereeira
parte da seuun la lotera do hospital Pedro II,. per-
laocem ao Sr. major Flix 1 erelra da Silva, da villa
de Valanla do Piauhj.
LOTEa DA rRGYINGIA.
Aos 5:000- e 2:O0O.sO0O.
Oaliaixo assignado avisa ao respeilavel
publico, que tem e\poto a venda os seus
lehzes bilhetes, meios e <|uartos, da ter-
cena parte da segunda lotera do Hos-
pital Tedio II, aos procos abao decla-
rados, as lojas da ra do Oueimado 11.
61, do Sr. Silvestre da Silva Guimaraes;
11. 2."), lo Sr. Joaquim Monteiro da Cruz:
ma .Nova, doSr. Tinoco; ra do Uvra-
mcnton.O, doS'r. Cunlm; n. 3-, do Sr.
Novaes e ra do Rosario larga, fabricado
Sr. Reis.
Bilhetes 5$80u recelie 5:0006*000
Meios 5$00Q .< 2:500 Quartos l.s-iOO .. I:250s000
l.eci'e V ile agosto de 1850.Manoel
Nartins Fiuza.
Alujjam-se duas casas com dous ar-
mazens, no caes de Apollo, ltimamente
acalladas, pertencentes a viuva Lasserre ;
assim como lies casas na Capunga, pr-
ximas ao rio: quem as pretender di lija-
se a ra da Cadea do Recie n. 50.
O abaivo assicnado..possuindo uma lonaa or-
tica de escripturar livros commerriaes por qualquer
svalema coiihecido, qner trance/ quer porlu^ue/., se
ollerece para arraujar ns ronlas de qualquer eslabc-
lecimculo desla ordem aqu nesta cidade ou nulro
qualquer lunar. Tambem se oflerece para dar licoes
desta materia, nu id com applicacslo as necessida-
des meicaiilis como aos Irabalhoa ilas Ihesourarias
geral e proviucial. Qualquer urna desle trelas sera
preeuchida com o maior sello e cu.dad.i : eg pessoas
que se qnizarem ulilisar de seu presumo podem di-
riclr-ae qualquer hora na ra do l.ivramenlo n. ti,
segundo andar,Uenrique Amanto Chaves.
No dia 23 do pastado iiez tasn do uugcnbo S.
Joso de Kio-Formosu u eteravo Marlinbo, de idade
.'Mi anuos, meio fula, estatura regalar, ofllcial de sa-
paleiro, leudo as miles calos da liana de coser sa-
palos ; (oi visto no 1. do mrente nela cidade : ro-
BB-oe |.ou uno as auloridades policiaet e capitSN de
campo a apprclior.sao do mesmo, podando leva-lo ao
l.ivramenlo n. 21, lercein. andar, que serlo grati-
ficados.
Preeiaa-te de uma ama do leite sem lilho, pa-
ga-se bem : na rila do Patteo, luja n. '.I.
Precisa-se do uma ama quo aaiba rozinhare
fazer lodo o mais trrico de casa : na ra Direila u.
Sii segundo andar.
Singularidade.
Quem tive um pussiio de valor, e
1 Ibequeira lar uma bella ericagaiola, de
muito ;joslo e perleitamente envernisada :
dirija-se a'- ra estreita do Rosario n. 15,
sobrado.
LOTERA DA PROYINCB.
Sitliistia o (Se \(iiiiio Fer-
reira avisa ao respeii vel
publie ((tu; venc ti-
nheiro : visto, sendo
(jiii ia de 100,000 parn
cima, os seus bil*ete& iu-
teiros, meios c quartos,
pelos precos :i>.i.\i decla-
rados, na ruada adeiado
Recife ii. 4, luja de itiiu-
dezas de Jos Portliiialo
dos Santos orto.
Bilbetes inteiros 5/J500 recebe 5:000j.
Meios bilbetes 2$800 2:500$.
Quartos l.siOO l:250s.
Pernaiubucti 4 de agos-
to de sJoO.- Salmlianode
A quino Ferreira.
Lotera
do'Hospital redro .
Aos 5:O0Cs- e 2:000<,000.
Corre indubitaveunente sabbaklo 9 de
agosto de 183t.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeilavel publico (pie venden
os seguintes"premios da quinta parte da
primeira loteria'doconrento de Nossa Se-
nhora do Carmo, estrabida a 2 de agosto.
I quarto n. -213(1 5:0005000
Meto Mlliel 133 2 I quarto 3303 2008000
1 meio 2589 IOO.sOOO
Omesmo lem CxpostOa venda seus mili-
to leli/.es bilhetes, meios e (piarlos, da
lereeira parte da segunda lotera do hos-
pital Pedro II, as lojas ja' conliecidas
do respeitavel publico.
Os dous premios grandes cima re-
feridos nao estao -sujeitos ao descont
dos 8 por cenlo do imposto fjeral, e cu-
jo disconlo sera' pago logo quesaia a lis-
ia, sendo os piceos deseas bilhetes os sc-
guintes.
Bilbetes 5$800 recebe por nteiro 5:000$
Meios .i.sOOO 2:500/J
Quartos IsOO 1:2508
Pcrnamliiico i de agosto de 183(3.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
ESTRADA D FERRO
do Recife ao S. Francisco.
Massa adaman-
tina
Fraociaco l'into Ozorio chamba denles com a ver-
dadeira ntaana adamanlina o applica venlusat pela
alrarc.to ..o ar : pode sor procurado confronte ao
Kosario de Sanio Antonio n. -.
-- C.nnliiiua a i-star fuaido o nesro Anseln, rr-
presenta ler til anuo-, I.iim. e Krown, rotto rooipri-
rlo, atan tranoaa e ifnaaaiit, pusa por ama
per na, he nalural da Kahia e esleve preso na radeit
de SennMena : quem o pe^ar leve-o a rea de Raci-
mado loja n. 1(1 que -en' reenmpensadu.
Na roa do Aragna n. :l, precisa-m de uma pe-
la para Tender iloce, e que lias horas vagas m orcopc
RBNTE8 COM
PKOfti
RiSbOGIOS.
PABs
Recife
i agosto 18li.
Na.loja de Serapllim iS Irma i, na ra do Cabu
n. 11, chesou da n.i\.) .iuir. p.irp.tu de ricas curren-
les de ouro com pe lias, a unirs umitas ultras de
novos roslos para aenhorat o meointa,
Pede-te ao Illm. Sr. lote -Marques da Cotia
Soares, que se digne fazer a devida reriilirar.au no
sen annoncio publicado linutom neate Diario, e na
parle relativa ao ullereciment.. que Ihe (ni f-ilo p..r
lereeira petaoa, poia que taba o mesmo Sr. Marques
que em um lal olferecimonto nao interven) o seu
evedor, e sim nicamente etta lereeira pessoa, que
prestando um aervico a seu amigo, o devedor do Sr.
Marques, nao deitou em olvido as altencoes que
este llio merece.
l'erileu-sc uu foi desencaminhado por llgum
malvolo um cabrinha Turro, de luiue ("uilherme,
de idade de .'i anuos, levando camisa de chita prla
j vellia B um bonel de panno azul, pos descalcas ;
foi de-encaniinhailq dj Capouga, loar da Bana Ver-
de, em occasiao de ir comprar em uma taberna cer-
loolijeclo : roga-ae a qam o adiar baja de leva lo
ao paleo do Collesin n. 1, que era gratificado. Ad-
verte-scqui'elle lem dmiis sarnas por tinto o corpo,
com cuj.is sillines he fcil de -er conliecilo.
O abaiao SMicnad romprnu por ordem dos
Srt. Viuva TheopluTo l'ilhot ij Ribeiro, para o Sr.
Carisuasi S. K. Barri-llos, do Aracal\, o bilhele 111-
teiro n. SKI da lereeira paite da segunda loleria do
ho-pital Pedro II.
Joao I pi mul- I'arcntc Vianna.
O abaixo aaslgoado pelo presente avisa nos
credorea de tea casal, une c-ta |iroccd?ndo a inven-
tario pela primeira vara do rival, escriv.lo Cunda,
P* fallcciroento de sua inulher Antonia llosa de
Barros Silva, afim de que ea lucsinus senhores 1ra-
lem de jntlificar ai soas dividas para sercm ntten-
didas as parlilhaa, o a |uelles que denarcni .le o
fazer mo poderSo atiesar desculpa do talla Ue cien-
cia .i vista do prsenle annoncio.
Apolinarin i'creira Baduen.
Precisa se de nina criada para casa de punca
familia : em Santo Amaro, cm casa do Sr. coronel
l.ameit.'m.
Precitase do nina ama para ca-a de p uea fa-
milia, para comprar, cnrinhar.Mavar eengommar :
na ra dat Cruzei n. I. primeiro andar.
J. mi DENTISTA, I
Cj continua a retid ii na ra.Nova u. 19, primei- ))
*i ro andar. ]
^tjmmmpm^^m >
?iu da 8 do rorrele ao meio da ptrante o
Sr. juiz municipal da primeira vara, escrivao Sanio',
por ser a ultima praca devem ser arrematados dous
sobrados de um audar, silos na ra Augusta, penlio-
radoaa Josc .Mana Placido .le Uagalhiea, pnrtieeu-
rao sobre eacripiura de liipolheca de Anlouio Joa-
quim de Sonsa Ribeiro ; isualmeule se laz scienle
que csia sem elfeilo a arremalac/io que houvc pela
ranada nacional de um dos ditos sobrados, por ler a
parle requerido e pago o que era devedor a (a-
zenda.
Alaga-te a casa terrea na ra do AxagSo de n.
10. moilo propria para qualqaerestajjelecimflnlo,por
estar em armazem, ser ue Ires portas de frente e es-
tar no mellinr logar da ra, e por ser de prero
commndo : a tratar na praca da Boa-Vista n. ti bo-
tica.
Traspaata-te armaran da taberna, lo aterro
la Boa-Vuta n. >',, romo est, |ou .omenic ella que
he propria para qualquer esiauelecimento : a tralar
na mesma a qualquer hora.
0 anniiuriante de velas de carnauba no palco
do terco n. faz ver ao publico, que anas velas de
boje em diante te*o marcadas com a firma do fa-
bricante, para tirara mamiuba de r.erlos vendedores,
que estilo imningindode nutras quali.lades, e dizen-
do sercm das do annuucianle.
