Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07453


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Full Text
I
I

1
>
ANNO XXXII N. 181
Por 3 mczes adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencidos 4<500.
DIARIO DE
TERJV FEIRA S DE AGOSTO DE i 856.
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
AMBUCO.
BICARRECVDOS DA SI BS< IU1M ,AO' No NORTE.
FuWk.8c.6rnitoT. da N.tmdade; NiUl, o 8r. Jo.-
euiml Ptxeira Jnior; Ane.tr. o Sr. A. d. Lemo. Brasa ;
tWefc.J.JoradeOuMin.-l/.r.nnao. o Bt. Joaquim sfar-
ragoa H.rcul.no A. Pato.
llamos; Amazona., Sr. Jero-
ri, Sr. J. Jai* dt Olircir. ; loara
i Bodrlgaea i Pi.uhj, o Sr. Dom
qu
Urania : Pir, oBr. JuelinianoJ.
jmo d Certa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
(Miada : ln.li ot ,ir,<, ni, m,., |jM< ,| HlJ.
i-...r.... i...,.,,.i.., PanMta : iu, amalas *.ii.,<-r,r.,..
S. Aaliu, lamw, lina.....Garaar, Ahiaho a Garaaaaa-
s. L...ir.i,v, |..-,i Mi.... Kaiarrla, Lianeira, lli
ira, Flora, Villa-Halla, Koa-Xi.n,, O.,--...... "
(.al.... Ipojaea, SariaMai, lli..-1'..rm,-
Pm.nirir.. ,. Ji.m ;
(I.hI.,1 ua
. I..... Il.i
i|UinL>-li-ira.
I p^rieai a lo hora, da manliaa.)
erca-l
., Peaejaeira, /ntra-
na* *alta*-raff*
r.-iru-, Agua-ron
AUDIENCIAS DOS TIUIUWAF.S DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quarlaa a aabbadoi.
Retaceo : terfai-feirai tabbadoi.
Faienda : quariat a aabbado. ai 10 bor.t.
Juizo do commercio: legundat ai 10 hor.i a quinfai ao maio-dia.
Juizo da orphaoi .- aegunda. a quinta, aa 10 or.
Prmeira rara do cvel aegunda. a lenas ao maio-dia.
Segunda rara da eirel: quartai a aabbadoa ao maio-dia.
EPIIEMKIUDKS DO HEZ DE AGOSTO
9 Quarlo crcente 1 hor. 47 minuto, e 48ieguudo. d. m.
1|j Luacheiaa. 1 liorai, 20 minutte 48 legundoi da manhaa.
n Qu.rlomiDKu.ote .a tt horas, 48 minutte 48 .egundotd. I
30 La oraat 8 boras, 4> minulot,48 tegundotd. ni.nha.
I'HKAM.MI IIKIIOJE.
Pnmeira as 8 horas a 30 minuto, da manhaa.
Segunda a. 8 horas a 84 minuto, da tarda.
Os seiihwe. da comarca do Bonito, que quieretn
ubserevet pan esle Diario qoeiram dirigir ae ao
Sr. Joto Gomes da Silva, que etta' aulorisado para
lato; e por intermedio do mesmo Sr. receberao ai
folhaaatm despeza alguna alm Ja obscripc,ao.
PA1TI WPICIAL
aovERMo tul movmcu.
fltaeileaota 4a asa 29 ta jsltxo.
OfllcioAo Exm. presidente de Alagoas, diien-
do que pato araenal de guerra nao poda -aer teti-
feita a requisito que S. Exe. fea de acia piallas
para os guarda, da alfandega daqaella provincia,
viato n5o aa haver de reserva noe respectivos arma-
lena, e rogando que te digne declarar aa estas ar-
mas deven) aer compradas do marcado.
DitoAo Exm. maawchal commandaote das ar-
mas, ioteiraodo-o dahaveraulorisado o inspector
da thesooraria de (azoada, nao so mandar por era
haata publica, atlrn de aerenj arrematados, oa 37 ca-
yalloa da comp.uihin lita de cavatlaria, que cali
incapaua de conliuoar no servico, mas lambem a
dar aa procidencias ueceasarias para qoa ae fuie-
ra a mencionada companhia igual numero de ea-
valto* em bom estado.l)aram-se as orden, neate
sentido.
DitoAo mesmo, reslituiudo o requerimento em
qua Antonio Alves Barbosa, pede ae Ihe passe titulo
de aforamento da parle que poasue uo terreno de
marinha n. 89 A, em Fora de l'ortaa, alim de que
mande pastar o mencionado titulo.
DitoAo director do araenal de goerra, aolori-
andu a elevar a 33$333 reis.meu.-ae* a gratificaran
que alm do ordenado percebe actualmente o escrip
torario ioterino daquelle araenal Anlouio Fraocuco
de Souza Magalhaet.Communicou-9e a Ihetou-
rara do fazenda.
HiloAo juiz de direito da najmeira vara tiesta
cidade, inleirando-o de o haver designado para ta-
zar parte da junta que nos termos do art. 111 da
lei o. 602 de 19 de selembro de 1851) deve lomar
conhecimento da appellarao interpoala pelo guard
do 1 batalhao de arlilharia desle municipio Dionisio
Jos doa Rea.Ollicou-se ao respectivo comman-
dante superior, para mandar avilar ires olliciae*
roais graduados para compurem a junta.
DitoAo iuspeclorda lliesouraria provincial, re-
metiendo o requerimanlo e informarnos relativas a
indemnisarao que pede Severisno Francisco de Sou-
za, por ae haver extrahido do terreno em que elle
elle tem o dominio til os maleriaes precisos para
reparo, e atierro, da estrada da passagem ,da llag-
daleoa, a declarando que i vista do embargo que
Joo Carneiro Rodrigues Campello (ea oo prern
dessa indemnisacTio, convert que o seu valor fique
em deposito nequella lliesouraria aloque pelo, meios
judiciaes, a que em taes casos devem os peticiona-
rios recorrer, e decida a quem pertence o valor em
ajMtUa,
DitoAo director da. olira9 publicas, dizendo que
pode Tazar a mudanra da barreira da poule da Ta-
caron, conforme pede, o respectivo arramalante,
orna vez que elle qoeira sogaitur-se a condirdo de
nao esigir cata para soa habitarlo, oa do seu'arre-
cadador.Communicoa-se a lliesouraria provin-
cial.
DitoAo delegado sppleote em eaercicio no
termo de Saolo Anl.lo, dizendo que deve Sun-.
euleoder-se eom o coronel Tiburlino l'into de Al-
meida, acerca da eotrega doa iiiedirarueulos que li-
caraaa doa loccorrose>iado. pelo -iiunia ao. in-
Hgaotea d>qurliajraaJiu, ficmido ct;ft da ame taes
medicamenlos dvemrMar sempre sol) I guarda de
qaem esliver no eicrcicV da detugacia.
DitoAo subdelegado^ do pnm^iro districlo da
cidade da Victoria, dizendo que entregue ao delega-
do snpplenle ira eaercicio naquelle termo os medi-
ca ment, de que Smc. (trata.Coraiounicou-se ao
referido delegado.
DitoA cmara monicipallde (ioianna.Cons-
tando-me quo o logar designado para c-miterio
dessa cidade, n.o se acha em estado oe se poder fa-
lar nelle os euterramenlos, viito como nao esta' mu-
rado, econMguintemente ve-se esposlo a todas as
profaoacfies servindo at de paitagem a animaes,
qae teem feito em pedaros as crozes tincadas sobre
a. sepulturas, compre qae Vmcs. deem suas pro-
videncias, atim de que o referido cemilerio (enlia
todo o asseio e derencia-qne elige a religioaidade dus
actoa a que he destinado.
PortaraAo agento da companhia das barcas de
vapor, recomine
gem de eslido p!
ae espera do or
MaranhAo. .,
DitaAo r.*
as Alagoas por con.
i qae mande dar urna passa-
Peres de Albuquerque
dar passagem para
_ ..JS; no vapor que se
espera do norte a Joaqnim Victorino Coelho.
30 --
(lllicioDo Eim. presidente do Para', remetien-
do para ser enviado ao da provincia do Amazonas
-JO arrobas de plvora grossa, e 10 ditas de fina, e
rogando que providencie para que seja alli paso o
frete respectivo.Communicou-se ao presidente do
Amazonas.
DitoAo inspector da (hesonraria provincial,
traoimittindo para seo conhecimento e eiecucao,
copia do contrato feito eom a c.iza filial do Banco,
em virtiide do art, 54i da lei provincial de 30 de ju-
nho desle anno, a do regulamentu dado para everu-
'.i> do mesmo contrato.
DitoDa igual theor a directora da caisa filial
do Banco.
DitoAo Eim. commandaote das armes, Irans-
mitlindn as guias do cabo de esqoadra Fernando
JoSo de Castro, anspegada Manoel Ka\ mundo da
Ciueeicao, a dn rabiado Jo3o Filippe de aouza, que
por ordem do presidente do Marauhao, e requiicio
de S. Etc., vieram depor em um cooselh *de
guerra.
DitoAo mesmo, para que faca caminar se d.i
parle do commandaote do -2 batalhao de infatuara
liouve engao em declarar na gua expedida ao sol-
dado deaertor do meio batalhao da Parahiba, Vic-
torino Gomes da Costa, ter .ido elle capturado em
(ioianna em 6 de junho ultimo,visto ter o mesmo te
ausentado no da 9 do referido mez.
Dito--Ao mesmo, remetiendo para ter o conve-
niente destiuo, urna relarAo de alteraros, occorridas
acerca do soldado Jaciutho Manoel domes, perteu-
ceoleao 1 balalhOo de infantaria.
DitoAo mesmo, remetiendo as guias do soldado
desertor du 4 batalhao de arlilharia, Jos Pereira de
Souza, que, sendo preso oo Piauhy, foi conduzido
para esla provincia.
DitoAo inspector da (hesooraria- de fazeoda,
Commuoicando ter participado o inspector do ar-
senal de marinha haver honlem entregado a viuva
Vicencij Ferreira de Alboquerqoe Nasctmento, as
chaves da casa da ilha do Pina, qae servio de laza-
reto, alim de que S. 8. faga cenar o pagamento dos
alosoeis da dita cisa.
> OlioAo mesmo, para que informe, afim de po-
dar ier resolvido o qae S. S. allega em seu oflico n.
Wl, quaes as casas que devem ser alugados para
fuuci-iunar a lliesouraria de fazenda. .
Dilo Ao juiz relator da joola dejusllra, trans-
mittindo os procesaos dos toldados Jos Laurentino
Pereira, Manoel Alvea de Lona, Manoel Valentim
Pereira e..Manuel Carneiro >la Silva, para serem re-
latados emses.au da junta de .loslica.Fizeram-se
ai communicai;iis uecessarias.
Dito Ao director do arsenal Je goerra, recom-
mendando que entregue ao agente da provincia da
Parahiba, segundo requisita o Exm. presidente da
mesma provincia, lodos os objectos qoa lendo Viudo
da corle por alli eiislirem no arsenal.Communi-
cou-se ao presidente daquella provincia.
Dito Ao mesmo, remetiendo um pedido de ar-
tigos de fardamenlo, que devem ser fornecidos ao
eio batalhao do Ceari.--Commuoicoa-se ao pre-
sidente daquella provincia.
Dilo Ao juiz de direito do l.imoeiro, declaran-
do poder por em liberdade o recrula Jos Floren-
cio Ferreira, se eetiver isento. de crime.
Dito Ao Dr. Francisco Marciano de Araujo
Lima, communicando haver sido desigaado para ir
prestar seu servidos mdicos uai comarcas de Flo-
res e Boa-Vista, e recommeodando-lhe que sea
eom a maior brevidade, e que no desempenho de
su a ciimmiss,io, se enleoda eom o jota de direito
d'alli e o Dr. Thomaz Anlunes de Abren, que se
aclia encarregado do serviro de saude daquellas co-
marcas.
DiloAo provodnr la saude dn porto, dizendo
que oesta data se expeile ordem para que o inspee-
lor do arenal de marinha f.ira apiomptar eom prea-
Dilo Ao commissario vaccinador provincial re-
meneado um euvolloria conleudo laminas de paz
vaccinieo para o servico de soa repartirlo.
Dilo Ao regedor do Gymnasio Provincial, com-
municando estar a chegar do Havre a navio .lima.
conduzindo a seo bordo urna cajxa contando 1500
ezemplares da grammatiea grega, destinada a' aula
respectiva do mesme Gymnasio.
Dito Ao mesmo, para qae remella as cerlide.
de idade dos filhos do lente coronel Jo3o Vieira
da Cuuhii, a que Smc. le refera em seu uflicio da
i> do correte.
Dito Ao director geral da instrurrao publica,
dizendo em raspala a seu officio de 28 do corren-
te, qae lem designado os professoras padre Vicente
l-erreira de Siqueira Varejo, Jos Joaquim Xa-
vier Sobreira e a professora Mara Clementiua de
higueiredo, para servirem de eiaminadores no con-
earso a que se lem de proceder para provimento da
cadeira de instruerao elementar do Curato da Se
de Olioda ; e que no caso de impedimento de qual-
quer dos ditos prufessores oa da professora, devem
ser iuIMiiu los por Joaquim Antonio de Castro u-
oes e Leonor Carolina Calanlio Borne- Leal.
Dilo Ao aobdelegado da freguezia de S. I.ou-
renjo da Matta, communicando adiare o Dr. Can-
dido Joa Casado Lima encarregado de propagar na-
quella-freguezia a inoocularao da vaecina, alim de
que Smc. Ihe presto o auxilio de que precisar para
desempenho desua commissiu.
Dilo A JoSo Jos da Canha Menezes, commu-
oicando aehar-se na ecrelaria do governo a carta
imperial, pela qual fora Smc. oomeado eserivao de
provedoria de capellas e residuos da cidade de Goy-
anna, e que se faz preciso que Smc. antisfa^a na
recobedoria de rendas internas a quanlia de ofOOO
ri. para poder obler o referido titulo.
Dito A' cmara municipal do Recife, remet-
iendo por copia um oflicio do Dr. chele de polica
sobre o estado de ruina em qae se acha um sobrado
da ra du Queimado, para que halan Smes. da res-
ponder se o referido edificio ja tu ha sido vesloriado,
e declarado em perigo ; quaes foram os peritos qoa
procedeodo-sa a' segunda vestoria, concordaran)
em dizer qae dito sobrado ameacava ruina.
Portara ltemovendo, por assim o ter requeri-
do o guarda da alfaudega desta cidade, Fran-
cisco Egidio de Lona Freir, para o mesmo lugar
na mea do consulado, e nomeando o correio desta
repartirao, Marcolino dos Santos Pinheiro para o
lagar da alfandega que ficou vago. Commuuicou-
se a' lliesouraria.
Dita Concedendo ao arrematante da obrado
21. laoro da estrada de Pan-d'Alho, Manoel Thomaz
de Albuquerque Maranho, na cooformidade dai
informaces do director dai obras publicas, qualro
mezes improrosaveis para conclusio das referidas
obras, a contar do dio 2r> do crrente.
Dita Ao agente da companhia de vapores para
mandar dar pasiagem para a corte por conta do o-
verno no vapor imperador, ao segundo cadete Fran-
cisco da Fouceca Villa Nova e ao recrola do exerci-
to, Misuej Teixeira de SanfAnna, qoa Ihe sera'
m.ndado .presentar por parte do Exm. marechal
commandante das armas.Olliciou-se ao Exm. ma-
rechal.
.U. T Ao DAS DA SEMANA.
! Segunda. S. Domingos de GusmSo fundador.
5 Terca. S. Nona Senhora das Netes;
*i Qua ra. Transtii;uracao de Sr. no Monte Th.bor.
7 Quinta. S. Caetano Thealino fundador :
8 Sexta. S. Cvriaco diac. m. S. Emiliano b.
9 Sabbadn. S. Romao soldado m.
10 Domingo. S. Lourenco diac. m.
f"PTJ?l ,\m: f.r: ****# tatTn> ''oover .acord em eonlrario.
filial do Banco dar' recibos em daplic.ta ao por-
tador, declarando ser o dinheiro de conta da thesoo-
raria.
Para este efleilo haver um livro de recibos im-
pressos ou lithographados eom dous lalai, um dos
quaes ficar na lliesouraria, a o oulro acompanhar
os recibospara a caixa filial, a destes ier3o cortados
a proporcao que forem dados. Os recibos ser3o
uumerados dous a dous para podaren] ser dados em
duplcala, e Icr.io a declaradlo de prmeira e se-
gunda va.
Art. 3. Os cheques da Ih.souraria sero assigna-
doi pelo eompelente thesonreiro, desiguamlo a pe.-
soa a quem sao dado., e ajuntandoou ao porta-
dor; qoando, porm, por baixo desta palavra es-
tiver laucado oro traen, a caixa filial devera enten-
der que o pagamento deve ser somenla feito pea-
soa eonhecida e abonada, que assignar uas costa,
do cheque, oa ao metmo portador, se for cunhecido,
embora nao abonado, servindo esta eautala para ot
cheques que se mandem pelo eorraioou por qaal-
qoer outro modo que sugeitos a serem extraviado, e
a cahirem em mau de lerceira pt.soa illicitamanle.
Art. i. Para os cheques havera, como para os re-
cibos, livroi de dooi tales, ficando um na caixa fi-
lial do Banco, e oulro acompanhaodo os cheques
para a thesouraria, e desle serio cortados a propor-
{a que forera dados. Os cheques sedo dados em
urna s va e numerados.
Art. 5. Na conta corrente serlo creditados a'the-
souraria desde o dia da entrada de cada somma, os
juros qae forem fixados de commum accordo eolre o
presidente da provincia o a directora da caixa fi-
lial do Banco no principio de cada semestre, toman-
do por base melado, p meo mais ou menos, da taxa
dos deieontos da caisa filial. Para esle fim lano a
laoda do crdito como a do debilu,sera' dividida em
seis columnas : a I. indicara'o numero do cheque
ou do recibo ; a 2." indicara a dala do pagamento
ou recepcio ; a 3.' a petsoa a quem foi da*do o che-
que da thesooraria ou o recibo da caixa filial ; a 4.*
o numero dedias que decorrem dude o do pagamen-
to al o ultimo do semestre ; a 3.a ojoro que nesse
numero de das venee a lomraa paga ou recebida,
desprezados no capital o algari.mo. inferiores a 1
rs.;a 6." finalmente 1 quanlia represeulada pelo che-
que ou pelo recibo.
Art. 6. A conta corrente ser fechada no ultimo
dia dos mezes de maio e de novembro de cada an-
no. Da somma da eolomna dos juros da laoda do
crdito da thesooraria sera deduzida a dos juros da
columoa do debito, e o resto sera levado ao crdito
da mesma thesouraria. No fim de cada mez havera
veriliearao do saldo, enviando a caixa filial a the-
souraria urna nota resumida das somma. pagas e re-
cebidas durante o mrz, e s no caso de nao combi-
narera as duas repartices, se proceder a mais es-
pecificada informadlo para o governo de ambas al
se descohrir onde esta' o engao.
Art. 7. A caixa filial do Banco nao levar eem-
miss-in algama pelas quanlia* que receber ou pagar
no seu ascriptorio. Se for porcia incumbida de fazer
cobranra de lettras ou de nutro.* crditos fora de sau
escripturio. levara' a conimis-.in que marcarem saus
estatutos, oo a que for convenciouada.
Art. 8. (transitorio; Os cheque, da thesouraria
nao poderao ser menores de 1:0009 la. emquanto
Urna aecusac > semelhanle a de qae se (rala, im-
porta fazer acrTditur morosidade nesta repartirlo no
cumprimento prorapto dos seus deveres, e creio que
assim V. Exc. uao reprovara' o apressar-ia ella em
apresentar-lhe a necesaaria quinto justa defeza a
respeito, smeote em conscqaeueia desse iao ponde-
roso motivo, e nao por effeito de lusreptibilidade.
Dos guarde a V. Exc. lnspecc.ao do arsenal de
marinha de Pemainhuco 1 de agosto de (KM).Illm.
a Exm. Sr. eonselheiro Dr. Sergio Teixeira de Ma-
eedo, presdeme detla provincia. /-Imano Anto-
nio dot Santo*, inspector.
excawhegados da sirschipca no n,
Alagoat,o Sr. ( laudino F.lcao Diaa ; Baha o Sr. U Duar.i
Rio de Janeiro, oSr. Joao Pereira Martina.
. EM PERNAHItrcO.
O propriatario do DURIOMaaoel Figoairoa da Faria, m su.
linaria, praca da lodependnecia ni. a 8.
lor do segoDdo hatalliau da arlilhari
de Souz
Jos Per
Dita* ao mesmo, para mandar dar passa
por conla do governo para as Alasas no vapor
percutor a Epiphanio Candido da Souza Pilan;
f-peclor geral da medijao dai Ierras, assim coi 1
- um seu criado.
Dila O Sr. asente da eompanhia das barcas ,.
vapor expela suajaj idens para rjtr <, camqifJjltB ,.
do vapor Imperador, que lem de se^olt auiimriT.
ra o suj rp .!,.1 da directora da cana filial do B
co do Brasil neila provincia, como se fosse enva,
pela thesouraria de f.zenda, e conduza para acor
a'dispositSo de quem competir, mo ai ora caigo .
contendo cera conloa de ris cm notas du gove. ..o
inutilisadasf que foram entregues a' referida caixa
pela mencionada lliesouraria, em consequeucia de
rdens mperiaes, mas lambem oulras iguaes que
para o futuro houverem de ter o mesmo destino.
Jl
CircularAos Exins. presidentes das provincias
do sul. I enho a honra de participar a V. Exc.
que esla provincia goza de perfeita tranquillidade.
Quanlo epidemia do cholera, cabe-me a salisfa-
plo de declarar a V. Exc, que uao rae eonsU, qua
ltimamente se tenham dado casos 11.-la capital e
seus suburbios ; e, se anda apparecem, sao tao ra-
ros e benignos, que passam desapercebidos. Do.
logare! mais prximos dela cidade, a freguezia de
Ipojuca he o nico, onde a epidemia eoulinua a
gr.ssar, principalmente em alguns engenhos que
team a qualro ou cinco leguas de distancia daquel-
la rregaezia. Pode-se dizer, que o cenlro da co-
marca de Flores ja se acha livre do flagello, que
todava vai lavrando nos exiremos detla, assim co-
mo uo termo do Rio Forraoso, onde infelizmente
reappareceu, mas nao so manifeila por ora eom ca-
rcter assustador.
OllicioAo Exm. vice-presidente da. Alagoat
communicando. que leudo seguido para a corte 110
vapor imperador, o segundo cirorgio do corpo
de saade do exercilo Possidonio de Mello Accioli
permiltio que desembarcasse o mesmo naquella pr<
vincia, e ae demorasse ate a passagem do vapor in-
mediato ao em que vai o referido cirurgiao.
DiloAo inspector da thesouraria de fazenda,
communicando para fazer constar ao inspector da
allandega e administrador da mesa do consalado
que S M. o Imperador houve por bem conceder sea
imperial beneplcito nomeaejo conferida a \nton
SeUappiBiX, para encafregar-se do consulado da
huissa nasta provincia duranle a ausencia tempora-
ria do consol I. I. Loppacher.De igual iheur ao
chefe de polica, e capiiu do porto.
DitoAa meimo, remetiendo os av*os de leltra
ns.,73, '1 eti na mporlancia de 1:3329576 rs. sac-
eada pela llicsoararia da provincia do Rio Grande
do Norte sobre a de.la. a favor da Pedro Jos Vn-
lunes de Miranda e Domingos llenrique de li-
1itlr'T(:ommui"coa"se ao P'esidenle do Rio Gran-
de do Norte.
a 1iI<\7^-JS.r- .""'ni Baplista Moreira, cnsul
de. M. Fidehssima, remetiendo copia de um olli-
cio do juiz de direito de Sanio Antao, acerca da
iieranca jaceute deixad.i pelo subdito porluiraer
Rv. Antonio Gomes de Figueiredo.
DiloAo commaodanle superior da guarda na-
cional do Recife. devolvendo o procesto do comelho
le disciplina felo ao suarda nacional Dionisio Jos
dos Res, para que mande cumprir a leuteuca pro-
ferida pela junta de appellarao.
DitoAo inspector da thesooraria provincial
communicando ter concedido a demisso que pedio
Joaquim Mariano Cavalcanti de Albuquerque, do
lugar de segundo escriturario da eontadori da the-
souraria provincial.
.P*to~V '"speclor da alfandega desla cidade,
approvaiido a propo.la que Smc. fez do nesocianle
Antonio ValwUm da Silva Barroca, para substituir
o fallecido Manoel Pereira Rosa, na primeira seoMo
sobre lecidos de Ua, liuho, algodao, sedas e mixtos,
e do commercianle Lab Jos Rodrigues de Souza
para Substituir a Jos (.andido de Barros, na quarta
secrao lobre carruaceus, couros, calcado*, etc.
DiloA" commissao central de licnelicencia, com-
muiiicaudo que o juiz de direito interino da comar-
ca de Goianna tem aolorisado nesta prar;a a l-'irmi-
no Mareira da Costa, para receber da mesma com-
missao a quanlia de-JOO;, que S. Exc. desliuoo para
soccorro das pessuas desvalidas daquella comarca.
DiloAo inspector do arsenal de mariuha, res-
pondendo que pode mandar apresentar ao juiz de
orphos os meninos que Ihe forem apretenlados por
seus pais ou tutores cum deslino companhia de
menores daquelle arsenal, alim de que se lavre no
mesmo juizo os termos pelus quaes os mesmos pais
ou tutores obriguem as pessoas de tao, menores ao
cumprimento dos onus imposlos pelo resulamenlo
o nstrueces da referida companhia.Ofliciou-se
ao joiz de orphaos desle termo.
Art. 9. transitorio A caixa filial recebera' desde
ja e guardara' os dinheiros qua da eonta da the-
sooraria Ihe forem apresentados, e fara' lambem
deideja os pagamentos dot corapeteoles cheques.
Nao sarao porem contados juros alguns a'lliesoura-
ria deada agora at o 1.a de outabro prximo futuro.
'"& **' er^,',,.','' "'eaourana noi mezas de
oaiaaWa a novembro do cm rente auna. Sea tizado na
r.r.ao da tres por rento ao anoo.
a. Art. 10. tr.iiisitnrio Sao adoptados para os che-
ques, recibos e cuntas crrenles os modelos a este
contrato juntos.
E de serem aceito* por ambas as partes contra-
anles ns dez aniso* acinta eacripU, m mdou o Sr
presidente da provincia lavrar .esle termo, qae at-
signoo eom os representantes da directora da caixa
lilialdo Banco acuna mencionado*.
Eeu Jos Bcnto da Cunha e Figueiredo Jnior,
oflical-maior serviudo de secretario, o liz escrever'.
Sergio Tei.reira de Macedo. Joao Pinto de
l^mot. Joao Hermano llenrique Holm.
0 presidente da provincia determina, que para
eiecucao do contrato feito eom a caixa filial do Bau-
co do Brasil, em virtud* do art. "H da lei provin-
cial de 30 de juuho desle anno, se observe na the-
souraria provincial o segniute
REGL'LAMENTO.
Arf. I, O thesoureiro provincial, sob sua respon-
sabilidade, enviar a eaix. filial do Banco do Brasil
nesta provincia, todos o. dinheiru. que arrecadar
fazendo as remessasuo mesmo dia em que se com-
pletar em .aa mao quanlia igual ou superior a
SOUt "., cobrando recibo na forma do art. 2 do con-
trato.
Art. 2. A oeeessidade de completar a lorama de
qua trata o arl. (i daste regulameulu, nao eximir o
the.oureiro de observar o qua tica disposto, salvo o
tirar immedialameule da caixa filial por meio de
cheque, na forma dos arls. i e 5, a somma nacessa-
ria para isto. Neuhum diuheiro, pois, ser de.pen-
dido ua lliesouraria sem ler passado pela caixa fi-
lial.
Arl. 3. O thesoareiro abrir em cada exercicio
urna coola corrente eom a caixa filial em livro es-
pecial a cargo do intimo thesoureiio, e ascriplurado
peloeicr vao da receita.
Nesta conla sera 1 mencionados o numero do che-
que ou do recibo que tiver sido expedido ou eulra-
do, aua data, nome Ja pessoa, a quem foi passado,
origam da divida oa .rdito que repreieuta, e fiual-
menle a quaolia pag.i ou recebida.
Arl. i. Ot pagamentos qae liver de fazer a the-
souraria, iguaes ou superiores ao valpr miuimo dos
elieques, que, segundo ? coulrato (art. 8) recebe a
cana nlial. sarao feito por meio da cheque*, na
forma eslabelecida no. arts. 1, e i do con-
trato.
Arl. 5. Os cheque, serio issigoados pelo Ihetou-
reiro. Os dizeres especiaes scao escriplurados as-
siin no corpo do cheque como n.Malao pelo eseri-
vao juntamente eom o thesoureiro.
Arl. ti. Para fazer face aos par,amno, ,|e Mm.
mas, laltKTVtaa aos que ; ..dem aer leitos por che-
ques, o thesoureiro ter em cofre, em moeda, urna
somma ouuca maior de SKMMMMM de res, a oual
sera tirada da eaixa filial du Banco por meio de
cheques passadosa esla thesouraria.
Arl. 7. Os recibos de reeolhimento de fundos a
caixa filial, que pertencerem ao semestre da conta
crranle remettida a lliesouraria, seMo substituidos
por esta eoula e archivados depois de se prestaren
aos balances.
Arl. 8. As operaroes da receita e despeza eonli-
nuarao na Ihesounna, como se eslivesse toda a
renda em seu cofre, eom a ditlerenca de se declara-
rem nos despachos, portaras de abono e recibo,
passadoi uas folhas a* quanlia. receidas em che-
ques e os nmeros desles.
Termo do contrato que faz o Exm. Sr. prciden-
te da provincia eom a caixa filial do Banco du
Brasil.
Aos 28 das do mez de julho do anno de tS-jti,
nesle palacio do governo de Pernamboco, compare-
cern) Joao Pinto de Lemose Joao Hermano llen-
rique llolnf. memoro, da directora da caixa filial
do Banco do Brasil, aulorisados pela mesma directo-
ra, para ultimaren! o presente contrato dehaixn das
bases j por ella approvadas. e foram concor-
dadas enm o presidente da provincia, o eonselheiro
Ners0 Teixeira
leza o novo lazareto da ilha do Pina, segundo Smc. rg~ de ** M "gainles condi-
requisilj: mas qae se a bordo do vapor D. Pe-
dro II. qae ie espera de Lisboa, nao tiver havido
caso neohura do cholern, parece que nao deve licar
sujtilo a' quareutena aquelle vapor, do contrario
|ua se observen! os regulamentos respectivos do mo-
do menos prejudicial ao commercio e comn. Iu dos
passaseiros ; v lainlim que informe de quauto* das
deva ser esaa quareutena, e se deve ser ella contada
da .adida do navio, oa do ultimo caso de molestia
a bordo, se o tiver havido.
yi. 1. Acaixafili.il do Banco 1I0 Brasil abrir
auj crranle cum a lliesouraria provincial de Per-
namiiuco, receendo e guardando todas as sommas
que me forem entregues por conla da thesooraria a
E?? Vsla c :l bocca (l Poffe. cmquanlo tiver
1 w.',,." '',",,eir, da lliesouraria provincial,
ads' rev U .',,|,Srr Arl. 2. Das quaulias assim recebidas, a eaixi
que
C"ll-
Art. 9. O calculo dos juros s podaudo ser ftila
na caixa filul do Banco, porque elle depende do
dala cm que os cheques Ihe sao apreseotados the-
souraria, no que loca a juros, s lera de examinar
as routas correot.s semestrae.. se os dias foram de-
vidamente contado, e os clculos bem feilos. Pede-
r servir-se neste Irahalho das t.boas de juros de
Isey Lav ou de oulraj reputadas correctas.
Arl. 10. Verificado o laido dos juros a favor da
thesooraria, ser elle carregado metma como re-
ceita provincial e levado ao credilo da (besouraria
oa conta corrale eom a caixa filial.
Arl.;l1. Alera do que lica disposlo neste regola-
menlo, a thesouraria provincial ter de guiar-sa pe-
i*1!," 23* esUbelecido no eontrato eom a caixa fi-
lial do Banco, adoptando o* modelos a elle junto* uo
que Ihe for applicavel, a fazendo ludo o mais
or necetiario para a execucao do
trato.
Alt. 11. Ficam revogados quaetquer regulamen-
tos oa dehberaciies em contrario.
Palacio do governo de Pernambuco, 2 da julho
de I80G.--Sergio Tei.reira de MaceUo.