Perdeo-sc da ruada Cadeia de Saab) Antonia
ule a ra do Vigario, uma pulceira de ouro .-mal-
la i i : quem a acbou e quizer restituir, pode eulre-
aar em casa de Joaquim Cialdino Alves da Silva na
mesma ra da Cadea, penltimo sobrado do lado
da it;teja de S. l'rancisco.
O abaim Mtignad, lendo de fazer uma via-
Sem a'Europa no vapor D. Pedro II, deju por
seus procirador-s durante a sua ausencia, em pri-
meiro lnar o Sr. Antonio remandes Limas, em se-
undo dito o Sr. Francisco Ferreira da Silva, e em
lercciro o Sr. Manoel Jos de Unto Barreiros, polen-
do qualquer pessoa que (iver Iransaccea enm o
abaixo assianadn, dirigir se no seu primeiro procu-
rador por e.le licar eucarrecadn de lodos os seusne-
Socios. Becife i de agosto de tx.'i6.
I.uiz Moreira da Silva.
Arrenda-sc um grande e esrelleule sitio moilo
porto da cidade, por ser logo no principio da estrada
de Joao de Barros, denominado litio ra Capella da
Couccic.au, contendo loda as proporees para ln-
bilar um negociante brasileiro ou estrangetro, por
ter etcellenle rasa nova e grande, urna extensa bai-
la de capim plantado, um grande viveiro de bom
peixc, muilos arvoredos e coqueiroa de produccao,
estribarla c commodot para -2 cavallos, capella prom-
pla para celebrar-se missa etc. : a quem convier,
comprela a qualquer hora do dia, mediante certas
condiees.
-- Para feilor de um ensrnlio na freguezia da Es-
cada, pre; isa-se de um hnmcm nacional nu estran-
geiro, mas que teja de bou* cosime, paca-te bem :
qoem quizer dirija.e ao largo .la matriz de Sanio
Antonio casa de um audar n. 2, que ahi achara'
com quem tratar.
Os Srs. devedores da casa l'alliala do
Sr. Joao Moreira Lopes sao convidados a
dirij;rein-se a' loja de Manoel Jos' Le-
le, na ra do Qucimadon. 10, afim de
amigavelmente saldarem seus dehitos.
AVISO.
Salustiano de Aquino Ferreira, cida-
dao Brasileiro, retira-se para a Europa
no vapor mgtez TAMAU, nd dia 19 ou
20 docorrentemez, licando na gerencia
dos negocios das loteras desta provincia,
os Sis. Jos Fortunato dos Santos Porto,
com loja de mittde/.as na ra da Cadeia do
Recife n. 15 ; Antonio Augusto dos San-
tos Porto, rom loja de (raleado na praca
da Independencia ns. 37 e 59, e a Sr.
viuva Bastos, com loja de bilhetes na mes-
ma praca, n. i. Pernambuca 2 de agos-
to de IS3.Salustiano de Aquino Fer-
reira.
Quiln parte da nnm ira
lote lia do armo.
O al>;iixo assignido ven-
dis as seguintes sortes:
il.iO 3:000, '2 (mirtos.
000, '2 ditps.
<178
550>
254
200,
tinos
OO, meio bilh.
O, 2 qttaatos
Os pqssuidures podem
vir recebe te m sen escrip-
torio o competente pre-
mio.-. P, .l~i,ayme.
Aeha-te deaorcupada a tuja da ra da Cadeia
do Recite n. -Vi. e trrenda-se para qualquer ettabe-
locimcnlo ; os |.rlendeules entendcr-se-liAo com
Joao Josc de Carvallio Maraes.
Precisa-ce comprar 120 travs de 3(1
palmos com S polegadas tle grosstira e (i
de lace ; S travs de 10 palmos, com 12
di gressurae 10 de face e enxams de
louro de 22 a 23 palmos, de (i polega-
das: m livraria ns. Ge 8, da praca "la
Independencia.
O abaito assignado taz saber qne, depoit do dia
II do correnle mez, pagar no seu csaiiplnno aos
Srs. accioiiitlae, juros na raz,1o de 7 por, ceulu ao
anuo, sobre as armes regitlradat nos seut liornas
res|ier(ivos, nos llvros da companhia da Estrada de
Ferro, alo o da ti do mesmo.
N1-11 ho ni aulo de Iransfereucia poder ser regis-
trado de ,") a 11 -do corrcule moz.
Os senhores que nao lucren] assicuado o contrato
da companhia, dcverSo l'aze-le por si ou por seus
bstanles procuradores antes de receberem us ju-
ros devidos.l'orordem dos directores, S. 1'. VE-
IIKKEK, Ibesoureiro.
Kecife 1 de agosto ue 1836.
Na loja de madama Koutier, ra Nova n. 38,
se acham chapeos de seda para senhoras, ditos de
palba para meninas, sai-s de dina muito modernas,
litas de velludo prelo de lodas as qoalidadea, euteiles
de eabeea, tu.as de casamento, capellaa de llores de
laranja, mantas brancas, lrque, e ludo mais nono
sario para casamento, veos de flii levrado para cha-
peos de luto, collarinlios e manguilos para theatro,
bicos de iinho preto.
O abaixo assiinadn, cxauslo de paciencia, por
se ver fora ha mais de I mezes do dominio de um
seo eteravo, faz o presente, declarando o occorrido
para orientar a quem queira o apprebender. Em !l
do abril do nnnn passado procure! comprar o escravo
riii.m.r/.do Sr. Antonio Carlos Pereira deBurgos l.on.
cedel.eon; mas receioso de ellectuar a compra por
me dizerque esse escravo era casado com uma mucama
de sua senhora.e qoe tinha uma lillin.iin vencido n.ln
s pelo Sr. Burgos como por sua familia me aflian-
car, que u Sr. commen.lauor Antonio de Siqueira
Cavalcanli, em cuja companhia linha sua lilha, te-
nlior.-i do Sr. Burgos, nada inait podrna fazer, do
qoe comprar o referido escravo, se quizette pos-
sui-lo. Compiei, c u mandei para o meu engenlio ;
mas depois de alguna dias esse escravo pedio-me li-
cenca para ir ao engenho Martapagipe a ver sua
mullier c lilha ea conced; e quando e*tava a partir
me deu disto parle. No terceiro dia me appareceu
o Sr. Francisco l.oureuco Carloa, com uma carta
em ques.. eslava aassisnatura da Etm. Sra. I). The
reza, mulher do Sr. Burgo, pedindo-me com ins-
tancia que eu desfuesse a compra do escravo Tho
ni.!/, pois qne o seu marido nao poda vende-lo. E
que.linha perfeite conliecimcnlo da probidade do
Sr. urgos, e sabia que ello nao seria capaz de ven-
der aquilloquc nAo podia fazer, respond ueste sen-
lindo dizendo que nao concordara em ana preten-
cao. E ao Sr. Francisco Carlea disse, que estara
promplo a vender o escravo, ou que comprara a
mulliere lilha se a issa concordassem, ao que roapon-
deu-me que iiiio se comprara o escravo por um tus
tan, c nem te vendera a mulher por um milhao. n
caso he que desde que esse meu escravo retirndo-
se daqui para MarlapaRipe, deitando dinheiro e toda
a sua roupa ate este momento eslou sem elle. He
este escravo muito bem pmcedido.e nunca fuaio; roas
dizein puf paite de Martapagipe que o escravo la
nio Bata1 Elle lem os sienaes seguintes : idade
t anuos, altura regular, rrioulo, carreiro, bem
feilo de corpo, sem barba, roito redondo, olhos
Grandes, denles perfeitos e limados : quem o appre-
bender lera' IOO9OOO de gratificaran, irazendo a este
eugenlio ou levando-o ao Kecife aos Srs. Correia e
Irmtos. I'roteslo proceder criminalmente contra
quem o tiver acontado, e haver lodos os dias de ser-
vico. Enseuho Cachoeirinlia 28 de julho de183li,
Joaquim .Manoel da Silva.
Carros fnebres
Agr administrador.
Emum armazem peileacente ao convenio de S.
Francisco, confronte a secretaria de polica, est esie
estabelecimenlo munidn de carros, lano para alijos
como adultos, de todas asrdeos que marca o regu-
laineniodo cemileriu, a salisftzer a eipe..la(i\a dot
pretendentes, e por precos que couvencionarein, en-
carresando-se de tud..'raait pertencenlc a um eajV
(erro sem o menor inenmmodo das partes interessa-
das ; para Iraiar 110 mesmo armazem, ou na ra do
yueimado n. I, e na da Cadeia de Sanio Anlouio u.
Vi. Tem igualmente um rico envo que alugt.
-...- Ueposilo lie Cliatc.iu-Av\, primeira tpia- @
-;.; Ii.lade, de piouiedade do conde j
j deMareuil.iua da Cm/. do Recife n. Q
A 20: este vinl)o,o mellior de toda a 5
3 Champagne, veude-se a 3 ;y caixa; acha-sc nicamente em ca- %i
m sa de L. Leconte Pern & C. \. S
B.As caixas sao marcadas-a ib- 0
id I0_Conde de Mareuile os rolu- t
ia di Ar.is;
itler doce, i
em algna serviro do mesmo Irafico : a qoem rou-
*ier .npij.i-se .1 ineMii.i casa, ou auuunrip.
Antonio llarbo-a de barros faz seieula ao respeita-
vel publico, que inu.1i.il a sua sala d. criar cabello
! e fazer barba da casa n. 6 da ra da Ciaz para a
de n. >l da mesma ra, que te acha prooipiu a
bem servir a tudas as pessoas que o procuraren), etn
tu Jo que di rospeito a sua arle, sendo o prero o
mesmo que as lajai. Na mesma sala vendeatte e
alii.im-se bichas de llamburgo maii barato qoe em
oulra parle.
O abano assignado faz scienle a qoem compe-
l., que desla data emdiaulc,se detonera da liquida
Cao do casal de seu lioado pi, corooel Anlouio
Vlarques da Costa Soares, pelo qual motivo deua e
; denara' de envolvei-te no negocios do mesmo ca-
sal, por assim e\igirem 01 eu. luleretsee ; iga.d-
raente declara que vai .presentar a> contal da toa
| administrarlo | eranle o joito dos orpl.ao". do mes-
, nio mudo que fez em I* 1:2, quando li.dou a pri-
: meira admini-lracao de que foi encarreeado : par
; lim adverte que lendo elle abaixo assixntdo, orda-
, nado de Lisboa ao seu procurador netle cidade, nao
em seu uome requereste o lermo d'a.eiljcio de he-
ranea a btuefcio de invenan.., o mesmo foi eftec-
liiado em .maio de 1838, como consta do respectivo
termo abaito ; o que ludo aununcie para eonueci-
menio do respeitavel publico. Kecife i1 de jalho
de 1856.
Jos Marquit da Costa Soares.
Cerlihro que vendo os resperlivut aulot, nelle
se acha u requerimenlo com despicho, teraao da
accilacao de heranca a beuelicio de iuvenlario, a
seiilenca do Iheor seguinle :
I'./ Jos Marques da CastaSoaret, negociante et-
labeleci.lo na cidade de Lisboa, por sea bstanle
procurador, que leudo fallecido ncsia cidade do Re-
cife -eu pai, Anlouio Marques da Coila Soares, *-
cocante de grandes fundos, deixara o .clivo a pas-
sivo no sua casa complicado, e dcpendenle delioiu-
daces; e como em laes circumstaociti, e altate
I o supplicante, a iierauca qoe em legitima Ihe dave
competir esta anda locera, c a decisao Ulvaa te de-
more, sendo de mais o supplicanle credor de man de
sesseuta conloa de res, moeda torta de Lisboa, a-
ceila o tnpplicanle a lierauc. somonte a beneficio de
inventario, e requer a V. S. que Ihe mande to-
mar dislo ic. nio alim de que em nenhum tmpora
por.nenhum modo possa ser obrigado ulla ciras he-
redtlona*, apioveil.ndo-llie ludat as v.nlaaeoa Sea-
la declaracao couseqagnles, na coofornuil.de de di-
reilo poiiaiilo peje a V. S. mande lomar-lbt a ler
mo de ..i-eiiac.io de Iierauca na forma requerida, p
juntar aot autos para constar. E receberi merco.
Sim em termos. Kecife 7 de maio de 1838.Na-
varro.Termo de aceitado de heranca a benetkw
de ni\rniari.i. Aot 7 de maio de 1838 nesla eidade
do: Kecife pcranle mim e tetlemunha. abaito ama-
nadas, diise o supplicanle Jote .Maro, o es da Costa
Sjares por seu bastante procurador Joao Jos da
Cruz, que aceilaya a heranca de eu fallecido pai
Antonio Marques da Costa Soaret, lio soaaeule a be-
neficio de inventario, na forma expreeaadajjoai tea
requerimenlo relm, de que fiz eate lermo em que
astignou com as le.lcuiun'aas Franciaee Joaqun
Pereira de Carvalho o escrevi. Joao Jote da Croa,
Anlouio Joaquim Kodriguet, Francisco Jaaqaim Pe-
reira de Carvalho Jnior. Julgo o lermo per tea-
lenca e codas. Kecife I de maio de l38.-^Jve
Joaquim Geminiano de Moraes Navarro. Nqose ron-
linha mais em dilo reque'imento com despacho, ter-
mo de aceitaeAo de heranc. a beaelicio de laventa-
rio e seutenra que o julgou, que eu dito escrivao m.
principio desla declarado, e no lim da mesma t-
iiiia in bem e fielmente fiz copiar dos propon au-
tos, a que me reporto, o dos quaes fia patear a pr-
senle certi'iao que vai na verdad, sem eoota que
duvida faca, conferida e concertada na forma do es-
l> lio e por mim lubscripla e asiigoada nesla dita co-
marca de S. Antonio da cida.de do Kecife e tea ter-
mo, provincia de l'ernambuco, aot 6 diat do mez de
julho do anno du nascimeuto de Nosso Senhor Jetos
i.lnisto de 1812, vigsimo piimeiro da independen-
cia e do imperio do Bratil. Fia eacrever o assianei.
Francisco Joaqaim Partir de Carvalho.
Os l)illictes com a rubrica do abaixo
assignado, sao pagos incontenenle, na
pra;a da Independencia n. 40, at u
premio de SOOjiOOO. Polycarpo Jos
Layne.
0 Sr. Frederico Jacqttes tjsteira di-
iigir-sca livraria ns. 6 e 8 da piara da
Independencia, a negocio de seu inle-
resse.
ISnsaio Philosupiico Per-
nambuca no.
Avisa-te aotSrs. tociot do Entaio Paitotophko
I ernsmburano que htjam de comparecer a na ia
de 8 do correnle, detignada para ter iolea:nitada
como anniversaro da inelallacSn da dila sociedade.
O primeiro secretario, M. 1. P. deFigueirede Ca-
ma rgo.
t) abaito assignado lema honra de participar
aos senhores negociantes e mais pesaoat dnla e de
qualquer provineia, ai quaet iuleressar possa, qoe *t
acha eslabelecido com escriplnrio d. advocada n. ci-
dade de Macen., capital da provincia de Alaanae, a
ra do Livramenlo n. 24, e se oflerece a tralar all
ou em qualquer poulo da mesma provincia da ce-
branca da divida e de iodos os negocios de sua pro-
fissao peranle os irihantet, juizet e reparlicAet pu-
blicas, ou evlrajudicialmenle, por conservar at man
enensas relacoes em toda a provincia, como nalural
de.la, e haver esercido duranle 8 anuos os cargos da
promotor publico, e jaiz municipal e de nrphiaa ent
diderentes comarcas, lendo sido alm disto tunead
corn o mandato provincial por algumat vetea: at
pessoas que se dianarem de confiar ao abano aoag-
uadn tuas commistes podem dirigir-te directamente
nesla prtca ao Sr. Jo-e lionclvea de Albaajotrqoe,
aitenle procurador da provincia, que te enearrtgara
da remessa prompla e segura da corretpondeaUa,
papis e d.icumeiilui. Cidade do Kecife t9dejelha
do l.SVi.Luureneo Accioli Waoderley Canavarm.
.No dia I. do correnle ausentou-te da cata de
seu senhor o escravo Joaquim, de naeao, da mande
33 anuos, baito, qaebrado .lo quarto* direilo, ata-
ja to de um dos dedos da nao ; levou caifa e camisa
azul, chapeo de baeta cor de caf ; quem o .p-
prehender e levar ao aterro da Boa-Vista a.4C, loja
de calcado, sera generosamente .recompensado.
Na ra dos Mari) rios, sobrado n. 2, primeira
andar, precisa-se de uma ama forra ou captiva, qoe
faca lodo o serviro de uma cata e compra* : quera
e-l mi tiestas circomslanjias, dirija-te aa anettna
sobrada, das i as '.< horas da minliaa, a das 3 a 6 da
tarde para tralar.
a-sc dinheiros a juros razoaveii lob hvpnlhe-
ca ein casas na oidade, ou firmal a comalo, quaa-
tiai de I:iK)7 ate 10:0009 : na ras Nora n. 49 te
dir com quem deve tralar.
LOTERA da provincia.
(i Sr. thcsnureirn das loteras manda faier publica
que c-ian e\| nslos a' venda na thesouraria dat lote-
ras, na ra da Aurora n. 26, dat 9 ai 3 horas da
larde, bilhetes, meios e qu.rlot da lereeira parte a
secunda loleria a beneficio do Hospital Pedro II,
euji.s rodas andam imprelerivelmcnle no dia 9 de
concille, e que logo que sejam|dislribuidas aa lletas,
serilo em continente pagos os premios, excepte pe-
rcm as duas sortes grande* que do pasa* anual na
sal.ia da extraccao logo qoe arjam publicado* teas
respectivos premios. O !. eonferenta servando da
escrivao, Josc Januario Alves da Maia.
AVSO.
Salustiano de Aquino Ferreira, cid,id.i .
brasileo, retira-te para a Europa no
din I! ou 20 do corrento mez, no vapor
:ngler TAMAK, licando r>a adrninistia-
cao dos seus negocios como seus bastan-
tes procuradores, os Srs. icgooantcxTho-
nazde Aquino Fonseca & Fillio.JJalhen
Austtn & C., o Jos Joao de Amoiim.
l'ernambuco "2 de agosto de 186.-
lusiianode Aquino Fen-eira.
*?)tttprjti5.
\rlUTlIjs\13lT
% los las garrafas sio azues.
Precisa-sc de um Itvd. sacerdote de bou mnra
par capeiiao de um eiigeuho na freguezia da Esca- i
da, e que igualmente se queira encarregar deldar |i- I
enes a tres mcuinif ,lh,is do Sr. do engenhn, e se Ihe
f.ra' bom ordenado, e mais alyumai vanlaeens a- '
quellc a quem convier dirija-te ao paleo da malriz
da Sanio Antonio, caa de um andar n. 1, que acha-
ra com qoem tralar.
Alugam-se carroeas para cnndozir Ir.islet ou!
malerites.pi.r preco commodn: na ruu da Alegra da
Uoa-Viila ii. 12.
Coinpram-so duas canoas grandet de carraca
lijoilo, na ra da liuia o. 9 : liberna
Compra-se um ne|ro para o trrico de nota ea-
sa. ua laja de qualro portas n. 3 prximo aa arca da
S. Auloniu.
PARA KEIIEIW).
Comprarte um jacar vivo para te fater tn reme-
dio : ua ra do i .inclinado loja n. 17.
yuem liver um eteravo de nacAo, qne teja te-
dio, de bolilla figura, de idade ale 10 ano**, e ca-
lenda de servijo de empo, que nao teja ruja* e la-
dran, bebado, que queira vender, dirije-ae a ra de
S. i .onealo n. 27. que achara com quem tratar.
Compra-se elTeelivamenle. talan, brate cobre
velhn : no deposito da lundicAo da Aurora, na ru-
dollrum, loco na entrada u.'28,e ua mesma fund-
cao, eui Santo Aii.ji...
-



MIRlO f.lfBBDtO QU'*T FU H 6 !G0STO Bl I8L6
DE
CAPEOS BE SQL,
5?.-; MaaitfsS-*1 v.../v,.f/V..'/ ,. '>>. .. 5 '.<-:
r.v- c y :>-. -.:@>s g?xsk <.o o (RWE SIIHTIJIEnil
DE
RQHPA FEITA.