Illm. e Exm. Sr. De um oflicio do commiadan-
le da estarlo naval, datado de 22 do corrente mez,
dirigido eia presidencia, inserto no Diario de
Pernambwo de boje, se deprehende querer-se cul-
par a esta repartirao como caus.dnra, por vnntade
propna iu deliberada, da demora un concert de
urna verga do traquete do hrigue Cmplbaribe, e vis-
to que ea a imputac.lo cora justira na Ihe caiba,
forcoso |oi. hevirellaanle V. Exc. pelo prsenle
lirevemr qualqoer juizo menos favoravul quo acer-
ca por ve itura faca, parecendu-lhe conseguir isto a-
penas rofando a V, Exc. a leitura dos ollicios enda-
recados 10 auno prximamente lindo ao seu Exm.
antecessor, s.di dalas de 96 de selembro, 11 e 27 de
oulobro, tratando desse objecto ; o ultimo oa ulti-
ma parte, e cora o fazer constar a V. Exc. ser o es-
tado da lerga em questao lia mao aa occasnlo, que
boje presta-te a servir nesse mesmo navio como
urna daa knais importantes delle, dtuomiuaudo-s de
givia.
Illm. e.Kirn. Sr. liavendo-se recolhido a' esta
villa o acadmico Jaime Gomei Robinsou, qne se a-
ch.ua em commissao no termo de Tacarat, vislo
lerem desapparecido os eaaaa do cholera |que Uve-
ram lagar uo Riacho do Navio, de onde nao passa-
ram, sendo o mal que reinava ltimamente na Fa-
zenda Grande as frbres intermitiente* conforme a
iiif.irinac.1o dada pelo masmo acadmico; e leudo o
eapilao delegado doi termo, de Cabrobr, e Boa-Vis-
ta, e o subdelegado de C.brob ma commuuieado por
oflicio de 5 e 7 do correnle, o. quaes passo a's maos
da V. Exc, que n'aquelles termos reinava urna mo-
lestia earacterisada por diarrheas, vomilos e febres,
de que ja havia suecumbido grande numero de
peeesoas ; Irequisilandn medicamenlos por nao ha ve-
los nos ditos termos, assim eomo a miuha presenta ;
resolv mandar o referido acadmico, que de feilo
parti hoje para a comarca da Boa-Vista munido de
urna boa ambulancia, afim de tratar- dos doentes
pobres aneciados do mal reinante no termo de Ca-
brob, podeodo chesar al a lloa-Visla, se fosse re-
clamada a sua preseoca por motivo do desenvolvi-
menlo da epidemia : assim como encarreguei-o do
tratamento das pravas enfermas do destacamento,
conformlo pedido do respectivo commandale.
(.iianlo a .epidemia no povuado de S. Jos dai
Queimada s, pertencente a' villa da Ingazeira, a in-
da continua, lendo cess.ado nos de mais lunares do
mesmo termo, e por iso vollei para esta villa afim
de dar algumas providencias, deixando o enfermairo
em S. Jos, encarresado de ministrar os remedios
sob minhas instrucees.
Apezar de achar-me eom miuha saude alterada,
nao abandonarei o posto em que o governo se dignou
collocar-me, e ajndarei a V. Exc. no empenhu do
servico humanitario, cumprindo as sabias orden, de
V. Exc., que se dignara' prora as necesidades que
enho indicado.
Dos guarde a V. Exc, Villa Bella 14 de jolho de
18j6. Illm. e Exm. Sr. eonselheiro Dr. Sergio
I eneira de Macedo, presidente da provincia. Dr.
Thomaz Anlunes de Abreu, medico em commissao
do loverno as comarcas de Flores e Ra-Vista.
Illm. Sr. Accuso a recepclo do oflicio de V. S.
datado de 28 de junho passado; no qual me commo-
niea vir encarregado pelo Exm. presidente da pro-
vincia para esta comarca e a de Flores, a prestar
seos cuidados mdicos aos habitantes das mesma*.
quando pelo cholera fo*sem acommeltidos, e que
dessa oecasiao desejava ter participaran por positivo;
o qua assim o farei, apezar que ha mais de mez mor
parle dos habitantes desle termo soflrem urna extra-
ordinaria diarrha, sendo essa acompanhada em mu
la. peasoas eom febre, e ja muilo della suspeito, nao
qoeiram desenvolver-* no mal flagelador, e assim
aconteceiido muitos soffrerao este, habitantes se eom
a brevidade possivel ala forem socrorridos por V S.,
acompanlindo dos remedio* necesarios, em ra/ao
dente termo anda nao ler sido prevenido deambulan-
ca, excepto de un* remedios que por S. Exc. foram
mandados por dous correios a pedido dos habitantes
do 2." districlo desle termo, estes mesmos muilo
pouras vieram, em razao dos corren,, nao poderem
earregar, e ja mesmo esses eom quanlo viessem i de-
iiguario desla sol. tele-acia, ja oso lo ha delle. a
fazer, tem que nao najara as prepararles, e receitu-
ario necessario.
Palo capi.lo e delegado desle termo me foi com-
anumeado, que na villa do Ouricurv havia chegado
Ires amhul.ncid*, viudal, urna do Cear, e.duas do
governo desla provincia, que e.tava bem persuadi-
do ama deslas ser para esla villa, porm que nada
quizeram ceder para nossos soccorros; e por laso
rogo a V. S. qae por parte dogoveroodassnas mais
exacta, providencias, tanto em razao da diarrha
aqu apparecida, como o verdadeiro cholera, se ap-
proxima a este termo, em lugares ja sabidos por ou-
de elle vera se deseovolvendo.
Aproveilo a oecasiao para ofTerecer a V. S. os
raeus respetos, consideradlo e eslimj.
Dos guarde a V. S. Subdelegacia da villa de Ca-
brob j de jolho de 18jti. Illm. Sr. Dr. Thomaz
Anlunes de Abreu, medico em commissao do gover-
no.Jos Soares dv Mello Acilliiu, ubdelegado
upplenle.
Illm. Sr.Em recepto do seo officio dalado de
28 de junho do corrente auno, soo a dizer-lhi que
a salabridade publica desta comarca acha-sa ansas
llorada,o crescidu numero de pessoas tem perecido,
e isto em diflereutes lugares ; sendo que anda se
ignora qual a moleslia qae taes estragos tem feito,
s iim que os aneciados o mais que duram sao qua-
renla e oito horas, e algpos uem doze horas chegam
a durar, mas nem por isso os povo. estn desani-
mados, e nem me.mu se prsame ier o cholera, vis,-
lo que muito se confundem os .implantas das sezes
eom o. du cholera, e por isso os quo vio perecen!
do dz-se ser sezes.
Os simptoma. da molesMa que aqu gras.a to os
seguintes : dor de cabero, vmitos, eslremidades-fr-
as, dyzanleria, ora escura,ora branca egomosa a imi-
ta$ao de clara do ovo, dore pelas costas, faslio
languide etc. e assim al final. E outras dv ente-
na da saogue e dores de cabera e assim perecem.
Avista do que fiea expendido muilo, convem sua
presenta, nem a para es.e fim cifrao para raeeitar
a algumas praras que te acham ha lempo* doentes
de outras molestias que emquanto aqu grassa al o
presente asa torea canta victoria. Caso V. S. re-
solva-se a vir at esta comarca, sirva-se dizer-me
para combrevidade Ihe mandar conducho, mandan-
do-me dizer quantos animaes sao misler para ella.
Ot termos de mioha jurisdico, acham-se seus
habitante, promptot a coadjuvar a V. S., em ludo
quanlo for neces-ano, eso seulem a falla de medi-
camentos, pois qae Ires ambulancia, que da capi-
tal foram remedida* existem na villa do Ouricurr.
e o delegado daquelle lermo poem objeres cm en-
tregar urna qoe perteoce a este lermo.
Reos guarde a V, S. Delegara do termo de
Ba-vista e Cabrobii 7 de julho de 1856.
Illm. Sr. Dr. Thoioaz Anlunes de Abreu, |. ci-
rurgiao em commissao na comarca de Flores.__Ma-
niel de Campn Leile Venteado. Capitao cora-
mandante do destacamento e delegado dos termo*
de Boa-vista e Cabrobo.
Despeza dem.
Saldo.
Em cobro,
1 nulas. ,
913838
.129:tW29O00
16'J:.Vi2oi66
120:693)836
1-'9:l!i:ioK:t(,
Demonstracrio do saldo existente na caixa e-pecial
de amorlisarao do capital c juros da* plices, que
forem emiltidas em 26 de julho de I8.ti.
Saldo em 30 de junho p.
fln.ao.......1:7915989
Hccetla de I a 26 do cor. 10:0003000
Despeza dem
Em cobre.
notas
Saldo
9
9
11:7913989
28:2l3iH
13:5003175
Demonslrarao do saldo liislente na caixa espe'cial
das apolices em 2f> de julho de 1836,
Saldo em 31) de junho p.
153:3003000
3
--------153:3000000
. 7:.V00>000
lindo.
Receila de 1 a 2t> do corr.
Despeza idem.
Sall1o.....11.i:8O090()O
Denioiislrai;ao do saldo existente na raixa especial
das loteras em 2ti de julho de 1856.
haldo em 30 de juuho p.
r,ndo.......6:797933*
Receila de 1 a 26 do corr. 3339999
Despeza idem. ,
SalJo.
Em cobre. .
Em uulas .
.53^3
6:896301 H)
7:1319333
2299999
6:9013.1.11
6^019331
Dcmonslracao do saldo existente na caixa especial
da conslruccao da ponte do Recife em 26 de iolho
de 18)6.
Saldo cm 30 de junho p.
sidad* de Cambridge hade licar pura de toda a man-
cha de dl-si leiici 1. '
Soo verdadeiro anglicano poder gozar dos benefi-
cios da edocacao superior que alli se da', ou aoles,
qua alli se vende e muitu cara.
U que ha mais notavel nesla decisao, he ler ella
sido lomada depois de urna pruposta do lord Lvnds-
hunl, o qual he considerado geralraeute como ho-
rnera de progresso. .
Este veueravel par j ehegou respeitavel idade
de 89 anuos, e todava nao he dos menos ralladores.
Succede tnuitas vezas pronunciar discursos de tres
ou qualro horas, -e empresa um 1 energa in-
crivel.
Ha dias atacou eom grande violencia o governo de
pales, contra o qual diste eousas, que raras vezes
se ouvem na cmara dos lords.
Foi elle tambera um dos principaes campeos da
lei do divorcio.
Como antigo lord chaneeller esla sompre prumpto
a apresentar-se na brecha, todas as vezes que
.e traa de emendar a Iegislac/10 da Graa-Breta-
nha, e deve acresceutar-se que quasi sempre
vence.
. Ja vos fallei nesla lei de divorcio ; disse-vos que
apezar de existir na Inglaterra nao se baseava sobre
le a I suma ; e rada divorcio dava logar ale aqu a
ama appetlacao ao parlamento, e era em definitiva
urna especie de lei privada, a' qa.l todava nao ral-
la va o assentimentoreal.
Os espiritos prudentes sabem que, vislo ser ad-
(Jo o principio, era preciso tornar a applicar.lo
lido
Rercila de 1 a 26 do corr*.
Despeza idem.....
Saldo. ...
Em robre......
" notas. ....
9:0173986
193270
107-3276
7:6:103000
9:037-3276
1:3003000
7:7373276
Demonstraran do saldo existente na-raixa'especi'al
do calramento da. ras desta cidade era 26 de
julho de 18.56.
Saldo cm 30 de junho p.
lindo.......
Receita de 1 a 26 do corr.
t: 1869099
1.53020
Despeza idem
Saldo.
Em rubro.
notas. .
1:2.11! 19
2:000.3000
191-3119
2:010901X1
2:2313119
Demonstrado do saldo existente na caixa de dep-
sitos em 26 de julho de 1856.
baldo cm 30 de juuho p.
lindo.
Rereila de 1 a 26 do corr.
Despeza dem ....
Saldo. .
Em aec,ocs da companhia.
letras.....
211:5053876
61:0033320
.i|9:0rXHXK>
903.-9399626
305:5129196
01:5723570
253:9393626
53:939-3626
SXTSRafl,
CORRESPONDENCIA PARTICULAR DA o NA-
CA'O.oj
Londres 6 de julho.
Na verd.de he .insular; o corarlo humano ama 011
atiorrece objectos que nao conhece. Em Franca quo
de lagrimas se derramaran! oulr'ora sobre a sorte
de lippo Saeb.o ultimo dos Mogols? Aind. ha pou-
co qaando rebenlnu a guerra entre os Afghan*; to-
do, os votos em r ranea eram por ellet, e quando
conston a nolifia de ama derrrota solfrida pelas for-
ra, britnicas, encheu de alegra lodos os curar-oes
verdadeiramente francezes.
Qual na mesma poca os Inglezes correspondan)
aos traneezes cora .entntenlo, da mesma sorle pou-
co generosos : para elle, linha Abdel-Kader passado
delle mais simples e menos ustosa, porque ate aqu
eram precisos nada menos de que tres julgaineulos
para obttr um bil de divorcio, e as despezas nio
eram menores de 2,000 libras esterlinas.
0 fim da lei actual he por o divorcio ao alcance
de um maior numero, porque vista a importancia
do procesto a artista, que tinha ,1 desgrana de dar
eom urna mulher m, nao tinha outru remediu seniu
atura-la serapre, ou pastar a viver eom urna cou-
cubina.
lia dias um juiz criticou eom muilo bom soccesso
esle estado de cousas. Foi-lhe apresentado um ho-
mem sob a accuac.ao de bigamia.
A primeira mulh-r do acrusadn tinha-o roubado
em una bella manhaa e fugira coin o seu amante.
0 liomem abandonado por esta forma procurou
naturalmente outra mulher que o consolasse ; mas
como aquella a quera se dedicou er* honrada, nao
era possivel a elle contralor urna uuio illegilima,
c portanto leve de casar eom o objecto dos seus no-
vo* alTeclos.
t) juiz tomando um lom severo, nolou-lhe a enor-
midade de seu crime.
lie verdade, juntou elle, que foslcs abandooa lo
c roubado por vossa mulher, mas acaso nio lindis
um remedio ? Podieis persegui-la em um tribunal
rrlminal ; depois inslaurar-lhe processo era om tri-
bunal ecclesiaslico, e finalmente dirigir urna pelicao
a cmara dos lord*.
Illm. e Exm.Sr.Tendo commuuieado a V.Exc,
que por me conslar gue no lermo da Ingazeira nao
se fazia eom regularidade o sersiro dos enlerra-
menius dos cholericos, havia accordado cora o Dr.
juiz municipaldc seguirelle para alli para.de harmo-
na cora o respectivo delasado tratarem de dar ludo
o impulso aos eemiterios, e rigorosamente obtlarem
os interros na. igrejas, asora se me ollerece dizer
a V. Exc.qoe se acham quasi concluidos os eemite-
rios dos lugares deuominados Varas, S. Jos e Afo-
gados, secundo verbalmenle me aftirmou era sua
volta o mesmo Dr.jaiz municipal, e ver V. Exc.do
ollicio junto; ten lo porm de ser removido o, de
Afogados para lugar mais proprio ; na povoarao de
S. Jos, onde agora gras*a a C|iidemia havendo
diariamente daas victimas, arha-se um enferraei-
ro enviado pelo medico tratando dos accommetti-
dos, dos mais pontos da comarca, as noticias sao II-
soogeiras ; cumprindo-rae por ultimo asseverar a
V.Excque nao pouparei esforros para pontualmen-
te talisfazer a recomendarlo que a eslo respailo me
fez V. Exc. em oflicio de 13 do mez findo.
Deo. guarde a V.Exc. por muitos anuos. Villa Bel-
la l de julho de 18.56.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Sergio Teixeira de Macedo.
presidente da provincia de Pernambuco.
O joiz de direito.Ignacio Jo< de Menoinm
f'VAoa.
Illm. e Exm. Sr. Tenho a honra de remetler a
\ Exc. as inclusas demoiislracroes dos laidos exis-
tentes as diferentes caixas a careo do (hcsuiireiro
dela thesouraria no dia 26 do corrente.
Deo guarde a V. Exc. Thesouraria provincial de
Pernambuco 28 de jolho de 1856.Illm. e Exm. Sr.
eonselheiro Sergio Teixeira de Macada, presidr-nle
desta provincia.() inspector, Jote' Padre da ./t0.1.
Deniou.tracao do saino exislente na raixa do ere?-- Clla "" la"laS VeIC',em
ci de 1836 1857, em 28 de julho de 1856.
ao estado de hroe, e um revez que Ihe .acceda era
cousiderado em Inglaterra como urna ealamidade n.-
emnal.
k Jr,a-a,. "am.bem condecidas na Europa as pro-
babihdades de T PpoSaeb e dos Afghaas, as.im co-
mo de Abdel-Kader ?
Pelo menos eram muito duvidosas, e estes barba-
ros, objecto de sympathias lao enthuslastas, de-
viamassympathasqaeinspiravam a am, odio na-
cional e secular. *
Pelo espajo de muilo lempo reiooo em Inglaterra
e em Frisca am sealimenlo anlogo a proposito de
um oulro brbaro, que protestava contra a Ruisia
u.d,i guerra muito parecida eom a qoe o. Francezes
suslenlaram contra Abdel-Kader.
Schamyl foi para os loglezes e para os Francezes
obtectodoum culto na verdade ingalar.
A respeito desle houve porm a vanlagem de ap-
parerer a lempo a de.illusao, e agora j iodo* sabem
que eonceito merecem os montanhezes circai-
sianos.
De certo e.lais lembrado das esperanras que> se li-
nnam fundado, no cometo da guerra eom a Russia,
sobre a diverta que devia operar Schamyl e os seus
montanhezes contra a. torcas rus.as da Georgia, for-
casque ua opniao de loda a Europa estavam con-
demnadas 3 urna destroirao total.
Com elTeito havia toda'a razao para crer que esle
inrunciliavcl iuimigo dos Ruasos havia da espreitar a
oecasiao para dar um golpe terrivel uo poder mos-
covita em a Asia.
Ora, Toi precisamente neta* regioe. qae os Russos
conserv.ram Intacto o sea pre.ticio, e a tomada de
harsassegurou-lhesdeiiailivamente a manulencao
ao seo ascendente na ijeorgia e nos paizes circumvi
Mo procurarei explicar o motivo da iuacrao de
3cliamyl, o qual se limitoo a orna razzia execulada
coulr. algumas damas ros-as de Tifis. e fiado no suc-
cesso que obteve uesla empreza, se persuadi da fa-
cilidado de um alaque mais aerio coolra us seus ini-
migus.
Do qae se nao pode duvidar he que as diligencias
que se fizerarn com o chefe circasstano por parle d
I orla e mesmo das potencias occidentaes, nao pro-
duzram resultado algum.
Agora porm di.pOe-se a Russia a regular as suas
anligasconla.com Schamyl, e por am despacho r-
cenle sabemos que foram enviados contra elle 10,000
Russos. '
Tanto em Inglaterra como em Franra anda nao
ehegou a muito alio gr.io a sjmpalhia pelos Russos,
mas desla vez 00 menos a conduela do chefe circas-
siano produzio seus fructos, e se nao so desejarem
grandes successos as armas russas, pelo menos nao
inspirar d'aqui em dianle o menor mleresse Scha-
myl eos seus montanjiezes.
Na miuha ultima carta dei-vos parle da que a ea
mar dos lords linha rejeitado pela oilava ou pela
nona vez o bil, eujo fim he fazer eessar os obstcu-
lo*, que se oppOe a admissao do. judeus no parla-
m.iiln
E depois qaando pela saucedo real oblivesteia um
bil de divorcio, podereis lunar legalraetite outra
2.2319119 mulher. Podereis fazer todo i.lo cora urnas 2,000
libras esterlinas, a
O juiz dirigia-se a um bomem qae nanea Uvera
de s-u 2,000 pences, e o jaiz mailo bem o sabia ; e
tomando um ar anda mai. severo euudeoinou o ac-
cusadn a um dia da pristo. 1
Pode fazer-te com mai. finura a critica desta le-
gislaran qua serve exclusivamente para os ricos I
O bispo de Oxford jalga que nao ha nada melnor
do que o presente estado de cousas. Admita o di-
vorcio em principio, mas tmente como objecto de
laxo, cwno as equipegen. e;os lacaioi agaloados.
la macen lem a cofideacendencia da adrnittir qoe
am logista rico pussa obler o 'divorcio, porque tem
meios para o pagar, mais, s a idea da ver um artis-
ta recorrer ao mesmo meio parece-lhe orna impoi-
sihilidade, n.lo s em quanlo ao ponto de vista pe-
cuniario, mas lambem no ponto de villa philanlro-
picu. Acamara dos lords nao seguio a epjsife do
hispo de Oxford, e tornou o divorcio mai- fcil, de
maneira que daqui em diante pussa ser exisido'lan-
lo pela mulbcr como pelo marido. Em qoanto ao
pobre lca-lhe franco o direito commum, e podera
requerer o divorcio forma pauperis.
Tivemos um dbale parlamentar sobre as diflicul-
des americanas, gracas porem prudente reserva da
maioria dos representantes, -nao te apresenloo perigo
algum para acontinoajo das ralare. pacifica! en-
tre a luglalerra e 01 Eslados-Cuidos.
He verdade que o resultado da .discuss.io nao po-
da ser duvidoso, para derribar o ministerio era
preciso haver quem o substituste ; por esla razao vi-
mos M. Gladstone atacar violeolamente M. Cramp-
tou e o ministerio, mas ofinal voloa eonlra o voto
de censura, por que elle nao sabia quem pudesse
substituir lord Palmer.ton.
0 estado das rendas da Grita Brelanha continua a
ser muilo satislaclorio ; a cobianra dos imposlos,
apezar de pesados, fax-te com a maior facilidade.
O estado das rendas para o trimestre que aeaboa
s. w "nh0 P"Jado mos,ra um augmento de
22,0>2 libras, sobr o trimestre correipondeute do
anno findo, e de libras 1,101,620 sobre lodo o anno.
.Naturalmente s no anuo qae vera comerara o arca.
ment do estadu de paz.
Esiao preparando urna entrada magnifica aos
guardas, que vollam da Crimea. Deva dizer-se qoe
sua1 qoarla parte dos.oldados, que vollam,assislio aos
trabamos do cerco; o resto tao recrulai qoe para alli
foram mandados depois.
I1I0 porem pooco importa so os guardas de Al-
ma e de Inkermann.
Em Franca acaba de se fechar o corpo legislativo
depois de ter volado a galope algumas lei. de gran-
de alcance, entre oulras a qae insereve urna rauda
de (00,000 francos em favor das lilhas de Luiz Filip-
pe, ou de seas representantes.
A. partes interesadas volaram contra esta lei, s
o nao fizeram os lilhos de Leopoldo da Blgica, para
os qoaes, segundo parece, foi ella elaborada.
As modilic.rdes as le. das alfandegas icaram
adiadas para aproxima essao, por causa da opposirao
que te tinha lomad 1 cunlra as medidas proposlas.
Lata Napoleao Toi para Plombieres descancar das
fadigas do governo, foi sii.
Corre o boato de que vai Saissa, a Azenemberg,
visitar o caslello da rainha Hortencia sua mai. e
aonde passou a la infancia. Ha porem qaem allir-
IM que esla viagem a Arenemherg nao he mais do
que um pretexto para se ir encontrar com o impera-
dor d'Auslria em ama das cidades dos arredores.
nenio.
f) meio proposto pela cmara dos commun* con-
sisha em emendar o juramento, o qual aa lornava
intil pela exliocjio da familia do, Stuarls, e de fa-
zer desapparerer dojuramento emeodadoat palavras
rr sobre a verdadeira f de ehriiiao.
Os adversarios da modificatao, na cmara dos
lords, nao quizeram sustentar um jurameuto ridicu-
lo, a lord Derby redigio e apresenloo um bil quasi
igual ao que fora adoptado pelos comamos, ma.
que consery.va as palavra. cabalsticas deslina-
das a exorcismar 01 de.grar.ados israelitas, e para
mea obstar a que Iranspuuhara as porta, do parla-
mento. *^
Segundo a delcrminarao lautat vezes expressa pe
la cmara dos communs, foi urna momice e urna eaZ
Receila do I- a 26 dn correnle.
Despeza idem.
1I7:355n7!)
105:5,.lli37'.li
Saldo
Em cobre.
uulas. ,
......11:7.583X8.5
. 183S85
. H:74O)jO00
------------11:7369883
Deraonslraran do saldo existente na caixa do exerci-
cio de 1855 a 1856 em 26 de julho de 1856.
Mido em 30 de juuho p.
indo.......2I5:523M71
Receila de 1 a 26 do corr. 63:7339128
-----------299:2503:102
pecie de desalo enviar-lhe um l.ll, cojos principio
ella por lanas vezc. lem repellido da mais solemno
maneira.
Lord Derbv romprchenden islo, e relirou o seu
projeclo de le. caja segunda leitura ja linha sido
adoptada por grande maioria.
A ramara dos lord* se distingui alera disto, de
"hoso*"6' ["'["'MUr' |,el seu ewlU'ivismo re-
E.U
i
ILEGVEL
Esta actualmente orcupada em modifica. regu-
amenlo. da I nivenidade de Cambridge
Urna das novas disposires que all qu'erem inlro-
duzr he a i.ei.c.,de todos os juramertus .eligi,s
imposlos .quelles que querem malricular-se na dita
I niversidade ou lomar uella graos.
I.ma consideravel maioria na ramara dos lords
prouuuciou-se coulra esta muailicasau, e a lioiver-
Bullettm commerciat.
A -ilme.Vi financeira he o mellior que se pode de-
sojar. O dinheiro abunda mnito, e apezar de serem
muitas as requisiret, he fcil salisfaze-la por am
pre<;o moderado, i por cento, e mesmo menos em
certas circumslaociai.
0 que he fado, he ser o estado da prara de Lon-
dres tao satisfactorio, quanto he assustador o da pra-
ra de Pars.
A espcrulacao na tem entrado, como succede am
moca, em ludo, e cora todos os capitaes dispont-
ves. Enire as emprezas, que aqu se especulan],
ha muilas que nao foram bem soccedidas.
Parle dos capilae. esta' empregdo era paites es-
trangeiros em emprezas de caminhos de farra.
Era quanto os laudos francezes baixam cara ama
persistencia extraordinaria, sobara quasi sem ioter-
rupr.in o. fundo* msie/.e* ; de sorle qoa existe entra
os dous paizes urna ditlerenca maior do que nanea,
e que nao sobe a menos de 14 por cento.
Os fundos iuglezes como cima di.se, tea raos-
Iradourna firmeza continua), a fecharam Dentera a
Jj e 7 oilavos a prazo.
Nao se fa/.em negucios a dinheiro de cootado.
Os uegocios commercianles em geral vio bem e
os prerjos sustenlam-se.
lia menos acllvidade as lias, mas a cauta disto
he a la que he pouco favoravel a esle artiga.
Ha pequea mudaora no preeo dos ferros de
Escoea.
.Vas manufacturas reina grande actividade prioci-
palmenle nos arligos de primeira qoalidade.
.Nos trigos sustenlam as primeira. qualidades,
quanlo a a oulras. os monopolistas tiveram de se
jeilar a urna resolucaopara poderem vender.
NM liranjas e nos vinhos o3o ha mudanca.
( ASacao.)
A QUESTAO ITALIANA E O PAPADO.
II.
Pouco mais baslava acrescentar ao artigo que com
esla epigraphe primeirameute publicamos, e que al-
sunsjornaes reproduzirara csponlaneainenle, fo qae
mudo do corarao aqu Igradacaraos] mas como no.
resolvemos a isso, ;uao queremos omillir nada du
que lur essencial para acabar de esclarecer osbemeas
sinceros, c irritar anda mai- o furor do. rcvolucio-
narios.acresceutaremos hoje aIsum cnusasque hao-
de pro lu/ar esse duplo resultado;porque com inge-
uidade caufessamos que|go>losamente cuucnrreeraos
dentro dos limites do justo, para ludo o que posta
fortalecer a consciencia e esclarecer a razao dos
homens de bem, qualquer que seja o partido a que
perlencam ; e a desmasrarar ot de-uirdeiros qua nao
ronherein airea meios de governo *ei>.i.> a rorrop-
em
ii-
empresados leigas nose Hados pontificio, ha de 22
seculares para um ecclesiaslico, inclaindo para asea
p-op irc.io, as funrrnes que oa laigM sao podem
excreer, eomo sao as de rapellaes das prisnaa, a. da
cura de almas, a. de membro. de tnbunaei ecele-
siasticos, nunciaturas, ele.
O que oppozeram a isso os revolucionarias caen
aquella hv poctisia. que he s delles, e qoe ae lam
observa na. palavras emquanto nao dominam, eaaeto
se Ihes observa, o rvnismo nos actos qaando tan ato-
minadores? Disserara que nos estados pontifico, a
tioha estabelecido urna aristocracia clerical ara in-
compalivel com a liberdade E alguem liouve qoe
se d'ixou impressionar pdr esle miseravel sophxenia.
Vamos de.lrui-lo. Loge da nos altribeiV ana
nossos adversarios o que elle, uao disseram eipres-
sainente, anida que se ache implcito nae asa. pro-
posires, para o, Ion. ir mus a proferir abeardr !
Por uso nao suppomos que livessem querido qaej
so commette.se a qualquer leigo o governo da ama
dicesi-,i administrado de umaparochia oa a dhec-
(So espiritual de.urna prisao, como o nico neia da
fazer eessar a lal aristocracia clerical t
Tomaremos as tuas palavraa como ellas sao, a ve-
remos qae o absurdo nao he menor ; e cooaparaa-
dn-as depois com os seui acto. com oulras pala-
vras soa, mostraremos a ma f com qae prnce>m.
E dedo eut.Vi prosado lica que nao ha raza* para
os clamores que laiifam ronlra o governo pontifical,
porque nao lie provavel que invoque a mentira e a
ma f quem tiver a verdade e a razio por si.
Os tribuuaes ecclesiaslico* e os noncio. tea de
jalsar. de resolver de processar cansas eedesaasti-
cas, tanto em celaran ao dogma e a doutnna cotana
mural e a disciplina eccletiastica : e para isto he
misler conhecimenlos esperialistimos, que os leig...
nio tem, mo procararam e nao procuraran Buraca
ter ; assim cuino Ibes nao pode ser dada a jariedK-
c.io necessaria. lud, o que respeilar a adraiajs-
Irarao dos Sacramentos, a littursia. a caso, deeon-
fi* pode eonhece-lo aasiao qaem
for .acerdote. S a sacerdotes, portanto, pode ser
da.la etsa jurisdiec.au.
E o que vemos nt, em todos os paizes ? O sapre-
mo tribunal da juslira, at reiacoea, os Iribaaaaa ja-
dieiaes das comarcas nao mo exclusivamente accapa-
dos pelos hachareis em direito?
O .supremo ronselbo militar,os eootelhosjde cawr-
ra, os commandos das djvisAe. e do. corpo. Mo tav
exrlusivamente dados a militare ? oaem nanea aa
Irmbrou de exisir qae estes cargo, fotsero conferi-
dos a palian 91, leigos na milicia, legos am direito,
para lacailisar seeulariaar) o governo da eslado c
acabar com a aristocracia judicial oo militar ? Ni'a-
guem : porque quem o fizesse, pastara par Wn-
co ou por u o malvado, qua quena ailabalccat a
aoarchia para destruir o estado.
Agora se da theae descernios aa hv pol haees, o oa
vernos? Na ilespauha a revoluro de jaiba, como
na Franca a de faveroiro, conm n'ontraa partea a
saa. respectivas revolacAes, estabeleeeram lago tama
aristocracia dus homens do sea partida, a qaeea ex-
clusivamente entregaram lodos aa pasto, da eslaato,
a comecar nos inaie humilde, e acabando tan rau.
elevado.; a para tata derailtirara lodaa os que Ihe*
eram desalTectoa aa euspeitae da a aeraaa 1 K o que
responderaaa quaaato aa Ihe* laeatoa aa reato eaao
procedimento ? Qoa todo o ajajrar*a*Saaa daraalo de
suslartUr-aa, e que lmual aaaahratara as qae fo-
rem sea. araigos.
He isto a qae ledo, ea r.votacieaertoi fateaa ean
toda a parta; lie lata a que loaos dixam por ta*
ou por outras palavra.; a naaatado aCrihai a dea-
potHmo que o papa Bato facji a qae allaa fazeta,
porque laz somente a que ae prailca era loaos aa
paites commaatar a. fanecaea e.peaaaa-a hoaaeaa
atpociaea. .,-
Ao governo pontificio nio cabe, pais, a taenor
sombra de censara. E assim quando o* revelana-
airios o a.-rusam de eslal.eleeer urna aristocracia
clerical para os oegocio. erelesiaaticus, sera prejiiizo
de oinguein, e eom vanlagaaa de todos, pato bem
'1 m miicsiu que tao perversos os seos detagaiot a
que so aspiram a estabeleer eaa preairo da toda*
e apenas com vanlagem doa clubs, a aristocracia da'
sua facro.
Ma. a. perseguirte., ditera elle. ; as persecai-
e >es do soverno pontificio alo provara qo ha aa-
I re-sao ? "r
As frequeoles perlurbaeoe* da ordem publica, aa
lenlalivasde revolla nos Estados ponUaktoa nao
mostrara a necessidade que ha de pacificar a Italia
tirando ao papa a. lecares, dizem oa nmai revata-
clonarios, ampliando e commenlando lord Clarea-
don e o conde Cavour ?