A^T^flf^A. K/TV T"i7"'fmsf .fre8^ :8' c respeitavel publiciMlesta capital, que .iudou ose . % casa nova ao pe do arco de .Santo Antonio, olidecoiitin ha a ter soinnre ntu comnleto srt.ii..>iitn ,1.' .>.,.....w. andor, de roap. fcita, perfumar!.., ar,ifs para viage.u, ont'ro. inuitZ!,!gTdasTrCetaas tl't de H 'I"""""'1'*- """ "~
i 1 (ll'l\.L'/t fl OMll/l/tptl 1 I mili ik (** !....>> n li rl .\ >In fl>% Alt n E & .1 ... I *
a a na do C re*>|><
como para senhora,
Cobre-see colicorta-se toda e qualquer qualidade de chapeos de sol corn milito asseio e
Compra-se orna casa que lenha ndo bero cons- I Vende-se am grande sillo na estrada du Ar-
Iruida, que estoja em bom estado, o que de renda raial, com moitas e diversas qualidades de arvoreg
auriu.l de.w0s a fjousOOO : tratar coro l.uiz Go- fructferas, casa de vivenda e escellenle poco d'a-
mes Forreira no Mondego, uu com Antonio de
Muraes Gomes l'erreira ua obra que se esta fazendo
u. ra de S. Francisco.
Frederico Chaves, morador no ilerro da Bna-
Visla n. 17, esla encarregado da compra *de algn*
sobrados e casas terreas : as pessoas que qaizerem
podero o procurar na casa acuna.
Compra-se urna negrinha de idade de 12 a
Ib' metes : quem liver dirija-se a ra dos Tires n.
8, que abi se dir' quem compra.
coa iioce, em cujo sitio apura-se animalmente 480f :
na botica da ra Direila n. III, se dir quem vende.
Vendem-se tres cscravos, sendo duascrioulas
de idade 18 anuos, com principio de costura e en-
gomnudo, e um bonilo escravo de idade S> anuos :
na ra Uireila n. 3.
COBERTORES DE PAPA HESPAMIOES.
Vendem-se na toja de Victorino de Castro Mou-
ra (\ Albino, ra do l.ivraineulo, loja graude de i
portas ; estes cobertores sao os melhores que lem
viudo a este mercado, e por isso se recommenda a
Compra-se urna taberna nos arr.ibaldes da ci- lodos os amantes que vo o mais depressa possivel
dade, sendo Apipuco. Monleiro e Caclianga : quem v j r L
tiver annurii i -. o ^- ^ cnae-se superior farinha de mandioca, uld-
mmenle ebesada de Santa Catlirina, em arcas de
Comprase urna crrente de ouro para relo- um alqueire, medida velba : na ra da Madre de
Kio : quem liver diriji-se ao aterro da Bua-Visla n. Heos, armezcm n. V2, de Novaes & Companhia.
46, luja de calcado. ..
-- Veode-se a taberna sita na ra da Aurora n. V'
Cnmpram-se palacues com a efliaie de Carlos ;i e tem bons commodos para familia : quem a pre-
4 a iSJO-iO ; na ra do Crespo, loja n. 16, quina leuder dirija-se a mesma.
da roa das Cruzrs. ,.
^ ende-sc sagu a 160 libra, arroz pilado a 80
Compram-se apoliccs da divida provincial ; na rs., farinha do reino a IJll, pescada e alum de l.is-
raa das Flores d. 3", primeiro andar. boa inuilo superior, violio do 4>urlu engarrafado
~ Compr.-se urna ema : no largo de S. Pedro I 5""? SOperior a ,*ffl0 c ^m- ? (lueii"s do '?r-
a. 8.
Compra-se nma carroca para cavallo coro os
aneios : a tratar na loja da ra da Cadeia do Recite
m. til.
mem.8 preeo que em o.itr qu.k|..e parre, eendo o.o e6 pteeo para todos. Hcrlfe j"^^^^ vendidoepor
Vendem-se Iqueijos do reino muilo novos a
19380 rs. cada un carne do serlao a 280 rs. a li-
bra, linguicas de farne de porco a 300,rs., banlia de
porco a 360: na ti berna da ra de Moras n. 4.
VELAS DE C4RNAIBA REFINADA.
Na ra Dircila 1, 59, veuilemse velas de carnau-
ba remada, imitando espermaecte, pelo diminuto |
preco de 160 > libra, e em porcao se faz um agra-
dinbo ; assim cono carnauba pura de lodos os ta-
manhos, por menes preco do que em qualquer outra
parte.
Falque.
Fazc
muito
Boneeas franec- ^^spretasparaiuto.
zas.
ndas por
menos lio
^riiofaS.
lito, ludo por prego commodn : defroute da matriz
Ma Boa-Vista, quina do Hospicio n. 88.
. Attenco ao barato.
Vendem-se na ra do l.ivrameulon. 16, corles de
i cas'a de barra a a fig, pecas de cassa de babado a
l^tOO. cobertores de lita a 1280, camisas de meia
| pelo baralo preco de 800 rs., Jilas muilo finas com
peilodesedaa 15280, meias finas para senhora a!
l58(Kla duzia, ditas cruas para homem a 25200,
| chita rota a Sg a pega, ditas de cores a 180 o cova- j
| do, madapolao lino a 55 a pe^a, ditos entrefinos a I
3-520O, :i5ti(X) e POR MENOS DE SE VALOE.
Na ra do Qtieimarlo, loja n. 17.
Os donos do estabelecimenlo querendo liquidar a I j??
. vao vender por iirecos i 5*
muilo baivos como sejam, cas.as francezas finas e de "nas im rs" C0ViM'. algodao trancado de cores! Corles de cassa ch la
cores fiai a 200 rs. c 2(0 o covado, e muito linas a i i,roP"0 P"a r"uPil lle escravo* a 180 o eovado, c ou- | U""' 320, chitas francezas fin e de cores lilas a 2i0 o lr"s mu'las tateuda qoe se Irocam por pouco di- : Grvalas de seda i s cores
seu val|r>rf na I. j;i de 4 s
po las. n i roa do Qneiltia-
dlo n. 10.
Conlinoa-se a vi nder neala loja o resto das fazen-
das da loja da roa i o Crespo, que foram arrematadas,
e se vcuuem pelos scguinies preeoa :
Madapolao eulreli 10 a 23800, 3a"e
Dito muito lino de jarda
Dito muilo largo minio fino com .'Vi varas
Algodaozniiiu de 2) jardas
liiin bom aincrica n>
Chitas de cores, bou. padrocs a 30, 59500 e
Corles de calc.a de case mira preta a 5-5500 e
Dilos de rllele de selim prelu superior
Brim de liulio de i uailros, o cova lo
Dilo trancado, a v ra
Pannos pretos c di cores a 5> e
I.lu i larga Trance; a, o covado ,
Ditas estrellas de dores, o covado
venda de certas fazendas, vo' vender por" presos | 00 "'",f,nvado' cambr*iil. iis? rnuilo lina, chitas Algodao azul mcsi lado e de listras, o covado
covado, riscados francezet finos de quadros escoce-
zes, de 4 palmos de largura a 240 o eovado, chales
de relroz prelos muilo finos, proprios para luto a
105 cada um, e muilas oulras fazendas por barato
pruco.'
SEBA ESfOCEZA PARA
vestidos desenlila a I$200 rs. ocovadu.
ubeiro, assim como chales de laa a 8110 rs., ditos de
larlalana a 900 rs., chitas de cores lisas a 65000 a
pe^a. panno de linlio muilo lino, brim de linho de
diversas qualidades, e oulras fazeudas que se escu-
sain annunciai.
Vende-se uaia canora nova c urna pipa para
vender auna, por preco commodo ; e lanibein se in-
leress.1 nos lucros a quem quizer lomar conla deila
VIMIO DI) PORTO.
Vende-se vinho do Parlo das qualidades ma su-
Vcndem-se cassas prelas muilo finas proprias para pwlW <\<"> a, ale as regalare*, em barris de quar-
lulo. pelo baralissimo praea de 180 a vara : na ra lo e rte "i'avo, por precos commodos : na ra de
| doOueimado, nos qualio cantos, loja de fazendas da Apollo n. 8, armazem de assucar.
boa f n. 22, derroule da loja de miudezas da boa "
fama.
Superior Gmnha de mandioca em
sacras.
Vende-se qualquer porrilo de muilo boa farinlia
de mandioca, obegada ha pomo de S. Mallieus, a
, preco minio commodo por cada sacca : no escriplo-
rio da ra da C.rn/ n. !l, primeiro andar, ou no ar-
maron ilo Sr. Pacheco no caes do Ramos.
Retinara do Monteiro.
No deposito da ra da Senzala-Ve-
Ina n. Il(, vende-se assucar refinado de
3?500
581K)
1:;shiii
25000
39000
(5000
lt;IMKI
.fetMIl)
2110
600
355(10
2(KI
160
160
15600
15920
610
200
Na ra do Queimado, leja n. 17 ao p da botica l:ira ve"-'er agua : quem Ihe convler este negocio,
lia para vender as mais modernas sedas escocezas de entenda-se com o Sr. Manoel Joaquim Carneiro
quadros, viadas pelo ultimo navio do Havre, pelo : '-eal lla rul d<,s Pires.
barato preco de 19200 cada covado. Vendem-se meias commodo, de amarello, V
CORTES DE VESTIDOS DE SEDA | vaiorios de ps lorneado*, nimios ouiros dlven
PAKA SENIIOKA.
Os mais modernos, lisos, adamascados, e de qua-
dros, chegidos pelo ultimo navio, de novos dese-
nhos e cores muilo delicadas, por precos commodos :
na ra do Queimado, loje n. 17 ao pe da botica.
Vemlem-se 2 crranles de ferro, 1 ancora e
mais 16 paos difiranles para uavios : ua ra da Ma-
dre de Dos, loja o. 31.
CHALI DE LAN E SEDA LISO E
traslcs : na ra da Cadeia de Sanio Antonio n. 18.
l\a loja das seis
portas
Fm Frente do Livrainento.
Novas cassas pintadas a meia pataca o covado. pa-
de quadros de cores mullo delicadas a 700 e 800 rs. !d^'e onili, chales du panca encarnados, lloras
o covat
botica.
CHITES M. VEST B4 8
. ui mu. imiiii.i iiciiiu.i.i^ .i .un i n.nr i-, --------------- i------------- --------------------------, -------
o covado : na ra do Queimado, loja n. 17 ao p da amarellas a duas patacas cada um. ssia de eamhraia
; bordada pira senhoras a Iras mii reis cada una,
\ collarinhot para senhora a pataca cada um, flores de
reros para enfeilesde vestidos de meninas e senho-
j ras a meia pataca, a muilas oulras fazendas que se
: querem Irocar porsedulas.
bkjl
de seda modernos, de quadros escocezes, enm 17 co-
vados cada om, pelo baralo preco de 185000 : na lo-
a n. 17 da ra do Queimado ao pe da botica.