Pastemos por alto ene direito que os revolee*
nanos querem dar am governo sobre os eajhrea.
Sao forles considerar,oe. para entraterem umjorne-
lisla poltico, parecem-nos comtado de mediaaa ara-
portaucia uesla occatao para nos deterem a asqaa
so queremos considerar esta, quesliie. dentro do li-
mite, qae expozemos no urligu anlecedenle.
Examinando-a. enb essa aspecto nao podaras
pastar em silencio i porque nenhama objeccaa re-
voluciooaria qaeremoa evitar) ana eslalistca. qoe
vimos uo Jornal do Commercio de 3 do aetaal qoe
a Ira.creveu do />o; de A/oto. E aqu manifes-
taremos a dolorosa sorpreza qae nos causo* reata
pablicarao no jornal de qae he redactor ara hornera
que temo, por de jaizo claro, a qaa nunca no*toa
motivo a .uppor que devastemos ara dia vir a coe-
t.-lo entre o numero daqaelles.qee por espirite fac-
cioso, aceitam e espalham noticias qae s denun-
ciara o rancor de seus autores, a a simpleza dos qua
as reprodujera.
O Doze de Agotto pedio emprestada ao lt Pim-
ni'wle, jornal ministerial da Sardenha, ama esUtia-
tica dos enlodaos incarcerados pelo governo poatili-
eio de 18.5(1 a 1851, que faz subir o numero della.
a j8:220.
O jornal portugaez publicando esta sappeata esta
tistica, junloo-lhe um cummei.tario, qae aappoz
ser urna irona fina, e nao passou de urna groaaeira
e sacrilega profanarlo da. palavras da Salvadar,
condimentada pela ignorancia da siolaxe latina.
O Tacto he falso de loda a fal.idade. Nio paaaa
de orna grotseira mentira do jornal italiano, aaa
i" pode caber n'uma inteligencia anda mais grossa
Perlo de 60:000 preso.! nao ha nos Estados peeli-
licio. pnsf.es para tanta genta e talvez aera aa
I-1 aura as baja. Tambem parece-nos qaa, liradaa
os joroaes a que nos referimos, uioguem mais po-
llera acreditar em tal.
Temo, diante da nos urna estadstica criminal des
Estado. Humanos, qae posto nio pean alera da
ISVI, moslra desde lego a falsidado da qaa ranro-
dozioo Doze de Agotto.
tl,(KH)pessoas,do. quaes 69039torain condemnadoaia
cumprindo scnleoca.e os reatantes ara procesto-
isto he, meno, 2:179 do qae preteodem o ioroalisl
sardo e portuguez Dessa mesma eslalisUca v-aa
que o numero medio das prisoes de am atrae regala
por 800, a que no auno em qoeslao de 18.53, arcrea-
cerami mar 10 pessoas, presas em coastaaaacu Va
descuberta da conspiracao maizioisla chantada da
1) de ago.lu ; e como nesse anno o numera daa ari-
snes, segando o Piamonfe, tinha sido da 12:03.5, ha
evidente que tmente houve a bagalella dolll'.r,
pessoas para mais. Ja ae v qae nao vale a naaa
do fallar nieaa 1 V^
E agora, qaa eidodos eram estes ? (ararararaaa,
desde o parricidio al o roubo mai. aa meao. vi-
lenlo, I.' calhegoria ; delinqacoles por furtos e oa-
tros deliclos menos grave., 2.' calhegoria. Os con-
traventoras doa reg.lamentos policiaee, que paitan
per aasim dizer peta pristo, a sahem ao fim de pon-
eos dias, nio se concias das informaret que temo,
a vista aa vio incloidoa nasta numero : snppnahamos
que nao, a no mleresse dos ioimigos da soberana
temporal do papa. A 3.a cathegorta sera a dot pre-
sos politices : nesta podemos asseverar qoe Dio ha
neuhum que nao teja aulor ou cmplice de homi-
cidios, ou tentativas de homicidio a pretexto da po-
ltica, ou assoeiados dot clubs secretos, cujas manir*-.-
tas, proclamac/.es e discursos nio. tillara sento da
angae, incendio* e uceo.
ptimos cttadrlaa nao ha davida, mas so poderao
se-lo das sociedades do II '(amonte e Doze de Ami-
to : he urna gloria qne Ihe. nao invejamo par cae-
las rarOes. "
Temos dito dos olhot|as estalisUcas eriminaas da
Inglalerra.eescolliendo s as das cidades de 1 on-
dre. e Liverpool, nolamo. com horror qae a media
das prisoe. por erimes se eleva por anno, t nesle*
dou. nonio., a 33,000 prise. par crimet, nao fallan-
do nos dehetus sunples e nat eoalravenr.to. polieiaas
"-Swdeii.....aoachamo, nada ,, "'/
mentos ; ma. como temo, as astatistirat de Porlu
sal podeaios avahar por ellas at daquelle pait, onde
a* propnas aulondades da soverin. se raostrira a*
-usladas dn progresivo c rpido aus.neulo d "eri-
mes eonlra as pessoas e as propriedades. AqaiVa-
anuo, r
Portugal a inedia das
por 3,3:
ise ele vi
a. policiaca era Lisboa and.nTpor
u a nenia .as pnaoes p,, crimas, em cada
LSte i1,1^0 9aenos6ann..queo^
"ira-da base ele,, o numero dos pr
l -M,!) c as poIrataaa m i i.iJT.
|>ode coocluir-sa para o que
de
SOO. Iiaqui
Sardenha.
Vimoi uo antecedeute artigo que o numero dos
aos a mais
or numero
no-.
de
os rriminalidade, e eaa-
tnmm que. nos Estados l'oalili-
MUTTO
1
''-



O'IIIO I PSMtVL-Ss TfRC FEIM i II AGOSTO 01 1856
E i' freq-tenles perturbare* ila ordem publica,
as tentativas de revolla nAo di rilo esse direilu de in-
tervenrao, prrguutam os revolucionarios ?
'l'alve, respondemos nos ; e por isso mesmo de-
vem da-la, i...... rehiran ao riemunle, onde i< duas
tcntalivas revolucionarias de Spezzia, a de Csale,
a du Val d'Aosle, a da legi-lo o.-trangeira. M mee-
tings de Tumi e de (jenuva cnnlr o que >e dizia
fome facticia do conde de Cavour, e o seu sxsteiu.i
de tributo, e aa recanes commordea daSnhoia, leni
molrado qnauto lie grande o decoiilenlameiilo ua-
qnelle paz ; e com relajea Inglalerra, u> frequen-
les alboroto* a tumulto as ctdades niaiiur.icluroi
ras uo pndom mostrar qae seja grande a satisfago
do povo iuglei.
Deixandn assim prnv.ido pelos meio iiiiiirertos a
ma fe de lodo os revolucionarios nos tuas declama-
cfles contra o governo pontificio, trataremos agora de
provar pelos meios dilectos qne nao" lia itenliun fun-
damento pan ellas, a que por tanto s de jiiiiiio-
perversos podem alias salnr originalmente.
O -vslem.i de administrarlo jos Estados-Romanos
esla em perfeita liarmouia com a ndole da sua cons-
lilinrao, e en mesmo lempo com a oaluieza e lint
desla instituirn, a-Min como com o espirito do s-
cula ; negamos por lano u aerusai.Ao ncsla parte, e
provamos a negativa, pelo que lia nella de allirma-
CAu, com a propria legislarlo administrativa. Ou-
tro tanto Dito podem fze-lo os revo lucionarios que
se limilam a declamar.
As suflK lei civis sA" i fondadas sobre o cdigo Jot-
liano, pouco mais on menos como sAo as de lodos os
estados da Europa : as eicepc6es que oestes se dao e
que depended) da ndole, eclos hbitos de cada povo,
nao podem ser impostas a Italia, como nAo poderi-
iiam aa exceprSts. que a iudole e hbitos do povo
romano acouselharam que se lizessem, serem impos-
tas nos oulro* povos da Europa sem grande lyian-
Dia.
lia um conielho de ministros que delibera sobre
(odas as queiloes importantes de poltica, da gover-
n e de grande administrarlo ; um conselhu de ca-
tado que examina e discute lodos os projectos delei
regulsmenlns de utilidade publica ; um conselho
financia!, emposta de membros, eleilas pelo povo,
cada um pela proviocia que reprsenla e confirmado
pelo papa, e a este conselho perlence ludo o que
respaila i cobraoc* dos impostes, lixarao das drspe-
xaa, ve ulicacio da receita ; e a liscalisacAo das emi-
tas a ama commiisun de coutabilidade ; em cada ca-
pital da provincia ha juuto ao (delegado) magistrado
administrativo superior um couselbo encarregado de
o.exclarecermot seos actos e velar nos interesees da
popularan ; e liualinenle em cada conselho ha ama
cmara muoicipal, eleita livreinenle pelos habi-
tantes do municipio, e cujas atlribuicOes sao mais
extensa*, e porlanlo mais proveilosas do que as das
eorporacSes que lem entre nos o mesmo nome.
O conselho de ministres reone-se pelo menos urna
vez cada semana ; o conselho de estado sempre que
he necesario ; a consulla financia! tem animalmen-
te orna teisAo ordinaria de tres me/es," e as extraor-
dinarias qne sAo necessarias ; e no inlervallo das
sestiles ha urna commissao permanente qual fica
perlencendo etse encargo at prxima reunido da
assemblea.
Nos ja dissemos que lodos os tribunaes de jiMlija
tanto para as causas civeis,. como para as criincs sao
composlos de magistrados seculares.
O qua falla, pois, nos Estados Komauos? Um par-
lamento legislativo, e a liberdade de inipfeusa. Mas
o parlamento nao d a liberdade. A I mina de 1813,
Portugal de 18:17, a Hespanha de lsi:i, e o Piemon-
te de hoje mostram que pode liaver parlamento com
0 despolismp mais feroz. Nesees paizes preude-se,
ou preudeu-se, sem culpa formada ; houve execu-
res ou deporlaroes sem processo nem -cuten.;.i, ou
por meio de airadas ; expolinu-sc, e expoliase por
meros actos dos ministros, ou com a connivencia cri-
minosa do parlamento ; opprimiram-se, ou oppri-
mem-se os povos com tribuios e vexames exigidos
por um systeraa de desperdicios empregado em com-
prar urna maioria corrupta, que sustente os Ivrao-
neles as suas despticas, immoraes e vilenlas' ope
rares. ,
.Sabemos que o parlamento nao he incompalivel
com a verdadeira liberdade, e que pode al auxilia-
la ; mas sabemos tambem por experitucia que a li-
berdade lem nelle mullas vezes o seu mais cruel e
implacavel inimigo.
A liberdade de imprensa n.io existe em Roma ;
mas onde he que ella existe? Ka Inglaterra, nao ;
di-lo e prova-o Ledra Holln na suaDecadente de
1 Anglelerre : e na Europa nao conhecemos na-
CAo iienhumi que a leo ha. Em paiz algum he per-
loillido alacar pela iiatxensa a forma de governo, c
a ronsiiinirao da soeMbde : em tuda a parle sao
punidos os que se atreven) a" fe-la, o que prova
que essa liberdade nao existe, t que nao he posiivel
mesmo existir.
0 Romano* tanbain 03* podem alacar pela iro-
prensa a religiao calholica, que he a nica conslilof-
rAo social dos estados pontificio, nem a forma do
seu governo ; mas teni-ua para telo o mais respon-
dido os escriptores pelos abuset, que alo punidos
all como em todos oa paizaa, poste que o sejam pe-
lo direilo roromum, e o,lo por tribunaes e legislaran
especial como n'oulros paizes ; e filie, se n'un lem-
pos assegura ao criminoso a imponidade, n'oulros
siibmetlc-o, nao i juslica, masa vioganca das pai-
xes oOendidas.
Tendo assim mostrado que nao ha fundamento pa-
ra as accosaees contra o governo dos estados pon-
tificios, mostrado lira igualmeole, qne s a malevo-
lencia, prfida bao de altribuir-se esses clamores, ca-
jos fin dirigem-se a um-lianstorno geni, que pro-
inovem estes homeni de tangue, que anda nao
cslAo talijfeilos com o qoe lem feilo verter, porque
a sea cubija anda nao est saciada com as ormet-
ras expoliables.
n O que fica em pe* A nceeasjdade de preservar a
Europa d'uma terrivel cataslrophe ; n necessidade
de conservar ao soberano puntillee a independencia
temporal de que carece para a tranqoillidade de uos-
a eonteieocia ; e, finalmente, a de reapeilar a sua
soberana para qne se respeile a dos paizes que lem
estes loncos, que os apunhalam, cuidando que ferem
o catholicismo no interesse darevolucAo.
J. M. de Sou:a Monleiro.
. \ldetn.)
I1TEHI0R.
RIO DE JANEIRO.
CASARA DOS SRS. DEPITADOS.
SESSAO 1)OI)Ia;1 DE MAJO DE 18,-*.
Preiitlencia io Sr. tisconte de Haependy.
Ahrio-ee a sessao hora do costme. I.ida e ap-
provada a acia da sessao antecedente, o Sr. 1. se-
cretario d eoota do segulute expediente :
1 ni oflicio do Sr. ministro da fazenda, cobrtndo
dflerentes consultas da sesao|de fazenda do conselho
de estado de '25 de Janeiro e <> de marrn do correnle
anno, sobre os actos legislativos das provincias de
Sergipe e Sania Calharina, perlencenles ao auno de
18ox>. A' commissao de assembleas provinciaes.
dem do primeiro secretario do senado, coromu-
nicandoqueS. M. Imperial consente as tres reso-
luces que autorisam o governo a couceder carta de
naluralisa^ao de cidado brasileiro a Joaquim (iia-
nini, a Francisco I.ang, a JoAo Jos Uomes Leal.sa
Uaphacl Ariani, a LuizManoel Boz/ano, a Julio (Ja-
tei e a .loan Claudio Mauverne>. luleirada.
Um ri-queirniento de SebasliAo Jos de Carvalho
Japiju, pediudo ser admillido a matricula do 4. an
no do cuiso jurdico de S. Paulo. A' commissao
de insirucrao publica.
Dous ditos, sendo um de Joaqoim Ramos Chaves
e oulro de Manoel Alves de Oliveira IVn ira. pe-
diudo o lugar de continao da enmara. A' raeima.
PARECERES.
I.6-se o parecer da commissao de penses e orde-
nados, que approva a pensAo annual de SOu* conce-
dida por decreto de 21 de selembro de IKV. em fa-
vor da viuva e (Idos do capAo do corpo policial da
Baha, Francisco Jouqatra da Sllveira. llejulga-
do objeclo de deliberarlo, e a requerimeuto do Sr.
Meudes da Costa dispensado da impressao.
He igualmente lido o parecer da. commissao d
iostrueco publica relalivo :
1 A um reqiieriiiiento de Manoel Antonio Fer-
nandas Persira, qoe pede ser admillido a exame do
primeiro anno medien, independente do de arlll,-
meliea. A commissao juina inallendivel sementan-
te pretendo.
.a A oro requerimento da congregarAo da acade-
mia das Helia--Ai les de I8.VI, pedindo que se auto-
rite o governo a mandar Europa dous alomos de
gravura para se aperfeiroareir. ne-ta arle. Diz a
commissao que esla queslAo aeha-se implcitamente
resolvida com a auiorisa(o dada ao governo para a
reforma daquella academia.
3. A um requerimento dos profesores da corle,
pediodo augmento de seas ordenado. A commis-
sao diz que eate objeclo ja foi lomado em conside-
raran, e resolvida no regulamenlo de 17 de fevereiro
de 1854.
4. A um requerimento de Joaquim Solero dos
Sanios Coelho, em que pede dispensa dostuames de
arflhntelica e geometra para poder malrcalar-se na
Faculdade de Direiln de S. Paulo. He de parecer
a commissao qua o peticionario nao seja Hen-
dido.
5." Finalmente, acerca de urna representaran da
Faculdade de Medicina da Baha de 18Vi, contra os
prcjrrins apresenlados na cmara, para a crearan de
urna universidad na capital do imperio. He a
commissau de parecer que sejain archivados esses pa-
pis, por nao haver uada a deliberar-se acerca
dolles.
PROJECTO.
He lido o segunlc projeclo, assi M. Pereira da Silva, Candido Borgn, D. T. de Ma-
cado, Fausto A. de Agoiar, bario de? Mau, J. J. de
I.ima e Silva Sobrinhn.
A assemblea eral legislativa resolve :
Arl. I. A irmaodade de Piossa Senhora da Glo-
ria da corle Ao concedidas oito loteras, igoaes as
'temis coocedidaa a ootras irmandades, para com
seo produelo continuar as obras da matriz que se es-
t" coustruindo no largo do Machado.
a Arl. i>. O governo a far extrahir quandu enten-
da conveniente, lirondo assim revogadas todas as de
mais disposiroes em contrario.
ORDEM DO DA.
Procede-se a votacAo do artigo 3 do projeclo n.
70, qoe regula a promorAo dos olliciaes da armada,
e cuja discuNio ficra encerrada.
Foi approvada, e igualmenlc urna emenda do Sr.
Pereira oa Silva.
He submeltido dlsciKsflo o arl. 4: O Sr. Perei-
ra da|Sil va anda offerece urna emenda, que he a poj-
ad.-i e approvada.
O Sr. aoariai prouuncju-so conlri ai disposjee
desle artigo, dizeudoyue inelbur sali-faria elle taida ministerio da marinha, era commisses militares
fins se fora facultativa e se deixasse ao Boverno o ar- Irabalhos hydroaraphic.s, construccOes navaes o
nitrin de contar pelo duplo o li-iiipo empregadu pe- '
los olliciaes as oiieracnes activas de guerra, para
preencliiiueulo dos anuos de servido ou ,1c comman-
doeligidos pelo arl. I. Em vez de dizer se-ha ji mellior fdra que se dissesse a o governo po-
dar contar. I etc.
O I da mesmo artigo 1. invnlve nina supera-
bundancia de excepeeg tea artigus I e 2 com que
nAo se pode cunfuruiar. Qoe se prescioda da re^ra'
seral eslabelecida para as promocoe quando se te-
nha de galardoar ;,s acees de extraordinaria bravu-
ra, he justo ; porcm que essa exrepr.au involxa tam-
bem oa servidos do superior indiligencia, lie com o
que nao pode concordar, porque os serviros da inlel-
ligeaeta se podem prestar 'no gabinete "c em plena
paz. (Ju os Francezes, apuntadas como perfeitns
modelos as insliloiees militares, azem apeuasuma
excepcao uas regras ordinarias da promano em fa-
vor daq'uelle militar que se lenha distinguido por
um acto de bravura publico e notorio.
Concluio ilizeinio que nesta parte o projeclo era
orna m e inperMla copia da lei franceza de prd-
moceseda oossa lei de promoees d4 exercilo de
Ierra.
O Sr. Pereira da Silrn cmbale o precedeute
orador,dizcudu que o arbitro que elle quera facul-
tar ao governo pelas d-posicoes do artigo 4. nao era
conveniente nem estava nos seus principios. Que
o projeclo eslava redigido da canfunnidade com a
lei franceza, e muito de accordo com a lei de pro-
muedes do nosso exercilo de Ierra.
ijiianln i superabundancia ou m redacrAo no-
tada pelo precedente orador rui ^ primeiro, responde
que tal superabundancia nao ha ; que cssas excep-
Sea sao por demais fundadas, porque actos ha de
bravura que no entretanto nAo se podem chamar ac-
tos de superior intelligencia, mas que todus mere-
cen] urna recompensa fora das regras ordinarias da
promor,fto.
O Sr% Zacaras falla anda em suslcntarao de
seus principios.
O Sr. Paranhos ( ministro de estraogeiros !, sus-
tenta a conveniencia das disposices do arl. 4, e
seus paragraphos, e cmbale os, argumentos do Sr.
Zacaras, conclun lo que as disposiroes da lei do ex-
erclo de Ierra quanto s promociies. sao dilferenles
das que regulam as promor,es da marinha no lempo
de guerra.
OSr. Sayao Aw. que o oolire ministro deu urna
m iiilerprfiar.ni ao artigo que se discute. Tanto
mais necessaria se loma a xerdadeira intelligencia
da lei, porque um dos memhrosdo poder executivo,
que as lem de por cin pralica, he quem se moslra
em contradirn enm o seu verdadeiro espirito.
Em seguida sustenlou os argumentos do Sr. /ica-
ria-, corrohurandu-oscom novas observares.
O Sr. fanderlry : ministro da marinha) cnlrdu
na discusso procurando destruir os receios do pre-
cedente orador quando disse que um do roembros
do poder execulivo he quem se moslrava em discor-
dancia com o verdadeiro sentido da lei. Que isso
em nada poda inlluir na passagem do projeclo em
discussAo, porque nAo era o Sr. miuislro de eslran-
geiros quem ia executar.
Falln mais resposla n- argumentos do Sr. /.ca-
nas, comparando lei de promoees de Ierra com
as dispusires que se disctelo, e que sao combatidas
sem fundamento.
O ir. Marlim Frailesco faz ligeiras observarles
sobre a doulnna do S 2 do artigo 4, que deixa, "se-
gundo elle, em dovi.ia se o preencliiiuento das va-
gas de olliciaes de que all se falla he definitivo on
Inlerino ; em sua opiniAo, em qualquer dos casos ha
inconvenientes que cumpre remediar. Entretanto,
como lu emenda a esse paragrapho, cuja leitura nAo
pode ouvii, lalvez que com ella se desvaneraiD todas
as suas du vidas.
Submette-se o artigo volaeia, e he approxado
com urna subrmenda no Sr. Pereira da Silva.
Segue-se a discussAo do arl. o. e emendas.
O Sr. y araras censura a interpretarlo dada pelo
Sr. ministro de estrangeiros i lei de promoces do
exercilo, e agradece ao Sr. SajAo Lobato os sclare-
cimenlos que dera-a este respeilo. Tnha-se apenas
susciladn urna qoe>IAo de redarc.lo, e so Irooxe a-
quella lei urna intelligencia q'ue ella nunca leve.
Passando em seguida i materia propria do artigo em
rtiscussAo, percunta, depois de algomas considera-
Soes, se he louvnvel que aquillesque preparam. por
assim dizer o fuloro da uixsa armada, prestando os
grandes serviros da lulelligenria, sejam comparados
aos pitaes do porto e directores de arsenal".'
O Sr. Marlim b'ranchcn replica, entre nutras
conaiderares, que iienliiim dos ilillercnlcs generas
de ser vico poda ser comparado com o serxico acli,o
dos olliciaes embarcados. Elle tem em toda consi-
derado o serv ico que preslam as lentes ; mas se os
querem favorecer, que ae Ihcs augmente os ordena-
dos. '
O Sr. Ministro da Marinha. depois de fazer nn-
r as prexenrOes que u Sr. 7.ac.irias tfm manifesta-
do contra o projeclo, protesta contra a inlerpretacAo
qne se d ao modo por que se conla o lempo de ser-
vico, prelendendu-se que elle rebaixe os ofliciaes das
suas respectivas cattiegorias.
Qoanto a equiparacao dos servidos, observa que o
fim principal da presente lei he sem duvida lomar
valioso o serviro do mar, o menos procurado de lo-
dos, apezar das diiculdades que se querem suppor
un-, serviros de trra. Apezar dos prazeres du cru-
zeiro, da viagem para oa portos do imperio oa do
estrangeiro. os ofliciaes preferem licar no serviro do
Rio de Janeiro, onde se pataam tantas privares !
i'ambetn o orador lem em grande conla o servco
prestado pelos lentes da academia de marinha ; cn-
tende que elles devem ser bem remunerado. ; mas
quanto equiparara.! de serviros, al he de pare-
cer que os lentes devem ser meados do quadro de
acresso, dando-lhes, he verdade, urna graduado ele-
vada.
O Sr. Ministro de Estrangeiros toma a palavra
em ultimo lugar para dar ao Sr". /.araras ama satis-
fago, que llie deve, pela|oasadia que leve em for-
mular um projeclo sobre aquella materia. Lamenta
porem que o nobre depulado, que por lal motivo o
censurou, julgando na sua sabeduria que esse projec-
lo nao satisfaz s necessidades publicas, ae lenha li-
mitado i fazer ligeiros reparos de redacrAo, a pro-
curar conlradicrvies entre dilferenles artigo*, e n3o
lenha aprcseolado o Irabalho que deve substituir a
esse, corrigindo lodos os seus defeilns. Ne-te sent-
do continua em mais algumas observares, e ter-
mina anda renovando as desculpas que pelo motivo
allegado pedia ao Sr. Zacaras.
Sobre os mais artigas do projeclo nAo houve dis-
cussAo alguma.
Discutidos lodos os arligos do projeclo n. 7(1, pas-
sou a 3." discurao, e com todas as emendas que fo-
ram aprovadas ficou assim consebido :
A assemblea geral legislativa decreta :
Arl. 1. O accesso aos posto* de ofliciaes da ar-
mada ser gradual ejmccessivo desde guarda-mari-
nha ou lenle at almiraule.
SI. Nenhom guarda-marinha passari a >." l-
ente sem que lenha salisfeto as condices que sAo
0 forem preseriplas pelas leis e regolamentos rela-
livos ao ensno e educarlo dos ofliciaes de marinha;
e demais servido dous anuos a bordo de navios de
guerra com boas infurmaraes dos respectivos cosn-
mandantes.
* 2.- Pedern ser promovido a segundos len-
les os pillo de carta e os meslrcstle priineira clas-
se, que como taes e com bom coinporlamcuto huu-
verem servido a bordo dos navios do Estado cinco
annos, dos quaes tres pelo menos em navios de guer-
ra ; e que alem disso satisli/ereni a um exame de
suflicicucia sobre todos os conhecimentos praticos
que para o accesso forem exigidos do guarda-ma-
rinha.
S :>- Ninguem sera promovido a primeiro l-
ente oa a capiao-leiienlc em que lenha ser-
vido no posto Iminedialameole inferior pelo me-
nos Ires annos a bordo de navios de guerra.
g 4. .Ninguem ser prumnvido a capitao de fra-
gata cu a capitAo de mar e guerra sem que tenlia
servido no posto imiiiedialamenlc inferior pelo me-
nos tres anuos, dos quaes.dous commaodando navio
de guerra.
S "> Ninguem ser promovido a chefe de divi-
silo oo a chefe de esquadra sem que lenha servi-
do no posto iiiitnc lialainenle interior pelos menos
tres annos, dos quaes um rommaudando forra
naval.
o S G. O accesso a vice-almiraute ou a almirante
podara dar-se com qualquer lempo de serviro no
posto anterior.
S A falla de lempo de commando de navio
em um poslo podem ser supprida pelo excesso que
se lenha dado nos dnus immeJialamenlc inferiores,
nao se contando, porem, para a promogo do capi-
(ao-lenente ou capitAo de fragata mais de um atibo
de cammaudo como primeiro ienente.
O lempo de commando de navio poder con-
lar-se pela metade como lempo de commando de
torca naval, e esle pelo dubro daquelle.
Arl. 2. as promoces da armada se ubservarAo
as regras segoiutes :
o 1, Os guardas-marinlias passar.lo a segundos
lenles, logo que lenham satisfeito as cuudires es-
(abelecidas no arl. 1.g 1.
Ser demitlido o que nAn preencher as ditas
condices dentro do mximo do tempo que for mar-
cado nos regulameotos do governo, ou merece-lu pej
lo seo mo comporlsmento.
S 2- O postos vagos de primeiro lenle aeAo
conferido tres qoartos par autiguidade e um quarlo
por esecilla.
S 3. Os postos vagas de capilao-lenenle serAu1
conferidos melade por anliguidade e metade por
esculla. .
S Os postos vagos do capitao de fragata sel
rio conferidos nm quarlo por antiguidade e tres
quarlo por eseolha.
S > Todas as vagas desde cipilao de mar e
guerra ale almirante serao preenchjdas por es-
eolha.
k Arl. 3. A anliguidade para os accessos ser
contada da dala do decreto do ultimo posto. Senda
esla igual, prevalecer a dos pastos succeisivainenl
inferiores at a |o uncir prara. Se forem iguaes loi
das as dalas, decidir o maior lempo de serviro, de
pas a maior idade, e finalmente a aorta.
i A anligui.tade relativa dos guar.las-mariiihaii
acadmicos que forem despachados na inesma da-f
ta, ser determinada pelo governo nos seus regula-t-
alentos.
Nao se contar para os accessos 'de que traa ,i
presente lei o lampo da licenc.a, o de cumpriinenlb
de sentenca coudeinnaloria e o passado em servico
eilranho repartidlo da marinha. Exreptua-se
desta dispn-ii "io 0 lempo de serviro em misse* dif
plomaliras, nao perlencendo o oflicial ao quadro di
corpo diplomtico, pra.idenrbs de provincias, mi
nislerios e corpo legialalivo, bem como o qoe denlr i
ot fora do imperiu for empregadu, com penoisr, i
-croes
liydraiilieas, anuirs servicns em que sejam de uti-
lidade osconhecimentot espenacs do ollicial de ma-
rinha.
tls prisoneros de guerra conservaran seus di-
reilos de anliguidade, salvo se a aprisionaraenlo or
por motivo repmvado, assim julgado na forma das
leis crimnaos militare'.
o Arl. i. Aos ofliciaes que se empregarem em
operarnes activas de guerra, ronlar-se-ha pelo duplo
o lempa em que nellas forem empregados para pre-
enchiinenlo dos unios de servir ou de commando
exigidas no arl. 1.
" Das regras, porcm, eslaheleridas nos arls. 1. e
2., smenle se podara prescindir :
a S t. Por arenes oe extraordinaria bravura ou
serxico que provem distincla ou superior intelligeu-
ria, sendo taes feilos ou serviro devidamtnle juli-
licadus em urdein do da do rommamlaiile em che-
fe das forras em onerares, ou da auloridade mili-
tar quem correipouder, quando o ollicial perlencer
a navio ou forja que nao lenha cominandanle em
chefe. A ordem do da devera' ser publicada pela
imprenta logo que seja possivel.
" >; 2. Quando for .urgente, nao hauverem olliciaes
habilitado?, na conformidade desta lei, e nao se po-
der precucher por oulra forma as vagas que occor-
rercm lias guaruinies em presenra do iuimign.
Art. ."i. Aos olliciaes empregados nos arsenaes,
corpos de marinha, capitanas dos portos. e quaes-
quer outras commissifs que nao sejam do serviro
naval activo, contar-se-ha por melade coma lem-
po de embarque uu de ronunando em navio de
guerra conforme se exigir para o acresso urna ou ou-
lra destas condiees, o tempo que passarem as ditas
coinmissOns.
O mesmo se entender a respeilo dos ofliciaes
que forci lentes da academia de marinha ou de
oulros estabelecimentos de inslruccao marilima que
por venlurla se fundarem. E se embarcarem com
os alumnos em viagem de instruccAo. contar-se-ha
cada um dns anuos em que estas se realizarem como
um anno lie embarque ou de commando, aiuda que
dure men is lempo.
a O aerjiro em correios e transportes se contar
igualmente pela metade em lodo o lempo que exce-
der de um amo.
a Nao si considerara' de nenhum modo como ser-
viro a bnrjlo de navios de guerra o que for prestado
desarmados.
Podera' ser prumovido a guarda-mari-
em navio
Arl.
liba extrai rdiusrio e emprcgsdo no balalliAn naval
a bordo o i em torra o sargento do mesmo balaihAo
que pratn ar algum acto de distincla bravura, com-
anlo quej lenha Ires anuos de serviro elTectivo na
armada, jioin comporlameiiiu civil e militar, e in-
fonnares qne alionem a sua inlelMgenria.
O mpsmo se entender a respeilo dos sargentos
du corpa He imperiaes marinheiros.
" Balas) cuardas-marinhas poderao passara -2." l-
enles ildpuis de (res annos de servido em navios de
guerra, se satisli/.erem ao exame de sulliciencia exi-
gido no art. 1. -. para o acresso dos pilulos e mes-
tres.
Arl 17*. Os guardas-marinhas acadmicos que
lerminarem seus Batudas e enlrarem no serviro da
armada I serao reputados mais antigos do que a'quel-
les que lenham subido do posto de sargento ; ese
cun eslts runcorrereni ou cun os pilotos e me-lres.
seudu promovidos na rue-ma dula a segundas len-
les, setfia igualmente reputados mais amigos nesle
posto. [
o Arl 8\ O pleenchimenlo das vagas qae occor-
rerem aAo podera ser demorada por mais de um aa-
no-- e.fu'as ai promores e nuincaraes de olliciaes
sero imniedialamente publicadas pela impreusa.
Arl !). Neiihuma piomocAo se fara sem qoe se-
ja oiivjda uina commissao romposta de Ires ou mais
allicia|s-generaes, em quanto a algum comselho ou
liiluiniil permanente nAofr especialmente couferida
esta allribuirAo. A commissAo ou Irihonal, quando
Ihe foi ordenado pelo gnvrrno organsar as propos-
tas, nequislando previanicole das repaitijes da
mariidia ludas as informaces que julgar necessarias.