KAN USAS BE
S1
CORES A 15200 RS.!!!
Na loja u. 17 da ra do Queimado, vendem-se ca-
seiniras de cores, lisas, proprias para coeiros de me-
nino e para forro de carros, pelo
15200 cada covado para liquidacao.
DDQUE DO PRTO.
ESPECIAL VIMIO ENGARRAFADO.
Veude-se em caixas de urna e duas duzias
ra da Madre de Dos n. 3, loja.
II
m Baratissimo. |
" Na ra do Queimado n. 19, vendern-so *s
-.,.': chales de merino bordados a velludo os msis :.\-
iA bonitos que teem lado a esle mercado, di- ;>
ff los de clmly bordados a 85000, dilos de me- Jg
baralo preco de ~,';f ri matizados a K5OOO, ditos com ricas es- @
JiS lampas eosmaioresque lem vindo a "5000, i.'.',;
?; ''',0* ''Ius c",n frauja de seda a jOOO, .'^
V.V maulas de blond brancas e prelas, rhilas escuras muito finas e de modernos padres /';-
1 ;-. a 200 rs. o covudo, dilas francezas a 210 n,
Lencos desannae de chita, finos
Superio es velas de ca nauba.
\ endem-se por iroco commodo: na ra da Cadeia
lo Recife n. 24, primeiro andar
' HE 1IM1RURGU
A IG,0OOrs. ocento
O deposito das lidias de Baroborge, ra eslreita
do Itosario 11. II,
bichas de ll.iiiilnir
passou para o sul
gurd-ne o 321) as ^r
Lencos de cain-
braia de linlio
A 5<0, 400, 500, c 640
400, oOO,
cada um.
ornou a receber nova remessa de
:o pilo vapo' inelez Avon, que
vendem-se a ti>? o cenia, e lu-
mdes, c 200 rs. a menorc
Ionios
iage;ees de pa-
tente.
os mclliorcs fahric
llenry Uibson :ru
idos em lnclalcrr.i: tm casa de
i da Cadeia do Rccifen. 52,
\ endem-se muilo bonitas beneeas fraaeezae, pelo
barabMimo preco de 19280 e 18800 : na roa do
Queimado, na bem ccnliecida loja de miudezas da
liua Taina n. 33.
Loja da boa f.
Vende-se clialy de quadros de bonitoi padrfies a
.KK> r. o covado, dilos lisos .le bonitai cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de relroz de bo-
lillas cores a .");, dilos com lislras de seda a 75: na
ra do Queunad.....os qaatra cantos, lajadefasen-
boa taina* 'C' ~' derullle da loJa ,le "liuJezas >la superior qualidade, dearroba'para cima.
AVISTA m MAS ODALI-
da des iie milito barato.
\ cilde-sc papel de peso e almaco o mclhnr qua
pode haver ueste senero a 3, 1, .', e 6S000 a resma
papel paquete muito lino e Je muilo boa qualidade-
propriamenie para se escrever por vapores para a
fcuropa em coiiscqiieucia de nao se pagar grandes
portes de carias, em esnias. meias re-mas, quarlos
te resma, ou metala em quedarnos a 80 rs., papel de
Hubo verdadeiramaaia almaco c proprio para cario-
no a i5 rs. a resma, verdadeiras pennas de aro de
luco de lauca contiendas pelas melhores que 'ha
15200 a eaixinna com 12 duzias, dilas sem ser de lu-
co de lanca, mas lainliem muilo boas a tilo a caixi-
SS w, '-.^axias, duzia de Upis muilissimo (naso
*tl, lOOe.itMI rs.. dilos para desenlio a 800 rs. a
duzia, caivetes muilo finos e de (odas as qualidades
e. preros, linia ingleza muilo boa e barata : ua ra
do Queimado, loja de miudezas da boa fama u. 33.
Etnrasa de M.Calmont&C., piara do
Corpo Santo n. 11, ha para vendero
sejjuinte:
Taboado de pinlio, alcaliao e pixe da
Suecia.
AJcatraode carvao.
Lonas de algodao.
Dilas de linho.
1 i utas em latas.
j^ponjaadesiiperior qualidade.
lahos de linho e de.ManiHi*.
Codo niiiliocinmoilo.
Attenco
J\a loja das seis
PORTAS EM FREMTE DO LI-
VIAMENTO,
Riscados de algodno de lislras com Ires palmus de
largura, fazenda propria paia vestir cscravos por ser
forle a meia pataca o covado, chitas escuras que nao
desholam a meia pataca, e de cores a seis vialeat,
cobertores de lAa. crandes. a dous mil reis cada um,
ede .il-.iiii.i de dous pellos, muilo srauJes, a qualro
patacas, diubeiro a vista, para acabar.
AGENCIA
Da fundico Low-Moor, ra daScnzala-No-
va n. 42.
Nesieestabelccimentoconiina ahaver um com-
pe seda para grvalas a 6011 ri., diloa prel n.arW
bous a 15. pecas de rambraias de salpico cea S ra-
ras e meia a .15200, e ilo a vara, dilas adasaaar
muilo boas para cortinados a 129, eamhraia lisa i
lo fina com urna vara de largara, pelo barata
preco de 560 a vara, lencos de carobraia mallo I
lodos hrancos r com barra* de core a 300 rs., lenrm
de chita francezes muilo bons a 400 rs., chelea de
algodao de cores de bonitos padres a 800 rs/.' rista-
dinhos muilo linos e de muilo bonitos padres a 16
o covado, filo de linho liso muila fino a 9RO a ata,
dilo de llores a 15280, meias prelas de seda para se-
nhora, Tazeuda muilo superior a 29 o par, dilaa bran-
cas muilo finas a 35 o par, ditas branca de rigaai
muito linas a 2111 e 320 o par, Has brancas malla
linas para meninos e meninas a *Jr9 o par, e alea do
ludo isto oulras moilis*imas fazendas, que a vista da
soas boas qualidades e bardos preces, he qae at ae-
nhores freguezes. amigos do hosn e baral o, cenheus
rilo n que he pichinche : na roa da Qriermsda, no-
qoalro cantos, na loja de fazendas da Via fe a. 22,
ilefronte da loja de miudezas da boa fa.na.
Chapeo! lo Crrvle e de cltio oc m,i
pleu sonimenio de moendas e meias moendas linos que ha no mercado, dito de
0 va^r*^as *:torpretose hrancos, dito* de palha amc-
ricaiiox, linneii-s de todas as qualidades
ferro balido e coado de lodos os tamanhos para
dilo.
. KA LOJA DA BOA FAMA.
\eude-se baadejastorandes a muito linas pelo ba-
ralissimo preco de 38000, 9000 e .'i.'NKK) reis. ocu-
los de armacao de ico de todas as crnduares a
800 res, lunetas eom armacao dourada a I51KK) reis,
-1 %?zz$ tfi; asa: ^r &sz
" >;io de metal brauco a 100 res o par, lmelos com
armacao de tartaruga com 2 vidros a 35000 reis, ri-
cos chicles pata cavnllos de homem esenhora pelo
baralissimo preco de 800 reis cada um, grvalas de
seda muilo bonitas a I90OO res, bonitos atacadores
de cornalina para r-saca pelo barjlissimo preco de
300 reis, suspensorios linos de borracha a 100 reis,
penles muilissimo finos para suissa a|.VK) reis.escovas
muilo linas para cabello a tilo reis, capachos piula-
Camisas indispensaveis para homem e mocos de mUaSSO21*2*212** 10U "Lfc
do/e anuos para mais, de esguio, a del lusloe'cada """""I ,'' '"adrepcrola para camisas a 15200
una, lencos de cambraia hrancos para mao e hI-i- 'a' !. 'S- du'la'r"-a< "Has para peuna
beira a do,.e vinlcns, brim de algo'lao proprio pa'ra ?"".;" L iT' "!"rIWel"RW. 1jfi00'r".
qualquer obra de casa a dozc vinleos a vara, e mui- *"'l!''le "'C ?' mU" fi,la< ',arV rs',e '0" ,m
. to largo a cruzado, chapeos de castor brauco frai.ee- i ,1 "* ",,lss,mas Pra ,""l,a' ">00 e 610
zcs a oilo mil reis e prelos ,le seda a sele ,le formas', cscovas '"ra 'oul'a ''ello o melhor quepode
a moderna, panno lin'o VmZSSSZ 'ZfeSttgSk K? ^r^^ P'"T ^
a 13 o covado, proprio para palito, e sohrecis.cas de i [,, lu ;"!"'' ""* "* fr"' e fi.'"
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a roa da Cadeia.
Vende-se
cemento muilo novo, chegado em 11 de main prxi-
mo paasado de lldinhurs
la ri vi.la da qualidade. tanto em porrao
barricas e linas : no armazcm de inatnacs na ra
da Cadeia de Saeta Antonio u. 17.
Kn Sq/1 das seis portas en
frente do Livraniciito,
vendem-se:
liillilii (*OS(Oa
l\ desde
Na
po:
!d<
a 39000 reis, dilas de cabo de balando DUUUtstma
[lioasa 69000 a ilu/.ia, diias Panalinu de cabo de
i 1 SIK) I'""'."m o mrllior qne pode baver a l.'^NN) reis a
duzia. camisas de meia muilo liuas a I5OO res, ri-
cas aboluaduras de madreperola e metal para col-
Kecile loja de \ ?;nissimas aavalbaa para barba esa esiojo
palha,
^ara.
de urna e
LUYSPAIAHOHEI.SE se-
nhoras.
Riscado escuro e muilo la'go, proprio para roap*
de escravos ,1 SO o covado, telenas brancas adamas-
cadas de muito bom gasto a .",5, aloalhado adamasca-
do com 7 palmos de largura a IjtiOO a vara, loalhas
de panno de linho alcoioadas -e lisas para ro^o, as
Imausaperiores que lem viudo ao increado, dilas Ma loja ,1a Estrella, rua do Queimado n. 7, ven-
1 para mesa, uoardauapos adamascados e oulras muia dera-sc casemiras fiancezas linas de lindos goslos,
I lis laMDdaa por preco coiniuoilo : vendem-se na rua pelo baralissimo preco de 49600 o corle de Calca, e
do Crespo, loja da esquina que volta para a rua da chapeos francezes da ultima moda a 69300.