'i t nomracAo da commissao de proiiostas sera pu-
blicarla pela imprensn.
i Arl. 10. Ficam prohibidas :
" 1 '"" Qualquer prumocAo com a clausula em
prejuazn da anliguidaue oe qocm a liver maior.
"3 -' A conressao de graduaroes, excepto ao of-
liri.n ni as anligo de cada classe. *
3\ Toda e qualquer graduado militar a em-
preg do, rivis da repartir3o da marinha, com excep-
jAo ircn dos que embarram nos navios do Esla-
do i as priineiras classes de constructor naval, dos
eng abe iros e oulrus fuirrionarios de quem se exi-
gem couliecimeulos scinililicos.
SAo lambein cxceplunlos os palres-mres, o
patria da imperiaes galeotas, o oulros empregados
de tarvicoe marilimos que estejam as mesmas cir-
cuiiislancias.
IArl. II. O governo he autonsado a expedir o
reglamentos necessarios para a execurAo da pr-
senle lei.
"I Arl. 12. Firam revogadas
conjlrario.
I Rio de Janeiro, 2S de agosto de 1854, /ojf
ra da Silva Paran/ios. a
jAo havnulo casa para continuar os Irabalhos,
o I ir. presidcnle declarou levaulada a sessao, edn
pa a
ORDEM DO DA 31.
lepois da apreseutacAo e discussAo de requeri-
m Hitas n. hora competente
Primara parte.
I.e discussAu do projertu nao mpresso, que ap-
pi iva a pensAo concedida a viova e lilhos do cap-
tab do corpo de polica da Baha, Fraucisco Joa-
quim da Silveira.
As materias anteriormente designadas.
Segunda parte.
-'. ili-ru-sa,i da proposta do governo fiando a
fi rea naval para o auno linanceiro de 18j718-58.
as disposiroes em
Maritata, est entre a espada e a parede: ler-
rivel conjunclnra !
A/esa ae rendasgeraes. Todos oa das ouvi-
mos quenas amargas de pesioas que v3u a' esla re-
partirlo pagar imposlos; nao ha semana que all se
nAo do grandes altercacoe; no eulrelanto que ou-
lro lauto nao acontece as uutras D'onde ntseer
e por isso quanlo mais independencia melhor;enten
do que os magistrados devem, como os militares,
nunca residir muito lempo em urna Ierra.
Deem-lhe os precisos meios, e deixem ir la' barca.
Ja que rompi miulias selas como juiz dedireilo.de-
vo' lambein fallar do aos-o promulor Dr. Martina Pe-
reira: he um moro novo, masque moslra intelligen-
esla dcsmoralisarAo .* Se fosse das parles o mesmo na, e bous desejos ; he'de tracto muiloi accroivei,
nevera aaonleeer eni tudas; porlanlo, bom sera' que i Dos o itlumine.
os senhores empregados delta se lembrem que eslao NAo dexo lacrar esta sem dar aos llarreirenses
all para aviaran os coulribuintes, equesaoobri- meus emhoras.pur lerem boje etn acu se>o como su!-
gados a trata-Ios bem, e Me par porlarem-sa gros- i delegado o alferes Antonio dos Sanios Caria ; he om
-nlo. e amearar com a cadea quando ellas militar de brios e illuslrarao, e lem maueiras mui
inslam pclu cumpriinenlo de seu direilo.
Hospilal de candado2 de agosto7"i doenles
3 74
.lie iihi.hi/, ia.
COMAKCA DE GARANIIUNS.
125 de julho
O que ha de novo por en he o reaparecimentn do
cholera em Cinhotinlio e Palmeira, lugarejos desla
freguezia : disse bem a Sr. Paula Candido na Mi-
na discussAo do projnrln de resposla an discurso da
coroa :que se o chulera fosse esrrever um oflicio
em furnia de diplomacia, tinha muito acertada oc-
casiao de dizer i Europa :reitero, etc..
O que sei he, que sem sermos'a Europa, os dez
que ja suecumbiram e aquelles que se acham enfer-
ino- dispensar.am de bom grado segundo meu pare-1 ? "' *le*sem 1 nao dire
cer, a S. Exc. o enviado extraordinario e miuislro "S! E!?-!5?,.!f!-T? f^^
plenipulenriariu do reiuo da gloria lao iulempesli-
vos cumprimentos : ...... licara de ministro residen-
te em i, .raiiliuus l Se isso acontecer, morrere-
mos segundo as regras da diplomacia, na phrase do
dilo Sr. Paula Candido, a quem nao tenho a distinc-
la de conhecer, senAo em papel.
Joao Brazileiro de Albuquerque chama-te o su- emp" *c cmer edurn"'lr e -"""l" *e Ihe espolio-
bellas.
Ncsla comarca, onde esleve por algum lempo
dclacado, bastante Irahallioii na crise epidmica.
e isso vea aiuda augmentar a estima que ja Ihe li-
ndamos. NAo duvido que deixasst desafeicoado,
porque em luda parle ha beslalhes enlhusiasiuadus,
que, nao aprecian lo certos dotes, s veem amabili-
dade na baixa e vi! adularan, e o Sr. Caria nAo era
disso.
Fallcceu ncsla villa, como soubc, o Dr. Manoel
Rodrigues Pinheiro, cojos serviros oo tempu do chu-
lera eeriBo irromuneraveis, se vivesse boje, morreu
marlvr de tanta dedirafAo a cama da humanidade !
e a familia'.' Oh I la' eslu no lenle, una nnii e ti
cnauciiihas radnsidae a miseria.
Cansa qoe ajnfeliz viuxa requerera una pensAo,
um acto de jus-
O Dr. Relami,
ciijo nome alias lamhcni da mesma surte bem rtize-
inos, nAo fe/, rerlameute mais na Babia do que o Dr.
Pinheiro aqui, eu Poisjo aflirmar, pois o xi qaan
sempre no meio dos cholencos, ajudando-os a lular
com os hnrrures da molestia mais deum duenle res-
pirou pela ultima vez em seus braros; nao tinlia
eze somos os proprios proleclores do ladr3o que
nos roubou
Convenrido, pois, deslt verdade, unamo-nose -
judemos ao Eim. presidente da provincia e ao dig-
no chefe de polica n. grandiosa obra que encela-
ran!, de punir o crime, e promover a muralisAco do
E este homem commelleo algum crime, e foi a-
panli.ido em llagianle *
Quaes erimes, e qaaes finganles : dizetn. qae foi
preso, porque nfto quiz alagar o seu cavallo para
urna diligeucia do delegado : note, qae esse horoem
. he aleijado, a nao pode andar a M eslava Iralu
nu-i" Povo- .....l' '"" I' "co atrazado em nuhsaran- Ihando de seo aluno de rarapina. em ra d. !"
1 L. Cliamamos de novo a altenr.io publica para o ar-
tigo citado do Diaria de 31 de julho passado, sob a
epigrapheBiographia dn intitulado Meo-macho,
ou Mco-carteira. /(.
ERRATA.
Erros que se enconlram no communicado do flia-
rio de Pernambuco dehoje: l.inhas ^Sullra-
passava, em lugar deullrapassaIMtaa 19__mor-
reu em lugar demurro.
no do nosso ex-delegado, d'onde algorn divisa
que essa prisAo foi om principio de vin;in<-- a rm_
rem isso la'sao cousas dellea, com qne'roe nao
importa : eu a quero, que nao eslrjamot taaeiim
a soflrer pur noasos bent.
Meu amigo, Ihe observei eo, ja me relira, anlr-.
que me lomem o mea cavalle, oa asaa aae preU-
dam.
Nao brinque, agora, aqui, a cadeia esta' rtwia. a
maueilaiia. se nAo fosse a lal hi corpus, que he urna mina : oh qoe caoaa boa 1^,
d<* o eco a qnem lal invenlou.
Pois bem, seja feliz, e adeos ; nao. diz o mea ami-
go; espere. Ollie, para qae vo-sc ni ronlj ,._
PARAHIHA. finis nutrs muita historias, qoe ea sei, bem u-
Villa dn Pilar, 2ti de junlin. i bidas, aos redaclores do Diario di Pcrnamhwo
Sr. correspondente:i.iue admuac-iu, que tratos eu Ihe prometi dar-lhe exaelo* apnnUaealca
mesmos nao darri aos Pilarenses, publicando noli- fictos cerlos, e reaes.emfim a verdade : ea lenho
cias desle silenciosa eanlinho em seu conceituadis- .visto tantas historias desl calibre all lao bem rat-
simo jornal eu, que nao tenho oulra orcuparAo, que lada, e rom tanta graj E romo to benevaUs
plaular meus fejes, e minlias batatas, collivaudo | e dolados de senlimenlos palriotieot os rt-daeiorci
rere|,em. paMaraai
^oirc^JonDcttCatti:-.
brava o modo porque e pxpunh^^espondia : sei que
nao tonsegoio a priao do cr!miDef0mas i!' de r/"',r'f' ',"'"" n M Samis riehe 'el fu
supprioesla lacuua prendendo a om iimAo do dilo, | '""'"''."'"' .Wf"," ....
o que vem a ser a n.m. colisa, e .uslaurou um I !,enl'cre* uepulados de Pernambuco, lembrai ao
processo ao ausenle.'l) juiz municipal ua revisSo do nf'ta "W*"" monarcha a desventurada familia
sommario dcixou ir em paz o irmao do criminoso ''
por entender falvcz que .taes negocios se nao deci
que vem a ser a mesma colisa, e iuslaurou um I -----. i pi i^ma
irocesso ao ausenten) juiz municipal ua revisSo do B0,, D"l,Ui,noo monarcha a desventurada famill
ominarlo deixou ir em paz o irmo do crimiuoso, ,e '"T Pr'sll"'le patricio ; pedi para ella. -
^or entender falvcz que taes negnos se nao deci- "" '" ,emV.0' ma ,ena corDO ">is*"alive, d
dem porconsanguinidade, e cnnsiderou o caso orna f,0?.?ls m'mDrn. deixei.na penoria a raulher
leutaliva de homicidio, que alias tirar por deleixo e llln'" ,le "m empregaoo ( que viveu sempre
... que alias tirara por _.
da policia de Crreme impone por lodos oa seclos
dos seculos : amen.
Nole-se que a pronuncia do subdelegado de Cor-
renle dada no proresso de que trato, refena-se ao
crime de tentativa de biirricidwde tannitiiodt
suicidio, nunca porm a de homicidio.
Nesle allimos dias houve urna briga na prisao das
mulheres ; toe i cadeia publica no genero
uugui-lmguce : mas com a simples ameara de for-
ra maior beque,-implesiiiliinac,.w,tornarani s asdi-
tas verdadeiros Veixes, que tao na mnoceucia ; Uto
he, silenciosas ; coiladinhas ; ..
Outro tanto nao fizeram os ferozes da enxovia.
Humeus do posilivu, partidarios acrrimos da mxi-
ma :resnonrerba, nao fallam, mas traba-
Iham.
l'rabalharam, quero dizer, muitos e silencios-
mentc [tanta: moliterat ) em fabricar n'um desles
dias um ingente ronbo etndireccAo a urna das gua-
pobre t honrado, e"que perdeu alfim a vida, salvau-
do a vida a muilcsl !
Ilodie mihi, eras libei.
Au retourner.
dem.)
_&mnmtuibo.
A leilura de um ar'tign sob a epigraphe lliogra-
pha de PraueUeo das Chagat Duarte de Oliceira,
por alcunha Xico-macho, ou Xicocarteira,publi-
cado no Dinno de Pernambuco de 31 de albo ulti-
mo, suscilau-nos algumas ideas, que vamos espen-
der com franqueza.
Com efleito, na idade de 22 annos casia a encon-
trar um perverso daquelle quilate, j uo s ames-
Irado ua rapia, como itisposln ainda a maiores rri-
mes : comec,ou, diz elle, de 11 unos, e boje, que
PAGINA AVULSA.
Temos repclidat vezes escripia a respeilo do
rausilo dos carros sobre a ponte velha do Rreife, e
linda continan) ; ora, digam-nos qae empeuho le-
emos em fazermos qualquer rellexAo a esse respeilo
enAo em querermns evitar algum sinislro'.'
Nao se podera evitar que os carros alropellem
O povo na ponleda Boa-V.sia ? Logo qne haja urna
ponilo, os bolieiros deixaiAo de locar nos cavallo
pan quanto pas.sam, e de fazer o povo andar a car-
(eira.
Nao se poder lamn m evitar que oa tigres
tian-iieni fora de suas jaulas de caber/a descuberia '!
He bem provavel que sim. Nao acredita muito a
toma r.idade, onde lana gente de goslo da moda, e
tolplialu delicado esl a janella s lardes, e v desses
espectculos! Quando acredite he feo, perde luda
a poeia, eso uuia realidade apparece em toda sua
drformiladeo prosasmo da cousa Je per con-
./".' minern, que por honra dos nossos respeita-
veis, vasos se obste os passeios a neglig dessas feras
perfumadas.
Na se poder evilar que moros dolados de
hnora e educarAo deixem de paleslrar pobhcamen-
te das calcadas para as casas onde residem mulheres
de vida depravada? Oh se soubessem quanto he
ridiculo eslar um individuo.cnmose estivessem n'um
lupanar em uina ra frequeutada, remiendo impdi-
ca finezas a urna raulher chamada do mundo 1 Fa-
c.m o que eiileudereui, mas nihguem abiolulamente
approvara um lal procedimenlo.
Advertimos a certos moros de nomes bem co-
nhecidns que se agglomerain na..... | nrlem-se com
diguidade, e n8o queiram nivelar-se cundieran
d'aquelles, que liveram por escola' a eoxovias ;"se
querem darjn'or a quem passa.por galantrio, deem:
porem reparem bem a quera chamam, porque pode
alguem fazer-lhesas vunlades....
Ha dii.ii nuiles houve o querque seja de brin-
cadeira na ra da Clona, que cooslouqoasi Inda el-
la de urro-, berros, e maliuada : de dia ludo sup
poita-se, mas o noite pelo amor de Dos deixem i
pubre humanidade repuusar, qua para mudos he
urna felicidade.
O, director da sociedade Philarmooica lia o
dislinclo artisla Sr. Ilermogenes.
~ Reappareccu o negrinho da caita de guerra ;
esla r n T:ii io melhor, continu.
Ja nAosAo couhecidos osgameuhosrom o no-
me de ilaiutip, e sim com o de iamahr.es electritus.
OSr. JoAo Jos Rodrigues nunra nos fallou
em belchiores nem para belrhiores ; pegoem o ho-
mem, o homem da capa prela.
Houve urna fesla muito decente no domingo,
na igrrja de S. onralo.
Os habitantes de Sanio Amarinho queixam-se
de viverem as trevas; nao seria mo que a lllin.
cmara mandaste collocar um 'lampeao uesse lugar,
porque alem de ser ja bem habitado, acresce que he
um lugarzinho, oode de vez em quando apparecem
seus piantasmas .'..
Oulro aim : orna palrulh.i, que ronda nesse
lugar fa-lo al as 10 horas ; depuis das quaes, pa-
lmilla da vida... sendo que depois de taes horas al
pela manliSa lie que mais se precisa all de urna ga-
raulia.
A ra eslreila do Rosario lem deshancado lu-
do: em negocios de redores esta s ; nem mil lis-
caes, nem milliAo de ribeiriuhos he capaz de cohi-
bir, que se lance de certas casas aguas ptridas :
quem depuis do banhu deixa taes aguas he um peri-
0 andar entre os vivenles.lem caria branca para os
lazaros.
Dizetn que para o Barro lem ido encommen-
das di bous serenos .tadres de cavallos e que o sub-
delegado supplente o Sr. Carneiro he quem os des-
pacha com una simples resposla :passo as maos
a V. S. o preso tal:felizmente ja no|Barro nao se
furia um cavalln !
Na ra Imperial ha um arougue, que tom-se
relelirisado, por se apreienUr "nelle uina celebre
megera, a mulher mais desordeira e dissulula que
ha no oordel de Salan ; por varias vezes tem ido as
prises e parece que familiarisada com as prises
para ella Mu harerAo mais casligos! Nos a reeom-
meudamos ao Sr. Amaro.
Ja dissemos urna
balados tres presos, presumidos autores do tal pro-
jeclo de fuga.
Iloniem um dos presos, Marlinho Jos da Silva,
foi viclima de una garrafada na rabera, que Ihe
lirou um outro, e acha-se muilo ferido. Qu\ pro
no : Certo sojeilo em Papacara deu a beber
a aua ora ( nAn d'aquellas que liram agua a qual
para signal eslava em lim estado inleressanle ; deu
a beber, digo, ludano por le roy... : ora, Irorar
sua magestade chris'iannisma por opio, he o maior
opio, de que lenlio ouvido fallar e um irrevereu-
lissimo i/ui-pro quo !
lal foi o opio, que a misera suecumbio em poocas
hora! Estar isso tambem naordemdas calumnias? !
NAo ; por esla tico. He verdadeiramente lamenla-
vel semelhaule oceurrencia, tanto quanto podem ser
a condiroessemiselvagens, por assim dizer, em que
infelizmente x i vem re r tos individuse familias-in-
teiraa nesles lugares 1
O negocio chegou jo ronhecimenlo dos becas de
en ; o primeiro delles cochichou aosouvidos do se
Blindo ; osle deu orden pelo vehculo dos lios elee-
,r'c.....: o negocio aiuda esloura se esluarar,V.JIc.
saber. Mas que lirao para Esculapios da al-
deia e buticarius opiados, quero dizer, cheios de
opio!..........
Eis chega o doutnr filro, cuja penua.
Por ser dos mais -endeiro. mor sendeiro,
Em um so rasgo exercilos condemna :
Para a sentenca tratem-lhe um tinteiro ;
E apenas receitou, oh dura scena !
Abre-lhe a cova o srdido coveiro.
Islo nao be meu.
Adeos.
(Carla particular.)
COMARCA 1)0 BONITO.
29 de julho.
Ja fumega o vapor que tem de conduzir ao leste si
signor lulia de quem nAo havemos razes de quei-
xas ; fez sua derrota regularmente, isto he, deu chu-
ras, e o coslumado Tro, que na verdade lia sido al-
gom tanto polar para um filho dos (ropicos.e eu que
ja nao vou desgostaudo muilo delle, por ser om pou-
co ionice, n.io me tenho dado por mal salisfeito.
au sei se he por causa dessa falla de calor, qoe
tem havido por ca' lana abundancia de mariages, e
as \ ni vos pnncipalnienle se eslAo descampinaudo pa-
ra rasar, sempre costomam isso nos primeiros arruu-
bos da viuvez.
Em cerlo counlry, obra de uns 3 a 4 pare de le-
goas,ha um que depois de ler sido engeilado por mais
de 3 orrfo,pelo motivo de por nao ser la muito beau-
ti ful, achou urna aliual com quem vai ligar-se,e af-
lirmam nao ser muilo feia pecurruchinha.
Tenho visto militas Venus
Casadinhas eom Vulcanos.
Eu tambem no meu lempo....lun.....luin...f-ini__
fum...
De ordinario nos domingos c diasduplices teem-
se as vezes al 30 bandos!!...
Crettile el iiiultlplicamini'.l assim,rapaziada, ra-
sai-vos, dai nelo a patria, que bem delles precisa !!
ha sugeilos que al rasan para nao serem lecruta-
0!.
Nesle mondo ludo he vida ;
Qaer matando,quer logrando,
Quer morreado.quer casando.
Todo he mundo, ludo he vida.
Antes que me eiqtiera saudoao nnvo collega des-
las ribas, o seu correspondente de Curuar. Muilo
estimei que o Sir compadre ti/esse tili ama acquisi-
jAo : acceile o illu-tre Caruarnense........
Pelos dedos se roohece,
Cher aun. quem vermes lem.
Meus respeits e felicitarse* pela eslr. Em'
eslilo simples usou de una lingoagem que me agra-
da. Desejo-lhe milhares de venturas ua hourosa e
dilllcil trela de.utira tur, do que felizmente ainda
nAo tive desgoslo algum.
O meu nobre collega deve ir conhecendo o mar
por onde leva seu barco, para saber evilar os baixos
que o niali/a i. *
II y a de Cadresse bien cueillir les roses, diz o
velho poeta Theofilo.
A este bordo.
i i f--J
\ L
nos seus I pos,lie que se lem dado. Sabio siesta pa-
ra a do l.iraoeiro o i/uidam homoAntonio s)oa-
quun da Mniia,nimiiin-n de morles e prso aqui, ha
puucos dias no lugar do Estreno por ordem do dele-
gado.
O Molla foi conduzido por 4 gendarmes, manda-
dos pela pulira daquelle termo, a qual exullou com
a seguranra do bixo, que tinha ma' cara, a pareca-
se um pouco com aquelle, que pinta nao sei quem
uos seguales versos.
Os olhos encovados, a postura
Medonha e m\ a cor terrena e paluda
............e crespos os cabellos.
A bocea negra, o denles amarellos.
De Grvala' meescrevem o aeguinte : Por esta po-
vnariin Inrju vai lifui. -11 (.a pi-ti .mu continua a ler
em vistas /c.< rapineurs, cutsima no francez que he
caslico. Continu u Sr. subdelegadu,por esle modo
meiece elogios.
As chavas caminham para o occidente, e assim
mesmo o pasto anida nao esta' murcho.
NAo lia aquella escassez que se devia esperar de-
pois de lAo grande calamidade, he por que a Pro-
videncia nos nAo perde de vista.
Tambem tenho urna hilera Ha trra dos Caro (
uns qua reza le suicanle.O jurv continua a futic-
ciouar, o Dr. Luna, apezar de aes iucommodos he
quera o esla' presidindo.
Esla Ierra a modo que enibirra com os juizes d'
direilo, ou o mais verdadeiro he emhirrarem e com ella; de cerlos lempos a esla parle quautos nao
temos lido '.' depois do Caelauo Vicente, veio o Car-
cez, que fui para sua lerrinlia.o Jo> Filippe, depoi
de fazer os raros,tambem foi-se.
E agora o Dr. I.ima ola se lem dado bem pelo
mesmo modo, realmente elle a muilo que padere, e
e milhorou alguma rousa tablada para os arrabaldes '
da villa onde se acha.e a fazer justica lodos es-es jui-
zes de direilo erara bons magistrados, mas parece que
os taes Ooutnres lem algum parentesco com o jodeu
erraote, quanlo a nao esquenlarem o lugar;bem diz
um amigu meu, e eu acho-lhe raxvio, que se livesse
filha nao data a dua classes. Doulures e militares,
sAo humens qoe nao parara !!..
O actual juiz de direilo pana lambein por intelli-
gente e probo, he um desses caracteres que muilo
convem a cerlos lugarejos, vive particularmente, e
sabe ler a energa precisa, qutndo ella he necessa-
ria.
Ha seus inconvenientes ncsas eslreilas relares,
que as vezes os empregados adquirem as romareas,
O Bonito segu plcidamente sua rarreir.i. um oo
oulio factoziuho, porem que nAo vale a pena buUt W;"o, que se incumbsse da arrusaro em lodos os
Preso e proressado por ladran em 1852, foi absol-
vido pelo jury em 1853, porque oa furtos fetos pelo
reo Halo foram acompanhados da circunstancia de
violencia i'is pessotts.' / Sollo, volta ao (adario, e em
854, he ni. menle processado e presta fianca : uo
curente anno, novo roubo e novo processo ; "be re-
colhido t cadeia, onde se conservar, apezar dos es-
forros de seos prolectores, al o julgamenlo pelo ju-
ry, por ler sido declarada insubsistente a priineira
Banca,
Ainda mais : diz o cilado artigo, que esse bandido
conla com altas e poderosas proteccijes, de que faz
alarde em publico, e at por declararles fedas pelo
mesmo reo em juizo ; aecrescenlando em urna del-
las, que rontava ser brevemente sollo, e que entao,
para se tornar mais temido, alm de ladrAo, seria
tambem assassinn!
Este perverso fez-te na realidade lemivel : em
qualquer hija onde chegava, lornavam-se os caixei-
rps uns Argos, e, sem embargo, be rara aquella em
que elle nao paega.seum logro, ou por oulra, nao
li/o-se um furto escandaloso.
Poucos humens lem a si;a andara e o seu des-
plante, e desafia com geilo a qualquer que Ihe ulhe
para a figura, fazendit garbo de ser bara contiendo
por orna profissAo, que o honra rnm a farros <> homem lemivel, e com a protervo de sent inuin
grada, e al poderosa. Ser* islo verdade?
Verdade ou nao, o certo he, qae elle vive vida
folgada e milagrosa, recheiado de dinheiro, e cerca-
do de luxo e abastanra. Embora a policia soe cami
zas, proceste-o c preuda-o ; elle sai para a ra, e
contina nessa vida de bandido, de aorle que para
elle a auloridade publica he impotente, rom* nAn
eiittlra, on como se fra cmplice em sua cattainn-
sa existencia.
Ser smenle a policia imptenle pelo palrOM j,
que cobre a esse miseravcl com a sua egide, ou por-
que a legislarn do paiz torna infructuosos seus cs-
Torros no aclo do julgamenlo ? Isto he mais razoa-
vel de acreditar-se pela decisAo do jury em 15 de
marco de 1853, que reconhecendo a existencia dos
actos criminosos, dedinou, porque t podia conhe-
cer desses actos, quando fossem acompanhados da
circumslancia de violencia s pessoas.
Qual ser o resultado de tilo repelidas, como inu-
teie diligeuciat tantos roubados fara juslica pelas suas proprias mAos,
e o bandido acabar, como n'oolro lempo acaba-
vam em cerlas comarcas do centro os ladrn de ca-
vallos.
Que a nossa legi-larAu he moilo defeiluosa nessa
parte, lodos o confessam ; mas que remedio, que me-
dida legislativa conviria melhor para sanar essa fal-
la, ou para dar mais forja e vigor a policia correc-
cional?
Nos, verdadeiramente fallando, nao temos policia
correccional, como te emende na legislarAo das na-
res collas ; cuidamos mais na polica judiciaria e na
administrativa, porque era entilo o que octopava os
espritus, isto he, aogmentar o namero dejolgade-
res de primeira instaucia, e dar a auloridade execu-
tiva o maior numero de agentes possivel para os ne-
gocios da .uliiiiiiislrai.no : porlanlo olvidararo-te dos
peque mis crimes de mera rorren.ao, ou mesmo de
punir,io passageira, prinripalmenle depois da refor-
ma do nosso Cdigo do Processo.
Antes,.' porm, nos diro : Em tempo do antigo
Cdigo do Processo naviam esses tribunaes de poli-
cia correccional, chamadosJ untas de paz ; mas que
fizeram elles, porque foram abolidos, que beneficios
trooteram ao paiz, como fnnecionavam, e quando 1
Na verdade, a historia dessas iuutas de paz foi tao
escandalosa, sobretodo pela si pina ignorancia de
seus memhro-, que acabaram com geral approvarao
de lodo o paiz. Hoja para s ibslitui-las, ou para
crear em seu lugar tribunaes de policia correccional
seria miatrr contar com o peisoal desses tribunaes,
que em grande parle seria litado da mesma gente,
que naque lie Jempn ligurav i as elerts populares.
Na eapit.-ies ainda pod;a contar-so com homen
conhecidos, prudentes e morigerados, e al mesmo
com alguus advogados e b rhareis ; mas no interior.
no campo, nessas coma'cas do centro quaet teriam
ot uif mbrns desse Iril una I correccional ?
Seria, poi, urna nova calamidade a crearan de
taes tribunaes ; e ." mnea esperanza, ou o nico meio
que nos lembra lie a creac.io de om ministerio pu-
um pequeo terreno, que rae houve por heranra de
meu finado bisavo ? Mas nao se admirem meas co-
marcan- : a lei de 18 de selembro de 1850, e seu
reniilamenlo ordenam o registro das Ierras, sob pepa
de mullas, e perdas, e nesta provincia se tem pos-
lo em elle .diva fwiii.iii essa lei ; so pois nma se-
meHianle necessidade, qual a de legalisar a minha
propriedade.que me da' o p?o nosso de cada dia.seria
um motivo para sabir de meu probre aposento, e
chegar a villa desle termo: por dous >' tres dias luc-
lei em minha casa com os meus preparativos de via-
gem : meu casarao chelo de enrugas e bem agasta-
do, mea chapeu muito duro, meus botios, qne nun-
ca viram lustre tabre si, em lim lodo o meu anifor-
me de primeira rathegona, porm antigo uso, se
pe em exercicio. Em todo esse laborioso ensaiu las-
limo a hora, einque se lembraram ns nossos legis-
ladores de crearem una lei, que no entender do
nosso dislinclo senador, o Sr. D. Manoel, he inexe-
quivel.
Entrando na povoarJo desla villa, me dirijo i
rasa d'um antigo meu amigo, cora quem pretenda
Eitsur o dia, e orientar-me sobre o meu negocio.
hilo nAo nos foi esquecida a materia, que aioda
hoje entre nos faz a ordem do dia, mxime para a-
quetles, que S' enconlram pela primeira vez, de-
pois que nos flagellou o cholera, qual os pezames
pela [irrda de nossos charos amigos.
Pedi-lhe que me cuula-se toda a historia d'aquella
epidemia ne-ta villa. Oh respondeu-me o men
amigo, foi urna calami lade, o governo desla pro-
vincia, tendo i boas iiiteiires, mandoo-nos urna
ambulancia, e um medico ; mas desenvolve-se o
terrivel flagello, e este foi o primeiro a encerrar-se
em sua cala, desanimaudo sobremaucira a popala-
r.'io, e inculindo a ideia, de que u mal era conta-
gioso, e qae ninguem eslivesse uos quarlo- dos en-
fermo.
Tendo havido urna suliscripran para a edificaran
d'om cemilerio, c ja estando ola obra em bom
principio, nesse ponto recebe a honran ecclesiasli-
ca, e nessa mesma hora ahi se sepultara Jogu dous
cadveres cholcricos. '
O presdeme da commissao de saode publica, o o
dino delegado de esli (ralam de administrar os
enlcrramenlos : esle pede, e requisita ao chefe de
policia desla provincia, por oflicio de 25 de feverei-
ro, um pequeo destacamento, e mai medicamen-
tos, pois era mnito pequea a ambulancia, que ja
linha viudo com o medico ; porm uo houve lempo
para esperar-se: o mal cresce espantosa mente,c com
a rapidez do raio : nAo se podem fazer mus os en-
terramenlos, a exiguidade de coveiros, a ponto de
au haver paga, que fosse sufliciente, oo que in-
duzisse alguem a enterrar um curpo ; dahi resalla,
qoe os cadveres se enlulham, ja no campo sagrado,
e ja as casas desla villa, onde a morlahdade foi es-
paulosa, o mal cumecou fulminantemente.
A populae,.in treme, e esmorece, e, couhcdendn,
que nesso estado os miasmas pestilenciaes teriao
cada vez mais falaes, debanda-se desta villa, reli-
raiido-se o nosso medico paraa capital T
NAo quero, meu amigo, conlar-lhe ludo; basta
dizer-lhe, que o corvo, e mais animaes carnvoros
aqui fazem seu pasto O dislinclo delegado de
entilo, tendo viudo para esla villa, e nAo podendo
mais ser bom em nada, volla'ja doente para seu en-
golillo, perdendo melade de sua fabrica. Os nossos
visinho silo xiclunas do mesmo llagell/, e aquelles
mesmos, que pouco solfriam, nao se animam a soc-
correr-nos.
Ja as aguas, que haviam roberlo os mais allos
montes da Armenia, parecinrn recuar, entilo chega-
""s urna comitiva dVg"vernn, dirigida por om rri-
r encarregado da polica, e acumpanhada n'um
tdico, para eucinerar os corpos, c desinfectar a
lia. ele...
AAo Ihe posso, meu amigo, dizer tu'do o que fez
ssa comitiva : sei bem, que queimoo algumas casas,
m que u haviam pulrificado alguns cadveres, e
tinfeclou as de mais ; porm a puuros ruroa : nAo
'-"broa do A'aaUo, jane acaba va de nos
tan relevantes serviro, a que enfermo do
olera, em seu engenho, nAo encenlra'ra all quem
le applicasse um remedio, que coiu'uo',we o seo
nal !
Pelo contrario fazem immediatamente proposla
um oulro individuo para delegado, que nenhum
servir nos liavia prestado : es-e homem, qae nun-
ca se pentoo, qne fosse chamado para esse cargo.
Isso aqui para nos, meo amigo, que o homem est
lemivel.
Passamos, he verdade, loda aquella poca, e nin-
guem se vexa tanto como agora : o delegado actual
odia quati todas as pessoas deste termo, he iuimi-
go da maior parla de seus prenles ; a elle mesmo,
segondo ma dizem, ja dittera, que, tiendo delegado
do rholera, era o mesmo cholera E etta, njen a-
migo ? Que lal do sobslilulo Dos not acuda, e
lenha compaixAo de nos, como pal de misericordias.
Meu amigo, Ihe interrump eu, deixemos dessas
historias ; diga-me, o vigario anda mora no con-
venio ?