Cadeia.
irlas n. 8, vendem-sc as referidas re- |'"as uavalhas pelo baralissimo preco de 89000 <> -
s rom cores o niinl!rlndo< in|;m.i "i0' ei""t'""o* americanos muilo bonitos proprios
cora cores c qualidades inteirament. .ra eldanles u measao para qualquer esuXb>
piculuii "ilicas. imenlo, peta boa luz que da a commodidade
Casemiras finas.
Yeiidcm-sesupe
para homem e ser)
seda muilo boas e
ioreslovas dejpellica muilo nova
hora a I528O reis o par, dilas de
em detallo algum amarellas, pre-
las e brancas par houiem e senhora 1 I5OOO re-
f? rs. o covado, pecas de brelanha de linho
1 %? com 12 jardas, a ."OOO.
No anti;oe hem conhecido jaidim,
sito no correr da igreja de Mossa Senhora
da Soledade, casa n. 7, vendem-se ps de
roseiras muilo lindas e de militase dille-
rentes ijualidades, como os compradores
poden) ver, por estar em verretacio, as-
sim como ha c\ prestes, sapotis, parreiras
1'iiuir,is <|uaiiclades de llores.
Vende-se de muilo boa qualidade, em harris de
buinlo : na ra. da Madre de Dees, loja 11. 34.
Veude-se urna tarramenta completa de cara-
piua e duas serras para marcineiro, ludo muilo bem
tratado ; e bem assim una venesiana nova : na rua
Imperial 11. Ion.
Vende-se polassa do Rio de Janeiro, ebegada
prximamente, de superior qualidade : na rua do
Vigariu 11. 23, primeiru andar.
Vende-se ou hvpotheca-se urna casa sita na rua
Imperial n. 201 : quem quizer annuucie.
Vende-se urna escrava de 16 aunes co n alga-
mi habilidade e de bonita figura : na rua do Kau-
gel o. (O, sobrado.
No aterro da Boa-Vista n. 80,
vende-se chocolate, macarrn e lalharim a 400 rs., rnu Direila 11. 31 se dir' quem vende,
a libra, grao de bico a 80 r., sag' primeira qualida- Vende-se a armacao da taberna que tai Ele-
do iiiuilo alvo a 320, cevadioha de l-'ranra a 320. la- pbanle d'Ouro, na rua do Hospicio, ein cujo tagar
pioca a 160, manteiga ingleza a 610, franceza a 180. i ainda se aclia : quem a pretender enleuda-se com
Vendem-se madapoloes finos e de oalros, com Joaquim l'ilippe da Cosa, que tara' lodo negocio,
um pequeo loque de avari, a precos muito har- ',,a rUcl da Madre de Dos o. 22.
tas: nacos da Cadeia V'elha n. 24, primeiro andar. JJ0 aterro da Boa-Vista 11. 29, Da casa de
Vendem-se Iraves de madeira de qualidade,, c .
com 40 a. 5o palmos de comprido. e 8 a 10 pollega-1 modas, (|lie I01 de madama Scasso.
das emquadrodegrossura, e por menos preco o-; Vendem-se por menos preco do seu valor (para
que em oulra qualquer parte : na rua da l'raia de liquidar, lodos os objeclos para adornos de senhoras
Santa Rita n. 13, serrara. ,. meninas, como sejam : chapeos de seda com en
., 1 i feiles, dilos de palha, vestidos de seda de diltarentes
\ endem-se cincoentapipascommu- cores, chales de tonqaiss e de todas as qualidades,
ti) hoa agurdente, ptima' Cascara por t**a& e lisos, leucos de lodas as qualidades, ricos
nien rizoavel e o emlxamiiP ,._{;'">"< ;|c relroz bordados a ouro para caheca de
piU,J l.lMldve, C O emoarque giatlS. senhoras, flores de lodas as qoalidi
o fiar, ditas prelas
par. ditas de fio homem e senhor<
dilas para menino
de seda ricas de
de lorcal muilo boas a 800 reis o
Escocia brancas e de cores para
a 400. 500 e 600 res o par, dilas
j. emeninas a 400 reis o par, lavas
lodas as cores e bordadas, com
guarnicao, para seihorn a 31000a 39500 reis o para
e oulras mais qualidade. de luvas, ludo na rua
do Queimado na bjem conhecida loja de miudezas re
ba fama u. 33.
'O
Vende-se potassa da Russia e america-
na, chsada
iiualidade e c;
assa e ea!.
uestes dias e de superior
de Lishoa da mais nova
a
que ha nomerrado: no nico deposito d;
rua de Apollo
Unded
n. 2B.
a paia \estidcs
Vende-se a ricaj fazenda lindeza, chegaila ultimo
menle de Franca, pelo baralissimo prco de 15000 a
covado. Esta fazenda he de pura 1.1,1 e sed, e os
seos padres sao os mais bonilos qoe ale o prsenle
lem apparecido no mercado : na rua do Queimado
dos qualro cantos, loja de fazendas da boa f 11. 22!
l\a loja das seis
En
portas
frente do
ivraitieoto
le duas lar^u-
Moinhcs de vento
com bombas Jcrepuxopara regar borlas e bai-
xa de capim : na fundico de l). W. Bowman,
na rua do liruin ns. 6, 8 e 10.
TAIXAS PAKA ENGENHO.
Na fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o ehafariz, conlina ha-
ver um completa sonimenlode laixes de ferro fun-
dido e batido do 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acharn-se a venda, por preco commodo e com
promplido: embarcam-se oucarregam-se emacr-
ro sem despe/a ao comprador.
v i,,i" as qualidades, em peca e a relalho, que se
vende-so em casa de S. P. Johnston & CM ; querem reduzir a sedulas, por menos preco do que
rua da Senzala-INova n. 42, sellins inglezes, chi-'cln oulra inalquer loja, seudo diubeiru i vista
coles de carro e de montara, candieires e caslicaes'
bronzeados, relogios patent inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,'
lio de vela, chumbo de rauno, arreios para car-
jo, lonas inglezas.
fcvibao preto.
Alpaca de algodtO de
ras, bonitos goslos, para
vado, cambraia de seda,
tos modernos a dez lusloes o covado, eherji de
quadros e liso, lil,. liso e bordado, lencos "para
meninos brincaren!, com avaria a vinlcm o len-
co, um completa sorliinenlo de fazendas de lu-
das
a boa fama
j *e poder peu,ii,r,r ou pdr-se em cima de qualquer
esa, pelo barato preco de 5s000 res, pastas para
cardar papis 1 sin) reis, esnelhos para pande com
armacao donrada e sem srr dourada pelo baratissi-
11111 preea de 500, 700 e 18000 reis, nissimas e ri-
; cas caixas para rape a 25500 e 3f000 reis, papel de
; coi es de tallns pequeas em qoarlo de resma peta
baralo preco de 720 reis, e oulras muilissimas eou-
Isas, que ludo se vende mais baiaio do que em oulra
; 1"a|qaer loja : na rua do Queimado na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa tama n. 33.
BICHAS DE HIMBURGO.
>o deposita das bichas, rua eslreita do Rosario n.
II. lornoo-se a receber nova remessa das melhores
luchas de llamburgo por esle ultimo vapor inglez
"lmar, que pasaos para o sul nodia 28 do cor-
quadros, de duas lamo- renta, c vendem-se por menos de IbjmxTo ce'nta"
vestidos a pataca o co- ,|gam-se muilo emTonla. '
uperior qualidade e gos-
VENDH MUITO BARATO, COMO TODOS
SAIIEM. ,. .
Vendem-se libras de liuhas de boa qualidade n. mmt0 suPen0,Tlalldadc,i
30, 60e 70 a 18100, ditas mallo finas de n. 100 el no preco de l'.l.sOO rs. o corte, ditas
120 a I56OO, duzia de lesouras muilo boas para eos-
Attenco!!!
o
A" loja de > portas da
rua da Cadera do Ke-
cile n. r8.de Narci/.o
Mara Carneiro, che-
jou ltimamente um grande >i timento
de sedas com lindissimos dsenbos e de
pelo haralissi-
lidades, ditss brauras
para noivas, diversos objectos de ouro, litas de seda
de lodas as qaalidades, e.ludo o mais qoe he proprio
para cufeile de senhoras e meninas, que 11A0 se inen-
cionam pira nao eufmlar ; ludo se vende por meuor
preco que em qualquer parle.
OLEMOS DO SERTAD'
Sao checadosos melhores queijos do scrIAo, e se
ria rua da Praia de Santa Hita, armazem
n. 17, confronte a riheira do peixe.
Vende-se muito em tonta a padaria
das Cinco-Pontas n. lO, com todos os
seus pertences: a tratar na mesma.
Na rua do Crespo 11. I (i, continuara a
estar a venda as mais superiores loalhas' ve'"lem tar,, ; "ia do Oue.ma.lo, loja a. 14.
.'__!......._- .____ 1 i Vende-te a verdadeira sraiu inelea n. 97. do
depuroImliOf|Ue lem Mudo ao mercado, fabrianta ay and Mirlen, em barricas de 15 du-
. Vendc-se mantaiga ingleza boa a 800 rs.. 610 "ds e f0'0*' em cai* de '* Crablree & Compi-
560 a libra, loucinho de Sanios a 240. arroz do uuia' rua da ^'al '-
Maranhao a 100 rs. e 120, carne de loucinho e ore-
Ihas de parco a 120 a libra, milho c arroz de casca
a 160 a cuia : na rua das Cruzes n. 20.
Na roa da Cadeia do Itecife n. 57, cscriplorio
de Joo Fernandes Prente Vianna, conlinua-se a
vender velas de carnauba, por preco commodo.
0 BOM E BARATO,
Com toque de
avaria.
I'eeas de madapolao a 25500, 33 e .'l?200 : ven-
dem-se na rua do Crespo, loja da esquina' qoe volla
paia a rua da Cadeia.
Na rua estrella do Rosario, taberna n. 16, que faz [
quina para a rua das Larangeiras, haboa carne do
siiriilo. bons queijos e boas linguicas, assim como boa
gomma de aramia e muitos oulros eleitas,que a vista | Vende-se ama cabellein cresim de nascenra
do comprador Ihe serao apreseulados. em muilo bom e.lado, c um crescenle de cabello ca's-
D1 lir" Rl? I lilla I i1" mu." Krallue ">"U, em conla : no caes do
U II 1". UL l.sSiill \. Ramo9- labema do licl.ro 11. 2(i.