Oh me rrspondeu elle, vosse etta' com medo,
e de que ? eo nao digo urna mentira, e nem orna
calumnia : eslou Ihe contando urna novidade, oa
antes a historia de nossos infortunios ; e nao foi isso
o que me pedio I ?
Ora rimversemns, vosse he matulo, e nao sabe de
nada, qoe por aqoi se passa. Pois yeja, o delegado
actual enm elleilo fui feliz, punco on nada soflreu do
cholera ; entretanto uAo nos fez o menor servico,
nao fez enterrar om so cadver nesla villa : nAo
disirihiiin aos pobres nada dos seu gady?, e dos
seus viveros, como fez o seu antecessor y/pelo con-
trario fez vender gado por lal preconata o mercado
desta villa, qoe naqaelle tempo Vcarne verde su
lito a l.-'ilKI [.. a arrolla Jr
E nem e deveria esperar philaniropia em um ho-
mem, que sempre procara intrigar-se eom lodos.
A mesma romitiva do governo, dizem, que de-
siuteclou alguns trastes do recinto das casas, e.
vindo dar esmolas, era a primeira a dedir gados,
tem qae os paga-e, ainda aos criadores pobres.pflo
seojuslo valor; todava pdese dizer que fez
reviver esla villa, qoe se liavia tornado om de-
serto, edespovoada.
Agora, porm, nao fallam serviros: quem coroo
os seos, ja diz. que preslou relevantes erviro.
O povo, meu amigo, vendo-se vetado, e sem vi-
veres, renien ao expediente de malar gado
alheios; porem alguns dizem, que elles oAo o fa-
ziam sempre com necessidade, e precisan extrema :
e eu us creio : agora o delegado nao perdoa um so,
manda pagar lodo, e ale Irancafiando-os na cadeia,
manda pagar as rezes, qoe malaram, por um preco
exorbitante NAo sei se sera' isso de lei; depois do
cholera Indo se vera' I Ea mesmo estnu conven-
cido, que multa cousa ainda apparecera' nesta po-
lica actual : cunlam-me lanas historia, qae nio
parecem historias.
Sana bom, meu amigo, que vosse sempre appa-
recesse para saber delta-, e precaver-se.
Qual, meu amigo, Ihe respond eu : Dos me li-
vre de pisar aqui, oesla villa : la' pelo mallo, serei
menos visto, e la' dizem, que quem nao lie visto,
nao he lembrado : do que vosse conta, nao licara
aqui alguem illeso, irao lodos soflrendo, uus apoz
oulro.
O aclual delegado he inimigo capital do seu an-
tecessor, o Sr. capitAo Manoel Pereira Borges, e de
loda a soa familia, e nao poopar ensejo de perse-
guidos : consagra aqui um odio a lodos os demais
empregados, cmi.o presidente e vereadures da cma-
ra, seu secretario e procurador, escrivAes etc. : ve-
ja a copia de um oflicio, que elle contra acamara
desta villa dirigi ao governo da provincia.
Que falsidade iiAoesta' ahi exarada ? Vosse nao
podera' le-lo : a sua orlogrtphia he macarrnica,
daquelle ronreiluado jornal !
todas as noticias das nossat provincias
-. .,., [iu,, provincias ; baje al
se deve suppor, que a villa, aa comarca, alie nao
tem orna pessoa, que Ihe n ai suas, ainda aaetmn
por algom sapaieiro, ha orna miseria, hozer.no
mundo das lellra. """ nn
Meu amigo, Ihe dase u, quera Uve dea lauto p,-
Iriolitroo, e tanto zelo ? E qa* projeclo giunte-r.
he esle ? Vosse nao imagina : a Diario de Verntm
bul he hoja a primeira folha 4a nosso imperio
o que irei eu faier com roinhas noticias rada
e toscamente contadas, em -uas luminosas pagina '
deslustrar o sea cuoceilo, e a sablinte iatlracraa de
seus redactores 1
Oh 1 nao lema, retorquio-me o mea aaaiae eea-
te-lhes a verdade e aera' admita): gata ama ari-
meira bate do noljeiadnr. m
Eis, Sr. correspondente, a dctfeeh* da Moa *-
sumido : atmo soa propugnader da verdade, imr
ella me eolnutiatrao, a t ella ma arla, aviado
o meu amigo, sahir do mea silencio ; a, ta aae h-
zer o favor, e liver a hondada, dar tm om eaataab*
em toa folha, a ella vnllarei, a coatar-lhe Irn
qae man toaber desla Ierra etqaertda, a a/na m
fornecer o mea amigo, de quem terapia Ihe falla-
re!.
Vai comecar o jorx. e, andando teas trbalas*,
delles Ihe darei noticias.
D'outra vez I he ronlarei a prei-oe de antsMo vi -
veres alimenlicios, e de que abunda etta lerna.
Saude e felicidades ele.
P. S.A saude publica eonlinaa sata miiaada.
apezar d'algum cato de febre malignaaa aa ivaat
como apellularg os entendidos.
O matulo dos registm,-.
Bananeiras 18 de julho de 185*1.
Senhores redactores. Os iagralo* fazem <> ata-
dos fallar. He por iso qoe sem oenhaaaa ba-
bilitarao para escrever para o publico, e Tfltati
meu nalaral aranhamento.oaso faze-lo pela primei-
ra vez em minha vida, con o lim nicamente de te-
gitlrar as columnas do seo conceiloado jornal a no-
me de um Bananeirense digno do* maiores elogias:
fallo do Sr. teneulf-corunel Joao de Andrade Frai-
las da Copaoha. o qual oa crise pirque araaaam de
passar, como em lodo lempo se lem mostrado deva-
lado a' liumanidVe. o que nAo obstante atada ai
houve urna t pinna qae levasse ao prela taat vlrte-
det humanitarias, rmquanlo qae outras por tervir**
insignilicanles lem sido eodeotadot...
O Sr. Copab foi o introductor da bomeopalhia
neta Ierra que a vio Macar, e aonde ota harta, co-
mo aioda nio ha um t medica ; e ha tele annat aao
he elle o medico geral de todos, e eom eepeeialida-
de dos i.i.hn.s, e grali, tendo gasto para naris de :aS
em remedios, livros, ele,
Quando esta vilm e aaa cirrumviiinharwa, M ha
tres anuos asnlada pelas cmaras de ta tuna, aae
fez mais de 600 victimas, elle se mottroe inramvavr
e centenas de enfermo Ihe devem tea rettabeieei-
menlo, e entre outro algumas vidat preciosas, a isla,
como sempre, cm a menor paga.
No annn prximo pastado quando at bexicat inva-
diram esla villa com foror, c logo nos primeiros dia
fizeram tres victimas; esse homem sobre tnaneira
I muan uar i,, fojo obstante anda ato lar lid* beti-'
gat nem vaccina !) olferrren- les pelo sxslema homeopathicn, exigiodo Oa t-
menle qae te reunissem o doenles em ama cata fu-
ra da villa, e qae servisse de hospital, ende rama 14
bexiguenlos, com ama felicidade lal qn tn m tan
perdeu !...
Ainda fez mais, nlfereceii-.* an governo da provin-
cia par intermedio da ramara municipal para eo-
missano vaccinador, gratis, e elTectivamenle foi ,-
meado; em urna palavra, nos tele aunas de sua di-
oica tem feilo curat admirareis, e plorando em tea
roteolio. urna legua desla villa, comparere a qaal
quer hora do dia oo da noite a cabaceira de cual-
n r.-i. _.. ___m-._ .
crimet policiaes, marcando se a aleada doa tribunaes
de primeira ins'.ncia pe? oeuas m-as corres-
pondentes. Sem um aceusador publico, sem um pro-
cesso siimin.iri-iinn nos crimes policiaes nAo vemos
remedio para essa especie de agonia, qne tollre a so-
ciedade com a peste dos ladrc, dos galunos, e ale
de insolentes, que a cada passo iusultam a policia,
ao governo, aos particulares, e desaliara a forra pu-
blica.
Esta qaesl.lo he tilo grave, qae desejariainns sobre
ella urna discussAo. Cumpre que um ladran nao fa-
Cfl alarde de que furia impunemente ; cumpre que
evitemos o escndalo do que se pratica no interior,
isto he, qae o aoico antidoto contra um ladro de
cavallos he nm lira oa urna Tarada ; cumpre nAo a-
costumar o puvo a fezer ju-tica pelas tuat proprias
mAos, pela impunidade dos criminosos, e pela pro-
tecrAo dos potentados, que a isto se atreven), poique
a lei os favorece em parte.
Eulrelanto detejariamos que o jury nAo apuraste
lano a falla da circumslancia de violencia s pes-
soas. lita homem que he conduzido sob falto* pre-
textos, e com astucias para um lugar ermo, que he e mesmo pessima : n.io eC como Sua Ba%,*e7M>
Chegamos agora a pc-ra em qae
mnslroa superior a si mesmo.
Foi elle o primeiro que remondo em casa o falle-
cido capitao Dias. esrnvo Cotia a nutro, lembrnu
qae deviam fazer urna eaixa de benelic-nria mira
soccorro dos pobres, no caso de ser eme larra* ae
commettido pelo cholera ; penaamenlo aae reHttea-
te mediante a intervengan do lenenle-coroael I eo
nardo e oatros, que deram|prinripi* a ama ubsjcrip-
CAo, e a cota do nosso nalrrio nio te fez esperar
l.embrou-se o nosso juiz municip-l do dividir
lermo em dilferenles dislriclos, encarregando at ne,-
soat que mais apta, julgoa para administrar reme-
dio, aos afectados da epidemia, m irraode-lhes 109
diarios, ale qua o goveroo Ma proviocia aos eaviawe
mediros e ambulancias, fui o digno 'Ttiali ni ai.I
Copaoba encarregado do dii- -i0 de toa vizinhaort
s os doente des
ament se enrar-
Iqoter naga ; ainda
ile remet rasa li-
Dr. Moteaza pa-
.-.11I11110 e-tf
Entre as diversas etimologas donde se lem ti-
inoradnr viinho qua como nos, sempre tem seo me-
do, e com eflfella aja he dat consas m.iii agradavais
morrer com privilegio de eolulho.
vo o prero diste caro-orut!! a consa pegn, e ficou
o nomo para esse, hoje (An importante, lugar. Uto
parece um laclo pueril. Mas coulim anim.
levado engaosamente para a casa de om sappmlo
amigo, ou condecido, finalmente, que he despojado
desta ou daquella maneira do seu dinheiro, ou de
suas joias, nao sabemos como se possa asseverar, que
nisso ludo 11.10 houve eoocc.io, e al memo cerla
especie de violencia moral ; pois que uingom dir
que violencia ptisoa ni se aeve entender urna fa-
cada, um tiro, 011 urna boa roda de pao.
A ameara n.in ser urna verdadeira violencia ? Pois
a ameara he tanto urna violencia moral, como a as-
lucia, o engao, as promessas mentirosas, e sobre-
todo a tublrarro de um objeclo d'enlre as miles,
pode-ee assim dizer, do seu legitimo possoidor.
He verdade que a nossa legislueao he manra a es-
te repeito, mas tambem he verdade que nos colea-
mos mais do que ella : quizesse o povo, quizestem as
autoridades, que ainda assim ludo ira bem,
sitenle da provincia, nao recamhiou temelhanle'of-
licio, oo como suspeito de ser d'um delegado de po-
licia, ou como urna pee, que revela una ignoran-
cia crassa, e supina uesse empregado.
Ma, Sr. correspondente, ja me parece eslar ou-
vmdo a sua reclamaran, e dos seus numerosos lei-
loreso que lem essa historia de seu amigo, c re-
gistro de ierras com a soa primeira missiva para
a nosa folha Mas eu Ihe responderei assim faz
quem nao sabe desenvolver om longo exordio, e
com elle rormar uina estiradsima anejo : permil-
ta-me vallara historia do meu amigo*, e entilo ex-
plicar-lhe-hei o meu assumplo.
Vollando da casa do meu vigario e arhando o
meu amigo mai. d.slrahi.lo, pero-lhe que me d suas
ordens, para a minha residencia ; porem elle se op-
au...1 man.--, mte anua dssilli luuo ira Iiem, porque n"i, j" f\------ "*.fcr., |,i'iciu ene se op
o patronato iria pasteiar, e 01 criminosos, ladres de ,1 ~_ a' "" tmcle ja vai, nAo quer saber de cousa
al.uma da nossa villa, vosse, que nunca apparece,
porem qae nunca ae muslrou indifferiile ao bem es-
lar dos Pilarenses ?
NAo tabe que agur., o delegado foi obrigado a ver
aanrr oa cadeia um homem, qoe elle havia preso
arbitrariamente, e sem que a lei Ihe apoiasse seme-
lliaute procedimenlo, por ama ordem, chamada.
Ilabeas-copus. e qne en nAo enteodo, que alo sei
arenos, mas q je, me dizem, podem dar as autori-
dades superiores Esla, de que trato, foi dada, a
requerimeiilo do preso, pelo Sr. juiz de direilo in-
terino desla enmarca, ao Dr. Anizio Salathiel Car-
neiro da Cunha ; e ouvi um dos nossos entendidos
dizer, que o moro he illuslrado, e promelle ser um
magistrado digno de seu poslo.
Eu o que sei he que, e nAo fosse elle, o pubre
homem eslaria preso na cadeia desla villa, imiioja il
do de ferro, e de mistura com os criminosos !.'
Aqui disperlei, e tremi : oh quem foi esle, meo
amigo ? roaaa deve eonhece-lo muito : he Manoel
I. illi-tu do as. intento, ppaaoe, aqui muilo rnnhe-
cida.
todat as denominares iriam parar cata da corre-
nlo, quando n.io piltoretca e commoda ilha de
Fernando.
SAo uina xerdadeira praga ns taet amigos do com-
munismo : ja hotive lempo em qae cada bairro desla
cidade possuia ama quadrilha : varios roubos e fi-
zeram enlAo de dia e publicamente, ci>m fracturas e
arrnmb.nnenlos, eos lad oes nAo foram nem sequer
inquietadas, porque a prnpria auloridade ns amuis-
tiou ; e assim cunlinuariam as coutas te o governo
da provincia, rom especialuladc o actual presiden-
te, ajudndo por um inlclligente, enrgico e activo
chefe de policia, nAo pozetse lermo a tanto escnda-
lo, fazeodo os mlfeitores recuarem na carreira que
levavam. Convenramo-nos que o mal em grande
parle provra de n mesmos, de nossos eoslumes, a
at perdoem-uos da uotsa ndole, poi que muitas
() Foi promolor mait da" anno,a ltimamente
eslava despachadou,, municipal do As K10 tiran-
da do Noria,; logar de que nio chegou a tomar potie.
A
e mai ainda de visitar lod
ta vitla a do hospital, rio
regoo, rejeilando detsl'
fez mais, tendo em
vrns homeopatiii^t
ra vender por sua co...-,
livros por difireme, pessoa, e a pe firme" _
o terrivel vitjante. e secunda lo por tea digno Mho
o joven exemplar Enodioo tianranx da Andrade Co-
paoba, estudanle do segundo auno da lacaldada do
direilo que para aqui veio pastar at feria, do aaato
abaito fallare!. ^"~"
Fez o citolera sua entrada nesle termo pela tetra-
da do Comal.1, propriedade do finado Kttanitlae Bar-
bosa de Mello, de quem tea earretpoadeete daaai
ja dea noticia, e no dia teguinle invadi cota villa a
logo muitos logare cirramvitinhot; para all foi re-
mellidn o intrpido nrofessor Gregorio Magna Bor-
get da Fonseca, acompauhado da nunca atan loava-
do padre Antonio Estanislao Aflonso. ajoMot ama-
ta ram com um Irabalho insano r horrores ioaaditot
por-oito diat consecutivos, ato que o primeiro at por-
las da morle e o segando ao tintinar delta aojan ootra-
ram em redet, indo a seo encontr em catataba n
nosso dedicado Copaba, a segando cowIm-bm foi
a salvaran do referido padre, que te achara no esta-
llo de prostraro imie-cripiisel; medteoo tarabea a
primeiro, que ja estando alvo poi tea "uraahtii,
o mmo padre, leve ama recahida qoe quati a tova
a tepultora. *
Conlinuoo o Sr. Cupaba por Jf diat, arempanha-
do do teu presa li-simo a digno filho a medicar a vi-
sitar loda e qualquer rata aoade sabiam haver cho-
lencos, qor lossem quer nAo chamados, lano tiesta
villa como not lagares de seu dislriclo. asad* o mal
era mai intenso, como Poco Escaro, Boa Vitla Iter-
reiros, l.arangeiras. Camellas, CovAo, Cmara,'Tba-
maz, etc., em rujo servico pai e filho ettafanm Ires
bont cavallos de estribara, disputando elle entre
quem mais se devia expor, quem pritnetro deria a-
cudtr aaa de.nenturados pobres e desvalidos
O filho, qual anjo bemfazejo entornas <
m.1.1 o remedio not labios do miwbundo, em 001
lo com a oulra eulregava rartuxo da gaatma do ara-
rola, 00 ae arroz para a dieta !!! e a poi ? levanU-
va o infermo, cm-gava-o ao peilo, animara-e, vivi-
ficava-o emlim ; e para que nAo houvesse receto da
parle dot assistenles que o mal era contagete, taea-
dava (eu vi por vezes qae o paciente exhalara a aea
bafo para que ella o respiraste e vate te havia po-
drida 1 interna !
Seu lillio, nao s o imilava romo pareca aae a
exceda com o prazer daquelle que contava sabir ata
breve nTnancito eterna !...
Ao fim '20 das foram aenunmelti.las fi petatea* da
rasa do Sr. Copaoba. sendo elle e toa ntelher do
numero de-tes. e enlAo fot tea lilha privado de Tin-
tar os i n Termos, porem nao de distribuir renudm
sua porta, que dia e imite eslava empeo berta, r
onde o povo se aalomerava ; 110 -!. dia nevar o
Sr. Cupaba sin sea comensal, logo um doa ojilh.1
re escravot e*o teeoinle outro, e mai eolro, e o
r achava-te tilo corrompido qoe morreraat todat at
sallinha, c ale urna vacca Je leile, com lodo ea sig-
naes eholericos ?
Foi neste estado, e quando "nao havia eolro ali-
mente em cata para bpnt e rlncntrt, prela* e braaem
se nao cafe, aesucar. e tapioca, e o qoe alada be
mais, ja tentindo falla dns remedios i-riaeipaes : r-
correu o Sr. Cuiiaiiba aos seas amigo da villa pe-
dindo o c ni 1 e.-eni, e nada de sorrerre ; segand e
terecira vez e nada, nada e nada Devo decla-
rar que o Sr. Cupaba preveniosoa dispensa de die-
ta como pode, porem sendo es tea* vwatbot pobres
acrommeliidos primeiro qae o.t familia, ja hatia
dado quanlo linha em su.i dispensa. Nesle aperlo
vendo ot seus prestes a espirar de foroe ida foate !;
tomoo o ronselho de seo filh>, a retolorao de p*-
tar-se para urna fazenda de gado qaa lem a itecee
de distancia, aonde ao menos podia contar rom boa
carne para dieta.
All o mal tambem eslava fazendoestragos, porem
elle 1 melhnradn apezar de ler anda taa mallirr
de cama, linios os e-, ra vos e oulro tea albo tmati
Ccu conlinuoo a prestar eu relevantes tervir....
sempre imitado, seguido e excedido mema* por eu
lilho e deleitas de vidas anula orraucar.uvi ao fla-
gello.I.u entao quando j lendo-se o Bul par exmelo
por li da parte e mesmo em soa cata ha 14 dias aae
apparecia caso novo, qaiz Dos qae ene moro eaetn-
plzr. etse modelo de hondade e perfeielo fase ful-
minado pelo terrivel inimigo.a quem tanto desafina,
leve logo como cerla tua morle e reanznoa-te a bmit-
rer romo verdadeiro rhrislAo e philesopho qoe era.
ti mal zomlMtu da ciencia, e ja mait hotive agento
por mais poderoso, qae poderse reaair, e o pariente
tranquillo -em qne nada Ihednewe. rom ar prazeo-
l:iro e riso uos labio uos ti dias que vivan, ajo dai.
*
ama ^
ao. *
i
.';


I



mu um mmenlo de consolar seas charos pas e r-
maos cun eipresses que mais pareciam inspiradas
por Dos do que diladas por cerebro humano.
A 18 de abril as 6 horas da mandila deu a alma no
Criador com a teredidade de um anju (e o que aiuda
lio mais, scni pina eonlrac-36 muscular mais do qae
riso, nos labios) leudo de idade 0 anoos, 11 meies
e dias, morreudo na roesma hora em que nasceu !
A ierra llie sfja leve t
Mas, agora he que reparo na digressSo que fiz I
IVnIuen -me os leilores e vamos ao lim, e vem a
ser que este hoinem e sea digno li I lio, que assim
obraran), e mais anda como o podem alteslar 63
cholenco* por alies arrancados dos umbr.ics da mor-
le, aluda nSo Itouve urna so penna que levasse ao
prelo seus servico na prsenle quadra. O meuor
elogio se Ihe olu lecru, oo enlanlo que a poca,
peridico desla provincia eleva o servido de oulros
qae lano nao (erara, o que repulo grande ingrati-
'io, o por cuja causa de mudo qbc sou loruei-rne
Tallador.
Perdoe-me o Sr. Cupaoba se oliendo sua modestia,
e saiba o publico que anda ha ocsla Ierra quem
renda a devida homenagem ao mtrilo e templares
virtudes deesa digno flho da Serra de Cupaba.
Por om seu patricio e visinho
________________________ B. A.
*4?ttftUcocgs a freftiboT
Vraco recitada no momento de te encerrar na
sepultura o coreo.* Htm. Sr. Dr. Simplicio
Antonio Macignier.
TRIBUTO DE AM1SADE.
Crentes como lodo* nos sumos, dejque para o justo
a morle he um bem, porque, como dizia S. l'aolo,
elle momo a deseja para ir viver com .lesos Chrls-
lo,e para e ver desembarcad.i do peso dos orgaos:
todava no momento em que vemos fuma vida pre-
ciosa ceifada pela mao da morte, notaos coraees se
cobrero de IjIo, e nossos olhus se banham de se ululo
pranlo,
Mas ote late, e este pranlo as sao cansados pela
rutara orle do fallecido ; porque se *ua alma (ni
copre pora a virtoeta.e se soa vida foi serapre a de
um bom chrisUo, e ea nos somos lambeta chrislAos,
en) vet de dor, pseos caraces deveriam transbor-
dar de prazer, e ero vez de lagrima* i rio- de con-
leulamenlo devariam brilhar em nossos odios. E
mal de niim qae hoje choro a perda de um bom col-
lesa*, a mal de nos lodos, que Untas vezes vemos a
morle arrancarnos dos bracos pessoas, cuja exis-
tencia nos parece estar ligada a os balsamo consolador que a nossa religiao derrama em
nossos corarOes em momentos de lamanha auguslia.
Ah 1 nossoprjurto aoj vermos deixar a Ierra um
eule que .foTToi charo,e que sempre veneramos pelas
sublimes virtudes que ornavam sua alma, he mas
pela no nosa separa^iiu em que varaos tirar. Eis porque com
o niracJv. Irauzido da mais pungente dor, eu venha
hoja reader as ullimas hnmeaagens aos resto- raor-
taattdo ,iiiu collega l)n Simplicio Antonio Mavig-
nierl a oo meio da minha dor cu vejo com prazer o
quadrr bullanle de -na vida ueste mundo de illu-
soes, a vaidadet : lamento o seu presente por o ver
prMi'do da vida, quando elle esperava e mesmo rte-
'sv/.J'.a continuar a ser olil humanidade e aos seus.
e em quinto a seu futuro miulia alma lula atrosmen-
le, porque se por um lado elle se alegra pela certeza
d o verrepousar tranquillo na roansao dos juslns ;
por outro elle deplora a talla que elle Tez aos seus
amios, a sua familia e a humanidade.
OSr. r. Simplicio Antonio Maviguier ejercen por
multo-anuos a medicina oesla provincia : elle com-
prehendea a nobreza e|sublimidade de sua prolissan:
elle vio sempre no doeule um templo da Daturezn, e
rm medicina urna religiao.
Nunca os gemidos do pobre Ihe chegararo aos oo-
vidos, que elle nao correase a prestar-lhe socorros.
Snube sempre lornar-se superior aos clculos mes-
quinhos da vida commum. Morreu pobre dos bens
da fortuna, mas deiiou um nome que faz honra
aos seus.
Eminente em todos os ramos das sciencias me-
dicas, elle cnllivou com mais especialidade a arle
obslreticia.
Ah quanlas veza* elle restitu a lerna mu o do-
ce fruclo de seus amores, que ella algara perder
logo ao entrar no mando, e quantas vezes elle nao
triumphou da n.orle, qae no momento de um parlo
quera anniquillar urna vida cheia da esperanzas, e
lijada ao mundo por laros tilo doces. Ah que de
heneaos nao receben elle nesle mundo durante sua
evidencia, e que lagrimas se uao lerao derramado
hoje* por um hornero que prestou lautos serviros, e
que viveu mais para os outros, do que para si'
Se como medico foi oque vos acabo de dizer, o
que nao foi elle como esposo e como pai Sua
esposa chora, como louca, a peda de um marido
sem igual ; e seus lillios incousolaveis laincnlam a
falla do niflli.it' dos pas.
I'igoo sacerdote da medicina, esposo fiel e cari-
iiIioho, pai amante edesxellado ; cidndo honrado e
chaude -enlimenlo- patriticos e nobres, chrislao
ohserador dos preceilos da religiao do crucificado :
LiverpoolBarca ingleza Miranda, Rostron Ron-
ker & Companhia, 3VS saceos assucar mascavado.
LisboaJJrigue porluguez Constanle, Bailar A
Oliveira, 8 barr mel.
Buenos-AyresEscuna brasiieira Zelosa, Isaac,
tuno & Cumpanhia, .O barricas, 30 meias assu-
cir lii.mco.
Exoortacao .
Baha, sumaca brasiieira Nova Minerva, de 81
toneladas, conduzin o seguinte : II fardos mada-
poln, 8 dilns fazendas, :i caixas papel, 31 saccas
e i barris cera de carnauba, S!l saceos arroz, 50
cascosazeilo de carrapalo. l-' rolos de salsa, 988
caixas sabio, 10 ditas xelaa de carnauba, 60 saccas
mlho.
Lisboa, brigue porloguez l.aia II, do 308 lone-
tas, COnduzill n Pniillla :----'.(INI urnu .. i.,i
Pimo DE PEHIjMCO Tf. Q* FUM i DE AoGSTO n itS6
cu o.vPe*pifar tranquillo,o at mesmo rom sorriso no
lieaio co Chri
amar para ajP peaspas q.ne
berricas tapioca, J caixas doce, 275 couros salgado
KECEBElItlKIA HE HUNDAS INTERINAS liE-
RAES DE PERNAHBCCO.
Rendimenlo do da 1 a 2 2.'.1373831
dem do da i........i:1G3f3i1
4:10151 2
CO.NSIII.AIIO PROVINCIAL.
Kendimento dodia Ia2 5:0li;l7
dem do da i ..-....." !H)3JJ7i:|
6:'JI7;!)I7
fflttoimmto >i> pon.
aviox tahidot no dia i.
Liverpun|Barca ingleza Madura, capilao Kreda-
rick Scolls, carga a mesma que Irona. Condu-
zindo desla provincia os passageiros, Williain
Auguslus David 1 filha I lillio, Mar) Barker.
Suspendeu dolameirao.
Para a portos intermediosVapor brasileiro Pa-
ran, coramaiidanle F. F. Bornes. Passageiros
desta provincia, S. Exc. o, Sr. cunde Medem e 1
criado, J. P. Ainiel, Jos Farnandes Ferreira,
Josc Fernandos dos Santos, Jos Antonio Pereira
Vinagre, Joaqoiin loriiande- da Rosa, Manuel
Tertuliano dos Res, B. Paulo Eugenio, Jos Ja-
eomo Tasso Jnior e 1 esrravo, Antonio Polory,
Jos Mara dos Sanios, Filippa Santiago Rocha,
Dr. Bernardo Jos Affonso e I escravo, Francisco
Jos Alves de Carvallio, eapilSo Joaquim Francis-
co de Oliveira e 1 criado, Jos Pereira da Silva
Castro, Beruardino.
&bitsie*o
O 1 Um. Sr. inspector da thesouraria de fareu-
da manda fazer publico, que nn dia ."> de agosto pr-
ximo futuro ao meio dia, peranle esla Ihcsonraria
ir* a praca pela ultima vez, para ser arrematado por
venda osilioda Ibura. que perlenceu ao bacharcl
Pedro (.amilano Ratit e Suva, e foi adjudicado a
laz.-mla nacional no valor da seis ceios mil res.
Thesouraria de fazenda de l'ernambucn 30 dejulho
de iSti.O oflicial maior, Emilio vavier Solireira
de Mello.
bt o auloijto lien
lo. Vede o mais hallo -
juide apresenlar, vede
!abio-;.te modo n
(iani-mo, cu _.
o cereavam diaquel!
peclaculo que o mundo"
inorrer o justo.
Viveu como Hin-to, e rloino chrislao morreu. Sa-
lu.'o da Ierra eu corpo, em ierra se vai toroar.'mas
soa alma, Demanacao da ivindade, cheia de gloria,
vai viver feliz no rrino dos justos.
Recie 3 de agosto de 1836.
Jotw da .S'/ro Ramos.
&emmtt*i0*
CA.MBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por Ir.
C -'.iri-, 360 rs. por .
a Lisboa, 100 por 160.
a Rio de Janeiro, Ir a 1 por 0|() a 13 a 30 dias.
Acues do Banco, 35 0|0 de premio.
Aeo/ies da compauhia de Beberiba.' 549000
Acones da compauhia Peruambucana ao par.
o <( Ulilidade Publica, 30 por cento d* premio.
lndemnisadora. 52 por % de premio.
da estrada de forro aO por Opjde premio
sobre a entrada.
Uitcooto de leltra*, de 7 0 por 0|Q,
. METAES.
iiurn.(Incas hespanhulas. f 289 a 28$00
Hoedaa de 6900 velhas .... i.'.nnki
b a 63100 novas .... lbXttKI
> 4S000...... :i.-iiini
Prala.Patacbes brasileiros......gooo
Pesos eolumoarios......2S0O0
> mexicanos...... 19860
ALFANDEUA.
Itendimeuio do dia 1 a 2. .
Idam do dia 4......
3535*9896
9:119362
CONSBI.HO ADMINISTRATIVO.
O couselho administrativo Irm de comprar o se-
guinic :
Para o 4. baUlhao de artilharia a p.
Livros em branco de 200 folhas, i ; dilos pautados
de 200 dilas, 2.
Para o 8. balalhAo de infantaria.
Sapatos, parea 272.
Para S 2." balalho de infantaria.
Sapatos, pares 417.
Para o 10." balalhae.
Sapatos, pares 304.
Para o 9." lutalliao.
Grvalas de sola de lustre, 100 ; sapalos, pa-
res H00.
Para o meio batalbaoda Parahiba.
Sapatos, pares 198.
Provimenlo dos armazens.
Pedra pomes, libras 20 ; couros de cabra curli-
dos, 500.
Quem quizer vender estes objeelos apreseute as
buhs proposlas em caria fechada na secretaria do coi -
selho as JO horas do da 6 do prximo mez de
agoslo.
Sala das sessesdoconsellio administrativopara for-
nerimenlo do arsenal de guerra 31 dejulho de IS56.
Bcnto Jote ttMmenha /.irrs, coronel presidente.
Bernardo l'ereira do CUrmo lunior, vogal e secre-
tario. _____.
AssoiiaQo Cotiimercia.
Beiieficentfc! de Per-
iia/y/biico.
Por doliberar.'io da direcrao da As-onac.i.i Coi
niercial BeiielicerRe,'~iMKCvuvocado$ os -ouhoi.. s,
co* da mesma, para, em asseinbtal-8-p're<-
der ao disposlo nos rticos 20 e 22 dos estatutos,
dia 5 de agoslo prximo, pelas 11 horas da nuik
ein ponto. Sala das se-aOes da direcrao da Ass<
ciaelo Commercial Beiieficenle de I'ero'ambuco 30 d.
julho de 1856.O secrelario,
A. de A. Rodrigues Isaac.
O Illro. Sr. inspector da thesouraria de fazenda
p-iando auion-.nl.. pela ordem do tribonal do the-
souro nacional n. 65 de 25 de jiinho prximo patu-
do, para contralor o corle e con.I ucean para esla ci-
dade, al Irca mil qninlaes de pao brasil, manda con-
vidar aot proprielarios das Ierras e niai.s em qae
exist semelhaule inadeira, a apresenlarem suas pro-
poslat al- o da 15 de agoslo prximo futuro, ad-
venlindo qae o p.m desera ser de boa qualidade, e
se pagar pelo de primeira qualidade 8s000|fs., pelo
de segunda 63000 e pelo de terceira 43000 rs.t por
cada quintal. Secretaria da thesouraria de fazenda
de Pernambuco, 15 dejulho de 1856.O oflicial
maior, Emilio Xavier Sohreira de Mello.