Vende se a :rs. a oilava : i.a rua da Cadeia do VESTIDOS DE BOA
Kecile u. 16 taja do Itourgard.
Attem iisi.
seda pon roteo
DIMIEIRI).
Cortes de vestido de seda cscoceza com 18 eova-
dos, sendo de novos eMnoderuos goslos, peta baralo
Charulos- \ arelas do bfaftapal* Uadlo a 2JW0 preco de I85 cada crie : na loja de i pona, na rua
a cana de .*) ciiarulos e regala do mesme fabrican do gueiniado n. 10.
loa^WOemcaifasdc 100, e de oulros fabricantes; Vph,I.m um ~,v..i- 1. .1
a 251 H) o cenlo : na rua da Cadeia do Itacilo 15, ~~inJ" '.u Pf':' de '""/ 1 la,-" "
1 .iTa. FL.nriT.ra nominado a Kapoza, na freguczia de S. Jos dos
toja de Bour^ara. Ilczcrros, le mo ,.la cidade da Viclori, cujas ierras
VclCI'rlS OC lOlle. lem meia legua de frenle, e un.a legua de fundo :
Vendem-se em conla 7 vacca, seudo 5 de Icile e 7 Te.m I1"";1"1" ?n, dirija-se a povoacao de
hezerros, para ver e (ralar na cidade de Dliuda das
2 horas da larde em dianle na cocheira,de Jos Ma-
ra da Lapa.
Casemiras sasclo cerosa
Vende-se urna casa terrea na roa da Boa llora,
na|cidade de Olinda, com duas salas, quairo quar-
HJ.,,C0I,,"l.'a r"ri,icacimba dc P*" e c" e um ?""- Vendem-se vellas de carnauba de composicao,
' rte quintal murado com parrcral, e cajo preco con- milacAo das elas estearinas, pavio americano,' da
a qualquer pessoa acoropra-la: na botica da melhor qualidade possivel, bem como de carnauba '
simples, por precos commodos, arroz pilado muilo
I10111 e ja' inulto conhecido por crecer mais que o !
do MarauhSo, em arroba a 2, em saccas a l-SIH),
arroz de casia em saccas grandes a 39300, e em al-
queire medida vellia a .'(5500, ludo muito bdm
rua do Vigario u. 5.
Perl lunarias de
bom gosto.
Na taja da boa fama enconlra-se sempre um rico
; sorliinenlo de perfumaras de todas as qualidades,
I sendo seu autor o melhor que ha em l'aris, riquissi-
1 nios frascos dc estrados muilissimo Tinos, pelo baralo
I pieco de ISOO, 19300, 23 c 25500, jarros de porcel-
1 lana delicados c de modernos noslos com banha fran-
ceza muilo lina a 2>, frascos Cum esseencia de rosa a
:I20, paos de pomada Irance/.a muilo boa a 100 rs.,
irascos pequeos e grandes da verdadeira anua de
Colonia do l'iver a ',0 e 1/1100, saboneles linos e de
diversas quali lades.pos para denleso niellu r que po-
de haver. e oulras muilas perfunmrias, que se ten-
dem muito baralo: na rua doOueimado, na bem co-
ndecida loja de miudezas da boa tama n..'(;!.
Meias de laia pa-
ra padres.
\ endem-se superiores meias pretal do laia par
padres, pelo baralissimo preco de I5MH) o par : na
rna do OneiOMdo, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
CARTAS FIMSSMAS PARA YOL-
TARETE.
Vendem-se superiores cartas francezas para volte-
reta pelo baralissimo preco de 500 rs. o baralho ,
na rna do Qoelmado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama 11. 33.
Cal virgem de Lisboa, ehegads no briguc
Constante : uos armasen, de tosfoca, Medaira. &
Compauliia, rua do l'rapiche.
Em casa de N. O. B
f' C, rua da Cruz
4, vcsidc-se-
Pianos fortes das
Alleitiiinlia
3a veio s.bo prelo, o vende-se smcnle na ar-
mazcm de Joao Marlins de Barros.
Rclogos
cobertos e dcscobcrlos, pequeos e grandes, de ouro
e prata, palenle Inglez, de um dos melhores fabri-
cantes do Liverpool, viudos pelo ullimo paquele in- a giosa, balde, muilo linos de a,;o para calcas a 2801a ptl V sTIl
Bles: em casa de Soulh.ll Mellar i\ Companhia, rua -ria, livelas douradas muilo finas para calca, e col-I* rta *|"':
, do lorros n. US. tatas a 120 cada una, penles de bal
tura a I5, dilas muilo lioas e grandes a 15201) a du-
zia, peciaba. de luco eslreilo a 500, caiiiuhas con,
i agulhas francezas muilo linas a 160, catatabas com
10 uovellosde liulias de marca muilissimo linas a
280, braceletes encarnados muito benitos para meni-
I nas e senhoras d 200 rs., meias brancas mullo linas
para senhoras a 210 e :IIK) rs. o par, meadas do li-
nhas muilissimo linas para bordar a 100 e lti,| bo-
tos de madreperola muilo Tinos para camisas aliOO rs.
mm gostos cliinezes a I ,'000 rs. o covado,
e outras militas fazendas que S avista dos
compradores poderao avaharos seus pic-
eos pelas suas hoas i|iiahdades.
Para
as
Cobeitores do laa hospa
nhes muito
(loso grandes.
Vendem-se na rua doCre.po,loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Para os iiamora-
dos.
it do
barato.
rosta
senho-
lioni c
a muilu linos
para alisar a 300 rs., peras de fita de linho com ti
varas e meia a 50 rs., caivinhas com colveles france- I Vendem-se ricos penles de (arlaran para alar ca-
Imf.lh"" rf-a i6'5 a* I de -Hl" ja"'ilS eillOrpa- ; >>"lo boa OMlldade e de lodos os nmeros a80 rs., das para erianca. de um mea a um anuo, pelo baralo
; ina,;os com il) grampas e de mullo boa qualidade a -
50 rs., pares de suspensorios a 10 rs.,
torcidas para
tamli, iii a 80 rs. a duzi., carleiras de marruquim
para tlgibcir. com molas douradas a um rs., cae-
tas para peunas de ac a 20 e 40 rs., meias brancas
c cruas, tazenda muilo boa, par-a homem a 1(l) e 200
rs. o pnr, Iraucinhas de laa de caraces c dc ludas as
cores a IDO rs. a pecinha, penles de clnfre para ali-
sar, fazenda muilo boa a 800 rs. a duzia, arozas de
holes de taca pintados para camisa a 210, peca
de lita llecos de lodas as larguras a 210 e .120, hullas .15500,
preco de 1>80U o par, lencinhos de relroz ,le lodas as
cores para senhoras c meninas a 1s, toncas dt lila
para senhoras e meninas a 500 rs., camisas de meia
para chancas ale a idade de um anuo a 500 rs.,
meias brancas de algodas para senhora inuili--ia.ii
linas a 500 r., ditas brancas c prelas de seda o me-
lhor qoe se pode encontrar a 2?e >50ll o par, ricas
canas para guardar joias a MX) rs. e I?, canas mui-
lo ricas com reparlimealo. nicamente proprias para
costuras, pelo harali.simo preco dc 25500, rtjtMX) e
Inverna de verdadein, hutata para prender
para meninos e homens, chapeos de pa-
lha e f el tro cnleitados para meninas, c
oulros muitos ohjectos chegados ltima-
mente; assim como pertences para fa-
bricas de chapeos e livreiros, vende-*'
lauto a ei.illio como em porcao^ e mais
barato do que em outra qualquer parte :
na rua Nova lojae fabrica de chapeos, de
Cln-vsliani Irmao, n. 44.
En: .casa de $. O. Bic-
ber & C, rua da CVus
11. 4, vende-so
Alpodao para saceos de assucar.
Dito trancado para ditos, a imitarao do
da Babia.
Lonas.
Brinziio.
Fen-oda Succia.
Arcano para purilicar o assucar d 111-
veiicao do Ur. Slolle, com o uiethodo ein
lingua pos-tuguen.
IECH1HISI0 PAR EISE
NA FL'iV ICAO DE IHO fX) KrXGE-
.N.IIKU.O OfvV,j/w BOWIW. ,*A
KUA UO BKUH PASSANDO O UIA
FABIZ,
lia sempre nm grande son imenlo dos segainle. ob
jeclos de merhanismos proprios par. enhenaos aw-
ner : moendas r. meias moendas da mais moderna
conslruccSo ; latas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos lmannos ; reda.
dentadas para agua ou anim.es, de loda. a. propm-
Coes; crivose boceas de foro.lhae registros de sm-
eiro, aguilhe*,broiizes,par.fusos ecavilkoc* nwi-
nhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA FNDIQAO.
se enecotam lodas as enrummendas r*n< tapet in
ndade ja conhecida e com a devida prestetae cena
modidade em preco.
#111 casa de n. O. Bieber
C, rua da Cruz 11. 4,
Crnenlo romano.
Paralo.
Vinho dcMadeira c ultramar.
POTASSA CAL YIRGEE
No amigo e ja bem conhecido deposita da raa da
Cadeia do Recife, escripiorio n. 12, hs para vsst-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em podra,
a precos muito tavoraveis, com os quaes "
dos tomadores satisfeilos.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
PILLLAS HOLLOWAY.
Elle inestimavele.pecilicu,composlo inleiraaso-
Ic de hei .a- medicinaes, au coutem mercar,, acei
al-iima oulra substauci. delctete Itamgn'i.
mais lenra inlancia, e a unipleirao man delicada
he taiMliHerlv u mpt e segura para deearninat
mal o. rruii|.luirn mais rbenla ; lie inleirasaenle
innoccnle em suas opeiarOe e erleiloa : pan baac.
e remove as doenras de qualqaer especie e ar.
por mais anlisas e leases que sejam.
iie-
Entre militares |de jie-soas curadas
medio, muilas que ja esl.v.m as perlas
preservando em seu
para
ir m .fc,-,, .. dre a 10 rs. o carretal, linhas
(m-sefolhas de papel muilo bonito, proprio fa
cerrespoudenela de namorados, pe
M' rs. : na ros do
onhecida loja de miudezas da boa tama
------i ..M.w.-u- u. icimiim iiui.i ucr p.'ti ,.,!. m -i., uso, conseguirn, re-^.^*i
raneas de carre.e.scou. 100 jardas do autor Alei.Q- cabellos, pelo baralissimo prero de l>, d|l.s de lar- "ude e forCas, depuis de haver tentad. ia\tW2'
reas de meadiuhas. l.iruca a 39300, ricos lenues com plumas eesnelhos e le '"uos oulro remedios.
senda muilo boa a -20 rs. inp:i.i,r.i, ...i a.!:.-----------:_.. .___.__*.-----
-..-- ,a '"cadiiiha, carias de pinturas liuissimas a i-, penles dc bfalo mullo finos I A> m.i.affliclas nao devrm cntiecar-sn a ,
i rs. : na rua do'.^eiimioo ; tSl^^SlSSSAS^ .7,7 c '.LT,'" S"." '"" *frl *? *V ,eSUraS I"*S',n;,S e "' <"""^- f"" "m "'P"-' -I. fca ,,,-
f.n,,n. I T-iaaf' ,,,p"' '''bello, todas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas as. zeseflcitosdesla assombros. medicin., e onZ,
fazenda muilo hoa a-2^,00 a duzia, meias de lio da core.laranr... rini j,."..i. .------,.. l,wiii.-r.i.,in, !,.,.(......^.......i. "e ateces
na bem
o. 33.
'elogios de patente
>iif.'ezesdeouro, desabnete edevidro
vende
lodas as qualidades, ricas trancas de seda de lodas ***OWOUadeata assombros. medirii
ilnzia, meias de lio da cores e larguras, ricas lilas de seda lisas e lavradas Irecoperaraoo benelicio d. laude.
Bscocia liara meninos, brancas e de cores a 2il) e fc de todas as larjiuras c cores, bicos dc linho Dabaimo. ', N" se perca lempo em lomar esle re,
^, ..;Tf ?*! r."*? '?P,,a! a 5^VCW,.lBi'M d" lM"los I"'1""'" e ,l, ' i 1^ "" d0 *clln,,as lle "M i l0d0 brancas e dc coies propria. p.ra cortinados, : -denles epileplicos. Kebreto da i'
! ?uallrtad.e ? '* iU de ''", c"m l'a!"S >e foco de | oulras muilissimas cosas, qne ludo se vende por < Alporeaa. S3aT
leoecie
do Recife, armazem n. .".
G;i de Lisboa.
Vende-se orna porclo de barrisco... .
por baralo preco. e relalho a lia o barril" t
C.dei. do Kecile n. jo.
em-se a preco ra/.oavel, em casa de T > ealsioha. de
i,,,.,.,,,.,' i i? i i ,phosphoros propriamenlc para charutos a :|J0,
a da Cadeia I casles muilo bonito, para bengala a 10 rs., sa-
palinhos dc la para crianzas a .;oi) rs. o par,
Irancelini preles para relogios, ta/emla minio
boa a 140, escovinhas muilo boas para denles a
. KlO rs. A lem de lodas eslas miudezas vendcin-se
le Lisboa, I oulras inuilissiin.s, que a vista de suas boas qua-
a rua da hdades e baralos precos lem causado admiracao
ios proprios compradores: na ruado Oueima-
i do. na bem conhecida loja de miudczas'da bo
I fama n. :i:l.
lao barato prero que aos proprios compradores ser- Ampotas.
Vira de admiracao : na rua do Queimado, na. bem Arelas mald'j.
conhecida loja de miudezas da boa tama n. 33. I Aslhma.
I Clicas.
: Convulses.
Dchilidade ou
i]
1^200!!!
Hu do Queimado o. .'I A, vende-se cisemiras ,ta
cores lisas muilo superiores, para |liquidar, e dao-se
as amoslras.
Ilehcribr, no lusar chamado a Lruz do Canhog. :
.i Iralar com Joaquim francisco de Mello, ou cum
a proprielaria Amia Mana da Luz.
Palitos a 8,000
Cries de panno lino de cores para palitos a K5OOO
cada corle de pabl, he ju,lamente melade do seu
valor : ua loja de i portas ua rua do Queimado
11. 10.
eber
n.
melhores fabricas da
moderna coiislruerao.
CORTES DE VESTIDOS DE
SEDA DE QUADROS A 1:2901)0! !
Narm do Queimado, loja 11. 17, vendem-se cor-
tas de vestidos de seda taular de quadrot, com 1K co-
vados cada um a l-,000, por estar com algum toque
de mofo.
f a?
m.
Vennc-secaldel.isbuaullimamentchegada.as-i
jimcomopolassadaMussiavcrdadsiru: uaprarado
corpo Santo 11.11.
Salitre superior.
Vende-se e mnito barata, na loja dc ferragens da
jna do Queimaoo n. 35, em porefies e a relalho.
Um completo sorlimenta de bordados eomofo-
am, camisetas rom mangas, coltarinhos, peilllhoa.
ronieiras, cainisus, eoilinha. e pelerinas ; t.mbein
lem um rompido sorliinenlo de ricas llores, enfeiles
para checa, lilas e os venladeiios e modernos bicos
"e linho: ua rua da Ladeia-Vclha n. ->',, primeiro
'"dar.
Rcsfriadciras.
A ttcncao..
>"o deposito de bicha., rua Mlrefla do Rosario n.
11, vendem-se resfriadeiras de barro muilo lino, via-
da, de llsiiiburgo, a-sun como qneijo parmaison,
viudo de lienova. esleirs de Angola, e mullas ou-
lras coosss.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo e azul, fino, fazenda mnilo
supeiior, prova dc limo, pelo baralissimo prero ,le
.'I;"iO o covado, alpaca prcla muilo lina a i,ii co.
vado, merino selim, fazenda sujierior para palihis .
I.^'OO o covado, canlao prelo muilo lino proprio para
vestidos a 19oCovado, selim pelo maco, fazenda
superior a HiOOo covado, grosdeuaples prelo muilo
lino para Vestido 3 o covado, superior sarja prela
hespauhola a aJMl o covado, iinuc/a prela muilo
lina a KIK) rs. o covado. corles dc colleles de gorila-
rao de. seda, fazenda muilo hoa a 2j, cortes de fus-
evlc-
nuac.o.
Ileliiilade ou f'all.i de
torcas para qualquer
rousa.
Dcsinleria.
Uur ,le .'amanta.
de barriga.
11 nos rins.
Dureza no \entre.
Enfermiilade.no ufado.
mercas,
r.niaqueca.
Ileinorrhuidas.
ll)dropisi..
Iclerici..
Iiidigesle..
Inllamm.reu.
1 rregutarid.jdesda
mes(ruara.i.
lombrigas ,ie leda a.-
pecie.
Mal-de-pede.
Mancha, ua colis.
<)blrurr,iod. venlre.
l'hlisica ou iconsarapcan
pulmonar.
Ileienrao de eariaa.
Kheumalismo.
r>\mplomas secundarir*.
"lemores.
Tico doloroso.
I leer...
Venreo mal.
loes de bonito, padrees a 640, brim raneado branco ^"'Pela.
de puro linho a 15 e Imilla vara, linos IraaCMlo. Iel,res biliosas,
de cores de muilo bonitos padroes e de puro linho a .. '"lermillenles.
IMM a vara, dilos dilos lamhem de bonilos padroes en,|em-sc eslas pitillas no estabeleeimcnta r*
a KIH) rs. a vara, dito trancado pardo lamhem ,1. Ii- Landres, n. 244, Strand, e n. I01. de ladee m
nho a UK) rs. a vara, dilo liso largo a |480, unu, '"'licarios, drocuistase oulras pewo.s enrarrro-
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior de a :IJ e 3IM) o covado, dilas decores escuras de qua- ,ana e llespanh.
Vendem-sepiaiiosverlicae.iDRleie., deelc-anlcs''1"" e lis,.ri,s> ue m"il0 bonitos padrocs para calrasje ^'"'e-sc asboceliiihas aSOOr. Cda uma delta
j panbia, praej do Corpo Sanio.
1 Vende-se o sitio com casa de sobrado do falle
K ... icido Georee Kenworlbv, noloaar de S.Joscdo Mau-
i>o sierro da l!oa-\ isla 11. 2>, loja -de chapeos da nainho, com arvore.los de frucio e mais besnfeilofiaa
sol, hechegudo do Para um lindo sorliinenlo dc re- | que nelle se aetjtm, sendo as Ierras do referido lili.
ue. iih ui leienies cores e goslos, mualmeule lem proprias : quem o pretender procure em casa de ha-
vanas peltas de enea de vanos tamanhos, e vende-se muel 1'. Juhnslou 3< Companhia, rua da Seozata No-
' va n. 1:!.
anos,
. inosverlicacsinglezes, de v
nodellos e escellenle.vozes, fabricados poruin dos |iall,"Sil oOOr. covado, corles de calcas de bomlas co"em moa ni.irurr.io em porl.guez para einlirar
oabacreditadosaolores, precitado na etnoeicode'caseB,'ro de algodSo, pelo baralo preco de Isln o modo de se usar denlas plalas.
-ondres: no armazem de Ko-lron Kookci ,\ Com- '""nzinlms deqnadres de puro linho aJli) o covado' O deposito acra I be em cas. do Sr. Soum iihar-
.....1.;^ ....... .l.~ -.._. .. 0. ** i.'ii' 1 ilo liiilin ni,lili, linn i l.'.ll ----!i_ iiiii'ii.iI i'.i n i r... .1. i'____~ .. *
mullo ero ruula.

ILEGIVEL
paniu, de liuho muilo fino a 640 a vara, peilos mu- ""acculico, na rua da Cru. o. 22, em rev'nain-
lo linos par. ramisa hrancos e dc cores a 400 e j(Hi bur.
rs., camisas de meia muito finas a 18 e I9.211, lava. "" Ve"0'""6 uma ras. Ierre, na rua do Kaasel
prelas de lorcal pura senhora, tazenda n uito supe- i4, oulr* ''"' "" '"* d" Aguas-Verde n I
riora X00 rs., dilas de seda de lodas as cores par I1"""1 P'e'ender dirija-se ao caes do H.mosn. 4
boinem e senhora, pelo luralissimo preco de Istm o ~" > ende-se um c.v.lta alai.m, andador bita* e
par, dilas de bu de Escocia para meninos e menina* eM)'"l""lor : "" r"a do Laboga n. 14.
a 400 rs., lencinhos de htat muilo bonilos a la, ricas I
grvalas de seda pretal e de cores 1s, meios leuco I
l'ERV TP. Dh y. F. l>8 FARU -. tU

MUTILADO


Full Text
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