O administrador do consulado provincial, em
virlude do disposlo no arl. 3. do regulamento de 17
(a julho de 1852, faz publico que se acham deposi-
tados mais 5 cavallos remcltidos pela subdelegara
da freguezia dos Afogados em dala de 18 do corren-
te, os quaee sao considerados lien- do evento, por se
desconhecer seus donos, e para que seja cumprido o
que conlm o sobredito artigo maodou publicar pela
impreusa, para, no prazo de 15 dias, comparecer
quem aos ditos cavallos leuha direito, (indos os quaes
se proceden a arrcmalacAo pela forma delermiuada
no ai l. 4 do citado regulamento, e para que chegue
a noticia maodou fazer o prsenle edilal aos 19 de
julho de 1856.Autoi n Carueiro Machado Rios.
44374*258
Detcarregam hoje 5 de agosto.
Barca americanaC. I!. Fau farinha de trigo.
Barca americanaRoebuckdem.
IMPORTACAO
Brigue nacional Sagitario, viudo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Manoel da Silva Carrico, maoi-
feslou o sesuintc :
6 voluroes cha ; a Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo.
4 eaixoes chapeos ; a Novaes A; C.
2 ditos charutos ; a Jop Candido de Barros.
1 caixole impressos ; a A. P. de Oliveira Ramos.
18 fardos aniacem ; a Rostron Rooker.
1 raixao com urna balanza ; a Joao Feroandes P.
Vianna.
10 lata* eh ; a Tasso ,\ Irmao.
(06 saccas e 2 barricas caf. 10 caixas cenehra, 2
maslros deperoba, 52 barris vinasre. 10 caixas e I
oano rap, 19 ditos chapeos, 10 pipas vinho, 1 cai-
xole cigarros, 69 colme-, 1 latas, 55 caixas c II cai-
xetttha, 8 barricas farinha, 226 caixoes, 87 volumcs,
lfi.5 barris ceho, 215 rolos e 35 lalas fumo ; a
ordem.
Barca americana C. E. Tay. vinda de Phiiadel-
phia, consignada a Malheos Auslin f\ C, manifestou
0 segainle :
1.93") liarnos farinha de trigo. 400 barriquinhas
tnlacliinha, 20barricas bolacha, 25 duzias de baldes,
18 cadeiras de balance, 1 caixa medicina e vidros,
13 dilas e 1 fardo pauno de algodao, 10 barricas gra-
xa ; ao consignatario.
39 citas panno de algoda) ; a Roslron Rookar.
2 ininlios e seos perlences, 17 volumes arreos pa-
ra os ditos, 1 dito chicolea, 100 vassonras, 1 livro em
branco, I rana piallas, 4 dilas e 2 bahus sapatos e
estovas, 1 ilaodrc camphora, i caixas mercadorias,
1 dila rh ; a leon Forsler & C.
Vapor porluguez' al). Pedro II, vindo He Lis-
boa, consignado a agencia, manifesloa o segain-
le :
I tat com Mi) htochuras ; a Manoel Oooralve
da Silva.
A caixole com ano varas de algodao de seda e re-
Iroz ; a Aulonio Joaquim Panasco.
CONSULADO (ERAL.
Rendimenlo d da 1 a 2 3:4049551
dem do dia 4
2:7219809
6:1293360
i:I VERSAS PROVINCIAS.
Konrlimeiilo do da 1 a 2 3381991
dem do dia 4.......', i,^,
378^i
DKSPaCHDS DE EXPORTACAn PkT.Xmesv
I.O CON8U#4DO DESTA CIDADE NO OA
i UE ACOST DE 1856.
Buenos-Ayre Polaca hesp*nhola Ignacila, A-
niorim Irinoo. t\- Compauhia, 190 Oarricas, 38(1
meias astucar branco e maitavado.
Buenos-A resPalacno hespanhol Deseo, Novaes
cv Compauhia, 389 barricas 200 meias assuc
luanco.
Buenos-Ay/'SBrigao krasileiro Hercules, Viuva
Amorim & Filho, 50 barricas asancar mascavado.
Boenos-Ajres Barca brasiieira Flor da Oliveira,
Novaes & Companhia, 750 barricas e 100 meias
assocar branco.
FalrooulhBrigue hamburguez Cense, lsuac Ca-
rio \ Companhia, 3,800 ponas de boi
' 'gf* .*!* W"\?n Carmen. Scolt
do Ulnpa",ua' t,1t2 necm "'ear mas-
I. RepresonUtruo a beneficio da
artista I y rica
AN.N.V (ilHAIU)OT.
Quinta feira 7 de agosto de 1856.
PROGRAMMA.
Logo que a orchetra houvcr eieculado urna bella
ooverlura, dar-u-ha romeco ao espectculo com a
Scena a cavatina da operaTrovador,do ma-
estro Verdi, cantada pela beneficiada.
Scena e cavalina da operaLe Clialel, do maestro
Adao, pelo Sr. V. Cirardol.
Scena c cavatina da operaBarbeiro de Sevilha,
de Rossini, pela beneficiada.
SEGUNDA PARTE.
OS IRMOS DAS ALMAS.
Comedia em I aclo.
P E R S O N A O E N S.
Marianna, mAi de. jra |j uj|a
f:u.r^i"'.', .'..... Jesu.'na.
I.uiza, irmaa de, A beneficiada.
Jorge, marido de Eufrazta. Sr. Saula Rosa,
liburcio, amante de I.uiza. Lima.
Souza, irada das Almas. j,c Alvos.
Felisberlo........, Rozendo.
I'm irmao das almas. Cuilhermc.
I."m cabo de permanenles. Cirardol.
Quslro soldados.
TERCEIRA PARTE.
Duelo e scena da operaNorma, do. maestro
Bellini, pela benelic.iada e seu marido.
Scena e cavalina da opera Ernani, do maestro
\erdi, pela benefiriada.
TERCEIRO ACTO
DA OPERA NE TOUCIIEZ PAS
A LAREIXE.
il'ela beneficiada e seu marido.!
A beneficiada confiada na e\lrcma bondade do
puhlico pernambocano c em sua reconhecida hns-
pilalidadc,'espera toda prolccjao de que necessila
urna arlista, qae antecipadamele protesta seu reco-
ohecimento.c hem assim nllerecc soa gralido aos seus
dicuos roUegas atlislas, qae Eenerosamente se prei-
tam a onsequia-la em seu beneficio.
As pessoas que encommendaram bilhetes de ca-
marotes hajam de os mandar buscar at secunda
feira, em csa de sua residencia, no hotel Fran-
cisco, e dosde ja se acha o reslo a veuda em casa
da beneficiada.
A beneficiada para mal*agradar ao rcspeitatel
publico, aeeilnu o papel de I.uiza na comedia, os
IRMA'OS DAS ALMAS, confiada em que Ihe se-
rn perdoadas as fallas que commctler, e principal-
mente na [inmune ,a porlugueza, para a qual nao
a jolga bem habililada.
O espectculo principiara' a's 8 horas.
^tHij00 ,$*mittfmo$.
_. ARACATV.
mate uhxalacao segu com brevidado ; sai rece-
M., ao lado do Corpo Sanio n. 35,
ILEGIVEL
Para a Baha
O veleiro e bem conhecido hiato brasileiro Dous
Amigos, pretende seguir para a Rahia neslc S dias
lem a bordo parle do seu carregamenlo que Iroux
do Maranhao ; para o resto os prelendenles enlen-
dain-se com o seu consianalarin Antonio Luiz d
Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. I.
Para a Baha
A veleira garopeira l.ivracao, segu ale o lim
da prsenle semana, por ter proir.plo parle de seu
carregamenlo ; para o reslo eulendam se cnm o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra
da Cruz n. 1.
RU DE JANEIRO.
Segu no dia s do'trrenlo o patacho Bom Je-
ss ;.para o reslo da carga, 'passageiros e eseravos
a frele, Irala-se cnm Castao Cvriaco da Cosa Mo-
reira ao lado do Corpo Saulo n. 2i.
PARA 0 RIO E JANEIRO
egue em poneos das a polaca brasiieira aZalOM II,
por lera maior parle do sen carreaaincuio prompln ;
para o reslo Irala-se com os consignatarios Isaac,
Curio & Companhia, na ra da Cruz n. 10.
Companhia Franco- ame-
ricana de Vapores
Fisuieezes.
Esperaia
se no dr-
18 docor-
r e n I c o
va por
Ira ncez
/.gonnais,
t a p i I a o
viudo do Rio de Janeiro, que seguir'para "la-
vre com escala por TenerifT, Madeira e Lisboa : pa-
ra rele e passageiros. na casa de L. I.ccomle Fe-
ron t\ C., rut! da Cruz n. 20.
i O abaixu assignado passageiro do vapor fran-
caz Lyonuais, na sga ultima viagem de Utboa a
esle porto, agradece ao Sr. rommaudaule Devaulv e
selis olliciaes o bom Iratamcnlu que receben.
Saldanha.
I
Baha.
I Segu em poneos dias o patacho nacie-
n;|l CONFIANZA, por ter parle losen
carregamenlo prompto: pata o resto,
trfcta-se cornos consignatarios Novaes &
G.Lnarua .lo Trapiche n. 7,\.
Para o Porto seguir* directamente e com bre-
viriide O brigue Trovadoru ; para carca ou pas-a-
Keipos, irala-se com Barroca & Castro, ou com o ca-
pilflo na praca.
Para a Baha
secue imprcleriveimeule no dia j de agoslo a veleira
suihaca brasiieira Nova .Minerva, por ter a maior
parla de seu carregamenlo prompto, e para o resto
rala-te com seu consignatario Domingos Alves Ma-
theos, na ra de Apollo n. 23.
CMCU'.
Segu nesles dias o palhabole Sobralaota, rece-
be carga e passaKeiros: a Iralar com Caetano Cv-
riato da C. M., ao lado do Corpo Sanio u. 2.).
.s
egne no da 7 do mez correnle o hiale Sergi-
o ; para o reato da carga, Irala-se com Caelano
I uco da C. M., ao lado do Corpo Sanlo|n. 25.

9
tfotb.
O agente Vieira da Silva fura' leil&O,
ca-feira do corrente, as 10 horas da
nliia, em sen arma/em, rtra da Ma-
dr|- de Dos n. .">2, de di\ersi:s obras de
m
ni.
rcinena novas e usadas, diiferestes
as de ot.ro e prata, relogios, varios
iki^C^!U(le/.a.s, lapis, pos para den-
"s,le(|ues, pinecis, lile de linho e outros
uitos objectos, que nido sera' vendido s
ontade dos compiladores,
- O agente Oliveira f.ir leililo da oplima casa
Je duus andares e solo, sita em ch.ios proprios na
roa detCruzes n. 22 do hairrn de S. Anlonio desla
r'd1ftLco,n frenle f" ncelc, quintal murado
e ci Vporlao para a Irsvessa que deita para o largo
do l'aratzo quarla-feira (i de agosto prximo, ao
roeij diaem ponto, no .eu eacriptorio. ra da Ca-
deii do Recife.
-t- O agente Oliveira faro leilar. por mandado do
Esrb. Sr. Dr. junde direito especial do coinmercio,
a reiquerimenlo de Jo.to Carina Valladares e uniros,
das ivtdas activas da massa fallida de Leopoldo
Josi) da Costa Araujo, na importancia de Ti:11 (SUMO
rs. em conla de livro inclusive muilas documentadas
sesijndo a respectiva rclacao dellas, podendo esla
ser laminada com antecipacao pelos prelendenles,
pan o quede bom grado se" prestara dito agente:
qua ta-feira, ti de agosto protimo, as II horas da
man haa em ponto, em seu escriplono, na ma da
l.o I i a r!o Recife.
-s-O agente Borja,' fara' leilrio em seu armazem an
ra do Collegio n. 10, de um completo sortimenlo
de marcineirias novase usadas, diversos pianos, obras
desouro e prata. relogios de diversas qualidades para
algibeira"; assim como de varios movis penalcenles
a urna pessoa que se relira para Tora do imperio,
consislindo em orna eicellenle mobilia de jacarando'
oodernissima, urna dila de amarello para sala de de-
IrjzJ um rico guarda vestidos, um guarda Inurau.iua
oplijna secrelaria, urna estante, dous espelhos* gran-
des, varios aparadores e lavatorios, mesas de janlar
e decozmha, aparelhos de louca e de porcellana para
.il'inoeo o i miar vijros para serviro de mesa, varios
utensilios de cea, e outros fnui'tus.objectos ele,
quiila-feira 7 do corrente, as II horas da manilla,
O mjesmoagente, ao meio-dia em poni, fr le
lao, Wc um mulalinho de idade l:l annos, sapateiro,
um jlilo de 10 anuos, duas mulatinhas de |2 anuos
com principios de lahjrinto a qunl coze perleita-
menie,- e urna escrnva moca de bonita ligara, cozi-
nhelra, engommadeira, elr.
*.?tH*tl0 &ibtt$o$.
o
Sr.
par
que
faze
par
Sr. Alezandrc Jos de llollarulaCavalrauli el4
eoc rregado de receber as subseriproes de-te Oart'o
ua (idade da Victoria, comarca de Santo Ailo.
No dia 8 da corrente ao meio da pranla o
uiz municipal da primeira vara, escrivao Sanios,
per a ultima praca devem ser arrematados dous
sobrado* de um andar, silos na rua'Angusta, penho-
radesa Jos Mari, Placido de Magalhaes, poreteen-
cao sobre eacrtptura de lupollieca de Antonio Joa-
qun de Souza Kibeiro ; igualmente se laz sciente
- esla sem efleiln a arrematarlo que houve pela
ida nacional de um dos ditos sobrados, por ter a
; loquen.o e pago o que era devedor a fa-
/enra.
Oqem precisar de um rapaz para taixeiro de
labe na, pois lem praliea ; ou para fora desta praca
para qualquer arrumarSo :;dinja-se as Cinco-Pon-
tas, taberna n. 01.
-- Hojea- II huras da m.mli ni se bao di; arre-
malar em praca do Dr. juiz de orpliio-, una prelo
de jaias de ouro.
-4 Aluga-se a casa terrea na ra do Arngao de n.
10, muilo propria para qualquereslabelecimenlo.pir
cslai em armazem, ser de Ires portas de frente e es-
tar to melhor lugar da ra, e por ser de prero
com nodo : a Iralar na praca da Boa-Visla n. (i bo-
tica.
Aluga-se a casa da ra Iteal, junio ao Man-
guin lo |n. 95, com baslaules comuiodos, grande
quinal, e vivairo d peixe no fundo, grande e boa
catiinba, porlao ao lado, e porto de embarque: e
mente se alnga a tasa inmediata de n. 27
lions commodo* para familia, e grande armazem
mo com grande capacidad, e excellenle lomo
p.idaria, e porlo de embarque, ludo por pre-
00Bailo commqdo: a Iralar ua mesma ra com
seu iropnelano Manoel Pereira Tonaira, sobrad
n. ti
l&ua
com
no f
par;
A
ema
n. a
dab
se a
se a
com
pert
letra
I n in
nao
pura
ma,
que
los a
EMA.
peisoa que annuurinu querer comprar urna
: dirija-se ao Forte do Mallos prata do algodao
fallar com J. K. de Brilo.
Precisase para casa eslrangcira, de urna cria-
anca, para cuidar de una rreanta, preferindo-
que souber coser ; quem Ihe to'nvier, diriia-
ruadaCruz n. i primeiro andar, que achara
quem Iralar.
Precisa-se de tima ama para coser ecugom-
ua ra dollangeln. II primeiro andar.
Pede-se novamenle ao Sr. A. A. V., morador
li det.oianna, que queira mandar rescatar suas
ai. vencidas pm ISVI tv'. ,n--
vencidas em 18,>2, I8TI a 1835, "no valor
upa C.20KHH), ejuros. ale esla dala, 1:8:|(i.--|. k)
endo justo que S. S. conlrahiudn lar* .debito*
i seus arranjos, se enlregatse ao ladiuerentit-
ao silencio, deixan. lo de responder asearlas
respeilo se Ihe dirigi, e que ha um mez, pe-
i inunnos netU folha, mandasse. por lerceira
petso, ofTereccr pela quaulia cima li:.V5(i;;MM), so-
ment 3:0001000 rs. vindo a ser 20 % menos do
prmr pal : demudo de pagar a dita somma, por
Me* ljdial, lera de ver o seu nome poreitenso.
Kecil;., de agosto de 1856.Josa Marques da Costa
Soari.
~Z 1Hd"lla Vn"a ,,irarun' muJ-iu a sua residen-
cia dt> hotel Iraucisco, para o holel Keslauranl
l-ramjez, a onde podem procurar os bilheles que in-
da eifslem de 3." e .a ordem, cadeiras e platea
.Irecisa-sc de urna ama que saina colindar;
na roa do Hospicio, em casa de Thoraaz de Aquino
roos ca.
O bildete n, 278, e quarlo o. :i!)8l da lereeira
parle da seeunla lotera do hospital Pedro II, per-
lente n ao Sr. major Felii l'ereira da Silva, da villa
de V: llanta, do Piauln.
LOTERA da provincia.
Aos 5:000- e 2:000-000
Oahaixo assignado avisa ao respeitavel
publico, rpie ti'in exposto a venda os seus
felizes bilhetes, meios o quartos, da ler-
ceira parle da segunda lotcria do Hos-
pital Pedro II, aos piceos abaa decla-
rados, as lojas da na do Queimado n.
61, do Sr. Silvestre da Silva Guimaraes;
ti. 2.),.lo Sr. Joaquim Monteiro da Cruz:
na Nova, dor. Tinoco; ra do Livra-
inento n. 50, doSr. Cunlia ; n. ."i, do Sr.
Novaes e ra do It osa rio larsa. fabricado
Sr. Reis.
Bilhetes 5(800 recebe 5:000^000
Meios ."i.s-OOO 2:500^000
Quartos IJ500 .. 1:250^000
Recife \ de agosto de 1856Manoel
Mat tins Fiuza.
Alugam-sc duas casas com dous ar-
mazens, no caes de Apollo, ltimamente
acabadas, perlcncentcs a viuva Lasserre ;
assim como tres casas na Ca punga, pro-
Minas ao rio: quem as pretender dirja-
se a ra da Cadeia do Recife n. 59'.
Aoscolun-sc na larde de 2 do corrente asoslo,
do primeiro andar da casa n, I2n da ra llireila,
urna negrota de nome Rulina, idade 11 annos, pou-
co mais ou menos, estatura regalar, cor fula, den-
tadura larga, cabeljo corlado, baslanle disf.rtada,
regrisla e vadia, rom marcas de tincle pelas tosas
e de lendas pelas pernas ; levou um par de laman-
ros niivos, camisa de algodSozioho suja, e vestido de
chita roxa cnm li-lras e llore* encarnadas; jalga-ie
lersido seduzida ou acontada par algnem. ou estar
em algum calagi: pelo que roga-*a a todas as auto-
ridades pohciacse capitile* de campo, que a apprc-
heudam e raanm entregar a seu Icaiiimo senhor Jo
Rodrigues de Sena Sanios, do eoRenho Prcebeira*.
na referida casa cima, ou na ra da Cadeia do Ite-
cife, luja ii. .V), a Antonio tiomes di Cuulia e Silva,
quepacara lo.la a despeta,
O abata assignado, possuindo urna lonsa pra-
lica de escripturar livros commerciaes por qualquer
syslema rnulietido, quer francez qoer porluguez, se
offerece para arranjar as cuntas de qualquer estabe-
lecimenlo desla ordem aqui ncst.i cidade ou oulro
qualquer lugar. Tambem se ollerece para dar lices
desla malcra, mo s con) applicar,ao as necessida-
des mercanlis como aos trabalhix das thesonrarias
geral e provincial. Qualquer urna de-las 'trelas aera
preenchida com o manir zello e cuidado : as pessoas
que se qnizerein ulilisar de seu presumo podem di-
rigir-sa qualquer hora ua ra do l.ivranientu n. 6,
secundo andar,llenrique Amanle Chaves.
No lia 2" do passado iiez tugio do engeuho S.
Jos de Kio-l''ormoso o escravo Alarlinho, de idade
:lll annos, meio fula, estatura recular, oflicial de sa-
pateiro. lando as miles ralos da liaba de coser sa-
palns ; (o visto no I. do correnle pesia cidade: ro-
ga-se [un mili as autoridades policiaes e-capilaet de
campo a apprehensao do inesmo, pddcmlo leva-lo ao
l.ivramculo n. 20, lerceiro andar, que sent grati-
ficados. ,
Kita Cecilia do Amparo comprou ao Sr. Do-
mingos de HoHanda.Cavalcan a labcrua rita na es-
trada nova de l'.io d'Alho, e para que conslc lZ o
presente, afim de nao haver duvida, pois a dila la-
brrna nao he de Manoel Sabino da Costa como al*
cuem pensa.
Precisa-se de una ama de leila sem lilho, pa-
ga-se bem : na ra do l'asseio, loja n. !l.
Alaga-se o primeiro andar do sobrado n. H da
ra do (.meimado : a tratar ua loja do mesmo.
Sabbado a noite achou-se urna ataca na ra
Nova, quem for seu dunu pode procurar na ra das
Flores n. 15, quedaudo os signaes cerlos Ihe sera'
eulregue.
Precisa-se de urna ama que saiba rozinhar e
fazer lodo o mais servico de casa : na ra Direita n.
86 secundo andar.
Tn-spassa-sc a arraacSo da tahema do alerro
da Boa-Vista n. 2, como est, ..m fomente ella que
he propria para qnahpier'esiauelccimeulo : a tratar
ua mesma a qualquer hora.
O anniincianle de velas de carnauba no paleo
do Terco n. i, faz ver ao publico, que suas velas da
hojeem dlanle sciao marcadas rom a firma do fa-
bricante, para tirar a matamba de cerlos vendedores,
que eslao impiucindoda oulras qoalidades, e dizen-
do screin das do aunuiitianle,

Perdeu-sc da roa da Cadeia de Santo Anlonio
oto a ra do Vicario, una pulceira de ouro esmal-
tado : quera a achou c qui/.-r restituir, pode entre
gar em caaa de Joaquim lialdino Alves da Silva na
mesma ra da Cadeia, penltimo sulirado do lado
da igreja de S. Francisco. \
U oL'mx.i assignado, lendo de fzer urna via-
gem a'Europa* no vapor I). Pedro lio. deixa por
seas procurador;s durante a sua ausencia, em pri-
meiro lagar o Sr.' Antonio Feruandes l.iroa, em se-
gundo dilo o Sr. Francisco Ferreira da Silva, e em
lerceiro o Sr. Mauoel Jos de nlo Barreiros, poden-
do qualquer pessoa que live traasactes cnm o
abai.o assignado, dirigir se ao seu primeiro proca-
rador por esle licar eucarregadn de todos us seus ne-
gocios. Recirc i de agosto de 1856.
I.uiz Moreira da Silva.
Precisa-se de um amassador ; na padlria da
ra Direita o. 82.
Precisa-se de um (rahalhador de masseira : na
padaria da ra do Colovello n. II.
D-ae 500? a juros a um por cenlo ao mez,
sob penhores de ouro ou prala : quem precisar an-
nuncie.
Prccisa-se alugar urna casa terrea nao muilo
grande, uo lugar do Monleiro ou Casa Forte: quem
tiver aiiuuucie por esta folha para ser procuradu.
Arrenda-se um grande e eicelleule sitio muilo
perto da cidade, por sor logo no priucipio da estrada
ile Joan de Barros, denominado sitio da Capella da
Caaeaieln, couteudo todas as proporces para ha-
bitar un negociante brasileiro ou eslrangeiro, por
ter encllenle casa nova e grande, urna extensa bai-
U de capim plantada, um grande viveiro de bom
peiic, nimios arvoredus e coqueiros de producro,
estribarla e eommodos para 2 cavallos, capella prom-
pla para celebrar-se inissa etc. : a quem convicr,
compare;* a qualquer hora do dia, mediante certas
condicoes.
l'recisn-se com urgencia alugar um primeiro
andar na freguezia de S. Jos ou unmediaces, pre-
ferindo-se o mais central ; da-se fiador e paga-se
bem : a fallar ua ra doCrospu u. II, loja de li-
vros.
Para feilor de um encenho na freguezia da Es-
cada, precisa-se de um numera uacional ou cstran-
cciro, mas Que soja do bons eootumea, paga-se hem :
quem quizer dirija-se ao largo da matriz de Sanio
Anlonio casa de uui andar n. 2, que ah achara'
coiu quem Iralar.
Os Sis. devedores da casa fallida do
Sr. Jo&o Moreira Lopes sao convidados a
dirigtrem-se a' loja de Manoel Jos' LeU
te, na ra do Queimadon. 10, afim de
amigaveimente saldarem seus dehitos.
O Sr. M. M. S. C. venha quanlo antes pagar
o qae esla a dnaer uo alerro-da Boa Vt,la ioja de
cliarui is de Manoel Jos de Azevedo, do contrario
vera' o seu nome por extenso oeste Diario.
PUBLICAQA'O COROGRAl'HICA.
Vende-sc a obraBreve Noticia Coro-
graphica do lin|)erodo Brasil em 1851,
adoptada no Coilegio das Artes : as lo-
jas de livros do arco de Santo Antonio,
Livro azul e deencadernaeo da ra das
Trinclieiras a 2$000 rs. cada e\emplar.
O BACHAREL W1TRUVIO rendo
communicaco de que o illm. Sr. Eduar-
do Leger Lobao, era portador das ca tas
que Ihe sao dirigidas do Maranhao, e ig-
norando onde resida o mesmo Sr., pede-
Ibe que as mande entregar na Camboado
Carino n. I!, secundo andar.
Conlinua a eslar fucido o necro Angelo, re-
prsenla ter 10 anuos, baiio e crosso, rosto rompri-
do, olhns cranjes e afocueado*. puta por urna
perna, he nalural da Balda e esleve preso na cadeia
de Seriiibacm : quem o pegar levo-o a roa do l.)uei-
raado loja n. II) qUe sera' recompensado.
"a rua do Aragao n. :l, precisa-se de urna pre-
la para veuder doce, e que as horas vagas se oceupe
em algum servico do mesmo trafico : a quem con-
ier jipija-se a mesma casa, ou annuncie.
MIMSCA,
dio
Anlonio Barbosa de Barros laz seienla ao resppila
vel publico, que mudoii a ua sala de corlar rabel
e fazer barba da casa n. ti2 da rua da Cruz para a
de n. .>! da mesma roa, e que se acha prompto a
bem ervir a lodaa as pessoas que o procuraren), em
ludo que diz respeilo a sua arle, sendo o prero o
mesmo que as loja<. ISa mesma sala vendem-se e
alucim-se luchas de Ilamburco mais barato que cm
unir parte.
Acha-M desoteupada a loja da rua da Cadeia '
do Kecire n. ,m. c arrenda-se pata qualquer eslahe-
locimenln ; os prelendenles cnlender-se-hao com
Joao Josc de Carvalho Moraes.
Precisa-sc comprar 120 travs de 50
palmos com 8 polegadas de grossura e B
de lace ; S travs de 10 palmos, com 12
dt grossura e 10 de lacee enxamsdei
louro de 22 a 25 palmos, de 6 poleg*.
das: na Iiyrai-ia ns. (ie8, da placada
Indepeiidenciu.
Os bilhetes com a rubrica do abaixo
assignado, sao pagos incontenente, na
praca da Independencia n. 40, ate o
premio de 500$000. Polycarpo Jos
Lavne.
Antonio Jos de C.Tlro atisa aos seus fretue/.es
que lem diversas qualidades de plvora das macas
mais arrediladas que lem viudo a este mercado, e
que as vende por menos do que veuderem 04 nevos
vendedores deste centro : para verem as amoslias,
dirijam-se a rua do Vicario u. :il.
Alucam-se carrncas para couduzir Irasles ou
malcriac-.por preco eommodo: na rua da Alccria da
llna-Vi-ta n. 42.
O Sr. Prcderico Jacqucs queira di-
rigir-tea livraiia ns. (i e 8 da prara da
Independencia, a negocio de seu inte-
res.se.
Ensiiio irhilosop'iico Per-
naiiibucario.
Avisa-sc aos Sis. tocios do Enaain Philo.snphito
IV'rnaihucanu que hajam de coinparecar smalo
de do correnle, designada para ser soletroada
Como anniveisario da uislallatilo da dila sotiedade.
< primeiro secretario, M. I. P. deFigueiredo Ca-
niarco.
OabaiSO issignaim lema honra de participar
aos senhores negoeianlea e mais pessoas desla e de
qualquer provincia, as quaes inleressaf pussa, que se
acha eslaheleri.lii com eaeripterio de advocada na ci-
dade de Macem. capital ua provincia de Alagoas, a
rua do l.ivramenlu n. 21, e anofferaca a tratar all
ou em qualquer poni da mama provincia da co-
branta de dividas e de lodos o negocios de sua pro-
fissao pranla oc Iribooae*, }oixm a reparteSm pu-
blicas, ou exlrajudicialnicnle, por conservar as mai
etlensas ralaties em loda a provincia, como nalural
delta, e haver txercido duranle 8 anuos us cargos de
promotor publiru, e juiz municipal c de orphaos em
dillerenles comarcas, leudo sido alm dislo honrado
com o mndalo provincial por alguma* vezes: as
pessoas que se dignaren) de confiar ao abaito assig-
nado suas commtssues podem dingir-se direclamenle
uesla praca ao Sr. Jos Goocalves de Albuqutrque,
agente procurador da provincia, i|ue se cncarregarji
da ramessa prometa e segura da correspondencia,
papis e documentos. Cidade do Becife IU dejulho
de I8V.I.uurcnto Acuoli WandMlej Canavarro.
Aluca-se pela fesla ou |ior auno u sitio do fal-
lecido Ignacio Firmo Xavier ende as duas puiues
da Magdalena, e laiiitiem se vende o meante sitio,
lazeudo-se todo o negocio com o alugadur ou com-
prador, que vista uo prero couhccea' a vaula.em
de possuir nina tal propriedade em local iao*prou-
ino a cidade, onde ja' nao ha terrenos devolulos, t
por lato esle crcscea rom o lempo cm eslima, e va-
rar cada vez mais, pelo augmento da riqueza da
prrovincia, goslo do bello, e netessiua.le de pomar o
Tarto fora da cidade, o mala aluda pela esliad de
ferro projecldda por esse lugar ao Caehanga' ; e lem
o metmo sitio casa para duas familias, bauho perlo,
e oulras cummodiadei, que por hcevidade se
uiniltciii.
Precisa-se de um Itvd. sacerdote de boa mora
par capella* de um engeuho ua fre^uc/.ia da Escu-
da, e que igualmeule se queira encarragai deplai li-
cnea tres iueiiinas,rtlh,is Uu Sr. do engeiihu, u M Ihe
lar.i bom ordenado, c mais algumas taulagcns : a-
quelle a quem convicr uinja-se ao pateo da matriz
de Sanio Amonio, casa de um ainiai u. I, que acha-
ra com quem Iralar.
.No da I. do crrente auseutou-sc da casa de
seu senhor o e-cravo Joaquim, de iiocao, do mais e
lio anuos, baitu, quebrado do quarlo* dueilo, abi-
ja lo de um dos dedos da mio ; levuu calca e camisa
azul, a chapeo de baela cor fle cafo ; quem o ap-
preheiider e levar ao aleiro da Boa \ isla n. i, loja
de calcado, sera generosamente recoiupeusado.
Na rua dus Marlvrioa, sobrado n. 2, primeiro
andar, precua-Mde una ama forra ou Captiva, que
faca tojo o servido de (lina casa e compra* : quem
eallver ueslas ctrcaiuslaua>as, dirija-se au mesmo
sobrada, das (i as "J horas ua mauhaa, e das it as li ua
larde para tratar.
I)a-sc diuheirosa juros razoaveis subhypollie-
ca em casas na cidade, ou tirinas a cunieutu, quan-
lias de 1:000* Sl lOlOOOf: na rua .Nova n. i;> se
dir com quem deve tralar.
Pela segunda vara du divel, lindos os dias da
lei, na sala das audiencias, so Icio de arrematar os
Irasles pendolada* a Vicente Ferreira Cornclle,, p,
exccoc_ao de Manoel Martius Lope* ; quem miles
pretender lanjar, pude comparecer, que scrau rece-
bidos seus.lances.
LOTERA da provincia.
O Sr. thesoureiro das lotera* manda fazer publico
que estilo ex|ioslos a' venda na thesouraria das lote-
ras, na rua d* Aurora n. 2li, das !f as :1 horas da
larde, bilhetes, meios e quarlos da terceira pai le da
segunda lolcria a beneficio do Hospital Pedro II,
cujas rodas oudam imprelcrivelmcute uo da 9 do
correnle, e que logo que sejam|distnhuidas as lisias,
serao em foulincnle pagus os premios, eiccpto po-
rm as duas surles grandes que sao pagas mesmo oo
-.ii.i i da extraerlo logo que sejam publicados seus
respectivos premios. O I. conferente enriado de
escrivao, Josc Januario Alves da Maia.
AVISO.

Saltistiano de Aquino Ferreira, cidadao
brasileiro, retira-se para a Europa no
dia I !l ou 20 do corrente mez, no vapor
inglez TAMAR, ieando na, administra-
cao dos seus negocios como seus bastan-
tes procuradores, osSrs. negociantes Tilo-
ma/, de AquinoFonseca& Filho, Matlieus
Austin di C, e Jos Joao de Amorim.
Pernambuco 2 de agosto de I83li.Sa-
lustianode Aquino Ferreira.
AVISO.
Salusliano de Aquino Ferreira, cida-
dao Brasileiro, retira-* para a Europa
no v'P01' nglez TAMAR, no dia 10 ou
20 do corrente mez, licando na gerencia
dos negocios das loteras desta provincia,
os Sis. Jos Fortunato dos Santos Porlo,
com loja de miudezas na rua da Cadeia do
Recife n. \7>; Anlonio Augusto dos San-
tos Porlo. com loja de calcado na praca
da Independencia hs. ."i" e 30, e a Sra.
viuva Bastos, com loja de bilhetes nn mes-
ma praca, n. i. Pernambuca 2 de agos-
to de ISti.Salusliano de Aquino Fer-
reira.
Lotera
do Hospital *edro I!.
Aos 5 000- e % OOOsOOO.
Corre indubilatclmenlc sabbado 'J de
agoslo de 18(.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavel publico pie vendeu
os segmnles premios da qinta parle aa
primeira lotera doconvcnlo de NossaSol
nhora do Carino, estrahida a 2 de agosto.'
I quarto n. 2150 5:000.s000
Meio bilbete I ">"> 200.S000
I quarto 5505 200.s00(t
I meio 2589 IOO.sOOO
O mesmo tem exposloa venda Seus mu i-
lo'l'eli/.es bilhetes, meios e quartos, la
lerceira parte da segunda lotera do hos-
pital Pedro II, as lojas ja' conbecidas
do respeitavel publico.
Os dous premios grandes cima re-
Icridos nao esliio sujeitos ao descont
dos 8 por cenlo do imposto geral, c co-
jo discoutn sera' pago logo quesaia a lis-
ta, sendo os precos de seus bilhetes os se
guintes.
^lbetei 5$800 recebe por inteiro 5:000|
Meios ri.sooo u 2:500|
Quartos 1*500 l:250|
Pernambuco i de agosto de ISti.Sa-
lustiano de Aquino Ferreira.
L01EB1A O RIO OE JANEIRO.
Resumo da extraccao dos premios da 22
lotera a beneficio das obras da cosa de
correccao desta corte; extrahida ein
19 dejulho de 1856.
10
SO
60
2700
1 5010 .......
1 3374 .......
I -1312........
6 590 91331503S37
4079;928.....
i(9 573 8142000
2G03 5193 -55535709
57205861.....
390 514 8771018
1270 lf.34^1952- 2271
2874353240774355
45264G00374 :5008
5336571658405986
241 397-^ 402 412
546 465 508 615
642 713 904 995
111411861191 129S
1408 -1405=14901528
1614167917541792
195321282158 22 45
2721273327692840
3000338434893530
3095378339203923
3941427243734464
4558459747954904
4998 -50835092S191
5203522752755401
56125711 57405983
100 de........
1800 de. ,
20:O0OS
10 00031
4:0009
2:000
1:0000
400?
100
405
20
Q
<2!.0
178
5505
1-
00
1254
quartos.
it ditos.
2 ditos
meio billi
qim.ios
pinta parte da prinr ira
.lotera do "armo.
O abaixo assignado ven-
den asseguintes sortcs:
5000,
000,
OO,
200,
50,
Os possuidores podem
vir receberem sen escrip*
torio o competente pre-
mio-- I* .1. Lyme.
LOTERA da provincia.
Saltistia otie A.(niuo fer-
reira avisa ao respeitavel
publico, que vend ;i <|-
nheiro a vista, senda a
quaniia de 100,000 para
cima, os seus bili.ete iu-
teiros, meios e quartos,
pelos precos abaixi decla-
rados, na rua da Cadeia do
Recife n. 45, loja de miu-
dezas de Jos Fortunato
dos Siutos Porto.
Bilhete) inteiros 5^300 recebe 5:000$.
Meios bilhetes 2g800 2:500$.
Quarto* l.si 1:250$.
Pernambuco 4 de agos-
lo de i056.- Salmtianode
Aquino Ferrcirq.
Apesioa que aonuncloo pelo Diario qnirer
2000 premios.
Foi vendido na loja n. 40 da prea da
Independencia o bilbete inteiro n. 270(i
com o premio de 20:040$, ner como o
quarto n. 5574com o dei:000$c outros
muitos de iOO.v, 200.S e 100$. Temos re
cebido os novos bilhetes da lotera 1!) do
estado sanitario, (pie seestao le^alisando,
e sera' annunciado loro qfl estiverein a
a.
NOVO ESTVBELECIMEMO DE
RKLOJOKIKO, NO ATERRO DA ROA-
VISTA N. 27, de Carlos Walter.
(I propriclariorle-le ealbelcrimculo tunii men-
cionado, avisa ao respeitavel publica a em nailicolar
aos seus patricia*, amisoa e fremiezas, que se acha
habilitado para hem operar qualquer concert de re-
Iobio que .for runfiarlo ao seu cuidado, de manei-
ra que deis.i jo possuidnr pleiiaroenle salisfeitu.
garanliad* o mesmo concert, pois elle acaba de re-
ceber ullimamenle um hrillunte sorlimenlo de peras
e instrumentos luleiramente novos neressanos pan
o mesme fim : prtanlo o mesmo cima ruga a
respeitavel publico, patricios, ami~os e fiesuezes
pela sua mu valiosa prolecran, e protesta que farn
ludo para auamenlar o bom" conceilo que ato hoje
tem gozado, e Ibes sera eternamente grato.
ESTRADA D FERRO
do Recife ao 8. Francisco.
sOr
comprar um predio, que reato anualmente 110o,
queira anuuuciar sua murada pira oreca-
rada. '
0 abaixo assignado fai saber que, depois do dia
II do correnle mez, pagar no seu escriplono aos
Sr-. accionistas, juros na razAo de 7 por cenlo ao
anno, sobre as arenes registradas nos seus nomes
respectivos, nos livros da compauhia da Estrada de
Ferro, ale o da 6 do mesmo.
Viiliuni auto de transferencia poder ser regis-
trado de ."> a II du corrcule moz.
I)s senhr.res que nao li\erem assignado o contrato
da companhia, deverAo faze-lo por si oo por seus
bstanles procuradores, antes de receberem os ju-
ros IpmiIov.l'opordem dos directores, S. I'. VE-
KEkEll, Ihesoureiro.
Herir t de agoslo de IsMi.
PEHOEU-SE.
No dia 31 dejulho quiuta-feira, perdeu-sc da rua
da Cruz do Keeile a roa do Cieppo a quanlia de
KWKIO rs. em U sedulas de iXWHJO rs. cada urna ;
roja-se porlanlo a quem as achou de levar a ruada
do nuoim.i.ln lujo ii. 17, que recebcr.iSdo abaixo as-
signado melade dessa quanlis, c Ihe licara eterna-
mente agradecido.
Francisco Leandro do Reg.
Na loja de madama Roulier, rua Nova n. .'*,
se acham chapeos de seda para sonhorai, ditos de
palha para meninas, sains de dina moiio modernas,
lilas de velludo preto de todas aa qonlidades, eufeiles
de rabera, luvas de casamenlo, capella* de flores de
laranja. manas brancas, leque, e lado mais neces-
sario para casamento, veos de lil letrado para cha-
peos de lulo, coll.irinhos e manguitos para Iheatro,
bicos de linho preto.
O testamenteiro invcntarianlc doa bens deixa-
dos pelo fallecido Manoel de Souza liiiimariles, esta
procedemto inveolariu dos mesmos bens, pelo juizo
le orphaos desla cidade : roga a qoem se julsar
credor do mesmo fallecido, haja de apresenrar suas
eonlSs no prazo de H dias, para serem .illeu.tidas
em dito invenlario ; na rua do Livramenlu n. lt>
O abaixo assignado, exaasto de paciencia, por
se ver fora ha mais de.ls mezes do dominio de am
sea escravo, faz o presente, declarando o occorrido
para orientar a quem queira o apprehendar. Em 3
de abril do auno passado procure comprar o escravo
i'homaz.do Sr. Antonio Carlos Pereira deBurgoi Loo-
ce de Len ; mas receioso de effectuar a compra por
me dizerque esse escravo era casado com ama mucama
de sua senhora.e que tiohauma lilha.fui vencido nao
su pelo Sr. Burgos como por soa familia me aman-
ear, que o Sr. commendaaor Aalonio da Siqueira
Cavalcanli, em cuja companhia tioha sua filna, se-
nhor.i do Sr. Burgos, nada mais poderia fazer, do
que comprar o referido escravo, se qmzesse pos-
sui-lo. Comprei, e u mandei para o meu eogenoo -
mas depois do.alguna dias ese escravo pedio-me li-
cenca para ir ao eosenho Marlapagipe a ver sua
mulher e filha ea conced; e quando clava a partir
me (leu dislo parte. No lerceiro dia me appareceu
o Sr. Francisco Loarenro Carlos, com urna caria
em queso eslava aassigna|iira da Eim. Sra. II. The-
reza, mulher do Sr. Burgos, pediado-me cora ins-
tancia que eu desfizesse a compra do escravo Thn-
maz, pois que o seu marido nao podia vende-lo. El
que tinln perfeil. aonliecimeolo da probidade do
Sr. Ilurgns, e sabia que elle nao seria capaz de ven-
der aquillo que nilo podia fazer, respond ueste ag-
uado dizcndo que nao concordara cm sua preten-
do. E ao Sr. Francisco liarlos diste, que estara
prumplo a vender o escravo, oa que comprarla a
mulherle lillia se a isso conconlassem, ao qae re.pou.
dea-meque nAo se comprarla n esrravo por um tos-
Iflo, e nem se venderia a mulher por um.milhao. O
caso he qae desde que esc meu escravo retirndo-
se daqui para Marlapagipe, deixando dinheiro e loda
a sua roupa ale eite momento esloa sem elle, lie
e-te escravo muilo hem procedido.e.iionca fogio: mas
dizem por parle de Marlapagipe que o escravo la ,
nao esla'! Elle lem os signaes segaioles : idade '
t anuos, altura regular, crioulo, carreiro, bem
feilo de corpo, sem barba, rosto redoDdo, i.|hs
grande-, denles perfeitos e limados : quem o appre-
henderlera' 1009000 de gratilirarjio, trazendo a esle
eugenho ou levando-o ao Kecife aoi Srs. Corris e
IrmAos. Proteito proceder erimioalmenle contra
quem o tiver acontado, e haver todos os dias de r-
tico. EugeDho Cachoeirinha K da jaiba del8.J0,
Joiqaim Manoel da Silva,
Carros fnebres
A ii a(litiini.str;ul(n-
Em um armazem pertenceule ao convenio de S.
I-raiin-r.., confr ute a serreUria de poln. e>ta este
eslibeleiinenlo munido de carros, lano para anio-
i-oino alullos, de todas as erdens que marca o regu-
lamenlodo cemilerii, a ..Hi.fer a expe.-lalixa do-
preti'menles, e por preros que ronvenrioiiarrm, eii-
carregaiido-se de ludo mais perleneenle a am eu
ierro sem o menor mcoinmodo da. parles ioteresM-
das ; para IralM uo metmo armazem, oa na roa .1..
Queimado n. I, e na da Cadeia de Sanio Anlonio u.
.11. Irm igualmente um riro tai a qae alaga.
-- 0 ahaixo a-siguado faz scieole ae rrspetlavel
publico, que leudo contratada, livre e de.emrM.a-
cada, a labenia perleneenle ao Sr. Jos AnUaio da
Guilla, sila no paleo de San-Pedro o. I, por tas
nesmo abaixo assignado nAo se responsibiltsa por
divida alguma, que o dilo Sr. Conha lenha cmira-
I" lo para com dila Liberna. Kecife, I de ag**lo 4e
|SM.. Vicliiriiiu de Alineida Kahello.
Massa adaman-
tina.
Fraucisro Pinto Ozorio chomba denles rom a ver-
dadeira massa adamantina applira ventosa- pela
alraccao lo ar : pode ser procurado ronfroale ao
nosario de ->aulo Anlonio o. 2.
Ai HOMEOPATHU E 0
CHOLERA.
8- nico 11 -a 1.1 ment preservativo e
curativo do cholera-morbut,
PELO l)(il TOK
^ Sabino Olegario Ludgei o Pinho
Segunda edtcea.
A benevolencia cem que foi aeolhida pe-
/A ln publico a primeira ediecio drsle opm- ,
calo, n-gol.id,i no curio esparo do dous toe-
zes nos in.lu/io a reimpressAo'
A Casio de rada esemplar......IjOOO M
2Jj <:arteiras completas para o Irala-
gj ment do cholera e de mollas ou- tfa
Wtras molestias, a..........Mt3im Z
Meias carleiras..........tiiSKHi
jpj Os medicamentos sao os melhores possiveis.
Consullorio central hiuneopalhiro, rea
de Santo Amaro 'Mundo-Novel n. 6.
Singularidades
Quem tiver um passaio de valor,
Uiequerr dar urna beUa erica ;;aiola, de
mtiito jfosto eperleilamenteenverniada:
ilinja-se a' rua cstreita do Rosario ti. 15,
sobrado.
tompr*$.
Compra-se um negro velho para Iralar de am
cavallo : na roa da Cadeia n. I (i, primeiro Indar.
Compra-se cITaetivameole, lal.in, hronze ecobra
velho : no deposilo da fuodicAo da Aurora, na ro-
do l,ruio. logo na entrada n. JH,c na mesma fundi-
?Ao, em Santo Amaro.
Compra-ae toda e qualquer pon-o
de prata velba de lei sem fetio: quera
tiver para vender, dirija-e a rua do CV
legio n. 15, agencia de leiloes.
Compra-se orna cadeira de reboco, la atohia
qiM seja qua.i nova, e esteja om bom esleto : qoore
uver aii n ancic.
7 .",rn0mpI?'!e nro* """* mllialai de 6 a
i annos de id.de, pooco maMoo menos : oa roa da
Cacimba, loja Ce baholeiro.
i,ZZ ^0^,'>',* "" qa leaba sido beta coa-.
ln, ; T'fHP'ZSJm* *'"* ** *
Mor 1 r"" *"41t- -" Aoiooto de
aa nt \'"T1 r^Wt "" br* *" ",- f,~0
na roa de s. I i ancuco.
viH Kre.d.erico Chaveav-jorador no aterro da Boa-
NisUn. l/.e.l..ofjcii4i|ado da eoeapra de alca.
ota"-M "*" ta,~" : I-0" 9" qoHarea.
poderao o procurar na casa cima.
,,~ ComP-e ama oegriaha de idade de li a
H I* W! qa, UnT drij"-e ro *"
, que ah se dir' qoem compra.
rl.Z T/"".""; """ ,be", rrabaMesto ci-
v,;^r0o4plpue-- Man,eir ec"h"-
Compra-se ama correle de miro para rato-
Rio : qoem Uver dinja-ee ao aterro da Boa-Visl.
w>, loja de calcado.
*S&*d0 *' ^
-- Compra-se ma ema : no largo do S. Pedro
n. 5.
Compra-se orna carrocj par* cava|w ,,, .,
arreos : a IraUr na loja da roa da Cadeia do Recik
>. bl.
-- Compra-se o Diario de dia 1.- do correal :
na hvraria u. 6 e 8 da praja da Independencia.
BmiHig.
-- Vcnde-se ama porr.io de Ierra, ao lam de-
nominado a Kapoza, na freguezia de S. Jato des
I o'/ern-, termo | tem raeia legua de frenie, e urna lerna detento -
quem as pretender comprar, dirija-se a peveatto di
Hehcribe, no lugar chamado a Crol do Caobee-a
a tratar com Joaquim Francisco de Melle, oa coia
a proprielaria Aona Mana da Loa.
-- Vende- urna casa lema aa roa tosUno-l
n. onlra dila na rua das Aguas-Verdea a. I
quera preleuder dirija-ee ao caes do Ramosa, t. "'
Veude-se um cavallo alazAo, nadador bailo*
esquipador : na roa do Caboga a. 14.
\ ende-ae ama escrava rrioula de idade dt Ik
anuos, com algumas habilidades :1ni roa da Fraia
loja de fazeudas n. 3t. ""
Chapeos do Cbvlc e de cllro o* m.u
finos que ha uo mercado, dito* de cas-
tor pretosc branco*. ditos de palha ame-
ricanos, bonetes de todas as qualidadc*
para meninos e liomeni, chapeos de iia-
Iha e teltro enfeitados para meninas, c
outros muitos objectos chegados ltima-
mente; assim como pertences para fa-
bricas de chapeos e livceiro, vende-oc
tanto a rctalho como em porciio, e mais
barato do rpie em ou-a qualquer parte:
na rua Nova loja e fabrica de chapeos oV
Chrystiani i Irmao, n. 4i.
CIIALY DE m E SEDA USO E
de qoadros de cores moilo delicadas a 700 e rlTO r.
encovado : na rua do Queimado, loj, 17 o p to
mm M VESTID
de seda modernos, de qoadros escoceies, eom 17 ca-
vados da om, pelo barato preco da 185000 : aa lo-
ja n. 17 da rua do Uueimado ao pe da botica.
CiSIIRAS LIMSIE
RES A. IsiOORS.III
INa loja n. 17 da roa do (Jueimado, venrlem se ea-
semiras de cores, lisas, propria- para eoeiros do aae-
niunsepara forro de carros, pelo barato prero da
ISiiUO cada covado para liquidarlo..
CORTES DE VESTIDOS DE
seda df; oiadros a mm)! 1
Narm do Queimado, loja n. 17, xendem-se cor-
tes de vestidos de seda foular de quadro-, com IS ca-
vados eda um 12*100, por eslar com algum loque
de mofo.
DO'JE DO PARTO.
ESPECi.ll. VINHO ENCARRAFAOll.
,.... 1 r* cm r,iva* de um* duas doria;
rua da Madre de Dos n. J, loja.
i.j
II!! P.IRTII
Vendee de muito boa qualidade, em barr-dr
quinto : ua rua da Madre de eos, loja n. 3t.
\ endem-se 1 crrenles da Ierro, I ancora e
mais Ib peo- difireme para navios : oa rua da Ma-
dre do lieos, loja n. 31.
I
iilits a 8,000
Corles de panno fino de cores para palitos a MM
ida corte de palito, be justamente melade de sea
MTICADxT
ca
valor
n. 10.
.- justamente melade do sea
ni loja de t portas na rua do Queimado
Vaado-ae ou permu(a-se ama casa sita na rua
lui|iinal n, -J01: qaem quizer auunacif.



DI1R10 IGOSTO 3fc 18b6
GRANE FABM'A
DE
.. '/ j i. O J ( v *fX* >*0y>Ov7R'
Vf''^_fc?" & ;>,**/;._____^_g
GRANDE S0RTI1EOT0
DE
ROUPA FEITA.
PAI1IS,
mi
*~ i.
auufifAchiras be 3?ari.
POR MENOS DE SED VALOR.
Na ra do Queimado, loja n. 17.
Os donos do eslabelecimento queremlo liquidar a
venda de cerlas fazendas, vo vender por pregos
muilo baiios como sejam, cassas franceas linas a de
cores fita a 200 r. e 240 o covado, e muilo finas a
abaixoassignado, participa a seus numerosos fre
n. 4, casa nova ao p
grande sortiinento d
Cobre-see cunee
menos preco que qm
_-- Vende-se um grande siOo na e raial, com muilas e diversas qualidades de arvore
fructferas, casa de vivenda e eicellenle poco d'a-
goa doce, era cujo sitio apura-se animalmente *t808 :
ua botica da ra Uireila n. 31, se dir quem vende.
Vendem-se tres escravo, seudo duas crioulas
de idade 18 iodos, com principio de coslura e en-
3-20, chitas francesas fioai e de cores luas a -'40 o """""fe """ bl",Uo escravo de idade 23 annos
covado, riscados fraocezes finos de quadros escoce- Ina ,ua Ul,e,,a n- 3-
xes, de 4 palmos de largara a 240 o covado, chales i COBERTORES DE PAPA HESP\MIOES
in ,,re,0i m"," fin.OS' "roPrio* Para lal Vendem-se na laja de Victorino de Caslro Mou-
niern m ,S fa*ead"" Por bara, Albino' rua "1 Livramenlo, loja graude de 4
--. Pr,a* t%,*s courlofes sao os melliores que lera
SEDA FSPftfFfA PARA \yindo a es,e <****>, e por la se recoromenda a
... "*UA lii3" mwbn IMI.I lodos os amaults que vao o mais depressa possivel
vestidos desenlila a (#200 -s. o covado.; v. a. -.-._.
Na ,. ,t <>-,m. i ,- j, .. Vende-se superior farinha de mand oca, u li-
h.DaravenlV..m1kJi.r^ 'LS- 2 '""a" "ia">enleche(!adade Santa Ca.liarina, em sacra, de
na para vender ai mais modernas sedas escocesas de um alqueire, medida vellia ua rua da Mari H.
, pelo l)eos,q.rmesem12,deovaes & Companha
Vende-se a taberna sita na rua da Aurora n. j1
barato prego de 18200 cada covado-
CORTES DE VESTIDOS DE SEDA L enmmoo, _.,.
PARA SLNIIORA. lender dinja-se a mesma.
Oi mais modernos, titos, adamascados, e de qua-1 .. Vende-se sac
ros, chegado pelo ultimo oavio, de novos dse- rs., farinhi
uhos e cores muilo delicadas, por preces commodos : boa muilo
.,6
a pre-
dros, cl.eg.dos pelo ultimo oavio, de ., farinn8 do reino -^ -; j
160 > libra, arroz pilado a 80
e alum de Lis-
na ru, doUue.mado, loje n. 17 ao peda boTice.- | ^,:^ri^A,'* '^
M
do
n.
AO PUBLICO.
No arroazern de fazendas baratas, rua
Collegio n. 2,
vende-se um completo sonimento de fa-
zendas finas e grossas, por mais barato
procos do que em oulra qualquer parte,
Uno) em porcoes como a retalho, affian-
cando-se aos compradores um s prego
para lodos: esie eslabelecimento abrio-se
de combinasao com a maior parle das ca-
sas commerciaes inglezas, francezas, alle-
mos e suissas, para vender fazendas mais
em eonta do qoe se lem vendido, e por isto
oflerecem elle maiores vantagens do que
outro qualquer; o proprietario desie im- M
poriante eslabelecimento convida lodos M
os seus patricios, e ao publico em geral, g
para que venham (a bem dos seus inte- fjf
resses) comprar fazendas baratas: no ar- |I
mazem da ruadoCollegio n. 2, deAn- |
tonio Luiz dos Santos & Rolim.
C. STARR & COMPANHIA.
itespeitosameote auuiinciam que no tea exteoco
eslabelecimento em Saeto Amaro, continua a fabri-
car, com maior perfeicAo e promptidao, toda a
qualidade de macliinismo pira o uso d'agricaltora,
iiavegaco e manufactura, que para maior com-
rnodo de seus numerosos fregueses e do publico em
geral, lem abarlo em am dos grandes arroazem do
Sr. Mesquiy na rua do Brum, airas do arsenal de
raarioha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu eslabelecimento.
Alli achanta os compradores am completo torli-
meuto de moeodasde canoa, com lodos os melhore-
mciitos (algans delles novos e origiaaes) que a ei-
periencia de muilus annos lem mostrado a oecetsi-
dade. Machinas de vapor de baila e alta pressao,
taitas de todo tamaito, lano batidas como fundi-
das, carros de miio, edilos para condusir formas
d'assucar, machiuas para moer mandioca, prensas
para dito, fornos de ferro balido para farinha, ara-
dos de ferro da mais approvada construc(3o, fundos
para alambiques, crivos e portas para Tomainas, e
ama infinidade d'obras de farro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito eiiste ama pessoa
intclhgenle e habilitada para receber todas as enco-
mendas, etc. etc., qoe os annuuciantes contando
com a capacidade de soas officinas e machinismo, e
pericia de seus olficiaes, se compromettem a fazer
exeenlar.com a meier presteza, e perfei<;ao, e exacta
cooformidade com os raodellos, ou desenlies, e ins-
Irue(Ses que Iho forem foroecidas.
Itua Nova n. 18 loja de M. A. Caj & C. con-
tinua Isempre a ter um grande sorlimeolo da
obras feilas de alfaiale, lano superior, como mais
inferior, camisas francezas, brancas e de cores, gr-
valas, colarinhos, chapeos fraucezes, ditos de sol, de
seda e panuioho.saspensorios de bu Taclia,meias para
senhoras, homens, meninos, fazendas para faser-se
qualquer obra de encommenda com a maior preste-
za e ijom desempenho ; emlim qualquer pessoa qHe
vier a esta loja, tirara um falo completo e por pc-
eo mais commodo do que em oulra qulquer parle.
VINHO 1M) PORTO GENUINO.
Vciuie-se ptimo vinho do Porto em barris de
quarto e oilavo, por prego razoavel: na rua da Ca-
' deia do Recite D. 13, escriplorio de Bailar \ ()li-
veira.
Attencao ao barato.
Vendem-se na rua do l.ivramenlu n 16, corles de
. easta de barra a a 2f, pegas de cassa de bahado a
11|600, cobertores de 13a a 1J280, camisas de meia
pelo barato preco de 800 rs., ditas muilo finas com
1 peilo de seda a 18280, meias finas para senhora a
|2p800a duza, ditas cruas Dar homem a 29000,
chita roxa a Sf a peca, ditas de cores a 180 o cova-
dAa>fit' "/T "h'I ,* *, '"'"finos a da da luja dk roa do C,e,po7queVora'mZtcmuZ',
y, 'KM"' J "masco para forro de carro a !ese veiideni pelos seguiutes preros
a muito fina, chitas Madapolao entrelio a 28800, 38*e
Dito muilo li nn de jarda
dem-se queijos do reino muilo novos
18280 rsJ cada um, csrne do serlao a 280 rs. a li-
bra, lingiiiras de carne de porco a :WJ0,rs., banha de
porco a 360: un taberna da rua de llorlas n. 4.
Ven.lc-sc orna morada de casa de sobrado de
dous andar-, -ta na rua do Caldeireiro da fregue-
doue S. Jos, e bem assim duas pequeas casinhas
denlro doj quintal, dota casas terreas na rua da Praia
do Caldeireiro e urna cocheira, as quaes ficam nos
fundos do: mesrao sobrado : Irala-se na rua de llor-
las n. 140, ou no escriplorio, ua rua do Collegio
n. 17.
VELAS DE CARNAUBA REFINADA.
Na rua Oireila n. 59, veudem-se velas de carnau-
ba rchnada, imitando espermacele, pelo diminuto
prego de 4B0 a libra, e em porrao se faz uro gra-
dina ; asiim como carnauba pura de lodos os la-
maiihos, por mcuos prego'do que em qualquer oulra
parle. ,
FARINHA UE MANDIOCA.
\ en le-.- por moderado prego excellente farinha
de Mamanjuape em saccas de dous alqueires da me-
dida nova : na rua da Cadeia do Recife n. 12, es-
criplorio de Bailar & Oliveira.
Fazendas por
muito menos do
seu I valor, 11*1 loja de 4
portad, na rua do Que.ma-
do ii. 10.
Conlinna-pe a vender nesla loja o reslo das fazen-
Bonecas france-l c**m pretas ira"luto
\ endem-se cassas prelas muilo finas proprias
zas.
Vendem-se muilo bonitas bonecas francezas relo '
baralissimo prego de 18280 e 1*800 : na r.ia do !
Vueimado, na bem cenhecida loja de raiudezas da
bal fama n. 33.
VINHO DO PORTO.
Vende-se vinho do Porlo das qualidades mais u-
. para | periores que ha, al as regulares, era barris de quar-
lulo, pelo baralissimo prego de 480 s vara : ua rua ,,0 e de oilavo, por prego commodos : na rua de
| do Queimado, nos qoatio cantos, loja de fazeudas da i Apollo n. 8, armazem de as-urar.
! boa f n. 22, delroule da loja de miudezas da boa '
! fama.
Superior farinha de mandioca em
Saccas.
Vende-se qualquer porgilo de muilo boa farinha
| de mandioca, chegada ha ponto de S. Mallieus, a
prego muilo commodo por cada sacca : no escriplo-
| rio da roa da Cruz n. 19, primeiro andar, ou no ar-
masen) do Sr. Pacheco uo caes do Ramos.
Loja da boa f.
,u^ende"se cl'aly d* 1,,!,n"os de bonitos padrees a
.100 rs. o covado, ditos lisos de bonitas cores a 720,
chales de merino lisos com franjas de relroz de bo-
nitas cores a .<8, diios com lislras de seda a"?: na
roa do Oueimado, nos qualro caolos, luja de lazen-
baatnuJ defronle da'ja Refinaria
No
Un, n
Vfa loja das seis
PORTAS EM FRENTE DO LI-
V1AMENT0
do 3Iontero.
finas a 200 rs. o covado, aigodao trancado de cores
proprio pefe roupa de escravo a 180 o covado, c oo-
tr.s mullas fazendas que se Irocam por pouco di-
nheiro, assim como chales de 13a a 800 rs., ditos de
larlalana a 900 rs., chitas de cores fijas a 68000 a
pesa, iiaiino de linlio muilo fino, brim de linho de
i diversas qualidades, e outras fazendas que se escu-
i sam annunciar.
Vende-se urna canora nova e nma pipa para
. vender agua, por prego commodo ; e tambera se in-
: leress.1 nos lucros* quem quizer lomar conta della
] para vender agua : quem Ihe convler este negocio,
entenda:se. com o Sr. Manoel Joaquim Carneiro
Leal na rua dos Pires.
Vendem-se meias commodo de amarello, la-
vatorios de ps torneados, e mullos oolros diversos
trastes : na rua da Cadeia de Santo Antonio n. 18.
i\a loja das seis
portas
Fm Tiente do Livraii.ento
Novas castas pintadas a meia pataca o covado. pa-
drees bonitos, chales do ganga encarnado, dores
amar.llas a duas patacas cada um, siia de camnraia
bordada para senhoras a Iras mu res cada orna,
collarinhospara senhora a pataca cada am, flores de
relroz para enhiles de vestidos de meninas e sen hu-
ra- a meia pataca, e muilas oulras fazendas que se
quereiu trocar por sedulas.
t Baratissimo. |
w Na rua do Qoeimado n. 1!), vendem-se '>
$$ chales de merino bordados a velludo os m i> $&
B bonilu*qoe teem vindo a este mercado, di- f%
^ los de chaly bordados a 88000, ditos de me- 9
^ ri matizados i 88000, ditos com ricas es- 9
^ lampas e os maiores que lem viudo a "8000, *,
ditos lizos com franja de seda a .>iitm. "
fl
5g maulas de hlond brancas e prelas, 'chitas @
$J escuras muilo finas e de modernos padioes ft
gfe a 200 rs. o covado, ditas francezas a 210 ff-
J rs. o covado, pegas de brelanha de liuho
V com 12 jardas, a 58000.
@^#^# @ @@@@
No antigo c bem conhecido jardim,
sito no correr da igreja de Nona Senhora
da Soledade, tasa n. 7, vendem-sepe's de
roieira muito lindas e de muitase dille-
rentes qualidades, como os compradores
podem ver, por estar em vegetacao, as-
sim como lia cyprestes,sapotis, paireiras
e outras qualidades de llores.
Vende-se ama casa terrea na rua da Boa llora,
nalcidade de Olinda, com duas Alas, qatro quar-
los, cozinha fra, cacimba deferir e cal e um gran-
de quintal murado com psrreral, e cujo preco con-
vida a qualquer pessoa a compra-la: n. bo'licada
reu Direila n. 31 se dir' qnem vende.
No Passeio Publico, loja n. 11, de Ferreira &
Cruz, exisle orna grande porgao de caf do Rio de
Janeiro de primeira qualidade, que se vende por
prego razoavel para liquidar. No mesmo eslabeleci-
meulo se acha um completo sorlimento de fzendas
que se vendem por prcgos'commodos, em razao de
erem compradas a moeda.
Vende-se a armagAo da taberna que foi Ele-
phaole d Ouro, na rua do Ho.picio, em eoio logar
anida se acha: quem a preteuder euteuda se com
Joaquim Iilippe da Cosa, que Tara' lodo negocio,
na roa da .Madre de Dos o. 22".
No aterro da Boa-Vista n. 29, na casa de
modas, que foi de madama Scasso.
Vendem se por menos p/ego do seu valor (para
liquidar lodos o objeclos para adornos de senhoras
e meninas, como sejam : chapeos de seda com en-
feites, dito de palha, vestidos de seda de diflerentes
cores, "chales de louqoim e de todas a qualirtades.
^*Em frente do neceo da CongregagAo, pas-
sando a botica, a segondajoja de fazendas"n. 40.-"
Chales de merino bordados a velludo, a Is-......
Ditos de merino bordados a maliz em 2 ponas, a
118000.
Ditos de dilo dilo bordado a maliz em urna pona,
a 88000.
Ditos de dilo com listra e franja de seda, a 6?5001 bordados e lisos, leugos de lodas as qualidades, ricos
Ditos de dilo com barra malizados, graudes, a '"bales de relroz bordados a ouro para cabera de
58000. .
Ditos de dilo muilo fino com irania de seda, a
48500.
Ditos de Ua grandes de todas as cores, a 2B800
Corles de vestidos de seda de qoadros, a 208000
Lindas seda de core para vestidos, covado I.nhki
Chaly de quadros de lindas cores, covado a 850
Sedas animadas de quadros de aovo costo/rovado
a 800.
I,,ia de quadros com 5 palmos de largura, covado
a 640.
Corles de vestidos de seda para menina.
Sarja preta lavsada para vestido, covado a 2>300..
I.ros de naides prelo encurpado, covado a 18800
Sarja preta muito boa. covado, a 18600
Velludo prelo heipanhol. covado a 48000
Selim preto verdadeiro Maeo. covado a 39000
Setim branca Macao para vestidas, covado, a 18500
Panno prelo inglez, prova de limSo, covado a 38000
Hilos de cores dilo dilo, covado, a 48000
Chita francezas largas ramio finas, a 280
Cassas franceza de cor clara, a 260
Riscados fraucezes com 5 palmos de largara, cova-
do a
'.mea liza e de quadros, covado a'
Palitos de alpaca preta fina, a
Corles de easemira de cores finas, *-A
Hilos de dita prela fioas, a^
relo prelo para panno do prela, covado a
,'! o tes de ca-sa franceza de cores, a
divas de se Carnizas francezas brancas, urna a
Pellos para camisas de cor c branca, a
Colarinhos brancos feilos, a
I.neos de seda de cor grandes, a
I .'neos de seda para grvala, a -
Cobertores de nlgodao grandes, a
Hilos de 1.1a hrspanhes, a
Romeiras de'relrs matizadas, a
Manas de blnud prela e braucas, a
210
280
48100
48000
38800
3t60O
98000
18000
2KM0
320
200
senhoras, flores de lodas as qualidades, ditas brocas
para ooivat, diversos objectos de ouro, lilas de seda
de ludas as qualidades, e ludo o mais que he proprio
para cnfeile de senhoras e menina, que nao se men-
cionan) para nao enfadar ; lodo se vende por meoor
prego que em qualquer parle.
01 FIJOS DO SERTA'
Sao chapados os melhoras queijos do ser lito, es*
vendem barato ; na rua do Queimado, loja n. 14- ,
AVISO AOS FABRICANTES DE VELAS.
Jfende-se lio de aigodao da Baha para velas, em
Mutuas porgues e por preco comiuedo '. na roa do
Vlgario n. 27, ,
Vende-se a verdadeira grajJttinglcta n. 07, do
fabricante Day and Mirlen, efB'tTsrriciis da 15 do-
zias de potes, em casa de James Crabtrw & Compa-
Dhis, rua da Cruz n. 12.
Com toque de
a vari a.
Pecas de madapolao a 28500, as e MBOO: ven-
dem-se na rua do Crespo, loja da esquina qae volla
para a rua da Cadeia.
Vende-se urna cabelleira crespa de na'scenga,
em muilo bum estado, c um crescente de cabello cs-
i-MHi !anl")' mu'10 grande e muilo em conla : no caes do
.Vi). Ramo, taberna do Retiro n. 26.
7U0; VESTIDOS DE BOA SEDA POR POLCO
38000! DINHEIHO.
10tf)00, Corles de vestido de seda escoceza com IHeova-
108000 d08 ,e,,uo novos e^modernos gostos, pelo barato
Lencos muilo finos bordado, para sen hora, a 180001 Pre! de 183 cada corte : na loja de 4 ponas na rua
Madapolao fino com 5 palmos de larg ura, a 3870o l U"'mado n. 10.
Longos brancos para cabega de senhora., a 300
Corles de beleza fazenda inteiramenie nova neste
marcado, toda de seda de lindo goste, a 12r000
Na rua do Crespo, loja n. 1(, coulinuam a
eslar a venda a mais superiores toalhas de puro
linho, que lem vindoao mercado.
Dito muito largo e muito fino com 35 varas
Algodaoziulw de 20 jardas
Dito bom americano
Chitas de cofes, bous padre a 5, 58500 e
Corles de caiga de easemira prela a 58500 e
Ditos de collte de selim prelo superior
Brim de linho de quadros, o covado
Dito trancado, a vara
Panno pretes e de cores 1 38 e
Chita larga franceza, o covado
Ditas e-lrwt.is de cores, o covado
Aigodao azul ruesclado e de luirs, o covado
Corles de casa chita
Hilos de chija larga
Grvalas de ieda de cores
I.neos degj
Su
38590
18800
138000
28000
38000
68000
IWIOO
30000
200
(00
38500
200
10(1
160
18600
18'J20
10
:UO
nga e de chita, finos
eriores velas de carnauba.
Vendem-se por prego commodo: na rua da Cadeia
do Recife u. 21, primeiro andar
Vende-se om relogio de oaro palenle inglez,
novo, confronte ao Rosario em Santo Antouio u.
38 A.
BICHAS HE HAHBIRG
A 16,000 rs o ce uto
O deposito
do Rosario n
bicha de llajmburso pelo vapo' inulez Avon, que
passou para t
garn-se a 320
AVISTA DAS BOAS QUALI
(lacles he muito barato.
\ ende-se papel de peso e almaco o melhor quo
pude haver nesle genero a 3, 4, 5 e 6M00 a resma
papel paquete mullo lino e Je muilo boa qualidade:
propriameule pifa se escrever por vapores para a
Boronai em cousequeucia de nao se pasar graudes
pones de carias, em resmas, meias resmas, quarlos
Riscados de aigodao de lislras com tres palmos de
largura, fazenda propria para vestir escravo por ser
forte a meia pa laca o covado, chiles escuras que nao
l,.r,;i i deSDOlam a meia palaca, e de cores a seis violen,
Jeposito da rua da Senzala-Ve- cobertores de Ma, grandes, a dous mil reis cada um!
lili, vende-seassucar relinado de e aigodao de dous pellos, muilo grandes, a qualro
pataca, diuheiro a vista, para acabar.
AGENCIA
Da fundido Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesle eslabelecimento contina a haver um com-
pleto sorlimento de moendas e meias moendas
para enpenho, machinas de vapor e tainas de
ferro balido e coado de todos os lmannos para
. braia de linho
A 520, 400, SOO, e 640
cao a ni
de resma, ou mesmo era qudernosa'so'rs.Vpoi de .."T "a T"?- Cresr", lo'a da es1uioa ''ue
'' J- 'Oita para a rua da Cadeia.
hubo verdaderamente almaco e proprio para cario-
no a a rs. a resma, verdadeiras pennas de ac de
meo de langa conhecidas pelas melliores qoe 'ha a
18200 a camnha com 12 duzias, dita- sein ser de bi-
co de langa, ma tambera muilo boas a O a eaixi-
'!), C,.! ,-.doz,as' du";' de l,.|.is muilissimo finaso
KV, 100 e oOO rs., dilos para desenlio a 800 rs. a]
duza, caniveles muilo finos e de loda as qualidades
e pregus, Unta ingleza muilo boa e barala : na rua
do Oueimado, loja de miudezas da boa fama n. 33
Em casa de M.Cal.r.ont & C, praca do
Corpo Santo n. 11, ta para veridero
seguinte:
Taboudo de pinlio, alcalruo
Stiecia.
Alcatrodc caryao.
Lonas Ditas de linho.
Tintas em latas.
Esponjas de superior qualidade.
Tabos de linho edeHanilha.
Codo muilo commodo.
Attenco
pxe
Vende-se
cemento muilo novo, chegado em I de maio ptoxi-
mo passado 'de llamburgo, por prego moito em enn-
; la a vista da qualidade, tanto em porgao como em
barricas e linas: no armazem de malriaes Da rua
I da Cadeia de Sanio Antonio n. 17.
|/Va lq/ das seis portas em
frente do Livramenlo,
vendem-se :
da Ci,,nsa8 indispensaveis para Iwmem e mocos de
"" i doze annos para mais, de esguian, a dez lusles cada
i urna, leugos de cambraia brancos para m3o e algi-
beira a doze.vinlens, brim de aigodao proprio para
qualquer obra de casa a doze vinlens a vara, e mui-
lo largo a cruzado, chapeos de caslor branco france-
zes a oilo mil re e prelos de seda a sele, de formas
a moderna, panno fino mescladn de di II ere ni es cores
a 18 o covado, proprio para palitos e sobrecasaeat de
muilo oslo. w .
Rvdesde pallia, eitasna
Para. 1
Na rua da Ga lera do Recit loja de i-
portas n. i-8, vendem-se as referidas re-
des com cores e qualidades ntdramenti
fc-ii^* ==*- s,reiia zsesrass;
II, (ornot a receber nova reme-ts-i de
deRsoorri^tt:^rKc^
Casemras finas.
sul ; vendem-se a l&8oceulo, e al-
as graudes, e 200 r. a menores.
.elogios
higezes de pa-
tente,
os mclhors fabricados em Inglaterra: cm easa de
Henry Gibsoli : rua da Cadeia do Reciten. 52.
LUYAS PARA HOMENS E SE-
NHORAS.
\eudem-se superiores lavas de.pellica muilo novas
para homem e senhora a 18280 rcis o par, dilas de
eda muito bi as e sem defeilo algum amarellas, pre-
las e branca para homem e senhora a fgOOO reis
o par, ditas | reas de lorgal muilo boas a 800 reis o
par, dilas de lo de Escocia brancas c de cores para
homem e se hora a 400. 500 e 600 reis o pai\ dilas
dilas para meninos emeninas a 100 reis o par, Inva-
de seda ricat da lodas as cores e bordadas, cora
guarnigao, pa a senhora a 31000 e 38500 reis o para
o oulras mais qualidades de luvas, ludo na rua
do (Jueimad.0 na bem conhecida loja de miudezas de
boa fama n.: 3.
l'oassa e cal.
Vende-so potassa da'Russjp e america-
na, chegac a nestes dias e de superior
qualidade e cal de Lisboa da roais nova
que lia nonercado: no nico deposito da
rua de Apo lo n. 2B.
Lindeza para vestidos"
Vende-se a rica fazenda lindeza, chegada ultimo
menle de l'rai ra, pelo baralissimo prego de 18000 a
covado. Esla azenda he de pura lila sed, e os
sen- padres s o os mais bonito- qoe ale o prsenle
tem apparecid t no mercado : na rua do Queimado
no qualro car (os, loja de fazendas da boa Hg, 2!
Vendem se vellas de carnauba de composigao,
a imit.ig.io das elas estearinas, pavio imericano, da
melhor qualid ido possivel, bem como de carnaoba
simples, por p egos commodo, arroz pilado muilo
bom e ja' muito conhecido por crescer mais que o
do Maranho, em arroba a 25, cm arcas a 18800,
arroz de casca em saccas grandes a 38500, e em al-
queire medida velha a 38500, ludo muilo bdm : na
rua do Vigari 9 n. 5.
Perfumaras de
bom ^osto.
Na loja da lioa fama enconlra-se sempre um rico
sorlimento d perfumara de lodas as qualidades,
seudo seu aut ir o melhor que ha em Paria, riquissi-
mos frasco, di extractos muilissimo finos, pelo barato
prego de 1820), 18500,28 e 3)500, jarros de porce-
lana delirad., e de modernos goslos com banha fran-
ceza moilo lii a a 28, fraseos com esseencia de rosa a
320, paos de pomada franceza muilo boa a 100 rs.,
rrascos pequ nos e grandes da verdadeira agua de
Colonia do Pirer a 180 e IJOOO, sabonetes finos e de
diversas qualidades.ps paradenleso melhor que po-
de haver, e oulras multas perfumara, que se ven-
dem muito b, ralo: na roa do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Meias de I ai a pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias prelas de laia par
padre, pelo laratisimo preco de 188110 o par : na
rna do fjueln: ado, n.i bera condecida loia de miude-
zas da boa lana a.33.
CAITAS F1MSSIMAS PARA YOL-
TRETE.
Vendera-sebuperiores carias francezas para volta-
rele pelo baralissimo prego de 500 rs. o baralho ,
na rua do Qui imado, na bem conhecida Iota de miu-
dezas da boa Tama u. 33.
Cal tirum de Lisboa, rhegad no brigue
'Comanle : nos armazeus de 1-onseea, Medtiro A
Compaohia, rua do Trapiche.
cadas de muil bom goslo a 58, (nal hado adamasca-
do com 7 paliaos de largura a 8600 a vara, toalhas
lisas para rosto, as
m.is superiores que lem vtulo ao mercado, itas
para mesa, guardauapos ada.i ascaUo e oulras mua
Na loja da Estrella, rua do Queimado o.'
dem-se casemiras fiahcezas
dito.
v NA LOJA DA BOA FAMA.
veude-se baodejas'grandes e muito finas pelo ba-
ratsimo prego de 38000, 8000 e 58000 reis. ocu-
los de armagao de ac de todas as graduages a
BWJ res, lunetas com armagao dourada a 18000 re,
ditas com arinarAu de tartaruga a 18000 re, dilas
com armagao de bfalo a 500 reis, euloscom arma-
gao de metal branco a 400 re o par, lunetas com
arinarAo de tartaruga com 2 vdros a 38000 re, ri-
cos chicles paiacavallns de hornera e senhora pelo
baralissimo prego de 800 reis cada um, grvalas de
seda muito bonitas a 18000 reis, bonitos atacadores
de cornalina para casaca pelo baralissimo preco de
.100 res, lospensorios linos de borracha a 100 re,
petatea muilissimo finospara sussa a|500 rei,escovas
muito finas para cabello (10 res, capachos pinta-
dos compridoi e redondos a 700 e IbOOO reis, bo-
loes fiussimos de madreperol? para camisas a 1ft>00
r. a croza e 120 rs. aduza.ricas canelas para peana
de aro a 120 re, ricos porla-relogios a I98OO res,
canal de melal minio finas para rsp a .500 o (00
re, escovas fioissimas para unhas a 320, 500 e 610
res, escovas para roupa e cabello o melhor que pode
haver a 18000, 18200, 18500 e 28 res, pinceis finos
para barba a 200 rei,'duzias de facas e garfos lino.
a .'(8000 res, dilas de cabo de balanco muilissima
linasi a 68000 aduza. ditas finissiraas de cabo de
irfim o mellidr que pode haver a 158000 reis a
zia, camisas de meia muilo linas a 18000 reis, r-
. abotuaduras de madreperola e melal paca col-
e e pahlos pelo baralo prego de 500 e 600 reis.
insumas navalhas para barba em estojo de urna e
uas navalhas pelo baralissimo prego de 28000 o es-
to, candieros americanos minio bonitos proprio.
ra eldanles ou mesmo para qualquer eslabele-
"ntnio, pela boa luz v Jj a coramodidade
* sut^jju:.BiiJj.r ou pr-se encima deqoalquer
esa, pelo barato prego de 53000 res, pastas para
uardar papis a 800 reis, e.pelln, para parede com
rmagao dourada e sem ser dourada pelo baratissi-
110 prego de 500. 700 e 1JO00 re, finissimas e r-
de seda para grvalas a 600 n., dataa olite
bons a I;, peras de cambraias de aalpieaa cota S va-
ra e meia a 38200, e 440 a vara, ditas r-tromr
muio boas para cortinados a 12, catakroia lisa 1
(o fina com urna vara de largan, poto I
prego de 560 a vara, lengoe de naailili 1
Indos brancos e com barras do cana 100 re.
decidla fraocezes moilo boma 400 rs., chato) o>
aigodao de cores de bonitos padrote a 800 r rioea-
dinhos muito finos e de moilo bonitos pastilla ICO
o covado, fil de linho liso muilo fino a 960 a ora,
dito de llore! a 18280, meias prelas de toa*, para aa-
nhora, fazenda muilo superior a 2o par, dilaa I
cas moito finas a 38 o par, ditas braa
muilo finas a 240 e 320 o par, ditas
finas para meninos e meninas a 240 o 1
ludo islo oulras mailiMmas fazenda,
soas boas qualidades e baratos preces, .
nhores freguexes, amigos do bota e bata
rao o que be pichincha : na roa do (,
qoalro caolos, na leja de fazendas da
defroote da laja de miudezai da boa I
XAROP
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito doelc tarop pota fco-
bea de Jos da Cruz Santos, na roa Nova a. 53'
garrafas 58500. e meias 39OOO, sendo falta todo
aquelle qoe nao for vendido nesla depotito, palo
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PlILICO.
Para cura de phlysica era lodosos sean
es graos, qner motivada por constipagoes, lo
aslhma, plenriz. escarrot de sangoe, d<".r de i___
lados e peito, palpitaeao no corar, coqotlock*.
hronchile, dor na garganta, e lodaa aawiltilia
dosorgaos pulmonares.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
do Crespo, loja da esqu
Cadeia.
q le volla para a rua da
Moinhc vento
com bombas de repuso p- a regar horlas e bai-
adecapim:na fundig,. de D. W. Bowman,
ua rua do Brum ns. 6,8e 0.
TAI XAS PAR/f ENGENHO.
Ra fundifao de ferro de./). W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o hafariz, conlina ha-
ver um completo sonimenlode taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda, por jreco commodo e com
promptidao: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de $. P. Johnston & C
rua da Senzala->ova n. 49, sollins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieros e casticaes
bronzeados, relogios patent "inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo da mjinico, arreos para car-
jo, lonas inglezas.
chapeos fraucezes da ultima moda a 68500.
l\a loja das seis
portas
frente do Livramento
Em
Alpaca de aigodao de quadros, de duas largu-
ras, bonitos gostos, para vestidos a palaca o co-
vado, cambraia de seda, superior qualidade e goi-
los modernos a dez lustes o covado, chaly de
quadros e liso, fil liso e bordado, lengos para
meninos brinrarem, com avaria a viniera o lin-
go, om completo -olmenlo de fazendas de lo-
das as qualidades, em ptgas e a retalho, qoe se
quercm rednzir a stdulas, por menos prego do qu
em oulra qnalquer loja, sendo dioheiro vista.
a boa fama
VENDE MUITO BARATO, COMO TODOS
SABEM.
Vendem-se libras de lud .s de boa qualidade n.
50, (Oe 70 a 18100, dilas muilo finas de o. 100 e
120 a 18600, duza de lesouras muilo boas para cos-
tura a I?,, dilas muilo fioas e grandes a 18200 a du-
za, peciuhas de bico estreilo a 560, caiiinhas com
agulhas francezas muilo-finas a 160, caiiinhas com
Iti iio%ellos de Indias de marca muilissimo finas a
280, braceletes encarnados moilo bouilos para meni-
nas e senhoras a 200 rs., meias brancas muilo finas
para senhoras a 210 e .100 rs. o par, meadas de li-
ndas immissirao finas para bordar a 100 e 160,| bo-
loes de madreperola muito finos para camisas aliOO rs.
a grosa, boloes muito finos de agij para caigas e 280|a
grosa, fivelas douradas muilo finas para caigas e col-
leles a 120 cada ama, lenles de balea muilo finos
para alisar a 300 rs., pegas de fila de linho com 6
varas c meia a 50 rs., caiiinhas com cohetes trance
zes a (0 ra., carreteis de linhas da 00 jardas de
muilo boa qualidade e de lodos os nmeros a 80 rs.,
magos com 10 grampas e de muilo Boa qualidade a
50 rs., pares de suspensorios a 40 rs., torcidas para
Vendem-se na rua do Crespo,loja da e-riuina oue I cana'e'ro' 80 rs. a duza, carleiras de marroquim
volla para a roa da Cadeia. | P"ra las para pennas de ago a 20 e 40 rs., meias brancas
e cruas, fazenda muilo boa, para homem a 160 e 200
rs. o par, trancinha de la de faraones e de todas as
cores a 100 rs. a pecioha, nenies de chifre para ali-
sar, fazenda muito boa a 800 rs. a duza, grozas de
boloes de louga piolados para camisa a 210, pega
de lila decs de lodas as larguras a 210 e 320, linhas
brancas de carreteis com 100 jardas do aolor Alexan-
dre a 10 rs. o carretel, linhas prelas de meadiuhas.
fazenda muito boa a 20 rs. a meadinha, carias de
Sabilo preto.
Ja veio o sabao prelo, e *ende-se smenle Da ar-
mazem de JoAo Marlins dejiarros.
Relogios
cobertose dcscobcrlos, pea enos e grandes, de ouro
e prala, palenle inglez, de lim dos melliores fabri-
cantes de Liverpool, viudos vjelo ultimo paquele in-
glez: em casa de Soulball Mellor & Companhia, rua
do Torrus n. 38.
Cobertores de laa hespa-
nbes muito cncorpa-
dose gr.andes.
Para os namora-
(los.
Vendem-se folhaa de papel muilo bonito, proprio
para correspondencia de aamorados, pelo barato
prego de lo, 60, 80 e 100 n.: na rua do Qoeimado,
na beta conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 3.1.
KeJo<>ios de patente
ingleses de ouro, de saboneta e de vidto :
vendem-se a preco razoavel, em rasa de
AugustoC. de Abieu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
Cal de Lisboa.
Vende-se ama porgao de barris com cal de Lisboa,
T baralo prego,e retal!
Cadeia do Kecife n. 50,
A3$300
Vende-ecaldcLisboaullimameniichegada.as-
imcomopolassailaltussiaverdadsira:Qaprarado
Corpo Santo n.H.
Salitre superior.
\ ende-se e muito barato, na loja de ferragens da
JUa do (Jaeimado n. 35, em porgues c a retalho.
Cra completo sorlimento de bordados comose-
am, camisetas com mangas, collarinhos, peililho.
romeiras, camiss, cofinhas e pelerinas ; lambtm
em um completo sorlimento de ricas llores, eufeiles
para cabeca, litase nsverdadeiros e modernos bicos
e linho : na rua da Cadeia-Velha n. 2i. nrimeiio
indar. '
Attenco.
enveinisadas com palitos de fogo de velinhas de boa
qualidade a 120, dilas de pao cora palitos de fogo de
boa qualidade a 20 rs., caixas com .50 caiiinhas de
phosphoros propriamenlc para charulos a 320,
caslofs mono bonitos para bengala a 10 r., sa-
p.iludi, de laa para criangas a 300 rs. o par,
Irancelin pretes para relogios, fazenda muito
boa a lili, escovuhas muilo boas para denles a
100 rs. Alm de loda esta miudezas vendem-se
cores de follias peqnenas em quarto de resma pelo
baralo prego de 720 reis, e oulras muilissimas eou-
sai, que ludo se veude mais barato do que em oulra
qualquer loja : na rua do Oueimado na bem conhe-
cida loja di miudezas da boa fama n. 33
BICHiS DE H1IBURG0.
No deposito das bichas, roa eslreila do Rosario n.
II. lornoo-se a receber nova remeso das melliores
menas de Hamburgo por esle ultimo vapor inglez
lmar, qae passou para o sul uo da 28 do cor-
rele, e vendem-se por menos de 168000 o cenlo. e
alugam-se muito em conla.
Attenco!!!
o
A" loja de "-portasda
ti v.i da Cadeia do Re-
cifen. i8,deNarcizo
Mafia Carneiro, che-
fjou ltimamente um grande sortimento
de sedas eom lindissimos desenhos e de
muito superior qualidade, pelo baratissi-
mo prero de 19,s0 rs. o corte, ditas
com gostos chinezes a 1&'000 rs. 0 covado,
e outras muitas Gtcendas que s avista dos
compradores pdenlo avaliar os seus pic-
eos pelas suas boa$<|iialidades.
Para
as senho-
ras que gostam do bom e
barato.
\ endem-se ricos penles de tartaruga para alar ca-
bello a 4S500, meias de seda de cores muilissimo lin-
das para criangas de uro mez a um ann, pelo baralo
prego dt 13800 o par, lencinhos de rerroz de todas a
cores para senhoras e meninas a 1{j. loucas dt laa
para senhoras e meninas a 500 rs., camisas de meia
para criangas al a idade de um anuo a .500 rs..
meias brancas de aigodao para senhora moilissioio
linas a 500 re., ditas brancas e prelas de seda p me-
lhor que se pode encontrar a > e 29500 o par, ricas
cala para guardar joias a 800 rs. e 19, caitas mui-
lo ricas com reparlimenlos tuncamente proprias para
costuras, pelo baralissimo prego de 2500, 35000 e
00, travesas de verdadeiro bfalo para prender
5, ditas de ttr-
cabellos, pelo baralissimo prego de 1
laruca a 3b500, ricos leques cm plumas eespelhos e
allinetes. me.hor qual,d,de que ha .om *, I PS2t&&Sfi2tt5SZ
les a I l), pentes aberlo de balea para alar cabello, lodas as qualida -
fazenda muilo boa a 29600 a duzia, meias de fio da
Escocia para meninos, braucas e de core a 210 e 320
o par, grozas de lidos para sapalos a 560, caiiinhas
proprios compradores: na rua do Queima-
ua bem condecida loja de miudezas da boa
aos
do,
fama n. 33.
lades, ricas trancas de seda de todas a>
cores e larguras, ricas fitas de seda lisas e lavradas
ue odas as iargurai e cores, bicos de linho finissimns
de lindos padres e lodas as largura, ricas franjas de
aigodao brancas e de cores proprias para corliuados,
eoulras muilissimas coasas, que ludo se vende por
tao barato prego qae aos proprios compradores ser-
vir de admiragao : na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
UNGENTO HOLLOWAY.
MiKiaresde individuosde todas as nacoes pdese,
testemunharai virtudeidesleremedio iorotaparev a
eiprovar em caso necesiario,que, polo I oee derla
tiiorao, teni i.a corpo o menbros tkWraoatMo
saos, depilo de haver empiVgadoiooHIoaeole oorrm
(raiaiTi^. J.ada peste* ,.<,.,, Mha cwvooater
deesas carasroaravilhoia alaWlwataperiod
qae Ib ai relatara lodoa s dias ha mallos anee; c
maior parte deltas sao t .0 torprendeaioa ooe aajMt-
r.n 1 os mdicos mais celebrei. (Juaalat iiciiiiij re-
col raram com esle soberano remedio o oVode scat
magos e peruu, depoit de ter permaoecidt
lempo nos hospilaes, onde deviarn toflror a ai
gao 1 Helia ba muilas, quojjuveododeiado
as\ los de padeciniento, partaaaolo labtaetlerem 1
essa operario dolorota, foram curadas ciaaalcll
mente, mediante o uso desse precioso reosedio. Al-
emas das laei pessoas, .a efusio do tao n
ment, decl.raram eilei resultados beoeBc
do lord corregedor, o oolros magistrtdos,
maisautenlicareroiua aflirmativi.
^inguem desesperara do estado da toe
11 vene bastante coofiaoga para entaiareara
conslanieroeule, sesuiudo algn tempe o trata-
5001qUe !""*U* ".taroia do tnal, cojo re-
ural PrT*r ",0*''eu"'l""l : Qt "*
O ungento he til ma pariirularmeul-
seguiHU eatoi.
dianle
da
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Caaceres.
Cortaduras.
Oores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
En Tenuidades doanus.
Er lipones escorbticas.
I-islillas uo abdomen.
I'11 a Idade ou falta da ca-
lor as extremidades
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
I nc bagues.
Inflammagao do ligado,
da beiiga.
malriz.
l*pra.
Males das pe une.
dotpaUaa.
da olhae.
Mordedura! deroptft.
Picadora do atojarlo.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Suporagoes ptrido.
Tiuha, craqiialqoer par-
te qoe seja.
Tremor de ervo*.
Ileer* na bocea,
-doltjadlo.
,. das arlkolagoe.
Vea* torcida, oj anda-
das na* pernat.
Resfriadeiras.
Ko deposito de bichas, rua eslreila do Rosario o.
II,, vendem-se resfriadeiras de barro moilo lino, vn-
dasi de llamburgo, assim como queijo parmaion,
viudo de t.enova, esleirs de Angola, e muilas ou-
lras COUSS.
Pianos,
endem-sepniosvcrlicaes inglezes, de ele-antes
'ellos e eicellcutes vozes, labricados por mu dos
acreditados autores, premiado na eiposicaode
l.oidres: ioarraazero de Kostron Hookar.V Cum-
pa 1 '-
No aterro da Boa-Vista n. 22, loja de chapeos da
1 he chegado do Paro um lindo sorlimento de re- i qutj
desde diflerentes core e goslos, igualmente lem pioprias : quem o pretender procure em raa dVsT.
raum ePmco,?,r*":a d9 ,ir'S lan*au,""> "nJe-se \ma >'-lob0il"a ^panhia, rua da Senzala N
i i

muilo em coula.

lila. pa..a do Cor|>o Santo.
-- veode-se o litio com casa de sobrado do falle
cid 1 George Kenworlhy, no logar de S. Jos do Man-
gui iho, com arvoredo de froclo e mais bemfellorias
- netle se acham, sendo as ler.-as do referido sitio
va 11. 42.
Loja da boa f.
Vende-se panno prelo e azul, fino, fazenda moilo
superior, prova de limao, pelo horalismo preco de
39500 o covado, alpaca prela moilo fina a 6MI i co-
vado, mermo selim, fazenda superior para palito a
1-5600 o covado, canillo prelo muito lino proprio para
venidos a 19 o covado, setim preto maco, fazenda
superior a 29600 o covado, grosdenaples prelo muilo
lino para vestido a 29 o covado, superior sarja preti
hespanhola a 25210 o covado, priureza preta muilo
tina a NKI rs. o covado, curtes de colleles de gorgu-
rao de seda, fazenda muilo boa a 29, cortes de fu-
loes de bouilos padrote a 610, brim trancado branco
de puro hnho a 19 e 18410 a vara, brins Irangados
de core de muilo bonitos padroes a de puro linho a
191*0 a vara, ditos dilos lambem de bonitos padret
a 800 r. a vara, dilo trancado pardo lambem de li-
nho a 600 rs. a vara, dilo "liso largo a USO, ganga
amarellas lisas e de quadros, fazenda muilo superior
a 320 e 360 o covado, dilas de cores escuras de qua-
dros e lislras, de muilo bonitos padres para calgas|e
palitos a 600 rs. o covado, corles de caigas de bonitas
casemiras de aigodao, pelo baralo prtgo de 18120,
briinzinhos de quadros de puro linho a 210 o covado,
panno de linho muilo fino a 610 a vara, peilos mui-
to linos para camisa brancos e de core a 400 e 500
rt 1,^aI l\ -"guentoino eslabelecimenlo acra
de Londres,,,. 24*. Slrant,t na loja de lodo esa.-
ticanos, droguistas e outras prasoas encarreaadtaT
Heasp,ha."n ,0d Am,rC* d" S"'' S5S5
Vende-se a 800 reis cada bocetinha.co.teoa orna
inslrucgao em portugaez para eiplicar o oaodo 00
fazer uso desle unluculo ^^
O deposito gera I he em cata do Sr. Seota, -*
blco" '"* da CrUI tt' "" **
Em casa de Rabe Schmettau & C.,
da.Cadeia n. 37, vende-se :
Um grande sorlimento de v idi os de
pellio.
Relogios finos de patente inglez. ,
Ditos ditos de patente suiso.
Couros de graxa.
Efvillias seccas em garrafdes.
Vinho do Rlieno superior.
Conservas alimentarias de boas
dades.
1 udo por preco commodo.

qr 11-
#

;
Metal amarello para forro
Cabos da Kussia c de Manilna.
Lonas, ln inz.au e brim de vela.
Pi\e da Suecia.
Cemento amai ello.
Vinho de Champagne e do Rbeno.
Agurdente de Franca.
Pianos de armario de modele* no-
vos.
Armameirto de todas as qualida
@ des. '
H Alvaiade/ino em p, oca c tintas
? em oleo.
Pedrasde marmoi para mesase
*W consolos.
9 Pa|>cl de peso inglez.
Chicotes para carros.
@ Ferro em barra, verguinljacchapa
& Couros de lusti-e.
ttf Vendem-se no-ai ma/.em de C J.
Asllev & C.
Moendas superior^.
rs., camisas de meia muito finas a II a 1J120, luvis !. im.,r? .',? Starr&C, emStUl-
prelasde torgal para senhora, fazenda auilo |'" '*U,J,^, <'cna-e para vender rnoendas
por a 800 rs dilas de seda de lodas as cores para de canna lodas de ierro de um 1 tw.cI.-1,.,-
hornera senhora pelo baral.simo prego de 18200 o i construccao muito -^- 'ooeio
par, ditas de lio de Escocia para meninos e meninas *""" superiores.
a tOO rs., lencinhos de lile! muilo bonitos a 18, ricas--------------------._______________________
grvalas de seda prelas e da cores a 18, meios leugos' l'ERN' TYP, DB M
1
V
F. M FAKU M
i
7


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